Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00965


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Full Text
INNO XXXI. N. 94.
Por 3 mezes adiantados 4,000
Por 3 mezes vencidos 4,500
i*
TERCA FElRft 24 DE ABRIL D| 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
*r
*
i9
I.NCVIltUXAlrOS DA SI lisciUl'.V<).
Mapire, o prnprietario M. I", de Karin ; Kio ile Ja-
iifirn, o T. Jo'ni Percira Martins; llriiia, o Sr. I.
Duprad ; M irei, n Sr. Joaqun! llcrnarrin ce Mcn-
rtnnca ; l'araluh, o Sr. liervazio Virltir la Natxi-
0 d-nle ; Natal, ti Sr. Jiiaquim Ignacio i'oreiro Juninr ;
alj (' Sr. Antonio ele l.cinos Braga; Ceara, o Sr.
VirliriMu Augusto llnrges ; Maranbao, o Sr. Joa-
quim Marques Rodrigues ; J'ianhy, e Sr. Domingns
llerriilann Vtkiles Pesoa Cearenrp; Para, oSr. Jus-
tino J. Hamo* Amazonas, o Sr. Jcronymodn Costa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2 d- por
15.
l'ans, 3lo a 3.">0 rs. por 1 f.
Lisboa, 9tf a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 1/2 por 0/0 de rebate.
Aceces do banco <> 0/0 de premio.
da coinpaiifia de Reberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Discerni de letiras de 8 a 10 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas- 20000
Mocdas de 0^400 velbas. WJOOO
de 03100 no\as. 1CJ000
de4000. 95000
Prala.Palaccs Inasileiros. 19940
Pesos eolumnarios, 199-10
mexicanos. .... 15860

PARTIDA IM)S COMIIEIOS.
01 inda, lodos ns dias.
Catuaii, lionito e Garanluins nos dias 1 e 15.
\V illa-Relia, I3oa-\ isla, Exti eOitrictiry, a 1.'! e 28.
Goianna e I'arabiba, segunda* o sexlas-feiras.
Victoria c Natal, as quintas-feiras.
PREAMAR HKIIOJK.
Primeirtts lOliuras e 54 minutos da manbaa.
Secunda as 11 boras e )8 minutos da larde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Onimcrcio, segundasequiotas-feira.
rtalaea, tereas-feiras e sabbados.
Fazenda, ierras e sexlas-feiras s 10 boras.
Jui/.o de orphaos, secundas e quintas s 10 boras.
1* vara do civel, segundas e sextas ao mcio dia.
2" vara do civel, qnartas c sabbados ao mcio dia.
EPIIEMERIDES.
Ab:il 2 La ebeia sos 8 mininos c 30 segun-
dos da tarde'. m
9 Quartominguanle as 7 horas, 13 mi-
nutos e 39 segundos da larde.
1G Liia nova a 1 horas. IB minutos
36 segundos da larde.
DIAS DA skm.wa.
23 Segunda. S. Jorge o.: S. Adbcrioli.
24 Terca. S. Fiel de Siroaringa ni.f. S. Honoro.
25 Quarta. S. Marcos Eyangeljfla: S. Hermino.
2( Quinta. S. I'cdro de Ralis b. ; S. Cielo p.
27 Sexta. S. Tertuliano l>. : S Tibnrcio are.
28 Sahhado. S. Vital m. ; Ss. Auapioe Acacio.
21 (Ruarlorrcsccnle as 3 boras, 37 mi- 29 Domingo. 3." ilepois de l'ascoa fugida da
nulos 40 segundos da manbaa. .SS. Virgem Maule. Dos para Ogyplo.
parte official.
MINISTERIO DA JUSTICA.
DECRETO N. 1571 DE 7 HE MARCO l)E 1855.
Declara qne da< tleciscs sobre malcra da ronipclcn-
ria dada- em qualqucr juizo, anda que as causis
raibam na idela, lia aggravo ile pelicao mi ins-
trumento, e marca a forma dn processo e superi-
ores, que driles ilcvem conheccr.
Ilei por bem, usando da allnbiuoao que me pon-
iere o arl. 102. S 12 da constituirn, leudo nuvdo a
srcran de juslica rio cnuselhn rie estado sobre a re-
presentaran do presidente da rilarn da corle, dc-
crctur que das derisnes sobre malcra de competen-
cia, proferida^ pelos juizes de paz on por qnaesquer
tiiilrnsjuizis. anda que as causas caibam na aleada,
baj-i aggravo de pelic,aou in-tnimenlo,sciitloa for-
ma do processo e superiores |quc dellcs devem cb-
nliecer os tnesnio- eslabelecidos pelo decreto n. 31 i
de 15 de marro de 18t2.
Jos Tiloma/. Nahoco de Araujn, do meu conse-
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios da
juslic*, assim o tenlia entendido c faca exceular. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 7 de marco do 18.V>,.'tl"
da independencia e do imperio. Com a rulirica de
S. H. O Imperador. ./ose Thotniz Aonen 'le
Araujo.
Consulta a que se refere o Decreto n. 1571 de 7 de
marro'de 1855.
Scnhtir. Mandn V. M. Imperial, por aviso de
12 de dezembro pruvimo passado, remcllcr i scc-
C;lo de 2-"> de uovemliro, cm oqualo presidente da rcla-
cSo letta corle epi>c que, sendo subnetlidn aquelle
tribunal um aasravo de pelirao inlcrposlo de des-
pacbo de juiz de paz, que ordenava priso por dis-
ta*, os juizes do aecordia nao lomaran) conlieri-
menlo delle, por nilohaver lei ou resulamculn que
eipressamemo eslabelera aatn*avos para as decises
de laesjuizes, afim de que a mesma socclo consul-
te com o scu parecer *obrc o sesuinlc ponto :
Se dos ilcpacbos dos juizes de paz se podem dar
auiiravos, c nesse caso qual o superior, legitimo a
quem cabe conheccr de semellianles recursos.
O ofltcio do presidente da rclarao desla cidade be
o seguinle :
x lllui. c Emii. Sr. l'arereu-me dever levar ao
coihecimento de V. Exc. que a relacn fui snbmet-
tnln um rfuraVo 4e pelico inlcrposlo de desparti
de juz de paz. qurordenavn pri*ao por cusas. O
juizesilo ac.'nrdno nae lomaram conliecimenlo, por
que naulr-i lei, ncm mesmo resulamcii|o que esta-
hele^aagravos pica as decises ilos juizes de paz.
E em veidade nao falla cm laos juizes u resulaSnen-
le de 13 de marco de 1812, no arl. 8" que den o dc-
envolvimento no arl. 120 da lei de :i d dezembro
detSfl. T'arccc-me que ito provrio ilescr a com-
petencia dos joizes de paz no civel apenas limitada
as queslo.'s que cabe na soa aleada, c.a ser a nica
exceprau no contrato f|hlocai;ao de servicos, regido
pelo arl. t.">da lei especial de II di anlul'
1S37, donde se delnzio que nao haveria lijpifthcsc
em que dos juizes de paz se pode-so aesravar.
h Entretanto perspicacia de V. Exc. nao esca-
para da libada como: competencia e prifao no civel, be
de ccrlu pnuco razoavel que se nao possa recorrer
I aMjuiaes de paz, quando so recorre dos olros
mais (rduados. l)eo< guarde a \'. E\c. Rio de Ja-
neiro, ,. 25 de iiuvnhIh-o de 18.--t.-IHm. e Exm. o
Sr. Jos riioraat'Mlmeo de^Araujo. ministro e se- :,,,, rtelein|,ro ,|n 18tl. nio W,a cm lacs j0tW| e.
i( Para o etlinsuir, a disposic.to provisoria sobra
a admini.lracAo da juslira civil extingui iulcira-
ninle es aegravos de pelic.lo c instrumento. Ao
mesmo lempo m que entrecava a jnsliras leigas a
complicada e abstraa adminislracao da ju extiusuia lo los os recursos de senlenpis inlerloru-
(orias, muitasdas quaes, ou pela sua importancia,
on pelas rirciim.tancias do caso sujcilo, cau parles extraordinario firejuizo, que mal se pode de-
pois reparar. Mi entreo almsos existentes c a
lolal pxliucca d laes aggravos, liavia um mrio ter-
mo que nao fui teguillo ncm procurado.
O reslalie.l..rimen!n dos aggravos de peticSo e
instrumento, desacompenlo de oulra qnalquer
providencia poderia fazer reviver no foro todos os
abusos, por amor dos qnacs j foram proscriptos.
Por issn, p.'iri'i-eu-me rniivenieute colligir no resn-
lamenloque lenlio a bonra de apresenlar a V. M.
!., os rasos em que a le os concede, c declarar alto
e I in ,nm que fora desses casos os juizes, de cujos
ilcspacbos fossem inlerposlos, os nAo admilliriaiti.
A nossa 'egislacAo sobre asappcllacocs c nssra-
vos lem neressidade de ser revista c relocada. Con-
velo supprimir algum doscaso-- cm que a ordenacao
il o agsraTO de repelirSo e iuslrumcnto, e nos
quaes,podem, sem inconvcnicule, auM neorans dis-
pensar-se, e accresccnlar oulros casos'importantes
cm que nao se dno, pondo sua materia mais em bar-
monia cun o desenvolvimenlo 4* oulras partos mais
modernas da nnssa lesislacin c cum as neressidades
acluaes do nosso foro.
Estas providencias, porm, nao cabem na airada
de mu regiilamenlo. e cuinpre consigna-las em al-
gnmi proposta, que coovm elatiurar rom o lempo
e rell"xAo que exigem assumptos' tao complicados,
alimde sor opportunamente aprsenla lo ao corpo
lo'jisl.itivp.
A seceao applirando esles lreclio< ao caso, le que
se Irala, e a vista do que lem exposln, e julgando
alteiiilivcis ai rllexes do presidente da relaro, en-
lende qnn. dos despachos do juiz de paz nat) se pode
dar aagravo, mu que conviia' eslabelccer por le
esse recaaos, pelo menos para o Caso de que trata o
oflicin do dito presdeme.
VosM Mageslade Imperial, porcm, mandara' o
que for mais acertado.
Sala das conferencias da erran de juslira do con-
selbo de estado, em 29 de jadeiro de 1855.Visron -
de do Urugiiaj.Visconde de Maranguapc.Mr-
quez de .branles.
Como parece quanto a' prisn, mas nao assim
quanto a'competencia, emrujot ra-os pela legisla-
ran anterior que a lei de 3 de dezembro de 1811
reslabelcceu,liavia asmvo, qualqucr qne fosse a
jurisdicrao, c ainda caben lo a causa na aleada. Pa-
co, 21 de fevereiruib: IS.Vi.Coma rubrica de S.
M. o Imperador. Jote' Thomaz Calmeo tle
. Iraujn.
Minisleno dos negocios ta juslira.Rio tic Janei-
ro, em.lt de marro de IS.>>.
Illm. e Exm. Sr. 1-',!T rnQUnlc a S. M. Impe-
rador o olllcio t^ V. Exc. datarlo le > de novem-
bro to anuo prximo pretrito, no qual expoi que
leudo sitio submeltido a esse Iribonal da relacao nm
assravo de peliejo inlerposlo tle despacho do juiz
de paz. que ordenou prisao por costas, os juizes do
occordao deixaram de lomar conliecimenlo delle
por nao existir le nem regnlameulo que eslaheleca
aggravos para as decises tos juizes de paz, visto co-
mo o regulamcnlo de 15 de marco de 1812, no art.
8.-1 que den odcsenvolvimonto ao arl. 120 da lei de
resliluirao da qiiaulia de 187S-"*0 que de mais se pa-
gan ,i mal dis referidas babililanda<.
Ao adminislratlor ta rerebedoria do municipio,
declarando que nao se leudo anda generalisado em
todo o imperio o uso tle papel sellado para os lilil-
es sujplos ao sello proporcional nao pode por sso
ler locar a dispnsicao do arl. 8. do dotrelo n. 895
de :il de dezeinliro tic 18-51, quanto ais crelitos, es-
criptos orden, c vales passados nos lugares onde
nao se ache admidido o uso to dito papel, e que te-
jUjQ de npadnzir sen elleiln dentro do municipio
da corte, e l)m assim aos que fotfun datados anles
to tlia 19 ib correle mez ; devendo-sc continuar
na praticaalc agora estabelecitla. tle screm sellados
por meio de verbas, nieucionando-se porm nu livro
ta recpila o losar donde proredem os rpferitlos ttu-
los, quando sejam de fura do municipio.
20
Ao administrador da rpcebedoria, para receber,
vida tle guia passada pelo serrelario da inspectora
eral da inslruccao primara e secundaria do muni-
cipio da corto, a laxa de 5-5 pela cerlidao tle appru-
vac.lo de cada um tos exames das materias requeri-
das romo preparatorios para a matricula nos cursos
superiores, na forma to arl. 1t tas instrueces de
21 tle dezembro to auno pass.tdo. E outtosim, a
visla tle guias do secretario ta faculdadc de medici-
na dcsta corle, ns emolumentos a que se refere a
lalirlla anneta ao decreto n. 197de 23 do referi---
do mez.-
-28
Ao direrlor grral interino das rentlas, em solu-
ran a duvida do administrador da recebedoria do
municipio da crle sobre se o sello pela transferen-
cia das arrties dos hanens e oulras companbias se de-
vc pagar do valor nominal deltas ou do real eflec-
luado. Me deveri drelarar que as associaees a que
se refere, lem procedido irregularmcntc cobrando o
sello lixo ta transferencia tle sas acees, e que por-
tadlo Ihe rumpre exigir das inesmas associaees, que
cobrem a laxa devida do sello proporcional, calcu-
lado sobre o valor nominal das arenes que se trans-
ferirem ; e iudemnisrin a fazen la nacional do prc-
juizo que Ihe causaran com seinelhanle erro.
eretario de eatado dos negocios da justica. Kuze-
lii de ijuchi/,: ContinUo Malloto ('amara.
Ouvidu o tlesajnbarador procurador da mia.
inlerpoz este parecer : ;
'i'l'ela generalidade da regra rslabelecida no S ti,
Mi. 15 do rilado resnhimenlo de 15 de maren tic
812, (enho por iu lubilavel. que tos juizes tic paz
em ca-os laes ha, oo pelo menos tlee haver aggravo
para o superior legitimo, e por isso de bom grado me
conformo cuino Sr. presidente ta relacao. A lluvi-
as que supponho poder.i occorrer versar smente so-
l a autoridade judicial que para esses recursos se
devi considerar competente. I.evadu pela analoga,
anda que nao exarla e completa, dodispnslo no jj 8.
art. 1:18 do rcgulaineiilo de 31 de Janeiro de 1812.
inclinar-me-hia a -signar para laes recursos os res-
pectivosjuizes de direto. Por isso, a ser eu juiz do
accord.le.t1e que se falla, subscreveria cerlameole ao
vol .le nao lomar conhei imen(o,_ mas pela especial
ratao tle incompetencia do tribunal para cunbecerde
tacs aggratus.'i
A seceao resolve nesalivamcnle a primera parle
to qucsilo poslo. tirando .assim prejudicada a se-
cunda. A tei que institua us juizes de paz desco-
uliece completamente o recurso Je aggravo tle suas
deciset. O cdigo do processo, que alUrgou ronsi-
deravclmeiitc a jurisdicrao tle paz, nao s nao Ion
seinclhanlc recurso tle suas decises. como pelo con-
trario, uu arl, I i da disposic.lu provisoria acalmu
com os aggraroi de pelirao c iinlrnmeulo que se cla-
van de oulros juizes, e reihizio-os a aggravos no ac-
lo do processo. O art. 120 da lei de -idedezemhro
de lKtl >iue est no capitulo das disposiees civis
dfspe sc?uiiile : .' *
" Fica rcMigadoO'S.rl. l da dispusicao provisoria
tanlo na parle que suppiime as replicas e Irepliras,
como anrnitki qas'rcduzio os aagravos tic petieao
e instrumento a -agoravos no acto do processo, fi-
eando cm vigor ,legslatao anterior que nao for
oppusta a esta le.
Fez ella portanlOTeViver smplrsmrnlc a legisla-
ran interior, a qual m' parle alguma tlava o recur-
eo de aj-zravo de, .pc^iq.uu inslrumcnlo dos juizes
de paz. E he u ira uolir que aquelle arligo 120 ac-
creseeiila : Os di-lrtcWs denln, dos quaes se po-
derao dar o de pi'licao,'c ir' lempo c maneira em
que poder.io a|uejcnlar-se as instancias superiores
rao dclcrminadi en regubmenlo do governo.
Vicnu portanl b'm rlaro que o governo somen-
le podo reguliV os dislfirlos, 'lempo c maneira tle
apresenlar ^j^'getavos ilu pelirao. e de" modo algum
"-rescenlarioi cay,, en qUe (.,(,s recursos podem
ser intcrposM! ou d.i-his-de autoridatles, das quaes
asleis nay oi 'tlifp.
Seguudo pul clara e palele ntclligencia fui or-
gsnisadoairegutimentn do 15de marro de 1812,
Como delle so diz :
ti A orMerUrd / Philippiha c.a legislacao sulisc-
quente tlerlurram os casos cm que se deveria dar
>e ospalbados por ludo o corpo das urdeuaces, em
lei. leis Hlr.ivagaiilrs .e a-scnlos.
A prallci. o esiyhi das r.-l,ie-, c as ilouUin.is
i'"* praslijii foram, com o andar do, lempos. ,,m
pliaudo oo por analogia. ou por i-lciililatle i-j ra-
z,o, 01 raso- i i f a ordena-ao adrnilt| os recursos
de .iggraio de pelieao nu iuslrunienlo a oulrus se-
aelbante*.
Embnr.i o salatar preceito da ord. do livro. 3",
lit. 29,. ji 10, e lil. 71 S 5", prescrevam que nao se
trctunto que V. Exc. julga pourn razoavel que as
qiipslcs de compelenria e prisa no civel se nao
possa recorrer dos referidos juizes do paz, quando se
recorre de oulros mais graduados.
Ouvidus o consclheiro procurador da coroa e sec-
cn de jiislica do ronselbu de elado a lal respailo,
houvp o mesmo augusto senhor por bem, pela sua
inmediata e imperial resoluto de 2 do mez pr-
ximo lindo, IMnada sobre consulta da referida scc-
r.lo, decidir que nao leudo a lei tle 11 tle dezembro
de 1811. arl. 1-20, creado direlo novo a semelhan-
le respeiln, mas lmente restaurado a lcgs|arae#ln-
lerior, nao podem ser caso de aggraxo sanio os que
aquella legislacao esiaheleca, sendo que, conformo
ella para ler lugar o aggravo era necessario que a
causa nao coubesse na aleada, e desla regra era urna
exrepcao a quesiao de competencia, por ser tle orden
niihlica, a qual he prejudicial a inversas tle qnaes-
quer jursliwrcs; que por ronscquenciji, sopara o
cao ta compelenria ou incompetencia dos jaitas de
paz. un oulros juizes, pelo decreto n. 1571 de 7 do
correnle moz, que por copia remello incluso a V.
KM. se declara que ha aggravo de petiro ou inslrii-
menlo, sendo a forma do processo p os superiores
que ilelle* conhocam os mesnms csialielccidos pelo
decrelon. Ii3 de l.5de marro de 1812.
Olanlo pnrem ao casi de prisa, no civel, que pe-
las justas razes por V. Exr. ponderadas carece de
providencia, em lempo opporluuo submellerci ao
conliecimenlo do corpo legislativo, por competir a
elle loiua-lo na de ida cousiderarao. a'.visla ta re-
gra prrsnpposla. Oque eoinmiiuico a V. Exc.
para sua iulelligencia e em resposla ao seu rilado
oflicio.
lieos guarde a V. Exc.Jote' Thomaz S'alniro
de.IraajD.Sr. Eiizebio de Ouciroz Coutinho Mal-
loso Cmara. ,
3." .Sereno.Ministerio dos negocios da josliea___
Rio tle Janeiro em 17 tic margo tic 1855. Illm. e
Exm. Sr.Participa V. Exc. cm seu ollico n. 282
de 29 de dezembro ultimo, ler o juz de orphaos do
termo dessa capital consultado se be incompalivel o
exercico simultaneo do emprego de curador gcral
dos orphoscom o de ajudantc to procurador fiscal
da hienda gcral, c suhmelle a dila consulla deci-
sivo do governo imperial.
S. M.n Imperador, a quem fui presente o dito of-
fico, manda declarar a V. Exc. que nao convm
multiplicar as incompatibilidades tic empregos, cuja
retribuirn nao be bastante para que qualqucr dri-
les seja bem servido, e que alm disto, nao sendo aos
emprrgus de ajudantc de procurador-fiscal da fazen-
da c curador gcral tos orphaos imposta a ohrigaeo
tle comparecer ordinariamente em algum lugar e ho-
ra certa, nao se ercidos simultneamente.
lieos guarda a V. Esc. Jote Tlioma: .Xahuto
de .iraujo. Sr. presidente da provincia de 8.
Paulo.
MINISTERIO DA FAZENDA.
/.i /iniienle (le 1(i de fererriro de 1853.
Ao direrlor geral da runlabilidade, declaraiidoquc
i empregados ciis da repartirn de marinha nin
podem gozar to privilegio de dar procurares por
instrumento particular, como he concedido aos olli-
ciae militaresc .ios da guarda nacional, nos termos
da ordeni n. 82 de 30 de marro de I8t9 porquasRo,
o decreto naflrtO de 19 tic tlezembro de I81I so Ibes
concedeu o uso de uniformes c distinctives corres-
pnndenlcs as gradnarrs militares do enrpo da ar-
poderiaacarnvar sena nos casos ex,,res,os as or- m,da, e nao os privilegios a ellas inberenlas.
ileiiaco-s, ,i pralica e o ihnsn preval.-ceram cm enn-
Irario, auxiliados pelas rorruplelas do fro, pelo in-
ters* dos advogados, pelo espirito tle cbicana, c
pidarjioraneu e negligencia tle muidla juizes.
os aggravos innundaram o fro, enreda-
rain as causas, e contribuirn poderosamente para
arromar e reduair a deseiperarao muilos daquellcs
qqt nrucuravain a julc,a, ^frotlota ca|ulal (oi
nm datjutlles onde o mil mais se fez senlir.
Ao ib, |to Grande do Sol, enviando os ttulos
tic meio toldo pcrlruccntcs a I). Rosaura Ja Silva
Barbosa e a II. Aroabiria Amalia da Sifva. c decla-
rando que. comquanln ao inoBo dolas Joan da Silva
Barbosa e nao posas passar litlo Idntico, por ler
completado 18 annusde datle no da 2li de julhode
1853, tleve-se lodavia liquidar o que Fe Ihe dever da
quata do meio sold a que lem dircito al aquella
dala ; e que se approva a deliberacao de exigir a
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente do da 18 de abril.
OllicioAo Exm. pjesidcnle do Para, acensando
recebidos os dous excmplarcs da leis c decretos
promulgados pela as-embla d'aquella provincia no
anno prximo paseada.
HiloAo Exm. inaierli.il rommandanle das ar-
mas, recommenilaiido. que mande apresenlar em
frente da S tle Olinda no dia 22 do correnle as
sele lloras da manbaa, urna guarda tle honra para
acumpnniar a proriseao do Sr. aos enfermos.
HiloAo mesmo rcmcKendo para terern o conve-
nirme deslino as 'guas dos soldados desertores Iota
Francisco Corroa, Benedicto Yillrla a Jos Antonio
tle Souza Pacbero, que vierain dn Ceani no vapor
Imperador.Exncdio-se urdem para o tlesembar-
que dos mencionados desertores c enmmiinicou-se ao
Exm. presidente d'aquella provincia.
DitoAo mesmo. recnmmendando a expedicao de
suas ordena para que o 2. cadete Leopoldo Augusto
de Nnronlia r'eilal pague na rerebedoria de rendas
tiesta provincia, visla da nota que remelle por co-
pia, a importancia dos emolumentos que esl a de-
ver pela passagein que obleve, pelo aviso que lam-
ben) remelle por copia, do 1(1." balalbao de infanla-
ria para o balalbao do deposito da corle.-.Ofliciou-
se ueste sentido Ihesouraria de fazenda.
HiloAo mesmo, enviando para lerem o' conve-
niente destino as rclaccs das allerare- decorridas
no mez de marro ollimo acerca dos ofllciaes e pracas
de prol, que perlonccndo aos balalbes 2." 9. c 10.
tle infanlaria arbam-sc actualmente servindo no
mcio balalbao provisorio da I'arabiba.Commu-
nrou-se ao Exm. presidente d'aqnella provin-
cia.
HiloAo inspector ta Ihesouraria de fazenda,trans-
mitliutlo o aviso de lellra n. 17 na importancia tle
l:!34>5(Kirs.. aerada pela Ihesouraria tle fazenda da
provincia do Kio lirande do Norte sobre a dessa. e
a favor tle Antonio Joaquim Copies.Parlicipu-se
ao Exm. presidente d'alli.
DitoAo presdeme do conselbo administrativo,
declarando que lleve aquelle conselbo rumpr.nr ta
farinha melhor qne nouver no mercado c pelo menor
prrrn que se poder obter, a quanlidade reqiiisilada
pelo coniinan,lauto do presidio de Fernando, visto
que ha necessidado della no mesmo presidio.
DitoAo juz relator da junto de justica, Irans-
mitliudo para screm relatados em sessao da mesma
junta os processos verbars tos soldados Benedicto
Francisco dos Sanios, Darniau Soares de Souza, Bcn-
lo Ju- de Qneiroi c Manuel Flor de Sicuta, o 1.
do mcio iialalhio do C.ear, o 2." c 3." to meio ba-
talhao provisorio da I'arabiba e n ullmo do 2." ba-
lalbao de infamara.l-izerarti-se as necessarias
commuuicaces.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, recom-
luendando a expedicao de seas ordens para que o
commandanl do patacho Pirapama receba a scu
bordo c transpone para o presidio de Fernando, os
votamos que Ihe forem remctlidos pelos commandan-
tes dos rorpos poniendo rticos de fardamento. bem
como as pracas tle pret desuadas pelo marecha'
commandanlc das armas para servirem no destara,
ment to mesmo presidie.Communicou-sc ao re-
ferido marerbal.
DitoAo director das obras pubiiras, iuleirando-o
.tle haVerom visla de sua informacao, expedido or-
dem a Ihesouraria provincial para que, a vista do
competente certificado, pague ao-errcmalanlcdo 16.
hinco da estrada do Pao d'Alhu Manoel Thomaz tle
Albuquerque Maranbao a importancia -rnenle da
3.* pre-larao a que lem tlircilu.
DiloAo presidente do Irihouil do jarv de-la ci-
dade, -olicilando. tle conforinidatle com a requisirao
do capil.lo do porlo, a dispensa do 2." pralico Ber-
nardo Jos Lopes, que fo sorleatlo para servir na
presente sessao il'quelle tribunal.Cummmunicou-
se ao mencionado capitn do porto.
DiloAo juiz de tlireito do Garaohons, para de-
clarar rom urgencia o dia em que foi preso n'aquel-
la comarca Manuel (ionealve* de Souza, que Smc. rc-
melteu como recrula com o supposlo nume de Ma-
nuel Paulo tos Sanies, visto ler-sc verificado ser esse
individuo" tlescrlor do 9. balalbao de infan.
taria.
Dilo Ao juiz municipal da priincira vara, inlc-
randa-o de haver designado a Smc. para no dia 21
do crtente presidir ao andamento das rodas la I.1
parle da |,a lotera a favor da' greja de N. S. to
Jlosario tle (oianiia.Communicou-se ao resperlivo
Ihcsoureiru.
DiloAo inspector da Ihesouraria provincial, de-
Clarando haver concedido doos meaos tle lici'iira
com o respeOlivo ordenado, a professnra publica da
cidade de (ioiauna Ignez Barbalbn Lilis Frlia.
Igual commuiiicarao se fez ao Exm. direrlor gcral
da inslruccao publica.
DiloAo mesmo, rerommendando, deconfnrmi-
dade rom o que deliberou a assernbla legislativa
provincial, que ministre cum brevidade as informa-
mos exigidas poV um tos membrns ta mesma assein-
hla no requerimenln que remelle por copia.-acerca
da quanlia consignada p, 11 lei provincial u. 320 pa-
ra os repiros da maliiz do Ouricory.
DiloAo nifino, roiiiinuu icandii que aulorisra ao
director das obras publicas a mandar comprar para
as obras a cargo d'aquella rcpartirao qualro arrobas
de zarcao > 7>0(M) rs. cada nma, qualro mil pregos
batel grandes a qualro mit ral' o miibciro, qualro
mil pregos caihracs a 39000 rs. lamhem n mjlh'iro,
10 crozas de parafusos a I.--I20 r*. a croza, c 35 bar-
ricas com cimento a HjOlKf rs. rada nina, livre de di-
reilos, sendo 25 para o tanque to dcposilo d'agua e
10 para a rampa da ra da Aurora.Ofllriou-se a
Ihesouraria de fazenda para consentir no despacho I
isenlo tle dircilos de S> das mencionadas barricas,
c nesle sentido oflicinu-se ao sapradio direr-
lor.
DitoAo rommandanle lio corpo de polir.-i, para
mandar apresenlar diariamente no tribunal dos ju-
rados, dorante a actual sessao, urna guarda coruposta
de mu nllicial inferiur c l: soltlados d'aquellp corpo.
Communicou-sc ao presidente do referido tribu-
nal.
PortaraMaullando adniillir ao servirn dn exer-
cito como voluntario por lempo de seis annns, o pai-
sano Cliristov.io Franriseo Angelo, qne percelier
alm dos venciineutns que por lei Ihe compelircm, o
premio de 309*000 rs.Fixerans-se as necessarias
cominonirares.
19
OflicioAo Exm. vire-presidente to Alio Ama-
zonas, acensando recpbidn o oflicin em que S. Exc.
commiinienu haver entrado ni administraran dVqnrl-
la provincia; por ler de seguir para a corle o Exm.
conselheiro Ilerculano Feneira Penna.
DitoAo memo, inteirandn-o de baverrm sido
enlrpciies osdonseicmpliircsda eiposirlo l'eila pido
Exm. conselheiro Ilerculano Ferreira Penna por
occasiaode entregar a S. Exc. a adminislracao
d'aquella provincia no dia II do correnle.
DiloAo Exm. presidente do Pianhy, acensando
recebidos dous exemplares da falla com que S. Exc.
abri a cssao ordinaria da assernbla legislativa
d'aquella provincia no dia 1 de jolbo di anuo
prximo passado.
DlnAo Exm. presidente do Para, dizendo que
com o seu oflicio de 2t de marro ultimo, receben 2
exemplares de cada urna tas rollerres dos artos dn
governo da mesma provincia nos annos de 1 S 1 a
1817.
DiloAo Exm. vice-presidente da I'arabiba, di-
zendo ficar rcrlo de ter S. Exc. lomado posse da
administraran d'aq ella provincia.por ler tic seguir
para a corte o Exm. Dr. Francisco Xavier Paes Br-
relo.
DiloAo Exm. marcchal rommandanle das armas,
enviando p-r copia o aviso da reparlicao da guerra
de :I0 de marro ullmo, no qual se derlara haver-se
concedido passacein para ollll." balalbao de, infama-
ra, ao furriel do meio balalho provisorio da pro-
vincia da Parahilia, Antonio Miguel lavares de An-
dradp, que tirar aggregadn em qiiauln Dio hoiiver
vaga.
DiloAo mesmo, remellendo copia do aviso da
reparlicao da guerra de 29 tle marco ultimo, pelo
qual se mandn lomar ao coronel Manoel Moni/
Tavares a maneira porque c viuria a cemmissao de eommandante das armas.
DitoAo mesmo, Iransinilliudo por copia n aviso
do ministerio da guerra de 3 do correnle, communi-
cando que,por inmediata p impernl rcsolueao de 21
de marca ultimo, foram reformados os cap Lies do
10." balalho de infanlaria Manuel Climacn de Sci-
xas Cantoso e Benevnulo de Sooza Marinbn.ambos
no poslo de majnr com o sodio il? rapiaes pela ta-
bella do I tle dezembro de 1811.Igual communi-
cacao se fez a Ihesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, remetiendo por copia o aviso do
ministerio ta guerra de 30 do correnle, do qual
consta que por decreto de 31 de ma-cn ultimo, foi
horneado instructor da prirneira elasse da escola tle
appirarao do exerciln, o capitn do l." balalbao de
arlilhara a pe, Juan Carlos de Villagran Cabrita.
DitoA o mesmo, inleirando-o* de haver, em visla
de sua informacao concedido 3 mezes de licenca com
encmenlo-, o alteres Joan Antonio l.cilao para
tratar de sua saude.Tamben communicou-sc a
hesoiiraria de fazenda.
DiloAo chele de polica, dizendo que pode dis-
tribuir por cada um dos sentenciados de que trata o
sen cilicio n. 238, duas camisas p tina- calcas remet-
iendo a competente corita para ser salasfeila.Com
miincou-se ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, recom-
mendando a expedicao tic suas ordens para que o
i ai,nman lauto do paladn Pirapama, receba a scu
bordo e transporte para o Presidio tic Fernando, 10
alteras reformado Jos Martina da Silveira, que vai
cumplir all a pena que Ihe fui imposla em conse-
lbo de guerra.
DiloAo mesmo. dizendo que pode comprar aos
machiuislas Starr & C, as chapas tle ferro de que
, trata o seu oflicio de 19 do correnle, visto que sao
j necessarias para as obras a cargo d'aquella rrparti-
r.lo.Cummunicou-se Ihesouraria de fazenda.
DitoAo dircelordo arsenal de guerra, declaran-
do haver o Exm. presidente do Rio lirande dn Nor-
te, fcilo sacar sobre a Ihesouraria tle fazen,la desla
provjncia e a favor dessa directora, uma|leltra de
3979330 rs., para pagamento das grades de, ferro que
foram por Smc. compradas aos machiuislas Slarr &
C para a radeia d'aquella capital.Transmiltio-se
a letlra mesma llipsouraria e respondeu-se.
DiloAo mesmo, recummendandu de runfnrmi-
datle rom o que requislou o Exm. presidenle do
Ceari, que faca aprnmplar com brevidade os orti-
gosde tan la ment, de que traa a portara de 21 de
marco ultimo afim, de screm enviados para o meio
balalbao d'aquella provincia.
DiloAo juiz tle dircilo de Pao t'.'Alho, dizendo,
que com o parecer que remelle por copia, do conse-
lheiro presidente da relacao, responde ao oflk-io em
que Smc. consulta seo juiz municipal d'aquclle ter-
mo di'vo contar para si dohrados emolumentos que
marcan alvar de 10 tle oulubro de 1755 para os
contadores.Igual ao juiz municipal de Olinda
acerca das nomeares de olliciaes de juslira para
servirem n'aquellc juizo.
DiloAo rommandanle dn corpo le polica, rc-
i-,numen,I.ni lo que, leudo sido approvado pela as-
semblca lecislaliva provincial,o parecer que remel-
le por copia, mande Smc pagar a Antonio l'ereira
tle Oliveira Barros," pela caixa dos fartlaineutos
d'aquelle corpn.a quanlia de 1215909rs. de que Ihe
he deverlor o mesmo corpo.
DilAujuz municipal do leimo tle Garanhuns,
declarando que, com a copia que remelle do parecer
do conselheiro presidenle da relacao, responde ao
oflicio em que Smc. eonsolla se os desmembraiiicn-
los que fa/.em as assemblcas pruvinciae- dos lernlo-
jius de um termo oa comarca pac constitnirem no-
Vos tennis ou novas contareis, prejudieam a pros-
rripc.io te 10 anuos para aquelles criminosos que
nunca mudando de lar Qcam entretanto par c> acto
da. a-semblas pcrlcnceu lo a oulros termos ou rn-
ruarras.
HiloAojnil de paz do dislriclo tic S. liento, ac-
ensando recebida e copia autheiilica que Smc. re-
mellen da tpialificacao d'aquella freguezia.
PortaraO presidente da provincia, conforman-
tlo-se roma proposla ile lente coronel enmmau-
diuilc do segando balalbao de infanlaria da guarda
nacional to municipio ,1o Brcjo, datado do t" de
marco ultimo, sobre a qual infnrmou o reapeclivo
commandanle superior emidlicjode 23 do dilo mez,
/-esolve nos termos do art. 48 da lei n. GOj de 19 tle
seierr.bro de 18.50, nomear para olliciaes dn referido
balalbao os cidadaos yguintes :
Estado maior.
Alfcrcs pmla banderraElias to llego Dantas.
1.a companhia.
Alteres -PetHer do llego Coala.
2.-' companhia.
Tenenle(iemniano do llego Couln.
AlferesAntonio l'prcira da (".nidia.
t.-' companhia.
I'puenle(".lemenlino Americo to llego.
AlteresManuel Benevides Albiitpierque.
li.' companhia.
TenenleJoaquim Bezerra da jilva.
segundo consta. A lei tas Ierra*, e os regulamen-
los expedidos para sua execorao devem ser esluda-
desedm toda* prudencia, porque muitas dassaas
disposiees u.io solfrein aqu a execucao que Ibes ca-
be cm nutras provincias, on | as rirrumslancias pe-
culiares sfl exlrcinamenle tITerenlcs. As leis 'de-
vem ser feilas para as localidades, e de oulro moda,
ou ellas licam puexequiveis, p mo as enfraquece,cu
lornam-se vrxaiorias, c enl.io scarretam sobre si a
odiosj.iadc piiblic,,. n desnioralisam-s'..
lie inqiieslionavel que .i sua coufecen presidio
IITERIOR.
I lyinel hores lesejos i(o enverno; porm oque lam-
Commiiuicoii-se ao. referido rommandanle- supe- j bem he incgavel he que au foram calculada-as
rior. rimimslanrias das luraliilades em que ella devia de
j ser cxerulada. A lei conlm disposiees asmis
' prolieuas-. mas a sua execucao devp ser acorupanha-
da ila mais severa prudencia. Felizmente o dele-
itado do director geral nesla provincia ;o Sr. Wil-
kens he dot.nlo de prudencia bastante, e conheee as
peculiaridades locaps. p sin da direilu a esperare
que llavera toda a suavidade na excrucao da lila
lei, e seus regulanipiitos, c qup mais se lancar.i
mo della como as vezes desgraciadamente aconta-
re. para fins parlirulares.
Miini-ipalidadc. A presidencia da cmara
desla capital r
  • vereador; se elle llxTcr alguma eniaqaeea, nao lere-
    nms nem gnardiiio tem fradesi D'esta cslatln tt-
    tongeirn poder-se-ha avali ir n accrln em que mar-
    chamos negocios municipacs.
    lia das o fiscal mandn por orden) sua 00 nao
    sei tle quem. apanliar quanlos porcos magros e nm-
    /denles divagavam pelas roas, e l os levou presos
    para a cadeia.Apparcceram mil irregularidades, al-
    gunas reelarnaces, mas tinal a porcaria fui ven-
    dida, porque nao houvequpm se d-nunciasse como
    dim r ti'clla para pagar a mulla.
    foubo.D'enire ns colonos,emigrados nu como
    qneif.im ileiinmni-i-lo-, que n ronde Rosvvadoxxski
    Irouxe esrolhi lamente con,-i- i da curte pnrpona do
    AMAZONAS.
    Baria 10 de marco de 1855
    I. t.avaco au etlitor.II. retirada do Exm. Sr. con-
    selheiro Pruna.III. rolonia militar.IV. n co-
    ronelOrtii, govprnador de l.orelo.V. rpgulamen-
    lust promulgados pela presidenra.VI. rrparli-
    rao das Ierras publicas.l.i das Ierras ele.Vil
    municipaliilade.Eslatlo da cmara da'capilal.
    O fiscal,e a porcaria:Vil. Bonbo.Alemaes Ira-
    ztlos da curie pelu cunde Bosxxaduxvski.1\. as-
    sassiualo rnnimellido pelo prclo (izemiro.\.
    conclusSo.
    Motivo', que nao lem explicacao plauivel obriga-
    rm-me porque nao usquiz runlrari'a inlerromper
    minli.i rorrespondencia ; mas resnlvi-me conlinua-la
    e procurare! ser musanle d'ura cm diantc, rclalan-
    do-lbe iniudariipnlp quanto tle bom e mo segundo
    meo hestiiulo por aqu for ocrorrendo.Commeca-
    re annunriaiido que lira esla provincia na orphanda-
    dp rom a ida do Exm. conselheiro Penna. Nao Ihe
    teco elogios porque elle os nao precisa; sua vida pu-
    blica, sua illuslracrn, e sua prohitladc luda pro-
    ra silo condecidos em todo o imperio, e rom e-pe- -overno, tem apparecidn a le. mis comliabilidade ra-
    cialitlade na provincia a ruja sorle conhe ser admi- i ''n- '""'"s para o libame.
    nistrada por esse tlistinrlo cdatlao. Siihstiluc-o por K,n ,,'a,l|c novembro passado uns tras ou^qiialro
    em quanto como I." vire-pre-idcnle o Exm. Dr. Mi-
    randa, eidadao assas conherido n'easa provincia, e
    digno tle encomios pela protlenria com 'qcc sella
    seus arios. ,
    Faco rolos, e he esta a esperanca de lodos o* A-
    mazonenses. para que o governo imperial, informa-
    do minuciosamente do estado desla prutinoia pelo
    00 representante xilalirio, que araba tle fazer um
    excellenle tirocinio de dous anuos, enxic para ella
    um presidenle,que menlo das suas uecessidades, para que nao Icnba de
    pcnler, rom grave prejuitodeprogresso que a aguar,
    ta, um ou mais anuos de noviciado. No aclual cs-
    lato tle cuu-as. ipiau lo o progreso moral e material
    marcliam a par, c kam romo que barrido esse enc.-.r-
    nicameiilo dos partidos, e que os embrulecia, nao
    pottespu ser lamenlatlo.siipporlar-spuin adminislra-
    tlor que tcnlia de x ir cshidar o tarai i i du]ijhilau- /:' !_ '/''' l"as Meadas moilaes ii'um-pnbrc nv
    te-.la provincia." e -na", ni'- -:!ades mnleriaese de ronvez; e sendo interrogado pelo Dr. rbefa
    maraes. Nao ser fcil, bem o conhero. enconlrai i polica, responden com muilos.iiigiiefrio.ilaiido razes
    muitas pessoas rom as babililares para administrar i frivolas.Heos se compadece da sorle que aguarda
    lesses Alleinaes rouli.ir.ini a um PeruanoFerrir
    no valor tic dous conloa tle ris: foram presos os
    ladr&as, e depositarios na cadeia; e ouvi ltimamente
    tlizer. que um d'clles esta cundemnado a oilo annos
    tic prisAo.Bis em que den a habilidadc do profet-
    .ionista.
    L'm oulro ferio u eu cnmpanheirn, e por essa Ai-
    Ilidade l e acha na cadeia pronunciadoespe-
    rando pela reuniao to jmv Oulrn, que era o fei-
    lor nds obras publicas, espancou um guarda nacio-
    nal, c por isso tamhcm l foi para a cadeia. Se a
    im'iiidade. i\c laes prftmontttu continua a paten-
    tear-sc por esla furnia, ler-se-ba tle v-loa todus h-
    bil nulo a easa do Pedro-mo,
    (IXMUUUO.No tlia 8 tlesle um negro vc'ho tle
    !') annos de itlaile talvc?. chamado (".asemiro, deu
    Ir.iiroeira; e prcmedilailaincnle, a borda do xap- r
    moco
    'de
    rom proveilo esla provincia, porque leudo de tratar
    com as nares liinilrosfcs, e de lular com a falla de
    pessoal idneo para o exercrio tle muilos cargos.
    alem ti? viverquasi ii'nin isolamenlu, precisa ter mul-
    ta prudencia, bastante resignacao, e conheccr as ne-
    eessidades mais vilaes, para inlo perder lempo, qup
    be precosissmo.
    Colonia Man,A posie.io d'csla smenle de
    pro-per i,la,le que acaba de ser laucada cm nm lerrc-
    no fertilissimo, c bandado pelas aguas do Kio Negro
    c Amazonas, nois est na confluencia desles immen-
    sos, ricos, eaprazives rios. be a melhor que se pode
    imaginar; creio que oulro com lautas e 13o xanlajo-
    sas proporc'S nao sera fcil de cnenntrar-se, nao i
    obstante ser o Amazonas a,b.....lante de lugares os
    mais encantadoras poaveis. Keune aciualmenle
    cerca de cera engajadosporlugucze-, e bespaiihes;
    ja ronlein muitas casas tle palha; c apezar das dif-
    ficulddes com que aqu lem de lular qualqucr que
    emprehende algum melhurameulo. va dando c-pe-
    rancas.
    lia puiro lempo porm desvaneceu-se um peque-
    nndislurbio, que genios malvolos I endonaran) ri-
    menlar cnlrc os incautos eotonoS,e que havia-se ma-
    nifestado de um mudo imprutlentc ; c suppe-sa de
    urna vez exterminada r*sa falsea de discordia lan-
    cada adrede, com a prevenrao da autoridade publica
    que iiiimedi.llmenle, e ante- que lao perniciosa la.
    baretla. lavrassc iitlerveio.
    Os autores dessa malignidade lerorie reruarde
    seus projeclos insensatos, nu de prcn descoberlos, e
    perseguidos ron loda a eneigia da lei.
    He porm precia loda vigilancia, e o empregodp
    urna administraran regular, que satisfaga corliplcla-
    menloa necessiiladas da colonia. 0 clima he o'
    mais saudavrl possvel, as ierras terlilissimas, o paz
    ibnndanle ; mas nao rallara esprilos mos que Ka-
    preso arharn dispostos a srmear a cizania : convm
    nao deixar a colunia sem um adminislrador proprio,
    inlellscnlc (porque sem iulelligencia nada se pode
    fazer tle til e em quem os seus hahlantcs possam
    confiar.
    Do Peni nada sei, nem de Venezuella, porque
    mo lem ullmamonlc rlescido rommuiiicacao algu-
    ma. lie porm tic presumir que ambas essas rep-
    blicas, rom quem confina esla provincia, e ha rela-
    mes commerriaes, nao sofTram abalo algum que
    pean tocar-nos.
    J que fallei no Per releva dizer duas patarras
    sobre o coronel Orlz, governadnr geral poltico c
    militar do lltural tle l.orrlo. Se se livesse de julgar
    dn cararlcr, iulelligencia e muralidade deste coro-
    nel pelo que indiscretamente alguns individuos pro-
    palad, seria elle considerado como um dos bomens
    de senlimeetoa os mais ignobeis, que imaginarse po-
    de ; mas. a verdade devo dizer-se sempre q uc ella
    be necessaria. O cironel Oiliz se nao lem urna n-
    telligenria lina, se nao possue vastos conhecimcnlos,
    he lodavia iuii militar honrado, e de milito bom
    eensu, cunilesccndcnte, polidn e rcspeiladur dos rii-
    reilus alheius. 'ludo o mais que delle se di--er.n,io
    passara de embu-lice.
    Acabara de ser publicados tlous excedentes
    regulameutus. um para a administraran da razenda
    provincial, c oulro rcorganisando a sccrclaria do go-
    verno. Sao obras tle medilarao profunda, e de se-
    cando oslado do Exm. Sr. Penna. Deas permuta
    que us enrarregadus ta execucao dti priineiro des!
    esle infeliz, e lenh.i no lugar tos bemavenlurados
    a alma dn paciente, que succuinbo l(i horas depois
    de ler rerebido os feriincnlos.
    Vou concluir. A respailo de gneros alimcnli-
    riu.s, c-l;i islo por c.i inispravclmcnle. ltiisla.
    0 Seu ele.
    U.F.
    Treze tle Maio.}
    PAKAIIIBA.
    Discurso quene nnilede 11 do correnle abril, foi re-
    rilado peranleo presidente da peoinda o rixm.
    Sr. Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo, pororca-
    SiUO do baile olforerido au mesmo Exm. Sr. pelo
    corpo tlocummercio da capital da I'arabiba.
    Illm. e Exm. Sr. Foi clicio do mais ardenle
    jubilo, e ilo manir ronleutameiiln que o corpo do
    eoromereia desla capital resolvee manifestar i V.
    Exc. os justos sentimeiilos de gralidio, e reconheci-
    ineulo, de que se acha possuido, pelos importantes
    lieiielicios. queha rerebido dajusla, enrgica, e pru-
    tlenle adminisiracrio de V. Exc, no curio periodo
    que esla pro-intia lem lirio a fortuna de ser-por V.
    Exr. presidida. .
    A idea ha milito inspirada, por V. Exr. animada,
    e alinal desenvolvida, ta crearan tic um banco ne capital] que facililassc as Irainaeces, e animaste a
    agricultura, p-se bem tao aprcciavel, e nico capaz
    tle Irazer ao rommercid o deseiivolvimento de avul-
    ladas rapilac-, de cuja filia muid se rime litis, nao
    podia ser recebida cum iiidiffereiiei e tibieza : por
    tal motivo, Exm. Sr.. o corpo do cominercin servio-
    se da prsenle eeeasiao para Icslemunbar V. Exc.
    d.ipplanso, e geral eulhusiasmu com que foi por el-
    le acomida Uo feliz dea, e se ufana de poder asse-
    verar a V. Exr. sua cooperarlo dentro do circulo de
    suas posibilidades.
    Levado por tanto desles senlimentos, o corpo com.
    mercial desla capital resol vou dar V. Exc. urna
    prova do aprern, c subida cousiderarao que Ihe me-
    rece a coadjuvacao, quo V. Exc. Ihe. ha prestado; e
    nenhum oulro meio julgou mais apropriado, e si-
    gnificativo de sua gralidaO do que a presente reu-
    niao, que evclu-ivamenle levo a honra do dedicar
    V., Exc.
    Sem mencionar os importantes.. e repelidus be-
    neficios, que a provincia, ha de V. Exc. rerebido
    nos diversos ramos do publiroserviro, por versaren
    sobre objeclos alheios ao commerrio. mas que nem
    por is-o dcixam de ser por elle apreciados, o corpo
    commercial limita se a dar a V. Exc. esta prora tle
    sua satisfacao c reconbecimento, cnnlando que V.
    E\c se dignar le acolder benigno es since-
    ros votos de cordial gralidao, da elasse que leve
    a honra de reunir-sc boje pnr motivo I5u plau-
    sixel.
    Nao pode o cnmmerciu, Exm. Sr., cm lao solemne
    occasiao, deixar de manifestar anexar que Ihe can-
    sn a indicia da prxima partida de V. Exc. para a
    erle, alim de lomar parle nos Irabalbns rio corpo
    legislativo, do qual he V. Exc. digno meinbro, nn-
    licia que se por um lado Irouxe ao cnmmercio subido
    prazer por dar o rievido peso a alia e importante
    funecao que V. Exc. vai exercer, por oulro
    porm o dola mergalhado em profundo des-
    goslo, quando coulcmpla a tonga ausencia de lao
    solicito admini.lrador : e coiiiquanlo reconbeca no
    digno subslitulu de V. Exc. as melhurcs disposires
    arlos se roiiipenelrcm das vistas com que foi elle I em i""1 ,Ux P^vincia, e dos seus mclhorainenlos ;do
    promulgado, pois rene um complexo dedisposimes
    asmis adequadas;"tsnecessidades da arrecadacSo,
    eseriploraguO, adminislracao dispon lio tas rendas
    da provincia.
    Ileparlirtlo de lenas publirar. Puncas "
    por ora as operaces desla reparlicao.Ao une loca
    EM inspector geral das medicues, nada ha cnuiecario,
    alm deiim pequeo rccnoberimenlo fcilo as Ier-
    res concedidas a companhiaNavegacao o Cnmmer-
    cio do \maziinas; porque iicni ha aqui o pessnal
    preciso para os trabalhos do mallo, nem o agente da
    dila companhia leminstrncraes para concorrer com
    as de-poza- que nao sao pequeas, que. segundo as
    ordens que o governo imperial lem para aqu expe-
    dido, devem sor pagas por ella,visto ler de comp-
    rar os ti aballis i|a* medirnos pela demarcaron ,1a-
    quellas Ierras. Oque parece he, que nada de real
    se poder por cmqiiauln esperar :o lempo mostrara.
    A repartido especial esl por ora em nina tas
    salas do palacio, c seus Iralulhos sau rou poucos,
    que lem dado nao equivocas prnvas pnr mais tle
    urna vez elle implora Divina Providencia pela
    -aiide de V. B\c, c ctmla que ciunprida a missao,
    que o vai separar dos Paralubanos. salisfeito vtdlar.i
    a proseguir na obra por V. Exc. encelada.
    Sao csics. Esm. Sr.. os (puros e arrenles voto? da
    'Uiporae.iocnuiinerrialda I'arabiba, o. nnaet \ Etc.
    -c dignar de receber, e Considera-loa como .. mais
    viva cxprcsso da leal, c firme tledicanto ao ben-
    fico governo de X. ElC.
    rERYlMBIM
    AS8EMBLEA LEGISLATIVA PRO-
    VINCIAL.
    Ccsi.io' em 17 e abril de 1855.
    I'reiidenria do Sr. Harn tle (nmaragihe.
    A's II 'j, feila a chamada, acham-sa prsenles
    -*>- seiihores rieputados.
    O Sr. Presidente abre a sessao.
    O Sr. ." Serrelario l a acia da sessao antece-
    dente, que be spprovada.
    OSr. i. Secretario menciona o seguidlo
    EXPEDIENTE.
    Cm nllicio do Sr. riepulatln Aprigio Justuiian i da
    | Silva liiiimaraes, participando que, por se ochar in-
    rommndailo .tlexa rie comparecer a csia'asscmbrea.
    'Intcirada.
    Oulro do srrrplario da prnviiiria de Amazona', re-
    I rnellendo a esla assernbla tinos-exemplares mpres-
    , sos tlaexposieo (eila pelo Exm. presidente daquella
    : provincia, llerculanu terrena Pena, na occasiao de
    entregar a adminislracao da mesma provincia ao 1.
    vice-presi denle no dia II de marro prximo passado.
    A arrhivar.
    I"m rcqnermenlo de Ilenrv tiibson c Manoel de
    Itarros Brrelo, em que se ollerecem i esla a-cm-
    Ma para fazer a illuminac.ui desla cidade gaz, pe-
    lo preco de ISO rs. por cada um romhustor oo bico
    de gaz.A' commssao de commercio, agricultura e
    artes.
    Oulro de Manoel Thomaz de Albuquerque Mara-
    nbao, arrematante to (li.o e." laucos da estrada de
    j Pao ri'Alho, reclamando que j havendn enlrpgario o
    I"' dos lanens, exigi da Idcsmiraria a importancia
    :!o preco.regolailas as prelarps. mas nao leudo sido
    alleiitlido. ven pedir a esla assernbla que declare o
    arl. :l!t I i lei u. *jsii. fazendt, sobresahir o seu ge.
    uuiio e losiro senlirin.A' rommiiso tle legisla-
    ran.
    Oulro de l.uiz da Silva Marques, arrematante rio .
    imposto de (I pnr cento sobre as aguas ardenles do
    consumo, pedindo que pnr um aclo legislativo seja
    dispensado de pagar a quanlia tle :): I "SUN) rs., que
    deixou rie entrar para a Ihesouraria provinrial, em
    virlude de ser-lhe a fazenda provincial devednra da
    qu.inlin de .iVs'i-si'm rs.. de don- annos decorridos
    do abale concedido por esla assernbla cm visla do
    arl. .Vi da lei n. :H6 de 1(i rie maio de 1KS, qoe o
    npplicanlc deixou de receber por nao haver qaola
    marcada. A' commissau de orramenlo previn-
    cul.
    He litio c adiado oseguinle parecer:
    tt A coinmissao tle fazenria e obras publicas a
    quem foi remetilo o requerimenlo to tenenle-co"
    ronel JoJo Vieira de .Mello c Silva, pedindo lima
    indeinnisacn pelos prejui/os que solTrera na obra do
    acude rieCaruar, que arrematou, nao porienrlo-en-
    Irar na apreciaran ilo rirrcilo do supplcanle, por se
    basear em documentos que se arbnm juntos a nm ou-
    lro requerimenlo que elle suhmetlru ronsirfersco
    tiesta assernbla o anno passado, c desappnreccra, e
    nao qurrendo por esle nconlcrimenlo, de que nao lie
    elle empalo. prejuilira-lncnesse seu tlireito, So de .
    parecer que seja o governo anlorisailo a cqneeder ao
    sopplicante, era vista tas prnvas que elle prodoair,
    urna inriemnisacao razoavel, pdrienrio fazer a dospe-
    za para o eu pagamento pela consignaran das evcii-
    tuaes ta lei tU> ureamenit vigcnlp.
    tr Sala das conimis-oes 17 de abril de IfyV. Jote
    l'cim da SHra.Scino Cmtmlranli 4* .illmgutr-
    i/ae.Manotl Joaquim Cnrmira ta Cunlm. A".
    lapltael de Mello llego, vencido.
    lie lida c appruvada aredareao to scguillte pro-
    jcclo :
    A assernbla legislativa provincial 'de Pernaro-
    buco resolve :
    tt Art; nico. Fica o presidenle da provincia au-
    lorisado a conceder a jublaraoaSalvador Delinques
    de Albuquerque, prufessor tic inslruccao elementar
    ilo segundo grao do art. o I do regulamcnlo de 12 de
    maio de 1831 : revogada qualqucr disposicao em
    contrario.
    ti Paro ila assernbla legislativa provinrial de Per"
    nambucu Kidc mato de !8V>..tpiig't (uimaraes.
    Manoel Clemenlino.
    ORDKM DO DIA.
    Prirheira discasso do prnjerlo n. 3\
    A assernbla provincial lecislaliva de Pernam-
    buco resolve :
    Arl. 1" Fica concedida a Arscnio Fortunato da
    Silva a quanlia de um cont c ilozenlos mil
    ris por espace re dous annos, afim de que o mes-
    mo possa ir a Itoina concluir os seus eslmlos arlisli-
    cos.
    Art. i. Fica o governo aulori-adr a relebrar
    con o concessionarin um ronlrato.em que sejam re-
    guladas as suas obrigares para com a provincia.
    Ait. 3. Ficm revogadas as disposrjues en na-
    Irario.
    Sala das sesses 16 de abril de 1853. l.uiz
    Filippe.Sigiieira Caealranli.ICpaminomlas de
    Mello.Augusto rito.F. C. frando. *
    De approvado.
    O Sr. l.uiz Filippe reqner a dispensa rio inlcrsli-
    cio que Ihe be conredida.
    Entra em priincira discnssSo o orcamenlo munici-
    pal e be approvado.
    3.* discussaodo projecto n. 9 que approva o regu-
    lamento do cemiterio.
    O Sr. Mello Reg faz algiiinas consiilcraccs acer-
    ca rio arl. 2") do rcgnlameriln, parecenrio-lhe ronve-
    nienle substituir as disposiees to mesmo artigo pe-
    las do regulamcnlo do Sr. Souza Ramos, relativa"
    mente ao prern das catacumbas perpetuidade ; vis-
    lo como," quanlo mais baixos forem laes preros, mais
    facilitado haver na acqmsieao dos terrenos, facili- s
    tlade que pode dar cm resultado tornar nm dia o ce-
    miterio propriedarie de parlirulares. Se os terre-
    nos perpetuidade, observa o orador, sao urna con-
    ressao l'eila vaidade, c as fausto dos homens. quem
    quizer sustentar essa vaidade que pague caro, o que
    nunca acarrclar o risco tle ser um dia o terreno do
    cemilcrioabsorvitlo pelas arquisimes rios particula-
    res, pelo que he evidente que csnvm difficnllar taes
    acquisices. Tal parece ler sido o fin do regula-
    mcnlo rioSr. Souza llamos nessa parte, e poi isioo
    orador manila a mesa a segaintc emenda :
    Va mesa e he aproada a seguinle emenda :
    tt Suhslilua-sc a parle do arl. 25 rio regulainenlo
    relativo compra das sepulturas perpetuidade pe-
    lo arl. I rio regulamcnlo de IV le fevereiro de
    1851.Mello llego, b
    Encerrada a riicusao be o projeclo approvado e
    regeiiada a emenda.
    Enlra em segunda discusao e he approvadc sem
    debaten projcrto.n. 11, sobre a companhia cestera
    de navegacao vapor, sendo approvado um requeri-
    menlo pedindo a dispensa do intersticio.
    Sao approvadas em primeira discussao as postaras
    de Nazarelh.
    Segunda discussao do projecto n.13, sobre o Inler-
    nalo.
    Vao ii mesa as egnlntos emendas :
    Supprima-se a ultima parle do arl. 7R tlcsrie as
    palavr.i-assim tomo as de (luianna, al a pala-
    vraIguarass.Silt'no Caatleanli tle .tlbUyuer-
    que,
    a Supprimam se no S II du parecer as palavrat
    e accrescenle ale o lim. Mitra llrnrique*.
    o Aoarl. 25depois das palavrasque se habili-
    taran de novoaccresccnlc-sc -- volunlariamenle.
    S. It.Castro I sao.
    tt O professor de desenlio vencer o ordenarlo de
    raWsilOO rs., e IO1J5OOO rs. de gratilicacao. Jpte
    Pedro, n
    Emenda addiliva :
    o Aecrescenle-so ao art. 27 o seguinle: -
    o Para osprofossereii adoaes que nao se habilila-
    reni na frm.' t|ple regnlameulo. ser de 12 anuos o
    prazo do exerricio preciso para concessao da gratifi-
    caban mencionada no arl. anterior, c esla nflo sope-
    riur a quarla parle do seu ordenado.

    !
    MUTILADO


    2
    DIARIO DE PERNAMBUCO, ERQA FIRA U DE 1BR A' legunilii parle do art. 28 accresrcnle-sc o se-
    guinle : E do 13 para o* actuaos professores que
    nao se l,..lnllarern na forma deslc regulamenlo.
    I Fica supprimiila a cadeira de obslrclicia eslab>-
    lecida tiesta cidade, e o presidente da provincia au-
    torizado a jubilar o respectivo professor, levando em
    cotita o lempo de ejercicio, que leve na cadeira de
    pin sica. Quando o 1> nmasio apresentar lucros,
    crear-sc-ha mais urna cadeira para o ensino das
    sciencias naluraes.
    No ai i. \1 illiininera-se s palavras anteriores
    as segrales SerSo admitlidus no Instituto. S.
    K. Manotl Clementino.
    O Sr. 'rndenle,: Como o que est em discus-
    sao he o arligo da commissao,as emendas que se nao
    referir,.-! a elle, serao consideradas como arligo ad-
    dilivo e submetlidas a considerado da casa, depois
    de approvado o projeclo.
    O Sr. Siciiio faz- consideraces em dctallie sobre
    o parecer da coiiiinissjn de inslruccao publica, com
    referencia ao rel.iiiiehlo do Gymnasio, mo-lra a
    falla de pryporcioualidadc eiilre o ordenado do di-
    rector da itistrucrao da provincia, e a do regedor do
    (jynnasio. assim como entre os de varios professores
    deste eftabelecimenlo : diz que a commissao acei-
    tando o Gyromisio negou-lhc todavia certas condi-
    ees de existencia: assim restringi a mera insigni-
    licancia, os ordenados j bem iiiesquinlios-dc algy-
    mas cadeiras, reduzio o esludo de uniros a ligeiras
    nores, e aralmu supprimindo o ensino da lingun
    italiana, admiltindo a msica, quando se sabe que a
    Italia he o paiz elstico da msica, que be la que
    existem os grandes maestros, e que a lingua italia-
    na he qna exclusivamente a liugua musical. Faz
    varias rcflcxOes para provar a- impossibilidade de
    aproveilamento por pjirte dos alumnos de tantas ma-
    lcras aglomeradas no slricto esparo de sale annos :
    diz que o nosso clima ardente, como he, nao per-
    mille ajima creanca fazer convenientemente o cstu-
    do de seis esele materias por dia, pelo que he o nos-
    so clima o primeiro antagonista do progresso do
    Gymnasio, como eslii planejado: accrescenta que
    no caso mesmo de que se divida, e se atenu o esln-
    du, nem por isso deixaro de liavcr grandes incon-
    venientes, como sejam o da distraerlo multplice
    de uns estudos por oulros, e dabi a falla de goslo ua
    aprendizagem, o. esquecimento das materias csluda-
    das, etc., ele.
    l'assando a justificar a emenda que mandou i
    mesa, em que consiznou a idea da conservarlo das
    cadeiras de laliui, que existem em differcutes co-
    marcas da provincia, censuruo que a comiriissao de
    inslruccjo publica desse o seu parecer no sentido
    da cxiincru das cadeiras, indo desl'arle de encon-
    tr ao principio civilisador da disscminacao da ins-
    lrucc,Ao, eao mesmo lempo tirando aos pas de fa-
    milias pobres o ultimo beneficio da inslruccao se-
    cundaria, que podia reverter em favor da educacao
    de seus filhos : moslrou as grandes vantagens que
    podem resultar do ensino local, e a impossibilidade
    em que estao as pessoas menos abastadas dos dife-
    rentes puntos da provincia, de mandar os seus filhos
    para o Gymnasio : disse que em pocas muilo mais
    atrazadas, alm das cadeiras de latim que existem
    boje, e que se quer extinguir, bouve na cidade de
    Goianna urna cadeira de philosophia, e se nao se en-
    gaa, lamhem urna do rheterica, e que boje, que se
    diz que vamos marchando as vas do mais alenta-
    do progresso, Irala-sc de circumscrever-sc o esludo
    secundario a um poni, e colloca-lo debaixo de
    condirocs laes, que de nada pude aproveilar aos
    que mais necessilam_ dos eslabelecimentas pblicos
    le inslruccao; e conclue pedindo que a assembla
    em seu patriotismo se compenetre das razoes que
    expendeu, cque ueste sentido -ole pela sua emenda.
    O Sr. Meira : (.orno se plerccessem algumas
    emendas ao parecer da commissao e e nao pude
    prestar inuita allenrAo, desejava saber se alguma
    dolas be no sentido de reformar o paragrapho que
    altera o ordenado das professoras em relaco aos
    professores, cuja igialdade foi destruida pela roin-
    inissao, c por isso peco ao nobre primeiro secretario
    baja de inandar-nic as emendas que estao em discus-
    tao. (I.e e prosegue.l'Seiiliorc", se nao sou muilo f-
    cil em npoiar o. augmento de ordenados, lamhem o
    nao sou cin reduzi-los, principalmente, quando cssa
    i educan he em desfavor de individuos que se oceu-
    pan em instruir a mocidade. Assim, pois, nao pos-
    to mesmo saber qual a razao, porque a'nobrecom-
    niissao entendeu que devia tirar ao ordenado das
    professoras 10(0, fazendo assim una diflerenca alias
    bem sensivcl enlre o ordenado dellas e o dos profes-
    sores; nao sei mesmo, quala razao qucjpodesse auto-
    litar semclhanle medida. Ignoro que um professor
    lenha mais trabalho do que uina professura, anles
    pelo contrario me parece que um professor tem tai-
    vez menos trabalho; porque as professoras alm da
    leilnra c escripia tem obng.iouo de ensillar a coser,
    bordar e fazer os serviros e Irabalhus proprios para
    esse ensino, preparando os bordados, as cosluras.seus
    modelos, etc. Portante,, eu nao nosso prestar, meu
    voto em fa\or dessi alleracao feila pela commissao,
    e se me nao engao, occorre anda em apoiu de mi-
    nha opiniao, que pelo regulamenlo de (831, ou ou-
    Iro an|erior, segundo sou informado, lemp liduve
    cm que as professoras linliam al um ordanado su-
    perior ao dos professores, e o regulamenlo de 1831
    veio (salvo o engao) equiparar esses ordenados.
    "Essa medida me parece justa, mas reduair o ordena-
    do das professoras que no estado cm que j se arlia
    nao se pode considerar etcessivo, nao se pode con-
    siderar lalvez, follando rigurosamente, salisfatorio,
    he o que eu nao posso approvar.
    Demais.ao passo que a commissao reduz o ordena-
    do das profcoras, augmenta-Ibes o trabalho, por-
    que apoia ds arligos do regulamenlo que sopprime
    as ferias as quinlas-feiras, e dispe que as ferias do
    Natal comecem desde 20 de dezembro at 6 de Ja-
    neiro, ludias smente; porconsequencia augmenta-
    se o lempo de trabalho, lira-se um dia no meio da
    semana, alias um dia de descanco que as professoras
    reservavam para os seus servicos preparatorios, -pa-
    ra os seus modellos de bordados, riscos, ele. Por
    conseguinte este augmento de trabalho anda cen-
    cerro a provar quanlo loi injusta a commissao'di-
    . roinuiudo os ordenados das professoras.
    (Ha um aparte.
    OSr. Meira: Nao sei mesmo como se pude em
    lao curto esparo de lempo, em Ib dias, gozar do
    descarieo, para que de ordinario sao dadas as ferias,
    c ao mesmo lempo (rabalharem as professoras em os
    exames que se lem de fazer as aulas: as meninas
    r.i/eni exames, e como he que cm 16 dias lio de ler
    lagar esses exames e sobrar anda lempo de descan-
    so para s professoras?
    I m^r. Deputado :O direclor da inslruccao ha
    de regular i-s0.
    t Sr. Meira :O regulamenlo .nao dii esse ar-
    bilrin.
    o Sr. dcmenlino :D, pois nao.
    t Sr. Meira :O regulamenlo marca apenas os
    das que lem de ser feriados, islo he, de 2o;de de-
    zembro aj de jaucro.
    t Sr. Ctemenlino d um aparte.
    O Sr. Meira :Se ha disposirao.por forca da qual
    us exames devem ser feilos antes das ferias, cu me
    callo.
    t Sr. Clrinentitw :Nao tic islo.
    O Sr Meira :Nao he'? Pois enlao queira dizer
    qual he o lempo, porque me parece que nao ha ou-
    tro, e os exame sempre se faenan depois do encer-
    naaento das aulas; nao vejo disposiro contraria no
    regulamenlo, nem o nobre depulado o allernu nesla
    parle. Porlanto, se as professoras ficam mais Si>-
    brecarresadas de trabalho, lem mais i dias ulcis
    pelo menos em rada me*, porque o mez tem t se-
    manas, as qnaes se liram as quintas feiras; e co-
    merando as feria- pelo regulamanlo anterior no dia
    8 de dozembro, e terminando a (i |de Janeiro, quasi
    um mci, o regulaniento actual suprtate nada me-
    nos de 12 dias.
    I m Si. Deputado :Fo urna das eoosas boas que
    ellefe'.
    O Sr. Meira :Nao sei se ronvem cs-c service
    lao atropelado.
    OSr. Clemenlinn :Em instru rao elementarimo
    ha atrpelo.
    OSr. titira iNeslc sentido poi-, en nao posta
    deixar de negar meu vol ao parecer da esMunbaio
    nu parle em que redas o ordenado das evofetterat,
    O Sr. 'lcmrnlino :E no mais'.'
    O Sr. Meira :J fallci sobre algiins pontos, por
    cAemplo a rcspeilo do arligo 78, com referencia a
    supprcsso das cadeiras de lalim.c os seus respectivos
    professores, virem para o intrnalo ou tornarcm a ir
    exercer as tkaa cadeiras.
    O Sr. Clemenlinn :Mas no geral vola por elle?
    O Sr. Meira :En anda nao sei, e quero ver de-
    pois de lanas emendas, de lanas modifiracOes, a
    pois de ver qual o resultado dessas altorac,oes, que
    devem apparecer em consequencia dfcs emendas que
    forein ou nao approvadas, he que bem posso resol-
    ver se devn ou nao pre.tar-lhe o meu voto ; bem
    que lonlia bons desejos e disposicoesa rcspeilo delle,
    salvas as observa(cs que lenho feilo na discussao.
    O Sr. Clemenlinn :(Daremos em oulro numero.)
    OSr. Sihino :(Daremos cm oulro numero.)
    A discussao fica adiada pela hora.
    ( .Sr. Prndenle designa a erdrm do da e le-
    vanta a sessao.
    Discurso pronunciado pelo Sr. deputado Dr.
    Francisco Garlos Brandao', na sessao' de
    14 de abril.
    O S. Brandan : Meus tBBhores, esla cmara
    vio que quando me levanlei para fallar a respeitodo
    projeclo em discussao, su liveaem vista ohler iufor-
    maees do honrado memhro que araba de senlar-se,
    porque, scndo*clle o chefe da rcparl;ao por onde
    pa-ain 01 dinlieiros da provincia, cercando o csta-
    belerimenlo do Intrnalo urna despera, como o pro-
    prio relator da commissao reconheceu, eu desejava
    saber se com elTeito o estado da Ihesourana poderia
    supporlar essa despoza : enlao declarei que tnlia
    boas disposices a respeilo do eslabelecimenlo. disse
    que como que arrastado pela belleza, pela forniosura
    do seu plano, e linalmenle, que eslava propenso a
    dar o meu vol em favor do Intrnalo, mas que que-
    na saber se o eslado dos cofres pblicos era i.il que
    podesse comportar a despeza que csse cslabcleci-
    menln devia crear, e para isso liuli.i en urna razao,
    que era a seguinle : tratando-so aqu da rreacao de
    algumas despezas, e de ccrlas necessdades, que cu
    reputava palpitantes e do primeira ordem, como a
    conslruccao de acudes em lugares onde os povos nao
    (em anua para beber, o honrado memoro inspector
    da thesouraria, levanlara-se e declarara expressa-
    mentc a casa, que n3o era possivel admittir-se essa
    deepea, visto como a receila j eslava compromelli-
    da ; e por mais que se Ihe fi/esse ver que essai obras
    eram indispensaveis, eram reclamadas palas neces-
    sdades de cerlas localidades, que os individuos que
    hahitavam essas localidades lamhem pagavam impos-
    tes, e por conseguinte tinham o mesmo direilo que
    os outros guiaren] dos beneficios pblicos, o hon-
    rado memhro fui inexoravel declarando terminante-
    mente, que a receita eslava loda distribuida, e que
    por coiiscguinlc nao se podia mais augmentar a cifra
    da despez.
    O Sr. Joti Pedro: O nobre depulado quera inlro-
    duzir essa despeza na consignaban de 200 contos
    j;i compromettida pelas obras designadas pele pro-
    jeclo.
    t) ,s>. Brandao :Ncssa occasiao V. Exc. nao fez
    esla explicaran, disse apenas que a receila da pro-
    vincia j eslava distribuida pelos diversos ramos de
    servicos.
    O Sr. A/>Ho Reg : E se n.lo cabia ah, menos
    em oulra paitp.
    O Sr. Brandao :lie verdade.
    O .Sr. Jote Pedro :Cumpria enlao ao nobre de-
    pulado decrelar novas obras.
    O Sr. Brandao :.V. Exc. declaroii .que nao ha-
    via mais fundos, que todos estavam j compromet-
    tidos, eslavam ja destinados.
    OSr. Jof Pedro : Na podia dzer scmelhanle
    consa.
    O Sr. /.acerda :Rcceiava um dficit.
    O Sa. Brandao : Acrescenton que, segundo o
    projeclo apresen'.ado pela commissao deque V. Exc.
    he membro, receiava um dficit no exerricio i'uturu,
    e porlantohem v a casa que eu linha razao,e razao
    de sobra para procurar saberse, n.lo obstanlc aquil-
    lo que o nobre depulado havia dito,! Ihesouraria po-
    dia supporlaressa despeza : coiiscguintemenle elle
    deve ver no chamado que fiz de sua pessoa- para es-
    la discussao nao urna cerla malignidade, como me
    disse cm aparte, mas o desejo de fazer com que una
    quesUlo deslas seja esclarecida, pois que quero dar
    o meu vol com pleno ennhecimento de causa, para dos socorros pblicos deve ser sagrada,
    que depois se n,lo diga que cuncorri para creacao de
    despezas superiores aquellas que a provincia pode
    fazer,
    l'orm, Sr,. presidente, notei que o honrado mem-
    hro, como que se maguou por eu ler procedido dcs-
    ta mancira.
    O Sr. Jote Pedro :Nao ha tal.
    O Sr. Braitdao : Nolci mesmo. que elle como
    O Sr. Brandao: Nao, senlior, ulein desla
    apontou oulras ; V. Exc. classificou em primeiro lu-
    gar o progresso da renda da provincia ; em segundo
    a receila do 0\ mnasiu.e por ultimo a melhor dislri-
    liuic.Mo da renda, de-que Ira larri especialmente, e
    na occasiao opporluna.
    Mas a cmara bem v que ludo islo he hypollieli-
    co, e eventual, para nao dizer imaginario....
    O Sr. Clementino : A melhor dislribuicao do
    crdito ?
    O Sr. Jos Pedro : Isso n,lo quer elle aceitar.
    O Sr, Brandan : l.ogo me orcuparei da nic-
    Ihor dislribuicao da renda, por orate Irato deslas
    duas primeiras fonles de receila, que o nobre depu-
    tado meuciouou.
    O progresso das rendas, todo o mundo sabe que
    pode ser que cxisla e que deixe de existir ; pode ser
    que por circumstaneias extraordinarias, a receita do
    exercicio fuluro seja menor do que a do correle, e
    creio mesmo que deve liavcr milito rereio de que a
    randa diininiia, porque he fora de duvida que as
    fonles de pr.xluccao enlre mis nao eshlo em muilo
    bom estado ; sahe-se que, por excmplo, a es-
    cravalura nos vai fallan lo, c que reduziudo-se por
    esle modo o numero dos bracos, nccessariamenle os
    grandes proprietarios bao de solrcr, bao de produ-
    zir menos do que produzem actualmente, sendo que
    dabi resultar como consequencia infallivel ao me-
    nos nos primeiros anuos a diminuicao da renda, pois
    que ale boje nao se applicaram meios pura preen-
    cher o vacuo que a morle, c a exporlacSo dos escra-
    vos vao deixando em nossa agricultura : porlanlo,
    nao acredito como (azem os nobres dcpulados, no
    augmento da renda.
    o Sr. Clemenlino :Esla sceplico de mais.
    O Sr. Brandao : Pode ser o V. Exc. est ren-
    le de mais.
    O Sr. Clementino : Nestc poni quercrei sem-
    pre ser renle.
    O Sr. Branilo : E eu sou um pouco mais po-
    sitivo. A oulra parle da renda lembrada pelo hon-
    rado membro, relator da commissao, lamhem me
    parece muilo rallivel em seus resultados, porque te-
    olio como certo, que o Gymnasio nos 2, 3, ic pri-
    meiros anuos nao ha de receber o numero .le edu-
    candos sufllciciiles para occorrer sua despeza ; vis-
    to como he um eslabelecimenlo novo, que precisa
    ser acreditado ; que lem de talar com muilos emba-
    razos na sua creadlo, e que por consegninle carece
    de lempo para collocar-se na posicao de poder con-
    vidar os pais de familias mandarem para alli'teni
    filhos ; donde deve ver o honrado membro, que es-
    sa r.iiite he puramente eventual, que pode ser cerla,
    mas tamben pode nao s-lo, no entonto que a des-
    peza ha de necessariamente fazer-se.
    Vamos i lerceira fonle, em que parlicularmenle
    se estriba o honrado relator da commissao e o seu
    collega o Sr. inspector da thesouraria, que vem a
    ser a melhor dislribuicao da renda actual. Meus
    similores, para que os honrados membros hao de vir
    soltar aqui urna propusir.io desla ordem'.' I'araque
    bao de dizer quo a renda actual pode ser distri-
    buida de oulra mane ira melhor do que esl no or-
    namento que se (cm discutido '.'
    OSr. Clemenlino: Diminuindo por excmplo
    os sorcorros pblicos.
    O Sr. llrando: Oh '. Senhor Nao me diga
    isso, perdoe-inc. Diminuir os soccorros pblicos !
    Oh Enlao devenios condemnar esses que care-
    cem dos soccorros pblicos, esses que nos podeui
    o p3o, vutando-osassim ao csquccimenlu, e, anda
    mais. votando-os morle '.'
    O Sr. 1'arejo : Oue alrucidade !
    O Sr. LuJZjFelippe : Quem disse islo t
    Um Sr. Depulado:Aqaetlio he muilo di-
    versa.
    O Sr. Presidente : Allcncao.
    O Sr. Brandao : Devenios acaso condemnar es-
    ses miscraveis, que de ludo precisam, i morrer a
    Tome '.' Eu enlcndo, meus senhores, que a verba
    UM fn: Depatado : Me muilo grande.
    O Sr. Brandao : l'ois (levemos abalar e des-
    pre/.ar csse senlimenlo innalo ao curaeao do homem
    e-si virin.le, a caridade ?
    O Sr. Ijieerda: A qucsiao he de qusnlila-
    livo.
    O ST. Brandiio": Fulla-se na quanlidade da
    verba dos soccorros pblicos, que quanlidade he essa
    que me quiz censurar pela frarqueza com que eu (a,, extraordinaria que possa ser diminuida sem de-
    que tica reduzido o regulamenlo ; por lanto s de-! renda.
    proced ncssa occasiao.
    (\Sr. /os Pedro:Nao, senhor.
    OSr. Brandiio :Como quequizlancar-me a pe-
    cha de cxgenle,de mais, e at qualificar-mc de con-
    Iradiiorio !
    Entretanto, senhores. devo declarar casa o o fa-
    jo na melhor boa f; que se alguna contradicho exis-
    te ueste negocio, esl da parte do honrado memhro
    inspector da thesouraria...
    O Sr. Jos Pfdro :Eu logo vi.
    OSr. Brandiio:...porque, tcr.dj elle declarado,
    como disse ha pouco, que no exisliam mais fu,ndus
    disponiveis, agora he o proprip que nos afiirma
    que o estado da renda n.lo he tal que possa deixar
    de supporlar mais'essa nova despeza.
    O Sr. Jos Pedro :Mas, .disse como t
    O Sr. Brandao :...he e proprio que nao faz bo-
    je crearfto de semclhanle despeza a opposicio que
    fez em urna das sesses anteriores, quando se apre-
    senlaram emendas pedindo a conslruccao de 3 acu-
    des; he aiudao proprio que, leudo dilo naquella oc-
    casiao que nao era possivel urna despeza qualqncr,
    hoje cnsenlo nella, e quer o eslabelecimenlo do In-
    trnalo!
    t Sr. Jos Pedro :Nao diste que era impossivel
    crear despezas.
    O Sr. Brandao : -Porlanlo, se alguma contradi-
    cho ou antagonismo de opinies proprias existe, he
    cortamente da parle do nobre inspector da thesou-
    raria, pois que no caso a que* me reliro, sustentara
    em sentido contrario aquillo que agora adinille. dan-
    do al a enleudc-tque a mcsina Ihesouraria se acha
    habilitada para novas disposiees, nlcm daquellas
    que estao coiiiprehendidas as forcas da receila.
    He verdade, senhores, que eu aprescnlei o pro-
    jeclo da creacao de um banco rural, equenelle con-
    signei a idea de se cunlrahir um emprcslimo de 100
    contos de reis, para o fundo de reserva e oulros litis
    que se acham designados em alguns de seus arligos,
    mas o nobre depulado levanlando-se conlra islo,
    declarou que um lal projeclo era impossivel, que
    nao devia passar, e que a sua idea nao merecia ser
    acolliida, porque os cofres pblicos, o eslado da ren-
    da c mesmo do crdito do governo nao compoitava
    essa despeza, nem permillia conlrahir o em pres-
    umo. .
    O Sr.Jos Pedro :Nao fallci no crdito do go-
    verno c atienda qne a cifrn era de qualrocenlos
    conlos.
    t Sr. Brandao : E. sem embargo de se Ihe
    dizer, que aquella empreslimo bem podia ser ob-
    do por operaris de conlianca governaliva fez urna
    opposicao lao viva, que linalmenle acabou dene-
    gando o seu vol, o seu asscntimenlo ao projeclo ;
    mas visto que a conducta do nohrc depulado he bo-
    je inleii menle dillcrenle, vislo que elle presta a sua
    acquisccncia urna nova, c nao pequea despeza e
    diz al querella el as forras da thesouraria que
    podo ser feila, e que deve passar sem que baja es-
    crpulos da parle da assembla em vota-la porque
    lia meios paratolv-la, esla, incontestavelmciilc se-
    gundo me parece, em cunta liccao comsigo mesmo.
    e so assim nao he. cu por cerlo n.lo comprchendo a
    forja dat|uell.i etpretsSo.
    O nobre depulado, poreui, pensou que linha adia-
    do um meio muilo fcil de se escapar das difliculda-
    des da situariu cm que se collocou, quando, recor-
    rendo .-.o-que dissera o honrado membro re'lalor da
    commissao de iuslrucjao publica su et;>lcou uestes
    termos :
    a Vs nao ouvisles o que elle disse'Nao aponlou
    elle os meios convenientes para se ohler dinheirn,
    que cubra as despezas do eslabelecimenlo > Nao
    disse, nao indicou, nao fez mensan das fonles donde
    esse diiihciro deveria sabir ?
    Porlanlo, qual ho a UM recejo.' Eu de-
    clarei hoiilcm na casa que me pareen que Indas as
    fonles de renda apreseiiladas pelo honrado membro
    relator da coimnissan de inslriice/io publica, erao
    piirincnle hypothcliras. e dependentes de condi-
    ees futuras, iiilciraniciite evenluaes. e que no cn-
    lanlo a despeza era rcrlamer.lc infallivel, inevilavel
    urna vez que o Intrnalo seja creado. E rom eflei-
    to quacs foram es bre depulado '.'
    O Sr. Clemenlino : Tcnhi, aqui ueste momen-
    to as notas que me derain, se as quer ver...
    o Sr. Brandiio : Qoaet foram ellas !...
    O Sr. Clementino : A melhor dislribuicao da
    Irimeulo desses inrsmos soccorros'.'
    Im Sr. Depulado : Anda por Ii0:00ft000.
    O Sr. Brandao : O nobre depulado n.lo ouvio
    o que na casa se disse ha poucos dias "? Nao ou-
    vio dizer-se aqui que, por exeinplo, esses infelizcs
    que vao procurar a hospilal de caridade, nao po-
    dem l ser. recebidos, porque a quola he 13o insigui-
    licanle que nao chega para aliineiila-los".' | apoia-
    dos.) Nao ouvio dizer islo E nao foi (evada pe-
    los senlimciilos de humaiiidadc e caridade que a as-
    sembla augmcnlou aquella quola '.'
    O Sr. Clementino : A queslao de soccorros p-
    blicos nao he encarada por lodos de-la forma.
    OSr. Brandao: Devo Ihe declarar, que para
    inini a verba dos soccorros pblicos lio sagrada, que
    pelo meu vol nao tiro um real dessa verba, porque
    he a verba destinada para os infclizes, c queos po-
    bres Itm um direilo, que eu por cerlo nao lenho co-
    ragein de lirar-lhes. >
    O Sr. CiimenUno : Nao sei se a cconomia po-
    lilica ensiia que os diuheiros pblicos se devam
    gastar lodos com os soccorros pblicos.
    O Sr. Brandao : Oh Senlior, quem fui que
    Ihe disse islo '! !
    Cm Sr. Dpidado: He melhor que os pobres
    aiulem vagando pelas ras.
    O Sr. Brandao : Enlao acha milhor encontrar
    por essas ras centenares de mendigos, apinhados
    pelas pontes, pelas pracas, morreado a fome c cu-
    bertosde andrajos ".' He islo melhor ?
    Cm Sr. Depulado : N5o sei como se deconhe-
    cc a dor da miseria.
    O Sr. Brandiio:Enilim, meus senhores, pense
    o nolire depulado como quizer ; eu ja disse que o
    pobre, que o infeliz linha direilo aniinha compaixao
    e que por conseguinte tero sempre direilo ao meu
    vol, e contar sempre com a minha voz em seu
    favor.
    OSr. Clemenlino : Tamhem cu, mas cm ter-
    mos razoaveis.
    0 Sr, Brandao : Fura mislcr que o nobre de-
    pulado me musir--!' que a quola dos soccorros p-
    blicos era lao elevada, que della so podia tirar al-
    guma parle para oulro serviro.
    1 ni Sr. Deputado : He maior que a da ins-
    lruccao publica.
    Oitro Sr. Depulado : E deve ser sempre
    maior. ( Apoiados c nao apoiados.
    OSr. Brandan: Nao lia a comparadlo, mais,
    quand fosse maior, qual deve ser a coacta**)'.'
    Admiro ouvir o nobre depulado fallar agora nesla
    quola, quando me parece quehontem ou anles de
    honlem, n.lo se lembrou della, aponlou a das obras
    publicas, para ser rerceeda.
    O Sr./ Clemenlino : Nao fallci em soccorros
    pblicos para nao ser arrastrado para o campo, para
    onde o nobre depulado mclexnu.
    O Sr. Brandiio : Eu nao o levei para campo
    ncnhiim, V. Exc. es'l asteatado na sua cadeira.
    O Sr. Clementino : Assim como o nobre de-
    pulado est fallando no sentido que quer.
    O Sr. Brandao : Eslou fallando com o ni cu
    coraco, e cem a minha razao ; o nohrc depulado
    quer pur ventura regular os impulsos dcmiubaal-
    m;i Tem csse dircilu '.'
    O Sr. Clemenlino : Nem o nobre depulado
    lem direilo de me alirar odiosidade publica.
    O Sr. randiin : Oh .' Aliro-o odiosidade pu-
    blica com dizer, que he una quola sagrada a dos
    soccorros pblicos, em que sead deve tocar ? !
    O Sr. Clemenlinn : Di-seque eu queria matar
    a pobreza de fume.
    O Sr. Brandan ; Se se julga exposto odio-
    sidade publica, foi o nobre depulado quem a cha"
    mnii suhrc si.
    OSr. Jone' -Pedro : Ncni as roznes do nobre
    depatado Ihe bao de Irazer o odioso.
    OSr. Brandao; F.u o.entello assim, mas o
    nohrc depulado est suppondo que eu oatirei para
    o odioso.
    O Sr. Clementino : Dei ara aparte muilo sim-
    ples c u nobre deputado alirou-u logo para o odite,
    OSr. Brandan:llludc-se, quando pretende
    regular o modo porque me devo rspressar.
    O Sr. Clemenlino : Sabe e que he urna ques-
    lao de cconomia esla. cuja solujao nao he a que o
    nobre depulado Ihe est dando...
    O Sr. Brandao : Nem o senlinr lem direilo de
    me dizer so por esse modo porque eu lenho a
    precisa coragem para emiltir a minha opiniao com
    franqueza diante do nobre depulado e do paiz in-
    teiro, e o tenho mostrado por muilas vezes ; por
    conseguinte se d esse aparte com ntenjo de fa-
    zer me urna ollensa eu o repillo e a lanco sobre o
    senlior.
    O Sr. Clemenlino : Eu disse qoe a solujao
    dcsta qucsUo lalvez nao fosse a dada pelo nobre de-
    pulado.
    O Sr. S Pereirfl : Quer dizer qoe quanlo
    mais se soccorre a pobreza, mais pobres cxislcm.
    O Sr. Brandao :Nao Iralo mais da queslao de
    soccorros pblicos, porque vou observaudo que os
    honrados membros estao onlendendo que eu quero dar
    a ella urna cor que elles l imaginante por isso pas-
    jarci adiante, Srs., eu considerei lodos os arligos de
    despeza que se acham consignados nn prnjeelu de or-
    camenlo apresenlado pelo nobre depulado inspector
    da thesouraria e seus compaiihciros, c sou forjado
    a pergunlar-lhe, se elle j mudoii de opiniao t Se
    deixou de julgar de palpitante e indeclinavel neces-
    sidade a rcalisarao de lodos os serviros, que se acham
    menrionados n'aquelle projeclo que elle mesmo ela-
    borara, que elle mesmo assignara ? Emquanlo a
    mim crein,que todos esses servicos, que todas as ver-
    bas de despeza que estn no projeclo de otramente
    s3o essriiriacs, sao necessarias ; as obras publicas,
    por exeinplo, n.lo podem ser dispensadas, porque al-
    gumas d'cllas ja estao comejadas, unirs foram orea-
    das, nutras sao recummendadas pelo presidente da
    provincia: e como he pois que se hade deduzir d"a
    respecliva verba o quanlilativo necessario para aerea
    can do Ijy mnasio?
    Nao he possivel. As oulras despe/as sao ordenados
    de empregados, culto publico etc. ; e me parece que
    lodas ellas sao igualmente de instante necessidade,
    que se nao podem dispensar, pnrtanto esl visto que
    o 3." expediente, que so soccorreu o nobre depu-
    lado, se acha no caso dos dous antecedentes; ese nao
    he puramente evenliialj hypnlhetico, ao menos be
    quasi impraticavel, ou moralmcute inadmissivel; e
    confesso que he para mim novo que,esla mioja crea-
    da urna despeza e reconhecidacomo de primcira ne-
    cessidadc,se relirem parle dos fundos desuados para'
    ella, para se occorrer a urna oulra creada de nova
    dala.
    t Sr. Jos Pedro :Conforme a necessidade e a
    utilidadc.
    " O Sr. Brandao :Mas, eu quizera que o nohrc
    deputado me mosliasse se existe no orcaraenlo una
    despeza qualquer que possa ser dispensada, que pos-
    sa ser adiada, me parece que o nSo poder
    fazer, porque mesmo Irilaudo-se das obras publicas
    oi elle quem nos disse que a grande parle dos fundo*
    consignados, ja estavam compromellidos com obras
    arrematadas.
    o Sr. Jos Pedro:Nao eram lodos.
    O Sr. Brandao :Bem, mas o nobre depulado
    deve lemhrar-sede nina consa, o he, que ha diversos
    trabalhos que o director das obras publicas recom-
    menda como indispensaveis para serem feilos, e que
    o presidente da provincia, segundo me consta, lam-
    ben esla nessas ideas.
    OSr. Jos Pedro :Tamhem 'o presidente rc-
    cummeudou que se reorganisasse a inslruccao publi-
    ca.
    t Sr. Brandao :He Verdadc;pnrem esl enten-
    dido que he sem prejui/o das despezas j votadas.
    Meus senhores. eu lenho a mais profunda convic-
    c/io de que he misler tratar ds educarao do povo, e
    deorganisar a inslruccao publica entre Boa, mas nao
    parlilho a opiniaodn uobredepulado relator da com-
    missao. que pprcsenlou n'esla casa ideas que reputo
    proprias la do serillo 13, enlre as qnaes muilo ofien-
    deu aos meus uuvidos aquella que enunciou, dizendo
    que a inslruccao no povo era perigosa!..
    O Sr. Clementino :Nao disse que era perigosa.
    t Sr. Brandao :Ja sei que perdi a memoria ;
    parecia-mequeo nobre-depuladu linha dilo que
    era perigosa a disseininacao das luzes.
    O Sr. Clemenlinn ;Nao foi assim que eu disse.
    O Sr. Brandao :Ou a deslribuiro dos esludos
    superiores por lodas as classes da sociedade.
    O Sr. Clemenlino :Do mesmo modo que a ins-
    lruccao primaria.
    O Sr. Brandao : Digo que cssa proposito na
    verdade causou-me lima especie de arripio, nao acha
    que ella caiba no seclo actual, c mesmo que possa
    ser aulorisada...
    O Sr. Clemenlino :Pelas eminencias do sceulo
    actual.
    t Sr. Baplisla -.E cu lamhem nao sei se o inun-
    do pode passar s com jurisconsultos.
    t Sr. BranaiiO:Cada um tem sua opiniao, cu
    lambein lenho a minha. e eslou nella muilo firme.
    Enlcndo que a inslruccao, qualquer que seja, he
    til ; cnlendo mais que o paiz nada perde em que
    ella se espalhc por todas as classes dos cidados, e li-
    oalmeule eslou convencido que lodo mal esto em
    concenlra-la em um cerlo circulo, em sugeila la ao
    monopolio, quo he o mais perigoso inimigo que a so-
    ciedade pode ler.
    m Sr. Deputado : E ha monopolio a rispeilo
    das sciencias no seculo \IX
    O Sr. Brandao :Pelos principios que lenho ou-
    vido o nobre deputado proferir, ha por cerlo; quer-
    se, c suslenla-sc n monopolio que eu repulo perigo-
    so e fatal.
    t Sr. Clementino :Ainda esla noile li um arli-
    go a esle respeilo do Sr...
    O Sr. Brandiio :Posso tambem moslrar-lhe um
    arligo do Sr. Coquclin, justamente no sentido contra-
    rio opiniao de V. Exc.
    l'm Sr. Deputado : E en lenho um do Sr.
    (oisol.
    O Sr. Brandiio : Tenha pmbora, o que Ihe af-
    liancii he que considero a sua opiniao errnea e con-
    traria aos verdadeiros interesses da sociedade.
    O Sr. Pinto de Campos d um aparte.
    Sr. Brandao : Nao vejo razio, para que s
    cerlos individuos lenham o direilo de se inslruirem.e
    outros n,lo.
    O Sr. Baplhla d um aparle.
    O Sr. Brandao :Pois hajam donlores cm diver-
    sas faculdades; formem-se em direilo, cm agricul-
    tura, cm sciencias naluraes, etc., nao quero que s
    hajam jurisconsultos, o que he realmente tima cala-
    midade, desejra que ao menos a lercra parle dos
    douloresem direilo o fossem em sciencias naluraes,
    agricultura, ele, etc., pois que os nobres depulados
    bem sabern que a inslruccao superior nao se limita
    jurisprudencia ; c pur tanto nao me parece exacta.
    c pelo contrario reputo, como disse, s prepria do
    seculo XV, a proposicao do nobre deputado a quem
    me refiro.
    lia um aparte.)
    0 Sr. Brandao :Infelizmente nao tenho aqui a
    obra do Sr. Barran, porque se a livesse mostrara ao
    honrado membro que a orgauisacao dos esludos fran-
    cezes de t8.">2 para ca, segundo os decretos do Sr.
    I.uiz Napolcao, he lal, que garante todo cidadao
    francez, nao s a inslruccao primaria como a secun-
    daria e superior.
    1 m Sr. Depulado :Este parece-me monopolisar
    bem em scienci
    t .Sr. Brandao : Nao o moslra por seus decre-
    tos. Por coiiseguinle.hiao me venham dizer que be
    perjgoso derramar-sc a inslruccao pela popularn ;
    Ab se toda ella possaitte conhccimciitos, ou espe-
    ciaos, ou geraes, redmenle estaramos muilo mais
    adianjados na carreira do progresso e d;i civilisac.lo,
    c muilos que boje avullam nao passarlam de medio-
    cridades.
    Sr. presideule, cu vou concluir, declarando que
    nao me opponho a creacao do InternatA, se me pro-
    varem que as rendas da provincia se acham em esla-
    do de poder salisfazcr a despeza que elle crea,
    sem prejuizu de oulros sen icos, mas apiv.tr que
    achc o Irahalho do regulameido em geral bem ella-
    loii alo. nilo me posso accommodar com algumas de
    suas disposiees p additamentos, para os qnaes ainda
    O Sr. Clementino d um aparle.
    O Sr. Brandao :...por comegninle, disposiees
    podem liavcr nos estatuios do collegio de Pedro II
    que nao convenham aos do livmnnsio de Pernamhu-
    co. O nobre depulado bem mostra que nao consi-
    dera a aula de desenlio lao importante como eu a
    reputo. Segundo as minhas ideas, o desenlio be uma
    materia quejosa cun dHercules esludos.
    O Sf. S Pereira : Pao scientilico como oulro
    qualquer.
    t Sr. Brandiio : He una aula cujo professor,
    querendo rnmprir com os seus deveres, lem muilo
    que fazer. lem muilo que cstudar, puis que deve sa-
    ber muito bem geometra, geographia, chimica, ana-
    toma, phy sica, etc., etc. Ora, uma cadeira, cujo
    professor precisa estar par de lodos esles conheci-
    menlos e de oulros, devera por ventura licar abaxo
    das dcniais em quanto ao ordenado ? Me parece que
    nao.
    l,ma oulra disposicao enntm o regulamenlo, com
    a qual me nao conformo, e vem a .serficarem os
    professores acluaes sugeilosa novo concurso e exame
    para gor.arem das vanlagens -que o mesmo regula-
    mento oflerece ao professoraln.
    Tm Sr. Depurado :lie urna das cousas boas do
    regulamenlo.
    t Sr. Brandiio :Eu pens o contrario, porque
    filien lo que dcslc modo eondemnamos a nos mes-
    mus, a lodas as adminislracoes passadas, a ludo quan-
    to se lem feilo al boje, e me parece que nao esta-
    mos muito habilitados para assim procodermos e
    quallicarmos o passado como a obra da incapacidade
    e'proleccao.
    Segundo disse, nao eslou disposlo fazer opposi-
    cao syslemalica ao Intrnalo; lenho estas e outras
    duvidas, e porque o nohrc inspector da thesouraria
    o honrado relator da commissao de inslruccao pu-
    blica ainda as nao tlissolveram, espero que ontrn o
    Pa, provando que n Gymnasio pode ser eslabeleci
    do sem comprumellimeiiln da receita presente e fu-
    tura da provincia, alim de que cu me Irauquillisc e
    resolva robre o modo porque devo volar.
    O Sr. Clemenlino :Cont com o seu voto.
    O Sr. Brandiio :Nao.deve contar com elle em
    quanlo nao desapparecerem as duvidas que lenho ;
    emquanlo do meu espirito nao forem removidos os
    receios que a respeilo das nossas linanca incutio-mc
    o nobre depulado inspector da thesouraria.
    O .Sr. Jse Pcd'ro :Nao ha lal.
    O .Sr. Brandiio :Sim, meus senhores, fiquei so-
    bresaltado em face do quadro melanclico apresen
    lado em urna das scsscs passadas pelo nobre depu-
    lado ; e se no correr da discussao me convenceren!
    de que elle nao he exaclo, cniao volarei pela crea-
    c,.lo do Inlernato com algunias:modificac,es no regu-
    lamenlo, do contrario negar-lhe-hci o meu voto,
    porque nao de ro da minha provincia.
    I)r. Francisco Lomes de Suuza Pitanga.
    Foram multados cin mais 20? rs. cada um dos se-
    nhores jurados j multados nos anteriores das de
    sesses.
    A hera a sessao ao meio dia fui conduzula ao tri-
    bunal para ser julgada a r Auna Joaquina, aecu-
    sada por crime de ferinienlos na pessoa de Antonia
    Francisca. Sorleadu o conselho de seutcne.i cum-
    poslo dos senhores segundes :
    Manuel Jos dos Santos.
    Luis Manuel Hodrigues Valenea.
    Jo> Lourenco Baslos.
    Joaquim Caldino Alvcs da Silva.
    Jos l.narcir.o da Silva.
    Manoel Camello Pessoa. ,
    Caelano Cyriaco da Costa Morcira.
    Francisco Manuel da Cruz Cont.
    Joao Henriqoes da Silva Juniur.
    Antonio Bernardo Quinteiru.
    Antonio Egidio da Silva.
    Dr. Jos Muniz Cordciro liilahy.
    lindos os debates foi o conselho conduzdo a sala
    das conferencias as 2 horas da larde, de onde vollou
    as ileom suas resposlas, que foram lidas cmvoz alta, j 31 do proiimp passado, falleceu o Dr. Jos
    enmatada cuja deeisao o Dr. juiz de direilo ab-1 pjmeiila de Magalhaes, cliefe de polica desla pro-
    solvcu a r, condemuando a muuicpalidadc as | vincia, c depulado a assembla geral lesMetiv
    crever em o seu conceituado jornal o resollado da
    volacao dos 11 collegios eleilorars desla provincia,
    para assim o Brasil aquilatar dev idamente o resol-
    lado da eleic.io desla provincia.
    Conselheiro Souza Franco, 231 votos; mais 12 em
    separado.
    K*m. arcebspo, 220 votos; mais S em separado.
    "r- Angelo, |85; mais 6 em separado.
    _1,clol'aiihaiiieniodosM collegio. eleiloraes, se'
    ve que o eouseiheiro Souza Franco tiblcve uoanimi-
    dadeemHcoliegiosc maiorja cn, ,_ Sr ^
    hispo obleve unaimdade em 2 e maioria em 7-
    emquanto que o Sr. Dr. Angelo obleve apenas *!
    nimidade em 2 e maiuria em 3
    Devendo sem duvida algon, o, amigos do conse-
    lheiro souza Franco esle resultado a imparcialid.de
    do Exm. conselheiro presidenle da provincia Sebas-
    tian do Beao Barros, o qual inJa Mla veI d(u
    mais completa prnva da rectidao c jU8(i^ com qoe
    tem sellado lodos os s-us actos adminjsirativos, des-
    de que felizmente se acha a lisia do guverno de-la
    provincia. o Panam.
    N- B.Tenho o petar de communiear-lhet que a
    cusas, e levanlou a |settao as :l e ti, adiando-a; mperio, sendo sua morle aeralmenle sentida pe
    para o dia seguinte as 10 horas da manhaa. dualidades aue o ornavam
    de
    as
    21
    Presidencia do Sr. Dr. .-Idelinn Amianta de Luna
    Freir.
    Promotor publico interino uSr, Dr. Francisco lio-
    mes Velloso de Albuquerque l.ins.
    Advogadoo Sr. Dr, Joaquim Elviro de Moraes
    Carvalho.
    Escrivao Joaquim Francesco de Paula Esteves
    Clemente.
    Feila a chamada acharam-se prsenles 37 senhores
    jurados.
    Foram multados os senhores jurados ja multados
    nos anteriores dias de ttstOet.
    Abcrta a ttalo as 11 huras ,la manhaa, foi con- religilo que professamos, senao tamben p
    dusido ao tribunal para serjulgado u ru Antonio ( os setos de pura phy lanlropia e caridjde evangeli-
    Moreira da Silva, aecusado |ior crime de homicidio lea. que sSo os seus mais sublimes preccitos; eque
    perpetrado em sua propria mulher Antonia Vero- someute predominara frios calclos de interesse ra-
    mea dos Prazeres; sahram sorteados para compor o
    quadades que o ornavam.
    PAPACACA.
    Snhremaneira penhorado (icios beneficios que aca-
    ba de dispensar ao collegio do Bum-Consclho, fon-
    dado nesla fregueza pelo virtuoso missjoario Fr.
    Caelanu de Messina, u digno juiz de direilo da co-
    marca, o Sr. Dr. Jos Bandeira de Mello, compro
    um dever que me he gralo manifestando pelo prlo,
    por mim e em nome dos meus a.nados fregueses,
    toda a nossa grati.hlo ao referido Sr. doutor.
    Muilas pescas a-seguram em lora de justa censa-
    ra, que havemos allingido a poca do iniliHerenli..-
    mo au s nu lucante a assumptos relativos a sania
    com
    JURY DO REG1FE.
    DIA 19 DE ABRIL.
    Presidencia do Sr. Dr. .delino Antonio de Luna
    Freir.
    Promotor interino o Sr. Dr. Francisco liomes Vel-
    loso Albuquerque l.ins.
    Escrivao Joaquim Francisco de Paula Esleves Cle-
    mente.
    Feila a chamada as 11 horas da manhaa acharam-
    se prsenles 35 senhores jurados.
    Foram dispensados da sessao por apresenlarem
    escusas legtimas os senhores :
    Bernarda Jos. Martin. Pereira.
    Marcelhno Antonio Pereira.
    Bernardo Jos Lopes.
    Dr. Jos Francisco de Arruda Cmara.
    Dr. Cipriano Fenelon liuedcs Alcofnrado.
    Foraniinulladoscmmais 205 rada um, os senhores
    jurados j multados nos anteriores dias de sessao, e
    mais os seguititessenhores :
    Joaquim Francisco Duarlc.
    Dr. liento Jos d.i Costa.
    Anlonio Augusto Maciel.
    Joaquim de Abreu Rihciro Machado.
    Ilemetern Maciel da Silva.
    Joo Jos de Uouvcia.
    Dr. Jos Anlonio .Vives de Brilo.
    Francisco Rodrigues da Cruz.
    Antonio I.uiz dos Sanios.
    Dr. Manoel Jos Pereira^de Mello.
    Deixando de serem multados os demais senhores
    que foram sorteados por nao lerem sido notifi-
    cados. %
    O Dr. juiz de direilo esperando al o meio dia e
    nao comparecendo mais nenhom dos jurados, que
    haviam sido sorteados, mandou cxlrabir da urna sup-
    plemoular por um menino Ireze sedulas pan com-
    pletar o numero de 18, e sahirara sorteados os se-
    grales :
    Francisco Manoel da Cruz Coulo.
    Themotco Pinto Leal.
    Ignacio Lopes Cordeiro.
    Carlos J oso Gomes de Olivcira.
    Francisco Marlins Bapouso.
    Joaquim li al.lu i Alves da Silva.
    Antonio Muniz Tavares.
    Dominaos dos Passos Miranda.
    Joao Ribeiro Fonles.
    Jos Rodrigues dos Sanios..
    Caelano Cyriaco da Cosa Morcira.
    Francisco Anlonio Cavalcanle Cousseiro.
    Jo3o Francisco Pardelhas.
    Para cujas notificaeoes se expedio o compleme
    mandado, e logo depois comparecendo o jurado Joao
    Jos Gomes complelou o numero de 36 jurados
    prsenles, em consequencia o Dr. juiz de direilo
    deca/un aberta a sessao, e foram apresentados pelo
    Dr. juiz municipal preparador 20 processos prepa-
    rados" para serem julgados, os qusessao os que se-
    guem-se:
    1. Summarjo crime ; autor a juslica, r Anua Jo-
    aquina : presa.
    2. Summario crime ; autor a justira, reo Antonio
    Moreira da Silva : preso.
    3. Summario crime ; autor a juslica, reo Anlonio
    da Silveira S Brrelo: preso.
    I. Summario crime ; autor a juslica, roo Manotl
    Joaquim do Nasrimenlo : preso.
    3. Queixa ; autor major Antonio da Silva Gusmao,
    reo Joaquim, cscravo de Manoel Jos Ferreira
    Gusmao : preso.
    li. Summario crime ; autor a juslica, reo Joao Hor-
    lencio Matas ; preso.
    7. Summario crime ; aulor a juslica, reo o hacha-
    rel Joao l.ins Cavalcauli de Albuquerque : preso.
    8. Summario crime ; autor a justii-a, reo Anlonio
    Joaquim de Souza : preso.
    9. Summario crime ; aulor a juslica, re Anna de
    SanfAnna, escrava de I). Maria do Carmo Barros
    Falcar, de Lcenla : presa.
    10. Summario crime ; autor a juslica, reo o cadete
    Augusto Candido Seixas : alli inca lo. (
    II. Summario crime ; autor a justira, reo Antonio
    Dias Fernandos f afanrado.
    12. Summario crime ; aolor a juslica, reo Manoel
    Andr Bolelhu e o cscravo Jos : afliancado.
    13. Summario crime ; aulor a justira, reo Manoel
    Izidoro ileOliveira Lobo: afliancado.
    11. tjueixa ; autor Joao Xavier c Silva, reo Feli-
    ciano, cscravo de Francisco dos Reis N unes (em-
    pello : alliancado.
    I."i. Summario crime ; aulor a juslica, reo Anlonio
    Jos Bilancourt : alli mea lo.
    I (i. Summario crime ; autor a fu.lira, reo Domin-
    gos Ailolpho Vicira de Mello : afliancado.
    17. Queixa ; autor Joao I.uiz Vianna, reos Ignacio
    Bazilio do Espirito Santo e oulro : allianrados.
    18. Summario crime ; aulor .i justira, reo Anlonio
    ua Costa Moreira : alliancado.
    I!). Summario crime ; autor a juslica, reo Joo
    jury de senlcnca os senhores segiiiutes :
    Domingos da Silva Guimaraes.
    I.uiz Manoel Rodrigues \ aliene.i.
    Jos Anlonio Vicira de Suuza.
    Dr. Jos Bernardo Galvio Alcoforado.
    Domingos Alvcs Malhcus.
    Manuel Camello Pessoa.
    I.uiz Anlonio Vieira.
    Jos Lucio Montciro da Franca.
    Jos Francisco Pires.
    Dr. Joao Honorio lii'/.erra de Menezes.
    Joao F'raucisco Ponles.
    Francisco Accioli de Gouveia Lins.
    Findos os debales foi o conselho condualdo a sala
    das conferencias i huras da larde, de onde voltou
    as 3 craeia com suas resposlas, que foram lidas pdo
    presideule do jury era voz alia, cm virxudede cuja
    deeisao o senhor Dr. juiz de direilo condemnou o
    reo a II airaos de pristo, grao medio do arligo 193
    do cdigo criminal, combinado com o arligo 19 do
    mesmo cdigo e as cusas, e Icvantnn-se a sessao
    adiando-a para o as 10 horas da manhaa du dia
    23 do crrenle.
    REPARTigAO DA POLICA,
    Parte do dia 23 de abril.
    illm. e Exm. Sr.Levo ao conhecinicnlo de V.
    Exc. que. das diflerentcs participarles boje rece-
    bidas nesla reparlicao, consta que foram presos :
    Pela subdelegada da freguezia do Recife, os
    americanos William Eduardo, Henry keng, e o cs-
    cravo Anlonio, todos por desorden], c o prclo escra-
    vo Joaqdim, por ailar fgido.
    Pela subdelegara da freguezia de Sanio Antonio,
    Francisco Quirino, por furlo.
    Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, Joa-
    quim Diniz Pereira Cavalcauli, Joaquim Jos Pe-
    reira, Manoel Gomes, e Antonio Pedro Alexandri-
    no^pur jogo. prohibidos.
    E pela subdelegara da freguezia de Jaboaiao,
    Joaquim Rodrigues Campcllo, por crime deroubo.
    O delegado do prin^.r" dislrirlo deslc lernin,
    commuuirou-me por otiicio desla dala com referen-
    cia a participado que Ihe lizera o subdelegado da
    freguezia dos Afogados, que cm a noile do dia 21
    do correle npparecera no lugar do aterro do tu-
    quia, o cadver de Manoel Gamillo de Amorim,
    morador naquella freguezia. e que lendo-se prucedi-
    du o competente exame no mesmo cadver declara-
    rain os peritos liavcr elle fallecido de um alaque de
    apnplexia fulminante.
    Hoje pelas9 horas da manhaa tentaran os presos
    da cadeia desla cidade evadirem-se da mesma por
    .irrunibainenli.-. que de antemao haviam feilo sem
    que fossem sentidos ; e porque a cadeia nenhuma
    seguranza ollerecesse, foram lodos os presos, menos
    os doentes que ficaram na respecliva enfermara,
    randados para a casa de detenco, para cujo fim en-
    tend-me previamente com V. Exc.
    eos guarde a V. Exc. Sccrclaria da polica de
    Pcruambuco 23 de abril de 1833.Illm. e Exm.
    Sr. conselheiro Jos Benlo da Cimba' e Figiieiredo,
    presideule da provincia.O chefe de polica Lui:
    Carlos de Paira Teixeira.
    ERRATA.
    No Relrospeclo de honlem,onde diz I Ib matri-
    culados em geometraleia-se 120.
    DIARIO HE PERMMRIJCO.
    Mauricio de Sena : aflianrado.
    nao pude adiar uma explicarlo ratonvel : por exem- 20. Summariu crime; autora juslica, reo Francisco
    po,nao sei como lie que a commissao dimnue o or-
    denado das professoras, rc.luzindo-o a uma cifra
    menor do que a daquellc que pcrecbem os profe-
    sores.
    OSr, Clementino : Porque o trabalho he mais
    leve.
    O sr. Brandao :Obrigado O trabalho de uma
    protestara que compre com os seus deveres, Sr. de-
    pulado, he o mcsino, ou as vezes mais penoso do que
    o do professor.
    O Sr. Clementino :Sao opinies.
    O .S'r. Brandiio : Nao vejo pois razflo para islo.
    Ponles remandes : afliancado.
    Dos quaes processos fez'-sc a competente chamada,
    depois do que ful adiada u tange para o dia seguinte
    s 10huras da manhaa.
    20
    'residencia du Sr. Dr. .Idelino .lii'iaiiiu de Luna
    Freir.
    Promotor publico interino o Sr. Dr. francisco
    Gomes Velloso de Alhiiquurquc l.ins.
    Ad\oga lo o Sr. Dr. Joaquim Elviro de Moraes
    Carvalho.
    Escrivao Joaqui ;i Francisco de Paula Estoves
    A assembla approvnu houtom em segunda dis-
    cussao as posturas addicionaee do Recife, com uma
    emenda dos Srs. Epauinoudas e Mello Rcgo, oran-
    do os Srs. Barros Brrelo o Olveira.
    Foi approvado em primcira discussao o projeclo n-
    22 que approva diversos compromissos.
    Em segunda discussao foi lamhem approvado o
    projeclo u. 19, sobre os excrcicios findos.
    Entrando em primcira discirssao o projeclo n. 21,
    que augmenta os ordenados da Ihesouraria, o Sr.
    Barros Brrelo pedio algumas explicarnos e Ihe fo-
    ram dadas pelo Sr. Braga, sendo afinal approvado o
    projeclo.
    Enlrou em lerceira discussao o projeclo n. LI, que
    concede diversas loteras, foram ao mesmo efloreci-
    das diversas emendas, que ficaram reservadas para
    nova discussao.
    Foi approvado em primcira iliscussao o projeclo
    n. 17, aulorsaiidn o governo a dar gratificantes aos
    professores Castro Nuncs e padre Marrera.
    A ordem do dia comprehende a lerceira discuss.lo
    das posturas do Recife, segunda dos prnjerlos ns, 22
    e 21, lerceira do n. (i c segunda discussao das emen-
    das offerecidas em lerceira ao n. 13.
    Honlem pelas 9 horas da manhaa tenlaram os
    presos da cadeia evadr-se pela porta do qitarto do'
    Oratorio, leudo d'aiilc-iiiao arrumbado a parede que
    separa esse quarlo da prisao do seguro ; mas na oc-
    casiao cm que forcavam a oulra porta, qne do mes-
    mo Oratorio da sabida para a cscada geral do edifi-
    cio, foram desenlenos pela sentinella que chamnu
    as armas. Enlao, querendo os presos elferliiar uma
    irmpco, fez a sentinella fugo para dentro, resul-
    tando do Uro varios ferimentos, o que os ronteve
    dividual e as ailimaiibas da poltica: felizmente nao
    nos he licito oulro lano dizer de todos, e boje por
    exemplo rabe-me a honrosa larefa de registrar uma
    limilacao a essa regra geral, se he ella verdadeira.
    Em lins do mez passado dignou-se o nosso juiz de
    direilo de visitar esla florescenle pcvoacao ; a visita
    de S. S. durou apenas uma semana, mas para logo
    (ratou de promover quanlo cm si coobe lodo o
    bem possivel ao collegio: lomou coulas ao procu-
    rador da casa, o Sr. Braga ; regularisou a escriplu-
    racao da receila e despeza ; dirigij-se por carias a
    diversos cidados abastados da freguezia pedindo hu-
    mildemente uma esmola para o Boio-Cunselho: ceu-
    seguio diversos donativos em Ierras a gados, e deter-
    minou que se situaste mais uma fazenda prxima ao
    collegio, alim de supprir de pcrlo i mesa das edu-
    candas; inspeccionou as duas aulis de inslruccao
    elementar que se achara fundadas; finalmente fes
    inscrever u nome de iirJa senhora sea lilha como pro-
    lectora da casa.
    Os senhores juiz municipal Joao Francisco Uar-
    le, promotor publico o doulor Vasconrellos, o col-
    leclor Manoel de Carvalho Furlado, que se achavam
    iie.la poMiae.io, diguaram-se outrusira de inscre-
    ver os nomes de suas senhuras como protectoras do
    collegio; o doulor Francisco Machado Dias iuscre-
    veu o nome de uma sua lilha. Os Srs. tenante Pe-
    dro Antonio da Cosa, Jos Peivutc Suarcs e Joo
    Baptista Braga foram os doadores das Ierra, a que
    cima me referi: o Sr. coronel Apolinaxio Floren-
    tino de Albuquerque Maranhao tem-se dedicado
    lambem muilo ao bcm-eslar du referido collegio
    sob minha direccao. A todos ess;s senhores me
    coufesso summamenle gralo.
    Possam as supplicas das Minrenles c puras edu-
    candas de Papacara fazer descer mil heneaos, do co
    sobre os seus benemerilus protectores e suas fa-
    milias!
    Papacara 9 de marjo de M3S,
    Vigario yoilo Clemente da Bocha.
    ^ss-^as.^ia***^
    VI.
    Estamos na semana sanj^; nes'.a semana que a
    igreja denominuu maior, porque a cnnsagrou a
    recordarlo do sacrosanto misterio-da nossa redemp-
    c;lo; n'esla semana, onde se celchram as mais gra-
    ves e edificantes solemnidades do calholicismo; e
    na que os fieis,cnmpciietradus-dasorlhodoxas duutri-
    nas du chrisliauisrao, acompanham a igreja no seu
    pronto, puteando depois os festivos allcluias. quan-
    lo esla mfli cariuhoat se veste de gala* e celebra a
    victoria contra o alijadas trovase pelo iiiim'enso be-
    neficio do resgate do genero humano, com a res.ur-
    reirilo do Salvador.
    Oiijo eloquentes sao esles ritos sagrados, estes of-
    licios divinos, nos quaes a igreja representa em epi-
    logo a paixAo du Itcdcmploi;' Turnando mais com-
    prehensiveis os myslcrios, aprasiveis os templos, us-
    orando acalamento a magestade do Omnipotente,
    eommovendo o povo e o prendendn inscnsivelmcnls
    a rcligiao? Quem desconhecer a eflicacia do culto
    religioso, que excita a caridade dos fiis, e lora o
    poder de prender pelas curdas dj corar.lo e chamar
    ao aprisco da igreja as uvellris dispersas e desgarra-
    das; blenlo pelas sublimes ceremoniaes vivilica-
    rcm-se os espirilos e difundirem-se as luzes da nos-
    sa fe .' Quem ao ouvir ns qneixumes de Job e os la-
    mentos de Jeremas retumbando pelas abobadas dos
    nossos templos, a eloqucnle voz de um Vieira,'con-
    vidando aos clirislaos para darcm graras a Dos; o
    p-.ilniear dos ministros do Senhor, que descebrindo
    o estandarte da ledempcai. cantam estas palavras
    cis-aqui o lenho da cruz era que -acuden a salvacau
    do mundo nao licar.i profundaniculc impressiuua-
    do e enternecido !
    Quem nao transbordara dcreconhecimcnlo e hu-
    raildade, vendo que u hornera degenerado pela cul-
    pa do primeiro pai, foi regenerado no calvario pelos
    prodigios do amor celeste ; que sua alma foi salva
    da ruina final pela redempeo, e pode ainda, pas-
    sando pelos deserlos do tmulo, ir gozar da presenca
    de Dos ? Oh! consoladora esperanen Oh bonda-
    dc divina !
    Eu le amn, eu te adoro, oh! meu Peos! Amo-le,
    por seres o proprio {amor ; (San Joao,) amo-lc com
    aquelle amor que derramaste em osso coraca"o (San
    Paulo); amo-le com aquello amor quejrouxesle ao
    inuudn San Locas.) Adoro-te como lodo miseri-
    cordioso Doniinalor Domine Deas, miserienrs ti
    ciernen ; palicns et mulle miscrtUioM adoro-te
    como pai caridoso, que lanas aufuslias e torturas
    soflrcsle para nos remir do peccatV, fazendo-not en-
    trar na verdadeira f. Proclama e nbraco com lodo
    fervor a la religiao divina ; ej* rcligiao que Cha-
    teaubriand La Menais, Roselfj. 'le Lorgues e ou-
    tros, inspirados pelo sopro Xilino, t'anlo exaltaram,
    fazendo hurbulliar as suas eternas verdades. Salve!
    santa religiao de Jess! Snc emblema da liber-
    dade c da redempcao nail rezes salve !
    Sou pouco cunhecedtr de leis, avisos, decretos,
    etc., ele, por isso Ifcefaco as seguiutes perguntas :
    por que, segundo disse-me ou inandou-me dizer a
    amigo Pedro da cidade, eslou para sei Horneado pos-
    to, e quem he poslo lem obrigacio de saber as suas
    obrigaces: silo ellas, se quando alguma pariente
    requerer alguma cous, se eu posso demorar o re-
    qiicrimenlo e algumas vezes al nao o dar mais, por
    nao saber despachar; tenho semprt ouvido dizer.
    por algiim lempo, acendrado nesse cmenos os Srs.
    chefe de polica, delegado c subdelegado de Sanio- i qc (oda caria lem resposla, lo,lo rcquerimeulo des-
    Antonio, assim como rehreos do 10." hatalbao de pucho : mas linha Miniado de uma I que mamlss-
    infantaria, 2." de fuzileiros e corpo policial.
    Depois disto, continuando ainda os presos umnti-
    se o contrario, porque aqui para ns^ eo nao lenho
    liahililacao para servir posto ; verdad! he que lenho
    nados, e nao consenlindo que enlra.sem na prisJo visto minios burros feilos ou cnrangalstdwde poslo;
    soldados para desarmar a minios dcllcs. foi mislcr
    lanrar-se [iara dentro uma poreo de col, com oque
    viram-se obligados i ceder ; c concluida aquella di-
    ligencia foram lodos|conduzidos enlre escollas, por
    diversas vezes. para a nova casado dcteiirao, licando
    sement no velho edificio os doentes.
    Acha-se. pois, acabado o foco terrivel de immora-
    bcincnmo um que me quiz vender um des meus ca-
    piaoziiihos. o qual nao cnmprei por ser muilo bara-
    to e desconfiar da bondade de cousas baratas; mas
    cu que nao lenho fumara, de burro e Heos me livre
    le ouvir de mira o que dizem delle., queria ao me-
    nos que huuvcsse a ambicionada lei, doconlrariu
    nao aceito o# poslo :se devo responde! as oflicios
    licasde e ao mesmo lem.....le infecc.lo, que lindamos \ c"m ">ilia ledra ou posso man lar |ir oulros. por
    Tambem nao sei o motivo porque se reduzio o orde- Clemente.
    nado do professor de desenlio. Feila a chamada as II horas da manhaa acharain-
    O .Sr. Clemenlino : Tenho cm visla o regula- I se prsenles 38 Srs. jurados,
    ment do collegio de Pedro II. Foram dispensados, por apresenlarem escusas le-
    t .S'r. Brandao : Ora, o nobre depulado ha de gilimss os Sis. :
    (ouvir que a sciencia e o hum senso nao eslao s no Joao Francisco Pardelhas.
    Rio de Janeiro... | Dr. Ptdro Aulran da Malla Albuquerque-
    cm urna das ras mais publicas dcsta ulule. Com
    o novo rgimen da prian ccllular he de esperar
    que mclhnre a moralidade dos presos, que o arre-
    pendimenln e a emenda nao sejam un impossivel ;
    com o aceio e regularidade dos serviros neces-arios,
    o proporcionando-sc alm dislo aos infelizes roupa
    nova c bafihos, dcsapparcccr.i inlcirameule a im-
    miiiidicii-.que na antiga prisao fazia al horror.
    "SRESPi^nEMsT
    Belm do Para' 4 de abril.
    Srs. Redactores.Rogo-Ihcs o obsequio de Iraus-
    que, nieu amigo, quando quero cscrevtr um ofiicio
    principio logo por poulo c virgula, e i*i"ilos tolos
    c virgulas asiento, que uma vez, cm oulra era, nina
    auloridade principiou a responder a um mert ofllcio
    : lesla maneira: Recehi o seu ofllcio de pontos o
    virgulas, etc., etc., .dei cavaco cora islo, porque eu
    n.lo aprend, srammalica para escrever oflicios, o
    nem sei redigi-los; se nao, l'or possivel mandar fa-
    zer por oulro, ainda mais par esla razao nao ateilo
    r o posto, vislo que nesle ponto, sem ser de Mgalas,
    confeso a minha inepcia,.
    Constata por obsequia que eu Ihe conlinue a fazer
    minia, pergonlas, teguniln forem suggeridat pelo
    eageuho e arle do novo methodo veterinario.
    MUTILADO


    DIARIO DE PEMAMBUCO TERCA FEIRA U DE ABRIL DE 1855.
    .
    I.i coro allencao a grande porreo de medalha,que
    forain dada*, o reparei duas cousas : urna o es-
    quecimculo dos bichoca do partido baila ; e a oulri,
    nao se dar nada aos membroi proeinineiilesdo par-
    tido liberal : e agora pergunlo urna coua,que lie da
    conciliacAo que lem lauto nos empazinado '.' Entilo a
    conciliario s he para os senadores, e o rcslp dn
    partido, qu gema e solTra : o partido liberal lera
    honren, de serviros que mereciam c mercrem mui-
    las honras ; ha verdade que clles nao qaerem e nem
    procuram. porque alm ilo mais estilo com o pe no
    ultimo degro para subirem. \islo o descreililo c
    fraqaea do partido, que phaiiatsmagoricamenle
    est no" poder, (tanqueta que te lenrde proposito
    promovido para engodar a ir alimentando com v.ias
    osperancas npposic.Ao, qne ja bstanle visada nao
    recebe com plena satisfago o cortejo da persegui-
    rlo dos seus contrarios, c quer o poder que a elle
    ja pode ealgar. De tudo isio o que he verdade he
    quea opposic,lo repelle a acluahdade com todas as
    torcas, c que o partido saquarctua nao confia nella,
    nao presta seu apoio, aclia-se descrenle e nilo far
    por ella o menor sacrificio, c estou mesmo que pre-
    ferir., a asceticao ,| partido contrario. As provas
    dilo esta., no peridico Argos, que vnlenlemenle
    sustenta o, seus principios, e contina a bater a ac-
    lualidade ; e ua voz Seral da provincia iuleira ; e
    quem mellior saber quizer converse com a genle
    maior, mais sabida, emliin com lodos os capilla da
    (rra.
    Ora que fu uina grande viagem na poltica, mas
    o que qner Vmc. que lie esta a materia do dia, c
    de honlem para boje onvi uin doutor dar de sota
    e basto uella, fiquei lodo poltico perde, pois,
    minlii errada ; entro pea estrada dircita.
    Temos a. lamentar, no catalogo dos crimes. mais
    um assassinato pralicado por un jornaleiro do en-
    genho Preguisa, do distinclo llr. JosTheolouio, na
    pessoa de oulm seu companheiro, e no cercado do
    mesmo engenho, e dizem quo o crime foi revestido
    de eireamstaucias aggravanlissimas ; graeas, porcm,
    aos esforrns do sinhor de eageiiho eda diligencia e
    actividade do subdelegado, o cadete Hermenegildo,
    assassiuo acha-se preso : nm senhnr ailmirou-se
    de ler acontecido isto no coreado do engenho da-
    quelle honrado cidadao, mas quem nao v o des-
    propsito, a loucura de semelliante arguicao ;
    euem esli livre de ver casos taes, mesmo na sua co-
    zinh, sera ser responsavel por cnusa atibuma, aqu
    meslo pde-se ir buscar exemplos ; portanlo, ao
    Sr. Jos Ilieotonio per esle fado nao pode vir o
    menor devir. pelo contrario elle he digno de todo
    elogio por ler ajudado nmilo ao subdelegado a cap-
    turar o monslro, que rouhou a vida do seu seme-
    jante.
    Consta-rne, que o porluguez Antonio Thcorga es-'
    pancara r urna cri.iur i nm sua venda, e que ajudado
    por onlro denominado Antonio Pancada, deixra a
    iefliz creatura cm um estado deploravel de contu-
    aoes ; consla-me mais que o subdelegado fez a com-
    petente vistoria : o que resultar lite mandarei dizer.
    Temos tido ptimo invern, e s ouco os agricul-
    tores dizerem, esle anno pago minhas dividas, re-
    cupero as safras perdida*, passo a fesla ao som do
    ctepiante champagno etc., etc., e en, meu amigo,
    pcrmanecendoemuina phlisica, de l'argenlconlanl '.
    mas assim mesmo valente, inflexivel, dcslimido,
    ' honrado, tomo u mesmo : lieos he pai de lodos,
    havemos tle virer.
    Quando Vmc. houver de responder as minhas
    pergnntas, faca-o eni tnnnoseriplo, porque quero
    Irr documento rico, rtem de que os mediros pro-
    h'biram-me de ler leltra redonda e ale comprida c
    radiada.
    Bom amigo, passe boas festas c queira bein o
    sen develado *
    O Acolglo do tom.
    Mamanguapc 3 de abril.
    1i caixas tecidos de algodao ; a Roslron Kooker
    & Comp.innhia.
    1 caixa ferragens ; a Feidel Pinto & Compa-
    uhia.
    1 caixa lencos de linho ; a E. Didier & Compa-
    nliia. .
    107 caixas e .11 fardos tecidos de algodao,'100 to-
    neladas carvAo ; a C. J. Aslley ft C.
    eaias tecidos de linho e algodao, I 'lila ditos de
    linho, 90 fardos e 6 caivas leeidos do algodao ; a Ro-
    sas Braga & C.
    1 fardos leeidos de Hallo, 1 caiu roupa feila ; a
    }. Paler 4 C.
    I Mili estribos, 1 dita grvalas de seda ; a Au-
    guslo C. 1 Caiu doce, I dita miinlcra-, 2 vulumes cama de
    ferro, I dila esleirs para sala, I caixa bules ; a or-
    detn.
    ti cuitas leeidos tic algodao: a Brunn Praeger &
    Conipanhia.
    i saceos amostras; a diversos.
    fifi presuntos, 31) queijos, e I caixa cachimbos, i
    harria agurdenle, 3 botijas luirlas i caixas biscoi-
    tos, 9 barricas carreja, I barril vinlio ; a or-
    dem.
    CONSULADO UERAL.
    Rendimentn do da I al. 53:9119339
    dem do dia 33.........1:1199590

    sappropriada a
    viuva de Jos
    Irada dos Remedios pela quan'.ia de 0OO3UOO ; e que I'ernambuco. Dado e pas-ado tiesta cidade do Re.
    a respectiva proprictaria lem de ser pagado que se | c'rc ('e l'crnainbuco Boa 17 dial do mea de Janeiro
    a Francisca Joaquina do Nascimenlo, | "andei pacsar o prsenle edital. que ir aflUado na 1 maraes, 1 requerimento de Lcon Lecom-
    I.niz Paredes, parle de um sitio oaoS-|Pca do c.mmcrciu e publicado pelo .ario de te Fe,.on &C d(, aooorrj0 cotn os herde.
    57:0319129
    IM VERSAS PROVINCIAS. .
    Rendimenlo dem do dia 23........ :>9ci57(
    l:(iKS.;:,:
    V4MEDADE.
    O general C. inrobcrl. rommandante em chefe do
    exercito ftancrz na Crimea, he condecido como um
    hornera de honra e do tlenlo elevado. He conside-
    rlo ser fiUm do imperador aple ao e de madama
    de Raiocv ; porm isto s elle soube na occasiilu da
    morle de sua mA. que lite rcvelou esle facto. Logo
    <1 ic Me cottslou que layt-ii.guc ajravjl'llalsuas veias,
    resolreu ttrnar-se dialinclo. Fof educado na escola
    militar de Saint C>r, e oblcre as .honras mais eleva-
    dla naque le eslabelccimeiilo. Teodo completado a
    ana educacao foi nomeado alferes do regiment 47
    de linda, o depois promovido a lenle. Dcpoisem-
    bircou para frica e acompandou a expedirlo a Mas-
    cira,011 le se distingui oblcndo o posto de capiUto,
    depois .1 medalha da legio akhonra. Subsequen-
    ti:meate foi promovido ao poRt de coronel c com"
    aendador da legiao de honra.
    Feilogoneial de brigada lomou o commando de
    ama brigida de iufaularia, e promovido a'ajudanle
    de campo do principe, presidente da repblica. Em
    IKil foi comeado general de divisao, e sendo enllo-
    cado .1 frente do exercito do Oriente, poderosamente
    tonlribuio para o bom successo da batalda d'Alma,
    mide foi lerido. Na batalda d'Iukermau fui lain-
    liera levemente ferido e^ve um cavallo morto. O
    t'ITeilo moral do seM/pareulcscp com o grande apo-
    lea lem >ido immenso as (ropas que elle comman-
    tla, e faz com que elle leuda una ascendencia que
    Saint An.attd nunca obteria. Esle distinclo gene-
    ral diz-se ser o protneltido esposo da tilda do gene-
    ral Slranjwavs, morto na batalda de Ilikermau.
    ;0 Comniercio de Lisboa.)
    COMMERCIO
    PRACA IK) RECIFE 23 DE ARBIL AS 3
    UORAS DATARJ)E.
    OitaqCes qfliciaes.
    Ilnje rulo houveram cotacoes.
    ALFANDEt.A.
    Rendimenlo do dia la 21. .
    dem do dia 23. ....
    Exportacao'.
    Marselda, barca franceza ciVandicko, de 34810-
    neladas, conduzio o seguinle : 1 ,."i(ii 1 saceos com
    22,si 1,1 arrobas de assucar.
    Assu', dialc nacional Angelican, de 82 toneladas,
    conduzio o seguinle : 23 volumes gneros eslr'an-
    geirose nacionaes, 1 caixaocom 1 arroba de doce de
    banana, 1|2 arroba de dito de guiaba. "1 barricas rom
    fi arrobas e 13 libras tle bolacdinba, 3 (lilas com 305
    botijas de licor, 70 botijas de genebra, barris com
    212 medides de'cachara.
    KECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
    RAES DE PERNAMUUCQ.
    Rendimenlo do dia 1 a 21. ." !2l6B2|160
    dem do dia 23........ 1:0*18338
    13:773*498
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimenlo do dia I a 21.
    dem do dia 23. ,
    40:1531064
    3:"i00l
    43:137|OS5
    PAUTA
    dos preros correntes do assurar, algodao, e mais
    gneros do paiz, que te despacham na mesa dn
    consulado de l'crnamburo, na semana de 23
    a 28 de" abril de 18J3.
    Assucar cm caixas branco I. qualidade ai
    2.-1
    mase......... 11
    bar. esac. branco....... a
    > a mascavado..... n
    refutado.......... ..
    Algodao cm pluma de |. qualidade
    2.
    i) 3.n n
    cm enroco. .
    Espirito de agurdenle
    Agurdenle cachaca .
    o de ratina .
    rcslilada
    Genebra
    l.rcor
    : coco
    I
    urna
    11 m
    ..
    i>
    ji
    ccnlo
    I75t4938775
    11:020*402
    . caada
    ...
    ...
    ...
    ...
    ... I m lija
    . caada
    . garrafa
    Arroz pilado ditas arrobas, um alqaeire
    em casca'...........
    Azeilc de mamona........caada
    11 ; mendobini c de coco
    (i o de peixe r 1
    Cacan........
    Aves araras-" .
    ' papagaios .
    BoIscfiaY.......
    Biscoilos.......
    Caf bom.......
    * 1 -aslnldo.....,
    , im casta ....
    muido......
    Caa- secca.....
    Cocea com casca ..
    Cbarnlos bous...........
    ordinarios........ a
    regalu e primor'....
    Cera tic carnauba......... a
    em velas............ a
    Cobre novo m.lo d'obra...... i
    Couros de boi salgados.......
    expixados.........
    >' verdes.......*. n
    tic ouc,a.......... a
    11 cabra corlidos.....
    Doce de calda...........
    11 a goiaba..........
    i) secco............
    i) jalea ,........ >
    Eslpa nacional.......... a
    cslrangeira, mao d'obtu
    Espauadores grandes........ um
    pequeos...'....
    Fariuda de mandioca....... allfueirc
    mil lio......... (u;
    o ararula........ n
    Ft'ijao............... alqticirc
    l-'iiniii bom............ a
    181>:5li9l~
    Oetcarregam hoje 21 de abril.
    Barra ingiera Sledoramcrcadorias.
    Btigue lirasilciroKlciraidem.
    Brigue brasileiroHara Luizapipas c barricas
    vasias.
    Impor 1 acao .
    . Barca ing^z.i Medora, viuda de Liverpool, con-
    signada a C. J. Aslley & Companltia, manifest* o
    seguinle :
    !>3 gigos c 2caitas louca, 27 fardos e 83 caixas le-
    eidos de algodao 1 caixa metas ; a Fox Bro-
    tders.
    10 caitas linda, 1:1 fardos leeidos de linho, 22 di-
    tos e 22 caixas tecidos de algodao, 4 fardos lona ; a
    Adamson Howie & C.
    I caita meias : a L. A. de Siqucira.
    30 barriscas eerveja, 123 fardos e 8!) caixas leeidos
    de algodao, 70 masaos de cabos ; a Paln Nash &
    Campa ahia.
    122 caixas tecidos de algodao, f> ditas ditos de li-
    nho,I dita ohjertos para esrriplorio ; a Russell Mel-
    torso,!..
    SO bartis ntada; a Barroca & Castro.
    150 barris manteiga, 99 rrigideirs*dc Tetro, (i
    b.irris vinlto. I cana lindas, 3caixas leeidos do li-
    ndo e algodan. I dila charutos, 1 ditacandlciros, 18
    tardse 10 caitas tecidos de algodao, ."*) barris in-
    das ; a S. P. Johnstnn & (,.
    18 barr lerraqrns, 12 ancoras, i catleias e 40
    barris prefos ; a J.llallidav. 1
    1 barra, 2 aitas c 1 masso ferrauens \a E. II.
    Wvalt. V
    M fardel fi!) caitis tecidos de algodao, ^caitas
    toalha, S ditas odjec|os para escritorio ; a jACrab-
    trec ft C. \
    caitas tecidos de lindo, 7 ditas ditos de alao
    J. Kellcr Cornp.i-
    ordinario .....
    .em fulha liom. .
    11 11 ordinario.

    reslollto
    Ipccacuanda .
    Gomma .
    Gcngibre. .
    Leuda de adas
    alq.
    I
    ccnlo
    ditos de laa
    ramios .
    n pequeas.....
    a loros.......
    Pranchas de amarellode 2 costados urna
    luro.........
    Ceslado de amarello de 35 a 40 p. de
    c. e 2 ,'j a 3 de I......>
    de dilb usuaes ......
    Cosa,lindo de dilo........
    Soaldo de dito...........
    Ferro de dilo........... n
    Costado de louro.........
    Cosa lindo de dilo........
    Soaldo de dilo........... ,
    Forro de dilo...........
    cedro..........
    Toros de lalajtida......
    Varas de parreira......
    aguilbadas........
    quiris...........1
    Em obras rodds de sicupira para c. par
    eixos a i) n
    *........... calinda
    -

    2*500
    19850
    39300
    59600
    59300
    19800
    I94OO
    9600
    9170
    9540
    9.-1OO
    9580
    9240
    ,9580
    9340
    59000
    196OO
    9560
    iv, o
    19200
    59OOO
    IO9OOO
    39000
    59120
    7.968O
    43300
    39IIOO
    39500
    (9IOO
    536OO
    3>sl(i
    19IM)
    fltiOl)
    39900
    totopo
    119530
    #160
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    9900
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    9160
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    I99M
    19000
    23000
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    393M
    2SHKI
    49500
    79000
    73000
    33000
    K9000
    43000
    39OOO
    409000
    39000
    13")(K)
    29100
    9900
    109900
    Hi;O00
    79000
    quintal
    ilti/.ia
    dao, 3 ditas
    ndia,
    .16caitas linda, 31 gigos loirca, caixa e II barris
    ferragens, 10 caitas chapeos de sol de algodao, 22 di-
    las e 7 fardos tecidos de algodao, 1 caita palitos de
    alpaca. I Jila grvalas e raleas, I dila leeidos de li-
    nho, t thla ROS da linho, I dila relogios; a II.
    Gibson.
    12 rvlindros de ferro, 100 v.irandas de dito, 2 cai-
    as lavatorio ; a I. W. Bon-inan.
    30 barr manleiaa ; a Me. Calmont k\ Compa-
    nbia.
    "i caitas camisa de algodao, 5 ditas meias, I bar-
    ril ferrageti'. 2.1 caixas e 101 fardos tecidos de algo-
    dao ; al. Ryder & C.
    I barril linla. 1 caita fio para sapaleiro* 20 Lar-
    ris aNlre ; a Sotiza rtelos.
    1 caita conservas e ceblas ; ao Dr. May.
    1 barril carne ; a A. Ryder.
    Medico .
    Milho..............
    Pctlra de amolar........
    o filtrar.........
    11 rebolos........
    Ponas de Im>..........
    Piassava.............
    Sola 011 vaqueta.........
    Sebo em rama..........
    Pelles tle carneiro........
    Sal-a parrilba..........
    Tapioca.............
    olias de boi .'........
    Slalo..............
    Esleirs de perneri.......
    Vinagre pipa ..........
    Calieras de cachimbo tle barro.
    359080
    109000
    9.9OOO
    G.3300
    43OOO
    69000
    5.3200
    39300
    21300
    39OOO
    19380
    13600
    1-920
    19280
    (49000
    309000
    -2211
    alqueirc I36OO
    M0
    63000
    9800
    I9OOO
    -:I2(>
    29100
    5*200
    9300
    urna
    o
    n
    ccnlo
    moldo
    meio
    i
    urna
    @

    eento
    a,
    unta
    i
    millteiro
    de deve por senielhanle ilesappropriac,3o, logo que
    erminar o- prazo de 15 dias, contados da dala deslc,
    que de dado para as reelamacoes.
    E para constar se mencin allixar o prsenle e pu-
    dlic.ir pelo Diario por 13 dias successivos.
    Secretaria da tltesouraria provincial de I'ernam-
    buco II de abril de 1855.O secretario, A. F. da
    .Innitnciarao.
    O Illm. Sr. |. cscripturario servindo de ins-
    pector da Ides.iurari,! provincial, em cumprimenlu
    da ordetn doElD). Sr. presidente da provincia, de 13
    I do correnle manda fazrr publico, que no dia I." de
    1 maio prximo vindouro, pirante a junta da fazenda
    da mesma llicsouraria, se lia de arrematar a quem
    por menos lizer, a obra do calcamcnlo do IK." lauco
    da estrada da Victoria, avallada em &3609000
    reis.
    A arrenialaeao sera feila na forma da le provin-
    cial n. 343 de II de maio do anuo prximo passado,
    sol as condiees especiaes abaixo copiadis.
    As pessoas que se propozerem a esta a'rrcmalacao
    comparecain na sala das sessoes da mesma junta pe-
    lo meio dia, competentemente habilitadas.
    E para conslar se mandou allixar o presente e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria da tltesouraria provincial d* I'ernam-
    buco 16 de abril de 1855. O secretario, ./. F. da
    Annunciariio.
    Clausulas especiaes para a arremataran.
    !* As obras deste cmpedramcnlo aerad etceuta-
    das de i (informidado com o orcamenlo approvado
    pela direrloria em conseldo, e sulimellido appru-
    vajao do Exm. presidente da provincia importando
    ni fc3609O00 reis.
    2.a Estas obras sero comeradas no prazo de 1 mez
    e concluidas no de 1 atino, contados de confotmida-
    de com os arligos 31 c 32 da Ici provincial
    n. 386.
    3." A importancia tiesta arrcmat.icfto sera paga em
    4 prestarnos iguaes, sendo a I. pagaquandolioitver
    o arrematante feito o terco da obra total ; a secun-
    da, quando liottvcr feilo dona tercos ; a Icrreira,
    quando for completamente concluida ; e finalmente
    a ultima, na entrega definitivo.
    i.- Durante a execucao das obras o arrematante
    Ner obrigado a dar rommodo e fcil transito aos
    viandantes
    5." Para ludo o mais que nao csliver determinado
    as presentes clausulas, scgtiir-sc-da o que dispe a
    lein. 2S6 de 17 de maio.
    Conforme. O. secretario, A. F. da Annuncia-
    rao.
    Olllm.Sr. 1 cscripturario servindo de inspector
    da llicsouraria provincial, em cumprimento da or-
    dem do Exm. Sr. presidente ta provincia de 12 do
    correnle, manda fazer publico que no dia 10 de
    maio prximo vindotiro, peranlc a junta da fazenda
    da mesma Ihesooraria, se da tic arrematar a quem
    por menos' lizer a odra da ronlinuacao do cano de
    esgoto da prac,a da Ponte Vclha, ale a esquina da
    ra Velha, avahada em 3:1999000 reis.
    A arremataran sera feila na forma da lei provin-
    cial n. 313 de 14 de maio dn anuo prximo pascado,
    c sod as condiees especiaos abaixo copiadas.
    As pessoas que se propozerem a esla arrematacao
    comparecam na sala das sessoes da mesma junta pe-
    lo meio dia competentemente habilitadas.
    E pftr.i constar se mandou ollixar o presente e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria ta Ihesooraria provincial tle I'ernam-
    buco 1( de abril de 1855.O secrclario, ./. /". d'An-
    nunciarrto
    Clausulas especiaes para a arre matar do.
    I. A ron 1 i miarn do cano de esgolo no lugar da
    Ponte Velha do bairro da iloa-Vista, ser ciecutada
    de conformidade com o orcamentu approvado pela
    direrloria em conseldo c aprescnlado a ipprova-
    clo do Etni. Sr. presidente da provincia ria impor-
    tancia tle 3:4999080 reis.
    2.i O empreiteiro data principio as obras no pra-
    zo tle 1 mez e as concluir no de 3 meaes, ambos
    contados na Turma do arl. 31 da b;i provincial
    n. 286.
    3." O pagamento da importancia deste CVJitrStn
    ser feito cm duas prestacoes iguaes ; a primeirn,
    quando esliver cxertilada melade das obras ; a se-
    gunda c jllima, depois de concluidas todas as obras,
    que sera logo realisada definitivamente.
    4.a O empreiteiro empregar ao menos melade
    dos Irabalhadorcs livres.
    5.a Para oque nao csliver determinado lias pre-
    sentes clausulas c no orcamento, seguir-se-da o que
    dispe a lei 11. 286.
    Conforme. O secrclario, ,/. F. da Annuncia-
    cao. .
    O Illm. Sr. I. cscripturario servindo de ius-
    pector da Ihcsotiraria provincial, em cumprintento
    da rcsolucaoda junta de fazenda, manda fazer pu-
    blico, quea arrematar;ao da obra do 8. lenco da es-
    trada da Escoda foi transferida para o dia 26 do cor-
    renle.
    E para conslar se mandn allixar o prsenle e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria da llicsouraria provincial de Pernain-
    boco 17 de abril de 1855.O secretario, .1. F. da
    Annunciariio.
    O Dr. Custodio Manocl da Silva Guimaraes, juiz de
    direilo tia primeirn vara do civel e commcrcio,
    nesla cidade do Recife de I'ernambuco, por S.
    M. I. e C. qne Dos guarde ele.
    Fajo saber aos que o presente edital virem, que
    Joaqujn i'mlieiro Jacome c oulros, me fizeram o
    requerimento de audiencia do Ideor seguinle.:
    Aos 20 de abril de 1855, nesta cidade do Recife,
    em publica audiencia, que aos feilos c parles fazia
    0 Dr. Custodio Mantel da Silva Guimaraes, juiz de
    direito da primeira vara do rommcicio, nella pelo
    solicitador Manocl Luiz 'da Vciga procurador dos
    exequentes foi requerido por parte gestea fosse lau-
    cado debaixo de pregao o exernlado Antonio Perci-
    ra Vellozo, dos 6 dias assignados a pendura, e que
    se passe editaes por III dias para sercm citados os
    credores incertos. O que ouvido pelo dito juiz, man-
    dou apregoar pelo porleiro do juizo Jos dos Sanios
    Torres, o qual ti fazendo ua forma doeslvlo, deu fe
    de nao comparecer, nem outrein por elle. Pelo
    que Iioiivc o juiz o execulado por i,meado dos 6 dias
    assignados, e mandou passar edilacs na forma re.
    querida de que fiz o presente, exlraditlo do protoco-
    lo das audiencias. Eu Pedro Tertuliauo da Cu-
    nda, eecrivaO o escrevi.
    Em cumprimento do qual se passou o presente
    com o prazo de 10 dias, alim tic scrcm citados os
    credores ncerto's do execulado para verem seguir a
    execucao seus termos.
    E para que cheguc a noiicia de todos maudci pas
    sar o prsenle, e maisdous to mesmo Iheor, sendo
    um publicado pela imprensa, e o mais allixados nos
    lugares designados.
    Dada e passada tiesta cidade do Recife de I'er-
    nambuco cm 23 de abril del835. Eu Pedro Ter-
    loliano da Cunda, eseriviO o s'ubscrevi.
    Custodio Manoel da Silva Guimaraes.
    Joo Ignacio de Medeiros Reso, commercianle ma-
    triculado, deputado cotmnercial do I tiloma I tic
    coinmercio da provincia tle Pernambuco c juiz
    commissarin nomeado pelo mesmo tribunal.
    Taco saber que nao leudo comparecido na rcu-
    nio, que leve lugar 110 dia 23 do correnle, os cre-
    dores da casa fallida tle Oliveira limjos ,\ Compa-
    uhia, Leonino Brothers, Jacomo iV p. Irms
    Carboni, Gamba Scomio i\; Mello, Fretes Rosoner.
    Antonio Joaquim de Oliveira Mello, Novaos i\ Pa
    sos. Viuva Seve, Sebastin Jos i|e Figueircdo, que
    resident fura deste imperio, ou dentro delle, ma-
    cm domicilios nao condecidos, por nao ler sido s
    1 con vocelo feila segando o arl. 135 do regalameno
    179000 (o 7;i>c je 25 ,|c novembro de 1850, convoco pe-
    W lo prsenle edilal a ditos credores para'que compa-
    9x10 recam no dia i tle jtinlio to torrente anuo, pelas 11
    9120 1 doras da mandaa, em casa da ininlia residencia na
    " ra da Cruz 11. !l do dairro do Rccil
    de 1853. En Dinamerico Augusto do Reg Rangel,
    Escrivio juranienlado o escrevi.Joo Ignacio de
    Medciro* /lego, juiz do comniercio,
    Jos Antonio Bastos, commercianle matriculado,
    deputado cotuinercial do tribunal do comniercio
    da provincia de I'ernambuco, e juiz commis-
    sario.
    Fa$o saber, que no tlia 9 de junlio to correnle
    auno pelas II doras da mandaa na rasa da minlia
    residencia na ra da Cadeia do dairro do Recife
    n. 31 da tle ler lagar a rennfae los credores da casa
    commercial fallida de Richard Royle na conformi-
    dade do artigo 135 do rcgulainenlo 11. 738 tic 23 tie
    novembro de 1850, alim de que reunidos em miaba
    presenea lodos os credores, verifiquen! os seus cr-
    ditos, formem o contrato de unido, c procedam a
    Humearan tle administradores tos bens da referida
    casa fallida, adxcrliudo que ncnhiim credor wraad-
    millido por procurador, se este nao livcr poderes
    especiaes para o acto, c que a procuradlo nao pode
    ser dada a petaos que seja devedora ao fallido,
    nem um mesmo procurador representar por dous
    diversos credores. Em cumprimento dn qui lodo)
    os credores da referida casa fallida comparecam cm
    dito dia c lugar designado, sob pena tle te proceder
    as suas rcvclias.
    E para que chegitc ao conliecimcnlo de lodos,
    man le passar o presente edital, que ser allixado
    na praca do comniercio c publicado nelo Diatio de
    l'cniumbuco.
    Dalo c passado nesla cidade to llecifc tic Pcr-
    namlmco as 8 dias do mea de fevcreinvlo 1X33.
    Eu Dinamerico Augusto do Reg KaAgel, escrivio
    juramentado o escrevi Josr. Antomi Huilo, juiz
    cammisario.
    Joan Pinto de l.emos,, rommendador da otdem de
    Cdrislo, conimerciaute matriculado, tlepntado
    commercial do lril cia de Pernambuco c juizcommissario:
    l'aco saber qne na 1 leudo cumparccitlo na rcuniao
    que leve lu;ar no ala I!) de Janeiro do'coircule an-
    uo, os (1 .lores da casa toiiimercial fallida tle Deanc
    Youle Si C, que resitlcm fora deste imperio ou den-
    tro dclle. nas cm domicilios nao ennbecidos, por
    nao I -r sido a convocaeao feila legando o arligo 135
    de ngalMMOlo n. 738 de 25 de novembro tle I850-
    convoco pelo prsenle edital a ditos credores, para
    qoe comparecam no tlia 11 d; jiinho to correnle
    anuo pelas II horas da maiilia. na casa da residen-
    ciados mesmos fallidos, na ra da Cadeia do bairro
    dn Recife n. 52, alim Je qna reunidos em minba
    prescnc,a lodos os credores da referida casa fallida,
    verifiqnem os seus crditos, deliderem sobre a con-
    cordata ou formem 11 cntralo de uniio e procedam
    a monearn de administradores tos bens da tlita ca-
    sa fallida; adveriindo que ncnlium credor ser ad-
    mitidlo por procurador se esle nao tiver poderes es-
    peciaes para o acto, e que a proettrarao nao pode ser
    dada a pessoa que seja devedora aos fallidos, nem um
    mesmo |irocurndor represenfar por dous diversos
    credores. Em cumprim*nto do que bulos os credo-
    res da referida casa fallida, comparecam cm dilo
    dia e lugar designado, sb pena tle se, proceder s
    suas rcvclias. E para que encane ao conliecinienln
    de lodos man lei passar o prsenle edital. que ser
    allixado na prac,a do Commcrcio e publicado pelo
    Diario de I'ernambuco, Dado o passado nesla ci-
    liado do Recife tle Pernambuco aos 9 de fevereiro
    tle 1855. Eu Dinamerico Augusto do Reg Rangel,
    pscriviiojuramcn|adn o escrevi. Joiio Pinto de Le-
    mas, jui/. commissario.
    ros to tinado Joo da Costa Domado, ta-
    ra', leiliio da armaran, dividas, livros e
    mais objectos existentes na loiti t|iie lbi
    do dito (nado, sita 110 largo do CoHegio
    11. ti, It'ira-uia 2- do crlente, as 10
    horas em ponto.
    . Estando a retirar-se para Inglaterra a familia
    do finado llcnrique Tavlor, os lestamenlciros deslc
    ferio leilio. por inlcfveiicao do agente Oliveira. da
    mnhilia seguinle : aofaa, cadeira-. mesas redondas
    consolos, com lampos de marinero lindos quo-
    dros, marqaexas, guardn-roapas commodae, mesa
    de jantar elaMiea, aparadores, lavatorios, espelhos,
    tocadores, kilos para casados e snllciros, sendo al-
    anos de ferro, baulie'ros, uma machina moderna pa-
    ra engummado, um dudar com lodos os perleines,
    uin ptimo piano, esleirs de sala-, um copiador de
    carias, uma Carretea nova com arelos para cavallo, e
    alm dd vario nutro- arligos ulci-, uma vacca in-
    gina : scxla' fira, 27 do correnle, as II) doras da
    manilla, no silio do Sr. Georgc Kenwnrlliy. em que
    morn dilo finado, logo immedialo ti igrejinda deS.
    Jos no Maiigtiiuho.
    Francisco Xavier Cavalcanle l.ius far leilo .
    por intervengan do agente Oliveira, do seu extenso a
    exccllenle silio em terrenos proprius, na Iraveaaa da
    Casa Forte para o Arraial, com casa grande de vi-
    venda construida de pctlra e cal, e mais una nutra
    de laipa aiuda por acabar, com bastantes commndos
    para prclos, eslrilnri 1, coedeira, e um grande le-
    Ideiro sodre pilares com mangedoura 110 ccnlrn para
    animaos ; esl dem plavlado de laranseirat, jaqoet-
    ras, inanguciras dendeseiros, caleseiros, e miiilos
    outros arvoredos fructiforos : os preleinlontes (iiideirt,
    ludo examinar enm antieipaeao ao dia do leilo, que
    lera lunar 110 saddado. 2S do correnle, ao meio tlia
    em ponto, noescriplorio do referido agente, cm mao
    de quem se acha a copia do titulo resperlivo.
    AVISOS DIVERSOS
    llem merecidos sem duvida lem sido os devidos
    encomios a Ilustrada direccao, que teui feilo os im-
    portantes caleaiiiciibis do lamo da Rideira, do paleo
    o ra da Peona, e quasi a lindar a do l.ivramenlo.
    J os moradores de lodo esse bairro deaassombra-
    dosnio liMiiemas cataratas que prestes tinsamearam.
    eslaeo invernosa, (pie mergulhadoa como n'uin acu-
    de viviam por mezes quasi todos os habitantes des-
    ea, boje risondo bairro! !
    Prosiga pois a sabia direcr 1 em ISo importantes
    'rabalbos feilos a nossa patria, que cooperando lo-
    dos nos com am contingente ao hem onimun, cabe-
    ra a cada um o resultado feliz de seos sacrificios.
    Todo o louvor merece o infaligavei meslrecalceleiro,
    artista nacional, que betn lem sabido exeetttar a in-
    leressanlc obra, que com rapidez fez tirar asta, por-
    fi de habita ule- dn atolciro cm que viviam, c qoe
    por sem davida augrmmlava o padecimcnlo que in-
    felizmente atortiicnlava bastante a ja sodrecarregada
    de molestias esla cidade, oulr'ora lito snludre.
    Pedimos pois a mesma direccao que nao esqueca
    na continuacao dos (rabalbos de contemplar a tra-
    vesea de S. Pedro, lio frequentada e intransilavel.
    U Jusliceiro.
    Custodio Jos I'ereira, vendo o an-
    nuncio que, em o DIAIUO de iiontem, Ihe'
    dirigi Jos Viena de Figueircdo, vende-
    dor de escravos, ohserva-lhe que esta' a
    esperada aceao com (|iie o ameaea, pe-
    dintlo-lhe que <|iianl'> tintes a intente,
    alim de ficar logo o respeitavel puJ>lico.
    pWn resullatlo da mesma accSo, sabe|ido
    qual dos dous falln i verdade, seo Sr.
    Figueiredo, seCustodio Jos Pereira.
    .:; Deseja-se saber onde moran Sr. Auionio f>.
    M Morena Reis, irmo do Exm. Sr. I). Joa- 3
    S quito Moren 1 Reis. para se I tic entregar ;o
    amararla e nmai encomuiendas, rindas da St
    Si cidade de Luanda.
    .-.:::':::""":; 999
    Eslii a sabir a luz no Rio de l.ineiro o
    REPERTORIO D9 MEDICO
    H01WE0PATHA.
    EXTRAHIOO DE ROFF E BOEN-
    MN'lill.M SH\ E OUTROS,
    c posto om ordein alphahelica, com a descripcao
    abreviada de lodas.asmolestias, a indicaeo phjsio-
    logicaag Iherepeatiea de indas os medicamentos he-
    mcopalhiros, sen lempo de acc.o e concordancia.
    seguido de um diccionario da significeeflo de lodos
    os termos de medicina e cirurgia, c pjsl ao alcance
    das peawas do povo, |iclo
    Dl. 4.1 DE ELLO MIMES.
    .siiliscrevo-se para esla obra no consultorio liotneo-
    pathico do llr. I.lllitl MOSCO/., ra Nova n. 50,
    primeirn andar, por SfOOO cm brocliura, e 69OOO
    encadernado.
    LOTERA de n. S. ha conceicao1 da
    villa lio BONITO.
    Aos .kOOOSHHJ, ((005(100, l:KteflOO.
    O caulelisla Salnstiano de Aquino Ferreira avisa
    ao respcilavel publico, quo n referida lotera corre-
    r indtibilavclmenip no dia 1.-tle maio. Oseaos bi-
    Ibetcs e cautelas nao soffrem o descont de oito por
    eento do imposto seral nos tres primeiros premios
    gratules. Acbain-se venda as segnintes lujas :
    na da Cadeia do Recife u. 1\ e i; piara da Inde-
    pendencia n. 37 e 311; ra do l.ivramenlo o. 22;
    ra Nova n. e 16 ; ra do Queimado n, 39 c 5 5 ;
    e ra eslreila do Rosario o. 17.
    DECLA.RACO ES
    BANCO DE PERNAMBUCO.
    O Baneo de Pernamhueo tama c da"
    lettras sobre o Rio tle Janeiro. Baaieo de
    Pernambuco 7 de abril tle 1855.O se-
    cretario da direccao, Joo Ignacio de
    Medeiros Rogo.
    As sacras rom arrn?. anmmciadas peloaetlilal de
    9 do correnle para seren arrematadas ua forma do
    rcgitltimento do de juntio de d:l(i, p"nr Inoortve-
    uienlcs nilo leve elleito a sua arret/ialaeo naquella
    dala, o qtieseefferltiar 110 dia 23do correnle. .Me-
    sa do consulado de Pernambuco l tle abril tle 1833,
    O escrivo, Jacomo Gerardo Mana Lumaehi Je
    Mello.
    Pela subdelegara de S. Jos do Recife se an-
    nuncia a adiada de bahs. coutelido dentro delles
    roupa e doniem com a firma I-'. J. |l. M.: quem
    l'or-eu dono rompareca ne-ta suddelcgacia a qual-
    quer dora para llic sercm entregues. Subdelegada,
    tle S. Jos do llecifc :! tle abril de 1835.O subde-'
    legado, Eduardo l-'rederico llauLs.
    AVISOS MARTIMOS.
    JUO DE JANEIRO.
    O brigue nacional FIRMA, capitSO
    Manoel de Freitas Vctor, segu cora bre-
    vidade para o Rio de Janeiro., para car-
    ga, panageiros e escravos a rete para os
    ([uaes tem evccllentes commodos : trata-
    se com os consignatarios Novaos &C, na
    ra do Trapiche n. 3, ou com o capitao
    na praca.
    AO MARAMIAO' PELO CEARA'.
    A escuna nacional i(l;loran, capilo Joaquim Jos
    Alvos das Nevea, segu com brevidade ; para o res-
    to do seu carregameutu, Irala-sc com os consignata-
    rios Antonio tle Almeida (jomes & Companbia, ua
    ra do Trapiche Novo 11. 1(i, segundo andar.
    O hiate AMELIA seguc na presente se-
    mana, por ter a maior parte da carga
    prompta, para o resto e passafjciros, lia-
    ta-se com Novaes c& C, na ra do Trapi-
    che n. 34, ou com o capitao no trapiche
    do algodao.
    PARA 0 RIO DE JANEIRO.
    O brigue nacional ELVIRA segu cm
    poneos dias, por ja' ter parte de seu car-
    egamento prompto: para o resto, da
    carga, passageiros cescravos a rtj/e, tra-
    ta-se com Machado i\ Pinhciro, no largo
    da Asscudila sobrado n. 12.
    Para o Acaracu' e Granja sabe com toda a bre-
    vidade a escuna aS. Jos; para o reslo da carga e
    pawageiroe, Irala-sc na roa do lirum u. 10. c na
    praca do renuncelo com Manoel Jos tle S Araujo.
    Companliia Brasileira de Paquetes de
    Vapor.
    O vapor
    .v. Mira-
    dor, eom-
    mandanle
    o capilao
    tctiente V.
    N a v a r r o
    Cardo zo,
    espera-se
    Bilhetea .">-.>( Kl ltcrebc 3.000*000
    Meios 2^800 a OOjllOO
    Quartos I9M0 1:3308000
    Quintos 19160 i:tKKteOII(l
    Octavos 7JII a 629*000
    Herimos 600 300800o
    \ laesimoa :i2t) OSOOii
    O referide ciutelista declara mu c\[iressameute
    Ss > <3
    3 p * CTJ
    1*1 O co
    i. C_ -' y. BMBBl
    S3~ r. 3.5T 0. - ro
    a^
    = ? =. rj ^mO
    ~i O 3J 1? - ,
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    PJ
    - 5 f
    :uwiot
    .->KH)0
    MOVIMENTO DO PORTO.
    1 AKTE 1)0 RECiISfRO.
    No dia "I nao houveram entradas nem sabidas.
    EDITAES.
    O Illm. Sr. I .a escriplurario servindo de ins-
    pector da tltesouraria provincial, pm rnmprimenln
    do disposto no arl. M da lei provincial 11. 129, man-
    da faier publico, para conherimenlo dos credores
    bypothecarios, e quaesquer interessidos, qoe foi de-
    Jos l-rancrsrn de Andrade Jnior relira-se
    para Portugal, a tratar de sua saudc.
    Prccisa-se de urna ama, para co/.iiiliar. para
    casa de pequea familia: na rae, do Cabog, n.
    Preci-a-sc tle orna ama forra, que eaiba cozi-
    nltar c engommar, para urna casa de pouc.i fami-
    lia : na ra das Gruta, iu -2H, primeiro andar.
    O Dr. Jos Joaquim de Sonsa mudoo-ae para
    a ra de Apollo, n. 20, primeiro andar.
    Na ra tle Moras, 11. S, lavo-se e engomma-sc
    dcllissiinamente. por prcro couniindo : quem pre-
    cisar, dirija-se a dita casa, que achara com quem
    tratar.
    Olferece-se tima ama para o interior de ama
    casa de moco solleiro. ou de pouca familia : na ra
    das Aguas Verdes n. 72.
    Arrcnda-sc o engenho Pocla na freguezia da
    Narria: os prclendentes dirijam-scao mesmo engo-
    lillo en na roa das O u/.c- casa da esquina que vira
    para a do Crespo.
    LOTERA da provincia
    CORRE .NO 1.a DE MAIO,
    O caulelisla Anlwnio da Silva liuimares lem e*-
    poslo a veuda,os seus dilliclcs da I.'parle da I.
    lotera do llonilo. nos sectiintes lugares : alerro da
    Iloa Vista n. 58, ra do Cahtig 11. 2, rila larga do
    Rosario ti. 2(1. (iraca da Independencia n. ti c 16, e
    tua da Itangel n. Vi.
    Meios billicles
    Quarlos
    (litavos
    Decimos
    Vigsimos
    Precisa-sede uma de leile :
    las 11. 1(1.
    25800
    IMitl
    720 .
    600
    :t20
    na ra de
    Mor
    dos pollos do norte em 2!l do correnle. e Seguir pa-
    ra os do sul, no tlia seguinle ao da sua cheqada :
    agencia na na do Trapiche n. i0, segundo andar.
    I'assagem. Cunara. Convs.
    Para o Rio de Janeiro. KKISOOO 22J0O0
    Badia. iil-ooii lOaOOO Tem de se arrcralar .1 porta do iui de paz da
    Macnin. 2UNKMI ^oimi l'regue/.ia de San Jos, no dia 21 deste correnle mez,
    Conecde-ee aos p.iss.igeiros de re :!*> palmos c-
    bicos para bagagem, c bavendo exresso pagarlo a
    raao de :t00rs. por p'almo.
    ao respcilavel publico, que he responsavel nica-
    mente 1 pagar os premios grandes por inleiro que
    olitiverem suas cautelas : sobre os seus liilbcles inlei-
    ros vendidos em originad, se nbriga apena- a pa-
    gar os oito por eento da Ici, logo que se lite apr-
    senle o bilbctc, indo o pnssoidor rerelicr o compe-
    tente premio que nctlo sadir, na ra do Collcuio 11.
    I"), eaeriplorio do Sr. Iheaoureiro Francisco Antonio
    de Oliveira. Pernambuco2i de Ibril de 1833.
    Sulustiuno de Ar/uinn Ferreira.
    Pedtr-se ao Illm. Sr. llr. e subdelegado da fre-
    guecia da Boa-Vista, queira tancar suas vistas em
    favor tos moradores do logar da Capauga e seus ar-
    rabaldy, onde se lem coinmcllido vanos allcnlados
    aos viajantes ; bem como fosse ua noile do tlia 1i to
    correnle, as 7 112 horas, na estrada que vai da Solc-
    dade par o Maiigtiiiilio, tlenoininada J0K0 l'ern.in-
    des Vieira, que espauraram gravemente a ttaymnn-
    do Rodrigues do Nascimenlo, Jeronv 1110 de.'tal e a
    Joaquim Jos dcSaiii'Anna, moradores ta Capunga,
    para onde regressavam com o fut de os roubar, o
    qne efleetnaram; assim como na seguinle noile de
    I" para 1(1 do dito tnet; leolaram mudar a I). Ma-
    r'n Mestra, tamliem moradora na Capunga, dcsle-
    Ihaii-do-se-lbe para sao a casa, o que nao levaram a
    clfeito por ler ella gritado, c felizmente algtiem ac-
    cudido, poderam com ludo cvadir-se. tendo igual-
    menle j sido rondada ha dias antes Atina Cavalrau-
    li ; resultado esle da pouca actividade ou deleito
    dos inspectores, icom algumasexcepcoes) quesque-
    rem o lugar para se i-entarern do tervirjo da guarda
    nacional, sem com ludo rumpiirem suas obrigaces.
    > ('apangense.
    -Na praca da Independencia 11. 22, lecem-.-e
    trauselins, fazem-sc putreiras, atinis, rselas e fir-
    mas, ludo d? cabello, com muila perfeico; como
    lambem apreenptaun-se lodos os perleneea para olli-
    eiaesda guarda 11 icional c primeira linda, por nreco
    commnilo.
    Uesappareceu do poder to .idai vo aisignado mn
    seu esrravo. com os signaos segnintes: cabra bem re-
    uni, cabellos corridos, odos grandes, com falla de
    alguna denles na frente, mas liio lanos que parcra
    desdentado, alio, bem proporcionado, e de bonita fi-
    gura, quando principia a. fallar parece ter dinicul-
    dade ou preguica de pronunciar as palavrat, coslu-
    111a Irazef a visla baixa e de moroso em seus movi-
    mentos, posto que nlo Ihe falla agilidade. cliamasc
    Ignacio, lem de 2") a :(! anuos de ida,le, e de iiiilural
    de Sobral, provincia dn Ceani, donde veio ha :l an-
    uos pura esta cidade. Recife 2:'. de abril de IS 1 "i.
    Bcnlo Jos Pernandes Barro.
    Jos Antonio de Oliveira rctira-se para Por-
    tugal.
    (iuilderme l-'errcira Pinlo vai a Europa.
    Na roa da Aurora 11. 21, precisa-sede uma
    ama tic leile ; paga-se bem.
    Aluga-se por 169000 mensaea urna prcla es-
    craya, crioula, para servir de portas a dentro, sabe
    cozinbsre aniabear perreRameane, engommar, rose
    dem e tem varias babilidsdes de costura : quem .1
    pretender, dirija-se ra do l.ivramonlo, luja tic
    (alendas n. t, que adiar com quem Irlar.
    A pessoa quo no dia sevla-reira oflereceu pela
    prela 8003tV)0,cisii aiuda nao leuda comprado csrra-
    va, dirija-se praca da Boa-Vista n. 7, que se far-
    negncio,dando mais do que prometteit.
    Madama Tlieard vai a Etitopa rom a sua ma-
    na e sua lilda menor, deixa ciicatrcgadn destia luja
    madama Eugenia Jovenna, c |irocoradores bastantes
    Cbaprnntl t\; Ileilrand.
    Precisa-sc de nm Sr. sacerdote que se prnpo-,
    tilia a ama capellana de um engenlto milito pcrlo
    desla praca, e ao mesmo lempo cjisinar u 111,1 meni-
    na : na ra da Cruz 11. 7, primeiro andar Na mes-
    ma casa precisa-se de um feilor.
    O abaixo assignado, pronrielario das catas da
    ra do Aragao n. 37, roa Dircita n. 63, e ronsendor
    dtjs sobrados di ra Dircila n. SH. c rita to Queima-
    do n. o, faz sriciitc ao- Ss. inqtiilinos das respec-
    tivas rasas que lem constituido nesta cidade seu
    lirocuratlor ao Sr. Miguel Jos de Almeida Per-
    nambuco, c revogado as procuraros dos Srs. Jos
    Hvgino de Miranda c Manocl Florencio Alves de
    Moracs, para que os mesmo Srs. iuquilinos ou mo-
    radores, saibam cotn quem deverao tratar, c paeaf
    os respectivos alaguis. Recite ol de marco tic 1855.
    Joaquim Teixeira l'eixoto lie Adren Lima.
    ArrOada-sco muilo condecido silio do Cajnei-
    ro, com uma tas melliores casas de viventla, grande
    viveifo, baixa para capim. muitos arvoredos de
    fructo. ptimo banbo, coedeira, casa da pretos, ele.
    etc., por preco commodo : quem o pretendcr.adiri-
    ja-se ao mesmo silio, que adiara cun quem tratar.
    No mesmo aloga-sc uma casa por auno ou por me-
    zes.
    Aluga-se urna ama de leite, forra ou cscrva:
    quem pretender, dirija-se ao paleo do ('.armo, sobra-
    do it..'.).'
    Tendo de proceder-so ralcio do liquido produc-
    to da taberna de Manoel Vieira Franca, o- Srs. cre-
    dores do mesmo lenham a dandade de dirigirem-se
    ,1 Iravesaa da Madre de lieos, annazem n. 13, alim
    le verilicarem se estilo incluidos no mesmo ralcio.
    isto ale n dia 2I do corrate.
    t'rccisa-se permutar o alugiiel to silio dos
    lenes, na Soledade, pelo O de otna casa de 2 nn la-
    res, nos Barroa de Santo Antonio ou Boa-Visla, que
    tetilla as commodi'latles neccs-arias p^ra lamilia nao
    pequea : quem esle negocio desojar fazer, diriji-se
    ao dilo sitio a qiialqucr dora de dia, que acliani com
    quem tratar.
    Desapparereu da roa larga do Rosario 11. 12,
    p c-cravo Vicente, pardo, alio, barbado, odos gran-
    des, com iinai pequea Cicatriz un rosto, de sapitei-
    RIO DE JANEIRO.
    O brigue nacional FIRMA segu para
    o Rio da Janeiro sabbado -2^ do corren-
    te, s pode receber escravos a (rete, para
    ocpie tem excellentet commodos: trata-
    te com os consignatario* Novaes & C, na
    rita do Trapichen. .Vi.
    as 9 doras da mandila, urna sacada .le podra de can- 1 ro, anda de calca e jaquel, calcado, e diz-se forro,
    loria lavrada com S palmos tlecomprido o de lar-
    gura, pnhorada a losOde Almeida Lima, a requeri-
    meoto do Justino (iuimariles N'illar : quem a pre-
    tender, dirija10 porta do juiz de paz .is doras de
    audiencia.
    ropa.
    Julio Cremers. subdito proasiano, vaig E11-
    GABI.NETE PORTUGUEZ DE I.EITRA.
    Iralialhou na roa Dircita o no alerro ila Uoa-Visla,
    e coosla que anda frcquenlcmcnte em Htderil.e :
    quem o appreheuder e enlregiir na dila casa, era
    recompensado.
    .Na ra do Oucimado 11. 20, exisle uma caria
    vi oda do Rio de Janeiro para os Srs. I.i.pcs cSt R-
    beiro
    Prdea-se desde a igreja do Corpo Sauto al a
    LEILOES
    le, afim de que
    reunidos em minba presenea, com lodos os mais
    credores da mesma casa fallida, veriliqucm os seus
    crditos, se forme o contrato de tindo, e se proce-
    da a nonienro de administra loros dos bens da di-
    ta casa fallida, adveriindo que ncnlium credor se-
    ra admitidlo por procurador se este nilo livcr pode-
    res esperiaes para o acto, e que a procuradlo nilo
    pode ser dada a pessoa que seja devedora aos falli-
    dos, nem um mesmo procurador representar por
    dous diversos credores. Em cumprimento do que
    lodos os credores da referida casa fallida compare-
    cam em dilo dia e lugar designado, sob pena de
    se proceder a suas revelias.
    E para que cheguc ao conhecimento de lodos
    (I agente llorja "lar.!
    leilo em seu arma/em
    na ra do Colleglo
    Nilu leudo sido possivel ao conseldo deliberativo r"'' ''" Uwamaato, 0XDW chaves amarradas cm um
    acabar os seus Irabalhos na aessao de 22 do crrenle, annel : quem ,< levar a ra ta Cadeia do Recife n.
    adiou a continuaclo dclle* para domingo 29, is I i 36, sera bem recompensado.
    doras da manilla..1/. F. de Souza Barb -a. se-
    gando secretario.
    Desapparereu no dia 2 do crrenle, do enve-
    ndo Pagitinga, om escuro, crioulo, de nomo Flo-
    rencio*, com Irinla anus de idade, ponen mais ou
    Pracisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
    milia : na ra da Cruz du Recife 11. IS. primeiro
    andar.
    O caiiiclista Salustiano de Anuino
    menos, leudo os signaes scguinles : bastante pre-: F"-eI, avisa ,n ptissnidor to liilhtdc iii-
    1.1, de uma quantidade lo, estatura regalar,ttaftado, cara descarnada um 'leiro 11. 217 da primeira parte da pri-
    rnnm'f.- ""6"10?' I'' cnluro. albos apitomdados, mna rirattiz na .nei, a -loleria la matriz tlt. Rosario tic
    como oliras de mam- goela e oulra na barriga, pomas fin.i-, pos torios qne .- ,
    neiria de varias tpiali- mostram ler sido cambados, denles podres o filia de- ,0li"1"''' ('m M,le Saino O (iranio de
    frM W*9% 'rUdC*' H''.l"''s I'"'1"- a'iBiins na rrcnlc, e I lia alcm disso um pouro aira- 2:OOO.sO(IO, pode vir reccl.cr OS S por CCII-
    tfWimfaft lZTZ'aZ'WJnt: Tlt" "^""li-Vl"es','-T",""M" r"""l',N"- to da lei, que he 160x000 rs.. na ra do
    ^^^^^^Maaaa^aaitaBBal tro no t.iiiie nimio zarelh: roga-se a qualquer pessoa, que aiip-elien- .,. 1 1
    tnos. urna porrilo de fazendas franec/as, obras de dolo, leve-o ao referido engetido, que scr.i bem '"apiche 11. )(> se;uiido aullar, logo que
    011ro e prata, relogios paro a'gibeira, ditos de pare- : recompensado,
    tic. ele. c outros muitos objectos que se adiar Ao
    patentes no tlia do leilo: quinla-fcira 2G do cor-
    renle, as !> horas em poni.
    O agente Rorja, por autorisacao do
    Illm. Sr. Dr. juiz de direilo do civel e
    commcrcio, Custodio Manoel da Silva Gui-
    A praca cm que se liaviam de arrematar os
    dens peuhorados por excueau da fazenda nacional
    contra seasdevednres, e declarados pelo annuncio
    inserto no ZXsrSO de 10. 211 e 21 docorrenle, liruii
    lisia fiera I. Pernambuco 22 de
    sabir a
    abril de 1855,-^-0 cautelista, Salustiano
    de Atjiiuio Ferreira.
    Alnga-sc uma prela mora para o servico dn ea-
    transferida para o dia 2-"> do mesmo. no lugar e hora sa de pone ramilla, razinha, engomma liso.'c faz as
    dn coslume. Recife 33 de abril de 1855.O solici- i compras na ra, e declarase que nao so alaga para
    tador do juizo, Joaquim Theodoro Alves. I vender, so sim para casa : na raa Nova n. 10.
    Mimtnnn

    LOTERAS DA PROVINCIA.
    Acham-se a venda os bi-
    lhetes da primeira parte
    da primeira lotera de V.
    S. da Conceic&o da villa
    de Bonito, cujas rodas an-
    dan, inipreterivelmente no
    dia 1 \le maio. Pernam-
    buco VI de abril de 1855.
    O thesoureiro, F. Anto-
    nio de Oliveira.'
    Da'-se iliniciro a pir-mio sobre pe-
    nliort's e hu o c. prata : na ra do Quei-
    mado loja n. 46 A, se dir' quem da*.
    .* O barharcl Jo.'.o Francisco leiveira, pro- 30
    J poe-se a dar licres de Irancez e Rhelorica, ij
    ,' assim como contina a ensillar (eoinelria pe- .
    ^i lo compendio ltimamente adoptado na la- tje
    ^ cuidado de Direilo: quem de seu presumo SJ
    se tpii/cr utilisar. tlirija-se a ra to (Jueima- J
    a. 2X.
    O Sr. Epiplianio Jos de Souza queira dirigir-
    >e i ililtlu;ao do Franca, na praia de Santa Rila,
    a negocio tle seu inlercsse. '
    LOTERA DO I1IO DE JANKIHO.
    A roda da lotera "i2 do Monte Pi, i-
    cava annunciadano Kio de Janeiro para
    I 0 do correte, depois se seguia a pri-
    meira to Iheatro de S. Pedro, da qual
    nosso correspondcnle nos mandn aljjuns
    bilhetes e meios, rpte, ficam a venda as
    lujas do coslume ; as listas virao pelo va-
    por nacional que parte do Rio de Janeiro
    a 2.) do correte : os premios sero pa-
    go logo que se lixer a distribuidlo das
    listas.
    a Ha para se vender na ultima casa terrea da
    rita do Sul .junto ao sobrado do Sr. Elias Rptala,
    nm Fardamenlo para guarda nacional da Hoa-Visla,
    novo: quem pretender dirija-se a dila casa que
    adiar com quem tratar.
    ROA I.AI-'FECTEUR.
    0 nico autnrisailti por decisao do conselho real c
    decreto imperial.
    Os mdicos dos hospilaes recommeudam o Arrobe
    de l.affeclciir. como sendo o tnico aulorisado pelo
    governo, e pela real soeiedadc de medicina. Esle
    medicamento (ruin goslo agradavel, c fcil a tomar
    em secreto, esla em uso na roarinha real desde mais-
    de 60 iinnns; cura ladi.-almente em pouro lempo,
    noiu pauca despeza, sem mercurio, as iillccres da
    pcll, impigens, as conscqucncias das sarnas, ulce-
    ras, c os accidentes dos partos, da idade critica, e da
    acrimonia hereditaria dos humores; convem aog ca-
    larrbos, a bexiga, as contraerse, e fraqoeza dos
    orgilos, procedida do aboso das injecees ou de soo-
    das. Como anli-svpdililico, o arrob cura em pnaco
    lempo os lluxos recentes oh rebeldes, que volvem
    incessanles em consequencia do emprego da copai-
    ba, da cubeba, ou das injetees-que represeutem o
    virus sem neulr.ilis.i-lu. o" arrobe Laflecteut he
    especialmente rpromiucndatlo contra as (locuras, in- ,
    veteratias ou rebeldes, ao mercurio o ao iodureto de
    polassio. I.isliuiinc. Vei:de-sc na botica de Brrale tic
    Antonio Feliciano Alves do Az.cvedo,praca de 1). Pe-
    dro ii. SS, onde acida de rhe'gar tima grande porcilo
    eje aarrafas crandes e pequeas vindas dircelamenlc
    de Pars, de casa rio dito Uovveau-i.alfecleur 12, ru
    Richco a Paajs. Os formularios tlao-sc gratis cm
    casa do agente Silva na praca tle II. l'etlro. n. 82.
    Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima & Irmos ;
    I'crnainbiiro, Soum; Kio de Janeiro, Rocha & Pe-
    ino ; el Morcira, loja de drogas ; Villa Nova, JoAo
    Pereira de llgales l.eite ; Rio Grande, Eran de
    Paulo Coulo (V 0.
    C. STARR & G.
    respeitosamentc anuunciam que no seu extenso es
    labelecimenlo em Santo Amaro.cuntiuuam i fabricar
    com a maior perfeicelo e piomptnl'io, toda a quaitla-,
    tle tic macliiiiismo para o uso da agiicultura, na-
    vega(3o e manufactura; c que parajanaiar rommodo
    de seus numerosos Ireguezes e do publico cm gcral,
    teein aberlo cm mn dos gratules rmaseos do Sr.
    .Mesquila na ra do lirum, alraz du arsenal de roa-
    rinha
    I1EPOSITO DE MACHINAS
    conslruidils no dito seu eslnbeiccimenlo.
    Alli acliarilo os compradores um completo sorli-
    nn'ito de moeudam tle caima, com lodos os incldora-
    mcutos alguns delles novos c originaos de que a
    experiencia de muitos anuos lem mostrado a neces-
    sidade. Mai dilus de vapor de baixa e alia pressao,
    laixai de todo lainanbo, lauto batidas como fundi-
    das, carros de mao e dilos fiara conduzir formas de
    assacar, machinas para moer mandioca, piensas pia-
    ra tlito, Tornos de ferro balido para familia, arados de
    ferro da mais approvada, construccao, fundos para
    alambiques, errvos c portas para lotn.illias, e urna
    inl'uiiilade de obras de ferro, que seria enfadoiibo
    enumerar. No mesmo deposito asiste tuna pessoa
    inlelligenlc e habilitada para receber todas as en-
    commeudas, etc., etc., que os aiinuiiciantcs contan-
    do com a capacidade tle suas oflfcinase machinismo,
    e pericia de seus ofliciaes, se cimpromcltem a fazer
    exerutar, com a maior presteza, perfeicilo, e exacta
    conformidade com os modelos ou ilcsenbris,c inslriic-
    <,es que Ibes forcm furneridas.
    AO PEBLICO.
    S No armazem de fazendas bara-
    tas, ra do Collegio o. 2,
    vende-se tira completo sortimento
    de fazendas, finas e grossas, por
    precos mais baixos do' (pie em nu-
    tra qualquer parte, tanto em por-
    coes, como a retalho, afliancande-
    se aos compradores um s preco
    para todos : este estaheleciment
    alirio-se de Combinacao com a
    maior parte dis casas commerciaet
    inglezas, ranceza, allemaas e suis-
    sas, para vender fa/.cntlas mais em
    I conta cloque se tem vendido, epor
    isto ofierecendo elle maiores van-
    tagens t'ocjiu: outro qualquer ; o
    proprictano deste importante e&-
    tabelecimento convida a' todos os
    seus patricios, c ao pufclicto em ge-
    ral, para que venham [a' bem dos
    seus intereses) comprar fazendas
    baratas, no armazem da ra do
    m Collegio n. 2, de
    Jje Antonio Luiz dos Santos & lioliin.
    COLLEGIO, PARA MENINOS, LMWAN-
    DSBECK, SUBURBIOUEIIAM-
    URGO.
    O abaixo assignado .tem a honra tle participar ao
    publico, que mudoo o sen rollctio ueste anuo, de.
    Ilamburgo para Wandsbeck, e cslii agora habililado
    de poder aceitar mais algn* pensionistas. A nilua-
    5S0 do lugar be a mais saudavcl d; lodos os arrabal-
    des de Ilamburgo, ca distancia tlcssa cidade permit-
    i o gozo dclodas as vanlagens das tidades grandes,
    assim como ella impossibilila o gozo das dcsvanla-
    geus par.^monillos. Ao entrar no collegio os meni-
    nos \\3o devem ler excedido a idade de t(l annos, e
    maior cuidado c zelo se empregani em favor delles,
    nilo so para o seu bem phvsico rimo inlellerlu.il.
    Ellcs lerilo lices em todas as linitias modernas, his-
    toria, geograpbia, historia naturtd, malbcmalica,
    assim como os principios ncressarics para o commcr-
    cio, ou as linguas>aiiligas. scicncta tas anliguitla-
    dcs, pdilnsopliia. etc.. romo preparos para o esludo
    na uiiiversidadc. As despeta do nina, sustento e
    casa importan em 1,000 a*arcos,5009000 pouco
    ateas 00menee. (Is pas deverao dar roupa, assim
    como pagar msica c eaaaiaaa de dansa, caso o tlese-
    jem.(.'. '/'/'/....'idicr.
    Esle collegio podemos recorr.meidlar as pessoas que
    qtieiram dar urna cduracilo exempl.tr aos seus lilhos.
    por ser um dos melliores na Allem: nda. c ofterecc-
    .mo-nos a dar odas as informa^ries a quem precisar :
    na roa da Crw n. 10.
    0 cautelista Vicente Tiburcio Cornelio
    Ferreira avisa a pessoa que tem o Mnela n. 2.10 da
    primeira jiarle da primeira lotera concedida a favor
    do Rosario de C'oianiia. que. loi vendido na loja to
    1 Sr. Joaquim Montn o da Croa, na ra do Queimado
    II. l'i, baja d" ir na referida loja retobe* :001te("10(l
    (pie por snilt Ibe sabio. O mesmo caulelisla avi^a
    ao peblico, que os seo bilhaWa e eaatelasda primei-
    ra parle da primeira arteria a favor das obras da ma-
    Iria do Benito, aeham-ee i't venda na mesma confer-
    oiidadc rom os aiinniicios ja pnbHea los, 14a ra do
    Queimado n. 23, loja de iniudczas do Sr. Joaquim
    .lluiileiro da Cruz ; no pateo do Carino, loja do Sr.
    lenlo Alves Rodrigues Topiearabn,; rita do Crespo
    11. i, loja de fazeudas do Sr. Anlonio Francisco Pe-
    reira ; na mesma roa n. II, loja do Sr. Antonio Do-
    mingoes Ferreira ; rita Nova, toja de clleiro do Sr.
    Jos Francisco Carneiro ; alerro da lloa-Visla n. 5,
    fabrica dccdarulos do Sr. Lucio.
    O Sr. Francisco Jos tle Sant'Anna, morador
    110 Giquia, queira dirigir-se i 111a do Queimado. loja
    11. IX.
    Guilherme Angusio de Azevedo,retira-so para
    o Kio de Janeiro.


    CURIO BE PRMRBUCO, mi FEIRA 24 DE ABRIL DE 1855
    ,1.1
    -JllcOOO
    109000
    :(ooo
    ortica CONSULTORIO DOS POBRES
    M BA Xf OVA 1 JLVOJJl SO.
    O Dr. P. A. I.oho Moscozo da consultas homeopalhioas lodos os dias ans pobre, dqsde 9 horas
    nitnha ate mein da. o cm etsul extraordinario- a qual(|uer hora do dia ou nuile.
    ()(lcrecc-se isualmenle para pralicar qualquer operario de eirureia, e acudir prinnplanieiile a qual-
    quer mitlhor qie estoja nial de p.irlo, c cujas crcumstaneiaf no permitan! pa^ar a medico.
    SO COSSULTORIO DO DR. P. A. L010
    50 "RA NOVA 50
    VNDESE O SEGUINTE:
    Manual completo de meddieina hnmeopalhica do Dr. (i. 11. Jahr, traducido em por
    tanas pelo Dr. Moscozo. quatro voluntes eneadernados em dous c acompanhado de
    iim ilicrionario dos termos de medicina, cirursia. anatoma, etc., ele......
    Esta obra, a mais importante de lodas as qiielralam.loosludn e i ratiea da liomeoriathia, por ser a nica
    aaaconlm a use uimiameiilal i,e*la doulrinaA PATHESESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
    MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAL*DEconhecimenlos quenSo podem dispensar as pes-
    soas que se querein dedicar a pratica da verdadeira medicina, interessa a lodos os mdicos que qui/.ercm
    evperimentar a doulrina ile Hahncmann, e por si meninos se Convcucereni da verdade d'ella : a lodos os
    (azendeiros c senhores to ensenho que estilo lotice dos recursos dos mdicos: a lodosos capitesde navio,
    qne nm i ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qualquer ineoinmodo seu ou de seus Iripulanles :
    a lodos os pais de familia que por circumstancias, que nm sempre podem ser.prevenidas, silo ohriga-
    dos a preslar in continenti os primeiros ocenrros em suas eiiferinidades.
    O vade-mecum do homcopalha ou traducefio da mcoioina domestica do l)r. llerins,
    obra lambem til pessoas que se dedicam ao esludo da homeopalhia, un volu-
    nte grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina......
    O diccionario dos termos de medicina, eirureia, anatoma, ele, ele, enrardeuado. .
    Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar un passo segn
    homeopalhia, e o proprielario desle eslahclecimenlo se lisonceia de l,c-ln o mais hem motilado possivel e
    ninsuem duvida hoje da crande superioridade dos seus medicamentos.
    Bolicas a 12 tubos grandes..................... 88000
    Boticas de 2t medicamentos em clobulos, a 109, 129 e 15J000 rs.
    (tilas 36 dilos a......*............ 20S000
    Ditas 48 ditos a.................. 2)9000
    Dilas 60 ditos a................, 30*000
    bitas l-tl dilos a.................. G03000
    Tulios avulsos ....."................... 15000
    Frascos de meia onga de lindura................... 25O011
    Ditos de verdadeira lindura a rnica.....'...'.......... 29000
    .\ i mesma casa ha sempre venda grande numero de tubos de rryslal de diversos lmannos,
    Mm para medicamentos, e aprompla-se qualquer encommenda de inedicamentoscom loda a hrevida-
    rtc e por presos milito commodos.
    IE0PATII1C0 DO BRASIL. g
    W THESOURO HOMEOI'ATHICO "2
    (D ou <$
    () VADE-MKCOI DO J$)
    $ HOMEOPATHA. )
    flk Melhndo conciso, claro e seguro de cu- ^
    3Z rar homeopathiramente todas as molestias ,-
    9 que affligem a etpecie humana, e part- 1W
    eularmente aquellas que reiitam no ira- (A
    _ til, redigido segundo os melhores Irala- 2
    Vr dos de homeopalhia, lano europeos romo i&}
    S americanos, e secundo a propria ciperi- A
    encia, pelo f)r. Sabino Olegario Ldicro '*'
    Pinho. Esta obra he boje reconhecida co- $$)
    ino a melhor de lodas que Iratam daappli- ^
    cacao hoiiteopathica no curativo das mo- 99
    lestias. Os curiosos, principalmente, nao
    Arrcnda-sc o eiiienho Boa-Sane, d'agua. com
    propoi-cos para safrejar de dous a Ires mil paos, t
    Ierras de vanlajosa pro.luooflo. il legua e nnia ao
    sul da cidade da Victoria ;"a fallar COM 0 MU pro-
    prielario Francisco Elias do Reg Danta, na villa
    do Cabo, un no eiigetilio da liba, na mesma1 co-
    marca.
    " O Sr. Custodio Jos l'ercira, autor'do aiinun-
    ei.t publicado no Diario de 19 do rorrele, deve ao
    abaivi a-sicnatlo a quanlia pola qnal foi chamado a
    jui/.o conciliatorio no da 31 de marco prximo pas-
    sado. Supcrlluu he nprcsentar-se-tbe dentro de 6
    ilias a conia einsua cava, porque ou S. Me. a recn-
    nhece ort nAo ; no priuiriro cus, S. Me. san- bella-
    mSnle a casa do abaitO assignado para pagar-lhe, ou
    reeolha a qaadlia ao deposito publico, e no seguido
    caso os tribunaes do pai/. [para onde o sbaitn ass-
    nailo recorren) sao composlos de juises honrados e
    inlelliuenles. que vista das provas deridirao se
    for a favor de S. Me. recebar as cusas nue se ron-
    larem, se porm for contra S. Me. pasa* principal
    e cusas, e o scu anniincio Tirara lido como mu meio
    de blanda e iniposlura!... Ilecife 21) 'le aliril ile 1855.
    Jote I icira de l'igiteiicdo.
    AS MAJS NOVAS E MODERNAS
    JOIAS.
    Os abaixo assianados, dnnos ila lo t de ourives. na
    ra do (abug u. II, confroiile ao pateo da matriz.e
    ra Nova, fa/.em publico, q-r eslao recebendo con-
    linuadamenle milito ricas obras de ouro dos mellio-
    res cestos, tanto para senhoras como para hoiuciis e
    meninos ; os presos conliuiiam inesnio baratos como
    Icnt sido, e passa-sc conls com re ponsahilidade,
    especilicando a qualidade do ouro de 14 a ISquila-
    les, ficando asshn sujeilos os mesmos por qualquer
    duvida.Scraphim & Irmao.
    Francisco Joanna de Souza, subdito porluciiez,
    vai ao Atsu', e dabi a cidade do Cear, a Iralar de
    seus nesocios.
    I'rccisa-se de urna ama de leile, que seja sa-
    dia : na ra de Apollo n. I'.l, Icrceirn andar.
    PASSAPORTES.
    Tiram-se passaporles, despachani-sc escravose cor-
    rem-se folhas : para este lint procure-se na roa lia
    Oueimado n. o.", leja do Sr. Joaquim .Monteiro da
    Croz.
    !!(M(KOrATIIIA.
    Remedios eflicacittimoi contra
    as l>e\i<;;is.
    {Gratuitos para pohret.)
    No consultorio central boinioopalhico, ra
    de S. Francisco (inundo novo, u. 6bVA.
    Dr. Sabino Olegario l.udgcro l'inho.
    II
    Cambraiaa IsflOO.
    Vendem-se pecas de cambraia para corlina,ios e mnsqueleiros a I96OO cada peca :
    na loja de i portas, na ra do Oueimado 11. 10.
    A ITENCAO'.
    Vende-se a taberna da ra Nova n. 50, que fui do
    fallecido Malhias Joaquim da Maia, cora lodos os
    iitencilios e geir n s que evislem dentro da mesina,
    sendo estes novas, de mui luas qualidades e por
    W,'*, fKftfSl commodos procos pnrlerem sido comprados a di-
    _ ... nlieiro : a pes^oa ipit* este nejorio qui/.er azer com
    Industria4 ni asilara. ., (eferida taberna, .pa >c achn eollorada em Imm
    Na ra I orino.a, ni jaibla c ma di Auroro, fazem-re ni'iila qualidades de I10I1- de dlrisir-sc ine-ma fallar rom Joaquim da Cos-
    nhos mnitnbem leilos c com iniiitn aceto, rnfcilam-1 la Donrado.
    se bandejas rom boliinW para bailes, casaiprntos,
    etc., assini romo oulra- nnina< mn>sas, lulos, pilu-
    dc-lis, pastis, pudins, ficgideias, ludo por piceos
    mullo raz.oavejs.
    podem dar um passo seguro sem possui-la q /jjj.
    consulla-la. Os pais de familias, os senho- '*9
    res de encenho. sacerdotes, viajantes, ca- (&
    pitaes de navios, serlanejoselc. ele., devem 7
    le-la mSo para occorrer promplimciile a t5)
    qualquer casade molestia. (A
    ,Dous volumes crifbrochura por 1050 encadernados ItjJOOO <^f
    Vende-se nicamente em casa do autor, />,
    no palacete da ra de S. Francisco (Muu- ^v
    do Novo) n. 68 A. (r
    ID;Hkl
    8WKKI
    7^1)00
    6,-5000
    IO5OOO
    30.-MKI0
    Novos livrosdc homeopalhia uicfrancez, obras
    lodas de summa importancia :
    Hahneroann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
    lumes. ........... 205000
    Teste, rroleslias dos meninos .. 63OOO
    Ilcring, homeopalhia domestica.....7gO00
    Jahr, pharmacopa bomeopalhica. 6-000
    Jahr, novo manual, volumes .... llijOOO.
    Jahr, molestias nervosas.......69000
    Jahr, molestias da pelle.......KjOOO
    Itapou, historia da homeopalhia, 2 volumes liijooo
    llarthmann, tratado completo das molestias
    dos meninos..........
    A Teste, materia medica bomeopalhica. .
    De Favollt, doulrina medica homeopathica
    (dinica de Staoneli .......
    ("asting, verdade da homeopalhia. .
    Diccionario deaNvsten......
    Atttas completo-de anatoma com bellas cs-
    lanapas coloridas; conlendo a descripeao
    de todas as partes do corpo humano .
    vedem-sc lodos estes livros no co,nsulloiio homcopa-
    thico do Dr. Lobo Mbseoso, ra Nova 11. 50 pri-
    meiro andar.
    DEMTISTA. %
    Paulo Gaignoux, dentista francez, eslabetc )
    % cido na ra lama do Rosario n. 36, secnndo O
    O iiudar, colloca denles com sen ci vasar tiliciaes. (9
    8e dentadura completa, ou parte delta, com a V
    presso do ar. 9
    9 Rosario n. 36 secundo andar. ;jf
    CASA DA AFERICAO, PATEO D#TERCO N. 16.
    O Sbaiv.0 assignado scienlilica, que no escriptorio
    daquella casa da-see\pedienle lodos os diasdas 9 ho-
    ras da manhaa as ida tarde ; oulro slrn, que a re-
    visita leve principio' no dia 2 do correnle, e que lin-
    do o prazo marcado-pelas posturas municipaes, in-
    correrAo os contraventores as penas do arl. 2 ulu-
    lo 11 das sobreditas posturas. Prxedes da Silva
    Gtumio.'
    I'recisa-se de nma ama para o servien interno
    de urna casa de 3 pessoas de familia, que sirva tam-
    bera para as compras: na ra do Hospicio 11, 3.
    Aloga-se urna casa terrea 00 de sobrado, em
    qualquer das ras qu licam entre o becco do Virgr-
    nio e o paleo de S. Jos : na na Nova n. 69.
    Participa-te abs Srs. mertre pedrei-
    rot. catadores e mais pestas particula-
    res, que na ra da Cruz do Recite n. 02,
    ha um deposilo da bem conhecida cal
    branca de Jaguaribe, e jiic se vende
    muilo em conta, tanto em retalbo como
    em porroes.
    Casa de comigoac^o de escravos, na rita
    dos Quarteis n. 25-
    Compram-sc c rerebem-se escravos de ambos os
    sexos, para sevenderem de commissilo, tanto para a
    provincia como para fra delta, oflererendo-se para
    sso toda a seguranca precisa para os dilos escravos.
    S!'3*fM:$ $--*':
    S MUDANZA DE LOJA.
    A. I.acazo scienlilica ao respeilavel publico 3
    * c principalmente no seus freguezes, que mu- \i
    don a sua loja de relojoeiro para a ra da Ca- 08
    dcia do Redij n. 18, ondeo acharan sempre *C
    S prnmplo para faxer qualquer concert, tanlo 35
    de relogios de algibeira como de parede. etc., @
    @ ele.,*assim como acharan um completo sorli- Ctf
    S mentn de relogios de algibeira palenles. suis-
    9 sos c horizonlaes, rnrrentcs para ditos, occu- fit
    S} los, etc. jg
    Madame Tlicard, tendo de fazer urna viasem a
    Eoropa, avisa aos seus llovedores devirem saldar suas
    conlas na loja da ra Nova.n. 32. para Ihe evilar de
    proceder contra ellos judicialmente.
    Pede-se ao Sr. Jos de Mello Cesar ex-pro-
    corador da cmara de Olinda, que venha entender-
    se com os herdeiros de I.uiz Roma, pois hasta de
    cassoadas, Tieando certo que em quanto nilo se en-
    tender com os mesmos ha de sabir este anuunci.
    C. C. FIGUEIR.EDQ,
    ClSTOMHOlSI,^HIPPI\GAGE)iT,
    S01TH..1PTOY
    &&&&-&<'.<*-
    MERCHAND17.E, RACCAGE, & El FECTS
    RECEIVED & IORWARDE1),
    Wilh dcspntchand economT.
    ("iiiodsand Passcngers' Loggage stridly attended lo.
    In/ormation giren resperting the arriral & parlure f Stram I'tasis.
    Forcign Moncy Evchangcd or Received in l'avmcnt.
    C. C. FIGUEIREDOs
    CORTIER 1)E DOANE,
    A SOTHAMPTON.
    Jlanl)at^i'.u', bagage, rt cffets
    Recus et expdics avec diligence el economie.
    I A plus grande attenlion est apportce cuten lea
    l'aasagera, leurs Baguges el Marcliandises.
    Toule information possihle est donne sor farrivee
    ou 1c deparl des Italcaux Vapeur.
    I ATTENQAO.

    3
    8
    ATTENQA.
    Arrenda-se o engenlio Mazan- ^
    na freguezia de (oionna, jjf)
    distando V leguas da(|iielle porto, W
    a bom caminlio, em ptimo icr- '$)
    gao,
    '
    l j. nm, DENTISTA, !
    )> continua a residir na ra Nova 11. 19, primei-
    rjj ro andar. u
    #9S-3e s *
    Ja' ebegaram as seguintess emente
    de ortalices das melhofcs (jualidades que
    lia: rbanos brancos, ditos encarnados, ]
    rabanetes blancos e encarnados, alfaee
    repolluda e alemaa, repolho, tomates,
    nabo branco e roxo, couves, trinebuda,
    saboia elombarda, salsa, pimpinela, xi-
    Coria, cebla de Setubal, sinondas, sijjo-
    relba, selgas, ervilha torta, "dita di re ta e
    genoveza, dita de Angola, fcijao carra pa-
    to de quatro qualidades, coentro de ton-
    ceira, eumgnrnde sortiment dasmelbo-
    res sementes de (lores da Europa : na ra
    da Cruz n. 62 em casa de Antonio Fran-
    cisco Martins.
    AULA DE LATIM.s
    O padre Vicente Ferrer de Albuqucr-
    (pie mudou a sua aula para a ra do Ran-
    gl n. 11, onde continua a rceber. alum-
    nos internos eexternos desde ja* por m-
    dico preco como lie publico: quem se
    quizer utilisar deseu pequeo presumo o,
    pode procurar no segundo andar da refe-
    rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
    . UASSA ADAMANTINA.
    Ra do Rosario 11. 3fi, segundo andar, Paulo Cai-
    gnoux, dentista francez, chumba qs cleMes opm a
    niassa adamantina. Essa nova e maravilhosa com-
    posieAo lem a vanlagcm de encher sem pressao dolo-
    rasa lodas as anfractuosidades do denle, adqoerindo
    em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
    dura.e promelle reslaorar os denles mais estragados,
    com a forma e a cor primitiva.
    AtteocSo.
    Custodia Jos Pereira julga nada dever a pessoa
    alcuina desta praca, se purm alguem se julcar cre-
    dor, aprsenle sua conta ou titulo ao annuncianlc,
    em casa dos Srs. Amorim IrmSos & Companhia, ra
    da Cruz n. 3, no prazo de C dias. snb pena de nao
    ser attendida, passado que seja o referido prazo. Re-
    cife 17 de abril de 1855.
    A. I.acazc tem'a honra de participar ao res-
    pcitavel publico, que vendeu a sua casa de relojaria
    da ra .Nova n. 22. a Mr. I.. Deloiiche; felo que ro-
    fl ais seus fresuczesquclhe eonlinucm.eao seu suc-
    cessor a eonOanea que sempre Ihes mercecu. Reci-
    fe 9 de j?ueiro d ISi">.A. r.acaze.
    ' Rosa-se ao Sr. TarquinioTbcntnnin de Abre
    uimarAes. qoe se nao retire para fra da provincia
    sem antes vir ajuslar conlas-com o abaixo assicnado.
    na ra Nova n. 5, da adnioislraco e negocio de una
    toja de selleiro, em Macelo. K roca-se a lodos os
    'apilaos de navios e comm,?ndanles de vapores, qne
    nab rerebam a sen hordo o dito senhnr sem que mus-
    ir seos papis desembarazados pela polica, relali-
    v menle ao dito ajuste de conta. Ilecife 20 de abril
    de 1855.Mogo Jos Leile (uimarOer.
    Precisa-sa de urna ama secca : na ra do Ran-
    tcl n. 1:1.
    Jos Antonio Monteiro rctira-se para o Rio
    Grande do Sul.
    Precisa se de um bom forneiro, que seja bem
    desembaracado para todas as qualidades de ma-sas ;
    como lambem se precisa de dous amassadores que
    saiham desempenhar o seu lugar : na ra do Rangel
    n. 13. Na inesma se preciaa alagar 2 prelos para
    lodo o serYc.0 depadaria.
    CARLOS C. FIGEIREDO.
    Agente da Alfandega e de Navios,
    8, QUEEN'S TERRACE,
    SOTHAMPTON.
    Recebe e eipede com presteza e economa, mcr-
    cadorias, bagagem e elfeilos de qualquer nalureza e
    ordem.
    Esclarece os viajantes sobre as chocadas e sabidas
    dos paquetes, decamiuhos de ferro, etc., dirigiudo-
    se no mais qoe precisem.
    Faz as operaces necessarias da alfandega, e rece-
    be fazendas a commissilo, ele.
    'Precisa-sc abigar urna rela para oservicode
    urna familia ingina, quo saiba lavar, engommar c
    coser : emeasa de Paln Nash & Companhia, ra do
    Trapiche Novo n. 10.
    O abaixo assignado, offerece b seu presumo a
    quem se quizer ulilisir para tirar guias do juizo dos
    folios da fazenda, tanto da peral cmoda provincial,
    por aquellas pessoas que pcssoalmenle a nao podem
    lirar, e que com a inesma fazenda se acham dehila-
    das : quem precisar pode mandar por escripia seu
    noirie, numero da casa, e ra em quo mora, nos lo-
    cares seguinles : Iterifc, ra da Cadeia loja n. 39,
    ra da Cruz n. 56, paleo do Terco n. 19, roa do Li-
    vramenlo n. 22v praca da Independencia n. .rua
    Nova n. i, praca da Boa-Vista n. 24, onde lerflo
    procurados os hilheles c as pessoas quo quizcrein
    para o lint expendido, e na ra da Gloria n. 10 casa
    do annuncianle.Macariio de Luna Feirr.
    Na ra da Cadeia do Recife 11. 3, primeiro an-
    dai,confronte ocscriplorio dos Srs. Barroca & Cas-
    tro, despacham-se navios, quee nacionaes ou estran-
    geiros, com loda apromplidM ; bem como lirarr,-se
    passaporles para fra do imperio, por precos mais
    commodos do que em outra qualquer parle, e sem o
    menor Iraballio dos prelendeutes, que podem tratar
    das 8 da nianlifl,-. as i horas da tarde.
    . Paca-sc I59OOO Tiicnsaes pelo alugucl de urna
    cscrava que cozinhe e engomme, para urna casa de
    pequea familia : trata-se no primeiro andar da ca-
    sa da esquina da ra de Apollo, com entrada pelo
    oilio, confronte a liermida dos pretos canoeiros.
    SALA DE DANSA.
    I.uiz Caularelli participa ao respeilavel publico,
    que a sua sala de cnsino, na ra das Trintheiras 11.
    19, se arha aberla Indas us segundas, quartas e sel-
    las desde as 7 huras da noile al as 9 : quem do sen
    presumo se quizer utilisar, dirija-sc *' mcsina casa
    das 7 horas da manilas at as !) o inesmo se ollerc-
    cc a dar liees particulares as horas convencionadas:
    e tambera du liertes nos collegios pelos precos que os
    mesmos lem marcado. t
    LOTERA D0 1UO BE JANEIRO.
    Acha-se a venda um testo de billic-
    tesda52 lotera do Monte Pi, que devia
    ter corrido na santa casa da Misericordia
    no dia 1 ou 1G do correnle. As listas viro
    pelo vapor nacional, que partir do Itiode
    Janeiro a : os premios serao pagos
    logo (pese Qzer a distribuirao das listas.
    AVISO Ai) PUBLICO.
    A hiberna de Garjab dcima acha-se coniplela-
    inente sorlida com um completo sorlinienlo de 1110-
    Ibados, fazendas e niiude/as ; porlanlo as pessoas que
    quizciem lionrar este estabelccimenio. aqai achara
    ludo a voulade do comprador, pelo mosmo preco ou
    com pouca dillereiici da puca.
    Precisa-te de tnn bom coziubeiro
    forro ou captivo, rpie seja liel e de boa
    Conducta, para una casa csliangeira, pa-
    ga-Se milito bem: a tratar na ra do
    Trapiche Novo n. TiS, armazem.
    Eugomma-sc com muda perfeicao.
    No Caes do Ramos taberna do reliro n. 26 achar!
    com quem Iralar.
    Coroadas por suas virtudes
    A VERDADEIRA
    AGUA DOS AMANTES.
    Ouem for amante nilo pode
    Su'ggua deisar de compsar.
    Tira pannos, sardas, espinhas,
    Kaz a pelle clarear.
    Refresca, lustra e suavisa a culi^.
    Tira rugas, horloejas, que primor !
    Quem com a Igua rfos .tanles
    Nflo gozar do amor ?
    Asnossas bellas patricias
    Desta .i-n,i devem usar.
    ' P'ra mais bellas licarciu.
    Mas bellas de fascinar.
    He liquido doespecifico,
    Que deve ser procurado,
    Pois (orna o ente querido
    Muilo mais formoseado.
    Dous mil ris a garrafinha,
    Pode.qualquer comprar,
    C na ra do Queimado,
    Vjnic c sete procurar.
    He o seu tnico deposilo,
    Deposilo mu afamado,
    Anude lat elixir
    lie por todos procurado.
    O duplo do importe se devolve
    Nao sendo cflicaz em curar.
    l.'ma -o queixa inda naohouve !
    O que lodos piidcn apreciar.
    Acha-se venda na ra do Queimado n. 27, ni-
    co deposito.
    Na ra de S. Gonralo n. H, precisa-sede urna
    ccrava que saiba engommar c cozinhar perfeila-
    menle, para rasa de pouca familia : quem liver para
    atusar, mande-a ra indicada, ou a do Seve, pri-
    meira casa terrea, que se pagar contento.
    A pessoa que quizer dar 2003000-a juros, com
    seguranca em 11111 escravo crioulo, moco e de bonila
    figura, annuncie fiara ser procurado.
    Jos Manoel de Olivcira, por liaver
    outro de igual noine, se assignara' daqtli
    em diante Jos Manoel de Olivcira N i-
    .CISCO 4HGS.
    Precisase alugar pelo tempo de
    "> annos, urna casa terrea a moder-
    ffi na epie tenba 3 a i quartot e bom
    9 quintal, dando-se ate 1 (i.sOOO rs.
    2 mensaes : nesta tvpograpliia se ; ia' ipiem precisa.
    Precisa-sc de urna ama que tenba
    bom leite: na ra do Hospicio casa ter-
    rea de sotao, junto ao Sr. de/.embargador
    Santiago. >
    O abaixo assignado. vendo o aunando do Sr.
    Seraphim Alvcsda Rocha Raslos no Diario de 21 do
    correnle, em que o mesmo senhnr diz ter perdido
    urna teltra j vencida, aceita por Jos de Azevedo
    Maia, faz scicnte ao respeilavel publico, que nao se
    entend! com o abaixo assignado, eslahelecido na ra
    do Queimado n. 53. Recife 21 de abril rio |NV>.
    Jos de Azecedo Maia.
    Precisa-seUlugar nma prela rnzinheira, c que
    seja escrava : na ra do Queimado, loja 11. lli.
    I)-sc 1:0003000 pelos juros que se convencio-
    nar, sendo com firmas desta praca : quem quizer an-
    nuncie.
    I MF.TIIODO PORTK.I EZ CASTILHO.
    No 1. de maio se abre novo curso de leitura, es-
    cripia c contabilidade por esle exrellenlc inethodo,
    para homens ncctipados de dia, das 7 as!) lloras da
    noile. A experiencia lem mostrado que .'i meses sao
    sullicienles para se aprender a ter, escrever c conlar
    as qualro especies soll'rivelnieiilo. A aula n.ln ser
    visitada de nuil", e por isso estarn os alumnos livres
    do vetante qne Ibes edusa a preseuca dos visitantes.
    Preco "13000 mensaes : na rita larga do Rosario
    n. W.
    Furlaram no dia 17 de abril de 1833, do lugar
    Calende, no rancho do Sr. Jos Ignacio, 2 cavallos,
    I ruco qua* rodado, e oulro castanho, ambos balsos,
    porm o ruco mais balso pouco, ambos calcados dos
    pes e maos de preto, e o caManho com um signal
    branco pequeo ni testa, ambos carregadores baixos
    e passeiros, sendo o rajo muilo mais que o castanho,
    o castanho forillo as costcllas, c quadriz relados da
    cancalha, o ruco mais gordo do que o ca-lanhn, sen-
    do o ferro do inesmo no quarto direilo e no queito :
    quem os lomar ou delles der noticia a Doarle Dias,
    00 ao padre Jo Xavier Mendos Goucalvas, dono
    dosmestnos cavallos e capelUo dg lugar, ou no Re-
    cife; roa de Aguas-Verdes 11. 92,;ser^ cralilicado.
    reno, de prodigiosa produccao, de
    loda qualidade de lavonra, eta'
    moente e com boa safra fundada,
    nao se duvidando vender ao ren-
    deiro : os pretendentcs com a pos-
    sivel brevidade, dirijam-seao pro-
    ptictario em seu engenbo Mus-
    supe de Bai\o, termo de Igua-
    B.rass. A
    #SS-^ -SSSM
    Cede-sa|com aoenlimrutn do respectivo pro-
    prielario. s arroinlaiiicnto de urna casa' terrea rom
    crande solio, na Passagtm da Magdalena, a primei-
    ra do lado e-qocido alm da ponle pequea : a tra-
    tar com Jo- da Siis.i Olivcira, na ra estrella do
    Rosario n. 32 A.
    Vende-se um mnlafinno de 22 annos, |,om sa-
    paleiro, holieiro e copeiro : ipiem u pretender an-
    nuncie.
    Vendem-se 2 bous escravos, mocos e radios, r
    nm moleqninho : na roa da AssumpcJJo, junto a"
    nicho do oia, casa 11. .">().
    Sedas de coree*.
    .Na loja de '1 '.ras, na ra do Queimado n. 10,
    ha para vender nm completo torlimcnln de ciirtes
    de vestido de seda de cores, superior qualidade e
    costos modernos, qu se vendein por preco milito
    rommodo.
    AS PECHINCHAS DA CALI-

    4>
    IIOMffiPATHlA. 2|
    FBBRE AMARELI.A. () |
    Alcuns casos de PEBRE AM4REIXA ((
    se lem ullimaiiienlc manifestado nesta ci- J*
    dude. O imnenlo honioMpalliico bem W
    dirigido lem mostrado sua superioridade (t&
    i ulica medicina. Os (lenles, gois, que Z
    a homiropalhin quizerem recorrer, pod- ((^5
    fcS) lo-hao faier, saod aoccorridos de preferer- ^t
    Zi cil aquellos que neiilium remedio bajan ^'
    '-,9 tomado. Mf\
    >*) Consullorio central hommopalhirn, rna te*.
    de S. Francisco mundo novo) n. t;s\. V/
    Dr. Sabim Olegario Lugtro Pinito. ^
    COMPRAS.
    Cunipram-se patarcs brasilciros e liespa-
    nhes : na ra da Cadeia do Recife n. .Vi, loja.
    Compram-se os ns. t a (i, e de 11 eui diantc
    do jornal Castalia Brasileira; qoeOt tircr annon-
    ci.
    Compra-se urna negra que saiba prrfcilamcnte
    engommar : na ra da Praia n 2t>.
    Compran) se 3 cwasjterrcas : uj ra do Collc-
    gio n. 9,
    . __jQjmpram-se escravos de ambos os sexos, de 12
    a 2."> san0*' 'anlo para a provincia como para fura :
    na"ra D"cil 11. >.
    Compra-sc a grammalira francesa de Scyrne,
    em segunda mi : na ra das Flores n. 37, primei-
    ro ambir.
    Compra-sc nma casa terrea, que seja pequea
    e lenha quintal c carimba : quem liver para ven-
    der, dirija-se a rita Direita n. 32, primeiro andar.
    "vendas/"
    ALHANAK PARA 1833.
    Saltiram ,' luz as olltinlias de algibei-
    ra com p almanak administrativo, mer-
    cantil, agrieoa c-industrial destd provin-
    cia, corrigido e accrescentade, contendo
    00 paginas: vende-se a 500 rs., na li-
    vraria n. 6 e 8 da piara da Indepen-
    dencia.
    CHARMA'S.
    Compendio de Philosopliia por Cltur-
    ma's: na liviari.i n. (i e 8 da praca da
    Independencia.
    Vende-se fcijao e milho, rm saccas, assim co-
    mo nina porcao de ola c oloh de ricino : a Iralar na
    ra do Crespo n.,23, ou com I.uiz Burges de Siquci-
    ra, na ra do Vicario.
    Vende-se nma rarrora em bom uso, rom bois
    .muilo hons, mansos c sordos : alraz da matriz da
    Roa-Vista n. 13.
    Vende-se umescravo j vclho, muilo bom para
    alguna encenho ou alcHkn sitio, pars o que lem gran-
    de pratica de planlacoes c he milito liel : na ra de
    Mocueira n. 39. Na inesma rasa vendem-se 3 travs
    de sicupira com 10 palmos cada urna. (i dilas com
    25, sendo estas madeiras mullo novas.
    PECHINCHA SO' NA RA DO
    CRESPO N. R
    Ricas cobertas de chita de nma largara, pelo hara-
    Ifssiino preco de 2S00 cada nina, chales de touquim
    a IOV0UO, ililos de merino, lionitas cores, a 79000, e
    militas mais fazendas baratas ; a ellas, que se oslan
    acabando.
    Vende-se nma cscrava de nacflo, de idade 2"i
    anuos : na rna Direita n. 3.
    Vende-se um forte pian de Jacaranda, muilo
    bom, por mdico preco : na ra do Crespo n. 10.
    Vnde-se um sobrada em Olinda, na ra de S.
    Renlo, o qnal lem bstanles commodos, e nm terre-
    no que se pode edificar outra r.va : a pessoa que o
    pretender, dirija-se em Olinda Indica do Sr. Joito
    Soarcs Raposo, roa do Amparo ; no Recife ao Sr.
    Joao Rodrigues de Miranda, na ra Augttst*.
    O9 A,
    ronfronleao Rosario de Santo Antonio, avisa ao res-
    peilavel piihljfo.que recebe,i inarinelada muilo no-
    va, e mais diversos objeClos de Lisboa.
    Loja de miudcwis do Pinito, em frente do
    Livramento
    Araba de chegar aeslesorlido eslahelecimenln pe-
    los oUinios navios ila Europa, boas e linas estampas
    de manir parte das sanias e santos. Invocarnos de
    Kosw Sevtlior e Nossa Senbora, tercos de conlas en-
    grasados m rame, assim romo anda (em alguns
    crucilivos para oratorios em niaior e menor forma-
    Mi, ludo se troca como de costme, por ponen di-
    nheiro. Na mema loja se vende pomada rio Porto,
    penles de cliifre para alisar, gales e rendas dottra-
    das para armadores, pelo preco de primeira iniio.
    BARATO VENIIAM VES.
    Corles iIp easemira de rir, a 39'tOO o corle.
    Riscado francez com quadros a 260 a covado,
    Cambraia franceza. a ">on a vara.
    Mclpomenc de U, liOO o covado.
    rOMIA ANDA nao se
    ACABARAM, CHEGEM AO
    PASSEIO PUBLICO N. 9
    PARA SE INFORMAR.
    Vencleni-se pegas de iiim-
    dapolo a 500, 2,100,
    3.000 e 5,S00 rs., pe^as
    de al.o-odao a 800, i.OOO,
    1,280, 1,000 e 2,000 rs.,
    em varas a 100 re., a el-
    las que tiestas fortunas
    appareeem poucas.
    .Vendcin-se 2 grades ile sacada, 2 parelhas de
    envaines rasgados, alcumas latinas de pinho servidas,
    3 janellas vellus. 3 rancellas da porta*. 3 dilas pe-
    queas, alcuns caibros de 10 e algumas travelas 20 palmos, alguns rabeos de travs de diversos la-
    manhos, nina lilao lravo-sa : quem pretender, diri-
    ju-se a rasa da ra do Pilar n. 101.
    NA LOJA DE 6 PORTAS
    em frente do Livramento-
    0 dono desla loja acaba de chegar da Europa, e
    querendo acabar com niuilos rclalhos, que encon-
    trn na dita loja, para surtir de fazendas novas,
    -fresolveu vende-loa por precos muilo baratos, sondo
    a dinheiro vista, para no ser dous prejuizos :
    chitas de iiom panno e bonitas a meia pataca, nove
    viuteus e dous lusles, linas; madapoln a.scle
    viuleus, meia pataca, nove vinlens c dous lusles ;
    curte-do cambraia de tres hallados a dous mil rcis ;
    lencos ,brancos c piulados, para nulo de senbora,
    a meia pataca ; n-r.ados e panno escuro, propro
    para nuipa de escravos, a lucia pataca ; riscadiuhos
    ilc linho para jaquelas e palitos, a doze vinles ; e
    nulros muilos restos, qne quer acabar e que
    vista da fazenda e o prce,o convida a comprar para
    se vestir nina familia com pouco dinheiro. Aprovei-
    lem a occasiao, que a pechincha acaba-se. A loja
    est aberla das (i horas da manhaa ale u '.) da nm-.
    te, para assim olTerecer rommod a qualquer dona
    de casa a vir escolhcr o que precisar.
    Xa ra Xova n. 10, vende-se a Historia de
    Portugal, ciicadernada de novo, por prcc,o muilo
    comprado,
    Vendem-se as phrases de Tilo l.ivio ; quem
    quizer, dirija-sc ao raes do Ramea, taberna do Reti-
    ro n. 2U, que sellar cora quem tratar.
    -Vende-se iuilo yira peixc dcCamorimpim
    cm salmoura : na ra do IJucunado, loja n. 11.
    Xo aterro da lloa-Visla n. 42, tslicrna qne foi
    do Maia.-csquina do becen dos t'erreirns, veudem-
    se presuulos c rliouricas iillini .monte cliegadas de
    Lisboa, pelo liaratissinio prero de IK) rs. a libra, pa-
    ra ultimar conlas.
    Veinle-se a casa de 2 portas e I janelta, na roa
    de Auas-Vardes, lado da sombra n. S2, a qual lem
    no tundo nina oulrs de porta e janelta, e um quarto
    com porta com frente para a rna de Hurlas, ludo rm
    chaos prnprios, sendo a casa ila rna de Aguas-yerdes
    de paredes deliradas, propria para levantar sobrado:
    pessoa que pretender, dirija-se .i ra da Manguei-
    ra n. !), na Boa-Vista, ou no trapiche do algodAo,
    que achara com quem Iralar.
    iyCas.lm,dipolaob,rgoa25VK) e IftlMjo '; pecas LIND SOIS I MlIlIM Hh LALCAIMf.
    Na ra Nova n. 8 loja de Jos Joaquim
    Moren a, lia nm bello sortimento de cal-
    ado para senliora. quevpela sua qualida-
    de e preco milito lleve agradar as senlio-
    'i*, amigas do botn e barato:.os prero
    sito os sej'uiute, ja' se sabe, a dinheiro
    sem disi onto.
    SapatO de couro cj luslie. 1&700
    Borr^gu i ns cora tal topara senbora. r>i'506
    Ditos todos gaspeados tainbcm com salto
    pura senlii>i;i. .s.")0t)
    Sapatos de cordavao de milito boa qnali-
    dade. IslOO
    NAVAI.IIAS A CONTENTO E TESOLRAS.
    Xa ra da Cadeia .lar, escriptorio de Aleoslo C. de Abren, onli-
    iiuain-se a vender a KSOOO o ,,ar preco livn) as i.i
    bem conhccidas e afamada.- navalbas dc'barba feilas
    pelo hbil fabricante qt foi premiado na esJOsioao
    de Londres, as quao- alom ,1o ,lu,.,rem extraardiua-
    riamenie. naosesenlem no rosto na ana,, ,| corlar ;
    vendem-se oom a rondicAo de, n.ln agradando, po-
    derem os rompradoret devolve-las al 15 diasdrpois
    p.t compra rest,lo,i.do-se o importe. Na msma ca-
    s* I*, ricas lesourinhas para uuhas, fritas pelo .es
    mu fal 'lanle. .
    Isoditozinho a la2SO, IjjHIK) e 25000; milito lar-,
    so rom 20 varas a 2-VH) e 39000: na rna do Crespo
    loja datquin que volla para a cadeia.
    Farinha de mandioca.
    Vendee suecas grandes oom farinlia :
    no armazem de .lose Joaquim Pereira de
    Mello nocas daaltandega, e para por>
    ros ;i tratar com Manoel Alves Guerra
    Jnior, na rn.'i (lo Tiapiclii* n. I'i.
    NOVO SOR H MKNTo l>BCOBERTOBES DE TO-
    DAS AS QCAUDAbES.
    Colierloros oscuros a 720 rs dilos grandes a 19200
    rs., dilos brancos de alcodn.i desello c sem elle, a
    niilaoln dos de papa, a 19200 rs. ; M |jH fa rua
    do Crespo n. ti.
    Vende-se ceinenlo romano branco, ebecado acora.
    de superior qualidade, omito superior ao do consu-
    mo, em barricas c as linas : alraz do theatro, arma-
    zem de taimas de pinho.
    Taina
    Na undicao
    llowmann na
    do o chafariz
    DEPOSITO 1)0 CHOCOLATE HYGIE-
    NICO DA FABRICA COLONIAL.
    Este eliocolatc, o nnico preparado com
    substancias puras, nutritivas e livgieni-
    cas: vende-se em casa de L. Leeomte Fe-
    ron Ov C: rea da Crttz,n. 20.
    Precos:
    Extra-fino.
    upenor.,.
    ino. .
    800
    640
    500
    lib.
    Coberlorc de alcdilo grandes 1>inn
    - Aluca-se um grande sitio rom casa de vivenda i Chj|a, tnncn ,,. oaj fnTano.
    Alnga-se a toja c sobrado da rasa da rna da Ca-
    deia do Recife n. 17 : a tratar na rua Nova n. 20.-
    Jacintbo lavares de Mello deixou de ser cai-
    leiro do abaixo assignado desde o dia 19 do corren-
    te.Manoel do llego Lima.
    de pedra e cal, estribara para i cavallos,.corbeira,
    um crande poco com dous lauques com coherla de
    qualro acuas, sito na estrada do l'ariiameirim, com
    parle de frente para a estrada principal ; adverlin-
    do que se atusar com preferencia a pessoa que se
    quizer cncarregar i Iralar bem do sitio e das casas, e
    igualmente se faro negocio por venda : quem pre-
    tender qualquer desles nesocios, procure na taberna
    do Veras n. 15, un Itoa-Vi-la.
    O procurador dos feilos da fazenda nacional
    manda convidar aos llovedores do imposto sobre ca-
    sas de movis etc., fabricados rm paiz eslranseiro,
    relativo ao everricio de 1S53 e I8.">i, a virem pacar
    seos dbitos dentro de S dias improrocavois, sol po-
    na de se proceder a robranca judicialmente, eeven-
    do os mesmos devedores dirigirem-so casa do dito
    Sr. procurador dos feilos, no raes do Ramos, alim de
    receherom alli a cuia do rcrolhimcnto. Recife 21 de
    abril de 1855.-0 Solicitador,
    Joauqim 'heodoro '.lie?.
    I'recisa-se de um lioinem lirasileiro, que euten-
    da de planlacoes para liahalliar em um sitio : a tra-
    tar no sitio Cortume, us Afosados OH na rua Nova
    n. 18.
    I'recisa-se de unta ama que saiba cozinhar, en-
    goiniiiar e fazer todo o mais servico interna de casa :
    no paleo do Terco n. 14.'
    l*recisa-se de urna nina secca para tratar de urna
    menina : no pateo do Terreen, i .
    I'recisa-se de nina peojpa para Irabalhar abro-
    mas Imras no dia. por algara lempo, cm estriplura-
    of.o por partidas dohradas, pagando-se be.n : quem
    eslivtr neslas circumstancias, appareca na rua do
    l'ires n. 36, que llie dirao mide e com quem deve
    tratar.
    Manoel Moreira da Cosa vai i Portugal.
    Matriz de Santo Antonio.
    Roga-so. encarecidamente aquellos dos sciihnres
    que as procisses e aclos na matriz do bairrode San-
    to Antonio obliveram rapas, e que deiiaram de as
    entregar, quebajant de assim o fazer, visto que pa-
    rece islo um religioso dever o desencargo de suas
    conscienrias, omissAo esta qoe preudica a ir man -
    dade. O thesoureiro, Jote Estetes Vianna.
    Moinhos do
    "om bombasde repuxo para
    decapim. na fundicaiide I). W. Bowman : na rua
    do Brum ns. (i, 8e10.
    vento
    regar borlas e baixa,
    Vende-se superior cemento cm barricas c a rrla-
    Iho. no armazem da rua. da Cadeia de Santo Anto-
    nio de maloriacs por preco mais era cania,
    COBERTORES ESCUROS E
    BRANCOS.
    Na rua do Crespo,loja da e-quina que volla para a
    pare, engenhos.
    de ferro de I). YV.
    rua do Brum, passan-
    , continua liaver um
    completo ortimenlo de tai\as ", ferro
    fundido e batido de a 8 palmos de
    bocea, asquaes acliam-se a venda, jx>r
    preco commodo e com promptidao' :
    embarcam-se ou carregam-se em carro
    sem despeza ao comprador.
    AOS SRS. DE EN GENHO.
    (aIH PEQUEN TOQIE DE A VARIA.
    Rela enramada e amarella ajOO rs. o covado:
    na roa do Crespo loja ila esquina, que volla para a
    Cadeia.
    Na rua do Trapiche n. 16, escriptorio
    de l antier a ItrandisiV C-, vende-se por
    preros razoaveis.
    Lonas, a imitaeao das de Rusta, de
    muilo boa qualidade.
    Papel para imprimir, lormatogrande e
    pequeo.
    Papel de cores emeaixas sortidas, mui-
    lo propropard forrar cliapcos.
    Papel al maco e de peso, branco e a/.ul,
    de boas (jualidades*
    Graxa para arreios de carro.
    Candelabros de (i luzes de feitio ele-
    gante.
    Tapetes linos.
    Alvaiade de zinco milito superior ao al-
    vaiade commum, com o competente sec-
    ca nte.'
    Vendem-se em casa de S. P. Jolms-
    lon & C, na rua de Senzala Nova n. 4 2.
    Sellins inglezes.
    Itelorjios patente inglez.
    Chicotes de carro e de montara.
    Candieirose castieaes bronzeados.
    Chumbo em leneol, barrae munirao.
    Farello de Lisboa.
    Lonas in;lcza?.
    Fio de sapateiroe devela.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris de graxa n.'il".
    Vende-se um mualo claro, de IB almos, sapa-
    leirn. proprio para Imlieiro, sem vicio algum, hua
    figura, na rua do Collcgio n. 1l> ;i. andar.
    Na rita do Vicario n. 19, primeiro andar, ven-
    de-se fardo novn^cliegado de Lisboa pela barca G"rfl-
    lidiio.
    jj da melhor qualidade: vende-se 8
    m encasadeBrunnPrager&Crua
    ^ da Cru/.n. 10. 7
    RELOGIOS DE ALGIBEIRA
    Cadeia do Recife n.t. '
    V1NH0 DO PORTO SUPERIOR
    :, FEITORIA,
    EM HARRIS DE OITAVO.
    BarroVer1',Presu rommo'10 = '' arnfltzem de
    i .rroc 4 (.aslro.na rua da Cadeia do Kecif nume-


    POTASSA BBAS1LK1BA.
    Vende-se superior potassa, fa-
    bricada no Rio de Janeiro, che-
    puda teeenlemente, recommen-
    da-se aos senhores de engenhos os
    seus Itons ellett >s ja' e\|Mrmen-
    tados: na ruadla C7uzn. 20, ar-
    uia/.cm de L. Lecontaj Feron &
    Companhia.
    $
    v'cide-se excellenle taimado de pinho, recen-
    lemenlo rhesado da America : na ral de Apollo
    trapiche do Kerreira. a entender-so com o adminis
    rador do inesmo.
    AOS SENHORES DE ENGE*\HO,
    Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
    Do arcano da invenrao' do Di. Eduai
    do Stolle em Berln, empreado as co-
    lonias inglezas e bollandezas, com gran-
    de vantagem para o melboramento do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, junto' com o methodo de empre-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    N. 0. Bieber & Companbia, na rua da
    Cruz. n. 4.
    Devoto Chtistao.
    Sabio a luz a .' edicodo iivrinho denominado
    Devoto Cbristilo.mais correcto e arrescenlado: vnde-
    se nicamente na livraria n. fie 8 da praca da In-
    dependencia a filo rs. cada eiemptar.
    PUBLIGACAO' RELIGIOSA.
    Sabio i luz o novo Me/ de Alaria, adoptado pelos
    rcverendissimos padrescapurhinhos de N. S. da l'c-
    nha djsta cidade, augmentado com a novena da Se-
    nbora da Cnncci^ao; e da noticia histrica da me-
    dallia milagrosa, e dePi. S. do Bom Conselho : ven-
    cadea, vendem-se cobertores asearos, P'opnos para i ^.^ unicill^nle m |aria u. C e 8 da praca da
    escravos. a J30, ditos grandes, bem cncorpados. a .independencia, a lOOO.
    1?i80, ditos brancos a I52OO, ditos com pello imt-
    andoosdclaa a t?'28ll, dilos de laa a SIO0 cada
    um.
    ::: ;^::' ^>--*39JMt4M>a
    rLITO'S FR4HCEZES.
    Vendem-se p.ililos e si.direcasacos france/es
    S> de panno lino prelo c de ires a l( "" dilos de merino selinl a 129000 rs., ditos de 15
    S bombarim a Iiiskm) rs., dilos de alpaca 1 ';

    pendencia
    Na rua do Vigario n. 19, primei-
    ro andar, tem para vender diversas m-
    sicas para piano, violao e flauta, como
    cjam,<|uadrilha3, valsas, redowas, sebo-
    tickes, modinhas, tudo modernissimo
    chegado do Rio de Janeiro.
    Vendem-se ricos e modernos pianos, rccenle-
    mod.is em casa de N. O: Bieber & Companhia, roa
    da Cruz n. 1.
    .'.: 88000 rs., Indo da ultima moda : na rua No- J.J mente cheaados, de evccllentes vnzes, e precos com-
    van. i. et
    #-^0
    Veudem-sc na rua da Cadeia do Rerife.loja de
    ferrasens n. 33, saccas com goninia muilo lina, |Mir
    proco commodo.
    ta.vez admii;em-se. mas he a que he.
    Vendein-s.' chai ules de Havana a :teO0O a caia :
    na rua Direita,-loja n. 13.
    na rua do Queinndo n. 38. em frente do becco da
    Congregaclio : d;lo-fic amostras deivando penhor.
    Em casa de lux Brolhers rua da Cadeia n. 62,
    vende-se o segainte :
    l.onas largas e eslreitas.
    I.inliade oarrilel .le200 jarda, 11. tfi a i.'tO.
    Titas de laa de 20 jardas.
    Cor.lao para vestido de ns. 80, 00, loo, lio c 120.
    ; Tudo por preco commodo.
    Cerco de Sebastopol.
    Vende-se superior violto verde a 320rs. ,1 garrafa,
    o melhor i|ue lem viudo a osle increado, e advcrle-
    se pite he a dinheiro a vista, : na rna da Senzalla
    Venia n. 101, taberna do M. Jos eVuncs Braga.
    Vende-se superior farinha de mandioca de
    Santa Calhariiia: Iralar no escriptorio da roa da
    Cruz. n. i;i, com Istc Curio & ('..
    Vende-se arroz do Uaranbao muilo superior, e
    saceos de alqueirede fcijn.i mululinho multo novo e
    por preco milito comiii'do : no caes da alfandega
    n. .!.
    CASEMIUAS A jv.oo o::-un (i CORTE.
    Na loja .1" Cuiii.aies ,\ Iloniupios, rua .1 Cres-
    po 11. vendem-se curtes de ra-omira ingiera, pejo
    baralissimo preco le 29100o 39000 cada um.
    Vende-se am escellente rarravo, moco,de per
    fcita sagdc e sem vicio algum : na rua do Caboga
    11. lli, segundo andar.
    Vende-se vinbo de Lisboa, cm pip;is
    e barris de (piarlo, pelo baratissimo-pre-
    co de VS.sOOO rs. o barril, assim como
    se retalha a 2.s()01) em caada, e a 280
    !$. a garrafa : na praca do Corpo Santo
    armazem 11. I, junto a loja de fumleiro.
    Venderse um cabrolel americano
    de 4 rodas, murta commodo, oom co-
    berta earreios para um civalloeem per-
    feito estado por (iOO.s'OOO rs.: na rna do
    Trapichen. 10, segundo andar.
    SARJA PRETA E SETIffl
    MACA'O.
    Na rua do Crespo, loja n. (>, vende-se superior
    sarja he^panimia, muilo laTRa, pilo diminuto preco
    de i;t00 e 28000 o covado. selim macan a 2?8(K)'c
    :i?2tH)o covaiio, panno prelo de 30000, icOlK), ."jOOO
    ef>:st)00 o covado.
    FARINHA DE MANDIOCA.
    Vende-se superior farinha de mandio-
    ca, em saccas que lem umalqueire, me-
    dida velha, por preco commodo: nos
    armazens n. 3, e 7 defronte da escadi-
    nlia, e no arma/.cm delronte da porta da
    itl(andega,-ou a tratar do escriptorio de
    Novaes & C, na rna do Trapiche n. 3i-,
    primeiro tnd.tr.
    I
    1EIT0 ROSAHO.
    Vende-se superior cemento em barricas grandes ;
    assim como lambem veiidem-ae as Unas s airas da
    Ihcalro. armaiem de Jeaqoil Lopes de Almeida.
    Riscado de Hstias de cores, propiio
    para palitos, calcas c jaquetas, a 160
    o cov.ido.
    Vende-se na rua da Crespo, toja da csquiua i|ue
    vidta para a cadeia.
    Chales de merino' de cores, de muito
    bom gosto.
    Vendem-se na rua do Crespo,' loja da esquina que
    volla para a cadeia.
    da
    Venderr.-se lonas da Rnssia por preco
    commodo, e de superior qualidade: no
    armazem de N. O. Bieber &C. rua
    Cru/.n. 4.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Ncstc estabelecimento contina a ha-
    ver um completo sortimento de mcn-
    das e meias moendas para engenho, ma-
    chinas de vapor, e taisaj de ferro batido
    e coado, de' todos os "tamauhos, para
    dito.
    Vcnde-sc um cabriole! com robera eos com:
    plenles arreios para um cavallo, tudo quasi novo
    par* ver, no alcrro da lloa-Visla, armazem do Sr-
    Migad Segeiro, c para tratar uolteriferua do Trapi-
    che 11. 1 i, primeiro andar.
    &3&$&@SS: @:SS$||
    cliam-
    t
    Deposito de vinho de
    pague Chateau-Ay, primeira qua- %|
    lidade, de propriedade do conde (A
    de Marcuil, rna da Cruz do Re-
    cife n. 20: este vinho, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a 069OOO rs. cada caiva, ach-se
    nicamente em casa de L. Le-
    eomte Feron & Companhia. N. '
    B.As caigas sao marcadas a fo- '
    H goComiede Marcuile os ro- I
    ?& lulos das garrafas sao azues- I
    Potassa.
    No antigo deposito da rua di Cadeia Velha, es-
    criptorio n. 12, vende-sc muito superior potassa da
    m
    i
    i
    i
    8
    m tt ate 2S oneas.
    M Zinco para forro com os piegos
    ,,.* competentes.
    * Chumbo em barrinhat,
    g Alvaiade de chumbo.
    ir Tinta branca, preta c verde, em
    W oleo.
    '$' gales.
    \A P.i|telde cmbrullio.
    y* Vidrto para vidraeas.
    (a Cemento amarello.
    g Armamento de todas as ntali- W
    ^ dade., m
    W Genebra de llollandu em lias- (jjS)
    S\ tpieiras- (Q
    Cornos de lurjtre, marca grande. 2'
    Arreios para um e dous ca- 3,
    vallos. .
    Chicotes para e ac plateado. ~NV ^
    Formas de ferro paraNfabrtca de $
    assucar. \^' it
    Papel de peso'inglez S
    Champagne marca A &C.
    E nm resto petpiejio de vinhos do J
    Rbeno d qualidade especial:
    no- armazem de C. J. As- w
    tlev & C. ($
    TAIXAS DE FERBO.
    Na fundicao' d'Aurora em Sanio
    Amaro, e tambem no DEPOSITO na
    rua do lirum logo nkentrada, e defron
    te do Arsenal de Marinha ha' sempre
    um grande sortimento de dichas tanlo
    de fabrica nacional como estrangeira,
    batidas, fundidas, grandes, pequeas,
    razas, e fundas ; e em ambos os logares
    existem quindastes, para carregar ca-
    noas, ou carros livres de despeza. O
    precos sao' oasmais commodos.
    .ARADOS DE FERRO. *
    Na fundicao' de C. Starr. & C. em
    Santo Amaro acha-se para vender ara
    dos d ferro de >- qualidade.
    VIDROS. PARA VIURACAS..
    Vcol-m-so em caitas, em rasa de Barlboteu
    PrarcKco le Souza, rna larca do Rosario n. :||
    .imim&m!fsmt3 mmmsmm
    m Brunn PraegerV C, tem pai-a 1
    | vender em sua casa, rua da Cruz M
    1 r-,0-..
    ^ Lonas da Rnssia.
    % Champagne.
    % Instrumentos para msica.
    M Oleados para mesa.
    H Charutos de Havana verdadeiros,
    jg Cerveja Hamburguesa.
    5f| ('.omina lacea.
    Vestidos a .sOOu.
    Conlinuam-sc a vender, cries de vestido de cliila
    lama, franceza, cores fuas, a 2JO0O cid um : a
    leja de portas, na rua do (Queimado n. 10.
    Vende-se urna batanea romana com lodos o
    sus perlcnces.cm li.un nso e do 2,000 libras : quem
    ptclender, dirija-so a rua da Cruz, armazam u. i.
    Cera de carnauba do Ataca I y e Assu".
    Vende-se |pi menus preco que em nutra qualquer
    parle, no armazem de Domingo* Roilrigues Aora-
    do \ Compaidiia, rua da Cruz. 11, IJ.i
    FIMO EM FO...
    Na rua do Amorim 11. ;K), nrmpm de .Manoel dos
    Sanios Pinto, ha muilo superior fumo em folha de
    lodas as qualidades, para fazer (baratos, por pirco
    nminodo. a fl
    Do
    in sortimento de brins, tanto pat-
    ea como nar.i iialto.
    a ca 1-
    rjarUnali
    Vende-se brm francez de rjuWros a fO a vara,
    dito a 000 rs., dito a l?2M0, riscjaSde Hslras de cor,
    proprio para.o mesmo fim a IW.o covado: na ras
    do Crespo n. (i.
    Vendem-se presuntos susf'iorcs, baratos, pira
    liamhre, latas com boiarliinaarseda einclexa, mar-
    melada nova era lalinlias ro*nas, lula enra 10 li-
    bras de mantena lina, muikHtnva, vinho do Porto
    engarrafado, o mais siiperiar :-na-rjia da Croz do
    Recife n. W,
    feijao ji inniio.
    Na rua do Amotiau. :l'.l, aimiiem de Mamael
    dos Santos Piulo, Iw muito superite feij.lo tnulali-
    nlio em saccas. por pre^o commoo.
    Venderse milito muilo nnvd^'feranel,' e fci-
    jao mulaliiiHn muilo novo rm saccas de alqoeire por
    preco rommodo:a bordo da barraba'' Feliz l'enlre,
    tundeada na rampa do Ramos.
    No anaazemda lravo-sa da Madre de Dos n
    9, de Joaquim Piiibeiro .laoo.no. \enile-sr feijao mu-
    laiinrn. ew saccas gratules, por |>rees muilo rom-
    molo. ;; .<
    ESCRAVOS FGIDOS.
    CIC.M Mil. RlilsljEliRATiratACAlV. "
    Dcsapparcceu 110 dia (i de riezenibr do'anno pro-
    timo passado, llcncdicla, de II annos de dade, ir-
    ua, c'.r aeahoclada : lcv..u um vesido de Milla com
    lislrs cor de rosa e de caf, e oulro lamhcui de ra-
    la bronco com palmas, om lenco amarello ao pesco-
    0 ja de*hotado: quem a apprchei.der aabduU'l a
    Apipucos. noOileiro, em casa de Joao l.eilele Aze-
    vedo, 011 no ReciTe, na praca Ho Corpo Santo n. 17,
    qoe recebar a gratilicacaotcima.
    Desapparcreu no dia I" do corrate, do iirc-
    nbo riiaquinha, um escravo crioulo, de otate l.ui/,
    le idade IS a 2tl anuos, principiando a buc,ar. be at-
    E, ,. i, t e. iripiorio n. 1^, veinic-se mu.," ^w,.t,i. -uw u----------------------- ---,_ ,._*,. ,
    m casa de J. KelIer&C, na rua \U;^ ,ml.rir.,;l o do Rio de-Janeiro, a precos ha- uma coust.veriiiel!iao, lem una piula ualetta pa-
    a Cruzn. 55 ha para vende, cvel- ratos que be par. techar conlas. ^ .^ .^^vJZ
    JiltCS piano viudos ltimamente de llam- Na rua do Via ario n. 1! primeiro andar, tem a dos'prs e maos curios, roto redundo, he rislo, alro-
    d
    le
    hurgo.
    A IjrOOO, K.'tOO e ."i.sOOO.
    Vende-se melpomcne de ditas larguras com qua-
    ilrosarliamaloindos para v.-iidos de senliora a l-o
    covado-, clim piolo Maoao, evcellenle para venli-
    d-i s290 rotado; lencos do cambraia de linho li-
    nos bordados e hiOM pela beira a .">> cada um ; cam-
    braia de lnht. fina a ."o a vara ; assim romo diver-
    sas fazendas por commodo preco : na rua da Cadeia
    do Recife loja da esquina 11. .
    venda a superior llanella para forro de sellins clic-
    eada recenlemenlc da America.
    __ Vendrm-sc no armazem n. GO, da rua da Ca-
    deia do Ilecife, de llcnry Ginsen, os mais superio-
    res relnsins fabricados em Intrlalerra, por precns
    mdicos.
    ARROZ DO MARAMIAO.
    Vende-se no armazem n. 1 0 do beccrj
    do Azeite do Peixe, por preco commodo.
    pela a lunilla oiiu-.i na falla, ele.11 marras de chcele,
    levan una calca de alsndAo azul e urna caniisaia de
    aliwdAo de lislra ja usada : quem do mesmo sauher
    mi dr noticia na rua das Cinco Pontos ao Sr. Jos
    Andr de Oliveira, ou na rua da Cruz ao Sr. Jos
    Amonio Pudo, uu ao nie-uin encenho rhaquiiha a
    seo senhnr Jos Soares do Nasriincnlo, sera bn; rc-
    caaaneasada,
    PERN. TVP. DE H. F. DE FARIA. 1855.
    ILEGVE1
    MHTii ann


  • Full Text
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