Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01038


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Full Text
ANNO XXXI. N. 122.
Por 3 meses adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.

SEGUNDA FEIRA 28 DE MAIO DE 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco "para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
s
v
V
s.
ENCARREUADOS DA. SUBSCRIPT..VO*
Kecife, OsjiroprieUrio M. F. de Faria ; Rio de Ja-
neiro, o r. Joao Pereira Martn*; Baliia, o Sr. I).
Duprad; Maeci, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
donca ; Parahiba, o Sr. Oervazio Virlor da Nalivi-
dad ; Natal, o Sr.Joaquim Ignacio Pereira Jnior ;
Aracaly, o Sr. Aolonio de Lemos Brasa; Cear, o Sr,
Victoriano Augusto Borges;'Maranhflo, o Sr. Joa-
quim Marques Rodrigues ; Piauliy, c Sr. Domingos
llrrculano Ackiles Pessoa Cearence ; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jermij rao da Costa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2 d. por 19.
* Paris, 315 a 350 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 1/2 por 0/0 de rebate.
Acrjoes do banco 40 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de Ieilras de 8 a 10 por 0/0.
meta.es.
Ouro. Oncas hespanholas- 29*000
Modas de 69400 velhas. 169000
> de 69400 novas. 16*000
de4000. 99000
Prata.Pataces brasileiros. 19940
Pesos columnarios, 19940
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias
Cama i i'i, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE 1IOJE.
Primeira l 2 horas 6 minutos da larde
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manha
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commeicio, segundasequintas-feiras
Relajo, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meiodia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
i:i'iii:mi:kiiii.s.
Maio 2 La cheia as 2 horas 17 minutos e
39 segundos da manhia.
9 Quartominguante as 3 horas 9 mi-
nutos e 38 segundos da marha.
> 16 La nova a 1 horas 43 minutos*
36 segundos da tarde
23 Quarto crescento as 10 horas 18
*37minutos -10 segundos da manhaa
DIAS DA SEMANA.
28 Segunda. Ss. Senador, Podio e Justo bb.
29 Terra. S. Maximiano b. ; S. Mximo ni -
30 Quarta. S. Fernando rei ; S. Emilia id.
31 Quinta. S. Petronilla v. m. ; S. Lupicino h.
1 Sexta. Ss. Firmo e Filmo rain. ; Theopezio.
2 Sabbado. Ss. Mercellino presb. e Pedro E.
3 Domingo da SS Trindade el." depois do Es-
pirito Santo. Ss. Pergamino e Laurenno Irs.
pibte orrici. a
COMMANDO DAS ARMAS.
Qurtsl-IIMr.l do colimando das aros de
Pernaaahoco cidade 4o Reclfe, ana 36 da
alo da 1856.
ORDEM DO DIA N. 51.
0 mareclial de campo commandanle das armas,
leudo em presenta a communicarflo que Ihe oi ei-
la pela presidenciacm ollicio de honlem datado, taz
publico para conlieciruenlo da guarnido e devido ef-
feilo, que u governo de S. M. o I. houve por bem,
por aviso do ministerio dos negocios ila guerra de i
do crranle mez, permillir que Iroqucm de corpos
os senhores'atieres Joflo Antonio Leilo, do 9. bala-
Ihflo de iufantaria, e Henrique Jos Borges Soydo,
da companhia filada provincia da "Parahiba, con-
forme requereram ao mesmo governo.
Jos Jooquim Coelho.
Conforme.Candido Leal Ferreira, ajudaule de
ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
PARS
Um homem coja voz he sempre escutada com ras-
peito, lord l.aosduwne, dizia oulru ilia na cmara
dos lords:
lia do dever, nflo so de todos os membros do
parlamento, mas de todos os que exerrem no et]f-
rior alguma iullaeiicia, e parlicalarnienle (las pes-
soas emminente e disliuctas pelo tlenlo que perten-
cen a urna das mais uobres iuslluicoes do paz
quero dizer, a imprenta livre deste paiz, he do
seu dever nada dizer, nada cscrever nesle momento
que possa ter por effeilo enflaquecer a Torca nacio-
nal...
La consclho dado em seraelhanles termos, e par-
liudo de um homem como lord Lansdowne, he pro-
posto para produzir mais effeilo sobre a imprenta
do que todas as violencias parlamentares de que ella
lia sido o nbjecto as duas cmaras inglezas. Ao
mesmo lempo, paia que estes prudentes conselhos
livessem mais, ellicacia e eloquencia, parece-nos que
os homens do mundo nflicul, que os funcciouarios
pablicos mais elevados deveriam comer.ur por dar o
exemplo de segui-los. Desgraciadamente nem sem-
pre acontece assim, e viose nesles dias passados
um oflicial general do mais alio grao, espantar e es-
candallar a Inglaterra por urna licenra de lingua-
gem superior a aquella que a imprensa nunca pra-
ticoo.
Queremos fallar do almirante Napier e do dscur-
so extraordinario que clfe pronunciou nojanlar, ou
antes depois do jantar do lord-maire de Londres.
Na Inglaterra ludo he occasflo de um janlar ; dflo-
se jadiares pelos vivos, dflo se jantares pelos morios,
e nao se deve censurar o que he um co.lume nacio-
nal. Assim a campanha do Bltico, que sir Char-
le Napier commandava em cliefe, romeoou por um
janlar, e acabou igualmente por um jantar. Mas re-
leva eoufessar que no banquete de inauguraran rei-
nara inulto mais cordialidad?, harmona e hom |iu-
Raglan e sir Charles Napier responsaveis de que Se-
bastopol e eroaslatd lenham muralhas, e de que hou-
vesse nev na Crimea e gelo no Bltico. Assim
Charley lornou-se muito menos popular do que
partir, o que no he um crime ; desgraciadamente
nflo soube resignar-se, e voltou com o corarn cheio
de nm amargo que elle nao leve a discrir.lo deeon-
ler.
Ilahi a sorlida extraordinaria que fez onlro dia no
janlar di Cit, e no qual leve a imprudencia de
accusar nflo s o en governo, mas anda a propria
esquadra que commandava, e de que, antes da cam-
panha. se mostrava tilo orgullioso.Se Sebastopol an-
da nflo foi tomada, os genenes nao lem a injustira
dse queitarem dos ejrcitos; porque nflo tomou
Cronotadt, Sir Citarles Napier nflo deveria queixar-
se da soa esquadra,eexprobarar-lhe. como praticou,
o ter muito maleguipadaeair.dapeior disciplinada.
Temos para mis,.que semelhante lingoagem deve ler
profundamente oflendido osofliciaes e as equipagens
da esquadra ingleza, e lenha agitado da sua parte
numerosas reclamaces. Temos igualmente para
nos que os Ingieres, j;i mui irritados das desgraras
do seu excrcto, estejam duplicadamenle por ver o
mais popular dos seus almirantes tratar desta arle
a mais bella das esquadra* que fazem o seu or-
gullio.
Assim nesle discurso, Sir Charles Napier narroa
cm termos Iflo despidos de artificio, que nio julga-
mos .ilil reproduzir, como|fora observar Cronsladi, c
achara que seria insensato querer ataca-la ; como o
almiranlp francez linha inteiramente partilhado a
sua opiniflo, e como um cnnselho do guerra, com-
poslo de nm mareclial de Franca, de um almirante
francez, de um general francez de engenlieiros, e de
tres almirantes ingieres, decidir que nflo havin
nada a fazer. Sir Charles Napier acrescenlava :
Nao hesito dizer que se vollassemas entao para
o gnlpho do Finlandia, a nossa esquadra tirara in-
teiramente perdida... Quando se espalhou a noti-
cia da tomada de Sebastopol, houve quem dissesse:
Mas porque razflo o almiraule Napier nflo toma S.
Pelersburgo e Croniladt '.' Fora o mesmo se me
l'ercuntassem porque razflo eunflo lomava Moscou.
Confessn que nao esperava ver os homens do almi-
rantado se reunir este clamor. Eu nao os repu-
la va vis e despreziveil ao ponto de se reunirem a
esle clamor para chamar a auimaiversao sobre i
cabera de um oflicial que fuera ludo quanto Ihe fora
possivel. Indiquei meios para tomar Sweaborg. O
que fez enlflo o ministro da inarinlin '.' Digu isto
altamenle, porque se o governo lem una cenlclha
de roragem, elle me expedir do serviro. Pois bem!
O almiraule perverteu a minha lingoagem. Nflo se-
ment islo, mas escreveram-me as cartas mais pi-
cantes, perguiilaudo-me porque razflo nflo lomava
Sweaborg, e oulras cousas mais... Eu nflo era homem
para suportar islo ; nflo era homem pura tragar in-
sultos comigo mesmo. Dirig as mais enrgicas
quenas, ma o almirantado persisti em pretender,
que eu o linha derrotado. 0 que poda eu fazer ?
Nflo quiz epoi-me a loucuras, tanto mais que, Sir
James Cranam. durante o lempo em que eu estivo
no Bltico escrevera-me dizendo-me, que livesse
cuidado as Irincbciras de granito, que nflo arris-
caste a esquadra, que nflo me exposesse as grossas
muralhas ate, E ilenois disto, dirigiram-me asear-
las mais intu.misas c mais injuriosas, eu o digo li-
mar do qoe se encontra no banquete de encerra-
raento. Na ptmeira occasto, sirt^afte~NaiiiCT"a-='+1amenle.-e para-u-mumlo inleiro. alunleTru o Mr
do Sr. Jos Saturnino da Costa Pereira, e comparan-
do-as com a apnraco geral. e lista trplice, que deu
lugar a carta imperial de 7 do eorrente mez, no-
meando senador do imperio o Sr. Joo Antonio de
Miranda, nada cnconlrou qoe possa prejudicar a
eleirin.
a Mencionar entretanto o que occorreu no col-
fegio de Villa Maa. Essa rollegio devia comptir-
se de 3 eleitores da villa, 13 do Pacon e 8 de Mal-
lo-Crosso.
a Esles, em vez de comparecer em. Villa Mara,
comodispeo decreto n. 671 de 13 de setembro de
1852, reunirame mesmo na cidade de Mallo-tiros-
so, allegando que Ibes nao era possivel comparecer
em Villa Mari,pela longilude de 58 leguas de mos
camiulios,falla absoluta de cavalgaduras occasionada
pela peste, e, finalmente, pela antign posse em que
estavam de ler collego ebiitoral na cidade, que al
por dar 8 eleitores ilcvia preferir a villa, que apenas
dava 3.
Ora, eomquanln algumas.dcslas razOes possflo
parecer atlendiveis, quundo r trate de divisan de
collecios, nflo podem justificar o arbitrio de fraccio-
nar o collrgio de Santa Mara. E, pois, com razflo
foram tomados em separado csses 8 votos dos eleito-
res reunidos na cidade de Mallo-tirosso. Quando
porm devessem ser contados, em nada liraria alte-
rada a lista trplice, porquanlo, havendo obldo .VI
votos o ultimo dos tres, os dous inmediatos oblivc-
i.im apenas 13 cada um.
u No collegin reunido em Villa Mara foram ex-
cluidos os 3 eleitores da villa por nflo se ler apresen-
tado o livro das actas da eleico parochial.
Mas quando mesmo csses 3 eleitores reunidos
aos 8 de Matlo-Crosso livessem dado os seus votos ao
4. votado, a lisia nflo soflreria a menor alteracflo,
e porlauto a commissao he de parecer que o Sr.
Joflo Antonio de Miranda eU as circumstancias de
tomar assento como senador peta provincia de Mal-
lo-tirosso,
Paco do enado, 10 de maio de 1855.Euzebio
de Qiieiroz Coulinlto Mattozo Cmara.V. deSa-
pucahy.Sf. de Olinda.
He approvado o parecer, e o Sr. presidente decla-
ra senador do imperio, pela provincia de Mallo-
tirosso, ao Sr. Joflo Antonio de Miranda, e que vai
ser convidado para amanhiia vir prestar o juramento
e tomar assento no senado.
He approvado, sem debate, em 1 discnssflo, para
passara 2;l, o projecto!de rrsiducflo do senado,decla-
rando que os guardas nacionaes que liverem as cir-
cumstancias exigidas para ser no exercito primeiroe
segundo cadetes e soldados particulares, poderflo re-
conherer-se particulares, e*. quando em servico de
corpos destacados, gozarflo das mesmas distincres e
regalas que os soldados pa-rticnlaret do exerrilo.
O Sr. presidente declara esgotada a ordem do dia :
convida aos Srs. senadores para trabalharcm as
commissoet, e d para ordem do dia da 1 sestflo a
3 discussflo da proposirflo da cmara dos depulados
approvando a aposentadora concedida a Joaquim
dos Res Pernes,e trabalhos de commssoes e levan-
la a sessflo.
-------- IBIOIBIii
CARIARA DOS SRS. DEPUTADOS-
Dia 10 de malo.
cabava de er elevado ao commandn da esquadra pela
onda popular, quasi como lord Palmerstou acaba de
>e-lo ao commaudn da uao do estado. Al fora pre-
ciso passar por riica da precedencia de varios un-
iros almiranl' para dar lugar ao valido do publico,
a aquelle que se chamava familiarmente Chaiieij,
ou Charlo!, l'in grande banquete foi dado em sua
honra no club da reforma. Lord Palnierston, que
presidia, depois de ler proposlo o brindes da rai-
nha, 'da familia real, dos soberanos estrangeirot,
prupot o de sir Charles Napier n'um discurso mui
eapinluoto que come^ava da mancira seguiule :
Havia um celebro dador de jaulares que, um
dia em que elle se banqueleava em tireenwich, de-
pois da ler (arlado os convivas com sopa de tarta-
ruga, voltou-se pira os criados e disso : Agora,
Iragam o janlar. a Nos lambem ja passamos pelos
brindes que currespondem tartaruga, e agora pas-
samos ao juntar, isto he. saude do meu valenle
amigo sir Charles Napier.
Lord Palmerslon narrava em seguida a serie de
proesas pelas quaes sir Charles Napier se tornara fa-
moso popular ; como por exemplo, leudo de cer-
car o forte de Valenca, era Portugal, foi encontrado
na campanha era trajes negligentes, e seguido por
ain dos seu cantaradas que couduzu duas espingar-
das ; como foi ao principio lomado por Robiusou
Crasoe ; depois como retpoiideu que ia lomar Va-
lenca, que elle nao leve lempo de ciliar, e que al-
guna dos seu! mariuheiros e percas da sua nao Ihe e-
ram uftlcientes ; e coma com elleilo. o commandan
te porlmzuez entregou a praca sem resistencia.
I.ord Palmerslon narrla igualmente os feilos d'ar-
mas pralicados por sir Charlea Napier na cosa da Sy-
ria|em 18i0, e exprimi l esperanza de que seria
lambem feliz no Bltico, llevemos fazerjustifa ao al-
miraule, que foi elje quem procurou moderar as es-
perancas to fcilmente manifestadas pel-is seus a-
migos ; todava elle parllhava enUo o enlhiisiasmo
geral da esquadra que ia commandar, e dizia ueste
jantar que uunea a Inglaterra vira urna mais mag-
nifica.
Depois desta feslividade, sir Charles Napier parlio
para o Bltico. Como lodos sabern, a sua campa-
nha foi pone fructfera. Mas nao he islo que Ihe
laucaremos em rosto. Foi inisler rebaler illusoes
que loda a gente notnra tflo levianamenle sobre o
norte, assim como sobre o Oriente ; todava he im-
possivel nflo observar que nealas circumstancias os
luglezas se mostraram muito menos justos e menos
generosos do que os Francezes para cora oscominan-
danlet das suas esquadras e (los seus exercilos. As
lilliculdades inesperadas que as tropas expediciona-
rias bao encontrado e as pruvares por que hilo pas
sado nao lem despopularisado em l'ranra general al-
guna nem almirante ; na Inglaterra, toruaraiu lord
James tirahain seja declarado indigno de presidir
o almiranl.ido. Digo altamente que se livesse se-
guido os seus cocselhos teria deixado a esquadra no
finid do Bltico. Se elle possne omi faisca de
honra nflo se sentar um momento em sua cadeira,
antes que lenha pealo esle negocio a limpo, e, se
eu nflo digo a verdade, marero ser destituido e ris-
cado dos quadros da marinha....
He assim que um oflicial general falla de seu
"liefe. e que um alie funecionario publico falla de
seu governo. Temos visto ullimamentn em Ingla-
terra a mais completa anarrhia reinar as regies
mais elevadas do poder ; lemos visto os homens de
estado mais eminentes e mais celebres ahuzarem
das instiluiroes do seu paiz al o ponto de aspnr em
perio. ma os elTeilos desta anarchia nflo poderiam
deixar de ser mais desastrosos anda em urna esphe-
ra em que a disciplina e a regra sflo mais necessa-
rias do que em qualquer oulra parle. E, em todo
o caso, os poderes polticos que as duas cmaras
de Inglaterra dflolieo imprensa, deveriam lem-
brar-se de que os jomaos jamis ittaram de urna lin-
goagem tflo comprometledora como a de Lord John
Russel e de Sir Charles Napier. John Lemoine.
Os Srs.: Brusque 51 i votos, Bernardes de tiouva
5b. Brandfln 55.
CnmmU'Sn depentes e ordenados (57 cdulas.1.
Os Srs. : Sayflu Lobate Jnior 56 volos, tiomes
Bibero 16, I). Francisco 15.
Commissao de fazenda (57 cdulas.,1
0< Srs. : Carneiro de Campo* 5i volos, Ribeiro
53, Ferraz 3i, obtendo o Sr. Araujo l.ima 25.
Commissao dejustira cicil 57 cdulas. I
Os Srs.: Fiusa 59 votos, Aasia Bocha ^.1, Rodri-
gues Silva 28. obtendo o Sr. Siqueira Queiroz. 25.
Commissao de juslira criminal (57 cdulas.)
Os Srs. : Barbosa 31 votos, Taques 33, Magalhfles
Castro29, obtendo o Sr. Jos Ascenso 28.
Tendo de passar-se eleicflo da commissflo de di-
plomacia reconhece-se nao haver casa. O Sr. presi-
dente levanta a sessao.
Do meibodo historie o em materia da jurispru-
dencia, e do seu futuro,
Bxm. Sr. risconde de Sapucahy. A V. Ex.,
lido as lettras como he, nflo podem ser descnheci-
dos os trabalhos scienlilicos de E. 1.a Boulaye. Pcn-
na e autor merecen pelo contrario de V. Exc. mui-
to aprero e valia ; porque a penua he semelhante a
de Warner, e o autor pertence ao numero daquel-
les que, pouco solcitos da glorja propria, jiorem
muito da alheia, preferem urna pusteridade rero-
nhecida a contemporneos entusiasta*. He
urna peuna que sobre o papel convertido em marr
more corre e se entranha como o buril ; o autor
nunca falla sem que d a meditar, nnnra etereve
sem qne d a aprender : he na verdade admira-
vel de ver como suas obras olTerecem s Melligrn-
rias novas e ardeules, alm de um variado saber de
couhecimenlos, mil assumptos, digno cada um de
um tratado especial.
Mui semelhante a todas he a pequea memoria
cuja tradcelo me atrevo, por olTeiroado, a dedicar
a V. Exc, meu protector e amigo, em mingoa de
objeelo que mais Ihe mereea.
Ideas profundas, ideas de aproveitar, sem que o
precisis, asevero-vos que ella conlem. Se por sor-
te dos poneos anuos, ou por sino de infelicid.'de,
ainda me nflo acho em gr.io de faze-las fruclilior,
V. Exc, cuj j noine e saber sflo tidos e havidos em
nossa Ierra e pelo nosso governo em grande eslima-
cm) e virlude, talvez as tenha para conseguir que se
acommodem aos nossos esludos tflo vastos, tflo
uleis e Ulo preciosos pensamentos.
Em um paiz novo como o nosso o estudo hist-
rico da jurisprudencia he diiplicadamentc vanlajo-
so ; porque alem de ludo mergulha em terreno fres-
co a sement que deve dar um dia a grande colhei-
la de um cdigo.
Se V. Exc. pensar como eu, e encontrar nesle et-
criplu razflo que justifique o meu atrevimento em
olTereeer-lhc a versflo, dou-me por bem iuderani-
sado do lempo que perdi em resolver se devia l-lo.
Sou de V. Exc. servo e amigo
Dr. ('aciano Alces de Souza Filgueira
INTBODCCCAO.
Ha pouco mais de 20 anuos um moco desconheei-
do apresenlou a Faculdade de'SIrasburgo.eomo lte-
se de doutoramenlo um.Ensaio sobre o estudo hist-
rico do direilo c su ulilidado para a interpretadlo
do cdigo civil. a
lafcipiiio
ciar as suas manifeslaces infinitas a inexgotavel fe-
cundidade da acefio divina.
Oque se trata de estudar actualmente he a vida
do homem, he o desenvolvimento da sociedade, e
tendo passado no pensamento, nem com a ligeireza
de relmpago, o desejo decaplivar o espirito dos lei-
tores com minhas nauseadas correspondencias, e
desejando somenle que por ahi tambem se lenha co-
longe de irmos apot a abstrareflo procurando extra- | nherimentodo Amazonas, vou ligeiramente dar-lhe
bir dos factos observados tudo quanto he individual, algumas noticias.
aproveilamos e colligimos pelo contrario lodos os No dia 3 do actual inslallou-se a assembla pro-
Irados particulares alim de recompor a physionomia vi ricial,
dos seculns passados, e melhormente comprehender Al o dia 7 entreleram-se os nobres represenlan-
Hiida^irpT'WRra a?m-iT^&sao-~anitrior~tr EnrHaaiciqu? klimralh que djcipulo fiel dalesco-
1. secrelario l o scguinle expedieule. la illuslrada por S.ivimiv, (|u^r*a, como seu lestre
l m ollicio do Sr. ministro do imperio, transmit- renovar o espirito e os mcllmdos da Jurisprudencia,
lindo a copia da consulla da secrflo dos negocios do como algum lempo autes Jourdan hfrTT tentado
ITERIOR.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
Dia 10 de maio de 1SS5.
I.ida e aprovada a acta da sessao o anterior, Sr.
primeiru secrelario d conla do sesuinte expedi-
ente.
Um oflkio do Sr. 1. secretario da cmara dos de-
pulados, participando ler sido sancrionada a resolu-
to declarando quena venda dos lieos e Ierras da
.pella de Itamb, na provincia de Pernamburo, o
governo podera alTrontar aos individuos que se acha-
ren! de posse daquelles bens e Ierras.Fica o sena-
do inleirado.
Um requeriinento de Raymundo Antonio da C-
mara e Oliveira Rilaucourl, pedindo permissao para
fazer examevago do 2. anuo de leis em qualquer das
respectivas Facilidades.A' commissflo de nstruceflo
publica.
Oulrn da irmandade de Nossa Senhora do Rosario
da cidade do Desterro, pedindo faculdade para pos-
suir liens de raiz al o valor de 8:0009.A' commis-
sflo de legislaran.
I.-sc o seguiule parecer :
A commissilo de poderes, examinando as actas
das eleices primaria e secundaria a que se proce-
deu na provincia de Mallo-tirosso. pelo fallecimento
POLHETig,
0 PARAIZO DAS MILHERES. (*)
a\ar Paao Feral.
TERCEIRA PARTE.
O DOCTOR SCLPICIO.
CAPITULO XI
lisia ptrtpeclica do Paraizo.
(Conlinoacflo.)
Era noile, e o quarto estrello e sombro eslava
allumiado por urna candeiazinha de cobre. A luz
fumosa nao tendo nenhum objeelo brilhanle que a
repercutiste, coosumia-se Iristemente laucando ape-
na* alguns reflexos s pedras mais hmidas da pa-
rede.
IIavia ah um leito de ferro com nm lencol cin-
zento, orna mesiuha e urna cadeira de palba : era
loda a mobilia.
Urna janella longa e guarnecida de varees de fer-
ro dava para um paleo.
Sobre o leito eslava deitada urna moja com o ves-
tuario da pristi de Saint Lazare. Solange Beau-
vai linha empallidecido muito ; mas nao perder a
belleza. Dorma com os bracos erguidos e cruzados
' sobre a naca. Seus bellos cabellos negros desatados
cobriam o travesseiro, e em seus labios enlreabertos
liavia um sorrisn sereno senflo alegre.
A candeia allumiava-lhe obliquainenle o rosto,
cuja eipressao tranquilla contraslava com a tristeza
sombra do qoarlo.
Seria um sonho que enganava-lhe.o solrmenlo ':
Sarria ella a algnma lembran;a longinqua '.' Pois
para adiar urna hora 0;; alegra era-the necessario
remontar muito o cursa da vida.
Sobre a mesinha que ficava junto da luz, estavam
espalhados uns papis : o manuscriplo, cuja Icilura
ouvimos comecada por Virginia e acabada por Sul-
picio ; uulro caderno, cujas priineiras paginas esta-
vam escripia-, e emfim urna cari aherta.
Esta era concebida assim :
Senhora.
Recobrei a vida ha poucos dias; pois nao era
vida a especie de aniqulamenlo cm que eu dorm-
lava sem poder pensar. O doulor Sulpcio, meu
salvador, fallno-me esta manhaa de um farto de que
eu nflo linha conservado couscieucia. Aflirmou-ine
que eu havia declarado ler adiado a Vmc. sosinha
no qoarlo do senhnr duque de Rostan, derraiuando-
Ihe um p hranro no copo d'agua.
O mesmo doulor disse-rae que houve tentativa
de envenenamenlo pelo arsnico sobre a pessoa do
senhor duque. Por eonseguinte minha declararlo
ohrigou a juslca a conservar Vmc. rigorosamente
inrommuiucavel.
', Farei por aer claro e preciso, senhora, posto que
; linha caliera esteja anda fraca. Meu coracao est
V) Vide o Dion'o u. 121.
lindo a copia da consulla da secrflo dos negocios do
imperio do consellio de eslado. em que he desparecer
que depende de aclo legislativo a yla ronlida na
disposirflo do arl. 3. da le provincial da Babia, que
lem por tim obter que a garanta addicoual de um
mnimo de juro ale 2 por ceulo, concedida no arl.
2. da inesma le, por cunta ilo respectivo cofre pro-
vincial em favor da empreza da estrada de ferro do
Joazeirn, seja proporcional a de 5 por cenlo oulor-
gada pelo poder geral.A' commissflo de commer-
cio. industria e arles.
Dous do mesmo Sr. ministro, enviando cpiasdas
consultas da seceso dos negocios do imperio do con-
selho de eslado, em que he de parecer qne sflo dig-
nos de reparo cerlos actos promulgados pelas assem-
blas das provincias do EspiriloSanto e Sania Calha-
rina.A' commissao de asscmblas provinciaes.
Do mesmo Sr. ministro, devolvendo informado
pela lllma. cmara municipal, o requerimenlo em
que Joao Baptisla de Souza Velho, ex-conlador da
mesma, pede urna merc pecuniaria em remunea-
co dos servieos.A' commissflo de pensOes e orde-
nados que fez a requisito.
Do mesmo Sr. ministro, enviando urna represen-
taran em que a assembla legislativa da provincia
do Cear pede a revogacao da lei da Parahiba, pela
qual se eslabelece o imposto de 500 rs. sobre cada
rez que for de oulras provincias refazer-se nos pas-
tos (aquella, embora seja a sola em trras proprias.
A' enmmissao de assemblas provinciaes.
Do Sr. 1. secretario do senado, communicando
que conslava ao senado que S. M. o Imperador
houve por bem sanecionar diversas resolor,oes. Ao
archivo.
Do vice-presdenle da provincia da Babia, en-
viando un. exemplar do relatorio que a presidencia
dirigu assembla legislativa provincial na abertu-
ra da sua sessflo ordinaria no presente anno.A ar-
chivar-se.
Um requerimenlo do padre l.uiz Degrossi, cida-
dflo sardo, pedindo dispensa do lapso de lempo para
poder naluralisar-se cidadflo brasileiro.A' commis-
sflo de ronslitnicflo e poderes.
De Joflo Manoel de Puntes, capitflo das exmelas
ordenanzas, pedindo urna pensflu em remunerarlo
dos s.iiis serviros.A' commissflo de pensOes e orde-
nados.
I.em-se a approvam-e varas redaees.
OBDEM DO DIA.
Contina a eleir.'m das coinmissues regimenlaes.
Segunda commiisao de conla* (58 cdulas.
Os Srs. : Belizario 17 votos, Barbosa al a Cunta 12,
Santos e Almeida 35.
Terceira commisaao de coritas 59 cdulas.)
aao, minha vontade zefleclida e firme ; isso he o prin-
cipal.
Nflo posso retirar a declarado que fiz, pois he a
expressao da verdade. Explica-la segundo o meu
ponto de vista aos juizes, sera intil ; pois os juizes
costumam apreciar por si mesmos. e sendo o faci
exacto, meus commentarios nao seriam ouvidos.
a Em minha opiniflo Vmc. be innocente ; pois
nunca vi alma mais pora e^mais bella que a sua. Eis-
o qne proponho-lhe, rogando-lhe que pese bem mi-
nha ollera, a qual nao he n fruclo de um enlhu-
siasmo pas-ageiro. Minha resolucao esl (ornada ha
(res dias.
a Meu to. o marquez de Saint Sever, morrea du-
rante minha doenca, deixando-me urna riqueza as-
aos bella, principalmente para quem viveu pobre
muito lempo. Tenho quarenta mil libras de renda,
e peeo-lbe sua mao.
a He impossivel que Vmc. nflo tenha percebido
a admirarao de qne he objeelo para mim ; mas de
onlro lado he provavel que lenha reparado em mi-
nhas maneiras para com madamesella ti. de M. A
respeilo desta nflo posso dizer outra cousa senflo que
consagro-lhe a afTeic^o de um irmao, e que meu
respeilo iguala minha affeico.
a Mas eu linha-rae engaado sobre a natureza de
meus sentimentos. Nessas horas solemnes em que a
vida varillante parece despedir-se, o coraeflo falla
era voz alia. Passei por esse estado, e vi o interior
de minha alma. Se Vmc. pode amar-me, juro-lhe
que ser feliz.
a Entrei uesla parlicolaridade para que a senhora
nflo lenha o pensamento de que meu oITcrccimenlo
nasce de urna generosidade cavalleirosa. Essa pa-
lavra aecusadora lem sido applicada s vezes ao meu
carcter, Nflo sou cavalleiro os cavalleiros ja
morreram ; ou homem, e temo a felicidade onde
acho-a.
Se Vmc. aceitar-me, declararei antecipadamen-
le nossa nniflo ; pois ella me encuera de orgulho. A
jostica humana poder condemnar minha mnllier ;
mas restar-me-ha a satisfacao de ter-lhe dado meu
nome.
ce Sou, etc., ele.
O cavalleiro fogerio de Xlarlroy. a
O caderno datado desse mesmo dia, dizia :
Minha boa mfli; torno a tomar|a penna para con-
"" com Vmc, o que nflo leudo feito desde o dia
meu caderno foi-me furlado. Eu linha-lhe
quasi loda a historia de minha vida ; mas
liberes sflo tflo crois !
r. leria chorado muilo lendo-o, minha m ;
lalve isso seja raelhor; o que Dos quer Le sempre
bom.
l'grno a lanrar mo da peona porque receba ho-
Je o RMMI eslranho de todos os ufferecimentos. Meu
espirita isla perturbado, e nao interrogo meu cora-
cao sem espanto.
(i Se Vmc. livesse lido a longa narrarn que en
Ihe diriga, havia de comprehender-me. Certamen-
t a carta junta enche-la-hia de admirarao ; mas
\ me adeviuliara os sentimentos que ella excitoa em
mim. O cavalleiro Bogerio de Marina) prope-me
ser sua inulher, anda quando eu seja condemnada.
Elle he moco, minha mfli, he bello pe inlelligen-
ca e pelo coracao mais do que pelo se ente ; per-
fundando a Thernis. / -~-/
Idenliea surte aguardava estes dous perenrsores da
escola moderna; aoibosdeviam|morrer antes que vis-
sem os (relos de seus genios, antes que podessem
o con templar otriumpdo desuasdas; Klimralh,
porem,maisfelizque seu anler.esor,levcpelo menos a
ventura; do nflo ver perdido o germen que plantara.
tiraras aos escriploresquc seagruparam em derre-
dor de Wolovtsky e Firlix, a sement preciosa re-
lienlou. e boje cm dia ji se comeca a considerar
urna sciencia sera o que a principio se olhava co-
mo urna simples curiosidade.
Importar islo dizer que a obra'comer por Klin-
ratb ja est terminada, e que o espirito reformador
mu.ion a face da sciencia "? Nao, sem duvida, que
nflrt he isso larera para um dia.
Foram precisos vinle annos para que se inlrodu-
zisse na jurisprudencia um principio que al enlflo
Ihe permanecer eslranho ; lalvez seja necessario o
dobrn para que se chegne a tirar desse principio to-
das as deducres de que elle he susceptivel.
Acliamo-nos actualmente no seu segundo periodo
nesse periodo que em todas as scieocas vem aps a
descoberta de um novo melhodo ; estamos na qua-
dra |da applicarflo. A poca, senflo he a mais
brilhanle, he pelo menos a mais fecunda,
e justamente a mais asada |para estimular o escri
plor, |desenrolando-lhe perspectivas.em fim, e
aeenando-lhe com a esperanza de abundantissimas
colheilas.
Todos sabem que esle melhodo histrico basea-se
n'um principio que ha sido, no seculo em que vi-
vemos, o regenerador de todas as -ciencia- sociaes,
da piulo.opina, da litteralura. da historia civil, da
historia das rlese da economia poltica.
At o presente tomava-se por modelo em qualquer
sciencia um cerlo ideal, urna certa regra exterior, e
ubordinavam-se a ella lodos os fados observados,
liavia um lypode belleza para o architecto, um ly-
po de governo para o poltico, um typo de direilo
para o jurisconsulto buscava-se em toda a parle o
absoluto.
Hoja pelo contrario limitaran] a sua respectiva e.t-
phera um principio que ultrapassara as raas. Ad-
mille-se sem controversia que ha fora e cima do ho-
mem um rerdadeiro, um bello, um justo absoluto,
que sao o proprio Dos ; mas comprehende-se tam-
bem sem dilliculdade que o nosso espirito nflo pode
allmgir directamente e s pelos esforros do racioci-
nio ou da observado a esse supremo ideal que ex-
cede loda a capacidadeou inlelligencia humana.
Esludamos boje o ideal nos phenomenos,,e o es-
copo desse esludo he menos sepera-los, do que apre-
mos o espirito e as necestidades do nosso.
Desde qne se considerou a philosophia, a littera-
lura ou o direilo. nflo como a e\press;lo mathema-
lea do verdadeiro, do bello ou do justo, mas como
urna parte da vida dos povos ; desde que e come-
cou a esludara m ineira porque cadageracaoenten-
da e exprima principios nniversaei que so vari-
avain na forma appareceu a necetsidade de reformar
os syslemas anligos. Por exemplo.oque Leihnilz
admirava nos jurisconsultos do Digesto era o espiri-
to eminentemente geomtrico ; mas boje, ainda
que os raciocinios de Ulpiano inerecam o justo titu-
lo de modelos incomparavi, o que sobre ludo se
procura ler ueste autur antign he o transumplo das
ideas e das instiluieoes romanas ; e como cr-se me-
nos as matimas absolutas, no lypo, e estuda-se a
jurisprudencia romana nos seus proprios fados e sem
lito ou inleresse de applica-la, nflo eonvem mais o
melhodo lgico, porem sim o histrico.
Nflo he somenle ao Direilo Romano, que he um
Direilo morlo, que se deve applicar semelhanle me-
lhodo ; cumpre applica-lo tambem as legilares vi-
vas. Compulsai v. g. o Traite de la comniHiiau-
U que nos deiiou Polhier e nflo licares, de eerlo
inleiramenle salisfeilo coma sua leitura.
Nflo he s na equidade christfla, no espirito de
igual la,le. que deveis beber os principios que regu-
lam o contrato de matrimonio eas propriedades da
rnmmunhflo. Deveis janlar-lhes a historia.como fez
Troplong couscio de que o passado se achava em
demasa conuexo com estas intlituicOes, para que o
raciocinio po.tesse por si s,explica-las. Oque digo
da rommtinhflo (em inleira applieacflu i familia, a
pcopriedade, s hypolhecas, e al cerlo ponto as
obrigai^Oes.
Na jurisprudencia, bem como na vida, o presen-
te lem suas raizes no passado. A vida porem do
individuo prndese a dos seus avns por mil lar.it
vitiveis, eapezar disso ella (em urna natureza c um
carcter privativos.,O mesmo acontece com a juris-
prudencia de cada pnvo e de cada seculo. Nao ha
principio que nflo lome em cada um dellesuma fei-
cao particular,e por isso dislingue-seifacilmenle em
qualquer legislarlo hnraana a aerflo das ideas e a in-
fluencia do lempo;o que se pode chamar%
elemento philosophico e o elemento tradiccional.
O grande mrito da escola moderna consiste em ler
reivindicado este elemento histrico e usado delle
nflo para anniqullar, mas apenas para restringir o
outro.
Se, todava, passarmos agora a indagar que ge-
nere de applcacao se haeilo de-te principio, acer-
ca do qual lemos inait um senlimento confuso do
que urna idea precisa, licaremos admirados do pou-
co que temos andado e das innmeras lacunas que
anda cxilem na sciencia.
Este quadro dos desiderata da jurispruden-
cia be que cu desejo esborar nflo por eerlo por cer-
lo para descoroear os que esludam, porem ao con-
traro para pateulear-lhes o vaslo campo qne se
abre ao seu ardor.
Primeiro que tudo, he forado duvida que a his-
toria das inslilucr/ies publicas e civis da antigula le
e dos lempos modernos (historia qile puuro valor
lem aos olbos da escola philosophica .coustitue urna
parle integrante da sciencia. O que os antigos
pensaran! e eslalniram era materia de direilo (em
para nos lana importancia ,quanla o que elles crea-
ram as artes e na litteralura ; os problemas ou as
revoluees da jurisprudencia nos inleretsam tanto
(punto os problemas da pbilologia ou as revoluees
da philosophia. A qucslflo he a mesma; o ponto de
vista he que varia.
Trata-se em lodo o caso de saber porque escala
se lem elevado o espirito humano, e que educaeflo
recebeu das raflos do passado. Nossas ideas jurdi-
cas, bem como nossas ideas lilti-r.it ia- ou philosophi-
cas, representara o fruclo n resultado de urna vida
e de urna experiencia de mais de vinte seculos.
Nada pois nos deve ser indiferente na longa histo-
ria de urna civlisarflo deque gozamos, e qu deve-
nios transmittir aos nossos descendentes depois de
l-la ampliado com o contingente das nossas explo-
races, equem sabe se lambem com o exemplo ins-
tructivo dos nossos erros!
Eis-aqu pois de improviso Irac.ado um plano novo
de estillar a historia da anliguidade e da idade me-
dia. He verdade qoe he elle tarefa de erudicao e
philosophia, que s eonvem a espritus curiosos, nao
absorvidos uosesliidos pralicos ; mas esta tarefa lem
um lugar assignalado na sciencia ; e se por ventu-
ra, nem todos podem emprenhender semelhanle tra-
badlo, pelo menos ninguem deixar de ler com pra-
zer esummo proveito a historia desses lempos em
que se elaboravam as nossas ideas acluaes. Apon-
temos poflanlo o qne nos falla, e oxal que esle
quadro estimule eacororoc algumas nobres ambi-
Ses !
{Correio MercanlH'{o Rio.)
les em nomear commssoes, e desde ento eslflo oc-
eii [ ando o pensamento a verse suggerem tudo quan-
to possa eaCJHT os om har eos as suas esper aneas.
Desta vez a provincia esl na espectaliva de receber
de suas irinaas muitos parabeut. porque seus depu-
lados sflo liis padrinhos que a elevaram ao Iri-
uripho dos seus desejos, e ella se exultar de os pos-
suir.
Nao tem al boje havdo discussflo alguma na as-
si iiibla,ese houver na futura installaeflo de 1856,
eu Ihe communiearei os pensamenlos emprezarios
dos altos representantes. .
Os deputa los que frequenlam a assembla (desde
!' horas da manhaa at meiodia, hora cm queseen-
eerrara as sessesi nflo sflo mais que qualro a seis, e
os mais sflo supplenlcs.
O Dr. Marcos, que eslava exercendo interina-
mente e cargo dejuiz do direilo,' foi licenciado para
(lindos, ticando funecionando este lugar um outro in-
dividuo que reuiiindo as qualiladesde um bom ci-
dadflo, nflo rene a qualidade necessaria para occo-
par um lal lugar dependente de coohecmenlos lu-
teranos.
A saliibridade publica tem sido inalleravel, a ex-
cepcao de algumas sezes que he molestia filha desta
Ierra.
A Iranquillidede publica va na me.sma escalla,
e a nflo ser entes aerios que sem causa enchem sto
por aqu de intriga, e afoilam-se a acuitar como Ibes
apraz por meio da imprensa aos cidadflos pacficos,
'. iv crianio circumdados de socego.
Agora, parece-me que he com as ebrias dos
ros, vamos enmend inaior* rac.in de tartaruga e
pene.
No da 8 chegou do Para o vapor Tapajoz, tra-
zendn alguns colonos que dzem_poreste meu baiiro
que seguirflo para a colonia de Mau.
. Islo por aqu he anda semelhante a urna villa pe-
quea, e nada se olTereee a relatar; se fosse Pars,
quando nao fossem noticias politcis oulras nflo fal-
tariam para entreler esses escriptores. Se segunda
viagem para l fizer.por ahi passarei a dizer-lhe um
saudosoa dos.
Zemery.
PARA'
Belem 15 de maio.
O Ouanabara, em cousequencia de ler de coniln-
zr S. Exc o Sr. Bego Barros demorou-se al boje,
e por isso da-me lugar a communicir-lhe mais uina
sceua de canibalismo!
Acaba de ancorar nu porto de-la capital a galera
portgueza Sacramento procedente do reiuo de Por-
tugal, cidade do Porto, trazendo a seu bordo um
crescido numero de colonos para a companhia de ,\a-
regaro e commercio do Amazonas. O guarda-mor
da alfandega dirigc-sea bordo para vizila-la, e ape-
nas poe os pes no prtalo v-se cercado d'uma im-
meusidade de infelizes, que julgando-o autoridade
1 iiniinal porfa Ihepediam a puntean do coinin l-
dante da Sacramento'. Uns abatidos pela fume, mal
podiam articular suas queixas. oulros apresentando
vivas cieatrizes pelo rosto, e corpo, narravam o fal-
lecimenlo de Iriuta e tantos companheiros, que ha-
viam siicrumbido aos MAOS TRACTOS e ao rigor
d urna FOME de que ja mais ha exemplo a bordo
de uina embarcaeflo, que, para bem dizer, veio quasi
excliivamenle occapala por colonos!!
Cousla-me, que os honra los negociantes desta pra-
ca Francisco Gjtudencio da Costa A> Filho a quem
o navio vinha consignado, vendo do lal carneficiua o
nflo quizera acechar. A ser verdade islo, merc-
cem esles Srs. os mais sim-eros encomios.
O navio acha-se impedido pela vizila desande, ate
que, procedendo-se a urna syndicaucia minuciosa, se
oiilieea a fundo a causa da'morle de Irinla e lautas
pessoas, para ser devidamenle punido o causador de
tflo horroroso attenlado!
Eu por mim tenho f, que nflo ficar impane tflo
'brbaro procedimento, seja quem for o aleiinquenle.
A mala esl a fechar-se. e eu coneluo aqui, aguar-
dando-me para no seguiule paquete, esmerilhando
cuidadosamente esle aconlecimcnlo, enviar-lh'o o
bem decarnadosinho.
Continua ser cotre servilenr..
O Guajarense.
tence a urna das familias mais nobres de Franca, e a
morlo de ura prente acaba de faze-lo rico.
E elle offerece-me seu nome, a mim que esloo
aqui neste lugar lerrivel e infame, donde ninguem
sabe sem levar na fronte o cunho da vergonha ; a
mim que fui aecusada de furto anles de ser perse-
guida como assassina! OITerece-me sea nome nobre,
nao por ler sido causa involuntaria de minha perda ,
mas porque ama-me.
Rogerio de Marlroy nao pode amar senao a
quem honra alia e profundamente. Nao posso di-
zer-lhe, minha raai, o que senli lendo essa carta. Se
algum dia Dos restiluir-me o que perdi, o bom ar
que respirara lodos os peilos, o sol dos bellos dias, o
movinicnto, a lberdade, nao experimentare! raainr
alegra.
Na posicao triste e falsa em que vivi sempre em
Paris, meu recato era extremo, e nunca esqoeci-me
de que nflo tinha o direilo de sentir como as oulras
mulheres ; todava dous homens occaparam-me o
pensamento : Roberto de Calieran e Rogerio de Mar-
lroy. No manuscriplo que eu linha preparado para
Vmc, minha mai. fallava do primeiro muilo mais
que do.segundo. Havia rooilas razOes para isso. Pri-
meiramenleMr.de lialleran linha-se adiantado mui-
lo mais que o cavalleiro, e em segundo lugar um
pencamento' doloroso perseguia-me. .Minha sym-
palhia impellia-me para Mr. de lialleran ; mas
meu coracao resfriava. e eu dizia comigo : Se fosse
elle !...
Quando a imagem de Rogerio vinha entre essas
medilares, parecia-me que eu linha menos medo.
Rogerio appareceu-me sempre como urna prolecrflo
e om refugio ; mas eu julgava-o oceupado com ou-
lra, e lamentava-o, porque tiabriella de Morges li-
nha-me dito muibs vezes : Nao o amo.
Roberto amava-me, eu pensava ver um reroorso
em suas bomenagens, e esse amor asseroelhava-se a
ama expiaran. Lembro-me de ter dito mais de urna
vez a mim mesma : Se Rogerio me amasse !...
o Nos oulras pobres raparigas que a sociedade col-
loca em urna posicao tflo humilde c 13o dura, ergue-
mos do fundo de nossa miseria os olhos al felici-
dade. Nosso corado revollado falla em sonhos, e
quando ninguem ouve-nos, lemos a audacia de de-
sojar ser amadas como se fossemos mulheres verda-
deras.
a Mas vou queixar-me, e proferir palavras de a-
margura no momelo em que Dos derrama-me um
balsamo sobre a ferida '.'
Devo aceitar, minha mai ".' Devo recusar '!
a Rogerio he ura daquelles a quem a sociedade da
o nome de loucus. He esse um lermo de desprezo
e de afago. A-sociedade julga-se com o direilo de
(rala-Ios como se fra um tutor bonachao : nflo os
impede de commetler loucuras, mas ralha, quando as
loucuras sflo commetlidas.
a Quando as loucuras sao mu grandes, a socieda-
de agasla-se e nflo perdoa. Ella nflo perdoaria a Bo-
gerio o ter casado comigo.
a Devo recusar? Creio que amo-o...
Estoa certa disso, miaba mai. Tenho lagrimas
nos olhos e a mflo Ireme-me.
a Se eu aceitar, e elle fr infeliz !...
a ... Sabe o que pens L na nossa cidade ou
mais longe, mesmo no meio dos campos, quanto he
fcil occullar a felicidade !
Vi as margena do Luir Orna casinha modesta
e graciosa, que apenas he avistada alravez do arvo-
redn que a rodea. Na frente tica urna campia que
estende-se at beira do rio, e he terminada por um
saissal. A' esquerda he um campo de trigo. Quan-
do passei, a ceifa tinha sido feita, e reslava o colmo
donrado.
(( Nos suleos vi macieiras velhas e frondosas, cu-
jos ramos curvavam debaixo do peso das macis ma-
duras e das vides carregadas de cachos ja da cor de
purpura. Em Touraine como na Italia a vide casa-
se com os (roncos robustos, e vai laucar seus festoes
sobre os mais altos cumes.
A' direita era ama estacada, cujas aberturas dei-
xavam ver largos ramalhetes de llores. O venlo tra-
zia-me n cheiro das rosas...
Oh 1 quanto estaramos bem l, minha mai !
Henrique se restabeleceria debaixo desse bello cao,
e eu educara minha querida Clara. A' tarde ira-
mos assenlar-nos i sombra dos carpes...
a Ah !' quanto souiouca fallo do Luir bello c
sereno entre suas margens lloridas fallo das campi-
as, dos bosques, de tudo o que vive livre c feliz, e
estoa aqui opprimda por qualro paredes hmidas,
sosinha, com a fronte curvada,ao coraeflo magoado e
o corpo doenle !... Que loucura
Esla ultima palavra nflo estava acabada, e havia
ura largo intervalloeulre essa linha comecada e a se-
guiule.
Na continuaran do manuscriplo a leltra eslava
muito mudada; porque a mflo tremer violentamen-
te. Entre essas duas linlias houvera alguma emocao
immensa. O papel linha embebido molhadn como
eslava por lagrimas abundantes.
Solange Beauvais coiilinuava em um estylo que
pareca pintar o delirio da alegra :
Dos seja louvadn, minha mai. seja Dos glori-
ficado nos cos! Bem dita seja a Vrgem Mara, mai
de Jess!
a O'misericordia e bondade soberana! minha
mi! vi um anjo do Senhoi Nflo, nflo eslou looca,
nflo he a febre que faz-me fallar... Estas pedras
fras ouvem s vezes um cntico? Quero cantar aqui,
minha mai, ueste inferno, onde minha alma lano
tero auflrido...
Canlei o hymno de meu reconhecimenlo infini-
to. Ouco as risadas das infelizes qoe rodeam-me ;
quizera soeeorre-las e salva-las. Que importa o mal
que me fizeram?
Vi o anjo, vi-o menina e rapariga ao mesmo
lempo ; porm muilo mais lindo que as menina* da
Ierra.
Pela clemencia divina o manuscriplo que eu ti-
nha preparado para Vmc, o manuscriplo que liba-
me sido furtado e que eu julgava perdido, havia ca-
bido em suas mflos.
a He Mara de Rostan, tilda dos antigos amos do
doulor Sulpicio, aquella qoe vai herdar a riqueza
colossal do senhor duque. He urna pobre rapan-
guinha de aldeia qoe encontramos um dia na estra-
da, e a qual o duque deu urna esmola pela porli-
nhola da berlinda.
o He um milagre, minha mai, um verdadeiro
milagre.' Seria necessario depois disso passar o res-
CORRESPOSOEXUA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
AMAZONAS.
Barra 10 de maio de 1855.
D'entre lanos seus correspondentes qne com seus
escriplos ornam o seu Diario, vou eu para confir-
mar o adagio nao ha bonito sem lacha masca-
rar urna das suas columnas com correspondencias
nal. escripias, inspidas e de nenhum inleresse, e
havendo aqui lanos homens decapacidade que po-
diam debuchar seu tlenlo, deleitar o publico e eu-
cher-se de gloria, deveria eu esquivar-me de lomar
um tal tarefa, mas nflo furlando-se nenhum destes
Ilustrados a escrever para sen Diario, e nflo me
mina dos
boje co-
com o sa-
MARANHAO.
S. l.uiz 19 de maio.
De ha muilo inleiramenle esgotada a
exordios epistolares, permitta-me que
mece a tarefa do cosame, sem cumprir
lular principio do velho Quinliliano. Ou entao,
lome o que fica escripto como urna observan-
cia daquelle mandamento, como um introito, ain-
da que sem a devida proporeflo, ao muito que tes-
ta vez, gracas minha proverbial pachorra, te-
nho a dizer-lhe. Contra o costme, vou parlici-
par-lhe, qoe em dias da semana passada, deu-se 'es-
la capital um factn allenlalaro i aeguranca indi-
vidual : quero noticiar-lhe que o cadver de um sol-
dado de polica, eujo ndme presentemente me nflo
lemhra, foi encontrado com lodos os vestigios de
um a-as-inaio. la para o deserto lugarejo chama-
do o Forlinho. O Dr. chefe de polica, que actual-
mente serve na ausencia do Dr. Viriato. o qual pe-
lo ultimo vapor foi tomar assento na cmara dos de-
pulados, be o enrgico e nlelligenle Sr. desembar-
gador Joao Paulo de Miranda, que como magistra-
do veterano, nao tem ces-ado de indagar a causa da-
quelle attenlado, que alias se cobre com todo o as-
pecto de impenetravel mvslerio. Para aquelles que
conbecem a ndole pacifica do nosso povo. entre o
^qual s3o rarissimos os fados deesa ordem, tanto que
as ras da nossa cidade durante a noile apenas sao
rondadas por 10 on 12 patrulhas compostas de um
sii homem, nflo poderu deixar de se admirar ao
ver regislrar-se as paginas das parles policiaes, um
crime de semelhante natureza Segundo me dia-
seram, a cabeca do infeliz soldado linha signaes de
fortes polcadas, e no pescoco algumas feridas cau-
sadas por instrumento perframe. Dous prelos ja
foram-presos como suspeitoa nesse horroroso alten-
lado ; e essim, esperamos que dentro em pouco o
Sr. desembargador chefe de polica, satisfazendo
espectaliva publica, apreseule aos respectivos trbu-
naes os autores desse crime, qne, como ja Ihe disse,
sorprendendo a lodos, s serve para demonstrar a
mesquinhez da previdencia humana e a grandeza do
espirito de perversilade, que mais ou menos sempre
se enconlra nu scio de um ou oulro individuo que
entra na massa de qualquel populacho por mais di-
minua que seja. He o pequeo verme que a es-
conde no amago da melhor frucla : he o senao de
toda e qualquer mora por mais bella e encantadora
que seja...
Alm do que fica dito, nflo me consta, que Ik>u-
vesse durante a clual qoinzena fado algum capaz
de se temer pela segurauca individual, essa coudi-
rao tflo ndispensavel ao bem estar de todos.
No dia 3 do eorrente, depois das ceremonias do
estylo, leve lu^ar a abertura da assembla provin-
cial ; apresentando S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, em lo solemne aclo, um eslenso relatorio,
no qual se paleutea largamente o eslado prospero
da nossa provincia. Esse relatorio, que he conside-
rado como uina das melhores pecas uiliciaes do seu
governo, ja comecou a ser publicado; e se Vmc. o
transcrever as paginas do seu Diario, conheeera,
que ao par de vastos conhecimentos administrati-
vos de urna illuslracao correspondente aos talentos
de S. Exc, rene elle um patriotismo decidido,
com o qual obscurece completamente a meia dozia
de gosos, cuja perainhenla baba nflo pode uem mes-
mo locar os laces das bolas de quem quer que to-
aba algum merec ment.
Depois da appresenlar,o do relatorio, leve lugar
a cleicao da mesa, que se compe da segninte roa-
neira:
Presidente, o Sr. harao do Corala.
Vice- presidente, o Sr. barflo doTury-astii.
Primeiro secretario, o Sr. Dr. Sebastiflo J. Silva
Braga.
Segundo, o Sr. commeudador Jos Joaquim T.
Vio ira Belfort.
As varias commssoes acham-se compostas do mo-
do seguinle :
De constiluirao e poderes.
Os Srs.;Drs. Correa, Couliuho de Vilhena e Brrelo
Jnior.
De instruccSo publica.
Os Srs. Dr. Snoza, Solerio e Vieira Belfort.
De fazenda e ornamento.
Os Srs. commendador Costa, Solero, Dr. C. de
Vilhena.
De cmaras municipaet.
Os Srs. Dr. Encarnadlo, Sena Aranha e Nones
Belfort.
De petires.
lis Srt. commendador V. Belforl/r. Encarnacao,
Silva Braga.
De obras publicas.
Os Srs. rs. Sergio Ferreira, Antonio Reg e Ser-
gio Vieira.
De fixacao de forcas.
Os Srs. barflo do l'urv -assii, Dr. Brrelo J. e Bar-
ros de Vasconeello-,
De estatistica e dicisao territorial.
Os Srs. Drs. Correa, A. Reg, e S. Braga.
De negocios ecclesiav
Os Srs. padre Camillo, Belfort e Seigio Vieira.
De redacrao. '
Os Srs. Drs. A. Bego, Correa e S. Braga.
Esperamos, que urna assembla. romo essa, aoude
se v grande numero de illuslraeocs, em que todos
os seus membrot se esforcam pelo bem estar e pro-
gresso da provincia, aprsente dentro em pouco
realisadas- todas essas bellas ideas e sen tmenlos,
que lodos nutrcni i favor deste bello torrao do'nosso
vaslo imperio.
Figuram ale o presente enlre varios projectos
dignos de atlenrao os .seguidles: um, que ten-
de a animar a nossa lavonra, apresentando pre-
mios aquelles lavrador ou lavradores qne apre-
seular maior anmraa de productos, collados em
terreno destocado e lavrado arado: onlro,
que eslabelece privilegio por 15 annos, para
conslruccao de viveiros, onde se tragan vivos
ao mercado o peixe destinado ao consumo. Essa
idea tende |a reanimar orna industria, que contra as
neeessidades da provincia se acha quasi exlinda.
Acaba de chegar da ilha Gracioso, a brigue escu-
na do mesmo nome, perteneente ao Sr. Antonio
Correa de Mendonca Bilancourt, trazendo porconta
deste 140 colonos de ambos os sexos, os qeaes na con-
formidade do contrato havdo enlre aquelle senhor e
o governo provincial, devem fundar a colonia agr-
cola de SantaThereza, no districlo de Cururupii.
Esles lio aroriaoos com os 113 minholos, vindos
em fevereiro na barca Linda, com os 40 china lti-
mamente vindos do Sul, prefazem o numero de 29.1
colonos introduzidos esle anno, os quaes unidos aos
que chegaram anteriormente, e com os 600 qoe se
esperam, devem prefazer o numero de 1,056 co-
lonos.
A admini-lrarflo actual, que tem esludado sem
ccisar os meios da importarlo de bracos livres, que
a ella nicamente cabe a gloria de ser a primeira
que aqui fundn urna colonia ; levada por essa idea
regeneradora acaba altendendo a orle dos colonos,
as obrigaeoes e direitos que devem exercer, de pu-
blicar um eiccllenle regulamento, qne tem sido ob-
jeelo de geral appiauso. Deixo de Ihe fazer a me-
nor analyse a esse importante documento, porque
eslou certo, que Vmc. nao deixar de Iranscreve-lo
em seu e.rellente Diario, assim como o artigo qne
no Observador o antecede. Por causa daaduvidas,
incluso Ihe remello um numero daquelle jornal, e
cont que Vmc. nflo deixar de fazer a transcrip-
eflo.
lo da vida junto dos altares, chorando, orando e ren-
dendo gracas a Dos.
En eslaajB escrevendo quando ella entrou-me no
quarto. Vollei-me repentinamente sentindo j seu
fresco perfume de elegancia e de mocidade.
A atmosphera que nos rodea he insapportavel,
e ella trazia comsigo esse ar escoihido que respira-se
la onde eslflo a riqueza e a felicidade,
Lncou-se-me ao pescoco exclamando :
Solange, minha querida Solange !
"(t Acaso posso experimentar a delicadeza exquisi-
ta de sua voz ?
Eu permaneca como aturdida emquanlo ella
abracava-me.
Oh! quanto eu desejava ve-la tornou ella.
Eslou certa de que voss he innocente... e se o dou-
lor nflo Iivese querido salva-la, ea mesma teria ido
fallar aos juizes... Abrace-me, Solange Nao quer
ser minha amiga .'
a Apertei-a ao coracao sem responder. Eu nao
quera ainda crer no meu livrameolo. Ella entre-
gou-me o caderno que conlinha a narrarflo de mi-
nhas miserias, e assenlou-se aos ps de minha pobre
cama.
a Voss ama a Mr. de Calieran? pergunlou-
me repentinamente filando seus bellos olhos nos
mens.
E como eu nao respondesse logo, ella accres-
cenlou :
'( Sei que elle ama-a... Creio que lem bom cora-
cao... Elle fez por voss quanto pode durante seu
captiveiro; mas...
a Hesilou um instante, e continuou depois viva-
mente :
Oaca-me Solange, ainda nflo sei arranjar
bem minhas palavras... hei de aprender isso e ou-
lras cousas... Ms quero dizer-lhe o que voss qua-
si adevinbou... Era elle quem linha furlado os ses-
senta mil francos da condessa.
He possivel exclamei.
a O doulor sabia isso pelo senhor Fernando... e
foi por essa razflo que Mr. de Calieran obedecen ao
doulor... Irene conton-me isso esta, maubfla. mas
nflo-posso explicar-Ihe bem...
E Fernando?... perguntei.
n Sulpicio e Irene surriem m\-leosamente
quando fallo do senhor Fernando... Sabe porque elle
agradon-me lano ao principio'' foi porque fra hom
para com voss... He um bello mancebo.nao he ver-
dade ?
n Imagine, raiuha mfl, que ella parece ter deze-
sele anuos apenas. Seus olhos scntillam de espirito
e de viveza, e os menores movimeotos de seu cora-
rn rellerlrm-so sobre ten semblante com um ardor
inaudito. Julguei que ella amava a Fernando, e li-
ve pezar disso.
a Sim, respond, Fernando lie um bello man-
cebo.
Voss nao sabe ludo, tornou ella, elle cha-
ma-se agora Joflo de Rostan... he meu primo.,., o
senhor duque d-nos toda a sua riqueza sb condi-
eflo de que nos casaremos.
Fiquei pasmada. Fernando, cujo passado....
o Era sem duvida urna nova machinaeflo da inar-
queza Aslrea, mas como Sulpicio poda prestar-se a
isso'! _______ _______
MUTILADO
*
E voss consentir de boa vontade nesse ca-
samento/' perguntei.
a Ella den urna risada, e respondeu-me:
Eu teria um marido gentil e elegante... mas
lenho o mea I.oriol... Voss sabe '.' o pequeo que
eslava comigo na entrada?
Tenho vontade de rir quando cuido nesse ca-
samento... nao faeo caso da riqueza do senhor du-
que... Ah casar-e por dinheiro '... Ed era CbiPon
autes de ser madamesella Mara de Rostan... Se fos-
se necessario vollar vida vagabunda, en nflo mor-
rena por isso!... Enconlre ha pouco o mea Lorio!...
eslava vestido com elegancia !.... Mas eu nao diase-
Ihe ainda que elle linha-se dsfarcado em molher!..
coitadinho!... nao leui juizo.... mas tem bom co-
racao...
v Interrompeu-se para vir abracar-me ainda, e
depois exrlamou alegremente:
Por ventara vim aqu para fallar-lhe de
mim ". Bem se v que voss tem chorado muilo,
Solange ; mas ainda he bonita, e duas ou tres se-
manas Ihe sero bstanles para recobrar as bellas co-
res... Oh nflo he muilo lempo tres semanas quando
o coracao est contente.... Voss vollar para nossa
compaiihia em casa do doulor...,. Irene ama-a
muito... Mr. de Calieran falla-lhe continuamente
a seu respeilo... Promulla-me nflo asar com Mr. de
Calieran.
n Promclto-lbc, rcspoudi sorrindo ; mas por-
que ?
a Vou dizer-lhe... vi nm homem que ama-a.
a Um homem que ama-me!
,, Esse agrada-me muito mais que o senhor
Fernando... He alio, muilo magro,e lemjar de doen-
le... Foi re uto ha um mez...
O cavalleiro Rogerio de Marlroy exclame! es-
touvadamenle.
Elle mesmo.... Foi esta manha visitar o dou-
lor... e ouvi o qoe dizia a Irene... Desejas saber?...
Aposto que vai respon ler-me que nao. ,
Esperou ura segundo, e como eu tardasse em
responder, tornou com ar malicioso:
i Tem razflo... venho muito tarde para dzer-
llie alguma cousa de novo.... tile escreveo-lhe.
Nao sei ler, mas aposto que esta he a carta delle!
ir Poz a mflosinha alva sobre a carta do cavalleiro,
e depois continuou,:
(i Mas nflo quero (omar-lhc seus segredns. So-
lange, sou urna rapariga indiscreta e mal educada.
Demais eslou lagarellando ha urna hora, e ainda nflo
ds-e-lbu o verdadeiro motivo de nimba visita... O
processo esta terminado, nflo foram ochados indidos
suflicienles de colpa, e o juiz des.-ironunciou-i...
Voss vai ser livre.
o Puz as mflos e ergu ao ceu meus olhos cheios
de lagrimas. Ea orava interiormente e pensava em
Vmc, minha mai.
Ella abaixou-me as mflos at ao seu coraeflo, e
pergunlou :
a Voss ama-me ?
Depois saltn e beijou-me a fronte exclamando:
a Oh sim, voss ama-me, voss he boa... e
so oubesse quanto est bella depois que recobrou a
esperance... Eu desatara leva-la j ; mas nflo posso,
porque sflo neceatariai as formalidades da lei. Devo
dizer-lhe um segredo 1 O donlor lem muilo poder
no palacio e por loda a parle... elle ama-a... mas a
sua pri-o entreva em seos planos... elle prometteu
a Irene recompensa-la de lodos os males que vose
tem sufirhlo... Nflo diga nma palavra a esse respeilo;
pois ea seria reprehendida...
" Aporta abrindo-ae, interrornpeusa. Era o guar-
da que vinha chama-la. Fazia masde meia hora que
eslava comigo, e esse lempo passara como um relm-
pago.
Adeos, minha querida Solange, disse-me el-
la, nao por muilo lempo .. Amanbaa bem cedo Ire-
ne e eu viremos aqui... E Sulpicio lambem e Mr.
de Marlroy... e oulro ainda, pois nao se pode mpe-
di-lo de v-la...
a Comprehendi que ella quera fallar de Mr. de
Calieran, e isso enlrisleeeu-me. No posso pensar
nesse homem sem experimentar om seu ti melo pe-
nvel.
a Ella abraron-me ainda e desappareceu vira co-
mo um pawarinho...
ii Terminare! amanlifla esta carta, minha mai; os
olhos fecbam-se-me, e sinto como urna nevoa em*
mea pensamento...
Solange deilra-se depois de fazer ama oradle bre-
ve e fervorosa. O somno a assallra immediatamen-
te, esse somno feliz e brando que ella nao conhecia
desde muilo lempo..
As horas da noile passaram-se, e apenas um nome
veio expirar nos labios da rapariga que estavam en-
Ireaberlns. Era o nome de Rogerio ? Quem sonha
pronuncia mal, e Rogerio astemelha-se tm lano a
Koberto.
A claridade do dia fazia empallidecer a luz da
candeia que eslava prestes a apagar-se, quando So-
lange acordon. Um grito de angustia sahio-lha do
peito, e ella murmurou :
Ainda um bello sonho!...
Tinha acordado tantas vezes assim lamentando a
agradavel mentira de seos sonhos !
Abri os olhos e tnrnoa a fecha-Ios : era ainda a
prisao detestada. Mas urna lembranra eocheu-lhe
repentinamente o coradlo, e ella sallou mui trmu-
la fra do leito. O manuscriplo eslava ahi junto da
candeia ; logo ira certo que o aojo tinha viudo. Des-
sa vez Solange nflo sonhra !
E a carta do cavalleiro! Ahi a realidade nao era
mais estrauha qne o sonho ?
Solange tornou a ler as linha que Irarara na ves-
pira, mas chegando ao nome de Calieran, parou e
depois riscou-o. Biscou lambem o nome de Roberto,
e lodo quanlo Ihe respeitava na narrarflo, qne fizera
de sua entrevista com o anjo.
Apoioo-se ao cotovelo sobre a mesinha e li-
rn pensativa. Era um vago pezar, urna duvida?
Estove muilo lempo silenciosa, e depois disse :
Voltare para a companhia de minha mfli.
A carta do cavalleiro fora fechada e guardada.
Pelas oito horas as presas vieram fazer assnada a
porta de Solange por causa da rapariga de carrua-
gem que viera na vespera. A's nove horas a calle-
ra do rei Trufle estava novamenle porta de Saint
Lazare. O bando dessis desgranadas rugi. Solange
estava livre.
(Continuar-se-na.)


que
ui
cea
M
aclual adminisiracao que sempre o animava a em-
prctas ,te rmelhante orriem, eoiuegulo etahrte-
eer alem rio mais o* eidtde do Porlo ama companhia
ile nomePrntperidarie',que se propoe fundar no
disliicla do Tor\-As*ii um grande eslaheleci ment
colonial para explorar minan, errar lria.teiraa, cons-
truir navios, cultivar a Ierra, e ludo o mala que um
eslabelerimenlo desa i.atrela pode ofterecer.
*la rompanhia lem o capital de 1,000:0009000
rerle*, dividido' em 00,000 aceftea de 59 cada urna,
doa quaes achain j recibidos 50:0908.
A direcrao creada no Porto i-ompAe-se da 3 mem-
hros, endo vitalicio um dedes o Sr. rominendarior
liiitaro Marques Rodrigues ; e nesla cidado urna a-
gencia compoala doa senhores : Joaquim Jos Alves
e Jos* Joaquim de Azcverio e Almeida, no futuro
estabeleeimenlo colonial liavera oulra eommissAo
composla dos Srs. Corra de Mendonra Bitancourt
Lata Antonio de Oliveira.
Incluso remello-die um numero do Ofuerrador,
imde vem os pequeo*,mas importantes estatutos des-
sa graude empreza, a qual deve infalivelmente |ra-
zer-nos um magnifico futuro. A (ranscrever os es-
tatuios, nao deixe igualmente de fater o mesmo ao
artigo da red.ccou daquella folha que os analysa.
He a um presidente que ludo isso anima, que'lo-
pela idea do progresso moral e material da pro-
vincia, estada constantemente os ineios do a fazer
prosperar, que durante a sua longa adminiatracao
de auno, como nma veija llie diase, alm le Ta-
zar emudeccr os bacamarles ; de ensaiular os Co-
ques, Militiiea, Silveirns e oulros que laes, de dar
cabo dos quilombos do [ urv-Aw. e do oulro mo
menos fatal da ra da Estrella ; fazendo dtnappare-
cer di cena poltica a influencia devassa, immoral e
prostituida por qiiaulns crimes se pode conheccr
deasa roda do verdadeiros salteadoresohrigando ale
rusentar o proprio chele della, o grande Rodin,
i ave iiuistra e agoureira : be, divo eu, a um presi-
inte que ludo isso lem conseguido, que lia conquis-
tado verdadeiros Ionios o sua earreira administrati-
va,que ama meia doiia de indmitos estrellados,em
cuja frente se aclia interinamente o Josa- dos Boizi-
nhot, ousa constantemente insultar e injuriar no
immundo pasquim que os repreenla,o Estandarte'
Aqu deixo aos sens Vtores o apreciaren! a bel pra-
zer, a compararlo ontre semellianle presidente, e a
rale a mais insignilicante abjecta, que diz fazer-
llie opposic.io I ,
izamos adianto que o lempo urge, e eu anda le-
nlio que llie dizer algumas cousas mais.
este vapor acaba de dabi chegar o l)r. JoAo
laula Mcmteirode Andrade, digno jniz de dircilo
tomares de Paslos-Bons : anu informado que es-
itgi'trado alem de ser"dotado de bastante intet.
icia, he d'oma circmnsppco.lo e prudencia, pou-
a cemmuns aosjovens de sim idade ; lio um palririo
u, que muito o honra. Para o lunar de seu des-
tino ereio quo deve partir depois de amaui.la.
haoco commerciPl do Maranliilo, pata resol-
ver sobre si se devia ou mo fundir transformar o
bancocommercial em caixa filial do banco do Brasil.
Houveram suas discussoes calorosas, que mais ou
. lem repercutiilo pela imprensa choques
.leresses, que sempre sedan em laes occasics.
t> resultado linal, teja conversAo do banco em cai-
xa filial. He caso julgado ; goma la quem gemer.
Muiln lempo ha que nao Ihe ilou noticias do uos-
eatro ; agora porcm mudo de resolueao para di -
er-lhe que elle teehou-se no dia 0 do correle, o
egaria da companhia lyrica, que Dos a
i. anexar dos maos vacliciniu, leremos de (car
i MIC divertimenlo, um dos melhores desla (erra,
ermano concluio a na empreza com feliz re-
illado para os adores, porque lodos foram pagos
ponloal e iulegralmenle.
.gora, oez-emprezariotegoe para o Cear, eoli-
amente com a Manoella, Carmclla, Manoel
o oulros, u dizem que val all dar algumas re-
preulae,oe e depois segu at eisa capital.
imo j i lhe disse, estreou aqu o ador Jos da
i Reis socio da cropreza do thealro de Santa
bel. que aqui veio, segundo me disseram de pas
i ; mas que resolveu-se a dar-nos o goste-te o
em sceua, onde eu e o publico apreciamos o seu
lento artstico nos difficeis papis de Cosme de
cis, no Ijnaro o Pastor l.uslalol, na Crara de
Dio, no Emparedado e no Parricida.
A proposito de Graca de Dcos saiba, que aqui foi
scena ; c que muito ervio para ajudar o
zaria, porque sempre leve endientes proprias
i Senhor. Foi um verdadeiro man ca-
ri co sobre o Germano.
O Reis j aqu era condecido por Irarilccalo, como
boni actor, e elle no nosso palco cdnfirmou que era
inda o mesmo artista lo elogiado no Rio e Per-
iiarnbuco, e ende mis foi acolhido como devia ser.
inimigos do 'Germano saliendo quo o Rei
i suspenden relacea deamizade com aquel-
le, quiteram explorar osses odio, mas es(e que nao
W qui prestar como manivella i alheias vingauca*.
ina. anlcs esqnecendo qaestes passadas, recopci-
o com o seu companhoiro ; pelo que quizeram
iiidispo-lo com o publico que desprezou sol.crai.a-
a laes alicantinas, e applaudio o inererimeiilo
o artista, qne em duvida no genero central, tico
primeiro que temo* visto.
O fiobu da con, a Princesa do Morir, poesa d'aqurlli; ex-
cedente actor; He nina das miosas flores que elle
collieu nos feriis campas de sua imacinacilo. e que
como Iribulo de gralidao deposilou as mos dos
Mranlieiies que lo bem a acullieram. lio urna
liella, mas rpida dcscripcilii da nossa capilal, e pe-
le seV Uo pequea, porque liquei triste' quanito
o fim.
va-a no seu Diaria, e crea que esta hon-
ra que Vme. Ilie di, lica inulu b?m pasa com a ex-
cedencia .i,i nhra.
rrc, como cousa certa, que o Reis c o Germano
prelendem de sooiedade ser emprezariosdoslliealros
de Peroamburo o Maranhao.para o que quereni or-
janisar duas campanillas que serao alternadas lodos
os ani
la he minio boa, porque lodos os annos o
publico v cara nvas u divertimentos laiiibem uo-
vos, porqoe os dramas etc., que fortn levados em
um uno no thealro de Pernambuco, nao o serao uu
Mjr.inli.io t rice-terta, e s com a troca das compa-
nhas, ero, sito, representados.
Ambos ns actores o de merecimculn, com inuila
pi alien de UauUro. jar acreditados, c os priineiros qoe
lem andad c pelo norle. Dos os ajade cm seus
intente
oRe lembraoras do seu 'anliso e constante cor-
respondenle de nma da provincies do sul, aquellea
em Vine, esle anuo reconinleudou ao collegada
Parahiba. U liomem anda por c muilo Iriste, co-
mo que fora do seu elemento. Doii-lhe razilo. por-
qe anda nAn ronhece a nossa Ierra, e ignorado por
todos, aqui esta iryel.mu'i, o que em grande parte
ho devido ao eu genio, um pouco desconfiado ca
iadependencia que sempre quer ter.
Crea que o liomem se liver quem o instigue,
breve corre i imprensa da qual lem saudade e de-
cerlo elle gloria-se de Icr sido tambeni acolhido por
quasi Indos os satis correspondentes, mormenlc felo
da Parahiba que nSe eansava de elogia-lo, quando
desconhecido appareceu em seus prelos sob a capa
itoanoujmo. I)eixo-o por miuha conla.
Vamos ao rcslo.
Ka dia I do correle insinlarara-so nesla capilal
duas im|iorlanle associacoes, urna denominadaEs-
tanca niarnnlieu-ocom o fim de montar urna fa-
brica em graude escatt do rap e charulos; e a ou-
tra a de nma cala Econmica.
A primrira Inslaltou-se em casa do Sr. Joaquim
Marques Rodrigue* negociaule desta prc; eacom-
i i ilcila para a confecc,ao dos eslaluloi, com-
pde-e dos Srs. Jorge Mara de Lomos, l)r. Antonio
Re^-o. e Manoel AnIonio dos Santos. Duas mil ac-
ciWs desa associarilo ja foran emiiliiUs, firmando
lodts o fundo efleclivo de R);000a000.
oram eleilos para a rommisso que lem de rever
e emillir o seu juir.o sobre Um nrojeclo de estatuios
apresenladn pelo solo-edito cniielheiro o Sr. Ilr.
AteandreTheophilo deCarvalho l.cal, Antonio Re-
g, Joao Anloniu de Carvalho, e l.uz Miguel Oua-
dros.
Desla simples noticia j bem se deia ver, o qunn-
lo vi leuda de Incremento enlre nos o salvador
principio das associacoes ; com a applicacao do qual
se olietva ergnerem-e emprezas, apresenlandi re-
sullados fora iiileiramenle da especta(lva d'aquelles
j|u nadaquerein arriscar para mal .conservaron o
pouco que possuem.
A continuar essa febrede associaces de que va-
inj*'i1"1" *'*'* ''evHla inlelramenle confian-
ya de todos e no bom conceilo que fazem Jo enverno,
dentro em pouco veremos prosperar esta bella pro-
vincia realisando com a accumula?,lo dos rapilaes
de muilos Iwlos ese zrandes problemas productivos
com que Unto se oceupam os liomens da ciencia
econmica. >
I! geralmenie sentida a noticia da prematura
morle do Sr. consellieiio Lisboa Sorra. Como dlsse
o Sr. Valle de Carvalho no Obiertado' de i i do
correnle que nesse da sahio cm tarjas de lula : enm
a Morle-u lao illuslre conselbeirxt, a huinanidade
perdeu um thesouro, o Brasil Um oriianionlo, o Ma-
raiilulo urna gloria !!
V -aba de chesar do Para e boje deve seguir para
essa ridade o Exm. Sr. cdlisrlhciro SebaslUlo do Re-
irros, presidente d'aqunlla provincia, que lem
de ir lomar asiento na cmara dos dcpulados. s.
Exc, um dos dignos HIlios dessa bella provincia,
lendo governadn o Para doranle 18 meies, com la-
manfio tino administrativo ao ponto de ser geral-
menie estimado : cosla-me que deixa bem firmes
esperanjas no espirito d'aqoelles poto de que aca-
bados os trabadlo., leaislalivns, vallar a concluir a
obra que nina vez encelou ilo melhnr.imenlo in ni
e material >ssa bella estrella do norle, quo se cha-
ina o Par.
A demora do Imperador e a presteza do Tnean-
Uni dando i-au-,1 a que mo cliegassein em lempo
compelenle as lies mullas nllimas carias viudas pe-
lo t.uaiiatara mudiiicou enlre os fanitlicos da et-
IrtUn cedo ampios de CWtenlamenlo, que em
se lernbrarem de combinar as dalas, declararan! pela
iiiipreus.i que Vine, me liavia despedido le seu eor-
respon lenlc II ou entilo que esle seu criado lao lepi-
Jo.leslro e agudo como he, liavia arreadobandeiras
Pobres que mi couhecem o carcter firme e in-
ilepemleiile que lano e caraclerisa, e al me.uio a
iimizade e di-JicacJIo que Vme. consagra lo los os
seus colaboradores para ser capaz de commeller
semeHiante fraqaeza Riles, mi-eraveis cspole-
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA i% OEMAIO DE 1855.
moso retrato do Jotiiiiho do, bnU, I aotoridade competente maiidou-o vr tus preseea
lo a bem appanda penna do mrno 1imnn\ Eu interrogou-o sobre d'onde vieraTmodo de vnlaTpar
lerel o cuidado de Irauscrever-lhe alguna trechos de
Iflo famoio papel velho, leudo os seus leilore a oc-
casiao ile appreciar revenido com toda a ploma-
gem moderna esie Un bello ostvlo clstico com que
escrevo o nosso excedente ehrooisll.
Coneloirei pedindo-lhe que admita aqui duas er-
ratas ii minha ultima mistva, silo seguinles: em
losar de chupalida. diga-** chrysalid; em lugar
de pobre pequeo riiga-se podre pequeo.
Bal por boje que como v, lenho sido mais es-
leusu do que das oulras vezes.
----- mam
PIAUHY
Therextna 16 de abril.
Comeco esla missiva por enmprir nm dever, que
me inspira a gralidao, e que me he sobremodo agra-
davel faze-lo. H este dever exihir-lhe ingenuamente
o meu recnnhecimenlo ao obsequio e considerro
com que Vmc. se lem dignado (rilar a este seu hu-
milde criado, fazeudo chegar ao dominio de seus
numerosos leilores as correspondencias do Piauhv,
quo silo da liivrn desle obscuro velho e quizera lr
aeloquencia feliz de seu amigo e firme amigo e cor-
re.pondenle da Parahiba, para bem lhe exprimir os
meus cortejos de sincero agradecimenlos Sim,
sao de minha lavra, porque sao minhas as corro-
pondeucias, que desla provincia lhe lem ido de Ja-
neiro uroximo passadoal hoje, e nao de duns indi-
viduos, como aqui se suppoe. allirmaudo-se que.
um escreve. e a oulro corrige Peregrino modo de
escrever fura esle. e inloressanle em verdade, se
se se pozesse em uso Crea, porem, Vmc, que
o enmpaubeiro que me ajuda he urna penna, nao
fallando do papel e da mesa ou banca, que sSo lam-
bemcompaiiheirosiiiseparaveis.' Enganam-se, por-
tanlo, c Tacain melhor idea do pobre velho, que nao
tem. por cerlo. o pretendido Mentor.
Repilo.sei agradecer a Vmc. lana bondade, e
me conresso summamenle penhorado pelos seus ge-
nerosos obsequios.
Arabo de convencer-me deque silo justos e Ulanos
os encomios que Iribulam a Vmc. lodos aquelles
quesehonram deser seus correspondentes. Eu, que
boje participo dessa honra com a melhor boa vonta-
de. lanibein lhe rendo os meus.
Bem usisii lamente lhe disse eu, na minha pri-
meira, que quando ella e as subsequenles aqui che-
gassem, haviam de dar os rurioos imperlinenles
com as cabecas pelos paos e pelas pedras, com o es-
pecioso lim de adevinharom qual he este seu criado,
pois que assim aconleceu.Lns allribuiram-nas a
esles, oulros a aquelles, o amia boje cunjecluram...
rnrles imperlinenles !
Em urna de minhas anteriores, disoe-lhe que sSo
aqui muilo lidas e procuradas as correspondencias
do Piaoby, quando ebegam-nos lias columnas do seu
grande Diarlo :he verdade em que pode arredi-
lar. Quando ha pouco nos veio o mesma jornal,
Irazcndo >s minhas de 16 de Janeiro e 3 de fevereiro,
cviquccssesdousiiumerosiindaram.de rno em
man, mais me convenc da certeza duque lhe asso-
verei.
Com bstanle desprazerannunrio a Vmc, que sou
obrigado a ultimar com esla. a minha corresponden-
cib do spu Diario, pela forte ratfo de sabir muilo
breve desla capilal, e eacaminhar-mc para nma das
Villa*da provincia, distante daqui 4(i lesuas !
Ah meu amigo quem llavera 1,1o leviauu, que
ouse contar lirmeinenlc com o que se envolve aira-
vez do denso veo do futuro ? S um louco ou um
vaidoso, que nao medita se quer por um momento
sobre a marrlia do lempa, obre s cousas desle
mundo !..,.
yuanloe-nprelieiidie'lalarefa.fainoproposilodeir
bemlonge, inaseiiganei-me.ou slou boje desenga-
ado, pois que apenas haslou o correr de 4 mezes i
moslrar-me, que os nao devemos contar com o dia
de amnala, n como acertadnmenle n disse Ter-
tuliano. Esle ante falla sobre a incerteza, e ins-
labilidade da domo vida ele, eu refiro-me assim
a vida como aos actos, pensamenlos e destinos do
liomem... do homem, que he nm ente lodo myale-
nosot!.,..
Temo incommodar a Vmc. com minhai toscas re-
flexoes a este respeilo, c, pois, passo aoque mais in-
teressa.
Ja que lenho o desgoslo do deixar de escraver-'lhe
pelo molivo apontado. cuiupre-me asseverar-lhe,
que toitempre conslanle nesla obrigacao; e se Vmc.
mln recebeu no devido lempo as minhas de 9 e 1*
de marco, que so lhe chesaram depois com a de .i
do correnle. foi pela causa que expuzna mesma de
3, isto he, por nao as ter medido na mala de 17 de
marco um deleixadoedebochado dos dons ralluiu/a-
mpregados na administradlo do correio geral desta.
A mo ser islo. nu haveria es-ii falla, porquanto eu
ando sempre alerta e prevenido acerca do correio da
corle ele
Pcrmilla-me agora quo enlre em novo assumplo,
que ser.-i de certo, lao inspido, quantohc rude esla
minha cabeca.
Desojara (cr urna boa enehorrada de milicias
Iraiisimllir-lhe, porem infelizmenle para o meu in-
tenlo, eslou em miuguante em lal genero, oomelhor,
nao lenho nenliuraa. Nenhuma '. '. l'ois neuhuma !
Nao digo bem, lenho alguma, ma> lao dcstiluidn de
grara, qne lhe nao bao de excitar sabor..., sendo
quo mus insulsas se tornan referidas por mim, a
quem a nalureza, como que ediando-me, negou a
Careada inteHigenciaqoa libcralisou a oulros lioment.
Que me ma, pois Ter paciencia, que be urna
das ccda do reo, como me disso algumas vezes o
decrepilo nonagenario Malinas de Fraila* Simfles
residenle p*r!o da villa nova do Ipu do Cear, o
qual vina luz do sul pela primeira vez, em 1758, e
linda hoje pertence ao mappa du vivos !
Se eu tivesse um titafela local, que me Irooxetse
a noticia de quanlo occorre por essas ras desta
cidade.... como lem o seu judicioso amigo o corres-
pon lente da Parahiba, de quem sempre lhe fallo
com prazer, o qual lem om Mcireles, um Benlinho,
um Galdinoetc. ele, feliz de mim, que sempre lia-
via que lhe noticiar. Mas, meu charo senhor, eu
nao leuliuesleadjulorio, vejo-me crcumscriplo aos
meus poucos rcuro, e por isso me ado em coli-
* toda vez que son levado a escrever-lhe. Invo-
co a sua allencao e indulgencia para o que passo n
csarar. '
Sppiinho jn ler-lhe dilo que o capitn Antonio
Joaquin de Lima e Almeida foi nomeado no da 15
demarro, director cffeclivo do eslabelecimenlo dos
educandos arlilices desla cidade, e se ind nao o liz,
digo-lhe agora. Poi umu nomeacao por lodos ap-
provadae applaudida, e realmente'rom jusiica. por-
que o captao Lima he o mais proprio e o mais digno
de exercer aquelle cargo, nilo s por ser liomem de
maior.como porque reune n? ennhecida honradez
c probidade, muila aplidno e iulelligencia. Temos,
porlanln. rr.ais a bem dizer e-le acto do Exm. 9r.
presidente da provincia, que se lem mostrado al
Me, digno da melhor estima e louvores dos Piou-
hyenses. e da poirSo que oceupa. Alumas vezes
lhe lenho dilo que son severo, quando Iralo de
qualquer individuo:deve, por isso, crer que be
pura verdade quanto avanco acerca do Sr. Pereira
de Carvalho.
As circunstancias desla boa provincia nao permit-
lm aos pus filhos festejar com a devida Ipompa e
siimpUinsidade os cus grandes das nacionaes. O'
da H de marco p. lindo, fjne.como Vmc. sabe mu
bem, foi o ;M. anniycrsario em que nos foi dada a
Constiluicao Poltica do Imperio,passamo-lo aqui
bem desciichabid). A's 5 horas da manhaa, a pe-
quea msica do meiobatalhao execulou 2 ou 3 pes-
ias a porta do palacio da presidencia, onde .is 9 ho-
ras da norte lambcm locou, igualmente a do
cducHiidas.quc ja esiao em verdade. bem adianlados
nesla bella arle, iidianlameulodevidn pericia ecui-
dailu do respectivo me-lre o Manoel Joaquim Bar-
bosa, natural do Recite. Houveram 10 ou 12 lo-
geles na perla do palacio, onde igualmente houve
apossivel illuminacao. Das 9 horas em liante,
alguiu rapazes reunirn! se e, acompanhados das re-
feridas mo correram varias mas da cidade. como em passeata,
en toando eiilhusiaslicos vivas Consliliiicao, ao Bra-
sil, a S. M. o Imperador, aos Brasileiros, ao Piau-
hv, ele ele, e recolheram-sc as 11 Ir horas, jj
sabe que sao da noile.as suas pousadas.
Quando come|ram a eslalar as vozes (he melhor
dizer, sons) dos inslrumenlos assoprosos, ou de asso-
pro (olheque eu em musir souum direito hurricos
por iso cntenda romo pudor.; eu tomei os meus ve-
Ibos e poeirosos j errei.j quero dizer poeirenlo,
colhurnos, empernei-me mis ovadas panla/enm, on-
verguei nos lombas minha sobrc-casaquinha de 3
seineslres e puz-me de viagem para o rumo de pa-
lacio. Saiba que da matriz (anda cm contrucc3o!
se olha perfcilamenle elle, e en colloquei-me en
cerlo losar da acrislia, que jlhs para o palacio, e
dabi pude, a iiieudfsriiiiro, ver varios filhos da for-
liina. que passavam pisandojduro, fazendo ranger r.
Iroar os bolns, c Irajanilo segundo as le- do
nYaad ton. Eu mpdilava. porque o meditar me ado-
|a os snlTrimerjIo ntimos desla alma adusta.ia de
longo e continuo solTrer !...
Finalmente, meu charo senhor, Indo por c val
fro e inspido, e .- nossa rapazeada tem sede arden-
te pelos diverlimcnlos que aspira IVjn thealro 1...
Um Ihcalro Fallar s nislo faz a rapazeada rir-
se em secco...
Tainbein passamosa Semana-Sania na maior fri-
za. Lamento que baja aqui aquelle fervor de devo-
ran, amor e adhesao, ao culto divino que hci obser-
vado em mudas parles do Cear, em oulras do Ma-
raubao, e oulras mesmo desla provincia I ...Sen-
do assim, nada de inleresse. rclalivamenle i semana
da I auno de Jesns-Ciiristo,se meofierecc dizer-
IIip. e passo n vanle.
-No dia i do correle {quarla-feira de. Trovas) leve
lus.ir o evainc dos oppo.silorcs s cadeiras de ensino
primar.,, do sexo masculino, das villas de Campo-
.Maior e i atenea, e da povnac.1,1 do Malliles, que se
achatan a concurso. Foram providas interinamen-
te.
No da .", desle, i|oinla-rcira!.r/;rfiiaf: arogadono I'utv um escravo de Jesuin Avelino,
que morando fora, ha muilo lempo que est
nesla cidade edificando urna casa. Conlaram-me
assim :Jesuino traz os rabero* eseravot morios
tome, e sol. o pes de um ser vico duro e conlinuo.
lia. aquelle negro foi
que viera, ele, e suuhequt he educando artfice do
respechvo eslabelecimenlo do Maranbc, d'onde de-
serten, circumslancia que elle declarou depon de
muilo vexado pela inlerrogacao. Acha-e recolhi-
do a cadea.
O lal Joao Nones; de quo Iba fallei n'oulra, est
carresando rom oprocesse crlme. quese lhe instau-
ren, pela estopilla e barbara turra que deu no infe-
liz menor Luiz. Havendo prestado Cianea, hon-
lem sabio ao ar livre.
O larupios ou raloneiros, ha das esta parle, le-
em andullo em frequiHile exercicio, de orle que a
aiiloridade policial ve-se alordida com urna chus-
ma de queixns, quasi lodos os dias, contra Indi ue.
de cerla ordem, por ex, de gallnhas, de melan-
cas, de camisas, caifas ele. e oulros trastes desle
genero. As autoridades, porcm, que sabem enm-
prir com os seus deveres, e respeilar as dispusieses
da le, nilo otjdeitam impunes,,, pois o imssus ina-
cacorios de ol\ot riram, mao andou fazem fre-
quenlcs vizilas a cadea, e alguns poem s coilas
um proressinho, que os faz andar como galo escal-
dado.
O comporlamento digno e louvavel do subdele-
gado do l.o dislriclo desta capilal, Flnlo Elysio
Fernandet de Moraes.no desempenho puntual erec-
to, das suas ubricaees no etercieio deste cargo, he
superior a qualquer elogio que eu lhe possa lecer.
Crea que eosou imparcial, c que faco timbre em
so dar o seu a seu dono, o nao em emprestar a um
individuo o que lhe nilo cabe, ejam boas ou mas
quididades a que lenha de referir-me.
Infnrmam-me que a estrada mandada abrir, pelo
Maraiihao, daqui para C.ixias. e a qual comecaram
da margem esquerda do ro Parnahjba para aquel-
la cidade, apenas lem caminhado 6 leguas, e que
anda lien Dr. T. Teixeira Mendes o director. Ha
lempos nao leio o Pharol, de Carita, por isso nao
sei se anda o redactor desle peridico losa boje,
como uulr'ora o Dr. T.T. Mendes.
Se eu ainda poder escrever cm algnm da lhe Mia-
re! eilensamentesobre ai vanUgense a prosperidade
que resullam ao Piauhv se se cffccluar a feliz medida
da navegaflo a vapor pelas aguas do magesloso Par-
nahiba :por boje eximo-me de o)fazer, porque j
vou muilo prnlMi.
As berigas na cidade daParnahiba v.1o fazendo vio
limas numerosas, urnas apoz oulras Dos permu-
ta que as medid que o Exm. Sr. Dr. Pereira de
Carvalho vai tninandu sejam proficuas a salisfacam a
publica especlallva .'....
A cidade de (leuas, depois que a despojaram
das honrase regalas de capilal do Piauhv, ficou num
scnsivel abalimento, o qual vai progrediiido conslan-
teinentc.
Aqui lhe Iranscrevo ficlmenle urna pequeo ctr-
ta escripia em Cairas, por sojeilo nascido all, c diri-
gida a oulro nesla capilal.
Eila :
Amigo e Sr. Manoel.Oeiras 27 de fevereiro
de 1855.Com urna langa e pessiiiM viagem de 9
dias aqui cheguei felizmente hom, em cujo estado
me lenho conservado ale hoje,grac,as a Dos I
a..........t r
t Nada ha por aqui que mereca relalar-lhe, exce-
lo miseria de tudo, caresta de gneros, pobreza,
di l,lo, e por conseguinle tristeza Eis i que es-
t> reduzda a velha Oeir.is.' Assim mesmo j
ii houve um baile e thealro, depois da minha chega-
da, aos quaes assisli, e onde houve concurrencia :
b porm meu Manoel, ao os arrancos do moribon-
do desfallecido e exange, que est prestes a dei-
i< xarde todo a scena da vida : .' Islo esla mao, e vai
a peior ..............
a Adeos.Aceite minhas saudades, e crea que o
estima o sen amigo, ele, etc./. A.
Ainda ia continuar a dizer-lhe alguma cousa,
mai sou obrigado a fechar ja esla, porque me vie-
ratn participar que a mala vai feixar-te.
Compre me. notar que odia 1 he o designado pa-
ra a sabida dos estafetas para' Caxias, porem la v3o
parlir hoje. A' vstt deslas irregularidades ninguem
haquesinlaa necessidade de urna boa regulari-
dade.
E, pois, aqui paro, agradecendo ainda a Vmc. a
bondade com que tem acedado as minhas missi-
vas.
Se daqui cm dianle for-lhe presente alguma, sem
es lellrai inciaes que vao no lim desla, pode conlar
que nao he minha.
Desejo a Vmc. a mais perfeila saude, c a melhor
correnleza, para seus bahus de peras de 6-J4O0 em
ouro, c mesmo de qualquer sorle, e urna longa
vida.
Supra as omssoes de palavrasque adiar aqui, pois
pela pressa, mo posso ler o que acabo de escre-
ver.
Adeos. meu charo c digno senhor ; aceteos mais
profundos cortejos de estima e respeilo, que lhe ren-
de esle seu humilde criado ... c.
N. II.Pacame o favor de dar lembranras ao sen
judicuso e inlelligenle amigo, o correspondente da
Parahiba, e dizer-lhe por mim, que elle he um dos
velhos soldados do Diario de Pernambuco, mais
credor de encomio e ympalhas pelo seu saber, e
pericia em manejar a arma com qne lem ganha-
do gloriaa penna.
PERNAMBICO.
RECIFE 26 DE MAJO DE 1835.
A'S (> HORAS DA TARDE.
4 RETROSfCTO SEMANAL.
A rbegada do vapor Imperador no dia 21. pro-
cedenle do Ro "le Janeiro, inlerrompcu alaum tan-
to a calmara cm que nos adiavanios, trazendu nu-
vidades i Ierra.
Realizou-se no dia 3 do correnle, conforme o pre-
cedo constitucional, a abertura solemne da assembla
geral legislativa, eja em ambas as cmaras se ha-
viam aprosentadn os competentes projeclos de re-
posia a lal! i ilo (hrono, em sentido favoravel po-
lilica ilo governo.
Eslava terminada de ama mineirn honrosa a ques-
tao ulliinaineiilc suscitada entre o imperio e a rep-
blica do Paraguaj, <-ujo governo prestou-so repa-
rar.io ipie nos era devida.
Lemos com satisfarjio a noticia de haver o' governo
imperial celebrado com S.M. el-rei de Porlugal urna
COnveOfA* lendenle a reprimir e punir o crime de
ralsilicarao da moeda e papis de crdito com cren-
lac.;lo legal cm cada um dosdous paizes, quando pra-
licado no lerritorio do outro. Nnmuem ha que nao
lenha sentido a gravidade do mal que nos arsrrctou
o trafico das sedlas faltas, urna d*s maiores pragas
que lem alormenlndo nosso paii ; ninguem llavera
portante, que deixe de tributar ao governo o leste-
miinho de salisfacao com que lodos vemos irem sen-
do consideradas e alleiididas as necessidadei rcaes do
paiz.
O vapor Imperador Irouxe a nolcin de acharem-
se despachados os lente', calhedralicos e substituios,
que devlam preencher as vagas existentes na Facul-
dade de Dirrilo desla cidade ; e o rcspeilavel publi-
co, que maiiiteslava ter nisso algum inleresse, pa-
rece-nos estar agora socegado. Completada assim a
rerorma da Faculdade, e urna vez poste em exerci-
cio lodo seu pessoal, he de esperar conlnue em
rpido progressn a melhora que em mais de um sen-
lidu (em-sc feilo nolar nesse estabelecimenlo. Pela
nossa parle, apreciando devldaraenle a influencia
que elle pude ler sobre a sorte do paiz. Taremos o-
tos para que se eleve ao grao de importancia e con-
siderado que merecer os seus ervicos, e que serilo
sempre os sianaes mais seguros de su* prosperidade.
Pela barca franceza /o.tepn,rhegada do Havre com
f.l das de viagem. tamhem livemo novas do velho
mundo, alcancaudo as gazelas rom que nos obse-
quiaran! a 20 do passado. O imperador dos arance-
les linha eficcluailo sua visita .i raioha Victoria e
presinnia-se que ao vollar ira commnnicar mais vi-
gor o cnlbusiasmo aos combaleules adiados da Cri-
mea.Comecsira de novo ohonihardeamenloileSebas-
lopol;porcm nada apparecia de decisivo; eem quanto
ocongresso de \ieniia, prosegua com displicencia
suas reuiiies. lendo a Rusta reaeilolo o lercero
poni das garandas relativo ao Mar-Negro, cada
urna das parles belligeranlesdavn suas armas como
mais ou menos triiimphanlcs. o preparavam novo
thealro de hostilidades r.o Bltico.
Ouauloa navidades da Ierra, pouco lemos a refe-
rir ; e por fallarmos em Ru*sos e Alliados.prncipia-
remos noticiando que, no dia 22 do correnle. por oc-
casiao do anniversarioda rainha Virtoria.cmbandei-
raram-se os navios iiglezcs, succedendo que em um
dalle* apparecesse enlre oulros simiaes a haudeira
Russa flucluando debaixo da Ingleza. Isto vulgari-
sau-se. e ronsla-nos hojve reclamar,, do cnsul da
Kussia, a qual anuio o cnsul de lng'laterra, e man-
dou ordem ao eapilao do navio para acabar com o
mol i va da reclamarlo : nada mais houve.
Pelas 4 horas da larde de 20, indo banhar-se em
um por,, no lugar da P.ranga. freguezia ds Afoga-
dos. a parda Joaquina Mara da Conreirilo, succedeu
que all mesmo morresse afogada, reconheceiMlo-se
pela veslona a i|ue se procedeu, que a morte lhe
proviera do Miad* de embriaguez em que te acbava
nessa occai.1o, c que linha por habilo.
Era i noile de 22 para 23, no dislriclo de Fora
de i orlas, foi frula por nm soldado do 4. balalho
de arldharia, com duas tacada*, urna pobre mulher,
cujo nomc nos nao souberam dizer. sem que se po-
desse caplurar odelinquenle, immediateinenle eva-
dido depois do seu ademado.
A consume repetirn de uina manobra que nos
prejudica, obriga-nos a communica-la hoje ao* lei-
lores. De voz cm quando he a redacca deste jornal
interrogada particularmente acerca le regeirJGesde
correspondencias mamiiarias, que nunca uoa vie-
ran as mflus; e anda ha pouco, succeileu o memo
com iim.i currPS[>nni|pnca que e dizia teda em fa-
vor do Dr. Arbuk, e da qual so por essa circums-
lancia tivemos couhecimenlo. Para prevenir poi
aceiisacocs alsas ilc que possautos contintier ser
viclimas, declaramos que nunca regeilamos in limi-
ne os escrptos particulares, e quo sn r.flo pdenos
ronvirem dar-Ibes publcidade, ou qnando *>usau-
-tores nao salisfazem as condiones da responsabilida-
dc legal, ou qnando nao se sugeilain a mndifirarao
de invcctivasexcessivainenle acrimoniosas.de expres-
encoolrarto na sala do sf.es desaforada! e indecentes etc.. ele E no nue
p ?Z r'dra' ISS 'mST ~*.nT ^^ ^^ 3" dre, de deta" ">' '-npro",. J?
P .e1 P" "?' *'"b'"- "'"'J- P* lo cm a mil,, na comburrt, ooem flagrante, o levuu
ao senhor ; esle val enlinhar, cm amas cordal, o
escravo, que, euUetanto pode escapar-se das unhas
lulgenlet que nos he posivel. A'sin,,
he falsa, que regeilassemos alaoma n.rre.p ni, enra
em favor daqulle Dr. respomlendo a oulra que con-
tra o mesmo lahiu ; e nem por parte dos subdito*
britnico! nos foi Irazido eseriplo algnm. Deixem
por lano os fracos e ns apoucadoi de detcalparem-
se com nosco de suas proprias miserias.
Renden a alfandega 43:0169073 rt.
Falleceram 4lpessoas: Iteres, liomem 13, mulbe-
res 9, prvulos 11 ; etcrtvos, homem 1. miilheres
o, prvulo 1.
HEPAHTigAO DA POLICA.
Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de levar ao co-
nhecimenlo de V. Exc. inclusa rehollo dos crimi-
nosos que foram presos na comarca do Limoeiro des-
de 7 de Janeiro desle anno. pelo alteres Joaquim
Ctvalcanli de Alhuquerqne Redo, commandai.to do
destacamento da metma comarca, a qual me foi por
este remedida com oflicio de 20 desle mez, em que
me declarara que deixou no da 18 o referido com-
mando por ter sido nelle investido o capilo Fran-
cisco Antonia de Soma Camine,
Dos guarde a V. Exc Secretaria da polica de
Pernambuco 23 de maio do 1855.Illm. e Exm. Sr.
ronselhero Jos Rente da Cimba e Figneiredo. pre-
sidente da provincia.O chete de polici, ttrfj
Carloi de Paira Teixeira.
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DIARIO DE PERNAIBtCO.
Entrou honlem dos portes do norle o vapor (Sua-
nabara. Irazendo-nos jornaes do Amacnnasque al-
cancama 9 do correnle, do Para a 15, do Maranhao
e do Ceara a 19.
Continan! a sozar de Iranqulldade todas as pro-
vincias desle Itdo ; e as carias dos nossos correspon-
dentes que vito transcriptas em lugar proprio, nada
mais nos dei\aram acresceular acerca dellas, a mo
ser o seguinle que*lranscreveinns do 7re;e de Maio
do Para :
a Na cmara municipal desla cidade em o dia 13
de maio correnle, fe-se a apurarlo geral da elei'rUo
para um senador por esla provincia, e as tres pes-
soa mais voladas foram os Exms. senhores conselhei-
ro Sonta Franco, arcebispo da Babia e Dr. Angelo.
Hoje 15 do correle parle para a corte com es-
cala pelas provincias o vapor Gaanabara, levando a
seu bordo o Exm. Sr. conselheiro Sebastiflo do Reg
Barros, presidente desla provincia e sea secretario o
8r. Dr. Joao Silveira de Souta com sua familia. Nao
he suflioiente a nossa penna para fazermot o elogio
do Sr, Reg Barros, g quem seus prnprios adversa-
rios em poltica nao podem esquivarse de fazer jus-
tira. S. Exc. eonlinuou lodosos trabalhos e coinecnu
novos para o engrandecimento da provincia : adm-
nistrou a justiea com imparcialidade: a lodos Ira-
loa com urbanidade, emhora fossem de credo diffe-
renle : para ludo dizer .em duas palavras muilo
desejamos que S. Exc. lenha orna prospera viagem,
e que brevemente volte para continuar a sua illus-
Irada adminslraco. Fiea na presidencia o Exm.
Sr. Dr. Angelo Custodio Correa, que lendo ja gover-
nado esla provincia na quafidade de vce-presidente,
podemos alHancar a conlinuaclo do mesmo rgimen
de paz e prosperidade.
COMUNICADO.
A BANDEIRA AZUL ESTRELLADA.
O Brasf Martimo de 15 do correnle mez, sob
n. \, publicando a respotla do quarlel general de
marmha a um offlco do Sr. commandanle da esla-
lacao naval desla provincia, versaudo sobre a com-
petencia do uso da bandeira azul estrellada, esobre
a sua rollocarrio nos escaleres para melhor assigna-
lar a calhegoria que reprsenla, tem a preteneo de
acharenf-se com a mesma resposla esclarecida! ca-
balmente as duvidas susciladas a respeilo, e concine
censurando ao Sr. inspeclor do arsenal de inarinha
por ter feilo Iremularsemelhanle bandeira no eicn-
ler em que costuma embarrar o Exm. Sr. oresiden-
te, sem se saber em que disposirao fundava-se.
Julgamos nao conseguir o que'pretende, e peccan-
po de precipitada a censura a que nos referimos,
veremos te be possivel provarmos urna e oulra
cousa.
Com a mesma falla da resposla eremos ter prova-
do sem cusi ateum o que em primeiro lugar aven-
turamos, em razao de referir-ne ella tmenle aos
presidentes ou ofliriaes generaes do exercilo, quan-
do cflectivameule a bordo de qualquer embarcarlo,
commandando as forjas de mar e Ierra, e nao ao
caso que motivou a permute do Sr. chete da estarn
a mesmo dando luzar a censura ja mencionada)
figurado porem pelo quartel general de inarinha da
nancira que se v no cometo da resposla ; e senao
he exaclo nao referire a este caso diaam-nos, on-
de nella ha urna s assercAo esclorecendo ainda mes-
mo por corolario, poder ou nao tremolar a btndei-
ra a/.ul estrellada no escalerque ronduzir os presi-
dentes de Ierra para bordo dos navios, ou andando
uo mar? Argoineiilar-se-lia certamente cm sentido
contrario com a illarilo ou analoaia, por declarar
a resposla, que lendu sido oreada a bandeira azules-
Iredada em subsliluiplu a nacional, lornou-se ella
emblema dos olliciatjs da armada, e pois privativa
des classcs superiores della, nsamte-a somonte o
Exm. Sr. ministro, por ser inspeclor geral da ma-
rinlia ; e se assim argumentarse ainda temos in-
conlcslavelmenle a razao do nosso lado, viste
que a siguicacao da palavra uso nao importa
urna deliberara,, definilivamenle loir.ana, e quan-
do se queira dar essa 1'orcns.i nterinelae.io resta-nos
anda a oppor que representando ;os presidentes o
Exm. Sr. ministro uas provincias, compele-Ibes ne-
cessariamente as mesillas honras, nao havendo
a menor duvida nislo. por lerem as salvas zuaes
Uros, e un escaler semelhanle, exhibidos ao Exm.
Sr. ministril ; e tanto mais procedem os fundamen-
tos da nossa opiniao quanlo be cerlo que com a fal-
lada resp.sla nao haixou contra o Sr. inspector cou-
sa alsmna demonslrnndo a reprovaeo daquella
pralica censurada, como nesle caso, sera mu natu-
ral fazer-se, se nilo de rigoroso dever, para ao me-
nos evitar a conlinuacao do abuo.
Na primeira prova acha-se a da precipitarlo da
censura, lamentando mis ter o nobre redactor do
llrasil Martimo deparado com um mtor t.lo fallo
de acete para ferir calculadamente ao Sr. inspector
entretanto qne em verdade nao esperd'caria o lempo
empreganilo-o em oulras censuras, proprias do es-
cnplor publico guiado pelo justo e honesto para o
dcsaparecimcnlo de verdadeiros abusos, cumprindo
as'im belmente a sua missao ; sendo que, para se
lomar nislo alud mais aplaudido, e mesmo fazer
bem saliente a sua imparcialidade, conviria dar co-
meco por mais pertn onde suppomos enconlra-los,
lalvez em nao pequea escala, entre elles o de nao
visilnr algum commandanle de exlaco os respectivos
pontos temi ahi naviosem veidadeiraanlinamia asor
dens em vigor segundo a lalelNkencia ou accepoSn
em que loma o nobre redactor esla palavra lio s'ua
predilecta, alem do de ter a secretaria em Ierra, oc-
ctsioutudo estes doat abusos bstenle prejuito a des-
U^M- Um martimo.
HII 1,1 C Ufe A PEDIDO.
Testemunho solemne da illustracao',
independencia e inteireza do mu dig-
no juiz de direito da comarca do Rio
Foi moso, o Illm. Sr. Joa'o Baptis-
ta Goncalves Campos.
Aggravtdo foi o aggravante o coronel Gaspar de
Menezes Vasconcellos Drnmmond,pelo despacho pro-
ferido a II. 30 v., pelo juiz municipal, lercero sup-
plenle deste termo do Rio Formoso. Pois, com
quanlo na forma extrnseca desse despacho, o juiz
a quo pareja adiara declariraode sua competencia
ou incompetencia, e a conseqtienle salaran do con-
flicto que Iravou com o seu collega de Serinhaem be
com ludo cerlo que na su lisia no i,i desse despacho,
elle indirectamente ndederio a petizo do aggravan-
te, que lhe requer, que se julgue incompetente.
Es le permanecer por mais lempo a inlervencjilo simul-
tanea de dnus juizes iguaes o de diversos termos,
dando orden e ilerises encontradas sobre o mesmo
objecto,o que importa nina flagrante perturbarlo da
ordem publica a que releva por um remedio
promplo.
A existencia dos factot consumados nos processas
da quesillo de maniitenco entre o aggravante o co-
ronel Menezes. e o aggravado Francisco Antonio
Bandeira de Mello, he indubilavel, e na quesiao de
competencia ou incompetencia que ora se.agita, s
reta applicar a disposi^ilo de direito. A materia
consistente cm direilo he de per si mesma prvida;
e baste ser allegada sem necessidade de ser articula-
da. He, portento, comporlavel a forma da pelirAn
rio aggravante a II. 15 e I', e por consequencia, dig-
na de ser decidida calheguricamenle, com mor razao
depois de ouvidas sobre ellas ambas as parles liti-
gantes como foram mandadas ouvir pelo despacho a
11. i't. e vista da impugnarlo e uelenlacao de sua
materia a II. 'J( e 7. O caso, pois, be de aggravo e
dclle tomo ronhecimento:proressario pelo juiz muni-
cipal suppleule de Serinhaem o interdictoL'lipos-
iideti*a requerimenlo do aggravante coronel Me-
tieres conlra o aggravado lenle coronel Bandeira,
conceden aquelle juiz mandado de manntencao de
posse das Ierras qucslionadas ao autor o roionel Me-
nezes. No processo oppoz o reo Bandeira exeepcao
declinatoria fori, que foi receblda pelo Dr.juiz mu-
nicipal de ambos os termos serinhaem e Rio For-
moso), mas retirado esle juiz paraasessao da assem
bla legislativa provincial,de que he membro.rea'sn-
mio a juiz municipal supplenlede Serinhaem a "ju-
ris licAo plena em seu termo ex vi do dec n. 2T(i de
l de mari-n de 1813. Prsenle este aggravou para
a rehr.io o coronel Menezes do despacho do recehi-
mento da exceptan proferida pelo juiz effeclivo. No
processo daquelle aggravo enlendcu o juiz supplenle
a quo de Serinhaem,dever reformar como reformou,
o, lespacho do mesmo juiz efleclivo, e conseqoenle-
mente rcgeilou a excepcAo. arl. -JO rio regulamenlo
de 15 de marco de 1812. Por seo lamo o reo exci-
piente Bandeira, aggravou lambcm desse ultimo
despacho de nao recebiinenlo da exeepcao, ma ain-
da cniau o juiz supplenle a quo de Serinhaem, re-
peino a expedirn desso aggravo. Nao me cumpre
aqui examinar se elle assim sempre obroujure aut
injuria, c menos conhecer se bem ou mal suslen-
tou-se competente, porquanto, distando a exlrem
de seu termo menos de 15 leguas dascJe do tribu-
nal da reluci a este faculdade, e nAo a mim compe-
le a riecisao. Regulamenlo de 15 de marco de 1812.
Arl. 8 e %Assim seconsumou aquelle fado de
ficar o juiz de Serinhaem na posse exclusiva da ju-
risilico sobre a qucslAo do interdicte ut posiidt-
'", que procossou e prevenio enlre o aulor Me-
nezes e o reo Bandeira, sobre limites das Ierras do
engenho(".arrpalo, pcrlencente ao 2., eo en-
genho Jacir, do dominio do l.o, e ludo prxi-
mo s extremas dos termos contiguos Rio Formoso
e Serinhaem. Esle fado exclu; a qualquer oulro
juiz igual, de ingerir-se na mesma materia. A ef8
juizo de direilo sri cabe hoje pronunciar c manler
este fado como tal, viste como ao mesmo juizo nao
compeleconhecer do direilo da competencia daquel-
le juiz. .
Assim, pois, eslnhelecido e manlido o fado da
posse daquella jurisdicjAo, fica manifeta a exclusAo
do juiz municipal sopplente do Rio Formoso, para
nilo poder iimenr-se na malcriada competencia ou
da prevengo do juiz de Serinhaem, e menos para
conceder como conceden ao reo ora aulor Bandei-
ra de Mello, igual mandado de raaniilencao de pos-
se as mesmas ierras da quesillo, vislo como o refe-
rido Bandeira, ou perdeu, ou dcixoo sopilar em Se-
rinhaemfls seus recursos. Porlanln, mando qoe o
juiz a quo reforme sea.despacho, dedare-se incom-
petente ou inhibido em lal causa, auntille conse-
qnenlemente lorio o processado; e mande por de ne-
nhum cfTeito o seu mandado de manutenerte qoe
coneedeu ao aulor Bandeira de Mello, paras as cui-
tas por esle.
Rio Formoso 18 de maio de 1855. O juiz de di-
reilo, Joao Baptista Gonralcet Campos.
MARINHA.
Segundo informarles fidedignas, recebadas dos ar-
senaes de Franca, acham-se estes trabalhando dia e
noile na transfrmatelo dos navios a vela que se
achavam nos eslaleiros em navios a hlice, islo he,
mixtos; a Brttanhi nao de 120, a parafuso e mu-
nida de um apparelho de 1,200 cavados, da fabrica
imperial de Indret Loire-infcrieure) ser Lineada
no vindouro abril.
No momento em que dcixei Bresl, Janeiro de 1851
havia rious metes que tinham sido lanadas as neos
Duguesne c Duguetclin, arabas liausformadas em
navios ma ios. com quanlo jse achassem promplas
para navios a vela.
A Inglaterra he o foco do vapor, o que quer dizer
que lera feilo oulrotonlo em maior escala.
Conclutao. Quer continu, quer nAo, essa desas-
trosa guerracom a tlussia, deu-se um passo immen-
so na estrada do progresso : cm um insignificante es-
paco de lempo, subliluio-;e a marinha i vela pela
inarinha a vapor propnamenle dte e mixla ; gracas
as circumslancias extraordinari;.s, venceu-ee a lenti-
il.li> do lempo ; actualmente aproveita-se, nAo dire-
mos o que eslava feilo, mas sim o que j eslava meio
usado, islo h, os navios que ja navegavam, pois
quanlo aos que se achavam promplas nos eslaleiros
nao hesiten a economa bem entendida um s ins-
tante em sacrificar : 1., a despeza feila ; 2., a des-
peza necesaria para dei/azer.o que esteva feilo ; 3
a despeza necessaria transformarlo.
Qual sem, desde jn, nsyslema que adoptaran as
mu lidias ile ordem inferior/ Ellas seguirao a mes-
ma Ici que al agora leem seguido relativamente as
mtrinhat de primeira ordem.
O Brasil possue, e islo no momelo em que a
Europa apenas principia a abolir sua marinha pro.
priamenle dila de rete, um oplimo vapor, o Amazo-
nas, qontro navios mirlos, inleiramenlo novos, um
lindo acho, (ambem mixto, o Ypiranga. e como que
para nao deixar urna lacuna na ctessiiicacAo da nos-
sa pequea esquaririlha, veio complete-la o Mara-
can, navio mixto, e que tem sua especialidade;
poderiamo desejar, enlre o Amazonas e os qualro
navios mixtos, mis dous navios a hlice.... mas es-
peremos; e comparemos o estado lisongeiro de nosso
aclual nurleo de marinha com o que possuitmos; em
vez de urna esquadra iuleiramenle heterognea, ni
qual apenas figuravam Ircs ou qualro navios que.
merecessem o litote de vasos de guerra, sendo o
complete desse titulo pomposoesquadrataimada
por meia duzia de corsarios improvisados, laes co-
mo Fideliiade, OHnia, Gnararape; Caltntpe, ele,
contemos actualmente sete vapores novos, forman lo
nma esquadra homognea, e ao par do progresso e
da era, lauto \tc\n syslema em geral, como pete lado
do material, tanto em machinas como em artilhara,
Exislem man ateuns vapores ctpazes de prestar
ptimos serviros; quanlo a mis, e nossa opiniao he
fundad ; bastera adoptar is amigas machinas de al-
guns desses vapores, cascos bem entendidos, para
que ellas cnnlinucm a servir, e por mudo lempo ;
be essa a vanlagcm das machinas a Inlanrier ; eio-
vando-lhcs a pressAo, e conslruindo-sc-lhes ensens
menos pesadoi e menos resistentes, vo essas machi-
nas mudo alem du que vulgarmente se acredita.
Quanlo cima dissemosenduz ao s^gufnte :
1. Compile-se nossa esquadra acluat de um nu-
mero tal de vapores, que a oflicina de machinas exis-
tente he insiifllcienle em lodos os senlldos ; e lou-
curarrn mecher-lhesiem a previa conslrucco de
um edificio apropriado que acomedamos, exagera-
do em dimensOes, em allencao ao ful oro ; o novo
edificio contera provisoriamente a oflicina de caldei-
reiro; e quando para o futuro Tur neccisari en-
grandecer oaiiaVx mais a oflicina de machinas, sem
desmanchar para reconstruir, bastar,, ceder-lhe o
espaco oceupado pelos caldeireiroa, pera os quaes se
construir, nesse raso, um edificio proprio.
Um corpo especial de engenheiros macMnitlas ar-
regimentmlos. com a inslrucoao Iheonea aggregada
a pralica, e torna o sine qua non de nma marinha
i vupbr nacional, a instiiuican desse corpo sobre
urna base solida e bem discutida cdnslilue: A abo-
licAo de lodosos inconvenientes adherentes ii fusao
de dilferentes nac/ies, lorias as vezes que se tratar de
disciplina ou ,le HHao n,a accao ; cnnslilue alem
disto um grande passo no progresso e para a eivilisa-
aodo puizem geral: ronsliliiea formaco de urna
classe intermediaria enlre a alia insIrucyMoa a lorpe '
ignorancia du homem do povo.
Mytler sera romprehenrier na formac desse car-
po loria a importancia delle, e a esso respeilo esten-
der-nos-hsmos um poaco ; e pondo de parte o corpo
arregimeniado de fotnistas, .eomposto de horneas
pral.cos e inlelligentes) e que julgamo fuocao do
que propnmos, Iralaremos de passar em revista os
poni;-, principies que devem ser discutido* com to-
da a pjiideracA,. na formarlo do corpo propoilo.
lia em um navio a vapor dous homem diitinctos,
ambos depostenos de um grande numero de vidas ;
o primeiro encarregado de couduzir ,. uavii sal-
vamento alrnvet lodot os pcrigoi anneos navega-
cao, esse he o commandanle ; o segundo eucarrega-
do da direcco do apparelho-malor, do mais subli-
me esforco de Indiligencia humana tem entre
uas roaoi, e conflua sua inteligencia, o agente o
mais paitante, o maii lerrivel, que Ineturavel nao
conredo um minuto de detcanco ; exige orna vigi-
lancia Inlelligenle e nao interrompida do momeuto
da parlida ao mmenlo da chegada, qualquer que
eja a exlensao da viagem : esse homem he o cheft-
mackinila.
Pendo de lado a ptrteicienlillca e a pralica indii-
pensaveis ji lal encargo, pergunlarcmos : deve ser a
primeira garanlja exigida de um homem responsa-
vel de tanta vidas, que deve por sua terca moral
exercer om commaudo absoluto em seus subordina-
dos 1 Por sem duvida -.lima conduela exemplar,
nAo essa condneta lidia do temor dolcastigo, mas sim
a conducta nascida de una boa educarlo, de urna
inlelligcncia desenvolvida, pete esludo, da convie-
cAo emlim da propria dignidad, bastara esta con-
siderarlo para provar que a educacao da cla qual tem de sahir para o futuro nosso cheles ina-
nhinislas, deve merecer da parle do governo tanto
desvelo, quanlo lhe merece de marinha ; embora
>e reserve i marinha os privilegios que lhe compe-
ten!, nAn ha anomala alguma em etigir urna edu-
cado apura,11 lano moral como cientfica para
urna classe qual vao er confiadas milhares de vi-
das ; classe pala a qual mln entrarlo (obre ludo no
nosso paiz em que nAo ha meio termo) joveus de cer-
tns principios e de cerla educacao, te o governo pela
forma de inslituicAo que lhe de'r nao salvar a digui-
dade, objeclo IAo melindroso em um povo formado,
por assim dizer, de duas classes ; a academia de ma-
rinha nos oflerece o melhor exemplu : o aspirante
veste a camisa de marinheiro para alcatroar, para
ensebar, para remar, aprender al o odete de sa-
paleiro se ter exigido, comanlo que.ludo islo se fa-
ca enlre ajpirante, o que quer dizer qae enlre in-
dividuos que salistezem a mesmas conHice do que
elle ; nao perdendo de vista e.le nonio principal,
e rondando a escola que lem de frnecer a classe
em quesillo em urna base solida deinsIrurcAo lano
nos preparatorios, como nos estudos superiores, ve-
remos affluir para ella mocos ola mesma calhegoria do
que aquelles quo riuuem para a marinha e para a
escola militar ; occorre de mais mais, o inleresse
pecuniario ; pois que sendo o trabadlo muilo mi9
penivel, sobreludo nos paizes qoenles, em lorias as
naces sao os machuislas mais gratificados rio quo os
oflicaes de marinha : He esle, segando o nosso
modo de pensar, o caminho que se deve Irilhar que-
rendo desenvolver a idea de um corpo de macMni-
tas nacionaes, desuado nicamente a frnecer
nm che fe machinista,- um segundo e um lerceiro
maehinitla para cada vapor, bem como os directo-
res e vice directores para as ofcinas do machinas.
Quanlo ao plano para o regulamenlo do corpo,
bem como para a organisa^lo da escola, sua elaho-
rac,ao carece madura reflexao, pois nAo he de um
rasgo de penna que se formam eslabelerimenlosdes-
sa importancia, quando he sobre ludo da pedra fun-
damental que dependen-, os resullarios futuros ; nos
s quizemos dispertar a allencao do governo sobre
importancia que se deve dar a essa classe, alias re-
coiihecida indispensavel nos-a marinha, (compos-
la ja de mais de 15 vapore*) por nccasia'o de iua ins-
lituicAo, e qoe por modo algum deve o governo es-
perar um s instante resudados salisfaclorios da in-
trodcelo de urna ou oulra aula isolada, imilacilo
da exlncla aula de gcomelria applicada, ou cousa
que a valha ; essas aulas nao sao ms quando se-
guidas com muda regulariilade, para tirar esses fer-
reiros, caldeirciros e carpinlciros do estallo de igno-
rancia em que esiao, mas nao se deve com ellas con-
fundir a escola que proponas para o imperial cor-
po de engenheros machinistas.
He a primeira e lalvez a ultima vez que arrisca*-
mus nossa iraca opiniao em quesles de marinha. e
contestamos francamente qae t urna convierto in-
tima da necessidade de crear o corpo em queslao. e
tobre todo, da fundaco da escola respectiva totr*
os hures cima prescriptas, nos arrancara ,dosilen-
cio em que vivemos recomidos.
.S'OUia Machado.
(Correio Mercantil do Rio.)
Illm. Sr.Diz Chrislovao Jos de Oliveira, que
para bem da verdade, precisa que V. S. te digne al-
leslar o que Alexandre Ma'rlins Ferreira, recente-
mente rhegado de Pernambuco, derlar.ira a V. S. re-
lalivnmenle protectora recepoao que all tivera do
cnsul e vicecnsul portuguez Joaquim Baplisla
Moreira e Miguel Jos Alves. e a rai.lo porque es-
crevau conlraiiitoriamente t>le respeito no DtariS
de Pernambuco ns. 212 e 334, bem como o molvn
porque 13o rpidamente dcixra aquella cidade, indo
all com inleuces de se eslnbelecer. E, finalmen-
te qual he o comportameulo do dilo Alexandr Mar-
tina F'erreira.
Pede ao Illm. Sr. adminislrador do contellio, ai-
sim o baja por bem___E R. Me.
TarquimoTurqualo da Cmara Lomelino, bacharel
formado em leit pela nivemdade de Coimbra,
adminislrador do cnselho de Funchal, provincia
da Madeira, por S. M. 1"., que Dos guarde ele.
Atiesto e certifico, que viudo Alexandre Martin
Ferreira a este adminiatracao depois do eu prxi-
mo regressoa esla ilha, me disse, que leudo chega-
do Pernambuco em selembro ultimo, se apresen-
lara all ao cnsul portuguez Moreira, e que nao po-
riendo obler emprego. o mesmo cnsul o hospedara
muito obsequiosamente, e lhe prometiera consrva-
lo em sua casa, emquanto Man houvesse naci em
que regressasse Europa, o que ludo dera lugar
sua primeira correspondencia no Diario de Per-
nambuco. Mas que passados uns Ires dias, e dir.en-
da-se-lhe que o dita cnsul de cerlo lhe nao arrun-
zara meins para pagar a sua passagem, pastara pa-
ra casa de oulra pessoa. por quem fora ainda mais
bem tratado, dando-lhe comer qualro vezes cada
dia, carruagem e thealro ; e por pedido ds quem
lhe prestara estes ltimos obsequios, publicara en-
tao a sua segunda correspondencia no referido Di-
ario, dandv como desculpa da sua escripia contra-
ditoria quei, nao poda negar urna musa a qum
lhe eslava dando o pAo de cada alia.
Alie.i,, mais, qUe n referido Alexandre Ferreira
he pessoa a muilos respeilos de pessimo comporta-
ment, chegando at, tafea: por cffrito da embria-
guez que he dado com excesso, a maltratar seus
pais! '. '.
l'un, bal 30 de noveml.ro de 1851. Tarquinio
Torquato da Cmara Lomelino.
(Eslava reconhecida.)
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dte 1 a 25.....34:69i>K7
dem do da *........ 618=8(1!
:t5:27)>*i5(
INVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dit 1 a 25..... 2:923a323
dem do dit 2t>. ....... t1{0;W>
2.93*93.5!
RECKBEDOR1A DB RENDAS INTERNAS tiE-
KAES PE PERNAMBUCO.
Rendiratnto do dil I a 25.....2l.8*7$7te>
dem do dia 2(i........ MtOin
21:990*6:13
CONSULADO PROVINCIAL*!""
Hendimenlododia a 25..... '17I579048
dem do dia 26........ '.r>55#688
Birminghan? 30 de novembro de 185i. Ulm.
Sr. Dr. Joaquim Baplisla MoreiraPernambuco.
Acabo de reeeber a caria que em dala de 81 de se-
lembro V. S. me dirigi para o Porto, com ausencia
a mea irmflo Manoel. Apezar rio dito meu rtnlo
j ler de alguma forma salisfeilo ao que nella me
pede, enlendo dever dar-lhe mais alguns esclarec-
merlos pura mais fcilmente poder desviar de si
qualquer suspeila. Nao fui, como a V. S. disseram,
das antes da dosgrar.aria morte do nosso amigo Fi-
di.que elle me renden o alfinele de hrithanles (" e
seis bol-es para collete mao para peito de camisa ;
foi lalvez Ires ou qualro metes antes, o primeiro por
reis 250, e os oulros por reis 1305. prefatendo tudo
res 380, que lhe salisfi/. da seguinle maneira :
Reis 1508 de urna vez, em que enconlrei o ruste de
duas figuras de Seeres, que Ibe ced, e que eu li-
nha comprado ao Sr. Jos Candido de Barros, rea
lottj por oatra vez em dinheiro ; e finalmente reis
JW, que pelo prelo delle (rreio que e chuma Jo,
he gago) lhe mandei em cinco peca um domingo,
que por urna carta me mandou pedir dinheiro; o di-
lo prelo fui o portador da carta, e do dinheiroao
Sr. Si,|ueira,.que nessa occasifln se acbava noes-
criplorio, lenho idea de ter moslrado a Mita carta.
Detta minha caria pode V. S. fazer o uso que Ibe
convier. Asraitecendo-lhc os seus amigavei* riese-
jos, pelo meu reslabelerimenlo, lenho o gosto dme
assigna. de V. S. mudo alenlo venerador e criado
M. A. Malheiro Jnior.
(Eslava reconhecida.)
Cuuros -
Farinha de trigo-
Mlnteiga- -
Disconto---------
Freles -----------
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIPE 26 DE MAIO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colacoes oliciaes.
Hoje nAo houveram colacoes.
.ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 25.....228:708jO3fi
dem do dia 26....... 7:3709967
236:079*903
Dtscarregam hoje 27 de maio.
Barca fr"nooa Jo"nhfazenda,
Brigne brasileiro Damaopipas o barricas vasia*.
Brigut brasileiroSagitarioidem.
Patacho americanaBonitafarinha de trigo.
Patucho brasileiroSanta Crindiversos eneros.
Hiale brasileiro i'enusidem.
Imporlacao.
Patacho Sania Cruz, vndo do Ro de Janeiro,
consignado a Caelano C. da Coila Moreira. manifes-
lon o pguinle:
200 barricas farinha.1 caitas chapeos, 90 volme
barricas yatiat, 20 pipas valias, 55 rolos fumo, *
sacracaf : a ordem.
2 caixas clin a Novae 4 C.
1 caita chapoi ; a J. Saporili.
Berganlim Damio, vndo do Rio de Janeiro, con-
signado a Machado 4 Pinheiro, manifeslou o se-
guinle :
30 caixas vinho, 3 caitas salsa ; a F. Souvage &
Companhia.
3 calxH fazenrias ; a Timm Momsen A Vi-
nassa.
600 sacras farinha. 15 barricas alpiste, 131 pipas
vanas, 110 volumes barritas vazia, 6 caixas cha-
peos, .O saecas caf ; a ordem.
Brigne Pttht Destino, v'inde do Rio de Janeiro,
consignado a Izacc Curio & Companhia, manifeslou
o segiiinte :
212 barricas vaiias. 1:12 volumes barricas vazia,
latas ignore-se, 5 barriras caf, 100 cacoi vazios;
a ordem. '
() Ester 'Voeite tambem arma um bola,, ptra'nei-
te de cam '
MiiTiiAnn
EDITA13S.
Ignacio Jos Pinto, fiscal da fregaezia da
Viste da cidade do Recite ele.
Fajo publico para inleiro co'iliecmeutn de quem
perlenccr, que pete Em. Sr. r residente da provin-
cia foi appruvada a postura addictenal aballo irans-
oripla, conforine me foi communirrie peta camert
municipal detta cidade em oflicio de 23 do correnle
met.
Poslura addicional, approvada em 21 de malo
de 1855.
Artigo nico. As caat qe se edilicarem em ter-
renos novos, mo podero ter menos de 3 largura, contados livres no inlernir della, lininrio
prohibida a consIruccAo de predi, de W e 50 pal-
mos, divididos an meio: sob pena te SOgOOO de mul-
ta e de ser demolida a parede divisorit.
F. para que nao appareca a menor ignorancia man-
dei publicar o presente pelo Diario. Fregueti da
Boa-Viste 23Je mtio de (665.
Ignacio Jos Pinto.
O Illm. Sr. inspector di Ihetoararia provincial,
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 19 do corrcule. manda fazer pu-
blico que no da 21 dejnnho prximo vindoaro, ju-
rante a junta da telenda da metma thesuuraria, se
ha de arrematar, a quem por menos iizrr, a obra
dos reparos do 7." Unco da estrada do sul, avadada
em *:8!.Vs.
A arremalacSo sera feila na forma da le provin-
cial n. 3*3 de 15 de mate do anno lindo, e sob as
clausulas especiaes abaito copiadas.
At pessoas qne se propocereai 1 esta arremala-
cSo cemparecae na tala das tessoet da mesma jante
no da cima declarado pete meie dit competente-
mente habilitadas.
E para conttar te mandan aflixapa presente enr
I
__=^^__ 37:7129736
PRACA DO RECtFE 26 DE MAIO DE 1855,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Ilirisia semanal.
Cambios As franaareftet de que foi portador
o vapor Oread H'estrn edeetna-
ra-n-se a 27 1|2 a dinheiro. e 27
l|i cmpralo, e depois delle nao
consta que e fltessem oulros ta-
ques.
Algalian---------- ,'0 rluus primeiros dias vnden-
se de 59*00 a ,5|600 primeira
sorle. e 59 a segunda, nos dous se-
guinles haixou 200 rs., isto he,
vendeu-se de .55200 31100, po-
rem nos ltimos dias vollou ao
primeiro preco, a o superior a
5-5N0O por arroba : entraran 681
accas.
Assucar-----------Bem que a entrada v diminain-
do, o deposito continua, e interno
do niascavado qoe al tqui nao
liavi. Os precos sustenlaram-se
poique lem sirio procurado para
>s repblicas do tal.
- A ultima venda eflcluon-se a 87
1|2 rs. por libra dos seceos sal-
godos.
Alfazema---------Vendeu-se a 69000 por arroba da
rodta.
Azeile doce- dem de 29600 a 2JP0O por galio
do de Portugal.
Bacalho N.i, houveram entradas, porem o
mercado esl bem suprido porque
lemos hoje em ser 6,000 barricas,
lendo-se retalhado de 139 n 159
por barrica. O consumo foi limi-
lado por lar rhegado porcAo de
carne secra.
Carne seca- Tivemos dous carregamenlos do
Rio Grande, com 09 quaes ha bo-
je em ser 27,000 arrobas, e 3,000
arrolias.de Buenos Ayret. Os pre-
* eos ternaram-se- mais tronos, por
que os compradores esperam
liaixe.
Keti llu.ii-sc com o pateteos um
crneamente de 900 barricas de
Balbmore a 319 por Barrica. Ven-
deu-se a de Pbiladelphia ile 319 a
329, a de New-Votk de 33 a 355. -
Ha cm er 600 saceos do Chi,
vindw pelo Rio de Janeiro, 1,200
barricas de Ballimore, e l,200dtv_
New York.
A qoe irouxe o brigne Jos che-
eado do Havre obteve de 630 a
6501r libra. ,
Vinhos--------------Venden- o da Figucira e os do
Lisboa de 555 a 2609 rs. por pipa;
e os ehegados ltimamente do ulti-
mo parlo nao lem achadu compra-
dores, e ditem que van ser manda-
dos para o Ro de Janeiro.
Ie 8 a 12 por cenlo ao anno.
Ha piucos navios disponiveis, mas
os piecnt offerecidos do 40 a i
11A0 eilo em harmona com uedos
porlos do sul. Conste ellecluoa-se
um fielamenlo para carregar pao
brasil em (res porlos limilrophes 1
5 libr.it por tonelada.
Vicram ao nosso porlo 19 emlureac/tet, endo 5
em lastro, 11 com carregamenlo de oulras provin-
cia, 1 de farinha de Ira, 1 do Htvre, e 1 transpor-
te do governo.
Tocaran e eguiram para oulrot, dens vaportt, e
I nivio de Sidney.
Sahirtm 15, sendo 8'edtYi generas para oulras pro-
vincia, 1 em lastro, e,m gneros paia porto es-
Irangeiros e 2 com azeile de peite, qnevieram re-
frescar.
Ficaram ancorados 56 embartacbet a saber: 3 a-
mericanas, 2i brasileiras, 1 chilena, t dinamtrque-
za, 6 franeezas, 2 hamburguesas, 1 heapanhola, 12
inglezas, I norueguenw, 3 poruguetat, e 2 suecas.
MOVIMENTO DO PORTO.
.Vncioj eritrados no da 26.
Rio de Janeiro18diai. Iiiale braiiteiMoVenus, de
53 toneladas, meslre Jniquim Antonio (ionralves
dos Sanios, equipagem 10, carga 200 barrica com
Tarinha de trigo e mais gneros ; a Caelano Cyria-
co da Costa -Moreira. Passageiro, Aleixo'josv
Freir.
dem20 dias, brigje brisileiroaSagilarioB, de 230
toneladas, capi'Ao Manuel Jos Ribeiro, eqnipa-
gem 13, carga caf e mais gneros ; a Manoel
Francisco da Silva Cartrco.
.Vo-oi sahidos o mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigne brasileiro Marte Lnzin,
capilAo Manoel Jos Pieslrello, carga assucar e
mais gneros.
demBarca americana cConrada, capillo W. H.
Salsbury, em lastro.
VoTto entrado no da 27.
Para e porlos intermediosII dias e y,hora, vapor
brasileiro nGuanabaran, commandanle n I." l-
enle Salom. Passage ros para esta provincia,
o Exm. presidente do Pa-, 3 criados e 1 ecravo,
Dr. Joo Silveira de Souta.saa senbi.rn, 1 filho. 1
criada o 2 escravo, J0A0 da Silva Res, Silvestre
Ferreira dos Sanios. Alvaro Luiz Pereira da Sil-
va, Manoel Frneico da Cnnlia, Raymundo M.
Caminht, Bernardlno ti. do Api a ral, Vicente G.
do A mural, Candido Nmii de Mello, Manoel Cae-
lano Spinola, sua sen hora, lilhns o 1 escravo,
Francisco Jos Gome*, Amonio Benlo da Cosa,
Francisco Pedro Bandeira, D. Anni Bargas Perei-
ra e I eserava, Jos Ignacio de Sonta Galvilo, An-
tonio Jos da Silva Brasil, Vicente Renovalo, Iti-
dnro Barelto de Mello, Manoel da Silva Medeirot,
Manoel de Almeida Lima, Jos Jacinlho do Reh,
Manoel Pereira ds Araujo Vianna, Dr. Slvina
Elvidte Carneirn da Cnnln e 1 criado, Franciieo
Ferreira de Novaes, Jos Anlunio Pereira Vina-
gre, sua senhora. 1 filho, 1 criado e 2 escravos,
Jos da Silva Coelho, Loit Francisco de Vascon-
cellos, capillo Claudio Ridolpho da Reg Barros
e 1 escravo, Antonio Fernandes da Silva. Ricardo
Jos Francisco, Antonio Francicco de Atsit, An-
tonio Francisco Ramos, Ootme Jote de Vtscon-
cplldt, Jos Merlina de Sonta. Jos Marlins da
Silva, Joilo Viveiros Patricio, Venceslao Ferreira
da Silva, D. Isabel Pereira Nery, Henriqoe de te
Roque, sua senhora e 3 fillun, 3 policas aconipa-
nhando 2 crimioosos, Thereta (prela forra), e I
escravo a entregar. Seguem para o tul, coronel
Manoel Machado da Silva Santiago, lente Fir-
mino da Cnnlia Reao, 2.- cadete Antonio Leile
Bra senhora e 8 escravos, Bei nardo Jos Paes, JoAo
I.ou renco Pees de Sootn. JoSo Pereira Leife, 1
criado e 8* escravos, Francisco Antonio Rodri-
gues da Fonsecae 9 escravos, Antonio de Reg,
Jos Maria Nogucira, Jos Feliciano da Silva,
Manoel Ignacio da Cunta, Domingos Jo.,; da Silva,
Fausliuo Anlunes, Jacque Guistem, 11 prafas
do exercilo, 1 dita de maiinlia, 29 recrata para
o exercilo, 1 dito para a marioha, Gertrudes
lapuia), e 59 cscravoi a entregar,
Sacias sahidos nv mesmo dia.
Rio de JaneiroHiale americano Gtorge Man-
ghamii, capilo Sendder, em lastro.
Liverpool pela ParahibaBrigne nghtt Weslma-
reltndn, capilAo Archibald lfaltedax, carga ae-
suetr.

i
/
/"
n
/
/

blicar pelo Diario,


DIARIO OE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 28 E MAIODE :355
Yi
V
f
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
boco 2de maio de 185o.
O secretarlo,
Antonio Ferreira da Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arremataran.
Ij O reparos do 7." laojo da (Irada do sul far-
e-hao de conformidad* com o orcamenlo e perfu
approvados pela directora em conselho, e apresen-
lados approvac.iio do Eim. Sr. presidente da pro-
vincia, na importancia de 4:8933.
3." O arrombanle dar principio as obras no pra-
zo de 15 dias e as concluir no de 3 metes ambos
contados pela forma do art. 31 da lei n. 286.
3." O pagamento da importancia da arrematarao
v*rificar-se-ha em dua preslaeoes iguaes, a pri-
meira quando oiliver prompta metadeda obn, o a
segunda depois ite concluidos os reparos.
4.* Nao havar prazo de respunsabilidade.
5.a Melada do pessoaI da obra sera de (ente
livre.
6." Pera tddo o que nao se achar determinado as
prsenles clausulas nem no orramenlo, seguir-se-ha
o que dispoe a respeilu a lei n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. da Annunciarao.
O film. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, ern cumprjmento da onlem do Exm. Sr. presi
dentuda provincia de 14 do oorreW, manda Tazer
publico que no da (i de junlio prximo indouro,
peralte a junta da fazeu la da mesma thesouraria,
se hi de arrematar a quem por menos fizer a obra
dos canos de esgolo de que precisa a ra do caes do
Apollo, avaliada cm 1:7200000 rs.
A rrematacao ser feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15- de maio de 1854, e sobas clausu-
les especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que e propozerem a esta arrematarao,
coropirecam na sala das se.sfles da mesma junta,
no dH cima declarado pelo meio da competente-
mente habilitadas.
E per* constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcrnnm-
bueo It de maio de 1855.O secretario.
Antonio F. d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
1. A eontiuoacaao do cano de esgolo na extenritn
de 28 bracas correntes no lugar do caes de Apollo e
era frente as 4 ras, ser ejecutada de conformida-
de com o orramento approvado pela direcloria em
coDset'-ro e a presen lado a appt ovaran do Exm. Sr.
presideute da provincia ni importancia de l:70?
res.
2. 0 contralador dar principio as obras no pra-
zo de em mez e as concluir no de Ires mezes, am-
bo Miedos na forma do art. 31 .la lei-provincial
n. -J8li.
3. O pagamento da importancia dcste contrato
sera fnito em duas |preslares iguaes, a primeira
quando estiver ejecutada a melade da obra, e a se-
suuda depois de concluida que sera lugo recebid
definitivamente.
4. 0 evnlratador empregar ao menos metadedoi
trabalnadore* livres.
5.J Par* o que nao estiver determinado as pre-
sentes clausulas e no orramento segair-sc-ba o que
dispfe* lei proviucial n. -286.
ConformeO secretario, Antonio F. d'Annun-
ciarao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cnroprimcnlo da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da proviocia de 10 do crtente, manda lazer
publico que no dia 28 de junho ptoximo vindouro,
percute i junta da fazenda da mes-na thesouraria,
se ha de arrematara quem por menos fizer a obra
do evade da villa do Buique, avaliada em 3:3009.
A arrematarao ser feita na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio do anuo lindo, e sob as
clamlas especiaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematarao,
comperecam na sala das sessoes da mesma junta, no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de 1'rrnau,-
buco 19 de maio de 185."). O secretario,
A. F. d'Aununciaro.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
I. As obras do acude do lSuique serSo feitas de
rouiormiiiadc com a planta, e orramento approvado*
pela directora cm conselho c apresentados a appro-
vaci do Exm. Sr. presidente na importancia de
3:300|ODO rs.
2. Estas obras deverito principiar no prazo de 60
dias serAo concluidas no de 10 mezes, a contar da
dal* da arrematarao.
3.a A importancia desla arrematarao sera paga
era 3 preslac,6es da maneira seguinle : primeira
dos dous quintos do valor total, quando liver con-
cluido roetade da obra, a secunda icual a prameira,
depeisde lavrado o termo de recebimento provios-
rio; e a terceira finalmente de um quinto depois do
recebimento definitivo.
4.a O arrematante ser obrigado a communirar
repartirlo das obras publicas com antecedencia de
30 fiasodia fixo, em que liver de dar principio
exeaicJo das obras, assim como trabalhar seguida-
mente 15dias aiim deque possa o engeuhei, en-
carrilado da obra assistir aos primeiros trabadlos.
5.a Para lodo o mais que nao estiver especificado
as preseutes clausulas seguir-sc-ha o que determi-
na a lei regutamentar das obras publicas.
ConformeO secrelario, A. / d'Annunciariio.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria arovinciall
em lumprimenlo da resolurAo da junta da fa/.enda
da mesma thesouraria, manda fazer publica, que nos
dias 12, 13 e 14 de junho prximo vindouro, se ha
de arrematar a. quem por menos fizer, as impressoes
des (rabalhos das diversas repartirles publicas pro-
vinciaes, avahadas em 3:5003000 rs.
A arrematarao sera feita por lempo de um anno,
contar do I. de jolho prximo vindouro, ao fim
de jando de 1856.
As pessoas qoe se propozerem a esta arrematarao
compareram na saladas sessoes da mesma junta nos
dias cima indicados pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de malo de 1855. O secrelario, Antonio
Ferreira da Annunciarao.
O Illm. Sr.inspector da thesouraria provin-
cial em imprmenlo da resolurAo da junta da fa-
zenda da mesma thesouraria,poe novamenle em pra-
ca a obra dos reparos urgentes de que precisa o cu-
de de Caraar, ivaliada em 1:0123000 rs.
A arrematarao ter lugar no dia 21 de junho pr-
ximo futuro.
E para canillarse mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesournria provincial do l'eroam-
buco 19 de maio de 1855.O secrelario,
A. F. Annunciarao. '
O 111ra- Sr. inspector lia thesouraria provin-
cial, em compriaaenlo da resoluto da junta da fa-
zenda, manda fazer publica que no dia 14 de junho
prximo futuro, vai novamenle a piara para ser ar-
rematad* a quem por menos fizer a obra de calca-
meolo do leV>isnro da.eslrada d* Vicloria, avaliada
em 8:3603000 rs.
E para conslar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diarto.
Secu-elariada Ihesourari* provincial de Pernam
buco 19 de maio de 1855.O secretario,-
A. F. d'.mnuuriacao.
Illm. Sr. inspector da Iheaotiraria provincial
em cumprimento da resoloro da junta da faztfida.
m:nda fazer publico, que nos das (o, 13 e J.*, ae
junho prximo vindouro. peranle a mesma junta se
ha de amatar quem por menos Czer, o forneci-
menlii dos medicamentos e uleniis para a enfermara
da caiteia desia cidade, por lempe de um anno a
contar do 1. de julho do corrente anno a 30 de ju-
nh* de 1856.
Aspessoas que se'propozerem a esta arrematarlo
compareram na ala das sesses d mesma junla no
di*scima declarados pelo meio dia, competente-
mente habilitadas, que ah Ihe serAo prsenles o for-
mulario c condicesd.i arrematarlo.
, E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcrnam-
buco 21 de maio de 1855. O secrelario, Antonio
Ferreira da Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolucAo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que nos dias 12, 13 ,,
14 de junho prximo vindouro, se ha de arrematar
em hasta publica, peante a mesma junta a quem
pdt menos lizy,o serMco da capalazia do algodao do
consulado provincial, avaliado em 2:47.59000 rs. por
anno.
A arremalasao sera feita por lempo de tres anuos,
acontar do l.o de julho do correnle anno a 30 de
junho de 1858.
As pessoas que se propozerem a esta arremataran
compareram na sala das sesses da mesma junla nos
das cima indicados pelo meio dia. competentemen-
te habilitadas.
E para conslar se mandou afiliar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
boco 21 de maio de 1855. O secrelario, Antonio
Ferreira da Annunciarito.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em rumprimento da resolurAo d* junta da fazenda
de 2i do correnle, manda fazer publico, que as ar-
rematarte* dos coutralos das barrenas e 20 por Cania
sobre ojennsumo de agurdente no munioipio do Re-
cife, foram transferidas pira os dias 4, 5 e6 de ju-
nho prximo vindouro. g,
E para constar se mandou aduar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de l'ernam-
buco 25 de maio de 1855. O secrelario, Antonio
Ferreira da Annunciarao.
DECLARACOES
Real Companliia de Paquetes Inglezes -a r
Vapor.
No dia 31
desle mez (ou
lalvez antes .
espera-te da
Europa um
dos
COftSUtTOMO DOS POBRES
O Dr. I*. A. Lobo Moscnzo d consullas homeopalhicas lodos os dias aos pobres, desde 9 horas da
da Com
Kcal. o qnal
depois da de-
mora do cos-
U-me segiiit.i para o snl : p ira passageirns, etc.,
rala-se rom os agentes Adamson Howie 6t C, na
ra do Trapiche Novo n. i2:
Para o Aracaty,
sahe o hiate Aurora : (rala-se com Manoel Jos
Alarliiis. ou na ra do Vigario n. II.
PARA LISBOA
seguir a salera porlucueza Mgarida, da qual he
capilAo JoAo Ignacio de Menczes, e o pretende fazer
com brevidade, por ter parle do seu .rarregamento
prompto : quem na mesma quizer carregar, ou se-
guir de passagem, para o que lem bons commodos,
pode enlender-se com o capilAo na praca, ou com o
consignalario Amorim IrniAos & C. na ra da Cruz
numero 3.
Para a Itaha segu em poucos dias a veleira
garopeira l.irrarao ; para o resto da carga. IraU-te
com seu consignatario Domingos Alves Mathcus.
PARA O RIO DE JANEIRO
vapoies m.ln|,,;., ar,, meio dia, e em casos extraordinarios a qualqucr hora do dia ou noile.
J/-.I Ollerece-se igualmenle para pralicar qualqucr operarn de cirurgia. e acudir
qualquer operarn de cirurgia, e acudir promptamenle a qual-
qucr mulherque esleja mal de parlo, e cujas circunstancias n3o permitlam pagar ao medico.
As malas que tem de romluzir o vapor Guana-
bar para os porlos do sul, senlo fechadas hoje(28\ sesue na presente semana o palbabole I enus ; par;
ao meio dia, e
duplo.
depois dessa hora pagara* o porte
Carlas seguras para os Sr. : Amaro Carneir0
Bezerra Cavalcaiili, Antonio Joaqnim Kerreira, A.
Luiz Hilarle Nunca, Claudio DuBeux, Carlos Aucus-
lo Kerraz Abreu (9), Oeolindo Mendes da Silva Mou-
ra, Florencio Domingues da Silva, l-rancisco Mar-
ques de Carvalho. (loujalo de Almeida Souto, lis-
iara Senhoruha Lopes (2), Joaquim de Olveira e
Souza, Scbasliao Lopes Gormarte* Jnior.
O Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha
mauda fazer constar, que em cumprimento do dis-
poslo no aviso imperial de 15 de abril prximamen-
te lindo, e ordens do Eim. Sr. conselheiro presi-
dente da provincia, andar em praca publica
blica por venda na porta do almoiarifado nos dias
26, 28 e 29 do corrente mez, as 11 horas da ma-
nhaa o brigue escuna de guerra Legalidade, com
os pertencei de navcgar.lo, desarmado ncsle porto
pelo seu estado de ruina, sendo a venda feita na
ultima praca a quem tmis der sobre o valor dos ob-
jectos, que ser patente na primeira.
InspeccAo do arsenal de marinha de Peruambuco
22 de maio de 1855.O secrelario, Alexandre Ro-
drigues dos Anjos.
Os 30 dia ulcis para o pasamento bocea do
cofre, da decima urbana dos predios das freguezias
desla cidade c da dos Afogados, prinripia-ae a con-
ardn 1. de jctDM prximo vindouro. lindos os quaes
incorrem na mulla de tres por cent lodos aquelles
que deiiarcm de pagar seus dbitos; o que se faz
publico pela mesa do consulado provincial para co-
nhecimenlo dos iuleressados.
. Peranle o couselho administrativo do patrimo-
nio dos nrphaos se ha de arrematar a quem mais
der em hasta publica, na sala de suas sessoes em o
dia 5 de junho vindouro. a renda das casas do mes-
mo patrimonio abaiio mencionadas, por lempo de
um anno, que lem de decurrer do I. de julho pr-
ximo futuro, a 30 de junho de 1856, a saber: ra
de Foro de Porlas ns, 91. 92, 93.91, 95. 96, 97, 98,
99, 100, 101. 102, 103. 101 e 105, sitios urn no lu-
gar de Parnameirim u. 2, nm dito no Rosarinho n.
3, um dito na Mirueira 11. 4, e Um dilo no Forno da
Cal. em Olinda n. 5. Os licilanles hsjam de emo-
patecer com seus fiadores em a sala das sesses do
mesmo conselho s 10 horas da manlifii do mencio-
nado da 5.
Secretaria do conselho administrativo do patri-
monio dos orphaos 22 de maio de 1855.O secrela-
rio, Manoel Antonio llegas.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista
se faz piihlire.que fora rcrolhida cadeia, por andar
fgida, a prela Joaquina.que diz serj-scrava de Jos
Cavalranli de Albuqnerque ; seo legitimo senhor
compareca peranle a mesma subdelegada. Subdele-
gada da freguezia da Boa-Vista 24 de maio de 1855.
O ubdelegado em exercicio, A. F. Martn/ Ri-
beiro.
COMPANHIA DO BEBERIBE.
O Sr. caixa da Coinpanhia do Beberi"
be, Manoel (ionralves da Silva, esta' au-
torisndo pela assemblea geral da mesma
OODipanhia, a pagado 1 \ dividendo na
razao de 2,?000rs. por acrao. Escriptoiio
da Companbia do Beberi be 25 de maio
de 1S53.O secretario, Luiz da Costa
Portocarreiro.
Peranle o conselho administrativo do patrimo-
nio dus orphaos, se ha de arrematar em hasta po-
blica na sala de suas sesses em o dia 29 do corren-
te inet, a renda das casas do mesmo patrimonio
abaiio mencionadas por lempo de um anno.que lem
de deeorrer de 1. de julho prximo futuro a 30 de
junho da 1856, a saber : ra do Encanlamenlo ns.
.1, .), 76, loja 7(i c 77 ; ra da Senzala Velha ns.
78, 79, 80,81 e 82; ra da (lua ns. 83 e 81; ra do
In-pichc n. 85 ; berco da Litigela n. 86, ra da
Cruz ns. 87, 88, 89 e 90. Os licilanles hajam de
comparecer com seus fiadores, em a sala das sesses
do mesmo conselho as 10 horas da manhaa do men-
cionado dia 28.
Secretaria do conselho edminislralivo do palti-
mono dos orphaos 21 de maio de 185..O secre-
lario, Manoel Antonio liegas.
BANCO DE PERNAMBUCO..
O Banco de Pernambuco toma lettras
sobre o Rio de Janeiro. Banco de Per-
nambuco 7 de abril de 1855.O secre-
tario da direccao, Joo Ignacio de Me-
deiros Reg.
10 DO I. f.l LOBO IOSWOZv.
50 RA NOVA 30
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual rompalo de meddicina horaeopalhica do Dr. (i. II. Jahr, Iraduzido em por
lugoez pelo Dr. Moscozo, qualro vnlumes encadernados cm dous c acompanhado de
um diccionario dos lermos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 20f<>00
Esla obra< a mais imporlaute de todas as quelralam do estudo e pralica da homeonalhia, por ser a unir
que conlm abase fundamental d'csla ooolrioaA PATIKMIENESIA OL El-TEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEconhecimenlos que 11A0 podem dispensar as pes-
soas que sequecem dedicar pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos os mdicos que quizerem
experimentara <*oolrina de Hahnemann, e por si mesmos se convenceren) da verdade d'ella: a lodos os
fazendeiros c senhores de engenbo que estao longe jos recursos dos mdicos: a lodosos rapitaes de navio,
que urna ou oulra vez nao podem deixar deacud^ qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
a todos os pais de familia que por circumstancias, que nem sempre pralem ser prevenidas, sao obriga-
dos a prestar in continenli os primeiros soccorros en< suas enfermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou iraducran da medirina domestira do Dr. Ilerinc,
obra tamhetn ulil as pessoas que se dedicam ap esludo da homcopathia, um vol-
me grande, acompanhado do diccionario dos lermos de medicina...... IO3OOO
O diccionario dos lermos de medicina, cirurgia, anatoma, ele, ele, enrardenado. 39000
Scm verdadeiros e hem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
homcopathia, e o proprietario desle estabelecimenlo se lisongeia de tc-lo o mais bem montado possivel e
ninguem duvida boje da urande superioridade dos seus medicamenlos.
Boticas a 12 tubos grandes......-.........
o patacho .S' e 159000 rs.
be carga e pasjageiros: trala-se com CaelanoCyriaco "'las 36 dilos a............
da Costa Morcira ao lado do Corpo Sanio n. 25.
o reslo da carga, passagem e escravos a frele. Ira
la-se com Caelano Cyriaco da C. M. ao lado do Cor-
po Sanio n. 25.
ARACATY
KjOOO
RW DE JANEIRO.
O brigue DAMA'O segu com multa
brevidade por ter mais de metade He seu
carregamento prompto : paro o resto da
carea e escravos a frete, trala-se com Ala-
1 1 t n- 1 1 j L- J- H.Oacnslv rel)ra-se pan a Baha, e den
diado & Plllheiro, no largo da Assembiea ; por seus J.aslantes"procuradores, em primeiro lugar
Sobrado n. 12. |0*eu caixeiro o Sr. Antonio Joaquim de Faria J-
nior, e em segundo o Sr. John Jacob Loppicher.en-
carregados da liquidarlo de suacasa commercial.
Em a noile de 23 para 26 do correnle, por vol"
la de rneia noile, pouco mais ou menos, entraram
em um quartinho junto doarou^ue, em Sanio Ama-
ro, com chave falsa, e
lo, envcniisado. de
Ditas 48 ditos a .
Ditas 60 ditos a .
Ditas 144 ditos a .
Tubos avulsos.........
Frascos de meia 0115a de lindura. .
Dilos de verdadeira lindura a rnica.
Na mesma casa ha ,semprc a venda grande numero de lubes de rrystal de diversos lamanhos,
vidros para medicamenlos, e aprompta-se qualquer encommenda de medicamenlos com toda a brevida-
de e por precos muilo commodos.
201000
2.50(100
.'!l)04HMi
6001MK)
10000
2.NIIIII
2SHK)
LEILOES
O r-r. Von Solislu lendo de fazer urna viasem
a Europa, fara leilao por inlcrvenrao do agente Ol-
veira, da sua mobilia existente no silio do Sr. cn-
sul da llollanda, em que reside, silio no principio
da poi.le de Uchoa, coiisislindu em sofas, consolos,
mesa de meio de sala e outras inclusive de jantar,
cadeiras, aparador, camas de ferro para casaes e
soiteiroj, espelhos, loucador, commodas, guarda-
vestido, um piano de exccllenlcs vozes, e mullos ar-
Ieos miudos de louca, vidros ele. e algumas obras
de pr.ila, assim como um decante carro americano
quasi novo, qual sera vendido rom os respectivos
arreios e ravallo: segunda-feira 28 do corroirte as
10 lloras da manhaa, no indicado sitio do Sr. cn-
sul hollandez, na ponle de Uchoa.
O agente Ilorja far.i leilao cm seu armazem.
na ra du Collegio 11. 15, de um completo sorlimen-
lo de obras de marrineiria, novas e usadas, obes de
ouro e prala. reloglos para algibelra, urna porrAo de
louca para mesa, vidros de varias qualidades, e ou-
Iros inuitos objeclos que eslarAo a moslra no dia do
leilao, assim como 2 ptimas escravas de meia idade,
que serAo entregues pelo maior prego que for oere-
cido : quinla-frira, 31 do correnle, as 10 hora*.
A agente Olveira far leilao de urna excelleu-
le morada de casa terrea, sila na Alaga do Barro,
cidade da Victoria, comarca de Sanio Anillo nesta
provincia, em Ierras foreiras a >. S. du Kosario da
mesma cidade, e annexa ao sobrado do finado rapilo
Dionizio Cumesdo Reg, a qual perlencera ultima
meniea massa de Manuel Peteira ,le Carvalho : sab-
bado, 2 de junho prximo, ao meio dia em ponto, no
escriplorio do dilo agente, ra da Cadeia do Kecife.
O agente Borja, por aulorisajAo do Illm Sr.
Dr. juiz de dircilo da primeira varado commercio
Custodio Manoel da Silva uimarAcs, a requerimen-
lo de Manoel dos Sarlos Pinto e oulros, far leilAo
das tabernas pcrlencenles a .Mano. 1 Dias Pinho, sita
urna na ra Direila n. 2, e oulra na ra do Raogel
annexa ao n. 2, consislindo as armaces e gneros
etc., exi-lentes as inesmas : quarla-feira, 30 do cor-
rente, lendo lugar o leilao da taberna da ra Direi-
la as 10 horas, e o da taberna da ra do Bangel ao
meloda em poni.
Roga-e ao Hvdm. Sr. padre Anlonio de tal,
vigario da freguezia do Iliacho do Sangue, que an-
nunciesua morada, ou dirija-se a pr.ira da Indepen-
denria n. 6 e8, para se Ihe entiesar "urna caria vin-
da do serlAo.
PRTNTING !
The Undcrsisned undertakes lo execole in Ihe
bes! slvle and vvilh lalelv impnrled new lype, for
AVISOS DIVERSOS
levara'm um hah de amarel- Ihe'resident foreign mercanlile housca, everv des-
. palmos e meio de comprido. | c.r,PKn of prinliog, viz : Circulan, Charlar Par-
ronlendu urnas camisas brancas, urnas pegas de ron- lles- "dls of Ladina, Arcnnnls, Notes etc. n|c., ;,t
padeserviro, urna loalha e uns pannos de barba,"1* lowerl price possible. Ino B. Ilnberlt.
dous vales de 50?)(>00 rala um, deixando varios oh- Ra do lrapic>.c n. 38.
ultima recita do contrato da so-
ciedade dramtica emprezaria como E\ni.
governo da provincia.
QLARTA FEIRA 30 DE MAIO DE 1855.
Aberla a scena depois da eiecngAo de urna esco-
Ihida ouverlura.lera lugar a represenlagAo do eiccl-
lenle drama original pottuguez, que tantos applau-
sos recebeu do illustrtdo publico desla capilal o
qual se intitula
xrs iriyiaos
OU
A RECONCILIADO.
<>s inlervallos serao preenchidos com agradaveis
pegas de msica, linalisando o espectculo com a
nova comedia cm um acto intitulada
0 (ASTRNOMO.
Principiar s 8 horas.
PUBLICADO RELIGIOSA.
Sahioa luz o novo mez de Maria, adop-
tado pelos reverendissimot padres capt-
cliinlios de .%'. S. da Penha desta cidade,
augmentado com. hovgha da Senhora
da Conceicno, e da noticia histrica da
tredalha milagrosa e de N. S. do Bom
Conselho : vende-se nicamente na livra-
ria n. (i e 8 da praqa da Independencia,
a l.sOO.
I.NFORMAQO ES OU RELACO'ES
SEMESTRES.
Na livrarian. G e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se relacoes semes-
traes por pt eco commodo, e querendo res-
mas vende-se ainda mais emeonta.
LOTERAS DA ttOVIMIA.
O Illm. Sr. tliesoureiro das loterias
manda fazer publico, cpie acham-sea ven-
da na thesouraria das loteras, os bilbetes
da primeira parte da primeira lotera '
beneficio da Ordem Terceira do Carino
desta cidade, cujas rodas andam imprete-
rivelmente 110 dia 9 de jutiho. Secreta-
ria das loterias 28 de maio de 1855.O
escrivao das loterias, Luiz Antonio Rodri-
gues de Almeida.
O cautelista Antonio da Silva Gui-
maraes faz sciente pie vendeu o 11. 52-20
com o premio de (i:00.sO00 rs. em quar-
tos da lotera da matriz de Santo Antao,
extrahida no dia 26 do corrente.
AVISOS MARTIMOS
RIO DE JANEIRO.
Segu com muita brevidade para o
Rio de Janeiro, a escuna nacional TAME-
GA, capito Manoel dos Santos Pereira
Silva, para carga, passageiros e esclavos
a frete. traia-se com os consignatarios
Novaes& C, na ra do Trapiche n. 7>\, ou
com o capitao na praca.
PARA O CEAKA'
sahe com brevidade o hiate Anglica, por ler par-
le da carga prnmpla : quem n-lle quizer carregar,
dirija-se 1 ra da Cadeia do Kecife n. 9, primeiro
ainlar. '
Quem annunciou rpierer com-
prar um cavallo carregador e
sem achaques, no Api pucos ca-
sa pe copiar vende-se nm com as quali-
dades que exige o referido annuncio.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DE
LOANDA.
O Srs. proprielanos das casas, cujos chaos sao fo-
.reros a mencionada Sania Caa, sitas as roas do
I 1 vramr-nio. Penha, Direila, Assumprao ou muro da
Penha. Padre Floriano. Aeuas-Venle*. llorla, .Mar-
lyrios, \ irarao, Fagundes c Trro, <|iie foram ron-
vidados pelos Oean'o de Pernambuco ns. 11-2, 113,
lli e 11.5 de 15. 16, 18 e 10 do crrenle maio n vi-
rem pagar os furos que devessem. c ainda o nao fi-
zeram, sao mais uina vea convidados a faie-lo casa
do respectivo procurador, n. ti, defronte do Trapiche
e bem assim aos Srs. proprietarios da caas
Novo
E PASA'.
O veleiro e ja" bem co-
ndecido palhabote nacio-
nal LINDO PAQUETE,
capitao Jos Pinto Nunes,
tem de seguir com brevi-
jos portos cima indicados : para a
pouca carga que Ihe taita e passageiros,
trata-se com os consignatario^ Anlonio de
Almeida'lomes in C, na ra do Trapiche
n. lli segundo andar, 014 com o capitao
na praca do Commercio.
Para o Rio de Janeiro
legue com muita brevidade o brigue brasileiro c7on-
ceico por ler par, da carga prompla : para o reslo,
paslageiros e escravos a frele, trala-se rom .Manoel
A Iva* (iuerra Jnior, na ra do Trapiche n. 14.
Ceara' t- Para'.
Segu em poneos dias a escuna limilia, recebe
carga passageiros : Irala-se com o consignalario J.
B. da pnseca Jnnior, roa do Vigario n. i.
abano mencionadas, cujos chaos sao igualmenle fo-
reiros mesma Sania Casa.
Copiares, sobrado n. 3.
dem, terreas ns. >, t|, 13, H, 15, 1(i. 17-17, I,
di. :t, -26, >.).:, 35 m. 38, 10, 4-2, i5, 55, 61,
63, Ii7, 70 e 73.
dem ou areal da Penha. terrea n. 33.
Areal das Cinco Punta-, Ierre D. i.
Bairro Bauo, terreas ns. 7, S e 26.
Becco dos "recados Mortaes ou Virarao, terreas ns.
1,2, 6. 10 e 12.
dem do Sengado, sobrado n. 1.
dem do Padre, torrea 11. i.
dem do Lobato, terreas na. 7 e"23.
dem da Carvalha, terreas ns. 5, 7 e9.
Ra Velha, sobrado 1. 70.
dem, lerreasns. 61, 66. 68, 72, 7, 76, 78, 82, 8i,
86, 68, 92, 94, 98, 100 e lu.
Ra do Araeao. quii al 11. 9.
Becco de Joao Francisco, terreas ns. 1-1, 3. 5,10-10,
11.13. 14, 15 e 18.
dem, quintal n. 29.
dem do Quiabo, terreas ns. i-. 5-5, 6-6, 7, 8, 12
e 14.
EDUCACAO'.
I ma pes.na habilitada para encinar a linsna por-
logoaia e franeeza, stnfromo principio de naasiea
e desenlio, "iretere--.. para leccionnr por casas parti-
culares ou cm algoma fazenda mesmo fora desia ci-
dade, promelleinlo emprear lodo o zello e desvello
necessario, alim de desenvolver as principies bases
da eduraro. que sao o melhodo. o eiemploea mo-
ralidade. Sendo porrm reronhecida a vanlacem da
educacio fiira de eorpna conectivos, onde quasi sem-
pre os meninos adquirem m.os exemplos por maior
que seja a vigilancia dos meslres. torna-s muilo ulil
conveniente urna lal educacao particular ; nao s
pelo a liaiitameni.i e moralidade dos alumnos, como
pelo menor dispendio da cducarAo : quem desejar
tratar, apparera na ra Nova, loja franeeza n. 9.
A pes.na qoe annunciou itoDiario n. 120 que-
rer comprar um cavaMo carrcuador baixo, sem acha-
ques, dirija-se aos (Jualru Cantos n. I. na Boa-Vista.
O caulelisla Vicente Tiburrio Cnrnelio Ferrei-
ra, avisa aos pu.suidures dos quarto. ns. 2.562 da ha^*^"1
inJTn. 34.
jeclose roupa que havia Ttira do hah : rogase as
autoridades policiae* o mais pessoas a quem for olfe-
recido alguns dos objeclos indicado", os apprehen-
dain.
O ah ivo assinado comprou a laberna. sita
nos Apipucus, ao Sr. Joaquim Ferreira da Silva J-
nior.Francisco Alces de Mello.
Precisa-se de um h mu-mu capaz e que sirva para
lodo servido de um silio : quem estiver tiestas cir-
cumstancias, dirija-se ra dos Quarleis u. 24, ou
nos Afogados. silio defroule da igreja do Rosario.
Offerece-se urna ama de leilc : quem preten-
der, dirija-se a ra do Hospicio n. 1.
P. C. von Solielen, socio gerenle nesla praca
da casa commerci pauhia, indo a Knrop 1. ,1ci\a encarregados da ge-
rencia da mesma casa, romo bastantes procuradores
durante sua ausencia, em primeiro lugar o Sr. Fre-
derico Lopes Guimaraes, cm secundo o Sr. Ricardo
Dcppermann, e em lerceiro o Sr. Anlonio "Marques
da Costa Soares.
Prerisa-se de um criado que seja fiel e que sai-
ha servir bem em urna casa de familia : quem qui-
zer, dirija-se ra da Camhoa do Carino 1. 38, pri-
meiro andar.
Perdeu-se
na madrugada de sahbalo, na oeeajilo da bandeira
do Divino Espirito Sanio, um aderezo do pescoco de
urna menina ; qualquer pessoa que achar, queira le-
var a ra Nova a. 36, segundo andar, que se recom-
pensara o seu Irabalho.
Pede-se ao autor do projeclo que dividi a fre-
gue/.ia de Ipojuca pelo curso das aguas do rio Silu-
ro, que leilha a hnmlade de explicar por onde he,
pois ha Sibir de Sania Cruz. Sihir do Cavalcanli,
Sihir da Serra. Sibir da Malla, lodos esles de
Ipojuca. pois esl ludo em annrehia sem se saber a
que freguezia perlencem, e os vigarios e subdelega-
dos lem de se enconlrarem na mesma casa em exer-
cicios 1I0 dcsempciiho de seus devores.Um mora-
dor de um dos Sibiri.
LVICARA ALViCiRA,
.aoa_lerceiru3 carmelitas. ,^\a iiioi I i,/, na
roa estrella do Rosario n. 17, exislem .1 venda os bi-
Ibetes e cautelas a beneficio do hospital da mesma
ordem, e sao os bilheles e cautelas do hem conheri-
do caulelisla Salusliano de Aquino Ferreira. bem
*sim que estira aberla todas as nuiles al as9 ho-
ras ao respeilavel publico, alim de rerem os immen-
so, premios que lem vendido. O mesmo vendedor
offerece graluitamenlo a melade do premio do bi-
Ihele inleiro n. 3595 da mesma loleria ao hospital,
porlanlo qualquer premio qoe porventura saia. a
pessoa competente po lera vir receher. e espera dos
inesmns dignissimos preferirem os bilheles da nova
ra-a Feliz, ra estreila do Rosario n. 17. Logo que
sablrem as lisias os compradores podero vir receher
o premio que tiverem a di'a.
Precisa-sc alugar urna preta, que seja fiel e di-
licente : na ra dos Marlvrios n. 26.
Os Srs. JoSo Paulo da Silva, Jos Francisco da
Silva, Joaquim da Cosa Ramos, Luiz de Azevcdo
Souia, Scbasliao Coelho Breck. Fraucisco Moreira
Maia, JoSo Piulo deArauj,, Herculang Alexandri-
no Bernardino, Manoel Antonio Pereira, Manoel
Joaquim Paschnal, Innoccncio Marinhu dos Santos
e Joaquim da Costa Campos, tenham a lioudadc ap-
parecer na loja da ra do Uueimadu n. 10.
Francisco Severino Raposo da Cosa, brasileiro,
relira-sc para a Ir,inri.
O Sr. Anlonio Theodoro de Serpa queira let a
bon.lade de declarar pelo Diario o luuar de sua mo-
rada, para tralar-se de negocio que se faz preciso.
Precisa-sc fallar ao Sr. Joao Silveslro de l.ages.
a negocio de seu inlercsse, e ao Sr. Francisco da
Silva Macedo ; na ra da Guia n. 36.
Est jusla e contratada a compra do encenho
Una, silo na comarca de Santo Antao : quem se jnl-
gar com direilo a elle por qualquer titulo, baja de
declarar por este jornal, 110 prazo de 3 das.
i-'nran apprehendidos pela subdelegada da
fregue/a de S. Fr. Pedro timiralvcs do Kecife, di-
versos telogios de algibeira e parede.que seachavam
para conscrlar em poder de Domingos Ribeiro da
Lu/, fallecido sera leslamento c scm declaracao al-
guma : quem direilo liver a qualquer dos relogios,
apresenle-se, que dando ossignaes Ihe sera entregue,
e islo no prazo de 30 dias. lindo o qual passar.lo aos
heirnos do mesmo fallecido. Recite 25 de maio de
1855.'
Roca-se encarecidamente a pessoa que mandou
encadernar na cncadernacan da ra das Trincheiras
n. 61 A, os Myslerios do Povo, haja de ir buscar no
prazo de 3 dias, do contrario o abano assignado o
vender para pagamento da encadernarAo. Na mes-
ma encadernarao precisa-sc de um ollicial que seja
perito.Pedro Aflonso Rigueira.
Precisa-se de um hornera porlusuez para ad-
ministrar meia duzia de prelos no serit;o do campo,
distante desla praca 3 leguas : quem estiver neslas
circumstancias, appareca na ra da Madre de Dos
n. 7, loja.
Precisa-se de 4:000?O00 a premio, para o que
se tiypolheca propriedades de dohrado valor, e rom
lo la garaali* ; a quem convier pode deixar. na roa
da Senzala Nova u. 9, em carta fechada a N. C. B.
sua motada, que sera procurado.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Al ham-se a venda um reslo de bilheles da loleria
53 do Monle Pi Geral, que correu a 18 do prsenle,
em a Sania Casa da Misericordia. Os premios serio
pagos a rhegada Has lisias, asquaes virAo lalvez pelo
veloz Tocantins.ofie parliudn do Rio de Janeiro a25,
deve aqu chegar a 31 do prsenle. Os Srs. que lem
bilheles apartados ou encommendado, queiramos
ir buscar, pois que a continuar a chegada de navios
do Rio de Janeiro com lo poucos dias de viagem,
como lem acontecido, retiraremos da venda ditos bi-
Iheles, confiarme j temos feito. e o faremosseuipie,
a nenhiini s se vender anda mesmo que esleja
apartado ou encommeudado.
Drseiicaminliou-se do halcao da loja do ahaixo
anigoado urna lellro de rs. 1:2503800, sacada por
Francisco Pedro de Andrade, aceila por Amaro Go-
FUER DAS MKRCANTII.F. Pl BLICLM!
Ip der Druekcrei iles L:iiler/eirlinelin orden alie
zum.Geschaefic gehoerende Drurk-arhen, ais Cii -
culaire, Srhill'scontracle.Connnissemctite, Rechnun-
gen, olas ele. ele, billig und gut aussefuehrl.
Ino : K. fuberls. Ra do Trapiche n. 38.
Alugr.-se a 10 rs. por mez, urna casa terrea
cm Olinda, ra da Bica de S. Pedro n. 1. com duas
porlas e duasjanellas de frente, Ires salas, qualro
qnarlos, grande cozinha, qoinlal grande murado
com portan para ra, cacimba, estribara para Ires
ou qualro ravallos, e casi para pre|o<, e lainhein se
vende : a Iralar com Antonio Jos Rodrigues de
Sorna Jnior no Recite, ra do Collesio 11. 21, pri-
meiro ou segundo andar.
O provedor da irman lade do palriarrha S. Jo-
s d'Agonia, erecla na igreja de N. S. do Carmo, ro-
ga a todos os seus rharissimns irmaos que conlrihui-
ram com suas quolas para aedilicarao das respecli-
vas ralarumhas dentro doremiterio"publico, dignem-
sc aprcsenlar quaulo antes seus recibos na ra es-
Ireila do Rosario n. 12, primeiro andar, ou n. 19,
loja, para venlirar.lo do mesmoa, alim de se conhe-
cer o verdadeiro numero dos conlriboinles.
Precisa-sc fallar com o Sr. Antonio Joaquim
Marques dos Sanios, para negocio de seu inleresse :
no armazem de Joao Marlins de Barros.
O ahaixo assignado faz publico, que vendeu a
armadlo e mitidezas existentes na loja que posaiiia
al30de abril prximo passado, na ra larga do Ro-
sario n. 38, convida todas as pessoas que Ihe devem
a salisfazer seus debilos al 9 do prximo futuro mea
dejunho.porque linda este prazo passarAo a ser com-
pelidos judicialmente, sem dependencia de novo an-
nuncio seu.Jos Dias da Silta CardeaV.
a O Sr. Manoel Anlonio Pinto e Silva queira
ler a boinlade de apparecer na ma do Collesio n.
11, agencia de leudes, a negocio que Ihe diz respai-
lo, pur gnorar-se sua morada.
Joaquim da Silva Monriio previne a quem in-
leressar possa. que lodos os Den* to Sr. Jos Dia*-sia
Silva, movis, semoventes ede raT>jin'a,'.sujdlos
ao pagamento do que elle JJuwJgajas" pelo que nao
piole o mesmo aliena-twsx^leui oe qualquer forma
li-pr delles. em prejuizo do annunciante, que pro-
le.u n^ar disposirao desses bens.
da ou 1
Narciso Jo da Cosa, lenda encontrado outro
de igual nome, o qual he empresado como palrao do
esraler 1I0 lacro da alfandega. se assignara de boje
em dianle por Narciso Jos da Costa I'ercira.
e50S3SS-*j>aUrat
19 Acha-se a venda o MANUAL do Guarda
a) Nacional, ou colleccao de todas as lei, regu- j*J
^ lamentos, ordens eavisos concernen!*)* a mes- ps
;:; ma guarda nacional, orsauisadn p do capitao f)
70 secretario do commando superior* da guarda Q
| nacional da capilal da provincia de Pernam- *
*jt buco Firmino Jos de Oliveira, desde a sua .-.i
1 nova organisacAo al 31 de dezembro de 1
'' 1S5i, relativos nao sao processo da qualili- P
S cacao, recurso de revisla ele. ele, seno a eco- f>
9 nomia dos corpos, orgaipsarAo por municipios, @
tf balalhoes, companhias ; com mappas, mo-
Jl dlos ele, ele : vende-se nicamente no po- ti
i$ leo do Carmo 1. 9 1. andar 5cOO0 res por $9
;- cada volume. .^
EDUCACAO DAS FILHAS.
Entre as obius 1I0 grande tenelon, arcebispo de
Cambrav, merece mu particular mencAc o^iralado
da educaran das meninasun qual esle virtuoso
prelado ensilla como as mAis devem educar suas fi-
Ibas, para um dia cheuarem a oceupar o sublime
lugar de mi de familia ; lorna-se por lano una
necessidade para lodas as pessoas que desejam sni-
a-las no verdadeiro caminho da vida. Esl a refe-
rida obra (raduzida em porluguez, a vende-se na
livraria da prara da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminulo preco de 800 rs.
Pede-se ao Sr. Jos de Mello Cesar ex-pro-
curadorda cmara de Olinda, que venha entetider-
sc com os borden o> de Luiz Roma, pois basta de
cassoadas, licamlo recto que cm quaulo nao se en-
tender com os inesmns ha de sabir esle annuncio.
Na ra da Cadeia do Recite n. 3, primeiro an-
dn, confronte o escriplorio dos Srs. Barroca A; Cas-
'ro, despacham-se navios, quer narionaes ou eslran-
geiros, rom loda a prumplidao ; bem como liram-se
passaportcs para fora do imperio, por pircos mais
commodos do que em oulra qualquer parle, e sem o
nrenor Irahallio dos prelendenles, que podem tratar
das 8 da manhaa as 4 horas da tarde.
I J. M, DENTISTA. S
);; conlinua a residir na ra Nova n. 19, primei-
@ ro andar. **)
SiSH!K3ag*M S*
Pergimta-sc aa celebre Jos Rodrigues do Pas-
so o que lenciooa fazer com os seus credores, porque
oslan 10 penhoraila a beranra de seu tinado sogro lle-
lem, pelos mesmos credores mais de 20) e propoudo
o mesmo Passo urna accommudacao, al boje nada
e m feilo na furnia de seu coslume.Um rredor.
Na ra Bella 11. 13. precisa-sc de urna ama es-
crava, que saiba cuzinhar bem.
Casa de consignarao de escravos, na ra
do* Q'iu-teis n. 21 ..
Compram-se e reccbcm-sc escaravos de ambos os
sexos, para sevenderem tic rommissao, lano para a
provincia como para fora ..-11... oflerertndo-*e para
isto loda a seguran.;.) precisa para os dilos escravos.
i83*
DENTISTA.
Paulo liaignoux, denlisla fraecez, estabele
cido na ra larga do Rosario n. 36, segnndo
andar, colloca denles com gengivssarliliciaes, 0
e dentadura completa, ou parle della, com a 9
pressao do ar. m
9 Rosario u. 36 segundo andar. 5C
Ja3* !$
AULA DE LA1WM.
O padre Vicente Ferrer de AlbiK|uer-
que raudo* a sua aula para a ra do Kau-
gel ti. 11, onde conlinua a receher alum-
nns intei nos eexternos desde ja' por m-
dico preco como lie publico: quem se
quizer ahlisar de seu pequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EXCELLENTE PITADA.
Hape l-ancez lino,
o mais superior de lodo quanlo lem viudo a esle
nicica.lo. lem a propriedade de nunca mofar, assim
como de nao ferir o natiz : na ra do Crespo n. 11.
- HattoeJ Jos Leilc
declara qnearreiitatot em
lei !co todaf as dividas que
.eviam .i >ia :oel Pereira
de Carvalho, naimpo tan-
cia de 48:9514.^000 ris;
c nv da jjos aostievedores
do dito Carvalho a mi s-j
pagnem o aunuariante,
para o que so podem diri-
gir asna loja, sita ama
cife \\ de inaid de 185
CASA DA AKERKAO'. PATEO 1)0 TERl,))
N. 16.
O ahaixo assignado srienlilica. que no escriplorio
daqnrlla casa da-se espediente lodos os dias uleis,
das 9 horas da maullan as i da larde : outro sim, que
a revisflo leve principio no dia i de abril prximo
passo.lo, eque lindo o prazo marrado pelas posturas
municipaes, acorrer* os contraventores as penas
do artigo2,ttolo II das sobredilas posturas.
I'ra.redes da Silcm Gutmao.
Esl a sahir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTHAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAI SEN E OUTROS,
c pos|o em ordem alphabelira. com a ilescripro
abreviada de todas as molestias, a indicaran phvsio-
logica e therapeulica de todos os medicamentos bo-
meopalhicos, seu lempo de achilo e concordancia.
seguido de um diccionario da siguificacSo de lodos
os lermos de medicina e cirurgia, e pasto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MOIUES.
Subscreve-se para esla obra no consultorio borneo,
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, na Nova n. 50-
primeiro andar, por 33000 em brorhura, e 6S000
cncaderuado.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva, que
sailia fazer o serviro diario de lima casa de pouca
familia : a tralar na ra do CoHegio n. 15, arma-
zem.
IJuem annunciou querer comprar o"1 j"ais> de
diccionario* inglezes, pyr V.eira. em formaio-graiiij,
iMi.io andar.
_ Arrenda-s om silio na estrada que vai Casa
forte, rom soflrivcl casa de morada, estribara, ar-
vores de fruclo, bem carrecadas, capim de plaa em
varzea, bom terreno, c nutras lavouras bem ciiad.is:
iiuem o pretender, annuncio ou dirija-se ao seu do-
no Lino Cavalcanli, ou no trapiche do Ramos a Fran-
cisco Jorge de Souza. |
W .IBLICAC\0' DO INSTITUTO 110 g
MHII'ATIIK ti 1)0 IIKASIL.
W TIIES0LR0 IIOMEOPATIIICO P
M OU <2>
(& VADE-MECUM J)0 tt
{$ IIOMEOPATHA. Q
Sl Melhodo conciso, claro e seguro de cu- ({)
rar homeopticamente todas as molestias /xt
gue af/ligem a especie humana, e part- w)
rularmente agellas gue fiinam no Ora- ftA
jti/, redigido segundo s melhores* trata- ?1
dos de homeopalhia, laulo europeos como kjp
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Or. Sabino Olegario Ludgero
l'inli. Esla obra lie boje reconbecida co-
mo a melbor de lodas que Iralam daappli-
ca^ilo bomeopalhica no curativo das mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, nAo (&j
podem dar um passo seguro sem possui-la e /a
ronsulla-la. Os pais de familias, os sendo- Wf
res de engenbo, sacerdotes, viajantes, ca- J
pitaes de navio, serlanejnselc. etc., devem 2J
le-la a mflo para ocrorrer promptamenle a (9
i
I
i
I

-?. qualqucr caso de molestia.
! Dous volumes cm hrochtira por 103000
CjT; )) encadernados 113000
/w* Vende-se nicamente em casado autor,
W no palacete da ra de S. Francisco (Mun-
IA do Novo n. 68 A.
i
Joias.
Os abaixo assignado', dnnos da loja de ourives, na
ra do Cabug.i n. II, ronfronlo ao paleo da malri/
e ra Nova, fazetn publico, qoeeslAo sempre sorli-
dns dos mais ricos e meldores gnslos de lodas as obras
de ouro nere-sarias. lauto para senlioras como para
bomens e meninas, continalo os precos mesmo ba-
ratos romo lem sido ; passarseba urna conla com
responsatiilidade, especificando a qualidade do ou-
ro de 14 a 1S quilates, Reaeja assim garantido o
comprador se apparecer qualquer duvida.
Seraphim 0* Irmao.
Precisa-se de um bomem de pouca familia,
quesaiba latiin c msica, para cnsinar em una casa
no mallo, 20 leguas distante desla cidade, c paga-se
bem : quem a isso se propozrr, dirija-se a rua da
Cadeia do Rerife n. 16, escriplorio do Sr. Miranda.
-Novoslivrosdebomeopalbia uiefrancez, obras
pois pelo prsenle, que !,0,las,le 'umma importancia :
Oliveira Mello, previnc-se
lauto o aceitante como o endocan'.e se nao respoosa-
Inli-aiii pelo pagamenlo dessa lellra, visto que se I-
gnrio por araso acliou ou a sublraliio, e qocira com
I ella fa/or negocio, rogare negocio alguin facam por-
que nesla dala a pagatio ao sacanle. fieando assim
sem elleiio essa lellra se por acaso apparecer. Naia-
rcll, 11 ile maio de 1K.55.
Domingos Jos la ('.osla llraga.
Precisa-se alugar um primeiro andar tas se-
guinles ras : Collegio, Oiieuna.lo, Rosario, LiVTa-
nienio ele.; d-se fiador a conteni ou pafia-se adian-
tado, elrala-se bem da casa : quem livor anuuncie,
que paaa-se a despeza do annuncio.
Logo abaixo do caes do Ramos, aluga-se um
terreno murado ao pe do embarque, com capacidad*
de reee,ber 11,000 toneladas de rarvo de pedra, ou
para laixas ; se alguma compaubia ou pessoa parli-:
rul r precisar, dirija-se a rua d,-, Madre de Dos '
Hahnemann, iraia.io das molestias edronicas, 4 vo-
leria de S. Antilo. nos quaes -.Imam os -1 ronlos
de reis, vendidos no palco do Carino e rua do Li- \ .Na casa de paslo da rua das Cruzes n. 3!l, lem
v ramelo Inj do Sr. Briilu Alves Tupinamb ., po- comedorias a lodas as horas do dia. da almoros e
deriio aprsenla lo .1"p.n- de sahir a lisia para re-
cebereio o que por sorle lites sadio.
janlarcs para fora, e
mingos.
lem mao ue vacca nos
d.o-
lumes............ 203000
Teste, rroleslias dos meninos..... 6(IOO
llering-, homeopalhia domeslira..... "000
Jahr, pliaitnaenpoa linincopalhira. 63000
Jalir, novo ma)iual, i volumes .... lcOOO
Jahr, molestias nervosas....... 63OOO
Jahr, uiolcslias da pclle....... 89000
Rapnu, historia da homeopalhia, -J volumes I65OOO
llarlliinanii, halado completo das nxileslias
dus meninos.......... 10S000
A Teste, materia medica bomeopalhica. X3OOO
De Kavollc, doulrina medica homenpalhica T-mi-i
Clnica de Slaonel........ 69OOO
Casling, verdade da homeopalhia. 4s000
Diccionario de Nvsk.i....... 10c Allla* compli-lo de analorria com bellas es-
lampas colorida*! conlendo a desrrip^ao
de loilas as parles do corpo humana 303000
vedeni-sc lodos estes livros no consultorio hnmeopa-
ibico do Dr. Lobo Moscoso, rua Nova 11. 50, pri-
meiro andar.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
I railia : na rua Bella u. .
l'recisa-se fallar com o Sr. Francisco Locas
Ferreira, no paleo to Paraizo n. 18,
'Olierece-se urna mulher de boa couducla para
o serviro de casa de um bomem sollciro, ainda mes-
mo para alsum silio perlo da prara : quem precisan
dirija-se 1 Hoa-Visla, becco dos Ferreiros n. 4.
Alujja-sc 011 vende-se urna casa com
sotiio e sitio no lugar da Torre, junto ao
sobrado do Si-. Peixoto, com todas as com-
modidades para amilia, cocheira, eatri-
baria, qunrtos pata eitor, etc.: na rua
da Cruz n. 10.
COMPRAS.
COMPRA-SE uma secretaria com
fiteiro em cima, de qualquer madeira:
na rita de llortasn. 02, casa terrea com
a ("rente pintada de azul, ou nesta tvpo-
graphia.
Compra-sa uma.lipoia em bom estado: na rua
de Sania Rila, sobradode um andar n. 85.
Compra-se uma canoa que leve 500 lijlos, e
que esleja em bom estado : a Iralar na rua das La-
rangeiras n. 18.
Crompra-se uma casa lerrea no bairro de Sanio
Anlonio, S. Josou Roa-Vista, livre e desembaraza-
da : na rua larga do Rosario n. 50, primeiro andar,
alii arharao com quem tratar.
Compram-se :I00 travs de embiriba de 30 pal-
mos ile cniipriiniMiio e 1 em quadro : na rua Velha
n..
Compra-se prala brasileira e hespaubola : na
rua da Cadeia loja n. 54.
Compra-se uma ranoa aberla que peque 800 a
1,1100 lijlos, eque esleja cm bom estado : na rua
da Cadeia do Rccife loja n. 54.
Compra-se uma ou duas rasas terreas as se-
grales ras do bairro de Santo Antonio: Flores,
Camlioa do Carmo, paleo do mesmo, rua de S. Ine-
rcia, dita de llorla-, dita eslreita do Kosario, dila
das Cruzes, paleo do Paraizo, roa das Larangeiras,
dita das Trincheiras, e dila do Rangel ; quera liver
e quizer vender dirija-se a rua das Trincheiras nu-
mero 0.
Compra-so um ravallo que carregue haixo e
que nao tanda achaques : a pessoa que o liver para
vender, anuuncie a sua morada para ser procurada.
Compmm-e escravos de ambos os
sexos e recebem-*e de commisso: na rua
Direita n. ">.
Compra-** efleclivamenlc qualquer porcao de
sebo: na fabrica de sahao. na rua Imperial.
Compra-se eflcrlivamenle lironze, lalaoe co-
l < estibe : no deposilo da fuudiro d'Aurora, na
rua do llriini. logo na entrada n. JH, c na mesma
fundiraoemS. Amaro.
VENDAS
Vende-se nm silio no Arraial, ronfronle a en-
trada do caminho qne vai para .1 Casa Forte j acha-
ra com quem Iralar no mesmo.
TENTOS
PAEA VOLTARET.
\eA.lctn-sc 11a rua da Cruz II. 6, primeiro andar
lindas caixas envernisadas, com lentos para marcar
jogo do vollarclc, por preco muilo commodc.
ILp de graca.
Existe na rua da Collegio n. !'.', um resto de lalas
conleutlocada mu i libras de massa de tomates em
estado perfeilissimn. que para se acabar, vendem-se
pelo barato prero de WM cada uma.
Vende-se uraa casa lerrea na rua da Praia n.
51 : quem a pretender, dirija-se Cambria do Car-
mo n. 18.

Romancei.
ColleccCes de romanees, dramas e oulras publica-
res litleraria* dos melhores aulores cdtidecjdo* :
l."nne L?oni, por (jenabe Sand. *
Minhas memorias, por Dumas.
Impressoes de viagem, por idem.
Paslor d'Ashbourg, por idem. .
Viga de Koat ven, por Sue.
Palacio de Lamhert. por idem.
Cirios llroschi. por Srribe.
Filho do labo, por P. Feval.
Saldo de coalas, por idem.
A lilda des reis. por idem.
lis lioineiis de marmore, drama, poi Mendes Leal
Jnior.
Poesias de Rucase.
Dilasde L. A. Palmeirim.
Ijenio do chrislianismo.
Faslos da igreja.
O novo amigo dos meninos, obra approvada para
uto das escolas de inslrncran primaria, pelo me-
lhodo Caslilho.
Vendem-se por preces moilo commodos, na casa
n. G, defroule do Trapiche Novo.
Attencao !
Vende-se superior fumo de milo, segunda e capa,
pelo baralissirao prero de HjOOO a arroba : na rua
Direila n. 76.
Na rua do Queimado,
nos qualro canlos. loja de fazendas 11. >, trefronte
do sobrado amarello, vendem-se is fazendas abaixo
iiicnrinuad.i-, lodas de muilo boas qualidades, e em
muilo bom estado, e os precos so os seguinles: brius
trancados de rores. de muilo bonitos padrdes, de pu-
ro liuho a 600 rs. a vara, dilos brancos a 800 rs.,
dilos lisos muilo finos a 480 e 520, ganga amarella
da India a 3( rs. cova.io, corle de casemirat para
caifas, fazenda muilo superior e de bonito* padri.es
a 49OOO, casemira prela muilo fina a 000 o covado,
merino prelo muito fino a 39000 o covado, damasco
de lila sem mistura de algodao a 600 rs. o covado,
ehilaa nimio finas em relalhos a 160 o covado, ditas
.lilas oortande-*e de retas a 200 e 250, chales de me-
lim a 640, dilos de chita a 800 e I30OO". ditos de al-
godao muilo boa fazenda a 700 rs.. charros de sol de
seda para senhora o melbor que pode haver a 3J>600,
dilos de paiiiiinhode asteas de baleia para liomrin a
23OOO, dilos ditos de asleas de junco a 1j>200, cha-
peos prelos francesa*, fazenda muilo superior e do
mais modemissimo goslo a 63000. lencos de seda
com franjas para senhora a 23200, ditos de algodao
e seda lamben) com franjas a 6it), dilos de pora seda
para algibeira a 23000. dilos brancos de cambraia de
linhn a 640, grvalas de seda muilo bonitas a 40 a
800 rs.. (I)las de cassa a 240, meit.s teios de selim
prelo e de cores, mullo boa fazenda, a 640 e 13200,
cries de colleles de gorsurao de seda, fazenda mui-
lo superior, a23000, dilos bordados de selim a 53000,
dilos de fusto muilo fino a I3OOO. chales finamos
de merino a 63OOO e 103000, dilos de seda muito su-
periores a I03O00. rtes de vestidos de seda esco-
ceza a I83UOO, dilos de seda lavrada, fazenda moilo
superior, a 243000, selim prelo do Maco, fazenda
moilo boa, a 23000 o covado, cortes de vestidos de
cassa lina com barra a 23OOO, ditos dilos a 10500.
cortes de cambraia com babados a 43000, dilos de
cassa chita a 13800. bonetes para meninos a 400 rs.,
suspensorios finos de borracha a 200 rs. o par, cami-
sas de meia a rXMi r-\, mcias de seda brancas para
senhora, fazerda superior, a laROO o par, lovas de
seda para senhora perfcilamenle boas e de lodas as
cores a 13000 o par, meias finas brancas para meni-
nos a 160, dilas para meninas a 200 rs., dilas muilo
linas para senhora a 300 e 400 rs., dilas prelas de
algodao para senhora, fazenda boa e sera defeito, a
200 rs., dilas rruas e brancas pata h mii.mii a 160, e
oulras mnilis.imas fazendas, que vista de sua mui-
lo boa qualidade e diminutos presos, os freguezes,
amigos do bom e barato, nflo deixarao de comprar.
Tirando cerlos os Srs. freguezes, que sevendem loda*
as fazendas muilo baratas por terem sido arremata-
das em leilao. a dinheiro a vista, e lambem por se
querer acabar com a loja. Esta advertencia se faz
para que os freguezes na"o se demorem a vir s
pecliinchas, pois o qne he bom e barato depressa se
jewSa; anveriinuo-se iMits^ijue s se vende a di-
nheiro a vista, que fiado torffmMita^aaaaaaBasBaaa**'K
Vende-se urna bomba para cacim-
ba de roda etoda de ferro, do molde mais
moderno e commodo: na encruzilbada
dellelein, venda do Andre.
A Boa lama.
Na ma do Queimado loja de miudezas
da boa fama n. 31, vendem-se as miudezas abaixo
mencionadas, o alera.dessas oulras muilissimas qoe
avisla dos seus precos muilo baratos, nSo deixam de
fazer minia conla aos amigos do bom e barato, as-
sim como borcteiras e mscales: lindas de novellos
ns. 50, 60 e JO a I3IOH a libra, boloes para camisa
a 160 a groza, filas de liuho brancas a 40 rs. a pe-
ca, linhas de carrilel de 200 jardas n. 12 a 120 e
170 rs. o carrilel, colxelcs francezes em carines a
80 rs.. linhas de pezo a 100 rs. a meadinha, dilas
muilo finas para bordar a 160 rs., fitas de sedii la-
vradas de todas as cores a 120 rs. a vara, lindas de
marcar azul e encarnada muilo finas a 280 rs. a
caixinda com 16 novellos, dilas mais grossas a 140
rs., lapis finos envernisados a 120 rs. a duzia, dilos
mais ordinarios a 81) rs. a duzia, dedaes para senho-
ra a 1IK) rs. a duzia. raixas para costaras de se-
nhora a 23000, :i3O00 e 3.-s>00, ditaa*p*ra joias a
300, 201). 120 e 80 rs.. braceleles encarnados a 400
rs., pennas d'acn muilo finas a 640 rs.a groza. pa-
litos de fugo a 40 rs. a duzia de maeinhos. capachos
piulados a 640rs., bongallinhas de juncornm bonitos
castes a 300 rs., penles para alar cabejln a 13.500
a duzia, papel atinara muito bom a 23*300 a resma,
dilo de pezo paulado a 33600, mirangas miudinhas
a 40 rs. o majo, dilas maiores e de lodas as cores a
120 rs. o maro, suspensorios a 40 rs. o par, grampas
a 60 rs. o massindo, alneles a 100 rs. a carta, pe-
dras para escrever a 120 rs.. boles finos para calca
a 280 rs. a roza, brinquedos para meninos a .700
rs. a caixinda, meias brancas para senhora a 210 rs.
o par. dilas de torear fazenda superior e com
borracha a 700 rs. o par, dilas de algodao pa-
ra hoinem brancas a oilocentos reis o par, es-
envas finas para denles a 100 rs., colheres de
1nel.1l para sopa a 640 rs. a dozia, espelhos cora
molduras douradas, fazenda superior a 120 e 160
rs., espelhos de capa a 800 r. a duna, tesouras para
costura a 13000 rs. a dozia, caivetes de i foldas
para aparar pennas fazenda superior a 240 rs., lu-
vasde sedapretascom palmasde cores a500rs. o par,
dilas de cores muito finas a 400 rs.. agulhiros de
metal com agulhas cousa superior a 200 rs. torcidas
para candieno do numero que o comprador quizer
a 80 rs. a duzia, (velas douradas para calca e collete
a 100 rs., penles .le baleia para alizar a 280 rs., dilos
fiuissimos paraalarrabello a 19380 rs,espora linas de
melal a 800 r. o par, chicotes lin os aSOOelSOOO
rs., ahotna loras para rolletes a coma soperior a 400,
500, 600 e 800 rs., Iraieellirfs de dorracha para re-
logios a 100 e 160 rs., caixinhas cora superiores agu-
lhas franrezas a 200 rs., meias de seda piuladas pai-
ra crianzas de 1 a 4 annos. a 13800 rs. o par. dilas
pintadas de fio da Escocia de bonita* padroes a 240
e 4011 rs. o par, trancas de seda de lodas as cores, fi-
las linissimas de lodas ts cores, biquiohes de algo-
din) c de liuho de bonitos padroes moilo finos, le-
zouras o mais lino que he possivel cnconlrar-se e de
Indas as qualidades, Invas e meias lidades. e oulras muilissimas cousas, ludo de muilo
goslo e boas qualidades e por precinhos que muilo
agradam. Esla loja he hem ronheeida no so por
vender sempre ludo mais barato duque em oulra
qualquer parle, romo lambem ser nos qualro cantos
adianle da loja do sobrado amarello, e para raelhor
ser condecida (em na trente uma taboiel* com a boa
fama piolada.
C. STARR&C.
respetosamente anniinciam que nrfseu extenso es-
tabelecimenlo em Sanio Amaro.cntiliitnam t fabricar
com a maior perfeirao e promplidJo. loda a quaida-,
de de macbiiiismo para o uso da fgticullura, na-
vegaban e manufactura; c que para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico era geral,
leem iberio em um dos grandes irraazens do Sr.
Mesquita na rua do (rom, aira/ do arsenal de ma-
rinha
DEPOSITO' DE MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelecimculo.
Alli arharao os compradores um -omplelo sorli-
menlo de moendas de ratina, com lulos es melhora-
tnenlos alguns delles novos eorijiiiaeaT.de que a
experiencia de minios anuos lem mostris a neces-
sidade. Machinas de vaporle baixa e alia pressao,
laixas de todo lainaubo. lauto haUatM como fundi-
das, carros .le man o ditos para raaHair formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra dilo, Tornos de ferro balido para fa niba. arados de
ferro da mais approvada consiiucc,a>, fundos para
alambiques, crtvos e portas para foi ualhas, e uma
inliuidade de obras de forro, que soria enfadouho
enumerar. Re mesmo deposito cxisle uma pessoa
inlelligenle c habilitada para receber lodas as en-
' commendas, ele. ele que os annuncianles contan-
do com a capacidad? de suas ol orinase ma-hinismo,
e pericia de seus ofliciaes, se compromeltem a faser
eaecular, com a maior presteza, perfi;irS.o, exacta
conformidade com os modelos ou desenhos.e inslruc-
c,es que Idea forera fornecidas.
Vende-se umexcellente piano
de Jacaranda' ainda novo e do verda-
deiro Col lar d & Colla rd, por preco
muito commodo : na rua do Cabuga
n. 16, segundo andar.
1
j


I1EGIVEI
MUTILADO
1 Mar* iWa.111'


tf
*
DIARIO OE PERRAMUCB. SEGUNDA FEIRA 28 UtMftlQtib5
Vende- urna erivacom habilidades, viuda Vende-se o verdadeiro licor de ab-
ite fra: na ra da Guia u. 61, aegundo andar.
Vende-se ou' Iroca-se por qnarlaos um bom
'avallo de estribara : ua na Imperial n> 120 A.
A 260 RS. O COVADO.
s/ntlie encaixotado, por Caalo prero
j na ra da Cruf n. 26, primeiro andar!
| Grande sortimento de biins para quem
Rifado de (uadrw eacoceie.de 4 palmus de lar-1 'l.ue'' sel" (.''nenho com pouco dinheiro. ATTENCAO.
gura, muilo lindo,para vestido de senliora : vende- y*""1*"86 1,nrn Xaurado de luirs c quailros.de pu y., r(Ji
.pelo barato preco da I r.. %cuvado : ua ruado I r0 ,",',u- WO M. a vara, dilo l a 610. :,m:s
'.'neimad n. 9, luja da Azevedo & Carvaihu. anwrella lisa 860 .. rajado, riscados etcun* a imi-
- | 'afilo de catemira a 36(1 o rovado, dilo de linlio a
-tsteiras para loriar salas da inellior 280. dilo mais Hbaiio a 160, ca.lores de toda*as co-
<|uulidadeque vea ao mercado: na'ra res..a i0u' -iu e :t- *ado na ra do Crespo
larga do Rosario n. 28, arruazem de
Na bem coulieciila loja da ra Nova n. I2.ven-
S -lese pelo diminuto precu, a dinheiro a vista a
ude-ee um cavallo roso muilo forlp e bom
: na ra da Cadeia do Hecife, lujan..50,
da esquina, se dir.
Ciscados warsoviahos.
(uuites fazeodM a]j> roslo: riscados franre/.es a 260
o covado, barege de l a 320, paima azul c cor de
cal a 29600,corles de la para calcas a 19600 cada um
ditus de brim de cores a 1o440 e a lotijOO. luvas de
lorral a 500, lisas a (ill. cmbelas de guslo 610 a
vara, dilas a 320, chapeos brnncos e prelos de mas-
A 2()() rs. O COVado. Sil 43000, damasco de alsodilo a 400 o covado, al-
Bouila fazeA-a de quadros de cores, de 4 palmos Paca" d de largura : vendem-se uoicamenle ua luja u. 2 da lras lnu,,M fa",,di"1 1uc co,n a v,sla gradarao ao
ra do (luciroado, esquiua do becco do Peixe Frito. coraPraaor-
Vendein-se relogios de ouro de algi- Hora, e commodo.
beira patente inglez, cliegados peloulti-j Vendem-se cassas Irancezas de bonitos padrese
mo paquete, por prero uiuito commodo : cor" !'."* '2O0.n:.0 covado : m Jaj do sobrado
\ endem-se abertura* para camisa,
de muito bom gosto, viudas de l'ram;a e
por prero batatissimo: na ra da Cruz.
n. 26, priatetro andar.
Amila-
no esc ptorio do agente Oliven a, ra da
Cadeia do Recife.
Vende-se um prelo moco bouila finura com
im peqoeuo defeilo em una pcma : na ra da
Cruz n. 46.
Vestidos de seda.
Continua liaver grande sortimento de curtes de
vestidos de seda de cores e brancos, que se vendem
por prec;o commodo : na luja de 4 portas, na ra do
Queimado n. 10.
CASEMIKAS DE CORES.
Vcudem-se curies de calca de casemiras Irancezas, Plimeil'
de cores, boa qualidade e bons padroes a 4gOUO cada
corle t ua loja de 4 portas, na ra do Queimado
n. 10.
amarello da ra do Queimado n. 211.
SOMETES.
Os excellentes sondes l'eilos a
trancen e sem gelo. vendem-se a's
2 segundas, quartas e sabbados :
no aterro da Roa-Vista u. 3.
Earinlia de mandioca de Sania Catlia ria
Vende-se muito superior em saecas:
a tratar na ra da Cruz, do Recife. n. 19
ou nos armazens em
Vende-se na ra do Collegio. casa n. .1. pri-
meiro ailar, o nielhodo Canille, para violan, novo,
e por commodo preco.
Ka loja do Bourgard, ra da Cadeia do Recite
n. I,), vende-se rolao bainburgiiez, em garrafas, e
rolau fraucez, lino, as libras.
Capas de panno.
\ eiiduni-sc capas de pauno, proprias para a esla-
gH presente, por commodo prec,o : na ra do Cres-
po n. 6,
andar,
trente da alfandega e do guindaste da
mesma.
1
9
ua do Trapiche n. -"ii-, lia para
vender, barris de Ierro ermelicamente
lechados, proprios para deposito de fe-
es ; estes'barris sao os melhores qde se
tem.descoberto para este lim, por nao I
exlialaiem^) menor clieiro, e apenas pe-1
zain 10 libras, e custam o diminuto pie-]
ro de 4000 rs. cada um.
COGNAC VERDADEIRO.
Vajide-re superior cognac, em garrafas, a 12-4100
a duzia, e 19280 a garrafa : na rua dus Tanueirus u.
2, primeiro andar, defrbtile do Trapiche Novo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior 'arinha de mandio-
ca, em saccasque tem um alqueire, me-
dida reina, por preco commodo: nos
armazens n. 5 e 7 defronte da escadi-
nha, e no armazem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & C, na rua do Trapiche n. Vi,
primeiro andar.
parle, no armazem de Domingos Kodri^in
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se Trelo novo, chegado de Lisboa pela barca Gra-
lidao.
m
ISLA DO CUSPO N.
LOJA ENCARNADA.
Vende-se panno verde escuro, pelo ba-
rato prero de VsOOO rs. o covado.
Na loja das seis portas, em frente do Li-
vramento.
Corles de cassa-chia de bonsgostos e tinla segara
a dous mil rs., veslidq de seda para meninas de ;i
al 5 anuos a seis mil rs., mangas de tilo bordadas
para senhoras a dez lusles, fil bordado e liso por
preco Jjarato, chitas bonitas c de bons pannos a meia
pataca, nove vinlens, e a dous lusloes lina, lencos
brancos e pintados para inflo a meia pataca, riscadi-
nlius de linho para roupa de meninose palitos a doze
1 vinlens, riscados escures para roopa de escravos a
Boas velas de carnauba pura, em >*a Pa,aca. e <"ras'"''h'Pendas por prero ba
i aivinhas de tiintae tantas libras, vindas! .. ,
do Aracatv : vende-se na rua da Cruz n. i ., HalHos baratos.
3* nrimrirn andr Paulos de s.inga amarella muilo bem fetos a :i>
i imeiro anddi. ; rs., ditos de alpaca prela fina a 5*500: na raa do
Queimado, loja n. 21.
Vendem-se espingardas de 2 canos e
de espoleta, muito boas e-por baratissi-l
Vende-se ua rua da Cruz no Recife, loja de sel-
leiro ii. 64, sellins inglezes de pateute, avariados,
rom loros, silbas e rabicho.
3EKIT0 ROMANO.
Veode-se superior cemento em barricas emules.;
assim como tambem vendem-se as linas : aira/ du
Iheatro, armazem de Joaquini Lopes de Almena.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
DEPOSITO DI FABRICA DE TODOS
OSSANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O- Bieber di
(.., na rua da Cruz n. i, algodo tran-
cado daquella fabrica muito pioprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escla-
vos, por prero commodo,
'Em casa de J. KellerAC, na rua
da Cruzn. 55 ha para vender excel-
lentes pianos viudos ltimamente de llam-
burgo.
Vende-se urna balanza romana com todos os
stus perlences.era bom uso e de 2,001) libras; quem
pretender, dirija-se i rua da Cruz, armazamn. 4.
. CEMENTO ROMANO BRA.
Vende-se cemento romano hranco, chegado agora,
de superior qualidade, muito superior ao do consu-
mo, em barricas e as linas : alraz do Ihcalro, arma-
zem de laboas de pinho.
A ELLES, ANTES QUE SE AC BEM.
x'ia de carnauba do Ai'acaly e Asstl'. I 'Na rua do Vigario n. 10 primeiro andar, lema
\ende-se pi iiiciiiiNprecu que cm o"ulra nnalqiier vel,lla ;l opwtor flanella para forro da sellins che-
Bada recentemenlc da America.
CEMENTO ROMANO
da inellior qualidade, e chegado no ulti-
mo navio conta : ua rua da Cruz n. 10.
TAIXS DE FERRO.
Na fundirao' d'Aiuora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
roa do Brum logo, na entrada, e defron
te do Arsenal de Marinha ha' sempre
um grande soitimenlo de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, tundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
leustem quindaate, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao' os mais commodos.
ARADOS DE FERRO.
Na fundirao' de C. Starr. & C. em
Sanio Amaro acha-se para vender ara-
dos ('"ferro de --*>! i.- qualidade.
POTASSA BUASILEIRA.
@) Vende-se superior potnssa, la- ^
^) bricada no Rio de Janeiro, che- &
( ::|da recentemenlc, recommen- 3*
^> da-se aos senhores de engeuhos os 1?
? seus Iwns elleitos ja' experimen- W
W tados: na rua da Cruz n. 20, ar- ^
W mazem de L. Leconte Feroii >.\ O
<$) Companhia.
Vende-se eicellenle lahoado de pinho, recen-
tcmente chegado da America : na rin de Apollo
Mapiche do Ferreira. a euteuder-sc com o adminis
rador do mesmo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invuuao' do Di'. Eduat
REMEDIO IMCOMPARAVEL
^UL^hX5!^"^ni DO PORTO SUPERIOR
FSITRIA,
de vantagem para o melhorainento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o nielhodo de emprc-
ga-lo no idioma porluguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4:
Devoto Cln itao.
Sabio aluza 2. edicaodo livrinliu ilciioiiiinado
Devoto Chrislla,mas correrlo e arri-sreulado: vnde-
se nicamente na livrana u. lie S da prara da In-
dependencia a 640 rs. cada eiemplar.
Na rua 'lo Vigario n. 19, primei-
ro andarAem para vender diversas m-
sicas parajpiano, vioiao e llanta, como
sejam, quaonas, valsas, cdowas. scho-
tickes, modiuhas tudo modernssimo ,
chegado do Rio de J;"ieiro.
Veiiilem-se ricos e modernos pianos, recenle-
meule cliegados, de exccllenles vozes, precos com- j
mods em caa de N. O. liieber & Companhia, rua
da Cruz n. 4.
\ endeir.-so lonas da Kussia por preco
commodo, e de superior qualidade: no
armazem de N. O. Bieber & C rua da
Cruz n. 4.
KM BAKKIis DE OITAVO.
vende-se a preco commodo: no armazem de
Maoca A. Castro,na rua da Cadeia do Kecife nume-
ro i.
RELOGIOSDE AL6IBEIRA
nglaiei depalente : vendem-se a prero muilo com-
modo. no armazem de Barroca & Caslro, rua da
Cadeia do Recife n. i.
MAMAS E GRADES.
I,m lindo e variado sortimento de modelloa para
varandas e gmidarias de gosto modernssimo : na
f'iindic.lo da Aurora, em sanio Amaro, e no deposi-
to da mesma, na rua do Brum.
n CEMEMO
gg da melhor qualidade: vende-se |
^ emcasadeBrunnPraegerAC,, rua fg
M da Cruz n. 10. ssr
UNGENTO HOKLOVVAV.
Millares de Individuos de todas as aacoes iiodem
lestemaaliar as yn lude.-desle remedio iucmparavel.
e provar, era caso uecessario, que, pela uso que del-
le fizerani. tem s(u corpo e membros inteiiarnente
saos, depois de liaver empregado intilmente uutros
Iralameulos. Cada pessoa poder-se-ha cunvencer
dessas curasmaravilhusas pela leitura dos peridicos
que Ih'as relalam lodos os das ha nimios anuos; e,
a mtiur parle dellas sao tAo sorprendenle queadmi-
ram os mdicos mais celWircs. (Juanlas pessuas rc-
cobraram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernos, depois de ter permanecido longo
lempo nos hospilaes, onde deviam solfrer a ampu-
tarlo Dellas ha umitas que havendo deiado esses
asylosde padecimenlo, para se nao submellrem a
essa opi-racao dolorosa, Torain curadas romplelameu-
le. mediante o uso desse precioso remedio. Algu-
mas das laes pessoas, ua efuso de seu reconlieci-
mcuto, declararam estes resultados beuelicus dianle
do lord corregedor, e oulros magistrados, a lim de
mais autenticaren! sua aflirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de sua saude se
livesse bstanle conlianca para ensaiar isle remedio
constantemente, seguindo ahum lempo o Irala-
menloque necessilasse a nalureza do mal, cujo re-
sultado sena provaY incoiileslavelmenle : Que ludo
cura *
O ungento he til mah particularmente to*
seyiiles casos.
AI pureas.
Cambras.
Callos.
, (remos, na falta absoluta ou mpowivel de se obter
a asistencia de um facultativo.
FISTOLAS.ni qualquer p.rle do corpo.
IOM11H1C AS, no eiceptuando a tenia ou soli-
taria.
MORDEDURAS de qualquer especie, anda que
i sejam a. mais venenosas.
DORES clicas ou de barnga, debilidade de eslo-
, niago, obstruccao das glndulas ou entranhas, e ir-.
I f'i-'ularidade ou falla da menstruaeju ; e subretudu,'
inflammaruea do Imado e do baco.
Al I KCCO'ES du peilo, desueradas em princi-
pio .ic pusuca ele. Vende-se na rua larai do Ro-
( "rio n. :i(i. "
Lli\DOSORTIMtMODELaWK
Na rua Nova n. 8 loja de ioser oaquin
Morena, ha um bello sortimento de cal-
jado para senliora, rpie pela sua qualida-
, de e preco muito deve agradar as senbo-
,ras, amigas do bom e barato: os precos
sao os segutntes, ja' se sabe, a dinheiro
| sem disconto.
Sapatos de couro de lustre. I *600
Bonseguins comsalto para senliora- 5fi(H)
Ditos todos gaspeados tamljem com salto
para senliora. 4S500
Sapatos de cordavao de mito boa M
/
.^KLESK;reco; -P^rO: na rua da Cruz n. 26. prima-
ellas. i.i ro andar.
- No paleo do Carmo, quina da rua de Dorias n. L r A'^0.,-^ ARATEIRO.
i, veude-se doce secco de caj" a 480, dilo de goiaba Ladc,a d0 Kcclfe; loJrf JO 1 esquina,
em caiifles de '.libras, gomma a 80 rs., ameias a. vende-se:
160, passas novas a .560, cavada a 220, alpisla a ->0 "e^"ia branca e com lislras de cores, com 20
rs., azeiie doce a 720, chouricas a 440, peiieiras'de C0V, ^*'"UVi,s "";lpmenes de quadros acha-
arame para relinadores e padeiros a O? e 7-SKX), bra- nlalolad,,s rom qoasi vara de largura a 5100 rs. o co-
cos do aulor Romilo proprios para balean a lOnOOO *a'i,,L\C01r!,es Ci""bri,,a l,l,a ,Ib cor com barra a
banha bem alva em barris e a relallio. a/eilP do Mr. www' f'"Jf* boas ,le tersas qualidades e cores se-
I guras .1 ISO o covado, camhraia de linho fina, ptima
para camisas de noivos a SU, panno de lences
rpalo a 240, lamilla do Marauli a 160.
No armazem de Tasso limaos, ha
a venda:
Superior vinlio champagne em gigos.
Dito Brdeos emquarlolas.
Dito, dito em garialoes.
Agurdenle cognac, emcai\as de duzia.
Licores linos lruncezes, idm.
Azeile rehilado Pagniol, dem.
Calalas vazias em gi^os_ .________- .
""fr* i "I i i1 i| i i I lili n n de (ieorg Mag-
nani.
Dito de copiar cartas, as resmas.
Familia de mandioca.
Aro em cimbeles.
TudoJjom por preco mdico.
Vender urna casa terrea ua areal de N. S.
do Pilar, com 2 salas, 2 quarlos e um terreno no
fundo, proprio para edificar-se : quem pretender,
dirija-se a rua do Pilar o. 101.
Vende-se una porcao de oplimas vaccas de lei-
te : us preteudentes dirijam-se Estrada Nova, en-
genho l'oela, que acliarao com quem Iralar.
Esleirs da India-
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 41. lia para
vender as excelleule esleirs largas da ludia, viudas
da America, proprias para forro de salas, camas ele.
-- Cuuliuua-se a vender murculiuas de cores, pro-.
unas para vestido, leudo 4 palme.de largura, boni- Hecegado novainente de Franca a deli-
tos gilos..cures liva-, e fazeuda inleirameiite nova -:-- r i
a :Xlrs. o covado : na loja de 4 portas, ... ,a do '"' P*"1'' d b' "" lran,'e/- e s<; ='"
Uueimadon. 10. a venda nos hrgares ja designados, na
Alpaca desela. esciP*or'o ua rua da Cruz n. 26 primei-
\ende-seiilpaca de seda de quadros de bom oslo J' andar, e as lojas de Manoel Jos Lo-
ontr'ora de Car-
do Rosario n. 38 e
.^oTauar" ''"
TSSH luZ^T, [d"n "'i" V,V'n"a a,:(iu Vende-se ac em cunheles de um quintal, por
y-ioOBt'^O ,h l 'T*'"u ,n"" W mHo eommodo : no armazem de Me. Cal-
KCUUU e 125JKK1 a duzia ua rua do Crespo n. b. moni & Cumpanhia, praca do Corpo Sanio u. 11.
penor com mais de 11 palmos de largura a *2>40O a
vara, cassa delislra para bahados 220 rs. a vara, c
Inania peca, casemiras decores escuras para calca
a 4C00 o corle, panuo de cor com msela de seda,
proprio para palitos e vestidos de montara a 3o u
covadu, panno prclo lino a 4j> e |q8U0 o covado,
corles de gorgorito para colleles a 1^ e de fuslau
alcoxoado a 800 rs., merino prelo muito lino a :.;>600
e 4-') o covado, luvas de lio da Escocia de cores "com
algum mofo a 160 rs. o par, assim como onlras
muitas fa/.e.ulas que a dinheiro vista se vemlem
era atacan^ a iclalho pur baralissimus precos, e
* *!.-U.I-.
ATTENCAO1, 01 E HliT>ARSndmAg.
I.Sas com lislras de seda, e qualro palmos de'taT-
gura, fazenda muito propria para a presente esta-
Cao, pelo diminuto preco de 440 rs. o' covado : na
rua da Cadeia do Recife n. 3o.
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas iabrieas de Pars,
em casa de Yictor Lasnc, rua da Cruz
n. 27.
Exlra-superiur, pura baunilha. 15920
Eslra lino, baunilha. 1-9600
Superior. i.joro
Quem comprar de 10 libras para cima, Um um
bale de 20 jj: veuda-se aos mesmos precos e con-
ieBea, em casa do Sr. Rarrelier, no aterro de Hoa-
> isla n. .>2.
AGENCIA
Da Fundirao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabeleciinento continua a ha-
te.Sssr.rKdne.ttztz.?'':te-!t u,n con,pieto.so,time"to dtrmoen-
Superior vinbo de champagne eBor-
deaux: vende-se em casa de Schal'hei-
tlin & C, rua da Cruz n. 38.
CEMENTO ROMANO.
\ eude-se superior cemento em barricas e a rela-
ll.o, no armazem da rua da Cadeia de Sanio Anto-
nio de materiaes por preco mais em conla.
Vendem-se em casa de S. P. Jolnis-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. i 1.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes decano e de montaria.
Candiel rose caslicaes bronzeados.
Chumbo em lencol, barra e niunicao.
Farello de Lisboa.
| Lonas inglezas.
Fio de sapateiroe devela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris degraxa n. (J7.
TaiHs v*Cfc. engenhos.
Na fundirao' de ierro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o cbalariz continua liaver um
completo sortimento de tai xas de ferio
fundido e batido de 3 a 8' palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda. |K>r
preco commodo e com promplidao' :
embarcam-se ou carregam-se em cano
sem despera ao comprador
Vende-e tima porcao do verdadeiro
vinbo Bordeaux tinbo e hranco engarra-
fado, Se liquidar contas : na rua da Cruz'n 2(i,
primeiro andar.
Moinhos de vento
'omborabasderepnxopara regar borlas e liaixa,
decapim, nafundirafide I). W. Bowman : na rua
do Brumns.6,8e10.
Riscado de listi as de .cores, proprio
para palitos, calcas e aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, lojli da esquina que
vulla para a cadeir..
das c metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dilo.
NAVALIIAS A CON TEMO E TESOURAS.
Na rua da Cadeia do Kecife n. 48, primeiro an-
dar, escriptorio de Augusto C. de Abreu. conli-
uuam-se a vender a SsOOO o par (preco li\o, as j
bem conhecidas e afamadas navallias de "barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na ex^osicao
de Londres, as quaes alm de durarem extraardia-
riameule. naoseseulem uu rosto na aceflo d curiar:
vendem-se com a condirAo de, nao agradasdo, po-
derein os compradores devolve-las ale 15 dias depois
pa compra reslil..ii>do-se o importe. a mesma ca-
sa ha ricas le-oiu inlias para unhas, feilas pelo .nes
mo tal 'icanle.
Ic
Deposito
nagne Chateau-Av, prii
lidade, de propredade

vinbo de cham-
imeiraqua-
proprieciade do conde &
^ de Harcuil, rua da Cruz do Be- j
2| cife n. 20: este vinlio, o melhor fe
^ de toda a Champagne, vende-se Z
W a 36^000 rs. cada caixa, acha-se W
# nicamente em casa de L. Le- j
^ COmte Feron & Coinpanhia. N. ^
~? B.As caixas sao marcadas a fo- tt
9} goConde de Marcuile os ro- t
!j lulos das garrafas sao azues. S
Potassa.
No anligo deposito da rua da Cadeia Vell.a, ev-
i'riplorio u. 12, vende-se muilo superior polass da
ittissia, americana c do Kio de Janeiro, a precos ba-
ratos que be par fechar coalas.'
Vriiiieiu-se no annazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Recife, de llenrv liil.sou, us mais superio-
res relogios fabricados'ein Inglaterra, por preco?
mdicos.
COBERTORES.
Vendem-se cobertores escaros, grandes c peque-
os, a l>2>0 c720 cada um : na rua do Crespo n. 6.
CASEMIRA A 25100 E 38080 O CORTE.
Na luja de tiotmarnes A; Henriqoes. rua do Cres-
po n. ">, vendem-se corles de casemtra inule/a. pelo
baralissi.no preco de 2i00 e 39000 cada um.
Vendem-se dous pianos fortes de
Jacaranda construeco vertical, e com
todos os melhoramentos mais modernos,
lendo viudo no ultimo navio de I lam-
b irgo: na rua da Cadeia, armazem n.
Sil.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicAo de C. Starr & Companhie
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de caimas todas de ferro, de um
rnodello e construeco muito superiores
Biunn l'iaegerix C., tem pata
vender em sua casa, rua da Cruz
n. 10:
Lonas da Rusta.
Champagne.
Instrumentos para msica.
Oleados para mesa.
Charutos de llavana verdadeiros.
Cerveja llambtirguez i.
Comma lacea.
Canceres.'
Corladuras.
Dores de cabera.
itas cosas.
los membros.
Enfermidadea da culis
_ em seral.
Eufermidades iloanus.
Erunces escorbticas.
I'islulas no abdomen.
Frialdade ouefalia de ca-
ler as extremidades.
I i ii.'ir.i-.
Cengivas escaldadas.-
Incbacocs.
liiMai.im.ic.io do ficado.
matriz. '
Lepra.
Males das pernas.
dos prilus.
de oihos.
Mordeduras de replis.
Picadura de luosquilos.
I'.ilmes.
yuein.adclas.
Sarna.
Supui iiiif. ptridas,
liliha, em qualquer par
le que seja.
Tremor de ervos.
I leers ua bocea.
do fisadu.
das arliculaees.
Velas torcidas, ou noda-
daS as pernas.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico depoMlo conlima a ser na botica de Bar-
lliuluinru Francisco de Suuza, na rua largado Rosa-
rio n. M ; garrafas grandes59300 e pequeuas 39000.
IVPOimim PARA (I Pt'BLICO.
l'ara cura de pht.sica em todos os seus di'.lcreules
graos, quer motivada por cousliparoes, losse, aslb-
ma. pluriz. escarros de sansue, d.'.r de costados e
peilo, palpilacio no corado, coqueluche, broncbile
ddr na gargaula, e lodas as molestias dos orgos pul-
monares.
ECHAMSMO PARA ENGE-
NHO.
NA FUNDIRAO DE FERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W. BONVMAN. .*A
RUA O BRUM, PASSANDO O ^IIA-
FARIZ,
lia sempre um grande sortimento dos segoioles ob-
jectos de mechanismos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e ineaa moendas da mais moderna
construeco ; laivas de. ferro fundido c balido, de
superior qualidade e de lodos os tamauhos ; rodas
deutadas para agita ou aniiaes, de lodas as propor-
cOes ; crivos e boceas de fornalha e registros de bo-
eiro. aguilhes, bromes, parafusos ccavilhoes, moi-
nho de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FUNDICAO.
se execulam todas as eucommendas com a superio-
lidade ja conhecida, e. com a devida presteza e com-
modidade em preco. .
da bexiga.
Ve,|e-se esle ungento nu estabelecmicnlogeral
de Londres,.1. 2S,.VIra(i,e na loja de lodos os bo-
ticarios, droguistas e oulras pessoas encarregadasde
-ua venda em (oda a America do Sul, Havana e
ilespan..
Vende-se a 00 ris cada bocelinha, cuilin
instruccao em purtuguez para explicar u mudo de
fazer usu desle ungento.
U deposito aeral he em casa do Sr. Soum, idiar-
maceutico, na rua da Cruz n. em Pernam-
Cobre para forro de 20 ate 24 on- $
',$) cas com pregos. f%
Zinco para forro com pregos. k.
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta e verde. J
' Oleo de linhaca em botijas.
W Papeldeembrulho.
(ft) Cemento amarello. ()
| Armamento de todas as quali- i$)
dades. g
Arreos para um e dous ca- u.
^ vallo*.
I Chicotes para carro e poras, de J?
g ^ ac plateado. 0
W> Formas de ierro para fabrica de &
V9 assucar. %
$> l'ajiel de peso ingle/. (A
fe) Champagne marca A&C. @
^ Rotim da India, novo ealvo.
^ Pedias de marmore.
t^ Velas slearinas.
g Pianos de gabinete de Jacaranda',
e com todos os ltimos melho-
v) lamentos.
^ No ai mazcui de C J- Astlev A C,
(0 na rua da Cadeia.
balsaio mmsm svipi-
THICO
lavoravelmcule acollado em todas as provincias
do imperio, e tilo eeral como devidamenle apreciado
por suas admiraveis virtudes.
MOLESTIAS CURA VEIS
POR MEIO DESTE P6ITE?iTIS0 BALSV10
FEKIUAS DE TODO O GENEHO, anda que
sejam com iacer.icr.es de came.e quej eslivesem no
estado de chagas chromcas, esponjosas e ptridas.
Louo depois da applicaeao cessam a dores.
ULCERAS E CANCROS VENREOS, escorbu-
to, sarnas, ervsipelas. molestias cubuieas uu perpe
^luas. e scirrhos, conhecidos pelo falso uome de figa-
do nos peilos. rheumatismo, dielezc de lodas as cua-
lidades, guita, incbacoes e fraque/a as arliculai.oes.
yLElMADLRAS, qualquer que seja a causa e o
objeclo que as produziu.
O MESMU BALSAMO se tem applicado com a
juaiui vantagem as molestias seguiutes : purm ad-
verle-se que so se dote recorrer a elle em casos ex-
cpiali
mil LMXIS PEHIOTA.
NA RUA NOVA N. 8, LOJA DE
Jos Joaquim Moreira.
Acaba de receber pelo ullir navio fraucez. uro
magniMa orlimeulo de burzeguins para senliora,
lodos de dnraque, mas que pela delicadez com que
sao renos e consistencia dr'obra. muilo devem agra-
dar; accrescando alm disto o prego que apenas he
de >i00 rs o par, ppfos na occasiao da entrega.
ESCRAVOS FOIDOS.
Ilcsapparereii no dia > do correnle do lugar
do Salobru freguezia du Curato do Bom Jardim, o
escravo Jwquim. de uaco Angola, idado 2* unos
pouco inais ou menos, altura regular, barbado, den-
les lunados, venia chuta, e parece crioulo, tem urna
renda em um quadril a qual deve estar quasi san :
quem o pegar entregando-o na rua do Oueimaoo n.
I, a (jaspar Aulo.no Vieira tiuimaraus. ou a Feli-
ciano Joao da Silva, no lugar mencionado, ser re-
compensa do.
j ~FuRirain do engenho Jardim, na madrugada do
da 18 do correnle, dous niolecoles, om de uome
l.ourenco, nacAo Angola, altura regular, meio ser-
io do corno, bem prelo, e sem barba, alm disto tem
una marca de ferida na eanella. e urna feridinha no
calcanhar provenienle de bobas ; |,vou calca de
bnmzinho escuro, camisa de madapoln e chapeo de
palha oleado : o oulro de nome Oerffe.ile, de appel-
lido Caiigill, de Angola, mais moco do que o pri-
meiro, mais baixo, da mesma grossora do corpo, bem
prclo. rosto redondo e sem barba, le falla de 1 ou
2 deules na frente, tem tima feridinha na cauella,
nenias grussas e ps sadies c honiloj ; levou 1 calca
azul, -2camisas, 1 azul c oulra de madapolao, e cha-
pe. de palha |a usado ; ambos silo lno! ladinos e
passam porcrioulos : quem os pegar leve-os ao refe-
rido engenho, a entregar ao seu seolior Joaquim de
> Cavalcanti de Albuquerque, que recompensara
geiicrosaiueule. Adverlc-se que Iu presumpcOes de
lerem sido aliciadus os referidus escravos, vlo co
mu nunca fugiram.
AVISO AS AUTORIDADES E MAIS MORA-
DORES DE PAJEL' DE FLORES.
Do engenho Tamalape, de Flores, comarca de
Nazarelh da Malla, fugio en 1843 o escravo Joa-
quim. cnoulo, com idade Oaanos, baixo, cheio do
corpu, pernas um lano arqueadas, barbado, nariz
chalo, cara redonda, e nao muilo feio, habilidoso,
sabe ler, loca viola e liemuipachola, he de crer que
esleja de uome mudado e nassaudo por forro, consta
que suda Irabalhandu de pedreiro na villa, mora
nos suburbios della : quem o apprebender e levar
aJ*.."ei,er,d*' enenl,. reeebcr do abaixo assignado
2009001) de gratificaco.
/ ai/uim Cacakanli de Albuyueri/ue e Mello.
No dia If ilemaio do correnle auno fogio d
eiienlio Tamalape, de Flores, comarca de Naza-
relh da Malta, o escravo Joaquim. Cougo, oomprado
em 1850, nu Hecife, aolllm. Sr. Or. Joao Floripes
Dias Brrelo, o qual escravu he bailo, cheio do cor-
po, cara larga, representa ler 10 anuos de|idade,
muilo prelo e bem feilo de ps, j inorou no Brejo
de Ara, lendo sido comprado a um homem do ser-
ijo ; levou em -ua companhia a mulher. cabritilla
de 20 anuos, baixa, cheia do corpo r nao feiaj algum
lano descorada : quem us apprebender e levar
ao referi.lo engenho, receber 2003000 de gralilica-
cSo do ahaiio assignado.
Joaquim Cacaleonli de Albuquerque e Mello.
Na i)uarta-feira de Irvas desappareceu de ca-
sa do major Anluniu da Silva GusipSo, rua Imperial
ii. i..asua esiTHvaTbereza, represeula (er tl an-
i.'.s puuco mais ou menos, haisi, um pouco reforca-
da, cabellos brancos. lesla estrella, oihos um pouco
aperlados, nadegas muilo salientes, que parece Ira-
zer pannos para faze las apparecer, porcm sao ualu-
raes. lem em um dos lados das cosas bastantes ca-
lomho, e em um dos pes o dedo junto ao oiiuimu
trepado por cima dos outros, levoo vestido de chita
cor de c if com flores miudas : qoem a pegar leve-a
aiudicada^aaa, que sera generosamente reconpen-
cado. ^
Ocsappareceu da rua larga do Rosario n. 12, ..
escravo Vicente, pardo, alto, oihos grandes, com
urna cicatriz no rosto, cabellos e barba grandes ; he
ofliclal de sapateiro, anda de calca e jaque la, calca-
do, e diz-se forro : qoem o apprehendere entregar
ao seu senhor, sera recompensado.
CEM MIL RES DE GKATirrcACO*.
Desapparereo no dia 6 de dezeSrtiro do anno pro-
timo passado, Benedicta, de Ii unos de idade, "ves-
ea, cor acabodada ; levou um aeslido de chita com
lislras cor de rosa e de caf, e aolro tambem de chi-
I branco com palmas, um Iqocu amarello no pesco-
cu jai desbatado: quem .. apprehei.der conduza-a i
Apipucoa, uoOiteiro, em ciaa de Joao Leile de Aze-
veJo, po no Recife. na praca do Corpo Santo n. 17,
que recebera a gralilicai.au cima.
DOS PREMIOS DA 2. PARTE DA 1. LOTERA CONCEDIDA A BENEFICIO DA MATRIZ DE SANTO ANTAO, EXTRAHIDA NO DIA 26 DE MAIO DE USS.
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