Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00961


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Full Text
ANUO XXXI. N. 90.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
OM
QUINTA FEIRA 19 DE ABRIL DE 855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franca para o subscriptor.
DIARIO
K.VCAUUEliADOS I>.\ SUBSCRIPCA'O-
Itrcife, o proprielero M. I-', do l-'arin ; Rio le Ja-
neiro, J5r. Jo" Pereira Marlins; Rabia, n Sr. I).
Itnprari : M>"' ''. Sr. Joaquiiii Bernardo le Men-
Hunra ; Paraluda, o Sr. (iervazio Virlor ila Nalivi-
eada) ; Nalal, o Sr. Joaqun) Ignacio Pereira Jonior;
Ararat}, o Sr. Amonio de l.einos Braga; Ceara, o Sr.
V i l.-'iano Augusto Borgcs; Maraufi >, o Sr. Joa-
qnim Marques Rodrigues ; Piauhy, c Sr. Domingos
lien-ulano Arkilcs Pessoa Cearence ; Para, oSr. Jus-
ii J- Ramo* ; Amazona*, o Sr. Jcronvmoda Cosa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2 i. por lJP.
Paria, 3lo i 3.~>0 rs. por 1 f.
Lisboa, !>8 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, -2 1/8 por 0/0 de rebate.
Arroes do banco 40 0/0 de premio.
da companhia de Rcberibe ao par.
da companhia de segara ao par.
Discomo de lettras de 9 a 10 por 0/0.
PARTE 0FFICI4L.
MINISTERIO l)() IMPERIO.
nrparlirSo geral da* Ierra* publicas.
Expediente do da 12 de fevereiro.
A Sr. ministro dos negocio* eslrangeiros, decla-
rando, que o governo imperial nenlium duvida (i-m
ea conceder a linha de vapores que a General
leum Sertn narigalion Compamj, lenriona esla-
hetecerenlrc o Brasil e llamborg, prestando os
sea* vaso* ao transporte de rolnos, os uicsmos fa-
tret j concedidos as lindas deSoulhamplon e Li-
23
Ao presidente do Amazonas, aulorisaiido-o a
dispender oque fr preciso para montar all a re-
particiu especial ilis Ierras pallucas, c noinear ns
reaptelivos amanuenses c porleiro archivista ; de-
testa* nanrio que o inspector geral das niediees, re-
meta urna relacAo dos agrimensores e riesendadores
qa* Ihefaltam, e diz nao encontrar lia provincia ; c
i metiendo !l modelos dos ttulos e mappas de que
fama menea., varios artigos do regulamenlo.
22 de marco
f/t presidente do PAr, approvaudo a rierisao po-
la *jeal a mesmn. respondendo a urna consultado
viajes** de Sanlarrm, mandn inserir no registro das
ten paasaidas as declaruces de quaesquer indi-
r fue se digan possuidores de um mesmo ler-
OOVEBNO DA PROVINCIA.
Espediente do la M 'de abril
Offleio-Ae Exm. presidente da Paradina, rogan-
do qn; se digne de eipedir as convenientes ordens,
ara ser entregue a Manoel Marques Camacho, a
quantia de 125V)J rs., pela qual o inspector d"b ar-
senal rie mariada contra ton rom I.uii Borge* de Si-
queira, a conducran dos 50 darris de plvora vin-
rinsda corle com destino aquella provincia.Offi-
cioa>at aa mencionado inspector, pprovando-se es-
se eaatrato. '
"'loAo Eira, mareclial commandante' das ar-
ma*, pura mandar inspeccionar de saode o i)r. em
maaViua Joilo Honorio Bc/erra de Menezes, que
assim {.dio no requerimcnlo que remelle.
DalaAo inspector ifa Idesouraria de fazenda.
Remetiendo a V. S. copiada contada despeza feila
com o reataros dos dous ediQrios, para onde Tora
trasladada a Facnldade ric Direito, e collegio das
Artes, recommenrio-lhe que, sem perda de lem-
po, Votaaie V. S. urna commissao composta de
nieadna lirado da thesoorara de fazenda, e de pe-
rito* de fo9, que V. S. eacolher, afin rie examinar
e leraliaar a dita coala," allcndcndo aa seguintes
eireasosUnciis :
l, Que ordeuei ao engenheim executor da obra,
qoe Kaeme somente os reparo* indispensaveis para
podara Facuhlade runccionar,guarriando maisrts-
tricta eonomia as obras que hnuvercm de ser de-
molidas, qaando as dnns casas tivers-m de ser entre-
gues a s?u proprirlarios.
2." Que, aquelles nlensis que perterfeeram a casa
de Olinda, fossem conecrlados e aproveitados da ma-
nota mais conomica, e que os comprados de novo,
e que pedessem ser'transferidos para qoalquer outro
edificio, que oeoverm mandasse construir, fossem
de boa crm*i>tenci&, guardada sempre a possivel c-
conomia.
DiloAo mesmo, lran ente exarm*. os mappas da enfermara do presidio
d peinando, relativ is an anno prximo passado, c
mezes de Janeiro c fevereiro ltimos.
DitoAo mesmo, para mandar fornecer aos com-
mandantes superiores da' guarda ryicional das co-
marcas tfb Cabo e Santo Ant.lo, os livros menciona-
dos m *Ola que remelte. r.-imimiuiron mencioTudos commainlanles snperiores.
tala que se refere o ojficin mpra.
Para o commaiidaule superior de Santo Antilo.
Livro decem tullas, para registro de ordens do
I'
1 Dito deduzentas foltas, para registro de pa-
leles.
I Dilo de 2IKI tullas, para registro da correspon-
dencia nllicial.
I Dilo de cincuenta toldas para termos de jura-
mento.
Para o commandante superior do Cahj.
1 Litro de cen Toldas, para reaislro de ordens
rio da.
t Dilo de duzenlas tolhas, para registro de pa-
tentes.
I Dito de 200 folhas, para registro d.i correspon-
dencia tWat-
i IHt- ' 'JJ'Kno, recommendando, que mande
.#-?Jjlepalados .i a-scmlda geral legislativa
FOIHBTffl.
0 PABAIZO 4S MI HIERES. (*)
Par Paado Feral.
SEfit NOrV PAUTE.
CAPWl'I.O IV
I Cota p' Ouro.
Eulre barreira PoamnAtiere c a r.ipolla de Saint
llni h- um suburbio de aipeclo nao milito mais
l'eio qffe os ontrn, e uss opuloso. E*sa cidade,
que costea o passeto pudliro olin da quinta de Sao
Lzaro leln um nomo presoin ufano c baroliico : clia-
ma-sc a tinta de Ouro. Muios quarleires dos ar-
rabal les lem sido daplisados assiin pela insignia de
alcuma taberna celebre.
I odavia a Cola de Ouro, apezar das promessas ri-
sonbas de sen nomejiiio lem boa reputaran entre os
nbretrM parisienses,' ISilo he Rellevilte rica cm bo-
degas famosas, e en) acacias calvas, ruja falta de fu-
Ibas be agradaveloi'Mite suprida pelas grades verdes.
>."> he Meniliniintiut ufana pela viziuhanra de
l^iirlje, patria da.folka sem ceremonia. Tl pon-
en be La Cbapelle seria, atarefada, ebeia de carretas
ede fardos ; pordin embellecida nos dias bellos pela
presenca dosjotep -carreiros. Tambem nao he l
elegante Monlrnarlrc onde as raparigas rnslureiras
enrbem de liorgelas os mofos de hospedara, q,lan.
lio estes ( que expertos I lingem toma-las por ti-
dal gas.
fletmtiin um losar de prazer. pois esl.i situado
entre da< barreira* ; mas um lugar de prazer triste
e sombro, ila pmzeres do todas as cores; os i|
(ota de Ouro tiran a necro. t'.nnhecemos alsuma*
pessaa nao moil" delicadas que leriain morridn de
de jonto de um copo de vinb ) cm certas tabernas
desse loaar. ,
O aspecto desse Bden cerra o enracao. Dnr ule d
tara? o sol abraza a* ra. guarnccnia.s de casebres
- climas ila frica : durante o jnver-
i-'six regatinlios ile lama, excepto a ra principal
I" benm rio dr imrDundiria.
A Ilota de duro be habilad*) do Lulo do sul pfir
merradares de aeucens velhos, que pem a venda no
passeio publico suas merrailorias estranlias. \ cal-
cada he invadida Bf ao tronco das arvores Undosa.
1 "'''"Hm, ropos largamenle denteados, pare- de
salalos phantasiieos feitos ile fundos de bolas, gar-
rafas frascos em bocea, rednaoles c casacas des-
siladasoa eai mingas, calcas de que um cbrislag
-ir teta irritar o pudor ila polica, bahs
las sem tampi, fetdatluras volbas, radeiras cu-
vas un desempaidadiis, pralosc panfilas quebradas,
----------rdS--------------------._________________________
/; Video/XanoB.bo. .1
por esta provincia, a ajuda de cusi correspondente
ao 3. anuo da legislatura prsenle.
DiloAo ebefe de polica, declarando, que a Ibe-
souraria provincial lem ordem para pagar a impor-
tancia da conla que Smc. remetteu da despeza fei-
ta com o sustento dos presos pobres da cadeia de
Olinda. durante os mezes de Janeiro a marco desla
auno.
DiloAo commandante da estacan naval,.lecom-
mendandoa expedirn de suas ordens. para que o
commandante seguir para as Alagas, receba a scu bordo e trans-
porte para aquella provincia a llcnriquc de Azc-
vedo Mello c sua familia, composta de i fillios me-
nores, I cimbado c urna escrava. ^
DitoAo presidente do ronsellui administrativo,
para promover a compra de urna porcao de .barro
proprio para telbas. alim de ser enviada para o pre-
sidio de femando no patacho I'iriipama.
DitoAo director das obra publicas, recommen-
danilo que, de coufnrinidade com a sua informarao
n. til, dada acerca do reqiierimenlo de Jos (on-
calves l-crreira Costa, contrate rom alguem a factu-
ra das partes rio raes do Capibacibe, perlenrenlesa
Manoel Anlonioidos Passos e Silva, e aos derdeiros
do finado Joao Baplisla, pagando-se essa despeza
pela verda das ninas publica-, e cobrando-s depois
dos mencionados proprietarios.
DiloAo capillo do porto, transmitlinrio de con-
tormidade com o aviso que remette por copia do roi-
nislerio da mariuha, um exemplar impresso de ou-
tro que se expedio pelo mesmo ministerio cm 20 de
marco ultimo, alteran lo o regulamenlo provisorio
da praliragem da barra da Babia e de S. Marcos da
provincia doMaranbao.
D0--A0 director do arsenal de guerra, anlori-
sando-o a mandar eirluir da companhia de aprendi-
ces daquelle arsenal, o menor Baldino Cesar de Al-
meida Lcite, fildo de Mario Escolstica de Almei-
da I.eilc.
DiloAo mesmo, aulorisando-o. vista da infor-
mac,ao do inspector da (hesouraria de fazenda, a
mandar admiltir a Francisco Antonio Alves Masca-
renhas ao exercicio do sen emprego de porleiro da-
qoelle arsenal, e remetiendo por copia o despar.bo
que proferio no requerimenlo do mencionadu Mas-
carendas.
DitoAo iospeclor da lliesouraria provincial, pa-
ra que. a sUta da orcamento e clausulas que re-
melle por copia, mande Smc. por em hasta publica
o calcainento dn 18, Lineo da estrada da Victoria.
Communicou-se ao director das obras publicas.
DiloAo administrador do consulado provincial,
declarando, que lendo em vista a suainformacao da-
da acerca dn requerimenlo em que Joaquim de Smi-
za Cirne, pedia para ser admiltidn como pralicanlc
gratuito naquella repartidlo, lancon cm dito reque-
rimenlo o despacho seguiule.Como requer, apro-
senlandose para esse fim ao Sr. adminislrador do
consulado provincial.
Dito.n agente da companhia das barcas de va-
por, dizendo. qfte, com a-copia que.remelle da infor-
macao do chefe de polica, responde ao oflicio em
que Smc. pedia o pagamento das passasens de duas
pracas do corpo de polica, qne das Alagas conduzi-
ram para esta provincia o criminoso de morle Joo,
cabra, e hrm assim a importancia da deste.
14
OllicioAo inspector da Ibesouroria de fazenda,
dfcende que (team expedidas as convenienUs or-
dens, para que o rapilao Antonio Francisco de Son-
Ia Magalhaes.preslequanto anles ascontas dos dintiei-
ios qa* receben por adianlamentn para as despezas
da colonia militar de Pimenleiras, enmprindo que
aquella tbesouraria nao ajuste logo as do subdi-
rector da mesma colonia Joao Marinbo Cavalcanli
Wanderlcv, que ora se acba nesla capital, mas tam-
bem mos termos rio oflicio de 22 de marco ultimo,
alistara o que se estivera dever de gratificacao ao
eiigcndero empregado naquelle esrabelecmcnlo
TheophiloSchjmeilt, visto qoc se acha esgolada a
quula consignada para as despezas da mesma colo-
nia, pela qual devia correr o -pagamento de seme-
Ibanle gratifiracan.cimo detrrminoii o aviso que re-
mette por copia do ministerio do imperio, datado de
27 do cilindro do anuo prximo passado___Expcdi-
rani-se as ordens de que se trata.
.-friso ri que se refere o offirio cima.
f. Secrn.Itio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio em 27 deoulubrode 18.V.[Ilm.
e Bit. Sr.Pelo olliciode V. Exc. n. 122 de 13 do
conenlo mez, (ico iniciradn nao s de ter fallecido
o engenheiro Augusto Daojoy. empregado no servi-
gp da colonia qiilil.ir de Pimenleras, como lambem
de baver V. Exc. contratado para o substituir u en-
eenbcro Thcnpdilo Schimedl, que ser pagoda gra-
tificacao de 201 rs., arbitrada por V. Exc. pea
quota dcsiinada para as despezas daquelle estabele-
cimenlo. |,uiz Pedreira do Coulo I-'erraz.__Sr.
presidente da provincia de Pcrnambuco.
lamhorrles invlidos, emliin una mistura de instru-
mentos inntilisados, rujn uso de nm prodlema.
Ah lia lambem objeclos de arte c de recreio aes
como, alampas rotas, fragmentos de eslaluasinhas
de gesso para ornar as chamines, passaros empalha-
do a que os maldilns ralos roeram todas as penna-,
e mesmn quadros piolados a oleo, mas hornvelmen-
le riesligurados. All ache al um livrd ; n3n cta a
arle de criar eoelhns. mas um cdigo do processo cri-
minal que comrcava p"la pagina XI.VII.
Em torno desM reliquias vendem-se durante o
verao cerejas c a metan da prior especie, c durante
toda, o anuo batatas leprosas.
A Gola de Ouro faz parte do municipio de La Cba-
pelle, e e-lendo-seilo paseio publiro alca ruaMor-
cariei, onde ciicoulram-sc alguna proprietarios ricos.
O que a fa i famosa be a cmara dos depulados do
trapeiros ile Paris, exijas sessoes lem lugar na ra das
Comas. Esta reuniao, alias magestosa'. lem em seu
seio oradores evrellcnles ; Irata especialmente ques-
tes de melapbvsica usual ede moral elementar. A
poltica nao tem entrada abi, c a assembla apenas
oceupa-se secundariamente de Iheolngia.
A (iota d Ouro be o VVIiashiglou dos Irapciros.
O quarleirao de Sainl Mrcele o Tron podein ter
mais populac.ao Irapeira ; mas a Cota de Ouro be
a cidade nobre, o centro direclor, a patria do con-
gresso.
Na hora em que o doulor Sulpico e Roblo! sor-
prendiain essa niulher vestida de preto descerni rie
um eabriolel ric aluguel dianlc da casa n. 2:1 ila ra
nova dos Malhuriiis, urna rarroagem de aluguel le-
vando lambem urna mulber vestida de preto e ro-
bera de um veo, parou na ra da Cola de Ouro
em um lugar que nao podemos designar precisa-
mente.
Euibnra as con as mudem pouco nesse quarleirao
pobre e sem ceremonia, devemns dizer que o esla-
betecimenlo.diaole do qual parou <> carro fui, depois
nnlavrlmenle transformado. >csse lempo era ,nm
edificio vasto que ameacava ruina, e que nlo offe-
recia oulra entrada senao um corredor longo e cal-
cado de seixos grandes e desunidos, entre os quaes
corra um rcgso de lama. Esse corredor servia riuas
estadas cm caracol, ingremes e munidas de urna cor-
da lustrosa que faz as, vezes de corrimao as casas
pobre. Depois da segunda escada bavia um paleo
irregular cnlolliado de cboupanas e barraca*;, alm
do qual elevava-'e oulra rasa inaior e mais arruina-
da que a primara, linha tres andares alcm de una
ordem de Irapciras. As janellas pequeas o riispos
las rom o ntervallo de quatro ps davam fachada
um aspecto ingulai.
Alraz dessa casa bavia um ultimo palco rodeado
de casebres de laipa. Quilate ou tinte monties de
immundicias exhalavam um ebeiro que sultocava
qoem ahi enlrava : era um arniar.em de estrumes.
(I- casebres serviam ile armazcm aos trapos, eas duas
casas suarias a frente eram hospedaras de trapei-
ros. A segunda linha Irezenlos e quarenta quartos,
asme ia dormir n aristocracia dn Irene. Kssas alen-
vss eram acanhada e inleiramente fallas de ar ;
ma- cada urna linha um baln longo rom palha
quebrada pelo uso q_le formava um leilo inuito
mai i i. *
Esse eslabelccimento era propredade do vellio
META ES.
Ouro.Oncas hespanholas- $03000
Mo'das de 03400 velhas. lliCOOO
de 63100 novas. 109000
> de -1J00O. .
Prata.Patarfisbrasileiros. 1#CM0
Pesos columnarios, ... 18940
mexicanos..... 15S60
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caniaii, Bonito e Garanbims nos dias 1 el5.
( ^ illa-Bella, lioa-\ isla, Exi(roncury, a 13 e 28.
93000 Goianna c Prahiba, segundas e sexlas-feiras.
Victoria e Natal, as quimas-feiras.
REAMAR DEHO.IE.
"rimeira as Ohoras e J-i minutos da manhaa.
Segunda s 7 horas e 18 minutos da tarde.
AIOIEXC.IAS.
Tribunal do Commcrcio, segundas cquintas-feiras.
Helaran, lerras-feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas.
Juizo de orpliosv segundas e quintas s 10 horas.
1" vara do civel, segundas e sextas ao meiodia.
2* vara docivel, quarlase sabbados ao meio dia.
DitoAojuiz relator da junta dejuslica, Iransmil-
lindo para serem relatados cm sessRo da mesma jun-
ta, os proressos verhaes dos soldados Manoel Jacin-
tho do Amor e Claudios de Souza Percira, esle do
2." batalhao de infautaria, e aquello pertencenle ao
l.da mesma arma.Participuu-se ao Exm. mare-
clial cimmandante das armas.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, re-
commendando a expedico de suas ordens, para que
o commandante do patacho Pirapama, qnando liver
de partir para o-presidio de Fernn b> receba a sen
bordo e transporte para o mesmo presidio ao len-
le Jos Cvriaco l-'erreira, e o alferej Jorge Rodri-
gues Sidreira.Inleiron-se ao mareclial comman-
dante das armas.
DitoAo inspector da tbesouraria provincial, rc-
cnmmendando, que, leudo em visla o otlieio que re-
melle por copia do director das obras publicas, fa-
ca lavrar naquella tbesouraria um termo em que
Francisco Accioli de (iouveia Lins, Manoel Jos da
Silva Braca, e a tinta c herdeirns de Caelano de
(.arvalho Rapuzo, se nbrigucm nos termos do citado
oflicio, a ceder todo o terreno rie suas prnprieriades
sitas na estrada do Mondgo c Mangiiinbo. que Tor
preciso para o alinhamenlo e largura da dita estra-
da, conforme ronteuciouaram ruin o supradilo di-
rector, contratando ao mesmo lempo com os arre-
malanles della. a ilemnlican c fa/.imeulo dos I7(il
palmos de muro de que trata o mencionado nfficio,
medanle a paga de 2:6379800 rs, em que foi oreado
esse Irabalbo. Communicou-se ao referido di-
rector.
DitoDo secretario do governo ao da assembla
legislativa provincial, transmitanlo, de ordem'do
Exm.Sr. presidente, o mappa firmado pelo ebefe de
polica, dos Cicravos exportados para differenlcs
provincias do imperio, desde o 1. de maio de 1832
al o ultimo de marco do correnle anjio.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartal-feoeral do commando das armas de
Pernaiabaco na cidade do Recite, em 18 de
abril de 1855.
ORDEM DO'DTA N. 31.
O marchal de campo romniandanlc da armas de-
clara para conhecimento da auarnicao c fins neces-
sarios, que S. M. o Imperador por sua inmediata c
imperial resolucao de t7 de marro do correnle'anno,
lomada sobre consulta do ronselho supremo militar,
houve por bem determinar que o Sr. altores do 10."
batalhao de infamara, Tito Livio da Srtva, que se
acha na corle, continu a perlencer a primeira clas-
se do exercilo, por nao estar provado que tenha man
eeatporlamenln habitual : o que conslou do oflicio.
da presidencia desla provincia datado de hnnlcm.
rom referencia ao aviso 'do ministerio dos negocios
da guerra de 26 do sobredilo mez de marr,o.
lose Joaquim Coelho.
Conforme.Candido l*al h'erreira, ajudsnlc de
ordens encarregado do delaltic.
AQUESTOENTRE O BRASIL E O PARAGUAY.
Buenos-Ayres, 6 de marco de 1835.
Urna qucslao que pareca terminada reasoscilou
gracas as sombras apprelicnscs que anda inspira.
A reflexesde umcollaboradur da Tribuna sobre
a aitiludc do Brasil no Paran deram lugar a una
refulacao prolixa, que n3o tiuba porein base solida
para condemnar, quer o proceder daquelle imperio
quero do governo de Buenos-Avres.
Racionemos desapaixonadamente sobre os d.-idos
olliciaes, e sobre os faclos evidentes que sao lio do-
minio publico, porque para chegar i verdaite, ou
paradla nos approximarmos, este meio he prefervel
ao de insistir sobre vicios ou erros allribuidos aos go-
ternos.
A correspondencia diplomtica que opporluna-
menle analvsainos he nm penhor valioso dos desig-
uios parlicos do Brcsil para com o Paraguay.
Devia ou nao o miuisteriudar crdito a cssas de-
claraces?
Sustentamos qiesim, nao por urna frivola acqui-
esecncia, ms porque entre palie* cultos e entre Ro-
binete* amigos nao conhecemos nenhum outro meio
de entender-se, nem he permitidlo, sem quebra de
todos os respeilos sociaes, repellir directamente a
palana de um governo serio.
Significar Me adormecer as seguranzas diplo-
mticas? Nao, porcerlo ; porem lenha-sc presente
que nao s o inlercsse c o prestigio de nm governo
consiste na ealdade dos seus empenhns, senao que,
ante um puvo pundonoroso e justo, nao llie he fcil
viola-Ios impuMemcnte.
Setal ca-o se desse, Buenos-Ayres saberia entilo
o que Ihc compela fazer !
O principal argumento, em torno do qual se apa-
ndam tantos enrllanos especiosos, consiste em ver
Bislouri. nm domemde bem que enmprava torios os
cestos de trapo por metarie do prreo nos momentos de
porto, e que jamis recusava crdito a uinguem,
al o valor de Irii.ta sidos, com tanto que recebes-e
um peulior. O devedor devia pagar-lde Irinla e cin-
co sidos no dia seguinle. Certamente au era usu-
ra, e Irinla sidos bem empregados podem adianlar
muito um liomem no commercio.
Os tiapeiros rhamam commercio seu oflicio, assim
como os Romanos clumavam Roma a cidade.
Em sua immensa hospedara o vclho Bislouri po-
da alojar mais de oitocenlos commercianles. ia
primero edificio haviam ledos cominuns, e as cliou-
panaj tambem podiam servir de alcovas. O prero
dos leilo* rommuns era dous sidos, e o dos quartus
cinco.
I ma choupana grande situada esquerda, no pri-
mero paleo coiilinda urna couda durgueza. Ao
menosaera o litlo dlcial desse laboratorio infernal,
onde manipulavam-se manjares que nao ousamns
deserrver. O preco das raroes era dons sidos paia
os hospedes e tres para os tregete* estrandos. Dos
dous lados do corredor, ao longo da ra liav uus
quarlos semelhanles a lendas de remendos. O da
direila era um hotequim, no da esquerda vendiam-
se rouves, loucindo rangoso e queijo de Brie.
Com sua hospedara, sua usura, sua dodega e sen
hotequim o velho Bislouri gandava a vida. Alero
disto sangrava em conla aquelles que adoeciam, e
venda mis pos cnzentos que enravam todas as dnen-
tas. Esses diversos officios nao impediam-uo de
exercer o commercio em grosso, e de amontoar nos
armazens todas as inanlulas o conleudo de trezenlos
cestos. ,
Alsun< invejosos pretemliam que o velho Bislouri
linha mi Mios em algonaa parle.1
Oiiandn o carro parou, a mulliercoderla rom o veo
adrio a porlindola, saltoo no edao, c disse dirigindo-
se ao corredor :
Espere '
O coclieiro, que linha ilescido de seu assenlo, exa-
minou a casa c fez urna careta.
Porm.minba rica, responden elle com urna fa-
miiiaridarie snspeitosa. Ha atenida GabrieHeaqoi
a viagem be boa. c nao desejo repeti-la em tflo.
A mulher liiou vivamente a bolsa, eo oorheiro
desarmado por esse motimculn, ronliunnu em lom
oais hrando :
.Nao quero uflende-la rom isso, seuhora... po>
rem eonbcco esla casa... lem urna sabida para ra
das Coreas... e emqnanln eslou aqui...
A desconhecida cortn I fie a frase mellendo-lbe
ua mo urna m.eda de dez francos. I ma bella moc-
ita, xerdadeira inoeda de mulber O cocheiro lirou
logo o chapeo e romecou um riiscurso cm forma rie
desculpa ; mas a descondecida desapparecia j.i no
corredor.
Tomada nos Campos Elseos, disse comsigo o
coedeiro. voltando ao seu lugar, e Irazida a (ola de
Ouro... Dez Traucos de pagamento... Itc para des-
confiar-se.
Tirn fogo para aceender o cachimbo, e depois
acresrenlou :
Mas isso nao m imparta ; essa mulber he as-
sis fuimusa, e o \etbo Bislouri tem com que...
) Icitor j sabe que nossa desconhecida vinlia da
nado
EPHEMERinES. j DIAS DA Si;x|.\\.\.
Ab:il 2 .ua eheia aos 8 minutos e 36 scgnn- 116 Segunda.Os pra/eresdaSS.Virgem Mi de D,
dos da tarde. I i" Terca. S. Aniceto p. ; S.' Hcrmorgenes m.
0 Quartominguanteas 7 horas, 12 mi- !8 Quarta. S. Galdino b. eard. ; S. Porfcito.
mos e 39 segundos da tarde. 19 Qoinla. Ss. Kxpelto, Arisloniro e Socrales,
10 l.ua nova a 1 horas, 16 minutse 20 Sexla. S. Ignez do Monte Policiano v.
21 Sabbado. S. Ansclnio are.; S. Ahilrala-.
22 Domingo, do Itom Pastore 2. dejiois da Pas-
coa :. Ss. Soler e Caio pp. nuil.
3(5 segundos da tarde.
21 Quarlocrescenlcas 3 horas, 37 mi-
nutos d0 segundos da manhaa.
sempre no Brasil um giganta arromo qoe avanca
para as aguas do Paran afim de ferr nm adversario
enmprativamenlc frarn.
1 mu,-i-se o numero dos navios que sulcao. as aguas
desse rio, c deduz-se de tanto apparalo naval que as
vistas de qncm emprega taej recursos nao podem dei-
tar de ser generosa.
Esta argiimenlaeao pedera Seduzir se nSo'se lives-
Sem em vista successos anda recentes na memoria
le quautos estiidfio a hkloriajda America.
tic sabido que o Iratado entre o Brasil e o presi-
dente Lpez nao lem sido rnmpridn poulualnfenlc
por esle ultimo magistrado em algumas das suas esli-
pulaces. ,'
O governo da Assumpcao he acensado de rallar a
compromissns qne conlrahio livrcmeule. c que pos-
leriormenle linha reputado onerosos. Altas razcs
de conveniencia e de decoro aror.selhavam comtudo
o franco cumprimento desses convenios commerciaes.
A expnlsodo encarregadorie neaocios brasileiro
aggravnu urna situacao que cada vez se torna mais
espinhosa.
J recordamos os grandes servii.-os que o Paraguav
deten ao Brasil em um lempo em que cssas swnpa-
Ihi.n nao eram is-ntas de perigo. O dictador argen-
tino obs^rvava com resentimenlo profundo e com in-
quieta vigilancia a proteccao do Brasil, ou a inexpe-
riencia de urna joven nacao, para oecunar um lagar
eulre as repblicas modernas.
Nao se deduza do rompimenln dplomaliro provo-
cado pel Paraguay, que o imperio confie dis armas
a reparacao das suas queixas.
Porem entilo se dir :Para que esse pom|ioso
alarde de poder militar ?He esle um ponto a que
devia atlender-se quandosc tratou ofticalmente da-
quella emergencia, mas em que apenes se tocou de
leve. Lma justa observai-ao entre a desproporrao'do porto, o Sr. cnsul, acompanhailo do Sr. Soler,
immensa dos preparativos e o lim modesto de um
arranjo parifico teria decriido provavelmente um
problema anda um pouco embarazoso.
Porem deve reconhecer-se que ahundao os exem-
plos de desenvolviinenlo de forra em rr.aior ou me-
nor escala ao emprehenricr-se orna negneacao difli-
eil, quando urna das parles se colloca no limite ex-
tremo de qualquer questao.
Algumas vezes, eagoUdoaos meio ebega o raso de fazer-se uso de oulros que, sem rom-
per inleiramente a paz. sao ja um emprego da forra.
Tal be o latino admillido pelo direito natural e
das gentes, c que applicado aos direito* internaciona-
es se chama mais propramcnle represalias.
Ja manifestamos a nossa esperanca de que as riif-
ferencas sucladas entre dons Estallos que a naturza
incita para urna solida allianca, se lerminem commu-
tua vantigcm.
Tamhein emillimos um juizo sympalbicn pela me-
diarao argentina, se novas complicaccs demorassem
nm aeoordo.
^ Porem consideremos por entra raen esTe assump-
|o, queja pareceesgolado pela imprenta.
Supponba-se que o ministerio pVlcnbo, anda osT
tentando fcega as derlarares dos reprrsentanlc-
mperiaes. livesse runservadu duvida ou incrediilidas
de no fundo da sua intelligenria. Dever-se-hia em
lal raso prohibir paangem i esquadr brasileira.'
Tal proredimenlo teria convertido o governo de
neutral em inimign de orna das parle, e cm alli.idn
da ontra. Essa repulsa nos loria envolvido nos aza-
res de urna cansa albeia, sem adojnirirmoa por [aso o
apoio de ningncm, nem a conanca das oulra* po-
tencias.
O governo de Buenos-Ayres nao de juiz nem pode
s-lu das desavencis entro dnus Estarlos soberanos.
Renovar pois o debate sobre as vistas da expedir,**)
brasileira para 'e dizer se sao ou ufa parificas pare-
ce-nos que be perder-se lempo em esteris conjec-
luras.
Por fortuna nenhum direito argentino foi violado
por prepotencia cslranba, e nos f-lici'amns tanto
mais vivameile, quanlo he certoque toda a oflensa
real nossa dignidade nos sujeilara inevilavelmen-
Ic a esses .sacrificios gloriosos, mas Irisles, em que a
vida he o supremo boloruslo a patria.
Consideramos desueerssario acompanhar os adver-
sarios dcstas opinioes em todas as manobras que tem
por fim principal dar urna rarga cerrada no ministe-
rio. No se poder deixar de cohvir cm que. al ao
momento em que Iraramos estas lindas, a ambicao
da corle imperial, denunciada com accenlo fatdico,
nao perturba o socego dos nssos cnmpalriolas ; que
nao ha motivo para recejar um golpe desleal sobre a
repblica do Paraguay ; qne existen mu poderosas
razes para esperar um desenlace dlfareot* ; e que,
nem as inmunidades, nem a sorl? dos Estados ar-
gentinos eslao ameacadas pelo imperador to Brasil.
[Trieiina,]
SUCCESSO ESCAN ALOSO.
Bucnos-Avres, I do marco de 1833.
Anle-hontem leve lugar um farlo esrandaloso pn-
avrnida Ciabriellc, bem como que fura ella qncm
oropelera o primero enigma parisiense a Chifln e
I.oriol, mandando o Irapeiro buscar um lacre. Os
dous meninos tinliam-na rcconliecido claridad* dos
lampees pela mulher que arompandava o rei Truffe
na viagem de Ramdoinllel a Pars.
O Irapeiro Uvera lemdraucas mais tonga*, e o no-
metquc pronunciara refera-sc a acontecimcnlos j
minlu amigos. Elle a edamraMnrgale.
A Morcalte( pois com elfeito era ella ) nao .iftrou-
xou o passo no corredor, c conlenlou-sc ele evitar
compromellcr seus ps mimosamente calcados uo ca-
nal de agua lodosa que corria pelo meio. O corre-
dor eslava mergulliario em urna profunda escoridao,
e a Morgalte depois de (er dado uus Tinte passos, es-
lendeu a mo para procurar a entrada da primeira
escaria ; mas mudou logo de resolucao e experimen-
ten o terreno com o p.
A pesquiza nao foi longa ; ella encontrn o pri-
mero degro e sudio. Estremeceu quando em
urna volta senlio as faces o fri da parede hmi-
da. A escada era a pique. Esse momenlo de parar
o fez vacilar, ella quiz suslentar-se na corda e leu
um grilinlio de horror. A corda sdenla davia-lde
eseorregado entre os dedos.
Fui o pelo da marqueza Aslrea que deixun esca-
par esse grito. Era um typo da inulder da moda
com suas indagacoes exquisitas, sua delicadeza ex-
eeMta, sua finura de laclo, de ouvido e ric olphalo.
Para ella s rosas de junbn nao eram oerfuniadas, o
seljm a o velludo nao eram morios. Mas a Morgat-
le pz-se a rir. .
A Mergalle que andava exposla chuta com a
coifa mulla la, a Morgatle, cojo* soceos afl'ronlavam
a lama profunda das estradas da Brelanha, a Mor-
galte que dorma nos curraos cnlrc as pernas dos bo,
e que concerlava as calca* velhas do curandeiro para
ter pao rom pancadas. A Morgalte pz-se a rir da*
repugnancias da marqueza.
Era justamente ao curandeiro que ella ja fallam
Apoiou-se Ocalmente na corda, e ebegou ao primT
ro andar.
S hatia urna porta dehaixo da qual paseata urna
dcliil rlaridade. A Morgalte balen ; mas ninguem
responden. A principio ella julgou onvirdiias vuzes
c applicou o ouvido a fecbaiiara.
Ulna voz riizia:
Irra lodo* os dias isto diminue... Vi que
arbava-se sempre alguma tonta boa no conleudo de
cada rolo... Ora isto, ora aquillo... Presentemente
nada !
Elle lem algucm comiigo, disse a Morgalte
contrariada, c esletc preste* a toltar.
Nada! conlinuoua voz sombrae triste de Joao
Touril; nao ha mais honeslidade !... nem sombro
disso !... Sabe o que fazem'.'... Slellem na algibeira
ludo o que achain bom, e slancam no ccslii ns Ira-
pos... Se aedam um periaco de lila ou de renda, de
para a algibeira.,. Mas quem vende aos cestos deve
lanrar ludo nclles... Compro epago!... All ad!
ad eras tu que fallavas de finne-liififile!...
Joao Touril inlerrompeu-si. A marqueza cs.riilou
atleutamente a re-posta do nlerloculnr. I ma Ios-
so robusta corleo o silencio, e depois* o curandeiro
con uno.ii :
Dize-me... Nao he para admirar que nunca
Ir alauns rapilacs mercantes norte-americanos e a
guarda da capitana do porlo. Relataremos o ca-o
tal qual nos foi relerido por leal&muuha* occollarct.
Variosrapiles americano, inunlaram a cavallo no
arniazem do Sr. Hall, prximo da capitana do por-
lo, c algtlQI Comccaram a galopar pela frente da
guarda que all se achava. O sentinclla, cumprindn
o sen dever, dru-lhcsordem para andar de vagar
foram n"m obc leccram os rapiacs e conliniiaram,
mofando do senlinella, quecancadn de usarde luode-
racao. e lendo reredido ordem do nflicial da guarda
para fazer-se respailar, inlerpez-seentre nsquecor-
riam para faze-los parar, porem nem assim obedece-
rn! estes, e um mais exaltado que os outros alropel-
lou o senlinella, c foi cravar-se na daionela com que
eslava armado o soldado.
Aqui foi Trova: o resto dos capitaes, instigados
pelo Sr. Hall, principal autor darte escndalo, ar-
mam-M de pistolas, paos e pedras, e sC ngam eos*
ar amcacador contra a guarda, que em visla dalo ae
seiras contra o governo e contra a sua populacao em I de sua futura grandeza. Ja muito tde deve ella.
geral '....
Pelo que nos diz re-neiln. confiando em qiie o gn-
vernosadcr.i comprchender quanlo importa nao riei-
\ ir aaraar lo vergonhosos precedenlcs para o paiz.
eremos que elle lomar as medidas que exige o caso,
ordenando a fnrniac'io de um breve summario do
qual resulte a verdade.
e este nllimo e grandioso tarto vai fazer que os Pan-
lstanos sempre bendigam o seu nome ; mrmenle
quando evidentemente todos sabemos qne o Sr. mar-
quez nao visa lucros emprezarlos : sahe-se mesmo,
e nielo rresre de mrito o beneficio, que oSr. mar-
que z, entrando na empreza presta apenas scu nome
porqlie della nao lhc provm outro lucro do que
l: se he um lauto desculpavel que nina iluzia de i aquelle que podem ter os fazendeiros dela provin"
capules, dealigadof completamente do paiz em que ci.
momenlaneamenle reaidem, e com o cerebro esquen-
tadu pela agurdenle, epreaentem escatidaios aeme-
Ihanlcs, he indesculpavd que homens como o Sr.
Halle o Sr. Mar. Lean( re-dcnles no paiz c ligados
a elle por slreitos laros de gralidao. em tez de
procurarem acalmar os nimos em casos semelhan-
les, empresuem a sua influencia em irrila-los, che-
gando a sua imprudencia, al ao extremo de prever
de facas c de paos aos capitaes molinadas. Eslabe
a verdade, c infelizmente prava ella que esses dous
aproinplou para resislir a qualquer aggressao da par-| individuos pag un rom a mais negra ingralid.lu
te dos lumultnsn'
l'ni conflicto lalvcz sanguinolento ia ter lugar,
quando o Sr. Soler, ajudante da capitana, eaSMOguio
hospilaldade que ilies prodigalisa o poto de Rue-
os-A \ res.
O deputadn Dr. Ribas acaba de oflorecer um
projerlu assignado por mais eollegae, em substitui-
rlo ric outro quasi idntico riuSr. Manoel Kufrasio
''e Toledo, para a consiruccao de um clilicio monu-
mental nos campos do Ypiranga memoria do Sr.
1). Pedro I, e do grande aclo da independencia na-
cional.
As despezas sero fellas por meio de una subs-
crprao aborta nesla provincia, sendo lambem con-
vidadas as demas provincias eo municipio neutro.
A obra sera construida segundo o plano que fr da-
do pelo governo imperial, c administrada por urna
commisslo de '.) membros. nomeada pelo presiden-
inlerpor-s.; entre os aggressorcs.-os soldados, e a-![adoptada pelo Sr. capitn do porto ontra nflicial
calmar um tanto os nimos, cmqiiaiiln se mandara ; da guarda.manrianrio-o prender. A julgar pelas infnr-
Chamar o cnsul americano e oSr. capilAo do porto, | maresquc a eslerespeiln no* forun ministradas, es-
se odirial cuntprio o sen dever, e, se alguma respun-
sabilidade Ihe pode cabcr.be a de ter obrado com de-
masiada prudencia em presenca de um grupo de
amotinados. Iileml.
Jornal 'lo Cummercio do Ro.
(.'iianlo an mais, resta-no* eslranliar a medida le da provincia, que se incumbir de fazer correr
au Logo que cliegou o Sr. Graban), o Sr. Soler Ic-
tou-o capitana para all cxplicar-lhe o occorrdo
c combinar no modo de acalmar o tmulo; porem os
desordeiroi enlraram em tropel no gabinete em (pie
ellos conferenriavam,edetal modo que oSr- (iraliam
leve de fa/. las sabir por varias -vezes. Conveio-sc
cnlao cn que se mudasse a senlinella, o que lo-
go se fez, e temi >ntrelanto ehegado o Sr. capitao
subirn sua reparlcao para arranjarem este dcsa-
gradavcl negocio.
Durante Indo este lempo mollas mais pessnasvie-
ram augmentar o numero dos revoltosos, varios riel-
es armarios de revolvers.n segnndo o anligo cus-
Inme ameiirano. O tumulto a tornando mais vul.
lo, ameacava-se a guarda e proferam se insultos de
toda a casta contra os lildos de Buenos-Avies e sen
governo, dizendo que eram canalhi c assassinos, e o
proprio cnsul americanojim carneiro, que n.lo sabia
fazer-se respeilar.
Enlrclanloa guarda c as posoas do paiz qu pre-
senciaran! esle facto escandaloso concrvava a maior
moderaeao, e s a Mo be devidu o nao baver que
lamentar mais desgracas.
Depois da cnferencia tida entre o Sr. raplo do
porto e o Sr. ronsul americano, na qual parece que
licou arranjado este negocio, mandoo-se por ordem
do primeira peen ter o ollicial da guarda, tirando en-
carregado o Sr. Soler do seu commando ; mo abe-
mn: se islo f,.i por convenio cun o Sr. cnsul, ou
poique o i Ricial toase culpado.
Afcegura.n-nos lambem que o Sr. capitao rio por.
to respellio varas pretencOes ridiculas do Sr. ron-
sulvqne rao sabemos com que direito ou aulorria-
de se atreven a faze-las.
Eram mais de novo horas da noile quando .^cai ou
o escndalo na capitana, retirando-so os revoltosos
para ronelni-lo nos prximos rafes e labernis.
O successo occorrdo na larde ile qninla-feira nao '. VOlajes.
ITERIOR.
RIO DE JANEIRO.
2b' de marro.
r:ntcrramentos.Yo\ sepultado no dia i!i do cr-
rente,'no cen i [crin de S. Joto Baplisla, o Sr. Thco-
doro Lzaro rie S. administrador da mesa ric con-
sulado da corle. Nesse da os natos nariooae- dn
commercio esliterem em funeral, e ns empresarios
tomaram lulo por olo-as demonstracao de |iezar
que lambem arompanharam todos os despaedantes
da mesma repartirlo. Morreo pudre : aa honra-
dez esla na prova qoe deram seus empresarios c um
seu amigo.
i de abril
EtCOla militar. Tomaran anle-hnnlcnaina
escola militar o graoue bochare! em malhemalien os
Sr*. 1. lente de engendeiros Cario* Jo- Percira
das Nev, c Malliens ila Cunlia.
S. PAULO.
1 de marco.
A nao ser os trabalbo da assembla pautistana, o
nllimo periodo nao nttei rmenlo une de
va entrar aqu.
1 Km compcnsaeao do marasmo que por ah vai, as
disrussoes do nosso peqnenn par menlo merecen)
seria allencan. Crandesqoesles de immediato e
Ir.insren lente inlercsse se atitam na correirle sessito
i mesmn consignar sem perigo de lisonja ou
parrialidade que rss corpo deliberante no enrenle
anuo compenetron-s* profundamenlo de sua missau
en nrogresso da provincia vai gnnliar muito das
be o primero deste genero que lem acontecido cm
Buenos-Axres, e be prnvavel que nao soja o ultimo,
se o governo nao mostrar energa no castigo dos cul-
pados, e deixar ir as cousas romo succeden quando
leve lugar o desagrdate! surressn do Ihealro argen-
tino.
lie urna triste verdade que, em nm paiz c o
Bueuus-Avros, em que as suas autoridades guardan
sempre a maior moderaeao para com o esjranseiro.
nao faltem de quando em quando dez ou rioze gros-
seiros, que atrepellando todas as leis da Imspitaliria-
de c da eorletia, c, aobretodo, Inflamnado* pelo ca-
lor dos espritus, olTereram i espeelacao publica es-
cndelos semelhanles.
Em seral ha certa propemulo nos cslrarr-irr- que
aqu resdem para olharem nos por cima do hombro..
c ha rerta crenca nclles arraigada, de que, quando
um agente da nossa polica compre com o scu dever,
fazcndo-lhcs comprelicnder a obrgacao em que es-
lao do respeilar as leis do paiz em que residen, l*m
ellos o dircilo de constitulrem se cm 'tribunal supe-
rior, formando tumultos e anuarias, que, em qual-
quer oulra parle, seriam destella* e dispersadas a
ferro e fogo. '
Eis ah urna das occasies cm que as autoridades
locaes do paiz mais obrgadas esto a mostrar firme-
za e energa afim de repellir, romo he ricvjrio, ag-
gresses que. romo-a que nos ocrnpa, dto urna m
idea de paiz cm que lem lugar. Ai do paiz cm que
a forja publica nao deixa cahr a sua mao de ferro
sobre aquelles eslrangeiros que, atacando lorias as
leis, se amnlinam para fazerem-se juslica por suas
mos, vociferando enlo expresmes obscenas* gros-
Assim que arada de passar os ltimos tramites
a le da garanta de porrpnlasem para as vas fr-
reas.
ITUnanmnle Un fallei de um artigo aridilivo do
Dr. Ilipnllvln, cm virluiledo qual a provincia devia
arlildar os lucros da empreza excedentes a um ma-
.rimum que ae estipular. Esle artigo prcslava-sc
segundo me dixem, a diversas iiilerprclaroes. Po-
da enlender-se que essa parlilba de lucros sera s-
mente relativa IndenoisatAo do que a provincia
despender rom a sua garanta ; ou sera limitada
emqnanln duraste a empreza, rontinnaudn a pro-
vincia a partildar os lucros, anda no caso em que
nao linuves-e lugar a indemnsacao, ou esta ja esli-
tesse satsfeita.
A commissao de redaccao, dando ao artigo a in-
telligencia que julsou cnmdiuar-se mcldor com o
prnsamenlo que dieloo o prnjeclo, redigio-o de mo-
do que lmilou as parlilhas dos lucros protiuriacs
ao caso de indcmnisacio. A assembla. approtan-
rio esta redaccao, condrniou a interpretaco dada
pela commissao.
Assim pois, gracas ansSrs. Drs. Silveira da Mol-
la, Barbosa da Cuoba, Ribas, e tlippolito, que nes-
la d'scussac, loraartm a parle primedial, foi appro-
varia c subi a sanceau csli impnrtantissima le ; a
assembla reunida em 18. lem lem ganho a gloria
de approvar um Irabalbo que lio de exercer a mais
benfica c vasta influencia na agricultura e cnloni-
sacao deS. Paule, c-, em geral, na sna rivilisarao e
riqueza.
Resta agora que o Sr. marquaz de Monl'Alegre
lance sobre esta importante provincia os germens
tenha echada ha dezoito amios um s bilbele de ban-
co!... Para que le queixas, velho lonco?... Vou fu-
mar urna cacbimbada anles de deilar-me : convem-
le sso ? *
Novo silencio e ncnhnma resposta. A Morgalte
apnlirou o olho a fechadura, e vio entre tres ou
quatro montos do trapos Joao Touril tirando fogo
Iranquillamenle. Eslava ssinho. A Morgalte ba-
le* iinvamcnle e rom mais forra.
Quem est ahi ? pergunlou o antigo corandei-
ro em lom agastado.
Abra, respoodeu Aslrea, simi cu.
Joao Touril solluu o fuzil, surrio, e lancamlo
porta um olhar triumpbaute, pergunlou segunda
vez:
Oucm esl ah'.'
^ou eu, j liie disse! responden a marqueza
enm impaciencia. '
Eu quem'.'
Jcilo Touril linb i-se levantado. Dirigo-se porta
sem esperar a resposta; mas anles de abr-la escaln.
Aslrea pronunciou a marqueza pelo furo da
echadora.
La vou, .elhaquinba. disse elle, la too... Nao
lenlio mais as peritas de quinze anno* !
A porta abrin-se e orna haforada de ar quenlc e
carregado de emanaees desagTadaveis atacou as ven-
las da marque/a ; mas ella puz o lenco sobre a boc-
ea e entrn.
Roa noile, minba rica, riisse o velho Bislouri.
como ests".'
Os odos sala.
Oh eslou ssindo, acrresccnlnu o velho res-
pondendo a esse olhar; eslava Irnballiando.
lulerininpeu-se e acabou levando sua mao suja ao
queixo de Artrea.
Eslava Irahalhanrio com acibeca, minba titila.
Essa sala era extensa e muito liana. s paredes
arruinadas deivavam cahir um papel de cor neutra
aus'pedacns. Havia ahi um leito coberlo de chita
escura e sem lencnes, dous ou tres bahs, urna mesa
formada com tabea* posta sobre dous ravallcles. e
meia duzia de cadeiras mal cnipalbadas. Torio era
allumiado por tima vela de sebo presa em um ra-ii-
eonsisliain em um ninniao de farrapi.s sem nome ;
mas nao viera abi para mostrarse dilicil. Apezar
das rerommcuriacoes do velho, ella laucn os estofo*
no chao e assenlou-se.
O calor do forno desenvolva na sala vapores ver-
ri ledamente diaboliros. Aslrea esperava com im-
paciencia a fnniaca do cachimbo. Abri o frasqui-
nho de aromas. O velho Bislouri observava-a nudo
sordina.
Vsle-n ? pergunlou a marqueza. ,
O anligo curandeiro meneou a cabeca aflirmaliva-
mente.
Enlo '.'... tornou a marqueta.
He um liello doulor.... Casaca prela nova e
grvala branca... Assemelba-se muito ao patrio Sol-
picio, seu pal.... Tem urna rica babitacao.... linda
mobilia... o urna liililiolbcca magnifica.... Parece
bem eslabe'ccido.
Oue souhesle ?
O velho tomn a isca e ebegando-a ao cachimbo,
aspirou fui teniente e com rumor. A Mergalle es-
perava.
Nao le impacientes, velhaquinba. disse Bislou-
ri entre rias baforadas.
A marqueza franzio as sobrancelhas.
Ob lornou o velho tirando o cachimbo da
bocea, se minbas maneirasum tanto familiares oflen-
dem a scnhnra marqurza, posso mudar de lom, isso
naobe diflicil.
I'alla-mc como quizeres, Jo.lo Touril, respon-
ricu a marqueza, isso pouco me importa.
Muilu bem, minba rica ; gostn de Iralar-le co-
mo oulr'ora... Tinhamos dezuilo annos de menos...
e nao he pouco!... I.einhras-le quando encoulre-le
na praia com o Brande Rostan '.'
Nao viui aqu para fallar do passado, disse As-
lrea com seceure.
Elle lcni-se porlado mal. continuou Joan tou-
ril, como senao livesse sido inlerrompido: lem-se
dado ao viudo o s muflieres cada vez mais... NegM
empo ja era um palife... Mas que carranca fazes
quando le fallo, \elliaquinba parece que ardem-te
os ps em minba casa.
Tcnhn presao...
subscrip^ao dentro della.
A qucslao do Ihe-dro lem sido cnstoa. l"oi
remellidn a sancrao um projeclo relativo a esle a-
sumplo.
Netlc se decreta que o ediflicio tbealral sera le-
vantado no largo de S. Francisco, sendo ricsipro-
priadni os terrenos necenarios, concedendo-se ao
governo um crdito rie ,(X)0 para iariemnisac.lo
dos proprietarios. e urna sudtencao de (.0(IO> pa-
ra essa odra, devendo concorrer com igual quantia
oemprezario Qusrtim. A odra devera ser termina-
da cm tres annos i: meio.
Todava o Sr. Saraiva Ihe negon provisoriamente
a sanecao, fundado cm considerarais ligadas ao nos-
so estado financero no correnle excrcicio.
Suppe-se qoe a assemdlct modificar;, em ahjY-
mas relaees semeldanle projeclo, o que. Lineadas
algumas conveniencias no projeclo, o presidente
saneciouara, pois que julga de necessiriarie a cons-
Irucco da odra.
N.lo posso deixar de hllar-lhe em nm impor-
tante projeclo rio Or. Ribas, que he de multo alcan-
ce para a nussa lavnura. /
Propz este, depuUdo a rreaejo ric um corpo de
operarios destinado ao artic-o das estradas e de oo-
tras/idras publicas da capital."
Esle corpo se compar de :, ditboet de 100 Opera-
rios cada urna, suhdivididas em sercoes de 2.. sen-
do aquellas dirigidas por engendeiros. e estas por fei-
tores.
Estes operarios devem ser contratados na Europa,
devendo a presidencia adianlar a passagem para elles
e suas familias., e mais' lOjtUO fortes para os pror-
ralivos de viagem. Em rada divisan deve baver um
superintendente ciicarregato da gesfii0 e fiscalisacu
dos dnheiros destinados s odras publicas respec-
tivas, da fiscalsar.io e pagamento de feria, compra
rie materiaes.recebimenlo dos dnficiros destinados s
obras, etc.
Nao tenho agora lempo de lranrrever loriases me-
didas prnpostas no projeclo, vastamente elaborado ;
mas do bello discurso com que seu aulnr o motivou,
deduzmosqnc elle leve em visla, nao s o melhora-
mento do servieo na construyo e concerlo das es-
tradas, e a fiscalisacilo das centenas rie contos que
annualmenle dispendemos, como tambem um auxi-
lio direclo a rolonisarao, pela importarao annual de
um avultado numero de operarios esrolbidos. indus-
Iriosos e moralisadns.
Creio que esla idea nao snflYera opposicao, pois
que a sua enuncia'ran levo lodo o acolhimento.
Esle projeclo c o mitro de que Iho fallei em pri-
mero lugar devem produzir a maior e a mais salular
revolucao cm nossa aclualjdade qonuto a caminbos
pblicos, enjo estario nunca foi invejavel.
A- mala das cidades c villas ito interior nao Irou-
\c .iconlcrimcnlo sle ola. Em algnns pontos prxi-
mos capital a endiente de queja llie fallei, deu um
grande prejuizo aos cofres da provincia. Poncas
pontos cscaparam a I >i'menta, c muito* contos rie ris
sSo precisos para os remedios.
Quando aqui apjiareceu a lisia dospenullimos
depacdos, douvc alguus descontentes que se viram
preferidos por outros em desiguaes condires. Nao
quiz consignar esta circumstancia, porque leudo me-
rio rieslas malcras.
Mas agora qne a segunda serie de condecorare*
veio recompensar algn* nomes recommendaveis, .
permuta com a equidad,- de correspondido, que eu
consigne aqu o agrado de inulos pono* cia pelo despacho'rio Icnenlc-coronet Manoel Anto-
nio Bitanrourt, qiie couta muito bous serviros na *
guarda nacional.
(arla particular.)
pensido/... Sabes quanlo Icnho folgado de Icr 1ra-
zido de la a Irouxa que fiz com o. guardanapo '!...
Znmbavas da trouxa, zombavas do minbas pobres
ccnnnuiias, zombavas de ludo... I'orm havia cou-
sas boas na trouxa, havia bellos escudos na marmi-
ta... Na verdade, s.o cm nada relativamente aos
leus soltenlos mil francos... mas os selcccnlos mil'
francos voaram desde inuilo tempo, segundo parece,
ao passo que o riiuheirn da marmita e as iniudezas
ila trouxa bao produzido...
A marqueza Aslrea ergueu o veo e lirou o cha-
peo, sem duvida por causa do calor.' O anligo cu-
randeiro approximnu o castical rie cobre', afim de
que a luz rahisse sobre o rosto da marqueza, c disse-
Ihe em lom mais serio :
E's bella, muida tilda, es muito della. Por-
que s tens gandado urna liatatMBem la vida '.'....
(luirs que te sao inferiores soafP de dia em da,
ecdesam emfim ao cume... Tu, po coulrario, ten*
descido depois rie la primeira victoria. Todava
ella costara muito sancue !... Cliegasle aqui joven
e brilhanle com um nome magnifico que ninguem le
conteslava, com um espirito infernal que pareca
tanto melhor porque leu marquez era um urso, ura
selvigem, homem alias bello que teria podido ser fe-
liz... Cliegasle formada porque, eraras a l)eo, nada
se que nao lenhas adevinfiarlo... Cliegasle com urna
riqueza boa e bem adquirida, porque a Irazas no
bolso... Tinhas ludo o que pode adianlar urna pes-
*oa, e nada do qoe impede : os preconceilos nao le
cmharneatam, porque, nao crias em Dos nem uo
dabo, c tinhas dado musirs de saber o como devem
ser tratados Os obstculos vivos que eucontram-se
em urna estrada boa... Ah! vrlbaquiuha, vclbaqui-
nha, tinhas enmerado romo Joanna d'Arc em leu
genero... Vas acabar tambem pela fogueir* ?
As feices da marqu'cza eslavam lao complclamen-
te immoveisnue seu rosto pareca feilo de marmo
re. Seus nlrros eslavam filos cm Joilo Touril ; mas
nada expriiniam, nem mesmo o desdem.
Naosei comoacabarei, respondeu ella com frie-
za. l|uem viver vera.
Qoc me dars, tornou Joao Toxiril, se eo reve-
Tar-le o segredo de la queda'.'
Naocabi nem rahirei, lornou a marqueza sor-
rindo. Quero galibar um milho por cada centena
Ah! ininha rica, se mais amavel para com leu
cal coberlo dcazmbavre, -o nquecdo por um fogao | velho Joao rm nina vsila depois de dezoito anno...
de ferro. Temos militas cnu-as que dizer-nos... muitas. mu- de franco que perd.
I -.i inoutia nao lena enli.Mia tn a s.l.,; mas urna I tas... e repetindu lre. ou qoalro vezes esta ultima! Bravo! cxchmou Joao Touriljmuito eslimo ;
niuriidao de odelos de loria a especie junrava o palavra romo se procura* por ordem cm suas ideas, porque previno-le que dcsta tez lere meu quinhao.
chao indepen.lenlementc .los quatro monloe* de Ira- lornou: Vira juslamenie liazer leu qunho..
pos. II ni,, (arrapos sobre a nn-sac sobre as cadei- Que fizle dos setecenlos mil francos .le tua ma- Da pelle do urso, inlerrompcu o anligo curan-
ras, c dn celo ealiiam curdas terminadas por gan-
chos, donde pendiam oulros.
Adra a i molla, disse a marqueza- entrando; a
genio snlloca-se aqui.
Oanligo curandeiro fccboii cuidadosamente a por-
ta e respondeu:
Faz um fri terrivel esta noile... l'ique fro-
rento depois que rieixe o paiz... a sala de grande e
nada da que empeca a entrada do vento... demais
vou acosad*! o oaehinbO, is-i..... miniara o ar. e
-eulau lo-se voluptuosamente na porimna arcre-
eentou :
I'aze coinoeu, velliaquinda, lira o* e.lufns des-
sa eadeira e lem o cuilado de nao deixa-los cadir....
A marqueza dcsilou antes ric tocar no* eofos que
driiiha, iniulia lidia'.' I'alla-mc fraucameiile ; tenho
curiosidade de sabe-lo... Rnutas-le meu quinhao,
Bzrste dem, e nao quero-le mal por isso... Juico ser
mais rico do que tu.
Eu sou rnuilo pobre, dnse a marqueza, ao me-
nos por ora.
De veras?... Nao le des ao ncommndo de con-
lar-me tclis negocios, velhaqunha ; porque nao le
emprcslarei dinheiro, c dizendo isso, poz-se a rir
com bondade e rontiniinu :
Ah es pobre... apezar dos prsenles rio re
Trufl'e!... (I grande Itoslan lie nm idinla, e tu au
s lorie romo eu le jujgava... Antes de sabires ila-
qui, bei rie rizer-le o que te falla... Sini, minba ri-
ca, isso le enchti e aduiiracao... cstou feito um
npeu i
leiro ; maso orto anda pisseiando...
Meu amigo, ja s lao rico que derprezes cera
mil escudos em nmeda? '
Em inoeda t repeli Joao Touril, cajos labios
Iremeram, c enrbuganrio a fronlc com o lenco do
lislras, largou o cachimbo apagado sobre a moa' ap-
proximou a poltrona velha a um montao de (rapos,
e poz-sc a escolher. Aslrea ob meute.
Com mil escudos repeli elle oolra vez....
em inoeda!... He urna linda tonina ; mas nao bas-
ta para atacar o rinulur Sulpirio!...
(C-oi(/iHnar-fr-/ia.]
1IIITI1 inn


DIARIO DE PERNAMBUCO, glilNTA FEIRA 19 DE ABRIL DE 1855.
PARAN-'-
Coriliba, 20 do marco de IsVw.
Honlcm ehegou n mala que nos Irouxe o vapor, o
tivcmos o sosto lo reeebcr o Jornal do Cominera
al 12 "I corre ti le. Ixellc depsrd com algumas fcor-
sc insigneeseriplcrquevariando de
peaeadonyrna, datando assuas carias de varios pon-
leo i!;i provincia, quer fazer acreditar que aqu vi-
agnum do ncalculaveis desgracas.
Toral rinda una vez u corto de provar a falsidade das
utiras com que quer o meu colica enlrcler o pu-
blico ; mas anlcs de entrar nesla polmica, dr-Ihe-
ucr o que por ca se lia passado.
Foi muf cl.uveso o mes passado, o anda neste tem
liavido sen-., asuaceiros ; mas a temperatura vii se
lornanno mais fresca, o que parece indicar melhora-
niciiln de lempo. Essa abundancia (fagua tem es-.
Iragado^as estradas, produzindo nellas atolcros cou-
sideraveis. As roes da nossi cidade quasi qne se
loriarain inlransilavcis ; mas o peior nao lio isso.
O que niiisdevemos lamentar lie o mal que as chu-
sos ton) feo.as rocas, donde resultara sem duvida
Tinta colheila iniulliciilil#par,i o consumo da popu-
laron.
Na minha ultima pirlicipei-lhe que a asscmla
provincia] havia deliberado agradecer ao Sr. Zacaras
M li 'ii. serviros preslados por S. Ev. a esta provin-
cia, pedlndo-lhe ao mesmo lempo a roonuaciin da
sua alaria na ailminslracllo. Asora poslo-lhe olle-
rerer assim o discurro da coinnii--ao que se dirigi a
palacio, rain a respostn de S. Ev. Tenha paciencia
o meu collesa dascorrcspundcncias. Hemsei que mili-
to llie tem' amargado tita denmii-tracaoque a nussa
representaran provincial euten leu dever dar de sua
gralklao para com o presidente da provincia ; mas
rom he fttaitu maior o numero das pessoas que
apreciara o mrito doSr. Zacaras, lie bem que o pu-
blico lenhaconhccimcnlodcsscs documentos. Ei-los:
lllm. e Exm. Sr.A assembla legislativa pro-
vincial do Paran considera como um dossens mais
gratos deveres, nesla segunda e ultima sessao da pre-
sente lisislatura, dar um solemne leslcmunlio do
sen rcconhecimenlo pdos serviros prestados por V.
Ex. noi ilivouos ramos da adminislrarao publica.
Piestc empenno, porcm/ella nao se julgaria plena-
mente salisfeita, sa rcrciosa, como lodQs o devem
estar, de quena qaaldade de deputado peral tenha
V. E\. de ir mui brevimente tomar parle nos Iraba-
Ibos da rcspctfliva cmara, nao exprmssc o voto
unnime de lodos os bous I'aranacnses, rogando a
V. El. a contiunarlo de fua oslada nesla provincia
romo uma,eondico essencial de ordem, progresso c
harmona que deve aasegurar o bem-cslar do povo
que o Imperador conliou a sua esclarecida adminis-
tra rao.
Taes sao" os motivos porque ella nos enva em
commissao permite V. Ex. A honra que nos roube
de manifestar a V. Ex. ossentimenlos da asscmblca
legislativa ser para nos duplicadamente apreciavcl
se Ihe podermos transmitir osesurancii da adhesiio
do V. El. ajusta representadlo que ella llic dirig
em nomc do povo parauaense. i>
S. Ex. responden :
o Senhores, um voto 13o explcito, romo o que
acabo de, ouvir, declaraudo conformes aos interesses
da provincia os meus debis esforros em prol de seua
inelhoranicnlos. e fazendo sentir que a conlinuacio
dos jaseos serviros de que sou rapaz, ser-llie-liia
proficua, boa mais valiosa o animadora .recompen-
sa que em nome da mesm.i provincia,poda a assem-
bla legislativa conferir-me.
f.ordialmcntc agradeco uina e oulra lincza qne
devo, nao a merecimento proprio, que me falta, mas
pura Iwndadc da asscmblca, cuja he, na maior
parte, a obra que altribuc-me.
a E se, havendo o governo imperial assenlido s
ininhas instancias de comparecer este'anuo na cma-
ra do- depuladns, lenho de, por algum lempo,flei-
xar a administrado, esla circumslancia nBo embar-
ga que reassuma em breve a minha honrosa trela,
nem, dado o raso que o gabinete qucdispc da 'iii-
idfcesao pulra causa, resolva, podis recelar o
lr,mterno de um plano pulilico que.o governo im-
perial em sua r-abedoi a trarou, c de que continua-
r a ser executor, mais idneo smente que cu,
qnem lucceder-rae.
Dtgnai-vos, sehorcs, de Iransmitlir i asscmblca
legislativa provincial o meu profundo reconhccinicu-
lo |>or lao distinelo Irsiciminho de benevolencia,
aceitando ao mesrao lempo o trbulo de considera-
cao e-jrcspcilo que a cada um de vos sci render.
-V resposla foi recebida com especial adrado.
lie piovavel. porem, que a mensag?m da assem-
bla provincial nao tenha em resultado o regressodo
presidente, como alias eunviria provincia. Deve-
mos porlanlo esperar que a escolha do seu successor
recaem pessoa que, como o Sr. Zacaras, se com-
penetre dos Verdadeiros interesses da nosso provin-
cia, lio falta de estradas, de ponles c oulros melho-
ramciitoi que reclaman) o detenvolvimento do nosso
Commerdo.
Durante a ausencia do Sr. Zacaras Reara a pro-
vincia i Iminislrada pela Sr. l)r. .Tlieophilo Ribero
de Rezonde, o qual aqu ehegou no dia 7 do cor-
rale com adnpUqtmli lado de chote de polica e de
2*tice presidente. OSr. Kibeiro deP.c/cnde goza
da rr-patacao de magistrado honesto e de carcter
indcpcnileutc. Assim pois llevemos ciar cerlos de
que u,i iuj adminislrarao interina srsuir.i a marcha
que rom anta honra e foli 'dale Irarou o Sr. Zaca-
ras aos hoi iuccessores.
A aasembla provincial tem ale o presedle pro-
diizido :.s segninles leis : l, elevando a calhegoria
.1" Kregaezia acapella curada do Sr. Bom Jess de
Palmas, no municipio do Guarapaava'; 2, elevan-
do i mesma calhocorid a capella de Nos* Senhora
dos Remedios do Ig;ia-s, no municipio doCoriliba;
II", annexando ao mtinicipio dcGtiarapuava a Colo-
nia Tin-reza, fundada pelo l)r. 'Faivre ; \, aotori-
sandoo governo a promover a cnlonisaran eslrngei-
ra ; 5n, anlorisando o eslabelccimcnlo de una Ka-
ra normal, e a distribuirlo graloita de sement de
trigo aos lavradores que se qrtizerem entregar a este
genero de rullnra. lie sabido que o trigo d aqu
perfetUmente ; mas a molestia chamada ferrugem
ilesgoslou de lal modo os nossi's lavradores, que ha
couside :tii anuos abandonaran)qnaii completamen-
te a cultura dosle cereal, lie de esperar que a no-
va le dos crcaos produz i o resultado qu% lodos
anhelan.
Alem dessasleiso de oulras que approvam as pos-
turas de diflerenles cmaras muuicipaes, esl aclual-
nicnl" oni discussilo a le do orramento provincial,
cun a assistenria do Sr. inspector da thesouraria
provincial lelo Cietano da Silva. As diseoMoei
lera sido animadas. I); um lado o Sr. I)r. Correa,
como orgao do grupo de desciiilcntcs. tem dirigido
Btnsaraa A poltica Mgoida peloSr. Zacaras; de
outro os Srs. Jc.iiino Marcondcs, Beaurrpairr. JoflO
Caelauo, o Si Ribas, ten) demonstrado plenamente
os relevamos scrwjaMresludo's pelo actual presiden-
lo. nao ;i i roali-a4j)p na provincia apoltica conci-
liadora do ministerio, do que lem re-ullado inral-
culavcis vanlagens i ordem uphlca, como promo-
vendo a evada arrecadarao das rendas publicas e o
luelhoraincuto das vas de coinmunicaoOo.
Twlo a noticinr-llie maisum ataque da parle
dos selvagens. o qual leve lugar no dislriclo de Pal-
ma na Bol* de :l para 4 do torrente, Dcram na
fazenda do Sr. Ilermogenes Carnfiro I.obo ; mas fo-
ram rayldos, morrendo nessa oecatiAa dous escra-
tos do Sr. HarmngMMa.
He piiiso qne o governo tome serias medidas
para impedir as continuadas aegressocs que fazem
esses barbaros no municipio de (iuarapuava. Com-
pre rhnninr obediencia eatn1tDrdaa|i|Uf tofeslarn os
noswserlo?< e poem em rc.nli'iiuado risco os nonos
labradores.
Das parles recehidas al boje ncTronsta que
um s ass.issinalo se tenha commeltido em toda I
proviuoia. Tal hg o resultado do valioso servico que
preslou o Sr. desembargador remandes, fa/eudo e-'
fecliva a Brohbcao de usar de armas defecas. O
medo de andar firmado faz com que iir.ginm reccic
mais ser
gundn allegando que de nada sabia, c que eslava
dormir na occasiHo do delicio, lie Alaria da Con-
reirao rondemnada no grao mximo do art. 19.1 do
cdigo penal, e absolvda a segunda, que se manda
entregar aojoiz de or-phSos para proceder na forma
da ord. liv. 1 lit. RS. O defensor da prlmera re
protesta por novo jnlgamenlo.
Autora a juslira, e rcos'o Vranee NarclcTho-
mai, Cfrravo do Jos ,'.la\er. Havendo o jui/. mu-
nicipal em recurso desprnnunciado o primeiro dcslcs
raa-, s entra m julcameulo o segundo, o qual he
acensado de tentativa de mor na pess.ia de Mauo-
el Jos Borges. (I reo defende-ss daando que len-
do-lhe M. Narel ordenado que disparasse um tiro
para o ar, aflra de afugenlar o ladran que pareca
rondar a cas*, nconleccu ferir o Sr. ISorges conlra a
sua vontade. Foi c, ndemnado a scITrcr 'duzcnlos
aroutes c a 1er ierro ao pescoro durante um anuo.
1. Autora a ju-lioa, c reo l.ucidoro dos Santos,
acensado de ler dado bordo.ulas. le absolvido.
j. Autor Cjrino Jos (iomes, c reo Aulonio de
Soasa Gonjalves, por alconha o recrclario, acensa-
nilicanfo individuo '.' Em verdade, o collega mere-
ce compallSu.
Enlretanto nito ha una s pessoa na Corlha que
desconliera o que'houvc rclalivaincnle defeza dos.
reo* em qnesllo. Tinha-e eneirregadp daasa defe-
za o Sr. I)r. S Ribas ; mas um i enfermidade re-
pentina e uravo as ve-peras do jnlgamenlo o inha-
bililava de poder comparecer. O Sr. I)r. Jcsuino
Marrondrs recaaou a radeira de advogado por ino-
livos de delicadeza, que lodos applaudiram. O Sr.
Ilr. aloura, emp cejado publico, a quem nao se po-
da negar o direilo de exercer o seu ollicio nesla oc-
casi.lo, nOo se encarregou da defeza, nao se porque.
I ni i'sluilanle do i. anuo, o Sr. Chagas n,lc a'lu'
seaekava, recosoa-ae a cita, porque desrnnhecendo
o processo nao se quera envolver em urna queslo
onde podara fazer urna lisura menos airosa. Era
preciso prtanlo recorrer-sen um Icige.
Ora, a defeza dos reos de S. Jos dos l'nhaes era
mu simples. Ressa lula cm que se envolveu Inda a
popularn daquella villa, onde lodos se apresrnta-
ram armados, onde as balas so cruzavain e feriam
dos de ter furtado um cscravo do autor. O roo de- indistinrlanienle homen-Je mullieres.iiau era fcil dis-
a presidencia
Sr. l)r. Jos
lar am os S-'guillles os
a::r;"', la.
Em 28 dn mea passado lerminaran-, os raha-
tlios do jur> na illa de C islro, sob
do juiz de direilo daquella comarca o
Antonio Val de Carvalhaes.
d proers-os jiiIlmiIos :
1. Autora j.isliri. r Amia Pcrrcira. aecusada
de complicidade na inorle de seu marido. Defende-
se a r negando ler lito parte no dolido, e atiesan-
do achar-se alsenle qoaado a perpclrarain. I'u
abaarrida, appellando da senlenra o promotor pu-
blico.
.' Autora a jusci. res Mara, Mara da C.oncei-
rloosaa Billa Rita, acensa.las da lerem a--is>in.Hlo
seu marido c pai. .V pruncira defende-se imputan-
do uciimc a um seu lilho de nome lenlo; ea se-

fende-se nrcaudo o faci e he absolvido.
6.a Autora a justira, e reos aliancados Cyrino Pin-
to de Almoida c Pirmino Pinto de Almeida, acen-
sados, de lerem anacarado a sen lio Antonio Jos de
Almeida. Defendem-se allegando que a ameara nao
paseara depon gracejo, Sao absolvidos.
A comarca deCtstro lem a fortuna depossuir na
prssoa do Sr. I)r. Carvalhaes om magistrado dere-
conliccida lionradc/. Sao militse niui valiosos os
serviros que ello all tem prestado a cansa da juslira.
Temos loda a cerleza de que o governo saliera apre-
ciar eu merecimonlo.
i'assarci azora a responder ao mea cellcga cor-
respondente geral de lodos os pontos da provincia,
donde enlendedcver datar as suas canas. Aeho que
com effeilo lein elle razflo de sobra 'para eslnr com
l lio, esse narctico que mala as suas inais bellas
esperancas.
Dir-lhe-hei cm primeiro losar que he indigno o
modo porque vejo nessas correspondencias posta em
discussao a vida de um hornero a quem a uuiversa-
lidadc dos Paranaenses lera tempre da lo as raaiadis-
linctas provasde considerado o respeilo. Ilasla ver
a indecencia rom que he posto em jogo o nome res-
peilavel dense anao, para se poder avaliar o grao
de educaran dos detractores do Sr. Zacaras. S. F.\c.
anda esl longc de ler a dade para aspirar ao losar
de senador, c quando a. livesse minea farra consistir
a realisacao de suas esperanras na morle de um seu
amigo ; e esse amigo, apezar de sua dade arencada
ainda pode Iranspor o seculo, depois de ler assistido
ao funeral de muila gente mora. Ouando o Sr. Za-
caras tiver a idade da le, croa-o o oreflo des=c sru-
po de ms'eravcis. qualquer das provincias do Brasil
o jaizardigno de merecer una cadeira no senado.
No Jornal do Commercio de 2 do correnle oceu-
pa-se o collega com a asscmblca provincial ; no de
3 falla do jurv.
Segundo o hbil correspondente, a opinio con-
servadora deixou, em grande parte.iie comparecer na
Bfsembla provincial por causa des sens resciilimeu-
tos peaaMea contra o presidente. Esla aaserfio en*
volve, ao mesmo lempo, orna falsidade e urna in-
juria,desque opiniao cunxercadora deve pedir conlas
ao seu dcsageilado cscriplor. Em verdade; quaes-
quer qnepossamscr as queizas de um de|iutado con-
lra o presidente da provincia, nenhuma ra/ao lia,
a nOo ser mais retinada fallado lctica, para que el-
le dcixteaj comparecer no lugar em que o collocou
o voto ale eus qpucidadaos. Allegar seus resent"
nimios pessoaes em lal cunjiiuclura he um insulto
nao ao presidente, mas lin aos seus comprovincia-
noa)que o honraran! com srus snffragios. Se seas re-
seiilmcnlos nascem da m direrr,a"o los negocios
pblicos, enlo seja franco, exponha as'embla o
molivo do seu ledh, c opponha-se a qualquer voto
de confianza cm prol do presidente. Nao procede-
rn dcsie modo os Srs. l)r. Correa, Biltanconrl
Inesoureiro demillilo ), e Jos Malhins, que de
segondo|vico-preidenle passon(para quinto? Qne se-
ra o ciillesa dizer cora isla,que da opinio conser-
vadora s esles sao rorajbos, c <|iio os mais nao sOo
seno mis cobardes? Com franqueza direi que o col-
lesa ilcsempcnha inoilo mal a sua tarefa. altribuin-
do senlimenlos lao baisos a esses cujos interesses
procura advosar.
Dos dcpulados da opiniiio consentidora, como os
cltama o corrcspondcnlo, s cinco dcixaram de com-
parecer por molivos que ninsiiem Ignora. Os Srs
cummcudador 'iuimarese Faria por causa dasaudc
de suas icnhoras ; o Sr. Fernando ( de Goaraluba )
porque leudo de dar eslado a pesaos de sua familia,
n3o Ihe era possivel em laes circumslancias, afaslar-
se de sua casa ; o Sr. Hanoel Leocadio, delegado de
l'aranagua, pessoa da intima eojifianra do presiden-
te, porque estando aufenle o seu sorio nao podia de
modo algnm deixar sua casa cntresue apenas a seus
eaixeiros ; o Sr. Modesto, por se achar bstanle do-
enle em Iforretes, romo o deve pcrfeilamcnte saber
o correspondente.
Todos os mais se apprescnlaram, ainda mesmo os
que residen) mui distantes da capital ; Los san os
Srs. Francisco de l'aula Fcrrcira Ribas e Manuel !s
naci do Canto e Silva, moradores-de t^aslro ; o Sr-
l)r. Correa, ila villa rio l'rincipe. e o Sr. Corra J-
nior, da do afrreles, sem contar os Srs. Manocl de
Oliveira Franco el)r. Jos Malinas Goiialves Gui-
marOes, qaje habilam esla cidade, os quacs assistiram
n nslallariio. Seno dia mareado nao honre nume-
ro sul'.icente de depulados para abrir-se a ressHo,
pro:cdeu-sc como manda o regimeiilo.convidaiido-se
a comparecerem os snpplcnles mais prximos* em
numero de cinco, e entre esles o Sr. Billancourl,
o quid, apezar de porlencer opiniHo conserradart,
nao deivou de aniiur ao convite., O faci de have-
rem supplenles de 3 c votes nada significa, | o,r-
que a 1 i O) nao excepta. Na propria cmara des
depulados geraes temos visto supplenles Com 3 c i
volos..
Nao queira porlanlo o collosa aproveilar-se de
um incidente ordinario para tirar coifcluses a sou
favor.. Hela dada de daccontontes nunca ennsesui-
r;i Ruar acreditar que administraran do Sr. /.aranas
nao lem o apoio da provincia. S. F.xc. lem por
amigos as pessoas mais nolavcis de limo outro par-
tido em que se divida a'anliua comarca da Corilibo,
reunidos boje sob o estandarte da coneiliaco. O
Sr. Canlo e Silva, proprictario o mais 'abastada de
sorra cima e de reconhecida eslima em todos os
municipios de Campos Geraes, romparerea na as-
sembli provincial a dar o seu apoio ao presidente.
O mesmo praticou o Sr. Ferreira Ribas, o qual vcio
de Castro na irme resoluro do sustentar, como o
fez, al medidas proposlas por S. F.xc. Bem v# o
rollesqne lano estes como os oulros qne se achara
iinblea nem mostram tedio, nem esliveram
pelas exisenras de alganM casa rommereial de l'a-
ranagua. Alem do Sr. Or, Corren, qnesembane
sen elemento qoandtl ttl opposirSo a ludo e a todos
acompanliaiii-o o compadre c o futuro genro do
cominrndailOr, c nlslo licam os adversarios do pre-
sidente. Nega-lo-ba o collesa '.'
Creio ler mostrado em poueas palavras a incon-
veniencia das asaerc^es do collega relativamente ao
tedio da arando parle do partido conservador, islo
he, dos cinco depulados que deivaram de compare-
cer o sessati da araemhla. Vamos ao jurv.
Pretende a AriHiiet qni> <> presidente presin a
toa proleeejto e promnvea a abanlvifjlodosdoai reos
que se aeluvan pronunciados em coiisequencia dos
aconleeiincntns do ^. Jos dos l'inhaps. Mente o
Arislidet. Tanto na primeira como na seganda
ve/ que rompareceram estes reos a barra do tribu-
nal den o Sr. Zacaras provas da mais romplela-im-
parcialidad?, nem oulra cous.i per mi (liria sen ra-
raclere posicilo. Qnando S. E\c. pode recciar que
ojulgaraenlo aessesrus iws vesperas daelej(*oera
nada menos do que um uanejo eleitorsl, visto que
era um doseandidatoi o presidente Jo jurv, e o pro-
molor ad hoc seu competidor, den as providencias
que jnlsou acertadas, nomeando iroinedinimenle
um promotor, o qual reqdereu o ailiamenio do jul-
gamenlo para entra sesstO, o que rom effeilo leve
lugar. Njlo pudendo o .irUMc* achar una so ra-
lla plaosivel para eOmprovar a sua asseretto calora
niosa quando quer dar a entender que o Sr. Zaca-
ras inlervoio no julsamenlo dos reos, laura man ,|e
um uni bem mixeravel, acensa ndo-o de os ler man-
dado defender or um ampregada pablieoeoi o cu-
cis do dar de suspcilo o juiz de direilo subsliluto.
Ora, collesa llavera quem posa erar que. para
dar de luspfito o juiz de direilo fosie preciso com-
: i r o!,i empreg.v.lo publico? (.loalquer que
fusse o cidado que se engarrotaste deesa defeza nao
eslava elle no seu direilo uzapdo dessa allribuicao
nos termos da lei ? He tilo ignorante o collesa que
defcoiiheei is'o que esl ao alcance do mais itisig-
rriminar es verdadeiros motores dessa desordem que
r,.i adrede provocada por nmn minora que linba'a
peilo vencer a elciriio. Na falta de um advogado for-
mado, cumpra ennfinr-se a defeza a qualquer que
reunase, quald.ide de lagarcila, certa .dse de
audacia para se npresenlar em publico sem as lia-
biltarOes precisas, racebendo cm premio urna insig-
nifieanfe qnantia.
Todos estes predicados se enconlravam na pessoa
do Sr. Francisco Maria Cunea, moro de crneo lao
dbil que lisera al a prelencOo de nos dar lices de
rivilisac.lo, lices que se tornaram um lano caras
para aquclles com quem se rclaciouou desde a sua
chegada a esla provincia. Aceitn porlanlo o Sr.
I.anr i a propona que Ihe foi feila pelos prenles O
amigos dos reos, e convenientemente industriado
por um dos advosados nesla cidade sobre a marcha
que linh i de seguir o processo, deu de suspcilo o
juiz de direilo subsliluto.
Estando boje o Sr. i Cauca na inlimidadc do col-
leca, e sendo elle a que alimenta com seus enredos
essa animosidarie a que db lauta importancia o col-
lega, com a nesi ia prcl'iieao de guerrear aquclle
a qoem deve gralidioe respeilo, como se mosirao
collesa Iflo ignorante da motivo que delcrniinou o Sr
Cunea a lomara defeza dos reos ? He deste modo
qne o collega lala seu novo adiado, procurando
al compromelte-le com o governo ?
Mas he que o collesa quer realitar a adanioama-
se a traieao, aborrcese o traidor. ProaVOrt
Ocos que o Sr. Laucase pndesse aproveilar dessa
liccao, para saber escolher seus amigos. Depois de
se ler mostrado o amigo o mais affeicoado doSr. de-
zembarcador Fernande?. ruja rasa Irequcnlava dia-
riamente, romo he publico e notorio, nunca se do-
ria ler passado o Sr. l.anra para o lado dos iuinii-
gos daquelle distinelo magistrado, fazendo coro com
eiles, com geral escndalo dos homens de bem. E<-
ra amostra que nos d o Sr. l.anra do seu raracler,
creia-o, nos Corlibanos n3o a lomaremos como um
excuiplo a seguir. Embnanos qualifique de sel-
vasens, na admittimos que Icnbam a prel&irfld de
nos civlisar niestres desla ordem.
Depois desla expando, direi ao collega que con-
tinu no seu empenho de detrahir a adminislrarao
do Paran, dale erabora as snas cartas de Coritlba,
de Campo I.arso, do l'rincipe; seja ora .Iristidc*.
ora Conttrtador, ora /usi'iur;encobraba enmoqui-
zer, seos actos de despeito hilo de ser devidamcnle
avadados.
Nao scrci mais extenso, porque he porto demeio
dia c esl a fecli.r-sc a mala.
( dem. )
\ Jornnl do Commercio do Rio. )
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAKBUOO.
PAiaAHIBA.
13 de abril.
Qaero confessar-lhe urna fraqaeza; mas guarde-a
e nao v espicla-la no sen Diario, porque comquan-
to. segundo a exprosso de nm honlcm entendido'
nao baja hroe para o respectivo criado de cmara,
o (pie Importo dizer, que lodos temos nossos fraeo-i
comludo nao he bom que esses 'raros sejam pllen-
les a quem nilo lie criaifb de cmara. Eusei que Vine.
no be dos i :,> gozam maior crdito quanlo ao
segrado, porque o que Ihe ditera ao ouvdo, estn
de-o no papel ;"mas com as ininhas canleas, lomo
craseme confianca. Vamos ao caso: Pur arles do
ni'ib'.ilo, romo chainni os meninos; do linhoso,
como o chaman) as beatas ; do ps de pato, como
cliamam as vclhis ou lo d\abo, como reza a cscrip-
lura, appareceu-me o Meirclcsrom um Mercantil,
que faca a tonta do que ganham os porteiros dos
auditorios da corte, c tal foi a columna da cifra, que.
o demonio da ambirao lenlou-me, c estou resovdo
a ir i corle para conseguir ser porleiro de um dos
auditorios, l.'i! Dir Vmr. O que ha nisso de novo?
Quem quer ser juiz municipal, do direilo, eserivao,
depulado, condecorado, nSo va i. corte?
Porqoe razio nao ira minha indvdualidade
procurar um lugar, que denota do novo regiment da
cusas he mclhor do que um bspado? Sim, mellior
duque um bispado, porque rende mais, sem o 1ra-
halho de abencoar o pavo. Julgoq-ie cslou no meu
direilo. I.evo daqui du/.elas cartas de Mcircles,
Nao sei se Ihe disse na minha ultima, que livemos
Ressurreicao na matriz, com a piocissflo e fesla da
collocaro c benro de nossas magaa, no mesmo dia
as Mcrrrs. Embarraran) para Fernando no dia
10 do mdanle i sentenciados no hrigue barca de
guerra llamaraeii. Bou ramOSM lem o comman-
danlo da liba. Com os presos foram algumas mu-
Iberes que qui/cram acnmpanhar ucus maridos.
lia puncos dias caplurou-se um rondemiiado a
gales, em Maniauguapc, qne ha qualro annos fugio
com oulros daquella ilha, perdendo um companhei-
ro no trajelo, o qual morreu de fomc.
A cadaia ainda licou com bastantes nao sentencia-
dos, c talvez para o anno tenha do fazer igual ro-
messa.
Sabio no dia 9 para Barcelona o hrigue hespauhol
Soberano'cota 9015 arrobase -2i libias de algodao :
nu dia 7 a iiarca ingleza Jiipiei Carlhy para Liver-
pool com 7900 arrobas a Js libias de algodio:
no dia 10 a salera ingiera Linda rom 9783
arrobas a (i libras de algodao.
Entraran) de 7 a i2, 189 sacras de algodio, c con-
serva o prero que na penltima Ihe disse, bem co-
mo o assucar e conros.
Nada mais occorre de novo. Saude c felicidades
Ihe desojo, bem romo que decida brevemente de mi-
nha v ag.'in, cerJo de que. no raso de ir, deixaroi c:i
um de meiis socio.', que desempenher natiafactoria-
menlo minha comm I'. S.l.embrancas ao seu rorrcsponilenle inlo-
ressanl de I pe-juca, c disa-lbo ilc minha parle, que
sou scuipreo mesmo, ainda qne elle venha um dia
a ser o que actualmente n,io he, na forja de sua'ex-
prttso, porque parlicularmonie recehi sua senha.
ASSEM53LEA LEGISLATIVA PBO-
VINGIAI..
Scisao' em 16 de abril de 1855.
Presidencia do Sr. Bariio de Camaragibc.
A's 11 ',, feila a chamada, acham-sc prsenles
',r2 senhores ilepulados.
O Sr. /'resllente abre a sessiio.
OSr. '2. Secretario l a acia da sessaoantece-
dente, que he approvada.
O Sr. I. Secretario menciona o seguinlc
EXPEDIENTE.
Um requerimento da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Marlyrios, erecta na isreja de San Joao
da cidade de Oiinda. pedindo a esta asscmblca a
consignarao da qnanlia.de 2tfOQg000 rs. na lei do or-
ramenlo, para poder reparar as ruinas em que se
acha a referida igreja,A' commissao de orramcnlo
municipal.
Oulro do l)r. Simplicio Antonio Mavignicr, prti-
fessor publico da cadeira do obslreliria desla cidade,
pedindo que em altcnefio aos annos de serviro pres-
tados na referida cadeira e na de pbyiica que danles
liava no lyrcn. Ihe conceda a jubilacao com seu or-
dcnado'porinteiro.A' commissiio de inslruccilo pu-
blica.
t Oulro do mesmo senhor, pedindo a esla assembla
um anuo de licenra cerno seu ordenado, afim de po-
der Iralar de sua sa le,que se acha bstanle deterio-
rada.A' commissiio de inslrucro publica.
Oulro de Ignacio de Torres Bandeira,'eserivao in-
lerinodo jury da comarca de Goianna, pedindo a esla
assembla que na lei do orramcnlo municipal se
marque quola para pisa ment da quanlia de
6I9>2I0 rs., que aquella cmara Ihe cslu a riever de
cusas de processos decahidos na sessao do jury de
18)3. A' commissao de orjamonlo mnniei-
pal.
Oulro de Jnio Vieira de Mello e Silva, qne ha-
vendo requerido a indemnsacao de l:iO)-3000 rs.,
dos prejuizosque ollrcu com a factura do assudede
Caruar, o acoulrcendo ser a sua pelir.lo e os doco-
mentos desencaniinhados da pasta da commissao, c
como se veja as-m privado de s-us documentos c
inhibido de reclamar juslira por lbe ser impossivel
haver oulros-documenlo.', vem agora pedir a esla as-
sembla que apreciando o documenlo que nfferece,
se Ihe faja juslira.A' commissao de orraincnlce o-
bras publicas.
Oulro do bacbarcl llemelcrio Vcllozo da Silvcira,
pedindo a esla aMambla que na lei do orcamento
municipal se marque quola para o pagamento da
quanlia de 1089166 rs., proveniente de cusas que
Ihe deve a cmara da cidade de Nazareth.A" com-
missao do ornamento municipal.
Outro de Francisco l'io da Silva Vallenra, que
leudo obtido desla assembla a faculdadc de solver o
debito em que esl para com os cofres pblicos pro-
vinciaes, por meio de urna moratoria dependente de
entrega de ledras abonadas por fiadores idneos, e
havendo escolado os mcios ao seu alcance para salis-
fazer essa c in'ioao, nao pode char pessoas que a is-
so se presUissem.e poasoindo leus sufHcienles para ga-
rantir o seu debilo, os quaes acham-se snjeilos por
hvpolheca especial, vom pedir a esla assembla que
por urna resolujao cdisiic de disprnsa-lo do paga-
mento dos juros de 9 por rcnln e reformar a referida
exigencia. A' commissao de orcamento provin-
cial.
Oulro de Joanna Maria da Conccicao, moradora
na cidade de Goianna, viuva de Beruardino Bandei-
ra do Mello, pedindo a esla assembla que se mar-
que quola no orramenlo municipal para pasamento
t da quanlia de 595-19 rs. que aquella cmara devia a
Benlinho e mais amigos, c la dou com os ossos na seu finado marido.A.' commsso deorcamentomu-
uina escola de vicios, e serveria de inculir na popu-
'acilo o desejo de josar, des.-jo que longc de ser ani-
mado e de encontrar fcil meio de realisar-se.convi-
nha ao eantrario que se lUessc banir do solo da so-
ciedade. Em vista de-las cansiderares he a com-
missiio de parecer que nesla parte fique 0 requeri-
mento ndctTcrido, e que quanlo a primeira so auto-
riseao presidente a contratar rom o peticionario co-
mo julsar mais ventajoso a provincia.
K Sala dascomralssoei 11 de abril de 1835. Si"
VMf.r.i CaatevM.tMis Filippe.
OSr, Mein ; pela ordem ) :Sr. presidente,
eu Idilio de fazer urna roclamaelo. [Ilonlem quan-
do na primeira discussao do projeelo, que da urna
ronsignajo chinpanhia de navegajo i vapor, cu
nterpelle os nobrea membroi da commissao para
que me neasem algumas explcajOss e emllissem as
razes, que os levaran) a fazer alleracGei no contra-
to feilo pelo presidente, um dos nobres membros o
Sr. I)r. Augusto de Olireira que rst.i prsenle e
que se enteran bastante rom es-a Inlerpellacao, pro-
vocou-me como a casa vio.
(I Sr. ."residente : IV-rdc-m o nobre depula-
do, eu nao posso admillir discusslo sobre isto. ./-
poiadot. i Pense! que era algumi reclamajao sobre
a impressIO de algum discurso do nobre depulado,
mas asora uo ha nada cm discussao.
O Sr. Meira : Eu nao quero provocar a nin-
gueni a fallar.
OSr. Presidente: Mas o, nobre depulado quer-
se explicar, o Sr. Angosto de Oliveira tamben) se
ha de querer explicar, c por ora nao ha nada cm
discussao.
O Sr. Meira : Como he hora|do expediente, he
appropriada para fazer rerlamarocs...
O Sr, Presidente : Se fusse sobre impressao de
discursos, ou aisuina inevartidao, ele., poderia ler
lugar, mas para dar explicacOes sobre o que o nobre
depulado disse, isso nao.
(I Sr. Meira : l'erlsei que a hora uan era im-
propria, creio quej lenho ouvido reclamarse*
neslaa ocrasioes, sem ser a respeilo de erros de ii
prensa...
O Sr. Presidente :l'erde. parece-meque nao;
poderiaser pura requerer alsuTia cousa a respeilo
dos trabalbos.
O Sr. Meira : Bem que en ainda naoenuncias-
se o meu penuroento, como V. Exc. ^cnlcndc que
a hora alo he propria, guardar-mc-liei para oulra
occasio. t
O Sr. I'eiga Peosqa : Sr. presidente, he para
fazer una reclamajao, que ped a palavra. Em urna
dasscsscs anteriores o meu honrado amigo oSr.
Silvino) fez urna reclamajao acerca de um sen
aparle que apparcrera na discussao havida por oc-
casio de ler cu justificado urna emenda, que livea
honra de olferecer a considerajiio da asa, augmen-
tando a subvenjao concedida companhia cosleira i
vapores, com mais 10 conlos de ris.
Nao pude, Sr. presidente, nessa occasio nada di-
zer, porque entend que nada havia cm discussao,
aguardei-me para qnando apparece-se impresso no
jornal da casa, elilo dizer alguma cousa, o que cf-
feclivamenlc se fez boje, accrescendo mais um re-
paro sobre urna ola, que acabo tambem de ler no
mesmo" jornal.
No correr da discussao. Sr. presidente, quando ti-
vo occasio de dizer, que a commissao de obras pu-
blicas a quem se acliava affeclo o nesocio do contra-
to a que se lefere esse augmento, disse que a com-
missao poaco ou nada poderia acresecntar, porqne
eram condecidas as ralbes que haviain, para que
esse contrato fosse naquella discussao apprcvado pe-
la casa ; ah o meu honrado amigo o Sr. Silvino
disseque agrnJcria muilo essa boa inlcnjao da mi-
nha parle, assim como 'nao tinha ainda lido esse
contrato.
O Sr. Siloino : lista pcrfeilamenlc engaado.
O Sr. I'eiga Pessoa : Eu live de responder,
que o contrito existia na casa ha miiitos dias, corria
2. Com a capatazia do algo-
dio.................
5; 3. Com.o expediente e as-
seio da casa.. ;........
Art. 32. Cun as Colleclorias,
a saber :
$> 1. Com os empreados..
sj-1, Cora o expediento.. .
Art. 33. Cnm as Agencias, a
saber :
1. Gnu os iiipregados.. .
2. Cora oexpedicnte.....
2:4755000
1:2929000
28:7o05000
,-Olil)
1508000
9:074?000
4:9128000
505000
4:9028000
Tendo dado a hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e levan-
la a scsso.
firrola ao disrUrso dn Sr_ silcimK
Pagina l., columna (.a, |*aa 136, ein \u;:r
daspiilavras-liiiha feilo.-dip.e U.bam fci|,
Jen) dem, dem KiJ.-om |ufiar das palavras -
era una quola demasiadamente grande, c era, -d-
ga-se-he urna quola demasiadamente graudo, e he.
JURY DO IiEOlFE.
DIA 1-flF. Allllll..
Prndemela ,i, Sr. /,,-. all0e, m Fo^
I romotor interino o Sr. l)r. Francisco Come., \ el-
loso Albnquerque I.ins.
Kscrivao Joaqun, l-raue.-eo de l'aula Esleves Ce-
mente.
Feila a chamada as lt l.oras da manida .charas.
se presentes 13 seobates jurados.
Foram dispensados a requisicJo do director geral
le inslrujao publica o Sr. Joaqum Antonio de Cas-
Art. 34. Com os aposenta-
-.................... 7:4-298IS8
OSr. Castro Ixao ',l.emhra-mc, Sr. presidcn-
le, qae neslo artigo dos jubilados se deveria incluir
i tlU.llll(?*i.
o ordenado para o prnfessor do eolleglO dos orpllos, .
risto que.j i passou a ubilaro e por isso mando urna ,. rw>,,'i,^ P'esulcnle do conselho adpsinis-
emenda para que se consigne quola.' "T" *\ ""'"'" 1Vreiri' "1" Car"'.
Por se adiar exercendo caigo de juiz de paz
. Josc Francisco de Suiza LSe,
-Mas a le nao est sanecio-
grande corle do imperio, beijo as maos a SS. UM.,
os ps sos excellenlssiinos, sapknssiir.os c podero-
SSsimos scuboris minislros. as cosas aos Exms. Srs.
depulado; c Baadoras, a as ponas ilos ded.s s
Kvi'i--. do sexo feminino, ando a carro, vou ao dra-
mtico e lyrico, visito o caminhode forro e ol'.lo de
AsSUCir, vou ao jardim botnico, e Corcovado, passo
pelo hotel Clmenlo, entro no Pliaronx; e de la
dou-He notician minliaspor todos as vapores.... Ba-
la decidido. Fica sem mim por estes Ampos, dou
bias...
Mas, oh! falla-mo o mclhnr, o com que se
abrem todas as portas, o dinbeiro, alavanca do mun-
do... Eu nas agencias sou mo, e na corle quem nao
lem dinbeiro chora pelos olhos lodos. SeVmc pode
dar-me nm abono sem jiro, reiponda-me breve-
mente, rinqiianto me arVunio, e diga-mc qaal he o
mellior roiiiinaiidanto do vapor, poique mo quero
ir sob suarda de alsm grosseirio e. mCBquiubo, que
me d a clapo cm malero'.roes, daiido-lhe cu a pas-
sagem, c grossal cm moeda sonante a adiantada.
Tenha ouvido muilo mal de um, que anda a'an
dos melhores vapores da tlompanha Brasileira, e
nao quero travar conheemenln -com c-se meu se-
nhor. que dizem ler mais proa, que o navio que
commands.
Dependente assim minha viagera de -ux baba,
posso contar com ella. No emqiiaulo vamos ,is no-
licias.
Na terceia comarca houve um reernlamcnlo, e
ficuu ludo de tirelha em p. Niio esliio all aeos-
tumados a concorrer com esse tributo, que acliam
pesado.
Asora coiiheccio o que por cu peza, na primeira
comarca principalmente.
O recrutamento foi apenas de amos seis pessoas,
c assim mesmo iucommodou.
O- thuggs ainda vio em desanimo; nas assim
mesmo nao se esqueceni de dar mosteas do que sao.
Marcelino de lal, criminoso de morle, avadio-se na
orea, fui fin que na roiidii, ido pai a Campia, afim
de a-sidir a fonnaro da r'nlpt.
No dia ^7 do lindo foi morlo na l'resuira, snide-
legacia de Alamansuape, Anlonio Joaquim por Fi-
lippe Joaquini. que foi recolhido ;i saiol.i.
Bis o que me cansa dos tmaos, que agora devem
eslar malaojalisfeilnhos, porque pareoe-me, que se-
suirii no prrmoro vapor o Exm. PaesBrrelo. El-
le leva as saudades de muila gente.' En nao sou
dos que menos senlc sua ausencia, embora lemp h i-
ria ; mas emlim nao ha re. i lip senfio con icHarmo-
uos:
Tambera seguem no mesmo vapor os nossiis de-
poladoscoramendador Fredeiico le Almeida e Al-
baqoerqne, e Drs. Cindolpho Jos Correa das Ne-
vos e Jo 6 da C >sii Machado, lieos os aju le a
promover ;.s mclhoras do nussa i i ita i n.un-
cia, que sem duvida merece alguma ceu i. O mes-
mo (Ininipoli-i-.le permita, que nao liquem no tin-
leiro das senliore: ministros as quoias, qae a assem-
bla volar para mclhoramenlos [.! provincia, romo
Bceram no linteiro de S. Exc. o Sr. Bellesarde as
que foram volados para reparo da fortaleza do Ca-
bedello. S. F.xr. enlende, que nunca leremos de
fazer de Sebastopol, c lem ca radas de r.i/ao, por-
que os notaos totoras inglezea poderBO dar-noa al-
guma correcrao para nosso entine, e nunca rom se-
gundas lenjoes. A sua plijlaniropia assim nos con-
vence.
nicipal.
jfr> litios e approvados
scsuinlcs parecc-
.por m.lo de lodos e eu ha pouco o linha lido ; poj-
tantoj v o nobre depulado, que apezar de sua 11-
luslrarao e agudeza de sua lina memoria, nesla par-
le linha falla lo, e enlciulo.quc nem isso depoe da
Ilustrarlo e conheciinentol do nobre dfcpulado. que
est a par de lo los os movimentos pblicos e a Imi-
nistraiivos da provincia; por*conaeguiflte foi pouco
justa essa reclamajao. elappello para a memoria da
rasa, e ve-se da conlinuae.io do mu discurso, lie
verdade que no autugrapho nao eslava o aparle com
lodos estas palavras,que disse o ha pouco as referi...
O Sr. Presidente : O nobre depulado esl.i re-
clamando sobre alloma falta '?
I) Sr. I el'ja Pessoa : Sobre a lachisraphia.quc
alem de ser ama arto muilo failivel, infelizmente
j i temos pessoas habilitadas, que com aquella
precisao e pericia, possam. com exaelidaa apanhar
todas as expressocs proferidas cin urna discussSo en)
que ha muilo moviinenlo e apartes, romo hoave na-
qnella occasio ; lenho novillo rerlumijoes dos no-
bles oradores ledenles a alterajOes de seus pensa-
meulos, que ellos nunca liveram cm monte, BOen-
lretanto sao Iraduzdos nos autographos ; porlanlo
houve injuslija....
O .Sr. Presidente : A reclamaro do nobre de-
pulado he sobre algumas palavras, que foram mal
entendidas.
O Sr. I'eiga Pessoa : A verdade he que oujo
muilai reclamarnos dos depuhdos por cansa desla
falla. Eu sou um do's que menos lenho fallado nesla
casa... ._
O Sr. Brandiio : Enlao nessa parle lenho sido
feliz, porque lachigrapho toma perfeilamcnle os
meus discursos.
O Sr. I'eiga Pcsoa : Os nobres depulados que
respondam : cu tico nislo...
- o Sr. SHcino : Nao sei se he possivel pedir
palavra ?
O Sr. 'residente : Sobre islo nao, que nada
ha cm discussao.
O Sr. l eiga l'cssoa : O mesmo succodcu com-
go,-quando o nobre depulado reclamou.
O Sr. Silvino : Enlao appello para o juizo da
assembla, assim romo para o lachigrapho.
A que viiih i <-ii dizer nina iieccdadc que niio
tinha importancia, nem referencia com a minha
opiniao 'l
OltUEM DO DIA.
Terrena diseassio do projeelo n. 3deste anno :
A assembla legislativa provincial de Pcrnainhn-
co reaolve :
Aniso nico. Fica o presidente da provincia
autofisado a conceder jubilaran a Salvador Ilcnri-
ques de Albuqucrque, professor de instruejao ele-
mentar do segundo grio do art. 51 do regntamenlo
de 12 de maio de 1851 : fevognd.i qualquer dispost-
r;)o em coulrario.
a Paco d:i assembla legislativa provincial de
A commis-ao de fazenda c orjamonlo, nao po-
dendo bem entrar no conhecmenlo do direilo que
tem a professora publica de Goianna, D. Ignez Bar-
balho Lina HcliAa, ao pasamento qne requer, sem
que informe a thesouraria provincia] sobre a pralira
all observada em casos lac. c o que se lem rcsolvi-
do acerca desla pretenjiVi, he de parecer que se pe-
jm a thesouraria estas infnrmajoes.
Sala das commissOcs 11 do abril de 1855.Jo-
sc Pedro da Silva. .)/. J. Carneiro da Cu-
nta.
Ar.-cnio Fortunato da Silva, leudo principiado
a fazer em Roma seus petados arlisiicos'dc pintura
e escnlptura a expensas de sua familia, ve-sc agora
Segando diz, na impo-sibilidade de os continuar, por
haver fallecido seu pai, deixan.ln sua casa cm mus
circumslancias pecuniarias. Vem no incluso re-
querinienlo pedir um auxilie do dinbeiro para po-
der concluir na referid i cidade os seus estados, ence-
lados com muilo aproveilamcnlo, sesundo se v dos
documentos que junta de seus meslres, c do Exm.
ministro brasilciro. Tendo sido sua supplica cade-
rejada commissau de pelijes, vem ella como llie
compre dar o seu parecer.
Apezar de reconheccr que o estado dos cofres I Pernaral.uco 16 de maree.de 1855. frigio C-
provincinrs nao he dos mais orosperar.'.odavia itten-
dendo a grande aplidilo qne l suppliranlc tem mos-
Irit lu para a pintura e escnlptura.allendendo a falla-
do bous artistas desla ordem que ha na provincia, al-
lendendo que por falla de mi-ios deixary um moro
inlelligente de seguir a sua vocaj'io, que poder ser
aproveilada cm vanlagem da provincia, allendendo
que a quanlia qae vai propor que se d ao suppli-
canie, nao he lio avallada que possa paralysaro
progresso da provincia ; oo hesita cm sabmeltor a
approvacao da casa o seguinie parecat *. i.iue -e
conceda a Arsenio Fortnalo da Silva, para concluir
em Bonn neos estados de pintura e esrulplur.i, a
quanlia de 1:9009000 rs. por anno, por espaeo de 2
anuos, ficando o presidente da provinrii aotorisado
a celebrar rom elle um contrato,em que sero regu-
ladas as suas oluigari'ies para rom i: provincia.
a Sala das eommissej 1 de abril i!p 1855..Vid i-
no Catalianti.Oiiz Filippe. n
fMIe adiado por ler pedid o a patarra o Sr. Manocl
Joaquim o segttnte parecer:
Raphael l.ucci pede que se Ihe d por S annos
a empreza do theatro la Sania Isabel, diz qae dispen-
sa lods c qualquer subvenjSo por parle da provin-
lige, poro.o em cinipensacao, que se Ihe con-
i privilegio de e-lahelecor no c lirii do Ihca-
Iro o jogo de vispora, tolo on quiuola, allegsndo
que s por esta meio poder mantee a concurren-
cia.
a A rommssSo depetijoes a quem foi prsenle o
seo requerimento, depois de ler relleclido madura-
mente saine o objeclo dalle, chegoa ao teguinle re-
sullado : que se por umlado cenvni aceitar a pro-
posl do snpplicaiile, porque ella importa urna eco-
nomia do 12 conlos le rris para a provincia, por ou-
lro s,o deve ponderar que i le privilegio
de jogo que elle pede como coinpentae.lo, seria emi-
nentemente immoral, porqoanto, sendo a epniSo
mnis acejla a s-melhanle respeilo, o Ihealro um lu-
gar cm que se adop'.am os cos'umes e se bebem saos
principios, licaria por aquclle rodo convertido em
maraes. Manocl Clemenlino.
\le approvado sem dbale.
Conlinuajao da primeira diseassio do projeelo n.
15 dcste anno, que approva o rcsulamculo d#Inler-
tialo.
O Sr. Jos Pedro responde a nlerpcllajan, que
Ihe fez o Sr. Brandan na sessao anlerior.
O Sr. Pinto de Campos : Sr. presidente, e-se
discussSo vai Uto prolongada, que j vejo corlo- dc-
sejos manifestados na casa de Votarse em primeira
discussao o legolameoto! en guardome pois para
a segunda diseiissfio, redondo por ora da palavra.
OSr. Hrmidoo :(Daremosem antro numero.]
A discos .',o lira adiada pela hora.
Conlinuaj i da segunda .diseassio do ijrjamento
provincial.
An :io. Com a Thesouraria,
a saber:
>5 1. Com o inspector, secre-
tario, official da secretaria, Por-
leiro c continuos........... 5:2005000
5j 2. Com o procurador fiscal,
seus aiodanles, eserivao dos faites
da fazenda, solicitador offi
de Juslira.............. 3:1905000
!; 3. Como&6poO|0 iloili-
vnla activa que vencen-, o juiz
dos feitos ila fazenda, o os refe-
ridos empregados, menos osaju-
dantes.................... 2:4238000
K. Cun os empregados da
CoitaJoria e Pagadoria...... 15:3508000
Jj 5. Com o expcilifitilc e asscio
da raza................... 2:1738000
MIITIIAM
28:3425000
He approvadoasm discussao bem como os segua-
les:
Arl. 31. Com o Consulado, a
saber :
I. Com os empregado*.. .. 24:992-*000
H
O Sr. Presidente :
nada.
" Sr. Josc Pedro faz algumas rcflexties.
l'osto a volos o arliso he approvado.
Arl. 35. Com os jaibilaiios l-"rlG8734
lie approvado em dolale.
Art. 36. Com a divida de
exercMos Godos........... 5
Vai a mesa e lie apoiada a scsuinlc emenda :
Com o abale concedido por esla assembla a
Luis JuSc Marque- 5:276? rs.Manocl Joar/uim C.
Cvnha. a
He approvado o arligo e a emenda sem discussao.
Art. 37. Com o juro das apo-
l'M*.................... 4:0003900
He approvado-sem discussao.
Arl 38. Com as evenluaes,
inclusive os ilutes das oxpostas, u
as gratiliracoes as Commisses
enearregadas dos exames das con-
tas daextincta, o da anual The-
souraria............... 2():O0C?000
He tambem approvado sem dbale com a seguinlc
emenda :
Ao art. 38 acrescenle-scinclusive o abale da
quarla parle concedido por esla assembla a Jos Ca-
valranli Fcrraz e seus eessionarin* das freguezas do
Brcjq, Garanhonr, c Agua l'ffe S. R.I'eiga
Pessoa.Pereira de Briio.StfKira Cavakanti.
Silvino Cacalcauli. lpaminondus. Branio.
Seiva.Theodoro.S Vcreiral'adre Margal..
Luis Filippe..lagiisto Ledo.Draga.Gamei-
ro. l'arejao.Castro Leo.SoiIXO (urcolho.
.Iprigiq./. Joaijuim de Souza Ledo.Pinto de
Campos.
Art. 39. Fica o governo aulorisado, para effec-
luar a despeza do exercicio de 1855 a 1850, a
cobrar e arrecdar as rendas designadas nos* para-
grapiras segiiinles :
1. Tres por cenia do assucar exportado.
2. Cinco por rento dos mais gneros de
produecao da provincia quolamliem forem expor-
tados, nao sendo fabricados rom materia prima
ustrangeira.
3. Dcima dos predios urbanos.
4. Dnusmil e qiiiulienlos ris por cabera de
gado vaceum consumido nos municipios do Recife,
Uliiiila, Igtiarassu', Goianna, llio Formoso, Na-
zarelh, Pao d'rVllio,Mctoria, Cabo, Serinhacm, e
Agna-Prea, nos oulros municipios s pagaro esle
imposto aquelles que lalharcm carne para ne-
gocio, eos criadores pagano odizimo.
5. Dizimo do gado ravalar.
^ 6. Sello de herangas e legados.
5j 7. Mein siza do cscravos.
8. Du/.enKjs mil ris por escravo exportado
para fora da provincia, ainda que importado das
oulras, excepto os que furem em companhia de seus
senhores, c a seu servico, sendo domiciliados nesta
provincia, licamlo limitada esta isencao a um
escravo^ara cada familia, que nao exceder de tres
pessoas, c dahi para rima, na razao de um escravo
para duas pessoas de familia provando, quando le-
varen) mais de dous,' que os possuem ha mais de
tres me/es.
9. Emolumentos da policia.
10. Dez p'ir cenio dos novos c vemos reilos dos empregadosprovinciaes.
c- 11. Qualro por cenlo sobre os alugueis das
rasas cm que se acharen) na cidade do Kccifoos
sefuintes esiabelecintentos: boticas, tojas, em que
se vender a relalho, do cambio, d mobilia, ar-
mazem de carnesocca, de madeira, de lijlo, do Bal
de rapim, de assucar, de sal, de fazendas, Jlc fa-
rinha, de inolliados, de macamos, de cairos, dfl
drogas, de reeolher, tabernas, botet|uins, serraras,
olarias, ivpograpliias, cocheirase ravnllariras de
aluguel, prensas de algodao e fabricas
12 Quarenta mil ris sobre casa de modas.
13. Cein ris por libra de tabaco fabricado,
seiscentos ris por arroba do nao fabricado, 19000
por inillieiro de charutos e cigarros, trinla ris por
caada de bebida espirituosa, c 800 ris por
arroba de sabao, ficando isentas deslcs impostos
as fabricas desla provincia, c os productos das
oulras que forem reexportados.
tj 14. Vintc por renlo da agurdenle de pro-
duco brasileira que for consumid.) na pro-
vincia. .
15. Cinco mil ris por matricula das aulas
de instrurcao superior.
10. Umconto de ris de rada rasa que ven-
der bilheles de loteras de oulras provincias e vnte
cinco por cenlo do valor das cautellas deslcs liilheles,
as quaes s poderao ser vendidas depois de rubrica-
das simultneamente pelo Administrador do Con-
sulado, a vista dos bilhelcs originaos, que lamben)
o serao.
17. Pedagio das ponles o estradas, ronli-
nuanJo em. vigor a disposicao do 17 do art.
Ii 1 da lei n. 201, c podemlo ser removidas as bar-
reiras para os lugares mais convenionles.
18. Bendiincniu dos bons do evento.
Ij 19. Apprelienses pela policia.
i 20. .Mullas por infraccoes.
21. Restitui^oes e re'posiroes.
!j 22. Vintc mil ris por rada casa de jogo
de Silbar.
3. Produclo'da venda de gneros, iitenci-
lios o proprios provinciaes.
24. Melado da divid activa, anlerior ao
primeiro de Jullio de 836.
j 25. Divida activa
20. Rcndimento da capatazia do algodao.
S 27. Producto das loteras do Theatro de
Santa Isabel.
-28. Saldo do exercicio correnle.
De approvado sem dimnmln
Art. 40. Fica o governo aulorisado a fazer a
des|ieza precisa para moldurar os commodos das
casa ara que trabalhu a Tliesoiiraria e o Consulado
Provincial.
lie approvado sem discussao.
Arl. 41. Os limiles para a cobrnnca dos Im-
poslos a cargo d.i rollor|oria de Olindn, o do Con-
sulado Provincial senio ns das Freguesias doj Mu-
nicipios em qne funecionio estas repartic/ies.
C Sr. I'niz Fiitppe para poder votar lobra o 01
ligo addilvo pede ao honrado inspector ila Ihfsou
raria baja de dar-lbe alcumusexplicacii-s.
O Sr. /os tetro di as explicarles que "ie Pe,'e
o precedente orador.
Encerrada.) discussao he o artigo approva lo.
Art. 42. As loteras dollospilal Pedro Ir. e do
Theatro de Sania Isabel corrern alieruailamenle
seis vezes em cada exercicio; eo pioilurto desta
ultima ser applicado. para as deeoracoes, Toparos,
-vaco o reprasentacos do mesmo theatro.
He approvado -em ditcussjto.
Vai a mesa e he approva lo se ninla arlijb d-
diliv i :
i Artigoaddilvo.8 1' <> ezame daseoniasdo
i das loteriasser i I Rdas horas d-
eipedienlc da Ihesooraria.
i. s >' Para a paga dosta kabathese dedazir da
porcenlaeem concedida no beneficiado om terco por
cenlo calculado sobre o capital das loteras endo o
seu producto dividido iguiilnieiitc por los os em-
pregados que se empregarem no dito oame.Jos
IV,Y da SiUXI, .
O Sr. los Pedro justifica o arligo addilvo que
inandou a mesa.
0 Sr. Ilaptistii : Daremos cm onlro numero.
Encerrada a discussao ha o projeelo posto a volos
e approvado.
Sr. Joso francisco de Souz
Por molestia c soinenleV'o dia de liojc,o Sr. Au-
lonio da Silva Fragosos
Foram relevados das ,u|lai> por aprcsenlarem es-
cusas legitimas os senhores :
Manoel Joaquim do Ileso Albuquerqoe.
Manocl (ionralves Ferreira c Silva
Foram multados os demafej senhores j., mullados
no dia de liontcm cm mais -M? cid uir
Foram sorteados da urna snpplcmeiilar37 juradjis
que sao os segoinlea senhores :
Anacido Jos de Mendonra.
Anlonio Aaeusto Macicl.
Jo3o (ionralves da Silva.
Jos Candido de Carvalho Melenos.
Joaquim Francisco I)liarlo.
I beodoro Machado Freir l'crcira da Silva.
Marcellino Antonio l'erera.
Joao l'rancisro l'onlos.
Dr. Jos Francisco de Amula Cmara.
Jos Pacheco de Queiroga.
Ilcnrique Sleple.
I.uiz Antonio Vieira.
Josc Antonio Vtelr oe Souza.
Dr. Benlo Jos da Cosa.
Joiio Jos de tiouveia..
Dr. Jos Bernardo Galvto Alroforado.
Dr. lloscndoApriaiii Perer, UoimasSes.
Dr. Manoel Isnacio de Mcdciros Re?o Monteiro.
Dr. Antonio Gomes Tarare*.
Jos Joaquim da Cunlia.
Dr. Manocl de Souza Garca.
Antonio de Souza H-mscl.
Antonio Jos I.e^l liis.
Joaquim de Abreu Kibeiro Hachada.
Manoel Florencio Aires de Moracs.
Hemelerio Manuel da Silva.
Dr. Jos Anlonio Alvo de llrilo.
Duminsos Alves Malhcus. ,
|)r. Pedro Aulran da Malla Albuqucrque.
Anlonio Egidio da Silva.
Jos l.ourenro da Silva Jnior.
Dr. Manocl Josc Pereira de Mello.
Francisco Rodrigues-da Conceirao.
Jos Xavier Perein de llrilo.
.Manuel da Silva Monda tilia.
Antonio de Moura Rolim.
Antonio I.uiz dos Sanios.
O Sr. Dr. juiz de direilo presidente do jurx an-
dn proceder as notilicaces dos jurados sorleados
para completar o numere dos -W>, para o que eipe-
diram-se os convenionles mandados, e adiou-se a
sessao para ai il horas do dia scsuinlc:
KEPABT3AO 3A POLICA.
Parte do dia 17 de abril.
Htm. Exm. Sr.l.evowo conhecimeuto de V.
Exc. que. das dilTerenlcs participarnos boje rece-
indas nesla repartirlo, cansa que foram presos:
Pela delegada do primeiro dislriclo deste termo,
o pardo Vcrbolino Pialo da Cosa, para lecruln da
armada, e Anlonio Jos Vieira, por ferimenlos.
Pela sulidclr-iiria daV, [regaezia da Boa Vista.
Venancio Francisco (',aet4no, para averguaCoes po-
liciaes, Manobt Jos, da Silva, sem declararlo do
motivo, o preto escravo Anlonio, Anglica Mara da
iiicsirau, e'Anlonin Maria da Conceicilo, lodos pa-
ra correcrAo.
E pela sululelesac^da freguezia da Vanea, Lino
Jos du ISascimento.Tanihcra para corrcc$4u.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
I'emaiubuco 17 de abril de 1855.llhn. < Exm.
Sr. consclhciro Jos Bunio dr Graba e Fisucircdo,
presidente da provincia.t) chefe de policia tMit
Carlos de Paira Teixeiri.
-18-
Illmi eExm. Sr.I^vo ao conhecmenlo de V.
Exc. que das dttcrcnlrs parlicipacOes boje recehi-
das nesla reparlir.lo consta que foram presos:
Pela delesacia do primeiro dislriclo. desle Ierran,
o pardo Joao Fernandos, para averisnare poli-
ciaca.
Pola subdelegada da freguezia do Recife, o prclo
Caelano, e Maria da Cmceirao, nmbos pira cor-
recrao.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, u
prelo Abro, cscravo de Jo ta l-onieca e Silva>
por andar fusilo.
Pela subdelegada da fresuezia da Roa-Vista, a
parda Maria, escrava.de Francisco Joaquim dn Sil-
va, por fusida. o Mara Joaquina da Porciuncula, pa-
ra eorrccc,ao.
E pela subdelegada da freguezia do Poco da
Panel la, Candido Jos de Moracs, lambem paca cor-
recciln.
O deleaododo lerino de Goianna, commiinicou-niu
por ollicio de 11 desle mez, que forn levemente feri-
dn no dia II) cum um tiro dadlo de emUscjda. Aie-
xalidrc de Freilas C irJeiro, morador em ^nts do
cnseiiho Jiujary d'aquelle lernv^oi"" er. -
vrador. X*^ ',
Que no mesmo dia as 6 horas da lard no"'
sar denominadol'.ilba suburbio do mesmo lernro^
soff.era o rroulo Jos Patricio il facadas dadas por
Francisco Goianna, u.lo leudo sido possivel eflc-
luar-se as prlsoes de scnielhaiiles crininosos, sendo
que conlra ellos se eslava procedendu nos lemos da
le, e fazendo as .diligencias prosisas para seren
capturados.
Finalmente que no referido dia I, sendo encon-
trado ein Ierras do cugenho Diainaole do mencio-
nado termo o ca iaver de um fcoinem desconhecidv.
que conduzia urna carja de sil, procede-se a com-
pelcnle vistoria, pelo quale n.lo desrobrio indicios
de que lives>a si lo assasiiaado, suppondo-sa que a
morle previera do eslado*; embriaguez.
Heos guarde a V. Exc Secretoria da p-liria de
Pernambuco 1S de ais* de SV,,lllm. c Exiu.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cuaba e Figuercdo,
presideoteda proviaAo.O chefe de policia /-"'-~
Cortos de Paira feixira.
DL4U0 m -mmw.
A assembla approvou honlvm cm segonda dis-
cuss.ni o projeelo n. 20, qne concedo Arsenio
l'orlnnato ila Silva, nina penviotle l:iOllS animaes
p ,ra concluir os na Europa, rrjeilando a emenda ao mesnv o |ofle-
recil pelo Sr. Pnlo de Campos para que o me-
mo favor se concedesse a Joaquim Pires Carneiro
Monteiro, fazendo breves rcfletes ii respeilo osse-
nboros Silvino, Campos, ,. Meira.
Adiou.a requerimentodoSr.'jSeira,n projeelo que
reuneo lermode Cabrdioa rnsii-rca de Tacural,
fallando a re I I luera,
Pnlo do Campos, Brasa c Calaahs.
Enlroa em lerceira di-custo e foi approvado o
proj rio ii. 11, qaeapprq* addirional
^concedido a companhia de navst sidra a va-
por, sendo rejeilada nina Sr. Silvino
que delerminava, q\\c o mencionado subsidio s
fosse conced lo ims cinco prim anos da exis-
fencia da companfafe Oraram subre le projeelo
as senhores Slvinsjjjpcira, Mello llego e Angosto
de Oliveira.
Enlrou em discussao o deteoo de ser volado o
projeelo n. t.'i sobre o lijrnoste Provincial, por ler
licado empatada un volaflo um!\ das emendas ao
mesmo offerecidas, leudo falla lo i respeilo o Sr.
Clemenlino.
Foi approvado depois de algumas refiexies dos se-
nhores Carneiro da Cnnhii e I.uiz Filippe o parecer
sobre a pretendo de Kaplucl Lucci,' "com una
emenda do primeiro dos mencionados senhores, ps-
>


w
"V
DIARIO OE PERMRB'CO Q NTA FtiRA 19 GE ABRIL DE 1855.

r.i que se tuterise o gnverno a controlar com o pe-
ticionaria a cmpreza do llieairo de Sanla-Isabel.
Kni ron lambem em discusso o parecer sobre a
proteico do arrompanle dos conccrlos da ponle dos
Afngado, e dcpois de orarcm ns senhores Meira.Sil-
vin- Mello Keso, foi com o mesmo adiado por falla
de numero de- senhores lepulados para a volarflo.
\ irdem do dia lie a i'-ma de liontem, primeira
do projerto n. I'.l c segunda do de n. 16.
GORRESPOMIEXGI.V.
Sn. Bediietores.l)um seguir i estrada do Cilio, presentemente nlerrom-
pMa na \ill^ do asesino nome, na drerrilo em que
0 aanjonhrnr respeclivoja a havia explorado at a
distancia de tima lesua, por ser a que innis se anjee-
liv.i ao inlarrssc do uin cr '-.ciclo numero de proprie-
lario, cerno liante mostraremos; sorprendidos Pi-
camos ao saber que uina outra direccao se lhe quer
dar. HM "9 persuadimos, porin, que esta nova
adopcao j' Sitiada polo espirito .le inleresse par-
Healir com sacrificio publico, ao contrario por ora,
aereililam >s que os S.-s. cnsenlieiros procedem, nao
de m.i (, mas sim por falla de completo conhec-
raeafn das localidades, fazendo que a nova estrada
uloniodo rioPirapaina, passando ronsecuin-
lementc no- ensenhos Rarhalho e Molinote, que
tobre Miaren] mu prximos a villa, jacresre o fica-
rem lambcm da explorada estrada, e mais nos cnsc-
nbos Martapasipc e Ituranlicm, que he" o ultimo
ueste lanco, por quanto os que llie liram rima tem
o scu trafozo c correspondencia pola estrada da Es-
rada, que mais os approxima do Recife, c os ndja-
rcnles pela equidistancia em que estro, anleporao |
mandar os seus seeros em direilura a villa.
I;ica por lano a pretendida estrada servindo ao-
saenle aos dous ltimos ensenhos que ainda assim
poderlo dispensar porque o mais afamado so dis-
ta da villa ilu.-is leguas, c todos por scus locacs pos-
sucm una Iniaeslrada .i uiarsem do rio Pirnpaua,
pela mor parte arenosa o pouco lamacenta. Acora
mostraremos em como csse lorricollo que se llic pre-
tende dar, converle-se em pura penla ile um aval-
lado numero de propriclarioc. pertcncentos as qua-
Iro fresnr/ias, Cabo, Ipojnra, Escada, c Sorinhacm,
os quaes pelas localidades de seos predios sao obri-
sadus a servirem-se de urna estrada que por sua
fUinlade j.i de lia muito estara extiucta a nilo sera
instante iiecessidadeTdesses proprietarios ; atleslem
aquellos que can lempo de invern liverem passado
as varreas da cliarneca aos do Pavflo, boje enzenbo,
e as maltas dos ensenhos Ilmum e Maranhilo; roin-
prehendeiido-sc nesle esparo qnatro lesnas de um
ciminho que nao lie possivol bave-lo pcior; sendo i
cnnsequencia necessaria dest:; siluarflo soflrerem
aipielles propietarios as maiores dilliculdades e
sJrivarOcs na reuiess.i de scus generes, c conducrao
das cousas necessarias ao commodo da vida, princi-
palmente em lempo de invern que as estradas se
lornam quasi intransilaveis. Que a direreflo da es-
Inda primilivaniente delineada lio a que compirli-
llia a observancia de urna juslica di'tribuiliva. est
forado loda duvida e ninguem que tiver alsuma
norao da toposr.iphia deaqoellcs losares ousar jie-
ga-lo ; lie pis de summa conveniencia que a mesma
se elfeclucpelos lugares mais precisados.'os quaes
. raneas da cliarneca, do novo engenlio Pavao,
eiicoutrirem as do cnseolio llinsa de Cima, cu-
jo trajelo na oxtensao de m lis de duas lesnas, ap-
presenla o que lia de peior nest especie; d'alii pro"'
luir em busca do eusonbo Maranbao, onde alra-
saril o Rio Ipojoca, para o que se poder cons-
truir um.i ponte da inellior solide, por olTerccer o
rio em eu leito nesse ponto, nina lage tunal.i ap-
propria la a esse {enero de Irabalho, sendo esta obra
da mais palpitante necessidade como muito bem o
disse o Sr. correspondente de Ipojuca em urna de
tais carias do auno prximo passalo. Ueste mo'do
Dea manli lo o transito dos ensenhos situados a mar-
s ni ilireit.i do rio. os quaes por efi'eilo da endiente
dele, que persiste por quasi lodo o invorno.so obri-
- a dar uma volta do rerr.t do duplo do cami-
nlio.com innmeros embaraen*. Assim prevenido es-
te Inconveniente continuara a eslrada em procura
dos ensenhos liaipi, C^pobre, lni.lo, Alalaia. (Jui-
tiiiduba, ele, etc., afastando-se mais ou menos da
existente, conforme exisir a commuin utilidade dos
proprielarios, poitcnilp prolonsar-sS at a villa de
Serinliaem, por ser esla a que inai avisinlia a mes*
na villa da capital.
Disposta desta mancira a estrada mais de quarrn-
la ensenhos compreliendidos as quatro fresuezias
cima mencionadas, sozarjo das vanlasens inberen-
senielhanU mollioraiRento, sem que seja pre-
ciso cada um fazer mais do" legua para alcanca-lo, c
esta rcsenlia que faco aimla pode ser ampliada, se,
como lie de suppor. os Sr.. d engenlias mais pro-
miois ao por'.o de embarque, com a fcilura da es-
trela preferironj mJnJar os sei.s productos por Ier-
ra, para evitaren) .i irregularid.ide e risco da nave-
gnrao a n il. l'areccrnos porlanto que os inconve-
nientes que hci mencinalo e ootro que uo cabe
referir-so em um es.-ripto desta ordem. farflo pesar
a batanea governaliva cm favor de mn grande mi
.nruUores que ordiiiariainenlc coucorre
com avultada somma para os colres pblicos, alora
'ueius plantadores que circumdam es-as para-
. e que diariamente I vam ao Keeife os gneros
alimenticios com que nba'lecem o scu morcado.
Finilrr.enlc esperamos que o E\m. presidente da
provincia compcnelrando-se do que vimos de di-
zer, mande examinar com espirito de imparcialida-
de todos aqselles pontos, afim que se onlieea qual
d : direccoes lie mais conveniente, e atliiigin lo S.
Exc. a veracidade do que liavemos expendido nao
consinta ta. Desojramos que pessaas habilitadas di-sessem
alsuma cousa a respeito, para pdennos acresrentar
mais algunseselarecimcnlos. Sirvam-se, Srs. Kc-
dadores, a bem do inlercsse publico, admillir em
sen conceitaado jornales! :s toscas linlias com o que
muito obtigarSo ao seu assisnanlo venerador.
Y.
delhe expressar presencialnienle como son de V. S.
muito aflectuoso e olirigado servo.
Antonio i'dici iwt rfr Cailllho.
m^mtwmi
GABINETE PtJETUGUEZ 1>E I.EITliltA.
Movimenlo litterario do rinviro trimestre do cr-
rente anuo.
:i,7>-i
:,7I7
7,:.(H
1,383
1,072
H)\
Tidal 2,g56
eeife 12 de abril de 1853.Manuel F. de Siu/ru
Barbosa, segundo secretario.
I.ivros saliid 0 1) M s em Janeiro ii fcvereiio mareo os ii Janeiro o levereiro marro Total 1,181 1,1 (i. 1.'
entrad ii i 1,l7.i 1.IM I,f28

Accionistas cm l'rcqucncia Janeiro 533
ii o evereiro marro 196
Subscriptores Janeiro feverciro marco 342 :tui
Visilanlcs n o ii o Janeiro fevereiro marco .VI 59 !)(i
COMMECIO-
'
PBACA 1)0 RECIFE s DE ABRIL AS 3
UURAS DA TAI;DE.
Cotacfes o:lic acs.
Cambio sobro Londres a 61) d|,v. 2S d. e 27 1(J
Dito sobre Lisboalili) per canto.
Atracar msseavadoIgSOOc i-s-^i) por arroba.
l'"rcte do aleodao para Liverpooldaqui e de um
porto de frarf| e ') por titira.
LFA] Rendimenlo do dia 1 a 17. 148:311
dem do-dia 18. ...... Ift960f85tf
155:3969934
Dtscarrega hoje 19 de abril.
Briguc inglcz/iunni/incdbaralhio.
Imporlacao'.
Vapor nacional Imperador, viudo dos portes do
norte, consignado a agencia, manifcslou o sc-
guinle :
:i rolos salsa,10 caisas c 1 Irina ; a i. \\. l.asser-
rc & C.
2caiiM ; a Antonio Lopes Itndrisucs.
-2o rolos salsa ; a Amoiim & Irmos.
1 babu e 1 calva ; a Nicol.io Itriine.
1 barrica e 1 cmhrulho ; a tiaensh .
10 rolos salsa ; a .loaquim Ferreira V.dcnle.
3 barricas oleo de abacachi; a Anlonioja ilveira
Maciel Jnior.'
1 encapado ; a Siqucira & Percira.
1 raixa; a .ros Joaquim l"er:eira de Caixa-
Iho.
1 ila ; a Manoci Joaquim liamos c Silva.
Escuna nacional .S'. Jos, viuda do Acarad!, con-
signada a Manoci Jos do Sa Araujo, manifcslou o
seguintc :
1 barril peixe, 1 dito toucinho, 1 dito lingual, 1
Cala velas do ramauba, 1 dita ova, 1 dila roupa ; a
Tbenpliilo l'enclou de Almcida Fortuna.
'i:! mcios de sola, 20 macos couros miudos, 2
raccil gomma. 3 barricas sebo; a ordem.
!>2 meios de sola ; a Manoci Goncalvcs da
Silva.
1 barrillinlio linguas, 1 caixa VeltM de carnauba;
a Antonio de Almcida Gomes iN; C.
CONSULADO GEKAL.
Rendimenlo do dia I a 17. 41:7699567
do dia 18....... 4:08
pela direcloria em conseibo, c submeltido A appro-
vncao do Exm. presidente da provincia' importando
00000 re.
2.' Estas obras Birlo comcradas no prazo de I mez
e concluidas no de I anuo, contados do conformida-
dc com os arltgoa 31 e 32 da lei provincial
n. 286.
3. A importancia desta' arrematarlo aera paga cm
I prcslecors suaes, sendo a 1." pngaqu.indohojjyer
o irrematanle feilo o terco da obra lolal; a segon-
da, quan.lo liouver fcilo daos torcos ; a lorceira.
quando for rumplel.imenlc conclu la ; e finalmente
a ultima, na entrega definitiva.
5. Durante a execac^to das obras o arrematante
ser obrgado a dar commodo e fcil transito aos
viandantes
5.* Para lu lo o mais que niio esliver determinado
as presentes clausulas, sesuir-se-ha o que dispc a
lei n. JSti de 17 de maio.
Conforme. O secretario, ./. /'. da Anmni'ia-
rao.
Olllm.Sr. I" escriplarario servindoilo inspector
da lliesonraria provincial, em cumprinienlo da or-
dem do Bxm. Sr. prendante da provincia de 12 do
correlo, manda f.izcr publico que no dia 10 de
maio prximo vindonro, pranle a junta da blenda
da mesma Ihesnuraria, se ha de arrematar a quem
por menos lizer a obra da conlinuacao do rano de
e-soio da praca da Ponte Velha, ale a esquina da
ra Velha. avaha.la em 3:4998000 reis.
A arremalacao sera taita na firma da lei provin-
cial n. 343 de 14 do maio do anuo prximo pascado,
sob ascondiees especines aliaixo copiada-.
As pessoas 'ue se propozercm a esla arremalacao
ivnnparecam na sala das scssfles da nic-ma junta pe-
l nieio dia compelcnleuicnle habilitadas.
E para constar se m.indou oilixar o presente e pu-
blicar pelo Diario,
Secretaria da lliesonraria provincial de l'ernam-
buco 1.6 de abril de 1833.O secretario, ./. /-". u"J;t-
HMfM'iaVu.i
Clausulas etpealaes para n arrc:italj?r>.
1. A conlinuacao do cano de esgolo no lusar da
Ponte Velha do hairro da Boa-Vista, ser execatada
de conformidado cora o orcameuto approvado pela
direcloria cm conseibo c apreaealado approva-
co do Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de 3:499#00t>reis.
2.'' O empreiteiro dar principio as obras no pra-
zo de 1 mez c s concluir no de 3 metes, ambos
contalos na forma do arl. 31 da lei provincial
n. Slit-
3.-1 t) pagamento da importancia desle contrata
ser (cito em dual preslac.cs iguacs ; a primeira
quando esliver excciitada melado das obras ; a se-
gunda o ultima, dcpois de concluidas lodas as obras,
quesero logo realisada definitivamente.
4.i O empreiteiro empregari ao menos melada
dos Irabalhadores livres.
.!.' Para o que nao eiliver determinado as pr-
senles clausulaste mi orcamento, seguir-se-ba o (pie
clispoc a lei II. Sai
Conforme, -i- O secretario,./. F. da .Imu
rao.
z\
convoco pelo prsenle edita! a ditos credores, para
que can parream no dia II da junho do enrrente
anuo pelas 11 horas da manlia, na casa da residen-
cia d iSssnesmoa Mlidor, na ra da Cadeia do bairro
do Uicifc n. 58 alim de (na reunidos em niinha
presenta lodos os credores, da referida casa fallida,
verifiquen! os scus crditos, delibcrcm sobre a con-
cordata ou forraem o contrato de uniae c procedam
a i'omearno de dminislrndores ilos bCns da dita ca-
sa fallida; adverando que ncnlium credor ser a mitlii o por proeorador se este nao livor poderes es-
peciaes para o acto, o que a procurarn no pode ser
i pessoa que s,-ja!ovedora aos F Iti li -. nem um
mesma procurador representar par dous divert a
crcdoics. Em cuniprimenlo do que todos re-.- da referida casa fallida, romparoi;am em dito
dia c logar designado, sol pena de se proceder as
i: is rerolias. E para que ehegne ao cohecimcnlo
debidos man lei pasar o presente cdilal, que ser
atusado na praca do Cunmcrcio o publicado pelo
Diario ilr Pcrnambuco, Hada c passado nasta c-
dade do Recife de Pcrnambuco ao= !l ele Teverciro
de 1855. Eu Binamerico Angosto do Reg (ngel,
pserivaojuramentado o escrevi. /oSe l'inioir Le-
Bio, joiz commissario.
DECLABAQO'r'
He conformidado com
o dispi
'o^lo no ofiicio do
e em mao oslado, com cacimba, grande quintal, rom
arvoret de Irados, por 1:000J rs., Uojninso da
Silva Fcrreira, diversos movis d- -.y.: avadiados c,:-
da um de per si.e lodo|cm 1148000 r-., a viuva de
Giiilberme Patricio liezerra Cavalcanlc, nina mohi-
lia de sala de madeira Jacaranda rnclnsive n
de vidro c 3 casli es de prala, ludo por 73)000 rs..
i Antonio Jos de 'Carvallm Santiaso. um eseravo
ardo por600*000 rs., i Joaqdim Donde Pinto da
Silva, 10 cadeiras lo amarcllo, urna COinmoda, duas
mezas, nuia marqueta de amarellp, 'i mansas de \i-
ilrn. e i castiraes de casquiiho, ludo por ..i ; Ir..
;: Joo Evans lista lidio : qui'iil pretender os olijcc-
los cima dirija-seao'lusar e hora do coslume.'.Ucci-
fe 18 de abril de 1!',V> O solicitador dojuizo dos
feitos. Joaquim TheoSoro Alees.
Em \ rinde da requi-deau feita pela dirccclodn
Lamo de Pern'ai.iburri cm nflicD de 17 do contte.
he convocada a assembla geral dos arcioniftaJ para
rounir-se no dia 2', do crrente no lugar c hora do
costnme, alim de Iralar-se definitivamente da eon-
i do Banco em raixa filial do Banco do Brasil.
Recife 17 de abril de 1833.Bar i rf Camragibe.
presidente.Jos Bernardo lialrao Almforadu.
COKSELHO ADMINISTRATIVO.
(i eonselho administrativo, em vg-luda de aulort-
saco do Exm. Sr. presidente da provincia, tem de
comprar os olijeafos seguales :
Para o presidio de Fernando,
rmba de mandioca, nlqueires "i7"i ; dita de tri-
go, han ira .i ; garrafoes, 30; v oros para lampa-
das 2 ; chipa de ferro para fosao com ."i furos. :
dila de dito de (res ditos, 1 ; barro proprio para
lotes i conteni, por conla c lisro de quem poden-
cor. Q por nili.cnciln do agente Olivcira, de uma
parca i di o| linio vinho cm pipas c barris de 4.*e
i.-, a-sini como de alsnmas pipa- do excefleitto vi-
nagre, loibi rccciilemrr.il' Importado do Lisboa : sex-
la-fcira, SO do enrrente. ,s I bous da inanlia cm
ponto, .i loria do armazcm do Sr. Aunes Jacome,
(tetronte da arcada da altando,
Manoci -"orreira Ramos e scus lilhos maiores,
Jacinlho Ferrrira Ramos e Antonio Fcrreira Ramos
.a. nteos proprielarwis doexcellcnte predio,
cen espacoso armazcm e '' tildares Com settst, silo
na ra do Vigario n. 8, faro leilp, por tnUrven-
cjlo do agenteOlivrira, do referido predio intefra-
raente'livro e desembaracado : sabbado, 2| do cor-
rente, no mero dia cm ponto, ,i porla do meirao pre-
dio.
AVISOS DIVERSOS
%
> aonixo Rssigttao Dn em g
^ snedicina, acha-se resldindo ?;
>*< na ron la C'rnz do Cccifc is.
: 49 si'Kuitdo andar, onde pe-
de ser proenrado a quaiquer ,
LOTERis i noram.
A primeira parte da pi-
meira lotera, a beneficio
de N. S. do Rosario da
cidade de Gbianna, corre
impreerivclmente no dia
21 do corrente. Peroam-
buco 18 de abril de 1853.
O tliesoureiro, JP. Anto-
nio de Olivcira.
Precisa-si', de uma lavadetra: na ra
le lioilas, casa i|tie tem a (rente piulada
le azul.
hora.
i
atim
Ribeire.
Intnio ;
Exm. Sr. conselheiro presidente desta provincia, em [e||,al caDoa, n
dala de 13 do correle mea, o Illni. Sr. canilSo do i, ;.. ..
1 .. i yucm qui/er vender esles objeclos aprsenle .-.-
pono manda publicar o aviso di it) de marco Hi- sua, proposta, em caria rochada, na Mcrelaria do
mamen) i Rndo, e bem assim a de 19 d dezembro do COnscll.o. os 10 horas do dia 18 do. crrele me/.
anno prximo passado, lodos juntos por cap,., a pre- Secretaria do conseibo adininialralivo para lome-
senlc declarado, alterando este ultimo o regulamen- cnicil( ,, arsena, llc gUerra I i de abril de :
lo provisorio para a pralicagem da barra c baha de Jbsde Brilo Ingle:., coronel presidente.Bernar-
S. Marcos, na provincia do Maranlio, que baixou ,/ pere(ra tocarme Jnior, vogal e secreta-
com mn oulro aviso de 22 de setembro de 1832. I r0i
Capitana da porto de I'erhambueo em i7 de abril
de 1855. O secretario, jlr..tinJrc Rodrigues dos
Alijas.
. tetro di 90 de marro de 1825.
Circular.Rio de Janeiro, ministerio das negocios
da marinha em 21) de marco de 18.V>.lin.e Exm.
Sr.Remello i V. Exc. o incluso exemplar impres-
so do aviso expedido ao presidente da provincia do
Maranbao, em data de 19 de novembrn ullimo, al- I l'a""" n'vadio 63, panno azul covados 221, I,alian la
ir. ndo o resulamenlo provisorio, que baixou com ,io forro ditos 173, brim branco liso varas 240, pan-
o aviso de -_>j de setembro de 1852, para pralicagem i no l;rel cov'1 '"* -" algodaozinho varas l IS, bolGe*
da barra e baha de S. Marro- : alim de que V. lir'i: <"ns osso srosas S, ddos pretos ditos ditas 5,
andes 712, ditos lulos pe-
Conselho ndroinistralivo.
O consclno administrativo em virludj de ablorisa-
cao do Exm. Sr.prcsidenle da provincia tem de com-
prar os segnintes objeeloa:
l'ara o 2" batathito de infantaria de lioha.
Bonetes 50, grvalas de sola de lustre 5i, mantas
de lia M, esleirs58, sapatoa pares 57. capotes de
Exc. o transmita capitana do porto de-sa provin- ,,iIns oe meM convexo
dem
45:8599785
diversas Provincias.
Rendimenlo do dia 1 a 17. .
dem do dia IS.......r .
O lilm
peclor da tlie
da lesolucao i
bino, que a a
Irada da E-c;
rente.
E para con
blicar pelo 1 'ario.
Sccrclaria
buco 7 le aj
AmxuHciaeH
Ignacio Jos
do termo
r.ico puuj
ment, as
criplo :
da lliesonraria provincial de i'crnam-
iiril de 1855.0 secretario, ./. /". da
Piulo, fiscal da fresup/ia ila Boa-Vista,
a cidade do Recife, ele, ele.
ico, para que tehha o deudo cumpri-
disposicioes do artigo abaixo Irans-
2:\m"ntL
3(97lf

RECEBEDORIA DB RENDAS INTERNAS lB.-
RAES H: PERNAMBliCO.
Rendimenlo do dia I al".... 8:443*241
dem do dlK........ 78220C
9:2254'7
CONSI.AIK) PROVINCIAL.
llendimento do dia I a 17.
dem dndia 18.
31:873*285
3739247
a Arl.
nar os log
iminiidicic:
c' presenten
pois do de-|
desde s
pena de pag:
o despejo de
zhtha, asMiq
E para
35:01.
!
A PEDIDO.
O METIIODO CASTII.HO EU PEitNAMBUCO.
Parece que o senio iUj bem piolese nesta heroica
proipcia o melbodo de leilura e escripia repentina
do Exm. Sr. conselbeirn Antonio I'eliriano de Cas-
lillm ; pois aperar de minha ignSranrin em materias
litterarias, tive a dila de ser honrada a inslalacilo da
minlu aula pelo Exm. Sr. conselheiro presidente
desta provincia, rommaiidaole das armas c militas
das iltoslres capacidades que formam o crrcnlo scien-
DGco dcsla capital. Cm lal favor liram sravado
em cara-teres indeleveis no met coradlo agradeci-
di. e deixa-me asss pago do insultos que alsoem
me ha prodigaiado pela imprensa, sii pelo crime de
eu bnver adoptado o exrellenle metbodo Caslillio !
Eu mesmn isoorn se acaso c en-inar por lal melbo-
do ; verdade he. iie me li/. examinar por um so-
brinlio do Sr. Joauuim Monleiro da Cruz, que o
aprenden em Villa do Cuide ; e em precnra doSr.
eu lio e alsuns amiios que a esle acompanharam ao
lal Mame, asseveroil-me que eu cntiuava e linba
liem r imprebendido o meliiorio ; mas, se, dado o
. que ei^o au saitii, faro lacs progressos, vcomo
sijam em dous mezes para Ir*, um menino ler perio-
dos e escrever bastardo, fazer cenes de seminar e
diminuir qae nao farao os que liverem a fortuna
los pelo Exm- ^r- Casiilbo Com
ludo, san loes as nformacOcs ipic 3 meu respeito llir
bao ilado, (ao acabo de receber uma aureola de
gloria, que bem mr recompensa dos marlyrios que
por seguir o seu melbodo, hei solTrido. Oueiram,
porhntn, Sr~. redactores, publicar a seguinle caria,
Me lie jiiai" mn tesleinunbn da benevolencia do
Exm. Sr. Clilho.' pira com o sen intimo criado c
seguidor acrrimo do sen meliindn.
Framisro de Freilas Gamboa.
Illm.Sr. Francisco de I-'reilas C inibna. meu hom
arniso. Rio de Janeiro 7 de abril de 1855. Tenbo
recebido com entranliada grntitlilo os multiplicado)
i favores ilej'. S.. j.. lias suas carias, j nos sens in-
tere-sanles artigo* publicados. He com efleito \ S.
. um dos mais zelosos, um dos mais iulelligenlcs, he
a>or isso um do- mais uleis partidarios praticos da
instnicrao primaria regenerada : sin lo por issn que
hostilidades tAo pouco merecidas o Icnbam podido
extorvar no seu alorioso raminlio ; sinto-o e admi-
ro-o. porque me parece mais que provavel que o ca-
valleiro preafBi nessa imporlanlc ciclado aos sr.ive
egorios da^fuccao publica,seja um entendimen-
claro e dislinclo, ornado de saber o nflo eslranbo
grave sciencin da metdica, e sciencia muito mais
dillicil, da pedagoga. Ue fcil de recoiibecer pelo
que V, S. refere ao publico sobre os actas .1
nlior para rom V. S., que rile tamhem labora nele
casoem preconceilns ; mas se be dolado de boa f.
como devenios presumir, a evidencia dos fados nflo
tardara a esclarece-lo. e ontiio haveremos ndle um
eficas-is'iino auxiliar : lie do- Saulos que fjznm
os Paulos, apostles das gnles. Duvidar das van-
lagcns do mel iodo porluguez, dcpois de lito demons-
tradas pela experiencia e deinoiislraveis a priori,
nem intsmo em leaos caberia j li. je. quanto mais
un pofsoaquii foi julsada digna d. supeintendencia
dos esludos: persevere, paranlo, V. S. ; prosiga
gosseus bons Irabalhos, e deise lodo o mais nalu-
reza das coi.sa, e a Providencia. N.i minha vulta
para Purlugul leret a salisfa^o da abracar a V. S. e
MOVIMENTO DO PORTO.
Sanio entrado no dfa 8.
Liverpool32das, salera inslezi d.Medoran, de 392
^toneladas, rapilao Crcderick Scolt, equipas un 17,
targa fazendas e'mais seero. ; a Asiles i\ Com-
pauliia. l-'undeou no laineirao.
Satiot saludos no mermo dia.
Rio de Janeiro e parios intermedio*.Vapor hra-i-
leiro Imperador, commandante o pnmeiro l-
enle Torrezao: Passaseirosilesla provincia, Jxio
i'erreira Vilella csua seohor.i. I). Clara Joaquina
dos Sanios, l). Carolina Mara do Espirito Sanio,
Manuel Joo Fcrnandes de Castro, capitn Jodo do
Reg Barros FalcHo, ex-prac (ionnalo Fcrreira,
marechal Anlonio Crrela Seame I eseravo.ltr. J.
,A. Alvos do Brilo, Fredcriro de Aimeida Albu-
querque c 1 escrava. Joao Jo- Leile, J. J. Dial
Fernandos Jnior. Ouinliliano de Mello c Silva,
Salvador Leile Vidical, lr. Benjamn FranUm
l'ocreao de Barros e I eseravo, Joaquim Jos i'er-
reira da Costa, padre Joo Joaquim deSouza Pon-
d e 1 eseravo. Francisco Xavier (lomes Micucl
Soares Palme.ira c 1 criado, padre Leocadio Car-
ii"iro da Fnnseca el escrava. InnorencioMarques
de Araujo Qoese 1 eseravo, Exm. Antonio da <.u-
nha Vasroncelliis e I! escraVc.;. garapio) Teixcira
Bastos. I criminoso, 2 pracas de poliria, 7 osera-
vos a entregar, Joaquim Jo* da Cota Robinolia,
recrulas para a marinha.
Lisboarisua portusuez Tarujo Id, capilo Ma-
noci de Oliveira Faneco. carca* assucir e ilaodan,
Passaseiros, Joao Misuel dos Santo-, Jo- d'As-
siimpran Oliveira, JuHo Lilis Civolcanli de Albu-
querque.
Rio tiran le do NorteVapor Inglcz de guerra
oSliarpsIioolcro, commandante Parsh.
Havreirigue francez iiEusnei), capillo R, Eusc-
ne Semon, carga assucar.
Rio de JaneiroBarra hrasileira Sortea, capilo
Jos Maria Ferraira, carga assucar e mais gneros.
Pissaxeiros, Paulino Goncalvea da Silva, Cunalo
Dia*da Qnetroz, Aninniu Teixeira Leiic c I "es-
crava, Joaquim de Parias, Paula alaria do Sonta.
Joo Motiteiro*l.aiz (ioncahes Machado, Amo-
nio Rezendc, Manoci Flix Montetro _e 2 escla-
vos.
Rio de Janeiro por Macelollrig;:e hrasilciro sA-
dolpbo, capilo Manuel Prreira de S,
Oiiservacifo.
Fuudeoa no lameirilo a barca inglesa Caiouz,
para acabar de carregar.
EDITAOS."
O Illm. Sr. t. escripturario servindo de ins-
pector da lliesonraria provincial, em enniprimcnlo
do disposlo ao arl. 35 da lei provincial n. I^J, man-
da fa/.er publico, para conhecimenlo dos credores
hvpnlhcrarios,e quaesquer intere-sados, que foi dc-
sappropriaja a Francisca Joaquina do Nasriinenlo,
viuva de Jos l.uiz Paredes, parle de um silio na es-
trada dos Remedios pela quantia da GOO9OOO ; eque
a respectiva proprielaria tem de ser paga do que se
'lie deve por semelhanle desappropriacao, logo que
terminar o prazo de 15 das, eonladosda datadeste,
que he ilado para ?s reclamacdes.
E para constar se inaudou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario por IS dias surcessivo.
Secretaria da lliesonraria provincial de Pernam-
buco 11 de abril de 1855.O secretario, A. F. da
Annunciaritti.
O Illm. Sr. I. escripturario servindo de ins-
pector da Ihesouraria provincial, em cumpriroenlo
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, do 13
do correle manda fazer publico, que no dia i." de
maio prximo vindouro, pera 11 le a junta da.fazeoda
da mesma ihesouraria, se ha de arrematar a quem
por menos (izer, a obra do calcamenlo do IX." lauco
da eslrada da_ Victoria, avallada cm K::l(ift)000
reis.
A arremalacao scr.i feila na furnia da lei provin-
cial n. 3:! de t de maio do anuo prximo passaJo,
sob ns condices especiaos abaixo copiada-.
As pessaai que se proDOXerem a asa arremalacao
romparecam na sala das malea da mesma junta pe-
la meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o prsenle e pu-
blicar aeln Diario.
Serretaria da lliesonraria provincial da Pernam-
buco Ifi de abril de 1855.O secretario, A.F.d
Ai'.nunriarao.
Clausulas eipedae para a arremalBCo.
l. As obras dcste empedramento ser.lo executa-
das de conformidado com o orcamenlo approvado
Frcsuczia
Sr. I. escri[ilurario servindo le ius-
ouraria provincial, em cnmprimenlo
a junta de fa/einla, manda faxer po-
remalai;ao da obra do S." anco da es-
da fui transferida para o dia :-(j do cor-
klarse mandn afiliar o presente e pa-
c TITILO V.
Depnis (pie a cmara municipal desig-
res para nelles se fazer o deposito das
os que as lanrarem fura desses lugares,
en!" as nao lanearem ao mar, pagario
a multado* 000 rs. As vazilhas as quaes se con-
duzirem as i; imudicies, serio cuberas e lavadas de-
ejo, e no se peder fazer q>U; seivico
li .ras da niaiilia al s ',) da uoite, sob
rema mulla de 25001) rs. Exceptuase
iguas de lavagcns de roupa, casa e co-
co,no lambem o lixo. i
10 nu appareca a menor ignorancia,
maudei publ car o prsenle pelo Diario.
da Boa-Vista IS de aluil de 185$, O
fiscal, Ignacio .lose Vinlo.
Joao Ignacit de Me leiros Ileso, commcrcianlc 1113-
Iriculado, deputado commercial do Iribunal de
commerci da provincia do Peruambuco c juiz
commissaiin nomcado pelo niesmo Iribunal.
Faco sabe qiie nao leudo comparecido na reu-
nio, que Itvc lugar no dia do correle, os cre-
dores da caa fallida de Oliveira limaos & Compa-
nliia, Leo iuo Brolbcrs, Jacomo P. irms
Carbn!, Gdmba Scoinio & Mello, Frercs Bosaoer.
Antonio Jo quim de Oliveira Mello, Novaos t\ l'a
sos, Viuva fteve, Sebasliao Jos de Eigucircdo, que
residem fon desle imperio, ou dentro delle, mu-
era domicilii s r.o conhecidos, por n3o ler sido s
convocaco fcila soaundo o arl. 13 do regula4neno
lo n. 7:!8 de25 de novembro de 1850, convoco pe-
lo prsenle cdilal a ditos credores para que compa-
recain uo.dia i dejunbo do corrente anuo, pelas II'
lloras da matiba, em rasa da minha residencia na
ra da" Cruz o. 9 do hairro do Recife, alim deque
reunidos en minha prsenos, com lodos os mai<
credores da mesma casa fallida, verifiquen! osseos
crditos, se forme o contrato de unio, e se proce-
da a Horneara"-.! de administradores dos licns da di-
la casa fallida, advertindo que nenhum credor se-
ra admitlido ^or procurador se este n.lo livor pode-
res especiaos para o aclo, c que a prncuraco nao
pode ser dada pessoa que seja devedora aos falli-
dos, nem um mesmo proeorador representar por
dous diversos credores. Em comprmanle do que
lodos os credores da referida casa fallida compare-
ca, para dar-lhe a necessaria publicidad?.
Dos guarde i V. Exc.Jos Marta da SileaPa-
rauhot, Scnhor presidente, da provincia de Per.
narabuco.
Cumpra-se. Palacio do soverno de Pcrnambuco
LI de abril de 1855.Pigueiredo.
Conforme.Antonio Leile de I'inho.
.Conforme. o secretario, Alexandre Itodriguei
dos Anjo'.
Aliso de 19 de dezembro de 1854.
N. (i!.Rm de Janeiro. Ministerio dos m.
da marinha, em 1!) de dexenabro de 1SVi.Illm. c
Exm. ir. Sendo pjesenle a S. M. o Imperador o
ofiicio que V. Exc. dirigi a esla sccrclaria de osla-
do, sob n. 24 o em data de II de maio ullimo, in-
formando sobre as alleracoes que o capilo do porto
dessa provincia propoi como necessarias no resula-
menlo provisorio da pralicagem da barra e bahia da
S. Marcos, egTindo a sua experiencia de mais de 1
ano ; houve por bem o aaesmo augusto Senlior ap-
provar as ditas alleracric), sendo alaomas deltas,ino-
dicalas, como V. Exc. ver, o consta das sesuinlcs
lisposicSes. Os arla. 15, Iti e is do regolamenlo
provisorio, a que se refere o aviso de 22 de rclem-
ro do IS."iJ, para a pra'.icascm da barra e bahia de
eos, na provincia do Maranbao licam assim
alterado):
Artigo 15. As embarcac-s uacionaes c eslrangci-
ras pasarn pata platicasen lie sabida, sendo de
:'. masros. li9400 rs., sendo le! IftJOOOrs., e de
entrada 27)600 rs., a tem de (ifittX) r. pala amarracSo,
8J000 rs. pela coiiliicao pira a praia ou eslaleiro,
quan.lo Iciihamdc fazer algom reparo, e I2->))0 rs.
sendo para o Ingar denominado Madre de Dos.
De rada aoceorro que os pralicos prestarem des le
o recife da alaga al os baixos da barra exclusive,
I20jrs., sendo uestes liOa rs. sendo nos baixos prxi-
mos a Cuimares.Pirajoba c Curda-Grande, 2409i'
e c-l i misma quantia quando a embarenco for con-
iluzjJa pela|babia de S. Jos, RioMcsquilo e Hanoi,
a demarcar a barra.
Ar!. 16. As emharcacoo que n3o quizerem rece-
ber pralico, pagaro melado da laxa cstabetecida
pira a pralicagem no arl. antecedente, lano na as-
ilada romo da entrada.
Si i exceptuadas dcsla lucia laxa ns embarcacors
de cabotagem, cojos capilo* ou mcslres dispensa-
rom o servido .i pralicagem por seren praticos da
costa e barra da provincia, e como laes se achem
matriculados na respectiva capitana do porto.
Art. 18. llavera um cofre com duas chaves i car-
go de um dos praticos. porlclle-' cscolhido com ap-
provaeo do c.-pilo do porto, devendo uma das cha-
ves car em poder do pralico-mor e oulra na mao do
lito pralico responsavel. Elc lambem lera ajicu
cargo um livro dareceila edespeaa do diohelro pro-
nte da pralicagem, ruja escripturacjfo conser-
vara sempre em dia, c ser feila conforme as ordens
c sob a inspocro do capilo do porlo ; deven lo ex-
Irahir annoalmentq a cunta da receita e despezada
pralicagem. para ser rcmcltida a secretaria de eslailo
dos negocios da inarrnha, por intermedio da capi-
tana.
Por esle cncaxjp perceber o referido prflic.i men-
salmeule a sra'.ifieafo le 6)000r., que swi paga
pelo respective cofre. Servir osabredilo cofre para
ncllc se arreeadarem as qnantias reebida pelos ira-
lidhos da pralicagem, segundo o que acacha disp >--
v nos arta. 13, Ifi e. 17 deste rcgulamento, emensal-
menlesefar a dislriboicau la somma, qae existir
n i mesara cofre, depoii de dedoxida) tedas as dea-
pezas, dividindo-a m parle isuaes pelo iralico-
imir, e os de niais pralicos.
liram addiciouados ao mencionado regulamonle.
os arls. sesuinlcs :
Artigo 19. Os pralicos que prestaren) algnm ser-
em dilo dia c logar'designado, sob pena de' "" extraordinario, ou quaiquer mitro, de que se nao
"ac i.. -iiriio nesle resulamenlo. se rao pacos ronfor-
se proceder a suas revlias.
E para que ehegne ao conhecimenlo de. lodos
manden passar o prsenle edital.quc ser afiliado na
praca do commercio o publicado pelo Diario de
I'ernambuco. Dado e passado tiesta cidade do Re-
cife de Pernambuco" aos 2T dias do mez de janoiro
de 1855. En, Dinamerico Angosto do Reg Rangel,
Bserfffo juramenlado o escrevi.yodo Ignacio aV
Medeiro' ll-go, juiz do commercio,
Jos Antonio Baslos. commercianle malriculodo,
deputado commercial do Iribunal do commercio
da provincia de Pcrnambuco, c juiz coniini-
sario.
'aco saber, que i;o dia 1) de iinlio do rorrcnle
anno pelas II huras da manlia na rasa d minha
residencia na ra da Cadeia do bairno do I
n. :',': ha de ler lugar a reuniio los credores da cas
commercial fallida de Richard lio;, le na conformi-
dado do ai tiso 138 do regulamenlo n. 738 de "J" lie
novembro de 1850, alim de que reunidos em minha
presenca lodos os credores, veriliquem os seus crc-
ditoa, formein o contrato de unan, c procedam a
nomearo de administradores los bens da referida
casa falliila. adverta lo que nenhum credor ser ad-
mitlido por prornrndor, se esle nao tiver poderes
especiars para o arlo, c que > procur.iro nao pode
ser dada a pessoa que seja devedora ao fallido.
nem um mesmo procurador reprc;enlar por dous
diverso) credores. Em cumprimenlo do que tolos
os credores da referida casa fallida romparecam em
dilo dia e lusar designado, sob pena de se proceder
as suas revlias.
E para que cliesue ao ronbcciinenlo do ledos,
mamlci passar o presente edilat, que ser ar.ado
na praca do commercio c publicado pelo Diario de
l'ernainbuco.
DaJo e passado mala cidade do Recife de Per-
nambuen aos 8 lias do me/, de fevereiro de II )', .
Eu Dinamerico Aususlo do Roso itaiigel, eacrivio
juramenlado o escrevi.Jos Antonio Vasto, juiz
rommtsario.
Joao Piulo do Lemos,; commendador da ordern le
Cbrislo, commerrianle matriculado, depulado
commercial do Iribunal do cominerrio da provin-
cia de I'ernambuco c juiz commissaiio|:
Faco saber que nao leudo comparendo na reuni >
que leve lugar no lia 1!) de Janeiro do corrcnle an-
no, ns credores da rtisa commercial fallida de Deanc
Voule \ C., que residem fofa deste imperio ou den-
tro delle,-mas em domicilios nao Cbnhecidos, por
nao ler sido a convocaco feila segundo o artigo 105
do regulamenlo n. 738 de 5 de novembro de 18.50,
queuos 5.10.
10" balalbao de infantaria de linha.
li.indeira imperial de seda 1, hisle para a mesm.
I, porte dita dila 1, rapa le oleado I, dila de brim 1.
Para a msica do mesmo balalbao.
Dneles 21, panno cor de rap covados 129, hol-
lamla ile farro dilos 71, rliarlaleiras pares 27, ren-
tures eovernisadea 27.
Meio balalbao lo Ceara.
Boneles 233, grvalas de sala de lustre 31, ban-
das de lia 10. panno azul covados 72, bollauda de
rorro'ditos 544, panno prelo ditos 73, brim branco
liso varas 1,302, alsodaozinho ditas 861, manas de
la ^2. Iinlijcs branros de OSSO grosas 19, ditos pre-
los ditos dius 21, ditos grandes convexos de metal
amarcl!L-{,li;;,S, lilos pequeos dilos ditos 1,104.
Forte do Buraco.
Ornlo de alcance 1.
Fortaleza deT. S. da Assampcso da provincia do
Cear.
Bandeira nacional grande de filcli I, dila peque-
a lelilcli 1, cabo de lioho de polesada e l| dila
peja l.
i" btalhao de aitilharia.
Conloes do la para canudos de folba :, bandci-
r imperial de seda 1, porte para a mesma 1, liarte
dila I, rapa de oleado 1, dila de brim I.
Secretaria da Iclesacia do -urpn le sande.
I.ivros paulados com 200 fullus 2, papel arnaco
resma 1, dito de peso dita 1, faca le uiarim 1, le-
soura grande I, lapes maei 1. caivete lino de 4 fu-
Ihas |, peonas de aro da inellior qiialidaile, caixa 1.
Provimenlo dos armazeus do arsenal.
Cabo derlinlio fino de 1|3 dcpolegada para ade-
rira, peca 1.
Bspedientodo arsenal,
I.ivros em branco paulado- com 200 folbas i. pa-
pel lmaco pasmas ill, dilo de peso lilas 10, tinta
prela garrafas 26, obrejas de cor macos K).
la e 2* ciaste de olHdoaa.
Oleo de linhaca arrobas s, seranle libras 20.
4a elasw,
l.cncoes linos de lalaoli.
5* rlasse.
Couros le cabra curtidos 100.
Forncrimeoln de luses as eslaces militares
Azeile de carrapato ranadas 500, dilo le coco id-
las 30 1|, pavios dorias (i, fio le algodao libras 12,
vellas de carnauba libras 163.
(Juen; quizer vender esles objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secrelnria do
eonselho as 10 horas do dia 2') do correle mez.
Secretaria do censclbo administrativa para for-
necimento do arsenal de suerra 12 de aluil de 1855.
Jase de Brilo Ingles, coronel presidente.Ber-
nardo Percira do Carmo Jnior, vogal c secrclario.
. BANCO l)E PEKN'AMBUCO.
O Bango de Pernambuoo toma e da'
lettras sobre o Hio de Jam-iro Banco de
Peroambuco 7 de abril cretario ila direccSo, Joao Ignacio de
Medeiros Bego.
r -^~.^^^.^^^^^
AVISOS MARTIMOS.
Pcrgunta-se acert morador dama das ......
qual o ordenado que perecb para oslar al urna ho-
ra da manida .. observar n qoe se p sa a i casa a-
II,"ia ; a sua resposta, emenda ou reincidencia Irar-
llie-ba urna boa dose, isto Ihc avisaO duque.
Precisarse de uma ama ira casa de pouca fa-
milia : na roa das Trincheiras ,,. 38.
Engommase acom niud perfeico.
No Caes do Ramos taberna lo retiro ->ti achara
rom quem tratar.
Os senhores Johnslon Palor & C. Jnue per es-
te jornal disseram lesojavam tallar ao Sr. Dr. Seve-
riuo Dias Carneiro a negocio de seu D.teresse, ducla-
ram qoe era para entrega de nina carta.
O Sr. ir. Amara i!'/.erra Carneiro Cavalcanli,
qoeirii ler a hondade do annunciar a.sua resii
ou dirigir-se rea do Cabug n. ::, a negocio de
seu cnlercs-e.
Na rea le s.. Gonzalo precisa-sede uma escra-
va, que saina cozinliare c.nsoromar com perfei;ao :
(laga-sc bem o seu alugucl.
Terca-feira, 7 rio corrcnle. dcsapparcceii dii
eogenho Tiuma, freguesia de S. Looreuijo la Hal-
la, um eseravo pardo claro, le nome Marcolino,
idade l8annos, pouco mais ou menos, boa estatu-
ra, eiieio do carpo, bem feilo e bem parecido, msloj
redondo, olboe grandes, cabello pegado na calieca,
bocea resillar, bem cnpcnilldo, c bem fcilo de pe-,
quando sshlo levou alsuma roup.i le sobrcsalenle de
oulro parceiro. e cansa ler VindO para esla cidade :
roga-se as autoridades e capiUles de campo que o
sinibcrcm, o mandem pesar e entregar nesta praca,
no armazcm da roa Nova n. (7, que aera ben re-
compensado. .
Precian-sede om ni deque proprio para criado,
oque enlenda alsuma cousa de cozinha : na ra de
Apollo ii.'.'.
A pessoa que (rahalha cm llores de cera com
perfeico, queira dirieir se a ra le Apollo n. 9, pa-
ra se lhe fa/.er urna eocdhrmenda, ou Icnba a bonda-
de leannunciar a sn i inorada.
ATTE.NCAO'.
No dia 11, as S horas da noile. I"apparecru a
crioulnha forra, de nomo Maria, rom idade le 12
auno-, pooco mais, baila c secca do corpu ; levou
sapatoa de cauro de lustre e vestido de cinta branco
rom ramagem miada,a qual eslava amcasa do almi-
\'i assignado, minador na raa larga do Rosario n.
1(1: roga-sc, paranla, a indas as pessoas que della
liverem noticia, ou quem a tiver recolhido. naa par-
licipe ao mesmo a!iai\o assignado, que sera recom-
pensado, e so lhe liCar mailo obrgado,
Antonio ('andino Alies Cuines
isK K-JK3BL ^ .
com brevidade por ter parte da
rga prompta, o bem conbeeitip, lu.c
da carea e iias-
i'ai;;a
AOf.lA: para n resto da carga e p
tageivos, liala-s'c com os consignatarios
Novaes&C, na'ra do Trapiclle fi. SJJfjf
ou com o mestre no trapicliedo algodo.
Segu para o Porlo a barca rS. lollomSuc-
cessoa al o dia -iti de abril, por le parle do seu oar-
regamenlo prompto, por isso uem quizer carregar
na mesm, oq i" de nasaagem, dirUa-se a Francisco
Alvos da Caoba & Campanilla, ra do Vigario n. 11,
me for arbitrado por peritos, nonieados pela oepHa- j ou ao capilo na praca
nia do porto. I ,, ...
1 i ara o Assu sabe imprelcrivelmcnlcna sesum-
Arl. -2(1 healsum dos praticos. por motivosalhcios le semana o biale Anglica ; para caros e nassa-
a pralicagem, exceptuado o caso de molestia prova-
da, leixcr de fa/.e:- osciviro que lhe ciiinpeiir por
escala dorante o mez, nao lera lireilo a quola res-
pectiva, que sera dividida Bornala pelos demais pra-
licos.
Arl. 21. O pralico que se der ao vicio de embria-
guez, ou tiver mo comp irlaineiilo habitual, sera
preso por um aj oito lias, pela primeira vez, pela
segunda, al 15 dias, c se nao corrigir-se soffreri a
pena lu !emis>o.
O que Indo communico a V. Exc. para sua inlil-
ligcncia e cxeciK..
. Deoa guarde a V. Eac Jos Maria da Sil i Po>
ranhos.Sr. presidente da provincia lo Maraado.
Conforme. O secretario, Alexandre Rodrigue*
''IS lujos.
COIS'SELuO ADMINISTRATIVO.
O eonselho adminislralivo, em coaaprimenlo do
ai I. do resulamenlo de 15 le dezembro de 1 S-5.5,
faz publico, que foram aceitas as propostaa de Fran-
cisco Maciel de Sonxn, Antonio Alves da Fouseca e
Timm Momsen & Vinassa, para fornecerem :
O I.", 1,606 pare de sapalos de soja e vira feilos
na Ierra, a 13180 rs.
0 2.", 1 roquele de brelanha com buhados le ras-
geiros, Irata-ae na raa da Cadeia do Recife n. 49,
priuiciro ailar.
Heal Companlila de Paquetes Inglezo a
Va por.
No dia su
desle mez. es-
pera-so do su!
0 vapor Acn,
qual depois
demora lo
Hume sesui-
1 ; ra Sou-
lliampton, lo-
cando n> por-
os le S. Vicente, Teneriffe, Madeira e Lisboa : |ia-
ia pawaceiros. etc., trnta-sc com os agentes Adam-
son Howie Cv C-l na ra lo Trapiche-Novo u. ri2.
Para o Aracaly sabe oliiale nacional tm
vcl: quem nelle piizer carregar. lirija-sc a Joa-
quim Ju-u Martina, ou na ra do Vigariu u. II.
RIO DE jan,-;i!;o.
O brgue nacional*FIRMA, capito
Hanoel !<' Freitas Victor, segu com bre-
rdadepara oBiode Janeiro, para car-
ga, passageiroi eescravos a frete p.ira ns
quaes tem excedentes commodos: trata-
LEILOES.
sa nbiro na abertura, por 5J2W r^. ; 1 loalha para
aliar rom babadas de rassa. pm 2|660rs. 1 lrdhe-|8e com ns consignatarios lYovaet S C, na
todemadeJra pintadoedoorado, per 2fg000ra.'; 1 raa doTrapiclien. ri, ou com o canitao
imasem lo Senhor Crurilicadn, enramada o rom
resnlonder. titulo) e cravos de prala, por 301880 ":! I
O .I-. 1o-, (ovados de panno verde "(refino,
I r;.
E avisa ans npradilos vendedores que drvem re-
colhero; referiilos ohjertosaoarsenal de guerra no dia
-J!) do corrcnle mez.
Secretarla doconsetho administrativo para forne-
rimento de arsenal le suerra 18 d abril de 1855.
Bernardo Verrira do ('armo Jnior, vosal e secre-
tario.
Sabbado 2'. lo corrente.depois da audiencia do
Dr. juiz dos feilos da fazemla se bao de arremtat-
elo praca presidida pelo mesmo senlior, os ben se
goiolea por e\ec;i,;-;o U flxenda nacional contra seu
devedorea^ a Saber : urna riqufssima mubilia le jaca-
rao ia. a uniros umitas moveii de eaaa avaliados] de
j per si rada ohieelo, e Indos no valor 2:3"6$000 rs.,
' peohoradoi a Oveira irmifl i'\ C. 20 bahus o 1 jo-
so de malas por 22$W0 rs.. Aolonio Ferreira da
Costa Braga, I caixso deouvires a inulacjfo ,!e com-
moda com nmcaixilio enridracado, 1 baianca de la-
!a. c 'i cadeiras de Jacaranda, tuco por 2. 0 rs.,
viuva Monte, uma jaquela de'alpaca, loma i ra
O senle llorja far.i
lailao (.o scu armaxean
na ra -lo GoHegO n.
I le ama infinida.le
I.- objeclos de. di llren-
los qualidades, os quaes
se adiarn patentes no
mesmort lazem : quin-
la-f.-ira '.' do corrainle,
as '.I hars cm posta.
Ilenry Forstcr A; Companbia faro teilio, por
iatarvencjlo da asente Oliveira. em presenca lo Sr.
cnsul diti Estados-ruidos, e por ronla e ril
quem perleneer, de cerra le 1,00(1 saceos le linliaca.
para occorrer ao coslcio e mais gaslns nesle porlo
com a calera americana Finland, capilo Gardner,
onde arrihou par terca maior. na sua rcenle viagem
que faxia proco denle de.Calciil com destino a Lon-
dres: qoin^a-feira, 19 do correte, as 10 horas da
fl TOS.
Pl l .i-. --. e alsj)f;;u' pelo li'Kl|Ki di
5 anoos. i:ii::i rasa terrea a ninder- \\
;_ na ipie lenlia ."i a i (juartosc bom
| quintal, dando-se ate Ki.sOOOrs. W
mensaes: nesta typograpbia sedi- 2
ra' tjjpem pt ecisa.
CABRWEPORTl'fillIDELHTlM
Nao se leudo reunido numero snulciente de raem-
bros do cousajjko deliberativo, para que esle podaste
funectenar no da 15 lo corrente, por ordem da di-,
rectora novamente se convoca o referido eonselho
para domingo, 2 do correule, as II horas i ma-
nhia.M. I'. de Miica Barbosa, segundo secre-
tario.
-Precisa-sede urna criada para arom-
panharHima familia estrangeira para In-
glaterra no vapor inglez. no mez de maio,
para tratar de alguns meninos (luanle
a viagem : a quem convierdirija-se a raa
de Trapichen, 12 escriptorio, primelo
andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Ariia-se a venda mn resto de bilbe-
tes da 52 lotera do Monte Pi, que devia
ter corrido na santa casa da Misericorra
no dia ou I (i do corrente. Asustas viro
pelo vapor nacional/que partirado Rio de
Janeiro a ~> : os premios serio pagos
lo;o que se li/.er-a distribuirSo das listas.
Aloga-se nma grande casa com Mao, eatrlharia
e qiiartus fra, cacimba esratnle qtiiiilal, no lusar
da Soledadc n. 42 : quom pretender ve-la, proearra
a chave all mesmo. na taberna do Sr. Francisco da
Cosa Amara!, que elle lira a quem ella pertonce
para Iralar, ou lirija-se para isso ao Hecil'e, ra de
Apolle, arma/.em n. 90.
Piecisa-se de.om pequeo de 1-2 a Iti anuos de
idade. que lenha boa conduca, para taberna a Ira-
lar na raa da Conceicjio da Boa-Vista n. (i.
Ilosa-se ao Sr. M. A. A. baja qdanlo miles
mandar salisfazer a quem nao ignora, o que Ihc be
devedor pelo dispcmlido no lio de Janeiro cun cer-
los papis, ii perto de um anuo.
Aviso AO PUBLICO.
A taberna le Gorjab de cima arha-se completa-
mente sorlida com um completo sortimento de mu-
a ios, fazendas c minduas ; porlanto as pessoas que
tnlviiio Pinheiru de Mendonru.
Precisa-se le om hom imassa I ir : ni padaria
da praca da Santa Cruz, debaixodo sobrado.
Precisa-se le nma ama qoe salia rerjahar : na
ra da Cruz n. 7. segundo o terceiro andar.
Precisa-Se de uma ama secca para urna casa de
pequea familia : na rtia ,\ Cruz n. 7, segundo1 e
lercciro andar,
* OITerecc--e para ama de casi de homem sol-
toirn ou viuvo. una rrmlher lo meta idade, natnml
de Sersipe/c por isso san prente nem adheranle
nesta ridade; enlen.le psrfoiUmetile ile (odo o ar-
ranjo interno de urna casa,-fie zelosa nos seus le-
res, prometi servir acldenlo: na ra cslriila
do Rosario n. 15.
Nao foi o Sr. Francisco Joh: Vieira Machado,
chamado para trazar >s obras (tic linha a encader-
nar, c sim o Sr. Manoci Macbailo..
O caulelisra Vjcenlc Tiburcio Cornelio Per-
reiraavisa aojrnpailavel poblico, que continna a ter
a venda nos logaras ja annnnciados, cautelas da lo-
tera que ueve correr no dia 2\ do corrcnle. assim
como que loso que se publicar a lista dos bilhetei
premiado-, pasara os premio que saliircm as suas
cautelas, sendo os !e um cont de reis para cima,
pisos na I.lia (lo Sr. Joaquim Mouleiro da Cruz, e
os oulros na pateo do Carmo teja lo Sr. liento Al-
Vs :'. di igues Tupinambo.
A abaixo assisnada, apezar de estar aolorisada
para poder vemlcr os pcnbores vencidos qua csl.lo
em sen poder, visto ser esse o trato, com ludo nao
Isejaubi que alsumas pessoas tenbam queixas, por
meio deste tea leante aos dilaa Srs. que se nao !e-
renvresgalar os lilos pentiurea no prazo le 19 li; r,
a rentar da dala desle, seao vendidos os mismos'
unidores para pasamento da abaixo assignada, se-
cundo a clausula consignada no dilo documento, c
caso no turnara, para pagamente de principal a Ju-
ros se pro eiiera noslermos la lei a cobrenra do res-
tante. Recite H de abril de 1855.
Auna Maria Thcodara Pereira Duriio.
Ainda se precisa do um bom fWlor para o en-
genba novo le tioianna : na roa do Trapicho n. 17,
ou no dilo ensenlio. .

i ATTENI 10.
1 mi pessoa habilitada e plenamente appi
.> vada na academia de marinha, pretenden
rit nm curso de nave cidade, '-
q r.'. s ijue sc qnizercm olisar do
seu presumo, sa dirijam a roa le Apollan. r<
'J. das a- (i horas da tarde, nu do manilla ?
al as 8 0 lucia horas : a mesma pessoa pn
pe-se a explicar arillimetica, algebra egeo-
tria, segundn melbodo adoptado na mes
i: academia, em sua casa, em alsuin culi
i ni coi casas parlieulares.
Precisa-se de tima ama que lenha
Iioinleiie: oaru io Hospicio rasa ter-
rea de sotao, junto ao Sr. oezembargador
Santiago.
Precisa-se de um bom cozinbetro
forro ou captivo, que seja iel e de boa
conduela, para tuna rasa estraogeira, pa-
ga-se muito bein: a tratar na rita do
Trapiche Novou. ^S, armazem.
Precisa-se pata leitor de um sitio
perto da praca, de um bomem capaz e
i;' boa conducta: a tratar na roa do
TraAicbeNovon. 58, arma/.em.
ATTENCAO.
Arrenda-se o engenho Mazan-
na freguezia de Goianha. X'
indo 4 leguas daquelle porto, ^
i
.' '\
aV
a bom caminho, em opliiini t- v-
Ifjg reno, deprodigic)saprodjjc5o, de t
^ toda (jtialidade de lavoura, esta'. Mk
u& moentoec com boa sai'ra lundada, je*
K nao se duviilando vender ao ren-
^ deiro: osprelendi'nlescoinapos-
^ sive! brevidade, dirijam^eao pro-
0 prietario em scu engenho Mas*
^? supe de Bfiixo, lermo de Igua-
#?*: rass.
a mi,., .i.u.itc, i.nirt j.mi.,..|.i ue Hiuac.i, mua larua____i .' ,, .
de suida nacional, c i collcles do 13a c seda, sem 2?4 "" l",nl0' "" arm"m alfandcgado de J. A.
uso aisum. ludo por 8^)00 rs.. lacob de Santiago,',le Arau)0' no caes novo d0 Recirtf-
1 casa terrea na ra de l.uiz do llego n. 1, de taipa I T. de Aqoino Vonseca & i-ilho Tarao leilo, em
tmm f mais mmm.
NA RA NOVA N. S, I.OJA DE
Jos Joaquim Morsira.
Acaba de receber pelo ultima navio francez, om
magnifico sortimento de borzegains para sanhora,
todos le hiraqiie, mas que pela delicadeza com que
so feiu.s c consistencia da obra, muito devwn agra-
dar ; accreaeendo alero lisio o praca qoe apenas he
riOOfSOpar, pasos na occnsiSo da culi
0 abaixo assignado estando a mn-
dar-se de Olinda, declara oao dever a
ninguem nessa cidade nem na do Recife,
nem em parle algiim l : te l.idavia al-
A. Lacaatj tem a nnnra de participar ao res-
petevel publico, que venden a Aiacasa de retejara
da ra Nova n. 23, a Mr. !.. Delonehe; pelo qoe ro-
ta aos seos l'resue.esqiiellie rntilinuem.cao seu suc-
rcs'or a confianca que sempre Ibes merecen. Reci-
fe '.) le Janeiro le NVi../. I.aca:e. '
No hotel da Europa precisa.o de 1 nesros para*
aluguel.
i AO PUBLICO.
. J No armazcm de fazendas bara-
tas, ra do Coliegio n. 2,
vende-te um completo soriimenlo
de la/.emla.s, linas e grossas, por
preros mais baixos do rjue em ou-
tra qualqaiec parte-, tanto em por-
Pcdes, como a retaibo, affianctmde-
B se aos compradores um s preco
K para todes : este estabeleciinento
brio-se de combinacao com a
P maior parte das casas comuierciaes
^ inglesas, rancezas, dietnaas e sttis-
D sas, para vrnd.ii' l',:,.ciidas .mais em
m cotila do que se tem vendido, e por
| isto olereeendo elle maiores van-
t tagens doque oulro qtudquer ; o
proprietarto deste importante es-
p tal>elecmento convida a' todos os
jj seus patricios, c ao publico em gc-
g| ral, para que venhiu (a' bem dos
3 seus interesses) comprar fazendas
baratas,-no armazem da ra do
n Coliegio n. 2, de _
S Antonio tute dos Santos & Rol im.
COLLEI.IO PARA MENINOS, EMWAN-
USBECK, SLBUBIOjEHAM-
I RGO.
O abaixo assignado tem a honra lo participar ao
publico, que r.u loo o sen colleftio nesle anuo, de
Iiai,i!oirso para Wandsbeck, e est asora habilitado
de poder aceitar mais alsuns pensionistas". A silua-
c-lo do asar he a mais saudavei le lodos os arrabal-
des de llambiirso, ea li-l ocia dessa cida-ic permit-
a o BOZO de lodas a \atilasens das Ssnades srandes,
assim como, ella impossilnlila O (tozo das desvanl t-
sens para meninos. -Ao entrar no collesio os meni-
nos nao (Icvem ter excedido a idade de 10 annns, o
maior cuidado e zelo se empreara em favor delle,
nflo s para o seu bem pbysico como- inlcllectnal.
El les terao li;es em lodas as linsuas modernas hi,-
loria. ccosraphia, historia natural,' malhemaliea,
assim como os principios necessarios para o commer-
cio, nu as linsuas aulisas, gerencia das anlisuida-
deg, philosophia, ele, como preparos para o"esludo.
na universidade. As ilespezas do entino, suslenlo e
.asi importam cm 1,(XK) marcos,00-IOO ponco
mais ou menos. Os pas devero dar roupa, as-un
como pasar msica o ensino de dansa, caso o desc-
em.C. ll'oklsKui Estefallegio p .demos recammeddar ,s pessoas que
ueirain lar urna eikicaro cvcmplar aos seus Ubos,
por ser 11 tu (1 is metliorea na Allemaiiha, e offererc-
mo-nos a dar lodas as informares a quem precisar :
na ra da Cruz n. 10. ,
CEM MIL REIS DE r.liATIFICACAO".
Pesappareccii no dia 8 de selembro de 185* i es-
eravo, crenlo, le nome Antonio, cor fula, represen-
ta ler :!!) a '.'.:> anuos, pajaua^ais ou menos, he min-
io ladillo, eosliinia roc.'JesHBic e inliliilar-se forro,
e quando se \i persesuidnaasR que he desertor ; foi
esersfo de Antonio Jus le Saul'Anni!, morador no
eiiseiiho Caite, da comarca le Santo Anillo, lo po-
der i|, quam ilesappareceu ; esendo capturado ere-
colhido a cadeia dcsla cidade rom o nome de Pedro
Sereno em li le asusto, foi ahi embargado por exc-
ue.'ui i|e Jos litas U Silva (iuimaraes, e ullima-
luenle ai rematado em praca publica dojuizo da sc-
sunila vara desla r I do mesmo mez, pel-
abaixo assisna lo. s sii;uaes l o ea segoials : ida-
de 30 a :l") annos, eslalura regular, cabellos pre.os e
carapinhadoa, cor aiuurStada, clhus escaros, nariz
-;aiade e srosso, bi i -, semillante fechado,
benrriarbadii, coni l"dos os diiles na fenle; roca-
sen- autoridades no ictaes, eapitaes decampo e pes-
soas parlieulares, o apprehendam e mandem q
Braca lo Keeife, na ra larga do Uns.trio n. 2h, que
rereber.i i sralicaeao ..einia, e protesta contra quetr.
'o Itver oceolto.Manoel de Aimeida /.
1ECHAHISI0 PABA EB8E-
4
NA FUNDICAO l)K PERRO 1)0 KNGE
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN. A
RA 1)0 BKUM, PASSANDO O uHA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimenlo dos sesuiules ob-
ieclos
  • ber : moeudas-e mei.-.s mnendas da mais moilerna
    eenstruecao ; taixss de ferro fundido o li.-lilo, ile
    superior uoalidade e da lodosos tamanhos; redas
    dentadas para asua ou animaes, de lodas as propor-
    - : crivos e boceas de fornalba e registros da be-
    ciro, acuiili'e-, broi zea, par fo s eeavilh9es, ntoi-
    itliu de mandioca, ele, ele.
    N.V MESMA FUNWCA'O.
    i i e everulam todas as encommendas com a sttnerio-
    guem se julgar seu ereJor. aprsente ril^e ja conheci-ia. e con, a ,levi,i:M're=ie/ae co,,,-
    seu titulo para ser pago.Jos Lourenco
    Meira de Vasconcelios.
    Precisa-se de um pequeo de (3 a 11 annos:
    na taberna da ra larga do Kosario o. -16.
    modidade em preco.
    VIDHOS PARA VIDRACAS.
    Ver lasa ai em caitas, em casa de Rarlliomeu
    francisco Je Souza, ra larga do Rosario d. 3.
    I1EGIVE1
    mi tii mn



    OIRiO HE PERSutUBUCO. QUINTA FIRA 19 OE ABRIL DE 1855
    CONSULTORIO DOS POBRES
    50 muA nova, i ahuar 50.
    U l)r. I'. A. Lobo lloscozod eansnUas henteopathieas lodos os das aos pobres, desde ;> limos da
    m.mli.i:i aleo meio dia, e em rasos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noile.
    (Merece-M i'-'ii.'luiente paia platica* qualquer oporac.i,, de cirurgia, e acudir prumptamcnlc a qual-
    quer uiulhor que esleja nial oteparlo, c cujas rirciinislancias nao pcrmillam pagar ao medie'e.
    SO ULTOill DO. IR. .P.. A."LOBO R0SC0Z0.
    50 RA NOVA 50
    VNDESE O SEGUINTE:
    Manual rompido <|p meddicina homeopaliioa do Dr. G. II. Jalir, Iraduiido em por
    lujfuez polo Mr. Moacozo, quairo Totumes encadcrnados' om dous c acoinpaiiliado do
    um diccionario do* termos de medicina, murcia, anatoma, clr., ele...... 2'VjiHHl
    K-laobra, a mais importante de loda* asquctralam doestudn e fraileada homeopalhia. por sor a unir
    que ronioiii a base fundamental ''osla doutriiiaA l'A THOENESIA !>l EKFEITOS DOS MEDIO \-
    MENTOS NO ORGANISMO KM ESTADO DE SALDEcouhecmcntos que nao nodem dispensar as pea.
    sosa que se quereni deilirar pralira dn veniaileira medicina, interessa a lodos os mdicos que qiii/.erem
    evperinienlar a rtcmlrina de Hahnemann, e por si mesmos se convoiircrom da verdade d'ella: a lodos os
    ta/.enileirosesenliorcs ile ensenho que estilo lome dos recursos dos mediros: a lodosos capilesde navio,
    que urna ou outra vez nao podem doixar dearudir a qualquer iorommodo seu ou de seus tripulantes :
    a lodos os pas de familia-que por circnmslancas, que nm sempre podem ser prevenidas, sao nbriga-
    dos a prestar in eonlinemi os primeiros soccorros en suas en tenuidades.
    O vade-raecum do homeopalba ou Iradnccjlo da medicina domeslica do l)r. llerins,.
    obra lambeni ulil s pessoas que se dediram ao csludo da bomeopalliia, um volu-
    nte grande, arompanbado ilo diccionario dos termos de medicina...... 105000
    O dirrionarin dos termos de medicina, cirurcia, anatoma, ele, etc., enrardeoado. 33OUO
    Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo segar na ortica da
    bomeopalhia, c o propriclario desle oslabelerimenlo se lsengeia de le-lo o mais bem montado possivcl e
    ninctiem duvida boje da erando superioridaile dos seus meiliramentos.
    Bulieas a 12 tubos Brandes..................... 88000
    boticas de 2i medicamentos cm glbulos, a 108, 125 e 155000 rs.
    Hilas 36 ditos a
    Ditas' 48 ditos a .
    Ditas 60 ditos a .
    Dilas 144 ditos a .
    Tubos avul "- .......
    Frascos de roeia onc,a de lindura. .
    Ditos de verdadeira lindura a arnira.
    20N10O
    25*000
    30*000
    609000
    i oooo
    25000
    2?000
    i
    8
    i
    V .*IBLIC4CA0' M IaSTITIT 110
    NKOPATIHGQ DO BRASIL.
    > THESOURO HOMEOPATHICO
    1 OU
    ) V.VDE-NECl M DO
    ) HOMEOPATHA.
    | Mtthodo concha, claro e seguro de cu-
    rar homeopticamente todas ai molestias
    que af/ligem a especie humana, e part-
    i cularmente aqucllasque reinan no Bra-
    sil, redi&ido secunilo os melhores Irala-
    y dos de homeopalhia, tanto europeos romo
    k americanos, e segundo a propria e [ encia, pelo Dr. Sabino Olegario-l.udgero
    ) Pinhu. Esla obra be boje reconhecida co-
    >mo a melbor .le (odas que Iralam daappli-
    caclo bomeopalbica no curativo las mo-
    ) lesias. Os curiosos, principalmente, nao (gjj
    ' podem dar um passo seguro sem possui-Ia e /a
    consulta-la. Os pas de ramillas, os senbo- t#9
    res de engcnbo, sacerdotes, viajantes, ca- (\
    pitaes de uav ios. scrlanejoselc. ele, devem 2L
    le-la mao para occorrer prompUmenle a \?)
    Jualqucr casode moleslia. //$,
    ous volumes cm lirocbura por 10*000 J
    (jj^ encadenados HeOOO B
    a\ Vend-se nicamente cm rasa do autor, a
    ^9 no palacete da ra de S. Francisco 1Mun- '*'/
    () do Novo) n. 68 A. (
    Novos livrosde bomeopalhia mefrancez, obras
    lodasde summa importancia :
    Habnemann, tratado das molestias ebronicas, \ vo-
    lumes............OjOOO
    Teste, iroleslias dos meninos.....631100
    llcring. bomeopalhia domeslica. 79000
    Jalir, pliariiiacopcaliomeopalbica. 65OOO
    Jabr, novo manual, 4 volumes .... 16^000
    latir, molestias nervosas.......69000
    Jabr, molestias da pelle. .... S.j000
    llapou, liisloria da bomeopalhia, 2 volumes I69OOO
    llarlhmann, tratado completo das molestias
    dos meninos.......... KljOOO
    A.Teslc, materia medica bomeopalhica. 85OOO
    De Fayolle. doulrina medica bomeopatbica "ctMKI
    Gtiaka dr Slaoocli ....... 69OOO
    tjsling, verdade da homeopalhia. 43000
    Diccionario de Nvslen ; IOjoo
    Alllas completo de analnmia com bellas es-
    lampas doridas. (uniendo a descripcao
    de todas as parles do corpo human ." <03<)00
    vedem-se lodos estes livros no conAd lorio bomeopa-
    Ihico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova 11. 50 pri-
    mro sudar.
    @eresss .-r?:;s.?,3
    DEBTISTA, i
    Paulo Gaignoux, dentista Ifaflrcz, eslabele
    cido na roa larga do Rosario n. 36, secundo @
    JB andar, collora deoles com gengivasartificiaes, fj
    tt o dentadura completa, ou parle della, com a 9
    Spresso do ar.
    Kosario n. 36 segundo andar.
    Itt S3
    Na mesma casa lia sempre a venda erando numero de tubos de cryslal de diversos tamaitos,
    vidros para medicamentos, e aprompta-se qualquer eurommenda de medicamentos com loda a brevida-
    de e por presos muito commodos.
    Participa-se aos Srs. mestres pedrei"
    ros. ca adores e mais pessoas particula-
    res, (jue na ra da Cruz do Etecif n. (i2,
    lia um deposito da hem condecida cal
    branca de Jaguaribe, e cpic se vende
    muito em conla, tanto em etallio eomo
    em porrfies.
    Precisa-se de officiaes de aluate
    tanto de obra grande como miuda: na
    ra Madre de lieos u. (i, piimeiro an-
    dar.
    Casa de coDsignacSo de esclavos, na ra
    dos Ouarteis n. 2 i
    f.ompram-se c recebem-se escravos de ambos os
    so\os para sevenderem de commissao, lano para a
    provincia como para fora della, offererendo-se para
    sso loda a seguranra precisa para os dilos escravos.
    Precisase de alugar arnr-to na ra do Se-
    bo n. .iO A, ao qual se da bum ordenado.
    # ^-s-@@#
    -

    I.MODANCADELOJA.
    * A. I.acaze srici.lihra ao rcspeilavel puhlico
    ^ e principalmrnle aos seus freguezes, que'mu- 3?
    dou a sua loja de relojociro para a ra da Ca-
    9 dcia do Kccife n. 18, ondeo acbarao sempre
    > prumplo para fazer qualquer concert, tanto
    g .le reoslos de algiheira mino de parede. ele, *
    g elr.. assim romo acbarilo um rompido sorli- @
    menlo de relogios de algibeira palenles, tais- :;
    sos c honzontaes, correnlcs para dilos, occu- 4t
    los, etc.
    Madamc 1 heard, leudo de fazer urna viasem a
    Europa, avisa aos seus drvedores devirem saldar suas
    conlas na toja da ra Nova.n. :2. para Ihe evilar de
    proceder contra ellos judicialmente.
    l'e.le-scao Sr. Jos de Mello Cesar e-pro-
    rorador da cmara de Olinda, que venha entender-
    se rom os herdeiros de tnix liorna, pois basU de
    nasoadas, Ocando certo que cm quanlo nao se en-
    lender com os mesmos lia de sabir c^e annnneio.
    . C C..FIGUEIREDO.
    CISTOMIIOISE SUIPFIXG \(;EM,
    SOUTIUMPTO^.
    MERCIIANDI/.E. BACGAGE. & EFFECTS
    IILXEIYKD (\ I (IKWAKOED,
    Wilh dcspalchand cconomv.
    Goodsand Passensers' l.uggage slricllv allended lo.
    informa/ion giren resperling the arrical & de-
    parlurc of Steam I estis.
    Forcign Honey Exchangcd or Receivcd in PaVmcnl.
    Na 'iia da Gloria n. 8o ensina-se a
    traduzir, fallar e escrever perfeitamente
    alingua ingleza, promettendo-se um me-
    tliodo fcil para em pouco tempoo disc-
    pulo adrjuerir um grande adiantamento.
    Illm. Sr.' inspector datbesouraria geral. -Diz Jos
    da Rocha Paranbos. que em virlude de ordem do
    thesouro pnblico nacional, que ntandou a informar
    a esta tbcsoiiraria um rfequerimento com documentos
    aunexns c comprobatorios, da quanlia de dous con-
    los e tantos mil ris, que ao suppliranle he a me'sma
    Tazenda devedora, acontece que teluro o suppli-
    ranle estado na esperlaliva, c requerido ja a V. S.
    em dezembro do anno passado solurilo de urna lal
    informaraii al o prsenle, parece que por urna fata-
    lidade, nolem sido possivel o supplicanle obtero
    despacho, apezar de ter ja decorrido um anno pouco
    mais ou menos ; pelo que, nilo sendo cabivel que as
    repartires fiscaes prolelem o direito das parles por
    um lempo indefinido ; por isso, vera o supplicanle
    .requerer a,V. S., que como cliefe desta reparlirilo, e
    a cujo cargo est a allribuirao de cumprir e fazer
    rumprir as del)J>eracoes c ordens do thesouro, como
    determina o psragraplio 10 do arl. 31 do decreto n
    736 de 20 de novembro de 1850, so digne mandar
    que e empregado cm cujo poder estilo os documen-
    'os e pelires do supplicanle, para informar manda-
    dos por V, S; que he o chefe da 4. seceno. Jas
    llenrique Machado, d prompto andamento a dita
    informaran alini de que oito fique cleruameule se-
    pullada esla pelirao em seu poder, como tem estado
    os oulrs documentos e pelicOcs ; com o que far
    ao supplicanle a merecida juslica ; e assim pcdA.i
    V. S. Ihe delira.E. R. Me.
    Jos da tocha Paranho.
    Recife 22 de marco de 18j.
    CASA DA AFERICO, PATEO DOTERLO N. 16.
    O abaixo assignado scientitica, que no escriptorio
    daquclla casa da-sec\pedienle lodos os disdas 9 ho-
    ra- da manhAa is 4 da lrdc ; oulro sin, que a rc-
    \sio leve principio no da 2 do correle, e que lin-
    do o prazo marcado pelas posturas municipaes, in-
    corrcrAo os conlravenlores as penas ,1o arl. 2 tilu-
    lo II das sobredilas posjjiras. Prxedes da silva
    Cusmao. ]|k *
    Precisa-se de. urna ama para o servir inlerno
    de urna Mas de 3 pessoas de familia, que sirva lam-
    ben) para as compras : na ra do Hospicio n. 3.
    LOTERA DE N. S- DO ROSARIO DE
    UOIANNA.
    Aos .V.OKlBOu. 2:0009000, I OOOOOO.
    (s bilbeics e cautelas do cautelista A. J. Rodri-
    gues de Souza Jnnior. tan afortunados pelas frequen-
    levezes que tem dado as sorles grandes, como rc-
    remmendados por serem pagps os premios grandes
    porinleirosem descnnlo algn), acham-se a diseosi-
    cao do respeilavcl jniblico as seguinles lojas : ara-
    ra da Independencia ns. 13, 15, o 10; ra rio
    Oueimado n. 37 A, e em nutras mais do costme :
    as rodas da referida lotera andar imprderivelmen-
    le a 21 do crrante mez cm o consistorio da srrja
    da C.oiiceicaodos Militares.
    Recebe .i:IKKi>(KHl
    2:.)tXWK)y
    l:23*000
    6859000
    5003000
    1 250*000
    O inesmo rautelisla cima declara ao mrsmo res-
    peitavel poblieo, que se obnua a pagar os premios
    grandes por iiileiro sabidos em stiai caalflas, e mais
    que quanlo aos seus bilhetes inleiros, os quaes sao
    vendidos em oneinaes apenas so resiioiisabilisa a p.i-
    _'ar os 01I0 per ceid, logo que se Ihe aprsenle n bi-
    Ibde. iodo o possuidor receber o respeeltro premio
    do Sr. Hic-onreiro.
    Aluga-sc urna casa terrea do le sobrado, cm
    qualquer das ras que licaiii entro o neceo de Virgi-
    nio e o pateo de S. Jqs : na 111a Roa 11. 69,
    ?8@9:t>a339
    8 j. mi demis ;
    continua a residir 11.1 na ^o\a n. l!>, nrimei- gj
    ro andar. S
    :-;":..;;.:.:.:.;::., :;;':.;:;: .: },
    Deseja-se fallar ao Sr. Jnilo Francisco de
    Alhayde ou ao seu procurador nesla praca, a negocio
    de seu iuteresse : no Forte do Mallos, armazem
    u. 20.
    C. C. FIGUEIREDO,
    CORTIER DE DOANE,
    A SOUTHAMPTON.
    illnrl)oiiit6r5, bngagf, rt cffrts
    Herus el eipdis avec diligence et econnmie.
    1.a plus grande allentiotl esl apporte titeen les
    l'assagers, leurs Hagages et Marchandises.-
    Tote inrormalion possihlc esl donnee sor l'arrivce
    ou le deparl de- llaleaux Vapeur.
    , SALA DE DANSA.
    I.uiz Laularelli participa ao respeilavcl publico,
    que a sua sala de onsiuo, na ra das Tiinrhciras n.
    19, se arha aberta loda- os segundas, qaarlas a sel-
    las desde as 7 huras da noile al as 9 : quera do seu
    presiiinii se ipnzer ulilisai, dirija-te < mesma casa
    oas 7 horas da manhA.i al as !l o mesmo so oflcre-
    cc adir llenes particulares as I101.1- coiivcncionada-:
    c lambem da lires nos collegios pelos preros que os
    mesmos tem marrado.

    <> padre Anlonio da Cunha Figucircdo inudoii
    osen escriptorio do advouado para a ra eslreila do
    nosari..... J, unde pilera ser procurado Unios os
    das das 9 horas da mauliaa cm (liante.
    Ja" chegaram as seguintess emente
    de ortalices das melhores qualidades que
    ha: rbanos brancos, dilos encarnados,
    rabanetas blancos e encarnados, alface
    repolliuda e alemaa, repolbo, tmales,
    nabo branco e roxo, couves, tricliudu,
    saboia elombarda, salsa, pimpinela, \-
    coria, cebla de Setubal, snondas, sgo-
    relha, selgas, ervilba torta, dita direitae
    genoveza, dita de Angola, frjaocarrapa-
    tode quatro qualidades, coentro detou-
    ceira, eumgrande sortimentodasmellio-
    res sementes de (lores da Europa*: na ra
    da Cruz n. D2 em casa de Antonio Fran-
    cisco Martins.
    Na na Nova, esquina da ponle, ptecisa-sc de
    bous olliciaes para calcas.
    AULA DE LATIH.
    O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
    quemiidou a sua aula para a ra do Kan-
    ^gel n. 11, onde continua a receber alum-
    nos internos e externos desdeja' por m-
    dico preco como lie publico': qnem se
    qui/.er utilisar de seu pequeo prestimo o,
    pode procurar no segundo andar da refe-
    rida casa a* qualquer hora dos dias nleis.
    MASSA ADAMANTINA.
    Ra do Rosario 11. :!(i, segnndo andar, Paulo Gai-
    gnoux, denlisla francez, chumba os denles com a
    nias.a adamanlina. Essa nova e maravilhosa com-
    posiriio lem a vantagem de enrher sem presao dolo-
    rasa todas as anfractuosidades do dente, adqnerindo
    em poneos lisiantes solidez igual a da pedra mais
    dura.e prometle restaurar s denles mais estragados,
    com a forma e a cor primitiva.
    LOTEBIA DE N. S. DO ROSARIO EM
    GOIANNA.
    Corre indubitavehnente tabbado -21 de
    abril.
    Aos .VOOOjOOO, 2;(>OO?O00, 1:000000.
    O cautelista Salusliano de Aquinn l'eireira avisa
    ao respeitavel publico, que seos bilhetes e cntelas
    estao isenlos do imposto de oilo por reolo da le.
    Acham-se i venda as seguinles lujas : ra da La-
    dciado Recife n. 2! c i.">; praca da Independencia
    n. 37 e 30 ; ra do Queimado" n. 39 e t : ra do
    l.n rmenlo n. 22; ra Nova n. 16; e na do Caba-
    la u. II, botica.
    Recebe 5:000s0u0
    2:5009000
    1:250*000
    i :000N)00
    6259000
    5090000
    2509000
    O referide raulelisla derlara mui evpressameute
    ao respeilavel publico, que be respnnsavcl unica-
    menlc a pasar os premios grandes |mr iuleiro que
    oblivcrem suas cautelas : sobre ns sens bilhetes inlei-
    ros vendidos em originaes, se obriza apena' a em-
    bolsar ao possuidor do bilhele os oito por renlo da
    le, logo que elle Ihe Cor apresenlado, indo o possui-
    dor receber o competente premio que nellp sabir,
    na ra do Collegio n. 15, escriplono do Sr. Ihesou-
    rciro Francisco Anlonio de Ohveira. Pernambuco
    13 de abril de 1855.
    Hatustiano de .li/ui no fr'errrira
    O secretario da mesa resedorada irmandade do
    palriarcba S. Jos da Agona, erecta no convenio de
    N. S. do Carino, avisa a lodos os seus rmeos, que
    leudo de pmiyder--c em mesa geral a ele-.ui da
    nova mesa regidora, que ha de servir no anno vn-
    doiiro de IS55a 1S5t, a romparocerrin para este fim
    no respectivo consistorio, domingo, 22 do corrate,
    pelas 9 horas da manhAa imprelerivclmculc,
    COMPRAS.
    Conspra-Sc o diccionario de casos
    Alfolio Mara de Liguria, Theoloaia .Moral : queu,
    livor para vender, dirija-:e a Iravessa do%igarO
    n. 3.
    Compram-se escravos do ambos as sexos, de 12
    a 25 anno-. lano para a provincia como para lora :
    na ma Direlta n. lili.
    Cotr.prani-sealj;::inas acoSesdo Ban-
    co de Pernambuco: na ra daGadeia do
    Recife loja n. l.
    t.ompra-se |iar4 urna rnconiinonda par fura,
    nma n.iilalnilia ou rrouliuha que leuha bonita ligu-
    ra, mas que nao eveeda de l anuos de ulade ; pa-
    ga-e bem : a IraUr na ros da Cudria do Keeife n.
    /. loja de miude/as de Anlouo Lopes Peicira de
    Mella ,\ Compaiiliia.
    Compram-se doas prelas que lonham alguma
    habiliriadeeboa condeca, -un vim.s uera achaques:
    quera as livor, leve ra do Amorira n. 25.
    Comprnm-se escravoi de ambos os sexos, de 2
    1 30 anuos, lauto para a provincia como pala lora.c
    recenem-sa de conmissllo : na roa do l.ivrainenio
    n. i.
    Compra-se o livro, as Frases de Tilo Livio ou
    os cinco livros do dito, que estela em hom estado :
    qnem e livor anmiiicic.
    Na nova, loja da calcado da ra Direila n. .Vi.
    compra-se e vende-se raleado i\<\ Ierra de ludas as
    qualidades, por commodo prero.
    Vcndc-se mn mulalinbo de bonila lisura, rom
    prinripio do sanoteiro, e proprio para um pagem,
    le punta-e *l'm deleito slenm : no Passeio Publico, loja n. II.
    Vende-se ou permuta-s por una rasa lerrea,
    no bairrn da Boa-Vista ou Santo Antonio, urna e
    cr.ua inora e clr elegante Agora, que salle eozinhar,
    engominar, ensarboar a o mais arranjo !! nina rasa,
    mo lem virio algum,0 o motivo da 'onda se dimao
    comprador ; a dita e-rrava Irm nina cria parda de -
    anuos, pouco mais ou menos: para ver. na ruada
    na ra das Cruzes n. 33,
    Compram-se escravos ;
    segundo andar.
    Compra-se a grammalica franceza de Serena,
    em segunda mao : na ra das Flores n. 37, primei-
    ro andar.
    VENDAS-
    Hilhcles 59500
    Meios 2.>S00
    Oiiarlos IfMO
    (Jubitos tyfCO
    Oilavos 720
    Decimos 600
    \ igesimos 890
    CARLOS C. FIGUEIREDO.
    Agente da Alfandega e de Navios,
    8, QUEEN'S TERRACE,
    SOITHAMPTON.
    Bilhetes 59500
    Meios
    Ouarlos 19*40
    Oilavos 720
    Decimos GOO
    \ isesimos 390
    Recebe e espede rom presiea e economa, mer-
    caderas, bagagem e cll'eitos de qualquer nalure/a e
    ordem.
    isclarece os viajantes sobre as cheiadas e sabidas
    dos paquetes, decaminhos de ferro, ele, dirigindo-
    se no mais que precisem.
    Faz as operares necessarias da alfandega, e rece-
    be fazendas a roiiimissao, ele
    Precisa-sc alugar nma prela para oservirode
    urna familia inglesa, quo sai lia lavar, engomrar c
    roser : emrasa de Paln Nash & Companbia, ra do
    Trapiche Novo n. 10.
    O abaixo assignado, offerece o seu presumo a
    qnem se quizar utilisar para tirar guias do juizo dos
    Icitosda fazenda. lano da geral cuino da provincial,
    por aquellas pessoas que pcssnalmenlcas nao podem
    lirar, e que com a mesma fazenda se acham debita-
    das : quem precisar pode mandar por escripia seu
    nomc, numero da rasa, e ra em que mora, nos lo-
    gares seguinles : Recife, ra ,da Cadeia loja n. 30,
    ra da Cruz. n. 56, paleo do Terco n. 19, ra do l.i-
    vramento n. 22, praca da Independencia u. 4, ra
    Nova n. 4, praca da Boa-Vista n. 2t, onde serilo
    procurados os liilbetes e as pessqas que quizerem
    para o lim expendido, e na ra da (lloria n. 10 casa
    do annunciante.Marariio de Luna Feirc.
    Na ra da Cadeia do l.ecife n. 3, primeiro an-
    dai, confronte oesrriplorio dos Srs. Barroca A Cas-
    tro, dcspacbain--e navios, quer nacionaes oueslran-
    geir-w, com loda a promplidao ; bem como liram-se
    passaporles para (ora do imperio, por preros mais
    commodos do que em outra qualquer parle, e sem o
    menor Irabalho dos prclcndciites, que podem tratar
    das K da maulnla as i horas da larde.
    No hotel da Europa di-sa comida menialmenle,
    por prero razoavel.
    No bolcl da Europa da ra da Aurora lem ro-
    mida c bous peti-ros a loda hora, com os preces mar-
    cados na tabella, milito commodo.
    Patricio Marquesita Silva rclira-se para a Eu-
    ropa a Iratar de sua saude.
    Prccisa-se de um negro captivo fy.ra a casa de
    pasto da ra das Cruzes n. 30, que se pagara boro
    ordenado.
    . TarqoinTheolbnio de Abrcu (iiiimaraes re-
    tira-se para fora da provincia.
    Cbegoua loja d miudezas de i por-
    tas da ra do Cnbu;n', nm completo sor-
    limenlo de relro/. de todas rs cores, vo-
    lante, trina e (;alr(s trancas, bicos de
    seda, e lia de bordar de todas as cores
    c mescladas.
    Deseja-se rallar com os Sis. Marianas Joaqoim
    da Silva c Joaquim de Souza e Silva, a negocio de
    sen inlercsse, na casa de pasto da ra das Cruzes
    u. 39.
    Paga-se 151000 menaaes pelo alagad ^i' urna
    eserava que caxinhe e engomme, para una casa de
    pequea familia : Irala-seno primeiro andar da ca-
    sa da esquina da na de Apollo, rom entrada pelo
    oilo, confronte a heimida dos pelos canociros.
    Jo.io Dias .Morcira vai a Portugal.
    O Sr. que mora no eugenho Pindohinha nao
    lem rumpriiio roni i palavra de mandar pagar al
    I") oo 0 de Janeiro, quanlo antes mande pagar
    sem falla aleo lim de abril (e 1855, basta 12 apiros ;
    nada mais digo por ora.
    O Sr. Dr. Sevcrina Ibas Carheiro qiieira ler a
    bandado da apnarecer em casa dos Srs. Johnsiun Pe-
    tar di C, ra do Vigario n. 3, a negocio de seu in-
    leresse.
    Jos Pinto de Magal!iacs& C, ia/.em sci-
    ente ao respeitavel publico (pie em seu es-
    tabelecimenlo de carros fnebres do pa-
    teo do I'araizo casa n. 10, e encontra car-
    ros e pannos da prinieira a qoarta- or-
    dem com ricos adornos, tanto para de-
    funtos como para anjos, incumbein-se d
    fornecer guia, carros de passeio, msica,
    armacao, cera, etc., e prometem bem
    servir a t[tiem se dignar incumbi-los de
    qualquer enterro, para o (pie lia as ne-
    cessarias liabilitacoes : no inesmo afogara-
    se caixdes, e .vendem-se mortalbas de pi-
    nbo.
    # Anlonio Ferreira Leal rclira-se para Lisboa,
    levando cm sua companbia sua fillia menor de 1 an-
    uos, e deixa por seus procuradores, em primoiro lu-
    gar o Sr. Firmino Ferreira Leal, c em segundo Joao
    Alexandre Vieira.
    Joaquim de Magalhfles relira-se para Lislna.
    levando em sua companbia sua lia 1). Josepba Ro-
    drisucs Vieira.
    Precisa-sc de um menino porlumiez ou brasl-
    leiro. que sirva para caiveiro para Abren de Una:
    quem quizer, dinja-se a, Fura de Portas n. 02.
    O abaixo rssisnado, acadmico do terceiro au-
    no. Icsalmeiilc habilitado por autorisaeflo provincial,
    ensina francez c Inglex, no aterro da Roa-Vista n.
    20, primeiro andar.Cordolino Barbosa Coudeir.
    Manuel Ferreira rctira-se para Lisboa, licuan-
    do por seus procuradores, em primeiro luL-aroSr.
    Diogo Jos do Reg, em segundo Jo.io Joaquim Bar-
    bosa. '
    Joo Anlonio da Rocha vai a Europa.
    Na ra da Santa Cruz n. 30, se indicar a pes-
    soa que compra 2 casas terreas, que eslejam enllo-
    cadas em boa na da fregurzia da Boa-Visla ou San-
    to Antonio.
    Domingos de Oliveira Pinto e Anlonio de Oli-
    veira Piulo reliram-sc para fora do Imperio.
    -----No alerro da Boa-Visla n. (i">, primeiro andar,
    prerisa-sc de urna ama de leile para ajudar smenle
    a criaran de urna menina, e Iratar della.
    Attenrao.
    Custodio Jos Pereira jnlga nada dever n presos
    alsuma desla praca, se porem alsuem se julgar cre-
    dor, aprsenle sua conla ou titulo ao annuncianle,
    cm casa dos Srs. Amorim [raaos & Companbia, ra
    da Cruz n. 3, no prazo de ti dias, sol, pena de nao
    ser allendida, passado que seja o referido prazo. ile-
    cife 17 de abril de 1855.
    "Precisa-sede una ama loria ou es-
    cravn, para oservicodeuma pequea fa-
    milia, preferindo-se a que saiba cozinbar
    e fazer as compras: na ra da Gonceiro
    taberna n. .
    0 PCm.lCACAO COROGRAPHICA. <$)
    (Si Ao'w'-Si' "o prio, e brevemenle saldr a -<-?.
    Z '"' nina pequea obra qne lem por titulo *^'
    V? HUEVE NOTICIA CIIROCRAPIIICA (Si
    l4 DO IMPERIO DO BRASIL: assma- S
    * se por 29000 rs., no armazem de leudes, ^
    '$ ra do Collegio n. 15. "
    ALMWAk PA84 .8:;i.
    Sahiram a luz as ollainlias de algibei-
    ra com o almanak administrativo, mer-
    cantil, agrcola e industrial desla provin-
    cia, corrigido e accrescentado, contendo
    KM)paginas: vende-se a 500 rs., na li-
    vrana n. (i e 8 da praca da Indepen-
    dencia.
    Nao ha mais barato.
    Na ra do Livramcnlo n. 1 vende-se a llgftOO o
    corle de meia r isemira de lodos a-ei'uvs, la/.inha
    para vestidos de senhora a 280 o covado, e ootraa
    umitas fazendas a Iroro do barato : a ellas que se es-
    lao acaban.lo.
    \ ende-se una cabilleira de senhora muilo cres-
    pa e bonila por preco nimio commodo : no Ces do
    Ramos taberna do retiro n. 2(i, achara com quem
    tratar.
    Veiidem se dnas ricas camas franceses, sendo
    una de aiparrllo e outra de jacarando, novas, feilas
    a moderna e por prero rommodo : na roa eslreila do
    Rosario n. 12 ; na n.esma veude-se um cao de raea
    proprio para mn silio.
    Vendem-se sacras de mimo de Mamanguape a
    prero de 2S(>00 rs : na ra do Vigario n. I i.
    No armazem de David & Companbia, na da
    Cruz n. 9, vende-se azci'.e de espermacele de supe-
    rior qnalidade, proprio para cindieiro de meio de
    sala, ou globo.
    Na ra do Ranee] n. 71, vendem-se 1 escravos
    de bonitas auras.....tro elles I inulalinho de idat)e
    II anuos, proprio pira paaein.
    No larsn do Corpo Sanio armazem n. i, junio
    a loja de fuuilciro, vende-so a dinheiro vinho de
    Lisboa imitando a vinho verde cm barris de l em
    pipa, as-im como se rrlalba a ciliadas a precede
    dous mil reis e a garrafa a 2SO rs.
    No alerro d.i Roa- Vista n. 'vi, lahcrna que fni
    do Maia, esquina do hecen dos Ferreiros, vendem-
    se presuntos e chourices ltimamente ciicgadas de
    Lisboa, pelo lierati-sinio pieco de 100 rs. a libra, pa-
    ra ultimar cenias.
    Vende-se urna morada de rasa lerrea. na rua
    do Padre Fleriano n. 23 : a tratar na mesma.
    Vende-so a taberna do alerro da Boa-Vi-la n.
    80 ; esta taberna he una das melhores do bairro da
    Boa-Vista, tem hom armazem e commodos para fa-
    milia, muito fresca, e lem hom quintal : quem a
    pretender, dirija-86 ao armazem de Vicente Ferreira
    da Costa, na ro'ada aladre de Dos.
    Vende-se urna armacao de taberna com seus
    pcrlences. no caminbo novo da Soledade : esla la-
    berna regulava diariamente lOjla 12^.1)0 com pe-
    queo sorlinn uto, e a maior parte dos gneros da
    Ierra, paca dr atuguel 7>00(i por mez, ollerece a
    maior vanlageni a qualqner pessoa que rom pouco
    dinheiro quizer principiar : quem a pretender, di-
    rija-se a taberna do depilante, no Hospicio.
    Vinho verde.
    Vende-se na roa Nova B. 65, o verdadeiro vinho
    verde, chegadu pelo ultimo navio do Porto, a 320 a
    carrafa.
    Palitos francezes.
    Na rua Nova raja n. 4 vendem-se palitos francezes
    do panno lino prcto e de cores a ItWOOO.
    Chales.
    Vendem-Sfl chales grandes do seda a 10 c liJOOO
    rs.. ditos de crsemira bordados a 12 e 14*000, ditos
    de retroz matfsados a 169000 is. : na rua Nova loja
    n. i.
    Chapeos pera senhora*.
    Pelo lirigue franaez Alma, vierain os mais moder-
    nos e decantes chapeos para senhora, e vendem-se
    na ru Nova loja n. 4.
    Vende-se niillio muilo nove cm ecas de al-
    qncireipor proco commodo: a homo da barrara AMs
    ' entre, fundiada na rampe do Ramos.
    Vende-se um mualo claro, de 18 anuos, sapa-
    leiro. proprio para bobciro. sem vicio algum, boa
    figura, na rua do Collegio n. l(i 3." andar. ,
    m FI1.IV0 MILVTIMIO.
    Na roa do Amorim n. 30, armazem de Manoel
    dos Sanios Pinto, ha muilo superior feijo miilali-
    nlio cm saccas. per prcy.0 commodo.
    Em casa de Rotlie & Ridoulac. rua do
    Trapichen. l>, vende-seo scgninte:
    Cobre, em folhade 20 a 2 cas.
    Progos do cobre.
    Zinco em olha.
    Ferro da Suecia.
    Acode HilSo.
    Pregos soi I dos.
    Alcati-io da Suecia
    Lonas da Russia.
    Brins di_ta.
    Arados de ferro.
    Iat\as para assucar.
    ^ rndem-sc presuntos superiores, baratos, para
    hambre, latas com bolaehnhao soda r ingleza, mar-
    melada nova rmlalinbaa pequea-, latas com 10 li-
    bras de nianleisa fina, muilo nova, vinho do Porlo
    engarrafado, 0 mais superior : na rua da Cruz do
    Recife n. 46.
    Vende-se um rabriolel instes com todos os ar-
    rcios, e por haivo prero : no armazem do agente dos
    leiles Marcolino de Horja Ccrables, rua do Colle-
    gio.
    _ Vende-se um lindo mnleque rriou'.o, de idade
    15a 16 annrs, pouro mais ou menos, rom principio
    de pedreiro. sem vicio nem achaque, e o motivo da
    venda se dir ao comprador ; na rua da Roda n.
    II, da 7 da nianbaa al as 3 da tarde.
    \ ende-se a casa de 2 portas o I janella, na rua
    de Aguas-Verdes, lado da sombra n. 82. a qual lem
    no fundo urna oulra de porla e janella, e nm quarlo
    com porla com frente para a rua de Hadas, ludo em
    chaos proprios. sendo a rasa da na de Aguas-Verdes i.
    Sania Cruz u. 72, e para tratar, na praca da Itoa-
    -Visfa o. 7.
    Ka na do Livramcnlo n. 't, vendeme doas
    negras, sendo urna crinla, de 2 anuos, que -abe
    hem eneoiumar o rozinbar, e um mnlalinho.
    Vende-so nm muilo hom sitio no principio da
    estrada nova, com 1 li palmo- de frente e 750 de fun-
    do ; o dito sido nnerere umitas vanlagcns ao com-
    prador, nao -o pelo logar, como pelos diflorentes
    frurlose boa Ierra, elr. elr.
    Vendem-se fazendas rom loque de averia, por
    muilo barato preo, confislindo em algodaoxinho,
    madapolflo, algodSo azul, dito riscado, dilo mescla-
    rio, dito lran(ado, alvo, a chitas: na loja de portas,
    na rua do Qneimado n. 10.
    Vestidos a -2.SOO0.
    Conlinna-ae a vender ri'rtes de vestido de rhila
    franceza. larga, cores fijas, a 2.*tMHl cada um : na
    loja de i porlas, na rua do (Juciinadn n. 10.
    Saccas de 1'arinlia.
    Vendem-se -arca- com brinda da ierra, nova c
    bem loriada, c arroz branco : na rua da Cadeia do
    Recife n. 23.
    Vendem-se pecas de atgodao rom algum loque
    de averia, a mais algumas fazendas, por barato pre-
    ro : na rua da Cadeia do Recife n. 23.
    Charutos.
    Vendem-se charutos moilo snperiors: no escrip-
    torio de Anlonio I.uiz de Oliveira Azexcdo, na rua
    da Cruz n. 17.
    'Vende-so urna prela moca, de idade de 25 an-
    nns, que sabe lavar, rozinbar* o lem prinripio de
    engommado, e sua conducta afianca-se : na rua do
    Oueimado n. 0.
    Na rua do Crespo n. 15,
    ha para vender ricas roberas de chita de urna lar-
    gura, pelo baralissimo proco de 29500, e chales de
    toquilo a I0&000, c miiilasmais fazendas haratas.
    Com pequeo toque de avaria.
    Pecas de madspolin Isrgo a 29500 39000; pecas
    c algodaozinho a 19280, l.-lilHI e 2t gocom 20 vara- a 20500 r :;.->'IOO: na rua do Crespo
    loja da esquina que volla para a cadeia.
    Farinha de S. iMalheus.
    Vende-se a bordo do biale Crrelo do Norte, tun-
    deado em frente do arsenal de guerra.
    Vendem-se i esclavos, sendo nma mulalinha
    de 16 anuos, de bonita figura, ptima coslureira e
    sofTrivcl engommadeira, nm moleque de 12 anuos r
    duas prelas crinlas, ile 21 annos, rom algumas ha-
    bilidades, lodos prcas boa s: na rua de Moras n. 60.
    Vende-se urna halanca romana com lodos o
    siis pcrlences,cm hom uso e de 2,000 libras : quem
    pretender, dirija-se i rua da Cruz, armazsm n. 4.
    Farinha de mandioca.
    Vende-Se sai-cas grandes com farinha :
    no armazem de Jos Joaquim Pereira de
    Mello no caes da alfandega, e para por-
    efles a halar com Manoel Alvcs Guerra
    Jnior, na rua do Trapiche n. 14.
    NOVO SORTIMEM'O DE COBERTORES DE TO-
    DAS AS QUALIDADES.
    Cobertores oscuros a 720 rs ditos grandesn 19200
    rs., dilos brancos de algodaode pello e ,sem elle, a
    milaco dos de papa, a 15200 rs. : na loja da rua
    do Crespo n. 6.
    Na rua do Amorim n. 44, vendem-
    se ossegirtnles eneros, os mais superiores
    que vem n este mercado e por commodos
    piceos:
    Vinho muscatel em barris de a 9canadas.
    Champagne.
    Cha' de San Paulo, caixasde 2 a 20 libras.
    Chocolate francezr.
    Garratoes com cevadjnba.
    (rarraous com sag.
    Est&tuas para jai di ni.
    Vasos para jardim e ceinilcrio.
    Galoes, trinas, espiguilha e volantes para
    aliadores.
    DEPOSITO 1)0 CHOCOLATE HYGIE-
    NICO DA FABRICA COCOMAL.
    Este chocolate;, o nico preparado com
    substancias puras, nutritivas e bygieni-
    cas: avende-se em casa del.. Lecomte Fe-
    ron & C: rua da Cruz n. 20.
    Preros:
    Extra-fino,. '. 800 a lib.
    Superior.. OO
    Fino.....500 >.
    Moinhos de vento
    'ombonibasdc repuso para regar borlase baixa,
    dceapim, nafundicaodc D.'W. Bowman : na rua
    do Brum ns. 6. 8 c 10.
    CEMENTO ROMANO.
    \ ende-se superior cemento em barricas e a rela-
    Iho, no armazem da ru da Cadeia de Santo Anto-
    nio de malcraos por preco mais em conla.
    COBERTORES ESCOROS E
    BMICBS.
    Na rua do Crespo,loja da esquina que volla para a
    cadeia, vendem-se cobertores cscurus, proprios tiara
    evravos. a 720. dilos grandes, bem eucorpados, a
    19*280, dilos brancos a 19800, dilos com pello mi-
    ando os de la a 152S0, ditos de lita a 29100 cada
    um.
    GAL DE LISBOA A -V.sOOO RS.
    Vendem-se barris rom cal de Lisboa, rhesado no
    ultimo navio a i-1) por cada urna : na rua do Tra-
    piche n. 1f, segundo andar.
    FARINHA DE MANDIOCA.
    Vende-se saccas grandes com milito su-
    perior farinha de mandioca por preep
    commodo: no armazem n. I (i do neceo
    do A/.eile de l'ei\e; ou a tratar com Anto-
    nio de Aducida (lomes & C, na rua do
    Trapiche Noven. 16,.segundo andar.
    SARJA PRETA E SETIM
    HACi'O.
    Na rua do Crespo, loja n. <>, vende se superior
    sarja nespanhola. muilo larga, pelo dimiuuln preco
    de 2-10O e 29600 o covado, setim maeo a 29800"e
    39200oeovado, panno prelo de :iS0OO, 19000,39000
    o ti?O00 o covado.
    I'rccisa-se de um caiveiro que lenha pralira da
    taberna, c que de coiibccinienlo do sua conduela :
    em Pora de Portas n. 133, rua do Pilar.
    Alada esl por alagar o grande sitio, nos Afo-
    gados, com excellcnle casa para grande familia,mui-
    lo perlo da praca. e com ilvivciros ni ruado Ouei-
    mado, loja n. 2*1.
    l'recisa-se de um bomem que saiba dslilsr
    acuardente, para urna distilaeSo cm um engcnbo : a
    tratar na rua Diieita n. tlMl.
    Alttga-se urna ana seeaa, muilo boa eozinhei-
    ra o eugommadeia, propria para homrm solleiro, e
    em casa de familia s cozniha : na rua de Santa I lie
    FAHINHA DE MANDIOCA.
    Vende-se superior farinha de mandio-
    ca, em saccas que tem Om alqueire, me-
    dida veiba, por preco commodo: nos
    armazensn. 5, 5e7 defronte,da escadi-
    ba, e no armazem defronte da porta da
    de paredes dolii;ui'..-. propr'ia'para V'vaVir'sol^a^K :^nncltir"a' a lra,al' l,n eSCrptori.0 de
    a pessoa que pretender, dirjase A rua da Mangnei-1 Novaes i\ C, na rua do Trapiche n. oi,
    ra ii. 9, na Boa-Vista, ou no trapicho do algodao, I nrimeiro nnd ir
    que achara rom quem Iralar. ...
    Vendem-scquariolas e duzias de garrafas com ^FMPMT rUlHlnTO
    vinho de Bordeaos, de superior qnalidade : no ar- MAtti*\U HUJBailV.
    mazem da rua da Cruz n. 19. Vende-se superior cemanlo em harneas crandes ;
    t___ iit | assim como lambem \endem-se as linas : atrazdo
    t.ci.i de carnauba do Aracaty e Assu thealro, armazem de Jeaquiai Lopes de Almeida.
    \ ende-se poi menos proco qii" em nutra qualquer: _-. .
    parte, no armazem de Domingos Rodrigues Anilra- I Siseado de listi as de cores, proprio
    de & Compaiiiiia, rua da Cruz n. 19. parapalits, calcas e jaquetas, a 160
    Vcndc-se .a quem qui/.er comprar urna cvcel- O COVado.
    lente parellm de escravos muilo mocos e robustos, Vende-se na rua do Crespo, loja da csquiua que
    Iranalliam nem em lodo o servico de campo, bons volla para a cadeia.
    Iraballiadoreseleeedores rieeurraes, muito bonsca-1
    botfoeres, p emende muim de qoeimarem cal, c um Chales de merino' de cores, de muio
    delles muito habilidoso,eufona hem furnosde quei- .
    mar cal por ler sempre osado desle servico, ambos .. Om gOSIO.
    sao canociros de rio, e dao para embarcadirps : o- endom-se na rua do Crespo, loja da esquina que
    prelendaMes dinjam-se n villa do Iguarassu cass >"11'1 l'-lr''a cadeia.
    do abaivWissinailo, que avista dos escravos farilo o ,,.
    ajnsle, e declara que os uAo vende por precisan, sim ;'s'1
    por desgoslo de um delles, mas vendo ambos porse- da Cruz n. 55
    Vende-se vinho verde a 2>ooo rs. a ranada sen-
    do a garrafa a 2XO rs. : no paleo do I'araizo u! tu
    FIMO EN FOUIV
    Na rua do Amorim n. 89, armazem deMauoel dos
    Sanios Pinto, ha muilo superior rumo em falda de
    todas .i- qualidades, para fazer charutos, por oree,,
    eoiiimodu.
    AOS HYHS. SACERDOTES
    N. praca da Independencia n. 26. vende-se por
    preco commodo o excedente compendia de Iheologis
    moral, pelo padre Moni.-. :... edie.v., g confrrendaa
    deN. S. de Taris, pelo padre l.arordare, em |iorlu-
    guez, abra de summa importancia aos reverendos
    p regadores.
    Boin soi lmenlo de brins, tanto para cal-
    ca como para palito.
    \ ende-sa bnm francez de qoadros a (i0 a vara.
    dilo a 000 rs.. dilo a 19280, riscado de lialras de cor,
    proprio para o misino fim a KiO o covado : na ras
    do Crespa n. 6.
    Vcndein-se cm casa de S. P. Johns-
    Iiiii v C, na rua de Senzala Nova n. 4 2.
    Sellins ingleses,
    Relogios patente ingle/..
    Chicotes de carro e de montara.
    Candieirose casticaes bronzeados.
    Chumbo em lencol, barra e munico.
    Farello de Lisboa.
    Lonas inglezas.
    lio de sapaleiro e d vela.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris degraxa n. !l".
    CEMEMO ROMANO BRANCO.
    \ ende-se cemento romano branco, checado agora,
    de superior qualidade. muilo superior ao do consu-
    mo, cm barricas e as linas : alraz do thealro, arma-
    zem de laboas de pinito.
    Taixai pare, engenhos.
    Na fundicao' de ferro de D. W.
    Bowmann na rua do Brum, pastan-
    do o cbafariz continua haver um
    completo sort imento de tai xas de ferro
    fundido e batido de 5 a 8 palmos de
    bocea, asquaes acham-se a venda, por
    preco commodo e com promptidao" :
    (,'mharcam-e ou carrejam-se em carro
    sem despeza ao comprador.
    AOS SRS. DEENGENHO.
    COI PEOLEKO TOQUI HE AVARIA.
    Hada encarnada e amar el la a 500 rs. o covado :
    na roa do Crespo loja da esquina, qne volla para a
    Cadeia.
    Na rua do Trapichen. 16, escriptorio
    deBrandera Brandis&C, vende-se por
    preros razoaveis.
    Lonas, a mitacao das do> llussia, de
    muilo boa qualidade.
    Papel para imprimir, formato grande e
    pequeo.
    Papel de cores emcai\as SOrtidas, mui-
    to proprio para forrar chapeos.
    Papel ahnaco e de peso, branco e azul,
    de boas qualidades.
    Graxa para arreios de carro.
    Candelabros de 6 luzes de feitio ele-
    gante, a
    Tapetes (nos.
    Alvaiade de zinco mu lo superior ao al-
    vaiade commum, com o competente sec-
    cante.
    Na rua do Vigario n. 10, primeiro andar, ven-
    de-se fardo novo, ebegado de Lisboa pela barca (ra-
    tidSo.
    POTASSA BRAS1LE1RA.,
    Vende-se superior potassa, fa-
    fjjj bricada no llio de Janeiro, cbe--M
    /A gada recentemente, recommen- ^
    a. da-se aos senhores de engenhos os
    J seus bons elfeitos ja" e\perimen-
    W fados: na rua da Cruzn. 20, ar-
    B mazem de L-.Leconte Feron &
    (0} Companhia.
    v'cndc-sc excellcnle taboado de pinho, recen-
    lemenle rhezado da America : na rm de Apollo
    trapiche do Ferreira. a entender-sc com o adminis
    rador do mesmo.
    AOS SENHOBES DE ENGENHO.
    Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
    Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Berln, empregado as cc>
    lonias inglezas e hollandezas, com gran-
    de .vantagem para o melhoramento do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, junto com o methodo de emprc-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    N. O. Bieber & Companhia, na ruada
    Cruz. n. i.
    Devoto Cluistao.
    Sabio a luz a 2. edicao do livrinbo denominado
    Devoto Chrisiao.mais correcto eacrescentada: vende-
    se nicamente na livraria n. fie 8 da praja da In-
    dependencia a 610 rs. cada exeniplar.
    PU3LI(L\CAO' RELIGIOSA.
    Saino a luz. o novo Mez de Mara, adoplado pelos
    reverendsimos padres capuebinhos de N. S. da Pe-
    nda desla cidade, augmentado com a novena da Se-
    nhora da t'.onceicSo, e da noticia histrica da me-
    dalba milagrosa, edeN. S. do Bom Consclho : ven-
    dc-sc iinicainenle na livraria n. 6 e 8 da praca da
    independencia, a I5OOO.
    Na rua do Vigario n. 19, primei-
    ro andar, tem para vender diversas m-
    sicas para piano, violao e llanta, como
    sejam, quadrilbas, valsas, redowas, sclio-
    tickes, modinlias tildo mdernissimo ,
    cliegado do Bio de Janeiro.
    Vendem-se ricos e modernos pianos, recenle-
    meiilo chegados, de evccllenlc-s vetea, c precos com-
    rfiind"s em rasa de N. O. Bieber A. Companhia, rua
    da Cruz 11. 4.
    --Vendem-se lonas ta Rujsia por preco
    commodo, e de superior qualidade: na
    armazem de N. O. Bieber & C, rua da
    Cruz n. i.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Neste estabelecimento contina a ha-
    ver um completo sortimento de moen-
    das e mcias inoendas para eugenho, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de todos os tamaubos, para
    dito.
    Vcnde-se um rabriolel com coberla e os com-
    petentes arreios para um vallo, todo quas novo :
    para ver, no alerro da Boa-Vista, armazem do Sr.
    Mi'icl Seseiro, e vara Iralar nuKeriferua do Trapi-
    che n. 1 primeiro andar.
    fsjMMMS'&MM
    Vende-se urna canoa grande, que leva 16 pes-
    soas : no armazem da rua da Cruz n. 19.
    REMEDIO IMCOMPABAVEL
    reni companlieiroapreferinda antes para fora 1.-1 pro-
    vincia. Francisco Xittier Diat de Allmqnerque.
    1 Vendea urna ca sa nos Arrombados 11. '12. a
    qual lem 30 palmos de largura, inorada de pedra c
    cal, com (piinlal. e com mnilos commodos para goal-
    qoer familia, da banda do nule mais .",() palmos de '
    terreno, o quil -e vende com a mesma casa : a Ira-
    lar na ru.! do Pilar, em Fra de Portas n. I .">.
    Vende-se farinha muilo boa para quem (em
    familia, alqueire de medida vellia. em sarco ou sem
    elle, lambem se vendem uns livros osados, perlen- i ,| RecifeVoja da esquina b.50.
    cenes as leis civis, assim como algnns espiritase*, a
    Vez de JesusChriste pela horca do l'arriro. (ralado
    da coiilianra na misericordia de Dos,a vida de Jess
    (,hri-to. calhedemo de Unntpelier, ohra de- Braca,
    para meninas, que apreudem. Lunario perpeluo,
    11111110 ulil a quem quer saber ipianlo lia de vi-
    ver, eoiiirosl Medite moral) a da mes Marianos,
    que esla prximo, lloras Mariaiina* e de Semana
    Santa, o Kcper lorio das Ordenares do Iteino, cm i
    volumes grandes: na rua do ltagel 11. Jl.
    de J. Keller&C, na rua
    , ha para vender excel-
    lntet [Jianosvindos ltimamente de Ham-
    burgo.
    A l.siioo, 2s500 e 5J000.
    \ ende-se melpomenc de duas largaras com qua-
    drosachamalolados para vestidos de senhora a |.~o
    covado; selim preto Macao, eaeellenle para Vesti-
    dos a Sfo covado; lencos de cambraia de liuho li-
    nos bordados e bicos pela heira a Jj cada nm ; cam-
    braia de Indio lina a -> a vara assim como diver-
    sas (atenidas por commodo preco : na rua da Cadeia
    CHARUTOS DEHAVANA.
    Vendem-e siiperiai,* charutos de llavana, por
    preee comgaodo : na rua do C.respo n. ''I.
    Vende-se eflectjvaraente alcool de 56 a -iO
    graos
    em pipas, barris ou uadas : na I'rai de Sania Iti-
    , ta, dislilaciio de tranca.
    Deposito de vinho de cham-
    iagne Chateau-Ay, primeira ipia-
    idade, de propriedade do conde
    de Marcuil, ruada Cruz do Rc-
    cil" 11. 20: e.?te vinho, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a nii.s-OOO rs. cada caixa, acha-se
    nicamente em casa de L. Le-
    comte Feron & Companhia. N.
    B.As c.iixas sao marcadas a fo-
    goConde de Marcuile os r-
    tulos das garrafas sao azues-
    m

    m
    u
    leste
    e p
    le I
    -ao-
    deesa
    (|lle
    l-'NGUENTO HOKLOWAY.
    Miares ,lc individuos de todas as liaeoes podem
    munnar as virtudes desle remedio incomparavet.
    rovar. em caso necessario, que. pela uso que del-
    iieram.Um seu corpo e memhros inicuamente
    i. .lepo,, delisver empreMdo inulilmenie outros
    ralamculos. Cada pessoa p,der-se-ha, convencer
    essas curaa maravilbo-as pe|, lellu ,,(,9 peridicos
    Ih a. relatan iodos rtas na nillilo, lllllni; c
    .iur parte delta- sao lao sorprendentes que admi-
    os mdicos mais celebres, (juanlas pessoas re-
    iraram com este soberano ro,eu,0 us0 de seos
    icos e pernos, depos de ler permanecido louKo
    npo no. bospilaes, onde drvam soffrer a ampu-
    o Della. ha multas que bavendo deixado esses
    los de padecinenlo, para se nao snbmeiu-rem a
    cssa operacAo dolorosa. ruram curadas complelamea-
    le. medanle o uso desse precioso remedio. AIu-
    s das taes pessoas, na efusao de seu reconheci-
    nlo declararain estes resultados benficos diaule
    lord rorregedor, e ontros magislndos, aOm de
    ns aiilentirarrm sua allirmaliva
    Ningoem desesperara do esUdo de sua saude se
    icsse bstanle confanra para ensaiar islc remedio
    nslaniemenle, seaundo alsum lempo o irala-
    meiiloqiic uccessitassc aiiatnreta do mal, cojo re-
    sillado seria provar mconleslavelnienle: (iue ludo
    O ungento he til mais particularmente nos
    seguinles casos..
    I ni
    rali
    oh
    bra
    lem
    lac
    i-\
    Alporcas.
    Cambras.
    Callos.
    Canceres.1
    Corladuras.
    Dores de rabeca.
    das cosas.
    dos memhros.
    nfenmdadea da dils
    em aeral.
    Cnfermidades Joanus.
    Lniiiees escorbticas.
    Fstulas no abdomen.
    Prialdade ou taita de ca-
    lor as extremidades.
    I'riciras.
    Uengivag escaldadas.
    Incharocs.
    Il
    matriz.
    Lepra.
    Males das pernas.
    dos peitos.
    de albos. .
    Mordeduras de reptis.
    Picadura de mosquitos.
    I'ulmes.
    IJueiniadelas.
    Sarna.
    Supuraces|iulridas.
    I'iiiba, em qualquer par
    le que seja.
    Tremor de nervus.
    Ulceras na bocea.
    dn figado.
    w- das arliculaedes.'
    \ eias trridas, ou noda-
    das as pernas.
    illammaco do Ggado.
    da bexga.
    Vende-se esle ungento no eslabelecimenlo geral
    de Londres.,.. licanos, droguistas entras pessoas encarreadasde
    sua venda ern loda a America do Sul, llavana e
    llespan..
    Vende-se a 800 ris cada bocelinha, conlm urna
    imlrurtao un portuguez para explicar o modo de
    fazer uso desle ungento.
    t) deposilo geral be em casa do Sr. Soum, id.ar-
    naceutico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
    buco.
    TAINAS DE FERRO.
    Na fundicao' d'Aurora em Santo
    Amaro, e tambera no DEPOSITO na
    rua do Brum logo na entrada, e defron
    te do Arsenal de Marinha ha' sempre
    um grande sortimento de taichas tanto
    de fabrica nacional como estrangeira,
    batidas, fundidas, grandes, pequeas,
    razas, e fundas ; e em ambos os logares
    existen quindastes, para cairegar ca-
    noas, ou carros livres de despeza. O
    precos sao' os mais commodos.
    Em casa de Timm Momscn & Vinas-
    sa, praca do Corpo Santn. 15, ha para
    vender :
    Um sortimento completo de livros em
    branco de Ilamhurgo.
    Lonas da Russia de'superior qualidade e
    por preco muito commodo.
    Vaquetas para carro.
    Sola branca.
    Licores de dilferentes qualidades.
    Absinthe ecberry cordeal desupeiioi qua
    lidade. v
    Vinho de champagne da marca afamada
    Faure pere cS; lils.
    Chocolate francez.
    Pianos verticaes e horizontaes.
    ,- AOS AMANTES DA BOA PINGA
    VINIIO'VERDE.
    Alcrla que cbegoua rua Novan. 5-") taberna,
    o evellenlc vinho denominado Crimea, pelo dimi-
    nnlo precio de 300 rs. a garrafa e2S200 rs. a caa-
    da ; a elles freguezes anles que se acabe, pois os Ire-
    guezes sao muilos e o liquido he pouco.
    fts^.@S^:
    @s*
    Potassa.
    No antigo deposite da rua da Cadeia Vetha, es-
    criplorio n. |2, vcnde-se muilo superior potassa da
    Hussia, americana e de Rio de Janeiro, a precos ba-
    ratos que he paia fechar conlas.
    Na rua do Vig ario n. l primeiro andar, tem a
    venda a superior llanella para forro de sellins che-
    cada recenlemenlc da America.
    Vendem-se no armazem n. G0, da rua da Ca-
    deia do Itecife. de llenry tiihson, os mais superio-
    res relogios fabricados em 'Inglaterra, por precos
    mdicos.
    ARR0K DO MARANHA'O.
    Veude-se do armazem n. ludo neceo
    do Azeite do Peixe, por preco commodo.
    _____ESCRAVOS FGIDOS.
    Desappareccu no da 28 de marco urna esera-
    va criooU. de lime Benedicta, de. idade 30 anuos,
    pouco mais ou menos, rom os signaos seguinles :
    cor bastante prela, estatura alia, reforjada do corpo.
    berros um lanto grossos, denles alvos e gengivas es-
    branquic idas peilos pequeos, as palmas das mitos
    muilo brancas, e os pos alguma cousa luchados,
    qnando billa parece roura, e lem de costme inti-
    tularse forra. Esla eserava foi.da Sra. D. Zulima,
    lillia do Sr. Joaquim da Silva tiuimariles Dengoso,
    de quem os abaixo assiguados a houveram por com-
    pra : rosa-se, portanto, a quae-quer pessoas que a
    apprchenilercm a rnlrecuem no cnsenho Torrinho,
    a Joflo Jos de Medeiros Corris, ou nesla cidade
    da l'arahilia aos abaixo assiguados, no seu escriplo-
    rio, rua da Arcia n. 106, que serao generosamente
    recompeiiados.Jo3o Jos de Medeiros Correia &
    Companhia.
    Ao amarillecer dn da 27 de fevereiro prximo
    passado, desappareccram do eugenho S. Jos, em
    Serinbaem, 2 escravos de francisco Manoel Wan-
    derlej Lins, com os sienaes seguinles: Elishao, par-
    do, de :{."> a 10 annos, eslatdra regular, cara muilo
    redonda, bons denles, grossn, bracos e pernas hem
    felos, ps muito limpot, falla imitando a de cahorln,
    desappareccu com ferro no pescoe, de que lalvex
    lenha alguma marca, j.i fui preso no Recife, fugind
    daqui por duas vezes. Thereza, prela, alta, gtossa.
    cara larga, nariz chato, bons denles, peilos um tanto
    standes e cabidos, ps limpos. mas apalhelados pnu-
    ca cousa ; fui comprada em asocio prximo passado
    a Sra. I. Francisca Xavier Cavalcanli.de Albuquer-
    que. residente no Montcirn, mas assislia a negra no
    Keeife e pagava semana a senhora.
    Desappareccu no da 13, indo vender tapioca
    como cosluma, a prela Joaquina, brm conhecida por
    ser esla sua venda ha muilo lempo, a qual he baixa,
    magra, a de maior de 40 annos, lem o andar Iropeco
    como quem esta r,dundo, lem as rojos com uus cal-
    los por cima dos dedos, e nao os jirje /hrir bem :
    levou veslido de canga azul e panno da Costa lam-
    bem azul : quem a pegar, leve-a i Iravessa da Trem-
    pc n. 'J.
    CEM MIL RES DE tiKATIVICACAO'.
    Desappareccu no da ti dedczesro do. anno pro-'
    imo passado. licnedicla, de 14 a"'o de idade, ves-
    a, ee acaboclada ; levou um valido- de chila com
    lislrss cor de rosa ede caf, e ou*o lambem de cbi-
    I branco rom palmas, um lene amarello no pesco-
    co j desbotado: quem a aponmciider conduza-a
    Apipucos, noOitciro, em catsjll* Joo Leile de Aie-
    vedo. ou no Recife, na praca do Corpo Santo n. 17,
    que recebera a gralilica;Sima.
    Ilesappareceu do ensenho do abaixo assignado,
    no dia 13 de abril de IS>-"i. um esrravo mulato, de
    nome Jerouvmo. idade de 20 a 22 anuos, tiaixo,
    grosso, de boa cor, esta principiando a bucar. cabel-
    lo prdu, puxa um pouco de urna perita, lem nm
    fonda iks costas da milo dircita ; levou ralc,a e ca-
    misa nc algod.no azul, e chapeo novo de baria prela.
    Este mualo foi lo Sr. capitn Jos do Coito e Silva,
    senhoi do cusenho Meringabas, vendido ao abaixo assisnado pelo Sr. Kegenerardu
    Coelho Cavalcanli Caieirana : roga- a todas as
    autoridades policiaes e rapitaes de campo a appre-
    liensSo do dito escravo, e podrran entrenar no Jtecile,
    rua dn (.lueimado, taberna do Sr. Joaquim de Al-
    enla e Silva, ou neste enzenho das Alalias, que se
    gratificara..tnlunio Je Paula .Souza Lwo.
    No din 21 de Janeiro do rorrenle anno, do lu-
    gar de Tamandarc, freznezia de l'na, dcapnarcreu
    o escravo Isnacio, crinlo, que reprsenla ler mais
    de.VIanuos de idade. estatura recular, cheio do cor-
    po, rosto rucado indicando idade, pintando de ca-
    bello : levou calca c jaquela, c chapeo de pello ;
    foi comprado a francisco peleado de Borba Jonior,
    morador que foi na frecuezia de N. S. da Gloria do
    tjoila. e no dia 23 de marco prolimo passado rece-
    len -e carta do Sr. majorCaelauo Concia de Amo-
    liin. senhor, do encenlio fallira da mesma frecuezi.i
    da tilona Oo Goil, avisando que dito escravo o li-
    nda procurado para o comprar, n no da 2ti do mes-
    mo mez sccuuao pessoas aulorisadas para fazer o ne-
    gocio, responden o mesmo senhor major Amorim que
    o escravo linha-se evadido no dia anles da rhceada
    do parladqr : roca, paranlo, 0 abaixo assicnado, as
    autoridades policiaes e 'capililes de campo .daqnelle
    lugar coadjuvem a captura do mesmo escravo, a en-
    Irecar na praca aoSr. tiabriel Anlonio, no paleo do
    Carino, o qual eralifleir lodo o Irabalho. ou cmTa-
    inaud ir a seu lecilimo dono. 1 ainatularo 9 de abril
    de l.sTi.luliinnhj Josr Iei.rriru.
    PF.HN. TV1'. DE M. F. DE I ARIA, 1803.
    hiitii nnn


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