Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00960


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Full Text
ANHO XXXI. N. 89.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUARTA FE1RA 18 DE ABRIL DE-1855.
Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptoi.
'-
DIARIO
KVlARREHAIMiS DA Sl'ltsr.Rll'C.VO.
Recife, |>rn;iri4rio M. F. de Farin ; Rio de Ja- !
miro. a.?r. J '"'" l'creira Martin-; Il.ilii.-i, > Sr. I).
tnjOjN-ad: M it, o Sr. Joaquim Reman de Men-
daara : Parahiba. o Sr. Cervario Virlor ila Nativi-
dade; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pcreira Jnior ;
Vreeaiv, Se. Antonio ile Ceios Brasa; Cear, o Sr.
Vkteaih Augusto Borges; Maranbo, n Sr. Joa-
1* rlrrrnlann \rkiir-s Pesoa Cearenre ; Para. oSr. Jus-
lie* J. Ramos ; Amazona*, o Sr. Jeronymo da Cusa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2 d. por ti.
l'aris, 3 i o a 3.30 rs. por i f.
Lisboa, 9S a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 -l/2"por 0/0 de rebate.
Accoos do banco 40 0/0 de premio.
da conipanhia de Beberibe ao par.
* da corapanhia de seguros ao par.
Disconto de letlras de 8 a JO por 0/0.
METAES.
Ouro.Onras hespanholas- 298000
Mocadas de 00400 velhas. 16000
de 63400 novas. 109000
* de400 Prala.raiacoes brasileiros. 19940
Pesos cipluinnarios, 18940
mexicanos..... 43860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Carntr, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15.
A illa-lidia, l!oa-\ isla, Ex eOuricury, a 43 c 28.
Goianna e l'arahiba, segundas e sexlas-feiras.
Victoria e Natal', as quintas-feiras.
I>RK.\.\I.\R DE1IO.IE.
Primeira s 6 horas e 6 minutos da manha.
Segunda s 6 horas e 30 minutos da tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, scgundasequinlas-feiras.
nelacao, lerr.as-feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas.
Juizo de orpbios, segundas e quintas s 10 horas.
1* vara do civel, segundas e sextas ao meiodia.
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
EPBEMERIDES.
Ab:il 2 lita cheia aos 8 minutos e 36 segun-
dos da tarde.
9 Quartomin2uanleas7 horas, 12 mi-
nutos e 39 segundos da tarde.
16 Lua iiova a I horas, 16 minutos
30 -cgundos da tarde,
a 24 (Ruarlo cresrente as 3 horas, 37 mi-
nutos 40 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
16 Segunda.Os prazeredaSS.Vir;;em Mi de ,
17 Terra. 8. Aniceto p. ; S. Hermorseiies m.
!8 Qua'ria. S. Galdino b. card. ; S. Perfeito.
19 Quinta. Ss. Kxpedito, Arislonico e Scrates.
20 Sexta. S. Jgnez do Monte Policiano v.
21 Saldado. S. Anselmo are.; S. Abdccalas.
22 Dominio, do Bom Pastore 2. depois'da Pas-
coa ; Ss. Soler e Caio pp. mo.
PiRTE OFFICIAL.
Conforme.Cundido Leal Ferreira, ajudante de
ordens cncarregado do drtallic.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exnadiesne o da 12 de abril
Oficie Ao E\m. commandanle superior da
' cnerda aadanal do municipio .lo Recife, intriran-
da- de bavee aulorisado ao inspector da Ihesoura-
ria de Uaenda a manjar pasar a importancia dos
vr-nermeatos dos odiciars do exercito em serviro na
taoaaa sear.l i nacional correspondente* ao mer de
erra animo, e bem assim os prels dos resprrlivos
ceratias.
Dito A Exm. presidenle do c/m-rlbo a.Uni-
nistratnode patrimonio dos orphaos.Ficando in-
tetrado do contend) do nflirio ile V. Ex. de 10 do
crrante, tetilin a diter-lhc em rcsposla que espero
que o* membros desse coiisdho ronliiiuem nessa
caaaatissao a desenvolver o inesnio zelo que Icrn sem-
pre mostrado no que diz respeito ao erviro publico.
Rilo Ao inspector da Ihesouraiia ile fazenda.
declarando haver o roinmandante superior da suar-
da arional deste municipio participado, que foi
despedido ilo servico no pr nucir o deste mez o lam-
ber do 3. balall.Ao de infanlaria da inesma guarda
atisnal, Francisco Xavier da Silva.
DI Ao mesmo, dizen lo que visto achar-se
esceUJo o creililo livado para a porr.enlagem do*
abracados da rerebedoria de rendas iulernas desla
pewtocia no carrele excrcicio, e nao ler chegado
a idtcwa do Iribunal sobre o augmenta pedido
ara ene fim, pode S. S. mandar conlinuai soba
rejjianjehiliilade da presidencia o pasamento da re-
ferid porcenlasem al que veulia a meuciniiada de-
cs
Uta Ao mesmo, pira mandar adianlar ao ma-
redial de campo, Antonio Corra Seara, o toldo cor-
respondente ao crranle mez. bem como pe'tar-lhe
soto de aermrrimenlo, visto ler elle de sesuir para
a corteja lomar assvulo na cmara temporaria.com
devalado por esta provincia.
Itrio Ao mesmo, duendo (car inlcirad de le
reni sido arrematados por 233 KJO rs. cada um os 19
cavados ita rinnpanbia Illa de cavallaria, que te a-
chavam inulilisados para o servir, e declaran lo que
ajaiora emellianle arrematado.l'arlicipoo-se ao
Wk. marecUal coinuiandanle das armas.
t Dito Ao presiileale do eonelho adminislrali-
. recomineinniiiilo que promnva a compra dos se-
nems e mais objeclos luencionadns^io pedido que re-
meile. afim de seren enviados para o presidio de
Fernando no patacho Pirapama, devendo porem
ahaler-se na quantidade de farinlia de mandioca in-
litada em dito pedido a que ja foi para all envia-
*4a no brisoe-liarra /lamarmc. .
Dito Ao inspector do arsenal de marinia. de-
rUraudo aoe a partida do patacho l'irtipama para o
presidin de Fernando rtever.i ler lusar no dia 20 do
ate, depoi* que esliverem embarcados os ge-
e os pre*ns de jiistica destinados ao referido
"_p. Przeram-se as necessnrias communica-
eoes a respeilo.
Bton. Ao mesmo, para mandar fazer no brisne
de gaarra Cafiltaribe os reparos de que traja o of-
Sti que remelle por copia, to roiniiiaudaiilc la es-
larto nwal..Coinniauicou-se a este.
IWo. Ao ii|s|>cctor ila Nieto orara provincial,
rae ipwnlando que nuHxln pr em hasta publica a
.toada eonli'
IHTERIOR.
iiinar.lo do rano do essolo da prara .la
I.ale vetha al a esquina da ra Vellia, servindo
da be aceta arremataran ,, erramenlo- e Clausulas
qac rarnaUe por copia. Gintiiiuiiicou-ar ao direc-
otira pnlilicas. ,
Wilo Ao director nterin. do Lazareto .la Pi-
.teado qoe pode eujpresar no cvereicio de n-
HajLdaau'He MatVIerinteulo, roo fue me Sur.
MhieCildas ,1a C..-la.
OURESPONDEXCIAS IM DIARIO DE
PERXAMBl'CO.
MARANHAO.
San- Lulz 8 de abril.
Sem mais prembulo* deive que llie evponlm as
.piucas oceurrenciat, que so derain depois da minha
ultima mwiva.
A sesnranca a tranquillidadc publica mareham
em a ncw alterara. A polica acliial.que desde
lonsa dala abri urna nova era na marcha adminis-
trativa denla provincia, acaba de capturar no lcal,
um celebre parricida de nome Constancio da Cruz.
Se.c.inlra todas as melhores providencias liumanas
o crime coinmetlesc, temos pelo menos a quasi cer-
teza da captura do delinquenle.e como consecuencia
natural o sen promplo castigo.
Isso lie o mais que se pode eligir das insliliticoes
humanas ; he o que bem diversamente se pralicava
nos bellos lempos da inlluencia do Joso dos boisi-
nhos e dos facanliudos Coque, Silveiras, Mililes, e
oulros que I ic- esmaltes da delunla Estrella.
A quiiizena actual pnssou-se quasi (oda na con-
lemplafao dos sagrados mysleriosda Redemp^So.
Como bom carranca que son, dou-lbc parle que
observei todos os jejunsda pragmtica, e que nao
perdi um nico sermao. CliaoicMi-me iiinil embo-
rape de buiquercrei sempre sesuir a marcha dns
meus avs; pois que e.u materias de religio ni),, te-
mos como na poltica as ideas de progressn.
Houveram durante aquello periodo as procissTics
do Senhor dos Navegantes, do Seuliorda Caima Ver-
de, dos FaWOs, ltimamente Indas as solemnidades
da semana santa na nossa igreja ratliedral. O povo
aecudio a lodos esses aclos, com pia devorlo, apre-
seDlan.lo quasi todas as igrejat na quinta-feira tan-
ta o luto que podiam, para a vsilc,ao do sagrado
sepulcro.
Antes de hnnlem o dia da l'aiio houve a noile a
procissilo de enterro ; e hontem as allcluias que fo-
ram saudadas pelos cauhocs dos 2 vasos de guerra
estacionados no porto c pela fortaleza de S. l.uiz,
na fallando nos fosueles e repiques do /slvln, e
nem as evecucOes do Judas pelas ras da cidade,ce-
remonia esta de bem anliguissima dala.
A bciisa ain.la conmina a flagelar-nos, O cemi-
terio publico da Santa Casa da Misericordia, que em
sen horrivel misler fiinrriona, segundo creio, ha
mais de 20 anuos, sendo de pequeo tamaito c abor-
rotado ultimameiilc com lAo grande numero de ca-
dveres, dril a conheccr que sem grave perigo para
a saude publica- mo se poda continuar nelle os cn-
lerramenli o-per es-a raza o sovonio araba de
mandar fecha-lo a paco de 5 anuos.
Durante ese lempo os enterraincntos se farao no
cemiterio da irmaiijadu 4? Senhor dos l'nsaoa, al.
que se lenha construido um oulro publico, .pie se-
com que me nb-equiou o nieu amigo Filnto Elizio
F. de Boraea, pojs eu nao tive ainda, at hoje, a di-
ta dereceber, sequer, um s numero do uiellior jor-
nal do imperio !
III.
Esla boa c inlrcssanle porrilo do Brasil, conhe-
cida pelo nome. j para mimsvnipalhico.'dc I'iauhij,
e que o Esm. Prreira de Carvalho, no seu velato-
rio, do auno passado. a atsmblea legitlaliro d'esta
provincia, chamou bella estrella do diadema impe-
rial.... esta boa Ierra, digo, goza de perfeila paz.
O temor de secta ja arrefercu com as abundantes
chovas que rahiram de 10 a, 2(1 de fevereiro lindo ;
mas os precos dos gneros alimenticios ainda se con-
servam no apoge do inleresse de tneia duzia de
egostas c avarenlos, enjos canto de alegra hedion-
la morlilicain em exlrcmo o roraces generosos e
liomanilarios.Quem qui/cr comer urna libra de
carne verde, fresca, ha de perder o amor a lOOreisi-
nhos ; e inctlida sal, einhora enrrendu esleja a sal-
moura.silodoze vinlenzinhos! V. e--i calila da usu-
rarios nefandosque he gente que perdeu, com a
consricucia, o bro, o pundonor c os senlimenlos de
rcligo e humauidade,lem a audacia de gritar
para o publico, com vozes, infames :Compre, se
qutzer; nfio i/uerendo nao compre: o prtro he ette,
e Hinquein a vender por menos MK OHMdA !!E
o mais he que e(.< tem razo : quem nao a lem he
a sociedade, que tolera em seu sciusemelhaiiles mal-
vados, sem os analhemalizar !...
Xote-se que nos aqui estamos perto do serlo, e
por conseguintc o gado nos vem de perto.
Um prato de farinha m (porque boa aqui nao se
come '... roinpra-se por 120e 110 res, e ja esleve de
180 210 res .' E estamos ao pe das mallas de la-
voura !...Lina rapadurinha 120, 150, 160, 200.
al 240 reis, segundo as phases !!E nao acertara
Vine, com a cauka d'isto'!Pois he aquella mesma
de que llie falle! na minha de Ifi de Janeiro prximo
passado acerca db noio poto de Piauhy ele... I.em-
hra-se ".'... Eis- ihi. A negligencia he causa d'esse
mal ; porem Ing > se acabara. O egoismo he que se
e seculo (crrivcl, que he a peste da
Hasta... seno vno longe.... se
nao acabar n'es
nossa sociedade
entrar n'esla maJtera....
IV.
A' cmara municipal de Cabrob decla-
tae Tomn ttansinitlidas asemblca legisla-
li.i provincial aspo-lora- que a mesma cmara rc-
. Portara Mandando admtlir ao servido do ex-
rrito, coeno voluntario, por irmpo de seis minos,
paisano Misuel Francisco de Oliveira. que perce-
beni alem do* vencimenlos que por lei llie compe-
lirem, o premio de 3009 ra. Fizcram-se as neces-
cm nun i cales.
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CORCHANDO DAS ARMAS.
Qaartel-reneral Na commando das armas de
Peraamba :o na cidade do Recife, ana 17 de
abril Na leM.
OR0EM DO DIA N. 30.
O niarrrlial decamporomiainilaulc da armasde-
rlara para os lins convenientes, que nesta data sesue
paia a provincia la l'araliioa o Sr. lenle do nono
balalliAo.le iuf.uilaiia, l.uiz da llanca de Carvalho.
a quem o govcrun de S. XI. o Imperador bouve por
bem, por aviso do ministerio dos negocios da guerra
de -J!l de noveinbro do anno patsado, mandar servir
no uiein l.al.dli.l. daipiella provincia, no qual ser
considerado em diligenna.
Por odirio da presidencia datado de lionlcm, foi
cntnmiiniradn ter o Sr. sesundo riniruiflo do corno
de saude do derrito, Dr. Joaquiui da Silva Araujo
Aatazouas, anresetrta.lo o relatorio dos Iralialliot de
que esleve incumbido ao norte desla provincia, sen-
do por isso considerado contp rerolbido da enmmis-
s.lo ;determina porlanlo o mesmo marrchal de .am-
po que esle Sr, segundo cirursio lique fazendo o
servido que Ibc competir no nono balalhao de infan-
laria, ao qoal c arha addido.
Finalmente inarechal de campo commandante
das armas declara que, boje, c.iiilrahiram novo en-
sajamcnlo por milis seis anuos, no- termos do regu>
lamento de 1 de dezembro delude decrelo n,
1101 de 10 de jnulio do anuo pretrito, preredendo
ame de aaiiide !c, p 2." sargento Ignacio l'creira
Serra. e o sol lado Manuel Celcsliue, ambos da roiu-
panhia lita de cavallaria desta Euarnicao, os qnaes
percelierao alui ilos vencimenlos que por lei llics
couipriirem, u premio do 40tt?OIKI r-, cada um, pa-
ga*.ua forma ilo arl. :l." do citado decrelo, e lindo o
ensajameulo ama dala de Ierras de 22,300 bracas
qjaMradat.
Se deaerlarem. incorrera na perda dat yanlagens
do premia, c daqucllas a que liverem >|jrcilo, scrao
lides como momia I-, descoulando-se no lempo do
ensajamento'o de prisiloem virtude de senlcnra, a-
veiban.lo-se este descont, e a perda das vantaiieiis
nos respectivos ttulos, como he por lei delermi-
lot Joaquim Coelho.
gundo me informan!, lirari I .i para ts bandas do
Apiruin no4iil:.ir denominado (iaviao.
Os perilot ilcsignam essa posi^ao como a mais con-
veniente as obras de semelhanle natureza.
Segundo o calculo de um curioso, o cemilerio da
Misericordia encerra em si um numero de morios
equivalente ao da nossa actual popular i que fluc-
ta entre 23 a 30 mil almas!! Duas populaccs
bem diversas cada urna em seu lerrcno, procurando
una deltas sobrepujar a outra, al que para sempre
ambas ellas se confundirn no Ircmendo da do ca-
Iharhysma universal.
No dia 2 do cnrrciile S. E\c. o Sr. presideiile da
provincia, acompanhadn do engenheiro ltimamente
ensajado, o Sr. visconde de S. Arnand. vitiloii os
trabalhos do canal do Arapapahy. O novo enge-
nheiro depois de examinar altenlamenle Indos os Ira-
lialho.. dirigi a presidencia nm relalorio bstanle
extenso, sobre aquella grande e importanlc obra.
Segundo esse relalorio o trabalho ale boje fcilo, lie
basianlemcnlesatisfactorio, n,1o so em relacAo a se-
guranea como ao mais que diz respeilo as regras da
arle.
O nivel.imenlo examinado! pof 5 vezes, verifi-
eou-sc achar-se exacto.
A inrlinarAo dada aos taludes he pouco mais ou
menos de 40 sros.
Por occasulo do preamar haver no poni culmi-
uanlo do canal 23 (almos de agua, de orle que os
maiores barcos passarAo oplimamente nao deman-
dando mais do que s ou 10 palmos de calado.
A largura do mesmo canal ser de 13 metros, a
qual sendo sullicienlc todava na opiniAo do Sr. S.
Vm.iinl, podera para mainr rommodidade da nave-
sarAo ser elevada de.13 a 1(i metros. Segundo elle
cssa srande obra podera concloir-sc .al Janeiro de
1K"iT, sendo porem ncrossario que trabalhem rons-
laiitemenle HOO operarios. Termina o mistarla de-
clarando que nao se deve desanimar na einprrza, e
que pelo contrario rumpre apressar os trabalhos que
se aeham em bom p de conclusa, alim de qoe nao
vtonhainns a perder, com a paralisacao, o que j se
acha feilo. Com perseverauca e dentro d'aquelles
dnus annos, a canal do Arapapahy concloir-se-ha, e
a provincia dcar dolada com urna obra realmente
bella e realmenle til, que muito honrar a admi-
nislraco do pre-idenle, e os engenheiros que a con-
ceheram e os que a cxccutarcm.
A vaga que no senado deixou pela provincia da
Rabia, o latiendo visconde da Pedra Rranca, fal-
ia-se que ser tentada pelo J. Marianni; isso asim
o iflaiiea n Jos dos bois, c prometle empregar toda
i sua inlluencia, apezar dos protestos de qne ha
ni .i 11-, abjurou a poltica, como ha pouco renegou as
gerencias de demandas vindas em revista. A ludo
esta velha raposa podera abandonar, mas nunca as
alicantinas que o caraclcrisam, e essas ideas de ain-
da um dia rcalsar urna imporlacao etc..
Do Para acaba de c-besar o Exm. presidente do
Amazonas, n Sr. coiiselheiro Hcrculano F. Pcnna,
que por este mesmo vapor segu para o sul, a lomar
assent.. na cenado.
S. Evr. bospedou-sc cm palacio, c honlcm irum
janlar que houve dado aos anuos do presidente da
provincia, leve ocrasiao de fazer parle da ruda pa-
godisla.
Aqui concilio, di/eudo-llie que honlcm houve um
grande baile masqu no lliealrn, c que boje havera
oulro. Baaa e*pceic de distrarcao j vai adiando
entre n.'.s srande numero de amadores.
Adros,que o lempo urge e o Imperador ja cachim-
ba ha mul<>.
PIAUHY.
Thcrezinfaa 1 de marco.
I.
Appcler a Vine, vigorosa saudo acompanliada de
felicidades, que san o que conslilue urna vida feliz
btala m.....lo tumiiU lario, em que o prazer c u lis
sabor andan, -em inlerrnpcau. em activas visitas....
Fajeado esle. votos pelo bem viver de Vine,, a
quciii niuiln eslimo o respeilo. vou dizer-lbe, que
encerrare! esla sem mais demora, lano por nao ha-
ver orrurrencias dignas de refcrir-llle, como pela
pressa com que estou em razAo de muilos afjazercj.
II.
No dia 27 do passado chrgaram-nos os estafetas,que
de Casias ronduzem-nos as malas do correioda pro-
vincia e corle, o foi cnlo que li algn nmeros de
Eslou baldo de noticias, e lie esse mais um motivo
que se ajuula aek cima indicados, que me leva a
ser lacnico. I
V.
Nao he d'esla vez ainda que llie fallarei acerca da
igrejaSnalriz d'esla cidade, a qul anda se arha em
conitniccilo ; ponqu, para narrar, mesmo de leve,
lautos fados, ja jdcosos ja indignos, lanos aclos de
aberr.ir.ao das recra do bom tenso, da cquitade e
de honesto, e lanos escndalos de mero egoismo e
ignnhilidade,fora misler consumir muilo papel c
lempo ; e n'esla orra.ian nAiifstoii de humor, c mes-
mo nSo Icnho lempo para is panda calbolicr, guardar silencio sobre tal ob/ecto,
ouso promeliei a \ me, que a hci inleiiar rcspcilu,
se Vme. e disnir, com sua roslumada boudade,
dar assenlo s mili tas luscas mis-ivas as vastas co-
lumnas de seu procurado Diario de Pcrnambuco.
VI.
Na tarde do 28 do mez de fevereiro lindo, dous
negros, que eslavam puxando n'uma corda mate-
riaes para Iraballiarem oulros na parede da i'jreja,
eis quebra-se o amarrilho, que suslinha o carrltel,
eosilousdesgracadosdcsaprumao-se e cahemdc gran-
de aliara, ficando lodos arrebcnlados como he fcil
cunccbcr! Ambos sao de particulares. Um, de mi-
me Hcncdilo, he do lenle coronel Ernesto Jos
Raptisla ; o oulro, cojo nome ignoro, uAosei a quem
pertence. '.
As paredes da igreja vAo-se abrindo espanluaa-
menle, de sorle que julgam qne, com as chuvas -do
presei.te invern, caluro.Ninguem ignora que
essasraxadurasproveem da pressima conslrQcc,Ao,que
esta entregue ao mestredasobras publieas.e que essa
igreja, rum que a provincia lem dispendido una
somma enorme.e conliuua a dispender, nAo ser urna
obra segura, nunca ;salvo se derribaste e construs-
se de novamente sob a drecrAo do um homem peri-
to c digno de conliauca :e todava o tal continua
na direcrao das obras, c a encher"as burras de co-
bres, segundo diz o gelra da populando, que birra
com elle !!!
A cadeia d'e-la capital ameara ruina, pois, se-
gundo me informain, laes c tacs paredes eslAo desa-
prumadas, c urna d'ellas com urna grande melladu-
ra !...
VII.
Antonio Ferreira l.ima Abdoral, acensado e pro-
cessado cm Caxias pelo crime de possar sdalas
falsas, fui, em dias do pas-ado, preso no municipio
de SAo-(j.>ni;allo, d'e-la provincia, acba-se recolhido
rai.eia d'esla cid.ide. e vai ser.conduzido para a-
i|uella cidade, onde ser julgado. lslo he conse-
luenrla de urna denuncia horrivel, e negra de fal-
sidades, que, contra esle moco, digno e eslimavel
cearensc, natural do Cralo', deu um alveilar aborre-
cido de muila gente !Desojo, pois, que o Ahdoral
seja livre de lAu incommodo prcsadello.
VIII.
.i Icos, despo-lhe saude e venlaras, cm quanlo
deseja-las potsuir.e fien asuadisposic,ao,eomo seu fiel
criado. C.
iaaai ------
Rio Grande do Norte.
Nalal 14 de abril.
Terminou a semana tanta, que aqui (vemos, e nao
sei o que llie deva dizer a respeilo, pois que si aclos
nos quac nao he permillido innovar.e ja lAo sabiib.s
que repelir-lhcaqui loda a paixao de Chrislo, ollicio
de Allcluia e Ressurreieo,seria pregar urna grande
inalada aos seos composilcres, e nao meont aos res-
peilaveis leilores ; conlenlo-mc pois em dizer-lbe
que afora a procissao do Passos, que moi dercnle es-
tara -en,i couliuuasse a inania do farricoco com sua
grasnanle corneta.que atrahindo a si um rrescido n.
de muleques tal algazarra iizeram, que nAo s falla-
van) ao re-peito.levido ao aclo.comomesmo privaram
que se podesse ouvir o eloquenle sermao do Encon-
tr, que pregou o nosso reverendo coadjticlor o pa-
dre Joaquim Francisco de Va.coneellos, que apezar
de lodo o moliiu ainda pude ouvir; lodos os mtis
arlosestiveram desenles e bem concorridos; ainda
que alsums estiveram manos por falla de sermAn.
Lina rousa lambem nolei, e que loso fiz Icnrilo nao
deixar eimsilencio, porque muito desejo nAo repta-
se, e foi que vi exigir-se a preferencia de lugares na
igreja para corla- e determinadas familias, qne en-
viavam seus tapetes com loda a antecedencia, e se
deivavam ficar em rasa, e qneriam que se rcspeilas-
so o sigual de orruparaii e posse, expellin lo-se al
srosseiramente as familias, que oceupavam os luga-
re-a-sim assignalados; e-sas preferencias pois na
rasa de Dos, p?raute quem todos sao isuaes, e lem
os me.mus direilos na presenra de um Dos, que a
I ls recebe em sen scio como seus quoridjs lilhos.
quea ninguem repelle,porque portodosderrainnuseu
lirerioso sangue, digo que lacs preferencias sao in-
dignas, odio-a- c indecentes cm lAo respeittvel lo-
gar ; c como estou convencido de que o nnsso bom
vigarlo disto nAo leve conbecimciito, espero qoe lo-
go que lea eslas linhas extirpe esse abuso.
Tamhem houve semana sania em San (Inncalo ;
porem l nao fui, porque o meo amigo visorio se
nao lemlirou de convidar-me; lalvez porque sendo
e'le nimiamente modesto, se olTende&se com as pou-
cas palavras que cm seo abono llie esrrevi a respei-
o Candido, c elle lemesse alsuma explosao ; como
quer que fosse, o cerlo he qu1: passe por haixo da
mesa e llie protesto nao olTeaaler mais a modestia de
nieu amia quero fazer pazes, e nAo roe ver cundemnado a per-
der algnma outra fes la de que tanto goslo.
Vi iucerla em um dos seus ltimos Diarios urna
correspondencia do meo palricio o Rio Jjraiulen-e,
que ule enrheu de prazer, porque convencendo-sc
da Tardada do que en llie havia dito em urna das m-
nbas anteriores, acerca do D-. Ribeiro (mlico ni
dnvidou relralar-se das observacoes que havia fcilo
a respeito da relira.la do Dr., pois que alem da ma-
neira polilla e delicada com que por sua bou.la.le,
sempre se servio tratar-mc, reslabeleceu o crdito
do ten correspondente, que disso be muito zelnso :
desejara porem que o men patricio fosse mais indul-
gente com a nosa Ierra___ que se nAo livesse spr\i-
ra aqui acontece, eslava quasi dizendo qne o meu
palricio leve rallo E sabe Vme. o que foi, oura e
pasmad! gatus, el /ctvitothavio! Acliava-se grvi-
da a mullitr de um empregado da Ihcsouraria, que
se me nAo engao, he Manocl Jos Nunes, e se leu-
do lifirnllndn o parto, lalvez por impaciencia da fa-
milia foi chamado um velho curaudeirn, que aqui
bebe 0*fumas de rirurgiAo, paraassistir a parturien-
te, e eissenAo quanlo o velho sacra de um au/ol de
pescar cavallas, e com elle fuga -a crcanea pelo cou-
ro cabelludo, puxa, lasca-Ihe a caliera c nao a cx-
lralie !! !... oh que nao sei de nojo como o emite !
E o que me diz Vme. a islo em urna capital'.' !
A rreanra nasceu quando foi lempo e inui natu-
ralmente, porem com o crneo lodo estragado, e
honlcm fallecen, nao sei o que ter.i feilo a -polica.
E diga-me se aqui estivesse o Dr. Ribeiro a po-
bre senhora solTrcria esse brbaro tratamenlo? A
rreanra seria a-sim asossinada? Ainda uao tinba "l-
vido dizer que se podesse pescar gente em ulero hu-
mano E at quando estaremos a ser leslemunha
desses e oulros Tactos iguacs pela falta de um medi-
co? Islo he o que me affliee, porque pareca-ins que
ha um nano fado que nos condemna a eslarmns sem-
pre nesaa orpbandade.
Em dias do mez pastado foi .i-sa-.-ina.lo a ccele,
no lermn de San (ionejalo, por nm Indio, um indi-
viduo por nome l.ima: n aasasslno foi preso no ler-
mn de C.oi inninlia, c se arha nesta cidade : confes-
sou o delicio, e diz que o fizera, porque ha qualro
anuos pouco mais nn menos, lambem o mora llie
dora ninas cacetudas. Por cerlo que nao quiz se-
guir o sagrado preccito de nossa religiAo perJoar
as injurias.
Tainheiti a nossa alfandega ainda est sem ins-
pector.
Saude, e conquibus Ibc desojo, etc., ole.
de, he de parecer que se nomeiea coinmis-Ao reque-
rida para que, de accordo com o Exm. presidente,
em quem a commisAo dcpoila a mais plena con-
fianza, se preceda aos exames necessarins.
Sala dascommisses 10 de abril de 1833. Sihiiio
Cacalcanti de .tlbuquerquc.Theodoro Machado
'reir l'creira da Si/ro Jnior.
'leudo a coinmissAo de obras publicas, asncullii-
ra e cominercio, a quem loi presente a iudir-rao
do Sr. depulado Meira, para que fosse Horneada
a ni a commi-sao de iuquerilo sobre a repartir das
obras publicas, em sua maioria concluido uu pare-
cer assignado por dous de seus membrns cm favor
da coiicessAo da medida indicada ; o abaixo assig-
nado, m.mil ro da inesma commissao e divergente da
opinia eguida pela maioria da commissao, julsa
dever, atienta a gravid.idc da queslao, exnor por
escriplo os fundamentos de sua ilivergenria, otTere-
cendo a considerar,,!.i desta aasembta o presente vo-
to em separado.
Prescinde o abaixo n-sisnad de cnlrar na apre-
ciaran da discns-Ao liavi.la.na casa acerca da repar-
lirAodas obras puhliras, cnmprinilo-lhe apenas no-
tar, que as allegares feilas referem--e a fados,
alguiis de data nvuilo remota, qne nAo foraui pra-
lirados durante a existencia da actual administraran
nem da actual directora das obras publicas, c ou-
(rus l'ie llie pussam dizer respeilo na sua maio-
parle apoiain-seem dilos vagos sem haverem sido
-lisenla.los por provase documentos autenticoe. To-
dava admillindo o fiindamenlo em que se batea a
maioria da commistAn nn prembulo de seu parecer,
'slo he, que os facas produ/idos contra a reparlijao
das obras publicas s.io de natureza a pedirem me-
didas do cupo legislatnio provincial, nessa mesma
hv polbese, o abaixo assignado nAo pide nssentir i
medida indicada por considerarcs de urna ordcni
superior. '
A divisAo e harmonia dos poderes polilicos he
um principio consagrado na nossa ronslituicAo po-
lilira. Para que 1.1 ahitar disposi^ao, que se ada
estatuida nAo s no nnsso pacto fundamenlal como
em quasi todas as cim-liluires de novas livres seja
resfieilada e se inantciiha illesa, be mislerquc os di-
versos poderes do estado nao transgridam os limites
Franciscanos da cidade de Olinda, para reparos de
seu convenio". ,
n Si. Duas de KiOiIMIOjOOO rs. cada urna a ir-
mandade do Santissimo Sacramento da fregue/ia de
S. Fre Pedro (encalves do Recife, para a conrlusAo
ras obras da mal i/.
quim de Mello, para auxiliar a pulilicacAo dos Ira-
ballio- biograpliicos que promelleii fa/.er.
S ti. Duas'de otnOOOfOOO rs.eada ulna a irnian-
da.le do Senhor das Dores, precia na igreja de San
Hnralo da Boa-Visla, para reparos de sua igreja.
i S7. uas de (0:(HH)5ooOrs. cada urna irman-
dade de Nossa Senhora da Paz dos Alosados, para a
conclu-Ao das obras da respectiva igreja.
S S. Duas de fi0:00O5KK)rs. cada urna i irnian-
dade .la Senhora do l.ivramento, para a ronclusAo
das obras da? sua igreja.
a '.). Duas de .30:0003000 rs. irmandade do
Senhor dos Passos, erecla na matriz do Corpa Santo,
para conclnsAo das obras de suas catacumbas, e mais
obras de que necessila.
Arl. 2. As corporarcs rtligiosm que pela pr-
senle lei tem concesslo do I .lena-, sao obrigadas a
prestar (nulas anjuiz de Capellas.
.< Arl. 3. O beneficio da lotera concedida a An-
lonio Joaquim de Mello, ser recolhido a Ihesoura-
ria provincial, se nao liver lugar a publicarlo ds
Irabalhut de que se incumbi.
Arl. 1. O beneficio das loteras concedidas aos
Carmelitas da cidade do Recife, sera de preferencia
applioadoa aos reparos da parle externa do' Con-
vento.
Arl. 3. O governn dar planos para a extrae-
i;ao das presentes lolerias.
ii Arl. 6. Ficam revogada ai ditpntiret em con-
trario.'
Paco da awemhla provincial de Pernamhuco
31 de marro de 18.33./#naci Joaquim de Son za
Iao.Siqucira CacalcaiUi.Luiz FiMppe. >
He approvado sem dbale.
I .-.niiiinn.-... da primeira discussao do projerlo n.
0, que ajiprova o siibji.l'n addicioni.l concedido
campanliia cosleira de paquetes a vapor.
O Sr. Meira : Sr. presidente, eu pedi a pala-
de suas verdadeiras altribuices. I ma commiasH ra, iflm ae provoriir os llobrM %iemtarM do pri,
deinquerito decretada e nomeada pelo poder le-, jert,, a darem-rae alguns esrlarecimenlot.cerca des-
dous ou
ASSEMBLEA IaEGISI.ATIVA PRO-
, VINGIAI.
Scssao' em 13 Oe abril de 1865. ,
Presidencia do Sr. Barita de Camaragilie.
A'slllj, fcila a chamada, acham-se presentes
SO aanhorea depulados.
O Sr, Presidente abre a se*so.
(J Sr. 2." Secretario l|a acia da laallo antece-
dente, qoe he approvada.
05r. I." Secretario menciona oseguinle
EXPEDIEMC.
Um requerimento da irmandade de Santissimo
Sacramento erecta na igreja de Nossa Sei.liora da
CooccirA de Paje de Flores, pedindo a approva-
ofio de seu compromisso.A* coinmissAo de negocios
ecclcsiaslicos. .
SAo lulos e .ippriivadrs os scguiules parece-
res :
o A commissAo de ordcna.los para poder dar seu
parecer sobre o incluso rcquerimenlu dos oilriae< de
juslirada fazenda provincial, que pedem a esla as-
sembla o augmento de ordenado, que actualmente
percebem, necessila, que pelos cauaes compelcutes,
seja ouvida a Ihesouraria provincial acerca do mesmo
requerimento.
o Sala das conferencias 13 de abril de 1833.
Machado da Silca.A. de SotUM l.eo.
A Commis-Ao de fazenda c orcamenlo a quem
foi reuieltido o requerimento do vigario da frrguezia
de Aguas Relias. JoAu l.uiz da Silva Reis, pedindo
o pagamento de 27G92G0 rs., em que impnrlou o ex-
cesso de dc'spea dos concerlos por elle excrulados
na malrii da sua freguezia, por cnla do 1:3005000
rs. recebidot dos cofres provineiacs, altendcndo que
o eveesso da obra correspondente aquella quaulia,
Jar diminuir no rorrenfe exercicio ou nossegiiinles,
a consignaban para acontinuacAo dos ditos concer-
los, e que lulo he justo que o supplicanle, leudn-se
prestado gratuitamente a administrar cssa obra, fique
alm di-lo sobearregadode urna depeza que loda
reverle em beneficio publico, he de parecer que se-
ja deferido, volndose na lei do crdito supplemen-
tar para o pagamento da divida dos exercicios lindos
a qo.iulia precisa para seu pagamento.
a Sala das commissoes 13 de abril de 1833. Jote'
Pedro da Silva. Monoel Joaquim Carneiro da
Cunha, >
A commissao de inslrnccao publica, para pn.ler
emillir o sen parecer sobre a prclencAo .de Alexan-
drina de l.ima e Albuquerque, professora publica de
io-lriircAo elementar em Santo Antonio do Recife, a
qual requer a gralificacAo de mais de 12 annos, jol-
ga necessario, que pelos canaes competentes, seja ou-
vido o Exm. director geral da instrucrao pu-
blica.
Par,o da assembla legislativa provincial de l'er-
narobuco 13 de abril de 1833. Padre I arejiio.
Aprigio Gruanles.
A commissao de pelirOcs lenilo examinado al-
tenlamenle o reqoerimenlo de Antonio Pereira de
Oliveira Ramos, no qual pede i esta assembla que
llie mande pagar a quaulia de 4213000 ra. que o
corpo de polica llie he devedor, como prova dos do-
cumentos junios ; vista da juslica que assislc ao
peticionario, he a commissAo de parecer que o go-
vernoda provincia mande pagar aoMippliranlc pela
raixa dos fardamcnlos do corpo de polica a quaulia
cima mencionada.
o Sala das commisscs 13 de abril de 183.3.S-
queira Cacalcanti. Souza Uo. l.uiz F.i-
lippe. -o
Vao a mesa e sAu apprnvadus os se .-untes reque-
rimeulos: i
a Rcqueiro que se mande pedir ao Exin.Sr. presi-
dente da provincia todas e quaesqaer informaracs,
que por ventura se posaam obter da secretaria do so-
verno provincial, a respeilo da freguezia de N. S.
da Penha da Franja da T.iquara, cniernenie ao
direilo que lem Periiambiico sobre esla fregue-
seu imporlante e acreditado Diario de Pernamhuco, lo da fesla do Orago, ou porque l se livesse de achar
gislalivo para examinar actos praticados por nina re-
partirlo publica, que fuucciuna sob a inspccQao c
responsabilidade do delegado do poder execulivo,
parece na realidnde una medida destruidora do
principio de liar.tonia dos poderes ; todava a prati-
ca d sistema representativo seguida em diversos
paizes a lem admillido em certas circumslanciat ex-
cepcionaese extraordinarias, sendo porm etla me-
dida sempre iniciada aja apoiada nos parlamentas
pelas opposices contra um govcnio em quem nSo
ronlicin. Porlanlo, he claro c exidcule qoe urna
rninmissao de iuquerilo UAo pode ser considerada
senAo como um aclo que deuota falla de confiaura
da paite de quem a decreta. Oulra u.. pudendo tor-
a sicnilicarAudc seinelbanle medida, parece que ella
jamis poda nem devla ser aconselliada pela maio-
ria da commissao. que em seu parecer protesta de-
positar a mais plena confianza noac'.ual presidente
da provincia.
Se faclus existen) praticados pela rcparticAo das
obras publicas em prejuizo dos inlcrcsses da pro-
vincia, e que por ventura tenham escapado a irices-
sanle vigilancia da primeira auloridade adniinislra-
liva, o ahajxo assignado enlendeque o presidente da
provincia,armado dos poderosos recursos de quedis-
poe, e animado, como sempre se ha mostrado, do
mais sincero desejo de pugnar pelos inlere-ses ila
provincia, cuja administrarlo suprema llie foi confe-
rida, em vista da discussao havida nesta assembla.
ludo envidar para corresponder. a espcclaiiva.de
iodo-aquello- que em S. Exc. depositan) ronfiauca,
mamlando por si e iiidcpendente de qualquer* deli-
beraran rxpressa desla casa, proceder lodas as ave-
nsuares que possam ser julgadas necesarias para
o dcscobrimenlo da verdade e severa represso de
quaesqner abusos, que possam ler havidn; como
lambem usando das anlorisres ja concedidas lo-
mar todas as medidas convenientes para dar
reparlirAo das obras publicas a precisa forra moral,
de mamara a cunvencer, que as importantes e avul-
ladas conssnares voladas por esla assembla para
ineloramenlos malcriar-, tem urna applicarao lano
na parlescienlilica como fi-cal, lAo proyeilosa e til,
como se piidc razoavelmcnle desejar cm nosso paiz.
Portadas asconsideracues, que araba ni de ser ex-
pendidas, cunclue o abaixo a-signado ronlra a de-
crctarAoda coinmissAo de iuquerilo indicada no re
queriinenlu InSr. deputado Meira, julgandn seme-
lhanle medida mo s desiieccssaria como impo-
ltica.
Sala das commisses em 12 de abril de IS3.3.
Augusto Fredcrico de Oliicira.
(i Sr. Aguiur enlende que sendo a materia de
transcendencia, tratando de diversos pontos, desoja-
ra entrar nesla discussao, mas llie tiao sendo possi-
vel de momento apreciar as diversas opinies, julga-
va conveniente que fossem os pareceres impressos,
afim de entAo entraren) em discussao.
O Sr. Meira : Sr. presidente, bem que o nobre
dejnilnilo procura-so justificar o adiamenlo que re-
quer, todava ni* posso prescindir de observar que
nAo reconhejo necessidade alguma nessa dilacAo : o
objecto be de urgencia, ja lem decorrido 10 dias ; os
pareceres sAo por sua natureza simples, um opina
pela nomearAo da commis-ao em consequencia da
gravidade dos fados aprescnladusna casa, oulro, po-
rm, diverge dessa opiuiao, baseando-se na coufianra
que a casa deve ler no governo ; s.1o materias iao
simples qoe podem ser plenamente desenvolvidas in-
dependente da impressAo nosjornacs. A'vista dis-
to, da importancia do objecto e da dilaeao que lem
j havido, eu requeiro urgencia para que seja boje
mesmo discutido o parecer.
OSr. Presidente :Eu dei a palavra ao nobre de-
pulado e n.lo quiz inlerrompe-lo, mas dcvo-lhc ad-
vertir que nesle negocio mo ha discussao vista da
disposiro do regimcnlo que diz : U.
O Sr. afefra : Entendido o regimcnlo como V.
Exc. enlonde...
O Sr. Presidente : E nao se pude entender de
outra maneira : independenlc de discussao eu devo
submeller a volacAo urcqqcrimentodo nobre depu-
lado que pede a inpressov e se esle for rejeilad,
piide o nobre depulado eulAo oedir a urgencia.
Submcllido vota(!o o requerimento do Sr. A-
guiar, he approvado.
ORDEM DO DIA.
Primeira disrussao do projeclo u. 13.
' o A commissao de petiees eximinando os requo-
rimenlos inclusos cm que diversas ordens, e Irman-
dadeareligiosas, e Antonio Joaquim de Mello, pe-
dem a esla assembla que Ibes conceda loteras, e
|a queslao. Consbi-me que ha um contrato celebrado
enlrc oguveruo c essa romp nina, mas os nobre de-
put.Tslos acharam convrnienlc alterar esse contrato :
sem duvida, sejiliore-. o contraa est imperfcilo,
osla defeiluoso, e o presidente da provincia que o
formulon parece qne nAo merecen confianza dos no-
bres depulados tgnalaros do projeclo, sendo que
um delles o Sr. A. de Oliveira, he um dos defenso-
res d. ystema da conliauca. Ora, lendo-se allera-
do inanifeslamcnle essr cuntralu, e u.lo pndeada eu
apreciar bem as alleraresque se fizeram, ilcafilvk
H.ue os nhres incmbros da rommissao.se dis:
exply-ar-me quaes os detcilns que acharam nesse
contrato, qual a iirsnfficicncia dellc. qnaes s rzfies
que os levaran) a allera-io por esla forma, afim de
que cu possa fazer observacoes a re tiorque, cniliaiido como a casa confia, e cspecial-
mcule os nobres depulados, no governo da provin-
cia, seria raz.lo lalvez sullirienle para que se n.lo rc-
solvesscm a alterar o contrato que elle havia feilo.
O Sr. .ai. de Olieeira : #N8o me abaixo a respon-
der.quando me faz inlerpellaeescnm faeccias como
etsas.
O Sr. Meira : Se o nobre depulado te n.lo a-
baiaa responder-me, eu nao me avilloem inler-
pella-lo.
Ha um apar le.
O Sr. ./. deOliceira : -*- Referise a mim.
O Sr. Meira : O nobre depulado nao esla ao-
lorisado para qualifirar as minbas expresscs como
facecias, nao esl habilitado para isto, nao lem pn-
der nem mrito bstanle para asgredir-me por laj
modo, pelo que repulo rom soberano detprezo, a re-
prehensao iujuriu-a que me quer passar. Estou no
meu. direilo quando provoco qualquer dos signata-
rios do projeclo a esclarecer-mc sobre as duvidas que
lenhe. 'Sei que ha um contrato feilo pelo governo,
nao examinei esse contrato, nao possa por ora apre-
ciar as alteraroes que o projeclo llie faz, mas os no-
na
o Sala das se'scs 13 de abril de 1833. Si/cine j considerando valiosose allendivcis os motivos nellcs
Cacalcanti de Albuquerque. produzid.i, vem propora adopr/to da sesuintc reso-
a Requeiro que se autorise a commissao de policia luc.lo
a contratar a pul.li.-ar.lu dos trabalhos da casa.Set-
Carialho.
SAo lidos os scguinlcs pareceres :
n A commis-ao de obras publicas.a quem foi pr-
senle o requerimento do deputado o Sr. Meira, com
o fim de pedir a esta assembla a nomearAo de urna
commissAo de iuquerilo sobre a rcparlijAo das obras
pablleaa ; atlenden.do a qoe os fados, que se fizeram
ouvir nesla assembla contra a mesma rcpariir.l.
sao de natureza a pedirem medidas do corpo legis-
lativo provincial, em ordem a descobrir-te a verdu-
o A assembla legislativa provincial de Pernam-
huco resolvc :
ii Arl. I. Ficam concedidas as segundes lole-
rias.
S I.Duas de 100:0005000 cada urna aos religiosos
Franciscanos, da cidade do Recife, para reparos do
respectivo convenio.
; 2. Duas de 100:1X103000 rs. cada urna aos re-
ligiosos Carmelitas da cidade do Recife, para reparos
do respectivo convena.
8 3. Urna de 4W:(JOa9000 rs. aos religiosos
porque ella se nao refera tmenle a um,
tres anuos, mas a 10 annos.
Dez annos a 10 rontos de ris corresponden) a 100
rnnlos de ris : j se v, pois, que nao he nma ci-
fra insignificante que deva passar desapercebida-
mcnle aos olbos dos legisladores proviuraet. Im-
preson.n)-me realmente essa quola, c entend que
nao devia cciiccdc-la tilo amplamente, como con-
sisnou no contrato o Exm. presidente da provincia :
entend mesmo que poda antisfazer cm parte as vis-
las do prrsidenle da panviiicia, fazendo ama econo-
ma cm favor dos cofres provinciaes ; assim foi
meu entender, que devamns rednzir es-a prcstacAo
de Klcontos de reis por 10 anuos, 3 annot nica- .
mente, porque, cultores, se acompanhia not an-
nos prwlteires, subsidiada pela provincia rom 40-
rontos.por diversas' provincias com quaulia- mais ou
menos grandes, segundo as forcas de seus cofres,
coadjuvada poderosamente com (0 cunto? de ris,
que llie d o governo geral, coadjuvada ainda pelos
fundos sociaes, nao liver um resultado feliz, he
porque de cerlo a gcstAo de seas negocios tem sido
nial fcila, e tonga de ser ella um elemento de espe-
ranzas e trosperidades futuras, ser um sorvedooro
ddinheiro. Se, porm, a rompaubia chegar a pro-
var que apezar da boa gestilo de seus negocios, os
lucros lirados nAo prefazem as despezas feitas, ou
mesmo nAo .1,1 uin lucro, que corresponda ao seu
trabalho, pode ella novamcale vir pedir a esla as-
sembla o augmento .la ron-ignara ; e nos qoe sem-
pre temos em vista ot inlarestes da provincia, ua
deitaremns de altender a sua redamara...
Ea creio,Sr. presidente, que devenios laucar as
nowas vislat para o futuro. nAo se (rata de consig-
nar urna verba insignificante, he una quanlia im-
portante que se vai tirar dos cofres provinciaes : 100
conloa de ris com os diflerenles atrasos que pdem
apparecer na arrerailac,ao dos dinheiros da provin-
cia, ciun as dillerenles administrarurs que se p-
dem suceder mais ou menos favoraveis, mais ou
menos intensas aos interesses da provincia, podem
acarrelar graves rom promellimenlos para os cofres
provinciaes: assim enteudo que marcan.lo-se a qao-
la de lOcohlosdc ris para os 5 primeiros annos,
lempo justamente em que a rnmpanhia necessila de
soccorro, temos dado urna quaulia razoavcl, fican-
do-m.s o. direilo salvo de augmenlarmos a consig-
narlo deque lenho fallado, lego que d entendamos
conveniente : espero pela segunda discussao para
no sentido ng rcslricr.io mandar urna emenda.
O Sr. Mello Itfgo: Sr. presidente, levanto-me
somonte porque o nobre deputado, que encetoo a
disu-sao.se nAo pertuada quea maioria da commissao
se recusa de nm modo proposilal a dar informa riles
a qualquer dos nobres depulados qne qneiram ex-
ercer-se sobre a materia do projeclo -ujeito k eppro-
vac.io da casa. Devo, porem notar que tratando-se
na primeira disrussilo de apreciar a uiilulade econs-
m litucionalidade dos prnjeclos, quando o nobre depu-
tado pedio a
nha a i"
ou per inconstitucional : entretanto elle limlou-se a
dizer qoe nAo leudo e-lu lado a materia, posto que
ella fosse dada para ordem do dia, lodos' mis linha-
mos obrisaea.. de eslodar as malcras...
O r. Sousa Carvalho: He eslv lo de lodos
nos.
O Sr. Pinto de Campos:Segoc-se que o slylo
he ni .u.
P Sr. Mello llego : Todos mis lomos obrigocao
de e-lu lar as materias, que sAo dadas para ordem do
dia...
O Sr. Meiraihi um.aparle.
O Sr. Mello llego: Pedindo csclarecimenlos,
disse o nobre depulado, que a cominisslo linha alte-
rado as bates fiindamrutacs do contrato.
OSr. Meira:Que linha feito allrrarirs no enn-
tralo;
O Sr. Mello llego :Disse que'.liuham sidoallera-
.las as bases fundamentaos do contrato, lalvez nAo
fosse islo a soa inteneAo, crea mesmo que olas pa-
lavras Ihe cscaparam no calor do discurso ; mas fi-
que certo que disse islo.
' A commissAo n.lo fez alleraces ao contraa, nem
simples nem fundamentaos ; a commissao o que fea
foi, alm de dar mais alburio ao governo, eslabete"
aedio I pala\r,i,mo rsua.li que elle se propo-
i eiTmnar**"*"*riTi1Tl'ctn. ou por can arha-To nlil
bres depulados que formularam esse projeclo, de- ,cer urna rondirAo, que resulla da disposiro do ar-
\ cm e.'.ir mais habilitados rio que eu, e merecendo
rumo o nobre depulado acaba de dizer, toda conliau-
ca, governo da provincia, estando elle aalorsado, e
leudo formulado um contrato com cssa companbia,
crcio, que scnm razfies muilo valiosas, podem ser
approvadas as alteraroes fcifas pelo projeclo; bem
v, po, a assembla, que islo nAo pude jamis aulo-
risar ao nobre depulado a ageredir-mc-por esta ma-
neira*.
O Sr. augusto de Oliveira : Sr. presidente^
nao pretendo dar resposla ao nobre depulado em
visla das expre-ses de que elle se servio ; o nobre
depulado aproveitou-se dos fundamentos do parecer
u voto cm separado, que ha pouco fui lido na cata
Para lirar razes contra o projeclo cm discussao.
Eu. Sr. presidente, eslou i me no meu proposijo
de nAo dlr rcsposla ao nobre depulado. Quando o
nobre depulado qui/.cr iulcrpcllar-me como mem-
l,ro de qualquer commi-sao, para que eu d conlas
casa de qualquer projeclo que eu aprsenle, faca-o
em termos habis e mo com facecias : cu sou bem
conbecido c o nobre deputado o nao be menos, por-
lanlo appello para o publico ; nada mais lenho a
dizer.
O Sr. Meira : Repillo lamben) e appello. Diga
que n.lo lem retposla a minha iulcrpellacao.
O Sr. Augusto de Oliveira : Se fosse em al-
guma toja de Ucros lalvez encontraste a resposla
devida.
O Sr. Meira : E eu digo que se fosse as ras
desta cidade linha rcsposla.
0 Sr. Presidente : AllencAo.
0 Sr. Silvino: Sr. presidente, tendo assignado
o parecer da rommis-Ao, que se acaba de lr ,i rasa,
com reslrccoes; pretenda motivar o meu vol
quando o nobre depulado [ o Sr. Dr. Meira ) prece-
dendo-me, levantou-sce pedio explicacoes aos mem-
brns da commissAo. a respeilo das modilicacr.es que
linha feito uo contrato celebrado pelo governo com
a companbia de vapores da navegac.lo cosleira.
Entend, Sr. presidente, que devia fazer modifi-
raees naquelle conlralo, sem atlender para essa
queslao prejudicial,e que cu chamare! inconfeuien-
le, suscitada pelo nobre depulado que iica minha
direila ( o Sr. Meira ), e cuten I assim porque reco-
nbeco que esl as attribuiccs da assembla pro-
vincial restringir, ampliar, ou mesmo destruir con-
iralos da natureza deste, que se acha suluaellid a
con-idcrarAo da rasa, e_.
1 Di Sr, Depulado : He para isso que vem aqui.
O Sr. SUcino : ... se he esse um direilo, que
perlence a c-la assembla, enmp he que se quer tra-
zer para aqui essa queslAo de coufianra. que al
cerlo ponto pude coaretar a rcalisarao desse direito ;.
Nao sera urna inconveniencia susrilar-te esla ques-
lAo quando estamos em lio ba harmonia rom o
Exm. presidente da provincia, e quando podemos,
sem alteracao dessa harmonia fazer niodilicaret aos
contratos por elle celebrados '.'
Assim, meus seuhores, repito, a queslao do con-
liauca he sempre inconveniente porque he odiosa.
Assignci com reslricrajes o parecer da commissAo,
porqoe cnlendi que lOcontos de ris de aogmcnlo
de siib\enco animal aos 30 por mis consignados,
era urna quota demasiadamente grande, e era de-
masiadamente grande mrmenle, Sr. presidente,
ligo 2." da lei, cm virtude da qual foi fcilo o con-
lralo.
O paragrapho 2." do rTrligo 1." do projeclo diz:
k O referido subsidio addicional dever ser dimi-
nuidoou suppriini I pelo governo anteade lindos os
dez annos, porque, foi concedido, no caso que a fu-
tura prosp.ri.ladc da companliia o possa dispensar.
O artigo 2. da lei n. 303 diz :
n O governo exisir as saranlias precisas, e esla-
belccer as coiidirocs convenientes, atn de que a
provincia colha maiorsomma de beneficios posuvoia
dessa cuucessAo, que podera er diminuida, leda a
vez que a futura prosperidade de companbia possa
dispensar esse sacrificio dos cifres provinciaes n
I.oso. o que eslabelecc o projeclo nAo he umaino-
varAo, be o mesmo que se acha estabelecido no arti-
go 2." da lei em virlode do qual foi feilo o conlralo
mascomo a lei s se referia as 30 conlos,a'commissAo
entendeu que devialambcm eslabelecer essa ooudi-
{3o quanlo aos dez conlos, harmonisando s rondi-
ees do subsidio primitivo com o addicional, c dei-
xando ao governo o arbitrio de restringir esse sub-
sidio, quando a protperidadc da companhia o poder.
Nao ha, por tanto, alteracAo alguma as basas do
contrato, com suppoe o nobre depulado.
Quando as observacoes do honrado collega dacom-
mfssAo, como elle ditse que linha de mandar urna
emenda ao projeclo, e isso seja objedo da segunda
discussAo, nessa occasiAopodcr-te-ha apreciar melhor
os fundamenlos com que o nobre deputado juslilicou
a sua opinian.
O Sr. Pinto de Campos : Julgo-me, Sr. presi-
dcnlc, na necessidade de explicar-me com franque-
za acerca desla materia ; ainda que com gastante re-
cejo lomo nesle momenlo a palavra ; porquanlo, te-
nliores, fon observando que as susceptibilidades se
acham tAo desafiladas, o amor pmprio lAo melindro-
so, que as palavras mais doces, as expressOet mais
brindas c barmoniosas produzem a cada instante
aqui conflictos desaggradaveis e scenas pouco dignas
da gravidade edecoro desta casa! i^poiadon.)
Deploro sinceramente o azedume que vAo lomando
as nossas discussoes, e que esla assembla, qoe alias
deu em lodos os lempos as maiores pravas da sua
moderaro, vi teslcroulibando a quebra daquella po-
lidcz e nrbanidade, que lauto se alliam com o carac-
ler generoso deste povo At onde iremos nos des-
la maneira? Nao be melhor que as nossas discussoes
marchem com loda a placidez, c calma, dignas de
urna reuniAo de homens lilhos lo mesmo solo, da
mesma crenca c da mesma communhn social 1
O Sr. Silvino : Mas isso tem relacAo com o ob-
jecto '
O Sr. Piafo de Campos] (vollandn-se para o Sr.
Sil) ino;: NJo sei, meu nobre collega, se eslon
dentro ou fura do assumplo {riladas) \ s sei que he
sob a impressAo de vivo desgoslo que vou fazendo
eslas observacoes sem o fim de molestar a ningulm.
E depois, nAo me quer dar o direito de preambu-
lar um pouco ? Porque nAo hei de estar em retarn
com o assumplo '.' Nao sabe o illuslrc membroqe
nt vivemos em um mundo de relaroes, e que enrre
os objeclos que nos parecen) mais oppostot existe a
mais intima li-iarao '.' Porlanlo, meus seuhores, be
em honra desla astcmbla e do nosso carcter moral
que eu rogo a todos us, que fralernisemos um pao-
MIITII Ann


*.
DIARIO OE PERMMBUCO QUARTA FEIRA 18 DE ABRIL G 1855.
comis em nossa* discussies, c que tratemos de aci-
pilhar, permit isc-mc a expi essao, a ispereza das
n'ossas palavras.
lu-cs:E3I1 no seu direito ; conliuuc que viii
muilo bem.
O.Sr. Carneiro da CnnAa:Vamos agora i ma-
teria.
O Sr. Pinto de. Campos: Enlrarei naMnatera.
Quindo pro urna das scsses passadas orava o Sr.
Oliveira, relativamente a companhia de navegaran
costea, cu disso um um aparte, que a companhia
que ludia lanos recurso, que j nao duvidava gair
lar 10:0009 rs. com a envalura de om diplmala
corte do imperio ; e cqmo se possadeduzr desse meu
aparle algtfmas inlenres hoslis do mim para com a
moma compauliia, devo ser mais explcito a res-
peilo.
Senhores, eslarei semprc promplo a coneorrer com
o fracn contingente das minhas forjas para a cecinan
de loda e qualqucr empresa, que tender a collocar
esta bella provincia ao nivel da induslria e da civi-
lizaran dos povos vizinhos; c como e-lou.ini mmenlo
convencido) de qae a companhia de que hora se Ira-
la se cnaamiiiha a enea saltados, longede mim ar-
mar-llie eslorvos e cmhararos ; pelo contrario, deso-
jo que efla prospere, e que recebada provincia loda
a animaran. O que, porcm, desejo he que ella soja
mais caulelosa e menos prodiga na distribuieao de
scus recursos, lauto mais quanlo se acha agora cin
1 comeco. Eslou na mais perfcilu convicio que essa
companbia leria conseguido do governo imperial to-
do o favor e prolecr.lo, iiidepenrteule de la ter man-
Jado o seu diplmala (apoiado); muilo especial-
mcnle liavendo no Rio de Janeiro lautas pessoas in-
inferessadas no bem eslar desla provincia, e que He
muilo bom grado se e.ncarregariam de obler do go-
verno as mcsiuas e al maiores conccjsOcs cin favor
delta : per conseguala, I conapanhia nao andn mu-
lo avisada nessa occasifio. Quando ella tiver mou-
do o seu cortejo de vapores, pode fazer as gracasque
quizer," dando passagem gratuita a quem bem llie
parecer ; mas, emquanlo nao chegar a esse cslailo
lisougeiro, runipre que seja comedida na appvicacao
dos scus mcios de aoeu. He um cousellioque llie
dou ; e nacsperanra deque ella ne> mandar oo-
vos cmbeixadores ao prximo cougresso de Vicua
{risadas) eulat>olar negocaces, vol pelo subsidio
addicionalde 10:0009 rs. que ella pedee reclama des-
la assembla. Ocio, pois, ler-mc explicado bstan-
le sobre a materia.
Encerrada a discusso be o projeclo approvado.
Continuaran da primeira discusso do projeclo n.
15 que approva oregulameuto para o Intrnalo.
O Sr. Brandao :Nao be inlenoao minha decla-
rar-me ja contra o projeclo que se diseule, n.1o pre-
tendo desfeiar a belleza do plano que encerra o rc-
gulamenlo dado para o intrnalo ou Gymnasio co-
mo llie queiram chamar ; mas leudo ouvido ha pun-
cos das nesta casa o que dissera o honrado mem-
oro que se asVnla defronte de mim, e que he ins-
pector da thesourara, a respeilo do estado de nos-
sas fnanras, e das probabilidades de que ellas de-
, crescam....
O Sr. Jos Pedro:Nao fallei nisso, nem disse
que as Ruancas iam em derrrscimcnto.
O Sr. Brandao:.....ou de que ao menos nao
vio em proerrssivo augmento...
O Sr. Jos Pedro :Tamhcm nao disse isso.
O Sr. Brandao :Porcm se oppoz a" conslruccao
de acodes, c outras despezas que cu repulo urgen-
es, duendo que o estado actual da provincia as nao
poda comportar.
Tendo,dizia eu, ouvido o que enunciara o honra-
do Miembro a respeilo do estado da receila c dadis-
tribuirao que dellaj se lem feito, nao posso doixar de
unlrir serias apprehcusoes, c mesmo de ter reccios
muilo bem fundados a respeilo da exequibldadedo
projeclo que se discnle. Rcconheeocomo disse,que
o pensamcnln da crearan do Intrnalo he luminoso,
oque o regulamenloem eral se acha bem elabora-
do ; mas tamben) nlo ignoro que isto nao basd, e
que he mislor que antes de crear-se urna despeza se
saiba se ella pode ser feila, e se os cofres provin-
ciaeseslao no caso de apoderem suppurtar.
(> Sr. Mello llego:Apoiado,Sr. Brandan.
O Sr. Brandao:O honrado membro, o Sr. Clc-
incnliiio, comd relator da commissao de inslruccao
publica ; procuran I.ontem convencer i casa do
a despeza croa la pelo Intrnalo nHo he superior as
forras da provincia, e pode mesmo ser paga por um
lucro piovavcl qnc elle presume que resultara da
receila do cslabclecimcnto ; argamenlou com a pos-
sibili'ladc do desenvolvimeuto da renda da provin-
cia, e ficou nislo.
Mas, bera vea cmara, que esta argumentarlo do
honrado memhro, he Inlciramente livpothetica, e
e funda em dados o condirrs manfeslamenle e-
vcnluaes, porqrjc nao podemos afliaurar que a pro-
vincia daqui a i, ti, ou 8 annos estoja n'um estado
mais prospero, que o actuar, que a renda se lenha
desenvolvido em maior escala ; assim como que o
Intrnalo desdo o seu principio, ou mesmo nos pri-
inciros annos prodnza urna receila que cheguepara
a sua sustentaran, no culanto que passando o pro-
jeclo, a tejptu he corla, c se ha de pagar imprclc-
rivelmenlc ana empiegados nomeados ; entretanto
d'ondese tirar dinheirn para isso 7
O Sr. Clemenlino :Disse mais alguma cousa.
O Sr. Brandao :guando se tratou da despeza,
o nolire depulado foi buscar as fonles da receila na-
quedas duas hypolhescs.
O Sr. Clemenlino : Fui alm das probabili-
dades.
O Sr. Brandan :Nem podia ir alm dallas, por-
que o honrado membro acaba de ouvir o nobre ins-
pector dizer que a receila j se acha comprometida,
c mesmo quando elle o Bao dissejse agora, j o havia
dito na occasiao em que se discuti o artigo 12 do
ornamento, quando opinando eu para scrcm feilas
O Sr. Brandao :.... mas tratndose agora da
primeira discussSo, e nao admiltiudo ella exama de
delalhes, reservo-me para lempo competente por
isso limilo-uic por ora a eataajtomiderares, espe-
rando que o nobre inspector da Ihesouraria dissipe
os escrpulos, os receios e nie-nio as apprehensoes
que Ifnho a respeilo de um augmento de despeza,
que coiiiquanto seja salculada pelo nobre depulado
em 12 cotilos de ris, me parece quo vai muilo alcm
disso.
O Sr. l'arcjao : Sao mais do 30, lenho aqui a
Hala,
t) Sr. .4prigio : Auianc.o-lhe que nao. lambein
lenho aqui a conla.
O Sr. Brandao: Concluo aqui, e aguardo a
re O Sr. albino i Daremos em oi'lro numero.)
A disrus-ao Tira adiada pela hora.
Coniiniiarjlo da segunda discussodo artigo Ifido
orcanicuto provincial.
Arl. Ili. Com o thealro, a saber :
S 1. Com as representarnos .
2. Com o ordenado do adminis-
trador ..........
I2-.OOO^KM)
1:8008000
M-.SOlVjOOO
Posto a votos o arligo he approvado, sendo rejei-
Udo o a llmenlo do Sr. Mcira.
Arl. 17.4Com o corpo de policia,
a saber :
:? 1. Com os sidos 8 gralificarcs
i. Com o fardamenlo .
^ -t. Lom as forragens ....
102:9083.-100
11:0311600
1:3803000
S i. Com o armamento e equipa-
metilo ..........
5 5 Cose o suprimento para o cu-
r.ilivo das pi-jcas.......
g 6. Com aguae luz para o qflar-
lel do enrpo e dos destacamentos .
S 7 Com livros......
2:000-3900
3:7113000
2:OI!ISO0O
2003000
I2fi:28t>---I(MI
3:5003000
21:4589000
800WOO
(iOO^OOO
5003000
1:0003000
5:7003000
He approvado sem dcbale-
Art. 18. Com a illiiminaco
das ctdades ilo llecife, Olinda c
Goianna, ftcamlo o Govcrno au- .
torisa.lo a contrala-la a gaz. 72:6993000
Vai a mesa seguirlo emenda, que he apoiada.
n NAo excedendo a consignarlo votada para a illu-
miuarHo total da cidade do Recite.Meira lien-
rique*.
O Sr. Agnxar combate a emenda por juba-la in-
conveniente.
O Sr. sil 11 ir) : Sr. prcsidenle, adiando de gran-
de conveniencia n kla consignada no arligo do pro
jecto de lei do ornamento sobre a illmninarao a gaz
da cidadQ do Recife e das cidados de Olinda e Goi-i
auna, c adiando pequea a quola consignada, e
peco tironea a casa para mandar urna emenda au
toriondo o governo a roulralar'a illumiafccAo a g
inda mesnio com algum excesso da qoola marca
no projeclo, caudo o contrato dependente da a[/-
pr ova rao da assembla.
Vai a mesa e lio apoiada a seguinle emenda : I
Accrescenle-se a ultima palavra gaz, e subrncttn-
do-se a approvacSo desla casa no caso de que pelo
contrato se augmente a quola de 72:6993 rs S R.
Si/fino Caiuleanli.
O Sr. Meira faz algnmas oliservaoes, mosli in-
do a razao ipiejeve para limitar a quola que se ti-
ver de dispender eom a illumiuarao a gaz, enlen-
ileinlo que ilalii nao vem inconveniente algum,
porque (em ouvido dizer gcralmente que essa i lu-
minaejo he mais barata, e ainda mesmo que o nao
fos.-c, sendo a luz do gaz mais forte, c podcodc se
diminuir o numero dos lampees he possivel que
se nao lenha do dispender mais do que se dispe ide
actualmente. Observa lambein, que .reconhe ida
a necessidade de para o fuluro se.augmentar o nu-
mero dos lainpeies nao haver inconveniente al ;um
em que a a-semblca decrete esse augmento, e por
isso entelle que a sua emenda esl no caso de ser
approvada.
O Sr. Sil'ino : Nao ado cabivel a razao a ire-
senlada pelo nobre depulado que acaba de scnla -se,
porque nos sabemos que a distancia em que esiilo os
nnesos lampeGes sao taes, que produzem a obscucj-
dade nas ras, e nao ha luz por mais forte, por, mais
condensadaque seja capaz do allumiar conveniente-
mente distancias maiores do que as actuaes : se he
asjiui, j ve o nobre depulado que senfto pdc fazer
essa diminuirlo que elle quer, al pens que ser
necessario mesmo augmentar o numero dos lam-
peoes. Nflo pode mesmo proceder a segunda razflo
apresenlada pelo nobre depulado, tendente a provar
que nao se deve elevar a quola de 72 cantos, porque
sendo necessario para illummarao completa da ci-
dade maior numero de lampeos, se se collocarcm
agora smenle aqnees que esliverem nas forras do
72 rontos, dcixaudo para o futuro os demais. ou It-
rao os lampeos de ser col locados em grandes dis-
tancias, ou lera de Picar parle da ridade privada de
illiiminacao. Assim aclto que o nobre depulado nao
JDslilicou a sua emenda e voto muir ella.
O Si. Carneiro da Cvnlit declara que tendoou-
vido dizer, que havia alguem que se propunha a
fazer n Iluminaran a gaz, e que suppondoessa pes-
soa. quesem aulorisacao expressa da assembla lal-
vez o governo n3o podesso contratar, por es tivo ptopoz a aulorisacao no orr,amenlo, e que tam-
hcm llie disseram, que essa illuminnr.lo lalver. nao
cuslasse mais do que a actual. Enlende porem que
a emenda, Ifmianda a consignadlo, he .nulil, por-
que se ella lem por fin evitar que se exceda essa
quola au produziria o Inl fim.pois que o governo
se acha aulorisado arlualircnte a augmentar o n.
dos lampones a medida que as necesidades o exi-
Hireni. .
Encerrada a dseoasIlQ he o arligo approvado com
a emenda olTerecida.
Arl. 20. Com o Hospital dos
lazaros:........... .. 3:0003000
Vai a mesa e he apoiada a seguinle emenda :
u Para ser collocado onde convier0003000 rs.
para o expediente c propagaro da vaccina.Luiz
Filippe.
.He approvado o arligo c a emenda sem discusso
e successivamente o seguinlcs arligos:
Art. 21. Com os Exposlos .
Arl. 22. Com o sustento e
curativo dos prezos pobres .
Arl. 23. Com as liccolliidas
do' convento de ioianna.....
Art. 21 Com as Rucolliidas
do convento de lmi.ira_.-it'.....
Arl. 25. Com asRccolliidas
do convenio de Olinda.......
Arl 26. liornas Recolliidas
do collogio de Pnpacaca......
Art. 27. Com os Cuadjuclorcs
das Freguezias........
O Sr. Brandan :Sr. presidente, cu peili a pala-
vra para fazer reviver urna id;r que ueste rerinlo
euiuidci o auno passado quando se Iratou do mds-
mo objeclo que ora se discute.
A cmara se ha de lembrar que apresonlei um
projeclo, assignado por mim c por oulros Srs. depu-
lados, melliorando a congrua dos coadjutores ; mas
infelizmente lenho ob-ervado que elle jaz em com-
pleto esquccimcnlo, e por isso nao posso deixar de
dizer alguma rousa a essi respeilo. lie de lamentar
qucesla assembla senao lembrc dos coadjutores,
nem 13o pouco considere o desserviro publico, e do
culto que resulla da miseravel condi^ao a que elles
se acliam rcduzidos pela iusiguifieancia da congrua
que se Ibes d; nas provincias visinhas elles lem de
1503 a 2003 mil ris, entretanto que em Pernamhu-
co apenas se Ibes paga a niesqninba quanlia de 1003
rs.! Islo nao he possivcl, (auto mais porque d'ahi
resulla um grande inconveniente, i; vem a ser, que
os vigarios nao acliam padres que queiram ser coad-
jutores, ou quando os acliam, esles se veem na ne-
cessidade de sercm capellaes de urna ou oulra groja
para poderem subsistir de maneira quo nao Ibes he
posMvel preencher bem os seus deveres.
Torna-se pois indispensavel remediar i-do, porque
Iia verdade nao comprehendo como possa um pobre
ladre subsistir com 100-3rs. de congrua c suas mis-
isas. Ora quando todo mundo quer lor as commo-
jdidades da vida, s os padres he que Mu de jazer em
urna miseravel condirao";
Parece que noto urna especie de hesilacaoa este
respeilo nascida da opiniao de qne esta despeza he
geral, mas anida admilliudo isto, devo lembrar
casa,que orna vez que os poderesgeraes ate o presen-
te nao resolver, esla ipie-Mo, do no-so dever he
nao conscnlirmos que continu a permanecer 13o re-
vollante iniqnidade ; eque assim llevemos ao menos
duplicar aquella pequea congrua, al que ella pas-
se a ser paga pelos cofres geraes.
Devo notar ainda, senhores, que o coadjutor he
quem suhslitue o vigario durante os seus impedi-
mento-, cuinprindo-lhc lor todo o zelo na cura da
Ireguezi ; (Tonda resulta que deve ter urna congrua
conveniente para poder viver. Nao sei se o regi-
ment permiti que se augmento a verba.
O Sr. l'rctidente :Nao senhor.
I'm Sr. depulado : Pera o adiamento.
O Sr*,Brandao : Kcccio que o adiamento seja
peior, mas aproveiloa occasiao para pedir a V. Exc
que daqaella projeclo paraordem do di.
Encerrada a discusso. he o arligo approvado.
Art. 28. Com oguisamenlo e
fabrica das Malrizcs.........
He approvado sem diseado.
Arl. 29. Com os Religiosos
Capticliinlios..............
lio approvado sem discusso.
Tendo dado a hora, o Sr. presidente desigua a or-
dein do dia c levanta a sjate.
mulalinho a 720 800 reis a euia : ossocar branco
a 23500 rs. a arroba : sumeno a 23240 rs. : e o mas-
cavado a 13920 rs.
A feirado gado lom escasseado, dn maneira que
feira pissada sn vieram ao mercado oito canecas, e
por essa razao a carne lem sustentado o p/ec,ode 11,
15 e 16 patacas, conforme a qualidade.
Saude, felicidades, ventura e ludo quanlo todos
nos desejamos, llie apeleco, urna vez que nao lique
prejudicado na parte que me loca.
O Astrlogo.
Tabella dos prec/is correles na feira da villa do
l.imoeiro no dia 30 de marco.
Assucar branco, arroba. 3|S60
Dito someti, dita. 232IO
Dito mascavado, dito. 29000
Parraba, alqueirc. 93000
l'eijao mnlatinhn, 800 rs. cuia, alqueirc. 25fi00
Dito branco, dem idem. 253000
Milho, cuia 100, alqueire. 53120
Carne verde, arroba. 1*180
Hila de porco. idem. 33810
Dita do Cear, nao honve.)
Ilacalho, libra 180 arroba 53700
Itanlia (unto de porro' a libra. 210
Sebo em rama, idem. lu
Sal, cuia. it,n
Sola, um meio por 3-3000
Corda, finas, cenlo. '13OOO
Chapos de couro de ovclha, um por 1-3000
Semenle decamplo, alqueire. '.i-mu
Redes de dormir, urna 53000
Esleirs urna :I00
Albardas, urna 13000
Cocos, o cenlo 83000
I.aranjas, idem. 600
Bananas compridas, cenlo 720
Saceos de algodao, o par 23000
Doce de guiaba, caixAo de5 libras um 610
{Carla particular.)
1:7303000
SOiOOOO
Faz ver que, como"mcmbro da rommisso de or-
algumas obras de palpitante necessidade, que ha- Cemento, se deveria oppor a todas as emendas que
> ... I I ini,'.|..i t..ii> i\ -. nllnxna -^ MTlT -I- *__________
viam sido recommendadas no relalorio da presiden-
et c da reparliio das obras publicas, elle se expli-
cou uestes termosludo sera mui bom, masa recei-
la nao pode comportar essa despeza
|i O Sr. Clemenlino : Eaiquanto monto a des-*
paa .'
OSr. Brandao : O nobre depulado disse hon-
lem que ella andar por 12 rontos dfe ris, segundo
a reducrao feila pela commissao em ccrlos ordena-
dos, mas ainda assim he urna despeza, e se a receila
so acha esgoloda, se exislem immensas obras j vo-
ladas, onde iremos buscar dinheiro para salisfaz-la ?
Alm disto o honrarlo membro nio allendcu a urna
circurastancia muilo importante nao r msiderea
que o presidenlo da provincia apresenlra na casa a
idea da conslruccao do edificio para esse eslabeleci-
mento, e que o mesmo edificio fra oreado em 100
cotilos de ris.
O Sr. Clemenlino :Faz-se o qae poder ser.
O Sr. Brandilo Porrru, pergunto ao nobre de-
pulado, onde se hade eslabelccer o intrnalo Oual
o edificio que existe nesla cidade que possa prcslar-
se a isso *
t'm Sr. Depulado :A casa da academia.
0 Sr. Brandao: Eslou persuadido que para o
intrnalo nao basta o edificio da academia. Mas
ainda mesmo que se possa prescindir de edificar j
urna casa,.he evidente que sera necessario alogar um
edificio conveniente, c o aluguet desse edificio nao
poder cerlamenlc andar por menos de i ou 5 ron.
lo* de rei-.
1 ai Sr. Depulado :Anda por mais.
O Sr, Brandao: Sem duvida nenhuma ; se o
eslabclceimenlo he como o nobre depulado diz, sa
se pretende receber nelle 300, 'iOOj ou 600 edai an -
dos, he fora de duvida que qunlquer raa nao pode
servir, e por isso se deve contar com mais ea des-
peza de algum vulto.
O Sr. Clemenlino:So livor OO educandos, nSo
he nada qo'c se deem 1 conlos de ris de aluguel.
O Sr. Brandao :Porm ainda assim o nobre de-
pulado argumenta rom nina cilra de rendimento
muitn naongeira, em todava poder determinar a
poca em que o esUbelccimento ehagar ao punto
que elle imagina; eachanilo-se como disse a renda
da provincia sobreearregada ej distribuida, eu de-
sejava pelo menos que o nobre inspector da Ihesou-
raria, lomando parlo nesla discusso, por isso mcsniu
que se Irala de crear urna despeza, ma dissesse algu-
ma cousa. me declararse, se com efleito o estado da
JJiesouraria he (al que ainda possa comportar essa
despeza addicional, epara o provocar a Isso foi que
ped a palavra.
Algnmas nbservaces lenho a fazer sobre o media-
nismo do regulameuto e a respeilo de algumus de
suas disposicoes...
O Sr. Clementlno :J a obra n.lo presta ?
O Sr. Brandilo : Nao respondo ao seu aparle,
porque elle nao merece respoila.
O Sr. Clemenlino :Est no seo dlreflo.
que se diseule, c ler-se muilo niclhor illnn
lo que boje existo, rislo como a luz do gaz
collocadaem distancias maiores do que sao
mente as dos lampees da illuminacao desla
produziria mellioi effeilo. Que por estas con idera-
do ar-
ia um
Ella foi.se! I e com ella foi minha^alma,
N'aaa veloz ila briza sussurranle,
Oue, avara do Ihesouro que levava,
la... corra... e como vai dislaulc !!
Nao sei se loruarci a l'arahiha, porque alem de
que se vai pondo o sol de minha existencia, carrego
agora rom maior somma de obrlgares. c quando o
faja ipois nao perd as esperanzas) relo nao fama-
re! ainda o fumo da Virginia que 13o bem sabnreou
o collega em bem elaborados charutos, e do qual
fumo parere Icrlicm boas saudades, e nem ebegarci
la mais como fui ; porm como eslou, para me ser-
vir de sua phrase.
Coiirluirci e-la digres-ao rom duas quadrinhasdo
immorlal Lamartine.
En vain les jours sucredenl'aux jours,
lis se glissenl sanslaisser de (races,
Dans mon ame ren ne t'elface
O dei niers songo- de l'amour.
Mon fronl esl blanchi par le lemps,
Mon sang refroidi roule peine,
Seiublablc a ees ondes, qu'enchene,
l.essoulllcs glacs des aulanl.
Antonio Ignacio de Mcdeiros Reg.
Joan Jos (jomes.
J p* Francisco do llego Barros Jnior.
Jos Pedro do llego.
Francisco Ignacio da Cruz r Mello.
Joto Antonio da Silva Crido.
O Sr. I)r. juiz de direito presidente nao quiz fa-
zer osorteio dos jurados supplenlcs em consequen
outras, inutilisa o qae de bom lem fcilo, e preien.
dem fsier, 18o digno commaudanle, c tao bem es-
colhida ofilcialidade, derramando entre esta pro
fundo desgoslo, c coma que forjando-a a arrefeccr
1 do ardimento de qae lem dado provas incoitrussas
i em mais de urna occasiao, e esqnecendo-se de qne
cia de nao constar quo se livessem feito as conve-
nientes motificace* c levantou a sessao, adiando-a
para o dia seguinle as lo horas da manhaa.
livessem por fim aderar o arligo do projeclo, mas
julga que a emenda he intil, nao s quanlo ao
gaz, como quanlo a illurt inarao actual. F.ptciule
que anda quando a illuminacao a gaz seja um pou-
co mais cara deve ser preferida ; e que o mco para
se poder occorrer a esse augmento de despaza, he
screm os honrados membros nuis parcos nas outras
consignaee?, parccendo-lhc mais que deverj fazer
mencao daqnellas oalavras no arligo de que pe Ira-
la, porque esse contrato ainda que seja feilo agora
dever levar algum lempo para ser posto ei 1 exe-
curilo, e portanto convinha que o arremata ite se
pndesse preparar para sua empreza. Alina con-
clue que a assembla nao deve_ (er receto di volar
pela medida proposla.
O Sr. Sonta Carra/Ao : ( Daremos em oulro
numero.)
O Sr. Jos Pedro:Sustentando a disposii lio do
arligo que se discute, diz que a idea de auto isar o
governo a contratar a illuminacao a gat no foi
delle, que foi de oulro membro da commis. ao de
fazenda, que esse nobre dcpntado llie all rmara
haver urna pessoa que se propunha a fazer esl 1 illu-
minacao com muita economa para a fazenda sendo
possivel nao excederse a consignara.) do | rojelo
inacao
ainda
hrlual-
cidade
50PS nao leve din id, 1 de anuiiir a disposicao
ligo que se diseule, rerlo di- que ella nao Ir
augmento de des|M'/a, mas quando o eonlraiiil aeon-
lecesse, como o contrato que deve fazer o gAverno
s podia ler completa execuco daqui a 4 oil cinco
anuos, segundo Ihe informavan, uenhum risto lia
veria (Je ctlcrlua-ln com mais algum augmeillo de
despeza; porquanto nao reatara a menor (juvida
qoe, para esse lempo a renda da provincia seria
maior do que actualmente, o poderia supporlar
essa maior despeza. Em vista deslas raxSea cnncluio
o oradyr dizendo, que nao liouvc da parle da]
missao nanhiima omi-sao em propora auloi
como se acha no artigo, e por iss.i jalgava dcsi eces-
saiias as preraur-s tomadas lias emendas pro|
Encerrada a discusso he o artigo approvad
emenda do Sr. Mfeira, sendo rejeilada a 1 o Sr
Silvino.
Arl. 19. Com o hospital de
caridnde, a saber:
5j 1. Com o curativo dos po-
bres, ....................
2. Com o aluguel e reparo
da casa..........., .
com-
sacao
tutas-
i rom
10:0003000
2:00(3000
12:00(13000
Vai a mesa e he apoiada a seguinle ernen
o Emenda ao do art. 19em ve de ib con-
los de r.dga-se13:0003...Wera Ilcnriguti.
O Sr. Meira :(Daremos em oulro nume 0.)
C0MARC4 DO M Mi lili.
30 demarco.
Desla vez, contra meu rostuine, serci laronico,
porque poneos apontainenlus lenho lomado no exer-
cicio do mea esludo astronmico, durante a quinze-
11a, que l se foi pela popa, e alcm di-so,. alguma
indisposirao corprea, e receios dos ataques de dedu-
jo, e hexigas, que se ach'am na ordem do dia, loda*
es carcter nao de urna carta nformaloria das oceur-
rencias existentes, mas de um bilhele, ou recipe de
um scnhnr doulor em medicina.
Tendo fallado em bexigas, esse dagello da huma-
nidade, que por infrliridade dos habitantes da co-
marca, ainda continua com progresso, |>em parece,
que nao deixar as plagas desle solo, seno quando
nao hotiver mais um vvenle, a quem nao tiver ac-
commcttdo, deixando os signaes horrendos bem es-
lampados, para, a maneira de gado do serto, ser co-
nhecido o seu dominio.
.Admira como.neslc lugar, dislantc dezoilo leguas
da capital da provincia, eslejam as bexigas ceifando
os presos da cadea. que, fallos de lodos os recurso,
suecumbem o desamparo, sem que alguma autori-
dade d as providencias necessaras para serem es-
ses pobrs cncarcerados curados, e alimenlados com0
exige a ufermdade, levando-so suas delibcrares
ao conhecimenlo do Exm. Sr. prcsidenle, quo nao
deixar de approvar cssas despezas, e dar pagamen-
to, como he de equdade ejustira.
Potsuimos um r.ommiemrin raer.inador, que be o
senhor Manoel Alvares Perera; mas que ulldade
pode preslar um operario, em osnslrumenlos pro-
prios de sua profisaao De qnc nos serve um tacc-
tiador sem pus vaccnico Se nao Toase o risco.de
perder um calculo astronmico, que me ado nesle
momento resolvendo, dcsceria o monte, a pedira a
qualquer>nfr, momo ao Dr. Maricas, digno ins-
pector .lo lugar, que fizesse a obra de caridade de
cxigir.dos amigos da praca um pouco de pus vacci-
nieo, para o uosso commissario exercer seu nobre'of-
ficio, e preservar urna porcao de genle da cruel, c
medonha pesie.
Estamos no anno das grabas, e das bonanras ; l-
vemosno dia 14 anniversario do nalalicio de S. -M- a
Imperalriz, 82"desnarhos, distribuidos pela forma
seguinle : 10 Ululares, 15 da casa'imperial. 2 carias
doconselho, 1 graa-cruz, i dgnilarlos, 15 commen-
das, llOoflicialalos, 859 hbitos, 3 promoees de
gnerra, e 9 meicez de justira.
Pelas folhas publicas he correnlc, qnc na canilal
de Therezina, um dreclor dos educandos artfices,
de uome Francisco Jos da Silva, passara a frula.
qnatorze daqnelles menores, sendo a razao disso te-
rem elles publicado, que cram maltratados de mu-
nic.lo de bocea pelo senhor director : esses sao os
casos, queme nlerrompem os trabadlos para dar
meu parecer : no caso do governo desse lugar man-
dara chamar um arithmetco para sommar o total
das palmatoadas, e esse capital obrgaria ao ex-dl-
rertor rcccbcr no mesmo edificio, (cando logo em
conla parte dos juros futuros.
O Jorge ainda que nao estoja vigoroso das casei-
ras todava nos enviou o seguinleapnntamcnlo.e por
adiar interesante Irau-iiiilio aos leilores.
O subdelegado do scgundoMisIriclo dollom-Jardim
lirn um processo, porcrime de furto de cavado,
por denuncia particular, rontra l.uiz, esoravo do
l'.ocha, r^lepos de juradas as te-lemuiihas deu .1 pro-
milicia nos tormos sepiiinles :
A visla dos depuimeiilos das leslemunhas de (1. a
II., mns(ra-se qne o reo Luir, escravo de Bonifacio
da Hucha fora quem fiirkira o cavado da viuv.i Au-
na Francisca de que trata a pelicao a lis. 2 ; cujo fac-
i arha-se provado pelo dito das leslemunhas. e do
interrogatorio do mesmo reo ; por isso julgo proce-
dente a prsenle queiva. e rondemno ao reo a dous
mezes de pritao com trabadlo, e ao pagamento de
molla de cinco a rinte por cenlo do valor forlada,
groo mnimo do arl. 227 docod. pen. epagne as coiL
las Bonifacio da Rocha, om qua o rondemno, romo
administrador do rio. O eicrivao faca reaaaasa dea-
les autos ao efcrivfto do j 11 i/. municipal, e cumpra
o mais na forma do llum-Jariliin" de favorciro de 1855.
./01I0 Francisco Xiiier da Fmiceca.
Dizem que ral proposlo para um dos lunares
de capitn da guarda narional dcste termo o subde-
legado Manoel Cavalcand da Kocha Wanderlej. mas
he de esperar que S. Ex. nao escoUier esse cidado,
por nao estarqualilicado na guarda, formalidade es-
sencial pranla a lei, segundo adrma o advogado
Figueiredo.
As chuvas continuam com mais ou menos in-
tcnsidade, e os gneros de primeira necesidade cor-
rem pelos presos seguinles: farinha a 21, 25 e 26
palacaso alqueire : milho a He 16 palacas felja0
CONAKCA Un liliM I o.
18 de marro.
I
/ir compadre hoic do yon do '!
Inda vou casi, cos,
.(jai rrul dir assi assi
Oue na patria do Miguel
Angelo, llubens. Kaphael.
II
Quiero decir, nao vou bem,
Nem lo punco que vou mal.
Como meu mal he mural
Muilo cedo pode ser...
Ja Ihe disse se rhuver....
III
Sim, senhor, sabe a que lempo
Desle polo o seu freguez.
Por muilo' mais de ama vez
Ha Pirado em pasmaceirn....
' os m. na dianleira.
IV
Oh! que esla enigmaiique
Cadamente Vosminc !
Dir-me-ha de la osl.
Nao diga nada a ningaem,
S me curaum hei por bem
V
iVon vas desses de ministros
A pozar de confortables
Para um a quem acabh.
El ausencia do Cargenl ;
O que eu quero he dtfcrenl...
VI
Basta, hasta ca de casa.
De conversarlo mudemos,
Se bem que nao acharemos
Com muita facilidade
.Noticias, ou uuvidade.
VII
Nao s porque Ihe escrevi
N'uma dala mui recente.
Como porque a tal genle
Esta assaz .conservada,
C'csladir, mnralisada.
VIII
l. pluie fez suspeusao.
Hemos sol ha mais de um dia ;
Oque den muda alegra
Aos quo desengaados
J eslavam dos meados.
IX
Alguns hei visto brulanls,
Depois que a chuva parou,
Ou que o invern estiou ;
E assim misse farinha
Tal vez nao fique carinha.
X
Na feira de dezesete
A vinle" ella cuslou ;
Por dez. diz-se, se pagou,
O milho, e o feijao
Deu por lijella um laslao.
* XI
Quando escrever para a Russia
D lem lira nra ao Nicolao,
Que a (oque de marimbo
Ha de |>or os Adiados
Para alm de seus estados.
* XII
Os senhores da Brclanha
l'eiuam que com dua pulhas,
Saudes, discursos, bullas,
Fanfarrices e caretas
Mamarao nas russas lelas ;
XIII
Pelo contrario os Cossacos
11,1o de ensinar a altivez,
E (odo o orgulho inglez,
Que inda espero ver balido.
Que he de mim aborrecido.
XIV
Quando me lembra da historia
Do grande Napoleao,
Que foi abrigar-sc ao fogSo
Desse povo, que o (rabio,
E de lama se cobrio.
XV
Quando me lembra dos Chins,
Aquello envenenamento,
Nao lico em mim, nao me agoento
De bradarOh covarda !
Nao ha (al philanlropia !
XVI
Nao foi por humanidad!'
Essa protocolo negreira ;
He na vea iuteresseira
Que se deve procurar,
A causa de assim obrar.
XVII
Passo bem, paz e gordura,
E que lenha na gavela
Cobre muilo, e bem repleta
A barriga p'ra nao-ver,
A t-o.s frais algum a encher.
21
Desde honlem cesson o plnvislicio (nao se diz ar-
misticio 1 ) as chuvas eslao em campo, e ogiorno de
boje ha sido lodo invernoso.
O fro esl sahindo a lerreiro, com o que se nao
acrommodam muilo os eus do meu calibre, qoe j se
vio embiocando um pouco.
Apezar disso me nao posso furtar ao prazer de
cmpuuhar a penna nico que lenho neslas alturas)
em favor de" minha larefa epistolar.
Depois da ultima que est fechada, e nao mnrehoa
por um logro do portador, facto algum se deu.
Ao -en aprecia i el de Ipojuca:Senhor collega c
velho amigo ; com quanlo assaz me lisongee, e Ihe
seja agradecido pelo canlinho, que no importante
terreno de sua consideracau, d tosgnnria ns pan-
eres carlinhas, conllevo a insuflirencia dellas, e que
junto dos fortes e rohuslos carvalhns me lis dado fa-
zer, senao de humilde bera. O mais he hondade do
amigo, de quem nutro lambein serias e saudosas re-
cordarles. Ah meu I)., quando me esquecerei da
bella e amena l'arahiha, onde viv os mais aprazi-
veis das de minha vida, e juntos fruimos tao preci-
osas horas Quando dcixarei de recordar aquellas
romnticas noiles das N.,quasi sempre presidida pe-
la mellior das loas, e que voavam, como soe todos
os in>(antes afortunado* Quando finalmente ris-
care de minha lembranca aquellas reunios e 01-
res. em que muilo sobresahia o Ivpo dessas mi-
mosas lidias 1I0' Norteamabilidade, raudura e sin-
geleza desses hades onde se encontrara mais de
urna ramlia '.
Assim me exprimindo, nao se ollcnda a suscepli-
bilidadede minhas patricias em geral ; fallo nos de-
vidos termos ; lodas ellas nasreram na mesma zona
que Ihes imprimi esse temperamento que lano ea-
rarterisa urna brasileira. Desde que dalli rab nao ti-
ve occasiao de fallar deesa boa gente, eom quem es-
livequalro anuos, c a quem serei eternamente gra-
to, especia I mer te a una familia que mcrecebeu em
seu seio, e me Iralou com os disvellos de urna 111,11.
e 1 nulas carinlihsas, em grave mrlcslia que sodri nos
derradeiros dias de minha residencia na Parahiba.
Se e-rrever para aquella cidade d lembranras ao
nosso amigo C. M. : de minha parte felirito- peto
complemento de seas desojes, pela sua nomeacao de
I. da A ; aflirme-lhe que sempre hei presente aquel-
lo lempinho de nosaas reciprocas missivas daC. para
cidade de A.' e vico-versa ; aquella nunca esque-
cida X., a quem chamramos tao merecidamente de
reg..., e quo nle inspiraui certa obrinlia, em que (1-
guiavam enlre uniros esles versinhos :
O eco azol estrellado
Nema noile nao eslava.
Porque a estrella ca da Ierra
As estrellas offusrava;
O mesmo astro do dia
Aprcssou sua ca reir.
Por lemer que o bello astro
I.he lomasse a dianleira.
Aquella que alfin (ao deshumanamenle se de'sl-
zou na feliz barqninha para a (erra de Flisses !
aqui peco lccn^a ao collega de ijarauliuus para di-
zer ama poesa de s.ua paixao :
miitii nnn
Al boje nada houve que digno seja de mencao
particular.
Esla em andamento o processo pelo tiro de Jos
Roberto.
As chavas rontiniiam regularmente; as planta-
roes vo bem, anda que, como ja Ihe disse, tendo el-
las chuvas sorprendido ns agricultores liraram
muilos robados perdidos. Com urna pequea esta-
da que bouve queimarm-se mais alguns.
A maior parle dos engephos pejaram, um.ou ou-
lro esl moendo, e mullos delles com boa porarn de
assucar nos eucaixamcnlos por falla de quem o
ronduza para o Recite, porquanlo os cnntiguciros
queso empregavamnesse mis(er, apenas chutea vol-
vern) as plagas, c mesmo os caminhos se vio tor-
nando pessimos.
Temo* nuila urressidade de urna estrada que ve-
nha em continuaban da Escada al a esla villaSulh
disse da Francapastos c nao sei mais o quee
da nossa torra dircj estradas e paz ; tenhamns isto
c deixemos o mais por conla da Providencia.
A proposito, quando Icremos a nossa de ferro!' De-
sojo ver esse grande melhoramento, nao s por amar
a minha patria, romo porque he quando terei espe-
ranzas de passar alguns, seiescm sua amavel com-
panhia sem hacer falla ca em casa, pois me dizem
que feila ella poder um chrislao destas longitudes ir
l tomar urna pitada, e vollar, assim como quem vai
all a ra da Feira.
28
Hoje s 6 horas da manhaa deu um sujeito urna
facadinha no bucho de oulro, quo est em risco do
mudar-se.
BEPAHTIQAO DA POLICA.
Parle do dia 16 de abril.
!llm. e Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que. das diderenles participadles honlem e
hoje rercbid.is nela reparlicao, consta que foram
presos:
Pela subdelegada da fregnezia de Santo Antonio,
I o prelo PelroiHllo, escravo de Mara da Annuncia-
; rao, o o portuguez Jos Simao Loureiro, ambos por
uso de armas defezas.
Pela subdelegara da freguezia de
prela Mara, para correccao.
Pela subdelegada
em nada excede aos seu collegas em zelo pela pros-
peridade do corpo, e bem assim dos sacrificios qae
se elles impozeram para coadjuva-Io no Irabalho de
sua organisaro; os lera tratado por tal modo, qae
os ha levado a darem moslras publicas e solemnes,
de seu de-..niieuiamento, toes romo a de nao com-
parecerem ao balalhao, cada vez que, por conveni-
encia do servido, (Accede que comrorndeSmc. in-
Icnnamenle, segundo lera reconhecido quem hoaver
observado que, nas paradas de 26 de novembro, e 2
da dezembro do.anuo prximo passado. bem como
nas de 23 e 25 de marro findn, esteve o corpo lao
S. Jos, a I orphao de officiaes, quo a mor parle dos pelotes
marcharam sem supranumerarh ;, sendo que n'uma
n da freguezia da Itoa-Vi-la, 1 ,
Manoel Anlonio dn ^asciinenlo Baptisla, para ave- : *5as Paradas se vl *<"* obrigado a confiar a ban-
riguacoes pulicaes. deira ao sargento vago-meslrr, e em oulra, a rogar
n Prla *"blele'aci!> da freguezia dos Afogados, instantemente ao lenle quartel-mostre para mar-
^W^'^ST^Icto deue termo, fZT* T* "COnUeC,, nCmmd
communicou-me por ollcio desla dala com reto- ,le fauile de que elle se queixava, no entretanto na
renda a participadlo que-lhc lzcra o subdelegado marcha de 8 rio crrenle se apresenlaram lanos of-
coVroTo'mr.m1 ^^ q"? *T ""& d? U '' M*" ^ 'i"''"' I*'0'*" levaram do"' '"praname-
corrento foram atacados na estrada de Joan reman- ,,.;,., issn nnr ,j .-
des Vieira ao voltar para o Mangiiinho, Ravmundo "' Por'le todos sab.am que nesse dia ne-
Kodrigues do Nascimcnlo, Jeronjmo Perelr'a Cam-,"hum impedimento privava o lllm. Sr. Nerv Fcr-
pos, e Joaqnim Jos de Sanl'Anna quaudo estes re- reir de commandar o seu balalhao.
gressavam a suas casas no lugar da Capunga, por I
11111 grupode 3 individuos desconhecidos que esla-
vam nccullos por detraz de urna arvore, os quaes
depois de haverem espancado aquelles c roubado-
Ihcs algum dinheiro poderam-se por em fuga, leudo
o respectivo subdelegado dado (odas as providencias
para serem descoberlus e capturados os autores de
semelhante crime, e procedido a respeilo dos offen-
didos ao compelenlc corpo de delicio para furmaciio
da culpa. E quehoulcm pelas5 ,',' horas da larde
liavendo Antonio Merlina da Silva (ravado urna ri-
xa com Benedicta Mara da Conrecao, com quem
Este estado le cousas nao pode ronlinuar sem de-
cadencia ito renome de que sempre goiou o corpo
de que tomos fallado; e, portanto, esperamos de seu
digno commandaiile que, erlibindo mais um leste-
munhn dn multo que se interessa |>ela sorte delle,
digne-se providenciar para que seja removida too
afilicliva situaran, requisilando, e conseguindn, a
nomeacao de um major que meihor comprehenda
scus deveres, e 'que convenientemente o coa'dju-
pe/.a.
O criminoso poz-se em fuga, mas eu espero velo
breve soh as vistas do carcereiro, porque a polica
esla a cata delle. Fez a v esloria c vai proceder-sc
com o bicho.
Adeos, se encontrar ah com o Sr. C. faca-mc
lembrado a S. S., diga-lhe qrlehe bem ingrato*, pois
passando Uta perlo de<|a pebre hiosque, nem se
diguou de. com nina pequea volliuha, nelle tocar,
nao obstante haver aqui gente sua.
S. S. sempre fof esquecido dos amigos, mxime
agora que j receben o grao de mestre.
VARIEDADES.
Defeza curiosa.
lima poleslademaluta apresenlou-se no tribunal do
jury com seu afilhado, ;est visto que imilla lempo-
re, porque felizmente boje nao ha mais disso), e tic
orsus aballo. Srs. juiz de direito e juizes de fado,
este homcm nao lem advogado, eu nao sei fallar, po-
rcm peco a sua absolvilo. Em vista de tanta clo-
quencia foi o tal constitiunte posto no olhorio
da ra.
Andrs notareis.
Andr (santo) aposlolo irmao de S. Paulo ; Andr
o pretendido Messias que seapresentou como lber-
lador dos Judcos no lempo de Trajano ; Andre de
Creta, hispo de Alcria, dcixun commenlarios sobre
alguns livros da escriplura; Andr, rei da Hungra;
Andr da Hungra, lidio.lo Carlos II, esposou Jo-
anna I. sua prima; Andr escnlptor e archilecto ;
Andre Joo prufessorde direito em Bolonha ; An-
dr (Joao) foi secretario dr bibliolhca do Vallcano
no lempo de Paulo II e Xislo IV ; Andr del Sar-
lo. lidio de um alfaiale, pintor de nolta; Andre (Joao)
nat-iral de Xaliva deixou a relgio Mahomelana
pela calholica, e depois de ua converslo puhlicou
um livro inlitulado a confusaoda scta de Mahomet;
Andr Jacques chamado Schmidelin; Audre(Valr-
rio) esludou direito em l.rtuvain, c foi director da
Lnivcrsidade ; Andre Ivs Maria) clebre em lo-
dos os ramos de litteratura, foi lente de matbemali-
cas em Caen; Andr (o marecbal de Sanio) ; Andr
(Alexandre) napolitano, Iradu/.io o tratado da arte
da guerra do imperador l.eao ; Andr publirou aj>
gumas poesas r. opsculos ernproza; Andr (Fran-
cisco de grande, jurisconsulto de aples, foi quem
primeiro deu a conhecer naqnell cidade osescrip-
los de Cejado c Duarem, a philosophia de Descartes
e as novas descoberlas feilas na medecina ; Andr,
sacerdole de llergamn lie autor daschrouicasqne co-
meram com a ehega'da Lombardos na Italia, e acaba
na muri de l.uiz II ; Andr (Jo3o \ alrnlim foi
membro ila academia real, fez 46 estampas d pin-
turas e esculplurasdi galeiia de Apollo no l.onvre;
Andr Joao pintor, lomou o habito de Dominicano
na alarlo de 17 annos, deixou muitas pinturas im-
portares; Andr (mestre), compoz urna tragedia
jntitulada o Ircmorda Ierra em Lisboa ; Andr Noel
astrnomo c geographo ; Andr de Sao Nicolao re-
ligioso Carmelita, muilo versado na historia das an-
tiguiriades ; Andr (Joao) compositor de msica.
Andr cirurgiao, deixou urna dispertaran sobro as
moleslias da uretra que necesslam do uso das velas.
suhrit quanlo a Andr.Au recoir.
{dem)
JURY DO REG FE.
DIA l DE ABRIL.
Preiidenria do Sr. Dr. Manoel Ftlppe da Fonsera.
Promotor interino o Sr. Dr. Francisco Comes Vel-
loso Albiiquerquc Lins.
Tiserivo Joaqum Francisco de Paula,Estoves Cle-
mente.
Feila a chamada as II horas da manhaa acliaram-
se prsenles 1(1 senhores jurados.
Foram dispensados os senhores Dr. Manoel A-
driano da Silva Ponles, a requisic.au do commau-
danle das armas, Amaro de Barros Correia, por se
adiar exercendo o cargo de juiz de paz, e por te-
rem apresentado escusas legitimas os seguintes:
Jos Antonio Pcrcira de Brito.
Antonio Leal de Barros.
Anlonio Marlips Saldanha.
Antonio Mximo de Barros I.eile.
Jos Carneiro da Cunta.
Amaro Concalves dos Santos.
Dr. Braz. Florentino Henriques de Souza.
Foram multados em 21X3 rada nm ns senhores
jurados segainles:
Jos (licites Salgueirn.
Manoel Joaqnim do Reg Albuquerijoe.
Manoel Antonio Torres.
Joao Facundo da Silva (oimaraes.
Antonio Moni/ Pctcira.
Joaquim Theodoro da Silva Cisneiro.
Joao Francisco de Athavde.
Manoel Cregorio Paes re Andrade.
Franciso Joaquim Cardse.
Bernardo Jos Lopes.
Joao Coelho da Silva.
Miguel Augusto de Oliveira.
Manoel Thom da Silva,
l.uiz do Moraes Gome* Ferera.
Manoel Pires Ferreira.
Jos Thomaz Pires Machado Portella.
-Manoel (onealves Ferreira e Silva.
Jos Barhoza da SiKa.
Jos Francisco de Souza I.eo.
viva Ilcitamente.dera urna tacada na referida Be-' ve na e , nedieta: que se aelia em perigo de vida, sendo que
tora immedialameuto pre-o o autor de scmelliaulc
alternado, contra o qual vai ser instaurado o compe-
tente sammario.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da policia de
Pernamhuco 16 de abril de 1855.lllm. e Exm.
Sr. consclhciro Jos Bcnto da Cunta e Figueiredo,
presidente da provincia.O chefe de policia Luiz
Cario* de Paira Tcirciru.
MAMO HE Mfl UIMO.
CORRESPONDENCIA.
A assembla honlem approvou em primeira dis-
cusso o projeclo 11. 211 desle anno, que coucedoa
Arscnio Fortunato da Silva una pensao de 1:2009 a queiram transcrever ao p desla em sen "Diario
n II11 ai i n 111 ir 1 F .itnii "mi I luiii > aa ----nal.. J ^. ^ i1
Senhores Redactores : Gomse lenha divul-
gado que foi adiada na casa do eslabelecimenlo de
carros fnebres do paleo do Panizo, do qualsou .so-,
ci administrador, urna carta na qual tou forte-
mento insultado, e como soja' verdade e pessoa. de
minha amtxade me aconsclham que Ihe 6 poblic-
dade, nao s para conhecimenlo das autoridades
policiaes, como do publico em geral. Rogo-Ibes
auuuaes. para ir a Europa continuar os scus estudos
de esculptura, sendo dispensado o Intersticio do
mesmo projeclo para ser dado para ordem do dia a
requerimenlo do Sr. Luiz Kilippe.
Approvou lambein em primeira di-cussao o orra-
mento municipal, c era terceira o regulamcnlo "do
cemtero, lendo regeilado urna emenda ao mesmo
nll'erecida pelo Sr. Mello Reg.
Approvou lambein em segunda discn;sao o pro-
jeclo n. 11 sobre a companhia de vapores cosleiros, e
entrando em segunda discusso o projeclo n. 15 so-
breo intrnalo, oraram os senhores Silvino, Meira c
Clemenlino, litando a discusso adiada por nao ha-
ver casa.
A ordem do dia he a terceira dUcassao do projec-
lo o. 11, segunda dos de ns. 13 e 20,prmeira doide
ns. 10 e 12, e' discusso dos pareceres adiados.
Peto vapor Imperador, chegado honlem dos nor-
tos do norle, livemos jomaos, do Amazonas al ."> do
passado, do Para at i dn corrento, do Mar 11 han
ato 5 e do Cear ato II.
No da II do pas'ado enlregou o Sr. conselheiro
Penna a presidencia do Amazonas ao Sr. Dr. Ma-
noel Gomas Correa de Miranda, vice-presidente
daquella provincia.
No Para era conhecidoo resultado da votaeao de
11 collegios eleitoraes na elcir.au para um senador.
O Exm. Sr. Arcebispo conUva 20i volos, o Sr.
conselheiro Souza Franco 195, e o Sr. Dr. Angelo
I7, seguindo-se a esles oulros senhores menos vo-
lados.
No dia 81 do passado fallecer o Sr. Dr. Jos Joa-
quim Pimcnta de Magalhaes, chefe de policia da re-
ferida provincia, e depulado assembla geral le-
gislativa pela mesma.
Acerca do Maranhao nada temos a arrescenlar
ao que nos communica o nosso correspondente em
sua carta exarada era oulro lugar.
No.Ceara cihin no iba Hl um'raio. na cidade de
Sobral, cnt casa do vaqueiro do Sr. Joao Thom da
Silva, morrendo fulminadas por elle duas lilhas do
mesmo vaqueiro.
Em Queixarimobim fugram ds presos da cadea | se dar um Uro de da, ou resmo ama pun
em n. de 12, faga essa .atribuida a falta de boa
alim de se conhecer al que ponto chega a maliRoi-
dade e ambicSo.
Nao posso ajuizar quem seja o autor de semelhan-
te infamia por isso o nao denuncio ; emqaanto ao
tutu' que se me Taz, declaro que. emquanlo mere-
cer conlianra do Brasileirn meu amigo o Sr. Jos
Martin- da Cruz dono do snbredilo eslabelecimenlo,
nao me arredarei delle e farei quanlo poder para
por meios lcitos adquerir os maiores iiitoressespos-
sveis ; declaro mais, que sou eslrangeiro por (cr
nascd em Portugal, e vindo para esta cidade no
anno'de 1826, com 12 annos de idade.e ha vinteone '
sou casado, lenho filhos, e vivido sempre de ntQo-
cios ainda que mesqiiinhos, nunca fui perseguido,
preso, ou proressado, nao uzo de Iralicaticias, soa
bem conhecidn. cont muilissimos afeicoados, en-
tre elles muitn- honrados Brasileiros dignos deste
nome, nunca fiz mal a pessoa alguma, antes tenho
l'eilu bem a muitos, sealgaem enlende que uio W-
vo continuar na associatao de semelhante negocio,
receioso de que prejudique seus inleres.es, einpre-
gue sen valimento para esle se tornar privativo, e
nao lance m3o de mcios reprovados. Emquanlo se
nao realizar o assassinato promeltido, eslou promp-
lo cumale aqui afornecer carros fnebres para qual-
qucr enterro, c prometi bem servir as pessoas que
me procuraron). Com a puldicarao deslas toscas 1-
nhas muilo obrigado lhes licar o seu assignanle e
criado.Jos Pinto dt Magalh'iei.
S. C. 17 de abril de 1855.
lllm. Sr. Pinto, mariiihero, lndrao. Muda-te
quanlo antes desla casa, pois se assim com brevida-
de nao o fizerrs, mil vidas que tu' terinas todas te hei
de litar ; pois o lempo he bom, e nao falla quem
queira ganhar dinheiro, esto lugar he ptimo para
guarda e vigilancia..
O Pedro II, em seu numero de 28, do passado,
referindo-se a urna carta de sobral, noticia que all
nascera murta urna creanca de 5 mezes, com barba e
pas>a-piolho.
Le-se no Cemente de M do rorrente :
Santa CraEscrevcm-nos o seguinle : Em
Janeiro suicidou-se um (al Rocha dos albos d'Agua
do Pago,rasgando com um caivete o estomago al o
venlre e pillando os intestinos. Dizem que foi por
ter morrnlo a mullier. e estar morrendo o gado de
secca : c lambein porque pedir urna morca em casa-
mento, e esta o nao o quizera. Dizem mais que an-
tes do facto, elle resa,va e pergunlava i imagem,
quem orava, se sua alma se salvara.
11 Elle foi sorteado jurado para a sets.To passada, e
quando recebeu a notiucacao disse: nao po>so sollrer
lauto! Minha mulher morta, mea 'gado se acaban-
do de secca, c alm de todo slo. anda mais esta
notificadlo I!!....
Quanlo ao Piauhy e Rio Grande do Norte remel-
lemos os lelores para a carta do nosso correspon-
dente, que achiran em oulra parle.
O referido vapor conduzio os Berna. Srs. prn-
denles, do Amazonas llerculauo Ferreira Penna, e
da Parahiba Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo,
qae v3o lomar-assento, esto ua cmara qualriennal,
c aquelle na de senadores, de que sao membros.
O primeiro balalhao de infautara da guarda na-
cional deste municipio, constituido cm'rirciimstan-
cias de nada ler que invejar aos demais de que se
compoe a referida guarda nacional, pois que teve a
fclicdade de caber-lhe 11ra ruinmandaule, que des-
veladamenle se eempenha peto seu progresso, e que
pela excedentes qualidades que o adornam, exerce
sobre lodos os seus subordinados urna induencia,
quasi que mgica, bem como urna ollicialidade que
rene lodos os quesilos legaes, e que nada ha pou-
pado por coadjuvar os seus loovavcis e*irco-, resen-
(c-se todava da falla de utn fiscal que rena em s,
nao su as habilitarnos necessaras para bem desempe-
nliar lal posto, como cvilidade c boas manerai, e
nao como dizem lem. acontecido com o que.exerce
interinamente esle cargj, que por falla de urna e
noile, a titulo de se ir ajnstar algum enterro ; pois
nao he possivel que ummaroloeslrangeirofaca oposi-
co aos Brasileiros em sua (eir, pois quem (b avisa
7eu amigo he.
PIJILICACDES A PEDIDO.
N. 5201.Vistos, exposlos e relatados os prsen-
les aelus de revisto civil enlre parles, simultnea-
mente recorrcnlcs e recorridos Jos Candido de Car-
valho Medeiros e D. Candida Agostinho de Barros e
seu lillii' Jos Candido de Barros : ocgam a revista
pedida pelo primeiro recurrente Jo-e Candido de
Carvallo! Medeiros, por 11,10 haver uos julgados nem
nullidide manifesla, nem injuslica notoria ; e con-
cdela a dos segundos recorrenles D. Candida Agjs-
tinho de Barros e seu lidio por se dar no accordan f.
-N"1 inju-lica notoria, sustentando.o de f. 119 v., o
qual reformando a -enleiiea appellada de f. 12!) da
por provado o que o primeiro recorrento pede era
sua recouveno.au f. 29, condemnando aos segundos
recorrenles em urna quanlia que nao se peale dizer
liquida, fundando-so no recibo f. 79 ; porquanlo
leudo sido esse documento apresentado pelo primei-
ro recorrento, e anteriores ao anua de 1828, nenhu-
ma importancia podiam ler, delle se v que sup-
posto o finado Manoel de Curvadlo Medeiros ah,
declare tirar o fallecido seu genro Gaudino Agosti-
nho de Barros a dever-lhe .1 quanlia de 8:6323012
rs., tambera confessa dever ao dito seu genro os ho-
norario, por tantos anuos de sua administraran, e
por tanto nao se pode dizer liquida essa quanlia, pu-
dendo at eslar absorvida pelos honorarios, o que de-
pende de ajusto de conlas, di.cas.ao e exames : e1
quando liquida fosse e dividida pelo dito genro, au
deveria ser mandada dar toda ao primeiro recorren-
te, por serem cinco os herdeiros,como consta do art.
1. da reconvenci) do finado Medeiros, a quem per-
teuria.
Rcmcllam-sc paranlo os autos para a relaco des-
la corte, que desiguam para seren revistos e nova-
menle julgados.
Rio de Janeiro 7 de marco de 1855.Duarte, pre-
sidente. Nabuco. Pinto.Pecanba, vencido.
Siqueira.Almeida.Perdig.lo Malbeiros. Voiga.
Brrelo Pedroso. Cerqueira Lima, vencido.
Cavalcanli,Curiieo Franca, vencido.Ponce.
RELACAO
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BaVO de alguns dos criminosos e deserlores capturados no termo de (Ioianna pelo commnndante do destacamento
imbalm, o alfeiesManoel de Az.evedo do Nascimento, desde o me/, de junlio de 1852 ale de janeiro^de, 18.15.
NOMBS.
I
"C
=1 *
is
Juiho.
18-V2
IKt
Cassiano
Anua. .
Arsenio de Tal ; 2 ......
Manoel de Erdo.......
Andr Gomes da Silva.....
Francisco Antonio de Krcilas .
Antonio Gomes lie/erra ....
Custodio Machado A. da Fonsera .
Antonio ( 3 j........ .
Manoel Machado.......
Manuel Estova.......
Jos l.uiz de Mello......
Vicente Ferreira de Santa-A una .
Manoel Severino.......
Manoel Jos Iones......
Francisco Accinli de Albiiquerqiie .
Sebaslio Jos da Cruz.....
Rento Francisco Bezerra ....
Miguel Arrhanjn Das i ). .
Maiia ila Cunceiran do Catino .
I.aureiilino da Silva......
Manoel llezerra Cavalcanli %
Severino Gaudeiicio de Lima[5
Lzaro Jo-l'ei reir Pires. .
Joao Jos de Ges......
Joo Joa de Mello......
Joan Jo-e Goncalvea Calila a
Manoel Camella de Brito .
Jos Joaquim de Santa-Auna. .
Joaquim Podr........
Filippe da Oliveira.....
Cosme DamiaTo......
Manoel Bezerra Cavalcanli Jnior
Manuel Marqnea da Silva .
Seraphim Bezerra .....
Joronwnu (ornes Baptisla. .
Pedro Camello de Brlo .
Manoel Antonio Carlea, .
Manuel Luiz.......
Joaquim .Vivesda Silva. .
Jos Nunes da Silva.....
Maria Joaquina da Cnnceirao. .
Luiz Antonio de Santa-Auna. .
(I ) Escravo.
(2) Desertor e criminoso de muitas morles.
( 3 ) Escravo.
(.4 ) A roquiscaodocommandanle do destacamento da Barra de Natuba.
(a) Desertor da armada.
(6 ) Chefe de ama qnadrilha de ladrOes.
[>
13
Mezes.
-T Judio.
2 Agosto.
11 i


* Selcmbro.
16 (lutiibro.

u a
23 a
30
3 Novembro.
o n
U Janeiro.
))
2-, F'cvcreiro.
15 Julho.
. "
y Agosto
ii

14 Oulubro.

25 Novembro.
12 Dezembm.
levereiro.
Harco.
a


Maio.
a
n

Oulubro.
Janeiro.
1854

1855
Crime,
Mor te.

u
Furto.
Ignoro.
Mnrle.
Tentativa de minie.
Morle.
Para averiguare*.
>i
Armas de .tefe/a.

Morle.
Ignoro.
Morle.
Ferimcntos.
Morle.
lacrmenlos.
Estelionato.
Morle.
Para averlguacie.
Mallo.
Furto.
s
l'eriiiieulos.
.i
lle-erlor la armada.
Ignaro.
Morle.
Ignoro
Para averiguaces.
Desertor da Parahiba
Morle.
A ordem de que auloridale.
Do subdelegado de San-Vicente,
ii ;
Do delegado da comarca. .'
u t*
i)
u

'

O deslinogue
tere.
Para Nazarelh.
o
Cadea.
a

A requt-icao do juiz municipal.
A reqniscao do sub ilclec. de Alsgna C.
Do delegado da comarca.....
r^aafVKSKaf..
i

r


: ^
*
DIARIO OE PERNAMBUCO, QUARTA FEIRA 18 OE ABRIL DE 1855
COMMERCIO
PRACA DO RECIFE 17 DE ABRIL AS 3
UORAS DA TAKDE.
Colaces ofliciaes.
Cambio sobre l.oudrcs a (O d|v. 27 1|2 d.
ALIAN DKliA.
Rendimenlo ilo da I .i lii. .
dem do da 17. .,
128:9709001
13:3i6j08l
twaitioH
Dncarregam hoje 18 de abril.
Rrigue inglezBitnni/medbacallao.
Brigue brasiliroFirmapipas o barricas vasias.
Imporlacao.
Vapor Toct/Htin$, viudo dos porlos do su', con-
signado a ageqcia, mauifeslou o seguinic:
1 caita ; a L. I.econle Keron & C.
1 dita ; Saumier.
1 sella; a J- Saporili.
2 eaixfles ; a Novae & C.
1 leilo; a JoSo Falque.
4 saceos; aordem.
I cixa ; a Joaquim Kerreira Mondes tiuimaracs.
1 caixote ; a A. Fortnalo da Silva.
I encapado ; a Leopoldo Augusto t pitpit.i.
1 caxole ; a Jos Hapti-la Fonseca Jnior.
1 embrullin : a Antonio Lones Mcndonra.
I Jilo ; a Carlos Poinsdestre.
1 dito; a Joao Mara Cordeiro Lima.
1 dito ; a Luiz Antonio de Siqueira.
1 dito ; a Maximiano Francisco Dnarlc.
1 caixa papelao ; a Jos Joaquim Coelbn.
1 dita follia ; a Antonio I). Santos odim.
1 embrullio ; a Domingo Monteiro Pcixolo.
1 dito ;a JoAo Chardon.
1 dilo ; a Joilo Fernandes P. Vianna.
I eanudu lolha ; a Jos Mamcde Alves Ferreira.
Brigue nacional Firma, viudo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Novacs ft C, mauifeslou o se-
gointe:
190 volumes barricas vazias, ?> pecas cabo, 1
barrica emitas. 2 latas ditas. :i caixa. cha, 4 dita
ftodc algodao, fi ditas rape, 1.', latas tumo, 3 barri-
ca farinha, 200 saceos eaf,30 jaeazes batatas,! rolos
fnio ; a ordem.
II volumes fogo da China, 3 volme cha ; a A.
Lu de Oliveira Azevedo N. C.
.1 fardo (azralas; a Manoel Joaquim Karno e
Silva..
lliale nacional Correio do Norte, consignado a C.
Cyriacoda Costa Mbreira, mauifeslou o -truim.>
2,:l0 quarlinhas, -">( inolhos de piassaba, Gcaixcs
ch.irulos, 7i alqueire de farinha: a ordem.
Brigue ingles liitnnymede, viudo de Terra
Nova, consignado a James Crabtree & C, raanifes-
ton oseguiote:
2,300 barricas bicalhao ; aos consignatarios.
CONSULADO (ERAL.
Rendimenlo ,ln dia 1 a 1. 37:0813618
dem do da 17........ I:(8159I8
41:799566
DIVERSAS PROVINCIAS.
Meudimeiilo do dia 1 a t. ... 2:.V2S636
dem do dit 17........ 39i;>338
2:9199971
KECBBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAJES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 16. 7:8139718
dem do dia 17........ 609*533
btMW
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 16. 28:1749314
dem do dia 17.......'. 3:3989911
31:8739285
PALIA
dos preros correntes da nssucar, algodao, e maxi
gneros do paiz, que se despacham na misa do
ron miado eV Pernambuco, na temana de 16
a 22 de oftn7.de 1855. ,
Assucar cmcaixas bramo 1. qualidade a.
2." 8
"mase......... n 3
bar. e sac. branco........
mascavado.....
o refinado....... ...
Algodao em pluma de 1." qualidade
I 2. n i)
B 3."
em ra neo.........
Espirito de agurdenle....._. can.i.la
Agurdenle cachaca V,-. .....
de caima .......
B
Cicnebia .
*
Licor .
resillada
caada
.......... botija
......... caada
... .jtim garrafa
Arroz pilado duas arrobas uro alqueire
n cm rasca...........b
AzeitC ilC|III.UIinn,l ......
b mendobim c de coco
x a de peiie .......
Cacau ;...........
Ave tiraras .......
" papagaios.......
Bolachas............
Biscoilos............

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com casia...........
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9600
29200
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9160
9190
9190
9100
159000
9200
9200
-1611
8100
9320
19280
I9OOO
29OOO
B 19000
alqueire 29240
B 29000
B 49.5OO
alqueire 79000
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrador no dia 17.
Para e porlos intermedios12 das e 8 horas, vepor
hrasilciro Imperador, commandanle o primeiro
lenle Jos Leopoldo de Noronha Torrnilo. Pas-
sageiros para esta provincia, oExin. presidente la
Parahiba Francisco Xavier Pcs Brrelo, .1 criados
el escravo, senador Antonio da Cunta Vaseon-
cellos c 2 CM-ravos, |)r. Frederico de Almor 1 Al-
buqoerquee I escrava, |>r. tiustavo 'Adolphu Ra-
mos Fencir, Dr. Manoel alendes da Cruz, ('mi-
manes, Jos Muida di Cruz GohMrles, Jos
Joaquim de Sonta Lemos, Joaquim Belarmino
Soarc, Manoel l.uiz Ferreira, Jnilo Baplisla de
Campos. lela Pinto Rodrigues de Paita, Nicolao
Bruno, (ieorge Shas, Ali Fonrnier, Mantel Joa-
quim Sevc, sua senhora. 3 lilliose l escravo, Fran-
cisco Dulra Marcdo, I). Mafia Lola Pessoa e 2 escrava. Caclano ila Silva Azevedo,
Jenuino Coriol.ino dos Prazvres, Antonio Basilio
Ribciro Dantas Jnior, Miguel Antonio Bibeiro
Dantas, Jos Alves Fernandos, Edward Bolwell,
Manoel da Costa Lima, Francisco Jos Lope de
Albuquerque, Cvpriano Antonio Rodrigues, Joao
Baplisla da Silva' Carvallio, lenlo Jos da Cosa,
Manoel Luiz da Silva Loureiro, Domingos Mo-
raes, o marilimo Silvestre, F'rancisco Moreira l.i-
guir-se-ba o que di-poe a respeito a Ici provincial
n. 286.
Conforme.O aecrclario, .1. M. da .tnnunciarTio.
Joao Ignacio de Medeiros Ileso, rommercianle nra-
Iriculado, dcpulado commcrcial do Icibunal de
commcrcio da provincia de Pernambuco c juiz
conimissarin nomcado pelo mesmo Iribnnal.
Fajo saber que n;lo leudo comparecido na ron-
niao, qoe leve lugar no dia 23 dororrente', os ere-
dores daacasa fallida de Oliveira Irmos & Compa-
uliia, Leonino Brollicrs, Jacomo & P- Dms
Carbn!, Gamba ScomiO iV Mello, Freres Bosaner.
Antonio Joaquim de Oliveira Mello, Novaos i\ Pa
sos, Viuva Sevc, Sebasliilo Jos de Figueircdo, que
residem fora dcsle imperto, 011 dentro dclle, roa-
era domicilios ufio conbecidos, por nilo ler sido s
convocacao fcita segundo o arl. 13.5 do regulameno
lo n. 738 de 25 de iiuvembro de 1830, convoco pe-
lo prsenle cdital a ditos endures para que compa-
reram no dia i de juulio do correle anuo,- pelas 11
horas da iii.inliaa. cm casa da minha residencia na
rita da Cruz 11. 9 do bairro do Bccife. afim re que
reunidos em minha preaenca, cm lodos os mais
credores da mesma casa fallida, veriiiqucm os se^us
crditos, se forme o contrato de uniao, e se proce-
da a nonicajao de administradores dos bensda di-
ta casa fallida, advcrlindo que nenlium credor se-
r admiltido por procurador se este nao tiver pde-
nla e sua senhora, Joilo Antonio Simos. Joaquim
Pereira Das, Gladio Ginlma, Joao Barbosa Men-
des Machado, 3 desertores do exordio, 1 crimino-
so e I orphSo. 2 escravos de Jos Luiz Pereira
Lima Jnior a ua senhora. Secncm para o sul,
> Exm. conselheiro llorculano Ferreira Pcnna, 1
lillio cadete, I alferes ajudaiilc'd'ordcns, 1 escra-
vo e 7 criados, senador Alselo Cario Muniz e 4 res especiacs para o aclo, c que a procurarao nflo
pode'ser dada pessoa que seja devedora aosfalli-
escravos, Dr. Francisco de Paula Pessoa c 1 escra-
vo, Dr. Lindolpho JosCorreia das Nevcs e 1 es-
cravo, Dr. Antonio Jos Machado, sua senhora, 1
lilho menor e 5 escravos, Dr. Ildlaino Jos Coc-
Iho e 1 lilho, Dr. Ignacio Carlos Freir de Crva-
Iho o 1 escravo, Dr. Jos da Cosa M^achado J-
nior e 2 escravos, Dr. Luiz lanacio Leopoldo de
Albuquerque Maranhao e 1 escravo, Dr. Luiz
Rodrigues de Albuquerque el criado, Dr. Belar-
mino Peregrino da Gama e Mello, 1 criado e 2
escravo, Joao Aosnslu Corris, Francisco de Sal-
les (i 11 i mar es e Cunha, major .tollo Martins de
Moura, sua senhora u I criada. Dr. A. Saulmes,
Dr*. Manoel Theophilo de Oliveira, Dr. Ra\ mun-
do Ferreira de Araujo Lima e 1 escravo, Dr. Pe
drn Pereira da Ailvu Guimaries, Desiderio Amo-
nio de Miranda e 1 escravo. alferes llenrique
Eduardo da Cosa Gama, D. Maria Alquela Cr-
rela Bricio, 2 filhas e escravos. I). Luzia de A-
zovedo, Ra\ mundo Jos Ha-son, Jcronymo Tra-
biigo, Jos Antonio da Rocha, Joaquim Goncalves
de Sena. Joaquim Antonio dos Pasan, Joao Joa-
quim da Silva, Miguel Antonio da Silva, Manoel
da Bocha, i 2.- sargento, .58 praca do cxercilo,
2 recrutas de Mariana, I preso, 89 escravos a en-
Irrsar.
Colinguiba.Idias, hiato americano l.ammoul Do-
poul, de 194 tonelada, mcslrc Abynrt Carson,
equipaizem 7, carga sucar ; a Forsler c\: C. Velo
refrescar e segu para Pliiladelnhia.
Acarac 22 dias. hiate San Joss, de 1.5 tone-
lada, meslre Paulo Jos Rodrigues, equipagem 7,
carga sola e mais gneros ; a Manoel Jos de Sa
Araujo. Passagciro, Joflo Antonio Rodrigues Bon-
jo. ,
nacos saliidos no mesmo dia.
Marsclhabarca franceza LcFranceB, capitn Va-
rangod Jean Baplisla. carga assucar.
Para e porlos intermediosvapor brasileiro Tocan-
lins.n commandanle o nipilao de fragata Mance-
bo. Passaceiros, para os porlos do norte, o len-
le Luiz de Franja Carvalho. sua senhora e dous
filhos, Jos Joaquim da Silva Maia. o lenle An-
tonio Francisco Avila. Leonardo Pinheiro da Cu-
nha Carneirn, Luiz Damazio Ferreira Carneiro,
Leonardo da Cunha Carneiro, Jos Izidoro Bar-
radas, Jos Ignacio de Arrulla e 1 escrava, The-
re/.a de Jess o 2 lilho, Joo Nepomiireno de
Mello e Albuquerque, Joilo Baplisla de Souza
Carvalho e um a I fe res para a Parahiba.
EDITAES.
O Illm. Sr. contador sen-indo de inspector di
thesouraria provincial, cm cumprimenlo da ordem
dos, nem um mesmo procurador representar por
dous diversos credores. Em runipcimenlo do que
lodos os credores da referida casa fallida compare-
cam em dito tilia c lugar designado, sob pona de
se proceder a suas revelias.
E para que chcgtie ao conhocimcnlo de lodo
mandei passar o prsenle edital. que ser aflixado na
praca do commcrcio e publicado pelo Diario de
Pernambuco. Dado o pas-*ado nesla cidade do Bc-
cife de Pernambuco nos 27 dias do me/, de Janeiro
de 1855. En Dinamerico Augusto do Reg Bangcl.
EscrivSo juramenlado o cscrevi.Joo Ifjnacio de
Medeiros Reg, juiz-do commercio,
Jos Antonio Bastos, conimerciantc matriculado,
deputadn commcrcial do Iribnnal *do commercio
da provincia de Pernambuco, c juiz commis-
sario.
Faro saber, que no dia 9 de junho do correnlc
anno pelas 11 horas da manhaa na rasa d minha
residencia na ra da Cadoia do bairro n. 31 ha de ter losar a rcnoi.lo Jos credores da casa
corhmcrrial fal'lida de Richard Roylc na conformi-
dade do artigo 135 do rcgulameelo n. 738 de 25 de
novembro de 1850, afim de que reunidos em minha
presenca lodos os credores, verifiquen! os seus cr-
ditos, formeni o contrato de uniao, e procedam a
nomcacao de administradores los bem da referida
casa fallida, advcrlindo que nciihum credor sera ad-
miltido por procurador, se esle nao liver poderes
especiaos para o jarlo, c que a procurajao nJo pode
sor dada a pessoa que seja devedora .10 fallido,
nem um mesmo procurador representar por dous
diversos credores. Em cumprimenlo d que todos
os credores da referida c.ia Taluda compareram cm
dito dia e lugar designado, sob pena de se proceder
,a suas revelias.
E para que rhcsu* ao cnnliccimcnlo de lodos,
mandei passar o prsenle edital, que ser aflixado
na P>"ara do commcrcio e publicado pelo Diario de
Pernambuco.
Dalo e passado nesla cidade do BccUc de Per-
nambuco aos 8 dias do niez de fevereiro de 1855.
Eu Dinamerico Augusto do Roso Rangel, cscrivflo
carga prom[>tn, o bem conhecido hiate
'AMELIA: pata o resto da carga e pav-
doExm. Sr. presidenle da provincia de 4 do corren-; juramentado o csrrevi.7oc Antonio Baflo, juiz
te manda fazer publico que no peranlc a junta da lamida da mesma Ihcsournria J0S0 Pinlo de Lomos, commondador da ordem de
c ha de arrematar a quem por menos lizer, a obra \ Christo, commerciantc matriculado, dcpulado
do 12" lauco da estrada do sul, avallada em 13:3109 i conmercial do Iribnnal do commortio da provin-
B .
B
ccnlo

n
nui
Carne secra..........
Cocos com casca ........
Charutos bons % ......
b ordinarios......
b regala e primor .
Cera de carnauba...... .
b era velas .........
Cobre novo mao d'obta ....
Cooros de boi salgados.....
expixados .......
b veriles.........
b de onja ........
b cabra corlidos ,
Doce de calda.........
b b soialia........
' b iecco....... ,
11 jalea ,......
Estopa nacional........
. eslrangeia. mao d'obra
Estaadores grandes.....
pequeos....
Fatiaba de mandioca ....
b md ho .'......
b ar.rrula.....
Feijao............
Fumo bom............ V
b ordinario ..........
b ero follia liom........ <
b ordinario......
B B rcslolllo ...... B
IperacuaiiHa...........
Gonrma..............alq.
Gengibre.............. jj
Lenha de aclias grandes......ccnlo
* peqnenas.....
B n m tiiros....... b
Pranchas de amarollo de '2costados urna
B B louro......... B
Costado de Tumi]lio de 3.5 a 10 p. de
c. e 2 ,!j' a 3 de I..... a
b de dito osuaes .......
Cosladiuhn de dilo......... B.
Soalho de dilo........... 1,
Forro de dilo...........
Costado de looro.........
Costadinho' de dito........
Soalho de dito...........
Forro de dilo........... ,,
b b cedro..........
Toros de lalajoha......... quintal
Varas de pnnWira......... duzia
b b usuillnulas........ B
"b qairis.......... b
Em obras rodas de.sicupira para c. par
79000
39000
89000
49OOO
3.9OOO
Ion Km
39000
I950O
S(M00
9900
I3WM0
169000
7)000
rs. servio.lo de base a arremalacAo o abalimenlo de
16 por ccrlo offerecido polo licilanle Francisco Alves
de Miranda Varejao.
A arrcmal.-icao ser feiln na forma da*M proyin-
Cial n. 343 de 11 de maio do auno prximo passado,
sob as clausulas espuciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozercm a esta arremalacao
compare:;am na sala dassessoesda mesma junla pe-
lo meio .lia comuelenlemeole habilitadas.
E para constar se mandou anixar o presento e pu-
blicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 9 dt abril de 185.5.O secretario, ./. F. da
nnunciariio.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
I." As obras do 12 lauco da cs'rada do sul far-se-
IiomIo conformidad:! com o orjamcnln plaula e per-
fis^pprovados pela directora em conselho, e aprc-
senlados i approvajo do Exm. presidente da pro-
vincia na importancia de 13:3109000 rs.
9- <> arrematante dar principio as obras no pr-
zo de um mez e as concluir no de olizc, ambos na
forma do arl. 31 da lei n. 286.
3. O pagamento da importancia da arremalacao
verificar-sc-ha de conformidade com o arl. 39 da
mesma lei, e ser feilo cm apolices da divida publi-
ca provincial, creada pela lei n. 351.
4. O prazoda rcspousabflidade ser de um anno,
durante o qual ser o arrematante obrigado ,i ma-
lar sempre a estrada em perfeit estado de conscr-
vacao, sob pena de seren mmediatamcule fcilos os
reparos nocossarios a sua cusa.
5." Em ludo o mai que nao esliver determinado
ncslas clausulas seguir-se-ha o que a respeito dis"
pfiea Ici provincial n. 286.
ConformeO secretario.
A. F. WAnnunciacmi.
OIHm.Sr. escripturarin servindo de inspector
da thesouraria provincial, em cumprimenln da reso-
lucao da junta fla Calenda, manda fazer publico que
no dia 26 do correlo, vai novamenle a praca para
'er arremalada a quem por monos fizer a obra dos
emir orlos do assude da villa do l.imociro, avahada
cm 2:2009000 rs.
E para constar s mandou ofi'uar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de i'ernwi-
buco 10 de abril de 1855.O secretario, A. F. d'Aii-
nunciacao
O Illm. Sr. i.o escriplurario servindo de ins-
pector da thesouraria provincial, cm cumprimenlo
do disposto no arl. 35 da Ici provincial n. 129,
manda ^fazer publico, para conhccimcnlo dos cre-
dores hypolhccarios, e quaesquer interesMdos, que
foi desappropriada" a Francisca Joaquina do Nasci-
ment, viuva de, Jos Luiz Paredes, pajle de um
sitio na estrada dos Remedio pela quanlia de 6009
rs. ; c que a respectiva |>ropriclaria lem de ser pa-
ga do que se Ihe deve por seraclhanle desappropria-
3o, logn que terminar o orate de'15 dias contados
da data dosle, que he dado para as reclamajocs.
E para constar se mandn trisar o presente e pu-
blicar pelo Diario por 15 dias successivo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco II de abril de 1855.O secrclario, ,/. F. da
Innunciariio.
b eixos .8 II b B
Melajo...............caada
Milho...............alqueire
Pedra de amolar.........una
b b filtrar..........
b b rebolos.........
Ponas de boi...........cento
Piassava..............molhu
Sla <>u vaqueta .........meio
Sebo em rama...........;
Pelles de carneiro.........urna
Sais pinilba.......... @
TPioei..............
1 nhas de boi...........cento
Sabio...............& '
Esleirs de perper........urna
Vin%re p'ipa...........
Caberas Je cachimbo de barro. milheiro 5900r)
cia de Pernambuco e juiz rommi Faro saber que nao tendo comparecido na reuni 1
que leve lugar no dia 19 de Janeiro do crrenle an-
no, os credores da casa commcrcial fallida de Deanc
Youle & C, que miden fora deste imperio ou den-
tro delle, mas cm domicilios nao conbecidos, por
nao ler sido a convocacao fcila segundo o arliso 135
do regulamenlu n. 738 de 2.5 de novembro de 1850.
roiiuico-pelo prsenle cdilal a ditos credores, para
qu comparecam no dia 11 dep jonho do corrente
anno pelas 11 horas da manhaa, na casa da residen-
cia dos mesmos fallido, na ra da Cadeia do bairro
do Recife n. 52, alim .le qua reunidos cm-minha
prosenju lodos os credores da referida casa fallida,
verifiquen! os seu crditos, deliberen! sobre a con-
cordata ou formom o contrato de uniao e procedam
a nomeaj.lo de administradores dos bens da dita ca-
sa fallida; adverlindo que nenhum credor ser ad-
mitlido por procurador se esle nfio livor poderes es-
peciaes para o aclo, e que a procurarao nao pode ser
dada a pessoa que soja.devedora aps fallidos, nem um
mesmo procurador representar por dous diversos
credores. Em cumprimoulojdo que todus 09 credo-
res da referida casa fallida, comparecam em dfro
dia e lugar designado, sb pena de se proceder as
suas revelias. E para que chegue ao coubecimenlo
de todos mandei passar o presente cdilal, que ser
aflixado na praja do Commercio c publicado pelo
Diario de Pernambuco, Dado e passado nesla ri-
lade do Recife de Pernambuco aos 9 de fevereiro
de 1855. Eu Dinamerico Augusto do Rogo Rangel,
escrivao juramenlado o escrevi. Joao Pinto de Le-
mof, juiz commissario.
259000
IO9OOO
9900O
6*300
IgOOO
69000
592OO
39200
29200
39000
19280
19600
I990
IVMUl
449OOO
'205000
BdO
19600
-6II1
63000
-98OO
49000
1 tao
2.-.M)
SC900
-3200
17-^)00
39900
C210
9120
9160
309000
-..
O Illm. Sr. 1." escriplurarh servindo de ins-
pector da thesouraria provincial, cm cumprimenlo
da ordem do Em. Sr. presidenle da provincia, de
9 do corrente, manda fazer publico, que no dia 3
de maio prximo vindouro, peraute a junta da fa-
zenda da mesma Ihesouraria se ha de arrematar a
quem por menos lizer, a obra do calramcnlu do se-
gnndo lanjo da estrada da Esoada avahada em rs.
1:1819100.
A arremalacao sera feila na forma da Ici provin-
cial n. 343 de 14 de maio do anno prximo passado,
sobas clausulas .especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerom a cstj arremalajao
compa/ejam na sala das sesses da mesma junla pe-
lo meio da, competentemente habilitadas,
E para constar se m unin afflur o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial dj Pernam-
buco 11 de abril de 1855.O sccrelario, ./. /'. da
Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalarao.
1." O cmpedramenlo do segundo lauco da eslra
da Escada, far-se-ha de conformidade com o orra-
menlo approvado Qphi direcloria cm consolbo, e
aprescnlado a approvacao do Exm. presidenle da
provincia, aa Importancia de 4:18*9100 rs.
2. O arrematante dar principio ;is obras no pra-
zo do um mez, e dever cnnclui-las no de seis ine-
zei, ambos contados do conformidade com o arl. 31
da Ici provincial 11. 286.
3." A importancia desta nrreinalaj.lo ser paga
na forma do artigo 39 do regulamenlo.
4.' Para ludo o mnis que nao se adiar especifica-
do as presentes clausulas, nem 00 orjamenlo, sr-
DECLARACOES
n btilhu de arlilharin.
Conloes de ISa pura taados de folha 3, bandoi-
r imperial de seda I, norle para a mesma 1, liaste
dilal.capa de oleado I. dita de brim I.
Secrelaria da delegada doeorpo de saude.
I.ivros paulados rom 20;) folhas 2, papel nrrrajo
resma 1, dito de peso dita I, faca de marl'tm 1, le-
soura grande I, lapos maca 1, caivete fino de i fo-
lhas I, penan de ac da mclhor qualidade, caixa 1.
Provimenlo dos armazens do arsenal.
Cabo de linho fino de 1|3 de polegada para ade-
rira, peja 1.
Espediente da arsenal,
I.ivros em branco paulados com 200 folhas 4, pa-
pel Imaco resmas 10, dilo de peso ditas 10, tinta
prcla garrafas 26, obreias de cor macos o.
f* e 2* classe de oflicinas.
Oleo de linhac arrobas 8, secante libras 20.
1j classe.
Lcnjoes finos de lati 6.
5" classe.
Couros de cabra curtidos 100.
Furncriineolo de loses as eslarics militares
A/.eile de carTapalo caadas 5011, dilo de coco di-
tas 30 1|2, navios duzias 6, lio de algodao libras 12,
Verlas de carnauba libias 1.53.
yncm quizer vender estes objeelos aprsente as
suas proposlas em caria fechada na secrelaria do
conselho as 10 horas do dia 20 do correte mez.
Secrelaria do conselho administrativo para for-
nccimenlo do arsenal do guerra 12 de abril de 1855.
los de Britg ingles, coronel presidente.ller-
uardn Pereira do Carino Jnior, vogal e secretario.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pcrnamlmco toma e da'
luidas sobre o Rio de Janeiro. Banco de
Pernambuco 7 de abril de 18.35.O se-
crclario da direccao, Joao Ignacio de
Medeiros Reyo.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
. Aclia-se a venda um resto de bi Hie-
les da 52 lotera do Monte Pi, riue devia
ter corrido na santa casa da Misericordia
no dia 1 i 011 I (i do corrente. As listas vi rao
pelo vapor nacional, que partir do Rio de
Janeiro a 25 : os premios serao pagos
logo que se izer a distnbtiicio das lisias.
8*a.tC9S- ciNce wms.
.": Precisateatugar pelotempo de
5 anuos, tima casa terrea a inoder- Jf
"'na que Icnlta 3 a \ (ptartosc bom (i
- quintal, dando-se ate I (i.s'000 rs.
' menes: tiesta typograpbia se di- "i
ia' quem precisa.
W3?*f!;?:-i-SE##*Seti;
Offcrece-se nina ama para o interior de una
casa de moco solleiro. ou de poura familia.: quem
pretender, dinja-seao oilao do Terco 11. 2. Na mes-
ma casa se recebo roupa para engoramar.
Luiz Jos da Silva Itoinwlles rclira-sc para a
Europa.
Aloga-so orna grande casa com aotSo. estribara
c quarlos fra, cacimba e grande quintal, no lugar
da Soledadc n. 52 : quem pretender ve-la, procure
a chave all mesmo, na taberna do Sr. francisco da
Cosa Amaral. ipie elle dir a quem tila pe lenco
para tratar, 011 dirija-se para isso ao Recife, ra de
Apollo, armazcm n. 30.
Precisa-so de um pequeo de 12 a II anuos:
na taberna da ra larga do Rosario 11. 16.
*
Piccisa-se de um pequeo de 12 a 16 annos de
idado, que lenha boa conducta, para taberna a Ira-
lar na ra da CnnccicHo da Boa-Vista n. 6.
Itosa-se ao Sr. M. A. A. baja qiianln antes
mandar salisfa/er a quem nao ignora, o que Ihe be
devodor pelo dispendido no Ra de Janeiro com cor-
tos papis, i pcrlo de um anuo.
AVISO AO PUBLICO.
A taberna de Gurjah de rima acha-se completa-
mente surtida com um completo snrlimenlo do mo-
linillos, fazendas emiudezas ; portanlo as pessoas que
quizerem honrar este eslaholcoimVnto, aqji acharflo
segu com brevidade por ter parle.da I tu loa vouiade do comprador, pelo mosmo prcjoou
Joao DiafMoreira vai a Portugal. | negocio a encarregar a sobre-dila compauhia, podem
^^^^@^-^'i?&$-^*^%@^T C",p,1(ler-M com delegado nesla cidade, que he o
& 11/111 l|'ijn 1 'rill 4 "" (A a''a'K0 asignad.\ morador na ra da Cadeia do bair-
8
8
6
t
PEBRE A.MARE1.LA.
Algoas casos de PEBRE AMARELLA
se lem ltimamente manifestado nesla ci-
dade. Olnt.iiuerKo b'iii.iropatbi.-n bem"
dirigido tein mostrado sua laperioridada
.1 aiilig.i modiciua. Os doentes. pois, que
a honueopalhii quizerem recorrer, pod-
i $/ '"-hilo fazer, sondo soccorridns le preferen-
it 'jl. oa iqucllcs que nenhum remedio hajain 7\

\%
-- O Sr. que mora no engonho l'indobiuha nSo
lem cuinnrioo com a palavra de mandar pagar al!
2tJ de janoir,
tomado.
Consultorio central boniu'opalhiro, ra
de S. Francisco inundo novo) n. 68A.
Dr. Siiliino Olegario f.itdgero Pinho.
re de Sanio Antonio n. t5, cm lodos os dias uteis
das 10 horas da manhaa al as 3 da larde.
Jos Narciso Camello.
SYSTEM. MEDICO DE HOLLOWAY,
-Ji. d
PILLEAS HOLLOWAY
Este iuestiinavel especifico, oemposlo iuleiramen-
JJZif J.'-"C.r"' .'''Va1"^"'-'1', ""S" m,T ,0 de h9r '"edicinaes, nao conten mercurio, nem
som falta aleo lun de abnl de 1855, baslal annos ; oulra alguma subslancia deleelerea. Benigno a nula
nana mais digo por ora. jCIira fanca# c a conlpieta majs delicada, be.
Deseja-se fallar com os Srs. Mariana Joaquim Bn,'enle promplo e seguro para desarraigar o mal
da Silva e Joaquim de Souza c Silva, a ueflocio de na c'"lleijau mais robusta; be inleiramenle inno-
. 1110 pm e>>>.. ....n.*n.-.~. nn%.:in ...... husfa e re
gfco, por
na casa de pasto da na das Cruzes
AVISOS MARTIMOS.
_m.l
com nouca diflerenen da praca.
O abaiso assignado la/, scicute ao Sr. fiscal da
villa de l'c-d'.ilbo. c mesmo a-.iulori lates daqorl*
sagetros, Irata-se com os consignatarios ;^:^" nihoma .^ rpaga:'^'o!;:':i
NovaeSa C, na fita do Trapiche n. 5i, cavallos seus que se acham all, em deposito, os qoaes
' cavallos Ib" hrar.iin occultamonlo, sein que al boje
saiba quem foi, e o motivo por que Iho tiraram ditos
cavallos dentro do cercado, ludo islo be sem duvida
porque infelizmente nao temos al agora autoridades
no pedaro desmembrado do (crino de Ignarassu', c
por isso qualquer pessoa pode apresenlar seus capri-
chos e vingancas. pois que o mosmo lem de haver
seus cavalb e rohrar os dias do servico dos mesmos,
que Ihclcm feilo grande falta no scu trafico, e ludo
isto pretende fazer no Recife, anude he o scu torillo
c comarca, c nilo ern Po-d'Alho.
Francisco Xavier Sojirr* de Albuquerque.
Ao aman'iiocor do dia 27 de fevereiro prximo
passado, desappareccram do engenho S. Jos, cm
Serinhaem, 2 escravos de Francisco .Manoel Wan-
derie) Lilis, com os signaos scguiules : Eli-bao, par-
do, de 35 a 1(1 annos, estatura regular, cara milito
redonda, bous denles, grnssn, bracos e pernal bem
fcilos. ps muilo limos, falla imitando a de caboclo,
lesapparcccu com ferro no pescojo, de que lalvez
lenha alguma. marca, j foi preso no Recife, fu gimi
daqui por duas vetes. Thereza, prcta, hila, exossa.
cara larga, nariz chalo, bous denles, ppilos um lauto
grandes c cabidos, ps limpos. mas apalheladiis pun-
ca cousa ; foi comprada em agoslo prximo passado
a Sra. I). Francisca Xavier Cavalcauti de Albuquer-
que. rcsiilenle.no Monteiro, mas assistia a negra no
Recife e pagava semana a senhora.
Antonio Ferreira Leal relira-se para Lisboa,
levando cm sua CMOpanhia sua lilha menor de 1 an-
uos, e deiva por seus procuradores, cm primniro lu-
gar o Sr. Kirinino Ferreira Leal, c cm segundo Joao
Alcxandre Vieira.
Joaquim de -Magalhaes relira-sc para Lisdoa,
levando em sua compauhia sua lia I). Josepha Ro-
drigues Vieira. .
. Precisase de un menino porluguez ou brasi-
leiro. que sirva para cai&eiru para Abren de Una ,
quem qoizer, dirija-se 11 Fra do Portas n. "J2.
O abaixo .'issignadp, acadmico do lerceiro au-
no, legalmenlc babililaaopor uulorisajilo provincial,
ensina francez O inglez, lio aterro da llo.i-Vista 11.
20, primeiro andar.Cordottno Barbota Coudeir.
Manoel Ferreira retira-so para Lisboa, deixaoT
do por seus procuradores, em primeiro logar o Sr.
iogo Jos do Reg, em segundo Joao Joaquim Bar-
bosa.
Offercce-se um bomeni para conduzir cartas
para o mallo : quera o pretender, dirija-se Mata-
rineira nasduas tabernas.
ou com o meslre no trapiche do algodao.
Segu para o Porto a barca oS. do Ilom Suc-
resso al o da 26 de abril, por ler parle do scu jar-
regamento promplo, por. isso quem quizer rarregar
na mesma. ou ir de passacem, dirija-se a Francisco
Alves da Cunha & Compauhia, ra do Vigano n. II,
ou ao capilo na praca.
Para o Assu' sabe imprelerivelmcnlc na seguin-
tc semana o hiale Angelical); para carga C passa-
geiros, trata-se na ra da Cadeia do Recife 11. 'J,
primeiro andar,
Real Companltia de Paquetes Inglezcs ;>
Va por.
No dia 20
deste mez, es-
pera-ae do sul
o vapor Acn,
o qual depois
da demora do
costme segui-
r para Sou-
lliaurilnii. to-
cando nos por-
os de S. Vicente, Tencriffe, Ma.l-ira c Lisboa : pa-
ra passasjejros, ole, trata-se com os agentes Adam-
son Itowie 1^ C, na ra do Trapiche-Novo 11. <12.
Para o Araraty sabe o lliale nacional Inxcnri-
tel: quem nelle quizer rarregar. dirija-se a Joa-
quim Jos Mu tu;, ou Da ra ih) Vigano 0. 11.
RIO DE JANEIRO
O brigue nacional FIRMA, capitn
Manoel de Freitas Vctor, segu com bre-
vidade para o Rio de Janeiro, para car-
ga, passageiros e eSci-avos a rele paca os
quaes tem excedentes commodo*: trata-
se com os consignatarios Novis &C, na
ra do Trapiche n. T, ou com o cap tao
na praca.
LEILO ES.
As malas que lem de conduzir o vapor Impe-
rador yuta os porlos do sul serio fechadas boje (18
ao meio dia," e as correspondencias que vierem depois
dessa hora pagarilo o porte duplo al a entrega das
malas, eos jornacs deverao acbar-se i horas antes.
Em variada da requisijo feila pola direccao do
Rauco de Pernambuco em oflijio de 17 do corrente,
be convocada a assemhla geral dos accionistas para
reunir-se no dia 23 do correle no lugar o hora do
coslume. afim de Iralar-sc definitivamente da con-
versao do Banco em caixa filial do Rauco do Rrasil.
Recife 17 de abril de 1855.llaruo de Camragibe.
presidente.Jos llernardo (Julcao Aleoforado.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em v rinde de aulori-
sacao do Exm. Sr. presidenle da provincia, lem de
comprar os objeelos seguintcs :
Para o presidio de Fernando.
i'arinha de mandioca, alqueires 575 ; dita de tri-
go, barricas t ; garrafocs, 30 ; vidrus para lampa-
das, 2 ; chapa de ferro para foe.no com 5 furos. 1 .
dita de dilo de Ircs ditos, 1 ; barro proprio para
tclbas, canoas 6.
Quera quizer vender osles objeelos aprsenle as
suas propostas > om rarta fechada, na secrelaria do
conselho, is 10 horas do dia 18 do corrente mez. "
Secretaria do conselho administrativo para fnriie-
cimenln do arsenal de gueria 1 de abril de 1855.
Jos de Brilo Ingle:, coronel presidente. Bernar-
do Pereira do Carino Jnior, vogal e secreta-
rio.
Conselho administrativo!
O cnnseliio administrativo em vliluda de anlori-a
jJo do Exm. Sr.prcsidcnlc da provincia lem de com-
prar os soguinles objeelos:
Para o* balalhao de nf.mtaria de linha.
Rondes 50, grvalas de sola de lustro -Ifi, mantas
de laa II, esleirs 58, sapillos pares .77. capoles de
panuo al vadlo 63, panno axol covados 227, hollanda
de forro dilos 173, brim blanco liso varas 250, pan-
no prelo covados 20, algOdBezinhn varas 115, boloes
branros de OSM grosas 8, ditos prelos dilos ditas 5,
ditas de mclal convexos grandes712, dilos dilos pe-
queos 530.
10 balalhao le infanlaria de linha.
Bandeira imperial de seda I, baste para a mesm.
I, porte dila dita I, capa deoieado 1, dila de brim I.
Para a msica do mosmo balalhao.
toneles 27, panno cor do rap covados 129, bol-
latida de forro ditos 71, cbatlaleiras pares 27, ceh-
luioes eiivernisailos 27.
Meto hatalhilo do Coara.
Reles 233, grvalas de sola do lustre 31, ban-
das de laa 10, panno azul covados 721, hollanda de
forro dilos 511, panno prelo dilos 73, brim branco
liso varas 1,30:1. algodiozinho ditas 861, manlai de
laa 212, boloes branros de osso grosas 10, dilos prc-
tos dilos ditas 21, dilos grandes copveOS de molal
amarillo 1,638, dilos pequeos ditos dilos l.iO'i.
Forte do Buraco.
Oculo de alcance I,
Fortaleza de N. S. da Assiimpclo da provincia do
Cear.
Uandcira nacional grande de lileli 1, dila peque-
a delle!i 1. cabo de linho de polegada e 1| dita
peja 1.
O agente Borja far
leilio em son armazcm
na ra do Collcgio n.
15, de urna innidade
de objeelos de dilTeren-
les qualidade, os quaes
se acharas patentes 110
mesmo armazem: quin-
ta-fe ira 19 do corrente,
as 9 horas em ponto.
Honry Forsler & Compauhia farilo leilao, por
intervenjSo do agenle Oliveira, em presenca do Sr.
cnsul Jos Eslados-I.'nidos, e por coula e risco de
quem porlenrer, de cerca de 1.000 saceos de linhaja.
para orcorrer ao cosleio e maii gaslos ncsle porlo
com a galera americana Finlan,d, capilo (iardner,
onde arriban por forja manir, na sua rcenle viagem
que fazia procedente' de Calcula com destino a Lon-
dres : quinla-feira, 19 do corrente, as 10 horas da
manhaa em ponto, no armazem 4iir;'.iidecado de J. A.
de Araujo, no caes novo co Recife.
T. de Aquino l'onseca & Pi I lio fariio leilo, cm
loles contento, por conla e risco de quem perlen-
cer, c por intervenj,1o do agenle Oliveira, do una
porjfio -Je ptimo vinho cm pipas e barris de !. e
5.-, assim como de algumas pipas de cxcellenle vi-
nagre, tndo reccnlomenlc importado de Lisboa : sex-
la-foira, 20 do corronlc, as II horas da manhaa cm
ponto, a porta do armszem do Sr. Aunes Jacomo,
dofrontc da arcada da alfandcga.
Manoel Ferreira Ramos e seus filhos maiores,
Jacinlho Ferreira Ramos e Antonio Ferreira Ramos
Sobrinbo, nicos prapriclanos do cxcellenle predio,
com ospacoso armazcm c 3 andares com solao, silo
na ra do Vigario 11. 8, faro leilo, por inkrveij-
co do agente Oliveira, do referido predio inteira-
menle livre u ilescmbarajado : sabbado, 21 do cor-
rcnle, aomoio da em ponto, a porla do mesmo pre-
dio.
C. C. Jobnslon, leudo de rc-tirar-sc para Ingla-
terra, faz leilAn o dia 19 do corrente. ao meio dia
om ponto, por inlervencu do agente Roberl. c con-
fronlc ao armazem do mesmo, na ru.i do' Trapiche
11. 38, de um excollenlc c bollo carro inglez de i ro-
das, com unir"punco uso, e um cabriole! (rarroja de
patente) quasi novo, tndo com os competentes" ar-
reios, arompanhado com um bom ravallo de cabrio-
lel, ludo islo acha-se 116 armazem de Amonio Alvos
Barbosa, ra de Apollo.
Joaquim da Silva Sanios, querendo acabar com
urna de suas tabernas, far leilo, por intervoncao
do agente Vctor, cm loles a vonladi; dos licitantes,
lendo ella de gneros I00|000: quaita-feira, 18
do correle, as 1(1 horas da manhaa, na ra do Pi-
lar, em Fra de Portas 11. 90.
Thomaz de Aquino Fonscra V Filhofazcra lei
lo de 11 barricas com nozes, boje 18 do correle, as
11 horas da uiauba, 110 largo da alfandcga.
AVISOS DIVERSOS
0 Sr. Machado encadetnador, venha
traseras Obras ipie tem desla tvpogra-
pliia para ciicadernar.
seu interesso,
n. 39,
Desapparecea no dia 14 do trrenle um boi pre-
lo mamado, raja loorioa, novo c capado de pouco :
quem o pegar, lev0-0 a Apipncos, sitio do major
Scbastiflo Lopes GuimarAes. ou na coclicia da ra
da Flurcnliiia, qucsci gralilcado.
I'recsa-se de um negro caplivo para a casa de
pasto da ra das Cruzes 11. 39, que se pagara bom
ordenado.
Tarquiniu Theolonio de Abrcu (iumares re-
lira-se para fura da provincia.
Chegot a loja de rniudezas de por-
tas da rita do Gabuga', um*completo sor-
Imenlo de retro/, de todas as cores, vo-
ante, trina c galoes trancas, biics de
seda, e laa de bordar de todas as cores
e raescladas.
O caulelisla Saluslianodc Aquino Ferreira do"
clara, que d gratuilainonle a metade da sorle que
ahir nos bilbclos inlciros n. ;| "lil e 3633 da t. par-
lo da I.-' lotera da matriz do itosario de (joauui,
aobospilal da ordem lerceira do Carino, para adan-
lamento de sua obra, e o iliguo prior da mesma or-
dem lerceira o Sr. Francisco Piulo da Costa Lima,
pidera \ir receber o qoe livor de sabir nos referidos
bilheles, visto o desojo que lem de ver o andamento
da referida obra.
No hotel da Europa precisa-sc de um copoiro.
.Tendo o abaixo assignado perdido na noite de
11 do corrente urna carteira com diversos papis, in-
clusive nma ordem da qii.iutia de50*000, sacada ron-
Ira Joaquim Marques de Santiago, e algiiin diohoiro
eirt sedlas, ruga a quem a liver adiado, o aspecial
favor de a restituir, mandando-a entregar 110 Recife,
na ra da Cruz n. 27, segundo andar, que ah sera
generosamente recompensado.
Antonio Pinheiro de Mcndonra.
A. Laeaie lema honro de participar ao les-
peitavel publico, qoe venden a soa casa de relujara
da ra Nova 11. 22. a Mr. L. Delonche; pelo qoe ro-
ga aos seus froguozes que Ihe riiuliiHcrr.,cao scu suc-
cessor a conlianca qoe sompre Ibes mereceu. Reci-
fe 9 de Janeiro de 1855.A. Lacaze.
-- No hotel da Europa precisa-se de 2 negros pira
aluguel.
o utiaixo
a*s,giiutlo lr. eui
medicina, ur.hu--c rcsililindo
na rna la Cruz do Keclfe n:
4 segundo andar, onde po-
de ser procurado a qualquer
hora. .loaquim' t'Mntonio
*iilve* ililii ir o. '
Precisa-se de. nina lavadetra : na rna
de Ilortas, casa (pie tem arenle pintada
de ,1/. u I.
o
abaixo assignado' estando a mn-
dar-se de linda, declara nao dever a
ningnem nessa cidade nem na do Heci'e,
nem em parte aljftima : se todavia al-
guern se julgat sen credor, aprsente
sen titulo para ser pago.Jos Loitrenco
Ueira deVasconcellos.
^BNETE POBTOllEZELEITOA
Nao so tendo reunido numero suffirienlc de mem-
brosdo conselho d.dilieralivo. para que esle podcsM
fonecionar 110 da 15 do rorronlo, por ordem da di-
recloria novamenle se convoca o referido conselho
paja domingo, 22 do corrente. as II horas da ma-
ullan..1/. F. de Souza Ilarboza, segundo secre-
tario. t
Precisa-sede tuna criada para acoffi-
panhar urna familia estranjjeira para In-
glaterra no vapor inglez. no mez de maio,
para tratar de alguns meninos durante
a viagem : a <|um convier dirija-se a ra
do Trapiche n, 12 escriptorio, primeiro
andar. .
Precisa-se de om Irabalbador na pa.laiia da
Caponga.
Joao Antonio da Rocha vai a Europa.
Na ra da Sania Cruz 11. 30, se indir.y a pes-
soa que compra 2 casas terreas, qc eslejam collo-
cadas cm boa ra da freguozia da Boa-Vista ou San-
io Antonio. *
Domingos de Oliveira Pinto e. Antonio de Oli-
veira Pinto rctiram-sc para fra do Imperio.
No aterro da Roa-Vista n. 65, primeiro andar,
precisa-se de urna ama de leilc para ajudar Mmenle
a criacSa de urna menina, e tratar dola.
Attencao.
Custodio Jos Pereira julga nada dever a pessoa
alguma desla praca, se porcm alguem se julgar cre-
dor, apreSente sua conla ou litlo ao aojMOcianlea
em casa dos Srs. Amorim Irmaos & Compauhia, rna
da Cruz n. 3, no prazo de (i dias, sob pena de nao
sor allendida. passado que seja o referido prazo. Re-
cife 17 de abril de 1855.
Desnpparereu no dia 28 (te marco una escra-
va crinla, de nome Rcuedicta, de idade 30 anuos,
pouco mais ou menos, com os signaos soguinles :
cor bstanle prola, estatura alia, reforcada do corpo.
bonos um lauto grossos, denles alvos e uoflgivas cs-
branqucadas, peitos pequeos, as palmas das raaos
muilo brancas, e os ps alguma cousa bichados,
qiiando billa parece roura, e lera de coslume inli-
lular-sn forra. Esla escrava foi da Sra. I). Z.ulima,
lillia dobr. Joaquim da Silva (iiiimaraos Dengoso,
de quem os abaixo assignados a houverain por com-
pra : roga-se, porlaulp, a qtiae appreheuderem a enlrcguem 110 enaciiho Toirinba,
a Joilo Jos de Medeiros Correa, ou nesla cidade
da Parahihar aos abaixo assiguados, no son escriplo-
rio, ruada Aroia 11. 10(i, que scrao generosamente
recompenados.Joao Jos de Medeiros Correia &
Compauhia.
Precisa-sede urna ama Torra ott es-
cravo, para o servico de urna pequea fa-
milia, preferindo-se a que saiba co/.inhar
e fazer as compras : pa rita da Conceicao
taberna 11. G.
O meio bilhete n. !))2 da lotera a
beneficio do Monte-fio Geral dos servido-
res do estado, perlence a 1'rancis.io An-
tonio de Souza Camisao e Domingos An-
tonio de Sa', da cidade de lioianna.
^ PUIILICACAO COtiOI.HAPHICA. (
I^A Acha-se noprlo, e brevemente saldr a (#|
tS luz, urna pequea obra que lem por titulo *
() HUEVE NOTICIA CIlROC.RAI'IIICA B
,<*, 1)1) IMPERIO DO BRASIL: assigna- 1
f se por 21000 rs.. no armazem do leiles, '
do Collegio n. 15. ftj)
Precisa-se de qni caixeiro que lenha pralica de
laborna, e qued CHiihoemento do sua conducta:
era l'iira de Corlas n. 135, ra do Pilar.
Anda est por alngar o grande sitio, nos A fu-
gados, com excellentc casa para grande familia,mui-
lo porto da praca, e com 3 viveiros 111 ra do (Juci-
raado, loja n. 21.
Precisase de um hoinem qu; saiba distilar
agurdenle, parg urna dislilai^ao cm um engolillo : a
tratar na ra Direila n. 100.
No dia 15 do crrenle appareceu na ra do I.i-
vramcnlo n. nina negra de nome Benedicta, pro-
corando senhor, c diz ser do Sr. I.u ., morador em
Santo Amaro de JaboatSO : por issosoueira \'u- 011
mandar para se Ihe fazer entrega da dita atora va.
Alnga-sc una ama secca, muilo boa cozinhei-
ra e engommadeia, propria para homrm solleiro, c
em casa de familia s-cnzinha : na ru 1 de Sania The-
reza u. 7.
ra
Jos Pinto de Magalhaes &C, tazetn set-
enta ao respeitavel publico cpie em sen es-
labeleciniento de carros fnebres do pu-
teo do Pacaizo casa n. 10, se cncontra car-
ros e pannos da primeira a quarta oiy
dem com ricos adoiiios, tanto para de-
Imilns como para anjos, incumbein-se de
f'ornecer guia, carros ele passeio, msica,
annaciio, cera, etc., e prometem bem
servir a quem so dignar incumbi-los de
qualquer enterro, para o que lia as ne-
cessarias habititaedes : no mesmo a luga m-
se caixoes, e vendem-se lortalhas de pi-
nito.
eenle em suas uperacocs e cfl'etos; pois bu
nove as doeocas de qualquer especie e
mais antigs c leazos que sejam.
Entra militares de pessoas curadas rom esle re-
medio, umitas que j. eslavam as portas da morle,
perseverando em seo uso, conseguirn! recobrar a
sade e forcai, depois de haver loulado iqulilmenle
lodos os oulros remedios.
As maisafOidas nao devem enlregar-se desespe-
radlo ; faeain um competente ensaio dos cllicazes
ellelos desla assombrosa medicina, e prestes recu-
perarao o beneflcio da sade.
Nao se perca lempo era lomar esse remedio para
qualquer das jogiiiiilosenfcrmdados :
Accidentes erllepticos. Febretoda
Aiporcas.
Ainplas.
Arelas mal d' .
Aslhma.
Clicas.
Convolades.
Debilidadc ou extenua-
cao.
tlebildade ou falla de
torces para qualquer
cousa.
Ilcsiulci'ia.
Dor de garganta.
de barriga.
a nos ruis.
Dureza no ventre.
Bnfermidada lio ligado.
venreas
Enxaqiiecn.
Uerysipela.
Pebres hMiosts.
nlcrmitlenlcs.
especie,
dota
llemorrhoidas.
Ilvdropisia.
Ictericia.
Indigestos.
Inllammaces.
Irregularidades da mens-
Iruae.'io.
I.ombrigas de toda espe-
cie.
Mal-de-pedra.
Manchas na culis.
Obslruccilo de ventre.
Phtbisicaou consump^ao
pulmonar..
Itcleneai) d'ourina.
Ilhoiiuuilismo.
Svmplomas secundarios:
'lmures. 1
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal).
-. ------ *... vw ...... .
v enilem-se estas pillas no cstabelccmtenlo geral
de Londres, 11. ->\',, strand. e na loja de lodos os
twiicanos, droguistas e unirs pessoas encarregadas
le sua venda cm toda a America do Sol, Ilavanae
despatilla. ,,
Veudc-sc as bocolinhas a 800 rcis. Cada'urna dol-
as conlcm una imiruciln em portiiguez paa ci-
plicar o modo de se usar d'eslas pilla*.
O deposito geral he cm casa do Sr. Soum, pbar-
maceullro, na rna da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
i NO COKSILTORIO
M 0 DR. CASANOVA
& RA DAS CRLZSN. 28,
tvendem-se carleiras de homcopathia de to- ;
dos os tamanbos. por procos muilo era conla.
Elementos de bomoopalhia, 4 vols. 6NMNI
Tintaras aesrolhcr, rada vidro. 1JJ000 i
B Tubos avulsos a escolhera 500\; :100
Consultas gratis para ospubres.
- 535 asa
8
IIOWOPATHIA.
Itemedios ellicacissimos contra
as bexigas.
[CraluHos para os pobres.) &
No cuiisullorio central bomirop^lbico, ra ;-;j
t de S. prancisco (mundo novo; n. 08A. ^
9 Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinito. 5^
Aluga-sc ou vende-se urna casa com
sotao e sitio no lugar da Torre, junto 10
sobrado do Sr. Pei\olo, com todas as cotn-
modidades para lamilla, coeneira, estri-
bara, quartos para feitor, etc.: na ra
da Cruz n. 10.
Esrriplorio commcrcial em Braga, rita de S. Lar
saro n. II.
Joaquim Jos Antiinosda Silva Monteiro,-que pe-
las umitasrelaeoc* que possuc,-tinto na cidade como
as difTerenlcs torras do disrklo de Braga, e provin-
cia do Mnho, se acha cabalmente Inlnt. do no ti
para dar vanlajosa cxlrarcno a lodos e quaesquer g'-
neros, 011 producios do imperio do Rrasil que uella
cnstumant ter coosunio, taes como assucar, arroz
caf, cacao, couros, vaquetas, chifres, etc. ; mas
lambem para proceder a compra daquellos que se
exportam ou podan exportar para o dilo imperio, e
par isso recebe i consignadlo todos e quaesquer ges
eros, e se promplifir.i a.desompcnhar goaesquec
CommlssOes, esperando nada dcixar a desojar aos so-
nbores commcrciautos, que o quizerem honrar cora
as suas orneas c rcmessas.
Compauhia iMso-Brarileira de agencia de negocio
entre o Brasil e Portugal.
Este cslubelcciincnlo, fondado cm 1817, sob o li-
lulo do Agencia de negocios cutre Portugal c o Bra-
sil, e do que hao formado parle pessoas compelcn-
teuienle habilitadas, lem correspondencias regulares
com Vigo, -Madrid, Paris, l.oudrcs, llarabdrgo,
Montevideo, liucnos-.Vxres, Chile, Per. New-Yorfc,
te; eiitretaulo .Portugal e Rrasil conliuuam a ser
s eslados cm que se arlu mais slidamente organi-
sado, porque em quasi lodos os pantos de alguma
importancia cm ambos ellos so eslabelecoram dolc-
garocs desla compauhia. Os princpaos assnmptos
de que a compauhia se cncarrega as varias i
aonde lem eslibelecidii correspondencias, silo: pro-
seguir reclamarles, tentar eompOitfet, instaurar
3 seguir procedimentos jadiciaet, fazer cumjirir
rogatorias, agenciar compras e rendas de predios
urbanos c rSMtMS, solicitar prelenroes justas dos
gocemos r representar hfrdcirosx Irgalariim, pro-
inorriido lodo o processo desdi a habihtarao ali a
e/fectira cobranra, e finalmente proteger e activar
lodos os negocios lcitos, r todas as Ironsacroes que
respeitemiittcrnacimialmente aos subditos das ditas
nania.
A compauhia lera assentado om deixar sempre aos
constiluintes a escolh.1 da livre base sobre que, em
cada caso, se lirma o respectivo contraa ; pois com
quinto estas bases sejam inalleraveis, o para lotos
os caso, vanan conforme a exlouso dos rompro-
missos que Bcam rugo da conipanlua, ou do iulo-
ress.idn. O rerlo porm, be que, para dar plena de-
monstrarn do lela rom que os negocios silo tratados,
o estabelccinionto nada recebe para si em casa al-
gum, se a reclamacAo lica infroclfern, pois s le-
vanta nina porceulagrm sobre es valores cffccliva-
A abaixo assignado, apezar da estar autoiisada
para poder veoder 01 penhores vencidos que esi.io
em sen poder, visto ser esse o trato, rom linio nao
draejando que alguraas pessoas lenham qoeixas, por
meio deslo faz scicnle aos ditos Srs. que se u.io vie-
rem resgalar os ditos penhurrs no prazo de 15 dias,
a eonir da dala deste, scrao vendidos os meamos mente cobrados. A ompreza obriga-se o por os
penhores para pagamento da abaixo as.ignada. se- 1. _,-,. -
gando a clausula consignada i... dito documenio. e ful"'0S l-ali-lndos que as parles .les.gnarcm nos
caso nao chegueni tiara pagamento de principal eju- fonlralos.
ros se proceder nos termos da lei a cobranra do res-. A roinpanlna araba de annaiar urna agencia ce-
lante. Recife Ki de abril de 1835. elesUslica, que se incumbe de mpetrn da Santa So,
Auna Marta Jhevdora Petara DurSo. I -
1 -^ ''"' despensas, remissoes, breves, grecas, commutneies,
, Anda se precisa de um bom felor pura o en- rcducccs,' babililacos, sccularisacOes, nomeacoes,
genho novo de tioianna : na ra do Trapiche 11. 17,
ou no dilo engenho.
O Sr. Dr. Severino Das Carneiro quoira ter a
boiiil.ulede apparecer em casa dos Srs. Johusloo l'.i-
ler A C, roa do Vigario o. 3, a negocio de seu in-
leresse.
confirmarles ele., para lodo o imperio do Rrasil. O
director geral no Rio de Janeiro be o Sr. Dr. Adria-
no Ernesto de Casi i Iho Rarrclo, morador na ra dos
Pescadores n. 1.1, era Lisboa o Sr. Joaquim Elias
Rodrigues da Costa. As pessoas que tiverem algum
RQB I.AITECTEUR.
0 nico- auloruado por decisao do conselho real c
ilcneto imperial. .
Os mdicos dos bo.pilaes recommondam o Arrolle
de l.alloclciir. como sendo o nico aulurisado pelo
governo, e pela real sociedade de medicina. Esle
medicamento d'nm gusto agradavcl, e facit a lomar
era secreto, esta cnl uso namarinha real desde mais
de 00 annos; cura radicalmente em pouco l-nipo,
oom pouca despeza, som mercurio, as afTeceoes da
pelle, impigens, as consequeneias das saraai, ulce-
ras, e OS accidentes dos partos, da idade critica, C da
acrimonia hereditaria ibis humores; convem aos ca-
larrhos, a bexiga, as rontraccocs, e fraque/a dos
org.los, procedida do abuso das injeecOea ou de son-
das. Como anli-syphilitico, o arrob cura era pouco
lempo os lluxos lerenlcs ou rebeldes, que volvem
iucessanles em consequencia do emprego da copai-
ba, da cubeba, ou das injeccoes qoe rcpresenlcm o
virus sem neutralisa-lo. () arrobe Laffecteur he
especialmente rerommendado contra as doencas, in-
veteradas ou rebeldes, ao mercurio c ao indurlo de
potaasfo. I.i-huune. Vei,de-se na botica de Rrrale de
Antonio leliciano Alves do Azevedo.prara de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de ehegarum>i grande porco
de carrafas grandes o pequeas vindas direelamenle
de I aris, de casa do dito Rovvoau-I.affecleur 12, ru
Iticbco a Pars. Os formularios dflo-se gratis era
casa do agente Silva na praca del). Pedro, n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Rabia, l.ima & Irmos
lernamburo, Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Fi-
lhos ; el Moreira, loja de drogas ; Villa Nova, Jejo
1 ereira de Magales I.eile; Rio tirande, Eran de
Paulo Coulo rs C.>
BALSAMO H0H6ENI0 SYM-
PATHiGO,
i a\i 1 .im Imenle acolhido em loilas as provincias
do imperio, e Ulo geral como de vid amen ic apreciado
por suas admiraveis virtudes.
MOLESTIAS CURA VEIS
POR MEIO DESTE PORTEaTOS BALSAMO.
HERIDAS DE TODO O XiENEHO, anda que
sejam com lacernees de carne.e queja estivessem 110
estado de chagas chromcas, esponjosas e ptridas.
Logo depois da applicaco cessam as dores.
ULCERAS E CA.NCROS VENREOS, escorbu-
lo, samas, erysipelas, molestias catrineas ou perpe-
tuas, e scirrhos, conbecidos pelo falso nome de liga-
do nos peilos. rheunUlism, dieleze de todas as qu-
lidadcs, golla, inclnenos c fraqueza as arliculacoes.
(JL'EIMADL'RAS, quulquer que seja a causa e o
objecto que as produzio.
O .MESMO RAI.SAMO se lem applicado com *
manir vaulageni as molestias seguintcs : porm ad-
verle-sc que so se leve recorrer a elle cm casos ex-
tremos, na falla absoluta ou impossivcl de se oblcr
a asSKlenca de um f.icullativo.
ITS'in.AS, om qualquer parle do corpo.
LOMHRIGAS, nao exccpluiudo a tenia oosoli-
(aria.
MORDEDURAS de qualquer especie, inda qoe
sejam as mais venenosas.
DORES clicas 00 de barriga, dchilidatle dfl'esaJJk
uiSgo, obslruc(ao,das glndulas, ou eulranlias, e ir-
rcgularidade ou falla da raenslrurao ; e sobreludo,
iiillammacoes do ligado e do baco."
AP1-EC(..0'ES do peito, degeneradas cm principio
de phtisica etc. Vcndc-se na ra larga do Rosario
0.96.
C. STAUU & C.
respeilosamenle snnunciam que no seu extenso es-
labcleciuicnlo em Santo Amaro.ronliiiuam 1 fabricar
com a maior perfeicio e prnmplidao. toda a quaida-,
de de iiiachinisino para o uso da agiicullura, na-
vegarn e manufactura;^ que para maior commodo
de seus numerosos freguezes c do publico em geral,
lecm abarlo em um dos grandes armazens do Sr.
Mesquila na ra do Rrum, atuz do arsenal de ma-
ri 11 lia
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabelccimeuto.
All aeharAo os compradores um completo sorli-
meulo de niuendas de canna.Tem lodos os melhora-
mentos Calgons delles uovos e origioaes) de que a
experiencia de niuitos amios lem mostrado a iieccs-
sidailo. Machinas do vapor de baila c alia prenso,
taixai de todo laroanho, lano batida cuino fiapdi-
das, carros de mo e ditos para enndUVir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra dilo, foruos de Torro balido par.1 fa.i tohj, arados de
forro da mais approvada consliucrao, fundos para
alambiques, crivos e portas para fornalbas, e tima
iiifinidade do obras de forro, que seria cnfadonbo
eiiiiierar. No mesmo deposite existe lima pes-oa
inlelligenle e habilitada para receber todas as on-
commendas, etc., ote, ijn es aniiuiiciniites contan-
do cora a rapacidadede suas oifleinas o maeliinismo,
o pericia de seus olliciae-, se romprometlom a fazer
execular, com a maior presteza, perfeicAo, e exacla
cenformidade rom os modelos mi desenlHis.e iuslruc-
(es que Ihos foiem fornocidas.
IECAIISKO PARA ESE-
MHO.
NA FCNDIf.A DE PERRO DO ENGE
NHEIUO DAVID W-BOWSIAN. a.V
KlA DO BRUM, PASSANDO O UHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorlimenlo dos segualas ob-
jeelos de mechanitmos proprioi para dividios, a sa-
ber : meendas e meas moeodas da mais moderna
C.iiislrnccAo ; taixas da forro fundido e balido, de
superior qualidade c de lodosos laraaabosj rodas
dentadas para agua ou aiiim.ies, do ludas as propor-
cos ; rrivos c boceas de fornalha o registros de bo-
eiro. aguilhfies, lironzrs, parafn-os ecavilhOes, tnSJ*^
nhu de n.andioca, etc., etc. .
NA MESMA iLNMCAU
se execulam lodas as encommendas com a superio-
ridade j coohocida. e cora a devida presteza e com-
inodidadc em prero.
ARADOS DE FERRO.
Na fundirn' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara
ilos c1"? ferro de 'rir- qualidade.
MiiTii ann


DIARIO DE PEMUIBUCO, QUfifiTfl FIRA 18 DE ABRIL DE 1855
CONSULTORIO DOS POBRES
50 mu* mov& i uto&b 50.
I l)r. P. A. Lobo Moscnio da consultas liosneopathicaa lodo os das nos pobres, desde 'J horas da
manliai aleo meio din. o em e-i-ns extraordinarios a qualquer hora do da ou noile.
Ollen-ece IgaalineaUl para praticar qualquer o|ierac5o de cirursia. e acudir" promplamcnlo a qual-
quer mulherqne esleja mal de parlo, e cujascircumslancia n.lo permitan) pasar ao nicdiro.
N CNSliLTORl D D P. A. LOBO lOSNOt.
50 RA NOVA 50
V'ENDE-SE O SEGUIKTE:
Mauuaf completo de meddicina, uomeopathtca do !)r. (1. II. Jalir, traduzdo em por
lusuez pelo l)r. Mosco/o, qualro volumes encadernados em dous c acompanhado de
um diccionario dos termos de medicina, cirurgia, analnmia, ele, ele.
OJODO
Esta obra, a masimporlanle de todas as quelralam do eslud, c pralirada hoiueopalliia, por ser a nuica
que conten a be fundamental H'eala doolrinaA PATHOENESIA Ol EFFEITOS DOSMEDICA-
MENTiiS NO OllG-ANISMO EM ESTADO DESAL'DErnnhccinii nlos que nAo podem1 dispensar as pes-
soas que seqiiercm dedicar a pralica to verdadeira medicina, inlcressa a lodos os mdicos que qui/.ercm
experimentar a oolrina de llalincinann, c por si momos se convenceren! da verdade d'clla : a lodos os
faiendeiros e senlwrcs de enaenho que estiio lonse dos recursos dos mdicos: a lodosos eapilaesde navio,
que unja ou oulra vea nao podem deixar de acudir a qualqucr inconimodo scu ou de seus tribuanle- :
a todos os pais de familia que por circumstaucias, que nem sempre podem ser prevenidas, sao nbriga-
do a prestar in continenti os primeiros soceorros en- uas enfermidades.
O vade-niecum do homeopallia ou Iraducean da medicina domestica do Dr. Herios,
obra tamlirm til as pessoas que se dedican) ao esludo da bomeopatliia, um vol-
me grande, acompauliado do diccionario dos termos de medicina...... 103000
O diccionario dos termos de medicina, cirursia, anatoma, etc., ele, encardenado. I3OO
Sem rerdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um patn seguro na pralica da
homeopalhi, e o propietario deslc eslabelecimento se lisonseia de le-lo o mais bem montado possivel e
ninaiicui duvida boje da grande superioridade dos seus medicamenlos.
Boticas a 12 tubos gratules.......... '.......... 88000
Boticas de i medicamentos em alubulos, a 109, 129 c 159000 rs.
Ditas :t( ilitos a.................. 209000
Ditas 48 dilos a ................. 259000
Dilas 60 dilos a .................. MljOOO
Dilas 14* dilos a.................. 609000
Tubos avulsus........................ 191X10
Frascos de meia nuca de lindura................... 29000
Ditos de verdadeira lindura a rnica................. 2CO00
Ka mesma casa ha sempre i venda grande numero de tubos de rrystal de diverso* tamaitos,
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer curominenda de medicamentoscom loda a brevida-
fle e por precos muito commodos.
SALA DE DANSA.
I.uiz Cantarelli participa ao respeilavel publico,
que a sua sala de ensino, na ra das Tiinclieiia-n.
I!>, si? acha aberla todas ut segundas, quarlasi- mi-
las desde as 7 huras da noile ale as il: quem do sen
presumo se quicr ulili-ar, dirija-su mesilla easa
ilai 7 lioras da manliaa ato as !) ; o inesmo M iiflere-
ee ,1 dar lices particulares as lloras eonveiicionadas:
e laiubem da lices Dos collegio* pelos precos i|ue os
mcsiuus tcm marcado.
O padre Antonio Ja Cunha Fisueireilu mu lo
o se enripiara de aihoaido para a rna esln-ila do
liosaiio n. 36, onde putera sor procurada lulos os
das ilas '.) huras da manhfia em dianlc.
BHH
MI BANCA DE I.O.IA. j

Jos Pradiues, oiitileiro rrancei, tcm .1 bou 13
g ra de previ or o respeilavel publico* u a seu
_ tregeles em particular, qiie niudou sua luja i
' de entilara da roa Nova para a roa da Ca- ;
1 deia do Kccife n. lll, onde o acharAo promplo
' para os niislercs de seu odicio, c asseaura as j
| pessoas que Ifbizcrciii boiira-lo com sua conli- .j
% anea, que sero salisfeilas lauto na prompli-
g dio roinonos preco*, que scr;lu os mais raaoa- ri
mis possivel: approveila tamliem essa ucea- 9
^ -io para previnir a seus fregueses que Tecm jg
'., obraa as inaos delle ha muilo lempo, quexc-
2 iiliain buscar no praio de um me/., do con- j
q Irurio terao vendidas para pagamento do Ira- S
I1.1II10, porque nao pode passar seu lempo a h
apromplar obras que deixam depois sem as sg
S vir buscar.
S Faz as nmollaccs Ipdos os dis. *i
ZZ
i
JJ .'IBLICACAO' DO INSTITUTO HO
MKOPATIIICO DO BRASIL.
THESOURO HOMEOPATIIICO
. OU
VADE-MECLM DO
HOMEOPATHA. B
ft Melhodo concito, claro e seguro de ni- ()
rar homeopathicamente lodat a* molestias .y
que af/ligem a especie humana, e part- W
cularmeiile aquellas que reinam no lira- A
! sil, redigido secundo os melhores Irala- ,*
vg9 dos de hoineopalhia, tanto europeos como v)
americanos, e segundo a propria euperi- ^
9 enri,!, polo Dr. Sabino Oleaario l.udgers "*v
IB Pinhu. Esta obra he boje reconhecida co- $>j
a> mo a melhor de loda* que tralam daappli- /J
^W cacito homaopalhica no curativo das mo- w
f les'las. Os curiosos, principalmente, nao {
podem dar um passo seguro sem possui-la e ^o.
consulta-la. Os pnis de familias, os senho- ',j% res de enacnbo, sacerdotes, viajantes, ca- A
? pitaes de navios, serlauejos etc. ele, devem 2a
Ifp le-la mSo para occorrer ^iroinplimenlc a %ff
u\ qualquer caso de molestia. (<*
2 Dous volumes em hrochura por 109000 *
encadernados 1l9tMKl <$
Vende-se unicamenje em casado autor, //
110 palacete da ra de S. Francisco jMun- 'w
do Novo) o. 68 A.

Novos livrosde homeopathia uicfranccz, obras
lodasde summa importancia :
liahncmant!, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
209000
69OOO
79000
69000
ltijOlM)
69000
lumes.
Tesle, rrojeslias dos meninos.....
llcrina. bemeopatbiadomestica.....
Jahr, pharmacopeahomeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molesliasda peile.......
Kapou, historia da homeopathia, -J volumes
Harlhniann. tratado completo.das molestias
dos iqeniuos.......' .
A Teste, materia medica liomcopalliica. .
De Fayblle, dulrna medica hoincopalliiea
Qinica de Slauneli .......
Casting, verdade da homeopalhih. .
Dtoeiouario de Nv sien.......
AUlas completo de analnmia com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripcao
de lodas as parles do corpo human .
vedem-sn todos estes livros 110 consultorio homcopa-
tliieu do l)f. Lobo Hoscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro sudar.
DENTISTA.
W Paulo Gaignoui, dentista franetz, estabelc -'-'
fP cido na ra larca do Kosarin n. 36, secundo i.;
andar, colloca denles com gcngivasarliliciaes, 5S
e dentadura completa, ou parle dclla, com a SI
presso do ar. g$
(L Rosario n. 36 segundo andar. (y
Na ra da Gloria n. 85 ensna-se a
ttaduzir, fallar c escrever perfeitamente
a lin^ua inglesa, promettendo-se um me-
tliodo fcil pasa em pouco tempoo disc-
pulo adquefir* tun grande adiaotamerto.
Illm. Sr. inspector da Ihoamraria aeral. -Di/. Jos
da Rocha Paranhos, que em virludc de ordem do
Ibesouro publico nacional, que mandn a informar
a esta Ihesouraria um requerimenlo com documentos
annems c comprobatorios, da quanlia de dous eoli-
tos e tantos mil res, que ao suppliranle be a mesma
fazeuda devedora, acontece que lendo o suppli-
cantc estado na especlaliva, e requerido ja a V. S."
em dezemhro do auno passado solucao de urna lal
informara ale o presente, parece que por urna fala*
lidade, n,io lem sido possivel o sopplicanle obler o
despacho, apezar de ler ja decorrido um anuo pouco
mais ou menos ; pelo que, nao sendo cabivel que as
reparlieoee liscaes prolelem o dircilo das parles por
um lempo indefinido ; por isso, vem o supplicanlc
requerer a V. S., que como cheie desla reparlicao, e
a cujo cargo esl a allrihuicao de cumpr'ir e faier
rumprir is deliberacoes e ordens do thesouro, como
determina o paragrapbo 10 do arl. 31 do decreto n
736 de 20 de uovenibro de I80O, se digne mandar
Ojo e empregado em cujo poder estAo os documen-
tos e petiees ilo siipplicante. para informar mandu-
dos por Y. S. que he o chefe da 1. sacrao. Jas
llenrique Hachado, d promplo andamenlo a dita
informaeao ifim de que n.lo tique elernameiite se-
pultada esta pelieao em seu poder, como lem estado
os oulros documentos e peli0es ; com o que far
'o siipplicanle a merecida Justina ; cassimpede
Y. S. lio; defira.E. R. Me.
Jos da llocha Paranhot.
Recife 22 de marco de 1853.

CASA DA AFERICAO, PATEO DO TERCO N. 16.
O aba\o assignado scicnlilica, que no cscriplorio
daquella casa da-scespediente todo os das das 9 ho-
ras da mauhaa s 4 da tarde ; oulro slm, que a re-
v s.1o leve principio no da 2 do correnle, e que lin-
do o praro marcado pelas posturas municipaes. in-
correrao os contravealMIi n'as penas do arl. 2 titu-
lo II das sobreditasfHaras. Prxedes da Sika
(iusmao.
Preeisa-se do urna ama para o serviro interno
de urna casa de 3 pessoas de familia, que sirva lam-
be m para ascqmpras : na ra do Hospicio 11. 3.
LOTERA'l)E N. S. DO ROSARIO DE
, GOJANNA.
Aos 5:0009000, 2:000UOO, 1:0009000.
lis bilheics e cautelas do caulelisla A. J. Rodri-
-'! s de Souza Jnnior, to afortunados pelas frequen-
le* ver.es que lem dado as sortes gramlcs, como rc-
cemmendados por seren paaos os premios grandes
Pr iiiteirosem desrnitlo alaiim. acham-se a disposi-
cao do respiMlavel publico lias seailes lujas : pia-
ra da Independencia ns. 4, 13, 15, c 40; roa do
Oiiciinad n> 37 A, e em oulras mais do cosime :
as rodas da referida lotera andam imprclerivelmen-
Ic a 21 do crrente roei em O consistorio da iareja
da Conceirao dos Militares.
Participa-teaot Sis. mestrepedrei-
<5yi ros. caladores e mait' pessoas particula-
res, 1a um deposito da bem conltecida cal
branca de Jaguaribc, e que se vende
muito em cotila, tanto em retalho como
em porcoes.
Precisa-sc de oHiciaes de alfaiate,
tanto de obra grande como mitida : na
ra Madre ile Oeos 11. 5(i, pritneiro an-
dar.
Casa de consignarlo de escravos, na" ra
dos Quarteis n. 2i
ComprnmTse e rerehem-sc escravos de ambos os
sexos, para se venderem de rommissao, tanto para a
provincia como para fura dclla, oflererendo-se para
sso loda a seguranca precisa para os dilos escravos.
Precisa-sc de alugar um' di na ra do Se-
bo u. .">0 A, ao qual se da bum ordenado.
i MDAN5A DE LOJA.
A. Lacazc sciei.tilica an rcspeilavel publico
* c principalmente aoseus freguezes, que mu-
don a sua loja de relojoeiro para a ra da Ca- 9
flP dcia do Recife n. 18, ondeo adiara sempre @
i promplo para hzer qualquer concert, tanto ^
de reloaius de alcilieira mino de parece, ele, @
@ ele, asim como adiaran um cnmpllo sorli- &
^ monlo de reloaios de algibeira patentes, suis- j
sos o borizonlacs, correles para dilos, occu- $8
Madama Thcarri, leudo de fazer urna viagem a
Europa, avisa aos seus devedores ilevircm saldar suas
contas na loja da ra Nova.n. 32, para Ihc evitar de
proceder contra clles judicialmente.
I'ede-sc ao Sr. Jos de .Mello Cesar ei-pro-
curaibirda cmara tic Olioda, que venha cnlcnder-
se com os herdeiros de l.ui/. Roma, pos basta de
eassoadaa, Bcando c.eito que em quanto n.lo se en-
tender com osmesmos ha de sabir este annuncio.
C. C. F.GEIREDO,
ClSTOMHOtSEASBPPIWAGEM.
SOliTHAMPTON.
MERCIIANDl/.K. RACCAGE. & EIFECTS
RECEIYEI) t\ FORWAROEI),
Wilh despateband economj.
Coodsand Passenaers' Laggage slrictly allcnded lo.
Information giren reipecting the arrieal & de-
parture of'stcam I esscls.
Forcan Mnney Evchangcd orcccivcd n Pavmcnt.
16
109000
8901K)
7*M>0
69OOO
'19OOO
IO9OOO
30901X1
.-.: I^SOJOOO
62^000
9009000
2509000
Bilheics 59500 Recebe
Mei. 2|>J00
Ouarlos I9I0
Oilavos 720 i,
Decimos 600
Yiaesimos 3o
O inesmo caulelisla cima declara ao mesmo res-
pmiavel publir, que se obriaa a pagar os premios
^randf s por inlciro sabidos em sua> cntelas, c mais
que quanto aos seus Inllicles inlciros, os quacs sao
vendidos em originaos apenas se responsabillsa a pa-
car os ojio por rento, logo que se Ihe aprsenle o bi-
Ihelc. indo o possuidor receber o respectivo premio
do Sr. Ihe-onreiri).
\
Aluaa-sc nina casa terrea 00 de sobrado, sn
qualquer das roas que licam enlre iccc do Virgi-
We o paleo de S. Jos : na ra Kova 11. 60.
*Xluaa-se o secundo andar do sobrado n. 167, na
rna Imperial, com huns commodos, sota arando
quintal c estribara, por preco barato; tratase no
inesmo.
es*:
J. mi DEMISTA, S
continua a residir na ra Nova n. 19, primei- Q,
Ja' cliegaram as seguintessem ente
de ortalices das melbores qualidades que
lia: rbanos brancos, ditos encarnados,
rabanetes brancos e encarnados, alface
repolliuda e alemSa, repolbo, tomates,
nabo branco e ro\o, couves, trinebuda,
saboia elombarda, salsa, pimpinela, \-
coria, cebla dcSetitbal, sinondas, sijjo-
relba, Belgas, ervilha torta, dita direitaj:
genoveza, dita de Angola, feijao carra pa-
to de quatro qualidades, coentro de tou-
ceira, e tun grande sorli ment das mcl llo-
res sementes d flores da Europa : na rna
da Cruz n. 02 em casa de Antonio Fran-
cisco Martina.
Na ra Nova/-esquina da ponte, precisa-se de
bous olliciaes para calcas.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
qiiL'inudou a sua aula para a rita do Ran-
gel n. II, ondecontinua a receber alum-
nos internos e externos desdeja' por m-
dico preco como be publico: quem se
quizer utilisar deseupequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer bora dos das uteis.
MASSA ADAMANTINA.
Rna do Rosario n. 36, seRundo andar, Paulo Gai-
aiinm, dentista frauce/., chumba os denles com a
mas-a adamantina. Essa nova e maravilhosa com-
posirao lem a vantaaem de eiirher sem pressao dolo-
rasa lodas as anfractuosidades do denle, adquerindn
em poucos instantes solide/ ieual a da pedra mais
dura,o pro melle reslaurar os denles mais estragado*,
com a forma e s cor primitiva.
LOTERA de n. s. do rosario eu
. GOIANNA.
Corre ndubitavclmentc sabbado 21 de
abril.
Aos 5:0009000, 2:0009000, 1:0008000.
O caulelisla Salusliano ilc Aquiuo Ferreira avisa
ao respeilavel publico, que seus bilheics e cautelas
esli isenlos do imposto de oilo por renlo da le.
Acliam se venda as seaunles lujas : rna ila Cas-
deiado Recife n. 2i e i. ; prara ila Independencia
ii. 37 e 39 ; ra do Queimado* n. 39 c ii ; roa do
Livramcnlo n. 22; ra Nova u. 16; c ra do Caliu-
Rccebe 5:0009000
o i.iOOSOOO
1:2508000
i) 1:0!M19000
6259000
3009000
2509000
O referido caulelisla declara mu exprcssainenle
a respeilavel publica, que be responsavel nica
lente a paaar os premios grandes pur iuleiro que
obtivercm suas cautelas : sobre os eus buhles intui-
ros vendidos em originaes, se obriza apenas a em-
bolsar ao possuidor do hilhele.os uilo por cenlu da
Ici, loa que ell Ihc Tat apresenlado, indo o prtsoi-
dor receber o rompelente premio que uelle sabir,
na ra il Colico n. 15, esjriplono do Si. lhe-oi-
reiro Francisco Anlonio de Olivera. Periiamliuco
13 de abril de 1835.
ialustiano de Aquino Ferreira.
Alaria Rila da Conceieao, viuva do fallecido
Pedro Paulo de Moraes, meradora na villa de laua-
rass, pwle encarecidamente a lodas as pessoas que
ficaram devendo a scu fallecido marido, que bajam
ois que a ras.i
liuna de Pedro
Paulo de .Moraes.
Viriaio de Frcilai Tarares, residente nesla ci-
dade, herdeiro leaitijio de seu tinado pai Francisco
Jos Tavares, fallecido em Lisboa, coiislando-lhc que
para c-la cidade pelos mais herdeiros de Lisboa, foi
remedida procurado bstanle para screm vendidas
as parles dos enaejihos Calambuca e Riacho dos Pa-
dres na (regosla de Agoa-Prela, que por lieranra
de seu fallecido avo Manuel de Carvalho Mcdeiros
6 tS^r' d0^e SBr '-^-^"aoXra^nve.i^r.X
ou le depart des Baleaux i Vapeur. pilril jssu ollvjl|o foi ,nesnl0 ^Mnoiant^ he do
seu riaoroso dever scentilicar ao respeilavel publico
desla cidade cprovincia, que deixem de neaocio l-
amo lazer, pois que ama mesnias parles dos refe-
ridos enjonlins, elle annuneiante herdeiro, lencimia
serem as que por lieranra Ibes devam lucar, cnibura
mesmo qualquer repusirao qu baja de haver, pela
qual se obriaa o annuneiante a salisfa/cr, una vez
que nesl.f provincia se acha residindo, e da asrirul-
lura do lirasil pretende usar, e por isso dcivar.i de
perlcncer as mesmas partes dos ditos engenhos aos
herdeiros de Lisboa por ser ta dillereules as suas
residencias. E para que de futuro ignorancia nao
baja aos que lal compra lizerem, Taco por annuncio
em 6 das successivos nesle Diario, ludo islo constar
ao mesmo respeilavel publico/Jcsta cidade, e lo.la a
provincia. Recife II de abril de 1855.
O secrelario d* mesa reaedorada irjria>idade|do
ilnarcha S. Jos da Agonia, creca no convenio de
. S. do ('.armo, avisa a lodos os seus irmios, que
lendo de pioccdcr-se em mesa eral a eleieao da
nova mesa regedora, que lia de servir no auno vin-
douro de 1855a 1H56, a comparererem para este lun
no respeclivo consistorio, domingo, 22 do correnle,
pelas 0 horas da manbaa imprele ivelinenle,
Antonio Jacinllio Botclho vai a Porluaal halar
de sua saule.
i -1"! lisa de Rotbe & Ridoulac. ra do
Trapichen. 12, vende-seo seguinte:
Cobre em lolliatle 20 a 20 oncas.
Pregos do cobre.
Zinco' (mi ollia.
Ferro ra Suec a,
Aro de TVfilao.
PregOS soplidos.
Alcatrao da Suecia
Lonas da Kussia.
[nos dita.
Arados le ferro.
Taixus para assucar-
Yendem-s" presuntos superiores, baratos, para
lianihre, latas com bolacllinbas goda e inglAa, mar-
melada nova em lalinhas iqoona>, lata com 10 li-
bras de manteiga tina, muilo nova, vinho a Porto
engarrafado, o mais superior: na ra da Cruz, do
l^ccfe n. 46.
Veudem-se clcheles a '20 rs. a caiva, liuhas a
500 rs. a libra, o novellos a 6 por um viltlom, linhas
de carrilel a 120a diizia, allioeles a |>(KKI o mass
de 24 carias, eapelhosa 10 rs., escoras de cabello e
de falo a 160, e oulras miude/.as que se vender por
muilo barato preco pira liqoidarjlo : na ra do l.i-
vramenlo n. 30. Tainbem se Ira-pis.,, a chave da
mesma loja por 25O9000, c a armaeao envernisada
por 2009000.
Yende-sc um cabriolel inalez com lodos ns ar-
roto*, e por bailo preco : noarini/em do asente dos
leiles Marcelino de llorja Gemidas, rna do Collc-
gio.
Ycnde-se um lindo inolcqur rriou!, de idade
15 a 16 anuos, nnuco mais ou menos, com principio
de pedreiro. sem vicio nem achaque, e o motivo da
venda c dir ao comprador ; na ra da Roda n.
11. das 7 da manbaa al as 3 da larde.
Ycnde-se a rasa de 2 portas e I janella, na rna
de Aauas-Verdrs, lado da sombra n. K2, a qual lem
no fundo urna oulra de porta e janella, e um qnarlo
com noria com frente paria roa de llortas, ludo em
chaos proprios, sendo a casa da ra de Aauas-Yerdes
de paredes doblada', propria para levantar sobrado:
a pesaos qtnyprclendcr, dirija-se a ra da Manauei-
ra n. 0. na Boa-Vista, ou no trapiche do alaodao,
que achar com quem Iralar.
Yendein-sequarlolas e duzias de garrafas com
viiihnde Rorrtcauv. de suponer qnalidade : no ar-
roaxem da ra da Cruz n. 10.
Cera de carnauba do Aracaty c Ai su'.
\ ende-se poi menos prcro que em nutra qualquer
parle, no armazem de Dominaos Rodrigues Andra.
de & Companhia, roa da Croa n. 19.
Vende-se a quem qui/er comprar urna excel-
Icnlc parelha de escravos muilo mocos c robuslns,
Iralialliam bem em lodo o servico de campo, bous
Iralialhailorcs e lecedores decurraes, muilo bons ca-
beqoeirns, e entende muilo de qucimareni cal, eiim
delles muilo baliilidoso.cnforna heiu forno'sde quei-
mar ral por ter sempre asado deslc servir, ambos
sao canoeiros de rio, e ila para emliarcadicns : os
prelendcnlcs dirijam-se a villa d lauarass casa
do aballo assignado, que avista dos escravos farjo o
ajuste, e declara que os nao vende por precisan, sim
por desposto de um delles, mas vende ambos porse-
rem companltelrospreterindn anle< pira fora da pro-
vincia Francisco Xavier Dias de .llbuquerque.
C C. FIGUEIREDQ.
GOURTIE DE DOANE,
A SOUTHAMPTON
-S^^^i^
itlurcljanitsrs, bagage, rt cffrts
Recus et aspeles avec diligenre et economie.
Ijx plus grande atlenlion esl dpporte meara les
Passagers, leurs Bagages et Marchandises.
aa u. II, h itica.
Bilbeles 59300
Meios tRoo
Una ilos 19*40
(Quintos 19160
Oilavos 720
Derimos 600
i laesimos :2
.......... .,, ., ,,,,,. (, nvu i'inri i'ni umiKiu
de saldar suas contas quanto antes, po
se acha em liquidaran com a ctlincla lir
ro andar.
CARLOS G. FIGUEIREDO.
Agente da Alfandega e de Navios,
8, QUEENS TERRUCE,
SOUTHAMPTON.
Recebe e cipede com presteza e ccouomia, mer-
cadoriasv bagagem e elleilus de qualquer na lo re/a e
ordem.
Esclarece os viajantes sobre as chcaadas e sabidas
dos paquetes, de caminhos de ferro; ele., dirigindo-
se no mais quCprecisem.
Faz as operares necesarias da alfandega, e rece-
be fazendas a cummissAov ele.
Precisa-sc alugar urna prela para o serviro de
urna familia inglc/.a, quo saiba lavar, -uaoinmar e
roser : em casa-de Patn Nash & Companhia, ra do
Trapiche Novo n. 10.
O abaixo assignado, oflerece o seu presumo a
quem se quizer ulilisar para tirar guias do juizo dos
(toada fazeuda, tanto da geral cuino da provincial,
por aquellas pessoas que pessoalinenteas na podem
tirar, e que com a mesma fazenda se aeham debita-
das : quem precisar pode mandar por escripia seu
nome, numero da casa, e ra em que mora, nos lo-
gares seguintes : r\ccifc, ra da Cadeia loja n. 39,
ra da Cruz n. 56, palco do Terco n. 19, ra do Li-
vramento n. 22, prac,a da Independencia n. 4, ra
Nova n. 4, Braca da Roa-Vista n. 2i, onde serAo
procurados os bilheles e as pessoas que quizerem
para o lim expendido, e na ra da Gloria 11. 10 casa
do annuneiante.Macariio de Luna Feire.
Na rna da Oideia do Recife n. 3, primeiro an-
dai, confronte o escriplorio dos Srs. Barroca & Cas-
tro, dcspacliam-se navios, quer narioiiaes ou eslran-
geiros, com loda a promplidao ; bem como lirarr,-se
passaporlcs para fra do imperio, por presos mais
commodos do que em oulra qualquer parle, c sem o
menor Irahalho dos prclendcntes, que podem tratar
das 8 da maullar, as i horas da tarde.
No hotel da Europa d-se comida nien-aliiicnle,
por preco razoavel.
No bolcl da l'uropa da ra da Aurora lem co-
mida e bons peneos a loda hora, jm os precos mar-
cados na tabella, muilo commodo.
Nada perder quem for eredor de 11. M. do R.
senbor do engenhe em 1'C, se noticiar seu debito
na ra do Queimad.o n. 18.
Oflerece-se um rapaz porluguez para caiieiro
de laberna o uulro qualquer cslahelecimenlo, para
lomar conla por bataneo 011 sem elle, para o que
lem bastante pralica : quem de scu presumo se qni-
zer ulilisar, diiija-se a rna do Ranael 11. 37, loja de
marcineiro, que achara com quem Iralar.
Patricio Marques da Silva, relira-se para a Eu-
ropa a Iralar de sua saude.
Precisa-se aigda a bordo do briauc Capibaribe
de um bom coziuliciro livre : quem esliver nesla*
circumstaucias, dirija-sc ra do Collegio 11. 10,
para Iralar.
Loja nova de billictes de loteras da pro-
vincia, no pateo doCarmo'n. 18.
Olhcm, bilheles
Vcnbam comprar,
Qaeaa busca (orluna
Nao deixa escapar.
O meio bilhi.le 11. I2IT da qunrla lolcria (loes-
labelecimenlo de um conservatorio de msica na
i o ir. perlcnce a Francisco Antonio de Soasa Cami-
sa e a Domingos Antonio de S, da cidade de Goi-
anna.
Deseja-se fallar ao Sr. Joao Francisco i)e
Albavileoii ao seu procurador ne-la praca, a neanrio
de seu iulcresse : no Forte do Mallos, armazem
11. 20.
No aterro da Boa-Viita 11. 20, primeiro andar,
abrio-se um curso particular das linguas tranceza e
iiigleza : quem no mesmo quizer matricularse pode
dingir-se al o fim do mez, qualquer hora do dia.
COMPRAS.
Compra-se o dicciona/io de casos de pona e
Alfonso Maria de Ligorlo, Theologia Moral : quem
liver para vender, dirija-so a travessa do Yigario
n. 3.
Compram-se escravos de ambos ns sexos, de 12
a 25 anuos, tanto para a provincia como para fura :
na ra Direila n. 66.
Compra-se um casal de pavoes, que no sejam
velhos : na retinaran do Miguel Joaqun) da Costa,
na ra da Guia : quem os liver e quizer vender, di-
rija-sea mesma relinaco, a fallar com Jos reman-
des I eireira.
Compram-se algumas acooes do Ban-
co de Pernambuco : na ra da Cadeia do
Recife loja n. il.
Compra-separa una eiicommenda para fra,
orna rr.lalinha ou erioulinlia que leuha bonita ligu-
ra, mas que nao exceda de I i anuos de idade; pa-
ga-sc bem : a Iralar na ra da Cadeia do Recife n.
7. loja de miudezas de Anlonio Lopes Pereira de
Mello & Companhia.
Compram-se duas prelas que Icnham alauma
habilidadecboa conducta, sem vicios nem achaques:
quem as liver, leve i ra do Amorini 11. 25.
Coinprnm-se escravu de ambos os sexos, de 12
a 30 anuos, tanto para a provincia como para ora.e
recebem-se de conunissao : na ra do 'Livramento
n. .
Compra-se o livro, as Frases de Tilo Livio ou
os cinco livros do dito, que esteja em hom esl.ido :
quem o liver aniiuiicic.
Na n o valija da calcado da ra Direila n. 5,
compra-se'e vende-se calcado Aa Ierra de lodas as
qualidades, por commodo preco.
Compra-se a grammalica franceza de Sevenc,
em segunda mao : na ra das l;lures n. 37, primei-
ro andar.
Comprase, o Diaria do dia 2 do correnle mez
de abril: na livraria n. 6e8da prac da Indepen-
dencia.
REMIGIOS DE ALGIBEIRA
iiiale/cs de palele : rendem-se a preco muito com-
modo, no armaxem de Barroca & Castro, ra da
Cadeia do Recife n.4.
YINHO D PORTO SUPERIOR
FEITORIA.
BU BARRIS lE DITA YO.
Vende-se a prego commodo : no armasen de
Barroca & Castro,na ruada Cadeia do Recife nume-
ro 4.
Ycnde-se vinho verde a 2$000 rs. a canada.sen-
do a garrafa a 280 rs. no pateo do faraizo 18.
Ve ndee una casa nui Arrambados 11. 32, a
qual lem 30 palmos de largura, murada de pedia c
cal, com quintal, e cum mullos commodos para qual-
quer familia, da banda do mirle mais 50 palmos de
terreno, o qual se vende ruin a mesina casa : a Ira-
lar na ra no filar, cm Fura de Purlas 11. 1 t,
Vende-se brinna muilo boa para quem tcm
familia, alqueire de medida vellia, eiu saceo ou sem
elle, lambein se Vendein mis livros usados; perlen-
conle?, as leis civis, assun como alguna espiruuaes, a
Vez de JessCnrislo pela bucea du Parrico, tratado
da coiiliaiira na misericordia de Ocos,a vida de Jess
Chrislo. caiiiecisuio de Uoillpclier, obra de Braca,
para meninas, que aprendem, Lunario perpetuo,
muiio til a quem quer saber quanl lia de Vi-
\cr, e ou Iros livro de mural, o du mez Mariaunu,
que esto prximo, lloras Mariaiiua e Uc Semana
Sania, o Repertorio das Urdeu-ires do Reino, em 4
volumes grandes : na ra du Raugel II. 21.
Vende-se ou permvta-se por urna rasa terrea,
lio bairro da i;,i-\ MU ou Santo Aulouio, urna es-
cravu moga e de eluganle ligura, que sabe cuznhar,
euguuiinai, eusahoar e o mais ariaujo de una casa,
nao lem vicio algara,c o motivo ila venda se diraau
comprador; a dita escravo lera una cria parda de 2
aiinus, punco mais ou menos: pata ver. 11a ruada
Santa Cruz 11. 72, o para tratar, na piara da Ba-
Visla u. 7.
Na ra do Livramcnlo n. i, vendem-sc duas
ncaras, sendo urna rrioula, de 24 anuos, que sabe
bom cngorr.mar e cozinhar, c um mulalinho.
\ ende-se um muilo bom silio un principio da
estrada nova, com I 6 palmus de frente e 750 de fun-
do ; o dito silio ollerece militas vantagens ao com-
prador, n.lo s pelo lugar, como pelos dillereules
truclose boa Ierra, ele. etc.
Vendem-se fazendas com loque de ararla, por
muilo barato precoz consisliiiiln em algudaozinho,
madapoln, slgodao azul. Hilo risrado, dito msela-
do, dito (raneado, alvo, e chitas: 11a loja de 4 portas,
na ra du Queimado 11. 10.
Vestidos n .S'OOO.
Conlinua-sc a vender corles de vestido de chita
franceza, larga, cores fixa. k 2ctXK) cada om : na
loja de i porls, na ra do Queimado n. 10. ,
Vende-se um mulalinho lie bonita figura, com
principio de sapaleiro, e proprio para um pagem,
sem defeilo slgum : :io Passeio Poltico, loja n. II.
Suecas de l'aiinlia.
Vendem-sc saccas com familia da Ierra, nova e
bem torrada, e arroz branco : na ra da Cadeia do
Recife n. 23.
Veinlcm-se pecas de algodin com algum loque
de avaria, e mais alaumas fazendas, por barato pre-
co : na ra da Cadeia do Recife n. 23.
Charutos. .
Vcnderii-se charutos muito superiores : no escrip-
lorio de Anlonio I.uiz de Oliveira Azevedo, na ra
da Cruz n. 174
Vende-se urna prela moca, de idade de 25 ali-
os, que sabe lavar, cozinhar', n Inri principio de
enaommado. e sua conduela alianea-sc : na ra du
Queimado n. '.I.
^ta. Vende-se um cabriolel de duas
J^/. __". rodas, com es competentes ar-
r-----: reos: na rna da Cadeia do Re-
- -?zZ!Jm9 fe loja n. 19.
Altencao ao barato.
Na ra do Livramenlo n. 14. vende-se pelo barato
freco de 280 rs. O corado, laa para vestido de senho-
a. de bonitos padres, hrclanha de linhn muilo fina
a 610 a vara, corles de cal^a de hla com 3 1|2 rova-
dos a laHOO o corte, brins de linhn de todas as cores,
lencos de selim para grvala, bonitas ebejes de lar-
laiana, madapoln muilo lino a 59000 a peca, c ou-
lras fazendas a Iroc de pouco dinhetrot
I CEHE1NT
da melhor qualidade: vende-se
ijg emcasadeBrunnPraeger&C.rua ^
da Cruz n- 10.
Na ra do Crespo n. l,
ha para vender ricas roberas dr dula de uma'lar-
aura, pelo harati-simo preco de 2V>00, e diales de
tfijuim a IO5OOO, e militas mais fazendas barata-.
Com pequeo toque de avaria.
Pocas de wdspolio largo a 2^500 e 3000 ; pecas
de algodaiiziiiho a 1*280, I-600 e JtlOO; minio lar-
gocom _"' varas a J-MMI e 3*000! na ra do Crespo,
loja d,i.esquina que volts para a cadeia.
Fai'inha de S. Malhens.,
Vendc-se a fiorddo hiale Comiodo Sorle, fun-
deado em frente do arsenal de auerra.
Quartinbas du I> I 1 :i.
Venden! se em porcoes a bordo do hiato Coerci
Ja .S01 le, fondeado em frente do arenal de guerra.
Vemlese nn permula-se por urna rasa lerrea
liesla cidade, um sitio com sofirivel casa de viveuda,
iucteir.is, hauho doce, ele. etc., no Barro Yerme-
llio, freaue;ia dos Afaaados : a quem couvier qual-
quer dos dilos negocios, dirjase ao alerro da Boa-
Vista, taberna 11. 20.
Vcnde-se um nearo moco e sem vicios, pro
prioSpara agricultura por ser desde pequeo emprc-
aado nesse servico. sabe bem limpar laraugeiras e
tratar de cercas de liman : ne ra de Apollo, arma-
zara 11. 6, das 0 horas al as 3 da larde.
Ha nma eserava de meia idade, perita cozi-,
nheira, que serve ha I anuos em ra-as eslranaeras
n.ni propria para pessoas de neaocio que lem raivei-
ros ; vendc-se por sua seubora se retirar breve para
a Europa : na ra do Sebo 11. 22.
Ycndrin-sr> i esrravus, sendo urna miilalinlia
de 16 anuo-', de bonita ligura, ptima coslureira c
sutTrlvel engommadeira, um moleque de 12 sanos e
duas prelas crioulas, de J Mines, com alaumas ha-
bilidades, todos pecas boa s: na rna de Hurlas 11. 641.
Vende-se urna eserava crinla, de idade 28 an-
uos, pouco mais ou menos, perita euaominadeira,
coziiiheira, o lava bem de sabilu: no pairo da ribei-
ra, sobrad de um andar 11. i.
Vendem-se 2 carneirns bonitos e gordos, sendo
1 delles grande e manso, proprio para moiaria de
menino por sera islo rosliiniadn, e para o que lem
o- necessarins arelos na roa da Concordia, primei-
ro sobrado a esquerda, pausando o arcal.
Vende-se urna balance romana com todos o
stus perlcnces.cm bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, diria->e ra da Cruz, armaztm 11. 4.
FaVinha de mandioca.
Vende-se saeeas grandes com farinha :
no armazem de .Jos Joaquim Pereira de
.Mello no caes da altandega, e para por-
rees a tratar com Manuel Alvcs Guerra
JrTmor, na rita do Tra|>iche n. IV.
NOVO SORTIMEMO HliCOBERTIHtES DE TO-
DAS AS QUALIDADES.
Cobertores oscuros a 720 rs dilos grandes a 1-200
rs., ditos brancos de alaodao di pello e sem elle, a
mitaca dos de papa, a 1^200 rs. : na loja da ra
do Crespo n. 6.
Xa rita do Atnoriin n. H, vendetn-
se OS seguintes 'eneros, os mais superiores
que vem a este mercado e por commodos
precos:
Vinho moscatel em barris de a Ocanadas.
Champagne.
Cha' de San Paulo, caixasde 2 a 20 libras.
Chocolate francezr
(airaf'cs cout eevadinhti.
Garraies com sag.
\V.
passan-
Estr.tuas para jardim.
c cemilerio.
mas, cs|>i;;iiilha e volantes para
VE?ti>AS
Sahiram a' luz fts lolhinhasdc al
[iDct-
ra com o almanak administrativo,' mer-
cantil, agrcola e industrial dcsta provin-
cia, corrigido e accrescentado, contendo
400paginas: vende-se a 500 rs., na li-
vraria 11. 6 e 8 da praca "da Indepen-
dencia.
Vende-se urna canoa grande, que leva 16 pes-
soas : 00 armazem da ra da Cruz n. 19.
Vasos para jan
(aloes,
armadores.
llanoel la,ares f.ordeiru lem para vender fu-
mo para chanulos de lodas as qualidades, aigos com
champagne cm garrafas, c mcias, do mellinr aulor,
c oulros mais gneros: no armazem n. 18, na Ira-
ressa da Madre de Uro-.
POB SEDULAS VI-1.HAS A 3SO00 o l.-lKKl O
PAR, QI.EM DEIXARA' DE t:i)MI'KAK.
A' moda, pechinena de borzpguhts e rapaloes de
lustre franceses para homem, dilos de bezerro e de
lastro de Nantes, tanto para homem como para mi*
nio, rouilo proprios |iara a estaca prsenle, alm
disio um novo e completo sorlimenlo de calcados de
todas s qualidades. lano para homem como para
senhnra, meninos e meninas, Indo por preco muilo
cammodo, a troco de sedlas vclhas : no alerro da
Usa Vista, di Omite da lionera 11. 11.
DEPOSITO DO CHOCOLATE HYGIE-
NICO DA FABRICA COLONIAL.
Este chocolate, o Oh ico preparado com
substancias puras, nutritivas e hygieni-
cas: .vende-se em casa de L. Leeomte Fc-
ron Si C: ra da Cruz n. 20.
Piceos: o
E\tra-lino. 800 a lib.
Superior. ... 'iO
Fino.....500 ,.
Moinbos de vento
'omhninliasilerepiiMi para regar borlase ba\a,
decapim. nafundi>aode D. W. Ilowman : na ra
doBrumns. 6,8e10.
' CEMENTO ROMANO.
ende-se superinr cemcnlo em barricas e a rrla-
Iho. no arrnazem da ru da Cadeia de Santo Anto-
nio de maltriaes por preco mais cm conla.
COBERTORES ESCROS E
BKANCQS.
Na rija do Crespo,loja da esquina que rolla para a
cadeia, vendem-se cnberlures escuro, proprios para
escravos, a 720, ditos Brandes, bem encornados, a
13)280, dilos brancos a 19800, dilos com pello mi-
ando os de lia a i-l'mi, dilos de laa a -J?ion cada
um.
CAL DE LISBOA A V.sOOO RS.
Ycndcm-se barris rom cal de l.isboai chegado no
ultimo navio a -ikki mr rada una : na ra do Ira-
piche 11. 16, sezuiidu andar.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se saccaa grandes com muito su-
perior farinha de mandioca por preco
commodo: no armazemn. l(i do neceo
do Azeite de Peive; ou a tratar com Anto-
nio de Almeida (jomes & C, na ra do
Trapiche Novo n. 10, segundo andar.
SARJA FRETA E SEM
MACA'O.
Na ruado Crespu, luja n. 6, vinje se superior
sarja hespauliola, muilo larca, pelo diminuto preco
de iSWO e "XiOtl o corado, selim maco a 2$800*e
:te2IK)o covado, panno preto de :*900t>, iaOOO, '>5O00
c 6|008 o covado.
FARINHA DE JANHIOCA.
Vende-se superior farinha de mandio-
ca, ein saccas que tem um alquerre, me-
dula velhit, por preco commodo: nos
armazens n. 5, o e 7 defronte da escadi-
nha, e no armazem defronte da porta ta
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes S C, na ra do Trapiche n. i,
primeiro andar.
VIDROS TARA VTDRACAS.
Ycndem-se em caias, cm casa do llarlhnmcii
Francisco de Sonsa, ra larca do Rosario n. :i(i
IttWjllM
Yendc-sc superior remani em barricas grandes ;
assim como lambern vendem-se as linas : airar do
lliealro. arnia/.em de JoaquiTi Lopes de Almeida.
Vendem-se 2 bois proprio para carroca : no
sillo que foi du fallecido Muniz.
fino \)\unn\.
Na ra do Aniorim n. 30, arma/m de Manuel dos
Sanios Pinto, ha muilo superior fumo em folha de
lodas as qualidades, para fa/.er charutos, por preco
commodo.
AOS IW. SVCEKDOTFS
Ns praca da Independencia n. 'J6 vende-se por
preco commodo o excellenle compendio de Uieolosia
moral, pe padre Motile, 3.a cdirao, c conferencias
de N. S. de Pars, pe,, p,|tl, l.aciirdaire, em porta-
ene/, olira de summa importancia aos reverendos
presaderes.
Hom lortimento de brins, tanto pora col-
ea como para palito.
Vende-se brim franco/, de quadrns a 610 a vara.
dito a '.100 rs., dito a 19280, riseade de listras de cr,
proprio para o mesmo lim a 160 o covado : na ras
do Crespo n. 6.
Vendem-se em casa de S. P. Jolms-
lon A C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins tnglezcs.
Kclogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes bromeados.
Chmnhoem lenco!, barra e inunieao.
Farello.dc Lisboa.
Lonas in;Iezas.
l'to de sapaleiro e de vela.
Vaquetas de histre para carro.
Barris de graxa n. 07.
CEMENTO RHANO BRAMO.
\ ende-se cemento romano branco, rhesado acora,
de superior qnalidade, muilo superior ao do consu-
mo, em barricas c as linas : airas do Iheatro, arma-
icm de taimas de pinhu.
Taixas part engenhos.
Na fundicao' de ierro de D
Bowmann, na rna do Itrum
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fu na ido e batido de a 8 palmos de
bocea, as quacs acham-se a venda, por
preco commodo e com prompiidac'
embarcam-sc ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
AOSSRS.DEENGENHO.
COI FEQUEM TOQIK IIK AVARIA.
Rela enramada e amarella a OO rs. o covado :
na roa do Crespu loja da esquina, que vnlla para a
Cadeia.
Va ra do Trapiche n< IG, escriptorio
de Brandera Itrandis&C, vende-se por
precos razoaveis.
Lonas, a imitacao das dr; Kussia, de
muito boa ((tialidade.
Papel para imprimir, formato grande e
pequeo.
Papel de cores cm caitas sortidas, mili-
to proprio para forrar chapeos.
Papel almaco e de peso, branco e azul,
de boas (jualidades.
lirada pora arreios de carro.
Candelabros de 0 luzes de feitio ele-
gante.
Tapetes linos. .
Alvaiade de zinco muito superior ao al-
vaiade commura, com o competente seo-
cante. ,
Na ra do Yicario n. 19, primeiro andar, vcn-
de-se farelo novo, checadu de Lisboa pela barca C,ra-
tdia.
$ POTASSA BRASILEIRA. '$)
{) Vende-se superior potassa, fa- fjj
^ bricaVla no llio de Janeiro, che- ^*
i*, gada cecentemente, recommen- S
,a da-se aos senliores de engenhos os S
^ seus bons eileitOS ja' e\|ierimen- J?
W lados: na ra da Cruzn. 20.ar-
.f*) mazem de L. Leconte Feron & 5)
,-j) Companhia. Sjp
v'cnde-sc encllenle lahoado de pinito, recen-
temcule checado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a entender-se rom o adminis
rador do mesmo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs- a filara
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as .co-
lonias inglesas e hollandezas, com gran-
de vantngfim para o melhorament do
assucar, acha-se a venda, em latas de fO
libras, junto com o methodo de emprc-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
. O. Bicber & Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
Devoto Chtistao.
Sabio a luz a '2.' edicto do lirrinho denomi nulo
Devoto Christao,mais correlo e acrescentado: vemle-
se uiiicamciile na livraria n. 6 e 8 da piara da In-
dependencia a 610 rs. cada ejemplar.
Pl'BLICAQAO* BELIGIOSA.
Sabio luz o novo .Mez de Mara, adoplado pelos
rcvereudissimos padrescapuchinhos de IS. S. da l*e-
nha desla cidade, augmentado com a novena da Se-
nbora da ConccicAo, e da milicia bislorira da me-
dalla milagrosa, e deN. S. dn Bom Conselho : ven-
dc-se nicamente na livraria n. 6 e 8 da praca da
independencia, a IjOOO. f
Na ra do Vigario n- 19,- primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
jscjam, quadrilbas, valsas, redowas, schc-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpnciro.
Vendem-se riros e modernos piutios, recenle-
ineulc ebegadoa, de excellenles vnzes, r precos com-
modos cm casa de N. O. Biebcri\ Companhia, roa
da Cruz n. 4.
Venden:-se lonas da Russia por preco
commodo, e de superior qnalidade: no
armazem deN. O. Bielver&C ra da
Cruz n. 4.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42. ,
Nestc cstabelecimento contina a bar
ver um completo sortimento de moen-
das e metas moendas para engenlio, ma-
chinas tle vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Ycne-sc um cabriolel com coberla e os com-
petentes arreios para um cavall, tudo quasi novo :
par* ver, no aterro da Boa-Vista, armazem do Sr.
Micuel Seceiro, e para tratar io Recite ra do Trapi-
che n. II, primeiro andar.
LINDO SORTIMENTO DE CALCADO.
Na ra Nova n. 8 loja de Jos Joaquim
Mu cija, ha um bello sortimento de cal-
>udo para senhora, que pela sua qnalida-
de o preco muito deve agradar as senlio-
tas, amigas do bom e.barato: os preci.s
sao os seguintes, ja' se sabe, a dinhei'ro
sem discunto.
Sapatos de eotno de lustre. I.s700
Borzegnins com salto para snlrora. r50
Ditos lodrn gaspeados tambem com salto
para senhora. 4s500
Sapatos*de "* 1^100
FRASCOS DE VIDHO DE BOCCA LARCA
COM BOCHAS.
Novo sortimento do tamaito de 1 a
f 2 libras.
I c'idcm-se na liolica de artholomea francisco
Je *"";a, ra larga do Rosaran. 36, por menor
preto que em oulra qualquer parte.
Vende-se cobre para forro de
20 at 28 oncas.
Zmco para forro com os pregos
competentes.
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta c verde, em
oleo.
Oleo de linliaca em botiia
galSes.
Papel de einbrulho.
Yidro para vidracas.
Cemento amarello.
tijas
de 5
e
tod
as
as qualt*
cm fias-
^ Armamento
> dudes.
$} Genebra de flollanda
ify queiras.
* Couros de lustre, marca grande*
A Aiteos para um e dous ca-
9 Lineles pura cario e esporas de
V' aro plateado.
<~$) Formas de ierro para fabrica de
Sk assucar.
rft Papel de peso ingle/.
^x Champagne maraiA^C.
9 E um resto pequeo de vinho do
2 Rheno de qnalidade especial:'
o) no ajtna/.em de C. J. As-
llevAC.
NAVALHAS A CONTENTO E TES01RAS.
Na ra da Oidea di. Recife n. 48, primeiro an-
dar, cscriplorio de Ananslo C. de Abreu, cjoI-
nuam-se a vender a tstgtMIU o par (preco fino) as p
bem condecidas e a fainadas navalbs de barbo feilas
pelo hbil fabricante que foi. premiado na rx.msiro
de Londres, as quaes alm de durarem evlraerdia-
riamcnle, n.loscseulrm no rnslo na acc,,u d. corlar ;
vendera-M com a condii;Ao de, nao afrailando, po-
lereui os compradores devolve-las al 15 diaadepois
pa compra restiliiindo-se o importe. -a mesma ca-
sa ha ricas lesourinbas para unlias, feilas pelo laca
mo lal 'icanle.
I^SD>^Kl1vK^VaVJI*l>>'^Oe*ftaV'>ll ]M a.____________.. .
Briinu l'raegerA C, tem para
$ vender em sua casa, ra da Crftz
P n. 10.
Lonas da Russia.
Champagne.
% Instrumentos para msica.
M Oleados para mesa.
* Charutos de Havana verdadeiros.
S| Ctrveja llambtirgucza.
g (iorrima lacea.
v ...-----. (lltrclllUt .11 i in-/- 11 I MU Ji'.i-jni J' I. >>|>>. w .IIIIIL-IUd.
JSi^EJ ^kFh ?^~3$Z,tM'M ', Riscado de strafl de cores, propt io
AO I LBLiCO. para palitos, calcase jaquetas, a 160
No c.rmazcm de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vendse um completo sortimento*
de fazendas,' linas e grossas; por
precos maisbaixosdo (iiieemou-
tra qualquer parte, lano eni por-
coes, como a retalho, amanendo-
se aos compradores um s proco
para todos : esle cstabelecimento
abrio-se de COmbinacSo com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto oScrecendo elle maiores van-
tagens do que oulro qualquer ; o
proprietario deslc importante es-
labelecimento convida a'todoSOS
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem dn ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Sanios Si Rolim.
MUTILADO
o covado.
Vendc-se na ra do
Milla para a cadeia.
Crespo, loja da esquina que
a a cadeia.
Chales de merino' de cotes, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rna do Crespo, loja da esquina que
Milla para a cadeia.
Em casa de J. KellerdiC., na ra
da Cruz n. .">."> ha para vender cm cl-
ientes piano viudos ltimamente de Ham-
burgo.
A 41000, 2jf00 c 5000.
Vende-se mclpomene de duas larguras com qua-
ilros arhamabitadiis para vellidos de senhora a l>o
covado; selim preto Macan, excellenle para vcsli-
ilos a 2> o covado; lencos de canihraia de tiiiho li-
nos bordados e bical pela beira a 59 cada um ; cani-
hraia de liuho lina a 59 a vara ; assim como diver-
sas fazendas por commodo preco : na ra da Cadeia
do Itccifc loja da. esquina B.SO.
CHARUTOS DE HAVANA.
Vendem-sc superiores charutos do Havana, por
preco commodo : na ra do Crespo n. 33.
Yende-se ell'et rivamente alcool de 36 a \Q
graos,
em pipas, barris ou ranadas : na I'raia de Santa Ri-
la, dislilaeo de Franca.
9 Deposito de vinho de cliam- W
^ nagne Chateatt-Av, primeiraqua- ty
*) lidade, de proprtedade do conde t
^ le Uarcuil, ra da Cruz do Be- f
^ tile n. 20: este vinho, o melhor jk
S de loda a Champagne, vcnde-se
*? a G.sOOO rs. cada caixa, acha-sc !|
^ nicamente cm casa de L. Le- S
7 comtO Feron & Companhia. N. f
I!.As caixas sao marcadas a fo- '$/)
ijH go-y-Conde de Marcuile os ro- ^|
t lulos das garrafas sao azuos. ^
Potassa.
Nn aufiso deposito da ra da Cadeia vYelha, es-
criptorio n. 1. vcnde-se muilo superior potassa da
Rusia, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he para fechar conla-,
__Na rita do Vis ario n. 19 primeiro andar, lem a
venda a superior flanc'.la (Sara forro dcsellins che-
cada rcecniemenle da America.
__ Vondem-sc no armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, de llenrv Cibson, os mais superio-
res reoslos fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
ARROZ DO KARANIIA'O.
Vende-se no armazeni n. 16 do becco
do Azeite do Peixe, por preco commodo.
AOS AMANTES DA BOA PI.V.A.
ATM IO VERDE.
Alerta que cjaegoo n ra Novan, ."il laberna,
o endiente vinlnv deiioiniado Crimea, pelo dimi-
nuto preco ile'300 rs. a Alala e 293011 rs. a caua-
da ; a clles trsneles antes quee acabe, pois osfre-
guezrs sao iniiis c y liquido be pouco.
EEI.UI .ULVTIMIO.
Na roa do Amorim n. 39, atmaiem de Manuel
lo- Sanios Pinto, ha muilo superior, feijao mulali-
nho em saccas, por preeo commodo.
' ESCRAVQS FGIDOS.
CEM MIL KEIS DE CRATI^ICA,C.1lO.
Desappareccu no dia 8 desclcmbro de 1851 o es-*
cravo, rrioulo, de nome Antonio, cor fula, represen-
la ler .10 a .'15 anuos, pouco tais ou menos, lie mui-
lo ladino, costuma trocar o ame c inlitular-se forra,
quaniio se v perseguido dii que he desertor ; foi
escravo de Anlonio Josc de SanlAnna, morador no
enscnlio Caite, da comarca de Santo Anlo, 'do po-
der de quem desapparrceu ; r sendo capturado e re-
n.Minio a cadeia desla rulado com n-noine de Pedro
Sereno cm'J de asusto, foi ah emliarsado p%r eie-
cucao de Jos Uias da Silva (iuimaraes, e ulliina-
mcnle arrematado em praca publica do juio da tt-
Siinda vara desla cidade em M) do mesmo raes, pelo
aBaivi assignado. Os .sigliaes sso o senuiiles : ida-
de :10 a :!."> aunos, estatura recular, cabellos prelos e
carapiiihados, cor amulatada, olbos esenros, nariz
srande e srosso, heicos srossos, useniblanlr fechado,
lelo barbado, com lodos os denles na frente ; rosa-
se as autoridades pociaes, capl.les decampo e peg-
soas particulares, o apprebendam e uiaudeui nesla
praca do Recife, na ra larga do Itosario-n. 24, que
receber.i a sralilicacao cima, e protesta contra querc
o liver orculto.Manoe-I de Almeida Ijoptt.
lie-ipparccou no dia 11, indo vender, lapioca
como cosluma. a preta Joaquina, bem condecida por
ser osla sua venda lia muilo lempo, a qual he baila,
magra, e de maior de 10 anuos, lem o andar tropero
como quem ela caldudo, lem as mSos com uns cal-,
los por cima dos dedos, c uilo osi pode abrir bem :
levou veslido de ganga aiol r panno da Cosa lam-
bein azul : quem a pegar, leve i Iravessa da Trem-
pe n. i).
Desappareceu no dia 11 do correnle, as 11 ho-
ras dn dia, um ucravo de nae/io.de noni Ahrli.in,
com idade de >! anuos, cor prela, bauo, pes e unios
pequeos, quaiidn anda uaoasseull bem o ralcanhar
do pe direito oocli.lo ; levou camisa c calca azul de
algodo, chapeo de palha com um IMrtete dentro :
peasoa que o pegar, dirija-se raa lurila n. 3, que
ser gratilicado.
Do ciigenho Benlo Bello, propriellaHe do ha-
charrl Pedro llellro, desappareceu a,12 de marco
pniMino passadu, o molei|iie Oniutiliano.'crioulo, de
1^1 .unios, cambado, fula, sabio com camina de algo-
dAo : quem o pesar, leve-o ao referido engenho, ou
nesla praja a Aulouio Jorge (loer, que ser gralili-
cado. r.
CEM Mil. KEIS E IATIFICACAO'.
Desappareceu no dia 6 de dewmhro do auno pro-
aimu passado, Bencdicla, de iltnliio de idade, ves- -
ea, cor acabildada ; levou asi elido de chita com
listras cor de rosa e de caf, nutro tambem de chi-
ta bramo com palmas, mu H" amarello no peseo-
co j dcsbolado: quem i'afprehetider couduza-a
pipucos, noOitoiro, cm.'<*sa deJaSol.eile de A/.e-
vedo, ou no ReciTc, na frica do Corp* Sanio u. 17,
que recebar a gralilionotima.
Desappareceu d" ensenlio de abaixo asignado,
no dia 11 d abril de IRV, um rscravo mualo, de
mime JcroiiMiio. idade de -ti a 12 anuos baixo,
cros*o, de boa cor, esta principiando a bucar. cabel-
lo prelo, pu.xa un pouco de urna prrna, lem nina
frula ns cosa da mao direila ; levou calca c ca-
misa de alsodo a/.nl, c chapeo ArO de baca prela.
Esle mualo fot do Sr. capitn Jos do Coito e Silva,
senlioi do ciisenbo Mcrinsabas. deSanlo Anto, e
vendido ao abaixo aosienado peb Sr. Regncrardo
Coelho Civalcanli Caisiran : haja-se a lodas as
animidades pobciaes e capiles de1 campo a appre-
hen-Ao do dilo escravo, e |>oderao eiircsar no Recife,
rna do Oueiniudo, laberna do Sr. Joaquim de Al-
meida c Silva, ou ueste ensenho das Mallas, que se
gratificar.Antonio Je Paula No: Leao.
No dia 2\ de Janeiro do corrale anno, do lu-
L\ir de la mandare, fresuezia de Cn. dcsappareeau
o escravo Ignacio, ei ionio, que reprsenla ler mais
de.VI anuo, de idade. eslalur regulsr, cheio do cor-
no, rnslo rugado indicando idade, pintando de ca-
bellos ; levou calca e jaquela. c ckanco de pello ;
foi ceinprado a l-'ranei-eo Delgado de Borba Jnior,
morador que fm na frcsiie/ia de >".6. da (loria do
(roil, eno da 1 de marco prximo passado rece-
beu-sc caria do Sr. major Octano Con ra de Amo-
rim, -enlior do engolillo Palheta da reama fresuezia
da (liona do (ioil.i, avisando que dilo escravo o li-
nha procurado para o comprar, e no da :26 do mes-
mo mez sesnuao pes-oas aaloi isadaa para fajer o nc
socio, rcspunileuo mesmo senbor maior Amorim que
o escravo linha-sc evadido no dia anles da rhesada
do portador : rosa, porlanlo, o abaiso assignado, as
autoridades pnliciacS* capilAes de campo daquellc
lugar coadjuvem a captura do mesmo escravo, en-
tregar na praca aoSr. Gabriel Antonio, no paleo do
Carino, o qual gralificaru lodo o Irahalho, ou em Ta-
mandare a scu leuilimo dono. Tainandirc 9 de abril
de 18")..Eduardo Jos leijeira.
?EB.N. TVP. DE M. F. DE FAEU. .1835.
.-. ... ..-


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