Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00915


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Full Text
ANUO XXXI.

N. 69.
"Por 3 meses adiantados 4,000.
Por 3 mores vencidos 4,500.
nww i
SABBADO 24 DE MARCO DE 1855.

Por armo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.

\
A
DIARIO DE PERNAMBUCO
i).
I.XCARREUAOOS DA WBSCRIPC.Y'O-
llc if, o propriel?rio M. V. de Faria ; Rio 'le Ja-
neiro, Sr. Joan Pereira Marlins; Rabia, o Sr.
Doprad
di
d
Aracaly, o r. Antonio do I.emos Brasa; Cear, o Sr.
Victorilira Augusto J$orge ; Maranhao, o Sr. Joa-
quim Marques Koilrigues ; Piauhy, o Sr. Domneos
HerenlaooAekile? Fessoa Cearence ; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramo ; Amazona, o Sr. Jcronymo da Cosa.
Doprad ; Mace, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
rionc. ; Parahiba, o Sr. Gervazio Viclor ila Nalvi-
lade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio l'ereira Juuior ;
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 3/4 e 28 d. por l9.
Paris, 30 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 a 98 por 100.
Rio de Janeiro, 2 1/2 por 0/0 de rebate.
Acc.oes do banco 40 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconlo de le liras de 8 a 10 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas- .
Moedas de 63MOO velhas.
de 63400 novas.
de 4J00O. .
Prala.Patacocs brasileiros. ,
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
299000
16J000
16*000
90000
19940
1*940
19860
PARTIDA DOS COKREIOS.
Olinda, todos os das.
Caruar, Bonito e Garonhuns nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 13 c 28.
Goianna e Parahiba, segundas o sextas-feiras.
Victoria e Natal, as quintas-feiras.
PHEAMAR DE IIOJE.
Primciras 9 horas e 1S minutos da manha.
Segunda s 9 horas e 42 minutos da tarde.
=
AUDIENCIAS.
[Tribunal do Commercio, segundase quintas-feiras.
Relacao, teic,as-fciras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas.
Juko de orphos, segundas e quintas s 10 horas.
1* vara do civel, segundas e sextas ao meiodia.
2' vara do civel, quarta.se sabbados ao meio dia.
El'IIESIERIDES. DAS DA SEMANA.
Marro 3 La cheia as 8 horas, 22 minutos e 19 Segunda. (Eslacao aos Ss. 4 coroados) S. Jos
40 segundos da larde. 20 Terca. (Eslacao a S. I.ourenco Dmaso.)
11 Quarto minguanie aos 11 minutos e 21 Quarta. (Estacao a S. Paulo) S. liento alt.
37 segundos da tarde. i 22 (Quinta. j(Estaijao aos Ss. Silvestre c Martinho)
18 La nova as 2 horas, 2B minutos t 23 Sexta. (Eslacao a S Euzebio) S. Victoriano.
31 segundos da manhaa. |24 Sabbado. (slaraoaS. Nicolao in carcere. )
25 Quarto crescenie aos 5 minutos e i 25 Domingo, da Pixao( Estadio a S. Pedro)
37 segundos da manhaa. Annunciarao da SS. Virgen Mi de Dos.
PARTE OFFICIAL.
/
MINISTERIO DO IMPERIO.
Corta mu tasparWl.
Visconde com grandeza.
O conselheiro Aureliano de Souza e Oliveira Cou-
tinho de Sepelida.
Bardes com grandeza.,
Ho ligues Fe mandes Chaves
do Qoaraim.
O marethal do exercilo Francisco Jos de Souza
Soaresdc Andrea de Caoapava.
O tenenle-general Antero Jos Fcrrcira de Brilo
de Tramandahy.
Castro Moraes e Souza
de Piraquara. gj,
o Tinlo Cocllio da Cunha
ile Cociee.
Visconde.
O barao do Ico do mesmo titulo.
Bardes.
Seraliin de Mtnezes de Arassuahv.
O eomroeudador Custodio Ferreira l.cillc Ve
Ayurooca.
Gcnlishomens.
O veador Nicolao Antonio Valle da Gama.
O veador Jos Mauoel Carlos de Gusmao.
O vendor Jeronvmo Martina de Almeida.
O conselheiro Paulo Barbosa da Silva.
Veadores.
>a Pedro de Alcantra Bellegarde.
ga Aulouio llenriques de Miranda
Reg. K, .
andido Rodrigue* ferreira.
oupa Francisco de Queiroz Coutiuho
I Jos Pereira de Faro,
i Teixeira.
| Queiroz. Coutinho Mal-
O gaardn^^H
O guarda
O conselhc.
loso Cmara.
O senador Jos da Silva. Mafra.
Oteneute-general Joao Paulo'do* Santos Bar-
IttB ._Jtfk !
O conselheiro Candido KapJjsla de Oliveira.
uselheiro Joaqoim Francisco Vianna.
O eunsellieiro Joaquim Jos Pinheiro de Vasron-
celloi.
O chele de esqnadra Joaquim Marque* Lisboa.
O conselheiro Francisco de Paula Pereira Duarle.
O conselheiro Mauoel Piulo Ribeiru Pereira de
Sampaio.
Ofliciacs-mores.
O medico da imperial cmara l)r. Candido Bordes
Monteiro.
O medico da imperial cmara Dr. Manuel do Vala-
ilio Pinienlcl.
Guarda-roupas.
O moro da imperial cmara, o conselheiro Carlos
Carpeiro de Campos.
O moco da imperial cmara I.ni/ Joaquim de
Gouvoa. Bk
O moc.o di imperial cmara Dr. Antonio Alvcs da
Silva Pinto.
Antonio Dias Cocino Vello dos Reis.
Ionio Joaquim ymo Francisco Coelho.
O conselheiro Antonia Manuel de Mello.
eanerra Joaqoim Raymundo de
Lainare.
il Antonio da Fonseca Costa.
te Felippe Jo- l'ereira Leal.
O comelheiro Angelo Muuiz da Silva Ierra?.
o Jos da Costa Piraeulel.
Jos Carlos Mavrink.
le Jos Joaquim do Coulo.
Mdicos honorarios da imperial cmara.
Dr. Francisco Fcrrcira de Abreu.
O Dr. Jonalhas Abol.
O Dr. Caetano Lope de MouiapaAiJ^^
Ttulos de eouselho.
O capilao de mar e guerra, reil BP*-'0 c
Podro II, Jos de Souza Correa.
Hb dos nego-
cios do imperio I Aguiar.
Fidaigos cavallc!
lacio Cavalcauli de f.acerda.
nardo Antonio de Mcndon-
r, da provincia das Alagoas.
;acl Jos Mara Tcive e Argolo, da
provincia da Bahia.
I.ourenco BezerraCavalcauli do Albuquerque, da
provincia de Pernambuco.
I.ourenco de Su e Albuquerque, da mesmt pro-
vincia.
inmeodudor Manuel Maria Carneiro da Cu-
nha, da provincia da Parahyba.
Mojo Tidalgo com exercicio.
Antonio Paulo de Mello Brrelo,
Ordem de S. Bento de Atiz.
GrSo-cruz.
O njurechal de campo Jos Joaquim Coelho
Commendadorcs. ,
O coroo I Antonio Nones de Aguir.
O coronel Manuel Muniz lavares.
e guerra Jezuiuo I.amego Cosa.
Cavalleiro.
^ O capilao Manoel Jos Espindola.
Ordem de Chritto.
Commendadnres.
neo Vieira de Souza Meirelles.
Alexaudre Joaquim de Si-
qoeira.
O conselheiro Antonio Pereira Brrelo Pedroso.
incisco Silveiri da Molla, di
provincia do Rio de Janeiro.
Bernardino Marlius Ferrtila de Farii, idem.
O bar da Muriah, idem.
O conego Joaqoim Mariano do Amaral Campos,
idem.
O Dr. Cario* Antonio d* Carvalho.
O eonselheiro Jozino do Nascimcnlo Silva.
O conselheiro Joaquim Francisco Gooc,aIvcs Ton-
ca de Lelo.
O pretidenle do Tribunal do Commercio de Per-
nambuco, deiembargador Martiniano da Rocha Bas-
tos.
A n Ionio de Souza Lea o, da provincia de Pernam-
buco.
O ltienle-eeronel Minoel|Jos da Costa, da mes-
ma provincia.
O presidente da Atsociarao Commcrciul da Ba-
bia, Manoel Belens de Lima.
O coronel Antonio Francisco Tinlo, da provincia
da Baln.
O Dr. Viclor de Oliveira, da mema provincia.
O kVigideiro Jos Itodrigues l.eile Pilanga, da
provincia das Alagoaut
Manuel da Vera Cruz Lilis e Mello, da provincia
de Pernambuco.
O Dr. Aulouio Jos Machado, da proviucia do
Cear.
Manoel Joaquim Ramos a Silva, da provincia de
Pernambuco.
O Dr. Joto Francisco Lisboa, da provincia do
MaranhAo.
(l commaudaote superior Andr de Albuquerqoe
Marauha), da provincia da Parahiba.
(i barao de Bella-Vista, da provincia de S. Paulo.
O niajcr JoSo Antonio da Silva MourBo, da pro-
vincia de Mims.
O Dr. Gamillo Maria Ferreira Armonde, idem.
Antonio Marlius da Cruz Jobim, da provincia de
S. Pedro.
Civalleiros.
l.uiz Mariano de Oliveira, da corte.
O major Manoel Caelauo de Medeiros, da pro-
vincia de Pernambuco.
O vicario Jos Manoel de Senoa Penga, do Rio
de Janeiro.
Jos Francisco Pereira da Silva, da provincia de
Pernambuco.
O amanuense da secretaria da juslirj Jolito Jor-
ge Gonralves.
O Dr. Jos Anlonio Vaz de Carvalhaes, da pro-
vincia do Paran.
O tenenle-coronel Manoel Gamillo Pires, da pro-
vincia de Pernambuco.
O Dr. Manoel dosPassus e Silva, da mesma pro-
vincia.
O major Anlonio dos Santos de Souza l.eao. da
mesma provincia.
O major Braz Francisco Torres, da corle.
O capilao Joaqoim de Almeida linio, idem.
O capilao Francisco Anlonio Alves de Carvalho,
idem.
O Dr. Pedro de Ornellas Pessoa, da provincia de
Pernambuco.
Manoel Monleiro da Luz, da corle.
Antonio Januario da Silva, pai, idem.
Anlonio Marques de Amorim, da provincia de
Pernambuco.
O vicario conego Anlonio Dutra de Almeida, da
provincia de Sergide.
O vigario Joao Fihppe Pereira, da provincia do
Cear. .
O padre Manoel Antonio de I.emos Braga, da
mesmi provincia.
Jos Pereira Vianna, da provincia Pernambuco.
O vigario Anlonio Thomaz Teiieira Galvao, da
provincia do Cear.
O chefe de polica da provincia das Alagas Ma-
noel Jos da Silva Neiva..
O tenenle-coronel Viceute de Paula Carvalho, da
provincia das Alagoas.
Dimas Lopes de Sequeira, da provincia de Per-
nambuco.
O lenenle-coronel Fraucisco Miguel, de Seqoeira,
da mesma provincia.
O capilao Jos Gomes de Oliveira, da curte.
O capilio do corpo municipal permanente, Jorge'-)
Castriolo.
O capilao do mesrno corpo, Jos Maria Rabello.
O capilao Claudno Benicio Machado.
O capilao Luiz Antonio de Siqueira.
O ajudante Joao Joaquim Marques de Castro, da
corle.
_ .0 capilao Antonio Moreir Cuelho de"Mag"a
da provincia do Kio de Janeiro.
O capilao Francisco de Sales Pinheiro e Souza,
da mesma provincia.
O Dr. Manoel Soarcs da Silva Bezerra, da provin-
cia do Cear.
O inspector da lliesouraria do Rio Grande do Nor-
te, Bonifacio Francisco Pinheiro da Cmara.
Antonio Eulalio Monleiro, da corte,
llclchiur Correa da Cmara, idem.
Pedro Augusto Pires de Figuciredo, idem.
Jos Feliciano Franca, addido a secretaria de es-
tado dos negocios do imperio.
Miguel Jos Tavares, da crte.
O juiz de paz da parochia do Eogenho Velho, Jos
Joaquim Gonralves de Sequeira.
O Dr. Jos Francisco de Souza I.emos, da corle.
O Dr. Antonio Jos Pereira das Neves, idem.
O Dr. Allomo Arlhur de Almeida e Albuquerque,
da provincia do Para.
O Dr. Ambroziu Leilao da Cunha, da mesma pro-
vincia.
O padre Francisco Manoel de Oliveira Guimaraes
da proviucia do Rio de Janeiro.
O major Hilario Maximiliano Antones (iurjao.
O capilao Antonio de Castro Vianna.
O capilao Carlos Felippe da Silva Muir, e Abrea.
O capilao Antonio Jos do Amaral.
O capilao Francisco de Paula Camargo.
O capilao Manoel Pedro Drago.
O capilao-cirurgio Antonio Joaquim Lopes Lyra.
Joao Lopes Marlins Jnior, da provincia do Kio
de Janeiro.
Jos Dias de Souza, da provincia de Minas.
Antonio Jos dos Santos l.essa, idem.
Diogo de Oliveira Campos, idem.
Jos Rodrigues Lima, idem.
Carlos Jos dos Santos, idem.
O 1 lenle da armada Genuino Augusto de Bar-
ros Trrelo.
O.tenenle-coronel Itulino Luiz da Silva.
O Dr. Francisco Jos Pereira Zebral.
O capilao Jos Gomes da Cunha Alvarenga.
O amanuense da secretaria da marinha Jos Re-
migio de Scnna Pereira.
Joaqoim Ignacio de Mello, da provincia de Mina-.
Anlonio Jos Pacheco Penua, idem.
Jos Ignacio de Carvalho, idem.
O Almoxarife Miquelno Jos da Cunha.
O Dr. Eduardo Ernesto Pereira da Silva.
O vigario Antonio Dias de Goava.
O escrivfio do almoxarifado Joaquim Ferreira P-
ntenla de Laet.
Jos Dias Duque-Eslrada, da provincia do Kio de
Janeiro.
O vigario Manoel Felippe Nones.
O vigario Manoel Joaquim da Silva Guimares.
O Tiel do thesouro-geral Antonio Marques Baplis-
ta de l.eao.
Dr. Anlonio da Cosa Pinto e Silva.
O capilao Francisco Alves de Brito, da corte.
O dito Francisco l.eile Ribeiro, da provincia do
Rio de Janeiro.
O lenente-coronel Francisco Rodrigues Barboza,
idem.
Dr. Liberato de Castro Crrela, da provincia do
Kio de Janeiro.
O padre Jos Mendes dos Sanios.
O vigario Chrispiniano Anlonio dos Sanios.
O secretario da provincia do Rio de Janeiro Joao
de Almeida Pereira.
Oriem da Rom.
Grandes dignilariot.
O visconde de Baependy.
O barao de Anlonina.
O couselheiro Antonio Peregrino Maciel Mon-
leiro.
Dignilario.
O reverendo bispo da diocese de S. Pedro.
Commeud adores.
O Dr. Luiz Alves l.eile de Oliveira Bello, da pro-
viucia de S. Pedro.
O Dr. Anselmo FranciscoPcrelli, da proviucia de
Pernambuco.
O Dr. Anlonio Thomaz de Godoj, chele de poli-
cia da proviucia do Espirito-Saulo.
0 desembar.M.lor Joao Lopes da Silva Coulo.
O Dr. Bernardo Augusto scenles de Azam-
boja.
O Dr. Anlonio Feliz Marlins.
O coronel Peregrino Jos d"America Pinheiro, da
provincia do Kio de Janeiro.
O lenenle-coronel Francisco Jos dos Reis, da di-
la provincia. ,
O coronel Albino Jos de Sequeira, da dila pro-
vincia. >
Jos Gomes Ribeiro de Avelar, da dita
ca.
MUTILADO
provm-
O tenenle-coronel Ricardo Jos Gomes Jar-
dim.
Luiz Jos llenriques, da provincia do Mara-
nhao.
O coronel Francisco de Paola Ferreira Lopes, da
provincia de Minas Geraes.
O lenenle-coronel Custodie Jos Pinto Dias,
idem.
O conego Anlonio Jos Ribeiro Bhering, idem.
Offieiaes.
O desembargador Mauoel Machado Nunes.
I.uiz Jos de Brito, da provincia do Kio de Ja-
neiro.
O Dr. Manoel Eliziario de Castro Menezes.
O Dr. Jos Matloso de Andrade Cmara.
O Dr. Alejandre Bernardino dos Kcis e Silva, da
provincia de Pernambuco.
O lenenle-coronel Luiz Gonzaga de Moura, da
corle.
O lenenle-coronel Francisco Lelo Coln, idem.
O lenenle-coronel Manoel Anlonio Bitancourl, da
provincia de S. Paulo.
O lenenle-coronel Manoel Innocencio da llosa.da
mesma provincia.
O oicial do secretaria de estado aposentado, Dio-
nizio da Cunha Ribeiro F'eij.
Francisco Jos Gonjalvcs da Silva, da corte.
O director da casa de correcrao da corle, Antoni-
no Jos de Miranda Falcan.
O major Antonio Joaquim da Rosa, da provincia
de S. Paulo.
Anlonio l.eile Pinto, da provincia do Kio de Ja-
neiro.
Joao Pereira da Silva, idem.
O major Domiciann Jos de Souza, idem.
O Dr. Jos Francisco da Costa Gomes, da provin-
cia de Pernambuco.
O Dr. Theophilo Ribeiro de Rezende, da provin-
cia do Paran.
O inspector da lliesouraria da provincia de Sania
Calharina, Joo Francisco de Souza Coutinho.
O procurador-Tiscal da mesma lliesouraria, Poly-
doro do Amaral e Silva.
O Inspector da alfandega da mesma provincial
Francisco Jos de Oliveira.
O commandanle superior Francisco Jos da Rocha
Medrado, da proviucia da Babia.
O tenenle-coronel Jos Emygdio Duque-Eslrada,
da provincia do Kio de Janeiro.
O secretario do goYemo de S. Paulo, Dr. Francis-
co Jos de Lima.
Jos Joaquim Brrelo, da provincia da Babia.
O tenenle-coronel Feliciano Jos" Maiiliu.es da pro-
vincia do Rio de Janeiro.
Bommandanle superior Jos Joaquim Leal, da
11 "ihjjtg
Joaqoim MeirinhodeQaeiroz, da provincia do Rio
de Janeiro.
O commandanle do corpo policial da provincia da
Parahiba, Joaquim Moreira Lima.
O commandanle superior los Teixeira de Vascon-
cellos, da mesma provincia.
O commandanle superior Jos Gomes de S, da
mesma provincia.
Francisco de Mello Coutinho de Vilhcna, da pro-
vincia do Maranhao.
O lenente-coronel Jo.lo Feliciano dos Reis, da
mesma proviucia.
O Dr. Frederico Jos Correa, da provincia do Ma-
ranhao.
Jos Pedro dos Santos, da mesma provincia.
O Dr. Francisco Jos 1- orlado, do Para.
O vigario Jacob Pestaa de Vascoucellos, da mes-
ma provincia.
Joao Baplisla de Castro, da provincia do Rio de Ja-
neiro.
O tenenle-coronel Jos Antonio Pereira Pacheco,
da provincia do Cear.
O inspector da lliesouraria da provincia do Espi-
rito Sanio, Luiz da Silva Alves de Azambuja Su-
zano.
O lenenle-coronel Francisco Jos Alves da Silva;
da mesma provincia.
O thesoureiro do consulado provincial do Rio de
Janeiro, Amonio Machado Nunes.
O Dr. Manoel Pacheco da Silva, da corle.
Antonio Marlins Pinheiro. pai, idem.
O Dr. Jos Florindo de Figuciredo Rocha,
idem.
O consul-ceral no Brasil era Bocnos-Ayres, JoSo
Carlos Pereira Pin'o.
O vice-consul do Brasil, no Porto, Anlonio Joa-
quim Pereira de Furia.
I.uii Cypriano Pinheiro de Andrade, da curie.
O- lenenle-coronel Francisco de Paula Cerqueira
Mesqoila, da proviucia das Alagas.
O Dr. Francisco Liberato de Mattos, da provincia
da Bahia.
O capilao Manoel Joaquim da Silva Freir, da pro-
vincia do Kio do Janeiro.
O Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello, da pro
vincia de Pernambuco.
O lenente-coronel Anlonio de Pinho Borgcs, da
mesma provincia.
O commandanle superior Jos Correa de Olivei-
ra, idem.
O commandanle superior Jos Francisco Lopes
Lima, idem.
Francisco de Barros Brrelo, idem.
O tenenle-coronel Antonio Cordeiro Falcto,
idem,
Mauoel Joaquim Pereira, da provincia do Bio de
Janeiro.
Candido Jos Rodriga es de Andrade, idem.
O lenenle-coronel Joaquim Jos Ferraz de Oli-
veira, idem.
O major Luiz Candido de Almeida, idem.
O Dr. Anlonio de Paula Ramos, idem.
O coronel Joaquim Pereia dos Santos, idem.
O conego Joaquim Pinlo de Campos, de Pernam-
buco.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda, da mesma
provincia.
Manoel Ignacio de Oliveira, idem.
O lenente-coronel Miguel Rodrigues Ferreira, da
provincia do Rio de Janeiro.
O Dr. Joao Caldas Vianna.
O commandanle superior JoJo Nepomueeno Go-
mes de Billencourt, da provincia do Espirito Sanio.
O tenante-coronel Manoel Felisberto Pereira da
Silva, da provincia do Rio de Janeiro.
O leuenle-coronel Sebasliao Lopes Guimares, da
proviucia de Pernambuco.
Joao Jos Domingues, da provincia do Rio de Ja-
neiro.
O engenbairo Jos Mamede Alves Ferreira, da
provincia de Pernambuco.
Manoel Nello Carneiro Leo, da mesma pro-
vincia.
O lenenle-coronel Lenrenco Cavalcauli de Albu-
querque, da provincia de Pernambuco.
O commandanle superior Jos de Albuquerque
Cavalcanli, da mesma provincia.
Jos Eugenio da Silva Ramos, da mesma pro-
vincia.
O teneole-corouel Victorino Jos Carneiro Mon-
leiro.
O major Antonio Elias Prxedes da Silva.
O major D. Jos Ballhazar da Silveira.
O chefe de seccao da secretaria da guerra Jos
Chrislinoda Cosa Cabra I.
O chefe de seceso Jos Anlonio de Calazans Ro-
drigues.
v
O capitao-tenente Joao Maria Pereira de La-
cerda.
O Io rirurgiao da armada Dr. F'rancisco Flix Pe-
reira da Costa,
Fernando llalfeld, da provincia de Minas.
Jos Joaquim Nello Leme, da mesma provincia.
O capi'.io-lenenle Gabriel Ferreira da Cruz.
O commandanle superior Jos Ignacio de Oli-
veira.
O capito-lenctitc Candido Jos Ferreira.
O Dr. Jernimo Mximo Nogueira Penido, da
provincia de Minas.
O Dr. Jos Jorge da Silva, idem.
O primeiro cirurgiao da armada Dr. F'clix Jos
Barboza.
O Dr. Jos Sergio Fcrrcira, da provincia do Ma-
ranhao.
O Dr. Jos Baplisla Lisboa.
Manoel Jos Monleiro de Castro, da provincia de
Minas.
Joaquim Roberto Duarle, idem.
O lenenle-coronel l.uiz Jos de Sa Chcrem, da
provincia do Rio de Janeiro.
O. Dr. Manoel Antonio Fcrnandes, da mesma pro-
vincia.
O coeonel Jos Garca Machado.
O lenenle-coronel Joao Rodrigues Feu de Car-
valho.
O capilao Manoel Alves de Macedo Brochado.
Gamillo Fcrnandes l.eao, da provincia de Mir
as.
O lenenle-coronel Scraphim Jos de Moura.
O coronel Francisco Coelho Monle-Claio.
O major Vicente Ferreira Caivalhaes.
Jos Esleves de Andrade Bolclho, da provincia de
Minas.
Marianno Ribeiro da Silva, da mesma provincia.
Jos Caetano Rodrigues Hurla, idem.
O major Columhano Francisco de Assis.
Honorio Augusto Jos F'crreira Armond. da pro-
vincia de Minas.
Cavalleiros.
Francisco Raphael de Mello Reg, da provincia
de Pernambuco.
Domingos dos Passos Miranda, idem.
O lenenle-coiouel Joaquim Barboza de S, da
corle.
O major Sabino da Silva Nazareth, idem.
Joaquim Moraes da Conceicao Imperial, da pro-
viucia do Esdirito-Santo.
O capilao Femando Antonio Fcrrcira Caslello,
idem.
Francisco Rodrigues de Barcellos Freir, idem.
aspar Anlonio da Cosa Leal, da provincia do
Rio de Janeiro.
Fidelis Jos Alves Barcellos idem.
l.uiz Jos de Carvalho Cardozo, idem.
O major Francisco Jos Fernandes.
O Dr. Felicio Forlcs de Buslamante.
Joaquim Mximo l.obalo, da provincia de S. Pe-
dro.
O alfci i s Delduo Jo-s Ferreira, da provincia do
Kio de Janeiro.
O secretario do governo do Maranhao, Dr. Luiz
Antonio Vieira da Silva.
Fidelis Ferreira Paradella, da corle.
Francisco Iguacio d Paiva, da provincia de Per-
nambuco.
O capilao Jos Ferreira Leal, do corpo de eavalia-
ra da guarda nacional da curte.
O capilao Domiugos Jos de Almeida, da corte.
O capilao Antonio Jos Fernandes Figucira J-
nior, idem.
Manoel de Siqueira de Sa, da proviucia do Espi-
rito Santo.
O capilao Theophilo de Souza Jardim.
O capilao Antonio Auguslo da Fonseca, de Per-
nambuco.
O lenle do corpo muuicipal-permanenle, Hila-
rio Nariano da Silva.
Bernardino Jos de Souza, da provincia da Para-
hyba.
Joao Paulo Ferreira Dias, da provincia de Per-
nambuco.
Dr. Jo Mauricio Fernandes Pereira de Barros.
Ildefonso Alves de Caslilho, da corle.
O capto Ricardo Soares de Almeida, da provin-
cia do Rio de Janeiro.
Jos Fernandes de Carvalho, da provincia da Pa-
rahiba.
. Joao Antonio Alvcs Bolelho, da corte.
O official da secretaria do supremo tribunal de
juslira Manoel Vctor de Souza Monleiro.
Jos Joaqoim Gomes Barrozo, da provincia do
Rio de Janeiro.
Jos Dias Delgado de Carvalho, idem.
Pedro Joao de Souza, da provincia do Espirito
Santo.
Manoel Propicio Aranha, da provincia da Para-
hiba.
Jos Marcos Ferreira de Moura, idem,
O lente coronel lnuoceoeio Jos da Cosa, da
provincia das Alagoas.
Clemenle Jos da Silveira, da provincia do Rio de
Janeiro.
Jos Gonralves de Lima Cabo, idem.
F'rancisco Lopes Marlins, idem.
O secretario do governo de Santa Calharina, Ma-
ooel da Costa Pereira.
O lenente-coronel Jos Ignacio Bernardino, da
mesma provincia.
O major Alfonso de Alboqnerque e Mello, idem.
Eufrazio Arroda da Cmara, da [provincia da
Parahiba.
Joaquim Jos de Cunha, idem.
O capilao Joao de Souza Mello e Alvim, da pro-
vincia de Sania Catharioa.
David Luiz da Cunha. da provincia de S. Pedro.
O capilao Antonio Jos Ribeiro Goimaracs, da
corle.
O lenenle-coronel Jos Vicente de Medeiros,
da provincia das Alagoas.
Joao Guerrciro Bagado, da proviucia do Rio de
Janeiro.
Antonio Cirdozo da Silva, idem.
Jos Ferreira Leal, idem.
Boaveutuja da Costa Trrflp, da provincia de S.
Pedro.
O alferes Benedicto Jos Ramos, idem.
Francisco Ferreira de Paola, da provincia da Pa-
rahiba.
O capilao Anlonio Jos de Souza e Almeida Filho
da corle.
O capilao Pi Antonio deSouz?, idem.
O capilao Anlonio Antunes de Guimares Filho,
idem. ,
O capilao Jos Pereira da Silva Drumond, da pro-
vincia do Ro de Janeiro.
O capilao Joao Frederico Carr Ribeiro, idem.
O capilao Manoel Jos da Silva Guimares, idem.
O capilao de cavallaria Joao da Cosa Barros Mas-
carenhai.
O capiao-mor Jos F'rancisco da Albuquerque
.Maranhao. da provincia da Parahiba.
Pedro Rodrigue* da Silva, da mesma provincia.
Joao Alves Hubifto, da provincia do Kio de Ja-
neiro.
Anlonio Jos Gonralves I.oureiro, idem.
Manoel Francisco de Catira, da corle.
O addido da secretaria de estado dos negocios do
imperio, Luiz Jos Marlins Rocha.
Dr. Sebasliao Vieira do Naseimenlo, da corle.
Jos Cardozo Fonles, idem.
O vigario Bento Jos de Souza Silva, da provincia
do Kio de Janeiro.
O olcal da secretaria da guerra, Marianno Car-
los de Souza Concia.
Manuel Jos da Cunlu. daprovinca de Minas.
O carlonrio da secretaria da guerra, Manoel Jo-
s de Queiroz.
Francisco Xavier da Silva Cipanema, da provin-
cia de Minas.
O capilao Manoel Rodrigues de Barros Fonseca de
Brito.
O lenle Francisco Luiz da Trindade e Souza.
O alteres ajuduntc Joan Mara de Mello.
Francisco Tiburcio Bahia da Rocha, da provincia
de Minas.
0 aleles Manoel Joaquim de Almeida Coelho So-
brnho.
1 elislicrlo Gomes Caldeira, da provincia de Mi-
nas.
O alferes Joao Auguslo Garcez.
O Dr. Joaquim Jos da Silva Pinlo.
Joaquim Lobo l.eile Pereira, da provincia de
Minas.
Manoel de Oliveija Silva Furtado Brandao, idem.
O amanuense da secretaria de marinha, Francisco
Vespazauo Tilo Soares.
O amanuense Jos Maria Bomtcmpo.
O Ihesourero pagador da marinha, Luiz Josns de
Victoria.
Antonio Correia Rangel, da provincia de Minas.
Jos Pereira Guimares, idem.
Pedro Ignacio de Miranda, da corle.
Major Jos Luiz da Silva Viana.
O major Francisco Peixolo de Mello.
O Dr. Joo Dias Ferraz da Luz.
O vigario Anlonio Carneiro Sautiago.
O Dr. Francisco Galdino da Costa Cabral.
O lenle Jos da Costa Rangel.
Candido Jos Velho Biltancoorl, da corle.
Anlonio Dias Ferraz da Luz, da proviucia de Mi-
nas.
Jos Manoel dos Santos l'ereira, idem.
Jos Filippe dos .Santos, idem.
O capilao Luiz Ignacjo da Silva, da corle.
O major Francisco de Assis Pereira da Cunha.
O lenente-coronel Joao Vieia de A/credo Cou-
tinho.
O major Roberto Alves Ferreira.
O n> pila o Antonio Luiz de Magalhacs Mos-
queira.
Augusta Millel, da provincia de Pernambuco.
Joao Baplisla F'erreira de Brito, da proviucia de
Minas.
Jos dos Santos Silva Rezende, idem.
Joao Jos Ribeiro Bhcrtng, idem.
Francisco Ignacio de Torres Bandcira, de Per-
nambuco.
O lenente-coronel Jos Bento Nogueira.
O tenenle-coronel Francisco Ribeiro da Silva.
Major Scverino Jos de Oliveira.
Rodrigo Jos Ferreira Brelas, da provincia de
Minas.
Joaquim Marianno Auguslo de Menezes, idem.
Manoel da Costa Fonseca, idem
Joaquim Ferreira de Almeida, idem.
O capilao Joaquim Anlonio Diniz.
O lenente-coronel Alcxandre Dias Maciel.
O lenenle-coronel Joo Cbrysostomo Pinlo da
Fonseca.
O lenenle-coronel Francisco Candido de Brilo
Lambcrt.
O Iciienlc-coronel Theodozio da Cosa Pereira.
O Dr. A na-lacio Symphronio'de Abreu.
Vicente Jos de Figuciredo, da provincia de
Minas.
Wenceslao Antonio Pires, idem.
Bernardo Teiieira de Carvalho, idem.
Domieiliano Matheus Monleiro de Castro, idem.
Eugenio Celso Nogueira, idem.
O tenenle-coronel Jos Jacinlho de F'iguercdo.
O lenenle-coronel Izidoro Alvcs dos Sanios La-
guna.
O major Josselino Joaquim de Menezes.
O capilao Luiz Anlonio Homem de El-llci.
O capilao Fclisberlo Ferreira Branl.
Francisco de Assis Attahyde.
O major Francisco Gomes Ribeiro.
O Dr. Aprigio Ferreira Gomes.
O padre Anlonio Caelano Ribeiro.
Thomaz Antonio Teixeira de Gooveia, da provin-
cia de Minas.
O Dr. Jo3o das Chagas de Andrade.
O Dr. Joaquim Ferreira Carneiro.
O Dr. Jos Adonso Dias de Souza.
O lenenle-coronel Luiz Gonzaga de Mello.
O major Jacob Hcnrque Pereira.
Jos Carneiro de Mendonra.
O major Jos Luiz da Silva Vianna.
O tenenle-coronel Joao Vieira de Andrade Cou-
tinho.
O Dr. Jos Rodrigues de Lima Duarle.
O Dr. Francisco de Assis Lopes Mendel Ri-
beiro.
O major Miguel Marlins Chaves.
O Dr. Jos Ignacio Nogueira Ponido.
O Dr. Jos Feliciano Dias de Gouva.
Mauoel Gomes de Carvalho, da provincia de Mi-
nas.
Francisco Teixeira do Amaral, idem.
Joflo F'erreira Polycarpo, idem.
O Dr. Jos Joaquim Ferreira Monleiro de
Barros.
O Dr. Salalhiel de Andrade Braga.
Jos Joo de Freilas Druramond. da provincia.de
Miuas.
Joaquim Camillo Teixeira da Molla, idem.
O Dr. Francisco Cerylo Ribeiro de Souia.
O tenentc-coronel Jos Caelano Gomes.
O lenenle-coronel Manoel Joaquim Gomes de Fi-
guciredo.
O Dr. SimSo da Cunha Pereira.
O lenenle-coronel Domingos Jos Alves de Souza.
O capilao Luiz Manoel Caldas Bacellar.
O lenle coronel Modesto Ferreira Carneiro.
O administrador do correio Anlonio Xavier da
Silva.
O inspector dos terrenos diamantinos Joo Alves
Ferreira.
Secretaria de estado dos negocios do imperio em 14
de marco de 1855.Fausto Augusto de Aguiar, of-
licial-maior.
'iihmi------
ministerio da jl'stica.
Honras de conego da imperial capella.
Padre Thomaz de Ajdino de las Casas. -
Padre Hermogenes Casimiro do Araojo Bruns-
nich, vigario-gcral do bispado do Goyaz, na provin-
cia de Minas Geraes.
Padre Bernardino de Souza Caldas, vigario da
fieguezia da cidadede S. Joao d'EI-Rci, da dita pro-
vincia.
Padre Fraucisco Rociuel l'ereira tirito de Me-
deiros.
Padre Joo de Sania' i.
lianras de pregador da i.ientjB imperial capella.
Fr. Jeto da Porilicacao 1 rauco, mon&e benedicti-
no do mosleiro da corle.
Fr. Lino do Monte Caimello,religioso carmeliloda
provincia de Pernambuco.
Honras de conego da S de Marianna.
Padre Emerenciano Maximino de Azeredo Cuu-
linho.
Padre Jos de MoBra Barbosa.
Palacio do Rio de Janeirocm 14 demarro de 1855.
Jozino do Sascimento Silva, ollieial-rpaior.
------- lamn
MINISTERIO DA GUERRA.
Bsldo-maior-general.
Brigadeiroselloclivos: o brigadeiro graduado com-
mandanle do primeiro regiment de cavallaria li-
gcra Manoel Antonio da Fonseca Costa, e o coro-
nel do cojpo de engenheiros Jcronymo Francisco
Coelho.
.Irma de cavallaria.
Rrigadciro-graduado, o roroucl-commandanle do
4. regiment de cavallaria ligeira Joao PropicioMcn-
na Brrelo.
Secretaria de estado em l de marro de 1855.
Libanio Auguslo da Cunha Mallos, oftlcial-
maior.
Guimares, por have-la pe-
de pedestres
ped*sL-Bi do
BOI.ETIM DE 16 A 28 DE FEVEREIRO DE 1855.
Notnearoes.
Director do hospital militar da gnarnirao da corle,
o brigadeiro llenrique Marques de Oliveira Lis-
boa.
Vogal do conselho administrativo do arsenal de
guerra da corte, o brigadeiro graduado Jo3o Jos da
Gosla Pimenlcl, em suhsliluicao do brigadeiro gra-
duado Antonio Joao Rangel de Vasconcellos, exone-
rado em altenrao ao sen estado de saudc.
Commandanle interino da Cortalezadc Sania Cruz
o coronel do eslido-maior de 2s classe Jos Victo-
rino de Amorim Bezerra.
Antiguidades de prara.
Por iroperiacs resolures de 3 do correle, loma-
das sobre consulta do conselho supremo militar, se
manda contar, ao capilao do 11. balalhao de infan-
laria JoSo de Castro e Silva, o lempo decorrido de
28 de maio de 1829 ; ao alferes do corpo de guar-
ilir.lo liva de Minas Marcelino Ferreira de Azevedo
mais, des le ti de juulio de 1841 al 6 de agosto de
IK2, e do 18 dejuohode 18ila 14 de fevereiro
de I8l(i; ao lente do 4\ regimeulo de cavallaria
ligeira Joaquim Jos da Silveira Jnior, mais del
de agosto de 1839 cm diaote ; e ao 1-. lenle do
corpo de engenheiros Joao Jos de Sepulveda c Vas-
concellos, o lempo decorrido culre I de fevereiro
de 1839 e i de Janeiro de 1844.
. Classi/carao.
Passa a pcrlencer i*, classe do exercilo o alie-'
res aggrcgado ao eslado-maior de 2". classe Autonio
Florindo Rodrigues de Vasconcellos.
I'assagens das armas, os carpos.
O !. cadete Luiz Felippe de Souza Reg, do ba-
lalhao do deposito para o 3-. de artilharia a p.
O 2\ cadete Manoel Ferreira da Silva, do bala-
lhao do deposilo para o corpo de guarnicao fu da
provincia da Babia.
O cabo de esquadra Joaquim Rodrigues Vianna,
da companhia fiza de Scrgipe para o meio balalhao
provisorio da Parahiba.
O soldado Manoel de Mello Pila, do 1 balalhao
de infanlaria para a companhia fixa do Rio Grande
do Norlc.
Para o asylo de invlidos .
Os cabos do esquadra Anlonio redro e Jos Ao-
(ono do Naseimenlo, e os soldados Isidoro Ferreira
de Arao. Francisco Rodrigues. Ricardo Jos Es-
le\es, Joaquim l.eile, Jesuino Antonio, Antonio de
FaraseJCvrillo Piulo Ribeiro, do 6. balalhao de
infanlaria
CommissSes.
Approva-se a nomearo do Dr. Jos Caelano Vaz
para Iralar dos enfermos do destacamento na cidade
de Caixas.
Seguem cm commissao a provincia da Baha osca-
plaes do 1-. regmenlode cavallaria ligeira Mano-
el Pedro Drago, e o do eslado-maior de I. classe
Joan de Souza da Fonseca Cosa.
Approva-se a nomeacao do capilao do 1-. balalhao
de inlanlaria Fortunato Jos Dias para ajudaule
de ordensda presidencia de Santa Calharina.
O alferes do corpo de guarnicao lxa de Minas
Manoel Jorge Moznho passa a servir como addido
no balalhao do deposilo.
O major do balalhao de arlilhara de Malo-Grosso
J^Jos Pedro lleitor he posto a disposicao do conse-
lheiro director do arsenal de guerra da corte.
0 1-. (encole do 3. balalhao de arlilhara Luiz
Fraucisco llenriques passa a servir de ajudante do
encarregado do laboratorio pyrolchnico da corte.
O major do i: regiment de cavallaria ligeira
Sebastian Antonio do Reg Barros he posto dispo-
sicao da presidencia de Pernambuco.
-Mauda-se contrariar o padre Joao Estovan da
Cunha e Oliveira para capellao da fortaleza da bar-
ra do Para'.
Licenras.
Para esludarem o curso de sua arma na escola
militar. >
Ao 2*. cadete do 2. regiment de cavallari aligei-
ra Luiz Jos da Fonseca Ramos.
Ao 2-. cadele 2 sargento do balalhao do deposilo
Justino Pereira de Andrade.
Ao 1\ sargento de arlilhara Joao da Silva
Torres.
Ao 2s cadete 2-, sargento do 1 balalhao deinfan-
tari.i Jos Pereira Ribeiro de Oliveira.
Ao 2-. cadele do 1-. de arlilhara Joao Rodrigues
Barbosa Jnior, e aos soldados do mesrno D. Luiz
Mauricio da Silveira e Joaquim Luiz Maooel de
Jess.
Para esludarem o curso de engenheiros :
Ao 2. lente de arlilhara Candido Feliciano
Pereira de Carvalho, e aol-. cadele do 1'. balalhao
de arlilhara a p Hcnriques Jos da Silva Qointa-
lanilba.
Ao 2*. cadele do 1-. balalhao de arlilhara Pauli-
no Paes Ribeiro, para repetir o I. anno.
Ao cadete do 1*. balalhao de artilharia Jos Pro-
copiu ele Albuquerque, e a Jos Auguslo de Castro
Marlins, para se matricularen) no segundo anno do
curso geral, nao podendo fazer exame sem se mos-
(rarem habilitados no desenlio do primeiro.
A Antonio Paulo de Mello Brrelo, para esludar
o curso geral.
Ao alferes do 3'. regiment de cavallaria ligeira
Joaquim Francisco Moreira, para esludar o curso de
sua arma no Rio Grande.
Manda-se considerar de favor a licenra com que
veio a corte o 2'. cirurgiao do 2'. regiment de ar-
tilharia a cava lio Carlos Patrasi.
Prorogaroes.
Ao capilao do 4." regimeulo de cavallaria ligeira
JosCrispiniano Coolrairas e Silva, por tres niezes.
Ao tenente do 1. da dita arma Jos Mara de Car-
velho, por qnalro mezes.
Ao sargenlo-ajudante do dito lv regiment Luiz
Jos Nunes Pinheiro, por tres mezes.
Ao addido a'secretaria do arsenal de guerra
l(i\ mundo Marliniauo Alvcs de Souza, por tres me-
zes.
Mandou-sc considerar de favor a licenra com que
veio u corteo I. cadete I-, sargento do 2-. balalhao
da arlilhara Joto Antonio de Souza Portugal.
Ao lenle do corpo de guarnir; o lixadc S. Pau-
lo Mauoel Marlins de Almeida, por trez mezes para
ir a Angra do* Reis.
Ao soldado do 1*. regiment de artilharia a ca-
vallo Anlonio Alonso de Albuquerque Vidal Pei-
xolo. ,
Aposcnladoria.
A Eustaquio Jos Pereira de Andrade, escrivio
do almoxarifado do arsenal de guerra da Bahia.
Demissao.
Ao pralicante de cirurgia do hospital militar
Francisco Pinheiro
dido.
Ao commandanle da 2." companhia
de Goyaz Manoel Pinheiro de Lemos.
Ao commandanle da companhia
Turyassu' Joao Fernandes Lopes.
Bai.ras.
Por incapacidade physica.
Ao ansperada Vicfor Modesto de Souza, esolda-
dos Estevo Jos Ferreira, Dionysio Jos Sebasliao,
Anlonio Jos de Moraes, llenrique Jos Celesliuo,
Flix Gomes de Miranda, Silverio Joaquim Muir,
Manoel Ferreira da Silva e Jos Nunes, do I', ba-.
lalhao de infanlaria ; Jos Antonio Pao d'Alho, do
I-. de artilharia; Francisco de Asis Ferreira, da
balalhao de caradores de Malo-Grosso; Raymundo
Jos l'ereira. Anlonio Alve* da Silva, Francisco Pe-
reira de Oliveira, Manoel Pedro dos Sanios, Bene-
venuto de Salles Gomes e Manoel do* Santos Se-
gundo, do batalho do deposito da -corte e aos re-
crutas Antonio Jes Vianna e Autonio Vieira do
naseimenlo.
OWo.
O capilao formado Migael de Mallos, na corte,
a 18 de fevereiro.
Dispisicoet diversas.
Ao conselho administrativo da corle se ordena que
annulle a compra feita de cobre e estanto a Anto-
nio Jos de Azevedo Maia, visto o3o poder elle ve-
rificar a entrega desses gneros pelo eslado de sua
casa.
Approva-se o abono de vanlagens de estado-
maior de I.' classe ao'commandanle da frooleira do
Jaguarao o coronel Manoel Pereira Vargas.
Aulorisa-se o presidente da provincia do Ma-
ranhao para noraenr um capellao para n guarnicao
de Caxias.
Approva-se a dispensa concedida pelo pres-
deme de Malo-Grosso ao ajudante da companhia de
pedestres o alferes relormado Manoel Lola Borges,
alenlo o sen eslado de saudc, eautorisa-se a nomea-
cao de quem o subslitaa.
Manda-se que sejam admillidos matricula do
>." anno da escola militar os alumnos approvados ple-
namente no primeiro, embora inhabilitados em dese-
nlio dcsle anno, nao podendo porm fazer exame das
materias daquelle auno antes de moslrarem ler ces-
sado sua iuhahililaco.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 17 de fevereiro de 185.".
Illm. e E\m. Sr.Sobre o que V. Exc. repr-
senla em seu ollicio n. 19 de 7 do presente mez re-
lalivaraentc ordem expedida por esl secretaria de
estado para licar sem clleito a creacto da enferma-
ra militar, e o contracto celebrado para forneci-
ment de medicamentos i mesma, conlinnando o*
enfermos militares a ser tratados no hospital da san-
ta casa da Misericordia; dizendo V. Eif. que essa
pralira (em, cessado ha qualro annos por se rec-
nbeccr que era prejudicial visla da* razes que
apona : declaro a V. Exc. que os avisos de 19 e 26
ile Janeiro ultimo foram baseados no que representa-
ra essa presidencia no seu ofliciu n. 120 de 3 de ou-
Iubro de IS.">4, incluso por copia, com referencia ao
que Ihe representara a thesouraria de fazenda; e ua
informadlo de um ofllcial superior, do corpo de sa-
iide do exercilo, de que tambem remello co-
pia.
Dos guarde a V. Exc. Pedro de Alcntara
/ellegarde.Sr. presidente da provincia de Mitas
Geraes.
N, 120: 4." seceso. Palacio da presidencia
da proviucia de Minas-Gcraes, 3 de oulubro de
1854.
Illm: e]Exm. Sr.Havendo o inspector da the-
seuraria desla provincia represeulado sobre a conve-
niencia de nao ser creado nesla capital o hospital re-
gimenlal de que Irala o regulamento de 17 de feve-
reiro de 1832, e de conlinuar-se a seguir o systerua
pelo qual lem sido al o presento tratadas n* pravas
do corpo de guarnicao liza, por ser este mais vanla-
joso a fazenda publica; e concordando eucom a topi-
nito do sobredilo inspector, exarada nooflicio datado
de hontem, junto por copia, nesla dala ordenei qua
se seguisse o referidosysltma al que V. Exc. se di-
gne de resolver o que mais convier.
Dos guarde a V. Exc.Illm. e Eim. Sr, con-
selheiro Pedro de Alcntara Bellegarde, ministro e
secretario de eslado dosnegociosda guerra.Jos /Ji-
pes da Silia V i'aitiia,vce-presidetite.
Illm. e E\m. Sr.Teodo mandado a conladoria
desla repartido arbitrar a quantia destinada a com-
pra de pao alvo, e informar acerca do Iralamenlo dos
recrulas, como me foi por V. Exc. ordenado em ofll-
cio n. 471 de 18 de selembro prximo passado, qua
acompanhou o do major commandanle interino do
corpo de guarnicao fixa desla provincia, em que trata
desles ohjectos : levo presenca de V. Exc. a ava-
liaco do dito pao o a informarlo da mesma coala-
doria aquello respeto, com as considerarles que la-
sobre a conveniencia de nto se eslabelecer nesta cit
dade o hospital regimenlal de que trata o regulamen-
to de 17 de fevereiro de 1832, e sim continuar-tea
seguir o actual syatema de- serern as pracas trata-
das medanse a diaria de 600 rs., por ser elle o que
menos dispendio causa fazenda publica, sem que
por isso soflram as ditas pravas dio seu Iralamenlo, e
concordando em ludo coma mesma informadlo, te-
nho a honra de declarar a V. Exc. qoe he minha opi-
niao que o eslabelecmenlo daquelle hospital he, nao
s dcsnecessarioem-visla do limitado numero de pra-
5as do corpo, como ffiuilo ooeroso para a fazenda;
accrescenlandoque, quando mesrno fosse preciso ele-
virem-sc as diarias a 700 rs., seria isto ainda em
vanlagem da mesma fazenda publica : vou poi* re-
presentar a V. Exc. para que se digne Aandar listar
a execuco do referido regulamento, determinando
que continu a pralca at aqui seguida, e que foi
autorisada pela Exm. presidencia, e levar osle nego-
cio ao conhecimento do Exm. Sr. minUtroda guerra,
para a sua ulterior decisto, rogando por ultimo a
V. Exc. se digue tambem ajuntar aquellas sabias re-
llenes que a semelhanle respeilo julgar opportu-
nas.
Dos guarde a V. Etc. Ouro Prelo, rheeonrarla
da fazenda, em 2 de outubro de 1851. Illm. c
Exm. Sr. desembargador Jos Lopea da Silva Vian-
na, vice-presidenle desla provincia.O inspector,
Dr. Lino Antonio Rabello.Conforme,Antonio Jos
Ribeiro Bliering.
Circularos.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 17 de fevereiro de 1855.
Illm. e Exm. Sr.Para obviar duvidas que tem
apparecido relativamente aos vencimentos que eom-
petem aos ofHciaei das companhias de pedestres,
manda S. M. o Imperador, em conformidaae do
aviso de 9 do'presentc me/, dirigido ao presidente da
provincia do Maranhao, sob materia identica, decla-
rar a V. Exc:
I.* Oue os odiciaes das companhias de pedestres
nao foram compreheiididos no melhoramento de
sold concedido somentc aos da 1. classe do exercilo
pelo art. II da le n. 612 de 18 do agosto de 1852,
seudoal excluidos os da 2." classe, que ltimamen-
te, por decreto u. 762 de 29 de julho prximo pasea-
do, he que foram admt.idos a gozar desee beneficio
quando empregados; nao podendo aproveilar-lhes a
circunstancia de serern sargentos de 1." linlia, por-
que a lei de 1852 tratou de offieiaes e nao de infe-
riores; uem o arl. 6 da lei n. 615 de 23 de agosto de
18*1, por isto que nao someile nao he Ohrigalorio
como porque be de dala anterior.
V
iicnun


01 ARIO OE PERRA*BUCO, SBBADO U OE MARCO DE 1855
ss-s-si
3
& -S-S--
H:
.' -
- .
5,&.
>2.
- 3
& ~
fe!
o.-t e
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_-o: a. o., o-
S S
a.
s *
ff::l:|
5. 2.
S o ? S
i
a 2 =
m = 5
G0KMANDODA8 ARMAS.
dai irmii da
Pernamboco u cidade 4o Recite, em 23 de
mareo de 1865.
OREM DODUN. 15.
0 niarcchal de campo commandanto das arma?,
cid vista das commuuicages receidas da presiden-
cia deala provincia as dalas de "Jt e 22 do corren-
le, fax cerlo para ciencia da guarnigao, que o gover-
no de S. M. o Imperador houve por liem, por aviso
rciro ultimo, mandar ficar a disposigA da referida
presidencia o Sr, major do primeiro regiment de
caviilluria ligelr* do ejercito, SebastAo Antonio do
Reg Barros, que aqu se acliacom lieenga; e por
oulro aviso de 2 dcste mez conceder lieenga ao Sr.
Primeiro lenle do quarto balalho de artilliaria a
pe, Jos de Cerqueira Lima, para esludar na escola
militar da corle as dootrinas quelhe fallam do cur-
so de sua arma.
O mesmo marechal de campo da puhlicidade, para
que Icnlia a devida observancia, ao aviso do sobre-
dito ministerio, que abaixo se Iranscreve :
AVISO,
a Kio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra cm I de margo do 1855.
Illm. e Exm. Sr.Determinando S. M. o Im-
perador que os requerimeulos, que os reos militares
condemnados a peua ultima aprcseularcm imploran-
do a sna imperial clemencia, sejam acompanliados
de copia aulhcntica dos respectivos processos, assim
0 cominunico V. Exc. para su conbecimento e
execugAo.
a Ucos guarde V. Exc. Pedro de Alcntara
Bellegarde. Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
lose Joaquim Coelho.
Conforme.Candido Leal Ferreira, ajudaule de
ordens cncarregado do delalbe.
EXTERIOR.
le so na circuimUncia muilo especial de
vi, inlerinatnenlo em pedestre, algum onicial[QMIMNM^Ml a comB
isae du exercUo devera entao percehar o"'
cora a quinta parle, porque o percebe, mo
officul de pedestres, mas como offlcial da l.
oxcepgt da qainta parte do aoldo, o
pedestres (cm direilo aos mais veneiracii
las cMi ilkiaes do exareilo em servigo de com-
panliia.
ojeado ser capules ou lenles, con-
tirnie o plano da 19 de abril de 18,1, os comman-
t) antes das companliias de pedestres, q-governo im-
perial tem entendido, em harmona com o que an-
teriormente se cstabeltcera, que eteea cammaudan-
li tenhan a graduarlo de ler.entes. e assim sejam
pagos, mesmo quando leiiliam sido simplices pai-
A' vista do que, V. Exc. expedir i thesouraria de
iieuda as ordens convente
Pedro de Alcntara
le.Sr. prcsideiUedi provincia de....*.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em St de fevereiro de 1853.
Illm. eEim. Sr.DelcnninandoSua Maecstade
o Imperador que eesse o abono que se est fa/.endo
eni algnmas provincias de gralificagOes especaes a
til alo de recrutainenlo, sem serem as determinada*
no rcgulamcnlo dt l de dezembro de 1852, assim
o declaro a V. Exc. para aua inlelligencia e exe-
Dos guarde a V. Exc. Pedro de Alcntara
Pe.'lrgarde.Sr. presidente da provincia de......
Rio de jaueiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 22 de fevereiro de 1855.
--Hlui.oExin. 9c.Ha vendo por bem S. M. o
Imperador fazer extensiva provincias a tabella,
ipprovad* por aviso de 6 de margo de IS. dos ob-
que se devem forneccr as escolas elementares
irnigAo da corte, remello a V. E\c.
da referida tabella, para que Icnba a devida
liem como .... exemplares dos elemento-
de arilhmelica coordenados [icio major Jos Joaquim
de Avila, aos quaes V. Exc. dar o corhpeleule des-
tino.
Exc. Pedro de Alcntara
B'11' presidente da provincia de.....
Tabella das ohjeclosque devem serfornecidossemes-
Iramenle, eio Janeiro e jullio, a cada urna das cs-
i ras dos corpos da guarnirn
la coito, em cumprimenlo do aviso do ministerio
le 17 de novembro de 1853.
o, (i resmas.
i, 400 oo ISqnarleires.
tinta piola de cscrever, 6 garrafas.
iu (i duzias.
ras. i
lo carias para principianlc-, -20 excm-
emplares.
ra portugueza por.Moule-Verde, ulliinn
lana*. B exemplares.
ios de arithraeljca por Avila, conforme o
o ave de 12 de iuiiho de 1852, (i exemplares.
ripia ou traslados, 20.
fornecer a cada escola pela pri-
e sem lempo determinado de durago,
seis pedas para escripia, e vinte e quatro lapis da*
da corle, 10 de dezembro de 1853.
Anlero Jote ferreira de llrito.
ltio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 23 do fevereiro de 1855.
Sr.Devendo essa provincia, con-
ribuigao feila pelo governo imperial, for-
xerclo o contingente de....
anuo linauceiro, lia por
ladeo Imperador que \ .
ordens por modo que
:ero a bem do mesmo ser-
tice.
Do Pedro de Alcntara
Bell idente da provincia de.....
las provincia-:
inazonas...........iu
ira.............IIKI
Do A! ..........: i .
........200
Do O. ........:ihi
Do K re.......150
Da V ..........200
De 1'. ..........3(0
........100
.........150
..........200
Do Kspiilo Santo..........IU)
Do Rio de Jaueiro..........360
De S. Paulo............. 25o
De Paran............lio
De Smta Calbariua.........lili
De S. Pedro............450
..... ..... 240
yiz.............80
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Do mi' >rle........200
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I'SSESSO'ES PORTLUE/AS NA FRICA.
Angola 30 de dezembro de 1854.
leve lugar hoje na sala das audiencias do palacio
do enverno gcral a solemne rccepgao dos cmbaixa-
dores que o rei de Molembo, Capila Muuipolo, cn-
viou eiponlaneamcnlea eslacidade, para, com to-
das as formalidades, prestaren! as mAos de S. Exc.
o governador geral, como delegado de S. M. I'idelis-
sima, o juramenlo de prcilo e vassallagcm ao mesmo
augusto senbor.
Em seguimcnlo Iraoscrevemos o aulo que se la-
vrou depoisde ouvida a cxposigAo dos ditos embaixa-
dores, na qual manifeslaram os vcbemenlcs desejos
que acompanliam o rei do Molembo, de que seja por
urna vez definida a sua nacionalidade, para evitar
conleslagoes futuras. Por elle se ara a maneira
bonrosa porque foram recebidos, assistindo a eslo
acto todas as principaes dignidades da provincia,
comraandantes de corpos forlalczas, cliefes de
rcpartiges, funccionarios pblicos e corpo commer-
cial.
Concluido o aclo do juramento, dcii urna salva de
21 tiros a balera volante de artilliaria que se linlia
mandado postar no largo do palacio, e Onda a salva
foram os embaixadorcs conduzidos ;' sala de jan-
tar, onde mu bem servido e abundante refresco os
esperava, e ao qual fizeram as honras devidas, mani-
festando-se em seus roslos a alegra do que se aclia-
vam possuidos pelo bom resultado da sua mensa-
gem.
Neslc irilcrvallo se lavrou o auto j mencionado,
que sendo ldo em presenga dos dilos embaixadores-
e achando-o em ludo conforme ao importante ob-
jeclo da sua missAo, o assignaram cm seguida a S,
Exc. o covernardor gerai e ao Exm. e Rvm. bispo
desla diocese sendo depois lambem assignado
por todas as pessoas que assUliram a esta solemni-
dade.
Auto de reconhccimenlo de preilo e, vaisallagcm
prettadot a S. M. Fidelisstma o rei de Portugal
D, Pedro 5. pelo rei de Molembo, Capila Mu-
polo, por seus emhaixadores perante o governo
gcral da provincia de Angola.
Aos 30 dias do mez de dezembro de 1S54, nesta
cidade de San Paulo da Assumpgo de I.oanda, e no
palacio do governo gcral da provincia do Angola,
onde se ochava prsenle S. Exc. o governador geral,
Jos Rodrigues Coclbo do Amaral, com S. Exc.
Rvm. o bispo desla diocese, D. Joaquim Moreira
Reis, os membros do.rousellio do governo, os com-
'mandantes dos corpos da guarnigo da cidade, va-
rias autoridades e diversos funecionarios, todos abai-
xo as-ignados, para o fim de receherem em audiencia
solemne os embaixadores do rei de Molembo; Zau,
lillio do mesmo rei, I.uiguesler Itexiga, seu genro,
Fernando e Andr, seus cimbados e mais tres fidal-
gos recenlcmente ebegados do seu paiz : foram estes
inlroduzidos na sala das audiencias, e disseram a S.
Exc. o governador geral, que vinham perante elle,
autorisados pelo dilo rei de Molembo, com inteira
acquicsccncia do seu legitimo successor, o principe,
e dos seus consclbeiros o subditos principaes, decla-
rar que pretendan! ser considerados vassallosda co-
rda portugueza, como seus pas e mais anligos ante-
cessores sempre o foram e se consideram, segundo a
Iradigo que delles Ibes vinlia; que para isso nao s
consenliam, mas at requeriam que o seu dilo paiz
de Molembo fos-e oceupado por Torga armada por-
tugueza, eslabelecendo-se all una auloridade regu-
lar de S. M. Fidelissima, e conslruindo-se fortale-
zas nos pontos convenientes: que esperando que S.
Exc. o governador geral, Ibes aceitaste a declaragAo
que acabavam de fazer pnr expressa commissAo do
rei de Molembo, e de sna mui livre e espontanea
vontade, conlavam lambem que os usos e coslumcs
do seu paiz, seriam guardados e respeiladns pelas au-
toridades de S. M. Fidelissima, cm ludo oque se
n.looppuzesse aus principios da humanidade, e is
luis da nagAo portugueza a que queriam e deviam
obedecer, como subditos qne lambem eram da mes-
ma nagao. Ao qoe S. Exc. o governador geral. res-
pondeu que acclava em nome do S. M. Fidelissima,
como seu delegado e representante ncsla provincia,
a nreslago espontanea de vamlbgen que ncsle ac-
toeradcposilada emsuas mAospelussobredilos embai-
xadores em nome do rei de Molembo e do seu povo,
islu sem picjuizo dos direilos anteriores que a coro,
j tinba ao dominio do territorio de Molembo c de
gulros.desde 5. o 12' de lalludc sul ale i 8., pelo
faci incontestavel da descolarla c conquista da cos-
a comprebendida uestes limilcs. Que passaria a
dar fonlicciinenloao enverno de S. M. Fidelissima
do aclo que hoje leve lugar, daquella solemne mani-
feslagAo de nbeJiencia do rei de Molembo. e que no
entretanto faria, para salisfazer aos desejos manifes-
tados pelos embaixadores, com referencia oceupa-
gAo do seu paiz por forgas e autoridades portugue-
zas, ludo quanlo cslivesse ao seu alcance. E por
esta forma deu a audiencia por concluida, c mandn
lavrar o presente aulo, que todos assignaram depois
de ser lirio por mim, Carlos Possolo de S'uza, se-
cretario geral do governo que o fiz escrever e assig-
no.Jos Rodrigues Coelho do Amaro'., governador
gcral interino.Bispo de Angola e do Cougo. De
Y.uu, lilil do rei de Munipolo, urna cruz.Do tii-
guesler llcariga, genro do rei, urna cruz. De Fer-
nando, eunhado do re, urna cruz. Do Andr, cu-
nhado do rei, urna cruz.Do um (dalgo cmbtixa-
dor, urna cruz. Do um dilo dilo, uina cruz. De
um dilo dito, urna cruz. Antonio Faustino. /js
Santos Crespo, juiz de direilo.Joilo Jacintlto Ta-
cares, major, membro do consclho do governo.
Manoel Joai/uim de ouza Monteiro, membro do
cousclbo do governo.
Seguemo.ulras assignaluras.
(floic(tmO//fcaf.)
(Jornal do Commercio do Rio.)
mesmo mal ; pois segundo li nos joruaes, j lem ha-
vido alguns estragos.
Pelo Tocanlins chegou-nos d sul por eonla da
companbia de mineragAn, lo colonos chinezes, que
depois de urna oslada na capilal de 3 ds, seguiram
para o lugar de seu destino. Parece-nos que essa es-
pecio de colonisago nos deve convir bstanle. Ha
sabido que os Chinezes alo por domis iiitelligonles ;
qoasi lodas as grandes descoberlas, que admiram o
mundo, sao devidas i clles,militas antes que a Euro-
pa operasse o adiado e si o allribuisse, he China
lmenle a quem devo elle competir pelo privilegio
do primeiro inventor. O nosso clima, sendo moi-
to scmelhanle ao delles ; possuindo nos a cultura do
arroz, que forma o principal genero do sua alimen-
lagAo, nSo podemos dcixar de assegurar a bondade
dessa qualidade de genle nos Irabalhos a que so vao
dedirar.
f) nos*o povo nao deixou de admirar a rumprida
Iranga que llie pende da cabega aos ps. Pelas ras
eram sempre acompanhados de urna mullidao de es-
pectadores. He o espirito de nevidade.
Consta-nos que deve em breve vir igual porgAo,
c deslc modo ehegando da Europa os Suissos e Tor-
tuguezes que o governo mandou eugajar, com os que
j lemos as colonias de Sania Isabel e no Furo, le-
remos que adminisIragAo provincial se devem al
au meado do correle anuo, nada menos do que a
imporlagAo de mil colonos !
No dia li do corrente, aniversario deS. M. a Im-
peratriz, embandeiraram-sc as embarcages de guer-
ra, e houve a salva do estylo. Este dia lorna-se bas-
tantemente notavcl nosnossos auuaes, pois quenelle
leve lugar a abertura do as)lo de Sania Thcreza,
destinado para a educaran das orpbas desvalidas.
A ceremonia leve lugar s 5 horas da larde, sendo a
concurrencia mui grande c em parle composla de
Indas as pessoas gradas de nossa sociedade.
S. Exc. fez um pequeo discurso anlogo ao ob-
jecto, fazendo mostrar a ulilidade da insliluigAo que
assim se inaueurava debaixo de tan bous auspicios.
Esla lao ulil insliluigAo, s por si ser baslaule para
immorlalisar a adminisIragAo actual, como, segundo
diz o Pubiicador, succede com a que insliluio a dos
educandos arlifices.
O asylo acba-se por ora na casa particular, per-
lenccnle aos herdeiros do Tinado desembargador Bar-
radas, no aprasivel largo dos Remedios.
O director do eslahclccimcnlo he o Exm. Barao
do Coroat, um cidadao a todos os respeilos recoro-
mendavel, que aceitando aquello encargo, fez cari-
dade um verdadeiro servigo, como assim se exprime
aquello jornal.
A regcnle do mesmo eslabclecimcnlo he a Sr. D.
Maria Joaquina de Araujo Lisboa Bacellar, viuva
do tenenlo-coronel Bacellar.
Para liel fui Horneado o Sr. Francisco Joaquim Pin-
to Brrelo.
Pelo Tocanlins chegoli esta provincia o Sr. Vis-
conde de Saint Arnaud, engajado pelo governo pro-
vincial para a direegao das obras publicas. Consta
que esse engenheiro he bastantemente instruido as
materias de sua arle : muilas pessoas do Rio'o rc-
commendam como lal ; e assim devemo-noi compra-
zcr com lAo boa acquisigAo.
No dia 12 do correle morreu, lalvcz que de avan-
zada idade, poiscoutava quasi 85janeiros, na cidade
de Alcntara, o Exm. Sr. Barao do Mearim, dei-
xandoi segundo dizem, urna fortuna collossal.
Aqu concluo, fazeudo-llie os mcus cumprimcnlos
do oslvln.
PERNA1BUC0.
Pela subdelegacia da frgeiia do Recie, um
manijo inglez, cujo nome se ignora, por ebrio.
Pela subdelegacia da freguezia da Boa-Vista,
o alferes do lerceiro batalhao da guarda nacional de
reserva, Francelino Augusto de Hollanda Chacn,
por ferimentos, e Mara da AssumpgAi) dos Praze-
res, para correegio.
Por ofliciode 12 do correnle, communicou-me o
delegado supplenlc em exercicio do termo do I.i-
moeiro, que no dia 4 desle mez no lugar de Ala-
goa-Fonda do dito lermo, um prelo de nome Joa-
quim Jos de Sanl'Anna, dera unas estocadas com
um caivete do mola em outrn de nome Jos Joa-
quim Barbosa, Creando esto gravemente ferido, e
que tendo sido o aggressor rccnlhido a endeia eslava
o subdelegado do segundo dislricto da freguezia do
Bom-Jardim, procedendo ao competente sommario.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pcrnambiico 23 de margo de 1855.Illm. e Exm.
Sr. consclliciro Jos Denlo da Cunba e F'iguciredo,
presidente da provincia.O chefe de polica Luiz
Curios de Paira Tcixeira.
DIARIO DE PERNA1BUC0.
INTERIOR.
di:

CORRESPONDENCIA DO DIARIO
PF.RN.YMItrcO-
MARAN'IlAO.
S Iralx 17 de marco.
Desla vez, como nunca, serei bastante lacnico.
Poucos aponlameolos lome! da magra quinten* que
nassou ; e alm disso, certa indsposigAo, certos am-
pios qoe me tem suspenso entre a idea de aleuma
conslipagAo, ou de aleum alaquo de bexjgas, limila-
ram a prsenle remessa s porporges, nao de urna
caria, mas sm de nm simples bilhcte.
Jo qoe llic faUei em bexigas, devo diztr-lhe que o
(al flagello anda continua ; e creto, que de lodo ees-
gara smente quando nao bouver mais ninguem a
quem ella nao leuba impresso os horrendos signacs
de seu carimbo.
Sinto que nessa bella cidad, lenhs appirecido o'na, par correego.
' .i.,,
VILLA DE il.lAHASSl..
21 de margo.
Agora mesmo sabe d'aqui o Vicente l.onguinlin
muilo zangado comigo, porque lbe nAo lenho es-
cripto, dainlo noticias e podindo certas medidas,
que julga elle indispensaveis.
Porcm, meu compadre, disse-lhe cu, nao le-
nho escriplo, porque nada vejo de novo.
Ora, c como quer Vmc. saber do que vai por
esle lugar, so a chora o tem chamado para a cnxa"
da ".' V ouvirdo e veja se nao ha sobre que es-
crever. As bexigas vao fazendo um estrago consi-
deravel ; dellas ainda hontom morreu um mogo,
cimbado de Pedro Paulo, que morreu lambem de
bexigas; entretanto Vmc. anda nada disse, pedin-
do que oExm. nresi lenle ou mande-nos un medico,
ou, pelo menos, algumas laminas com pus, para
que aleum curioso |vaccine este povo, que em sna
quasi tofammac anda nAo (cm esse preservavo.
lio venale que lemos um commissario vaccinador,
porm s no nome, pois que ainda nao recebeu da
repartigao de vaccina sement para urna plantario
de tantas vautagens.
He verdade, meu compadre, nAo me lcmbra-
va disto.
NAo se lembrava dislu E a assemblca nao
esta reunida, porque nAo Icinbra Vmc. que deve
ella volar alguma quola parados concerlos dos dous
conventos desla villa.
E lambem nAo se lembrara Vmc. de nossa
matriz, que esl amcagada de perder a torre pa-
ra islo nAo he necessario ir assembla, o presi-
dente lem aulorisagAo para mandar concqrlar as
malrizes.
Islo he verdade ; se o Exm. presidente sou-
hesse do estado dessa igreja ja ha muto lena man-
dado proceder aos reparos indispensaveis.Qoe ha
mais de novo ?
Ha dias, que um sugeilo aqi para o Guercr
ou Cruz do Rebougas, nAo sei bem, malou nma
erianga de 15dias de nascida. O subdelegadn Ama-
ral conseguio po-lo as imbiras honlcm de madru-
gada, indo com urnas vinte pessoas cercar as mal-
tas, onde se achara essa fera, que, ja ouvi dizer,
lambem enviou para u oulro mundo sua chara
melade.
Que mais ?
O nosso juiz municipal esl no exercicio da
primeira vara de direilo da comarca, subsliluindo-o
o Exm. barao do Rio Formse.
Nada mais ?
Passou para Goianna, c j vollou o Dr. chefe
de polica, que dsse-me o Tolnio foi acommodar
as cousas, que por all nao chcravam muilo bem.
Tasto na ida como na volla demorou-se S. S. na
casa do Dr. Adelino.
NAo me diz mais alguma cousa ?
Ah he verdade ; mnrre no Recife o pro-
fessor de ltiro, o reverendo l.uiz Carlos Coelho da
Silva, Meando dessa maneira vago um lugar para
os ambiciosos; ja sei de moila gente, que se va
oppor cadeira, qoe be a mais frequcnlada da
provincia. Dos queira que (cubamos nm profes-
sor inlclligenle e activo. O -que fallecen sabia la-
lim, no entender do P. Celestino, mas sua idade c
achaques nao consenliam, que elle dosse a seus
alumnos o aproveitameuln, que era de esperar. O
mesmo acontecen com o professor de primeiras Ict-
Iras ; o nosso especial diz que elle lem capacidade
para ensinar, tanto que he advogado, porm vive
sempre doenle, e nao pude cuidar da aula, como
deve. Estamos bem servidos de mestra do primeiras
Ictlras; esta senhora, alm de saber o que ensi-
na, ho frequente, e puxa pelas meninas.
Acaharam-se as novidades ?
Ouvi fallar que o nosso juiz lem cmhirrado
com o reverendo vigario por causa de ninas cerli-
des, que nAo achou elle muilo queridas de Epa-
minondas; mas fallaran) nislo muito por alto, eu
indaearei para lbe conlar. Ia-me esquecendo de
dizer-lhc, que alguns rapazes foram no engenho
Monjope, e ahi por cansa da roalcreagao de urna
muala pralicaram algumas imprudencias, que lem
sido censuradas. A historia chegou exagerada aos
ouvidos do ebefe de polica, quenrilcnoii ao delega-
do, quo indagarse do Tacto, frormasse o processo ;
e-lou com Irabalhos; porquesse neeorin be ex-olli-
cio, e nao rae deixa nada pelas diligencias.
Esta foi a conversagao quo livo com o Longuinho,
e para nao me escapar, vim logo cscreve-la, acres-
cenlandn que temos ldo no convento de S. Fran-
cisco sermes doquaresma lodos os domingos, c quo
(eremos solemnisado* no mesmo convenio os aclos
da i'aixAo do nosso Redemptor.
Saade e felicidades lbe d|josnceramenIe.
(Carla particular.)
A' assembla provincial nAo funecionou honlcm.
Chegou honlem do Rio de Janeiro o vapor inglez
Solent, e por elle recebemos joruaes de 1G e 17 do
frrenle, devendo chegar-nos os de dalas mais alra-
tada pelo S. Saltador, que d'alli partir dias
antes.
Em lugar competeule acharAo os leilores os des-
pachos quo pelo anniversario natalicio de S. M. a
Impcialriz tiveram lugar, e que conslam los joruaes
de 15, com um dos quaes fomos obsequiados.
O Sr. Antonio Nicolao Tolenlir.o foi nomeado fis-
cal do banco do Brasil, cm subsliluigo do Sr. barao
d Ilamaraly, que se retira para a Europa, Meando
assim composlo o cousclbo fiscal dos Srs. Pereira da
Silva, Tcixeira Bastos c Tolenlino.
Le-se no Jornal do Commercio de 1f>:
a Limites com o lisiado Oriental. Tareco que
vamos ler urna nova qucslAo de duvida, cnlre o Sr.
Rever e o Sr. Andrea, a respeilodo arl. 1.", 3. do
tratado de limites. Diz este paragrapho : Da barra
de Jagarao seguir a linha pela margem dircila do
dito rio, acompanhando o galbo mais ao sul que
[Cin sua origem no valle deAccgu c serros do mes-
mo nome ; do poni dessa origem lirar-se-ha nma
recia que alravesse o rio Negro cm Tiente da embo-
cadura do arroio S. I.uiz, e continuar a linha divi-
soria pelo arroio S. I.uiz cima al ganhar a coxilha
do Sania Anua, seguindo por essa coxilha, ele.
NSo exislindo nenhom galho do JaguarAo que
precnclia as condiges do tratado, encontra-se toda-
va daas leguas cima do Passo do CenluriAo a ca-
nfcada dosBnrros, que sendo o galbo mais ao sul do
rio Jaguarao lem sua origem no valic de Accgn,
porm esta distante essa origem dos serros do mesmo
nome. Segue-se depois o JaguarAo-Chico ou Guabe-
j, mas esle lera sua origem muito ao norte, proxi-
*ma s cabeceiras do rio Negro.
L'm dos galbos desde Guabej,o arroio da Mina,
lem muilas ramificagSes ; a maior parte dellas nas-
cem dos serros do Acego. O Minuano, oulro ga-
lho do Guabej lambem nasce nos serrosdo Acegu.
Porm ncm o arroio da Mina, nem o .Merina.m.tem
origem ao mesmo lempo no valle do Acegu, que es-
t separado deslcs arrojos por loda a serra do Ace-
gu.
o Dizem-nos que por esla razAo se suspendern!
os Irabalhos da demarcagao de limites at que a du-
vida se resolva pelos respectivos governos.n
Da Babia nao recebemos gazelas.
Pelo vapor Tocanlins, entrado hontem dos portos
do norte, livemos joruaes do Amazonas que alcan-
gam a 24 do passado, do Par a 14 do corrente, do
Maranhao a 16 q do Ccar.i a 17."
No MaranhAo continuavam as bexigas a accom-
meller a populagAo a despeilo das chinas abundan-
It que ullimamelo liaviam cahido : a morlalidade
era na mesma proporgao numricamente Tallando,
segundo diz o Oiobo, porm u,lo em relagAo ao nu-
mero dos atacados.
O dia 14 do corrente foi solcmnisad em S. I.uiz
com a inauguraran do Asylo de Sania Thcreza,
Tundado pelo actual prcsidenlo da provincia, e des-
tinado a cducagAo c estabclcc/neiilo das meninas or-
phos desvalidas.
Na capilal do Cetra lambem linham apparecido
copiosas chinas acoinpanhadas de fortes trovoadas.
No dia II cabira um raio no pharol de Mucuripe.
que o deixou baslantcmcnte arruinado ; na madru-
gada do 17 cahio oulro em casa do Dr. Jos Joa-
quim Gongalves, qno cansn grandes eslragos, sem
todava fazer victima alguma.
Quantn m nutras provincias nada offerecem os
jornacs digno de mencionar-se.
Sr. thesoiirciro, apreiso-me em fazer inserir estas li-
nhas e publicar os dous docnmeolos, que abaixo se
segu, a fim do por a salvo a minha rcpiilagao, quer
publica, quer particular, que considero como objec-
lo muilo sagrado : c com ito, Srs. redactores, muilo
grato Ibes ser o seu constante leilor
Manoel Goncalve da Silva Qaeiroz.
DOCUMENTOS.
N. 1.Illm. Sr. inspector.Diz Manoel Goncal-
ves da Silva Qaeiroz, que a bem de sua rcpulagAo
como empregado desla repartigao, precisa que V.
S. se digne atlestar ao pe desta qual o motivo, ou
causa que dora lugar a V. S. exigir de subilo qne o
supplicanle prcslasse conlas dos dinheiros que linha
debaixo de sua guarda, na qualidade de fiel do lbe-
sonreiro desla mesma repartirlo.
Nesles termos pede a V. S. assim lbe defira.E
receber mcrc. Alfandesa de Pernambuco 10 de
margo de 1855. Manoel Goncalces da Silva
Queiroz.
Alteslo que lendo-mc o Sr. thesnureiro participa-
do no dia 1 do corrente, que o supplicanle lbe ha-
va enviado as chaves da gaveta com recado de nao
poder comparecer naquclle dia, pergunlei-lhe se o
supplicanle linha prestado cuntas dos dinheiros por
elle recebidos, e com a resposla negativa, ordenei-
1 lie que se fosse entender com o supplicanle, ou com
o seu fiador, de modo que os dinheiros nrrecadados
na vespera, que ainda eslavam em seu poder, fossem
naquclle mesmo dia recolbidos ao cofre principal da
rcparligAo, cordcnci-lhe, oulro sim, que d'ora em
diante lomasse contas diariamente, no fim do expe-
diente, dos dinheiros recebidos pelo seu fiel, de sor-
le que nao ficasse fra do cofre das tres chaves quan-
tia alguma arrecadada.
Alfandega de Pernambuco 17 de margo de 1855.
Benlo Jos Fernanda llarros.
N. 2.Illm. Sr. inspector.Diz Manoel Gongal-
ves da Silva Queiroz, que para bem de seu direilo
precisa que V. S. atieste se o supplicanle, durante
o lempo que servio de fiel do thetoureiro desla re-
partigao, desempenhon seu lugar com honra e pro-
bdade, assim como se no aclo de se desonerar do
mesmo lugar prestou suas conlas com loda exactidao,
ficando desembaragado para com o mesmo thesou-
reiro. '
Nesles termos, pede a V. S. dcTerimenlo.E rece-
ber merc. Alfandega de Pernambuco, 15 de mar-
go de 1855.Manoel Conralvts da Silva Queiroz.
Remedido ao Sr. Ihesooreirn para fazer a decla-
ragAo qne o supplicanle requer. Alfandega ue Per-
nambuco 15 de margo de 1855. llarros.
O Sr. Manoel Gongalves da Silva Queiroz lem
servido o lugar de meu fiel como Ihesoureiro da al-
fandega desla cidade, e tem sempre prestado suas
conlas com loda honra o probidade, e acha-s deso-
nerado para comigo de loda rcsponsabilidade. Al-
fandega de Pernambuco 15 de margo del 855.Joa-
quim Jos de Miranda.
(Estavao rocoiihe.ci.lo-.
Srs. Redactores.Com quanlo eu esleja certo de
que o respeilavcl publico me far a devida justiga,
dando o conveniente aprego a correspondencia quo
pelo seu Diario de 21 do correnle, publicou o Sr.
Dr. Joo da Silva Ramos, nao posso deixar do ser-
vir-me tambem do seu conceituado jornal para dizer
'duas palavras em resposla a esse mogo inexpcrienle,
que nao Ircpidou em laucar mo da penna para of-
render-me pela imprensa, sem que para islo lbe as-
sislsse a menor razao. Entregue sempre aos meus
negocios particulares, c ainda mais aos pblicos a
meu cargo, que rao absorvem lodo o lempo, nunca
me occapei com as alheias reputages, s por cerlo
nao me cansara agora em desacreditar ao Sr. Dr.
Ramos, que pelo contrario muito desejo que adqoi-
ra urna cxcellenle rcpulagAo, lano que senli pro-
fundamente, que cahisse em publicar a correspon-
dencia a que respondo. Recebendo a conli abaixo,
nada mais fiz, que manifestar a minha sorpreza por
ver que o Sr. Dr. Ramos exigi paga por servigos
prestados aos pobres no grande hospital de car
prevalecer ante os principios da boa razao, e a don-
trina da nossa jurisprudencia criminal ; doctrina e
principios com os quaes pretende o recrreme ful-
minar scmelbanlo pronuncia, na qual foram mal
apreciados os facloi e suas circiimslancia, obliteradas
as regrai oais Iriviaes dodireilo, langando-se asiim
a margem direilos os mais positivos, que as nossas
leis garaotem todos os cidadAos, conseguindo desU
arte, do luminoso criterio de V. S. e de sua sabia de-
cisAo a repararlo de tamaita Injusiiga com o provi-
mento do presente recurso.
Jo3o Gomes Freir do Amorim Barbalho e Joa-
quim Francisco de Albayde, queixaram-so ou de-
nunciaran! do recrreme, em consequencia da faga
que fizeram uns escravos depositados no puder do
capilo Francisco Bruno Jacome Becerra, allribuin-
do a elle recrreme, e aos sauboresdos mesmos escra-
vos a ev asan desles, para a posse dos referidos senho-
res : esle faci que, quando existente, eacompanha-
do das consequcuciai previstas pela lei, sendo puni-
vcl, nSo aconteccu de sorlc que induzisse ao crime,
e ncm lo pouco a elle recrreme podc-se altribuir
parte alguma criminosa.
Como he publicoe notorio, e consta mesmo do
summario procedido, os escravos lendo-se evadido, e
procurando a casa dos seus seuhores, passou pela ca-
sa do recrreme, e este, mesmo a liem do depositario,
recetando que lies se exlraviassem,facliiluu que para
all fossem, visto como na occasiAo n3o |os podia por
a bom recalo, e porque talvez, islo mesmo conviesse ;
porm logo depois, vindo o]mencionado depositario
cnlcnder-se com recorrente, por ser advogado dos
senhores dos escravos, os quaes fazem objeclo da lide,
elle refcrio-lhe o occorrido e ditse-lhe, qoe nAo li-
vesse cuidado, porque os seus roustiluinles, padre
Ricardo e oulro-, homens honestos e de virtudes, l
nAo os demorariam, saliendo que a lei vedva no
entretanto a posse delles, e que ueste sentido ja ha-
via recebido urna caria do cnsenhor Jos Joaquim
Gomes, na qual pedia-lhe que fizesse constar islo
mesmo ao depositario ; e de faci, com pouca demo-
ra o depositario recebeu os escravos entregues mui
espontneamente pelos seus legtimos senhores, sem
que soffresse o menor damno : sentelhanle fado, ver-
dadeiro, por todos conhecido e nltestado pelo mesmo
deposilario, nao acha-se sujeito a sanegao de alguma
disposigan do nosso cdigo penal, tanto mais e prin-
cipalmente porque falla-lhe inteiramenle o carcter
essencal do crime a fraude que como diz o sa-
bio escriplor Itossi nSo se deve presumir, mas au
Icnlicamentedeprebender-sede faelosprovados;|quau-
do no ctanlo dos factos s se colge, que houve
lisura, boa f, e nenhuma especie de damno ; por
quanlo a ingenua conli-so do recorrente ao deposi-
lario, e a entrega, sem demora, dos escravos pelo
padre Ricardo, como afiirmou o depositario, provam
de sobejo que nao houve. nem podia haver m f da
parle do recorrente, nem mesmo do dilo padre.
Os depoimentos das teslemuubas que nao conlra-
dizem de forma alguma o que Cica exposto,nenhuma
luz, neuhuma innovagao produzem conlra o recr-
reme, porque, em geral fundam-se urnas em vozes
vagas, oulras (3o improcedentes e nada coucluem,
como pnssamos a demonstrar.
A primeira teslemunha Jos Elias (l.ima, disse
contra o recorrente, que sabe por Ihe dizer o depo-
sitario que os escravos foram lirados ou mandados
lrar pelo recorrente ; assergao esla falsissima, por-
que pelo depoimenlo do respectivo depositario v-se,
que sendo-lhe pergunlado sobre a fuga dos escravos,
e sobre os delinquenles, respondeu, referindo-se a
pessoa que acompanhou os escravos, para dirigi-|o
no caminbo, e disse, que indo a casa do recorrente,
este conlara-llie o occorrido, aflirmando-lhe que ha-
via recebido j urna caria de Jos Joaqnim Gomes,
para que participa-so a elle depositario, que l.li-
nham chegado os escravos, e qne logo os recebera do
padre Ricardo; dizendo mais o depositario, qoe per-
guntando aos escravos quem os havia lirado da sua
ssc, respomicram que ningucm; a visla pois dislo
=
islo por occasiao de achar-se docuU o ser, toV^Stir-~'~ "T"'0'-' REPARTUJAO DA POLICA.
Parte do dia u:l de margo.
Illm. c Exm. Sr.Participo a V. Exc. que, das
diflcrenles parlicipaes hoje recebidas nc.-ta repar-
tigao, consla tercm sido preso* :
Pela delegacia do primeiro dslriclo desle termo,
lo prelo Joaquim, escravo de D.Mara de Sanl'Au-
'nj. liara eorrerrnn
Goianna 20 de margo.
No dia Ifi do correnle pelas 9 horas da inanbaa
oulrou nesta cidade o Sr. Dr. chefe de policia da
provincia Luiz Carlos de Paiva Teixeira, acompa-
nhado pelo Sr. capilAo Francisco Antonio de Sonza
CmisAo, coromandantc do destacamento volante a-
qui estacionado, que lendo tido noticia da Ivinda do
mesmo Sr. dirigio-se encoutra-lo na estrada de
llaprema,.
O Sr. Dr. chefe de policia lomon aposento no
convenio dos Carmelitas, aonde o sen respeilavcl
prior o Rvm. Fr. Norberloda PurificagAo Paiva lbe
dcslinou os commodos uccessaros lo digno func-
cionario publico. Ahi o Sr. Dr. chefe de policia,
com a affabilidade e urbanidade que Ihe he prover-
bial, prestou cudienciaa lodos que o Trcqueularam,
Iralando-os com as maneiras as mais doceis, que
deixou penhorados os corages dos Goianenses. Hon-
ra a esle magistrado probo, que ISo bem compre-
hende a sna alia posigao social, que esl convicio,
que o fin do envernante he fazer a felicidade dos
governados, e que sabe nbler por sua civilidade e
edncac.io exemplar, o que diflicilmenle alcangaria
com a forga.
Por Ires dias livemos o prazer de ler entre nos
to digno e.respcilavel hospede, cuja retirada no dia
19 pelas 7 horas da minina, deixou-nos cheios da
mais profunda saudade.
Alinejamos-lhc prospera viagem, c a conlinuagao
prolongada de seas preciosos dias. Razes de ad-
minisIragAo policial motivaran) a v inda do Sr. Dr.
chefe de policia a esla comarca, eremos ler elle con-
seguido o fim de suas boas intenges. Honra ao
Ilustre Fluminense, que sabe lAo dignamente desem-
penhar o lugar que ocettpa.
Um numeroso concurso de cidadaos os mais gra-
dos do lugar quizeram ler a honra de acoropanha-
lo em sua sabida, como que para suavisar a S. S.
por algam lempo da cnfadonlta viagem, que o con-
duzia ao Recife, e gozar por mais alguns momentos
de sua amavcl presenga al o lugar das I'onlai-
nbas, donde sua urbanidade limitada nao consentio
que elles passassem, e ahi fez o Sr. Dr. chefe de po-
lica as suas ullimqs despedidas.
Com esta pequea dcscripgAo s queremos reco-
nliecer o merilo desso Ilustre cidadao, e ao que nao
so poderia fallar sem oflender as suas virtudes. Fi-
que elle compenetrado de que os Goiannenseso ja-
bera apreciar.
Agradecemos ao respeilavel prior dos Carmelitas
desta cidade o Rvm. Fr. Norbcrlo da Purillcagao
Paiva, que 15o dignamente prcslou ao nosso Ilus-
tre hospede oacolhiraenlo condigno de sua pessoa,
nada poupando, que Ihe podesse amenisar a solidAo
do claustro. Continu o illuste prior na lenda Iri-
Iha la, e receba os respeilos de seus patricios, que
lano apreciam suas alias qualidades..
O (oiannense.
CORRESPONDENCIAS.
Srs. Redactores. Tendo eu sempre servido com
zelo e probidade o lugar de fiel do Ihesoureiro da al-
fandega desla cidade, para o qual cnlrci a instan-
cias do mesmo Ihesoureiro, qoe he o Sr. Joaquim
Jos de Miranda, e mediante urna Maura idnea que
prestei, snccedeu que por afluzeres domsticos que
me sobrevieram no da 14 do corrente, fni inhibido
de ir nesle dia repartigao, lendo comludo remelli-
do as chaves da gaveta, que se achavam a mea car-
go ao mesmo Sr. Ihesoureiro, e parlicipado-lhe qual
o motivo por que dcixava de comparecer naquelle
dia ; e porque succedesse que por esla cansa, loda
justa, dsae lagar a que fosse eu chamado a prestar
conlas dos dinheiros recebidos: querendo dissipar
qualqner iulerpretago m que possa haver acerca
deste acto extemporneo e Dlho de precipitago do
2. facultativo du mesmo hospital, e muito princi-
palmente por ser elle o primeiro facultativo que exi-
ga paga de servigos lacs.
Por lano, fique o Sr. Dr. Ramos convencido, de
que nao procedeu bem para comigo, e Vmcs., Srs.
redactores, cortos de que sou nm constante leilor
Jos Pires Ferreiaa,
Conla das conferencias e operarais, em que fiz de
ajudaule do Illm. Sr. Dr. Jos Francisco Pinto Goi-
mares, no hospital de caridade desla cidade.
Ires conferencias : a saber urna acerca
de nina mulher que linha um tumor ele-
phanliaco uo grande labio esquerdo, e
que nao pode ser operada em razao de
seu estado anmico, e duas nos dous ope-
rados infra mencionados...... .tOJOOO
Por urna operago do aous accidental ItOoOOO
Por dita dita da ampulagAo do penis 209000
80S000
Recebi a quanlia snprade 805rs. do Illm. e Exm.
Sr. commendador Jos Pires Ferreira, Ihesoureiro da
adminisIragAo dos Itospitaes.
Recife 1." de margo de 1855.Joila da Silva Ra-
mos.
Aulorisado pelo Exm. Sr. Ihesoureiro dos eslabe-
lecimentos de ca idade em seu olflcio datado de 24
do passado, para chamar um facultativo que de con-
formidade cem o artigo 51 do rcgulamcnlo, me aju-
dasse a platicar as duas nperagaes que tiveram lugar
no grande hospital, declaro ser verdade o que allega
o Illm. Sr. Dr. .Ramos, cm soa conla cima, nao
lendo tido lugar a quarla conferencia, por o doen-
le haver dilo logo a principio, que nAo se sujeilava
a operago alguma.
Recife 16 de margo do 1855.Jos Francisco Pin-
to C'nimaraes, cirurgiAo do hospital de caridade.
Conforme. Antonio Jos Gomes do .Corrcio, es-
crivao.
Ao bom senso publico-
O bom senso lio a ultima trine boira
Contra a mentira e o erro ; he o
mestre da vida humana
Bossuet.
Anda que a verdade cnnvcrla-socm
motivo de escndalo, nasga o es-
cndalo e diga-se a verdade.
Santo AgosHnho.
Trazendo ao conbecimento do publico os nltimog
termos do processo, instaurado contra o capilAo
Francisco Pulquerio .Gongalves de Andrade, nAo
emiltimos se quer de leve o nosso joizo sobre elle ;
juleamos, entretanto, fazer|momen!oso servigo a cau-
sa da razao, da jusliga e da verdade com semelhanle
publicaran ; corra, pois, ella a bem de lodos : espe-
ramos que as illuslragcs, a magistratura eodistinc-
o e mui nobre corpo "dos advogados do nosso paiz
naoolhemcom indiflerenga para semelhanle expo-
sigAo,|liabililando-se para laurear,ou laogar o rerdict
da condemnagAo sobre aquelles qoe se (ornarem
merecedores de urna ou de oulra cousa. Ncm mais
urna palavra.
Pronuncia.
Julgo procedente a presente denuncia e summario
contra os reos Francisco Pulquerio Gongalves de An-
drade, padre Ricardo Jos Bfasiliensc e Jos Luiz
morador em Guarabira, obngados a prsAo e livra-
mcnlo, incursn o primeiro no arligo 257 do cdigo
criminal, combinado com o decreto de 15 de ouln-
bro do 18:)7; o segundo pabre Ricardo no arligo 259
combinado com o cilado decreto, 1. do arl. 6.do
cod. crim., o lerceiro incurso no arl. 257, combina-
do com oscilado decrclo, e arligos 5e61.do
mesmo cdigo : o escrivSo lance os nomes dos reos
no rol dosculpsdos, passe prccaloria para serem cap-
turados os que estilo sollos, c siga osdevidos termos
do processo : julgo improcedente a denuncia quanlo
aos denunciados Manoel Corroa da Nobrega e Tra-
jano Borgcs da Silva Pereira ; o escrivo passe man-
dado de soltura para o que eslver preso.
Babia 13 de fevereiro de 1855.Sebaiffo do Re-
g llarros de Lacerda.
Desla pronuncia inlerpoz recurso para ojaiz
de direilo o capilAo Francisco Pulquerio Gongalves
de Andrade.
RazBcs do recurso.
Illm. Sr. Dr. juiz de direilo.O capilo Francis-
co Pulquerio Gongafvrs de Andrade, recorre para o
juizo superior de V. S., da scnlenga de pronuncia
proferida pelo joizo municipal desle lermo de Ma-
manguade, a qual snjeilou-o a prisAo e livramenlo,
oomo incurso as penas doarl. 257do cdigo penal,
combinado com o decreto de 15 de outttbro de 1837;
pronuncia esta que pausanpo alm dos limites da jus-
liga, c sendo a expressAo viva da mais horrivel ex-
torgAo aos sagrados direilos do recorrente, ci pode
liiiTii inn
co Bruno, homem incapaz de fallar a. verdade, hoo-
vesse dilo a esta tcslemiinha, que o recorrente fra
quem Ihe tirara os escravos, e ao depois em um de-
poimenlo publico, sobum juramento, nada affirmns-
se, e nada dissesse, que nao fosse para fazer crcr,
que o recorrente nao promoveu aquella fuga : por
lano esl provado dos mesmos autos, que a mencio-
nada tcstemnnha perjurou, e o seu depoimenlo he
inteiramenle irrito em seus elleitos.
A segunda testemunha, Joaquim Marlins Dias,
nada disse conlra o reconcilie.
A terceira leslemunha, Ignacio Jos da Silva, disse
lAo smenle contra o recrreme, que oavio a Tra ja
no de lal referir, que ouvira o padre Ricardo dizer,
qoe o recrreme era quem havia remedido os escra-
vos : esle depoimenlo nada diz conlra o recorrente
sendo convenientemente explicado :como Mea dito,
os escravos vieram de molu proprio a casa do recor-
rente, esle julgou melhor facilitar a ida d'elles para
a casa dos senhores, para evitar maior transtorno e
incommodos ao deposilario, e fez participante ao pa-
dre Ricardo, para que os lornasse immediatamente
com seguraoga, e dado esle facto, pede mui bem ser
qne o referido padre a alguem dissesse, que o recor-
renle os havia remetlido ; porm daqui nSo se pode
concluir, que o recrreme boavessesubtrahido os es-
cravos ; ao contrario todo islo denota nenhuma cau-
tela, a melhor boa f, tanto do recorrente ,como do
padre Ricardo, que nunca oceultaram a verdade, por
que nunca tiveram inlengAo de commellcr semelhan-
le crime : por lano o depoimenlo desla destemonha
cincidindo com a historia fiel do acontecido, longe
de prejudicar ao recorrente, ao contrario justifica
ludo quanto vem de narrar.
A quarla teslemunha, Francisco Vieira da Silva,
havendo dilo que nada sabia a respeilo do fado, foi
quasi obrigada a dizer, que corra que o recorrente
fra quem subtrnhira os escravos ; dilo esle vago
sem solidez, e que nAo he mais que a reprodoegao e
echo do que os denunciantes, que ludo invidando
para fazer recahir sobre o recorrente 8 o padre Ricar-
do, sens contendores judiciaes,tito graves impulages,
adrede propalaran, e assim nenhnm valor lem; prin-
cipalmente quando a elle se anlepe a verdade lac
lizamenle ennuncada c provada.
A quinta teslemunha. Honorio Pinto de Carva-
llo), diz que tem ouvido diversas pessoas dizer,
que os escravos evadiram se de molu proprio. e a om
dos denunciantes e um cimbado deslc, que foi o re-
crreme quem os subtrahio ; esle depoimenlo he in-
leiramenlc favoravcl ao recorrcnle, porque dando a
conheccr que era publico, que os escravos linham
fngido ao seu livre arbitrio, prova a assergao do boa-
to espalbado pelosdcnuncianlcsconlra o recorrcnle;
entretanto o,recorrente abundando em provas a fa-
vor da sua innocencia deixa de aproveita-lo.
Tica, por tanlo, clarissimo a visla do exame e
cmmenlo que acabamos de fazerdos depoimenlosldas
teslemuubas, que elles nao alleraram a exposigAoqnc
fizemos de ludo quanlo snccedeu, e assim delles nao
se pode inferir a menor culpabilidade conlra o re-
corrente.
Concedamos, porm, por momentos qne o recor-
rente e o padre Ricardo subtrahiram os escravos do
poder do deposilario ; e vejamos se a pronuncia foi
proporcional ao delicio ; se a ajudar ao dono lrar
bens proprios do poder do depositario, podo ser con-
siderado como crime de furto, previsto pelo arl. 257
do cod. penal, e se no caso verlenle, o senbor dos
escravos soblrahidos e o recorrente podem ser incri-
minados como incursos as penas do arl. 259 do re-
ferido cdigo. '
Respetosamente chamamos a attencao de V. S.
para as queslOes de direilo.
O recorrente nAo commelteu o crime previsto pelo
arligo 257 do cdigo penal, combinado com o decreto
de 15 de oulubrode 1837 ; nao Ihe pudem ser com
minadas as penas do arl. 259.
Quando o recorrcnle nao podesse tirar os corona-
rios, que lao fcilmente se presta a nossa Iheoria
Penal, para de.luzir as provas do qne aventura, nos
principios absolutos da justiga, e nos principios Re-
raes do direilo ponal qae, sendo a expressao sincera
da razAo applicada a esle ramo do dimito, deve ob-
viar todas as difliculdades. o dirigir a jusliga publi
ca, com passo firme, no verdadeiro cumprimenlo do
sea santo fim, encontrarla a condem ag.lo n mai!
inexoravel de urna pronuncia, que, como ja diasemos,
foi lavrada na ausencia da legitima apreciagAo do
facas, e sem o menor vislumbre de justiga.
O artigo 257 do cdigo penal define furia a li-
rada da cousa alheia conlra a vontade do seu dono,
para si ou para outro sao elementos caracleristicoa
desle crime, por lauto, que a-cousa alheia seja sub-
Irahida, e qne seja para a pessoa que sublrahe, ou
para outro, islo he, quo seja com animo lucrum
faciendi como se exprime o direilo romano ,- de
surte qae toda vez que nSo concn erem estes doos

elementos, o crime lera qualquer oulra denominaran,
mas nunca a de furto : a lei exige que a cousa
seja lirada por quem ala fr seu dono, e tambem
para o subtralieulc, ou para outro que nao fr o
dono ; mas o recorrente e o padre Ricardo liraram
os escravos, ( concedida a hypolhesc ) para elle Ri-
cardo, o qual presumindo-se em direilo mais dono
do que o depositario, nAo te pode com sizudez dizer,
qne em lal procedimculo commeltaa-M o crime de
furlo previsto pelo art. 257. O recorrente, pois,
quando muito, sendo mandatario ou cmplice da li-
rada dos escravos pelo* respectivos senhores, nao
podia commcller o crime de furto previsto pelo dito
artigo 257: sendo celebre, que a pronuncia reconhe-
cendo que os escravos foram lirados pelo* proprio
senhores, do mesmo faci deduz, qoe o recorrente
commelteu o crime de furto propriamenlo dilo ;
quando sabe-se, que os seus elementos enconlram-
sc, implicam, destroern-se, de surte que nAo podem
existir arabos ao mesmo lempo : oo a cousa foi lirada
pelo respectivo dono ou por elle mandada lirar, e
ncsle caso o crime nao esl sob a sanegao do arl.
257, ou alias havendo sido lirada a cu usa do dono
por um lerceiro, para si ou para oulro, aGra de in-
devidaracrite locuplelarom-se, nao podem os senho-
res legtimos dos objeclos lirados serem responsaveis
pela sublracgo, e assim a pronuncia qoe os lojcilou
as penas do art, 259 he nimiamente injusta.
A medida para applicacao das penas, concordara
lodos os criminalistas, deve ser calculada pela grivi-
dude ilo deliciop diz Morin : desde que passa-se um alomo do mal
nierecide, a pena he urna violago dos direilo* i ella
deve ser proporcionada a moralidad* do delicio, diz
Itossi : por lano se o nosso cdigo e leis ulteriores
lem inflingido as peuas de ronbo par aquelles que
siibtrabem escravos da posse dos *eu* legtimos do-
nos, para serem indevidamenle usoiruidos, nao po-
dia com jusliga applicara mesma pena par os qae,
com o dono, liraram, os proprios escravos do puder
do depositario ; a moralidade do aclo he inmio di-
versa, os direilos lociaes foram meos violados, a
gravidade do crime infinitamente menor, e por con-
sequencia a pena nao pode ser igual. A desigual-
dade dos deudos e sua gravidade, diz Filtngiere,
indica a dcsigualdadc da* pena* : o interesse social
mesmo reclama e insta por esla proporgao ; propor-
cjio que desappareceria punindo-se crimes poaco
graves com penas severas ; proporgao qae se multi-
plicara so os crimes mais ou menos qualificados fos-
sem punidos com as mesma* penas.
I emos visto que em caso algum o recorrente po-
da ser pronunciado, como incurso as penas do art.
257, e que semelhanle pronuncia, sabr ser injusta,
exorbilou da esphera da lei : vejamos se podia
ser no arl. 259.
Tomada a palavra furto na forga clyraologca da
dieran, lomada restrictamente no sentido jurdico,
nao se pode dizer que, quem lira ou ajuda tirar a
propria cousa do puder da deposilario eommetfe se-
melhanlc crime ; e por isso pensamos cem Pereira
e Souza, classe |dos crimes que a tirada da cousa
propria, em que aquelle que a lira tem cm direilo
actual, nao se chama propriamenle farlo; o nosso
cdigo porm, preveniudo esta especie sob o capitu-
lo de furlo nAo confundi a nalureza dos crimes,
anles ao contrario a dillerengou mui sensivelmenle,
he um furlo sui generis, muito t iverso por sua gra-
vidade do urio, como o define i art. 257; para
dar-se tai furto, nao he bastante a sublracgo e os
tragos possiveis do crime de furlo, be mister princi-
palmente, diz o cdigo, que c lerceiro da quera a
cousa lie lirada si na prejuizo ou esleja a soQre-lu,
do processado uao consta que o depositario houvesse
-ofi'rdo algum prejuizo ; ao contrario se mostra que
elle recebeu immedialamenle os escravos sem a me-
nor lezao: qae nanea deixou de cumprir o mandado
Jo juizo, logo que alguma cousa Ihe era ordenada
respeilo dos escravos; e que alem disto nada soffren-
do o deposilario, uo esleve e nem est a soUrer,
porque ha muito fez prompta entrega dos escravos
ao juizo ; por tanto faltanJo-Ihe a clausula do pre-
juizo da parlu do-depositario, nem o recorrente, nem
o senbor dos escravos padre Ricardo estao tambem
sob a sanegao do arl. 259.
Nao lendo, pois, o recorrente commeltido o crime
Je turto previsto pelo arl. 259, nem Uo penco n pre-
visto no arl. 257, nao commelteu o de damno nem
oulro qualquer contra a propriedade, porque estan-
do provado qae o recorrente nao sabtrahio os escra-
vos nem para si, nem para outro, que do facto da
fuga nao rcsullou o menor mal contra o deposilario,
nao esl menAqjkaWado que do acontecido pao bou-
ve mt T, e por conseguate nAo houve crime (art.
3o do cdigo.)
De ludo quanlo Cica exposto lie concludenle, que
o recorrente nAo commelteu facto algam criminoso,
queda sur parte nao houve fraude; e que quando
mesmo elle houvesse sublrahido os escravos com os
senhores dos mesmos nao podia ser pronunciado,
como incurso as penas do arl. 257 nem lambem o
pode as penas do arl. 59 : estando atiim ludo islo
provado a luz da evidencia nAo he possivel que lo
injusta pronuncia possa perdurar, quando levada a
apreciar!) e decisao do pensar luminoso de Y. S. de
quem o recorrente espera um provimenlo qae veftha
reparar a enorme injusiiga que ora o tortura.
Mamanguapc 8 Umareode 1855,Franciieo An-
tonio de Almeida e Albitquerque Jnior.
Siutentacao da pronuncia.
Leda e pasraai!! !!!
A vi-la das razes do recarao submetlida* a con-
-ideragao desle joizo pelo recurrente o capilo Fran-
cisco Pulquerio Gongalves de Andrade, depoimentos
das testemunhas e mais pegas do presente processo
julgo procedente o despacho de pronuncia, proferi-
do pelo juiz deite lermo e annexds, e passo a cum-
prir o disposto no final a arl. 74 da lei de 3 de de-
zembro de 1811. Allega o recrrante como pon
principal da sua defeza, o nao achar-se incorso na
sanegao de dsposigAo alguma do non cdigo pe-
nal, por fallar-lhe inteiramenle o carcter essencal
do crimea m f, tAo recommendada noart. 3" do
mesmo cdigo e corrobora a sua assergao dizendo
que ao proprio deposilario declarara lercm os escra-
vos sublrahido* pastado, por sna cesa de caminbo
para a de seu senbor o padre Ricardo, e que elle
depositario nAo receiasse que e extraviassem dilos
escravos, visto como elle recrranle Ihes havia mi-
nistrado lodos os raeios a seu alcance para tsalhor-
mente all chegarem, e qoe lendo-os procurado
aquelle do proprio padre Ricardo, esle fielmente Ihe
os entregara. O recorreute nao provou o qae preten-
den, por quantn os depoimentos da prmeir, ter-
ceira, quarla, quinta o sexta testemunhas provam
sufiicienlemente qae fora elle recrrante o proprio
quem sublrahira os escravos do poder do deposita-
rio ; qaer contestar o dilo da primeira testemunha
na parte, que o indigila como autor do delicio va-
lendo-sc do depoimenlo do depositario, em qae diz
delle recorrente nAo tratar cortamente nao allendeu
bem ao dilo desl teslemonha: do seu depoimenlo
consta o saber por Ihe dizer o denunciado Correa
em seu inlerrogatorio, ler recebido aquellos escra-
vos do recurrente para lev.i-lo* ao padre Ricafdo.
Pensar o recorrcnle que nAo obrou de m f, por-
que liamlo os escravos do deposito estes foram fiel-
mente entregues? iguorar que o arl. 259 do cdigo
penal considera aquello acto criminoso, quando diz'
lirar em auloris.ig.lo legal a cousa propriaqoando
se adiar em puder d lerceiro por eonveogao ou de-
(erminagAo judicial? traz o recorrente em seo favor
o disposlo no arl. 57 do cdigo penal, porqne diz a
pronuncia reconhece que o* escravos foram tirado*
por seu proprio dono ou alias liaviam sido tirados do
poder do dono por um leroeiro para si ou para ou-
lro, afim de indevidamenle locuplelarcm-se, ora o
padre Ricardo deve pretumir-se mais dono dos es-
cravos do que o depositario, e portanlo tirando-os
nAo tem praticado um furto, porque lifon o que llic
perlencia; mas desde o momento em que os escravos
cstivaram depositados, ipso facto o sea senhor nao
pode adminislra-los, al que cesse aqaclle impedi-
mento e se obra o onlrario lem commeltido om aclo
criminoso : aoasi propria eslava cm poder de om
lerceiro por delerminagao judicial c foi lirada sem
autorisagAo legal, a posse do senhor sobre o bem es-
lava interrompida, a le linha entendido que a bem
da jusliga era elle incapaz de estar na posse de dito
bem e a oulro portanlo cooferio esse poder, o se-
nhorin menoscabando o precedo da lei langa mAo do,
objeclo em qoeslio. pergunta-se,tem ou nio pratica-
do um farlo? (iroa oa nSo dp poder de um lerceiro
o bem que nAo obstante sei^i todava eslava pro-
hibido do sen rozo, o direilo- de propriedade nesse
caso esl por assim dizer amortecido, osenhorio nao
podia de maneira alguma alienar, e assim podemos
dizer *em medo de errar que lirn a coasa alheia
conlra a vonlsde de seu dono ; lambem nAo te po-
de negar qne recorrente esl incurso no eitido
"


.
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-N
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iirninri


rrz
==
DIARIO D PERNAMBUCO, SABBAGO U DE MARCO DE 1855.
*>/
'
arl. 257, etla provado doi mos que fui elle qiiem
liroa ot escravos do poder do depositario; o recor-
renU anda acha injusta a pronuncia quando nesse
caso comidera o erirne com Turto, porque diz elle
uno liouve aqu animo lucrum faciendi; o onico
dito do recorrenle aere onlra circumslanca mais
por elle allegada que prora poder faier em seo fa-
vor : musir em que se firma paro fszer conhecer
que nao liouve lal lucrum facienii, o qoe consta do
processo he qoe o recorrenle commetteu o delicio, e
como (al tero ioeorriJo ni aancclo do arl. 2~ do co-
dico penal, combinado com o decreto de 15 ds se-
tembro de t837. Parece qoe tenho cumprido 'i pre-
ceito da le, sofcmctloo prejenle recurso ao Illm. Sr.
Dr. juiz de dircitoeomo wperior instancia.
Itapecerica 11 de margo de 1855.Antonio Fi-
lippe de Albuquerque Maranhiio.
. Digam os sabios da escriptura
Que segredos sao estes da natura.
Justificara!) prestado emjuizo.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal.O capilao Francis-
co Pulquerio Goncalves de Andradc, precisa a bem
a direito justificar o teguinle i
le quaiido fugiram os escravos do padre Ri-
t (Brasiliense e Jos Joaqnim Gomes do
poder eitario o capitOo Francisco Bruno Ja-
esle foi logo a casa do justificante.
que era a Ib d'aquelle padre Ricardo e Jos
Joaquim Gomes, o qual disse-lho que os escravos es-
tavaro em casa do mencionado padre, sesundo urna
cebera de Jote Joaquim Gomes, na qual
dizer qoe fizesse constar isto mesmo ao
lario para os mandar buscar.
eo depositario Francisco Bruno, nenluini
com a dita fuga, nAo esleve e iieni
lo como lia muilo fez prompla e fiel
ojaizo^nesles termos pede a V.
.ttpplicanto a justificar I lio soja
lo em original, para usar como
sien direito; aprazando V. S. o dia e
hora para seren ioqaeridas as teslcmunhas, pediudo
mais que seja o mais breve possivel, pois que dita
icompanharo recurso qoe o sup-
rouuncia Baptista /opinla, procura-
dor bastante.
lia.O capilao Francisco Bru-
no Jacorae Bezerra, braoco, casado, morador no sea
engenho Dique, de 10 anuos de idade, vivo de agri-
onha jurada aos santos Evangelhos,
e do cotlume nada disse: Sendo-lhe pcrgunlado so-
breo contoado na petico do justificante, que toda
leclarada pelo juiz, disse que logo
qoe eausentaran) os escravos de seu puder foi a
caaa do justificante, e este disse-llie que os escravos
O padre Ricardo, segundo urna
cedido de Jos Joaquim Gomes,
i fizesse constar isto mesmo a elle
M mandar buscar; dizendo sobre o
i elle nenhum prejuizo solTreu
seravos, nao esleve a soffrer e
ha muilo fez prompta e fiel cu-
lis nao disse e assignou sen depoi-
depois de lido, etc., etc.
iba.O major Jos Gomes da
do, morador no seo engenho
Ifeo* de idade, vive da agri-
urada aos santos Evangelhos, e
do costme m ise: K sendo-lhe pcrgunlado so-
bro o conteodo na petiejtodo justificante que toda
I lie foi lida e declarada : disse que sabe por ouvir
dixer ao depositario Francisco Bruno J acorn Bezer-
ra, que indo a casa do justificante depois da fuga
dos escravos, rste Ihe dissera que os escravos estavnm
era poder do padre Ricardo, e que mait nada sabia
obre este qoisito, e ao segundo disie, que consla-
Ihe por sor publico que o depositario nao sodreu pre-
juizo algum nem esteve e nSo est a solTrer; visto
como ha muilo fez prompta e fiel entrega ao juizo ;
o mais nao disse e assgaoa o seu dopoimento com o
un depois de Ihe ser lido e adiado conforme, etc.
etc., etc.
Terceira lestemunha.O caplaoJser Tlioronio
de'Carvalho, branco, casado, morador no sen enge-
nho Pregaba, de48 anuos de idade', vive da agri-
cultura, lestemunha jurada aos santos Evangelhos, e
tisse: E seudo-lde perguntado pelo
conloado na petico do justificante que toda Ihe foi
lida e declarada; responden que abe por ouvir do
depositario Bruno,cdo justificante e ser notorio
qae os e s evadidos foram ler a casa do padre
Ricardo, segando urna carta que mandara ao justifi-
cante Jos Joaquim Gomes, dizendo que fizesse isto
mesmo constar ao depositario para este os mandar
buscar; em qoanto ao segundo quisito,disse que sabe
por ser publico que o depositario nao solTreu pre-
joizo algum, nao estove a soflrer e nem est. porque
j eutregou os escravos ao juizo sema menor du-
vida, amis nao disse o assignou o seu depoimenlo
depois de Ihe ser lido, etc., etc.
Pago sello, lavrados todos os termos e salisfeilas
inteiramente as exigencias da lei he proferida i sc-
gaintt seatenca:
Stninra.
Hei por justificado o deduzido na petico do sup-
ppeante.
rica 14 de marro de l&o.AiUonio Filip-
pe de Albuquerque Maranhiio.
esla forma e sem outras proras mais quo os de-
poimentos das cinco testcmuuhas mencionadas as
razies do recurso, sobiram os autos a apreciaran do
nosso integro e disuado juiz d8 direito Dr. Bazilio
Oaaresma Torre*) ^^HKostro sacerdo-
te do templo de The:, p tongos lempos pene-
trando uo sanciuario da j ^^B> lem sabido pro-
fanar os seus sagrados myslerios, deslisando-se um
pice do carril do dever ^ppondo entretanto diques
insoperaveis as pretencOes exageradas e aos aisaltos
do poder: neHe, pois, devemos todos descancar,
cootando com a jastica mais recta e cabal, com
esta justica como disse Heitor Pinto, sem a qual a
ordem he desordera, a gloria he infamia, a vida lie
a morle ; com esta justica que Ma\esherbes cbama-
erdadeira beneficencia.Jostira seja feita.
irs. redactores, mandar inserir as pa-
ginas do seo importante Diario a presente corres-
encia.qae maito obrigarao a este seu constante
Icilor

nguapa 17 de marro de 1855.
PUBUCACOES a pedido.
s:
Detcarregam hoje 21 de marco.
Barca ioglezaMirandabaca linio.
Barca inglezaSniri of ihe Timendem.
Barca inglezaGenftiieTCmercadoras.
Baara inglezaFleonorecarvao.
Barca francesaGeneral nocheracrcadorius.
Brigue brmeme Arionsal.
Polaca sarda San Miguelpedras.
GaropeiraLiiracaobreu.
CONSULADO UERAL.
Reudimento do dia 1 a 22. .
dem do dia 23......
40:30ft9677
3:496252
43:8025y!>
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 22..... 3:873jj07G
dem do dia 23........ 1399771
i:oaagM7
Exportacao'.
Ceara liiale nacional Ctpibaribe, conduzio o se-
gu n le :
3(52 volumes gneros estrangeiros, 2 fardos 100
caixinhas de charutos, 2 caixas 158 raixinhas com
15,800 charutos, 100 ditas ditos, 1 caixa com violas,
3 barricas com genebra c licor, 1 amarrado 25
cordas.
KECEBEOORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 22.....29:5908422
dem do dia 23........ 8038024
30:39381 (i
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentododia 1 a 22..... 41:1718038
dem do da 23........ 2:77G8556
O mercado esla calmo e temos um numero sufli-
cleule de navios no porto.
MERCADO MONETARIO.
Cambio. Calculamos em 155,000 o total das
transaccOes sobre Londres eflectuadas para o Solent,
l saber:
16,500 a 27 3i8
103,000 a 27 1i2
19,000 a 27 5|8
13,000 a 27 3|4
3,500 a 28
155,000
23 Irniandade das almas do Rccife. .
25 l*r. Ignacio Nery da Fonser.a. .
27 Padre Joilo Antonio Gaiao. .
29 Antonio Cordeiro da Cunha. .
31 Joo Pinto de Qaeiroz e herdeiros
de Joaquim Jos Ferrcira. .
33 Jo lo do Rosario Gumaracs Ma-
chado..........
35 Antonio Luiz Goncalves Ferreira.
37 Juliao Portella.......
39 Joaquim Francisco da Azcvcdo. .
41 Francisca Candida de Miranda. .
MfeOOO
2lC00
72S600
758000
52|500
458000
60800(1
43:9478594
REVISTA DO MERCADO.
RIO DE JANEIRO DO 1. A 5 DE MARCO.
As transacroes em gneros de importarlo foram
regulares, mas sem grande animaoSo.
Os preeos em geral sustenlar.iin-se, baixando-se
smente os de carvao, carne secca, manteiga e vi-
nhos,
As vendas de caf foram regulares, apezar das no-
ticias pooco favoraveis da Europa, porm os preros
baixaram ltimamente.
Em cambio sacaram-se qunlias de importancia-
IMPORTACAO*.
Ac. Entraram 80 caixas de Mihlo, e nao nos
consta se fizesse venda nlguma.
Agaa-raz. 2,131 gales enlrados este mez al-
canraram 210 r. a libra.
Agurdente.Venderam-se 50 c. acerca de 88500.
AlcalrOo. Nao liouve entrada nem vendas.
Azeite-doce do Mediterrneo. A 28500 e28550
o galio, houve vendas de alguma imporlancia.
Azeite-doce de Portugal. Vendas limitadas a
3508 a pipa, a cujo prero fica firme.
Bacalhao. Entraram 879 quintacs cm diversos
lotes pequeos de longo curso e por cabotagem ; 453
quinlaes vindos dos Estados Unidos alcancaram
188500 por quintal; o reslo foi vendido a preco que
nSo regula.
Breu. 500 barris entrados este mez venderam-
se a 58 em deposito.
Cabos da Russia e do Cairo. Nao houve vendas,
e os procos colados sao nominaes.
Canhamaco e grossaria. 20 rs. a jarda (oi o
preco do canhamaco vendido eslemez; as grosserias
do Allcmanha obtiveram 280 rs. a jarda e 88550 a
peca a dinheiro. Tanto deum como do oulro gane-
ro as cxislencias em primeira man sao insignifi-
cantes.
Carne secca.Depois de urna falla excessiva che-
garam estes dias qoanlidades avulladas que loma-
ra m os preros inteiramente nominaes. Seguiram
duas cargas para o norle, e ha mais algumas no por-
io com ojncsmo destino. -- "
lloje temos em ser:
Do Rio Grande 90,000 $
Do Rio da Prala 110,000
Sendo de i 210,000 o lotal dos saques sobre Lon-
dres pelo Pampero, temos um total de 365,000 sa-
cadas este mez, cora exceptu de urna quantia pe-
quea incluida ucslo total, c que fui saciada em fins
do mez passado. O cambio pelo Pampero regulou
entre us extremos de 27 ,'( e 27 7(8, tendo-se eflec-
tuado mais de melade a 27 1|2
Sobre I-rauca c Auluerpia as tranjaccoes pelo So-
lent Mmilaram-sc a 276,000 fr., sendo a maior par-
te letras indirectas a 345 e 348.
Sobre Pars directamente o cambio foi 353 rs.
Pelo Pampero passaram-se cerca de 1,230,000 frs.
entre os extremos de 318 e 353 rs. para as letras so-
bre Paria, sendo em geral os saques directamente cf-
fecluados a 350 e 352.
Sobre llamburgo pelo Solent calculamos que se
sacaram 180,500 marcos, sendo 150,500 a 652 e 30
mil a 655.
O total pelo Pampero foi de 450,000 marcos, ge-
ralmentc a 655 rs.
Mocdas metlicas. As unicis transacroes foram
em onras da patria de 29-5800 a .'108, a cujos preros
se venderam 10,000 pouco mais ou menos, ficando
hoje firmes a 308.
Acres. TransaccOes limiladas, as do Banco do
Brasil de 1008 I 1018 de premio, Banco Rural de
1138 a 1155, Estrada de ferro Man de 358 a 208 de
descont, Ra do Cano de 16 a 179 de premio, Har-
mona IOS a 1.3-5, e Mangarliba 89 a 258.
Descontos. 7 a 7 1 [2 %.
PRACA 15 DE MARCO.
Cotac,&es ofticiacs da junta dos correctores.
Cambios-----Londres: 27 1i2 e 27 5|8 a 60 e 90 dias.
Antuerpia: 346 a 90 dias.
Descontos7 1)2 %.
CAMBIOS.
Londres 27 3[8 a 27 3|4,
Paris 3.30, a 352 rs.
Lisboa nominal,
llamburgo 6.32 a 635 rs.
FRETES.
Rs. 3:006975's
E para constar se mandou aupar o presente c pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da Iliesouraria pro-
vincial de Pernamburo 11 de marrjo de 18.5.5.O se-
cretorio, Antonio Ferrcira d'.tnnunciarao.
Antuerpia 42|6a62|6.
Canal.....50| a 55|.
Estados-Unidos 30 a 40r.
llamburgo 12|6a 47|6.
Havre. 70 fr. e 10 "
Liverpool nominal.
Londres
Marselba 70 r. elO^n.
Mediterrneo 50| a 57|6.
Trieste 55j.
METAES E FUNDOS PUBLCOS.
METAES. Onras hespanholas 308000 a 308500
n da patria. 308000
Tecas de 65OO velhas. 168000
Moedas de 48.....98000
Soberanos.......88800
Pesos hespanhes 18920 al8960n.
da patria .... 18900 a 159.30
a PalacOes.......18900 a 1-9.30
Apolices de 6 %..........109 3 a 110 ',;.
' provinciaes........103 51 a 104 ".
(Jornal do Commercio do Rio.)
MOVIMENTO DO PORTO.
200.000
Antes destas entradas os preeos regularan) eulre
58700 a 6?. Para o pouco que se venden estes dias
regular o preco que se estabelecer.
Carvao. O graudo vendenc entre os extremos
de 178500 e 208, obtendo este ultimo prero o de Car-
dfl". O miudo baixou a 149300. O carvao da Bl-
gica realisou 168.
Cera.Venderam-se ltimamente cerca de28,000
libras da amarella a 730 rs. a libra, com excepcao
de um lote pequeo a 700 rs. a dinheiro.
Cerveja. As vendas da de Londres foram im-
portantes, montando acerca de 1,230 barricas de
48900 a 38150 a duzia, conforme a marca; 48330 foi
o preco de 250 barricas de llamburgo.
Farello. 1,152 saceos entrados eslemez foram
vendidos a 58300; e 230 saceos muilo pequeos da
existencias anteriores venderam-se a prero corres-
pondente a 58 o sacro regular.
Farinha. Venderam-se :
1,298 barricas Baltimore a.....
442
2,958
1,110 )
8,808 y
O'Dance a......
Gillego a.......
diversas marcas ; a de lia-
xall e interior a. .
e a de Baltimore a. .
i* 4o theatro da Nazareth.
>o, por isso Ihe chamam flor.
Sa lem da Oor o vico e a dorura,
Quando em botao se ostenta donuosa ;
Se da rosa o no me roubaste zelosa,
Da rosa o flores roubaste a candura.
Porque Uo cedo, divinal treatura.
De b te apartad! Tidos desabridos (
Ali I voam dias, quando mais queridos;
Quando h grande o prazer, menos nos dura.
A musa da sandade, o canto lindo
Mais le abemola, B.... agora
Que a dita de te onvir nos vai fugiodo.
Gnie-te o eco de tristeza nessa hora,
E (ui voz o Capibaribe oavindo,
Mude em prazer san mal qae chora.
Nazareth 20 de marco de 1855.
ERRATA
Por ter havido um engao no preco do lijlo men.
oonado as obeervacos do lialanco dos Eslabeleci-
meulos de Caridade poblicado uoDiari de liontciu,
publica-se de novo ditas
OBSERVAgOES.
Nos 102:6613*750em que impouou a despeza,
ola incluida a quaniia de l:23?O0 rs. que se
lespondeu com a factura da qnartos para loucos no
Hospital de Caridade, segundo as ordens da presi-
dencia ; pelo que dedtizindo-seesla daquella quan-
tia, fica a dospeta sendo de IOi:42G807.
Os lijlos, amoragados na obra do Hospital Po-
dro II, cusieram pelo termo medio a 16JP001 rs.
o milheiro ; a reina a 29Cr850 ; a cal a 305 rs. o
alqueire e a ar;, 19128 rs. a canoa.
Adminislraco geral dos Estabelecimentos de
Caridade 15 do .marco Je 1855.o ESCRivaO,
Auionio Jote Goznes do Corrcio.<> tiiesoohei-
ro, Jos Pires Ferreira.
COMMERCIO.
/
AI.FANDEGA.
Rendimento do da 1 a22. .
dem do dia 23.......
Mil Til AMl
Hoje venderam-se duas cargas de farinba do Clilo
(3,300 saceos; s nossas colaccs.
Em ser em primeira mao, 6,369 barricas.
Follia de Flaodres. 100 caixas a 238500, 100 a
228500 e 200 a 208 (segunda qualidade) foram as
principacs vendas do mez.
Garrafcs. Chegaram 3,150, que alcancaram
18050os grandes, c630 rs. os pequeuos.
Geaebra. 1,050 garrafcs entrados este mez fi-
cam em ser.
Manteiga ingleza. As entradas importantes de
fins do mez passado e do principio dcslc mez lize-
ram baixaros preeos seusivelmeole.
Venderam-se cerca de 1,100 barris geralmentea
720 e 700 rs. ; alguns lotes pequeuos alcancaram
730 rs.
Massas. 975 caixas de pasla alcancaram cerca
de 78800, e 200 caixas de segunda qualidade 58800.
Oleo de linliaca.Vendas limiladas a 250 rs. a
libra.
Passas. Venderam-se 500 caixas entradas este
mez acerca de 68500.
Pinho. Chegaram dons lotes pequeos que fo-
ram vendidos um a 70 e o outro a 81) rs. o pe.
Pixe. Chegaram 50 barris da Suecia e 50 da
America. Nao hoave vendas.
Presuntos americanos. Venderam-se 7 barricas
a 300 rs. e 13 a 320 rs. a libra.
Queijos. Entraram 521 caixas, a maior parle
por encoramenda; 100 caixas alcancaram fe, e 50
vindas por cabotagem cerca de 18100.
Sal. As entradas foram limitadas e as vendas
afTecluaram-se a 720 e 730 rs. o alqueire. Hoje po-
rm, fez-se urna venda pequea a 610 rs.
Tshoado. Das duas cargas entradas este mez,
urna alcanroo 365 e a outra fica em ser. Urna carga
entrada em fins do mez passado venden-so a 328.
Velas de co 111 posicao. Venderam-se 160 raizas
a 760 rs. a libra.
Vinagre. Vendas insignificantes. As boas qua-
lidades estao firmes as nossas otaccs.
Vinhos. Continua a parausado neste mercado,
e foi com diiliculdadc qoe alguns lotes pequeos de
Lisboa se venderam s nossas cotarSes ; dando-se
3208 a pipa smente pelas primeiras marcas.
Venderam-se boje 230 pipas porluguezas de vnlio
Cataln s nossas colacoes.
50 caixas de Moscatel, segunda qualidade alcanca-
ram cerca de 5>W0 a duzia.
Assucar. Venderam-se cerca de 615 caixas e 76
barricas de Campos, e 379 barricas e 5,393 saceos do
nerle, a maior parle pira exportacao.
Os presos do de Campos regalaran) entre os ex-
tremos de 38 c 3&1O0 pelo branco, de 2ZJ600 a 38
pelo batido, e de 2300 a 28600 pelo mascavado.
O assucar de Pemambnco vendeu-se de 38200 a
38400 o branco, e de 28100 a 28600 o mascavado.
Exislenciis approximadas: do norte 110 caixas,
6,000 saceos c 2,500 barrica; de Campos nao ha.
Couros. Venderam-se 15,000, em geral medios,
1 340 rs. a libra.
As eiislencias cooslara de 8,000 pequeos, pelos
quaes se pede 330 rs.
Fretes. As Iransacc&es foram muito limiladas,
a 52|6 para o Canal, 45i para Haraburgo, 40i para
380:8328416 Antuerpia, 35 a 45 cents, para os Estado-Unidos.
.Varios entrados no dia 23.
Rio de Janeiro e Babia, 6 dias, vapor inglez ,?olenr,
enmman lano I. G. Jelliroe. Passageiros para esla
provincia L.G. Ferreira.Jos Joaquim Gnimaraes,
1 fillio e 1 criado, S. Higginson Jnior, Maximia'
no L. Rodrigues, Thomas Rlakleva.
Para e portos intermedios7 dias c 2 horas, do ulti-
mo porto 9 horas, vapor brasileiro Tocanins.com-
| "niiftidanteo capitao de fragata Gcrvazio Mancebo.
Passageiros. para esta provincia, o alteros Jos
Victorino Cesar e sua familia, o primeiro lente
da armada Venceslao Miguel de Almeida, M. A.
Baudoax, 1 lillio e 1 criado, Antonio da Silva
Maciel Jnior e 2 escravos, Antonio Candido Au-
lunes Oliveira, o lente Antonio Francisco de
Avila, o Dr. Joaquim Alves Ribeiro, sua senho-
ra, 1 irmao e 2 escravo, Fabricio Gomes Pedroza,
Manoel Modesto Pereira do Lago, David Roland,
Eustaquio da Costa Maia, o cnsul inglez da Ta-
rabilla Watsen Wedenbery, Antonio Borges de
Souza I.emo*, Alexandre Jos da Silva Maicr,
Joo Victorino das Ncvcs, l-'rancisco Joaquim Pe-
reira Barrozo, Joaquim Marques Damazio, Jos
Joaquim Peixoto de Mirauda Henrques, Jos
(joncalvcs de Medciros Furlado, Manoel Jos Ro-
drigues Lima, Jorge da Silva Coelho. Celestino
Eugenio Carneiro da Cunha, sua senhora e5 es.
cravos, Antonio Annes Viera da Silva. Seguem
para o sul, o desembargador Antonio Manoel Fer-
nanda Jnior, o cadete Manoel Jos Ribeiro, Vi-
cente Jos Freitas dos Reis, Augusto Xavier Le-
te, Antonio Joaquim Alves, Libanio Pedro dos
Sajitos, o Dr. Aunizio Salaliel Carneiro da Cu-
nha, 8 recrulas, 61 escravos a entregar.
Rio Grande do Sul tocando na lialna 38dias, c do
ultimo porto 8 dias, brigue brasileiro AXegrete,
do 131 toneladas, capitao Manoel Pereira Jardim,
equipagem 12, carga carne secca ; a Manoel Gon-
Calvesda Silva. Passageiros, Mara Anfonia Bran-
quinha, Antonio Jos Rodrigues Lino, Manuel
Corroa Casado,
Demerara barca iogleza Tasto, em lastro. Sus-
penden do I.amcirao.
Soothampton e porlos intermedios vapor inglez
Solent, commandanle Jellicoe. Passageiros des-
ta provincia Augusto Ferreira Pinto, Joao Jos
Gomes Pinhero, J. Th. Freiss, Manoel Jos Mar-
lins, Manoel Jos Bezerra Pacheco.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihcsouraria provincial, epi cumprinicnlo do dispos-
lo no arl. 31 da le provincial u. 129, manda fazer
publico para conliecnicnlo dos credores bjpolhcca-
rios, c quaesquer nteressadosque foi desapropriado
a Jos Jacinllio da Silveira, um sitioiia estrada dos
Remedios pela quantia de 5.308000 rs., c que o res-
pectivo proprietario tem de ser pago do que so llie
leve por scmellianlcilesapropricC'lo l? nuc lermi-
nar o prazo de 15 dias contados da dala deste, que
be dado para as reclamaroee.
E para constar se mandn affixar o presente c pu-
blicar pelo Diario por 15 dias succcssvos.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pcrnam
buco 17 de marco de 1S55.O secrelario,
Antonio Ferreira d'AnnunciarSo.
O Illm. Sr. contador, servindo de inspector da
Ihesourara provincial, em cumprimenlo da resolucao
da junla da fazenda, manda fazer publico, que a ar-
rematarlo dos reparos urgentes de que precisa o acu-
de de Cmaro' vao novamenlc a praca no dia 29 do
correnlc. '
E para constar se mandou affixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. Secretara da Ihesourara pro-
vincial de Pernambuco 20 de marco de 1855. O
secrelario, A. F. da Annunciarao.
Joao Ignacio de Medeiros Reg, comraerciante ma-
triculado, deputado comracrcial do tribunal de
commercio da provincia de Pernambuco e juiz
commssario moneado pelo mismo tribunal.
l-ncfi saber que nao lendo comparecido na rcu-
iiio, que leve lugar no dia 23 docorrente, os ere-
dores da casa fallida de Oliveira Irmaos & Coropa-
nhia, Leonino Brothers, Jacomo & P. Irm."
Carboni, Gamba Scomio & Mello, Freres Bosanero,
Antonio Joaquim de Oliveira Mello, Novaos iV Pas-
sos, Viuva Scve, Scbastiao Jos de Figueirodo, que
residem fora deste imperio, ou dentro delle, mas
em domicilios nao condecidos, por nao ter sido a
rniivocacao fe i t a segundo o arl. 135 do rcgulamen-
lo n. 738 de 25 de noverobro de 1850, convoco pe-
lo presente edilal a ditos credores para que compa-
reeam 00 dia 4 de junlio do correnlc anno, pelas 11
horas da manhaa, era casa da minha residencia na
ra da Cruz u. 9 do bairro do Rccife, afim de que
reunidos em minha pre-onca, com todos os mais
credores da mesma casa fallida, verifiquen! os seus
crditos, se forme o contrato de nniio, c se proce-
da a nomeacSo de administradores dos bens da di-
la casa fallida, advertindo que nenhum credor se-
r admittido por procurador se este nao liver pode-
res especiaos para o acto, c que a procuracao nao
pode'ser dada pessoa que seja devedora aos fall-
dos, nem um mesmo procurador rcprescnlar por
dous diversos credores. Em cumprimenlo do que
todos os credores da referida casa fallida comparc-
Cam em dilo da e lugar designado, sob pena de
se proceder a suas revelias.
E para que chegue ao conhecmenlo do lodos,
mandei passar o presente cdital, que ser ;i(Vivado na
praca do commercio c publicado pelo Diario de
Pernambuco. Dado e passado ncsla cidade do Re-
cife de Pernambuco aos 27 dias do mez de Janeiro
de 1855. En Dioamerico Augusto do Re go Bfts
BqypO 1 COMPANUIA PERNAMIIL'CANA.
81J0OOI O coosellio do drccro convida os Srs. accionistas a
12380001 realisarem a quarta preslacao de 10 por ", sobre o nu-
mero de aeries que Ihe perlencem, al ao da 15 de
abril prximo ; o eucarregado dos recebimeotos he
o Sr. F. Coulon, ra da Cruz n. 26.
O conselho de adminislraco do balalhao 2.' de
infanlaria, precisa contratar para loruecimento das
pracas arranchadas do mesmo balalhao, os geueros de
primeira qualidade abaixo declarados, que lera prin-
cipio do 1. do vindouro mez : carne verde, carne
secca, lonciiiho, feijflo, farinha da Ierra, baralbo,
azeile doce, vinagre, arroz pilado, assucar branco,
caf, cm grao, manteiga franceza c lenha. As pes-
soas que pretendercm fornecer os ditos gneros, re-
mellara ale o dia 26 do correle mez a secretaria do
referido balalhao suas proposlas em carias fechadas,
declarando os ullimos preeos por que podem vender
seus gneros, ficaudo cerlos deque ser aceila aquel-
la que por menos fuer. Recifc 22 de marco de
1-1 Vi.Gabriel de Souza Guedes, tcueule e agente
do mesmo conselho.
carregamento promplo: par o restan-1 Ocautelista Antonio Ferreira de Lima
te, passageiros e escravos, tiata-se com le Mello, tendopor engao extraliido em
Manoel Francisco da Silva Carneo, na ra
do Collegio n. \1 segundo andar, ou com
o capitao Manoel Jos Ribeiro.
Para o Aracaly segne vagem o halo nacional
Exalaco : para carga e passageiros Iralt-se na ra
da Madre de Dos n. 36.
LEILO'ES.
268500
288500
308300
298.300
268500
JiLUTAES.
978500
908000
1188500
5000
678.300
7.38000
95OO
758150
908000
232:4018912
7:4308501
O Illm. Sr. contador, servindo de inspector da
Ihesourara provincial, em cumprimenlo da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, manda convi-
dar aos proprelaros abaixo mencionados, a entrega-
ren! na mesma Ihesourara, no prazo de trinla dias,
a contar do dia da primeira pulilicaeao do presente,
a importancia das quotas com que devem entrar
para n calcamenlo das casas da ra do Livramenlo,
conforme o disposlo na lei provincial n. 350. Ad-
vertindo que a falta de entrega voluntaria, ser pu-
nida com o dopld das referidas quotas na conformi-
dade do artigo 6.' do rcgalaraenlo de 22 de dezem-
bro de 1851.
N. 2 Manoel Jos Monloiro.....
4 Antonio da Silva Ferreira. .
6 Joaquina Mara Pereira Vianna. .
8 Manoel do Nascimenlo da Cosa
Monteiro e Paula lzidra da Costa
Monleiro.........
10 Viuva c herdeiros de Jos Fernan-
des Eiras.........
12 Antonio Monleiro Pereira. .
14 Luiz de Franca da Cruz Feneira.
16 Joaquim Antonio dos Santos Au-
drade..........
18 Marcellino Antonio Pereira. .
20 Viuva de Joaquim Leocadio de Oli-
veira GuimarHcs. ..'....
22 Viuva do Dr. Jos Francisco de
Paiva..........
24 Jos Baptista Ribeiro de Farias. .
26 Manuel lluarque de Maccdo. .,
28 Unihcliuo Maximino de Curvalho.
30 O mesmo........,\
:\1 Francisco do Prado......
o\ Viuva de Fraucisco Severino Caval-
canli..........
36 Nano Maria de Seixas. '. 788000
38 Manuel Francisco de Moura. 1118600
I Herdeiros de, Joaquim Jos de Mi-
randa..........
3 Thoinaz de .Vquino Fonseca. .
3 Capclla dos Prazcres de Guarara-
P...........
7 Ordem Terceira de S. Francisco. .
9 Francisco Jos Pacheco de Medeiros
e oulros.........
II Antonio da Silva Gusmo. ,
13 Antonio Jos da Castro. .
15 Herdeiros de Izabel Soares de Al-
meida. ........
17 Joaquim Ribeiro Ponles. .
19 Viuva e herdeiros de Jo3o Pires
Ferreira.........368000
21 Manoel Rouiuo de Carvalho. I, 738000
1808000
1218500
1268000
IO85OOO
485600
608000
,608000
6O5OOO
1278500
998600
278000
61)200
678500
4JKJ00
638000
188000
319000
Escrv.lo juramentado o cscrevi.Joo Ignacio^'
Medcirot Reg, juiz do commercio,
Jos Antonio Bastos, commercianle matriculado
deputado coramercial do tribunal do commercio
da provincia do Pernambuco, e juiz commis-
saro.
Faco saber, que no da 9 de junho do correte
anno pelas 11 horas da manhaa na casa d minha
residencia na ra da Cadcia do bairro do Recifc
11. 31 ha de ler lugar a reunao Jos credores da casa
commercial fallida de Richard Royle na conformi-
dade do artigo 13.5 do rcgulamento n. 738 de 25 de
novembro de 1850, afim de que reunidos cm minha
presenca lodos os credores, verifiquen! os seus cr-
ditos, formem o contrato de uniao, e.procedan) a
nomcaran de administradores dos bens da referida
casa fallida, adverliudo que nenhum credor ser ad-
nillidn por procurador, se este nao liver poderes
especiaos para o acto, e que 8 procuracao nao pode
ser dada a pessoa que seja devedora ao fallido,
nem um mesmo procurador representar por dous
diversos credores. Em cumprimenlo do que todos
oscredoresda referida ota fallidacomparecam cm
dito dia e lugar desiguado, sob pena de se proceder
as suas revelias.
E para que chegue ao conhecmenlo de lodos,
ifnandei passai o prsenle edilal, que ser aflixado
na praca do commercio e publicado pelo Diario de
Pernambuco.
DaJo e passado ncsla cidade do Rccife de Per-
nambuco aos 8 das do mez de fevereiro de 1855.
Eu Diuamerico Augusto do Reg Rangel, cscrivao
juramentado o cscrevi.Jos Antonio Basto, juiz
commisaro.
Joao Pinto de Lemos, commendador da ordem de
Cliristo, commercianle matriculado, deputado
commercial do tribunal do commercio da provin-
cia de Pernambuco e juiz commssario:
Faco saber que nao lendo comparecido na reuniao
que leve lugar no da 19 de Janeiro do correle an-
no, os credores da casa commercial fallida de Deane
Voule & C, que residem fora deste imperio ou den-
tro delle, mas cm domicilios nao mohecidos, por
nao ler sido a convocacao feita segundo o artigo 135
do regulamenlo 11. 738 de 25 de novembro de 1830,
convoco pelo prsenle edilal a ditos credores, para
que comparecam no dia 11 ds junho do cqrrcnlc
anno pelas 11 horas da manhaa. na casa da residen-
ciados mesmos fallidos, na ra da Cadcia do bairro
do Recite n. 52. afim Je qua reunidos em minha
presenca lodos os credores da referida casa fallida,
verifiquen) os seus crditos, deliberem sobre a con-
cordata ou formem o.conlralo de uniao e procedam
a iinmcacao de administradores dos bens da (lila ca-
sa fallida; advertindo que nenhum credor ser ad-
miitido por procurador se este nao tiver poderes es-
peciaes para o acto, c que a procuracao nao pode ser
dada a pessoa que seja devedora aos fallidos, nem um
mesmo procurador representar por dous diversos
credores. Em cumprimenlo do que lodos os credo-
res da referida casa fallida, comparecam em dilo
dia e lugar designado, sob pena de se proceder as
soas revelias. E para que chegue ao conhecimeuto
de todos mandei passar o presente edilal, que ser
allivadn na praca do Commercio e publicado pelo
Diario de Pernambuco, Dado e passado nesla ci-
dade do Recife de Pernambuco aos 9 de fevereiro
de 1855. Eu Diuamerico Augusto do Reg Rangel,
cscriv.io juramentado o escrevi. ./uo Pintode Le-
mot, juiz commssario.
O Sr. capilao do porlo manda fazer publico,
para coBhecmenlo de qoem possa inleressar, que
ai ha-so estabclccido um pharol no morro de Sau
Paulo, provincia da Babia, principiando a ser Ilu-
minado na mi i If do dia 3 de maio prximo, sendo a
sua descripcao e observaees sobre a navegaco do
porto do referido morro c da costa, enmprchendida
cnlrc elle o o da cidade daquella provincia as se-
grales descrpC'O c observacoes : o pharol do morro
de San Paulo acba-se enllocado sobre o rume da
montando, 011 cabo deslc nome, na entrada do porto
na Lal. S. 13. 21' 40" Long. o Grw 38. .54' 48"-
Sua torre que ser pintada de branco, e lem 80 ps
inglezes de elevaao da varan-la sobre a monlauha, c
276 sobre a superficie do mar.podera ser vista de dia,
cora boin lempo, a 30 milbas de distancia. Este
pharol, o melhor da Costa do Brasil.de refmcco pe-
lo svslcma de Fresuell, eda primeira grandeza, tem,
no espaco de um minuto, luz clara por 15 segundos,
secuida de um eclypse de 45 segundos. Sua luz,
com lempo claro, distngue-se da tolda da um navio
2 militas de distancia, c das gaveta a 28. Qualquer
que seja a distancia, be de luz sempre forte e muilo
brilbante ; dslinguc-se do pharol da barra da Ba-
bia, pelo lempo de seus eclvpses, pelo grande bri-
llianli-nio de sua luz, e pela cor que lie sempre de
um claro bullanle, em quanto o de Sanio Antonio,
lem 3 faces diversas seguidas entao de um eclvpse.
Em distancia menor de 12 milhas nao sao tolaes os
eclvpses, o bullante claran he seguido de orna loz
fraca cm lugar dos eclvpses que se vao tornando o-
la veis a projioreao que esta distancia augmenta, de-
vendo consderar-se apartados mais de 12 milhas o'
que observaren] eclvpses pcrfcilos. Ao rumo de 46.
N. E. verdadero.na distancia do 3 millias.cncoulra-
se o pharol da barra da Rabia. Do morro para o N.
forma-se orna enseada bordada derorhcdos.e a parle
do Oeste da ilha de Ilaparica com o continente for-
ma a barrado Jaguarbe, a que as carias hydrogra-
pbcas existentes dao indevidamenle o nomo do Bar-
ra Falsa, sendo esla alias urna pequea enseada da
ilha a leste daquella barra, formada pela pona de
Araluba, o oulra que Ihe fica ao norle, e qae em dis-
tancia maior de 14 milhas, toma urna configuracao
semelhanle 1 da punta de Santo Antonio, c parecen-
do com esla deslacar-se das Ierras que Ihe demorara
a Oeste. A estes lugares senao deven), anda de dia,
aproximar os navios a poni de encontrar fundo me-
nor de 11 bracas, se nao liverempratico a'bordo. Aos
que do sul avistaren) o pharol do morro de San Pau-
l, e demandarem a barra da Baha, nao couvro
passar do N. O. da linda N. E. S. O. \ ondulen o do
pharol em quanto estiverom ao sul da ilha de Itapa-
"ca ; e por maior caulcla devem prumar e virar
no bordo do sul, logo que enconlrem II bracas de
'ondo.com o que evitarSoa approximacao dos baixos
e rochedos da ponta de Caixa Prcgos, Barra Falsa e
dos mais que pelo lado de leslc contornam aquella
ilha, os quaes noite, sao lano mais de temer,
quanto os ventos fortes do mar ensacara as aguas na
enseada, alm de que em alguns lugares, depois de
10 bracas n fundo diminuc rpidamente. Se, en-
eonlrando-se fundo menor de 11 bracas, parecer que
o navio nap seacba ao N. O. da linda N. E. S. O.
dos pdai'cs, deve enlender-se que ha defeito as
agulhas, e nunca hesitar cm tomar o bordo do sul,
sendo o prumo no bordo do Norte, o mais cerlo in-
dicador dos perigos. Na ilislancia de 13 a 14 mi-
litas da ponta de Sanio Antonio, principia-se a ver o
pharol da barra d.i Rabia, luz fraca, mostrando di--
(netamente suas coros diversas apenas na distancia
de 6 milhas. A entrada do porto do morro he fran-
ca para navios de todas as qualidades, atlendcndo-se
que 1 millia a Oeste da fortaleza corre um baixo,
qoe segu pelo rio Una cima, e cujo fuudo vai gra-
dualmente diminuindo para o lado de baixo, e a
que a montanha Dlo lado de Leste corre prolon-
gada pelos recites chamados Coita que se alon-
gam pejo mar 120 bracas, mais ou menos, com fun-
do de 8 bracas em alguns lugares encestados a ellos.
Porlanlo, contra elles muito importa acaulelar de
noite os que bordrjarem para lomar o ancoradouro.
De diahemuitovisivclaarrebentacPo dcslcs recifes.
Duas milbas distante da costa do morro de San
Paulo c dahi para o sul, com o pharol a vista, ha
caminho franco para qualquer navio,c os que quse-
rem entrar no porto delle podem acercar-so da mon-
tanha pelo lado do norle, tanto quanto Ibes permit-
ir o fundo dado pela sonda, o o fundeadourn fran-
co principia da pona da fortaleza at 1 milha para o
o anterior, devendo reccberpralicoos que quizerem
subir o rio, onde ha fundeadooro abrigado para urna
esquadra. Secretaria da capitana do porto de Per-
nambuco cm 19 de marco de 1855. O secrelario,
Alexandre Rodrigues dos Anjot'
John Gatis, estando prximo retirar-se para
Europa, far leilo por intervenco do asente Oli-
veira. de loda a sua mobilia, sjoasi nova por
estar no mais pcrfeilo estado, conssndo em sofas.
cadoiras, mesa redonda e consolos lampas de podra,
e d'oiilras qualidades, mesa de sof, banca de 1 harn
rom lindas finuras de inarfim, para jogo de xadrez,
nina caixa de msica, coromoda. mesa elstica para
janlar, guarda loara, lavatorios, cantas de ferro,
ranileros para cima de mesa, lanlcrnas, relogio de
parede, louca fina para almoco ele, garrafas, copos
e muilosoulros vidros, galhclciras, porl.i-licor.co-
lliercs de metal fino, facas c garrn, um cabriole!
com arreos, e exrcllenlecavallo gordo, que se pode
afiancar sua bondade, Irom complelo de cuzinlia,
utenclios de sitio, e muilos oulros objeclos : terca
I''na 27 docorrente, slO horas da manhaa, no sitio
porlo da casa grande da senhora Lasserre, na Ca-
puuga.
O agente Oliveira far leilao, por ordem e cm
presenca do Illm. Sr. commendador Joao Pinto de
Lemos, na qualidade 'le procurador bstanle da Sra.
berdeira do fallecido Dr. Jos Eustaquio Gomes, da
magnifica ca-a nova de 3 andares e sotan, construida
a moderna, que foi do propriedade e morada do mes-
mo fallecido, sita no aterro da Boa-Vista n. 18, o
mais aprasivcl bairro dpsU cidade, e que por isso se
torna urna das lucidores acquisicocs para quem bem,
e lucrativamente queira emprrgar o seu capital :
quarla-feira, 28 do correnlc, as 10 horas da manhaa
em ponto, a porla da indicada casa.
duplicata o billiete de n. 1708 da pri-
meira parte da primeira lotera do col-
letjio de orphos, pede ao possuidor das
litas cautelas ue tenha a bondade de ir
a ra estreita do Rosario n. 17, receber
a sua importancia.
Na loja de qua tro portas da ruado Ca-
buga' de (iuinaraes, tem um completo
sortimento de las, tunto furta-cores co-
mo de outras qualidades, bicos de seda, c
um rico sortimento de leques, espelhos
grandes, tentos para voltarete, etc.
-#-'
> PFBLICACAO". 10
Acha-se no prelo e breve sahir luz urna #
interessante obra intitulada Manual do 4E>
49 Guarda Nacional ou collccrgo de (odas as leis,
9 regulamenlo, ordens e avisos conceruenle A
9 a mesma Guarda, (muilos dos quaes escapa- 3jp
;.; rain de ser mencionados as collecroes de d)
3$ leis): desde a sua nova orgaoisac,3o at 31 de tt
& dezembro de 1834, relativos nao s ao prores- 9
pj so da qualificacao, recurso de revista, etc., @
^ etc., senao a economa dos corpos, organisa-
Jg cao por municipios, batalbSes, compauhias,
y de mappas, modelos, etc. ele etc. Subscre- 9
a) ve-se a 59000 para os assiguantes, o 69000
5 para os que nao n forcm : no paleo do Car- tu
mo n. 9, primeiro andar. aB
AVISOS DIYI-USOS.
O Sr. Joao Pacheco, batinero, morador em
Olinda, baja de fazer o favor de vr a ra da Cadeia
do llecife, loja n. 38, para encarreear-se de fazer
urna hatina.
O Sr. (lonrallo Fraacisco Xavier Cavaicanti
L'choa lenha a bondade de apparecer na ra do Cres-
po, lojan. 16, para coucluir a negocio que nao ig-
nora.
Ouera pracstr de urna ama secca para o ser-
vico interno de urna casa de pooco familia, dirija-se
'l'amarincra, em.casa do Sr. Francisco Antonio
Vdente,que achara com quem tratar.
O Sr. Jos' Antonio Candido de Lira,
011 Antonio Cundido de Lira, morador na
sua da Praia e boje, dizem que tem nego-
cio em Jaboatao, queira vir entregar as
chaves do sobrado que alugou ira mesma
ra d;i Piaia.
^ Fugio ou furtaram da praia do caes do Ramos,
tnii pranedo de po carga, com a marca AD, de 2
FABRICA DE FIAR E TEGER
ALGODAO.
Por causa da cliuva
do dia 21, foi trans-
ferida para o dia 2(i
do corrente as 4 ho-
ras da tarde, a reu-
niao da assembla ge-
ral dos accionistas da cocupanhia, para a palmosde largo, 27 a 30 de eomprido, de 3 a *
fabrica de liar c tecer algodao, no Salajrj: 3*dos de grossora : quem delle souber ou der not
do convento de S. Francisco.
.")S000 RS. DE GRATIFCAC.VO.
Perdeu-senadireccao da ponte da Boa-
Vista atea praca, urna carta fechada com
a sobrescripta ao Sr. Joo Luiz Vctor
Lieutier, Pernambuco : quem a tiver
adiado querendo restitu-la, dirija-se a
ra Nova n. 5 segundo andar, onde rece-
bera' .-jOOO rs. de gratiicacao de Joao
Chrisoslomo de Oliveira.
Perdcu-se m embrulho, rontendo cenias de
armazem de assucar j pagas, 110 corredor da Or-
dem Terceira de S. Francisco, na noile de quarla-
feira, 21 do corrente, na occasiao do aennao : estas
emitas nada serven) n quem as achou ; p"r lano
quem as quizer restituir, dirija-se ra do Queitna-
do n. 3, 011 ao liecco do Veras, na Boa-Vista, n. 12,
que ser recompensado.
Precisa-se de urna ama
re la n. 66.
de lete : na ra Di-
ra, dirija-se ra da Praia, armazem de carne 11.
76, de Anacido Antonio Ferreira, que ser gratifi-
cado.
Precisa-sc de urna ama de leile pira criar : na
ra do Caduga n. 14.
I)-se de 1003000 a .3008000 a premio de dous
porcenlo ao mez. sobre penhores de ouro ou prala :
na travessa do Veras n. 24, se dir quem d.
Jos de Mello Cesar, responde aos Srs. herdei-
ros do fallecido Sr. Luiz Boma, qoe u3o sabe fazer
caouadas, e que sobre o objeclo que os ditos senbo-
res pretendere, que com elles se enlenda, devem di-
rigir-se Illnia. cmara municipal de Olinda.
MUDANCA DE LOJA.
Jos Pradines, culilero francez, tem a honra de
prevenir o respeilavet publico e seos freguezes em
Karticular, que imidou sua loja de culileria da ra
ora para a ra da Cadeia do Recife n. 10, aonde
o acharao sempre promplo pare os misteres de seu
oflino, e a-segura as pessoas que queiram honra-lo
com sua confanos, queserao salisfeilas, tanto oa di-
ligencia como nos preeos, que ssrao os mais razoa-
veis possiveis.
AVISOS MARTIMOS.
DECLARACO'ES.
Para o Bo de Janeiro segu em poucos dias o
brigue Feliz Deilino ; para o resto da carga, pas-
sageiros e escravos a frele, Irala-se com os consigna-
tarios Isaac Curio & Companhia, na ra da Cruz
n. 40.
Para o Ro de Janeiro.
Segu com brevidade, por ter parle da carga
prompla, a veleira barca brasileira Molhilde, quem
quizer carrrgar o reslo, cnlenda-se com o capilao
Jeronymo Jusc Tollos, ou no escriploro de Manoel
Alves (iucrra Jnior.
PARA BENGL'ELLA COM ESCALA POR S.
TIIOMl-,
segu com brevidade o brigue porluguez F.speran-
ca por ter dous tercos da carca prompta: quem qui-
zer carregar o resto, enlenda-se com o capilao Ma-
rianno Anlouio Marques, ou no escriploro de Ma-
noel Alves Guerra Jnior.
PARA O RIO DE JANEIRO-
Segu com muita brevidade a barca
nacional SORTE, por ter parte da carga
prompta : para o resto, passageiros e es-
cravos a fete, para oque temexcellentes
commodos, trata-se com os consignata-
rios Novaos & C, na ra do Trapichen,
oi, ou com o capitao Jos Maria Ferreira,
na prara.
RIO DE JANEIRO.
Segu no dia 27 do correnle o pallfabolo l'enin,
capitao Joaquim A. Gonralves Santos ; s recebe
passageiros c escravos a frele : trala-se com Cacta-
110 Cyriaco da C M-, ao lado do Corpo Santo 11. 23,
ou com o capilao.
PARA O PORTO.
O veleiro brigue portucuez Esperanca, seguir
coma maior brevidade para a cidade do Porto, por
ter j prompla dous tercos de sua carga ; recebe a
que apparecer a (rete, e lambem passageiros, para o
que possue oplimns commodos : trala-se no escrip-
loro de Bailar & Oliveira, na ra da Cadcia Velba
n.12.
PARA O RI9 DE JANEIRO
segu com muita brevidade por ter
parte do carreg*).mento prompto, o muito
veleiro brigue eciina nacional MARA*:
para carga, passageiros c escravos a frete,
para os quaes olferece as inelhorcs com-
modidades, trata-se com o capitao a bor-
do, ou com Machado & Pinheiro, no largo
da Assembla n. 12.
Para Lisboa seguir com a maior brevidade
possivel o brigue porloguez Clara, capilao Manoel
millr novas propostas para o~me7mo"fim~" Sala" das I Wj" ^>2e'~g,ar !"j Prompla:
1 quem no mismo quizer carregar ou ir de passagem,
dirija-se ao capilao, oa ral de Apollo n. 14, em
casa de Manoel do Nascimenlo Pereira.
PARA A BAHA
segoe com muita brevidade o hiale Novo Olinda,
por ter a maior parte da carga prompta ; para o res-
to e passageiros, trata-se com as consignatarios Tasso
& Irmaos. ra do Amorim n. 35.
Para o Rio de Janeiro sabe at o lim
do corrente mez, o muito veleiro brigue
RECIFE, o qual ja" tem a maior parte do
AVISO AO PUBLICO.
F. X. da F. achando-sc ha tres anuos rJocnle de
molestia da pelle, c j desengauado do mlico, re-
corren ao Dr. Casaaova, c no decurso de seis me-
zesquese esla tratando rom'elle, est muilo me-
lhor, a visla do estado horroroso em que se ia tor-
nando : porlanlo avisa a lodas as pessoas que pade-
cerem de seinclbante molestia, recorramao dilo Dr.,
que he quem as pode salvar.
Desappareccu honlem, 21, pelas 2 horas da
Larde, um prelo de nome Andr, escravo que fra
de Jos Gabriel Pereira Je Lira Jnior, e soachava
depositado cm poder de Joao da Silvira Burgas Ta-
vora, por cvceuc.jo de Fraucisco Jos Corrcia Gu-
mar.'ios, tendo ossesuinles signaes : baiio, de naci
Bcuguella, roslo redondo e com marcas de beiigas,
barbado, reprsenla ler de idade 3.3 a unos, casado
em Serinhaein, torio do olho esquerdo ; levoc calca
de riscado ainarellado, camisa de riscado rxo, cha-
peo de couro ; levou mais urna camisa de riscudiuho
encarnado desbolado, urna caira de ganga azul, urna
dila de brim trancado branco, lino, com lislras, um
bonete de panno azul, urna faca de mesa com ponta,
urna por can de dinheiro em cobre, e de sedulas, sen-
do parle do mesmo prelo, c parle do depositario ;
fora visto al as 3 horas da larde do mesmo dia na
laberna da esquina do becco das Barreiras : suppe-
se ler seguido para Serinhaem, o quem o pegar, Ic-
vc-o roa do Colovello n. 83, que ser generosa-
mente gratificado.
Desapparcceu a 16 do corrente, Hilario, mula-
to, eslalora, corpo c ror -regulares, bem fallante e
activo, candlo, reprsenla ler 3.3 a 40 annos ; le-
vou calca d.e algodao de lislras azues, jsqucla e ca-
misa de chila, usada, de quadros, chapeo de pello
prelo, o sabio calcado ; este mualo oceupou-se em
ser pagem, e as vezes carguciro : roga-se as autori-
dades policiaes, capiiaes de campo, ou qualquer pes-
soa, que o apprelicinlaiii'e levein a son senhor Se-
basliao Antonio Paes Brrelo,jno ene'enho Hudizio,
ou nesla praca, na ra das Cruzes o. 40.
Precisa-se aluzar ama canoa que pegue em pe-
so de 500 a 600 lijlos de alvenaria crossa, pouco
mais oo meuos : na rna do Passeio n. 7, loja.
Precisa-se de um caiiero que lenha pralica de
laberna, e quesaiba ler, de 14 a 16 annos: na ra
da Gua n. 36.
Roga-se aos irmaos da irmandade de N. S. da
Soledadc, que tenliam a bondade de comparecer nu
consistorio da mesma igreja, pelas 9 horas da manhaa
do dia 23 do correnle, para se proceder a cleicao da
mesa.
Aluga-sc ama casa na travessa do Mondeeo,
tendo no fundos da mesma um zrande toldeiro jenm
um dos inelhorcs forno que pule haver, o qual foi
marcado pela cmara para padarias ; assini como
lambem se alaga um grande armazem para eslabe-
Iccimcnlo das mesmas, o qual lem perlo embarque
e desembarque nu fundo : quem pretender qualquer
urna destas cousas, pode procurar no becco das Bar-
reiras n. 8.
O abaixo assgoado avisa ao respeilavel publi-
co, qne Antonio Jos Salgado, morador que foi em
Goianna, e de presente assistente na cidade do Reci-
fc, nao pode vender e nem por qnalquer modo alie-
nar a meacao de 600JOOO rs., que no inventario de
seu casal tocou-lhe em um sobrado n. 4 sito na ra
dos Curraos da cidade de Goianua ; por isto que por
um contrato escripto seacba nbrigado a passar es-
critura de venda ao mesmo abaixo assgoado, jalen-
do recebdo em moeda parle do preco ajustado, a to-
do o lempo que Ihe fr pedido : pelo que protesta
contra a valdade de qualquer contrato, que por ven-
tura appareca em sea prejuizo. Enzenho Santn-
Anna em Goianna 18 de marco de 1855. Jote Fe-
lippe Bezerra de Menezet.
No armazem da ra da Cadeia do Recife n. 63
existe urna carta vinda da Babia para o Sr. Bernar-
ilino Anloniodc Azevedo Fernandes.
Continua a dar-se algum dinheiro a
juros sobre penhores de ouro ou prata :
na 111a do Cabuga' loja de miudezas de
i portas n. 1C. .
Precisa-sede ofliciacsde rharaleiro.que traba-
lliein solfrivel : ua cidado de Olinda, ladeira do Va-
radouro n. 38.
CORREIO GERAL.
As malas que tem de ser conduzida pelo vapor 7o-
cantins para os portos do sul, serao fechadas boje
21 ao mcio- lia, e as correspondencias que vierein
depois dessa Jiura pagariio o porlo duplo
Carla segura para o Sr. Joao Correa de Car-
valho.
Nao se lendo podido clfccluar a compra dos
objeclos, que se liavia anuunciado para o dia 1.5 do
correnle. previnc-se que o dia 26 prximo ser o
desuado para a abertura das propostas, podendo
cada um vendedor comparecer s lloras j marca-
das ao respectivo conselho ; e assim lambem se ad-
ses-esdo conselho administrativo 23 de marco de
18,3.5.Jos de Brito Inglez, coronel presidente.
GABINETE TORTIGIEZ DE LEI-
Por ordem da directora convoca-se o conselho de-
liberativo, para se reunir domingo 2.3 do correnle
s II horas da manhaa.M. F, de Souza Barbota,
segando secrelario.
Pcrdeu-se honlem da academia al a ra do
Sebo ama carleira j vclha com urna ola de 100-5,
tres de 509 e urna de 108, e mais alguns documen-
tos : quem a achon queira entregar na dita ra, casa
n. 52, que ser generosamente gratificado.
Fernando Cardoso de Almeida, negocianle es-
labelccido na cidade do Rio Formoso, como livesse
cotilas com a praca de Pernambuco rom varios se-
nhores, c achando-se quile para com todos, decla-
ra que nada deve al hoje.
FROrTTISPICIOJUO CARMO.
Os mens blhelcs n. 2004 c 1.301 da lotera qae
corre hoje, perlencem a sociedade do Frontispicio do
Carrao.
LOTERA DO COLLEGIO DE
ORPHAOS.
HOJE sabbado 2- de marco, he o
ndubitavei andamento da reerida lote-
ra, as 10 horas da manhaa, no consisto-
rio da igreja da Conceiciio dos militares :
os ineus bilhetes e cautelas s esta a ven-
da ateas 10 horas da manhSa : a elles que
estao no resto. Pernambuco 2 \ de o mar-
ro de 18J.J.Ocautelista, Salustiano de
Aquino Ferreira.
Na taberna da ra Nova n. 50 que foi
do Malinas, tem superiores vinhos engar-
rafados de diversas qualidades, c muito
bom champagne em garrafas c meias, e
acha-se sortida de tudo mais que he ten-
dente a urna taberna, por mutos com-
modos preeos, assim como tem mutos
bons doces.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acbam-se a venda os bilhetes da lotera
51' do Monte-Po, as lojas do costume,
as listas esperam-sc a 2 011 5 do futuro,
pelo vapor IMPERADOR: os premios se-
rao pagos logo que se lizer a distribuic/io
das listas.
AO PUBLICO.
No armazem ds fazendas bara-
tas, rna do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e grossas, por
preeos mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
rees, como a retalbo, adiancande-
se aos compradores um s preco
para todos : este cstabelecimento
ahrio-se de combinaco com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemSas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto ofTerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietario deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas I
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
B3 Antonio Luiz dos Santos ARolim.
te 'mSl?m &E@S@E
C. STARR <5 C.
respeilosamentoannuociara qae no sea eileoso es-
tabelecimento enHMpkAmaro.coiitinuam n fabricar
com a maior pernR&0 e promptidilo, loda a quaida-,
de de marliinismo para o uso da agiicultura, 11a-
vegaciio e manufactura; c qne para maior enmatodo
de seus numerosos freguezes e do publico em geral,
Iccm aderlo cm um dos grandes armatens do Sr.
Mesquila na ra do Brom, alraz do arsenal de nu-
rinha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo sea eslabelccimeuto.
All rdanlo os compradores um completo sorli-
iiieiitn de moenda< de canna, com todos os melhora-
menlus (alguns dclles novos e originaos) de qoe a
experiencia de muilos annos tem mostrado a neoes-
sidade. Machinas de vapor de baia e alta presado,
tai-vas de todo tamanho, tanto batidas como fundi-
das, carros de mSo e ditos para conduxir formas du
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra dilo, fornos de ferro balido para farinha, arados do
ferro ca mais approvada construccao, fundos pan
alambiques, crivos c portas para fornalhas, urna
iuliiiidade de obras de ferro, que seria enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa
nlelligenle e habilitada para receber todas ai en-
commendas, ele, etc., que os annuncianles contan-
do com a capacidado de suas oflicinase machinismo,
c pericia de seus olliciaes, se compromellem a fazer
execular, com a maior presteza, perfeicilo, exacta
conformidade com os modelos ou doseuhos,e iiwlruc-
Coes que Ibes forcm torneadas.
MI CONILTOMO
DO DR. CASANOVA
RLA DAS CRUZES N. 28.
vendem-se rarteiras de homeopalhia de lo-
dos os lamanhos, por preeos muito em conta. [
Elementos de homeopalhia, 4 vols. 69OOO
Tinturas aescolher, rada vidro. I^OtN)
Tubos avulsos a cscolher a 500 e 300
Consultas gralis para os pobres.
KOB I.AFFECTELR.
O nico aulorisado por decisao do ctnselho real e
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o Arrobe
de I.nflcclcur, como sendo o nico aulorisado pelo
governo, e pela real sociedade de medicina. Este
medicamento d'um goslo agradaveh, c fcil a tomar
em secreto, esla em uso na marraba real desde mais
de tO anuos; cura radioalmenle em pouco lempo,
oom pouca despeza, sem mercurio, as aflecroes da
pelle, impigens, as consequencias das sarnas, ulce-
ras, e os accidentes dos partos, da idade critica, e da
acrimonia hereditaria dos humores; conven) aos ca-
t.-irrbos, a.bexlgl, as coutraccs. fraqueza dos
urgios, procedida do abuso das njeccoes ou de son-
da. Como anli-syphilitico, o arrobe cora em pouco
lempo os fluxos -rcenles ou rebeldes, qae volvem
incessanles em eonaeqnencia do empreso da copai-
ba, da ciibeba, 011 das injeoroes que representen! o
virus sem neolralisa-lo. O arrobe Lallecteur he
ospecialnieiiterecommendad contra as decoras, in-
veteradas ou rebeldes, ao mercurio c aoMdujto de
potassio. I.isbuiine. Vende-se na botica de BaJ&k de
Antonio Feliciano Alves de Azevedo,praca daH. Pe-
dro n. 8S, onde acaba de chegar orna Brande porrao
de carrafas grandes e pequeas vindas direelamente
de Pri. do casa do dilo Boyveau-I.allecleur 12, rae
Bicheo a Paria. Os formularios dao-sc gralis em
casa do agente Silva na praca de !> Pedro, u. 82.
Porto, Joaquim Aranjo ; Baha, l.ima & Irmaos ;
Pernambuco, Soum; Bio do Janeiro, Bocha ij; F-
lhos ; el Moreira, loja de drogas ; Villa Nova. Joao
Pereira de Magates Leilo; Rio Grande, Fran de
Paulo Coulo & C.
Casa de consignaco de escravos, na ra
dos Quarteis n. 2-
Compram-se e recebem-sc escravos de ambos os
sexos, para se venderem de commissSo, tanto para a
provincia como para fra della, eiferecende-se para
sso toda a seguranc, precisa para os ditos escravo;
IIFflUEl


DIARIO OE PERNAMBUCO SABBADO U DE DE MARQO 1855.

Qnem annunciou querer dar de 2008 a 1:000
rs. sobre hvpolheca, quereudo dar 5005000. dirija-se
i rna estreiln do Rosario n. 7, loja de ourivcs.
Precia-se de urna pessoa hbil, que enteoda
bera de taberna, para lomar cotila de urna por lia-
la:n.ii. e que essa pessoa lambein esereva sulTrivcl :
pode procurar na taberna da ra Nova n. 50.
OITerere-ie ama pessoa para cobrar divdaselo
qualquer seria, anda o mais remolo : quero pre-
cisar annuncic.
-- l.ui/. llarbalho de Vnjconrello* avisa a qucm
cnuvier, qud no seu ei o, de S. Jo-
acha un ca alio > Keciic ueste pre-
sente mea "i, e o entregara a qucm
der os sign.- as ileapezas que com o
metano cavalto se tiver (eito.
1). Luir Thercza de Jess, em virtudc do an-
nuncio da seu marido Antonio Josri flilancourt, m-
lie obrigada a declarar
que i :ar quantia alguma ao dito sen
raariil i correr i).i risco de pagar sc-
a vez ; e para que alguern, que purveutura pos
m nutrir duvida a respeilo, se desengae da razan
que aisisle a annuncianle, lem deportado em man
do Sr. labelhao Almeida a escriplura anlinupcial a
quese sujeitou sen marido, para er examinada por
quem interessir : lenha porlnnlo, Sr. Bilancourl.
paciencia de esperar pela decisSo de divorcio, j que
asaiaa o quiz.
Cardeal & Franco tem justo a compra da la
tierna da quina do neceo do Quiabn n. 18 : qucm se
julaar credor, dirija-se mesma laboro, no prazo
de 3 das.
CONSULTORIO DOS POBRES
mUA DO COI. M I O 1 AITDAK 25.
O Dr. P. A. Lobo Moscnzo d consullas liomeopathicas lodos os das ans pobres, desde 9 horas da
manhaa ateo nioio dia, e etn casos extraordinarios a qualquer horadodia oh noile.
rece-se igualmente pitra pralicar qualquer operario de cirurg'm. e acudir promplamenle a qual-
quer inulhcr que eileja mal de parlo, c rujas circunstancia nao pe un liara pagar ao medico.
M CH8GLT0RI0 DO DR. F. i. LOBO I0SC0ZO.
25 RA DO COLLEGIO 25
VNDESE O SEGINTE:
Manual completo de meddicina homeopalhica do Dr. O. H. Jahr, traduzido em por
tuguez pelo Dr. Moscozu, qualro \ ultimes encadernados em dous e acompanhadodo
om diccionario dos lermos de medicina, cirorgia, analomia, ele, ele...... 20SO00
Eslaobra, a mais importante de todas as que Iralam do esludo epralica da homeopathia, portera nica
que conlm abase fundamental d'esla doulrinaA PATIIOI.ENESIA (II EFFEITOS DOS MEDICA-
MEMOS NO OKIlANlSMOEM ESTADO DE SALDEconhecimenlos que nao podein dispensar as pes-
soas que sequerein dedicar a ortica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizercm
experimentar a .'oiilrina de llaliuemaiiii. e por si mesmos se convencerem da verdade d'clla: a lotlos os
fazendeiros e senhores de engenho que estilo tange dos recursos dos mdicos: a lodosos capitesde navio,
que urna ou oulra vez nao podem deisar de acudir a qualquer incommodo seu ou de scus tripulantes :
a lodos os pas de familia que por circumslancias, que nein sempre podem ser prevenidas, sao obliga-
dos a prestar in enntinenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou Iraducoao da medicina domestica do Dr. Herir.--,
obra lamliem til a pessoas que se dedicam ao esludo da homeopathia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos lermos de medicina...... 109000
O diccionario dos termos de medicina, cirurga, anatoma, etc., ele, encardenado. :I9000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralita da
homeopathia, e o proprelario desle eslabelecimento se lisongeia de le-lo o mais bera montado possivel e
ninguem duvida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grandes.....................
Boticas de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 155000 rs.
Ditas 36 ditos a..................
Ditas 48 ditos a..................
Ditas 60 ditos a................, .
Ditas 144 ditos a..................
Tubos avulsus.........................
Frascos de meia onc,a de lindura...................
Ditos de verdadeira lindura a rnica.................
Na mesma casa ha sempre venda grande numero de tubos de rrystal de diversos lamanhos,
vidros para medicamentos, e aprompta-se qualquer eucommenda de medicamentos com loda a brevida-
de e por precos muilo commodos.
A pessoa que precisar de um carro quasi no-
vo, de qualro ridas c qualro asscnlos. o qual se
Vende por mu enmmodo proco : dirija-se Solidadc
sitio dos 4 IcOes a qualquer hora du da, que ah
achara com queir. tratar.
Vende-te umcavallo russo, que serve para car-
ro, nao lem achaques : na Solodade sitio dos 1 lees
(las 3 da laido em dianlc, arhar cun qucm tratar.
Vcntlem-se as segrales obras novas por W.
ScDll;os Puritanos 4 v., \\ averie; 4 v., O Talis-
mn 3 v., A Pristo d'Edimhuig 1 v., Quinlino Du-
re\ard 4 '.', Ivanho 4 v.', Diccionario Theologico
porab. Aqiiilla ."> v., Dn.il Ecclcsiasle Franco/, por
Dupin 1 v., inri O.anonis por l.eqiieox t v. : no
aterro da Boa-Viltl loja dc.oiirives n. G8.
IfA'Rt'A DO TRAPICHE N. 8.
Vendem-se radoira*, americanas de halaneo, obra
muilo lina c de insto, e vellas de espcrmacele pro-
prias para bailes e Iheatros. ludo por barato preco.
El
iS3
MOLLA?
JL
Na ra das Cruzcs n. 22, vende-se urna escra-
va tic bouiia figura, a qual eugomma, cozinha e lava
de sali.o.
A JOOO, 20506 c 50660.
Vende-se mclpomene de duas larguras com qua-
Irosachamaloladus para ve-iulos de senhora a I- o
invado ; seiim pelo Maco, curtiente para veti-
> u curado; lencos de cambraia de liuho fi-
nos bordados e bicus pela beira a o$ rada um ; cam-
braia de liuho finan 59 a vara ; assim como diver-
sas far.endas porcoinmodo preco : na ra da Cadeia
do Recite loja da esquina n. 50.
Vende-se nm terreno de 50 palmus de frente e
150 de fundo, silo na ra d<> Sebo, bairru da lioa-
Vista, do lado do tul, milito proprio para edificar
tuna bo casa ou qualquer cstabclecimcnlo, por ser
in i logar mais alio da dita ra : a fallar na praca da
Boa-Vistan- 6, bolita.
Vende-se farello de Hamburgo era
saecas muilo grandes, cliegadas ultima-
e pof preco muilo coinmodo : na
89000
209000
59000
30HMK)
(03000
10(K)
JOIHI
28000
MASSA ADAMANTINA.
Ra do Rosario n. 36, segundo andar, Paulo tiai-
gnous, denlisla fraucez, chumba os denles com a
masa adamantina. Essa nova e maravilhosa com-
posieflo lem a vantagem de cncher sem pressao dolo-
rasa lodas as anfractuosidades do denle, adquerindn
em poucos instantes solidez igual a ta pedra mais
dura.e promette restaurar os denles mais estragados,
com a forma e a cor primitiva.
-*-'_s
Jos Pinto deMagaiaescV C-T az scien-
te ao respeitavel publico que em sen esta-
Jecimento de carros fnebres do puteo
doParaizo casa n. 10, se enconlra todos os
pannos e ornatos exigidos no regulamen-
cemiterio ; tambem secncaiTegatn
[jara commodidade dos interessadosj a
iornecer guia armacao, cera, musica,
isseio, ele, prometem bem
servir a quem se dignar encarrega-los de
ijualquer enterro : no mesmo alugam-se
a defuntos e anjos, e vendem-
se mortallias de pinlio.
Ama de Ieite.
Ilegio u. 12, primeiro andar, preci-
alia bom e bastante leile.
a loja no aterro da Boa-Vista,
esialwlecimeiito, sendo con-
a casa do Sr. Antonio Luis (ionc,alves Ferrci-
l de rutileiro : os prelendenies
eotendam-se no sobrado por ci,ma da mesma loja. ou
a do Recife, sobrado n. 3, primeiro
andar.
mes da Cosa retira-se para Portugal.
Precisa-se de 1 ou 2 Irabalhadores forros ou
saibam trabalhnr de enxada. e plantar
i da praca : quem esliver nes-
ureca na estrada dos Affliclos,
lado direilo, para tratar do ajuste.
m sobrado, sendo primeiro an-
dar, porm com preferencia na ra do Collegio,
Crespo,. O. iieimadu, Cadeia, Aterro da Boa-Vista,-ra
Nova, rui do Rosario : quem quizer alugar aunun-
eie ou dirija-se u roa do Padre Fioriano n. 40.
Precisa-se de urna ama que saiba bem engom-
aaar: na roa do Collegio n. 21, lerceiro andar.
"recisa-se fallar om o Sr. Francisco lavares
de Mello para se entregar urna carta vinda do enge-
oOora ; na ra do Encantamento n. 3, primeiro
andar.
BMiagaaBriM
mnihiA e n\(iIoFl
TEODOS. |
i da comnanliia de lia- ^
tecidos tic algodao, eleita em S
assemble'a geral dos respectivos g
subscriptores, para tratar dos tra- M
bullios preparatorios e confeccao M
dos estatutos, "faz publico que ||
os ttabalbos'de que oi inettm- g
bida ainda nao estSo terminados, *
para ter lugar urna reuniao dos |
mesmos subscriptores, alitn de se-
do occorrido, e re-
ncorporacao e mais ne-
ompanliia. Recite 1!)
de mareo -de 1855. F&fe P. Ca-
de Albuquerqiie. Joao
i Medeuos Reg.Lui/.
f:ira.AntoniodeMo-
-aesGomes Ferreita. Antonio
i Mames de Amorim. *
mtmmmmm wat mmm mmm
LOTERA DO COLLEGIO DOS ORPUAOS.
Aos 5:0009000, 2:0009000, 1:0009000.
celmente tabbado, 21 do correnlc.
liano do Aquino Fcrreira avisa
ao respeitavel publico, que os seus bilheles o caule-
sujeilos ao descoul de oito por cculo
do pasamento sobre os Ires
grandes. Acbam-so venda tas
.le u. -1\ e 5 ; na pra-
e 39 ; ra do Livramcn-
' n- 22 ; ,|0 Queimado n. :VJ
eli ; ruad. U, botica.
Bilheles Iteceber por inteiro
Mcios
Quartos
O lavo*
-Decimos 00 o
Vu?esrmos 320
Pernambuco 17 de marco de 1855.
Salusliano de Aquino Ferreira.
As mais novas e
modernas joias.
Os abaixo essignados, donos da loja de ourivcs. na
ra do Cabug u. 11. confronte ao pateo da matriz e
raa Nova, fazem publico, que eslao rerebendn con-
tinuadamente muilo ricas obras de ouro dos melho-
res gustos, lanto para senhoras como para homens c
meninos ; os precos cmitintiam mesmo baratos como
tero sido, e passa-se conlas com responsabelidade,
spayWcando a qualidade do qoro de 14 ou 18 quila-
tes, fieando assim sujeilos os mesmos por qualquer
duvidaSeraphim Irmao.
Anda precisa-se de ofliciaes de alfaia-
te, tanto de obra grande como liuda :
na ra da Madre de Deosn. 3 andar.
Pede-se ao Sr. Jos de Mello Cesar ei-pro-
euradorda caraira de Olinda, que venlia entender-
se com os bordaros de Lui/. Roma, pois basla de
rassoadas, Tirando cario que em quaalo nao se en-
tender cora os mesmos ha de sabir esle annuucio.
Precisa-se de urna ama para casa de homcm
solteiro, a qual nSo tenl.a filhos e nem pessoa algu-
raa em sua companhia, que nao lenha preguic,a nem
certas lidalguias e malcriar,6es, que seja muilo fiel e
aceiadaera lodo o servido da casa, com especia lidsde
da comida ; paga-se 169000 por inez vencido ; na
ra do Rangel, sobrado n. 11, segundo andar.
Na roa das Trinclieiras n. 28, sobrado de um
andar, preciaa-se de orna ama secca para o servico
le casa e ra, que saiba cozinhar, para casa do pou-
va familia.
m
'IBLICaCAO' DO KSTITITO 110
MEOPATIIICO DO BRASIL.
THESOLRO IIOMEOPATIIIGO
OU
VADE-MECl'M DO
IIOMEOPATIIA.
#
I

'&

Mclhnn conciso, claro e seguro de cu-
rar homeopalhicamenle lodas as molestias TjL
que affligem a especie humana, e parli- w)
cularmente aquellas que rrinam no Ira- (
fil, redigido segundo os melliores trata- %
dos de homeupalhia, lauto europeos como ty
ft americanos, e segundo a propria eiperi- ifl
22 encia, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgem ^S
^ l*iiilii,. Esta obr.-i he boje reconhecida co- ^
/<\ nm a mellior de lodas que Iralam daappli- /*,
2 rac.ni homeopalhica no curativo das mo- ?/
Sh leslias. Os curiosos, principalmente, nao (&)
podem dar um passo seguro sem possui-la e ?Z
consulti-la. Os pas de familias, os senho- 1?)
A res de engenho, sacerdolcs, viajantes, ca- |
!. pitaes de navios, scrlanejos ele. ele, devem y
$) tc-l.i nii.i para occorrer promplamenle a ({?/
qualquer caso de molestia. (
Dous volumes em brochura por 109000 jj
encadernados 119000 ()
Vende-se unicamenle em casa do autor, a,
no palacete da ra do S. Francisco (Mun- *9
do Novo) n. 68 A. fA
i
O Sr. Joo Nepomuceno Ferreira
de Mello, t[ue mora para o Salgadinbo,
tiueira mandar receber urna encommen-
aa na livraria 11. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
S J .IA1\E, DEMISTA, I
;.-; conliua a residir na ra Nova n. 19, primei- ;
fj ro andar. ':
tH3tlMlS!
chronicas, 4 vo-
. 209000
. 69000
. 79OOO
. 69OOO
. ltijOOO
69000
89000
169000
109000
89000
79000
69000
49OOO
Novos livros de homeopalhia oiefrancez, obras
todas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias
lumes.........
Tesle, rrolestias dos meninos.....
Bering! homeopalhia domestica. ....
Jahr, pharmaenpea homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pello.......
Rapou, historia da homeopathia, 2 vulumes
iJarlhmann, Iralado completo das molestias
dos meninos...........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
De r'avolle, doulrina medica homeopalhica
Clnica de Slaoneli .......
Casting, verdade da homeopathia. .
Diccionario de Nvsleu.......IO9OOO
Aulas completo de analomia com bellas es-
tampas coloridas, contendo a descripro
de todas as'parles do corpo humano 309000
vedem-se lodos estes livros no consultorio homeopa-
thicu do Dr. Lobo Moscoso, ra do Collegio u. 2,
primeiro audar.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
fazer o servico diario de urna casa depouca familia :
quem pretender, dirija-se a ra do Collegio n. 15,"
armazem.
Precisa-se de urna ama de Ieite que
seja sadia : no pateo do Hospital n. 2(5,
por cima da coebeira.
LOTERA DO COLLEGIO DE |ORPHAOS.
O rautelisla Antonio Jos Rodrigues deSooza J-
nior avisa ao respeitavel publico, que os seus bilhe-
les e cautelas nao sufirem descont nos Ires primeiros
premios grandes os quacs eslo i venda pelos pre-
cos abaixo, as lojas da praca da ^dependencia n.
4, 13, loe 40, e nasoolras do coslume, cuja lotera
corre no da 2i do presente mez.
DENTISTA FRANCEZ. 9
% Paulo Caiguoux, estabelecido na ra larga ti
9 do Rosario n. 36, segundo andar, colloca den- 9
J9 tes com gengivas artificiaos, e dentadura com- 9
(a) pela, ou parte della, com a presso do ar. g
f) Tambem lem para vender agua denlfricedo g
Dr. Fierre, e p para denles. Rna larga do f
|H Rosario n. 36 segundo andar. fc;
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
qucniudou a sua aula para a ra do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico preco como lie publico: quem se
quizer utilisar deseu pequeo presumo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer bota dos das uteis.
SALA DE BANSA.
Luiz Canlarelli participa ao respeitavel publico,
que a sua sala de ensino, na ra das Trincheiras 11.
19, se acha aberla todas as seguudas, quartas e sex-
tas, desde as 7 horas da noile al as 9 : quem do seu
presumo se quizer ulilisar, dirija-se mesma casa,
das7 horas da manhaa al as 9. O mesmo se oflcre-
ce a dar lirCes particulares as horas ronvenchinadas:
lamben) da lices nos collegios, pelos procos que os
mesmos collegos lem marcado.
COMPRAS.
Compra-se a grammalica franceza de Sevenc,
em segunda mo : na ra das Flores 11. 37, primeiro
andar.
Compram-sc palacGes brasileiros e hespanhes:
na ra da Cadeia do Recife n. 51.
Em Apipucos, casa onde morn o E\m. Sr.
Bispo, compra-se urna escrava moca de habilidades,
e boa conducto, e um prelo de 18 a 24 alios.
VENDAS.
ALMAMK PAR 800.
Sahiram a' luz as olliinbas de algibei-
ra com o almanak administrativo, mer-
cantil, agrcola e industrial desta provin-
cia, corrigido e accrescentado, contendo
400 paginas: vende-se a 500 rs., na li-
vraria n. 6.,e 8 da praca da Indepen-
dencia.
5:0009
2:3009
1:21(1-
623)
5009
250
Bilheles
Mcios
Qoartos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
59500
29800
19*40
9720
9600
9320
Receber por ioleiro '5:0005
2:5009
i) 1:2509
u 625;
5009
u 2509
ATTEHCAO.
(.analto y Mendes, ultimamenle chega-
do a esta cdade viudos do Ro de Janeiro,
l teemahonra de ollerecer ao publico um
lindo e variado surlimento de joias d'ouro
e com hrilbanlcs, relogios d'ouro patente,
I faqoeiros, salvas e caslicaes, e tnilros mu-
toa objeclos de differentes qnalidades pru-
prios para senhoras, do gostos modernos
que ludo vendern por mdicos precos al-
tendendo a ponca demora que prelendem
ter aqoi : achain-se morando na ra da
Cadeia de Sanio Autuuio, sobrado u. 2l,
primeiro andar.
O abaiso assignado, offerece o seu presiono a
quem se quizer ulilisar para tirar guias do juizo dos
feilos da fazenda, lano da geral como da provincial,
por aquellas pessoas que pessoalmenleas nao podem
tirar, e que com a mesma fazenda se acham debita-
das : quem precisar pode mandar por escripia seu
nome, numero da casa, e ra em que mora, nos lu-
gares seguintes : Recife, ra da Cadeia loja n. 39,
ruada Cruz n. .56, paleo do Terco n. 19, ra do l.i-
vramenlo n. 22, praca da Independencia n. 4, ra
Nova n. 4, praca da Boa-Vista n. 2i, onde se rao
procurados os bilheles c as pessoas que quizerem
para o fim espendido, e na ra da Gloria n. 10 casa
do annuncianle.Macariio de Luna Feire.
RA NOVA N. 54.
Madama Rosa llar.dv annuncia ao respeitavel pu-
blico, que lem recebdn um rico sorlimcnlo de cha-
peos de seda, que vende a 209. 15, 109 c 89, cha-
peosinhos de seda para baplisado de enancas de 6
tnezes a 2 annus. ditos de palha de abas largas para
meninas de 4 a 8 annos, ricos cortes de seda de co-
res lavrados, ditos de quadros escossezes, bareje de
seda e lita de quadros, chaly para vestido de todas
as cores, corles de sarja preta lavrada, chamalolc
prelo, boa ssrja prela o covado a 28200, grosdena-
ples preto. dito amarello, lindas rerneiras'prelas de
filo, caboces pretos, manas prelas, carnizas prclos
para senhoras e meninas, romeiras brancas de lil
delinho, camisas decambraia branca bordados para
senhoras, lencos de cambraia de linho para mao,
dilos arrendados de cambraia de algodao.loucas para
baplisados, sapalinlios de rasemira bordados e vesli-
dinhus de seda, luvas de seda para senhoras e meni-
nas, meas de seda para senhoras e crianzas, loques,
capellns para noiva, penles do tartaruga, bonecas
francezas para meninas, um grande sorlimenlo de
chales, de la muilo iinus com franjas de seda bor-
dados de retroz de lodas as cores, dilos da mesma
qualidade lisos, ditos de retroz e de rede bordados,
ditos de seda, capotinhos c mauleleles pretos e de
cores, vendem-se pelo cusi, trancas de seda de lo-
das as cores e franjas, bicos de linho, filo de linho, e
cambraia de linho. Na mesma casa lem um gran-
de sorlimenlo de obras de ouro de le de Franca e
Hamburgo de 1 i quilates, correnloes para homem,
correntes para relogio, tranceln dalos com passa-
dor, aderocos inteiros, mcios aderecos, alfincles, cas-
solelas, pulceiras, aooeis de lodosos precos do ouro
delei. quescvenJem por 3, argolas lisas, rselas
para senhoras e meninas, medalhas, cordOes, etc. ;
lodas estas obras vendem-se mais baratas que em
qualquer oulra parle.
Qoein quizei dar 10O9OOO com hypollicca em
urna escrava moca, annuncie por este jornal.
No sobrado da ra do Pilar n. 82, precsa-se
lugar um escravo ou escrava que saiba cozinhar e
fazer lodo o mais servico de urna casa de pouca fa-
milia ; prefere-se escravo, o paga-se bem.
Precisa-se alugar um preto para ser-
vico de casa de homem softeiro : na ra
do Trapielicn. 16.
Qucm precisar de 2OO9OOO ale 1:0008 a joros de
doDi por cento, com livpullieca eiu predios, aonun-
' ce por esto jornal.
Chapeos par.t criados.
Acabam de chegara praca da Independencia loja
de chapeos ns. 21 a 30, chapeos oleados para pagens
de muilo boa qualidade e modernas formas.
Chapeos para senhora.
Vendem-se por rommodo pre$l, superfinos cha-
peos de seda e palha para senhora. com ricos enfei-
les, e dos mais modernos venda no mercado :
na praca da Independencia loja de chapeos, de Joa-
quim de Oliveira Maia.
Vendem-se uvas muscateis de ltama-
raca': na ra do Queimado n. ."!).
LINDO S0RT1MEM0 DE CALCADO.
Na ra Nova n. 8 loja de Jos Joaquim
Moreira, lia um bello sortimento de cal-
cado para senhora, que pela sua qualida-
de e preco muito deve agradar as senho-
ras, amigas do bom e barato: os precos
sao os seguintes, ja' se sabe, a clinhei'ro
sem disconto.
Sapatos de couro de lustre. l.s~00
Borzeguins com salto para senhora. 3jjf500
Ditos todos gaspeados tambem com salto
para senhora. ..s'illO
Sapatos de cordavo de muito boa quali-
dade. # l.slOO
Em casa de Timm MonisenA Vinas-
sa, praca do Corpo Santo n. 13, ha pal-a
vender :
Um' sortimento completo de livros em
blanco de Hamburgo.
Lonas da Russia de superior qualidade e
por preco muito coinmodo.
Vaquetas para-carro.
Sola branca.
Licores de dillerentes qualidades.
Absinthe e cherry cordeal de superior quaS
lidade.
Vinho de champagne da marca afamada
Faure pe're & lils.
Chocolate trance/..
Pianos musicaes e horizontaes.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O uuco tlepnsitn'ctmlimia a ser na botica de llar-
Iholomeu Francisco deSooza, na ra larga do Rosa-
rio n. 36 ; garrafas grandes 59500 e pequeas 3^XK).
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phlisca em todos os seus difierentes
graos, quer motivada por consliparoes, losse, aslh-
ma, pleuriz. escirros de saugue, diir de costadus e
pelo, palpilacao no coracao, coqueluche, bronchilc
dr na gargaola, e lodas as molestias dos orgos pul-
monares.
ARADOS DE FERRO,
fundicao' de C Starr. & C. em
Amaro acha-se para vender ara
c' MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de caimas todas de ferro, de um
modello e construccao muito superiores
NAVALH AS A CONTENTO E TESOLRAS.
Na ra da Cadeia do Kecife n. 48, primeiro an-
dar, escriplorio de Augusto C. de Abren, cjoli-
nuam-se a vender a 89IXKI o par (preco fivo) as ja
bem conberidas e afamad is navalhus de barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na ex,iosir,lo
de Londres, as quaes alm de durarem exlraardina-
raraente, nSo se sentem no rosto na aero d cuitar ;
vendem-se com a cundirlo de, nao agradando, po-
dercm os compradores devolve-las ate 15 iliasdtpois
pa compra restituindo-se o importe. Na mesma ca-
sa ha ricas tesourinhas para unhas, feilas pelo inesi
mo fairicanle.
Na
Santo
dos '
(^hegaram pola barca GUSTAVO, chapeos de
mulla ile superior 'qtialidaOc e elegantes furmas,
hora romo chapeos de caslnr liranco e prelo, dilos
tle seda de formis mo lernas e excellentc qualidade,
os quaes se vendem pnr preco razoavel : na praca
da Independencia luja de chapeos de Juaquim de
Oliveira Maia ns. 21 a 30.
DIANA ESCOCEZA A 300 RS. 0
COVADO.
Cliegou polo ultimo navio francez nina fazenda in-
tciramenle nuva, gusto escocez, com o lindo nome
de diana : vende-se nicamente na Inja de Ilenrique
& Sanios, na ra do Queimado n. 40.
Na loja de madama- Rotithier, modista
franceza, ra Nova n. 58.
Superior grosi'enaplc prelo, liso, cabeciles preto?,
capnlinhos de til > pretos, chales de retro/., meias de
seda brancas para senhora, toncas para baplisados,
cspellas para noiva, mantas de fil de seda prelas,
milacao de blondo, bicos de linho, cscnmilha, lit,
florese fitas, bonilas.camisinhas, franjase trancas de
seda prelas, e outras muilas fazendas que se vendem
por precos commodos.
Vende-se tu permuta-se por casas nesla praca
o sitio Estiva de cima, no lugar da Ibura, com boa
casa ile vivenda e bastantes torras para planlaco,
criacao c maltas, muito pcrlo do embarque : qiiem
o pretender, dirija-se .i praca da Independencia n.
23 e 3b, que ahi achara com quem tratar.
CORTES DE VESTIDOS DI' SEDA ES-
COCE/. A Ki.sOuO, CHAPEOS PARA
SENHORA A 130000.
Seda c setim preto lavrado a 20500, sarja prola lisa
a 2)000 e 29O0, chales de retroz muilo bonitos a
I8.5OOO, romeiras a I0JO00, luvas de seda de lodas as
cores, meias prelas e brancas, e outras militas fazen-
das, que se vendem baratas : na ra Nova, loja n.
1(, de Jos l.uiz l'erera.
Vendem-se meias prelas de seda para senhora
e meninas, nrralas com rolan hamburguez, e meias
de Ifia para homens, senhoras e meninos: na ra da
Cadeia du Kecife, loja do Bourgard.
Vende-se 01 arrendase o sitio que fo de Pau-
lino Augusto da Silva Freir, sendo esle muilo gran-
de, e leudo minios commodos para vaccas de leile,
na Iravessa da Casa Forte para o Arraial : quem
pretender, dirija-se ao mesmo, ou aoaterro da Boa-
Vista u. 34, lerceiro andar.
Vende-se um lampean de 3 bicos, rom muilo
pouco uso, c por preco coinmodo : ua ra Dircita
n. .
VESTIDOS DE SEDA ESGOS-
SEZA A 16,000 0 CORTE.
Ricos corles de vestidos de seda de quadros largos
e lnulos padres, pelo coinmodo preco de IfiJOOO rs.:
na loja de Ilenrique & Santos, na ra do Queimado
n. 40 ; dao-se amostras com peuhor.
Chapeos francezes para homem, palitos,
calcas e colletes.
Chapeos francezes, os mais modernos, sobre-casa-
ras b palitos de panno fino, de alpaca o do riscados,
calcas de casemira prela, de brim 1 raneado, col lotes
de fustao e de seda : na ra Nova, loja n. 16, de Jo-
s l.uiz I'ercira.
. Vendem-se os serjuintes livros: Ber-
{'.zr. diccionario theologico por 10S0OO
1^., Jouli'roy, curso de direto natural por
.S'OOO rs., Polhier, tratado de direito ci-
vil por -20.S00 rs-, e p 'romance Dos
Dispoe, de A. Dumas por 7,s()00 rs.:
r[uem quizer annuncieA
CREMEL.NA DE QUADROS
ASSETINADOS, A 1,100
0 COVADO,
Cliegou no ultimo vapor da Europa, urna fazenda
a mais moderna do mercado, propria para vestido
de senhora, de quadros largos asselnados, toda de
seda, denominada Crcmeliua : vende-se na ra du
Queimado n. 19: o dao-se amostras com penhor.
Crimea.
Chegorfno uliimn vapor da Europa, urna fazenda
cleiramente nova, toda, de seda, do quadros largos:
a qual o in.ul.im sino em Pars da o nome de
Crimea ; vende-se na ra do Queimado n. 19, pelo
barato preco de lsOOO o covado, c dao-se as amos-
slra cem penhor.
BELOM A m RS. 0 COVADO.
Veio no ullinio navio francez urna fazenda nova,
goslo escossez, com i palmos de largura, muito lina,
que pelo seu brilho parece seda, a qual o madamis-
mo cm Varis d:i o nomo de lieloua : vende-so na
ruado Queimado n. 19.
CASEMIRA PRETA A 5,500
0 CORTE.
Setim prelo maco a 29700, 3--JOO0 e 3&J00 o co-
vado.
Panno prelo a :1>000, 4000, SJOOO e G$000 rs.
minio lino,
(ros de naple prelo a 1-?700rs. o covado.
Chamalnie prelo a 25000.
Velludo prelo a :i3800.
Mantas pretos de blond a 109000.
Vende-se na ra do Queimado n. 19.
Vendem-se micas inglczas, dcbrfiadas de mc-
lal, proprias para viagem, por prefo commodo, meias
de seda prelas, iuglezas, para senhora a 15000 o par,
luvas de torcal prelas a 15O00 o par, dilas de Jouvin
com enfeiles a I3OOO, e para homem a 25000. car-
leiras de agulhas a 280, boles de madreperola a 900
rs. a grosa, penles do alar cabello, de liurracha. a
l?C00, trancas de seda de todas as cores, por baralo
preco : na ra do Queimado n. II. Na mesma se
encontrara um completo sorlimenlo de miudezas.
Vende-se banlia de porco den elida a 100 rs. a
libra : na ra do Ilaogel n. 35.
Bom e commodo, para as familias. S
Cansas de cores lisas e de goslos muite mo-
demos, pelo baratissimo proco de 240 rs. o
covado, um completo sortimento de lodas as 9
fazendas por meDos 10 c 20 por cento do seu
valor, por se 1er comprado urna grande por-
cjio deltas, de una loja que linduu : lem um
grande e completo sortimento de pannos pre-
5 los e rasemiras prelas, para lodos os precos : @
5 na ra do Queimado, loja do sobrado ama-
relio n. 29, .le Jus .Moreira Lopes. 1
e -as@es .y
vende-se a casa terrea de 2 portas c 1 janella,
na ra de Aguas-Verdes, lado da sombra n. 82, a
qual casa lem no fundo urna oulra de porta e janel-
la, e nm quarlo com urna porta com frente para a
ra de Hurtas, ludo em chaos proprios, sendo a casa
da ra de Aguas-Verdes de paredes dobradas, pro-
pria para levantar-se sobrado : a pessoa que preten-
der, dirija-se i rundaMangueira 11. 9, na Boa-Vista,
ou no trapiche do algodao, que achara coin quem
tratar.
Vende-se milln a granel muito novo, .1 bordo
da barcaca Diligencia, encostada na rampa do Caes
do Ramos.
Vendem-se boas hlalas, queijos a 1>COO, man-
teica a 640, 720, 80(1 o 960, nnzrs .1 100 rs., ameUas
a 200 rs.,gomma a SO rs., cafe a 180, cha a I56OO,
23000, 25240 e 2556), loucinbo 11 360, assocar bral-
eo lino a 100 rs., baixo a 90 rs., mascavado a 70 rs.,
sardinlias de Nanles a 800 rs. e 6 a lata, buoha a
180, cha preto omel'mr que ha no mercado- a 29080,
esleirs do Aracaly a 200 rs., fejao prelinho muilo
novo a 48, mulaliulio a 600 is., arroz a 480 a cuia:
no paleo do Carrao, quina da ra de Hurtas .1. 2.
CASEMIRA PRETA A 5,500
0 CORTE.
Panno preto muito lino a 35200 o covado.
Setim prelo Maco a 25700 dem.
Grosdcnaple prelo a 15700 dem.
Sarja prela hesp.inhola a 1^600 ideo.
Alpaca prola de lustre, fina, a 600 rs. dem.
Meias de seda prela para senhora a 25000.
Lencos de selim prelo Maco a I56OO.
Luvas de seda prelas para homcm o senhora a
15280.
Na ra do Queimado, em frente do becco da Con-
gregarao, passandn botica a segunda loja de fazen-
das o. 40, e dflo-se es amostras com penhores.
mente
ra do Amorim
la & Santos.
11. S, armazem de Pau-
Vende-se ellectivainente alcool de56 a 40
graos
cm pipas, barr* ou caadas :
la, distilaco de tranca.
na Praia de Sania R-
ARIIOZ DO MAHAMIA'O.
Vende-se no armazem n. 16 do becco
do A/.eitedo Peixc, por pceo commodo.
Vende-se urna balanca romana com lodos os
seus perlcnces. em bom uso e de 2,000 libras quem
a pretender, dirija-se a ra da Cruz, armazem n. i.
ROLAO' FRANCEZ
(.hegou de novo e se acha venda a deliciosa pi-
tada desle rolo francez, e s se encontrara na ra
da Cruz n. 26, escriplorio, na loja de Cardeal, ra
larga do Rosario n. 38, e ua de Manuel Jos Lopes,
ua mesma ra 11. 40.
FARELO MUITO NOVO.
Vendem-so saceos muito grandes com
farello clicgado ltimamente de Lishoa :
na rita do Amorim n. i8.
-MASSA DE TOMATES.
Em latas de 4 libras cvrcllentc para tempero, e
tambem se vende a libras pnr preco commodo : na
ra do Collegio u. 12, em casa de Francisco Jos
Leile.
Moinhos de vento
'om bombasde repuso para regar borlase baisa,
decapim, nafundiradc 1). W. Bowman : na ra
doBrumns.6,8elO.
CEMENTO ROMANO.
Vende-se superior cemento em barricas e a rela-
llio, no armazem da ra da Cadeia de Santo Anto-
nio de materiaes por preco mais em conla.
CAL DE LISBOA A t|000 US.
Vcndcm-sc barris com cal de Lisboa, chegado no
ultimo navio a 45000 pnr cada una : na ru do Tra-
piche u. 16, segundo andar.
FAKINIIA DE MANDIOCA.
Vende-se saecas grandes com muito su-
perior larinha de mandioca por preco
commodo: no armazem n. 16 do becco
do Azeite de Pei\e; ou a tratar com Anto-
nio de Almeida Gomes &C, na ra do
Trapiche Novon. 16, segundo andar.

8
(g?) Vende-se superior
(>#j hespanhola.
uja pela
9
8
8
8
8
($>
0

liengallas linas com lindos cas-
toes.
Meias de seda brancas e pretas
para senhora.
Setim preto macan pata colle-
tes e vestidos.
Chales de crep, bordados c es- SJ
tampados.
Saias brancas bordadas para se-*
nhora v__
Vestidos de cambraia a Poii'.-
padour.
Charutos Lanceiros.
Papel pintado para forro de ($
sala. fj
Chocolate francez muito supe- eft
rior. ^,
^ Agir de llor de laranja de muito S
g boa qualidade.
No armazem de -Vctor Lasue,
W ra da Cruz 11. 27. K^~^"
J3:S5|@Sa:SS33l&'
RA 1)0 CRESPO N. 12.
0 Vende-st nesta loja superior damasco de
;:0 seda de cores, sendo brauco, encarnado, rxo.
fi por preco razoavel.
Vende-se muilo bom Ieite : na roa Direila n.
129, primeiro andar.
SARJA PRETA E SETIM
. MACA'O.
>a rua du l.rcspo, loja 11.6, vndese superior
sarja hespsjiliola, muito larga, pelo dimiuulo precn
rte 25300 2&600- o covado, setim maco a 258OO 9
35201)0 covadu. panno prelo de 35000, 45000, ."i^OOO1
c 65lX)0 o corado.
Na ra do Vearo 11. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novii,.chcgadn de Lisboa pela barca Ura-
tido.
CEMENTO ROMANO.
Vcndc-sc superior cemento em barricas grandes ;
a--un como lambem vendem-se as linas: alrazdo
thealro, armazem de Joaquim Lopes de Almeida.
Riscado de Hstras de cores, propo
para palitos, calcas e jaquetas, a 160
o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Chales de merino' de cores, de mnito
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
DEPOSITO DE CAL DE LISBOA.
Na ra da Cadeia do Kecife 11. 50 ha para vender
barris rom cal de Lisboa, recenlemenle chegada.
Na ruado Trapichen. 16, escriplorio
de Hiander a lirandis&C, vende-se por
precos razoaveis.
Lonas, a imitacao das dn Russia, de
muito boa (jualidade.
Papel para imprimir, formato grande e
pequeo.
Papel de cores emeaivas sortidas, mili-
to proprio para torrar chapeos.
Papel almaco e de peso, blanco e aznl,
de boas qualidades.
Gra\a para arreios de carro.
Candelabros de 6 luzes de feitio ele-
gante.
Tapetes linos.
Alvaiade de zinco muito superior ao al-
vaiade commum. eorrf o competente scc-
cante.
Em casa de J. Keller&C, na ra
da Cruz n. 55 ha para vender excel-
I en tes pianos viudos ltimamente de Ham-
burgo.
DEPOSITO DO CHOCOLATE HYGIE-
NICO DA FABRICA COLONIAL.
Este chocolate, o nico preparado com
substancias puras, nutritivas e hvgeni-
cas: vende-se em casa de L. Lecomte Fe-
ron & C: ra da Cruz n. 20.
Precos:
Extra-fino. '. 800 a lib.
Superior.. 640
Fino.....500
FARINHA DE MANDIOCA.
' Vende-se superior farinha de mandio-
ca, em saecas pie tem um aUpteire, me-
dida velha, por preco commodo: nos
armazensn. 5, 5 e 7 defronte, da cscadi-
nha, c no armazem defronte da porta da
alandega, 011 a tratar no escrptorio de
Novaes i C, na ra do Trapiche n. \,
primeiro andar.
Vende-se gomma em saecas de qua-
lro arrobas e rnea, a 8$000 rs. urna: na
rua da Cadeia do Recife, loja n. 10.
SETIM PRETO LAVRAO U.300
RS. 0 OTAD.
Vendse setim preto.de Maco a 39800 o rnvado
sarja prela despalillla 25J00, mohrera prela pnr-
tii2iiei. a iNI(K>," velludjitl" pclbor possivel ,1
> .IH), mamas prelas de Matid a Itcj, tnrias ,lo seda
prela de peso 39. luvas prelas thj sjrda de lodas as
qualidades a t.-S<), panno proln |irov de limito de
'- '-. ?a-.einira prela setim de -.'j.a 2.")O0 : na lo-
!' lo Ilenrique & Sanies, na rua de Qoeiuiado n.
10, dao-se a* amostras com ptnhorcs. '
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora cm Sanio
Amaro, e lamliem no DEPOSITO na
1 na do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Maiinha ha* sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como egtrangeira,
batidas, fundidas, grandes, peciuenas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
eMstem (uindastes, para carregar ca-
noas, ou canos livres de despeza. O
precos sao' os mais commodos.
5
IIIITII mn
"1
,CEMEM0 ROMANO BRANCD.'
Vende-se cemento romano branco, chegado agora,
de superior qualidade. muilo superior ao do consu-
mo, em barricas e as linas : alraz do thealro, arma-
zem de laboas de pinho.
Vende-se farinha de mandioca mui-
to superior, a.sOOrs. a sacca : nos ar-
mazens de Luiz Antonio Annes Jaconie,
eno de Jos Joaquim Pereira de Mello, no
caes da alandega, c em porcao, no es-
criptorio de AranagaA Bryan, na rua do
Trapiche-Novo n. 6, segundo andar.
Taixas pare engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao'
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Scnzala Nova n. 4 2.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Cliicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Chumbo em lencol, barra e municao.
Farello de Lislxta.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro e de vela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Chapeos aljertos.
Chcgaram a loja e fabrica de chapeos,
de Joaquim de Oliveira Maia na praca da
Independencia, os desejados chapeos de
palha arrendados para homens e meni-
nos, ecpiese vendem por preco mdico.
PARA A QUARESMA.
Sarja prela hespanhola de primeira, qualidade, se-
lim preto muilo superior, casemira prela franceza,
dita selim, velludo prelo superior, panno prelo mui-
lo fino, com lustre e prova de liman, e de outras qua-
lidades roas abaiso : vendem-se na rua do Crespo,
luja da esquina que volla para a cadeia.
CAL V1RGEM.
a mais nova que ha no mercado, a preco commodo ;
na rua do Trapiche 11. Ij, armazem do Bastos Ir-
maos.
COBERTORES ESCROS E
BRANCOS.
Na raa do Crespo,loja da e-quina que volla para a
cadeia, vendem-se" cobertores eseuros, proprio* para
escravos, a 7:20, dilos grandes, licm encornados, a
18280, ditos hrancosa 13200, ditos cum pello imi-
tando os de la a 1?280, ditos de la a 2J100 cada
um.
Farinha de mandioca.
Vende-se saecas grandes com farinha :
no armazem de Jos Joaquim Pereira de
Mello no caes da alandega, e para por-
coes a tratar com Manoel Alves Guerra
Jnior, na rua do Trapiche n. 14.
NOVO SORTIMENTO DE COBERTORES DE TO-
BAS AS QUALIBABES.
Cobertores cscuros a 720 rs., dilos grandes a 1>200
rs., ditos hrancos dealgododc pello e sera elle, a
imilaco dos de papa, 1 1^200 rs. : na loja da rua
do Crespo o. 0.
de
com os pregos
em
\cnde-se cobre para forro
$ 20 at 28 oncas.
* Zinco para forro
S competentes.
72 Chumbo em barrnhas.
X A.,vaiade de chumbo.
W) Tinta branca, preta e verde,
Q Oleo de linhaca em botijas de 5
galf.es.
(g Papel de embrulho.
g. Vidro para vidrac.
^ Cemento amarello'.
Armamento de todas
dades.
(encina de HoIIanda
9
tt
m
as quali-
em Iras- ^
POTASSA BRASILEIRA. @
Vende-e superior potassa, fa- (&i
uicada no Rio de Janeiro, che- fcft
gada ecentemente, recommen- /a
ila-se aos seuhores de engenhos os S[
seus bons ell'eitos ja' experimen- j
tados: na rua da Cruzn. 20, ar- w
nacen de L. Leconte Feron & (}
Companhia.

I
$
querrs.
Con ros de lustre, marca grande.
Arreios para um e dous ca-
vallos.
Chicotes para carro esporas de
ac prateado.
Formas de ferro para fabrica de
assucar.
Papel de peso ingle/..
Champagne marca A&C.
Y. um resto pequeo de vinhosdo
Hlieno de (jualidade especial:
no armazem de C. J. As-
tlev & C.
BALSAMO H0M0GEHI0 STM-
PATHICO.
lavnravelmente acolhido em lorias as provincias
.In imperio, o tilo eral como devidsmenlc aprciado
por suas admiravois virtudes.
MOLESTIAS CURA VEIS
IMK HEIO UESTE PORTENTOSO BALSAMO.
FEHIDAS DE TOBO O 'GENERO, anda que
sojam com lacerafes de carne,r queja estivessem no
estado de chagas chronicas, esponjosas e ptridas.
I.ouo depois da appljcaciiu cessam as llores.'
ULCERAS E CANCROS VENREOS, escorbu-
ln, sarnas, erisipelas, molestias cutneas 00 perpe-
tuas, e scirrhos, conhecidos pelo falso nome de fisa-
do nos poitos. rheumatismo, dielezede lodas as qua-
lidartos. olla, inchacoes e flaqueza as articulantes.
1 ,H 1-1MAIII HAS, qualquer que seja a causo e o
ohjeclo que as produzio.
(MESMO BALSAMO se lem applicado com a
inaior vantagem as moleslias seguinles : porm ad-
vorte-sc que s se deve recorrer a elle em casos ex-
tremos, na falla absoluta ou impossivel de se obter
a assisiencia de um facullativu.
v'cnde-sc escecule taimado de pinho, recen-
lemenle rliecado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a enlender-se cora o adminis
rador do mesmo.
AOS SENHOBES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandzas, com gran-
de vantagem para o mcllioramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
ff. O. Bie.ber & Companhia, na rua da
Cruz. n. 4.
Devoto Chtistiio.
Saho a luz a 2. edicilo do livrioho denominado
Devolo Christao,mais correcto e arrescenlado: vende-
se tilicamente na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia a 610 rs. cada esemplar.
PBLICACAO' RELIGIOSA.
Sabio luz o novo Mez de Maria, adoptado pelos
reverendsimos padres capiichinhos de N. S. da Pe-
nha desla cidado, augmentado com a novena da Se-
nhora da Conceirai), e da milicia histrica da mc-
dalha milagrosa, e deN. S. do Bom Conselho : ven-
de-se nicamente na livraria n. 6 e 8 da praca da
independencia, a 1MXH.I.
Na rua do Vgario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violo e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, sclio-
tickes, modinlias tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Vendem-se ricos e modernos pianos, rcenle-
mente chegados, de escolenles vozes, e presos com-
modos em casa de N. O. Bieber c\ Companhia, rua
da Cruz n. 4.
Vendem-se lonas da Russia por preco
commodo, e de superior qualidade: 110
armazem deN. O. Bieber&C,, rita da
Cruzn. 4.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, paral
dito.
Vende-se um cabrolet com cobcrla e os com-
petentes arreios para um cavalln, iodo quasi novo :
par ver, no aterro da Boa-Vista, armazem do Sr.
Miguel Segeiro, e para tratar no Recife rua do Trapi-
che n. t, primeiro andar.
IIS11 LAS. em qualquer parle do corpo
I.OMBRIAS, nao exceptuando a leni,
laria.
11 ia ousoli-
********
Deposito de vinh de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propredade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o mellior
de toda a Champagne, vende-se
a 36,S'00 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
I goConde de Marcuile os rc-
| tulos das garrafas sao azues.
mm**m*m
Potassa.
No anligo deposito da ra da Cadeia Velha, es-
criplorio n. 1-J, veude-se muito superior potassa da
ltur.sia, americana e do Ro de Janeiro, a prejos ba-
ratos que he para fechar contas.
Na rua do Vig ario o. 19 primeiro andar, tem a
venda a superior flauclla para fono de sellins che-
gada recenlemenle da America.
Vendem-so no armazem n. &), da ru da Ca-
deia do Recife, de lleary tiihson, os mais superio-
res relogios fabricados"em luglalcrra, por precos
mdicos.
A 480 rs. a vara.
Na loja de liuimares ileuriques, rua do Cres-
po n. vendem-se cassas francezas muilo finas, obe-
ladas ltimamente, de costos delicados, pelo barato
preco de 480 rs. a vara : assim como tem um com-
pletosortimento de fazendas (linas, ludo por preco
mullo commodo.
MORDEDURAS de qualquer |epecie, inda que
sojam as mais venenosas.
DORES colicaso de barriga, deblidade do eslo-
mago. olulruceao das glndulas, ou enlranhas, c ir-
reiiularidade un falta da monstruoso ; e solireludo,
inllamniaces do flgado e do baro."
AFFECCO'ES do peilo, degeneradas em principio
ile phiisica etc. Veude-se na rua larga du Roiario
11. 3(i. .
^0V\ MELPONE
He chegada e vende-se na loja da qualro portas
da rua do Ouoimado n. 10, a muito procurada fa-
zemla denominada melpomene de cores para
vestido de senhora, sendo novos goslos e por mullo
menor proco, que he lJOO o covado.
FIMO EM FOLHi
Na rna do Amorim n. 39, armasem de Manoel
dos Santos Pinto, ha multo superior fumo em folha
para fazer charutos.
- FEUAO IlLATINHO.
.Na rua do Amorim 11. 39, armazem de Manoel dos
Muios Pinto, ha superior feijSo inulatinlio em sac-
ias por precos razoaveis.
ADELINAS i 1000 RS. 0
GOTADO.
CIi&gu pelo vapor 5ofem, da Europa, nma fazen-
da nova, loda de soda, de quadros largos atselinados
o malisados, ultimo goslo em Pars: vende-se uai-
oamente na loja de Ilenrique & Sanios, na rua do
Queimado n. 10.
(ros de Naples a LsOOO rs. ocovado!
Na ma do Crespo n. 5, vemlcm-se ricas sedas fur-
la-cores, isas e i'.equadios, lindos gostos, com um
pequeo loque de molo qae pouco se condece, poln
barato puro de 1? o covado. Assim como se acha
na mesma loja um lindo e variado sortimento de se-
das que se vendem moilo barato.
& VESTIDOS DE SEDA A22*000.
Si Ha na loja do Manoel Kerreii
3! rua da Cadeia-Velba n. 47. vestidos de seda T
.\ os mais modernos a 228000 cada um : ha %
V lambem gros de aples de flores a 2S00 rs. %
,'s5 o covadu, meia casemira de lia pora per 2
9 25500 m. o corle de calca, a outras tazendas ?
9 muilo baratas. vP
t9*&m&s&-99m9m9

ESCRAVOS FGIDOS.
(RATiFICACAO" 1>E CEM MIL RES.
f'.onliniia a oslar lusido desde o da .exla-feiro, 12
do mez de agosto de 1853, o escravo, crenlo, de Ho-
me Argemirj, natural da villa de Vesquaira, cowi os
signaes seguintes: dade 23 a 24 annos, pouco mais
ou menos, estatura regular, cor prola retinta, nariz
comprido, denles bonitos e com falla de una delles
no lado, com um signal arredondado na ciibeca do
lado esquordo do lamanho de urna polleg-ida e seaa
cabello, he muito regrista e cosluma andar fumando
cigarro, com chapeo ou bunel na cabeca a.o lado, ves-
tido de calca e camisa de algodaozinho Mija, e levnu
comsigo orna casaca de alpaca cinzenla. muito srtr-
rada as aba!, e urna calca de bnm azul rsradinho.
loi escravo do Sr. coronel Panlaleao do Siqueira
Cavalcanti. d.iquella villa, para onde se suppe qae
se tenlia evadido, ou para os engenhos do sul, dos
unaos ,iu Hieiiuio seuhor. a quem encarecidamente.
se pede se nao deixem Iludir pelo referido escravo,
que se intitula forro, e o enviem para, esla capital,,
entregar na rita da Praia, armazem de carne r^cea
ii. 7(1, de Anacleto Antonio Ferreira, qne pro*.np!a-
meute pagara a quanlia cima. O mesmo se pede a
lodas as autoridades policiacs e capilaes de 'ampo, e
protesla-sejcoulra quem o tiver occullo.
IOO9OOO rs.
Desappareceu do abaiso assignado uta sea escravo.
criouto, de nome Joio, por orcasiao r.m qaa ia para
sen engenho l.age, cotn os signaos se/uinles : cabra,
com idade de 30 anuos, pouco mais ou menos, esta-
tura regular, espadainto. Tallo de d'-nles na frente do
lado dcima, urna marca de lalho 1.10 beico superior,
oulra dila na clavicula ; o qual i.-scravo lie lilbo do
.Maranhao, intilula-se forro, e j servio em primeira
linha : roga-se a todas as autoridades policiaes e ca-
pillos de campo, a apprehensito do dilo escravo, e
conduzi-lo nesta piaja casa do Sr. Yetx l-rancisco
de Souza Magalhaw. ou nos Afogai ios era sua casa,
que receber a gralilioacAo cima.
Jott Pedro -'elloso da Silveira.
CEM Mil. HEIS DE RAi 1FICACA0\
Desappareceu no dia 6 de dezei nbro do anno pro-
imo pascado, Benedicta, de li a nin< de idade, ve-
ga, cor a-aboclada ; levuu um vitstido de chita com
lislras cor de rosa ede caf, e*0dtro lambem de chi-
ta branco com palmas, um lencu amarello no pesco-
coja desholadn: quem pipucus, noOileiro, em casa c'.e Joo I.olc de Aze-
vedo, ou 110 Kecife, na prar;a do Corpo Santo u. 17.
que recebara a gralifioajilo cima.
PERN TVP. DE M. F. DE FArUA. 1855

r
>
\
11 rnniri


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