Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00862


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Full Text
Vv*
AUNO XXXI. N. 140.
\
Por 3 mozes adiantados 4,000.
Por 3 raezes vencidos 4,500.
IBaBCe
TERCA FEIRA 19 DE JNHO.OE 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!. _
DIARIO DE PERNAMBUCO
K\< vttltKGADos DA sriiscnil'CVO-
Recita, o proprietorio M. V. de Paria; Rio .i Ja-
neiro, o rr. Jola l'ereira M.arlins; Bania, o Sr. I).
Duprad; Macci, o Sr. Joaquun Bernardo de Men-
duaea ; l'arahihi, o Sr. Gervazio Viclor da Nativ-
dade ; Natal, o Sr.Joaquim Ignacio l'ereira Jnior;
Ancaly. o Sr. Vutonio de Lemos Braga; Cear, o Sr.
Victoriauo Augusto Horges; Haranhilo, n Sr.Joa-
quim Marques Rodrigue! ; Pauliy, o Sr. Domingos
llcrrulano Ackilcs Pesioa Cearence ; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramos ; Amazona, o Sr. Jeronymoda Cusa.
CAllItlOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 1/8 d. |por l.
Paris, 33o r. por i f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebale.
Accoes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Discanto de ledras de 8 a 9 por 0/0.
MKTAES.
Ouro.Oncas hespanholas- 29JOO0
Modas de 65400 velhas. 165>000
de 69400 novas. 169000
de 49000. 98000
Prata..Pataces brasileiros. 19940
Pesos columnarios, 19940
mexicanos..... 15860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, lodosos dias
Cantar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
Villa-Deila, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 13 e 28
Goianna c Parahiba, segundas e sexlas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PRKA.MAR DE1IOJE.
Primeira s 8 horas e 30 minutos da manha
Segunda s 8 horas e 54 minutos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commerr.io, segundase quintas-feiras
Relacao, terjas-feiras e salihados
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao mcio dia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPlIEMEIllDES.
Junlio 7 Qiiartominguanlc as 5 horas 27 mi-
, nulos e 31 segundos da nianhaa.
l i La nova aos 8 minutos 31 se-
gundos da tarde
22 Quartocresccnie as 2 horas, 32 ra*
utos e 40 segundos da larde.
ii 39 La cheia as 8 horas, 43 minutos e
33 segundos da larde.
DIAS DA SEMANA*
1S Segunda. Ss. Leoncio.Tutumo c Themfato,
19 Terca. S. Juliana dvTalcenierr. S- (rimio.
20 Quarta. S.ailverio p.m.; S. Silvino m.
21 Quima. S. Luil (ion/ana; S. Aliono.
22 Sexta. S. Paulino b. ; S. Nirr-asb.
23 Sabbailo. S. Agrpina v. : Ss, Zcimiii c Metas
U Domingo. 4." A pureza da SS. Virgen M <
do lieos ; Nasrimento de S. Joa RaptisU.
PABTE OFFICIAL.
COB1MANDO DAS ARMAS
Qaartel-geoeral do comaaando das arma de
Pcrnamboco cldade do Recite, em 18 de
janbode 1865.
ORDEM DO DIA N. 61.
I) mareclial de campo commaudanlo das armas
declara, para que lenha o devido' eftoito, que
nesla dala conlrahiram novo engajamcnlo por
mais aiiHoi, precedendo inspeejao de sau-
de.nos lemos do regulamento de li de dezem-
bro de 1852, o cabo de esquadra da 7. ompanhia
do 2. balalhau de iufantaria Manocl Germano do
Reg, o qual alera dos vencimenlM que por lei
llic csmpelircm, perceber o premio de 4009000
pagos na forma do arl. 3" do decreto n. 1401
de 10 4e janho do auno prelerilo, e rindo o engaja-
mcnle urna data de Ierras de 22,000 Iracas quadra-
das. lo caso de desertar, ficarii sujeilo perdadas
vantateiis do premio e daquell.ii a que tiver dre-
to, seni lido como recrulado, dcscontando-se no
lempo ilo engajamenlo o de prisao em virlurie
de saatonj.-i, averhando-ie eslc descont e a peda
das vantagens nos respectivo, ttulos, como est por
lei determinado.
Jote Joaqitim Coelho.
(ionforme.Canudo Leal Fcrreira, ajudanla.de
unlens rncarregado do detallic.
ler pensado que a paz podia ser conseguida nesles
ferinos ; roas, como esla nao era n opiniao do gnver-
no a que ervia, ou do governo nlliado com que es-
lava actuando, esta dilTrcnja de poltica deu em re-
sultado a sua retirada do^oder na conclusao da sua
mssiio Vienna.
Nao he somente sobre o fundamento da imperlei-
jao deslcs termos que estamos convencidos que as
potencias occidenlaes nao podiam com honra acei-
ta-los. Desistir da guerra sem tur conseguido o ob-
jeclo que projectamos allingir pela expedijao i Cri-
mea, o sem ler materialmente diajiuuido o poder c
orgullm da Russia. fi\ra simplesmenle augmentar-
llio a inlluencia no rlenle, e nos estados cenlraes
da Europa, e abater a reputaran das duas naroes
descobrio o sen erro, moslrou nao equvocos symp-
lomas de querer retrogradar na sua marcha, e defe-
rir a sua empieza contra o imperio ollomano para
ira momento mais conveniente. Razoes estratgi-
ca* oliricarara-no a mudar os seus actos olfensivos
era aclos defensivos, c os designios da poltica do
Estado eusiuaram-ilie a necessdade de adoptar ao
menos a apparencia e os signaes exteriores de mode-
raran. () imperador Nicolao presin o seu assenli-
nienlo aos quatro pontos exigidos pelos alliados, cu-
jas reservas mentacs ou intcnjei occullas nuncasa-
bcreraos, porque a sepultura eucerroo-o juntamen-
te com ellas no momento em que a abertura das con-
ferencias em Vicua eslava prestes a aquilalar-lhe
a sinecridade. Morreu esle despota ambicioso, esle
EITERM.
A reiignajao de um ministro aob a rrma de go-
verno Ktiidlmentc existente em Franja nSo lera a
niesma importancia que um tal acontccimenlo pode
pusiuir era urna monarchin constitucional, ou em
um estado em que o ministro do dia goza da pieni-
lude da autoridade execaliva. Mas, posto que o
poder absoluto do imperio francei resida na vonta-
de pessoal do soberano, nao pode ser um negocio de
indillerenja quando ura ministro, que lem servido a
u-lt poder coni lideiidade e lino, se relira do seu ser-
vico n'uma questan de poltica ou desiisceplihilidade
pessoal. Ambas estas causas tem provavclmente con-
tribuido para a resignajao de M. Drouj n de Lhuys, o
ullium inmislro dos negocios estrangeiros em Franca,
o qual deixou o cargo que lnha oceupado quasi por
e-paro da tro- annos com consideravel hahilidade c
fortuna. O tlenlo de M. Ilrouyu de l,hn\s pode
ler sido apreciado com exageradlo, pois que lodos
saliera que os despachos que lem o seu nomo e a sua
ampia reputaran proceden) da penna de oulra pes-
soa anapregada na reparlicao dos negocios estrau-
geaVos ; mas elle tem justamente direilo ao crdito
*i comprtamento recto que leve para com eslc paiz,
o honra de haver prsperamente eslabclcrdn as
relacoes diplomticas do imperio fraucez com o res-
te da Europa, l'ertenre-llie singularmente a for-
inna de neRnciar tratados de allianca lano com a
cori de Inglaterra, como com a da Austria ; e,
posto que se empcnliasse as transacces que condu-
ziram n urna cruel a prolongada contunda, estes a-
conleciraenlos nao alteram a inoderajao das suas
opiniocs ou a prudencia do seu carcter. Alas na
roparlic.io a que presi lia estas qualidades ncm sem-
pre forara soberana*, c as relac,Ses pessoacs do minis-
tro com aquellos que linham parle nos seus Iraha-
Ilioi erara fras, ciosas e desagradaveis. M. Tlmu-
venel, cm particular, que foi noraeado .para sup-
prir o seu lugar durante a inissao do' miuislro i
Vienna, teve tanta razio para resentir-se do Irala-
menlD|ue recebeu do seu chefe olllcial, que ha pon-
Ra de|ioz a sua resignacao as mJos do impe-
ra lor. Com ludo, o resultado foi que Mr. Thou-
venel Tui'elevado a um cargo mais alio, sendo no-
ineado para a erabaixada cm Consttntinopla, e M.
lroir>n de Utauys relirou-se do poder dentro de 48
hora depois de sua volta para Pars.
Todava nao soppomos que esla disputa seja a ni-
ca, ou mesino a principal causa da resignadlo do
ministro dos negocio eslrangeros da Franca em u-
ma crise lio importante. Fallando na visita de M.
Ilriiuyn de l.huys.V Londres, antes que se fosse re-
unir i conferencia em Vienna, observamos que era
sua chegada aqui elle eslava disposlo a tomar nm
lom mais baixo do que o gabinete inglez eslava dis-
pn lodos os designios nutridos pelo nos-o proprio
governo. Em quanto lord John RuKell permane-
ce u cm Vienna, esla harmona coatinnoo illesa ; mas
doaa ou tres dias subseqnesies parlida do plenipo-
tenciario britnico, M. Droo>n de l.liuyt parece ter
dlacuUdo e arranjado com o ende Bool nina propo-
sijio de termos de paz mui dlterenlcs ilaquelles em
qee as corles adiadas linham anteclpadarnente con-
eordado. Fosse qual fosse, esle arojci-lo foi rejeita-
d i sem hesitado pelo chefe do governo fraocez as.
sim que foi conhecido em Pars, e o governo brit-
nico eslava igualmente convencido de que nenhuma
pji honrosa podia ser concluida em sumelhantcs ba-
ses, pois que o effeilo desla r.indica i era simples-
mente limitar o poder naval da Russia no mar Ne-
gro a lorca que ja pojsua anlcs do rompimenlo das
hn-tilidadc actiiaes. M. Ilrouyn de Lhuys parece
phera militar e naval. A scmelhante resollado o
povo da Inglaterra, e eremos que podemos acres-
cenlar o povo da Franca, nao eslo preparados a sub-
tucllcr-se ; semellianle paz seria fatal ao governo
que a concluisse, porque seriajulgado, nao > pelos
termos que pojemos actualmente obter da Russia,
como pela nossa impotencia em reforcar as condi-
{iies que hilo sido solemneineule declaradas ser es-
sencial seguranza futura do imperio oltomauo e
da Europa Alem disso, ao sugerir estes termos o
gabinete de Vienna nao parece ler poisuido alguma
garanta de que seriain aceito* pelo de S. Petcrs-
burgo, cas potencias adiadas dest'arte leriain pedi-
do a paz que ellas leu todo o direilo a diciar. Sob
semelliantes circumstancias, qualquer que possa ter
sido a opino do M. Drouyn de Lhuys, o imperador
dos Francczes e a rainha da Inglaterra n.lo linham
oulra alternativa se nilo rejeitar lacs proposiciies, e
proses-iir na guerra al que novas proposlas fnssem
feilas pela submissa do inimigo. Na rcaldade este
incidcnle nao he mais do que o epilogo da conferen-
cia de Vienna, e acaba as ultimas illusoes que esla
rregocaco possa ler creado.
Para supprr o lugar doullimo ministro dos. ne-
gocios eslrangeros a escolha do imperador dos Fren-i
cezes recahio no visconde Walewski, que duranle
varios annos necupou o cargo de embaixador uesta
corte. Em alguna respeitos nao se poda presenle-
menle fazer melbor escolba. O conde Walewski
Irabalhou cora grande assiduidade e boa fe para pro-
mover a allianca dos dous governe! e das duas na-
ees esl intimamente inteirado dos designios po-
lticos do ministerio inglez ; ese tem unirormemen-
le Morcado para dar energa a-' prosucurao da guer-
ra. Mas 03o be impossiul que esla mudanca pro-
duza um elTeilo pcrceplivel as relares da Franca
com alguna dos outros estados da Europa, e que a
poltica do imperio posa ser modificada pela per-
da ile um dos seus mais cautos conselheiros. A es-
colha do imperador est restringida dentro do es-
trello circulo dos adherentes inmediatos da familia
imperial, u AI. Drouyir de I.liuys tinha urna inde-
pendencia de posirao que nilo pode fcilmente ser
"iipprida. ,V cmbaKa la de Londres lamliem lica va-
ga por esla inudan^a, e os noinis de M. de Persigan .
Al. de Flaliaull, c M. de Rajncval lulo sido men-
cionados para esta iiomcacao. Todava abslemo-nos
de oirereccraUuinas observacoes a esle respeito, em
rousequencia da ignorancia cm que estamos acerca
da decisJo que o gabinete fraucez possa lomar ; he
nqucstonavel que o imperador dos Francezes de-
seja que o seu representante ueste paiz combine a
mais eleVada dslinccao pessoal com grande tino e
experiencia poltica, porque he mais do que nunca
uecessario ao nossn iriumpho que a mais estricta
coulianca e unas regulen) os conselhos da nossa al-
lianca e as operacoes das bossaa armas.
Times.)
que ate o prsenle lem jus ao prmeiro lugar na es- aggressor insacavcl, e com elle morreram lodas as
esptraucas de urna accommoila^ao razoavel ou mo-
derada, lodas as probabilidades de urna paz que
ambos os lados podessem subscrever sem deshonra.
Uiziam que seu lidio o successor era de urna n-
dole mais benigna que o pa, meos usurpador,
menos ambicioso, e mais propenso .i arle da paz. A-
pcuas lem reinado seis semanas, e neslc breve pe-
riodo lodas as lluses se bao evaporado completa-
mente Elle que herdou do pai a ohrgac,ao de
consentir na diminuirn do poder da Russia no mar
Negro tem solemnemente arnunciado a seu povo a
intcncao de seguir os rastos de Pedro, de Camarina
e de Nicolao, c invocou a maldido do co sobre si,
so assiguasse alguma cousa que quebranlasse no me-
nor grao o poder e predominio da Russia. Quize-
mos referir esla cxplosSo de arrogancia e fanatismo
sdfliculdades de um novo reinado, e a necessda-
de 'de router as suspeitas suscitadas pela srcpulaila
moderarlo do carcter do joven imperador. Fomos
agora fatalmente desengaados. Os plenipotencia-
rios do czar em Vrcntia, posto que professem nego-
ciar seguudo ns bases dos quatro pontos, peremplo-
riaraenle regeilaram a proposito de fazer do Euxi-
nio um mar neutro, e qualquer exigencia para ali-
milacao da forja naval da Rosna dentro das suas
aguas. Enlao, uestes termos, a Russia formalmen-
te declara que se nAo suhmellera a linnlacl.i al-
guma do poder que por lauto lempo lem reunido no
inluilo de esmagar a Turqua, c que, se fizermos a
paz, sii pode ser em termos que deixem a victima
que ella lem assignalado para si,entregue ao sen des-
tino. Ora, enlao, pela primeira vez, as nevoas da
diplomocia se dssiparam, e vemos os negocios real-
mente como eslavam. A nossa propria posicHo c a
do nosso antagonista, o que elle pede c o que espe-
ramos conceder, he ludo singelo e claro. Nao esta-
mos longo de fazer a guerra para impedir que a
Russia assuma o protectorado dos chrislHos gregosna
Turqua, ou adquira inlluencia proponderanle nos
seus conselhos. Somos convidados a antiguar urna
paz que entregara c nosso anligo adiado atado de
pea c inSns ao seu oppressor, e a permanecer como
espectador mudo, ao passo que o imperio da Tur-
qua, abalado no son prnprio centro pelos aconteci-
mentos dos ltimos doze mezes, scia hnalmcnlc des-
truido pelas proprias mos contra que temos procu-
rado abriga-lo.
Estaremos nos preparados para acceder a estes
termos humilladores'.' Estaremos preparados, por
que fomos apparentemenlc derrotados em a nossa
primeira empre/a, a ceder honra dasnussas armas
ditlicihnente adquirida, a gloria do nosso nome'em
lodo o mondo, a permillir que a Europa se (orne
o apanagio de um despotismo brbaro, reservando
para nos o miseravel conforto de que a nossa remo-
ta posiejo c defeza insolar nos assegoram que sere-
mos devorados por ullimo 1 Se estas cousas seriam
inloleraveis a um estado de secunda ordem, podem
diaicilmente ser aceitas pela Inglaterra ; c assim pa-
rece que lilo ha oulra alternativa senio recorrer-
mos guerra, e enviar mos para Iota toda a forja de
que pulsamos dispor. Nao ha neceisidade de mni-
(os motivos que us animem a esperar qoe por meio
de paciencia, perteveranra c abaegajao, poderemos
levar esta conlenda, como oulras nimias em pocas
mais remotas, a una conclusao prospera. O nosso
inimigo est encerrado dentro dos seus proprios do-
minos lerriveis, a paciente poltica de um continuo
bloqneio deve cancar as suas forjas e destruir as suas
(mancas, e os enormes armamento! que he forrado
a manler n'um pe de guerra devem ser-ainda mais
fataes ao seu proprio paiz, do que ao: seus inimi-
gos. Temos um valente e liel alijado,j experlmen-
tdo cm numeraveis perigos e provajoos, cuja po-
derosa cooperacao sempre scri comnosco na horada
necessidade. Cada mea que nos passa sobre a cabe-
ra tendea amadureceroinossos recursos militares,
e a tirar a accumulada (errugem de Ijnga e ener-
vada paz. A opiniao publica da Eurcpa est com-
uosco, e, se as corles e os soberanos vacillarem na
sua retolucao, o povo a quem governam nao prati-
car assim. A I'russia pode consliluir-se um tem-
plo para n receprao e deificarao dos fros vestidos
do imperador da Russia, a Austria al o ollimo mo-
mento pode separar-se da communh.to do periso
com aquelles, cojos conselhos e opiuies lem parli-
lhado al aqui, a Turqua abalada, paralysada e ex-
hausta, pode alian lunar a tirela do defender as
sas fronlciras c vingar ai affrontas que lem rece-
bdo a m.loi estranhas ; mas. com ou sem estes arri-
mos, a Franja c a Inglaterra unidas sao bstanle
fortes um scmclhanle contenda para pelejar a hala-
dla da civilisajao. c restituir Europa oriental urna
lilierdadcc independencia que a Europa oriental
nao ousa procurar para si.
A grande balalha qoe lemos a pclcjar, primera-
mente nflo he no exterior, mas aqui no paiz. I)c-se-
nos a victoria sobre a nossa propria corropcio, c pe-
deremos facilmeule alTroular toda a forja de um
brbaro inimigo. Mas as duas campanhas devem
comejar juntamente. Ao passo que oppriminnos a
Itunaia no norte c no sul, Dada realizaremos, se'nat
atacarmos com igual visor os prejui/.os domsticos.
Seja esle pas guvernado cm semelhanle momento
por urna liga de poucas familias grandes'; seja aban-
donada a um va'.iludinario a nossa adminislracao da
guerra ; funecionem as nossas repartirnos militares
sobre principios solemnemente condemnado se iu-
llexivclmcnte seguidos ; desconfe o paizdo governo;
vao lenha o governo confianca em si proprio, cncm
13o ponco naquclles que emprega ; e leslemunhn o
parlamento todas eslas coosas, c nao se esforc para
ropara-las,isto he mais fatal aos nossos inleresses,
do que Indas as myriadas de servos meio-morlos
fomc que eslao rollocadns enlrc o Bltico e o Eu-
xinio, ou todas as hordas de Cossacos e Barlikirs
que correm entre as gea las da Ukrania c os nevados
pantanos de Kamlschlka. (dem.)
Palmerston assemelha-sc a elle as pequeas dex-
leridades de dbale, mas aqui o parallelo cessa.
Quanlo m*s a posijo do nobre visconde exige grau-
des qualidades, menos elle responde s necesidades
da orcasiao.
Todo o comporlamenlo de lord Palmerston, na
primeira parle dos aclos da cmara dos commiins
honlcin. foi um insulto a nacao que elle suppne en-
vernar. L'm desagradavel desafio o opiniao publica
tuve lugar com una luquaci lado que molesta o sen-
'imenlo moral. A propria cmara dos communs
paicceu sqniir mm >jp gf"ss,gfcn ridiculo era levado
a mui alto ponto ; posto que n'uma asscnilila tao
variegada, miseraveis facecias lacs. por cxemplo,
como a resposta de lord Palmerslon ao coronel Boi-
ra, ii Formalidades e rolina, anda em um tal nego-
cio como esto !
Hilando lord Palmerston se achava relativamente
n'nma situaran subordinada, e quando a sua loquaz
l> iluliiladc eraempregada em guardar a nossa polili-
ca diplomtica contra a leviana curiosidade de in-
trusos interlocutores, taes resposlas, como as dadas a
unile passada. cram uleis. Nao pequeua porrao da
sua populari lade pessoal na cmara dos communs
resullou de ser elle um adepto ncsla especie de ilox-
treza. Por esle meio e por nutres seinelhantcs. lez
elle principalmente a sua reputara^, nosso pres-
liaio europeo lem soQrido muilo, o de muilas ma-
neiras, durante esta guerra ; mas he inqucslionavcl
se algum dos males que nos for inlli^ido sera igual
deiodilcilmente ehegarao.a provocar riso. Es- ein seus elfeilos desgraja eao ridiculo que acarre-
tamos offuscados pelas calamidades passadas e futu- ; ufemos sobre mis quando chegar o dia de procla-
ras de urna guerra que na gerac.lo presente nao lem
II CHIPO DE PEDR4S. O
Pr Hyppoljrto CastiUe.
(Conliouarao.)
^ Era mcu uoite, c la hauhava anda os campos.
Patis e seiu ?uburliio.nVniiam. Algnin grupos do
mulheics inisurayuis vagando por inslincto ou por
io torera anda acliada asilo, passavam s vezet na
planicie sollaady gemidos inarticulados como um
bando de peros,
<) Uestemido deixou-ie cahir oulra vez sobre a
relva hmida: teu coraco csUvi clicio de amar-
gura.
Debrujada sobre o feridu, a pobre cova afagava-o
coi i as maos como ujia ma que ofirca-se por aca-
lenlar o fillio. O Dtslemido abandonava-se effusan
dMa ternura ingenua, e cabio pouco a pouco em um
rpecimenlo delicioso, que conduzio ao somno.
A mendiga cdeu lamliem (adiga, c adormeceu
sem receio ao lado do lidian.
O somno do Dcslemida nao dorou maito ; o ar vi-
vo da madrugada acordoa-o. Nao tinha anula ama-
nliccido ; porcm o eco alfaya do lado do oriente
e.comeravam l distngnir-s ai rodas das nedreiras'
as pedras e o> ledos loaginqios.
A Devorante dormia anda. O Desteido asaen-
lou-se com pruraurao i poz-si a Contemplar terna-
mente a rapariga adormecida. Ewa noile extraor-
dinaria mudara as rela;es do ladran e da mendiga
e embora essas rularoes permaneressem puras, ni
linham deixado ile prenitr esaes dous parias do mun-
do rivili-.idci 'in lacasdtna nalureza nova,
i) l'eslemido conlemrlva com praier misturado
da Iriileza o rosto maribiio da pobre coxa." Esta
ta era para elle a mesmacrealura, > quandelj an-
rori vcio afagar-llie as f.Hs, a Venus de Alilo no da
cm que foi adiada, nao parecen mais bella aos
nllios de om amante da plstica, do que osa pobre
rapariga aos do cigano.
Kilo inclinoo-se brandannle. e heijou-lhc a face.
Kise leve contacto basbi para acorda-la. Ella
abri os ollms com admirara) ; porem o Deslemido
nao relirou se 13o rapilaneite que pelo ar de seo
rosta mendiga nao adevilns-e o que elle acabava
de fazer.
Fleoo deslumhrada, e un momsnlo suspensa na
llovida. Depois nao podado mais duvidar. aleve
prestes a emloudecer de asgri,,. Vio militares de
(; Video Diario u. 13!).
A guerra que irrebeiitou entre a Inglaterra e a
Franja depois da paz de Amiens, posto que separa-
da da precedente lua por mu curto intervant, foi
em seu olijecto c em sua nalureza esencialmente
urna guerra nova, ti fin da primeira conlenda foi
embargar a propaganda republicana em loda a Eu-
ropa,o ohjeclo da segunda foi a resistencia ao es-
pauloso talento e Ilimitada ambijAo de Napoleao
Ao mesmo lempo, segundo uos parece, fora um er^
ro suppiir que a guerra em que nos adiamos, depois
da conclusao das conferencias em Vienna, feita con-
tra o imperador da Russia, he sob alguma relajao a
mesma lula, cuja fortuna diversa, duranle o ullimo
anuo, nos]elcvou alternadamente i mais altas espe-
ranjas, e nos prccipou nos mais profundos ab>s-
raos do tesesperacao. Novo soberano subi ao Ihro-
no, e mximas do urna nova e mais ambiciosa pol-
tica parece prevalecer. O' imperador Nicolao co-
mejou a guerra contra a Turqua pela oceupajao da
Moldavia c da Valachia, soh a impressao de que era
mpossvei cITcctuar urna uniao enlrc a Inglaterra e
Franja, ou concenlrar cm si a energa de dua5
potencias tao raras vezes colloradas no mesmo lado.
Se o czar honvesso pensado de oulra sorlc, hava
muita raio para crer-se que^ MenschikolT nunca
huuvera sido mandado Conitaiiliiiopla ; Corls-
chakoll nunca houvera passadn o Prulh, e mis nun-
ca huuvcraraos espalhado a morle e a miseria que
tornara o anno de 1854 memoravel nos annaesda
raja humana. Com effeilo. assim que o imperador
estrellas bailarem nos ares, e lodo o sangue affluo-
llie i froute e ao rosto.
Nao pronuneiou una palavra, nao fez um gesto,
c licou imraovcl como a estatnB do Pudor com os
odios baixns, a bocea tmida, seria, c lodavia pres-
tres a sorrir.
O DeslemiJo envolveu-a com os brajos, aUrahio-
ao corajao. e disse-lhe beijando-lhe a fronte :
Amo-le.
Entao a rapariga eslava acordada, e recebeu a pa-
lavra e n bejo com o respeilo e adnrajao de urna
menina que cummuuga pela primeira vez. O pri-
mejro heijo nan he com dfeilo a primeira commu-
nhao do amor '.' A mendiga tinka recebido mais.pon-
lapes que afagns, c um bejo era para ella a revela-
cao de urna uova vida. Ninguem di-sera-llie ueste
mundo nem mesmo urna ma nem mesmo um ir-
mo : Amo-le.
Esla palavra entreabria-lhe perspectivas desconhe-
cidas.
Nao me respondes ? disse o Dcslemido cmpalli-
ieceudo.
Ella sorro divinamente, depois laucando para traz
seus cabellos ruivos, que a aurora prateava e doura-
va ao mesmo lempo, pz as maos, e exclainou er-
guendo os olhos ao co :
Visto que me amas, nao sou mais urna rapari-
ga pobre, errante e meio nua. Nunca live fomc,
nimia soffri calor nem fro. Nao creio que se possa
viver com tanta felcidade !
Fazes-me esquecer viole annos de roa vida,
arliculou o Dcslemido.
Oh mas que fiz para amares-inc assim ?
Es una boa rapariga. .
Bof... isso nao he difficl a quem ama, e cu
amava-le ha muilo lempo.
E.*i ailevinhei-o esta noile.
Uuia bella noile exclamou a mendiga. A
numidade c o fro nada podem contra o corajao.
Creio que o amar lie mais forte que t'idos ns
males deste inundo.
Dei
O grande ministerio Palmerston Se vai delirando
pouco e pouco. Os antagonistas do nobre visconde
dos primeiros diasque foram aecusados de ser mo-
vidos contra elle por um odio raas cruel do que o
que he gerado pelo espirito de fcjao na sua ira mais
cruelJ-esiao prestes a ser vingados. Vai-sc abo-
lindo com urna rapidez que excede as esperancas
dos seus primitivos inimigos, c sobrepuja os desejos
immedialos daquellesquc esperara herdar o seu po-
der poltico.
Nao be mui lisongeiro ao orgulho de povo inglez,
que o seu escolhdo campean se lenha mostrado tao
cobardelenha fgido de urna maneira tao extraor-
dinaria. Quando nina nacao faz taes sacrificios
como esta uajao fez ha lempos, afim de rullorar
frente dos negocios um estadista reputado capaz de
recuperar os desastres passados, lem direilo a ospe-
rai una repararau proporcional. Parccia que es-
lavamos desuados a nos tornar ridiculos aos olhos
de lodo n mundo ; primeirainenle, pelos iiossoiara-
nhados recursos militares, c depois pela derrota do
hornera|ue com vehemencia insisliamos para que
fosse enllocado no mais elevado posto do estado,
afim de que podesse dirigir os negocios de um modo
juslo.
Ninguem que esleve presente na cmara dos com-
muns a noile passada.deixoo de perceber qua i com-
pletamente o povo inglez e idudira acerca da ver-
dadeira importancia do liomcm, a quem insisti
para revistir com o supremo poder. O maior nnme-
ro dos primitivos admiradores ile lord Palmeiston,
prescnlemenlcsao os seus mais numerosos inimigos;
e a sua mais dwaratoada coulianca passada, pre-
sentemente he a sua mais cruel iuimisade. O no-
bre visconde est cvidculcmcnle inclinado a juslili-
ca-lo no ullimo poni. Nem condescender a ser
juslo para cora sigo mesmo. Alguma Iheorias fal-
sas do sen dever, algumas omisses do estado alte-
rado do sentimeuto publico a seu respeito, tornam-o
loiicamcnle obslinado. Quasi que se esquecc da ci-
vilidade convencional da assemhla ero que elle lem
passado meio seculo, e de que fora por mudos annos
um dos priucipaes ornamentos.
Na sua capacidad oflicial, quer como primoiro
minislro, quer como chefe da cmara dos communs,
'ord Palmcrslon nao sabe nada, nem d-se 0 tra-
badlo de se informar, i Rcd-lapism, e rolina na
sua pcior forma, lem repentinamente usurpado a
posse das suas facilidades e da sua vonlade. Nem
elle obrara nem promclle obrar. Parece pensar que
todo o alvo e fim do ultimo excitamento no paiz era
colloca-lo no cargo de primeiro minislro, e que da-
hi cm vanlc liada mais lite era exigido. Tudo o
que era mo no systeraa anligo enconlra nelle um
resoluto, posto que estlido apologista ; mas a soa
apologa he da petor e mais baixa especie, a qual
consiste cm tomar qualquer cousa como negocios
communs. Quanlo s novas coosas que se aguardam
dclleasrelormas dos systeraa militar e civil, o a
nova vida e vigor que devem serinfundidos na admi-
nislr.ijan gcral do parestas elle Irata com um su"
premo desprezo. He bastante para o paiz que elle
estela frente dos negocios. Portanto, esteja o paiz
contente c alegre !
i.iaude parle da popularidade de lord Palmerslon
oulr'ura resullou da sua dcrlreza em a esgrimir
com qdestoes impertinentes. Ninguem excepto,
lalvez o fallecido Sir Robcrl Pcelfoi 13o deslro
como elle era subterfugios ou em mystificajoes.
Vcrdade he que no caso de Sir Rohert Peel esla es-
pecie de dexteridade era smente um dote insigni-
ficante, de que s usava contra obstculos insignifi-
ca.nles ou incommodos. Quando as mais elevadas
qualidades erara exigidas, elle era sempre igual i
occasian. Levanlou-se com dilliculdadcs. e foi raaior
quando a sua influencia era mais aecusada. Lord
parallelo na suimagnitude e eonsequenciaspos-iveis.
Urna porrao consideraveldc um dos mais bellos excr-
citos que tcnluimos enviado ao campo de balalha, lia
sido sacrificada ao espirito de rutina, c mi irec-
j3o das reparlires da guerra. -A najSo, no seu odio,
immolou os Itomem mais [ireeminenles, e smenle
depois descobrio que o ystema era mais culpado do
que elles. Porveuinra algum ministro, especial-
mente chamado ao poder para applicar um remedio
a um semellianle estado de muses, seria preparado
com algum aturando mais salisalorio do que o que
lord Palmerslon laujnu 180 sobcrbamenlc a Mr. Ali-
les a noito passada '.' Se eslivessemos no meio de
urna profunda paz, cm vez de cstarmos ameajados
com a ruina de outro exercito, o nobre visconde nao
podia mais completamente ler adoptado o velho es-
trepitoso eslylo de urna evasiva ollicial. Lord Pan-
mura he hornera de una experiencia ollicial consi-
deravel as reparlices da guerra, mas precisamos
lignina cousa mais do qne a especie de vagaroso
movimcnlo que elle parece querer seguir acerca da
reforma do exercito. Lord Palmerston foi enllocado
no lugar cm que se Bcha.cxpressamenle para com-
municar aos -cus collegas e subordinados a ener-
gia c o vigor de que nina longa paz nos linba
privado. Em vez de praticar assim, suecumbio
influencia das secretarias, o se aprsenla como nm
exemplo no desprezo dos preceilos naluraes c juslifi-
caveis do publico.
Em um semelhanle espirito, mas em peior gosto
foi concebida a rcspos'a de lord Palmerston a Mr.
Brigbt, quanto a cominuaicajao ao parlamento do
resudado das negociares em Vicua, c acerca dos
varios documentos ttiplomomalicos a que ellas li-
nham dado origem. Como bein observou Mr. Ilri-
ghl, osen pedido para que estos documentos fossein
suhmettidos ennsideraeao da cmara, nao era de-
sanasoavd. Nenhuma palavra sihio da bocea de
lord Plmenlo.....licaliva da sympatla Jpara com
a natural 'incieJade do publico acerca desla grave"
queslo. Todo quanlo Ibc pode ser ai raneado foi a
fnrmiila oflicial cslcreolypada de procraitim
evasivas, tornada anda mais iii-ufiicieute e provo-
cadora pela aborrecida maneira porque foi cx-
posla.
marinos ao mundo, por mcio da deposie.l de lord
Palmerslon, que fomos t.lo illudidos a respeito do
hornera por quem insistimos para collocar no le-
mc do oslado, como acerca de outros a quera tenaos
confiado os mais cabros inleresses do noso paiz no
exterior. Moming Ckrontcle.
INTERIOR.
Primciramenu) Invenios de castr-nns peranle
o chefe do conselho municipal, c depois na igreja,
quando tivermos dinheiro para pagar o cura.
Que eu viria a ser mulher casada exclarouu
a mendiga pondo as mos com extase.
Porque nao I Depois iremos estabelecer-uos em
orna aldea sombra das arvores. Teremos nossa
choupana como os outros, c (rabalharemos.
Que felicidadfe he (rabalhar exclamou a coxa
batendo palmas. :
'Esqueceremos o passado tao triste, c para co-
mejarmoi deixareinos e-es appellidos extravagantes
que nos durara nssos companheiros de miseria.
Quero escolhcr-le um nome bonito.
Oh nao, murmurou ella ; sou muilo lea.
Fcia !... acho-le lida.
Mas sou ruiva.
Que importa ? (ioslo dos cabellos ruivos... por
que sao os leus; e demais que significa a cor dos ca-
bellos a quem ama ?
Alas sou coxa.
Coso de ver-ic coxcar Um sabio contou-me
que houve ura rei de Franja que leve por amanto
urna coxa, e que amnu-a muilo mais do que quautas
galanleou em sua vida. A mesma pessoa disse-mc
que na Inglaterra era moda ler cabellos ruivos, que
a mesma moda existi em Franja de maneira que
aquelles, cujos cabellos erara prelos, mandavam cor-
ta-Ios para porem um i cabelleira rniva. O mestre
escola que contou-me ludo isso lem tambem cabel-
los louros, e aflirmou-me que cssa cor de cabellos-fui
sempre a mais prezada entro os antigos e modernos.
Depois de lao grandes cxcraplos nada mais le-
nho a dizer, respondeu a mendiga rindo.
Ha alem disto urna razo mais forte que todas
as oulras, tomn o Dcslemido com nma mistura de
ternura e de alegra, he que ainda quandn o ruivo
fosse execravel, lorna-se desde agora mais bello que
u miro e a prata, porque roinha amiga tem cabellos
ruivos.
Se a amanto de um rui coxcava, cu que sou
Grande fonlc das difliculdailes e das perdas que
tomos soflYido na Crimea, lem sido o largo esparo
de lempo empregado cm transmit ir noticias do
tbeatro da guerra ao governo do paiz. Ao menos
esle mal ja foi vencido. Esle grande Iriumpho da
inventora sciencia moderna, c tclegrapho suhmari-
iilm, nos habilita a conquistar lempo c espajo ; e
arlualraeiita po lemos receber noticias de Balaklava
dentro de vinlc e quatro horas. Hontem o governo
receben duas meusagens, que linham sido enviadas
daquelle lugar no dia anterior, l'm ministro pa-
triota, cujas sympathias fossem pelo povo, se (cria
dado pressa em communkar nolicias de lao vital
importancia, c mostrar as vanlgens que dahi resul"
tassem. Nao |irocedc assim lord Palmerslon. Cora-
prebendemos a grosseira receprao dada ao Ilustre
ineinhro que agiloii urna qucst.lo a esto respeito.l'm
minislro de rincoenta anuos pode nattiralmetile
odiar de esguelba para mancebos presumidos que
pretendessem fazer dos aggravos nacionaes a capa
das suas ambicoes. Alas lord Palmcrslon devia
lerobrar-se que, qualquer que fosse o prelcxlo a
quesiiio cm si era profundamente inleressante ao
publico, c qne liaviam milhes de pessoas anciosas
de saber se a mensagem lelcgrapliica que deixra
Balaklava no dia anleccdenle trazia noticias de al-
gum Iriumpho em frente de Sabastopol. A estas,
pessoas, o a lula de lord Palmerston com Mr. La.
yard paiecer ler sido singularmenle iusensivel
mais cspccialraenle Sir Charles AVood, vendo o ef-
feilo desfavoravcl produzido pela intempestiva fe-
cecia do seu chefe, immcdialamcnte se levantou e
deu cmara a cxplicaj.lo deque, com elfeito, ne-
tihuraa noticia de iraporlanria linha sido enviada,
o que era, por consequencia, equivaliente a nina
declaracao de que nada decisivo tinha oceurridb,
Smenle depois de receber urna caustica reprehen-
jaoapoiada significativamente pela cmarade
Air. Roebuck, foi que lord Palmerslon dignou-se
declarar que pedira a lord Panmure que exigase
os commandanles das forjas que nos rcmetlessera.
todos osadas, algumas nolicias do theatro da guer-
xa-mc contomplar-lc, lornou a pobre com j urna pobre mendiga posso lamliem coxcar um pouco,
IMO apaunnailo ; deixa-tne conlcmplar leu I 0 eslou coulento de ler cabellos ruivos, pois que a-
inanle moieno, que julgo ver pela tiillcsi- gradara-te como ao.
um acce
bello sem
na e pela piimelra vez.
Filou m-ltosua larga pupilla srinlillanlu, e como
seu olbar procarava mui profundamente a alma do
Uestemido, e*tt fechou-lhe as palpebras com um
beijo.
T "/"'eraos de ser felizes, disse-lhe ; Icnho pro-
jectos. bellos prnjerais.
Ol vejamos.
- I'riniuiramuiile quero deixar esta vida horrvel
e entrara a le ; fogirt para bem longe, mide nio-
guein me conherera. Qaro lor:iar-me um homem
honrado.
Tens razo Eu tamlxm envergonho-me des-
la existencia nerigosa e desprove.
Elles agrad.im-me lano que von dar-lc um
nome que Tncorde-mc cssa cor. Quero chamar-te
Lennia, porque vera de leo que significa leao, segun-
do assevera o mestre escola : ora os lees que sao
bellos e lerriveis tem longos cabellos ruivos.
E como le chamarci '.'
Veremos isso mais larde, respondeu o Desto-
rnillo. O dia esla claro, e lenho pressa de deixar es-
la planicie semelhanle rom suas peers a um cemi-
lerin deslruido.
E quando rotneearumos a bella vida que me
promelles-le T
Iloje mesmo ; nao convem diferir para o dia
seguinte cousas to excellenles. Partiremos junios,
porque nao quero mais que nos separemos, meu an-
jo salvador.
Oh exclamou ella com transporte, se eu:fos-
se obrigada agora a dcixar-le um s dia, creio que
meu enrajao cessaria de bater I Vamo-nos ; as coto-
vas j comejam a cantar subindo aos ares.
Reliro-me de Paris cheio de conlenlamenlo
pensando na felcidade que nos aguarda.... He urna
superstijao de nossa raja, qoe Paris no< lie fatal.
Partamos j exclamou a coxa ; nao liquemos
aqui um minuto. Eu tambem sou supersticiosa de-
pois que amo. Esta Ierra queima-me os ps.
Tenha alguma pacieucia, mioha querida, disse
o Dcslemido lcvan(audo-se. VossO csqucce-sc de
que todas as cousa* desle mundo eslaO amarradas a
um auiiel que he o dinheiro. He raisler primera-
mente remover essa difliculdade.
E que vis fazer '.'
Vollar oulra vez a Paris...
Nao quero! interrompeu a rapariga. Oh meu
amigo, nao fajas isso pulo contrario rujamos j !
Ajuslou pressa o vestido, e repeli pondo as
maos :
Supplico que fujamos !
He impossivel. Nao lenho um cntimo, o nao
quero mais feriar.
Oh nao, mais nada que pora comp'rometler
a liberdade... Pensa, meu amigo, no que seria de
mim Nao tornes a essa cidade maldita ; pelo con-
trario lomemos o cantinho que della afasia-se mais.
Temos necessidade de algum dinheiro. Voa
casa do orcultador de furtos da ra do Veri Bos, o
velho Si'ttechal. Elle den-mu smente viute fran-
cos pela correle do visconde de Thun... nona falla,
a ultima he a que mais inquiela-me... Emfim o que
esl feito, esta feilo... Pedir! ao velho Senechal que
adiante-iite algum dinheiro, c elle n3o se atrever i a
recusar-me.
He melbor rclrar-nos, lornou a mendiga mc-
neande a canaca.
Sem dinheiro he impossivel.
Alas se encontrares Maleteo! '.'
Qucqueres? o acaso decidir, liso se saberu
em una hora. Sem dinheiro nao andaramos dez
leguas Iranquillamenlc.
Pois bein, disse a rapariga, j,i que nao ha ou-
tro remedio, vamos... mas nao quero dcixar-te.
Nao me deixars ; vamos juntos.
O Desiciiiidn hiurou o braco sobre o hombro da
Devorante era quanto esla passou-lhc o seu pela cin-
tura ; assim enlajados, saudaram com um ullimo
odiar o leito de relva pura, e drigram-sc para Pa-
rs, cujos toctos dnritiian anda nos vapores da
m.inhaa.
Apenas os dous amantes linham dado dez pojaos,
lodos o- SOOI projecto: de ventura desvaitecuram-se
ao aspecto de urna caneca disforme que parecen -.i
hir da (erra no lira do campo. O perfil anguloso de
PARA'.
10 de roaio.
A adminislrarSo dn Sr. comelhc'in Sebastiao do
liego Barrot.
tlSr. llego Barros admiiiislrou anno e meio a
provincia do Par, desde 13 de novembro de 1832
al i i do corrale mez. Para formular o nosso jui-
zo critico acerca desla adminislracao cumpre-nos
percorrc-la toda, apresenlando a con-nlerarao do
publico ludo quanlo seja preciso para fundamentar
a nossa opiniao.
F.m anno e meio, c no Para, onde os meios de
commuiicajaosao poucos c ainda dfliceis para mu-
tos pontos da provincia, onde os operarios livres sao
raros e os escravoi rarisstuos, onde o ospirilo in-
dustrial ressento-se do individualismo c exclusivis-
mo nao se lendo anda podido tran-inrran no pro-
veiloso espirito de associajao, a acj.lo governaliva
be rcduzida a sua propria iuergia. Por mclhores
desejos, qjic]sinla ura a I ministrador, por mais largas
vi-las que lenha, v-so mlendo de obstculos sem
numero, que cstretam o crculo doi seus movi-
raentos, e ol.slam a realisaj.lo de tnuilus dos seu-
inleiilos. Porque se nao formara compatihias par-
ticulares para levarem a c.ihoa oncanamento da agua
potavel, coma sqicedea na provincia de l'einam-
bueol Porque os parlie llar, c qoe dispoem de
Apilaos, ss,' n.to associam par emprehen Icrrm
obras de monta, como o caes du Camota, n mer-
cado publico desla cidade c oulras muilas? Seo
livessem feilo os mclhoramentos leriain decupli-
cado.
Reduzdo sua propria torca o Sr. Reg llana .
conheren qunnlo sohavia c-reit,ido o horisonledc
seus variados projerlo. Tudo quanlo depcndil
delle s, iuiriou ; a nada mais podia ser ohrigadu.
Eslu le-se a curt adminislracao em todas ns -cnti-
dos, que se a preciar o acert do que levan:
everado.
Autos do mais icflicla-se, quanlo hrilho tinha per-
dido o principio de autoridade iL-i adminislracao do
Sr. Dr. Jos Joaqum da Cimba. Keflieta-sa que
eslavamos prestos entrar num i campanha elcilo-
ral de subida importancia, e que a provincia eslava
nesla questao dividida em dous grupos, visto que os
nossos adversarios nao Iranzigiam com a candida-
tura do Sr. Souza Franco. Rellicla-se finalmente,
que oSr. llego Barros nao era, romo nao he, sena-
dor e que se llie ofi'ereria occasao opporluna de
apresenfar-se candidato e entrar nuina lista trplice,
procedimenln, que apezar de denotar abuso de au-
toridade, seria apenas a imilacao do rouitos exera-
plos suinelhanles. O Sr. llego Barros, porm.com-
preheinltu a inissao de qne lnha sido encarregado
pelo governo geral. Firmn o principio deauloii-
dade. Tomou e couservou sempre n verdadeira
posijao da primeira autoridade da provincia. Alan-
teve a liberdade de voto, sem que urna s vez ma-
uifeslasseo menor desojo de ser votado, tiuiou-se
pelos principios de igualdade, e adraiuislrou sem-
pre cura equidade e jus ti ja. Exemplo- destes se
temara cada ve/, mais raros e por isso de maior
valia.
Analysemos agora a administrarn cm cada um
dos seus moviineulos particulares, era sua diverat-
dade, para melbor apreciarmos a unidade de aculo,
que ella sempre presidir.
O Sr. llego Barros concluiu a organsajao da se-
cretoria do governo ; encarregou o Sr. inspector do
thesouro provincial deapreseutar os dados OOeasfa-
ros para a reforma das codeclorias ; creou variai
cadcirai de ciisno primario para ambos os sexos,
e extingui oulras de ensiuo secundario com o lira
deccnlralisar o cstudo superior ncsla captol ; deu
gralificajao aos professores. que a mereciam, e pro-
poz assembla e conseguio o augmento do ordena-
do de lodos elles.
Cumpre porm aqui nolar, que urna dai medidas
mais uleis, proposla por S. Exc. qual a transforma-
repam e
de
Mal Nutrido crgueu-se negro na purpura do sol nas-
conte.
Foge.' ests perdido! exclamou a Devorante
que vira o perigo anteado Deslemidu.
O Romanitchcl ergueu a cabeca como ura cavado
de guerra no som do clarim ; mas depois desse exlrc-
mecimenlo, licou Iranquillo e fro, e murmurou :
He Mal Nutrido so ; seus iguaes nao tem tan-
la coragem.
Fose repeli a pobre lorcendo as raaos.
Ainda nao. He mislcr ctudar seu plano de
balalha.
O Destemido vollou-se para o oriento c vio o mar-
quez de Argcnl Court andando de mcias de seda e
casaca sobre a relva orvalhada.
Acabamos de ver o cingue, murmurou elle, eis
all o sabujo ; o picador ralo esl longe.
Dirigi a vista para o sul e vio Ailescot em pe,
mraovel, com os olhos litos. nelle, e prompto para
gritar o hillali.
Estou medido em um triangulo, disse o Dcs-
lemido; se elle nao he regular, he urna questao de
ligeireza.
Nao foges'.'.,. Queres que eu morra de deses-
pero? exclamou a coxa.
O Dcslemido nao responden : eslava observando.
Os Ires horaens nSo furmavam um triangulo regu-
lar ; pois entre Malescol e Mal Nutrido hava muilo
mais espajo que dos outros dous lados. Especulan-
do si,|,re a ligeireza era por ah que convinha fugir.
Se pulo contrario fosse uecessario lular para sabir do
triangulo, o lado do marquez de Argent Court offe-
recia melbor probabilidades em ra/ao do poucu vi-
gor do saltirobanco.
Mas o Dcslemido refleclio que perder muilo san-
gue na vspero, e desconfinu de suas forjas. Assim
fez como o veado perseguido pelos caradores, con-
fien na ligeireza de suas peri as.
Todava nao apressou-se ., fugii. Era melbor obrar
ruin prudencia, visto que seus inimigos estavaip im-
inovcjs. Entretanto um obstculo insignificante na
apparencia desarranjava-Uieos clenlos: a igual di*.
lauda de Alalesrnl c de Mal \ iiri lo, isto he, no pun-
to preciso, um que o Destemido havia de pastar, ha-
va urna pedra.tonga seinelhai.te a um banco, c so-
bre essa pedr eslavam assenladas as lies furias qne
liiihara denunciado na vespera no Bel Air o furto da
crrente de ouro no marquez de Argnt Courl. Man
Fra, a Marreca e a Nariguda com a p. e a vassoura
rao do Ivceu n'um cslahctocimeolo, em qae se ad-
imllissc o intrnalo, sean realiiou. pirque a as-
sembla infelizmente nada deliheroii a cwe resaci-
lo. O collcaio das educandas mereceu a rmiinaa
vigilancia doSr. Bego Barro: e para prova daaaii-
ciludede S. Evc. baila rilar a acertada escelaa d*
vice-adrainislrador dense importante cslabeienatea-
lo, o Sr. lenle .1 la Silva.
Pelo que raipotta i oliras publicas S. Exc. emnre-
gou todos ns esforjos de que podia dispr. Pintn,
doeoroa e mobiliou n bello palacio do govoraa. que
achara um pessimo catado ; i onrtOM as obra da pn-
lacio episcopal ; do pavimento torreo do pelari.
da presidencia onde acommodou o Ihesoaro provin-
cial; da repartirn de obras publicas; da cadeia. qee
a par da segaranja e limpeta prela-e asaccanaann-
dares neceasarias; e do aterro da praja da ponte de
pudra, contratado romo rula.lao Jn.iquim Jos de
Figoeiredo. ContiouM a* ubraa da ponte de pedra*
c caes da doca do reducto ; la vallas das estradas ;
de pal d'agna do caes da ra do Imperador da i-
vfilamento do largo da plvora; do qoartel do corpa
de polica ; e do grande theatro do largo de naiarm
que ha muilo jara no mais profundo rqen-
monto.
Pelos rcgulamenlos de 13 de junbn c 13 de no
vembro do auno passado crean S. Evr. a repar
de obras publica*, rom ns inslrnmenlos inaihenuii-
cos necessarios, e den nova nrgnisaja aas carpas
de traanlliadores. procuran lo rom esta ultima ar-
dida tirar lilil lade das clase ociosas, ignaraalas e
indolentes, ulilidade que bem drprcMa apparerea.
apezar dcsle corpo nao estar ainda romp
organisado. *
Pelas inslrucjie de 7 de fevereire
auno passado eslabeleceu o modo porque
riara fazer os Irahalhos de conservajXo,
Papau de lios. uanaes, vallas,, estradas, e
cus de arvoredos.
Alandou vir da Franja um rngenhaira, Mr. I
e nove jardineiros para o liortn botnico, qae r*tao
a rhcgir no luigiie de guerra Calliope. qne por or-
ino ile S. Exc. os foi buscar a Ctenos.
Contralnu a conclusao do lazareto ,1a Talaaea. r
i collocajae de comportas as valla., que carcasn-
dam a cidade. Envin "i rontea de raa ao m-ai-
tro brasileiro nos Estado- I odas para a iainaaa 4a
urna barca de csravajao.
Conrluio a estrada de Macapi para a
S. Joaode Ar.iguaia, e man luu proceder i
uecessario! para abertura da qne deve ligar rsU ei-
dade .i de Brsganja. Duitaiaoi de rilar narras
obras de menor imperiancia, para i, nao alargar-
rao. uiuilo.
S. Etc. sanan ilraruidou de prumnrrr a relea! i
r.ii. Alaa aa celaana. qne dirrctaasenla. e par
nturmedio de Silva e Picanjn, engajaa. i
a ii trodur.io de i"> caal n ridjilao Jaso Aa
Corroa, e de MoM nb.li I. I'iula da Ana-
jo, contratos .tul : lei) pravrlacaaaii as.
Cora o liui > l.iur livalisir a fiel exe-
enjao desloa contratos, lli-icu asi rnnsoles de Lia-
boa c Barcelona, rcmellcudo-lh"> a competente
ropi.i.
x illnminija.i arha-se n'am [* em qae naaca e-
teve. Asi'i iluminados qn.Ki todas .i
gaz. allcstam a vigilara ia do Sr. Urg Burros nev>
importante ramo du servir. A illuminajao a acei-
te faz-sc por administraran, e a de gac liquide par
contrato celebrado com o citadAe Jada da Pante e
Souza na formado arl. SI da lu n. C4.
Pulo regulamento du 8 de iioveaafara da anas
passado formulou S. Exc. acertadas pravsdeacias sa-
ine as canoas ou entbarcajaes qae aa eataragaai aw
cemmercio denominado de regalan.
Poi portara de II de pinna desse aunas aasm
duu novo compromis-o sania casi da Mamita!dia.
no qual alleou o anno comprominal do
rugol.indo-se pelo civil ; a compnsiraa
que passaram a ser nomeidas pr-la presidaneia, a a
lempo de duracao de suas fnnejaes.
K-tabeleceu agencias era diversas lacalidadas. a
regularisoii as que existiam.
Ciinlralnu linalmenle a roaiacc,ii de gasta tanta
de Alarajo como de oulras provincia, e mine nana
commssao cnm|Hista dos Sr>. I ir. I eitao, Araadaa e
Penna alim de formularen! o regulamento pata as
fazenda! de gado daquella illu.
Reuna-se a esta breve e summaria eipaairaa a
mais completa tranqailidade, c teremos fa
um ventaluiro juin da administraran, qae
no dia 11. Quanlo i nos parace-aos. que etla tai
de viivel prosperidade para a provincia, e qae a
Sr. cousclheiro SrlutliSo dn Bego Burros teas di-
reilo a lembranja e grati t.lo de todas as Para-
cuses.
S. Evc. foi substituido pala Sr. Dr. Ancosa Cas-
lodio Correa. Esperamos qae so hsavma anadea-
ra de nome, c nao de direejao. n Sr. Dr. Apete
lem motivos mais valiosos do qoe o Sr. Haca Banai
para desejar o engrandeciroanto do Para ; be a sata
provincii. Assim lemos a fe mais rakasta de aoe
S. Exc. secooservar cima da exageradas exipaa
das, e que durante a ana administrara, sa ni
brar.i de cerlo das angustias que latTiaia
e terreno, c expor-se a cahir as garras de Males-
col ou de Alai Nutrido.
O Destemido conleraplou essas tres caras malditas;
a corcunda, a zarolha e a nariguda, urna com o cha-
peo roido pelos ralos, outra com u'craneo puntudo
envollo em trapos, a lerceira cora o brrele de poli-
ca sobre os cabellos quasi orticos, e ficou mais in-
deciso que nunca.
L'm novo incidente veio completar a physionomia
do drama. O bando de vagabundas que linha-se
refugiado para dormir no fundo da pudreira, sahio
lentamente da Ierra, e ese coro improvisado vendo
o combato que preparava-se, collocou-se indolente-
mente ni irgein du caverna para assislir tragedia.
Urnas apoiavam'-te ao rotovello em altitudes melan-
clicas, oulras espernvam meio dedadas como esla-
luas sepulcraes, oulras erafim arrimadas a pedras
enormes, c com os olhos fixos assemelhavam-se a
carygalides. Na frente desse coro que preparava-sc
atoslemunhar pelos gritos de alegra ou pelas lamen-
tajoesa parto que loauva na lula, eslavam as Iras
morenas : Bonina, Alangerona c Mimosa. Com o
pescojo inclinado e os brajos inertes conlcmplavam
com urna compaixIovAe estupida o giupo un De-te-
mido e da Ruiva.
Entretanto a caverna linha vomitado lodos os seus
monslros, n bando immundo das vagabundas cston-
dia-se em torno da pedreira, e como se o actores t
tivesscm esperado esse momento, Malescol fez um
signal aos seus ajudantes, os quaes a*liaularam-se a
passo igual para o cenlro do triangulo, representado
pelo Dcslemido.
Nao ha mais um minuto a perder, disse elle
retiran lo o braco do hombro da mendiga.
Em vez de tomar a dirccjjo que escolhcra, lan-
jou-se para a esquerda nitro o marquez e Mal
E-les approximaram-se para impedir-lhc a |
gem ; mas us inovinaMlo era fingido. Destemi-
do aprovcilando o momento em que o esporo com-
prchendidn entre Malesoai c Al il Nutr lo actuva-se
repentinamente alargado, fez urna voda sbita, e
corren para essfl lado cora toda a ligeireza de suas
peruas.
A pobre coxa seguia-o de porto.
Malescol c Alai Nutrido pprceberam enlao a saga-
cidade do Dustemido, lizcrain esbirros desespera-
dos para reparar sua falta ; mas o lUglUvo linha per-
nos excellenles, e segundo loda a probabilidade ha-
cruzadas s costas aguardavam com alegra cruel o va du escapar-Ibes.
momento da lula. Ora aluda que o Destornillo ig- Muilo bem, Deslemi.lo '. gi ilavam as tres roo-
norasse sua Iraijao, essas tres faces horrendas con- runas.
s.rain-lhe um aseo invencivel. Eslavam postadas
entre elle e a liberdade assim como na monslros doj
coittns antigs, que guardavam a porta dos palacios
das radas.
Era mi.le sallar por cima das tres varredoras
ou desviarse para algum lado,'.isto he perder lempo
E o coro das vagabundas di-e lamliem :
O Destemdoest.i s:ilvu !
Saivo salvo! repeli Ruiva que lfj[atl ar-
quejando os passos do Rmnaiiitrliel.
O Desleinido conlinitava a correr, e a esperanja
que animavi-o, os gritos de Iriumpho que ouvla a-
ti.iz de si redobranda-4ae a confianca-1
zcr prodigios de ligeireza. Era evidente para tada>
que .Malescol e seu companheire no
nnpedir-llie a paasagem.
Vendo-o approximar-se. ai tres
os denles. O Desteido gozara nease aso asala da
maior somma de fcltoidide qae nm li.iaaa pede lar
segundo o gosto dos seivagaas: aneada de aleara
seui amigos, e fartaya o. mmicos de raiva e de a-
margura.
Ergueu os olhos e vio a vinte panana dedHancsa
as tres velhas asseiilsilas obre nana pedra tnanca-
l.n De suas pupillai so-nhnas ahiam clarat inmli-
tos. claies lgubre, faisras lanebres caaaa a att>-
rao crepitar de um incendio qne.nan-se. Haaaa-
soit lanrir-su por cima dessa lama rdanle, a des-
viando-sc com horror, passou de um lata.
No i......n tllanteos brajo deataraadadas ara.
velhas agilaram-e, e no momento em qae a manot-
lui rhegava de algnma maneira as liaaiar da Maran-
de. ellas laucaran-Ihe nai pernas a* pas e aa va
asaras.
O Dcslemido troperon e rabio. Aa voaaasiaan
como cabras, Malescol e Mal Nutrida deraaa asna
exclamado de triompln.
A Devorante soltoq ura frita termal, en cara das
vagabuiijas deixou CKapar gemidos sardas.
Malcscnt saltn immediatamente e paz a man -
bro o Delemido romo um leja sabr a pru*a ; naa.
mi in lo quera levar o prtsioaeiro, sen lia no braja
asqoerdo una dor Ha atroz qae fea amptareaa aa
llie os rabudo- -obre a cabeja. Elle vollna-w ari-
i.iii'ln. c vio ama especia de dyaaaain rana aaa
morda o rom furor: era a Devrenle.
Mu- inri >sa que urna tigre, a qaa ta~esn arraba-
- Iilliinho, ella linha-ir I jurad* solar Mateo-
col, rravando-lhe -un .temes asadas na carar. Cao
una forra rapaz de quebrar-Ib
i) e
acudi, agarrou a infeliz pala cabellas, epaiass-a :
ni i ella nao largou a presa, e o -intmenlo de Ma-
le-rol re liduo
Para acabar osen bao. Mal Nutrid den as pon
11 estomago da Itoiva. Enlan > albos revatsa-
rara-sp-lhu. Msjnaitadal ifrniii iam aW e ella
oaiiio un lama priva lulos.
O Delemtdo foi atado e mudando; mas andas do
aparlar-se, lanjnu um olbar desesperado sabr acar-
po da mendiga, c os olhos encheram c Iba dia la-
giimas.
Quando os tii-Hiomens e sen priaiaatira ratira-
raaa-aa, aa(ariai rhegaram i oaas, vitaraa>aaa
a- ataaaaM corpo iiianim.ido. examinandi-n para ver
M li.iv ia alu alguma musa que furlar J pnrran aa Ira-
pos da mendiga .idi.ivam >e em tal i-iado qae aaa
leutaram nem tnusrao as srdida varredera.
fnaioT-e-na.i
-pa ia desm ir de dar, qsenda Mal Natrvt*
MUTILADO


lW
.2
DIARIO OE PERNAMBUCO TERQft FIRA 19 OE JUNHO DE 1855
/
didalo. I'ai e socego para a provincia ; juslica pa-
ra ai*.
T. F. de Almeida.
.' Aurora Paraense.)
Barra 10 de maio.
Uu.isi que vcju-ine abrigado a commelter igual
falla as que commed, de i\So escrcvcF-lhe^polos va-
pote* panados.,
A aridez dos assumplos.'a falla de lempo, algu-
flias dislraca-Oes, ludo lem concorrido par qne eu
seja omino; mas espero qne a censura nao *eja
grave.
CofcVfl Uaii.-r-Esle nucleo'ds civilisacilo, e
prusperidade r.^ebe em todas as viagens dos vapores
do Par libios contingentes, ^o Tapajoz, o pri-
ineiro vfpor u/te a cqmpanhia lem aclualuieiilc cm-
pregudo na navegacao do Amazonas, lem cabido a
sorle de conducir* inte |Tequcno numero de colonos;
e nrsla viagem Mm de mais MI gue trouxe, vie-
r.un n'eile um l'ai yllalivo. e o director para a colo-
nia.
sua marcha regnlnmenlar na represlo do crime,
eu me etplico : Uniendo que o criminoso deve
ser perseguido, qualqucr que seja sua posic.no na so-
citdade, e onde'quer que -e elle ache, e nislo lie
que consisto a verdadeira circumspece.io e inleireza
dosmandalarios da le ; entendo aiuda que a justa
reparado dos delictos deve basear-se no proprio
Iriumplioil.is leis criminaossoffra quem soffrer :
8 ile jmilio.
l.aro mi. Ha phazes na vi la do homcm, bem
dillicil deeipUearam-ae. Essacadeia deacontecimen-
los a que eala presa wa vida, bem prova que sua
estrella nem semprc segua pelo sen arbitrio.
Ha muilo, caro mi, que desejo firmar com Vmr.
urna correspondencia regular ; para narrar-lite em
prosa o que por c lu de melbor paladar: c al hoje
mas porque assim devaser, nao se siga que os ineios lenliu-llie escriptopor conjancfdes; porem daqui por
le punico sejam elvalos al o ponto qne, nein fi-
quem vingadasas leis c nem salisfeila a juslica. He
bom, lie rcconhecidamentc vaittajoso, que a aulori-
dado faca inspirar no criminoso a idea do medo no
laclo de sua justa puoicao, porcm, he necessario
que cssa ida acompanlie o correctivo de urna von-
lade caprichosa e insensata, para que deslc modo a
administradlo da juslica corra a salvodessas paixcs
ruiusquo teemoseu assenlo inmediato aaa pernicio-
sa falalulade a que se degradan) os homens '. I)-
lo, porlanto, o [muco que acabo de observar, com
rehiri aos negocios policiaes dcsle lermo, mmpre
confessar que a sua direcro lem sido iiiqucstionavol-
Ainda nao eslaVesle estahelecimento digno das. "'"''' desacedada e excossiva na parle que diz res-
VStai, e de toda a proteccao do governo da provin-
cia i.culo das difficuldadcs com que todas as empre-
sas nuyas, c principalmente da ordem d'csla, lulam
uo seu romero; mas os zoilos, os intrigantes, os mos
espiritas, que procurara plantar a discordia entre c<-
sa populacao til, e industriosacom o Bm nico de
desgrana-la, bao de aliiial conhecer a larca da eu-
lotldada publica, cuja proteccao nao he possivel que
falhe a empreza Uo proficua, que o governo impe-
rial com sua sabedoria lem semprc animado.
Kcconhcco a necesaidade do um pouco mais de
energa da auloridade publica era favor da colonia
Mau, nao so para exterminar o espirito mo, que
tem querido inocular-se nos nimos dos colonos, co-
mo proporcionar-lite lodos os mcios de proteecfln
que a companbia pelo contralo celebrado com o go-
verno imperial lem direito.
Sacegariio do /lio Negro.O vapor Monarrbu,
depois das duas primeiras viagens, em que gastn
mais tempo.tcn feito as demais regularmente, c sem
embarazo algum. A experiencia lem feilo conhe-
cer, que urna viagem mensal as povoacOes dreaden-
les, e quas i inhahiladas do Rio Negro, he lino de-
masiado una provincia como esla, que n.lo pode
perder lempo algum. Seria muilo mais proveiloso
ao cornmercio, e ;i propria companbia se o coveruo
imperial cenvcrlesnu urna dessas viagens em favor
do Rio Maileira, l'aranamiri de ('.anana alea impor-
tante villa de Maus, e no regresso. ama vez por 011-
Ira, eutrasse o vapor at a villa de Silves.
Nao duvidv que islo venba a acouiecer lalvez bre-
vemente, informado o governo imperial, como de-
ve ser, pelo Exm. Sr. conselheiro I'enna. das ver-
dadeiras necessidades desla provincia.
Trabalkos tegislafiro*. No da 3 do corrcnle
nstallou o Exm. Sr. Dr. Miranda, vice-presideule
em ejercicio, os Irabalhos legislativos desla provin-
cia, lendo um rclalorio resumido, era* addiUmcnlo
ao que Ihe fra aprescnlado pelo E\m. Sr. conse-
lheiro I'enna por occasiao de passar-lhe a adminis-
traran no dia 11 de marco.
l'or ora nenhum aclo lem hvido da no-si pa-
tritica assembla que seja notavel. Pretende po-
rcm, segundo ouco dizer, crear um simulacro de
forja policial (30 praeas com ura lenle coniinan-
danle': se hovesse mais forra de linha na provin-
cia, bem dispensavel era cssa forja policial, que,
pelo seu diminuto numero, mal poder fazer a po-
lica da capital.
Traballios do jury. A reunio do jury foi pre-
sidida pelo Sr. Dr. Marcos Antonio Rodrigues de
Sonta, que chegtndo esla capital, e apossado no
sea cargo de juiz municipal, entrn logo no exerci-
cio de juiz de direito. por achar-se na presidencia o
Exm. Sr. llr. Miranda.
Nada houve de importante nos Irabalhos do Iri-
banal; hoiivcrain qualro absolvieses merecidas, c
duas condemuarcs a revelia.
Satinas dueas. Goza esta provincia de paz
inallcravel.
Ha dias porcm appareccu um pnico (nao sei por
quem imaginado) deque alguiis gordas nacionaes,
que se achara no service da goaraifae da capital,
prelendiam fazer um pequouo movfmento, em cou-
seqaaneiat de mos lalos que recebiam de algons
dos ofliciacs de linha, que os commandavam. E*tc
boalo sem fundamento algum, lem dosapparecido
completamente, por que, ao que parcce.elle fra gc-
rado com vistas menos honestas .i respeilo daofflcia-
lidadeda guarda nacional.
Espera-seque o Btm.Sr. Dr. M randa, pira evi-
tar que semelhanle deztr possa injustamente appaj
recer eoitlra urna corporarto, que semprc s
apresen! ni,i digna i!e si, e que jamis tem .1 esmere-
cido .i elevadocouceilo que della justamente se faz,
Taja separar o contingente d.i guacia nacional do
de liulij, sondo cala um roinotaiidado por ofliciaes
proprins.
He urna verdade inconleslavel que um" ou onlro
llicial de linha, que desconhece sua posicSo, lem
ahusado de su i anloridade mallratandn aos suardas
nacionaesr,mas isso nao he motivo bstanle que r.r.i
com que esses guardas assim olTeudidos, dcsconl.e-
Cam seas deveros de ordem, c obediencia.
Nao sci porque lude haver esla rrValidade enlre
a forja de linha, o a nacional I
Fronlcini*. Das nnssas fionleiras nada ha que
.iltere as boas relares de amisade, que lem sempre
havidoentren imperio,eas repblicas com que con-
fina esta provincia.
iotewlos. Ha paucodeu-se om caso dig-
no do serio exame.
Um la] Servulo, leudo sido aviado polo vice-con-
siil de l'orlu-i!, que qui reside, leve nccesddadi
de farinha para seu gaalo, c scnifo-lli'a cedida por
um individuo, pronMlUu pagar-lh'.i. C.....-ludido
aquclles seus servicos, procuren lugo salisfazer .i
quem Ihe havia vendido esse genero de primeira
necessidide; mas sendo o pagamento feilo em gne-
ros, quem osreccbcu pedio aoulrem, que os coudu-
zisse capital.
O vicecnsul, que achou um juiz A geito, c que
quem morder ao conductor dos gneros recebidos,
sem se embaraar cora cousa algumia, da qucixa
de t*lrttio:tat .unir o conductor dos gneros
e consegoe V> pobre hornera na casa do Pe-
dio ,.,, ,,ornae o juiz a ludo se presto,, de boa
contnde.
Chega ahud o dooo dos gneros, comer novo
pleito, no entretente ,,,lc condnclor jaz aida sof-
frendo urna das violencias mais iaquallncaveis, que
-' pode imaginar.
Veremos em que dar., lodo este arraojo do vice-
cnsul cnm o lal jaiz, que simia ha pouco loi de-
nunciado por crime* horrendos pralicados no exer-
cicio de suas fuuccocs.
[Trbede Maio.)
dianle,promello-lhe semprc!einbrar-mc;dascolumnas
doscu Moming Cronicle brasileiro,para atormentar
cortos maganes. Sem cslylo, caro mi, porque o
nao Icnho, longe de qncadear minhas ideas por fal-
lar-nie o lucido raciocinio, este luzeiro philosophi-
co que ensina a homcm alpcrscrular os arcanos da
nalurez.i, sem equilibrio quo igualo as luminosas
peonas de seus eximioe correspomlcnles, como o da
l'arahiha, Ipojuca e Konilo, de cujas hicos (das pen-
nas) sobrara trrenles de um esljlo romntico, e
amenisador, sem um Meireles, cuino o do seu cor-
respondente da Parahiha, sem unta lia, como a do
seu de Ipojuca ; sem nada em fim que mereja f,
esperanca, c carilla le, cu desojo acompanhar o no-
peilo a repressito do rrime, oque justifica o estado jbres cullegaipara delles aprender esse estylo armo
de conslernajao couslanlc em que persiste a nossa
tucauta p ipulacao. Enlretanlo, nao se entenda
queu mcu lim as dcclaraccs que faro he desvir-
tuar os arlos da publica autorldade, nao; eslu longo,
demim seiiielh.inte- intenres, tanto mais, quando
me propondo apenas tratar das musas, deixo no cs-
quciiincnlo as pessoas, pois declaro ingcuuameiile,
que censurare! scni|irc os proprios actos do mcu
maior alleijoado,logo qnereconhccc-los como mos,
com o que mostr a jnstica e imparcialidade com
que prjcedp na arguijo feila a senhora poli-
ca.
C.ons|a-mc que j.i Uvera lugar a prnposla do ba-
lalhao da guarda nacional deslc municipio, e a fal-
lar a verdade, nao me soubcrain dizer ao certo,
qnaes os contntele desconlenles no frigr dos ovos,
noenlanlo, a lazer juslica ao carcter indepen lente
e dislinclo do nobre chefe, .levo suppor que S. S.
proceden nesse Irabalho rom aquella gravidade e in-
leireza que o caracleri'a ; c que finalmente as po-
dres adolajfies... os pedidos c cnipcnhos dos alilha-
dos da Ierra, nao poderao dobrar a sua vonlade,
aiim de que a proposla nao fosse aquella ouc o irfc-
rilo, as virtudes cvicas de cada unto exiaem. Agora
esperemos que o governo approveilc os bous servi-
jos da nossa guarda nacional, c que a oflicialidade
briosa se aprsenle cheia de estimulo c denodn as
proprias occasies em que a mai patria os chamar ao
campo da honra : ecom clleilo, nao he sem razan
que presumo, que se porventura houver appareci-
menlo de circunislancias criticasi/uod Dcus norr-
ia! a dislincta guarda nacional desle termo ha de
empunhar as armas, e correndo ao campo de hala-
Iha smenle com aqoelle brazao que o herosmo hra-
sileiro nao pode dispensar ao menos he presump-
jao minlia, eque nandcixara de encontrar apuio
na uobre ollicialnlade.
Ja se falla por aqui na mendiciilailc a eleicao pro-
vincial, que segundo as ms lingnas, al este sen
criado acha-se na conlradansa, e o qne he mais !
ameacado do sollrer grande rapajao ; s pelo dia-
ho! Ol! nao sabe ?! IV Ira lavares e Mindello,
saiidom candidatos de pi da ocal !! '. o primeiro
por sor diligente elevar com presa os papis dos
matulos s repart jOes publicas; o segundo, por es-
lar hoje no dominio da materia e querer pescar ser.
i/nelque citase e o mais he que Ibes acho toda
a razao... men charo, chega a cahii-me o queiv
quando vejo o mundo boje romo anda virado nao
he graca, no meu lempo nao liavain la essas proe-
niineiiriasqu cm verdade lia lioje na repblica das
ledras, e qualqucr um licenciado, que oiilros cap-
mam rbula com licenca da palavrajern um lun-
lun que, pequeo as ledras, mas grande as tre-
tas... qualoiier um dos laes amigos dispulava, e
com vnntagem, urna cadeira na nossa provincial, e
sondo as primeiras personas, ns daqiielles lempos,
encoolravam sua dilculdade ; boje, porm, d-se
Inteiramenle o contrario, boje s cadeiras provin-
ciaes aiham-sc barateadas, c os proprins officiaes de
Mslija ja sejolgara com direito urna cadeira. por-
que dizem ellcs e di/cm bem...] que os nao
ii o aclo addicional mal vamos emquanto
Han houver aci -ola lo palrialisiuo da parle daqucl-
les que sedevem iuteressar pelo bc:n-eslar de nossa
provincia !
Os negocios judiciarioa camioham regularmeolo
por esla zuna frgida, onde alias nulr'oraou para
melhor dizerno lempo do llr. preziganga... Itou-
veram seus disprales de eternas luminarias, e ah
est ii l'auslo que me nao deixa mentir... nolo ape-
nas que ha sua demora as dreises das quesloes ci-
veis, o que me parece de algum damno para as par-
le-, porque n9o rcsla duvida que a juslica qu.inlo
ruis vagarosa prosigue, lano mais offeode a bolsa
dos qieixosos, c os scnliores licenciados sao os que
mais lucram Com o lal syslema da- demoras.
Pela nossa municipalidadc pajsa-se ludo no sen
louvavel... e os diguissinins j.i deram parle de can-
eados ; eauvenjam-se os clcitores que he um erro
de experiencia volar-sc em homens que residen, f-
ra da villa, para camaristas, e -0 0 agricultor que
vive entregue a suas oceupajes professionacs n.io
se presta sempre que he neceNario aos Irabalhos
publicas no qoe Ihe acho razao), por que cania nos
Lavemos de estar sempre engaando, quando fcil-
mente he isto un mal IBo remediavel .' O resulta-
do he que a causa da nsonicipalidade corroa reve-
lia o ludo he abandono, ludo he deleito !
O pessimo estado das estradas as leu. lomado in-
(ransitaveis, e as ntesmas circu.nstancias acbam-se
as mas publicas desla villa, de sorle que se Vine,
vicr a esta (erra.lcr de espanlar-se ao ver cavernas
moso, cssa prosa arrebatadora, que s nao faz ma-
los, corajes frios pela ntorle. E, como julgo ser
bstanle de prembulo, por isso, esfrego as venia*,
faco ponto, lomo abaco, c entro em asrampto.
Primeiro saiba que a nossa depulajo geral par-
ti para a corle, como ja lia de fazer parle nos Ira-
balhos prepralo: ios dasasembla, c em breve lere-
mos a nala da provincia cm gargalejos nos bancos
do no-so parlamento. Naose esqueja o mui dislinclo
ilepuladooSr.l.indolpbo Jos Correa das Neves.de
segundar sua voz sabia c inlclligin(c,no seio do par-
lamento brasileo, c ver se consegue melhorar o es-
lado material, e moral de sua provincia, que al bo-
je vivemos 130 distante dos mclhorameiilos quer nt-
raos quer malcriaes de outras provincias, principal-
mente as iin sul. como distantes cst.io as estrellas fi-
xas de nos.
Nos accedamos lado e qualqucr melhoramcnlo
que por ronseguinlc. nos seja prodigalisado pelo es-
forco do Sr. Correa dlaiNeves, mostrando que a Pa-
rahiha nao podia por mais lempo deixar de 1er fillios,
que reprcsenlassem sua fome ranina por melhora-
mentos, o que boje se mo d ; senlando-se nos ban-
cos do parlamente, um Parahibano, como o de que
nosoecupamos. Honra seja feila ao distinelo c hon-
rado depdlado, que sabe honrar a sua provincia,
ajuntar mais ura flore immareessivel ao seu ja rc-
conhecido talento.
Os Paralbanos que ilesejam ver sua provincia
a par do |irogresso da industria brasileira, do com-
merciu Ii\re de certas oppressajknada rcceiaro de
sua futura prosperidade, e ao Sr. Correa das Neves
Compra sati.fa/.cr a cariosidade publica, brandindo
sna espada no campo la halalha para desmei.lir os
que varillara de sua immensa capacidade.
Hei-lo no campo, a hora se aproxima, he lempo-
avante '. '.
Tamben appcllamos para o reennhecido .parla-
mentar anligo, encanecido no servjo publico, c um
dos rara tures mais dislinclos das notabclidailcs do
noso paiz o Sr. Prcdcrico de Almeda, que como
nosafianca o seu corresponde.do le alamanguape,
ser elle, isto he. S. Ese. adorado na posleridada
como um Vasconccllos sem paral}sin. Muilo bem,
can, mi, veremos a manleiga que ha no frigir dos
ovos.
Estamos cm urna poca, caro mi, (ao laminosa,
que as luminarias ja sobran por loda parte. O pro-
gresso que coma osle socolo he IAo estupendo, quo a
humanidalc parece ler esgolado os mcios cspecula-
livos das scicncias. Se os nossos sabios, que lanto
honraram a tribuna brasileira resusrilassem hoje.
encoiilrariam cm qualq.ier esquina, para di>pular-
lltes a chave d'uro, que os guarda no templo de
.Minerva. Nao julgue o nobre collega de Mam.in-
gnape, que estas miirttassanias palavras o olTendcm;
nao, S. S. be muilo condecido no logar onde cscrc-
vc, e muilo louvo o seu idyllio pastoril. Agora ca-
ro mi, paseemos policio.
O nosso delegado Conha tem feilo lanas escarn-
mticas, que ja os sssassinos lemera pronunciar o seu
tome. He um Omer Pach.i, sempre corajoso, sem-
prc temido, per cssa orla de tigres que s desejam
saciara fome no pobre tailgue d huiiianidado.
Qiiandn Ibe chega su.i occasiao de brandir sua cs-
pada.be mais forte do|quc a foilaleza.aquella da Bal-
tico., que o Napier sopos ser de marmelada, e en-
conlrou-sc com granito !
Ha pouco foi o nosso Camisao a uma eaearamoea
ao Cuit, dislanlo daqui untas vinle leguas, e o que
foi de persouageus, ganltaram o malo, conseguindn
amanar nina un ia diizia delhs, que nao cram os
maisreconi.ncndados no hotel Chagas da capital.
Ili/em-me que no Cuit, quando chora uma cri-
anjn, a mai, para ve-la calada, diz-lhe: meu fillio
aqui vem oCunha, e isso be bstanle para ella calar-
se, tire daqui uma illaccSo facilirna e concluden-
le. Oucndu unta crianja na berjo, onde dorme o
somno da innocencia, e passa a vida da idade de ou-
ro. Icme o nosso delegado, quanlo mais aquclles,
que saliera que mais hoje ou amat.han, os odios da
juslica os pilha, para pagaru.n a cxpiaeao do seus
desvairados pasos, quaudo emboscaviim uir, seu ir-
m.lo, mudas vezes para desabafarem um lercciro, c
assim [iroscgniam nessa senda harrivd .le atrocida-
des, como una fera sempre sedenU de sanguo e
presa sem refleclir um instante na sua vida passa-
ila ? Ha pouco, caro mi, foi o nosso delegado
agraciado, sendo do numero das ilo/.e :rozas, c nove,
como gracolameiile nos disse o lepublko. Elle mi
caro, nierece mais, porque ; por mais de uma vez
lem arriscado sua preciosa vida.ua caca deassaeshkM.
Des-a gente hoje resta pouco, podendo Ymc. exporsea
atura, e nao admira tr nossa sapienlissima consrva-
lo, porque elle melhor que ninguem a reprsenla em
caricaturas, bem aproximadas daquella personalida-
de exquisita. He S. S. oSr. lUcal. harao, pois ha
mudo que come este titulo hoi.rilico, e como os ha-
rouatos custam muilo a nacao, por isso i nossa Illm.
sapientissima nao quer ter fiscaes, senao hares.
Agora quero, caro mi, concluir esla, entrando
pelas cousas da nossa igreja, islo he, da sua admi-
nistrajao, para mostrar-lhe nesta revista quinzena-
ria, que nem ludo quanto reluz he ouro ; nem lu-
do quanlo almeja he [>ril iTodos nos sabemos que
llananeiras he uma villa, d'ha muilo creada, e que
por conseguinlo lem um pirocho collado, percutien-
do congrua, o mais gotejos etc. Vine, acreditar-me-
lla que em um diadesles foi um meu visinbo que
mora na ra do Commcrrio1 convidar a um padre,
pois o vigario acha-se em sua fazenda ; para dar
o Viatico a uma pobre coferma, que cora poucos
dias deixou-o, equali.ao foi a minha admiracis,
quando elle disse-me que o roadjuctor nao podia sa-
bir com o nosso Pai las misericordias, que o chris-
to contriclo procura na derradeira de sua eiis-
lencia, porquo nao havia com que nao havia de-
cencia, e que s sim, podia ir dizer a raissa, com
vistas em >> I na casa da enferma O nosso
figario nao lem complicidado em um aclo lao de-
gradante, com vi-las tao mfrsqoinha e ridicula-. Es-
sa juslica cu Ihe fajo. Mas, meu amigo, o raen vi-
sinbo, insligad > por miin. foi dizer ao padre que is-
so era ntoleravel, que mora va dentro da villa, cque
nao linha obrig.can de dar-lhe doits hagos ; e
como elle vio que podia aconlecer-lhe al-
Eiima cousa, acceden ao reclamo, e com pouco ludo
eslava acabado ; isso he, a mitlher enferma confessa-
da, os dous bagas fura da algibeira do reverendo, e
a casa quieta cara a gente dentro. Eu de minha
parle muilo rogo a S. Rvd.n., que semelhanle fac-
i se nao renov, pois he digno de lastima, uma ma-
triz que nem pode ter uns parcos utenciiios, para
dar o lieos das piedades aquellos pobres chrislaos,
que desojara morrer abracados rom o Redemplor.
contrictos com o seu coracao almejando esse pao
celeste, que Jess Christu d quedes que para elle
se voliau, e o petera, leudo a esperanja nessa arvo.
re que por Iota parle d a comer os seus saboro (rucios, com a osperanca na misericordia de Dos,
os olhos no amor que o uuio livpotlielicaniente a
no-, com o coracao abrazado de le, nica alampa-
da que guia o homem a taima da saltacao, E, nem
eu tinha acabado este periodo, quando ebega-me o
Felfa duendo.me, que o Antonio sapaleiro, o nosso
melhor sapaleiro, coilado linha nurrido sem con-
fissAo. morando, meu amigo, ou caro mi, na ra da
matriz s porque nio leve dous mil ris, como
ile fado n.lo os (inda, porque o nosso professor du-
btieo, compadecemlo-se de sua miseria, andou de
por! em porta amolando para pode-I i enterrar no
sagrado, morreu, sim, morreu, sem receber os sa-
cramentos da igreja, porque nao linha dous mil
ris para dar Oh maldito enlre os de-
monios, miseravel homem, digno de compaiao,
sacerdote srdido de cobijas e riquezas, que lancas
em almoeda os sacramentos da igreja, negando-te
de dar o ultimo conforto ao moribundo que veda-
se para a igreja, como sua mi cominmn, para ap-
gar-lue a sede qne o devora na derradeira da sua
existencia Mas qual, o miseravel ..torre como um
cavado, morando ao pe da igreja ;cnnio um animal,
implorando onlro animal, e que mais direi eu ? !
Su me rcsla fallar alio e bom som, para todos ouvi-
rem-me. al S. Exc. Rvd.na. o Sr. bispo mande
lomar conlas, e responsabilizar esse padre, que abu-
sa dos rcgulamcnlos das paroebias, de lodo o hispa-
do, pondo em almoeda os sacramentos da igreja '.
Agora, caro mi, vou communicar-lhe um rapio
de lama moca que sem ceremonia foi roubida da
casa de sua lia, sendo depositada aqui dentro da vil-
la, para em cmijuges ser receida com o nosso lllm.
poeta Venceslao.Vives de Oliveira, de iinmeiisis re-
cordajcs. Esle uso d'ha muilo que est enraizado em
nossa Ierra, por isso que nada bjnbs a accrcscenlar '.
quando a immoralidade nos he Irazida dascapilacs.
como temos lido n.-is columnas de seu Diario. Mili-
ta cousa ainda tinha que dizer-lhc, caro mi,
porm a pressa do porlator nio me permute tomar
maiores proporjocs, o que devo deixar para a pri-
meira que livor de remctler-lhe ; por i sempre enmigo, que irei appareceodo agora de quin-
zena em qninsena, al lindar minha missao. Mulla
aude, hons e grossos patacos Ihe desejo para seu
gozo perodo MSs mar de rosas, nn le lu lo se en-
contra a salisf.ijao. Adeos, cara mi, regale se, divir-
la-se como bolloIheatroS. Isabel, queagora acordou
de sua somnolencia cadavrica. Ko.comm:n.lc-m"c ao
seu correspondente do Konilo, que milito aprecio
sua jocosidade ppislolar, e .mis patriarchai seos,
com os quaes me congratulo, c bastado despedida.
profundas c o abundante lameiro que as .inmunda lato, e lodo seu corpreo, cm qualqucr de nossas
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
Parahiba.
lianai.eiras I de junho.
Meu charo. A viagem de que na minha ullima
Ihe fallci, nao me foi possivel leva-la a efleito, por
me ter mandado dize. da Parahiha 'capital) o Meire-
les, que a pesie devoradora lem dizimao nes,e
iicllo Recife militares de victimas, o que em verda-
de me fes mudar de resoieco. poi^nao he nouca
fesla ir morrer longe de eos patrios lares como lem
snecedido a alguns !
Aqui eltegarasn os ul timosJornaes (razendo-nos
novas .11 e irle do imperio, e pelo que me pareceu,
eslou que a esta hora tciao rompido as baleras em
Sebastopol, contra os antigos AlliaJos, os quaes
cl.cios de vida c de forjh, vito dando cuitada cm
suas-inuralhas, cellos de que lalvez disponham de
um poder inconquislavcl ; j dizem por ah, que a
i provincia prestar tambera sw conligenlc na
lula que nos preocrupa, e con. quanlo os. incrdulos
loniasscra islo como em soho.... com ludo eu da
minha parle, vou acreditando, porque ja o anuo
pastado t.vemos o eveinplo vivo na balalha encelada
por um dos nosso-, dignissimos, que havendo -ahido
coberlo de gloria do campo >la balalha, foi solem-
nemenle cuiiiprimenlado por um grande numero de
vleles campeG, be de, suppor, portante, que s
Parahiha continu este auno cm sna senda da pa-
triotismo, oque conle em cadanm de seus valenlcs,
urna forlealavanca para sustentculo da santa causa
da mai patria. \
O espirito publico enlrfi mis contina a ser favore-
cido por esse doce regocijo de paz c de ordem com
que sempre nos soabemos alimentar, accrescendo.
porm, que nao me lenho conformado milito com
casa carlilha, porque usa regnlar-ea a senhora I), po-
lica, e islo por me parecer algum tanlo ettesslv
he uma vergonha !!
A invernada vai sendo solfrivel, e elidiendo de cs-
peranjas aus inconlenlavcis agricultores, os quaes
se devem queixar mais do grande a trazo com que
lucia a industria agrcola por estas paragens do que
da hregulsridade das eslaroei. Em quanlo ao meu
modo de pensar, lenho que o progresso da agricul-
tura nao pude dar ura passosem se auxiliar na ex-
periencia e as descobcrlas, de maneira que esleje
sempre em movimento c aclividade o espirito n-
vcsligador dos agricultores; entendo aiuda que, as-
sim como em oulros gneros de industria as tentati-
vas consliluem um dos seus elementos de grandeza e
rosperidade, assim lambem na agricultura se deve-
ria dar o iiiesino : mas nSo, o eclctico sceplicismo
dos nossos agricultores os induz crer que nao ha
progresso (clavel para a industria de que usam, de
sorle que applicados omento a um inveterado es-
pirito de ratina, dillicil senao impossivel Ibes parece
dar tim passo para diante.
Em Hanaueiras succede islo :o agricultor que
por exemplo espera ler um lucro na razao de '20,
leudo certeza que podeiia l-lo na razao de 40 cx-
poudo-se a ura genero qualqucr de tentativa ; elle
recosa haver o lucro maior somonte pelo farto de se
nao querer expr a tentativas, parque conliece que
vai f izer maior desposa do que aquella com que ob-
ten o lucro menor. Ora, oque confirma a perso-
nilicajao de um tal erro, so nao o grande al razo em
que lula a industria agrcola tiesta Ierra .' O fabri-
co do assitcar que, cm oulros lugares como iiess,
provincia, na da Babia etc., he reputado como dif-
ficil porque nem sempre apparccem bons entende-
dores, aqui cutre nos he coosa de pouca importan-
cia, porque qualqoer cabo de esquadraque nao sa-
be bem njudar uma raldeira, he um mestre d'obra,
de maneira que (em snecedido que as vezes um des-
les qohlamdeila a perder uma safra inlcira, e por-
que tem tomado dinheiro adianlado o scnhnr de
engenho, uma vez quo nao se lenha podido desen -
penhar anles de lindar a safra, o pobre padecenle
"brisado a tolerar semelhanle perda, sem se
querer convencer que seri.i uiellior perder >!*) ou
: il reis do avanco feilo ao lal mestre, do
que sacrificar OS lacros de urna safra!!! nao he
Tirito o que acallo de dizer. he uma pura ver-
dade, pelo que lamento que a nossa i.ascenlc agri-
cultura permaneja ainda cm (o grande alrazo c a-
morlecimenlo. A salubridade publica continua
inalleravel.
As fciras lecm sido abundantes dos gneros ali-
mentiejos da Ierra, porem o qoe toca a gneros de
exporlac.-o nao lem barridoeseassez no mercado,
senao lamben COSlioaara 'unin.menle elevados os
precos, est lu lo pala hora ra morle.
Se tiver menjao pira o seu Mostrado correspon-
dente de Iguarass, lenha a*honilade de cnviar-lhc
as nimbas saud oles, e dizer-lho que so vir o mcu
velho amigo de Carap... Ibe d por rai.n ura abrajo,
scienlilicando-lhe que son como nao fui, mas como
vou -.cielo...
Mees at tono.
dentro mesmo da cidsde, aonde nao Ihe compe-
ta ?...
Talvez Vine, ignore qu* l'ilippe, Antonio de Sou-
za, Flix Benlivi, Mannel Ferreira, Joao (forrea e
mais algons <\u>> compoem o coito dos disturbios de
Nossa Senhora do O'foram sacudidos daqui, fugi-
ram do logar chamado Campia, pastos do anligo
famigerado assassino Antonio Bernardo, para se
arralaren) em (inianninlin, sem duvida alguma por-
que acharara muda coinplace.icia,!encontrarain cres-
cida macieza da parte da polica desses lugares.
E aonde ola um tal llenuto, assassino que tem
tanto de (emivel quanlo de audaz, tantas vezes per-
icgni lo aqui pelo Illm. Sr. Azevedo'.'... Qoem he
que boje o apota '!...
Porque semelhanle calila acocada por aqui nao
mais vollou '.' Porque o Illm. Sr. Azevedo ...le pro-
tege gente d 1,1o baixo quilate"' nao ha ura s
momento que precise de mus auxilios para cousa ai-
suma c menos se encoolra no seu peilo aqurile
senlimcnlo de cnmpaixao.quel.e o duende que lano
e acaslella no corajao des-es inculcados pas da hu-
inanida le. quando se inlerroL'a pela causa de lo
feia prolocjao '.'...
Fique Vmr. certo de uma vez, queso for verdade
qiic o Illm. Sr. Azevedo vai ser arredado daqui, lo-
dos aquellos que espavoridos andam ao largo sem
que possam encarar a face do nosso subdelegado,
bollaran no sen anligo posto, visitario por sem duvi-
da eus campos nataes ; porquanto liarle nehnuma
ilesta rom arca olferecc maiores vantigens um hora
acampamento de assassiiios com os vastos deserto-
do lugar Campia, reducto oult'ora escollado pelo
olho do chefe dos malfeilores, o lal Antonio Ber-
nardo, o qual sempre/oinbou da arcan da juslica
(o Sr.coronel Vianna, do engenho Novo, he o li-
wo mestre, cujas paginas podem ser boje largamen-
te consultadas a semelhanle respeilo ) al o mnten-
lo que acabnu seus gloriosos dias, alravessado das
balas de nutro seu igual, o celebre Manoel Alvos.
Se lal aconlecer, quero dizer a Vmr.. se o que se
dit sobre a uiodanca do lllm. Sr. Azevedo for exa-
la, conle por certa qae Picar ludo isto por aqui ni
maior ronslernaciio, pois que muda gente qas; o
auxilio,, para levar a efleilo a sua obra, esla com-
promeltida, lera de dcsapparecer, uma vez que o
reinado do bacamarte reappareja de novo ; he ..
veidadeira prova desie cerlissimo presagio a ameaja
feila a noitc passada ao inspector da povoajao ile
Timbai'iba, Jos linilherme, em cuja porta deposi-
tarant dous bons cceles de angico, apenas se espa-
Ihou a noticia desla mndanja, a qual sempre cha-
marei fatal e f.ll.a da maior das nconiiderajoesa.
nao he agora que elle Wve sabir, ainda nao he che-
gadaa occasiao ; preciso he tanto lempo de sua de-
mira quanlo baste para calar no animo de todos os
principios da verdadeira ordem ; be necessario lem-
po batanle ale que o canibalismo se desengae, que
nao mais poder adquirir proslitos ; que emfim se
desarrgue do coracao de corlas feras oceultas o
odio, ea vinganca volada a todos aquellrs que lau-
to pugnaran) para o desmnronaniento do imperio do
bacamarte.
Eu se tanlo luto pela conservajJo do Illm. Sr.
Azevedo, Ifc porque aqui existo, vejo as colisas, ana-
lyso-as, c cstou autorisado a declarar-me lomado in-
suspeibiem lal malcra : aquelle que esliver longe,
aquelle a quem nao Aoc de pertu o aperlar do calca-
do, ruja juslija nao bato em sua porla, pouco se
Ibe da conos mak albeios; e por i-so s almejara
a sabida Jo nosso subdelegado : mas, conlo por certo
quo o lllm. e Exm. Sr. presidente obrar com o
mais subido lino, se collocar ao lado de nossas re-
clamacoe', porque por nos est a juslija o a razio ;
lano mais porque Ihe sobej.im mcios para arredar
desta comarca o nico pequeo obise, que ora a
adera.
Aules que me retire pergunln a Vmc, que he do
illu-lrado Iris, que nao lem dado noticias destes a-
pertos pralicados l ao p de S. S. '.' porque nao sa-
tisfaz aos curiosos, que tanto olham para elle, como
mais asado para relatar os acoulecimentos da cids-
de, em cujo coracao reside, dando lugar com seu
silencio, que um vilo insulto se veja na espinhosa
trela de entrar nos negocios de alheias freguezias '!
Oh islo nao he caso.
Assislmosal o lira da orajee do mez Mariano,
a qual foi mullo bem desempenhada pelo muilo co-
i.hccido o iitiisiraJo coa Ijulor da nossa h c :oe/aa,
o lllm. c Rvin. Sr. Francisco Rodrigues Machado ;
a nossa ermija apinhava-so .le um numero cre-ci-
dissimo da derolo-de um eoulrnseso ; o respeilo,
o fervor, a subntis-ao ; um silencio sen. igual em
lodos quedes dias na casa de Dos justifican) quo a
seraenleda vinha dosenh o vegeta vigorosamente nos
corarOcsdonoss ppvo, o qual aprende!.ios atsiduos
eve.nplos do verdadeiro cilholico que o dirige, a
moral sania, que um dia lite dar a verdadeira fe-
licidadc, tiranda-o desta experiencia amara, deste
viver deafflicjoes, dede existir dovidoso : progri 11
assim
IIESPE/A.
Janeiro.
Importancia dispemlida
com a fnlba dos en,prega-
dos retttiva a., mez de de-
zembro prximo passado,
documento n. 61. 'ri.KIK
Com o cosleio ordinario,
e ferias; documento ns. i.,
tiS. C.9, 70, I, 71,77. Hile
h->.........f.7.->5rlin
Cora a obra da eapella,
duciimcnlos i.-, o a i.i. ^::-l\
J::t,,-J,M
Fevereiro.
lruporlaocia dispendida
com os easpregados, folbt
correspondenle ao mez de
jaueiro prximo passa lo. 2 >i-'.i'.iK
Com o cosleio ordinario,
e ferias dos Irabalhadorc-,
documentos <-. SK, 93, '.<'.
100, e Id......t.OSfttli
Cora a obra da capeha
docuraenlos de ns. 70 a 82. WISJBS"
2^ll909U
Marro.
Importancia dispemlida
com ;j folha dos empresa-
dos, relaliva .,o me/ de fe-
vereiro prximo pastado
documento n.' 106. _:, i -'.i'.ts
Com o cosleio ordinario,
c feria dos Irabalhadorea
documentos na, III. II!.
lili. 120, e \>1.....',st-iiiii
Com |a obra da rapclla,
documento dens. 8'5a loo. 1:79 i- lo
j.MI-iVs

Cmara aaanicipal do Recife I de abril de i^',",.
O procurador, Jorge I iclor Ferreira Lopes.
iiaai
REPARTigAO DA POLICA.
Parle do dia IS de junho.
lllm. e Exm. Sr.Levo ao rouhcciinenlo de V.
Exc. que das differenlts participarles boalem e boje
recebidas nesla reparlicao,consta que foram pre-os :
Pela subdelegada da Iregoexia ilo Recife. lian
cisco Ignacio Pires, e o prelo cscravo Paul', por
brica.
Pela subdelegada da freguezia de Santo Antonio.
Manuel Antonio Marcellino, e os pretos escravos
Antonio e Jos, esto por suspcilo de ser criminoso
c aquelles por insudes.
Pela sobdelegacia'da freguezia do S. Jos, o par-
do cscravo Jos, por desorden,
E pela sabdelegacia da freguezia da Bea-Vjsta,
a prcta ecrava Joanna, por aula, fu-ida, e \ cen-
le Soares, por aso de armas def,
O delegado do primeiro di-tiicto de-te termo.
communicou-mc por offlcio de hnnlcm datada, me
pelo subdelegado da freguezia do Recife lh>
participado que as -J horas da larde do dia lli do
corrcnle, na ra da Cacimba fra itiasaiaaa con.
uma punhalaila no pedo a prcta Rom. atorava de
Pedro (ioiiies, sendo autor de semelhanle crime o
prelo Amhro/io. cscravo de Jos da Cunba, o qual
foi logo preso e recolhido a cadeia, e contra elle va!
ser iastaorado o competente somate rio.
l-iialmcule communicuu-me o mesmo delegado
que no referido dia 10 unta prcta. cujo nonio e cu
senhor se ignoran), lanrara-sc ao rio junto a ponte
da Boa-Visl?, e que apezardas diligencias empre
cadas por algttOS cuoeiros para a salvare... ...lo foi
possivel consegui-do, sendo enconlrada no fundo do
rio a mesma prcla mora.
. Dos guarde a V. ive. Secretaria da polica de
Pernamhuco IS de junho de tKVi.lllm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos,- liento d.i Caoba e ligueiredo.
presidente da provincia. O chefe da polica 'tirr
Carlos de l'air Teixeira.
i a e-se respeilo. seria at uma frn a a !
e merecida apsaia*que ll.r larm aaalse taalsn aa-
uo> de mashaerio. em cojo asar* teaaaapre m-
tereasado, solicito p rslodiosjamis tnmm dr -
"tisfazor a expectativa dos que o e^-al'o.
Poraaa o Sr. Breasoe sea baeer roa caber*
pelas paredes disse que o 6c. Dr. >< Seria ser
jubilado pela mesma rada, poraae o linha ido >r
l'r. J antea.
' > Sr. llr. Jansen, cocea lelos *h*m. ja a nm ass-
no que. raneado la Lhorieo rita dea .***-
toonaeeeaaaanira o* mi
-na saedeporque iafaUgaeol j
perietas detesapeaba oe Ma mas..lis* refr*-
tea pedida de gavera* a sata jahalaci. aa tr
..... '"'I"" se callara, le que fiasteola 4e secare
c em -aiisfacio aos roasut.ie. ,(>., w.na W
li-liu (o profeHr. tr Ibasarara, la.to ae nrm -
i %na-. aeeaaav a i **- iixiiitani. v<^
me ja o Sr. D. Jan-.,, |ti*asaa as anaas da Wi
Um pan Id n-.neilo.
Porlanto, bem veja .. Sr. rWcesqar sato sea
rnnsrieatii de que diz, porque ,adu .......aj ti
pibilacao do r. (ir. Jan- o o aaa \.\m~. V n
tase jas*., f dn-i z*t
i no por uma igiial maneira. teur-r nat
:"11'11" "" P"dia jetb.lar esto pela iwnaaa ras
lrqoc jubilara sejHaV bsate qaa>4> -
-o; _:-m-im rec.intiffc. ^ ,e t JVr* -a de I ni- lala*, w. para .-rem h. ,fc-, -n ler
as qu.t.dade* o prc I ar. \n .. aast
semprcja pelas trae meVeas. nH .. taea aatrs-
paatl lem sido c be nlha-ta rm iasoaM i ..aana.ta
'lo.
De restoemquanto *n ma,. Sr. Itrpt b I bol.- a Facnlla.lr iariaVa do Hooitr.
he ludo is-j ja Uta parl.calar. ja i rmrlrr<~hrt .
seu eiiio. que' tata vale pena de datrenao* a me-
nor taaavaaeaa,
(i i
{(IHRFSPlMIFXCH.
COMSlMCAnO,
O SR. BORGES DA F.OMSEC 1 EU SEI ItE-
PI III.ICO.
Nata, he mais nojenlo c fado de concedo lo que
o modoporque sempre o Sr. Boom da Fonseca
appareccu em publico para tratar de ptiitiea, i ru-
jo dominio, calende elle, estila sujeilas lo
repulaefles, a vida mai-intima e pessoal, soque fe-
re c sacrifica na primeira occasiao aproveilavel
independcide ate qualqucr reserva, que a boa edu-
carlo prescreve, a razao sanrciona, c qual o ver-
dadeiro poltico deve obedecer.
II que significa lodo e--e ad.iMao de diatl
de calumnias c de insulto com que coostanleateB-
le o Sr. Borges cuche as magras columnas do seu fa-
minlo Itcpublico .'
lio quo na oscas-n/. de aum*plat meritorios, aa
pobreza scienlilica de unta discttssao verdadeiramen-
(e poltica, o Sr. Borges, precisando por qualqucr
maneira dar pa(o ao sen ffeostoliro, porque dedo
lamben o recebe para si,mo vacila cnt.io d.ante
de con-ideracao atouma, sertc-se e alimenla-se de
ludo, porque ludo Ihe falla, menos e-sc despejo, es-
id-
o nosso prudente .-oa, que a atatte.ao~ dos ravala ffa, esse desrespeito aludo que ...i., li-
ceos sera o premio do seu acrisolado.e importante a sua "-'publica, da qual se Ibe mellen na cabera
exposiees, sem medo de risco, c perigo de vida. O
nosso Dr. juiz municipal muilo o tem ajudado, sen-
do a meu ver nm verdadeiro I y no de imparcialida-
de, ja como juiz integro que he, como amante da re-
pretsaO e panicao do crime. Assim a governo que
sabe apreciar o metilo, c galardoar a virlude, se
lemhre des-e magistrado probo, e honrado para pre-
fcri-lo a otdro qualquer, na sua recomucc.lo, o que
todos nos desojamos, porque vemos no seu carcter
nobre un. forte eslea, como propugnador da juslica,
amante da equidade, e repriinidor da crime ; por
isso nos esperantos que Exm. ministro da juslica,
lome era devido aprern as qualidades inoracs, c in-
lellecloaes do nosso amigo o Dr. ChrUpim Antonio
de Miranda llenriques, preferindo-o em sua recon-
dnccAo a onlro qualquer, ja por raues lilulos que
o illnslram, ja pelo seu carcter nobre e redo.
Ainda, mo caro, nao live occasiao de lallar-lhe
em uma repartirn que tomosaqni, com a denomi-
naco do ageudado correio. Como seja exquisito,
o agento e agencia,| por i-so vou oceupar-me com.
ambos.
Quando se quer sellar uma caria caro mi, leva-
se o copelentes 00, que aqui nitovuia, por mi-eri-
cordiam Dci, nem que a caria seja igual a um siini-
mariantc, e Vmc. caro mo, lies maravilhado vendo
o lal agente puxar por sua penna de urub rei, c
sella-la de-la maneira. uPagoo 60 rs. de sello Mnga-
Ihtes chaiicelladaf>ssimcoinasarmasimperiaes.segue
viagem com risco do dono em um sarco, com nomc
de mala do correio, preprio someulc para condoxir
alguma malololagcm para o exercito inglez na Cri-
mea. Agora resla dizer alguma cousa do agcnle da
capital, e agencia. O seu Mari quando nos
chega ,i mos, ura esta amarrolado, ora motila-
do, c as vezes llo amassa lo que faz pean de ve-lo
as-im mallratados barnaramenle pelo noso agente
lo correio da capital, que parece um inimigo acr-
rimo do progresso inlellcrtual. Mudo estimare-
mos que estas minhasreesBes o corrijam ; pois mi
caro, Vmc. nao ignora que nos sodremos prejuito
om nossa propriotade quo-deve entender, o seu
d.lcclante Diario'.
Vmc naga afai pontnalrdcnlee compelen le sello,
que animalmente cula-lhe caro, o como o Sr. agen-
to, sen) ceremonia, quer envi.t-losem u.n sacro, co-
mo uma Irouxa, que nao os pre.-er\a do entrado,
quando estamos em lempo como este ? o nos, po-
bres matulo-., que estojamos enmend a hucha! ir-
ra. Si. agente I Compre mtlas, ou as mande fa-
zer, ou a Ihesouraria as compre, com 'anlo que nos-
so Diario nao deve ser maltratado assim, como
om hexiguenlii, que o mandara enterrar no mato,
como ha pouco aqui succeden. Tamhem Ibe pedi-
mos que regule melhor a partida dot corrcios. e que
acabe com Csa Irouxa, cora nome de mala, que lan-
to nos prejudica.
Atora, caro mi. vou oslen ler um aolpe de vis-
la sobre a nos-a asphixianle Illm.ft. que ainda con-
serva un li-cal como o aclual. cujo orador esla ci-
ma de ludo quanto he deleito, incuria, -ihiey.i,
,1; ii, tono. He um B-.rba.-A7.il, em mim-
COMARCA DE (.OIANNA.
Itamb 10 de junbo.
Mihi frgidas horror quattt membra. .
Na aliara em que eslou, a caxalleiro da cidade de
iioianna pelo decrvc natural do terreno, que so in-
termedia entre nos, com o cabello hiri e o sangoe
gelado de horror contemplo a selvajaria, o feroz ca-
nibalismo, que prnlirou cm >"o-sa Senhora do O',
na larde do dia -28 do passado, um grupo de assas-
sinos oinisiados em Ijoiaitniiha.o qual leve o arrojo
de invadir a povoacao, e matar brbaramente a um
jospeolor de quarteirao, que (iuha sob sua guarda a
Flix Cabritilla, chefe daquella quadrilha, occor-
reudo sahireiu oulras pe-soas lerida--. que se apre-
senlaram no coiifliclo pelo lado da ordem 1
Este aclo do mais nefando barbarigmo prova que
o Illm. Sr. delegado da comarca, apezar de cgntar
com um destacamento fotle de Irop regular, esta-
cionado na cidade umcamcnlc ^sua ordem, apezar
de achar-se bem perlo daquella eatac, nao lem
aquella forca moral, quanla precisa he para ser res-
pcilado, para perseguir com a aceito da juslica, um
grupo insignilicanlc de bebados, que lodos os dias
percorre aquella eslra la, levando o susto c u terror
a portado cidado !
Prova que o delegado, aquelle a cuja cargo esla a
polica administrativa de uma comarca inlcira, nao
deve permanecer no ocio, sempre que se der occa-
siao devera ser o primeiro a calcar o solo da van-
guarda ; com esto passa he que a anloridade adqui-
rc prestigio, e nunca mais era alacalhada pelos des-
airelos. O Illm. Sr. Dr. juiz de direito da nossa
comarca, quando chefe de polica, serve de v'vo mo-
delo para o que venho de ilizer ; obrando pela mes-
ma forma o Illm. suli-delesado de Timbaba em
(odas as toas diligencias, pois at na medonha e plu-
viosa nodo do dia ~ ilo correnle, voou ligeiro em
auxilio do Illm. subdelegado de Nossa Senhora
do O'.
Prova mais qne. o delega lo hoje desla comarca nao
pode ser f.lho della, nem outra pcoa qae pelas rc-
larcs de amizade colluque-sc na posirjfo de ohrar
coacto,do contrario nao permanecera no sanio ocio,
o destacamento da cidade faria lano ou mais ainda
do que lem feito o de Timbaba.
Prova finalmente que o viras de uma frie/a m-
moral ba-sc inn.oci.lado no coraran dos habitantes
de tioianninha c Nossa Senhora do (>', terreno hab.
lado cm geral por proprielarios ricos, mudos destes
condecorados com alias patentes na guarda nacional,
oulros Ilustrados cm lilleralora, lodos oceopando
um lagar dislinclo na socio lado, os quaes por si s
sao mais que suflicienles para fa/er desapparecer
um insignificante pngto de ladrees, os quaes um
dia Ibes poderao ser Itera falaes,
Ncst i inculcada e vergonhosadeGciencia de reca
sos so o OOVO dizer, que o nico que deve apltioai
o terreno, o nico que deve mondar os .-.brolhos
preparar o jardim, livra-lo das ortigas, he n [|hn,
Sr. aderes Azevedo, chamado para estacionar all !
So e>lc prtslimoso oflirial he que deve abandonar a
suasubdclegacia.roilear-scde um labor sem significa-
(j|o para bombardear diflicuhlades, que a falla de
vigilancia pode crear. E quem o auxilinu quando
prendeu mais de 10 criminosos ? Quem se homhreon
com elle para em as nuiles ss mais negras, no in-
vern o mais pesado, ir a lugares disertos cheios de
cro-cido. riscos, cercar, perseguir e desterrar o le-
mivel foco dosassassiuos do semprc fallado Mocse
Timbaba '.' (Juem se compadecen delle na medn-
n\. luta, quando levou a peilo acabar o covil, qae
infe-iava esla freguezia por inlciro desde Pedras de
Fogo al aqui, apenas licando Cruangi por rerlas
causis, qae no Correio futuro levarci ao cilio do
sol 1
Nio ba-lara a mudas vezes que o lllm. Sr. Aze-
vedo fai incn.nmodado pelo lllm. Sr. capitn Caini-
sito para faz-, diligencias em <'ioianniiilia,Cachoeira,
zelo.
Continu Vmc. asoflrer minhas fastidiosas massa-
das.j que as gruas cm que vivemos n8o lemos
outro desabafo, c nem conheccmOi outro meio, que
ponba a salvo os apcrlos do alll.cto.
i Curia particular. '
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Sesslo ordinaria em 2 da janbo.
Presidencia do Sr. liaran de Capibaribr.
Prsenles os Srs. Vianna, Mamcde, Oliveira, e
(iameiro abrio-sc "-css,'.o, c foi lida e approva-
da a acia da antecdeme.
l.eu-'C nma pclic; > do v.-ario da fregue/ia da
Vanea, pedindo o rest.ibelerracnlo da estrada mu-
nicipal por onde, segando a le provincial n. 17:1. li-
mita aquella freguesia com a dos A togados, e man-
lou-se ao fiscal respectivo para informar.
Concedeu-se a Antonio Jos de Castro, licencia
psra vender plvora no aterro dos Afogatos, etn
tima casa solada.Mindou-sc remeller commis-
sao de polica o reqoerimenlo de Joao Cavalcanli de
Albuquerque, pedindo provimenlo no logar de ama-
nuense desla secretaria quando baja vaga.
Mandan-te expedir ordem ao procurador para
prover a secretaria dos objeclos por a mesma requi
sitados boje.
Bspecharam-te as pelk&cs de Aitlonid Jo Caslro. do vigario Feliciano Perrira de Cira, do ba-
charel Francisco de Assis do Oliveira Maciel, de
Joaqun, Correa de Araujoda Silva e de Manool.da
Paix.lo Paz. Nao havendo nada mais a tratar le-
vanton-se a te'ulo.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secrclario a escrevi.
flariio de Capibaribe, presidente. l'ianna.
Mamede, Gameiro llego.Oliveira.
I5ALANC0 da receita o dt'spcza do cemi-
terio publico no trimestre de
Janeiro a marro de 1855.
RECEITA.
Janeiro.
Importancia de 17
sepultaras de l'~. co-
mo se v do livro
mappa a (1. -J7 . 98OO0 <
dem de .lli ditas
le 18000...... 1 bjOOO
dem de i)0 ditas
de f>-........ lOgOOO
dem de 7 ditas
de 23 ....... I75#W8 5938000
10 por rento dos
carros funelires . 778000
(7OWO0
fetereiro.
Ilem de 13 dilas
........ WWXXI
dem de |".l ditas
de 18........iOssOtn
dem de -J) dilas
de Gf........I :0300o
Idcm de 4 dilas
de 150........1008000
10 por rento de
carros fnebres, .
Marro.
dem de 56 ditas
dea........lU-sH.il
dem de HO dilas
da i- ........ 33
dem de 3S ditas
dolo........IP23OO0
lilem de 7 dilr.s
de 230........IV
Mcm de 3 dilas
de 1008........1008000
10 por rento de
carros fnebres ...

poder fazer sen patrimonio.
todos teem o -eu fraro ueste mundo, he verdade.
c ninguem o querera :,c^ar,|iorem o que te ne-
^,, o que se reprova, o que he muilo ridiculo,
he que o fraco de alguein sa Conslilua louca
menlf cm auloridade para mole-lar os brius ile 011-
Ircm, ferir as alheias repulacocs pretenden lo in-
culcar muito de si desacreditan lo a lodos, reprovan-
do a ludo, como um cute iufallivcl, a quem s per-
lence conhecer de primeiro intuito o la lo verdadeiro
de todas as coasa-, a mancha tunca que bem enca-
minhariam lodos os acontccimenlo- humanos.
Keforme esse carador. Sr. II >r;:cs, nln he por esse
modo que Vmc. ha de merecer o concedo do povo
dcsconceiluando a lodos ; o povo tamhem tem o
seu fraco, e esse consiste em n.lo crer, c al- em lo-
mar asco de quem Ihe mente mudo, de quem vicia
pulo para ludo tomar odioso liante de sen-
do qtiem emfim nao trepida sacrifica la dizendo qoe
quer salva-lo.
1) Sr. Borges anda em om mundo arrio, que Ihe
creou a sua imaginactlo, pense que a sociedade po-
de caminhar independen!" dascircum-lancias. e que
so elle seria capaz de devinisar os homens. ito quem
se faria o Jpiter mximo.
Oh!lavamos muilo por ver um dia -r.
Bornes rhegado ao tormo de seus desejos, c nao dn-
\ llamos ailirraarque es c dia tamhem seria o ul-
timo de loda ordem possivel.
N.to ulgne oSr. Borgesque desrobriodo de re-
tos e Taitas em ludo, moslra desl'arteque entonde
muito de poltica ; nao, pelo eonlraroporque aa
mais visos de innoranle qne de abio, aquelle qoe
pensaque s sera bem feito c assisado o que lor
etpculado por si.
I'eixando, porem. 'lepar!" a prova do quanto o
Sr. Borges he tero na sciencia de uma verdadeira,
franca c usa poltica, disantos atoumas pabvr,
sobre >o que \ iik. bes(nn(eara resparlivamenle a
Faculdade Jurdica do Kecife.
Nao foi sen. pasmo c nojoque lemes em um des-
tes dias pausados no decantado llepublico. orna al-
garavia com presumpcf.es de aualyse ao pracadi-
megto do governo na noineacito dos nevos lentes pa-
ra a dita raculdade.
Ahi com aquella ousadia e dcsarranjo Qae I
caraclerslicos, o Sr. Borgesque nada indaga, que
ludo v a Ira vez da tonte infamada de -eus precon-
ccilos e mas inclinantes, retrata-se por medo liem
tor|ic as invectivas, que louca e inlempesliraracn-
le dirige a pessoas, que lauto mu- racrrrrm estima
c con ideracoquanlo foram agora abocanhadas pe-
lo Sr. Botget.
Nem pense Vineque assim no exprimindo que-
remos fazer defeza de algum ; quem quer qoe teja
11,10 lem necetsidaile della, porque o arettsador lte
illegilimo eeuspeilo, e de mais carece de crdito e
verdade ; porcm condado toe no* ver tratadas (So
injusta c 1lcsarrasoada1nc.il' o uto mc-
teee.iv revolla-nos o dcipejo e leviandade atrevida
com que Vmc. sempre falla de qualqucr assaaiplo_
seja qual for o melindre que esse cnvolva on li 1-
r*m hr, tsassffetalataaa,
m igaaes Mj I
. l.ir *m* ra 1 abate tai
572J8U0
Pli.pre.
l:099ftW0
1088100 1^078000
No seu furor de acoimsr o governo, para rujo fim
o Sr. Borges serve-se de lodos ns mcios. ronfamle
e adaltera ludo, n,lo hesitou em chamar nallidadr
ao Sr. llr. Nuno, porque querendo marder nn ini-
nislro de quem partir as noineaces para a Pacnld ,- ram feilos pela asenitiba praavanal, e a
III.
I'ro-egiiire, na larefa que encelesdei
Sr. padre II a b. Nba
recen sullicic r 1
da casa de Meautto, paxarri a oalrai
li iii-o de .-. K 'Mn.
...... \>jo lamlioin. Ataa o St. Mera, qae aa-
ra essa casa a ,le dele, ",o -atiearro <*aa lip*
1 ni betaer mi, a. ate -ffr-
a torne e-I.H esta 2 aor -emlt te *# aa
', prer 1 que se apeewalaate. J aa a
Sr. padre destt ve- an rec>Tr aa taa fatal tas
. e pelo e,n,. |mw-
hade i-ermiliir-me qtr ea I
- via Ata casante, tal qaai at >- un
i- li'vm para qae ai apaeta, a>
control .le qae falle'., eotno na aatra galqui
sual aturis, ma tal caedtrln; araad*
era qaaalo o nao (irer. ea torei o ditaM de 1
que a saa aeterrao be fahMtteaa.
Se e-e homem nls Iota alara, eatatoaa a Sr.
< padre Meira, emo he paMra r. atbu
a Cm r Depnloo. He exanlaaaBl
a O Sr. Metro. Sa este harneta, aWia ra, as a-
hriga a vender com J por ceala le ate aa peer*
, atiesase que apparecer, seta aae Maba elle ala-
ti ra, e meo -
a nao ter qae elle (ara (unvcarn (
- lo...... r>i, OSr. Mein aere 1
- .li.f 1I.1. como se ve, as Srs. dniatada fm tana
1111.1:0 il 1 historia de catarafi't. a
-leu loza a S. Reta
UM"
.\ cireanflancia de aa dolara, t.io he motivo para se asa driatr ertM
primeiramenle pr"* be -abidn aae aa* ato
1- intente o aleirn que po-t'tn
sim como aao sffo l.-mbem o- ( dmctnlat 4e 1
determina Jas obnv(o.n. naicos qae raaasatata hw-
terintaaUdrUas.t ateaa ilisao n iad idaa aa raalia-
lou aqoelle fornenmr.nlo, vive aion. e be tirm~r.
dar dr modas obras part.rnlarr.. t'.m epaadreatar
linha que examinar e verificar, a, aa irri.
-i.io en. que ata forjo apre-vntadet ** psaMMtaa par
ripn iMtaelle q"r med,r,- 1,4^-.
tan ^m* Itaaa alaria.
1 < 1 ,01-etea egaid* nos raatrates ae toiaiatattali be
o seguime : lo U< as prp4a* aae aae saa dtllaidas
is a' presasaa da e>*vrraa eatttliaaa tJaaaa ata-
m.lo sobre a qae me parece mata volaba, a bb>
veroo .lepo- de .nir a Ibwraria tsaatul .
veao que de fac|, a propasta nsi-c ida be a ana**
1 tr.-,U. o 1
l*r.nn na r ;,-!- tcilorAaita
r, la le. Ouaa'U porem acantee*, qae atas a*a
1 rontenha a mrwaa baa>,
i-I" be. se ach im lo la em icaaes ca a
utpre o ruerno a man
q dqier dis ton-nrrenle que I
I. admira quo Sr. inp-cl>w da Ib
Mi.cial, ouvtsxU o Sr. Meira. n ala
' era avie laborara, lalvez ea* eaf apar* de
- -. fo-se mais qae -aflic-nie pim haqpr par lar-
ri o pomposo raatall* rrcnidn pela tattavaa da
meu acensad r, cata a (un dr naprtaaT-ate. e aa
rneesea temna de rir e baer rir a 1
do dicere faltom.
Falln ainda o Sr Meira nis mf ambarara, e a,
Iropellos caasa l~ pela rcpaiapP da* abras pajbai
cas aosarremai .nlr- e moslraaee--e atan i
do qae a principio, date qat ba nma
pira que se nio (ac.im abras par 1
loiinislracja. Ja
desrjava qoe a cansmi-l" .aterro
(antes, para saber roa e -le qae nalaaata ala asea
al.opellos e embartiti, vate qae aSr. BJaara aa-.
quia dignar-se aanvaa-lo, (airea par <
se tal satas ana aerasaria aao 1
cnm. 8. Revin.* coatoaltae rom a aaa |
vaga, sen qoere-ta rirrabaras
u documento; porem
que nenhum valar ni sr 1 alto, par
(alta.
Aflirtno por mi abe par qael
exhlem. nem Bunca eattn-am. fnnriaabBeatte eaat
o fim que se Ihe allrihee: te qanxas a atara a,
da a lal raapatta, elle* ala nodeai paatr a*t<*>
alaaai arrematantes reatas* e abe aakW de boa
fe, que procarand > aMroatar-as m abearot aa
sen c mrate. Bato o lem roirtrsaido. E
terna a ralla de raza da pnle d'elto, aa
adeude qae patead 1 IV- r-crra(dat aba* dect-
soes para a nreahtaria. pdenla itteaa* qaeisar at
da repartirla das obras pakticas, aaatt
no 11ra assoatirata de paMice a re
ama qoeisaoa aeeata(aV> fartaat. pava moa
clnr falsidades e aleives aas attvtdas e>
-uja irreafanveaMidaoV aa snbent tm
o a melbar ss*abra sob aas indar tata
gar laes arremataste*.
Ketoriodo-ae aoomptaraiaea) I
da, dwe o Si. Meira a ejat latas ,m aa
passada, qae o arretaoMa* d'i
a aanmWa peda aas b<
" um erro cra-1 -rae *e drra wttt nrranteata. aatet-
dando-sc hu-car pe tra ea* Faaa>d aa aa (
a forma, noida* S. Revta. cau taaaanaataaaa
esqiteci lo do qse e rB,,oa. teeo. as dra qat* a
aircmalanle pe-lii I-ate, qoaada neto centrara Ha-
pedio aormen c havia qeella mata tecastao este otearse M aafl
- esdarendo p-|o Sr. JIHto Reas. ! don l.u*car ptdra eia trrnaad* Beta aa >m
como incosae)pite die S. ll'vm.: taataa aa aita
com a* prJias de lastro dos aavtas
Boato porta, e taalo esta na .e daral)ts era
Unto podta-ae ebaar d'e^a p-.hra ra qaanlidsae pr-
c.-.i. que oralramenl! qse atlaalana w ~
sendo aor arroaat;a > ra-a>lts da Miadn
c Uancatnbe o he nm *tls ceaaiaa anda atar,
qoe este cai^amaulo J>e aada torar ara |
qae o ila estrada d'( litada, dtea asttes a ar. I
que a atrtanataale iCsqadli abra ae* liaba, nata
(em as mcios e recorto stsrttot para eseeata-la;
que ni idi.l me m favores a caart
Suprimenlo feilo pela caixt dos oulros
imposlos..................",:Ji7
le, era necessario, se.un lo o tea ntsW raracler. ni
so poupar a recursos de aatoreta al.
uo- quizetsemos dar so desnrecesario Irr.ltalho
de provar, quando o Sr. Borgesmoitetit unta rea-
posta, que o Sr. Dr. Nuno ...le era nma iiiilldadc.
a prova mais convincente e verdaderaque valia-
- smente apresentariamos, era a mesma de o Sr. 11 >r-
SM408000 es o ler considerada coma lal ; mas, seria paiaea*
que se achara ainda e.i'alimm.i dnvld,. amsaHaa
tasas recot.hecida baWiaada do .lio Ir profeator,
o empenh irmo-nos nm to iulanls na menor ,11 I,
ils
7 978318
los prec,* do or^amrop, ah aada rite reajeerrn la
reme hMtttaart \ ctasaralo. Stalo qu ,
Meira nao l.vene prot.-ado aa-larerrr-ar nsrtaar.
para arru-ar-mc : as 1 atiJaaVs aeas tata ata a
arcamenti s poderos*', i renle ama tw embate tMae-
trala.l om publica crcinttparlt.
Passando a occapa aa da panto dos Alocada-, a
Sr. Meira esaafaaaae baralltaai par tal atad, at
fados, e afasloo-te talo da venladr deatea, ae*.
ope/ar d Sr. Mell" t*fa hevea rrtrriaV. dtaa de
1 que se pastea lal re<*.to, **) ea trtira
MUTILADO


CIABIO OE PtRNAKBUCO TRQ FEIM 19 UE JUNHO DE 1355
especial tralarc desse negocio miudamenle, bom
como da poni sobre o Pirapama, de que larabora
falln S. Roviu.
Ti atando do concerlo da cadeia de Olinda, aflir-
mou o Sr. Mcira ter ouvido a pessoa circumspcc-
las, que elle fura feilo a com laboas de caixes ile
doce, ou de sabo c varas de canoas ou ponleims
dogaioles* .-isaias giran.) Nao sai o quemis
deva admirar, se a boa fe com S. Kevm, accilou
informado, ou a gravdade com qoe repeli
essa historia. Em lod > o aso, purcm, o que lie
le lie, que i> auditorio gosloa della, e o Sr.
padre Mcira dc.o ler lirado bstanlo aalisfeito.
Mas o que hei de cu dizer acerca deeses puole-
ros do gaiolas como responder a aecusacoes de
tal ordem oor a gravdade, decencia e moderacSo
que a mi nli.i DO gao ni i i ropo :' o publico v liem
que aslao dispensado rte responder uesla parte ao
Sr. padre .Mena ; e m inte pocadencan a elle di-
rci. que eslou bem longo do pretender, que .1 casa
da cunara e eadeia d cidada de Olinda esteja no
i-lado, que seria pata desojar, valo que os reparos
e colicortos que demanda aquello edificio para Turar
r uno convein, nao poden) andar por menos de oilo
c mos de ris. E bem so v quo o que exuc urna
lal quanlia nao podja sor feitocom um Conlo e qui-
ndenios mil ris convinilo observar, que como
roncen o lisenle, o que se prelcnJeu razar, fui
smenle reparar as maions ruinas; porque o esla-
do dos cofias da provincia nao permillia grandes
dapea is, i nem o g ivomo poda gastar urna quan-
|M '' fom um edilicio municipal. Eis
ludo quanlo leolio a dizer por ora acerca da cadeia
de Olinda: c eslarei prornplo a aceitar qualquer
discusso ron) soriedade sobre a forma porque foi
ejecutado o orcantenlo daqoelE obra.
i'.nilinuando, exclama u Sr'. Mcira ; a Emfim, o
que 01150 be chamar escndalo inaudito, esbanja-
mento dos dinheiras pblicos pela repartirlo das
obraa publicas, abusos, omisade* e prevanencoes,
para 11.10 dizer cousa peior c que mais revolle
Depois que lenbo mostrado que (odas as aecusa-
tSes que me lem sido dirigidas pi.|,i Sr. Meira sao
iniin lulas ; que mais devo dizer dessa famosa ra-
jada '! .Nada absolutamente, lano mais quanlo mi-
nha posiejo me impe cortos limites, que nao devo
Iraaapor] mas anda assim 1110 deiaarei de lamen-
tar, que quem p ir I almo I > se pronuncia, nao se
desee ao trabadlo da ouvir primcir.imenle oque so
diz desipmprio, para enUo oovir o que se di/, dos
cinpregados da reparcito .las obras publicas ; por-
que Dea) caso veril que aquellos empreados neo
sao os uniciH que servom le pasto maledicencia o
a calumnia.
Parecen extraordinario ao Sr. Meira, que em mcu
relaloiio aveiilasse a idea deque o voto do director
devesM ser delilieralivo 11 n sasaAea da directora em
conselho ; mas, achando-sc es=a minha opiniito fun-
damealada no dilo meu relatorio, e nao ha vendo S.
Kdvia. aprcsenlado um ao argumento conlra ella,
julgo-me dispensada de produiir aqu novas razoes
em seu favor. Se o Sr. padre quizer entrar em
urna discu--io seria comigo sobre essa materia, me
.11 liara prornplo.
Proseguindo em suas aecusacoes, disse'anda o
Sr. Meira que lia o maior descuido no reccbimenlo
dos maleriaes, dando-so o engao de receber-se
urna canoa" de 200 lijlos por 101). Como as de mais,
be esla urna acrusicSo que se nao fundamenta em
prova a'guma, alm do dizem. Mas, quem foi qoe
vio, qaem vorificou laes enuanos> Crco, que o Sr.
Hatea nao apreaentar peesoa fidedigna <|uo o livcs-
- visto. Nao duvido que um ou oulro engao pos-
sa-se ter dado em contasen* do lijlos, que se recc-
bem na casa de detenefte. ou oulra qualqner obra ;
mas aso seria em pequea porcao eemvezesnao
repetidas, e nunca habita linele n com ensao de
melade. Felizmente isso pode sor verificado ; a pro-
ximalivameuto se pode calcular n tjjolo empregado
naquella obra. Se o que esvcr feilo a correspon-
der n melade do lijlo comprado, cnlao a proposi-
ta Sr. Mcira sera verdadera : mas isso be o que
1 lo dizer a commissao.
Coucluin o Sr. Meira qucixando-se de que se faram
as obras e no lim de poucos dias precisem ellas de con-
eeriea acreicealop : ,< Jao ha ponte nesla cidade
que nao obrigoe a gente a andar lomando voltas e
dando lorcicollos, porque esla sempre em concert ;
c que sobre caradas, he isto um nunca acabar. Nao
sei quaes lejara estas obras.pelo menos nomeu lempo,
quesejain follas e logo precisem do concert : des-
jala que se me aponlasse algoma, e provoco a isso
o aulor da censura. Pelo que respeila as ponles,
seo) duvdar jamis des torcicolto* que o Sr. pa-
dre Meira tenlu dado neila cidade, c,admillin lo-o,
mesmo como exactos o conbecidos, s dirc que o
publico que leu o discurso de S. Kevm.'', e que
lian.ia por casas ras o ponles, apreciar devida-
menle a exactido e fundamento de sua proposito.
Onde esses colicortos de ponles lodos os das? Que-
sera o Sr. padre referirse ao que ltimamente foi
feijp c aos que se bao execulado na ponte do Reci-
te 1 Mas lia q jautos anuos se, ada feita aquella
ponte, e em que estado se acba ella Que admira-
cao, pois, ba de que ella precise de congrios, e
mais que isso ainda, subsliurao, como ha muilo
lici reclamado'!
Quieto a ponto da Boa-Vista, ainda que hacan-
le antiga, apenas lem sbOrido pequeos trabadlos de
conservarao, que consistan em conccrlos do calca-
meato, ou -ubstiluicao de alguma peca que se acba
armiada. Por tanto, para que taes exageraces 1
Por boje linaliso com o Sr. Mcira.
Recite I do maiode I8V.
Jos Mamede Aleta Ferreira.
ro, bricuo brasileiro oConceicao, de I !ri toneladas,
conduzo o aeiointe : 7:1 volumcs gneros eslran-
geiros, 3,i33 ililos ditos naciouacs.
Babia, hiate brasileiro aCaatroa, do 52 toneladas',
conduzin iisegunlc: 110 volumrs seeros es-
trangeiros. Ii| ditos ditos uacionaes, 150 saceos ar-
roz.
RKCEBEHORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES HE PF.KNAMIIUCO.
Hcndimenlo do dia 1 a 16.....14:211
dem do dia 18.......\;gj
I5:88779i
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimenlododia I a Iti..... 93:863J276
dem do da 18....., .
E par constar se maudou afTnar o presenloe pu- 1 Jos Caries de Souza, Manoel Victoriano do I.iini,
hlicar pelo Diario. \ Manoel Francisco Delgado, Manoel Francisco da
Secrclaria da Ihesouraria provincial de Pernam- Silva, Antonio Mauricio Wan lerley, Manoel dos
buco!) do junho de 1855. O secretario, Antonio PrazeresMello, EstevAo JosdeVascooccUoa, Fran-
Ftrreira da Annunciacao. cisca Monica de Barro*, e Conidio Carlos Pexolo
O Illni. Sr. inspector da Ihesouraria provincial, c -Menear, pelo conleudo em sua petirao retro para
em cumprimenlo da ordem do Evm. Sr. presidente bm na mesma requerido; e de como assim o dis-
da provincia de 9 do corrale, manda fazer pu- "rain e proteslaram, fiz esle lermo qoe assignaram
lilico que 110 dia dejulbo prnvimo vindouro, pe- I'0"1 leal 'iniinhas. Eli Manoel Joaquim Baplisla,
ranto a junta da fazenda da mesma Ihcsooraria, fe escrivao interino o oscrevi. Reg Albuquerque &
ba de arrematar, a quem por menos fizer, a obra dos | ipanhia.Miguel Jos de Almcida PernambU-
PAl'TA
dos prero* corrate do assucar, alqoiaa, e mais
genero do mi:, Ifi/e se desparliatn na mesado
ilimitado de l'ernambum, na semana de 18
(i S-'i de junho de 1855.
Assucar cmcaixas blanco I. qualidade
reparos de quo precisa a cmara municipal e cadeia
da cidade da Olinda, avadada em 2:2005000 rs.
A arremataba scr feila na forma da lei provin-
l:l/-iS2.i:l cial n. 343 de lidemain do anuo lindo, e sob as
SwWV- el,usu,,s osprciaes abaiio copia Ins.
As pessoas qna se prnpozercm a osla arremata-
I c.io comparecain na sala das teaaOea da mesma junta
no dia cima declarado pelo mcie dia coropelenle>
mente baLililadas.
1
a
i) a- n
mase.........
bar. csac. bramo.......
o mascavado.....
refinado ..........
Algodao em pluma de 1." qualidade
n n
I
D
2.1
3."
)i

caada
COMMERCIO.
i'R.Vt. A IH> RECIPE IK DE JLM10AS 3
HORAS DATARDE.
Colaces etacioes.
Cambio sobre Londres a 27 d. 60 d|v. pequeo
prazo.
Assucar soroeno bom2JI50 por arroba.
.Assucar mascavado cscolhidoIJSOO idem.
ALFANDEliA.
Kendimenlo do dia 1 a lli. .
Idtm do dia 18......
I78:539902i
II:5I303(S
n em raroco.....
Espirito de agurdente .
Agurdenle cachaca........
de caima....... n
do reino.........
rcslilada.......
(ienebra..............
................ botija
Licor ............... caada
................ garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqncire
cm casca...........
Azeile de uiamona........ caada
a i mendobim e de coco
11 de pcixe...........
Cacan............... a
Aves araras......... una
papagaios ._....... um
Bolachas.............. a
Biscoilos.............. 11
Cafo liom.............. u
resstolho...........
com casia v........ 11
muido.............
Carne secca ............
Cocos com casca.......... cenlo
Charo los bons...........
ordinarios ........
n regala c primor.....>
Cera de carnauba......... m
u cm velas...........
Cobre novo mo d'ohra......
Couros do boi salgados.......
1 .pisados .\.....
1) verdes...........
i) de onca.......... a
cabra corlidos.....
Doce'ale calda........... o
a goiaha..........
n SCCCO *...........
i) jalea ,........
Estopa nacional.........*
i' cslrangcira, 11110 d'obra
Espanadores grandes........ um
11 pequeos.......
Familia de mandioca ,
milho .....
11 vrala ....
Fi'ijao...........
Fumo bom........
ordinaria '.......... o
cm folha bom........
ordinario.......
o reslullii)........
Ipcraciianha........'.
liomma.............. alq.
(Jengibre. ^............1
Lenha de achas grandea...... cenlo
pequenas..... n
o loros....... i
Pranclus de amai ello de 2 costados uina
b b louro......... a
Coslailo de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 < a 3 de I..... b
i) de dito 11-uaes ....... a
t.aisladinho de dito........ b
Soalbo de (lili............
Ferro de dilo...........
Costado de louro.........
Cosladipho de dito........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo...........
n b cedro..........
loros de (alajiiha........
Varas de parfeira........
b aguilhadas.......
b b quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c
a b eivos B B B
Melaco..............
Milho..............
l'edra de amolar........
b n filtrar.........
b roblos........
Ponas de boi.........;
Piassava.............
Sola ou vaqueta.....
Sebo em rama......
Pedes de lamciro........
Salsa parrilba..........
Tapioca.............
L nhas de boi..........
Sa!i.o...............
Esleirs de perneri.......
Vinagra pipa..........
Caberas de cachimbo de barro.
-
9
I
2*600
18800
392OO
59800
"i-iMI
l450
-rain
1400
9480
9600
1480
tsso
240
9580
-21(1
59OOO
I96OO
9600
19760
19280
59OOO
IO9OOO
39OOO
79OOO
89060
49500
39OOO
39500
69400
59000
3(840
19100
96OO
29200
119000
I3NKH)
9I6O
9I87
9300
9100
159OOO
9240
9200
>l!iO
>ll
9320
19280
I9OOO
15000
alqncire
io.1-rederico Chaves.
Nada mais se ronlinia em dita pelicao e lermo de
protesto aqu copiados, o produzidas pelas parles
- 1 Icstemiuih.is, aobindo os aulos e minha coo-
clusao, nelles profer a sentenca do (licor sezuin-
le : Avista da inqnirico de fullu a f dhas, pela qual
esl proaado que oajuslificados ie aeham auzcnles
i'in lujares aasolulamente nao sabidos, mando que
ar-jam citados para o lim requerido na pelicao a Os.
E para constar se mandn affixar o prsenle c P'sando-se caria de ediles, com n prazo de quinao
@
B
alqncire
'.
quintal
ifuzia
par
D
cauada
alqaairo
urna
11
190:052-:t;s
Deiearregam hnje 19 de junho.
Barca ingleza7'oien 0/ Ijcerpoolmercaderas.
Barca iuglcz.1Sorralbaca I bao.
Brigue brasileiro/'irmararinlia de trigo.
Iliale braueiroSecutarangneros do paiz.
Brigue fraiicczllelemmercadorias.
Importaca o.
Brigue aaciuual Firma, viudo do Ro de Janeiro,
consignado 11 Vovaes & Coiupanha, manilestou o
date:
3 caias chapeos ; a Novaea 4 C.
I R*naka agurdenle ; a Urna Jnior & Com-
panhia.
i caixas fazoadas j / J. Keller rJi Couipa-
nhia.
( banica cadinlius, 3 nieias pipas va/.ias, 100 bar-
ricas dita, 2 cauolea vatro, 1.400caixas sabao, 706
saceos cafe,45 la;a fumo, S aixai ehapcos, 2 ditas
cha, I dila livroi, OJO meios saceos farnha de trigo;
a ordem.
Iliale nacional l-ikahcio, viudo d. Aracaly, con-
lignada a Antonio dcSuuza Guerra, nianifcslou o se-
guinlc:
1,900-enriaba, C pipas vazias, 1 pacnic cera de
abclha ; a l.inz Bergesde Ccrqueira.
lili saceos cera de carnauba, 176 meios do sola, 13
molhos esleirs, 164 molhos counnhosde cabra ; a
Antonio Joaquim de Sooz Riheirn,
cera do laiajuba ; a Joao I ernandea
Prenle Vianna.
86 meios de sola, fiiaccos cera ae carnauba, 79
molhos courinhos Irade.
CO.VUi.Aio UBRAL.
Rciidimento do da I al;.....23:!)%-.s7|
dem do dia l><.......' 3:54S9306
. cenlo
. moldo
. naci
B
cenlo
,
una
milhciro
MOVIMJENTO DO PORTO.
irados entrados no din 17.
Rio de Janeiro10 das, brigue brasileiro Firman,
de 172 toneladas, capilio Manoel de Freilas Vc-
tor, equipagem 11, carga fminlia de trigo e mais
gneros ; a Novaes \ C.ump nliia. Passageiro-,
Jos Joaquim Branda ,, Anlouio Gomes.
Aracaly16 dia-, hiato brasileiro Exalacao, do
37 toneladas, mcslre Jos Joaquim Duarle, equi-
pagem 5, car^a couros, sola c mais gneros. Pas-
sageiro, Jos Maria Pereira de Castro.
Naofot aludos no mesmo dia.
Rio Grande do Snl pelo Rinde JaneiroBrigue bra-
sileiro Cnnceicao, capiao Joaqnm Ferreira'dos
Sanios, carga assucar e mais gneros. Passagei-
ros, Jos Francisco (ioncalves, suv ramilia e 3 cs-
cravos.
BahaIliale brasileiro Caslro. meslre Francisco
deCaslio, carga azeile de carrapalo e mais ae.ie-
ros. Passageiro'. Joao Climaco Marques, Her-
mino .Marros Caldeira, Manoel Jos da Boe.
ColinguibaSumaca hrasileira nllor de Culingni-
ba, meslre Antonio Francisco dos Santos, em
lastro.
Vmi'oj entrados no dia 18.
Liverpool.t dias. galera ingleza Scraphina, de
299 tonelada', capilao John Simpson Orr, equi-
pasen! I(>, carga tazendas o mais generes; a Jo-
hnslon Palcr A Companhia.
Barcellnua5 das, polaca hespaiihola Silencios,
de !S toneladas, capilao .1. Alcno, equipagem
12. carga vicho o mais seeros; a Aranaga 4
Bryan.
Havre28 das, brigue fruicez 'iBclamn. de 187
loadadaa, capilao Mannier, equipagem 13, carga
farendas e mais gneros ; a l.aserre & Compa-
nha. Passageiro, Jo.lo de Lasserre.
EDITAES.
27:5398177
L*|VERSAS PROVINCIAS.
Rendlmcnlo do dia I a 16.',
dem do dit 18
O I lim. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, cm emprmenlo da ordem de Em. Sr; pre-
sidenle da provincia de li de main ultimo, manda
convidar nos proprielaros abano mencionados. ;l
aulregarem na mesma Ihesouraria, no prazo de 30 Companhia.
dias, a contar do dia da primeira puhlicarao do pr-
senle, a importancia das quolas com que devem
cnlrnrpara o ralramenlo das casas da bravease de S.
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial do Pernam
buco 13 de junho de 1855.O secretario.
Antonio !'. d'Annunciaro.
('lamillas esperiaes para a arrematar/lo.
i.' As obras para os reparos dacadeia da cidade
de Olinda serao feilas de conforniidade rom o arca-
manto, approvado pela directora em conselho. e
apreseulado a appravacao do E\in.' Sr. presidente
da provincia, importando em 2:2005000 rs.
2.' Estas obras priiicipiarao no prazo de nula
das, c linalisarao 110 de seis mezes, ambos contados
como determina o regulamcnlo da reparlicao das
oh'as publicas, ( le provincial n. 286.)
3.a O pagamento desla arrematarlo ser feilo em
duas prcslaroes iguacs, sendo a primeira quando li-
Ver sido feilo melade das obras, e a segunda e ulti-
ma quando forem lodas concluidas, eque serao re-
ceblas definitivamente.
t.- Para ludo o mais que aqu nao cstiver men-
cionado, seguir-se-ba o que deterniinal 1 le cima
mencionada. ,
'. iiii'uiinc.II secretario, A. F. dn Annunciariio.
O Dr. Custodio Manuel da Silva Guimares, juiz de
direilo da l. vara do civel e comiuercio desla ci-
dade do Recite do Peruainbuco, por S. M. I. c C.
que Dos guarde, etc.
Fajo saber aos que a presente carta de edil \i
rem, ou della noticia tivcrem,em como Manoel Joa-
quim Ramos c Silva, rae fez a pelicao do theorse-
guinle : ,
Diz Manoel Joaquim Ramoso Silva, que llie sen-
do devedor Campos & Almeida, da quantia de i(i"-
rs., provenenlr, de duas ledras, una da quantii dr
2409000 rs. c oulra da quanlia 2259000 rs.. as quaes
csto ha muilo vencidas, lambem Ihe [sen lo dave-
dores Joanua Francisca da Triudale Carneiro, e
Joaquim Coelho Cintra, da quanlia d 2: '18O9OOO rs.
cm moeda de prala .1 I5O rs. por palacao abluan-
la de una ledra, a qual esla ja ha multo vencida, c
como os supplicados cslao alsenles em parle incerla,
o n3o subida, e esl a espirar o lermo marcado pelo
cdigo, para 1 prescripcao das referidas ledras, poi
asa requer a V. S. o supplicaule, para au ficar
prejudicadoom seu direito, digne-se mandar lanar
por lermo o protesto das clon das ledras, sen,! 1 ste
intimado aos supplicados por edilaes na forma do
art. 391 do decreto n. 7.17 de 5 de novonibro de
1850, afimdeser inlerrompda a prescripc.au ; por
lauto pede a V. S. Illin. S. Ilr. juiz do civcl, e com-
mercio da primeira vara, que Ihe delira.li R. Me.
O advogado Murais Pereira.
O. Como requer. Recita 13 de junho de 1855.
29000 Silva Guimaraet.A Cuuba.Uliceira.
Termo de protesto.
Aos 13 de junho de 185., nesla cidade do Recita,
em meu e-criploro veio Manoel Joaquim liamos c
Silva, e disso em presenca das Icslemiinhas abano
atignadas, que elle proteatava conlra os supplica los
por lodo o conleulo, declarado na pelicao lelro, e
na confarmidade da mesma protestado lem, afim
de produzir o devido effeilo. E d jin > ssim
o disse, e proleslou, liz este lermo em que assignoa
com ditas tcsleniunhas. Eu Pedro Tertuliano da
Caoba, escrivao o escrevi.Manoi-I Joaquim llamo-
Silva.joao Hanoel Mendos da Cuuha Aevedo,
Jo3o Jos Mondes da Silva.N. 89160Pago o
160 rs. Recita li de junho de 1855.Corv albo.
I.imoeirn.
Em cuinpiirnenlo do qual se paason a nresenle
carla do odelos com o prazo de 30, dias pelo Iheor
da qual hei por citados os supplicados,para se proce-
der acc,ao qu* u supplicanlevai pwnor, consian-
te de sua pelicao sopra.afim decomparccercui por si
ou san procurador primeira audiencia deslejuizo.
que lera lugar a immedila depois de lindo o dii
prazo, sob pena da correr a causa i sua revilia. al1'
linal sentenca, o sua Kecue, 10-.
Pelo que, toda a qualqucr p^-so presente, ami-
gos ou conbecidos dos supplica los, o pdenlo fazer
35200 scientedo que tica exposto, c o porleiro respeclivo
2?20() publicara e aliivar.i nos lugares designados pelo cod.
~"' do commercio, c sera publicado pelo Diarto de Per-
I92K0 I nambuco.
Dado c passado nesla cidade do Recita 10 de ju-
uhu de 1855, Eu,Pedro Tertuliano da Cunha, escri-
vao i escrevi.
Custodio Mamcl da Silia Guimaru.
O Dr. Fr8tieisco de A"is de Olivera Maciel, juiz
municipal da 2.a vara e do commercio, nesla ci-
dade do Recita de Pernambiice, por S. M. I. e
- C. o Sr. Dom Pedro II., que Dos guarde ele.
Faco saber aos que o prsenle eaita] virein c dclle
podra liverem, qoe Reg Albaqaerquc cv C., me
dirigirnm por escrpto a redcfio do Iheor seguintc :
Dizem Reg Albuquer pie s\ C, commorcianles
eslabelecidos nesla cidade. que sendo credores por
lilulos de ledras ja vencidas e acedas pelos deyedo-
res ao (liante notado', que sao Manoel Severino de
Barros e Antonio Cardoso de Mcs,iuiln, urna lellr.n
do 30 de selembro de 1852 9 cneaea, pela qnanla
de98ri(IOO rs. ; Jarintbn Jos Cabral, urna ledra
acela em 30de julho de I88 a 30dias por 391.V.o
rs. ; Alexundre Jos Me Campos urna ledra aceda
cm 18 de novembro de 1850, 4 mezes por 7685 rs.,
Antonio Nogneira de Olivcira urna ledra aceda cm
18 de marco de 1849 a 6 mezes, por :!2l-7.",0 : Joao
Mthaade Azevcdo, orna letlra aceita em 20 de
abril da^1818 a 6 mezes, por 7479250 rs., Paulino
Jos Torres, urna ledra aceda em 8 de agosto de
1850 a 4 mezes por 4893o""' rs. ; Jos Francisco
Mauricio, urna ledra acalla cm 28 de oulubrode
1850 a 30 dias, por 4999500 rs. ; padre Joaquim
Manuel de Olivcira Costa, um 1 ledra aceita cm lSde
oulubro de 18VI aSmazea.pela quantfalde :,
rs. ; Jos Carlos de Souza, orna lellra ceda cm 20
do oulubro de 1850 a :i me/'", pela qatnlia d
rs. ; Manoel Victoriano de Lima, urna ledra de lli
de selembro de 1818 a i unzo-, por 377-7 ix rs.:
Manuel Francisco Delgado, urna lettra de 19 de se-
lembro de 1850 a 4 mezes, por 2009830 rs. ; Manoel
Franeiscoda Silva, uiua ledra aceda em 3 de abril
de 1850 a 8 mozos, por K5SSO rs. ; Anlouio Mau-
ricio Wanderley, urna ledra aceda cm6 de junho
de 1847, por ;lil das de 2ti-70:l rs. ; Manoel dos
Prazeres Mello, una lellra aceita em 5 de julhd de
I8"i0 a 9mczes, por sal !o 200*000 rs. ; Esteva.' los
de Vasconcellos. una ledra aceita em 18 de abril de
1847 a 3 meze', 2I->S:10 rs. ; Francisca Monica de
Barros, unja lellra aceita em II de marco de 1849,
a 7 mezes, pela quanlia de 259609 rs. ; c Coruelio
Carlos Pexolo de Alcucar, por una ledra e um lira
passados esle em 23 ileuczcmbro de I87, c aquella
em 2.5 de tavereiro do IS18 a praz 1 de 8 mezes, am
bos pela quanlia de l.l'-in rs. : c cuno os llove-
dores cima desrriplos res por ttulos de
ledras vencidas, e acb nido-seoslesaii'onles cm par-
les incertas, e (pie com facilidade i-e nao podem
edar, pretendem para inlerrompe a prescripcao ipi,-
se nassem edilus na forma doestylo. Pe lem a \". S.
lllm.Sr, dr. juiz municipal o do eommercio, dign -
sede assim o mandar. i>peram R. Me. Por procu-
raran de llego Albuquerque & Companhia, Saluslia-
A. P. de Souza Peres.Rcs> Alhuquerquc \
29OOO
395OO
69000
7*500
3901)0
7.WHR1
I9OOO
39OOO
19500
29400
5900
10?000
16-5000
79000
259000
109000
99000
69OOO
I9OOO
KjOOO
592OO
1-920
l--;' 449000
2O5OOO
9200
19608
3640
69000
S800
V-000
5320
29400
5R200
9240
185000
392OO
-210
9120
9160
309000
59OOO
llT, e cusas. ReeQe I2.de junho do 1855.Fran-
cisco de Assh Oliceira Maciel.
E mus se nio continha em dila miaba sentenca, {
'n cumprimenlo da qual o escrivao aballo assigna-
do passou a prsenle caria de editas com o prazo de i
15 das, pelo Iheor da qual chamo, mimo, e hei por
intimados,"supplicados. pelo conleudo na pelicao e
lermo de protesto supra transcriptos.
Pelo que. loda e qualqner pessoa, prenles, anu-
loso conbecidos dos supplicados, os poderao fazer
cientos do qna cima Gca exposto ; e o porleiro do
juio allxar o prsenlo na praca do Commercio, e
na caaa das audiencias, ese publicara pelo Diario de
Permtmtbuco.
Dadae paseada n Ha rilado de Recita de Per-
manbuco ao 13 d junho de IftVi. En Manoel Joa-
quim Baplisla, escrivao interino o escrevi.
Franeeo de Assis Oliceira Maciel.
gue o hlaic Sergipano ; para o resto da carga o pas-
sageiros. Irala-secom uaelaiio Cyriaeo daC. II., ao
lado do Corpo Sanio n. 25.
Para o Aracaly segu o muilo veleiro o bem
couhecido bale Exalacao : a tratar na ra da Ma-
dre de Dos n. 36.
"leiloes. ~
mUSFEREMli.
Nov.'ics >\(.., tranfferiram para terca-
feira l) do correte, o grande leilao an-
DOnciado para o dia l, que fazem por
intervenijao do agente Roberto, dos s: la-
dos do bfige nacional MA'iANO, per-
dido ao sul de Hacei, e que se aeham
patentes ao e\ame dos pretendente: no
trapiche do Ferreira, caes de Apollo
O agente Borja, em seu armaiem, na rn 1 lo
Collegio n. 15, tara leilao de um evplendido sorli-
iiicnlo de obras de marcineiria de diversis qualida-
des,;', opliruos pianos de armario, obras dcouioc
prala, relogios para aisiheira, vidros o loucas, entai-
les para sala, varias quinquilleras e muitos uniros
objeclos que impossivcl seria menciona-los, qm
acharan patentes para evame dos Srs. prelendenlcs
no mesmo annazem : quinla-taira, 21 do correte,
as 10 horas em poni.
I.Cilao.
Jos Fernandes Ferreira !az leilao de uina porcio
de marmelada. viuda ullimamente de Lisboa : quin-
la-leira, 21 do corrcnle, parla de l.uiz Antonm
Aunes Jacomc, dcfronle da alfandega.
AVSpS DIVERSOS.
DECLARACOES.
INHJK..1ACO i:S 01 RELAgOES
SEMESTRES.
Xa livraria n. li c S da prara da In-
dependencia, vende-se relaer.es semes-
traes noi -pceo cointnodo, e ip lerendo res-
inas vende-se ainda mais em tonta.
ANCO DE PERXAMBUCO.
O Banco de Peinambuco toma lettras
sobre o Rio de Janeiro. Banco de Per-
ninibuco 7 de abril de 1855.O secre-
1. no da liireeeao, Joao Ignacio ile Me-
deiros Reg.
O conselho de adminisliacao naval contraa
para os navios armados, enfermara de marioba,
Mfca de escavatao, e pravas dnsescalercs do arse-
n.l. c africanos lirre, o tarneeimento dos sesuntes
gneros : arroz branca do Matanb-lo, assucar bran-
co, ditorclinado, a/.eite doce de Lisboa, dito de car- j
rpalo, agurdente branca de 20 graos, bacalbo
bolacha, cale em grao, carneverde. dila secca, feijao 1
milalinbo, farinha de mandioca, lenha de mangue
em achas, pilo, louciilho de Sanios, vinagre de Lis-
boa, velas de carnauba, c ditas (carinas, cujocan-
Irtilo sera por lempo de tres metes, ou por um, se I
asiiin convier ao conselho, em vista dos procos por
que forem olT.-recidos : por lano convida-se a queai
posea convii dilo Fornecimento, a comparecer.' 12
horas do dia 20 do correte, comsuas propostas,
declarndoos ltimos pceo-, c quem leus l'udores,
bem como as aiqosVaa dos gneros, que se propoze-
rcm a fornec.r.
.'aladas sessdes do conselho deadminislaracJo
naval em Pernambuco 13 dcjuiiho de 1855.O sc-
crelario, ChrislotSo Santiago Se Oliceira.
TRIBUNAL I)fJ COMMERCIO.
Pela secretaria do tribunal do commercio desla
provincia so taz publico, que o Sr. los Corneal
al, cidad.io brasileiro domiciliado nesla cidade, tai
matriculado ueste Iribunal na qualidade de com-
iiieicianle do ^rosso tralo e a rclidho. Secrclaria
!o Iribunal do commercio da provincia de Per-
nambuco |s de junho de 1855.Iriz Antonio de
Siquciru.
-^mtm
PtBLICACAO LITTERARIA.
Acha-sc ;i venda o compendio de Theoriu e Pral-
ca do Processo Civil fcilo pelo Dr. Francisco de Pau-
la Baplisla. Esla obra, alm de urna introduecao
sobre as acees c cxrepcocs em geral, (rala do pro-
CC6S0 civel comparado com o commercial, eoiilcm
a thuoria sobre a appHeacao da causa julgada, e on-
das doutritias luminosas : vende-se nicamente
na luja d,e Mauuel Jos l.eile, 'ia roa do Uuoi-
inado n. 10, a G-5 cada csemplar rubricado pelo
aulor.
WALDECK.
aOCIE^AOE DRAMATIZA
RECITA EXTRAORDI.NARIA.
QIABTA FEIBA 20 DE JIMIO DE 1856.
Aborta a scena depois da cxccucao de uina bella
ouverlura, lera principio a rcpresenlacilo do novo e
apparatoso drama emactosdo archivolheatral de
Lisboa, e que sa imilula
0 CIGANO PACHECO.
Personagcns.
O ro ile Hespanha .
D. Isabel de Soria .
O conde Soria.....
Pacheco o Cigano. .
D. Joao de Men tonca .
0 conde de Torelloa .
D. Manoel da Silva .
Um criado do conde de Sor i;
Bilulos, o cigano velho .
Pidro dilo......
I," cigane que talla. .
1 111 'i crelario.....
Fidalsos, criados do con le, ciganos.
A scena passa-sc cm Hespanha.
Os intervallos serao prcenebidoa com escolladas
pecas de msica, c terminara o esperiacolo a muilo
engranada comeda cm 1 acto, dcnbmnaaa
0 G.VSTK0MH0.
Principiar s H hora'.
Actores.
OSr Mondes.
A Sr O Sr li. Leopoldim Sena.
Be/erra.
0 Lisboa. '
a I'inlo.
w Ri'zendo,
Monteiro.
Sebaslio.
Lima.
a Santa Bota.
i> Alves.
Prrisa-ie*8e un tarneiro |n -o a baHltra
r para a Paralaba i a nter na rua Imperar: n. :17.
Furtaram do abaiio saignado, residente cm
casa de sen palian o Sr. Juilo llohcrl, no (ogar do
Chacn, os objeclos seeiiinl." : 1 Iraocclim rom paa-
sador de ouro, oulro dilo de prala lambem com pas-
: Iiiiuiiido nm bolo. I par de fivelas'de prala
com correntes lainbem de prala para suspensorios, I
anr.elao de ouro lavrado com diamante, I holn de
abertura com diamante pequeo, lambeui lavrado, I
correnle de ouro para lelogio com chave 1 mesmo
melal, assim como a quanlia de 810900 I, o I 1 210S
rs. em ouro, 2 nolsa '' < Ib 'sooru de Iim- KM)
una, o o irjto em oulras notas euaes le liversos va-
lores : quem livor noticia 'sse hj :t< ou os an-
lirebender, dirija-seao mesmo abixu assinado.qoe'
sera gcnerusainciile recompeus
Antonio : 1.
1 Preci' 'i: eomp ir "0 al 11 11 am terreno de
110 ., Iil iirac'as da laigjur.i, m henil ras 00
ucas, 1 margem 11 rio ou prolimo a
que. proprio iiira (d inlaco-s de calina ; qocooli-
quucr l.i/.er al.ai.n los me loi aecocioa,
dirijao 1 mi estreilado Reaario n.7,
Preeisa-sd| is servicos da um
sitio prximo a Casa-Forte, e^ livres.com pretaren-
cia das Ilhiis, para una olari lado
Rosario n. 7.
Srt, redartores.Em raspala an repelido
aanuncioi do Sr. Malina- I ;- da Costa Miu. 10
quaes elle -e inculca meu arador, rouo-lhes sir-
vam de publicar as declai -.poocosdm an-
tesde 11 murle.per E luardo.la OstaOlivnra. que
ni perfeita lo. monia com ce depeineatos
dos tea llores Dr. Jos d irado e Joaquina
'I ou'ira i'eivo! ao que ,rei nicamente
' Ji i.ilidade da lel-
o diiosri lur Malinas.loram
os mena embari re Moa wm condemnarae, e
petirtsa masillo :n..
o Iribiina! da reluci lirando rom a sea ce*(ema4a
rovimebla ao seu aisrio. Soa,
redactores, sua alenla venerador!
Leopoldina Maria da Cosa h'rvmtr.
'"' ''- '. I i' TiVHi. |-i 1
bem de seu direila ae Ihc tai nessarin,qiic" \ >.
ia llie paaaa por
eerlid.i 1 leraaa d iTecterare (ci-
tas por Eduardo da C ifte niivena*
P. a \. Sr. Dr. >ul j frecur/u de
SaadoAntonio, a*im Ihe defira. F. II. M.
.e>ul \i Ionio 12 de ja-
Aapes 1 1 que nnniincinu qnere dai a m 'nn 1 nho de |K"> 1 D r tafo,
de 5 anaas para educar, pode drigir-se .i Capui
casa de II. Maria, ni"s|ra. que achara com quem
tratar.
Ahiga-sc um ptimo preloescravo para criado,
bem mn^o : quem o quizer alujar, cuten ia-i-e com
Jo-ii Marianuu de Albuquerque, na rua da Lniao.
Oflcrece-se para ser ama de leile, uina parda
di'ira : oa rua da Cruz 11. 39. a>
L'raa moca de boa 'onilucta oll'ere-
ce-se para ama secca de meninos : quem
dosen prest 1110 se quizer utilisar, dirja-
se ao largo do ibrado n. ir..
2:033X16
1959195 j1>e(lro. conforme o di-poslo na le provincial 11. 350".
Adverlindo que < falla da enlreaa vulunlaria, ser
punida com o duplo das referidas quolas, na con-
2330J311
Evportcao'.
Buenos-A;.res c .Monlevict, patacho nornegaee-
lloren, cle:)C2 toneladas ciiinluiio o Minate :
80 pipas anu irdMIte. id dita (spirilo. 1,1(5 barricas
e :120 harriquiihas rom III,, i arrobas e 2.1 libras
de assticsr.
Bio Orando do Sul com rala pelo Bio do Janei-

Distribuida : como requeren), justificada primefra-
menle a|auseucia dos supplcado. Itecita 9 de jiinlio
de 1855.Oliceira Matfel.A. Baplisla.Olrcira.
'lermo de protesto,
Aos !1 junho de !8jj, nesla cidade do Bcrife
de Pernambuco, em meu escriploro vieramRe-
formidade do arl. (> do rea. de ->-> do de/iMi.'c
. "** "L ~ uc oezemmo nc g0 Albuquerque v.\, C, disseram presente as loate-
Jmuuhai abaixo assignadas, que proleslavain conlra
5*1600 Manicl Severino da Barro', Antonio Cardoso de
H. Calharina Maria do Sena. .
N. (i. Manoel Antonio la Silva Bes,
N. 8. Manoel Jos da Mirit .
N49. Mara llosa da Aneenpcge. .
N. 1. Manoel Bnarqoe de Miceilo. .
I'i:-.ki
18900o
S4|8O0
191800
Me.quila, Jacinlha Jos Cabral, Alexan Ir Jos dr
Campos,|Anlonio Nogoeira deOIlveira, JoSe Malbias
de Azevcdo, Paulino Jos.- Torres, Jos Fn.....seo
Mauricio, padre Joaquim M'inoel deOtiTeira 1
AVISOS MARTIMOS.
Real Companhia de Paquetes Inglezes a
Vapor.
No dia 20
deste mez es-
per-se do sul
o vapor Snlent,
commandanle
Jellicoc. o qu il
depois da de-
lll'ira di costu
me aesuir pa-
ra a Europa :
para pessageiroe ele,, Irala-secom os agenlea Adam-
J011 Itouic j C, na rua do 'trapiche .Novo 11. 2.
Para Lisboa asgue rom a maior brevda le pos-
sivel. o mudo veleiro brigue porluaoez I-iperien-
cla, o qual lem xcelleules cominodos para pa--.
ros : co ni pretender, dirija-e no capilflo a bordo
ou aos runsignalarlaa Viuva Amorm 4 Pilbo, na
rua da Cruz n. 55,
Pira Lisboa sesuir.i no lim do correlo mrz a
barca porlucueza iigeira, rom bou e aeaiades
commodos para passageirda: quem prelender lomar
pa--- mi 111, pode dirigirse ao capilao, na praca do
ciiiiiuo 1 cu, mi ao ron-i'jnalario Vicente Ala
Souza Crvalho, na rua da Cadeia do ltucife 11. 39
; lar.
PARA ( RIO )K JAN-IRO.
O brigue escuna MARA seguir' em
ponen; dias para aquelle porto, por ter a
maior parle de sen .ai recmenlo enga-
jada : p 1 a n resto da carga e escrav 1 .1
[pete, lrala-se cen os consignatarios Ma-
chado o; l'inliciio, no largo da Assembla
n. \l.
Para o Aracaly legue com hrevidade o hiato
brasili ro S rgipano : quem 11 1 mesmo quizer rar-
reaar on ir de p itaagem, dhija-sa rua do Trapiche
n. 17, 011 ao meslre a bordo.
Seauo para o Alen' 1 patacho.Hmulacao aleo
dia 'inulo : nara carao e passaeciros, trta-
le no uoel (ioncalves da Silva, rua
da Cadeia 1.0 Becife n. 39, oa o Iranio com o ca-
pilAo
Mai-anli.lo e Para'.
Sahe m poneos das o brigue Despique de Bei-
rilB, por ler a bordo a maior m carrega-
mento ; para o reato, dirijam-se ao esenptorio do
Sr. .Manuel Joaquim llamos e Silva.
Para n.iraca', ao da 26 de mez corrale, se-
Esl no prlo o compendio do Inslilulones Juris
Cvilis, por li. II). l'idri Walfleck que serve de
lldi.....adeira de Direito Komanp. instilada
de iano n 1 Faculdade de Direilo : subiere!
(oOOOre. pagos naoccasiflo
  • coniniodo dos leubores acadeniicu' enh eaiir-sO' li io is
    folbas impressas de S paginas na livraria da praca
    da Independencia n. li e 8, a proparcao que foreni
    salando do arelo.
    AO PUBLICO MERCANTIL.
    A lo los que conn eu lenhara deixado a patria,
    assim como a mis Brasileiros, entro os quaes c-lanios
    agara vivendo, s3o diraidas eslas palavras de um ho-
    inem queso ve sacriOcado a intrigas c a especula-
    rle no dinheiro.
    lii/.'.M-ine como achas o procedimento de una ih-
    sa commercial qoe attrahe al aqu de muilo longe
    um moco, por va de um vanlajoso contrato, equal
    desia maneira se expOe aos perigos do mar, > asdo-
    encas deumelima eslrangeiro, e dpois o lauca r-
    ra de casa, ollereceiilo-lhe uina in l.-mnisacao que
    porhaixa Gura refusada com esprezo?
    o he esla maneira de obrar ainda mais repre-
    hensivcl, lando moco cnmprldo liolmente com seus
    deveres, e nSo se dando para a-na despedida entra
    rara 1 mais do quo ser 0 aeu ordenado bastante ran-
    de, que o lempo do maior commercio actualmente
    esta lindad e que elle nao son be lisonjear ?!
    lie crivet que so po qual loi feilo belmente, que esia scni valor por nao
    ser feilo em papel sellado, par ser escripia em pa-
    pel de borra Nao compre cada homein de bem
    com a sua gimples palavra'' Nao lem os amos en-
    tregado sena criados, por elle* engajados, jostiea
    aqu em Pernambuco, por lh-s fallarem ao seu
    contrato: E naohejuslo que o rriado lem o mesmo
    direilo qoe o amo'.' Com que. conlianca se eii'-'ajarai
    no futuro, os caixeiros na Allcmanha, se snuherem
    que seut eonlraloi nfioarham respeilo aqni?
    Emlim, 11.10 senle cada um a mais profunda in lg-
    naco saliendo que os chefes de una casa, diante da
    qual as arma', uo consolado annuncam o assento da
    juslica, nilose enverginharam e-palhar pessoalmenta
    cm rasa de um alfaiale c de um e-lal jadeiro biixas
    falsdades, e publicaran) no Diario nm artiao bu-
    zando o nomo de un oulro?!!Juliao Crcmcrs,
    antiga Correspondente dos Srs. N. O. Bichee
    S. JOAO.
    Bollos tic S. Joao ricamente cnlcii idos
    por piveo coinmodo, bons e bem leitos
    pasteudc nata, bandejas de bollos de to-
    das as paIidades, enl.'ilai'as, com ricos
    ramos de allinins, prezuntos de Hambre,
    bollos c doces d'evoa de todas as quidida-
    des, .1 contento: ospretendentes dirijam-
    se ama das Cruzes, casa da estiuina de-
    fronleda praca da Independencia segun-
    10 .indar, ljcco da Pole.
    I'ergunta-se ao aferidor desla cida-
    de'ou a ijiiem suas ve/.es lizer, qual lie o
    motivo porque naoquer re\er. a alerieao
    sein llie dar a quanlia nao marcada por
    lei, e sim aquella que arbitrariamente
    tpter exigir das partes.liu que vollott
    sem rever, por nao querer dar mais do
    que a lei marca.
    Scvla-feira 22 do correnle. depois de finda a
    audiencia do Sr.jui/. de direilo da 1." vara do civel
    se ha de arrematar a ormaco c mais objeclos 1 lis-
    lente oa Inja 11." 25rfa rua do Livramcnlo, por
    execncao do piopielarioda casa.
    Preci'a--- de urna prela cscrava para ama de
    nina casa de punca familia, que faca o servico iuler-
    110 e externo de mesma : a tratar na rua do Kausel
    (aberna n. 11.
    l'oruula-se ao autor do aviso relativamente a
    salla do Sr Mira, so a disciplina, decoro, etc., he so-
    mente alli observado, ou se caire cs-as o otras militas
    que existen) nao havera aluuma dii:na da mesma
    consideracilo. o e.c socio.
    Kosn-se ao J. F. S. J. de vir pasar a Vicente
    Ferreira .i ('.osla, a quanlia de rOg'ititl'rs.
    Ni rua Direila sobrado de um an lar n. 33 ao
    pe da bolica. fa/om-se bolos de S. Jo.lo, de diversas
    rjualitadcse bunios modello.v. eiifciadas com ca-
    pellas ile alliiini', ramos llores : na mesma se lai
    han Icijas de bullidlos laido do arinarSo como razas,
    enfeiladas do bom goslo c baratos wecosj lambem so
    faz. pa'icis de nala, arroz de lete e doi de liidasjas
    quaiidad' -.
    lotera da matriz da boa-
    vista .
    Corre vespera de S. Joao.
    O raulelisla da casa da Fama Anlouio da Silva
    l'iuimiiraes avisa au publico, que a loleria cima cor-
    li 1 2.S !.. correnle, vespera de S. .lio ; por-
    lanlo, quem quizer ver a ana s.ulc luibililo-ae com
    0 seu numei. pas > occasnio h propria, o acharo-
    lo a venda lollieles, meios, quarlo', decimos e vig-
    simos, nas seguales catas : Ierro da Boa-Visla 11.
    IB, rua laraa do Rosario n. 2li, praca da Indepen-
    dencia n. li e lli, rua do Collegio.n. ), rua do
    d.in-il 11. 5. Os seda liilhetes e cautelas solTrcm o
    descont da le.
    (1 amen- que no dia sabb.ido, l(i do ntrenle,
    rondu/iam uosporcoi para e-la cidade. e que na rua
    d 1 Sebo se Ihes ilegencamiiiboii um, fusindo para
    dentro ile um sitio, podem ir recebe-lo no larso da
    1 c inp", sobrado 11. t, que le-n taberna por baixo,
    o qual foi peuado no musuio silic.
    Precisase de urna ama para rasa de puuca fa-
    milia, paga-ac bem : a Iralar no palco do Terco, Bo-
    beado de um andar n. 13.
    No dia 17 do correnle dcsnppareceo urna es-
    moUla, de nome Josepha, de idade 21 anuos,
    levando veslido de alpaca de 1 ir verde o chales de
    (arlalana, sesundu as noliciss anda com mu si I
    desertor do 2.- balaihfo de furileiro: quem de lal
    snubernu pegar, dirija-se ao aterro da B0.1-Vista n.
    07, que ser recompensado.
    OSr. Josc Candida de Carvallo JHedeiroslem
    nina caria na livraria n. li e s la prara da Indepen-
    dencia.
    Carnudo Morcira da Cosa declara que nada
    1-.1. Lima Jnior c\ (.01 aidiia. e p
    procurado uo seu cslabeleciineul, no palco do Hos-
    pi.il n. I(i.
    roca-so una boa casa terrea feita a moderna,
    lem um bom quintal; he batanle trande, na Boa-
    Visla, por oulra no bairro de San11 Antonio ou S.
    Joso : qoem Ihc convier esla troca aniiuncia para ser
    procaradn,
    >"u lintel da Europa d.i-se comul 1 nicn-almcnle
    pai priado razoavel.
    No hotel .1.1 Europa lem 1. vacca 'los os
    d anu a .
    D-se 5008000 at comhfpo
    Iheca ei nm 1 1 asa no h tirro de Santo Antonio : di-
    rijam-se .. rua Nova 11. 9.
    Hnje, 19, as II horas. ie ha de arrematar na
    sala das audiencias, depois d linda a do Sr. Dr. juiz
    de orphgos, iO bracas de terreno de marinli 1, no la-
    gar d 1 .iloloooloinliii. a requeriinenlo da viuva de
    Torquata Heoriqaes da Silva, isim como baver
    leilao dos movis do mesmo (nado.
    Prec sa-se alagar urna ama lona ou captiva..
    para o cr\ ico de casa c rua : na rua do Qnein
    n. 7.
    Dase .1 juras quanlias pequeas, cobre 1
    ''inn e prala : na rua di 1 Agoa i-Verde
    r i"'
    Francisco le Barros Corn 1. escrivlo li atidilc-j
    1 i.1 da rreeoezia do SS. S. do banre de Senu
    Anlouio do lenta da cidade do Berife de l'er-
    nambnro, luiviiiudc da lei eir.
    Certifico ser o Um ar dse leaaaei padMai por rer-
    lida 1 da ihcir e forma seguinle :
    Termo de declararlo.Aos _N i.:- do mez de
    maiode 1S.">".. nes'a cidade do Recifc de Pernambuco
    cm a rua das l'.ru/. -. rasa da residencia de Eduardo
    da Cufia lllivcir, onde foi viudo o sub lelrtadnsup-
    plenle da regoezia de Sanio Anlouio. a Dr. Jos da
    Cesta Honrado, reaaige aaciiela do bm car;o. a
    Precisa-se do um cefixeiro habilitado para um clmmado do meaano vlnai.l 1 iiiivrira, ah
    armaiem ibjfazeadas : a Iralar com Barroca & Cas- ..... c|i,.,., r-------rT J-TiTrlimnJan abaln a.sic-
    tro. na rua da Cadeia do Kcrire 11. i. -. "*
    - oiie chande e em |iciisn denla, e
    Offeftce-se um bomem para feilor de um sitia, Kndo necessario para dewarsode sua conscicix-.a
    o qual d. liad'r a ada conducta: na rua de Apolo t 1,
    n. .1. |e poder oblcr a h cU|p.u.decl.irava
    ., 1 litre eexpontaneamenl". vstoromn sevia am
    Precisa-so de ama ama que saina bem enaatn- ,,- 1
    marecozinhar.p ra servico de portas, a dentr, derradaja. instante de o. vrda. q
    ra nina casa de poma lanaiia : na rua a- Cru/ :;.
    2s. 1 rimeiro andar.
    0 arrean- imposto dc por
    1 sobre o consumo das aguaa-arden-
    tes do munici[)io do Itecif'e, para evitar
    cusas i,1/. gciente a lodos os contribuintes
    do referido imposto, que ate o dia "() do
    correte vetaban] pagai o qoe se aeham
    deveudo, lauto o vencido como a vencer-
    se at 0 |)ia/o cima marcado, licando
    certosqiic, lindo o dilo prazo, se procede-
    r de coiilorinidadecom o regula men lo
    que rege este imposto.
    Dcappareceu da rua das Crines n. '.. urna e-
    crava de iiome .Toauna, que represen. 1 !l> aunas,
    ....."i e um punco mura; levou \ slido velho e
    P 111110 1.1 costa tambem velho : quem .1 apprehender,
    leve a 11 dila rasa, que ser recompensado.
    Boiibaram em dias do mez pastado um telonio
    da palele iiiulcz do n. pe le-se aos
    stnhoics relojoeiros uu a oulra qunlquer pe-
    quem l'or olieron lo, de o tomar e levar a rua do
    ( i'-po. h.ja 11. 16, que sera zratilicado com loda a
    generosidades
    Lstabecimentok de caridade.
    Os 1 hilbeles inteiros na. .Isii. i:1:, isa;,
    Wi'JO da iiilima par" :. da 1;. 1 lulo i
    matriz da Boa-Visla. a melade dos premios que san- '
    rem pertencem ao h.ispial Pedro II.
    Os abaixo assijuailos declaram que disaelveram I
    elmeatea saciedade quelinham no armazem
    deauucar e esenptorin, situ n rua da Cruz e do
    Bru, sob a lirma commercial de YVanderlej
    m.o, Pican lo a cargo de ambos a liquidarlo do acli-
    voepassivo da mesma iriedade. Becife -"> de junho
    de 1BV).I cente Mcndes 'landcrleg, Mi da Cu-
    nha llaiiilerlc]/.
    O abaixo assigna lo respeila sobremaneira a su ,
    ifliilhn D.Thereza Adelaida de Siqoeira Cavalcan-
    li, com a qual casou-se de muilo livro vontade, e
    depois de por ero pratica sai nucios de urna 01
    superior, para Iravar com ella uina disCUSsSo <
    d'i/o'd pelo pelo. Fica.lo, planlo, -- su respoa-
    la as aggresses que lito fazem em nome daqoella
    .senhora, c loda discu "S alies, 'v :n cu nem minha malla r
    no. podemos considerar separados, sejam quaes fo-
    rem as intrigas para esle din empreadas. Aeredi-
    lo mesmo. que roafa indo-mj mulher, debalde pro-
    ruram ron!, ir-me 09 fithot e n li ,11ra.Antonio Car-
    111 Pereira tf Burgo r \ ion.
    libad. Leopoldina Mana da Costa krugef havia en-
    dossadoumal lira de qaalro coates e ..docentes
    mil reis, ruja ledra como mo podase ler vi^or,
    visto como ella como viuva qu. he.'n.'io pedia ser
    ei. lo"..ole. :;. i'-un arceilaiiie, inulih-ara elle de-
    elarante aquella, c Ihe apraaMara urna oulra pura
    qoe ella acrcila'se, ao que illa sa>Beaara, e nada
    haiivoquc pn.les-o convencer aie-lo, em conae-
    queneia do que houvc alsoeaa que se o(lerecee
    para Ihc falsilicar a Arma, o que de relo fe fir-
    mando a lellra de igual qoanda, que tara descon-
    tada, e para cm mao de Malbias Lopes da Coala
    Usa, que boje acriolla a referida sua r un hada para
    haver de se pagar da quanlia constante da lellra qne
    descoulou, assim romo lambem deetarava que a lel-
    lra que elle declarante havia descontado a Joaqoim
    I exeira Peinlo, firma ia e aereita por Malbias \jm-
    pes da Coala Maia, luuran lo como tarcanla elie de-
    clarante, era lambem fal-a, cujas dcclarares elle (a-
    zia livro c exponlauearoeata*
    E para rmislar maudou u Dr. -ul izer e
    presente (crino, em que cu assignei ceai o derla-
    r.ailc, c leslcniun'nas prccnles depois de IkJo.
    Eu Francisco de Barros Con 1 a escrevi.
    rasca Oourai1).Eduardo da Cotia Oliceira.
    I Antonio Teueira dos Santos.Joaquim Teixeirm.
    ; l'ei.roto.
    Termo de declararn.Aos I das do incide ju-
    nho de I8J.1, ocia enhile de Becife de Pernambuco
    cm .1 roa das Ci azes. c isa da 1 le Eduardo
    da Costa Olivcira. onde foi v mdc o subdelegado sop-
    plcule da frcuue/ia de Sanio All uno. o Ilr. Jone da
    (.osla iluurado comigo cscrivjo de seu cargo, a cha-
    mado do mesmo E luardo, afim de ratificar a dcrli-
    r^i;ao que Alera a rsped ule uina ledra arcada por
    | elle Eduardo, acceda por D. Leopoldina Mari da
    Cesta Kruger, edaaoeatada a Malhiaa l^ees da Cesta
    Maia declarava, que a letlra he da quanlia de qua-
    Irn ronlos iiiteeeatos e oitetMa til res, e na de
    qualro contos e oiloccnlo- mil r 1-, como declarara
    primcirainenle, e que receliera do mesmo Malina-
    pauta n >, ote dea rdb 'm desconttssa
    taffra, sendo un roldo e lano em .uheirp, eo res-
    I inte em descont do que elle declarante ja dcvia o
    mesmo sendo que na ocrtsia do reeeW-
    meni '.lira para Ihe passar um papelea
    , recibo em que Ihe decl r"-e 1 inressiraente ler re-
    Idade, ha dous sidos vasios, propraja para (aviado- ,,...,
    - rs., rujo pape| elle declaran!o el:-eliv menle.
    ' I em 111 ie i" l' i' II lo Malinas
    l.op da Cosa Maia, no sentido i'in que elle dc-
    Ic acaba de expender, e qaeeaa ludo o mais
    ralilicav,, ; rmii- nao diste
    c assignou com o juiz c le.leiiiunlias presentes.
    Ba i 1 i-co de Burro. I. moa, c- rvio o escrevi.
    Costa Domad".l-i'.u irdo da f'..(a OHrrtra.Jo-
    aquita Pacheco da Silra.Antonio Bazilio am
    .Joaquim Teiccira l'r'.rota.
    nenleiro do fallecido Joaquim Jote Ferrei- Nada mais se conlinha em ditos termos aqoi iraas-
    ra, declara qoe lendo requerido para serem citados criplos, que bem c liclmenlc tirei por rerlido do
    por caria de etfitos os devedores por ledras acedas a : pr,,r0 riginal. que (ira em meu p.der e escriplo-
    lavor do mesmo fallecido, por engao foi contempla- ,
    donamo-ina rclacao o reverendo Sr. Fr. Lino do "" ""tn,i me repo-lo. e va. na v. rdade sem cou-
    Monie Carmello com a qoanlia de 73j(280 ; e como sa qae dnvi la !.u;,:. por irain rsrriplo e assicnado
    esle Sr. nao devo .10 mesmo casal qoanlia alguma, nesla cidade do Becife de Peruambiicn.. aos 19 dias
    do imz de junhn do anuo do nnscirrenlo de Neaao
    Senhor Jess Cluido de IKVi, Iriiesimo quarlo da
    adeaeia e da imperio do Brasil.O escrevi e
    11 cm ti do tardada.
    / lanrisro dr llarrm Corroo.
    Precisa-se alugar urna casa Ierre no bairro de
    cida
    res, leudo r. 1 la, senzalas, e'cem propor-
    <.'!' para 1 iz pies de assucar,
    do de ; I ma 1 loduei io : quem prelender qualqUM
    delles, pode diiTgir-se 1 mesme eogenho, a iralar
    com o proprietano dos meamos.
    0 juros com hypotheca cm una
    casa lenca u \ Boa-\ sfa ou S mo Antonio : a quem
    convier. drija-so Boa-Vista, lalierna :. que
    lira quem da.
    Jos.; h Calvim retira-ae deata provincia.
    Manoel Joaquim Ramos eSih 1, na qnldadc
    aprcssa-.se a lazer esta declaracflo.
    LOTERA DA HATBIZ DA BOA-
    VISTA.
    Aos :()0.s)()0, 2:000.^)00, 1:000,00(1.
    As rod 1- da ullim .arla da .1. e primeira da li.
    da matriz il.i in.'i-Yisia an am no dia 1 do rorrele
    im*. Os lulhefei e raule.as do cantelisla Anlnmo Sanio Anlouio. cujo aluaucl nao eveeda de liriKIO
    -lose Rodrigues de Sonza Jnior acham-se .1 vii.da por mez; 1 :a-s li m zes 00 I anuo adiaXado :
    nas tojas da praca da Independencia ns. ^ i, ja, i:> c quem liv er snnuo
    4 oas.
    . rua do Qucimado 11. 37 A, aleo da BoT-Vls-
    la 11. i A, e nas oulras do ceetume. Os arai bilhc-
    les inteiros n.lo solreni o descont dos s por cenlo
    nos tres premios grandes, o qual desconlo su he ap-
    plieavcl as suas cautelas.
    Bilhelci .">.->SO Recebe por ulero
    Meios ;',>S0) o com descont
    lluarlos 1,-sf-IO o a
    Oitavo' Tlll 11 ),
    Decimos titiO n >,
    Viaealmos :im
    Oine-iuo cauleliata declara, que apenas so ul 1
    a pagar os S por cenlo, ,v, le nos premios grandes
    ouesahirein em seus hilbeles in'eiro-. em orisinaes,
    devendo o possuidor do bilbelc receber do Sr. thc-
    soureiro o seu respeclivo premio.
    2:76ttjO(X!
    Os abaixo assisnados, dono? da loja de ourivr na
    1 ua !a Clnica 11. II, confronte ao pateo da matriz
    c rua Nova, I ;/ 111 publico, que esli sempre sorli-
    h mais ricos e melliores ifuslos de todas as ol^as
    1 de ouro necessaiias, lano para enboias, romo para
    use meninas, continuamos preces seesmo ba-
    ratos romo tem sido ; pasanr-se-ha uanjk conl com
    rcponsabiliilade, especificando a qnalioane do eu-
    li a 1S quilates, brando assim garaolido a
    comprador se apparecer qnalqaer du
    Scraphin, \ Irmo.
    Precisa-se do um feilor purluguett 'le enlen-
    horla e jardim, para um sitio pcrlo da praca :
    quem esliver neslas circumslaiicias, procure para Ira-
    lar,na rua da Cruz,escriploro n. iO. ou no llangiiia
    nho, sido junio a capilla de S. Jos.
    O Di. Franca! la Bapti-la, nilo poden-
    do desp'di' nenie de lodas as pessoas de
    sua amizade cm ronsequciicia da presteza de sua
    viageiu para o Bio de Janeiro, o faz pelo prsenle
    annuncio, ulTerccendo a lodosos seus amigos 09 seus
    servieos na corle.
    Cozinha-'c para loo pes oas, com muda per-
    feicSee a no(ode seos dunos, la/ le S.
    J0S0, arroz de leile bem fcilo c entelado, c mais o
    ule a coziuba, e prometle-9 -
    lisfazcr aoe fpie se disnarein procurar, e por pt
    coinniodos : quem pretender, dirija-se .i rua da
    dre de Dos n. 36, que se dir quem quer cozinhar.
    'Pelo prsenle sao convidados a reunir-
    codaistono a \. O. i', de S. Fian asea lodo, os ir-
    rrulos n n c ". alim de Ira lar-so a respailo da fe-la
    lie- ira a Senh ira da \. ni 1
    avisinha o .lia ue sua solcmuidade. He
    para qoe san chamados, o alm disto os relia
    lenlimenloade quo aso lodos faz esperar
    que nao so neuarao a aprcscnlar-se no dia JI do
    corrcnle, pelas 5 horas da lar j.
    O irmao ni (slre.
    0!Terecc-'e una mulher de boa conduela para
    ' servico d" rasa de um lioiiiem olteiro, ainda ines-
    ira um sitio pcrlo da praca : quem quizer. di-
    rija-se a Boa-Villa, becco dos I'eireiros n. ,1.
    Lasa da aferirao.piteo do Terco n. 1(.
    O abaixo as.iiuado faz ver a qu >iu inferossar pos-
    sa. qu" a re\i-.1.i liu.li-ir-'e-' 9 do corren-
    le, segnn lo o di'poslo no arduo 2. titulo 11 '.'
    turas iiiiiii ipacs. e que lindo cale prazo iurorrerao
    os nuilraveiilores nas penas do maanio arli_ |e-
    cifo IU de junho de .
    /vi da silva G*
    \'-.?~r prmeiro andar do sobrado da roa
    do Padre Floriann 11. 71. com Comino los para
    na ramilia : quem pretender, diiija-se
    Carmo 11. !'. prmeiro andar.
    ^^%^v\%
    SOBKF
    AS INSTITUID) iiS DE DIIIEIIO CIVIL,
    POR
    WALECK.
    Esla olira muilo concnea p.ra que os esladan-
    (cs do piimeiio auno ,].i I \(.l I l'ADK Dh M-
    REITO, mellior pi.s-am rouqireherdrr B preler-
    ci.es .le sen dianivimo lente. Sobsereve-se na
    prara da Independencia luja de livro' n. (i a s. prc-
    jo l(i-iii'i r-.. e -lim a primeira folha lega qoe
    gnatoras cb :ucm para oUuV da impreM**
    do voliimc.
    O procurador da cmara mMcipall
    desla cidade, avisa a I" -tas < n-
    11
    par.....'cmiterio pubiic 1, que ach
    ia.s ulei.s no pa. 11 .1.1 uti
    mar, na 11.1 Nova, (i.s.ie al 9 Imiasdn
    manlifla as da larde," par viar-*e
    promptn a ledos pie p. ira-
    retn, c :>os dias de^jii'i il 1, 11.1 rua .1
    1 lenca 11. I I, as incsmas
    lluras.
    GQLLEfilO PAKAHENWOS, IM \V.\-
    DSBbCK, SUB RBIOEIIAN-
    LBl
    O abaixo u*sisnade lem a !
    eo, que mu-lea o sen colleai 1
    Uainhuruo
    . A silua-
    c.io do ln_ m lave I d I d'.il-
    .11 imbu '. e a .!i
    le o uo/" lodas
    iim como da iiii|o--ibiiii: lea dan
    -:o, meni-
    nos na devem 1 *. e
    ue,101 em ;
    Alnga-se oo troea-ea-um sobra lo di ra o seu bem 1 me
    ', por oulro mi atimeii
    1 lo ou da'Crii/e- : '""' ccoui,i|Ju..
    . par o coi
    primeirn andar, que se di : anliuui.la-
    ... .,,, ''"" i'bilo'ophia. ele., 1 asnera e estad
    : Tueopinio seiimiaii 1 i ^siento c
    ini| el..111 coi ; I oro
    Joaqun) da : ..va- 'or prefine ni ns 011 menos, ii-i
    inicie--;; p se, que I idos os em-'. a i '~aso e dese-
    lla Silv.....loveis, s'-mn esio
    geilos ao pagamento dovue el lemos raaai -pessoas que
    naof leo -......111 too*, 1 -ni qu ilq iei. queiram d 1
    forma di .izo do annuneianle, por ser nm dos melliores i.a I
    que praletla mar d le, nullllleandO qual- ino-nn. a dar toda as infnna .' .1 o, 1
    ipil renda ou dispoaieSi ns, na rua -11 1 inz .). In.
    MUTILADO


    ario se praiCB9, YERga ftm 19 ue junhuoe \m
    Precisa-se de urna preia escrava para o servir
    interno o externo ile ama casa de 2 pessoas : quein
    livor para alosar, dirija-se cocheira da Iravcssa da
    ra Helia n.*2.
    No dia 1!) do trrenle, depois da audiencia dn
    Si. Dr. juiz de ni pilaos, na sala da mesina, leni de se
    ellecloar a arremalaro de rr?hda animal do sobrado
    de 2 andares da roa da Moda-n. II, a requcrinieii-
    lo da lulura dos orpliaos do finad Antonio francis-
    co dos Sanios Braga : lie a ultima peara : os prelen-
    denles apparecam que o prec he comifludo, vista
    da boudade da propriedade.
    MA5SA ADAMANTINA.
    Ra do Rosario n. 36, secundo andar, Paulo Gai-
    1 enoux, dentista francs, chumba us denles com a
    malta adamantina. Esa nova e maratlhosa com-
    poSJcSofem a vantagem de encherscm pressan dolo-
    rosaledas as anfractuosidades do dente, adquirindo
    cm poucos instantes solidez igual a da ped'ra mais
    dura, epi>rmi do! com a forma e a cor primitiva.
    Lm consequencia de nao ter appareeido lici-
    lantcs as rendas dos predios nbaixo declaradas, por
    sso to de novapienteT praca para serem arrema-
    tados em hasta publica, na sjla das sessoes,do conr
    seibo administrativo do patrimonio dos orphos, uos
    dias 12, 15 e 19 do correnle mez, e por lempo de
    um anuo, a contar do I.- de julbo prximo fuluro a
    10 de juuho de ls."(i, as rendas dos seguinles pre-
    dios, a saber : sala e loja da casa n. 1 do largo do
    Collegio ; ra das l.arangeira*, casa n. 5 ; roa do
    Hanuel n. I. ; ra do Pires n. 1:1 ; roa da Madre de
    Dos ns. 22, 21. 27. 33, 34 e 36 ; becco das lloias ns.
    3", 38 e 39 ; ra da Lapa ns. 40 e I ; ra da ftfo-
    da us. 45, i(> e 7 ; ra do Amorim ns. 48, 50, 52,
    51. 55 e 'Ki: ra do Axeite do Ptite ns. .'."I e 62 ;
    ra do Bureos ns. 68 c 69 ; na do Vigario ns. 71,
    72 e 73 ; ra do Encantamento ds. 7-..75 C 76, e
    loja ti. 76 ; ra da Senzala Vclha n. 7S, 79, SO e
    81 ; ra da Guia ns. 83 e Si; ra do Trapiche n.
    8S ra de Fura de Portas ns. 98, 99 e 105 : silios,
    om em Parnameirim n. 2, oulro dilo na Mirueira
    n. 4. Os licitantes com scus fiadores, liajam de
    comparecer no lugar indicado, c as 10 horas da ma-
    nhfia dos mencionados dias. O secretario,
    Manoel Antonio l'ieqas.
    Desappareceu do Brejo do Fagundes no dia 29
    de maio do correnle anuo, |um cabra dn nome.Man-
    ricio, com signaes segninles: altura e corpo reco-
    lar.cabellos carapinhos,olhos crandes.rosto redondo,
    nariz grosso, com falla de um dente na paite supe-
    rinf, e sen barba, roga-se aosrapiles de campo a
    appreheusao do mesmo, podendo dirigir-se ao Brejo
    do Fagundes i Manoel de Farias Leilc, ouarua
    Novan.1:l a Antonio Koberlo, que se recompen-
    sara.
    EDCACA'O DAS FILHAS.
    Enlre as obras do grande Fenelon, arcebispo de
    Cambrav, merece mui parlicular mencac oiralado
    da educacao das meninasno qual esle virtuoso
    prelado ensina cbmo asmis devem educar suas fi-
    has, para um dia chegarein a oceupar o sublime
    lagar de mai de familia ; lorna-sc por tanto una
    necessidade para todas as pessoas que desejam gui-
    a-las no verdadeirocaminho da vida. Esl a refe-
    rida obra Iruduzida em porluguez, o vende-se na
    livraria da praca da Independencia u. 6 e 8, pelo
    diminuto preco de 800 rs.
    CONSULTORIO DOS POBRES
    SO &UA NOVA 1 UffllAB 50
    O Dr. I'. A- Lobo Moscozo di consultas homeopalhicas todos os dias aos pobres, desde 9 horas da
    manhaa aleo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou uuite.
    Offerocc-se igualmente para pralicarqualqner operara de ciraraia, e acudir promplamenlc a qual-
    quer mulhcr que esleja mal de parlo, e cujascircumslancias nao permitlam pasar ao medico.
    M CONSULTORIO 00 DR. P. A. LOBO HOMO.
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    VENDE-SE O SEGUINTE:
    Manual cmplelo de me.ldicina homeupalhica do Dr. (i. 11. Jahr, traduzido em por
    tuguez pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous c acompanhado de
    um dicciouario dos tormos de medicina, cirnrgia, analomia, ele, ele...... 203000
    Esta obra, a mais importante de lodas asquetratam doestiido e pratica da liomeo .uliia, por ser a nica
    que rontm abase fundamental d'esta doulrinaA PATHOGENESIA OU EFFE1TOS DOS MEDICA-
    MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAI DEconhecimentos que nao podem dispensar as pes-
    soas que seqoerem dedicar i pratira da verdadeira medicina, interessa a todos os mediros que quizerem
    experimentara iioulrina de llahnemanii, e por si meamos se convenceren! da verdade d'ella: a lodos os
    fazendeirosesenborcs de cngciiho que estilo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos ca pitaes de navio,
    qne urna ou oulra vez nao podem donar de acudir a qualquer inrommodn seu ou de seus tripulantes :
    a todos os pais de familia que por circumslancias, que nm sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
    dos a prestar in continenti os primeiros soccorros em suas enfermidades.
    O vade-niecum do homeopatha uu traducan da medicina domestica dn Dr. Herios,
    obra lamliem ulil s pessoas que se dedicam ao estudo da homeopalhia, um vol-
    me erande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 10(000
    O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele., ele, enrardenadn. 33000
    Sem ver.huleiros c bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na urlica da
    homeopalhia, c o proprfetario desle eslabclecimenlo se lisongeia de le-lo o mais bem montada possi\el i
    niiniuem duvida boje da erande superioridade dos seus meiliramentos.
    BolicasJ 12 lobos grandes..................... 88000
    Bolicarte 24 niedicamcnlos em glbulos, a 10J, 12-tJ e 159000 rs.
    Hilas 36 dilos a................, 209000
    Ditas 48 dilos a.................. 259000
    Ditas 60 ditos a................, :M-:UO0
    Dilas 14* dilos a................... 609000
    Tubos avulsos........................ 19000
    Frascos de meia onea de lindura................... 2j000
    Ditos de verdadeira lindura a rnica................. 20 Na mesma casa ha sempre i venda grande numero de Inbos de rryslal de diversos lmannos,
    vidros para medicamcnlos, e aprompta-sc qualquer cncimiiicnda de medicamenloscoiu toda a brevida-
    rle e por preeos mailo rommodos.
    ? .LBLICACAO' DO INSTITU) H0-
    MI 01'Y lili 0 lili BRASIL.
    TIIESOURO HOMEOPATIHCO g
    ou W
    VADE-MECl'M DO $
    HOMEOPATHA. <)
    Melhodo conciso, claro c seguro de cu- (^)
    rar homeopathictunentc lodas as molestias ,,*
    que affligcm a especie humana, e part- )
    eularmenle aquellas que relnam no Bra- &l
    sil, redigido segando ns melliures trata- ,"^
    dos de homeopalhia, lano europeos corno \fi)
    americanos, e setundo a prupria experi- (/*,
    enca, pelo Dr. Sabino Dietario l.udger ^'
    Pinho. Esla obra he boje ri con herida co-
    mo a melhor de lodas que Iralara daappli- (,
    Cacjio homeopathica no curnlivo.das mo- ^1
    leslias. Os curiosos, principalmente, nao (Si
    podem dar um passo seuuro sem possui-la e a
    coasulia-la. Os pais de familias, os senho- W)
    res de encenho, sacerdotes, viajantes, ca- ,
    pitaes de navios, sertanejoselc. ele., devem
    te-la i mao para occorrer promplamenle a
    qualquer caso de mnleslia.
    Dous vcluines cm brochura por 10-000
    I u encadernados 119000
    Vende-se nicamente cm rasado autor,
    roa de Santo Amaro n. 6. (Mundo No-
    I vo).
    S 4. JANE, DENTISTA,
    9 continua a residir na ra Nova D. 19, primei-
    Ct ro andar. ^
    Novos livrosdc homeopalhia mefrancez, obras
    lodas de summa imporlanria :
    ilabiiemaun, Iralado das molestias
    lililes............
    Teste, iroleslias dos meninos.....
    Ileriug. homeopalhia domestica.....
    Jahr, pliarmacopra hnmeopalhica. ...
    jahr, novo manual, 4 vulumes ....
    Jahr, molestias nervosas.......
    Jahr, molestias da pelle.......
    Bapo-,1, historia da homeopalhia, 2 voUhncs
    llarlhmann, Iralado cmplelo das moleslias
    dos meninos..........
    A Teste, malcra medica homcopalhica. .
    He l'a\olle, doulrina medir humeop*atlii Clnica de Slaoneli .......
    Caaling, verdade da homeopalhia. .
    Dircionario de Nyslen.......
    Alllas completo ile anatoma com bellas es-
    lampas coloridas, cnulcndo a descripo
    de todas as parles do corjio humano .
    vedem-se todos estes livios no consultorio hnmeopa-
    thicu do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
    meiro audar.
    e @t ee# -'
    ebronioas, i vo-
    . 909000
    . 69OOOI
    . 79OOO
    . 69000
    . 169000
    . 69OO
    . 89OOO
    163OOO
    lagOOn
    89000
    "80(10
    69000
    4JO00
    10>(KX)
    30?KK)0
    9)
    DENTISTA,
    Aviso ao respc:itiivel publico.
    Joilo Lniz Ferreira Kihciru, com padaria no largo
    de Sania Cruz 11. 6, confronte a ftreja, alera do boin
    pSo c bolachas de lodos os tamaitos, se acha muni-
    do de um humera que enlende pcrfeilamenlc de fa-
    zer bolinhos de lodas as qualidades, pasleles, enfei-
    la bandejas psra bailes, amendoas, eonfeitos, e ludo
    mais de sua arle ; por sso avisa o dono do cstabele-
    cimenlo a lodos os seus freguezes, que Vende ludo
    por monos prero que em qualquer parlo, tanto em
    porca"u como a relalhu; assim como na mesma pa-
    llara se fabrica bolachinha de araruta muito bem
    fcila, hiseotos, fatias finas ele.
    Precisase de urna prela escrava para ama de
    urna casa de familia, que faca o servico interno e
    exlerno da mesma, pagando-se-lhe 320 rs. por dia :
    a Iralar na ra do Collegio n. 3, primeiro andar.
    Casa de consignarlo de escravos, no ra
    dos Quarteis n. 2-V
    Compram-Se e recebem-se escravos de ambos os
    sexos, para se vcndcrcni de eommssAo, lauto para a
    provincia como para fra dclla. otlcrecendo-se para
    silu loda a segurauca precisa para os dilos escravos.
    No hotel da Europa pre:isa-se de um hornera
    que lomeconla doporlilo,dando-se-lhe roupa, comi-
    da, cisa, etc.
    O Dr. Kiheiro, medico pela universidade de
    Cambridge, contina a residir na ra da Cruz do Re-
    cite 11. 19, 2." andar, onde pode ser procurado a
    qualquer hora, e convida aos pobre* para consullas
    gralM, c mesmo os visita quando as circumslancias u
    eiijam, faz especialidade das molestias dus olhos c
    ouvidos.
    0 O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pnho
    mudou-se do palacete da ra deS. Franca- /
    co n.68A, para o sobrado de dous auVf- ?'
    rrn.jLru ole Santo Amaro, inundo novo.' (*
    LOTEUIA DA MAT1UZ DA BOA-
    VISTA.
    Aos(i:00.s000, 2:00.s(K)O, e liOO.sODO.
    Corre indubilavelmenle sabbado, 2. de juhlio.
    O caulelisla Salasliano de Aquino Ferreira Caz
    m icnle ao respeilavel publico, que as suas cautelas
    eslo sujeilas ao descont de oito por cento do im-
    posto dalei. Osseus bilheles inleiros, vendidos cm
    nrigioaes, nao soilrem o descont de oito por cento
    do imposlo geral. Acham-se venda as amules
    loja*: ra da Cadcia do Recif n. 21, 38 c 45 ; pra-
    ca da Independencia 11. 37 e 39 ; ra do l.ivra-
    incnlo 11. 22 ; ra Nova n. 4 e 16 ; ra do Quei-
    mado
    no
    Paulo Gaignoux, dentista franrez,'eslahele
    gi cdo na ra larga do Rosario 11. 36, sesnndo $
    9) andar, colluca denles com gensivasarliliciaes,
    @ e dentadura completa, ou.parle dola, com a
    rt presso do ar. 0
    Rosario n. 36 sesundo andar. @
    :v33@855S9SSa
    AULA DE LAT1M.
    O padre Vicente Ferrcr de AII)iK|iier-
    t|ueinudou a sua aula para a ra do Itan-
    {;el n. 11, ondeconlinua a rceber alum-
    nos internos e externos desdeja' por m-
    dico preco como lie publico: quem se
    quizer ublisar de seu pequeo presthno o,
    pode procurar no segundo andar da refe-
    rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
    Esl a sabir a luz no Rio de Janeiro o
    REPERTORIO DO MEDICO
    HOftIEOPATHA.
    EXTRAHIDO DE ROFF E BOEX-
    NINGHAUSEN E OUTKOS,
    u p^sto em ordein alphabetira. com a descriprao
    abreviada de lodas as moleslias, a indicaran physio-
    logica e Iherapeulira de lodos os medicamentos ho-
    mcopathicos, seu lempo de acra e concordancia,
    seguido de ura diccionario da signicacao de lodos
    os termos de medicina e rirurgia, c poslo ao" alcance
    das pessoas do povo, pelo
    DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
    Subscrcvc-se para esla ohra no consullorio horneo,
    paihico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. :>0-
    primeiro aDdrt por j-^WO em brochura, e fcOUO
    cucailcmado.
    RAPE GROSSO, MEIO GROS-
    SO E FINO.
    Viuva Pereira da Cunha, encarregada
    da venda deste rape, avisa a seus fre-
    guezes que o deposito se aclia prvido de
    lodas estas qualidades, e que para mais
    commodidade acaba de estabelecer um
    oulro deposito na ra de Apollo, aima-
    zem 11. 2, onde poderao encontrar lodas
    os mencionadas qualidades ao preco ja
    estabelecido, de l.sSOo grosso e 900 o
    lino, de. libras para cima.
    Aluga-se tima loja na ra do Queimado, "on-
    Ir'ora l'raciuba do l.ivramenlo n. (i'J : a Iralar na
    ra do (.ahupa n. 1 C.
    COMPRAS.
    A Boa Faina.
    Na ra do Queimado loja de miudezas
    da boa fama n. 33. vrodem-w as miudezas abaiso
    mencionadas, c alem dessas oolras inuiliesunas que
    avista dos seus preros muito hlalos, jiao deinmde
    fazer nanita coala aos amigos do bnm e baralo, as-
    sim romo boreleiras e ma*cates : linhasdc novello
    ns. 50, 60 e 70 a i.-100 a libra, hiilOea para camisa
    a 160 a Rroza, filas de liuho brancas a 40 rs. a pe-
    ca, linhas de carrilel.de 200 jardas de 11. 12a 120 a
    70 rs. o carrilel, colxeles fraucezes em carine- a SO
    rs.; linhas de peso a 100 rs. a meadinha, dilas mai-
    lo linas para bordar .1 160 rs., litas de seda lavradas
    de lodas ascoresa 1211 rs. avara, linhas de marra
    Mal e encarnada mullo lina* a gil r-. a caixinha
    com 16 novellos, dilas mais grossas a lo rs.. lanii
    linos envernisados a UU rs. a dada, dilos mais
    ordinarios a SO rs. a doria, dedaes para seuhoia a
    IIMI r-. a dozia,caixas para costuras de senhora a
    i-. 39 e 39500, dilas par joias 1 300, 200, 120 e 80
    rs braceleles encarnados a 400 rs., pennas d'aco
    muito finasa 610 rs. a groza, palitos de fogo a id
    rs., a du/ia le m cinhos.raparho- pinladus a 640 rs.,
    beogaHiolias de junco cora bonitos cantees a ."1O11 rs.,
    penles para alar cabello a 1*500 a duzia, papel al-
    maco muilo l,om a 23000 a resma, dilo re peso pau-
    lado a 39600, micangas miudinlias a 10 rs. o inari:,
    dilas niaiores e de lodas as cores a 120 rs. o maro-
    suspensorios a iOrs. o par, grampas a ii!) rs. o mas-
    sinlio, alliueles a 100rs. a carta, pedias pira e-rre-
    ver a I2"l rs., boloes linos para ralea a 280 rs. a gro-
    za, brinquedoi para meninos a 500 rs. a caixinha,
    meias brancas para senhora a 2iO rs. o par. linas
    de lorcal tazenda superior e com borlas a 800 rs. o
    par, ditas de algodo, branca, para homem a 210
    rs. o par, escovas linas para denles a 100 rs colhe-
    res de metal para sopa a (SO rs. a du/ia, espetaos
    com molduras douradas, fazenda superior a 120 e
    160 rs.. espedios de capa a 800 rs. a du/ia, lesouras
    para costaras a 13 rs. a duzia, caivetes de 2 folhas
    para aparar pennas, fazenda superii r .1 240 rs., lu-
    fas de seda prelas cun palmas de cures a 500 rs. o
    par, dita- e alsodao de cores raoilo linas para ho-
    mem a iOOrs. o par, aculheiros de melal rom asn-
    illas roosa superior a 2(1(1 rs. torcidas para (andieiro
    do numero que o comprador quizer a Si) rs. a du-
    zia, livelasdouradas para calca 0 rllele a 13) rs.,
    pellica de baleia para alisar a 280 rs., dilos lini-si-
    mos para atar cabello a 1*280 rs., esporas finas de
    metal a Si) r-. o par, chicles linos a 800 c 1> rs.,
    abolladuras para cohetes rousa superior a 400,'."iDO,
    600 e Sil!) rs., Iraneellins de borracha para relosios
    a 100 e 160 rs., caiiinhas com superiores agulhas
    francezas a 200 rs., meias de seda pintadas para rri-
    anras de I a anuos, a 1*800 rs. o par. .ilas piu-
    ladas de lio da Escocia de bouilos padrdes a 250 e
    100 rs. o par, trancas de seda de lodas as cores, li-
    las finissiinas de lodas as cores, biquinhos de algodao
    c de liuho de bonitos padrdes muito linos, leso'uras
    o mais lino que be possive! encontrar-so c de todas
    as qualidades, luvasc meias do lodas as qualidades,
    c ouiras mailissimas eoosas, ludo de muio goslo c
    boas qualidades, e por precinlms que mulo agra-
    dara. Esla loja he bem eonheoida, nilo s.i por ven-
    der sempre.'ludo mais barato da que em oulra qual-
    quer parle, como tambera ser nos quatro cantos ad-
    anle da loja do sobrado amaiello, e para melhor ser
    condecida lem na frente urna labolela cora a boa fa-
    ma pinlada.
    A ELLES, ANTES QUE SE ACAUEM.
    \endem-se corles de casemirade|bnm gesto a 2*,500
    1-5 e 55000 o curio ; na ra du Crespo 11. 6.
    Na ra cslreila do Rosario n. 12, vcmlem-sc
    boas cadeiras do Parlo, de oleo e jacarando, assim
    como orandelas de novo chegadas nesle mercado, cu-
    jas cadeiras (em para todo prero, de 2*000 at 73000,
    urna cama franceza muito rica, fcila cm Taris por
    novo melhodo, tambem se alogim cadeiras em pe-
    queas e grandes poreOes.
    Yendc-se urna carrca com um boi : no sillo
    do viveiro do Muniz.
    Yende-c nina das mais elegantes rasas de so-
    lirado ediliraiia lia 1 nuco lempo, sila na estrada de
    S. Jos do Manguind, a qual lem todas as roinmo-
    didades para familia, cocheira, estribara, silio com
    muilas frurleiras e liases [ele. etc. : a Iralar na ra
    da Cruz 11. 10.
    Y'.MIO CHERRV EM RARRIS
    !".tn casa de Samuel P. Johnston i\.C.,
    ra da Senzala-Nova n. h'2.
    BARATO iDilim.
    COVADO (i.f'iOO.
    Panno fino pretn. prova de liman, aovado (
    corles de colleles de gorguriln e seda, muito fina li-
    zenda, pelo diminuto prero de 2*400 o corla : na na
    do Queimado 11.:!:!. luja junto 11 da I ama.
    Ainda se vende um escravn pardo, moco, de
    15 a 16 anuos, ,om ullicin. bonita fisura, est bom
    para pascm ou oulra qualquer oeenpa^ao por ret
    aila intelligenle, e lambein boa saude, bonita phi-
    sionomia, e muito agradavel : ua ra do Kangel n.
    21, a qualquer hora.
    Vende-se milho e arroz rom casca a granel : a
    bordo da barca .ledra, fondiada na rampa do Ra-
    mos. Assim romo 55 envaines de cedi e rehuios,
    por preco commodo.
    BARATO NNC4 VISTO A
    2600
    Rnmeira* de fil e le eambrai, rom lindos Uros
    a 2*600, chales de Ia e seda, liui-sinia fazeuda, lin-
    dse iiioderiios padres a :t-'ilin. lencos de garra e
    seda rom bonitas ramacens a IMKH), chapeos france-
    zes a 6*000 : na ra do Queimado n. 33, loja junio
    a da Varna.
    Vende-se un cwallo que carrega baivo al
    meio, muilo novo e bstanle -ordo, por preco com-
    modo : quem precisar, drija-sc a Selcdade, no silio
    dos lees, das :i horas era dianle, ou annuncie a sua
    morada.
    FAZENDAS BARATAS PARA
    se acabar coiu
    Mmia altenco.
    Vende-se a loj. de barbeiro da roa da Cruz d Re-
    cite n. 13, com lo los os seus pertenece ou sem elles ;
    esta casa pelo sen local est propria para qualquer
    eslabeleciinenlo, as-im como bilheles, l"ja de caira-
    dos, charutos, etc.
    Vende-te nina das antigs tabernas, sita na
    ra da Lingoelan. 10, nimio aliccue/.ad.i para o mar
    e para a Ierra, propria para qualquer principiante
    por lee poneos fondos : queo a pretender, dirija-se
    a mesma para Iralar.
    BICHAS DE I.AMBIIU.0.
    Na ru.i e-lreila do Rosario n. 2. loja de barbeiro,
    vendem-se aos ceiosc a retalho bichas do llambur-
    go, chegadas pelo ullimo vapor da Euro| 1.
    Vende-se um ptima sitio com ama cscellenle
    casi de sobrado com lujas repartidas, coalendo 2 so-
    las, 1; quai ios r cozinba lora, e no sobrado 2 salas, i
    gabinetes, 2 alcovas, 6 quartos inclusive urna erande
    dispensa o eozinha fra, leudo a rasa 30 palmos de
    frente c 93 de fundo,* u terreno 176 de frente o 700
    de fundo em chiles livres de fiiro. rom um grande
    vtvelro com peii's c arvoredbs fructferos ele, si-
    tuado era Santo Ama/Mso, fregoezia da Boa-Vista :
    a Iralar na ra do Collegio n. 15, armazem. com o
    agente Borja.
    Ncndcm-sc don pianos abrlaV de
    Na cata de Uebrard c\ BUindin, roa doTrapi-i
    che Nova n. 22, vende-se cite doce franeez de
    II.-1......verdadeira salame de Lyon, muito fresco, Jacaranda',_ toiislrucca.. vertical, e Mal
    assim nono violio de Bordeaos, champagne,cognac,
    ludo poi proco raioavel.
    Imlos os mcllioramcnlo mai* modei
    leudo vindo no ultitno navio le Hant-
    boro: na ra da Cadeia, armazem n
    21.
    DEPOSITO \ IVBIUCV DE TODOS
    OS SANTOS DA BAHA.
    Vende-se em cusa de N. O. Bielicr A Na\ai.mas:a i'iMKMdk ii.x'I kv>.
    C na ra da f.rir/ n i iln-nd 10 li-m- N* '"" ,u Cadeia 4 taril* n. 48, pnmeiru an-
    L. nauta aaui t. algoil.io lian-,,,.,,._ ,,v..ll,1(jM(1 (|i. A( de Ah.-u. ro..u-
    cado daquella lalirica muito pro|in i'.i saceos de assiir.ir c roupa para cscr.i- |^'," r1"1"'n',,'ls '" '' '""'* navalli.i- de 1 fein
    vos, por |>rcco commodo.
    de J. Keller&C;
    pelo hbil fahricanle que foi premiado na 1
    I 11 Ir-. a- quaes ilm re ibirarem evlra/irdma-
    a
    loja
    --- .,.,, ... v ,,, ( iua uu fuel-
    lo n. 39 e 44 ; ra eslreita do Rosario n. 17, c
    aterro da Boa-Vista n. 7i.
    1 Recebe por inleirn 6:0003
    28800 n com descont 2:760
    |1I40 1:380
    18160 .. 1:104
    7l1I b 6'.l(l>
    600 o 5328
    :-!0 u 276J
    Bilheles
    Malo*
    '.'liarlos
    Dttinloa
    Dilavos
    Decimos
    Vigsimos
    O referido caulelisla so he reapontavel a pagaros
    oilo por ceulo da Ici nos tres primeiros premios
    grandes sobre os seus bilheles vendidos em origi-
    naes, logo que Ihu fr apresenlado o hilhele iDleiro,
    nulo o poHuidor receber o respectivo premio que
    ncllc sabir, na ra d Collegio n. I">, escriplorio
    do Sr. Ihetoureiro Irancisco Antonio de Oliveira.
    I'ernambaco. 12 do junho de1K53.
    Salasliano de Aquino ferreira.
    Precisa-se alugar ditas escravas : na
    na de Santa Cecilia.n. IV.
    M hotel da Europa lera salas c quarlos para
    alugucl, com comida ou sem ella, por commodo
    preco.
    No holel da Europa lem comida a loda a hora,
    pelo preco marcado na tabella, um pelisco do 320
    para cuna, cha c torradas320, cafe com leitc e lom-
    Jas320, bife de eebolada 320, dito de grelha 320,
    ">05 estrellados 2IO, presunto de Hambre 400 rs
    peiz* 400 rs.
    Na ra Bella n. I;l, 'precisa-sc de urna nina es-
    rrava, que lalki co/.inliar bem.
    Joaquim Jos.: Dias Pereira declara que arre-
    matoii em leilao de 9 do correte todas as dividas
    activas que deviara a Anloniu da Costa i-'erreira Es-
    ti ella, com taberna na ra da C i lea do Recite, c
    convida a iodos os devedores do dita Estrella, lauto
    da praca como do mallo, para que veniam pagar su
    ao anminciaiile. coma raaior presteza peesivel, aflm
    decvilarcni maiores despezas, poii promellc ler toda
    a conlcm|ilacao cora os que forera mais promptoa
    nos seus pagameulus, poUendo-se dirigir-se ao an-
    uuncianle, no aterro da Boa-Vista, loja n. 11.
    Na na de Aguas-Verdes sobrado de
    um anclar 11. I arniaiii-se bandejas de
    bollos com toda a perfeicSo e iaz-se bollo
    de S. J0J0.
    Precisa-se comprar urna casa terrea, que seja
    as fregueziss de Sanio Antonio. S. Jos ou Boa-
    Vista : quem a liver, dirija-se inspeccao do algo-
    dao, 110 l-'orle do Mallos, a fallar com Ignacio Jos
    \avier dos l'assos, marcador da mesma.
    Compra-sc um prclo bom cozinheiro, que seja
    sadio, moco, bonita figura, e sem vicios : a Iralar
    com Manoel doncalves da Silva, ra da Cadcia do
    llccife n. 39.
    Compram-se rolos de pili.i ou oiticica, de um
    palmo para mais cm dimetro : na fundicao du Au-
    rora em Santu Amaro, e no deposilo da mesma, na
    ra do Brurh n. 28.
    Compra-sc una escrava que saiba cnsommar,
    pozinhar e ensalmar bem, e que seja de boa condue-
    la, nao se olha a idade, mas que n,1o (e-jlia vicios
    nem achaques, paga-sc bem agradando : na ra das
    Cruzes n. 20.
    Compram-se travs de embiriba pre-
    ta com 7)1) palmos de comprimento e um
    emquadro: na ra da Praia, casa ter-
    rea jurto a casa do subdelegado.
    Compra-se prala brasileira ou hespanhola : na
    ra da Cadeia do llccife 11. 5*, loja.
    Comprase um saque sobre Lisboa de 3e000S
    rs. (orlesao cambio, de menos 100 por cento: quera
    la liver dinheiro e Ihc convier, annuncie para ir o
    saque no primeiro vajior que para alli seguir.
    Compram-se os preparas para o Tabrico de ve-
    las de carnauba : quera liver e quizer vender an-
    veSas.'
    Casemiras de cor li/.as e de barra ao
    lado, padres novo, a i.s'OOO o corle: na*
    rua do Oueiinado loja n. 40.
    Vendem-se os nov os elementos de bo-
    tnica por A. Richard, por 5jjl)U0 rs., Ad-
    ditiones aureueque illuslrationes ao quin-
    to livro de rjratica luzitana por Feliciano
    da Cunlia Franca, por lis'OOO rs., Irala-
    do da legislaco civil e penal por J. Ben-
    lliam porlsOO rs., Manual do diretto
    commercial por Bravard-Veyrie'rcs por
    8jf000reis: na livraria da praca da In-
    dependencia u. (i e 8, se dir"
    vende.
    quem
    1EBRE AMAHF.I.I \. #
    Acha-se adisposieo do publico, cm casa do
    0 Sr. f. Q. Rodrigues Esteves, rua do Caldci- 9
    reiro n, 42, um medicamento, que no eslado f
    |p actual da llierapeulica, he o mais elcaz para
    1EBRE AMARELLA. Conhecemos o ve- ffl
    gelal, cujas flores apresenlaraos em tintura @
    mi, por seus eireilo> tlinicos, e por isto acn-
    Mlhamos, quo delle se ase segundo o rotulo j$
    O que leva cada um dos frascos.U. S. C. ;
    1\ SAutorisados por innmeros fados @
    clnicos, declaramos que esle medicamenl
    he igualmente de a.uila ellicacia para osles J
    0 casos: vmica, pneumona, pleuriz, febres
    iiilermillenlcs. soll'rimculos svphililicos, etc.
    @@;8;:
    NA LOJA DA BOA FAMA,
    Surtes pata S. Joo a 40 rs. o papel.
    Acabara de sabir do prclo novas sorles para diver-
    limento desle festejado dia : vende-se a 40 rs. na li-
    vraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
    """ vende-iie urna liberna na rua da Senzala Ye-
    lda n. I.,, a dinheiro ou a prazo, sendo pessoa capaz,
    e sendo a dinheiro viste ocomprador poder fazer
    melhor negocio cora a dila taberna :!a Iralar na mes-
    ma taberna u. 13.
    Vendem-se 2 pipas arqueadas de ferro, do ao
    de agurdenle, 3barris do mesmo, 1 braco de balaa-
    ca de balco, pesos e medidas de falla. l'caUao rom
    vidros ou mostrador para gneros, e outros ohjerlos
    que reslam : na taberna da rua Oircila n. 2, das 3
    lunas da larde era .liante.
    No aterro da Boa-Vista n. xn, vendem-se la-
    tas cm sardinhai franceza-. ltimamente chegadas,
    a .00 rs. a hila, e meias hilas a 480, nozes a SO rs. a
    libra, paisas muscateis mi a libra, cha prelo cm
    macos de meia libra a 900 o maco, muito superior
    chocolale de Lisboa a 10(1 rs. a libra.
    Attencao ao baralo.
    Na rua doCrespo n. 16, loja da esquina que volts
    para a rua das Cru/es, vendem-se castas liai.
    de muito bons padrees o ramada nova a:20 o cava-
    do, -lias bordadas ile muilo gosloesuperior fazenda
    a l9300eada uma, rnrles de barege de seda com ba-
    lados, fazenda modA-nitsir&a. a s.-H)00 o curte, man-
    teletes de seda prelos de cores, e de bellos mode-
    les 69OOO cada nm, lencilm de seda com franja
    a 500 rs. rada um, bros un Imho com ptimos pa-
    droes e fazenda inleiramente nova a li'.n a vara t
    entras muilas 1 izendas, que .i vista do comprador
    se vcuderao por muilo ineuos di que em oulra qual-
    quer parle.
    I de Lisboa, pe-
    rua do Oueima-
    vendcm-se excellentes luvas de lor.
    lo baralo prerq de 1S0O0 ris: na
    do n. 33.
    Em casa dclimm M imsnn & Yinassa, praca do
    Corpo Santo n. 1:1, lia para vender um sorlimeulo
    completo do livros era blanco, viudos de Ilamburgo.
    Ven le-se no lagar das I', irreiras do Bruin. uma
    inorada de casa delaipa cora muilo bonseommodos e
    com eslriharia : quem pretender, dirjase .1 mesma,
    Vendem-se s vaceas paridas, gordas e boas lei-
    leiras: quera as pretender, dirija-e cm Santo Ama-
    ro, 110 silio do Si. major Nascniento.
    Vende-so urna mi lalnha de 13 a 11 anuos de
    idade : na rua da Madre de lieos 11. 36, se dir
    quera vende.
    Vende-se ama escrava qne cozinba, compra o
    diana de uma casa e ensababem: na Boa-Vista,
    rua \ cla. II, 99.
    PIANOS FORTES.
    Bruiin Pracger tv. Companhia, rua da Cruz 11. 10
    recommendam as pessoas de bom gosto, sen escolla-
    do sorliraento ilos melborcs pianos, lano horison-
    laes como Verticaes, qne por sua solida eoiislruccao
    e harmonios,.- vozes, assim como por su.i perfeila
    obra de mao se, distinguen!. Todos estes pianos -1"
    faltos por encomiiieiid 1, escollados e examinados,
    e por sin livres de qualquer deleito que se encoulra
    muilas vezes cm os pirnos fabricados para evpor-
    laro.
    Brins Inusados de puro linlio, de muito' bonitos
    padres a 600 rs. a vara, ditos brancos a 7DO rs..
    "anga ainarella la India a 300 rs. ,1 rovado, setine-
    las decores paracalcas e piUits, de uiuitos bonito
    padrees e co res lizas a 300 rs. o covado, corles o
    muilo bonitas easemiras a 5OOO, cnseminl prela
    muito lina a 20000 o covdo, inerin.i prelo muilo li-
    no a 310000 o cavado, damasco inglez de laa sera mis-
    lura de slgodlo a 300 rs. o covado, chales de chita a
    SIK). ditos de alg idao de bouilos padres a I O. cha-
    peos de sol dea-leas de baleia a 2Q0OO, dilos de as-
    teas de junco a I.7IMJ0. chapeos de sol de seda para
    senhora. fazenda muilo sopen a- a .',-tiiill, chapeos
    presosfrancezes, fazenda muilo superior e do mais
    inodernissimo ansio a 68000, lencos de seda com
    franjas a 2>5200. dilos desda e algodao tambem
    cora franjas a 640, lencos de soda para algibeira de
    bonitos padrees .1 19000, dilos de cambian de liuho
    a 600 rs., ditos de cambraia a 320, dilos de cassa
    pintados a 200 rs., meioschales adamascados, bran-
    cos, de cassa a 320, grvalas de seda 640 e 19000, di-
    las prelas de selim a IjOUO, corles de colleles dese-
    lim burilados a 1)000,ditos de i'u-t.ie, fazenda supe-
    rior a 1^000, chales finos de merino e bastante
    grandes a 8)000, ditos de seda muilo boa fazenda a
    03000, corles de vestidos de seda escr.ceza de boni-
    tos padrees a 143000, ditos de seda lavrada, muito
    rices a 20)000. seliir. pelo de Macno a I-til) o co-
    vado, cortes dr ve-lides de cambraia de differentes
    gustosa 1)000, bonelcs |iara meninos a IHI rs., sus-
    pensorios linos com (ios de seda a 200 rs. o par
    meias de seda brancas para seuh.ira, fazenda supe-
    rior, a I36OO, luvas de sed., de ti d is ,1- ci rea e sera
    defeloalgum a ItOOOo par, ditas prel.is de lorcal
    com borla, fazenda muitissmo boa, echegadas ulii-
    mamente de Lisboa, pelo barato preco de I>00
    par, meias brancas de algodao, fazenda muito tina
    pai a senhora, a :llli) e 'itlll rs. o par, dilas para ine-
    Riiiasa200 rs.. ditas para meninos 1 160 rs, o par.
    meias prelas de algodao para senhora, muilo boa l'a-
    zenda e sem defeilo algum .1 200 rs, o par, ditas
    croas para hanicni a 160, superiores maulas de seda
    para senhora a 53300, camisas d meia para hornera
    .1 Sliit rs., princesa muilissimn fin 1 .1 600 rs. o cova-
    do, liia prela, fazenda superior, a .',0 o covado, co-
    bertores de algodaii para escravos a 700 rs. cada um,
    bonitos chalesds algodaoe seda a l-lllU. grvalas de
    ea-sa a 21)0 i... hrim de linho de quadrnhos .- 2ill
    rs, o covado, lmdissimos cortes de vestidos de cas-a
    com barra a 2>HK), raadapolao ile lodas as qualida-
    des, chitas finissimas, algodanzinho liso c trancado,
    algodSo trancado azul, brins lisos linissimos e mais
    grossos, lencos muilo linos de ganga encarnada para
    tabaco, dilos da fabrica, harta de todas as cores, al-
    godSozinho propro para saceos por ser bastante cu
    eorpado, c alem destas outras Iuitssimas fazendas
    que se ve,ideni muilo mais hlalas do que em entra
    qualquer |inrle. Esla loja foi arrematada em praca,
    a diiiheii'o a vista, e como os arremalaotes lenham
    de acabar com ella, rogam aos amantes dn bom e ba-
    ralo que apruveilem a uccasao, que dcslas pechii-
    ehas apparecem poucas vezes c depressa se acabam:
    na rua do Queimado, nos qualro calilos, loja de fa-
    zendas n.22, defronte do sbralo amarella.
    A Boa fama.
    Vendem-se carleiras proprias para viagens,por;te-
    rein lodos os arranjos necessarios para barba, pelo
    b.iralissimo preco de W500, reloginhos com mostra-
    dores de madrepeola c porcellana,cousamulto deli-
    cada para cima de mesa a 43OOO rada um, loucado-
    res cora columna' de Jacaranda c com excellentes
    espelhos a :!-r<)(X), ricus loucados para senhora a
    I3.JOO, riquissimos leques com lindas e linissimas
    pinturas a3?003 663000 cada um, ollas pelas para
    lulo com brincos, pulceiras e allinele, fazenda mUi-
    losuperior a 43000. ditas mais ordinarias a lr>000,
    I inleiros c arecirosde porccllaiu a .",IK) rs.o par. pa-
    litos de liia de muito bonitos goslos c com guarn-
    '.Oes, para meninas e senhora- a 3SKJ0, riquissimas
    rsivas |iara raj de diversas qualidades a 60, I3OOO,
    l-iiH) e 28000 cada uma, grande sorlimeulo de oril-
    los dearraaude aro a SOI 11-. o par, caiapucas pin-
    tadas, muilo liuas, para homem a 210, meias muilo
    linas a piuladas [ira homem a 320 o par, penlis li-
    nissimos de tartaruga e de muilo bonitos goslos a
    !?300, 5*00(1 e.(Soll>I cada um, b.iid.ja- linas de
    \arios tainauhos de I5OJO ale 33OOO cada uma, meias
    de laia para padres, o melhor que he possivel liavcr
    pelo baralissimo preco de 2jO00o pac, luvas de seda
    de lodas as cores, fazenda muilo superior e sera
    dfeilo de qiialidade alguma, para homem c senhora
    a 1?200o par, grvalas de seda de muilo bous gos-
    los, pelo barato preco de l>000 i-m\;i um 1, riquissi-
    mas franjas brancas c de cores com borlas, proprias
    para cortinados,escovas muilo linas para cabello e
    roupa, estampas de santos era fumo c coloridas, c
    alera de ludo isto ou Iras miiilissimas causas, ludo
    de muito goslo c boas qualidades : na rua ,lo Ouei-
    inado; nos quatro cantos, loja de miudezas da Boa
    I-ama it.ellt. Esla luja he bem conheci.la, porque
    sempre vendeu tu lo mais baralo do que em oulra
    qualquer parle, e mesmo porque sempre se acha
    surtida de um ludo quanto se procura.
    Superiorvinbo de champajjneeBor-
    deauA : vende-se em casa de Schal'liei-
    liin & C, rua da Cruzn. 38.
    Vendem-se cadeiras de bataneo americanas,
    com pallunha.a 123000 cada uma : na rua da Cadeia
    do Recife ii. i!), primeiro andar.
    A IJ0O0 RS.
    Vende-seo resum) da IIISTOlilA 1)0
    BRASIL, pelo baralissimo preco de l.S rs. :
    na i na do Crespo loja n. 16.
    Vende-se um molcquc crioulo, de 16 anuos de
    idade, rohu'lo. sadoi, e proprio para lodo o servico,
    saliendo cozinhar a comida diaria da uma casa : na
    rua da Cadcia do llccife, loja de fazendas n. 41.
    \ ende-sc um molcquc crioulo, de '.I a 10 an-
    ii", muilo proprio para prsenle por ser muilo ho-
    nitinlio : no aterro da Boa-\ isla, loja n. 7.
    Com pequeo loque.
    Vendem-se pecas de algodaoziuho a IjfOOO.a Iriso
    i 1)600 e 2)0 IOrs. em varas a 100 rs., na loja do
    Passeio ii. 9.
    Na ruada Cruz n. vendem-SC sarcos .om
    mnitu nua familia de mandioca, por menos prero do
    que em oulra qualquer parle, e famheni se vendem
    a retalho de quarla para cima.
    -InJUFI VUI
    (.lieg.ui de Franca-pelo paquete una lazeiida nite-
    ramenle nova, teda de seda, de quadros e lislras
    o mais rico possivel. denominada Sebastopol, o
    covado............ ihioo
    Adelinas le seda de quadros, o rovado 1M100
    Crimea de seda, goslo escoeez, o covado '.100
    l're/erpina de seda de quadros. o covado 680
    Indianas escoeczas, novos padree-, o covado 400
    Chitas francesas, lindes padres, o covado 2S0
    Riscado frunces, largo, lino, > covado 260
    Corles de i osudos de seda eseoceza, o corlo 1 4)000
    Orles de larlalana de seda, o corle. 6)000
    Corles de cambraia de seila, o corle. 33000
    Selim jireto lavrada par vestido, ocovado 2300
    Selim prelo rnaciio. liso, o covado. 2MMI0
    Sana prela hespanhola, o covado. 2000
    Nelue/a pela porlugueza. o covado. .
    Chales de easemira de cor. lisos..... Ip300
    Chales de merino, franja de seda. 11-stKMI
    Chales de merino bordados a seda K930II
    Chales de merino o mais rico possivel 11)000
    Lavas de seda do lodas as qualidades 13280
    Corles de cagemira prela selim .... 6)000
    Corles de casera ira de cores...... I98OO
    Cortes de easemira mofada...... 23300
    Cortes de rolletes de fuslo fino. .... tioo
    I.enees (|e ,c,|a par;, bravata...... SIMI
    (lurello prelo para panno, o covado :M)00
    Corles de alpaca escoce/a, o corle 3)000
    na rua do Oueim 1 lo, em frente do becco da Cnn-
    gregac.10 passandoa botica, a segunda loja de fa-
    zendas n. 10.
    Em casa ce J. ivciicrix c; na rua
    da Cruz u. ")) lia para vender excel-
    lentes piano viudos ultimamentede Ilam-
    burgo.
    Vende-se uma bal.inca romana com lodos os
    sus peileni es.i'in bom uso e do 2.000 libras quem ;
    pretender, dirija-ce rua .la Cruz, armazem n. I.
    COGNAC VERDADE1RO.
    Vendese superior cognac, em garrafa-, a I2NHMI
    a duzia, e 1)280 a garrafa : na rua dos Tauociros n.
    2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
    FABINHA DE MANDIOCA.
    Vende-sc superior farinha de mandio-
    ca, cm sacias tpte lem um ahpieire, me-
    dida vellia, por preco commodo: us
    armazens n. e 7 ilcfronle da escadi-
    nna, c no armazem defronle alfandega, ou a tratar do escriplorio de
    Novaes di C, na rua do Trapiche n. rii,
    primeiro andar.
    Chales de merino' de cores, de muito
    bom gosto.
    Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
    mente, ngaatsentein no ro-io na eccSo d cilai .
    vendem-se eons rondicaa de, i le anadeada, i-
    derem os coiKpradarc* devolve-taa al 13 dlaaderot
    pa compra reslitainda-sea imperte. Na mesmjca-
    s ha ricas le-oui inhas pan luiius. fcilas peto um
    mo (al 'icanle.
    V
    E GRADES.
    ia.llaril
    I ni lindo e variad* snrlimentede .inilello |wia
    varandas e gradaras de goslo modeiiu.simo : na
    l'undicao da Aurora, em Sinlo Asuro, e no deposi-
    to da mesma, na rua do Ilrum.
    (EMENTO l,(UA\0
    i,
    Mi-
    EM FLHA.
    -Na rua do Amorim n. 30, armazem de Manuel
    dos Santos Pinto, ha muilo superior fumo era fulha
    de lodas as qualidades para charutos : por preros ra-
    zoaveis.
    volla para a cadeia.
    CASEMIRA PRETA A 4*500'
    i) CIKTE HE CVKjA.
    \ endem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
    volla para a rua da Cadcia.
    Na rua do Vigario n. 10, primeiro andar, ven-
    de-se fardo novo, eliegado de Lisboa pela barca lira-
    tidao.
    ATTENC&O.
    Na rua do Trapiche ii. ..i, lia para
    vender barris de ferro ermeticamente
    Fecliados, proprios para deposito de e-
    melhores que se
    m, por nao
    laiarem o menor cliciro, < apenas pe-
    tbras, e custam o diminuto pie-
    A FIWL.
    Manoc'
    mulali-
    Chegaram nlinal ii rua Nova n. 10 loja franceza,
    lallios de lil de linho bordados, rameiraa de dilo
    hordl la-, assim como romeiras muilolindas de cam-
    bala, prir prero muilo commodo.
    FEIJA MLT1RH0,
    Na rua do Amorim n. 39, armazem de
    dos Sanios Pinto, ha muilo superior feij.io
    ulineui sacras : por preco commodo.
    Chales de miro de neos padres por
    muilo eojimodo [ireco : na rua Nova n. II), loja
    Iranceza.
    v NOVA EST.UBM..
    \ ende-se a nova e legitima eslainenha para liabi-
    lo dos lerceiros liraticiscanos, por menos preco do
    queja sP vendeu : na rua do QrMmado n. I'.I ": on-
    de tambem ha um complote variado sorlimento de
    lazciulis de diversas qualidades, que se vendem por
    pen., commodos.
    \ onde-so uma prela que cose, lava, co/inha e
    entornilla alguma cousa : no Hospicio, segundo por-
    depuisda l-aruldadc .le Direilo.
    I,e.
    Conloes de ea-
    elsticos, lisos c enlejiados, por metade de seu va-
    lor : vendem-se na Iravcssa da Madre de lieos
    n. 19.
    ibiwo em ollia.
    I'ardoi de 3 arrobas, de todas as qualidades : ven-
    de-se no armazem do Rosa, na Iravcssa da Madre de
    os u. 19.
    Cera c carnauha.
    Vemlc-se na rua da Cadeia do Kecife n. 19,
    meiro andar.
    pri-
    DEEM ATTENCAO" AO BARA-
    TEIRO.
    Na taberna qiie foi do Malinas, na rua Novan.
    "i", vendem-se por muilo commodos preeos, l.dvez
    por menos do que em oulra parte, mullos eleilos
    perleiirenles a taberna : superior viuho Champagne,
    Uordeanv a :V2il e i(K) is. ;, garrafa, do l'orlo muilo
    vcllio, engarrafado, a Sno rs., cha do ltio e da India
    mu.lo bom, passas. chourieas, presuntos, velas de
    espermacele francezas e americanas, dilas de car-
    nauba pura, viniere I.raneo e linio de Lisboa, en-
    garrafado e de muito superior qnalidadc a 280, quei-
    jos do reino muilo fre- ars, sag, cevadinha, eslrel-
    linlia, fugo .la India a Sebastopol, saldioha de Nan-
    tes, viuho tniiscajtl muilo superior a 560 a garrafa,
    chai alo-da llahia, 11 r. rj.i. bulacbinlia de araruta e
    outras muilas coasas, como licores francezes. sabao
    hranco lo Rio, doce de guiaba bom e de gelea in-
    glcza, resmas de pipel de boa qualidade, ele. ele.

    ~ O
    > (S sSS u
    -

    ~ r^- d 3
    <
    X w o
    C=3 5 rt
    -i -. U- ~3 oo C5 = te
    C4 u 5R a. <^ cas tz -
    5 s- 1- O n
    cr> at . ; ^^ 3 -^
    t=Q T ^ C3 o - !-.
    ^r JC CS| 9 -c
    CD j m! priM m s
    M QJ faj r--- 3 H
    5 C 5*5 6s3 g ^ n -o a O l/ Vi tu 5 O
    eanum mffi s.
    DIO i.ii i- ^ - r-^
    a 3k g t
    ses ; estes barris sao os
    tem descoberto para este
    exhali
    /..I MI I (i
    co de i.sDOO rs. cada um.
    Cheguem freguezes ao que he bom e
    liaralo.
    Na taberna que foi do Malinas, na rua Novs n.
    jO, lera de ludo hora e baralo, bolachinha ingle/a
    minio nova, boa manleiga inglezae francesa, supe-
    rior gracha em lata, hlalas, (landres rom erviltlas
    c bages, c ludo mais per preco que anima aos fre-
    guezes.
    MOSfADRES,
    Bscellentcssedas frla-corc, lindos padres-, per
    preco mais commodo do que em outraqualqaer par-
    le : na roa Nova n. 10, loja franceza.
    \. i\.
    Na rua dos Quarteis n.2i. acharao
    os ireguezes um completo sortimento de
    tjuadros com a competente estampa de
    sanio com vi.lro e moldura acurada a
    lliO rs. cada uma. adverte-se que he tao
    barato, (|ue para se acreditar lie neces-
    saiio vvr-sc : porta ni i convida-se aos
    tregaezes a virem a loja cima.
    vende-se pipas, harris vazios e bar-
    ricas internada*: a halar com Manoel
    A Ivs (tierra Jnior, na rua do Trapiche
    n. l.
    Attencao! !
    Vende se saperint fumo de milo, pegnnda e capa,
    pelo l.aralis-.nio prero de 3)000 a arroba : na rua
    llireila u. 7(i.
    Polassa.
    No anligo deposilo da rua da Cadcia Vellia, cs-
    criplnrio ti. 12, vende-se muHo superior polassa da
    Rusta, americana e do Rio de Janeiro, a preeos ba-
    ratos que be para fechar conlas.
    Na rua do Vigario n. 19, primei-
    ro andar, tem para vender diversas m-
    sicas para piano, viola o c flauta, como
    cjm, auadriihas, valsas, redowas, sclio-
    lickes, moduihas tudo inodernissimo ,
    eliegado do Rio de Ji-neiro.
    Vendem-se ricos c modernos pianos, reccnlo-
    menle chegados, de excellentes voz.es, e preeos com-
    modos cm casa do N. O. Hieber & Compauhia, rua
    da Cruz n. i.
    Capas de panno.
    Vendem-se capas de panno, .proprias para a esta-
    can prsenle, por commodo preco : na rua doCres-
    po n; (i.
    Grande sortimento de brins para quem
    quer ser [jsmcnlio com potteo dinheiro.
    Vende-so hrim (raneado de lislras c quadros,de pu
    ii linho, a 800 rs. a vara, dito liso a fiiO, ganga
    amarella lisa a KtiO o covado, lascados escures a imi-
    tarlo de easemira a 360o covado, dilo de linho a
    280, dilo mais abano a KiO, castores de lodas as co-
    res a -200, 2i() e 320 o covado : na rua do Crespo
    n. 0.
    COM PEQUEO TOQUE DE
    Algodao de sieupira a 230O e 3!) : vende-se na
    rua do Crespo loja da esquiua que volla para a rua
    da Cadeia.
    Alpaca desela.
    Vende-se alpaca de seda de quadros de liom goslo
    a 720 o cavado, corles dchla dos melhores goslosqae
    lera viudo no mercado a 1>(M), ditos de cassa chila
    a 1-KIHl, sarja prela hespanhola a2MO0e2200o
    covado, -elim prelo de Macan a g-siHI e3?2()0, guar-
    .lanapos adamascados feiloscm liuimaraes a .l?(i(l<)
    a duzia. loalh.is de rosto viudas do mesmo lugar,i
    90000 e I2;00() a duzia : na rua do Crespo n. (i.
    CHALES DE LAN E ALGODAO,
    KSCIROSAS001.S. IAAIM.
    \ eii'lcm-se n.i rua do Crespo loja da esquina que
    volla para a rua da Cadcia.
    COBERTORES^
    Vendem-sc cobertores cscuros, grandes e peque-
    os, a 1?2<)() eT20 cada um : na rua do Crespo n. 6.
    da melhor ijualidadc, c ciiep-iKlo no
    mo navio de Ilamburgo: vendc-K' era
    conla, na rua da Cruz n. 10.
    IEGHANISHO PARA ENSE-
    NEN.
    XA FUND1CAO DE FEBK& DO ENGE-
    NUEIRO DAVID W. BOWMAN. >A
    RUA DO BRUM, PASSAIDO O JOK-
    FARIZ,
    ha sempre um grande eorlnrnlu ij,, scguiiles ol-
    lerlos de inechaiii-ino-piopins para ciigendo*. aca-
    ller : moendas c meias inoeoias da mais moderna
    eoiisirm eao luvas de ferro fundido e balido, de
    superior qualida le c de lodosos tamaito ; radas
    denudas para agua su animaes, de lodas as pru|KM-
    : rrivos c boceas de fornalhac ie-i-ii. de b<>-
    eirn, aeuilies. bronzes, parafuMecavilhea, nuu-
    ulio dv mandiuca, ele., ele.
    Ycudem-sc em casa de i 1'. Jolins-
    lon & C., na rua de Sen/.ala Nova n. 12.
    Selliiu ingleses.
    lielogios patente ingles.
    Chicotes decano e de montara.
    Candieirose casticacs hronr,ettdos.
    Chumbo cm lencol, barra e manuao
    Farello de Lisboa.
    Lonas nglezas.
    Fio de sapateiro c de vela.
    Vaquetas de lustre para carro,
    lianis de graxa n. 07.

    5
    i
    5
    POTASSA BKASILEIltA.
    Vende-sc superior polassa, fa-
    bricada no Kio de Janeiro, dro-
    gada i ecentemente, reeommen-
    da-se aos senhores de erigenhotoi
    seus bons clleitos ja' evpitimen-
    tados: na rua da Cruz n. 20, ar-
    mazem de L. Leconte Feron & W
    J) Companhia. .^)
    v'en le-se evcellenlc laboado de pinho, recen-
    teniente eliegado da America : na rui de Apollo
    trapiche do Ferreira. a culcuder-sc com o tdminis
    i ador de mesmo.
    AOS SENHORES DE ENCENHO.
    Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
    Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
    do Slolle em Berln, empreado as co-
    lonias inglczas e hollandezas, com gran-
    de vantagem para o melhoramento do
    assucar, acha-se a venda, em laLa* do 10
    libras, junio com o melhodo de emprc-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    e{, O. Bieber & Companhia, na ruada
    Cruz. n. i.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 43.
    Neste eslabclecimenlo continua a ha-
    ver um completo sorlimento de moen-
    das e meias moendas para cngenlio, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ierro batido
    e coado, de todos os tamauhos, para
    dilo. I
    Vendem-se no armazem n. fiO, da rua da Ca-
    deia do llecifc, de Hcnry (iibson, os ralis superio-
    res relogios fabricados cm Inglaterra, or preeos
    mdicos.
    njtw.
    ira i o
    000.
    Na
    Sanio
    dos c'-i
    MIADOS DE FERRO.
    fundicao' l C. Starr. & ('.. i m
    Amaro acha-se para vender ara
    ferro de -^i. qualidade.
    Chales a larlalana. de lindos padres i 1;0O0 : na
    rua do Oueiinado n. 33, loja junto a du faina.
    Vende-sc nm prolo, de idade ; anuos, ramio
    boiiia ligara, c Irabalha muilo bem de masseira
    ao comprador se dir o molivo por que se vende :
    ua rua do Mondcgo II. -K
    Vende-se uma porfi do tlelas de ililleron-
    les cores, por preco muilo baivo, por eslarein prin-
    cipiando a mofar : no aterro da Boa-Vista loja
    numero 18.
    Cnuiinun-se a vender manleiga inglesa a 900
    13000 e IM20 rs., france/.a a 80U rs.. amendoas cm
    casca a 320a libra, caf de carocoa ItiO, airo/, pi-
    llo a MI rs., cevailioha para s pl a 320, passas a
    180, mIi.is de espermacele americanas a BOO rs., di-
    i .< a.-- .'i. tei.... misturado a 210 a cuia, cha pelo a
    ;/HImi s.diao branco a 320, dilo para barheiros a
    100 por ser muilo alvo, caria- de traques a 120 rs.,
    goramade engommar a 80 rs. a libra e 2$i00 a ar-
    roboa : na taberna da rua de Horlis II. t.
    Sanio Antonio livrando seu pai do pa-
    tbulo.
    Uiquissimo drama original de A. X. F. A., acres-
    cenlado com duas pralicas sobre o vida e morlc do
    Santo, compostas por francisco de frailas Oamboa,
    e primorosamente pregadas por dous dos seus disc-
    pulos de menor idade. Acha-se venda na ollicina
    de eucadernacao do l'adre Lemos, no largo do Col-
    legio, pelo preco de l?iKX), linda iinpressn, e em
    muilo bom pape!.
    PNOBELMOETOALHASt
    \ INDAS DO PORTO.
    Vende-se panno de linho de lodas as qualidades :
    loslbas adamascadas para mesa, de diversos lma-
    nnos ; dilas acolviadas e lisas para rosto, por preco
    eoininoio: na rua do Crespo, b.ja da esquina que
    volla para a Cadeia.
    FAZENDAS DE GOSTO
    PARA VESTIDOS DE SKMIORA.
    Indiana de quaui os muilo lina e padn.es novas ;
    cortes de Ida de quadros aflores por preco remulli-
    do : venic-sr na rua do Crespo leja da esquina que
    \olta para a rua da Cadeia.
    Vendem-sesaccascom fariuha a Hmii rs.. di-
    tas com arroza 13000rs. : no raes da Alfandega ar-
    mazem de Antonio Aune- J icome Pires.
    aecus com farinha.
    Vendem-se saccas com supe torfarinlia
    da trra, nova, por menos preco do que
    em oulra qitaltpjer parte: a tratar no
    trapiche do Pelourinno, ou na loja n. ^(
    da rua da Cadcia do Recife, esquina do
    Becco-Largo.
    * Vende-se um cabriolet e dous cavalloi, ludo
    junto ou separado, sendo os eavalh.s iniiilo mansos e
    muilo coslun".ailos era cabriole!: para ver, na co-
    cheira ii. :. defronle da orden] lerceira de S. I r.in-
    i i-.... e a Iralar cora Anloniu Jos Rodrigues de Son-
    sa Jnior, na rua do Collegio n. 21, primeiro uu se-
    gundo Indar.
    CORTES DE CASEMIRAS
    DE I.ORES ESCURAS E CLARAS A 3000.
    Vcndem-c na rua do Crespo, loja da esquina que
    volla para a rua da Cadeia.
    Deposito de vinbo de cham- W
    pagne Chateau-Av, primeiraqua- 9
    (& lidade, de propriedade do conde D
    de Marcuil, rua da Cruz do Re-
    cife n. 20: esle vinho, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a G.S'OOO rs. cada caixa, acha-sc
    nicamente em casa de L. Le-
    comte Feron & Companhia. N.
    B.As caixas sao marcadas a fo- (*
    {joConde de Marcuile os ro- lulos das garrafas sao a/.ucs. M
    Deposilo do chocolale flanee/., das mais acreditadas labrcas de Pars,
    em casa de Victor Lasnc, ra da Cruz
    n. -n.
    f slra-superior, pura bauuilba. 14020
    Extra lino, bannilha. Io600
    Superior. 19x80
    (Juera comprar de 10 libra- para cima, lem
    ESCRAVOS FG
    .No dia 1(i de maio do enrreule nato suscntnu-
    se da casi de I). Mara Iguaria ferreira, moradora
    na Soledade. a sua escrava frailesca,trioula, de 22
    a 23 anuos de idade. estatura regular, tem os se cum-
    ies signaes : no lado esquerda da cra ura lalbo, c
    no lado direilo quasi ua fronle urnas barbullas, e ao
    pe dtssas nm carocinbn que parece un lohinho, ca-
    beca chalo, os ps graudea largos, oa costas das
    m.un lem mis lalhos que eslo quasi apagando-te,
    muito recrisla, lem por costamc inlilalar-se forra,
    c por esle molivo j lem serrado de ama em algnmas
    casas, consta andar cm uma carta cm qne diz ir a
    mandado, quando fui 1U por alsuiua pessoa a seu
    pedido! quem delta livor noticias ou lapprebender,
    dirija-se rua do Queimado n. >, que ser recora-
    pensado.
    Desanparereu dmsitio Helia-Vista, defronle do
    Poro da MWrla,o e-rravo AnIonio.de BarAo Cassao-
    ge, alto, oiididii de ama venlha, tem Bina verraca
    no pe-Tico, levou calca de easemira paula o outras
    is, camisa de bati a/.ul e oulrasTrancas ; es-
    teescravo foi do Sr. Manoel Cesar de ."fidrade. mo-
    rador no iirejo di Madre de Dos, e de la fugio para
    a provincia do Rio Grande do Norle, por ande an-
    dn mais de dous anuos t que foi preso e remedido
    para esla cidade, onde foi vendido pele Sr. Joao dos
    Sanios Niines Lima ; por isso roga-se as autoridades
    policiaes e eapUea de campo a capturad rneurio-
    nado escravn, c remclte-lo ao dilo silio, ou a rua da
    Madre de Dos, luja n. 7, que se gratificara.
    Desappareceu do cnsenlio Maceado, junio a
    Rio-l-'ormoso, 110 dia M de derembro A lK>, o par-
    do Selurnino, de idade 30 anuos, pouesmait ou me-
    nos, estatura regular, ou pouco acias de regular,
    corpulento, desdentado na frente, nri.-peuco gago,
    he muilo conhecido no dijlriclo de Agua-I'reta em
    razan de'haver sempre .icompanlunl o capilao Pe-
    dro Ivo durante a iciulla, e onde ulsroanieule tem
    andado Orando subscripr.lo para se fo-rar, irabalba ,
    de campia, e be muilo conversidor.principalmcnte
    era suas proezas ua revolla de i!) : cm o apprc-
    heinler, leve-o ao ililo ensenhn .Machado, a l.aureu-
    linoJosde Miranda, ou no Kecife a Jos Joaquim
    de Miranda, na roa dn Cadeia do Jlecife, onde cm
    qualquer parle ser bem recompensado.
    Desappareceu no dia 12 e maio o escravo de
    liaran, de nomc Simao, que representa ter mais de
    .".ti annos de idade, coni isisiiaes argoinles : b..
    esialuia. chcio do corpo, ija'cllos traucos, cortados
    muilo rente, barba toda branca, mudo rearista, ros-
    lo um lano descarnado, eAr preta ,'cim fodos os den-
    les na frenle, quando ania poxa per uma perna que
    pooro se divulga, levan caira e camisa de algoda
    de Irstras miu.linhas : o qual escravo foi Comprado
    aSra. I). Alaria Francisca Pires ferreira. en mes-
    mo j esleve faaido em Ierras 9 encenho Sania llo-
    sa da frecuezia de Sanio Amaro'de Jaboat.io, econs-
    ta queja esltte em Sanio AiM.loromo forro, e que
    India aln urna pequea casa. ilo no.lempo roa 0
    dilo perlcucia a dita Sra. I). Mara ; pr is,o rosa-
    se a lodas as autoridades pel/riaese capilaes de cam-
    po, haj.iui de apprehcnde-lf c levar a seu senbnr
    Pedro, Miliario da Silveira l*ssa,morador ao engenbo
    Cainorim Uaude, freguez-'" de Ai-ua-I'rrl.i. ou nes-
    la prarj, na rua da Prai? n. 20, que ser.i l>om re-
    conipeusado.
    Oiiinla-leira H do frrenle desap-
    pareeiu da rua ih.Oueimiidon. 17, e
    escra>o Anlonio.de rucao.que repra
    senil ler, 10 anuos pouco mais011 nir.
    no?, com >s signaes segoinles: faltas
    de denles na frente e amasiestnz
    no roste di lado direilo. aliaios ca-
    ~_,li. Nos lu.ioos, e lem no braco es-
    rjuerno qstasi ,10 I"' ,|n Inmbro um ealombinho do
    l.ini.into de nina pitomW; suppe-sc que foi vesti-
    do rom calca de casemirdu quadros 011 de algode-
    iinho .le lislras ecamis) de algodao Iranrado bran-
    ro. ha roslumado a mire a mudar de nome, e
    qni-i sempre diz ser di mallo
    abate de 20 % : venda-se aos inesms preros e con-1 'n]m .' roe,.,c .ranlo at auloridade
    dices, ero casa de Sr. llarrelier, o aterro de Boa-'
    Vista 11. ">2.
    Vende-se neo em cimbeles de um quintal, por
    preco muito commodo : no armazem de Me. Cal-
    menl \ Companllia, praca .lo Corpo Sanio n. 11.
    Riscado de listra ie cores, propiio
    para palitos, calcase aquetas, a ICO
    O COVado. a
    Vende-se na rua ilo Crespo, loia da esquina que
    volla para a cadeia.
    de algum enhor de
    policiaes
    erapilesde canipo.oua quem o aprehender de lva-
    lo a casa mencionada OM sera generosamente recom-
    pcn-ailo.
    Desapparccca di na larca do H sario n. 12, o
    escravo Vicente, pai.l, alto, olhos grandes, com
    uma cicatriz no rosto, bellos o barba grandes; be
    nfnetal de sapateirk. anta de calca e jaquela, caira-
    do, a di/-e Ion.. : 1,11ra o apprebeudere entrenar
    ao seu senbor, ser recimpcnsado.
    l'ERN. TVP. DE M. I". DE 1 ARIA. I80

    MUTILADO


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