Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00871


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Full Text
AMO XXXI. N. 149.
/
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
/
SABBADO 30 DE tfNHODE 1355.
Por anno adjuntado 15,000. *
Porte fran;o para o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO
KffC4MSGA006 DA SI BSOUllHiVO-
Kecife, o propritlcrio M. F. de Feria ; Rio de Ja-
neiro, o Sr. Joiiu l'rreira Marlins Bahia, o Sr. 1).
Duprad: Mace, o Sr. Joaqun) tenanlo de Men-
dhnca ; Parahiha, o Sr. Gervazio Vctor da Nativi-
dad* ; Natal, o Sr. Joaqun) Ignado Percira JtiDior;
Aracaly, o Sr. Antonio de l-emos Braga; Cear, o Sr.
Virtoriaoo Augusto BorgM ; Ma/anhao, o Sr. Joa-
quina Marques llodrigucs ; Piauly, c Sr. Domingos
Herclano Aciviles Pesaoa CeVenie; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramos ; Amazona*, o Sr.leronymo da Costa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 d. |por 19.
Paris, 355 rs. por 1 f.
Lisboa, 08 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebata.
Accoes do banco 30 0/0 do premio.
da companhia de Beberibo ao par.
> da companhia de secaros ao par.
Discomo de lettras de 8 a 9 por 0/0.
a
META ES.
|Odre, Oneaa hespanholas- 29*000
Modas de 69400 reinas. 18000
de 69400 novas. 16*000
a de4000. 99000
|Prata.Pataroes brasileiros. ... 19940
Pesos columnarios, 1*940
mexicanos..... 19860
/
PARTIDA IOS CORRKIOS.
diada, todos os das
Caruar, Bonito e Garanhims nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Doa-Visla, Ex Ouricury, a 13 e 28
Geianiia e Parahiba, segundas e sexias-feiras
Victoria e Natal, as quinias-feiras
. PREAMAR TU 1IO.IE.
rnmeiras 5 horas a 18 miniiosda manha
Segunda s 5 horas e 4-2 minaos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
Relar,o, tcrcas-feiras e sabbados
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas
Juizo defirphos, segundas e quiptas s 10 horas
lj" ara do civel, segundas e sextas ao meio dia
2* vara do civel, quartase sabbados ao meio dia
EPIIEMERIOES.
Junlio 7 Quariominguantcas 5 horas 27 mi-
nutse 31 segundos da manhaa.
H La nova aos 8 minutos 31 se-
gundos da larde
92 (^uartocrescente as 2 horas, 32 mi-
nutos o 40 segundos da larde.
30 La cheia as S horas, 43 minutos e
33 segundos da larde. *
DAS da semana. *
25 Segunda. S. (juilh, rne ib. : S. Glica j
'2l> Terra. Ss Joao e Paulo irs. ni' ;S Virgilio
27 Quaria. S. Lasdilo rei ; S. Zoila v..
2H Quinta. S. Leo II re ; S. Argeiqir.ii. ".
29 Sexta.* Ss. Pedio a Paulo ap. ; S. Cyro.
30 Sabbado. S. Marral b.; S. I.ncinj.
1 Domingo. 5." S. Aarao primeiro sacerdote da
onljm Levitica ; S. 'Ibeodorico ab.
PARTE 6FFJGIJL.
GOVERNQ DA FEOVINCIA.
Szpeiltente do dia 3> de junho.
Ollicio Ao inspector da liesoorara de fa/en-
ila, transmiltndo por copia oaviso da reparlirao
da marinlia de 'J do crrante, lo qual :1o s se de-
termina que o conselho de ..Imioi-trarao naval
(unccioiie someute com dous nembros em quanto
na* se lomar orna deliberarlo definitiva a respeilo
do lugar que em dito ronselhocompetia ao chele da
rontadorla de marinha, mas imbem que no casos
de divergencia seja e negocio ie que se tratar sub-
nettido- decis.lo da presidira.Tambero se ce-
iiMium por copia ao cotnmandinte da estaco naval
e ao inspector do arsenal de oarin|ia.
Dito Ao mesmo, recumnendaiido que mande
pasar ao Exm. conselheiro S'hasliao do Kego Bar-
ios que lem de seguir para acorte a tomar assenlo
na cmara temporaria a resptrlva ajada de custo.
Dito Ao mesmo, remellaido por copia o aviso
da repartirn do imperio de 31 de maio ultimo com-
intinicaudo qnaes as quanlia- que locaran) a esla
proviueia na dislribuicao do crdito concedido ao
ministerio do imperio ua lei i. 779 de ti de setem-
tiro de 1831 para o prximo exercicio de IMIj a
1S56.
Dito Ao inspector do arenal de marinha pa-
ra mandar por a disposic.lo d> provedor da saude
uin escaler maior do que o d,i|uella reparlirao, to-
llas as vezes qao o mesmo privedor liver do sabir
barra lora a eneonlrar-se con o vapor procedente
dos porto* do norte. Commuiicou-se ao supradilo
provedor.
Dito Ao mesmo, envianlo por copia oaviso
da repartidlo da marmita de 13 do correle, no
qual se declara que na mesm.i data se nome.ira o se-
cundo lente Braz Jos dos Res para em lugar
do piloto Cimillo de l.elis da I ouseca lomar o com-
mando do patacho l'irapama. luteiroii-sc i the-
souraria de fa/enda.
Dito Ao capitn do porl, transmitlindo por'
copia o aviso do ministerio da marinha de 31 de
maio ultima concedenilo permis-ao para que o al-
godJe em rama exportado desla provincia com des-
tino fabrica de Snlo Aleixo, estabelecida no dis-
trielo da villa de Mas sej transprtalo no convez
dos navios, urna ve/, que o nuaiero de Tardos seja
compalivrl com as condirGes t qoalidades das eiu-
barcacftrs em que liverein de ser conduzido*.
Dito Ao |uiz da direito ilo Rio-Formoso.
Respoodendo aos tres oflicios que Vine, me dirigi
com data de 26 de maio ultimo e 9 do correle le-
nho a declarar-Ihc cin primeiro logar que nao foram
entregues nesla capital, par se terem evadido em
caaaiuho, os tres recrulas de qie tratan) oscilados
nllieios, e em segundo lugar que serio pagas na the-
soararia de fazenda, a vista de conlas organisadas
de conformidade com o modelo uto s diarias que
Vine. Iiouver ile fornecer para sustento de recrulas
apurados neasa comarca. Cominunicou-se ao ma-
rechal eommandanle da armas a fuga dos recrulas.
Dito Ao director das obras publicas, declaran-
do que a (licsouraria provincial leal nrdem para pa-
garaos arrematantes das obras do 4. e6." Uncos
da estrada da E-cada. a visla das competcnlcs cer-
tificado*, a iniportancia a quo [iverom dircito por
liaverem concluido as obras de ;eu contrato.
Oilo Ao tenenle-coronel t'icarregado das o-
bras militare, recommendando que mande cons-
truir nova lalrina para servenlin la goanKde pala-
cio, visto ja nao e\i*lir a que -ie Ift no fundo til ca-
sa da referida guarda. Partieiptt-se aomarechal
i-.oiiniaiiJ.mi.' Jas armas.
Dito Ao ci.mmaiidanle do carpo de polica,
intciralido-o de liavfr iransinitlido so inspector ,1a
Ihesouraria provincial para ser paga, estando nos
termos lgaos, a cania que Smc remellen da- det-
pezM fettas no mez de nuio ultimo com o sustenlo
dos doas cutelas cinptegados na limpeza do quar-
lel daquelle corpo.
Mito A' cmara municipv do Recife, Irans-
millindo para seu conliecimenlo e execucAo copia
do nrramenlo que approvoo paa os reparos das va-
randas de ferro do passeio publco.
2G
Ofllcio Ao Eim. commndanle superior da
guarda nacional do municipio do Kecife, autorisan-
do-o, vista de sua informado, a dispensar do ser-
mi;o da niesmi guarda nacional, emquanlo esliver
servindo de caixeiro do Ban.o desta provincia, o
suarda Jos Antonio de Aze^do Sanios Jonior.
Participoa-se ao Bm. presii ente do mencionado
Baen.
DitoAo Exm. marechal csmmandanle das ar-
mas, Iraiwiniltindo por capia o aviso da reparlicilo da
guerra da2idc maio ultimo, no qual-c declara ha-
ver-*e concedido passagem para o 8." batalhSo de
inlantaria, ao lferes do meio balalliau do Cea'r, Co-
liolano dTCasIroe Silva.
Dilo Ao mesmo, dizendo que, pela leiltira do
.ni-o que remelle por copia.expedido pela reparti-
c,.lo da guerra em 25 de mai, ultimo, fioar S. Exc.
inleirado de que se conceden passagem para um dos
corpos estacionados nesla provincia, ao particular do
lorpode guarnicao lixa da dahia, Manuel Anselmo
Pereira liuimares.
Dilo Ao inspeclur da) thesouraria de fazenda,
trausmillindo por copia, nao so o aviso circular da
reparlirao da marinha de 8 do correle, mas larnbem
0 que se expedio contadura geral da marinha, em
-:l de fevereiro ultimo, declarando que os comman-
danles interinos dos navios-do estado devem recelier
romedori.i- desse exercicio, se os ell'eciivos a nao
rerceberem ou smenle perceberem como olliciaes
embarcados. Igu'nes copias foram remedidas ao
riinimandanle da slacSo naval e ao inspector do ar-
senal de marinha.
DitoAo mc-mo, inleirando-o de haver, em visla
de sqa nformaciio, deferido favoravelmenleo reqne-
nmenlo em que Manocl Joaquim Baptisla pede li-
'eiira para transferir a Pedro Teixeira liuimares,
pela qaanlia de 1)009000 rs., a po -elo n. Sij A, na ra da Concordia.
Dilo\o mesmo, dizendo que os dous mezes de
vencimenlos adiantados, que no requerimenlo que
remel|e, pede o cirurgiAo da armada reformado,
1 raucisco Marciano da Araujo Lima, devem ser abo-
nados de conlormidade com o exposlo no seu oflicio
n. 375 da 2:1 do coi rente.
"it*Ao irfcsjno. inleiran4o-o ce haver fallecido
no lia 22 do frrenle, o alfe'res reormado Joaquim
Jos Pereira Vianna, que se achava no exercicio de
ajndanle da fortaleza de Ilamarac.i.
DiloAo commnmlanle da estaro naval, dlzen-
d > que pode fazer seguir para a commisslo a que
eslj destinado o brigoe .le gnerra Cearente. orde-
nando ao respectivo commandalilo qne receba a en
bordo e transfmrle para as Alacoas. os artigos de far-
d.imenlo e mai objeclos. que pido direclor do arse-
nal da guerra, forem enviados para burdo do mc--
mo brigue. Olliciou-se a respeilo ao referido di-
rector.
DiloAo rac-mo, para mandar forneccran com-
inandanle da estaro naval 20 toneladas do lastro
que servio no briguo escunai ^yiiidade, pera screm
empregadas nolbrigue barca'iMiAarar.-tjominuni-
cou-se ao eommandanle da supradila aslaco.
DitoAo inspector da Ibasonrdria prnx'ineial, di-
'endo ficar inleirado ile se haver elfecliiado eom os
herdeiros d Joflo Mana Seve, a compra do Ierren.,
para o edificio do dvmnasio, c recommendando que
mande qnanto antes f mprar mais aos dilos herdei-
ros e na mesmi conformidade, 50 palmus de terreno
em conjina.ii;.") ao oulro.
DitoAo mesmo, dizendo que. com a informaran
que remelle por copia do roiiiinau lanle superior da
L'oarda nacional do municipio ue Goianna, responde
aa ollicio em qne Smc. soliciton dispensa do servico
da mesma gearda nacional para o escrivito da rolle'c-
lorij daquidl.i cilade.
Portarai) pnsMeMe da provincia, confnrman-
do-se rom a propn*(a do tenenle-coronel cuininan- | sin eslava em guerra com o occidente
danle ilo lerceiro balaihln de inl miara da guarda
nacional do municipio do Oilw datada de 20 do cor-
rente, sobre a qual roformnu o respectivo eomman-
danle superior em ollicio de 22 deste mez, resolve,
nos termos do artigo 18 da lei n. (>02 de 19 de se- I
finarla conipauliia.
CapitSo, Miguel Tolenliio Pires Falen.
Tenetile, Joaquim Pedro do Reg Cavalcanli.
Alfares, Joilo Apulonio tUvalcanli de Albuquerqoe.
Dilo, Joo de Souta Cnusseiro.
Quinta companhia.
('.apilan. Leonardo Bezerra de Siqueira Cavalcanli
Jnior.
Tenenlc, l.ourenco Bezerra de Siqueira Cavalcanli
Jtinior.
Alfercs, Manoel Leonardo Bezerra de Siqueira Ca-
valcanli.
Dilo, Izidorn Camello Pessoa de Siqueira Cavalcanli
Jnior.
Sexta companhia.
Capitn, Antonio Jos Pirg Jnior.
Tenonie, Juao Manuel Pereira de Abren.
Alfercs, Paulo l'ilippe de Salles Abreu.
Dito, Jusc Henrique d* Salles Abreu.
Stima companhia.
CapilAo, Alfonso ilc Albuquerque Maranho.
Tenante, Domingos Marlins de Brilo.
Alferes, Jo.lo da Silva Pessoa de Siqueira.
Dilo, Francisco Antonio Chalaco.
Oilava companhia.
Capilo, Scveriano Camello l'essoa de Siqueira Ca-
valcanli.
lente. Jos Flix da Cmara Pimenlel Jnior.
Alferes. Vicente de Moura Pessoa Cavalcanli.
Dilo, Jolo All'on-o Fcrreira.
Oimmuuicou se ao respectivo eommandanle su-
perior.
27
Oflicio Ao Exm. presidente da Bahia, rogando
a expedicao de suasordens, para que.caso exisla all
a medatha que compele a Fnligonio de Souza Ma-
galh.ies, por ler na qualidade ile cadete no segundo
balalhao de artilha'ria a p feilo parte do exercilo
que esteve em operaces na repblica do Uruguay,
seja ella remedida para esla proviueia acompanhada
do respectivo diploma, visto a ler solicitado o men-
cionado Magalhaes.
Dilo Ao Exm. presidente das Alagoas, remet-
iendo por copia as infrmameles ministradas pelo ma-
rechal eommandanle das armas desla provincia -
cerca do lar lamento vencido pelos soldados Aicolao
Flix, e Manoel Caetano que estiveram em servico
na colonia militar deaPimeuleiras.
Dilo Ao Exm."coiisidheiro presidente da re-
lacao, inteirando o de haver concedido dous mezes
de licenca para vira esta capilal ao iahelliao de no-
tas e escrivilo dos juizos da villa de Barreiros Jos
Sorberlo Catado Lima. Igual communicaciiu se
fez ao juiz de ilireilo do Rio Formnso.
Dilo Ao-Exm. marechal eommandanle das ar-
mas, anloriiando-0 a contratar o padre Manoel Jos
deOliveira Reg para servir interinamente como
capellao no segundo balalhao do infanlaiia, visto
assim o haver pedido.
DitoAo juiz relator da jiihta dejuslica. Irans-
millindo.para ser relatado em sessao da mesma jun-
ta, o proces-o verbal do soldado do segundo balalhao
de infantaria, Uanoel da Cruz. Communicou-se
ao marechal eommandanle das armas.
Dilo Ani'.ipi(.o do porlu, inleirando-o de ha-
ver ciiiiielid,.....tata de 30 dias para Luiza Joa-
quina do Espirito Sanio provar que seu lilho Pedro
Jos lioncalves mo esla as circumstancias de ser
abrigado a servir na marinha, e recommendando
que nao d desuno algn a csse recruta durante o
ieferida prazo.
Dilo Ao inspector da thesouraria provincial, di-
zendo que mande cobrar por ailminislracao o peda-
gio da barreira da ponte dos Carvalhos.
DitoAo misino, iipprovandn a dcliber.ico que
Si rnc. lonniu do aulorisar ao adininistradnr lo con-
sulado provincial a encarregar da cobranc i dos pe-
(lagio. das lian.-m. i i,i,,uia c Mntocnlonrb. me-
danle apaga t I -000 diarios, a dous individuos
que liverein a adivinada e probidad* prensas, bem
corno de expedir ordem ao cullector de Olinda, para
a cobraiica do pedagio da ponte da Tacaruna.
Porlaria Ao agente da companhia das barcas
de vapor, recommendando a expedirlo de suas or-
den* no sentido de screm transportados para a corte
no vapor .San Salvador, dous menores engajados pa
ra o servico da marinha, os quaes seriio remanidos
para bordo pelo capilla do porto. Communicou-
se a esle.
GOMMANDO DAS ABUSAS.
Quartel-general do comtnando da* arma* de
PernambBco aa cldade o Recite, eaa 38 de
janho de 1855.
ORDEM DO DIA N. 72.
O marechal de campo commamlanle das armas,
leudo em considerado n deficiencia de olliciaes que
presentemente se da no i. balalhao de artilliaria a
p, e qiieremlo em parle remover semelhanle incon-
veniente, determina que o Sr. alfere* do 9. balalliilo
de Infantaria Henrique Eduardo da Cosa Goma,
passo a servir naquelle balalhao na qualidade de ad-
dido.
Jos Joaquim Coelho.
Conforme.Candido Leal herrara, ajudante de
ordena encarregadodo delalhe.
EXTERIOR.
temhro de 1830, nomcar para ofhriacs do referido
balaRiclo aos cidados seguinles.
Elado-inaioi-.
lenenle-quarlel-nieslre, Manoel Cirdozode Vargas.
Alli-re secretario, Manuel Malheus Cavalcanli.
Dilo pnrla-handeira, Manoel dos Sanios Lima.
Cirurgio, Minnel Theotonio Alves da Silva.
I'rimeira companhia.
Capillo, Paulino Pires Fafcflo.
lente, Alcxandre i'ereira de Freilas.
Alferes. Joan Kranri-cn Celano.
Dilo, Manoel do Rosario Brilo.
Secunda companhia.
I.ipit.io. Jon Carlos Bezerra Cavalcanli.
lenle, Jusliuiano de Mendon^a l.ins,
Alferes, Joaquim Marque ila Silva.
Dilo, Francisco Marques da Silva.
Yerreira companhia.
Capillo, Joaqnim JaaGomibra de Andrade Jnior.
lenle, Manoel da Coat Apiuquerce.
Alferes, Joaquim Suriano da Costa Albuquerque.
iio, Manoel Vicente de Sales.
A libcr.lado do Bosphoro c do mal-Negro nao he
urna idea nova, e defendendo-a nao somos novado-
res ou utopistas. Em 1839. umhomem de om es-
pirito raro e de urna-grande independencia de ideas
e scnlimcntos, homem que ninguem pode conside-
rar como favoravel Russia e como hostil i Tur-
qua, lord Ponsouby,ministro da Inglaterra em Cons-
laiiliiiopln, sustenlava aberlamenle quea liberdade
de navegacilo militar no Bosphoro e no mar-Negro
en a salvacao da Turqua e o nico desfecho possi-
vel da quostao do Oriente. Qualquer oulra solucAo
era aos seos olhos una (aveulura ou um perigo.
Convencidos desla verdade. pedamos desde 1839
a abertura do Bosphoro e do mar-Negro ; nao fomos
felizes em nos-a prelenco a este respeilo; porque
foi em 1811, que se fez a convenci, qoe em lugar
de abrir qs eslreilos do mar-Negro marinha li-
lar de Indas as naces, asferhou mils eslreilamcnle
que nunca. Encerrar a Turqua com a Russia no
Bosphoro e mar-Negro, sem conseulr, que ninguem
ah enlrassc, era em nosso entender encerrar o lobo
com as ovelhas.
Um dos argumentos, que mais se lem filo pre-
valecer nesla qucslSo, lie quo o cnccrramenlo dos
eslreitos du mar-Negro he urna das antigs mxi-
mas de estado da Porta otomana ; a mxima era
exceilcnle c de urna applicaco natural, quaudo a
Turqua postula todas as costas do mar-Negro,
qaando esle mar era um mar lurco. A Turqua po-
da fcclja-los entilo sem prejuizo para ninguem c
em pe igo para si mesmo ; poda excluir do Bos-
phoro e do mar-Negro os navios de guerra (ao leg-
timamente, como exclua os cxercilos occidenlacs do
seu territorio.
No dia em qoe a Turqua perdeo o mar-Negro,
porlos de cuiniiiercio'e de guerra, nesse dia a m-
xima do encerramcnlo dos cslreilos nao leve mais
applicaco ; com effeilo nao era mais a Turqua que
se ulilisava dessa mxima ; era a Russia, que adque-
ria ah um previlego de invulnerabilidade. Gre-
ca* a e-se encerramenlo, todas as vezes quo a Rus-
. n,lo linha
de que inquiclar-se a respeilo de suas provincias d0
meiu dia, su liaba que dc(ender-se do lado do
norte.
Suppouha-.'C um inslanle que na guerra, quea
Franca e a Inglaterra fizem boje Russia, a Tur-
qua por impii.sibilidadc fosse neutra, em vez de ser
o objecto i. .-io da guerra e una das potencias bcl-
lgorantc-, qae siircederia "! A Russia coiuoiljinen-
le entrincheirada por detrat da invioUbilidade do
l^sphorn c do inar-Ni "in, s feria deruiJar cm sua
defer.a do lado do norte, teria para todas as suas pro-
vincias do meio da e para suas posscsses da Alia a
niesma vanlagfin, que Ihe lem procurado a ueutra-
lidadc armada la Austria nos principados do Danu-
bio, c gracas a esla oceupacaio dos principados por
Uta polencia neutra, ella lem podido fzer que 1
das as suas tropas marchen) para o norle, e foi o que
ella fez em 1x12 depois da paz de Bueheresl.
O eiirerramento ,|os cslreilos poeuiua grande par-
le do lerrilorio da Rusta ao abrigo da guerra, como
permute que ella potsa escolher e liinilat seu cam-
|io de fllalha, e colloca-a parlicularmenle ao al>ti;o
dos golpes das polencias martimas, islohe, da Fran-
ca e da Inglaterra ; com o encerramenlo do*eslre-
tos, a I-', anr i e a Inglaterra nao podem fazer a Rus-
sia jcnAo urna gnerra continental, urna gueTra de
invasa a peior das guerras contra a Rus-ia.
As mannhas ingleza c franceza n.lo podem mais
com suas esquadras bloquear ou ameacar os porlos
da Russia ineridional, inlcrrompe'rseu commercio,
obrigar seos excTeltosa vigiar seoslas para evitar
um desembarque ; ellas nao podem mais fazer islo
senSo no Bltico, islo lie, no peior dos mares. O
encerramenlo dos eslreitos s he ulil evidentemente
K'-'SSia ; furj porlaolo singular que a Turqua de-
fendesse esla mxima, e se assm fosse, poder-sc-hia
crcr queo vcllio partido russo exslc anda em Cous-
lanlinopla.
Com eileto islo seria lano mais inexplicavel
.pianto este encerramenlo dos eslreitos, que faz a
seguranra da Russia, he ao mesmo lempo o pe igo
da Turqua, e um perigo ja experimentado e sempre
amearador. Se a Turqua eslixesse anda no lem-
po de M ihomet II, coulssariaiuos que, anda quan-
do a Russia fosse lo fule como a deixou o impe-
rador Nicolao, e Sebastopol eslvesseem pe rom seus
cauhoes e sua esquadrs, a lula scris igual entre os
dous estados. O mar-Negro e o Bosphoro seriam
eniao um campo cerrado, no qual os dous cam-
pieslulariam de Torca e valor ;ncslc caso o cncer-
rameuto dos eslreitos nao leria oolro effeilo senao
impedir que um lerceiro interviesse na lula, oduelr
ira al a derrota e.i subsmissao re um dos dous es-
tado', porque nao nos devemos Iludir a esle respei-
lo, a geograplua do mar-Negro e dos eslreitos qier
que elles pertencam a urna s pnlencia ou a lo ,as:
Sebastopol ameac.i Couslanliuopla ou Con^ianlino-
pla a Sebastopol.
Desde Mahoraet II alomeiadodo seculo XVIII,
Conslanlinopla dominava em o mar-Negro ; desde
Callinriua, he quea Russia comec,ou a dominar all.
Aeabou-sea seguranra de Constaulnopla, no ha
meio termo, cnnvm que o mar-Negro ou os eslrci-
los pertencam a urna s e nica potencia ou cnlao
que a liberdade da navegado militar perlcnca a to-
das as potencias.
Quando se falla dos direilos da Russia e da Tur-
qua sobre o mar-Negro e eslreitos, ha sempre um
lerceiro, que he esquecido : a civilisacao ; porque
nao se Ihe deixa o livro accesso dos eslreilos e do
mar-Negro Para que fechar e malar mares, que
s pedem a vida Credes xs, que a civilisacan
grega se liver derramado na anligiiidade, assm co-
mo fez, em todas as praias do Uellespuoto, da Pro-
pondra, do Bosphoro e do Poni Euxino, fundando
cidades, colonisandu os paizes barbaros, se hoiive--
se em Bvsancio um reino deThacia cna Taurida um
| imperio scylha, que live-sem recusado aos gregos o
direito de penetrar no Bosphoro e no mar-Negro '!
Asdiviioes ea diversdide dos doiniuios crearam
na anliguidddu a liberdade lo mar-Nearo e dos es-
lreitos, e esla liberdade fez a civilisacao.
Nao se diga pus que a civilisag.io pode penetrar
brevemente nos eslreitos e no mar-Negro, porqnan-
losos navios de guerra nao lem o direito de altra-
vessar os Dardanellos. A civilisacao nao gosla de
moslrar-se desramada, esobreludo nos lugares, on-
de nao tem a certeza de encontrar una boa polica
c um accesso benigno. Os navios de guerra animan
ns navio, mercantes ; nossocommercio na America
e na Azia n,ap pede constantemente a proleccao de
uossas esquadras? Um pavilhao desarmado he um
pavilhao maltratado.
Coirsiderando-se os direilos da:civilisacao, o encer-
ramenlo doseslreilos e do mar-Negro nao pode ser
manlido, e o Occidente, que he forte sobretudo por
seus navios, nao pode tolerar que se Ihe prohiba o
accesso de um mar, onde elle echa an mesmo lempo
lanas recordac;es e lanlosfuluro; mas aqui os inte-
resses e os direilos da civilisajaose conciliam enm o
iulercssc da Turqoia. Guando um eslado he infe-
rior cm forra e [Kider a um estado viziuhn e amea-
rador, qual he a recurso que o fraco pode ler conlra
o forle J Nao he o apoio das oulras polencias ?
Esle dircito do frafo ao apoio do forle he na Eu-
ropa um syslema poltico c chama-se o equilibrio
europeu. He em uoine (leste equilibrio que o Deca-
dente cm 18.54 se armou a favor ra Turqua conlra
a Russia; bem sabemos que os Turcos se defenderam
valentemenie no Danubio e sem irmos lo longe co-
mo Omer-Pacha, qde no ultimo conselho de guerra,
reunido diante dos muros de Sebastopol, pretenda
segnndo dizem as gazetas allemae-, que al aqoi sao
os Torcos que lem feilo ludo ua guerra do Oriente,
reronhecemos de boa menle que os Turcos, anima-
dos e sustentados pelo apoio, que eslavam serios
de ter, se lem balido admiravelmenle; mas Indo isto
nao faz que a Turqua nao lenha necessidade dos
soccorros do occidente conlra a Russiac ludo isto
n3o laz que o orllente possa abandonar a questao dn
oriente s vi'.issiludes da guerra, no risco de ver o
exercilo russo em Andrinopl* como.em 1829.
O equilibrio europeu nao pode correr anda igua
perigos, nao pode abandonar o fraco i discricio do
forle -obreludo quando o fraco he deposilario de
urna posi-o geographica lio importante, como Cons-
lanlinopla, estando exposla a cahir em maos, que a
podem lorn.r formidavel. Vendo-se oque a Russia
fezdeSehaiippol, pode-se comprehender o que faria
de Conslanlinopla.
Como pnis impedir que Conslanlinopla caia as
mos da Russia '.* Forlilicando esla cidade pelo au-
xilio permanente das esquadras do occidente, islo
he, abrndo-sc os atlreitos co mar Negro, pondo em
primeiro lugar esla^iarle dn Mediterrneo na mes-
ma condisto, em que se acha o reslo desle mar.
Porvenlura Alger, Toulon e Marselha, Trieste e
Vienna, .Malla, eslao protegidas e garantidas por
conveucoes parlicnlares ',' Porvenlura os navios de
guerra rio todas as narocs da Europa nao passam
diautedestas pracas".' por acaso sua seguranra re-
cebe delles o menor ataque '.' soffrem esles porlos
militares ou mercantes por viverem debaxo da le
commutn das narocs'.' Venezi no lempo do seu po-
der, linha lambern querido fazer do mar Adritico
um mar fechado; logo que Trieste comerou desde o
seculo dezasele, a ser alguuia coma, foi misler que
Veneza abandonasse esla prelenrao.
Esla liare circulaao da marinha militar alravez
dos mares e .liante das pracas forles dos diverso* es-
lados hem longe de ler o menor inconveniente, he
ella que faz a polica dos mares, e reprsenla a vi-
gilancia constante c equidosa do equilibrio europeu.
Esla vigilancia he necesiaria diante" de Conslanlino-
pla, no Bosphoro o no mar-Negro; he islo semen-
t que hade por lermo a preponderancia da Rus-
sia no mar Negro, quando cm lugar d3 ler smen-
le dianle de si a m irinlia lurca, liver a marinha
ingleza e franceza e os eslabclccimenlos martimos
c militares, que a Franca c a Inglaterra lem direito
de ler no mar Negro para conlr.ilialancar Sebas-
topol.
Reslam duas objeeroes, as quaes devemos diier
urna palana; nina he cila pelos amigos Iheoricos da
Turqua, a oulra pelos nimigos Iheoricos da Russia.
Eis-aqui a ;>rimcira : Se permillirdes aos navios de
guerra de toda a Europa, que passem livremenle di-
ante de Conslantiuopla, esla cidade licar.i merc
da p: uncir.i esquadra, que a quizer atacar.
Esla objecrao suppoe muilas cousas que sao m-
pos-iveis;em primeiro lugar suppOe que Constanti-
Dopla nio se possa defender, e Constanlinopla de-
firideu-se em 1807 contra os Ingletea. uuslanliuu-
plapoden sempre defender-sebaslanle para espe.ar
o soccorro, sobretudo se esle esla prximo, grabas i
livre circularjo dos navios Je guerra do occi-
denle.
Em segundo logar, aobjccr< *uppo que nao lia-
vera jamis nos estreilns o no irar Negro senao urna
so esquadra, a que atac.isse Cunslanliuopl*. A li-
berdade dos eslreilos torna esl objecrao inveros-
mil; haver sempre pelo menos duas esquadras de
vigilancia no mar Negro ou no mar de Marinara.
urna esquadra iugleza o oulra francesa; com estas
duas esquadras Conslanlinopla l:in sempre um de-
lensor pelo menos mas com o c iccrramenlo dos es-
lreilos he que Conslanlinopla es i exposla ao ataque
de
ultimo processo verbal teria verificado a inullidade
diis esforcris felos para obter o reslabelerimento da
paz e a obstinarn da Russia e a conferencia teria
pronunciado o encerramenlo de suas sessesc a sua
dissvluro.
Esla proposla do lord John Rnesell, a qual eslava
a ionio de ser adoptada, fui combatida, segundo di-
zem, pelos representantes da Austria, e especialmen-
te pelo ronde Buol. Para que tanta pressa .' di--
eram em nomc do gabinete de Vienua. Para que
renunciar precipita lamente s probabilidad** do
futuro
una so esquadra, a * possivel para ontra esquadra qual- | he a ruina UM u|limas e^,,,,,, de uina ,,>,,.
la da sobre as bases que as potencias alliadas lem
quer.
Em lerceiro lugar finalmente, a objeccao suppe
que a polencia que se ullizasse da abertura dos es-
lreilos para atacar Constanliiiupla em plena paz, pa-
rara respeilosamentc dianle do encerramenlo dos
eslreilos e se eximira de forrar os Dardanellos ou o
Bosphoro. Evidentemente he fazer esta polencia
multo ou milito pouco escrupulosa; muilo escrupu-
losa, se acredilnr-se que ella nao ouse violar a con-
vencao, que eslabelece o encerramenlo dos eslreilos;
muilo pouco escupulosa, se julgar-se que viole a paz
para atacar Conslanlinopla.
A objeccao dos inmigos Iheoricos da Russia he
esla : Se abridles os eslreitos marinha miniar de
todas as nare-, a Russia poder pendrar com seus
navios ilc guerra no Mediterrneo.Cerlamnle,
assim como a Franra e a Inglaterra poderlo pene-
trar com seus navios de guerra no mar Negro.He
um perigo para o Mediterrneo, sim, o mesmo pe-
rigo que ha para o ocano, quando os navio* de
guerra rnsros saliirem do Ballico para entrar no mar
do Norle.
Porquerecciacs para o Mediterrneo c que nao le-
meis pelo ocano ".' Os navios russos podem vir do
ocano para o Mediterrneo pelo estreito dctibral-
lar; sero maistemiveis, quando entraron) pelos Dar-
danellos'.' Porvenlura todas as marinha* militares
nao se encontrara no Mediterrneo como no oca-
no ? Onde est o mal que os navios ruaros venham
de Sebastopol ou do Croiitladl, como nossos navios
francezes vao de Coulon ou de Bresl'.' A rhegada
dos Ru-sus lo Mediterrneo pelo Bosphoro. mudar
porvenlura a proporcao das forras martimas '.' A
marinha ngle/a ou Irauce/.a se achara diminuida
ou enfraquecida 1 Nao nos dexemiis Iludir aqu pe-
las rutinas de chancclarin.
A abertura dos eslreitos, f.-uendo entrar a mari-
nha militar do occidente no mar Negro e os navios
de guerra da Russia no Mediterrneo, deixa as ma-
rranas na condicao reciproca de forra ou de flaque-
za, que ellas lem presentemente. A desigualdade
do poder martimo, que nenhuma convenrao pode
destruir, lem smenle um desenvolvimcnlo mais
ampio e urna marcha mais legitima; ora lodo- devem
comprehender que ha niito urea vaolagem para
nos.
Esta vaniagem ter precisamente por fim destruir
a prepwHdcrimcia oxelusiva di B>*A*ia niniiar Negro
c salisfazer alereeira garanta de 8 de agosto de
18)1, sem alacar ao mesmo lempo o direitc de so-
berana do ihptrador da. lluvia com seu imperio.
Esla reserva dos direilos de soberana do imperador
da Russia cm seu imperio he, como todos saben), a
nica reslricrao leila pelo priucipe (jorlschakoT a
eeitacao da lerccira garanta de 8 de afelo. Esla
reslricrao exclm: a demolli;ao de Sebastopol e a li-
milacao da esquadra, mas nao a abertura dos eslrei-
los e os eslahelccimcutos militares e martimos ne-
cessarios conservado de vossas esquadras no mar
Negro.
{Jornala des Dehats.)
c no protocolo de 28 de dezembro. a Nao temos, dis-
seram elles, nenhuma iniciativa que lomar a este
respeilo. nenhuma proposta ou contM-propoala que
siibmeller conferencia. As resislencias Ha Rus-
sia leriam podido Irazer o|rompimenloimnicdialodas
negoriaces e a dissolurao da conferencia ; mas os
representante, que fazem parte de-la, nao lem que-
rido adoptar urna resoluco tao decisiva ; em lugar
de pronunciar o encerramenlo das scsses lmila-
ram-se a declarar que eslavam suspensas ; a adia-
das indeTinidamenle ( sitie die}, c lord John Russell
parlio de volla para Londres.
A -n-pi'ii-ao e o adiamenlo mesmo indefinido das
sesses diflere esscncialnienle do encerramenlo djie
Utrera Irazido a dissolurao da conferencia ; e esla
differenca foi claramente indicada por lord Claren-
don, l.m membro da cmara dos lords inquiela-J
va-se com a posicao actual da Austria ; n esla [io-
Icncia, dizia elle, pode escolher sua vonlade seus
alliadus e seus adversarios ; esl de pane de duas
grandes provincias, seus excrcilos eslo acampados
uos coufins dos dous imperios, c nada a impcile
de unir-se a Inglaterra ea Franca conlra a Uu--ia.
ou Russia conlra a Franca e a Inglaterra. Deso-
jara saber qual he a opiniao do governo sobre o pa-
pel imprtanle, que ella se prepara para representar.
n Lord Clarendon respondeu lembrando a con-
venci de 2 de dezembro. cujns termos julga elle a
Austria respeilar, mas trnenle no caso em que a
paz nao fosse leila roufurme com ascondices fiza-
das por esla convenci, he que a Austria devera
concertar com os alijados sobre as medidas, que con-
vira lomar-se para assegurar a sua execurao-; anda
nao chegou esle momento, i. Lord Clarendon ajnn-
lon que he impossivel dzer desde ja que marcha se-
guiri a Austria. Se as nesociacoes eslivesscm rom-
pidas e a conferencia dssalv.la,nao|licvera|evideule-
menlc man nenhuma esperauca de reatabelecer a
paz sobre as bases indicadas na convcncfio de 2 de
dezembro, e eulao para a Austria, como para as ou-
lras polencias, que lem parte nesta convenco, seria
rhegado o momento de concertaren! sobre as me li-
das de execucao.
A linguagcm de lord Clarendon sera em caso de
necessidade esclarecida e completada pelas infor-
maces, que temos recebidu directamente de Vienna.
Na sessao de sabbado 21 de abril he que os plenipo-
tenciarios da Russia aiinuuriaraina resoluco do im-
perador Alejandre, que nao quer conseulr cm limi-
mcnle, romquanlo breve, foichea de incidentes que j ceram sullicienles ao ptiyucae da academia dassei-
soli apena de Arago deviam lomar um interesse j encas, lano assim que proposeram a queslo como
notavel, c as obras completas desle sabio, as quaes I assumplo do premio. Seja como for, Malus Iradu-
van ser prximamente publicadas, pn ler-se-ha com zio em formulas anal) ticas a construrrao de Huy-
farildade sali-fazcr a u.na curiosidade legitima. ghens; comparou a irregulardade dos raas exlra-
Obrigados aqu a resumir, n.lo reprnduziremos des- ordinarios dcduzida desla formula con os nmeros
la obra posthOmi senao os tpicos que nos parece-
ram maitproprios para caraclerisar a sabio.
Liiis-Elienne Malos, cujo nomo nina memoravel
descoberla far.i repetir umquauto as sciencas phy-
licat forem honradas enlre os horneas, nasceo cm
O encerramenlo da ses-8es e a dissolucao Paria a 2! de junho de 177" de Aune-Luis Malas de
it .po-to e cujo principio o gabinete de S. Pclers-
burgo aceitn.
Logo que a conferencia tiver rompido as negocia-
ris, desejar-se-ha abrir as deliberaces, que rc-
commciidd a convcin;ao de 2 de dezembro sobre os
m ios rllicazes de obler o onjerlo da allianca das
Iris cortes de Vienna, de Paris e de Londres; mas
as circumstancias aclnaes nio sao ,is mais favuravei
a feslas deliberaces, c he fcil de prever oulras rir
cumstancias prximas Calvez, as quaes facam a Rus-
sia mais Iralavcl. A Austria cnnliece as obriga^es
que se impoz, nao declina nenhuma dellas ; lem
promelli.lo nrceilar-rnenle urna paz honrosa, que
garanlis-e seus inleresses particulares e os da Alle-
roanha ; ella ser fiel is suas promessas, e bem que
nao dissimule o ardcnlo deseju, que lem de ver a paz
restbelerer-se na Europa, declara que para ler urna
paz honrosa, nao licitara em fazer a guerra, se forj
nttunarlo. Entretanto nao se pode negar que o ra-
so previsto pela convenco de 2 de dezembro para
constituir urna allianca offensiva e defensiva entre a
Austria e as polencias occidenlae-. nao se realisou,
porquaulu as hostilidades anda n.lo rompern) en-
tre a Austria c a Russia. O roinpimesilo da confe-
rencia far nascer difticul.l oles.para asjquaes nao so
esla suficienlemente preparado ; a suspensao ou o
adiamenlo das sesses as previnir..
O adiamenlo tem todas as vanlagens ; permillira
conliiniacao das negociaees entre todas as polen-
cias cm mn momento dalo ; aulori-ar a Austria a
continuar cm S. Pelershurao a obra de -ua nicr-
venrao. A Auslria rednhrai seusesforeos c se. co-
mo se pode cier, ossuccessos da guerra a favorere-
rem, ella conseguir ccrlamenle da Russia conces-
ses, que esla potencia recusa boje.
Ja que se Irala da anlender-se sobre a lerccira
con.lico da paz futura, importa nao esqueccr o que
-e no protocolo de 2S de dezembro : aos ajustes que so devem fazer a esle res|ieilo, ellas
depeiidcm mu directamente .dos .onlecrnentos da
guerra, pira que se possa desde ja e-labelecer-se as
suas bases, he bstanlo indicar o seu principio.))
Nao ha razao para renunciar-so as probabilidades
de paz, que a guerra pode fazer nascer. e he do urna
sabia poltica reservar a posaibiUdadC de rontinuar-
st as (lelb.r.ires da conferencia no db em que a
gowra liver modificado a Mtoeci.i i> Os plenipolen-,
cinos da \uslria propozeiam pois a siispensao das
ses-ocs o o adiamenlo da conferencia. Foi esle o par-
tido que se (omou.
Milrx o do Luisa Carlota Desboves; seus primeiro*
eslinlus foram espcrialrnenle littetaiios, aiiquinudo
um conliecimenlo profundssmo dos aulores que
hunian as lellas gregal c latinas, e al em seus ul-
limos dias recitara com difficuldade longaa passa-
gens la I liada, de Auacreonle, de Horacio e de Vir-
gilio.
Como quasi lodos os csludanles de hahilidade,
ooosagrou seu lalcnlo s produroes superiores s
suas forcas, cuja dlliculdade um dos nossos grandes
poetas cla-silicava lao enrgicamente, chamando-as
oftrai i/o demonio ; porem elle, conlra o que ordi-
nariamente acontece, levou at o lim suas lenlalw
va-, por quanlo ermceus popis, alcm de deaCanina
de um poema pico, cujo reslo perdeu-se, intitulado
a FundarSo da Franra ou a Themetia, a'chci lti-
mamente duas tragedias completas, urna sobre a
lomada de LTica e a morlo de Clao, e oulra nar-
rando os horriveis aconlccmenlos da familia dos
Aireos, e intitulada Eleclra.
Bellos versos c alguna* ritaces inleressaoles nao
me impediran! de runfessar aqui que eslo joven an-
da nao leria descoberlo sua verdadeira vucacao, s*
a immensa distancia que na obra de Racinc se-
para Os irmos Mmigo de .Indromaca, nao mos-
Irasse com qoe reserva se (leve fugir de fazer e-tcs
juizos prematuros.
Malus linha e-tula.lo em primeiro lugar, c com
um successo notavel os esludos luteranos, bem co-
mo ojde algebra e geometra, c submelteu-se a exa-
me na escola de engenharia de Metieres em 1793,
foi clas-licido nesse mesmo anuo como segundo
lenle na proposla em que o general lteilrand or-
COpava o primeiro lugar, nio podo porem aprovei-
lar seu derrelo de admis-ao, porque o* graves acon-
lecimeulns de que esta escola fui Ihealro, Irouxeram
cumsigo sua supres-ao ; o que: o nbiigou a assenlar
praca como xolunlario no l> Intalhao de Par-, o
a ir a Dunkerque, onde lomou parle como simples
Irabalhador, com a pa ua mi, nos Irabalhos que
exiian as forlficares de campanha, com que se
crciva aquella Otaca.
.\r. Lepere. engenliero de ponles e calcadas, o
qual diriga urna parte deslas conslrucjes, leudo
nolado disposires particulares c nao previstas no
modo porque os soldados exoculavam ai esiavac/ies
c ns eiilulhos, quiz conlieccr a sua origem, eniao
aprc.'cnlaratu-lhe aquclle que os havia aconselhado,
como devendo conseguir o lim com a maior brevi-
dade possivel e algiius momentos de conservaelo
convencerain ao cngenhero Jque elle acnbr.va de
descubrir no humilde sapador <(o I" balalhao de Taris
um homem superior, e o cuvinu a escola polxtech-
Tcnios muilas razos para crema exaclido deslas "'ca 1ue atetara de ser fundada.
Em um artigo rcenle dizamos: As ullimas
r.olicias, que temos recebido de S. Pelersburgo, nos
fazem recejar que o imperador Alexaiidre lenha res-
pondido ao pedido das potencias alliadas com urna
recusa absoluta. Allirma-sc que as novas inslruc-
res do principe liorlsrhakoll devem prescrever-lhe
a rejec.lo de loda proposla tendente a diminuir as
forcas navaes da Russia no mar Negro. Nossos re-
cejos eram demasiadamente fundados ; sabemos bo-
je pelas declarares olliciaes de lord Palmcrsl.xi pe-
ranlc a cmara dos commuus c de lord Clarendon
na cmara dos lords. que os plenipotenciario* russos
lem peremploriamente recusado ja limitar a esqua-
dra russa no mar Negro, ja neutralisar esle mar, is-
lo he, excluir delle todos os navios de guerra, qual-
quer que seja a nacao a que pertencam ; era esla a
alternativa proposla pelos representantes das po-
tencias alijadas.
Os rcpreseulanles da Russia foram ccrlamenle
convidados para explicarem-se sobre os meios de rea-
lisar-se o principio eslabelecido na terrena condi-
cao de garanta estipulada em as olas de8 de abril' convicclo um irabalho mais arduo do que elle pen-
informaees ; em primeiro lugar sabemr que sao
bebidas cm boas tontea, em segundo ellas confirman
as ilerlarares de lord .Clarendon, e dao sua espl-
cacao clara, simples e natural : finalmente ellas sao
conformes com a poltica prudente do gabinete de
Yienrfa. O expediente propnslo por este gabinete e
aceito pela conferencia he um meio de ganhar lem-
po e reservar assim todas as probabilidades, que an-
da podem restar paz, o he desle modo que elle
lem sido considerado em Vienna, Berlim c Franc-
fort, e a prova disto he que ha dous dias espalhou-
sc por loda a Allemanha o boalo deque a conferen-
cia eslava pura conlinnar suas sesses, ou que as li-
nha continuado, sendo provocado desla vez pelo ga-
binete de S. Peterburgo, que se mostrara sincera-
mente animado de disposires pacificas; entretanto
devemos dizer que estas noticias nos parecen) ao me.
nos prematuras. (lilem.)
FRANCA.
Academia das teietteiat.
A academia das sciencas fez sua sessao publica
animal segiinda-feira paseada, e como he coslumc,
iiouve no palacio do instillo um immenso concur-
so dessas pjessoas que, sem se julgarem sabias, to-
dava procuran) con) um cuidado que a honra, to-
das as oceasloes de adquerir algumas noces posi-
tivas de philosophia natural : esle publico escomido,
muilo desprendo e dcsconhecido das sociedades
sabia-, he precisaineule aquello a quem nos dirigi-
mos lodos os qoinze dias, o para quem fazemos com
sa, cujo fim he definitivamente euuuciar-Ilie cm
sua propra linguagcm lodos os resultados que elle
tem dneilo de conlieccr. (iracas a esla iiilervcnro
dos escriplores encarregados das folhas publicas, es-
las sociedades' cnnlrahem com o mundo afinidades
salutart's, e quando urna vez no anno a academia
appclla para o publico, quando os secretarios perpe-
luos promellem Contar a vida c os Irabalhos de um
collega Ilustre, esle publico coucorre para ou-
vi-los.
Urna circumslaucia particular c tristemente ex-
traordinaria veio dar esle anno sessjo publica um
augmento de inleresse, c dispertar na assembla a
lembranca anda bem rcenle de um acto fnebre.
O novo secretario perpetuo que Mr. Elie de Bau-
monl, ao qual caba a misso de proferir um dis-
curso acadmico, declaron, que quera ceder a pa-
lavra anda urna vez ao seu illuslre predecessor,
Arago, que nos ltimos annos de sua vida lodo de-
dicado i scicncia, trabalhava consideravclmenle.
Alem da sua astronoma popular que se est publi-
cando actualmente, e das memorias scientlicas que
cmmunicava diariamente pelas gazelas, havia dic-
tado urna noticia biographica sobre a vida e os Ira-
balhos de Milus na previsan dessa sessao annual,
e sem saber que seu fim eslava tao prximo. Arago li-
nha alimentado sem llovida suas ullimas esperances
na peTsoasBo de que havia de ler em presenra do
seu auditorio habitual urna obra em que se com-
Malus pois fui um dos primeros alumnos deste ce-
lebre instituto, onde adquiri a amisade de Mr.
Moager, de quem era inlimo hinigo, e somenle esla
amisade rdante e dedicada Ihe foi bstanle para o
salvar das demis-es em que havia o acorr!. en-
volvendo-se, conlra o governo eslabelecido, em mul-
lo] movimenlos polticos que agitaram a capilal.
Sahiudo da escola polytechnica dirigio.se a 20 de
fevereiro de 17% a Melz, onde foi recebido como
alferes alumno de engenheiro ; nomeado capitn a
19 de junho do mesmo anno, foi no segunte envia-
do ao exercilo do Samhrc e Mosa, onde tomn urna
parle activa e distincln nos cmbales dados por esle
valenle exercilo.
Aehou-se ltimamente entre seus papis familia-
res um pequeo livro em que elle, cniao rapilSo
de engenharia empregado no exercilOjdo orienle,
Ir-arava diaria e resumidamente lodos os acontaci-
mcnlos de que linha sido lestemunha, ou em que
linha lomado urna parle directa ; este livrinho de
lembrancas que eu l com a maior ailcnco, e no
qual nosso collega figura como militar, pareceu-me
digno de una analye minuciosa, a.nal\-e esla que
refere a parte que elle lomou na expedirlo do
Egx po ; assim pois lembraremos somenle que o ter-
rvel contagio que dcsimava nosso exercilo nao
poupou o futuro acadmico que ao depois da loma-
da de Jafl, na qual linha arriscado sua vida as
operaces do cerco, leve ordem de licar na cidade,
entretanto que o exercilo parta para alacar S. Jeto
d'Are. Obligado a deinorar-se ueste foco de in-
feccao foi por sua vez coiilaniinadu pela pesie, hor-
rivcl epidemia que de 12 homeus aseaba um ; a
Providencia porem quiz que ella poupasse a .Malus,
que leudo visto tanta gente morrer junto de si, ti-
vera sem duvida experimentado a mesma sorle se o
navio Fslrella nao o vie-se arrancar influenria fu-
nesta daquelle ar peslfeto.
Tendo referido este triste episodio que esteve a
ponto de terminar tuna vida lao preciosa, passare-
inos a reproduzii a historia da descoberla de Malus
do modo porque Iracou o propro Arago.
A de Janeiro do 1808 a academia propoz a ques-
tao scgoinle para assumplo do premio de physica,
o qual se devia destrhuir em 1810 :
' Dar da duplicada refracr.o que aprsenla a loz
alnivessando diversas subslancias crxslalinas, urna
Iheoria malhcmalica verificada pela experiencia.
Oescripto do Malus foi premiada, e (emendo lal-
vez que algum dos concurrentes se antecipasse as
descoberlas singulares que elle notara na luz, en-
vou o illuslre physico a academia as partes mais
essenciaes do sen Irabalho a 12 de dezembro do mes-
mo anno, sem allender a poca em que o concurso
-egiindo o pregrantma devia ter lunar : foi pois no
lim do anno de 1808 que se leram as observaces
iminorlaes, cuja analyse lenho de presenlar-vos.
Para achar' as primeiras observaces relativas
existencia da duplicada refraccao no rrxstal da Is-
laudia, boje chamado espalo calcara ou carbonato,
de cal rhombnid.il, deve-se remontar a Erasmo Bar-
prazia em expr com urna mromparavel lucidez lo- lollens- ,,u>sliens lambern oceupouse desles phe-
das as partionlarideds de urna descoberla 13o nti-
mamente ligada com as que elle mesmo havia feilo
cm ptica : esla noticia porlanlo encontrada entre
seus papis exprima urna ultima vonlade, e nin-
guem se admirar de que o novo secretario qui-
cesse respeta-la. Anda que Arago livesse vivido
at e-se da, nao leria podido assisl" a sessao. Ila
muilos anuos que Mr.M.angicr, sen prenle e ami-
go lia por elle o que uulrem cscrevia, dictando elle,
e anda ueste poni cunlin'uou Arago a ser obedeci-
do, de inane ira que a ultima ses..,io ajuiitot real-
mente um dia mais a sua carreira.
Malus foi o primeiro que ob.crvou que a!oxse
polarisa pela simples rcllexao na superficie dos cor-
pos transparentes, e he por isso que seu nome lem
a cerlcza de rhegar a mais remla poslcridade ;
Malus complelou depois essa immensa descoberla,
mostrando como, emquanlo a luz reverberada se po-
larisa cin um sentido, a pon .Tu dn faisca luminosa
lar suas forcas navaes no mar Negro, ncm em neu- que penetra na obstancia, e pasea alravcs, se pnlar-
Iralisar esle mar. A esta derlaracao, o represen- sa parcialmente em sentido contraro.
lano de urna das potencia* alliadas da Turqua, lord O hoineui, ao qual eslaxa reservado fazer leo 1ro-
.lohn Russelt, liemos dos, propM .. eonterencia que porlanta descoberla, rolioeoti-ee nalnralmenla entre
decidisse, que nao havia mais lugar para discutir e | aquelles. cuja biugraphia deve interessai-nos ain-
dclherar, e que suamiss.lo eslava lermiiiada. L'm|da as menores particularidades, e sua vida final-
nomenos e indicon urna ordem geomclrra simples
muilo elegante, por meio da qual achar-se-ha em
ludas as direcees, e sobre lodos os incidentes a po-
licio dos raios cxlraordiiiarios, relalvamenle qucl-
le, cuja marcha foi determinada pela lei de Desear-
les denominada doseno,raio que com razao lo-
mou o uume de ordinario, ujghcns chegou
descoberla de sua marcha eliplira fu ndaudo-se so-
bre rabas ron-derares na Iheoria das ondas, do
que prexinio a seus leilores.
o relator da academia, que era l.aplace. quiz que
o illusfre gemetra se contentas** com apreoenlar
sua le como fi rielo da experiencia, roa-, per mi I-
lain-me dixer, nao val ISo longe o ancor das Iheo-
ra-, quando aconselbe a di-siriiularao ou a taita de
sinceridade '.'
Newlon prorurou subsliluir a lei de lluvgben,
por unirs regras, que nao se achavain conformes
com os fado; mas entre os observadores modernos
o primeiro que estabeleceu a verdode dos principios
dados pelo sabio Holands, foi.Wollaslon, que ser.
vio-se para lazer esta avariguacSo de um methodo
cngciihoso, por meio do qual nch,vsi um indiru da
refraccao pela observacacVda rellexao total.
arece que em tSOS estas experiencias nao pare-
T.
MUTILADO
resultantes .de experiencias muilo precisas e o ac-
cordo fui sempre perfeilo, ficando assim esta con-
cepra > geornelrica completamente eslabelecida, pos-
lo que seu aulor originariamente se (tef, isse levar
|ior vistas tlieoricas.
Um rao de loz natural se divide cm dous raios
que sao exactamente da mesma inlensidade qual-
qoer que seja a positfw do cryetei da tslaadia que
alravesse, c era que se eflectue a divisSo, porm
nao acontece o mesmo no caso cm que os raios, sa-
hindo de um primeiro crxslal s3o analysados
com um segudo cryttal, inleramenle igual. Se
e-le segundo crxslal esti collocado em relarao ao
primeiro, de maneira que as faces homologas esle-
jain par dlelas, o raio ordinario atravessando-o, s
experimenta a refraccao ordinaria e o raio extraor-
dinario ah permanece, e delle exclusivamente sa-
be um rao extraordinario.
A loa natural, alravessando o primeiro cryslal.
ahi lem pois mudado de natnreza : com effeilo, se
ella duplcando-sc, conservaste ahi suas proprieda-
des primitivas, os raios ordinario c extraordinario,
alravessando o segundo crxslal, se dixidiriam em
duas parlqs cada um, e haveriam qualro imagen* em
logar de duas. A primeira idea que veio ao espiri-
to, foi qae a luz natural se compunha de parles sus-
ceptiveis urnas de experimentar a refraccao ordina-
ria ; oulras em numero igual a refraccao extraordi-
naria ; esla hypolliese porm foi radicalmente repel-
ala por urna experiencia muito simples.
Fazeudo-se o segundo crxslal [vnlver-se sobre si
mesmo, urna quarta parlo de sua cirrumferencia
sem dexar de licor parrtelo ao primeiro, o' raio or-
dinario turnan.lo-se ahi extraordinario, na experi-
menta mais esla vez senao a refraccao ordinaria.
Esles raios ordinario e extraordinario, sahiudo
do primeiro cryslal, eram pois lodos iguaes, c para
que n.lo podc-scm distinguir-se um do oolro, bas-
i.iv.i fazer um delles vollar noventa graos sobre si
mesmo. ou m torno do sua linha segundo sua pro-
pagarlo. Es-nos, pois, levados pelos phenomeuos
de duplicada refraccao a distinguir nos raios lumi-
nosos lados dolados de propriedades difiranles, eii-
uos, pois. levados pela observarlo a recoohecer que
o raio extraordinario, sahindo de um rrvslal da Is-
ln.lia. lem as propriedades de um raio ordinario,
smente quando o fizercm andar obre si mesmo um
quirto dess circumferenri.
Se nos lembrarmos que o* laios luminosos sao tao
linos qoe inilliis .le milboes podem passar pelo fon-
do de inca agulha srm coufundirem-se mutuamen-
te, os espiritos reflchdos reconheccrao todo quan-
lo ah ha de admiravel e quaii de iucomprcliensivel,
no facto que acabamos de citar, coja descoberla he
devida a Iluyghens.
A duas porces de raios riue, depois de terem si-
hido simil'anaameMte rin um rrxstal da Islaudia,
Iciti os lados dolados de proprieda i"- diderenles,
e!iam,im-se raios polorisados em opposicao aos
raios de luz natural, que lem a mesma propriedado
toda ao redor de sua circunferencia, posluque so
dividam sempre em dous mulla- da mesma iulensi-
dade, qualquer que seja a pusieju do cryslal com
que sao analysados.
J dis-e qual era a pu-irao que devia ter o se-
gundo cryslal, para que os raios ordinarios e extra-
ordinarios provenientes de um primeiro cryslal all
conservassera as mesmas denominaees. as posi-.'
coes intermediarias desle segundo crxslal, os raios
quer ordinarios quer extraordinarios-, provenientes
do primeiro, se dividem geralmenle cm dous ; s as
intensidades dos mullios ordinariamente sao muito
dssimilhinlcs.
Tal era o eslado de nossos conhecimenlos sqbrc
esle ramo de ptica tao delicado e singular, quando
um dia cm sua casa da ra do Inferno, Malus priu-
cipiou a examinar cora um cryslal dotado de dupla
refraccao os raios do sol, refleclidos pelas janellas
do Luxemburgo, e em lugar de duas imagens nlen-
-a-. quo esperava ver, nao distingua senao urna
nica, ordinaria ou extraordinaria, segundo a posi-
cao que oceupava o crxslal dianle de seus olhos ;
este phenomeno estranho sorprehendeu o nosso ami-
go, que lentou explica-lo por meio de modificaces
particulares, que a luz solar poderla ler recebido,
(ravessando a almosphcra ; mas sendo noite fez elle
cahira luz de urna vela sobre a superficie d'agua
sob o ngulo de 3li grus, o servindo-se de um crys-
lal de dupla refraccao, vericuu que a luz rellecli-
da era polarisada, como se fosse proveniente de um
cryslal de Islandia. Tambero urna experiencia feila
com um cspelho sob o ngulo de 35 graos, deu-lhc
o mesmo resultado ; desde eulao ficou provado que
a duplicada refraccao nao era o nico meio de po-
larisar a luz ou de Ihe fazer perder a propriedade
de se dividir constantemente em duas parles, alra-
vessando o referido rrxstal.
A reflexao sob# os corpos diaphanos, phenome-
nos de lodos os instante-, e tan anligo como o mun-
do, linha a mesma propriedade, sem que alguem ja-
mis suppozesse; porm Malus nao ficou ahi, c fez
cahir simultneamente um raio ordinario e oulro
extraordinario, prevenientes de um cryslal dolado
de duplicada refraccao sobre a superficie d'agua, e
notou que sea inclinaran era de :li graos, esles dous
raios comportavam-se muilo diversamente.
(loando o raio ordinario experimentava ma re-
llex.io parcial, o extraordinario nao reflecl'a.ibsolu-
lameute, sto he, alravessava todo o liquido ; se po-
rem a exposicao do cryslal era tal, relativamente ao
plano em que se operava a reflexao, qoe o raio ex-
traordinario se refleclia parcialmente, era o ordina-
rio que passava inleiramenle.
Os phenomeuos de reflexao lornavam-se assim um
meio de distinguir os raios polarisados em diversos
sentidos uns dos oulros. Ero a noile. que eguio-se
observaraoortuila da luz solar, refleclida por en-
tre as janellas do Luxemburgo. rreou Malus um dos
ramos mais notaveisda oplica moderna, c adquiri
direilos, que ninguem contestara, a um nome im-
morlal.
Eu ullrapassara os limites que me sao tracados,
se anMysas-c aqui lodas as observaces, que fez o
iiossn olle-'a, seguindo a marcha dos raios directos,
e refigclides, em que se desenvolvem os phenome-
uos da polarisaco ; mas para facilitar ao leilor a
iiilelligencia de fados diriosissmos com qoe Malus
enriqueceu .a sriencia em 1811, nao posso dexar de
dar a dilmirin de um termo, que lerci muilas vezes
de empregar ; tal he o raio parcialmente polarisado.
I ni rain de luz natural da sempre duas imagens
da mesma inlensidade, qualquer que neja, relativa-
mente a este raio, e posicao da face do crvslal, que
elle alravessa.
Um raio completamente polarisado nao apresen-
i la, senao una magem as duas posices particula-
res da face desle cryslal ; um raio parcialmente po-
larisado goza de qualquer Turma das propriedades
intermediarias entre as dn raio natural, e as do raio
completamente polarisado: como o raio natural elle
tem sempre duas imagens, c como o raio polarisado,
estas duas imagens lem intensidades variaveis com
a posirau do cryslal analvsador.
Os rain* rellechdos -obre agua esobre n vdro.
nos ngulos que precedem ou quem a angun di po-
laiisaciu cmplela, sao parcialmente polarisados, e
.. '



DIARIO DE PERNAMBUCO SBADO O DE JUNHO DE 1855
tanto mair quanlo o ngulo de sua rellex.lo mais
aproximar de 35.a ?6 graos.
~ ----------1x *-n'i'**'i
Malus achou que o raio refleclidos pelo metaosNtia cscriplo em fallas solas ransaitmlos segundo
os toara dovia conduzir-sc; e cilarei algons, que nao
desmerecm, creio eu, as eollocres celebres publi-
cadas por alguns dos nossos pliilosoplios:
Todas as aches da vida devem tender para o
aporlartoamenlo do espirito, e para a harmona so-
cial.
era dictado somente pcha'< bort inslinctos; em suas
horas de descanso no acampnenlo lo fcgypto, li-
nio se polarisvam, ainda mesmo parcialmente, mas
islo nao pasiou de um leve erro, que mais tarde fui
-ectificadc.
*>epois de sna* prlmeiras indagarse;, jolgava elle
que a reflejo sobre certas substancias diaplianas e
opacas era,?excepluando a tphrada refracto, o ni-
co meio de'polarsar a luz. ?fo fim porm de 1809,
suas vistas lomavam urna gruira eitensAo a este
respeito, e com ell^ilo elle reconheceu pela experi-
encia que a luz, pasShudo airares delima lamina de
vidro, oflerece. debnixo (lo inclinaees convenientes.
Iracas evidntes de orjjji polarisacAo parcial, c que
ai.-iimulnn lo urna poroji de laminas, o raio natu-
--< q.ie alravessa, he completamente polarizado em
sNa satiida.
^%^s nao deixbu entrNanlo de notar que a po-
larff^ai^rlo raio era na caso inverso daquella que
leria proi. i'umsi^j-iaJlle^unni'ira que se este podesse idenli-
ficar-se cola a raio ordinario, proveniente de um
rrystal enllocado em nina certa posicaa, o outro ou
a porrao de raio (ransmettida pela pilha, asseme-
Ihar-se-hia ao raio extraordinario deste mesmo
erystal.
Nfto pode entrar em nossn plano indicar nem as
ronseqnencias particulares e milito curiosas que Ma-
lus deduzio de suai experiencias, nem os aperfei-
coamentos que ellas tem recebido ; prtanlo con-
tentar-me-hei em dizer aqui que se algnm dia se
conseguir dcscobrir nina substancia que por si s,
soh o angun da polarisacSo completa por meio da
reflexao, relleclisseamcladc da luz incidente,o raio
traiismeltidoatravez de urna nica lamina seria lam-
bem completamente polarisado, em lugar de o ser
parcialmente.
Nao ha mais necessidade de recorrer-se a urna pi-
lha, como as experiencias de Malus para obter-se
a polarisaro completa pela refraccao : urna s pla-
ca ser bastante.
Ilepois das experiencias de Iluyghcns sobre a do-
brada refraccao do crvslal da Islandia, e do de ro-
cha, os mineralogistas conheceram qne exisle em a
nalureza um grande numero de crystaes dolados de
dupla refraccao ; mas dado um erystal, nao se pode-
rla saber se deve ser, contemplado na cathegoria dos
crvslaes, que acabamos de citar, senSo depois de o
ler lapidado em prisma, e tentado dcscobrir atravez
das rluas faces arliticiaes ou naturaes leriniuaes, a
dupla imascmdeum corpo milito fiuissimo, como
a pona de urna agolha.
Em 1811, um membro desla academia mottrou
que era possivel resolver a queslao independenle-
mente da experimeotacio da duplicacao, algumas
rezes dillicillimas ; e paovou assim a existencia da
dobrada da refraccao as laminas as mais delicadas
de mica, as quaes, de nenhum modo, teriam podido
prestar-se explicacan do primeiro melbodo.
Malas porm generalisou os resultados ohlidos
por seu amigo em urna memoria intitulada : ./ avr
de refracao dos crystaes e das substancia* orga-
nisadas, escripto este que foi lido na academia a
1!) de agosto de 1811.
Esles trabalbos alm de suas vistas merecern) -
lhe os (estemunhos sinceros de eslima e de admira"
cao dos sabios de lodos os paizes.
Malus foi nomeado membro da sociedade de
Treneil, que se compunha de um pequeo numero
do sabios reunidos sob a egide de l.aplace e 11er-
tliollcl.
Em 1810 vagando um lugar na seccao de physi-
ca do Instituto pela morte de Monlgollier, Malus
acliou-se naturalmente no numero dos candidatos,
que se apresentaram para succeder ao illuslrephy-
sico; entre os concurrentes iigarava um engenhei-
ro de pontos e calcadas, que tambem tirilla feilo par-
te da expedicao do Egyplo, cujas relaces com os
acadmicos eram numerosas e antigs ; podia-se
paranlo prever que o logar seria vivamente dis-
putado.
Aproximando-se o dia da eleoao, 13 de agosto de
1810, um de seus amigos encarregou-se de Ihe Ira-
zer a noticia do .resol lado, logo que este fosse eo-
nbecidn ; por um concurso porm de circumslan-
cias pouco felizes o escrutinio ahrio-se um pouco
mais larde do que era coslume, oblendo elle 31 vo-
tos, c sou compelidor 22.
Seu amigo, de que temos fallado, nao perdeo um
s momento para irannunciar-lhc t<1o feliz resulla-
do ; mas a hora do coslume, em que a noticia 1 lie
devia ser dada, j a muilo se linlia passado : o il-
luslre physico, julgando-se vencido, entregava-se
ao mais triste desespera, nao obstante os disvelos que
sua consorte empregava consolando-o.
Assim pois o intrpido soldado do exercito do
Sambre e Moa, que vira a morte la o perto no com-
bate de ('.habris, na bataltia das Pyramides, no dia
da revolla do Cairo, na immortal batalha de II-
liopolis, o oflicial que em JatTa e Uamiella solfrera
os ataques da peste com tanta firmeza d'alms, agora
se dcixava vencer por um spposlo mo resultado
de urna elcirao' acadmica.
Passando a major, a 5 de dezembro de 1810, pa-
tente que corresponde de lente -coronel, con-
fiou-lhe o governo muitas vezes a missao de classi-
fiear, segundo o merecimento, os ofliciaes do arti-
Iharia, e engeoharia, que sahiam da escola de ap-
plicacao de Met ; depois veio a ser o eliminador
de geometra, e das sciencias que della dependem,
dos alumnos da escola polylecbnica.
A 14 de tendemiuire do anno 9. Malus cscrevia
de Beuisouf a seu amigo l.ancrel: Vivo aqui co-
mo um crmilao. passo dias inleiros sem proferir
urna s palavra. Parece que o nosso collega mui-
tas vezes se cntregava ao silencio por seu gosto ;
taoto he assim que os alumnos das escolas poly-
lechnica e de applicacau coutavam que percorren-
do elle suas plantas, contenlava-se em apontar com
o dedo a parle sobre que desejava explicar/es e sem
articular urna s palavra.
Este modo de interrogar que lo completamente
oppunba-se aquello com que outros examinadores,
contemporneos do nosso collega os (inha sorprehen-
dido baslantc, mas nem por isso Car mi menos justi-
a i paciencia esclarecida, a inlelligcncia c perfeita
Icaldade, que caraclerisavam todos os julgamenlos
proferidos por elle cm seus exames.
Em 18111 oceupaodo elle interinamente o impor-
tante lugar de director dos esludoa-da escola polv-
technica e par ser confirmado derroitivameiile ues-
te importante emprego, apenas se esperavam por
algumas formalidades regulamentares.
A conipanhoira de sua esculla, que elle fora pro-
curar em (jhiesson, depois da expedido do Egyplo,
derrramava sobre sua existencia urna ineil'.ivel fcli-
cidade.
As academias mais celebres da Europa se apresa-
vam porfa em l-lo por socio.
Malus era amado, honrada, e eslimado de todos
aquelles que o conheciam, c devia gozar autecipa-
damenlc as dcscobcrlas brilbantes, que Ihe promet-
lia seu genio; finalmente depois das fadigas guerrei-
ras de sua priincir.i mocidade possuia ludo quanlo
Heve prender-nos vida, e foi entilo que, para in-
fclicidadc de seu* prenles, de seus amigos, das sci-
encias, c da gloria nacional, ella veio a faltar-lhe :
urna pthisica, cujos primeiros symptomas experimen-
ta no meado de 1811, progredio rpida e espantosa-
mente, por causa, lalvez dos germens jue a peste
dcixara em seu dbil corpo.
Nosso collega n3o se julgava gravemente enfermo,
porque na ante vespera de sua morte pedir a nm
dos seus para, amigos nascmanaseguinte,acompanha-
loal Montmorency, pera onde desejava rctirar-se
fim de respirar o ar livre do campo. Cilarei urna
prova mais demonstralivainda, se he possivel, da
illaso em que esleve al o ultimo momento.
Vollando do Egyplo persuadido de que a plhisica
he contagiosa, sobretudo quanilo olla succede aos
ataques la peste, elle nao solfria menos que sua
consorte, porque recostando a cabeca della na sua
para espreitar seus gestos, ainda os mais insignifi-
cantes, rcspirav.icnnstanlemciile o mesmo ar.
Esla admiravel matrona finalmente nao aeredilava
no infortunio de que eslava amcacada. c quaudo o
lluslrc sabio exalnu o ullinio suspiro, foi quasi prc-
iso emprogai a violencia para arranca-la do corpo
inanimado de seu esposo, ao qual poucos mozos so-
breviven. Malus tinlia trinla e sele annos, quando
a academia o perdeu.
Nosso collcga era de urna estatura e corpo media-
nos; nao obstante suas maneiras reservadas e fras,
tinhi urna alma amavcl; bom filho, esposo (erno e
carinhoso, amigo dedicado, deixou no espirito de lo-
dos que o conheceram, a reputar ao de um homem
honrado, bem digna de inveja.
Seu procedimeulo, sempre livre de censura, an-
da mesmo uas mais dfficeis conjunctums, nao Ihe
coiivcmdesprezar.
Procurai mcus prazeres as affeiciies do cora-
';ao, nos sonhos da imaginacao e no espectculo da
nalureza.
o Convcru exercer a paciencia, virtude absoluta-
mente necessaria .i felicidado na existencia mo-
ral.
" J que nao se pode dar as criancas a idea do
bem, deve-sc habitua-las sua pratira.
o Quando se |>erde a razao, a consciencia vem<
como um corpo de reserva oppor urna harreira ao
disregramento.
a Nao amo os hnmens, que pezam suas aeces
meritorias.
OITender-se e allligir-sc com as njusticas dos
outros, he ser oscravo do primeiro, que as pra-
lica. i>
s|a colleccao de ponsainenlos l-so ainda :
Poneos homens ha que morrendo, deixam vesti-
gios de sua existencia !
A pouco me aventuro, afirmando que Malus
sera' contado em o numero desses homens previlc-
eslo comprchendidos na resolucao que so discute
apresentaram os documentos que ordinariamente se
tem exigido para a naluralisaeao ; apresentaram fo-
llia corrida, a dcclaracAo fcila na cmara municipal
cmfim todos os documentos que podiam apresentar
justificando a sua prelenco. Por oulro lado, a
commissao rarobou de diversos membros desta casa
infnrmaces as mais lisongeiras a rcspeilo de cada
um dos pretendentes : um. delles be cstabelecido
nesta corte, onde he corretor approvado pelo tribu-
nal do commercio ; o oulro lie tambem corrotor pe-
lo tribunal do commercio de Pernambuco: um outro
he padre, residente em Porto-Alegre, a respeito do
qual um nobre deputado pelo Rio (irande do Sul
deu as mais lisongeiras informarnos i commis-
930...,
OSr. Sayo Lobato Jnior : Apoiado ; he ho-
mem de merecimento superior, segundo as informa-
cics que lenho.
(I Sr. Tei.icira Maredo :.... dizem que he nm
padre de milita inslrucoao, milito bem visto pelo
Exm. hispo diocesano...
O Sr. Sayao Lobato Jitninr :Apoiado.
O Sr. 'J'ei.ceira de MarnUi :Eis as informaees
que obteve a commissao ; por ellas e pelos documen-
tos que Ihe f.iram presentes enlendeu que devia a-
prescnlar o projecto quo se discute.
O b'r. Correa das .Vece.:Sr. presidente, he sem
prc ronslr.-mgido que lenho sido obrigado a volar
contra a maior parle dos projeclos de naluralisaces
que se tem apresentado nesta casa. Eo, senhores,
DAo siso a opmiao daquelles que querem fechar as
giados. Seu nomo chegara' a' mais remota posterida-1 portas do llrasil, alim de que para a sua associacSo
de por meio de urna talas grandesdaKobertai que,
indepriidcntcmente de seu propvio mrito, lem
aberlo um vasto campo a's inveslgaces ila sciencia;
seu nome immortal Picara' de boje em dianle inse-
paravel do da polarisar.lo, sob a qual ja' vieram gru-
par-scos mais curiosos, os mais fecundos, e os mais
bullanles phenomenos da ptica moderna.
(dem)
HITESOB.
RIO DE JANEIRO
CARIARA DOS SRS. OEPUTADOS-
Dia 24 da mato de 1855
Approvada a acta da sessao, he lido o sesuinle ex-
pediente :
Um oflicin do Sr. primeiro secretario do senado,
enviando as emendas feitas eapprovadas pelo sena-
do i proposicao que atiera < decreto n. 71 de 13
de selemhro de 18j-J,sobredivisai4de collegios eleito-
raes.A imprimir para entrar na ordem dos Iraba-
Ihos.
Do presidente da provincia do Kio (raudo do Nor-
te, enviando dousexemplares impressosda falla que
dirigi assembla legislativa da referida provincia,
no dia f de jolho do anno prximo passado, poroc-
casiao da abertura de sua sessao ordinaria.A ar -
chivar.
Do da da Par, remetiendo dous exemplares da
colleccan das leis promulgadas pela mesma assem-
bla no anno prximo passado, e dous dos actos da
presidencia da mesma provincia que forman! a se-
gunda parle da dita colleccao. Os exemplares das
leis sao remedidos a commissao de assemblcas pro-
vinciacs, e os relalorio; a archivarcm-se.
Dos das do Rio (irande do Sul, Goyaz e Minas
(erae, enviando os actos legislativos promulgados
pelas assemblcas das mesmas provincias no anno
prximo passado.A' commissao de assemblas pro-
vinciaes.
Um requerimento dos habitantes da freguezia de
Nossa Senhora da Pcnba de Franca, da Taquara,
pedndo ser a referida freguezia annexa provincia
de Pernambnco.A' commissao de estatistica.
De Joaquim Jos Alves de Aguar, pedindo o lu-
gar de continuo desta cmara. A' commissao de
polica.
Passando-so a primera parle da ordem do dia.
he approvado em primcir.i discusso o projeelo n.
110 de 1833, que dispensa as leis de amorlisacjlo em
favor da irmaudade d Nossa Senhora do Rosario da
freguezia de Santo Antao, da provincia de Pernam-
buco ; e em segunda o projecto n. 18 de 1831, que
concede igual dispensa cm favor da irmandade do
Senhor Bom Jess do Rio de Contas, da provincia
da Haba.
Saturalisonto do beharcl Gaspar de Freilas
.*ampaio.
Enlra em segunda discussSo o projecto numero 7.
de 18.H, que aulorisa o governo a conceder carta de
natiiraiisacao de cidadao brasileiro ao subdito por-
tuguez barbare! Gaspar de Freilas Saropaio.
O Sr. Presidente (depois de alguma pausa) :Se
nao ha quem peca a palavra vou por a votos.
O Sr. Mello Franco :Eu nao quizera anda lo-
mar parle as discusses desta casa ; mas vendo que
se vai votar, observando a facilidade com que se
ha barateado o titulo de cidadao brasileiro a qual-
quer que o solicita, vejo-me obrigado a pedir no-
bre commissao algumas informacoes.
Eu declaro i cmara que, nao conhecendo o in-
dividuo de que se trata, nao posso ler idea desvan-
(ajosa a sen respeito ; mas, senhores, aconleccndo
ainda ha poucos dias correr o escrutinio secreto e
ser approvada urna disposicao legislativa para ser
declarado cidadao brasileiro nm individuo que pou-
cos momentos depois ouvi aqui nesses corredores di-
zer-sc que era reo de polica,contra quem havia or-
dem de priso, esle facto, que seguramente prova
muita facilidade e mesmo deleixo, me obriga a pe-
dir i nobre commissao que algumas informares de i
cmara a rcspeilo do individuo a que a resolucao-se
refere.
Creio que quando se Iralou dessa celebre natura-
lisai.ao, para oulro nome nao Ihe dar, foram adiados
alguns projectos ale que fosse ouvida a commissao
respectiva. Pesando pon todas estas consideracoes,
nao conhecendo o individuo, de quem alias faco
urna ida vanlajosa, todava quizera ouvir algumas
explicaces para dar o meu voto. Repito, nao lenho
informacao, pode acontecer que o individuo de que
se trata seja digno de merecer a dispensa pedida ;
mas o facto queja refer, a conveniencia que enxer-
go em se nao baratear o titulo de cidadao brasileiro;
me iiiiluzrim a dzer estas palavrts que a cmara
lomar na consideradlo que Ihe parecer ju-la.
O Sr. Ferros :A revolado que acaba de fa/er
o nobre deputado pela provincia de Mi as (eraos he
digna de toda a atlenr.vi da cmara. O individuo
a que se referi he reo de polica, entretanto o chefe
do polica da corle est assignado no parecer da
commissao !...
Una Vos Nao he esse...
O Sr. Ferraz :EnISo qual he ?..
Cm Sr. Deputado :Foi o que passou j.
O .Sr Ferraz :O projecto he da mesma commis-
sao do anno passado; creio que he um padre que
pi naturalisado nesa casa ; mas entao porqne nao
se nos ministraran! esclarecimentos".' Pois hecousa
de pouca entidade um laclo desta ordem '.' Podia por
ventura a nobre commissao deferir a prelenco do
individuo sem exigir folha corrida ? Parece-me que
no.
Eu ouvl dizer, como o nobre deputado sabe, que
esse facto se linha dado. Um faci lio singular nao
podia pelo menos inspirar desejos aos empregados
do governo de esclarecerem a cmara,'de esclarece-
rom ao senado ?
Eu espero que a nobre commissao de constituido
nao d um parecer sem exigir folha corrida ; espero
que lodos nos nos absienhamos de offerecer emen-
das sem o previo exame da nohrc commissao. Nes-
(e ponto pois uno niiulia voz do nobre depulado
por Minas Gcracs.
Julga-sc discutida a materia ; posto votos n arti-
go, be rejeitado.
Kaluralisactlo de dicerso* eelranftiros.
Entra cm primera discusso o projeelo numero
> deste anno, que autorisa o governo a conceder
carta de naturalisarao de cidadaos brasilciros a I no
Edwin llobcrts c (iuilbermc George I lar ve, subdi-
tos insieres, a Cbristiauo Emilio Hess, dinamar-
quez, e ao padre l.uiz Degrossi, subdito sardo.
II Sr. terreira de .Iguiar pela ordem; : Be-
qiieiro a V. Exc. que consulte a cmara se consente
que esta resolucao tenha urna s discusso.
A cmara approva que baja nina s discusso do
projeelo.
0 Sr. D. Francisco :Quero ouvir informacos
a respeito desses homens ; nao sei nada delles, e nao
quero volar sem cenhecimenlo de causa. Que van-
tagens trazem elles-ap pata ? Sfii industriosos, que
he a primera neces'si ladexm temos ".' Padres e ha-
chareis abundamanlre nos; pormengenheiros. la-
vradores, esses sim, venlialn para ti. -
O Sr. Teijeira de Macedo : Os individuos que
nao veuham eslrangeiros; mas larahem nao son sec-
tario da opiniao daquelles outros que sustenlam que
devemos s receber, adoptar, proteger a eslrangeiros
que nos vonliam apresentar, offerecer industrias
convenientes ao pata ; a homens industriosos, mora-
lisados, pois sao os que cu considero otis ao mesmo
pata. Entretanto, todas as vezes que vejo aqui aprc-
sentar-se um projecto de naluralisacaa, observo que
elle passa sem o menor exame ; nao vejo que a me-
nor informacao nos seja dada sobre a vanlacem ou
conveniencia de adoplarmos na nossa asscciaoao po-
ltica o individuo de que trata o projecto ; ao passo
que sempre um ou outro dos que se apresentam so-
licitando o favor de scrcm admitlidos na associacao
brasileira tem esfa ou aquella pessoa que protege
essa sua prelenco. Assim pois, esses individuos,
ou porque conten demasiadamente com a nossa'
bondade ou facilidade de admilli-los, ou porque em
sua consciencia nada nusem asseverar a rcspeilo da
moralidade desses individuos, clles se recolhem ao
silencio.
E quando, senhores, alguem se levanta protegen-
do essa prelenrao, sempre he asseverando que o na-
turalsando, principalmente se he sacerdote, he mui-
to moral, he um protolypo de virtudes Desla sorle
quasi que podemos dizer, sem medo de errar, que a
metade dos sacerdotes que tem sido naluralisados
brasileiros sao homens de grandes virtudes.
Mas, senhores, qual lem sido o resultado ? Tem
sido, c eu ja par mais de urna vez o lenho repelido
e feito sentir em apartes, que temos admillido na-
luralisar.lo. temos recebido como cidadaos brasilei-
ros, sacerdoles que nao conhecem os primeiros ru-
dimentos da lingua portugueza, homens qne tendo
de passar um atteslado, como j live occasiao de
ver, escrevem lellras maiusculas no meio das pala-
vra, homens que lem o latir de mancira (al que os
conhecedures desta lingua nao sabem discriminarse
he latiui, ou patu francez. [Risadas.)
he, senhores, com esses sacerdotes discpulos do
autor do Palito Mtrico, he com esses que lem o la-
lim pelo systema macarrnico, que queremos fazer
prosperar e florcscer oeslado sacerdotal '.' Certamen-
te que nao ; mas o que resulta '.' lie que lalvez mu-
tos daquelles que concorrem com o seu voto para o
ingressn na nossa associacao de homens taes, sao os
primeiros a acoimar a classe sacerdotal de menos
moral o abundante de esla pidos e ignorantes, como
um quasi composlo de homens incapazesde moral i-
sar o pita.
En, senhores, nao seria 13o severo, seria mesmo
um pouco tolerante se se tralasse de onlra qualquex
classe, que nao fosse cssa, que deve ser muilo con-
siderada e muilo atlendida pelos homens que diri-
gem o deslino do paiz.
Discule-sc actualmente a natur.ilisacao de tres es-
lrangeiros : quaes sao elles "! O que pretender '.'
Voso ouvistei; sao homens que querem ser corre-
lores, e que, como pelo cdigo commercial nao po-
dem exercer este cargo sem serem cidadaos brasi-
leiros, eis a razao, e razao nica, porque se qoerem
naluralisar.
Mas, senhores, nao tardara mnilo que elles nos
veuham pedir dispensa da guarda nacional, nico
onus que recebem adjunto vanlagem que lhes re-
sulla da nataralisacao de cidadaos brasileiros.
Qual he o oulro? He um hachare! que pretende
ser naluralisado ; mas para que '?
f;mci Voz : A resolucao sobre o hachare! j ca-
bio.
O Sr. Correa das Scces :Como eu ouvi o no-
bre depulado que me preceden fallar em bacharel,
ia tambem tratar desla qucslao, e mnstrar qual o
amor ao Brasil que o arrastava a querer ser cidadao
brasileiro comigo.
Em vista pois, senhores, das razoes que sOnccin-
lamentc liti expendido, c cmquanto nao fr melhor-
menle informado do carcter, da moral, e da ins-
lrucoao desle sacerdote de quem lambem trata o
projeelo em discusso, nao .votarci a favor delle.
Quizera mesmo que a cmara tal nao lizesse. Se
a cmara desoja dar brilho ao estado sacerdotal, se
euloiidc que necessila nessa corporarao de homens
Ilustres, de homens honestos, de homens virtuosos,
deve ser milito c muitissimo escrupulosa na admis-
s8o de eslrangeiros sacerdotes que se querem nalu-
ralisar brasileiros ; e por isso espero, ou que algum
dos meus nobres collegas sustente as qualidadesque
ornam esse individuo, ou entao que permltam que
vote contra o projecto.
O Sr. Ferreira de .Iguiar:Sr. presidente, cu
cntendo que o corpo legislativo procede mnito cm
regra sempre que procura infernar-te minuciosa-
mente acerca das habilitarnos daquelles individuos
que prelendem lhes sejam concedidos os importan-
tes direitos de cidadao brasileiro. Eu mesmo cstou
disposto a rejeitar com o meu voto 4 naturalisaco a todos aquellos eslrangeiros qne nao
se acharen) nas circumsiancias de roerecerem esla
honra.
Mas, senhores, apezar desle proposito, me parece
que devemos ler lodo o cuidado em nao confundir
tudo, de maneira que venhamos a prejudicar o in-
teresse publico, uao fazendo differenca entre a cau-
sa daquelles que possam ser indignos desla grara e
a dos que della sao rcconhecidamentc merece-
dores.
Sr. presidente, levanlando-me, live por fim espe-
cialmente dar informares a cmara, o ao meu hon-
rado amigo que acaba de senlar-se, acerca do pri-
meiro individuo que se acha incluido no parecer da
nobre commissao de conslituicao e poderes para ser
naluralisado. Quero fallar do cidadao inglez Ino
Edwiud ttoberii. Este individuo he habitante da
capital de Pernambuco ; eu oconlicro pessoalmcnlo
e creio que muitos membros da depulacao pernam-
bucaua o condecen;. Foi elle em verdade nomea-
do pelo tribunal do commercio daquella cidade cor-
retor, e em consequenca da le em de naturalisar-
se para continuar nesse emprego. E, pergunlo eu
ser isto um mal".' Ser islo razao sufficientc para
que se Ihe negu a naturalisaco '.' Ha por ventu-
ra alguma cousa de ccnsuravel da parle desle bo-
mem que procura naturalisar-se cidadao brasileiro
alim do continuar nesse emprego '.'
Eu admiti que at agora esse individuo nao li-
vease inleresse om mudar a sua naciomlidade ; ad-
miti mesmo que at o presente nao encontrasse na
sociedade poltica brasiletra essas grandes vanlagea*
que o levassem a trocar os em direitos de cidadao
ingle/, pelos direilos de cidado brasileiro ; na-bo-
je que nina razao se aprsenla, boje que os seus in-
loresses o chaman a fazor parte da commonbio bra-
sileira, nao duvida vir supplicar ao corpo legislati-
vo esla graca.
E porque he possivel existir esle motivo, segue-
se que o corpo leaislalivo deva rejeilai a sua sup-
plica, urna vez que esse individuo esteja nas cir-
cumsiancias de merecer a grasa que solicita ".' En-
lendo que nao.
O requerente fez a sua deelracao peranle a c-
mara municipal da cidade do Rceife, que quera
pertencer a nae.ao brasileira, provou a sua residen-
cia e moralidade, conforme a le de 33 de oulubro
de 1832, peranteo juiz de paz respectivo, por urna
justificado julgada por sentenca, juntou certidau da
declaraco feila peraote a cmara, juntou rerlidao
do titulo em virtude do qual se acha exerrendo as
fanccaes rida pela qual mostra ,ich.ir-sc isentn de crine,
bem como a declarado de seu cnsul de achar-so
no gozo de seus direilos polticos como cidadao in-
glez : estar pois o requerente no caso de ser desat-
tendido ? A(tenda-sc bem que a graca nica qne
" corpo legislativo faz be a dispensa do lempo mar-
cado pela lei de J de oulubro de 1838, porque se
esse lempo ja estivesse preenchdo, o requerente li-
nha o direito de pedir ao governo, com estes docu-
mentos, a sua carta do naturalisaco, sem que o go-
verno Ih'a pudesse raznavclmenle denegar.
Eu, prtanlo, so quiz fazer sentir cmara que o
primeiro individuo mencionado no projecto em dis-
cusso satisfez a (odas as condiccs, e se acha ver-
daderamente nas circumsiancias de merecer a graca
que solicita do corpa legislativo. Qoiz, alm dos do-
cumentos que ello exhibi, aprceutar rasa o meu
pouco importante teslcmunho, pode alguma cousa valer.
O ftr. Paula Candido : Sr. presidente, eu en-
lendo quemui dill'eronlc lie a condescendencia e be-
nignidado cm tratar bem os eslrangeiros de baratear
o titulo de cidadao ou qnalquer direito que esses es-
lrangeiros possam ter sobre os foros nacionaes. Qual
he a nacao do mundo que seja mais carinhosa, mais
affavel, mais benigna para com os eslrangeiros do
que a nacao franceza ? Entretanto nao ha tambem
nacao alsuma aonde o espirito de nacionalidade o
amor da patria esteja mais desenvolvido, mais fer-
voroso do que na naci franceza. Por conseguintc.
bem se v que Iralar bem aos eslrangeiros. facilitar
todas os meios de virem no paiz exercer a sua in-
dustria, he muito difterenle do que baratear, como
disse, o honroso titula de cidadao. Vemos esses
dous extremos reunidos em orna nacao culta como
be a Franca. Guiado por estes principios, entendo
que todas as vezes que o cslrangciro so conformar
com as leis lo paiz, lodas as vezes que elle vier
trazer-nos sita indomia, c cooperar para a civili-
sae.o e grandeza do imperio, devemos facilitar-
lbe o logrean na grande familia brasileira : o que
revela, porm, aqnillo que se lem dito nesta casa
relativamente aos estransoiros qne querem vir para
o Brasil no intuito de oceuparem lugares pblicos,
he que as pessoas incumbidas de repartir esles lu-
gures sao os principie-, os aicos culpados ; aecu-
sai-os antes, do que aquelles que aspiran) taes lu-
gares.
Me parece pois, Sr. presidente, que tao culpado
be, ou menos culpado he o eslrangeiro que se natu-
ralisa para solicitar um emprego, do que a autori-
dade que o noma...
O Sr. .iprigio Guimaraei: Apoiado, nao ha
duvida.
O Sr. Paula Candido : Que nao admitamos
um eslrangeiro preverso he razoavel, mas que fe-
chemos a porta aquelles que fralernisaudo-se com-
nosco enlram. para o dizer assim, na communhao
universal...
l'm Sr. Deputado : Ningoem quer isso.
O Sr. Paula Candido : ... nao me parece jus-
to. Eu bem sei que o nobre depulado nao quer
isso, mas digo que he urna idea que a cmara nao
pode adoptar. Por ronsequencia, Sr. presidente,
en sou favoravel admissao desses pretendentes de
que trata o projecto, porque elles s pedem a dis-
pensa do lapso de lempo, porquanto as demais con-
dirftes exigidas pela lei esto satisfeitas por elles.
Nao conheco a esses individuos, he a primera vez
que onijo pronunciar seos nomes, uns sSo inglezes,
oulros dinamarqueses e oulro sardo, mas pouco
importa o conhece-los: sao estos os principios ge-
raes em que me fondo para dar a minha opiniao.
O Sr. Dutra Rocha : Sr. presidente, a discus-
so havida na casa a respeito das naluralisaces deve
convencer a camarade que'esla materia offerecc
muitos embarazos...
O Sr. Correa das .\eees : Apoiado.
O Sr. Dutra Rocha :Onlro dia a cmara, a re-
querimento meu, adiou algumas emendas sobre na-
turalisarOes al se discutir um projecto do nobre de-
pulado pelo Maranbao sobre naturalisaco; este pro-
jecto foi dado para ordem do da, e entrando cm
discusso se remetteu a commissao de conslituicao e
poderes. Ora, me parece que a cmara obrara con-
sequentemente adiando toda a materia de naturali-
saces al dccisao desse projeelo que est cm poder
da commissao.
Nao vejo, Sr. presidente, que da adopeo de um
adiamenlo nesle sentido resulte inconveniente al-
gum ; nos temos as leis de naturalisaco, os indivi-
duos qne se acharem nas circumsiancias que ellas
exigem procurem ser naluralisados pela forma que
ellas determnala...
O Sr. Ferreira de Aguiar : Eniao nao precisa-
vam vir aqui ; elles o que pedem he a dispensa do
lempo.
O Sr. Dutra (ocha : Mas diga-me o nobre de-
pulado, he isso urna sangra desatada, ha muita pres-
sa do serem naluralisados mais um padre ou um ba-
charel ? (Reclamarlo.) Eu creio que nao, e mesmo
a grande vanlagem que ha de haver he cahir sobre
esses homens um emprego que muitos brasileiros
desejem.
Sr. presidente, cu julgo que da maneira porque a
cmara vai procedendo nao vai bem, e al mesmo
pode-se apresentar um eslrangeiro que traga vanla-
gens ao paiz sendo naluralisado, c que queira se na-
luralisar, e a cmara Ihe negu esse favor pela pre-
venc.lo em que est pelo facto que acabou de apon-
tar o nobre depulado por Minas, e que leve lugar ha
poucos dias, de um homem que foi naturalisado nao
o devendo ser : nos j vimos resultado dessa pre-
vencao com que a cmara est na votac3o sobre a
prelenco desse bacharel que foi indeferida, negou-
se-llie a naturalisacAo anda ha poucos momentos,
quando elle lalvez esliresse nas circumsiancias de
merecer essa graca ; eu nada sei a tal respeito.
Animo-me, Sr. presidente, a apresentar um adia-
menlo concebido, pouco mais ou menos nos se-
guinles termos : adiem-se em geral todas as preten-
cOe> de naturalisaco... Eu nao sei, Sr. presidente,
se o regiment permiti um requerimento que adi
todas as preteHcfles de naturalisaco, d3o s as de
que se traa, como as que possam apparecer at
decisao da commissao de constiluicao e poderes, so-
bre o negocio qne Ihe est afieclo. Me parece que a
nobre commissao, que alias nos est dando pareceres
sobre essas naluralisaces parciaes, com facilidade
nos dar o seu parecer sobre o projeelo de que fal-
lei...
Um Sr. Deputado: Olhe que o parecer que se
discale he anterior a esse projeelo.
O Sr. Dutra Rocha : Que importa, seja adiado
at qoe a commissao nos diga o seu parecer sobre
esse projecto de natuialisaces que Ihe esl aflcto ; i
fiquem por conseguinte adiadas em geral (odas as
prelenccsde naturalisaco, e pcrgunlo a V. Exc,
Sr. presidente, se um adiamento proposto uestes ter-
mos pode ser aceito, isso para que nao tenha cu o
Irabalhode o propr e nao ver um resultado...
O Sr. Presidente : O nobre depulado s pode
propr o adiamento do projeelo que se discute.
O Sr. Dutra Rocha : EulAo n.lo mando...
I'ozes ; Mande, mande sempre.
OSr. Dutra Rocha : Para que f Nao mando,
porque continuara o negocio como d'aules.
O Sr. Leitao da Cunha: Peco a palavra.
O Sr. Presidente : A discusso fica adiada pela
hora, | Continuar-se-ha. )
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 13 DE
JUNHO DE 1855.
I'rc'idcnia do Sr. Bardo de Capibarilie.
Presentes os Srs. Reg, Mamcde, Olivcira, e Ga-
meiro abri so a sessao, c foi lida c approvadi u
acta da antecdeme.
Foi lido o scguinlc
EXPEDIENTE.
Umoflciodo secretario interino da provincia,
(ransmiltndo, afim de que franqueasse a cmara a
quem os quizesse consultar, os exemplares do pe-
ridico moiisal publicado na corle pela sociedade
Auxiliadora da luduslria Nacional, pertencentes aos
mezes ile oulubro de IS, a marco do crrenle au-
no, fallando o de Janeiro de 1853, que disse o mes-
mo secretario nao fora remedido aquella secreta-
ria.Ao archivo.
Oulro do procurador, dizendo que contando que
esta cmara auuusse, dera aos aquilinos da casa,
que vai ser reparada da ra da Florentina, o prazo
de 15 diaspara desoecuparem-na, altendendo ao que
allegaram a respeito da difliculdade de acharem ca-
sa para onde se mudem, e a serem ponluacs no pa-
.1
smenlo dos alueucis vencidos. Approvou-se o
proccdimenlo.
Oulro do vereador Vianna, enmmunicando que,
por ter prestado juramento do cargo de subdelegado
oa freguezia dea A fugados, dexava de lomar parte
nos trabalbos desta cmara em quanlo o exercer.__
loleirada.e mandou-se chamar osupplente.
Outro do fiscal de S. Jos, declarando que na e-
mana de 4 a tOdo corrcnlc se maliram (ilO rezes
para consumo desla colado.Que se archivasse.
Dous do fiscal de JaboalAo, dizendo que nos me-
zes de marco e abril ltimos se matar.un 95 rezes
para consumo d'aquella freguezia.O mesmo des-
tino.
Outro do fiscal da freguezia de S. I.ourenco da
Malla, participando que no 1- dislricto daquella fre-
guezia se rnalaram no mez de mam ultimo 51 rezes
para seu cunsummo.O mesmo destino.
A cmara recebeu ordem do Exm. presidente do
provineja, exarada na petic.i> do administrador ila
cemitera, para mandar pagar a este o augmento do
seu ordenado desde a dala da lei provincial que ap-
provou o rcgnlamonto dn cemilerio de maio des-
te anuo c nesle sentido mandn ;quc se commuui-
casse'ao procurador.
Foi approvado om parecer dn commissao de edi-
licac.ui para que fosse ouvida o engc.iliero cordea-
dor acerca das pclices de Jos Jacomo Tasso J-
nior, c Antonio Annes Vieira de Souza, requerendo
ttulos ilc aforamenlo do terrenos de marinhas.
Foram Horneadas novas commisses, que ficaram
assim compostas : commissao de saude, Dr. Si Pe-
reira c (Janeiro ; de edificaco, Barata c Reg ; de
polica, Oliveira c Mamede ; de pelicocs, Reg e
Albuquenpie.e Barata. Para os negocios do cemi-
(erio foi nomeado oSr. Mamede.
Mandou-se remetiera commissao de edificaco o
oflkio do engenheiro cordeador com i orcamentos
de obras a fazer em diversas partes da freguezia da
Boa-Vista, de que trata a acta de 3 do corrcnle.
- Esleve em praca a obra dos reparos da ribeira do
bairro da Boa-Vista, e nao boiive licitantes.
Despacharam-se as petces de Antonio Jos Se-
lobal, do Frederico Chaves, do Dr. Jos Joaquim de
Moraes. de los Ribeiro, do bacharel Joao de Bar-
ros Palean de Albuquerque. Maranbao, de Manoel
da Cosa Rabello, de Manoel Alves Guerra Jnior,
de Paulo Jos (lomes & Medoiros, e levantou-se a
sessao.
Eu Manoel Ferreira Accioli. secretario a escrevi.
Rarao de Capibaribe, presidente.Mamede.
Cameiro.Rego .Itbnquerque. Oliceira. llego.
JURY DO RECIFE.
Da 27 de junta o
Presidencia do Sr. Dr. Alexandre llernardino
dos Rcis e Sitia.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Francisco
Gomes Velloso de Albuquerque I.ins.
Advogado, o Sr. Dr. Joao Francisco Teixera.
Escrivao Joaquim Francisco de Paula Esteves
Clemente.
Feita a chamada as 11 horas da manhaa, acham-se
presentes 12 Srs. jurados.
Foram dispensados da sessao e relevados das mul-
tas em qne incorreram, os Srs. jurados seguinles :
A requisicao docommando das armas. Dr. Prxe-
des Gomes de Souza Pilanca, encarroado do hos-
pital regmental ; e o Dr. Manoel Adr^no da Silva
Pontes, l.o cirurgao delegado e cirurgio-mr do
exercito.
Por lerem apresentado atlestados de molestias, os
senhores :
Jos Alcxandre Ribeiro.
Joao Pacheco de Queiroga.
Antonio Martins Sallanha.
Foram relevados das mullas em que incorreram,
os senhores:
Jos fiaptisla Ribeiro de Paria.
Antonio da Costa Ribeiro e Mello.
Foram multados em mais OS cada um dos Srs.
jurados j multados nos das anteriores de sessao.
A berta a sessao foi conduzido a barra do tribunal
o reo Filippe Ncry Pereira, acensado por crime de
ferimentns leves perpetrados na pessoa de sua mu-
Iher Ignacia Mara da Couceicao.
Compoz-se o conseibo de sentenca dos seguinles
senhores: ,
Antonio da Cesta Ribeiro e Mello.
Marcelino (ioucalves da Silva.
Jos Gousalves Torres Jnior.
Jos Bernardo Ventura.
Dr. Francisco Goncaives de Moraes.
Ilipolylo Cassiano de Albuquerque Maranbao.
Jas Teixeira Peixoto.
Joao Cameiro Rodrigues Campello.
Joao Albanasio Botelhn.
Francisco Anlonio da Rosa.
Coronel Joao Francisco de Chaby.
Antonio Cardoso de Queiroz Fonseca.
Findos os debates o conselho de sentenca condu-
zido sala das conferencias i 1;. hora da larde,d'on-
de vollou s 3 horas com suas resposlas, que foram
lidas pelo presidente do juj, em vista do cuja de-
cisao o Sr. Dr. juiz de direito condemnou o reo a
30 lias do prisao e mulla correspondente amelado
do lempo, grao mnimo do arl. '201 do cod. crim. e
cusas, e levantou a sessao addiandn-a para as 10 ho-
ras da nianhaa do dia segninle.
REPARTICAO DA POLICA
Parle do dia -28 de junho.
Illm. e Exm. Sr.I.evoao conhecme.ilo de V.
Exc. que das differentes participares boje recebidis
nesta reparlicao,consta que foram presos:
Pela delegacia do primeiro dislricto desle termo,
Franceliua, preta, para averguac,es, o preto es-
cravo Manoel, por andar fgido, e o preto Grego-
rio, escrava do lente coronel Juvenro Pires Fal-
co, a requerimento de seu senhor.
Pela subdelegada da freguezia de Santo Anlonio,
o pardo Carlos de tal, para averigua^es.
E pela subdelegada da fregaezia de S. Jos. Fi-
lippa Ignacia da Silva( e Umbeliiia Mara da Hora,
ambas lambem para averiguares.
Parlicipou-me o delegado do lermo de Tacaral,
por olliciu do 1'docorrenlequeforam all presos, du-
rante os mozos de abril c maio findos os criminosos
Pedro Jos l.ustoza e Goncalo Vieira,ambos por cri-
me de morle, Antonio Dias,e Marianno Jos dos San-
ios por tentativa do mesmo crime, Antonio l.uiz por
crime de reduzir a escravidao pessoas livres, c Pedro
Jus Marcellino, por forimenlos leves.
Igualmente parlicipou-me o delegado do lermo
de Ingazeira, por oflicio de 2l) deste mez, que fo-
rar presos n'aquclle lermo Caetano Ferreira Calaca
por ser criminoso de moile e de tomada de presos,
Alexaudrina Francisca de Jess, indiciada em crime
ae morle, Auna Mara da Conoc/3o, pronunciada
em tentativa do mesmo crime, l.hio Jos Bezerra, c
Francisco Antonio do Nascimento, por suspetos.
Por oITlcio de 2( do corrente communicuti-inc o
delegado do termo de Sanio Antac, que fura assas-
sinado no da 23 pelas 8 horas ila noile o infeliz
Manoel Jos Gomes, no lugar Meringadas do mesmo
termo, sendo indigilado autor desse atlenlado um
individuo de nome I.ourenco Gomes, contra quem
havin dado o mesmo delegado as convenientes pro-
videncias para ser capturado o licava procedendo ao
compleme summario.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 28 de junho de 18).Illm. e Exm.
Sr. conselhciro Jos liento da Cimba e F'igueiredo.
presidente da provincia. O chefe de polica Lui;
Carlos de Paira Teixeira.
para o ancoradouro de franqua, obsorvando-se ah
necossarias medidas de sanidade ; o fazendo-sc
enm qne recehesse elle em mui poucas horas ludo
quanlo procisava. seguio ao sou destino pouco depois
das qualro horas da larde.
DIARIO HE PERYU.BICO.
F^m consequenca do ter-se conservado o lempo
tempestuoso, com forles rajadas de vento sul, pican-
do o mar considcravelmcnle, o vapor S. Saltador,
em quarcnlena. nao pdc no da 27 do corrente re-
ceber talo o combustivel ; e prnimamcnle noile
perdn um ferro, por cuja motive ieou handeira co-
linda. demoMlando ucressidade de soccorro. A
capitana do porto, mandando a bordo, foi logo sa-
bedora deslas circumsiancias excepciouaos, c trans-
milliudo-as agencia para as providencias no que
|he cumpria, aion-elhou no entretanto que o uavio,
tendo ja algum combustivel, devia em semclbanlc
emergencia alimentar as machinas e pairar durante
a noile, at que ao amaiihecer do dia segninle fosse
essa falta provida, visto nao haver oulro expediente
mais proficuo de que se lancasse mao, pelos motivos
ja mencionados, aos quaes a noile dava ainda maior
valia ; e esse conselho foi observado. No dia se-
uime o lempo estere como no antecedente, e im-
possibilitado assim o vapor de receber no l.ameirao,
lugor da quarentena, o soccorro de onlro Ierro eo
V-iante do combustivel, foreon foi que entras-e
MUTILADO
Sf*. redactores. No Liberal Pernatnbucano ns.
T7(! e 777, c cm um dos numeras Iransaclos de seu
mai lido jornal appareceu nm ahnuucio assgnado
alli pelo Censor, e no seu jornal pelo Inimigo do
abuso, no qual se quena inculcar, que empregados
da Ihesouraria de hienda desla provincia se oceupa-
vam no esliido de preparad-ros durante as horas do
expediente daquella reparlicao, com. ou sem liconca
de seu respectivo chefe. Comquanlo desde loso pre-
sumiese, que o tiro attingira a meu tilho empregado
como pralicantc na referida reparticaa, todava,como
nem o facto mencionado era verdico, nem o finidos
annuncios era outro que ferir a nm empregado su-
perior da mesma reparlicao, que acorrer lalvez
nos odios gratuitos do rabiscador desses annuncios,
enlendi dever guardar silencio, despresando anony-
mos, com quem nao posso cntreler polmicas, pois
quenao meresla para isso lempo. O annimo, porcm,
vendo assim corlados em flor seus bizarros projeclos,
vendo escapar-se-lhe urna lao bella occasiao (''aug-
mentar a notavel celehridade de que goza, como es-
criptorem prosa e vorso etc., faz que apparee.im dous
annuncios provocando-o a explicaees, e ei-lo no
Diario de 29 do mez p. panada n. 121, com urna
caminara furibunda, na qual com furor cannino,
infesta contra meu presado irmao ooflicial-maior da
seretaria da Ihesouraria. sob cuja direccao esta ser-
\indo o referido meu filho. Ahiaflirma o anouymo,
que meu filho se emprega no estudo durante as ho-
ras do expediente da Ihesouraria, rcliraudo-se para
isso da reparlicao ilepois que assigna o poni as 9
lloras.sendo para isso protegido por meu irmao s es-
camudas do Sr. contador, prevalccendn-se para laz-
lo de seu emprego.
Ja disse, Srs. redactores, que entregan os primei-
ros annuncios a completo despreso, c que nao parli-
ram de mim, e nem de pessoa com quem estoja rela-
cionado os annuncios, quo se segairao provocando o
annimo, antes lenho sohejas razes pira acreditar
que esses annuncios foram anta esperte, urna estra-
tegia, dn autor dos primeiros, entretanto son abriga-
do a declarar mu solemnemente a osle Sr. nimigo
do abuso, que he menos verdade, c inloiramente fal-
so o que avanca em seu ullimo annuncio nessa sua
virulenta calilinaria.
Hmenos verdade que meu filho o pralicanle da
Ihesouraria Ulysses Pernambuco de Mello seemprc-
gon no esludo durante as horas de expediente da re-
parlicao, e muilo menos, que protegido por seu lo o
oflicial maior da secretaria, sabir logo depois de as-
signar o ponto na contadura para esse ou para outro
qualquer fim. Appello para o leslemunbo de lodos
os empregados da secretaria, leslemiinho em que con-
fio, e que no poder ser averbado de suspeito ; por
que nem todos sao prenles do official-maior, e nem
seus amigos ntimos, c quando lodos, seus amigos
fossem, qualquer desses senhores teem a necessaria
prohidade para naosanecionarem urna menlra. quan-
do o que avanco se reseenlissc de (al defeito. Meu
filho desde que culron para a reparlicao de que se
trata lem sido anida*, lem satisfeito sempre a ludo
quinto se Ihe ha incumbido, e estando encarregado
de escrever em dous livros nos quaes tem de obser-
var-se a ordem chronologica, ser fcil ao Sr Ini-
migo do abuso verificar por esses livros a realda-
de da permanencia de meu filho na reparlicao, e islo
ser lano mais fcil a esse senhor, quanlo nao ihe
Nos ltimos dias de Janeiro do corrcnle anno, e
nos primeiros dias de fevereiro, fallou dito meu fi-
lho a reparlicao por estar de cama gravemente en-
fermo, era cujo estado o Tiran diversos companhei-
ros, que o honraram com suas vizilas, e isso podo
atlestar o Sr. professor Silva, que leve a bondade de
trala-lo : a excepcao deslas faltas, poucas lera elle,
e estas mesmas devidas a cncommodos de sa lo, que
comquanlo ligeiras o lem empecido com ludo depres-
lar-se ao serviro. Desojando dar a mcus lilhos urna
edneacSo, como o exigem as ideas do seculo em que
vivo, c nao querendo que clles gozem algum dia da
celehridade de cerloi tafos, talvcz muilo do co-
iihecimenlo do Sr.anonv lio nao lenho ponpado
para isso sacrificios : he assim que quando meu filho
leve de enlar para a Ihesouraria j esludava conf o
Sr. Dr. Nery Colaco, o inglez, e o lalim. (endo j de
ha muilo dado comigo mesmo o francez de cujos
preparatorios fez exame na academia, e foi approva-
do plenamente cm lodos elles, sendo que os dous
primeiros iuglez e lstirrf continuou a eslnda-los, dan-
do suas licesa tarde das3 horas por ruante antes do
exame.
No lempo, que Uecorre de novembro marco, e
que commummente se conhece pelo tempo das fe-
rias estudou elle rhclorica, sendo seu professor o
Sr. Dr. Handeira, que leccin,iva asi horas di larde,
e de marco par c tem esludado philasopliiaje geo-
graphia com o Sr. Dr. Soares, e padre-mcslre Ca-
pislrano, e das duas cartas inclusas, que peco a
Vmcs. se sirvam publicar abaixo desla, ver o publi-
co a que lloras dao esses prolessores suas lices, e
por tanto.so he mislcr a meu filho para frequenta-las
deixar a Ihesouraria nas horas do expediente, se he
mister a meu filho prolercao de alguem para isso,
ver o publico qual o epilhelo,qiie cabe ao Sr.ano-
nymo vero o publico cmlim se haaudaoia nes-
le negocio, e de quem ella seja. Se meu filho algu-
ma vez foi encontrado por alguem conduzindo seus
livros as 9 horas, ou depois dessa hora, nao prova isto
de modo algum, que elle dcixe a Ihesouraria habi-
(uahnenie paraestudar, provara quaudo muilo, que
nesse dia por qualquer circunstancia deixou de com-
parecer ao servico, ou foi para elle mais tarde. E
qual he o empregado a quem nao aecontece islo '.'
Um, conheco eu a quem vi militas vezes alurdindo
os ouvidos dos juizes do facto com muilasandice ;
porque nesse dia fazia o papel de advo&ado, leudo
para isso deixadodc comparecer na respectiva repar-
tirlo, e o caso he, que ninguem chamou a isso abu-
so ; pois que lodo o mundo sabe, que he licito ao
empregado fallar al 8 dias consecutivos sem dar a
menor causa justificativa dessas faltas, que em lal
hypolhese sao punidas nicamente com descont do
ordenado.
O que, porm he verdadeiro, be que meu filho
ainda nao deu fallas quo nao justificas-e, sendo a jus-
lilicacao peranle o Sr. contador, cuja probidade, e
regidez ninguem pe em duvida. Oque he nica-
mente verdade he que mui poucos dius (menos de 15
talvoz; nao sendo possivel a meu filho dar a sua li-
cu de geographia a hora marcida, foi-lhe preciso
da-la entre I e 2 horas ila tarde, para o que nesses
poucos dias,e a essa hora pedia licenea para sabir,
protestando vollar autes das duas horas, o que efec-
tivamente fazia, tanto que sua faita na reparlicao
nunca se fez scnsivcl, se islo selheconcedeu, foi por
entender-se, que a declaraco do Ihesouro nacional
de nao ser permiltido conceder licencasaos empre-
gados para esludarem, nao podo alcancar una tas
insignificante tolerancia como cssa, o que mo se faz
com prolecc.io repreheusivel, nem as escondidas,
tanto que o Sr. Inimigo do abuso uap obstante
ter
Os olhns encorado?, e a postura
Medonha, c m, a cor terreaba e paluda
.........e crespos os cabellos
A bocea negra e os denles amarellos.
soube desse negocio, e o Irouxe com exageracao, e
mentira para o dominio da imprensa. Em couclusao
pois, que esta j vaisendo mui langa,ooflicial-maior
la secretaria, aquem muita ami/ade devo. porque
preza muito c muilo a meus tilhus lem muita uigni-
dade, tem a necessaria houestidade para conceder-
Ibes prolececs, que o apartan da ludia do seus de-
veros ; sabe respeitar-sc sulliciculomeulc para nao
se servir de seu emprego em favor de quem quer que
seja n'aquillo, que a lei Ihe prohibe, c nesse panto
despreza completamente as reticencias de cncapola-
tados, que escondein a caixa na mascara do auonv-
mo, porque se atirassem....
Quciram, senhores redactores, dar publiridade a
eslas linha-, que escrevo tmenle pela consideracao,
que me merecen) os empreados superiores de meu
tilho. e o publico em geral, e por isso prolcslo, que
neiibuma oulra darei a anonv mus.
Poco da Panella 2 de junho de 18.")..Sou venc-
ralor e criado,
Jos Antonio Concalces de Mello.
Illm. Sr. Dr. Josc.Snares de Azcvedo.Rojo a
V. S., que em obsequio a verdade, se digne dccla-
rar-me aop desta, se frequenla ou nao a sua aula
de philosnphia, l'lisses Pernamliucano de Mello, e
bem assim a que horas V. S. da as liases de-si .- ub.
o Com a resposla c com a permissao do nsar della,
como me convite, far V. S. mur.o especial favor a
quem se confessa de V. S. muiloatlenlo venerador
e criado.Fmilio Xavier Sobrefta de Mello.
a S. C. 29 de maio de IS.i. o
'reqacnla a aula de pbilosophia, qae particularmen-
te dirijo, com 'aproveilamento e assiduidade. As
licescomecam,nos dias ulcis as (horas da larde, e
Kabara depois das 7. Pode V. S. azor desla respos-
la o uso que Ihe eonvier.
Considcre-rBe de V. S. muilo (lenlo veuerador
e criado.Jos So0r. d Azcvedo.
S. C. :t() de mam de 1853.
illm. e Itvm.Sr. padrnmeslreloao Capstrano
de Mcndonoa.o;,, a V. S. que em obsequio i
verdade se dignooeclarar-incao peleis se meu so-
brinbo l'lisses Peambucano de Mello frequenla
ou uo a sua aula particular do geoaraphia, e a que
horas costuma V. S. lecconar nessa aula.
Com sua resposlae rom ajpermissaide usar della,
como me eonvier, far,, v. S. especial favor aoHe
V. S. muilo allentovenerador c criado.
limilit \a,ier Sohreirade Mello.
S. C. 29 de mao Illm. Amigo e fr.Respondendo ao sen pedi-
da, lenho a dzer-llc que o Sr. L'liata) frequenla a
minha aula partcula' de geographia ; e que as ho-
ras para o seu traballo marradas, sao s 4 da larde.
V. S. pode fazer desl< minha resposla o uso que Ihe
for convenirme.
a Preso-mc em serDe V. S. amigo e venerador
muito obrigado.Paire Joo Capistrano de Men-
donca. i>
O abaixo ungnad) julga responder cabalmen-
te ao annuncio exaradi pelo Sr. Joaquim Elias de
Moura, cm o Diario i. li de 2. do corrente, pu-
blicando os dous docuucntos abaixo Iranscriptos, os
quaes reslabolecein completamente a verdade dos
lacios. Entretanto, cono o Sr. Joaquim Elias de
-Moura enlendeu que d va appruveilar .emol,.n,lo
eusej-i para.loe-tai a qiom de modo algum o offeu-
ilera, forca hedeclararlhc, que foi inleliz neste em-
penho; porquaulo danio lugar a que so agilasse essa
negocio, resultou quejrcahisse sobre elle o dezar,
que pretendeu lancarjobre oulrem. Decida agora'
0 publico, avista, deaes documentos, quem he o
aleicoso, quem despijidamente assevera /alsidadcs,
e quem por lodas e-s razes se musir pouco zelo-
so no seu modo de pijceder. Estas quejaiidas gen-
tilezass sao propria do carcter do Sr. Joaquim
Elias de Moora por ar rapaz de as praticar.
_ Manoel l.uiz firaes.
Illms. sr.Comrainco a Vs. Ss. que nos dias
22 e 2i do corrale eez, veio para o cemilerio pu-
blico, para ser sealado cm sepa liara commum,
acompaiihando as guis de ns. !)27 c 9291, os cad-
veres da prvula Benedicta, escrava ne Lourenco
Jo.e ile Muraos Carvallo, e do Ravmundi, escrava
de D. Emilia Fausta Mona da Costa, conduzido o
primeiro cm cabeca d: prctos c rcmettido pelo mes-
mo senhor, o segunda em una carroca puxada por
um boi, e remetlido por Joaquim Elias de Moura,
occorrendo mais, qu< este ullimo fora abandonado
as 7 horas da noile julio ao portao do cemilerio, por
ja o acharem fechado
Dos guarde a Vs. Ss. Adminislracao do cemi-
lerio publico 26 de miio do 1855. Illms. Srs. pre-
sidente o membros da cmara municipal.O admi-
nistrador, Manoel Luz I riles.
Illm. Sr. Dr. Flipe Mena Calado da Fonseca.
lendo no da 21 do nez passado fallecido ama pre-
ta de nome Ra\ niundi. escrava da Exm. Sr. sua -
Iha D. Emilia Fausta Mena da Costa, quizera quo
V. S. me respondes*! ao p desla quem foi a pessoa
encarregada de a faze- conduzr para o cemilerio pu-
blico desla cidade, fa-or que espera quem he de V.
S. atiento venerador amigo c criado, Manoel Imz
1 iriei. S. C. 25 de junho de (855.
Illm. Sr. Manoel Luiz Viraes. Por obsequio do
meu amigo o Sr. Joaquim Elias de Moura, eucarre-
guei a nm seu filho o incommodo de me tirar a uuia
para enlerrar-se urna escrava perlencenle pos.oa
da minha familia, fa cu que mandei conduzr da
escrava cm urna carroca minha, o por meus escravos.
e aquello moco lendo podido obter a guia j mui
larde, me disse ter chegado ao cemilerio depois do
porta.) fechado, e ter enlregae dilo moco a guia ao
porteiro cm caminio, e por isso lalvez o porteiro
suppnzcsse ser a escrava fallecida, e toda a comine-
lo perlencenle ao &. Joaquim Elias de Moura. He
ludo quanlo lenho a responder a V. S. c ser o que
refiro pura verdade,
Eu sou de V. S. .atiento venerador criado e obri-
cadissimo, Filippe Uena Callado da Fonseca.27
dejunho de 1855.
PtlBLICAlAO A PEDIDO.
O abaixo assisnado declara, que he exaciissimu
nao ler elle anda recebido os seus ordenados de juiz
de direito relativos ao lempo em que nao s se ocha-
va no pleno gozo d< seus direitos polticos, como
lambem do que decoren da data dessa esiUuvnl i e
injuridica pronuncia, fulminada por urna entidade.
[para ola dizer aninalia.../ entao denominad.i.alcu-
nhada ou chrismadachefe de polica desla Vano-
vial !!... Recifo 28de junho de 1855.
Jos Fnncisco rruda da ('amara.
COMMERCIO.
PIUCA DO REUFE28 DEJUM10AS 3
HORAS DA TARDE.
Colarles ofliciaes.
iloje nao houvcram colacdes.
AI.FANDEGA.
Randiraenlo do da 1 j 27.....327:098*980
dem do dia 28.......25:ti53;KI8
ri.72fl52S088
_______
DetcarregamhojeW) de junho.
Barca inglezaSeraphirumercadorias.
Brigue inglezFairy jaealhn.
Brigue inglezTiranadem.
Brigue hanoveriinoDigentiafacililla e papel.
Polaca hespanholaSilciciopipas de vinho.
Brigue sardoDomol.dnlbcnle marmore.
Impo laca o.
Brigue inglez Fayre, v ndo de ierra Nova, ron-
signado a Me. Calmont & Companbia, mjiiiloslou o
tecolote.
2,iiO barricas baealho; aos consignatario-.
CONSULADO GERAL.
Reudimenlo do dia 1 a 27. 'S88556i
dem do dia 28....... 1:7889525
10:3775089
lilVERSAS PROVINCIAS.
Itendimenlo do dia 1 a 27..... 011951'
dem do di 28....... 403317
.'l:n>!b3l
Expcrl acno.
Aracaly, lale brasileiro Exalacaos, de 37 tone-
ladas, conduzio o segninte : 3 pipase 7 liairis vi-
nho, 2 barricas e (i frasqueiras genebrij, 2 gigos
champagne, (i ditos rerveja, I caixa lcorJlO boni-
cas familia de trigo, 6 ditas bacalhuo, 2 barris o 2
meios dilos manteiga, 30 garrafes vasios, 1 dito eo-
iniuho, 2 aurrelas azeitonas, 1 caixa ratUs de fugo,
l gigo garrafas rostas, 1 dilo louca, 1 caixa clm, 2
dilis e 0 meias ditas pastas, I caixao sardinhas cm
latas, papel e marroqom, 1 oixa, 3 caixArs e 3 bar-
ris drogas.21 fardos e 22 raixas fazondas. 2 camies,
i barricas e 2 caita ferragense miudezat, 1 embru-
Ibo i serras e 1 sola, 50 barras de ferro, 1 embrii-
Iho espingardas. 2 iiras de ferro, 24 candieiros de
InUla, 2 caixas e 5 bahus de ftlba. 12 espanadores
francezes. (i almofarizos de bronze, 1 eaixote a'o,
5li panel lis lo ferio. 1 braco de balanea, 1 eaivaii
cera, 3 barr* bren, 1 peca de lona, 1 pacote e I cai-
xao chapeos de sol de panno, l|2 pipa vinagre, I
barril azeiledoce, 1 dito tonrinbo, I sarco pimcnla,
1 saquinho ervadoce, 1 caixa tempero e iniudcza-,
I dita vi iros, 1 caixao bonetes. 1 barrica bolacha, I
parolo rhapeos de sol para senhora. 2 uigos btalas.
20 barris plvora, 2 saceos caf, 2 ditos arroz. 1 cai-
xao doce de guiaba. 10 barrica boiarba e biscoilos
doces, 8 barnquiihas assncar, i rolos sala parrilha,
i barricas assucar refinado. -
dem, hiale brasileiro ciSergip.-uio. de 5iTonela-
das, conduzio o segninle:107 voluntes i*izcndas,
(i dilos louca, 3 ditos vinagre, 4 ditos meuleiga, 4
ditos vinho, 2i dilos espirito*, I dito drveras miu-
dezas, 1 dilo pirnenta. 1 arroba de rravo. 1 dita de
ervadoce, 1 volume di, 24 diloi passas, 2 dilos dro-
gas, I dito pos prelos, (O dilos hlalas. 3 dilo licor,
1 arroba de rap, 3 velones chapeos boneb -. i
dilos salsa, 2 ditos biscoilos, 1 dilo rap, 2 ditos
sabio.
Havre, barca franceza Florian, de 301 tonela-
das, conduzio o seguale :1,300 saceos com 12,500
arroba de assucar, 53 pedacos de Jacaranda e an-
giro.
liarcelloua. Iirigue bespauhol Seguada Momea.i.
de 253 toneladas, conduzio o segulnle : 830 sac-
cas com 1,631 arrobas e 1|2 libra de olgndao.
RECEBEDORIA DE RENDAS I.MKRNAS GK-
HAES DE PF.RNAURUCO.
Kendimenlo do dia 1 a 27.....2'i:3<.tl-3.,2
dem do dia 28....... 736?Vi.
2:l 27857
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimentododia 1 a 27..... 61:7829978
dem do da 28....... ITW(0I1

69:191;9WI
MOVIMENTO DO PORTO
.,.i,,o.. entrados no din 28.
liba da Assompcaoa-6 dias, escuna ingleza Floren-


\
V
PIRIO OE PEP.HK3UC0 SACADO O JKHO Di
ce, de 120 Uneladas, capillo l>. T. Roberlc
equipagem 9, mi laslro ; a SchramsJ Whalelv A.
Compaohia.
Lisboa38 das, patacho portuguez Brilhaute, da
128 toneladas, capilao Antonio Brazl'ereira, equi-
pagem 10, carta vinbo e mais gneros ; a Viuva
Amorim & Kilios. Passageiros,'Antonio da Cos-
ta, Joao Alfreio Toaer e Uenrque)llfrcdoTozer.
Ilaubuigo43 lias, brigue hamburauez Cito, de
l.citonoladascapiao II. Ahlman, cqnipasem
t(, carga Tazedlas e mais seeros; a N. O. Bie-
ber A Compaihia.
Saos sahidos no nesmn dia.
AracalyIlialt brasilciro ulluviilosos, meslre Jnilo
Ilenriques dr Altneida ; carga fazondas e mais se-
eros.
LisboaBarca porlogueza I.igeiru, eapilo Ra-
phacl Goucaives Branco, carga ns-ucar c mais g-
neros Pasageiro, Joaquim Rodrigues lavares
de Mello.
Kslados-UnidrsPaladn americano Ellen, capi-
Uo J. W..Jreneslon, carga assuc-.r e couros.
Rinde Janeta e portos inlermed os Vapor brati-
lcjro S. Salvador, commanda le o capilao-le-
iieiile Cardnso. Passageiros dcsf provincia, Joao
Rodrigues dos Santo, Joao l'ra icisco de Carva-
llio, Pedro Antonio de Almeida unior, Tilo Ho-
l de Barros, Joai|uim Pireira de Souza,
I menores para a
Domingos Jos de icvedo c
marinha.
EDITAES
sen.lo melade em apolices da divida publica, creada nbriahoi oa menores Ribos .lo fallecido Jos Ramos I commasial, por serem aquall


1
",
pela le provincial n. 354,8 a oulra melade em
moeda correte.
4. O arrematante devera ler ao menos mclndcdo
pestoal do servido de gente livre.
.').' Para ludo o que nao se adiar determinado as
.* lleve,lores alsenles
de Oliveira, que quer prolcsiar judicialmente Con-1e de rdencia incerla. P. ao Sr. Ib. jui/. do rom-
Ir.i os llovedores dos ditosseus sobrinlios, Joao de I morcinlefcrimento.F. II. M.
Azevedo de Araujn Pinbeiro da quanlia de KOU? rs. i Kaqmais te coulinlia e nem se dcclarava oulra
imporlancia de 2 ledras vencidas, a primeira de algum couza em dita pelicao, a qual sendo-mc a-
100$, em 27 de novembro de 18">0, a secunda da
presentes clausulas nem no otramente, seguir-se-ha j mesma quantia en -27 de novembro de 186,1 ; Fran-
O lllm, Sr. inspeclorda Ibes mraria prnvincial,
cumplimento da resoluto da {una da fazenda,
manda fazer publico, que a ari-cifalar.lo da obra do
arude da villa do Buiqoe foi (ntisferida para odia
12 de julbo prximo vindouro. <
E para constar se maodou afl'n.r o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. '
Secrelana da llicsouraria prc,incial de Pernaro-
buco 28 de junbo de 1869.O jtentarte,
A. F. d( Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial, em ciiinprimeiiloda orden do Exm. Sr. presi-
ente i,a provincia de 18 do^Jrrenlc, manda fazer
publico, que no 12 de jullp prximo vindouro, pe-
ranle a junta da fazenda di mesma tbesouraria se
lia de arrematar a quera per menos fizar a obra do
13 lanco da estrada do sul. avahada em 10:3409000.
A arrematarlo sar feila na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio i, e sob as clausu-
las especiaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se proponrein a ela arremalacao,
romparecam na sala das sessOes da mesma junta,
no dia cima declarado pelt meio dia competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandeu aflixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pcrnarn-
buco 20 de junho de 185^.O secretario,
A. F. |d'Annunciacao.
Clausula especiaes pava a arremataciio.
1. As obra do 13 lanco da estrada do sul far-se
bao de conformidade com o ornamento, plaa e
perfis approvados pela direcloria em conselho e ap-
preaenlados a approvacao do Exm. Sr. presdanle
da provincia na importancia de 10:3105000.
SE* <) arremalanle dar principio as obras no prazo
de um mez, e as concluir no de l) mezes ambos
contados na forma do artigo 31 da lei provincial n.
2SK, sendo obrigado a dar transito no fim de seis
mezes.
3.' O pasamento da importancia da arremataran
vcrilicar-se-ha em 4 preslagocs iguaes, sendo a ulli-
ma paga na occasio da entrega definitiva, e as ou-
tras lies corresponder!! a cada toreo da obra, acudo
pagas ditas preslaroes rni apolices da divida publica
ensarta pela lei provincial u. 354.
4. Melade do pessoal das obras constar de tra-
bajadores livres.
b\f O prazo da rcsponsahilidade ser de um anno
durante o qual ser o arrematante obrigadn a man-
ta* a estrada em pcrfcilo eslado de eonservarao.
6." Para ludo o que nao se adiar determinado
as presentes clausulas,nem no ornamento seguir-sc-
ba o que dispne a respeilo a lei n. 286.
ConformeO secretario, Antonio F. xCAnnun-
ciaro.
O lllm. Sr. inspector da llieso-irara provin-
cial, em cumprimente da ordem do Exm. Sr. pre-
sdeme da provincia de 18 do cnrrenle, manda
fazer publico, que no dia 12 de julho prximo vin-
douro, pranle a junta da fazenda da mesma lliesou-
raria se ha de arrematar, a quem por menos lizer, a
obra do 1, lanco da estrada de Muribeca, avallada
em 8-.800S.
A arremalacao sera feila na forma da le provin-
cial ii. 343 de 15 de maio do auno lindo, e sob as
clausulasespeciaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se propozeiem a esla arrematarlo,
comparecam na sala das sessOes da mesma junla," no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se maodou aflixar o piesenle e pu-
blicar pelo Diario.
Serrtlarit da lliesouraria provincial de Pcrnam-
buco 20 de junho do 1R55. O secrelario. Antonio
Ferrtira da Annunciacao.
Clausula* especiaes para a arrematarlo.
1. Asxibras do 1. lanco da ramificacao da estra-
da de Muribeca far-se-ho de conformidade com o
oreamcnlo c perfis approyados pela directora em
conselho e apresenlados a approvaco do Exm. Sr.
presdeme da provincia, na importancia de 8:800a.
2. O arremalanle dar principio a> obras no
prazo de um mez, e deven conclui-las no de sele
mezes, ambos coudos na forma do arl. 31 da le
n. 28ti.
3. A importancia da] arremataran ser paga na
forma do arl. 39 di lei provincial n. 286 em apo-
lioes da divida publica provincial n. 354 de 23 de
selembro de 1854.
4." O prazo da respoiisnbilidaile ser de um anno,
(cando durante dito pfazo o arremalanle obrigado a
conservar o lanco em hom eslado.
Tara ludo o qudiao se adiar previsto tas pre-
sentes clausulas, nem; no nrcarrrcnio, seguir-se-ha o
que dispfte a rcspeilo'e lei o. 286.
Conforme.O secretario, A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial, em cumprirqenr) da ordem de Exm. Sr. pre-
sidenle, da provinciana 14 de maio ultimo, manda
convidar aos proprijrtarios abaixo mencionados, a
eulregarem na musraa lliesouraria, no prazo de 30
dias.ia contar do dia da primeira publicaran do pre-
se Di a importancia das qnotas com que devem
entiir para o calgamr.nlo das casas da Iravessa de S.
PciWo. conforme o disposlo na lei provincial u. 350.
Adverlindo que a falla da enlrega voluntaria, ser
punida com o dunlf das referidas qnoras, na con-
formidade do arl. 6 do reg. de.22 de dezembro de
1854.
.N. i. Catharina Mara do Sena. .
N. Manuel Ai Linio da Silva Res.
N. 8. Manuel Jos da Molla. .
N.10. Marta Rosa da A'sumpiVm. .
N. 1. Manuel Buurque de Macedo. .
E para constar semaudou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Mario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
buco 0 de junho de 1855. O secrelario, Antonio
Pemira da Annunciaco.
O lllm. Sr. iuspeclnr da lliesouraria provincial,
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidcnle
da provincia de 23 do Brrenle, m inda fazer pu-
blico que no dia 1) de-jutbo prximo viudouro, pe-
ranle a junla da fazenda da mesma tbesouraria, se
lia de arrematar, a quem pur menos lizer, a obra da
estrada da Magdalena, hlo he, o 1.lanco da de
Pao d'Alho, avahada em 7360?00!) rs.
A arremalarao ser feila na forma da le provin-
cial n. :t:t de 15 de maio do anno lido, e sob as
clausulas especiaes ahaixo copiadas.
A-perseas que se propo/crem a esla arremala-
rao comparcram na sala das sesses da mesma jimia
no dia cima declarado pelo meie dia competente-
menle habilitadas.
E para constar se niainlou allivar
publicar pelo Diario.
Si'i ielaria da lliesouraria provincial de l'crnam-
buco-25 de junho de 18j.-).O secretario.
.Intonio F. d'Annunriacao.
Clausula* especiaes para a arremataran.
I." A obras do primeiro lauro da estrada de To
d'Allio,fir*e-h,lo de conformidade com o orramenlo,
plantase pcrfis,approvado pela directora em conselho
apresenlados a approvaco do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importando 78:360)rQ6Ont
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de dous mezes e as concluir no de dous anuos,
contados na forma do arl. 31 da lei provincial n.
286. sequo ob.-igado a dar sempre transito ao publi-
co de p rarros. v
3." O pagamenlo da imporlancia da arremalac.ao
serafeilo na forma do arl. 39 da lei provincial n.286.
o que dispon a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secrelario, A. F. da Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial em cumprimenlo da resolurao da junla da fa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 19 de ju-
lbo vai novamenle a prara para ser arremata-
do a quem por menos fizer a obra dos reparos de
que precisa o acude de Caruar, avaliada em
l:0l2S000rs.
E para cooslar so jnandou aOixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelana da Ihesnuraria provincial de Pernam-
buro 25 de |unho de 1855.
O secrelario,
Antonio Ferreira da Annunciacao.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Gaiaaarle juiz de
dircilo da primeira vara do civel e do commerrio
ncslardadc do Recife, e sen lermo por S. M.
I. ecousllucional, que Dos guarde ele.
I-aro saber aos que aprsenle caria de cdirlos ti-
ren), ou della noticia liverem, em como o Bario de
Beberibe me dirigi por escripia a pelirao do theor
V-il: ii I :
Diz o Bar.lo de Beberibe que sendo-lite Joao Ma-
uoelde Barros Wanderlev l.ins, devedor da quantia
de oilocenlos nvenla cinco mil quinheulos e.oitenla
rei*. imporlancia de urna lellra arceila por esle," e
vencida doze de feverciro de mil oilo cenlos e
Irinla c nove, e Goncallo l-"ranriseo Xavier Caval-
canle Dehda, lambem devedor da quanlia de um
cont ceulo e um mil c seis reios rcis, proveuienle
de duas lellrs, sendo nina de quinheulos e qualorzc
mil Irezentosecincoenla res, vencida em tres de
Janeiro de mil oilo ccnlo< e Irinla e dous, e oulra de
quindenios e oilenla e se.j mil duzentos e cincocnla
reis, vencida em Ires de Janeiro de mil oilo ceios c
Irinla e tres, e como ignore a aclual residencia de
dilos devedores, quer aze-los cilar por ediclos, como
0 determina o paragrapho terceiro do artigo qualro-
centos e cincocnla e tres do cdigo commercial para
o fim de que nao corraapresrriprao.'conlra o suppli-
Canle. Pede ao illustrissimo Sr. Kr.juiz do commar-
co assim mande, e que se lavre o compleme pro-
taslo. E recebera merc.Ateo/orado.
Nada mais se continha em dila pelirao a qual sen-
do-me apresenladanclladei o meu despacho do llicor
segunle :
Dealribuida. Como requer. Recife dezenove de jn-
nhu de mil oilocenlos cncoenla e cinco.silva C.ui-
marfiaa,
-Nada mais se conlinha em dilo meu despacho, em
virtiide do qual o eterna* Sanios a quem fui dila pe-
liCo deslribuida, lavrou o protesto do (eor segninte:
Aos vinle e cinco de Jouba de .le mil oito
ceios e cncoenla e cinco, nesla cidade do Re-
cife, perante mim e as leslemunhas abaixo as-
sL'iiad.isdisseoBarao de Beberibe que proleslava
como de faci proleslado lem contra Joo de Barros
Wanderlev Lins, e Uonrallo Francisco Xavier Ca-
valcante L'ohOa, pelos molivos declrarado. cin roa
pelcao relro, e como disso e prolcslou na forma da
mesma pelirao, que lica sendo paridla prsenle, as-
sgnou com as leslemiinhas abaixo declaradas.Eu
Joaquim Jos Pereira dos Sanios, ewrivfu o cscre-
viBario de Beberibe.Manoel lionralves de Aze-
vedo Rtmos.Joaqaim Jos da Rosa.
Nada mais se conlinba em dilo proleslo. E em
virlude do dito meu despacho o respeclivo eseriva,,
fez passar a presente caria de eillos. pela qual hei
por inlimadosos ditos ausentes por lodo o conledo da
pelirao e proleslo nesla inccrlos.alim de evitar apres-
criprao dos dbitos cima declaradas; pelo que todos
os prenles, ami^is econhecidos dos dilos ausenles os
poderao fazer scicntes do que fica ciposto. O prsen-
le sera publicada pela imprensa, e alixado pelo res-
periivo pnrleiro no lugar lo cosime. Dado nesla
cidade do Recife era 27 de junho de 1855. Eu Joa-
quim Jos Pereira dos Sanios,cscrivan, subscrevi.
Custodio Manoel da Silca Ouimaraes.
0 Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, juiz mu-
nicipal da segunda vara do cive e commerrio
nesla cidade do Recife de Pernambuco ele.
Fago saber aos que a presenls carta de edilis vi-
rcm, ou della liverem noticia, em oran Jo= Pedro
do Reso me fe/, a policio do theor seguinle :
Diz Jos Pedro do Reg, que. Ibes sen lo deve-
dores l.uiz Ignacio tBOf de Mello, ou seus lier-
deiros da quantia de 1:034-3296 r.., Joao Manoel
Burburema da quanlia de 4*90*784 r*., Jacinlbo
Soares Cavalcanli da quanlia ano Pereira de Mello da quanlia de (itIS'lOO r<., Jos
Francisco de Sobral da quantia der 2(i?000 rs., Jos
Pedro de Vasconcelos da qunlta de 31-3610 rs.,
Joo Firmino deMendonja e Albuquerque da quan-
lia de 267J700 rs., Joaquim J^0 Machado Das e
Lourenco Machado Das da quanlia de 47;420 r.,
cisco de Barros Heso 2 ledras de 1:691 &700 rs. cada
urna, vencidas i pimeira em 20 do abril de 1842, e
a aegonda em 2) de abril de 1843 : os herdeiros de
Ignacio Paulino da Cunha, o resto de 1 ledra de
3:1113460, vencida em 31 de Janeiro de 1818; Pedro
Delgado Borba reto de I ledra de 3:3069) vencida
emo I de Janeiro de 1845; Goncalo Francisco Aav-
erCivalcanli llchoa 2,lellras de 38>237rs.cada urna,
a primeira vencida em 11 de Janeiro de 1849, c a
segunda em II de maio do inesmo anno; I.uiza Ma-
ri de Jess e Joaquim Manoel Vicia de Mello 1
lellra de 50SfBfiO, vencida em 10 de Janeiro de 1839;
Jos Anlonio da Rocha 2 ledras, sendo 1 de 609393
rs., vencida em 7 de maio do 1842, c outra de
5381532 rs., vencida em 7 de maio de 1843 : Tho-
maz deAquino Piulo de Queiroz 1 lellra de 6009.
vencida em II de abril de 1S46; Izidoro Jos Uias
dos Sanios 2 ledras, sendo I de 9989730, vencida
em 8 de abril de 1847. c oulra ile 400?, vencida em
30 de julho de 1857 ; e que sendo ignoradas as re-
sidencias acluacs dos mesinos devedores, se faja a
inlimarao do proleslo por editos para o fim previsto
preseada nella dei o despacho do theor seguinle :
eribuida, como requer. Recife 23 de junbo
le 165. Sttea .'ii'iiiariir..-.
co ilc Pcriiaiiilnu'0 -"> 'lo jiiulio de IS.Vt.
O secretario di directjSo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
o eeoselho de admioMracio naval, eoaitrata
para os navios armadose enfermara de marinh
anno Bnanceiro de 1856 a 1855, o forneeinienlo de
medcamenlos e os sjcivifoi de arle de barheiro, liem
como o de anlamenltos brancoa e azutt para a* pra-
Eiais se nao conlinba em dilo meo despacho, j\d" 'nilli,,l''-';, l-d" <|oe ronvida-se ao> q-.c
...... inlereisarem em dilps loriienmenin-.
em Tludc do qual foi a dita pelirao dilribuida ao
esrrio que esla subscreveu, o qual lancen
denuesto do Iheor seguinle:
As 2.1 de junbo de 1855 nesla ridade do Recife
per.itc mim o as testemonhai abaiso assignadas,
disi Antonio Joaquim de Souza Ribcro que proles-
lav. como de faci proleslado lem contra seus acre-
do Domingos Jos de Miranda, Francisco de Pau-
la 'menta o antros constantes da pelirao relro, lu-
iluia forma declarada em dila pelirao, a qual fica
sedo por ludo prsenle, e de como diase e proles-
lo e assignou com as leslemunli is sbaiio declara-
ds. Eu Joaquim Jo-e Pereira dos Sanios, escrivao
escrevi. Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
bsme Jii-n dos Santos Callado. Joaquim Jos de
iireu Nello.
K mais su nao condola em dilo lermo de proleslo
qui copiado em virlude do despacho cima Irans-
npto, o escrivao que csi.i lobscrevea mandn pas-
npretenta-
rcm-se a SI horas do da 3 do mez de julho vindou-
lerino ro, na sala das tendea, com anas proposlas, declaran-
do os ltimos preeos c quem seus fiadores, podeudo
anles os inleressados dirigirem-ae secretaria da
in-necrao do arsenal minaren os receituariose amostra dos lardan
o nao teuilo o ronseljio aceitado as proposlas de ii-
rinha de mandioca e assbcar branco para fornec-
meiiio no trimestre de jolhe a setembro futuro, por
seren de ma qualirialde, de novo convida aos que se
propozerein a fazer dilo forneciniento, a aprsenla-
rem suas proposlas e amostras no dia e lugar cima
indicados, cortos de que o contrato ser por I ou :l
mezes, ou por compra, conforme convier ao con-
selho.
Sala das sessOes do conselho de adininislraro na-
val em Pernambuco 08 d jonhode 1853.O serre-
lario, Christociio Santiago de olh-eira.
eONSKLHd ADMINISTRATIVO.
I) conselho administrativo, em cumprimenlo do
arl. -21 do regulamenjo de I i de dezembro de 1852,
faz publico, que foram acedas as proposlas de Timm
Mdmsen ^\ vfnaasa, Antonia Ferreira da Costa Bra-
sa, Francisco Maciel de Souza. llenrv ili-on. Joao
sendo-me apreseolada nella dei o meu despacho dij
Iheor seguinle.Distribuida; como requer.Recil
23 de junho de 1855.Silra Gnimares.
Nada mais se continha em dilo despacho, ei
virlude do qual o escrivao respectivo lavrou o Ierro
le proleslo do Iheor seguinle :
Aos 23 da julbo de 1855, nesla cidade do lien.-
pera ule mim c as leslemunhas abaixo assigOSdt,
disse o coronel Manoel Jos da Cosa, como luir
de seus sobrinbos, lilhosdo finado Jos de Olivva
Ramos, que proleslava, como de faci prnlesl.lo
lem, contra Joao de Azevedo de Ara ojo Pinhci) e
oulros, pelos motivo* declarados em sua pelicacre-
1ro, c de como disse e prolcslou na forma da lila
pelirao relio, que (ira sendo parle do presente*-
signou rom as leslemunhas abaixo assignadas.
Eu Joaquim Jos Pereira dos Sanios escrito o
escrevi.Manoel Jof da Costa.Joo Cal ano
de Abreu. inlonio da Silra Pettoa de Mclb
Nada mais se continha em dito proleslo Em
virlude do dilo meu despacho, o escrivao qe esla
subscreveu fez passar a prsenle caria de dilos,
pela qual hei por intmalos os dilos ausens por
lodo o coulomb) da pelirao e proleslo nesla iserto
afim de evlar a prescriprao dos debilos amia de-
clarados, pelo que loda e qualquer pessea. irOBle,
amigo, condecido dos ditos ausentes os poeriio fa-
zer scienles do exposlo. A presente ser ablieada
pela imprensa e editada no bisar do cosile.Re-
cife 28 de junbo de 1NVi.
Eu Joaquim Jos Pereira dos Sanio', SOtrivO o
subscrevi.Cuftnio Manoel da Sirfl tiimariies.
O Dr. Custodio Manoel da Silva iuimaris, juiz d
direitoda primeira vara do commercii nesla ci-
dade do Recife de Pernambuco por i M. I. e
C. o Sr. I). Pedro II que Ocos gnarde ele.
F'aco saber aos que a prsenle caria c edilos vi-
rem queftlalhas l^pe* da Costa Maia,ne dirigi a
petico do Iheor seguinle :
Diz Malinas Lopes da Cosa Mata, ciado com a
viuva dcllerrulano Jos de Mitas, a nem porten,
ciam as ledras que se sesoem que qpr protestar
judicialmente para lio correrein a prerriprao. sen.
ilo os mesmns inlm utos p ir edilos po serem pes-
soas ausenles c de rezidcnrias incerll segundo o
determinado no S .'! do arl. 153 do coico commcr-
al, e as referidas ledras sao : 2 de ,'rederco da
osla Arroda e Mello, urna de 204901 rs., vencida
em 28 de agosto, e oulra de 1199793 '. vencida em
18 de agosto, esla do anno de 1818 e quella do an-
no de 1845. e onlra de ll'.l-7'...l em de julho de
1813 ; Jos Malinas Nuites da Silva,ma ledra de
91 rs., vencida em 19 de abril de r40 ; Anlonio
Jos Peslana, nina lellra de 909 rs..ncncida em 15
de dezembro de ISI ; l.uiz Jos Dulas, saldo de
una lellra vencida em 23 de selcmto de 1844, na
importancia de 1249 rt.; Franciso Camello Paes.
Brrelo, urna ledra de 1008 rs., incida em 17 le
abril de 1842 ; Leonardo B zerra le Siqueira Ca-
valcanli, saldo de una lellra n. importancia de
1:0009 rs., vencida em 22 de nove,liro de 1838, pe-
lo que quer proleslar como acimiii dilo. Pede ao
lllm. Sr. Dr. juiz do conimcrcic defermenlo.E
R. M.Alcoforado. '
Nada mais s continha em dila clicao a qual sen-
do-me apresentada nella deioiicu despacho do
Iheor, forma e maneira seguinle
Distribuida como requer. Be fe 22 de junho de
1855.Silva (iuimaraes.
.Nada mais se conlinba em at, meu despacho em
o I., 200 minias de atgodae, a 13200rs.
o 2.. 57 colados He brioi de riscado de linho, a
-i-'KKI rs. ; 51 Iravecciros da misma fazenda, a
600 rs.
tar a presente, pela qual c seu Iheor se chama c c-
elo p.-.ragrapho .'!" do artigo 153 do cod. rommer- |30 e hei por citados aos suppiicados Dominaos jo- l'inlo de Lemas Jnior, Isaac, Curio C, para for-
cial : pede ao lllm. Sr. Dr. juiz do commerrio de-s de Miranda, Francisco de Paula Pntenla e ou- ,,l'cercm
ferimenlo, E R. M.Alcoforado. Iros, ludo com o praso de 30 dias da DxaeJIo c pu-
Nada mais se ronlinha em dila pelirao, a qua blicr.lo desla. E para que chegtie a noticia de lo-
dos mandei passar a presente caria de edictos, que
-sera allixada nos lugares designad.s no cdigo
commercial e publicada pela imprensa.
Dada c pastada nesla cidade do Recife de Per-
nambuco aos it de junbo de 1855.
Declaro que estacarla Bao lem lermo marcado co-
mo o escrivao cima declarou. En Joaqaim Jos Pe-
reira ilos Sanios esciivAo o subscrevi ededarei.
Custodio Manoel da ilia (iuimaraes.
Anlonio Jos do Reg e Jos Antonio do Reg da virlude do qual para a dita pitao distribuida ao
579600
199800
IBjtQOo
649800
199800
prsenle e
quanlia de 2759012 rit, Jos Joaquim Pereira da
Silva Pimenlcl da qnnlia de 679.580 rs., Antonio
Barboza da Casilicio da quanlia de 499360 rs.,
Gomado de Oliveira Lins da quanlia de 59*320 jt.,
Joao Francisco Pinlo da quanlia de 1409000 rs.,
Benlo Mauro Ferreira Jnior da quantia de 100-720
rs Benlo Casado dos Santos da quantia de 164-9 rs..
Manoel do Rosario do Nascimcnlo da quanlia de
B399960 rs., Manoel Gomes da Silva e Manoel do
Rosario do Natcimento da quanlia de 2039000 rs ,
EstevSo Jos de Vasconcellos da quaulia de 1539420
rs., Pedro Clemcnle de Marco da quanlia de
IOU9|0 i rs., Joao da Cruz de Lacena e Felis Gon-
calves de Mello da quantia de 2009000 rs., Feliz
Gonralves de Mello e Joao da Cruz de Lucena da
quanlia de 3179000 rs., Rogerid Jos Correia da
quanlia de 109, e Joao de Lima de sua obrigacao da
quanlia de 6*9340 rs., quo ludo importa em ris
8:2019923, provenientes de ledras e una obrigacao
*s quacs c-lao ha muito vencidas, e como os suppii-
cados estao ausentes, em parle incerla e ao sabida,
e purque esla a expirar o prazo marcado pelo cdi-
go do commercio para a prescripeao das referidas
ledras, requer a V. S. para nao ficar prejudicado
osupplicanle no seu direilo. digne-se mandar lavrar
por termo o proleslo das referidas ledras e obriga-
08o, sendo esle intimado aos suppiicados por edilaes
na forma do artigo S91 do decreto n. 77, afim de
inlerromper a prescripeao, como ludo coosla do
documento junio : pede a V. S. Mim. Sr. Dr. juiz
municipal ila segunda vara do commercio, se sirva
assim deferir. E R. M.lose Pedro do llego__
Distribuida; como requrr ; justificada previamente
a ausencia dos suppiicados.Recife 23 de junho de
1855.Ud^ira Maciel.i CunhaOlheira.
Aos 23 de junho de 1855, nesla cidade do Recife
em meu escriplorio veio osupplicanle Jos Pedro do
Reg, e disse em preseuca das teslemunbas abaixo
assi;uadas, que elle proleslava contra os suppiicados
por lodo conleodo da peUtio relio, c na lonformi-
dadeda mesma proleslado lem, afim de produzir o
devido efleito.
E de como o disse e proleslou fiz esle lermo em
que assignou com dilas teslemunbas.Eu Pedro
Tertuliano da Cunha escrivao, o escrevi.__Jos
Pedro do liego.Domingos Barbosa Rodrigues.
Manoel llaymundo Penafoft.
Nada mais se conlinba em dila pelicao, despacho-
dislribuijao e lermo de proleslo. pelo que m.inde
por meu despacho, que juslilicassem. em virlude
loque produzio o supplicanle suas leslemunhas, e
suliindoos latos conclusos, dei a minba senlenca do
theor seguinte :
Jul-o por scnlen-i a ju-lilicai;ao c I1-. a fls.,
pela qual se ada provada a ausencia dos justifica-
dos instantes da peli.;,,o a lis. 1, pelo que izando
sejam citados por editos, passandorsc a respectiva
cari i rom o prazo de 15 dias o cusas.Recife 26
de junho de 1835.Francisco rf-' AlMtOlkeira Ma-
ciel.
Xada mais se continua em dila senlenca, em vir-
lude do que so passou a prsenle romo nrazo de
15 dias, epeto Iheor da qual hei par intimado dilo
protesto, o qual sera publicado e aflixado nos higa.
res do coslume, e publicado pela imprenta.
Dado e pas-adu Beata cidade do Recifeaos 07,|e ju_
nhodel8)5.-Eu Pedro Tertuliano daCunha.escrivao
o cscrevi.Francisco de Assis OHceira Maciel.
0 Dr. Custodio Manoel da Silva (.armarles, juiz de
direito da primeira vara do civel e commerrio,
nesta cidade do Recife e seu lermo, por S. \!,
I. e C. ele.
Faco saber aos que o prsenle edilal viren ou
delle liverem noticia, em como Manoel Jos da Costa
me dirigi por escripia a peticlodo Iheor s-uuinle:
Diz o coronel Manoel Jos da Costa, (mor de seos
escrivao que esla subscrevi oq'al lancei o termo
de protesto do theor seguinle : 1
Aos 22 de junho de 1855 nesf cidade do Recife e
peranle mim c s lesleraunln ahaixo assignadas
disse Malinas Lopes da Coala Ma, como adminis-
trador de sua mulhcr ,1 vinva [leideira de llercu-
lauo Jos de Freilas, que prol lava como de faci
protestado lem contra seus deedores Francisco da
Costa Arrula e Mello e outra, ludo na lorma de-
clarado em sua pelirao que fia senjo por lodo pr-
senle, assignou com as te.iteifiubas abaixo declara-
das. Eu Joaquim Jos Perora dos Sanios, escrivao
o escrevi.Malinas Lopes a Cosa Maia.Joo
Filippe da Cosa Conieiio.'oaquim Jos de Abreu
Nello.
Nada mais se conlinba et dilo lermo de proleslo
aqui copiado. Em virlula c despacho cima trans-
cripto o escrivao que .si;; subscreveu fez pasear
a prsenle carta de edilos elo theor da qual cha-
mo, silo e hei por sitados ?s suppiicados Francisco
da Cosa Arruda e Mclli rontros ludo com o prazo
de 30 dias da xacaoe pulicacao dcsle.
E para quo chegue a loficia de lodos mandei
passar a prsenle caria itejiditos que ser afvada
nos lugares designados nobodigo'commercial e pu-
blicado pela imprensa. '
Dada e passada nesla r. buco aos 28 de junho de 1855.Eu Joaqaim Jas
Pereira dos Sanios esrrii on subscrevi. Declaro que
a prsenle caria nao teirermo marrado como por
engao do e-creveute :ma esla declarado. Eu
Joaquim Jos Pereira ais Sanios, escrivao o subs-
crevi. Custodio lannel da Silva GutmarSes.
(1 Dr. Custodio Mano'e'la Silva Guinarilcs, juiz de
direilo da primeira ira do commerrio nesla cida-
de do Recife provinia de Pernambuco, por S. M.
Imperial c cousliluioual o Sr. I). Pedro II que
Dos guarde, ele. / *
Faco saber aos quna prsenle caria de ediclos vi-
ran, em como Anloiio Joaquim de Souza Ribeiro
me dirigi por cscrip 1 a pelicao do Iheor seguinle 1
Diz Aulonio Joaqaim de Souza Ribeiro, que I lies
sendo devedores po lelras, sendo una de Francis-
co Pereira Thorr.'de I8968O vencida em 25 de
feverciro de 1848,oulra de Duningos Jos de Mi-
rauda de 42')9300 wncid.' em 2 de marco de 1844,
oulra de Francisc'de Paula Pim^ntaile 1099, ven-
cida em 2 de abridle 1S44, oulra de Jos Gonralves
Valenteda qiiaiili de J7MI)0 vencida em 28 de
junbo de 1812, oi'.ra do Joaquim Jos Nogueira de
II090IS vencida m 12 de- Janeiro de 1834, oulra da
0 Dr. Cuslodio Manoel da Silva Gnimuracs, juiz
de direilo do eiwl e commercio desla ridade do
ll'vife, por. M. 1. e Cele.
Faro saber aos (]ue a presente vircm, que Anlo-
nio Joaquim de Souza Ribeiro me Hiera a pelirao
sesuinle :Diz Anlonio Joaquim de Souza Ribeiro,
que achaudo-se Joaquim Domingaes de Snnsji,Joa J S ui/.i l.:i'.e,Manoel Jorquun de Souza Rcbelloje
Ignacio Bastos de Oliveira debita los para romo
supplicanle. o primeiro na quanlia de l:(MHl; eos
juros esliaaladosem urna lellra veoci la em 2 de se-
lembro de 1S42, o 2." na quanlia de 3069200 e os
juros estipulados em urna lellra vencida em :! de
maio de l! lellra saccada pelo mesmo snppiica lo e acula pelo
5." supplicado, vencida em 8 de agosto de 1840a
em os juros estipulados na naeama^ e nao ionio
aleo presente MlisleitOS seus dbitos, c roma acon-
tece que os supplicailos se lenham mudado desla ri-
dade, onde contrabiram, para lusar inceilo c nao
sallo do -iipplicanlo, assim n3o llie sen lo possivej
procura-Ios para haver sen pagamenlo, no enlre-
tanlo que os das para se completar, segundo o c-
digo, com u prazo das prrsrripias ; por asta la/.lo
vem o supplicanle requerer a \'. S. qae <> admita a
justificar a ausencia dos suppiicados c ncerlea
lugar de suas (esidencias, aflin de que se passe rarla
lilos rom o lermo de 30 dias para intimar os
suppiicados o proleslo que pela presento Tal o sup-
plicanle, com o fim da inlerromper a prescripeao :
portanlo, requer quo lomado por termo- 0 prolr-l .
proceda-seas juslilicacoes e o mais que for je di-
reilo : o que pede a V.S. lllm. Sr. jui/. do civel da
primeira vara e commercio assim II-- delira. V. R,
Me,Antonio Joaqun de Soasa Ribeiro. Deslri-
buida como requer. Recife 14 de junho de 1855.
Silva Guimaiaes. Aos 14 de junho de 1855
nesia ridade do Recife de Pernambuco em meu car-
torio, Aulonio Joaqaim de Souza Ilibciro. r. disse
peranle mim e as lestemnnhas abaixo assignadas.qiie
pro|esta ludo de cantbrmi ladecom a palirSo iafron-
1 e lie como assim o diste fil esta termo em que
assignou o praiesiame com as lestemanh s abaixo
i la-. F.u Manoel .los da Mella, escrivao o
bacrev,Antonio Joaquim de Souza Ribeiro. Ma-
lereira Magalliaes, Joaquim Jo. Abren Nello.
.'ilva.Guininraes. A Molla Oliveira.Ao- 14
de junho de 1855 nesla cidade do Recife de Per-
nambuco em meu rarlorio Antonio Joaquim de
Souza Ribeiro, dis-e peranle mim e as le-le-
nuinhis abaixo assignadas que protesta ludo de
conlormidade com a pelirao infronie, o do romo as-
sim o di-se Ii/ esle lermo em que se assignou o pro-
testante com as lestentnnhas ahaixo assignadas. En
Manoel jo-e di Mo'.la. escrivao o eeareviiAntonio
Joaqaim de Boma Ribeiro, Manoel Pereira Maga-
Ibaei. Joaquim Jos de Abren Nello. E mais se
n o cunlinha em dila pelirao, despacho, dislrihui-
ri;o e lermo, dcp.ii do quo dos auto- se v, que o
- ipoliran'.e Anlonio Joaquim de Souza Ribeiro lle-
ra a sua justificaran, depois do que dos mesmos se
escrivao os fizara sedar 1- o- hiera conclusos ao Dr.
V que Cuslodio Manoel da Silva GoimarSes, o qud
dora a sua senlenca do Iheor seguinle :
Julgo por senlenca c cusas a prsenle juslilici-
efloe nnudo que se aflixe edilal na forma requerida.
Recife 21 de junho de 1855.tUStodio Manoel da
Silva Guimara -.
E mais se nao continha em dila seulenea aqui
copiada,em virlude da qual o esenvo que esla suhs-
crevetl mandou passar a presaste, pela qual e sen
Iheor se chama e sita a lodosos devedores cima
declar dos para firarem scienles do conledo da pe-
lirao e lermo de proleslo aqui ludo copiado, cim o
prazo de30 dias da aflixarao e publicaran desla : e
para que chegue a noticia a todos mandei passnr
edilo-, que serao allixado-nos lugares do coslume
desisnados 110 cdigo do commercio e publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco aos 26 de juntin de 1855.Eu Manoel Jo-
sdi Molla escrivao o subscrevi.
Custodio Manoel da Silva Cuimarcs.
t) 3.. 207 pares desapalosde sola c vira feilos na
Ierra, a 1.-~miO r-. ; 200 pares de chinellas razas, a
19000 1-.
t) i '. 3,000 varas .le bnm lino, a 500 rs.
O5., -J.OOO ditas de dito, a 485 rs.
t Ii.;, !,:i dilas de dilo, a480 r-.
E avisa aos laprnditot vendedores que devem re-
colher .10 arsenal de guerra os referidos objerlos em
o dia 30 do cnrrenle me/.
Secrelario do conselho administrativo para torne-
cimento do arsenal de guerra s de junho ue 1853.
Joti de rito Ingle:, coronel prsioenle,
naa -. -----
PUBLIGA^AO ^ITTEKAIUA.
Acha-se venda n compendio de Theoria e Prati-
ca do Proies'o Civil frito pelo Dr. Francisco de Pai
la Baptisla. Esla abra, al un de urna introdcelo
sobre as acroes e eveeneoes em geral, trata do pro-
elo civel comparado com o commercial, eenlrn
a Iheoria sobre a applir .-,, :.o da causa iulgada, cou-
Iras douriuas luminosas : vende-se nicamente
na luja de Manoel Jos l.eile. na ra do Quei-
m;nlo n. 10, a 6.3 cada exemplar rubricado pelo
autor.
SOCIEDADE SRaJSfTlCA.
SEGr.Ml.V FEfRA 2 DE.1LI.1K) ll.; 185,.
Em conseqiicnria da conlinuaran das graves mo-
lestia* do Sr. Cosa e sua setihora, ote se pode
promplilicar o novo drama, Oue eslava para ir a
scena, e como na se rjos. espicara dia, a-soeidade
resolveu ni sua uilima recita levar scena a repe-
ticao do bello muito' appl'andido drama em cinco
actos.
(i agento Berja fui 1 iltoen -en armarem ni
roa do Collegfo n. 15, de 1111 exeelleole sobrado de
Din andar com basVxHes C0>u.....lo-, leudo 35 pal-
mo, de frente e?a 75 de lun la eu chaos proprios,
10111 um ptimo terreno ao lado que pode-M mui
bem edificar oulra rasa, silo na ra de S. Pedro Mar-
lyr emOlinda n. .58, o qual sera entregue pelomaior
preco que for oflereetdo em eorMeqaasJna de ser para
liqadscJIo. 11 sg ule Barja nao podeudo fazer '
leiiao cimaqU devta ter lugar (erca-feira 26, tians-
ferio-o para o dia lerra-feira .1 de julbo as 10 horas
em ponto.

-1 Retratos.
Na ilerroda Boa-Vista n. i, lejceirli alidar, c
mii-te a lirar retratos pelo syslyma rhrtslalolj po,
< 1111 mnila rapidez e perlrjo. *
Si'. redactorei.Em resposla aos rrpeii3ns an-
nnncios do Sr. Malhias J.npes da Cosa bUaWTos
quaes elle se incolra meu credor, rogo^nes se sir-
1 vain de publicar as declarares feilas. poucosdiasaii-
les de sua morle, por E-lnaidoAla Cost\ltiviura,
que estao em perfeita harmon'j com os aepoimen-
I os dos Sis. I)r. Jos da Co*. Dourado e Joaquim
leixrira Pcixolo, ao que ai TscenUrei unicameffle
qu Lando en Opnoslo cubar o de falsidade da lel-
lra aceito que me raove o dilo senluji^lathias, fo-
ram as meus embargos recebidossem condemnarao,
e di -la lentenca aggravando de plirrrN mesmo Sr.,
o Iribuual da r.iar.io obrando com a'sua n,-Iitm.nla
juslira. denegou provimento ao sJu~aggravo. Sou,
Srs. redactores,asa atienta veneadora 0
Isopomna Mara .la Costa Kruger.
Diz I). Leopoldina Mario da Cosa Kruger, que #? ,
bem de eu direilo se lite faz : -ees-ario, que r Au**
()<. amantes ilniii'oiTressoccivilisaco mande que o aacrivaa da .ubi legaca lite passe
f
AVISOS DIVERSOS.
Regiment de cusas.
Saliio a lu/. o refjtmento das cusas jnrli-
ciaes, aniiotado.com os avisos que oate-
rarain vciidi'-sc a 500 rU, na livraria
n. ii e S da piara da Independencia.

JL
di
ficta da loman 1 .i sebastop
bataKia decisiva ganha pelos alliados con-
tra os Bussot nos campos da Crimea ; vis- c
to como, qualquer destas victorias sera' o '"'i'
preludio do completo trrumpho d| civili-
Sacao soln'e a barbaria.
'
Ds abaixo anienados fatem -rienie aores-
.'; peitavel publico, que compraram a pada
que foi da viuva do fallecido Carlos sita no |g
largo de N. Senhora do Terco ou Cinco Pan- $b
las, o- quaes prnmeilcma lodos aqaellessenho- &
a Europa; nostrooSer a fausta 110- FraiicisaoSda Barros QorrCa, escrivao da sobdelcga-
ad I de Sebastopol OU de Una a da freguezia do SS. S. do bairro de Santo
Anlonio do lermo da cidade do Recife de Per-
nambuco, cm virlude da lei ele.
Certifico ser o Iheor dos termos pedidos por cer-
'flo do theor e forma seguinle :
Termo .le declararlo.Aos 28 dias do mez de
maio de 1855, nesla cidade do decife de Pernambuco
em 1 ra das Cruzes, casa da residencia de Eduardo
da Cosa Oliveira, onde foi viudo o subdelegado sup-
plcnle da freguezia de Santo Anlonio, o Dr. Jos da
Costa Dourado, comigo escrivao do seu cargo, a
chamado do mesmo Eduardo da Costa Oliveira, ah
por elle.em preseuca das lestemnnhas abano assig-
nadas, disse que acbando-se em perigo de vida, e
sendo necessario para descargo de sua rouscicncia
res que Ibes firereul a honra de comprar o ex- tt e poder obler a absolvirao de suas culpas.dectorava
relente po, bolacha lina, biscoilo, fatas. ..-. livre e exponlaneoinenle, visto como se va approxi-
lolaehinas de araruta, dos servir com as me- J- mar o derradeiro inslanle de sua vida, que sua co-
0 CIGUO PACHECO
ido lim ao espectculo a intercssenlc ce
n acto.
0 FILIIO DE 7, PAS.
A soeicdade dramalici lendo de fichar o Ibcalro
eom cate capeclacolo.espera que o publico em geral
e sana af ir. a ios em particular a > deixarao de
prestar a sua coadjuvarJIo, para que leja bam con-
corrida esla ultima recila.
Principiar as 8 I
1
O Ihoies fanobas que houver no mercado, as-
sim como a sua bol irha grande he firmada
;.i a firma de Ribeiro lo a de Ii. Si I'., avista de exposlo esperam J
A a concurrencia tanto de seos amigos, eom
^ dos I din-. Srs. de engenho : a podara prin- @
iar alrabalhar nu dia 2 de julho correte. @
.'',' Rilan & Pinto.
Pelo presente sao convidados 03 ere-
dores do casal do (inado Sr. Delpli'io
Goncalvfea pereira Lima* a se Nuniretn
no primeiro andar da casa da ra da Ca-
deia dq Recife n. sabbadd oO do cor-
rete as II) Itoras da manhtia, afn de
conhecerem do eslado do inesmo c deli-
l)eraiem a respeilo.
Os caedores da massu de fos Sebia-
tino |)iivuiem a todos os devedores da
misma rnassa, que nao pagum nada ao
mesm 1 Jfjs Sclnatmo, sob pena de paga-
rem segunda vez; mus o nico encarre-
gado de reeeber as mosmas dividas he O
Sr. Ignacio de Souza Leao.
\a ra do Trapdie n. primeiro
andar, necisa-s" 'ullar com o Sr. Joao
Cimillo do Uego lanos.
Precisa-se de um criado el c activo
para O serviro de tuna casa escollastica,
sila na rtt 1 erfreita do Rosario n. 17, pri-
meiro andar.
THEiTRO DE APOLLO.
rimeiro secretario avisa aos Srs. socios, que
os billieles para a recita de :!() d> correle, Sello
casa do Ibe-
prime
lilheles
distribuidos nos dias t7, 28 e 89 : em
soureiro na ra de Apollo n. ';A.
O Dr. Cuslodio Manoel da Silva GoimarSes, juiz de
direito da primeira vara do civel ecomaerfio
nesta cidade do decife e sea tormo, por S. Jf.
i. e <"... ele.
Faco saber aos que a prsenle caria de odelos vi-
rem ou della notici i liverem, em como Adelo
Jo-e de Mendoiira e oulros me dirigirn) por es-
cripia a pelirao do Iheor seguinle :
Dizem Adelo Jo- de Mendonra e oulros, mem-
bros da soriedade do contrataste 2fVtO0 reis por ca-
bera de -'.ido vacciim de toda esta provincia, de que
fui am-malanle o Uado Francisco Cirueiro da Sil-
va ale o mez de oulubro de IS'r>>. em que foi res-
cindido o mesmo contrato, que o fallecido Anlonio
Gomes Chacn de Leilo, por quem boje representan!
os seus herdeiros, aceitara ao dito arremalanle (', ir-
neiro da Silva diversas ledras de cajo principal e
protestos anda he devedor da quanlia de 7:3015680
ris, atpi dos juros que Manoel Eustaquio de C.:r-
valho da mesma sorle nimia deva 8079510 ris, An-
tonio Joaquim de Mello e Manoel Ijnicii ll:,is
'i"7-i! rs., Joao Aulonio de Miranda, e os herdei-
ros deseo futir Jos Joaqaim da Silva 2C9ol59rs.,
e finalmente Francisco Joao Lina tambein pela mes-
ma raza o 0,0-. ,s rs.. das qiiacsquanlias se tem de
abater a quiula parte que a a-semblea provin/cial
abalen ao mencionado arrematante, e como os sup-
plicad '- ^e achain ausentes -em que se seiba ende
exislam, vejo os supplicantes protestar peranle esle
jui'o nos lermo- do arl. 15:1 ^ :1 do codgo roimner-
cial, afim de que seja inlerronipida a prescrincSo
dos !0> crditos c possam os supplieantes em qual-
quer leinjio liivo-lo- dos suppiicados ou de quem de
direilo for, para o que requercui os supplieantes se
tome por lermo o seu proleslo, a se paste caria de
ediclOS para sua intimaeao nos termos dos arls. .V) e
,5 do reuulamenlo n. 717 de ii de novembro de
1860, a-sim pede a V. S., Sr. Dr. juiz do commer-
cio Ibes delira. E It. Merco.
.Vi la ni its-e continha em dila pelirao, a qual
ten I ne apraseolada nella dei o mea despacho do
theor -eguinle :
Distribuida, como rrquerem. Recife 31 junho
de 1855.Silca (iuimaraes.
Nada mais se continha em dilo meu despacho, em
virlude do qual o escrivao Santos, a queiafoi dila pe-
lirao distribuida, lavrou o termo de protesto do theor
seguinle :
Ai- Jl de junbo de 1855 nesU cidade do Recife.
pranla mim c as testemunbas abaixo assigoadas,
disse l'elit Francisco Ue Souza Magalhcs, como
procurador hasl.inlc de D. I.uiza Francisca di Pau-
la Cavalcanli de Albuquerque Ccenla, por si e co-
mo totora de seus tiihos maerea, vinas e herdeiros
de Francisca da Paula Cavalcanli de Albuquerque
Laceria o Anacilo Jos de .Mendonra, o hiiharel
AVISOS MARTIMOS.
Real Companliia de Paquetes Ingle/es
a Vapor.
No dia 1 de
jolln espora-so
i!.i Europa um
dos vapore- da
Keal Compa-
nhia. o qual
depois da de-
mora do cos-
lume, seguir'
para u sul: pa-
ra passageiros ele, (rala-se cornos agentes Adam-
900 lluwie & C, ra ,do Trapiche Novo n. 1:2.
Para nina viagem dcsle porto para seguir aos
do Rio da Prala, prensase de um ollleial nutico,
qiielenha caria de piloto da academia do imperio ;
quem em toes circiimslancias se acbc habilitado, e
se queira cunt.dar, pidedirigir-se i rua-da Cruz n.
3, escriplorio de Anuirn Irmilos & Companhia.
Para o Araeaty segu com hievidade o hialc
Correia do Sorle ; recebe carga e passageiros: a
tratar com Caelano Cyriaco da C. M., 80 lado do
Corpo Sanio 11. 2~i.
Para o A(aca(\ segu o muito veleiro e bem
coahecido hiate EJcatetro : a Iralar na ra da Ma-
dre de Dos 11. 36.
MA 0 RIO m JANEIRO.
Segu em poucos dias o patflcltp nacio-
nal lUCl'HEROY, capilao .Manoel i'. Irn
Garrido, ja' tem parte da carga engajada :
para o reslo e escravos a lele, tiala-.se
com os consignatarios Isaac, Curio iV C,
na ra da Cruz. n. ii), primeiro andar.
RIO UE JANEIRO.
Segu vo;u lircvidade O brigue nacional
FIRMA, capito Manoel de Fivites Vctor,
ja'tem parte da carga prompta: para o
resto, passageiros*: escravos afrete, trata-
ra O capilao na praea, ou com Xo-
vaes iv C, roa do Traptcbe n. oi.
RIO J)E JANEIRO.
Segu eom muila brevi lade por ter
a fflaior parle da carga piiimpta, o pala-
i 11 nacional VAILENTE, capitao Francis-
co Nicoia'o de Araujo: para o resto da
l'rcrisa-se de nm caixairo ara laberna, que.
lenlia bastante praliea, e que jaiba ier e escrever :
na ra da Guia n, 36.
Precisa-se de ma casa as ras segninlea :
Hurlas, Aguas-Verdes. Santa Thereca, Padre l'lo-
riano, Tnneheiras, largo do Carmo 011 S, Pedro:
quem (iver, dlrija-se ra da Praia n. 53, que acha-
ra com quem tratar.
Deseocaminhou-sc oa furiaram la rus, da
l'raia, da porta de um dos armazena de carne, nm
quart.m 1-a-lanho, cor de sanglie, 10:11 um nico sig-
ual brinco em bajo, de meta marca, rabera pelada,
dina rerta,la. r-.pado ,! fies-n. iberio de cima c de
bailo, menso e rom calos as pas, rarrega bem
baixo : -anp irr-i-eu uu dia -2') do junho eorrnU
do lugar indicado : quem delle der noticia ou levar
i ra do Vigaiio n. 19, primeiro andar, ou no eneja
nho Espirito Santo do Sr. JoSo Ellojr, ser. recom-
pensada generosamente.
Apessoa que annunciou no Diario de ante-
honlem 27 querer hvpolhcar 2 escravos, qnrrendo
ainda, dirijae ,i padaria da Soledade. que la se dir
quem faz dilo ueeosio.
Alnga-sc urna casa torrea, sita na ra do Scb
n. .'ii, rom rommodns para pequea familia : a Ira"
lar na roa da Aurora n. 2'i. primeiro andar.
Uoga-sc ao Sr. Jcaquinl Correia de Oliveira
Lima, de Na/arelii. que com brevidade mande bus-
car cm nossa casi n -ou r-eravo de nomo Ignacio,
que a titulo de ver a mulhcr que he nossa csrrava,
aqui >c acha dizendo que veio com licenra, e nos
pira nos livrarinos de respqptabjlidaila fazemos o
prsenle annuncio, declarando quo risco algum cor-
remos ao mencionado escravo,(iauvea Leite.
Precisa-se de una ama de leite. branca ou
parda, seni cria, que lenha hom leite para criar urna
menina na ra do liriim 11. 22.
Francisco Jos uimaraes declara que deivou
de ser eaixeiro dos Srs. Peres v \ a'ronrello-. sim-
plesmeme por n;1o convir mais aos interesses dos
ditos senhores, e nao porque, durante o lempo em
que esleve de raiveiro em sua casa, commedesse ac-
to algum que o desabone.
BIUTISII CI.ERKS' PHOVIUENT ASSOCIAXION.
The General Ildlf-Vearlv Meeling of ihe Share-
hoblcrs of Ibis Assicialion will be held 011 Mnnday,
Ihe second of July al Ib- Knnins of (he British aiil
l-oreign l.ibrary. The C'iair will be laken al 6 P. M.
Applications for New Shares mu-l be made to Ihe
Treaaarer |n writiua on or h?fore Ihe 30 Ih of June.
The Julv satbseriations will be receved al thcTreas-
nrer's Rooms also on II indaj nest, when all Sbare-
holders will be required to present iheir receipt
books & Scrip.
Ilv order of Iba Roard of Direclors
lhcard Itathwell. Ilon: Sec:
Pernambuco 27lh June ISV'i. .
- No dia 26 do corrate, da ra Ti ova al a na
do Crespo, perdeu-se um annel de ourn lavndo,
com 7 ou ;i diamantes : a pesada o que achou, que-
rendo restituir, dirija-se ao atorro da Boa-Visla n.
7, que sera'recompensada.
l'rccita-se alugar uma'prela para o servico in-
lerno de una casa no decife : dirija-se ra do Vi-
gario 11. 2.
Desapparecou do engenho Jardiin de Goiaima,
no dia 26de abril desle anuo, o mualo velhoSiinao,
escravo de Anlonio Alaria Marques Berreira, este-
lara regular, grosso, espa laudo, cabellos bem piula-
dos, muilo barbado, lem os denles da frente grandes
e largos, e snppoe-se quejadle falla um da ptrlede
cima, pe- 1 irgos e esparralhados, calcanhares arre-
gazados todos em roda,bem ladino, conversador, la-
haquisla o carhimheiro ; foi escravo de Andr Pi-
nheiro. iio Riacho do Sangue, no Cear, donde he
natural,e la I^m irmao,o qual senhoi negociava rom
gado para o leeife, Goianna. Podras de logo, Cea-
r e Araeaty; dina ser muilo conhecirto dos Srs..
Heildei, Dr. Thcophilo Joaquim Liberato, Joo Cbri-
so.lomo, Jos Malulo. Anlonio Carriro e Manoel
Dias, queo venden no Recife por ordem do diloSr.
I'inhciro c de oulras pessoas do Ico c Sobral :
quem o pegarser bem recompensado no dilo enge-
nho, no decife pelos Srs. Gorro 1 j Irmaos, no Cea-.
11 e Araeaty, e ser procurado na. cadeias.
A pessoa que aununrioa a compra de um vio-
1.1o lino, rom superiores vosea, queremlo aiuJa. po-
de dirigir-Mi ra de Sania dila n. il(.
Peres i Vasconcellosdespediram o seu raivei-
ro de cobranra Francisco Jos Gu.maraes.
uhada Leopoldina Maria da Costa Kruger havia en-
dorsado una lellra de qualro contos e oilocenlos
mil reis, cuja ledra como nao podesse ter vigor,
visto como ella como viuva que be, nito poda ser
ei.dossinte, mas sim accitanle, inutilizara elle dc-
clrame aquella, e Ihe apresenlara urna oulra para
que ella areilasse. ao que ella se negara, e nada
hoiive que podesse convencer a faze-lo, em couse-
quencia do que bouve algucm que se oflerecoe
para Ihe falsilicar a firma, o que de faci fez fir-
mando a ledra de igual quaulia. que fora descon-
tada, e para em nio de Malhias l-opes da Cosa
Maia. que boje acciona a referida sua cambada para
haver de se pagar da quaulia constante da lellra que
desi'onlou.r.s-im como lambem declarava que a lel-
lra que elle declarante havia descontado a Joaqun
Tcieir Pcixolo. (irmada c aceita por Malhias Lo-
pes da Gasta Uaia, figurando como saccante elle de-
clarante, eia lambem falsa,cujas declarares elle fa-
zia livre e expoiilaneamente.
E para constar mandou o Dr. subdelegado fazer
o presento termo, em que eu assignei com o derla -
raule. e leslemunhas presentes depois de lulo.
Eu Francisco de darros Corroa cscrivilo o escrevi.
Costa Dourado.I-Uluardo da Costa Oliveira.
Antonio Ti./cira dos Santos. Joaquim Teiacira
l'ei.rolo.
Termo de declarar,1o.Aos -i dias do mez de ju-
nho de lS.")"i, nesla colado, do decife de l'.riambu-
co em a ra das Cruzes, casa da residencia d Edu-
ardo da Cosa Oliveira, onde foi viudo o subdelega-
do supplenle da freguezia de Santo Antonio,o Dr.
Jos da Cosa Dourado comigo cscrivilo de seu largo,
a chamado do me-mo Eduardo, afim de radicar a
declararilo que Diera a respeilo de urna lellrasac-
cada por elle Eduardo, aceito por II. l.enpodina
Maria da Costa Kruger, e descontada a Malina- Lo-
pes da Cotia Maia declarava, que a lellra le da
quanlia de i contos oilocenlos e oilenla mil ras, e
no.de 4 conlos e oilocenlos mil rcis. como decara-
ra priineiramentc, c oue recebera do mesmo xia-
thxaspoueo mais de dous cintos de reis em desun-
i dessa lettra, sendo um conloe tanto em diubero,
e o restante cm descont do que elle declara ni ja
devia ao inesmo Malhias, sendo qae na occasiaodo
recebimento, esle Ihe pedir para Ihe passar um a-
pel ou recibo em qOe Ihe dedarasse expresameile
ter recebido a quantia de qualro conlos de reis, ri-
ronlo dessa lellra de qualro conlot oilocenlos e tril-
la mil reis, cujo papel elle declarante effeclivameme
pastara, e deve parar em sato do referido Malhias
Lopes da Cosa Maia. no sentido em qae elle decla-
rante acaba de expender o que em ludo omiis rali-
ficava a sua primeira declaraco : r mais nAo disse e
assfsnou com o juiz e testemunbas prsenles,
E cu francisco de Barros Correa, escrivao o es-
crevi.Cotia Dourado. (i&ntoHo da ('osla Oli-
veira.Joai/uini Pacheco da Silca.Antonio llazi-
/i" dos Sontas.Joaquim Texeira Peixolo.
Nada mais se continha em ditos termos aqui trans-
criptos, que bem e fielmente tirei por cerlidao do
proprio original, (ue tica em meu poder e escriplo-
rio ao qual me reporto, c vi na vrrdade sem BOUSB
que duvida faca, por mim escriplo e assignado nesta
cidade do Recife de Pernambuco aos ldias do mez
de junho do anno do nasciinenlo de Nosso Scnbor
JesOS Clirtelo do lS"?j, trigsimo quarlo da indepeu-
dencia e do imperio do llrasil. Escrevi e assignei
em fde verdade. Francisco de llarrot Correa.
;-3--.: ':-:?iivS@
o vice-consul'ado de Sardcnha
s ii.ii-t-se para negocio de inters- |r
9 se e urgencia, fallar com o cida-
dao sardo Drago, natural de Fi-
* nale, se ainda existir, ou com os .
1
Joaquim Anlonii, da lonseca Piala da quanlia de
Francisco de Paula Rodrigues de Alie!.l. c roo ad- carga c escravos a retc, trata-se COI* o
.' leus lilhos ,havendp-os) se tiver fal-
, lecido. Pernambuco 20 de junho ^
Je 1S5, rita do Trapichen. 19.
j| O regio cnsul honorario e vice- a
j$ Cnsul, Ernesto Sclnamm- j
<
di-
0nem precisar de urna escrava para ama :
rija-se a ra di Queimado toja n. 14.
O abaiio assignado perdeu dqas ledras da
quanlia de r*. 2l.)->410, sendo urna de rs. 1005750,
sacada e:n 2( de abril a tres mezes, e oulra de rs.
! I SfipO, sarada em 24 de maio a seis mezes, ambas
aceitas por Aulonio Francisco Martins, as quse- fi-
cam sem effeito algum, pelo mesmo Martins estar
sciente do estravio das mesmas ledras, e ter aceita-
do oulras. Recife 27 de junbo de 1855.
Manoel dos Santo' Pinto.
No dia 2 de julho, depois da audiencia do Sr.
Dr. juiz municipal de Olinda, lem pela ultima vez
de ir praja por venda os bens seguiules: urna par-
te do sobrado, silo na roa de S. JoJo da mesma ci-
dade, denominado do Ponto ; urna casa torrea, sila
na mesma roa n. 14, e mais urna nrmacSn de taber-
na construida de louro, tuo por execucao do Dr.
Jcronymo Salgado de Caslro Accioli, contra l.uiz
Alves Kigaud.
Precisa-se fallar com o Sr. Francisco Mendes
Marlins que arremalou a rasa da ra do Rosario da
Boa-Vista n. 60, perlencenle aos orphos ; dirija-se
a ra do Calinga, toja n.l). Na ine-ma casa vende-
se um cachorro de lila, bom para um sitio ou algu-
ma toja.
Manoel Francisco Alves, leudo ido ao corrcio,
nchando urna carta com o mesmo nome a lirou, po-
rem depois della abarla conheceu que nao era para
elle.por issoa pessoa que lem o mesmo nomo de la-
noel Kraiicisco Alves. pode ir a rila do Cotlegio n. 7,
que Ihe ser entregue a mesma caria, viuda do Rio
de Janeiro.
O abaixo ass'gnado previne ao rcspeilavel pu-
blico, c principalinenlc aos seus fregnezes, que os
charutos da suirfabriea 11 a Juvenlude, vendem-so
nicamente em casa da Domingos Alves Malbeus,
111a da Cruz n. 54 nc.la praea, na do dio de Janei-
ro, em casa de Antonio Pereira Ribeiro Guimarez,
c na provincia da Babia, em sua fabrica. O annun-
eiaulc jutgn que lem assim vedado o engao des
seus freguezes, que tanto I ere o seu crdito.
Francisco Joti Cardoso.
Arhou-sc una polcara : procnre.m na ra da
Cadcia de Santo Antonio, defronle docollegio Alfon-
so, primeiro andar. '"
Antonio Joaquim Scve, lendo conlralado .1
compra de orna casa de sohrado rom silio, no lugar
de S. Jos do Manguind 11. 2.1, rujo terreno foi
Quem annunciou querer comprar una cabel- comprlo ppr 1). Leopoldina da Costa Kruger a Ma-
l ira para senhora, que estoja em bom eslado, pode I nnc' Hereira de Castro, c boje perlencenle a Gustavo
dingir-se ao caes do Ramos 11. i, laberna do Re-| l'raeger ; faz o presente annuncio para prevenir
tiro. qualquer cou-a que possa em lluro apparecer.
IOO5 vencida err :i de novembro de 1840, oulra de
Joaquim da Cosa Lobo como aceitante da quanlia
de06| eniioei 11 e sacada por Joaquim Jos Lon-
renco da Costa lencida e:n JS da maio de 1843, ou-
tra de Manoel Gonralves Vdlenlc da quantia de
67S>I'J5, venepa cm 17 de sgosto le 1844, oulra da
Bernardo l'inl- Pereira de 3319662, vencida cm :ide
abril de ISIS, oolra de Joao Gonralves Valenle da
quanlia de 6i3(105, vencida cm 18 de abril ife
1S9, oulra ie Manoel A levan he de .Sampaio de
2779700, veicida em 16 de abril de IS'iO, oulra de
Joaquim detSouza Lima da quanlia
vencida cmO de Janeiro de 1841, oulra de Jo
Manoel Filippe de 1930671), vencida em li do Janei-
ro de 1810, jotra de Fsancisc I ti inralvrs Aleivo da
qiianUstJetO500, vencida em li de fevereiro de
1843, ootlVde Jos da Silva Collares da quaulia de
2:0:U--<> 10. vencida em 2S de r.oveailiro de 1838, bo-
je devedores sera herdeiros, quer a mesmo snp 1-
canlc protestar judicialmente contra dit >s devetlo-
res, para nie nao corra 3 prescripeao de gemel
les dbiles, sendo dito producto limado por ediWs
segundo determina no S 3 do artigo 453 do odiaje
uiini-ire lor de sua mulhcr, o coronel Antonio Alves
Vianna e o coronel Joao da Cosa Villar, que por
seus ronsliluinles proleslava. Como de fado prolesla-
do lem, 1 mira 1 herdeiros de Antonio unes Cha-
cnida l.e9ohqje f .decido, e ouiro> constantes da
1, e de como disse c prolcslou na forma de-
; em dila pelicao relio, que fica sendo parle
do preseote, assignou com as leslemunhas abaixo
assignadas.
Bu Joaquim Je-..- Pereira dos Santos escrivao o
vt.Felis Francisco de Sonsa Magalliaes', An-
tonio d.i Silva I'easoa de Melle, Miguel Archanjo
Fernandas Vianna.
Ciada mais se continha em dilo protesto. Ees)
virlude do dilo ineu despacho o respeclivo escrivo
ar a prsenle caria de edictos, pelo Iheor da
qual liei per intimados os ditos ausenles por lodo o ', '
8- conletp da pelijaoe protesto nesla insertos, afim de jada: para.0 rest$ (Ja carga e esclavos ,-i
f.,'.. 1 :. vilar a p,e,ei,pean do, dbitos.,e-la deelar..,I.K. livi :: ,-:; ,-se com os COUS natario Ma-
( presento sera publica lo pela imprensa e ahvado
no lugar do coslume. decir.' 27 d.i junho de 1855.
!.u .'ni<|iim Jos Pereira dos Santos escrivao, o
subscrevi.'Cutlodio Manat da Sttea GuimarSee.
capilao na placa, 011 com NovaesOvC,
na na do Trapiche n. 5*.
PARA A BAHA
com muila brevidade o hiato nacional
, 1 qiilao Joao Rodrigues \ i ... i)|. i; a
lem pane da carga piompla : pira o resto, 1ra-
la-se coai o sea consiftnalario Anlonio Lnjx Oliveira
'. tet .1 1, na ra da Cruz n. 17, 011 com o capitao na
pi ja.
PARA 0 RIO DE JANHIBO.
O brigue escuna MARIA seguir' em
poucos illas para a'iitclle porlo. p*r ce a
sen earreaimento cin-a-
Aluga-sc o primeir.-. andar da rus da Cadeia do
Recife n. 17, muilo proprio para morar bomcm sol-
leiro, 011 para escriplorio : a Iralar na toja do Sa
Manoel).
Joo Francisco do llego Maia faz sriente ao
respeilavcl publiro, que lem acabado com o ai ma-
cm de maleriaes que linha na ra da Concoruia
desla cidade do Recife.
-; l'.oga-se iquelles senhores que lem dbitos an-' Florencio Marlins
ligos con, o abaifo assignado, os v ir pagar ou rotor- mar por lo I 1 ele ni / : na roa Velha ii. 123. Re-
cife 26 do junbo de 1855.
liento Feriiandcs do Passo.
O Sr. que dava seis mezes ou um auno adan
lado pelo aluguel de um 1 rasa que n.io passasse de
105 "ir me/, como ja liatn c deivou licor o seu no-
mo, pule vii rereiier a chave na ruadofiangel,
p.os licuada vir na segunda-foira, ne caaadenaHl
querer, para Batao perder Ampo e dar-sc a oulra
pessoa.
DECLARACOE9.
chailuvv Pinheiro, no largo
n. \. p
Assenble'a
A pessoa ipie Iroaie Jo Aracaly urna
I S mos (leos para ser cni:
bregar na ma do Crespa n, lo.
Marlins dd Silva Borges, lendo do
o bus do crreme anno
lim de iralar de sua saude. c desojando liquidar to-
das as suas Iransarroes rom a praca, inga aos seus
ileM'dores Iralem quanlu anles de realisarem seus
dbitos, sem que sejam a isso forrados.
l)a-sc aqiianlia deSOQ a 1009000 a juros, rom.
patinares a Iralar na ra .Nova n. 12. de meio-
dia as 2 horas da larde. .
i ,ua sanlber qae calende perfeilamenle de
co/.iuhar, se oll'urece para i.ver toda a qu.didadc de
comidas para rasas pa lindare-, e as hora que se
llirrha aju.lar : quem de seu arestirao se qoizer utilisar
le Mulos Olees para ser entregue aqu, queira en-| duija-e .1 ra do logo n. 15.
Precisa-se de alugar una ama que sai1-
nbar e fazer todo o mais servico de t
do Trro 11. 11.
LEILO ES.
IJANCO DE PERNAMBUCO.
'> '-' n : lllm. Sr. |)r.
le direito da primeira vara do comas :i 1 Cos-
o lio M no da Silv G limariies, por embargo de
anco ilc fernambuco sacca sobre Joaquim Moreira( nido 4 C. fara 1 >.> da I"
ERRATAS.
Na 3. pajina, columna ., do Diario de 2S do enr-
rcnle. na correspondencia de Bernardiuo Francisco Precisa-se contratar
.!e Al iM'do Campos, bubas 17 em vez desndo arrafa a duas de cite
outi'orahelando mili',o a ; na buha em va I typographia se irjsfX.
dequando o ib\ei,iilquaudq o devia assig- __ Pe*'^IS3-se nn ; na ludia 55 cm vez dedeivou de fazer a pro- [ern/ ^e orna cisa
a praea da Baliia, e contina tomar
lettras sobre a >lo Kio dr Janeiro. Ban-
boi 1 perleoceol I i>> Stuart Buhurema,
quaes seachario patentes ,,o carral das Cinco Pon- if- rn vez dec reeeber as;{ partes das d;
ibhado .W do corrsnlc as 1) horas em ponto. I |K -e reeeber a 3. parle das dividas.
ettohadeiiou de fazer.a prefevlo ; na ruba VJ r, '"0 nra a. ,,'t.
:-., mv dee se pela ma W % 1 lio!, 1 l. mi \..//r-que era ..y p ulr.^5 nh> __ \
,1._qae era 3> ptaHe das dividas ; n* 'ro a.
,rd.>Lqr-Saiba"-'
'wpa-l iia u,
llEGIVfl
VIELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


N.
BUlllO OE PEMUSUCBO SA8AQ0 3D OE JNHO 01 i85S
"l'ref.-ri->c da um criado para o servicio cana
>y'ya.igcira^ 4. que seja bom boliekn, na ra da
: n- '<-. ? S^
" rrcisa-sc alujar um priniciro ou segundo ai
,. dar, deprecarte H a-ll^OOO por un, no-baifYode
Sai4o_^rii.onio : quem liver, pJe amiunciar peloj
' Diario. \
\
N
Jos tereira
Jos de'Cat^alho Gi
das activa* da su;i
21 V. -o desojando
ja o silo do mostn.
aquelles, laitu da praca ToruTT
comprado n Cuslod
las as fazendas c div
ra do Queimado 11.
odos oj freguezes que
panto, avisa a iodos
deUa, que lile
? \
V
sao devedoreAque venliam aiuesoia idfi -at.sfa/er
09 teas dbitos, que aiii achirlo' borfi sorlimenlo de
nov e t*raf7ssiiiias blendas, e o rfclliur agrado e
a momaYrauqja que sempre houve ueste eslahe-
leciiiicnln. f~.""
; Attencao.
' "^udem-se por remito baralo proco e com muilo
"* -mo uso. as ohras";guiiiles; Diccionario l.a-
li.Ja, porlerreira ; In.loria de (ronds, por l.a-
A. I.obo Hoscozo dt consultas homeopathicas iodos os das aos pobres, desde 'i hora da
i() uibaa aleo meio da, e em casos extraordinario) a qualquer hora do da ou noite
i- one"ce-se 'plmenle para praliear qualquer oporac,ao de cirurgia. < -."u.!i. 'promntmenlo 1 imal-
quer mullicrqua esleja mal de parlo, e cujascircu.oslam,.- nao permtUain pagar ao^iedico
80 CONSULTORIO DO ML'.P. A. LOBO IISHB.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Mauual completo de mcddiciua homeopalhica do Dr. i'.. II. Jahr, traduzido em or
tuguez pelo Dr. Moscozo, qualro voliimes encadernados em dous .? acompanhado de
nm diccionario dos (ermos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., .|r.
lloinejTJliad, \irgilio, Ierre lgiel, Curso de Di-
rcilo Ov il Portugus, Dros des ens. Romance em
porlugiu-z dos lilhos do Amor, por EugeneSue ;
lclemaque, Carlas de Heloiza e Abellaird, Historia
Sagrada, Traile de Droil Penal, por M. 1'. Rost ;
I ablcs .le La loutaino : quem quizer approveitar-
Se da occasiao, dirija-se a praoa da Independencia
Un professor de inslruccao elemenlar ollcre-
re-se a dar lices em casas particulares, com bom
melliodo e zelo, civilidade e aproveilamenlo, em
doulrina clirisiaa, pelo calliecismo explicado, em
leilura pelos classicos de moralidade e civilidade,
como seja o livro do Ouro, em escripturacnu per
Madiireiia, em cantabilidade pelo compendio do
Dr. Colago, c liugua verncula com jnalyse grain-
malical e lgico pelo autor mais seguido: algn.
seohor pai de familia que livor precuao de lec-
conar 5HI- pequeuos em casa, pode auuuuciar para
ser procurado, ou dirija-se ao aterro da Boa Villa
11. al.
LOTERA
DA BOA-
Bilheles 3800 Hecebe por iuleiro
Muios 23800 >> com descont
(Juartos 1WO i)
Quintos lOIbO 11
Uitavos 720 a
Decimos 600
Vigsimos B20 U D
DA MATRIZ
VISTA.
Aos :000.v000, 2:000$00<>, o l:000s000.
Corre iudubilavelmenle sabbado, 7 de julho.
O caulelisla Salusliano de Aquino l'erreira faz
scieote ao respeitavel publico, que as sisas cautelas
eslo sujeilas ao descomo de oiio por cenlo do im-
puslo da le. Os seus billieles iiileiros, vendidos em
originaos; naosoflrem o descouto de oito por cenlo
do imposto geral. Acham-se venda as seguiules
lojas: ra da Cadea do Kecife 11. 2 c -1. ; prara
da Independencia n. 37 e ;l!I ; ra do Livrameuio
22; ra Nova 11. 4 e Ib; 1 ua do Queimado n.
MeH; ra eslreita do lio-ano u. 17, aterro da
Boa-\ isia n. 74, e na ra da Cadeia 11. 38.
6:0009
1:3809
1M00
oog
52j>
O referido caulelisla, declara inui expressameute
ao respe lavel publico, que se respunsabilisa apenas
a pagaros 01I0 por cenlo da rei sobre us seus bi-
lbetes 'elididos em originaos, logo que se llie apr-
sente ( billiele inteiro, indo o possuidor receber o
respeerto premio que selle sabir, na ra do Col-
legio .1. 15, escriptorio Jo Sr. U.esoureiro Francisco
Auloiio de (Hiveira. l^rnambuco -16 de juuho de
1853 Salusliano de Aquino Fencira.
l?r- Kibeiro, pbvsician by (be univcrsilv ol
Camiridgc, Uniled States, conliiiues to reside, ai na
da Ouz 11. 49, Ooor, and atienda especialh lo
the >e audear'sdiseasus, liemakesoccularcxaniiua-
1.....al ""Y l'our in prvate residences ; reiuember
Ibal for Un! examinalion of llie car, il requires (be
ligR of the suu.
CEAROPE
DO
BOSQUE
O iinico deposilo conlinfia a ser na botica de Bar-
lliolomeu Francisco deSou/a. ni na larga do Rosa-
rio n. 36 ; garrafas grandes 5-3500 c pequeas 3*000.
IMPRTAME PARA 0 PIBLICO.
Para cora de pbbsica em todos os seus dificrenles
graos, que;' molivada por conslipacoes, (osse, aslh-
i'ia, pleorn, escarros de saugue, dr de costados c
pcilo, palpilacao no coracao, coqueluche, hronchile
dr na garganta, e lodas as molestias dos orgos pul-
monares.
MECHiSISBO PAR EH8E-
NHO.
NA FU.NDIC.AO DE fEltRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W. lONVMAN, M
RA DO BRLM, PASSANDO O ^HA-
FAR1Z, f
ha santpre um grande sorlimenlo dos segninles ob-
uclns de merhaiiisinos proprios para cnt,en!ios, a sa-
ber : moeudas e maias moendas da mais moderna
construccAo ; fallas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodoso* lamanlios : rodas
, denloilas para agua ou animaes, de lodas as propor-
efies ; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, aguilhes, bronzes, parafusos e cavilboes, moi-
nh > de mandioca, etc., etc.
irtoagags-tiis sasB^Biss
AO PIBLICO.
No arrrjiazem de fazeadas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-sc um completo sorlimento
du a/.endas, unas e grossas, por
precos mais baixos do <|ite em ou-
Ira qualquer parte, tanto em por-
ojes, como a retallio, ailiancando
se aos compradores um s prero
para todos : este cstabelecimento
a!n-o-se de combinacao com a
maior.parte das catas commerciaes
in'glezas, ranceaas, allemaas e suis-
sa,p-a venderfazendas mais i:n
conta doque se tem. vendido, epor
. to olTerecendo elle maioi'es van-
tagens do que outro qualqiui ; o
proprietario deste importante es-
tabt'lecimento convida a'todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, paa que venliam (a' bem dos
*fls interesses) comprar fazendas
haratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
COSSUiJOfflO DOS POBRES
50 RA NOVA 1 UTOAB 5,
O Dr. P,
fazendc.roseseiiho.es de cnuenho que eslaolonse.los,,i,irsos,|OSIneili(.(,. atodosoatao
que urna on ou ra vez nao poden, deixar de acudir a qualquer i,10ommo.lo seu ou Se n 1 w "'
familia que por circnms.anc.is, que n.m sempre podenl ser m,eui^ JE
os em suas -.ni,.....; 1.1 .
O vade-mecum do homeopalha ou raduecfio da medicina
ia,
109000
39000
seguro na Ortica da
nnsuem duvida boje da grande supenondade dos seus medicameutos
Boticas a 1^ (ubos grandes..........
Boticas de i'i medicamentos em glbulos, a 108, 12? e'l-'ioub rs
Dilas 36 ditos a......
Ditas 48 dilos a.................... 2OSOO0
Dilas 60 dilos a......' '......... "non
Dilas 144 dilos a.................. 3j080
Tubos avulsos............' '.......... (;o-iKK)
Frascos de mein 0115a de lindura....... ......... lOOO
Ditos le verdadeira lindura a rnica.................
Na mesma rasa lia sempre a venda grande uunu-,> ,|P'i'i10 a',. l_li. a j "7"1*
vidros para medicamenlos, e aprompla-se qualquer encminun!' *"mm l*"""'h
per presos muilo commodos.
a lodos os ais de
dos a prestar tn conltnenli os pnmeiros socenrros em suas enfermidades
-mecum do homeopalha ou rradoocSo da medicina ,inleslica do Dr Herin-
obra lambeui 11I1I as pessoas que se dedicam aoeslndo da ho.neci.athia, um vol-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos ,|e medicina
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia. anatoma, ele. ele encardenido' '
Sen. verdadeiros e bem preparados medicamenlos nao se node'dar m na '
homeopalhia, e o propriclario deslc eslabelecimcnto se lisonroi-i H in in .. ." 1 V ""
a de Ic-lo o mais bem moulado possivel e
8SOO0
Na casa di Hebra id & bandin ra d Tra-
piche-Novo n. 2c 'i.'., vetidem-seit ge-
guinti 1 gneros:
unhode Champagne superior cm ar\a
como 1 ni garralu.
Vuilio de Bordeau\ stipcrioi cmca\ po-
mo em garrata.
Cognac verdadeiro superior em caixaco-
iii" ni. garrafa.
Vinho de Xeres superior em cai\a ceno
em garrafa.
Azeite doce de Pagniol. -> nico verda<-
ro que tem no. met ado.
Salames de Lyon mu 'o Fre 1
Conservas de Nantei de lodas as ciua^
dades.
Mostarda preparada Diaphano, a melhf
que tem apparecido no mercado.
Queijo suisso chegdo pelo ultimo navic
Os tregue/es (icatao satisfeitos da bo.
qualidade dos gneros,-como dos prec/x
moderados.
Nova moda Acaba le rhegar .1 luja -11 ra do (Jueimado 11.
18, riqussims chales de merino de lodasas cores,
com franja de -eda. nsquaesse vendem mais pra-
los -lo que em outra qualquer pule, .1 ellos antea
que se acahein.
A ."i.-iiMii c i.sooo rs..
Corle* de cmbrala e seda, fazenda boa e de lindas
padret, ditos le barese de seda com Robados 88
r.-. o corle : na 111,1 do Crespo 11. I(i. loja da equina
Velas.
v'ondem-se excellentcs velas de carnauba pura c
de composKao, sendo oslas 'lo melhor fabricante Aracaly. pelo commodo pieeo de 149500 1 arroba :
iia run da Croi armazem 11. 15.
CAFE Effi GRAO PRIHEIRA
SORTE.
Cobre para lorio ele 20 at 2':
(A
cas com pregos.
/meo pata lorio COIU
Cluunlio em barrinlias.
Alvaiade de chumbo-
\ ende se excelletiio caf de primeira qualidade,
viudo ltimamente do Rio de Janeiro, e por com-
modo proco ii vista a superioridade : na ruada
Ouz quina do berco dos Torios n. 36.
Vende-se no armazem de James llalli-
da \, na ra da Cruz o. 2,oseguinte:
- W Relogios de ouro e prata, sabonetes pa-
pi go.
igi Scllins ingUv.es.
tente ingle/..
de e
da de medicamentos com loda a brevida-
Casa da a'erieio,paleo do Terco 11. l(j.
O abano SMignado faz ver a quem in'lercssar no
MASSA ADAMANTINA.
Ra do Rosario n. Ilti, segando andar, Paulo (l.ii-
gnoux, dentista Craocez, chumba os denlos com a I '".....*" "oo taz ver a quem inieressar pe
pwssa idaroantina. Essa nova e maravilhosa eom-1??' I1"-' rv'o Hoalisar-ae-ba no da 30 dororren-
posirao lem a vantagem de encliersem press.lo dolo- i1, segundo o disposlo no artigo 2. titulo II das pos-
rosa lodas as anfractuosidades do dente, adquirimlo "
em pouros lisiantes solidez igual a da pedra mais
dura, e pcrmiile restaurar os denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
(?)
g .'IBLICiCAO' DO nSTITITO 110-
MtOPATIIlC DO BRASIL.
2 TIIESOURO HOMF.OPATHICO @
OU (A
VADE-MKCl.M DO ($)
($) HOMEOPATHA.
0f Methodo concisa, claro e seguro de cu- rA
rar homeopathicamente todas as molestias a
que affligem a especie, humana, e part- W/
Sfc cnlarmente aquellas que reinam no lira- A
7L til, redigido segundo os inelhores (rata- z2.
fi dos de homeopalhia, tanto europeos como
f americanos, e segundo a propna experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario fendgero
Finir-. Esla obra he boje reconhecida co- raj
t mo a melhor Je todas que (ra'.am daaopli- {f%
w cacao homcopalliica no curativo del mo-
(ffi loslias. Os curiosos, principalmente, nao (&
^w poilcm dar um passo seguro sem possui-la e 3
y9 consulla-la. Os pnis de familias, os seuhn- &}
(Ak res de engonlio, sacerdoles, viajantes, ra- (\
j2 pitaes de navio-, sertanejos ele. ele, devem L
^P* te-la miio para occorrer promplaineiilc a p9
, qualquer caso de molestia. (,
W llous volumes cm brochura por 10?>00(1 W
' S- Vende-se uuicameiKe cm rasado autor, Al.
W ra de Sanio Amaro n. fi. (.Mundo No- W
Esla a sabir a luz no Kio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXRAHUX) DE ROFF E BOEX-
NIXGHALSEN E OLTROS,
posto em orden alphabetica, com a deseriprso
abreviada de todas as moleslias. a indicacao physio-
logica c Ihcrapculica de lodos os incdicainenlos ho-
meopa tli i cus, seu lempo de acc-lo e concordancia,
seguido de um diccionario da sisnineac,k> de lodos
os termos de medicina c cirurgia, e posl ao alcance
das pessoas do povo, pelo
D. A. .1. DE MELLO NORAES.
Subscreve-se para esla obra no consultorio borneo,
palluca do Dr. I.OBO MOSCOZO, ra Nova n, 30-
primeiro andar, por 5-3000 cm brochura, e 6*9000
encadernado.
O Dr. Sabino Olegario Ldicro Pinho,
miidou-se do palacete da ra deS. Francis-
co 11.6SA, para o sobrado de dous anda-
resn.fi, ruade Santo Amaro, mundo novo.''

LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
A lotera terceira do recolliimento de
Santa Thereza, da qual vendemos alguns
billictes corren em 15do presente, e a 'i\
do Monte Pi Geral, da qual ainda temos
a venda, correu a "22 ou 23 : as listas de
ambas se esperam at -i do prximo ju-
II10 ; os premios sao pagos depois da en
tfega das mesmas.
O Dr. Joo Honorio Be/.erra de Me-
nezes nmdou a sua residencia da ra
Xova, para a ra da Aurora sobrado n.
'2, tjue faz esquina com o aterro da Roa-
Vista, e ahi continua a exercer a sna jho-
lissao de medico.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : no alerro da Boa-Vista n. 1:2, para cozinhar
e engominar.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mel-
lo, tendo de a/.er tima via;em a Euro-
pa e nao ibe sendo possivel ir pcuoal-
nenti' detpedir-se dos seos amigos por
Cauta do estado de sua saude, fallo pelo
in unt oflerecendo o seu presumo
,*i i|iial(|iiei paite cpie estiver.
Casa de commissao de eseravos.
Na ra Direila n. :!, sobrado de tres iindares de-
Ironleda iravessa de S. l'edro, recebem-se e-rravos
' mbos o* sexos para se venderem em corom'issSo,
' 'Vjnilo por cise (rabalho mais do que -J pot
'Icspeza alguma de coniedorias : olle-
slo (odiiPos commodos e seiuran-
' oscravos.
ma oiie tciili.i
/ V
' ill.
on 1
(culi a bom c
ara crear
hem :
lXFORMAgOES OU RELACO'ES
SEMESTRES.
Xa livraria n. (i e 8 da piara da In-
de|iendencia, vcpdfe-Se relao.es seims-
traes por prei-o commodo, e querendo res-
mas vende-se aiuda mais em conta.
WALDECK.
Esla no prelo o compendio de Instiluliones Juris
Civilis, por D. IO. Petri Waldeck qoe serve de
compendio a cadeira de Direilo Komano, instalada
de novo na 1-acidado de Direilo : subscreve-se ,1
I rs. pagos ua occasio da subscripro. e para
commodo dos senhores acadmicos enlreaa'r-se-bo s
folbas impreas de 8 paginas na livraria da praca
da Independencia n. lien, a proporrao que lorein
sahindo do prlo.
Novo-s livrosdc homeopalhia uiefranccz, obras
todas de summa imporlancia":
ilalmeinaiin, tratado das moleslias chronicas, 4 vo-
lume...........
Teste, n-olcslias dos meninos.....
Hering, homeopalhia domestica.....
Jahr, pl.au.acopc.i homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, moleslias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Kapou, historia da homeopalhia, 2 volumes
lidrlliniai.ii. tratado completo das aiolcslias
dos meninos..........
A Teste, materia medica liomeopaihica. .
De r'ayolle, doulrina medica homeopalhica
CliBJea de Staoneli .......
Casling, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Kjsien.......
Atllas completo de aualomia com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripjao
de lodas as parles do corpo humano .
vedem-se (odos estes livros no consultorio bomeopa-
Ihico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
piciro sudar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula pata a ra do Kan-
gelp. 11, onde continua a eceber alum-
nos internos eexternos desde ja' por me-
dico preeo como be publico: quem %c
quizer utilisar deseupequenoprestimoo,
pode procurar 110 secundo andar da refe-
rida asa a' qualquer hora dos das uteis.
EDUCACA'O DAS FILHAS.
fcnlre as obr^s do grande Pendn, arcebispo de
t^.nl.ray, merece mu. particular menrao otratado
daedacar-m .las meninasno qual "este rioso
prelado ensilla comoas milis devem educar Mas l-
Jlies, para um da chegarem a oceupar o sublime
lugar de mai de familia ; torna-so por lano urna
necessidade para todas as MsSoas que desejam gui-
a-la* no verdadeiro caminho da vida. Esl-i a refe-
rida obsa Infunda em porluguez, e vende-se na
lranada prara da Independencia 11. C e 8, pelo
diminuto proco de 00 rs.
*
Luiz Francisco Monleiro relira-se para fora
do imperio a negocio de son inters .
Na ra do Crespo laja n. S, existe urna caria
para o Sr. Joo Rodrigues Nobrega.
8 DENTISTA.
W I aulo (.a.g.iouv, denlisla francez, eslabele
cido na ra larga do Rosario n. 3o, sean:.do
OSOO
B5000
7->01X)
fi3fl(X)
KijOOO
lOfOOo
890OU
"rooo
6C0O0
450( H)
lOfooo
30*000
turas miinicipaes, e que ftodo esle prazo 11
os con ravenlores as penas do inesmo artigo. Ke-
cife Ibdejunhode 1855.
Prxedes da siiru Gusmao.
Joaquim da Silva Mourao p/ovne a quem
inieressar possa, que lodos os bens do Sr. Jos Das
da jsdva, movis, semoventes, e de raz, eslao -.1-
-eiios-io pai:amiMilodoque"elle llie deve, pelo que
U0 pode o meSmo aliena-Ion, e non. de qualquer
rorma disnor delles, em prejuin do annuncanle,
que protcsla usar de seu direilo. nulliceiido qual-
quer venda ou disposieao desses bens.
Quem precisar do nm raixejro hrasile.ro, que
sabe cscrever, Tallar correctamente a liucoa france/a
e igualmente possnindo lodos os requisitos necess.,-1
nos para poder escrever e fallar com a maioc perfei-
Cao a linsoa porlugueza, entendeudo alsuma COUM
.la lingos ingina, dinja-se ra do Trapiche 11. :l,
segundo andar, das 9 horas da inanha al as3 da
larde.
1 r l JU DEMISTA, S
continua a resic.r na roa Nova 19, prlmei- S
8) ro andar. "J
(,,nT, ai l'"")C hcr,lei,ros do fin'->'>o "idjor l.lliz A11-
omo A ves MasearenTios erormosla .0,.....unci
/Ll; ,"'", ,0aq,"na ,,a Silva MaoMronha. no
rnno de 23 do correle, fazcm publico que re-
?<>ernoi deposito dos fcscravos deizadoS -pelo mes-
mo finado, con. o BM de obstar que algue.n. ,,
ocupleasse deles ,, prejuizo doscredores, e le-i-
l.mos inlerossados dn casal; visto como conslorj aos
annunc.antes ler-se fe.to venda de alguns, bem co-
mo do pardo Diooizlo .-. Antonio Jos Vieira deSou-
za. o pnslerior.nenfe urna l.vpoll.eca, Indo por se-
duecOM de um 'nd.viduo... esemopposieodaquel-
la senhora ; por lano os annuiiciantes' prote'tam
contra qualquer transaccao ou negocio qB?,e e.iZ
ejlo, ou hajada ,e, com os ditos cscravos, e tra-
lam de proceder ao respectivo invenlario.
. A'l'sa-S0 l'i'imeiro andar do sobrado silo na
ruado Vusanop l,mblo^ropriS para escriplo-
nooo para familia, pelos commodos que bOerece
.1.1 ravess.i da Madre de Dos armazem 11. 3 daVfl
as .! horas da tarde. '
luna lian, s ^ Irmaos para eaUbeleeerem
de iiesocio, e ron.ini's.io na cidade do Ara,.,
nesucidade, Qcando o socio Manoel Jos,- Uariirui
naquolla.e osoelo Joaqun, joso Morlin. neiTa"^
aL^'T;'l^ l'e emnome conectivo, cien, con.eco
osla dala. Recifo 27d,jBnho de ISV,.-i,,aq,im
Jos Marlius, procurador de Manoel Joso M,r(
Joaquim Jos Mortins. .una,
Precisa-se. de oniciaes de funileire o laloeiro -
mero 7 ^'^ ^ "a "r,a N^
Precisa-sc le nm padeiro que toteada nere!-
"^> de padaria, e que seja
i
31



Tinta branca, preta verde.
Oleo de liuhaea em botijas.
Papel de embrulho.
Cemento auiarello.
Armamento de todas as quali-
dades.
Arreos par., um e dous ca-
vallos.
Chicotes para cano c esporas de
aro plateado.
Formas de ierro para fabrica de
assucar.
Papel de peso inglez
'A Ciuimpagle marca A&C.
15ol.ui da Lidia, novo calvo.
Pedral de marmorc.
Velas stearinas.
Pianos de gabinete de Jacaranda', *?
ecom linios os ltimos meliio- W
( ramentos. B
<) Xo armazem de C J. Astlej & C, (^
'i na ra da Cadeia. (1
Vendem-se dous pianos fortes de
Jacaranda construccao vertical, e com
todos OS mellioramentos mais modernos,
leudo viudo 110 ultimo navio de llam-
burgo: na ra da Cadeia, armazem n.
21.
a
to\
;le/.es proprios para senhora
in.es in;
montar.
-ai.lernas para carro.
Iotas de folhas para carro.
feos de patente para carro,
'ouros paracoberta de carros.
lo em uoveuos para sapateiro.
A Boa Fama.
.'.iilom-se riquissimos loques com lidas e linis-
sinjs pinturas a J-. I-. '.-o .")>I)(K) cad.. un", meiai
desda pintadas de muilo bonitos padrOes para cn-
'i".s de 1 alo anuos a I5SOO o par, dilas de lio da
ksccia, muilo boa fa/enda, a 240e il! r-. o par,
volls prelas para lulo com brincos, pulceiras, alli-
nel, fazenda muilo superior, .1 iMJOO, dilas mais
ordeas a I9600, pal.lo- de la de muilo boailos
-U e iiuan.ee.los para senhora e menioas, pelq
'moilbarato pileco de J^OOQ cada um, bandejas li-
nissiias e com delicadas pinturas, pelo haiatissimu
preeule } ate 68000 cada urna, llancas de seda de
lOddSis laigurai e cores, lilas linas do t.idas ascores,
lucos nissiruos a de bonitos padres, de I111I.0, lesou-
ras asnais lina- que he possivel encontrarse 0 de
lodas 1 quauades, meias e luvas .le (odas asqua-
I.ilado riqoissimaa franjas brancas e de cores com
belolaipropr.as paia cortinados, escuvas muilo li-
nas pai cabella e roupa, eslaiiipas de sanios colon-
das e ei fumo, ludo por preces que lulo deivam de
auradaHos compradores : na ra do Oui-.niailo, nos
qualroHitos, luja do ...iude/.asda lloa la.na 11. 1.
tala lojaotua-se bem couliecida pelu -rau lee bo-
nito sor bienio que sempre lem de miudezas de bous
goslos e or preces sempre mais baratos do que em
outra qulquer palle.
mmmmMmmmwmmimmm
da melbor qualidade: vende-se
}g em casa de Brunn Praegeri C,, ra
^g da Cruz 11. 10.
lamente do Iralic-,
1"f V** I""" Yircumstan^'s *>*
,-.:"!SaL!J?'''ria ". H"C achara i
forneiro
1 ra
quemlralar. Na esma rrocis.^e'dTum^o'a-
ra repartir pao na ra.
Precisa-se alagar urna escrava qnc saiha rn-
gommar e cozinhar : a Ira.ar na ra de? S Francis-
nT -Na1r,,,a JOjdo serian mur.o frescaes, por prec, commodo'
A laberiia de (iurjab de cima continua a elar
prevenida de urr, cmplelo sorltmc.lo de mol hado"
miudezas e fazendas ; por lano ludas as pessoas que
qu ze.em coutmuar honrar esle ertahSEmeSo,
nr .'( 1 '|Ue Precren' a vonlade do com-
d-i ,','.'0iV,'V,MUO ?','"" a com I differensa
1. pra.., n. mesma taberna ha corles do l.ia do l-
senhons u,,iman,ele l'^ra vestidos de
COMPRAS.
1" : no eseriplorio
Silva.
a?r"nff2" l.,alr"'."'"i :,"silpiri hespanhoes
ua ra da (.adua, foja de cambio n. 38.
- Compra,-se acciies do Itanco de Pernambu-
de Manoel Joaquim Ramos e
Coinpra-c una cabra, bicho, que seja boa de
ATTENtAO'.
de demir''V*-i"ma TUnBfT oa crioula- ,,e "'"-
de de 16 a 20 anuos com habilidades ou sem ell ,=
queseja sidia. qual paga-se bem : na ra |" \ -'
goeira sobrado de um andar com varandas d pao
ATTENCA'O.
Compram-se esclavos de 12 e .lOai.n
o idade,
lulo para a provincia, como para fura, sendo bo-
paga-sc bem, assimeomo se recebem
nos de
nilas Hgoras
de commissao : na ra dos iawlyrioi n. 1',.
VENDAS.
No oac do Ramos, taberna do Retiro c jogoda
bola lem pa.a veuder .. melhor vinho que apparoce,
de I .-boa, ouro, a MO a gorrafa, c em caadas
BCvao? r* Llsboa em caada a 100. c gar-
sniril, : Sr*raenl? de >' T*0 de caj,,',
n u Lv -r"'\f"0P'0 P^a-verniz, mel de ,,..
mu.lu novo, Iciiha de todas as qualidades. ,.,| bran-
ca e prela,es:ovas de coco para lavar sobrado, e dif-
rerenles qualidades de licor, gei.ebra c oulras quali-
da.ies de espinlos, ludo mais baralo do que cm 011-
Vende-se um escravo de meia idade, oplimo
paraoservirodc campo, por prero commodo : na
ra das I.arangeiras n. ->, sobrado de um andar.
Ve...le-se muilo bom vinho a :*0 rs. .1 garra-
fa, c a OCO rs. a caada: 110 paleo do t'araizo
o qu .
isla
-l
na casa
andar, colloca denles com gengivasarliliciaes,
edentadors completa, ou parlo della, com a
fj prcsso do ar.
f) Itosario 11. 36 lar.
a
iN.M.llA a COKTENTOETESOUKAST
Na ra da Cadeia do Kecife n. -iS. pn.neiro an-
.1, eseriplorio de A.il'usIo C. de Abren, ronli-
nua.u-se a vender a K>(>0 o par ;prero Dio, as i
bem eonnecidas e afamadas navalhs de barna feilas
pelo hbil r.ibri.-anlo que ji premiado 1
de Londres, as qdhes alen, de ilurarem exluardlna-
rianwi ^1 enteiu no rosto na acojo (1 corlar;
con, h .indicio de, nao airadando 00-
yeompTadoj-e -levolve-i;^ al lidias depois
r.si.msndi.-se (uimporV?. a mesma ca-
sacas lesooi lillas para unlias. feilas pelo .1 -
3 >"je- ***
ILEGVEL 1
iha ,
11
ia!; iciiva pai
1. alia.
ropiga e vinho
verde.
\ endorse superior vinho verde de 19600 a ranada
c -i'l a garrafa, ssiim como lambem se vende ^iro-
pigfl da mais superior que "tem viudo a esle merca-
do, pelo proco de 640 rs. a garrafa, e 13800 a caa-
da : na pr.ica do Corpo Santo, armazem 11. i.
pecihma b mais mnWiu
NA RA XOVA N. S, I.OJA DE
Jos Joaquim Moreira.
.'.cala de recebar pelo ultimo navio frai.ee/, um
magnifico sorlimenlo de borzeguins para senhora,
lodos de duraque. mas que pela delicadeza com qoe
dan reilos o con-.-Inicia .I., obra, muilo devem agra-
dar; aecreaceudo alen, disto o proco, ...o apenas be
de 2$t00 rs. n par, lien, cuno, sapatQB de euuro de
lustre para semrara .. i^OO). dilos de cordavSo mui-
I" n .vos a l>000 rois, pagos na ootasiao da en-
trega.
amm ROMANO
9a i.ielhoi quadade, e chegado
mo navio de llambm
conia, ..a ra da Cruz n. 10.
VI \!I0 CHERHV KM BAfiRIS.
lan asa de Samuel P. Jolinsloii & C ,
ruada Senzala-Nova n. \1.
no ulli-
vende-se em
Al I L.M.AI!.
Vende-se urna linda negnnba de !1 anuos de ida-
de, niuiln t-porlinliH e propna para crear-sc,e urna
negra .la ('.osla de 35 auno- de idade, oplmia qui-
landeira e sem virios : quem pretender, dirija-so ..
ra dos Martirios n. I i.
Vende-se una liberna na ra do Pilar n. 86,
con. poucos fundos e limito afreguezada : quem pre-
tender, dirijao a ra da Guia n. lili, que achara
com quem tratar.
Vende-se ama rasa terrea muilo boa, na na da
Conceic-io da Boa-Vista : a lialai na ra Nova n. (i~.
Lotera do Rio de Janeiro.
Ainda se acham a venda algara bilheles da lotera
Vi do Monte Po Geral, que havia correr em a Sania
Casa da Utsericordia em ~M ou 23 do prsenle ; as
lisias virio pelo vapor brasileir que deve aqui che-
gai -. 3 "i I ulho prximo ; bem eo.no as da
terceira loiona de Sania Thereza, de que lambem
vendemos alguns bilheles.
'I novo.
on. barris de 5." bem acondicionado, em porc"i i c a
relalho : no trapiche do Cunha acharan ruin'quem
tratar.
Vende-sc um bonito escravo de muilo boa con-
duela e honi canoeiro, um dito que cozinhao diario
de urna casa e taz lodo o mais serviro : na na dos
Quarleis u. -Ji.
A Boa fama.
Ycndem-se lin.lissimas eaixas para coslura de se-
nhora a :, 38 o 39500, eaiinhas mnito delicadas,
proprias para guardar joias a (li) c 800 rs., penles
de marliin para alisar, fa/.euda superior, a 15500,
luvas de lorral com hellas, muilo boa fazenda, a
SOO rs. o par, ditas de seda de lodas as cores e sem
deleito algu.n para liotnem e senhora a 18200 o par,
pintes1 de tartaruga de muilo bonitos padre.es MJ500,
59000 e 50500, dilos de bfalo imitando tarlarug a
1^280. c alm de Indo isto oulras colisas de muilo
bons gostos, e ludo por procos que muilo agradaran
aos compradores : na ra do Queimado, nos qualro
cantos, loj de miudezas da Boa bama n. II.
A Boa Fama.
Vende-se papel marfim paulado o mais supe.ior
que he possivel haver, pelo baralo preeo ile 490001.
i esma, dito de peso pautado a 38Mb, din almajo
sem ser paulado, porm boa razeudy, a 29600 a r,s-
ina, penas de ac, hico de lauca, o melhor que po-
de haver, a 19300a caixinhacotn \> rlozias, dilos >
640, rau.vetos linos de II e i folhas 310. 320, i!iy
e 500rs., ditos de I folha a 160, lapis linos e.iveu.i-
sados a I21' a duzia, dilos mais ordinarios a 80 ;-..
canelas de oca e marflm lomeadas, cusa muilo de-
licada, a 1211, OO c IMIO rs., capachos piulados par.
Salas a casloes a 500 rs., grande sorlimenlo de oculos com
armacAo .le oco a 8IMI rs. o par, dilos de armacau de
nilala 100 rs., lunetas quadrads com armarn de
tartaruga a l^OXKl cada nina, dilas com armacao de
bfalo a 500 rs., carteiras par., alaibelr, razefid
i....il.1 supe.ior, a 610, lavas brancas de algodae,
proprias para iin.nlaria. a 240 o par, dilas de cores,
fazenda boa. a 'i(K) rs., livelas douradas para calcase
colletes a 120. esporas linas de metal a fsOO e 1
o par, chicles nosa 800 e I50OO, ricas aboloadu-
ras para collete a OO, 500 e 000 rs.. Irancelins prc-
los de borracha para relogio a 100 e 160 rs., linleiros
bareeros de porcelana n 500 r-. o par, riquissiraas
canas narn rap"a 640, l^HMI. I.5.VKI c 2*000, cara-
puias piullas mnito linas para h.-iuem a 240, meias
piuladas muilo liuas para hornero a 320 o par, e alen
de ludo islo oulras ii.nilissim.is cousas que ledo se
vende mais liaralu do que em oulra qualquer parle,
como ha muito lempo esla condecido : na ra do
Queimado, nos qualro cantos, loja d miudezas da
Boa Fama n. 33.
Vende-se una laberna, sila na rnj da langucia
n. 10, muilo bom lugar de negocio, e propria para
qualquer principiante por ler po.icof.iuJus ; vnde-
se por o dono se retirar para fra da provincia :
quem a pretender, dirija-se a mesma.
Vende-se um silio, com nm pequeo viveiro.
e proporees para mais dous ou Iros grandes, na fre-
gue/.ia dos Aflogadas, ra do Bom bosta : a tratar
na ra Direila, 11. 137, I." andar.
A boa fama
\eiidcm.e meias de laia para padre, o melhor
que be poss/el haver, pelo muilo barato preeo de
1 o par na roa do Queimado, nos qualro can-
tos, loja de lindezas da Boa l'ama n. 33.
A boa fama
Vendem-s muilo bonitos chapeos de sol de seda
con. molas, equenos c muilo delicados, proprios
para ii.eninajle escola, pelo barato proco de IWMIO
cada nm ; lierou-a lao delicada que quem vir nao
ileiv-ir,. de coiprar : na ra do Queimado, nos qua-
lro cantos, loj de miudezas da lloa Tama 11. 83.
at;:n<;ao, fregucZES.
Cneguen ao que he Iwnt c barato-
Cl.our.c.is.pii. pTMnktS, alolria, inacarr.1.1, la-
Iharim, eslreltiha para sopa, bolarhinha de aramia,
farlnha de Maniihao, lodas as qualidades de cha,
baiachinha ingtxa, paseas, volas de espermacele de
superior quali.ble, alas com superior grarha, cer-
veja branca e pata, vinho vell.o do Porto, engarra-
fado, Bordcaux champagne da melhor qualidade,
chocolate, maiieiga insleta e franceza, e oulras
muilas cousas Ovas, por preeo que muilo convini
aoa compradores na laberna da .na Nova n. O, que
faz qiiina para arua de Sanio Amaro.
HE IvtUiTO BARATO.
Vendem-selaccos com feijao por di-
mimilo preeo que s^i avista se pode ad-
mirar : nos iiatro Cantos da ra do
Queitnado n. 10.
Vende-sc un bom cavallo pedrez por
pceo muito cunmodo: nos Quatro Can-
tos da ra do Oueimado loja n. 20.
Para as pessoasqtte padecem de rialdade
os pos.
Na ra do Cabo;, loja de miudezas n. i, do u-
lico bareleir .Clavirple,' vendem-se meias de 13a de
carnciro, curtas e cenpridas, moilo proprias para as
pessoas que padecen na eslaeao do invern.
Vendem-se taaancos feilos no porlu,viudos de
encominenda : na nj larga do Kosario n. 38.
A peehincha.
No aterro da Boa Vista n. 8, defronte da
fpneca.
Ceblas chozadas u mmenle de Lisboa a 200 e
r. ocenlo, prcsurfds, lingnicas, pais, manlei-
ga ingleza de todas as cualidades," dila franceza. bo-
; lachinha de soda, biscci.os, o muilas mitras qualida-
! des, passas. ameivas. tajaras, el... da India de ledas
| asqualidados, e mallosTu"ps gneros chegartos .lili-
l.amonte, ludo de sopesor qualidade, c proco mais
baralo do que em oulra^ualquer parle.
Na ra do Crespo,loja n. 12, vendem-se boas
cobertores de algodao, iraucos, de pello a 15-400, e
sendo cm pore.io i,i/.-,. fgoma dillerfi.ca no preeo:
lambem vendem-se sedaiescocezas a ljJIO ocovailo,
. bonilos padres e sem de'eilo.
Superior vinliode' cluiinpognc e Bor-
dcaux : vende-se cu casa de .Sclial'liei-
tlin \ C, ra da Cu/, i:. r.S.
\ cndcin-sc cadeira: de halanco americanas,
con. palliinl.a.a 129000 oaoi urna : na ra da Cadeia
do Rccifc n. 49, primeiroindar.
A EI.I.ES. ANTES JUE SE ACABEN.
\ cmlcm-se corles de casenira de.bom goslo a 29,500
19 o?000 o corle ; na ruido Crespo n. 6.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra lo Brurr., passan-
do o chaiari/. cortmua haver um
completo sortimento lo tai.xas de ferio
fundido e batido de i a 8 palmos de
bocea, asquaes aclianxc a venda, por
preeo commodo e con promptidao' :
embarcam-se ou carrejam-*e em carro
sem despieza ao compra lor.
LINDAS CASEMIMS DE COR
COM BARRA AO LADO, DE
OUADROS E LISAS, A
4,000 0 CORTE.
Na ra do Queimado cm frente do beec da Con-
gregacSo, passaudu a botica, a segunda loja nume-
ro O.
Cera de carilinda.
Vende-sc Da ra da Cadeia d. Rcife n. 19,
meiro andar.
pri-
SMi pai
do
pa-
Sanio Antonio livrundo
tib.lo.
Riquissimo ilrama oiiginal de A. Ti. !'. A., acres-
cenlado com duas pratieas sobre vid., e morle to
Santo, ron.poslas por Prancigeo di Kreilas tjaraboa,
e primorosamente pregadas por dojs di seus disci-
los i|e menor idade. Acha-se renda na otlicina
i de encadernacrio do Padre l.emos, .o largo do Col-
1 legio, pelo proco de 15000, linda impressau, e cm
mnito bom papel.
Veudem-se 2 oscravos, I linio uiulalinho de
idade 18 anuos, e 1 bom escravo opimo para lodo
servieo : na ra l)irei(a n.3.
Vende-so um cabriolo! o dous cavallo, Indo
Vende-se o resumo da I
sil, pelo baratissimo preeo
ua ra do Crespo), loja n. I (i.
Vende-se um excellenie cavalth por
preeo commodo: quem prctendei diri-
ja-se a ruado Crespo loja n. 16.
Vende-se o verdadeiro rap de Paulo Conlei-
ro, o mais fresco qoe eiisle no mercado : Ai roa
do Queimado loja de (arragens ... 1.1.
Na ra dasCrozesn. 22, vendo-se urna esera-
va cioiiia que engomni, cozmha e lava, o um es-
rraMi r.ioulo para lodo servieo de iliu ou do ra.
Ven.leu.-e 21 paos de angicoda ir. palmos de
eoinprido o I i polegadas de rossuia : em Fora de
Portas n. ni"..
Vende-se rap rolao frojicez muilo fresco : na
loja de ferragens na ra do Queimado ... 1:1.
A i.000 RLS.
. (i). i junio ou separado, -.-ilIo os ravalles in.ilo m..usos e
listona do ora- raoito cestnreados em-cabrioletj pai.. ver, na co-
do 1.(000 rlS cheira n. I, defronlc da orden, tercena de S. I r.in-
cisco, ea tratar com Antonio Jos K.id.isues de Sou-
/.a Jnior, na ra do Collegio n. 21, p-imeiro ou se-
suudo anda.
FAZEHDAS
PARA VESTIDOS

DI.
GOSTO
SEMIOItA.
Imliaua de quadros muilo fina e pairees novos;
cortes de i.'ia de qu.-ulios c llores por privo commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja na esquina que
volla para a ra da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CHIC )E CALCA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esaoina que
falta para a roa da Cadeia,
- Na roa do Vigario ... I!>. pKmeirn andar, ven-
Vende-sc ano/, pilado por preeo cunmodo : a '.b^sefarulu novo,chegado de Lisboa pelibiaca ra-
laliar no trapiche .lo Angelo.
Moinhos de vento
"omhomhas.lcrepunnpara reuar borlase baixa,
do c.ipiii, na funilieade 0. W. Bowmau : narua
lo Brum ns. 6, 8e 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nesle estabclecimento continua a ha-
ver taris OOmpletO sortnnenlo .le moi.'n-
das e meias moendas para enffienbo, ma-
< lunas d vapoi, e taixas de Ierro batido
C coado, de lodos os tamaulios, para
dito.
Vendem-se em casa de,S. P. Jolms-
ton a C, na ra de Senzala Nova n. 4 2.
Sellins it.'le/es.
Relogios patente bhglez.
Cl.unles de carro e de inonlaria.
Candieirote castieaes bronzeadbs.
Cbumboem lencol, barrar municSo-
Farello de Lisboa.
Lunas nglezas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de grasa n*. 97.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C, na na da Crn/. n. i, algodao tran-
cado daquella fbrica muilo proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vo*, por preeo commodo,
Em casa de .1. Kcller \ C, narua
da Cruz n. 55 lia para vender exced-
ientes pianos vindos ltimamente de flam-
burgo.
\ endo-se urna balanca romana com todos os
seos ponemos,om bom uso"e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se a ra da Cruz, armaztm n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vendo-so superior roi.-i.ac, cm carral..-, a I2S> I 0
n dalia, e I-riso a garrafa : na roa dos Tanoeiros ...
2, p. i...cin. andar, dcfronle do Trapiche Novo.
FARLNHA DE MANDIOCA.
Vcnde-se superior farinlm Ae mandio-
ca, em saccasque tem umIqueire, me-
dida vellia, por preeo e.miinodo: nos
arma/.ens n. Ti, 5 e 7 defronte da escaoi-
nlia, e no armazem defronte da porta da
altandega, ou a tratar do escriptorio de
Novacs cv C, na ra do Trapiclie n. ol,
primeiro andar.
Chales de merino' de cores, de muito
bom goslo.
\ enilem-.se na ra do Crespo, toja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENQAO.
Na ra do Trapiche n. .">i, lia para
vende. Larris de ferro ermeiieamente
lechados, pr.iprios para deposito de Te-
ses ; estes barris sao os melliores que se
tem descoberto para este (im, por nao
evl.alaiem o menor clieiro, e apenas pe-
/.am P6 libras, ecustam o diminuto pre-
eo de 'i.S'OOO rs. cada um.
Vende-se pipas, barris va/ios e bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, a ra do Trapiche
i. 14.
AtteneSo !
Vcnde-se superior fumo de minio, segunda c capa,
pelo i.aralissimo proco de lljOOO a arroba : na ra
Direila u. 76.
Potassa.
No antico deposilo da ra da Cadeia Vellia, es-
eriplorio n. 1J, vende-sc muilo superior polas/u da
Itossia, americana e do ltio de Janeiro, a preses ba-
ralos que he para fechar contas.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e lauld>coino
sejam, quadrilhaj, valsas, rcdowas, sclio-
tickes, modinbas, tudo modernissimo ,
chegado do Kio de Jcnciro.
Vendem-se ricos e modernos pianos, rerenlc-
nienle chegados, de evcellentes v o/es, e procos coin-
moilas em casa de N. O. Biebercj Companhia, ra
da Cruz n. .
-
Capas de panno.
_Ven.lem-sc rapas de panno> proprias para -i osla-
e.o prsenle, por commodo prero : na ra do Cres-
po n. ,
('rancie sortimentq de biins para quem
(|ticr ser ;;rmenlio com pou%din!ieiro.
Vende-sc I.rim Ir.inca.lo delistras e quadros.de pi
ro lindo, a SOO rs. n vara, dilo liso a (ilO. ganga
aman lia |,,i a Slll) o covado, riscados escorus a isjpi-
lacao de casemira a .'160 o r ova do-, dilo de linl.o a
280, dilo mais abaiso a 160, castores de lodas as co-
res a 200, 2S0 e 3 o covado : na ra do Crex.o
n. 6.
COM PEQUEO TOQUE DE
Algodao de sicupira a iaOO c 39 : rndele na
ra do Crespo loja da esquina que volla para a ra*
da Cadeia.
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca de seda de qnadros de bom goslo
a 720 o cnva.l.i, cortes delaa dosniclliores.gstosqiie
lem Minio no mercado a VilKl. dilos dcasa chita
a 19800, sarja preta despalillla a 2&500 e 29200 o
covado, selini prelo de Maco a 29SOO e l>200, guar-
danapos adamscelos feilos cm (laimaracs a :!-(;.!
a datia, toalhas de rosto vindas do mesmo logara
U5O0 e 12:000 a duzia : na ra do Crespo 11. (i.
GHALES DE LAN E ALGODAO,
KCIOS A809 RS. UMW.
\ endein-te na ra do Crespo loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
COBERTORES.
Vendem-se cobertores escaros, grandes e peque-
nos, a 1-9200 e 720 cada um : na ra do Crespo n. 6.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CURES ESCURAS E CLARAS A 39000.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquiua que
volta para a ra da Cadeia.
r- Vendem-se linhasde varios tamanhos e
suras, travos de 2"), ;0, 32, Ramos, enchinc
de '22,25,30, 3e iO palmos, cijbros de3e.o
palmos, c man inadciras, como esticas de emberi-
ha e oulras em Fora de Torlas 1. 6, pronimo u
reja do Pilar.
Vende-sc oleo de amendoa do;e< em |a(JS de
,'''- libras, carias com velas de dadeiro, de 6 em libra, ludo por pe, commodo :
ua ra ,io lrapiclie a. 36, csciiploiio de Malheus
AllSIlo & Companhia.
Allcnco.
Na ra da Cadeiii Vellia n. 17,lcjado S VI 11
ve,,,le.....'amaneo ,|e laado.luas lirgr;,.. muilo
proprio para che.las decana c panrssde mesa.
POTASSA BRAS1LKUA.
Veude-$e superior potaua, la-
(g) lineada ih Rio de Janeir, elie-
lA ga(la recintemente, ------*
[oij
inen-
I
'A .-
^ da-se aos |>enliore$ de enjjeahos os
^ seus lwns elleitos ja' e\permeii-
W lados: ni ,rua da Cru/.n. 3), ar-
$) ma/.em dr. L. Leconle Feron ii
i& Com|)anlii. .
AOS SENHORES DE ENGEXHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em B :rlin, empreado as co-
lonias ingle/.as : hollandezas, com gi-an-
de vantagem tetra0 mellioramento do
assucar, acha-* a venda, em latas de 10
libras, junto con o metliodo de empre-
ga-lo no idiomi portuguez, cm casa de
. O. Bieber AjCompanliia, na ra da
Cruz. n. 4. I
Pianos.
Joan 1'. Vogcley avisa .10 respcilavcl publico, que
cm sua casa, na.ua Nova n. II, primeiro andar,
acha-se um sorlimenlo Je pianos de jatarand e
mogno, os melliores que lem ale agora apparecido
no mercado, lauto pela sua liarmoniosa e forle voz,
romo pela sua cnuslru.cc.uO, de. armario e honsonUl,
dos melliores aulores de Londres e de llamburgo, os
quaes vende or preeo razoavel. O annunciaiile
continua a afn! econcertar pianos com aerfereso.

X
to

4
'
im
m

'= L_; ~
~
Eincasa deTiiun .Mobase- v Vinassa, pra-
ca do Corpo Santo n. to, lia para ven-
der :
um sortimentq completo de livros cm
blanco, vindos de HatnbjjrgO.
Arha-se i venda o manual fio guarda nacional
ou collcccao de lodas as lei, rcgulaniru'-is, ordens e
aVos roncerneiilos a mesma goar.la nacional, orga-
iii-aih> pcU) capilao secretario geral .do commando
soperrur da suarda nacional .la capivl da provincia
de I'crnaml.uco l'irmino Jos de Oliveira, desde a
sua nova organisucAo al 31 de dfzembro de 18oi,
relativos nao si. ao processo .la qualiBeaco, recurso
de revisla, etc., etc., seno .. economa "dos corpos,
organ*er,aq por municipios, batalhoes, ecnmpanl.ias.
--i niappas e modelos, ele, etc.: vende-se unica-
o.enl'no palco do Carmo n. 9, primeiro andar, a
.1.7OOO por cada volme,
Vende-se bolachinl.a de ararula muilo lina,
pelo barato preeo de 100 rs. a libra, bisroilo dlo a
.160. bolarhinha ingleza a 100 rs.. falias a 360, e bo-
l-.chinlia de soda a OO rs., ludo das melliores quali-
dades : na padaria da ra Direila n. 01).
A taberna da ra
NOVA N. 50,
j*
mmm
Deposito de vinbo de cbam- '
pgne Chateaii-Ay, primeira qua- i
lidade, de propnedade.do conde )
de Marcuil, na da Cruz do Re- (
cife n. 2*3: este vinho, o mcllior \
de toda a Clnmpagne, vcnde-se
a o.s'OOO' rs. cada caixa, aclia-se
tnicamente em casa de L. Le-
comtc Feron cS Companbia. N.
B.As eaixas sao marcadas a lo-
goConde de fyfarcuile os ro-.
lulos das garrafas sao azues.
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabrica de Paris,
em casa de Vctor Lasne, ra da Cruz.
n. '27. ; \
Kvlra-superior, pura baunilha. I>'.IJ0
Btlra lino, baunilha. 1^600
Superior. 1>2H0
Onem comprar de 10 libras para cima, lem um
abale de 20 % : venda-se aos mesmos pregse con-
dicies, em casa do Sr. Barrelicr, no alerro de Boa-
\ i-la .1. 52.
Vcnde-se ac,i em cuohelca de usn quintal, por
preeo rnoib) commodo : no armazem de Mr. Cal*
moni i\ Companhia, praca do Corpo Sanio n. II.
Riscado de listos de cores, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rna do Crespo, loia da esquina que
volla para a cadete.
Veudem-se no armazem o, 00, da ra ra Clr
deia do Kecife, de llenrv (.ili.on, os u.ais superio-
res relogios fabricados em li.gl-.ierra, por procos
mdicos.
Vende-se eieellente tabeada .te pinl.o, roceii-
lemenle chegado da America : na rol de Apollo
trapich do rerreira, a enlender-se com amdmiois
ra.ror do mi" n.o.

ESCRAVOS FGIDOS.
'
------------------1.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

Do engei.l... lrejo, de San Jos na coma' ,a da
Vicloiia.fugio o prelolanoel por .licuaba Manoteo,
o qual lem os scu'uintes signaes ; he de nagao An-
gola, idade 10 jimios, barba no queivo, muilo punta
na cara, lem nm dcrle qaebrado na frente do quei-
xo-superior', bem Jeito de corpo, eslalura e cros-urn
me lianas, tftl una perna mais crossa proveniente
de feri.las*- lalvez ainda lenha alguma aberla :
he mailuiadinb que parece crieiilo, he rendido de
nina i irilha, pelo quo se Ion.,i potroso, goia de an-
dar sempre'aom/ealcas.e camisa de chila ou algod.lo
zuls qjrem o prender leve-o no dilo engenho de
I.ni/ H-.rJi il!.-. de Vascnnrellos. cu no Hecife a Joa-
quim (.orra de Kcseuae Iteso ^ Irmaos, oa noen-
cenl.o Cajbus ao rendeiro Manoel Barbosa da Sil-
va, q"ue em qualquer d,.s partes se gratificar cun
gcaerosidade.
Desappareecu no da 2 do corrale, do eli-
gen'.o Mallo (roslo frosueiin do Cabo, o escravo
pardo de nnme Angelo, com os signaes seguales :
repdenla (cr 20 unos, baslanle claro, .--lalura re-
gular, coipn corrosuoinlciilo, cara carnuda e espi-
nl.aJa, ps e mos muilo prop-Trionado-. o cabello
curiado de ponto lempo; tom o oll.ar l.-.ivo,
snpponlio ser natural da fiugueiia de Una, de onde
vein para esta praca aprender o offlciu de sapaleiro,
Irabalhnu em algumas lujase mesmo na fabrica fran-
ce/,i : l'oi vendido 1.1 pooet) leinpu a Anlonio de Si-
i| ii> .11 Cavalcanti, -eiilur do engenho cima:
a.i-'- por. lano as autoridades policlaes e
capiHes de campo a caplunnln dilo, e leva-lo no
mo-moelige..lio ou .... ruado Caldeireiro ... 42 qno
sera cnorosameule recompensado.
Iiesappareccu da rus larca do Kosario-n. 12, o
escravo Vrente, pardo, Jillo, olhos grandes, com
urna cicatriz no rosto, cabellos e barba grande : he
nllicial .le sapateiro, anda de calca ejaquela, calja-
i\n, c di-se Torro : quem o apprehender e entregar
ao seu senhor, sera recompensado.
llp-appareceo no dia 2-> do correle ao abaivo
assiguado morador nn rna Angosta, nina escrava de
Home JoaqOfTia, de naca i Itacefi. que representa lor
2 "i nn lo I a- le. sal.lndu ron. um l-.bnleiro a
vender r. letc* ; levou jeslido de eliMa caira e pan-
no da Cosa, Talla baiio c muilo regrisla, ecostuma
I..I7C. duas marraras nos cabillos, a dila negra veio
le i. nina ha 2 para II moos, e suppoe-se que (e-
nhl kio para aquellas ballas : por isso roga-se as
autoridades Joliciaes caos eaoiUes de campo, ou a
,|.ie.n a ip|ireheiider, de leva-la i casa menciona.la,
ou ua Iravessa d.i .Madre de lieos arma/ein n. 9,
.pie sari generosamente recon.piua.ido. l jelia. ^ -
l'F.UV. TVf. DE Ai. 1. DE FAMA* 1853
ili i
t
MUTILADO

'

na esquina da ra ilo Santo Amaro, aclia-se soil.la
de muilo bou gciujros e por muilo commodo p. ero,
de inaifcira que ..o ver o elleilo agrada, e ao ouviros
preeo-faz. comprar, porque na verdade vinho ms-
elo! en^asMfaq muilas rouS{wr prero diminuto, nilo haver.. quem
nao se animia comprar. '
" Venden.-o hlalas nova3 a l(5G0(J..o gigo : no
armazem do Cazuza, no caes da .ijh.u.i '
waamm3LI
li.inin Praegec A C, tn par
H vender em sua casa, ra da Cfui
n. 10:
'^j- Lonas da Hussia.
S Cliatnpafriie.
S i I '
I Instrumentos para msica.
p Oleados para mesa.]
M Charutos de Ha va ni verdadeiros.
I Cerveja rTainburgxiezi.
J^ (ioinrna lacea.
TAI XAS K VERKO.
Na fundicao' d'Aurora em Sanio
Amaro, c tambqm no. DEPOSITO na
ra do Briftu log,iia entrada, e defron
te do Arsenal d Mai mlia lia' .sempre
um glande sortimento de taiclias fcmtoV
le fabrica nacional como estrangeitv,
bati.tas, fundidas, grandes, peques,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
evistem (juidastes, para carregartca-
noas, ou carros livres de depeza O
precos sao' os mais commodos.

;

/
r
\


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