Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00973


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Full Text
mmtm
nV8
375.
Anno de 1830.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Sabacrave-a* na Tipografa do mei
% ahiratodoa os das uteit.
no Diaria raa IHrdta N. M7 1. andar ea mezes per 040rea ha. feu*

I
Quinta Feira 6 db Maio. A Joafl a>,te portan latinum.

Preamnr a .? Aoras 42 minuto da tarde.
l
ARTIGO de OFFICIO.
,Llustrkwimt e Excellentissimo Snr. -=s
A' viU do Oicin, que me dirigi o Juiz
de Paz de Serinhaem, e que por copia re-
melto a' V. E.. acbmpanbada dos docu-
mentos, com que verifcou asna repre-
sen ta^-ao: ctimpre, que V. E., reiteran-
doassuas ordena, de urna providencia e<
nergica, para que rs Commaudantes dos
Corpus Milicianos cumprao exactissima-
mente, e debaixo da maior responsabili-
dade, a Lii, c repetidas Portaras do Mi-
nisterio, e ltimamente o Decreto de 21
de Janeiro do comente anno, sobre a
prompta prestacao de auxilio Militar aos
Juizes tle Paz, e em geral as Justicas Ci-
vis ; e o la cao igualmente prestar porto-
dos osseus Ofcies, que commandarem
Companhias Destacamentos, Patrulhas,
&c, seui se embarac'rem de saber o mo*
tivo, e o fim, para que lhes sao depreca-
dos taes auxilios; fisto que no caso de
lia ver abuso no em prego da forca depre*
cada, essasAnctoridade*, que a depreca5,
sao as que ricao por isso responsaveis, e
nao os Commaudantes, que as da5.
Dos Guarde a V. E. Palacio do Gover*
no de Pernambuco 4 de Maio de 1830.
Joaquina Joze Pinheiro de Vasconcellos,
lllustrissimo, e Excellentissimo Snr.
Antero Joze Ferreira de Brito, Governa-
dor das Armas desta Provincia.
s,
CORRESPONDENCIA.
Wb. Edictor.. O Cruzeiro, e AmU
go do Pvo, quando berra desentoada-
'mente contra inventados demagogos;
quando diariamente nos aecusa de repu-
blicaoosjulgao^qaetodo o mundo hetoU
Jo, e tem os olhos tapados : afirmaosem
nenhum pejo, que ha nesta Provincia hu-
ma conjuracademocrtica: pedimos, qu
patenteem (* com verdade ) as cazas, ou
lugares das reunioes ; os aut hores, ou che-
fes da revolla ; as propozices dos Escrip-
tos libe raes que se encaminbem a esse
fim, &c. &c. Responden!, que em 24
lime aqu huma faceto democrtica : far-*
roupilhas para la\ farrou juinas para c,
e nada de pro vas de conjuracao, que este-
jao tramando estes mesmos furroiipilhas.
O' horoens de todo o Universo, onda
se vio, que Escriptores pobleos, encarre*
gados de dirigir a opima o para huma re*
volta oontra hum Monarea estejao todos
os dias tecendo elogios, levando ate' as
estrellas o Nome deste mesmo Monarca ?
Foi esta em tempo, ou paiz algun/a mar-
cha previa das revoli.coes? Sera' udmis-
sivel, que tanto se exalte hum Monarca,
contra o qual seria mister derramar o odio
para poder effeituar a revolta ? Sera' cri-
vel, que nos ( Escriptores Constituciooa-
es ) aproveitando anciosamente os anni-
versasios tas Epochas mais gloriozas do
Brazil para as identificar com repetidos
louvoure.s ao Imperador, que i ramos com
isto mesmo derrubar oThrono, e prou.o-
?er repblicas? Ja' se vio em parte al-
guma fazer adoravel aos Povos hum Mo-
narca, que se pertende apear, e destruir ?
Isto so o diro os Snrs. Concelheiro Chaw
laca, J. C. P., T. X., e a sucia dos
enfatuados absolutistas.
Quando humasociedade revoluciona-
ria, como a Columna, trabalha por "des-
truir este, ou aquelle Governo, e a liber-
dade do Prlo lhe faculta os meios de e-
mittir as suas opio i oes, e doutriuas, o sim-
ples bom sens esta' ensioando, que o pri-
meiro passo deve ser o desacreditar, e tor-
nar odioso, o mais que fr possivel, esse
i


/
%smesmo Governo; e nao ha memoria de
que nenhuma conjurabas preparasse a re-
vi lta por mio de escriptos, dirigidos a fa-
zer mais, e mais queridos dos Rovos aquel*
le,, ou aquelles, que se deseja desplantar,
"e destruir. Os Snrs. Columnas, que ta5
impropriamente se dizem Pinicos amigos
do* Imperado**, na levao as Jampas aos
Escriptores Coosti-tucionaes .em lecej elo-
gios (" justamente merecidos ) ao Magna-
nimo Defensor Perpetuo do Brazil, CU *n
deestao pois os factos, os escriptos, &c.,
ue no respeitavel tribunal da Opiniao
_ublica nos denunciem drepubliqueiros?
Quererei eu promover democracias, eu,
que nao ssso de desacredita ressa forma
de Governo pela julgar impraticavel no
Brazil i Perteodera' ganhar partido para
repblicas queni eacreve incensante mente,
duendo Pernambueanos, nada de de-
teocracias : tal rgimen por nenhuma for-
ma nos eonvem ? Pode entrar nos mi-
los de hum Hotentot, que Escriptores,
que pregao todcs os dias obediencia, e
mais obediencia ao Imperador, e aos seus
delegados, observancia das leis, e decidi-
da aversao as sedicoes, estejao por este
meio revolucionando para promover de-
mocracias ? Isto he tao evidente, como
que os ngulos adverticera oppostos sao
iguaes entre 9. ,
Pelo contraro nao ha' cao nem gato,
te* as mesmas pedras, ,que nao conhecao
o trama dos Columnas contra a actual
Constituicao. Snrs. Redactores do Cru-
zeiro, e Amigo do Pvo, que he do mais
pequeo elogio, que Vms. tenhao feito
nos seus Escriptos a' Constituicao ? Ba-
teasen! muito embora Vms. nos imagina-
dos farroupilhas ; mas louvassem a Cons-
tituicao : mas nunca tal o vimos, nem ve-
^*=a remos fazer alarde do nome de carcunda
( inimigo da Constituicao ; ) elogiar to-
dos os absolutistas do mundo; guindar
lomares ao rgimen antigo, copiar vi-
damente quantos escriptos podem apanhar
em favor das Monarquas absolutas, a*
bar rotar de injurias, e ataques pessoaes a
quantos sabem, que sao adhe rentes ao sys-
tema Reprezentativo; eis a tarefa quoti-
diana de V V. SS. ha' mais de hum anno ;

(\) Pelo contrario he no Cruzeiro e A*
migo de Pqvo, que se desacredita, e inju*
ria o Augusto Monarca Brazeiro;
chanu/o-se por excellencia os amantes de
e he de notar, que durante a facanbosa, e
fatal Prezidencia do Snr. T. X. nesla
Provincia Vms., ufanos, e arrogantes
om a jwxrtecc.ao Clementina, e Chalad na
nunca em seus escriptos, e. polmicas tao
vollimosas, aerescentrao ao nome da sua
sooiedade pitheto <}orratrtuciona1:
era Columna do Tiicono ( de Mr. "Sal-
gues penada mais: feoje porw, fpte as
cousas vao-lhes cheirando a chamusco,
boje, que precisao apadrinhar-se com a-
quillo mesmo, que n'aquelle tempocha-
mavao Trambolho < termo de escarneo );
venha para fra o C que la' estava
acorrentado as enovia do Japao; e
agora C gracas a Dos ) ja' vai apparecen-
do na oda da palavra Throno hoj.
bre >h C ** roas coitadioho tao en co-
lindo ( de envergouhado por se mostrar
onde nunca foi vi*to) que parece hum
piruzinhodebaixode huma goteira: mas
quem *abe anda assim se Vms. com este
h ** que agora acrescentao, por ne-
cessidade qierem significar >- Columnis-
ta r *- : ja' houve hum maganao, queex-
tranhami o C-zinho, que agora vai ap-
partcennmn s Cruzeiros, deo-lheessa in-
terpretac^ : o demo, que o jure, se he
isto, ou nao o sentido do seu m Cw, ho-j
je acresceutado ao Tlirono.
A ua marcha, Snrs. Columnas, tem
sido a marcha d*> todos os conjurados. Os
seus escriptos ahi esta o impressos; correm
por to.fas as maos, e naG he mister grande
perspicacia de entend ment para seco*
nhecer a que se el les dirigem ; nem Vms.
o negavao, a' 4 meces, e durante a Pre
zidenria de encomenda do Snr. T. X. s
Vms. ameacavao a todo o mundo; e an-
da agora merino proelamao sediciosamen*
te, chamando as armas os Europeos, li*
zonjean<4o a briosa Tropa, e para susten-
tar o desanimo, que vai tomando aos seus
sequazes, debaixo da ficc.aude humsonho
reprezentao a mesma Tropa postada, e
debaxo das ordena do Snr. T. X., in-
subordinada contra o seu legitimo Chefe,
o Excellentissimo Snr. Governador das
Armas; e com estes, e outros biscales des-
te jaez vao dando a entender aos seus q
aqu, e da Corte, que tem forca bastante
paradeitar por trra a Constituicao.
Vms., Snrs. Columnas, persudeme 1
se, que somos cranlas, ou que lanceo jJ
poeira nos olhos do Brazil inteiro t Que
pertendem Vms. inculcar com a sua per-
tinacia em arquitetari pUnos de revolta
V|
*

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*<*m>
ii
m***

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\
<15H)
T
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contra a actual Constituleao ? O mestno
que amitos, de seus socios dizia por toda
a parte, o mesmo, que Vtns. insinuad nos
seus escriptos para dar calor, e preponde*
rancia aos seus socios; isto he, que S. M.
I." promove occulta mente a conjuraba
Columnista. Se o Corifeo da revolta, o
Snr.# J. C., lhes atirou para ca com este
engodo indolente ; enganou-os Jaqueou-
os, bigodeou-os ; e o resultado de seus
planos tenebrosos sera' o odio eterno dos
Povos, e do mesmo Imperador, cujo ca-
racter honradissimo, ecoracao Magnni-
mo nao se cotnpadecem com os inicuos
precedimentos da perfidia.
Quando o revoltoso Catelma, assus-
tadoda indignacao, que excitara contra
si, retiroiwse de Roma, deixou os seus so-
cios*, Lentudo, e Cethego, encarregados
de animar, e fomentar a conjuracao, que
fia abalada; mas nao extincta. Sr.
Joze Clemente, retirando-se da Corte,
onde o seu nome merece a execracao pu-
blica, conta todava com alguns Lentu-
los, e Cethecros, assim ali, como aqui, e
por todas ^Provincias : mas eu Ibes an-
nuncio, que nao conseguira5 nada do que
perlendem ; e lhes rego para seu proprio
bem, que abrindo mao desses planos in-
fernaos, e esquecendo-se das fantsticas
promessas do Sr. J. C., Concelhiro Cha-
laca, etreliqua, voltem (ein qnanto he
tempo) a causa do Imperador, e dos Pon
vos, que he a Constituicao.
Nao creaes, meus desva rados co-
lumnas, has quixetaes bravatas do Sr. T.
X. : quando ofilho do vosso Capitao Mor
morre, qnanto mais vos miseraveis pee-
cadores; isto he ; quando o Sr. J. C.
nao pode resistir a caudalosa torrente da
Opiniao Publica Constitucional, quanto
maisoSr, T. X., que anda agora co-
mecava a desabroxar a chapeleta de co
gumelo ? Ah! Esse Sr. T. X. perdeo-
vos, e perdeo-se : elle he o causador do
estado de rivalidades, em que se acha esta
Provincia : Bem disse o meu venerando
Tcito. Nemo unquam imperium, fla-
gitio quaesitum, bonis artibus exercuit. "
Anda ninguem exerceo com gloria bum
poder adquirido por meios indignos.
Finalmente columnissimos Srs., Vs.
Ss. sao hoje es nicos perturbadores desta
Provincia : nos os farreupilhas nao somos
republicanos, nao queremos democracias:
assim acabou de confessar o vosm> faca-
nhoso Intrpida no Cruzeiro N. 263,
dfeettdo Os farrottpuTias nao querem <,
outra Conatituicao' i les querem esta so', 4*
e nenhuma outra. M Isto dicto pelo prin*
cipa! campeao dos columnas he o maiof
triunfo dos Constitucionaes, em cojo gre*
mo taobem se mette la' em hum cantar
nho F
O Sonambulo,
Correio.
O Paquete Nacional Felfs, deque he
Commandante o 1. Tenente Joa*
quim Eugenio Avelino parte para o Paj
tocando no Cera', e Maranhao no di
do corrente ; recebe passageiros, e carga
para as mencionadas Provincias. As
mallas feichao-9e no dia 11 pelas 9 horas
da noite.
Theatro.
BENEPtcin de Maranna Newton L't*
chini Italiana, No dia 6 de Maio se
expora' > seguinte divert nanto overtura
da Opera Riccardo e Zoraide, finda
esta, seguir-se-ha a grande pe*sa, que se
intitula : Generozidade e Ciume, ou o O-
lendez orgulhozo, n qual vai reprezen-
tar pela primeia vez a Beneficiada, que
tendodezejos de frequentar a Scena con
tao benemritos expectadore-*; del les es-
pera a sua indulgencia : nesta ap te rece*
ra' huma nova vista de mar, em ue ap-
parece Navios, que manobrio a vista do
Publico ; no fim do pritneiro acto Mada-
ma Leoimr Tubine cantara* a Aria da
Opera a Dama do Lago, no fim do 2.
se cantara' o Dieto da Italiana em Argel,
no fim do 3. a dita Madama cantara'
a Aria q^a Opera Tancredi, e acabara' o
Expectaculo como pantomimo da Modista
o Theatro sera' ilSuminao por dentro, e
por fo#, alem da illurninaco do costume.
o
TRATADO
DOCAVALLEIRO HEMET,
Sobre a Theoria do Crdito Publico; tra-
duzido do Francez, augmentado de
Notas aplicavbw ao Brazil ;
E seguido da demonstrado dos em-
prestimos eootrahitys na Corte do Rio de
x

i
HMM
^T^^^


i|n I 'iii .-.-.
Janeiro, e das opera9009 da c'ixa de a*
j^mortisacao da divida Publica desde asna
instalacao athe o ultimo de Maio de 1829
coni os respectivos documentos authenti-
cos, por Joaquim Teixeira de Ma cedo,
jende-se actualmente na Tipograia do
iario pelo preco de 2$000 rs.
Avizos Particulares.
-."4
Antonio Maciel Monteiro se hade arrema-
tar de renda a quem mais der a caza da
Opera pertencente aos herdeiios do fale-
cido Antonio Joze Souto, para pagamen-
to da Con panhia geral extincta : quem
quizer lancar, devera'. comparecer no dra,
ora, e lugar indicado.
PReciza-se de hum homem para ca-
xeiro de venda que tenha mais de 20
annos de idade, anda mesmo que nao en*
tenda deste trafico: no Patio de N. S. de
?rco venda D. 4.
Vende-se..
OU troca-se huma negra de bonita fi-
gura que sabe engomar, cozinhar, e
cozer xao, por hum preto de bonita rig:i-
ra e s-em vicio : na ra do Queimado caza
N.c 76.
^ / Hum mulato official de pedrerro ; e
huma preta crinula, mossa, que sabe en*
gomar 1 izo, e cozinhar o diario de huma
caza : na ra de Hortas D. 43. *
Huma porcao de trras no certas das
Espinharas, no lugr deuou i nado Pedra
branca, Corrmarcada Parahiba do Nor-
te, com 4C0 bracasde testada e huma
legoa de fundo, abundantissima de pasto,
proprias decria^ao de gado vacum, ani
mal cavalar e cabrinos: na ra velha ca-
za D. 85.
O Reportoro das Ordnameles do Rei-
no de Portugal, em 2 volumes ein folio,
em muito bom uzo; o 1. 2. e 3.
Tomo da Collecc,a5 das Leys, Decretos,
e l varas que com prebende o Rey nado de
El-Rey D. Joze 1.c de Portugal :* nacua
do Livramento, lado direito caza D. 8.
Boa farinha de mandioca a 5 patacas
e meia cada alqueire : abordo do Brigue
Escuna Carolina & Mara fundiado de*
fronte de Palacio ; eno Escrip torio de,
Lima Jnior Braga & Com panhia, junto
ao Arco de S. Antonio.
Arremata 50 es.
SfrTMTO da 10 do corrente por as 10 horas
"JWda man ha no Aterro da Boa-vista
em caza do Sr. Dezembargador Thotnas
Noticias Martimas.
Entrad us.
tlJ\\ l dooorrente.M* Banco do Bra-*
zil ; tendo sadido de New Bedford a 10
n^zes; G. Amer. George e Martha, M.
Arthur Cox, equip. 93, carga azeite, a
MorraJIe Hudetle. Costa de Patagnia ;
tendo sah do de New London a 9 mezes;
G. Amer. Acasta, M. Alfred Wood, e-
qujf. t8, carga azeite, a A. P. Clark. >
New Bedford; 45 dias; G. Amer. Nauti-
laus, M. J. Burgesse, equip. 24, carga
petrexos para a pesca da Baleia, ao mes-
mo M. ** Punta de Pedras ; 5 dias ; S.
S. J qnip. 11, carga caixas, a Lus Eloi Du*
rao.

Salidas.
Jl* 1. do corren te.- Rio de Ja-
neiro, por Jangua, e Baha ; Paq. N. I.
Consta nca, Com. o 1. Tenente Rober
to Nicolao Morphy, passageiros oChefe
deDivizao Bernardino de Sena* Correia
Freir, o Capitao de Mar e Guerra Faus-
tino Joze Schotlz, os Capitaes do Bata*
lha5 18 Fiancisco Ignacio Riheiro Roma,
e Vicente de Moraes Mello, os Tenentes
do mesmo Batalhao Manoel Francisco
Alves, e Candido Eufemio, o Tenente do
7. Batalhao da primeira Linha Fran-
cisco de AssisLeite e I escravo, o Alferes
do Batalhao N. 5 da primeira Linha
Manoel Joaquim de Lemos, o Alferes do
Batalhao 6* da primeira Linha Manoel da
Silva Prado e 1 escravo, Joao Joze de
Camargo, Manuel de Jezus Pinto, Joa-
quim Joze Theodoro, e Antonio Pereira
da Costa ; epara Macei Jos*eph Lain*
bert. As 4 Galeras Americanas, que
communicarao com a trra houtom, se
guiro viagein para a America.
P

\
Pernambuco na Typografia dx> Diario

*.
-*'




V
Snr, Edictor.
N.
-:

Ao seria melhor que aquella parelha de
burros ( o Qusote Xavier/ e seu Sancho
Panca Cordeiro ) ou alguns por elles, se
dtixassem de me atirar couces ? Na se
lembra o Quixote do que tanto Ihe recmen-
dou 0 Excelleutissiuio actual Prezidente so-
bre a harmona de Cimbres ? Ja se esque-
ceria o Panca das respostas, que Ihe dei a'
su a carta inserta no Cruzeiro N. 194 ? A
inda achou pouco, ou ainda quer que o desv
mascare niais ? Ese assim nao he, para que
consetite esse par de gaihetas, queappareca
novamente uin '. Disposto a descompor
no Cruzeiro N. 269 nao so a miui, co-
mo o Padre Joa Barboza Cordeiro, que
lia inuilo se retirou de Pesqueira, ao mea
bonradissimo Pai, a Antonio Cavalcante, a
Joze de Albuquerque, e a Manoel Caval-
cante, aos ineus cunhados, e amigos, e fi-
nalmente ao merithsimo Corregedar daqneU
la Commarca i He assimque esse casal de
patos grasuadores querein que os rrbmens
de bsm se callein para deixallos no terreiro
insultando a torto e dereito? Desenffanen-
se malvados, que ei, e rninha familia nao
have nos i.er dishipados desdpro nem desa-
creditados com calumnian. Somo3 muito*,
e temos rasad que he mais que tudo :*se me
matarern, morro tferto de ser vingado pelos
que ficarem, e se medesacreditarem, desa-
creditado ficaro voceis por isso, e pelos
fa.ctos pblicos que asss os recomendad a1
execracad publica. A minha conducta, a
conducta de minha familia, e com especiali-
dad a de meu honradissiino Pai he bem co-
nhecida desde o Certad ate' a Capital da
Provincia. O mesmo Excelleiftissimo actu-
al Prezidente nos omcios, que, dirigi tan-
to a um, como a outro Capita Mor, reco-
mendaudo Ibes o socego publico, faz justica
ao carcter do reformado Sequeira, o que
prova as boas informales que ja teve da
prudencia, que Ihe he natural [ como o mes-
mo Ezcellentissimo Snr. se expreca \ e nao"
he preciso mais que aquella nova carta do
cruzeiro N. 269 para sua Excellencia co-
nhecer de que parte tem sempre apparecido
a aggressa. Era bastante isto para que eu
deixasse de responder ao Snr. Disposto a
mentir, porem quero que essa parelha de
beatas se desengarfem que era quanto tive-
rem animo para me atirar patadas tabem
bao de me adiar sempre dispbsto, e resolu-
to a repel ir o seu bestial atrevimento a po-
der de esporas, e chicote. Por tanto la vai,
Sor. Edictor, a resposta e athegorica, qut
os desmoralizados e relaxados Cordeiro, e
Xavier desojad, e que Ihe peco por. favor ba-
ja de publicar e dar cota seu Diario.
rW
Mu Altos, e Poderosos Snrs. Bobos
de todos os quatro eostados: trabafara,
e esmojejarao-se voceis para pdrem uuiJId
goiro no cruzeiro tao fedorento como eOr"'
narizes, o qual sendo esmagado pela Im<
prensa em urna folha de papel pardo nume.
rada 269 pdlla ta5 porca, e enjoativa, que
s os meus srdidos inimigos acliariao pra-
zer da- aproximada as ventas, para tereih o
gosto de correr por ella a vista : entretanto
como poracBso'destinguisse nellagartuja-
do o meu nome, esforcei me ler o sen,
teudo, que irais merece despreso, que .
po*ta ; porem conhecendo que o criine da
calumnia nao s? castiga com o silencio, ou-
cao mais esta I cao para seu ensino
Disein voceis em su urna, ou o Disposto
por voceis que tudo quanto tenho public-
dmelo Prelo hs falso, he calumnia, e que
se prortunhao a refutar tudo nao com pa-
lanfrorios, mas sim por factor, marcando
lugares, e pes*oas que os testeraunhra,
*c &c.; afinal quan la t )d >s espera vad,
que voceis Surs Bruto*, aparejados pelo
Disposto a mentir, parissei ao menos om
burrinlio, qiedesse esperanzas, posera m
Svo goiro, e fedorento, tao injoativo como
voceis mesmos. Ora, va-se para o infer-
no, tollos, que neo para bobos servem ;
mas entre tanto escutem sempre, antes que
se retirem. o que Ihes quero responder.
Quejido ln aecusacoes serias a refutar
na5 se pega em cascas d'alhos, nem se 62a
desembarazando teias de aran ha qunudo ha
fortes lacos a desatar ; pois a rasa nos eu-
sina cure dos males o maior ha o que eleve-
mos fogirem primeiro lugar.
Por tanto deverao voceis refutar*
primeiramente as maiores aecusacoes, q^
lhes ten lio feito (e farei sempre) e depois
de convener-me de falsi guico^s menores por si mes na desfruidas,
podendo voeeis enta dizer demin Kal
sus in ono, talsus in umuibus -Poen nao
fizerao assim ; promettera huma geral rev
futacaS, e appresentarao hu.na geral des*
compostura, sem graca, como mal criados,
e tollos, que sao: parece*me que esta cua-
nta he a de todos os absolutistas ; mas de
seuganera se comigo que heide chamalloa
a raza com a mesma raza de que' fogem, %
a forc,a com a mesma forca de que uza.
Vamos piimeiro pela raza.
Lembra dos estara voceis qj> que t
sahido a luz pelo Prelo a respeito das %y
facanhas que fazetn a caracterstica da
reputaca, que tanto affecta zelar, e p
isso seria excuzado repetir; porem voceis'
assim o querenf, assim o tenha, hum
vei qua pensa que sejustifica, con


iiiiiiihuwW
w*
-
(8)
f
ffrontnr-me de novo, sern desfazerem o es* cao, anda nao" houve um Dypo*to que ti-
' Tidal dds miabas arguicdes que sa5 e se* vesse disposicaS para dar urna evasiva aos
rao sempre as mesmas. Ellas aqu repiti- seus despotismos, aos Seus assassinos, aos
das : primeira, que "sao assassinos como seus deboches, e bebedeiras publicas, en
mostrei com as mortes fe i tas a Manoel Ai- que aplauda, e mendava repetir com en
ta. e a hum hometn na Povoacao do Ju- thusiasmos sonetos contra S. M. o Impera-*
Segundo, que sao despotas como mos- dor [2~] e finalmente as suas ladroeiras ?
trei com os bollos que deu o Xavier em hu- Pcis entende que se desforra com as ridiou-
ma mulher forra na Povoaca6 do Brejo, a las historias de tats inventadas contra meu
nle levou soldados de ordenenca a sipo, e honradissimo Pai, e com exagerar algumas
espalderadas, aonde pnmdeu na quahdade minhas traquinadas pueris, que prtique,
de Ouvidor pela Lei hum pobre homem, quando apenas coutava 9 para 10 annos de
para darlhe depois deprezo, &c. &c. e idade, 'apresentandoas desfiguradas, para
com as surras que o Cordeiro dava nos In- por meios- deltas me desacreditar? Tollo!
dios na qualidade de Director Da iazenda qual he o menino de 9 annos que em casa,
seiro, theatro dos seus despotismos, as* ou as escollas com Seus collegas se porta
sim como no Brejo, aonde sereuniao voceis com a mesma circunspecto que deve
dois para desmoraliaarem, e atterrarem a- ter na idade viril r Euta seriao despen-
quella Povoac.ao ; terceia que sao bebadoa, eados os Pedagogos, os Mestres. as casas de
nao dice bem, -bebarroes de andarem tom- Educaca, &c. &c.; mas por ventura serias
bando pelo meio da gente, vomitaren), e ca- tu, por urna excepca de regra virtuoso na
hirem, como estou prompto a provar em infancia para vires a ser ta8 immoral, tao
Jurados quando quizerem Quarto que sao* perverso na velhice ? Responde, Disposto
latircs, como ja dice do Xavier, furtando de todos os diabos, que educa(a foi a tua,
as trras de Jacarara' pertencentes a Semiao que escollas frequentastefc, que Preceptores
Correia, &c. 13 Estes sao os 4 pontos car- tiveste, que Pedagogo trgoera ? Jaseit
diaes das minhas accusaces, sobre que des- as mezas dos carros orao os bancos que ali-
canca5 asmis quefis das suasimntor&lida- zastes, e os bois que os puehavaS, fora
des, faltas de carcter, ridicularias, e mo- teus guias ; por tanto tens toda a tasad para
lecagens, filhas de seus costumes relaxados, me chamares-estpido, eme arguires das
com que nao me oceuparei maia. Ora, quem trevessuras que fis a 16 annos, contando eu
he aecusado de cousas tao serias porque natt agora 25; porem conhece que os factos de
responde cousa alguma sobre ellas ? Pois que te arguo estad especificados, e nao sad
acode a defender-so de ter sido ligeiro, con- accusaces vagas, como dises.
saque passou ate por moda em 1822, que Sur. Edictor, t)scuI per me este nevo es-
mu ita gente boa por pouco escrupulosa a- tilo, porque com bstas nao se falla com
plaudice |_ eque defacto elle foi agente com braudura, e nao' deixe de dar esse desata-
do is Europeos, de quem miuha v foi ma- go ao
driuha, como nao pode negar 3 e del xa ou- Sen venerador e assignante,
tras accusaces em p ? Pois tendo-Sfe im Antonio dos Santos de Sequeiru Cavalcaute;
^^r.wimido tantos insultos, que nao o justifi-
..
i

-
'

V

-
[13 Nao fora so estas : tao bem s tein a
fpossdo das trras de sua cunhada D. Rita:
teui arraacado narcos: e da demarcado do Hl
sitio cravata' penda a corda da dita demar* fj

Snr. Edictor.
Acami obsequio dar ao preloo segu n-
J sjggaS tao escandalosamente a seu favor, que te extracto de huma Carta que recebi de
% *"tfVilouto chegava a romper em rases com
elle: forte papa-trra Mas provera a De* ..... ......
os que fosse so'trras E o dinheiro de [] O Soneto he um que principia Em
** meu Avd o Cap tao Mor Antonio dos Santos va pertendes, monstro sanguinoso que
^f Coelho da Silva, que tinha esse ratinho de nao repito em attenc,a ao respeito que devo
1 gaveta em casa nesta capital, quando espi- ao Augusto Senhor, contra quem foi feitO.


rou, que fim levou ? Que fim levou o di- Ja dice quando, e aondo foi recitado, a-
nheiro do infeliz Fr. Francisco, que morreo gora o tomo a dizer, foi recitado este so-
em sua casa ? He tao sem vergonha que a* neto no mee de Julho de 1828 em Genipapo
te' repartiu os traste do Frade com seus se- por occasiao do Baptisado de urna filha de
fcazes. l^os furtos do Cordeiro naS fallo, Rufino Coelho da Silva, e dopois em Ipoiu-
tiBrque sao mu ridiculos: a um sei eu que ca nos fina de Julho do meaoio anno, em ou*
Ble furtou um Cayallo, a outro JO.,000 res, tro Baptisado, achando-se presentes em ca-
a outro 2000 reis ; porem isto deixo para da urna destas funcSes mais de 40 pessoas
guando me chamar a Juiados. Mas qual! que aa nomiarti quando quizeiem. Entad
Elle para iaso he tollo ? que dir ?
Y
m


r
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imbris, com o que muito obrigade dei- quatro mortcs, segando hei Iido fias folhat
ara a ste seu criado. publicas, e a outros qje taes cruninosus no
Careri. Aconteceu agora, que dahdo ordo*
Antonio efe* Sdarar efe Si^tt'm Cmalmiti*. para prender a Maaoel Ricardo di Slfoira" *-fl
a urna das partea, que hia por cabo da dili
gencia, nao obstante |er ja o Ricardo te
/k participar -lho (que1 date ir ao Diario) he gro das SUM colpas, aquello cabo farad*
Por- hora o maia notavel, trert na Gata do Xavieroccultado todos ot doaa vezes prendero, 0nao* fes porto tet o
trastes do Fr. Francisco; pois do seu faettr Ricardo acautellado ; da tereeira poroiti o
apenas marodara 2 Camisas do alifante, achou ero cata, o tomo vitao o tal Ricardo,
couza que elle nao possuia, huma calca, 18 que nao seria feliz, sendo prcZo, Visto qu
livros, &c, A sella que catara ora, ecom a patrulha era composta das pastos, corre
iobrecapa de catneiro transtornou-se eui desabridamente a ganhar os matos ; despa*
un caso velho com barruinas ; dioheiro raa-lhe una tiros dos quaes escapou feliz-
(que segundo dizem foi a causal da sua mor- mente pela taeoridaS da ooite, sahindo so-
^ te, visto eatarem a embolcallo de 2005 res mente ferido cOm mw carteo de monfcao etn
' no da que era chegado, e ser feio, achari- urna pa*. Ora nao satisfeUo o cabo dadili-
do-ae melhor hura asaassinio, sahir o Frade geucia*, assim como as maia partes, qoe O
por indemnisar) nao appareceo nem hum, acompanhavaft, de se ter assim malogrado
quando dizem que desta caza recebeo 12$ taO desojada impresa, fisera um espalhafac-
reis pela Missa de festa: huma sobreeaza* to na eaza do Ricardo digno decompaixao,
ca do Frade, iute.he, huma foi vista na ma5 seguudo a pobreza deste, alem denutheroza
do feitor do Xavier; o capote supponho familia que carrega as costas: escurracarao-
tacaria ao Cardial, a Sella ao Patriota, e Ihe os meninos para fora da caza por via de
pode-se dizer que a roupa, isto he, carnizas, amiassas ; espalderarad-lhe sua nuilher, que
calcas, aquetas &c. foi repacida entre os sahio toda rocha de pancadas, e com o rosto
3, e os livros ao Dojtor Xavier. Os trastes ferido ; tocara-lhe fogo no seu facto ; isto
do Paula Lopes, como chegasse ao Ouvidor em carnizas, caisas jaquetas, cazacas, eo
hum Ca rallo, elle omandou para traz, hu maisque havia em urna malla ; levara*lhe
ma vez que as esporas, armas, bem como oiroa de ana mulher, e fualuiente cem mil
.huma faca aparelhada de prata, tudo h'cou res em dinheiro, assim como taobem um
na posse do inesmo homem. Forte des a relojo de algibeira. Que tal, meu caro E-
vergunha O Iadrao Gardial h^ nao so a- dictor ? Ser Justina tudo isto ? Ser isto
poiado na maldade, como naladroeira* A marchar conforme as Leis Constitucionaes ?
6 anuos chamou a ai os bena de uns orfaos O que resta que o pequeo sultao de Cim*
aeus Sobrinhos e sahindo agora pelo Ouvi* bres mande aos Cimbrences que sequem o
dor mandado para elles entregar, esconde- seu escremento para com elle temperaren!
os. Ora o Cordeiro ja parti com elle, fa- suat iguarias: epersuada se Yin. que s
zendo*lhe ver que devia entregar os bens um povo assim oagradava; mas, coitado !
alheios; masque monta que o Xavier diz s se elle estivesse .as IIhas Maldivas.
o Contrario? Forte desvergonha de la* Talvez qne seo Solicito Defeiicor do Brazil
droens, estivesse ao facto de todas estas coizas ; se
lesse uinacartinha do tal sultad.inho dirig-
P. S. O bacamarte do Paulo toeou ao Cor- da aoCarapeba na occasiad da Hornada; e
? deiro, a faca a parelhada deprata ao Patrio ltimamente se conhecesse o carcter de se*
ta, e a espada taobem aparelhada ao Cordei- melhaate homnculo, aliviasse aos pacficos
(o, digo, ao Xavier. Cimbrences de ta5 pestilenta Hydra, que
tem inficionado ja a alguna habitantes deste
i Termo ; pois a seu axemplo vemos uin Vi*
cente Ferrer ja aonbando com revolucoes ;
um Jernimo Arco-verde, ou Pao-verde da
mesma sorte, cu jos caracteres sao daquelles
A o sei at quando ver-se-ha neste Ter- que Lavater recomenda ; por que o primei
me arbitrariedades, insultos aa Leis, imeo- ro, sendo crilo, se aaaemelha mais com os
jenciaa, e &c. &c. com o governo de eterna monos da costa d' frica, do que com o ho-
mimoriadoCapitaS mor Francisco Xavier, mem, e o segundo, sendo branco, as ttt%
que, arrogando a ai as atrebuices de Juiz virtudes seo aquellas que pode ter.um com*
Jd Paz, cuja auctoridade constitucional el- pleto denunciante, einsuuador de intrigas.
le detesta, tem tropeado a uns, aem culpa O exemplo de 1835 basta para dar urna idea
formada, prendido a outros, e soltado de do seu carcter. Denunciou de seu Pae,
.. jjtoia desinco, e seis dias de tronco, ao mes* Inflaos. C*nha4es ; &c.; ededoia bomens
a*\no terapo que conserva em sua eaza Se* seus deseonhecidos at entao, os quaes aiu-
' Feareira Leite Cardcal, criminlo de da tivera uns poucos de metes de Cadea
-i?.
Sr. Ediclor.
vi

x.



i
bu*
-r |lliai-\ f 11 ni
(4)
^
mGaranhuns, (1) e a um delles (o finado
Fr. Francisco.) ainda pediu perdao pelas
Missoens do'Padre Fraucisco Correia nesta
"Villa parante muita gente. E este mesmo
liomem, Sr. Edictor, que o Capitafcmor
Xafier achou denomear cotnmandante de
urna companhia, onde tein por mongos
Paes, lrmos, e Cunhados ; a este homem
detractor publico, que ein Agosto do auno
passado nesta Villa sabio da Mssa zurrando
ni alto som contra os meamos Beus iniugos
por mandado, ou concelh do Capita*mor
Xavier, segundo os sentidos, que depois
deu, com quem elle de maon dadas, poz um
(1) O Caronel Luii Eller bem pode at-
testar este caso, querendo ; pois foi quem
recebau as denuncias, e requesitou os dois
mcioia ao Capita^mor Seqeeira.
soldado de tropa delinha na porta da Sa<
crestia, armado de granadeiro, para fazer,
fogo a qualqucr que sahisse a tomar o zurro
(para na5 diser tomar a palavra) ao jumen-
to qne aurrava, OHeverendo Vicario, o
Alferes Pinto, que estava na occasiad, e o
Ajudante Francisco Luii, alem deoutraa,
mitas pessoas, saben muitobem destefae-
to, Sr. Redactor, se eu lhe foase contar
os feito3 deste pobre diabo, Vm. ficava es*
babaeado; por que nao ha nada, pior, e na
s diguo de lamentarse.
Basta por ora para couhecimento do
Respeitavel Publico, e de Vm,, Sr. Edic-
tor, a quem rogo o .obsequio de dar a lu
estas rabiscas do sen

Asiignante e Venerador.
0 Cimbrence.
}

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m.
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PlRNAMBUCO KA TIPOGRAFA DO DlARIOfe


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