Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01019


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANUO XXXI. N. 103.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SEXTA FEIRA 4 DE MAIO DE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
J
DIARIO DE PERNAMBUCO
EXCAUREUADOS t).V SUBSCRIPVVO.
Keeife, O proprieb'rio M. F. de Karin ; Kio de Ja-
neiro, ii ir. Joo Pereira Marlin* ; Babia, Sr. II.
Duprad ; Macei, o Sr. Joaqiiini Bernardo ilc Men-
ktnca ; Parahiba, o Sr. liervaziu Vctor il.i Nativi-
tdade ; Natal, o r.Jnaqiihn I guari Pereira Jnior;
Aracaly, o Sr. Amonio de Lemos llega; Cear, o Sr.
Victoriano Augusto Borges; MaranliAo, n Sr. Joa-
ipntn Marques Rodrigues ; Piauhy, c Sr. Domingos
Herctilano Adules Pessoa Cearenre ; Para, oSr. Jus-
li'i J. Hamos ; Amazona*, o Sr. Jcronyinn da Costa.
CAMINOS.
Sobre Londres, a 27 1/2 d. por lj).
Paris, 3.5 a 3.">0 rs. por 1 f.
Lisboa, 93 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 1/2 por 0/0 de rebate.
Arrees do banco 40 0/0 de premio.
da cumpa nina de Beberibo ao par.
> da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras de 8 a 10 por 0/0.
METAES.
Uuro.Oncas hespanholas* .
Modas de 6v>400 velhas.
do 65400 novas.
de 4000. .
Prala.Patacoesbrasileiros. .
Pesos coluronarios,
% mexicanos. .
PARTIDA DOS CORREIOS.
29000,l)liii(la, lodos os dias
165000 GVuar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
169000 Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR I)K MOJE.
Primcira s 6 horas e 54 minutos da manha
Segunda as 7 huras e 18 minutos da larde
95000
9940
9940
15860
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequinlas-feiras
Relaco, lercas-fcras e sabbados
Fazenda, tercas e sextas-feras as 10 horas
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
I* vara do civel, segundas e sextas ao meio dia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
PARTE OFFICIAL.
EPIIEM CRIDES.
Maio 2 La cheia as 2 horas, 17 minutos e
39 segundos da manha.
9 Quariominguanteas3 horas 9 mi-
nulos e 38 segundos da manha.
16 Lua nova a 1 horas 43 minutos*
36 segundos da tarde
23 Quarto crescente as 10 horas 18
37minulos 40 segundos da manha
DIAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Catliarinade Sena v.
1 Terca. Ss. Felippe Tiago ap.; S. Segismundo
2 Quarta. S. Malfada rainha v. ; S. Vindimal.
3 Quinta. Invoncoda S. Cruz; S. Rodopiano.
4 Sexta. S. Monica v. ; roi de S. Agostinho
6 Sabbado. A convereao de S. Agostinho; S. Pi
7 Domingo. 4. depois de Pascoa. Malernidade
daSS. Virgem Mide Dos. S. Heliodoro.
MINISTERIO DA CIERRA.
nelavn u officiaet. o/ficiaes inferiores c cadetes
nvomncins por dccreloi desla dala para os dif-
ferenlet corpa* e armas do exercilo.
Corpo de engenheiro-.
Par coronis, poldo Osar Huilamaquc, por aiiliguidade, e Aulo-
nio Manuel de Mello, |ior mereeimenlo.
Para lenentes-coroneis.ns inajores l.uiz Jos Muu-
leiro. Jos Joaqun) Rodrigues Lopes r Jaciiilho Vi-
era ilo Cotilo Soares, lodos por auliguidade.
Para raijorcs, os capilaes Jos Mara Pereira de
Campos, por auliguidade, e Francisco Januario Pas-
s i>, por iiiereciinciilo.
Para irujor-graduado, o capil.Vi Viccnle Antonio
(le Uliveira.
Para ca tiuies, os piimeiros lenles l.uiz Jos da
Franca, Francisco Pereira de Auuiar, Antonio Das
da Costa ii Francisco Pereira da Silva.
Para primeiro lencute, o segundo lenle Miguel
Amonio da Silva.
Para segundos tenantes, os alferes alumnos, Juan
Luiz de Andrade Vasconcellos, Virialo Rozenilo de
< arvalhn, Jos de Cerqueira Agniar Lima. Agosti-
nho Yiclor de Burja Castro, Manuel Monteiro de
Barros, Mauoel Feliciano Mu'. Freir,Phyladelpho
Augusto lerreira Lima, Caetano de Brito de Souza
Cavoso, Francisco Gomes de Souza, Antonio da Cos-
ta Barros Velloio.
Corpo de estado-maior de 1.* elasse.
Para coronel grailuado, o tenente-corouel Ernes-
to Augusto Cesar Eduardo de Miranda.
Para capitao, o lenteL'mbelino Alberto de Cam-
pos Limpii.
Para lenles, os atieres Matlieus Egvdio da Sil-
veira, Carlos Resin e Pedro Claudio Soydo.
Para alf?re, os alteres alumnos Americo Monlei-
ro de Barr js, e Jos Ricardo de Albuquerque.
Repartirlo ecclesiaslica.
Para capellao-tcueiite, o capello alteres couego
Feliciano Jos Leal.
Curpo de saude.
Para eir argo-mor de divisao, ccirurgiu-mor de
brigada, los Amonio Martinho.
Para rirurgiAo-mor de bridada graduado, o pri-
meiro cirugiAo capUAo, Joaquini l.uiz do Buinsuc-
cesso, i
Para segundos crurgidea-teneiiles, os segundos ci-
rurgioes alferes, JoAo Baplista Cuerea, Jorge Mas-
no Falcao Jos Joao de Araujo Lima, Antonio Jos
Moreira, Aprigio Ramos Proenca.
Arma ae arlitharia.
-fmrn a .'companhia.
Ul. cadete do i. regiment, Antonio Pedro-"
Brrelo de Albuquerque.
O 1. cadete do 5. regiment, Gaspar Jote Menna
1 Brrelo.
O 2. cadete 2. sargento do corpo de Mallo Groaao,
Joo Clirisoslomo Moreira.
O 2. cadete sarzento ajudanle do corpo de guar-
nirn l\a de Minas, Rodrigo .Nunes lialvAo.
O I. cadele 2. sargento do corpu de guarnicao fi-
la de S. Paulo, Francisco Luiz de Oliveira Neltn.
O particul.r 1. sargento da companbia lixadel'er-
nambuco, Diunizio Jos de Oliveira.
Para atieres alumnos.
O 2. cadete do segundo regiment, Manoel Cor-
rea da Silva.
O I. cadele do 3. regiment, Antonio Nicolao
Falcao da Fruta. .
O particular do mesmo regiment, Domingos de
Araujo Silva.
O 1. cadete do 4. regimeuto, .loan Pedroso Brre-
lo de Albuquerque.
.Irma de infanlaria.
Segundo balalhao.
Para c#pi(ae-,*o lenle do mesmo 1m!.iIIi,
Francisco Jos do Rosario, para a sexta compa-
nbia.
U lente dnl. balalhao, Jos Joaqun, da Silva
Costa, para ,i 7.1 companbia.
Torteara batalllo.
Para capilaes, u lenle do i. balalhao, Joao Ma-
nuel I- lu nulo, para a 7.a companbia.
O lenle To 8. balalhao, Jos dos Santos Nuites
Lima, para a i." companbia.
Quarto balalhao.
Paia capitao, o lenle do mesmo balalbao, An-
tonia Cabr.il de Mello Leoncio, para a 7.a compa-
nbia.
Sexlo balalhao.
P.ra capilaes, o lenle du mesmo balalhao Joa-
quim Cunea de hara, para a 4.a companbia, e o l-
enle ilo batalbilo do depusilo da corle, Luiz Hila-
rio Sclubal, para a '>. companbia.
Stimo balalhao.
Para capitncs, o lenle do mesmo balalhao. Josc
Ferreia da Cusa, para a 5." companhia, cuidando
anligtiidade de :ll de marca de 1851.
O lente do 11. balalbao Jos Saturnino Gaspar,
para a 7.* companbia.
O lenle du corpo de guarnirilo fita de S. Paulo,
Manuel Marlius de Alineida, para a 8." companhia.
Nono balalhao.
Para capilao. o lenle da companbia li\a do Rio
Grande do Norte, Joaquim Francisco de Oliveira,
PrimeiroreameliTo a cavallo.
Para capllAo, o primeiro lenle do mesmo reai-
niooto, l.uiz Henrique de Oliveira Ewbauk, para a
i." cumpa )hia.
Terceiro blalb*o a pe.
Para capitn, o priiuciroleneule ajudantc do corpo
de Mallo Grossu, Joaquim da Costa Reg Monteiro,
paraa 3.a conpanhia.
i.hiarlo balalhao a p.
Para capilaes, o l. lenle du 2. balalhao Ma-
noel Jos Coelbo de Predas, para a "ilava compa-
nbia, e o primeiro lente do 3." balalhao Brasilio
de Ainurim Bezerra, para a i. companhia.
Curpus de artfices da curte.
Para capitao, o primeiro lencute ajudanle do :!."
balalhau, Uuz Francisco lleuriques, para a segunda
companhia.
Para segundos lenenles.os segundos cadetes segau-
dossargentos dol. balalhao, Francisco VilclU de
- Castro lavares, Joao Baplista Serfico de Assis
Carvalho.
Para alfares alu mnos, os primeiros cadetes do pri-
meiro balalhao, Ismael Torres de Albuquerqiio, D.
Eugenio Kredericode Lucio. Joaquim Mara da Cos-
ta Agoiir de Andrade, Domingos Rndriguesda Fon-
seca Leva, Luiz Fraucisco Leal, Tilo L.uiz Manoel
de Jess.
Os segundos cadetes do mesmo balalhao, Henri-
que Jos da Silva Quiulanitlia, Francisco Cesar da
Silva Aroaral.
O particular do mesmo balalhao, Auguslo Foules
de Suuza.
Os soldados do mesmo balalhao, Ignacio Varlacc
da Gama Cochraue,/.eleriuo Jos de Oliveira, Jos
Antonio da Jusla, Manoel Ferteira de Mallos e A-
raujo, Halazar Rodrigues Gambda, Manoel Feli-
ciano Pereira de Carvalho.
O 1. cadele do J. regimenlo a cavallo, Julio A-
naelelo Falcao da Frota.
Os segundos cadetes do mesmo regiment, Delfino
Farreira Sitares, Manoel dos Passos Figueira, Anto-
nio Mascareuhas Telles de Frailas.
O particulares do mesmo regiment, Vrenle Pe-
reira Dias, e Jao Thumaz Cauluaria.
Arma de carallaria.
Primeiro regimenlo. .
Para major, o capitao do mesmo regiment, Juao
da Coala Barros Mascarenhas, pur anliguidadc.
Segundo regimenlo
Para tenente-corouel, o major do mesmo regi-
menlo, Joao Fraucisco Menna Brrelo, por anli-
guidade. '
Par majar, o capilao do 3." regimenlo, Jos An-
tonio Dias da Silva, por mereciinento.
Para capilaes, o lenle du mesmo regiment,
Joso Blhz de Oliveira Ncrj, para a stima compa-
nhia.
O tenente do quinto regiment Antonio Rodri-
' gues du Naaciinenlu, para a 5.a cumpanhia.
Terceiro" regiment.
Para coronel, o tenente-corouel do segundo regi-
ment, Jou Rodrigues Feio de Carvalho, por anti-
guidade.
Para major, o capitao do mesmo regimenlo, Joao
Manoel Menna Brrelo, por merccmieiiln.
Para capilaes, os lenles do qointo regimenlo,
Mane ^ Porfirio de Caslro Araujo, para a 4.a com-
panhia, Jo- Feliciano Neves Gonzaga, para a 8.a
compauhia.
(Jimio regimenlo.
Para capilao, o lenle du corpo da guarnido fita
da Babia, Jos Francisco de Andrade e Silva, para a
3. companhia.
Quinto regiment.
Para coronel, o tenenle-curonel rommandanle, do
corpo de Mallo-Grosso, Benlo Josc Leile de Faiia,
por anliguid.de.
Para lenente-coronel, o major do lerceiro regi-
ment, Joao Daniel Dmaso dos Keis, por antgui-
dade.
Carpo de Mallo-Grosso.
Para major, o capililo do mesmo corpo, Lucio Ri-
beiro de AI incida Raposo, por mereeimenlo.
Para lenles os alteres da Miasma arma, Fran-
cisco Manoel da Cosa Pereira, Joao Pate I'anes-
lein, Joau Jnse de Bruce, Miguel Pereira de Olivei-
ra Mcirulles, Francisco Jos Menczcs de Amorim r
Joae icixeira de Brito.
Para alteres, o sargento ajudanle du 1. regimenlo
Luiz Jos Nones Pinbeiro.
O particular >. sargento do mesmo regimenlo, Ji-
i|uiM Rodrigues de Almeida.
() I. cadate sargento ajudanle do 3. regimenlo,
Joaquim Pedio Salgado.
O sargento quarlel-meslre do mesmo regimenlo,
Paulo de Caslro Palma.
O particular, l.sargenlu do mesmo regiment,
Francisco Auguslo Ferroira da SHVa.
O particular 2. sargento do mesmo regiment,
Germano Jos da Rosa.
O primeiro sargenlo du primeiro balalhao de arti-
Iharia a pe, Anlonu Pedro Yaz.
O primeiro cadele primeiro sargento do segundo
balalbao da mcsina arma, Jos Libanio de Souza.
O segundo railcle primeiro sargenlo do mesmo ba-
lalhao, Jusc Paulino Lopes de Seias.
O primeiro cadele primeiro sargento do lerceiro
balalbao da inesma arma, Pedro da Cunda Barbosa
de Va-coucellos.'
O primeiro cailcle segundo argento do mcsino ba-
lalhao, Juao Pedro Correa.
O segundo cadete segundo sargento do mesmo ba-
lalhao, Manoel Ra\ mundo Cnrdeiro.
O piimeiro cadele do quarto balalhao da mesma
arma. Malinas Barbosa dos Sanios.
O segundo sargenlo do corpo de a -biliaria de Mal -
lo tiro-so, Joao de Aliucourt Sabo de Oliveira.
O primeiro sargento do corpo de artfices da curie-
Manoel Francisco Imperial.
Para aderes alumnos.
O primeiro cadele do primeiro balalhao de infan-
laria, Henrique l.uiz de Azevedo Marques.
O primeiro cadetedo balalhao do deposito da corle,
Luiz Vicente. Ferrcira.
Palacio do Rio de Janeiro cm ti de abril de 1855.
Pcrfro de Alcntara llellegarde.
Conforme. l.ibanio Augusto da Cunha Mallos-
10. balalhao.
Para capilaes, o lenle do 3. balalhao Americo
Antonio Carduzo, para a i.a companbia, contando
auliguid.du de -J'.i de jolln de 1852. e o lencute do
(i. balalbao Manoel Luciano da Cmara Guaran.,
para a o." companhia.
13. balalbao.
Para capitn, o leiicnle-ajudaiile do mesmo bala-
lbao Jo> Joaquim de Souza; para a primeira com-
panhia.
Meio balalhau do Cear.
Para Icnenlc-coroncl commandanle, o mar du
corpo da guarnicao fita da Babia D. Jos Baltbazar
da Silveira, por anliguidadc.-
Meio balalbao do l'i.iuht.
Para major, o capilao do corpo de guarnicao fita
de Minas Antonio Jus Feruandes Braga, por anli-
guidade.
Corpo de guarnirn fita da Babia.
Para major, o major graduado do 13 baUlho D.
Diego Roberto da Silveira, por auliguidade. ,
Corpo de guarnicao lita de Gojaz.
Para majur, o capitao do 12 balalhao Manoel Jos
Espindola, por mereeimenlo.
Corpo de guarnicao fita de Minas.
Para capitn," lenle do primeiro balalhao Chris-
lovo de Abren Carvalho Contreiras, para a primci-
ra r uiipanhi.i.
Para lenles, os alferes da mesma arma Pedro
Joao Refugio, Francisco Joaquim de Soma Bolelho,
Jos Antonio de Lima, Manuel Alexandrino de Al-
buquerque Pila, Domingos Eustaquio da Cunha, Jua-
quun Ferrcira de Paita, Alcxandrc Florentino de
Albuquerque, Manuel Baplista Ribciro de Faria,
Manoel Jus de Meuezes, Arseiiio deSanl'Aniia Lei-
tao, Manuel Carneiro Machado Freir, Tito l.ivo da
Silva, contando auliguidade de 20 de julbo de 18)2,
Carlos Frederico A vellos Ges de Brito, Jo- Maria
de Cirvalhu, Pedro de Alcntara Monteiro, Galdino
da Silva Villas Boas, Francisco Bueno Pedroso, con-
tando auliguidade de 9 de julbo de 1852, Joo Car-
los bada de Almeida, Auguslo Lopes Villas Boas,
Antonio Josc Baplista Camacho, Belarmino Correa
da Silvl
Para alferes, o primeiro cadele sargenlo ajuilanle
do primeiro balalhao, Luiz da Cunha e Cruz.
O primeiro cadete, primeiru sargento do mesmo
balalbao, Pedro Martin.
Os primeiros cade I es segundos sargentos do mes-
mo balalhao, llerculano Heraldo de Souza Maga.
Ih.ics. Severno Rebello da Silva Pereira, Antonio
Francisco da Cusa, Estevn Jos Ferraz e Luiz An-
tonio Ferraz Jnior.
O segundo cadete do mesmo balalhao, Francisco
Antonio Pimcnla Bueno.
O primeiro cadele sargenlo qnarlel meslre do ler-
ceiro balalhao, Joaquim Jos Luiz de Souza.
O particular segundo sargenlo do mesmo balalhao,
Joaquim Jus Corte Imperial.
O sargenlo ajudanle do sexto balalhao, Manoel
Joaquim de Oliveira Curxatuz.
O primeiro sargento do mesmo balalhao, Joao
Soares doCoutn.
O primeiro cadele sargenlo ajudanle doselimo ba-
lalhao, Frederico Christiauo Buiz.
O primeiro cadele primeiro sargenlo do oilavo ba-
lalhao. Gracindo Piulo Ribeirode Bulhoes.
O particular primeiro sargento do mesmo bala-
lbao, Joaquim Jus Ramos.
O primeiro cadele sargento ajudanle do nono ba
talhao, Manuel Erasmo de Carvalho Moura.
0 |',irii< ular segundo -argento do 1U balalhao, Co-
riolan.t de Caslro Silva.
O primeiro cadele do II bala I lia...'. Manoel Antonio
l.eilao Han leu .i.
Os primeiros cadetes do 12 balalhao, Francisco
Vctor de Mello e Albuquerque e Miguel Vctor de
Mello e Albuquerque.
Oprimeiro.sargento do mesmo balalhao, Manuel
Mara Cantoso.
O segundo cadele do 13 balalbao, Antonio Flor
rencio Pereira do Lago.
O primeiro cadele primeiro sargenlo do balalhao
do depusitu da corle, Liberato Jos Feliciano da Sil-
va Kelly.
O primeiro cadele segundo sargento do balalhao
do deposito da corte. Pedro Joaquim Nunes de Mes-
quila.
O segundo cadele do corpo de guarnicao ii,i Ja
Babia. Amonio Mauricio da Fonseca Lessa.
O primeiro cadete sargenlo quarlel meslre do cor-
po legunrnirao fita de San Paulo, Francisco Amo-
nio Ngucira de Batimn.
O segundo cadele segundo sargento do mesmo
corpo. Jsao de Sani'Anaa Mein.
O primeiro cadete segando sargenlo do corpo de
cuarncao lita de Minas, Pedro Francisco de Tole-
do Ribas.
Ilelaco doi offtciae* i/ue por decreto desla data pas-
sam de un* para outrtu corpos do ejercito.
Arma de arlilbaria.
Para o primeiro regiment a cavallo, o capilao lo
segundo balalhao a p Elov Manuel de Oliveira, pa-
ra a primeira companhia.
Para o segundu balalhao a pe, o capilao do pri-
meiro regiment a cavallo, Belarmino Jacome Do.
ra, para a stima companhia.
Para o quarto balalbao a p, o capilao do lerceiro
balalhao Jos Ignacio Coimbra, para a stima cum-
panhia.
Arma de cavallaria.
Para o primeiru regiment, a coronel do lerceiro
regimenlo, Joo Antonio de Oliveira l.obo.
O capilao do segundo regiment, Jos Leopoldo
N.ibitc" de Araujo, para a sexta coinpauhja.
Arma de infamara.
Para o primeiro balalhao, o capitao do corpo de
guarnicAo fita de Mina-, Luiz Jos Pereira de Car-
valho, para a setla companhia.
Para o sexto balalhao, o capitao do uilavo balalhao,
Jos da Silva PJuheiro, para a sexta compauhia.
Pera o nitavo balalhao, o capilao do sexto bala-
lhao, Carlos Cyrillu de Caslro, para a terceira com-
pauhia.
ara o 11 balalhao, o capitao do nono balalhao,
Francisco Antonio da Fonseca Glvao, para a tercei-
ra companhia.
Para o balalhao do depusilo da corle, o majur do
meio balalhao du Piaubv, Henrique Juan Ewbank,
Para o corpo da guarnicao lita de Minas, o capi-
lao do corpo da mi uincao lita de Gotaz, Joaquim
Vaa d. Silva, para a segunda cumpanhia.
Para o corpo de guarnicao fita de Goya'z, o capi-
lao-do II balalhau, Trishlo de Mello Cunha, para a
segunfla cuinpatihia.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 11 de abril de
1855. Pedro de Alcntara Hellegarde.
Conforma.. Ubani) Augusto da Cunha Mallos.
filarau dos officiaes do exercilo, que por decreto
desla dala passam para o estado maior da se-
gunda ciaste, /cando aggregadosemquanloniu,
tancar vagas.
O major do corpo de cavallaria de Mallo Grosso,
Jos Ribriro dos Sanios Monteiro.
O major do primeim regiment de cavallaria li-
geira, Sebastian Antonio do Reg Barros.
O major graduado do 10 balalhao de infanlaria,
Jos Pereira de Azevedo.
O capitao do lerceiro balalhao da mesma arma,
Jos Pacheco Sobro-a.
O capilao do setiniu balalhao da mesma arma,
Antonio E.luardu Marlini.
Palacio do Rio de Janeiro, em 14 de abril de
1855. Pedro de Alcntara llellegarde.
Conforme, Libanio Augutlo da Cunha Mallos.
Offitiaes que por decreto dea data pastan pri-
meira elasse do ejercito. .
Corpo de engenheiros.
O major aggregado ao mesmo cor|io, Anlonio Car-
neiro Lefio.
Arma de cavallaria.
O capilao aggregado a mesma arma. Jos Anlonio
Correa da Cmara, (tara a (erceira compauhia do se-
gundo regiment.
Secretaria de estadu dos negocios da guerra, em 14
de abril de 1855. Libanio Augusto da Cunha
Mallos.
fficiae* que por decreto desla dala pntsam se-
gunda elasse do ejercito em conformidade das
disposircs do artigo 2. 5 l n. 2 do decreto u. 260
efe 17 de dezembro de 1841.
O hrigadelro graduado do corpo de engenheiros,
Anlonio Jos Rangel de Vasconcellos.
O capilao do mesmo corpu, Salvador Jos Maciel.
Secretaria de estadu dos negocios da guerra, em
I i de abril de 1855. libanio Augutlo da Cunha
Mallos.
los publicos e particulares de inslruccau em l'eniam-
buco, serio etercidas por un director geral, um con-
selhu director, e delegados e conselho de dislrictos
Iliterarios.
Arl. 2. Incumbe ao director geral :
? I. Inspeccionar por si, lurseos delegados o pe-
los membros que elle designar do entre o- do conselho
director, todas as escolas, cullegios. casas de educa-
rlo c estahelecimentos proviuciaesde inslrucgao pri-
maria e secundaria, assim publicos como particula-
res ;
$ 2. Presidir os etames de capacidade para o ma-
gisterio, e conferir os tilulos de approvarao, confor-
me o ibudelo que fur adoptado ;
S 3. Aulorisar a abertura de escolas e eslabcleci-
mcnlus particulares de instrucc.au, guardadas as dis-
posjoes deste regulamento ;
S 4. Rever os compendios aduladus as escolas
publicas, corrigi-los ou faze-lus corrigir e substituir
itumidu for necessario;
S 5. Coordcuar os mappas e informnc;es que os
delegados de districlos Iliterarios I lie remellerem no
decurso do anno lectivo, sobre a inslruccau primaria
e secundaria, eappreseular ao governo da provincia,
al o lint de Janeiro, un quadro estalislicn de ludas
as escutas pruvinciacs, e um relaturiu circumstancia-
dn do progresso ueste ramo, enm lodos os esclarec-
uieiilo- une a lal respeilu poder ministrar.
5 6. Convocar o conselho director, presidir as sitas
reunies, e mandar proceder aus etames, e informa*
coes necessarias, para que elle possa exercer as suas
fiincces com acert ;
7. Organisar os rcgimenlos internos das escolas,
e dos uulros estahelecimentos de iustruceao publi-
ca ;
- 8. Expedir inslruccoes :
1. Para os exames dos professores, adjuntos, e a-
lumuos.
2. Para o desempenho das respectivas obrigares,
directamente aos delegados dos districlos luteranos ;
e por intermedio do regedor do Intrnalo aos profes-
sores ilesle eslabelecimeuto ;
3. Em geral para ludo quanlo for concernenlv i
boa eiecucao deste regulamento.
5 '.I. Julgaras infraeces disciplinares a que forem
imposlasas peuas de admoeslacao, reprehensao, ou
multas ;
S 10. Propr ao governo da provincia :
1. Gralificaces extraordinarias, e augmento de
vencimenlos para os professores publicos, nos casos
e pelo modo eslabelecido nos artigs 27 e 30 ;
2. Os individuos que na forma do capitulo 2, do
titulo II. se habilitaren! para professores adjun-
Deram de ter promoiidot.
Estado-maior da primeira elasse.
Os lenles Francisco Jos Cantoso Jnior e Fran-
cisco Raphael de Mello Rego.por au lerera satisfeito
a condic.io segunda do arligo8 do regulamento ap-
provado pelo decretan. 772 .le III de marro de 1851.
Arma de arlilbaria.
Os primeiros lenles Francisco Luiz da Trinda-
de eSuuza e Eduardo de Sa Pereira de Caslro, por
falla de exorne.
Arma de cavallaria.
Os lenles Jesuino Olympio de Sampaio, Anto-
nio Francisco de Castilhos e Antonio Pedro dos San-
ios, por talla de exame, e o alferes Xeferino Aflunso
Talmrda, por estar sujeilo a conselho de inquirirlo'
Arma de infamara. (Por falta de exames.)
O capilao Vicente Coelho.
Os lenles Firmino Jos de Oliveira, Alexandre
Jos da Rocha, Jos Aurelio de Moura. Joaquim
Cavalcanti de BuIhOes, Vcrssmo Jos dos Sanios
Lima, Manuel Altes Pereira da Molla, Manoel Clau-
dino de Oliveira Cruz, Jos Antonio do Carvalho
Dantas, Jos Manoel Braga. Francisco Gonralves
Pereira Lima, Custodio Coelbo dos Santos, e Jos
de Sonta Lima,
(Por esterera sujeilos a conselho de inquirirlo.)
Os alferes Guilberme Marques de Souza, Norberlo
da Costa Ferrcira.
Secretaria de estado dos negocios da guerra, em
11 de abril de 1855. Liban'> Auguslo da Cunha
Mallos.
GOVERNO DA PROVINCIA.
O presidente da proiincia, autorisado pela lei pro-
tincial n. 355, de 25 de telembio de 1854, or-
dena que d'ora em diunte te observe a teguinle
reforma e regula/nenio geral para a inslruceao
publica da provincia.
TITULO I.
Capitulo nico.
Da 'irecro e intpecro dos eslabelecimenlos pbli-
cos e particulares de instruccito provincial.
Arl. 1. A direcrao e iuspeerjudos eslabelecimen-
los
_3.-Oi in,U\ iiln.is competentemente habilitados pa-
ra o magisterio publico, e os que devam ser eucar-
regadus da inspeccau do ensiuo ;
4. A creacAu de escolas primarias, de qualqiier
dos graos;
5. A cicac.iu de mais algtima cadeira no Intrna-
lo ; quandu a circunstancias o exigircm
6. Os professores que devam ser jubilados, na con-
formidade dus artigas 28 e :i() desie regulamento.
7. As alleraeoes que a experiencia aconselbar que
se devam fazur ueste mesmo regulamento.
Arl 3. O director geral solicitara do governo da
provincia a approvarao dus actos dp que Irala o !j 8,
nmeros > e 3, do artigo anlon-denlc, sem suspen-
sa" de etecucao. Nos uulros casos mencionados no
numero I, do citado paragraphu 8, e nos nmeros 1
a (i, c no 7 do S 10, ser previamente uuvido o con-
selho direclor. Nos casos dos 4 e '7 do arl. 2,
alm da audiencia do conselho, preceder a appro-
varao lo governo da provincia i execucao. Sempra
que fr ouvido o cuuselhu, o seu parecer acompa-
nhar as propostas do director geral.
Arl. i. O director geral lera para o expediente
da repartirlo a seu cargo um secretario, Humeado
pelo presdeme da provincia, sol propusla daquelle
com o ordenado de 1:1)005000 de rs.
Ala. 5. Ao secretario compele :
g I. Escrever. registrar, e expedir os (talos e
quaesquer outros papis que corram pela directo-
ria ;
S 2. Escriplurar em litros proprios as ordens re-
lativas a despezas, segundo as instrncroes c modelos
que Me forem dados.
3. Ltvrar as acias c deliberares do conse-
lho ;
4. Berber as quolas que furem designadas pa-
ra as despezas ordinarias do expediente ;
S 5. Preparar lodos os esclarecimeulos que devein
servir de base aos relatnos do direclor geral, i or-
gauisacait do quadru eslatislico, e aos outros Iraba-
Ihus da directora.
ArL 6. Os delegados de dislrictos Iliterarios se-
ro nomeados pelo presiden te da provincia, sob pro-
posta do director geral, e nao poderao t-xercer o
magisterio publico ou particular, primario ou se-
cundario.
Teein a seu cargo.
1. Inspeccionar, pelo menos urna vez men-
salmente, as escolas publicas dos respectivos dis-
lrictos, procurando saber se nellas se cumprem fiel-
mente as inslruccoes e ordens superiores, dando
conta ao direclor geral do que observaren;., c pro-
pondo-lhe as providencias que julgarem conve-
nisnles :
i. Impedir que se abra alguma escola, ou
collegio sem preceder autorisaro para este fim.
3. Visitar, ao menos una vez em cada tri-
mestre, todos os estahelecimentos particulares des-
te genero, que tenhain sido autorisados, observan-
do se nuiles sao guardados os preceilos da moral, e
as regras hygienicas ; se o ensino dado nao he con-
trario conslituiro, religio, e as leis do estado;
e se se cumprem as disposicoes deste regulamento.
4. Receber e iransmiliir ao direclor geral,
com informacao sua, todas as participaijoes e recla-
nia^es dos professores, e com especialidade de tres
em tres mezes, mappas dos alumnos das diversas
casas de educacao, publicas e particulares, verifi-
cando primeiro a sua exactido, e ajunlando-lhes
as oltscrvaces que Ihes parcrecem necessarias, enire
as quaesdevem declarar as vezesque tenham sido
ins|ieccioiiadas as ditas casas.
5. Preparar, sol) proposlas dos professores
publicos, e enviar ao direclor geral o orramcnloan-
nual das despezas das escolas respectivas ; assim
como remetler-lhe, depois de verificadas, as con-
tasdas mesmas despezas, que dov.jn sempre ser
assignadas por aquellos professores.
6. Fazer inventariar os ulensis de cada esco-
la publica, mandando extrahir duas copias do in-
ventario, urna para ser Iransimttida ao director ge-
ral, e a oulra para icar em seu poder, sendo am-
bas assignadas pelo professor, o qual ser respon-
savel pela conservaoao dos referidos ulensis, dentro
do prazo que for designado em urna tabella espe-
ccial.
Arl. 7. 0 conselho direclor he composio :
Do direclor geral.
Do regedor do Gymnasio Provincial.
De dous professores do mesmo instituto, desig-
nados pelo governo da provincia.
De um professor publico ou particular de ins-
lruceao primaria, que se haja destinguida no exer-
cicio do magisterio, nomeado pele direclor geral.
E de mais dous memhros livres, esculla do
[iresidenie da provincia.
Arl. 8. 0 governo da provincia designara um
substituto para os impedimentos de qualquer dos
dous ltimos inenibros, assim como os professores
que devam em caso igual substituir aos que forem
membros do conselho.
No impedimento do regedor do Gymnasio, servi-
r o seu censor.
Eslas suhslilui^es somonte terao lugar, ou
quando o impedimento for de mais de quinze dias,
ou quando nao for possivcl reunir a maioria dos
membros do conselho, ou finalmente quando as de-
cisoes dependercm do numero completo dos ditos
membros.
Art. 9. 0 direclor geral ser substituido por a-
quelle dos membros do conselho director, que o
pre.sidenleda provincia designar.
Arl. 10. O conselho direclor tomar parte em
todqs os negocios em que a sua inlervencao he exi-
gida por este regulamento.
Teta especialmente seu cuidado.
1. 0 exame dos memores meihodos e systcmas
praticos de ensino.
2. A desigoaco e reviso dos compendios, na
forma do art. 3,
3. A creaeo de novas cadeiras.,
4. 0 syslema Em geral ser uuvido sobro todos os assumplos
litii'iario- que inlercssom nsirucco primaria c
secundaria, cujos melhoramenlos o progresso dc-
ver promover e liscalisar, auxiliando o director
geral.
Julgar as nfraccoes disciplinares que esteja
imposta pena maior que as de admoeslacao, repre-
hensao, ou multa, qcer dos professores pblicos
primarios e secundarios, quer dos professores e di-
rectores das escolas, aulas, e collegios particu-
lares.
ArL 11. Os conselhos de districlos Iliterarios
serao compostos;
Pos respectivos delegados, que elles presidiro.
De um agente do governo, por este designado.
De dous pais de familia, nomeados annualtneti-
le [telo director geral.
Do respectivo parodio.
Os conselhos de districlos exercero uestes as
funecoesdo conselho direclor noque lhes for ap-
plicavel. Os scus membrosj substituirn aos res-
pectivos delegados nos seus impedimentos, segundo
forem designados pelo director geral : e os auxilia-
ro na liscalisacao das escolas publicaste particula-
res, dos seus dislrictos. (Coniiruia.)
EXTEsIOR.
TRATADOS INTERNACINAES.
Montevideo 12 de abril.
Ao ver-se o caloroso apressuramento que os go-
vernos sul-amenanos empregam para celebrar trata-
dos com as potencias europeas; ao ver-se que cada
ministro quusesuccedo parece que anhela por dei-
xar consignado um ou mais desses compromissos
internacionaes, dir-se-hia que a America ainda nao
conseguio que a independencia desuasdisiinctas na-
cionalidades fosse reconheciila pelas grandes nacoes,
e que, duvidando de que esse acto se realise, quer
deixa-lo tcitamente consignado nos muliplices lia*
lados de amizade, commercio e navegaco.
Realmente houve poca cm que a fehre dos go-
vernos sul-americanos para entiarcm em tratados
internacionaes se ex plica va |iela neeessidaJc de
garantir, moralmciile ao menos, nacionalidades r-
cenles, constituidas de fado ede direilo, posto que
olhadas com reserva pela melropole commuin, que
teve de riscar o lilulo e das suas Indias
porque a realidada o tinha supprimido irrevogavel-.
mente.
Porm quando esta razode Esladodesappareceu
por sua vez de fado e de direilo, o apressuramen-
to para entrar em notos compromissos internacio-
naes nao pode explicar-se satisfactoriamente.
Mas tambern se deve observar que esse mesmo,
o anda maior apressuramenio lem existido da par-
le dos governos das grandes potencias: tambem se
deve notar esse afn com que'acodein America do
Sul os agentes c os ministros, munidos de plenos po-
deres para trataren) sobro assumplos de commercio
e uavegaco, bem entendido, sobre o peda mais
perfeila igualdad*.
De[iois da queda de Rosas, quando a liberdade
e a nacionalidade, diremos assim, se subslituiam
oppresso c s brutalidades da dictadura,
quanjo pareca que apenas tinha chegado Euro-
pa a noticiadesse fado, vimos chegarao Prala al-
tos diplmalas plenamente autorisados para iniciar
tratados com os nossos governos.
A Franca, a Inglaterra, a Sarienba, Portugal, os
Estados-Unidos, acudirn) quasi no da segunteda
queda de Rosas, ptetendendo entrar em ajustes de
commercio e de navegaco.
Pareca isto um festim a que a libcrtaco deslcs
paizesconvidava a diplomacia estrangeira.
De lei lo, o primeiro fado que essa diplomacia
apreseniou nao poda deixar de attrahir a aitenru
de lodos.
Buenos-Ayres eslava sitiada ; ha va diariamente
combales entre a cidade e os inimigos que a atara-
vam; o triumpho pareca pender ora para aquella,
ora para estes Odesfecho pareca imminenle. Po-
is bem: do meio de lodo este estrepito bellico, do
desbarato em que ficara o sitiante, quando o di-
rector abadonava a provincia s, c Buenos-Ayres
se livrava da guerra atril inopinadamente, do meio
desse chaos surgem illesos e loueaos os dous primei-
ros tratados que a diplomacia europea consegua
depois da queda de Rosas.
Quaes fossem as vanlagens que as provincias
confederadastinham em visla, ou melhor, quaes
os beneficios permanentes que o seu governo se
propunha alcancar para o paz com scmelhantcs tra-
tados, nao o indagaremos agora, porque o lugar
nao he pioprio. Considerc-se nicamente a coh-
junrlura em que se lizeram aquellos tratados, e con-
clua-se se houve ou nao apressuramento da pane
da diplomacia europea para fazer tratados no Prala.
Estes tratados 'sao breves, porem muilo substanci-
osos. Parece que a crise do mez dejulho olTuscava
as inlelligencas!
Enlelanlo, depois desse fado diplomtico nao ,le-
mos que recordar no Prata seno tentativas para
iniciar algtlns tratados, para renovar outros, para
tratar cm summa.
E reerindo-nos repblica Oriental, adiamos
que esse empenho tem sido constante de ambos os
lados.
A diplomacia europea e a diplomacia anglo-ame-
ricana quizeram que a repblica se ligasse novamen-
te com tratados de maior ou menor duraco. Al
agora essas tentativas, acolladas com benevolencia.
J-i que nao com apressuranienlo, nao lem produzi-
do seno algumas linhas vagas escripias nas mensa-
gens depois de redigidos alguns projeclos de tratado,
com seus correspondentes proiocollos. Mas o faci
he que ainda nose aperfeicoou nenhum desses ajus-
tes transcendentes, oque a repblica que se acha na
actualidad", livre de compromissos, pode ou nao li-
gar-se por no vos tratados, segundo julgar mais con-
veniente.
E ser corlo que as nacoes civilisadas, como diz
Beaujour, quasi que nao fazem hoje tratados do
commercio e navegaco seno com as nacoes barba-
ras, a- quaes, naoconhecendo seno imperfeitamen-
le os diraielo- internacionaes, poderiam viola-Ios se
nao Ib os recordassem formalmente por meio de tra-
tados?
Se lal fosse o movel da diplomacia estrangeira ao
querer ligar a repblica com tratados engaosos ou
prejudicial- em suas clusulas mais importantes,
ueste caso valia a pena alguma demora- anles de
aperfeicoar-se o compromsso para esludar bem a
materia, porque os lempos tem suas exigencias espe-
ciaos em todas as orcasies.
Somos muto amigos dos estrangeiros e da civil i-
saco europea, como sempre o temos provado ;acon-
selharamosem todas asoccasies as maiores demos-
trares de cordialidade a esses elementos de progres-
so para esles paizes. Mas isto nao impede que,
sem hostilizar', ncm n'uin pice, os estrangeiros, sem
levantar torpes barreiras civilisaco que vem com
elles, c de que esles povos tem tanta necesidade, nao
impede que consideremos soboutra face a diplo-
macia que produz tratados, que encerram germens
prejudiciaes para o paiz. Sao cousas mu dislinctas.
He evidenteque a deplomacia estrangeira quer ga-
rantir direilusespeciaes para cada nacionalidade. Os
frequenles transtornos em nossos governos as con-
tinuas alteracoes da paz, a repetida succcsso de
una ordem de cousas por oulra, mpcllem a diplo-
macia estrangeira a eslabelecer para a nacionalidade,
por quem advoga (odas aquellas garantas que julga
conducentes ao tem-estar de seus nacionaes. Con-
signados em tratados certosdireilos, crc-se que en-
lo, reata a excepgao deste modo, se tem alcancado
a verdadeira seguranca que se procura com lana
razio.
Em verdade, nao baria motivo algum para ne-
gar issoque a diplomacia estrangeira pedo aos nos-
sos governos. Porm cstesque, como cada individuo
particular, eslo obrigados a respelar a quidade e
a nao ferir direilos que a humanidad", e a civilisaco
concedeui a todos os estrangeiros, devero em todo
o raso fazer declaracoes universaes que poupassem a
necessidade de tratados especiaos.
Por ventara um governo equitativo crer-se-hia
nunca aulorisado para desconhecer aquelles direilos
em qualquer' individuo, s pelo faci de nao ler
iratado especial que o protegesse ? .
0 governo que procedes* toltem nao respeilaria
os tratados, pois que sem equi lado no seu proceder
nao podein es|ierar-se delle actos de justica.
Essas mesmas declaracoes unversaes,por oulro
lado, exislem consignadas nas leis* fundamentaos,
ou deveriam ditar-se nesse sentido geral, para que as
suas garantas alcancasseni a todos os estrangeiros
sem preferencia por nenhum, porm sem odio a ne-
nhuma nacionalidade, por que isto seria brbaro.
Nao esquejamos tambem que quando os gover-
nos se obrigam por tratados especiaos a nao coinmc-
ter olfenca nem njusca para com os sulnlitos de
ouira naco, nao devera crer-se de f.iclo que se lem
adquirido algum direilo novo, porque cada necio
otem perfeito parano solTrer leso, -injuria, nm
verdadeira offensa.
Isto quando as garantas que a diplomacia quer
eslabelecer expressamenie nos tratados para os direi-
los de sua nacionalidade.
Um governo justo, um Estado constituido, que
tom recoiihecido como direilo, publico os principios
receliidos cm todas asparles, doveempenhar-se em
ohserva-los e em fazc-los observar nas relaoes com-
muns da vida. Hu desnecessario enlo o recotiheci-
weulo especial, que nao d novo direilo.
Agora, quanlo s vaatageas que a repblica al-
cance nassuaseslipulacoesdecommcrcioe navegaco,
Ihe umponto trete faria muto mal em resolver como
al aqui.
Todos os tratados de commercio que se propije le
nao a clausula de dever-se considerar a- potencia
contratante no mesuio p que a naco mais favore-
cida. *
Esta clausula be mu grave: podocompromeitoro
futuro commercial do paiz, visio que nolhe he licito
entrar em tratadosde commercio especiaescom osEs-
tados visinhos, de quem podein usperar-se vantagens
positivas em determinados casos.
A repblica Oriental o Brasil, a repblica Ar-
gentina e o Paraguay tem entre si lacosque as atra-
hemaformar ajustes commerciaes sobre materias que
sejo do mulua vanlagem, e nos quaes nao poderiaj
enlrar-se por que so invocara a igualdade concedi-
da, que redundara entilo em prejuizo nosso, e estt
prejuizo convem evita-lo ))o uluro.
Actualmente pettdem da legislatura da repbli-
ca um on mais tratados sobre os quaes deve pro-
nunciar-se. Bom he pois que se estude com vagar
a materia, que se eslabeleca a verdade dessa igual-
dade impossivcl em que se pretenden! collocar os
contratantes, o que se eviiem embaracos suflici-
enlemenle conhecidos de an*le-mo.
Amizade com todas as nacoes deve ser a regra
da poltica exterior desles paizes. Igualdade de
direilos para todos os estrangeiros. Prolecco u-
nversal para lodos os inleresscsque venho desen-
volver os elementos que estes paizos encerram.
Em urna palavra, justica psra todos,
Isto declarado bem alto, e sobreludo pralicado
rigorosamente, poupa diplomacia eslrangeera o
empenho, natural al ceno ponto, de instar por
tratados com reconhecimenlo de direilos especiaos,
que he injusto negar a nenhuma nacionalidade.
A resucito dos alliados e vizinhos, a aeco do
Estado deve ficar desembaracada, porque estas cir-
cunstancias sao especias. Com os alliados e vizi-
nhos haver por fim necessidade de ajustes de va-
ria natureza, oceupando nelles um lugar de prefe-
rencia os que se referrem ao commercio mutuo,
em attenco s necessidades do consumo de cada
paiz o s industrias que devo acorocoar-se em um
ou em oulro.
(Comercio d) Piala)
(Jornal do Comercio do Rio)
<;ORHKSP()Xlli;\(.| \ |)i) DIARIO DE
I'EKXAJIIUCO.
LISBOA.
1 i de abril.
Saibam quanloseste instrumente publico de cor-
respondencia virem, que no anuo do Na.cimento de
Nosso Seulior Jess l'.liri-ln de mil oilo ceios e ein*-
coeula e ciuco, aos 1 i dias do mez'de abril nesla ci-
dade de Lisboa nao hnvia noticia da queda de Se-
bastopol, juntando aquelles que ludo presumen!
saber, que nao Ihe viam seilos dsso; sendo pois de
conveniencia dizer que esla opiniAu he da chronca
escandalosa; [mi lingua, segando a melhor el\-
mologla) pense cada um o que melhor Ihe pare-
cer.
Cuttsla mais por informaces aiilhenticas, que estilo
abertas as conferencias de Vienna; lornando-e uc-
ees-, irm apuntar c declarar alio e bom som que a
Priissia eximio-se de tomar parte nas sobredi-
tas. A respclo deste isol.menlo diz o dictado: que
mais sabe o lolo na sua casa do que o avisado na
alheia.
Correm militas btelas acerca do que se lem Ira.
lado nas prerunisa las rciinioes cima mencioludas,
mudos jomaos lem lagarelado ueste sentido, ebegan-
do alguns a ponto de aflirmarem, que da o as mais
beinJundadas esperancas de paz; Dos a traga; diz
a chnfnica rhocalhcira; mas so vicr ser recuar para
dar maior marrada; e que ludo se encaminba para
um convenio razoavel e cominum accordo das altas
parles contraanles. Taes asserroes to falsas. Na-
da se sabe com certeza; pois tem havido muila caule-
Ja em ludo "ocultar do que la se lem passailo. E os
Tactos coutradizem os bom alvilres que assoa-
lltam.
Vamos ao rol da roupa suja. Ll-re da Prussa
fui a Saxonia e la se Ihe fot tambeui reunir o seu
rainislro ManleuHel, cm Dresda capital da mesma te
ho de Iralar dos inleresses da Allemanha; dizem
elles, e in'is o acreditamos. Ainda desla vez a po-
ltica de Potsdam logrou os seus intentos. Andar
assim que be bom andar.
Azora he roupa de Franrez. Mr. Drouwi de Lbu-
\s vultou da Londres anude liulia ido para conferen-
ciar sobre negocios que dizem respeito as nacoes
aliiadas, e vai para Vienna pela mesma necessida-
de. A rainha da (iraa-Bretanha conviduu o impe-
rador dos Kraneezes a vir at a sua corle. Pobre
nionarcha.que se v em calcas pardas.
Houve crise ministerial na Blgica: depois de
grandes oscillaces, formou-sa o ministerio por as-
cendente do lado direilo da cmara; e com assombro
geral uu entra no novo gabinete o chefe do mes-
mo .Mr. de Tbcul. lie bom lembrar que licau com
a pasla da juslira Mr. .Nolhoin. personager muilo
distinclu no seu paz, e no. mundo Iliterario pelo
seu excellenle escripto sobre a revolucao belga. Os
outros membros du ministerio -Ao tambem pessoas
nula veis, e que indicaremos quando vier a pello.
Kegislramns o illuslre esladisia pelo apreso em que
temos o seu eximio Irabalho bislurico, no qual expoe
com tanta lucidez o factu que deu nacionalidade a-
onde elle subresabe pelu seu mrito.
Do Piernn le o que pode dispertar a. curiosidade
d'uiu estrangeiru, que queira seguir ltenlo pelo fio
dos successo, o morimenlo doe negocios publica
europeus, he a approvarao que deu cmara do
mesmo paiz um projecto de lei de um nico arti-
go para por em f de guerra um exercilo de 1:10,000
bomens. Est verificada a rhegada do embaixador
sardo a corte utloinana, Mr. de Teuco, que partici-
pen as providencias do sen governo no locante ao
transporte do contingente militar para o Ihelro da
guerra.
Em lle-panha os negocios marcham com as mes-
mas incertezas o perigos; e ascrises miuisleriaes lem
sido mais uu menos graves. A proposta qua lti-
mamente ro apresiulada na cmara e que inhibe
completamente a guarda nacional de tomar a ini-
ciativa nos negocios publicos descncertou os che-
fes c influentes da situacao; as dissidencUs ja eram
flagrantes, esla medida violenta e que se retMle
do car.iater hespauliol, e da> falla de pralica cons-
titucional, ha de Ihe dar serios desgoslos, seja de que
mo.lo fur que se encarem os embaracos com que
lula esla uacao. Esta, nao sem eslupefacr-lo geral,
em discussao, no meio das altcrcjoc.es, dispulas acri-
moniosas e lodos os mais desaguisados da cuslumeira;
pas estes senbures hespaohoes anda nao se cn-
lenderain com a praxe do governo representa-
tivo.
A uta lembranc/i du projecto de lei que mencio-
namos he um documento do que lemos avancado.
Maso que se espera d'mn paiz em que os partidos
eslo rola vados, desmoralisados por continuas drsscn-
ces'? All nao se tuina por mnderacao a sobriedade,
a descripeju, a conveniencia, a parcialidade que
adopta essa divisa, be com cornlho de ma ola; as
opnies cvtrenia. di-linju.-m-se pelo.s seus desacer.-
los, e al falla de laclo dos seus proprios inleres-
SCS. ,
Osexemplos ahi cstao. A parcialidade leglimista
lem feilo leiitalivas revolucionarias que lem aborta-
do; ou seja ni instigados pela faccao decahida, ou por
inspiracio propria ou por arlimaultas do liberalismo
extremo, nao mostram senflo imprudencia, ignoram
que para se conseguir as cousas he'mister esperar
a ocrasiAo; o resallada de taes extravos lie dissipar
os reqursos, estra.ar forjas que deviam estar orga-
usadas. e prontptas para manobrar em lempo com-
pleme. Proccdeudo como lem procedido, po-
dem-sejaclar decoragem, os legitimislas, de pruden-
cia c sagaeidade, nao. Ora, a primeira qnalidade
sem as nutras he uina mauireslac^o incompleta.
Nada mais fazem do que coinpruinclter, e fazer mais
desgranados como os de Pamplona, opprobrio cierno
do governo actual. Em circumstancias opposlas
marcham com a mesma falla de lino os liberaos,
que senbures da siluarAo ainda nAu mostraran! va-
las governaliva-, c muilo menos |>ulitica. E o que
ha de fazer um partido que lem por chefe o duque
de Victoria! llein v que nos rollocamos cima dos
preconceilos de farcoes para avahar as couaas pu-
blicas da grande Hespanha d'oulr'ora.
Desgraradamcnlc fallamos verdade. Partidos sem
cheles dignos e muilosdclles analptubelos.
No dia 25 de marco leve lugar em Madrid no pa-
lacio do Senado acornaran do llaslre poeta Quin-
tana, ceremonia feil.1 com toda a pumpa e magni-
ficencia,corlesiia, a joven rainfia poz acoioa na fron-
te do venerando auco c velho patriota; recilari.ni-
se lindas poesas, cnlre as quaes mcreceu especial
mencao a da poetisa Avellaneda.
Aiuda nao chegou a esla curte do Lisboa o Sr.
D. Patricio Escosiura, novo representante de S. U.
catholira junto a SS. MM. fidelissmias. Termina-
mos as unssas noticias e observarOes sobre o reiuo
visinlto declarando solemnemente, que nao lemos
de maneira nenhuma em visla delurpar os seus ca-
racteres polticos, pelo contrario acompaohamos e
participamos da dur dos llespanboes sensatos que
lastimadla ma estrella que persegue aquella briosa
n.ie.iu. e com elles fazemos votos para que n3u vul-
tem mais dias Uto nefastos. Oala. Demos urna visia
d'olhos c por Porlagal.
Pouco ha que seja de vulto. As cmaras proro-
garam-se por torio este mez de abril, e ha quem aliga
que lindo esle prorogsr-sc-hao ainda mais. A que-
rella internada pelo duque de Saldanha contra um
peridico do Porto, motivada pela decantada ques-
tAo do rapio terminan em fim. O jury decidi que
huuvcra excesso da parte do jornal; os inimigos poli-
ticos do marechal lizeram desle incidente cavallo de
balalha; fui de Lisboa o hbil advogado Pinto Coe-
lho para defender a folha querellada. Bom dinheiro
recebeu para isso, segundo consta. Nem fallaran) as
commodidades em lal caso.
Keanio-se urna commisso deseuhoras muilo eos
nbecidas no grande mondo, (entre ellas a duqueza
de Palmella) influidas pelo minislro Fonles, afim de
arranjarem urna subscripto para fazer coucertos e
preparativos no thealro de S. Carlos e arma-lo em
termos quando livcrem lugar as solemnidades do jo-
ven rei D. Pedro V, que eslo prximas. As'laei
cultoras forana encantadoras, pois consegniram o
que pretendiam, alcanzando um empreslimo de 60
contos pagaveis em inscripres de quinbentos mil
ris, n cinco por ceulo durante qnatorze atino. A
graciosa commissAo leva mais avante as soas vistas ;
nao so procede em armar o Iheatro para as Testas
reaes, mas tambem reparos e mept trmenlo* no
corpo do edificio. Se assim for frequeoUr-se-ha0
os espectculos da opera lyrica com mais gusto t
i ouimodo do* amadores. A proposito de S. Carlos,
aunuuciamus com (tezar, que a celebre ivulora ma-
dama Alboni lindott as suas escriplunas, e que parte
no primeiro paquete para Inglaterra. Pur uina obri-
gaute fineza da madama ainda a ouviremos u'algu- -
mas operas.
Damos-lhe parle com'.muila salisracAo que eslau
quasi promplas as biras que a cmara mandara abrir
na ra do Thesouro, para substituir as do l.orcto ;
por tanto, cm breve veremos fura o Neptuno, e des-
empachado um dos mclhores locaese do* mais con-
corridos da Lisboa. Coas)a que o governo trata de
eslabelecer urna buba de tolegraphia elctrica entre
Lisboa e Porto, e outra de Lisboa a Elvas. Diiem
al que ja enlabolra reUcoes para esle fim com pe*-
soa compleme e acreditada uestes irabalho* pelos
UlITimnn


DIARIO DE PERMMBUCO. SEXTA FIRA 4 DE MMO DE 1855.
paira, lid' ha, da Europa. Andam a dizer qoe
o uohrc duque intenta casar a mi lilha (viava do
conde do Tavarcde) com o joven Antonio l'edro,
herdeiro presumptivo do conde de Farrobo (volee
Quiniela e qnc para isso far-se-ho certas uoeoaa
ses que nao ficaea Me* ao duque. Taea eoneesses
lem por alvo feliz xito da longj. fastidiosa im-
mensa demanda do conde, e o ntico caiu do con-
Iralo Pinenla, qaeslAo millionaria que lem dsdu a-
gua pela bar w dona litigantes. Qaan sejam es-
tas cnncesse ale as saneases oh antes na repetire-
mos o que dit o vulgo. Concluiremos dizendn que
domingos K houve um janlar nak Larangeiras, a que
asslio a interessanle condesaa viava, e aoqeal s-
peravs-se a presenra da regente, qne nao appare-
cen por meommodo de ande. Se he verdade o que
dixem.
Por duas vezes llie demos a noticia di resolurAo
em qne eslava o imperador dos Franceaes .le ir at
a Criaaa. Asrim era. F.m Constantinopla, ehrga-
ram a designar e meante preparar as residencias im-
perial. Sobrevieram nutras necessiilades e determi-
nac,es ; a ida por tanto fui adiada.
I.uiz NapoleAo ISonaparte perdeu u lio da poltica
que com tanta fortuna o linlia encaminhado. Elle.
caja circmspecih> e cordura merecern) elogios
daqnellcs mesmos que nao svmpathisavam com a
na causa, enganou-se na lea que qniz urdir; o
Irania, pois, ja nilo vai bem. O malogrado desojo
de sagrara pelo Suruino Polifice da jgreja latina
linba de levar oulro andamento para ser bem succe-
ilido. A triste vaidade. de-participar da commnnhAo
dos reis velhos eegoU-o. Arrebatado pela indgna-
rio quu cstiiagar a bydra, nao prevendo que Ihe
|M>dia servir para urna pressa ; em voz de o encer-
rar na jaula pensando-a. apaparieando-a, e pro-
veilar-se lilla opporlunamenle. Uesvairou-se indo
lialer anual niquella malventurada qoestAo dos San-
tos Lugares. Ignorava elle que Nicolao Paulovitcli,
o mais alto representante do panslavismn oestes l-
timos trala annos aguardaa um ensejo fnvoravel"'
Apenas o vio atiroo-se sem rebuco e com raro lino.
Apoiado na machina infernal conhecida por testa-
mento de Pedro I estiva qual sagitario em alii-
lude de disparar. Mal a aguia das Gallias levantara
o vo para Santa Sopliia perceheu n perigo, lie ver-
dade. era sequer abaixou-se para cmpolgar a
prea ; fez-se de volla, ja en larde ; a sella f..i iu-
o e varou-a: Rccolheii-se atribulada e mal Te-
rida. Anda fez alante das soas forras, mas em
vilo. He inruravel porque'lem peconba a ferida.
Esle cunliiclo entre os principes c reis chrislilns
lm o qoer que de fatdico. O pretexto foi a defe/.a
do tirao Turco. Os cavallciros quando saliem do lor
uni nao volver mais a entrar na lira. Saint Ar-
tiituil da a balallta d'Alma, ganlia que foi reliron-
se para sempre. Nicolao-, cujo carcter assumia pro-
pnrrfies liumericas, congrega lodas as 6uas forras no
grandioso combate, de repente morre, sabe leos
como. McnscliikolT, o sinistro embaixadnr. vcoini-
migo indeciso'sob os muros Ue Sebaslopol, salla para
fura do coreo. Na opiniAo de uns por ler dcrabiilo
da raja, de o'ulros por (locura. As ultimas novas
d;m-no morlo em Perekop, onde se aehava. I.ord
Slralford ItadclilT o instrumento da poltica ingiera
no imperio ottomano, e de proposilo para isso es-
collado pela sita idoncidade, esta perigosamenle
eferino. A conlcuda he immensa e possante, esta-
fa os contendores. Os preparativos e apercehimen-
lort militares routinuam em alta escala, com a mes-
ron rapidez e energa. Todas as medidas estratgi-
cas, lodos os recursos da laclica, em fim todas as
IcMbraiir.-is de ruina mutua alHuem e lelDueni,
qual novo ocano, onde mullos lulo de navegar; c
bem poneos dos actuaos pilotos' Icro de ver n porto
desejado da salvaoao.
----------------------------------------*------------
vincia das Alagoas, Marliniannn Jos l.eile da
Silva.
l'or derreto de 20do mesmo mee
Foi raintegrido no lugar de juiz d direito da se-
gunda comarca da provincia de .Mallo t.rosso ojuiz
de direito Manoel Pereira da Silva Coclliu.
Fe elevado i 1:01)0$ o ordenado rom foi aposen-
tado rail de direilo I.uiz Paulino da Costa Lobo,
comprebendida nessa qnantia a pencan de (iOOSque
llio foi concedida por derreto de 1:1 de marro de 18*1
e na conformidade do decreto n. 803 qno approvou
a primeira aposentadoria ; dependendo de appro-
yacaoda assemblea geral legislativa o augmento de
28OJOO0.
(Diario do rio.)
HTER10R.
""\
Rio de Janeiro.
1") -de abril.
Por decreto de 3 de abril corrculc. leve merc
Antonia Francisco de Sooza Malla, da servenlia vi
iMlicia dos cilicios de Ubeliilo do publico jilirial c
notas, esrrivAo do crime, rivel, e escrivAo do jurv
do termo de S. JoAo do Principe da provincia do
Cear.
Por decreto de 7 do mesmo mez :
Foi perdoado a Marciano Pinto da Silva o resto
do lempo qne llie fall para cumprir a pena de ti
anuos de prisao com traballio em que foi coudein-
nado pelo couselbo de uerra do corpo municipal
permanente.
Foraro nomcados :
Juiz municipal c de orphaos dos lermos reunidos
da Barra do Kio de Conlas e Marab, na provin-
cia da Baha, o bacharel Antonio Uarle da Silva
Valonea.
Ajudantcdo balallio de infanlaria da guarda na-
ciooai do municipio de Alanos, da provincia do
Amazonas-, o alteres reformado do eierrito Joaquim
Jos de Olivcira. .
Major ajudanlc de rdeos do commando superior
da guarda nacional dos municipios de Sorocaba, li,
Porto Feliz, S. Roque, Capivarj e Pirapora da pro-
vincia de S. Paulo, o capito Messias Jos Cor-
re!.
CapitAo secretario geral do dito commando, Bcnlo
Jjasc Kibeiro.
Toncle-coronel commadanle do balallio n. 88
da gu n la nacional da provincia da Billia, Antonio
Jarintho da Silva Cui maraes.
Tenenle-eoronel commadanle do balalhAo n. 89,
dito dito, Bernardo Jos do Rosario.
Foi dispensado do exercicio do commando snpe-
snarda nacional da capital da provincia do
Jaranliao, a coronel Domingos da Silva Porto.
Foi declarado que a reforma concedida por de-
creto de B de agosto de 1853, ao major da cilinctn
legiaoda guarda nacional do Recife, Justino l'ercira
de Farias, seja no posto de tcnenle-Toronel da mes-
roa guarda nacional.
l-oram reformados nos mesmos pnslos :
O major da eilincla lesian da guarda nacional da
provincia da Babia. Cyriaco Jos Maribondo,
O tenente-coronoiVdo entnelo seguado balalhAo
da guarda nacional do municipio de Caldas, da pro-
vincia de Minas t.craes, Custodio Jos de Souza
Moreira.
O Icncnte-comncl do exlincto balalbfio de infan-
laria gnanla nacional do municipio de Campias,
provincia de S. Paulo, Jos de Barros Leile.
17
Por decrezos de i do crreme foram nomeados se-
gundos cirurgioesdo corpo de saude da armada na-
cional e imperial os l)rs. Jos Maria do Conlo, e
Orlos Augusto Fernandes de Caslro;epromovidos ao
posto de segundos lenles os pillos da mcsma# ar-
mada Braz Jos dos K- is, Jo> Antonio da Silva
Maia.C.amiHo de l.tlis Cordeiro, e Manoel de Mou-
ra Cirne.
Por decretos de 17 do correle mez, foram no-
meados :
Commmdanle superior da guarda nacional dos
iTiunicipios lo Pilan Arcado, Sanio S e Joazeiro da
provincia da Babia, Antonio Luiz l'erreira.
Ch fe. do csla*1o-mainr de dito commando, Mano-
el J.uiz da Costa.
TeH*fiU?-for 4lajc>ar(la nacional da, mesma provincia. Manoel
Antones Pereiri de Abres Rarellar.
dem dem do balallio n. K"> dito, o leneule-coro-
nel das cxlinl-is milicias Antonio de Albuquerque
Merte Montenegro.
dem dem do balaHtO n. 87 dilo, Francisco
Raymun.lo de fianaa.
dem dem do lialalhao n. -20 dilo, Custodio de
Oliveira Campos.
dem idem do bxtalMo n. U1 dito dito, o 1. l-
ente reforma lo do rxercilo Augusto de Vaseoncel-
los Souza Babiaua.
Idemidem i! balallio n. 3 da reserva dilo, Fran
eiseoJofda Silva.
Major commadanle da secc.lo do balalhHo de in-
fanlaria n. 2, dito. Fernando da Cunha Mello.
dem idem idem n. 3 dilo, o Or. Manoel Joi
Costa Silva.
Foi declarado que a reforma concedida por decre-
to de 3 ile jnnbo de i8'r>, ao lenenle-eoronel com-
madanle do niinrto ^ batalbjo dagaards nacioual
do capilal doMaranhao JoSo Rufino Marques, seja
zto posto de coronel.
Tiverflo mere da serrcnlin vitalicia do offleins do
J* labellJito do judicial e olas e annetos da villa Benevenle lia provincia da Babia, Francisco Son
Pereira Moullnlin.
BscrivSon jury da villa da Forra de Sinla Auna,
da dila provincia, Manoel Jas de Aranjn Patricio.
Eserivo de orpltaes do termo de Anadia da pro-
Temos folhas de Montevideo at 12 do corrente.
Dor va de Corrientes havia all dalas'da Assiimpcjo
do Paraguay al 22 do mez, pa noticia anteriormente recebida de que se apresenta-
va soh os melhoros auspicios a uegocac.Ao diplomti-
ca confiada ao Sr. chefe de esquadra Pedro Ferrci-
ra de Oliveira.
No Estado-Oriental continuava a oceupar exclusi-
vamente a allencn publica a qucsIAo financeira. Os
leilores sabem que o goveruo apresentnu a cmara
dos representantes o ornamento para 1856, c que
nesse orramento apparece um grande dficit. A
commissSo, nomenda pela cmara para examinar e
dr um parecer sobre esta imporlanle questo, en-
lendcu qae se deviam Tazcr grandes cortes na de za ; mas, reconhecendo ao mesmo lempo que a as-
sembla s por si nAo podia vencer lodas as difficul-
dades que llie quera lecar o poder execulivo, e que
o administrador he quedevia saber quaes as econo-
mas e reformas possives, ncnbuma medida quiz
iniciar, o foi de opinian qua se reenviasse ao poder
execulivo o referido orc.amenlo, para qnc esle, re-
cousi,|erando-o, equilibrasse a dspota com a re-
ceta.
Eis-o parecer de commsAo :
r A rommissAo especial e nomeada para apresen-
lar um parecer sobre o ocarmento ger.l de receita c
despeza apresenlado pelo poder execulivo para vi-
gorar m 18,V>, limitoii-se por alguns dias no sen
exame, c, levada do desojo de aprcnlar sobre aba-
se daquelle projeclo um quadro equilibrado de nos-
sas receilns acluaes e das despezas indispensaves ao
serviro regular da unrAn, principio'! a projeclar as
modificaroes que cnnsideiava convenienle c pos-
sives.
Pnrcm no prosegulmento dcslc Irabalho leve de
desistir da idea de apresenlar cmara um projeclo
de lei do orramento formulado sobre aquello que
fora apresenlado peio poder execulivo, por Isso que,
no entender da commissAo, elle menlc dos lermos habis dentro dos quaes dev cria
estar crimprehendido para que ao menos pndesse
servir dpjbase ao ejercicio da allrihuico que o arl.
17 da o Mistitu-cAo ronfete asembla gcrnl.
De feilo, c-sc orcanicnto aprsenla um dficit
eventual, e pira preenchc-lo nAo se propoe meio al-
Bum. as despeza; se tncliiem pcnsos illogalmen-
le concedidas pelo poder execulivo a vinvas e snp-
poslos viuvas e invlidos, alm do sold integro qne
dPsfruclam algons mililares.sem mais fazao para is-
so senil nma ordem soperior.
n No projecto s orea urna administrar,! montada
[com superabundancia de empregados e despezas,
ilpsconbecendo por este modo o poder execulivo a
indispeisavel necessidade de adoptar urna economa
que torne possivel o equilibrio das reccitas com as
despezas.*
Por estas consideradnos (pie a commissAo nilo faz
senAo apontar ligoq-amcuie. c por oulras qne se re-
serva explicar na discussAo, leve de desistir de vos
propiir o aiigmenln ou a diminuirAo de um orca-
nienlo cm -que parece se faz abstraern das leis prc-
cxstcnles, das necesidades reaes do servido pnblico
c la escassez de recursos na aciualidade ; e decidi-
se rommissAo a aconselbar-vos qoe ni exercicio da
attrilmicAo 4.; art. I7da conslilui^Ao da repoblici.
piesles a vossa sanccilo i seguinlc :
Minuta de resolur'io
(( Arl. 1. Reprova-se o orcamento seral de des-
pezas apresenlado pelo poder execulivo para o anno
de 18(6.
Arl. 2." Dcvolva-se para qnc o aprsenle equi-
librando as despezas com os recursos calculados para
o dilo anno,e propondo para esle fim as diminuices
de despezas on o esUbelecimenlo de imposlos que
considere conveneules para melhor servico da na-
ci.
Arl. 3.i> Commnnique-se. cte.
Este perecer n3o linha entrado ainda cm discus-
sSo, mas acredilava-se gcralmenle qoe -seria ap-
proxado.
O Eslado de Buenos-Ay res :ichava-sc amea^ado de
una invaAo de indios pelas suas fronleiras do sul.
Dous caciques, a pretexto de vingarem a morle de
5110 tem obrigarfio de rcgularisar a carreira do Rio
a Santos, So nie nao falha a memoria, o nosso
amigo Silveira da Molla nccasionoit ama aulorisa-
c^o neste semillo. Ignoro o que he feilo dola ;
mas, como hoje se ignora lana cousa, v feilo.
Em segundo lugar, crea que a: podia remediar
s fall lio communicartri |ior tainos dias, em con-
sequeficia da fuga de vapores, fazendo-sea cousa
mais diflicil desle mundo. Sabe o que he'? Scm
ser administrador geral d posta, lembYo'uma
ideia e pe^o mecas. Mando-se collocar em Sanios
a rala do S. Paulo, quo ficar cala de um ou
dous vapores que vem da desgostosa Paran. En-
lao, o primeiro que passar nos far o favor de le-
var nossas cartas.
O administrador dor.orreio tiesta hceloso, nao
lia duvida, co senhorseu amigo das estreliinhas
balcu galliardatnenlea lanca : em recompensa man-
do-llte a minlia idea. Elle (|ue a desonvolva, eo
Sr. 'Cerqueira que pense no caso ; olhe que ludo
isio he dito setn malicina ; nao sei quem he o cul-
pado da desgrana Mas. seollondo algiiem, seja-me
isso relevado, visto que isto vai ao correr da penan,
nestegosto moderno vai a gente rorrendo esc es-
hartando.
Como llie tinlia prevenido, tivemos comeHei-
to grande festa.
Um grando numero de depuladis provinciacs,
creio que com excepran de dous ou tres, reiribuio
ao- banio do Ticte a lineza recchida. leve lugar
no palacete dos Quatro Cantos ( palacete, fim so-
iili'n : a dierenca de innilos do scu Bio he s de
lugar) um suinptiipso banquete concurrido por ma-
is de 300 pessoas.
0 nosso amigo Rosa, c Delfino, de potados pro-
vinciacs, prepararan! maravilliosamente essa bella
reunio.
Ojantcr foi servido na vasta varanda do nosso
palacete dos Quatro Cantos, ji conhecida por mni-
los arislocralasseus leilores,(|ucalii hailram quando
liveram a honra de aroiupaiiliar o lm|ierador a esta
provincia.
A mesa cotnptinlia-se de mais de 300 lalhcrcs, e
aprofusao deslumbr^u ao gastrnomo.
Quanlo ni9 me lembrei do meu amigo folhetinis-
la do fallecido Constitucional, que agora conver-
teu-so oni correspondente do Mercantil, segundo
mcnlem por aqui.
A' noite houvesai-jo, porque no banquete hou-
\>e sexo gentil, dilicias tnmluts, orno dizia a-
quelle fallecido, e que na contradansa era justo go-
zar como os marmanjos no peni
O liaran do Tirio tem ltimamente recebido
largas deinorstrafoes de seusamigos politicoc e nao
polilicos. O Sr. Saiaiva foi presente, e ahi rece-
beu igualmente os brindes de seus amigos.
Fervorara as salidos de envolla com o champag-
ne ; rosoou a msica postada no lerraco ; liouve-
ram em litn lodas essas cousas (|ue rodean) as festas,
e que eu nao descrevo |wrqtio o Hensageiro est
coto pressa.
Alguns amigos da opposico, convidados, nao
appareceram.
Ora, he boa, pois nao estamos concillados ?
creio que mu.
Yeto luz nova publicarlo. O Ajnigo da
Religiao, qnc se dislribue aos domingos, veio fa-
zcr alanos atiradores do Sr. D. Amonio.
Apre, ou esta gente he essenct al mente malevo-
la, ou o Sr. D. Antonio he lilteralmente ptimo
hispo.
He esetiptoem linguagem docente,mas vigorosa.
Os artigos jurdicos, dizeni-ms sao escriplos por
urna de nossas capacidades de foro.
Corremaqui diversas novidades que nao vem
em seu Jornal \ pelo que, por cautela, vou dando
quarentena. Urna dellashea cndecoracaodo com-
madanle superior de Mogi-Merim, o Sr. Joo
Goncalves dos Sanios Cruz. Se assim he, don os
sinceros ctnboras a este nosso amigo, que muilos
servirosconia na provincia. He urna das influen-
cias daquella cid"adc, e que muito merece de seus
amigos.
Outra he arerada do Sr. Nahuco, pois que se
aprsenla candidato senatoria da Baha. Ora,
conlem-mos alguma cousa disio.
(Caria particular. )
(Jornal lo Cnmmcrrio do llio.l
Se eume livnssc lembrado lia mais lempo, e nAo
fosse acostumado a deiiar ludo para a hora, como
em i'iicbmciilo as poucas noticias que lenho a dar-
Ihe.far-lhe-ha um ligeiro commenlo deia cxcellen-
le correspondencia, que muito me ha de servir para
a biographia do Jos, quando ou liver de apresen-
lar ao publico a galera dos contemporneos da/-.<-
trelta, reunindo como ja Ihe disse, mais um volume
aos crimes celebres. Eu j lli'o promelli : e Vmc.
sabe o quanlo folgo era cumprir cora a minha pa-
lavra.
A correspondencia do Sr. Sergio, que oceupon a
altencAo publica por algons dias, alm de fazer em
podaros ao nosso Jos, nao deixoude saracolear
a outros muilos, por etemplo abarroten como
secosluma dizr, ao Mariano : cliainuscou aleo po-
bre pequeo, esraldnu ao Maia p invocando a som-
bra do Paiva belliscou no l)r. Kaspado, a finalmen-
le concluiu dando morle de pulga, esmagando o ha-
rala descascada! Cuitado, esle leve o destino pro-
pi io a nrn verme de mi catbegoria, o que he mais
asqueroso que pode haver, principalmente para as
damas de quem o nosso animalcjn parece que vive
sonbando o modo do mais besunlar-se para agradar-
Ibes, alim de evilar pelo menos o felido rbeiro ojte
deixa exhalar das antenas! NAo Ihe digo o nonie
haptismal do barata descascada, ou branca ou caldo
de dieta, como vulgarmente Ihe chaman), porque
na verdade nAo valle a pena de o ilizer ; pois (raa-
se ilc urna rclislicancia tal. que nao sujaria eu a
peana escrevendo-o. Basta dizer-lhe que he elle
urna rousa quasi indefinivel ; urna cousa fra e no-
jenla. como o veolre de um sapo fcio como elle
mesmo ; urna especie de cousa, assim.... entre cata-
plasma de linliaca e ungento hasilicao... he cmfim
um Wencscop. da mais fina rac^a dos campos de Ca-
(anhede.... Oh diabo, que sem querer esrrevi-
llie o nome: agora nAo me lira lempo para risca-lo.
A barca le escavacao lem funecionado oplima-
menle : para que preencha o lim a que se deslina ,
resta que fiquem promptosos barcos mandados cons-
Irnir para a cnnduccAo da arela.
A bexiea esta quasi extinrta. segondo dizem os
enlendidos e o ccrllica o arrolamenln dos bitos.
Adeus, aqui lie o al a primeira.
om chele indio assassinado na Baha Branca, reun.
ram no Azul 2,000 liomens.
O commadanle geral do sul, sospesando que
aquella geni quera fazer correras no territorio de
Biicnns-Ayres, conccnlrou a pequea forra de linha
d que disnunha e chamot s armas a milicia para
se oppiir invasao. Acabava porm de communi-
rar ao governo que linha apenas 300 soldados para
eobrir ama fronteira de 300 leguas, e que os milicia-
nos haviam fgido para o iulerior apenas Ibes che-
gou a noticia da reiiniAo dos Indios.
Por noticias posteriores ronslav que os Indios
linli.im passado a fronleir e assolado muilas fa-
zendas.
S. PAULO,
i? de abril.
Tcnha paciencia, oslaba de ir boje o mais ri-
goroso c categrico correr da penna. O Mensa-
qeiro alli desponlou inesperadamente, c j annun-
ciou quo nao se quer demorar no porto sontisia,
rom receio talycz daquclles barullios de Hrauco
que alivio ha'\endo, etn falla to piomotor que
queira bater o p, e\ercendo suas funcroes na con-
foriuidadc do espirite' de nossa veneravel legislacao
criminal, que melhor heasneira ; assim a execu-
tassem sem vergar.
Mas di/.ia-llie que lenho duas horas para recor-
dar o que houve e aqui alnha\ar; muito pouco
para um correspondente de minha bi tola Pois v
ao correr da penna ; mas olhe que he muito seria-
mente au correr da penna, e nao puro salvaierio
de quom bem escreve e arma-secom urna capa de
modestia que nos acabrunha. Tanto assim que
nao virgulo : o seu Ilustre corrector de pravas que
se incumba disso, no que me fan'nnuilo favor. E
so nao estiver por esta, que v sem pontos e virgu-
las; entao, direi eu que esl ludo muilo corrente :
nada mais arbitrario que a pontuaco na presente
era, em que todos, inclusive o seu servo, escrevenn
Estamos no dominio da publicidade : ludo he pu-
blicista.
Todava nao lenho razao para me apressurar tau-
lo ; nem tanta cousa tenho eu a referiv-lhe, sendo
que sirvo-me da mala do Hensageiro para nao dar
ponto, pois que Vmc- nao os dispensa com atlesla-
dos quasi verdadeiros, como se fazia nao sei em que
academia.
E, pois, senada encontrar aqui, v dcsculpando.
Scibre nada tambem se noticia, eo sen collaborador
espirituoso do indo e nada be quem nosd esses
exomplos.
Por fallar em exemplo. A assemblea provinci-
al foi no correnic anno exemplar. Eal terminan-
do os seus trahalhos, que ha muilo lempo nao os
vejo tao importantes. Tudo se fez quasi em dous
roezes, loinando-se destiececessarias continuas e
cusiosas prorogacoes, que do urna sucia de subsi-
dios que piiiargain.
Creio que amanba se far o encerramenlo ; as-
sim |>enso, alientos os trabalhos que se lizeram
ltoje. *
, ltimamente nada tem ocjcorrido que eu deva
mencionar, alenla a urgencia, com que escrevo,
sendo cerlo que nao pago o porte dobrado nem por
um decreto, como sr diz naaedomia, nao dando
assim o gosiinhoao nosso Guimnres, que olha at-
iento para as quatro horas.
A proposilo da correio: muilo se applaudio aqui
a Ma Gazelha, que fez-nos o favor de dar aquella
rajada. Com eneito, ha dous dias de via'juiii da
corte e nada de novo em vinte dis !... -
[gnoro de qem s dando ; v a carapuca a quem locar. Em mate-
ria do correio, e lo caro como pagamos, as obser-
vari's nao sao dispensaveis
Mas, em honra verdade, permita que Ihe di-
GORRESPONDENGIAS DO DIARIO DE
PERNAM3UG0,
MARANHA'O.
28 de abrii.
Tendo-llie cscriplo ullimameutc pelo ..-Salvador,
quo daqui sabio no da 21 do crlenle, rom um es-
piro ti pequeo, causado pelo carrancsmo daquel-
le barco e pela vclocidade espantosa do Torantins,
impossivcl me he achar alguma nnvidade para con-
lar-lhe. Entrelanlo, com os recursos de um corres-
pondente sAo sempre elsticos, saherei, ainda que
por alguns momentos, dar que fazer aos bicos da
penna. alim de que algumaslinliis minbas nAo dei-
xem dc'lomar o pequeo lugar que Vmc. Ihe cos-
luma assignar, as alias columnas do seo exccllenle
Diario. '
Esqucceii-me. em occasiAo opportuna, dizer-lhe,
qne em Caxias abrio-se o jnrx no dia 3 do mez pr-
ximo ptfssado, tendo-se julgado durante a sessao 7
aecusadus: delles foram rondemnados, Balizara
Augusta a 20 anuos de prisAo, e Feliciano Luiz a
12. Todos os oulros foram absolvidos, contando in-
falizmcnlc no numero desles, o clebre Zacaras
Fernandes dos Rei. que pela seguuda vez, entrava
em julgamcnlo. Uaqucllas absolvires appellou o
l)r. promotor.
Foi presidente nessa sessao o l)r. Madeira, que
porlou-se dignamente. Dcvese na verdade sentir
baslantc a absolvirito de um malvado da catbegoria
do Zacaras, assassino de sna propria esposa.
*iao sei, al quando o jurv coiupreheuder a sua
(Ao elevada misso, fazendo severamente castigar
criminosos liiqiiella laia.
O b'ttandarlr, ha lempos para c, no sei porque
molivo. lera-se c.inslaiilemente occupailo com o l)r.
Juse Sergio Ferrrira ; c na forma de seu anligo
cnsliimo, nAo poupa, vituperios, calumnias, injurias,
falsidados e insultos de toda a qualidade; deixaudo
bem apercober em ludo isfo, a poluta mAo do Jos
Paco, que, como saber, acba-se na vice-gerencia da
calila estrellada, cm virtudc da ausencia provisoria
do Mariani.
MAo sendo dolado de um natural extremamente
sol!ii- i ir. nAo poden lo igualar-so a oulros muilos,
que para com aquella gente, nao lem outra respos-
ta, senlno desprezo, o Dr. Swgio, acaba, em urna
bem elaborad e extensa correspondencia, publicada
no Observador de 20 do crrenle, de responder a
lodos as accosaroes, que tao falsa e infamemente llie
lian asaacado os seos nojenlos inhalaos.
Se algum dia, essa gente podesse dcscobrir o meu
incgnito, o sobre mim cabis toda a melralhada de seus insultos, juro-llie. que a
minlia nica rosposta seria, como j Ihe disse, a pi-
tada do desprezo. Ainda bem, que a mi excellcn-
le reserve me tem feito conservir inclume em mi-
nha chupalida, por nada menos de (res anuos e
tanto '. 1
Tornando a correspondencia do Sr. Dr. Sergio:
devo dizer-lhe que lia muito nAo Ipo urna .pee., que
mais me lenha agradado. A forra dos seas argumen-
tos, a prova palpavel do* documentos, qne present
ilao ao ten autor um perfeilo triumpho, redutindn
a inteira nullidadc o Jos dos Bois, contra quem es-
pecialmente he diriuida a parle a mais forte daquel-
la correspondencia.
Entre umita cousa exccllenle. conlm ella o se-
guinte trecho, que he bem frizante, e que faria co-
rar as boclicchas do Jos, se elle as mo livesse for-
radas por trplice balera do mais cro d'anla; se elle as livesse mpas dessas manchas ama-
reliaras, que as reveslcm eslrantinmeiite, tornan-
do-a em verdadeira pelle decarnaleao...sim o Ireclio
daquella corrcspondcpcia, assigoada, pelo Sr. Jos
Seruio, Iip.o segninte:
ir F. para se eheear a psIp rr-.nlla lo (o Sr. Sergio,
falla de if), he misler no so nAo ser es>e homem.
que lano queris deprimir, como he neressan ler
aliimi merecimenlo, lano mais quando para isso
se nAo timan Ma btW, que mal cbegim para o que
se e*e ; qnindo se nAo abusa da confianza de nm
ma'gislrado inexperienlc para elevar ben por excmplo, a excessivos valores, evitando assim a
exeruc^ao de urna sentenca ; quando se nAo recorre
ao expediente de sedlas falsas 'oh! que bomba!
a venda de favores presidenclaes; as encargo de
vencer demandas por dinlieiro, abandonando por
isso o famoso Paquel; (oh que esplnho!) e quan-
do finalmente, consumind o que se licrdou c se
houve por etes meios, se nao vai viver a rusia de
lien' de nossos irniAos; ... e o que oais? Sr. Jan-
sendo Pato... II..
EnlS.i, be bico ou cabera?
I'ermilla ainda, que Ihe transcreva o scguinle tre-
cho, que be digno de especial meoeao.
rt O que podia en pois responder aos insultos ,io
Hstatutarlt ou da Estrella'. Oulros insultos? E o
que lurrava cu rom isso. quando j ella carrosa rom
ludo quanlo ha domis execravel nesle mundo, co-
mo se v do teguinle periodo do Observador de 21
de detPinhru de 1851, bem aparada penna do Sr. Dr. Jorge Jnior, no
qual diz que se coropoe a de traficantes, ladrOes, be-
liados, incestuosos, introductores de sedlas falsas,
fabricadores > acia, biganiis. int-ndiadores. enve-
nenadores, protectores de "ossimiinis, e liomens que
aviltam de continuo i independencia e bro de sua
palria.
GERGIPE DE EL-REI.
14 de abril.
Ajricultnra.No lim be que se canlam as glo-
rios. Pensava que a safra reeem acabada livesse
sido pequea, como disse-lbe em una de minbas
cartas passadas, mas enganei-mo segundo a receiU
provincial, ou para melhor dizer segundo o que se
cohroo do meio dizimo do assurar.
As chuvas principiaram desde fins de fevereiro, c
por isso podemos ja aventurar a foros da futura sa-
fra pela grande vegelarao dos cannaviacs; es acon-
tecer o contrario se nAo segurar o invern.
Molestias.Estas chavas lem appnrecido alternan-
do com o sol, o que lem prodozido grande numero
de casos de febres inflamatorias, intermitientes, ca-
jbarros e at cmaras de sangue. Nao be aqui nem
alli, he em toda provincia. Dos nos traga issenlo
a eslarAo para ficarmos livres de lies males.-.
Mmlanra da capital.l'odora eu dizer mais so-
bre lal assumplo, como lhc promctli no mez passa-
do quando dei esla noticia, mas fico dispensado da
larefa Ihe apresenlando dous bons artigos, qne ero
todo satisfarn os seus leitores:nao sAo meus, sim
de genle de eapatidade.
Sempre direi de mais, que j se acha em edifi-
cacAo o palacio provisorio, casa para a Ihesooraria
provincial, casa para alfandeca. c cerca de Irrnla
casas particulares ; e esla a principiar o quarlel,
urna capel la a Senhora da ConceicAo. a fra os mui-
los projeclos particulares, lia njuila e muila in-
fluencia em edificacao.
Foi j levantada a planta do terreno, c dado
o plano da cidade pelos dous engenheros Drs.
l'inho e Gustavo. He do sxslem.i da capital da
Bussa combinado com o de New-York dos Eslados-
l'nidos.
O plano esla dado sobre ">l(i bracas parallelas ao
lilteral e :r,l de l'nn lo, leudo 9 ras parallelas ao
mar (ou lalvez seja melhor dizer ao ro), e 7 de
fundo conlendo aquellas em ngulos recios, tendo
todas (0 palmos de largo, afora os 2 grandes bou-
levards, que se corlando no centro da cidade em n-
gulos rectos iDcm KM palmos de largura; lem 9
praras grandes c IS quarteirves todos cm completa
symetria.
O plano como esl (lado s poder, admitlir a ed-
lirarao tic 2,000 casas, mas be que a bella planicie
do lugar permute militas ramilicacoes, de modo que
possa no futuro ser urna das bellas cidades do
Brasil.
NAo conheeo desla materia, por isto lhc dou idea
(ao imperfeita ; mas dosculpc a boa volitado.
Assemblea.Os -lobres depois do projeclo da
mudanva nAo Iralaram de mais cousa que merera
referir, e al lem sido syslema nada fazer que nAo
seja em beneficio da idea, c assim deve ser, pois
do contrario seria- querer e nAo querer ao mesmo
lempo.
Falla-se em grandes reduccOes no orvamento;
Dos queira que nao sejam so vnzes, mas tambem
nozes.
O goveruo geral deveria como espero, a ajudar
esla grande empreza da provincia, donde resultar
sem duvid a prosperidade desta parte do imperio.
Geologa.Remetto-lhe tambem para ser publi-
cado um rotatorio sobre lal materia do Dr. Marcos
Antonio de Macedo, ex-prcsidcnle do l'iauhv. e bo-
je juiz de direilo do Ic. Eslava entre nos esle lio-
mem durante um mez de passagem para o Kio, on-
de vai tratar da saude : lempo de demora foi esle
suflicienle para deixar a gente de Sergipe captiv de
suas bellis maneiras, c admirada dos seus conheci-
mentos sobre diversas materias. Os cos o levem a
paz e salvamento, e seja em breve restituido e resta-
belocido a sua Ierra. Eu nao conhero de scicncas
naluraes, porm parece-me digno de publicarlo o
dito relalorio.
Seguranva publica. A admnislrarSo do Sr.
Baiboza nao lem se produzido em parles mais em
lodos os sentidos; e a seguranca publica da disto
una prova. ,
Durante o anno passado s honveram 10 assassi-
natos, quando nos annos anlcriorcs tlavam-se- 20 e
as vezes mais, c durante o quarlel desle anno s
lemos a yimcntar dous desles Irisles casos.
Aqui fico para deixar lugar para os artigos que
Ihe remello. Adeos.O Cotngvibeiro.
palo situada na ra dos Guarirapes, devia ser remo-
vida O'alli para qo ilquer lugar, fora do recinto t\a
cidade, uude fique Untada, sem hahitace em sua
cirriinn isinlianr i n'um raio de 60 palmos, ficando a
loclidade escolba do proprietario, e sendo as suas
condires previamente examinadas pela commisso.
Qoe se ordenaste ao fiscal respectivo inlimasse islo
mesmo ao dono da fabrica.
Oulro da mesma, requisilando certas informa-
les acerca de quando se estabeleceu a dita fabrica,
copia do parocer dado pela rommissAo que exami-
nuu as padarias, e mais papis respei lo.Que se
salisli/esse com oque fosse possivel.
Oulro do capilAo do porlo desla cidade, rommu-
nicando que, por se achar levantada urna rasa ro-
bera de madeira pira o deposito e boa guarda da*
ballenas e outros objectos proprios do servido de
pratiragem, se lornavam desnecessarias e prejudi-
ciaes ao transito publico, as palluca-, existentes na
linha que corre do arsenal de marinlia parallcla ao
pharol da Barra, as quaes foram levantadas quando
linha cada nm dos praticos necessidatle de nellas
conservar ditos objectos, pedindo houvessc a cmara
de ordenar a demjlicAo das palhoras.Mandou-se
expedir ordem ao fiscal respectivo, para, emenden-
do-se com aquella capitana, operar a demolirao tas
palhoras; e que nesle sentido se responderse ao ca-
pilAo do porto.
Oulro do administrador do cemiterio, remoliendo
a qnantia de 69000) que pagara o lliesoureiro da ir-
mandade do Sanlissimo Sacramento da frogue/a do
Kecife, para poder ser inhumado em calacumb.-i da
referida irmandade o cadver do filho d'um irmAo
da mesma. que se refere a guia n." 8817, extra-
hida gratuitamente.Inlcirada, e que se remllense
ao procurador.
< Oulro do mesmo, communicando que no dia l;
ilo correnic fora para o cemiterio conduzido em ca-
lieca d'um prelo, a mandado de Marcotiuo de tal.
armador na ra do Rosario, eslreila, o cadver da
prvula Candida, a que acompanhoua guia n. 8817,
exlrahida gratuitamente.Inteirada, e que se rc-
meltessc este oOlcio por copia do fiscal respectivo
para lavraro termo de infraceAo.
Oulro ti fiscal da Boa-Vista, pedindo Ihe forne-
cesse a cmara unta rede com seus perlences para
eniiiliicri tos cadveres, que fofem adiados em
dilferenles parles da freguezia.Que o procurador
fornecesse, bem como um panno prelo para eobrir a
rede.
Foi approvado um parecer da commissAo de edifi-
coslo, nao se oppoudo que se faca no arl. 2ti lit. 7
das posturas, a modificac,ao indicada no projecto n.
4 desle auno, apresenlado na assemblea legislativa
provincial.
Cut,noto cm discussAo os rcquerimenlns tle di-
versos proprielarios de cocheiras e eavallariras, es
tabelecidos nesta cidade, reclamindo contra o dis-
posto as posturas novas, relativas aos mesmos csla-
belecimcnlus, e contra o prazo marcado para que
elles as pouliam as eondicues tas mesmas posturas,
depois de haver o Sr. vereador Barata fallado sobre
4 materia, mandou mesa o seguinlc requcrmenlo,
que foi approvado sem dbale :
Requeiro que a cmara instaure e poiiha em
vigor o adiameulo sobre as posturas novamente pu-
blicadas, na forma exposta no meu requerimeolu,
ficando sem elfoilo as multas indevidamente dadas,
e que depois que as inesmas posturas forem appro-
vadas pela assemblea, se marque o prazo preciso
para a soa exccurAo. Recic 18 de abril de 185.").
O vereador, Barata.
Despacharam-se as pelicoes de Anna Maria do
l.ivramcntn, de Bernardo Antonio de Miranda, (2'i
de Frederico do Souza (ionios, de Francisco da Cos-
a Am.ir.il, do majur Francisco de Miranda, de
Francisco de Carvalbo Paes d'Andrade, de Jos Ig-
nacio Borges. "do commendador JoAo l'ioto de Ce-
ios, do bacharel Jos Joaquim Geminiano de Mo-
raes Navarro, de Jos l'aes Brrelo, deJoAoSimes
Pcrcira; e levanlou-se a sessao.
Eu Manoel Forreira Arcioli. odicial maior,da
secretaria a escrevi no impedimento d secretario.
/arito de Cqpibaribc, presidente.t'ianna.
Mamede.liego.Barata de .llmeida.(iameiro.
Mello.
de pessoas menos inlelligenle--. instigadas sem duvi-
d por algum intrigante que se quer aproveitir da
desordem para conseguir seuslins. Assim Irala-
ram de espaldar que a colonia nAo respeilava a> VI-
Ihas posses, nem o direitus por mais legitmos que
fossem '. Esla idea, ISo banal o estpida como he,
leve echo, e hoje he um clamor geral contra a co-
lonia. Muilo pode a inveja em nossa Ierra !
Informam-nos que S. Ex. o Sr. presdeme da
provincia mandou parar a modicAo, al que lenha
esclarecimentos do governo imperial, a quem sub-
iiiciloii todas as duvidas apparecidas. Foi um icio
de prudencia que muito louvamos. n
l.-se mais noslo mesmo numero :
a Alguns fados de importancia lem ullimamenle
apparecido no municipio de llapemerim, qu, def-
prezados. podem trazor funestas ronsequencias.
Com o fim de tomar delles conhecimentn parlio hoje
para aquella villa o Sr. Dr. chefe de polica Anto-
nio Thomaz de Godov. Estamos certos que ale dig-
no magistrado, com o tino c energa que o ciracte-
risam, fcilmente conseguir restabelecer a paze
Iranquillidade nat|uolle (Ao esperanzoso munici-
pio. i
A segunda impoe a S. M. o dever de conliuuar a
empregar a sua solicilude em concluir a obra de
paz, cojas bases o imperador Nicolao linha ja sanc-
rionade.
Fielao pensamenlo que presidio aos ltimos ar-
los de seu augusto pai, o imperador acaba de reno-
var os poderes e de conlirmir as lMtrucc6cs de que
os plenipolcnciarios da Russia linhim sido munido-.
desde o mez de dezembrn, quando iam abrir-le as
Conferencias de Vienna.
At inienciiea do imperador NiroioerSo religiosa-
mente observadas.
Ellas linli,im por objeclo :
Restituir Russia e Europa o beneficio
paz ;
Consolidar a liherdadc do culto e o bem eslar d
popular'* clirislaas do Oriente, sem dtstincro
rito que professam ;
Collocar sob urna garanta rollerliva as immanid
des dos principados ;
Assegurar a livre navegacao do Danubio em favor
do commercio de todas as nacoes ;
Fazer cessar no Levante as rivalidades das grande*
potencias, para impedir a volla de novas eompti-
Naufragio. O capitao do patacho hrasilei- caroes.
ro PUtinto, entrado boje de Moutivido, refere qoe j finalmente entender-se Com ellas acerca da re-
pando no dia 11 do correnle, pelas 10 horas da ma-, v,ao do Iralado |>elo qual Yeconheceram o priucipio
nbAa, a vista da liba dos Lobos, ahi vira encall.a- ne se fer|larcm n8 preUos dos ,tardinew e ,, ,.
do sobre o recife de lesle um bngue bras.le.ro que foro, e chegar por esle meio a urna transarclo niu-
nao-pde conhecer. e que linha os signaes seguinles: fai,m,ule honrosa.
lotacao baslante grando, beque bem lancado, alcai-1 i_-ma paz f(ln)la(U ,,, basw pon(,0 ,., ,s
xas piuladas fingindo portinhblas ; parec ser na- |amida(| d, ;,, chllmaria ,ol)re rejnad(,
vio anda novo e linha um bole aos turco. a, |,encaos de lodas as naees.
A Ir potaran eslava tola sobre o roebedo e trata'
va de passar-se para a ilba na lancha.
O PMlinlo approximou-sc quanlo pode para re-
reber os nufragos a seu bordo, mas e-les Ihe lize-
ram signal de que nAo queran) auxilio, lalvez por
lencionarem demorar-se alli, a, ver se conseguiam
salvar alsunia carga.
O mesmo jornal publcaos segnintes fados :
Desastre. A barca a vapor .S. Domingos, na ul-
lirm vagem que fa/.ia anle-hotilem de Ntbcrohy
para a corle, abalrou com o bole do brigue ham-
burguez Ingcborg e viroii-n. Das cinco pessoas que
iam nesse bote, quatro marinheiros e o pillo do
navio, morreram infelizmenlo Ires marinheiros.
A mulo eslava escura. A barca navegava na di-
recepto coslumada, Irazia um pharol beir. visivel. o
meslre eslava sobre nma das caixas das rodas, e a
proa havia urna vigia. Eslavam pois tomadas todas
as cautelas possiveis. *
De bordo da barca era muilo possivcl nao avistar
um bole em una noite escura, mas como be que a
tripularan do bole nilo vio a barca ? O piloto pode-
r explica-lo.
EjrplosSo. Dous fogucleiros que moravam cm
urna casa do Sr. Manoel Alves Velloso, perto da
igreja de S. JoAo de Icaralix recolher|m-se anle-
boiitem s II horas da noite. Cm delles quiz acen-
der um phosphoro, o esfregando-o na parede cabio
urna scinlilla sobre nma porcAo de plvora c de mix-
to para foguetes que eslava na sala. A cxplosAo foi
instantnea, e lAo forte que a casa ficou em minas
e os dous fogueteiros gravemente ferdos.
Um delles, o subdito porluguez Jos I.uiz de Oli-
veira,. foi recolhido sania casa.
Incendio.l'egou fogo na noite de 1"> para 16 do
crrenle na padaria da roa do Carino n. ti7TExlin-
guio-se sem ler causado grandes prejuizos.
Em lugar competente acharAo os leitores trans-
criptas as noticias do Rio da I'rala.lc de algumas pro-.
viudas nossas .do sul ; assim como os despachos
que ullimamenle liveram lugar pelas scerclarias de
eslado dos negocios da guerra, o juslice.
Na capital da Baha nslallou-se no dia 19 do
passado urna associacao dq crdito, rom o titulo de
Caxa Cnio Cotnmercial procedendo-se a
Icilura dos respeclivos estatutos quo foram appro-
vados, e tambem a eleirau da ir.esa.
Na cidade de Alagoas c villa do Pilar linham
Porm a Russia eo-
nhece lien) e a Europa deve sabe-lo, que a esperan-
za do restabeleciment da paz seria estril, seos ler-
mos da IransarcAn a. concluir excedessem o justo li-
mite qne o spitimento.da dignidade da sua coroa
marca irrevogavelmcnteas delerminacoe de im-->
anguslo soberano.
O imperador esperar com Iranquillidade a mani-
festarao das vistas que dirigiram a poltica dos gabi-
netes, chamados d> combinarAo com a Russia, a re-
solver osla qoeslAo de interese geral para toda a
chrislandadc.
O nosso augusto soberano proceder nesla grave
lelilioraran rom sincero espirito de concordia.
Tal he o pensamenlo que S. M. me ordena qoe vo
expresse em seu nome.
As instructora seraes de que eslaes munido vos
prescrevem a marcha qne deveis continuar a seguir,
quanlo as relaces directas que eslaes encarrcj.t.l'i
de conservar rom o governo, junio do'qual eslaes
arredilado.
Cnnlirmandn-vns hoje no poslo que devois bene-
volencia de scu augusto pai, o imperador eonla com
a vossa fidclidadc e zelo.
A sua intrncAo be que em lodas as occasioes atles-
leis com o vosso proceder e linguagem a leatdade
rom que a Russia preenche as "hrigac.Ses que depen-
dem da f dos tratados ; u seu desejo constante de
viver em boa intelligencia com lodas as potencias ai-
liadas e amigas ; e finalmente o respeilo qoe ella lem
pela invinl.ibiliiln.le dos direilos de cada estado, as.
sim como a sua firme resolurao de manter e fazer
respellar aquelles que a Providencia Divina confio
ao imperador, lornando-o depositario e guarda da
honra nacional do scu paiz.
Sois convidado a levrr esta ao ronbecimento da
corle junio a qual livestes a honra de representar o
imperador Nicolao, de Gloriosa e amada memoria.
Assignado.Sesselrode.
Nao obstante todas as esperaneas qoe eta circular
faz nascer de quo a paz seria brevemente estabele-
cda. escrevemos hontem que o espirito rusio nunca
se mostrara, por assim dizer, mais hellicoso do que
presenlemente. F.is-aqui a prova do qoe dissemos ;
Discurso da nobreza russa ao novo imperador.
Senhor.
Aprouve a Dos chamar o imperador defuntn
vida eterna, n momento em que a Russia inteira se
arma, a sua palavra para defender a f. o ciar, a pa-
-H
apparecido, segundo diz o lempo, diversos caso^jle. j^^^^u, correligionarios do Oriente, isl he. lu
PERMMBUCO.
ga a razio porque Vmcs. ahi da corte quasi morre- E a 1,01men como ,l"' ,Joe i"1"" l-
sados ti insultar a quem se entrega da e noite
ram mngua de noticias nossas.
Primeiro que ludo bater porta govarnamcnial,
a quem sa entrega da e noile ao
Irabalho. sem desligaf-se do trilito do justo e do
hoaeaW'a
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE
SeasAo extraordinaria em 18 da abril.
I're>i Presentes os Srs. Reg e Albaquerque, Vianna,
Mamede, llego. Barata, Mello, e (iamairo, abrio-se
a -essa, e foi lida e approvada a acia da antece-
dente. .
Foi lido o seguinlc
EXPEDIENTE.
1 m ollicio do Exm. presidente da provincia, di-
zendoqiie. por lhc parecer sullicieule a largura de
jO palmos dada pelo director das obras publicas j
estrada de Apipucos, ja estando adiantado o caira-
mente da mesma, devia esla cmara ter por altera-
da nesla parle a sua planta, por que a ler a estrada
a largura uella prujeclada, augmentaran) as des-
pezas do cabamciilo, -para o que nAo havia dinheiro,
nem para as desapropriarcs que hAo de resultar.
Inteirada, c que se communicasse ao cordea-
dor.
Oulrc do mesmo, remetiendo o requerimenlo fei-
lo i assemblea provincial por alguns proprielarios
tle padarias simadas nesla cidade, alim de que a c-
mara o inlormae. romo resolveu a mesma assem-
blea.Resolveu-sc que se informasse que a cmara
nao se oppmiba a que se concedes* aos pclicinna-
rios o prazo, nAo de i nonos por el 'os requerido
para a mudanca das padarias. mas sim o de 2 an'.os,
indicado pela commisso que examinou ditos eslabo-
lecimenlos,- e se dsse a razao por que a cmara res-
tringi a (i roezcsVkte prazo de 2 annos.
Oulro do director do collegio dos orphaos, em 0-
liuda, vimlo ta presidencia para ser informado,ex-
pondo a inconveniencia le seren sepultados na igre-
ja do mesmo collegio, o< cadveres dos ditos or-
pliaos, e mostrando com um oftlco por copia do ex-
adminislraqao delta provincia, V'ictor d'Oliveira, ler
esle ja resolvido que as iuliumare. se li/.issem no
cemilerio desla cidade.Que se respondesse S.
l-'.xc. que a cmara so uAo oppunlia ao quo pretende
o director, ceilendo mesmo as sepultaras gratuita-
mente; com lauto que carram por conta do patri-
monio d'aquelle eslabele iineulo as despezas com o
maia preciso para dilo fim.
Ooiro do subdelegado da fregnezia da Boa-Villa.
expoadt o siado tle ruina era qae se ada, desde
junho do anno passado, a estrada de Joo de Barrea,
padiode providenciaste a cmara sobre seu melho-
rainonlo. Mamlou-se ao ongenlieiro rordeador
para informar.
Oulro da coroaiiMao de bygiene publica, dizendo
que a fabrica de oleo dariciao ou azaiU da oarra-
JURY DO RECIFE.
DIA 2 DE MAIO.
Vresidencii do Sr. Dr. Jos (Jaintino de Castro
Leo.
Promotor interino o Sr. Dr. Francisco Comes Vel-
loso de Albuquerque l.ins.
Advogado o Sr. acadmico Joao Capslrano Ban-
deira tic Mello.
Escrivo.Joaquim Francisco de Paula Esleves Cle-
mente.
Fela a chamada as 11 horas da maiiliaa.arnar.im-
se prsenles 10 scnliores jurados.
Foram relevados da mulla em qoe incorreram os
senhores :
I.uiz Manoel Rodrignes Vatlenra.
Dr. Manoel Iguacio de Medeiros Reg Monleiro.
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Foi dispensado da sessAo de hoje, o senhor Jos
Francisco Pires.
Aborta a sessAo foi conduzido a barra do tribunal,
para ser julgado o reo Joao Horlencio Malinas, ac-
cusado por criino de ferimcnlos leves perpetrados
na pessoa do soldado Feliciano Jos de Souza.
Compoz-se o couselbo de senleu{.a dos seguinles
scnliores :
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Domingos Alves Malheos.
Jos Antonio Vieira de Souza.
Joaquim Ijaldno Alves da Silva.
Manoel Camello Pessoa.
Jojqnim Jos Alves do Albuquerque.
Joo Francisco Ponte. .
Francisco Acciol de (lonvca l.ins.
Juvencio Augusto de Alhayde.
Dr. Inuocencio Seraphico de Assis Carvalho.
Dr. Jos Muniz Cordeiro Cilahj.
Jos I.ourenro Bastos.
Fndos os debates foi o conselho conduzido a sala
das conferencias s 2 horas da tarde, de onde voltou
as 2 e '. com suas resposlas, que foram lidas cm
voz alia ptlo presidenle do jurv, em vista de cuja
derisao o Sr. Dr. juiz de direito publicou soa senten-
ra. aliMihendo orco c condemnando a municifVilida-
de as cusas, e levanten a sessAo, adiando-a para a*
1U horas da manliAa do dia seguinlc.
febre perniciosa, e alauns de febre amarella.
O sobredilo jornal refere igualmer.lenue fora as-
sassinado com um tiro o lenle Joao da llora mora-
dor na Barra-Grande.
Acaba de chegar dos porlos do norlc o vapor
Tocanlins, lrazeudonos jornaes dr- Par al 2 do
passado.do Maranho al 27, e doCear at 28.
Nada de interesse adinlam esses jornaes. aos que
nos Irouxe .V. Salvador.
Continala a gozar de socego todas as provincias
dessdkde.
A caria do nosso correspondente do MaranhSo,
que vai exarada cm onlro lugar, inleirar os leilo-
resdas ultimas oceurrencias daquella provincia.
O Cearense de 27 do passado noticia o seguinlc :
Naufragio. Urna barenca que vinha um dia
desles do Mun l.iliu com algodAo so;ohrou. e mor-
reram o meslre c mais dous conductores, escapan-
do n'uma -pequea lancha um escnivo e oulro ma-
riulieirn da barcara:
A barcada veio a cosa, e apenas um dos cadve-
res se arbou na praia.
lim irnos dizer que no Siup. em coja altura te-
ve lugar o sinistro. corra que os Ires morios linham
sido assnssinados pelos dous que cscaparam na lan-
cha. Seria convenienle que a polica averiguisse
este negocio.
DIARIO E PERMITO).
Pelo vapor Cnanabara, chegado honlem do sul.
recebemos jornaes do Rio de Janeiro ale 2.~>do pas-
sado, da Babia al :M), de Macei at 29.
No dia 2-") devia ter lugar na corle a primeira ses-
sAo preparatoria da cmara dos depulados, e segun-
do o Correio Mercantil achavam-se prsenles se-
ment tIS a 10 membros, sendo noees-ario para a
abertura da assemblea geral que se reunam pelo me-
llos .77.
Tiuha succambido a una longa enlermnlaile o
conselheiro Joao Duarle Lisboa Sorra.depula lo pela
provincia do MaranhAo e presidente do Banco do
Brasil, lugar osle om que foi subsliluido pelo Sr.
conselheiro de eslado viseonde* de Itaboraby.
Fallecer lamben) na cidade de SanlosViroarecliai
tle campo JoAo da Cosa de Brilo Sanches.^ia idade
de 67 anuos.
I.o-se no .htrnal do Conthiercin
Colonia do Rio Novo. l.-se no Correio da
l'ictoriade :tl do possido :
l>)nsla-nos que o Sr. primeiro lenle Joao
Joaquim da Silva (iuimarAe* lom encontrado algu-
mas diiliculdades na medirn das lerras*qne o go-
verno geral vendeu colouia do Rio Nevo. Parece
que o terreno vendido faz parle de urna anliga ses-
maria perlencenle aos Indios de Benevenle. Ser
bom que o governo nAo dospreze os boulds que por
ah circulam de que os Indios se querem oppor
medica, porquaolo pode haver alguma correra
menos agradavel. O futuro da colonisacjlo depen-
de do bom resultado destas experiencias que se aalSa,
fazendo. Cumpre pois marchar-so com moito lino
uestes ensaio. -
c Desejamos que a empreza do Rio Novo nAo en-
contr emharacus em seus (rabalbos, alim de que
nAo morra lugo ao nascer 18o espera nensa lenla-
laliva de colonisa^io entre nos. Estamos certos
qoe medanle os meios hrandos tudo se ronsognira,
pois o goveruo nao quer perjudicar os Indios em
suas legitimas posses.
O mesmo peridico acresceula em 11 do cor-
ronle :
a Consta-uos que, em virlude da medirlo que se
eslava procedendo nos trrenos cedidos colouia do
Rio Novo, lem hivido algum eiallainculo da parle
Bem que honlem nos esforcassemos por Iransmil.
lir aos Icilores a noticia de lodos os fados imporlan-
(cs acontecidos no Novo e Velho Mundo, todava a
pressa com que Irabalhmos, vislo a hora adiaulada
cm que nos foram entregues as gazcl.is e correspon-
dencias irazidas pelo Great-ireUern, den" logar i
que no escapasse um que muUo inlcressa i nac;.5o
hespanhnla.
O Sr. D. Carlos Isidoro de Bourbon. por amor do
qual lano sangue se derramara onlr'ora na penn-
sula ibrica, fallecer na cidade de Trieste aos 12 de
marro do corrente auno, sendo seu cadver etposlo
ao publico em urna das salas da casa morluaria ves-
tido de uniforme de general, e tendo pendente ao
pesenco a insignia do TosAo d'Ouro.
Aos lados do catafalco, diz urna caria daquella ci-
dade, havia dous aliares, nos quaes se diseram mis-
sas loda a manhAa scm inlcrrupcAo.
Segundo.0 Diario llespanhol. transcripto pelo Pe-
ridico dos 'Pobres Ao Porlo, o barAo Mcrlens, go-
vernador de Trieste, apresentou-se no domingo ti
viuva de D. Carlos a dar-lhc os psames, por ordem
especial do imperador e da familia imperial da
Austria.
ilaviam chegado a Trieste pela eslrtda de Floren-
ca o conde tle Monlemolin e sen primo I). Sebastian,
que, i primeira noticia da enfermidado de seu pai e
lio, sahram precipitadamente de aples, demoran-
do-se poucas horas com seus trastes polilicos, os
grAo-duqoes do Toscana.
Em Floreoca foi onde sonheram que o enfermo
bavia fallecido. Tambem se dirigiram a Triesle o
conde de Chambord e sua esposa. Para a celebra-
ran do enterro smenle se aguardava a D. Joo de
Bourbon, de quera se sabia pelo Iclegrapho que ha-
via desembarcado ero Oslende em compaiihia de
Cabrera. .
O cadver de D. Carlos devia ser enterrado por
roncessAo do imperador da Austria, debaixo de um
dos altares da cathedral de S. forte.
Eis-aqui, segundo a .Careta de I ienna a ultima
circular do conde Nesselrnde.
S. Pelersburgo 1.0 de marco.
O meu despacho de 2 de marco vja annuncion a
olevaeao ao lhrono.de S. M. o imperador Alexan-
drell.
Tive a honra de vos transmit ir ao mesmo temp
a manifest imperial, publicado no primeiro dii do
reinado do nosso augusto soberano.
Este documento exprime a canvirc.lo profunda
com que S. M. reconhece a importando dos ,-lcveres
qoe he chamado a desempeuhar.
A Providencia Divina impe-lhe osles deveres no
meio de graves proviene*. Subitulo ao Ihreao de
-eus antepasados, o imperador v a Runia empc_
libada em urna lula, de que os aunaos da historia
no oflereeem excmplo no principio de om rei-
nado.
O nofso augusto soberano aceita estas provacSes,
confiado em Dos, i om o seutimenlo de secura.;
qae llie inspira a deilica^Ao iiiabalavet de seus po-
vos, com nm respeilo religioso pela memoria de scu
pal muilo amado.
Recebe da sua herauea com piedade filial duas
obrigarOes igualmente sagradas para elle.
A primeira reclama de S. M. o desenvnlvimeiilo
de lodo o poder que a vonladc de Dos collocou en-
tre suas mAos para defeza da inlegridade e honra da
Russia.
do o que constilue a nossa vida.
Nesle grande momento esperance da patria fun-
da-se em vos, senlior. A nobreza fiel de S. Pelers-
burgo, tendo ja exprimido os seus senlimenlos ao
primeiro appello do imperador defunbvrepctc-os
agora, e se a pressa a por aos ps de V. M. a sego-
ranra renovada do zelo e dedirAo Ilimitadas com que
esl prompla a sacrificar sua vida e fortunas para
contribuir para a realisacAo do grande pensamenlo
do defunto coroado,.que tlesembainliou a espada para
preenclier urna santa missAo.
A nobreza v neste testamento um legado da im-
perador defunto que elle deixou em bcraoca sua
nobreza e a Russia.
Ilesposta do imperador Mexandre.
Descjava ver-vos para vos transmilllr as palavras
do nosso bemfeilor defunto. de meu pai para sem-
pre memoravel. Estava j.i lAo fraco qae nAo podia
ler a oxpressAo dos vossos seulimemns. Eu fui
carregado desle devor. O vosso zelo, seubores,
rou os seu* ltimos momentos. Depois de en vi
do. disse-me : Agradece Itie, agrsdece-Hies
ram'enlc, c diz-lhes que cu nunca davidei da sua
lo licaro, c que actualmente estoo ainda man
su idilio dola, o
Porlanlo agradeco-vos, senhores; eslou per
do que oslas palavras se cravarao profundan
vosa memoria.
Vos eslais.ii frente dos onlros ; Iransmitti-as
da a nobreza. Os lampos estAo diftlecis. 1
sempre ao imperador defunto, que acredtate<
bondade Divina proteger a Russia. Esperava
car aos tlias de alegra, mas aprouve a Dos decidir
de oulro modo.
Eslon cerlo de vos, senhores, e espero em v*.
Eslou persuadido que a nobreza em todo o sentido
da palavra provar qoe he a cI.ksx nobre t em adi-
anUmenlo para ludo o qoe he bom. Elfa no per-
de coragem. Eu eslou comvosco e vos commigo.
Aqui fazendu o signal da cruz, o imperirjor ron-
linuou. Dos nos ajude ; nos nSo havenwa de des-
honrar as Ierras russas:Hepnis abracando o man-
chal da nobreza. acrescenton : Na' voasa pens.
agradero ainda outra vez a nobreza.
Adeos, senhores ; Dos seja com vosco.
Alm desles docnmenlos lemos ainda a proclama-
ran do Sanio Svnodo, publicada na Abetha de Sin
Pelersburgo.
Eis-aqui as principaes passagens dessi imporlanle
peja, laes quaes as enconlramos na Preste de 30 de
marco *
Vos sabis lodos quAo injusta he esla gnerra diri-
gida contra a vossa patria, porque o grande czar e
imperador Nicolao Paulovilseh de feliz, digna, glo-
iioa e cierna memoria, em nome de see dover sa--
grado de defensor da orll.odoxia. exigia da Parla-
Oltomana que rcslabelccesse os direilos desconheri-
dns da sania igreja orlhodoxa oriental e que lvras-
sc nossos correligionarios de seus tcniveis soltri-
ments.
n Vos sabis tambem que com espanto geral os
inimigns da cruz do Chrislo acharam appio jnulo
de uas potenrias oecidentaes, qne ornando-se com
o nome da chrisiAas c no tendo sido em nada of-
endidas pela Russia, leysram com furor o ferro e o
fogo ao'seo territorio.
o Suas legiOes, a exemrrto dos infieis, lem insufla-
do as rnns.issanias de nossa relgiSo.
Foi no sabbado sanio, ilnraiite as horas mais
sagrada?, consagradas oraron sobre n proprn In-
molo do Senhor, que ellas escolheram para atacar
Odessa, essa cidade defendida por Dos ; depois pre-
cipitaram-se como sacrilegos sobre o piciBco con-
venio de Solovetzk ; deslrniram os templos de Dos
situados sobre costas indefezas, e nem mesmo se en-
vergonharam de pilhar c de-lrur os ben* de desgra-
nados habitantes desarmados.
Mss pela vonladc de Dos, csse grande e forle
defensor da verdade e da jniica, o crime de nos-
s s iiiiinigos nAo llws l?m approveitatlo. He per fre-
quenles revezes, pelas torriveis lempeslades do Mer-
Negro, qua engoliram seos navios, pelas doencas
morlaes que lem decimado seus exercilos, que i mo
poderosa do Senhor se lem manifestado.
ii Apezar de ludo isso, os inimrgos, irritados pela
perda de seus exercltos, rcunem outros novos e mais
formidaveis ; procuran estender soas alhancas in-
justas e preparam-se para novas hostilidades contra
o territorio russo. A seguranca da Russia exige que
ella augmente seos meios de resistencia per um re-
crulamenlo cm masa temporario.'
a Pela bocea do ungid do Senbor, boje habilanle
das regies celestes. Dos chameu nossa palria a no-
vo sacrificios, a novas lulas.
K A Russia nao provocou a lula, foi chamada a
ella. Seja feila a voulade de Dos !
Filhos bem amados da igreja c da palria,dai-vos
mu t ii nnn


CURIO OE PERMMBUC SEXTA FEIRA 4 DE IYIAIO DE 1855.

presoa em eiecular vana minio actual, raissao sa-
grad* Jo tenhais mcdo da voesos inimigm ; lem-
brai-vos de vojso Dos que lie grande a terrivel;
rom a f que leudes ntlle. armaivos e cmbale! por
vinso irmaos ( Kehem i, 14 ). Irapellidos pela co-
hioa, eltes iiivadirjntjnaMa dominio-, na* mis un*
anuimos p -.as almaa^ nossas le, e o
Seohor di" delles em nosaa pre-
senca < | y
\enheia. i,
'JO ) no lim prepria palria. Hunos or-
Ihodoxos, a greja est amearada le sacrilegio de
parle da nossas Inimigos : emquanto vo raalar um
sopro de v. iris insultara mili de vossas
almas. hcSo-, guarda de vossa
raligiSo, des que s pode salvar e em a
qual uinguom vera o reino divyio '. Vasos anle-
p ama da, coramandados pelo principe Dmilrv lions-
koa, d* gloriosa memoria, regaran) com seu sangne
a Ierra russa arrancada an jugo eslrangeiro : debai-
: da orden da Minim e Je Pojarski, elle salva-
ram nossa anta religio e nosso llirono legitimo ;
onJuzidos por Alejandreo Bem-ama-
ilo, defenderam a palria contra forcas estrangeiras
innum'iraveis ; boje que um faci semelllanle se
aprsenla, nao dallareis de mo^lrar-vos dignos de
vossos anlepafaados a de vossos pais. >
He ero \iV>, honiens da nobreza, be na expunsOo
sublime da volaos seiilimentns dianlc da monircba,
lie em vossos votos solemnes de ollerecer em sacrifi-
cio a Deoa, ao czar e i palria lodos os vossos bens a|
a vassa propria vida, que vemos rom prazer a per-
pelnrdade do espirito da velha nohre/.a russa nrlho-
loxa. A benoo ilo Alfissimo vos permita rumprir
o iossn dever, e moslrem a face dos povos as vossas
novas proezas, que. o espirito de Pojarski lie vossa
qualiitidcharedilaria.
He cm vos, rlasse ridadaa, dedicada de lempo
immeraorial religio e ao czar, e sempre nrompta
aos sacrificios prlu bem da patria, que reside o es-
pirito deMiniin. espirito de forra e de zelo, se-
gundo as leis de nossos pais na santa causa de
Des.
Habitantes do campo c das aldeas, que vos ar-
n.iis |iela defenso da igret'a, do llirono e do solo
natal, oppnnde as legies impas o vosso poileroso
peilo russa no qti.il bale um rnrac.ln dedirailo
fe de vossos anlepassados e ao autcrata orlhodoxo
mas pfepurando-vo* para o roinlialo, ponde anlrs
de todo vossa eonflanca ni Dos, que d urna forra
invencivel iqnclles que execulam sua vonlade, e
lembrai-vos de que o que e-panla mai* a nossos ini-
iniao be vossa sania religio, he vossa cousciencia
pura, he falsa obedienria a autortdade suprema
romo ao proprio Dos, a vospS chefes como a vossos
pais. He na obediencia que lie agradavcl a Dos,
que resida toda a forras do imperio russa.
'sise mis'. vos leudes dianlc.dos olhos nm
exrnsplo sublime na augusta familia imperial; os
grao-duques, abencoados por seus augustos pais, ,le-
ram-ie presta em transpnrtarem-se para o rampo
d batalha para vossa defea pessnal, para a defeza
de vossa religio e de vossas familias ; podereis agora
em enviar vossoa filhos ao reclamo do czar ".'
CaBnozf-os vos mesmo-.
i Diiel-lhes : Filhos, ide defender vossa mili
commiim, a igreja divina e vossa mili de errarlo, a
Ierra rima ; vossos pais vos abrncam daqui e a
isrrja orar por vos. Nosso pai relesle momo vos
urna forra sobrenatural para curaprir vossa
santa missao. i
/tsolMfSa de Selembro resumindo as noticias
qae achira em Tullas de Varis sobre a quc>lao das
conferencias de Vicua, expriine-se rio modo se-
guinle :
A abertura das conferencias de Vienna leve lu-
gar lio dia 15 de marro pelo meio da ; eslavam pre-
sentes, pela Austria o conde Buol e o bar.ao de Pro-
tesen; pela Inglaterra, lord John Itussell e lord
Weslmoreland, peta Franca o baraode Bourqueiiey,
pela Turqua Arif-EITondi e Ilizehcv. pela Itussia o
principe II irlschakoll c Mr. deHjJoff______
A primeira sessao foi necesariamente consumi-
da pelas formalidades preliminares, mas he geral-
mente admitilo que as negociarles caminharilo de
prosa, e que nao lardara a resolurao, qualquer que
saja.
Eis os termos em que o Afornliigl'oit, orga0
de lord Palmerston, astenia a quesillo :
a Naquarta condirilo est o escolhn em que c
pode naufragar, porquaplo declara que o poder da
Knasia no Mar Negro deve snbmetlor-se a um li-
mite, que s pode consistir na entrega e abandono
da Sebastopol.
P.irece-noj que tal ser a resposla que se ha de
dar aos representantes rnssos, se anles de adherir a
este preliminar das negociaroes pergunlarem ale on-
de pod chegar a limilacao que se pretendefiresrre-
Tar. Terao de ceder pelas negociaroes no fu I uro o
que pertinazmente reqisam conceller forra dasar,
mas. Nemde outromido pjderamoi alc*nrar una
paz honrosa e permanente. Sera por lano aquella
nindirjo otseacial.
A Kassialem patentes tres e.iminhos. Pode a-
proveitar a o isiiu propicia de fazer a paz; pode
sobscrever as condijoes que se lile oli'orcrem, decla-
rar francamente a resoluco de conter-so em seus
proprius limites e concentrar toda a sua actividade
em seus estados proprio*, ondeachar suflicienlesnh-
jeclos para tratar pacificamente de alimentar as for-
cas activas que demanda um uovo reinado. He esle
o primeiro o o mas prudente partido que esta po-
tencia pode adoptar Nao sabemos se cslzr as cir-
rumstancias dedecidir-se por elle.
O segundo expediente ha onlreler o congresso
com fingidas eencessoes c um desejo apparenlc de
pai, procurar delongas por meio de d lvidas simula-
das, e affroniar assim as operaroes dos exercitos al
liados.ganhando lempo a prclcilodo negociaroes. lie
urna tenliliva que m> tempo presente nao Ihe pode
aproveitar. A experiencia da Inglaterra conhere a
doblez da Kussia. Nada de armisticios, sejam quaes
forem as condioor*. tito perderemos o tempo em ne-
gociaroes irrisorias. Durante as conferencias, e em
pleno congresso, proseguiremos na guerra com du-
plicado vigor, para conseguir pela espada o que nao
se oblem pela diplomacia.
O lerceiro expediente seria omais ousado e Oirais
isa pronipla c percmploria de
ipol, de aobmatter-se a qualquer ti-
lo podei russo no Mar Negro; porque essa
seria a firme resolurao de persistir ni guerfa aleo
extremo, c aguardar lodas as allernafTas que o
tempe trouxer comsigo.
a Wo queremos anlecipar-nos a predizer qual de-
les camiuhos seguir a Itussia; breve passara por
asna pcoara decisiva, e eniao pederemos conhcccr a
nalureza e forca do partido domname.
Em seu numero de itl) de marro o peridico a-
cima citado publica inda sobre o mesmo assumplo
o seguinle :
o Segundo o Morninn-Chromck, a conferencia
relebrou a segunda sesaAo no sabbado 17 de marco.
iIih-'h as parles coiitratanlesleriamnxauifcsladoas
ilisposirfies mais pacificas; sobretndo o* plenipoten-
ciarios pareceram mni conciliadores; c se confirmara
o protocolo da primeira sesso.
a Ilt sabida que esle protocolo define a inlerpre.
lacio das quatro garantas dadas pelas pulenrias oc-
cideolaes, e que os plenipotenciarios deviam adhe-
rir, attigoando-o anles de se ahrirem os negocia, .es
propriamente ditas.
a Mas, que se ha de entender pela palavra ron fir-
mar, queemprega Morning-Chruniclc '.' Trata-
se da aova confirmarlo verbal, ou os plenipoteuci
arios rosaos definitivamente assignaram na sessflo de
17 nquelle protocolo interpretativo? Ue oque a no-
ticia nao diz claramente.
Por lim, tomando anda per guia o despacho in-
serto ao MorningChroniele, depoi* tiesta ron fir-
marlo do protocolo da primeira sessao, a conferencia
no dia 17 entrou na disrus.He especial du primeiro
dos quatro pontos de garanta, o que diz respeilo ao
protectorado do.< principados du Danubio, lie no*
lado que nio se previera difflcoldades quanlo a este
objeclo, poit que a Ru'sia se declarara prompta a
consentir que o sen protectorado exclusivo fosse
substituido pelo irollectivo da* grandes potencias
europeas. '
Adiacastio acercado mesmo assompto coolinu-
ou na segunda feira ullioia, segundo urna partici-
padlo recabida pelo Murning-Voil.
O Ifanderer rouflrma o que escrefe o Mor-
nfaj PoXquanto as disposlroesque animam a eun-
feraaieia : a Londres deram aoeseus representantes ordem para
apresealarso a* qurstes compativeis com > honra
da Rusta, e exigir a limilacao do seu podero no
Mar Negro tmenle quanlo em rigor o requeressem
os loltrts.ea 4o equilibrio martimo.
a As nossas cartas de Londres exprimem-se em
termos quasi idnticos quanlo as disposii^Aes do ga-
biuele britnico. A Inglaterra (diiem) hmili-se a
exigir as garantas seguales :
Primeira:O Mar Negro ser tranco e aberto aos
navios de todas as nanees.
Segunda:O Danubio ser ie!o de lodo o do-
minio que ponha obslacnlcsasuanavegacao, quema
anas embocaduras, quer Bo seu curso.
Terceira:A Rossia nlto tora no Mar Negro urna
estacjlp donde possa amcarar ou por em perigo a
independencia dos estados visinhoa.
- Concprdadas e*tas tres garanta*, a Inglaterra
reconhoceria que, no sendo o seu intento enfra-
quecer a potencia moscovita nos seus meios de dfe-
za, mas tmente nos seus meins de sggressilo, rejei-
ta toda a idea de invadir o lerrilorio, ou atacar as
forlillcaces da Itussia.
a O artigo do Timen de hontem inculca conlirma-
c.lo desles commuuicado*. O ponto Importante, >c-
gundo o Timr<, nao lie .i deslruiciln (le Sebastopol,
mas o enfraquei inienln il.i esquadra russa, que amea-
S51 ('.oiislantiiinpla. i Quanlo a redurrflo da esqua-
dra russa uo Mar Negro, temo* por certo que os ple-
nipotenciarios das corles alliada* estilo dispostos a
insistir neslo ponto e sustenta-lo ; o xito das con-
ferencia* a p?o da paz versa provavelmente anda
mais sobre a qucsto da armada do que sobre a da
fortaleza. Os nossos diplmalas iio podem ultimar
a conquista da praca ; loca isso ao exercito ; mas.em
caso nenhum podemos acceder a termos de compo-
sicao que permittam .i Russia reenmpor uina esqua-
flra pira ser senhora absoluta do Ponto Euxino.
Mas ludo lata continua a Preste) sao palavra* e
nada guie, que so servom para fzer perder um lem-
po precioso ; por quanlo, se for levantado o cerco de
Sebastopol, a Russia manlem urna po*ii;ao donde
pode sempre amearar e por em perigo Constantino-
pa: eso for destruida Sebastopol, ser urna fortifi-
caco moscovita de menos. Que se lucrar em an-
dar assim desvairado por goslo no lahyrinlhn de urna
polilca tortuosa f Porque motivo nao se bao de dar
cxplicaces ralhegoricas,visto que l liavomos de che-
gar finalmente ".'
Ha Ires allernalivas : V primeira levanlar o
cerco poslo a Sebastopol, e renunciar ao projeclo de
arrasar essas forlilicarfics.
o A segunda destruir Sebastopol anles de evacuar
a Crimea :'
a A terreira ; fazer o que se faz quandn urna por-
ta 11S0 deixa sabida por ser milito eslreita ; isto he,
alarga-la.Porm, como Todo o ponto de honra
he sempre mui aperlado ; enlajo, descmharara-lo,
fazendo ahsorvcr a questo de rivalidade pela qi'es-
13o de progreso, a queslAo inferior pela superior.
nao parando a meio caminho, indo al onde (leve
chegar a lgica sol pena de incousequencia;.
a O l'olktling dinamarquez decididamente resol-
veu a aecusacao de todos os membros que compu-
nham o anterior ministerio.
As desintelligcncia* entre a Susa ca Austria,
acerca dos negocios doTessino, tomaram um rami-
nliuque indica a prompta e completa solurAo das
difflculdades at agora existentes. Os delegados
suissos annunciaram ao governo federal, por despa-
cho tclegraphico de MiMo, que linham ajustado,
salva a ralificacao, um oonvenin relativo ao* frades
capuchos lombardos, cuja expulso 1I0 Tessino fora
a causa principal do conflicto ; a AiH'.ria tinha ce-
dido milita das snas prelenroes neste negocio.
Dissemos hontem que o imperador dos Franrezes
c sua mullicr iriam 110 meiado do rorrenle a "Lon-
dres a visitar a rainha Victoria, entretanto nao
pense alguem que fora abandonada a idea de sua
ida Crimea. Essa viagem da qual Napole.ln III
espera collier grandes vanlagens, acha-se apenas
adiada para depois do encerramento da conferencia
de Vienna.
Urna carta de Turim publicada pelas .Soridades
exprime-se a esle respeilo da maneira segnintc :
ir Napoleao III esta mais rio que nunca decidido
ise_ao exeMio da riuTaty. aiiimaintn.
com a sua pessoa a gigantesca lula de Sebastopol.
A imperalriz quer aeompanlia-lo, porque se
prepara um grande acontecimento para o regresso.
Eiso que se conjeclura de certas conferencia*
lidas em Roma com Mr. de Raincval.
- 1 Napoleao Til nao tem podido ser cornado em
Paris pelo papa como Napoleao I, c quer se-lo em
Roma, como Carlos Magno.
Napoleao III pelira em Conslnnlinopla ao mi-
llo a eestaode Jeritsalem, e vollar.i com a* chaves
do Santo Sepulcro. Ao regressar arribar com
parle da esquadra, e um acompanhamenlo de :jtl.ii(K)
horneas a Civita Verchla. Com esta serolla ir a
Roma, c all apresentar solemnemente as chaves do
Santo Sepulcro a Po IX, a*sim como o documento
da cessao de Jerusalem, entregando-a ao papa.
o Em recompensa disto o papa nao hesitara.
n No roanlo que o imperador e a imperalriz o*
rarem no altar de S. Pedro, Pi IX cingir com
urna cora a Napoleao III.
O partido chamado sacerdotal, depois de urna
lucia de muilos annos acaba de iriumphar na Bl-
gica. O ministerio liberal foi demttido, sendo sulis-
(ituido por nutro lirado do scio do partido vence-
dor :
O rei ijcspedio-se mui amigavclmenle dos minis-
tros demittidus.
O novo ministerio acha-se orgariisado da maneira
seguinle :
Negocios e*trangeiros visconde Vilain XIV; In-
terior M. de Dekcr ; Juslica Mr.* de Nolhomb ;
'iiierra, general tiroind! ; Obras publicas, Mr. de
Dumon ; FaiendA Mr. Meroier.
Na Grecia reinara alguma agitacio, mas nada se
receava pela IranquilliJa le publica.
Cambio/.
l.oadresJ7l|-a:!|ia"JOdias.
Pars nominal.
I.i.boi
Hamburgo nominal.
META ES E FUNDOS PBLICOS.
HETAES. Onras hespanholas :10 > di patria. 29JJN00 a 308O0()
;> Peras de fii(IO mas. 160(K) '
Moedas de 49.....99000
Soberanos.
Pesos hespanhnes .
da palria .
PalarOes.....
ApoliecsdefiS! .
provinciae*.
89910
UStO a I9960ii.
1900 a l|990
19900 a I9B50
109 % a tIO .;.
10.T, utMC.
GOMMERCIO.
i'RACA DO RECIFE :i DE MAIO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colaces olliciacs.
iloje mo houvcram colarcs.
ALFANDEtW.
Rcndimenlo do dia I aS.....26:1710586
dem do dia 3........ 5::l4$696
(Jornal do Cominerrio do Rio.)
PRACA DE LISBOA
Boletos semanaes
7 de abril
O marcado esleve frouxo. As festividades reli-
giosas da semana paralisaramcomo lie de costume,
o movimenlo ecmmercial durante tres das. Nao
seria pois de estranhar que as transacres aprosen-
Inssemum resultado to jwuco satisfatorio.se por
ventura essa fnssc a tnica causa. Infelizmente
lia oulras qne inlliictn directa e indirectamente
para este estado de apatltia, que se nota cm quasi
todos os ramos da nossa vida coinmcrcial. A ca-
resta e preeps elcvadissimos dos gneros do primei-
ra neccssidaile he a principal causit a que devenios
attrihuir nm estado to pouco lisonjciro. Vive-se
niiiitii nm s caro, e as classes menos abastadas que
cm circuntslancias ordinarias podiam pela barate-
za dos ^eneros alimenticios applicar parte dos seus
salarios pora ontros usos da vid, nao o podem fa-
zer ajjora, porque ludo lie pouco para acudir as suas
primeiras necessidades. Arcr^sce o estado cada
vez menos animador do mere:do dos vinlios no
Brasil. As noticias receidas pelo ultimo paquete
siio punco salisfatorias. A baixa conlinuava, e o
consumo nio eslava cm propon;ao com o deposito.
Na Baliia a diflerenra do procos era do 50 mil r-
is para menos, e assim proporcipnalmento nos ou-
tros mercados. Nao lie pois de admirar que os em-~
barques icnliam diminuido tanto. Os da semana
finda f o rain apenas de 6:573 almudes, dos quaes
para o Ilio do Janeiro somente 1,950. Uadous
nicos navios que para alli estn recclicndo urrega-
niento de vinlio, o Ribeiro e o Viajante. Em
gneros coloniaes eis a situado do morcado?
Assucar. A existencia naalfandega heaproxi-
madamenlede 1:820 caixas, (il feixes, 891 bar-
ricas e 13,044 saceos. Durante o mez passado
despacharam-separ consumo431 caixas, 3 feitos,
236 bairicas e 5:442 saceos, c para reexportago
e transito 38 caixas o 593 saceos. Na semana
finda s tiverain lugar despachos para consumo.
Os pregos conservam-sc Brices.
Arroz.O deposito do esirangeiro e da India
diminuio de 1:653 saccas. A existencia na alfan-
dega liado 5:437 sacc.is. Nao lem liavido diffe-
renca nos preeps. O nacional lie procurado, a
tcm-se embarcado diversas porrOes para o norte do
pai/.
Cacao. tem estado frouxo. As transaceocs
do mez passado limitaram-sc a 150 saccas para rc-
exporlagao e 129 para o consumo.
Caf A existencia he de 13:093 sacias, is-
to he, de menos -211 do que no mu/, passado.
Sahiram durante mez para recxporuicao 1:547,
u para o consumo 831. Os preeps regulam pelos
das ultimas colares.
Cera.0 deposito augmeniou com *s porgues
chegadas ltimamente de Angola, a existencia na al-
fandega he Je 859 ;ainelas. Bespacliaram-se
durante o me/. 67 barricas e 129 gamelas para cx-
porlacao, o para o consumo 97 ditas He procu-
rada c snslciila os preeps.
Chyi) deposito diniinn_io de 257 caixas.c he
Je 6-6(^| aproximadamente. As transarcoes limi-
taram-se ao consumo, o os preeps ronservam-se
firmes.
{omma copal A existencia he de 4:007
saceos, menos 735 do que no mez antecedente .
A exporlacao do mez foi de 859 saecas, c pde-so
considerar importante comparada com as dos mezes
anteriores.
Urzella. 0 deposito he ainda grande, mas in-
ferior aodo me/, de feverciro. A existencia actual
he de 14,536 saccas. Exportarara-se durante o
mez de margo 1,755. Foi o genero em que pro-
porcionalmenie se noiou mais movimenlo. Con-
sideramos isso urna fortuna para diminuir as gran-
des porces que na alfandega se tem araonloado ha
uns poucos de annos, causando urna depreciagao sen-
si vel neste genero.
Marfim. Tem prompta venda. O deposito
na alfandega he poqueno, c os precos conservam-se
firmes.
Couros. Diversas porgSes sedespacharam pa-
ra consumo, bem como algtiaias partidas por tran-
sito para o Porto.
O mercado de cerejes no apresentou lana ani-
macao, mas os preeps conservam a alta das ultimas
semanas. 0 millio nao cnconira to prompta ven-
da. As porgues chegadas a diversos pontos do
norte do paiz, e as que seosperam, devem infalli-
velmente causar dimimiicio no valor dcsle genero,
e trazc-lo aos procos regulares.
Os fundos pblicos conservan! os procos das ul-
timas semanas. Em ai-goes de companhias o fic-
to mais tmtavel he o da ronlinuacao da subida das
acopes do banco de Portugal que j eslao coladas a
430O00. 0 cambio .sobre Londres firou a 54 c
nove oitavos a 30 das visla, a 54 e 5 oilavos a 60
das, c a 54 e tres quarlos a OOdias; c sobre Paris
a 52-2 ris a 100 das da dala.
:!I:5I7282
Detcarregam hoje i de mato.
Barca inglezaMedirlaixas c ferro.
Briifue porlaguezaia //mercadorias.
Brigue inglezPlantnbacalho.
Brigue inglez ll'rxtin'irl-indmen a dorias.
lliale porluguezl'oador do Mondcqodiversos g-
neros.
CONSULADO OKItAL.
Rendimento do dia I a i. 2:0228102
. -. 7(i.>-77b
hrannl I i 3|i a 16 l|'i ;Java mascavado falladito
pardo brando li 3|i a 18 m. b.
Couros.Da primeira qiiinzena de marco este
artigo iicou sem vendas o sem variaro, nu.segun-
do periodo leve alia de prego e multo firme, porem
foram insignificantes a venda) em todo o mez se
venderam apenas 5,900 d- Porto Cabello e 2,700 ;
de Valparaizo espera-se pouca provisAo. Exis-
tencia em primeira mao5,600 de iiiienos-Ayres c
Montevideo, c 85 fardos de pellos das Indias Ori-
entaes.
Cacso.He procurado ; nao se pode saiisfazer
os pedidos seno por alto prego ; emla-9e boje com-
prar pelos seauinles prer.is : Cararas de 7 a 9 1(2,
Trndade de 4 I iGuayaquil 3 l|i sch.
Amslerdam 6 de abril.
Cafe.Soslenlou-se favoravelmeulc por lodo o
mez de margo, c presentemente est mu firme.
As qualidadc.s ordinaias sao pagas a 30 cntimos
para as precisoes do consumo ; umn procura mais
activa das sorles amarclladas tem sido provocada.
(Juanto as oulras quididades as vendas nada apre-
senlam de notavel pela expectativa dos leilcs da
socio lade de commercio. A sociedade annuncioii
em 12 de margo, que adiava as suas vendas publicas
da primavera para 16 e 19 de abril. Esperam-se
cerca de oitu carregimonlos da cafe do Brasil:
8,700 saccas de Padauv, foram vendidas por prego
que nao Iranspirou.
l'llimos preros.Java fino verde 31 a 33 fl., ver
de 30 a 91, esverdinhado 30II., esbranquicado 2
a 30,Surinan 32 a 38.Padany 28 a 31 II.
Assucar.poslo que as vendas nilo sejam activas,
lo lavia se teem feiio operarnos spguidas. O^irligo
B8t iiem aislo. A venda publica que leve lugar
em 15 de marro cumprehciidia 39,i3(i caasteis de
Jaya. Os precos pa^o* conlestam urna baita de
H. I|i a 1|2 sobre a quola de noveinliro, quanlo ao
mascavado, eo mais claro obteve a parjade de no-
vembro, e cerlos lotes mesmo um ivango de II. I|-'.
Olanlo ao maseavailn escuro lem-se pago um avan-
go de fl. I|. O bianco foi vendido pelo prego de
novembro, c cerlos loles com alia de 1 fl.
Cornos,Sainados de vacca de 84 a 25 kl. ij
1 fl. 50 killog.,de -21) a 21 killog. 23 a 2i II.
seceos de 8 a 9 kit50 a 52 II. de III a 12 kill. IX a
49 II. Das proveniencias da Ainecica. as vendas
teem sido limitadas a alguns loles do Prala para as
precisoes do consumo. As proveniencias da ludia
tica m firmes.
Itotterdam 7 de abril.
Caf.Pregos precedentes- firmes ; paga-se pelo
de Java bum ordinario da soriedade de commercio
311 cntimos. Ilojlrasil, primeira miio, venderam-
se 2,300 saccas viudas pelo Terpeichore a 26 cent.
As vendas do mez passado comportara 38.8IM) sac-
cas no lodo, a saber :
13,800 Java hom ordinario.
1,600 dilo mallo ordinario.
4.700 dito cshranquigado
tirando amarello
1,100 dito a marello a Iri-
guciro. '
6,400 esverdinhado a ver-
de.
1.100 dilo dilo
6,600 Palaug esverdinhado
a eshranqiiigado.
2,600 Brasil aasl ordina-
rio a hom ordina-
rio color lo.
VI') S. Domingos ordina-
rio a hom ordina-
rio
'Dl EeylAo ordinario
As provisocs parlirul iros cm
prehendeo hoje 3,140 saccas das'Indias Oricqlacs.
a .>,)l das Indias Occdenlaes contra 5,.500 suecas
das Indias Orientaes,. c 2.660 das Indias Occden-
laes pela mesilla poca do anuo passado.
Antuerpia 9 de abril.
__>l'As provises-imporlaiilcs que nos clieiia-
ram no principio do mez de marco, lornaram abas-
tecer o mercado1, c cuno ha serias precises, lauto
para o consumo, como para a exportaran era de es-
perar um movimenlo milito activo a respailo dcsta
mercadera. Mas, os possui lores pediram prego
muilo alto, e se conservaran! lenices sem querere.ii
far.er concessilo alguma. As noticias do Itio de Ja-
neiro Irazidas pelo Creal- Itestcrii. assegurandn
inda mais o morcado, inulto animaram os po-sni-
doresdecafe aguardar a mesilla allilude, do que
resulta que os compradores nao chegam francamen-
te no mercado. As vendas se resumem, no sesun-
le : 13,000 saccas do Brasil, das quaes 600 de Sii-
ls o lodo pelo prego da quota889 saccas avaria-
das do Rio de Janeiro, mais no mesmo estado 430
saccas da Babia, importadas de Nova York.Em
S. Domingos citam-se 10,000 saccas sem indicacao
ile prego.Em consequencia da rcmessa da socie-
dade Ue commercio em Molan la. e em vista da
nossa provisao na praga restringid^ do caf de Ja-
va, esta sorte foi milito procurada em lodo o perio-
do passado, e os precos excederam aos precedentes.
L'llimos precos. pavilhao eslrangeiro.Brasil li-
no verde 27 112 cent.verde 26 a 27 cesverdi-
nhado 25 a 25 l|2, bom ordinario 2|3 a 2i c.baix
ordinario 22 a 23 cen.,S. Domingos 27 a 27,c.
Imporlares do 1. de Janeiro ao 1. de abril de
1855: 10,211 saccas do Ro, i,550 de Santo-, 9,581
de S. Domingos, 11,995 da Nova York,320 da
Inslalcrra, total 166,660 saccas contra 39,190 em
1S.5I, e 38,977 em 1853.
PlisHiiitini a 1. de abril
Java 1. c -2.' mo Sac.
g. Domingos id.
Brasil id.
Diversas id.
ile 29 a 30 cen.
27 112 a 28 112
30 32 l|2
38 a 11
30 a 32
19 a27 1|2
29 a 30
26
27 a 3?
27 112 a 98
primeira miio com-
dftes do Brasil provocaran! durante o periodo, urna
mcllior procura, c lieani. posto que sem alia do
prego.
No algarismo de 3.50,000 saccas, tolalidade das
vendas de lodas as sortes, notadas depois das nossas
ullirrias noticias, cm data de 7 de margo, o Brasil
entra com 3,950 saccas de l'ernarabuco, 3,400 da
Babia, c 5,200 do Maranb.lo.
ltimos precos.Pernamhuco, do inferior ordina-
rio a fino, 6 a 7 3|i, Baha, mediano, 5 7|8, branco
6, branco, bom 6 l|8, superior (i 3|S, Maranhao. in
ferior ordinario 6, mediano 6 l|8, branco 6 l|l,
branco bom 6 1|2, melhor7. superior 7 Iji. Eiis~*
(encas, no 1* de abril 602,330 saccas, das quaes
0,300 do Brasil contra 682,100, das quaes 19,000 do
Brasil em 1851.
Marselha 5 de abril.
Caf.Depois de ler lido boa procura com pregos
mui firmes nos 15 primeiros das do mez de marro
os cafs do Brasil ficaram sem sabida, desde rntao.
mas sem baixa do prego todava. Notam-sc as ven-
das sesiiintes : 2,000 saccas do Itio, em diversos lotes
por .56 fr,, 50 kil. em deposilo, e 150 a entregar a
prego de fr. 55. Das 2,560saccas do Itio, impor-
tadas pelo Daino Segundo r, venderam-sc 1,500
saccas de boa qualidade por atacado a fr. .5550
kil. deposito com um fraco descont, c 1 mezes ; e
das 1,460saetas importadas pelo Paloreila 1,000
saccas do bom ordinario a 55 Ir. com descont e pra-
zo del mezes; 2,000 saccas da mesma, provenien-
cia em diversos lotes a fr. 55 e 57. As 2,697 saccas
do carregamento da Itosila, o chegada do Rio, an-
da nao eslo un mercado.
Assucar.Os da Kcuuio s/i lem dado alimento
as Iransiicie que sau mui calmas.
Couros.Nao apresenlam a mesma arlividade que
no Havre, ea respeilo dos do Brasil se, notamos 1,850
seceos salgados de Pernamlmco.vendidos a fr. 75 por
50 kil.
Trieste 1 de abril.
Cafe.O mercado foi muilo activo, porque os pos-
suidores de caf do Rio, ordinario a bom ordinario
concedern! algumas coiiresscs.
As qnalidades superiores se sustentaran! firmes.
Ycnderam.se pois successivamenle 1,650 do Rio,
commom de II. 32 a 36. 811 ditas do lavado a flor (O.
1,190 ditas Uto commuin de II. 32 a 35 1|2, 700 di-
lo araados f. 30. 1,134saccas do lavado enlrega-
veis a bordo a fl. 40, 3,200 do roinmum de 31 a 26
II., '.ni s.iccas, dita do Invado a 12 II., c 200 saccas do
dilo a fl. 39. Eslasdifferenles vendas representan)
quanlo ao Brasil, um letal de 12,000 sanas. Do S.
Domingos, venderam -se l,OOOsaccasdisponivcis a fl.
371| a 38, e 1.000 surcas a entregar a 11.37 1|2.
Emlini alemn de Java c Sant-Iago achara la ni bem
compradores.
A-ucar.i) deposito s> tendo reduzido rada vez
mais houve alia surcessiva de prero : assim vende-
ram-sc do Brasil 1,977 saceos do branco de l'ernam-
bur.i a II. 1>1, c 100 ditos do branr.o.a 17 3|i,mais 600
saceos Pernamhuco,branco a II. 18 i2 c emlim 3,776
saceos do branco de Pernamhuco de 18 1|2 a 21
flor.
MOVIMENTO DO PORTO.
1855 1851 1853
8,500 17.000 21,500
15.000 23,500 31,500
18,000 29,500 27,000
1,000 1,000 500
dem do dia 3.
2:787?78
IMVBBSAS PROVINCIAS.
Hciidimento do dia 1 a 2.....
dem il ilii .1........
245*792
360956
52-5718
Exportacao'. ,
l'arahiba, lliale narional Tres Irniaoso, de 31 lo-
neladas, condozio o seguinle : J8 voluntes see-
ros eslrangciros e narionaes, 100 couros de cahra, 1
caixa 100 pares de lamamos. 5 sacros com 30 ar-
robas re arroz, 1 dito rom 5 arrollas de caf, 1 caixa
18 bonetes para senhora, 21 chapeos de masan, :tf
ditos dedeliro, 0 sarros rom 30 arrobas de caf, 10
rolos cmti 19 arrobas e 8 libras de fumo. 100 raixas
com 1,000 libras de sabio, 1 caixio com 150 pares
de tamancos, 6 saceos com 33 arrobas de arroz. -
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
llAES DE PKRNAMBUCO.
Itendimento do dia 1 a 2.....2:4274453
dem do dia 3........ 51t;5.!2
2:938S985
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlododia 1 a 2..... 2:5663461
dem do da 3........ 1:1713416
f os
3:7109907
RIO DE JANEIRO 24 DE ABRIL.
C taroas ofliciaes da junta dos correctores.
Cambios.Londres: 27 3|2 e 3|4a 90 dias.
A plices de 6 por cenlo* 109 t[2 Oto
Consta-nos que as Irar.sacges effecluadas hoje
cm rafe e em cambio, lis colagoes fjram regulares.
Hontem frelaram-se dous navios norte-america-
nos, sendo um de 540 toneladas por 4,000 dollars
para nm porlo do norte dos Estados i nidos, un por
5,000 para um porto do sol; e a om dollar para um
dos portes pntre Boslon e Charlslon incluidos estes
porlos.
REVISTA COMMERCIAI. DOS PKINCIPAES
MERCADOS DA EUROPA l'ELtl VAPOR
(.7.7/7 WBSTBBN SA1IIDO DE SOUTH A M-
PTON A 9 'ABRI L' DE 1855.
Ilambui go> i de abril.
As vendas geraes nao foram iinporlantcs no me7.
de margo. Eslorvadas durante a maior parte deslc
periodo por causa de se adiar fechada a navegacao,
e do prero da cscolha que o mercado aprcsenlava
na maior parte dos principaes arligns, limitaram-sc
pouco mais op menos as precisoes do consumo. Ale
o presente so se tem recebido urna Iraca parte das
provises chegadas no Elba.
Caf.Na primeira quinzena de marro, como es-
peravam-se provisocs importantes cerca de 0,00!)
saccas), os compradores se conservarain na reserva,
e as vendas foram bastante limitadas. Na segunda
quinzena, e nos primeiros dias do mez que se seguio
provisdes chegadas de Porto Rico e l.asavra pro-
vocaran! diversas vendas deslas duas sorles de qne
Hamburgo se acbava formalmente sorlido ha md-
lolempo. Das oulras proveniencias as vendas se
conservaran! calmas oar (alta de provsf'cs, c sobre
ludo do caf cjlorido do Brasil ass.is procurado.
O lolal das vendas se decompoe pela maneira se
suinle : 13,500"saccas do Rio de Janeiro o Santos,
cujos presos variaram no principio de 3 112 a 5 118
sch. depois de 3 l|2 a 5 1|1, e ltimamente de 3 3|i
a 5 3|1;1,000 saccas ilc S. Domingos, por preco
de 11|2 a 1 3| e de 4 l|2 a 5 ;603,000 libras ,ie
Porto Rico, de 5 13(16 a (i sch.;5,000 saccas de
I.agoayra por preco de 5 1|1( a 0 3|8 sch. Estes
preros parecem indicar aluma lendencia para a al-
ta, no enlanto as ultimas noticias viudas do Brasil
pelo Creal ll'etlern, que assignalavam a marcha
ascendente do arligo uos lugares de preducrao. nao
ieem tido influencia ale agora. Igualmente o adia-
menlo das vendas da primavera da sociedade de
commercio.Neeslandaise, as quaes foram transfe-
ridas para 16 e 19 de abril, uo leve tambem effei-
lo apreciavel.
ltimos pregos.Brasil real ordinario 4 5|l(i
a 4 3|8 sch.;S. Domingos ordinario real ordinario
4 3|8 a 4 9|16 sch.
Assucar.A procura tem sido boa, e as vendas
astas importantes. Os pregos porque se tem vend
do, teem sido firmes, e ltimamente concluiram-se
vendas mu importantes a enlregar. Venderam-se
assim suceessivamenle 4,500 saceos da Parabib
anda em viagem;3,800 dilos a entrenar;da lla-
vaoa 3,700 caitas de mascavado escuro, e 2,000
dilos dilo claro disponiveis; de Cuba 3,800 ditos
mascavado ;da Mauricia e Manilha 5,000 saceos
a entregar ;da Babia 9iX) caixas do branco ; de
diversos finalmente 1,800.
L'llimos preros.II a vana mascavado escuro 14
a 14 3|4mascavado 15 l|8 a 17inasenvado tino
claro 17 l|i a 181 4branco 18 3|1 a 21 3|ibran-
co fino falla Babia mascavado 13 3(4 a 14 3j4
Kacio* entrado* no dia 3.
Rio de Janeiro e porlos intermedios7 dias c 15 ho-
ras, vapor brasilriro Guanabara, rommaudanle
o primeiro lenle Salome. Passaneiros para esla
provincia, capitao Francisca Antonio de Carvalho,
sua senhora e I lilho. lente LcopiOdino da Silva
Azeverio, Abilio &. S. de l.oureiro.'Juaqiiiin Lo-
pes ile Barros Cabral Teivr, sna senhoia e 1 Tillio,
Joaquim Jos Bezerra, Jo.lo da (iraca Gentil, An-
tonio Lisboa, D. Alaria L".i|ioldna Ribeiro San-
rhes, 1). Luiza da Concaican .Miranda, Tertuliano
Martina dos Santos, JoSo Antonio da Costa, sna
senhora e 7 lilhos. Luir Antonio Monleiro, sua se-
nhora o i lilhos, .Manuel Joaqoim Mndese sua
senhora, Bernardino de Souza Lnureiro, Mannel
Jos Pinto, Antonio da Silva Mello. Jo.lo Smiles
da Silva Sainango.Tbeotoiiio Jos le I'rcilas, Ma-
nuel Ponan, Antonio Jos lluaile da Silva Bra-
sa, francisco Jos de Magalhaee Bastos, (iuilher-
metiarrett, I). Mana Mnrnay, D. Julia Demniis
5 lillios menores c 1 escravu, 3 pragas do exercito
e 1 mulher, c 2cscravos a enlregar. Scguem pa-
ra o norte : capitao Henrique Jos de Carvalho.
sua senhora e 2 filhos, escrivao da armada Oui-
lherme Vicente Sehorlt. 2. radele Raphael Au-
sustu Benicio, Mara Corris da Silva, Vicente
l'edaschi, David Sarraf, llern Amanduz Albrrlus
Dobberl, Candido Ferrcira da Cosa, 56 praras do
exercito, 9 e\-ditas, 2 e3cravos a entregar.
Par e porlos intermedios7 dias c 15 horas, vapor
lirasileiro ((Tocanlins, cominandantc o rapito de
fragala Mancebo. Pa-sigeiros pai a esta provin-
cia. Joo Peres. Sebastian Alfonso da Silva, cnsul
inglez J. W. Sludart. Joaquim Jos de Medeiros.
Jos Joaquim de Castro Birroca, Joaquim Jo*
Barbosa Monleiro, Manuel Thcmoleo l-'erreira,
.Manuel Ferreirs da Costa, Camilo Ildefonso, Joa-
quim Gomes da Silva, Antonio Pcreira- Bispo, Dr.
Junqueira Jnsc de Araujo, Francisco Ignacio da
Silva Gouva e 1 criado, Antonio Delinques de
Almeida Jnior. Joaquim Ezequiel Barbosa, An-
tonio Joaquim da Co.ta I,'unanles. Aiilnnio Fran-
cisco de Oliveira, Jos Alves da Costa Silva. Fran-
cisco ila Silva Marques, Vicente do ReisToscauo
de Brilo, Edward Marlin. Scsuem paraba sul :
desembargador Andr Baslos de Oliveira, Dr. Vi-
tialo Bandeira Duarle, Dr. Ambrosio Leil.ln da
Cunha, Dr. Francisco Domingues ,la Silva, Dr.
Antonio Marcelino Nuno (iiiimaraes, Dr. Miguel
I;ornandes Yieira, Dr. Octaviano Cabral Raposo
da Cmara, Mannel Anlonio Baslos, Francisco
Fenandes da Silva, Joo Anlonio Peres, 1 ex-
praga, 31 escravos a cnlrccar.
Navios rahidos no mesmo dia.
l'arahiballiale hrasileiro Tres Irmaos, ineslre
Jos Duarle de Souza, carga faiendas e mais ge-
eros. Passaseiros, Jos Anlunes liuimraes,
Alexandrina Mana da Conceico.
Ria de Janeiro pela BahaVapor ingle* Groa'.
Wcstcrn!, cominand.inte Bevis. Paasageiros des-
ta provincia. Domingos Jos de Su na Leo, -na
senhora, I fillio c 2 criados. Frederico Augusto ile
Oliveira o 2 criados, o Kxm. Francisco Xavier
Paes Brrelo c 2 criados. Francisco Joaquim Go-
mes Rihciro, Jo.lo Jos Ferrcira de Aguiar, Anlo-
nio Teles de Menezes, Joaquim Jos Pe en a.
Dcimo hatulhan.
Mantas dealgodao sem pello, 50.
Segundo batalhao. '
Florales com punhos dourados, bainhas de couro
prelo envernisado, com bocaes o poiteirat donradas,
27 ; panrfo azul meseta lo. covados 135.
Oitavo balalho.
Manas de algodao sem pello. :)-,.,; pamto verde
escuro entrefino, covados 1,983.
Nono batalhao.
Mantas dealgodao, 376 ; panno verde escuro en-
trelio, covados 1,168.
Meio balalbio da Parahiba.
Mantas de algodao, 71.
Companhia de artfices.
Mantas de algodn, 72.
Ouarlo balalhau de artilharia.
Papnn carmesim para vivos e vislas cova-
dos 90.
f.ompaiihia de ravallaria.
Mantas de algodao, 11 ; bonetes, pares 40.
Quem quiter vender estes objeclo* aprsente as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho ,-is 10 horas do dia 7 dd maio prximo fu-
turo. ,
Secretaria do conselho administrallvn para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 30 de abril de 1855.
Jote de BritO Inglez, cnronel prcsidenle. liernar-
do Vereira do ('armo Jnior, vocal e screfa-
rio. .
Pela subdelegacia da fregiezia dos Afogados
acha-se depositado um batalle ruco, podro/, claro,
que [Ara encontrado vagando pelas roas desta pov.ia-
cSo, no dia I. do crreme mez, pelas9 horas da ma-
nhaa : quem ao mesmo livor direilo, apresrnte-se
liabililadu. Sobdelegacia da freguezia dos A focados
2 de maio de 1K55./#/. da Fomeca, segundo sup-
plcnte em exerciciu.
PUBLICADO RELIGIOSA.
Saliio i luz o novo mc7. de Mara, aclop-
lido pelo icverendiimot padre* captr-
cliirtlio de N. S. da Penha desta cidade,
augmentado com a novena da Senhora
da CncecSo, e da nolicia Ixistorica da
a'edallia milagrosa e de N. S. do Bom
(unsi'llio: vende-se nicamente na livia-
na n. (i e 8 da iraca da Independencia,
a IsOOO.
LOTERA IO RIO DE JANEIRO.
Resumo dos maiores premios da loteria
52. do Monte Pi, extrahida a i (i de
abril de 1855.
AVISOS MARTIMOS.
RIOOE
JANEIRO.
O brlgje narional .MAKjA I.UZIA,
pilao .Manuel Jos i'reslello, vai seguir i
, ca-
pitn Manuel Jos preslello.'vai seguir com
_ hrevidade, lem grande parle de sen carre-
ainenlo prompio : para o rcslo. passaseiros e et-
cravosa frote, paraos quaes otlerece as melliorcs
accomniodaroes, trata-sc rom os roiiaignalnrius An-
tonio de Almeida tiomes ij C., na ra do Trapiche
il. Iti, segundo andar.
COMPANHIA
DE .VAVECACAO A VAPOR
LUSO BRASILEIRA.
Esperainns
al o dia 5
dos porlos
rio sul, o va-
por/), ila-
ria II, roin-
inainfante o
l.llilltclii-
maraes, pa-
ra l.ifboa.
por S. Vi-
ente eMa-
deira. recebeudo paMageiros, enrommendaso cartas.
Kecelie tambem cartas e jornaei para diverso por-
los da Europa, pertencendn a companhia dar-
Ibe a competente dircccilo, com os portes seguinles:
Cartas para Portugal a escalas, a 400 rs. por cada
i oilavas.
Jornacs gratis. %
Carlas para as diveisiis parles da Europa 800
rs. porcada i. oilavas.
Jomaos til) rs. por rada um.
As malas fochar-'e-h in precisamente a hora que
se indicar, na casa do agente Manuel Ouarle Rodri-
gue, ra do Trapiche n. 26.
Para a Haba Begoe em poucos das, por ler a
maior parle da carga prompta, a veleira sumaca
Horlenda ; para orala da carca. lrala-se com sen
consignataiio Uoiningos Alves Matheus. na ra da
Cruz a. 5i.
AO MARANHAO' PELO CEARA'..
A escuna nacional I-Tora, capilao Joaquim Jos
Alves das Nevos, segu rom breviiladc ; para o res-
to do seu carregamento, trata-sc com os consignata-
rios Anlonio de Almeida Comes & Companhia, na
ra do Trapiche Novo n. Iti, segundo andar.
Para o Acaracu' e Granja abe com toda a bre-
vidade a escuna S. Jos ; para o resto da carga e
passageiros, trata-se na roa do llrum u. 16. c na
praca do commercio com Manoel Jos de S Araujo.
Para o Aracaly segu com hrevidade o hiale
Crrelo do Norte ; recebe carga o passageiros : Ira-
ta-secom Cact-mo Cjriaro da C. M., ao lado do Cor-
po Santo n. 25.
i PAHA O PORTO.
O patacho portuguez Especulador devern partir
dentro de-20 das por ter dous trros da sua carga
prompla : quem no mesmo quizar rarrecar podera
eitlendcr-se com os consignadnos Bailar & Olivei-
ra, na ra da Cadeia do Kcaifc, escriplorio n. 12.
Tolacs 72.500 71,000 80,500
Assucar.Depois de ler havido no comeco do
mez alguma animar ni. o mercado (ornou-se calmo.
So o assucar llavana rlaro e forte leve boa sabida,
e isso para os fabricantes do caudi. Houve algu-
mas permutas do bruto pelo refinado ; mas o todo
das transarcoes que foram exclusivamente quasi do
llavana, nilo comprchende sciiHo algumas renlenas
de caixas do Brasil (ila Rabia) vindas pelo Flor, a
O. 11|l, pavilhao eslrangeiro ;em troca pelo re-
finado.' As importaroes d'marco elevam-se a
3,993 caixas de llavana, 1,913 feixes de Manilha,
398eaiiM elOSi sacro* da Babia ;5,757 caixas
2,7!)| saceos 152 feixos da Nova,York,887 caixas.
7,08'( saceos, 1:12 feixos de Inglaterra, o 722 da
HoHanda. Exislencias no I. de abril 2i,500 caixa
da llavana, c do Brasil 100.
Cacio,Mercado muilo firme, o preco dos de boa
qualidade com nova alia. As vendas nada de no-
tavel.O do MaraaiMb 2l 1|2 a 21 cent.,Guaya-
quil 22 1|2 cent,S. Domingos 17 ;i|i cent, por
Ifgkill.
Couros.As provisdes que eslavam accumuladas
no canal, c na rmbncadurado rio nos chegaram du-
rante o mez de mirro. foram importados 77.62:1
serios, 5,211 salgados de boi c de varea, 1,105 pel-
los seccas de cavallo, e 7,5!K1 dilas salgadas : os pre-
ros dos salgados B' A' e M. v. estilo cm alia de 102
c. Do Maranhilo c Para 1.151 peras foram nesoria-
das ao desembarcarem a 17 cent pelos seceos mais
ou menos picados, a :!8 c. o saos de 12 kil.. c 25
ll2 pelossalgados frescos s.los de 18 kil.
Impnrlaeoes do 1-de Janeiro, ao 1- de abril.__
73,587 sacros, i,:ii;i salgadas de Baenot-Aym, M.
"V,, i,5(12 de Periiainlinso, Babia. M.iranhan e Pa-
rahiba, 787 de diversos, 10.125 pcllcs de cavallo;
olal 93,062 pecas contra 802,096 > m 1854,-111,557
lem 1853 (no mesmo periodo. Existencias, no 1- de
abril 31,326 seceos, 18,021 salgados de B. A e
M.V.
Ponas.Vendas 50,000 B. \1c II. V., preco, fr.
26 1(2 por 32|34 killog., mediocres, fr. 36 1i:t por
38el|2kil., boa qualidade.Deposito no i de
abril 25.000 B. A.
Liverpool.
Al2od;1o.Nos primeiros dias do mez de'marro as
esperanra* de paz, com a morte de Nicolao, lorna-
ram a antee a aclividade da procura, sendo mais
procura, as boas sorles da America, que de ordi-
nario a Itussia loma.
Na segunda semana houve um arrefecimento sen-
sivel, o mercado lornou-sc diflicil, e seguio-se nina
baixa de l|16 a IfRdin. por libra as proveniencias'
dos Estados-Unidos. De 16 a 21 de marro houve
boa procura, leudo os fabricantes apezar das impor-
tantes rompras que. haviam finio vollado ao' merra-
do, o por i No curso da ultima semana de marco, c nos primei-
ros dias de abril, o roosumo conlinuou a comprar
correnleinenle, alm das precisoes do momento a
especularlo e a exporlacao conliiiua.ii tambem do
que teem resultado importantes vendas. Os algo-
EDITAES.
O llirn. Sr. I. escriplurario servindo de ins-
pector da Ihcsooraria provincial, em rumprimcnlo
da resolurSo da Junta da fazlnda, manda fazer pu-
blico que a obra do 8." lancu da estrada da Escada,
vai a praca no dia 1. de maio prximo vin-
douro.
E para couslar se maudou afflur o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsooraria provincial de Pernam-
huen 28 de abril de 1855.O secrelario, ./. F. An-
nunciarao
< > I lim. Sr. 1 escriplurario servindo de inspector
da Ihesouraria provincial, cm romprimcnlo da rc-
soluciio da junM de fazcuda, manda fazer publico,
que no (lia 10 de maio prximo viudouro, vai no-
vamenie o prac os concerlos de que preci-a o acude
da villa do l.imoeiro.
E para constar se mandn afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario
Sccrclaria da Ihesouraria provincial de I'ernam-
boco28deabrilde 1855. O secrelario, Antonio
Fcrreira da Annaiiriariia.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
manda fazer publico, que do dia 2 em diante pagam-
se os ordenados c mais ilcspozas provinriaes, venci-
das al o tim de abril prximo lindo. Sccrclaria da
Ihesouraria provincial de Pernamhuco 1. de maio
de 1855.O secrelario, .1. F. d'Annunriarao.
DECLARADO ES
CORREIO C.EIIAI..
As malas que deve conduzir o vapor Cuanabaru
para os porlos do norte, prinripiam-se a fechar boje
(i) a 1 hora da larde, e flepois dessa hora al u mo-
mento de lacrar, recebem-se coire porte duplo : os jornaes dcver,1oachar-se no crrelo
3 horas anles.
As malas que deve conduzir o vapor loenntins
para 0s porlos do sul, principiam-se a fechar hoje
(4) as II lloras da manliaa, e depois dessa hora al o
momento de lacrar, recebem-se correspoudencias
com o porle duplo : os jornaes deverao achar-se no
correio 3 horas anles.
BANCO DE PERNAMBCO.
O Banco de Pernambuco toma e da'
lettras sobre o Rio de Janeiro Banco de
Pernambuco 7 de abril de 1855.O se-
cretario da direccao, Joao Ignacio de
Medeiros Reg.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virlodo de aulo-
risaeflo do Exm. Sr. presidente da provincia, tem de
comprar os ohjeclos seguinle
Para o segunda batalhao de infamara.
(i-avalas de sola de lustre. 46 ; manas de algo-
dao sem pello, 41 ; sapatos, pares 57 ; capoles de
panno alvadio, 63.
Meio batalhao do Ceaia.
Grvalas do sola de lustre, 31 ; mantas de algo-
dao sem pello, 212.
^SsV.
RIO OE JANEIRO.
O brigue nacional ELVIRA segu at
o lim da presente semana, apenas recebe
escrayoa a (rete, para o que trata-sc com
Machado & Pinb'eiro, no largo da Assem-
blea n. 1^.
ftladlllllitat > BQftlal
| PARA ACAHAa E (iRAM\.
>2 lliale Arai/ao sabe nestes qualro ou cin- x|9
(S ro dias por ter a maior parle da carga J)
^tj. prompta : trata-se o resto com (juuveia (V, ^S
W l.cile. na ra do Oueimado n. 27. *j
Para Lisboa sabe com hrevidade, por ler parle
da carga prompta,o brisuc portuguez l.aia lio, de
que he capiiao Caclano da Coala Martins ; para o
resine passageiros, trata-se rom os seus consignata-
rios Francisco Scverino Kahello t\- Kilha.
Para o Araciily sesuc com a maior hrevidade
o hiate nacional ExalacAo, medre Jos Joaquim
Duarle ; para o resto di carga e pessageiros, trata-
se rom o consignatario Anlonio da Silva Guerra, na
ra da Madre de Dcos n. 36.
LEILOES.
O agente Bor ja, seila-
feira i de mulo, fara
leilao em seu armazem
na ra do Collcgio n.
15, do um completo
sortimenlo de obras de
inarrinenia novas e usa-
da, um ptimo cabrio-
Jet novo, e outros mui-
-------------- tosohjertos de differen-
lesqnalidades, os quaes se acharan patentes no mes-
mo ainia/.rm no da do leilao, c so entregarao sem
recusa de qualquer prero oflerecido.
OngenleBorja de ordem do Illm. Sr.
I)r. ni/, de direito da primeira vara do
commercio Custodio Manoel da Silva (jui-
maraes, a requerinaeoto dos credores
Len Lecomle Feron com os lierdeirosdo linadoJoao da Costa
Dourado. fara' leilao da leja do dito se-
nlior, la no paleo do Collcgio n. G. ron-
sistindo ua armacao, livros e mais bbjec-
tos existentes na loja supra : sabbado o
do corrente, as 11 boras em ponto.
T. de Aquino Fonseca A Filho fario leilao,
por inlervenro-do agente Oliveira, e por con la e
risco de quem pertenrer, de 10 pipa, 32 barris de
4. e 79 dilos de 5. com superior vinho verde, re-
cenlemeule importado de Lisboa : sexla-leira,-4 do
correle, as 11 horas ila manha.i em ponto, a porta
do armazem do Sr. Anues Jacome, defronte da ar-
cada da alfandega.
Mr. t'.asquet, chanceller do consulado de Fran-
ja iiesla cidade, estando a retirarle para a Europa.'
far. leilao, por intervengan do asente Oliveira, da
mobilia da rasa de sua residencia, consistindo em
mesas de diversas qualulades, inclusive urna redonda
loda de marmore, dita elstica, sof, radeiras e mais
adornos de sala de visitas, um bom piano, comino-
das, marquesas, lindo espelho grande, oulrus me-
nores rom louririores, lelos, esleirs, manijas, lan-
lersi, cr\stae, loii^a de mesa, appaielhos para rli.i.
livros, obras de prala de Ici, do Porlo, reloaios para
rima de mesa e de al.-ibeira, e oulros muilos artigo
uteis e de bom costo, : segnndn-feira, T do eorrentp,
as 10 horas da munhaa, na ra da Aurora n. 18,
segundo andar.
1 N. 594* . . .... 20:0004
1 a ..I.V2. . . . . 10:000$
1 .. -lii-21. 4:000$
1 1801. 2:OOOS
G 281, 594, 871 ,
->:,-\ , 5575, 5791 . 1:0001/
10'. . 482, 656 , 2019 ,
2IG, 2570 , 2700 ,
i)255 , 3550, 4955 ,
5820. 400S
20 28, 615, 777.,
10i2. 1185 , 1798,
18G7 , 2568 , 2528 ,
281 (i. 5M9 , 5199 ,
5591 , 3744, 3924 ,
U12, 45 \ 2, 5309 ,
5GI9 , 5993. . 200S
60 2!, il, 161 , 273,
. "'18, 554 , 584 ,
631-, 694 , 759 .
959, 1176 , 1258 ,
I529, 1542, 1590 ,
1 V80, 16*5, 1692 ,
1G97 , IS55 , 1906 ,
2006 , 2015 , 2117 ,
-2258 , 2451 , 2460 ,
2655 , 265? , 2786 ,
2818 , 2843 , 2999 5V81 ,
5107 , 5433 ,
5559, 5588 , 5715 ,
59 25 , 4106, 4555 ,
4578, 4414, 4418 ,
U0t , V590 , 4682 ,
4770 , 4772 , 4864 ,
W50 , 5005 , 50-22 .
5107, 5115, 5590 ,
5648, 5821 . a - 100S
100 premios de iO.s
1800 dilos de . 20X
20
60.
20:000.s
1O.000.S
4:000*'
2:000
1:000*
400.S-
200.S
100$
AOj
SOS
AVISOS DIVERSOS
Manoel Jos de Carvalho Guimaraes, subdito
portuguez, relira-se para fura da provincia,
Resumo dos maiores premios da loteria
1, a favor do theatrorJe S. Pedio de
Alcntara, cxtraliida a 25 de abril de
1855.
N. 335 ........
2715........
4077........
4052..........
651.41918782252
42275586......
70 8 415521987
25935*05561556*4
45415899.......
92 295 515 951
077159118511912
1989215 '\25492525
5058 4179428745T7
5555561957975872
94 259 27.7 287
508102711981249
1250155714o91606
1791182018921963
,1986199520102053
20442061 20752255
2410246523522883
5028510552825559
5664570057885972
4025403540484160
4175 'i 290 4318 45"43
4569 4452 4530i 541
462546 40 45574710
4739477549495055
5071 51065820--5898
100 numeros .........
1800 ditos de .......
Sahio nesta provincia a sorte d 20
contos no meio bilbete n. 535, e muitos
outros premios de 400$, 200$ e 100. Os
possnidores podem vir receber as lojas
onde foram vendidos. Acham-se a' venda
os novos billietes da loteria 10 das obras
publicas de Nictheroj ([iiedevia correr
1 on 2 do presente. As lista virSo pelo
vapor nacional, que deve partir alOdo
corrente- Os premios serio pagos logo
(|tie s dislribiiarn ditas listas.
Sexls-felra, i do corrente me, por ordem do
4llm. Sr. Dr. juiz de orpbans, vai praja na sala das
audiencias, depois desdi linda, pelas 10 horas do dia,
a negra Anglica, escrava da fallecida orpha Bal-
biryi Fcrreira Oiniz, para ser arrematada por quem
mas der,.a qual escrava he crioula, e tem lodas as
habilidades precisas para o rosteio de nma casa de
familia, porque sabe" coiinhar, lavar, engommar e
coser com pcrfeicAo.Thtodoro de Almeida Coila,
tutor da orph.la.
Hoje, do corrente, depois de finda a audien-
cia do Illm. Sr. Dr. juiz do civel, na sala da mesma,
se arrematar uns pequeos movis penhorados a
Joao Francisco dojtosario, por execerao de Manoel
Jos Vieira, escrivao Molla.
Antonio Jos da Silva vai Europa tratar de
sua saude.
Precisa-se de um feilor que saiba tratar de bor-
la o de vacca-; tambem precisa-se de urna preta oa
prelo para vender verduras : a tratar na ra da Au-
rora ii. 54.
- llesdc e anuo atrasado e passado que se chama
por esle Diar io ao Sr. Jos Joaquim de Oliveira,
para mandar receber os foros do sitio da estrena dos
Iteinedios, na ra do l.inamento n. 6, segando an-
dar.
Precisa-se de iim moco porluguez, de idade de
I i a 16 annos, para caixeiro de urna fabrica de ve
las de carnauba : quem esliver neslas circumslan-
cias, dirijs-se ra Oireila, casa n. 59, dando Dador
a sua conducta.
-* O actual tbesoureiro d irmandade de S. Jos
da Agona, erecta no convento de N. S. do Carmo,
juina nada 'mais dever pessoa alguma dnrante o
tempo de sua serventa ; com ludo se alguem julgar-
se credor da irmandade, aprsente sua cobla para ser
enbolsado, na roa do Kangl n. i:).
Joao Francisco de Araujo Lima, com loja de
cir'gueiro no pateo da matriz de Santo Antonio, vai
a Europa, e deixa na sua ausencia por seu bastante
procurador aoSr. Jos Rodriaues Fcrreira, e encar-
recado dos negocios tendentes a sua oflickia ao Sr.
Jos Joaquim da Costa Maia, morador na praca da
Independencia n. 21 a %\, .1 quem se poderao dirigir
as pc-soas qucquierem tratar.
O segundo escrivao de orpbSo des-
ta cidade, tem sen escriplorio no primei-
ro andar da casa 11, 21 da rna do Colle-
gio, onde pode ser procurado.
A pessoa que anntinciou no DIARIO
do dia 2 de maio, querer urna ama pa-
ra criar um menino impedido, dirija-se
a ra Direita sobrado n. 100.
Sft. redactores.A eteriptora de casamento que
foi publicada em seu Diario de 2 do correle me/,
foi maliciosamente Iterada e mutilada ao goslo do
poblicador, com o intuito tal vez de injuriar-me (po-
rm cospe contra o vento; e se jnntassp seu nome a
mesma publicaran lirar-mc hia o Irabalho do fazer
esla declaraco, que lem s por fim esclarecer o res-
peitavel publico a tal respeilo, e nao dar cavara a
essa nullidade, que s merece a resposla que ocele-
bre poeta porluzuez Hocage, deo aquelle que crili-
cou .le suas poesas. Ilei de norte na testa nm T
com giz, etc. etc.Joao Antonio Gomes Cu maraes.
Precisa-se de urna ama secca, que saiba lavar
e engommar, para casa de pooca familia : u.i ra da
I Encantamento n. 5.
Os abaixo assianados fazem publico, qne dis-
solveram amigavelmente e de rommum acrordo, a
sociedade, que linham em seo armazem de vender
carnes seccas, a qual sociedade evrava sob a razao de
Manoel de Azevedo Canario & Companhia. ficaodo
a carga da Sr. Manoel de Azevedo Ganario lodo o
nativo e passivo da mesma sociedade, e por isso ni-
co responsavel para com a praca a saldar todas as
(ransacces da extincla firma.Manoel de Azevedo
Canario, Joo Ignacio de Figaeiredo Fre tas J-
nior.
ai-


OIIRIO DE PFRMRBUM), SXT FEIRI U DE MftlO DE 1855.
,1a
CONSULTORIO DOS POBRES
O mUA WOVA 1 AJTDAa 50.
<) Dr. P. .' i|* < .insultas homeopalhicas todo os das ros pobres, desde 9 huras
uiauhaa aleo nraio da. e em casos exlraordioario a qualquer hura do da ou noile.
Ollcrece-g*) igualmente para pralirar qualquer opeiarao de ciriirgia. e acudir promplainente a iiual-
qeer raulber que esloja mal de parto, e cujeieircumstauria nao pe mittain pagar ao medico.
NO CONSULTORIO DO DK. P. A. LOBO I0SC0ZO.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de nieOdicina horneopalhica do Dr. G. II. Jalir, traduzido em pur
tugue/, polo Dr. Mosco/u, quatro volumes encadernados em dous e aconipandado de
un diccionario do lermos de medicina, cir'urgia, anatoma, ele, ele...... 209000
Esto obra, a mais importante de toda* as quelralam do esludo e pralica da liomeopalhia, por ser t nica-
que eonlem i lu.e fundamental ''esta doulrinaA PATH0CENES1A OU EFFEITOS DOSMEDICA-
MEMTOS >0 ORGANISMO EM ESTADO DE SAli DEcouhecimenlos que nao podem dispensar as pes-
soas que se qnerem dedicar n pralica da verdadeira medicina, inleressa a lodos os mdicos que qui/.ercm
etperimeular a dootriua de Uahuemaiiii, e por si meamos se convenceren! da verdade d'ella: a lodos os
faaeiideiroseeiiuorerieugenlioqu(ieslaolongedos recursos dos mdicos: a lodosos capilsde navio
que urna ou oulra vex nao podein deiiar dewcudir a qualquer incoinmodo seu ou de seus tripulantes
a lodos os paig.de familia que por eircnmslancias, que ntm sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
dos a prestar in eonlinenti os primeiros soccorros em sua eufermidades.
O vade-meciira do homeopalha ou Iroducoao da medicina domestica do' Dr. Herios,
obra lambem til s pessoas que se dedicam ao estuco da liomeopalhia, um volu-
nte grande, acompanhado do diccionario dos lermos de medicina
O diccionario dos lermos-de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele, eiicard'endo'.
Sm verdadeiro e bem preparados medicanienlos .nao se pode dar um passo'seguro na pralica da
*ia, e o pruprielano desle estahelecimento se lisongeia de le-lo o mais bem inonlado possivel e
maguern duvida hoje da grande superiondade dos seus medicamentos.
10JOO0
Boticas a 12 tobos grandes.
Boticas de -24 medicamentos em'glbulos, a 111, 12a c 1 jaOOO rs
Ditas 36 ditos a.......
Dita 48 ditos a..........
Dilas 60 ditos a .........'
Ditos 144 ditos a..........
Tubo avulsos................
Fraseos de meia mica de lindura...........
Ditos de verdadeira lindura a rnica.
85000
1............ 208000
' .............. 259OOO
.............. 300000
............... 608000
............ 18000
............. 28000
******. "'~<)IMI
Na mesma casa ha sempre a venda grande numero de tubos de rryslai de diversos lamauhos,
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer encommenda de ruedicamenloscom loda a brevida-
oe e por procos muilo commodos.
#
s
5
*
i
*
.IBUCACAO' DO KSTITLTO HO
MOPATIIIC DO BRASIL.
T1IESOLRO HOMEOPAT111CO
OU
VADli-MECLM
HOMEOPATHA.
Melhodo concito, duro e segurja de cu-
rar homeopticamente todas as molestias
que afftigem a especie Alimaa, e parti-
cularmente aquellas que reinan no lira-
til, redigido segundo os melhores trata-
dos de homeopata, lauto europeos como
americanos, e segundo a peupria etpert-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario l.udgem
Piubu. Esla obra he boje reronhecida co-
mo a melhor de lodas que tratam daappli-
caeflo horneopalhica no curativo das mo-
lestia. Os cariosos, principalmente, nao
podem dar um passo seguro em possui-la e
ruusiilla-la. Os pais de familias, os senho-
re de engenho, sacerdotes, viajantes, ca-
piles de navios, scrlanejosetc. etc., devem
te-U mi para occorrer promptamenle a
qualquer caso de molestia.
Dous voluntes cm brochura por 108000
eneadernados II9OQO
Vende-M uniramenle em casa do autor,
lo palacete da ra de S. Francisco .Mun-
do Nove) n. 68 A.

4,
m
i
>ovos livrosde liomeopalhia lucfrantcz, obras
lodas de summa importancia :
Haliuciuanii, tratado das molestia* clironicas, 4 vo-
lumes............ 20000
Tecle, irotelias dos meninos.....(cOOO
Herios, homenpatliia domestica.....7800(1
Jalir, pharm-acopca horneopalhica. (8000
Jalir, novo manual,,4 volumes .... 168000
Jalir, molestias nervosas.......ti000
Jalir, molestias da pelle.......s--ikiii
Kapou, historia da liotneopalliia. 2 volumes I65OOO
llarllimann, tratado completo das molestias
dos mouinos..........108000
A Teste, materia medica linmeupalhica. Kjooo
De Fa)olle, doulrina medica hoineopalbira 78000
Clnica de Slaoneli .......6000
Caslng, verdade da homeopalhia. 49000
Diccionario de Nv sien.......lojooo
Alllas completo de atoma eom bellas es-
tompas coloridas, conleudo a descriprao
de lodas as parles do cor|>o humano 309000
vedem-se lodos esles livros 110 consultorio hnmeopa-
thico do Dr. I.obo Moscoso ra Nova u. 50 pri-
meiro tudar.
DEMTISTA,
I Paulo Gaignoui, dentista francez, estbale
:io ua ra larga do Kosario n. 36, segundo *
andar. Collora dentescom gcngivasarlificiaes, t$
dentadura completo, o parle della, com a
# pressao do ir. ff
0 Rosario n. 36 segundo andar. t*
3**@tt@tie>ss
Aluga-se urna casa terrea ou de sobrado, cm
qualquer das ras que licain entre o becco do Virgi-
nio e o pilco de 8*. Jos : na ra Nova 11. 69.
J. JANE, DENTISTA, 8
9 continua a residir na ra Nova 11. 19, primei-
ro andar. m,
Ja' cliegaram as tegumtcssement
de ttnlices das melltotes qualidades que
lia: rbanos brancos, ditos encarnados,
vabanetes brancos e encarnados,'alface
repoHtuda e alemn, repolho, tomates,
nabo branco e ro\o, couves, trinebuda;
saboia elombarda, salsa, pimpinela, x-
eotiu-, cebla de Setubal, sinondas, sigo-
relba, selgas, ervilba torta, dita direitae
genove/.a, dita de Angola, eijaocarrapa-
to de quatro qualidades, coentro de tou-
ceira, eum grande sortimento dasmellio-
res seinerrtes de flores da Europa : na rita
da Cruz em casa de Antonio Fran-
cisco Martins-
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
(|uemudou a sua aula para a ra do Ilan-
gej n. 11, onde continua a receber alum-
nos intei nos, c externos desde ja' por me-
dico piero como he publico: quem se
<|u2er utilisar deseupequeno presumo o,
pode^Hocnrar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias litis.
MASSA ADAMANTINA.
Ilua do Rosario n. 36, segundo andar, Paulo Gai-
gnouv, deulisla francez, chumba os denles com a
masa adainautiua. Essa nova c maravilhosa coni-
poticao lem a vantogem do encher sem pressao dolo-
rasa todas as anfractuosidades do denle, adqueciudo
em poucoa instantes solidez igual a da pedra mais
dura.e promette restaurar os denles mais estragados,
com a forma e a cor primitiva.
AVISO AO PUBLICO.
A taberna de Gurjah decima aclia-se completa-
mente surtida com um completo sortimento de mo-
ldados, fazeudas e miudezas ; porlanlo as pessoas une
quitCiem hourar este estabelecimrnto, aqai acharan
ludo a voulade do comprador, pelo ttiosmo precuou
com pouca diileren(a da praca.
TRANSAS E FITAS.
Completo sorlimento de transas de teda pretas, e
lilas de velludo lavradas.de superior qualidade e
bom gosto, para vestidos, por preco cuniiaodo : uj
prara da Independencia ns. 24 a 30.
OLEVDOS FINTVDOS.
He superior qualidade,c diversas larguras.proprios
para cobrir mezas, enmmodas ele. : na praca da In-
dependencia na. 21 a 30.
l'rnisa-se de um feilor ou Irabalhador para um
sitio perto da praca. he necessario que elle cnlriula
le Iratamcnto de horlaliras, frucleiras c vaccas de
Icile : na ra do Trapiche a. 12.
Superior vinho de champagne e Bor-
tlin & C, ra ta Ct 11/. 11. "8.
Aluga-se urna casa terrea, si la uaSoledade
defroute doquartel, pira pequen familia, por 85000
mengues : quem a pretender, eiileuda-se com Jn.lo
l-cile Pila Ortigueira, ua ra da Cruz do Hecife
11. 12.
O aballa aisixuado. que se acha preso naci-
deia desla cidade, previno a loilas as pes-oas a quem
hilcrcssar, que deroga os pudores que dora em urna
priii'iuarao'passada boje niesmo pelo cartorin do la-
helliao l'orlocarreiro.ciija proruracao Ihe foi de sbi-
to aprsentela na cadeia, e pelo estado de gorpreza
em que se achava a assiguou, e por i-so declara que
lem assignado urna oulra na presenta do labellio
Kaptista de Almeida, consliluiudo seus procuradores
aos Srs. Jos Das d Cosa, Francisca do Prado, Joao
Antonio >le Macdo, e para o foro a Manuel I.uiz da
Veiga.MattoelOias l'inlto.
Precisa-se de urna ama que sirva para as com-
pras de urna casa de pouca familia : ua ra do Hos-
picio 11. 7.
Pede-se ao Sr. Jos de Mello Cesar ei-pro-
curadorda camtra de Olinda, que venha entender-
se com os herdeiros de I.uiz liorna, pois basta de
cassoadas, licandn cerlo que cm quanlo mo se en-
tender com os mesmos ha de sabir esl* annuncio.
Na ra da Cadeii do Recite n. 3, primeiro an-
dai', confronte o esrriptorio dos Srs. Barroca tV Cag-
(ro. despacham-se navios, quer uacionacs ou eslran-
geiros, com loda a promptidAo ; bem como liram-se
passaporles para lora do imperio, por presos mais
commodos do que em oulra qualquer parle, e sem o
menor Irabalho dos prelendenles, que podem lralar
das 8 da manhfls as 1 horas da larde.
SALA DE DANSA.
I.uiz Caularelli participa ao respeitavcl publico,
que a sua sala de ensino, na ra das Triucheiras a.
19, se acha iberia lodas us segundas, quarlas c au-
la desde as 7 horas da noile al as 9 : quem do sen
presumo ge quizer nlilisar, dirija-se mesma casa
dag 7 horas da iii.hiIi.'ih al as 9 ; o mesmo se oflere-
cc a dar liees particulares as horas coiivencioiadas:
e lamlif 111 da liees nos cullegios pelos precos que os
mesmos lem marcado.
Esl a sabir a luz 110 Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTKAIIIO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAISEN E OUTKOS,
o poeto em ordem alpliabela, com a descripcao
abreviada de lodas as molestias, a iudicacao plivso-
logica e Iherapculica de lodos os medicamentos bu-
meopalhieos, sen lempo de areao e concordancia.
aguaita4 um diccionario da gignilicarao de lodos
os lermos de medicina c cirurgia, e pj-lu ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. 4. .1. DE MELLO 10ES.
-Subscreve-se para esla obra no consultorio homeo-
palhico do Dr. I.OBO MOSCO/.O, rua Nova n. 00.
primeiro andar, por 59000 em brochura, e 68OU0
eucadernad.
Oucm livcr para vender os livros abaixo de-
clarados, anida que leiiliam alguin uso. annuncie
por esto jornal para sor procurado : Interdicto Pog-
segsoriog por l.obao, Praie Forense por MoraesCar-
vallio, Tratado dos Teslaineulosnor Oouva Piulo.
CHAPEOS DE FELTRO.
Acaba de chegar i praca da Independencia luja
de chapeos de Joaqoim de Oliveira Maia, um varia-
do sorlimento de'chapeos de feltro, linos, de cores
anda n1u vislas no mercado, e lambem chapeos de
palha aberlos, e ditos de palba brasileira a imila-
eao dos de Manilha, d diversascores,super!inos cha-
peos de castor branco e prelo, chapeo francezes
de cicelleutcs (orinas e supeiior qualidade, ludo por
preco coinmodo.
Participa-se aos Srs. mes tres pedrei-
ros caiadores e mais pessoas particula-
res, que na rila da Cruz do Kecife ij. 62,
ha um deposito da bem condecida cal
branca de Jaguaribe, e que se vende
milito cm tonta, tanto em retalho cbmo
em porroes.
Casa de consignaco de escravos, na rua
dos Quarteis n. 24 ,
Compram-se e recebem-se escravo de ambos os
sexos, para sevciiderem de rommissao, lano para a
provincia como tura (ora della. offerecendo-se para
sso toda a seguraura precisa para os ditos egeravog.
Fraila ae alugar um negro escravo, para o
serviro de om sitio : na rua da Cruz 11. 0.
a'-se dinheiro a premio sobre pe-
nhores de ouro e prata : na rua do Quei-
mado loj n. 4 A, se dir' quem da'.
Preciga-se de urna mulber capaz para engom-
mar e coziuhar com perfeicao, para casa de pouca
familia, preferindo-se estrava, que ge pagar bem :
na rua do Seve, casa torrea de soto.
Perdcu-ge um livrnhode lembranrag, conlen-
do dentro urna lellra de reis 3148880,'sacada por
Joo Mailm. de Barros, e aceila petos Srs. Brando
& Diegues, vencida em 27 de abril prximo passado:
roga-se a quem o achou, o obsequio de o restituir no
arniazem da Iravessa da Madre de Dos, de Joao
Marlins de Hartos, que se Ihe fcara agradecido.
-- O abaixo assignado a un uncid ao respeilavcl pu-
blico, que ninguem faca negucio ou transaceao de
nalureza alguma acerca dos bens de JacinlhoSnares
Bolelbo, que falleceu ullimamenle na liba de S.
Miguel, oude era ha anuos residente ; c, como ad-
ministrador de sua inulher D. Seiihorinha do Sacra-
mento Soarcs, lili 1 .a reconhecidallaquelle fallecido,
protesta contra qualquer negociado eila em ordem
a prejudicar os seus uilcresses, c os direilos de he-
ranca que nconleslaxelmeiilc Ihe compelen!. Kecife
1. de tnaio de 1855.Manoel do llego Soaret.
No da 4 do correule, na gala das audiencias,
linda a do I Un. Sr. Dr, juiz*de direilo do coiumer-
co, lera lugar a arremalacao do escravo penliorado
a Candido Jos da Silveira, por exen-en de Tasso
Iriuos, que foi aunuiiciado para segunda-feira, 30
do prximo passado.
OcautelistaSalustiaiiodeA. Ferreira
avisa aospossuidores dos quatro quartos di-
vididos do bilhete inteiro n. 055 da pri-
meia parte da jirinieira lotera da ma-
triz do Bonito, em que sabio o premio de
o.OOOsOOOi e aos do quatro quartos da
reerida lotera divididos do bilhete in-
teiro n. H!) emque sahio o premio de
1:000$000 rs., ]odem vir receber sem o
disconto de 8 |>or cento da lei, logo que
sabir a lista geial, na rua do Trapichen.
5(i.Pernambuco 2 de maio de 1855.
O cuutelista, Salustiano de Aipiino Fer-
reira.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
das Cruzes 11. 22, proprio para horneo solleiros ou
cscriplorio : quem o pretender, dirija-sc a mesma
casa cima. a mesma casa precisa-se de nina ama
secca quetaiba cngoinniar e coziuhar, para servir de
portas dentro.
O caulelisla Vicente Tihurcio Cornelio Ferrei-
ra avisa ao publico, que se achaui cxposlas venda
suas cautelas e bilhefes inteiro, as lujas do coslu-
mc, pagando geni dc*couto taulo bilheles inleiros,
como cautelas ; procos :
Bilheles inleiros 58500
Quartos 1^440
Oilavos 8720
Decimos 56OO
Vigsimos J320
O Sr. Jos Pedro Carneiro da Cunba queira
vir no prazo de 15 das, a conlar desle, resgalar a
tua lellra da quanlia de reis 678980 rs. e seus juros
vencidos, e caso nao venha resgalar no prazo cima
marcado, lera de ver sen lime oala lolha al ocrc-
dor ser embolsado. Kucifo 25 de abril de 1855.
Manuel Gonralce* de Azecedo llamos.
Pelo juizo ria provedona, cscrivao Vasconcel~
los, se ha de arrematar 110 da sexla-toira, 4 do cor-
rento mez de maio, o deposito de assucar, silo na
rua do Vigario do bairro do Hecife, periencenle ao
finado Antonio l.ln/. Mendes, aob a presidencia do
lllin. Sr. Di. juiz do civel Ja priineira vara.
Roga-sc ao Sr. Jos Nicolao Be/erra o favor
de ir a rua do Collcgio 11. 17, concluir o negocio que
j devia ler concluido ha i metes passado. lslo Ihe
pede^Jos Joaquim Gomes de Abreu.
I ~ AO PtBLICO.
No armazem de fazendaa bara-
tas, na do Collegio n. 2,
?.vende-se um completo sortimento
de laxendas, linas e gmssas, por
preco mais baos do que einon-
tra ((ualquer parle, tanto em por-
roes, como a retallio, affianrapdo-
le aos compradores um su preco
para todos : este estabelecitiienlo
ahricse de combinacao com a
maior parte das casas commerciacs
mgle/.as, franeczas, alleinaas e siiis-
sas, para vender fa/.eiulas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto oli'erecendo elle maiores van-
tagens do proprietario deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, c ao publico em ge-
3 ral, para que venliam (a' l>em tos
gseus interesses) comprar l'a7.endas
baratas, no armazem da rua do
*$ Collegio n. 2, de
Antonio Luiy. dos Sanios & Rolim.
3S Wmummaimmumummju g
PIANOS FORTES.
Bruno l'raeger Coinpaiihia, rua da Cruz n. 10
reconimendam as pessoas de bom goslo, seu escollu-
do sorlimento dos melhores pianos, lano horison-
laes como verticaes, que por sua solida construyan
e harmoniosas vozes, asgim como por sua permita
obra- de mao se distinguen!. Todos estes piano> sao
feilos; por encommenda, escolhidog e eiaminados,
e por islo lvre de qualquer deleito que se encentra
minias vezeg em os piauus fabricados para etpor-
aco.
COLLEGIO PARA MENINOS, EM W AN-
. DSBECR, SUBURBIOIJEHAM-
URGO.
O abaixo issignado tem a honra de participar ao
publico, que mudou o seu cullcgio nesle anuo, de
Hamburgo para Wandsheck, e esla agora habilitado
de poder aceitar mais alguns pensionistas. A situa-
ran do lagar he a mais saudavel de todos os arrabal-
des de Hamburgo, e a distancia dessa cidade permu-
te o gozo de todas as vantagens das cidades grandes,
assim como ella impossibilita o gozo das desvanta-
gens para meninos. Ao entrar no collegio os meni-
no- n,io dou.'in ler excedido a idade de 10 anuos, e
maior cuidado c zelo se empregaru em favor delles,
nao s para o seu bem phxsico como iulelleclual.
Elles lerflo liees em lodas as linguus modernas, his-
toria, geographia, historia natural, inalhemalica,
assun como os principios uccessarios para o comiuei -
rio. ou as linguas antigs, scieucia das auliguida-
des, philosopha, ele como preparos para o esludo
na universidade. As despezas do ensino, sustento c
casa iuiporlam, em 1,000 marcos,5008000 pouco
mais ou menos. Os pais deverao dar roupa, assim
como pagar msica e ensino de dausa, caso o dese-
feni.C. Il'olcl.shauscn.
Este collegio podemos rccommcddar is pessoas que
queiram dar urna educarao exemplar aos seus lillios,
pur ser um dos melhores na Allemanha, e ollerece-
ino-nos a dar lodas as infnrniar,oes a quem precisar :
na rua da Cruz n. 10.
Oljerece-se ui moco porluguez para caixeirn
de armazem. toja, ou qualquer negocio : quem pre-
tender, annuncie a sua morada para ser procurado.
compras!
Compram-se palaooei brasilciros e hespa-
nhoes : na rua da Cadeia do Hecife n. 54, toja.
Compram-s escravos de ambos os gexos. de
Idade de 12a 30 anuos, lano para a provincia como
para tora della : na rua do rUngel n. 71, scguudo
andar.
Com pa m-.se e vender-seescr*o8 de
ambos os sexos, de idade de 12 a. 25 an-
uos : na rua burila n. .
Compra-sc nm jogo de diccionarios inglczcs
por Vicira, em rormalo grande.
Compra-sp. a grammatica franreza de Sevcne,
ii segunda iniio : na rua das Flores n. 1)7, primeiro
em
andar.
Compra-se urna armaran de h.ja : quem a li-
vcr, dirija-se i rua da Cadeia do Kecife n. lo. hija.
VENDAS-
Vende-se fumo em folha. viudo da Babia, de
priineira e segunda qnalidailc, o melhor que ha no
mercado : a IraUr rom Manoel Jos domes Braga,
rua da Smala \elh, padana r.. SU,
Vende-se nina etcellenle escrava, irioula, mo-
a, que engoinma, cose e cnzinba perleilameiile : uo
rerro da Boa-Vula u, 15.
Vende-se um ptimo ravalloe bem gordo, por
preeo coinmodo : quem quizer dirija-sc i rua du Vi-
cario ii. 3.
SANTA RITA DE CASSIA.
Jim nome di mesa regedora da vciieravel iiiuan-
dade da gloriosa S. RITA DE CASSIA, convido a
lodos os unaos a cumparecerem no consistorio da
igreja, as 8 horas da mantilla do da (i do crrenle,
alini de reunidos em mesa geral, pruceder-se clei-
clu dos funccioiiarios, que lulo Je regara irmanda.-
de no anuo de 1855 a 1856../ose' Francisco de
Paula llamos, escrivo.
Precisa-se de urna mulber parda ou
preta.que seja de meia idade -j si/.uda,
para o servico interno de urna familia
composta apenas de dous bomens e um
menino de 10 annos: na rua estreila do
Kosario n. 28.
Precisa-se de urna ama para o gervico interno
de urna casa de pouca familia : na rua da tiuiu n.
42, sobrado.
RECREIO MILITAR.
A V!) do correle sera a parirla militar, sendo os
convites recebidosat o dia 12do mesmo ; mise ad-
mitindo posterior a esla dala. O secretario,
Alferes Barros.
LOTERA DE U. S. DA CONCEICAO' DOS
MILITARES.
Aos 5:0005000, 2:0005000, 1:000?000.
O caulelisla Salusliano de Aquino F'erreira faz
scienle ao respeilavel publico, que as rodas da refe-
rida lotera bao de andar iudubilavclmeiile sabbado,
12 do trrenle mez. Os seus aforlimadissimos bi-
lheles e cautelas esiao isenlos do descont dos oilo
por cenlo no acto do pagamento sobre os tres pri-
meiros premios grandes. Acham-se venda nas se-
guinles tojas : rua da Cadeia do Kecife n. 2 e i5 ;
praca da Independencia n. :t7 c 39 ; rua do l.i-
vramcnlo n. 22; rua Nova n. 4 e 16 ; rua do Ouci-
mado n. 19 e 44 ; e rua eslreila do osario n. 17.
Bilheles SUDO Recebe 5:0OOsOUO
Meios 2U800 2:500*100
Uuarlos 19140 ,. 1:2503000
Quintos 15160 ,> 1:0(K)3000
Oilavos 720 258000
Decimos 600 5008000
Vigsimos J320 2508000
O referde caulelisla be responsavel uiiicanieule
a pagar os tres primeiro premios grandes por in-
teiro que obliverem saas cautelas : sobre os seus bi-
lheles inleiros vendidos em originaes se obrga
apenas a pagar os olo por ceulo da lei, logo que Ihe
fr aprsenle o bilhete inteiro, indo o j.ussuidor re-
ceber o premio respectivo que nellc gahir, na rua
do Colltsio n. 15, e>criplorio do Sr. Ihesoureiro
l'iauciscb Antonio de Oliveira. Pernambuco 3 de
maio de 1855.
Salusliano de Aquino Ferreira,
Jogc Moreira da Cosa Maia relira-se para fura
do imperio.
LOTERAS Di PRAUUit.
Acham-se a venda os bi-
llietes da priineira parte
da priineira lotera de N.
S. da Conce9ao dos mili-
tares, na thesouraria das
loteras, cujas rodas an-
dainimpreterivelmente no
dia 1 de maio. Per-
nambuco 1 de maio de
1855.O tliesoureiro, F.
Antonio de Oliveira.
Preci-sa-se de tima ama de hons cos-
tiimese milito bem educada, para o ser-
viro interno de urna casa tle pouca fami-
lia : quem pretender dirija-se a"ra do
Kosario larga n. 28. leiceiro andar.
Precisa-se alugar urna esrrava para o servico
interno c externo de rasa : na rua da Cadeia de San-
to Antonio, no sobrado n. 1, coufrontc a ordem ler-
ceira de S. Francisco.
NAVAI.1IAS A CONTENTO E TESOL'RAS.
Na rua da.Cadea do Kecife n. 18, iirimeiro an-
dar, escriplorio de Augusto C. de Abren, cjuli-
nuam-se a vender a SJOOO o par (preco li\o) as a
bem coubecidas e afamadas iiavalhas de barita fcilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na espeaacao
de Londres, as quaes alm de durarein eilraardia-
riamenle, naosesenleni no rosto na aceito d corlar ;
vendeni-se com a condieflo de, nlo aradando, ,m-
derem os compradores devolve-las ale 15 diasdepois
pa compra resliluindo-se o importo. Na mesma ca-
sa ha ricas Icsouriuhas para unhas, feilas pelo mes
mo hincante.
Na piara da Independencia n. 22, lecem-sc
Irauselins, fazem-sc pulreiras, aunis, rselas e ur-
inas, ludo de cabello, com umita perfeicao ; como
lambem npromplam-se lodos os perlenccs para ofli-
ciaesda guarda ujcional e priineira liaba, por preco
commodo.
Na casa de paalodu rua duaCrur.es n. 30, lem
romedorias a loda hora do dia, e di almoco e jaula-
res para fura, e tem man de races todos"os domin-
gos. i
I'.VRINIIA E ARKO/. I)A TERRA.
Vendeio -se sacras rom farinha e arroz da Ierra :
na rua da Cadeia do Kecife, loja n.2'1.
>a fabrica de espirito da rua lireila n. s,
novamrnle aherla, vende-se alrool ratilirado a ba-
ldo Mara, licor lino, entre lino e ordinario, de di(-
(erentcs qualidades, em carrafa* e em caadas, ce-
nebra em fraseos e em ranadas, agurdente do reino,
tinta prela r rrtva para escrever feda e;n alrool fra-
co, agua da Ollonia em frasquinlinse em carrafa,
li.inlu para cabello 'le ililerenles cores, oleo de nia-
ra".!, ludo bem preparado, e por preco rommoito,
carrafas brancas vatias, proprias para licor lino, oleo
de ricino e xuropes.
Vende-se nm relo'ci de ouro patento inclez,
bom rcgnlador, eom urna correule. por preco com-
modo : ua rua du Kaugel n. 56, priineira andar.
Veiule-se umcahriulel o om carro de 1 rodas,
novo, do ultimo cclo, por preco coininodo : na rua
do Pires n. 28, casa de l'Yedericu Jacques.
VIMIO VERDE
a 320 a carrafa, checade protimamciile do Porto, e
inassa ile lmate, (bagada prximamente de Lisboa,
em lala de 2 libras, a IgOOOrada lata : vende-se na
laberna da rua da Cadeia do Kecife n. 25, defronle
do becco Largo.
Para acabar
Na rua do Oueimado n. 38 vendem-se corles de
i-asimra de cores a 35200 : em frenle do lacero da
CongregacAo.
PALITOS FRANCEZES.
Kecebeu-se pelo ultimo navio Trance/ um novo
sorlimento de palito*de panno de 123 r. para cima,
ditus de cumia, inulto grandes e fortes, proprios para a
prsenle ealaefto, ditos de panno e de seda de entran
umitas qualidades, malas para viacem de lodosos
tamaitos : luuo se vende por muilo menos prero
que em oulra qualquer parle, na rua do Collegio
numero i.
Coroadas por suas virtudes <
A VERDADEIRA
AGUA DOS AMANTES.
Ouem for unanle nao pode
So'agua deiiar de comprar.
Tira pannos, sarda-, cspinhas,
Faz a pelle clarear.
Keresca, lustra e auavsa a culis,
lira rucas, bortoejas. que*priuior !
Ouem comai Aana dn$ .luanles
NAo guiara do amor '.'
As nossas bellas patricias
Desla agua devem usar,
P'ra mais bellas licareui,
.\la> bellas de fascinar.
lie liquido saoespecifico,
Oue ileve ser procurado.
POIS loma o enle querido
.Muilo mais furmoseadii.
Ilous mil ris a garraOnha,
Pode qualquer comprar,
Cu na rua do (.Inclinado,
Vinle o seto procurar.
lie o seu nico deposito,
Deposito mu afamado,
Auude lal elixir
lie por lodos procurado.
O duplo do importe se devoHu
Mi sendo eflicaz em curar.
Urna >> quena inda nao houve !
O que lodus pdem apreciar.
Acha-sr.i venda na rua do (Jucmado n. 27, ni-
co deposito.
VINHO DO* PORTO SUPERIOR
FEITRIA.
EM UAKKIS DE UITAVOi
\ eude-sc u preou coiuuuido : uo armazem de
llarrora & Castro.na rua da Cadeia do Kecife nume-
ro RELOGIOSDE ALGIBEIR
nicle/es de paleule : vcndcin-se a preco muilo coin-
modo, no armazem de Barroca & Castro, rua da
Cadeia do Kecife n. ?. ,
MOENDAS SUPERIORES.
Na uiidirao de C. Slarr & Companliiu
em Santo Amaro, acha-se' para vender
moendas decannas todas de ferro, de um
modello e construccilo muilo superiores
A FAMA
Alerro da Boa-Vial, delronlo da boueca, casa d
bom e barato ii. 8, acha-se rom um crande toril-.
ment dos melbores cenerosde mnlhados, e vendem-
se pur precos muito razoaveis ; ligos de comadre,
passas, amenas, etc. i
Vende-se una escrava de bonita figura, de 20
a 22 anuos, com urna cria de 8 a! mez.es, com muilo
abundancia de bom leile, propria para criar, as-
sim como he de ptima conduela. nAo lem vicios
nein achaques, a qual.se allane,* ; assim como lam-
bem he vendida por preco muilo coinmodo por ser
cum preciso : na rua das Cruzes n. 20, laberna.
- Vendem-se accag com feijito miilalinhn muilo
superior : no caes do Ramos n, 4, debaixo du sobra-
do ein-.iruado.
Vende-se urna escrava de nacao. de idade 28
annos, de bou conduela : na rua Dneila u. 3.
Vende-se urna escrava rr-oula, rozinheira e
lavadeira, um moleque e mais escravos : na rua da
A-.sumpr.io, junio ao nicho do Noia n. 50.
Aviso aos senlioresda arle detanoeiro.
Na hija de rerracons n. li, sita na rua da Cadeia
do Recito, hAo elwgadv recenlemeiile os seguinlcs
objectos da menriouada oflicma : securas de corlar
relos,dilas cochadeiras, culcllosde lavrar madeira,
encho-i de arronhar pipase harris. foles para os mes-
mos, ferros de plaiua com cavilhas, mcelas e pun-
Coes, ludo preparado pelo melhor aulor, e preco o
mais coinmodo possivel.
- Ceblas baratas
Na Iravessa da Madre de Dos, armaiem Marlins de Barros, vendem-se ceblas muilo boas, e
muilissimo baratas.
Vende-se um moleque : na praca da Boa-Vis-
to n. 8.
Vend!-.e a casa da rua do l.ivramenlo n. I*J,
com urna boa e espacosa loja para qualquer seero
de negocio, e um andar e soUo com commodos para
urna sollrivel familia. Esta rasa rende de aluguel.
como se prova con) os recibos dos que nella tem mo-
rado, 360JOOO, e o seu proprielario vende-a pelo
aclo de retirar-se pura o Rio : a lralar na rua larga
do Kosario n. 28, segundo andar.
Na loja das seis portas, em frente do Li-
vramenlo ,
vendem-se roupflnziuhos de escoCez le laa c de seda
para meninas de 2 al 1 anuos a 0.^)00 ; manguitos
de lil bordados para ambara* a 1.-000 ; lencos de
camhraia brancos e piulados a ICO ; chitos de bom
panno e hondas a 160 e 180, c finas a 200 ; filo liso
e lavrado por preco commodo. a dinheiro i visto ; e
oulros mudos restos de fazeudas que quer trocar por
sedulas, para sorlir de fazeudas rhegadas agora ; das
6 horas da manliAa al as-!) da noile.
Vende-c urna mulato de idade 30 annos, pou-
co mais ou menos, sem achaques, cozinha, lava e
eugomma liso : na rua da Cruz do Kecife n. 37.
Vende-se para pasar despe/as de um inventa-
rio, urna prela que representa ler de idade 35 a 40
anuos, boa lavadeira de sabao c brrela, ptima qui-
lainlera, e enlende ulcuuio rousa de cozinha : aa
pessoas que qairareis, procrela na rua de S. Fran-
cisco u. 18.
Vende-se nm escravo moco o bonito, proprio
para pagem : na rua do Cabugn n. 16, segundo an-
dar.
i moni i niii\.
Na rundo Aninrim n. 'M). ;irina/emde Manoel dos
Sanios Pialo. Ii.i muilo uperior fumo em folli,. de
lodas as qual ida rica, para charutos, por prero com-
modo.
mm MILATIIVIIO.
Na rua do Ainorim n. 39, armazem de Manoel dos
Sanios Piulo, ha muilo superior feijito inulalinbo,
em saccas, por preco commodo.
Vcude-se ajo em eunheto de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Mr. Cal-
mont A; Compaiihia, praca do Corpa Sanio n. 11.
UiVUlOS E KM....
Vendem-se estes exeel-
lentes e bem eonhecidos
bracos: na rua da Cadeia
do Recite n. 56 A.
Vendem-se 5 cscrav.ig, crioulas, mojas, de bo-
nitas liguras, e com habilidades : na rua de Hurlas
II. 60,
Vendem-se 2 escravas, crioulas, de idade de 22
anuos, bous figuras : na rua do l.ivraraenlo o. 4,

8
1
LEONI |
A I$500 rs. ocovado,
}$ I-'.i/eiula nova anda nao visla ueste mer- )!>
' cado, ehecMla no ultimo iiavio.vindode Taris,, i
g para vestido deseuhnra ; esla fateada he lo-
* da desella icolchoada, de um goslo variavel 9
.;- e lem una vara de largara: vende-se na S*
rua do Crespo, loja amarella n. |, de Anlo- $
m mo I ranri-ro Pereira. y.(
Venderte 9
lirosdenaples de sedas lizas furia-cores, fa- 9
zenda lunpa, sem o menor toque de moto a ^7
it I?2ll0 cada covado, ditos de quadros esrosse-
S zes a IjjIOO rs. : na rua do Crespo loja aula- J
3* relia n. i, de Antonio I"riiicjco Pereira. M
PIAMOS.
Joao I'. Voseley avisa ao respeilavel publico, que
em Stia casa, na rua Nova n. il, primeiro andar,
acha-se um sorlimento 110, os molinos que lem al acora apparecido no
mercado, lauto pela sua harmoninsa e lorie voz, co-
mo pela sua construccilo, da fabrica de l,rl|ard t\ Coltard de Londres, e de
autores os mais arredilados de Alleniaiilia. os quaes
vende por preco razoavel. O aniiuiicianle continua
a aliar c concertar pianos cum perleirao.
AOS SRS. DE ENGENHO.
COM NPINO TOIJIE M AVABIA.
Baeta enca nada e amarella a 500 rs. o covado:
na roa do Crespo loja da esquina, que vulto para a
Cadeia.
ATIENDO.
Na na do Irapiclie 11. ."i, ha para
vender barra de ferro emticamente
fechados, proprios para deposito de f'e-
ses ; Dates barril sao os melhores que se
tem descoberto para este lim, por nao
(\nalaieiii o menor cliiro, e ap .ias pe-
/.ain I (i libras, e custam o diminuto 111 e-
eode .S000 rs- cada um.
Sedas de cores.
_Vendem-sp corles de vestido lie seda de cores com
17 e ISrov.ulo-, pelo'barato preco de 2ltH)0O cada
um : na loja de i portas, na rua do (Jueimado 11. 10.
SAIAS.
Na rua ilo Crespo n. 9, vendera-se
si as, lamida inteiramente nova a 2,s-000
rs. cada urna, e chales intitulados PALEU-
MO a IjjtOOO rs. : a elles, Ircguczes, que
a la/.enda lie boa e barata.
COGNAC VERUADElkO.
Vend-ie superior coanac. em aarrafa., a 12jO00
a duzia, e l>280 a garrafa : na rua dos 'Imoriros n.
2, primeiro audar, defronle do Trapiche Novo.
\111de-se vinho de Brdeos, Si. rS)
Emilion, Pomerol, S. Julien, Pa- (,
villae, em garrafnes e quartolas : Si
vinho de champagne, Sillerv, ^
Mousseuv, em garrafas e meias S
' ganafas: licores linos todo de w
W qualidade superior e por prero $
<#) commodo: 110 escriptoik de J. Q
@ P. Adour&C, na rua da Cruz. f$)
*- s
CASEMIKAS A 29100 e llaOOO O COKTE.
Na loja de Cuiiuarae. & Delinques, rua do Cres-
po u. 5, vendem-se corles de ra-cinira ingleza, pelo
baralissiuio preco de 2jsl00 e SaOOO cada um.
DEPOSITO 1)0 CHOCOLATE HVGIE-
NICO i)A FABRICA COLONIAL.
Este chocolate, o nico preparado com
substancias puras, nutiitivas e hvgieni-
cas: vende-se em casa del.. Lecomte Fe-
ron & C: ruada Cruz n. 20.
Precos:
E\ti a-lino. '. 800 a lib.
Superior. ... MQ
Fino.....500
, CEMENTO ROMANO. ,
N ende-se superior cemento em barricas e a reta-
Ibo, no arina/.eni da rua da Cadeia de Sanio Anto-
nio de maleriaes por preco mais em" cunta.
COBERTORES ESCDROS E
BRANCOS.
Na rua do Crespo,loja da esquina que volla para a
cadeia, vendem-se colierlorcs escuros, proprios para
escravos, a 720, dilos arailes, bem eucorpados, a
18280, ditos brancos a lySUO, dilos com pello mi-
ando os de laa a l.;280, dilos de laa a 2Ji()0 cada
n.
SARJA PRETA E SETIM
MACA'O.
Nn rua do Crespo, loja 11. (>, vndese superior
tarja hespanhola. muito larca, pelo diminuto preco
de 2*300 e 29COO 0 covado. selim maciio a 2^f00'e
H3U1 o covado, panno prclo de ;)5()00, 49000,'tgOO
e OOOO 11 covado.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se"superior farinha de mandio-
ca, em saccas ipie tem nm alqueire, me-
dida velha, por preco >.oininodo: nos
armazens n. 5, 5 e 7 defronte da escadi-
nlia, c no armaiem defroute da jiorta da
aiiandega, 011 a tratar no escriplorio de
Novaes & C, na rua do Trapiche n. 54,
primeiro andar.
CEIEITO R01AH0.
\ ende-se superior, cemsnlo em barricas grandes ;
assim como lambem vendem-se as linas : alraz do
iliealro, armazem de Joaqun Lopes de Almeida.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esquina que
vulto para a cadeia.
Chales de merino' de cores, do muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Na rua Direila n. 19, vende-se urna armar.10
pura qualquer estaheleciincnlo, c lambem cede-se a
casa.
Vende-se um prelo moco e reforrado, proprio
para Iodo o servico : na rua do Trapiche n. 14.
Moinhos de vento
'omhoinbasderepuiopara regar hurlase baixa,
dccapim.nafuiidicadeD.W. Bowman : ua raa
do Brum ns. ti, he 10.
NOVO SOHTI MENT DE COBERTORES DE TO-
DAS AS OUAI.IDADES.
Cobertores escuro a 720 r dilos grandes,, l500
r ditos brancos dealgodaode pello a tem elle, a'
milacao dos de papa, a 15200 r. : na loja da rua
do Crespo n. 6.
CEMENTO ROMO BRANCO.
\ ende-se cemento romano branco, ehagado acola,
de aperior qualidade. muilo superior ao do ronsii-
nm, em barricas e as tinas : alraz do Iliealro, arma-
zem de laboas de piulio.
Taixas pare, engenhos.
Na fundirao' de ferro de \V.
Bowmann na rua do Brum, posan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de tai\as de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco coinmodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em cata de S. P. Jnh.is-
ton & C, na rua de Senzala Nova n. Hi.
Sellins inglezes.
Belogios patente inglez.
Chicles de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronceados.
Chiiinboem lencol, barra e muniro.
Farello de Lisboa.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustre para carro. *
Barris de gra.xa n. )7.
Na ruado Trapichen. 1 (i, escriplorio
de Biander a Blands&C-, vende-se por
precos razoaveis.
Lonas, a imitacao das de Bussia, de
limito boa cpiaiidade.
Papel para imprimir, formato grande c
pe 1 tieno
Papel de cores emeakas sortidas, mui-
to proprio para loriar chapeos.
Papel admaco e de peso, branco e azul,
de boas ipialidades.
Graxa para arreos de carro.
Candelabros de (i luzes de feitiu ele-
gante. .
Tapetes linos.
Alvaiade de zinco muito superior ao al-
vaiade commum, com o competente sec-
ca n te.
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruz n. "10 ha para vender excel-
lentes piano* viudos ltimamente de llam-
buigo.
\>ndc-sc urna halanra romana com lodos os
ew perteiires.em bom uso e de 2,000 libras : qnem
pretender, dirija-se 1 rua da Cruz, armazem 11. 4.
Bom sorlimento de brins, tanto para cal-
ca como para palito.
Vende-se brim francez de quadros a 640 u vara.
dito a 900 rs., dito a 15280, riscado de listras de cr,
proprio para o mesmo lim a 100 o covado : na rua
do Crespo 11. 6.
Cera de carnauba do Aracaty e Assu".
Vende-se por menos preco que em oulra qualquer
parle, na armazem de Dnuiingos Rodrigues Aulla-
do & Conipanhiu, rua da Cruz 11. 19.
Vende-se farinha de mandioca, em saccas,
muilo boa : a tratar coro Manoel Jos,. Gomes Braga,
rua da Senzala Velba, padaria n. 98.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
UNGENTO OKLOWAV.
Milhare.de individuos deluda, apartes podem
tcslemu..lu.ag v.rlode,desle remedio iiicmp.raveC
provar.mcaso necessario, que, pela uso que del-
le lizeram, lem geu corro e memto, intoliamenle
.ios. depoi de haver empregado iuulilineule oulros
Iralaiiieiilos. Cada pes-.ua poderte-la convencer
dessascura loaravilhosas pela Iciluia du peiiodi. os
qoc Ibas relalam lodos os dias ha muilo annus; e,
a maior parle dellas o lao irpendent que adnn-
raiti os mdicos mal clebres. Quaulas pessou* te-
l'obraram cum este soberano remedio o u.-o de geu
bracos e pernos, depoi. de ler permanecido longo
lempo nos hospitaes, oude deviam oorer a ainpu-
tacau Della |,a muitos que haveudo deilado eses
i.vh.sdc paderimeulo, para se 'au subuietl'rem a
essa operacflu doloro.a.' foram curadas complelamru-
le. medanle o uso detse precioso remedio. Algu-
ma. .lu laes pessoas, 11. ernsao de sea recunheci-
ment, declararam esles resultado benficos dianto
''lrJ '""tor, e oulros magistrado., alim d%
laia auleiilicarrm sua allirinaliva.
Ninauem desesperara do estado de sua gande se
livesse bstanle cuufianca par. ensai.r tsle remdriiu
con memento, seguindo aluiim tempu |,ala-
n.enloquenecessilasse a nalureza do mal, cajo ra-
suitoda seria pruvar inconteslavelmente : Oue ludo
O ungento ht til mai, particularmente nos
seguales casos.
matriz.
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceles.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
ilos membro.
Eufermidades da culi.
em ueral.
Enfermidailea doanus.
Eruoces escorbulicag.
I; i>lulas. no abdomen'.
1-1 laldade ou falla de ca-
lor nas extremidades.
l-rieiras.
Iengiag escaldadas.
Inchaces.
lunammacau do ligado.
r ila beiiga.
\ ende-se este ungueuln ...
de Londres.. 2U,.s/r licari.h,. droausias e outras ,H;ssoas eticarregadasde
sua venda em toda a America do Sel, Hav.na e
Ilespan..
Vende-se a ;S() reis cada bocelinha, conlm una
inslruccilo em porluguez para explicar o modo de
lazer uso deste ungento.
O deposito geral be em casa do 8. Soura, iihar-
linco""00' "" rUa da LtUl "' ** i,er,,a,-
l.epra.
Male das nemas.
'los pellos.
de oih.
Mordedura de reptil.
Picadura de inojquilos.
I'ulmes.
Oueuuadelas.
Sarna.
Supurates ptrida,
liiiha, em qualquer par
le que seja.
Tremor de ervos?
Ulcera* na bocea.
do ligado.
ilas arlicularoes.
Vciaa torcidas, ou u'oda-
das nas peina.
no eslabelecimenlo geral
umm E GRABES.
Um lindo e variado sorlimento de modellos para
varautlas e gradaras de goslo moderui^imo : na
fundirao da Aurora, em sanio Amaro, c no deposi-
to da mesma, na rua do Brum.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelu novo, chegado de l.isbua pela barca Gra-
tidao.
m POTASSA BRASILEIRA. M
(^) Vende-se superior potassa, la- f9j
( bricada no Rio de Janeiro, ebe- **
S 6^w^a i'ccentemenVe, recominen- qjj,
/^ da-se aos senbores de engenbos os J
J2 sells bons ell'eitos ja' experimen-
w tados: na rua da Crtt/. n. 20, ar-
'*5 ma/.em de L. Leconte Feron &
Companliia.
Vende-se exeelleute taimado de piubo, recen
tomento cheaado da America : na rui de Apilo
trapiche do Ferreira. 'a enlcuder-se com o adminis
rador do mesmo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado nas co-
lonias inglezas e lioltandezas, eom gran-
de vantagein para o melboramento do
assucar, acba-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metbodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
Devoto Cbtistao.
Sabio a luz a 2.a edicuo do livrinho deuomi nido
llevlo ChrisUo.maiscorrectoeacrescenlado: vende-
se nicamente na livraria 11. (i e 8 da praeal da In-
dependencia a 640 rs. cada eiemplar.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
scjam.quadrilbas, valsas, redowas, sebo-
tickes, modnbas tudo modernissimo ,
ebegado do Rio de Janeiro.
Vendem-se ricos e modernos pianos, rcenle-
mente ebegadaa, de exceilenles vozes, e presos eom-
moib.s em casa de N. O. Bieber & Companhia, rea
da Cruz n. 4.
Venden:-se lonas da Russia por preco
commodo, e de superior qualidade: no
armazem de N. O. Bieher&C,, rua da
Cruz 11. i.
AGENCIA
Da Fund cao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42. .
Neste estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das c metas moendas para cngnbo, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os amaulios, para
dito, F
'Veude-se um cabriulel com robera e os eom'
plenles arreos para 11111 cavallo, ludo quasi oovo -
par ver, no alerro da Boa-Visla, armazem do Sr
Miguel Segciro, e para tratar uo Kecife rua do irapi -
che D. 1 i, primeiro andar.
Deposito de vinlio de cham- 0
pague Chateau-Av, primeiraqua- $,'
lidade, de propriedade do conde )
de Marcul, rua da Cruz do Re- ttt
cife n. 20: este vinho, o melhor 2
de_ toda a Champagne, vende-se
3- a tA'OOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron 4 Companhia. N.
P B-As caixas sao marcadas a fo-
W GConde de Marcule os ro-
ffc lulos das garrafas sao azues.
Potassa.
No anligo deposito da roa da Cadeia Velha, es-
criplorio n. 12, vende-ie muilo superior potassa da
Kussia, americana e do Hio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he par fechar conlaa.
Na rua do Vig ario n. 19 primeiro andar, lem 1
venda a superior flanella para forro de sellius che-
gada recntenteme da America.
Vendem-se nn armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Recife, de llonrv Cilison, os mais superio-
res rolo-ios fabricados cm Inglaterra, por prcco>
mdicos.
Vende-se cobre para lorio dt
20 ate 28 oucas.
Ziuco para iurro com os pregos
com[)etentes.
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, prela e verde, em
oleo.
Oleo d linhaca em Ixitijas de 5 (
galei. j
Papel de embrullio.
Vidro para vidracas.
Cemento amarello.
Armamento de todas as quali- i
dades.
Genebra de Uollunda em iras- (
(jitciras.
Couros de lustre, marca grande.
Arreos para um e don* ca-
'' vallos.
Chicotes para carro e esporas de. I
ai;o prateado.
I Formas de ierro para fabrica de
I assucar.
I Papel de peso ingle/.
Champagne, marca A & C.
E um resto pequeo de viudos do
Rheno de qualidade especial:
no armazem de C. J. As-
i tley & C.
LINDO SORTIMENTO DE CALCADO.
Na rua Nova n. 8 loja de Jost Joaquim
Moreira, ha um bello sortimento de cal-
jado para senhora, que pela sua qualida-
de e preco muito dve agradar as scnlio-
ras, amigas do bom e barato: os precos
sio os seguntes, ja' se sabe, a dinheiro
sem disconto.
Sapalos de couro de lusti e. 1 $600
Borzeguins com salto para senhora 5jj>500
Ditos todos gaspeados tambem com salto
pa ra sen hora. i.sOO
Sapatos de cordavao de muito Ixia quali-
dade. i|Ooe
. Vende-se supeiior farinha de mandioca de
Santa Calharma : a lralar no ctcripluno da rua da
Cruz 11. 19, com Imc Curio & C.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desapp.-receu no dia 17 de abril do correule
auno a e-crava. crioula. de nome Joauna, cor ponen
fula, de idade :10 auno, pooco mais ou men., cata-
lura alia e magra, rara comprida, orelhas inTu fura-
di..tem II marcas de vaciua 110 bra^o direilo em furica
le iriauuulo, oulras marcas pelas costas, e nma em
rima do nariz ; ojiando se chama pelo seu nome as-
-a-ia-se e ollu uvr bailo ; levou um vestido de cbi-
l.i rxa desbotado, pvrem em quanlo a roupa ella
cosluina mudar, bem como o seu nunie quaodu a
vilo appreheiuler, e dit a ung que he Torra e a ou-
lros que ja esla vendida, be desdentada da parle
de cima, leudo dous denles do lado, costuma andar
lela Boa-Vista : roga-e a qualquer pessoa que a
capturar, Uve-a i rua daJiemala Velha 11. 134, que
ser recompensada.
Desappareceu no dia^ do mez de deaembro
do anuo de 1S."il, um cabritilla de nome Daniel, es-
clavo, perleiiceule 10 abaivo assignado ; representa
ler 12 a 1,1 anuos de idade, pouco, mais ou menos,
cum os siguaes egulnles : cor um lano escura, ca-
beca pequea, rosto descarnado, olhos vivo, nariz
11'ii lauto aliladn, bocea composla, ps pequeo, e
em um delle. urna cicatriz de mal de bobas, cabella
um lauto lauzudo ; foi vi-lo em Pao-ifAllio na noitj
do mesmo dia em que fugio. Este cabritilla he lilho
do una muala de nome l.uiza. que pelos annos de
ISiJ a IS44 morava na rua do Sel desla cidade,
porto do sobrado que oulr'ora pcrlenecu ao Sr. roa-
jor Joao dos Santos Nuucs de Oliveira ; ignora-se o
nome do senliur da mulata : quem o capturar leve o
ao ensenho Aldeia, ua fresuezia dei'rarunhaem, que
sem geiierusamenle uratilicado.
. Jos Januario Soarcs Ferreira.
CEM MIL RES DE GRATIEICACAO'.
I)e>appareccn no dia 6 de dezembro do auno pro-
limo pas-ado, Benedicta, de 14 aitnoa de dade, ves-
ga.^r acaborlada ; levou um volido de chita rom
listras cor de rosa ede caf, a outro lambem ale chi-
ta branco com palmas, um lenco amarello no pesco-
cn j desboledo: quem u apprehender conduza-,i a
Apipuros, noOilciro, em casa de Joao Leile de Aze-
vedo, o no Hecife, na praca do Corpo Santo n. 17,
que recebera a gratificarlo cima.
Desappareceu no dia 2 do correle, do enee
nlio l'agilinga, om escravo. crioulo, de nome Flo-
rencio, com trinta anuos de idade, pooco mais ou
menos, leudo os siguaes seguntes : bstanle pre-
lo, estatura resolar, barbado, cara descamada, um
pouro denliico. ollios ipilombados, una cicatriz na
-nela e oulra na barrisa. pern.s mu, pea lorio, que
moslram ler sido cambado, denles podre, e falla de
alguns na frente, e falla alm dissn um puuco'atra-
vessado ; ile.-cunlia-se que seguigse ao tormo de Ka-
tareUl: rosa-se a qualquer pessoa. que apprehen-
de-lo, le>e-o ao referido engenh, que ser bem
recompensado.
N11 quarla-fcira detrevas desappareceu de casa
do major Antonio ila Silva liusmao, rua Imperial
11. (i, a Ma earrava l'hereza, represento (rr (iO au-
no., pouro mais ou menos, baiva, um ponco retor-
cida, cabellos brancos, testa eslreila, olhos um pon-
en aperlados, nadegas muilo saliente, que parece
(razer pannos para fazc-las apparecer, porem sao
uataraea, lem em um dog lados da cosa, bstanles
cilombos, e em um dos ps o dedo junio ao minniio
liepado por cima dot oulros ; levou volido de chita
nir de caf rom flore* miadas : qaem a pesar, leve-a
indicada cas, qoc sen generosamente recan pe 11-
sado.
PERN. TVP. DE M. F. DE F A RIA. 1855.
Mil tu nnn


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E5DGGBJZX_024QIV INGEST_TIME 2013-03-25T13:11:05Z PACKAGE AA00011611_01019
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES