Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00873


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Full Text

!
N.. 467.

Am de 1830
DIARIO DE PERNAMBUCO.
8obwwve.se na Tipografa do -esmo Diario roa Direlta N. |*97 1. dr e eief por 049 res Lama felfa.
n subir todos es dias atis.
Quinta Feira 2 de Sitembro. S. Esteva Re
Preamar as 4 horas e 30 minuto* da tarde.
Continuacao das mximas polticas do vir
tuoso, e sabio Bispo Feneion*
DIALOGO 16.
i
Scrates e Alccbiades.
JOm Governo he aquel le, onde os Ci
dadaos sao educados no respeito das leis,
no amor da Patria, e do genero humano,
que he a grande Patria.
Socr. Ora eis-vos prudente a* vos
sa custa, e a' custa d'aquelles, a quem
engaasteis. Vos podieis ser o digno
hroe de huma nova Odyssa; porque vis-
teis em voseas viagens maior numero de
povos, do que Ulysses vio as suas.
jlceb. Nao me falta experiencia,
o que me falta he sabedoria : mas anda
que zombeis de mim, nao podis negar,
que hum homem, que viaja, e estuda se
riamente os costumes de muitos \ ovos, a-
prende inuitas cousas.
Socr. Verdade he, que se este es-
tudo fra bem feito, podia engrandecer
muito o espirito : mas para isto he preci-
to hum verdadeiro filosofo, hum homem
tranquillo, e applicado, me se nao deixe
tomar, como vos, d'ambicaS, edopra-
zer ; hum homem sem paixoes, e sem pre-
juizos, que procure o que houverde bom
em cada po\o, e descubra o bem, e mal,
que as leis tem feito a cadapaiz. Na volta
desta vi age ni hum filosofo seria huta ex-
cellente Legislador : mas vos nunca fos-
teis o homem capaz de dar leis ; o vosso
talento era para as quebrantar. Apenas
tinheis sahido da infancia, aconcelha3teis
a vosso tio Pericles, que se mettesse em
guerra para evitar dar conta dos dinheiros
pblicos. E cieio, que ainda depois de
inorto seriis hum perigoso guarda das
leis.
Alceb. Ora nao fallemos nsso r
eu ros peco, O rio do esquecimento deve
apagar todas as minhas faltas. Fallemos
dos costumes dos Povos. Eu nao achei
em todo a parte, se nao rotinas, e mui
poucas leis. Todos os barbaros nao tem
outra regra, se nao o habito, e o exemplo
de seus pais: os mesmos Persianos, cujos
costumes do tempo de Cyro tanto nos ga
bao, nao tem vestigio algum dessa virtu-
de. O seu valor, e magnificencia mos-
trao hum natural excellente; mas corrom-
pido pela moleza, e mui groceiro fausto.
Seus Res, encensados, como dolos, nao
podiaoser homens de bem, nem oonhecer
a verdade: a humanidade nao pode sus
tentar com moderacao hum poder ta5 de-
sordenado, como o delles. Imaginao,
que tudo he feito para elles ; zn-robao da
honra, do bem, e da vida dos outros ho-
mens. Nada mostra tanta barbaridad*,
como esta forma de Governo ; porque nao
ha' leis, onde a vontade de hum so' ho-
mem, cujas paixdes sao todas lisonjeadas,
he a le nica. (1)
(1) O* que farroupilha, que he o sane*
to Bispo Fenelon Comparem-se estas
mximas com a doutrina de Mr. 5a$ e,
ou Salgues, copiada pelo Cruzeiro, que
ha' perto de hum anno nos encampa, que
nao ha' cousa guapa, como o governo de
hum Monarca, que governa sem esse
trambolho de Constituido, de Deputados,
de Conoelhos Provinciaes, e outras cou*
sas, que tao fcias parecem a' ceitos Snrs.
Dezembargadores; quando Governo ce-
lestial he aquelle em que o Principe tem
as estantes dos Ministros huma cousa
chamada lei fundamental, que elles tor-
cem, retorcem, mudao, invertem, refor-
mas, encaxao, e desencaxao a seu geito,
e bel prazer: e viva Dos; que nao ha'


"
c
Socr. Aquelle paiz nao convinha
a hum genio tao livre, e atrevido, como
o vosso. Mas nao achaes, que a liberda-
de HeAthenaS esta'na extrem idade op-
posta ? -
Alceb. Sparta lie a cousa melhor,
que tenho visto.
Socr, Nao vos parece contrara
. a* humanidade a escravidao dos Ilotas ?
Passai a foi lamente aos verdadeiros princi-
pios: de9fazei-vos de todos os prejuizos;
confe*sai, que nisto osGregos sao hum
pouco barbaros. He permittido a huma
parte dos homent tractar aoutra, como
v. bestas de carga ?
Alceb. Porque nao, se for hum
povo feubjugado ?
Socr. O povo subjugado sempre
he potro: odireito de conquista he hum
direito menos forte, do que o da humani-
dade. O que se chama conq *tt pa**a
ao cu mulo da tyrannia, e execracao do
genero humano, se o conquistador nao
teta feito a conquista por huma guerra
justa, e nao tornar feliz o povo conquisa,
do, dando-Ihe boas leis. Nao he pois per-
mittido aos Lacedemonios tractar tao des*
humanamente os Ilotas, que sao hornens,
como elles. Que horrivti barbaridade'
nao he vertium povo, que zomba da vid*
de outro, e nenhum caso faz da tua vida,
e tranquilidade !
Assiin como hum chefe de familia,
nunca e eleve encasquetar da grandeza
da sua caza a ponto de querer perturbar
a paz, e tranquilidade publica de todo o
povo, de que elle, e sua familia'nao sao
mais, do que hum membro; do roesmo
modo he insensato, brutal, e pernicioso,
que o Chefe de huma Nacao faca consistir
a sua gloria em augmentar o poder doeu
povo, perturbando a paz, e liberdade dos
povos vizinhos, Hum povo nao he me*
nos membro do genero humano (que he a
ocieddde geral) do que huma familia he
membro de huma Nacao particular. Ca-
da hum deve mais incomparavelmente ao

governe de gente, como este: o mais he
pensar, como Penelon, que era hum Bis-
po, e Mestre do Principe; porra muito
asno, e demagogo. Quem tem muita vir-
tude, desinterese, e sabedoria sao o Re-
dactores do Cruzeiro, e Amigo do Povo,
cujos escrptos moatrao com evidencia a
qaantida.de. que esta* virtudes tem sene
autliurei.
genero humano, que he a grande patria,
do que a' patria particular, donde nasceo:
he por tanto muito mais pernicioso oflen-
der a justica de povo a povo, do que of
fendella de familia a familia contra a pro-
pria repblica. Renunciar ao sentimento
de humanidade he nao so1 faltar a' civili-
dade, e cahir em barbaridade, mas a ma-
is desnaturalizada cegueira dos salteado-*
res, e selvagens; he nao ser hornea, he
ser antropophago.
Alceb. Vos tomis o caso em gros-
so ? Parceme, que eris mais de chan-
ca la' no outro mundo: vossas ironas pi-
cantes tinhao alguma cousa de maisjovi-
a es.
Socr. Eti naosei chasquear sobre
cousas tao serias. Os Lacedemwuios des-
prezarao todas as sites pacificas, reser-
vando smente a da guerra: e como a
guerra he o Bi&ior dos males, elles so' sa
hen faaer mal, e disto a lardea o, menos-
cabando todo quauto nao he destruicao do
genero humano, e nao pode servir para a
gl'-na brutal de hum pugillo de homens,
chancad >s SparUtios. Releva, queoutros
hoaitn* culiVem a trra para os nutrir, ao
mesmo tempo, queseguardao para asso-
lar as trras vizinhas. Elles nao sao so-
brios, austeros contra si mesmos para se-
r n justo?, e moderados a respeito dos
outro*; porcm sim blo duros, e ferozea
contra tudo, que nao he a patria ; cpmo
se a natureza humana nao fosse mais sua
patria, do que Sparta,
A guerra he hom mal, que deshonra
o genero humano: se todas ai suas histo-
rias podessem ser sepultadas em hum es
queciment eterno, seria mister esconder
a' posteridades que homens foraw cajiazei
dea*aa*sinar outros homens. Todas as
guerras sao civiz; porque he sempre hum
humem, que derrama o seu propro san
f^ue, e despedaca as proprias entranhas:
quantn mais extensa, mais funesta a guer-
ra : logo a dos povos, que compe o ge
ero humano anda he pior, que a da* a-
milias, que perturbao huma Nacao. Nao
he permettido pois fazer a guerra, se nao
a mau grado, e no ultimo extremo par
repellir a violencia do inimigo. Como ha
que Lycurgo nao te ve horror de formar
hum povo occioso, e imbcil para todas
as oceunacoes doces da paz, e nao Ihe deo
outro exercicio de espirito, se nao o d
<-ffender a humanidade por meio de guer*
ra ?


(3C99)
Alceh. m A vosia bilis exalta*8t com
rasao; as achata melhor hum povo,
como o de Amanas, que leva ao ultimo,
apuro as artes de tinadas a volupia ? Ma
is val sofrer genios feroze, como os de
Lacedemonia.
Socr. h Como estaes vos mudado
Ja' nao sois aquelle homem tao enfama*
do: as margen* do Stygio fazetu mudan*
c,as celebres: mai talvez arim fallis por
ceune^cendencia ; por.jue toda a vida fa+
teis h un Proteu nos costones. Seja o
que for, cmfesso, que hum povo, que
pe" contagia dos pstumes leva o fausto,
a molesa, a injustica, e a fraude a outros
iovoh, obra ainda pi *>r, do que aquelle,
que na tem ostra occunacao, -outro me-
i.t s* nao o de tierra i ar sangue ; por-
que a virtu.la he man preciosa aos
liomen*, do que a vida. Henm Luvavel
Lycurgo p*>r ha ver desterrado da sua re-
publica toda-* as artes, que so* servem p t-
rao frusto, e censual idade: mas he inex-
u.-avel por ter tirado a agricultura, e as
outra* artes necessarias para huma vida
imples, e frugal. Na he vergonhoso,
que hum povo nao se baste a s mes no, e
lile seja precizo outro jwvo applicado a
agricultura para o sustentar ?
Jlceh. n* Pois bem: dou v*s de ba*
tato, que assim seja: porem iu> apreci-
an mais a severa disciplina de Sparta,
ea inviolavel subordinaban, que aubmette
a tnocidade aos velbos, do que a deseu-
freada relaxacao de Athenas?
Socr. i-h Hum povo estragado por
huma excessiva liberdade he ornis in-
suportavel de todos os tyrannos: assi-n
que a plebe levantada contra as leis he o
niais insolente de todos os senhores: mas
hemiter guardar a mediana f*) E*ta
mediana he, que hum povo tenha (is
escripias, sempre constantes, e consagra*
das por toda a Nacao ; que sejao aci na
de tudo; que aquelles que governao nao
tenhas auctoridadt, senio por ella*; que
possao tudo para fazer bem, co ib. me as
eis, e nada contra as mesmas leis para
fazer mal. (3) Eis o que os homens, se
nao foisem cegos* einimgos de si mes*
mos, estabeleceria nicamente para a
sua felicidade: mas buns, corno os Alhe-
l enees, de&troem as le* no receio de dar
umita auctondade aos Magistrados, por
quem as leis deveriao reinar; outros, co
mo os Persianos por hum respeito supers-
ticioso as leis, poe-se em huma eseravida
tal sobo jugo d'aquelles que deverao fa-
zer reinar as leis, que estes sao os que
reina?, e nao ha' mais outra. le real, se
nao a sua vontade absoluta. (4) Desta
maneira huns, e outros apartaose do fin,
que he huma liberdade moderada so' pela
auctoridade das leis, de que aquelles que
governao nao deveai ser mais, do que
siinplices defensores.
Aquelle que governa deve ser o mais
obediente a le. A sua pessoa desligada
dalei, nao hs na la (5^ e nao he respei
tavel, sena pando sein interesse, e pai*
x**>es he a lei viva para h bem dos homens.
D'aqui ajuizai, quanti e-Uo ainda na
brh ridaoe osGrr*g>s, que tanto des
piezao os brbaro?! A guerra do Pelo*
ponezo, e.n que o ciume ambicioso de
doas Repblicas poz fogj a ludo por 28
a:m s, fie bu na prova funesta desta ver*
dade. Vos mesmo, que aqui fallaes, nao
li.mjei-tes huma vezes a ambicao triste,
e impla.avel dos Lacedemonios, nutras
vezes a ambicao dos Athenienses anda
(2) E.*ta mediania he, que eu advo-
go, e nao encontr no ajiUijo columni-ta,
Cruzeiro, e Amigo do Povo, duas lami-
llas dignas da eterna batuta.
(3) Isto, Mr. Fsnelon, isto he oque
querer os Constitucionne*; nao porque o
.sj Imperador nao seja ha.a Monarca
Excellente; mas porque nao he eterno, e
huma Nacao deveolhar pela sua felicida-
de presente, e futura. O.* co lumnas que-
rem, q e o Monarca possa fazer bem, e
mal; p-rjue querco o be upara si, eo
o ai cr. i la' sobre quem cair ; querem
assim bu uas c.mimeudas, huns Ttulos,
h unas P/ezideneias (^ iso he baba de
Moca J ; e para os farioupdhas ferros, de-
gredos, iuj-.isticas, e de^pr-ezos. Boa laia
de patricios sao os nossos cogumelos !
(4) Eis o motivo daojeiiza, que tem
muitos Snrs. Magistrado* a Consttnicao:
no antigo systema ellesjerao Legisladores,
e exec tores. Que mina Que delicia I
Oa a Con.tituicao tia-lhes esta marni-
i: ha ; como pode prestar para nada seme-
Ihante f'ontituicao?
(5) Ui! Que blasfemia do Rispo Fe-
nelon! Que tal o tai roupilha! O' la' do
Amigo do Povo, veja como se ata com o
demagogo Prelado de Cambra y. Des*
componho-aae a alma deste farrotiplh \,
logo nelle.
am


(3093)
maisvSa, cridicula? Athanas com ma-
nos poder fez maiores esforc*, e trjun-
fou por muito tempo de toda a Grecia;
mas em fim succumbio de pancada; por-
que o despotismo do poyo he hum poder
louco, e cgo, que forceja contra si mes-
mo, e so'se faz absoluto, e cima das le
is para acabar de se destruir. C6)
W 1
Vende-se.
BIxas effectivamente, de muito boa
qualidade chegadtff as ultimas em-
barcacoes do Porto, e Lisboa, a preco de
80 rs. a 320 cada huma, e em porcoes
sera' muito mais em conta: na yenda
grande de 4 portas, da ra do Vigano
?T .,- j. i_____:M Piros Ar Almeida
jst tszzJZu- ESta* KiSS
nao obrou mal Anito em vos fazer beber
hum poueo de cicuta, e que a vossa poIi
tica anda era mais temivel, do que a vos
sa nova Religiao.
Avizos Particulares,
Lopes, a esquina que voita para o Forte
do Mato.
Por precizao, um moleque criollo,
com a idade de 30 annos, bom cusinhei*
ro, sem vicio, nem defeito algum, gil
para qualquer servico, e com as milhores
qualidades possiveis em um escravo: na'
Praea da Boa-vista venda N. 18, junto
% MHAnjA a caz'j do Gama.
Ipoteca-se hum eitio cora grande Huma escrava crioula de 55 annos,
JOcaza de vivencia de pedra e cal, ais- barda para o servico de caza,
tanedestaPraca huma legoa, por qui- ^ ^ na Trerape junU>
nhentos e tantos mil res quedeve o a* k^g
nunciante a caza do falecido Caetano de ^^ do corrente$ bilhetes e mios
Carvalho Rapozo; quem cruizer fazer es- bMh dft prilweira Lotera a beneficio
ta dezobriga (qnehe muito cmoda por ^ portuguezes, com o reba
ser Letras mencaes) anuncie ?; te de 30 por cento, e no dito dia se retira-
radia para ser procurado, e ie tratar do M ^ ^^ ^ ^ existirem na9 |ojas
ajusle- .. v de Ignacio Joze Marques Braga, na ra
O abaixo assignado tendo por noli- d eia, que pessoas de.ma' consciencia sedu^ ^ Canaino da Caceta;
zemasuaMi, pessna que por seus a*
chaqus fizic<9 e idade avancada s acha LeilaO.
em extrema debilidade de espirito, e ate' ^UefazemN. o.Bii
sem reminiscencia ; para vender huma Qnha nQ da Sexta feira 3 do corren
inorada de cazas, e hum tal Snr. Sacer- w |m 10 hora9 da manha de fa
dote a induz a lhe passar papel de hum ^ odao e Unho na caza de sua
escravo para lh. dizer missas pela alma da CfUZ N. o 63.
previne ao Publico, que qualquer con-
" -".- Alluga-se.
HUma morada de caza terna emS.
Antonio ou Boa-vista, que tenha
quintal murado, regulando 12 bracas de
fundo, e 4 de largo, ainda mesmo que a
caza nao tenha cmodos : anuncie por
este Diario.
Amas de Leite.
Ue fazem fcKJteto & Compa-
tracto com dicta sua mi he millo pelas
razoes expendidas, e protesta publicaros
nomes de tao indignos sedutores, se elles
se nao cohibirer de semelhante sal-
Fettppe Ribeir* Padtlha.


C
I


p
(6) Esta, quanto a mito a verdadeira
regra da poltica: fogo nos demagogos,
fogo nos columnas. Ningem tem dicto
melhor, que oNosso Immortal Impera-
dor Nao acreditis os que lisonjao o
Povo, nem os que lisonjead o Monarca. Recife ,uem queira hir [Jara aqi,eLa i,-
Sabio concelho! He este o termo- dade, pode entenderse com o Admlmg.
n^trodo trador da Tipografa deste Diario, na ccr.
Trambolhista. teza de que sendo a ama sadia se ajustara.
,RECizA-se de urna com a maior ur-
gencia: na ra do Amparo em O-
linda sobrado N. 22; e havendo
D
Pernambuconm Typtqrafia d* Miari*.
-


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