Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00884


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Full Text


4

i
vf
j*
-
N. 478.

.no rf DIARIO DE PERNAMBUCO.
Quinta Feira 16 de Setembro. S. Cornellio e Cypriano Mm.



'




VTVT a T
UiDI 1 AL.
Preamar as 3 horas e 42 minutos da manha.
#10^D->-------





.
A Cmara Municipal desta Cidade do
co Francisco Goncalves da Rocha
Joze Gomes Leal.

F

Recife ge,





DIALOGO.

1
Az saber a todos os Habitantes de3ta
Cidade, e seu termo, que nos Bairros do
Recife S. Antonio, e Boa Vista, tiverem
cazas, terrenos, e allagados pro p nos, ou
foreiros a' edificar, que da publicacao des-
te em oante Ihes tica prohibida toda, e ve recear tudo, se nao apartar de si oa a-
qualquer Construcca, earquitetua ar. duladores, ese nao coctumer** 1mk> a
Do sabio e virtuoso Rispo Fenelon.
Or maiores, que sejao as qualidades
naturaes de hum joven Principe, elle de
**. MM^nnM *,.,1^ ..*. __. -*T i
bitraria ; devendo de hora em diante edi-
ficaren>se todas as cazas, e ras pelo pa-
rio dado pelo Sargento Mor Engenheiro
Joao Blon, auctorizado, e encarregado
por esta Causara, para fazer cordear os
terrenos, e metreicar a arquitetura das
rezistir as suas paixoes, e a amar aquel
les, que tiverem a eoragern de ie dizer a
verdade -
Alexandre e Aristteles.
Arist. Estou admirado de vero
meu discpulo. Que glora para mi ni o
frentes dos edeficios de maneira, que pelo ter instruido o vencedor d' Asia !
decuiso do tempo todos se venhao a igua
lar, e tirar esta lindissima Cidade da an-
tiga irregularidade, e incommoda tortuo-
zidade, cora que ate o prezente tem cres-
cido. O mesmo Sargento Mor Engenhei*
ro se acha authorizado para impedir re-
ediicacao das cazas velhas, fazedas cor.
dear, e chamar as suas frentes ao alinha*
mente, e arquitetura do novo plano. Os
contraventores Proprietaros, e os seus
res (lectivos obreiros sera punidos com as
[>enas comminadus ein as novas Posturas
a' tal reapeito. E para que chegue a no
ticia de todos, e nao ptissao allegar igno
Alex. Mu caro Aristteles, tor-
no a verte com glande prazer. D y,.\e
que deixei a Macedonia, nunca mais te
vi : mas anda no meio das ninhas majo*
res conquistas nunca me esqueci de ti :
bem o sabes.
Arist. Lembras-teda la mccoa.
de, que era tao amavel ?
Ales, m Sim : parece-me, queain*
da estou em Pella, ou em Pydne, e que
veos da Stagyras para me ensillares a \o*
zona.
Arist. ni Mas tu desprezagte hura
pouco os meus preceitos, quande a gran- '
rancia manduii a Cmara lavrar o prezeiu de prosperidade embriegci^te o corarao.
te, publicar pela Imprensa, e a rutarnos
Jugare* dp costtime. Dado em Sessao ex*
traerdinaria da Cmara Municipal da Cn
dade do Recife aos II de Sete.nbro de
1830. Antonio Joaquim de Mello, Pre*
zidente Joze Joaquim Jorge Goncalvei
Antonio Elias de Moraes Caetano
Joze Ferreira de Moraes Manocl Jo
aquim Ferreira Joze Rodrigues do Pa
Alcx. Assim le: bem sabes,' 1
ou sincero: agora porm, que nao sou
mais, do que a sombra de Alexandre, re-
conneco, que Alexandre para mora! era
muito toberbo, e altivo.
Arist. j-j Tu nao tomaste o meu Ma-
gnnimo por modelo ?
Alex. -h Eu nao botava sentido a is
so. O ten Magnnimo he tum pedante :




(5134)
nada tera de natural, e verdadeifo; he
guindado, e excessivo em tuda.
Ai ist. *m E tu eras pouco excessivo
no teu herosmo ? Chorar por nao ter a-
inda iubjugado hum mundo, quando te
diziao, que havia5 muitos ; correr ira-
mensos reinos para os restituir a seus Res
depois de os ter v eneido; assolar o univer-
so para que este fallasse de ti; lancares-
te sozinho sobre as muralhas de huma Ci-
dade inimiga ; quereres passar por huma
divindade: assentemos, que tu es mais
excessivo, do que o meu Magnnimo.
4lex. n Ora aqui estou outra vez
. na tua escola! Tu lancas-me em rosto a
minha vida, como se anda estiveramos
era Pella : nao passarias taobem* se assim
me fallaras sobre as margens do Eufrates;
mas as margens do Stygio ou?e-se hum
censor com mais paciencia. Dize-me,
pobre Aristteles, tu que tudo sabes, don*
de vem serem certos Principes ta bellos
na infancia, e ao depois esquecem-se de
todas as boas mximas, que aprenderao,
todas as vezes que se tracta de as por em
pratica? Do que serve, que em meninos
fallem, como papagaios, aprovandotudo,
que he bom ; se a rasao, que devra eres-
cer com a idade, parece desampaialos,
logo que se elles mettem nos negocios ?
Aritt. *+ Com effeito a tua mocida-
de foi maravilhosa ; tu traetavas com ur-
banidad os Embaixadores, que entravao
a Filipe; tu amavas as letras, lias os poe-
tas, encantavaste com Homero; teu Co-
racao se enflamava lando as grandes ac-
edes dos hroes. Quando tomaste The-
bas, respeitaste a caza de Pindaro: ao
depois, quando invadiste a Asia, inste ver
o tmulo de Achyles, e as ruinas de Troia.
Tudo isto mostra hum natural humano, e
sensivel as bellas cousas. Esse teu carc-
ter na5 toi desmentido, quando confiaste
a tua vida ao Medico Felipe ; porm an-
da mais quando tractaste taobem a familia
de Daro, que este morrendo, considera va-
* se feliz pela deixar entregue a tua guar-
da : a filozofia, e o bom genio fizeraS-te
obrar tudo isto; o mais nao ouso dize-lo.
Alcx. hh Dize, dize, meu caro Aris-
tteles : tu nao tens mais, que contempo-
rizar.
ArwU Esse fauto essa moleza
essas suspeiUs, crueldades, iras, e repen-
tes furiosos contra os teus amigos, essa
eredulidade por viz lizonjeiros, que te
chamava Dos
Alcx. hh Ah! Tu dizes a verdade.
Eu quizera ter morrido depois que venci a
Dario. M ,
Art. m Oh! Pois nao desejavas ter
subjugado o resto do Oriente ?
Alex. ~ Essa conquista he-me me-
nos gloriosa, do que me foi vergonhoso o
haver suecumbido a' minha propria fortu-
na, esquecendo-me da condicao humana.
Mas dize-me ; porque he que somos tao
moderados na infancia, e ta5 pouco raso-
aveis, quando he mais preciso selo .
Aritt. He porque os Principes,
a u and o meninos, sao ordinariamente ins-
truidos, excitados, e corregidos por no-
rnens de tan. Ao depois entregao se a
trez classes de inimigos; a' sua prezump-
c.ao, as suas paixes, eaos aduladores.(!)
Si
CORRESPONDENCIAS.
Snr. Editar. Se o fatigado Pratico
lhe merecesse o favor de dar ao prelo a]ve-
raz, e judie inza lnformacao, que sobre o
Papa Intendencia deo a Junta da Fazen-
da Publica o Illustrissmo Intendente ac-
tual, para nao ficar sepultada huma tal
Pessa no Archivo da dita Junta ; multo o
obrigaiia ; se for possivel, ei-la : Snr.,
em observancia ao'muito respeitavel des
pacho de V. M. Imperial, proferido pela
Junta da Fazenda, tenho a informar a V.
M. I. que a reprezentacao, que faz o
Escrivao d'esta Intendencia, he despida
tanto d'aquelle carcter de verdade, de
que devem ser os factos revestidos : como
do respeito devido aos seus Superiores;
porquanto o Escrivao contra quem elle
expoe sua reprezentaeao mensalmente
tem aprezentado certidao de doente, e
que mesmo pelo seu mau estado de saude
requereo, e foi proposto para reforma, e
se isto nao fosse verdade o queixozo deve-
ria ser argido ; por nao ter feito seu de-
ver no lempo, em que foi interino Inten-
dente, e sendo isto verdade, como de fac-
to o he, nao mostra mais, do que huma
(1) Grande verdade, que os Monar-
cas deverao meditar todos os dias! Mas
esse Fenelon, Bispo de Cambray era mui-
to farroupilha. Minha gente, creao em
Joze Bernardino, Redactor do Cruzeiro;
que esse, he que escreve na ordem. Fe-
nelon era hum papa^algodao, hum Pin-
gelo, hum qudam.

?


CS135)
falla de respeto, e athe hum crime, acu-
zandome fallamente; poi que assim nao
cumpria com meu dever; na5 so^por
tal relaxado, como metmo da eu na6 re-
bater o acuzado, por occaziao de na mi*
nha prezenca exigir huma certidao, em
que elle queixozo com hum modo impro-
prio d'hum Empregado promoveo algu-
mas expressoes, que forao reciprocas pe-
las quaes reprehendi a ambos, e que se
me tivessem parecido proprias de merecer
castigo, eu teria procedido a isso : Este
Official, que ouza assim queixar-se a V.
M, I. merece mais a indif nacao, do que
conceito, e que pelos trabalhos, a que me
tenho dado em investigar o estado d'csta
reparticao, nad tenho encontrado n elle,
senao pouco zello da Fazenda Publica ;
pois da maneira com que erao recebidos
os gneros comprados, se poda fazer to-
da a especie de fraude, e cauzava o atra-
so da escripturaeao, que achei; a^sim
como falta no cumprimento de seus de ve-
res, como observei com a conta dos Pa-
quetes, que para a corte se renetterao,
erradas, e com ommiisoens, e no mao ar-
ranio, em que achei taSbem o Livro dos
socorros da Marinhagem dos Escalieres
do Arsenal, eemoutras que por miadas
ommitto, faltas estas, que tenho remedi-
ado, e evitado, e que iguaes espero nir
adiando. Avista d' estes factos, e outros,
que nao especifico me parece queoben
vico mais utilizaria com a priiracao de tal
Empregado, do que com a sua continua-
cao. Dos Guarde a V. M. L por dila-
tados annos. Quartel da loie^naa da
Marinha em 30 de Agosto de 18JU.
Antonio Pedro de Carvalho.
Seu assignante, leitor, e respeitador
Pratico matriculado de Foro de Portas.
apluzo dosempre memoravel da da nota
Liberdade; que eternamente sera'grava-
do com dor nos denegridos corasoes dos
Cativos Absolutistas, e suspiradores pela
uniao do Brazil a Portugal, mas quando
li o referido Cruzeiro, e vi quanto os me-
us versos e dos meus Colegas forao moles-
tos aos taes negros Colunas foi mais um
gosto singular, queconsebi, equente.iii*
flue fortemente a todos os annos fazer-
lhes a mesma pirraca, ja que eses negre-
gados facinorozos Cartaxezes, e Japone-
ses s fazem escrever para seduzir os po-
vos contra o meu Imperador e o Brazil, e
nao se atrevem a por ele mesmos em pra
tica as resoltantes doutrinas, que prego
ao; porque entao teria eu a satisfaso de
braso a braso decidir com eses inimigos
do Brasil, e veriao eses cativos o volcao
de nosas armas nao ingolir cem mil Colu-
nas so, como dise o meu Colega em sua
elegante Ode, mas sim engolir os colum-
nas todos, e se duvidao eses Cativos po-
nhao em pratica; o que o seu parceiro
Pinto Madeira principiou o ano pagado
na Provincia do Seara', e vero, com qua
gloria as lansas dos bravos Patriotas er-
guerao de novo o Throno do noso Impe-
rador, e o Altar da Liberdade Brazileira.
Eia, Mestres Colunas, fasao, fasao das
suas que corajozamente os espera, acom-
panhado de todos os Brazileiroi livres, e
tendo a testa o Noso Liberal Imperador
O Pernambucano.

Correio.

s
JNa. Editor. Ti ve a maior satis-
Eslo quando li no Cruzeiro de Sexta fen
ra N 103 a correspondencia do Carras-
co de Cartaxo. Quando eu dediquei os
mtus versos a minha Patria a fim de mos-
trar aos meus compatriotas o justo praser
que sent o meu Liberal corasao, entend
que so' teria o gosto, de que os pouco or-
nados versos, produsa5 mais da natureza,
do que da arte, trasados pela mao, que
inilhor sabera' empunhar a espada contra
os inimigos da Liberdade de mi nha Pa-
tria e do meu Imperador, como ja dei e-
xemplo, se dirigisem somente a ampliar o
O Paquete Inglez Eclipse recebe a*
mallas para a Baha, e Rio de Ja*
neiro no dia 17 pelo meio dia.
Avizos Particulares.
JOze Ramos d' Oliveira, tendo rece-
bido do Rio de Janeiro, huma por de Bilhetes, emeos bilhetes da primen a
Lotera, em beneficio dos Emigrados Por-
tuguezes, e nao se tendo podido extrahir
todos, anuncia por meio do Diario, que
existen) em ser por conta do Snr. Joaquim
Antonio Ferreira, daquella Fracasos se-
guintes nmeros, m Bilhetes inteiros ~
1855, 1863, 1873, 1893, 1903, 4079 -
Meiosdrtos^ 166, 574, 576, 577, 578,
580, 585, 586, 587, 588, 590, 591,
3845, 3846, 3847, 3849, 3851, 47 i9,
4721, 4729, 4750, 4751.


(3136)
O actual dono do Botequim da ra do
Collejo faasciente|abRespeitavel Publico,
que o referido Botequim se acha surtido
de todos o necessarios tanto licores, eo-
mo bous vinlios, e geralmente ali sema
nufaturao todas as qualidades de bebidas
com aseio, e perfeicao; juntamente tem o
meimo estabelecido caza de pasto, onde
alem do trivial de almocos, jantares, e
ceias, taobem se incumbe de jantares,
para fora mais ou menos, segundo as en-
comendas, que tiver para o que tem hum
abil cozinheiro, tudo por precos os mais
cmodos, e com o posiivel actio.
o
da.
Compra-se.
U alluga-se hum preto, cosinheiro:
anuncie por este Diario a sua mora*
Vende-se.
HUma negra crioula, mossa, bonita
figura, sabe engomar, e cozinhar o
diario de huma caza, e sendo para fora
da trra dase mais era oouta : na ra de
HortasD.43.
Peno da liuho fino d' Alemanha re
cas de 32 e de 16 varas: na ra da Cruz
N, 33.
PLANO.
De huma Rifa que faz Joze Zacaras de
Carvalho & Companhia, para terex*
tracao com a Lotera do Seminario,
com 3,500 bilhetes contedo 73 premia
os, correspondentes as sortes grandes,
constantes do que abaixo se declara pe-
lo seu valor, sendo o preco do9 bilhetes
1,100 rs. m ,
Premios. Tota!.
1 Ao N. de 5:000,000
Hum grande cilio no
Jang conforme abaixo
se declara no valor de 2:900*000
1 Ao N. de 2:000,000
Hum Pian no forte no
valorde............. 200*000
1 Ao N. de 1:000,000
Doze Cadeiras e hum
canap de Jacaranda', e
hum jogo de banqui-
nhas no valor de....... 100*000
2 Aos 2 N.oi de 600,000
A cada hum, hum lin-
do aparelho de louca a
zul fina de meza no va-
lor de ........45,000
3 Aos 3 N.0' de 400,000
Trez covados de pao
fino preto cada hum no
valorde........25,600
4 Aos 4 N.01 de 200,000
A cada hum 4 pessas de
MadapolaS fino de 22
varas no val. de 16,000
Aos 6 N.- de 100,000
A cada hum 2 peisas de
Paninho fino no valor
de.............12,000
8 Aos 8 N." de 50,0C0
A cada hum, huma pes
8a de chita fina Ingleza,
no valor de.... 8,000
10 Aos 10 N.0' de 40,000
A cada hum, 1 chales
de Touquim, no valor
de............6,000
15 Aos 15 N.os de 25,000
A cada hum, hum apa*
reiho de cha' azul fino
no Valor de..... 4,500
20 Aos 20 S.0' de 20,000
A cada hum, 1 pessa de
madapolao de 22 varas
do valor de .... 4,000
1 1. N. Branco em
prata...............
1 N. ultimo branco dita
90*000
76^800
64*000
721000
64*000
60*C00
67*500
80*000
35*700
40*000
73 Premios.
3427 Brancos
3500
Rs. 3:850*020
Os Bilhetes vendem-se nesta Cidade
na Botica do Vieira, Praca da Boa-vista ;
na venda do Lisboa, ra do Rozano hm-
do para o Carmo ; na loja de ounves de
Joze Francisco Maiinho, ra daCadea
velha; e na botica Franceza ra da
Cruz : em Olinda na venda do Purcincu-
la, ruadeMathiasFerreira, em cujas-lu-
gares se podera' ver a avaliacao legal, e
describo do sitio, que serve de pnmeiro
premio. E adverte.se que queui nao qui-
zer reseber os premios cima declarados
se lhe dar' em dinheiro o valor dos mes-
mos, excepto o primeiro.
A
Pemamhuco na Typoqrafia do Diario.


Full Text
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