Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00959


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Full Text
ANUO XXXI. N. 88.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
TERCA FEIRA 17 DE ABRIL DE .1855.
Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptoi.
DIARIO
F.xc.VIUU'GADOS da slrscripc.vo-
Recite, o proprietaro M. F. de Faria ; Rio de Ja-
neiro, o Sr. Jote Pereira Marlins ; Babia, n Sr. I).
Duiir.nl: Marei, o Sr. Joiquim Bernardo ilc Men-
Honca ; Parahiba, o Sr. Gcrvazio Virlor i|,i Nalivi-
dadc ; Hlala o Sr. Joaquim Ignacio pereira Jnior;
Aracaly o Sr. Antonio Victoriano Augusto Borges ; Maranhlo, o Sr. Joa-
qun Marques Rodrigue. ; Piaiihy, t Si. Domingos
Herminio \rkile* Pessoa Cearence ; l'ara, oSr. Jus-
(iun J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cosa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2 d. por l5.
Varis, 315 a 3.">0 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 i 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 1/2 por 0/0 de rebate.
Accoes do banco 40 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
sconio ile lettras de 8 a 10 por 0/0.
MKIAKS.
(Juro.nc.as hespanholas* .
Modas de 6940o velhas.
de 694 00 novas.
de-JOOO. .
l'rala.l'atacesbrasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. ,
29*000
169000
109000
99000
l940
I 9860
PARTIDA DOS COM
Olinda, todos os dias.
Caauar, Bonito c Garanhuns nos dias 1 el5.
Nilla-Belle, Boa-Vista, ExeOtirieary, a l5e28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-fetras.
Victoria e Natal, as quintas-feiras.
PREAMAR DE IIOJE.
Pnmeira as o doras e 18 minutos da larde,
i Segunda s 5 horas e 42' minutos da raanhaa.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas cquintas-feiras.
Helaro, lerdas-reirs e sal.bados.
Fazenda, tercas e scxfas-feias as 10 horas.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas.
1* varadocivel, segundas e sexias ao meiodia.
2* vara do civel, quarlas e sabbados ao meto dia.
PARTE OFFICUL
EPIIEMERIDES.
Abil 2 La clieia aos8 minutos e 36 segun-
dos da tarde.
(I (Juarlo minguanlo as 7 horas, 12 mi-
ninos e 39 segundos da tarde.
16 La nova a I horas. 16 minutos
36 segundos da larde.
2 i Qtiarto cresrenle as 3 horas, 37 mi-
nutos 40 segundos da manha.
IAS DA SEMANA.
16 Segunda. Os prazeresdaSS.Virgem Mai de 1),
17 Terra. S. Aniceto p. ; S. Herinorgenes m.
!8 Quarla. S. Galdino b. card. ; S. Pureilo.
19 Quinta. Ss. Expedito, Arislonico e Scrates.
20 Sexta. S. Ignts do Monte Policiano v.
SI Sabbado. S. Anselmo are; 'S. Abdecalas.
22 Domingo, do Bom Pasloro 2." dc|tois da Pus-
coa ; Ss. Soler e Caio pp..imi).
MIMSJER10 DA JLSTICA7
(.Merend manifestar, por artos de initifta imperial
clemencia, o profundo respeilo que tributo ao dia
de boje em que a Igreja venera a sagrada paixao e
roorle ele No sao Seuhor Jesus-Curistn, hei por bem,
tftindo da altriboirlo queme confere o aii. 101.
. da constituido, perdoar resto do lempo que
falla para cuinprir as respectivas sentencas, aos reos
con.Untes da relacln que cmn este baix, assignada
por Jos Thomai Nalinru de Araujo, do meu ronse-
Iho, ministro juslica, quo Hit* o lenha entendido e faca exe-
- eulai.
Palacio do Rio de Janeiro em 6 de abril de 1855,
trigsimo quarlo da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jo.se Tito-
mas Sabuco de Araujo.
RelacAo a que se refere o decreto desla dala, dos
roo aos quaes S. M. o Imperador houve por bem
pardear o resto do lempo que Ibes falla para cum-
prirera as sen lencas a que foram cnudemuados.
Dr. Jos Thomaz de. Aqiiino. preso na casa de
torreccAo.
Jf-ao Winecomb*. Inglez, dem dem.
Tenante Antonio Joaquim Kerrcira l'inlo, preso
a cadeia da ciliado de Porlo Alegre.
Luir. Hermenegildo Darru, Argentino, idem dem.
Antonio demandes Nasario e sua mulher Mana
das Dores, preso na cadeia 'da eidade de S.' Paulo.
Astenia Jos Francisco Alves, preso no quarle
do corpo municipal permanente da corle.
Palacio do Rio de Janeiro em 6 de abril de 1855.
Jos 'Ihomaz Salmeo de Araujo.
Pala secretaria do estado dos negocios da juslica
na declara que o regiment de cusas, publicado pe-
lo Joriiul doCommercio de,"> de marco ultimo, sa-
bio coui o segrales erros:
O art. 35 deve ler-aeDa lomada das cnulas de
capellas, al JOOB'..........1$.
Al W03.............i.
Ale 1:000............:i5
. Ale 2:000,...........sj
Edalii para cima..........(^
l_*Ho arl. 121, onde ti/. 2 Peticaodeve ler-se
-4? 2" Palelo e aulo de inventario.
E oudedizs, 7." Ado e calculo da parlillia
lei*-te7. Auto e calculo da parlilha e o respec-
tiva pagamento.
Na arl. 121, ondedii-5j7. Quitarlo ou deposito
tove ler-se. 7. Cpnhccitncnto do pagamente
ilos difcUus nacionaes, S 8.. QuilacAo ou deposito.
{Jo art. Ib!), onde dizPerceber moio por cenlo
sobre o valor dos objectos arrematados accresccn-
(e-seguardada a regra do arl. 175.Jor'nv) do
Sascimeulo .yilca
soaso---------
MINISTERIO DA KA/.ENDA.
Decrelo p. 1581 de 2 de hril de 1855.
.lularwa o i/aturo do Hnil a tlevar $ua tminiut
'w/f to triplo do fundo disponirel.
Allendcndo a reprenenlacAoquema fezadirrcloria
da Baaco do Brasil, e usando da facaldaitc conce-
dida ao governo pelo artigo primeiro, 7, da le u.
tSH.'! de 5 de jullio de 185:1 : liei por bem, de ron-
furmidade cfm a minlia imperial resolucao de 31
do rae." priiximo passado, lomada sobre consulta da
seecAo de fatenda do consellio de estado, decretar :
Arl. I." O Bae do Brasil Tica aulorisado a ele-
var a saa emmissAo at} ao triplo do fundo dispo-
uivel.
Arl. 2.' Esla aulnri.acao so durar por e-paco de
mu auno, a contar da dala do presente decreto ;
mas o governo poder cassi-la mesmo anles de ler-
nilnar o dilo praio se assim jul^ar conveniente. .
V marque/ de Paran, cnnselbeiro de estado, se-
nador ilo imperio, presidente do cnnsellio de ininis-
aAM|a%tap faniida eJMrsidenle .lo lriluiu.il do lliesouro nacio-
nal, o lenha assini enleinlido e f*;a evecular. Pa-
laciodo Rio de Janeiro em 2 de abril de 1855, :!{
da iadepcmlencia e lo imperio.Com a rubrica de
S. M. o Imperador.Mrquez de l'aran.
MINISTERIO DA CIERRA.
Koletim de Ib a :tl de marco de 1855.
Promoriiu.
II padre Jos Piulo de Almeida para capelln al-
feres da repartidlo ecclesiaslica.
/te/urmas.
No posto de major com sold de capiblo a Ma-
noel Gtimaco de Seias Cardoso o Beneveiiiilode Sou-
,i M.irinho, capiUes do 10." balalliao de infan-
laria.
Smneariet.
. Secrelario do arsenal de guerra da corle, o I." of-
licial Elias A Homo l.ima.
Primeiro oflicial, o alinoxarife Mariano Jos Cu-
perlino do Amaral.
Escrivo do arsenal de guerra da Babia,Josc Vieira
de Faria Rocha.
.iposentadoria.
So lugar ilo secrelario do arsenal de guerra da
corla;, Jos Hvppulilo de Araujo.
Peritos.
Aa ex-soldado do 1. balalbito^lc arlilharia a p,
Anlouio (Joiii;alves da Cruz o lempo que falla para
cumprimenlo da panna do 0 anuos de pristo com
trabadlo pelo criir.e de lerccira descrean.
Aos soldados d < X batalbao de arlilharia a p,
'audencio MarcelJiuo, Ambroziu da Couccicao e
relippe Antonio, ocriine de dvscrcAo.
/fc.(ilt/tic.' de consulta.
De 17 do crreme mandam que continu a perlen-
cer ptimeira ciarse do etercito o alfcrcs de infan-
tjria Tito l.ivio di Silva, e que ao major graduado e
secretario do cnimnando das armas da provincia de
S."Pedro, Amonio Flix l.olio, se pague o sold de
rapitAo pela* tarifa em vigor.
De 21, mandando contar ao atieres alumno Anto-
nio da Costa Barros Velloso anticuidade desle pos-
to da dala do seu despacho a guarda-marinlia.
I'as'agens.
Para o 5." bal.illia i de infantaiia u 2." cadete sar-
-enlo ajudaiile do meio batalhao provisorio da Para-
hiba, Jos dus Sintos Caria Jnior.
Para o 10." batalhao de infamara o furriel do
meio balallulo promisorio da Parahiba, Antonio Mi-
gael Tavares Me \ idrade.
Para a guarnirn do Maranhan o cabo de esquadra
do 13. de infanl.iria Joan .le Salles da Silva.
Para o corpo du> do balalliAode deposito, Ignacio Jos Gregorio
Francisco Pcssoa da (lama.
Cotntninet.
O major do I." balalliAo de arlilharia a pe, Her-
menegildo de Albuquerquc Porlorarreiro, Horneado
para i 'ominan I ,u inleriiiamciilc o batalbao de enge-
hrfrsf.
O major do (slado-maior de segunda elasse, Jos
Manuel Justina da Cimba, he posto a disposicao ilo
director inleriao da escola de appliracao.
O'lenenle-ajudante do meio batalhTio do Piauln ,
Marlinho Jota4a Silva, paisa a servir no batalbao
da deposito da corte.
0 priini:o lente do 3." batalhAn de arlilharia a
pe, Bnsilio de Amorim Bezerra, passa a servir no
carpa) de arlice da corle, e no batalbao de enge-
nlieiros iwpriinoiros lenenles Henriquede Amorim
Be ierra
O capitn do I." bat.ilh.ui il;ariilli.in,i a p, Pe-
dro l'ranci-co Nolasco Pereira da Cimba col. l-
enle do -J." da mesaa arma l.ui/. Carlos da Cosa
Pimentel san posloqflHaposicfui do director do ar-
senal de guerra da Jarle.
Vao servir no batalhAn do deposito da crlc os
capilAcs Delinque Jos de Carvalbo c Manocl Heral-
do do Carmo Barros, este do i. de infantaria e a-
quellc do 5." da me-ma arma ; no batall.Ao de en
genbeiros, como quarlel-mestrc, o alferrs secreta-
rio do 4." batalbao de infantaria. Mauoel Francisco
Refugio ; no 1. balalliAo de infantaria o alferes do
5. regiment de cavallana lucir, Jos Procopio
Tavares ; no batalb.t do deposito o 2.a~cirorKo
Sxmpbronio Olympio Alves Coclho, e na provincia
do Para o lenle do 3.a lialalhAo de iufanlaria, Ai -
Ionio liTiiandes Borges.
Approva-sc a noineacAo ilo scsimdo cirurgiAo Ce-
sar Agalln Marques para assisleiilc do delegado ilu
ciriirgiAo-nir do eicrcilo no Maranhao.
O lenle reformado Augusto Mauoel Wall he
ncmeado segundo comniandaute do asj lo de invli-
dos ifa corle.
/.i cencas.
Ao coronel do corpo de eugenheiros Felirio Fortes
de llust,uante e S;i, para se empregar na compa-
nhia Mucun .
Ao coronel do eslado-maior de segunda elasse,
Anlouio l.eile Pereira da Gama l.obo, Ues mezes
para Iralar de sua san.le. ,
Ao cirurgiAo mor rufir.nado.CUudio l.uiz da Cos-
a, Ires mezes para ir i Europa.
AocapilAo refounado, Jos Osorio de Magalbaes,
prorogacao da liecnca com que esl na Europa.
Ao alferes do batalhAo de caradores de Ma-
to-Grosso, Antonio Campos Mello, tres mezes de
favor.
Ao alferes do 13" balalliAo de iufanlaria, JesuinO
Jos do fSascimeulo, prorogac.io por Ires mezes.
Ao sesuudu cirurgiAo Cnnslaiilino Tciieira Ma-
chado, prorogacao por un mez.
Ao cadete do 1." nautilo de arlilharia a pe, Ale
landre Pereira de Mwwes um mez rom venci-
menlo.
Ao cadete do 2- balalliAo de arlilharia a p, Jos
Libante de Sonta, prorogacao por Ires mezes.
A Auacleto Francisco dos Rcis, prara do balalhao
do deposilii, um mez.
Ao escrivAo do arsenal de guerra da corte, Bcr-i
nardo Penlo de Mello, prorngacAo por um mez.
Ao capilao do eslado-iuaior do primeira dae,
Francisco Egidio Mureir.i de S. Pedro, para se ma-
tricular na aula de phvsica.
Ao alfeics do 13- balalhao da infantaria,Raimun-
do Mavuini de Sepnlveda Everard, para se matricu-
lar no segundo auno do curso gcral.
Ao cadcl'-ai genio do 1- b.Ulli.io de arlilharia a
p, Jos_Aiiioi!io Ribeira de Paria, para csludar.co-
mo ouvinl-, o curso de sua arma.
Ao I- cadete do :! regiment do Cavallarla ligeira,
Doiiiinens de Araujo Silva, para se matricular no
se'-uu.lo lilllin.
Ao f" cadeia do! regiment de cavallaria ligeira,
JoAo Pedroso Brrelo de Albuquerquc, para eslnd.ir
o corso toral.
Ao particular 2- sargento do r regiment de ca-
vallaria ligejra, Joaquim Rodrigues de Almeida, c
ao 2" sargento do Ilt- batalhao de iufanlaria,Anlouio
FlorenriirPercrra do Lago, para esliidarem o curso
de arlilhaiia.
Ao< primeiros cadeles Joaquim da Guerra Passos
e Joaquim Jauuario Piulo Ferraz, ao particular Fe-
lippc Mermes Fernandes Trigo de Leureiro, ao fur-
riel J..S Einvgilio Pereira Lago, e s pracas Fre-
derico Carlos Cesar Burlamaque e Augusto Tiberio
Cesar Burlamaque, lodos do l" balalhao de infama-
ra ; ao particular do 8- da mesma arma, Afl'on-u
Cavalcanli de Olivcira Maciel, e ao soldado do I" db
arlilharia a p, Nicolao Rodrigues dos Sanios Franca
Leile, para estudaiem o curso de suas armas.
bitos no me: de marco.
O alferes reformado, Theodoro Pereira Soares,
em Minas, a 9.
O capilAore formado,Domingos Cvriaco Avondan,
em Parauagu, a 10.
O I" cirurgiAo reformado, Amaro Joto Pinto, em
Sania Calhariua, a II. ,
O coronel reformado Flix Merme, na corl
a 18.
O lenenlc-coronel reformado, Paulo Maria Na|
buco de Araujo, na Babia, a SS.
/laicas.
Ao anspecada Anlouio Garca Leal, do corpo
arlilharia, e aus soldados Manuel Rodrigues, do b
lalhao de caradores, e Manocl Rodrigues de Almii-
da, da companhia de pedestres da provincia de Mal-
to-GrossO, e ao do batalbao do deposito da corle,
Majupel Fracnisco Gomes MoncAo, todos por inca-
pacidade physica.
Diiposircs ertas.
As nulriculas da escola mililar sAn prorogadas
al o fin de marco.
Approvam-se as nomea;oe< feilas pelo conselrfeiro
de guerra dircclor da escola mililar dos hachareis
Augusto llins Carneiro, Jos Antonio da Fortseca
Lessa, Jos Francisco de Castro Leal, Ignacio de
Avellar Barbosa da Silva, 1). Jorge Eugenio da
Lorio Scilbse Dr. Jos Carlos de Carvalbo loara
leccionarem diirerenlcs materias na mesma escdla.
Mmida-sc que sejam malriculadc. no segundo an-
uo do curso geral os alumnos do curso do Rio (frau-
de que, nelle approvatlo*, tenham os preparatorios
precisos.
Manda-se louvar o coronel Manoel Muniz Tava-r
res o bom desempenho di commissAo de comman-
daule das armas da provincia de Pernal*buco.
Manda-se rccolber ao corpo o airercs-ajudanle do
5- regiment de cavallaria ligeira, SebasliAo Brrelo
Pereira Piulo, pie veio fazer exame na escola mi-
litar.
./rVoe.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 17 de marco" de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Tendo sido augmentado o creililo iberio a essa pro-
vincia no corrculcexercicio coma quautia de 2:'J009
para a rubricallnspilacs, como consta da la-
bella inclusa, previno a V. Exc. de que nesta data
se expede aviso ao Sr. ministro da fatenda para
maular fazer ctTecti.xoodjlo augmento. Dos guarde
a V. Exc Pedro de Alcntara P.cllgardc.'sr.
presidente da provincia do Para.
Rio de Janeiro^Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 17 de mareo da 1S.55.Illm. e Exm. Sr.
Tendo sido unguiculado o crdito aborto a essa pro-
vincia nocorrente nereida com a quantia de I K2833
di-lrihuidas na (orara scguinle : irseuaM de guerra
<:lb>. Corea de linlia 11:9009, corpo de saude B23J.
gr.ililicacOes diversas 221") e recriitamonlo c eiigaja-
manlo IKXK, como consta da tabella inclusa ; pre-
vino a V. Exc. de que que nesta dala se expede
aviso ao Sr. ministro da faxenda para mandar Jazer
elleclivoo dilo augmento. Dos guarde a V. Exc.
Pedro de Alcntara lleWeijarde.Sr. presidente
da provincia do Rio Grande do Norte.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra em >> da marco de 1855.Fico inleirado do
conleudo do sen officio de 20 do crrente sobre o que
tenbo a declarar a V. S., que approvo a medida1 lo-
mada de mandar socconer pelo hospital mililar.des-
.....I;1 agninle qaelle im que enlram cmn bai-
MINISTERIO DA MARINIU.
Hei por bem promover ao posto de segundos l-
enles da armada nacional o imperial os auardas-
mariuhas, constaulesda relacAo (|ue com este baixa,
assisnada por Jos Maria da Silva Paran.'iox, do meu
coixelho, miuislro o secretario de estado dos nego-
cios da marinha, visto leieni salisfeilo aos exames
de snflicicncia exigidos pelo decrelo n: 881 de 10
de dezembro de 1851. O conselho supremo mililar
asina, o lenha entendido e faca execnlar.Palaci"
do Rio de Janeiro em :tl de marco de 1855, 34
da independencia c do imperio.0111 a rubrica de
S. M1|y|jmiuTaii..r /.'. ,\iatia da+Hea Pra-
nnos.
RelacAo dos guardas-marinhas que por decreto des-
la dala san promovidos ao posto de segundo len-
le da armada nacional e imperial.
Helvecio ile Souza Pimentel.
Antonio Fernandes dos Sanios.
Bernanliun Jos de Queiroz.
Antonio Carlos de Mariz e Barros.
Francisco Romano Stepplc da Silva.
Francisco Candido Goularte de Mello.
Manoel Morena de Queiroz.
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de marco de
1855.Jote Maria da .Silca Paranlios.
COMMAMDODAS ARMAS.
Quartel-geoeral do eommando das armas de
Pemambncona cldade do Recite, em 16 de
abril de 1855.
ORDEM DO DIA N. 29.
- O ni.ii ci lia I de campo commandanle das arma- de-
clara para os lins. convenientes, que o Sr. apilan do
quinlu balalhao de infantaria Joao do Reg Barros
Paleto, addido ao quarto de arlilharia a p, nesla
data entrn no gozo de :( mezes de licene.i com ven-
cimenlo de meio suido, que a presidencia Ihe conce-
der para ir a curie, por portara de 11 do crrente
mez.
los Joaquim Coelho.
Conforme.Candido Leal ferreira, ajudanle de
onlens enrarregado do delalhe.
nislro dos negocios eslrangciros ilo Paraguav. Fui
em virlude dessa correspondencia e de nutras infor-
mares exlra-olliciaes que por ventura recebesse, que
n plenipotenciario brasileiro aunoio a nAo subir com
toda a forca sob seu eommando, c sraeulc com o va-
por Amazonas ein que linba arvorada a sua in-
signia.
O governo paraguayo, tanto no sen peridico o
Sentanario, como em documentos olliciacs, leni pre-
tendido emprestar ao Brasil o papel de Tensor insi-
dioso, vilenlo e injusto, e lomar para si o de oOcn-
dnlo |eal, moderado o justo. He bem verdade que
,MS actos c as palavras proleslam contra os ares de vic-
tima innocente e magnnima qjie assume as vetes o
nosso antigo alliado e amigo. Mas ha milita gente
fra do imperio, e Dos sabe se lainbrm entre tins-
meamos, a quem essa diplomacia paraguaya parece
razan e siuceiidade. Para esses creles de boa e de
ma f, para que a niugucni seja licito diividar das
nlcnees sempre paciliras e amigaveis do governo
imperial para com os nossos vizinhos, o Sr. Pedro
Ferreira aceten a sua mi-sao pela mancha a mais
conveniente.
Se essa missAo que o governo imperial envin ao
Paraguay, acompanbada de una larca suflicieule
para nAo ser despedida como o foi o Sr. Leal, nao
conseguir o seu objeclo pelos mcios pacifico*, nin-
goem dir que deixou de hascr da nossa parle loda
a moderarlo pos'ivel.
Fazemos votos para que o Sr. preS lenlc Lpez,
depondo injustas suspeilas, renunciaado infunda-
das prclenefles, cerrando os ouvtilos "e conselheiros
bellicusos e inleressados em inanier a desiutelligeiicia
entre os dous paizes, lenha labelecMo as relaeoes
com o imperio no p em que ii i-tiveaaiu, no p em
que devem permanecer no iileress commiim e
geral.
guay, da Mnima de quatroceiitos mil palaroes, paga-
veis em qualro preslaces. Moda a l. de 50 por cen-
lo no mez de fevereiro prximo, a i.' de I (i 2|S por
ceulnein marro; a 3. ,de 162(3 por cinto em abril :
IITEBIOR.
e Joaquim da Silva Maia, este do 1.a ,egi- para o niesn,,,, as pracas dos carpos do cercho,
mod^arulhanaa eavallo, e aquelle do referido | Dos guarde a V. S.-/-edro dc Alcntara BeUe-
iardc.Sr. Ilenrique Marques de Oliveila l.isb a.
.1. batilhAo.
IIFMI
Rio de Janeiro
28 de marro.
Condecoracao. Foi agraciado com a commenda
da ordem de Chrislo o capilAo Guilhcrme Francisco
Franco.
figurarla geral ao bispadu. O Sr. Joaquim
Ramos do Paiva foi nomeado escrivAo do juizo ec-
clesiasticn, conlencinso, civel e crime.
9/omearo. Teildo sido jubiladn o Sr. Mr.
l.uiz Vicente De-Simam no lugar de medico do hos-
pital da ordem lerccira de San Francisco de Paula,
foi nomeado parasubslilui-lo o Sr. Dr. Jos Manan-
no da Silva,
Arribada.A barca norte-americana Teieteo,
''oni 711 dias de viagein de Boston para Buenos-A)-
res, appnixiiiioii-se bonlein barra do Rio de Janei-
ro e ah fuiileou. O capillo veio i Ierra e declarou
que arribara para prover-se de um chroitomclro.
Collegio Calogcras. S. M. o Imperador dig-
nou-se vizitar, no dia 21) do correle, o collegio Ca-
logcras, cin Pclropolis, percorrendo (odas as aulas
secundarias, e como sempre, patenteando o vivo in-
Icresse que Ihe merecem os progressos dos alumnos.
Esta decidida provcele que S. M. I. concede i ins-
IruccAo da mocidade, he o mais poderoso incentivo
dos e-forros que o director nAo dcixa de fazer para
acertar com os lins que lem em visla o monarcha
brasileiro. (lornal do Commerci do Rio.)
I de abril.
Por decrelo de 26 de marco prximo passado, fo-
ram noineados:
Ministro do supremo tribunal de juslica o conse-
Iheiro Gustavo Adolpho de Agilitar Pauloja.
Juiz municipal e de orphles do lermo de Ouro-
Prelo, capital da provincia de Minas, o hachare! Jo-
s Ferreira Carneiro.
dem idem do lermo do Patrocinio da mesma pro-
vincia, o hachare! Antonio Jos de Souza Lobo.
dem, idem, de Caldas dito, o bacharel dolama
l'ilaguary de Araujo.
dem, idem, de San Ramao dilo, o bacharel Bel-
miro Pereira da Molla.
dem, idem. de Piranga dito, o bacharel Antonio
Augusto de Oliveira.
Idem idem do Principe Imperial e Ibrvlo no
Piauhy, o bacharel Francisco Lucas de Souza Ran-
gel.
TabelliAo do registro geral das hypolbecas da co-
marca de Cuyab da provincia de Matto-Grosso, o
labelliAo Pacifico Laslberio Forquilh Ferreira
Alves.
Foi removido da relacan de Pernamhuco para a
do Rio de Janeiro, o desembargador Firinino Perei-
ra Monleiro.
Foi permiltida aos vigarios das freguezias do Di-
vino Espirilo Sanio da Veiha Boipeba, na Baha, c
Nossa Scnhora da Boa Hora do Campo do Brilo, em
Sergipe, os padres Eugenio Lopes da Costa e JoAo
Jos Pires, a permuta entre si das referidas igrejas.
Por decrelo de 27 do. dilo mez : .
Foi perdoada a Gaspar Jos de Oliveira Guima-
riea a pena de dous mezes de prieto limpies a que
foi cnnilcmiiado por senlenca do juiz de direito ne
Angra dos Reis.
Foram Horneados :
Majores ajudantes d'ordens do eommando superior
da guarda nacional do municipio de Valonea da di-
la provincia, Manoel Modesto d'AsiumpcAo e Ga-
briel de Araujo Cosa.
CapilAo secrelario geral do dilo eommando, Casi-
miro Soares da Silva.
CapilAo quarlel mcslre do dilo, l.udovico Soares
da Silva.
CinirgiAo-mr do eommando superior da guarda
nacional do municipio da eidade de Nazarelh. cm
Pernamhuco, |)r. Simpliciano Cesar Coulinho.
Commandanle do terceiro balalhao de infantaria
da guarda nacional da provincia do Maranhao, o te-
nentc-cnronel JoAo Joaquim Belforl Sabino.
Major ajudantc de nrdens do eommando superior
da guarda nacional da capital da mesma provincia,
o capilao Joaquim Jos Alves Jnior.
Por decrelo de 2!l marco ultimo se fez merco do
foro de fidalgo cavalleiro da casa imperial, a Amo-
nio Clemente Pii.lo e a Bernardo Clemente l'inlo,
lilhos legitimo- do bario de Nova Friburgo.
Por decreto da mesma dala foi concedida igual
merco ao major Jos Labe Campos do Amaral, ao
capilao l.uiz Jos Campos do Amaral, e ao bacharel
Joaquim Mariamio Campos do Amaral Gurgel, -
Ibos legitimes do commeiidador Jos l.uiz Campos
du Amaral. Diario do /lio de Janeiro.
10
Recebemos ante-hnnlem, por viable Montevideo,
noticias da AssiimpcAo, capital da repblicadn Para-
guay, alo o I." d. mez passado.
A nossa divisao naval tinha chegado i luz do Pa-
raguay no dia 20 de fevereiro, donde se retrala no
dia -Mi para fondear um pouco abaixo emquanlo o
Sr. Pedro F'crreira de Oliveira ia a bordo da sua ca-
pitana, u vapor Amaso*, tentar os ineios pacficos
da sua imprtanle missAo.
Na parle exterior encontraran os leitntes a corres-
pondencia trocada entre o Sr. Pedro Ferreira e o mi-
As uoticias de Montevideo nlcancaa a 21) do mez
passado. e)
Nenhum aconlecimento poltico digno de mcncAo
occorrra uaquclla repblica.
As linane.is do paiz couliiiuavam m estado mais
dcploravel.
O governo acahava de recommendar s cmaras a
approvar,Ao de una pruposta aprusentada pelo Sr.
Merck, para o eslahelecimenlo de urk banco soh a
dcuomiiiacAo de Banco Nacional de MjjfclBvi.lcu. Es-
'.a propusta foi remeIIda is cmaras pelo poder exe-
culivo acompanbada da segiiiulc inensagem :
Poder execulivo.Montevideo 13 de marco de
1855.
O poder execulivo receben a proposta junta para
o eslabelccimentn de um banco, sob a dcnomimicAo
de llanco Saeionul de Montevideo.
Suas condicocs parecern) aceilavais ao governo
depois ile examina-las com pausa.
Estao ellas de accordo com as qu formula-tes
ao volar a le de 15 de jullio prximo passado, rom
a nica excepcao de que o mximum do juro do
banco he de !t por cenlo, quainlo aquella le o limita
a (i por cento.
A guerra do norle na Europa, retirando aml-
ladus capilaes da circularle, encaren lamhcm all o
diiibeiro, e lornou indispensavcl esla inudilicacao.
Sem ella io se ciicnntrariam incentivos para obler
as grandes sommas que esla empieza demanda.
Ella prspe-se fundar o banco com Ires mi-
Hies de capital, comproinettendo-se a completar nos
dous primeiros anuos dous milbes, e o terceiro logo
que se si uta necessidade de maiores fundos.
aS estabelece a dupla emissAo do seu capital real,
dando ao governo a mais positiva iulerveucAo quan-
lo a nAo ullrapassar este limite ; e aprsenla seus
estatutos c regulamenlos internos .i sauccao das au-
loridades competentes da repblica.
Iho do prsenle ; e parece compromellcr se a prin-
cipiar suas operacoes em lodo o auno correle.
Tal be em suas bases prncipues o projeclo do
banco que aprsenla o Sr. Mciirk, era virlude na
aulorisacao que es cmaras e o governo. Ihe concede-
derampara promover o cu eslahelecimenlo.
O governo acha-o conveniente, baseado cm prin-
cipios saos e capa/.es de fazer-ihe adquirir um cr-
dito solido p permanente, e recommendao ao vosso
estado c sancefm. .
O commercio dn paiz acha-se em completa IMC
lvida le por falla de capilaes que Ihe dem impulso.
Bem que a sua campanha se lenha enriquecido de
gado nos ltimos tres anuos de um modo sorprenden-
te, nAo he menos certo por isso que os seus produc-
ios de exporlacao ntd pudem pagar ainda o que con-
sumimos do cslmigeiro ; e esla Talla de nivel nos
arrancar anda urna parle do escassb amerarte
que ha cm circularlo.
Resulta date o pagamento de avulladns premios,
e por coineguinle a paralysarAu de lodos os Iraba-
Ihos e emprezas que lano poderlo Influir em acede-
ra r a prosperidade geral ; resulta disto auscnlar-se
da nossa capilal a geule laabilbadnra que xai procu-
rar fra o trabalho qlie aqu Ihe falla ; c resulta dis-
to filialmente licor Montevideo na retaguarda do mo-
vmento progressvo da repblica, quando a sua
missAo, como sede do governo e centro de recurso,
lie collocar-se tcsla desse movimenlo benfico re-
mover o. obstculos e estender o excedente de sua
vida e actividade. para dar animaran aoi mais apar-
lados extremos do seu territorio.
Para reparar esle grave mal que nos opprime e
obter os immensos beneficios que adiaramos no re-
medio desla situacAo, toro-se preciso dar incremen-
to a qumla- emprezas penderem da aceAo do gover-
no, destinando-as a oceupar grande numero de bra-
cos, eslabelecendo outra vez para nos a enrente da
emigraran ; lorna-se preciso dar proleccao ellcaz e
decisiva s colonisaroes agrcolas, destinadas a cxlra-
br a riqueza do sco de nossas bellas e feriis cam-
pias ; e lorna-se preciso sobretodo que eatabeleca-
mos o banco que faja abundar o meio circuanlo e
o empreste barato, ova que olfereca legitimas espe-
rances de utilidade ao grande uumeru de hoiuens
empreheiidedores c induslriosos que se acliam boje
cm inactividade, porque loda a inlellgeiicia e esfor-
c sAo insuflicienles para produzir lucros superiores
u usura quecustam OS capilaes de que precisan).
Sob estas influencias reparadoras renascer a
industria e o trabalho, eslcnder-sc-ba o commercio,
augmentare os consumidores, e a prosperidade ge-
ral, IAo intimamente ligada a Tazenda publica, a le-
vantara do chaos e miseria em que, para daino da
patria, se ve boje sumida.
O poder execulivo sauJa o Sr. presidonle da
honrada casi, a quem se dirige com loda a conside-
rarlo. Manoel Ii. Iluslamanle. Lorenzo Ba-
lite.
Fn publicado em Montevideo o contrato celebra-
do pelo Sr. bario de Mau.i ceip o Sr. D. Andr La-
mas para un emprcslinio de qualro ceios mil pala-
cesao governo da re|Hiblica. lie o seguale :
Para alten,le a. necessidades mais urgentes do
governo da Repblica Oriental do I'ruguay al ao
lim do mez de maio do cm rente auno, que he a po-
ca em que scsjippe que sendo ainda necessario, se
podera continuar com manir vanlagem a negociadlo
do empreslimo que sujicila adila repblica ; o Exm.
Sr. I). Andr Lamas, seu enviado extraordinario e
ministro plenipotenciario junio do governo do Bra-
sil, em nomo, por cuita, e com pleno poder especial
do seu governo, e o Exm. Sr. bario de Mana, em
sen iioiiie e por sua conla cincluiram o segante
conlralii :
a Arl. 1. O Exm. Sr. lu .io de Maua faz um em-
preslimo ao governo da Repblica Oriental do I na..
docta dos babllanlrs do norte dessa provincia e de
loda ella para que Dio lomera parle em iienbuina
nsleiit.icAode sxmpalbia de qnalquer rlassc cm favor
de um ou'dc oulro beligerante, para o que conla >
a 1.' c Ultima, de lli 2|3 por cenlo em maio, todos governo rom 0 lino c circumspecclo de V. Exc.
do corrcnle auno. Cumpr.....o estas onlens que communico a V.
Art. 2. Esle empreslimo vencer o juro de 12 j Exc, lenho a salisfacln de comprinienlar aoSr. go-
por cenlo ao auno, desdo o dia 1. do corrcnle al vernador com toda a considerarlo,
data das respectivas amorlisacoes.
Arl. :!. A coinmissao de negociaco em favor
do cmpreslador ser de2t|2 por cenlo.
Juan Mana Gutierres.
o paquete a vapor Imperatriz iraz noticias de
o Arl. l'ara pagamente do capital e juros do i>ri' u'
.. ... loiio Alegre alo .1, do passado, c do Rui I, ramio alo
presente emprestimo, a repub ica adjudica irrevngx-'i ,rr, ., ,
1. Un corrcnle. Nada de imporlancia occorrra
vel o lotalmenle a renda do papel sellado e das pa-
tentes desde o dia 1. de fevereiro do corrcnle
anuo.
i Arl. 5. A mencionada renda do papel sellad,,
e patentes ser administrada por conla do governo
da repblica, porcni, por pessoa que niereca c in-
Icira conlianca do empresladnr, que podera propor
a sua remocfio sempre que creia que pude ser subs-
tituida cora vanlagem da arrecadarlo.
Arl. (i. Desde o l.de fevereiro do corrcnle
auno alea total imorlisaclo do capilal e juros desle
empreslimo, a pessoa encarregada da arreeadacao
da mencionada renda entregar scmanalincule ao
representante do cmpreslador o prndnrlo da renda
arrecadada, do que o dilo represen Unte do empres-
ladnr Ihepassar o compleme recibo, que servir de
descarga para o arrecadadur ante o governo, e de
caraa para o empresador.
Arl. 7. As quaulias assim recebidas serlo abo-
nadas ao governo da repblica em conla corrcnle.
' Arl. 8.'Para augmentar o producto da renda e
apressar a amorlisarao do prsenle empreslimo, o
governo da repblica comprometle-sc a propor ao
corpo legislativo o uso do papel sellado para as lel-
iraa que do territorio da repblica seguirem para o
exterior.
Art. 0. O governo da repblica reconhece ao
empresador o direito de reclamar a proleccAo nliiiial
do seu paiz, e nesto o direito de intrvir c obrigar a
repblica por todos os mcios autorisados pelo direi-
to das gentes, a cumprir ficlmeule todas e cada urna
das condicoes desle contrato, uo caso absolutamente
inesperado de fallar a repblica ao cumpriinmlo d
.lignina dellas.
o Arl. 10. Se a repblica realisar o empreslimo,
cuja negociadlo lica demorada, sob a garanta do go-
verno do Brasil, o empresador ronvir ua rcscislo
desle contrato, rceebcndo em pagamento apoHces do
empreslimo com as mesmas coiidices com que fr
conlrahido.
o Ait. II. Sea repblica poder obler diubeiro a
niclhorcs condiees dn que as estipuladas no pr-
senle contrato, e empresador lulo lera duvida em
convir em que o soteno da repblica aprcise a a-
inorlisaclo laido como Ihe convenha.
E pira conslancia c firmeza tas nbrigaces esti-
puladas iiosonze arligos precedentes, a cojo fiel cum-
plimento applicam reciprucamente, o ministro da
repblica nesa cilzv -aa.rtuiUs e -^
paiz que representa, e"o bario de Man, suas pro-
priedades c hens parliculares, lirinam o presente em
qualroex emplares, c os sellan) com seus sellos nesta
eidade do Rio de Janeiro a 15 de Janeiro de 1855.
Andr /Minas.taraei de Mau.n
' De Biienos-Ayrea nada ha de interesse poltico.
A praca achuva-se porm era apuros linanreiros.
Para remediar a este mal propoz o governo a se-
guinle medida que Gcava em discussao :
Arl. 1. O estado de Buenus-Axres reconhece o
valor do papel moeda cmiltido ua circularlo romo
divida publica, a razAo de :JOO pesos por onca de on-
ro sellada.
e 2. A casa da moeda proceder, com a urevida-
de convcuieule, i renovaclo total do papel moeda
circuanle em olas que represeulem a divida pelo
valor que Ihe (xa o artigo anterior.
.1. O governo fica obligado a receber ancas de
ouro em pagamento dos direilos de alfaudega e de
qnalquer ogtra ronlrihuiclo de moeda crrenle,
razio de :100 pesos cada urna.
o i. I i i do niesino modo aulorisado o governo a
pagar com oncas du ouro as -uas obrigaroes cm moe-
da r.orrente, por sidos, gastos e oulros objectos, i
razio de itOO pesos cada urna.
5. As obiigares que daqui em diante se con-
traiam em moeda crreme entre particulares, pode-
rlo ser salisfeitasem eneas de ouro, razio de .KM)
pesos cada nina.
(>. E eslado de Buenos-Ayres applica especial-
mente para a amorlisaco do papel moeda o capilal
que boje possue o Banco, o todas as sommas que se
destinan) para augmentado, assim como os lucros
que o juro d.i a esse eslabelccimentn.
7. Desliua-se para augmentar o capilal do Ban-
co, o fundo que boje all exisle depositado perlen-
cenlc ao crdito publico, c ir.ais urna nicnsalidade de
150,000 peses moeda correnlc, on o seu equivalente
em metal ao cambio lixado. Essa mensalidade sa-
ldr das rendas publicas c ser entregue ao Banco
pelo governo.
8. 0 Banco cnnverleri em moeda metlica Iodo
o capital c lucros liquidados cora a brevidade con-
veniente e as opportunidadesque a junta de admi-
nistrarlo considerar conveniente.
a 9. O capital inelallico do Banco sera destinado
ao seo gyro ordinario de desenlos.
10. O Banco nlo abonara daqui em diante juro
algum aos depsitos judiciaes Toreados.
11. (Juando o Banco liver cimbado o capilal ine-
lallico sullicienle. declarar que o papel moeda ror-
rele ser convertido em moeda nietallica a visla,
pelo seu valor escriplo a razio de M00 pesos, moeda
correle, por cada ouca.
As provincias do interior conservam-sc tran-
quillas.
O governo da confederaran, logo que passou da
Bajada rio cima a diviso naval brasileira, dirigi o
seguiotc oflicio ao sovernador de Corrientes:
n Ministerio das retardes exteriores.Paran 5 de
(everciro de 1855.AoExm. Sr. governador da pro-
vincia de Corrientes, i). Juan Pujol.
Na manilla de boje sabio dcste porlo com direc-
eao ao norte, nina esquadra brasileira ao mando do
Sr. rhefe de esquadra Pedro Ferreira de Oliveira.
o O destino desla expedicao c das Torcas de mar e
Ierra de que se rumpe be, segundo esl informado
o nosso governo, obler do Paraguay urna salisfaclo
por olTehsas de que se qucixa o Brasil recebidas n
pessoa do seu agente o Sr. Leal ; c tambera o mu
priraenlo de (Talados que parece obligara aquella
repblica a pcrinillir a franca navcgaclo do rio Pa-
raguay para as possesVies brasileiras, habilitadas nlo
h i milito ao commercio com lodo o mundo.
o Ha motivos para esperar que o apparato da for-
ra -ja o inelhor meio de se arranjarein amigavcl-
nienle as desinlelligencias desgracadamenle suscita-
das cutre uaccs americanas; ese assim acontecer
sera isso considerado pelo governo como urna verda-
ilcir.i ventura.
o Portaulo lenho ordem de ceoommendar a V.
Exc. que, crapenbaudo para esse elleilo o seu /co.se
sirva coininoiiiear oflicialnienle todas as noticias que
cheguera ao seu couheciniento relativamente ,, mar-
Clia desle negocio que vai ser ventilada as froulei-
ras da provincia do mando de V. Exc.
o O governo nacional recomraemla igualmente a
V. Exc que, no caso desagradavel de runiperein as
hostilidades elleriivaraenle entre as forras brasilci-
ras e paraguayas, se iiianleuha V. Exc na mais per-
feila neutralidade, vigiando cuRladosameule a coli-
na provincia de S. Pedro do Sul.
A' carta que publicamos na parle interior temos
smente a aereseenlar os seguintes extractos do re-
Irospectemensal do Mercantil de Porlo Alegre.
No dia 5 de marco foi iniciado na provincia um
mulboramento de grande Iranscendcnria social.
O seminario que o Sr. bispn diocesano (rala
de fundar adiarse em parte estabelecidn, p.iis
fiinrcionam j.i lias salas do palacio episcopal as au-
las de laliin. philnsophia. liicalogia moral e dog-
ma. Estas duas iillimas foram no rilado dia inslal-
ladas com extraordinaria pimpa na igreja calhedral.
concorrendo a esse acto o Sr. presidente da provin-
cia, a cmara municipal, lodas as autoridades civ s e
militares, e grande numero de ridadus. O reverendo
JoAo de Sania Barbara, lente ,de Ihenlngia moral,
pronunciou nessa oceasilo urna uolavel oracAu de
oSapicnlia.
u No mesmo dia 5 de marco abrir.me as nu-
las da academia militar, leudoe matriculado 77
lamaos, sendo 30 para o I." anuo e 47 para o 2.u.
Aquelle be actualmente lecrionado pelo major de ar-
lilharia Gnilulphim, e esle pelo I. lenle de arli-
lharia pru.-ian.i l-aiimei irh. Lente de desenlio be o
capilAo de ei.gcuheiros Marlins.
- l*oi nesse mesmo dia 5 de marco, e acaso no
mesmo instante que a juvenludc da provincia via
abrirse para ella novas fontes, onde possa beber, a
illiisIracAo, a moral, c a doulriua do cumprimenlo
dos deveres soriaes-; foi nesse mesmo dia que leve
lugar um escndalo, um insulto a todas as conven-
cues sociacs, a todas as conveniencias ; fallamos de
um caso de resistencia armada senlenca de um altu
tribunal do imperio. Eis o fado .
o Centondiam o coronel de g'uarda nacional Hi-
lario Pereira Fortes e seu irinlo Pacifico com um
oulro cidado, Carlos Augusto Nogneira da Gama
sobre a prupriedade de Ierras que se achara un mu-
nicipio da Cachoeira. Era urna dessas intrincadas
quesl:s de terreno* que diariamente engrnssam os
arrhivos dos l.ibeliles. 0 Nugiieiras de braga data
pos-niara aquello campo : aprc.scnlou-se ha lempos
o coronel Hilario sustentando que liaba comprado as
sobras delle, e ohtendu do juizo de primeira inslan-
cia senlenca favoravel,'tumou logo posse das prc-
lendidas sobras. Embargon Nogoeir-a a senlenca. e
foram os embargos receidos; appslloa o coronel
Hilario para a relacAo. e_ela coiiirmou o despacho
t'raOaoj^Sa>r1* fazer que Neu;iia lor-
nasse a entrar na pos>e do seu campo, e foi en-
lAoque levo lugar n fado de resistencia armada. Pa-
cifico reuni os esrravos c pon -. que linba em casa,
e lamben) algn prenles c vizinhos. e formando
nm numero nAo menor de ill a 30 hornees, se oppoz
a que os ofliciaes de juslica exeeolaasem a diligen-
cia de cumplir o mandado judicial, a
O Mercantil s referindO-M a milicias da Uru-
guay ana. ignoramos de que dala, annuiicia que a
provincia de Corrientes fora invadida peta genera1
correnlino Careres, e accresccnla que esle fugira de
Entre-latas, onde se achava preso para ser julgado
pelo governo da confcderacAo.
Quanlo a esla ullima parle, foi mal informado o
ronlempnraneo do Porlo Alegre. O general ('.ace-
res nAo eslava preso na Bajada para ser julgado pe-
lo governo federal. Oiiando rsle general tontea em
1851 sublevar a siia prov incia contra o presidente
Pujol, cabio em poder das Torcas legaes, mas foi
amnistiado pelo governo currenlino coincondiclo de
residir na Bajada, e all eslava sollo c livre desde
novembro p. p. No dia ti ite fiAereiro desappare-
reu daquclla capilal o general Caccres, e nesse
mesmo dia expedio o presidente Urqui/a as mais
terminantes onlens a lo cao para ser preso onde quer que fosse encontrado.
Sobre o eslado limilrophc diz uuMercantiln o se-
suinte :
o Cor Jaguarlo sabe-sequc a campanil i oriental
esl cubera de sallcadores, que lem atacado os via-
jantes c al as cesas de moradores.
o Sabe-sc tambera que foi fuzilado naquelle paiz
o BrasHeiro Luciano da Cosa, que ha pon cu para
la pass.ira, c que perpetrando um ou mais homici-
dios, fui suramariaiiienle julgado e punido.
S. Pedro do Sul.
Cidade do Rio Grande, :l de marco de 1835.
A iiiinlia carta -de 15 do correnle creio que atada
est de quarenlena na barra, assim como esleve a
de 18 do mez passado, que foi pelo .Voio Temera-
rio, e que ahi chegou a 13 desle, islo he, larde ea
ms horas ; e (auto que vi que delta s foi aprnvei-
lada a nova que Ihe dava sobre a duvida em que se
aeham os commissarios ifa demarcarlo de limites so-
bre o rumo que deve ter a linba divisoria do Acc-
gu, que vem transcripta na Cazelilha de seu Jor-
nal de 15.
A longa viagem quo levou o Sauzer, pelo qual
Ihe cscrevi em melado de Janeiro, fez que essa car-
ia chegasse lao tarde que a preceden a de fevereiro
que levou o vapor. Oestes fados dedozo a necessi-
dade de resumir a nossa correspondencia s dalas
das partidas dos paquetes, nao s pelo que aconle-
ceu, como porque a provincia marcha com tanta
tranquillidade, c lAo pausadamente, que raros sAo os
casos extraordinarios que se dao em urna quinzena
e merecam ser relatados. Logo que se realise a viu-
da de dous vapores, como consta estar definitiva-
mente convencionado com a companhia dos paque-
tes, ou baja motivo urgente, ou comece a fervorosa
lide das elcicoes geraes, que se approximam, em
que a provincia, assim como lodo o imperio come-
ce a -ofl'rcr o achaque da febril agilar.iu dos partidos,
cunte que lera ahi Indas as qiiiuzcnas muila* navi-
dades e dissertaroes, ainda que seja por barco de
vela ; por agora estamos inleiramente baldos de no-
ticias que postan) ser de algum intcrcsae publico.
A nolicia mais inlcre-sanle que lenho a dar-lhc
versa sobre a conversan de Ilenrique Gloebon, de
dado de 25 anuos, natural de Holslein na Dina-
marca, filho de Joaquim Gloeben, cEJabelh Pum-
po : l-se no Mercantil de Porto Afegre, de 21 de
fevereiro ullimo, o seguiule :
leve lugar aiiie-buntem com toda a soiemnida-
de o baplismo do sul. tilo dinamarquez Ilenrique ralxsado a aportarlo e fcitura das tropas, c assim,
Kevm.a, procedeu-se ao acto com a oracao Aniones
Neetrat, sendo logo caulado o hymno l'eni Creator
Spiritus. Fez enlao o converso a sua protestarlo
de f, e preenchido o ceremonial foi-llie administra-
do o baplismo e em seguiJa a crisma. O clero en-
tuno o hymno Aginias tihi gratiis, terminado o
qual o Sr. Padre Vicente Zefrrno Dias Lopes red-
im um eloqucule discurso. Findo este foi cantado
o hy rano Te-l)tum Laudamut, depois-do qual o
converso foi abracado pelo Rev. hispo c assisleutes,
o pelos seus padriubos, que linliam sido, de baptis-
1.....' Sr. Dr. Fagundes, e de crisma o Rev. padre
Hildrbrando.
O Sr. Sinimbu, incansavel em promover lodos os
melhoramenlospossiveis, ou que possa ni comportaros
ewasaos meios de que dispoe a provincia, altendendo
a todos os ramos da publica administrarlo, acaba de
comprar urna fazenda adaptada criarlo e conser-
varlo doscarnciros merinos, que em numero de
mais de 220 po cessidade palpitante, para que se n.lo perdesse esse
ncleo ou bello rebanbo donde necessariamente de-
ve resultar urna nova industria asssolmportaule,
como a que se lem dado os nossos vizinhos de Bue-
nos Ay res. que exportara j grande quanfidade de
lia, lalvez sem as condicoes naluraes que se dao nes-
la provincia para a propagaro e cruzamenlo da ra-
ja indigena, que ha com abundancia na provincia.
Tambero lem o Sr. Sinimb a salisfaclo de ver
concluida, sob a ua prestimosa administraran, a
abertura da barra ou saiigradouro da laga Mirim,
pois que esla rouimuuica-se hoje com o rio S. Gon-
calo com urna profundidade maior de 12 palmos de
agua no canal, que anteriormente em preamar en-
contravam-se apenas 1 ou 5 palmos, obrigando a
que os hiatos da navegacAo da laga hatdeassem as
cargas para pequeos .lanchoes, por nAo poderem
i r.ii i.rm. ncm mesrao vazios, o sangradoaro, durante
us qualro mezes de verlo.
Acha-se presentemente a barca de escavarlo pro-
fundando o ano ia.Ionio da descarga em frente
pdnle da alfaudega de-la cidade. Este mclhoramen-
lo era muilo reclamado pelos interesses do commer-
cio. no menos que pelos da fazenda publica.
NAo ser fura de interesse dar-lhe urna succiula
noticia da importancia cnmmercial desta cidade, e,
se a idea me nao mente, islo Ihe bavia eu j pro-
uicllidocm una das minhas carias anteriores.
No isthmo arenoso ha ires leguas de distancia : no
interior do lado do sul da barra desla provincia esl
situada, qual oulra paludosa Veneza, a pequea, pb-
rera opulenta cidade ,1o Rio Grande, lomba pre-
dilecta. Nada era si produz apezarde ter urna fron-
Icira de mais de cem leguas, ale o forte da Santa
Tbereza no Eslado Oriental. Tem nicamente por
embada a extensa e abundante liba dos Marinhei-
ros, que a ferlilisa de loda a qualidade de verduras
e fruas, pois que no conlinenlc os comorus ("e arei"
nccupaui o sen ingresso por mais ile duas leguas des-
de as inurallias de seu enlriiichi-iramciilo. Entre-
tanto ha nesla pequea cidade que se contam os me-
Ihare praadiosque possue a provincia; ha nella que
se ada firmado o emporio de todo o seu commer-
cio, que em resumo Ihe passo a dcscrever. Suas
Iransjccoes se elevaran! no uno passado a. ..'.
li,5:10:22:teH;i, asaber:
Commercio dircelo.....:l,2(r*303a321
indirecto l,784:757o05i
Reexportarlo ou commercio de
Iransito......... 1o.!:105*Wl
Esportelo para o exterior. tO.06&l6O*l79
para o interior. :l,778:36080l|)
Importarlo do interior .... 1,.i:iJ:->7o5980
dos municipios da provincia. 2d7:(ii0g;t!X)
Tem presentemente esla provincia sete jornaes,
sendo deslcs 5 diarios, que vera a ser o Diario do
/lio Grande e o /lio Grandense desla cidade, o
Mercantil, Crrelo do Sul e o Diario Commer-
cial, da de Porlo Alegre, c 2 de semana, o Peleten-
see o Sot iciador, da de Pellas ; os quaes, 01-
cepclo do Diaria Commtrcial, slo lodos apologistas
da adminislracAo do actual presidente da provincia
O Diario do Rio Grande cralo por Anlouio
Jos CaoUno da Silva era 1818, e sustentado' al se-
Icmbro de 1851 por un partido poltico a que elle
perlencia, passou a novo prupriclario, o qual, arre-
negando de lodo a poltica, tornou-u meramente
cominercial e noticioso. Com elleilo, o programma
do novo proprietaro lem sido fielmente rumpridu,
fazeudo boje minia diuereiira do que era danles.
O i- -! a 11 declnenlo desla olha ao passar a nova5
raaos achava-se em lal eslado de ruina que fazia ad-
mirar como ainda ahi era publicada, eufrelanto que
buje sAo lanas as melboras que diaiamente apr-
senla a Diario do Rio Grande, que se faz nota-
ve!, apparcccndu em lypos novo?,, alm de tima
grande factura dcsles, um novo pelo, e mais objec-
'os da arte que espera receber do norte da America'
en iiilclligenlc proprietaro. Esta tulla centava
cutio smenle 100 asaignaluras, euirelanlo tem bo-
je m is de 000. Tal he o apoto que tem recebido
do publico.
A presidencia desla provincia ordeuou qne o pro
dudo das mullas impostas a diversos capilaes de na-
vios por iufracelo ilo ai l. 21 do regulameoto da pra-
ticagem da barra, fosse applirada ao pagamento de
urna grande e bem construidacalraia, que foi ha pon:
eos dias empregada no servido da mesma praticagem
oque be allicouhecida pefo nome de Barra frata.
Esta calraia foi construida pela quautia de um cont
de rcis.
Algumas pessoasque a esta cidade lem chegado
ltimamente da capital da provincia dizcm que o Dr.
Sinimb pretende entregar a presidencia ao Dr. Bel-
'o. I.J xice-presidente, e que no prox'imo vapor vai
tomar assento na cmara a que perlence ; tambera
nos aflirmam que, excepcAo do Dr. Bello, seguirlo
no n.....ni vapor os Drs.Joo lacinlho de Mendouca,
Secco, Sayio Lobato, Travassose Barccllos, da depo-
lar.lo desla provincia, tendo conseguinlemenlc de to-
mar assento o Dr. l.uiz de Frailas e Castro como sap-
plenlc era lugar du Dr. Bello.
As ultimas noticias do estado do mercado dessa pra-
ca que aqui temos dao serios cuidados aos exportado-
res de carne secca. A existencia de 200 mil arrobas
dcsle.genero lem feto receiar a muilos negociantes
desla praca que esperam ter iocalculaveis prejoizos
principalmente aquellos que no corrcnle mez nave-
garan! cerca de 150 mil arrobas, cujas eniharcaees
urnas esto em viagem, e oulras que eslAo despacha-
das c promplus a sabir, como sejam os brifues Linda
Flor,/lisio, Santa Barbara lencedora. Entre-
tanto, allirmo-lhe que ainda anles de entrar o rigor
do invern se esperam militas tropas, estando em
marcha cerca de :0 mil bois para as xarqueadas de
Pelotas. O mao lempo que corru durante o mez de
leverciro, c eulrou pelo mez subscquenle, bavia par-
(iloehen, que, segundo noticiamos anteriormente,
se cunverleu Vi f c.ilholica.
u N'um dos vastos saine* da santa casa da Mise-
ricordia liuha sido armado com lodo o luxn um al-
iar, c adornadas xislnsamenle as paredes do sallo.
A" hora determinada, o Sr. hispo diocesano, para-
mentado, rom assisleutes, c sentado no faldislorio,
rereHtVi o neopbilo, que Ihe foi aprescnlado pelo ze-
loso provedor do eslaheleciniento o Sr. Dr. Fagun-
des, polo moidomo delle o Sr. Fernandes Pinheiro,
e pelo Rev. padre 1.1 il le.raudo, seu digno rapcllao.
O converso pea m*m salos de S. Ex. Hevm.a um re-
queriineulo no qual di/.ia que, pcTlenrendii a nina
seila dissideute, desejaxa entrar no gremio da igre-
ja calholica ; e sendo a pelirau lida por S. El.
nlo obslanle o alio preco porque foram os bois com-
prados deve agglomerar-se as xarqueadas grande
quanlidadede xarque, locando a sua vez ao xarquea-
dor entrar nos prejoizos que ora devem 1er soffrido os
exportadores, que leudo ha poucos dias dado 49500
por arroba de carnejsecca. boje nAo a querem por
1S20O, nem mesrao por 45001), vista das noticias qae
d'ahi vieram.
Segu ueste porto o Sr. Levenhagem, encarregado
dos negocios da Prussia, que regressa de sua peque-
a digressao nesta provincia.
Cnnsla-nos que S. Exc. visitara a colonia de S.
Leopoldoe.i de Santa Cruz, e que Bcra salisfeilo
ni ver o progresso c bem-estar de seus corapalriolas
que ahi residen!. Demorou-se pouco nesta cidade.

iiitii inn


et*^
4*
aoude visihra n alfandega, c roecbeu de seu digno ins
peclor uma Informacao circunstanciada do comier.
do desla prar.i.
Koi niiiiiii applaudida pelo corpo do commercio da
provincia a drliheracau que acaba de lomar o Sr.
ministro da marinha, mandando o Sr. Dr. Kicardo
Gomes Jardn, pura cnlher mim manes e lembrar o
meios possivel de melbarar o possimo estado de nos-
sa barra S. S., logo que no lia chegou o vapor
ao fundeadouro do Norte, desembsrcou para aquella
villa, e apezar du m.io lempo que desde enlip at bo-
je lem havido, consla-nos que seguir para a barra
no vapor de gueria Amelia, no qual (ora examinar
o canal do Sul e do Norte, presenciando a sahida e
enlreda de algumas enibarcacoes, por estar nesse dia
a barrajeom mula agua. Consta-nos igualmente que
por este mesmu vapor Imperatri: remelle elle ao
Sr. ministro di raarinba algumas informaees que
fizem parte d. sua commisso. Estamos lodos es-
peranzosos de que alguma cousa se faja por bem do
commercio e navegado da provincia.
Apezar da cscassez de moeda que, como j llie
disse, era baslaulc sensive! nesta prora, a nova cai-
xa lili 1 do Banco dollra-il ten) feito avullados sup-
primeutos, e as suas lransacc.cs crescem de valor e
importancia, lendo-so coro facilidade liquidado a cal-
a exlincla, pois que nao bouve a menor falta de
pagamento quando rccolbcu seos capilaes, na impor-
tancia de mais de (KH) emito-.
O lente da escola de bellas arles dessa corte Joa-
quim Lopes de Barros CabralTeibi oirereceu-se para
pintar o panno da bocea do nusso Ibcatro Sele de Se-
lembru, Irarando-u nlravez de duas cortinas encar-
nadas com a entrada do Kio de Janeiro, n Jira-il so-
bre un llirono, recebendn a paz, e o comnieccio em
abundancia. Eslc panno, clieio de obra pelo babil
pincel desle insigue artisla, se acba concluido, rece-
beudu o seu autor os devidos agradecimeulos nao so
do conselho do Iheatro como de muilos amadores,
pela generosidade com que o Sr. Teibi empreliendeu
a ..I ra.gratuitamente.
Concluo, enviando as teguinles pecas interessatiles
publicadas aqui rio Rio-Crandense.
(Carla particular.
Kio (irande do Sul, aos 13 de marjo de 1853.
lllm. e Ettn. Sr.Nos abaixo assignados, cnsules
e agentes consulares residentes na cidade do Itio
Grande do Sul, sendo de opiniao que melhoran.lo-so
a administrarlo da pralicagem da barra deste porte
inuilo beneficio pode resultar ao commercio cstran-
geiro, temos a lionra de levar ao conlierimenlo das
autoridades deste imperio as seguinles Ire/e proposi-
ces, nao para censurar a ninguem, mas para facili-
tar quanlo podemos as deliberares sobre eslc as-
lumplo que couliamns que as mesmas anlorida lomarlo na sua alta consideracao.
I. Que se mande praticos para licar a bordo dos
navio- que delles precisaren), quando demaudarein
a barra, seja para entrar ou para sabir, devendo elles
ficar a bordo ahi que os navios eslejam fra do perigo
por ter entrado oii sabido.
2." (Jue baja no servido da pralicagem palhabotes
. ou biates fortes, ou um vapur, que possam soccorrer
era quaesquer circumslancias ordinarias os navios
em perigo ou em dilliculdade, e communicar com os
que licam fora.
3." Que seja permillido a qualquer bomcm, quer
Brasileiro, quer estrangeiro, exercer as funccOes de
pralico na barra, depois de devido exame e approva-
cao.
4." (Jie a pralicagem tenba sempre promplos fer-
ros adaptados .ios areaes da barra, espias, cabos, ele,
como lamnem os meios de os levar aos navios enca-
bados, aliui de que, amarrandu-os, fiquem esles sem
mudar de posirAu quando forem alliviados da carga.
3. Que a pralicagem tenba tambera fugeles para
couduzir cabos aos navios era perigo, devendo esta
lamben) ler sempre promplos quaesquer oolros ob-
jeclos que forera uleis para salvar as tripulacoes de
tacs navio.
6. Que se proporcione uma remunerarlo especial
c (xa para os aervicos prestados aos navios em peri-
go pelos praticos ou pelos outros eiilpregad..*-.|a pra-
licagem, deveudo-se pasar uma ruciado de semelhau-
te remuneraclo pelas autoridades do paiz, o a outra
metade pelo navio e pelos objeclos salvados.
7." Que tres ou maij grandes boias sejam postas
para indicar a posicilo do banco e do canal perlo da
barra, de forma que possam ser vistas dos navios de
fora.
8." Quo se mande peridicamente pessoas compe-
tentes para examinar o estado do banco e do canal
perlo da barra, e para publicar cartas de marear que
moslrcm as mudencas observadas, depois do exame
anterior, na posiciio do banco e do canal.
J," Que os einpregados da admini*lracao da prali-
cagem n,lo Icnbam direilo nenbum sobre quaesquer
das pertencas de um navio perdido, devendo os mea-
mos, achando-as, entrega-las logo e sem remunera-
cao s autoridades competentes, incoirendo na pena
de peda do emprego e de ser punidos severa-
mente su venderem ou se se apropriarcmde laes ob-
jeclos.
10. Que no caso de se adiar em perigo qualquer
na\ o estrangeiro, ou se a entrada de tal navio no
porto Or por algum motivo impossibililada ou de-
morada, o inais cedo possivel so participar os por-
menores do caso ao agente consular da naci a que
pertence tal navio.
11. Que uma tabella de signaes seja publicada e
estrictamente observada, c especialmente que se a-
doplem signaes lixospara indicar aos navios quando
for preciso orear ao mar, ou approximar-se ou nao
da barra; e lainhem, da mesma maneira, para com-
municar com os navios que se acliem fra, c para a-
visa-ios. O cdigo do signaes (denominado de Mar-
ryaP j adoptado pela marinha mercantil do Rei-
no Unido e de oulros paires seria da maior utili-
dtdc.
13. Que seja permillido, debaixo da insperro de
um empregado da alfandega, alliviar fura da barra
qualquer navio que nlo poder enlrar por demandar
mais agua da que bouver na barra, al que lal navio
se allivie sunicievtemente para puder enlrar no por-
to ; lambem para alliviar navios que se acbarein den-
tro, c que porsemclluntes razes nlo pudercm sa-
hir a carga destes sendo admillida a bordo depois de
terem os navios passado o banco. E que se permit-
a, se fr de utilidade, a ciirorporaeAo de uma com-
panbia para o objerlo referido.
13. Que se emprecue constantemente, como addi-
do da pralicagem, pc.ssoa idnea que pnssa fallar as
Hoguas iugleza e franceza, como lambem o idioma
nacional.
Prevalecemo-nns desla occasio para apresenlar a
V. Exc. os .protestos de oossa perfeila eslim e con-
sidera, c>n.
Illm. eExm. Sr. Jlo Lina Vieira Cansando da
Sinimb, presidente da provincia do Rio tirando do
Sal.
Assignados : A. P. I'erelier, II. B. M. consol ;
(Ieorge F. jiion,cnsul dos Estados-Unidos; C.
II. Claussen, cnsul de lianover e cnsul interino
da Dinamarca ; /'. Lirtu, grant du vice consulal
de France ; (ieorge /'. Metzler, vice-consul'de Ilre
raen e encarregado do vice consulado de llamburgo ;
Chr Thomsen, cnsul da Prussia ; Thomaz Messi-
ter, vicc-consiil da Suecia c Noruega ; Santiago
Rodrigue:, cnsul de la Repblica Oriental del Uru-
guay ; lirgilino Jos da Porciucula, vice-consul
P. da Austria; l'ahlo de Coycoecliea,cnsul do Chili
e vice-consul de Ilespanha ; P. Sinc\air, cnsul da
Blgica. No impedimento do vice-consul da Rep-
blica Argentina, Joo Jos Martint de franjo ;
yailo ca Silva t'erreira, encarregado do v ice-con-
sulado de S. M. Sarda ; Joo Antonio de Carralho
Serzeilelh, vice-consul das UuasSicilias.
Os obaiioassignados declaram solemnemente que
foi sem suas concessoes que o Sr. cnsul de S. M.
Britnica mandou publicar no Rio Gramknst n, 8(,
c extemporneamente, a representacao docorpo con-
sular nesla prara. Rio (irande do Sul 31 de marco
do 1833. C. II. Clansscn, consol de lianover e
cnsul interino de Dinamarca./'. Lir>n, grant du
vice-consulat de trance.(ieorge F. Mrlzler, vi-
ce-consul de Bramen e encarregado do vice-consula-
do de llamburgo. tieorge F. Vpton, cnsul dos
Estados-Unidos. lirgilino Jote da Porciunettl4,
J. R. vice-consul da Austria.(aspar Jos Martint
de Araujo, vice-consul da Repblica Argentina.
Joo Antonio de Carralho Serzedllo, vice-consul
das Unas Sicilia.Joo itu Silra Ferrcira, encar-
regado do vire-consulado sardo.
OURlO DE PERMMBUCO, TERCA FEIRA 17 DE ftBRH DE 1855.
leve boje lugar a inslaltacju rom todas as solem-
nidades do esljlo. Creio que o relctorio Ihe era
remeltido neslc mesmo corrcio.
Como (alvez os seus leitores nao facam idea das
companbus inglczas de minerar.'io eslabelccidas
nesla provincia, envi ossa relacao estlislira da
companbia do Morro Yelhonoanno de 18-3*, qoe
mullo contribuir para se avtliar o seu grao de im-
portancia.
F.screvcm-me do llaiulini que alli se dcscobrira
carvao de'pedra, e foram remetlida as amostras
para esta capital. Nao sei que conceilo deva me-
recer esla noticia. S o came e a aiialvsc das
laes amostras poderlo indicar alguma cuusa.
( Carla particular, i
Dcspc/.as feilai pela compaiibia ingiera do mine-
rajao do Jlorro Vellio dentro do imperio duran-
te o auno de 185-4.
Quinto do ouro pago a collec-
loria de Sabara .... 18,108 oil.
Dircilos ile exportarao do ouro 8:0:2 i>
Dito de alfandega .... 8:417*
Diversas despezasecoinmissOcs
no Kio.......-0:577-
Despe/as de einpregados e Iro-
pasda companbia com a con- _
duccHo do ouro.....10:015;
Carrclos de machinas, inaleri-
aese gneros viudos do Itio. 32:4589
Empregadosda primeiraila-se. 37:4883
.Mnenos e mecnicos ingleses.- 63:4798.
Fcitoies, broqueiros e mecni-
cos brasileiros..... 0i:t>t1o
Alugueis de cscravos. 78:11715
(Iraliliccao e sobre-servico
aos escravos...... 19:372$
Dircilos a cmara de Sabara. lili--'
Desperaseaanaea na piovincia
Hias]....... 7^8661
Auimaes....... 3.650)
Alugueis decarros c bois :l::M05 398:387
SlantitMni!.
Millio '.l.'.M'.i alqueires { con-
sumo)......
Faiteha 3,110 di los t Jilo,
Fuli 1,399 dilos dito
do inslruccDu, que assigiiaram o parecer quo se
acha sobre a mesa,a darem osrlaiccimcnlus res|iei-
io;vi'lo i|np acaba de euunciar-se nergicamenle em
opposicao au meanio parecer o membro da cumrais-
s3b que se as-ignara vencido.
O Sr. Aprigio r Sr. presidente, e nao eslava
prsenle quando o man liebre collcga eucelou o seu
discurso ; ma segundo me informan) na caa, as
duas razea em que ello se fundn tiara justificar a
sua dis-idencia l'orain que os coftes au tem forja
para uma despez*dclas.e que o (,, mnasiona i apro-
veila a toda a gente d provincia.
O Sr. larejai):Nao lallei em >toda a gente.
O Sr. Aiirigio : Qualilu a primeira proposicao,
incuiubia ao nobre depuladn considerar detallada-
mente as cifras do projcrlo que se discute, alim de
dito
Feijao 3,328 dilos (dilo)
Arroz 57(1 ditos dilo
Toucinbo 2,933 arrobas
Carue verde 43 rezes (dilo)
Carnesecca 1,600arrobas (dilo)
Assucar 887 dita* 'dito) .
Rapaduras S,079 dito .
Sal :(82 broacas (dito) ,
Reslillo 303 barris (dilo) .
Caf, gallinhase verdura .
Malcriar.
Madeira, caibros eeandcias .
Ferro, cliapas de engenbo e a-
gn llies.......
Carvao ........
Plvora (do paiz) .
Azeite........
Velas de sebo......
Saho ........
Panno de algudu .
Meios de sola couros .
Telbas, lijlos o adobo- / .
14:3008
ti: 178-
2:391:9
(i:865.-i
(5^9989
9^909
4:2175
1.7871
1:0049
2:521-
72>
1:527?
02:5185
69:702?
b'pulado falluu vagamente, c porque estamos em
primeira diseussito.
Quanlo a segunda que-lao que lie nao aproveitar
o Gymnasia a loda a gente, eu digo ao raeu coltega
que de oulra sorle nao poderia ser ; porque para -e
externo e la aprender a- bunianidadcs ; c me pa-
rece que muilo lera conseguido, porque um curso
regular de humanidades lie objeclo de necessidade,
e Observou inais o nobre depulado que o povo em
egcral.pagaria para o eslabclecinieiilo.enlrelai'.lo que
ste|no era, seauudu sen pensamenlo, para a plebe.
Irarn-oque Uo generosamente almeja; a alia ins-
truccao nao pode ser parlilha geral; o que eu en-
lendo que em vista de nossas insliluicOes elevemos i
populacao em geral, sao o ensillo primario c o pro-
feuional.
O Sr, l'arejo da um aparte.
" ;'"' Aprigio : E naoganha muilo a ma populadlo era que a alta inslruccao prognda '.' Pa-
39:2663
97:5829
20-639
894399
6999
3*439
3:1899
1:3189
3:3615
Cal......... 1:0175
Ferragem c cravos .... 827-
Casca (para curtir) .... 668
Lesna ........8089
Algodo era rama .... I:0I45\
Manas, cobre velbo e drogas. 2:4769
Miudezas....... 1:2603
181:0935
UacUnas.
6 Engcnhos com 132 raaos de pilao.
3 A-raslres com 16 circuios.
I Engento de serrar.
1 Moinho com 2 jugos de pedras.
i Engenbo de amalgamara.
3 Dilos e puxar pedra.
.2 Rodas de bombas.
1 Vapor para ferrara.
Escrotos
I lomen- 722
Mulberes 12">
619:3825
Tolal
1,117
dem.,
Goyaz.
Goyaz 21 de Janeiro.
Se o eslabelecimenlo regular da imprensa pode
ser teslcinunbo de mellioramenlo moral c civilisa(4-ao
deum lugar, sem dandi qucrereinos gozar de foro*,
senao de provincia civilisa-la ao menos de provincia
que deseja o procura desenvolver-se c ver Horescer
em seu scio todos esses fecundos germens de illus-
Irac.lo e prosperidade.
Com grandes dilliculdades o sb a iramediata in-
uencia da presidencia, acaba ile ser contratada pelo
Sr. Sania Cruz a vcllia tvpograpbia do governo, ni-
ca que aqui lia por einquaulo, c pelo contrato feito
sugeila-sc o ernpre/.ariu a publicar unir folba peri-
dica, iluas vezes por semana; nella deverAo ser es-
tampados os actos do governo, regnlamenlos e rela-
lorios, ele, isfo porcm s as duas primeira* pagi-
nas, pois que as restantes licam livre disposicao da
redaccHo. I'na mdica relriliuicao, alientas as cir-
cumslancias da arovincia, vem gratificar este traba-
Ibn, a respeilo do qual inqnestiuuavelmciite po lo-
mos allirmarejae antes o desejo de dar um impulso
a lio poderoso meio le civilisarao, do que a espe-
raba de uin lucro impossivel, foi o que levuu ao Sr.
Santa Cruz o a mais alguem que o ajuda, a dar este
passo de grande alcance.
J foram publicados qu.itro nmeros do peridico,
que se intitula Tocanlfn.
Um nico fado criminoso, porcm csse de mul-
ta importancia pelo carcter das pessoas nclle impli-
cadas, embora de pouca gravidade perantca Ici, vcio
depois da minba ultima caria, perturbar a'ordem e
o scego publico nesl.i capital. Um alio empregado
da fazenda proviucial, pessoa de consideracao por
mais de um Mulo, esbofelcou oulro empregado da
lliesouraria geral, mesrao dentro da reparlico, onde
se acbava Iralialbando, e islo po/ motivo de confir-
mar o offendido era face do oflensor uma injuria que
contra elle bavia proferido em ausencia. O offen-
dido, boje enlrclarado com uma familia de impor-
tancia, apresenlou logo queixa contra o oflensor, e
Irabalba-se no processo com grande calor da parte
de ambos os interessados. Esperamos com anxieda-
de pelo resultado dcsle negocio, que oceupa a alten-
cao geral.
A presidencia acaba de contratar a abertura de
uma pica la queilevi; communicar esla cidade com o
importante municipio do Pilar, daqui distante nu-
la e lautas leguas. As graves dilliculdades que al
boje embaracam o livre transito entre estes dous
pontos, pois que lia apenas uma estrada mal feita,
corla-la por speros e pedregosos terrenos, sem re-
cursos e delouguissima distancia,(erao.ns o espera-
mos, de dc-apparecer peraule os c-forjos que fize-
rera en) lap louvavcl sentido, tanto o governo como
a empreza que se encarregar de levar a elfeito csse
Irabalbo.
Aqui clicgou pelo corrcio de bontem a relarAo
dos despacbos publicados no fau zembro : como era natural, veio ella cueber de tris-
teza aos quo se considerara como e apezar disso nclla vemos prova nao equivoca de (jue
o nosso magnnimo principe bem sabe aquilatar o
merecimenlo dos nossas grandes servidores, e apre-
ciar os senlimeutos de albesao e amor que llic con-
sagran! lodos os seus fiis subditos.
dem.)
(Jornal do Commrcio do Rio.
PERMBIM.
Oulro de Ignez Barballio I.ins U'cba, professora ( O Sr. SilrinO provoca os membros da cornmissao
publica do iiistruccilo primaria na cidade de Goian- '
na, pedindn que se Ihe mande pagar oque se I lie
deve relativamente ;i gralilicacAo que I lie fi|i conce-
dida em virtude do arl. 60 do regolamenlo de 12 de
inaio de 1851.A' cornmissao de orcamento provin-
cial.
'Oulro de Arsenio fortnalo da Silva, pedindn a
MI asamblea uma roadjuvacAo pecuniaria para po-
der concluir em Roma us seus esludus de pintura e
esculplura.A' eommiasio de pelicei,
Uma representaran dos liabitantes de Santa Maiia
da comarca da Iloa-Visla, pedindo a eMa assefflMa
medidas ledenles a melliorar a commodidade dos
metmoshabitantes, lano lio que respeila adivisiio ci-
vil como a ecclesiaslica do mesmo municipio.A"
coinmissAo de eslatistica.
lie lidp c approvado o seguinle parecer :
A cornmissao do negocios de cmaras para dar o
seu parecer sobre e prete'iioao constanle do requeri-
menlo incluso dirigido a esla assembla, por ai-
gnus prnpiiclarins de padarias. requer que seja ou-
vnra a cmara desla cidade acerca da mesma prelen-
c/n. Sala das rommis-oes 12 de abril de 1855.--
Otict ira,Metra Henriquer.
lie lirio a adiado por ler pedido a palana oSr.
Meira o seguiute parecer :
A couiniissao de obras publicas, commercio e arles
lendgexaminado a pelicao de Antonio (onralve- de
lloratt arrematante da ponte dos Afogados, e os do-
cuinciilos que a ella lorain junios, e rcconliecendo
pelasiiiforniares do eugenbeiro director das obras
publicas que as ruinas, que se deram na referida
ponte, por occasio da cliei de junl.o, Jiao provm
de falla de solidez na obra; eulciide que ao mesmo
arrematante i'Ao podem ser applicadas as disposicoes
lio arl. 35 da lei n. 286. c que por tanto rolo d'eve
elle ser obriuado ao reparo dAs ditas ru na-.
Sala das conimisses da assembia legislativa pro-
vincial. 12 de abril .le 1855.F. Raphael de Mello
Reg.Sitcino Caralcanti de Albuguerque.
He lido, julgado objeclo de deliberadlo e manda-
do imprimir, o seguinle projeclo :
Arl. |. O termo de Caruani.com os seus limites
e sede acluaes, lica erecto em comarca, sendo para
este tira de-anexado da do Bonito.
Arl. 2. A sede da comarcado Bonito he mudada
para ,i villa do mesmo nome.
Arl. 3. Ficam derogadas as disposicoes em con-
trario.
nPaco da assembla provincial de Pernamliuco.:t0
de inaicn de 1855.Antonio Ateta de SOMSfl Car-
ralhotourenco Francisco d'Almeiia Catanho.
Antonio Fpuminnniltis de Mello.
ORDEM DO DIA.
1.a Discussao do projeclo n. 15.
n A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco decreta :
Art. I. Fica cxlincla a villa da Boa-Vista o
elevada a esla calegoria a po\nacan da PasMSjemda
Joazeiro, coma denominacao de villa da I'assagem.
servindo-lhc de termo lodo o territorio que consti-
lue a freguezia de Santa Mara.
(i Arl. 2. A serte afregus!a de Santa liara se-
ra transferida para a igreja da villa uovameiile crea-
da, tuno que se aclie em estado de servir decente-
mente ao culto.
Arl. 3. lio igualmente eleva la a calegoria de
villa, com a deiiominarAo de villa de Cabrobo a po-
voacao do mesmo nomo, serviiuio-lbe de lerino o
territorio da respectiva freguetia.
a Arl. i. Ficam de-ineinluata< da freguezia e
termo da I'assagem e fazenda parle do lrmo de Ca-
brobo, todas as ilhas que se acbini da fot do riacho
Jacar para balso, e que oulr'ora perlcnciam ao
termo e freguezia da Boa-Vista.
u Arl. 5. Ficam revogadas quaesquer disposicoes
e Jvrontrario.
' Paco da assembla legislativa provincial de Per-
nimburo, 30 de marco .le 1854.Joo Jos Ferrei-
ra de .guiar. Franeisco Xatier Paes Hr-
relo.
OSr. l'arejo:Sr. presidente, tendo assigna-
do vencido no parecer da commis-Ao de insIrucrAo
publica, que ora se discute, viudo assim a divergir
da opiniAo dos nobres collegas da commis-Ao, cuja
illurtracAu c iiilelligencia muilo respeilo e aprecio;
cumpre-me apresenlar a V. Exc. e casa as razes,
que me furc,aram a nao acoinpauhar aos nobres col-
legas. Divergindo, como diverg, do voto dos no-
bres depulados quando se tralava de dolar a pro-
vincia .le mil importante eslabelecimenlo de 10*-
IniccAo, nao se julgue por isso que eu son inimigo
da iusIrurrAo e avesso ao derramamento das luzes.
pelo contrario ou enlbusiasla da difusAo dos conhe-
ciraentos e almejava c alinejo, que a nstruccAo em
nosSS Ierra eslivesse Iflo disseminada por. lodos os
rinedea do imperio, enlre todos os inembros da so-
ciedade brasileira que o mais obscuro artista das
nossas aldeias, o mais bisonhd camponio das nossas
sorras soubes-cm o curso das humanidades : almeja-
va e almejo, que os Brasileirus em geral, o com es-
pecialidade os Pernambucanos fos-eni o povu mais
illustrado do universo. Bem v V. Exc, quo quem
uulre esses seiiliiiienlos nao. |iode ser inimiso da
inslruccao, c jamis avts-rjoVo ilerramamento das
luzes pora eslorvos para obstar o seu progresso e
desenvolviineulo.pelo contrario envidarnos seus fra-
COI e-forjosa queessa aurora da civilisacAo eda uio-
ralidade camiiibe desembaracadamente at locar o seu
zenilli ivo ahencuado solo bhisileiro. Sendo esle,
Sr. presidente, o meu mais constanle anhelo, na
pude todava concordar rom os nobre* collegas re-
lativamente ao projeclo que se discute, porque tenbo
graves appreheiisocs e al estoii persuadido de que
as rendas acluaes da nossa provincia nao podem
comportar cora esse augmento de despeza, sem que
se recorra a novas imposiees. a- quaes na quadra
ailuaj seriara orna verdadeira calamidade laucada
sobre a populacao da nossa provincia nimiamente
acabrunbada e vergada ao peso de lanos tribuios.
Encara pois este prisma pela face pecuniaria. A
queslo primordial* que con,vm ventilar-se com
preferencia be a do dinheiro.
Se os nobres collegas me convenceren! ou demons-
Irnrem com evidencia de que o estado linauceiro de
nossa provincia be lisongeiro, lie prospero; c que as
nossas ren la-, salisfeilas asecssl ndades publicas
mais urgentes, aquellas que estao decretadas, dei-
xarn um saldo sullicienle para occorrer as despezas
des*e novo eslabelecimento, ento dadasalgumas mo-
dilicaeoes, eu promello volar por elle, do contrario
vol contra. Sr. prcsidenlc, cu nao partilho da opi-
niao dos nobres depulados que dizem ou pensam
que as despezas do Gymnasio no seu principio, se-
r.lo menores do que uos anuos seguidles; nao, Sr.
presidente, eu pens de diverso modo, porque os
adunes professores do Ivrcu, que passar.lo aleras
nie-mas disciplinas no t'ijmnasio. Continuarlo a ler
os novos veucimentos, assim como os demais pro-
fessores e einpregados uovamente creados; logo le-
rcnios necessariaiiienle este augmento de despeta no
comeen .leste estabeleciinento.
Pode-so prescindir pur em quanlo di uomcajao
dos professores de ciencias' naturacs, de Phisir, do
rego e do Alterado, porm as despezas que se bao
de fazer com esses poucos einpregados serlo absor-
vidas pelos oulros objeclos iudispensaveis, laes co-
mo as accommodaces precisas no edilicio que tiver
deservir para o Inlernato seu aluguel, a louc,a, o
Ircm de cozinha ele., porlanlo.as despezas em quan-
lo a mim.no primciroauno, serlo as mesmas que no
terceiro e quarto.
o Sr. Clementino:Demontre.
O Air. l'arejo:Se no prmeiro anuo os acluaes
professores do Ivccu lera de passar para o Gymna-
sio, he claro que lem direilo aos seus vcncimenlos
alera disto s,1o iudispensaveis as nomeacoes du rege-
dor.csmoler.mediro, ecnomo,censor, serventes etc.
tolos esles einpregados lem venrimciilos,logo telemos
no primeira anuo quasi todas as despezas do terceiro c
quinto anuo, viudo a fallar apenas os professores de
ciencias pliisic-s, de cbimica, de Grego, de Ale-
nlo, etc., noiem na despezas, que se lem de fazer
com oses einpregados, lorio .lo ser absorvidas com a,
casa, com accommodaces precisas onde funccionaB
(iymuasiu, com lonca, Ircm de cozinha, ruupir
branca de mesa ele. ele.
O Sr. Clementino:E os lucros do eslabeleci-
menlo '.'
O Sr. P'arejiir. t lia cousa do fuluro. Ago-
ra,Sr. piesideule, passarei a encarar o inlernato pe-
lo lado da maior ou menor utilidade que delle pode
colliera provincia: a primeira qoeslao. ha a do di-
nheiro.se rolo me demonstraren!com evidencia, que
o ha, vol contra; porm eslou persuadido que nao
lia. Eslou cerlo, que punca utilidade peder colher
a provincia desse eslabelecimenlo, porque segundo a
sua organisacio c osen systema, elle ser exclusiva-
mente frequrnlado por pessoas abasladus e opulen-
ta-, e o cidadlo menos favorecido da fortuna bem
como o empregado publico,o ollicial militar etc. etc.
nAojiodera mandar para alli seus libas, leudo de
gastar :)(> rail ris por mez, aleadas de mais despe-
zas. rotn roopa, livros ele.
i> Sr. Clementino d um aparte.
O Sr. l'arejo:Eu enlendo, Sr. presidente, que
o govfrna deve empregar lodos os meios para que o
povo seja illoslrado, para que a instrncclo se dill'un-
da, porque o povo illuslrado facilruenle' he governa-
do, c o nobre depulado sabe que o bomcm que nao
lem uttrocclo, he uma especie de fera o por et(ie-
riencia vemos, que nesle estado he a peior dellas.
I.ogo n primeiro dever do governo, be ti alar de es-
palliar a inslrucflo por todas as classes, com espe-
cialidade pelas mais baixas, que sao as que lem pon-
eos meios para inslruir-se, e nAo cuidar somenle da
inslruccao das opulentas. Eu eslou convencido que
e individuo qua nao tiver bens da forlona', nao po-
llera aprovear-se das santagena desse eslabeleci-
menlo.
rcspondenles, ficandocom direilo a primeira ca Ier-
ra quo vagassp.
II Sr. Iprigio: Isso h' uma violencia.
II Sr. Meira : Maior be a de ohriga-los a
sujeitarem-se a um exame, a aflnal Ibes dizer o go-
verno.V-, anexar .lenles proesso deGoianua,
nao leude* capacidadc para evercer o magisterio era
ura eslabelecimenlo desla orden) : isto, Sis., parece
al cerlo poulo uma injuria que se faz a un profes-
sor que passou por uincon curso.
( lia um aparte. )
O Sr. Meira : Pois bem ; lirarei aqui. e acci-
lando a obaorvaelo me reservo para fazer lalvez ou-
tras coiisi.leraes na segunda discussao.
O Sr. Manoe\ Clementino : sr. presidente, pro-
curarei ser breve. Parece-ine que a c i-a.ou alguns
le seos membros estSodesejosos de que a discus-
venficar, e haviam ou se nao h.iviam forjas uosco- sao se eneerre e lalvez o raen proposito de dizer ai-
fres para cssa despera, isto be. comparar a despeza I gumas palavraa a este respeilo roto seja bem ar-
aclual com a despeza provavel pelo projeclo. c di/er
qual era a dilloreuca ; porque em materia de cifras
excluein-sc as generalidades.
.Nos temos necessariamenle de volar una quota
para a inslruccao ; a queslo he de mais ou de
menos.
II Sr. / arejo : Se me mostraren) que ha di-
nheiro, eu vularei com algumas alteraces.
OSr. Clementino: Moslroa a nobre depula-
do em quanlo monlava a despeza '
ceiln : peco a benevolencia da casa, e declaro que
son levado a lomar parle na discussao porque a islo
me provocoo um dos ineus nobres collegas, como
lodos ouviram.
Tres vozesse levanlarara nesle recinto para fazer
opposicao ao projeclo por mira assignado e pelo raeu
nobre amigo ( o Sr. Aprigio : e uenhuma deltas
conseguid victoriosamente seo lira. NAo sei .pial
das observaces aventuradas ronlra a projeclo por
dous dos honrado- membros, que o impugnaran!, sc-
O Sr. Aprigio : Eu digo ao nobre depulado ja menos proveilosa. O terceiro nada adianlou, a
que o excesso da despeza nao be tanto como soppoe nu ser o trazo da discussao. (Ircupar-me-hei com
ejalgo-me dispensada de o provar, porque o nobre cada urna da* especies de opposicao.
obra delle, c nao para prender o vol do uobre de-
pulado.
O S'. Siliino:O meu voto nAo se prende.
O Sr. Cli'menlini):Ncm eji o disse,creio que me
hei explicado bem, para ser comprehendido pelo no-
bre depulado NlO conlinuo a examinar 0 projeclo
em discussao debaixo do ponto de vista de Ma* van-
gastos que estabelece vao at encontrar um crdito
para elles nos lucros do eslabelecimento ; mmn
vameiile pode desccr a de*peza al npulo de nao
pe/a i -obre os cofres pblicos.
Me parece, Sr, presidente, que e-t destruida a
'i-iuinenlacAodo meucnlieg de coniinisao deno-
minada relativa. Cont que prestara seu esrlare-
"r'.'.n.'.r"6 ,",lc.WI"i'l' *!*"*: eilVe Aif C"lu v'"" '"i* 9"' corabae... aalvo ae deslruir
JSSSOV^: i'' "i"' ,","d.,ll",ri-i'" : "?rvac8Mo.edall feilas. Nao ti seo eonse-
exarainemos. se as despezas aadas por elle eteedem gira victoriosamente.
i.'in dos nobres depulados. que empugnou a pro-
posl.i da eommiasio de instrurcAo publica, e que
dclla he niembio. fundn toda -ua argomentajlo
era con-ideracoes de duas or.lens bem dislincla-.
Fallo,du Riuv. Sr. Varcjlo. Parle de sua arguinen-
eslabellecer uma casa de educacao c insIrurrAu, de lacaofoi relativa, c parte absoluta.
sorte|que se eslendessea grande numero dos membros I llouve quera impuguaaaa o projeclo em ilisru*-,'io
da nossa socicda.le, seria preciso que esla provincia I pedindo informaces, solicitando es clarecimenlos
eslivesse n'um p muilo elevado de propriedade, | e formulando cetras duvidas que linha sobre a roa-
alim de que se desse gratuitamente, ou quasi gratu- i leria o apre-cnlai.do-as para seren explicadas pela
llmente uma c outra. lodos; e nem me conda coinniisso. Finalmente oulro nobre depulado taojH
que em parle alguma assim se faca. Aquello que bem se^eclarou ronlra o |irojelo sera todava dei-
iiAo poder ser pensionistas do cnllegio, sera alumno xar bem ronliecer seu pensamenlo. Sua* palavraa
manifeslavam duvidas, iodo elle era receios. Soli-
citando explicar/ics minhas, e provocan.loas mes-
rao, ii.i i .i enlrelaiiio de cerlo, o preciso indicou,
uculiilina s especie nova Iruuxc a consideracao da
casa c determinada de modo, que cu a podesse coin-
prehender. Cullocado o nobre deputuda nesla re-
gan lio vaga, nao -eml expendidas rlarnmenle
Acha o nobre depulado que sena possivel dar a suas ideas, liem ve,que nao me be possivel salislazet
inslruccao de que se trata, graluilameule a lodos '! as sua exigencias. Como explicar-me e resolver
Olhe o meu honrado amigo para os paizes mais ; duvidas, se o nobre depulado nao as formula con-
ivanlajadus na civilisaflb, e la mesmo nao encon- I venienlemenle .".'
CmSr. Depulado: Nao disse quaes as du-
yidasT
O Sr. Clemenlino : Nao ouvi, nao as com-
prehendi.
O Sr. Meira : Pois cu nao fallo muilo bai-
xinbo.
O Sr. Clementino : Nao me retiro ao nobre
leputado, no seu lado e ua minba fente esta
? v """/''O :Se me provar que 12 conlos be
quam.a sullicienle...
nf.! '''""-"lino:-] .i o nobre depulado cedeu de
,la?imental0i -mens senliores. o que s5o 12
J"".,"' s "" i"iri um mciboramenlo desla or-
en) acu) o honrado membro menos restricto em
despezas lao pr.,vci,u,as> Ocrupemo-nos com a se-
gunda arguineutaeao denomii.ei de absoluta,
ailendendo a., seu carm.er de permanencia. As b-
serv.icocs aventadas ,|,.,mK(1 ',,,.s|p ,, vi.
impugnara a instito.e>, ,| r.ymnasio mS natureza
.lesenpi,,,,,. Permanecendocomo he creado,o .ro-
bre depulado o acha i.u,,r|,,. |(er|arou ,. nobre
t',", 11'- ,'1'"' ""' '""""" P'jlo. c que nao
e ., elle merecer a approvaca,, d, casa, porque se-
7nni ,' ''' "rT""-'" >- l'.Nmnasio l.Ao
podia approvci.ara lodos, nao eslavj ao" alcance de
luda, as classes. .
OSr. I arejo : Eu nAodis-e i-s0
O br. aemaniinp :--Tomi nota le'saHM obse.-va-
SOea e encontr entre ellas este pensamenlo. Nesle
Ierren., anda val mal o nobre depulado. Nao temos
o dever de .lar a in-lrucca- secundaria, e superior
graluilaraenle ecorn a mesmas condiecues que a ele-
mentar.
A .rgumenlacAo do honrado membro funda-
se na
que
i safaaafto, que da seguinle queslAo de direil. ad-
'P8, cnnvcin dis*eminar geralmente, c as
ra a felicidade geral do paiz nada fazcm as illuslra-1 senlado um honrado membro que procedeu, como
vou indicando, que falln em duvidas, sem preci-
sar bem, sobre que ellas versavam.
O Sr. Stlrijio : Paro que o nobre depulado jus-
lificando o seu vol dissesse alguma cuusa a respei-
lo da materia.
O Sr. Clementino : Se bem comprehendt as
polavrasdo nobre collaga, suas duvidas nasciam das
observaces do oador. que encelou a discussAo. Se
esla he a fonle de Mas duvidas c receios, crea que
conseguirci remove-los, porque sAo inconsistentes.
Nulru a eperanca de contar com o voto do no-
bre depuia.lo para approvaco do projeclo. '
O Sr. Si7< iho : Nao me obogo.
O Sr. Clemenlino : Comccei minhas observa-
ces, Sr, presidente, declarando que reduzia a duas
calhegurias bem distinrlasas consideracoes do hon-
rado membro da comniisso de inslruccao publica,
que a-siguou vencido o parecer em discussao. clas-
siliquei seus argumentos de argumentos absolutos e
argumentos relativos ; convem, que cutre agora no
exame desla especie, o expenda a respeilo minba
opnio. Argumentos relativos sao os haseados em
fncioj, c observaedesaccidenlaes, c que rolo podeu-
do conseguir o carcter de permanencia, e imniu-
(abilidade perdem em corlas siluaees lodo seu vi-
gor. Bem se ve a fraqueza de argumentos desla or-
den). Assim classilico eu, Sr. presidente, a argumen-
tadlo, com que o bonradu membro prelendeu sus-
tentar que o projeclo em discussao. nlo poda me-
recer approvacAo da rasa por ser excessiva e su-
perior as forcas da provincia a despeza, que crea.
O Sr. Farejo : Eu disse s que o nAo poda
adoptar.
O Sr. Clemenlino : Suas palavra,s se preslam
a consequencia que dellas tiro. Ombrc depulado
discordando do parecer da maioria da commissAo,
nAo prestando soa assignalnra ao seu Irabalbo ; de-
clarando agora, que a proposla em discu*sAo be su-
perior aos recursos do thesooro provincial, julgando
a mesma nociva, esem ulilidde, da-uie direilo a ti-
rar de suas expresves a seguinto cnnclusAo que nflo
merece a approvacAo da casa o parecer era di-cus-
sAo.
O Sr. l'arejo : NAo disse que era intil.
O Sr. Clementino : O que disse enlAo o nobre
depulado '.' Minhas palavras slo billas de suas ideas
unvidas nesta casa. .-\s*eguro-lhe isto.
nteus senhores, nao ha valor absoluto as con*idc-
racocs, os arguuiculns contrarios ao regiilamenlo da
instrucciio publica dcduzidos do excesso, e impor-
tancia ua despeza, a que elle d lugar. Pretendo
provar com toda prccisAo com o calculo detolhado
das cifras necesarias para a despeza, c em vista dos
recursos do nosso orcamento, e vantagens da insta
Inicio combatida, que o parecer da commissAo be
exeqnivel, que as rendas da provincia nao slo
inferiores a despeza que tem de levantar a proposta
em discussAo. Nesle devo contar cora o vol do
nobre depulado, a quera respondo, porque seu argu-
menlo caduca. Ten lio direilo a esperar esle resulta-
tdo, ailendendo para as suas palavras logo que baja
crdito para a despeza, o nobre depuado deve votar
pelo projeclo.
Sr. presidcnle. quando se (rala da adopcao de
medidas da ordein das que se ventilan) presentemen-
te, quando se procura dar aos povos a satisfarn de
suas mais palpitantes necessidades, o hornera rcllec-
tido, o quedecididamente deseja o bem publico, nao
lica irremissivclmenle preso a quesiao das cifras,
nao nega seu voto a qualquer alvilre que se apr-
senle pela simples consideracao do augmento da des-
peza que provoca. He preciso, Sr?. ,que seconsul-
tem mleiv d'uma ordein superior, convem
que se considere a praticabilidade rio projeclo, que
se investigoem duas1 vantagens, o proveilo que del-
le se pode tirare tambera os recursos, que temos pa-
ra occorrer aos gastos de sua execuco. Tem vistas
incompleta* o que apenas ollia para o orcamenlo da
despeza. A queslo he ampia e variada, branse
nleresses de classes difeientes, e lodos elles devem
*er mcdilados.
O meu nobre collcga de commissAo na > alien leu
para a consideracao, que dexos expendida.encarnu
apenas o augmeulo'Ja despeza e sem allendera in-
lere**es de oulraordem prniiunriou se conlra o pa-
recer, que se di*cule declarando-se vencido sem res-
nenles. Nada do que consullou merecen seu apoio.
Seu prner.timcnlo contraria os diclamesda boa razao.
Repilo, senhores, em materias da uniera das que
se ventila, a quesiao de economa lera proporees
mais ampias,. lie preciso examinar e combinara
excquibilidade, e proveilo da medida proposta, e sua
reanlo cora as possibilida.lcs do (hesouro pu-
blico.
Um Sr. Depulado : Primeiro a possibilidade da
salisfacao.
O Sr. Clfic;if/';io : A queslo be mltipla. Tra-
ta-se, senhores, de reformar oensino publico, de do-
lar a pro\incia de eslabelecimenlos de inslruccao,
que (cnliam por lim dirigir mais ajustadamente que
antes, o seu inovtmento, e de aprnveitaudo a que
existe, dar-lbe uma forma mais conveniente cacom-
moda.la ao progresso condecido em assomptOS desla
ordem, sem grave compromeltimcnlu da provin-
cia.
A commis-Ao de inslruccao publica reconhecc o
que geraliuenle be sbulo, que o ensillo publico roto
se acba em hora p. Fallando assim son apenas o
roes, que elle possoe
A irapressao do meu collega be lauto menos fun-
dada, quanlo be fado constante, que nos habitantes
das cidades, coiicorremos para a factura de ponles,
e estradas no centro da provincia entretanto que,
sob a relacao individual, muilos de nos iiAo partici-
para de sua utilidade.
O Sr. frandao : Tamben) os serlanejos con-
correin.
O Sr. Aprigio : Assim como n, que ebega-
mos ao termo da vida, s leudo conliecido essas lo-^
callidades nos mappas.
Reservo o'deseuvulvimenlo do que hei dito para
asegunda discussAo, se a casa conceder, que a reso-
lucao chegue al l.i.
O Sr. Meira : Sr. presidente, bem que eu me-
dilasse ura pouco sobre o regulamenlo do Intrnalo
aue se acha era discussAo. e que lem de resera ins-
lruccao publica do 1 e 2" grao, todava anda me
restara algumas duvidas sobre as quaas desejo ser
esclarecido pelos nobres membros da-commissao, que
sem duvida teao esludadu esse regulamenlo com
lodo o criterio e altencao. Eu desejara pur excmplo
que houvesse isualdade nos vencimoulos dos pro-
lessores, mas consta-nie que ha professores que lem
ordenados manres que oulros, ouque lem gratifica-
?es que nao sAo dadas a oulros.
1*. Clemenlino: Pelo novo regulamenlo?
O Sr. Meira : Por lei desla assembla. Nao
sei so esla dhposiao lica ou aiflo revogada pelo re-
gulamenlo. Ha. por exemplo, uma lei que d uma
gralilicac'io, creio que de .V?00U. por cada um alum-
no que lizer exame as.aulas de primeira* leltras :
esla disposicjhi que, quanlo a mira, nAo lem nada
de moral, nem de proveilosa, nAo sei se ficar sub-
listindu por forra deste regulauculn.
0 Sr. Clemenlino : Nao leu o regulamenlo ?
OSr. Meira : Eu li, e creio que mo esl no
regulamenlo, mas tenbo niinbas duvidas e desejo
que os nobres depulados me eselarecam. Eu me
persuado que a obrigacao de um professor be rum-
pi ir rigorasamente lodos os seus deveres, he illuslrar
igualmente a todos os seus alumnos mostrando lo-
do inleresse e zelo pelo aprovcilamcnlo de cada um
delles,e a prova disto hei.eaame: porque razAo pois
o professor que da um alumno para exame,hade ler
uma gralificacAo alen) do ordenado Eu faco mui-
lo liiim conccilo de todos os professores. mas demos
o caso que baja algum que Ioiii mais inleresse por
si do que pela inslruccao publica, e pelo cumpr-
menlo de seu- deveres, o que fara '.' Necessariaiiien-
le concidera hablliladoa lodos os alumnos de sua
aula e os aprsenla para exame alim de receber 59
cada um.
Um Sr. Depulado : E quem faz o exame '! En-
lAo nao ha inspeccAo para isso '.'
O Sr. Meira : O nobre depulado sabe que islo
falla muilo.
O Sr. Clemenlino: Prova demais.
O Sr. Metra: lleverdade quepoder provar
demais ; porm sempre prova alguma cousa em fa-
vor do que acabo de aventurar.
O Sr. Clementino : Prova conlra ludo.
O Sr. Meira : NAo, o que prova he que por
isso mesmo que essa inspeceo nAo he sullicienle, he
'misler que a lei cslabefleca alguma oulra medida
em ordem a evitar essas fallas. Consla-me ainda
que os professores, que lem cerlo numero de alum-
nos, lem urna gralificacAo, masque esla gralilica-
cAo se limita a alguns professores desla cidade, e
nao se esleude ao* de fra. Pois^Srs. porque razAo
o professor de Cotanna por exemplo, leudo 100
alumnos nAo ha de ler una gralilicacAo igual a de
qualquer oulro desla cidade que lem mais de 60
alumnos .'
Um Sr. Depulado : Est fra da queslAo.
" Sr. Meira : Eu eslou na queslAo he esla ;
purquanto esle regulamenlo no meu entender re-
vesa o de 1851 que rege a instruccilo publica e por
conseguate devo considerar todas as suas dispoi-
(oat, visto cmo leudo elle por lim milborar a ins-
lruccao publica em todo o sentido, nao pdedeixar
dedar cerlas providencias em ordem a sanar c-*es
dcll'eitos de que creio se sen < incado o oulro de Is51
que lem 'e ser por esle revocado. Nao sei por tan-
to se esla dspo-ieao lica revogada por esle regula-
menlo, ou se pelo contrario subsiste; no segundo ca-
so compre sem duvida restabelccer a igualdade ;
porquanlo nao vejo razAo plausivel que apoie essa
(iueienca. Agora passarei e examinar o reg-
lamento em alguns dos seus arligos : o artigo 78
di/. : |
O Sr. Oliveira : Olhe qoe est fra da ordem.
OSr. Meira:E o Sr. li competente para
me chamar a orden) '.'
Ora, Srs. ,eu realmenle nAo nosso entender qual
he o pciisanienlo desla disposicao : o- professores de
i.-iiuuua, Nazarclh, \ .clona e [guaraso' s podem
servir no (vinnasio 'e o presidente os adiar habi-
liladosfsis cadeiras licain suprimidas ; mas se os pro-
fesores IlAo puderem servir no tivmnasio, ronti-
liuam aleccionar. Eu ipiizera e-labele. er uma
base, a'saber, ou he conveniente a supre*sAo das ca-
deiras ou nao : se he couveiiienle liqucui suprimi-
das e se d eu deslino aus professores ; mas o que
diz o regulamenlo '.' Diz que as cadeiras s licam
-iipprimi.l.i* se o governo julgar os professores habi-
litados para servirem no Cvranasio, e se Motos jul-
os recursos da provincia. O que dissernios a e-te
respeilo servir de resposla a observarles do hon-
rado membro da commis-Ao o Sr. padre VarejAo.
Entrando na investigarlo desla queslAo, comeoa
ponderando ao nobre depulado, quo me po leria jol-
gar dispensado de teaponder-lhe, porque argumen-
Ion .ruin modo vago, e sem a precislo, quesuii po-
-icau rerlamava. Se c, projeclo deve ser regeilado
por crear uma despeza superior aos recursos publi-
co-, Compril ao honrado membro dar a prova desla
proposieao ; sera isto nada rnai- existe do que -ua
palavra, que pode ser contestada pela minba, e da-
do islo, nlo sei como resillara -ua nppo-ic... San
duas propn-iees divergentes ; e qual da duas deve
errecebida. Sopor ellas nlo lia razao para decido,
e a quesllo lien em duvida.
Provocado por inini, quando orava, nem assim
deixou o nuble depulado o Vago,a que se sorcorreu,
aapenaa apontou despezas com irem de cozinha, e
consas desla ordem em pequeo numero. au he
assim,senhores. que se devecen-urar. e que se poda-
ra pretender que uma proposlejlo cuino a .lo nobre
depulado cale no animo da casa.
" 5r. l'arejo:Enlo nlo ha ausmenlo ?
O Si: Clementino'.Ondeesi.i a prova do que .li-*e
o honrado membro. A sua asserc.lo be contestada
por mira. Digo, qU0 nAo ha augmento de despeza,
ese a sua palavra be sullicienle para comprovar a
sua as*crco, tenbo direilo paraBuppor. que a mi-
nba lambem he bastante paras iu-lilic ... do
eslou dizendo. ,
O Sr. I arejao:Enllo nao ha .lespeza '.'
. Sr:C/oienrto:Quer, que fundaincnle seu O Sr. CUmenlino :Minhas palavras na ska
-.izo, .slo be novo. Ao nobre depulado corre a lam a conclu-ao vaga do honradaS uYZ
obr.gac.Ao de sustentar seos ditos. Censure a raanei- rece que nao se ...uar, a suslenlai ne,
ra porque o nobre depulado faz opposicao ao projec- :
lo, cdigo-lhc que assignando-se vencido no parecer
era disacosao, devia delalhadamenle mostrar em que
consista o augmento de despeza
O Sr. l'arejo: Nega que baja ausmenlo de des-
peza ?
O Sr. Clemenlino : Upcleo nolire de|iulado o eu
aparte e cu pergnnlo-lhe, securoprio o -eu dever
mostrando qual he o augmento da despeza.
OSr. I'nreio da uin uparle.
OSr. Clemenlino:O parle do nobre depulado
me leva a aseverar, que ou esla em ronlrndiceo
com a nanifeslaca.i de seu vol, ou que nAo alleu-
de bem para o que sustenta e diz.
O Sr. l'arejdo:Obrlgado,
O Si: Clementino:NAo o oliendo com a minba
assercAo. O nobre depulado sustenta, que o resu-
lamei.lo em seu todo nAo lhc merece approvticao.
II Si-, I'arej i:Nao di-so isla. .
O Sr. Clementino:O que -ignilic.i enlAo sua
assignalura no parecer em discussAo coma declara-
Ao de vencido e .sem rcslricrAo ;.' O projec-1 impossivel estado o cnsino destiVialerias"
lo comprehende duas parle* bem distmclas, uma ve que rada um segundo soas condiees n'<
relativa a iii'truccau
r,ils
"uin.
uirsmTTjroporees que
secundaria e superior.
OSr. Brandao :Enllo faz mal a nstruccAo ao
povo ;
iosIruocAo elementar, a
MttitiB Geraes.
Ouro-Preto 27 de marco.
. foi po*sivcl rconir-sc a assembla legislativa
provincial no dia 25 de marc.0 por falla de numero,
O estado dos .uiiiinho* arruinados pela moiln chuva
foi parte para que isso acontecesse.
LCA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Sessao' em 12 de abril do 18&S.
/ ice-presidencia do Sr. Carneiro da Cunha.
Ao met dia, fcila a chamada, acbam-sc presentes
2S senhores depulados.
(I Si: Presidentenlirc a sessao.
OSr. -" Secretario leja acta da sessaoantece-
denle, que be approvada.
OSr. I. Secrciario menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
l'm oflicio do secretario da provincia, remellen.lo
0 qiiadro da divida pa*-iva prov iucial dos egurcicios
de IK'iO a 1851 liquidada al o ullimo de inarro pr-
ximo paiisado.A' comniissao de orramenlos pro-
\inciacs.
Um requcrimenln de llasiljo Alves de Miranda
Yaroj.io, represeiilan.lo a esla a*sembla conlra a lei
que iinpoz ao propriclnrio de predios existentes nes-
la cidade a contribuirlo de 15 por ccnlo sobre os
alugueis para ocalcameiilo das mas.A' cornmissao
de legislaeAo.
gar hablilla.lo*, continuara elles a reger as suas ca- I echo da voz publica, e da senlir dos praticos, nAo
deiras : o que se segu he que nlo esl reconbeci-
da a necessidade da suprcssAodas cadeiras,lano que
se os professores nAo poderem servir no Gymnasio
conliuum a ler as suas cadeiras. Resulla anda
creo ai lilr.uimenle uma silu icio para fundamen-
tar qualquer mu.lauca ou o projeclo que se discute.
E seria convenpnle e acedado que por mais lempo
vi-ssinus mpas-iveis o estado pouco lisongeiro da
oulro absurdo, e he admillir-sc como consequencia i inslruccao, que consenlisscmos na permanencia lel-
il parecer que um professor esl habilitado para en- i le. que nAo removessemos os desaslres que o fuluro
sitiar latim em lioianna ou Nazarelh, e nao o esl i promelle.
para exercer uma cadeira no Gymnasio. Porven-I Senhores, nlo espero da Ilustra.- m desla casa,
tura admittir-Se-ha que o professor habilitado que seja in.lillercnle* inslruccAo da provincia, lie
para emanar latim na cidade de l.oianna ou lal a importancia e alcance do ensino publico, que
o sr. Clementino d um aparte.
II Sr. Vartjaa : O povo todo paga mposces,
Sr. depalada, q deve gozar tambera das vaiilagens.
" Sr. Clementino : Quem nao poder le o
seus lilhos romo internos,l-los-ha como externos,
O Si: l arejo : Oca-o be que i. Inlernato nlo
ebesa para lodos, e se smenle he para inslruccao
segundaria e nao para educarlo enllo ello lie das-
nei es-ario porque lenios o collcgio das Arle-, que
he gratuito.
O Sr, ('lemeiilina da um uparle.
O Si: I areja:O Inlcrualo seiihores.be s para
aspes*oa*,abastadas essas sur em minio pei|iieiioiiu-
mero.logo o Intrnalo aproveitaa poneos, no enlanlo
.pie os iinpo-icoe- que se lancarem para e-sa despeza,
recahirao sobre toda a populacao cuja maior parle
nlo pollera aproveilar-se do eslabelecimenlo .
O Sr. clemenlino : Enllo nao contesta a uti-
lidade -.'
O Sr. I'arejno: Nao smenle digo que essa
utilidade he exigua, mas quizera que ella se lzesse
extensiva a* clas-e menos favorecidas da forluua c
nao fo-se so para alguns abastados. Enifim Sr. pre-
sidcnle, sao estas es razes que por ora tenbo de
apresenlar. *
em oulro qualquer lugar deve saber* menos do que
aquclle que ensiua no Gymnasio t Eu pens que
os professores devem ler as mesmas habililacOes pa-
ra o mesmo misler.
O Sr. Aprigio : Com quanlas cadeiras de laida
licava o Gymnasio f
O Sr. Meira : Islo he, que eu nao sei. A com-
missAo creio queso concede duas, mas eu a inos-
Iref a contra licelo palpa ve! quo existe. O nobre
depulado sabe que lemas cadeiras de latim era S.
Antonio, S. Jos, Iloa-Visla e Recife ; o l",v mna-io
pasta a ter duas. logo s na cidade sobrara doat ;
e como quer queos nobres depulados apoiam asopres-
sRo das cadeiras de Nazarelh, Goinna, Isuaras*n' e
Victoria, temos por consesuinle 8 professores dcs-
poniveis, dos qimes sendo dous para liviiinaso, li-
cam seis. A eommiasio porm alterando o artigo
do. regulamenlo, dizEsses professores de latim
pastarlo acrvir no (ipmnasio, se o presidcnle os
adiar habilitados pun so, e pergunlo cu seo pre-
sidente nlo os ai bar habilitados, para onde vain el-
les .' Em lal caso pronoucia-se a eommiasio clara-
mente nos seguinles termopasaarU a servir no
magisterio al que b governo os empresuc conve-
nientemente.Era vista disto, Srs, o que se segu
he que a comn*-!. reconhecc nao ser necess mu a
npresalo *\^ cadeiras.
nlo trepido em allirmarque esla casa Ihe dar tuda
sua altencAo. A in-lruccao e o dcscnvolvimenlo da
intelligencis de um povo, be o mais elliraz, sanio o
nico meio de promover seu mellioramenlo moral e
material. Seria ocioso gastar mais palavras para
convencer a casa d.iquillo que lambem conliere.
Entretanto, pero Ihe llcenca para citar o pensainen-
to de em grande Itumem que nlo pode ser rejeita.lo
nesla malcra ; disse elle daime a inslruccAo du-
rante um -erlo, que mudarei a sorle do mondo,
A eommiasio, Sr. presidente, sent a importancia
do assumpto, e deseobrindo lodo merecimenlo no
Irabalbo que exarninou, apresenloa a approvacgo
desta assembia. A proposta que se discute ha de
dirsir bem o moviinenlo do ensino publico.
Tomamos em considerarlo o regulamenlo confec-
cionado pelo Bxm. presidente da provincia, porque
provoilo-amente reaolve lodas as que*l>es que eu-
cerra 0 BervtCO da iostroccao publica ?
o Sr. Silcino : Nlo be bom irazer a quesfao pafa
esse terreno
OSr. Clemenlino :Unalbo o terreno inao. para
onde leve! a quesllo '.'
IJ Sr. Silln o : Nao sei para que Irazer na discus-
sao o presidente da provincia,
O Sr. Clemenlino:Tiouve o nonio do presidente
da prov incis. para assim indicar., do regulamenlo.
faria :> -'''"""""" M*' n0bM *** 1uc Val o mesmo dizea, o regulamenlo de-3 de feverei-
ro iilluno, ou o regulamenlo da presidencia. Nao
O Si: Meira : Eu Ihe digo : o primeiro cui-
dado he reconhecer se he ou nlo conveniente a su-
pressAo das cadeiras de lalim...
O Sr. Aprigio : He.
quiz desla maneira obter um vol dos nobles depu-
lados. I'iqne cerlo o honrado collega, que o nobre
presidcnle da provincia, nao eiilen.le que m as-
somptOS da ordem lio presente, os seus amigos
iiistruccao secundaria e superior es'leja no
aso da insIruecSo elementar,que os poderes p
(re.
esta casa, ql
mesmo
pblicos
...e .levara procurar o mesmo derramamento na
sociedade. O ensino publico se divide em 2 classes,
ou be primario e elementar, mi secundario, \leni
lesle ha o superior que tambera se pude chamar es-
pecial. A inslruccao elementar consiste nos Conhe-
cimenlysdos preceilos da moral e religiao.nos deve-
res seraes do hornera na socie lade e uos conheci-
meolos elementares uleis e necesarios em qualquer
O Sr. Meira :Aflirmam os nobres depulados I obligados a dar-lbe um vol de Conanca. Nlo be
essa naeeasidade ; pois bem, eu determinara em i -i
aso que os professores. cujas cadeiras fo-sem sup-
i i ni i.la-, tivessem.comn delermina o regiilaraeulo,
un desuno no Gyfnnaaio iodependente dessa clau-
sula, e ariniri.i que adopla a commissAo ; e rerotilie-
cendo a necessidade da supres*ao das cadeiras. seria
iihs coherentes que fo-sem elles, no caso de nAo
licarcm no G> mnasio, jubilados cora ordenados cor-
em objeclo* de-la ordem. que consiste a conlinica
nos gnvernos, como lodo* o eiilcndcin. O seu aparte
nlo lem pois alcance.
OSr. astrio:Nlo pode baver razao .le conveni-
encia nesla casi em que seja Irazido o nonic do presi-
dcnle.
OSr. Clemenlinn:Ja disseque Irouxe o nome do
presidente, porque liona de fallar no regulamenlo,
a iii'lrucclu primaria, e a oulra a secun-
daria ou superior. Conlra ambas opinnu o nobre
depulado na forma porque se assignou no parecer.
Declara o bonradu membro, que o augmento de
despeza do projeclo cou-isle no crdito que se de-
creta para a parte do ensino publico secundario e
alo comprobando em suas palavras a inslruccAo ele-
mentar. Tenbo pois direilo de esperar que vote
pela primeira parle da reforma da inslruccAo pu-
blica que se discute. Contra clia nada disse.
Temo esle resultado das palavras do nobre depulado
Se meo raciocinio be legitimo, eslou aulurisado
para sustentar, que seu voto cdlilradiz ao que ma-
nifesta sua assignalura no parecer, ou que o nobre
depulado nAo atienden par.) o seu aparle.
Disse o nobre depulado que a despeza provocada
pelo projeclo excede as forcas da provincia, mas
nln comprebcudcnilo em seus deseiivolviraeulos a
parle relativa a inslruccao primaria,que delles ficou
sania. Devo concluir, quaflg seu voto scr-lbe-ba
favoravcl.
OSr. 'arejo:O* professores para lerem aug-
mento devem rajeitar-se a um novo exame.
O Si. Clemenlino:A observadlo do nobre de-
pulado d a entender que a maioria da cornmissao
de inslruccAo publica lornou mais caro para a pro-
vincia o ensino primario. Sempre vasa, e sem base
determinada vejme emhararado para responder a
argumentadlo do meu in.bre collosa. Parece as-
segurar agora, que a primeira parle do projeclo aug-
menta lambem o orcamenlo da despeza. Quando
for inais explicilo, mostrare! que nlo lemrazAo.
I.isando a ordem de minhas ideas, interrumpidas
pelos dillcrcnle* apartes que me foram dados, direi,
Sr. presidente, que .i commisslo consullou lambem
a possibilidade do Ihesouru da provincia, quando
apresenlou o projeclo que se discute ; as cifras ne-
cessaria-. para pagamento das despezas levantadas
pelo regulamenlo de 25 do fevereiro .leste anuo,
nAo direi inais do presidente da provincia, modifi-
cadas pelo Irabalbo da'commi-sAo, mo excedem os
nossos recursos, e esto no caso de ser recebidas por
esla casa.
Sr. presidente, poderia adoptar o modo de arco-
mentar do nohre depulado a quem respondo, e
di/er com elle, nlo ha ausmenlo no orcamenlo da
despeza. Por esla forma aceasou, elle a mim e ao
meu nobre amigo (o Sr. Aprigio deaulocisarmos.les-
pezas sem fundos preci-o:.. Nlo quero proceder
como o nobre depulado, vou descer aos detalhe*, e
occupai ine-hei smenle do projeclo na-sua segunda
parle, porque s acerca della avenlou o nobre di-
putado olgumascousideraroes. Da oulra Iral.uei
quando for empiignada em termas.
Examinando o regulamenlo do 25 de fevereiro
dcsle anuo na parte relativa a Mratelo secunda-
ria, veriliquoi que as despezas por elle creadas, or-
cavam por SO conloa de ris pouco mais ou menos.
O resultado (leste exame causn seria impressao
no animo dos membros da cornmissao, porque em
vista delle era impossivel a sua adattcSo.
Os recursos da provincia sAo decididamente in-
feriores ao alcance de -cine liante orcamenle. Es-
livemos apoulo de abrir mo da proposlii que ron-
sullamos.
Apesar da dilliculdade com que lulava a com-
missAo, arhou acertado nao desprezar inleirameule
a insliluiclo.
O Gymnasio provincial creado pelo regulamenlo
da uislruccAo publica ; be um eslabeleciienlo til
e que prauu'lie vantagens e interesses decididos.
Convinba admilli-lo cutre n* para termos uma casa
de e.lucaclo regular. Sali-fazemos esla necessidade
formulando o projeclo submellido a approvacAo da
casa, conlem elle o mesmo plano do Gyaamaus pro-
vincial estatuido no resulanienlo de 25 de fevereiro
ultimo com as alleraces precisas para accomoda-lo
as forcas do nu*so orcainen'.o. Se e-te projeclo
merecer a approvacAo da casa, somenle levanta a
despeza de i!7 contos pouco mais ou mcno*. He
esla loda a despeza permanente do eslabelecimento.
A cifrn nao he pequea, m.isi provincia pode com
esta despeza, que nlo exceJc suas forcas, como
mo-trarei.
Ha no orcamenlo uma verba de 22:150.-) rs., des-
tinada para occorrer as despezas da insliurcao se-
cundaria. Esla deve ser applica.la aoGymnasio,on.le
loda ella he dada segando a proposla dacommis-ao,
porque as diversascadeirasdeesludos superiores, que
actualmente ha derramadas p< la provincia, slo sup-
primidas. Fallara pois somenle 12 a 15 conlos para
enchero quadrodas desasas creadas, c esicsencon-
Irain o rredilo preciso dentro do nosso mesmo ..re-
menlo, feila urna distribuidlo le fondos mais justa
e proporcionada a importancia de cada verba de
servico publico.
Jleus senhores, nao he fundado o receio de com-
prometimiento futuro na a.lminislracao das Unan-
cas da provincia pelo ausmenlo da despeza que le-
vanta o livrnnasio'. Es*a despeza noserenlisa logo
no primeiro auno da fundar;an do eslabelecimenlo,
cujo curso sendo de sele anuos, so no lim delles lica
completo o orcameulo das despezas. Nlo ha ne-
cessidade de em principio auloiisar despeza*. que s
no correr do'estadio do Gimnasio se turnaran! iu-
dispensaveis. Sendo dividido e proporcional a cada
anuo do estadio o augmento que for leudo a despeza
publica al completar o excesso dos 12 ou 15 conlos,
ser tambera acompanhado do augmento,proporci-
onal que a- rendas da provincia forem lenlo.
O Sr. Rrando:Se livcren .
O Sr. CleHiexImo:Esta o nobre depulado em
duvida, ou enlendo que as rendas da provincia uo
lerao inais augmento algum ?
O Sr. Hrando:(nem Ihe pode responder be o
senhor Jos Pedro.
O Sr. ./ose Pedro:Pens que as rendas publi-
cas nlo hlo de ficar estacionada*.
O Sr. Brandan :Oueni sabe !
0 Sr. Clementino :Ora, esl o nobre "depu-
lado todo duvidoso.' Na.' seja lio SCOplico que o
- eplici-nio be as \cim bem perigo--., nao imagine
situarlo lo desastrosa para a provincia. NAo ha
motivo para que parause a fortuna publica.
Contrariando inda a arsumenlaclo da falla de
renda para occorrer a despeza do Gwnnasio, direi
lambeta que do esl.heleriinenlo resollara sem du-
vida algum lucro. Da nensSo dos educandos deve
relirar-se, feitas todas as despezas da casa, certa ren-
da a qual rouvemque se appliquo para i:*tenlacio
do eslabelecimenlo.
Esles lucros pidein realisar-se em proporcAo
artillada, moniarcm a cifra necessaria para paga-
mento do* dbze ou quinxe cnnhu de ris, c at para
toda a verba do* 37 contos de ris. Sao pois infun-
dados a suspeita, e os necios do honrado membro a
quem nmbalo. Sem recursos evlraordinarios be
possivel sali-fazer os enipenbo* que Iraz a proposta
que se discute.
1 111 r 11 as duas foiiles de renda, de que lenhu
tratado, anda assim encontr no. BOSSOt orcamenli.s
o siippriinenle necc-ario para a despeza do Gvra-
nasio.
O crdito de I- cont- de rei* nao be decidida-
mente superior as possibilidades de nossas rendas.
De cuja mclhor lislribnicao poderia elle saln. A
..iliiobras publicascombina l.i com nutras da-
la bem cssa cifra, on oulra ajada maior sem sacri-
ficio dos interesses pblicos. Revendo as despeza-
do cxercic.io lindo com obras'publicas observe que
-iluacao da vida, o deseuvolvimeiilo desles estudos,
e sua disseminaclo na sociedade convem que *eja
universal, lodo cidadlo deve ler os conhccimenli^
qiieconstituem o primeiro grao ,ie instrocclo. Todos
pensara assim ; se dos estudos do primeiro
grao passarmos ao do segundo oulra ser a solurio
que se deve dar a quoslio. Nao corre ao poder a
unnsaclu de disseminar graluilameule os estudos que
se comprehendem na inslrucc-lo secundaria, nem he
conveniente que todo, os c.dalAos sejem versados
nellcs. Deve baver nislo cerl.-. medida. Nao torne
e dei-
condires,- possibili-
dades c prohssAo a que se deslinar, a procure, lie
impossivel que lodos os cidadaos sejam do mesmo
modo versados nos esludus superiores, seria um pro-
blema impralicavel a prelenrlode promover o derra-
inanienlo univcrs.l da insruecao superior, traria ale
certos resultados perniciosos. Nao desejo passar ou-
lros limites nem quero por ora manifestar mais ex-
plcitamente meu pensamenlo.
Uin Sr. Depulado :Pode passar, nao ha perigo.
O Sr. Clementino :Conheco o terreno em que
"facha, e nlo quero olleuder lalvez susceptibi-
lidades mal enlendi.la*. Convidu ao nobre collega d
commissAo para sustentar nesle recinto se convem
dtsseraiiiar sem re-lriccSes na sociedade e com loda
prorusar, possivel a ensino secundario. Me parece que
na aclualidade j he esla uma queslAu decidida.
O Sr. Rrando : Mas porque rato convem:'
Cruzam-se oulros apartes)
" Sr. Mello Reg:Cram ambirOes e aspira-
>;oe* que nld podem ser salisfeilas.
OSr. Clemenlino:Eis ali.raeus senhores, o mo-
tivo porque julguei prudente impor-me cortos li-
mites nesta malcra, em qoe alguem pode interpre-
tar mal, o de-virii-ar temeos pensaiuentos. Fe-
lizmente acompanba o pensar da casa, e segoio a
duulnna dos bomens msis acreditados.
O Sr. Rrando:Eu nao admiti o principio.
OSr. Clemenlino:Siiin a doolrina, que entender
conveniente, m.i* parece-me que nao pudera com
vuntagem sustentar que o g-iverno be obricado a
dar gratuitamente e com Idda profusas o ensino se-
cundario. Esle systema he reputado por lodos os
governos, e autoridades na materia.
O Sr. Hrando: Menos por mim.
O Sr. Clemenlino:Anda mesmo as sociedades
mais liberaes o problema nAo he resolvido, como pre-
lende o honrado membro. Pensando assim, Sr. pre-
sidente, ndoesies os meus principios be manifest,
que nlo po-so consentir na arsumentacAo do honrado
Sr. padre VarejAo. Mas, senhores, nAo"he dever nos-'
so estabelocer o Gvmnasio para a educarlo graluila
da mneidade. He permillido, pelos principios legu-
ladores da maleria.que se exija rerto pensar dos que
pretenden! frequeular u* esta,beleriraeiil.M do ensino
secundario. O projert-, em discussAo nao pile ohs-
Ificulos ao derramamento das luzes. 'guarda aoTon-
Irario todas as regras boje geraliuenle recebidas ern
as*.impos desla ordem. Sustento) que proposta
da commissAo nao cria uma despeza superior a nan-
sa receila. Nesta parte o receio manifestado nesle
recinto be infundado, e nem foi snAicienlenienle
prosado.
OSr. l'arejo:Nem nobjN depulado provea
que os 12 conlos erara sunlcieutes.
O Sr. <'l.oueiiiiiio: Expliquei-ms sullicienle-
meute a esle respeilo para deitar ver a casa, que a
despeza creada pela reforma da inslruccao be pru-
dente, e esta ao par de nossos recursos.
O Gymnasio mo lie um eslabelecimenlo privile-
giado para ccr(as classes; nelle se admiltem todos os
individuos, que desojarem frequeular o curso de
seus estudos, j como pensionistas, j,i como meio-
peiisionislns, e al externas. SAo lamben, recebdos
alumnos pobres e a expensas do governo.- A nica
dilliculdade a vencer he o pagamento da pensao. e
nao he islo por cerlo um bice ao derramamento das
luzes. Admira, que o honrad i collona, julgue a
maioria da coman-a imprudente na dBatar.lo de
despezas, c pareja ler em vistas, que #or cola da
governo corressem lodas as despezas dSealabetcri-
menlo. Eslas poucas rellexes sirvam lambem de res-
posla ao nobre depulado, que se acha do oulro lado.
Nada mais accrescento, porque nAo dixou bem co-
nlieccr suas iHastradas consideracoes. A casa.tinha
direilo a ouvir explirilamcnte seu vol na materia,
mas desta vez nlo se dgnou de cxplcar-se uielhor.
Occupar-me-hei agora com as ponderaees d'oulro
meu collega.
O Sr. Meira: Dcixe para a segunda discus-
sAo.
O Sr. ClemenHho:0 aparle do nohre depulado
conlm precisamente o pen*amciilo, com que deve-
na responder as suas observajoes. Na secunda dis-
cussAo liaveria occasAo opporluna para salisfazcr a
necessidade que senle de esclarecimenlos. Enlre-
tanto nlo me aproveilo da duulriua, do aparte 'do
nobre depulado pela deferencia, que tributo as suas
observaces. (juero nesla discussao responder ao
honrado collesa.
O Sr. Meira:Espere para a- segunda discus-
sao,
O Sr. Clemenlino:J dei a razio do meu pro-
ceder. Se nlo houvesse oceupado p alinelo da
casa o nohre depulado, nlo leria cu entrando a dis-
cussAo, pnique o parecer da i ominisslo foi susten-
tado pelo meu honrado amigo o Sr. Aprigio. Co-
mecou o nobre depulado suas obsecracoes pergun-
lando. seo projeclo comiirehendu ou nao certas van-
tagens, que o regulamenlo do 12 de isaio de HA5I
concede aos professores que aprsenla... discpulos
aprveilados, e depois enlrou ua qaeslAo da conve-
niencia de os professores lerem seiaellianie vanla-
sem.
O Sr. Meira:Disse que isso sie nlo pareca
muilo bom, mas que a passar, cal*) se devia gene-
ralisar.
O Sr. Clementino :O ooura depulado nlo n-
eo..ira no projeclo a conces,ii dess. gralilicacAo.
que orcupou sua altencao.
O S"-. Meira :EnlAo revota;1
O Sr. Clementino:NAo sfi oque fundamenta
a duvida do honrado depula*. A proposla da com-
missAo nAo aulorisa a vaoligcm, de que se Irata.
Os escrpulos do meu rullrg s po.iein provir de
nlo hvcr lido allenlaroenle o Irabalbo da corn-
missao.
O Sr. Meira : Ta.'w
O Sr. Clemenlino- Enconlrou cssa dsposijao
no projeclo 1
O Sr. Meira :Creio que nAo.
O Sr. Clemenlino :E iiLiiu qualbe o fundamento
de sua duvida:'
O Sr. Meira:Nao acbei revoga O Sr. Clementino:Ficam revogadas lodas gs
disposiroe- em contrario, diz o tii.il da proposla era
discussao, e no seu corpo nAo ha t d.sposiflo, que
faz objeclo da duvi la do nobre depulv.l...
O Sr. .Mrira :Se cu quizesse ir a.pralico, inos-
Iraria ao uolir.- depulado que nviilas vrzes licam
revogada- a- disposicoes en. contrario e al--urnas
em p.
O Sr. Clemenlino;Nao me eHEtrcsgo de defen-
der a- pralicas aliu-ivas. Diz mais* art. 25 Ir.
hora desla vantagem, da aposenladora e da gra-
tilicacio por cerlo numero de anuos .le exercico ao
magisterio, nenhumas nutras d o projeclo em du-
costlo, *c bem me record desua dtolriua : esla sa-
iisleito o nobre depulado !
I) Sr. Mitra :E.n parte.
O Sr. Clemenlino :Jalao desneonsario arnmpa-
llliar o nobre depulado ua nivc-ligai-ao da que-lo,
se convem dar aos-professores \aniageiis pelo nu-
mero de alumnos Aprveilados, que apre-ei.larc.n.
.<> o..bre depulado fez lambem alnias consi.lt-
races sobre o arl. 7S do projeclo enMlsscussAn. Nao
i m i < h i .li bem o alcance dasjobservar.ies que fe ;
a materia he lAo simples e clara que nlo ihuso com-
prehender, romo d occasio a duvidas.
Di/, o arl. 7S: [le .
Da
tritura dcsle artigo se colI.ge, s,ue licam sup-
scu orcamcnlj orea cm :150 conlos pouco mais ou primidas as cadeiras de lincua latina espallindas pc-
meuos, eis una consignarlo doi.de sen desvanls- la provincia, oque os rcs|ieclivos professores serio
gem poderia retirar o nohre depulado a i lira precisa aprveilados no servido do para spplicar ao melhorauento la instrncclo que
impugna, seus receios de falla de (nudas para a des-
peza sAo infundados.
Sr. presidcnle, o projeclo que se discote nAo creo
despezas superiores ios recursos da provincia. Os
forem julgados habilitados, os demais serlo Tiritan
dos era oulro misler pelo presidcnle da provincia
deven.lo entretanto conservar seus empregos, eaa-
quaulo nAo se realisar a subsliluiclo.
Ja me la esquecendo, que nesla casa nao be bom
MiiTimnn


fallar no norae do presidente d provincia. Fallando
elle nao leuho por lim conseguir a approvarflo do
Brujelo. Esta dpoiicao ht proveilosa, e suarda
dicetos adquirido*. Me parece que lodos os acluaes
professores da lingtia l.ilina da provincia nao po.le-
riloscr convenientemente approveilados nos diver-
sos esludos eslanelerilos no (jvmuasio.
Sr. Branda'o :l'orque":
O Sr. aterra:Eu nio sei.
O Sr. Clemenlino :Os uolires depnlndos s,ilicm
perfeilauentea ru/.ai- do que dise. Nao tenho rc-
ceio de declarar, que seriara mal regidas as cadei-
ras de ensino to Gymnasiu senao livesse u governo
faculdado para escolher.
O Sr. Mura:Mas nao se ensna lalim *
O Sr. Clemenlino :Duas sao as cadeiras de la-
ura, e o nobre depulado quer oito lentes, que tantos
sao os profeuores do lalim da provincia, para lec-
cioiur aquellas duas ca.ieiras Dexo ao seu bom
tanta o apreeiameulo de seu aparte.
(I Sr. Brandal d um aparte.
O Sr. Clemenlino : O lyceu be convertido no
luterualo leudo sonieiile duas cadeiras de lalim, e
eislcm na provincia S profesores dessa ln'gua.
Nao bepossivel, que sejain lodos cuipre".-dos no en-
tino do labio ; o resultado seria applica-los .o do
grego, do atirralo, das scicucias e esludos diversos
do eslabeleeimeiilo.
0 Sr. Sitvino : |>a eymnaslica...
O Sr. ( lemrnlino :Na"o queira o nobre depulado
coro o leu -aparte, e pelo modo por que o da, lanesr
s ridiculo sobre o Gymnasio, gvninaslica be ,im ra-
mo multo necessasio da edueac.io publica, da edu-
carlo pliysica e urna necessidaue de begiene, que
meieee muilo a uo-si altcncao.
<> Sr. Sitvinu : Nao deseobrio novidade.
O Sr. Clemenlino : fcln )l0|,re dapulado
descebrira, Calirara ridiculo, sobre o que ano nie-
la cu duendo que baviam apenas duas ca-
deiras de lalim no catobelecimeiilo, e se honve-s-
necessidade indeeiiuavel de nelle se empregarein
os prufessores de lalim da provincia necessariamen-
le baviam de ser colorenlos nos esludos que eu
aqu mencionei : suppoidio que os uobres depula-
do) era modo boa t (e nao quero assim (.Hender a
ninguem I |no sustentaran que qoalquer professor
de lalim, pos-a ensillar.mallicmatica, mineraloga,
zoologa, rbimic.i, ele.
i) Sr. Metra : Eu sei... nao o* conheco...
O Sr. Clemenlino:Que resposla merece e a-
parle do nobre depulado'.' diga-o na mesma cons-
cencia. No faco injuria a alguem quando ouso di-
zcr que uo o julgo habilitado para ensillar disci-
plinas para que u.iu >c preparou. Seria um consu-
luailo disperdicio do dinheiros pubicos uomear pro-
fesores sem hahilitara'o.
O Sr. Meira : Sao podem servir para repeli-
dos-
O.Sr. Clemenlino : Esta attendido este alvi-
tre. Iluse que o governo lica babililado para em-
pregar no ensino os prufessores habilitados, ou dar-
me! destino diverso, manlendo-se lodavia seu lu-
gar al que a--irn acntela. Tendo esses professores
direilos adquiridos, nao podendo ser privados dos
feas emprimo-, |que a legislara,, do pato conside-
ra vitalicios... senao pelos meios regulares.
Cm Sr. Denulado Ahi be que esl a cusa.
disposico do projcelo ; seria urna violencia privar
enea funecionanos do direiio que a lei Ihes assegura:
sejam conservados em suas cadeiras em quanto nao
niiderem ser empregailos n'oulro inisler publico.
.Vislo deve ler todo interesse o presidente da pro-
vincia, porque nao couvein casa iuslrucrao.distri-
buida irresularmenle e sem aproveilament publico.
O Sr. Meira : lhe'que de tudoconcluiu comi-
go, que a eommissan nao recouhcceu a ueeessidadc
da su|.pres.an.
O Sr. Clemenlino : Supprimio as cadeiras de
lalim. aUemlendo lambem para urna conveniencia
publica, como be o respeilo a jusli^a. Meus seuho-
re>, cunvem nao iuvenlnr, e arbitrariamente dcs-
UJBir a con l se devem fazer com laminilla precipitarlo, em
liroinover Ido aceleradamente qiie se encoulrem as
leis naluraes. Nao deveraos por nossos actos con-
correr pra que assim se propague a desconfiara a
as promessas legaes.
II.i um aparte.
O Sr. Clemenlino :Existe ura direito adquirido
Ijaem i njuslica nao pode ser contestado. Me pa-
ce que a connni-sio s,|Voa todos os embaraces.
ii'. Sr..presidente, a vista deslas conside-
racoes, que bei feilo, que os nobres depulados pres-
lem asseiitimenlo ao projeclo que esl sujeilo a sua
consideracao, elle imporla a s.dur.lo de urna ques-
Uo grave a melinilrii-,i a que esta casa deve pres-
tar Inda sin atlencao. nao be urna queslao rtB pauca
monta e de resultados insignificantes. Nao pode-
mos por niais lempo diferir a sua solucao : nao
ronvein so ail?ndcr para os melliorainentos mate-
nae>, be preciso cuidar seriamenlc dos melbora-
mentos Hioraes. que un mcu pensar s^o os ruis im-
portaotes. A insh un-ao publica merece lodo cui-
dado, toda aUcnc.io dos poderes pblicos, sacrificios
dos povos. Tenho concluid".
A diseuiisao lica adiada pela hora.
Contina a segunda discusaao do onarnanto provin-
cial.
Art. 13. Com o raleamunlo
das ras desla cidade.........
lie ppiovado sem djmsln.
Art. 11. Com s brasdas Ma-
.................
Vio a mesa s segiiiules emendas:
.Com o concert da matriz de -S. I.ourenco de
Tejicupapo, I tHHijtH n.F. C. frawlo. "
'i Art. 1 i.Sendo com a nutriz do Jaboalao,
1 :tKKHi)U0 rs../. de Olireira.Laiz Filippe.
'" Senil) i:(KKI.^M)0 rs. para os reparos da matriz
de I-lores.Padre Marral.Padre l'arejao.
'i IrUOOSOJO rs. para' os reparos da nutriz de
Iguarasaii. Pddre I arejao. '
onio concert do l.orelo, ."iO(I2 rs.1. Joa-
quim de S. Aeio.
a Sendo com a matriz de Uarreiros, 1:000? ris.
Lu: Filippe. n
Sendo i:0U0 rs.com a matriz do Rio-l-'ormo-
o.Machado da Siten. Aprigio Uuimurue*.
o Com a da freguezia da Boa-Vista, >:(**& rs.
Afrt.j
"tjfcda addiliva.
lo l:(i;i- ,.. pwa a cidade da Victoria.
(I. H
HOOOrj para matriz de Ouricury.l'a-
BkSi/' a Braga.(lameirn Jnior.
y matriz de (iaranhuns, 1:0I)5!1!KI rs.
Brandilo. .. '
Com a nutriz da cidade da Victoria, l:000> rs.
/'. C. Branda'o. <<
'i Em vez de 1II;0UI>3 conlos, diga-se 20:IMKIJ.
Meira Uenrigdes.
li.\ ndu o governo auldrisado a distribuir como
OIARIO DE PERNIMBUCO TtRQA FURA 17 Ut ABRIL OE 1855.
16:0009
.1.1:0005
que commelle ao presidente a dislribnic,ao da quola,
e da do Sr. Moscoso quesejubti prejudicada por ha-
ver mitra no -nesmo senlido. "
Arl. 15. Com os reparos e
conservado de todas as mais
*.................. 60:000
O Sr. Meira : Sr. presidente, eu pedi'a pala-
ra para olferecer cpnsideracan da casa una emen-
da a favor do recolbimenlo de Olinda. (I anuo pas-
udo a casa consignou urna qool. de 3:000*000 para
o conccrlo d'esse recolbimenlo. Esta obra foi co-
mecada, achia-te em muilo bom p, e me consta
que os dinheiros para all applieados, forain mili
bem aproveilados. mas enlrelanlo a ol.ra be de
lana importancia, que ana quola foi insiiflicienle,
e persuadindo-nic ser ronvenieiile que a casa con-
tinu a auxiliar es-e recolliimento, eflereco uma
eniLMida pedindo a qnantia de contiuuarcm os seus reparos.
Eu creio qjo toda a casa eslar bem informada
da boa applicacfio que leve o diuheiro desliuado para
esse lim, romo ja disse.
(' Sr. Mello llego : Aiiginenlc o quanlilalivu.
(' Sr. Meira : Eu nao augmente com receio.
OSr. Mello liego : Digo que augmento a som-
ma do paragraptio.
O Sr. Meira : Para isso nao mearho aulorisado e
apenas peco que dessa quida se liri-nl 0009000 pa-
ra se applicarein i essa obra, que he o racsifio que
se fez o anno pascado. Eu sei al que ella leve lo
boa direccao.que indo o presidente vela,admirou-se
de ter ebegado .iquelle estado era que cuiao se acha-
ca, e que hoje muilo lem auginentado, com 3KM0S,
e lalvez mesmo alguem que se acha na casa, salvo o
eugaiio, ouvisse dizer o administrador da provincia,
que elle ficara admirado, quando por occasiflo de
achar-se em t)liiidaj vendo enlao a obra, Ihe dis-
seram que sose linsfcm gaslo :i:(MI0.000, pois que
avaliou em muilo fflais : e suppuz mesiio que nimia
com toda economiM se 11A0 podesse fazer com me-
nos do duplo.
Eu nAo peco maior quola, porque (enbo receio
de compromcller 4 sorle da niinlia emenda dos
2:0009000 ; do contrallo pedira.por oslar convenci-
do de que csse diuheiro seria muilo bem empre-
ado.
\ ai a mesa e he apniatla a segoinle emenda :
Sendo 2:0(K>50oo para continuacao da obra do re-
colliimenlo de Olinda.Mena llenrique.
O Sr.]llrando;Sr. presidente ha poucosdias foi
lido nesla casa um rcqucrimonlo .las freirs c reco-
Ibidas de Uoiannn em numero de 40 no qual pedeui
a osla assembla toaba compaiiad dellas, atesoaug-
menlamlo a coosgnagao destinada para sua suli-is-
lencia, n mas lambpiu soecorrendn-as com os pre-
cisos meios para poderem coiicert.r o dormitorio,
e refeilorio do convento, queso achara a desabar;
ora esle requcriraenlo foi remellido a uma das com-
missOes da casa e al hoje nao leve a devida solu-
Qo : enlrelanlo lie noloi io e publico, e eu allirmo
de visU, que cora eneiln aquella convento na parle
eximia da frente se atha cm estado de completa :
ruma, sendo milito provavel que nao possa resisliri
ao invern actual. E, pois, Iralando-se prcsenle-
menlo de reparos e coiicertes de obras, me parece
de toda ju-lica c equidade que adeudamos aquel-
las pobres, c dignas mulheres que pcdein o nosso
auxilie, e sollirilam a nossa coadjuvacao ; por con- I
segolnte mando uma emenda para que se inrluain
no artigo que se discute os coucerlos il'.iquelie con-
venio na parte em que se acha amcaca.lo dedesmo-
runaraeulo, e espero que esta cmara Ihe conceder
a sua approvacao.
Vai a mesa e beapoiada a segoinle emenda :
Depoildl palavraobrasdiga-se inclusive o
concedo do recolbimenlo da cidade de (joianua.
rumian.Antonio Alces de Souza Carcatlio.
O Sr. Calanho : Sr. presdeme, nao ped a
palavra por mero desojo de fazer opposicao a emen-
da do nobre depulado e sim exclarece'r-me sobre
uma duvida em que rae acho.
A casa lera visto que todos os anuos se pendem
aqni luterias cora o prelexlo de coucerlos ou de
obras de igreja ; o nobre depulado pedio ago-
ra um ConsignofSo para os coucerlos desse re-
colliimento, mas eu veto que o auno pas-ado conce-
dendo-se diversas loldH para cencerlos de grojas,
esse recolhiAeiito obWe lambem uma.
O Sr. Irando : Mas se nilo correa...
OSr. Calanho: Pedi a palavra fiara me dizc-
rcni se eslas lolerias aprovcilain, porque se aprovei-
lam, podemos deixar de designar nutras quol?s ese
na aproveilum, entudcixemus de conceder lote-
ras.
O Sr. rando : Sr. prndente, as observa-
ces feilas pelo nobre depulado que acaba de sen-
lar-se seriara muilo cabiveis, c fariam al com que
eu relirasse a emenda que ipre a lolcria que foi concedida ao recolbimenlo de (ioi-
annajlivesse corrido. 5.11 pelo menos houvesse pro-
babilidada.de ser extrahida durante esle anno : mas
o honrado ineinbrosabo perfeitameiile que exislem
lalvez tlXI lolerias por correr, e posto que ellas es-
tojara boje acreditadas, a ponto de corrercm regu-
larmente, lodavia nao se pode saber quando ch'egaru
a vez da que f,. concedida ?.o recolbiincnln de que
io traa. Assim pois nao me coinformo cora o que
diz o honrado incirfbrn, porque rectio que antes de
v' correr essa lolena.va a Ierra a parle do convenio,
que seacha arruinada.
m Sr. Depulado : Quera Iba ailirmanuc nao
correr ja '.'
" Sr. Brandao : t) nobre'depulado diz. islo por
que ral" sabe quanlas loteras se acliam concedidas;
cslou bem certo que se soubesse mudara de opi-
niilo.
'm Sr. Depulado : Algumas bao de correr, e
quem sabe se esla se uma dellas ?
O Sr. frandao : p-Alm disto he claro que se
a rotara correr e deixar um sodrivel beneficio, a
presidencia licar.i dispensada de mandar fazer o
concert. Eu Icnlio agora occasiao de lr o regula-
nenlo de que ha po'uco fallei il e confio que a
cmara ser benigna em face da exposieo que aca-
ba de ouvir.
Encerrada a discussao, he o artigo approvado com
as emendas oll'erecidas.
Arl. 16. (>ra o Ihealro, a saber :
S I. Com as represcnlaci.es. 12KMM9
S 2. Com o ordenado do administra-
,,or- i:8lltto
N
V
3%
rer ao bataneo. He sabido que o conlraln se rea-
lisou cm julho, mas posso saber se a companhia co-
.....con 11 Irahalhar em Agosto '.' Nao podia comecar
em setembrn ou oululire. e (atar alada empenhada
por aluiimas recitas, que n3o livc.-se dado'!
<> Sr. Jo'fPrlro: Na., seuhor, porque do
balanco consta, que ella recebeu 10 conlos de ris
correspondentes ao* mezes decorridos al dezemhro
prximo passado.
O Sr. Mrfrd :EnlSn se 1 companhia tem cum-
plido seus deveres, se tem dehado de receher o que
se Ihe deve, como precisnu de lironca do goverin.
OSr. Jote Pedro :Kallave ni niez.
" Sr. Souza Carcul/10 : Foi mudado esse mei
para maio.
OSr. .l/c,'r i-n irava. Ja v o nobre depulado que se nao hou-
vesse essa circunstancie, a companhia nao linln de
receher estes .lous conlos de ris. Demab se ha na
casa uma peticjto, ereio que do Sr. I.urci, cm que
eUesepropOe areebero Ihealro degrada, nao s
para represeiil.ices, como para o jogo de vispor...
Segundo as nformacAei que lenho recebido, e que
sopponbo mili exactas.
UmSr. Depulado :Sem subvencSo dos cofres.
O Sr. Mi'ira :Islo sei eu. que nao lie de ^rara
para nos. Ora, sea comn.is-ao anda nao .leu o seu
parecer, e se ella pode, allcinler a prclencao dele
hornero, lazendo-Uie algumas medifleafoes, porque
razau esla ca& ha de com lana prerifilacao. sem
que aa dnraancia. votar qoola para o Ihealro. De-
inais a coinpaiiliia pode rollar e pode na vi.llar ; nes-
la segunda hypothese, temos JneaseiS conlos de
rcis c mais um de mulla, que acrescem em favor das
despeas que tendamos de fazer ; sendo que pode-
mos mesmo fazer um novo contrato mais favoravel,
ou deixar de volar quola, se a casa aJoplar a prc-
lencao do Sr. I.ucc para dar llicatro de graca e jo-
gsr vspera.
O Sr. MeUn llego :A casa nao contraa, aulo-
rsa ao governo.
OSr. Meira:Masa casa pode dar as liases so-
bre que o presi leule braba de roatraiar. Prtanlo
ja v que o aliamenlo nio he intil ; en pedi 1:2
dias, que expiram antes do lim do mez, lempo cm
que mu bem pode a commissiio dar o seu pa-
recer.
Sr. l.niz FAippe: lia de da-lo niui breve-
mente.
I) Sr. Meira :Assim pois, o meu rcqucrimer.lo
nao prejudica ; pode a dbmmissao dar o seu parecer
sobre a prelencao do hornera que quer jogar vspera
no Ihealro, rUadat e licar.i enlao a casa mais ha-
bililad.i p com dados mais segaros para volar sobre o
arlgo em discussao, qu podern sollrer algumas mo-
dificacoes, alias mu razoaveis, jo em vista tlu nies-
ino parecer, j pido resultado final da empresa con-
tratada, e j.i finalmente era ci.nsequencia de qual-
quer oulra que se possa contratar. Parece-me pois
ler justificado suflicienlementc o requerimenlo que se
discuto, e que espero seja approvado pelo nobre de-
pulado, a uuem interpclle, e que sem duvida eslar
convencido da ulilidade do adiamonto, que parecen
impugnar.
OSr. Mello Bego prnnuncia-se conlra o adia-
nieulo.
\ erilicando-se no haver casa,
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e levan-
ta 1 tsalo.
duzido ao tljulie 11111 pardo, que sem davida em
desaggnvo de resingas particulares que com una
crioula (vera, dlrigio-te esla c deu-lhe duas faca-
das, tirando-lhc ao mesmo lempo do pesn.co onro e
mais i'iileiles que a mesma Irazia na occasiao. O fac-
i passou-se as portas do Carra... freguezia da S.
PIBLHM.0 \ PENDO.
i:l:8lKa
{Oblar conveniente.Meira lltnriqucs.
0 Sr. Brandao:Eu pedi a palavra, senhores,
para justificar as 3 emendas que maudci a mesa : a
primeara diz respeilo aos coucerlos de que carece a
malriz de S. I.ourenco de Tejicupapo, que esta en-
cravada na comarca de (manila. Creio que ha na
casa quem leuda andado por aquetles lugares, visto
o atado miseravel daquella malriz. Invoco o teslc-
niunho lo honrado nieinl.ro. o Sr. Silviuo.
Com elteito, se lia igreja que carera de ser coucer-
la la e al reedificada, he a que serve de malriz em
Tejicupitpo, e quando nutras tem sido lembradas,
nao vej razao para que ella contirfue i licar em cs-
qneciraiilu.
O auno passado quando se liatou do orcameulo
Ulloii-su uessa malriz, mas coilada! foi infeliz na
dlslribuicao da lerda, de mancira que nein ao me-
aos Ihe loen 11111 real!
No entanlo he ccrlo que o dcsmoronaincnto desse
antiao lempto sera completo, c que maiores despe-
TBMiairetar a edilicacao de oulr, se se n.lo Iralar
quiilo aiilesdoseo concert; eu pois consigno pa-
ra islo a quola de 1:0005 rs. que supposlo seja pe-
quena, todava polcra ser nlilraenle applicada
aquello lim pelo respectivo vigario que he ura sacer-
dote reipeilavel c digno di mais alL, considerarlo.
,E ftco islo para evitar o cnglohamenlo que lao"fa-
tal lem sido a. algumas raalrizes, inclusive a deque
estou halando, ruj. p.roclio leudo requerido para
ser aquella igreja contemplada na disiribuicao'da
quauia votla para as inalrizes, nao foi altendido,
como o nobre inspector da Ihesouraria se lia de lera-
brar.
o Sr. .1 /' '.Vo:Nao me record.
? ."fr. Branda'o :Pois lie exacto; deu-se di-
uheiro para coucerlos ie nutras raalrizes, menos pa-
ra aquella. '
O Sr. Jos Pedro :Anda nao estSo lodas allen-
didns.
O Sr. Brando:Mas para que a de Tijicopapo
o leja, he que eu de,ejo irla e\pressamenle inclui-
da na lei.
A egund.i emenda refere-se a malriz de Gara-
nl.ini., respeilo'da qual lambem se fallou na ses-
ao }> anuo passado, sendo designada, se me nao en-
gao, na lei do ..remenlo vigente.
OSr. .lose'Pedro:Uto houve designaco al-
guma.
O Sr. BranlOo:pi, bem ; enlrelanlo he um
aum templo, qne eia em meio, e que carece ser
conc uido, porque do conlrario. a despeza que se
em teitoficara perdida ; lambem desojo v-la anon-
ada un Migo que e discute, para nao licar em ol-
vido como lera acontecido.
A terceira emenda finalmente ,lcm por obicclo
matriz de Sanio Aula.
Quem livePido a aquello logar ha de ter vislo,
que essa.matriz he um velho templo de gos| anlig,
W mies dimensoes, que se aclu em estado de pr-
xima ruina, por consegrante esta no caso de ser con-
certado e melliorado. para q.in nao venda abalxo, e
de a-.sim lugar a man.es despezas ; consigno pois
para ella, bem como para a de Garanhuns 000
do ruis.
OSr. Metra:Sr. presidente, en esiou as
inesmas ideas que emilli na casa o auno passado
acerca do Ihealro. o nilo posso deixar de servif-mc
da palavra para pedir algumas ovplicacacs a respei-
lo dillearliuo. Creio que ha ura contrato com a
aclui.1 companhia que ora anda por fura da pro-
vinna, o qu;il julgo (|ue deve terminar no lirado
correuto raez ; entreanlo vejo que desde dezemhro
do anuo passado o Ihealro est lechado, a companhia
ausente, e anda nao he cdegadn, i.em lem dado
salisfacdo algnma ao goveruo, pelo menos que rae
consle.
O Sr. Souz* Carralho : Esla cora licenca.
O Sr. Meira : Eu tendo iqui o termo do con-
lraln e a visla delle nao posso cier que ha|l esl 1 li-
cenca : n nobre depulado lem documento ollicial
por onde prove essa lieenra".'
Ila.um aparto).
O .Sr. Mitra : lia nina ontra quesiao c be
que ralo rae consta que esse r ululo se estrala ao
novoexercinn de IS,V. a ISiti, a empreza lem de
expirar no lim desleraez. c porlanto sean lia no-
va empreza, senao temos corieza de que o Ihealro
lenha de rojiliuuar.porque razao consignamos uma
quola '.' t, .usa-rae mais que lu na-casa uma pelicao
de um preleudente que pede o Ihealro, c queresia-
belecer o jogo dc|vispora.
O Sr. Ijicerda : E lolo lambem.
O Sr. Meira : I'iz uma proposla a casa, e
anda nao esla revolvida: pois que a coramissao
anida nio den seu parecer a re-peilo.
Ora. o presi lente diz no scurelalorio que o Ihea-
lro precisa de um reparo nao)pequeno,e assim pareca-
me ataja conveniente que esla quola que se desuna
para a empreza, fosse applicada para esse reparo.
Cm Sr. Diputado : Acabamos de volar 00 con-
los para reparos das obras.
O Sr, Meira : Acho que ahi nao est incluido
o Ihsalro.
Um Sr. Depulado : He para todas as obras.
O Sr. Meira : Eu nao sabia que esla quota
arl. Iti compreheudia lambem os reparos do
DIARIO DE PElflAMCO.
1 A assembla oeeopoa-se luralem cun a ditcntaia
dos pareceres sobre a rf parlicao das obras publica-,
e leudo orado os senhores Theodoro, Meira, A. de
Olveira, l.uiz Filippe, Silvino, As?uiar, ?#../. Car-
valho. Brasa, Brando e Calanho, foi alinal appro-
vado o vol em separado do Sr. A. de Olveira ; e
havendo pedido volarao nominal o Sr. Meira verili-
cou-s'e lerem votado a favor do projeclo do Sr. ,\.
de Oliveira os senhores : Epaminoudas, Clemenlino,
Varejao, Jos Podro. Pinto de Campos, Brito. \ln-
noel Joaquim, Aguiar, Catando, Moscoso, Brasa,
Gainero, Quinlino. Costa Gomes c contra os senho-
res!: I.acerda. Siqueira, l.uiz l'ilppe, Slivino, Mei-
ra, P-randao. Ignacio Joaquim, Theodoro, Souza Car-
v.ilho, Passos.
A ordem do dia de hoje he a mesma que eslava
marcada.
I.eu-se e dspensoii-se a mpressao para poder en-
trar em discussao o seguinle projeclo.
o A assembla legislativa provincial de Pernam-
boco resolve:
.1 Arl. I. Fiea concedida a Arsenin Fortnalo da
Silva a quanlia de um eolito e duzcnlos mil ris au-
nuaes, por espaco de dous anuos, aliin de que o mes-
mo possa ir a Boina concluir os seus esludos artisli-
cos.
'< Jtil. 2. Pica o governo autorisado a celebrar
cora o concessionarin ura conlraln era que sejara re-
guladas as suas obrigacoes para cen a provincia.
Arl. 3. Eicain revogadas as disposicocs em con-
lrario.
Sala dasse-sf.es l(i de abril de 1855;l.uiz filip-
pe.Siqucira Cavalcanli.Epaminnndas de Mello.
Augusto l.eao.Francisco Carlos Brandao.
Aos ltimos suspiros de vida e passamento de
meu preaado mano Manoel Alexandre de
Souza,
SONBTO.
Que vejo (V duro reo meu mano, amigo,
No leilo d'alllicoes, mil ais sallando, *
I 1 eomligo a morle paluda hilando,
Cahindo n'um perigo, outro perigu.
Ah como adre os porlr.es, necro jazigo
Com os sentidos em li, miserando,
l'eloruidade as sombras agolpando
L le vejo infeliz, ab como digo.
Ei-lo perdendo a voz ja suli'ocado !
Eoeom lognbre ai, enternecido,
Balat vocea sOllei do pcilo raagoado :
Adcos, meu mano Souza... amorlecido !
A parca le levou... adeos prezado.
no Elvsio le verei... adeos querido.
l'or seu mano F. M. Souza e Oliveira,
que no dia 19 do correle depois do meio dia, se ha
de arremataron basta publica a porta da mesma re-
parlicao 1 caita com mana petando 33 libras a 15
rs. a libra, tolal 33*000 rs., nppreliendida pelo guar-
da Jos Maria de Castro Nunes, por ler sido desem-
barcada sem licenca desla inspectora de bordo da
barrara nacional Diligente, viuda do Penedo sendo
aaneraata(3b livre dp direilosao arrematante. Al-
fandega de Pernarabuco II. de abril de 18,V>.__O
inspcclor, lenlo Jone Ptrnandet Bario'.
DECLARACaES.
COMMERCaO.
PRACA DO RECIFE ll HE AIIBII. AS 3
HORAS DA,TARDE.
ColacCes olliciaes.
Cambio' sobre Londres a 00 d|v. >'. .">]S d.
Dito sobre diloa 60 c !I0 d|V. -27 :l|i.
Descanto de leltrai de li e 8 meaesa 10 ., ao anno.
Attuear braoco .. sorle29300 por arroba.
Dilo soineuo29250 idem.
Diio malcarado19870 dem.
.,1.1 A.M'Ki.A.
Reraliracnlo do dia I a li. 119.-9109919
dem do dia Iti........ 9:059*082
12S:'.)705lKII
escarregam hoje 17 de abril.
Brigue inglczBunngmedharallio.
Brigue brasileiroFirmapipas e barricas vasias.
CONSULADO GEKAL.
Itendiineiiln do dia I a 14. 33:3093991
dem do dia lli........ 3:77-i,.,".
37:OSi;li'.i
i'lVKUSAS PROVINCIAS.
Kcudimcuto da dia I a 1 i.
Idtm do dia lli.
2:4229868
10257(18
2^239636
Exporlacao'.
Marselda, barca franci-za l.a France, de 313 lo-
neladas, condii/.io o seguinle : 1,206 voluntes com
21,030 arrobas .le estucar.
HECEBEDOKIA DEltliNDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEBNAMBCCO.
Rendimenlo do dia I a 11. 7:493f068
dem do dia 16........ 3380650
7:7979718
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidiinento do dia I a 14.
Id-'iii do da 16. ... .
2.V.75398B,
2:720456
28:474*344
do
Ihealro, mas o que he cerlo e me parece pelo me-
nos mais eonveqiente, he que emquanlo esla ca-
sa nao resolver sobre a pelicao que Ihe foi dirigida,
deixemos de volar sobre essa quola do arl. 16, e
mesmo que esperemos at a lim do corrento mezo
resultado dessa empreza, a satisraco que a compa-
rada da ao governo.
( Ha um aparte. )
OSr. Meira Mas p le muilo bem ser que
110 vapor de 20 esteja poradi a companhia e posta-
mos ler algumas informari.es ; e assim mando urna
emenda pedindo o adiamanto do arligo era discussao
por 12 dias.
Vai i mesa e he apoiado e seguinle requerimento:
Kequeiroo adiainenlo do arl. 16 por 12 dias.
Meira Henrigues. n
O Sr. Jos Pedrooppe-se ao adiamento por n.lo
ver rela(so alcoma enlre o desempenho da aolu.il
empreza do Ihealro cora a discussao acerca da sub-
vnicao consignada no projeclo da lei que se discute.
para 1* rcpretenlaeBM do mismo ihealro no scgirinle
exercicio. Faz algumas consideracoes i esle respei-
lo, c pastando a responder a iiurpellaca.i que Ibc
fez o precedente orador sobre o desempenho da di-
ta empreza. diz-lhe quedo termo do-contrato, que
elle lera em sen poder, c do balanco da Ihetonra-
ria do semestre prxima lindo, que baria si Id dis-
tribuido na cata, podra eolher iodos os escla-
cimenlos que predsava, islo he, podia saber se
esse cnnlralo lerminava no iillinio do corrcnle mez.
!e que sendo o emprc/ario obligado a dar represen-
Sr. Depulado:Nao be incllrar que a dcsig- i i.es cm seis mezes. fallava-lhe um vi-lo ler re-
lia.;.,, fique encarregada ao presidente-.' rol.ido as eensignacoet de :. mezes al dezemhro. c
OSr. Brmdao:-0 nobre depulado sabe qqal fechado o Ihealro desse mez por dianlc.
lera sido a prstica da asseinblea, para que pois me oc ,, <- ,
porfnnt.i is O >3r. .l/*ra:Sr. presdeme, eu v.jo que o adia-
11 Sr. ./os/ Pedro:Nao lem sido esla a /iralica,
I) Sr. Branda;:O que he verdade he que nos
anuos anteriores se lem usado deste expediente, e o
nobre ilepuladi. nunca a iinpnguoc.
'ni aparte:
lalvez n.-e lempo lambem tivesse sua malriz
PreJilecla.
l'enho jusllcado as Ires emendas que oflereci a
considerar.! da casa, coi:lio que ella as acolher,
allanto o louvavcl e interessanle lim a que-sAo des-
tinadas.
rncerrada discussao lie o artigo apprrvado com
as meadas oll'erecidas, a excepto da do Sr. Mtjra
meno mo he tan intil como faz crcr o ra.bre de-
pulado, e nein foi sera alenin fundamenlo que Ihe
pe.li explicacoes sobre esle assumplo. Disse real-
mente que lnha o contrato em miaba snfo, e de-
claro alo que foi a primeira vez que o li. porque
arompanhou o relalorio da presidencia. Ora, pelo
conlralo que lenho prsenle, apenas e que a
companhia he obligada a dar cerlo numero de le-
cilas n'um prazo determinado, mas nao sei se ella
den ...i uno este numero de recilas.
O Sr. .lose Pedro : Aqu est o balanco.
O Sr. Meira : Eu pedi explicacoes ao nobre
depulado por saber que elle nao seria lo pouco be-
nigno qne me n,lo poupasso ao Irabalho de rocor-
Chegou llantera do; partos do sul o vapor iTocM-
lin-i), e por elle recebemos jornaes do Itio de Ja-
neiro al 10 do carrelo, c da Babia al I .
Tor avis. circular do ministerio da justira de l
do passado, foi expelido ura formulario sobres mar-
rlia dos processos crimiuaes, que lera de ser ju'ija-
lo-pelo jury,, acompauhado de observares para
inelanr'e mais fcil execucao, que por ser exlenso
daremos em nutro numero.
OSr. coiiselheiro Amonio Peregrino Maciel Mon-
teiro, enviado extraordinario e ministro plenipo>n-
ciario do Brasil em Portugal, foi agraciado por sua
santidade o papa Pi IX coma gra-eruz da ordem
de San Gregorio Magno.
O Sr. barao de llumbol.ll, que ha pouco apresen-
Ion 10 governo imperial ura imporlanlissimo Iraba-J
Iho sobre os limites do imperio pelo lado do noi le,
foi condecorado por S. M, o Imperador com aera-
cruz da ordem da Rosa.
Foi agraciado com o ufiicialalo da Rosa o Sr. me-
jor Jos Venceslao de Souza Arantes, da provincia
de San Paulo.
No dia :l houve uma reoaiao do conselho de osla-
do pleno, para tralar-se, segrale diz o Correio
Mercantil, de uro dos ohjecld|M mais imporlam
ao municipio da corte.
O Sr. Dr. Bernardo Augusto frenles de Azainbu-
ja erapreheii.leu fundar una associacao denominada
sociedade cculral de colonisaeao, cijos eslalulos
ja forain formulados e inereceram a approvacao do
governo.
No dia lli do passado naufragaram na barra da
Coliuguba, em Sergipc, os brigues Maria Joaqui-
na e Joven Aaninhaa, carregalos ambos de assu-
car rom deslino ao Rio do Janeiro, salvsndo-se de-
pois de muilo lularem as tripolacoes.
Por decreto de 21 foram creadascaixat lililes de
Banco do Brasil as capilaes do Para e HaranbSe.
Segundo os estatutos publicados, se ha., de distri-
buir aos accionistas da caivn do Para 20,000 acroes,
C aos da do Maianbao 2,000.
Tinha chegado do Rio Grande e devia seguir para
Paris, onde vai figurar na expesica ., uma vacca
cora seis pernal. Segundo o Correio Merranlil (i-
uba esle curioso plieumiieno dous anuos e nascera
nos Pampas.
Foi 11..meado capilao do porto de Paranaguu o Sr.
capia de fragaja Vctor de Santiago Sudra.em sub-
stituirn ao capilao lenle Manoel Maria de Bu-
llies Ribciro.
O senhores Dr. Carlea Honorio de Figuciredo, I).
Nuno Eugenio Lucio de Sriblitz e Jos ilernardo de
Figoeredo iralavam de organi-ar nina associacao
philanlropica, que lera por li 111 mandar esliidaruo
paiz ou tora delle qualquer dos ramos dos ennheci-
liienlos humanos, os jovens indigentes que lenhara
dada trovas .le aleliigencia e boa conduela.
O^r. visconde do Rio Bonito lomou posse uo dia
3 do corrcnle, do cargo de ice-presideule do Ban-
co do Brasil, para o qual fdra Horneado por decrclo
de 2.
Achara-se ltimamente cm apuros a prara do Rio
de Janeiro, resolvendo o Banco sobredito coarelare
al sus|ij)nder os seus deseootos, 110 que foi seguido
pelas oulras associar/ies liaucari.s mas no .lia2con-
linii.iu elle a descontar, aiuda que era pequea es-
cala. Como bavia sido annunciad... elevou o Ban-
co a laxa do descintos a S por remo ao anno para
as lellrai e (lulos eommercitet era geral ; e a" pa-
ra assuas proprias Icltras.esrriplos da allandega, bi-
Ihelesdo Ihesooro cleitras por elle arcilas.
I.-se 110 Correio Mercantil :
1 Reuniu-se bonlein, ao meio dia, na sala da pra-
ri do Comincrcio, o corpo consular, cora o lim de
eleger-se o membro que ha deservir na commissAa
directora do hospital raaritimo de Santa Isabel.
Foi recebido, por uuanimidado de votos, o Sr. J.
.1. C. Westwood, cnsul de S. M. Brilannica nesla
corle, ao qual, na mesma occasiao, se volaramagra-
decimenlos pelo tea iucansavcl zelo ao desempenho
daquelle cargo. Igoalmanle se decidi que ..Si.
conselheiro coatal-geral d^ Porlugal. que presidio
renia.1 romo decano do corpa consular, dirija em
raime de lodos os seus membros os devidoa agrade-
ciinenlos aoSr. Dr. Francisco de Paula Caudillo e
mais mdicos do hospital pelo jelo que lem empre-
ado cora promptidao e acert no curativo dos .len-
les, concorreralo ao mesmo lempo para mi II.orar o
I estado sanilarin desla captol eseu pnrlo.11
Por decreto de21 do passado foi reformado, por o
haver pedido, o priuieiro lenle da armada Theo-
( Ionio Meireles da Silva.
Em oulra parle achara.) anda os leilures varios
_ despachos publicados pelu ministerio da juslica e
imperio, assim como noticias do Rio da Piala c de
algumas las noasas provincias do tal.
Na Babia tinha -ido legeiranienle perturbada a
Iranquillidade publica na Bina do Rio de Guillas.
eni looscqiieraia de uma desiulelligencia culre o
juiz inuni(i|ial c .. delegado do lugar. Seguirain
\ pira all no vapor Cachoeira .'!."> prac.is de polieia,
! e no dia 7 do crrente, regretsanao capital o mes-
mo vapor, Irouie a milicia de j eslar ludo parilira-
, do por diligencias do juiz de direito da respectiva
comarca.
Lote no Jornal da Babia de 10.
lli.nl.mi n larde suicidou-se o Sr. Vicente Na-
arroda An Irtde com um lira no crneo.
1 Esle des^esiroso acto, que deiu em incensla-
vel desolacao sua carinhosa esposa, cercada de lima
tenra iilhiuha, e pretles a dar a luz 11111 ouiro fruclo,
j e na mais dolorosa allliccao sua familia, foi resolla-
do da assidua melaiMnlia, que ha muilo o persegua,
aproximndole cm certos momentos .1 loucura, pe-
lo que era vigiado com sumnio cuidado, c procura-
va-se dar-Ihe lodo dislraccao possivel.
b lioutem s 7 112 horas da noite (oi preso e con-
RIO DE JANEIRO'.I DE ABRIL.
Colac.ies olliciars dajonla dos correlore.
Cambios.Londres: 27 :!|!, 27 7|8 e 28a90 dias,
37 3|i a 60 e 90 dias, 27 5r8 a i|(l dia-, e
27 l|2 a 60 dias; 28 a 60 e 90 dias 110
sabbado,
Hamburgo : 6iS a 90 dias.
Antuerpia : til a 90 dias.
_i>ar.: :(|s a 60 dias.
Marselha em Paris : 317 e 3S a 60 dias.
Descintos : 8 e 1)2 por cejito.
Accoes de companbias.Banco do Brasil : 101.'.? e
1077 de premio.
AITeclaaram-te Iransaccocs do importancia em
cambio a rolaces.
As vendas de caf foram inrignificanles.
;ui)i6o*.
Londres 27 3|1 a 28.
Paris nominal
Lisboa nominal.
Ilamliiirgo 645.
FRETF.S.
Antuerpia 50). ILivorpool i(i|.
Canal......")| a 50|. Lonilres I0|.
Estados-Unidos ."> a 50 c. 'Marselda 70 I', c 10 11.
Hamburgo 10 a 15. Mediterrneo 15| a 55|,
Havre. 70 Ir. e 10 % Trieste 45 a 50|.
METAES E FUNDOS Pl BLICOS.
METAES. Onras bespanhetos-. 3O*t0g
da patria. .299800
.1 Pecas de 69400 velhat. lltMHMI
Moedas de 45.
Soberanos. ....
Pesos hespanboes .
ila palria .
>. Palaces.....
A plices de 6%........
provinciae
9.J90O
899 m
19920 a 1996011.
1.-.9IH) a 19950
I:s900 a 19950
109 a 110 ".
103 a 10- ;.
Jornal do Commerrio do Rio.)
MOVIMENTO DO PORTO.
Naviot entrados no dia 16.
Rio de Janeiro e porlos inleriuedios5 dase 14 ho-
ras, vapor brasileira Twuntitis, commandanle o
capilao de fragata Mancebo. Passageiros para Ci-
ta provincia, o lenle Jote Harta de Carvalho,
Jos Candido de Barros. Antonio Jos Ferreira de
Giiiinaraes, D. Thcrcza Maria da Conceicao, o co-
nego Francisco Rochad P. II. de Medraros, Ma-
noel Joaquim l.obalo, padre Jo3o Joaquim de
Souza Pondo e I escravo, Francisco Vai de Car-
valho, 2 esersvos a entregar. 1 ex-pracas de ma-
rinda e i .lilas do evercito, Francisco Xavier Go-
mes. Scguem para o norte. Jos Joaquim de Fi-
goeredo Pernamliuco, Arcdimedes da Silva Cas-
tro, Joao Baptisla Cavalcanli Gomes, Manoel R.
de Miranda, Joao Baplista de Miranda Lima, co-
ronel Marques Canec, Auiiibal Frrele, l.uiz l.o-
pet Villasboas-e sua familia.
Terra Nova29 dias, brigue in:lcz Runnymed, de
200 toneladas, capilao Samuel PruWM-, equipagem
1:1. carga 2,500 barricas com bacalhao ; ajames
Cralilre^ i\ Companhia.
Vdtto sahido no mesmo dia.
S. JoaoBrigue ngiez Carolina Seftenk, capilao G.
Ell\. em lastro.
Obscrvgc.o.
Fundeon no lamcicio a barca sarda S. Miguel,
para acabar de carregar.
EDITAES.
O i Um. Sr. 1." esrripluiario servindo de ins-
pector da lhcsi.ur.iria provincial, era cumprimenlo
do disposlo no arl. 31 da lei provincial n. 129,
manda fazer publico, para condccimcnto dos ere-
dores liypolliecarios, c quaesquer int.rcssaJo-
f. i drsappropria.Ia a Francisca Joaquina'do Nasc.i-
inenlo, viuva de lose l.uiz Paredes, parle da uta
sitio na estrada dos Remedios pela .uaiilin ffeOO;
rs. : c que a respectiva propiciara tem de srr pa-
ga do que se Ide deve por semeldante desapprniiria-
'.'So, logo que terminar o prazo de 15 di: da dala desle, que lie dado para as reclamnc,es.
E-para constar se mandou aOixar o presente e pu-
blicar pelo Otario por 15 das successlvo?.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco II de abril de 1855.O secretorio, A. F. da
AnnunciarCw.
O lllm. Sr. |.t escriplurario servindo de ins-
pector da Ihesouraria provincial, cm cumprimenlo
da ordem do Eira. Sr. presidente da provincia, de
9 do Correte, manda fazer .publico, que no dia 3
de maio prximo vindouro, perante a junta da fa-
zen.la da mesma Ihesouraria se ha de arrematar a
quera por menos zer, a obra do calcamenlo do se-
gundo lauco da estrada da Escuda avahada em rs.
1:1849100.
A arremataran sera feila na forma da le provin-
cial n. 343 de 14 de maio do anuo prximo passado,
sobas clausulas especaes abaitO copiadas.
As pessoas que se propozereni a esla arrcmalacao
coiiiparecaui na sala das sesses da mesma junta pe-
lo meio da, compelenlcmenle habilitadas.
E para conttor se mandoj allixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial da Pernam-
liuco 11 de abril de 1855.T-0 secretorio, A. F. da
Anitumiaro.
Clausulas eipeciaet para a arrematarlo.
I.' O erapcdramenlo do segundo lauco da estra-
da Escuda, far-se-ba de conformidade com o orca-
meulo approvado pela directora era conselho, e
apresenlado a approvacao do Eira, presidente da
provincia, na importancia de 4:ltM9400 rs.
2. O arrematante dar., principio as obras no pra-
zo de um mez, e devera cqnclui-las no de seis me-
zes, arabos contados de conformidade cora o'arl. :tl
da lei provincial n. 286.
3." A importancia desla arrcmalacao sera paga
na forma do arligo :Ut do regulamento.
l.a Para ludo o mais que ralo se achar especifica-
do as prsenles clausulas, ncm no ori-amcnlo, se-
gur-se-ha o que dispSe a respeilo lei provincial
n. 286.
Conforme.O secretario, .1. /'. da Annunciarao.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
CORREIO GERAL.
As malas que deve ronduzir o vapor Tocanlins..
paja os porlos do norte, priiiripiam-se a fechar boje
17 a 1 hora da larde, e d >poit dessa hora al o mo-
mento ile lacrar, rerebem-se correspondencia! com o
[.orle duplo: os jornaes devem achar-se no cotjhio
3 horas antes.
Carlas seguras, viudas do sul, prra os Srs. ;
Briinn Praeger i\ C, Cela no Eslella Cavalcanli
Pestoa, lenenle-coronel llenrique Pereira de Luce-
lia. Joaquim li.ujios Doorado, Joaquim de Oliveira
e Souza -2 Joaquim dos San tot, Jote Roberto de Mo-
raes c Silva.
CONSELHO ADMINISTRATIVO,
O conselho a.lminslralvo. em virlude de autori-
tario do Evin. Sr. presideulc da provincia, lem de
comprar os objeclos seguales :
Para o presidio de Femando.
Farii.ha de mandioca, Alqueires 575 ; .lila de tri-
go, barricas i ; garrafes, 30 ; vidros para lampa-
das, 2 ; chupa de ferro para fogao com 5 furos, | .
dila de dilo de Ires ditos, 1 ; barro proprio para
ledas, canoas 6.
Quem quzer vender esles objeclos aprsenle as
suas proposlas|em caria fechada, na secrelaria do
conselho, as IO horas do dia 18 do correle raez.
Secretaria do eonaelhe administrativo para fi.n.e-
cimenlo do arsenal de guerra l d abril de 1855.
Jos de Brito Inglez. coronel presidente. Bernar-
do Pereira do Carino Jnior, vogal e secreta-
rio.
Consellio administrativo.
O conselho administrativo em virtrato de aiitorisa-
c.o do Evm. Sr.presidenle da provincia tem de com-
prar os seguinle* objeclos:
l'ara o -2- dalalhao de atontara de lnha.
Bonetes 50, grvalas de sola de luslre 16, maulas
de laa II, esleirs 58. sapalos pares 57. capoles de
panno atoadlo63, panno azul corados 227, hollanda
de forro dilos 17:1. brim branco liso varas210, pan-
no prelo eovados 20, algod.io/inlio varas 115, holies
brancos de osso grosas 8, ditos pretos ditos ditas 5,
ditas de racial convexos grandes 712, dilos ditos pe-
queos 5:10.
10" halalhao de iiifanlaria de lnha.
Bandcua imperial de seda I. liaste para a mesra.
I, porte dita dita I, rapa de oleado I, dila de brim I.
Para a msica do mesmo balalbao.
Bonetes 27, panno cor de rap eovados 129, bol-
lauda de forro ditos 71, rharlalciras pares 27, ccii-
lures eovernisados :>7.
Meio dalalhao do Ceara.
Reles 233, grvalas de sola de lustre 31. ban-
das de laa 10, panno azul eovados 72* hollanda de
forro dilos 511, panno prelo dilos 73, brim branco
liso \ar.is 1,303, algodaozindo ditas861, mantas de
laa 212, boloes brancos de osso grosas 19, dilos pre-
tos ditos ditas 21, dilos grandes convexos de melal
imarello 1,638, dilos pequeos dilos dilos 1,101.
Forte do Buraco.
Oculo de alcance 1.
Fortaleza de N. S. da, AtadmpcJio da provincia do
Ceara.
Baodeira nacional grande de lileli 1, dila peque-
a defileli 1, cabo de linho de polegada o l|i dila
peca 1.
i blalliao de arlilharia.
Cordesde lia para canudos de lolha 31, daralei-
r imperial datada 1, porte para a mesma I, baste
dita 1, capa de oleado 1, dila de brim 1.
Secretaria da delegara do carpo de saude.
I.ivros paulados com 200 folhas 2, papel aroraco
resma I, dito de peso dita I. faca de marlim I, le-
soura grande I, lupeSwro I. caivete fino de 1 to-
ldas 1, pennas de ac da mellior qualidaito, caixa I.
Provimeulo dos armazcus do arsenal.
Cabo de lindo lino de 113 depulegada para ade-
rica, pc^a 1.
Expediento do arsenal,
Civros em branco paulados com 200 folhas i. pa-
pel tiroteo resmas 50, dito do peso dilas 10, tinta
prela garrafas v2fi, obreias de cor macos io.
1c2classo de ofllenat.'
Oleo de linhac arrodas 8. secante libras 20.
4* dasse.
LcntOes linos de lalo6.
5.1 classe.
Couros de cabra curtidos 100.
Fornecmeolo de toses as eslaees militares
Azcile de carrapalo caadas .500, dilo de coco di-
tas 30 l|2, pavee dnzias 6, lia de algodilo libras 12,
vellas de carnauba libras 153.
Quem quizer vender estes objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 21) do crrente mez.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra 12 de abril de 1855.
Jos de BHir, Inglez, coronel presidente.Ber-
nardo Pereira do 'Corma Jnior, vogal c secretario.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernamlnico toma e da'
lellias sobre o Itio de Janeiro. Banco de
Pernambuco 7 de abril de 18.*.").O se-
cretario da (Jirecrao, Joiio Ignacio de
Medeiros Kego.
AVISOS MARTIMOS.
do Havre para esto porto : segunda-fera, 16 do cor-
rente, as ti heras da manh.la em ponto, no seu ar-
mazem, na prara do Corpo Sanio n. 13.
Vctor Lasne far leUSo Iransferido do dii II
por mo torera sido despachadas ha lempo certas fa-i
zendas) de grande sorlimenlo de fazendas de la. >l-
godau. lnliu e desda, lodas proprias do mercado :
lerca-feirt, 17 do eorrenle, as lo horas da manliia,
no seu ni m.i/em, ra da Cruz.
0_ agento Borja faro
leiloem seu armazem
raima do Odlegic n.
15, de urna infini.ade
de objeclos de dilTe. en-
tes qualidades, os q.iaes
se adunan patentot no
mesmo armazem: qun-
la-feira 19 do correare,
as '.I doras em ponto.
llenrv Forsler & Companhia farilo leil.lo, por
erveni ao d agente Oliveira, em presenca de Sr.
Mol dos Estados-Unidos, c por emita e risco de
era pcrlencer, de cerca de 1.000 saceos de linluca,
ira occorrer ao cosleio e mais gastos lenle porto
n: a galera americana Finland, capillo Gardoer,
-..de arrbou por torca maor, na sua rcenle viagein
que fazia proredenlo de Calcula com deslino a Lon-
dres: qiiiula-feira, 19 do corrcnle, as 10 horas da
manilla em poni, no armazem alfandegado de J. A.
de Araiijn, nu caes novo do Becife.
T. de A.puno F.msera ,\ lilho faro leil.lo, em
les ii conlenlo, por conla e risco de quera perlcn-
cer, c por inlervenca do agente Oliveira, de uma
.rcao de ptimo vinho em pipas c barril de 4." e
. assim como de algumas pipas de evcellenle v-
jgre, ludo rerculementc importado de [Jtboa : ;e-
-leira, ^11 do eorrenle, as II horas da mannfll em
ralo, a porla do armazem do Sr. Aunes Jaco ne,
'fronlc da arcada da alfandega.
Manoel Ferreira Kamos e seus lilhos maiores,
icinldo Ferreira Ramos e Antonio Ferreira Ramos
brindo, nicos propietarios do excellrnlc predio,
un espacoso trmazem e 3 andares com solio, sito
roa du Vigario n. 8, fario lelSo, por interven-
iodo agente Olirrira, do referido predio inleira-
lenlc livre e deseraliararado : sabbado, 21 do cr-
rale, a.iiiieio dia era ponto, o porla do mesmo pre-
dio.
C. C. Johnslou, leudo de relrar-se para Ingla-
terra, faz leidlo no dia 19 do corrcnle. ao meio dia
era poni, por inlervoncao do agente Boderl. e con-
froole an arniazcni do mesmo, na ra do Trapiche
n. 38, do tim encllente c Indio carro inglez de ro-
las, com iiini pouco uso, e um cabiinlel icarroea de
atente)quasi novo, iodo cora o* compelenles* .ir-
nos, acompanhado com um dora cavalfo de rahrio-
l, Indo islo acha-se no armazem de Antonio Al ves
larbosa, ra de Apollo.
Joaquim da Silva Sanios, qarrendo acabar com
una de*uas tabernas, faui leilao, por inlervera ao
lo ageale Vctor, em lotes vnnlade dos licitantes,
endn ella de gneros 1:2009000: quaila-toira. 18
lo correle, as lo horas da maana, ni ra do Pi-
ar, era Fi'.ra de Portas n. 90.
Segu com brevidade por ter parle da
carga prompta, o bem couliecido liiate
AMELIA: para o resto da carga t: pas-
sageiros, trata-se com os consignatarios
.\ovaesAC, na ra do I'rapiclie n. 54,
ou com o mestre no trapiche do algodao.
Sraue para o Porto a barra S. do Bom Suc-
re-son ale o dia 26 de abril, por ler parle do seu car-
regamenlo protnplo, por isso quem quizer carregar
na mesma, ou ir de passagem, dirija-se a Francisco
A Ivs da Cunda V Campanilla, ra do Vigario n. II,
ou ao capilao na praca.
Para o Asso" sabe itnpreterivelmuiito na seguin-
le semana o hiulc Angelicav ; para carga e passa-
geiros, Irata-se na ra da Cadcia do Recito n. '.l,
pi inicuo andar.
Ueal Companhia de Paquete) Ingleses a
Va por.
N.. da' 20
deste mez. cs-
pera-se do sul
o vapor Acn,
o qual depois
da .lomou do
Costme segui-
r para Sou-
lliamplon, to-
cando dos por-
os de S. Vicente, IcnerilTe. Madeira e Lisboa : pa-
ra passageiros, etc., Irata-se cora os agentes A.lain-
son Howie&C, na ra do Trapiche-Novo ti. 12.
l'ara 8 Aracaly sabe o Male nacional liuyi,,-,-
cel: quera nelle quizer carregar. dirija-se a Joa-
quim Jos Martina, ou m. ra do Vigario n. II.
KIO DE JAStlRO. '
brigue nacional FIRMA, Capito,
1 de Freitas Vctor, segu com bre-
Man
Inh
AVISOS DIVERSOS
O abalxo a*sigra incdicina, acha-se residindo
na rna da Cruz do Kecife it.
4U efundo andar, onde po-
de ser procurado a qualquer
hora.. Joaquim .lnlniiio
.liles Kiheiro.
vidade para o Rio de Janeiro, para car-
ga, passageiros eescravos a i'rete para os
iquaesteni excedentes commodos: tratas
1 se com os consignatarios Novis &C., nBniado, b.j.i ... 21.
ra do Trapiche n. 34, ou com o capitSo
na praca.
tiARIi^ETE POUTl tiEZ E LEITtRA.'
.Nao se leudo reunido numera Bollicente de mem-
bros do conselho deliberativo, para que esto podesse
luncciouar uudia lodo crreme, por ordem da di-
rectora iiovamenle se convoca o referido conselho
para domingo, 22 do corrcnle, as II horas da in.i-
nhaa.
SOM*<19aV9*#91
CI\C0 4W0S.
5| Precisase alngar pelo lempo de H
* .") anuos, uma casa terrea a niodei- .;
m na que tenha ." a i quartose bom jj
piintal, dando-se ate' I (i.sddt) -s. $1
mensaes : nesla t\ pographia se d- ||
m ia i|tni precisa.
J_*999Q--S926&&e&
Precisa-se de nina ama lona ou es-
cravn, part o serviro de lima petjuena la-
milla, preferindo-se a que saiba cozinhai
e fazer as compras : na ra da Conceicao
taberna n. (i.
O meio bilbete n. 2!)92 da lotera a
beneie do Monte-Pio Geral dos servido-
res do estado, pertence a Fraocisoo An-
tonio de Souza Camisao e Domingos An-
tonio de Sa', da cidade de (ioianna.
I'STABLLECBIENTOS DE GAHIDADi:.
Saluttianc deA(|iiino Ferreira oll'erece
giatuitcmnte a inetade dos premios fine
sahirem uestes quatro bilhetes inte>rosns.
50*2, 9843, 3860 e 3788, da primeira
parte da primeara lolcria a beneficio da
iinaiulaile de F. S. do Rosario da cida-
de de (ioianna, a pial lem osen indubi-
tavel andamento ao do hospital PEDRO
II, osquaes licam er.i seu poder deposi-
tados: a metade que nelles sabir sera'
liel e promplamente entregue ao Sr. Jrjk
si; Pires Ferreira, thesoureiro do referido
hospital. Pernambuco I i de abril de
1855.
$) PUBLICACAO COROliRAPIlICA. ^
Acha-se no prlo, e brevemente salino a /*
/ lu/, una pequea obra que (em por titulo *"
vg)BKEVE NOTICIA LOIlllliKAI'IIIC V (Si
'&. UO I.MI'EKIO no BRASIL: attima- Za,
?v s,. pr -s'jiii) r., ,10 armazem de leiles, W>
'J) ra do Cullesio n. 15.
Dcsapparereu de ensenbo doabaito aMmniiJu.
no da 13 de abril de 1855, ura escravo mualo, de
nomo Jeronymo. idade de 20 a 2:! afinos, baxo
irrosso, de boa cor, esla principiando a bucar, cabel-
lo preto, puxa um pauro de uma perua, "lem pqh
lerida nal cosas da mao direito ; levou caira e ca-
misa de algodao aiol, e chapeo novo de baela prela.
Esle mualo foi do Sr. capilao Jos do Coito e Silva,
senhoi do engenbe liernsabaa, de Santo Anlao, c
vendido ao abailo a-sianado pelo Sr. Regencrardu
Goelho Cavalcaiiti Caigrana : ruga-te a lodas as
autoridades policiaes e capilaes de campo a appre-
hens.lo du dilo oscravo, c podcrSo entregar no Recito
rna do Oueiina.lo, taliern.y do Sr. Joaquim de Al-
meida e Silva, ou ne-le engenlio das Maltas, nue se
uralilicir.Antonio Je Paula Souza l.co.
No dia 21 de Janeiro do eorrenle anno, ,lo lu -
gar de Tamandar, Iregoeaia de Una, desappareceu
o escravo Ignacio, orioalo, qae representa ler mais
de.Vannos de ida.lc. estatura recalar, rheo do cor-
po, rosto rusado indicanilo idade, pintando de ca-
bello- ; levou calca e jaqueta, c chapeo de pello ;
fui comprado-a Francisco Delgado de Barba Jui.'or.
morador i.ue toi na Ireffoexia de N. S. da Gloria do
lioila. e no dia 2:1 de mareo prximo passado rece-
beu-te carta do Sr.-major Caclano Concia de Amo-
rim.senhnr doepgenbo l'.dlieta da mesma Dreguesia
da (ilona do Coila, avisando que dilo escravo o li-
nlia procurado para o comprar, c uo dia 2(i .lo me-
mo ni/ -e-i:ij,io pessnas aulorisadas para fazero.ne-
tjoeio, respoiiilcu o mesmo senbor majar Amorim que
o escravo linba-se evadido uo dia anteada ebeeada
do parlador : ro?a, paranlo, o abailMSignado, as
anloridades puliriaes e capilaes de campo daquelle
lu^ar eoadjuvein a capturado mesmo escravo, U en-
Iresar na praca aoSr. Gabriel Anlonio, no palco do
Carino, o qual gratificara ludo o Irabalho, ou em l'a-
mandar a sen leuilimo dono. Tamandar !l de abril
de 1N.V>.Cduardn Josr Jci.reira.
Joao Das Moreir vai a Portugal.
Precisa-se de ura caixeiro que lenha pralicade
taberna, e que de conhecimento de sua conduela :
em Era de Portas n. 135, ra do Pilar.
Anda esl por altlgar o grande sitio, nos Afo-
gadi S, com encllenle casa para erando familia,mui-
lo perlo d,i praca, econi :t vivtiros ni ra do Quei-
-- Terca-feira, 17 do corrcnle, haver Jeilao de-
fronlc da arcada da alfandeua, de 12 barricas rom
sardinhat, por conla de quem perleneer.
Anda se precisa da um bom feilor pan o eu-
geuha novo de (ioianna : na ra do Trapiche u. 17,
OU lio dilo engolillo.
0 Sr. Dr, Severino Dias Csrneiro queira ler a
bondade de apparecer em casa dos Srs. Johnslon Pa-
ter e\ C., roa da Visario n. 3, a negocio de sed in-
leresse.
O Sr. que mora no eugenho Pindobiuha nao
lera cumplido rom > palavra d mandar pagar al
15 ou. 20 de Janeiro, quanto antes mande pasar
sem falla al o lim de abril de 1855, basta 12 anuos ;
nada mais dio por ura.
FRONTISPICIO DO CAKMO.
Pelo prsenle convidam-sc aos Srs. procuradores,
abaino astjgnadot, a comparecerem no pleo do Car-
rao n. 9, primeiro andar, uo dia 17 do eorrenle, pe-
las horas da tarde, alim de se Iralar dos u/omenu-
res da fesl i d'N.S. do Carino do Frontispicio.__Ma-
noel Jos de Oliveira, Marcelino dos Sanios Pinhei-
ro, Jos Eli.i- de Oliveira, heraldo Correia l.ima, e
o procurador oeral Fr. Jorge de Sanl'Anna Lele.
Deseja-se fallar com os Srs. Mariano*. Joaquim
da Silva e Joaquim de Souza e Silva, t negocio de
seu interesse, na casa de pasto da ra das Cruzes
n. 39.
Dcsapparereu no dia 11 do eorrenle um boi pre-
lo inalha lo, raca lourina, novo e capado de pouco :
quem o pegar, leve-o a Apipccos, sitio do majar
Sebastio Lopes Guimartes, ou na cocheira da ra
da Florentina, qne sei< gralilicado.
Precisa-se de um nesro captivo pera a casa de
pasto da ra das Crines n. 39, que se pagar bom
ordenado..
Tarqiinio Tbeolonio de Abreu (iuimares re-
tira-se para tora da provincia.
Cliegou a loja de miudezas de 4 por-
tas da ra do Cabuga', um completo sor-
lunento de retroz de todas as cores, vo-
lante, trina e gales ttancas, bicos de
seda, e laa de bordar de todas as cores
e mescladas.
O canlelisla Satiisliano de Aquino Ferreira'de"
clara, que d ural.iil.iineiile a inelade da sorle que
sabir nos bilhetes inleiros n. 3,553 e.'Mi33 da 1. par-
le da 1. lotera da malriz do Kosario de (ioianna,
aoliosfilal ila ordem lerceira da Carino, para adian-
tamenln de sua obra, e o digno prior da mesma or-
dem lerceira n Sr. Francisco Pinto da Cosa l.ima,
poder vir receher o qoe liver de sahir nos referidos
bilhetes, vislo o desejo que lem de ver o andamento
da referida obra.
,\o bolel da Europa precisa-se de um copeiro.
Tendo o abailo assiguado perdido a imite de
11 do eorrenle uma carlcira com diversos papis,o-
elusive uma ordem da quanlia deOnOOO, sacada con-
lra Joaquim Marques de Santiago, e algum diuheiro
em sdalas, roea a quem a liver adiado, o especial
favorito a restituir, mandando-a entregar no Kecife,
na ra da Cruz n. -J7, segundo andar, que ahi sera
generosamenle recorrfpensada.
Antonio Pinheirode Mendonra.
A. Lacan lera a honra de participar ao res-
peitavel publico, que venden a sua casa de relojana
da ra Nova n. 22. a Mr. I.. Deb.uche; pelo que ro-
^a ansseus lie^uezesqucllie coulinucir.,eau seu suc-
cessor a cnnlianca que seinprc ibes mereceu. Reci-
to 9 de Janeiro de 1853../. l.acuzc.
Avis au public.
O abaixo assiguado vendo u aiinunrio de Mr. La-
cazc era que scienli/ica a uurdanca de uma sua loja
para o Kecife, lem a participar ao respeilavel po-
blico, que essa asseveraco he menos exacta, vislo
como a loja que elle leve na ra Nova, depois da
qual nao leve oulra) foi vendida com todos os seut
perlcnces ao abaixo assisnado ; por isso he claro
qu a tal pretendida mudenca se nao refere toja
supra-cilada, sim lalvez a alguma ambulante que
Irouxesse da Australia para onde verbalmenle pro-
testara relirar-sc, assim coma que nilo Iruhalhariu
mais nesla cidade. do que ha leslemuuhts immeu-
sas. A'yisla disto o publico que aprecie.
L. Delouclie.
No hotel da Europa precsa-sc de 2 negros para
aluguel.
JARDIM Pl.BI.ieo EM PERNAMBUCO, RL'A
DA SOI.EDADE N. 70.
Chegoa a esle graede eslabeleciiuenlo pelo navio
Alma, vindo de Franca, ura bom sorlimenlo de plan-
tas, sendo 250qualidades das mais bellas rosas, ha-
vendo ja 100, assim tambera 52 qualidades de dalias
dos melhorcs que ha em Franca, havendu ja .100, 30
qualidades das inelbores uvas, frambuusier ou imu-
reiras, duas rxa e branca, sendo esla a mais propria
para a criae/io do bicho da seda," arbousier ou me-
ilronhos, erotellias i qualidades, phlox 4, eeraiiicoKs
uu bico de grou 11 qualidades ; lambem ha frucla
pao, grandes res de sapolis, etc. : os senhores que
qnizercm deslas plaas sn convidados a comprar,
que o lempo lie proprio. Kcccbem-se eucommendas
para o centro desla provincia, e as mais do norte e
sul, de ludo se afanea a perfeila idenlidade deslas
plantas.
LEILO ES.
EugenioDider4'C, lano leiloem
presenca do Sr. cnsul da Franca, de uma
canta de candelabros avariados: terca-
feira 17 do correnta as II) horas da ma-
nhaa, em seu armaxem ra Cruz n. 51.
I.EII.AO' SEM LIMITE.
O agento Vctor, lara leilrto no seu armazem. ra
da Gru n. 23, de urna inflnidade de obras de mar-
cinciria, chapeos prelos de pello, alsumas obras de
ouro, una carroca nova cora seus perlcnces, e excel-
leule cavallo. chapeos do Chile, e oulros objerlos :
terca-feira, 17 do eorrenle, as 10 horas da manhaa.
Timm Morasen ,\ Vinassa faro leilao, por or-
dem do Sr. cnsul de Franca, e era presenta do seu
chancello*, por conla c risco de quera prlencer, e
por Hierven.;,!., do agente Oliveira, de PVM n. I,
uma caixa rom lencos de algodao avariadns, a bordo
do navio frunce/. Guilave II, na sua recente viagem
Precisase de ura homem que saiba dislilar
agurdenle, para uma disllarAo era up engenho: a
tratar na ra Direila n. I0fi.
Ni. di-a ("i do rorrenle appareceinkj|lB do l.i-
vraraenlo n. '..nina negro de nomo Banedirl... pro-
curandu senhor, e diz ser do Sr. l.uiz, morador em
Sanio Am.ro de JahoalSo ; por isso queira vir ou
mandar para se Ibc fazer enlrcga da .lila esrrava.
Alugase una mi socca, muilo boa co/iuhei-
ra c engommadeir, propria para hornera solleiro, e
cm casa de familia s cozinha : na roa de Sania Thc-
rcza n. 7.
A abaixo assignada, apcz.ar de estar autoiisaila
para poder vender os penhores vencidos que etilo
em seu poder, visto ser esse o Irato, com ludo uo
d sojando que algomat petsoas lenban quei\a, por
meio desle faz seienle aos dilos Srs. que se nao ve-
rcm resgalar os dilos penhores no prazo de 15 dias,
a conlar da dala desle, lorio vendidos os mesmos
penhores para pagamento da abaixo assignada, se-
cunda a clausula consignada no dilo documento, e
caso nAo rlieizuein pira pagamento de principal e ju-
ros se proceder nos termos >\^i lei a cobranza do res-
(anle. Recife Iti de abril de 1855.
una .Maria Theodora Pereira Durao.
Jos Pinto de Magalhaes&C, t'azein sci-
enteao respeilavel publico que em'seu es-
la beleci menta de carros fnebres do pa-
teo do l'ara izo casa n. 10, se encontra car-
ros e pannos da primeira a quarta or-
dem com ricos adornos, tanto para de-
l'untos como para anjos, ncumbem-se de
Iblnecer guia, carros ae passeio, miisiea,
armaeSo, cera, etc., e prometem bem
servir a rpiem se dignar incumbi-los de.
qualquer enterro, para o que ha as ne
cenaras babilitacies: no mesmo alugain-
se ca\fies, e vendem-se tnortalhas de pi-
nito.
LOTERA 1)0 KIO DE JANEIRO. .
Resumo dos maiores premios da lolcria
1. para o conserva lorio de msica.
1 ti. 963..... . 20:000/,'
1 .. 1.102..... . I0:000|
I .. 5189.-. . .....:000J
1 .. 170.1..... . 2:000
12, 1088 . 1 090 ,
."i7!lli 59il , 5990. 1:000*
II) H), 165 , S02 ,
1036 2890 , 5368
2957 598*, 1539;
">2lt..... 00$
20 -201 180, 1017 ,
1291 1897 , 2171 ,
2372, 2r>2, 2602 ,
2I7, ."270, 5487 ,
3730 5829 , . I^.l 4 ? W91 ,
3955 i 5 0(1 ,
5397 :>889. . 200,1
60 i, 22, 81 , 233,
2-,i. 354 , .107 ,
25, 085 , 713.
78o ssr,, 907 ,
998, 1401 , 1165 ,
1*69, I77, 1574 ,
1617, 1626, 1008 ,
2018 2146 , 2150 ,
2316, 2460, 2556 ,
2753 2854 . 10.11 ,
7,-lH 5306 , 5409 ,
3427 573 , 3643 ,
"709 3812 , .1808 ,
5911 tiMi-2 , ,145 ,
i 196 V222 , i V27 ,
4480, 7IK, '1-981 ,
5202 .i27 , 5303,
5354 .Vi 11 , 5545,
5550 5585, .1028 ,
5738 5998 . .....HHM
loo iii'iiiios de ... . .... '.s .... 2<# i os novos hilhe-
1800 ditos de .
Temos exposto a rend
les da 2 lotera do Monte Pi, que dive
ter corrido na sania ras; da Misericordia
. li- ni 10 do corrente. As listas virio
>elo vapor nacional, que parte do Rio de
Luir! o a 25 do corrente , os premios se-
rao pagos logo que se lizer a distribuicfio

das listas.
. J
UHTiinnn


OIARIO DE PERRMBUCO. TfRQA FEIRA 17 DE ABRIL OE 1855
CONSULTORIO DOS POBRES
O BA HQVA. 1 AVIIAA 50.
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fuguez peh Dr. Alosrozo. quatro volumes encadernados em dous e acompaiihadu de
uin diccionario dos Icnnos de medicina, cirorgia, analomia, ele., ele.
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Bala uhra, a mais importante de lodas asquclralam doestudn e pratica da homeopathia, por ser a unir
conten a base fundamental i"'esla doulrinaA PATHOENESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NOORC.AMS.MOEM ESTADO DE SAI DEcouhecimenlus que nao podem dispensar as pes-
que
expe
qoe se querem dedicar pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos ns mediros que qui/crem
Timentar a doulrina de llahncinann, e por si mesmos se convcnrrreni da verdade d'clla: a lodos os
fa/.i-niloiros'eseiihorcs .le ensenho que eslo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
que urna ou oulra vez nao poilem deixar de acudir a qualquer inrommodo -mi ou de seus tripulantes :
a lodos os pais de familia que por cirrnmstipncias, que nm senipre podem ser prevenidas, sao Abriga-
dos a prestar in continenti os primeiros soccorros em suas eu Tenuidades.
O vade-mecitm do homeopalha ou IrsdurrAo da medicina domestica do Dr. Ilerine,
obra tambem til as pessoas que se dediram ao esludo da homeopathia, um volu-
me fraude, acompauhado do diccionario dos termos de medicina...... 10)000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, analomia. etc., ele, encardenado. .-mui
Sem verdadeiros e hem preparados medicamentos nao se pode dar um pama seguro na pratica da
homeopathia, e o propriclano dcsle eslabelerimento se lisonceia de Ir-lo o mais hem munlado possivel c
niocaem duvida boje da urande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos prandes..................... 8JO0O
Boticas de 2i medicanienlos.cm glbulos, a 109, l-~ e 159000 rs.
Dilas 36
Dilas 4
Bitas 60
Dilas 111
Tubos avulsos........
Frascos de meia onca de tinctura. .
Dilos de verdadeira tiiicluja^ai rnica.
ditos a
diliis a
ditos a
dilos a
do^ooo
239000
30.3000
tiooooo
15000
25000
Na mesma rasa ha senijn^ venda grande numero de tubos de crystal de diversos tamanhos,
\idros para medicamentos, e aprompla-sc qualquer cucommeuda de mediramenloscom loda a brevida-
de e por precos muilo commodos.
Participa-se aos Srs. mes tres |>edrei-
ros, caladores e man pessoas particula-
res, iptc na rua da Cruz do Hecil'e n. 62,
ha um deposito da bem conhecida cal
branca de Jaguaribe, e que se \ende
multo era conla, tanto em retallio como
em porcOes.
Precisa-te de ofliciaes de alfaiate,
tanto de obra grande, como miuda : na
ra Madre de Dos n. (i, priineirp an-
dar.
Casa de consignaefio de escravos, na ra
dos Ouarteis n. 24-
Compram-se e rerchem-sc escravos de ambos os
sexos, para sevendercm de rnmmissao, lano para a
provincia como para Tora delta, offererendo-se para
sso toda a seguranra precisa para os dilos escravos.
Precisa-se de alagar uln prelo: na roa do Se-
bo u.50 A, aui|ii.il seda bum ordenadu.
.'LBLICJLCAO' 0 INSTITUTO 110-
MEOPATIUCO DO BRASIL.
THESOURO IIOMLOPATIIICO
OU
VAE-MECLM DO
HOMEOPATHA.
Melhodo conciso, claro e seguro de cu-
rar howcapalliieamcnte todas as molestias
que affligem a especie humana, e parti-
cularmente aquellas que reinam no Bra-
sil, redigido segundo os melhores trata-
dos de homeopathia, tanto europeos romo
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Dr. Albino Olegario l.udgera
Piuhu. Esta obra he hoje recoiiherida co-
mo a inelhor de todas que Irlam daappli-
cac>> liomeopalhica no curativo das mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, nao
podem dar um passo seguro sem possui-la e
consulta-la. Os pais de familias, osseuho-
res de engenho, sacerdotes, viajantes! ca-
pilacs de navios, scrlanejosetc. etc., deven)
te-la s mito para occorrer prompuneiile a
qualquer caso de molestia.
Bous voluntes em hrochurn por IO5UOO
>i enr.-idcrnarios II5OOO
Vende-sc nicamente ein casa do autor,
no palacete da ra de S. Francisco (Mun-
do Novo) 11. tis A.
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450IHI
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Z 4. JANE, DENTISTA,
(I contina a residir 11a rua Nova n. 10, primei- ;?
6J ro andar. fi{
99999>99999M9999999&9
Novos IWrosdc homeopathia mefrancez, obras
Indas de summa ini|iorlancia :
Ilalinciiianii, tratado das molestias chronicas, \ vo-
lumes......... -203000
Teste, nroletlias dos meninos ..... O3000
liering. homeiipaltiia domeslica.....
Jalir, pharmacnpa liomeopalhica. ... 1
Jhr, novo manual, i volumes .... lli-oiio,
Jahr, molestias nervosas.......69OOO
Jalir, molestias da iicilc.......S5OOO
Rapoo, historia da homeopathia, > volumes lfj.^KX)
Harthmann, tratado completo das molestias
dos menino-..........
A Teste, materia medica liomeopalhica. .
De I ,i\olle, doulrina medicahouieopalhira
C.liiiira de Slaonel........
(iasling, verdade da homeopatu......
Ilicriouario de Nvsten -^^^^B
Alllas cmplelo de analiimia cun bellas c -
lampas coloridas, contando a descripcau
de todas as partes do rorpo humano .
vedem-se-todos estes livros no consultorio hoineopa-
thicu do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova u. 50 pri-
meiro audar.
DEMTISTA.
W Paulo Gaignoux, dentista francej:, ostabele
| cido na ra lama do Kosario 11. 3(>, sesnudo V:
06 andar, collora denles coniRcnsivsarliliciacs, @
0 e dentadura completa, ou parte deila, com a 9
pressiio do ar. pj
9 Kosario n. ;M> segundo andar.
Na ra da Gloria n. Senslna-se a
traduzir, fallar e escrever perieitamente
a Imgua ingleza, promettendo-se iiinuie-
tliodo fcil para em pouco tempo o disc-
pulo adquerir m grande adiantamento.
Illui. Sr. inspector da thesouraria geral. -Diz Jos
ila Kocha l'aranhos, que em virtudc de ordem do
lliesouro pnblico nacional, que mandou a informar
a esta thesouraria uiurequcrimenlu cnin documentos
aiinexos c comprobatorios, ^la quantia de dous ce-
ios e Untos mil ris, que ao supplicanlc lie a mesma
Cafa-Mida devedora, acontece que leudo o suppli-
cjnle estado na expectativa, e requerido ja a V. S.
em dezembro do anuo passado solucao de urna lal
iafattMCiu ale o presente, |)arece que por urna Cala-
lidade, nao tem sido possivel o supplicante obtero
(lepacho, apezar de ter ja decorrido um anuo pouco
mais ou menos ; pelo que, no sendo cabivel que as
rcparticOes liscaes protelein o direilo das parles por
um lempo indefinido ; por isso, vem o supplicante
requerer a V. S., que como chefo desta repartido, e
a cujo cargo esta a atlribuirao de cumprir e fazer
cumprir as deliberarcs o ordens do thesouro, como
determina u laragrapho 10 do art. il do decreto 11
7.',t> de -2<> qus e empregado em cujo poder eslao os duciitncn-
ose pelices do supplicanlc, para.informar manda-
dos por V. S. que he o chefo da H. seclo, Jas
llenrique Machad, de prumplo andamento a dita
iuforinaro ..m de que 11.10 fique eternamente se-
pultada esta pelicAo em seu poder, como lem estado
os oulros documentos c pelices ; com o que far
ao supplicante a merecida justira ; e assim pede
V. S. Ihe detir.E. II. Me.
Jos da tocha Paranhot.
Hecife 2 de marco de 1853.
CASA DA AFERICO, PATEO DOTEKCO N. Ifi.
O ahaivo assignado scienlilica, que mi escriptorio
ilaquclla casa da-sccxpedieule lodosos diasdas'J ho-
ras da manhaa as ida tarde ; oulro slm, que a re-
mso leve principio no da i do correle, e que lin-
do o prazo marcado pelas posturas miiuicipaes, in-
correrio o contraventores as penas do art. 2 ulu-
lo II das sobredilas posturas. l'ra.iedcs da Silva
Gutmao.
Precisa-se de urna ama para o serviro interno
de una casa de 3 pessoas de familia, que sirva lam-
ben para as compras : na ra do Hospicio 11. 3.
l.OIERIA BE N. S. BO ROSARIO BE
OOIANNA.
Aos .-.:00 <>s bilheics e cautelas do cautctisla A. J. Rodri-
-iics ,1c Soua Jniiior. lio afoiliiuadus pelas frequen-
te vetes que (em dado as sorles grandes, como ro-
i'cinmendados por serem pagos us premios grandes
imrinteirosem descomo algum, acham-se .i dispusi-
cao do repeilave publico as seguinles lojas : pra-
C da liidepeiidciicia ns. i, 13, V,, c 10; ruado
Muciinadn 11. 37 A, o em otras mais do costuine :
as rodas da referida loleria andam imprelerivelmcii-
le a, 21 da crrenle me/, em o consistorio da igreja
la Conceiriodo- Militares.
Recebe .VOOOflOOO
" 2SO00O0
1:2503000
625*000
."i(MSHM)
25O5OOO
O mesmo cautelisla acuna declara ao momo ros-
vel publico, que se obnsa a pagar os premios
-rande por inicuo sabidos em suas ctelas, e mais
que quanto aos seus hilhcles inlcirus. os quaes sao
vemdidos em originaes apena-, se i.-pm-ahilisa a pa-
z*r os oila por cento, loga que se Ihc aprsenle o bi-
Ihelc. indo o possuidor receber o respectivo premio
do Sr. Ihesoureiro.
Precisa-se alucar um sobrado, 011 mesmo casa
terrea, com comniodos para grande familia, sendo
oobairro da Boa-Vista, as mas seguinles: Gloria
aleo Mondego, Sebo, Pires,etc.: na ra do Quei-
mado, segunda loja 11. 18.
Alua-se urna casa terrea ou de sobrado, em
qualajaer das ras que licam entre o becco do Virgi-
uio e o pateo de S. Jos : na ra Nova n. 69.
Hilhclcs 53O0
Meios 2BHO0
QsasHss 15W0
Oavea
llecimu- 600
\ izesimos 3211
MDANCA DE LOJA.
- A. Lacazc scienlilica ao rcspeilavcl publico
^ c principalmeiile aos seus Irc^uezcs, que mu- 38
*a dou a soa loja de relojoeiro para a roa da Ca-
lea do Recirc 11. 18, ondeo acharan sempre
W prumplo para Tazir qualquer concert, tanto 9
*5 de reloams de alftibeira fumo de parole, clr.,
i etc., assim como acharje um completosorli- ;s
39 metilo de relogios de alsiheira paleles, suis- @
3 sus c horizontes, correles para ditos, occu- jS
9 'os, etc.
>'9-<&'$>3ll9-%3,&Z9 9&
Madamn Theard, leudo de fazer urna viagem a
Europa, avisa IOS Sem llovedores devirem saldar suas
conlas na loja da ra JNova.n. 32. para Ihe evitar de
proceder conlra elles judicialmente.
Pedc-sc ao Sr. Jas de Mello Cesar c-pro-
curadi.r da cmara de Olinda, que venha entender-
se rom os br-rdeiros de Luis Roma,, pois basta de
casmsdas, liramln rerlo que em quanto n,1o se en-
tender com os mesmos ha de sabir este anuuucio.
C. C. F.GUEIRE90,
CLSTOn HOtSE & sSHIPPIAG ACEXT,
SOUTIIUPTOY
MERCIIANDI/.E. BACCAGE, & EFFECTS
RECEIVED& lRWARDED,
Witli despalchand ecouomv.
(oodsand Passcngers' l.uggage slriclly altendcd lo.
11/ormation gicen respertiiig the arrival & de-
par ture ,of Steam />... Forcign Mooey Evchangc I sr Rcccivcd inl'aymcnt.
C. C. FIGUEIRED0,
GODRTIER DE DODAHE,
A SOTHAMPTON.
illarcijanitrs, bagage, ti rffcls
Recus el eipcdics avec diligenco ct economie.
Im plus- grande atlenlion est apporle SMMTs les
jl Passagers, leurs laguges et Marchandises.
Toule inlormalioii possible est donuce sur l'arrivc
ou le deparl des lia lea 11 \ Vapeur.
GARLOS G. FIGUEIREDO.
Agente da^ Alfandega e de Navios,
8, QUEEN'S TERRACE,
SOITHAMPTON.
Recebc e expede com presteza e economa, mer-
caduras, bagagem c clleilos de qualquer naturexa e
ordem.
Esclarece os viajantes sobre as chesadas e sabidas
dos paquetes, de caminhus de ferro, ele, dirigindo-
sc no mais q,oc precispin.
laz as operacoes necessaras da alfandega, e rece-
be Cazndas a commissAo, ele.
Precisa-se alugar urna prcta para oservirode
urna familia inshv-a, quo saiba lavari ^ngommar e
coser : omcasa de Patn Nash & Companhia, ra do
Trapiche Novo n. 10.
O ibaito assignado, olerecc o seu presumo a
quem se quizer ulilisar para tirar gala* do juizu dos
fetosda lazenda, lauto da geral como da proviucial,
por aquellas pessoas que pcssnalmeuleas nao podem
tirar, e que com a mesma* fazenda se acham dehila-
das : 'quem precisar pode mandar por escripia ten
nome, numero da casa, e ra ciuoni' mora, nos lu-
gares seguinles : Hecife, ra da Cadeia loja n. 30,
ra da Cruz 11. j(i, paleo do Terco 11. 11), ra do Li-
vramento n. 22, praca da Iun-epcndcucia o. i, ra
Nova n. 4, prara da Boa-Visla n. 21, onde senlo
procurados os bilheles e as pessoas que quizerem
para o lim expendido, e na ra da tlloria n. 10 casa
du annuncianle.Macaro de tuna Feire.
Na ra da Cadeia do Recife n. 3, primeiro an-
da,, confronte o escriptorio dos Srs. Barroca & Cas-
tro, despacham-se navios, quer nemnaes ou eslran-
geros, com loda a prumptulAo ; bem como tiram-se
passaportcs para fra do imperio, por prejos mais
commodos do que em oulra qualquer parte, c sem o
menor trobalho dos prelendcntes, que podem tratar
das 8 da inauli.l,: as 4 horas da larde.
Arrcnda-se ama loja no aterro da Boa-Vista,
propria para qualquer eslahelecimentu, sendo con-
fronte* a casado Sr. A11I01110 Luis Gonralves Ferrei-
ra, e junta a urna loja de culileiro : os'prelendentes
cnteudam-sc nu Mitrado por cima da mesma loja, ou
na ra da Cadeia do Recife, sobrado 11. 3, primeiro
andar.
No hotel da Europa d-se cernida incnsalmentc,
por preeo razoavcl.
No hotel da Europa da ra da Aurora lem co-
mida e hons peliscos a luda hora, com os precos mar-
cados na tabella, muilo commodo.
Nada perder quem Cor credor de M. M. do R.
senhor di engenho em 1*C, se noticiar seu debito
na ra do Uueiinailn 11, 18.
Os Srs. Antonia Jos Rabcllo (juimaraes (do
Pai 1 ", Jolo Carlos Bamasceuo (ileini; Fillppe Jos
de Ohveira (t Limoeiro) ; Joaijuim da Malta lii-
beiro ,ilcm);'9 ItndrisuMl Ponte da ridad da Victoria ; JnseJoa-
quim lavares (de Borlo Calvo) ; Amonio l'aes da
Silva vilem) J Josc Claudino l.eile ; Jou II) -jolito
Meira Lima e lose Lopes (juimaraes. queiram ter a
bondade do mandar salisfazer a assigualura do lidio
l'rriiamliiicaii, visto que os seus correspondentes se
11.1 recusado a pagar por Ss. Ss.
No sobrado ao p da ordem lerceira do Carmo
precisa-se le una prcta escrava, para ama de leilc, e
que seja sadia. #
Oflercce-sc um rapaz porluvuez para caixeiro
de taberna ou oulro qualquer eslabelecimeiito, para
lomar conla por halauco ou sem elle, para o que
lem bastante pratica : quem de seu presumo se qui-
zer ulilisar, dirija-se a ra do Raugel 11. 37, loja de
marciueiro, que achara com quem tratar.
Patricio Marquesita Silva relra-se para a Eu-
ropa a tratar de sua saude.
Precisa-se anda a bordo do briguc Capibaribe
de um bom cozuhciro livre : quem esliver tiestas
circunstancias, dirija-se
para tratar.
ra do Collegio n. 10,
SALA DE DANSA.
Luir Canlarelli participa ao respeilavel publico,
que a sua sala de ensioo, na ra das ti nili,.|ra- n.
19, se icha berta Inda, us secundas, quartas e sc\-
M desde bs 7 huras da imite ale as !l: quem do teu
prcslimo se quitar ulilisar, dirija-se a mesma casa
las 7 huras ,|a m.inhaa ale as 9 ; o mesmo so ullcrc-
rc a dar llenes particulares as hura- n.nvonciuuadas:
e lambem da lirex us cullegios pelos precus qae*os
meamos tem marcado.
<> padre Antonio .la Cuba Figuoiredo muoa
0 seu excriplorio de advogado para rus eSlreiia do
Itosariu n. 26, onde pudera ser procurado Iodos os
dias das !) horas da manhaa em oante.
' .: ISBE3S ::xi:z;;r.-:::
MI HA.M..A DE LOJA.
loso Pradmes, culileiro Cranre/, lem a hon- 8
a radeprcvioii o respeilavel publico .c a seos |
: Creguczcs em particular, que mudoii sua 1 11 -
tMc culilaria da ra Kuva para a ra da C..i-
'^cia do Recife n. ll), onde o acharSo prompto
1 para os luisleres de seu ollirio, e assepura as S
9 pessoas que quizerem honra-lo com sua ronli- g
3 anca, que serjo salsreilas tanto na prompti-
;_ ilan como nos precos, que serau us mais rasos- 9
g veispoMivel: approveila tambem e*ss ucea- 3
I Man para proviuir a seus freguezes que te.ni
;, obras as mos delle ha muitu tempu, que ve- ;
3 llham liusrar 110 prazo de um me/., do con- H
.; uario scrilo vendida para pagamento do Ira- S
^ 111 1-**al
: ImIIio, porque mo pode pasear seu lempo a H
a I" omplar obras que deixam depois sem as
f(S vir buscar.
Faz as amollacOes lodos os dias.
Ja chegaram as segumtessement
de 01 taliecs das melhores cualidades que
lia: rbanos blancos, dilos encarnados,
cabanetes blancos e encarnados, alinee
repolluida e alemaa, repolho, tomata,
nabo branco e roxo, couves, trinchda,
saboia elumltarda, salsa, pimpinela, \i-
aoria, cebla de Setulial, sinondas, si;;o-
t-ellia, selgas, ervitna torta, dita direitae
;;ini)\eza. dita do Angola, feijao carra pa-
to de quatro qualidades, coentro de tou-
ceira, eumgi-ande sortimento das melho-
res sementes de llores da Europa : na rita
da Cruz n. (32 ein casa de Antonio Fran-
cisco Martins.
O proprielario da linha de mni-
bus faz scicnte que do da l< do cor-
rale em diante, hatera nos das de
aula da academia um mnibus para all, o qual
partir da ra do Crespo as 7 horas c 3|, S 1 |i, '.I
l|2, 10 l|2 e II l|2 horas da manhaa : a inensalidade
he dc'.iiOOO rs. pagos adiaulados, e avulso200 r: os
liilheles de entrada venlem-se no escriplorio da
roa das Larangeiras u. is. Adverte-se quenao le-
ra ingresso quem deixar de aprcscnlar o bilhcle de
entrada.
Aluija-se um grande sitio com casa
de vivenda de pedia e cal, estribarid pa-
ra 4 cavallos, coclieira, um grande poco
com dotts tanques com cobet ta de quatro
aguas, sito na estrada do Parnamcilim,
com parte de frente para a estrada prin-
cipal: ad*isjjrtindo que se alugara' com
preferencia a' pessoaque se quizer encar-
regar a tratar heui do sitio e das casas,
e igualmente se tara' negocio por venda :
quem pretender qualquer destes nego-
cios procure na travessa do Veras n. l,
na Boa-Vista.
I'rerisa-scdeum molcque de l.'i a 18 anuos de
idade, para lodo o serviro de urna casa de punca fa-
milia na ra da Cadeia do Recife. loja 11. 10.
Nos ltimos dias do mez de marco dcsapparc-
ceu do engenho CrauaW, um mualo "de nome Ja-
cinlhu, alio, bom eorpo, cabello minio carapinbado,
c he rarreiro ; suppie-se ser do serian, e lalvez pa-
ra la lenha ido : quem o apprelienier, leve-0 a >eu
senhor no mesinv eugenhu, e nesla praca ao Sr.
Francisco Jos Silveira, va a liaoriel Antonio de
Ladro Qainlaes, que grali&cara generosamente.
Na luja de miudezas da ra da Cadeia do Rc-
eife o. 7, de Anlunu Lopes Pereira de Helio iV Com-
paoliia, exisle um cmplelo siiilimenlo de lia para
lio. dar, de cxcellcnles coreSfjnjM proco commodo ;
assim como anula existe omVprqueoa porcao de
saccascom cxccllenle feijilo mulatiuho, viudo ulli-
inamenle do Ararat). pelo diminuto pre.;oiie_-
r. raiia urna ; assim como cunliniia haver seuipre
caixas com us bem conhecidoa chapeos de fellro lia
r.ilinca de Jos ile Carvalho Piulo Companhia. do
Rio de Janeiro.
Na roa Nova, esquina da ponte, precisa-se*de
bous olliciaes [tara cairas.
AULA DE LT1M.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
queiiiuou a sua aula paraa ra do Uan-
;;el n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico preco como lie publico: quem se
quizer utilisar desetipequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
MASSA ADAMANTINA.
Ra.do Rosario 11. 30, segando andar, Paulo Gai-
gnoux, dentista fraucez, chumba os deules com a
aua adamantina. Easa nova c maravMhosa com-
poslcao lem a vanlagein do encher sem pressaoduln-
rasa todas as anlracluusidades do dente, adqiicriiidu
em naneas inslanles solidez igual a da podra mais
dura.c promelte restaurar os denles mais estragados,
coma forma e a cor primitiva.
LOTERA DE \. S. 1)0 BOSAKIO E.M
GOIANNA.
Corre indubitavelmetite sabbado 21 de
abril.
Aos .kOOOsOOO, 2:OtM^UO0, I:0(HINX)0.
O cautelisla Salusliano de Aquino b'erreira avisa
ao respeilavel publico, que seus bilheles e cautelas
eslao isenlos do imposto de olio por cento .la le.
Acham-se venda as seguinles lojas : ra da Ca-
deia do Recife 11. 21 e 15 ; praca da Independencia
n. 37 c 3!) ; ra nu (Jueimado* n. 39 e U ; roa do
i.mmenlo n. 22; ra Nova 11. l; c ra do Calm-
ea 11. II, butira.
Recebe ."i:IHMW)(.ll
2:oOUalXKI
l:*t30S0IKl
1:0t-KXK
I-23SJOOU
3009000
iiOOOOO
O referide rautelisla declara mili cxpressamenlc
ao respeilavel publico, que he respousivel unica-
menle a pasar os premios grandes por iuleiro que
ohliverem suas caulelas : sobre os seus bilheles iulei-
ros vendidos em originaes, se obrina apenas a em-
bolsar ao possuidor do bilhele os uitu por cento da
lei, logo que elle Ihe fur apresentado, indo o ....-oi-
dor receber o competente premio que nelle sabir,
na rua d%Collcgio n. 15, escriptorio do Sr. Ihesoo-
reiro l'iancisco Antonio de Ohveira. Pernainbuco
13 de abril de 1853.
Salusliano de Aquino Ferreira.
Maria Riia da Coneeicao, viuva do fallecido
Pedro Paulo de Moraes, meradora na villa de Igua-
rassp, pede encarecidamente a todas as pessoas que
Rearan devendo a seu fallecido marido, que hajam
de saldar suas cuntas quaulo antes, pois que a casa
anona em liqaidO{ao com iiexliocla tirina de Pedro
Paulo de Moraes.
O abaixo assignado roga a todas as pessoas que
tem peuhores em sen poder, que os venham tirar no
prazo de \j dias, a Cootar da dala desle, do contra-
rio serao vendidos para seu pagamento.
Munocl Morciru da Costa.
Na ros do Crespo n. 13, deseja-se fallar com o
Sr. lenle Villas-Roas, para Ihe ser entregue urna
caria de importancia, viada da Rabia.
No aterro da Boa-Vista n. 65, primeiro andar,
precisa-te de nina pessna que se enearregae da n/.i-
nli.i de urna casa de ponca familia ; paga-se bem,
Autonio Pereira Mendes vai a Purlu::al.
Precisa-se de urna ama para urna casa de pun-
ca familia, cque tambem sirva para rua : quem pre-
tender, dirija-se rua du Sebo 11. 37.
Precisase de um prelo para OServico de uma
casa de paslu : na rua du Trapiche n. 2H."
' Sydnej Momias, subdito britnico, relira-sc
para lora do imperio.
Loja nova de billictes de loteras da pro-
vincia, no pateo do Carino n. 18.
Olliem, bilheles
Venliam cumprar,
Quem busca luiluna
Nao deixa escapar.
O meia bilhele n. 1217 da quarla lotera do cs-
labelccimeuto de 11111 conservalorio de msica na
cine, pcrleiice a Francisco Antonio de toazi t'.ami-
s aiiua.
I)escja-sc fallar ao Sr. Jolo Francisco de
Alliay.leou ao seu procurador nesla prara, a negocie
de seu inlcressc : no Forte do Mallos, armazcm
n. 20.
Iti Hieles 59500
Meios AjKOO
(Juartos IJM40
(Juiutus lllil)
Oilavus 720
Decimos (JOO
\ igesiinos 320
Virialo .le Preilas Tavares, residente nt-la ci-
dade, herdeiru Ir^iinno de seu tinado pai FVanciscu
Jo>e Tacar, s, fallueidoein'Lisboa, enlistando llie que
paia e-la ci.lade pelos mais heirnos de Lisboa, foi
remedida procuraran bstanle para serem vendidas
as parles dos eiigeiihos Ciiiainhura e Riacho dos Pa-
dre na Crguezia de Afina Piola, que por lieranra
de seo fallecido avd Hanoel de Carvalbo Medeiros
as liiiiiverai.i. K come os bens de seu fallecidn pai
anda nflo foraoi iuvenlariadns, parlilhados. c menos
para isso novillo foi o mesmo .....innoiante, he du
seu rigoroso dever srienlificar .10 respeilavel publico
desta rida.le eprovincia, que dcixein de negocio al-
gnm fa/er. pois .pie essa mc-uias parles dos refe-
ridos eugiMi.'ins, elle anuunrianle herdeiro. lencimia
seren as rjue |,r horanra llie-devain locar, rmhora
mesmo qualquer repusifSo que hoja de ha ver, pela
qu.-.l se abriga o annuncianle .. salisfazer, nma vez
que nesla provincia se acha residindo, e da agricul-
lura do Hrasil pretende usar, e por ssr> .leivar de
pertencer as mesnias parles dos dilos engentas aos
kerdelros de Lisboa por ser Ifl diBerenles as suas
residencias. E para que de fuluin ignorancia nao
baja aos que lal compra fizerem, Caco por aniiuiirio
em (i .lias successivos nesle Mario, linio islo constar
ao mesmo respt.iiavc| publica desta cidade, e loda a
provincia. Herir 11 de abril de 1855!
O secretario .fa mesa renedorada irmandadedo
patriarcliaaS. Jos da Agona, erecla no convento de
N. S. do Carino, avisa a lodo- os seos rmaos, que
leudo de piocederse em mesa geral a eleiciln da
nova mesa regador, que ha de servir no anuo" vin-
douro de IS.Via ISJIi, a romp rererem para este lim
no respectivo eonsiatoria, domingo, ^2 do correle
pelas !l horas da manhaa inipn lerivelmenlc,
Antonio Jacinlho Uolelho vai a Portugal tratar
de*sua saude.
COMPRAS.
Coinprq-se o diccionario de rasos de pona c
Alfonso Maria de Ligorio, Tlicoloda Moral : quem
Iiver para vender, dirija-so a travessa do Vigario
n. 3.
Coiiipram-se escravos de ambos os sexo-, de 12
a 2", anuos, lano para a provincia como para fra :
na rua Direa 11. 6.
Compra-se um casal de paves, que nao sejam
Cilios: na relinar;lu de Miguel Jo.iquin da Cosa,
na rua da niia : quem os livor e quizer vender, di-
rija-sea misma renna$ao, a fallar rom Josc Fernn-
des Ferreira.
Compram-sealmimas accoesdo Hun-
co de Pernambuco: na rua da Cadeia do
Recite loja n. VI.
*- Compra-separa uma encommenda para fra,
urna iiiiilalinli.i ou rrioulinlia que lenha bonita figu-
ra, mas que mo exceda de 14 anuos de idade; pa-
na-s hem : a tratar na rua da Cadeia do Rpcife n.
7. luja de miudezas de Antonio Lopes Pereira de
.Mello i\ Cumpauliia.
Coiii|ir..m-se duas prclas que lenham alauma
habilidadeeba conducta, sem victos nem achaques:
que.-i as liver, leve i rua do Amorim 11. 25.
-- Compram-se escravos de ambos ns -evos, de 12
a 30airaos, lano para a provincia como para Inra.e
recebem-su de commiss;-|o : na rua do l.ivramenlo
Compra-se o livro. a- Frases de Tito Lvo ou
os cinco hvrus do dito, quo eslea em bom estado :
qnem o Uves anuuurie.
Na nova loja da caira lo da rua Direila n. 54,
compra-se e vende-so calcado da Ierra de todas as
qoaiidades, por eommad oreen.
VENDAS.
. ALH4NAK PAR.1 !8;;>.
Sahiram a tuzas tblliinliasde algibei-
ra com o aimauak administrativo, mer-
cantil, agrcola e industrial desta provin-
cia, corrigido e acciescentado, conlendo
vOOpagiajis: vciule-.se a 500 rs., na li-
vrana n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Vende-sa urna casa nos Arrumbados n. 32, a
qual lem 30 palmos de laruura, morada de pedra c
cal, com quintal, e com umitas commodos par., qual-
quer lamilla,.la banda du norte mais 50 palmos de
terreno, o qual se vende com a mesma casa a Ira-
lar na roa na Pilar, em Fura de Porlas n. 145.
_ ',,.,,.Ic-se farinlia muilo boa rara quem tem
lamilla, alqneire de medida velba, em sarco ou sem
elle, lambem se vendem nn< livros usados, perten-
eentes as leis eivis, assim cuno algunt espiriloaes, s
Voz deJeus(.hns| pe., ,',.., ,| |'a,ric, tratado
da euiilianea na misericordia de Dos.., vida de Jess
Uiristo, ralhecismo de Monlpeer, obra de Braca
pira meninas, que aprenden!, Lunario perpetuo!
mu.o til ,, quem quer saber quanto ha de vi-
ver, c oulros livros de mora!, < .tu mes ftjariauno,
que osla pruximo, lluras .Mari;.....,,s e de Semana
.>anta,n Repertorio da* Ordenarte* ,i Keiuo, em
volumes grandes : na rua do liaugcl n. 21.
Vende-sc ou permuta-se por una casa terrea,
110 bairro da,lloa-Visl., ou Santo Antonio, .urna es-
erava moca e de elegante lisura, que sabe coziubar,
engomroar, ensaboar e o mais arranjo de una casa1,
nao lem vi. laalgum, c o motivo da venda se dir.iao
comprador; a .lila escrava lem uma cria parda de 2
anuos, pomo mais ou menos: para ver. na ruada
sania Cruz n. ,2, e para tratar, na prara da Boa-
\ isla 11. 7.
Ka rua do Livramenlu 11. i, vendeni-sc duas
negras, scn.lu uma criuula, de 24 anuos, que sabe
bem engoronure cozinhir, c um mulatiuho.
Chegnem (regueces, na rua Direila n. (2, h lu-
la de Caelano Lenidas da Cama ; ricos sorlimentos
.e miudezas, borzegoinsde sentara prelos.gaspiados,
'le boa fazenda, perfeitos, pelo diminuto preeo de
jpOOO o par, que a vista da fazenda far Erando co-
lma.
Na rua,do Caldeireiro 11. 7i, vende-se uma es-
crava mora, rrioula. de bonita figura.
Vndese um muito bnin sitio nu principio da
estrada nova, com ti palmus de frente e 7.V) de fun-
do ; o dit.. sitio uflcrecc minias vanlagcus ao com-
prador, n.lo su pelo lugar, como pelos dillereuies
Crudos c ba Ierra, ele. etc.
Vendem-se fazsmdas com loque de araa, por
minio barato preco, consisliinlo ein alEo.laozinho,
madapoln, algodSo azul, dito risrado. dilo niescla-
do, dilo trancado, alvo, e chitas: na leja de 1 portas,
na rua do Oueimadu n. 10.
Vestidos a 2000.
Conliiiua-sc a vender corles de vestido de chita
Grauceza, laiga, cores fi\as, a 2(000 cada um : na
loja de portas, na rua do Oiiciinado n. 10.
Vende-A um molaliiita de bonita figura, com
principio de sapateiro, e propria para um pagein,
sem defeto alaum : :io Passeh) Publico, loja n. 11.
Saccas de iarinlia.
\ endem-sc sarcas com farinha' da Ierra, .nova c
bem loriada, e arroz bramo : na rua da Ca'dea do
Recife 11. 2.1.
Vemlem-sc pecas de algodo com algum loque
de avaria, e mais algomas rateadas, por barato pre-
eo : na rua da Cadeia do Recife n. -'.!.
Charutos.
Vendem-se charutos muilo superiores : nu escrip-
lorio de Amonio Luii de Oliveira Azevcdu, na rua
da Cruz n. 17.
Vende-seurna preta moca, re Idade de 2.1 an-
uos, que sabe lavar, eo/inhar, lem principio du
'"-ommadu, e sua conduela aliauea-st: na ruado
'Jueimado 11. !l.
No aterro da Boa-Vista n. 20. primeiro andar,
abrio-se um curso particular das linguas h-anre/a e
ingleza : qaem nu mesmo quizer malricular-se pode
IirEir-se al o lim do mez, a qualquer hora do .lia.
A|uga-se o segundu andar do sobrado 11. 1(17, na
rua Imperial, com bons Cummodo<, -oan grande,
quintal e estribara, por prero barato ; irala-se no
mesmo.
'y -Vendein-sn i.uas radeiiinhas em muilo \&)
,A uoni estado e com uniforme pata dous pre- ,j
V*,' los: quem pretender duija-se .ao paleo de Wf
$) N. S. do Torro n. 12. ^.
MMM-fr-S-SM&M
Na rua do Crespo n. 15,
ha para vender ricas coberlas de chita de umaar-
Eura, pelo baratissiino prero de 20500, e chales de
loquim a IOOOU, e muilasmais rateadas baratas.
Vende-sc um negro de bonia ligara e sado,
proprio para Irab.lliar na rua: quem pretender, di-
rija-se 1 rila da Cadeia do Recife ll. 15.
Vend-te um cabriole) de duas
rudas, com os competentes ar-
Quartinhas da Baha.
Veadem-M em porr/Oesa bordo .lo hiale Correio
do Nortt, fuinleailo em frente do arsenal de guerra.
Vende-te mi permata-*e por urna rasa terrea
nesla cidade, um sitio com soflrivel casa de vivenda,
frucleiras, banho doce, etc. ele., no. llano Verme-
Ihu, Iregoezia des Afogados : a quem convier qua|.
quer dos ditos negocios, dirija-se ao aterro da Boa-
Vista, taberna n. 20.
Vende-sc urna pera de madeira para Imprimir
resisto", por prer,, barato : na rua Imperial n. I(i7.
Vende-se nm nesro muro e sem vicios, pro-
_ Vendem-se 2 bois proprios para carroea : 110
sitio que foi do fallecido Moniz.
FIMO HI Kl!ll\.
>a rua do Amorim n. 3'.l, armazcm deMannel do*
Sanios Pinto, ha muilo superior fumo em folha de
ludas as qualidades, para fazer rliarulos, por prero
coininudu.
AOS IIVJS. SACERDOTES.
,\a praja da Indepeodeiicia 11. 2(>, vende-se por
prero romnio lo o evrellei.le rnin|iendiu de IbeuluEa
moral, pelo padre Mnnle. |. ediean, c conferem las
prio pura aEiiriill.ua por ser desde peqoeno empre- de N. 3. de Pars, pelo padre Larordaire, em noria-
niiln si niisini rsttFti um ...iLi. !__ 1:_______1_________
1
gado nesse*sorvigo, sabe hrm limpar larangeiras c
tratar de cereada lima.. ; ne rua de Apollo, arma-
zii n. (i, das lluras ateas 3 da larde.
Ha urna escrava de meia idade, perita rozi-
nheira. q........ve ha unios en. rasas ettraageiras'
n.111 propria para pessoas de negocio que lem eaise*
Bo
11.
ros; veude-te por raa sentara se retirar breve para dilo a 900 rs., dilo a I-2K0, risrado de lislras de cu
a Boropa : na raa do Sebo n. 22. proprio para o mesmo lim a lu o corado : na ru
IIFRIUFI
Attencao ao barato.
Ns ruado Livramento n. l, vendaje pelo barato
prero de 280 rs. u .ovado, la para vestido de teab-
ra. .le bonitos padroet, brclanlia de linho muito lina
a liO a vara, .-orles de caira de laa rom ,'i 11J (ova-
dos a I>H(K1 o inrle. brins de linho de todas as cores,
lencos de selim para grvala, bonitos chales de lar-
laiana. ma.laiiulau muilo lino a jgOOO a pera, e un-
irs tazendat a Irocu de pouco diubeirot
Cun pequeo totpie de avaria.
Peras de madn pulan largo a 2*500 eS*000* peras
de algodSozinho a I92S0, I9OOO e 2I000 muilo lar-
go com 21) varas a 23.)00 e :i- 110: na rua du Crespo,
luja da esquina que vulla para a cadeia.
Farinlia de S. Ilatheus.
Vende-se a buido do hiale ('orreiodo \vrle, fon-
deado em (reate do irseaal de guerra.
Em casa de Tinii Hoinsen & Vinas-
su, praca do Corno Santn. 13, lia para
vender :
Um sortimento completo de livros em
branco le Hamburp;o._
Lonas da Kussia de superior qualidade c
por (ireco muito commodo.
Vaquetas para cano.
Sola branca.
Licores de dillerenles qualidades.
Alisintlie e clienv cordeal de superior qua-
lidade.
Vinlio de champagne da marca afamada
Faure pere dtjils.
Chocolate trance/..
Pianos verticaes e liorizontaes.

Vendem-se i escravos, sendo urna molalinha
de 16 anuos, de bonita haora, ptima coslureira e
soffrlvel engommadeira, um moleque de 12 anuos e
.loas prelas rrioula, de >{ annos. ruin tlgoroas ha-
bilidades, lodos peras ba s: na rua do, (lorias o. 60.
Vende-te nma escrava crioula, de nlad 2S an-
uos, pouco mais 0.1 meos, peri(, engommadeira,
coziuheira, e lava bem de salan : 110 paleo da ribei-
ra, sobrad de um andar 11. '1.
Vendem-se 2 carneirosbonitos e gordos, sendo
I delles grande e manso, proprio para mvmaria de
menino por sera lo costooiado, c para e que 'em
os neoessatios arreiot: na na .la Concordia, primei-
ro sobrado a esqurrda, passando o areal.
Vendem-se duas roberas de damawo, em bom
uso, por preco commodo : na rua da Cadeia Velba,
n. 21, primeiro andar.
Vende-te a taberna do pateo do Paraso n. 1S,
bem arreEoeza.la para a torra ; po.leni-sc informar,
que o dono retira-se.
Vende-se urna baltnea romana rom lodos o
siiis perlenrrs.em bom aso e de 2.000 libras : quem
prelcnder, dirija-se a rua da Cruz, armazem n. i.
Fannha de mandioca.
Vende-se suecas grandes com farinha :
no armazem de Jos Joaquim Pereira de
Mello no caes da altandega, e para por-
cOes a tratar cotn Matioel Alvcs Guerra
Jnior, na rua do Trapichen. 14.
NOVO SORTIMENTO DE COBERTORES DE TO-
DAS AS QUALIDADES.
Cobertores escuroa a 720 rs., dilos grandes a l?200
rs., dilos brancas de aleudan de pello e sem elle, a
milarlo dos de papa, a l;?200 rs. : na loja da rua
do Crespo 11. (i.
Na rua do Amorim 11. VI, vendem-
se osseguintes gneros, os mais superiores
que vem a este mercado e por commodos
precos:
\ inho muscatelem barrisdeoa 9canadas.
Champagne.
Cha' deSiin Paulo, caix'asde 1 a 20 libras.
CliocohrTe l'raiice/.r.
Garrafies com ccvadiuha.
Garrafues com sag.
Estatuas para jardim.
Vasos para jardim e cemiterio.
Galoes, trinas, espiguilha c volantes pata
armadores.
Manuel Tarares Cordoiro lem para vender fu-
mo para charutos de todas as qualidades, gigos rom
champagne em garrafas*, e meias, do melhor aulor,
c nutras mais gneros : 110 armazcm n. IS, na 1ra-
vessa da Madre de Dos.
1 POR SEDULAS VELBAS A 39000 e tfOOO O
PAR, QUEM DEIXARA' DE COMPRAR.
A'unida, pecbincha de bortecuins o sapaloes de
lustre franeezes pira houiein, ditos de beterro t de
lustre de Nantes, tanto para horneo) como para me-
nino, muilo proprios para a esiai-.io presente, alm
diflo um novo e completa rortimeolo de calvados de
todas as qualidades. tanto para linmein como para
senhora, meninos e meninas, tudo por preco muitu
commodo, a troc de sdalas velhas : no aierro da
Roa-Vista, defroulS la lionera u. t.
DEPOSITO DO CHOCOLATE HYGIE-
NICO DA FABRICA COLONIAL.
Este chocolate, o nico preparado com
substancias puras, nutritivas, e Ingieni-
cas: vende-se em easa de L' Lecomte Fe-
ron & C: ruada Cruz n. 20.
Precos:
Eitra-fno. '. 800 a lib.
Superior. (i 10
Fino.....500
Moinhos do vento
"om bombasde repino para regar borlase baixa,
decapim. 11a fiindi'.a de I). W. Bowman : na rua
do Ilriim us: ti, 8 c 10.
CEMENTO ROMANO.
Vende-sc superior cemenlo em barricas e a- reta-
'o, no armazem da ruada Cadeia de Santo Amo-
nio de materiaes por prero mais em conla.
COBERTORES ESCROS E
BRAMOS.
Na rua do Crcspojoja da esquina que volla para a
radea, vendem-se coberiures oscuros, proprios para
escravos, a 7J(*. ditos Brandes, bem eocorpadus, a
1?K0, ditos brancos a l;00, dilos com pello mi-
ando os de lia a I9S8O, dilos de laa a 'JJiHKl cada
um.
CAL PE LISBOA A .sOOOUS.
Vendem-se barril rom cal de Lisboa, chciiadn no
ultimo navio a 4^000por cada uma : na rua do Tra-
piche 11. Iti, segundo andar.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vendse saccas grandes comtir.tiito su-
perior l'arinlia de mandioca por preco
eommoao : no .irma.em n. l do hecco
do Azeite de I'ei\e; ou a tratar com Anto-
nio, de Alinala Gomes&C, na rua do
Trapiche Novan, l, segundo andar.
SARJA PRETA E SETIM
4'0. '
Na rua du Crespo, loja n. ti, vende-te superior
sarja despalmla, muilo laraa,, pelo diminuto preeo
le :W'IHI e J.-MitH) o covado, selim maco a -00'c
l-JKIo covado, panno prelo de :fcj000, 3OOO, .sOOO
e **O00 o covado.
FABINHA DE MANDIOCA.
Vende-ssc superior iiriiiha de mandio-
ca, ein saccas epte lni um alqueire, me-
dida velha, por preco commodo: nos
arma/.cns n. 5, 5 e 7 defronte da escadi-
nha, e no armazem defronte da poj-ia da
auaodega, ou a tratar no escriptorio de
Xovaes & C, na rua do Trapiche n. -Vi,
primeiro andar.
GEKE8T0 ROMAHO.
Vende-se superior cemenlo em barricas grandes ;
assim como lambem vendein-se as linas : aira/, .in
theatro, armazem de Joaquim Lopes de Almeida.
Riscado de Iisti as de cores, pt opt io
para palitos, calcas e aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, luja da tsquiua que
Milla para a cadeia.
Chales de merino' de. cores, de muito
bom josto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Lm casa de .1. Keller&C, na rua
da Cruz. n. .">.*) ha para vender excel-
lentes piano* vmdos ltimamente de Ham-
hurgo.
A IjtOOO, 2.500 e 55000.
Vende-se melpomeno de duas largaran rom qua-
dros acbamaloladiis para vestidos de senhora a 19O
covado; selim prelo .Mac.io, excrlleule para vesti-
dos a :>> o covado; leucos de ramluaia de linho li-
nos bordados e loro, pela boira a .V* rada um ; rain-
hraia de linho lina a 39 a vara ; assim romo diver-
sas "atenas per commodo prero : na rua da Cadeia
do Hecife luja da esquina 11. SO.
CHARUTOS DEHAVANA.
Vendem-se saperjoret charutos de Haraea, [Mir
preeo commodo : na rua do Crespo o. 23.
Vende-se el'eclivanieiile alcool deo a 40
graos
em p.pa, barris 011 caadas : na I'raia de Santa Hi-
ja, ilislilarao de I ranea.
ARROZ DO MARANHA'O.
Vende-se no armazem n. 16 do beceo
do Azeite do I'ei.xe, por preco commodo.
gsrez, tara de summa importancia aus reverendos
pregadores.
sortimento de brinS, lano para cal-
ca como pata palito.
Veiulo.e linm franco/, de quadros a (i'O 11 vara,
r,
ras
do Crespo n. ti.
Vendem-se em casa de S. P. Jolm.s-
ton iV C., na rua de. Senzala Nova 11. 4 2.
Sellins nglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes hionzeados.
Cliitmliocm lenco!, barra e niutiicao.
Farello de Lisboa.
Lonas inglesas.
Fio de sapateiro e de vela.
Va<|uetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. !IT.
CFJEMO ROMANO BRACO.
\ ende-se remeiiln rumanu branco, chesado agora,
de superior qualidade. inoilo superior ao .In consu-
mo, em barricas e as tinas : alraz do theatro, arma-
zem de tahuas de piubo.
Tai xas par*: engenhos.
Na fundicao' de ferro de U. W.
liow iiiann na rua do Bruna, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taitas de ferio
fundido e batido de a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
I uceo commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sera despesa ao comprador.
AOS SRS. DE ENGENHO.
(: PE(lE\0 TIMIII IIK AVARIA.
llaela enraiua.la e amarella a 500 rs. o covado :
na roa do Crespo loja da esquina, que volla 'para a
Cadeia.
Na rua do Trapiche n. 1 escriptorio
de Ktandera BrandiS&C, vende-se por
precos razoaveis.
Lonas, a imitarao das du llussia, de
muilo boa qualidade.
Papel para imprimir, formato grande e
pequeo.
Papel de cores em caixas sorlidas, mui-
to proprio para forrar chapeos.
Papel almaco e de peso, branco e azul,
de boas qualidades.
Graxa para arreios de carro.
Candelabros de torces de feilto ele-
gante.
Tapetes finos.
Alvaiade de /.neo muito superior ao al-
vatade commum, com o competente sec-
cante.
Na rua do Vi&arie n. t'J, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chesado de Lisboa pela barca Cru-
tirlriu.
'& POTASSA BRAS1LEIRA. f^
f^) Vende-se superior potassa, la- (^
(A bricada no Kio de Janeiro, che- /ft
ttA iT:u'a recentemente, recommen- .a*.
#
a
la-se aos seuliores de engenhos os
Xf seus bons effeftos ja' experimen- ^
w lados: na rua da Cru/.n. 20, ai- W
9) mazm de L. Leconte Feron & 3
(%t) Companhia. A
Vende-sc encllenle taimado de piuho, recen-
temente chegado da America : na rm de Apollo
'trapiche do Ferreira, a cntender-sc com o adminis
rador do mesmo.
AOS SENHOKES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da nvenca' do Dr. Eduar-
do Stollif em Berlin, empregado as co-
lonias injjlezas e hollndezas, com gran-
de vantagem para o mclboramcnto do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
V. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz. n. 4.
Devoto Christao.
Sabio a luz a 2. edicao do livrinho denominado
Devoto Chrislao,mais correcto e acresecntado: vnde-
se nicamente na livraria n. 6e 8 da praca da In-
dependencia a bi rs. cada ciemplar.
PBL1CACAO' KELIGIOSA.
Sahio a lu o novoMe7.de Maria, adoptado pelos
reverendissimos padrescapuchinhos de N. S. da Pe-
ona dcsla cidade, augmentado com a novena da Se-
nhoru da ConceioSo, e da noticia histrica da me-
daiha milagrosa, e deN. S. do Bom Conselho : ven-
de-se nicamente na livraria n.lie 8 da praca da
independencia, a IjjOOO.
Na rua do Vigario n; 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas,' redo\vas, scho-
tickes, modinbas tudo modernissimo ,
cliegado do Rio de J.-'ieiro.
Vendem-se ricos c modernos pianos, rccenle-
meute chegados, de exccllenles voies, e precos com-
modos em rasa de V O. Bieber & Companhia, rua
da Cruz. n. 4.
Venden:-se lonas da Rtissia por preco
commodo, e do superior qualidade: no
armazem de N. O. Bieber & Ct, rua da
Cruz 11. i.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nesle estabelccimento continua a ha-
ver um completo sortimento do moen-
das e metas rioendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos. para
dito. '
Vende-te um cabriolcl com coherla c os com-
petentes arreius para um cavallo, tudo quasi novo :
par ver, no aierro da Boa-Vista, armazem do. Sr.
Miguel Segeire, e para Iralar no Hecife rua do Trapi-
che B. 14, primeiro andar.
Deposito de vinho de cham- *S?
t pagneChateaU-Ay, primeiraqui- .
^ lidade, de propnedade do conde 01
(^ de Marcui'
S.cifen,20
g* de toda a Champagne, vende-se
' a 56$000 rs. cada caixa, acha-se
^ nicamente em casa de L. Le-
W comte Feron & Companhia. X. %
B.As caixas sao mareadas a ib- &
H goConde de Marcui Ie os ro- tf|
^, tnlos das garrafas sao a/.ues.
Potassa.
No antigo deposito da rua da Cadeii: Velha, es-
criptorio n. t-J, vende-se muilo superior potassa da
Kussia, americana e do lti da Janeiro, a prcrus ba-
ralos que he par fechar conlas.
Na rua do Vlg ario n. 19 primeiro andar, lem a
venda a superior flanella para forro de sellins che-
gada recenlemenle da America.
Vendem-se no armazem 11..GO, da rua da Ca-
deia do Iterife, de llenrv tiibscn, ns mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
Vende-sc superior arroi a 21400 c kH) a arroba, e o f> 1 rs. a libra : na rua
Direila n. S.
rua da Cruz do lie-, S*
esle vinho, o melhor

-21 n o covado
2K0 b
560 b vara
400 covado
ROO b
corle
Vende-se no Maiiguinho, taberna da ea|ea alia, i pipas e 2jogos de caiileiros, em bum es,i0
MECHANISHO PAR ENSE-
NHO
NA I IT.ND1CAO DE FIKRO DO ENGE
NIIEIKO DAVID \V. BOVVNIAX. .nA
RUA do BHUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha senipr..... grande sorlimenln dos sesuinles ob-
jcrlos de inerhaiiKinus proprios para ettnjenbot, a sa-
ber : nioeniia, e nleias mocadas da mais moderna
construir.,,. ; |,M, ,,e fcrro funJj,|0 e halido, de
SUPf'O'q......''alee ,1^ lo.ln, > lamanhos : rodas
deiidat para agua 00 animar*, de lodas as propor-
roes ; cr.vos c breas de fornalha e reaislro de bo-
eiro. aouilhfte.. broax, para tusos ecaWMrSst, moi-
nliu de mandioca, ele, elr.
NA MESMA TNDICA'O.
ritota ,^a,n,l0a "senrommendaseom a twperi.^
mudur. e Z e Cm a "cvi'la P'ettesa e com-
inu.liilade em prero.
CHAROPE
DO
BOSQUE
<) nico deposito rnntinia a ser un botica ic Bar-
tliidomen Francisco de Soosa, na na tarja da Kosa-
rio n..((, jarraras grandes50501 e pequeas 3atW.
IMPORTANTE PABA 0 PLBLICO.
I ara cura de phlisiea rm lodos os seus dillerenles
raes quer motivada por conslipacoes, (osse, aslh-
ma. pleunz. escaos ,le saogue, d pello, palpilarao no corarVi. coqueluche, bronchile
dr una garganta, e lodas as molestias dos oreaos pul-
monares.
Ao barato.
Na rua do Ouclmado n. "IS vendem-se as sesuinles
fazeiidas:
Chalespretosde lia para as devolas dal-oiilia a 3>500
<.lulas linas I. ame/a.........,
Rojeados franreies com quadros
Umbralas trncelas lindos padroes.
Alpacas de quadros com lisias de
seda.........*
Mel|iomcne de laa roni quadros.'
Cortee de rambraia de seda fjgOBO.
jilos de chine n> sed........hjh,
. s da ca.emir,, de cores 800 ,
tos de rambraia aberb..... ^wo B
Chapeos rraucer.es para hoincin. -,-ooo
VENDESEA DINHEIROAYIS-
TA PELO BARATO PRECO PA-
RA ACABAR COM A PECHIH-
CHA.
I)a-se amostras deixando penhor.
AOS AMANTES DA HOAPINGV
VINHO VERDE:
Alerla que che^-oo n rua Novan. V> laberaj,'
o evcllenle vinhu deiinminado Crimea, pelo dinrl-
iiulo prero do 3tK) rs. a aarrata eSOI) rs. a eaua-
da ; a elles rresuces antes que se acabe, pois osfre-
Siiezes sRo muitos.c o liquido he pouco.
Vende-se vinho verde a 25IIOO rs. a canada,*en-
do a sanara a 80 rs. : no pateo do l'araizo 11. 18.
Nendein-se meias barricas com farf-
ulla de lii;o: no armazcm de Malheus
Austtu & C., rua da Senzala-Velha n.
loe.
v EEUAO XILATIMIO.
Na roa do Amonm iv il'.t, armazem de .Manuel
dos Santos Pinto, ha muilo superior feijao mulati-
uho em saccas, por preco commodo.
PECHIHCHA IGUAL SO' NA
CALIFORNIA. OU NO PAS-
SEIO PUBLICO N. 9.
Vendeui-se pe9as de ma-
dapolo de,4*.palmos de
largura pelo barato pre-
9deS00, 1^000,2.^500,
."5^200 e 5^500; a ellas
que sao poucas'a vista dos
freg-uezes.
' SEBASTOPOL.
Chcsou pelo paquete iiule uma fa/euda tolal-
mente nova, toda de seda, campo assetinado, com
quadros larnus e de lislras lambem apelilladas o
mais lindo possivel, ullinio elisio em l'ans, rum o
nome SEBASTOl'OL : vende-sc nicamente na lo-
ja .la rua do Queimadn 11. 10, pelu dimiuolo preco
do 132!W rs. o covado : dau-.e as amostras com pe-
nhor,
ESCRAVOS FUGID
oT
t.KM .Mil. ItEIS DE GHATIFICACAO*.
Dtsappareceu no dia 8 de selembru de 185 o es-
cravo, erieulo, de nome Anlonio, cor fula, represen-
ta ter 30 a .!."> anuos, pouco mais ou menos, he mui-
lu ladiuu, cosluma trucar o uume c mtilular-ie forro,
e quan.io fe v perseguido diz que he desertor ; foi
esrmvo de Antonio Jos de Sanl'Anna, morador no
engenho Cail, da comarca de Santo A11S0, do po-
der de quem desapparereu ; escudo capturado e re-
celludo a cadeia dcsla cidade com o nome de Pedio
Sereno cmll de asuslo, fui ahi embarcado por exe-
cuco de Jos Di.is .In Silva tiuimaraes, e ullima-
nienlc arrematado cm praca publica do iuizo da se-
cunda vara desta'cidade ein 30 do mesmo mez, pelo
abaixo assisnadn. Os *icnaes sio os sesuinles : ida-
de :0 a :."> anuos, estatura recular, cabellos pretos e
carapinli.iilos, c.ir amulatada, ulhos cscuros, nariz
srande e rosso, beiros urossos, o scinlilanle'fechado,
bem barbado, cojn lodosos denles na frente; roga-
se as autoridades policiaes, rapiiacs decampo e pes-
soas particulares, o apprchudam e manden! tiesta
prara do Kecife, na rua larga do Rosario n. -Ji, que
receber a eral iticacAo cima, e protesta conlra querc
o liver occullu.Manoel de Almetv. Jipes.
Uesappareceu no dia 11), indo vender tapioca
como rosluina, a prcta Joaquina, beis condecida por
ser esla sua venda ha muilo lempo, a qual he baja,
magra, c de maior de Oannos, tem o andar tropeco
como quem esto caldudo, lem as oius com uus ral-
los por cima dos dedos, c n.lo os pode abrir bem :
levuu M'-li lo de j.iiiua azul e panno da Cosa tam-
bem azul : quem a pegar, leve-a i Irfvessa da'l'rem-
pe n. y.
Uesappareceu no dia 13 docorrenle, as 11 ho-
ras, do dia, uin esclavo de naeao.de nome Abrhaiu,
com idade de *> anuos, cor pre:. baixo, ps e indos
pequeos, quaudu anda naoasjeala bem o calcanhar
do pe direilo 110 chao ; levou c-ifisa e calja asul de
algodao, chapeo de palha rom / bonete dentro : a
pessna que o pegar, dirija-se roa Direila 11. 3; que
ser.i .-ratificado.
Urbano, crioulo, dejdide de anuos, pouco
mais ou menos, qife j coler x pMar de branco,
alio, cor pela meia claranaernas fina, puuca b.-r-
b.i, rosto regular, beirustiissos, laltando-lhe us den-
les da l'renlc do lado "na : leudo viudo esla
prara 1111 na seguiule; leudo dilo en raminliu a cultos nar-
ceiros, que nao vollava mais para o mallo, pelo que
soppc-se ter-se ocriillado ou fgido: por isso ro-
c. -e as vigilantes autoridades policiaes o r.iram
piemler, raso seja encontrado nesla, prara e seus ar-
rabaldes, e mesmo aos Srs. capitesde campo, que
o pu.ler.m levar 1 roa do Kangel n. l, segundo an-
dar, onde crio recompensados ueuersamnile.
_ Do engenho Benlo Bello, propriedade do l>a-
chaiel l'cdro Belliao, dcsippaiecca a \1 de marro
prximo passado, o moleque Uinnliasm, crioolo, le
13 mnos, cambado, lula, sabio com camisa de aleo-
ilfln .- quem o pegar, leve-o ao referido engenho, ou
nesta prara a Aulonio Jorge Gaerra. que ser gratifi-
cado.
Uesappareceu do engenho Hora Jess, da cor
marra do Cabo, 110 dia i do crreme mez, o eservo
de nome Vrente, cabra, de idade de :K1 annos, alto,
sec'-o, hombros largos, sem barba, cabellos corridos,
ps cumpridos e chatos ; levou. aira f camisa de sl-
go.lao branco, e um barrete de'niciaj.i usado; he
dislillador, toca rabera, galla e woli ; he tilliu do
serijo da Serra do Ma. litis : quem o prender levan-
do-., ao mesmo engenho ou ii casa,do romniendadnr
l.ttie ("nimcs Ferreira. uu Moudegu, ser generoia-
metde recompensado.
CEM .Mil. RES DE CKATIEICACAO'.
Pc-.:|.p.n ei-i-u nu dia G de dezembro do anuo pr-
ximo passado. Benedicta, de \H atino, de idade, ven-
ga, cor acabnrlada ; levou um vestido de chila rom
lislras cor de rosa ede caf, e oulro tambem de clil-
1 branco com palmas, um lenco amarello no pesro-
ro j deshelado: quem a apprchciider eondu.ta-a ,.
Apipiirns, no Oiteiro, em rasa de Jnfio I.eite de Are-
vedo, ou uo Kerife. na piara do Corpo Sanio 11. 17
que recebern a gralilicarAn cima.
l'BKN. TV1. DE M. F. DE FABIA. -IfeS.
MHTii flnn


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