Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00956


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Full Text
ANNO XXXI. N. 85.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por- 3 mezes vencidos 4,500.
SEXTA FEIRA 13 DE ABRIL DE 1855.
Po anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!,
DIARIO DE PERNAMBUCO
KXCAHUi.i; ADOS DA SBSCRIPC-VO- CAMBIOS.
Itecife, o propriclario M. E. de Karin ; Rio lo Ja- Sobre Londres, a 27 1/2 d. por 1$.
neiro, o Sr. Jh'hi Pereira Martina ; Babia, o Sr I). l'aris, 3io a 350 rs. por 1 i.
Duprad ; Macein, o Sr. Joaquim Beniardo de Men- .. .nftnnr lli
donen ; Paraliiba. o Sr. Cervario Virlor da Nalivi- .s ,\JV l0* Pr l0" ..
dad; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Jnior; Hio de Janeiro, 2 1/2 por 0/0 de rebate.
Anreaty. Sr. Amonio de l.emns Braza;Cearn, o Sr. Arres do banco 40 0/0 de premio.
VtHuriano Augusto Borges; MaranliAo, o Sr. Joa- da companhia de Beberibe ao par.
quim Marques Kodrisuos ; Piaullv, c-Sr. Dominaos .- ._____......
Herculano Ackilc. Pes.ua Goarene. ; Para. oSr. Jos- da <*>mpanh.a de seguros ao par.
ino J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jcronymo da Cusa. I isconto de letlras de 8 a 10 por 0/0.
METAES.
(Juro.Oncas hcspar^olas- 29*000
, Modas de 05400 velhas. 16C000
de 65400 novas. 1CJ000
do 49000. oro00
Praia.l'ataces brasileiros. 19040
Pesos columnarios, 19940
mexicanos..... 15860
PARTIDA DOS CORIIEIOS.
Olinda, iodos os dias.
Caruar, Bonito c Garanlwnsas dias 1 e 15.
\ illa-Bulla, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 13 e 28.
Goianna e I'arahiba, seguuta e sexlas-feiras.
Victoria e Natal, as quints-Mras.
. rREAMAR DEliOJE.
"rimeira 1 hora e 18 minutada tarde.
Segunda I hora e 42 minutas da manha.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commcrcio,'segundasequintas-feiras.
Relacao, teirjas-eiras e sabliados.
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas.
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio dia.
2* vara do civel, quartase sabbados ao meio dia.
EPUEMEMDES.
Abiil 2 La cheia aos8 minutos e 36 segun-
dos da tarde.
9 Qiiarlominguantc as 7 horas, 12 mi-
nutos e 39 segundos da larde.
16 I.ua'rrova a 1 horas, 16 minutos*
36 segundos da tarde.
24 Quariorresrente as 3 horas, 37 mi-
nutos 40 segundos da manha.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. I.'olan. Ss. Acacio o Hugo bb.
10 Terca. 2." oitava.S. Ezoquiel profeta.
11 Quarta. S. Lino Magno p. douior da Igreja.
12 (luinla. Ss. Vctor e Vcssia mm.-, S. Julio.
13 Sexta. S. Hermenegildo priuc|w m.
14 Sabbado. S. Domnina v. ; S. Tiburcio.
15 Domingo. 1. dupoisd.i Pasroa. Ss. Euthiquio,
Olympiada e Pausilipo mm.
Hontcm cuiecou a distrihuirao deste
DIARIO do Chora-Menino a Apipncos:
o enliores que residem pelas estradas
contidas entre osdous extremos leferidos,
qnciiam mandar suas declaracoes a' li-
wraria da piara da Independencia n.
6 e 8 que proinp'tamente serao servidos.
A. distribtiirao se fara' de modo t|ue at 7
horas da manha seja entregue o DIARIO
aoa senhores assignantes de Apipucos.
Adverte-se aos Srs. subscriptores que
teem a pagar o quartel da assignatura,
nue s se reputa achantado o pagamento
feito at o dia 15.
PARTE OFFICIAL.
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expedante do di 4 de abril.
Oflicio Ao Eint. presidente da Parahiha, devol-
vendo jolgados pela jnnla de juslica os processos
verbaesdns soldados Cosme Jote Ribeiro, Bol lar mi-
no Pereira de Soazi, Joaqun Pereira dos Santos.
Filippe Nery da Silv*, e do furriel Jos EslevAo da
Costa Faria, pertencenles o qualro primeiros ao
meio balaltiAu provisorio, e o ultimo ao corpa de po-
lica daqaella provincia.Igual ao E\m. presideiile
do Crar, devolvendo o procesen do> soldado do meio
batalhao llalli Minoel Antonio do Nascimento.Ao
Exm. presidente das Alagn os dns soldados Jofto
Josa Rodrigo*, Manuel Amonio da Silva e Eufrasio
Alves da Rocha, pertencenles ao 8. balalhAo de in-
fantaria ; e ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte, o soldado Antonio Jrw da Triodade, da rom-
pankia Da de caradores daquelta proviacia.
DitoAoExm. commandanle superior nacional do Recife, recommendando a expedido de
so as ordena para que da mesnii guarda nacional
marche para a frente da igreja matriz da Boa-Vista
ilmi guardas de honra, sendo ama no dia 6 deste
mez as 3 horas da Urde, para acompanhar o procis-
1* de enterro, c a nutra no dia 8 as 6 horas da ma-
nMa, para assistir a festa da ReaiurreicAo do Se-
nhor, e acompanhar a respectiva procissAo.
DitoAo Eira. marc,clial commandanle das armas
inlciraudo-o de que a theseuraria de fazenda tem dr-
ilem para indemnisar o 2." batalhao de infantaria a
quanli de oitu mil res,que segundo os documentos
qoe S. Ezc. rcmelteu fui distendida rom a inhuma-
ran dos cadveres do msico Gregorio de Souza lia-
riel, c do soldado Amaro Jos Gomes.
DitoAo mesino, para mandar apresenlar um
soldado da eavallaria no juiz municipal da 1.a vara,
para levar as autoridades poliiinc- deste termo os
ofliciot acerca da convocarn da segunda sessAo do
jary.Cotnmunieoe-ee ao referido joiz
DitoAo inspector ija Ihesouraria de fazenda, re- |
commendando que f^F i justar as mutas do meslrc
do patacho Pirnpama, relativamente ao? tdijeclos
qoe leem sido forneeidos para o inesmo patacho.
' Communirou--: ao inspector do arsenal de mari-
nha.
Dilo Ao mesmo, aulorisando-o, vista de sua
informarn, a mandar adianlar ao lenle l.uu da
Franja de Carval|io, que .tem de seguir para a Pa-
rahiha, o sold correspondente ao presente mez.
Participou-te ao marerhal commandaote das ar-
mas.
DitoAo chefe de pnlieia, inleirando-'o de haver
Iransmittido Ihesouraria provincial, para ser paga
estando nos termos leg.ie-, a cunta que S. S. remet-
tea da despeza /etta com o sustento dos presos pohres
da caileii do Cabo,. nos mezes do Janeiro a maieo
deste anno.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, re-
commondandii que faja aeguir com brevidade para
o Rio Grande do Norte, os dez barris de plvora
vindoi da corte no hiate *>;iu. com destino aquel-
la provincia.
DitoAo mesmo, accusamlo recebido o oflicio em
qoe Saic. fazendo ver a necessidade de crear-se nina
aula de geometra pratica naqurlle arsenal, solicita
permissAo para ensaiaro que for conveniente a se-
melhanle respeilo ; e declarando em rrsposla rpje po-
de Smc. mandar fazer laes ensaios, cncarregaulo
dess trahalhu ao I, lente da armada Manoel An-
tonio Vital de Oliveira.
DiloAo director das obras publicas, recommen-
dando que mande por novamente em prar i a obra
do 12 lairro da estradv-do sol, servindo de base o oT-
ferecimenlo feito por Francisco Alves de Miranda Va-
rejo.
DitoAo mesmo, inteirando-o de haver concedi-
do 3 mezes de liccnra na forma do ait. 9. do regu-
taineulo de (i de Janeiro de 1K">:1, ao amanuense da
secretaria do gnverno Kaymniido Nonato Scbilks.
J)iloAo director das obras publicas, dizendo
qeo arroflaitanle da obra da ponte do Tanquinho
deva ultimar a dita obra de ciinformidide com o seu
eonlralo,fazenthcom areia a ultima carnada do ater-
ro da estrada.
DitoA'camira municipal de Olinda, dizendo
que, coBi a copia que remetle'do, parecer do consc-
llieir presidente da relacflo, responde ao cilicio em
que a metmi estriara pede eselerecimento sobre o
modo porque deve ser substituido o 4. juiz de paz,
no caso de impedimento oti snspeirAo,
PortaraAo director do arsenal de guerra, para
forurcer ao destacamento da Capuuga um lampean,
un coco de beber agua, e goarda da reuera da
Boa-Visla urna talha, um lampeo e um eco.
Communicou-se ao chefe de polica.
DitaAo agente da companhia das barcas de va-
por, recommendando a expedirn das convenientes
ordens, para que uo vapor qoe se eapera do sul, seja
transportado para o Maranho o soldado do 5." hata-
IhAo de totalitaria Victorino Pereira da Silva.Parli-
cipou-se ao Eim. marcchal commandaote das armas.
OfllcioAo Exm. marechal commandanlc das ar-
mas, aolorisaudo-u, .i Msla duseu ullirin n. i il, a
mandar entregar a Diogo Soares de Albuquerque,
por ser escravo deste, o preto Antonio de qoe traa o
citado oflicio.
Dito Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
traiismittiodo o aviso de leltra n. 46, na importan-
cia de IUOHOO rs. sacrada pela Ihesouraria de fazen-
da da provincia do Rio Grande do Norte, sobre a
dessa e a favor de Jo3o Felicio de Mello. Partici-
pnue ao Eim. presidente da qudla provincia.
DiluAo mesmo, inleirando-ode haver suhmetti-
do a drri-.ln do Exm. Sr. ministro da fazenda, a con-
sulla que S. S. fez, se com cuello devem reverter em
favor do beneficiado oa dos cofres geraes, os 8 por
cento dedu/.idns do capital das roteras concedidas
para o desenvolvmento da industria do oicho da
seda.
Dilo Ao mesmo, autorisando, vista da infor-
maran do Exm. marchal commaudante das armas,
a mandar pagar ao alferes Manoel Joaquim Maclra-
do, a clape correspondente aos doos mezes de licen-
r;a que elle blete para tratar de sua sade.Parli-
cipou-se ao referido marechal.
DitoAo chefe de polica, inleirandn-n de haver
Iransmitlido A Ihesouraria provincial, alim de sircm
pagas estando nos lermos legaes, as cotilas qoe S. S-
remelteii das despezas feitas rom o sustento dos pre-
sos pobres da cadeia de Nazareth, no mez de Janei-
ro ultimo, e com o fornecimenlo de luz para as pri-
soes da referida cadeia no mencionado mez de Ja-
neiro.
Dilo Ao juiz relator da junta de justica, Irans-
mitiiudo para ser relatado em sesslto da mesma jun-
ta, o processo verbal do alferes do segundo batalhao
te infantaria, Jos Juaquim Capislrano. Inteirou*
se an Exm. marechal commandanle das armas.
Dito Ao commaudante do corpo de polica, de-
clarando haver Iransmittido a Ihesouraria provincial,
para ser paga estando nos termos legaes, a conta
qoe Smc. remelln da despeza feita durante o mez
de marro ultimo, rom o sustento dos Bous clcelas
empreados no terviro da limpeza e asseio do quar-
tel daqucllo curpo.
Dilo Ao director das obras publicas, iuleirau-
do-o deque expedir nrdem a<> inspector da lliesoo-
raria provincial, para qne i vista ilocompetente cer
lilicado, mande pagar ao arreinalante do quinto tan
cu da estrada da Escada, a importancia da segond
prestarlo a qire tem dirilo.
DiloAo inspector da tbesouraria provincial, par
mandar por em hasta publica, a obra do calc,amenl
do segundo laen d/i estada da Escada, servindo
base a es que remelle por copia.Communicou-se ao directo
das'obras publicas.
Portara--Nomeando, para" o lugar de director d
collegio dosorphaos, ao commendarior Vicente Tho
maz Pires de Figueiredo Camargo.Communicou-
ao nomeado.
Dila Mandando admillir ao servicodo exerriln
como voluntario, por esparo de seis annos, ao paisa
no Paulo Jos Ribeiro, que percebera, alm dos ven
cimentes que por le Ihe compelirem, o premio d
3OOJO00 rs. ; igual acerca de Antonio Mara da Cosi-
ta.Fizeram-se as necessarias communiearoes a re:
pello.
! Paalo Fe val.
------SKGUNDA- PARTE.
P.AW5-
i CAPin i.o i
A avenida (abridle.
-vi ?
,bl|'X
Nos Campos Klrsens de Homero e de Virgilio ha
diversos re^wolinipntns. Nao he como no nosso co
cbrislao, onde a fclietriarit he nniforme, e cuntiste
para lodos no infamo exlase. IN sabir, amigos da
p-lnvra, disserlavam gravcmenle debaiio de frescos
prticos, os jsvveus suerreiros lancavam o danlo, cor-
riam, o% sesuiam de longe o cnxamede sombras en-
cantadoras, ijiie iam brincar entre as llores os poe-
tas onh.'ivam nos busques sagrados, onde o es|ioso
procurava a^lma da companlicira. Tinha-se a Ixra
e a balisa, o carro liseiro e o corsel rpido ; liidia-
se a laca dos festn e essa outra laca, cin rujo fu mo
cculla-se lambem a embriaguez. BjccIio e Venus
sahiam o caminlin dns infernos.
O Paralizo rfJ Mnlliere* he um E.lcn pagan. Nc|-
le as casias miilliplirain-sc c o capricho domina.
Ah floeiisle o grande nivel do cominuiiismo rhris-
tAo. Enlre duas niulheres dadas, ambas recolhid.is,
ha a mesma difieren que da-sc entre a perspectiva
brilhaiile de ulna ra larga e magnifica ao aspecto
lortunsn d um beceo ciu nome. Indos esses amos
tem atas j un- de garra dourada, uulros de chita a
de/, sidos o melro.
as profundidades em que s venes cahem feon-
fusaineutc ; pas lodo o parnizo he liiniladn por um
fosao que cliama-se o inferno) ninguein pude reco-
nhecer verdadeirainenle se as azassAo de chita ou de
garfil; porcui todos s,ibriu que os andrajos da garr.a
Ao uiuilo man vis que o da chita.
Para esbocar smente a historia natural de nossos
Relamo tlai compran feitas para as obra* e para
decoraran da cata da Faculdadede Direilo, alin-
de o camero das obras al o fim.
1851. Sctembro -26.A Pereira & Silva
por k duziasde laboas de forro de lou-
ro, 1208000 rcis, i ditas de ditas de
assoalho para andaimes iO-^OOO rs.,
20 caibros 95000 r.., 10 peca's de cor-
das 28600........(o) IVI ix)
dem :)0.A Jos Goncalves Marlins
por 1 duzias de.laboas de forro de lou-
ro 1209000 rs., 2 ditas de dila de as-
soalho 109000 rs., 1 barril para agua
2J00 rs. ........ (o) 162800
Oulubro 4 Ao mesmo por 4 cosladi-
nhos de oitirira 28-000 is., 2 mil li-
jlos de ladrillio 608000. rs., > cai-
bros 119000 rs., 20 cordas 18200. (o) 1008200
dem 9.A Manoel Duarte Renta por
4 costadinhos de amarellu 568000 rs.,
4 duzias de forro de lonro 1208000 rs-,
4 enchameisde 33 p. 218000 rs., 4 vi-
golas de 28 p. 328000 .... (o) 2328000
dem 15.A Pereira & Silva por 3 du-
zias de forro de louro 909000 rs., 2
duzias de assoalho de louro728000 rs.,
6 laboas de amarello 428000 r., 2 cos-
ladinhosdenilicica 148000 rs. (o) 2188000
dem dem.A Manoel Moreira da Sil-
va por 50 alqueires de cal prela 129
rs., Il mAos travesas 12^)00 rs., 4 en-
chameis de 35 p. 18000 (o) 449000
dem 20.A Manoel Duarte FerrAo por
8 cosladinhot de oiticia 568000 rs., 8
enchameis de 35 p. 488000 r., 2 du-
zias de forro de maro 649000 rs., 25
caibros 128000 r-t., 4 laboas de assoalho
de^ouro 128800 rs., 90 eorrlirrrr.-
. 18800 rs........(o) 183>10O
dem dem.A Manoel Antonio l'eixei-
ra por i duzias de laboas de assoalho
de louro 1448000,30 caibros 158 rs. (o) 1595000
dem dem.A Pereira & Silva por 3
duzias do laboas de forro de louro 908
rs., 1 dila de assoalho de louro 369000
rs., 3 vigas para Ihesouras 219000, 3
enchameis de 32 p. 16S000 rs., 500 li-
jollos de ladrilho 168000 rs., 200 le-
Ihas (18000.......'(o) 1888500
1854. Ou(ubro31.A Manoel Raimundo
dos Prazeres por 8 bancos de ama-
rello........ (d) 1609000
dem 31 .A Pereira & Silva por 2 ban-
cos de amarello 40&000rs., 18 covado*
de damasco de 1,1a 368000 rs., 4 escri-
vaninhas 208000 rs., 25 covado de da-
masco de seda 808000 rs., 1 salva de
mclal 128000 rs., 5 lapeles. finos 508
rs., 1 cochim de damasco de seda 259,
3 capachos 18920 rs., 6 copos linos 68,
2 mesas de amarello pulido, eobertas
de panno 808000 r., 1 lavatorio, ba-
ca e jarro 108000 rs., 7 varas de franja
de onro com 50 oitavas 509000 (d) 4118720
dem 8.A Jos Gonralves de Maga-
IhAes Bastos por pregos e ferragens (o) 869720
A Manoel Antonio Teixeira por IXradei-
ras de Jacaranda 1629000 rs., 12 ditas
de amarello 728000 rs., 1 ufa de Ja-
caranda 909000 r., 1 dito de amarello
fiftJOOO r., 2 consolos de jacarando
1709000 rs. ..... (d) 5548000
dem idem.A Pereira & Silva por 12
varas de galao de seda 96OO rs., 3
covados de panno verde 128000 r* 3
pares de lanleroas com mangas de vi-
d ro 21-8000 rs., 24 mochos de amarello
768000 rs., 6 cabides com 9 tornos
cada om 609000 rs., 1 mesa grande de
amarello com 4 gavela IOO9OOO rs.. 1
mesa redonda de amarello 268 rs. (d) 5219100
A Jos Goncalves da Silva, por 2 dnzias
de laboas de louro de assoalho 6O9OOO
rs., 1 dila d dita de forro 288000 rs.,
1 taboa do amarello de assoalho "8000
rr., 1 eostadinho de amarello 99OOO1S.,
1 costado de imarello 15-000 rs. (o) 1199000
Ni'wrmbr 26.\ ThontAr. de Aiiuinn
Carvalho por '1 dazias de assoalho de
louro de segunda sorle. (o) 1128000
Dezembrn 4.A Joaquim Jos Tavares
por 10 bancos depalhinha 1808000rs.,
2 bancas eobertas de panno 808 rs. (d) 2608000
dem 6.A Manoel Moreira da Silva
por 12 tainas de amarello assoalho 849
rs., 3 costados de dito 459000 rs., 12
mAos Iravessas 308000 rs. (o) 1599000
dem 15.A Manoel Crrela de Sania
Clara por 7 duzias de forro de louro
1968000 rs.. 6 laboas e assoalho de
louro 188000 rs...../ (o) 2119000
dem 21.A Manoel Raymnndo dos
Praieres por 2 bancos de amarello (d) 408000
[dem 23.A Joaquim Jos Tavares por
10 bancos de amarello forrado de pa-
Ihinha.........(d) I8O9OOO
dem 30.A Ignacio Francisco Cabral
Canlanil por 4 duzias de laboas de
forro de louro 1128000 rs., 2 dilas de
laboas de assoalho 609000 rs., 10 maos
lrevessas*1290OO.....() 1849000
1855. Janeiro 4.A Manoel Antonio
Teixcira por 200 alqueires de cal a 200
rs., medida jiova......(o) 408000
dem'5. V Manoel Duarte FerrAo por
405 alqueires de cal a 200 rs., medida
nova ,.....(o) 818000
dem 12.AThomazde Aquino Carva-
lho por10bancosdeamarelloa189(d) 1809000
Ao mesmo, por 30 caibros 109200 rs., 6
laboas de assoalho de amarello 128000
rs., 2 duzias de forro de lonro 568000
2 dilas de assoalho de louro .568000 (o) 1648200
dem 16.A Ignacio F'rancisco Cabra)
Canlanil por 4 mil lijlos de ladrilho
1128000 rs., 6 canoas de areia 7-3680
rs., 4 imlheiros de lelhas 1369000 rs.,
2 mil lijollos de alvenaria grnssa
408000 ......... (o) 2959680
dem idem.Ao mesmo, por 60 caibros
grossos 488000 rs.. 80 duzias de ripas
198200 rs., 60 cachorros de madeira
I89OOO rs., 4 enchameis de 32 palmos
I29OOO rs., 4 ditos de 35 palmos sobre
3|4 209000....... '(o) 1178200
dem idem.A Joaquim Ignacio Ribeiro
por urna porco de Untas e oleo (o) 278220
dem 29.A Christovam Stat por 8
varanda de ferro *, (o)
dem 31.A Jos Duarte Couinlio por
756 vidro de varios lamaikas (o;
Fevereiro 1.A Thomaz 4 Aqoino
Carvalho por 10 bancos de amarello
com acento de palhinha (d)
Ao mesmo por 4 laboas de aaiarello 249
rs., 6 dilas de forro dilo 248900 rs., 6
ditas de assoalho de lourc largas
228800 rs., 2 cosUdinhos de aMrelfo
1880U0 rs., 3 duzias de assotlho de
louro Urano 489000 rs. (o)
Ao mesmo, por 5 eadeiras inagisraes pa-
ra o collegio das arles, sendo te ama-
rello envernisado.....(d)
dem 22.A Jos Goncalves di Maga-
IhAcs por pregos e varias ferratens. (o)
dem 29.A Antonio Roberto por 10
peras de papel de forrar sala (d)
Marco 18.A Manoel Duarlc FerrAo por
87 covados de lapele ordinaria 1118360
rs., 34 ditos de ditos fino 1O2S000 rs.,
1 sinela de bronze 218525 r*., 6 cova-
dos de casemira verde 98601' rs., 3 co-
vados de encerado 68000 rs 9 varas
de galAo de seda 59760 rs. (d)
dem 20.A Thomaz de Aqu 10 Carva-
lho por 10 mesas de amarelh enverni-
sadas..........(d)
1288000
1568800
1808000
1729800
1359000
878100
1018000
38200
58800
88360
29000
2599245
1009000
6:6819085
\u >hm*o 11. 33 de 10 de fecerelro do rorren-
te anuo inlerrompimos a puhticacao deste roman-
ce por hacer feito o mesmo a pTsse, de onde o tra-
cuzUwiQs, como porm lenha cessado a interrup-
duo, denoco o cerner amos.
anjos seriam necessarias dez resmas de papel, o 0-
lliar de. Balzac e a paciencia de Huiln, genero he
um : a mulher. Mas as especie dividem-se indefi-
nidamente, e em cada especie as variedades sAo in-
numeraveis. Cada variedade quer ser feliz m
maueira. Paris tem por missAo produzir essas felici-
dades cscollu. Todas as delicias brotara, e cada
anjn colhe a llor preferida.
Ha ahi reparlimenlos como no campos da felici-
dade pagAa. O manual dos divertimentos de Paris
ascmelha-se muito a um tratado de geographia. Os
prazeres do bairro do Saint Germain nao Ao primos
dos do monte Breda; o riso nobre da ra de Anjou-
Sainl-llonoro se envergoiiharia de ter parentesco
rom o riso franco da na de La Harpe. Enlre os sa-
Kieae Mabille ha o Ocano; Mabille pretende que
ha nutro Ocano entre elle e*a Grande-Chaumiere.
Convm notar que a Chaumicre escarnece de Ma-
bille. que Mabille zomba da Chaussc-d'Anlin, que
a Cbausse-d'Anliii sorri com desprezo fallando dos
arredores dos Campos Elseos, e que estes ergucm
os hombros pensando na ra de Saint-Dominiquc.
Anjos da aristocracia, anjos da diplomacia, anjos
da adminisIrarAu e da fazenda, anjos da arle, anjos
de aventura eanjos de guerra, enxarae risonho! es-
voarai quanlo quizerdrs, o para'i/.u he grande, tem
para ledos vos ar, esparo c irnor. Sois o centro de
allracrau, anjos dilosos ; ludo quanlo deleita a vista,
o goslo, o olphalo coouvido lanra-se para vos as-
sim como o ferro corre para o imn. A abcslruz vos
envia as bellas pennas de suas a/as, a marla lebeli-
na morre legando-TW seu maulo magnifico, n armi-
nho, qoe prefere a inurlen ftrgunha, deixa-vos scus
despojos. Anjos amados, uem sempre leudes os pre-
eunccilos do atiiiinliu.
Iloin Dens! inorrer por urna nndna, qnando ha o
aliinpador! E drinais a tnica niiprial da rsniptu-
ii, o linhu rundido c swnbolim be um vestido inle-
rior que aingaem T. Vvei, anjos queridos! Vivei
langa lempn, vivei scrupre para que o mundo dos
amores leitlia um centro. Vivei cumo um rosal. Tu-
das as manbaas quaula flores 111111.das! porem nu-
tras j desalirocham, c o ramiilbele conserva sua
frescura radiosa. Que importa a rosa de honlem "
\ ne, bellos anjos.
Sois as flores do rosal, lendes nina hora para bri-
Ihar, urna hora para ha la orar sobre a haslea gracio-
samente inclinada, vossa corulla cheia de sorrisos,
una hora para prodigali vossos perfumes. Mas al.! flor deliciosa, que ser de
ti, qnando o beijo ardenle do sol le houver feilo
murchar e envelhecer ? A manha nutra flor oceupa-
ri leu lugar, e o ramalhete sempre completo nao le
,29560
69100
38200
38200
Nesla conta as parcellas precedidas da lettra (o)
pertencem a obra ; as precedidas da lettra (d) a de-
coracau c finalmente as precedidas da Mita (m) 1
mudanra da academia para o ecife.
I'riineira conta das de nutubro de 1854.
(o) A Pedro Alvesde Orvalhi, por varios
orretos, reribo n. 1........"i.i,l 10
(o) Ao mesmo por oulros carrelos, recibo
o. 2. ,..........59400
(o) Ao metano pe vario oulros carretos,
rebido n. 3.......... 78000
(o) Ao mesmo por oulros carrelos, .recibo
n. 4.............. 129880
0) Ao mesmo por varios oulros carretos,
recibo n. 5......., 178200
(o) A Antonio Jos Marlins, por carrelos,
recibo n. 6.,........ 58600
(o) A Antonio Francisco dos Sanios, pelo
raiamenlo de toda a casa, recibo n. 7. 328000
(o) A Aagusfo Jusc Teixcira, pelo fcilio do
amphilhcatro, recibo n. 8......359000
(d) Ao mesmo por concert de banco?,
recibo n. 9..........28-9000
(o) A Manoel Antonio Teixcira, por varios
carrelos, recibo n. 10.......69800
(o) A l.tiiz Antonio Vieira, por varios car-
relos, recibo n. 11........ 7->200
(o) A Eidiriaun da Silva. dem, recibo
n. 12...........'. .19000
(o) A Antonio de Souza Maia, por idem,
recibo n. 13..........99600
(o) A 'o Duarle Cootinbn, por urna por-
eao de vidros. recibo 11. 14......118880
im) A Manuel Jos Pinto, por viagens que
fez a Olinda, recibo n. 15......68210
(m) A J0A0 Manoel de Siqueira, por alu-
guel de sua canoa, recibo n. 16. 319000
(I) A Ccrmano Otario de Oliveira c Mello
pelo dourado da cpula, recibo n. 17. 808000
(o) A Pedro Alves de Carvalho, por varias
miudezas, recibo n. 18.......719560
(d) A Claudino Egidio dos Santos, por lor-
neamento, recibo n. 19.......98600
(o) Por qualro gatos de ferro, pequeos. 800
(o) Por qualro ditos maiores...... 960
(o) Por barris que foram de manteiga para
fazer tinas........... 960
(o) Por dous caixoes para carregar enlu-
Iho............. 640
(d Por urna pnrcAo de parafuso pequeos. 920
(o) Por 15 pecas de corda a 60 rs. 900
(d) Por allineles, tatas de bomba, e outras
miudezas.........., 8I0
(d) Por duas varas e mcia de brim ordina-
relos de 24 bancos grandes 24 eadeiras e
mais oulros objeelos........
(o) Ao mesmo por carrelos de 12 laboas de
amarello assoalho e 3 costadinhos 12
mAos Iravessas.........
(o) A Manoel Honorato do Espirito Santo,
por carrelos de i duzias de laboas de lou-
ro, 2 bancos, e 2 duzias de assoalho urna
de forro e una lahoa de amarello, um
caslado c um eostadinho......
(d) A Antonio Candido, por rarrelo de t
mes grnale e 12 mosoa......
(m) A Manoel Jos Piulo, por 2 viagens de
c para Olinda.........39520
(o)AAnlonio Muniz Goncalves, para car-
retos de 30 caibros, 2 tnboasde amarello
2 duzias de louro de forro, 2 dilas de as-
soalho. ..."........
(o) Ao mesmo por carrelos de 4 laboas as-
soalho amarell", 6 ditas de forro, 6 ditas
assoalho louro, 2 costadinlioa de amarel-
lo, 3 duzias de louro assoalho. .
(0} Ao mesmo por carretos de 4 duzias de
laboas de forro, 2 de assoalho, 10 mAos
Iravessas............
(d) Ao mesmo por 5 eadeiras magislraes, .e
10 bancos......'.....
o) Ao mesmo por 4,000 lijlos de ladrilho,
4 dilos de lelhas c 1,000 lijlo de alve-
naria, 5 canoas ue areia.....; 259000
(o)Ao mesmo por 4 varanda de ferro. 69OOO
(o) A Jos Duarle Coutinho, por 3 < al-
queires de cal.........69720
10) Ao mesmo por 3 dilos......5?760
(ra1 A J0A0 Manoel de Siqueira, por frelo
de urna canoa para (Hiada. .... 48000
(d) A Alexandre Jos Ribeiro, por (rayes-
seiro de marroqnim........3/000
(d)A Cami'lo de l.elis Torres, empreada
de urna baluslrada........208800
{o) A Antonio Francisco dos Sautos, cala-
dora dejo salas.........488000
(o) A Jos Machado Bolelho, por 4 galos e
72 madrinhas..........
(o) Ao mesmo por 4 descancos e 4 galos.
(o) A Joo Francisco Gomes, por feilio de
urna -ob'ira..........
.'o) A Antonio Jos Dias da Silva, or 2 ca-
nos de zinco..........
(o) Aos prelos que carregaram paos e la-
bois pera andaimes........
(d)Aos prelos que carregaram os bancos da
casa do marcineiro para a obra. .
obra........7596OO
---- 123.-880
2:7188780
Das notas que se obscrcam abaixo das contal an-
teriores resultam as segulnles parcelas:
Despezas feita com a obra.....6:7273040
Ditas com a decoracAo ....... 3:3118935
Dilas cun a mudanra da faculdade '1'1-VliO
lamentar. laso he justo ; pensavas est manha na
llor mu clia '
Vivei vosa hora. Essas borboletas, vossos aman-
tes e inimigos sAo epheineros como vs; lendes lem-
po de amar e odiar a muilos e de malat un com os*
oulros.
Reinai, eslendei o leque sobre o mundo tributa-
rio. N.in lendes smente os tecidos indianos e rhi-
aezes, o 011ro inglez, os diamantes de Mysore e de
Nepaul, as rendas europeas, os perfumea da Asia,
as pe Miras moscovitas, lendes lambem os proprlot
Moscovitas, os Inglezes, os Indios, os Chinezes, to-
dos os cidadAos do globo. Vosso paraizo, molheres,
he o eixo em torno do qual gyram os res da 11 nato.
Havia amigamente um pan. eslranho, em que as
mulheres faziam a guerra e as leis: nao era o parai-
zo das mulheres. As Amazonas 11A0 erara maia mu-
lheres ; porque commelliam o crime de mutilar sua
formo.ora. Tyrannisavam os bnmens; mas ineom-
modavam-se miiilnpara isso: cis-aqaisua falla. An-
jos, nAo leudes ncccssidadc de desfigurar o coito ;
ttwaa lindas m.Vos 11A0 eslo callejadas forc,a de a-
perlar narco; 11A0 promuleais leis, e dcixais ao ou-
Iro sexo a glora dos ellos ofiicos de soldado, advo-
cado, juiz, lalielliAo e commissario, prometleis vo-
lunlariamenle obediencia com lano que vossos se-
nhores nbaixem-sc a vossos ps como escravos. As
Amazonas eram crealuras tolas I
O verdadeiro prazerhe sujoilar o homem adorna-
do de toda a sua'dignidade varonil, pr-lhe urna Irel-
liuopescoro. meller-lhc nm frco enlre os denles,
emlim doma-lo rumo um corsel nobre e altivo. Oue
gozo haveria em domar um sendeiro de aluguel t
As Amazonas fa/.em-nos rir com seus hnmens cos-
I111 t'iros e criadores de meninos. A historia anliga di
a entender que os sexos linliain trucado os coslumes
e ns insliuctus. Onueramos apostar que esses senho-
res punliam papelotes nos cabellos c arrebique as
faces, liuham caprichos e eram galanteados. U paiz
das, Amazonas era lalvez o paraizo dus humen-.
ianlo as esplieras elevadas como as mais modestas
sAo igualmente habitadas por anjos: por loria a par-
le os ha. Para pretender ao titulo de anjo basta ser
mulher, o Parisiense. Ora loda a mulher he Pari-
siense, (piando mura dentro das fortiflearujes Ce Pa-
r* e professa a religiAo de Paris : he esse o ponto
capital. Urna mulher nascida em Paris pode nAo ser
Parisiense ; pelo contrario lodas as mulheres nasci-
das as provincias nu em naizes eslrangeiros e pre-
cipitadas em Paris pela sua vocacAo o por direilo
Parisienses. A palavra PARAIZO implica eslas
norfte: um paraizo nao he urna patria, porm urna
conquista.
Nesla conln as parcelas precedidas da leltra (o)
pertencem i obra : as precedidas da lettra (d) i de-
coraran, e finalmente as nrecedtdas da lettra (m) a
mudanra da academia de Olinda para o Recife'.
.Segunda conta das despezas miudat dada a 22 de
ferereiro de 1855.
(d) A Claudino Egidio dos Santos, por fei-
lio de 20 balaustres e envernisamento de
12 ditos...........98000
(d) Ao mesmo por feilio de 10 dilos. 58920
(d) Ao i ni'-1 r o por feilio de 14 dilas enver-
nisamento de 17, feilio e envernisamen-
lo mais de 6 dilo grandes......249600
( za de 9 bancos.........148400
(dj A l.ourenro Autonio Marliniano, con-
cert de 6 dito....., 98600
(o; A Manoel Nones Vieira, por carretos
405 alqueires de cal prela.....88600
'd A Pedro Alves de Carvalho, por car-
O universo todo sabe que as Parisienses andam
liem, dansam mellior, fallam com minia arara. >3o
adoravelmenle casquilhas, lem o desembarazo das
criadas de Moliere, e sabem enredar sua vida ataja
como as comedias de Mr. cribe. Sua mauciras sAo
exquisitas, seu vestuario inimitavel, ellas dirigem a
moda na cinco parle do mundo. Tildo isto he ver-
dade ; mas runvm comprehender o sentido da pala-
vra Parisiense. A Parisienses formam um corpo
escolbido enlre as lidias de Eva, assim como os cala-
dores de Vinccnnes na nossa infantaria. Nao he urna
rara como imprudentemente o lem proclamado os
myopes ; he urna phalange.
Eram nove horas e meia da noile. Chilln e seu
amigo l.oriol eslavam em Paris desde que annilece-
ra. A carruagem da marqueza que servir de carro
Iriumpbal aos nossos dous joven llreloe- para en-
Irarem na capital do inundo civlisado, parir na
ra de Malignoi dianie de orna casa de bella appa-
rencia, onde a marquera resida. Chifln e l.oiiol
ajudados pela csruridAo poderam esquivar-se sem al
trafair n altcncAo dos criadus, c caminkaram ao aca-
so de mAos dadas.
.Para onde vamos "! pergunlou l.oriol.
Chilln nAo respoodeu ; porque desvava o roslo.
Sem esse inovmento, l.orint ler-lhe-hia visto os
olhos inundados de lagrimas. Porque chorava
Chifln i
O primeiro efleilo produzido he a sensaran de so-
lamente profundo no meio dc-se povo numeroso. A
raa Malignos nloenche-ae mullo de gente ; com lu-
do Chifln eslava como desluinbniila.si l.oriol allra-
bio-a para .1 calcada, porque ella nAo afaslavVsc para
deitar passar as carruagens.
Cerlaniente, dase o joven BrclAo menos rom-
movido que a companheira, lodas as carruagens de
Paris passam por esta ra... J contei mais de una
duzia !
Oh Chiilonniihu. acrescentou o rapazinlio,
aquella he a mais bonila !
Era um mnibus lodo pintado de amarello, e com
dezeseis viajantes.
Eis aqu arvores lornou l.oriol que sosleula-
va nsinlio a conversar;Ao... Paris esta acabado !
Chilln pareceu dispertar do sonho, e lanzando os
olhos em torno de si, disse :
He por onde viemos ; Paris anda nao c-
mecou.
E11IA0 para onde vamos''. pergunlou l.oriol se-
gunda vez.
NAo sei, responden Chilln, e depo acresceu-
139520
38200
48000
18280
239000
9.-I20
149000
38360
25:1*280
Nesla cohla as parcellas precedidas da leltra (o
pertencem a obra ; as precedidas da leltra (d) a dc-
enracao, c finalmente a- preoedidas da lellra mi" :i
mudanrja da academia de Olinda para o Recife.
Terceiru conta das depezas miadas dada a 31 de
marco de 1855.
(d) -^ Anlnnio Pomingns Tiiilo \K*r nloaocl-
de eadeiras. S. R. N. 1......
(ti) A Izidoro l.ourenrn do Nasrinicnlo, de
raspar e olear 8 bancos grandes, 12 pe-
queos, recibo n. 2........
(ti) A Jos Felormino Ribeiro, por assen-
larc envernisado douloral, como do re-
cibo n. 3...........
(o) A Claudino Egydio dos Santos por 10
marelas para as varandas, como do re-
cibo n. 4...........
(o) A Jos Bolelho Machado pelo ferros da
sinela, e qualro gatos pequeos de ferro,
como do recibo 5........99800
608080
. ^^^^
Nesla cotila as parcellas precedidas da letra (o;
pertencem i obra : as precedidas da lellra (d) de
coracan. e finalmente as precedidas da lettra (m)
mudanra da academia de Olinda para o Recife.
Conta dos jornaes dos operarios, desde o principio
at ao fim da obra.
De 27 de setembro a 6 de oulubro de
85'........... 908640
De 7 de oulubro a 14 do mesmo 1378760
De 15 de oulubro a 20 do mesmo 2088000
De 21 de oulubro a 27 do mesmo 2269160
De 28 de oulubro a .1 de iiovembro. 1708520
De 4 de novembro a 10 do mesmo 1489840
De 11 de noyembrn a 17 do mesmo. 1298000
De 18 tle novembro a 21 do mesmo. 609360
De 25 de noverrlhro a 30 do mesmo. K7 11
De 1 ile dezemhro a 7 do mesmo. IOO98OO
De 9 de dezembrn a 15 do mesmo. M09800
De 16 de dezemhro a 22 do mesmo. 1499390
De 2:1 de dei.embro a 30 do mesmo. 619320
De 2 de Janeiro a 4 do mesmo de 1855. 768840
De 7 de Janeiro a 12 do mesmo. 1679660
De 13 de Janeiro .ilsil.....1..... 1639680
De 20 de Janeiro a 26 do mesmo. 20:18010
De 27 de Janeiro a 1 de fevereiro. 1268160
De 3 de fevereiro a 9 do mesmo. 1038140
De 10 de fevereiro a 16 do mesmo. 528:160
2:5949900
Folha dos operarios escravos durante o
mez de oulubro de 1854. 488280
Dila de dilosal a conclnsAo da
ton turnando a cabir em sua distraccAo : Temos
lempo.
Eslavam na avenida Gabrielle. A noile era escu-
ra, linba chuvido durante o dia, as podras cobriam-
se de urna carnada liquida e brilhante, c debaixo das
arvores viam-se luzir os charcos. O bosque nao ti-
nha passeiadore, os botequins eslavam fechados, e
quando Chifln e l.oiiol passaram, as senlinellas dos
Campos El\ seos nAoviram mais ninguem.
Esses dous joven Brcloes eram vagabundo, c
como laes nAolemiam a solida : eslavam habitua-
dos a andar tanto de noile como de dia alravez dos
campse pelas veredas batidas. Mas ahi Chifln e
Doriol linham medo ; o corac,Ao da rapariguioha cer-
rava-se, e o rapazinho estremeca. Sentiam que nAo
eslavam mais em seo paiz, nos vertladeiros campos
do boni Dos. Essa solido cheia de rumores con-
fusos nAo era a solido campestre ; essa noile em que
alinhavam-se lonsas fleiras de lampeoes nAo era a
noile da cbarueca triste c serena, que nAo lem outra
voz seniio a da brisa nemendo as urzes seccas, nem
outra lu/. sanan os raios claros da la, passando re-
pentinamente entre as nuvens viajantes.
Alguem vem atraz de mis, disse I.orot aper-
tantlo o brac da cump.nilieira, a qual eslremeceu.
as estradas elles nunca linham -applicado assim
o ouvido Iremendo. Voltaram-se, c viram um hu-
mera que levava urna lanlerna na mAo direila c na
esquerda nina varinha terminada por um gaucho de
ferro. Sobre as costas repomava um cesto grande
de viriles grusseiramcnlc trancado. Ouando esse ho-
mem passou dchaixn do lampean de gal vizinho.
Chilln e I.01iul poderam ver que eslava coberto de
farra pea,
Tinliam-iios dilo, peosaram ambos ao mesmo
lempo, que havia em Pars laida riqaea !
Cainiuliando, o homem apanhava com o ganrbo
os pedaeaa de papel qoe jtaocavam o'cb.io e Unca-
va-os no cesto. Chilln e l.oriol que nao sahiam o
que era um Irapeiro esconderin-se alraz de urna
arvore graudr, Coitadus linham solidado a rol,ule
de velludo c de onro.
Oh disse l.oriol em voz baixa, !elle vai can-
tandq urna canean de nossa Ierra.
Silencio disse a raparigtiinlia.
A sapateira '. exclamen o rapazinho.
O (r.ipeiro parou repentinamente, e pergunlou le-
vantando o gancho ?
Quem est ahi '.'
Os dous meninos Rearara mudos e immoveis. *"
Julguei 1er ouvido alguem fallar, murraaroij P
homem.
10:1139735
Releva derlarar atpii quo fnram feilos pe!o arse-
nal de guerra 12 bancos tic amarello envernisados,
c que pela Ihesouraria fui compraiui um relra,lo de
S. M.. e por ipnorarmos os preros respectivos os nAo
iurluimos na cunta cima.
Rettmo dos objectoi comprados.
635 alqueires de cal preta (a)
10 bancos le amarello envernisados com palhinha.
12 bancos de amarello sem palhinha.
1 barril para agua.
190 caibros. (b)
3 covados de panno verde, (c)
6 covados de casemira verde, (ti)
34 covados de lapete lino, (c1
87 covados tle dilo ordinario, (f)
3 covados de encerado fino, (g)
18 dilos de damasco de lAa. (h)
25 dilos de damasco de seda, (i)
1 cochim de damasco com borla de ouro.
6 canoas de areia. (I)
3 capachos. 1
6 copos de idro finos.
18 eadeiras de Jacaranda.
18 dilas de tlito com bracos.
12 dilas de amarello.
6 cabides.
2 consolos de Jacaranda.
4 costados de amarello. .111
5 costadinhos tic amarello. (n)
14 costadinhos de oilicica. (o)
60 cachorros de madeira. (p)
31 duzias ue laboas de forro de louro. (q)
29 113 duzias de laboas de amarello. (r)
80 duzias tle ripas. (s)
i escrivaninha. (I)
27 enchameis.
I franja de 7 varas cora 50 oitavas de ouro. (u)
t lavatorio, baoia e jarro.
24 mochos de amarello.
JO. A mesas "rundes de dilo rom panno.
joesas pequeas de dito envernisadas.
esa grande de amarello.
1 mesa redunda de dilo.
28 mAos Iravessas. (w)
i 1|3 milbeiros tle tclhas. (v)
(i 112 milhciris de lijlos do ladrilho. (x)
2 dilos de dilos de alvcn.iria. (y)
:i pare de Linternas.
"O pecas de curdas:
40 dilas de papel de forrar sala.
I s,.,vi 1 salva de metal pracado.
1 sof tic Jacaranda.
1 sof de amarello.
5 lapides.
29 laboas de assoalho de amarello. (z)
7 travs ou xgolas ()
21 varas degalAo de seda. (")
8 varandas de ferro.
756 vidro do vidfaras de dillerenles (amanlms.
Sotas.
(a) Gnslou-sc nos pilares e peiloris dos geraes, no
mbuco e reboco da frente do collegio das artes. 1
(b) Nos geraes e as eobertas das salas 1, 2 e tam-
ben) nos andaimes.
(c) N'tima mesa da secrelaria.
(d) N'oulra idem dem.
(e No douloral.
(f) Na sala do aclos grandes.
(8) N'uma mesa da secretaria.
(h) Em cobrir qualro mesas as salas 1 e 2.
(i) No docel.
(I) Nos pilares e peiloris dos geraes, as camas
Para os ladrilhos.
(m) Nos frades do douloral, as cornijas e corri-
m.l 1 delles.
(n) as cornijas das varandas do collegio das arles,
nos balaustres do douloral actual e no throno, que
a principio'se fez e 11A0 agradou, no concert de 11
bancos da amiga academia, que chegaram quebra-
dos.
(o) No barrolamcnlo de lodos os Turros que se li-
zcram de novo.
(p) as hrirus dos Iclha.los geraes.
(q) Nos forros das salas 3. i. 5, 15, 16, R. 19 que
se fizeram de novo nos lados dos amphilhealros e
as eobertas dos cachorros das genacs.'
(r) Com esle lahuado fizeram-se os dous amphi-
lhealros. das salas l.S, 2.a, as qojatro portas n.rias
da 1.a, os qualro alisares da sala 8., ns 13 alisares
e arcos da sala 1.a, o assoalho do douloral, e 12 vi-
diar.is internas que sAo de louro, as oito estradas
das oilo eadeiras magislraes, e as prateleiras da tres
salas da bibliolheca 21. 22 c 23.
(s) Nos geraes e nos das eobertas das salas 3.a e 4.a
(t) Nos amphilhealros, nos geraes e na tercas da
sala 4.a
(u) No docel.
(w) Nos forros das salas.
(v) Nos geraes e no retelhamenlo dos deus edifi-
cios.
(x) I,adrilhou-se com este lijdlo o pavimento dos
geraes, parle das salas n. 12, e loda a de u. 17.
(z) Em 18 vidraras do collegio das artes e as ea-
deiras magislraes das salas n. 12 e 4, que foram
feitas a jornal.
(y) Gastaram-so nos pilares e peiloris dos geraes e
as paredes, que se levanlaram por cima dos muros
era que acabara os mesmos.
(*) as cuberas das salas 3 e i que linham tatou-
ras e tercas podres e nos dormenles dos amphithea-
Iros, no lelheiro dos geraes, ele.
(*) Em duas mesas de secrelaria.
. COMISANDO DAS ABUSAS.
Qnartel-ceoeral do commando dai armas ala
Pernambuco na cidade do Recife, em 12 de
abril de 1855.
ORDEM 1)0 DIA N. 27.
O marechal de campo commandanle daa armas
recommenda aos Srs. commaudantes de corpos a
observancia do scguinle
AVISO CIRCULAR.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 10 de marco do 1855.
Illm. e Exm. Sr.S. M. o Imperador lia por bem
determinar, que as pracas do exercilo que, sendo
escusas do servico, lem direilo. em virlude de seus
contratos, concessAo de um prazo de Ierras, pas-
sem os commandanle dos corpos, onde se verifica-
ren) as baixas, um (lulo especial que sera rubrica-
do pelos commaudantes de armas, ou as provin-
cias em qoe os nAo houver, pelos presidente, fa-
zendo-se nesses (lulos expressa menrao do numero
de bracas' quadradas de que rezar o contrato, afim
de qi.e pussam taes pracas requerer nos presidente
das provincias de Santa Catharina ou Rio Grande
do Sul a entrega dos respectivos lotes, a qual safa-
ra segundo se aeka eslabelccido pelo ministerio do
'raperio.
Dos guarde a V. Ex. Pedro de Alcntara Bel-
legarde.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
tote Joaquim Coelho.
Ginforme.Candido teal Ferre'ira, ajudanle de
ordens ehcarregado do delalhe.
E proseguid cantando.
Amigo grilou urna voz de mulher sobre a nu-
tra calcada.
- En bem sabia que linha ouvido alguma coo-
sa i-murmurou o Irapeiro.
Chifln e Lorio! estendiam a rabera alraz da arvo-
re para verem o que ia passar-se.
Do oulro lado da ra eslava parada urna mulher
vestida de seda prela e robera com um veo.
La vou, senhora, l vou responden o Irapeiro
alravessando a ra.
Aquella nAo he medrosa, disse elle comsigo...
Ordinariamente apenas anoilece, essas galinhas fu-
genule ni i m romo se ea fosse o diabo.
Meu amigo, lornoo a desconhecjda, quer ir
boscar-me um /iaere ?
Nao quer meller os pesinhos na lama, disse
anda o Irapeiro comsigo. Quanlo me dar por
isso "f
Dar-lhe-he um franco.
SAo vinlc suldus, disse Chilln ; aqu falla-se
disco rumo de diulicros enlre litis.
O que he um liacre ? pergunlou l.oriol.
l'm franco exclamou o Irapeiro. Nada ha
mais no Cirro ueste lempo, nem carruagens estacio-
nadas na praca da Concordia... Ser necessario ir ao
bairro de Saint llnnor, em frente da ra de An-
goulcmc, 011 alraz da Magdalena, ou na ra do mon-
te Thabor, nu...
Ir onde quizer, nlerrompeu a deseoidiecida
balando iinparicnlcmente com o p sobre a calcada.
Olanlo pcdc-nic '!
O ti upeiro rrlle lio, o disse :
(aumenta ?-uldos.
('.incenla suidos '. repeli Chilln pondo as
mAos.
Se eu soubesse o qoe era fiacre ira buscar um,
disse l.oriol.
>' depressa, tornou a mulher.
Ella nem ao menos regateoo observou Chifln.
Vollarei em um minuto, grilou o Irapeiro pon-
do-sc a caminho. .
Era um bom neguciu ; mas elle linha pezar, e di-
zia comsigo :
Ere rs/JM francos.
.4 mulher dirigio-se lenf.imeiile para a praca da
.oncordia.
Vamo-no, disse Chilln.
NSo, responden Lorio! resolutamente; quero
saber o qrje he um fiacre.
EXTERIOR.
Inglaterra.Londres 19 tle fevereiru.Ha na his-
toria dos povo-, bem como Da dos individuos, cerlos.
periodos crticos, em que ludo coucorre e se reune
para iinprcssonar vivamente os nimos.
A situacao era placida, tranquilla, e regular, e bo-
je lornou se tempestuosa, complexa, e diflicil. Vi-
via-sc em circumstaocias normaes, o de repente
acliaino-nos no mcia de Iraiisloriios c desorden.
A paz semeava o ouro c a abundancia nos campos
do batalha d'Europa, que notaos pai regaran) com
sea wugua ; cada novo coutava os seu desastres o
media a exlenso dossens srrcriflcius, para reivindr-
car o direilo de viver pacificamente e de abrir v seu
soleo no snlu fecundo do progresso, da civilisacao, e
ta liberdade.
A Daroes julgavam que o seu repooso jamis seria
inlerrompido, e essa paz do 40 annos desappareceu.
O dique que se fechara, 011 1815, sobre os cada-
veres de Ircs milhes de humens, cede j em moilos
ponto a pressso da torrente ; araanba, n'uma se-
mana, n'um mez, poder ser arrebatado e innundar
a Europa, desde o oriente ao occidente, e desde o
meio dia ao septentriAo! *
Este estado de perplexidade, que precede os aba-
los previstos, esle receio que accomelte ainda os
mais corajosos vista da conflagraran.que nos aneja-
ra, he anlolliado pelas ames que se acham eDVol-
vitlas, ou siinplesmeule compromellidas na grande
lula, segundo o sen carcter e ndole.
A Allemanha, cuja espada ainda nAo esl tlesem-
bainbada, cnlrelrem as suas incertezas e suavisa os
sens receio enlajando a mclaphisica com a diploma-
cia, e apprcsenlando alravez de mil rodeios tor-
tuosos a finjan d'uina arummotlarAo amigavcl, e
d'uma pazimpossivel.
Ileni diflerenle be o espectculo, que oflerece a
Franca, adoptando o rgimen que duas vezes caduca-
ra, sorprendida e*maravilha da pela ressurreirAo do
phantasma imperial rujo emblema ornava a cabana
do lavrador, cuja Iradirrao, conservava sempre vi-
va 110 corar.10, a r'ranen assiste s evolucoes ousada
do seu governo, sem lemor, e sem prenruparao, com
o -01 riso nos labios, c o conlenlamento no corarAo.
Ella faz anda mais. A este governo absoluto que
procede do seu livre sufragio, ella da todos os solda-
dos e todos os Ihesouros que Ihe pede.
Em dez mezes 280,000 conscriptos serAo tirados da
agricultura, dnrommercio, dns arles e da industria.
Em pouros dias ter assignado espontneamente
dous mil millies para ajudar o imperador a conse-
guir os seus fins. (l&i, estes [ns nao san obras pa-
cificas, nem civilisadoras,no se traa de urna combi-
narn poltico-social para acudir aos proletarios, nem
d'uma empreza d'utitidade publica, nem de .soIucao
d'um problema financeiro, nem da colonisa^Ao d'Ar-
gelia.
Trala-se de comprar cavallos, fundir peras d'arli-
lliarj.i, obuses, balas, e granadas, fabricar sabr* o
espingardas.
Chifln tambem nAo eslava isenla de urna pona
de curiosidad!'.
Adexinh.is o que he, tlnllonninha 1 insisti o
rapazinho. ,
N3o.
Pens que he alguma cousa de comer.
Chifln meneou a rabera.
Ou alguma cousa de beber, ncrescenton Lorio!.
Aquella mulher n.io parece ler fume nem teda,
disse Chifln.
EnlAo o que lie fiacre 1
A' proporrao que a desconhecids dirgia-se prs-
Ca costeando a linha de jardn qoe gnardece a ave-
nida Gabrielle, Chifln e Lorio! seguiam-na abriga-
dos pelas arvore. l.oriol dizia cora muita sabe-
doria :
Se eu tvesse sabido o qoe he /Sacre, leria po-
dido galibar cincuenta sold.
E leriamos ceiado bellamente' sem onecannos
nosso capital.
Oh exclamou l.oriol, eis que o villao volla
com orna carruagem.
Sem duvida o fiacre vem dentro, disse Chifln.
O rapazinho alravessou a ra lodosa em tres tal-
los e olhou pela porlinhola do carro ; mas nada vio.
A desconhecida enlregava nesse momento ao Irapei-
ro o preco convencionado.
E para beber ? pergunlou este.
A desconhecida deu para beber.
Qne viste 1 inlerrogou Chifln, reonindo-se a
l.oriol.
Deve ser muito pequeo, porque nao pode
x-lo.
A' barreira l'oissoniiicre, disse a-desconhecida
ao cocheiro antes de subir, ra da Gnulle d'Or, n....
O Irapeiro que se ia retirando, v. Ilou-se viva-
mente, e disse com profunda admiraran :
Ah a iii.M/mlia vai rasa de liislouri !
No 11 amulo em que a desconhecida suba, urna
ventana levanlou-lbe o xo de fil preto. e a clari-
ilade ilu lanlerna rollocada ao Wo da rarroagem
inuntluu-lbc o roslo.
O Irapeiro esfregou os olhos, dizendo comsigo :
Se a vista nao me encana, lata Morgatle !
A carruagem parti. O coeMro aroulou ossen-
deiros, os qoaes lumaram um trole penivel c des-
igual. .
Senhor, com o brrele na mAo, desejavamos saber o que lia
um fiacre.
O Irapeiro melleu o gancho no cesto, apagn a lea-
lerna e foi em seguimento do carro.
(Confinar-se-*a.)
llEGVfl

Mil Til Afn


~.......mmttmmuiMraioe sislir estemanifeslacflo. Tres dos amotinados fo-
aepo.sdeum acto lio ultrajante consenliria em con- ram presos por ordem de sir Charles Ilolliam.
ir a sir (.fiarles \ai\inr n ..,.,.,,...i- j__. ____ .* .. w .
fiar a sir Charles Napicr o commando d'uma eiqua
dri. '
Por oulra ptrlc,e pelos symptomasjn manisfeslada
pelo senlimenlo publico, pode-*, aflirmar auoila-
roenle que lodos censuram severamenle o chefe da
esquadra do Ballico, e que perdea muilo da sua
grande popularidad!-.
A Inglaterra est passando acloalmenl por urna
rise lerrivel.
Debaixo da pressflo da* circuroslaneias, ella vio
targir de repente os abusos inveterados de que abun-
da. sua adruinistrarilo.
Kica e poderosa enlre lodas as naroes, nAo lem
podido acudir s miserias dos seus soldados. O paiz
indignon-se, e fez ouvir os seus cllbores pela im-
prensa, e dirigi severas censuras ao gabinete nas-
sado. .
Este gabineleVahio, e o que o subsliiuo lem a su"
frente mn hornera que se distingue, sobre (udo, pela
sua acliridade, e por om carcter mui resoluto.
Ningnem duvida deque lord Palmerslon hade, cm
breve, imprimir guerra um vigoroso e salular im-
pulso. Mac conseguir elle applanar estas odiosa,
desigualdades, e eliminar este nepotismo aristocr-
tico, que enchia as reparlicoes publicas do incapaci-
dades orgulbows ? Ulo seria o arduo trabalho .ruma
revolurao completa cm scuselTeitos, maso povo in-
glez sseachaempresenca d'uma crise ministerial
e He males temporarios, cujo remedio podera ser o
effeito d'alguns lonioM efiieazes. Todava a conjun-
tura era propicia para urna cura radical.
(Courrier de Vliurop)
{Echo Popii ar.)
I.i-se no Times :
Vamos examinar as consecuencias polticas da
raorle do imperador Nicolao sobre o estado dos ne-
gocios da Russia, sobre os da Europa e finalmente
sobren, guerra.
Pergnnton-se no principio se a successite ao Ihro-
no era inconleslada. Sim, se as nossas infornwrf.es
sao exactas. Dizem-nos quo o novo imperador rece-
ben as domeaseis de seus subditos no proprio din
da morte dgscu pai, c estamos certos que ostentar'
sobre o llirono as virtudes e a moderarao de que den
provas na vida particular. Mas a sua posieflo l,e
muilo difficil. Ha Irinta
Extracto do Singapore Slrait Times de 16 de Ja-
neiro. ,
Recebemos jornaes de Mclbournc e Adclaide do
Pois b*m a Franca snnscreve com alegra para os
anhics, balas espadas e espingardas.
Um dos molivo, que torna a guerra mui popular
em franca, he o ullimo arto do grande drama mili- principio de dezembro Asdesordens de Ballaral lem
nr.,m(;S' 'ml7!>'2aS<8n,l',aa derrla !,I)8U" '""'"''^ProporcOes de urna revolta. Os mneiros
nofenta da narflo, e a perda de sua conquistas, armados hateram-a. ,i,. .._---------,......
Em seguida, todos os goveruos que succcdeiam ao
imperio, appregenlavam na frente o stvgma de 1814
e 1815, sem que a sua origem ousua ndole Ihes per-
mitis.e nunca apaga-lo, e u que fax o ascendente o a
forra moral de Luiz Napoteao, he o achar-seem per-
feita harmonia de senilmente com unj povo bell-
coso, e de lazer echo com elle, sustentando enrgica-
mente a guerra contra a Russia. *
N.io sao conquistas nem engrandecnicntot terrilo-
riacs que lioje preocupam a Franca.
Depois d'uma immensa gloria adquirida na lula
collossaj de 21 annos. com loda a Europa, perderam
falahnentoosFrancezeso quebavinm alcanzado com
Unto herosmo ; e a nacao aspira hoje nicamente
recuperar cssa gloria, cuja perda a humilquerhava,
lio paasadn, como no presente.
A Franca est prompla a fazer todos os sacrificios;
a Inglaterra pode contar que ella a secundar, e ir
al oude he possivel ehegar para alenncnr o lim
commum.
Poderosamente orgnnisada c sem ter que lenlar
innovacics admini-lralivas, no momento critico da
luja, ella confia as suas armase na sua fortuna, e
naoscdeiadislrabirdos seus trabajhos nem dos
seus projeclos, nem se inquieta cora os resultados da
ultima campanha, nem da futura.
Na Inglaterra, porem, a siluac.no moral he mui di-
versa. O publico est inquieto, agitado, e ludo, jun-
io a urna temperatura de um rigor excepcional con-
Iribue a inculir a tristeza nosanimos.
He que este robusto carvalho, que se chama In-
glaletr, contera ramos antigos.carcomidos e morios,
ponim mui religiosamente respailado pelas adorado-
res fanaliass da Iradicao e do passado.
A criteWinisterialde que acabamos de sahir, nilo
seria sem duvida mais do que um desles incidentes
ordinarios, que o systema representativo Iraz comsi-
go, se nao houvera feilo surgir inmensos conflictos
nos poderes, lacunat, oo empregos duplicados na
administrado publica, e finalmente immensos abu-
sos, e detordens.
Exislia a anarciria nos homens o as coosas.
Eis aqoi, por cxemplo, um grande otucial de ma-
rinha, um illustro soldado, que suflocando em scu
coraeflo o senlimento do dever, e desconbecendo as
leis da jerarchia.aproveilou aoccasiao de um banque-
te em Mansin //orse, paTa denegrir, e menoscabar
o pnmeiro poder mva.1 do paiz, o almiranlado e seo
chefe, sir James tiraham.
Nao ha governo, n3o ha ministerio no mundo que
PIMO OE PEBUiBUCO SEXTA FEIRA IS DE ABRIL OUDE 1855.
armados hater.im-se contra os destacamentos dos
egimenlos 40 e 12. Muilos soldados fornm mor-
ios. Um grande numero de minciros foram'igual-
mente morios. O commssario Roed est prisiuneiro
na* maos dos rebeldes.
Ilouver un meetingt monstrns em Melhournc. Os
mneiros exigem qne sejam posto cm liberdade os
seus prisioneiros, licm como a desliluirflo de Mr.
Postar, secretario das colonias.
O Argos de 6 de dezembro annuncia que este
funrcionarin leo a sua domissfln. Reinava em Mel-
hournc a mais viva agitarlo. Todos os empregados
do governnliaviam prestado juramento como ofli-
ciacs de juslica, mesmo os empregados do correio que
eslava fechado.
Os mneiros levantaran! o estandarte da indepen-
dencia. As elasses respeitaveis sao a favor do gover-
no. O govemadorsir Ch. Ilorjiam, fez um appello a
lodos os cidados animando-os para que se Ihe re-
imissem. Sir Ch. Holhm po.ler marchar para
Bailara! frente de urna escolla de cavallciros ar-
mados, como nunca ha de ter governador algam in-
gle/. Umasazela extraordinaria do governo, publi-
cada era 4 .le rtezemhro, proclama o estado de sitio
no dislriclo de Buning-Yong a comecar do dia 6 de
dezembro; mas est especialmente" declarado que
nao ter lugar nenhuma senlcnca de morte sera o
consenlimento explcito do governo.
As noticias da Australia silo deplnraveis. Anda
que as medidas vigorosas do governador sir Charles
llolham devam, segundo todas as apparencias, tr-
umphar do movimenlo, comludo haver para lamen-
tar urna grande eflusflo de sanguc, c a prosperidade
da colonia com isso ha de soflrer. A nsurreicflo le-
ve a sua origem mais da nalureza e carcter da po-
pulado, do que por um motivo poltico qualquer.
Eis-aqui a causa deslasdcsordcus.
l"m homem chamado Bcnllcy era proprictario do
hotel d'Eurcka as minas de Ballaral. Eslc cslabe-
lecimento lornara-se sospeilo, pois que ah sehavia
enmmcllido um assassinato. Benllcy, preso por este
faci, linha sido absolvdo. Espalhou-se logo o boa-
to por entre os massas, que dousdos magistrados en-
corregados de julgar Benllcy tinham um inleresse
pecuniario no scu hotel. Tal era a causa pela qual
o tinham poupado. No dia immedialo alisolvicflo
desle hornera, furmou-so um ajunlanienlo do 10,000
mneiros que lanraram fogo ao hotel Eureka. A
polica e a forja armada erara insuflUicntespara re-
de Uticos, onde muilos surrumbiram de enfermida-
des a a falla de recursos, Cmnmovida d'esle establo,
dirigi cmaro municipal de lbeos urna represen-
lai;ao ao imperador, que, sendo remeltida assem-
lila legislativa constilninte, consignou eslaa quanlia
de 4::l}*i?j.T00 rs. para por espaco de 2 annos supr
prir-scacada um individuo com urna diaria de 170
r. e cada ehcfe de familia com a de 300 r. no
primefro auno e metade da dita quanlia no segundo.
Com esta providencia o com oulras, como a deman-
dar-so derribar mallas e preparar robado mar-
gem esquerda do rio Cachoeira, 3 i leguas distan-
te da villa, consgoio-se salvar os restos da colonia,
e cslaliclecc-la'dcunilivainenle no terreno, que, ex-
Ircmando a f.vcnda da Victoria, segu at lugar
denominadoCaesna eilenslo de urna legua pou-
co maisoir.mcnos. Actualmente acha-so oceupada
por plantacics de tacan e oulros gneros de cullu-
ra. Ignora-se tambera o numero de cslraugeiros
ahi residentes; mas pequea tem sido a emigracao, e
quasi lodos os fazendeiros ou sao brasileiros ou des-
cendentes dos anligos colonos.
Colonia de Sania ./anuaria.
Oulra tentativa de colonisacao eslranceira fez-se
em 1828. Por aviso de 2i) de fovereiro de 1828 pre-
vinto-se a presidencia que do Rio de Janeiro viram
Igons colonos Irlandezes, os quacs rom efleito aqui
aporlaram cm 28 de marco scgiiiulc no brigue por-
luguez licloria em n." d 222 individuos, formando
101 familias.
Por delibcrarao do consclho do governo foram
mandados para o sitio denominado doRio do Eu-
genho, quatru leguas cima da povoa^ao, hoja Tilia
de Tapcro, encarregando-se direcrao da colonia
a urna commissao presidida pelo ouvidorda comarca.
A locatidade era saudavel, de trras feriis, ptimas
aguas, com cachoeiras ou quedas proprias para u
movimenlo de machinas : mandou-sc derribar mal-
las, fazer rocados, construir um pequeo cnaenho
para ralar mandioca, edificar sufficientc qiianlidade
de casas para lodos os colonos, urna para botica e
residencia do cirorgjao, oulra para o capeliao e urna
capclla separada : dense fcrramcnla para lavoura, e,
em qoanto esta nao offorecesse meios de subsislen-
cia,.uma rac> diaria cala individuo.
Infelizmente nada haslou para contrastar a m es-
colha dos colonos, os quaes dados immoralidade,
embriaguez e a lodos os vicios, abandonaran! a co-
lonia vendendn as ferramcutas e espalhando-se po-
differ.'iilcs lugares, apenas so lhcs suspeudeu a dia-
ria. Da urna semelhaiitc colonia resta pois somenle
a triste Icoibrauca de sua existencia.
Colonia do rh da Salta..
No anuo de 1818, com o fin de povearem-se as
margeos do ro da Salsa enlre Gcquitinhonha e Par-
do, resolveu-sc por portara do governo de 20 de
agosto do 1818, c instruccoes da mesma data, appro-
vailas- por carta regia do 13 de noyembro do dito
l_ anno, o estabelecimeulodc urna colonia ii'aquellc lu-
jar, servindo-lhc de ncleo um destacamento com
posto de Roldados casados, otilorgando-sc-lhes di-
ludar urna nott direccao. Cinco seis leguas de ca-
minho lr.iniil.vel por carro no invern em cada
urna destas estadas ser.lo de incalculavel proveilo n
agricultura.
De S. Frtnciico ao cenlro da freguezia de S. Se-
basttao ota vo mais de 6 a 7 leguas, entrelanto-os
transportes s.'o cuslusiasimos; esta estrada te pode-
rla prolongar ale a freguezia do Cala', se a via fr-
rea nao a aavcssar, como supponho que a atra-
vessar.
De Maragogpe ,, freguezia de S. Philipno e de
Nazarelh a de S. Miguel e mallas d'A.roargosa ha
urgencia de imlhorarem-se as estradas; 'ltenlo o
crescimeulo de sua produccao, que j avulla no
mercado da capital. Assim, ao passo queaprotimas-
semos as dislanca do nao ao literal, desenvolve-
ramos as forjas productivas desles termos, os maig
ricos de nossa provincia.
Nao inrluo aqui o termo da Malla de S. Jo.lo, por
que a esse cslaajjpld.-dps mais pYosperos destinos,
nem o da Cachoeira, porque urna pequea estrada a
frefoezla da Cruz dasAlmas, com a que tem de se-
guir a Chapada, e os nelhoramenlns das ladeiras de
Capoeirossu' c Moriiba, que estao a concloir-sc,
Ihe ser.lo por cm qumlo sufllcientcs.
Nao sao simples projectos as deas que indico ;
urnas esUo em via de execucao, oulras sao de fcil
realisac.lo, havendo loa vontade c perseveranca. Se
a raimnao couber agloria de leva-las a elTcilo, ou-
tro mais feliz o con-eguir : nenhum administrador
pode ser indiiTerenlc lei do progresso e ao brado
das necessidades pubTcas.
Urna presidencia le dous annos c meio, com 0
metes de interriipciij. alm da minha acanhada ca-
pacjdade, n,1o he por certo lempo de sobra para estu-
dar-sc e a(lender-se a tantosohjcclos, que dislrahem
e cansara a mais aturada altenr.lo.
Um grande olisla.ulo, que empece a marcha d'ad-
ministracao, c cujas cousequencias anda agora sin-
lo, mesmo depos la experiencia, qne Icnho adqui-
rido, he a falla deum.centro ou repartidlo de obras
qneorganise, propinha e dirija com uniformidade
os Irabalhos, s a qiem o governo consulte. O presi.
i he hoje, per a&im diter, o cngenlieiro em
Canaliiajo do rio Camorogipe.
Estraila do rio Vernielho.
Campo Grande de S. Pedro.
I.adeira da Gamboa.
Estrada do forle do S. Pedro.
I.adeira de S. Benlo
Dita do Tabo.lo.
Caes das Amarras.
Reparos d cano i ra do Comincrcio.
Ditos do caes entre o Xixi e a Gequitaia
chee da prov.ncia masengenheiro sera sciencia, e Estrada do Orobo aos I.encoes.
mml mili rn.n.'Mi. ,...t ^.i_. ^.______ _i__ ___ *
comludo rcsponsav-l pelos erros e fallas, que dc-
viam reethir sobre s liomens d'arle. Os orcarnentos
e planos sao feilos |or cada um engenheiro indivi-
dualmente, ediver}em segundo a opinio de cada
um dclles, sem que hoja exame, discussu e fiscali-
sano c,,ii """lucio no iiicairoaclia-sa completamente res-
sai.aa. .Si-ra o ri'sidintc o ronipeten c para suppnr I.....-J,. -_ij- ,
Pa i,,, > ~*t~ .1 Murado o concluido, porque pode-se dizer que nun-
ess.1 lacuna confeso que tenho-me por incompe- cil rra (le5(Ie m {amh.
No da 27 de novembro ultimo, urna depulajao
de Riineiros, composla de tres individuos, apresen
lou-se a sir Charles llolham, governador de Victo-
ra. Mr. Blark, que era o orador da denutarao. np-
j-____ _, u"".f' Pc posio (ie soiua.ios casados, oiilorgando-sc-lties di-
dio, cm nomc dos mneiros ou exploradores de ouro :- ..- ... ... ,
,i. n,ii,r..i ., r__. .L versas isencocs. Ale o auno de 1S27 ha idea de ler
de Ballaral, que fossem Doslos emlihenlaila imcH.,c ...
da" ma que
i i' n i r .-. versas isencocs. Ate o auno de 1827 ha
de Ballaral, que fossem poslos em iberi ade tresds .u: .....
.,.,.. all permanecido a goma gene inva ida
seus caiiiaradas aue luham sido nroo ir n.oric '
leus camaradas que luliam sido presos. Sir Charles
Holham declarou que Ihe era impossivcl satisfazer
este pedido.
Os tres incendiarios do hotel Eureka firaram pre-
sos. I.ogo que a depulajao voltuu a Ballarat, o
minciros fizeram mectings monslros. Foram dirigi-
das forjas de polica e de tropa para o thealro da
desorden'.
As medidas militares adoptadas por sir Charles
llolham sao de tal nalureza, que a derrua dos re-
beldes que Icvanlarain o estandarte da independen-
cia, e o seu juste casligo sao certos.
.l/orm'rifl-tVironef).
{Jornal do Commerci de Lisboa).
IITERM.
menos exposlo do que qoalqucr oulro aos perigos
dependentes da fragilidade humana. A morle do
imperador JSicolo entrega o governo da Russia a
um homem sem experiencia e relativamente desco-
miendo do povo o do exercito. Jubja-sc o novo im-
perador Tavoravel paz e opposto ao vclho partido
russo, e cojos conselhos oritnaram a. guerra, trata-
se porm de salier se se*atrever oo se poder gover-
nar conterme aquello principio ou so ha de ceder
ao fanatismo do partido da guerra, dirigido por seo
proprio rm5o o grao-duque Constantino. O impe-
rador Nicolao conseguir contrabalancar os dous
partidos, mas quem sabe se o seu succes'sor o conse-
guir como elle? Emquanto nao adquirir o mara-
villoso ascendente de que sen pai gozara, o exercito
perde osen chefe durante a guerra, e o imperio fi-
ca privado do brago poderoso que por muilo lempo
purera una barreira a barbaria e disfarcraa deb-
idade das suas instituijoes.
A morle de Nicolao he para a Russia nm successo
anda mais importante que a derrota dos seus exer-
citos, a dcslruicao das suas esq'uadras e a invas.lo do
seu territorio.
Os seus etTe.Ios sobre, as relacoe, da Russia com a
Europa ola serflo menos imprtenles.
8 imperador Nicolao pastara no continente, c
com especitlidadc nos pequeo Estado, Alterna*,
como o campeao do absolutismo c enrgico antago-
nista das instituirts liberaes.
Durante.cala guerra temos lido occasiao de obser-
var qual era a sua influencia sobro estas corles al-
ternis.
A morle do imperador Nicolao devo prodozr so-
bre lias o efleito de urna sanlenca de morle. Nao
poden confiar em si proprias, tendo feilo tantos sa-
crificio ao oppressor do seu paiz. O proprio rci da
Prussia, que sacrficou as snas relacOcs com a Russia
a maJor parte da sua dignidade e importancia, sen-
lira naturalmente qoanto he rrag|| nmlt pytlit3
fundada n'onlra consa, que nao seja a opinian dos
seus povos. Em qaanlo guerra he corto que o nos-
so inimigo debilitase Unto no inte-ior como no ex-
terior rom a morte ilo imperador Nicolao. E-la
niorlefaz desapparecer a principal causa da guerra,
c julga-se que o novo czar he inclinado paz.
Ht impossivcl que um principo que aindn hon-
tem snbio ao throno, exija dos seu subditos os mea-
mos sacrificios que um imperador que reinava ha
Irinta annos. Este reinado pode ver-se rodeado de
perigos de que o primeiro eslava isenlo, romo sao
asdiscus-es de familia e no imperio. A guerra e a
5ituac.l extraordinaria na qual se acha a Russia.
podan gratarestos pongos, |le mistcr ou conc|uir
a paz sobre a base j rslabclecida. ou fazer face ao
miiniRO dentro de algims inc/.es no mar Negro ou no
Bltico. Para sustentar a guerra carero de mais fer-
ja que scu pai, que morreu na larefa. EUi porem
em inellior potiji* para fazer a paz ; nao esi. iden-
IrScado cum algoma das prclenjes que causaram a
guerra. Se a lula continua, provocara laes eonvul-
spsna Europa e saliu-ii, que ninguem poder
apasicuar, e qae nodem abalar o imperio at aos
seus fundamentos. Mamo .persuadidos de/que i
inleresse da Itussia he aceitar a paz conforme a
lia ciis qe*unca neoestarias.
A respeito da revolta na Australia lomos o tegun
- le dos jornaes inglezes:
BAHA.
Bclatorio f ppresentado a' aifembl:a leglativa pro-
vincial pelo Eim. presidenta da provincia, na a-
.-."i-) da abertura n9 dia 1 de marco.
(Conclusa ,i.)
Trafico de Africanos.
Nenhum desembarque de Africanos ou lenlaliva
d'esse crime tem havido ou sido ao menos suspeilado.
l'ii le-se por tanto afllrmar que a extiucjaodo trafico
lio uiii.i le.did.idc
Dos Africanos apprehendidos em lempos anterio-
res a lei de deselembro de 1850, e que distribui-
dos fior particulares eslavam soba admimstracao do
juizo dos orpbaos, passarara para a do juizo dos
feitos da fazenda 252, dos quaes 136 obliveram
carias de manumissao, c acham-se sobre si, cm vir-
tudc do quedispoz o decreto i>. 1103 de 28 de de-
zembro Ue 1853, e os 116 restantes as blenlo ape-
nas mostrem estar coroprehendidos na disposirilo
d'esle.
As Africanas lera lido 121 filhns, que exislcm sob
a tutela do juizo dos feilo, c|enlregues- meslres
m s familias honestas, que os pensara. A' proporj.lo
ue v.lo chegando maiordade, enlram na classe de
idadaos |rMIeiros, que ficam sendo pelo faci de
u naseimenlo.
Dos Africanos apprehendidos depois da sobre-
lita lei existem 371, lodos entregues estaheleci-
annos quo o governo da T
Russia est concentrado as maos de um s,i homem, ,
c este poder immen.o foi manejado com um vigor seu naseimenlo.
incnrc-l pelo imperador Nicolao. Este governo pode
convir as maos de um tal homem e cm lempo de d
,., ___ il "e "" ...i... .,, imius .-mii-^iiu- a esia'icien-
IrTrlnZLV < dpPP"ecer ? Os minis- mentes pblicos ou empregados as obras da pro-
teos rcsponsaveis de ara governo conslilncional pe- vincia."
commetter faltes; mas afinal este governo est ColonUarto eslrangeira e nacional.
Qnando aberlos os portes do Brasil ao commer-
ci estrangeiro, e elevado a categora de Reino
Unido, quebradas assim as peas coloniaes, os ho-
mens d'Estado, que dirigiam os negocios pblicos
sob o senhor Dom Joao VI a quem lauto devenios,
len.iiheccram que o notao rpido engrandecimento
dependa principalmente da emigracao etlrangcira, e
cudaram de promove-la, nao foi a nossa provincia
esquecida.
Infelizmente as tentativas, qne se lizeram para
eslefim, tanteantes, como ao lempo da nossa eman-
cipacao pollica. nao surliram o desojado effeilo, e
ale como que se apagaram da lembranra doagover-
ims. Procurai esludar e examinar a origem da colo-
uisacno eslrangeira entre n, as causas que contri-
buirn! rjara o mallogro d'cll o oiestado actual
d'esscs restos, que com o nome de colono ainda
exislcm as comarcas dos libos e Caravellas. Do
archivo da secretara do governo quasi nenhuma luz
colhi por falij, absoluta de dados, e necessilei re-
correr as autoridades locae para obler algumas in-
formaees. So o r. Joaquim Rodrigues de Souza
juit dedircilo de Valonea, subminislrou-me alguns
csclarcciinentos mais positivos respeito da colonia
de Ilhcos e da de Sanlt Januaria, que existi as vi-
sinhancas de Tapero; e de um trabalho do major
Pederneiras exlrahi os que se referem ao estado pre-
sente da de Caravellas. Posto que incompletos, po-
dem servir de ponto de partida exames mais acu-
rados, e dar-yos urna idea de objecto (ao digno de
VOSSa altenrao.
Colonia Leopoldina
Foi fundada em 1818 uo municipio do villa VI-
cosi, margentdorio Pevhvpe. Ignora-se o nume-
ro de colonos, que para all lem entrado desde a po-
ca de sua fundacao at boje; mas o seus estado he
relativamente florcscente. Entretanto|nao pode ser
considerada como nma colonia regular, por quanlo
na agricultura empregam-se quasi exclusivamente
bracos eseraros. No anno de 1851 esta colonia com-
paaha-M de 13 fazendas de caf, possuidas por ou-
lros tantos propietarios de dilTerentes nacr.es, bra-
silciro, suissos, prussianos. banoverianos ele. com
66 pessoasde familia, 2-5 homens livres empregados
c 1-2i3cacravus: A cultura consiste principalmente
na plantajao de cafo, de quo baria entao 2:358,000
pos, produzindo cerca ;da 70.000 arrobas, producto
que deve ter muito augmentado; pois consta que no
de 1853 a cxporlacao ri'c-se genero para esta cidade
e para a do Rio de Janeiro andou em cerra de
100,000 arrobas.
Colonia de S. Jorge dos 11 heos.
Em !r,2:> rbegaram i villa tlgam allcmacs e no seguinle oulros viudos direc-
IiiiicliIo de Rolhcrdam na galera hambiircueza ^mtd
ttrisa, constantes de 28 ca-aes com 161 individuos
de ambos os sexos, entre os quaes alguns ferreiros.
padeiros, relojoeiros, alfaiates, carpinas c machinis-
tas. Ambas estas expedices vieram cusU de Pe-
dro Weyll c scu ocio SancraVer, para se estabe-
leccrem na sesmaria, que para csso fim Ihes fura
concebida cm 1818. Era pela mor parle gente mo-
rigerad!, e que Irouxe ferramenlas, aigum dinheiro
e meios de estabeleecr-se.
foi cscolhida; porm d'essa poca era (liante nao
poudc ser encontrado documente que provasse a ex-
tinecio legal d'esla colonia, que'cuinptelamente des-
appareceu.
Colonia de Mucnrtj.
Volando a assemblca provincial na lei n. 225 a
quant'a de 8:7613 rs. para o cnsaio de colonias mi-
liLires ou agrcolas, foi pete regulameuto de 28 do
novembro de 1815 creada urna colonia militar
margemdo rio Mucury. Ou porque o local fose mal
escolhido, ou porque a gente para ella engajada nao
livesse o vigor e aptidao necessaria, em pouco lem-
po der,ihio a estonia, at que por acto de 6 de ju-
nho de 1819 foi dissolvida, depois do exame de urna
CQjnuussao para esse fim noiiic,ida.
historia d'esla colonia consta do rclatorio de
!*, que vos foi apresenlado pete meu Ilustre an-
tecessor.
Aqui leudes o quadro resumido de ludo quanlo
temos feilo pela colonisacao.
Ih>je lilo ha quem nao reennheja, que esta ques-
iao lie una qeestao Mal para os iiilercsses do paiz;
o governo imperial a esluda com serio cuidado ao
passo que procura dar execuclo lei n. 601 de 18
de seleiubrodc 1850, e para esse lado chamo tambera
a vossa Ilustrada altencao.
explorarlo do cario at yedra de Petrleo
cnaphla.
Sendo provavel a existencia de minas de rarvno
de pedra as comarcas do sol da provincia, nomeei
Jos Francisco Thomaz do Naseimenlo, que linha al-
guma pralica d'esle objecto, para fazer as conveni-
entes exploracoos. Das communcaees recebidas
consta que proseguem os Irabalhos no termo de Ma-
rab' as fazendas denominadas Tejo, Tapera, Tai-
pumerim e riacho Arimiimbera, nio tendoe ainda
encontradro nenhum dos mineracs procurados, e
apenas alguns signad de oulros comhusliveis, que
lera sido remellldos para seren examinados na cor-
le. Cr o encarregado que lera resultado de suas
diligencias. #
A despezas sao feilas pelo ministerio do" im-
perio.
Obras publicas.
O impulso, que tem lido os melhoramenlos matc-
riaes da provincia, dcpreliendc-sedo quadro da de-
peza, que vai junio sob numero 33, desde o anno de
1839 al 15i. De 57:000-3 rs., no minimo 130:0003
rs. no mximo no primeiro quinquenio passou a
(72:000? c 277:0003 no ultimo, formando o com-
puto total no supradilo pciiodo de 2,315:7613968.
Sao porm tantas e tao variadas n'ette ramo a ne-
cessidades da provincia que, apenas de sele anuos
esta parle, sao contiendes e justamente avahados
esses melhoramenlos. E com ludo ainda mui longe
estamos de allender lodas as necessidades, princi-
palmente no qua respeila as vias de comniunicacn;
as despezas com as quacs constiluen meros adianla
mentes. Al
prximos absorvido a raaior parte da rerba de obra
publicas; be lempo de esleudermos o mesmo beata.
ficio a aquelles pontos do interior, onde a pro-
durco he quasi nenhuma pela caresta dos Irans- Thealro publico.
.j--.-------------- ......r_
lente. Administrar bim nao consiste em Indo fazer
por s, he esse o peor meio de adminislrar: com
honrados empregado', que saibam das especialida-
des a que se dedicara sob a fisealisajao superior do
governo, ludo se Tari bem e rpidamente. Julgo
prtenlo cssencial KM direccao das obras que se
crie um centro ou rctarljao, o que se poder con-
seguir sem augmente de despeza nolavel, cncarre-
gando-se a Ihesounria provinciai de muilas das
principaes allribujoc? da mitiga reparlicjlo de obras,
e passando-se para : nova alguns empregados, que
de mais houverem en oulras.
O meio das arremilacSes de qne se lancou m3o
para obviarem-se os inconvenientes da suppressao
da anliga reparlijao, tem acairelado abusos pela li-
ga de certos arrematmtes, que perderam o maior
concurrente na propria adminislracao, hoje inhabi-
litada para empreheader por sj qoalqoer obra de
maior importancia.
A provincia lem a seu servico 9 engenheiro, que
sao empregados na direccao das obras geraes ou
provinciaes. segundo a distribuidlo, que faz a pre-
sidencia, estando o rrajor Pederneiras exclusivamen-
te incumbido das oiiras da navegaejio do Geiuili-
nhonha e comarca de Porlo Sesuro.
Os relatorlos do estado das obras a cargo de cada
um dclles dispnsame de entrar cm delalhese des-
envolvimenlos. Limito-me portante a tpresenlar-
vos a ralada, que se segu, das obra concluidas
dorante o:anno, das que estao em andamento e das
que devem ser rmprehendidas brevemente por es-
tarem sendo promplificados os Irabalhos preparato-
rios. Na dita rclacao inrluo as obra dirigidas por
commissOes particulares em dilTerentes pontos da
provincia.
Obras concluidas.
Reparos da fortaleza de ilc1..i..i,t.
Cocida do quarlel decavaliaria.
Casa do quarlel general.
Reparo do gabinete anatmico da escola de medi-
cina.
A primeira parte do projerto do hospital regimental
no trem do Affliclos.
Palacio archicpiscop.il.
Ra das Flores.
Travessa do Alvo e caos correspondentes.
Trillado da assemblca provincial.
Dito da biblioteca.
Passagem sobre o arco da ra da Valla de Nazarelh
ao Barbalho.
Reparos da casa de prisilo de Saalo Antonio alm
do ('.armo.
I.adeira do Carmn.
Reparos da prisao do Barbalho.
Calcanienm da ladeira de S. Miguel.
Reparos do quarlel da polica c cocinas do mesmo.
Calcamenlo da ra de Sanio Antonio da Mouraria.
Dilo do becco do Coqueiro.
Dito da ra nova de S. liento.
Ra dos Barris e calcamenlo das Iravessas.
Pontes do Pojuca na passagem do Papagaioelmpuca.
Ditas dos f1o6 Jacuipe e Fundo.
- --------- ""' i'icsu-, e man prosegu
Estrada do arraial de S. Jos das Itapororoca ao na conclusao das deraais obras, que
.lf> frtil n
de Coil.
Estrada da Tapera a fazenda do Candeal.
Ponte sobre o riacho Molam na colonia Leopoldina.
--------..... ~~..... L.cu>ui.iiua. '(mwauB| e no ue anso
Prisao c quarlel na casa allugada para este fim em substituida pela do Barbalho.
f :ir i i o '. 1 ,. _
Caravellas.
Ponte de Mariquita.
Iiejo tem a capital eos lugares mais Caljada das ras da Piedadee S. Raimundo.
\lilti a iiciutr iurln .li noi-l... A,. -*------- lfc -____ i*'
condicotti formuladas, e dar ao Oriente as ga'ral .mei0* de es,auelecer-"- NJ<> Icndo-se porm
.mi.. feilo os preparativos necessMias para rccebS-los, e
oceupada a cidade pelas tropas porluguaaas, virim-
e os colonos privado ae lodo os objecto de im-
- porlaeao, e de exporlarem os productos de sua in-
dustria. Abandoniram por itso a colonia pela villa
portes.
Qua Iro sao as estradas geraes, que reclamam a
nossa allencao.
A A que segu da capital para Inhamhiipe,
llapicuru', Geremoabo ale a margem do rio de S.
Francisco no termo deTambu'.'
2:'> A qie passando pela Feira vai sahir ao Joa-
zeiro.
3." A que passando pelo mesmo ponte acaba na
villa de Chiqoe-rhique.
*. A de S. Flix ao termo de Santa Isabel e
dahi ao Rio de t.ontas. Caetil o Urub. Da pri-
meira nada se lem cuidado : a segunda esl deslina-
da ao leilo do camnho de ferro, que abrancera 2"
leguas rnmmims a primeira, e di tade da distancia da terceira. Desla foi levantada a
plante cm teda a sua eitensao, e os Irabalhos lera
de comejar brevemente cm duas secces,da Feira
a Jacobina e da Jacobina Chique-chique, cncur-
lando-sea distancia, tornando-a Iransilavel a carros,
e ahrinde-se asuadas as Iravessas, que silo causa
da inorlandadedo gados em certas pocas do anno.
Do raelhoramenlo da La trata-sc igalmenlc, co-
mecaodo pelo seu peor passo, que he o lugar deob-
mnadoEmparedado.A nova plante deste Iralia-
Iho esta levantada e o orramcnlo a conclur-se, para
que seja posto cm a nema la rao. exislindu em cofre
aqiianlia para esse lim desuada. Corula-me que
prclendem algn cidadao oreanisar urna rompa-
nhia para tomar a si o mclhnramenlo desta estrada :
he esle o meio mais proficuo de levar-te cabo
grandes emprezas, e o governo, habilitado como es-
l pela lei numero 377 de 17 de novembro de 1819
n,lo deixar do 'coadjuva-los no seu patritico em-
penho, se, como espero, loi uar-sc em rcalidadc lio
nobre e louvavel desata.
A par testas, que pela sua cilensao c por liga-
nina capilal os pontos extremos da provincia consi-
dero as suas principaes arterias, colloco pela impor-
tancia da produccao as que deverao corlar o recon-
cavo de gasta Amaro, 8. Francisco, Nazarelh c Ma-
ragogipe.
I'.t cidade de Sanio Amaro devem partir duas es-
tradas, urna que be a de Siibah esta em andamonlo,
c lem de ser prolongada al ganbar os terrenos sec-
eos da freguezia de Olivcira ; a parle j concluida
desla estrada presta grande utilidado aos viajanlcs
que real da Feira ; oulra dever seguir em dircejo

-._------------. ^-1 X...M .aa nuil,ti,1 C ltlUCia (IC
as Ireguezias do Rio fundo e Bom Jardim at sahir dem dem de Santa Cruz.
na estrada dareia, chamada do Inliambuue. Come- dem dem de Bclmonle.
cou esta esirada pelo melhormento do Calote ; mas dem dem de Canavteiras.
reconlieci que essa direccao, alm de mais dispen- Fonle deValenSa
dissa. sena mal long-, e fiz limitar o melhora- Melhoramenlos das ras da Barra e edrida ora a
ment n entrada da cidade, lencionando mandar es- sabir na costa.
Reparos do edificio de S. Raymund (os mais ur-
gentes).
Calcadas das ras de S. Pedro, S. Benlo e adjacenles.
......-----------------.. ..... c ., uc.,.... .. t ., t orueln, ne 0 ierrcno jo engenho
Mellioraraeiilosda ladeira do Capoeirossu cm Caeliu- Retiro, prximo ra da Valla e em pequea dis-
cira. lanciada cidade.
Ditos da de Moriliha dem.
Reparos da cidade de Cachoeira'.
Ponte ilo Pojuca na passagem do Aramar.
Barca de passagem mi porto da villa do Urub.
Casa da cmara e eadcia da villa de Caito.
Reparos da matriz da Penha.
Dlos da de Santo Antonio Alera do Carmo.
Ditos da ra do Paco.
Ditos de Santa Auna de Cetele.
Dilo ila de S. Braz de Tapero.
Dilos da de Jaguarpe.
Conslriicco da igreja matriz do SS. Corarao de
Mara.
Reparos da capellada Ilapna.
Caes de [tapanca.
Cadeia e casa da cmara da villa Nova da Rainha.
Obras que lem de ser carneradas.
Communic.acao enlre Nazarelh e Bom-fim.
Praca o travessa da Ajuda.
Eslrada do emparedado.
Quarlel c prisao da villa de S. Isabel.
Abertura da ra de S. Anna para a da Valla.
Pharol de luz (ha na fortaleza do Mar.
Ponte do Cotorello na cidale de Nazarelh.
Dita sobre o rio Capanema.
Entrada do brcjo.de Santo Antonio a sabir na c-lra-
da gcral doPiauhy.
Aterro na pastasen] do riacho das Pedras. *
Aguadas na eslrada de S. Jos das Ilapororocas.
Ditas u freguezia de Monte Alegre.
Casa da cmara c prisao da villa da Feira de Santa
Anua.
Alem destas, oulras exislem cm projeclo, e depon-
dem de exames e algumas esiao paradas por meno:
necessarias.
Thealro publi'.o.
O edificio do Ihcatro acha-so completamente res-
A commissao encarregada da direccao das obras
corresponden dignamente a confianca do governo.
A despeza (otal inclusive raobilia, pintura e rna-
los chegou a 6i,i23"i7l.
Em selemhro abrio-se o Iheatro, e principiaram
as representaees lricas dadas pela companba con-
tratada na Italia pelo maestro Anlongini. A perda
de doas das principaes partes tornou impossivcl a
rontinuacao de espectculos regulares, c oempreza-
ro, victima de infelicidades inesperadas, nao linha
meios de fazer substituir os cantores fallecidos, sen-
do ja de admirar qua elle livesse podido com a ira-
ca subvenro, que Ihe foi concedida, obler una
companhia. como a que cnnlratou.
Nestas circumsUncas a presidencia nao podia nem
devia ser rigorosa na etecucan das clausulas do con-
trato, e procurou conciliar a equidade, e direi mes-
mo a juslica, que dexa ao emprezario, com a con-
tinuac.ao dos espectculos, o que he urna necessida-
de indoclinavel para urna capitel de ordem da nossa,
e obteve assignar com urna associac.lo de negociantes
o contrato que vos aprsenlo, o qual garantir nao
sii a conlinuacno da eoirlpanhU Irrita, como lambem
de orna companhia dramtica nacional com um pe-
queo augmento te subvengo. Tudo porem de-
pende de vossa approvacao. Qualquerque fosse o
desvio das clausulas do 1 contrato, eslou que o
acharis justificado pelo caso superveniente de forja
maior.
Emquanto nao se reorganisava a dita companhia,
conlralei com a empreza dramtica de Pernambuco,'
mediante o pagamento das passagens, que por 3 me- .
zes dsse representae-ies em nosso thealro, o que lem !>uir;Ao pela cidade
i>' i i 'iii.r,.>i....>>>.>...______________* .
ella satisfactoriamente cumprido.
Passeio publico.
Os melboramentos, que aprsenla este eslabele
cimento, sao arfa rila mais salientes, devidSs
zelo dosen administrador no emprego dos poucos
recursos, com que he dotado o dito eslabeleci
ment.
ao
Lint'iniiio'iiio> :
Ficaram concluidos dous grandes suralcos no ler- Ordem Terceira de S. Domingo.
I 1 ll i>Tl :1 llifin ir *-----___________I m. __
rapleno inferior, e sobre os paredocs levanlaram
se columnas, qne estao sendo guarnecidas de gra
o------- --s-f < .id- inri ii i(i iirinc itc I dara de ferro. No mesmo lugar assentaram-se tres Covcnto dos religiosos Franciscanos.
escadas de pedra, e levanlaram-se extensas pared
para maior seguranca do terrapleno superior.
Tiritantes, foi asscnlado um grande portao. Con
linua o aterro e oulras obras de reparos e roelh.
ramentos, planlacao de arvores ele. na parle supe
rior do passeio. O de que lia mais precsao aclual-
menl lio de obra de aformoseamenlo, que em
mahjr consigna^ao nio se poderam conseguir.
Casa de correcr.ao e cadeias.
Convencido de que, quaesquer que sejam as opi.
nioes respeilo do sistema adoptado na construc-
rao da casa de correejao, esta sempre ser maior
prisao do que aquellas, que temos na capital, dei or-
dem para ser apressada a conclusao de 75 cellulas,
as quacs dentro de dou mezes eslarao em estado de
receber presos, e Icnciono proseguir cora aclividade
faltara para a
blica. Todot os papis e nformaces, em que se
baseou a presidencia, ser-vos-ha. presentes.
Matadouro pUblico.
Para compra do terreno destinado ao novo mata-
douro rerebeu a cmara municipal a quanlia de rs.
7:1703000, parle da cousignaco de 20:0003000 vo-
tada na lei n.19|. '
O local, quena opini.lo* de pessoas competentes
mclhor se presta as COndbjeM eligidas na conslruc-
;ao de obras d'esla ordem, he o terreno do engenho
lai
Aulorisei poi acamara municipal a tratar da ac-
quisicao d'aquella propriedade, que hava sido ava-
hada em 29:0153920, mas que pelo estado de aban-
dono, em que eslava, e de mais ubrecarregada de
dividas, fcilmente c por preco razoavel poderia ser
comprada. Foi necessario a cmara entender-se
com os herdeiros e credores, aos quaes comprou ris
17:598-3983, que liuham direito, pelos ditot
7:1709000.
Demandas e tricas do foro tem obstado a que se
chegue um acecido com os restantes ; ha porm
esperanca de que brevemente se conrlua este ne-
gocio com grande economa para os cofres, visto que
s paracessaodo terreno, por onde deve Datura
eslrada da Valla, exigia-se tanto ou mat do que
rustara todo elle. Em quanto nao he levada a e-
feitoesla obra, lema municipalidadc melhorado o
estado do actual matadouro.
Estrada de ferro.
Em execucao lei n. 500 de 15 de maio de 185*
celebrei com o Dr. Joaqnim Francisco Alve Bran-
co Munz Brrelo, emprezario da eslrada de ferro do
Joazeiro, o contrato de 31 de maio, constante da
copia junta.
GNto ter n'elle temado lodas as cautelas em bem
da provincia, sem por inuteis Iropceos realisajao
da empreza. Tenho a satisfaccao de annunciar-
vosqueoslrsbalhosda explorado comecaram em
novembro, e prosesuem com aclividade ; e logo que
eslejam findos e aproradot pelo governo imperial,
espero que comcccm as obras da eslrada, se o'estado
da Europa nao vier por Ihe algara impecilho, c
sejam concluidas antes do prazo do contrato. Que-
ro acreditar qne nao haver hoje na provincia quem
nao esteja convencido das innmeras vanlauens,
que ella colhera delao transcendente mclhnramento
e se a questan dos meios poude apparentar divergen-
cias, logo que foi decidida.passou a ser nma espe-
ranca de todos. As exagerares mmenle podem
escurecer momentneamente a verdade.
O ponto d'onde deveria comecar a eslrada foi ob-
jecto de previos estudos, e tem-sc assenlado que a
capitel ser o mais conveniente. At diflieuldades
do lerreno nao tem sido achadasinvenciveis at ga-
nhar-sc a chanada, que sem tropero levara os Irilhos
al a margem do rio de S. Francisco. Home opi-
niOes.de fazer-se partir a estrada da villa de S. Fran-
cisco, poupando-se 11 leguas, que preslam-sc na-
vegado por vapor ; mas desistise d'essa idea, por-
que, alm do terreno n.lo ser moto melhor. a ne-
cessidade de embarque e desembarque do gene-
ro augmentara o preco do sen transporte. S de-
pois de levantadas as plantas he cuie se resolrer
definitivamente esta queslo. Para que se conhera
quao falliveiseram as bases dos clculos existentes
sobre o costo d'etta obra, bastar dizer-se que s
as primeiras 20 leguas andarn de 12 16 mil contos.
E leriamos capitaes n provincia para emprehender-
sc to gigantesca obra ?
Resolvam os espiritis desprevenidos e impareiaes.
Companhia dos chafarizes.
Conlinuamas obras com aclividade, tendo empre-
gados 200 Iralialhadiires, A rasa das machinas, o
reservalorio, a casa do filtro e o caixao d'agua es-
tao quasi concluidos; e bem assim os canos de com-
municaean.
Mandei examinar por um engenheiro o estado das
obras, e foram achadastodas slidamente construi-
das e em muilo adiantamenlo. A companhia ja re-
rebeu grande quanlidade de tubos destinado ao en-
canamenlo das aguas cas machinas que lem de ele-
va-las aocimo da montauha, d'onde sefar a distri-
A thesouraria provincial tem ja feilo entrega
companhia de 110:0003000 por conta do emprcslimo
i- de 150:0003.
lateras.
Foram inscripta, em virttide do rcgulamenlo de
- 31 de maio as loteras perlencenlcs aos seguiules es-
labelecimoni'os :
i- Dila de S. Francisco.
Irmandadc S. Vicente .le aulo.
es (Jrdcm Terceira da Sanlissiraa Trndade,
Irmandadc do Senhor Bom Jess do I! unlim.
Na communicacao com a nova eslrada, que ra Sania Casa da Misericordia da cidade da Cachoeira.
ter ao Campo Grande, e que deu fcil transito aos dem da de Nazarelh.
i- Ordem Terceira do Carmo da cidade da Cachoeira.
o- Sociedade dos Artfices.
i- Irmandade de Nossa Senhora do Amparo da cidade
da Cachoeira.
dem da freguezia do Divina Espirito Sanio d'A-
conclusao de lodo raio. Removendo-sc para all os
presos, acabaremos com a prisao do Aljubc, como
reconheceslcs, e he de absoluta necessidade, e ser
Nova eslrada do Passeio Publico para o Campo-
Grande.
Calcadas das mas do Hospicio c Cabera.
Fonle dos Padres.
Ponte sobre o riacho Pndoba, em Valen ca.
Obras em andamento.
Melhoramenlos no hospital do Mout-Serral
Reparos do quarlel da Palma.
Melhormento da navegado do rio Geqailiiilioulia e
estradas lateraes.
Ponte da alfandega.
Lazareto no pharol do Morro.
Concert do palacio da presidencia.
Seguranza da montanh i.
Montauha da Gamboa.
Reparos na fortaleza da mesma.
Dilos nos fortes de S. Pedro, Sanio Alberto e do
Mar.
Ra da Valla, coiuprehendendo o eucanam'ento do
rio das Tripas.
Ras dosCarvoeiros,
Opera velha.
Ximcnes.
Cano da ladeira deste nome.
Ras da Ajuda.
Abertura da nova ra da cidade baixa a alta.
Ras do r.Ki-de-lu, Tica-chapeo, Vassouras, becco do
Ferrlo, dito do Molla.
Ra do Imperador.
Pila do Bom-goslo.
Cano de calcamenlo da ladeira da Praca.
I.adeira da ra do Pac.).
Estrada das Buladas.
Casa de prisao com trabalho.
Crin i eiio publico na t.lninta dos Lazaros.
Alargamento o calcamenlo das ras do Fogo c Faisca.
Ponte sobre o ro Jaguaripc na cidade de Nazarelh
Eslrada do Jericoein Santa Amaro.
Dila dos Carrtfe na mesma cidade.
A-enlmenlo da poni de ferro na passagem do Jc-
rico
Ponte sobre o rio Pcricuara.
Dessecamenlo das aguas da pennsula de Ilapagipc.
Cal{ada do lomfim.
Estrada da villa da F'eira Chique-chique a mar-
gem do rio de S. Francisco, pastando pela Ja-
cobina.
Casa da cmara e cadeia de Porto Seguro.
O estado de quasi todas as cadetes he deploravel ;
entretente ou estao em reparos ou receberam me
Ihoramenlo as que vAo incluidas na relacao das obras
publicas.
A da Villa Nova da Rainha nao foi dada por|eom-
ptetamente prompta.
Em Caravellas a oblencao de urna casa, em que
ojuiz de direito manJou fazer boas e s\*guras ac-
commodacOcs para os pfesos, e que serve ao mesmo
lempo de casa de jury e cmara, dispensa por em
quanlo a conslruccao de urna cadeia.
f'ontc sebre o rio Una na cidade ie 1'aUncA.
Era 1852 roulraloii a presidencia com o ccronel
Carson e conslrocraode urna ponte sobre o no Una,
que servissede conimuuicarao entre a cidade de Va-
lenjt e a margem opposla, sendo a obra oreada cm
pcrlo du 12:0003000. Mas reconliecendo-se depois
de previos exames, que a ponte interceptara a na-
vegaeao do rio, e que deveria ser conslruida com
um alcapan que dsse lvre transito as embarcarnos
e sendo por isso misler modificar o contrato, elevan-
do-te a despeza de 23 27:0003000, assenlei que
melhor sera rrsciiidi-lo, e assim o fiz por acto de
1* de coi tull o, nomcanda urna commissao compos-
la do juiz de direito da comarca e do presidente da
cmara, para sob a direccao do dilo coronel Carson
encarregar-ae da obra, i qual ja leve comeco, sendo
cnlregue a commissao a quanlia que haviado adi-
anlada ao contratante.
/la da I alia.
Com o intuito de dar mais rpido andamento a
esta obra e evitar damno a saude publica, depois
de consultada a commissao de higiene, e os enge-
iihemis. deliberon o governo adaiitar ao arrema-
tante 8:0003000, desconlando-sc essa quanlia na ra-
zio de um terco da obra que fosse fazendo. Nada
porm cunseguio-se pelos sabidos transtornos que
sotTrcu o mesmo arremtenle, o qual, encontrando
alm d'islo obstculos imprevistos no ponto, em que
a valla nlravessa o quintal do convento dos francis-
canos, lurtou debaldc por 1 mezes para vencer urna
pollegada de obra.
Neslas crcumstencias a sua mina era infallivcl,
e o mal subsistira. Foi pois misler allender-se e
provideuciar-se para que a obra proseguiste, e de-
pois te parecer dos ensenheros Dr. Francisco Pc-
reira d'Agniar c Carlos Weill decidi o governo
por arlo de II de oulubro : 1. que o arrematante
proseguisse na obra, ciupregaiido diariamente 10
Irabalbadores que era o termo medio empresadu
ate entilo ) c os pedreiros necessarios pagos a sua
cu-ta ; 2.- que o governo augmenlaria a cusa da
provincia o numero dos Irabalbadores, que dentis
fossem precisos, para removerem os obstculos en-
contrados 3-. que a follu seria organisada por pes-
soa de escolha do governo e encarregada de dirigir a
dila obra.
Depois ri'isto tem ella Inte anuamente, e rapcM
que approieis este pequea e justa allerac.30 no
contrate, pois de oulra forma somenle te apressaria
a ruina do arremtenle sem i menor vaulagetn pa-
brante.
dem de Santo Antonio dos Militares.
Thealro publico da capital.
Em favor das obras publicas da capitel.
Marcou-se a ordem, em que deveriam correr, e
vio sendo exlrahidas aquellas, cujos Ihesoureiros
roostram-se habilitados, e depois de prestada as
conlas, qae silo regalarmente tomadas. O regnla-
mento eritou ahosoa) descobijo alguns, e deu maior
garanta ao publico.
Ainda que muilo rcdozido ficasse o numero total
das loteras, todava be maior do que pode rasoa-
velmenlc ser exralndo ; pete qne convira nao fa-
zer-se novas concessocs, e mesmo acabar-se com es-
le jogo reprovado pela moral.
Thesouraria provincial.
Nao leve ainda execucao a auterisaco do ; 3
arL 1. da lei de julho para ser organisada a the-
souraria provincial o a mesa de rendas.
A commissao nomeada para propor n regulamen-
lo nao se tem descuidado de prepara-lo, e creio que
ser publicado ainda em lempo de ser sujeilo a vos-
sa approvacao.
Foi aposentado o thesoureiro desla rcparlirao, e
um primeiro escripturario por impossihilidade phy-
sica, e prceochda a vaga de thesoureiro pelo almo-
xarife ; para os outros empregos vagos nao tenho
feilo novas nomeacOes, aguardando a reforma, que
talvez possa exigir a lupprcssao oo medilicarao de
alguns dos dilos empregos.
Fazenda provincial.
O rclatorio do digno inspector da thesouraria pro-
.vincial, acompanhando os balanros, c tabellas expli-
cativas do ornamento, qne formara parle dos docu-
mentos annexos a esta exposcao. habilita-ros a jul-
gar da receila e despeza dos annos de 1853 o 1851
e do ornamente proposlo para o anno de 1856 ; a
elle pois me retiro, limitando-me a mui breves ex-
plica tCes.
Receila e despeza de 1853.
A arrecadarSo do anno de 1853, incluindo oal-
do qoe passou do anterior, depois de satisfeilos todo
os seus encargos, fui de ris 993:7293233, qoe uni-
dos a ris 38:9533358, que ficaram de divida, a
eleva a 1,032:682*191, superior a do anno ante-
cedente ris 185:7683019, t. mais que a oreada
315:7113080. Este augmento deve ser allribuido
principalmente primeiro ao resUbelecimenlo do
imposto sobra o fumo ; segundo a elevacio dos di-
reito sobre escravos despachados para tora da pro-
vincia ;lerceiro a maior safra do assuc?r ;quarlo
melhor arrecadaclo do sello de berancas. Ere ou-
lras imposic, deu-se a dimiiiuicao na importancia
de 185:7683019, proveniente da menor arrecadacao
da divida activa, allefac/io dos impostes snbie ra|W
e charutos, suppressao de mullas aos rontribuinlcs
negligentes, ele, como vai explicado no competen-
te bataneo.
A despeza do mesmo exercicin imporlou em ris
%3:O:i39!7, excluida a do cellcro e liospilal dos
Lazaros de 11:96>259 e 1:07:t>720 de movimen-
lo de fundos. A despeza decretada com especili-
cao de verba foi ris TOMIfflWi elovando-se a rs.
874:2069381 com as attteriratjJw e crditos da mes-
ma lei, tpparecendo urna dWercnca enlre oque foi
oreado c odecrelado na importancia del 13:011-5388.
A despeza realisada foi ainda superior a decreta-
da em 1(16:3233299, excesso qn fieara rcduzido a
89:197o"i36, se ablennos a despeza autorisada, pa-
ra que nao humea dccrctaco especial de fundos.
A principal verba em que deo-se um tal excesso
foi a de obras publicas na importancia de ris
73:1113666. Em oulras obras houvo diminuirn de
despeta ua importancia de 26:9083741, quejalevei
em conta no calculo do que foi excedido.
Tanlo o augmento, como a diminuco vai expli-
cado as respectivas labellas d'o balanco.
Passou de saldo para o anuo seguinle 17:287J337
em dinheiro e 38:9533358 em divida.
feceita e despeza de 1851.
A receila do anno de 1854, ortadaem79l:40566l,
foi arrecadada na importancia de 1,059:6153146.
inclusive 12:7183825 do celleiro publico, dando-sc
por tanto um excesso de 268:2093185. Anda con-
tinuando a arrecadarjao do anno no temeslreaddi-
cional Icremos urna receila superior a 1,100 contes,
a maior que tem sido arrecadada, nao obstante a
etcassez da safra do astucar c a reduccao dos seus
direitos a tres por rento.
O augmente de receila proveio dos seguiules ar-
tigos direitos sobre o consumo do gado, rap,
miuncas, mcia siza, sello de herancas, espirites fnr.
tes, colleclorias, emolumentos da secretaria, pas-
saportcs e receila eventual, em que figura nina pe-
quena quanlia dada para roadjuvacao de obras peto
soverno geral. A diminuirn, de oulros artigos re-
rabio no a ni,-ir. robra,nca da divida activa, sup-
primndo alm disto os imposte* sobre charutos,
rarregadores de cadeiras, carros, qao tinham ido-
contemplados e oreados em 10:724/350.
Dos balanros moslra-se primeiro que do dila
aiinode m-,1 passaram para o semestre addicional
de 185.571:1663738 ; segundoda caita de caucos
109:2613739 ; lerceiro de leltras a receberrit
113:9923676 licando saldadas as leltras a pagar.
A despeza que, oreada em 792:081319.1, fura de-
cretada em 809:.-)63.V58, realisoo-se na importan-
cia de 975:7353728 at o fim de dezembro, nao com-
prehendendoa de 12:3753i40.com o celleiro c Lt-
zarus.
Comparada a despeza realisada eom a rlecralada,
vse que aquella exceder em 8 verlias na impor-
tancia de 159:0523771, alm de 55:8283235 des-
pendidos, em virlude das autnrisaees do art. 5 o
crdito do art. 6 da lei, sommando ambas as qtian-
lias 214:8813009.
As verbas excedidas foram assembla provin-
cial, secretaria,* Ihesouraria, forrea policial, presos
pobres, thealro, obras publicas cm 97:8813335 e
cvcnluae. A despezas cora as aulorisacoet e cr-
ditos dos arligos 5." e 6." foram feilas com a compa-
nhia de chafarizes, navegajao vapor e credores de
cxercicios findos.
Em 12 verbas ficaram anda por dispender res
18:6013839, que scrao pagos rom a arrecadasao do
semcslre e saldo, que passou a elle, devendo-se con-
lar para o exercicio correnle com um saldo superior
ao que livemos no transado.
O estado das fina-fas provinciaes cm nada he pois
desanimador, continuando a ser como tero sido ad-
ministradas com zelo. Se ellas nab nos permitiera
emprehender muilos melhoramenlos, de que neces-
itamos, chegam para fazer face "i lodo os encargos
rolados no orcamenlo, e dexam-nos obras, qoe
rao sendo applicadaa as dbras publicas. Compre po-
rm que Icnbamos muilo lente com a despezas
pessoaes, que sao de ordinario a ehaga de Iodos os
orcarnentos. porque nao ha meios de arredar aqoel-
le, que urna rez ahi se aninharam.
Orcamenlo pata 1856.
Valoreada a receila em ris 968:1619537 c a des-
peza cm435:9l23686, excluida de ambas a do Cel-
leiro e a dos Lazaros.
A monos que alguma circumslancia extraordina-
ria nao faca baixar a receila, teremos um saldo de
rs. 32:2518851.
O calculo da receila he fundado na arrecadacao
dos ires ltimos anuos. as respectivas tabellas
acharis os csclarccimcnlos preciso, tanlo em relu-
ro a ella, como a despeza.
Seria esta occasiao de examinar a conveniencia da
suppressao de aigum impostes e a substilnirao por
ootros menos damnosos industria e agricultura ;
mas o cslreito circulo, em que a assembla provin-
cial lem o direito de impor Irax a necessidado da
conservacao delles. Devo porm fazer urna excep-
gaa em farer do imposto sobre o gado de consumo,
porque a falla de importacao da carne salgada tent-
n'a encarecido, de modo que lorna-se de insuporta-
vel peso aos nossos lavradores. Ou ha de abaixar-se
a imposico sobre a carne verde para augraenlar-sc
o seu consumo, ou pedir-se instantemente, a assem-
bla geral que diminua os direitos de Importacao so-
bre o charque estrangeiro, ii*oT*t nada mais injusto do
que sobreearregar-se toda as industrias em favor de
,uma : seja esta protegida por oolra forma, aaas nou-
ea privando-se do alimento diario aos noisot Iraba-
lbadores e classe pobre.
Sobre 81 arligos diverso cobrtram-se direitos de
miunca, o rcndimenlo da mor parte'dellet-etadi-
minuto, e apenas serria de por emb.-n-ar.os ao com-
merci, obrigando-o perda de um lempo precioso,
c sobrecarregando os empregadas com trabalho dos
competentes despachos. Comprehendesles qne taet
veame em nada aproreitam, antes prejudicam a
arrecadacao darenda, e aiilorisasles a presidencia pa-
ra rlar um regulameuto, designando o gneros su-
jejtos ao pagamento do dizlmo. Foi expedido o de
i de novembro, que suprimi 48 artigos sobre que
reclinara as imposices, subsislindo anda assim 33,
segando rereis do mesmo rcgulamenlo, dlminuindo
a receila apenas de ris 1:6183206, o que prora
quo mal calculadas cram laes imposices. He pa-
ra desejar que lentamente te ru abliudo oulros
imposlos d exporlacao, principalmente os que pe-
sam sobre os gneros manufacturados. O Commer-
rio aprecia devidamente o beneficio que Ibe resultou
do dito regutemenlo, qne est em execocao desde e
I" de Janeiro.
Do' quadro que o acompanhacbnhecereis quaes os
gneros que Jicaran isenlos do pagamento de dirci-
to.
Foram igualmente expedidos os regnlamenlos pa-
ra arrecadacao dos lien de cvenlo e do imposto
sobre escravos despachados, como haveis aulori-
sado.
Nao foi porm ainda confeccionado o da laxa de
barretea, porque a cobranca desle imposte nao
podera comecar, emquanto nio esliverem cm cer-
to p as estradas e pontes, em que dever ter esla-
belecido.
No correr do anno ser expedido o regolamunlo,
e, como supponho, esliverem concluidas as ladeiras
de Capoeirossu' e Moriliba, eslrada de Jeric e al-
gumas pontes,
Pcro-vos urna inlerpretacao do trt. 10 da lei u.
405. A inlelligcncia que Ihe da' o juita dos feilos
inulilist a arrecadacao da divida,'de torteque man-
dei suustar em todas as e\i'cui;ees dependentes da
ntcrprelacao da lei, para qne i fatenda nio teca
maiores despezas. A lei isenlou perdoou a lo-
dos os devedores de quantias |iroiltnienles da de-
cima, que originariamente nao extedessem a 39000.
O juizo dos feilos absolve a lodo, ainda que o seu
debito seja superior a 33000 n, por devercm mui-
los annos. Neste caso estao centenares da ilere-
dores.
Oulra duvida foi siiscitedJ pela thesouraria pro-
vincial sobro o 24 do arl, 2 da li 11. 512, cnlcn-
ilendo ipio a iinposic.io detia rerah- era Africanos
empregados em cozinbar, lavar, etc., coinprebeu-
deudo-os na pliraseollieio mecbanicosJe qwe
falla o dilo paragrapho.
Entend o contrario, e mandei exerular o para-
grapho de moda que Mmente abranjatliciae
de ollicio, como pedteiret, sapatekot, mareiricire a
oulros. A vs compele-liiar o letdadeiro eoti-
do da lei.
Secretaria do gocerm.
A secretaria nao lem soffrido silencio, neta
(piante au rcgulamcnto que a rege, nem quanlo ao
pessoal. Tenho porem reronhecido que esle he su-
perior as necessidades do seiiico, prntcipalraenle,
se. como exponho na parle em que trato das nonti
publicas tiver-se de crear urna rcparlicao, que a#
dirija, apc/.ar de que o expediente cresca e anilla
lodos os dias, como coubccer-sc-ha da relac.lo n.
31, que compreheude o numero dosoflicios, porln-
rits, termos, regulainenlos, ele, ele, etpedirlos era
o anno findo.
Os emolumentos cobrados durante o anno cobri-
rara o augmento da despeza da nova oraanisarto.
O rercio de cansar a vossa paciencia abriga au) a
por termo a eslc mal elaborado tralialho, para o
qual faltou-nic alias o lempo necessario. Esta con-
sideradlo servir para que desculpei a inevitaveit
|acunas de que elle se resentir, c que serflo suppri-
das pelas rossas lates, coiihecimenlo que lendcs da
provincia, e por quaesquer esclarecimenlos que de
mim dependerem.
No descnipenho de vossa nobre miatlo, tsteo cer-
to, procurareis sempre elevar esta briosa provincia
ao grao de prosperidade e graodota de que tila he
MUTILADO u


DIARIO OE PERNAMBUCO EXT/; FEIM 13 CE ABR digna, para que nunca chegue a decahir daquelle
que sempre conservou entre suas irm.lss.
Baha Io de marco dn 1855.
Joao Mauricio Wanderleg.
, {Jornal da llahia.)
Baha 22 de marco-
Per decreto de 16 do correnle.
Foram nomendoi lentes proprietarios da faculdade
de medicina desta provincia os Sr. :
Dr. Joso de Gcs Siqueira, da cadeira de palholo-
gia geral.
Dr. Salosliaqo Ferreira Soulo, de cliiraica orga-
nira.
Itr. Malaquias Alvares dos Santos, de medicina
legal.
Dr. Antonio Jos Osoiio, pharmacia.
Dr. Malinas Moreifa Sampaio, de "partos, moles-
lias de mulliere* pejadas e de meninos recem-nasci-
afcei
Dr. filias Jos Pedrosa, de anatomia geral e des-
criptiva.
Foram jubilados os Sra. Drs. Francisco Marcelino
Geste* c Joao Francisco de Almcida efoi nomeado
director da mesma faculdade o mesmo Dr. Joao
Francisco do Almeid|.
' I dem.)
PERMBIJCO.
MAPPA do movimento do, doentes tra-
tados na enfermara de marinlia da
provincia de Pernambuco, no trimes-
tre de Janeiro a marro de 1855,,
M i ~ ?
a *~
NOMES DAS MOLESTIAS. ita -
.= '*> r M = B
< 4 v: *s *j
Ahcessoe........ -> 9 1 n i
Rlennitrrhagh....., . i :i 1 :i S l
Boboens venreos ..... 1 l 3 l a a
Bexigas........ 11 t. X 12 2
Cancros venreos..... 1 3 1 2 2
Contusoes....... 1 1 S 1 > 0
Castigado. ....... 1 0 1 1
Coinmorao cerebral .... 1 i 1 a n
Dores articulares siphilit'cas . 2 -> 2 n 2
Esquinencia,...... 2 2 a ))
Forimenlos t..... 2 i 2 )> ))
Felire inllamatoria..... 2 2 > i) a
Febre amarella (*) .... 1 1 9 1
Hemeralopia. ...... 1 a 1 1 a n
Hepaltles clironica..... t 1 )> a 1
Otilo......... t I 1 a
Orchile........ 2 a > 2 a a
Pneumona....... _> 1 1 1 i 1
Pleariles........* 1 )) > 1 " 1
Rheasaiatisrao articular . 2 2 1 a 1
Sarnas......... 2 * a a n
P(li\sica........ 1 * 1 i a 1
Ulceras ........ 1 3 2 a 1
Vomito nervoso (**) . 1 1 1 t D
n 57 i
i i 46 12
OBSERV/YCCE s.
() Falleceu 12 horas depois de sua entrada nesla
enfermara.
("*) Falleceu 36 horas depois de sua entrada. .
Joaquim Jote Alces de Albuquerque.
Cirurgio direclor.
REPARTIQAO DA POLICA.
Parle do dia 12 de abril.
Illm. e Exm. Sr.I.evo ao conhecimento de V.
Exc. que. das diWerenlc*participc8es hoje recibi-
das ncla reparlicao, consta que foram presos:
A mlnha ordem, o marojo potluguez Benlo.Jos
Lonrenco. a requisifo de seu respectivo eonsnl.
Pela delegada do primeiro districlo deste termo,
Goncalo Borgesda Fonseca, por Miga, Maria Fran-
cisca da Conceiciio, Anua Joaquina da Silva, e Kosa
Maria da Conceicao, todas para correcrSo.
Pela subdelegacia da freguezia do Recifc, a pre-
ta eserava Antonia, a requerimento do seulior.
Pela subdelegacia da freguezia dn Santo Antonio^,
o portoguor- Jos Fernandes da Cunlia, por hiver
dado orna bofetada, o prelo Maupel, escravn de Mi-
gad Antonio dn Costa e Silva, para averigitaeoes
policiaes, < o porluguez Jos Correia, em declara-
cao do motivo.
Pola subdelegada da freguezia de S. Jos, a
preta Marji, -pac* correerHo.
E pela MjhoWgacia^^TfCEHeiia da Boa-Vista,
o prelo cttravo Joao, j^TaverisuaqOes policaes.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco t de abril de 18i">.Illm. e Exm.
Sr. eonsellioiro Jos Bento da Cunba e Figueiydo,
presideute da provincia.O ebefe de polica tui;
Corlas de Paica Teixeira.
Oetcarregam hnje 13 de abril.
Barca porluguezaI)om Sueeeuodiversos gneros.
Briguc francezAlmamercaduras,
ltale*nacionalAmelia fumo o cliarQtos.
Imporlacao .
Itrieue francez Alma, viudo do Havre, consigna-
do a J. R. I.nsserre Compaidiia, manifeslou o se-
guinlc :
1 caxa fdzenda lam.
2 caixas flores arliciaes, l ditas chales de Ina e se-
da, i- ditas vidros, 2 ditas fazeudas de algodao ; a F-
Souvago;iS C.
IScaixasstfrdinhas, 9S balas papel, 10 caixas quei-
jos, tO barris vinbo,3gigns cervoj.i, IfiO barriste 1G
mcos ditos manteiga, 5 cailAI luura ; a J. K. I.as-
serre & C.
2/aixas couros de lustre ; a L. Scluiler & Compa-
nhia.
17) barris e 75 meios ditos manteiga, 8 caixas pcl-
les de carneiro c calcado ;_a N. O. Bieber & Com-
panbia.
I caixa chocolate ; a V. Lasne.
40 barris e 60 meios ditos manteiga, 5 caixas .i-
zendas de seda c algodao, 3 lilas fazendas de algo-
dao, 1 bala panno ; a B. Praeger \ C.
1 caixa fazendade seda ; a l.oia Antonio de Si-
queira.
2 caixas chales de algodao, 1 dita cassas, 1 dita bo-
tos, 2Gditas .i/.en i.is de algoilAo, :; balas panno de
laa, 2 caixas fazendas de seda, 3 ditas chapclaria, 1
dita f.i/.cnda de laa, I dita roupa fcita, 3 ditas fitas
de algodio ; a 'I'imm Mouiseu& V'inassa.
2 fardos pannos, 3 caixas fazendas de algodao ; a
C. J. Aslley & C.
1 caixa plantas ; a C. Francisco da Silva Pinlo.
2 ditas roupa feita ; a Buessard Millochau.
2 ditas fazendas de algodao, 3 dilas ditas do seda e
algodao, 1 dita fitas de seda, 25 gigos champagne ; a
Schapheitlim & C.
1 caixa fazemTaroVlia^^ldilas ditas do seda, 9 di-
las dilas de algodao, 1 dita queijosf^ta dilos ; n J.
Keller & C.
1 caixa calcado ; a V. I.asne & F. Frcmonl.
1 dila talheres; a E. H. Wyatt.
1 dila chapos para homcm a Manoel Jos Car-
neiro.
8 ditas papel, 6 ditas quinqiiilharias, 12 dilas vi-
dros, 2 dilas pollo-, 1 dita caixas de rap, 2 ditas
calcado, 1 dila ronpa feita, 9 ditas agua da Colonia,
7 ditaschapcos, 1 dila cafeteiras, 1 dila candelabros,
1 dila fazenda de algodao, t dila dila de laa ; a L.
I.econlc Feron & C.
5 caixas fazendas de algodao, 1 djla filas de seda ;
a J. H.Caensley.
1 caixa chapeo, 1 dila chapelaria, 1 dila fazendas
de algodao, 1 dila gomma, 2 ditas papel, 10 dilas
calcado, 3 dilas vidros, 1 dita diversas mcrcadorias,
1 dila basadas de laa ; a J. P. Adour & C.
1 caixa livros ; a Ignacio F rancisco dos San-
ios.
1 caixa pcnles, 10 barris c 40 meios dilos mantei-
ga ; a Cals Freres i C..
1 cafxa instrumentos de msica, 1 dita calcado, 1
dita lampadas, 2 ditas arnos, 2 dilas chapos de sol,
1 dila roupa feila, 1 dila productos chmeos, 1 dita
chales de laa ; a E. Didicr & C.
CONSULADO OERAL.
Rendimenlo do dia 1 a ti. 2i:767J>IU
dem do dia 12....... 3:3878531
28:13W2
DIVERSAS PROVINCIAS..
Rendimenlo do dia 1 a II. ... 2:002-l->l
dem do dia 12........ 1228174
2:12f:>97
Exportacao .
Rio de Janeiro patacho americano nMary A.
Frrela, de 233 toneladas, conduzio o'scguinle :
50*barris carne salgada de vacca, 00 ditos dila de
porco, 10barricas presunto, 100 barrilinhos banba
de porco.
RECEBEDOHIA DE RENDAS INlEltNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a II. 5:3303GO.>
dem do dia 12........ 1:1678495
6:4988100
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 11.
dem do dia 12. .' .
19:0068139
2:3068205
21:3128311
Em respr-sla ao Illm. Sr. Jos Mamede Alves
Ferreira, e igeuliciro director das obras publicas
esta pro> incia, remello-o para os documentos que
abaixo van Iranscriplos. He o que lenho a dizer-
Ihe ; sceresenolaudo smenle que por eugauu tallci
em lijlos- quando devefia fallar em ara e oulros
aisItrilT* nao sirva, pois, es-e equivoco de mel
de jsslificacao para o Sr. engenheiro. Direi mais
para evilsr discosses odiosas, que se nio dio bem
oom o meu carcter, que quando Iralei do bilhste,
a que se refere o Sr. engenheio, disso em plena
Bastas, que o nao linha em raen poder, masque
m'u haviam promellido : appello para o leslemu-
nbo da asorobla.
A razan poique nao appresento o bilhetc v-se nos
aencionados documcolos. Em visla deste esclarcci-
mcnlo creio que o Sr .engenheiro nao continuar a
ter a presompaao de poder forcar o juizodo publi-
co no sentido-em que Ihe convier.
Rccife 12 de abril de 1855.
Arlen Caoalcanli de Albuquorquc.
Illm. Sr. Joaqnim Augusto Ferreira Jacobina.
Lend'i hoje o Mario de Pernambuco, deparei
com urnas limas que me foram dirigidas pelo enge-
' nheiro emchefe das obras'publicas desla provincia,
em que o mesmo engenheiro convida-me para que
exhiba ao publico o bilhete de que fallei na sessao
da asscniblea provincial do dia 3 do correle inez.
Como fosse V. S. quem me deu noticia desse bi-
lhete, inditando-me quasi a integra delle, pecn-llie
que, sendo (ssivel, leuha a boudade de mandar-
m'o para o lim cima dito. Com um lal servico
creio que muilo obrigar ao que he com eslima de
V. S. amigo, respeilador e criadoMinino Caval-
eanli t Albvquerque.
.Sua rain 1i de abril de 1855.
(illln.Sr. Dr. SilviooCavalcauti de Albuqucrqne.
Resjouden lo ao seu favor cima, remello a res-
posla da carta inclusa ejolgoassim (er satisfeilo o
seu pedido. Sou deV. S. amigo o\)t\%m\oJoaquim
Angnet Ferveiru, e Jacobina.
illm. Sr. major Francisco Marlins Raposo.Lem-
bra-lo Hlar/e um bilhete que me deo para Icr em
principio do anno p. passado que era escriplo pelo
engenheiro pin chele das obras publicas a Antonio
Jaeinlho Borgcs em que'convidava o mesmo Borges
a ir justar as coritas com aquella reparticjo.visto qnc
por fallccimeiilii de seu mino linhain ficadoprir ajns-
tar, e -orno em conversacao rom o meu amigo Dr.
SHvino Casralcanli de Albuqnerqnc llie fallasse sobre
esle assiiinpl, arniileceu que Jilo meu amigo na
assta*lea provincial fullou sobre um bilhete, o por
* pw ineia da presente pedir-lhe dito bilhe-
te aflm desnstentw dita asserr^lln, esperando eonee-
da licenea a o uso que melhor Ihe convier e pelo que lera de rada
vez Ihe ser m lis agradecido o de V. S. amigo obriga-
dissimu. Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Sua casa 12 de abril de 1856.
Illm. Sr. Joaquina Augusto Ferreira Jacobinai
O bilhile qntf vosse vio em meu poder do Sr. Ma-
mcde.'no qual couvidava a Antonio Jaeinlho Borgcs
ara aumpamcer na xcp^lit.lo das obras publicas
am d; ajusl ir as conlas deaeu irmo Eugenio, que
linha morrillo, cu o lornci a entregar ao mesmo
Antonio Jaeinlho quando ello pagou-mc o importe
tos malcriac.qiie pedia-me no vorso dcllo.e por is e nao posso nianilar-lhe, podendo fazer uso da pr-
senle resposl.1. Seu amigo.
francisco \iarnns liapoio.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio* saludo* no dia 12.
MarselhaEscuna franceza Syrene, capito Azaberl
Jos Julin, carga assucar.
ParabibaPolaca hespanhola Mercede, capitn D.
Narciso Macia, em lastro. .Passageiro, Eugenio
Marques de Amorim.
Buenos-Ayrcs por Montevideo Brigue bremense
Courricr, capitn John Havighorsl, carga assu-
car.
BarbaddsBrigue inglez Oicentarra, capitn J.
Slanns, em lastro.
EDITAES.
COMMERCIO.
MUCA DO EECIFE 12 DE ABRIL AS 3
HORAS DA TARDE.
Cotacves olliciaes.
Ertte para Liverpoola 3|8 d. e % por libra de al-
golo.
AI.FANDEGA.
BaadiitMulo do dia 1 a 11. 89:5668377
dem do dia 12........ 11:7728845
O Illm. Sr. contador, serviado de inspector da
iesouraria provincial, em cumprimentn da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, manda convi-
dar aos propietarios abaixo mencionados, a enlrcga-
rem na mesma thesouraria, no prazo de tri na das
a contar do dia da primeira publicarlo do presente,
a importancia das quolas com que devem enlrar
para n calamento das casas da ra do Livramenlo,
conforme o disposto na lei provincial n. 350. Asl-
vcrlindo que a falla de entrega voluntaria, ser pu-
nida com o duplo das referidas quolas na conformi-
dade do artigo 6.- do rcgulamento de 22 de dezem-
bro de 1854.
N. 2 Manoel Jos Monleiro.....978500
4 Antonio da Silva Ferreira. 908000
t Joaquina Maria Pereira Vianna. 1188500
8 Manoel do Nascimcnlo da Cosa
Monleiro e Paula lzidra da Costa
Monleiro.........
10 Viuva o herdeiros de Jos Fernan-
des Eiras.........
12 Antonio Mouleiro Pereira. .
14 Luiz de Franca da Cruz Ferieira.
16 Joaquim Antonio dos Santos An-
drado..........
18 Marcelliuo Antonio Pereira. .
0 Viuva de Joaquim Leocadio de Oli-
\iira Guimaraes.......
22 Viuva do Dr. Jos Francisco de
Paiv. .........
24 Jos Baplisla Ribeiro de Parias. .
26 Manoel Buarque de Macedo. .
28 I mbeliuo Maximioo de Carvalho.
30 O mesmo.........
32 Francisco do Prado.......
31 Viuva de Francisco Severino Caval-
canli ..........
.'16 mino Maria ds Seixas.....
38 Manuel Francisco de .Moma. .
1 Herdeiros de Joaquim Jos de Mi-
randa..........
3 Tilomas de Aquino Fondees. .
5 Capella dos Prazcres de Guarara-
" P"...........
7 Ordem Terceira de S. Francisco; .
9 Francisco Jos Pacheco de Medeiros
e oulros. .......
11 Antonio da Silva Gusmo. .
13 Antonio Jos da Castro. .
15 Herdeiros de Izabcl Soures de Al-
mcida. ........ 188000
17 Joaquim Ribeiro Puntes. j-jUOO
19 Viuva e herdeiros de Joao Pires
Ferreira.......?. 368000
21 Manoel Romao de Carvalho. 7.58000
23 li mandado, das almas do Recifoi <>.--n',;i
25 Dr. Ignacio Ncry da Fonseca. 818000
27 Padre Joo Antonio Gaiao. 1239000
29 Antonio Cordeiro da Cunba. 608000
31 Joao Pinlo de Queiroz e herdeiros
de Joaquim Jos Ferreira. 91)600
33 Joao do Rosario Guimaraes Ma-
chado. .........
35 Antonio Luiz Goncalves Ferreira.
37 Julin Porlella.......
39 Joaquim Francisco de Azevcdo. .
41 Francisca Candida de Miranda. .
668000
678500
758000
378500
758150
908000
1808000
1213500
1268000
KW80Q0
488600
608000
608000
608000
788000
1119603
1278500
998600
278000
619200

678500
45M00
6380O0
E para conslar se mandou afiliar o presente c pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da thesouraria pro-
vincial de Pernambuco 14 de marco de 1853.0 se-
cretario, Antonio Ferreira d'.lnnunciarao.
O Illm. Sr. 1. cscriplurario servindo de ins-
pector da thesouraria provincial, em eumprimento
do disposlo no arl. 31 da lei provincial n. 129,
manda fazer publico, para ronhccimenlo doscrc-
dores hypolhci-arios, e quaesquer iiitercssados, que
fui desappropriada a Francisca Joaquina do Nasci-
mento, viuva de Jos Luiz Paredes, parle de nin
sitio na estrada dos Remedio pela quantia de 6008
rs. ; e que a respectiva proprielaria tem de srr pa-
ga do que se Ihe deve por semelhante desappropria-
cao, logo que terminar o prazo de 15 dias coiUadns
da data deste, que be dado para as reclamc,es.
E para constar se mandou allivar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario por 15 dia* successivos.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco II de abril de 1855.O secretario, A. F. da
Annuncianio.
O Illm. Sr. 1." escriplurario servindo de ins-
pector da thesouraria provincial, em eumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de
9 do correnle, manda fazer publico, que no dia 3
de maio prximo vindouro, perante a junta da fa-
zenda da mesma thesouraria se ha de arrematar a
quem por menos lizer, a obra do ciilcainenlo do se-
gundo laes da estrada da Escada avahada em rs.
1:1819100.
A arremataeno sera feila na forma da le provin-
cial n. 313 de 14 de maio do anno prximo passado,
sob as clausulas especian abaixo copiadas.
As pesoas que se propozorem a esl arremataeno
comparceam na sala das a Higas da mesma junta pe-
lo meio dia, competentemente habilitadas.
E para conslar se mandou alxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial di Pernam-
buco 11 de abril de 1855.O secretario, A. F. da
Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arremalarao.
1. O empedramento do segundo lan^o da estra-
da Escada, far-se-ha de conformidade com o orra.-
menlo approvado pela directora em conselho, e
apresenlailo a approvacao do Exm. presidente da
pros incia, na imporlanci do 4:1848400 rs.
SL O arrematante dar principio s obras no pra-
zo d um mez, e dever conclu-las no de seis me-
ze, ambos contados de conformidade com oart. 31
da lei provincial n. 286.
3. A importancia desta arremalacSoser paga
na forma do artigo 39 do regulamenlo.
?. Para ludo o mais que nao se achar especifica-
do as presentes clausulas, ncm no orcamenlo. se-
tuir-se-lia o que dspe a respeilo a lei provincial
n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. da Annunciarao.
0 Illm. Sr. contador se. .'indo de inspector da
thesouraria provincial, em eumprimento da ordem
do Exm. Sr..presidente da provincia de 4 do corren-
le manda fazer publico que no dia 19 do correnle,
peranlc a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar a quem por menos fizer, a obra
do 12" lanco da estrada do sul, avahada em 13:3108
rs. servindo de base a arrematado o abatimenlo de
16 por ccrlo oerecido pelo lirilanlc Francisco Alves
de Miranda VarejSo.
A arrcmalacilo ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 14 de maio do anno prximo passado,
sob as clausulas especiacs abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerom a osla arrematarao
comparecam na sala das scsscs da mesma junla pe-
lo meio dia competentemente habilitadas.
E para Ansiar'se mandn allivar o presente e pu-
blicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 9 de abril de 1855.O secretorio, ./. F. da
Annunciaro.
Clausulas especiaes para a arrematarao.,
1.a As obras do 12 lauco da estrada do sul fai'-sc-
liao de conformidade com o orcamenlo planta e per-
lis approvados pela directora em conselho, e apo-
sentados approvacao do Exm. presidente da pro-
vincia na imporlanci de 13:3108900 rs.
2.v O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de um mez e as concluir no de o'nze, ambos na
forma do url. 31 da lei n. 286.
3." O pagamento da importancia da arrcmalacao
verificar-sc-ha de conformidade com o arl. 39 da
mesma lei, e ser fcilo em apolices da divida publi-
ca provincial, creada pela lei n. 351.
4.a O prazo da rcsponsabilidade ser de um anuo,
durante o qual sera o arrematante obrigado man-
ler sempre a estrada era perfeilo estado de conser-
vado, sob pena de seren inmediatamente fcitos os
reparos necessarios a sua cusa.
5.'1 Em ludo o mais que nao estilar determinado
nesta* clausulas seguir-se-ha o que a respeito ds-
pe a le provincial n. 286.
ConformeO secretario,
A. F. Annunciarao.
OIHm.Sr. 1" escriplurario servindo de inspector
da lliesooraria provincial, em eumprimento da reso-
luto da junta da fazenda, manda fazer publico que
no dia 26 do correnle, vai novamen le a praca para
'er arrematada a quem por menos fizer a obra dos
concerlos do assudc da villa do Limoero, avahada
em 2:200f000 rs.
E par? constar se mandou oflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 10 de abril de 1855.O secretario, A. F. d'An-
nunciaro
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
que existen] no armazem da mesrna osvolnmesa-
baxo declarados, alm do lempo marcado no regula-
menlo, e polo presente sao avisados os seus respec-
livos donos, para qoe os despachera no prazo de 30
dias contados desla data, Ando o qual ser.lo arrema-
lados em hasta publica na forma do artigo 274 do re-
gulamenlo, sem que em lempo algum possa haver
reclamacio contra o effeilo dessa venda.
' Arr.iazcm n.7.
Marca A C >V, n. 2090, t pacole vindo no brigue
dinamarquez Louire. entrado em 1 de marco de
1853 ; a B. Praeger & I'..
Marca E.S.T., ns. 2% a 305, 10 caixas viadas
no mesmo navio entradas em 8 de marco de 1853 ;
a N. O. Bieber & C.
Marca J. K. C-, n. 366, 1 dita viuda no mesmo
navio eulrado em 7 de marro de 1853 ; a J. Keller
iSiC.
Marca J. I. L n. 180, 1 dita vinda no brigue
francez San Michcl, entrada em 3 de marco de
1853; aj.l. de'J.oyolla.
Marca lelreiro, 1 emhrulho vindo no brigue belga
foussotle, entrado em 18 de maico de 1853; a N-
O. Bieber & C.
Alfandega de Pernambuco 12.de abril de 1855.
O inspector, liento Jos Fernandes Barro*.
A cmara municipal desta cidade faz publico,
que lem resolvido considerar vizinhanca dn cidade,
para onde podem ser removidas as cavallaricasdcque
Iratam as posturasaddicionaes de 23 de dezembroul-
tmeos (errennsqueficam ao'sul da Iravessa do Mon-
leiro, procurando a ilireccao darualmperial.de ume
oulro lado de-la, margem do ro ou mar, Coelhos,
Chora-Menino, Soledde, Santo Amaro, e Fora de
Portas, na parle nao edificada. Oulro sim, declara
que lom marcado o prazo de 60 dias contados desla
dala, para quens donos de cvalas de uso particu-
lar, que nao tivorem os respectivos alojamenlos de
conformidade com as referidas posturas, o facam
denlro do mesmo prazn.
Paco da cmara municipal do Ilecfe em sessao de
II de abril de 1855. Hario de Capibaribe, presi-
denlc.No impedimento do secretario. O oflicial-
maor, Manoel Ferreira decioli.
Peranle a cmara municipal desla cidade, es-
tar em [iraca nos dias H, 16 e 18 do correnle, o a-
tcrramcnlo a fazer em parle da Iravessa da Concor-
dia e da ra da Palma, oreado em 3218000 rs. Os
prclcndenlcs podem dirigir-sc casa da mesma c-
mara para consullarein o respectivo orcamenlo.
Pac da cmara municipal lo Recite em sessao de
11 de abril de 1855.liaran de Capibaribe, prn-
denle.No impedimento do secretario. O oflirial-
maior, Manoel Ferreira Accioli.
tan, que muilo inlrressa a navesacp, a por copia
junta acslc. Capitana do porto de Pernambuco em
30 de marco de 1853.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Descripro da boia lializa enllocada no extremo
dos lai.ios de Olinda.
Na direccao Lessueste Oes noroeste da pona de O-
linda, acha-se enllocada nina boia indicando os bai-
xos do mesmo muo, balsada da mancha se-
guinle :
Sua coiifrguracao de urna pyramide cnica lem a
altura de 12 palmus e S pollegadas do nivel do mar
ao vrtice, tana soa base a cirrumferencia corres-
ponde ao dimetro de o palmse 6 pollegadas. Sua
cor de um liraneo claro se de-laca inmediatamente
das botas do banco do Inglez, sendo ueste, a do nor-
te raj ida de branco c escarale em liras perpendi-
culares, e a do sul de cor vcrnielha. Acha-se ella si-
ta sobre um fundo de areia grMM vcrmelha, em 5
bracas na baixa-mar media, para^erra dalla eonsa
de urnas 30 bracas principian) apparecer algumas
laces solas, mas ao nivel do fundo, c aquem 250
bracas se encontra o masseceo dos baixos deOlin-
da, vindo a boia a ficar fra 2 inilhas da caula c 2
e 1 quarto do do extremo Borle do banco do In-
glez. Sua posirao se ohtem marcando a torre da S,
na cidade de Olinda (groja mais alia pouco ao N
da qual se acha ocoqueiro rcmarcavel) por 63" N O,
o pao da bandeira do forle do Buraco, por 73 S O,
c a torre do arsenal de marinlia por 57" S O, rumos
esles lodos magnticos, sendo a variacao da agulha
com que foram observados 9o N O.
Mareando-a norte-sul verdaitciro por fora dclla
se poder navegar livremente mo s safo dos bai-
xos por ella indicados como do banco do Inglez,
dos da linha (colinuaro dos baixos que das Can-
delas se prolongara al .1 barreta de S. Jos): e to-
das as vezes que se fizer corresponder o coqueiro
rcmarcavel de Olinda, a meio do convento de S.
t rancisco (groja pouco mais ao ndrle, e mais bai-
la que a S) se estara Leste-Oeste com a boia, a
qual pode ser visla de dia com lempo claro na dis-
tancia de 5 militas de cima do convez de qualquer
brigue, e de noilc na de 100 ou 200 bracas, (is na-
vios que nao demandam o. porto, convm nao nave-
garen a Ierra da direccao cima mencianada, por
quanlo quer nos baixos em frente a Olinda, quer
nos da Iluba, em frente da illia do Nogucira, dimi"
nuco fundo uestes lugares rapidameule.
Capitana do porlo de Pernambuco 30 de marco
de 1855.Elziario Antonio dos Santos, capitn do
porto.
Conforme.O secrelario da capitana, Alexandre
Rodrigues dos Anjos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virlude de aulnri-
saco do Exm. Sr. presidente da provincia, lem de
comprar os ohjeclos seguidles :
Para o dcimo balalhao de infanlaria.
Panno verde escuro entrefino, eovados 125; man-
tas de laa, 50 ; esleirs. .50 sapalos, pares 281.
Segundo balalhao de infanlaria.
Floretes com punhos dourados, banhas do couro
prelo envernisado, com bocaes e panuiras dourados,
27 ; panno mesclado conforme a amostra que exsle
no arsenal, eovados 135.
Oilavo balalhao de infanlaria.
Manas de laa, 355 ; panno verde escuro entreli-
o, cavados 1,983; sapah, pares80 ; rhifarolcs com
balotes de couro prelo envernisodo, bocal o ponleira
''c melal liso dourado, punbo de enano, guarnecido
de melal dourado, 27.
Nono balalhao.
Mantas de laa, 376 ; panno verde escuro entrefino,
eovados 1,468 ; sapalos, pares 348.
Meio balalhao da Paralaba.
Maulas de 15a, 74 ; sapalos, paros 403.
Compaas de artfices.
Mantas de laa, 72 ; sapalos, pares 88 ; boloes
convexos de melal dourado, cora o n.,3, e de 7 linhas
de diamelro,'1,050 ; dilos de 5 linhas. 675.
Compauhia fixa do Rio Grande do Norte.
Panno azul entrelio, eovados 556 ; sapalos, pa-
res 106.
Quarlo balalhao de arllharia.
Panno rarmesim para vivos e villas eova-
dos 90.
Compauhia de cavallaria.
Manas de laa. 11.
Hospital regimeutal.
Roquete (tebrelanha com hallarlos de cassa, hom-
breiras, collarinhos, e abertura de renda e bro, 1 ;
loalha de brelanha com 2 varas de comprimenlo c
com babados de cassa, 1.
Colonia de Pmentciras.
Tbronelo.1 ; imagem do Scnhor Crucificado, 1.
Quem quizer vender esles objeclos e trocar a ima-
gem, aprsenle as suas propostas em caria fechada,
na secretaria do conselho, s 10 horas do dia 16 do
correnle mez.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimentn do arsenal de guerra 9 de abril de 1855.
Jos de Brito Ingle:, corone! presidente. Bernar-
do l'creira do Carmo Jnior, vogal e secrela-
rio.
Acltam-se apprchendidos na subdelegara da
freguezia do Poco da Panella um cavallo de cor ala-
sao, e urna vacca caslanha sem cris, os quaes ani-
maes foram adiados em lavouras: quem se julgar
com dreilo a qualquer dellcs, dirija-se a mesma
subdelegacia.
Pela subdelegacia d freguezia da Boa-Vislasc
faz publico, que fora apprchenriido no da 11 do cor-
renle, era nulo de prelo esrravo unta barriquinha de
hohichinhas ingieras, que andava vendendo por me-
nos de seu valor : quem lver sobre ella direi lo com-
pareca pirante esta subdelegacia. Subdelegacia da
rreSftoza da Boa-Visla 12 do abril de 1855.O sub-
(lek'lodo supplenle em excrcico.
A. F. Marlins Ribeiro.
mar : os senhores pratendentes poderao examinar
ditos predios, para o que se faz o prsenle annuncio
com bstanle anlicipacan.
llenry Forslcr & Compauhia farlo leilao, por
intervencao dn agente Oliveira, em presenca do Sr.
consol dos F.stados-L'ndns, e por con la e'riscode
quem pcrlenccr, de cerra do 20,000 couros seceos de
Calcula, ou quanUs bastera para pecorter ao cosleio
e mais gaslos nesle porlo, rom a galera americana
Kinland, capitn Gardner, onde arribo por fnrea
maor, "na sua recente vagcni qne fasta procedente
de Calcis com destino a Londres : sabbado II ,\
crrante, as 10 horas da manilla em ponto, visto Icr
o agente de fa/.or logo aps oulro leilao anniinciado,
no armazem alfandegado de Jos Antonio de Araojo,
no caes novo do Rccife.
C. J. Asllev & Compauhia faro leilao, por in-
tervencao do agente Oliveira, de um bello sorli-
mculo de fazendas as mais vendaveis : scxla-feira.
13 dn correnle, as 10 horas da manha, no seu ar-
mazem, ra da Cadcia do Rccife.
AVISOS DIVERSOS
AVISOS MARTIMOS.
PARA O RIO D JANEIRO
legue com milita brevidade a barca na-
cional fiarte, por ter a maior parte da
carga prompta, para o resto, pasangeirot
c escravos afrete, pantoque tem exced-
ientes commodos: trata-se com os consig-
natario Novaos & C, ra do Trapiche n.
~), ou com o capitao Jos Maria Ferreira
oa praQa do Commercio.
BECLARACO'ES.
101:3395222
725C0O
73&0OO
529500
459000
fioaooo
Rs.
3:0063753
BANCO BE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco toma < da'
ledas sobre o Rio de Janeiro Raneo de
Pernambuco 1 de abril de 1855.O se-
cretario da direccao, Joao Ignacio de
Medeiros Reg. .
COMPAMILVI'El'.NAMIUCANA.
O conselho de direccao convida os Srs. accionistas a
realisarem a quarta preslacao de 10 por sobre o nu-
mero de aerees quclhc perlcnccn, al ao dia 15 de
abril prximo ; o'encarrcgado dos reccbimenlos he
o Sr. F. Coulon, ra da Cruz n. 20.
O Illm. Sr. capito do porlo manda fazer cons-
tar queem rlede de aulorisacao do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia foi collocada urna boia baJisa no
extremo do baixos de Olinda, sendo a sua descrip-
Segue com brevidade por ter parte da
Carga prompta, o Iiem condecido date
A.MI.I.IA : para o resto da carga paso-
sa fjeiros, trata-te com os consignatarios
Novaes&C, na rita do Trapiclte n.54,
ou com o mestre no tiapicdcdo algodao.
Os abaixo assignados consignatarios do patacho
perluguez Al/redo, (encionain que o dito niviu saia
domingo 15 do correnle sem falla, o quem no mes-
mo quizer rarregar, para o que anda lem lugar,
queira aprnmplar os seus despachos ale sexta-feira.
Ilecife 11 de mano de 1855. Jokntton Pu-
lcra C.
Segu para o Porlo a barca S. do Bom Suc-
cessnii al o dia 2ti de abril, por ter parle do seu car-
regameulo prompto, por isso quem quizer carrejar
na mean, ou ir de passageni, dirija-se a Francisco
Alves da Cunta Ov Compauhia', ra do Vigarmu. II,
ou ao capilo na praca.
Para o Assu' sabe imprelerivelmcnle na segoin-
te semana o hiato (lAngelican ; para carga e paaaa-
geiros, trata-rae na ra da Cadeia do Recite n. 49,
primeiro andar.
A barca pnrliigueza Maria Jatea, de que he
capitao Jos Ferreira Lcssa, pretende sabir para Lia-
bol no dia 28 do correnle mez de abril ; para o res-
to da caiga ou pas-aneiros, Irala-se com os seus con-
gignatariot !'. S. Rabello & Filho, ou cun o mesmo
rapil.ni na praca.
RIO DE JANEIRO.
A barca nacional 90RTE, segu itn- i
preterivelipentepara o Rio de Janeiro ter-
ca-feira 17 docorrente, s pode receber
escravos a lele para osquaes lem e\cel-
lentcs commodos: trata-te com os con-
signatartosNovaes&C na ra do Trapi-
clte n. .l, ou cota o capitao na praca.
UMA PERPETUA
Sobre a campa do meu amigo
JOAQUIM CANUTO DE FIGUEIREOO.
Vocabii me, rl PRn rwfo
debo (il'i : operl m-inuum tua-
rurn tiorrib'i>4 ili'Urmn.
Jb XIV, 1^.
A Parra
Mirrada,
Celada
-Me disse :
En quero
l'unir-le,
Ferir-le
De luorte.
a Son forlc,
Niln Ironifi,
Nem lomo
leus golpes ;
TrinTannos
Me mostram
y'arroslram
A l'lulo.
o Ten lulo
Sla cerlo,
tem perlo.v
l*os foro.
Tyranna
Meu soulio
Atedonho
Acabou.
. K logo acordei :
E o liron/e sagrado
N'ihrando lugulire
llohrava a linado.
Meu Dos, piedade !
Qoe a l'arca dolosa
Contigo raivosa
Vinganca jurando
Fcno-me vnittadc.
Tu, (Iba das lre\as,
NSo sabes que aflronto
Ten vulto hediondo.
Que sempre csliui pronto
Contigo a hitar '.'
A laca do fel,
(V Parca cruel,
Querendo poupar-me
Me dsle a Iragar.
Com vidas en leudo
Ccm vidas cu dava,
Vivendo Canuto
Contente eu huava :
Mas tu. Parca fria,
De mo descarnada,
Sella en venena da
Cravas-le em meu peilo
Com fereza impa.
Acolheu-me no seu lar, foi onde achci
Um azilo:
Liberal, sincero, nelle enconlrei
A litada.
Slava orpliao nesse tenipn, dcsvallido,
Sem arrimo ;
Meus dcsgoslos com elle divertido
Olvidava.
Quando triste, taciturno lastimara
Meu porvir,
Compassfvo, carinhoso me animava
Com ternura.
Foi modelo de virtudes,
l>e virtudes socines ;
Bom rldado, bom amigo,
Bom amigo al nao mais :
Como christio, so bem poucos,
Bem poucos a elle iguaes.
Bom filho, melhor esposo,
Melhor esposo no ha,
A consorte desolada.
Desolada lira r i ;
Sen lucto ser p'ra sempre,
Para sempre o chorar. *
Era pai de doze filhss .'
Doze filhos sentirn
Urna perda como nunca,
Como nunca sofTrerao :
Perda fatal !... que nao mais,
Que nao mais repararan.
PTum Icito de dores morreu como justo ;
De joelhos, christos, por elle rogai,
Sua alma est hoje perante Adooai
Na etherea manso, no empreo augusto.
Se leve fraquezss de homem, defeitos,
Vs, Dos de hondade,'deveis perdoar
As faltas do servo, que sou he educar,
Senhor^nove virgens pos vossos preceitos.
Nove anjos que pedem, por vnssa memoria :
" So';- ni a Canuto, salvai-o. Senhor.
Na w/ra sonco mil calii de ddr.
Agora na fronte cingi-o de gloria. .
are.
LOTERAS da provincia.
O cautelista Vicente Tiburco Cornelio
Ferreira W;m as sitas caulelas e billtetes
da primeira part Rcjgario de Goianna a venda nasseguinlis
lujas* ra do Cris; io n. 'te 12, ruado
(.iitcimado n. 2"), pateo do Carmo n. 18,
ina Nova 11. V7 e Ierro da Boa-Vista n.
) ; sendo os billtetes i'nleiros |)ngosV>m o
descont dos 8 por cento do imposto ge-
ral.
Seusprec/M ate 21 docorrente.
Bilbetes. 5|500
0 un i-l os. islU)
Oilavos. 720
Decimos. (00
Vigsimos. 7,-2()
GABINETE PRTIGIEZ DE
LEITLRV.
Por ordem da directora, convoca-seo
conscllio deliberativo para domingo 15
do crtente as 11 doras da mandaa.
6
A chamada do Sr. JoaO Luiz Vianna
a esta typograpliia, levo lugar parase
lite entregar em mao tins papis vindos
do Para' com recommendacSo: e como
se ignoraste sua residencia le fe/, aquelle
aviso.
Precisa- de mil menino porlusunz do 1(1 ou
t-2 annos de idade, para caixeiro de um taberna : na
ra de San Francisco n. (8.
PrccisV-sc llagar nma preta forra 011 captiva,
q:te saiha rnzinhar, ensonintnr e fazer Indo o mais
(rvieoda tima casa de pequea familia ; a tratar na
ra da Scnzala Velh.i n. lili, primeiro andar.
Paulino (ionealves da Silva, cidado porlusuez,
rctira-sc para o Itio de Janeiro.
Desappnreceam no dia 9 do correnle, do tnsenlio
Sacambo 2 eseravos, sendo nm de nomo l-"el\, rri-
ntiln, de iladc, punco mais 011 menos, de. M) anuos,
alto, grosso, sem barba, cor fula, lem falla de den-
le (por sii;nal uma cicatriz entre os peitos) pes lar- !
^ns ; levou camisa c cemula de alRodAo groaae : o 1
oulro do nome Joaquim. de nac.io Anola, dado 18
a 20 anuos, eslalura resalar, sem barba, lem uma
renda na perna esquerd.i ; loyou camisa e centola
de algodao crosso : rosa-se a leda* as animidades
c capilaes de campo de os apprchendcr e levar ao
dilo ensenho, ou na ra da l'raia n. 3, que sero e;e-
ncrosamenlc sralifirados.
Bernardina, Antonio Ramos e Joo Feliz de
licito vao a Porlnsal.
Ainda est para se alagar 1 casa na cidade. de
Olinda da ladeira da .Misericordia 11. 12 : a Tallar no
ra do fcfathia* Ferreira 11. 28, ou no Ilecife, ra do
Kangel n. 24.
l'rcrisa-se de um bom carroceiro : no armazem
de materiaes da ra da Concordia, onde tem tab-
lelas.
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO EM
GOIANNA.
Corre indubitaveimente sabbado 21 de
abril.
Aos .VOOfWOOO, 2:fltX!X)0, 1 lOOft-vOOO.
O c.iulelisla Salusliano de Aquino Ferreira avisa
ao1 rosp6ilnvcl publico, que seus bilheles e cautelas
estao isenlos do iniposlo de olio por.ceulu da lei.
Acham se a venda as seguintes tojas : ra da Ca-
dciado Ilecife u,2i o -, praca da nrlependencia
n. .Ii c ; ra do (tueim.-ido n. :9 e ; na do
l.ivrameulo n. 22; ra Nnv.i n. Iti; e ra do Cebo,
n. 11, bolica.
Recebe
' '
i
IIOjIEOPATIIIA.
I 1-.IIUE AMARELI.A.
Alsuns cas de FEBHE AMAREI.LA
se lem ltimamente mauireslado nesla ci- Z
dade. O Ir llmenlo homu-opalhico bem W
ilirisido lem mostrado sua sopehoridade ti
i autisa medicina. O doentes. poi, que Z.
a hoiiKi-opalhi quizerem recorrer, pod- (y)
lo-lian fazer, sendo soccorridos de preferen- n
cia iquclles que neultum remedio ItajSm ^
lomado.
Consultorio central homa-opalhico, roa
de 8. Francisco (inundo novo) n. I.s A.
Dr. Sabino Olegario I.udgero l'inho.
Prcctsii-sc de um bom jardneiro pa-
ra lindar um pequeo jardim, e pelo que
se Ihe pagara a seu contento: quem es-
tiver Deltas circumstancUl dirija-se a esta
'yP{raPmai que se llie dir' com quem
tem de tratar.
l.OTEKIA l)E N. S. DO ROSARIO .DE
GOIA.YNA.
Aos 5:0008000, 2:0008000, 1:0000000.
Os hilheics e cautelas do caulelisla A. J. Rodri-
gues de Sonza Jnior, tao afortunados pelas frequeu-
lc.< vezes que lem dado as sorles grandes, como re-
ccmmendadns por serem paeoa os premios grandes
por inleiro sem descont algum, acham-se i disposi-
r.io do respeilavel publico lias seguintes lojaa : pra-
ea da Independencia ns. A. 13, 15, e *0 roa do
<.)ucim ido 11. :IT A, e em oulras mais do coslumc :
as rodas da referida lotera andam imprelerivelmen-
1c a 21 do correnle mez em o consistorio da igreia
na Conceicao do Militares.
Rilhctes 5.5500
Meios 25800
Quarlos l440
Quintos 18100
Oilavos 720
Decimos 600
V tecsjinos .120
Ja te conheci, meu metro n5o he assim que
lu me has de pegar ; ollta, lens reparado ja n,io
Ion meu pas porque conheco que o Pernos Torta* o que quer lio
ver se com o seu aviso, o honrado pai da menina faz
com que cu nao ande dizendo o (pie lenho dilo a
meus primos : eu ci que nao quero ncm ao menos
que me digam, ollta o cnrpn como esta le comendo !
assim, adeos meu menino, .leos meu amor, al nflo
sei quando, se nos vimos fnrmos.O R.
nfcsX:V -fe--. -" '
.A
;..,k
mi mi


LEILOES.
O agente Oliveira faro ieihlo em seu esrriplo-
rio rna da Cadeia n. (, por cima do armazem de
hiendes dos Srs. Fox llrolhers, 110 sabbado 14 do
correnle, ao meio dia em ponln. do Kgninle : 3
moradas de casa de pedn e cal em chilos prnprios,
livrese desembarazadas, sendo uma de dous andares
e sotan, a qual faz esquina pura a Iravessa da ra
do Vicario, e os fundos, franle para a Iravesst do
Corpo-Sanlo n. 29; uma dila terrea n3 ron do Pilar
11. 61, em Fora de Portas, t oulra tambem terrea na
mesma ra n. 69, com sotan o cusinha fora, e am-
bas com porlaoe quintal murado para o lado do
Jos' Pinto de Magaldaes& C, azem sci-
enteao -espeitavel publico que em seu es-
tabelecimenlo.de carros fnebres do pa-
teo do Parai/o casa n. 10, se encontra cai-
ros e pannos da primeira a quarta or-
dem com ricos adornos, tanto para de-
l'untos como para anjos, incuml>cin-se de
fgrnecer guia, carros de passeio, msica,
armaco, cera, ele, e prometem bem
servir a quem se dignar incumdi-los de
qualquer enterro, para o que da as ne-
cestarias habiltacOes: no mesmo alugam-
se caxSe, e vendem-se mortalltas de pi-
nito.
ultaixo a-i^iiilit ir. eiu
medicina, acha-HC renidindo ^
na rna da Cruz do Itecife 11. i <:
49 secundo andar, onde p- S^
de ser procurado a qualquer %
hora. .loaquim Plutonio
Mires Hilii ir o.
Roga-se a'irinandade de S. Anua
da Madre de Dos, que aprovejte a.vinda
do macltinista que esta' assentandoo rc-
logio do arsenal de marmita, para exami-
nar 0 seu relogio, e lazer-ldecs concertos;
e se a irmandade nao pode fazer esta des-
pega, tenlta a bon-.lade de recorrer aos
seus 11 nios tjue estao promptos a con-
correr.
Precisa-se de ofliciacs de alfaiate,
tanto de obra grande como taluda : na
ra Madre de Dos n. 36, primeiro an-
dar.
5:0008000
2:500*000
1:2.503000
1:0008(XH)
69S900U
5OO9OOO
2005000
ti reren..e caulelisla declara mu eiprcssamenle
no respcilavcl publico, que he responsavel nica-
mente 1 pasar os premios grandes .por inleiro que
obliverem suas cautelas : sobre os seus bilhetes intei-
ros vendidos em oriainaes, se obrigl apenas a em-
linl-ar ao possnidor do bilhete os oito por cento d*
le, logo que elle. Ihe foi apresenlade, indo o pnssui-
,dor receber o competente premio (ue nelle sabir,
na rna do Collc^io n. 15, eseriploro do Sr. Ihesou-
reiro Francisco Antonio de Oliveira. Pernambuco
13 de abril do 1855.
SaluttUmo de Aquino Ferreira.
Joao Isnacio de Arruda, subdito porlusuez,
relira-se para a .provincia do Para, levando em sua
compauhia sua mi e unta irmfla, o que faz publico
na conformidade da lei.
O abane lerignaale, tcndoronlr.itado com Jos
Anacilo da Silva a compra de um silio e eaixSo da
casa que elle poMoa na cslrada nova da Soledad*,
ruE ios credores de dilo .los Adelo, ou a quem
interessar possa. a diricr-se 1 Iravessa do Oueimado
n. 1, para ah verilicarseu crdito e promovTr-se seu
embolso, islo no prazo de 8 dias.
Albino Jos Ferreira da Cunha.
IRMANDADE DQ BOM PARTO, ERECTA
NA IGKEJA DE S. SEBASTIAO'. EM \
OLINDA.
A mesa desla irmandade, leudo resolvido que a
sua milagrosa imagem, chesada de Lisboa, sua ben-
?3o fosse na igreja% de Sania Thcrcza, uo dominso,
15 do correnle, as .1 horas da tarde, c dahi aliir em
procssilo logo que clicgiio a irmandado da mesma
Senhora, que sabe de S. SebastiSo com esla milagro-
sa imagem para ir receber aquella, e seguir as ras
sesoinles : ladeira do Varadouro, ra de S. Benlo,
Quatro Cantos, Aljube, Biquinha, e recolher-se na
igreja de S. Seltaslio, d'onde lem de ficar ezposta 1
visla das devotas ; tendo a noile ladainba, e no dia
eguinte a sua primeira mista com a assistencia da
irmandade : roga-se, porlanto, as irmandades que
fizercm o favor de aeompanbar a milagrosa imagem,
de comparecerem as 2 horas do referido dia.
Na ra do Cahug n. 1fi, primeiro andar, ha
urna carta de Lisboa para o Illm. Sr. Joaquim Ala-
noel Comes de Mendoiira.

Segtinda-feira, 1G do correnle, havera leilao
(loria do armazem do Sr. Aunes Jronte, defronle
da escada da alfandega. e por conla e risco de quem
pcrlcncer, de cerca de :M) barris pequeos com supe-
riores presuntos e chourcas, e 2V barris tambem pcr
q nenes rom toucinho, em lotes a vontade dos com-
pradores, e muilo proprin para casas particulares.
Viuva L. Wolicbard c seus .'1 filhos menores,
rclr.-im-se para a Europa.
Aluga-se uma boa escravn, que cozinha, en
gomma e compra : na rna Direila n. 2i, secundo
andar.
Pcnleu-se no dia 8 do correnle, na ra Nova,
um alunle detiuro com esmalte verde, e pelo meio
do esmalte urnas palminhas de ouro, o qual allinele
he da formatura de um S enrn uma volla por cima do
mesmo S, o qual he de senhora : roga-se a quem
aeliou de o levar ao largo da ribeira n. I, taberna
que faz quina para a ra do l-'agnndes, que se dar
103000 de adiado.
D-se dinheirn a juros sobre ponhores de ouro
e prala, seja qual lor a quantia : na ra de Hortas
n. i3, casa terrea.
Offerece*jc uma mulhcr para ama de qualquer
casa, para todo servico de portas a dentro, de boa
conducta e muilo fiel ; a anminciante tem uma en-
anca, pori'in nao a conservar comsigo mais de um
mez : quem precisar, dirija-se .1 Malarineira, na ca-
sa de francisco Antonio Valenle, que (lira quem he.
Jos Comes Mallioneo rclira-se para a Europa
para tratar de sua saude.
Precisa-se de uma pessoa que lenlia as hahilila-
cOes nceessarias, c queira lomar por halanco, cotila
de urna boa taberna distante desta cidade urna le-
gua, e no se duvida dar interesse na mesma, ou
bom ordenado : a tratar no becco do Peixe Krilot
taberna do Cabriel.
Perdeu-scuma argolinha de hrilhante : quem
a achou e quizer restituir, leve-a i na da Cadeia
do Kccile, armazem n. t, que se gratificara.
O abaixo a-signa lo. tendo-se associado a cusa
corr.mcreial de Vicente Ferreira da Coria em mareo
do anno passado, na qualidade de socio de Industria,
faz publico, para que ctiegiie/ao ronhccimenlo dos
interessados, que em marco di correte anno fra
dissolvida a socedade por motilo arcordo e na me-
lhor harmona, lie.indo u liquidaran cargo do c-
nenle Ferreira da Cosfti. O mesmo abati assigna-
do aproveita o ensejo para declarar, que se acha
quile com a praca, c bem assim que desla dala em
dianle assignar-se-lia Antonio Joso Silva da Brasil,
afuii de evitar os inconvenientes da confusao de no-
me, visto como no imperio, e incsntb na provincia
mais de um se enconlrava igual 10 de que nsava o
abaixo aasignado, que era Antonio Jos da Silva,
Ilecife 12 de abril de 1855.Antonio Jos da .Silva.
20JOO0 RES DE CRATII ICACA'O
a quem entregar on der noticia certa, nos quiltro
cantos da ra do Queimado, loja do sobrado ama-
relio n. 20, de dous cuardanaposndam.-iscados, que
se atippoem lirados, ou foram perdidos de cima de
uma caixa que um molrque condn/io a cahee-, des-
de 1 ra Velhado hairro da lina Visla al o largo do
Collegio. cojos Buardattapoe roiitinhain : 5 lenjos de
labviinlho, 3 lencos de canlliraia de Indio, sendo 2
de labvriiilho paliada largo c 1 de hibvrintho obeia
na grade, I lene; de esguio de labviinlho passado,
nni, lenr/l de catnbrai.i iogleu do lahvriiilho
chela no panno, 1 vestido de menino de rass lisa
com roupinhn fraiizido c a saia comprida e aherta, 1
roopiio de menino, de catnbria lisa eercado a biro,
e .iberio no lalho c as mangas com renda franceza,
:! louqiiinhas de menino, sendo umn .le esguilo a-
herla com renda e rufo, oatra derambraia lanihem
com rufo e outra de cgitio lisa. Agradeccr-se-ha
a resliluico ese promelte segredo.
Manoel de l-'aria relira-sc para fra do im-
perio.
Precisa-so arrendar um silio que tenha casa ca-
paz para ama familia, sendo nos lagares, Passagem,
Cajueiro ou Capunga, lendo banho : quem tiver an-
noncie ou dirija-se ao quarlo andar do sobrado n. 4
da ra da Cadeia do Kccife.
Bilhetes
Vleios
Quarlos
Oilavos
Dolimos
Vigsimos
53500
2s00
UM40
720
GOO
320
Iteccbc
5:0005000
2:5003000
1:250>000
6259000
5008000
2.03000
O mesmo caulelisla cima declara ao mesmo res-
pcilvel publico, que se obriga a pagar os premios
grandes por inleiro sabidos em suas cautelas, e mais,
que quanlo aos seus bilhetes inleiros, os quaes sao
vendidos em originaes apenas se.responsabilisa a pa-
gar os nilo por rento, logo que se lite aprsenle o bi-
Ihelc. indo o pos*uirior receber o respectivo premio
do Sr. Iln-soureirn.
CASA DA AFERICAO, PATEO DO TERCO N. 16.
O abaixo issignado srienlilira, que no cscriptorio
daquclta casa da-seexpedienle lodosos diasdas ho-
ras da manilla ns ', da larde ; oulro slm, que a re-
islo leve principio no dia 2 do crrenla, e que fin-
io o prazo mareado pelas posluras municipacs. in-
corienlo os conlraveiilorcs as penas do arl. 2 ulu-
lo 11 das sobredi las posturas. Prxedes da Silca
liusmo.
Quem dcsejnu saber se nesla praca existe pes-
soa nittorisada ios negocios de Paulino da Cunha
Soulo Maior, pode apparecer na rita da Madre de
lieos n. 7, primeiro andar, quo achara com quem
tratar.
Precisa-se alngar uma ama secca : na ra da
L'nio, em casa do Dr. Jos Amonio de Andrade.
Joao Francisco de Araujo Lime tai a Europa.
\ irialo de Frcilas 'lavares, residente nesla ci-
dade, berdeiro legitimo de seu finado pai Francisco
Jos lavares, fallecido em Lisboa, constando-lite que
para eta cidade pelos mais herdeiros de Lisboa, foi
remedida procurac,iio bstanle para serem vendidas
as parles dos engenhos Cuiambuca e Riacho dos Pa-
dres na fregaezta de Agua-Prcla, que por heranca
de seu fallecido av Manoel de Carvalho Medeiros
as hnuveram. E como os bens de seu fallecido pai
linda nilo foram inventariados, parlilhados, e menos
para isso ouvido foi o mesmo i minucia ule, he do
seu rigoroso dever srienlicar ao rcspeilavel publico
desla cidade c provincia, que deixein de negocio al-
gum fazer, pois que essas inesmas partes dos refe-
ridos engentaos, elle aniiunrianle berdeiro, leucinna
serem as que por heranca IhesdXaui locar, emhora
mesmo qiialqin r repusic.iu que baja de haver, pela
qoal se obriga o aiinuncianle a alisfazer, ama vez
que nesla provincia se acha residindo, e da agricul-
luri do Brasil i refin.le usar, o por issodeixari de
pcrlcncer as mesnias parles dos dilos engenhos aos
herdeiros de Lisboa ppr ser tao dillerenles s suas
residencias. E para que devfuturo ignorancia nao
haja ios que lal compra lizerem, faco por annuncio
em l> dias successivos nesle Diario, ludo islo constar
ao mesmo respeilavel publico desla cidade, e toda a
provincia. Rocie 11 do abril de 1855.
Noholc! da Europa d-se comida mensnlmente,
por preco razoavel.
No hotel da Europa da ra da Aurora lera co-
mida e bous pciiscos a toda hora, com os prceos mar-
cados na tabella, muilo commodo.
Nada perder quem for credor do M. M. do R.
scnhor do engenho em PC., se" noticiar seu debito
na ra do Queimado n. 18.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
PILULAS HOLLOWAY
Esle incstimavel especifico, composto jnlciramen-
tc de hervas medicinaes, nao conten mercurio, nem
outra alguma substancia deleclerea. Benigno a mais
lenra infancia, e eompleicao mais delicada, he
igualmente prompto e seguro para desarraigar o mal
na compltelo mais robusta ; he inteiramente iono-
ccivlc em suas operaeoes e eeitos ; pois Dusca c re-
move as doencas de qualquer especie e grao, por
mais antigs e tenazes que sejam.
Entre tnilhares de pessoas caradas rom esle re-
medio, militas queja eslavam as portas da morte,
perseverando em seu uso, ednseguiram recobrar a
sadc e forja, depois de haver tentado intilmente
todos os oulros remedios.
As mais alllirtas nao devem cntregar-se i desespe-
rafto ; faeam um competente ensato dos eflicnzes
edeilos desla assombrosa medicina, e prestes recu-
pcrarAo o bcnelicio da sanie.
Nao se perca lempo em lomar csse remedio para
qualquer das seguintes enfermklades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areas (mal d').
Aslhina.
Clicas.
Coiivulsocs.
Debilidade ou exlenua-
ofo,
Febre toda especie.
Cola
lleinorrlioidas.
llvdropisia.
Ictericia.
IndigcsIOes.
1 u II.i n i na roes.
Irregularidades da incns-
truaeAo.
Debilidade ou falla de l.onibrtgas de (oda /C?pe-
forcas para qualquer ci.
Mal-de-pedra.
.Minchas na cutis.
ItbsIrucrAo de venlre.
. I'hlhisicauu cousump^ao
pulmonar.
Relcitrao d'ourina. '*
Rheiimalisino.
S)mpluntas secundarios.
-Temores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo mal).
rousa.
Desinleria.
Dur de garganta.
o de barriga.
(( nos rins.
Dureza no venlre.
Ettfermidades no ligado.
> a venreas
Euxaqueca.
tlcrvsipela.
l-'ebres biliosss.
intcrtniltenles.
\ endein-se estas pilulas no eriahelermienlo geral
de Londres, n. 2t, Straml, c na loja de lodos os
boticarios, droguistas e outras pessoas enrarregadas
de sua venda em loda a America do Sul, Havana e
Despatilla.
Vendi'-sc as Imcelinlins aNKI reis. Cada urna del-
las euiilt'in urna iiislrueeo em portngocz para ex-
plicar o modo de se usar d'eslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Sourn, phar-
maceullco, na ra da Cruz n. 22., em Pernam-
buco.
CHAROPE
DO.
BOSQUE
O nico deposito contina ,i ser na botica de Bar-
tholoineu francisco de Souza. na rna larga do Reea-
rion.36; garrafas grande- 59.500 e i cpienas^KK.
IMPORTARE PABA 0 PIBLICO.
Para cura de phlisica em lodos os seus .lillercutes
graos, quer molivada por conslipacoes, tosse, aslh-
ina. pleuriz. escarns de sangos, ddr de roslados e
peito, palpilacAo no coraran, coqueluche, hronchile
dr lina caganla, c todas as molestias dos orgoa pul-
monares.
TAIXAS DE FERRO.
Na lundic-ao' d'Auix>ra em Santo
Amaro, e tamlx'm no DEPOSITO na
uta do Brum io;o na entrada, e defron
le do Arsenal de Maiinia ha' i^mpre
um grande sot liuuiiLo de taichai tanto
de fabrica nacional como eitrajngeira,
Iwtidas, fundidas, grandes", ojienuenas,
razas, e fundas ; e em ambos os logare
e\8tem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precoi sao' os mais commodos.



MUTILADO
.
-


41
DIARIO DE PERRMBUCO, SEXTA FEIRA 13 DE ABRIL DE 1855
i,*
CONSULTORIO DOS POBRES
ftO KOA NOT7A 1 ffPAH 50. '
89000
207000
259000
309000
609000
l000
28000
2*)00
O Dr. 1'. A. Lobo Moscozo di consultas homeopathicas lodos os das aos pobres, desde 9 liaa-ada
rnanliia aleo meio dia, o era casos extraordinarios a qualqoer hora do da ou noile.
Ollerece-se igualmente pura pralicar qulquer operado de cirorgia, e acudir prnmptamenlc a qual-
quer mullierque esleja mal de parlo, e cujascircumslaucias nflo permillain pagar ao medico.
i MIMI DO DK. f. i LOBO HOZO.
SO RA NOVA 50
VENDE SE O SEGUINTE:
Manual completo do mnldicina liomcopathica do Dr. G. II. Jalir, Irailur.ido m por
lif-uez |>clo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados cm dous c acompanhado de
um diccionario dos termos de medicina, eirurgia, anatoma, ele., ele...... 305000
Ela olira, a mais importante de todas asquctralam do esludo c pralica da liomeopalhia, por ser a unir
que ranliin a base roiidamcnlal 'esta doulrinaA PATilOGEISESlA O EITKITUS DOSMEDICA-
ME>TOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAI'DEconliecimenlos que nao podem dispensar as pes-
soas que se querern dedicar pralica da verdadeira medicina, inleressa a. lodos os mediros que qaizeren
experimentar a -doulrina de llahiiemaiin, e por si meamos se cnnvcurereni ta verditdj! d'ella : a todos os
fazendeiros e senhores de engenho que estilo longr dos recursos dos mediros: a lodosos rapitesde navio,
qoe urna ou oulra vez nao podem dcixar de acudir a qulquer inrommodo spu ou de scus tripulantes :
a lolos os pais de familia que por circumslaucias, que nm sempre podem ser prevenidas, sao, obriga-
dos a prestar O v ide-inecuui do homeopalha ou tradurrao da medicina domestica do Dr. Ilering,
obra tambem nlil s pessoas que se dediram ao esludo da homeopatliia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina ...... 10S0OO
ff diccionario dos termos de medicina, eirurgia, anatoma, etc., etc., encardeuado. 39000
Sera verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
hnmcopathia, e o proprietario deste eslahclerimenlo se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
nin:nem duvida hoje da Rrande superioridade dos eus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grande*.........._.........
Boticas de 2t medicamentos em glbulos, a 108, 128 e 158000 rs.
Dilas 36 ditos a................
Ditas 48 dilos a................
Dilas 60 ditos a................
Ditas 144 dilos a................
Tubos avulsos.....................
Fraseos de meia mira de lindura..................
Dilos de verdadeira tinctura a rnica...............
Na mesina casa ha sempre i venda grande numero de lulios de crystal de diversos lmannos,
vidros para medicamentos, e aprumpla-se qulquer eucommenda de medicamentos com toda a brevida-
dc e por preces muito commodos.
i

THESOURO-HOMEOPATLUCO *"
OU i
& VADE-MECUM DO O
$ HOMEOPATHA.
(A Melhodo concho, claro e seguro de cu- (p)
rar homeopalhicamente todas us molestias v
que affligem a especie humana, e part- ?>
fgk cutarmente aquellas que rrinam no Bra- fA
TV sil, redigido segundo os melhores trata- 7L
v) dos de hoiAeopathia, tanto europeos rumo '$>,
lfi americanos, e segundo a propria experi- Js
g encia, pelo JJr. Sabino Olegario l.udgero ]*.
jfc Pitiho. Esta obra be boje recouherida co- ^.v
Orno a mrllior de todas que Iralam daappli- /Sh.
cacao liomeopalhica no curativo das 1110- ?
j| leslias. Os curiosos, principalmente^ nflo (/
podem dar um passo seguro sem possui-la e aj.
consulta-la. Os pais de familias, os senho- *9
(A re de eugenho, sacerdotes, viajantes, ca- (j)
S*^ pilacs.de navios, serlanejos ele. etc., devem ^j,
le-la a mito para occorrer promplamenle a <4j>)
qulquer caso de molestia. 4A
boas volumes cm broclmra por 108000 2
b a encadernados II9OOO ^f
Vende-se nicamente em casado autor, /j*,
V7 no palacete da ra de S. francisco (Mun- "W
0 do Novo) n. 68 A. rjp)
: J. JANE, DENTISTA, S
contina a residir na ra Nova n. 19, prime- ;>
ro andar,
uiefram ez. ohxas
SALA DE DANSA.
I.niz Canlarclli participa ao respeilavel publico,
que a sua salatle ensillo, na ra das Trinclieiras 11.
19, se cha abrrla todas us segundas, quailas e sex-
tas desde as 7 horas da noile al as 9 : quein do sen
prr-lmio se quizer ntilisar, dirija-e a rocina casa
las 7 horas rta maiuVia al as 9 ; o mesmo so ollere-
cc a dar licOes particulares as lloras convcncioiadas:
e lainbem da licites nos rollegios pelos preros que os
Besroos iciu marcado.
Manuel Ignacio dr Oliveira embarra para a
Euiopa osen fdho menor de 10 anuos, Jos; de As-
sunipou Oliveira.
O padre Antonio .la Cimba Figucircdo mu.Ion
o seo aScriplorio de advogado para a ra e-lreila do
Itosaiio n. 26, onde poderu ser procurado lodos os
dias ilas 9 lloras da mandria cm diante.
.
HDANCA DE I.OJA. a
jjj Jos Pradines, rutileiro francs, tem a hon- S
a rade previ nir o respeilavel publico c a scus
.; fregueua em particular, que muou sua 1
de rutilara da ra Nova para a ra da Ca- ~a
11 deia do Kerife 11. 10, oiule o arbario prnioplo jg
v para os mislcrrs |le sea oflirio, e astegnra as jj
3 pessoas que qnizerem honra-lo rom sua ro'nli- 3
g aura, que sero salisfeilas Unto na proinpli- SS
g dao como nos preros, que serSo os maisrasoa- '&
H veis possivel : approvcila tamhcm essa orea- SJ
sio para previnir a seus freguezes que teem jj*
f" obras as mitos delle ha muito lempo, que ve- ff
|j nli.iin buscar no prazo de um mez. do con- 2j
j trario serSo vendidas para pagamento do Ira- <
K5 I' 11 lio, porque no pode passar seu lempo a 9
iblicacuv do instituto iio g
MEOPATIIICO 00 BRASIL. 9
Novos Ivtos de liomeopalhia
todas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias chronicas, i vo-
lumes. ...........- 208000
Teste, rrole-lias dos meninos.....(iyHMI
Ilering, homeopaltjia domestica. .... Tnkhi
Jalir, pharniaco|M'.i liomeopalhica. i .-smo
Jalir, novo manual, t volumes .... Ih.nhhi
Jahr, molestias ner#isas.......(10(K)
Jahr, molestias da pclle. ....... S-^OtH)
Rapou.'hisloria'da liomeopalhia, 2 volumes IG500U
llarlhmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........108000
A Teste, materia medica liomeopalhica. s-m m
De Favolle, doulrina medica hoineopalhira 7j Clnica de Slaoncli .......i,-i',:i
Casting, verdade da liomeopalhia. ijlKI
Diccionario deNvslen.......10~ AHIas rompido de anatoma rom bellas es-
tampas coloridas, coulendo a descriprau
de todas ai parles do curpo lu mano ." 3OS000
vedem-sc todos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova u. 50 pri-
meiro ludar. ,
DENTISTA.
Paulo tiaignoiit, dentista francez, eslabele
(B cido na ra larga do Kosario 11. 36, segundo
1J andar, rolloca denles rom gengivasartifciaes,
9 e dentadura completa, ou parte della, com a
|K pressao do ar.
41 Kosario n. 36 segundo andar.
O Dr. Lobo Moscoso mudou-se pa-
ra a ra Nova 11. 50, primeiro a rielar.
Na ra da Gloria n. 80 ensina-sc a
traduzir, fallar e escrever perfeitamente
a linjjua ingleza, promettendo-se urr me-
lliodo fcil para em pouco tempoo disc-
pulo adquerir um grande adiantamento.
Aluga-sc um negro para condazir urna (yiixa
de fazendas : na ra do Queimado n. 7, loja da Es-
tTella.
Illm. Sr. inspector dallicsouraria geral. -Diz Jos
da Bocha Paranhos. que em virlude de ordem do
Ibesouro pnblico nacional, que mandou a informar
a esta lliesouraria um requerniento com documentos
annexos c comprobatorios, da quantia de dous eoli-
tos e tantos mil ris, que ao supplicanle he a mesma
f.izenda devedorn, acontece que Icndo o suppli-
canle estado na espectativa, o requerido ja a V. S.a
em dezembro do anuo passado solucilo de urna lal
informar.io al o presente, parece que por urna fala-
tidade, nao leni sido possivel o supplicanle obler o
despacho, apezar de ler ja decorrido um annopnuro
mais oo menos ; pelo que, nao sendo cabivel que as
rpartic6ei fisracs prolelcm o dircilo das partes por
um lempo indefinido ; por isso, vein o supplicanle
requerer a V. S., que como chefe deala repartidlo, e
a cojo cargo est a alirihuiro de cumprir e fazer
c.uraprirasdelberarese ordens do Ihcsouro, como
determina o paragrapho 10 do arl. 31 do decreto n
736 de 20 de novembro de 1850, se digne mandar
que e empregado em cu>> poder csISo os doenmen-
, os e pelices do supplicanle, para informar manda-
dos por V. S. que he o ehefe da 4." secrao, Jos
llenrique Machado, d prompio andamento, a dita
niformarao afim de que nao Tique eternamente se-
pultada esta pelir.o em seu poder, como tem estado
os oulros documentos e petices ; coro o que far
o supplicanle a merecida juslira ; eassim peden
V. S. Ihe defira___E. B. Me.
Jos da /locha Paranhos.
Kecife 22 de marro de 1855.
UASSA ADAMANTINA.
Ra do Rosario n. 36, segundo andar, Paulo Gai-
gnoui, dentista francez, chumba os denles com a
masa adamantina. Essa nova c maravilhosa com-
posirao tem a vantagem de enrher sem pressao dolo-
rasa todas as anfractuosidades do dente, adquerindn
em pouens instantes solidez igual a da pedra mais
dura.e promclte restaurar os denles mais estragados,
com a forma e a cor primitiva.
LOTERAS da provincia.
Acham-se a venda os bi-
Ihetes da primeira parte
da primeira leteria, con-
cedida a beneficio da re-
ja de N. S. do Rosario de
Goiannu, nicamente na
thesouraria das loteras
ra do Collegio n. 15, e
corre impreterivclmente
no dia 21 do corrent.e.
Peruanibuco 11 de abril
de 1855.O tliesoureiro,
F. Antonio de Oliveira,
Casa de consignacao de esclavos, na ra
dos Quarteis n. 2i
Compram-se e rerebem-se escravos de ambos os
sesos, para se venderem de commissao, lano para a
provincia como para fra della, oflererendo-se para
sso (oda a seguranra precisa para os dilos escravos.
Precisase de alagar um pret0: n ra do Se-
bo o. 50 A, ao qual se da bom ordenado.
Ama de lcite.
Precisa-se de urna ama de leile que leuha bom lci-
te e seja sadia, e que nao leuha flhos : na ra Di-
reila n. 66. .

MUDANA DE LOJA. 'S
^ A. I.ara/.e sriei.lilira mi lespeilavel publico
^ e principalmente aos seus freguezes, que mu-
don a sua loja de relojociro para a ra da Ca- OS
rf deia'do Retire u. 18. ondeo acharan sempre
3 prompto para fazer qualquer'coucerlo, lano '&
gj apromptar obras que deiiam depois sem
vir buscar.
Faz as amollaroes lodos os dias.
as i.
COMPRAS.
_ _--------------------------------
Compram-se palacetes luasileiros c despallleles:
na ra da Cadeia do Bcrife, loja u. 35.
Compram-se palaroe* hrasileiros c hegpaohoes:
na tua da Cadeia to Becife, toja n. 5i.
Compra-se rima prela que saiba engomniar e
ru/.inhar lieni : na ra do Amorim n. 'i.
\tfm;w.
Compram-se escravos de ambos os sexos, ende par-
dos de 10 a 18 anuos, e crioulnS de 10 a 2'i anuos,
senda bonilas ligni.is ; paga-se bem ; assiin como re-
cabeni-se para se vender ae commissao : na ra de
Hurlas ii. 60.
Coir.pram-sr al;iiinas acries t\ eo de l'ei-nainlitico : na ra da Cadeia do
Kccile lojan. VI.
*- Compra-se upaa casa terrea,que o seu valor nao
exceda Ir I :IHXJ(Wr)0, na frrguezia de S. Jos ou
Sanio Antonio : quein quizer vender aumincie por
esta folha para ser procurado.
VENDAS.
& de relngios de algiheira Como de pareile, ele,
^ etc., as S ment de relogios de algibeira patentes, suis- J*
sos c horizonlaes, correntcs para dilos, uceu- r-
los, etc. ^
35!^;5i- @5tC3fes
Prcrisa-se alugar um moleque de 14 a 16 an-
nos: nrrua da Cadeia do Becife n. 18.
Madanic Theard, temi de fazrr urna viagem a
Europa, avisa aos seus llovedores devirem saldar suas
contas na loja da na Kwa n.Jfc, para Ihe evitar de
proceder contra elles judicialmente.
Pcde-se ao Sr. Jos de Mello Cesar ci-pro-
curadorda ramara de Olinda, que venha entender-
se com os herdeiros de l.uiz Roma, pois basta de
rassoadaa, licando wrto que cm quanlo nao se eii-
lendes com os mesmos ha de sabir, esle aliiiuncio.
. C. FIGUEIREDO.
GL'STOH 110USE SHIPPIKG AGENT,
S0UTII\MPTO\.
IUCUID1ZE, B1CU6E, l EITinS MXEITED S rORWlRIE,
Wilh despalchand economv.
Uoods and Passengers' Luggage slriclly atlended lo.
Information giren retpecting the prriral & de-
paflurc of Steam l'essels.
Foreign Money Exchangcd or-Bcceived inPavmcnt.
C. C. FIGUEIREDO.
COURTIER DE DOUANE,
A SOUTHAMPTON-
illarcIjQnlitsrs, bagaeje, ft cffrls
lterus el expedios avec diligenee el ecunnmie.
Ijx plus grande atlention est apporte titeen les
I'assagers, leurs Uagages el Aiarrhandises.
Tale informalion possible est donnee sur l'arrve
ou le deparI. des Balcaux \apeur.
Ja' cliegaram as teguinteemente
de ortalicet das melhores letalidades que
lia: rbanos braocos, ditos encarnados,
rabanetes blancos e encarnados, alface
repolliuda e alemn, repolho, tomates,
nabo branco e roso, cotives, trincliucla,
saboia elombarda, salsa, pimpinela, x-
coria, cebla de Setubal, sinimdas, sijjo-
relhu, selgas, errilha torta, dita direita e
geqoveza, dita de Angola, 'eij;To carra pa-
to de fsuatro qua(idades, coentro de toa-,
ceira, eum grande sortimento das melho-
res sementes de llores da Europa : na ra
da Cruz n. (i2 em casanlc Antonio Fian-
cisco Martins.
O proprietario da linha de mni-
bus faz -cenle que do da 16 do ror-
rete em diante, haver.i nos dias de
aula da academia um mnibus para all, o qual
partir da ra do Crespo as 7 horas e :t|i, 8 l|2,!
1|, 1" 112c II 1|2 horas da mauliaa : a meusalidade
he de OJOOO rs. pagos adianlados, e avulso-JOO rs: os
bilhetrs de entrada vrmlcm-sc no csrrplorio da
ra das Larangeiras n. 18. Advcrle-se que nao le-
ra ingresso quein deixar de apresentar o hilhete de
entrada.
Aluga-sc um grande sitio com casa
de vi venda de pedra e cal, estribara pa-
ra 4 cavallos, cocheira, um grande poco
com dous tanques com coberta de quatro
aguas, sito na estrada do Parnamciiim,
com parte de frente para a estrada prin-
cipal: advertindo que se alagara' com
preferencia a' pessoaque se quizer encar-
regar a tratar bem do sitio e das casas,
e igualmente se fara' negocio por venda :
quem pretender qulquer oestes nego-
cios procure na travessa do Veras n. 15,
na Boa-Vista.
Precisase de um moleque de 1.') a 18 anuos de
idade, para lodo o servirode urna rasa de poura fa-
milia na ra da Cadoia do Kecilc, loja n. 10.
Desappareceu do engenho Bom Jess, da co-
marca do Cabo, no dia i do rorrciite mez, u escravo
de nome Vrenle, cabra, de idade do :lll annos, alio,
secco, hombros laraos, sem barba, cabellos corridos,
ps compridos e chatos ; levou caira c camisa dr al-
godo branco, e um barrete de ieia j.i usado; lie
dislillador. -lora rabera, gaita o viola ; he lilho do
serlio da Serra do Martins : quem o prender levau-
dn-o ao mesmo engenho ou i rasa do commendador
l.uiz Comes Fcrreira, no Mondrgo, ser gencrosa-
mriiie recompensado.
Precisa-se de um pequeo de 12 a 14 annos da
idade, para taberna : a tra'ir na ra da Coneeielo
na Un i-\ i-i,i n. 6.
Da-se 400*^)00 rs. i juros razoaveis, rom pe-
nhnres deourocu prala : na roa estrella do Bosa-
no n. 7, se dir quem da.
AndrBlanco, subdito licspanhol, tai Euro-
pa tratar de sua sude c leva em sua compauhi.i seu
primo Jos Bento Augusto.
Precisa-se, para nina casa cstrangeira de poura
familia, de duas ciiadas, urna para o artico de ro-
zinha. e a oulra para os outros arranjos da casa, am-
bas devem saber lavar e engomniar : na ra do Tra-
piche n. 12.
OLEO DE RICINO PARA CAND1EIR0S.
O fabricante d'oleo da rua dos tiuararapes faz sci-
cnle ao respeilavel publico, que para maior commo-
didade de scus freguezes eslabeleceu um deposito no
palco d.i matrs de Sanio Antonio u. 6, aonde se
vende por caada c por garrafa. Ooleo de ricino
de Eslevao Chantre, preparado para os eandieiro-,
dura muito mais lempo que o azeile de coco, da
mulo boa luz e he Un cryalalino que nao faz fooia-
ra, nao cria murro as torcidas e nao suja os can-
dieiros. .
^@s-#-ea8 3
HOMOPATHIA. t
Remedios ellicacissimos contra
as bevigas..
S
0
t
--8f
PUBLICACAO'.
_ Acha-se no prelo e breve sahira luz urna JiJ
inlrre-sanle (,|ira intitulada Manual do f
Guarda Narinual mi rollerro de todas as leis,
re^ulainenliis. ordens c avisos ronrernente }-
a rocsuia Guarda, (muilos dos quaes escapa- j
ram de sr mencionados as collecrocs de
le- : desde a sua nova organisacao ale ^1 de @
dozeinbro de 18">, relativos nao so ao prores- ej
D da qualilicarao, rerurso de revista, etc., 9
ele, -enao a ecunomia dos enrpos. organisa- vi
cao por municipio, batalhes, compaiihias, K
de inappas, mdelos, etc. etc. etc. Subscre-
te-ae a ."ijtKIO para os assignantes, c 1^000 j.)
para os que nao o forem : no palco do Car- m
^, mu u. '.I, primeira andar. an
fe*-'?. ,, i
AULA DE LATIM.
0 padre Vuenlc linu de Albuqder-
qiternildou a sua aula |;ania rua (Id Rail-
;;i I ii. 1 Hbdecontinua a rweber ahim-
uosia Kp eexternos desde: ja' por m-
dico f ) como he publico: quein se
quizer tsar deseuH'queno preslimo o,
pode procurar no segundo anda da reli-
nda casa a' (jualquer hora dos das uleis.
Antonio Jote do Hego vai a Portugal Iralar dos
seus negocios.
GARLOS G. FIGUEIREDO.
Agente da Alfandega e de Navios,
' 8, QUEER'S TERAC|,
SOI'TIIAMPTON.
Becebc e eipcde com presteza e economa, mer-
cadoras, bagagem e elleiu de qulquer nalureza e
ordem.
Esclarece os viajantes sobre as cliegadas e sabidas
dos paquetes, deraininhos de ferro, etc., dirigindo-
sc no mais que precisem.
faz as operacoes necessarias da alfandega, e rece-
be fazendas a commissao, etc.
Prccisa-sc alugar urna preta para oservicode
urna familia ingliza, quo saiba lavar, engomniar e
coser : emeasa de Paln fiash & Companhia, rua do
Trapiche Novo n. 10.
Os credores do fallecido Manoel Joa-
quimGoncalvese Silva queiram compa-
recer na quinta-feira 12 do corrente, as
10 horas do dia, na casa dos Sis. Jos
Antonio da Cunha & limao, para delibe-
raran sobre o que ha a azer-se.
O abaio assignado, olTerece o seu preslimoja
quem se quizer plilisar para tirar guias do juizo dos
feilosda fazeiida, lantoda geral cmoda provincial,
por aquellas pessoas que pessoalmenleas nao podcn
tirar, e que com a mesma fazeuda se achala debita-
das : quem precisar pode mandar por escripia seu
nome, numero da (asa, e rua em que mora, nos lu-
gares segui ules : llocifc, rua da Cadeia toja n. 39,
ruada Cruz D. 56, pnleo do Trro n. 1'J, roa do l.i-
vramenlo n. 11, praea da Independencia n. rua
WOW n. 4, prara da Boa-Vista n. l'i, onde serao
procurados os liilhelcs e as pessoas que quizerem
para o lim expendido, e na roa da Cloria n. 10 casa
do annunciaiile.Macariio de Lima Feire.
Na rua da Cadeii do Becife n. 3, primeira an-
ua, confronte oesrriptorio dos Srs. Barroca i\ Cas-
tro, uespaeham-se navios, qoer npcionaes ou cslran-
geiro, com toda promplidao ; bem como liram-se
passaporles para fora do imperio, por preros mais
commodos do que cm oulra qulquer parte,' e sem o
menor Irabalho dos pretendenles, que podem tratar
das 8 da iiijnli.i.- as i boras da tarde. t
Arrendase una loja no aterro da Boa-Vista,
propria para qulquer eslabelecimeiito, sendo con-
lionlu a casa do Sr. Antonio l.uiz Conralves lerrei-
ra, eiunlaa umaloja de culileiro : os prelendentes
euleuilani-se no sobrado por cima da mesma loja, ou
na rua da Cadeia do Becife, (obrado n. 3, primeiro
andar.
O Sr. Beruardo Augusto de Abrcu deixou de
ser caxciro ilu-aliaivo as-iznados desde 10 do cor-
rente.Isaac Curio & Companhia.
Precisa-so de urna ama para o servido interno
de urna casa de puuca familia : na Capunga, casa
grande na esquina da rua dus Deoses ; preferese
porlugueza.
;$ {(raluilos para os pobres.) 55
38 No consultorio central humieopalliico, rua
@ de S. Francisco (mundo novo) 11. 68A.
Ss Dr. Sabino Olegario l.udgero l'inho. M
SSSsEK 3ft-K8*; i--c ;; uuu,*
. Prccisa-sc alugar urna prela eacrava ou forra,
para cuidar em 2 meuinos : no aterro da Boa-Vista,
taberna n. 8, se dir quem precisa.
Francisco Cordeiro relira-se para fura do im-
perio.
Francisco Cordeiro Ramos r Manoel de Farias
reliratn-se para fra do im'perio.
Precisa-se de um cozinheiro bom para urna
casa de pasto : na rua do Amorim n. 36.
Precisa-se de urna ama de leile : na rua de
Santa Bita n. 16.
Jos Valonlim da Silva lembr.i a rfuem ron-
vier, que a sua aula de graiiur.alira latina esta .iber-
ia na rua da Alegra, na Boa-Vista, n.3,S, e ahi re-
cebe por prcro commodo alumnos externos, pensio-
nistas e meio pensionistas.
Precisa-se de una ama com leile : na rua do
Cabug 11. H.
Nos ltimos dias do mez de marco desappare-
ceu do engenho Crauassu', um mualo de nomo Ja-
cintilo, alto, bom corpo, cabello muito carapinhado,
e lie carreiro ; suppe-sc ser do serian, c lalvez pa-
ra hi Icnha ido : quem o apprehender, leve-o a seu
sen luir no mesmo engenho, e Resta prara ao Sr.
Francisco Jos Silveira, ou a Gabriel Antonio de
Castro Quintaos, que gratificar geneuisamcntc.
Na loja de miudezas da rua da Cadeia do Be-
cife n. 7, de Antonio l.opes Pereira de Mello & Com-
panhia, existe um completo sortimenlo de la para
bordar, de eiccllenles cores, por prero rommodo ;
assim como anda exista urna pequea porrao de
saccascom excedente feijao mulatinho, viudo lti-
mamente do Aracalv, pelo diminuto prero de 12j
rs. cada una; assim como conliiii'ia haver sempre
caixas com os bem ennbecidos chapeos de fcllro da
fabrica de Jos de Carvalho Pinto ( Companhia, do
Bio de Janeiro.
Na roa da Cruz do Becife n. 37, muito se dV
seja saber aonde existe o porluguez Antonio de Sou-
zaSoares, vindo da Porto no briguc S. Manoel I,
natural da Maia, fregueua de llairao, o qual esleve
de raixeiro tiesta prara, ha pouco mais ou menos de
um anuo ; agora julga-se estar na ridade do Rio
Grande do Norte ou seus suburbios : quem delle li-
ver noticia fara favor de dar parle na casa cima
mencionada, que muilo se Ihe agradecer, para rece-
ber novas de urna heranea de cerlo prenle,
O abaixo assigndo estando a mu-
dar-se de Ulinda, declara nao dever a
uin;iiein nessa cidade nem na do Iteciie,
netn em parle alguma : se todava al-
se julgur si^u credor, aprsente
{juem
se
;u titulo 1
[eir de V
para ser pago,Jos; Lourenro
'asconcellos.
Preeisa-se alugar una ama de lcite : na prara
da ludepeudeneia n. 36<
Precisa-te de duas amas que nao andem de li-
mito, uina para comprar, coziibar, enguuimar e en-
salioar, oulra para cozinhar e comprar : na rua Au-
gusta 11.2, segundo andar.
Na rua Nova, esquina da ponte, precisa-se de
bous olliciaes para cairas.
CASA DE COMMISSAO' DE ESCRAVOS.
Na rua Dircila, defronte do bcrco de S. Pedro n.
3, sobrado de 3 andares, reerbem-se escravos de am-
bos os sexos para se venderem de commissao, nao se
levando mais do que dous por cenlo por esse Iraba-
lho, sem despr/.a alguma de comedorias, oITcrecen-
do-sc para islo luda a seguranra precisa para os di-
los escravos.
AMANA* TAHA mil
Sahiratn a' bizas Iblhinlias de algibei-
ra com o almaiiak administrativo, mer-
cantil, agrcola e industrial tiesta provin-
cia, corrigido e accrescentado, contcntlo
400 paginas : vende-se a 500 rs., na li-
vratia n. e 8 da pjaea da Indepen-
dencia.
CORTES DE CASEMIRaS
A 2.S0OO E r(.sooo.
Para liquidiK.-.io veiidein se nirles de rasemiras de
cores escuras com loque de 1110(0, muilo proprias
para a presente oslaran, ven Irni-se pelo barato prero
de 29 -13 : na roa do Queimado loja n. 17 ao p
da botica,
BAPE' DE LISBOA. '
liechegado o magnifico rap de Lisboa, o mais
superior que tem viudo por ser de eucommenda, em
libras, mcias ilit.is, c a rclalho : na prara da Inde-
pendenria, loja ir. 3.
AOS MIS. SACERDOTES
Na prac,a da Independencia n. 26, vende-se por
prero commodo o exrcllcnle compendio de theologia
moral, pelo padre Monte. 3. edicto, e conferencias
de N. S. de Paris, pelo padre Lacordaire, em porlu-
guez, obra de summa importancia aos reverendos
precadores.
Vendem-se 2 molecolcs de idade Ha 18 an-
nos, c urna eacrava quilabdeirn, de muilo lioa con-
ducti; : na rua llireil.i n. 3.
Vende-se una batina nova de lila fina, por nao
servir a peasoa para quem foi feila : quem prelen-
der. dirija-se a travessa do Ouvidor, loja de alfaiale
do Sr. Souza.
Vende-se um oplimo moleque bom cozinheiro,
por prero muilo barato por ler um pequeo defeilo
em urna perna, mas que Ihe nao empala serviro al-
gum : na rua da Cadeia Vellia, loja 11. 10.
Continua-se a vender muito superio-
res charutos : na rua do Crespo n. 21.
ATTENCAt).
Na roa dos Marlvrios n. 14, vende-'c um bonito
moleque rrioulo, r um mulatinho, peras '.indas, am-
bos de 17 para 18 annos de iilade, de boa conduela ;
na mesma casa compiani-sc e rerebem-se escravos
de commisso, lauto para a provincia, como pasa f-
ra della.
Vende-se urna balanra romana rom lodos o
sus perlcnres.em bom aso c de 2,000 libras : quem
pretender*, dirija-se rua da Cruz, armaztm n. 4.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas grandes com farinha :
no armazem di! Jos Joaquim Pereira de
Mello no caes da alfandega, e para por-
tjOes a tratar cora Manoel Alves Guerra
Jnior, na rua do Trapiche n.'l \.
NOVO SORTIMENTO DE COBERTORES DE TO-
DAS AS UIAI.IDADES.
Cobertores oscuros a 720 rs dilos grandes a l;200
rs., ditos lira neos de algodao de pello e sem elle, a
mitar'io dos de papa, a 1c?20l) rs. : na loja da rua
do Crespo n. 6.
Rom sortimenlo de brins, tanto para cal-
ca como para palito.
Vende-se brim francez de quadros a 610 .1 vara,
dilo a 900 rs., dilo 11 IfSSO, 1 iseado de lislias-de nir,
P'i'prri para o meimo lim a 160 o covado : na ras
do Crespo n. 6.
Ao barato.
Na rua do (Jucimado 11. 38 vendem-se as srguintcs
fazendas:
Chales pretosjde laa para as (levlas daPenha a :l-"iOH
Chitas linas franre/.as........ a 2il> o covado
Kisrados francezes com quadros 200 n
Caniliraias fraucezas lindos padroes. n W) avara
Alpacas de quadros rom islas de
seda............... 40(1 covado
Melpomenc de lila rom quadros. fiOO
Corles de camliraia de seda n (igOOO corte
Ditos do chiu de seda......))11;')3()
Ditos de casemira de cores .13800
Ditos de ramliraia abrrla.....' 35VOO
Chapeos francezes para honieni. .">>000 i>
VENDESEA DINHEIRO AVIS-
TA PELO BARATO .PREGO PA-
RA ACABAR COM A PE'CHIN-
CHA.
Da-se amustras deixandn (penhor.
YINHO DO PORTO SUPERIOR
FEITORIA.
EM BAKR1S DE OITAVO.
Vende-se a preco commodo : no armazem de
llarroca & (lustro.na rua da Cadeia do Recite nume-
ro 4.
RELOGIOS DE ALGIBEIRA
inulezes depalenle : vendem-se a preco muito rom-
modo, no arinazciii de Uarroca Ov Castro, rua da
Oidea do Recife 11.4.
MA11MELADA A 6*0 A LlIiliA.
Vendem-se bacetas eom libra de marroelada a
128() : na taberna da esquina da rua da Penha por
baixa do sobrado.
AOS AMANTES DA BOA PINGA.
VINHO VERDE.
Alerta que rheL'nu a rua Nova n. 53 taberna,
o exctenle vnho denominado Crimea, pelo dimi-
nuto prero de 300 rs. a garrafa e29200 rs. a caa-
da : a elles lienuives antes que se acabe, pois osfre-
guezes sao inuitos o o Ii quido he pouco.
Vctidc-se um carneiro inanse.pruprio para car-
rejar menino, bem ensinado c gordo : na rua de S.
Francisco taberna n. C8.
Vende-se vnho verde a 29000 rs. a cunda,sen-
do a garrafa a 280 rs. : 110 pateo do Paraizo 11. 18.
Vendem-se meias barricas com fari-
nha de ti'iffo : ao arina/cm de Matheus
Austin & G-, rua da Sen/.ala-Velha n.
106.
Vcndcm-sc 2 pares de brincos de ouro de lei,
com diamantes, obra muito bem feila : a fallar na
rua do Cabula com Joaquim Jos da Cosa l-'ajozcs.
Vende-se farclln novo, chegado de Lisboa pe-
lo ultimo navio : na cocheira do becco do Ouvidor.
EEMVO MLVTIMIO.
Na roa do Amorim n. 39, armazem de Manuel
dos Sanios Pinto, ha muilo superior feijao inulali-
nho em laceas, por preco commodo,
Fl til) I- II FOLIIV.
Na rua do Amoriiu 11. 3'.l, armazem de Manoel dos
Santos Pinto, ha muito superior fumo em folha de
todas as qaaldades, para fazer rharutus, por prcro
commodo,
MOENDAS SUPERIORES.
Na linidicao de C. Slar & Companhii;
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
moilello econStruCCSo muilo superiores
ARADOS DE FERRO.
Na fiindic^ao' de C. Slarr. & C. em
Sanio Amaro acha-se para vender ara -
dus ('"ferro de -'-! ir- rjualidade.
Vende-se por prcro muito rommodo um carro
quasi novo, de ro las e i a*senlos, c rom os com-
pelenles aneios : a peasoa que preri-ar, dirija-sc a
Solcdade, silio dos i- leoes, a qulquer hora do dia,
que ahi achara com quem Iralar.
Vende-se urna escrava muilo moca e bonita ri-
cura, que encomio.1, cozinlia, rose clulo, lava de sa-
bao e tem urna lilla in'ui 1111 .1 de 4 mezes : na rua
das Cruzes 11. 22.
Vende-se a taberna do paleo do Paraizo n. 18,
bem afreguezada para a trra ; podem-se informar,
que o dono relira-se.
' Na rua do Crespo n. Ose dir quenv vcud e
urna oplima vacca lourina.
Vendem-se urnas fisuras de Inura para jardim :
na rua eslreila do Rosario n. 35.
Na rua do Crespo n. V, loja de <|ttatro
pollas
vende-se madapoln e alsodVozhlho rom toque de
avaria por preros muilo baratos: a elles antes que se
acahem.
Vende-se nina negra de narao Costa, moca e
robusta, a (pial pasa diariamente ti", um sil i rom
casa do pedra e cal na estrada de (tosarinho, com
baixl para rapim, terreno para plantar e bstanles
.irviirrlu- de Inicio: no aterro da Itoa Vista n. 17,
a fallar com rrederico Chaves,
lia una escrava de meia idade, perita cozi-
nheira, (pie serve ha qualro anuos em rasas eslran-
ciras. mu propria par.i pessoas de nepocio que tero
raixeiros; vende-se por sua senhora se retirar breve
para aJ-!uropa : na na do Sebo 11. 22.
Vende-se no paleo do'Carino, quina da rua de
Moras n.2,doce novo, secco, de rajo' a .10(1 r*.. di-
lo em caixSti de libras, de goiaba, lino, a KSO, cai-
linhas com palitos proptioa para quero fuma, pois
nao se apagam em quanlo dura a madeira, feijao
iniilalinho novo a 560, e prelo a ISO, arroza 4X0 a
ruia, hanha a ISO, notes a 100 rs.. loiirinho a 3t0,
ameixas a 200 rs., bolaehinha Napolcao 100 rs.,
azeile doce a 720 a garrafa.
Na rua da Cadeia do Rcrie, loja de miudezas
n. 19, vendem-se esrrivaninhas de metal branco e
amarello, o mais perfeilo que ha ueste genero, pro-
prias para reparliroes publiras saceos com gomma
de muito boa qualidade a SsOl l rada urna.
VESTIDOS DE SED.V.
Na loja lo b |>ortas ta rua di Queimarf.. n# \(\ |,a
pura veiuler um cnmplclo sorlmenlo de cortes ile
veslidos <1c seda de core*, superior qualidade, mo-
dernos soslos e por preco muilo em cuida.
Na
Bowmann, na
do o chafariz
vento
regar hurtas e liaiza,
^A^^os finos.
Superiores pannos linos, cor de caf, de vinhn,
brome e verde ; proprio para palitos c sobre-casa-
cas a 4? rs. o covado : vendem-se na loja de h por-
tas na rua do Oueiroado n. 10.
VESTIDOS A 2:000 KIS.
Corles dr vestidos de chita larga franec/a. padioes
de cassa rf 2? rs. cada uro : vcndein-se na Inja de 4
purlas da rua do Queimado 11. 10.
Na rua do Amorim n. 41, vendem-
se OSSeguintes eneros, os mais superiores
que vcni a esle mercado e por commodos
piceos:
Vinho moscatel ein barris de 0,9caadas.
Champagne.
Cha' de San Paulo, caixas de 2 a 20 libras.
Chocolate france/.r.
Garrafies com cevadinha.
Garrafoescom sag.
Estatuas para jardim.
Vasos para jardim e cemiterio.
Galoes, trinas, espiguilha e volantes para
armadores.
'Manoel Ta.ares Cordeiro lem para vender fu-
mo para rharutus do lodas as qualidades. aigos com
rhampaune em garrafas, c meias, do melhor autor,
e oulros mais gneros : no armazem n. 18, na tra-
vessa da Madre de Dos.
POR SEIUI.AS VF.I.IIASA 3SO00 e 4-jOOO O
PAR. QUEM DEIXAR.V DE COMPRAR.
A' moda, peehineha de boraegoina e sapaUaa de
lustre francezes para homem, ditos de bez.erro c de
lustre de Nantes, tanto para homem como para me-
nino, muilo proprios para a eslar,lo presente, alcm
disto um novo c completo sortimenlo decalcados de
lodas as qualidades, lano para hornero como para
senhora, meninos e meninas, ludo por prec.o muito
rommodo, a troco de sedulas velhas : no aterro da
lloa-Visla, defronte da lionera n. 11.
DEPOSITO 1)0 CHOCOLATE RYGIE-
NIC0 DA FABRICA COLONIAL.
Este chocolate, o nico preparado com
substancias puras, nutritivas e hygieni-
cas: vi'iule-se em casa de L. Lecomte Ec-
ron & C: rua da Crux n. 20.
Precos:
E\tra-lino. 800 a lib.
Superior. ... OVO
Fino... ... 500
Moinhos de
'om bombasde repuxo para
deeapim, na fundir" de I). W. Bowinaii
do Brumos. 6. SelO. n
CEMENTO ROMANO.
Vende-se siipertiir-remenlo em barrira* e a rcla-
lho, no armazem d.i ru da Cadeia de Santo Anto-
nio de maleriaes por prcro naris em emita.
COBERTORES ESGROS E
6R4NC0S.
Na rua do Crespo,loja da esqnina que volla para a
radea, vendem-se robcrlores escaros, proprios para
esrravos. a 720, dilos grandes, bem encorpados, a
IS2S0, dilos branros a 1J200", ditos com pello mi-
ando os de laa a l--2sn, ditos de laa a 29100 cada
um.
CAL DE LISBOA A isOOO US.
Vendem-se barris rom ral de Lisboa, chegado no
ullimo navio a IsOOOpor cada urna : na rua do Tra-
piche n. 1(i. segundo andar.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se saccas grandes com muito su-
perior farinha de mandioca por preco
commodo: no armazem n. 16 do liecco
do Azeite de Pei\e; ou a tratar com Anto-
nio de Alinuida Gomcs&C, na rua do
Trapiche Novo n. 10, segundo andar.
Vende-se farinha de mandioca mui-
to superior, a o.s'OO rs. a sacca : nos ar-
njazens de Luiz Antonio Annes Jacome,
eno d JoseJoaquim Pereira de Mello, no
caes da alfandega, e em porcao, no cs-
criptorio de Aranafja&Bryan, na rua do
Trapiche-^Xovo n. 0, segundo andar.
SARJA PRETA E SETIM
MACi'O.
N.i rua do Crespo, -loja n. 0, vende so superior
arja despalillla, muilo laraa, pelo diminuto preco
de 2?:KH) c 2-liOO o covado, selim maco a 25800'e
.I52(H) o covado, paimo prelo de 3B000, 4o000, ijOOO
e 69OOO o covado.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandio-
ca, em saccas que tem um alqueire, me-
dida velha, por preco commodo: nos
armazem n. o, 5 e 7 defronte da escadi-
nha, e no armazem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & C, na rua do Trapiche n. 5V,
primeiro andar.
CEMENTO R0I1N0.
Vende-se superior cemento em barricas grandes ;
assim como tambem vendem-se as linas : alrazdo
Iheatro, arinazeui de Joaquim I.o|ies de Alenla.
Riscado de listras de cores,. prop io
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na ru* do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Em casa de J. Keller & C, na rua
da Cruz n. ha para vender exced-
ientes piano* viudos ullimamente de llam-
buigo. .
A I.SOOO, 2S:,00 esOOO.
Vende-se inelpnmene de duas larguras com qua-
dros achamalolados para vesliifos de .enliora a Iji o
invado; selim prelo Mae.io, evci lenle para verti-
dos a 2s o corado; lencos de rambraia de linho B-
nos bnrdailos e Innis pela boira a.'is rada um ; ram-
braia de linli" lina a 59 a vara ; assim como diver-
sas fazendas por rommodo prero : na rua da Cadeia
do Iteciie loja da esquina 11..1O.
CHARUTOS DEHAVANA.
Vendcin-sc superiores charutos de llavana, por
prero commodo : na rua do Crespo n. 23.
Vende-se efectivamente alcool de36 a 40
graos
cm pipa<, barris nu caadas : na l'raia de Sania Ri-
la, dislilaran de franca.
ARRCE DO MARANHA'O.
Vende-se no armazem n. lfido beceo
do Azeite do Peixe, por preco commotlo.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
loii & C, na rua de Senzala Nova n. 42.
SetlM inglezes.
Relogios pajtente ingle/..
Cbicotes de carro e de montara.
Candieiroae casticacs bronzeados.
Chumbo cm lencol, barra e muniro.
Farelio de Lisboa.
Lonas inglezas.
Fio de sapatcuii e de vela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 07.
CE1IEM0 MUO BRANCO.
Vende-se cemento romano branco, chegado agora.
de superior qualidade, muilo superior ao dn eonsii-
nio, em barricas e as linas : alraz do Iheatro, arma-
zem de tahuas de piuho.
Tr:xas part engenhos.
fundicao' de ferro de D. VV.
rua do Brum, pastan-
, continua haver um
completo sortirpento de tawas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
pceo commodo e com promptidao' :
embarcarn-se ou carregam-se cm carro
sem despeza ao comprador'.
MUITO BARATO.
Cortes de c asaas* de cores proprias para mosque
ei/os a 1?>fi rs- ci|da pessa : na luja de 4 portas d-
ua du yueiuiado n. 10.
CONDECAS PARA ROUPA SUJA DE
DIVERSOS TAMANIIOS.
Vendem-se na rita da Cadeia do Recic
n. 18', primeiro andar.
AOS SRS. DE ENGENHO.
COM I'KOIEMJ TOLE E 4VAII.4.
Baela encamada e .-"narella a .V.O rs. o covado:
na roa do Crespo loja da esquina, que,volla para a
Cadeia.
Na rua do Trapiche n. 10, escriptorio
de Biandera Brandis&C, vende-se por
precos razoaveis.
Lonas, a imitacao das du Russia, de
muito boa qualidade.
Papel para imprimir, formato grande e
pequeo.
Papel'dc cores em caixas sortidas, mui-
to propriopara forrar chapeos.
Papel almaco c de peso, branco e azul,
de boas qualidades.
Graxa para arreios de carro.
Candelabros de (' luzes de feitto ele-
gante.
Tapetes linos.
Alv.iiadc de zinco muito superior ao al-
vaiade i'iiiiimuin. com o competente sec-
cante.
Vendem-se as obras seg.tintes por W.
Scott, Os Puritanos, Waverley, o Talis-
mn, A priso d'Edimburgo, Quintino
Durivard, Iva'nhoe, Diccionario Theolo-
gico por ab A(|uilla, Jurys Caones por
Lequeuv : no aterro da Boa-Vista loja de
ourtves n4. 08.
Vende-se muilo bom Jlrite : na rua Direita n.
129, primeiro andar.
Na na do Vicario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado de Lisboa pela barca Cra-
dar.
N^V., a, *aA C?NTE^^() E TESOLRAS.
Na ruada Cadeia do Recife n. 48, primeiro an-
ir escriptorio de Aneaste C. de Abrea, cnti-
tS, h a;cder "000 o por (preCo Ih.) s j,
em conhacidas e a amada, navalhas desbarba feila.
tete hal.il fabricante que foi premiad* na eiJOaicM
le Londres, as quaes ajero de duraren, iraardina-
vetum*' *e 8*Dlm-" ro,,0 n" -ar ;
le e. C'"" Y'"""^0 de> nao 'Isndo. P-
nd en1 conrPror levolve-las ale Ii dias depois
Srir 1rp?,"u"',0- "Porte. Na mesroTta-
mo Va "a de"1""' 'aS P"" ""''" M,M ^^ ""
*
&
3
9
<
i
I
\ Zinco para f1T0 Com os pregos 2
competentes. W
Chiiinlwembarrinhas.
Alvatade decliumbo.
Tinta branca, preta e verde, ein
oleo.
botijas de 5
'^
m
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus lons efleitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.

Vende-se cxcellctite taimado de piuho, recen-
Icmcnle ebeRado da America : na rui de Apollo
trapiche do Kerreira. a eutender-sc com o adminis
rador du mesmo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, ein latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber <5 Companhia,. na rua da
Cruz. n. 4. *
Devoto Christao.
Sabio a luz a 2.a edirito do livrinhn denominado
Devolo Christao,mais correcto e acrescentado: vende-
r uiiieainen e na livrana n. 6e 8 da praea da In-
dependencia a 040 rs. cada eiemplar.
PLBLICAQA' RELIGIOSA.
Sabio luz o novo Mez de Mara, adoptado pelos
reverendissimos padres capuchinhos de N. S. da Pe-
nha desla cidade, augmentado com a novena da Se-
nhora da Coiiccic3o, e da noticia historira da me-
dalha milagrosa, edeN. S. do Bom Conselhu : ven-
de-se nicamente na livraria n. 6 e 8 da praja da
independencia, a 18000.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
scjain, qiiadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpnciro.
Vendem-se ricos e modernos pianos, recente-
mente chegados, de excellcnles vnzes, e preces com-
modos em casa de N. O. Bieber i\ Companhia, rua
da Cruz n. 4.
Vendem-se lonas da Russia por preco
commodo, e de superior qualidade: no
armazem de N. O. Bieber &C, rua da
Cruz n. 4.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nestc estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamaubos, para
dito.
Vende-se um cabriole! rom.coberta c os com-
petentes arreios para um cavallo, tudo quasi novo :
par ver, no aterro da Boa-Vista, armuzem'do Sr.
Miguel Segeiro, e para Iralar no Recife rua do Trapi-
che n. 11, primeiro andar.
0
Deposito de vinho de chnm- \
pague Chateau-Ay, primeiraqua-.
lidade, de propriedade do conde (
*
i
i
prop
de Marcutl, rua da Crut do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a GsOOO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
9 GConde de Marcutle os ro-
jjp lulos das garrafas sao azues. ^
i
Potassa.
No antico deposito da na da Cadeia Velha, es-
criplorio u. 12, vende-sc muilo superior potassa da
llussia, americana c do Rio de Janeiro, a prcr,e* b-
talos que he para ferhar contas.
Na roa do Vic ario n. 19 primeiro andar, tem a
venda a superior flanella para forro de sellius che-
gada recentemente da America.
Vendem-se na armazem n. 60, da roa da Ca-
deia do Recife, de Hcnry Gihson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por presos
mdicos.
Oleo de Imitara em
galoes.
Papel de cmbrulbo.
Vidro para vidracas.
Cemento amarello. *
Armamento de todas as quali-
dades.
Genebra de Hollanda
queiras.
Couros de lustre, marca grande.
Arreios para um e dous ca-
vallos.
Chicotes para carro e esporas de
ac plateado.
Formas de ierro para fabrica de
assucar.
em frat-
(t* Papel de peso inglez
Champagne marca A &C.
8
1
E um resto pequeo do vnhos do *
Rheno de qualidade especial: W
no armazem de C. J. As- W
tlev & C. 0
SORTIMENTO DE CALCADO.
Na rua Nova n. 8 loja de Jos Joaquim
Moreira, ha iim bello sortimento de cal-
cado para senhora, que pela sua qualida-
de e preco muito deve agradar as senho-
ras, amigas do bom e barato: os precos
sao os seguintes, ja' se sabe, a dinbeiro
sem disconto. ,
Sapatos de cour de lustre. 1x700
Borzeguins com salto para senhora. 30SO6
Ditos todos gaspeados tambem com salto
para senhora. 4*00
Sapatos de cordavao de muito boa quali-
dade. i^ioo
S^ CEMENTO
j da melhor qualidade: vende-se
f$ em casa deBrunn PraegerA C,, rua
Em casa de Tiuim Morasen & Vinns-
sa,. praea do Corpo Santo n. 15, ha para
vender:
Um sortimento completo de livros em
branco de Hamburgo.
Lonas da Russia de superior qualidade c
por preco muito commodo.
Vaquetas para carro.
Sola branca.
Licores de dilferentes qualidades.
Absintheecherry cordeal de superior qua
lidade. 9
Vinho de champagne da marca afamada
Faure pe're & liis.
Chocolate francez.
Pianos miisicaes e borizontaes.'
VI liOS "PA^Jiri DRACAS.
Vendem-se em caitas, < casa de Barlhomeu
francisco de Souza, rua.larga da Rosario n. 36.
PICHINCHA IGDAL SO' NA
CALIFORNIA. O NO PAS-
SEIO PDBLICO N. 9.
Vendem-se pecas de ma-
(lapolo de 4 palmos de
largura pelo barato pre-
co de 300, 1^000, 2#500.
5.y<00 e 5^00; a etlas
que sao poucasayista dos
freguezes.
FRASCOS DE VIDRO DE BOCCA LARGA
COM ROLHAS.
Novo sortimento do tamanho de 1 a
12 libras.
Vendem-se na botica de Bartholomeu Francisco
de Sansas rua larga do Rosarion. 36, por menor
preco que m oulra qulquer partea
SEBASTOPOL.
Chezoii pelo paquete inste? aova faienda total-
mente nova, toda de seda, campo asselinado, cora
quadros lardos e de listraj tambem as.senadasn
mais lindo possivel, ullimo gosto em Par, com o
nome SEBASTOPOL : vende-se nicamente na le-
ja da rua du Oueiroado n. 40, peni diminuto preco.
de I>JIJ0 rs. o covado: do-se as amostras coro pe-
nhor,
ESCRAVOS FGIDOS.
CEM MIL RES E GRATIflCAgAO'.
Desappareceu no dia 8 de selembro de 1854 o es-
cravo, rrioulo, de nome Antonio, cor fula, represen-
ta ter 30 a 35 annos, pouco maisenVSftos, he mui-
lo ladino, costoma trocar o nome e ialillar-se forro,
e quanrio se v perseguido diz que he desertor ; foi
escrtvo de Antonio Jos de Sanl'Anna, morador no
encenho Caite, da lotuarra de ShiHo Aillo, do po-
der de quem desappareceu je sendo raplbrado e re-
ciilludo a cadeia tiesta cidade capte nome de Pedro
Sereno em 9 de agosto, foi ahi embargado por exe-
cuco de Jos Dias di Silva IhrimarAes, e oltima-
menle arrematado cm prara putyjea gtinda vara desla cidade em 30 &> mesroo roez, pelo
abaiio assigndo. Os i|inoes *i os secoinles : Ida-
de :itl a :i") annos, estatura rcsuir,. cabellos prctos e
rarapiuliados, er amulirtafla ""ios oscuros, nariz
grande e grosso, beicos gross* oseniblanle fechado,
bem barbado, com lodosos rules na frente; roga-
se as autoridades pociaes, raprtiirs de campo a pes-
soas particulares, o apprfieudam e niandem nesla
praea do Recife, na roa tyga do Rosario u. 24, que
rece! "r a gratificado drna, e proteslacontra querc
o liveh occalto.Mainel te Almeida Lopes.
Auenlon-s*dengenho Galpio, da fregnezia
delpojuca, em derembro prximo passado, am es-
cravo de naelo, por nome Jacintho, alto, fula, pun-
ca barba, carapina ; foi escrava defallecido Jos
Ramos de Oliveira, e consta andar Irabalhaodo pelo
otllrio aqni ero dMTevenlcs obrns : flonlquVr capilAo
de campo on entraquatauer |>essea leve-o ao escriptorio de Jos Jo; ^tn de Miranda,
na rua da Cadeia do Recife n. 4, eu em ana casa
junto a isreja da Estancia ; e se toT pegado no mal-
lo mi qoalquer engenho sera levado ao cima refe-
rido, a sen proprietario Joa Kerix da Omara Pi-
menlel, que quem o recebe* gratificara generosa-
nieiile.
Desappareceram do engenha PilAVwu'. do po-
der do ahaixo assigndo, 2 escravos, om de nome
Jo.'oi, crioulo, idade 40 o tantos anuos, estatura rav
guiar, corpo secco, bracos e pernas finas, punca liar-
la. Irateudo sempre rapada, rom talla Uc um denla
no qneixo superior, olhos vermelbot, e ja prinn-
piandoa piular: nutro de nome Luiz, rrioulo, ida-
de 40 annos, alio, secco, pouca barba, cara descar-
nada, edreundo, coro marca de rclho pelas coalas;
este escravo sup|Hie-se andar por Olinda a Rerifa :
quero os pegar, leve-os ao engenho un oa, que sera
lyalilirados.luiio Catalcanfi de*.l\buquerque.
CEM MIL RES DE GRATIFICACAOV
Desappareceu no dia 6 de dezembro do auno pro-
liino passado, licncdicla, de 14 annos de idade, ves-
aa, cor arahoclada ; levou um vestido de chita rom
listras cor de rosa ede cale, e outr tambem de ra-
la branco com palmas, nm lenco amarello oo pesco-
i.o ja destratado: quem a apprehender couduzn-a
Apipucos, noOilciro, em casa de Jna.oI.titc de Aze-
vedo, ou no Recife, na praja do Corpo Santo n. 17,
que receber a graliucac.Ho cima.
PERN. TVP. DE M. F. DB FAMA. 1855

Miiniann


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