Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00994


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Full Text

N. 444.
Anno de 185fc
i
i.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
S.b3creTe.S Tlpograi do .e.- Diario n Dbfita N. tf7 1. d*r > por i40teif hm folht
qu lahir todos o di.s atis.
Tercja Fura 3 db Agosto. S. Hermillo M.
Vreamnr as 3 horas e 42 mmutos da tardt.



ARTIGO bi OFFICIO.
redact do officio, qne o Cons'iho deva
derigir liara este fim a lita Cmara. O
Cta da 17/ SessaS Ordinaria do Sor. Doutoral propoz, que seiprom.ve
elho do Goveroo en. S7 de Abril de con actividade as pateara* do mar alto,
1830, presidida pelo Excellentissiruo Snr. assim nato urna fertora de peixe seco, e
Fradenla Joaqun. JoM Pinl.eiro de embarrilado na Ilha de Fernando de No*
Vasconcelk. ronha, e P*ra ,s8 embrav8> <|ue era*
Fora presentes o Snrs. Conselhei necesarios dous preliminares; o 1. ,
losDea Bernardo Lu z Ferreira, Dou- que houvesse urna conferencia com pesso.
toral Manoel Ignacio, de Carvalho, e Fe- as pralicas, e inteligentes dos vento, cor 4
lis Joze Tavares de Lira; faltando os rente, &c. desta Costa, edaqualidane
Snr. Francisco de Paula Cavalcantede dos Vasos propnos para ofimproporto;
Albuquerque, Dezembargador Thatau l9 conseguidos os conhec.mentos ne-
Antonio Maciel Monteiro. e.Doutor An- cessarios, convidarse especuladores par
Ionio Joaqun. Ferreira de S Pio. lancaren ma da empreza, fagendo-se-
Foi lid, e epprovada a Acta da Se. Ibes .conheeer as vantagens rea, e logo
sao antecedente. O ExcellrnHHn>o Sur. frutife'ra deste estabelecn.et.to, eern que
Presidente presenta u ao Cn^ll.o ura c.f- seja preciso privilegio algn, ou guma
ficio da Cmara Municipal .lenta Cidsde nutra remunerado,, alen, do, seus_ lucros,
cobrindo o requerimento de Manoel Gre- excepto a pr. teccao, e cooperacao do Go-
gorio da Silva, no qual pertendia a ren.o- verno d* Provincia, no que couber na.
cao de Cemiterio do Hospital Militar do suas atr.bu>coes. Foi res.dv.do, qu- o
quintal da Ordem Terceira Carmelitana mesmoSnr, Conlheiro red-gisseooffino
para o quintal do Convento de N. S. do ao Intendente da Mannl.a con. os ponto*
Carmo, que o Conselho por despacho de que deven, ser o obieeto da informar;,o,
16 de Marco lhe tinha remeltido, para quedevem dar os tae, Praticos. Ed.o-se
quedessacumprimento ao. 2. d.Art. por linda a Sessa. E en Manual Paulo
66 da Le:, que lhe serve de Regiment, Quintilla, Offic.al Ma.or da S^retan
designando lugar proprio para o estabule
cimento de um Cemiterio, em cujoofficio
pedia a mesma Cmara ser dispensada do
encargo de outro Cemiterio, que nao tos*
se o Pub lico, que lhe incumbe a Lei, o
qua teria principio, quando huvessem
meio s. Resolveo o Conselho, que a Ca
mar Municipal deviacumprir quanto an-
les o supradito do Art. 66 da Lei do
l.e de Outubro de 1828, confenndoa*
esse fim com a principal Auctoridade Ec-
clesiastica para designar o lugar, e tirar-
se a planta para ser arrematada a obra,
em conformidade da Lei de 20 de Agosto,
.**___________..,l~ ..a Gne hoan fl
do Governo, no impedimento do Secreta
rio asubicrevi. Eatavao assignados o
Prezidente, e Membros do Conselho.

8,
CORRESPONDENCIA.

.^Nr. Edictor. Nao foi seno alguma
supreza que li no seu Diario N. 434 as
reflexoes que Vm. ofereceu ao Publico so-
bre Fr. Jeremas; nao me espanta! com a
presenta da Correspondencia do Snr. Fe-
liciano Pereira de Lira, Vigario do Bom
em conformidade da l^i de m e Agosto, Jardim, rechiada de j"?"5 f'
^1828;eucarregandoaoSnr: Deaoa cioza signada rK,r ISfpes^a. fuella



(2094)
-
3
Freguezia de quemnao congecemos as i- neste cao requeira por Petiea. Retira,
entidades* tanto quanto sabemos o;moio raG-se os Rsligiozos e poneos dias dpois
como o Snr. Vigario as pode adquerir, voltrao com bum requerimenlo conceb-
pela ocaziat do embarque de Fr- Jeremj- o nos termos svguintes mais ou menos
as para o Reino de Portugal segundo diz palavras, que dizia o Reverendo Perfeito
como por exterminio pelas suas opinies da Peolia ter ern seu Convento hnm frade
Polticas. Assim pe tendeo persuadir ao de nome Jeremas mui debexado iwobor-
publico o Snr. Vigario, oaSnrs. assigna- dinado *em respeitci nem obediencia as
<}os ; eVfli. que sabe ividentemenle o fraternas correccoes delle Perfeito e sendo
quanto lie rediculo pensar que hum frade iucorregivel pela sua immoralidad' ter-
cstrangeiro, possa fazer com o seu libera- tenda remtelo para a Cidade de Lisboa
llamo a seguranza do nosso sistema consti ao Superior da sua Ordem na Embarcaeao
tucional, asfeim como sera'rdiculo pensar prestes a sabir para aquella Cidade, e pa
ue algum perigo nos poderia reszultar, ra o poder conduzir abordo requera a S.
e hum frade estrangeiro e domiciliario E. Iium auxilio de' braco secular &c. <&c.
iiesta Cidade sugeito a hum Prelado; S. K. antes de deferir, lhe dfcse pojs'V.
quandoe)eproclama6se ideias absolutistas, Rev< rendissiin* com mais alguns hotnens
eera isto confiar mu pouco nos desvellos seu* amigos nao o podem por abordo seta
* vigilancia do Governo que nos na me* perci/ao do auxilio ? nao Snr. Ihe res-'
rece, seria mostrar milita fraqueza dos ha- peinfeb o Religiozo ; en la o o ExClleitis-;
hitantes desses lugares que formao a parte simo Snr, Presidente despachou qn'o
da |Nacao a qual por certo nao faz caso Snr. Commandante da Polica Francisco
desses gigantes, e o mais que poderia su- Joze Martins, bfestafts o auxili neces-
ceder liera o Excellentissimo Snr. Prezi- sario na forma que o Perfeito requezitava ;
/dente oficiar ao seu Prelado para o fazer assim se Cimprio, e eis o frade Jeremas
recolher ao Convento e prvalo de huma prezo e (onduzido abordo. <*'.
Missao subversiva, porem a canza da pri- Ora faca-me favor, Snr. Edicor, d
zao foi outra mu diferente, e sobre o que dizer o que ten este procedimento'de crU
devia versar a sua justa reflexao, quamio minozo? ou se os crimes policiaes de Frv
quizesse inserir comoinserioa Co.rrespon* Jeren.ias, tem alguma couza com crimes
ciencia do. Snr. Vigario e o atestado dos de opio i oes Polticas, cui se o frade fui
seus Pa rocina nos. Eu passo a contar enmo exterminado pelo Snr. Prezidente ou so
^porque razao foi prezo e deportado Fr. pelo seu Prelado ? para logo ter apareci-
do no cruzeiro hum aranzel de couzas sem
referencia da verdade a fim lie se murmu-
rar do proced ment do Governo, e por
que o Snr. Commandante Martina (di-
zem) que fora a Typografia cogumeliauaV
Jciemiasa que/n os cgemelos pertendem
ornar de virtudes e qualidades constituci-
n aes para manhozamente descontentar e
poro Povo em desconfianza com a primei*
ra Authoridade da Provincia que felis-
mente vela sobre a seguranza do nosso e advertio ao redactor que aquelle sea
actual sistema : o cazo bi. Aprezenta- nuncio hera falco, sabio humaesfarrapa-
rao-se ao Excellentissimo Snr. Preziden da satisfacao, e dizem mais que por ests
te dous Religiosos da Penha, hum dos
quaes dizia ser o Reverendo Perfeito, e
representando que no seu Hospicio Fr.
Jeremas estava levantado insubordinado"
e sem respeito a elle Prelado nem atencao
aos outros Religiozos que hera.hnm es
motivo hum Padre pingelo ( a querri
grecas a Dos, nao conhrco ) substituto
das cadeiras cogumelianas, e protetor des-
ea gente ma\ sagasmente procurou indi-*
rectas pessoas, que nao podiao ser se nao*
cogumelinhos encobertos, para fozer en-
padanchim, dissedhe o Excellentissimo serr em o Diario, como foi lia acreditada,
Snr. Prezidente que o castigasse como as vaporo/as virtudes, e su postas qualida''
mandavao os seus estatutos, responden-Ihe des constitucionaes de Fr. Jeremas, em'
o Prelado e como Excellentissimo Snr. cujo la'co Vm. cahio, devendo na sua re-
se somos poucos? elle nao alende a en- fiVcao mostrar que tal frade nunca tev
bum, e traz comsigo huma faca do tama- taes sentmentoi mbora en-erisse us'oor-4
nho de hum braco, e com a qual certa* respondencias, para serem rebatid rt, po-/
mente fora^fljgu mtenla do; que eflesque- que prendr-ie a ffade e exterminare por
riao quejSttg^^esse auxilio de'braco se- opinioes polticas, devele entender oftraV
cuUi o-Sur. Prezidente Ihetsse poie do GoVerao, prender-se porem e frade V



"*-
requis^o do seu Prelado e por este remetido as
%eus maieres pslos crimes de immoralidade sao pro-
cedimentes de Justina regular, de sua legitima Au-
tjiarkiade e nisto nao tein parte alguma o Governo
Siie he obrigado aprestar auxilio a qualquer Chefe
e reparticao para mauter a boa ordem de seua subal-
ternos.
/* Esta expoiicao he veridiea o Snr. Comman*
pante jtlartins tem o requerimento com o Despacho
Perfeit existeem seu hospicio e cora elies pode en.
irar na indagacio quem o duvidar. Se o Snr. Re-
dactor julgac que este esclarec ment he digno de
regenerar algumas ideias ern contra pozicuo as leitu-
ras paseadas etn questo me fura' o favor inserir no
que mostrara' boa f*
Ao Seu Venerador e Amigo
t O inimigo da mentira.
n
ii'i
A
mandou
Frade, te-
Ntbs do embarque de Fr. Geremias publica-
mos hunra correspondencia sobre a conducta deste
frade, e estava-mos e estamos anda convencidos de
- flWeHa-er*-verd:ueirissirna : seg-uio-se o exterminio
. V* F'"* ,Jere'nias, e o Cruzeiro para prehenxer o seu
^firn de elogiar ludo quanto he malvado, la'
~j0 .prelo hu;n par de mentiras em favor do F
\ex> c-uidado ello, aesmo de desmentir-se, nos
jaze sempre indiferentes as accusagoes dsse Perio-
iico, nem tomamos o,trabalho de indaa-ar a razao
lo exterminio do Frade: nos olhamos para esses es-
.tjngeir0s com tanta indiferenca, que so' nos lem-
?bramos,. que eiles existem, qundo incommodao ao
publico, ou se torno celebres por factos nunca vir-
tuosos, ou heroicos. Apareceu anda o Snr. Vigario
Feliciano com sua- correspondencia elogiando a Fr.
Jerema, e lamentando a sua anzencia : rimo-nos
d/*.pensar do noaao Patricio, e sem entrarmos anda
;n ndagafes sobre o facto, publicamos a sua cor-
respondencia, com aquellas reflexea que nos oc-
cerrera., tendentes somente a admoestac,o que gra-
tuitamente nos envin o nosso lie verendo Cerres-
rjondente, e a validade do tal frade. Soubemos en-
Utoo que refere o Snr. Inimigo da mentira, por pes-
aba iidedigna, que bem.como ella nos aecusava de
termos deixado no tintiro o que elle chantara essen-
Cal da questo ; assim como tambem soubemos das
razoea, que laovero a se procurar o tal asignad a
favor do frade, que deixou a alguem do Boui Jar-
tiim eterna e saudoza memoria: dcsculpei-me com
aquella pessoa, repito aqui ao Snr. Inimigo da
mentira a mesma desculpa : nao me importa o fra-
de, gostei do seu exterminio, coniei na rcetido do
JExceJtentisaimo Snr. .Prezidente que nao conunette-
i a ..huma arbitnu iedade, e respond ao Snr. Padre
Fe liciano. sobre oque me diza respeito somente.
Lis que tenhd a dlzer a tal respeito para satisfazer
o.nouBO-Ccrrespoifcicme, e o Publico a quem deze-
fajei nao importunar mais com o facto de Fr, Jere?
inias,
' : 4o respeitavel Pubco.
pEZAft. de -anda ter da lioen$a Imperial 10 me-
ses para estar fora da minha Cadeira por motivo de
fnolcstia ; todava coidiecendo o atrazo, que om a
ninhu falta causara aos meus muito estimareis A-
umnos ; passo a tomar conta da Aula de Rhetorica
do Seminario ; e assim sessaro todos os aleives dos
meus ravuosos inmigos, que nao tero mais pre-
texto algum para fazerem glosas a minha licenca, ao
titulo da Cadeira, &c. &c. "V
Fr. Miguel do Sacramenta hoph
J\ Ellas, meus christaos velhos. He chegado ,
Somnmbulo, e agora vem combaler bra$o abraca
peito a peito. Nao vos sera' preeizo matricular o
meu escravo na Columna para lhe sacar as minhat
cartas. Aquiestou no meio de vos ; e pronpto para
a campanha gazetal. Estimara, que a gente da fe*
do carvueiro, pondo departe a catana dos insultos,
pugnasse com aa armas da raso. O Padre Marinho
diz^que largou a redacto do Amigo do Povo. Dos
queira, que venha outro campeao, que ao menos
saiba Portuguez, Alguns dizetn, que, como o prin-
cipal escriptor desse Peridico era o doutor Victoria-
no Gomes e este pelas suas virtudes cvicas foi de-
gradado para o Rio Negro ; passa a redigir o Ami-
co do Povo o face moroso Braga ; eppr isso o Cruz.
N. 70 com a embajadora manopla nos noticia,
que o priaieiro Redactor largeu o calvario. E-sa
Noticia ja me poz de prevencao ; pelo dedo se co-
nhece o gigante ; e tal he a for$a da verdade, que o
beato Cruzeiro di, que o novo Amigo do Povo res-
peitara' d'ora em vante as familias, dos Farroupi-
l.has ; donde se segu, que ate' agora o Amigo vejho
do Povo nao as respeitava, no que nos nao dz o-
vidade : mas seja quem for o novo Paladn ; elle
me achara' sempre em atalaia, e prompto a reba-
ter-lhe as mximas do absolutismo, que so' jpor
morte largarao. O Cruz, he hm* grande mestmde
ecconomia gazetal: nao contente com a manopla ex*
ofjieio, e as letras de Psalterio para dar a importante
Noticia, grosou a ultima lauda bons trez tidos de
escripia d alto a baixo, deixand huma fita branca
para enfeitar a ino de finados ; ao mesmp tempo
que o Amigo do Povo N. 62 de ntsmo dia appi-
rtc4 a correr a va sacra de carniza, e ceroula.- Diz
oais o Cruz., que o novo Redactor tobem nos *egat
lara' com noticias. Apage com tunta noticia O
Cruz, he todo chelo de noticias : o Diario traz no-
ticias : agora o Amigo do Povo nao satisfeito com
a emba^adella das mos pintadas, quer-nos impiu-
gir noticias : e como a nossa Provincia nao he tS
frtil nesse ramo : he provavel, que as noticias sejao
T*8 *quando os caranguejos esto ovades,. a como
esta' o capirn, o precx> corrente dos carolos de algo-
do papado, em fm cousas^ que encuito. So' co-
nhece bem essa sucia

.

O Somnmbulo quentiho, c barato.
'1
oa
P
>
Ede-8e-*08 a publicado dosegd'inte.
Ro de Janeiro.

-
A

y A sesso do 1. de Julh,o foi provado na Ca-
njara dos Snijs. Deputados o seguinte Padecer.
" A Comraisso de lustruc^o publica exami-
nou o Compendio de Direito Natural compoatc^,^
ofierecidq a esta Augusta Cmara pel Lente do |.j
annoJ4ri4ipo; de S. Paulo, e observando que nao;
tem lig-wgo^ e harmona as materias, ne^aJni'or-
midatle ^noestylo, sendo huma verdaUeua conpiUri
r;aode diierentes Authores que ny segu.i;,4o QS,me^i
inos priucipios, netnseexprimiro no ine-jniojss^itoa
que as definiges sao excessiv as, escuias, e'inexiic-
tas ; que os raciocinios nao tem for ya de convicc^
nem o* term.os clareza, e pjrecizfo ; qic^co/^pre-
hende materias heterogneas ao Dtreuo Nauira^j%
notas repetidas, e mu extensas : he de parecer que
nao seja admittido no Curso Juridjpo, devendo-se
nsinar o Direito Natural por outro Compendio qu*
raelhor deswnpehhe a materia. Par;o da Cmara de
Deputados 30 de Junta de l&$9% ... ix* Ri6er#


toares ka Rocha Antonio Jxc do Amara!.
tonio Fcrrcirm Franca. *
(Da Aurora fluminense.)
(9090)
An*
Amaos Particulares.
Huma escrava ora da Costa, de idade d S
annos, prapria para *er aplicada ao servio do cara.
po: na ra daSanxalla vaina caza N. 42, .
I v
"rfnma Ancora de Ferro batido ja encepada, pro-
pria pura qualquer Brigue ; para a ver na praia do
estalleiro do Forte do Mato, e para ajuatar a caa,
cima deckuada. ... j
O Paiach Idipce chegado ultmente do Rio
de Janeiro, 9 Aindiado na Praia do Colejo, de lote
lie tinco mil arrob-s, forrado de cobre, muito vel-
liro, e prompto de hum tudo para seguir qualquer
vtagem : na ra da Cruz caza deJoae Jumos de
Onveira N. 11.
Arrendare
/
JOaqtm Cavalcante de Albuqnerque, cbmS e*s-
sonorio dos herdeiros de Amonio de Souza Nu-
nes, passa a demandar a Hoque Amanes Correa,
herdeiro d1 outro do mesmo no-ne, pa divida en
que esta' a hcianc, 1 d*t? para corn a piel la do dito
Antonio de Souza Nunes, por o quanto lem pago
ata por aquella, por bvef sido o m-smo Nun s ti*
ador de Antune9 Correiaem divida para com a Ka-
xenda Publica desta Provincia, Dar* cujo pagamen-
to foro secuestrados os Engenhos Gequja e Co-
tungoiba dos Motas. E como consta no Anunciante
aneo dito Roque Antunes trrela seprnpoem a ven- ...*..---------r
eroEngeuho Gequia, tanto que o desembalar por este Diario,
do Seque*tro, por t mar elle sobre si o 'esto da divi- Petdeo
da da Fazenda Publica ; e seja ese Engenho a so* .... _
coiza da heran.a do finado Antones Ccrrea, obriga- f~|U fl.gio huma cabra, b.xo no di. 31 te p.
da adeSouza Nunes, cedida ao Anunciante, por J.lulho, cuja hequaze branca, com hnm risco
este meio passa o mesmo Anunciante prevenir a preto pelo espi..h**o, ubre preto, eesta Pns
quem quer que seja o comprador, do-dire.to. de hy- quem dell- tiver noticia, ou a forem off^eer pam
potkalegal, que Ihe ussiste no mesme Engenho por comprar queira-m tomar e anunciar por este Ulano
have p-go a heransa de Souza Nunes avuttada
HUm citio que nao seja pequeo, e perto da pro-
ra e i.o importa que tenha ma' cata, o que
sepelidle he que tenha bast.nte terreno e capas
de se fazer huma boa plantago de capim : anuncie)
se.
Prgo -
quantia por conta da mestnt divida, pela qual fura
aequestrado esse Engenho.
A pessoa que percizar de hum rap; s para ca-
zeiro de ra, luje, ou Escritorio que sabe bt-ui ler,
escrever, e contar, e sabe a lingoa latina; anuncie
por esta folha.
A peseoa que percizar de hum rapa* para ensi-
llar meninos fora da Prut;* tanto primen* letra* co*
no Gramtica Latina ; anuncie por esta oiba.
Vende se.
para ser procurada.
Vtagens.
HUm sitio naPovoacfio de Bcberibe da nutra
banda do rio lado direito com boa caza de vi-
venda, e outra mais pequea, com n-.uito arvoredo
fructfero, e novo : na ra do Cotovtlo caza de Jo-
aqun* Carlos de Souza.
Huma es r-iva meia ladina, da Costa, engoma
eofrivelmente e Uva muito bem, e vende-se por ella Diario, ou em Olinda ru 1 de *. Bento sobrado W.
nao querer estar em caza : na ra da Aurora caza 5 onda serao generosamente recompensados,
do Escrivo do Correio Antonio Joie Gomes. Jote, naca casange, idade 20 abantos annos,
A obra de T.to Lvio, Virgilio, huma Fbula, fgido no da *5 de Julho com calca de brnn, eca-
huma Gramtica Franceza, tudo err. bom uto, e miz do mes no : os apivhen
APcmaca Conceico de Mara Capitlo Idr#
Dituiiugoa do Passo segu viag-em para o Rio
de Janeiro Quinta fera 5 do corrente meadeA*
Es eraros rugidos*
Alaquias, criovlo, entatnf ordinaria, ma
gr), i.aiis afilado, bei^os gromos, dentei a
btrtos liante, fula, tem huma marca de ferida
que Ihe pe/a do canto do olho direito ate* a mac^m
do rosto d.i p-irte da fonte, orelha fucada, moscur^
ta, tleJo9 P'oicados di ogtilha pois que o sen oficio
healf.iaie, buc/> de barba, com 18 annos de nlidq,
o andar alguma consa ginfa4o, e piza hum pouco
pur dentro; fgido d Provincia d Baha : osa*
preh-.mde lores lvem-0 no Recife na Tipogrfia deste
M
por pre^e conodo : na Camboa do Carmo, sobrado
V. 12.
Na Armazem de LeMao Publico de F. V. da
Silva, Porto das Cadoas N. 6, no 2. andar o le-
gitime Relojos de Patente, ditos de Sabonete,
ditos com vidro, diferentes obras de coral e pedras,
ditas'de metal, alfinetes de diamantes, pentes de lar-
do Qaeunadocaza N. 76, que sera' recompensa-
do do sen tra.balho; e adverte a qualqudr pessea que
o tiver em sua caza oceulto que desde ja protesta
pelos das de servico, ou otttro qualquer senistro a-
contecimento.
Marcianna, naci costa? idade 16 a l8anno^
inda bugal, e com huma queimadura de fogo em u-
B VK^- saafc%^B4* Hf 1 niviw v^^ %**# ***^ ** -^ ^^^ ~~ w a ^^ w ,
tarura, oculos para dia e noite, escrevaninha de pra- roa das mos, fugid-t da Cidade de Olinda com ves-
ta, rTumbreiros, talins, grovatas, meias cmodas, tido de chita rosa, e bata preta : os apreheudedo-
lavatorio dobrado e sngelo, bancas de Jacaranda*, res levem-o a ru do Queimado car N 76, e na
ditas de conduru, espelhos de diferentes guatos, co- Recife ra da Cru? caza de Joze Fernandes Eir,
lnrea de granadas finas, bercos, selim para senho- ou na Boa-vista na ra velha caza de Francisco de
ras, meios veos, caneiras p%ra embarque, sextan- Paula Ribeiro, e na Cidade de Ohrtda no principio
tes, e agulhas de marear, folhas de cobre preparara- da ra do Aljube caza de Vicente Jote de Carvalho-
das cora tinta para cor a quem for desmatado, e di- quesera' bem recompensado do seu trabalao ; e ad-
ferentes objectos para uzo de navegaeo. verte a toda a pessoa que a tiver em sua caza oceulta
N. B. Poreffeito denovaa ordens, os gneros que desde ja Ihe orotesto pelos dias deservido, oa
vtudem-se, ou troco-se muito em conta. outro qualquer senistro acontecimento.
*
Permmbueo na Typografia do Diario.
i- ,
Jl


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