Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00865


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Full Text
ANNO XXXI. N. 143.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
MM
SEXTA FEIRA 22 DE JUNHO DE 1855..
Por an/i adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor.

DIARIO DE PERNAMBUCO
i:\cakukgauus da srHscuipr.vo.
le, o prnpriebrio M. F. de Faria ; Kio de Ja-
b.'oSr. Joao Pereira Marlins ; Babia, o Sr. I.
rad ; Macei, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
;a ; Parahiba, o Sr. Gervazio Vctor da Nalv-
|; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pcreira Jnior;
jady, o Sr. Antonio de I.emos Brasa; Cear, o Sr.
Vfifcriauo Aagusto Borges ; Maranhao. o Sr. Joa-
qun Marques Rodrigues ; Piauhy, c Sr. Domingos
I Itrculano Achiles Pessoa Cearence ; Para. oSr. Jus-
tillo J. Ramo ; Amazona*, o Sr. Jeronyino da Costa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 j/8 d. |por 19.
Varis, 355 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Kio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Accocs do banco 30 0/0 de premio.
> da companhia de Beberibe ao par.
a da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras de 8 a 0 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas* 29J000
Modas de 63400 vellias. 165000
de 63100 novis. 169000
de 48000. 99000
Prata.Patnroes brasileiros. 19940
Pesos columnarios, ... 18940
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS COIRF.IOS.
Olinda, todos os das
Caruar, Bonito c Garanhuns nos das 1 e 15
V||a-Bdla, Boa-Virta, Ex eOuricury, a 13 c 28
Goianna e Parahiba, secundas e sextas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-letras
PRKAMAR EHOJE.
Primeira s 10 horas e M minutosda ntanhaa
Segunda s 11 horas e 18 minutosda tarda
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas equinlas-feiras
Relacao, ler^as-feiras e sabbados
Fazenda, torgas e sextas-feiras s 10 hors
Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas |
1* vara do civnl, srfundas e sextas ao mciodia
2* vara do civel, qiurta c sabbados ao meio dia I
EPHEMER1DES.
Junho 7 Qnarto minguante as 5 horas 27 mi-
nutos e 31 segundos da manhaa.
14 Lita nova aos 8 minutos 31 se-
gundos da larde
22 Quarto crescente as 2 horas. 32 mi-
utos e 40 segundos da tarde.
39 Lita cheia as S horas, 43 mininos e
33 segundos da tarde.
DAS ha semana.
18 Segunda. Ss. l.oonrin,Tribuno.c TWria
19 Tcrrja.S. Juliana ,lc Fatanfcieri. S- Crvasee
20 Quarta. S. SImto p.e. ; S.*Si,Hinn m.
21 Quinta. S. I.uiz Gonzaca; S. Albino.
22 Sexta. S. PanUno b. ; S.'Hifeas b.
23 Sbbado. S. Agrpina.x. ;.Ss, Zeinin i M
2i Domingo. 4." A pureza da SS. Virgem 1
ilo Dos ; Nasnmeiilo di' S. JonS Baptista.
PARTE OFFICIiL.
MINISTERIO 1)0 IMPERIO.
DteraUi.. 1,611 de 3 de junho de 1855.
Convoca a ova asscmbla geral ordinaria.
I asignando ciaioasaioenle a constituicao .ln im-
perio, no j 1* do art. 102, o dia 3 dcjmiho do anno
Icrroiro de elida loeialatnra para a convocacAo da
nova asscmbla geral ordinaria : lici por bem con-
vocar a mesma asscmbla, procedendo-se para e*se
lim s eleieesdos deputados das di (Tere oles provin-
cias, na forma da lu c nislrucccs que as regulan).
I.uiz Ped reir do- Couto Fcrraz, do meu conselho,
ministro e secretario de estado dos negocios do im-
perio, assim o tenha entendido e Cira oxecular. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 3 de junho de 1855, 34"
da independencia c do imperio. Com a rnbrici de
S. H. o Imperador.m: Pedrdra da Coulo Fer-
r;.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente de 23 de abril de 1855.
A' Ihesour iria de PernambucU declarando que
a l>. >Sephia do Espirito Santo, viuva do niajor
do eilincto batalh.lo do ilenrqiie Das, Francisco
Jos da Mello, nao compete parle alguma do sold que
Vencin o dito majer, porqne este nunca servio na
primeira linha, como era de misler, a vista da lei
de (ida junho de 1831.
A' mesma, ordenando que, cm cooformidade do
que dispoe o art. 6 do decreto n". 83!) de 11 de ou-
tubre de 1851, pague ao arcedago da S de Olinda,
Bernardo Ua\ mundo de Souza Bandeira, lente de
rhelorica e geographia do siminario episcopal, alm
do vencimerrlo que como tal Ihe compete, c em-
qimido esliver encarregado de lecrionar a cadeira
ile tingan latina, por impedimento do respectivo
lente, a terca parle do ordenado que a este per-
lence.
21,
X presidencia da Babia, tranrniiltindo o de-
creto de nomear.ao do amanuense da alfandega Joilo
Antonio de Mirando para -2." cscriplurario da manea,
de Aagusto GoraeaMoneorvo para amanuense da di-
la alfandega, de I,ni/. Gonjalvcs Pedreira Franca
pira amanuense da nesa "drxiconsula.lo, o de Agos-
tinha da Silva Prannos para nrqaaador da mesma
repartiese.
-25
Ao ministerio do imperio.lllm. e Exm. Sr.
Mi declarando o aviso de V. Exc. Je 7 do correntc
qual a rohrica a que deve ser Uvada a despeza nelle
ordenada da quantia de !>I2*!I(6, proveniente de
diarias vencidas peles individuos contratados para
trahalharcm em marmore na provincia do Cear,
segando a conlu que aeompaiihou o citado aviso ; c
saaettaado-se isualmenle duvida sobre se lie (eral
oa provincial a deapew em quesle, rogo a V. Exc.
haja.e mandar ministrar ao thesouro os precisos ea-
elarechnesilos a este respeilo ; sendo que se for
ceoedarJa provincial a despcia con\em inruir o
taeaotjaa di.aaadannr a daaa aaratra iadaaaaiid.
pela respectiva thesiarana provincial, a hem da re-
gularidasle da escripturacao nesta operacao de mo-
vimento de fundos. Dos guarde a V. Exc.Mar-
gue: de Paran.
- 30 -
A' tlifsonraria do Espirito Santo, em solucSo
as duvdas : 1, como se verificaro os vencimen-
lo das ferias dos Irahalliadores na medicjlo das ler-
ras. nao estando aiuda estabeleeida a competentedi-
recloria para conhecerdeJaesserviros c vencimenlos;
iein deva ir a taoflPlegoas distantes de Itiesou-
ra'ria fazer os pagamentos ; e 3, se nao havendo na
colUrJoria niais prosima as qaanlias necessarias para
* MJ*mantos, deveni ser rcmcllidas por conla e
risco da fazenda ; declara, qoanto 1" e 2\ que no
rasn'd'nhwr alguma collectoria na vizinhan^a do
logar ita meMicihia ella se encarrciie o pagamento
da graritMjIo do medidor, e a fscalisacao e paga-
mento das ferias dos trabathadores, comanlo que
para o faior uio teja necessario interromper-se os
Irahallun da medjjao ; e que, nao sendo possivel es-
te cieio, cncarregiie o pagamento ao proprio 1 l-
enlo da armada incumbido da medievo, firando
obrigado a prestir contas na lliesouroria. (inda a
rommissao. E quanto ;i 3. duvida, se tolectoria
n,1o livor os fundos precisos, a thesourria Ih'os rc-
meltera por pcsni aejura, c aeompanliada de nlgu-
mi forca militar, qae requsilar ao Sr. presidenle
da provincia ; e, se o i tenehte or o encarregado do
pagamento, a elle ser remertHo o dinlieiro, pela
maneira indicada, para a-tolectoria.
fe forma.
Ao tenento do balalhao do deposito da curte I.uiz
Jase Pe reir.
OUoa.
O i1 lenle Antonio Pcreira 'dos Santos, e o ai-
rara Francisco Galdino Fcrrcira, reformados, na
corle cm o dia 21.
O major do 7" batalli.io de infantaria Antonio Vaz
do Almeida, em Montevideo, a 2X
Gtmimimdet.
Vai servir na provincia do Amazonas o alferes do
11balalh4> de infantaria Mji.....I Antonio l.eilao
llanilcira, c na priiueiro balalhao de infantaria o
al(err do segundo da metma arma Pedro Mar-
li ni. ^
Segu para a provincia do Paran, em cujo corpo
provisorio vai servir, o lenle do quinto regiment
do cavallaria ligeia Leocadio Jos de Figuei-
redo.
Mandase servir no oitavo balalhao de infantaria
o segando cirurciao Manoel Bernardirro Bolvar.
O lenle reformado Francisco Pereira Bario
paso a substituir no laboratorio de fngos arlifciaes
o r.ipitao do corpo riques.
O capitao do estado maior de 2" classe Virgilio
Fogaca da Silva continua a servir no corpo de ar-
tfices, e lio addido ao primeiro balalhao de arlilha-
ria a p o capitn do quarlo da mesrad arma Brasilio
de Amortin Bezerra.
O alferes do quarto balalhao do infantaria Jos
Manoel da Silva Marques segue para a provincia de
Ooyaz disposinlo do respertivq presidente.
Os alferes de infantaria Jos d'Avila Bitancourl
Neva. t Jos Carlos de Oliveira Franco, v3o servir
"o meio halali.o ptovisorio da Parahihi.
O alferes do segundo regiment de cavallaria li-
geira Francisco Augusto Pinto Peinlo he addido ao
primeiro da mesma arma.
O capitao do segundo balalhao d.; infantaria Jos
Joaquim da Silva Costa vai servir addido ao balalhao
do deposito da corle, e no primeiro balalhao de in-
fantaria o capitao do corpo de guarnicao lixa de
Minas Chrislovao de Abreu Carvalha Cunlreirat.
Licejiras.
Ao alferes alumno Jos Antonio da Justa por seis
mezes, para tratar desua saude fura da" corle.
Ao soldado do primeiro balalhao de arlilliaria a
p Francisco Antonio Mouteiro Touriuho para con-
tinuar a frequcular a escola militar.
Ao segundo cirurgiao do corpo de saude. Rodrigo
aW Mauricio prorogacao por 15 dias.
Ao segundo sargento do corpo de arlilices Jos
Gomes da Silva por 15 das.
Manda-se considerar com sold por inteiro a que
leve para ir ao Rio Grande doSul o major Inno-
cencio Velloso Pcderucira.
Ao segundo sargeulo do balalhao do depositoQuin-
lino Albino dos Santos prorugacaopor um mez.
Ao alferes de estado maior de sesunda classe Ra\-
muiid 1 do Oliveira Alvarcnga para residir na pro-
-Mue)* 4VS. fajilo.
Ao alferes do balalhao do deposito Joo Antonio
Garcez Palha Subrinho ura mez para tratar de seus
jnteresses.
A Candido Antonio Pinheiro, srvenlo do ar-
senal ile guerra da corte, tres mezes para Iralar de
sua laude.
Ao capilao do primeiro balalhao de artimaa a
pe Joao Antonio Notasen Pcreira da Cunha proro-
gacao por on 1 mez.
Ao clarim do primeiro regiment de cavallaria
Jos Alves de Lima tres mc/es para ir a Per-
nambuco.
Ao alferes do mesmo regiaaenlo Floriano Floram-
bel da Conccicio Ircs mezes para ir a Valcnca.
Aos soldados do primeiro Inialhao de arlilliaria a
p Dinizdo Valle e Amlelo I.eopoldino Murinclli
para conliniiarem a estudar na escola militar.
Ao particular primeiro sargento do eplimo bala-
lhao de infantaria Joo Goncalves Pimcnla um mez
para vir corle.
Ao capitao do es.ado maior de segunda classe
Jas Pacheco Sabroza para residir na provincia de
S. Podro.
Ao lente dolercciro regiment de cavallaria
Adolpho Scbastio de Atahydc dous mezes para ir ao
Rio Grande.
Ao segundo cadete do primeiro resimenlo da dita
arma Joaquim Theodoro da Silva Freir 3 mezes
para Iralar de sua saude.
nio Jos Tinlo Bandeira para o meio balalhao do
Cear.I
Ao particular do corpo de guarnicao fija da Ha-
lda Manoel Anselmo Pcreira Guimaracs para um
dos corpos de Pcrnainbuco.
Ao alferes secretario do secando balalhao do in-
fantaria .Manoel Francisco Imperial para a lileira no
sc\to balalhao da mesma arma.
Ao altores do meio balalhao do Cear Coriolann
de Castro e Silva para o oilavo balalhao de infan-
taria.
Ao soldarlo do balalhao do deposito Francisco
Eduardo Manso para o priaaeiro batalhao de in-
fantaria.
Ao particular furriel do corpo provisorio de guar-
nicao da provincia do Paran Francisco Americo de
Faria para o primeiro balalhao de infantaria,
Ao soldado do nono balalhao de infantaria Gre-
gorio Goncalves Sublil para o batalhao de enge-
nheiros.
Ao soldado do primeiro balalhao de infantaria
Izidro Terra da Graca para o meio batalhao provi-
sorio da Parahiba.
Ao anspecada do primeiro batalhao de infantaria
Simplicio Pcreira de Carvalho. c ao soldado do
quinto da mesma arma Domingos Porfirio de Faria,
para o meio batalhao do Pianhy.
Ao cabo de esquadra do primeiro regiment de
cavallaria ligeira Joaquim Marcolino de Carvalho
para nm dos corpos da divisao auxiliadora.
Ao soldado do primeiro balalhao de infantaria
Innocencio Marlins para o corpo da guarnicao fi\a
de S. Paulo.
Ilai.ra.
Ao 2. sargento do 1. regiment de cavallaria li-
geira Jos Goncalves de Oliveira, aceilando-se o
substituto que offerece.
Obras militartt.
Mandase proceder aos concerlos de que carece a
casa da polvdra da fortaleza de Ilapcma, na provin-
cia de S. Paulo.
Disposirocs rfinsos.
Aulorisa-se o presidenle de Goyai a augmentar a
forc,a de linha com cincuenta prarasaggregadas.
Manda-se dispensar do seivic,o em que se acha no
arsenal de guerra da corle o major de arlilharia Jos
Pedro Heitoi:
Autorisa-sc o oonselho administrativo da corte para
funecionar com tres membros.
He encarregado de tomaras contas do ex-almo-
xarife do arsenal de guerra da corle Marianno Jos
Cuperlino do Amoral,e de rcgularisaraescripluracao
do Almoxarifado, o pagador da marinha I.uiz Jos
da Victoria, percebendo por esle servico a gratifica
cao de IO9 inensaes.
Manda-se encajar, para servir na provincia do Pi-
auhy, o soldado do primeiro balalhao de infantaria
RaymundoCavalranli de Albuqucrqua.
Delermina-se que o lenle Tilo J_.ivin da Suva
sisa para Montevideo pelo Rio Grande.
M mda-se recolher a coi le o alferes Jos Antonio
a 4a Paaaaaaa,-
Parlicipou-se ao marechal commandante das armas. I para o cnmmercio e navegado do rio Parazuax na
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, para parle que loca a repblica. O Itrasil lem neceas!-
ordenar ao commandante do patacho l'irapuma, dade de pausar pelo nosso rio, porque nao lem no-
que ,Miles .le partir para o presidio de Femando di- Iro camiulio mai fecil e rommodo para rhegar as
MINISTERIO DA GLERR.X.
Bohttimde 16 a > raaio de 1855.
Aomaocflej.
Approva^ a de Joao Candido ^mri0 de Almei.
da paaajaadjanrar o cipedienle do arsenal de guerra
do Para.
Para ijodaale do 5 balalhao de infantaria, o al-
(eres tjevenano Rebullo da Silva Pereira, do 6 da
mesma arm 1.
Para rapellao da fortaleza de Sania Cruz da Bar-
ra, o padro Pedro Alejandrino da Nalividade A-
maral.
Para capelln de comms.o o padre Joao Baplisla
Uoccataglialu.
Demmao.
Ao segunda arenle do 2o rgimen* da arlilharia
a cavalio Gifllierme I"rederico Augusto Lachmund,
que a 1
< Goniineatjio. )
O cavalleiro e ,,; sa^in^ C5l.,vjm R0S no H|
guardando, lio.., do j Mar. lreue ailianlara .
10
pm
si mesnn o inn,?;, r,lo rum a[ ^ ^ud^ a
U, e ojoso se, Jravara. Ero-
Mavarii leulanieute sobre o la-
de lal mair;i que obrigava
o lio I edro a delendi-r-sc anas .-SU.TL ____,.i
honra de naW c o j^
n-ianto as peras rtjftavafti'leutw
lideiro, c Irene joJWf- *
olio Pedro a dc-feiuW quasi serianiele, o conde
cnirou de repente, leudo semblare perlrbado, o
nariz vereeelho e;a fmnle bntuida dcV.oa* lan-
cou-sa sobra a polfona alraz do lio respirante com
lorca como quem andou apressado.
Ja vollas, Joao '.' peraunlou n cavalleiro.
Sin, meu tio, responden o conde, en linha nc-
cesaidada de aercuar-me um ponen... Acabo de assis-
lir a una (tena que iniprcssionou-me...
Aroulcceu dcszracj a alguem 1 Uissao caval-
leiro inlerrompendo o jogo.
lu nceidauae inaudito F. arhoi-me jablamen-
le ah para ser teslemunlia dellc. Sahindadae|ui
lu al. 1 ald.M. o achei muila gente reunida dia ule
do bolequim para ouvir um msico que locavarabc-
ca e cantavu mui alegremente.
I'assagens.
Ao soldado do batalhao do deposito da corle Gon-
calo Pereira Chaves para ,1 companhia fixa da pro-
vincia do Rio Grande do Norte, engajando-sc no-
vamcnle depos que Rodar o sen lempo de ser-
vido.
Aq alferes do oitavo balalhao de infantaria Joa-
qun) Caetaun dos Reis para o decimo tereciro, e
deste para aquclle balalhao ao alferes Jos Antonio
Anselmo Valejo. >
Ao primeiro tenenle do segundo balalhao do ar-
lilharia a p Joao Roberto da Cunha Bacellar para
a companhia de artfices da Babia.
Ao soldado do balalhao de engenheiros Roberto
Ribeiro de Oliveira para a companhia fixa de Ser-
gipc.
Ao toldado do primeiro balalhao de arlilliaria a
p Claudino do Rosario para a companhia de arlili-
ces da Rabia.
Ao alferes do quarlo balalhao de infamara Anlo-
vares da cadeira, elle perdeu o equilibrio e cabio de
caneca para baixn, com os bracos estendidos e a ca-
helleira sobre o nariz... Todos julgaram qoe era urna
de suas pecas c riam s garsalhadas ; mas como elle
nao movia-se. alcumas pessnas adianlaram-se para
ojuda-lo a. levantarse, e enlo viran que nao dava
maie: signal de vida.
Ah meu Dos e a pobre filhinba '.' exclamou
Irene.
Ella linha entrado no botequim, responden o
ronde, e nao vio o pai cahir ; mas voltava no mo-
mento em que levantaram-no, e ouvio dizer que es-
lava morto. Parcce-rne ouvir ainda o grilo que den.
Nunca vi lao srande transporte de dor e tal deses-
pero.
Coiladinlia ella amava lano o pai disse Ire-
ne com os olhoa chcios de lagrimas.
Como sabes isso 1 pergunloii o cavalleiro admi-
rado.
Vi-os esta manhaa, responden Irene ; ellcs des-
cansavam a beira da estrada, e como eu eslava so-
bro o terraco, podia ouvi-los. O pai instara para
qucjifillia almorasse, c ella recnsava, porque nao
havia, bastante pao para ambos.
que linMm fomc e nada dissesle inlerrompeu o ca-
valleiro com ar de reprehensao.
Tranquillise-se. meu lo, ellcs reliraram-se Tar-
tos, responden Irene com urna cipressln que cnter-
neceu o boa) vclho, c l'ez-llic acudir lugrinias aos
alhoa.
Elle allrahio-a a si, c beijou-lhc a fronte dizendo
cm voz bMa :
Perdoa-mc, querida filhinha !
O corpo do infeliz foi conduzido rasa de Cal-
le! Piolot, coutinnou o conde, dei algum dinheiro
aaa aun
Sao engajados, para irem servir no meio batalhao
do Cear e no corpo de guarnicao fixa de Minas, os
soldados do primeiro de infantaria Francisco Anto-
nio de Azovedo e Jos \"cenle I'erreira.
Manda se por dispo*ic,ao do qnnrtel general
do commandodas armas da corle o alferes Antonio
Pedro Vaz.
Manda-se augmenlar com dozc pracas o destaca-
mento existente na provincia do Rio de Janeiro.
Dispensam-scde comparecerem ao poni o mes-
tre da oflicina de lauoeiros Fclishino Jos Pinto, c o
da oflicina de funileiros Antonio Joaquim da Silva
Lidia, ambos do arsenal de guerra da corle.
GOVERNQ A PROVINCIA.
Expedante do dia 19 de Junho.
Offico Ao Exm. marechal commandante das
armas, recommendando a expediro de suas ordens,
para que nao s se de baixa ao recrula Antonio do
Monte, mas tambero seja elle enlresue ao director
do arsenal de guerra, visto ser desertor da compa-
nhia de aprendizes do mesmo arsenal. Communi-
cou-se ao siipradile director.
Dilo Ao inspector da thesourria de fazenda,
aulorisaudo-o a continuar a pagar sob a respunsabi-
ldade da presidencia at qu o governo imperial
resolva o contrario, as despezas que forem correndo
por conla da rubrica -arsenal de guerra-no crrenle
excrcico, visto ler sido insuflicicnte o augmento de
credlo que para esse fim foi coucedido.
Dilo Ao mesmo, para mandar fornercr ao com-
mandante superior da guarda nacional do Cabo os li-
vros mencionados na ola que remelle por copia.
DitoA o mesmo, recommendando que remella
ao inspector da administrara,, do rendas da provin-
cia da Parahiba, no vapor que se espera do sol, 9
quantia que o Exm. vico presidenle daquella pro-
vincia requisita no ollicio que remelle por copia.
Parlicipou-se ao mesmo vico presidente.
Dito Ao chefe ile polica, inteirando-o de ha-
ver transmitlido ao inspector da thesourria provin-
cial, para ser paga estando nos termos legaes, a con-
la que S. S. remellen, das despezas leilas com o sus-
lerflo dos presos pobres da cadeia de Caruai nos
mezes de Janeiro a marco deste anno.
Dilo Ao jaiz relator da junta de juslie,a, trans-
millin lo para ser relatado em sessSo da mesma jun-
ta, o proresso verbal feilo ao corneta do nono bata-
Ihiio de infantaria Joaquim Pcreira da Cunha.
rija-sc thesourria de f../,oiula. afim de rereher a
quantia de 8:IMMI>, que o inspector da mesma Ib-
suuraria tem de remetler ao commandante daqnclle
presidio para pagamento do vencimenlos da respec-
tiva gaarnicao a dos sentenciados alK existentes.
Inlcirou-so ao mencionad inspector.
Dilo Ao mesmo, ordenando qoe mande pro
sentar com urgencia ao presidente do cunselho ad-
iMiin-lrntivo as lauchas que forejn precisa, 11 lim de
conrfazirem-ptmiiordo do patache Mrmjtuma f.-
rinha e mais objectos destinados para o fornecimen-
to do presidio de Fernando.Communicou-se ao re-
ferido presidenle.
Dilo Ao mesmo, para recommendar ao comman-
dante do patacho Pirapama, que entregue ao len-
le coronel de engenheiros encarrdgado das obras mi-
litares, a pedra de calcar que conduzir a sen bordo
nasduas mais prximas viagens que fizer do presi-
dio de Femando para esta capital. Inleirou-sc ao
supra lilo tenenlc-corone!.
Dilo Ao inspector da thesourria provincial,
recommendando cm visl de sua informacao, que
contrate com o actual arremalaulc do quinto lanru
da estrada da Escada, Christov3odc Hollando Caval-
canli Mello, a facan di obra snpplcmenlarcouslan-
le doorcament'o que remelle por copia sb as con-
di(0es do primilivo contrato, com a difirciica s-
menle de ser a so a importancia paga em apolices da
divida publica, conforme Indicou S, rae, marcndo-
se alm disso ao mesmo arremalaulc o prazo de qua-
tro mezes a contar de boje, para a cohelasao nao s
dcsta obra mas tamhem da primeira. Communi-
cou-se ao director das obras publicas.
Dito Ao mesmo, para mandar por em hasla pu-
blica a obra do primeiro laneij da estrada de Mari-
beca, servndo de base a essa arrematara. o orna-
mento e clausulas que remelle por copia. Inle-
ron-se ao director das obras publicas.
Porlarii Nomcando, de conformidade rom a
proposla do chefe de polica, para supplenles do de-
legado do novo termo da Escada, aos cidadaos se-
guintes:
1. Francisco Antonio de Barros e Silva.
2. Jos Franciscode Farias Salles-.
3. Andr Dias de Araujo.
1. Salvador.dos Sanios Monlcro-Cavalcani.
5. Roque Fcrreira da Costa.
(i. Candido Jos Lope* do Miranda.
Communicou-se ao referido chefe. I
Dita Nomcando na mesma conformidade para
os cargos policiaes do primeiro dislriclo da novo ler-
mo da Escada aos cid.idaos abaixo declarados.
Subdelegado.
Bacharel Joao da Rocha Ilollaiula Cavalcanli.
Supplenles.
3. Jos Sancho Bezerra Cavalcanli.
i. Manoel Rodrigues da Silva Cmara.
.Uilafaus Manoel Guadas dea Santos.
6. Tlioma; Rodrigues Pereira.
iulcirou-se ao chefe de polica.
f*7oV$SlZ 1^3; dtrt ?"'" de 11No^P^''^"osdenvvre,"doco;:
grade com orna anSona me- e '"rnmen.lei-lhe' que tivesse cuidado da
e isso mesmo, urna pobre crealura da ida.ie Ver,. 1 r
de Irene ; ella dawava emqua.ilo o pai toen a. "Z i Eu seT m T S P? "" ^ ,
Ibes mais do que elles coslumnm receber ; pois o lio- loC d oraiS! i"T \ ^ lembrou:se
mem confundios em sradecimentas. Para coroar grimas ser '^ le"XU" ''"^T'a T U'.
unas, sera necessario dar-lhc um vestido de loto !
o espectculo, ene quiz cutio fazer alguns ejerci-
cios, e eslendeodo um tpele velho, poz-se a fazer
cabriolas, a andar de cabera para baxo c a exceular
salios prodigioso.. Lancou-se sobre o encost de
urna cadeira e ronservou-sc ahi ejun um pe 110 ar
duendo gracejos. Infelizmente quebrou-se um dos
() Video Diario 11.142.
Icnsrazao, minha tilha. res|>onden o lio Pe-
dis'so ^a' 'el' t0ln ''Cflruacs> opede-lhe que trate
Bastar procurar no armario, disse Irene dan-
.10 mu suspiro lirei |U| |,a ponen |empn mell,
veahakM podara aerrir a osea pobre menina.
No da seguiule foi levado ao cemilerio o corpo do
desgranado saltimhanto, e a pessoa caritativa que
pag.ira-lhe as exequias, mandou por-lhe urna cruz
sobre a sepultura. Corno lodos aquclles que excr-
cem urna proSssSo vagabunda, cs-c honiem linha
seus papis em regra. Achou-se cm urna caixinha
de folha de Flandres occulla debaixo de sua roupa
a rerlidao de seu nascimenlo e do da tilha, e oulrus
papis provando que Tora casado, e que a mli da
menina que ficava orphaa, morrera havia muilos
anuos.
I.ogo depois da ceremonia fnebre o cavalleiro e
a sobriulia dirigiram-se casa onde eslava a infeliz
Mimi. Uma velha magra desdeutada c pobremente
vestida, flava assenlada porta cantarolandu um
kyrono religioso.
Bom dia, Catlel Piolot, disse o cavalleiro che-
gando.
Dos o guarde, senhor cavalleiro, c tamhem a
esta senhorinlia respondeu a velha*. Eu esperara
x-los boje.
Vimos consolar um pouco essa pobre rapari-
guiuha c trazcr-lhc um vestido de lulo, disse Irene
mostrando a Irouxinha de que ella mesma quizera
enrarregar-se.
. He urna accao caridosa de sua parle, murmu-
ro, a velha : Vine, he um anjo de Dos !
Depois dirigiii.lo-se ao cavalleiro, continuou cm
lom spero :
Desde honiem nao sei o que faca des ninha ; quaudo fallo-lhe, ella nao cnmprehende-ine.
Passa o dia lodo a grilar... Esl ouvindo '.'
Com effeilo urna especie de grilo, um gemido la-
mentoso sabia do fundo da casa arruinada.
Oh meu bom lio, deviamos ler viudo mais ce-
do, murmurou Irene profundamente compadecida,
c arrastando o cavalleiro a especie de corredor que
servia de veslihhlo hablacn de Catlel Piolot.
Essa passagem obscura terminara em um paleo
interior, ciijos muros radiados cstavam eobcrlos por
urna llera, e no fundo do qual havia urna sala.
Ella sta all, disse a velha ahrindo a porta.
Ouando vieram buscar o corpo, foi necessario ret-
la forca c encerra-la aqui para imped-la de ir ao
cemilerio.
Mimi eslava acocorada em um canto, com o rosto
apoiado na parede, debrucada sobre si me,sma, -e
lendn os bracos cabidos. O habilo que linli.i de
prender hem seus ouropeis para que nao caliissem
durante seus eiercicios, fazia que nada se tivesse al-
terado em seu vestuario. As tres voltas de collar de
vi.tru oslentavam-se-lhe sobre o corpinho de vellu-
RIO DE JANEIRO
1. de jucho.
Eulrou honiem 11 vapor Beberibe, procedente de
Montevideo. Foi o portador das participaees offi-
ciacs do Sr. chefe de esquadra Pedro Ferrcira de
Oliveira, relativamente ao segundo e tereciro ponto
da sua missao diplomtica.
Celcbrou-se com o Paraguay um tratado de com-
mercio e de navegac.lo que, segundo nosasseguram,
consulta os inlerestcs dos dous paizes. A sua ralil-
eacao, porm, deve, ser fcila no prazb de um
auno, e deve ler lugar ao mesmo lempo que a do
tratado de Nuiles, a respailo do qual os plenipo-
tenciarios nao pnderam chegar a um accordo. Esta
clausula poder inulilisar y tratado de commercio c
de navegacao.
O Semanario, folha ofllcial ih> governo paraguayo
allu.lindo qucslo de limites, diz claramente que a
repblica nao admillc o rio Api como fionlcira do
Brasil no rio Paraguay, e que o rio Branco deve ser
a divisa.
O artigo do Semanario em aue se sustenta esta
nrcten.-ao lie moilo longo. Daremos aqui os tre-
chos mais importantes :
n Os tratados de commercio sendo uleis, conven-
enlcs e necessarios em gcral, hio de se-lo milito
mais anda os tratados de commercio c navegacao
que se fazcm entre nacocs vizinhas, c que al certo
ponto tem inlcresjcs iguaes ; e se alm disso urna
dessas naces vizinhas lem necessidade de passar
pelo territorio de seu vizinho para chegar.'. sua casa,
haver mais urna razao c um principio de equidad*
e do conveniencia reciproca cm se fazer nm tratado
de commercio e oaregaeSo.
O Iratadode commercio c navegac.lo com eslex-
linlio conler as mesmas esliptlaces qae os trata-
dos feilos rom oulras naces que ne sao vizinhas ,
porm ser alm disso necessario inserir no tratado,
ou estipular em separado certas condiees que scrao
indispensnvcs pela razao de ser vizinha a nacao o
de ler de passar pelonosso territorio,islo he,por nossa
casa.
Esl he a especialidade qoe ha no tratado que
se faro seguramente entre o Paraguay c o Brasil
suas pos^essoes. E cie dedircilo para passar pelo nosso rio, e a esle di-
reito chamam ns nublicistas dircilo imperfeito, islo
he, que eslo sujeito a certos limites, a certas restric-
Ces. A repblica do Paraguay tem, pela mesma
razao, umi especie de obrigacao de conceder ao
seu vizinho, o Brasil, que passe pelo seu territorio
para chegar s suas nossesses situadas uo alio do rio
Paraguay. Esta ..brigaijao da repblica nasce.cumo
'aU' Uu 11, liV muito chrtsUo, equitativo, poltico o civilisadur ;
principio que o autor 4a naturez.i imprimi no ro-
rac.lo de Indo o homem : Faze a leu scmelhanle
o licm quo quizeras le fizesse a ti.* Nao fagas a
oulro o que nao quzcras lo fizaste a ti.o Se o Para-
guay se achasse na siluacao do Brasil, quera sem
duvida que se Ihe permillisse pausar por um rio
alheio para chegar a sua casa.
i Porm estes prineinpins e doulrinas lao anta
lem seus limites. Se o Paraguay lena essa especie de
obrigaeSo do conceder ao Drasil que passe pelo seu
rio.lamliem lem a obrigacao mais forle e poderosa de
olfiar para si : nao pode nem deve casuar ao sea
vizinho um prejuizo intil, de que ncnhiim prove-
lo Ihe vem. de Ihe impedir ,1 passagem pelo seu rio.
Deve fazer-lhe esse hem, porm deve procurar que
M -eja sem prejuizo sen, e para isso deve lomar
toda a precaura i razoavcl e justa : deve e p.ide im-
pr rondic.'s que Ihe assegurem que do bem que
fizer ao Brasil nOo Ihe ha de resultar ncnhiim mal 00
prejuizo.
O nico modo ou meio que o Paraguay lem de
prcvenir-os mides que Ihe p.ide causar essa passagem
dosju vizinho pelo sea territorio^ nica segurancae
lianca que pode lomar e pedir, he qul! po>sa guar-
dar o velar o seu territorio durante a viagem tan
longa que o son vixinho tem de fazer pelo seu rio.
Para cstabeleccr essa vigilancia he que quersaber al.
onde vai o s?u lerrilorio e al onde p.ide guarda-lo;
pela mesma razao p.le o deve pedir que o seu vizi-
nho nao se venha a elevar lano que possa, quaudo
quizer, fjzer loda a casia do dainos e de pre-
jaizos.
Esta lio a connexo, os vnculos que lia entre o
tratado de commercio e navegac/io concedida' ao
Brasil pelo Paraguay e o negocio ou que-iao de li-
mites ; se o Brasil se crlloca na costa de Apa, como
pretende, podo fazer ao Paraguay lodo o mal que
queira c quaudo oqueira,porque nao ha divisSo nem
embarace nenlium ; o rio Apa nao he mais do que
um arroyo grande ; d passagem poi loJas as par-
les ecoin pouca secca se corla.
Sem sallar dos outros mates que pode fazer ao
Paraguay, se se collocar no Api, hasla aquello que
dcsle ponto pan diante nos pode vir do contrabando
sera o poder remediar ; em qualqucr poni da mar-
gem do rise pdenlo descarregare abrigar as mrr-
eaileriai, e 1imihi fniroJnzi-las 11,1 repblica pelo
Apa. Esle nico mal he crandissimo, e he ineri-
tavel se o Baasil conseguir collocar-sc na costa Apa. O governo do Paraguay n,lo pode consentir
que o Brasil venha aleo Apa. Esta he ajverda.leira
causa porque ainda nos nao entendemos e continua-
mos as d uvidas.
O \nrionel de Buenos-A y res, 110 seu numero de
15 do mez pastado, publica urna correspondencia da
Assumpcao. na qual se dizque o governo paragu yo
coucedeu ao Brasil, 110 tratado de commercio c aa-
vogacao, mais do que aquillo que pedia o plenipo-
tenciario imperial, mas que rejeilou o artigo por esle
proposlo relativo a urna liga que titila por fim col-
locu.r a ilha do Marlim Garca soba prolccrilu hra-
sileira paraguaya.
Se alguma c-lpilacao havia no projcclo de Ira-
lado do governo imperial a respcilo daquella ilhi,
nao podia ser oulra senilo a que se acha consignada
no art. 18 do tratado de commercio e navegacao ce-
lebrado cm 12 de outubrn de 1851 com a repblica
do Uruguay. Diz esse artigo :
Reconhecendo as altas partes contraanles que
a ilha'de .Marlim Garcia.pela sua posijo, pode ser-
vir para embaraear e impedir a livre navegacao dos
aUliienles do Prala, cm que s,lo interissados lo los
o ribeirinhos, rcconliecem igualmcnlc a convenien-
cia da uculralidadc da referida ilha cm lempo de
guerra, quer entre 03 Estados do Prata, quer entre
um dcsles e qualqucr oulra potencia cm DIidadC
commiim e como garanta da navegacao dos referi-
dos ros, c por isso concordaran!.
.1 1." Em oppnr-se, por lodos os seus meios, a que
rcunissem em parada, no dia 25 do mez Masado
auniversario da revolucilo do Rio da Prala con-
tra a metropolc, alim de derribaren) o governo, e
de proclamaren) um presidente provisorio que Ibes
pagaste o sold cm dia.
Parece que esse boato linlii algum fundamento,
pois quo na noile de Jl para 5 faram pretoi por or-
den) do goreroo Tinte e tantos otnciaes da guarni-
cao.
Como quer que seja, o dia 25 passou-se som a me-
nor novidade, c no di 1 26, nlliina data das noliria-,
eslava a cidade perfeilamenta tranquilla e a confi-
Maa-Tcslaliele'na.
fioBtirat de iius Amos cantinuavam os
- soas correrias. O governo chvidava twIosbs
esforco para castigar os selvagens.
Fallecen enl Boeoos-Ayres o genera! I). Mclchior
Pacheco y Obes.
do, e em soa caneca brlhara ainda a faxa de lenle-
joulas. Evidentemente f.ira nessa sala que se depo-
sitara o corpo do saltimbanco ; pois urna parle de
seu vestuario, seu ramalhcle de flores artificiaos,.aua
raheca eslavam em um canto, e a casaca bordada
suspensa a um prego alraz da porta.
Ncsse momento a pobresinha calava-se esgotada, e
si de quando em quando um soluco convulsivo aflo
tivcssc-lh erguido o peito, ler-se-hia podilo julga-
la mora.
A esse aspecto Irene rompeu cm pranto, e ficou
apoiada ao braco do cavalleiro sem poder proferir
urna palavra. Este locado de picdadc, chegou-se
rapariguinha. dizendo-lhe com voz commovida :
Minha lilba, he misler conformar-se a vontade
de Dos, e recobrar a coragem... Vose nao esl.i in-
leiramcnle abandonada ; ha aqui pessoas carilalivas
que a soccorrerao c fanlo quanlo poderem para con-
sola-la...
Mimi nao responden a eslas palavras benvolas
sen.lo com um gemido sordo, e desvien a cabe, a
como importunada por essas demonstradles de int-
resse.
Irene chegou-se enlao a ella, e disse dqporido a
seu Indo a Irouxinha de roupa :
lome, pobre menina, he um Iragc de lulo.
N.lo quer vestirse j "...
Mimi repellio-a rom um gesln feroz, c com om
novo transporte de dor poz-se a dar grilos agudos en-
trecortados de palavras incoherentes.
Eis ludo o que pode-sc conseguir dola disse
Cattel Piolot erguendo os hombros. Km vez de cho-
rar chrislainenlc o pai e de rogar a Dos por elle,
desespera como urna pagia. O senhor cavalleiro
fallou-lhe mui hrandamenle ; seria necessario traa-
la com severi.lado para que lirao tranquilla. Se
ella comprelicudcsse o que digoihe, eu cxpcrinien-
taria :
Nao diante de mim cxrlamou Irene com in-
dignacSo.
Ella nao acha-se em eslado de oovir-nos, dis-
se o cavalleiro contemplando a pobre crealura que
lorcia os bracos dando gemidos sordos, c tornara a
cahr peuco a pouco em urna especie de aniquila-
mentu.
Oh ella n.lo osla lao fora de si como Venes,
pensara, murmurou a velha ; lie por nao querer i.s-
ponder-lhes que nao falla.
Coilada disse Irene rom um impulso de pie-
dade ; quem me dera poder fazer-lhe algum bem !
a soborania da ilha de Marlim Garca deixe de per-
tenece a um dos eslados do Prala, interessa los na
sua llrre navegacao.
a 2." Em solicitar o concurso dos oulro; e-iados
ribeirinhos para obler daquclle a quem pcrlcnec ou
venha a pertencer a posse e soberana da menciona-
da ilha, a que su ohrigue a nao servir-so della para
embaraear a livre navegacao dos outros ribeirinhos,
a consentir a sua neutralida.le em lempo de guerra,
bem como nos rstabelecimenlos que forem necessa-
rios para seguranza da navegado interior de eslados
eslados ribeirinhos.
Na repblica Oriental do L'rugday receiara-sc
urna sublevadlo militar. Correr cm Montevideo
que alguns olllciacs da guarnicao oriental daquella
praca, descontentes por nao Ihe ser pago o sold,
(enlariam sublevar os corpos de linha quando se
Na cmara Icmporaria foi aprcsenlado honiem pe-
lo Sr; Cirneiru da Campos o seguiule projcclo sobre
a reforma eleitoral, o qual, julgado objeelo de deli-
beradlo, foi a imprimir :
a A asserobla geral legialatira reaolre :
Art. 1.". (I- cargos de presidente de provincia
e dcsccrclario do governo provincial, de comman-
dante de armas c general cm chefe, de inspector da
fazenda geral e provincial, de chefe de polica e de
juiz do direito inhiben) os respeoUros funrcionaro;
de scrom votados para senador, deputado a asscm-
bla geral e inuiiliro da asscmbla provideial na
provincia em qje Ibes compele oxcrrerauloridado
ou jurisdiccao Os de juiz municipal e de orphaos,
delegado e subdelegado inluhem os respectivos funr-
conarios- de ser votados para senador, e deputado
gerjl e provincial nos dislriclos elciloracs cm que
Ibes compete exercer suas funcrOes. Os votos que
recahirem cm tacsempregado* scro reputados mil-
los.
a Art. 2.. A lci de 19 do agosto de 18i(i sera
observada rom as seguinles altcrarOes:
S 1." As provincias do imperio serao divididas
cm lautos dislriclos elciloracs quaulos forem os seus
dcpula.los a asscmbla geral.
.. 2." Esta primeira divisao ser feita pelo go-
verno, e urna vez feita nio poder mais ser altera-
da semlo em virlude de. lei. Na divisao o governo
guardar as seguinles bases: l.\ as freguezias de
que se computar cada dislriclo serao unidas entre si
sem nterrupc.lo ; 2., os diffcrenles dislriclos de
una provincia serao, quanlo f.ir possivel, iguaes em
popuracao, cm alinelo nicamente s pessoas li-
vre* ; 3., os dinereotes dislriclos de urna provincia
serao designados por mi meros or.linacs.
S 3. O governo designar para cabera de riada
distriolo a cidade 011 villa mais central, o ahi, no
dia marcado para a elelco dos deputados geracs. no
edificio que lamhcm sera designado pelo governo, se
reouiraO em um scollegio lodos os elelores do dis-
lriclo. e observadas as formalidades para a consiiioi-
c.io do colligioe as mais ordenadas no cap. 1., do
(il. 3." da lei, proceder.) a eleicao de um so depu-
tado, votando casta eleitor por cdula n.lo assigna.la
c escripia cm papel ordinario commummcnle usado
nos autos judiciaes, sem signal que a possa fazer
distinguir das oulras. Recolhidos os rotea cm es-
crutinio secreto, serao conla los e apurados em arlo
succesivo, e licar eleito ocidtdao que tirar obli-
do maioria absoluta de votos.
1. 5 i." Se nenlium livcr obli.lo maioria absoluta
devotos, proceder se-hacm actosuccessivo a seguodo
escrutinio, devendo os elelores volar nicamente
em um dos qualro cjda.hlos que rnais vulos oblive-
ram no primeiro escrutinio. Se ainda ueste cscru-
linio ninguem obtiver a maioria absoluta de volu.
proi eder-se-ha em acto successivo a terceiro, volan-
do os eleitores somenle em um dos dous cida los
mais volados no segundo escrutinio, e ficar eleilo
o que lver maioria absoluta de vol. No caso de
empale decidir a sorle, e aquclle contra quem ella
decidir ser declarado supplenlc.
S 5." Fora do caso da ultima parle do paragra-
pho antecedenle, linda a elcic.io de deputados, se
proceder a cleic.io de um supplenle, observando-.se
a respcilo dola o mesmo que lira determinado para
a cleic/o de deputado*.
a S ''" Tanto para o deputado, como para o sup-
plenle servir de diploma urna copia aulhenlca da
acia, que sera no mesmo acto transcripta no livrn
das notas do tahellio do lugar, assignando a a me-
sa o os eleitores que oquizerem,sendo o dilo labelliao
obrigado a dar traslados a quem o requerer, sob a
pena de ser mnllado na quantia de..... dispensan-
.lo-se a remessa d copia da cmara da capital pela
disposrao do art. 71) da lei.
a 5 7." Nao obstante a regra estabeleeida no S
3.". o gorerno poder subdividir cm mais de um
collegio os dislriclos cm que, pela disseminacao da
populacJo, Mr muito diufell a rcuniao de lodos os
eleitores em um s. collegio, com tanto que nunca a
distancia do lugar em que se reunir o collegio seja
menor de 30 leguas de sjia exlremidadc.
" S 8. Quando o dislriclo tiver mais de um col-
legio, reunidos o* eleitores cm cada um delles, nos
edificios designados pelo governo, e observadas as
formalidades a que se refere o 3." da prsenle lei,
procederao volaco na forma do dito parazrapho,
devendo porem a cdula de cada eleitor conlcr dous
nomos, um para deputado c outro para supplenle,
sem que se faja essa designaran.
Se cu souhessc alguma cousa que podesse consola-la
um pouco, com quanlo prazer Ih'o faria !...
A rapariguinha approximou-se ainda, c quiz lo-
mar a mao de Mimi ; mas esta voltando-sc repenti-
namente, repellin-a exclamando :
Dcixc-mc !.... deixe-me '.... Vmc. nao sabe
quanto soffio.... Nao falle-me mais..,. relire-se....
Vmc. nao perdeu seu pai !... Eu ahorrero-a !...
Fallava assim com voz rouca e olhar espantado.
Ah meu Dos inurmurou Irene recitando
conslemada. se a dor a livese feilo endoudecer !....
Cattel l'iulot n.eneuu a cabeca, e rospondeu dura-
mente :
Nao, ella nao esta douda ; he ma de genio .'...
O cavalleiro o a sobriuha eslavam ja fora da sala.
e nao ouviram estas ultimas palavras ; assim despe-
dindo-se da velha, Irene disse-lhe com solicilude :
Tenha cuidado dessa pobre alllicla, minha boa
Catlel 1 Procure lira-la daquelle lugar escuro, c nao
deive-a sosiiha. So Vmc. liver a carida.lc de con-
servar-se junio della, isso a impedir lal tez de deses-
perar assim.
Ja experimenlei, rcsnon.leu a velha ; mas ella
he como urna fera que uiva, quando alguem se Ihe
approxima.
Ha de aplacar-se, disse o cavalleiro ; ciiblo vi-
remos v-la. Entretanto recominendo-lh'a ainda.
Catlel Piolo!.
O senhor conde j fez-mea mesma cousa. res-
pondeu ella gravemenlc. De certo he meu dever
allcndcr a laes recummendacoes ; todava, senhor
cavalleiro, nao encubro-Ihe que desejo ver-mc livre
quanlo totes dessa pequea...
E porque nlo, Catlel/ inlerrompeu viva-
ment o cavalleiro. Nao lem compaixao dos infeli/e-'
Sem duvida. responden a velha, quando sao
chrislaos e Breloes como eu ; mas essa pequea,
ninguem sabe quem he nem donde vem com sen
Irage de carnaval.' Para fallar-lhc francamente, se-
nhor cavalleiro, sepullei o pai, c velei juulo do cor-
po, porque he .1 meu ollicio ; porm agora qoe gra-
gea a cardade de vossas sciib.irias es-e pobre ho-
mem leve as oraroes da igreja, c repousa em Ierra
sania, n.lo quero conservar por mais lempo sua fllha
em minha casa.
Alguma oulra pessoa se encarrezar dessa lua
obra, disse a cavalleiro lean iu-i>lir. A menina po-
der.) li.-ar aqui al sala noile'.1
Al que o sol ponha-se, responden Callel I'.,.
lol, e se ninguem vier busca-la da parle de V. S.,
para oude dvverei conduzi-la '.'
.. Rccolhi.lo. e apurados em arto oreceatra
votos, se lavrara acta que sem 11.. mesmo acta sri
cripta nos livros das notas da labellia do lantar, K-
signando-a a Mesa e os rlrtorc- que n qaizuera.
sendo o dito labellia obrigado a dar logo Iransladn*
a quem o requerer, sob as mesmas penas eslabded-
das no jj li." da presente lei.
1 Desta acta se extraliirao a copias de qae traa
0 arl. 70 da" lei. remoliendo-.... ., .ama-a mairifnl
da rabeca do distride .1 qoe he pelo dito arlig 4aa-
lina.la o cmara municipal da capital da provincia.
''. tu-a dina .lepo,, do da marrado para
a cleie.i... a cunara rauuicipal da rabera do Oan Mi.
reunida rom os eleitores do ceMegso 4a eaawca *m
dWricto, que ser*, coaracadaa. (atva com cites a
apura.; 10. procedendo na forma dos arts. Ni e 87 da
citada lci.
.. 0 cidado que reunir maioria de votes sera" de-
clarado dcpulado, e supplenle o seu immedialo. a-
ila que s leuham maioria relativa.
Os diplomas sern expedidos neia cmara aea-
nicipi.l na forma do arl. W da lei. *
i 10. Na eleic.io^os deputados e dossapplenle*
a apurarlo se f.ira cm acto successivo ao .lo reecfM-
menlo das cdulas, c scconlinuara' sera inlerrnarto
ale ser iillim.ila ; e immcdialamente se larrava a
arla e ser IraaseripU no lixro das notas da labei-
lio.
" g II. O cidado que for eteMc dcpulado pnr
mais de um dislriclo lera opc.ao do dnlticia enea
quizer rcprescnlar. sendo ubtiluido pelo raspertivn
supplenle ; c na falla deste proceder-se-ha a nava
eleicao. A opc .e fari dentro de Ires din, de-
pois da verilicacan dos poderes, e ira falla delta a
preferencia se regulara' pela disposrao da art. 1 Ji.
S 12. O numero dos membros das asacsaMaa
provinciaes fica alterado da maneira declarada ->
paragrapho seguinle, e a sua eleicao se fara" par dis-
lriclos, observando-se as mesmas rcer.is e^labeled-
das para a eleicao dos depaladas a' a-semblca geral.
S 13. A proviiria da Babia dar' 4 mesabros
a asscmbla provincial, elcgendo-se :t em cada asa
dos seus dislriclos; Miuas-Geraes W, a i par dis-
lriclo ; Pernambuco 39, a 3 par distrieto ; S. Pa.l.
3(i, a i por dislriclo ; Rio de Janeiro lanos quanlo*
dercm os seus dislriclos, a" razio de 5, exceplaada o
distrito ou dislriclos da corle c seo manicipio; Coar
32, a i por dislriclo; Rio Grande de S. Pedro de Sed,
Alagoas c Parahiba 30, a 6 por dislriclo | MaraaMa
30, a 5 por districlo ; Para1 30, a 10 por dislriclo ;
Sergipe, Goyaz, Piasjhy, Ra Grande de Norte
Mal 1,1-1 ,co,so -21, a il por dislriclo ; Saau Cetheri-
na. Espirito Sanio, Paran' e Amaaonas 81.
< S I i. as provincias que lera so aaa daalricto
dividr-sc-ha peles coliegios do dislricte a
de membros a' asscmbla provincial qae Ihe .
le, que serao s nctlcs cleilos.
.- 5 15. Os dislriclos oa tnbdivises de dsstrkle.
que dercm ate i mimbro da asscmbla provincial
darao 2 supplenles ; os que derem 5 ale K dataa 3
supplenles; os que dercm 7 ate S darte t, a anean
por dianle.
o S lii. Elegcr-se-ha nm eleitor na rada de 25
retantes, remanda a regra alaeora debelecda.
S I". Os eleitores etpeciaes nomeadvs en anal-
quer provincia dar procederem a' tanlfn) de sana-
dor, serao competente para qaalqaer'nlra *eme-
Ih.nte eleicao que tenha lugar por morie oa aag-
menlo de uumero, se houver de veriftrar-se deolra
da legislatura em que liveren sido Mateadas laes
eleitores.
IK. Os membros da junta de q lafiReaja, e
os das mesas das assemlileas parorhiaes qoe Ion ile
ser lirados d'enlre os eleitores esupplentes, na forma
di dposicO do arl. 8. e semiintes da dHa lei da
1!) do agosto d- ISJ(i, serao eleilo. do*, peloa arlos
elelores, c na sua falla pelas pesoas desasnadas no
arl. 10, e dous pelos supplenles. e na sea faMa pe-
las pc*soa designadas no arl. 12, podend.. o> ralos
recibir cm qoaesqoer ci.ladaos da paiarhia qoe te-
..11.1 as qualidadrs para eleitor.
S I*. Fallando algom memhro da< jaulas de
qualificacaoou das mesas parochiaes. sera'tnMMai-
do pela pessoa que designaro companhetro qae enea
elle foi eleilo.* Se fallarem ou fie. 1 era asa
juntamente ambo os membros cleil. pelos 1
res ou ambos cleilos peloa supplenle,
cao se fara' na forma ordenada da lei.
.< $ 20. O presidenle da junta .1 < qaalibearao o
da mesa parochial sera' sempre o jaiz de paz neis
volado, o qual fica inhibido durante o en qaalrim-
nio de exercer qualqucr nutro cmnrego qae (aceite
o direito de prender.
g 21. A eleicao dos aecrclarios e ritralaaaaii
nos coliegios eleiloraes sera' Fasta r* r-retHo ee-
crelo, volndose em dous nomes -rnenle, filando
secretarios os dos mais volados, t escrutadores o
dous inmediatos cm tolos.
.. 12. \* lisias para a eleicao parochial sarta
fcilasem papel ordinario rommummenle oada sws
actos judiciaes, c nao conterao signal algara por an-
de se dislMigam urnas das oulras.
a 23. () governo designara o local, ene nio er-
ra., o, templos, onde se deverae fazer aselesrr**
primarias.
Arl. 3." Fcam revogidas 1
contrario.
- Paco da cmara dos depotados I., de jenbo de
1855.Cario Carneiro de (ampot. m
Para o caslello, lomou elle framente. Eis-aqu
dous escudos pelo seu Irahalho.
Agradeco-lhe, senhor cavalleiro, disse a velha
com ura gesto do recusa, he por cardade c nao pa-
ra ganhar algum salario que tenho guardado essa
pequea. De-lhc esse dinheiro. Comquauln seja-
roe mui difticil ganhar minha pobre vida, prcslo vo-
luntariamente servicos pelo amor de Dos aquclles
que eslao mais necessilailos do que eu.
Dos Ih'o pague, Callel Piolot; se quo vosse
he una boa mulher, repondeu o cavalleiro loman-
do a sohrinha pela mo.
Ambos reliraram-se, e a velha Cretona continuou
a fiar Iranquillamcnle a porta.
De larde Gerlrudes foi buscar Mimi. A aia de
Irene era tima dessas pessoas fiias c boas que suje-
lam quasi sempre as ndoles vilenlas. Entrando na
sala, dirigio-se a Mimi, abri a Irouxinha de roupa
que ficara-lhe aos ps, e disse-lhe implesmente com
muila brandara :
.Minha tilha, voss vai lomar ja este vestido de
lulo ; venha para eu vesli-la.
Mimi rolln t cabeca, encarou-a firmemente, e
levantou-se logo. Sem perder um minuto, Gerlrudes
despojon-a .le seus horriveis atavos, e deu-ll.e um
resudo de ia,i prcta que suhia-lhc ale ao peKoi;o, e
cujas mangas cohriam-lhe inleirmiente os bracos.
Um barrelinbo liso suhslituio a faxa de lenlejoolas,
e os aunis e braceletes de lallo foram lancados em
um canto com o collar de vi.Iro.
Agora reliremo-uos daqui, lornou Gerlrodes
arrastando braudameule Mimi, a qual deivou-sc con-
duzir s.m resistencia.
Veja como ella he dcil, diese Gerlrudes pas-
SMOdo dianle de Catlel Piolo!, que a esperava a pol-
la da rasa.
Ei-la Irauquilla, responden esta conlcmplindo
o semblanlo sombro c desfeilo da rapariguinha ;
mas lud mo acahou-se, a dor enrhc-lhe o earMM e
suffoca-a. F;ila anda nao .Ierramou urna lagrima.
Uom elleilo Mimi linha os olhos emulas, suas pal-
pehras contrahidas eslavam rudeadas de um circulo
livido, e suas papillas parecan) retiradas para o fun-
do da rbita. Apenas sahii) de Casa, poz-se a ra-
niiiibar rpidamente san faltar, sem olhar em tomo
de s, sem lahet para onde a, e roinu que suslcnla-
1I.1 por urna forca nm-Liual.
O sol chegava ao horisonte, o ar eslava sereno e a
mar que encina a<;uui,.\ a brandamenle a praia en-
lao deserta. O domicilio de Callel Piolot era no ul-
Suiridio.Annuncian
qneisT
limocasobre haoitavel dessa looca fileira de edisi-
cos arruinados que cslende-*e na epa de 1
quarlo de legua s borda do mar; alm della
* 1.1 mais do que enlulhos e destroc, entra 1
cresciam arbustos c aores qae aesonbinara 1a a
estrada. *^
Reppiiiin imeiitc Mimi pareo, e urna iinraaiol e
com a bocea cnlreabcrla romo para respirar mais ti-
rremcnlc a lirisa fresca que vinha do mar.
Descanse um pouco. minha fijh., dime-ae a
boa Gerlrudes, que asecuira dilli. lmenle ; roo*
esta muito fatigada, nao he rerdade ?
Nao, responden a menina tasa vallar a rabera.
Todava nm instante de'pois sesentn-? .1 honra *4e
estrada e ficou ah em silencio, sendo a rottn exalta-
do para a baha, e o nlhis errante .dire ame in-
menso lencol azalado ja coberla das claras sombras
do crepuscolo. Pono, .lepo.- a iranq mili dade narta-
Vel dease qu.i.lro reagio sobre a pobre aVirla. lodos
as fibras do corpo afionxaram-e-lhe. o cararto a-
hrandou-se Ihe e prganaa l.igrrma aindsiam tj
as palpebras ridas. I.crlrndr. imha-se asoesnanto
a? seu lado rom ara seote de ->mpalhiae era prn-
enrar f'llar-lhe.' Enlao Mimi volion-sa para ou*
c ludo tata atibado '.... uto lenho man pai....
Morreo mea paira pai que amava-ne lano... Arl
-o po Icrei habituar ma a viver sen elle!... Oh!
quanto son dcgracada '.... Desde que c*.ie no non-
do elle nao linha-ine deix.ido orna an hura... foi elle
que trana scinprc de mim...
E sot m.ii pergnnlou Gerliuden.
Minha 111,11 morreo ha minio tempe, e nJa
lembro-mc mai~ delta... Ouand > eu rr peqoeoa era .
meu pai que rarregava-me nos braco... elle ler as-
sim una longa riacem... r qn-n l' .- I a I lirxada.
repOosavasnos romo ,ig.ua a aurgma d c*irada....
e quaudo nao podamos chegar. rile colina-me rom
soa roupa. alim de que cu nio Iiipw fro dorante a
noile... e depon) amnava-me .10seu lado... Ah! a
vivii mui ronlenle enlo.... nunca linha imaginado
que elle podesse morrer... Randera, ..inda
elle eslava all... passamo juntos deban..1
voies... e agora ludo ei. acabado... N a lomare)
jamis a v-lo...
A eslapalavra ella nccallon n rosto na raima
chorou muito lempo. Gerliudc. drixno ea alar e
ROtK-m petat hnjrisnat, drimis tomn o braro .te
Mimi, e ronduzio-a ao rasidlo.
(iaor-r-i.^
MUTILADO


/-.
~

DIARIO DE PERHAMBCO SEXTA FEIRII 22 OE JUNHO DE 1855
J
da larde do dia anterior a prulba que rondava a
praia de Sania l.uzia encontrara o cadver de um
homem branco bandado em sangue, ecom duas pis-
tolas ao lado.
Sabemos boje que era o cadver do infeliz JoSo
filara de Maraes Sarment, subdito portuguez, esla-
belecido no ribeiro do padre Paulo, na villa da Pa-
rahiba do Sul.
De ha multo que esse desgrasado manifettava
symptomas de alienadlo mental. Imagin.-ra que al-
gn: visinhos prwuravarri desacredila-lo no concillo
publico, e penuadido de que nao teria forcat para
pppor se a can conapirajao resolver suicidar-se.
Um seu irmao residente* nesla corle, que ti vera
coimecimanlo do seo estado, chamou-o para juuto
le si, e naopoupou meio algum tendente a tran-
qolllisar-lhe "espirito. Vendo porem que seus es-
foiro erariSnuteis, fe-lo recolber ao hospital da sua
ordem. Aosenlando-se elle dalli, e peiorando o seo
atado, foi mandado para o hospicio de Pedro II.
Nesla cometo* chega corle a mulher de Sarmen-
t, e eiige que sen marido seja retirado do hospi-
tal dos doudos. O sentimenlo que dictava esta exi-
Kencia era louvavel. Juigava esta senhora que po-
deria alliviar os sofl'riaienlos do seu esposo, e que a
residencia em orna morada que llie inspirava hor-
ror nao serviria senao para augmenta-los. Enga-
nou-se. O infela Sarment ahindo anle-hontem a'
Urde de casa de seu irmao, dirigio-se a' praia de
Santa Luzia, ealli se suicidou com um tiro de pis-
tola.
Incendio. A's duas horas c meia da tardo de
honlem apparece incendiado o carrcgamenlo de
earvao, pioho e agua raz da galera ingleza Meguin-
lecoce, capitao Broon, entrada ba poneos das de
Naw-York.
Aqoalidade do carregamento e a fumaja nao per-
miltiam qoe se fizesse nso das bombas ; por tanto
Iratou-se de calaetar a escolillia, e remover o na-
vio do ancoradouro da descarga, onde, se achava
surto, e para isso largou o navio os ferros sobre
boias, e velejado o a reboque foi para o ancoradou-
ro da Gamboa.
Comconsenlimento do capitao tralou-se de abrir
rombos ao lumevTagua de bombordo para encher o
navio d'agua, e depois de extinelo o incendio des-
carrega-lo, salvando assim o carregamento que fos-
se possivet e o asco.
Comparecern) as lanchas do arsenal de marinha,
escaleres da diviso ingleza, e corveta franceza
Thitbe, e dos navios de guerra brasilciros surtos no
porto, e de varias embarcarnos mercantes, naciouaes
e eslrangeiras.
Todo o Irabalho foi dirigido em.pessoa pelo Sr.
capitao do porlo, e auxiliado pelas pessoas que lhe
sao subordinadas.
'lentatica de assassinato. Le se na Ordem,
folha de Campos, de 21 do passado :
o Consta qoe na noile de 17 para 18 do corren-
te prelenderam assassinar em sna propria casa e fa-
zenda, o Sr. Manocl da Costa Pereira, um dos nos-
sos abastados fazendeiros c substituto do subdelega-
do de polica da freguezia de Santo Antonio dos
(juarulhos.
Os assassinos. penetrando a casa do Sr. Costa,
qoe repousava tranquillo em seu leito, dcscarrega-
ram-lhe urna grande bordeada sobre a cabera com
que o feriram gravemente, dando-lbe em seguida
urna facada com que presumirn) haver-lhe arran-
cado a vida.
o Presume-se que os autores'desle crime sao pes-
soas sobre quem aquella senhor exercitasse algum
aclo de seu munus publico, po9 que nao lem ini-
migos ronhecidos no lugar, e anles lie bemquisto de
todos.
3
A tentativa de assassiualo era Campos.De
urna caria de Campos datada de 2 do prximo pas-
sado, e escripia por pessoa fidedigna, consta o se-
guinte sobre a tentativa de assassiualo de qne demos
noticia no Jornal de honlem:
Occorreu ultimadle um acontccimcnto la-
inentavel no Muriab, if1 casa do fazendeiro Manuel
da Cosa Pereira, a quem um seu pagem de quarlo
tentn matar durante a noile, dando-lbe urna pau-
lada na cabera junto a fonle e urna pequea facada
no ventre.
a Felizmente ncm a paulada nem a facada foram
moraos, e eile est sem perigo, Irataodo-se na ci-
dade, para onde veio em canoa. O escravo acha-se
preso.
Assassinato.O crioulo Pedro, escravo de D. Ra-
chel Ferreira da Kocba, moradora na ra do Sena-
do, assassinou honlem ao Sr. Manoel da Rocha Ser-
zedello, cimbado daquella senhora.
Parece qoe o assassinado, com o fim do obrigar
o astassino a confessar um crime de que era suspei-
to, quiz apertar-lhe os dedos com uns anginhos.
uando ia porm a por em pratica o seu intenlo,
puxou o escravo por urna faca o ferio-o mortal-
mente.
O assassino fof preso pela polica pouco* momen-
tos depois de perpetrado o crime.
7cnlalia de suicidio.Jos Antonio Pinlo,
aggredado no armazn da ra da Assembla n. 10
lenloa honlem snicidar-se.
Ignora-sc o motivo que o levava a pralicar esle
aclo de loucara.
Morlc Honlem, pelas 8 horas da noile, pou-
co mais ou menos, no largo do Paco, junio ao hotel
de France, Iravnu-sc de razes o pedestre de nome
Ralo com um marinheiroda fragata ingleza Indefa-
tigable, que, seguudo consta, eslava embriagado.
Sem commenlirmos esle incidente, limilamo-nos a
noticiar que o pedestre Balo servira-se da espada e
com ella alravessar o infeliz marinheiro, que pou-
cns momenjos depois expirou no hotel de France,
onde fura recolhido, e dahi remetlido para a santa
.Ambas as naccs lucrara cora um tal accordo,
porque? filsilicarlo de moeda henm dos crimes
mais graves que por sois ell'cilos perniciosos ese-
raes prrjudicain em commum a fortuna publica e
privnda dos dous Estados.
Ecomo pelo art. ida convenci se nao tira o
dircilo a itenhum dos dous paizes de alterar as suaa
disposicnes penses era relarlo is estipularnos assen-
ladas, quando no futuro o julguc conveniente,fican-
da entendido que os crimes a que se refere o accor-
do sero punidos em cada um dos dous paizes segun-
do as regras ecom as penalidades que entao se acha-
ren) decretadas, tratando-se assim smenle de equi-
parar e sujeitar mesma penalidade a falsificarlo de
moeda brasilcira e porlugueza, nao hesilam um rao-
nenln as commisses reunidas de diplomacia e,jus-
lica criminal em approvarem a parle Ma convenci
qne perlencc ao corpo legislativo.
o E ueste sentido lem a honra de propr i cma-
ra dos Srs. deputados o seguinte projeclo de lei :
A assembla geral legislativa decreta : .
o Art. 1. He approvada a convcnrlo celebrada
enlre o governo do Brasil e o governo de Portugal
em data de 12 de Janeiro de 1853, acanta da repres-
sao e punieao do crime de moeda falsa, na parle que
he da altrbuicao da assembla geral legislativa do
imperio.
Art. 2. Ficara derogadas quaesquer disposiroes
em contrario.
Paco da cmara dos deputados, em G de junho
de 1855.Pereira da Simo___Jacinlho de Mendon-
t*F. X. Paet Brrelo.L. .1. Barbosa.B. A.
de Maqalhiet Taques.J. A. de Magalkaes Cas-
tro, a
II -
Leu-se honlem na cmara dos dos deputados o se-
gurle parecer das commisses reunidas de diploma,
cia Justina sobre a convenci celebrada entre os
governos do Brasil e de Portugal, para reprimirem
respectivamente o crime de moeda falsa :.
c A's commisses reunidas de diplomacia e Jus-
tina criminal foi remedida a convenci celebrada
em Lisboa em 12 de Janeiro ultimo, entre o governo
do Brasil e o governo de Portugal, para o fim de se
prevenir e reprimir respectivamente o crima de fal-
sificaran de moeda, tanto metlica como fiduciaria,
com curso legal em ambos os paizes.
o As raliflearoes dever.lo ser trocadas dspois que
os respectivos poderes legislativos approvarem a par-
te que he da sua attribuieio privativa.
a Esta parle he,i appficarlo da penalidade de suas
lcis criminaes falsificara da moeda do paiz com
cojo governo se conlratou, eqniparando as penas
dos falsificadores da moeda brasilcira e da moeda
porlugueza, segundo a legislarlo Je cada urna das
duas narus.
< O corpo legislativo porluguez, examinando a
meucionada convenr.lo, j lhe deu o seu assentimen-
to, approvando-um projeclo do lei pela qual se ap-
plica as disposiroes penacs dos arls. 206, 20", 208,
209, 210, 211 e 215 da secrao 1.do cap. 6" do Cod.
Crim. portuguez, promulgado por decreto de 10 de
dezembro de 18.V2, aos individuos que em Portugal
' em seus dominios falsificaren) moeda melallica
com curso legal no Brasil, papel-moeda, notas do
banco, buhles do Ibesouro, ou quaesquer oulros t-
tulos aulor\sados por lei brasileira, c bem assim aos
introductores c pass.vlores desses titulas e moeda
falsificados.
Compele ao corpo legislativo Brasileiro decla-
rar se approva a parte da convencilo pela qual reci-
procrosme su applicam as regras e penalidad); csla-
beleridas no cdigo criminal brasileiro, til. 6, cap.
2, arls. 171, 171, 173 e 170, ampliados pela lei de 3
de outubro de 1833, aos individuos que em territo-
rio do Brasil falsificaron moeda melallica com
curso legal em Porlugal, papel moeda, notas do ban-
co, bilheles do Ibesouro ou quaesquer oulros ltalos
aulorisados por lei porlugueza, c bon asaba aos in-
troductores e passa'dores desses ltalos e moeda falsi-
ficados.
ce liem examinada a (lila convenci, he ella para
5 s commis5t.es reunidas de diplomacia c juslira. cri-
S. PEDRO DO SDX.
Cidade do Rio Urande do Sul, 25 de maio.
Como lhe havia asseaurado na roinha ultima car-
la, tambem foi absolvido no segando processo a qne
respondeu o capiao William, da barca americana
Outerman, qne segu neste vapor para cssa corte
com deslinn aos fcsindos-toldos, o que segundo o
que por aqui se diz, vai intentar varias reclama-
Cues.
O ensaio de urna colonia irlandeza, fundada
com o titulo "Jo a Pedro II por ama associarao
organisada na cidade de Pellas, foi tao mal succe-
dido que acabou por ser abandonada a colonia por
grande parlo dos colonos, que se reliram nesla pe-
ra-i.io no lirigue nacional I'i o-idewia, para estar
belecerem-se em Aonlevidco, fundindo-se o resto na
massa da popularao. I.ogo que se tralou de esco-
llier urna localidado azada para a fundaran da co-
lonia de Pedro Une que se soube que um dos so-
cios visando vender por hom prero porrn de Ierras
qoe possula, coja eslerilidade as faiia couservar in-
cullas para lodo o genero de industria, empenhava-
se para que ah fossea Colonia assentada ; nao bou-
ve quem, .conbecendo todas estas circunstancias,
deixaso de classificar esta conccpjao como misera-
vel, ato que, sendo dislo prevenido o cnsul de S-
M. Bm entao o Sr. Morgan, foi este ao lugar, c,
apezai de notara incongruencia do terreno, laes fo-
ram os geitos com que foi recebido que S. S. veio
a concordar no contrato, de onde parliram lodos os
prrjui/ns dos associados e eiliurrao da aolonia, e, o
que he maiso descrdito ou preconceilos dcsa-
voraveis que de urna empreza de tal ordem mallo-
grada si'iem reproduzirem-se para destruir toda a
esperanca de no futuro intentar-se a rcalisarao de
outras idnticas emprezas.
Se noucos foram nesles ullimns lempos os s-
sassinalos commetlidos, nao deixam de ferir o cora-
cao e encher de horror alguns, entre os quaes se
conlam o de um irmao do r. Amaro Jos d'Avila
da Silveira, qne seguindo de Pelotas para Jaguarao
foi brbaramente apunbalado por um seu escravo,
que o acompanbava, para roubar-lbe um cinto em
que levava cenloe lanas onras, com as quaes eva-
dio-sc para o Estado-Oriental.
O presidente d provincia acaba de mandar en-
tregar a barca de escavarao associac,ao commercial
desla praca, visto que, segundo representara o ca-
pifio do Porlo, que se achava encarregado de man-
dar profundar o ancoradoujo da descarga jdnlo i
ponte da alfandega, nao era possivcl continuar este
serviro naeslacao invernosa, e lambem porque a es-
tacada que so conslruio cm frente ao litoral da capi-
tana do porto era insuflicicnle para receber o re-
hilado da escavano. Reala agora que em lempo
opportuno se nao deixe de promover este melhora-
mcnlo do porto, que Ijnlo interessa ao commercio
como s rendas publicas pela facilidadedas des-
cargas.
O nosso Ihcalro Sele de Selembro depois que foi
honrado com a assistencia do distinelo arlisla Jo3o
Caelano, fechou-se inleiramenlc is represenlacocs
dramticas, e jmenle urna ou oulra vez tem sido
aherto, ja para ouvirmosa artista madama Brillani,
queja seguio para essa corle, ja para apreciarmos a
companhia gymnaslica, que boje aqui entretcm a
mocidade. Por llarmos da eompanbia gvmnsli-
ca, vamos apreseular-lhe o reverso do qaidro Iraca-
do pelo interessanle autor da Semana do Jornal do
Commercio. Disse esse hbil cscriplor, na censa-
ra quejdiciosamenle desenvolven em um dos seus
csrriploi :
Domingo passado houve fosla e Te Deum na
igrejade S. Francisco de Paula ; mas, cousa celebre!
o que mais preoecupou o concurso dos fiis durante
a sagrada feslividade nao foi o aliar, nem o pulpito,'
foi coro !.... Nao podia ser por menos : um ceg,
que allrabido pela msica entrabe em a nave do
lemplo c ninguem lhe dissesse que ello tarta pene-
irado na casa de Daos, julcar-sc-hia certamento na
plala do lyrico-provisorio. Nao erara s as gar-
gantas do nosso charo tbcalro que se ouvia gorgear
na lesta, cram lambem as msicas de esculhidas ope-
ras italianas qne se esculavam.
Islo assim aconlccia na igreja de S. Francisco de"
Paula; vejamos agora como proceda a com-
panhia gimnstica em o son thealro. Depois de
dansar o joven Baplista e o palharo na corda tesa.c
execulados os jogos egypcianos, aprcsenlaram os
quadros plsticos demonstrando ao vivo alguns Tac-
tos da historia sagrada, assim como os assos da
morte c paixao de Nosso Senhor Jess Cbristo. Ver-
dade beque o publicoencarou como um acto irre-
ligioso semelhanlelcmbranca, e foram tantas as pa-
teadas c Uo formal a reprovacao que inslantanea-
mcnle apparereu a confusio c a desurden), al que o
pauno foi arreiado. Agora? diremos nos que nao
somos desses fanticos ou falsos jesutas, mas si i
calholico morigerado. Se nm dos fiis da nossa sa
ia regiio enlrasse nessa occasiao na plala, ainda
que livesse muilo boa visto, nao se julgaria autos es-
tar na igreja do que no Ihcalro ".'...... Ora, meo
amigo, passam-se scenas nesle nosso paiz, que bem
nos podern apresenlar aos olbos do eslrangeiro como
um povo sebismalico, sem f, nem lei. Assim co-
mo dos abusos da liberdade civil c poltica surge a
anarchia, ou a dissolugao dos vnculos da ordem
social, assim, da liberdade dos cultos, os abasos nos
podem levar i liberlinagem.como se vai observan-
do que a pretexto de iunovarftcs e dislracrcs inno-
cenles confunde-sc o sagrado com o profano, e por
ah comerando chegaremos a irreligiao com (oda a
sua cohorte de heresias c bUsphemias, o entaoai
da nossa sociedade... Nao sci se eslou dizendo par-
voiecs ; o que sei he que eslou dizendo o que siuto
e o que vejo.
A desastrosa criso porque eslao passando os
rommercianlcs e cbarqueadores, nao sera por sem
duvida menos faitesla do que as que-se lem passado
em ovlvas quadras ; lem causado um eslremerimen-
to geral no commercio da provincia. Calculam-se os
prejuizs desla safra no valor de mais de 300:0000.
O mso lempo, as chavas continuadas dos mezes de
fevereiro o marro, devem ter concorrillo para que
alfami carrogamonlos ahi rhesassem cm mo estado
assim como o proc > fabuloso a que ebegou o gado
em p nao podia deixar de provocar osla crise.
Conservar esle precn ser impossivcl, pois que o
fa/endeiro, ou senhor de engolillo, ver-se-ha obri-
gado a recorrer ao alimenlo de cereaes para a es-
cravalura, ea popnlaeo menos abastada procura-
ra o inesmo recurso ; enlrelanlo, consta-nos que os
criadores persisten) cm vender o gado pelo alio pre-
cn a que] chegou. Algunias tropas compradas a 17
ca ISpalaccs tem ja vollado para as invernada'
e poucas san as charqueadas que Irabalham.
Devenios a um amigo minuciosas informarnos
acerca dos Irabalbos da comipissfio delimites enlrc
minsJ de importancia c de ulilidade publica ; dirSo o imperio c o Esiado Oriental .antes, porem, de as
relatamos diremos que mal nrormaram ao Jornal
do Commercio 'quando Meram. como causas da reli-
rada do barao de Cacap'ava, pvesidenlc da dita com-
missao, as qucstcs da linba do Acgu, pois que
ja ahi todos devem saber queTlla leve por fim en-
contrar com vida sua esposa, do quem ebegoo ainda
a receber o ultimo adeos.
mesmo as commissfies sera o menor receio de serem
i'oulradictadas, que era geralmenle sentida no Bra-
sil a necessidade de ebegarmos a um accordo com a
naeao porlugueza para o lira de se punir o crime de
falsificarao de nossa moeda, que desgraradamentee
.por vezes se (em praticado em dominios de S. M.
Fidelissima.
Em devido lempa fui informado o commissario da
demarraran de limites, por parle do governo da Re-
publica Oriental do Uruguay, da opiniao evpresa
do baria de Cacapava de que a linba divisoria do
Acegna devia ser pela Canhada dos Burros co-
mo aquella que inelhor satisfazla as coodic,0es do
tralaiin quando diz : que a linha devia partir pelo
galbo mais do Sul do Rio Jaguarao, qoe lem a sua
origem nos serros e valles do Acegua sendo que
nao ha nenhum arroio que possa ser comprehendido
na lelra do mesmo tratado.
Para ambos os Estados que se demarcara, a fron-
leira mais vizinha hp essa, por ser mais segura e po-
liciavcl ; enlrelanlo o Sr. Reys tendo em seu po-
der a opiniao do liaran do Cacapava acerca da ques-
13o, em vez de apresenlar com igual franqueza a
esle seu pensamento a respeito, dirigio-se, como
acrcdilamos, ao seu governo.
Alcm deslas diflicoldades, que tem entorpecido
a marcha deslas negociaees, acaba ltimamente de
occorrer urna nova duvida na escolha do verdadei-
ro galbo do arroio S. Laiz que deve ser a divisa
alm do Kio Negro, sobre a qual n.lo nos consta ha-
ver por ora urna opiniao qualquer, por isso que nao
sendo possivel ao barao de Cacapava dar o seu pa-
recer em consequenca de sua ausencia, sabemos l-
menle luvcr ordenado ao 1. lenle da armada Jos
da Cosa Aievedo, que e-ludan lo a queslao lhe in-
formasse circumslanciadcmenle acerca desaa linba
e que igual informarao dsse ao commissario orien-
tal, o Sr. Reys.
Consta-nos nicamente que este inlelligenle e in-
cansavel oflicial, a quem o Sr. barao de l". ir.ipava
dcixara como ebefe interino da coraminas), expende-
r seu pensar sobre a linba divisoria do S. I.uiz,
sendo esla opiniao a que prevalecera para a com-
missao brasileira, e se elle commissario oriental ac-
cedesse a ella all fcav filada a fronteira.
Com elTeito a commissao brasileira concluio os
seus Irabalbos era 17 de marco as cabeceiras do di-
to arroio S. I.uiz al a Cnxillia de Sania Auna. Ate
boje nilo consta que o Sr. Reys tenha respondido a
nenhuma deslas duas propostas sobre o Acegu, e
S. I.uiz, provavelmente porque o Sr. Reys enlende
que s deve dar seu parecer ao seu governo, para
com.deciso delle apreseula-lo a nossa commissao.
He de indar que, nao obstante os embaracos occa-
sionados pelas inexaclidocs dos pontos marcados pelo
tratado, os Irabalbos da commissao lem lido urna ac-
lividadc que faz honra aos mcmhrns della, c nem
ser islo para admirar sabendo-sc que foram elles
confiados ao distincto rnarecli.il do exercito barao de
Cacapava c a briosa mocidade que o acompanba.
Conlinuarani os Iraballios pela linba da Coxilba de
Sania Auna, lirando-se todos jos arroios e acciden-
tes dos terrenos notaveis ; e a 18 de abril chegaram
rile- freguezia de Sania Anna do l.ivramento.
Igualmente nos consta que a commissao lem levan-
tado a caria desde a barra desla provincia al ao sul
do Chin cao oeste de Santa Aunado l.ivramento,
comprebendendo i graos na meridiana e 3 graos e
50 minutos no cquador ; evlenro sem duvida bem
consideravcl.
A maior parle, ou quasi todos os empregadosda
commissao acbam-se nesla cidade oceupados a tirar
a limpoos Irabalbos do calculo e desenhos.
A elevada posirao da fronteira de Santa Anna do
Livramculo sendo extraordinaria cima do nivel do
maroccasiona all urna baixa na temperatura, c as-
sim, o invern be la mais forte c mais cedo, c os Ira-
balbos nao pediara progre lir na pratica do terreno,
porque he a estaban impropria para se viver cm bar-
racas de panno em campo aberlo, e para os traba-
Ihns de clculos c desenhos.
lie pela primeira vez que se faz no paiz o traba-
11 io de levanlar-se urna lao grande cxlcnsaodc terre-
nos com a mxima exaclidao que exige a sciencia ;
e de cerlo se eslao creando elementos iudispensaveis
para que no futuro, quando o nosso governo com-
prebender que he da primeira necessidade conhecer
se o paiz palmo a palmo para a sua boa administra-
ran, cnconlre olliciaes *que possam servir na di-
recrao desles Irabalbos importantes ao desenvolvi-
mento immediato das Turras malcraos do imperio.
Concluindo esle paragrapbo, ser bom q*ue lhe in-
forme que pouco be oservico que resta para a con-
clusao da fixarao dos nossos limites por este lado da
provincia, pois que se limita da Coxilha de Sania
Auna ate o arroio da Invernada, cdesle aoOu.iraiu,
seguindo pnr este abaixo al o Uroguay, termo fi-
nal de nossa fronteira com a Repblica Oriental.
30
Anle-hontem foram passados os presos da horri-
vel espelunca, que para mais alTronta ao brio desle
bom povo, era situada no centro da principal e mais
concorrida ra desla cidade, em frciile mesmo ao
desembarque da capitana do porlo, junto alfan-
dega, onde S. M. Sr. D. Pedro II aqui desembar-
cou, quando com sua vista tanto bonrou esla provin-
cia. Existen) boje em urna ca Icia civil, decente e
esparosa. llavera pouco mais de dous mezes que
igual mclhoramento receberam os presos civis da
cepital. Ao hbil administrador da provincia o
Sr. Cansanrao de Sinimbii se deve lao sensiveis-me-
Ihoramenlos. que lia muilo reelamava a execur.lo
pratica de um artigo constitucional, a nossa civilisa-
c.3o e moralidadc.
Se foramos competente para representar ao go-
verno contra a pratica abusiva de chamar-se para o
serviro de destacamento a suarda nacional em lem-
po de paz, nao hesitaramos por um momento de o
fazer al que com sobrada razo oblivessemos que
quanlo aniel fosse dispensado do servir > da guarni-
pjk) o minguado bolalbao de guardas naconaes des-
la cidade. Depois que a novissima lei dispensou
aos caixeiros dos negocianles malricnladns, n'uma
ciiladc puramcnlc commercial como he esla, foi re-
du/.iilo o balalbao s a mcia dn/ia de empregadns
pblicos, alguns jornaleiros pobres ofliciaes de ofli-
cio, e a um ou oulro soldado de linba rebaixado.
He duro, toca al ao desespero que estes individuos,
dignos de melhor sorte, sejain vejados cora esle ser-
viro cm lempo de paz.
Por mais que o digno enraman lauto1 se lenba em-
penbado, ja prevalecendo-se das consideraces pes-
soacs de que goza, por ser geralmenle eslimado, ja
laucando mao dos meios coercitivos, nao lem sido
possivel levar a forma mais de 70 a 80 guardas, a
cxccpcjloda infinidade de ofliciaes que conta esle
chamado 3o balalbao de infantaria de guardas na-
ciouaes.
Eslou informado de que os delegados de polica
desla cidade. da de Pololas e o da capital, lera diri-
gido ao Sr. Sinimb seus requeriinentosde dcmisso
anles que S. Exc. deixe a administraran da provin-
cia. C.oii-la-me que algumas cmaras municipacs
v3o pedir ao Sr. Sinimb que nao deixe por ora a
presidencia, quando seja facultativa a ordem do go-
verno geral que lhe concede a licenca pedida para
ir lomar assonto na cmara de que he inombro, at
que suas rcprcscntacoes ebeguein corle, solicitan-
do a conlinuaro do sua adminislrarAo. l'iiinlrarn-
(e, sabemos que seus numerosos affeiroados e ami-
gos, quereudo dar um, publico teslcmunho de reco-
nhcciinento pelos beneficios que lem feiloa provin-
cia, pretenden! depois de sua retirada promover
aequisieau de um presente digno dos olironles
e do mais hbil e dedicado administrador que temos
tido.
Cunsla que o primeiro escripturario da alf.mdega
de Porto-Alegre renuncia o lugar de escrivao da des-
la cidade para que fora ltimamente Horneado. Se
S. Exc. oSr. ministro da fazenda, atteodendo aos
motivo i .lo renuncia, delnssa ao .Caelano Xavier Pe-
reira de llrilo no mesmo emprego que servia em
Porlo-.VIegic, e nomeasse para escrivo da alian le-
ga de-la cidade ao feilor della Antonio Jos (iones
Porlo- llegre, lenho que faria um aclo de juslira,
dando accesso a um dos mais antigos empregados que
ten) a alfandega, e cuja probidade e iutelligouria ja
como feilor, ja como escripturario, fui devidamenle
apreciada nclo3Sr. Rapbael Archanjo Gahrio quan-
do inspector da Ibosouraria, c pelo Sr. Sampaio \*i-
anna quando om commissan inspercionou estas al-
landegas. Sirva ao menos ao erapresado probidoso
Q de talento .le Imitivo c anmarHo a idea de que nao
be esquecido c desallcndido pelo governo, ja qne se
acbam lao mal pagos.
Anle-hontem 8 aqu cbegr.u o Sr. barao de Qua-
raim. que segu nesle vapor para lomar asscnlo no
senado'. S. Exc. leve um rccebimcnlo na capital
cxploidido, e cus amigos dorara-lhe um baile que
Toi muilo tonrorri lo.
(Carla particular.)
S. PAULO.
4 de junho.
Nao sei que Taria, por eses mares o veloz Para-
hybuna, caja mala abro-se aqui boje, e j se an-
nuncia que se Techa daqui a poneos momentos!...
Nao obsi.inie dispor de meia hora para Tazer esta,
revendo os apontamenlos que lenho a visla, dir-lhe-
liei aUuraa cousa cm alistarlo a redacrao do seu
Jornal, a quem son deve lor de muilo, e u quem, a o
menos, quero garantir puntual i late, que be cousa
cora que nao se pode, na actualidade, contar era de-
masa.
Reina paz e concordia nesla provincia; nenhuma
participarlo desagradavel nos ebegou pelas malas in-
ternas.
At os aconleclmcnlos da Cantareira, qae aqui
andram anulando a genle, deappareccram ao lo-
do. O Sr.Saraiva as vesperas de sai partida havia
dado as providencias que o caso pedia, e o Sr. Fer-
nando da Fonseca, por seu turno, tirou-nos todo o
receio de viajar par aquellos contornos.
Nao consta que mascarado algum se tenha ultima-
mente mostrado aos viandantes/ Ocaso ia-sc tornan-
de/ero; parece qae cada cavallero industrioso, ar-
receando-se da polica, que, apezar de nao ler solda-
dos, di conta da mao, foi cuidando de depor a mas-
ara, lomar a sua propria, e desamparar aquellas
Instaurado o processo pela autoridade criminal
do lugar ; islo he, pelo mesmo que se diz prolector
do Curumba, de quem ja be fiador por outro crime
semelhante anleriormenle commeltido, foi final-
mente justificado o crime a titulo de urna resisten-
ca imaginaria da parle do velho Sanl'Anna 1 !
Ora, semclhanle proccdiracnlo sobre ser atienta-
torio da moralhlade publica, da seguranri indivi-
dual, que 13o escrupulosamente deve ser observada
e mantilla pelas autoridades; e de lodos os princi-
pios dejuslica, foi urna iifrarrao absurda do de-
creto n. 562 de 2 de julhn de 1830, e regulamenlo
de 9 de outubro do mesmo anno, quecommetlcm
o conhcciinenlo dos crimes de rcsislencia aosjuucs
municipal c de dircilo ; e Toi finalmente una trai-
dk) ao programma govermativo do Exm. S^r. presi-
dente da provincia, como logo passarei a mostrar.
Feli/.menlc, lenho para mim, c o publico lodo
lem o direilo de esperar', que quando esse procesa
chegar ao conhecmento do actual Sr. Dr. jui/ de
direto, o que necessariamcule succedera na proxi-
paisageus romnticas, que inspirara, segundo elles, ma correicao, ha de elle punir severamente urna
o communismo.
J nao se Talla do acontecimenlo acadmico
bavido no sabio do i. anuo.
I'ciinio-se a congregaran, ii i forma do regulamen-
lo,*e parece que sentencin o esludante em um da
de prisao. Olbe que nao Toi na cadeia publica,sm
em urna das salas acadmicas. Foi urna prisao sci-
entilica, em bomenagem lei, e ratificara i do privi-
legio escolstico, de que tantas saudades mis todos
temos.
Corre que na Treguczia da Penba, aqui per-
to, Toi encontrada urna pobre mulher que morreo
frita.
As boas linguas dizem que a infeliz soffria gola, e
cahira sobre as brazas; as mas fazera o caso mais po-
licial : affirmam que o marido eslava cansado de
ser casado.
Comoquer qucfnr, as cousas eslao sendo averi-
guadas; o promotor da capital com alias se amol,
que para isso ganba quasi tanto como um bom ama-
nuense de secretaria... 8OO5.
Se eu nao f.isse lito amigo, como sabe, deate func-
ionario, sustentara com boas razes que he indecl-
navel o augmento de ordenado daqui pedido, com
informarao du presidente, que nao he homem sus-
pelo ; e concluira pedindo que se tirasse o Pan de
.iHitcar de sobre esse requerimento.
OSr. presidente do conscllio juslificou, no parla-
mento, a elevaro dos veneimeutos dos lenles, ti-
rando razes do esiado de nossas ciusas, do nosso
elevado mercado na capital. Ora, nao lie nenhuma
asneira dizer-se que 11,10 he s os lenles que ton
barriga.
Ora, cis-abi o que he nao biver materia metti-
me nesla ques(ao, em que po-o ser tachado de sus-
peito, porque fallo em favor de um amigo. Pois n.o
fallarei mais nisto cm dias de miaba vida, limitan-
do-me a pedir, logo que puder, ao Sr. Saraiva que
informe ao Sr. Nabuco cuino sao por aqni estas omi-
sas. E, domis, sobro o seu Jornal no porfo pedra
em cima.
Mil vezes este bom povo lhe agradece a parle
activa que a sua Gazctilba tem tomado propugnando
pelo melhoramenlo de nosso corrcio. O seo Jor.tal
he milagroso, ha de fazer alguma coma, e a provin-
cia lhe agradecer de corarao todas as vezes que os
seus negocios forem advogados no primeiro Jornal
brasileiro. He mesmo preciso acabar cora a rolina
de que folha do Ro s cura dos negocio. do Rio. O
seu Jornal sera aindamis papular so continuara
fazer esla brlhanle excepr.lo.
Vejo que o Sr. Cerquoira vai enfianlo. Nao tem
razo; e para fazer as pazes com S. S. sou at capaz
dedizorquea mala do Santos rulo pode alrav;sar
a vereda cm 10 horas; que o caminho nao be super-
ficie*plana; a final, que nao ha burlas na queslao.
Pirnilcl me peccali.
Nio concluirei este tpico sem dizer-lbe qae passo
aqui procuracan com poderes esperiaes ao Sr. con-
selheiro Josino, que he bomcm que sosia de fallar
verdade, para qae v ao escriptorio do Jornal do
Commercio firmar com juramento, qua houve tem io
em S. Paulo em que em a's-; horas se fazia este tia-
jao. Islo para n.lo incommodar o Sr. Nabuco, que
podia corlar a queslao com muilo successo. Sem du-
vida, poda.
Vou concluir esla, doclarando-lhe que nada
mais se conlem por eslas alturas.
Teve honlem logar a festa do Divino lispirito
Santo em Santa Ipbigenia, com a pompa do uso.
Muila fogueira, muila furaaca, muito povo de toda
a elasse que vai levar pao c lenba ao imperador, que
no oulro dia rclrbue com um laulo festim, onde
cada devoto come como um devolo do Divino, e por
lencao delle.
Vai-se iniciar umuovo mclhoramento na capi-
tal, grajas ao Sr. Saraiva, assembla, e a mim
lambem; sim, senhor, a mim lambem, porque bas-
lanle grilei pelo amor dos calos da popularao pau-
lislana.
Fallo do calramenlo, que vai comecar peln ra
Direita.
O Sr. Saraiva mandn am bom engenbeiro
corle, o major Monlciro, com o fim de esludar o
melhor sysleina de calramenlo, para ser aqui appli-
ca do.
Assen(ou-se no Ma---Adam c o Sr. vice-prcsidenle
Almeida acabada contrapar a obra com o empieza
lal infracrao. c, ao mesmo lempo, usurparlo de seus
direilos; usurpac.lo, digo, porque se bouvesse a
fallada rcsislencia, a elle cumpria julga-la, na for-
ma do decreto e regnlamento citados, e nao ao sub-
delegado supplcnle de Alagoa-Secca. Mas o que .'
Quem havera que ignore nao ler havido semelban-
le resistencia 7 Quem llavera que ignore que J0.I0
Lu; Curumba, como criminoso e reo de polica,
que he, nao podia ser encarregado de ordens poli-
ciaes, e menos fazer parte de urna ronda, nao pas-
sando ludo isso de urna evasiva miseravcl, para sob-
tranir-se o criminoso a accSo da lei 1 Ninguem...
Mas fique o velho Sanl'Auua cerlo de que, mao
grado essa autoridade desleal, mais cedo ou mais lar-
de, ha de cumprir-se o pensamento do poeta !y-
rico :
o Raro anlectdenlem scelettum
o Deseruit pede pirna ciando.
O que cm trucos mais miudos qunr dizer pouco mais
ou menos : raras vezes o malvado fica sem o casti-
go merecido.
Ainda bem que esse honrado velho, tendo reque-
rido um exame de sanidade ao cabo de 30 dias de-
pois que fura espancado, ora prosegue nos tenues
de urna queixa intentada com grande sacrificio, he
verdade, contra o seu brbaro aggressor, c, segundo
as provas tcstemunhaes aprescnladas. lera lodo o
direilo de esperar que n.lo sejara baldados os seus
esforcos.
Disse mais cima, que o proccdimeio do subde-
legado supplenle de Alagoa-Secca iruporlava urna
lriiir.ii> ao programma governalivo do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, vamos agora ver se Uve ou
nao razao fle o dizer.
Todos -abeni da solicito lo que lem merecido a S.
Exc. esse ramo do serviro publico, quero dizer a
seguran.;.! individual ; lodos saliera quanlo lem si-
do elle iucansavcl em recommendar s suas autori-
dades a restricta observancia das leis repressivas do
crime ; pois bem : deslisar-se qualquer dessas auto-
ridades da senda que lhe be tracada pelas leis, e
apona-la pela primeira autoridade da provincia,
nao importara urna traicao '.' Parece que ninguem o
contestar.
He por nina dessas, que as vivos apparecem cs-
criptores, cujas musirs bem analysadas nada me-
nos significara do que urna censura, ao menos indi-
recta, administrarlo provincial: ainda, ha pouco,
vimos um, que so denomina oIris,tracar elogios,
alias bem merecidos, ao Exm. Sr. Pacs Barre lo
o pela gloriosa larefa a que se solopoz, de profligar
o canibalismo na provincia da Parahiba, { Diario
de 4 de abril prximo passado.)
Ora. quando aquello cscriplor elogia assim ao
presidente de urna provincia eslranha, por perseguir
o crime, deixando ao mesmo lempo antever, que te-
mos necessidade de segranos individual; por quan-
lo, segundo elle 11 o sicario a ca la passo faz urna
victima as estradas, ponles, rios e al no cenlro
das capitaos, c mas mais publicas, de dia o, n3o fi-
ca claro que o pensamento que o dominou foi pro-
vocar urna comparaclo cnlre as duas presidencias,
a qual, conforme os dados por elle apresenlados,
n.lo ser v 111 la Lusa i dcste provincia ? Parece que
sim.
Mas, felizmente ludo isso n.lo passa de urna at-
sercjlo vaga, ba-eada na mancira por que cada m
costuma encarar as comas : cu c eslou persuadido
de que o actual administrador da provincia muito
tem feilo pela tranquillidade publica e segur.inca
individual, ebegando pur isso a merecer que delle
se faca menclo honrosa enlre o eslrangeiro ;commu-
nicado no Diario de 3 de maio ultimo', e se acaso
os sens esforcos nao lem sido semprc coroados de
liona successos, ser isso pela deslealdadc de algu"
ma autoridade, como a de que me lenho oceupado,
011 por alguma oulra causa virtual, que nao lem po-
pulo remover, mas que por ventura estar reserva-
do ao collcga remove-la, quando for presidente, o
que espero ; pois que precisando o governo ceir)
de homens da tempera do Exm. Sr. Pacs Brrelo,
c prometiendo o collega loma-lo por modelo o ex
loto peclore, et eum totisviribus nao dcixara o
mesmo governo de fazer to boa acquisirio.
Queir.i perdoar-me esla pequea digressao, e va-
mos adianto,
Aos dias passados um reo de polica, que mora
no dislrlcto de Alagoa-Secca. conhecido pelo nome
quem fallam as qualidades para exercer semelhanle
cargo, quanto mais admira mesmo que o Sr. Dr.
ebefe de polica conserve semelhante homem na
subdelegara daquella freguezia, digna de inelhor
rio Marcelino Gcrard, que a vai encelar nestes 30 \ de Fidelis da Cruz, surrou brbaramente a um me-
dias. Es(e emprezario, dizem (odos, he um seguro nio, lilbo do velho Antonio Barbosa de Vascon-
gai ante da perhVro da obra, como se pode ver de j cellos, por motivo de ter este tapado um caminho
Iodos os seus contratos; e, pois, podemos, final- que condii/.ia por detraz de sua casa,
mente, dizer que va-so.ler calcamenlo sem baver
pernas quebradas, como era de suppor.
Os abclhudos que sempre so ingerem neslas cuu-
Na forma do cosame, ojaiz de paz dn lugar pro-
cedeu a' vesloria us forimentos do menino ; mas o
velho Barbosa rcreando-sc de que o crime n3o fosse
sas reprovam o syslema. Mas a esles eu mando'justifica lo, como foi o do Curumba, veio dar sna
sorle.
Juslira.
Chegou finalmente o Dr.joiz municipal effectivo
eja e ada em exercicio, o Sr. Dr. Tbeodoro he
bem conhecido por aua intelligencia, lio.ir.ilcz, e
orcumspecc.io, e uo curio espaco de lempo que lem
exercido oseu emprego nata termo lem sempre mos-
trado muila independencia e inlcireza em lodas as
suas dccises ; sera querer oflender aos mais que tem
exerc.do aqui o lugar de jui, municipal, nota
segurar que o Sr. I)r. Theodoru he um des que lem
melhor sabido conservar a dignidade de magistrado,
par das maneiras aflatis ejoviaes. Foi por cerlo i
W fundamento c injuslo o qne disse o collega de
serinnaem a respeito desle magistrado, cslnu bem
convenriilo. que lodos que lixerem conhecimen.o d
*r. Ilr. Iheodoro, dirao o mesmo, ou mais do que
acabo de escrever; ponca rolarlo (enbo com esle
moco, mas nao posso ucixar dc ror.,|le jus(ri
segura,,,,, i;,di,ii.a e tranguilUdade publica
Ouaodo ma comarca se acha prvida 'de magis-
trados circumspectos como os do Rio Formse m.-
gislrados cumpridores da lei, ,: /.e|u.s ,|us Mus nc_
veres, ludo vai bem e maravilboaamente, porque os
assassinosc malfeiloreslendo rerloza da punido de
seus crimes, afugenUm-ae, 011 procuram co'rrigir-
se, afim de livrarem-se da acrao da juslira. he pU,
o que se lem dado Acata' cid.ulc de oito'mrzes para
c. Rio Formoso j nao he o mesmo de 53 e 51
e devemos esle espanloso mclhoramento ao zeloin-'
cansavel do Em. Sr. presidente, e do Dr. ebefe de
polica em primeiro lugar, e em seguudo aos mais '
empregados de juslira desla comarca.
Salubridade publica.
Tem apparecido alguns casos de Cabra, e dalla
cousta-me havercmsucrumhido algumas pessoas,mas
mo vai em augmento, anles retrograda. As bexigas
depois de assolarcm esla cidade desappareccram,
praza nos cos que c nao vollcm mais nunca. Fal-
leceu no dia 6 do correte o lenle coronel Hen-
rique Wanderley, meinbro forte e fiel do partido
actualmente no governo, e por isso, para elle a sua
falla deve ser bem sensivel. Consta-meque o viga-
rio, que era inimigo do fallecido, pralicnra algumas
grosserias na occasiao do deposito do corpo na igre-
ja de N. S. do Rosario; se assim'foi, be merecedor
de severa censura semelhanle proccdimenlo, nao re-
alo e nem allirmn esle fado, porque nao o vi, mas
procurare! indagar com escrupulosa alinelo para
referir-lhc na seguinte missiva. Tem apparecido
muitos pretndanles ao lugar qae na guarda nacio-
nal oceupava o fallecido, enlre elles fallase em um
lal Jos Manoel ,dc Duas Boceas : mas, duvido que
o governo se lembre de semelhanle homem para lao
uobre logar, o qual s deve ser confiado a pessoas
amigas do governo.
Serinliacm.
Nada tenbo sabido desla villa qae mereca a penas
mencioaar-lhc.
I illa de Barreims.
Continua cm um estado miseravcl quanto intri-
gas, o delegado que para all *foi lem sourido algu-
ma opposico, a razao n.lo sei, no/icnho retarlo
enm esle mojo, e nenhuma pessoa daquellc lugar
que possa informar-mc circumslanciadamenle o
motivo de tal opposirao, apenas ouco dizer que
quando o delegado para all [ora ja linba suas 111-
diposires com algumas pessoas nolaveis do lugar,
e que oslas foram crescendo e augmentando cada vez
mais, entretanto do que for sabendo lhe parlici-
parei.
D'Agua Prela tambem de nada ("iilio sabido, s-
mente infurniain-ine que os habitantes daquella vil-
la eslavam desgostosos pnr n.lo ter tido solurlo nina
representaran que enderecaram assembla provin-
cial para de novo ser restaurada a villa, me parece
que elles lem muila razao, vislo nao se poder negar
a injuslica que sollrerara com a mudanca da villa
daquellc lugar para lirreirus. O governo deve to-
mar cm cmisideracjio aquclle logar.e nunca o deixar
em completo abandono coran o lera feilo. Agua
Prela he um dos pontos melindrosos da provincia, e
ah esl a historia da mesma provincia para atteslar
o que acabo de dizer. por islo deve o governo dar-
Ibe lodo impulso, lodo incremento de melhoramen-
lo, e nunca despreza-ln.
Sao esles os fados que me occorrem para noliciar-
Ibe, e n.lo sou mais minuciosa por falla de lempo,
alm dc me adiar bastante enfadado da langa via-
gemque fiz qaando dalii parli. Em Condado pe-
ro-lhe dcsculpa deslas mal Iracadas liaba*.
' Adeos, aceite os mcus protestos de estima e con-
siderarlo. O P.io-FonnO'ense.
hlcm)
BEPAKTICAO DA POLICA.
Parle do dia 21 de junho. ,
Illm. e Exm. Sr.l.evoao conhccimcnlo de V.
Exc. que das difiorenlcs parlkiparacs boje recchidas
nesla repartiel.>,coiista que foram presos:
Pela doleg .cia do primeiro distrirlo desle termo,
Antonio Carlos Pessoa, Francisco Xivier da Cruz,
Antonio Marianno de Souta.e Manoel Mariannn da
Silva, todos pnr furto de cava I los, Pedro Jos Uon-
ralvcs, e Mauricio Jos de Souza, para averigua-
cues.
- E pela subdelegara da freguezia de Sanio Antonio,
o porluguez Antonio Jos da Silva, por desorden).
eos guarde a V. Exc. Secretaria da policiada
Pernarabuco ~1\ de junho de 1835.lllm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Bcnlo da Cunta e Figuoiredt,
presidente da provincia.O chefe de polica /m:
Carlos de Paira Teixeira.
com vista ao engenheiro. Nao entendo deslas cou
sas; n.lo sou engenheiro nem civil c bem me
record do Cntense que, na escola, nos di/ia,
tallar sobre materia que n.lo entendemos be causa
dc erro.
Oh assim o coruelho aproveilasse a lana
gcnle.
Mas, como nao ha quaJro sem reverso, j appa-
rece ama rivalidade de aldea. A assembla de-
crelou 0:0005 para o calcamenlo de urna ra. a
arbitrio do governo, afim dn servir de ensaio. Ja
v, cada um quera que a Jira ra fosse a ensala-
da. Venceu a rua*l)ireita, que foi reputada com
direilo.
Porm os m ios deraandistas sao inimigns dos bons
tribuimos, ja rosnara que a ra lera dous BarOa,
eircumslancia queinfluencio a escolha.
Declaro j que esta opinilo nao he minli.i. He
bom prevenir. V'mr. me tem expressamenle recom-
mendado que exprima aqui ludo o que manda a im-
parcialidade, expondo mesmo as opiniaes dos ontros,
ainda que incuriacs, porque a minha obrigc.ln he
de registrar os fados, ainda que na> me facam
conta.
E, pois, o seu correspondente s responde pelas
opinioes dc casa.
O mais seria marlxrologico, e cu lenho pouco
geito para mnrrer martxr. Se assim fosse j me li-
nha matriculad 1 no seminario do Sr. hispo.
Desculpc o dcsalinbo desla, c al logo.
1 dem.)
Jornal do Commercio de Lisboa.)
PERNAIBLCO.
rourt rom ajindiciaran de duas prevaricar***, imjj
enl.ua, nlo mais um advoaado oppacale d> Ffaa-
cisen de Figm iredu.rom o qual asaca so
lar, mas um et |uiz culpada, a jacta
muta* um juiz que ama a pralodade. a
iulegridade e a juslira '. Era, porlaiilo, da
ver instaurar ot processos, feabaaxlooa
pirilo dc rlasse : e efle.clivameale os inuarn !
como proceden o Sr. Dr. Bileiimurt Raf
do-se, que me devia guardar lodo decora a aaa-
peilo, 11.1 qualnladr de jui/, na san apada a aasstha
ordem deuuvir. principiou par dmalar o pra
malar Figueirada, e apre-enlai a favor da m-
aaeaaaia ducumenlos, contra rojos anastsae* eii-
tein vehcuicnles indinos de faliada ; aarabsm par
injuriar-me, clamando jusilla ranlra ta srrr*li-
menlos meus ; na ses-io do jurx asje prewas m-
Iriramente licito, quereada-e laalaarai a lma-
los mais aggravanlcs. jaa oa aaisa toas rrsaaea a*
prevaricorao : sendo o primeira o ler eo f|
menino extractor das cdalas, ene a*
com a imnicdiala verifirac.jo miaba ;a_
o ter cu deferido um rrquerimrnle. aesanda a Mira
do art. 963 du ea I. da prac. crun. astraerida pr al-
ie, sem duvida. quaado ntou a art. ji, 4 1 Bi
cod. coja infrarrao nos allribui. .Saliendo saaralar
com intora li.lclidi.le a boora do auaMrarfa. a pti-
meiro despacho que dci. foi qoe a aafttoaa .vira
Mata copia di reapoM I dcnnnciado e rer>arSi*sK
dorumenlos, c fizese de ludo rinune ao |Hlas
pobliru da enmarr. com etiiresM rrcoeomcni-*
desle joi/o de proceder n temaos at ai
do cod. do proc crias. srgaode a iHlallisenna ta
aviso n. |7 de 10de dezembro de |K> ; e no ata.
conforme fosse dr juslira : e awlw. da ser r a otan 4
pelo aacrrra* P-to doapaeho, qoe nao aao caaau ler
sido anula peto praaioto publico, mandei. por Vt-
parlio de O, notitirar .. drnonciada HiliainiW pa-
ra comparecer na audiencia da 1\ 4a proasSM po>-
sadn me/, na qaa| eUudo en ha
mente, recebi ptlo lili... da Dr.
"ate, digno dc toda a alleoca
''ano : ^
" lllm. Sr.| nniificado para comfMraecr bate
">""",l','1? ccrl"4 sclarcrimealos no profeso da
responsal.,|id,dc. qoe contra mim mdrrecoo o
mo ,,'"i ,' *? lcr '-""l** *> aarrava.
motiva de molesUa aha de comparecer a
anio asferero a V. S.. qur y, te. B, anab
todo, ewlarerimenio* .,.,^.. -,
SIL"? Ti"- '"'**'< *r* i-' correr
Pebar de lod, e q.alqoer ,1-coAo conlr. i-
5 /
%
e aaa 1
. correr oa r\ -
qaalqon drcMao contra asam. san
0 superior Iriaanal da rrlare. *^
Baaa s-iardc a V. 8. lamoe.ro 2\ .1* -, A,
valran.i. disnisainw juiz ,le dire.lo wiWfw L L
m.rca.-J.io Fraan.co faellka B^nrntrTtmeiLt
re em dirn "rl- ll"
Mandando pintar o oflirin ao. ala*, ataodn na
lihcar de nnv a seu aulor para najaiau. ae da
A, para quando lambem mandei-o aatiaear
dc er irtleiroga lo sobre a primeiro rrari~o> e rv
bir o* upradite* aaeaaaoalai '-india nasas f
; os. E nesse dia cuUo depois de saa lar rtiitisli
' aos ouvidos, que o barb.irel P 'mraoil 4*>*ara ron
arrogancia, otM odi>eie. memkmm
. caraca doria a ella ; depoi* que o vi. rosnn noepar
escarnes, checa* poris e i fraila de ana rao, e
dar ahi conversa a diversas pessoas, erran* at~ -'-
rriv.io (erlilicno-me na aadieacia rae ni
comparecido o denniiri.ido, foi qoe exped n
le man I ido. que conla daa aalo :
i O Dr. Sabor Cariara hezerra Cormlcan,. -mi:
municipal e de orpkiot do termo 00 />asrirc. t
jui; de direilo intrrint d* comarca, par S. M.
I. e C. que Dos guarde; ele.
11 Mando os ofliciaes de juMira dnatl
quem esle for aprcentado. e por mim
tragara ddbaixo de vara ao barbarel Jola Fri
Coelho Bitinrourt, para vir a este miaran jalas, pa-
ra o fim dc ser interrogado obre c.-rlo fartos da de-
nuncia, que contra o mesmo do-) o promotor pa-
blirn, vi.(o ler sido o dito liarharrl Bolineado por
duas vezes e lcr deixadn dc ee>mnart-err.
1855. E.i Francisco Lopes ,rc \ ascoorerias latvaa,
escrivao o escrev..\abnr Cameire Bezrrra Ca-
llllrlllli. ))
Pela secunde certidae ven o fr. Dr. Carlas* a.
meu consideravel adtnoe*id.x, ae liv foou
menlo- legitimo para mandar expedir o maodj-l
abaixn :
a Certifico, que em virtode do manda la do lllm.
Sr. Dr. juiz de dircilo. fui a asa do lr. Joi
1 ra,cisco Coclhn Itilancoiirl busca-la debasv
vara, e nao o trono por nao acha-la osa rasa, poi.
isto mesmo passo o ceferlda aaa al de verdade
ofcial, Joaquim Francisco do Nascisnenlo.
. o l.imofiro Jlide mno de I-
a MANDADO.
Dr. Sabor Carneiro Bezerra Catalcanli, jm
municipal e de orph'io- di termo do /.iao-
Jiiiz lie dieeii it rio da comarca p..r s. W. I.
e <:. que Dos guarde ele.
o Manda aos ofliciaes de jaebea in
a presentado, e por misa rubricada, daoa
rasa do bacharri Joio Fraaciro Coeibo Palaocoari
c em oulra qualquer onde lenhasn riearia dc e
a. h.ir o mesmo. o conduzam debaite de vara a att-
11I11 prrsonra, para sor nilerrogada oabte cartaa
(actos d 1* denuncia*, qur contra o asas daa *
promotor puhl'rn dele l-rmo, rMa qoa nal a
mesmo bacbarel notificado para o fim eiau. deiloa
de o fuer,e agora tralou do Arcallar-at, caaaa aca-
ba de certificar o oflicial da diligencia.
a Campram.Villa do Limoeira de bmm de
1835. Ea Frai.ci*ro l.ope de Vaarrufa l.alrW,
e-criM.i o errovi.AaAor Cuntirm Hezerra ta-
ruleanli.
He pois, se'. razio algama. qae a
Victoria aquilata o meu |i iiuillaaaali
cavcl, qualilicai.dn-o I oda va do dovaoea e oaaitalada
mxime se allender. qoe otase Becario sa aribe se-
gundo a opiniao de nm dos 1
da nossa roaci-tralara
ilueno, cm seu apontamenlos 1
cia t, cap. 5.*, cajas pasante
para melhor orientar ao mea
presenta relerm l se ao romper
em joizo he exigida un duplo ioloHo
ment da verdade, c de sin propria dateaa. F.a
verdade, se he innocente, tal pYoViii
prove losamente sna jusliflcara; saa I
da
queixa per inte o Dr. juiz municipal.
Disse que u juiz de paz procedeu a vesloria, na
forma do costme, porque be pratica quando os
reos dc pulicia s.lo protegidos dos subdelegados nao
serem os rorpos dc delicio fcitos por esles.
Para o amanhecer de honlem foi assassinado com
urna hacar artada, na sua mesma casa, e pelas 10
horas da noile,o lavrador IgnacioTeodolindo Mendos
da Cunha, morador cnlre esla comarca c a do Li-
moeiro. Ale agora ignoram-se os pormenores do
crime ; mas lodos inclinam-se a crer que foi delle
aulor algum escravo do mesmo Mondes.
De Ires anuos para ca be esle n quarlo ou quinlo
homicidio commeltido por escravos nesla comarca
contra a pessoa de sem scnhqres. e o mais be que
ainda nenhum foi sentenciado como devia ser! *
lia mais de inez que nao chove por aqui, o que
lem causado grande dosapontamento a lodos o pa r-
liciilarmenlo aos lavradores, os quaes ja lastimam
de anle-mao o prejuizo que tem de soltrcr.
A farinha emisorv.i-sc actualmente entre l'i e 18
patacas por alqueire, e a carne fresca enlre 10 e I i
por arroba.
Todos os mais gneros gozara depreco maieou
menos caro.
Saudc c ludo quanlo he bom lhe desejo -V.
(Carla particular.)
COMARCA DO RIO-FORMOSO.
13 de junho.
Desojando que o publico lambem lenba noticias
desla comarca, e especialmenle desla cidade, sou
toreado a rabiscar urna das columnas do seu concei-
tiiadn Diario, om correapandenciai que lerso por
fim nao o deleitar a sens leiiore* com bellos eaerin-
los, jocosas liar/acsses, o lgicos argumentos, porque
sou o primeiro a reconhecer a minha ncapacidade e
inopia para lo ardua e sublime larefa, mas sim
narrar-lhc os faelus mais naluracs que se derem
nela cidade, e em geral, cm (oda comarca; Caa ndo
islo, lenho ciimprido rom o meu dever, e salisfeilo
,1 prnini*sa que fiz a Y me. Para mim entendo que
esail corrr*pandenrias devem ser concisas e suinma-
ras.quando feilai por quem n.lo possneo dom de dc
COMARCA DE W/.UriTH
17 de junho.
Ha muilo que lhe nao don copia dc mim : algucm
haver mesmo, que supponba por isso ler-me des-
pedido franceza do seu Diario ; mas tal nlo ha :
urna afTeccao mais ou menos gravo, produzida na-
turalmente polos muitos miasmas, de que est' im-
pregnada a nossa almosphem, c alimentada lalvez
por algumas faoilidades foi a causa dc minha ausen-
cia ; boje, porm. para Intelligencia c governo de llar aus (eitores.como alguns de sens corresponden-
quem quer que lenba ligeiramenle formado a res- ,('s l'"r '"'"' bnito-me as narradnos simples; breveg
poilo algum jui/.o desfavoravel, cis-me promplo, 1 'u" fe,0,: s" assim convier a Ymc. ronlinuarei
lesto e agudo.
Sirvam as poucas lnh.is cima de prembulo, ou
colisa que o valha, e p.issemos 'ao que serve.
I.cmhrado eslar dc que lhe doi milicia cm as mi-
nhaa nltimaa de ler Joao I.uiz Curumba espancado
brbaramente o sem molivo algum. mais do que dar
expansloaoseu genio maligno, ao pobre velho Joa-
quim Jos de Sanl'Anna, cm a larde dc 15 lo mez
do abril prximo passado, e na povoaeao de Alagoa-
Secca, cm presenra do clero, nobrcz.i e povo que
all eslava reunido por occasiao da fcira, c bem as-
sim dc urna ceremonia religiosa que efleclivamenle
leve lugar na larde cima' indicada. Pois bem : pa-
rece justo que agora lhe d conta do desfe-
cho desse drama sanguinoso.
empregando todos os mea* osforros para em toda
quintana enviar-Ihe orna misiva.
A' visla do exposln, passarei a dar-lhe algumas
noticias desla cidade.
Policio.
Ainda se ada na delegada desle Ierran, o capi-
llo de linba Domingos de Cima c Veiga,' o qual con-
tinua a servir com imparcialidad* e juslira ; quanlo
a delegado oslamos servidos; culret.-inlo nao pode-
mos dizer o mesmo a rcspeilo dos subdelegados,
porqunlo o desla cidade.se bem que al aqu nao
lenba desmerecido, todava nunca se ach em exer-
cicio, visto ser um mojo bastante docnte, e islo dc
supplenlos he una miseria. O de L'na he om lal
Joao Vicira (conhecido por Joao grande) homem a
DMA RESPOSTA AO NICOPGl.n a.mi.
Maravilhado com as pbrases bonitas, com os ri-
cos pensamontos. com o cncadeado, helio e agrade
vel do erudilo Sicopolilano, referendario do
enmmunicado anonvmo, inserluein o n. 1:1! do Dia-
rio de Pernambuco de 12 do crrenle mez. cousa
alguma liria a n,lo ser um esforco dc vonlade em
sentido de me nlo deixar esmagar pelopesj de lan-
a eloquencia, de lana sabedona c de lio insinuati-
va e severamagislralidade.
E posto que trepidando, prii ripi.iroi por rilar al-
gumas palavras do coinmui.iqiiisla. para verse Ibes
dou um elasterio diverso do que deu o meu fraler-
nal admueslador : L'm dos poderes que nos pa-
rece mais melindroso in fado be ojudiciario ; aop-
que a juslira be a pedra fundamental da sociedade ;
c quaudo ella nio acla, forja be que a prevarica-
cka lavre 110 corarSo do seu cxcculor... O elaste-
rio, que pareceudar o meu eordealit-imoa estas sais
proprias palavras, foi que um collcga nao deve, por
espirito deelasse, processar ouiro collega indiciado
em crime de prevaricar,*,oerao se iufere do sou lu-
do declamatorio mas o verdadoiro, qae me parece
licito dar, he : que cima da justica Dos !... e
abaixo della ludo na sociedade !... Como, por-
tante, submelle-la ao collcguismo ?... A'cima do
collegu'ismo esl para mim o provincialismo : ,iri-
ir.a desle o nacionalismo ; cima do nacionalismo o
cosmopolitismo ( porque sou chrisiao ) : mas a ne-
nhum desles espirilos subincllo, como mugi-tradn.
os meus deveres pcraule a lei Como, pois, querer
0 mea fraternal admoeslador, que osdcponha peran-
lo o espirito de elasse 1 I
A nao ser a intima convicrao, que tenhn do qne
n lal Sicopolilano quiz mostrar ao publico a sua
forca de declamarn, diria que elle leve em vistas
gracejar cora a minha juvonludo, nao obstante nao
ser ella a das mais folgazaas !...
E na verdade, com que fundamento disse tanta
conta o meu libellista ? Com o que lhe ministrar,
lalvez o Dr. Bilanrourl com lo la a Matutea do que
he dolado e roslumada Iridiado. Has, pro-niidainos
do que so riisae'nas rolalaros larel >. o illoiiduno-
ao que vou dizer com provas aulhenlica* :
Dopois de sna olleelividado, leudo por ioni.ara.i
minha nrrupado duranle done meaaa sciiumenle a
inlerinidade da proinolnria public* da comarca o
Ilr. Alfonso Peres de Albuquerqne Mar.inli.lu hjva
de lranporlar-se para a rapilal 110 dia 7 de nfiril
do corrente anno, em occasiao que son surcessur, o
l'r. Costa domo*, ainda se Baturra na nsoaaaatta pro
vincial. E na falla. poi, do promolor aSaciivo, <
nao como assegura o libellisjai isnda este na co-
marca, live de nomear no msnn dia o ad+eaado,
Francisco Jos do FigneirrMo.naoaaf Aoc para .lo 11:11
ciar|do Dr. Bitancourl. come aindaaatecnrao libilh*-
la, ms porque nilo he a primeira ve/ qne cse ad-
vogado tem-se prestado cera arlo o-niicitude an
serviro da promntoria ; ji notempovdo* Srs. l'r.
Alvaro, Peixoto, c Rigueira Casta, eja mesmo na
anuo pa*s.idn, por nome.ir.lo miaa, P*rl 'rxir na
.do jurx, que presid, o na malo promotor
elleclivo havia dado parlo do doenlc Arhando-se.
pois, ha -0 dias no ezerri.-i., .la proinuloria o a.lvo-
gado Fianeredo. na ocrai5o que den as rlen.mna*
contra o Dr. Ililancoori. romo ronsla dos aataa. ni>o
liz eu oulra cousa sen*, o inen dever. recabando as
ditas denuncia*, a [instaurando ra respeelivas ,.ro-
caaaaa. Oulro qnalqaer prncodin.enlo meu. em con-
Irario.hc aao ae podia .qnilalarda i..qu.l.rir.ivel
ou mais po*iliva...e..le -de ...M,-.,-re-*ivn da lo, A
que pre'lexlo quererla o |uri.|.ru.lo ilc .Nir.ipa/Kii.n.
que u rc2cilaso as doniinci.-.s di promolona pu-
blica t pretexto de serem nppoenles os daai ad-
m M.los. Francisco Jos do I'igueiredo e o bacbarel
Julo Francisco Coeibo Uilancorl '.' Mo porque
Francisco dc Figueircdo com na denuncias a seu car-
go representava JU5,''.a publica, e Coelho ltiian-
e-te .1
palaami criaros
attaaasaiaaW o aao
i, rr >
rio pode decidir da came, be urna amalea prona
ta, ce he culpad*, enllo a juslira paMira baaa too
o direilo de coacMo a a presan lar-so r**aaaa eaVa.
e aclarar os facas quinto mus, qae abada anexa
pode allenoir muilo saa crimiaali tade. Ca tpaal-
qner hvpollie-c pon, aaoresobaa d' reo rale aa> r<-
clarerimenlo im|>orlante, a
passo da"di ion, ele. ele. *
E lenho mam a ponderar, qae alo foi |
le um mandado de prisao, aue expadi rama ate o
enmmunicado ; podaada a todava faror telando a
declararan do aviso de I de snarrode 1K, san* oiat
um simples manando da busco para fazer-te r4lee*Jee
0 mandado de vari, queda maneira alioau ta aoVe
confundir, como uor.o advocado da V-iorte, roaa
o mandado dc prttao propriaineole ditu: asjaalnf
d'arret, como chamara a esle os F'in-aaat r asea
dal tfamener a aquello. E para enrolar abana al-
Liimi coasa mais o junsprl lente>
rilarei o secuinle da pigina 11 di 1
Theoria do Jurxpor ama tommioaia
ra da Franca*J. Oudolreferindo-to Ba"
do inslruc-a,i IraVez, que esa rato oaanso taj
dar algum esrlarecimciilo: a l.'arlic>
que le prevenn que refuzer d'oboir ae aaaaaal
d'amcner 011 qni apra avoir declar qn'il Ha ore.
d'oboir. lenlera de s'evadac derra ata* aanaona* a
etc., etc.
Convenecr-se-ha depoi* de!a fefiaf aaeti red-
lega da Victoria, que en nao obr eatrecra pro-
co.leudo pela forma porque prn-oli. otao air
obrara se procedette rom raiis rigor T*
porque para o Nico|>nliUnoo mea punamesito M
um devaneo, foi urna qnivota '
M is. a villa dn qne Icaho etpeodiee. ao torta
mais juto di zar que verJi leiri aai.ettrts daa o
meu collccaarchireprefnlaai* **?* doa ha-
chareis om direiloem kvaotar rjalrltoi no ar. ao
as patarra* do too aaateo, para dalle ferir a atiaba
jamis libidi repulir, da ataiatrado?'... aoja o
ladvogadoda Victoria bstanle iniriado um aaibao-
I les de alguns habitantes desla villa, qett saltana-
mente detcarresar pela impreaaa ama r* ^1a e*o-
! quencia sobre a minli.i nesraana^ladjmdo., >de !..
1 que o meu admoolsdor coatataj
ptridos das machinace da
aproveilar o ensej para ert*ajj*qneavi a
dade do Sr. capil.lo Camiaob paf *'* ** oaa 1
go, ou do teu conluio, com eleciat tnapporton
Nao ser disse urna prova autentica a seguale
minha. c raaposla do Sr. capitao Cttmtle f
lllm. Sr. delegado UsTU-f.. IJrfa--o V. S. ret-
ponder-m' 30 pe 'la que lhe dci
na orrasil em qne v- S. me vea direrna aoateo-
ria que nSo podia de promplo pretr o JatsTia a> 5
ndadaot oa orara ,1 na dicpnsleao, pnr mim renoi-
1 sitadas rnioflirin -..xmv. r*ardo m ra acompanbarem ao idtirial te|ljntlrra ehrarre
.lo prorwler bo*ra em caa trae
(aielho Bitiiieourt. afim de rraaeC e^te
! vara a iniboorta d'aquelle iba, para no*
dominen! por in 1111 exigida*: mas ano prestara
para o mesmo liin a sna peona. Pe.fiads-Mie atan.
q.10 nnihnn.i cmilemplirie >i.bi para rioaila. a
rcislc a xor.l.ilo (alquil o |.....a. K-tn favor abr-
i de V. S. all.-ct abricadW-
simo..Sator i'armeiri alrauri.
I.imuoiro Di do junli d 1>v*.'..
lllm. Sr. Ilr. Xatter Cirneiro aUzerta Ca ralean
ti.1'atk.uei a responder a preaeale carta da V. j.
i',\ ui'.neira secuinle : fni-me entregue par nm aba.
rial drjnttira. o i>i\i> y .1* V. S. de. -X da a*** de
' 'Ivi. I \ S. me pedia n auxilio de ndillai
on pi.sras. para farar una dilis'nria. r sabaad 1 1 u
o fim para que era a dit|f*nria fus .1 procara ao V.
S., e ene iilrindo-n m aadionru lir-lbe x -r amt ala
poda de promplo punles Wia'a forra tjne me raaai-
silava. porque flava em terxir-.. na* apir ate per-
millisso duer q-ie sondo prudente que o fuese o coreo na rasa da Dr. |
rom t.o minio principalnjrnle sea.loa Dr. tea i
mas que V. S. mo roncedeste licrne,a que
l.iiueiilr com o dllh-iai da jit'lira. rumpr
dado ; o que V, S. len4o ot.vi.lo ti c nac aae
muiln go(o aceitava |e meu nflrri 1 imxala e aaa
muilo lniivavn-me o mea proredimealo.
citnva de ler, e aae aao era saa ialeorii
gira ninguem. f qae uta linba per I
rrspeitar 1 lei. e por firma alloma aceraver a pe-
sirio do teu rol lega ; ae parece le dito teda aaa
N passou, pode Y. S. fazer o om qoe quieer desla

""" toi-
... mr pa-
' sj<
Franeitr.
destella tle
MU l! I IDO


DIARIO DE PtRMMBUCO SEXTA FEIRA ti tiCJUNnO QE !S55
4

caria. Son com respeilo Me V. S. amico ohrigado e
rriado.Francisco Antonio de Souza Camito.
I.imociro 17 dejnnho dt; 185..
Seto querer pois de caw pensado, como o fez o
Nicopolilano, dar elogios extemporneos ao Sr. Ca-
inita, direi que elle nejte negocio nilo foi nuis que
delicado, e que enMTlflro, porem. de maior impur-
tancia e consideracilo he que o>Sr. capitn Gamillo
merece sinceros elogios da franqueza publica c da
ronspicuidade de todo o e'idad.lo amante e presador
da boa orden; como, por ejemplo, a atilada e rei-
Irictissima inspeceo a que lem procedido na ca-
ileia tiesta villa, corlando todos os abusos que nella
se davam tanto contra os cofres pblicos, romo con-
tra o estomago dos infelizes presospobres; e oulras
nmitas providencias, que lem
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, ein cumprimento da ordem de Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de I de maio ultimo, manda
convidar aos propietarios abaixo mencionados, n
ealregarem na mesma Ihesouraria, no prazo de .'MI
dias, a contar do dia da primeira publicarlo do pr-
senle, a importancia das quolas coro que devein
enlrarpara o calcamenlo das casas da Iravessa de S.
l'odro, conforme o disposto na leiprovincial n. 350.
Aovertndo que a falla da entrega voluntaria, ser
7f600
lo a bem do W^p'pElTo ?"** Cm dUp' Sr. capillo CamisAn tcm por muilas'vezs merecido o
continuara a merecer elogios sinceros, e de altas
considerarles : mas pelo facto ein queslo, quando
minio seria o Sr. capitn credor de sincero reco-
nhecimenlo do Sr. Dr. Bilancourt. c nunca de elo-
gios !... mas foi um adendum s vistas coiilui.irias
.desta pobre e desgranada villa !.... Nao deixarei de
locar na JustinaNaborKigueiredoque o org.lo
dasligeirezasqmz attribuiraos meus actos ; e direi
com toda a iramodestia rara do meu carcter, que
mullo cima eslou .la altura a quo podem ebegar
csses tiros da intriga, e dos embustes!... c que to-
dos neila villa sabem.at o proprio Bilancourt (que ja-
me deu elogios inmerecidos como juiz) que cu me
ronJnzo exclusivamente por mim, e por mcu l-
vros.c qo nunca Ihe consten, que eu lizesse urna
salla, ao Sr. Figueiredo era ao meu antigo
oeg" amigo IV. Hisbello, nem a advocado al-
gum do foro ; c rom toda a franqueza declaro que
de nenhuma tenho pregisade e nem precisarei, nao
obstante nao baver,ido lalbado pela nalureza para
o esludodajurisprudencia, como diz o Tesneoteles
de Alhenas, ou o censor de meus actos perante a le
o Niropnlitaun.
(oneroso he, qaem assini responde as invectivas
edespreziveissuggcslesdc un aggressor leviano,
como o autor do supradito communirdo anonymo.
L desde ja pero perdi ao Sr. r. Cordeiro, s por
ventura nao foi elle o seu verdadeiro >utor : e se
inais liumildade quizer, mais humildemente proce-
der o seu joven collega.
Sabor Carneiro B. Cavahanti.
Cuneen o 17 dejnnho de 1855.
COMMERCIO
i'RACA 1)0 RECIFE 21 DEJUNHO AS 3
IigitAS DA TARDE.
Colaccs olliciacs.
il.'je nao houveram cotarocs.
Afandeua.
Kendimenlo do dia 1 a 20.....2J5:005369
dem do dia -21....... 42:1644088
237:1098457
Desearregam no/e 2-2 dejunho.
Barca ingiezaSeraphinamercadorias.
Ilrigue francezISeltmidem.
Brigua brasileiroFirmaja bao.
Patacho brasilero I a\entefarinba de trigo.
Polaca hespanholaSilencioazeilo e passas.
Imporlaca o.
lirisue francez Belm, vindo do Havre, consigna-
ilo a X. R. Lasserre & Companhia, inauifeslou o sc-
goiute :
1 caita fitas de seda ; a J. II. Caensley.
2 caitas fitas de seda, 1 dita lecidos de laa e de se-
.l.i, 13 ditas ditos de algodao, 1 dita chapeos de sol, 1
dita camisas (eitaa, I dita chapeos, 2 ditas saceos de
viagem, I dita tecidos de seda, cularinlios e grva-
las, 50 barris e 50 meios ditos manleiga, 3 embru-
lhos amostras ; u J. Keller & C.
2 caixas lecidos de algod.lo, 8 dilas calcado,' cha-
pos de sol e pilles preparadas, 167 barris e 200
meios ditos manleiga, 1 embrullio amostras: a N.
O. Bicl.er A C.
50 gigos champagne ; a Me. Calmonl A Compa-
nbia. ,
1 caixa c.issas/i ditas lecidos de algodao, !l ditas di-
tos do laa, 1 dita chapeos depalha, 1 da e 3 einuru-
Ihos amostras ; a Schafeillm & Coinpanbia.
12 gigos champagne ; a S. Andr.
i canas agua de Colonia, 2 .lilas casticaea.il di-
tas papel, 1 dita flores arliliciacs, 2 ditas arcocs, 4
ditas loura, 1 dita ferro, I dita livros, 3 ditas cha-
peos, ditas calcado, 1 dita inslrumeiilos de msi-
ca, 1 dita roupa fcila, 8 ditas lecidos de algodao, I
dita chapeos de sol, 1 dita torcidas, 9 dilas vidros, 2
ditas alfinelcs, 8 dilas pelles preparadas, 1 .lila cai-
xas para rap, ditas merriaria, bonetes 1 plumas
1 dita tecidos de linho e algodao, 12 gigos champag-
ne, 1 embrulho amostras; a I.. I.econl Feron &
Companliia.
aisas chales de algodao, 10 ditas lecidos de al-
gdtto, K dilas dilos de seda, 1 embrulho amostras ;
a Timm Morasen & Vinassa.
3 caixas chapos de sol de seda e livraria ; a Ma-
nee! Jos Carneiro.
1 bala rolhas de corlira, 2 barris vinho ; a Meo-
ron e Compartira. ,
1 caita caixas para/ap ; a S. Power Johnslon A
Companhia.
1 cala quinquilliaria, 1 dita bijoulcrias, 3 ditas
lecidos de algodao, 1 dita ditos de linho e linlioc al-
godao, 1 dita ditos de linho, 1 dita ditos de seda, 1
dita chales, 2 .lilas porcelana, 1 dita pannos de laa,
1 dita perfumara, I dita chapos pa ra senhora, 1
dilalivros.l dita dilos cmedicamcnlo-,,3 embrulhos,
1 caixa e 1 Tardo amostras ; a F." Sauvagc & Com-
panhia.
t caixa lecidos de seda ; ordem.
8 caixas lecidos de algodao, 1 dita dilos de seda, 8
ditas lencos de seda, chapos, lecidos de algodao e
laa e algodao ; a Bruun Praegcr & Compa-
nhia.
1 caixa requifes, 2 ditas chicotes, :i dilas perfu-
maras, 2 ditas mercearia, 1 dita culilaria ; a Feidel
Pinto c C
nas birh.-is, I dita objectos de chapeleiro, 1 di-
ta vidro, 2 dilas accidos, 2 ditas instrumentos de
muka ,. J. |'. Adour & C.
*4> madama Theand.
1 barrica qneijos, 1 fardo com caixas de kesscho:
aT-. Coolon i\- C.
l caixa livros ; a Joaquim de Aqoino Fon-
seca.
i caixas pianos c trastes ; a Vignes Aine.
1 cana drogas ; a Moreira & Fragoso.
1 caixa modas ; a lluessard Millochcau.
1 volume armar/es de chapeos de sol e vidros, 1
dito pl.osphoros.l dito objectos para chapos de sol ;
a Saumer & Expilly.
1 caixa tecidos de"laa, 1 dila modas, 1 dila obras
de fiandres e perfumaras, 1 dila chapos de sol,
roupu feila c mercearia, 1 dita lecidos de algodao,
1 dila dilos de seda ; a Luiz Antonio Siqueira.
.ii barris 50 meios'manleiga ; a Tasso lr-
maos.
i caixa drogas, 1 dita balanras, Untas escovas ; a
J. Soum.
12.". barris manleiga; J. R. |.asserra.& Com-
pgnhiti.
6 caixas pellos preparadas e objectos de sapatriro,
i caixa livro, 1 dila pelles preparadas; a Miguel
Jos A Ivs,
tfl caixas livros ; a Ricardo de Frcilas.
2 caixas livros ; ao gabinete porluguez de le-
tuca.
W) gigos champagne ; a Machado c\ Pinheiro.
1 caixa calcado para liomam, 1 dila pelles de car-
neiro, 2 dilas chapos de sol de algodio, 2 dilas cou-
ros para sellim, 1 dila inslrumentus de msica, 1 vo-
lume mcias ; a K. Didicr & C.
1 caixa livros, 1 dita chapos para senhora, 1 dila
miudezas; a A. Roberl.
2 caixas parafasos, quinquilleras, 1 dita obras de
ferro balido ; a Bourgcois.
1 cai\a chapeos, 1 dita lecidos "de algodao, 1 dita
caixas vazias para chapeos, 2 ditas plumas ; a Chris-
tiani Irmo.
CONSULADO (ERAL.
Kendimenlo do dia I a 2t>. .
dem do dia 21......
presente e
IV rii. n,
formidade do arl. 6 do reg. de 22 de dezembro de
1851.
N. 1. Catliarina Mara do Sena. .
N. G. Manoel Antonio da Silva Reis.
N. 8. Manoel Jos da Molla. ... .
N.10. Mara Rosa da Assumpcao. .
N. 1. Manoel Ruarque de Macedo. .
E para constar semaudou affiar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesourirria provincial de Pcrnam-
buco 9 de junho. de 1855. O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial'
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 9 do corrente, manda fazer pu-
blico que no dia 5 de julho prximo vindouro, pe-
ranle a junla da fazenda da mesma Ihesouraria, te
ha de arrematar, a quera por menos fi/.er, a obra dos
reparos de que precisa a cmara municipal e cadeia
da cidade de Olinda, avallada ein 2:2O0iSO00 rs.
A arrematas*) ser feila na forma da le provin-
cial u. 343 de 15 de maio do anno lindo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esla arremala-
53o comparec.am na sala das sessOcs da mesma junla
no dia cima declarado pelo raeic dia competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
buco 13 de jubo do 1855.O secretario.
Antonio F. d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
l. As obras para os reparos da cadeia da cidade
de Olinda serio feilas de couformidade com o orna-
mento, approvado pela directora em conselbo, e
aprcscnlado a approvarao do Exm. Sr. presidente
da provincia, importando em 2:2008000 rs.
2.a Estas otras princpiarao no prazo de trinla
dias, e linalisitrao no de seis mezes, ambos contados
como determina o regulamenlo da reparlicSo das
ob'as publicas, ( le provincial n. 286.)
3. O pagamento desla arrematarao ser feilo em
duas prestares iguaes, sendo a primeira quando li-
ver sido feita melade das obras, e a segunda e ulti-
ma quando forem todas concluidas, equ^serao re-
cetadas definitivamente.
4.* Para tudu o mais quo aqui nao esliver men-
cionado, seguir-se-ha o que delermina a lci cima
mencionada.
Conforme.O secretario, A. F. da Annunciarao.
O Illm. Sr. iuspflHor da Ihesouraria provin-
cial em cumprimento da resolurao da junla da fa-
zenda, manda fazer publico, que uo dia 28 do cor-
rele vao novainenle a praca para scrcm arremata-
dos a quem por menos fizer os contratos abaixo dea
clarados.
Impressao dos trabalhos das reparlires provin-
ciaes, por auno.........3:500j000
Capatazia do algodao do consulado provincial, por
anno............. 2:1758000
E para conslar se niandou aflixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco 19 de junho de 1855.
O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciarao.
Manoel Joaquim da Silva Ribciro, fiscal (la frcgOc-
sia de Sanio Antonio do termo da cidade do Re-
rife etc.
1 aro publico para conhoeimcnlo dos dorios de
carros do passeio, as disposcOes dos arligos das
posturas municipacs em vigor, abaixo trans-
criptas.
TITULO 9.
Arl. 6. Ningiicm a cavallo poder,i galopar ou cor-
rer pelas ras c poulesda cidade,' excepto as or.ie-
n.inras montadas e fliciacs em sorviro, sob pena de
pagar 8S000 rs. de mulla.
Arl. 7. Neuhum carro ser condzido a correr
nasponlcs ; oscavallos devero ir a pequeo trole,
e nas ras nao podero ir a galope : os infractores
MriO multados em ti-3000 rs,
Arl. 8. A" noilc nenhum carro deixar de lrazec
concorrenles se presentera cam suas proposlas em
caria fechada secretaria do 9. balalbao de nfan-
lar.i, no.liij 27 desle mez, as 10 horas da manhila,
aflu ilc ser preferido aquella que mais vanlagcm of-
ferecer. Alelria, assucar refinado, holachnhas de
araruta. bolachinlias nelezas, hiscoilos, doro, bola-
chas, carne verde, cha da India, caf moido, cera em
velas, doce de goiaba, farinha de mandioca, farinha
de trigo, feijao, lenha, nianlciga ingieza, marmela-
da, roscas, sal, louciuho de Lisboa, vinagre de dita,
vinho do Porto, azcite doce, velas de carnauba, vas-
sourasdo p iss.iba, aria prcla, papel alma;o, papel
paulado, dilo de peso, obrcias, pies de 4 oncas, lci-
le, frangos. carne verde, ovos, e oulros. pelo preeo
do mercado, que porveutura sejam pedidos. Adver-
le-se que lodos os gneros rievem ser de primeira
qualidade, e poslos no hospital pelo foruecedor.
Joaquim Antonio de Moraes, alferes agente.
O consrlhn de adminislracao do rancho do ba-
lalbo segundo do inf.inlaria, precisa conlratar para
1J88KI | fornccimenlo das pravas do memo, em os mezes de
I85OO0 julho selembro, os gneros seguintes de primeira
GJSOO! qualiclade : carne vefde, carne secca, bacalho, fa-
1'1'sKOO r'"'ia t'a 'erril> feijao. arroz, louciuho, sal, azeilc
doce, vinagre, caf em grao, assucar branco, lenha,
pies de seis oncas e de 4 cada 11 m : as. pessoas quo
qulzcrcra fornecer ditos gneros, remellam suas pro-
postas em caria fechada secretaria domesmo bala-
lbao, no quarlel do Hospicio, al 21 de junho cor-
rente. Gabriel de Souza Quedes, lente aju-
danle. 1
31:51 .-.-(.Vi
1:1968226
MVER5AS PROVINCIAS.
Kelimnenlo dodiVa2i|.
dem do din 21 ...
32:7118881
2:5988036
1698376
2:7(r78J12
Exportacao'.
Lisboa, briguc porlncuoz uF.xpeririiriai), de 249
toneladas, conduv.io o seguinle : 2.30 sxeos w
11,800 arrobas de assucar, 20 saceos com 106 arr.
h.is o II, libras de algodn.
Canal, logre escoiu iuglez aClu-\olet.., de 3WI
lanciadas, oouduzio.u acguinie : 5,450 saceos cor,
j. ,2.i0 arrobas d aasuctr.
HlCEIfEDOHIA DE RENDAS INTERNAS E
KAES DE PERNAMBIJCq.
Kendimenlo do .lia I a 20.....l*:-'i44G9)
dem do dia 21....... 567s25
18:1,1 |v.).-,-,
CONSULADO PROVINCIAL.
Ren.limentodo dia 1 a 20..... 14:65086*
dem do dia 21....... 2:'j27c7c, I
4r,:G7&;l:0
MOVIMENTO DO PORTO.
Ara osos entrado.' no dia 21.
(ieuova60 dias, brigur ario Daiuon, de 179 t<
nclaoiis, capilflo Bomtcmp, eqnipagem II, cara
vinho e mais gneros ; a tastos & Lomos.
Bnenos-Ayres28 dias, brumo hespanhol Jove
KdoardO, de 240 toneladal, capihlo Jos Sonsa
eqnipagem 12, cm lastro ; a Araorim Irmus,
Companhia. .
iVut'O sahides no tierno dia.
FalmoulhBarca belga l.scir,. capilao F. S
Muelemaer, carga assucar.
LisboaBrigue porluguez sBxpcriencis, capiai
Joaquim da Silvi Reina, carj assucar e algodao
Janlernasc0mlu7.es : os infractores serio multados
em 68300 rs.
Arl. 9. Nas roas ou lugares da cidade onde bou-
ver lama ou agua emporada, os cavahosirao a passo:
os infractores scr.lo anillados em 65OOO rs.
E para que nilo.apparera ignorancia de rcmclhan-
les disposicoes que se acham em perfeito vigor pe-
las referidas posturas de 30 de junho da 1819, lavrei
o prsenle que sera publicado pelo Diario.
Freguezia de Santo Antonio do Recife 19 da ju-
nho de 1855.O fiscal, Manoel Joaquim da Siloa
Ribciro.
Manoel Joaquim da Silva Riberro, fiscal da fregu-
ala de Sanio Aulonio do termo desla cidade do
Recife etc.
Faco publico para conhoeimcnlo de qnem inlercs-
sar possa, o arl. abaixo transcripto das posturas mu-
nicipacs em vigor.
TITULO 6.
Arl. 6. Fica prohibido denlro da cidade o uso de
roqueiras, bombas e fogo sollo.(buscapcs): os infrac-
tores scrao multados em 108000 rs. e soflrerao dous
dias de prisJo.
E para que nao apparcra quem allegue ignoran-
cia de scmelhanledisposicao, que inlciraraenle pro-
hibe o fogo denominado busraps, lavrei o prsenle,
que ser publicado pelo Diario.
Fregoezia de Santo Antonio do Recic 18 de jn-
nho de 1855.O fiscal, Manoel Joaquim da Stlca
Itibeiro.
Ignacio Jos Pinto, fiscal da rcguezia da Boa-Visla
desla cidade ele.
Falo publico para o devi.lo conuecimento de lodos
a quera interessar possa.a disposicao do artigo abaixo
Iranscripl.. das posturas municipies em vigor.
TITULO 6.
Art. 6. Fica prohibido denlro da cidade o uso de
roqueiras, bombas c fogo sollo (buscaps;; os infrac-
tores serao mullados em 108000 rs., e soflrerao dous
dias de ptisao.
A cmara municipal por edilaes designar os lu-
gares em que se possam soltar os buscaps, roquei-
ras e bombas de que traa esle artigo,
E para quo nao apparcra ignorancia lobre seme-
Ihanle disposisao, lavrei o presente que ser publi-
cado pelo Diario.
Freguezia da Boa-Vista 19 de junho de 1855.(I
fiscal, Ignacio Jos Pinto.
Jao Jos de Moraes, fi,oal da freguezia do S. Jos
da cidade do Recife etc.
Fajo publico para conhecimenlo de quem interes-
sar possa que se .-.cha em seu inleiro vigor o artigo
de postura municipal abaixo transcripto :
TITULO VI.
Ai ligo ti.- Fica prohibido denlro da cidade o uso
de roqueiras, bombas e fogo sollo (buscaps) ; os in-
fraclores serlo mullados em IO3OOO., e solIYerao
dous dias de priso.
A cmara municipal, por edilaes designara os lo-
gares cm que se possam soltar os buscaps,roqueiras
e bombas de que trata este arligo.
Freguezia de S. Jos 20 de junho de 1855.
O fiscal.
J0S0 Jos de Moraes.
Manuel Ignacio de Oliveira Lobo, fiscal da fregoe-
zia de S. I'rei Pedro Goncalves do Lairrodu Re-
cife ele.
Para inleiro conhecimenlo do publico, publica 6
arligo das posturas municipacs abaixo transcriplos.
TITULO IV.
Arl. 6.0 Kica prohibido dentro da cidade o uso de
roqueir.is.hiMiibas e fogo sollo (buscaps) : os infrac-
lores serao mullados em KteUO r,. e sellrerao dous
dis de pnsao.
E par que se nao allegue icm.rancia da dila
m" rensa"' ,'rsc"lc ('ue *"u IMsWftMfo pela
Rujio do Recife 20 ,le junho de 1S55.-0 fiscal,
Mvnoet Ignacio de Ultteira /.obo.
O balalbao de infanlaria precisa conlratar
para o fornecimcnlo do rancho de suas prarj.s, du-
rante o semestre vindouro, os gneros seguidles,que
devem ser de boa qualidade : carne verde, dila sec-
ca, bacalho, feijao mulalinho ou preto, arroz, azei-
lc doce, vinagre, farinha, caf muido e em rarniic,
loucinho, manleiga, assucar branco, pao de (i on'as
dilo de 4 oncas. vinho, sal, c lenha era ochas. As
pesoas que se quizerem encarregar de lal forneci-
menlo, devem comparecer com suas proposlas em
carias fechadas, na secetaria do rerendo halalho
no dia 27 do rorrele as 10 horas da msjhaa ; ad-
verle-sc que aquello que Picar fornecendo sera obri-
gado .1 por os dilos gneros no quarlel, por um vale
asignado pelo agente quando Ihe fnr apresenlado.
I.loarlcl na Solidado 21 de junho de 1855.Cae-
tano Crspar Lopes I illas loas, lenle ajudanlc.
Pela prsenle ao eonvida.los lodos oscredores
da massa fallida de Itaphael Flix Jos Garri, para
comparecerem as 11 horas do dia 23 do correte na
casa da residencia do Sr. I)r. juiz de dircito do
commercio, na rna da Concordia desla cidade, afim
de verificaremos crditos, edcliherar-sesobre a con-
cordata que o mesmo fallido lenha de proporou se
formar o contrato de uniao e se proceder a nomea-
S*0 de administradores ; adverlindo-se porem que,
pelo arligo 812 do cdigo commrrrial nao podem ser
admillidos por procurador, se nao |liver poderes es-
peciaes para o acto, e que a procurarlo nao pode
ser conferida a pessoa que soja devedr ao fallido,
e nem um nn-snio pn.curador representar dous di-
versos credores. art. 822 do citado cdigo. E para
que conste sera o presente publicado no Diario.
Cidade do Rccie 21 de junho de 1855.O escri-
vao Joaguim Jos l'ereira dos Sanios.
CONSE UfO A DMI NI STR ATI VO.
O couselho administrativo, em cumprimento do
ail. 22 do regulamenlo de I de dezembro dtf 1852,
faz publico, que (orara aceilas as proposlas de Clau-
dino daSilva Ferreira, Maiioc! Aulonio Martina l'e-
reira. Souza & IrmSo, Joaquim Jos Dias l'ereira c
Joao Francisco Monlciro, para fornecerem :
O l., G barricas com farinha de Uigo, a 365000
rs. ; 400 saceos de farinha de matonea, de 3| rada
urna, a 3-5000 rs. ; 10 arrobas de arroz, a 28900
ris.
O 2., 2 arrobas de assucar branco, a 38700 rs.;
20 enxames de 25 palmos, de madeira de qualidade.
a 28560 rs.
O 3., limas chalas de roda de 5 polegadas, 12 Por
960rs.; 12 ditas meia caima sorlidas, por 18080 rs.,
12 dilas triangulares sorlidas. por 1)900; 12 ditas
chalas dilas, por 28240 rs. ; 12 dilas incia caima di-
tas, por 28240 rs. i 12 limaloes de espingardeiro,
por 19590 rs. ; 10,000 pregos caibracs, a 48950 rs.
o milheiro, i feixes de arcos de ferro de I 1|2 pole-
gadas, a 43980 rs.; 32 libras' de eslanho, a 800
ris.
O 4., 720 canadas de azeile de carrapato, medida
nova, a 630 rs.; ni dilas de dilo de coco, a 15999
rs.; 9duzias de pavios, a 100 rs. ; 60 libras de fio
de algodao, a 550 rs.
O 5.", 223 libras de velas de carnauba ; a 480
ris.
E avisa aus supradilos vendedores que devem rc-
colhcr ao arsenal do guerra es referidos objcclos no
dia 22 do correle mez. *
Secretaria do couselho administrativo para fornc-
cimenlo do arsenal de guerra 19 de junho de 18)5.
Bernardo Pcrcira do Carino Jnior, vogal e se-
cretario.
CONSELBO ADMINISTRATIVO.
O couselho administrativo, em virtude le aulori-
sariio doEm. presidente da provincia, lem de com-
prar os objectos seguintes :
Para o hospital regimcntal desla provincia.
Ilrim branco liso fino para lencoe, camisolas c
loalhas, varas 6,344 ; colxf.es de brim deriscado,57 ;
travessesns de dilo 51 ; chinelas raza?, pa-
res 200.
Ottavo bialhao de infanlaria.
Mantas de laa ou algodao, 355 ; panno verde es-
curo enlrcfino, covados-1,871.
Msicos do mesmo balalbao.
Boneles, II ; charlateiras, paraos 11.
Meio halalhao do Ccara.
Manlaj de 13a, 312 ; tpalos, pares 100 ; p-iino
verde escoro para solirerasacas e caifas do derimo
halalhao de infanlaria, eovadoa 158 ; mantas de laa
ou algodao. 2">3 ; sapalo para o qoarlo halalhao de
artilharia, nono e dcimo de infanlaria, pares 1,301;
bolOes convexos grandes de melal hronzeado com o
n. 10 de melal amarcllo, 2,282; ditos pequenoscom
0 mesmo numero, 1956.
dcimo balalbao de infanlaria.
Manas de fila, 50.
Segundo balalhio de infanlaria.
Panno azul mesclaclo, covados. 153 ; marrias de
13a, 41 ; sapatos, pares 57 ; capoles de panno Iva-
dio, 63.
Recrulas cm deposito do mesmo balalbao.
Sapatos, pares 50. x
Nono balalbao de infanlaria.
Manas de laa, 376 ; panno verde esruro entreli-
o, covados 1,468.
Meio balalbao da Parahiba.
Manas de laa, 75.
Companhia de artfices.
Mantas de, 15a, 72.
(Jiiarto bataihao de artilharia.
Panno carmezim para vivos c vistas cova-
dos 90. '
Companhia de cavallaria.
Manas de 13a, 11.
Escola de primeiras ledras do nono balalbao.
Areia preta, libras 6 ; compendios de arilhmclica
por Avila, 3.
(Juem os qui/er vender aprsenle as suas propos-
las cm carta fechada na secrclaria do conselbo admi-
nistrativo s'10 horas do dia 27 do correnlcmez.
Secretaria do conselbo administrativo para Tornc--
ciinciito do arsenal de guerra 20 de junho de 1855.
Jos de rilo Ingle:., coronel presidente.__Ber-
nardo l'ereira do Carino Jnior, vogal e secre-
tario.
BANCO E PERNAMBUCO.
O Banco de Pcrnambuco toma lcras
sobre 9.R0 tlu Janeiro. Banco de Per-
"'"ilnico 7 de abril de 1855. O secre-
lano da direccao, Joao Ignacio de Me-
1 le ros He
Para o Maranhao e Para' sabe no dia
22 do corrente o mtiito veleiro britnie
KhCIFK, o qual anda recebe alguma car-
ga ninda e paatageiros : Irata-secom Ma-
noel Francisco da Silva Carrico, na ra
do Collegio n. 17 segundo andar, ou com
o capitao Manoel Jos Ribetro a bordo.
Para o Aracaly segu com brevidade o biale
Carreta do Norte ; recebo carga e passa^eiros: a
tratar com Caclano Cvriaco da C. M., ,10 lado do
Corno Sanio n. 25.
Para o Aracaly sesue o muilo veleiro c bem
condecido hiale F.ralac&o Iralar na ra da Ma-
dre de Dos 11. 36.
!'\1U 0 RIO DE JANEIRO.
Segu em poneos dias o patacho nacio-
nal NICTIIKKOV, capitao Manoel Pedro
'anido, ja' lem parte da carga engajada :
para o resto e cscravos a rete. trata-te
com os consignatarios Isaac, Curio&C,
na ra da Cruz. n. 49, primeiro andar.
LEILOES.
O agcnle Borja faro leilao em sefi armazem, na
run do Collecio n. 15, de um exccllento sobrado de
na andar com bastantes conmnelos tendo 35 palmos
de fente c 74 a 75 de fundo, em chaos prnprinsj, rom
um oplinio terreno ao lado, que pde-sc mu bem
edificar ontra casa, silo na ra de S. Pedro Hartar
cm Olinda n. 58, o qnal ser entregue pelo maibr
prego que for oll'erccido em consrqueucia de ser pa-
ra liquidacao; terra-feira, 26 do corrente, as II
horas.
LEILAO EXTRAORDDiiUnO.
O agcnle Borja Iransferio o leilao de
seu armazem, na ra do Collegio n. 15,
que tinlia lugar hootem, para bojeas 10
hacas em ponto; dos objectos ja' annutj-
ciados e de outros muitos novamcnteclie-
ados, os quacs se entregario sein recu-
sa de qualquer preco.
O asente Borja de ordem do Illm. Sr. Ilr. juiz
de direito do commercio (in-loiiio Manoel da Silva
(iuiiiaracs.arcquerimcnlo de Jos Moreira da Silva,
credor do finado Loureuro da Silva Pimenlel, faro
leilao da annacao, calcados, e muilos objcclos exis-
tentes na lojaquc foi do dilo finado, sita na ra do
l.ivramculo 11.41, segunda-feira 25 do corrente as
10 horas.
AVISOS DIVERSOS.
A SYBILA DE BAJARA,
ou
Novo prognostico da sorte, para ser
consultado na noite do grande
precursor de Christo
S. JOAO BAPTISTA.
i
,ego.
" IWH)
PLBLICACAO.LUTEHAIA.
Acha-se i venda o compendio de Theoria e Prali-
ca do Processo Civil feilo pelo l)r. Francisco de Pau-
la Baplisla. Esla obra, alera de urna inlrodurea,.
sobre as aeces e excepecs em geral, Irata dopio-
cesso civel compararlo com o commerrial, eontm
a Iheoria sobre a applftacSo da cmsa jnlsada. e ou-
lras doulrmas luminosas : vende-se unicamenle
na luja de Manoel Jos Leite, -ia ra do ()uci-
mado n. 10, a Sfcada cxcmplar rubricado pelo
autor.
AVISOS MARTIMOS.
em
DECLARACO ES.
O conselbo de adminislracao do hospital resi-
w'l a", f"r",eCme"1 dos 8enero ab.ixo
declarados para o vindouro semeitre, c quer que os
PAHA O IUO DE JANEIRO.
O brigue escuna MARA seguir
poneos diaspara aquelle porto, por ter a
maior parte de seu carregatuento enga-
jada : para o resto da carga c escravos .1
rete, trata-se com os consignatarios Ma-
cbadoii Pinbeiro, no largo da Assemble'a
n. i.
Para o Aracaly, no dia 26 do mez correle, se-
gu o hiale Sergtpan : para o resto da carga e pas-
sageiros, trala-se com Caetano Cvriaco daC. M., ao
lado do Corpo Santo n. 25.
Entre as escavaces de Sebastopol foi
encontrado um ptecioso manuscripto em
'ingua nao conbecida, para cuja inlerpre-
actto se reuni urna associacao de sabios,
uedepois de invocarem seca e meca, afi-
na! rednzirama Irrtgua verncula o livro
de sorte, que acaba de ser impresso com
o tituloA SYBILA DE BAJARA: que
sera' encontrado na livraria n. 6 e S da
praca da Independencia a 500 rs'.
Regiment de cusas.
Saino a luz o regiment das costas judi-
ciacs, annotadocom os avisos que o alte-
ra rain :. vende-se a 500 res, na livraria
n. <> e 8 da praca da Independencia.
Adverie-se a cerlossenhoresque cslao 11.1 roa*
miaba de mandarem vir bilhelcs do loteras 'lo Rio
de Janeiro para venderem aos Srs. Nove Horas, Sar-
sentao oulros, prejudican-lo sssim a oulros que o
fa/.em cm suas lo.).., das quaes pagam oimpoitoiia
lei, que se deixem de cominear, a nao quercrem
pagar o imposlo, pois bem devem 1er conhecimenlo
.lo arligo da receila provincial, que diz, que cada
rasa que vender bilhetes de loteras de oulras pro-
vincias pagara rs. I 2005000, do contrario infalvel-
menlc se provara, afim do serein- tambera collectados
como .1 lci dclcrmiu 1.
O lentinella do consulado provincial.
O abaixo assignado u saber ao respeilave
publico que no dia 2 de Janeiro de 1855 di-solveu a
socieilade que em sita botica na ra Oircila n. I.il
linha com Jos Mana Me Meudonca e Castro, que li-
qui.lou e saldou todas as Iransacrfles feilas pela lir-
io 1 i'.irres Castro, entro si ou eam terceiros, c
que a mesma firma se acha cxlincla. Recife 20 de
jsnho de^lSoj,Manoel Antonio Torre.-.
LTERU
Di MATRIZ DA B01-YSTA.
Amanhaa, sabbado 25
de junho, vespera do ^J0.
rioso S. Joao, and a m in-
dubitAvelmente as rodas
da referida loeria, pelas
10 Uoras da nianiila, no
consisto rio da greja de
iN. S". do Livraaiento; o
restante dos bi Ihe tese cau-
telas est a venda nos lu-
gares do costnme. Per-
nambuco 22 de junho de
1855. O cauteiista, Sa-
lusitano de A quino Fer-
reira.
\ 24.
.NOVA REMESS.
Na ra dos Ouartcis n. 21, loja de
miudezas de Cruz & Gomes, dieron nova
reraessa de quadros cote moldura deli-
rada representando a con(i{furaco de
sanios e santas; sendo desenliados a pin-
cel esobre panno, obra prima ueste ge-
nero, os precos variam conbrine o tama-
ito, sendo os de 2 palmos e meio para
quatro patacas (1^280) c assim dimiou-
indoem preco a propqivao (|ue for climi-
nuuido em tamaito, sendo linalmcntc
I.S2S0, IJ000, 800, (iO, *80 e 320 reis:
rofja-se aos frefjuezes que n3o deixem pas-
sar desapercibido este annuncio, que s
se vendo se acreditara' na baratc/.a deste
artigo.
- O abako assignado irmo do fallecido Manoel
Antonio leixeira, prevna/o rospeilavel publico.
afim de que nincuem faca Iransaccao alsuiua com
Bernardiao Francisco de AievadoCampos, sobro a
beranca .lo iiicsin.i fallecido.a qinl comiste em Dina
fabrica de charoles, cujos ruados imporlam em 2
contagde reis, um eteravo, asda romo alguna
les ilm de ti cotilos do rea fin ouro, c mais alsaai
dinheirude que o memo Bernirdinose acha de
posse, f i.r quanlo o leslamcnlo em virtude do qdal
ellese.li/ leslaiiienleiro do fallecido Manoel Anto-
nio Teixeira nenhnma vali.lide lean, pois que na
epora em que se di ler sido feilo, o dilo fallecido ja
nao e-lava no goza .lesna razan, c por Consequoncia
na Imposslbilidade de poder lestar, sendo.que .. pai
do abaijo assignado resiliente em Portugal, j re-
mellen urna prncoraco a urna pessoa desla cidade,
para tratar judicialmenle da nnllidade do mesmo
leslamonln ; o abaixo assignado faiisto publico afim
de que ninsuein fa.-a Iransaefilo algoma a respeilo
re dilos bens. poil qoeodo e qualquer negocio sera
de neuhum cn"c;io. He mu i provavel que Bcrnar-
rlio queira dispar .lesses bci.s, por quanto, tendo o
fallecido deixado a fabrica de charutos ao abaixo ,is-
siL'iiadoeom a condicao de licar ellesujeilo ao oatn
deqne s Chava gravada dila fabrica. Bernardi-
no o eshulhon da possa del la, sem quo paia issn li-
vc-se direito algum, indo assim de encontr .i von-
lade d.. fallecido que uiui anteriormente a tai mor.
le bevia Iraspassado pira o abaixo assignado a posse
da mesma fabrica, como se provar;. cm lempo coin-
pelenle com o depoimenlo de Omitas lesteraonhas,
sendo urna dell.is a pessoa que figura romo segundo
leslamcnleiro.Hccife.21 de junho de 1805. toti
Antonio Tcixeirtr.
A mesa regadera da iimandade .le N. s. da
Conceioio da Conercgaciio convida a todos os n oaos.
para domingo, 24 do correle, as 10 horas da ma-
nhria e 7 da larde, para assislirem a fesltvidade do
1 Sr. JoSo Baplisla.
COMPANHIA PARA MANDAR VIH TRABA-
I.HADORE DA CHINA, COMO OSMRI.HO-
RES PARA SDPPRIR AFAI.TADB BRVCUS
AFRICANOS.
Sendo a aurii iillura a prinri|.al rique/.e do Brasil,
e lalvez em mullos anuos a nica industria que Ihe
convenha, pela nberdade do seu -tolo, e pelo carc-
ter dos seus hbil.mies ; derriscciulo lodos os dias a
rsrravalora pela inorle pr.'.nalnra dos africanos, e
pelo pouco cuidado que temos com a procreaQao
dessa rara desvalida, ao passo que mo podem.
lar rom bracos livres, por falla de meios de coerrilo
onde se vive apenas com os pruprios recursos 'da
naloreza, sem neesastdade de trabalho sigam ; he
misler que a acricullura pereca e definhe ;i propor*
r.ioda fallado brarospara o Iraballi i, ou que se cui-
da de snppri-los pelos mesmos meios do que 'se lem
servido os habitantes das Anlilhas depnis da emanci-
pacaoabsoluta da escravalora (fe 1810 para c*.
C.m elTrilo nao s proprietarios das colonias In-
gleaat o Franeezaa, como da Havauna lem mandado
vir, por meio de companhiai creadas com esfe fin,
Irabalhadores da China para sens engenhos de assu-
car e oulras fabricas de diversos gneros, e deiles
lem lirado muilo mais proveilo que dos anligos es-
l cravos, nio s porque os China sao sobrios, obedien-
I les, activos e (iei<. como que Ro muilo intelligeeles,
I ha por isso superiores a qualquer oulra rafa para 0
Irabalho c para a iuduslii.i c qualquer 'que ella
soja.
Nesle senlirlo jolgamos ulil c mais acertado indi-
car a necessidade de que os senhores de envendo da
provincia de l'ernanibuco. e mesmo das Alagoas e
Parahiba, reunidos a ligan* negociantes e capitalis-
tas desla praca, formassem nina companhia com o
fim de mandar \ir algniM Chins, que poderiam che-
gar aqui com o cusi de I90$C Kl rs. de nossa inoeda,
e dclles fazer oulros lanos labalha.lores rnraes.
A occasi.lo he oppnrttina. agora que oSr. ilr. <',.
i!. I airbanks, medico estibelecido na Babia, se
olTcrere para ir pessoalmento i China, verificar esses
engajamenloi e transporte debaixo da sua imme-
diata responsnbilidade, pois que pela sua profissao
cscolhern os homens mais robustos e os mais apios
para u trabalho h que devem dedicaro.
O Sr. F. 11. Duprsl, corri'spondenlo ncsla praca
do dilo Sr. Dr. G. E. Fairbanki, peder prcslr
lorias as iorormares nccessaras a esle respeilo, mo
s sobre as vantagens da companhia como sobre as
r.ondices dos colonos cultivadores, e ludo quanlo
possa concurrir para oeslabelecimenlo de urna em-
preza a mais palriulica c de mais utilidade na con-
juuclura actual.
Jos l'ereira Cesar, leudo comprado Coslodio
Jos de Carvalho tluimaraes todas as fazendase divi-
das activas da su leja, sila na ra do Oiieiinado n.
'2\ A., e desejando conservar todos os fresuezes que
j o sao do mCsuiu cslabeleciuienlo, avisa a lulos
aquellos, lano da prora romo de fradella, que Ihe
sSo devedores, que vcnhain a inesnihnja Mtisfaser
os seus dbitos, que ahi icilarSo b.nn soiliiiienlo de
novas o baratsima! faxendas, e o mclbor aurado, e
a mesma franqueza que seiupic houve ueste eslahe-
lecimenln.
Prcrisa-se alugar urna cscrava para o servico
de una casa cslrau;cira : uo aterro da Boa-Vista n.
13, loja.
Carros fnebres.
No cslabelccimenlo de carros fnebres do paleo
do l'araizo. de Joso Pinto de lagalhaes & Compa-
nhia, se encontrara carros para qualquer enterro,
bem como um rico eailSo do velludo prelo. e todo*
os mais ornatos exigidos no regulamenlo do cemile-
rie. Ossnnnncianle*seencarregam, sera iud.mn-
saro de trabalho, a lira! licenjCs parorhiaes. guias,
forneccni carros de passeio, msicas, armajoes etc.,
ludo por pregos razoaveis e com tuda a promplidao.
OlTerecc-se urna mulhcr para ama, a qual co-
linha, engommr, lava, ele., e ja esteva cm casaes-
Iranueira : no Campo Verde, delraz do Hospicio,
casa de laipa.
Perderam-sc i! meios hilholes em l qoartosda
ultima parle da ...* lotera r 1.a .(a (i.r. da matriz da
Boa-Vista ns. 1714e 3332, portante roga-e a lodos
os cauleslas o. mesmo ao Sr. Ihesooreiro, que hajam
de nfto pasar.raso sainii premiados, leato ao abaixo
assignado.Lino Antonio Saruica.
.No dia 3G.de corrcnle, o conselbo administra-
tivo do patrimonio dos orphlos lem de levar i praca
publica, pela ullima vez. as rendas nnnnae* da* ra-
sas abaixu declaradas, a comecar do 1. de julho pr-
ximo futuro, a :K) do jonho d 1856, a saber : sala t
loja da casa n. 1 do largo do CeUegtq ", ru i da Ma-
dre do Dos, casas ns. >, i, 27, ;;:!, ;l e 36 ; ra
.lo Torre* ns. :is e 39 ; ra do Aniorim n<. 1S, "2.
1 c ; roa de Azeile do Pcixe ns. .VJ e G2 ; ra do
\ gario ns. 71 c 1-1 ; na do Encantamento n. 7 :
ra da Sensata Veiba ns. 78 e 81 ; na da Goia os.
83 c Si ; sitios, um em Parnameirim n. 2; ouln.
dildna Jlirueira n. i. Os licitantes COlfl seus fiado-
Tes hajam de comparecer na sala do mesmo conselbo,
as 10 horas do raencionolo dia, c de oceefdo (quera
os actuaos inquiliii.is das predilas casas, que, I nBO
comparccercui a arrematar suas rendas, do 1. de ju
Ibo em (liante, licarflo pagando, a que por vele* lem
sido levada a hasta publica. Secretarla do conselbo
administrativo 20 de junho de 1835.O societario',
Manoel Antonio liegas.
Desapparecen do cnsenho Salsa.linho, no dia
lti para 17 do corrente, um prelo de npirc lumba,
I do Irinta e tantos anuos, baixo e gro-so, beiros gros-
sos, lein as coslcllas todas pcidas de ventosas ; con-
1 .liizio una prela de nome Catharina, serc.i do corpo,
c lem dm dedo cortado em um dos pea: a i u
que o pegar conduza ao mesmo engenho cima, fre-
guc/.a de Muribcca, ou na ra de llorlas n. li,
que ser bem paga.
Mara Ha; inunda da Couccico Concalves adia-
se examinada parleira, e lcgalmenlc ulorisad_ .
quem de seu presumo sequizer militar, procure na
ra Imperial, casa n. 28.
Sanlissimo Sacramento do Recite.
Fica perlenceudo a quarla parle do premio que
sabir no bilhcle inleiro n. :)'.IT da loleria do
Monte Pi ,-i irmaBdado do S. 8iniis-im'. Sacramcii-
to da freguezia de S. Fr. Pedro (ioncalves do Reci-
fe, para suas obras.l'm Alusa-se um moleque para o servico interno
de urna cata estrangcira : quem o livor pode levar
a ra do Trapiche Novo n. 15.
No dia 21 do correlo lerdeu-se una I cenca
da capitana do porto, da cama Itasoura, junio com
um reqnerimenta e utu allcslado : quem acbuu, que-
rendo rcsliluti. vislo nao servir para oingoen), a pu-
de entregar em Fura de Portas n. !).">, ou imiuncic
para ser procurado, que se ficar agradecido.
Alfredo Hi'iirique Oarcia comprou por ordem
do Sr. Aulonio Coelho da Fonseca, do Cear, os dous
bilhelcs intuiros ti*. 390! c 3502 da ullima parle da
5.* lotera e i.a da 6.a concedida a l.ciielirio das
obras da matriz da Boa-Vista.
Convidase aos membros da saciedado Noolo&ia,
i|uecnmparejam na scssSo extraordinaria de sabba-
do, ;>:} do corrcnle, as 1 l| da larde.A/. C. de S
e Albuijuen/ue, 1.- secretario.
Precisa-sc do um sobrado primeiro ou sesundo
andar nas ras: Nova,Cabng, Oueimado, Cruzas,
Cadeia Uo Santo Antonio oa do Recife. com com-
raodos para familia, nao se olha o preco do iiluguet ;
ou Iruca-se por um de um andar, soiflo c loja : no
pateo do Carino n. 'J, primeiro andar, se dir quem
faz esle negocio.
Alaga-te urna prcla forra ou captiva, para o
serviro interno c externo do urna casa de pouca fa-
milia ; paga-*ebem: no paleo do Hospital do Pa-
raizo, sobrado novo de ora andar.
I'recisa-sc de um criado para o servico de casa
estrangeira, c quo soja bom bolieirn, na ra da
Cruz n. i.
FRONTISPICIO 1)0 CARMO.
Os bilhelcs em aparto* do ns. 111.8 c 1171, da lo-
tera que corre po dia 2:1 do corrente, perlcncem
sociedade Frontispicio do Cirmo.
Piccisa-scde um fcilor quocnlenda de plan-
lacnes c de fiador de sua conduela, para um sitio
muilo perlo desla cidade : a Iralar no porto do Po-
etaba n. 2 A, armazem de malcraos, indo para a
l.adcia Nova.
Na roa Nova n. :,-2, se faz lo.la e qualquer obra
de alf.ii.ite, e lambem se d panno para casaca, cal-
I caecolletc }Hondcr, alfaiale.
O abaixo.issignado declara,que nuucaleve, nem
tcm presenilmente sociedad.! algurna de nesocio
com osenhor Francisco Jete Germano, eam estabe-
lecimeuto de relojoeiro na ra Nova.'.. I'ugi.
Ollerecc-se urna mulher de boa condeca para
o serviro de casa de um homc-Ti solleiro, anda mes-
mo para um silio perlo da pejea : quem precisar di-
riia-se i Boa-Vis|B, boceo do Ferreira n.4.
o Sr. que mora tima Itgea distante da cidade,
' pasa.....un vale, faca favor do entender-te com o
dono, porque o dono u.io (em caixeiros de ...branca
I para fura da cidade, e do contrario o sen nome sala-
ra uesle jornal.
Qaem snaancion querer arbear una casa no
hairro de Sanio Aulonio ou S. Jo.c.qur o aiu^uel nflo
exeedettede i o too. dando 6 mexes adHado* oa
um anno, se quizer ainda, procure na ral do Rangel
l'rrcisa-sc de um rapaz portuguei para caivei-
r.i de taberna, que lenha pri liea de negoero, e d
fiador a sua conducta : no lim dd ra do Pires ta-
berna da calcada alia.
Prccisa-se lugar um primeiro ou segundo .in-
dar, de preco de II a I69OOU por mer, no barro de
Santo Aulonio : quem liver, pode annuneiar polo
Diario. ,
Alnaa-te ubi Bom armazem na rola da Praia
n. 59 : a iralar na roa anliga dos Qnarteit n. 1 i.
Precisa-te de um.' senhora que queira ser ama
de uina casa de pouca familia : a Iralar na ra an-
liga dos Quarlis n. t.
1). Josepha Mara do Sacramente Cosa lem
ju-lo o contratado com o Sr. Jos Filippe Sanlkigo
Rodrignet Ramos a venda do seuencenhn Canoa
Hachada, silo no lagar de A gas Preta se aluuem
se julsar cum direito 10 dito ensanho annunric por
esle Diario no prazo de oilo dias, passados esles nao
se alten lera a reclamaran alguma.
No hotel da Europa lem mao de vacca todos os
dominaos.
Pradera 111-* no .lia 20 do corrcnle dua? rellr
no valor de5148980vencida* c aceilas por Jw-c Joa-
quim' do Souza Guedet, a pessoa que adiar queira
entregar na ra .Nova loja 11. 21 que se recompensa-
ra ; o aceitante ja foi prevenid., para apigaj ac
-arador Joaquim da Costa Maia.
Pcrden-se nm.i Carteira de coaro conletido
ninas letras de cambio ingleat o llgtHMI carias, na
vizinhanca do Corpo Sanio para a Lingual*: quem
a achou queira ealrcgar no consolado brilannico na
roa .lo Trapiche n. Cl.qnc sera generosamente grati-
ficado.
COMPANHIA DE SEGUROS INDEMNISAbORA.
Os senhora* que se acham inscri|.t..s pan teei*-
nislas desla com'paiii.ia sao novamenle convidados
para orna rcunio em a-semhla geral, afim de se
tratar da approvarao dos accionista1 e insultara da
companhia, no dia sesunda-feira 2"i do rorrele na
sala raassociacflociinmercial ao meio-dia em ponto.
No engenho Paulisla, Iros legaas distante de-la
cidade, ha don* silios vastos, pruprios para lavrado-
res. tendo casas de vivpinl.i. tenalas, e com propor-
coes para fazer de 400 a 1,000 piles de assucar, sen-
dude ptima produccJIo : quem pretender qualquer
ilelles, pode dirisir-e ao mesmo ensenho, a tratar
com o proprielario dos. mesmos.
Cozinha-se para 4 ou 5 pessoas, rom molla per-
feicilo e a gostode seus donos, faz.'in se bolos de S.
Joan, arroz de leite bem feilo e cnfeado, e mais o
ario perlencenlo cozuha, e promelle-so sa-
lisfa/.er aos que se dignaren! procurar, e por procos
cominodos : quem pretender, dirija-te rna da Ma-
dre de Dos n. 36, que se dir quem quer cozinhar.
MASSA ADAMANTINA.
Ra do Rosario n. 36, segunde andar, Paulo Gai-
^uoux, dentista francez, chumba os denles cem a
masu adamantina. Btsa nova e maravilhota com-
poticljo lem a vantagem de enchersem pressao dolo-
rosa (odas as anfractuosidades do denle, adquirindo
em pouros instantes solidez i-u.il a da podra mais
dura, e permiile restaurar OS denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
l'recisa-se alugar urna casa lerrca un biirro de
Sanio Antonio, cojo alague! nao exceda de HijOOO
por mez ; paga-se fi mezes ou I anno adianlado :
quem liver annuncie.
(JlTercce-se om rapaz porlugaex para caixeim
de laberna>u oulro qualquer cslal.nlocimcnlo para
lomar coula por balanco ou sem elle, para o que
lein bstanle pratic* : quem lie seu pseslimo -e qai-
zer alilitar dirija-te a praca da Independencia n. 10,
que achara com quem Halar.
O Sr. Dr. Jet Aulonio de .\ndrade lem rniu
encomnieiula viuda do Rio de Janeiro-pelo palirbo
Sonta Cruz, capitao Mareta Jo* na Silva, ao lado
do Corpo Sanie, loj.vle massames n. j.
O sbaixo atsignada faz publico, que lendo dn-
solvi.lo a sociedade que lin.ia com cu mano Vicenta
Mondes Wanderlcv. no armazem le awacar da na
do liriini n. -20, continua por si s. e ob sai firma e
respoijabilidade com o"mesmo armazem, e e(ra
que nao deixara de merecer a confian, a c-m que os
saos freu-uezes o letm honrado. Kccife 20 de untM.
de 1855.toao da Cunha B'anderley.
Alnga-te o segundo andar da rea-do Badre
Floriano n. 21 : a Iftlar na ra do Collcoio n I
loja.
"rensa-se de urna mollar de aneja idad* para
o servico de urna casa de [ orfea fipiiliat'tant* de ca-
sa como de ra : na ra dos Martvrio*. taberna
n. :m.
i Pr>cisa-se de um hilar que cnlenda de planta-
I cues : a Iralar na ra do I.ivramenlu n. 1 I'aca-
i se bem.
Quem precisar de um caixeiro bratileirn, qut
, saheescrever, fallar correclamcnle a liuioa franerza,
| ciKiialmentc potsnindo lodos os requisitos tweettn-
nos para poder csrrever e fallar rom a maior ptrfn-
c.io a liiisoa pnrtngaeza, rnicudeudo al
S0BI1E
AS IXSTITinO'ES DE DIREITO CIVIL,
POIi
WALDECK.
Esla obra muilo copcorrera para que ns eslndan-
les-do primeiro anno da FACUI.1lAl)E l)K 1)1-
RtniO, inolhor possam comprehender as prelec-
i. i"s de seu dignissinto lente. Subscrevc-se na
praca .la liplependenria leja de livros n. ('. o 8. pre-
co UrpODO rs., c sihira a primeara folha logo que
as assisnaturas cbtgnem para o cusi da impressao
do volume.
Srs. redactores: A senhora I). Leopoldina Ma-
ra da Cosa Kruger, publicando noseu Diario de 18
do corrcnle, as declatar.'.cs Je seu cunha.tu Eduardo
da Costa Oliveira,, relativas ao pleito que Ihe PMVO
pela I..' vara do commercio desla cidade. nao atin-
gi o alvo, que roliimava, se como disse na sua cor-
respondencia, pretenda s responder aos meus re-
pelidos annuncios.
A nica rcspostacahivel era sem dtivida a demons-
lr.ir.1o da irrespousabilidade dos compradores .ie
seus predios, cuja venda lem sido anniincia.la no ca-
so do ser decidido em mea favor o pleito referido.
Essa nao lenloo a Sr. i). Leopoldina, nem prova-
velmentc tentar cm quauli>|no for reformada, nes-
la |.arle, a*lcgslacao vrenle.
Se porm aquella publcacao fui calculada para
prevenir contra mim os juizes c o publico nas ves-
peras do juIgd.Tieiilo da causa, ticulciindo-sc descu-
berta a suplosla falsi l.ule da li'llra.que a dila senho-
ra tuttlou c eudcs-jnlci, cuido que niu prodozo o
desojado cfeilo, sendo que os primeiros bao de apre-
ciar a materia avista dos aulos e das leis, quo a resil-
lara, c o ultimo me conhece, como conheceu ao de-
clarante, qualificado pela senhora I). Leopoldina,
sua confiada, de ladino, c insigne falsario, e sabe
que a qneMao agitada entre nos be muilo delicada
para ser decidida sem csluJj das allegaces e pro-
vas dos aulos.
Em ludo ocaso, nao cslou resollido, por ora, a
aceitar na imprensa diSCnasBeta tal respeilo, porque
alein de faltar-mo a precisa liberdadc para exami
liar cerlos faclos pralicados um favor da senhora U.
Leopoldina, confie no meu direito e na lllustracao
dos nesso juizes.
Todava permita a senhora I). Leopoldina, quede
patsagem Ihe observe que as declararoes do falleci-
do Eduardo se estao em perfeila harmona, coran
ella disse na sua correspondencia, com os dopoi-
mcnlos dos senhores Dourado c Peixolo, jue alijs
interiieram ein ambas, um como subdelegado o ou-
1ro romo lestemiinha, acham-te om manifesta oppo-
sirao com as carias do declarante, prodatidas pela
propria senhora I). Leopoldina nos nulos, as allega-
toes desla e os depoimcnlos de suas irmaas e ma-
drasla, segundo os quaes Eduaido (7o inlcrrc'a no
aceite da lellra, ea senhora I). Leopoldina o escre-
ceupei-anle cssas pessoas, que Ihe nao So snspeilas
podido e em favor de seu irmao Hollino, de quem
Eduardo bouve. depois, por endossar, a mesma lel-
lra.
Que credilo merece om homcm des'.cs, e que im-
portancia se deve dar derlar.irOes semrlhanlcs, ai-
caneadas de modo tao extraordinario, e na occasio,
cm que a senhora 1). Leopoldina, confundida com
seus proprios aSscrlos, linha necessidade de dar
como falsa a lellra, cuja aceite confetsara nos au-
tos, embora alle^asse enlao que o deca a Del/ino
por nimia simplicidad*t na'supposiniode se* a
quantia de 8000Ors. nicamente !
Seia qual for, occrlo beque cssasdcrlar.icOScon-
riliaram a Sr. 1). Leopoldina com seu runfiado
Eduardo, cuja viuva e filhos estSo b"je amparados.
morando na mesma casa da senhora I). Leopoldina,
como prova o documento junio : mas ufa he mono
cerlo que o publico aguarda o ralgameMo da nossa
causa para lachar o valor das.lellras entre nos, se os
respectivos aceitantes, por meios tae*, forcm dispen-
sados de paga-las aos portadores,'que como cu,
as descontaren] de boa f uo mercado.
Sou etc. Malhias Lopes da Costa Maia.
Diz Malhias Lopes da Cosa Maia, que precisa que
o Sr. inspector de quarleinlo da ra de Apollo, nn
freguezia de S. Fre Pedro Concalves dcsta cidade,
atlesle ao p^deslc se.desdo o falleciniento deEduar-
do do Costa Oliveira, oceurridono principio do cor-
rcnle mez, U. Guillermina MariadaCosla Oliveira,
viuva do dilo Eduar.lu c seus filhos menores residem
na dila rna, o na mesma casa em que reside 1). Leo-
poldina Maria di Costa Kruger.irmaa c lia de I). (iui-
Ibermina c seus lillios: por lano, pedo ao Sr. Dr.
delegado do Recife Ihe delira na forma requerida.
E R. Me. Malhias Lope* da ('osla Maia.
Altesle, querciido. Delegada desle primeiro
dslricto do Recife, aos 18 de junho de 18jj.B.
Carcalho.
0 Atiesto que D. Guilliermina Maria da Costa
Oliveira reside na ra do Apollo em companhia de
sua irmSa I). Leopoldina Maria da Costa Kruger,
desde o fallecimcnlo de seu marido Eduardo da Cos-
ta Oliveira, o lambem os seus filhos menores. Reci-
fe 1!) de junha de 1855.Claudivo Xavier de Oli-
veira, inspector do 13." quarleirao.
Eslava reconhecido.)
LOTERA DO RIO DI- JANEIRO.
Sahio ncsla provincia a sorte tic 2:OO0J
rs. cm o meio hilliuten. 021(1, bem co-
mo do 1 :O().s()00 h. em o meio hilhete
n. *555, tili'in de outros de iOO.slIO,
200000e IO|000 reis: os possuidoivs
queirain virreeber os seas respectivos
premios.
IARDIM PUBLICO EM PERNAMBUCO. RA
DA SOI.EDADE NUMERO 70.
1 los os rlias |.ul,is ti horas oa manhna h milito
ir II .- figos de c imadre, para fazer preseula* a com-
padres. Por cm quanlo anda lia dispniven min-
ias qpalidade* deroseiras novas rhcgada a-sini lambem dalias e oulras flor--. Tambero "ha
grandes pVde sopla c sapotis, frucla pao, ptrrci-
ras de qoalidades novas.
Miguel Jos Alves v.u fazer una viagem Eu-
ropa, e roga a tada as pe*soa* a quem possa ser de-
ve.lor, queiram aprescnlai-se-lfie para serein pagas.
Miguel Jos Alves dei'a p..r seus batanles
procaradores, duranle a tos ausencia de.la cidade.
aos senhores Antonio de Almeida Comes & C.
Miguel Jos Alves deixa como ci.rarrcga.lo,
dotante ttua ausencia, da acquisc,ao de aseignalaras
>da venda de di venas publicacAcs litlerarias, deque
ie agona nesta cidade, ao Sr. Jos Nogueira de
da lingos ingieza, dirija-te a roa do Trapiche n. 3S.
segando andar, das 'J horas da raanliaa ald as .1 da
larde.
O Sr. 1 ranrisco Sotler de Figueiredo Castro
quena procurar urna carta que lem, viada1 da Km
brande do Bal, m ra do Gatftgra n. >, visto nao se
" icr de sua motada.
ba
la
Prccisa-se por aluzad de ama esrrava que sai-
' engommar c cozinhar : quem tiver annunne.
Faz-te cansica de milho verde muilo bem fei-
na ra Vclha n. M.
Pianos.
Joao I \ oselcy avisa ao respeilavel publico, que
em sua casa, na na .Nova u. II. primeiro aadar,
aeba-se um sorlimcnlo de pianos de jacarando e
inocuo, os mclhores que lem ale agora tppsmlli
DO mercado, lauto pela sua harmoiiii.sa c forle voz,
como pola so.i ronlriir...io. dr armario e borisontal,
dos melbores autores de Londres e de iliamburgo, m
quaes vende por preco razoavcl. O annuncMiile
continua a afinar e concertar pianos com perfeirao.
A tenda de laiiociro do largo da asscmhla n.
1(1, que he administrada peloSr. Antonio do Espiri-
to Santa C. mudou-se para a ra rio Amalias n. 1-1
c perlencc a I'rancisro Jos de Paula Carneiro.
Permtate ara necre de aac^o, de. idade 95
anuos, pouco mais ou menos, por urna negra dmela
idade, que cnlenda de vender na la : quem liver
annuncie para ser procurado.
CIDADE DA VICTORIA.
O abaixo assignado agradece ao Illm. Sr. I raucis-
co de Barros Crrela de Quciroz le-lo proposto alfe-
res da guarda nacional, por quai.ln nao foj r.m-
suludo nciii Ihe pedio, antes pelo contrario ll> man-
dou,uin.i (.irla wlo Illm. Sr. I'ranrisco .le Amorim,
peiliudo-lherom loda instancia que o nao propozesw.
por quanto linha de requerer sua reforma de lenle
do esquadiao de cavallaria por motivo justo que li-
nha a alegar, c desde ja declara que nSo aceila esle
nem oulro qualquer loga* queseja proposto porSror.
Cidade da Victoria 15 de junho de 1855.
Manuel Jost l'errtra Borget.
Perdca-se no dia 17 do corrcnle. da ra da
l mao al a do Collegio, urna pulrcira de ouro cha-
la, com qoasi urna pollrgada de largara, e esmaltada
de azul claro : quem a adiar, poder levar ruado
Collegio n. 9, quesera recompensado.
O Sr. que esleve vendo o fogo do obrado da
rna do Crespo u. \>. mande trazrr o diapeo cora fe-
mu e levar o seu, pois houve qnem presenciaste as
suas palavras [nao acbo o meu, levo este, liro-lhe o
fumo c esl.i proinplo bem v que se sabe, e sera
buin evitar o nome ciu publico.
I'..z-se bolo de S. lotee cntica de milho ver-
de, muilo l.cm feila : na cidade de Olinda, atraz do
Amparu n. II.
Manoel Jos Dias de Carvalho mudou a sua ta-
berna da ra; Dircita n.!);[, para a mesma ra n.
Aluga-se o lerceiro andar di casa da ra do
\ igaah) n. 5, propria para familia : a tratar no pri-
meiro andar da niesiu...
IMORMACOES OL RELAf.O ES
SEMESTRES.
Nn livraria n. 6 c S da piara da In-
dependencia, vende-se relnces* s traes por preco commodo, e querendo res-
mas vende-Se ainda mais etnconta.
WALUECK.
Esla na prelo o compendio do Inslilulioiies Juris
1 Civilis, por D. IO. Telri Waldrxk que -erve de
compendio cadeira de Direito Romano, instalada
de novo na T'jruldadc de Direito : subtereve-te a
GjODO rs. pasos na occasio da subsrripcao. c par.,
commodo dos senhores acadmicos cnlrecar-w-hio s
folhas impressas de S pecinas na livraria da prara
da Independencia n. Ge 8, a prcporc.lo que loreru
sabiudo do prlo. -
S. JOAO.
Rollos de S. Joao ricarricnle entortados
por preco commodo, borrs o bom lcilos
pastis de nata, bandejas de IkiIIos de to-
das as r|i!aldades, enlejiadas, com ricos
tamos de alinins, pre/.untos de liamlm .
Iiollos e doces d'ovos de todas as <|iialida-
des, a contento : os pretendenU lirijam-
searua das Cruzes, casa- ra 1111111 de-
fronte da praca da Independencia se/jun-
10 andar, becco da Polo.
Precisa-sc de urna preta cscrava para ama de
urna caSa de pouca familia, que faca o servico inter-
no e cxlerno He mesma : a tratar na roa do Rangel
taberna n. II.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA-
VISTA .
Corre vespera de S. Joao.
O canjclista da casa da Fama Aulonio da Silva
(iuimaracs avisa ao publico, que a klcria cima cor-
re no dia 1 do corrente, vespera de S. Joao : per-
ianto, qnem quizer ver a sua sorte habilite-se com
o seu numero, pois a occasio he propria, e achara-
se venda hllielc, meios, quartos, decimos e vig-
simos, nas seguintes casas : aterro da Boa-Vista 11.
18, roa liir^.i do Itosario 11. ifi, praca da Indepen-
dencia n. lie l!i. ra do Collegio n. !, e ra do
Rangel 11. 51. Os seus bilhelcs e cautelas soffrem o
descont da lei.
lotera oa matriz da roa-
vista.
Aos :000s000, 2:OOO.sOOO, 1:000.s<<0i).
As rodas da ullima parte da 5.* c primeira da ti."
da matriz da Boa-vtla andan no dia S\ do corrcnle
mez. Os bilhelcs c cautelas -do cauelisla Antonio
Jos Rodrigues de Souza Jnior achata se i venda
nas lojas da praca da Independencia n. i, 1:1. 15 1
10, ra do Queimado n. 37 A, aterro da Boa-Yu-
ta 11. ~-> A, c nas oulras do roslumr. Os cus Indic-
ies inleiros no soffrein o desrunln dos K poi ccnlo
nos Iros premios grandes, o qual descont s he ap-
plieavel at suas cautelas,
iiirhctcs' 59NU0 ItecclM; por inleiro
com descont
Ifeios 21800
(Juarlos IMi'l
Oitavos 720
Decimos 600
Vigsimos 1120
(,:mINHKl
2:7609000
l:3a^SSJt00
55290IMI
O mesmo cauelisla declara, que apenas se obm-a
a pagar os ft por cent... da"lei nos premios ccandes
quesahirem em seus lul'ieles inleiros em oricinaes,
deven.lo o |Kissui.lor do bilhele receber do Sr. thc-
sourciro o seu respectivo premio.
Jolas*
Souza com loja de livro* na rna doCoUogio o. X.
Miguel iW Alvos relirando-ta deslt cidade
por algum lempo, c n o pdenlo despedir-te de lo-
1 o*MU* amigos c mais pessoas a quem he rcr.o-
nhiiido e deve allonc.'n;, pelo pouco lempo qoe pa-
ra Isso leve, pide-Ibes desculpa desla falla involun-
taria, o oflaTtee-lhet se : pooquiarimo prestime p.ira
o que ibes poder ser til, onde elle se acl.ar,esperan-
do por oca sigo da soa volla poder agradeccr-lhes
possoalmenle mais esla prova da benevolencia dos
mesmos senhores.
Os ahsixo assignados. denos da loja de ourives, na
ra lo Cabug 11. II. confronte ao paleo da matriz
8 rea Nova, Caxem pobiieo, que etUe sempre 1
do- dos unis ricos e melbores goslos de todas js tbrat
de ouro ncressaria. tanto para senlioras, como par*
homens e meninat, continata ine-mn h-
lalos como lem 'irlo ; 1 aaM coula com
responsabilidade, etp rificando a quaridada do ou-
ro nc 11 a IR quil.it.-, li.-ao.lo assim uarautido o
comprador se apparecer qualquer davida.
Srrnphim \ Jrx
EDCACA'O DAS FILHAS.
Entre as obras do eran.le pendn, areebispo de
Cambray, merece un partiexTlar aten {le otratado
da educac.'io das meninasno qual este virlno-i
prelado eiisina romo asirais devem educir ata
Ibas, para um .lia chci.'arem a oceupar o sublima
logard mii (|e familia; (. lano urna
neces-i hule para todas as petjtat qoe desejam kui-
a-1 :s 1,0 verdadeiro raminhn da v ida. Kl a refe-
rida obra Iradnzida em porhicuez. e vende-te na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto preco de *00 rs.
Precia-se comprar ou aforar om terreno de
110a IdO bracas de larcur.i, sem hcmfeilnrias'o
com poacas, a margen] do rio on prximo a embar-
que, proprio para planlaces de canoa ; qoem o li-
ver e ajutter l.i/er alsun dos menrionados negocios,
dirija-se ra eslreila do Rosario n. 7.
MUTILADO


n
-rrr
3U8I0 9E PER.1RUCE0, SXT FEIRA 22 DE JUMO DE i855.

g .'IRLIGACAft' DO NSTITUTO 110-
. MKOPAT1UCO 1)0 BRASIL, i g
THESOl'RO. ROMEOP&TUICp
OU <#
VADE-MECLM DO
HOMEOPATI1A. $
M el hado conciso, claro e seguro de < u- W
rar homeopalhimmctite todas as'molestia.' 2Z
que affligcm a especie humana, c part-
icularmente aq'uetlas que relnam uo Br\i-
sil, redtgMo segundo lis melhorcs Hala-
dlos de liomeopalhia, lano europeos rnrm
americanos, c segundo a propria espe
eucia, pelo l)r. Sabino Olegario l.udge
Pinito., rftta obra lie boje reconhecida c
fllo a mellior de ludas qiie.lialam daapp
cacito hvriQOpaiica no curativo das ni
leslias. Os cariosos, principalmente,- ni o
podem dar firpasso seguro sem possui-la o
rnusua^;!. Os pas de familias, os senil
re* de engenho, sacerdotes, viajantes, c
pilaes de navio, scrlancjos ele. ele., devejn
J. te-la i mao para orcorror promptamcnle a
quilquer caso de molestia. ,
Onus volumes era brochura por lO^KO
ii encademados 11901 0
Vende-so nicamente em casa do auto /i,
ra de Saulo Amaro 11. 6. (Mundo Ni Wf

1
i
I
Aviso ao respeitavel publico.
Joao Luiz Ferreira Ribciro, com padaria nc largo
de Santa Cruz n. ti, confronte a iareja, alem d< bord
pao e bolachas de lodos os tamaitas, se aclia 1 iun-
do de un homem que entende perfeitamenle le fa-
zer bolinhos de todas as qualidades, paslel&cs, ufei-
ta bandejas pi>ra bailes, amendoas, conteitos, 1 ludo
mais de sua arte ; por isso avisa o -dono do cst ibele-
'cimenlo a lodos os seus rcgue/.cs, que vend 1 ti-do
por menos prero que em qudquer parle, tai lo em
porcilo como a rclalho; assim como na mesi 1a pa-
daria se fabrica bolachinlia de ararula muilo bem
fcila.'biscoitos, fallas linas ele.
I J. JIM, DEMiSTA, S
0 contina a residir uaruaNuvu 11. |'J, priinei- $
tj ro andar.
Precisa-se de urna prela escrava para ama de
urna casa de familia, qne faca o servco interno e
esterno da mesma, pagandose-Ihe 320 rs. | or dia :
a tratar na ra do Collcgio 11. 3, primeiro ai dar.
Casa de consignaciio de cscravgs, 1 a ra
dos Quarteis n. "2
Coropram-sc e recebem-se escravos do mbos os
sexos, para se venderem de commissilo, tan a para a
provincia como para fra dol, offerecendo se para
sito toda a seguranza precisa para os dilos iscravos.
No hotel da Europa pre:isa-se de urr,
que tome conla do por(ao,dando-sc-llie roup
da, casa, etc.
homem
, coini-
dade de
-lo Ke-
urado a
O Dr. Ribciro, medico pela unlver
Cambridee, contina a residir na ra da Cru;
cite 11. 19, 2." andar, onde pude ser pro*
qu.ilquer hora, e convida aos pobres para c insultas
gratis, e mesmo os visita quando as circumsl lucias u
eiijam, faz especialidade das molestias das olhos e
ouvidos.
%fy O l)r. Sabino Olegario l.udgero l'ii
gj raudou-se do palacete da ra ileS. "rain
co n. 68A, para o sobrado do dous an
resn. 0, ruade Sanio Amaro, mundo 1101
o, ($)
LOTERA
DA BOA-
DA MATRIZ
VISTA.
Aos6:000.s000, 2:000,000, e 1:000
Corre indubilavclmcntc sabbado, 23 de juhlio.
O rantclisla Salusliano de Aquino Ferr ra faz
scienle ao respeitavel publico, que as suas c.
esto sujeilas ao descont de oito por ceutu d
posto dalei. Os seus bilhetes inteiros, vendi
originaes, nflo sndrem o descont deuilo poijcenlo
do imposto 5pr.1l. Acham se venda as sepililes
lojas: ra da Cadcia do Kecifc 11. 24, 38 c 45
ra da Independencia n. .'7 c 39 ; ra do
nimio n. 22 ; ra Nova 11. ? c 16 ; ra do
roado 11. 39 e ; ra estrella do Itosario n.
no alerro da Boa-Vista 11. ~'.
000.
ulclas
im-
em
pra-
,ivra-
Joe-
17, c
Bilhetes 5.38OO Bccebc par iulciro
Mcios 29800 com descont
Ouarlos |1-o
i.iuinlos 19160 B
' Klavoa 730
Decimos 600
Vigsimos :12o
t ;(KH).3
(,!).-
::t80s
1:104 j
69A9
552
2768
ar os
mos
risi-
eiro,
que
torio
re-
das
Ks-
e
11 lo
' 10
lilll
O referido raulelista s he responsavel a pa:
oito por cenlo da lei nos tres primeirns pr
grandes subre os seus bilhetes vendidos em
iiaes, logo que Ihe fr apresentado o billiele in
indo o possuidor receber o respectivo prmii
nellc saliir, na ra do Collegio n. 15, cscrir
do Sr. Ihesoureiro Francisco Antonio de 01i\ sira.
l'crnambuco 12 de junho de 1855.
alusliano de Aquino Ferreira.
Precisa-se alugar ditas esetavas : na
ra de Santa Cecilia n. \\.
No hotel da Europa d-se comida mensalmfenle
por prcc,o razoavel.
Joaquim Jos Uias Percira declara que a
malou em leilao de. 9 do correle todas as div
activas que deviam a Antonio da Costa Ferreira
trella, com taberna na ra da Cadcia do Rccifi
convida a todo os devedores do dito Estrella,. 1,
da prara como do malto, para que venliam pa^a
ao anuuuciante, coma maior.presteza possivel. 1
deovitarom maiore's despezas, pois promelte ler loda
a contemplarlo com os que forera mais promplos
nos seus pagameutus, podendo-se dirigir-se ao an-
nunciantc, no aterro da Boa-Vista, toja n. 11.
RAPE GROSSO, MEIO GROS-
SO E FDO.
Viuva Pereira da Cunlia, cncarrege da
da venda deste rape, avisa a seus fi e-
gtic/es (pie o depbsito se aclia prvido de
lodas estas qualidades, e (pie.para mais
commodidade acaba de estanelecer 1 un
outro deposito na ra de Apollo, arn a-
zem.n. 2, onde poderao encontrar lotlas
os mencionadas qualidades ao prero ja'
estaljelecido, de 1 {(280 o grosso e 'J0( o
lino, de 5 libras para.cima.
No hotel da Europa tem comida a loda a,h ira.
pelo proco marcado na tabella, nm pelisco de 320
para rimo, cha e torradas320, caf rom leile e la ra-
llas 320, bife de cebolada .120, dito de grellia 120,
ovos estrellados 210, presunto de fiambre 100 rs
pehe 100 rs.
Est a sahir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICJ)
HOMEQPATHA.
EXTRAHIDO DE ROFF E BOE:
NINGHAUSEN E OUTROS,
posto em ordem alphabeUca, com a dcscri
abreviada de lodas as molestias, a indicarito plr
lgica e therapeulira de lodos os medicamento!
roeopalhiros, sen lempo de aeran e concorda
seguido de um diccionario da siauificarflo de I
os termos de medicina e cirurgia, epost ao ale
das pewoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO 10RAE
Subscreve-se para esta obra no consultorio lio
pathico do Dr. LOBO MOSCO/.O, ra Nova n
primeiro andar, por 55000 em !nocluir, e (fcfOOO
encadernado.
irao
sio-
ho-
cia,
idos
inee
;.
neo,
50-
AO PUBLICO,
No armazem de fazendas bara-|
tas, ra do Collcgio n. 2,
vende-se um completo sor ti mente
de fazendas, finas c grossas, poi
preros mais baixos do que emou-
tra ([ualquer parle, tanto em por-
foes, como a retallio, alliancando
se aos compradores um s prcrr
para todos : este estabeleetmenk
alirio-se de combinarao com
maior parte das casas commeiciac:
inglezas, ftancezas, allemaas e suis-
sas, para vender fa/.endas mais en
cotila do fpie se tetn vendido, epot
isto o'ereecndo elle maiores van-
tagens do que outro ualquer ; o
proprietarto deste importante es-
tabelecimenlo convida a" todos os
seus patricios, e ao publico em ge
ral. para que venliam (a' bem (los
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Sanios & Rolim.

CONSULTORIO DOS POBRES
50 BA TSO'WA 1 UTOAE 50*
O Pr. 1'. A. Lobo Moacnzo da conmillas linnieopalliira< todos os das aos pobres, desde 9 huras da
manMa ale lelo dia, e em rasos extraordinarios a qualquer luna do dia ou noile.
Olleiv, e-so igualmenle para praticar qualquer operaran de cirursia. c acudir promplamentc a qual-
quer mulhcr que esteja mal de parto, e cujas circunstancias n.lo permillam pagar ao medico.
M COlllLTORiO DO DR, P. LOBO I0SOZ0.
50 RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual romplelo de meddicina homeopalhica do Dr. G. II. Jalir, traduzido em por
lugaex pelo Dr. Moscozo, qnatro volumes encademados em dous e acompanhadode
um dicriouano dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele, etc...... 203000
Esta obra, a mala importante detodaaasquetralam doesludoe pralicadhhomeonalhia, por sera unir
que conten abase fundamental d'esla doutiinaA I'ATHOGENEStA OUEFFEIOS DOS MEIUC-V-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEconbecimenlos queno podem dispensar as pes-
soas que sequerem dedicar n pralica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizerem
experimentar a doctrina >le ilahnciuann, e por si mesmos se convencerem d verdade d'clla : a lodos oa
fazendeirosesenhores deenaenho que eslito lonee dos recursos dos mdicos: a lodosos capilaea de navio,
q:ie urna ou oulra vez nao podem deisar de acudir a qualquer jnrommodo seu ou de seus tripulantes :
a todos os pais de familia que por circnmslancias, que nem sempre pmlem ser prevenidas, sao obrica-
dos a prestar in continenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O vacle-mecum do homeopalba ou Iradurrao da medicina domestica do Dr. Ilerin:,
obra lambem ulil s pessoas que se dedicam ao esludo da liomeopalhia, um vol-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 108000
O diccionario dos termos de medicina, cirurcia, anatoma, etc., etc., encardenadn". ". ". .'.-liin
. Sem verdadeiros e bem preparados medicamentns nao se pode dar um nassn umn
SJXKM)
preparados medicamentos nao se pode dar um passo securo na pratira da
homeopathia, < o proprielano deste cslabelccimento se Hsobmu de Ic-lo o mais bem montado possivel e
iniiuiieiii duvula boje da urande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 1-2 tubos grandes.............
Boticas de 2i medicamentos em lbulos, a 10$, l? e 15S000 rs.
Pilas 36 ditos a..........
Ditas 48 ditos a..........
Ditas 60 dilos a..........
Ditas 144 dilos a.........\
Tubos avulsus.................
Fraseos de roeia onfa de lindura...........
Ditos de verdadeira lindura a rnica.
.............. 050O0
.............. 239000
.............. 30)000
.............. 60;ooo
.............. llfOOO
.............. 'JKI00
Namesmacasa lia sempre i venda erando numero de lubos de crystal de diversos (amalios
vidroa para medicnenlos, e aprompla-sc qualquer cucommenda de medicamentos com loda a brev da-
rte e por presos muilo commodos.
Novos livroade liomeopalhia uiefraucez, obras
(odas de summa imporlancia :
llahncmann, tratado das molestias chronicasv 4 vo-
lumes.
Tesle, irolcslias dos meninos.....
Hcrin2, homeopalhia domestica.....
Jalir, pharinacopa homeopalhica. .
Jalir, novo manual, 4 volumes ....
Jalir, moleslias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Uapou, historia da liomeopalhia, 2 volumes
llarlhmann, tralado completo das molcslias
dos meninos..........
A Tesle, materia medica homeopalhica. .
De Favolle, doulrina medica homeopalhica
Clnica de Slaonc.......
Caalilig, verdade da liomeopalhia. .
Diccionario de N valen .#. .
Attlas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, cnnlendo a descriptao
de lodas as parles do eorpo humano .
vedem-sc lodos esles livros no consultorio liomeopa-
lhia. do Pr. Lobo Moscoso, ra Nova u. 50 pri-
meiro audar.
|, DENTISTA. I
Paulo Gaignodl, dentista francez, eslabele 9
cido na ra lama do Rosario n. 36, seanndo
;& andar, colloca denles com gengivasartiiiciaes, @
c dentadura completa, ou parle delta, com a 9
S} prcsso do ar. @
Rosario n. 36 secundo andar. S
908000
fiatioo
79000
69000
16-000
6-ffK)
KstKMI
165OOO
ioapoo
85000
79*00
(ijOO!)
4-5(HK)
105000
305000
AULA DE LATIM.
U padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quernudou a sua aula patita ra do fran-
ge! n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos cedernos desdeja' por m-
dico preco como lie publico: quem se
quizer uttlisar deseupequeo prestiino o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
Na rita de Aguas-Verdes sobrado de
um andar n. 14, armam-se bandejas de
bollos com toda aper'eieaoe 'az-se bollo
de S. Joao.
Aluga-se ou vende-e urna casa com
sotto e sitio no lugar da Torre, junto ao
sobrado do Sr Peixoto, com todas as com-
modidades para amilia, cocheira, estri-
bar ia, piartos para feitor, etc.: na ra
da Cruz n. 10.

- Os abaixo assisnados declaram que dissolveram
amiiMvclinenle a sociedade que tnharn no armazem
deassnear eescriplorio, silos na ra da Cruz e do
Brum, sol a Grua commercial de Wanderlev vv; Ir-
mao, licando a carRO de ambos a liquidacilo do acti-
vo e passivo ila mesina sociedade. Recite 15 de junho
de 1855.I cente Mendes Ifanderley, J0S0 da Cu-
nta Ifanderley.
Candido Moreira da Costa declara que nada
deve ao Sr. Lima Jnior & Companhia, e. pode sei
procurado no seu cslabelccimenlo, no paleo do Hos-
pital 11. 16.
Troca-se urna boa casa terrea feila a moderna,
tem um bom quintal, he bstanle grande, na Boa-
Vista, por oulra no bairro de Santo Antonio ou S.
Jos : quem Ihe convier esta troca ai.uuncic para ser
procurado.
Precisa-se de escravos para 09 serviros de um
tilia prximo a Casa-Forte, c :> livres,com"preferen-
cia das libas, para urna olaria : na ra estreila do
Rosario n. 7.
Casa da a fer i cao, pateo do Trro n. 1G.
O abaixo aatigaado faz vera quem interessar pos-
sa, que a revisto finnsar-sc-ha no da 30 do corren-
le.sejzundo o disposlo no arligo >.< titulo II daspos-
luras municipaes, e que lindo este prazo incorrerao
os contraventores as penas do mesmo artigo. Re-
cife 16 de junho de 1855.
Praaxit da Sttta Pusmto.
Joaquim da Silva .'ilourao previne a quem
interessar possa, que lodos os bens do Sr. Jos Dias
da Srtva, movis, temern tes, e de raiz, eslo su-
geilos ao pagamento do que elle Ihe deve, pelo que
nao pinico mesmo alieua-los. e nem de qualquer
forma disnnr dellcs, etn prejuizo do annunciaiile,
que protesta usar de seu direilo, mil librando qual-
quer venda ou disposicao desses bens.
No hotel da Europa lem saias c quarlos para
alugucl, com comida ou sem ella, por commodo
prer;o.
COMPRAS.
Compra-so cllcclivaioenle bronze, latoe co-
bre velho: no deposito da fundir/lo d'Aurora, na
roa do Brum, logo na entrada 11. :\ c na me-iua
fundirao em S. Amaro.
Corr.pra-se a hisloria sagrada por Rajaumon-
Ic, diccionario inglez por Vicira, e solela irauceza,
ludo em mcio uso : na na Nova 11. il.
Compra-se elementos de geometra em porlu-
guez, por Lacroi* : na ra do Collegio n.8.
Casa de commissao de escravos na ra do
Livramento n. i.
Corapram-se escravos de arabos os soios, de 1 i a
30 annos, sendo boas figuras pasa-sc bem, lambem se
rerebem para vender de commissAo para dentro e
fra da provincia, onerecciulo-se toda a segurain.a
precisa para os ditos escravos.
Compra-se prata brasilcira ou hespanhola : na
ra da Cadeia do Recife n. 5, loja.
Compram-sc os preparos para o fabrico de ve-
las de carnauba : quem liver e quizer 'vender an-
nunce.
Compra-so una escrava que uo seja muilo
mora, que telilla de costme ve.idcr agua e pasar se-
mana, para que se dar bom trato : quem liver an-
nnucic para se procurar, ou leve ra larga do Ro-
sario n. 26, segundo andar.
ATTENCAO",
Compram-se escravos ele ambos os sexos, de VI a
10 auno-, tanto paja a provincia como para fra,
sendo bonilir figuras paga-se bem; assim romo rece-
bem-se para vender de commissao : na ra de Hur-
tas n. 60.
VENDAS
Surtes para S. Joao a 40 rs. o papel.
Acahain de salnr do prelo novas sorles para diver-
limenlo deslc festejado dia : vende-se a 0 r>. na li-
vraria 11. ti e 8 da prara da Independencia.
BICHAS DE HAMBtR(.0.
Na ra estreila do Rosario n. '2. loja de liarbciro.
vciidcm-se aos ceiose a rclalho bichas de liambur-
go, chegadas pelo ultimo vapor da Europa.
VIMIO CHERRY EM BARRIS.
Em casa de Samuel" P. Johnston C,
ra da Senzala-Nova 11. "vi. .
Vendem-se dous- pianos forte de
Jacaranda'', construrro vertical, e com
todos os niclhoramcutss mais modernos,
ti'iiilo vindo 110 ultimo navio de Ham-
burgo: na rtiti da Cadcia, arma/.etn 11.
21.
Vende-se ama .ede lina por 311.50OO rs. : na
loja n. i,do I'asseio Publico.
*5 "ai#
ENYGMATICfl-PITTORESCAS,
DEDADAS A BELLO SKXO-
Acaba de sabir do prelo urna dicellenla collerrao
de sones envginalicas.para o cnlrelenincnlo do bel-
lo sexo em a noile de S. J0S0, as qoaes eslae espos-
las a venda no bairro do Recife livmian. 52 na
ra da Cruz, o em Santo Antonio, livraria do largo
do Lollesin dos Srs. Ricardo o; C.
BARATO ADMIBAYE
COVADO (isoOO.
''.
l'anno fino prelo, prova de lm.lo, covado 69500,
ciles de rllelos de gorsurAo e seda, muilo lina fa-
zenda, pelo diminuto prero de 25100 o rrlc na
ra do Queimade n. 33. loja junto a da Pama.
Vende-se um piano de Jacaranda, muilo boni-
to, que bale sobro tres corda?, com pouco uso : na
rila do Cahuga, loja de l portas, do Sr. Cuimares,
se dir quem vende o dilo piano.
r^eKde,m"Se"Cell.C",es ''l'01'8. <">lo maduros
romo mchados para embarrar : no sitio do larca da
trempe, sobrado .1. |, quc |cra |a|,erna |H,r M .
a-s,mcomope,dos,es,os para plantar; e na ra
da Cadeia do Recife, .Kfronle do becco Larao ta-
berna .1 85, ha ,yn bom deposito dellea maduros,
que para |n vao lodos os dias, c ,hi se recebem en-
0^0,00 'S(r Pnra emba"lo. cseaprampla.n
cm menos de 3 Itcas.
BARATO NUNCA VISTO, A
2,600
.- J!"C!,r-,f 'le,fil!' u 'l0 c'1n,,,r;li;' < lindos lacos a
zaMJtl, chales de laa e seda, finissiina (arendn, lindos
c raoilernns padnirs a 3*00, lencos de garra c a rom bonitas ran,agens a I90G I, chapeos francez^s
a fftWJO : na rua do
Cheg 11 da tranca pelo paquete tima faienda intei-
ramenle nova, toda de seda, de quadros e listras lle niuilo hon padres e laceada nova a .120 n cava"
Em casa deTtmm Momsen \ Vioassai prara fio
Corpo Sanio n. 13. ha para veuder um soriimcnlo
romplelo ilc livro-cm bramo, rindas de llambargo,
Attcncao ao barato.
Na rua do Crespa 11. 10, loja da esquina que volla
para a rua das Crozes, vendem-se cas-as franceitas
mais rico possivel, denominla Sebastopol, o
00111,1.............. laotHI
"as de seda de quadros, o covado .
Crimea de seda, gusto escore/., o covado .
Irnierpina de seda de quadros. n covado .
Indiana- escocen, novos padrc-, o covado
-hilas francezas, lindos padioe-, o covado
Riscado francez, larga, lino, o invado .
Corles de vestidos da se la eacorc/.a, o corle
Crlesde cambraia de sed, o corle. .
Selim prelo lavrado para vestido, o covado
Selim pelo maco, liso, o covado. .
Sarja prela hespanhola, o covado. .
Nobreza pela poilugur/a, o covado, .
Chales de casemira de cor. Imos.
lyilKI
900
680
iin
280
260
1KKM1
29600
2J0OO
l-Stltl
19500
Chales de merino, franja de seda, com barra 7.NMU
89500
119000
cuo
81K)
39000
39OOO
600
105000
196OO
400
Chales de merino bordados a seda
Chalis de merino o mais rico possivel .
(.orles de casemira prela selim .
Cortes de rolletes de fuslo lino. .
Lencos de seda para Bravata.....
durillo pulo pnra panno, o covado .
Corles de alpaca escoreza, o corte .
Alpaca prela de lustre. ........
Chales de seda de peso......
Lencos de seda de peso......
I.euro- de cainliraia de tiiiho. pequeo;.
na 111a do Qoefmaao, cm frailo do becen da Coa-
gregar.ao, passando a botica, a segunda loja de fa-
zendas n. jo.
Ainda esta i venda o csrravoqucsc annunciou
na rua do Rangel, bonita figura, com olliciode inar-
cincro ou carapina, muilo bom para algum senhor,
que pode servir de pagein quando nilo (rabalhar pelo
oficio : na rua cima n.2l.
Na rua do Crespo, loja n. 1, vendem-se lio
cobertores de algodao, branro-, de pello a IciiKt,
sendo em porrAo faz-so alguma dillereiifa no prero:
lambem vendem-se sedas eseocezas a I92O0 o covado,
boiiilos padres a sem deleito.
Vende-se um escrava de naeSo, de idade 83
aimos : a tratar na rua do Pilar n." III. a qualquer
hora do dia.
Vendr-se una casa de. nm andar c solao, na
rua do Rangel : quem a prelcoder comprar, procu-
re na rua do Queimado n. 10, loja, que se Ihe dir
quem vende,
AOS' PADRES FREGADORES.
Na rua do Collcgio 11. 8. dem obras do |uilpilo francez e porlugoea, estilo i venda
a- Homilas ^nllrc os Evanaelhos para os domiusns
do anuo, por Mr. Fortn, approvadas pelo arcehis|io
de Sen-, 11. obras completas ele ,\ir. Ilordei ies. hispo
de \'ersailles. os elogios fnebres do cened Drouol
o de Daniel O' Connell.por .Mr. Lacorilaire.
PUR LA1NE.
Acaba derhegar na rua Nova n. 10. loja franceza,
urna excellcnle fazenda denominada Castorinas, de
lindos padres, e assemelha-se muilo s sedas eseo-
cezas ; a ellas, que vao vapor.
Vende-se 11111,1 eucllertte varea bem gorda, fi-
llia do paslo, e dando leile, com cria de cerca de 15
dias de parida : trala-se na'rua Augusta 11. 72, de-
fronte do chafan/, a qualquer hora, c para tirar o
leitc c ver-so ale (1 horas.
da lama.
Queimado n. 33, loja junio a
No alerro da Boa-\isla n. 80, vende-e iWli-
mamenle, ehegado de Lisboa, vinbo I'RR a 180 1
gairaa, dito moscatel de Sclubal engarrafado a 800
rs.. batatas a 80 rs. a libra, presuntos tCBOBlicasa
400 rs. a libra.
Vcudc-se urna escrava quccngnmma, rozinha,
coso c lava de sabio : na prara da Boa-Vista 11. 30.
Na loja da roa Nova n. 56, vende:n-se prepa-
rosde lazer velas de carnauba, conlcndo de forma
meia arroba : quem isto prelendcr, dirija-so casa
annuiiiiada, que achara cora quem tratar.
Casemiras baratas.
Vendem-se casemiras de cores, boa (alenda, a 1-
rs. cada corte : na loja de portas, ni rua do Quei-
mado n. 10.
Milito barato.
Vende-se laa de cores propria para vestido de se-
ntiora a 210 o covado : na loja de 4 portas da rua do
Queimado n. 10.
Vestidos de sida.
\ endem-se corles de vestidos de seda de cores, por
preco muilo commodo, havendo sortimento para es-
colher : na loja de l portas, na rua do Queimado
n.10.
Vestidos a2.s-00.
Vendem-se corles de vestido de mbculioa de co-
res, fazenda inteiramente nova cm padroea, e cores
tiv.i- a 2$i00cada corle : na loja de portas, na rua
do ijueimado o. 10.
imsm e GiuDEs.
L'm lin.do e variado sorlimenlo de modellos para
vratelas c gradaras de goslo niodemissimo : na
fundic;1o da Aurora, em Sanio Amaro, e no deposi-
to da roesma, na rua do Itrum.
CEipra ROMANO
da roellior jualidad, e ehegado no ulti-
mo navio de Hanjburgo: vende-se em
conta, na rua da Cruz 11. 10.
Vendem-se pipas abatidas, na rua Nova n. 55:
a fallar com Marcelliuo Jos Anlunes.
A Boa fama.
Na rua do Queimado loja de rniuiliv.as
da boa Tama n. 33, vendem-se as miudezaa abaixo
mencionadas, e alcm dessas oulras muilssimas que
avista dos seus preros muilo baratos, nao deiam'de
fazer muita conta aos amigos do bom e baralo, as-
sim como boeeleiras e mscales : linhasde novcllo
ns. 50, 60 c 70 a ljlOO a libra, botoes para camisa
a 160 a croza, filas da linhn brancas a 10 rs. a pe-
ra, linhasde carrilcl, de 00 jardas de n. la \-2 a
70 rs. n-rarrilel, rolsilcs fr.tnc .zes em carine- a 80
rs.. linhas de peso a 100 rs. a meadinha, ditas mui-
lo finas para bordar a 160 rs., lilas de seda lavradaa
de lodas as cores a 120 rs. a vara, linhas de marra
azul e encarnada multo linas a -N'i rs. a caixiuha
com 16 novellps. ditas mais grossas a lio rs., lapis
finos envernisados a 120 rs. a duzia, dilos nais
ordinarios a 80 rs. a duzia. dadas* para senhora a
100 rsa duzia,caltas para costuras de senhora a
?, :l3 e 39300, ditas para joias a 300, 00, 120 e SO
rs., braceletes encarnados a 100 rs., peonas d'aro
multo finas a 610 rs. a groza, palitos de fogo a {O
rs.. a duzia .le nncinhos.capachos pintados a 640 rs.,
bengallintias de junco com bonitos easIBes a 500 rs.,
pcnles para alar cabello a 19500 a duzia, papel al-
maro muilo boma 2^600 a resma, dlo de peso pau-
lado a 35600. mrangas miudinhas a SO rs. o maro.
dilas maiores e de todas as cores a 120 rs. o maro'
suspensorios a Ors. o par, grampas a 60 rs. o inas-
sinho, alfuieles a 100 rs. n carta, pedras para e-cre-
ver a 120 rs.. boles linos para caira a 280 rs. a gro-
za, biiiiquedos para meninos a 500 rs. a caixinha,
mcias brancas para senhora a 210 rs. o par. linas
de lorcal fazcnita superior c com luirlas a 800 rs. o
par, dilas de algodao, brancas, para homem a 210
rs. o par, eseovas linas para denles a 100 rs., colhe-
res de metal para sopa a 610 rs. a duzia. espedios
rom molduras douradas, fazenila superior a 120 e
100 rs., espelhos de capa a 800 rs. a duzia, Ic-ouras
para costuras a 1> rs. a duzia, caivetes de 2 tullios
para aparar peonas, fazenda superior a 210 rs., lu-
vas de tla prelas com palmas de cores a 500 rs. o
par. dilas de algodao de cores muilo linas para D0-
"mem a 400rs. o par, aculhciros de metal rom asn-
illas rou-a superior a 200 rs. lorddas para candieiro
do numero que o comprador qiuzcra 80 rs. a du-
zia, nieles douradas para calca e collctc a 120 rs.,
pcnles de balis, para alisar a 28! r-:., dilos lini-si-
mos para atar cabeilo a 1-280 rs.. e-poras linas de
nielal a 800 r-. o par, chicles linos a 800 e !" ra.,
aboloadnras para rlleles eousa superior a 100,500,
000 e 8IK1 rs.. trancellins de borracha para relogios
a 100 e ltitl r-.. caivinhas rom superiores agulhas
l'rancezas a 200 rs., meias de seda piuladas para cri-
anras ile 1 a 1 auno-, a t^SOO rs. o par, dilas pin-
tadas de linda Escocia de bonitos padroes a 940 c
100 rs. o par, trancas de scila de lodas as cores, li-
las litiissimas de todas as cores, biqunliosde algodao
c de liuho de bonitos padroes muilo lios, lesouras
o mais linoque he pos-ive! enconlrar-se ede lo li-
as qualidades, luvase meias de todas as qualidades,
c oulras iiiuis-inias rousas, ludo de muilo goslo e
boas qualidades, e por prerinhos que muilo agra-
dan). F.sla loja he bem conliecida, n3o s por ven-
der sempre ludo mais baralo do que em oulra qual-
quer parle, como lambem ser nosqunlro canlosadi-
anle da loja do sobrado amaiello, e para inelhor ser
conliecida lem na frente urna labolela com a boa fa-
ma piulada.
Casemiras de cor li/.as e de barra ao
lado, padroes novos, a ;,ri()0 o corte: na
rua do Queimado loja n. 40.
NA LOJA DA BOA FAMA,
^eiidcm-seevcellenles luvu- de lorcal de Lisboa, pe
o baralo prero de IjOOO ris: na rua 1I0 l>ueima-
do 11. 33.
FAZENDAS BARATAS PARA
se aeabar com
i m
a
loja.
Bnns trancados de puro Trino, da mntto bonitos
padres a 600 rs. a vara. diioS brancos a 700 rs..
Htnga amarella da india a 3tKI rs. o covado. seline-
UIS de cores liara cateas e palitos, de muilos bonito
padroes e cores Bus a 300 rs. o covado, corles de
muilo bonitas casemiras a .I3OOO, casemira prela
muitn lina a 2NJIX) u rovilo, merino preto muilo fi-
nia 39OOO0 covado. (jamases nghxdelaa sem mis-
tura de algodao a 500 rs. a covado, chales de chita a
800. ditos de algodao de bonitos padroes a 610, cha-
peos de sol de asleas de baleia a 23000. dilos deas-
leas de junco a IJOOO, chapeos de sol de seda para
senhora, fazenda minio superior a 39600, chapeos
presos franeezos, fazenda muilo superior e do mais
modernissiroo eostu a GfOOO, lencos do seda com
franjas a 2*200. dilos de seda c "algoflilo lambem
com franjas a 640, lencos de seda para algbeira de
bonitos padrdes a 1#600, dilos de cambraia de linho
a 600 rs., dilos de cambraia a 320, ditos de rassa
piulados a 200 rs.. meios chales adamascados, bran-
cos, de cassaa 320, grvalas de seda li'iO e tyioo, di-
tas prelas de sclrm a 13000, corles de clleles de se-
lim bordados a 45000, dilo- de fuslao, fazenda supe-
rior a I3OOO, chales linos de merino c bastante
grandes a 89000, dilos de seda muilo boa fazenda a
lOfOOO, corle- de vestidos de seda cscoccza de boni-
tos padrfies a 14)1000, ditos de seda tarrada, muilo
ricos a 200000. selim prelo de Marao a I36OO o co-
vailo, corle- de vellidos de cambraia de dillerentos
goslos a 430OO, bonetes para menino-a 100 rs., sus-
pensorios linos rom los de seda a 200 rs. o par.
meias de seda brancas para senhora, fazenda supe-
rior, a 13600. luvas de seda de lodas a cores e sem
defeitoalgum a IJjOOOo par, dilas prelas de Ibrcal
rom borla, fazenda muiti-simo boa, e chegadas rilii-
mamcnlc de Lisboa, pelo baralo prero de 1-3000 o
par, meias brancas de algodao, fazenda muilo lina,
para senhora. a 300 o 100 rs. o par, dilas para me-
ninas a 200 rs., ditas para meninos a 160 rs, o par,
meias prelas de algodao para senhora, muilo boa fa-
zenda c sem dcfcilo alcum a 200 rs. o par, ditas
cruas para homem a 160, superiores mantas de seda
para senhora a 59500, camisas de meia para homem
a 800 rs.. pfinceza miiili-siiiin lina a 600 rs. o cova-
do. lila prela, fazenda superior, a 320 o covado, co-
bertores de alsoilAn para escravos a700 rs. rada um,
bonitos ehalesde algodao e seda a 19600, grvalas de
118M 1 a 200 is., hrim de linho de quadrinhos a 210
rs, o covado, lindis-imos ro les de vestidos de ras-a
rom barra a 23000, madapnfto de lodas as qualida-
des, chitas linissimas, algoilAoznho liso e Iranradn,
algodao (raneado azul, brilla lisos linissimos e mais
grossas, lenco- muilo tinos de l' infla enramada para
tabaco, ditos da Fabrica, hacia de todas as cores, al-
godiiozinho proprio para saceos por ser ha-lanlc cn-
rorpado, c alem deslaa oulras muilssimas fazendas
que se vendem muilo mais baratas do que cm outra
qualquer parte. Esla loja foi arrematada em praea,
a dinhriro a vista, c como os arrematantes teiiham
de acabareasn ella, rogam aos amantes do bom a ba-
rato que aproveilera a ocrasiao, que dcslas pechin-
chas apparccem poutaa vezas c depre-sa se acabara:
na rua do Oiiciinado, nos qualro cantos, loja de fa-
zendas n.22, dcfroiile do sobrado amarelk).
A Boa fama.
Vendem-se earleiraa proprtas para viagens,por le-
rcm lodos os arranjos nece-sario-para barba, pelo
baralissimo prero de 3.-500, rcloginhos com mostra-
dores de madrepeola e porcellaua,cousa muilo deli-
cada para cima de mesa a i- 1.1 rada um, loucado-
res com columna- de jacarando e com cxcellente-
eapellioa a 38000, ricos loueadoa'para senhora a
I93OO, riquissimos leqoes com lindas e fini-sima-
pinturas SJOOO eO-3000 cada um. tullas prelas para
lulo com brincos, pulreiras e alnrlr. fazenda mili-
to superior a I90OO, dilas mais ordinarias 4 18000,
tinleiroe e areeirrosda poreelhma a 500s.o par. pa-
litos de laa de muilo bonitos gestos e com suarni-
SOea, para meninas a senhora- a 39000, riquimuias
caixas para rap de diversas qualidades a 640, I9OOO,
I95OO c -2-MHH1 rada urna. Brande sorlimenlo de ocu-
los de ariuaeao de ,n;o a SOO r-. o par. carapueas pin-
tada-, minio linas, pura homciii a 20, meias limito
linas e piuladas para lioniem a 320 o par, penles li-
nissimos de tartaruga e de muilo bonitos costos a
I90OO, 59OOO e59500 cada um, bandejas Orias de
varios laraanhosde 19000 al5000cada urna,meias
de laia para padre*, o mello.r que lie possivel haver
pelo baralissimo prero de 2jO0o par, luvas de -eda
de lodas as cores, fazenda muilo superior e sem
defeiio de qualidade alguma, para homem c senhora
a lf20o o par, gravqfaa de cita de muilo bons gos-
lo*, pelo barato preco de I9OOO rada urna, riqu-si-
mas franja- brama- e de core- rom borlas, proprias
para cortina os, eseovas omito linas para cabello e
roupa, eslampas de sanios em fumo o coloridas, e
alem de Odo alo oulras innili--!m.is cou-as, ludo
de muilo goslo e boas qualidades : na rua do Quei-
mado, nos qualro raidos, loja de iniud zas d.i Boa
lama n. :):). K-ta loja he bem condecida, porque
sempre venden ludo maia barato do que em oulra
qualquer parle, o mesmo porque sempre se acha
surtida de um ludo quanlo se procura.
do, saia- bordadas de muilo coato a superior fazenda
a 4951IO cada nina, corles de barcae de seda rom ba-
ilados, fazenda modernissiina. a 83OOO o corle, man-
teletes d seda protn e de cores, e de bellos mode-
los a 63000 cada um.'lenciiihos de seda rom franja
a 500 rs. rada um, luins de linho com ptimos pa-
droes c fatenda inteiramente nova a 610 a vara, e
oulras muitas fazendas, que .1 visla do comprador
so vendern por muilo menos do que em oulra qual-
quer parle.
A ELLES, AMKS QUE SE ACAIIEM.
Vendem-se corte- da casemira dc,hm goslo a 23,500
i- a 59OOO o corlo ; na rua do Crespo n. 6.
com um boi : no sitio
Vende-se urna rarroen
do viveiro do Muniz.
Ven lee urna prela de meia idade. que sab
lavar de brrela, ensaboa e coziuha sollrivel o diario
de urna casa : na rua das Lineo Ponas n. 51, das 3
horas da (arde cm dianle.
Vende-se ama arraarao propria para laberna
na roa Dreila 11. '.13; a halar na niesma rua 11. 139.
Vende-se urna escrava crioula, de 26 anuos,
sendo perita eimommadeia. co/.inheira, doceira ede
ptima conduela ; na rua de Hurtas n. 60.
Vcndeni-se beatas crinulas. mansas, do enge-
nho. gordas e boas : quera pretender, dirija-M
|>rara do Corpo Sanio, casa n. 6, escriplorio de lia-
noel Ignacio do Oliveira, que dir onde se devem
ver.
Vende-se urna laberna na rua da Seanla Ve-
Iha n. 15, a dinheiroou a prazo, sendo pesoa rapaz,
e sendo a dinheiro vista ocomprador poderi fazer
mellinr negocio com a dita taberna: a tratar na mes-
ma taberna 11. 15.
Vende-se superior vinbo de llordeauv em quar-
tolas e garrafal : no armazem da rua da Croa n. 19.
CEMENTO 2
da mellior qualidade: vende-se j
^ emcasadeBrunnPraeger&C rua -r
jjg da Cru/. 11. 10. B
Vendem-se i escravos mocos, ptimos para lo-
do servieo, enlrc alies 2 prela- de muilo boa conduc-
ta na 111a Hircila n. :.
Vende-se una mulalinha de 8 a 9 annos de
idade, de elegante Ijcura : a Iralar na rua do Rangel
n. II, primeiro andar.
Vendem-se diversos nbjeclos, pertenccnles a
navios, entre os quaes 3agaUin de mariar, algunas
bandeiras e signaos, ludo por preco commodo : na
rua da Cadeia do Recife n. 11, primeiro andar.
Tabeas para enrennos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
liowmann na rua do Brum, passan-
do o cliafariz continua haVer um
compiti sortirrento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquees acliam-se a venda, por
prec/D .commodo c com promptidao' :
emharcam-sc ou carrerjam-sc cm carro
sem despeza ao comprador.
Moinbos de vento
eombombasde repu\o para regar borlase baixa,
de capta, na fundicao de D. W. lio man : na rua
do Brumas. 6, 8c 10.
He milito baralo
1 Sooo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Scnzala nova n. 42.
Nestc i stabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moca-
das c metas inoendas para cneenlio, ma-
cliinasde vapor, e taixas de ferio batido
e coado, de todos os tamaulios, para
dito.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C, na rua de Scnzala Nova n. 42.
Sellins ingjexe.
Relorjios patente inglez.
Chicotes decano e de montana.
Candieiros c casti-aes bronzeados.
Cliiiinbo em leneol, barra e municao.
Farello de LisRoa.
Lonas inglezat.
Fio de sapatero e de vela.
Vaquetas de lustre para carro.
Uanis de grax'a n, 97:
Na casa de llebrard iV. Itlandin, rua do trapi-
che Novo n. 22, vcude-sc a/cile doce francez de
I'lagniol, verdadeiro salame de l.you. milito fresco,
a-sim como vinbo de Itordeaux, champagne,cognac,
ludo par proco razoavel.
DEPOSITO DA FABRICA l)E TODOS
OS SANTOS i)A BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Ilieber i
C, na rua da Cruz n. i, algodao tran-
cado daquella fabrica milito* proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escla-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruzn. ha para vender excet-
lentes piano vindos ltimamente de Ham-
buigo.
Vende-se urna balanea romana com lodos os
seus pertcnces.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-*! i rua da Cruz, arloazam n. 4.
COGNAC VERDADEIHO. '
Vende-se superior cognac, cm carrafa-, a I2?000
a du/.ia, e 1?280 a garrafa : na rua dos Tanoriros n.
2, primeiro andar, dcfronle do Trapiche Nove,
FARIMIA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinba de mandio-
ca, cm saccasque tem um alqueire, me-
dida velha, por preco commodo: nos
armazens n. 3, 5 e 7 dcfronle da escadi-
nha, e no armazem defronte da porta da
aUandega, ou a tratar no escriptorio de
Efovaes & C, na rua do Trapiche n. 3-,
primeiro andar.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4-PS00
0 CORTEM CALCA,
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadcia.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
jle-se fardo novo, ehegado de Lisboa pela barca Ora-
tidao.
Chales a larlalana. de lindos rmdroes a lOOO : Da
ras do Quemado n. 33, loja junto a da I'ama.
Muita attencao.
Vendo-e a loja de barbeiro da rua da Cruz do lle-
cife n. 43, com lodos os seus perlences ou sem elles ;
e.la casa pelo seu local esla propria para qualquer
estabelccimeiito, assim como hilhelcs, loja de calca-
do, charutos, etc.
FDIO El FOLHA,
Nn rua do Amorim n. :t), irniazem de Manoel
dos Sanios I'iuln, lia milito superior fumo em fulha
do lodas as qualidade* para charutos : por presos ra-
zoaveis.
FEIJAO MULATINHO,
.Na rua do Amorim n. :19, armazem de Manpc'
dos Sanios Pinto, ha muilo superior feijao mulali-
nho cui sjceas : por preco commodo.
Chales de miro de ricos padroes por
muilo rojimodo preco ; na rua Nova n. 10, loja
Irauceza.
Conloes de ca-
bellos,
ilade de s
Iravcssa da Madre re Dos
Fuuioem folha.
Fardos de .'! arrobas, de Indas as qualidades : ven-
de-se no armazem do llosa, na Iravessa da Madre de
l)eos n. I'J.
Cera de ca nanita.
Vende-se :ia rua da Cadcia do Kecifo n. 19, pri-
meiro andar.
ATTENgiO.
Na rua do Trapiche n. ~,
elsticos, lisos eWeilados, por mcladcdftsi
lor : vendem-sc na
n. 19.

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u c -n
o o- SE
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K
ia para
vender barris de ferro ermeticamenle
fechados, prnprios para deposito de fe-
ses ; esles barris sao os nielhores que se
tem descoberto para este Uva, por nao
exbaiarem o menor cheiro, e apenas pe-
zam l(i libras, c custam o diminuto pu-
<;o de i.sOOO i s. cada um.
Vende-se lipas, barris vazios c bar-
ricas internadas: a tratar.com Manoel
A Ivs Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. li.
Allcnrao !
Vende-se superior fumo de milo, segunda e capa,
pelo baralissimo preco de 39000 a arroba : na ru,
Direila n. Tli.
Potassa.
No anligb deposilo.da rua da Cadeia Velha, es-
criplorio n. 12, vende-se muilo superior potassa da
Itus-ia, americana e do Kio de Janeiro, a prero- ba-
ratos que he para fechar conlas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violSo e 11 a uta, como
scjam,|uadrilha3, valsas, redowas, scho-
tickcs, modinhas tudo modernissimo ,
ehegado do Rio de J?neiro.
Vendem-se ricos e modernos pianos, rcenle-
mente ehegado?, de encllenles vozes. c presos com-
modos em casa de N. O. Bicber^ Companhia, rua
ila Cruz n. 1.
Kapas de panno.
Vendem-se capas de panno, proprias para a csta-
cao presente, por commodo preco : na rua do Cres-
po n. 6,
Grande sortimento de brins para quem
(|iter ser grmenho oam poueo dinheiro.
Vende-se hrim lia orado deli-lras c quadrns.de pu
ro linho, a 00 rs. a vara, dito liso a (UO, ganga
amarella lisa a 8f>0 o covado, riscados esculos a imi-
laeHo de casemira a 300 o covado, dilo de .linho a
280, dilo mais abaiio a IGO, castores de lodas as co-
res a 200, 21" o 320 o covado : na rua do Cresoo
n. 6. '
COM PEQUEO TOQUE DE
Oh |uc boa trincha !
Na rua do Caldeireiro n. 91, vende-'c carne <\n
serlao a 20 ra. a libra, maiileiga ingina a I^IJi ,
libra, de pruncira sorle, dra fr.nceza da nova a KHO.
TAIXAS DEfERRO.
Na fundicao' dAurora em Sanio
Am.uo, e tamhem no DEPOSITO na
rua .In Brum higo na entrada. < defion
le do Arsenal de Marinlbs) ha' sempre
JTOCraiide sortimento de taichas tanto
de laln.i.i nacional como Irano-eira,
batidas, fundidas, grandes, pv,V-n..-,
lazas, c fundas ; e --:. ambos os loraix-s
existan quindastes, pan carregar ca-
noas, ou a,,-,.., livres Jt, (]es,,e/... O
piceos sao os mais commodos.
CHAROPE
uo
BOSQUE
O niea deposito contina a ser na botica de Bar-
llinloinou Francisco de Sou/.i. na iti Urjrido I.
rio n. 3(i; garrafas grandes -Vj.'itm pequea WHl
IMPRTAME PARA 0 PIBI.H0.
i'ara cura de phtisiea cm lodos as seus dillerenles
graos, quer motivada por conslipaees, llwt> ^i,.
ma. pleura, escarros de sancue, Sr de costa* e
peito, p Ipilacao no eorarao, roqu dor na garganta, e lodas as molestias dOT orcaes pul-
monares.
MECHANISMO PAHi EI6E-
IHQ.
NA FUNDICAO I)F. PERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID VV. BONIAN. rtA
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempre um grando sorlimenlo des scguioles ob-
jeetos de meclianawios proprios para engeidios a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
ronslrurcao ; taixas de ferro tundid. e batido de
superior qualidade c de lodos m laaianhos -rodas
dentadas para agua ou anim.es, de leda m proaar-
coes ; rnvos c horcas de fornalliae rqn^re de ha-
eiro. aj;uUioe-, brouzes, parafusos ccavilhoe moi-
iiho do mandioca, etc., ele.
pnra
Cruz
Bruno 1'raegerA C, tem
.'iider em sin casa, rua d.
Lonas da Russia.
g| Champagne.
iS Instrumentos para msica.
M Oleados para mesa.
| Charutos de Havana verdadeiros.
gg, Cerveja Ilamburgueza.
S Coinma lacea.
PECHIMHA E MAIS VlCMWtt
NA RUA NOVA N. 8, LOJA DE
Jos Joaquim Moreira
Acaba de receber pelo ultimo navio francez,
magnilico sorlimeulo de boricgtns para .enbora.
Indo- de dnraque, mas que pela delicadeza rom que
< ao renos e consistencia da obra, muilo devem acr.i-
i '1 ASrMCendo ^em di'o preea, que apenas he
le JifJO rs. o par, bem romo, sapatos de muro de
uslre para senhora a IjtiOO, ditos de cordavo mui-
o novos a I9OO reis, paga. n. ocesiao da en-
trega.
dar,
N WALHAS1A CONTENTO E TESOU RAS
Na rua da Cadeia do Kecifc 11. 48, primeiro an-
escriplorio de Aususlo C. de Abrcu. cnli-
uuam-se a vender a K9000 o par (prero lijo, as ja
bem ronhecidas e afamadas navalhas de btrtia'feia-
pelo Jiabd fabricante que foi premiado na c,ioico
de Londres, as quaes alem de duraren sitraerdina-
namenle, naosesentem no rosto na acelo d corlar
veudcin-se com a condicao de, nao auradando, ,a^
dercm os compradores devolve-laa al 15 das di pois
pa compra reslituindo-se o importe. .Na me-ma ra-
sa ha ricas lesourinhas para unhas, fekas pelo irres
mo fas-icanle.
Vende-se eicelb!iite la,bnado de/pinho. recen-
t.'ineiile ehegado da America': na ni, de Apolle
trapiche do Ferreira. a cnlendcr-se com oailnmus
rador do mesmo.
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potas, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
J. gada recentemente, recoramen-
* da-sc aos .senhores de engenbos os
* seus Iwns elfeitos ja' experimen-
> tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
9 mazem de L. Leconte Fcron &
Companla.
pa-
Santo Antonio livrando seu pai do
tihulo.
' Riquissimo drama oiigiual de A. X. F. A., acres-
cenlailo com iluas pralicas sobre a vidaemorledo
Sanio, compnslas por Francisco ile Freilas daniboa,
e primorosa mente pregadas por dous dos seus disc-
pulos de menor idade. Acha-se venda na ollirina
de cucadornaeflo do Padre l.einos, no largo do Col-
legio, pelo proco de 13000, linda impressao, c cm
mudo bom papel.
PAMODEMHOETOALHAS
V INDAS 00 PORTO.
Vende-se panno de linho de lodas as qualidades ;
loalhas adama-rada- para mesa, de diversos lama-
nhos ; ilitas acolxaadas e lisas para rosto, por preco
commodo : na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para i Cadeia.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fiua e padres novos J
corles de laa de quadro- c llores por proco commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Superior vinho de champagneeBor-
deau\ : vende-se em casa de Schafhei-
llin & C, rua da Cruz n. 58.
Vendem-se radeiras de batanen americanas,
cora palhinlia.a ISSJOOcada nina : 1111 rua da Cadeia
do llecifc 11. 19, primeiro andar.
Com pequeo 4nqoo.
Vendem-se ecas de algo laosiano a l;000,a I-80
a 16O0 e 2->0uO rs. em varas a 100 rs., : na loja do
1'asseio n. 9.
MUTILADO
Vendem-se sacras com farinba a 19000 ra., di-
las com arroz a || IQQrs. nn caes da Alfandega ar-
mazem de Antonio Aunes Jacome Pires.
Saccas com farinha.
Vendem-sc sacras coin sujici or ari-iha
|da Ierra, nova, por menos pceo do <|iic
em outra qualquer parte: a tratar no
trapiche do Pelrjtirinho, ou na loja n. 2(i
da rua da Cadcia do Recife, esquina do
Becco-Largb.
Vende-se nm cabriole! e dous cavallos, ludo
junto 011 separado, sendo os cavallos muilo mansos
moilo cnslumados em rahriolel: para ver, iia co-
cheira n. :, defmulc da ordem (crceira de S. Fran-
cisco, e a tratar rom Antonio Jea Rodrigues de Sou-
za Jnior, na rua do Collegio 11. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
Algodao #dc sicupira a 2&500 e 33 : vende-sc na
rua do Crespo loja da esquina que volla para a rua
da Cadeia.
Alpaca de seda.
Vndese alpaca de seda de quadros dn bom gn-lo
a 721) o covado, cortes de lila dos nielhores gslosqoe
lem viudo no mercada .1 45500, dilos de rassa chita
IgBOO, tarja prela hespanhola a ito e 29300 o
covado, selim prelo de Jilaro a isjSOO e3)200, suar-
danapos adamascados feilosem liuimar.les a :t?(rfKl
a duzia. toalhas de roslo viudas do mesmo Ingar a
il.-KXH) e I29OOO a duzia : na rua do Crespo n. .
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESaROSASOORS.CADilM.
Vendem-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
COBERTORES.
Vendem-se cobertores cacuros, grandes e peque-
os, a. 19200 eT20 cada um : na roa do Crespo n. ti.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadcia.
Deposito de vinbo de cham- w
fP pague Chatcau-Av, pinmeira (|ua-i Q
) lidade, de propriedade do conde tt
de Marcuil,. rua da Cruz do Re-
/, Gfe n. 20: este vinho, o mellior
Aj de toda a Champagne^ vende-se
f a ."6s0 rs. cada calxa, acha-se
g nicamente em casa de L. Le-
W comte Feron & Companhia. N.
H B.As caixas sao marcadas a fo-
9 goConde de Marcuile os ro-
Wk lulos das garrafas sao azues.
\ AOS SENHORES DE EfOflltO.
Reduzido de 40 para 500 r. Ara
| Do arcano da invencao' Jo Mr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias ingletas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
assucar, acha-se a venda, m latas de 10
hhi as, juntoi com o mtlsoxlo de empre-
ga-Io no idioma portuguez, em casa de
N. 0. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
Vendem-se no armazem n. 60, da roa da Ca-
dcia do Herir, de Henry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preces
mdicos. *
ESCRAVOS FGIDOS.
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas dffParis,
em casa de Vctor Lasne, rua da Cruz
n. 27.
Eslra-superior, pura baunilha. I|>90
Bxlra lino, baunilha. I-tiOO
Superior. I--2S0
Ouem comprar de 10 libras para cima, tem nm
bale de 20 : venda-se aos liman na preros e con-
diees, em casa do Sr^ llarrclicr, no aterro de llo.i-
Visla n. 52.
lo i casa mencionada qc sera ge llorosamente recnm-
\ ende-se aro em cimbeles de um quintal, por pensado,
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-'
ATTENCAO.
I ngio no dia 20 do rorrenle o escrava por nome
Joaquim, o qual repcenla ler 40 anuas, levoa cal-
ca de algoilaoainho arul. camisa do mesmo, lem por
signat um pe esquerda inrliado, estatura arla, neceo
do corpo, o qual esrravo perlcnreu a umaeubor I i-
lipinlio do Rio 1'ormoso, e julga-se le lomado o
detino do mesmo lusar, juntamente ronjoma necra
lambem fgida : rogase por lano a tadts as auln
ridadrs policiacs c rapilflea de campo ara o levar
a rua larca do Kosarip n. *8, que se gratificar se-
nerosamenle.
Kosa-se s autoridades policiacse rapilaes de
campo a captura de um moleqoe de ame Manoel,
escravo, que representa ler 18 anuos da idade. esta-
tura regular ; levou jaquela e calca .lepanno de lia
com qne anda, eneulca-se .er forro, e supp.e-se
qe se acha aervindo em casa te afgasa estndanle
coma alugado; a Irahtlhou no raes da escadinha
da Alfandega: quem o pegar leve-o o paleo do
(.armo n. !, primeiro andar, que ser gralili-
cado.
Dcsappareeeu no dia 12 de maio.. escrava de
n.ii.a ., ,|C nornu Simao. que repVc-enla (ix maia da
JO annos de idade, com os sisnac-s srguinles^ h.a
estatura, rliei* do corpa, ailntloa liraeros. rorla.tcs
muilo rente, barba lod.i bruasa, multo recn-la.pna-
lo um lano descamado, cor prela. com Indos os den-
lea na frente, quando aniWputa por ama perna cae
pouco ae divulca, la%M<>rlen e camisa de algodao
de listras miudinhas ; o qual o>cravo foi con prado
a Sea. I). Maria Franjisca t'irrs Ijerreira, eo n.i-.-
moj csreve Fgido em Ierras do enseohn Santa Ko-
sa da fre-ne/ia ile Santo Amaro de JaboatJo, eron.-
la queja'esleve em Sanio Anlite roma forro, e que
ludia ah urna peoueua rasa, isto no lempa qe o
dilo pcrlencia a dita Sra. I). Uaria ; por isao rasa-
se a Potasas autoridades policiacsc capilaea de cam-
po, hajam de Spprehende-IH e levar a seu senhor
Pedro Muirme da Silveira l.wsa.morador no encenlio
Camorini l.rande, frrune/i, de Auua-Pr.l.,. u ,_
ta praca, na rua da l'raia n. 20, que sera bem re-
compensado.
Ouinla-fcira r< do.-arrente desap-
parecca <\i na duQueianaden. 17, e
i srravo Anlonin.de narao.que repra
senla ler 40 annos pouto mai-onmi -
nos, com es sicnaes>e|oinles: faltas
de denles na frente e urna ieatrii
no rosto do lado direila, alfana ea-
saCii&c5r>,"'l|"s hrancos, e lesa no braco *-
qncrSTquasl ao p do hombro um calombinho do
lamanho de una pilomba : suppiV-se que fui vesti-
do com caira de casemira de quadros ou de alsn
linho de lislras c camisa de algodao trancado bran-
co. he coslumado a fasir e a mudar de nnroe, e
mprc di/ ser do mallo de algum senhor dr
rneenho : roea-sc por lano ai autoridades policiacs
e rapilaes de campo,ou a quem o aprehender de lva-
lo casa mencionada
muilo commodo : no
moni iV Companhia, prara do Corpo Sanio n. II.
Riscado de listras de cores, proprio
parapalits, calcase jnuetis, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja da esquina qoe
volla para a cadei.-,.
Dcsappareeeu da rna larca do Rosario n. 12, o
r-ravo Vrenle, pardo, alto, olho crandes, rom
urna riralris no rosto, cbenos e l.rha grandes ; be
ollirial de sapaleiro, atada deca, jaquela, ralea-
do, o du-se forra) : quem o appieheder e eutregai
na seu'seiilior, sera reram|iensailo.
l'EKN. TYP. DE M. F. DE FARIA. -iw,
i


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