Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00847


This item is only available as the following downloads:


Full Text
inno de I845.
Quinta feira 51
- "..... ota
n ni I lt I publca-sc lodosos dias que
.jo forera do guarda: o preco da ass gna-
,ln he de P1"- qnartel pago arf ninMrfo...
Sannunclns dos asonantes sao inserido
.rito de 1<'is 'v,r "n1a" 40 ,',i' l>?0
Ll.T.M.t.-, e > rrpel.ces peta mctade.
n, nue .o foreai signantes pagao SO rs.
orllnha, e 10) cm tvpo difireme.
MIASES DA LA NO MEZ DK JUI.HO.
, nn a S U 2 h. e 10 mi, da Urde.
- -,e. te a 12 aos 9 minutos da tarde.
-';;,:,, a 10 as 3hor.e 43 min.A man.
'i ,r-o "te a 2G a 1 hor. da m.uhaa.
PARTIDAS DOS CORRF.IOS.
Goianna Paiahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas reirs.
Cabo, Serinhaeiii, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Maccy, no 1 ", 11 e 21 de cada niez.
Garanhuns e Kouito a 10 e 24.
Boa-Visu e Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas l'eiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE UOlE.
Priiucira a i e 6 min. da tarde.
Segunda a 2 31 minutos danianhaa.
do Jullio.
\nno XX N.
167.
DIAS DA SEMANA.
Segunda S. Innoccncio, aud. do J. de
I). da2.v., e do J. M. da 2. v.
Terca o. Marina, aud. do J. de I).
da.1. v, e do J. dos Feitos.
Ouarta S. Pufino, aud. do J. de D.
da 3. vara.
Quinta S. Ignacio, aud. do Jiiiz de 1).
da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. v.
Sexta S. Pedro, and. do J de D. da
1. v. do civel, e dos i. dos Feitos.
Sabbado S. Estero, aud. do J. de 1).
da 2. vara.
Domingo S. Ilcnnillo.
CAMBIOS NO DA 30 DE JUL1IO.
Cambio sobre Londres 25rt.p.l.tfaGO d.
Paria 370 ri'is por franco.
Lisboa 120 a 125 por c.pr.p.m.
Desc. de let. de boas firmas 1 '/, '/> P %
Orno- Oncas liespaobolas 31Ti00 a 31/800
Moda de 6^00 vel. lS^tOO a WI0O
, de^ a l!0o
de 4/llOtt 9/4M a 9|TK(
mu Paucoc .... i/W a I/9W
. Pesos Coluutnarea. 1#980 a SWO
Ditos Mexicanos 1/940 a 1/900
Moedas de 2 patac. 1/780 a 1#800
Acedes da C* do Debcribe de 50/000 ao par
;..:..-__ 1KSMKU -.--c*
DIARIO DE PEMTAMBUCO.
PARTE 0FF.CIAL.
Governo da provincia.
ICVPEDIFNTE DO ni* 26 DO CBRENTE.
ONirioA" director lo arsenal de guerra, cxlgindo
mi retocan ilo armamento, que se tero remcltido par
a enmarca ds Boa-Vista desdo o anuo de icU2atc o pre-
sente.
Pilo__A cmara municipal do Onda, agradecendo a
(elieitaclOi que Iho dirige por estar ni administrac.to
,|,i [irorincia; o promcllendii-llio coadjuva^au no cura-
primento dns scus deveres.Nu ineamo sentido se ofli-
ciiiua delegado do termo de Naiarclh.
DitoA aasnciacao commcrcial, acensando remeasn
das inslrueccs, transmittida pelo cnsul gcral do Bra
til em Poringol, para os navios nacionaes e estrangeiros,
uue fondearen! no porto de Lisboa. Comniunicou-se
ao cnsul gcral d Brasil em Portugal.
DitaA cmara municipal do RioFnrmoao, acienli-
gcando-a de baver sido tra.is.uitt.do secretaria de es
lado va parle de haver Horneado tima couimissto para felici
tor S. M n Imperador pelo nascimcnlo do berdeiro pro-
lumptivi) da cora.
Diio A comoianilanto das armas, determinando,
que em cumprimento d'ordein imperial mande dar bai-
xa ao toldad-, do segundu batalho'de artilliaria :i p
Jos Maria da Encarneci.
DitoAo commissario pagador, ordenando, satisfaga
o que pela respectiva secretaria de estado be exinln na
nota, que lhe remelle, las irregularidades verificadas
as coalas da Icapia militar dt-sta provincia no mes de
jullio lo 5SM.
DitoAo director do arsenal do guerra, acensando
recepeto dos mappas dos trabalhos das respectivas ulli-
ciuas nu metdc jtmho ultimo.
DiioA Ignacio de Barrita Brrelo, declarando, que
a quera o aaccedeo nu cargo li delegado do segundo
dialriolu desta cidade he que deve fiuer entrega das ar-
mas, pclreclio8 bellico, e mais munices, quo, cm con
tequeoeit do exorciciu do mu tal lugar, tiulia em seu
poder.
DitoAo bacharel Antonio da Assurapco Cabral,
cmiccdeiidn a dispensa, que solicito, do lugar du ter-
ceiro siipplcnte do juii municipal Ja 1 vara.
DitoAo presidente lu Mallo Grussu, aecusando re
eebidu un exemplar do irlatorio, <|uo fez respectiva
atscmbla na sua sesso de abertura do orrente auno
Nu mesino sentido so ofijeiou ao presideuto do Mar-
libio,
DitoAo commnn.lanto das armas, transmiltindo os
rei|ucrinieiitos ds soldados do segundo batalbodu ar-
tilliaria a |io Francisco Jos Dias e Joaqiiim de Sant'An-
iia, pira que, cm escolelo d'ordem imperial, faca a el
les reunir as fes d'ollicio dus supplicantes.
DitoAo inspector do arsenal do niarinlia, ordenan
du, mande por cm liberdade o recruta Simin do liis,
quo pel.i junta de sude foijulgadn incapaz lo servn'o
Cominuiiieon-w ao abof de polica, rccoiiiroendan-
do-llie, titease lantir au subdelegado da Bua-Viata, pr
quem fura mandado o dito Keis, que nao leve recluta,
individuos em circumitanciaa ideuticaa s d'i'ste.
ParlarlaCreando mu nominando superior do guar
Ijs nacionaes na opmarea da liua-Vistd, coiup las le;ies,- e ordenando, que a primuira desta seja
nirinada do balalliao da villa co'ni a nuuierauau de 1., :
i" de Cabrub un a de segundo; e a segunda du bata
IIi.hi de Ourimrv cun a uuuieracao delirceiro, do la
regitctia de Salgueiro, notamente creado,coui a de 4.",
e 00Corpuda narallaria do Ex. Nonieou-se para com-
CAROLINA NA SICILIA. (*)
TEBCEIRA PAUTE.
Coiitinuaro do Capitulo XXXK
Anda que supremo u dictador absoluto, leve Bcuincasa
Hlvalgun Irabalho em conter a sua gente, que uao sendo
loaegredo.a va em Carolina urna inullie'r, islo be, una
pa : os olbos le tndos oeaea ficiooraa brilhavlii vista
della com ardor impuro, cein seos desregradoa coraeos
Iruvi'javSo brulaes paixes. Un delles mais audaciuso
u que o oulros ale ousou dar um passo para a rainba
'mi intcncau que quasi llie cuata a vida. Bcuincasa em-
purrnu-o para iras a pona do puuhal, eo tivera acabado
''tu un tiro de pistola, se Carolina com un geato nao
atmvera desarmado aun lerrivel colera.
"avia ella enlrelantu ilutado um canto do abarraca-
iient.i mu grupo de horacns, que armados de pessuuas
starisMa se oonscr, avo desviados, evitando u contacto
'le sen, viainlios. Aproximou-se lellea para taber quem
"o u ,|110 fatiao em tal logar com aenielbanles coni-
psnbeirot, pois que suas maneiras, seu vestuario c lin-
Baagaai, ludo nelles atleslava que nao estarau alli entre
"s >eua iguacs.
~ Nos somos carbonarios, respondeo-lbu um bonito
r|iai, alto u liem falto, cujo ar nobre e vos nteiga con-
raitavao com n vu> groaseira e ar vulgar dos bando-
leiru.
Carbonarioa? dii a rainba admirada, coque vos
,r""ee Sicilia?
~ A perseBui<;o. Dcpoia le nos haverem prole-i.lo,
''angeado por alguna anuos, na eaperanca aem duvida
mandante superior interino a Martinho da Costa Agr;
para na ores ajudantra d'ordens do mesmo a Eulrano
da Costa Araujo e Joaqnim da Costa Agr; para coronel
clicfe da prinieira legiSo ao major Luis le Carvalbo
Brandan, e para major ao capitflo Francisco Amonio
Xavier; para coronel chefe da segunda legiao ao lenento
coronel Jcs Severi Granja, e para major a Jos da Col
a Agr; para teneute-coroncl do prmeiro batalbao ao
napitio Antonio Lnit Pereira de Mello, e para major
a Ignacio Francisco de Maltus Vsrejio ; para lenenle-
coronel do 2 ao espillo Jos Victorino da Silva, e para
major ao alferes Alexandro Gomes de S ; para tenentc-
eoroneldo 3.nao capillo Roque Carlos doAlcncar, o po-
ra major a Jacintho Jos dus Santos; para tenente-co-
ronel coinmandanle do corpo de cavallaria ao maior
Conidio Carlos Peixoto de Alencar, e para major a Da-
ro Jos Peixoto c Silva ; para teiienlc-coronel do 'l."ba-
talbao Manuel de Si Araujo, e para major a Jos a
CrutNeves: forSo reformados, o anligo ebefe da pri-
meira legiao, e o respectivo major, e os cidadlo* que
exercifio os postea de lenentc-coronel e major nos l.u
2." e3. batalln'ies: e ofllciuu-ao a respeito cmara
municipal da Boa-Vista, e ao coinmaiidaiidante superior
Horneado, eneurregando-0 do recoiiliecimento dos un-
iros olliciaes superiorea.
idkm do oa 28.
OflicioAocorarais8ario pagador, approvando aava-
liaipiu a etapes c forragens para a tropa de priineira li-
nho no crranla semestre. Remetteo-so ao inspector
da lliesuiiraria das rendas provinciaes nina copia da men-
cionada avaliacao ; c oflioiou-SO a respeito ao cuinman-
dante das armas.
Portara Ao commandaiitu lo brigitc-eccuna Calio-
po, encarregando-o doregislo do pono. rarlioijWMi*
su ao inspeetur do arsenal de marinlia.
ii^hsii B EXTE S
HESPANHA.
Madrid, 23 de mato.
CoNsriTLt;5 HA BfOHAICBU IlSI'AMIOI.A.
Dona Isabel 11, pela graca de Dos e da constilucau
la mui.arcbia bcspnnliola, rainba Jas llespaulias ; alo-
dos os que as prsenles vireme onvirem, sabei: Que,
sendo nossa vunlade c a daa corles do reino, regulare
por eiu harmona com as necessidades actuaes do estad
os amigo* foros a liberdadea dea tea reinos ea interven-
cao que as suas corte teein tido cm todos os lempos mis
negocies graves da inuuarcliia, modificando para esse
fin a conslitaicio promulgada em i> de junlio do 1S37,
liei por bera, em uniao e de accnlo eom as corles aclu-
aluiente reunidas, decretar e saouciouar a segualo
CoNSTlTUICAli HA MoNAHCIlIA HesI'ANHULA.
TITULO I.
Dos llespanhoes.
Artigo i." Slu Hespanlioes:
1,0 Todas as pessoaa nascidaa nos dominios deHes-
panha.
2." Os lilhos de pai ou mi betpanlioes, anda que le-
pla nssviilo fra de llesjiaiilia.
3. Os cstrangeiros quu lenbAo obtido carta du nalu-
ralisaclo.
4."Os |uu m ni ella tenlijo giinliado domicilio em al-
guma povoacao da muiiarcliia.
A qualidaije de llespauliol penle-su por adquirir nato
li.irio cm paiicstrangeiro, e por acceilar euqirego du
Oulro governo sem iieenca do rei.
Unta lei deleruiinai os direilos que dever go*ar os
cstrangeiros |iie obtenliao carta de natiiralisacjo uu tc-
nbao ganbail'i domicilio.
'. ViduDiaiou." lOli..
de f.iiereni de nos instrumentos da nova tiranuia, Moral
mudoii de repente de proceder, e Maulles o digno Sijano
desse Tiberio em miniatura iuundou a Calabria domis
puro do iiosso saoguc. Os rribunacs ordinarios alo mili-
to brandos pura u seu furor ; s commissocs militares
salisfatia para nosjulgnr......jnlgar, nao! condi-mnar;
e como a guilhutiiu trabaltaaria muito devagar, fotilAo-
nos como desertores, cumo espioes ; nos cuju crise
unicu he reclamar leis, Iratao-nos como os ltimos da-
qucllcs que os violau. Alas debaldc nos diiima o despo-
tismo, scus estorbos i5o impotentes ; a arvoie augusta
da liU-nl.uk- creaceniais forte e mais robusta nu sangue
fecundo do marlyres.
Ao pronunciar estas ultimas palavras os olhoa do man-
ee bu ardan lias puras ehammas da esperanca c da te ; a
santa inspiracau do sacrificio raiuva-llii' na fronte cuino
esplendida aureola ; roslo pareca illiiniinudo. Seos
coinpanbeirus de exiliu o cscutavfio com temara o res-
peito.
Como vos chamis, pergunlou-lhca rainba j vi-
vamente iiitercss.ida.
Meu noine he,odeum marlyr, responden elle pon-
do a mi sobre o curaclo, cerguendo na olhoa paro a
abobada estrellada ; meu mais charo desejo, nssini cumo
o Otea mais sagrado dever, he tornar-me digno de usar
dclle cum honra, e pois joo nao posau Ilustra-lo, nlo
devo ao menos avilta-lo. Din homeiu juslo e probo vi-
va na Calabria; sua vida era sobria e simples como a dos
patriarehas; liabilava como scus pas um velho caslello
das moiilanhas, onde tuda a sua vida perlenoia a pratica
das Virtudes publicas e particulares. Sua familia ensu-
berbecia-se dclle, seua compalriulas u veneravau, posto
^ue movu, como um sabio ; porque elle era a sua pro-
videncia c o sou idulo. Esto bomem era carbonario, islo
bu, uueria que os principes livcssciu deveres, us povus
direitus, ea excmplo dus primeiroa ehrislos suspira va
pelo renu da liberdade, da igualdade, da justifa. O no-
vo governo professava-lhc tanto odio, como amor lhe
oonsagrava toda Calabria ; mas temia-o, c recciava que
prendeudu-o publicamente cauaasse urna sublcvncao ge-
ral. Como nao ousava attaca-lo de Irculc, aruiou-lbe
Arl. 2. Todos os llespanhoes pdem imprimir e pu-
blicar lvreraeute as suas ideias sem previa censura, com
subjeiao s leis.
Art. 3. Todo o Hespanhol tcm drcitu do '.irigtr pe-
ticOea por eacripio da cortes e ao re, como dotreminen
ns leis.
Art. A,o Una meamos cdigos reger cm toda amo-
narobia. ....
Art. Todos os Hcspanlmea sau admisaivcia ausem-
pregos o cargos pblicos, segundu o eu mrito c copa-
cidade.
Art. 0." Todo i Hespanhol eat obrigado a defender a
patria com as armas piando lor chamado pela lei, o a
contribuir cm pruporclo de scus baveres para as despe-
las do estado.
Art. 7." NSo pode ser dolido, iicm preso, nem arran-
cado do seu domicilio nenhun Ileipanliol, nem invadi-
da a sua casa senao nos casos e da forma que as leis pres-
erevSo.
Art. S. Se a seguranra do eslado exigir cm circnms-
lancias extraordinarias a suspensa temporaria, em toda
imonarohia ou em parte della, do disposio nu artigo
antecedente, ser determinado por urna le.
Art. ')." Nenhura Ueapanhul pode ser processado nem
sentenciado aento pelojou ou tribunal competente, cm
virtude de leis anteriores ao delicio, c na forma que el-
las prescrevio
Arl. 10. NlO se Imper jamis apena de confiscaeao
de beinv, e nenhum llcspaiihul sera privado da sua pro-
pried.ido sean por causa juatifleada de ulilidade com-
muui, previa c correspondenlo iiulenmisaeao.
Arl. 11. A religilu da naci despalillla lio a calimb-
en, apostlica, romana. 0 estado ubriga-se a DJMtOr u
e.ulio e os acal iiiinisiro.
TITULO II.
Das curtes.
Art. 12. O poder de fater as leis reside as corles cum
o rei.
Art. 13. Aa curtes com|ioein-sc iledous nurpos co-lc-
gsladores, iguacs em faculdadcs: o senado, cu congrei-
su los dcputidos.
TITULO 111.
Jto senado.
Art. 41. O niiniero de senadores he Ilimitado a sua
nomeacko perlence ao rei.
Arl. lii. So poder ser nonicados senadores os Hcs-
uanhoei, que nltin de ter trala annus cnmplet.is, perlen-
n|u sclasses seguinies:
Presidentes de alguiii lu rorpos cu-legisladores.
Senadores ou deputailos adinittidos tres vetes lias
cortea.
Ministros d'eslsilo,
Concelheiros d'eslado.
Arcebispos.
Biapos.
Grandes Je llesp.inha.
Copiles-geiieraea'do excrcito c armada.
Tenentea-generaca do exercito o armada.
Embaitadorei.
.Ministros pluiiipotcncianos.
Presidentes dos supremos tribonaes.
Ministros c relatores dos mesnios.
U coniprehenilido as ealhegorias anteriores deve-
r alen, disso desfrutar 30,000 reales de rcndimcnlo
procedente de bens proprioa, ou deordenadoa ou boIJos
d.is empreeoa que se au poasao perder senao por causa
legnln.eiiie prorada, ou dojubilaclo, reforma, <'" aP-
seniaolo. Ttulos de Castella quo desfruten! 60,000 rea-
les le reiuliinento.
Oa quepagueni com um auno le anlerundade >,000
reales de coiilnhuicoes directas, e lenl.au sido senado-
res uu deputados a corles, ou deputados provinciaes, ou
.,., :'.: -- -t*iaflr|5^r^*raj-*asaMaioaajajaj
urna ailada infamo. O general Janclli conserva esie
lime para o deleslordes oomu o de um cobarde e trai-
dor atlrahio-o nni da a Cusen, sua propra casa,
pretexto de u banquete, que devio assstir as auto-
ridades d.t provincia, c entre ellas obispo; lseapre-
aentou elle sen. desconfisnc, e janlou sem inquictaco;
mas quando elle sabia da sala du reallm, lanfrao-se o-
l.re elle algn* aoldados emboscados, amarrarlo-no 00-
uio um malfeitur, olancarlo-no na pristo nu da se-
guinte a sua cabecj caba sobre o patbulo. Esle inarlj r
sem macula cbamava-se Capobianco, ubu onome que eu
lenbo, porque esse marlyr era meu ralo.
O mancebo uo pode diser mai; cubri com asma.is
o rosto, c debulhou-se cm lagrimas pela rccordae.au des-
sa abomiiiavel perfidia.
Chorai, diste u rainba commovida, lastiroai o ir-
mla quepenlestes ; mas vinga-o sobre uquelles que
vo-lo roubaro. Tal vea adiis na Sicilia vingadores e
libertadores.
Ab! Senhora, posso o ceo ouvir-vos benignamen-
te! Digne-sc elle restituir luinha chara patria a inde-
pendencia c a liberdade Com 8to licaro us manes de
meu iriiiioi salisfeilus, o eu sullicientciuente singado.
Triumphero os bous principios, c eu abencoarci o meu
padecer, o meu exilio e a* privacies quesorVo, uspe-
rigoa que lenbo corrido, eCorro anda uestes dcBCOiihc-
cidos bosques, entre estes homciis sem freiu, que OOs
dio a hoipitalidade, porque cuino nos sao Calabreies,
mas que nao sao dos nussus, e cujas mus sangrentas,
inaneliariao, se o (ucassem, o immaculado altar da li-
berdade.
Quem sabe te otaca humen nao sao instrumentos
na M.5o de Dos, o su a ii.lervcnco delles nao entre nu
plano du sua providencia ? Nao julgueis antes de saber
u que ignoris, esperai que seja lirado & hit o que esl
lias tretas. Espera) inelhore das, e uto pircis cora-
geni; grandes suceessu se preparao; ajudai-os cun va-
lor, porque abi hareroo gloriosas roparafoea, e erado-
mea vossa parte sera bella.
Carolina nao se explicou mais, o leixuu s carbuua
ros admiradoa do seu ar rcspcitavcl, s da altivo* de sua
alcaides em povoac.'.es de 30,000 almas, ou presidentes
do juntas ou Iribuuac de commercio.
A> coiidices neoeatarlal para ser nonieado senador
podero alterar-se por una le.
Art. l A no.ncicao doa senadores sefar por decre-
tos espeeiaes, e nelles ao mencionar o titulo era que,
Conforme u artigo antecedente, se funda a nuineaciu.
Art. 17. O cargo de senador he vitalicio.
Art. 1S. Oslilhus do rei e do herdeiro immediato da
cora sao senadores, logo que tenho completado vinte
e cinco .uni.-.
Art. 19, Alein da faculdaJes legislativas, compele ao
senado.
1." Julgar ns ministros, quando forera aecusados pelo
congreeao los deputados,
2. Conheccr dos delicies graves contra a pessoa ou
digoidodedo rei, contra a egur*n;a do estado, confor-
me n que eslabelccamaslei.
.i." Julgar o uieinbros do ou seiu, no casos c na fur-
nia que determinaren! as leis.
TITULO IV.
Do vongrctso dos deputados.
Art. 20. O congresso dus deputados se compor dos
qae nomoiem ss juntas eleituroea na forma que determi-
ne a le. Por cada cincoenla mil almas de popular Ju, 80
nunicar ao incinis um deputado.
Art. 21. Os deputados scr"> eleitos pelo melliodo di-
recto, e pedern ser reeleitos indefinidamente.
Arl. 2'i. Para ser depuiadn requer-se ser Hespanhol
do eslado secular, ter completado vinle e cinco annos,
desfrutar o rendimento procedente de bens de rail, ou
pagar por contribuir/es directas a quantidade qun a lei
eleitoral exija, o ter asdemais circumstancia* quu na
inesiiia loi se prcscreveroui.
Arl. 23. Todo 0 llcspaiiliol quo lenha estas qualda-
dcs, pude er nomeado deputado por quahiucr pro-
vincia.
Arl. 21. Os deputados serii eleitos por ciuco anuos
Art. 33. Os deputados que acceileni, do governo oudu
caaa real, pensao, einprego que oao lliepertcnca por es-
cala na sua respectiva eorreira, couiiniasao com sold,
honra ..i coniiceoracOes, ficai aubjeitoa roeleirlo.
A diapoticto anterior uto comprebtndo os dcpulndos
que furcm Humeados ministros d'estado.
TITULO V.
Da celebrando e faouliladei das cortes.
Arl. 26. As corles rciitiem-so todos os alios. Iluni-
peto nu re cunvucal-as, suspender e eucerrar as sua
esMCs, edi8sulvcr u cungresso deJeputsdu; pun-m
com a obrigaclO, ueste ullimu cuu, de convucar outras,
0 renuil-as dentro do tres metes.
Arl. 27. As coi les sero precisamente convocadas, lo-
go que vagar a enra, uu quaudu o rei se impussibillar
du qualquer modo para oguverno.
Arl. 2.S. Cada um dos corpos co-legisladores forma o
respectivo regulamenlo para o seu governo interno, o
examina as qualidades dos meiiibros quejo coinpGcro : o
eungresso decide, almn disso, sobre a legalidade das
eleiecs dos deputados.
Art. 29. O cungri'ssu dos deputados noma o seu pre-
sidente, rice-presidente e secretario.
Art. 30. O re noma para cada legislatura, d'entre os
mcsinus senadores, o presidente o vice-presidente do se-
nado, e esle elege o seua secretarios.
Arl. 31. 0 re abre o encerra as corle, em pessoa, ou
por meio dus ministros.
Art. 32. .Vio pollera estar reunido um dus corpos co-
legisladores sem que tamban o csteja o oulro; excep-
tui-sc o caso em que o seuado etrea funcCAoa judi-
ciaes.
Art. 33. Os corpos co-legisladores nlopdera delibe-
rar junios, nem na preseuca do re.
i -^^'.-.A?!yCTltSrBBBBSSI^MiMI^MaBaMBBaasaBaasTa1aTMIB
linguagem. Perguiitavto-se elle entre s, quem era ca-
la inulhcr dcscouhecida que fallara oora lauta aulorida-
dc; e a sua imagiuacto supersticiosa, assumbradu por es-
tu apparloio niaravilhosa, inesperada, quasi Ih'a dava
eoiiu, a iliiiudade da iiiunlaiiha, quo viera entro eles
pina o fortificar c conohir.
Tambem ella ao doixa los cstava peusaliva e pre-
oceupada. O infortunio era para ella frtil eiu regras
e lices. Qusutas cousa havia aprendido, c visto eoiu
seua ulhoa, o tocado com suas mos, quo ueui upeila
ra nos dias do seu puder, no ceg delirio do mando '.
dcu.io pori'in mallorei-er esse tardos fr'ictos da adver-
sidaile r He o que o foturu dos dir.
O dous eaudilhos Beuincasa e Scarolla, solicitaran
invejas o favor de escoltar a S. magrsladc at o teruio
do sua vingeili; mas ella I.Su quit ser acnmpauhada se-
nao ati: u lugar cm que havia deixado asna comitiva;
e lo[0 que se lhe reomu, oa despedio e continuu ua
viagciu como a havia euiuecado, eem punco lempo aca-
ben de dcaccr e Elna.
la a noute j inulto avaueada: a priiueira villa em que
o viajantes entrarlo, os supput por ladres, c a popula-
cao turnada do um terror pnico, se pot toda em uiovi-
mentu, o desordein, que anda assim nao deitarto muin
lempo, puiquu afinal e lesGiigaiiuu. Carulina deo o res-
to da noute ao repuusu, du quo ella lauto precisara. Na
taita le eslalagem, aeccitou ella a huspilalidade do cura,
que limito se humera ufanado, n sanio hoiiiein, soau-
peitara a jerarchia da viajante que se abrigara no sen
inodeslo presbyterio.
Entretanto pruoarario-aa cavallos descancadus; e ate
por grande fortuna ae achou una lileira, onde seaceuni-
luoitaru a ranilla e a sua eaiuarista. O primeru guia
voltou a Catama realmente recompensado; tomuu-se ou
lu da ierra para acabar a viaguiu, e pola manhta, j al-
to da abalou a caravana com a cerleta de chegnr ao ca-
bo Tyudaro antes do por do sol.
Dcixaiuos a raiuha atraveasar s a ulassica cadoa do
monte l'i-loi ns, para voltarmos oulro viajante po ha
muito lempo almidonamos nu estrada de SegestO.
Ceniiniiar-ae-Au


p. .-

I
Art. 34. Ai lenfle do senado c do congresso serlo
publicas, o nos casos cm <|no -oxijau reserva, pudcr
eciebrar-so lessSo ecrel.
Art. 35. O rei c cada mn dos Corpus co-lcgitlndurcs
loin .1 inicia tira das Icis.
Arl. 36. As leis sobre as contri Luicoet o crdito pu-
blico senpresenlnrii primeiro so coijjrenso dusdepu-
* lado*.
Art. 37. Aa reaolucoc* ein cada uro doa corpos co-
legisladurca se toroai."" a pluralidad^ absuluta e votos;
purea, para votar aa icis, rcquer-sc a preverte de ma-
tado o io.iii, um do numero lutal dos luembros que o
cnmpoeii).
Art. 38. Se ora dos corpos oo-lcgislsdores rejeitar al
ruin projecto do lu, ou O rei llie negar a anecu, nao
puder loriinr-se a propr um projeclo* de le aobre o
niptoio objeoto naquell legislatura.
Art. 39. Aln do poder legislativo pe excrcem aa
corlea cora o rei, pcrteocem-llies t facilidades seguiu-
tet:
1." Rcceberdo rei, do aucceaaor inmediato da cora,
da regencia ou regente do reino, o juramento desuar-
dar .1 conslitoiro e ai leis.
2.* Eleger regente ou regencia do reino, e nnmear tu-
tor ao rei menor, conforme o previne a constituirlo.
3.a Fcter cllccli va a responsabilidad!.' dos imiiistroa,
>a quaes ario aecuaados pelo conjrreno, e julgados (te-
lo leado.
Art. 40. Os senadores e os depulados sao invioliivcis
pelas nas opuiics o volos 110 ejercicio do sen cargo.
Art. 41. Os senadores nao pudera ser processados
iioiii presos seniprevia resolucao do senado, senuquan-
do forera adiados in fragnnti, ou quando nao csliver
reunido o senado ; porein um todo o caso se dar cunta a
este curpo o niais depreisa possivel, para que determine
o que llii- pe lenca. Tamben! nao podura os deputadus
aer prucessodos num presos durante as sessoes, seui li-
cenca do congresso, a nao seren ciieunlradus infragan-
ti poruin ueste caso, r no de ser prucessndus uu presos
quando estivereni techadas as cortes, sedara conta o
mais depressa possivel .10 congresso para sen eunlieci-
menlo e resolucao.
TITULO Vi.
Do rei.
Art. 42. A 1 esioa do rei he sagrada e inviolivel,
nao est sobjeila a respuiica bilidade. Sao respunsaveis
os ministros.
Art. 43. O poder de faier executar as leis reside no
re, e a sua aulnridadeeslcndc-se a ludo quanto conilui
o couservaefio da orden) publica 110 interior, e segu-
lancaou estado no exterior, cuntorme a constituido e
as leis.
Art. 44. O rei sanecioua e promulga ns leis.
Art. 46. Alera das prerogaliviis que a constituirlo con
cede ao rei, compele llie .
l.u Expedir os decretos, regnlaineulos e instruceocs,
que forera conducentes para ,1 c.\ecuco das leis.
''." Cuidar de que era todo o reino 10 administre
pi omita e completa jiutica.
3.a Indultar 01 delinqueules na conformidade das
leis.
4." Declarar a guerra, e faior o ratificar a pal, dando
depnis coiila docuineulada s curies.
." Oiipr da frca armada, distribuindo-a como im -
llmr convier.
." Dirigir ai rclacei diplomalica o commcrciaei
ooin as deiuais potencias.
'/." Mandar cunliar a inocda, cm que se pora o seu
busto 1: n me.
8." Decretar a applicaco dos fundos desuados a ca-
da mn dns ramos da adinmistraeJo publica.
'.' Nnmear todos us empregados publico!, c cunee
drr liunras o distinucoes de lodas as classes, na conloe
in'd.ide das leis.
III." >ornear e demillir lu 1 emente os ministros.
Art. 'ili. O rei ncccssiia ser aulurmado pur urna lei es-
pecial :
l.u Para alienar, ceder ou trocar qunlquer parte do
territorio liespiuiliol.
2. Para admiltir tropas estrangeiras no reino.
3." Para ratificar os Datados de alliauca ofiensiva, os
espcciaes de comuiercio, e us que estipulan dar subsi-
ilios a slguuia potencia eslrangeira.
4." Para abdicar a cora no seu luaiuedialu successor.
\rl. 47, O rei, antes de contrabir rualrimouio,o levar
nn conlieeimento das curies, a cuja apprnvacao se sub-
iiiclteroas eslipulacoca r colllralua 111.111 iiiumiaes, que
devao ser ubjecto de una lei.
O mesmu so observara respeito do matrimonio do
1 in mediato successor C'lla.
Nem o rei neni o inmediato sueressor pdera contra-
bir uiairimoiiio 1:0111 pcssua que por lei osleja excluida
da successao a cora.
Ait. 4S A dolarn do rei e de sua familia ser fixada
pulas curtes no principio de cada remado.
TITULO Vil.
Da s uceando cora.
Art. V.l. A iviinlia legilima dos llcspauhocs be D. Isa-
bel 11 de iiurliun.
Arl. 50. A successflo no tbrono dos llespanlies ser
segundo a 01 di'iu regular de |iriiiiugeniliira o represen
tacu, preferiudo serapre a liulia anlerier s posteriores;
na mesiiia linli.i o grao mais prximo ao mais remoto; 110
Husmo grao u varano fenicu, e uu inesmu sexo a pcs.ua
de maioridode de menor. ,
Arl 51. Exmelos as linliai das descendentes legili
mos de D. Isabel 11 de Burboii, succedea, pela ordem
que fies cslabelccida, sua nula e os tios n maus de seu
pai, tanto vares como lomeas, e seus legtimos deseen
denles, senau esliverero excluidos.
* Arl. 52. Se cbegarcui a extinguir se tudas iilinbas,
que se indican, se taran por urna lei uotrut diamntenlos,
como mais cunvicr nacan.
Arl. 53. Qualquer duvida de (acto ou de direito que
occorra oa ordein da successao curda, se resolver pur
una lei.
Arl. 54. As pcsioai que frcm incapaics para gover-
nai, 011 tenliii feito cousa por que merejau perder o di-
reito i cora sern excluidas da successao por urna lei.
Art. 55. Quando reinar urna fnica, seu mar.du nao
ter parle alguma ao goveruo du remo.
TITULO VIH.
la menoridade do rei c da regencia.
Ail.56. O rei he uieuur al completar qualorie a
nos.
Art. 67, Quando o rei fr de menoridade, o pal ou a
111,11 do rei, e na sin falla o prenle mais prximo a suc
ceder na cora, segundo a urdem eslabelecida na coni-
liiuico, entrar desde lugo a exercer a regencia, ea
exercer todo o lempo da menoridade du rei.
Art 58 Para qua o prenle mais prximo excroa a
regencia, precisa ser Hespanhol, ter viole anuos cm-
plelos, e nao estar excluido dasuccessio cora.
O pai ou a mal do rei s podera exercer a regencia
pcriiuiiiecendo viuvus.
Art. i'J. O regente prestar ante as cuites o juramento
de ser fiel ao rei menor, e do guardar a coiisliluico e
as lei.
.le ai cortea nao estitercia reuuidas, o regente aa con-
vocar inimedialaiiienle, e entretanto prestar o mesmu
juramento ante o conrelliu de ministros, promettend
reileral-o peranle as curtes,lugo que so aoheni reunidas.
Art 00. Se n.i buuvnr pessoa alguma a quein pcrlen
ca de direilu a r-gencia, ser Humeada pelas curtes, o se
cumpor de nina, tros on cinco pess-ias.
Ale que s: .icn esta nuraeac. 10 gol ornar provisoria-
menle u r mo o cnneellio de ministros. ,
Arl. 1,; Quando o re se impossibilitar para exercer
a siiaaiiiuridade.e n impossibilidade fr reconhecida pe-
las corles, exercer a regencia,durante o inipediiuenlu,o
hllio priniugeiiitu du rei, seudu manir de quaturie an-
uos; na sua falta a consorte do rei, e na falta desla os
chamado a regencia.
Arl. C2 O regente, e a regencia no seu cato, exercer
loda a auloridade du rei, em dijo nome se publicaran os
setos dugoverno.
Art. 03. Ser lutur do rei menor a pessoa que no sot
testamento livor uomeado o rei defunio, sempre que se
ja Hespanbul de as, miento; se au o livor iiuiueadu,
sera lutur o pai ou a mSi,eiu quanlo permanecu viuvus
.Na sua falla o Humearlo as cortea; jinrcn nu pulieran
estar reunidos os encargos de rgeme e de tulor do rei,
SCIlO no pai OU 111,11 tiesto.
TITULO IX
J)ot ministros.
Art. (!'i. Todo oque o rei ordenar oudiipoicr no exur-
cieio dasuaautoridado, dever sor assignado jado mi-
nistro a quera competir, u ncnliuiu fnucciunario publi
co dar cunipriinenlo ao qne llie fallar este requesito.
Arl. 65. Os ministros podem ser senadores uu depu-
lados, a tomar parte lias discussoes de limbos os corpu
co-legiiladore, purem su tarto vulo uaquellca que per-
tencu.
TITULO X.
Da adminiitiaro de juslica.
Art. 00. Aus inbuiiaesc julgados pcrlcnce exclusiva-
mente o pudor de applicar as leis nos julios civis e cri-
nniMcs, sera que psito exercer oulras ronoefiea, que us
de julgsr o faier que se oxenle o jolgudu.
Art. 67. As leis determinarn us inbunacs e julgados
que ha de haver, a organisacao de cada um, suas faeul-
dades, o modo de cxcrcel-ai, e as qualidades que bao de
ter os scus lucmbrus.
Art. 08. Os juius eiu materias criminaes icrio publi
coi, na furnia que delermiiicm as leis.
Art. 0'J. Ncnluim magistrado ou juil poder ser pri-
vado do sen emprego, temporal 011 perpetuo, senao por
senteura excculuna; ncni suspenso seno pur aclu judi-
cial, ou ein virtudc d ordem do rei, quando osle, com
motivos fundados, u mandar julgar pclu tribunal comp-
leme.
Arl. 70. Os juiaei sio lesponsavcis pcssualiuente de-
luda a iiitraccau de le que cumiiieliu.
Art. 71. a juslica sera administrada era nomo do rei.
TITULO XI.
Das depntacesprotinciaei das munkijialidadct.
Arl. 72. fc.111 cada provnola baveru una deputaco
provincial, cleila na forma que determina a lei, e com-
pela do numero de uicmbrus, que esta marque.
Art. 73. llavera us puvus alcaides e municipalidades.
As municipalidades scrao Humeadas pelus habitantes a
i|uum a le cuntir este direitu.
Arl. 74. A le determinar a organisacao c allribui-
coes das deputacoes C das municipalidades, e a nter-
venci quu liau de ter cm ambas as corpuraces us dele-
gados du goveruo.
TITULO XII.
Das contribiiices.
Arl. 75. Todos os anuos upresentar o governos cur-
tes o orcaiuenlo geral das dcspeas do estado para o an-
uo legitime, o o plano das cunlribuices e lucios para as
cubrir, assiui como as cuntas da arrecadacio e invento
doscabedacs publicos paia o seu cxaiue eapprovaco.
Arl. 70. >u poder iropr icneiu cubrar-se contri-
bieto alguma nem tributo que nao esuja auturisado
pela lei de ornamentos ou outra especial.
Arl. 77. Igual auiorisacu su precisa para dispr das
prupriedades du estado, e para cunlralur eoiproilimei
sobre o crdito da naci.
Art. 78. A divida publica esta 10b a salva-guarda es-
pecial da uacao.
TITULO XIII.
Da frca militar.
Art. 79. Ai curies hxsrao lodosos anuos, por propos
la do rei, a torca militar permanente de mar e Ierra.
Artigo addicional
Art. 80. As provincias do L'liramar serio guvernadas
pur leis espooiao.
P01 lano mandamos a lodos 01 nossos subilitus de
qualquer classee eundiCJO que sejiu, que cui.ipro e
guarden! a prsenle OuustitulOtO cuino le fuidaniculal
da munarchia, e maudamus lumbciu tudus os tribu
nacs, juilica, elides, guvernadures o demuis aulonda
des, lauto civis como eccle-iaslicas, de qualquer classe
e jerarchia,que guardera e fagio guardar, cuinprir c ese-
cuiar a mencionada conslituicio eui todas as suas parles.
Palaiiu.rin 23 du maio de 1845 tu a rainka.O pr-
ndenle do conerlbo de minisiros, e niinislru da guerra,
Rotado MariaJSarvae*.-O ministro de estado dos ne-
gocios estrangeiros, Francisco Martines de la Rosa.
O ministro du graca e juslica, Xiiis Mayani.O miuistru
cummercio o goveruo du Ulliamar, Francisco Atrnero.
O iiiiiiiilro do reino, tedro Jos tidal.
{Caseta de Madrid.)
[D. do (jovernO)
PEhNAMBCO.
CMARA MUNICIPAL DACIDADE DOREC1FE.
SESSA DE 23 DE JANEIRO DE 1845.
Presidencia do r. liego t Atbuquerque.
Compirecerooss. Mello Cavalcanli, Jos liamos,
Carneiro Monteiro, Cintra Manuel, Barros e Dr. Ne-
ry da Fonseca ; faltando com cauta o Sr, ltveira :
aberta a tesiao foi Itda, e approvada a acta da anteceden-
te. O secretario, dando conta do expediente, mencio-
nou os sejruintes oflicios.
Um do dscal do Recife, participando, que as multas
dos mezes de novembrn edeaembro prximos plisados,
orearlo na quantia de 1128 "-. e pedia.se mandatiepa-
gar ao cirurgiio Juo Domingues da Silva a de 3#2U0
ri. de urna corrida de sade, que fizra em o da 12do
dito me de duiembio. Quanto a 1.a parte inteirada,
e quanto a 2.a, que se pasaisse mandado.
Outro do liical de i>. Antonio, communicando, que
ai multas do inez de dexembro p. p. importarlo na
quantia de &ii ti. segundo a nota, que entregou a con-
tadoria, e rogava se mandasse pagar ao cirurgiio Joio
Domingues da Silva a debGOOrs. de 5 corridas de
sade, que fuera em diOerentes dial do niesmo me/.
Quanto a 1.a iotoiradi, e quanto a 2.a, que se passasse
mandado.
Oulro do IscI da (tegu-.zia da Boa-Vista, participan- J
do, que as multas do mex de denembro prximo pana-
do importarlo na quantia de 169a n., e pedindo. que
se mandasse salisfsier ao cirurgiio Joio Domingues da
Silva a de 6>400 ri. de duas corridas de laudo, que fi-
zara em dito met Inteirada, quanto a 1.a parle, e
quinto a 2.a, que se passasse mandado.
Outro do fiscal de S. Jos, participando, que, tendo
ebegado ao leu conhecimenlo, que Manoel Nunes IJa-
hiense, morador na ra de S Rita, se achava por toda
esta ctdade exeruendo a arte de medicina, sein ser me-
dico, nem cirurgiio, pois quedo archivo da cmara niu
constava diploma seu, pedia, que esta cantara dsse pro-
videncial, para que o obstasse deise eiercieio, visto
nio ser a imposicio de multa s sudiclente para tanto,
Inteirada.
Oulro 'do procurador, requerendo, que esta cmara
Ihe mandaise abonar a quantia de IoOGO rs que, em
virtude do regulamento de 26 de abril de 1844, des-
pender com o imposto do aello du lettras dos difieren-
tes contrato da cmara, arrematados em outubro p.p.,
ou que Ibe declaraste se dita quantia devia ser indem-
nisada pelot arrematantes, visto que noi termos dear-
reinataces nada te estipulou 1 este respeito.(^ue se
remetlesse a contadoria para pastar mandado.
Outro do cordeador, pedindo, se Ibe mandasse fran-
quear a planta, e ornamento do empedramento do al-
ieno da Boa-V isla, para poder examinar a despera da
pedra do mesmo. Que se talisfizesse.
Outro do contador, ofierecendo o balanco e coola
corrente do 1.'trimestre do correte anno, lindo em 51
de dexembto ultimo. Que se remdtesse a commissfio
de polica.
Oulro do procurador, informando sobre b requeri-
mento de Jlo Manoel de Siqueirs. que pedia o paga-
mento da quantia de 100*480 n., importancia do a/ei-
le, que fornecra para luzes da cadeia desta cidade nos
mezes de junho a oulubro do anno pretrito, e propon-
do lermaii conveniente, que ene fornecimenlo losse
feito por indo de um contrato perante a cmara. A-
diado.
Outro do fiscal de S. Antonio, informando, qua no-
nhuma tciencia tinha da infraccio, de que tratava o re-
querimenlo da viuva e Albos de Antonio Joi Teixeira
Bastos, sobre o qual tambem j bavia informado o fiscal
de S. Jos no lempo em que exercia ai suas attribuicSet
no lugar da infrac(5o; e que, com quanto a data do re-
querimenlo fssede2 de novembro de i843,(.en)poem
que anda olo achava dividida esta fregu;ia, erapo-
lm a dita do seu despacho de 16 de oulubro de 1844,
quando ella j eslava dividida, e que portanlo nlo Ihe
competa coohecerda quettlo. Deliberou a cmara,
que de novse remdtesse dito requerimentoao fiscal de
S. Jos, para que continuaste as diligencias, at desco-
brir o infractor.
A commisslo de edifiracao apresentou o seguinte pa-
recer, que loi approvado, sobre os requerimeolos do
juiz e mesarios da irmaodade de S. Jos de Riba-Mar,
de Estevio Cavalcanli de Albuquerque e outroa:
Informe com urgencia o Sr. cordeador aos membroi
da commisslo de edificacio, e em separado. O varea-
dor, 6'in/ra Manoel.
A mesilla commisslo apreseolou tambem o leguinte
parecer, que foi approvado, cerca do requerimento de
joio I.ctie de Atevedo, D. Francisca Anglica do Sacra-
mento, e Luiz Gonzaga da Rocha :
Respondi em separado os Srs. fiscaet de S. An-
tonio e Recife aos mombros da commisslo de edifica-
cio, e com a necessaria urgencia e clareza. O verea-
dor Cintra Manoel.
Por parecer da mesma commisslo forao deferidos os
requerimenlos de Antonia Mana da Conceicao, Luii
da Costa Leite, Antonio Teixeira, Justino Jos Antu-
nts, e indeferidot 01 de Albino Jos Fereira da Cunha,
Joaquim Jos Corroa de Si, Joaquim Jote Ferreira, e
JosJoaquim Ribeiio.
Apresentou igualmente a mesma commisslo os pare
ceres abaixo transcriptos, que forio unanimenente ap-
provados:
a Fura presente commisseo de edificarlo o reque-
rimenlo de Jos Antonio Bastos, pedindo licenca para
levantar tercero andar em sua propriedade situada na
ra da Cadeia do Recile, e oblando despacho da cmara
municipal em data de 28 de novembro do anno ante-
rior, acontece porm que o eogenheiro cordeador re
cusara dar a devida cordeacao, allegando, que, exami-
nando a plaa da cidade, lem de recuar a frente do
predio do suppltcanle, afini de desapparecer a tortuosi-
dade da ra. O supplicaoto replica i cmara munici-
pal, ein dala de 16 do correle, pedindo a necessaria in
demiiisai ao pela demolicao projedada, ou a concessio
da licenca requerida. Nesle estado de cousas he a com-
missao de edificacio de paiecer, que, com quanto ache
mu justa a legal a pretendi do supplicante, todava,
nio estando a cmara municipal aulorisada expressa-
menle para decidir casos desemelbanle natureza, pur-
que le,lirio indemnitacoet pecuniarias, que semauto-
risar;io especial do governo da provincia nao ai pude ef-
fecluar, e para desprezal-a, e salufazer ao que requer
10 supplicante, tambem se v inhibida de assim o poder
fazer, em razio de nio estar em seu arbitrio alterar ou
modificar o disposto no'plano da cidade, approvado pelo
Exm. presidente; por taes razes he ella de parecer, que se
dirija acamara municipal S. Exa., o Sr. presidente,
pondeando a situaco ein que te acha a cmara munici-
pal, motivada por falta de seren atlenddas suas justas
reclamacoes, que no relatorio anterior deprecara da as-
sembla provincial, com o fim nico de prevenir casos
desla natureza, pedindo para taei indemnisacOet a ap-
plicaco de algum rendimonlo especial, ou a desigoacio
de urna quantia em as leis do ore-amento municipal,
que, esgolada ella, nio fuste a cmara municipal coagi-
da a tatialazer, em contravencio ao plano da cidade, ai
licencia requeridas por falta da neceisaria indemoisa-
cao pecuniaria, do contrario be tomar irrisoria a exis-
tencia dot ditos planos. Sala das commissoes, 23 de Ja-
neiro de 1845. Oliveira. Cintra Manoel. <
Requerimenlo que por deliberacio da cmara lora
remullido a commisslo de edificacio, a fim de interpor
o seu parecer sobre a utilidade, ou vaotageni nnlle
contidat Requeiro, que a cmara prive toda e qual-
quer edificacio' por planta especial, emquanto se nio
tomarem novas providencias a respailo, 15 de Janeiro.
(Attignado) O vereador dr. Ifeiy da Fonseca.
r Entende a commisslo, que nenbum damno causa a
municipalidade em continuar a approvar, ou rejeitar os
planos apresenlados pelas pirles, tundentes a edificacio
de predios particulares, como ha praticado de aoooi a
esta parte.
Que te nlo oflendem os arts. 7esegoines d. pos|0.
ras addicionaes, todas ai ve/e que as dimences der.
sistencia e mais preeaitos symelricot decretados forern
observados, e sem deixar a vontade dos prop ietarios
as altvracdos nlo previstas em lei alguru municipal
lem, por bem entendido zelo de suat funccOei,exigido(
cmara municipal, que taes planos sejio subjejtos 6 Sl,
exame, reprovando-os, como de fado lia acontecido
quando por ventura se deslisln de taes regias. \^
prejudicaaoaformospamentopublicoipoique.nloobstsn-
le o objecto de que se trata ser inleiramente da ciaste
daquelles, que pertencio a variedade degoll, ou de
prelereocia ninguem dir, que taes comlrurcSes, con-
cedida! pela legislatura passada.seja interiores em i|e-
gancia a montona rutina, seguida na edificacio al
eolio cm uto, quanto a generalidade. Tanto he exac-
to, que edificaces ha, que de sua natureza devem dif.
lerir um tanto das regras proscriptas as posturas, c|Ul,
a propria municipalidade de 37 concedeo, e approiou
o risco da capella inglesa, em a ra Formota, e o do
Ibeatro hormonico-lbeatral, que boje ensoberbece com
tua elegante fachada a tua do Apollo, emobairrodo
Recile.' Nestes termos entende a commisslo, queie
achio em idnticas circumstancias os edificios que i
cooitralrio na ra da Aurora. Mas como taes licencii
caminbio, ( frca he conlessal-o) para um abuso da
parte dos proprietariot, abuto este, que cumpre quan-
to antea camera evitel-o, abuso tanto maii escanda-
loto, quanto a negligencia dosfiscaes temsanecionadua
um tal ponto, que depois do edificio estar em adiand-
mento de consli ucylo, be que apparece o naco em sei-
slo, e as mais das ve/es denunciadas laes infraccScs
por nostot propriot collegas! E vendo-se assim a c-
mara inhibida de fazer as correccSes necessarias, e de-
cretadas por lei, por altender a innocencia dot proprie-
tarios, por falta de provss em contrario ; por isso en-
tende a commisslo de edificacio, que se deveri adoptar
urna medida qualquer que ponha termo a lanas, a
contiouaspretenedesdo particulares, algumaa dasquaet
bem extravagantes. Em conclusio propde a commis-
slo de edificacio, queso se conceda approvaclo de pla-
nos, e rteos particulares para as edificarles lingulam
nos auburbiot da cidade, e nos quarteiroes da ra d'Au-
ra, ama vez queasfrentea excedi a 30 palmos, de-
pepdendo, como do cottume, a previa apreseutacio do
plano ao cuidsdo e zelo da cmara municipal. Que
para melbor fiscslisi(io de urna lio importante a((ri-
buipo, o titeaos sejio obrigados a ter um registo par-
ticular das licencia, que a cmara conceder pira loda e
qualquer edificacio, reedificaiio, concert, reparos,
&e., e que no acto da entrega do requerimento parte,
eacreva no verso da peticio fiscal respectivo Vis-
to I'. Que o engenheiro cordeador aprsenle( pe-
lo menos) dust vezes por mez urna parte a cmara mu-
nicipal contida nos teguiotei termos Vsitei os pre-
dios, que actualmente se achio em construceao, o nio
encontrei infraccio alguma as cordeaedes, ou nolei
taes, e laes irregularidades, ou infraccoes, e particin
em lempo ao fiscal F.
Taes tio as ideiss da commisslo de edificacio i re-
peito das intem.oes do Ilustre vereador, autor do re-
querimento cima, protestando como Ibe cumpre, que
nadiscuttio nio te negar a ludo e qualquer deteovol-
vimenlu, que mais esclareci, ou ampliem as asaercoei
emi tudas. Os ve rea do re, Olneira Cintra Manoel.
O bacbarel Antonio d'Araujo Ferreira Jacobina re-
quer a cmara licenca para abrir ra, e travesas om
sua propriedade na Capunga, a vista do que consta 1
commisslo de edificaipiode se acharditosiiio, eoulroi
sdjacenles aforados a diversos, e um grande n. de casas
edificadas com alinbamenlos dados por seus respectivos
ilonns em poca, que era vedado a cmara intervir rm
taes disposicoi's, pelo falso supposto de atacar-so o di-
reito de propriedade, como mui claramente ella fez ver
em seu anterior relatorio i respeitavel assetnbla provin-
cial, e ltenlas as dispeiicdes da novissima postura ad-
dicional, art. 1., entende a commisslo de edificacio,
e he de parecer, que se remella o requerimenlo do sup-
plicante, a bem assim de Antonio de Paula Boavenlu-
ra, Benlo Jos de Mello, Joio Germano do Espirito
Santo. Francisco do Freilas Gamboa, aoengenbeiro
cordeador para levantar com urgencia o plano du refe-
rido terreno, tendo em vista a melbor maneira de con-
ciliar os ioteresses particulares com o disposlo as leit
municipaes e a necessaria relerencia das novat mas
com as existentes, que Ihe ficio contiguas. Us erea-
doret, Olneira, t Cintra lUanoel.
a Jos Goncalvcs Ferreira propdo-sd a contra-
tar com acamara municipal, a um tanto por bra-
ca quadrada, o atierro do alagado destinado para pas-
seio publico, situado a leste da ra do l'ombal; e nao
sendo possivel na aclualidade, ltenla a exiguidade
dos cofres da cmara municipal, altender a lio til
empreza aproveitando-ie dot esforcos patriticos do
supplicante que tio generosamente se oflorcce a admi-
nistrar lio arduo Irabalbo ; nao sendo deequidade,
que se detpreze exetnploi de tio generosa oflerta; be a
commisslo de parecer, que se responda ao supplicante
que a cmara municipal em lempo opportuno attender
a sua proposta; e quo, entretanto, agradece, e louvaa
iniciativa, que lomara em objecto de publico i ulerea-
se. Os vareadores, Olivtira Cintra Manoel.
Resolveo a cmara, queseunistem ao regulamenlo
interno os artigos tendentes aos fiscaes e cordeador, de
que traa o parecer cima transcrito da commisslo de
edificacio a cerca do requerimenlo doSr. vereador No
ry da Fonseca.
O Sr. vereador Cintra fez o seguinte requerimento,
que foi approvado : Requeiro, quo te lome na devi-
da cootideracio o ettado de ruina em que se acha a
ponte da ra da Aurora. Em 23 de Janeiro de 18 !.">.--
O vereador, Cintra Manoel.
Tambom foi approvado o seguinte requeiiiuuuto :
Requeiro, que esta cmara mande declarar por edi-
taes, quaes ot mdicos, cirurgioes, boticarios, e par-
leiras, que leem registado seui diplomas net'.a Cmara.
Janeiro 23, de 1845.Carneiro Monteiro.
Entrando em diicossio o requerimento de Joaquim
Antonio Pena, que por despacho do governo da pro-
vincia veio ter a cmara para informar, no qual quei -
xiva-m o tuppleiite da lalta dejuixdepaz 00 2. dis-
tricto delta freguezia,resolveo a cmara, que se oflici-
atsc ao Exm. presidente, dizendo, queella.emo mez
de dexembro passado, convidara aos juizes de paz elei-
tos para prettarem o respectivo juramento, eque, en-
tre alguns que nio comparecrio, (oi um dilles o sup-
plcnte do 2.' dislrtcto desla Ireguezin; mas que tumo-


a reiterar seu convite. cbamando-o para cimento da carne verde, para ai embarcares da arma-
da, pelo tempo que se convenciopar, principiando o
],tamentc
Ul iur intentar se ,B vv,tJ *'pv *iuw av --i- i--------
nlll acornara. nJesaeipedli* diplomas aos fornecimento do l. de agosto prximo; e convida as
"'*'" ......_i..... j.A-,i;n ni. r,fln. nuem o contrato convier.a coinparfcerem nes-
;i,-rtorts su|.()l-ntesem lugar dogfTcrtivos que se a
Lba<> fr 'la provincia, e que se officiasse ao Exm
Usident' provincia [.ara designar o lugar da reu
I-)0 ,|., c|| gio eleitoral, que lem de e'oger um se
| ulor; .'ogo que S. Ex. o designasse, se publicaiiP
|r cl.taes.
Ite.olveo gupente qne o eng-nbeiro cerdeado
presentis coin brevida.le una exacta inlormacio do
Liado da ponte da run d'Aurora, que ameaea desabar,
pulicandoos necessarios muios para obstara iuiininenle
l'endo sido dispensado o Sr. vereador Mello Caval-
|,nti da commissao de que eslava encarregado, para
lontratar com alguma das typographia delta cidade a
Lpresso das actas, e maii papis da cmara, por as-
Im o bavor pedido, foi logo nomeado o Sr. vereador
Cintra Mannel com a meima obrigaco.
Foi remettida a eommissSo de sade o requerimento
a Jos Simoet de Magalhaes, e acommlssio de edi-
Lacao o de Jos Mara Freir Gameiro, Antonio da
I. Gusmo, e Luir. Gonzaga da Rocha.
[ Despacharao-se 42 requerimentos: a saber : de
Luii da Costa Leite, do padre Fancisco Luiz de Car-
lalho, Joao Ignacio do Reg, Antonia Maria da Con-
iio, Francisca Joaquina do Nascimentp, Jos Pe-
de Faria, Joaquim los Ferreira. Anglica Maria
tu'todia, Joao Gurmano do Espirito Santo, Pedro
llarcellino, Justino Jos Antonio, Manoel da Silva
fantos, Manoel Forroira Ramos, Antonio Pedro de
ilcantara. Jos Simoes de MigalbSes. Lourenco Jos
as Noves. Manoel Rodrigues de Albuquerque, Fran-
u'tcoJos Vieira Machado. Jos Mauricio dos Santos,
Lntonio Pereira Simoes, Jos Francisco da Costa, Joao
'mo dos Santos, Jos Machado Soares, Luiz Ignacio
itibeiro Roma, Fraocisco Joi da Silva, Jos Joaquim
iiuuiro o jui. escrivlo e thesoureiro da irmandade
fas almx da Boa-Vista, Antonio dos Santos Ferreira,
lntonio Jos de Santa Anna, Jos LeitSo, Manoel
figuora de Faria, Joio Ferreira dos Santos. Joao
Ji Silva Monteiro, Manoel Antao Ribeiro, Jos de
Imoriin Lima, Antonio Teixeira. Albino Jos Fer-
,,.ira da Cunha. Cyprianno Lui/. da Paz, Filippe
Tranca, Joaquim Antonio Ribeiro Silva Joaquim
UorreiadeS, e Manoel Vieira da Rocha.
U Sr. presidente marcou para ordem do dia a posse,
\ juramento de alguna juizes do paz e aupplentes, que
jeixro d.i comparecer no dia 7 docrrente, e lorio
lonvidados para a aesslo dj dia 25. E para constar
IntnJou a cmara fazor a presente em qne assignou
f.u Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello, secre-
irio a escrevi.Rtgo Albuquerque, presidente.
hamos.-Carneiro Monltiro-Mell* CavatcantiBar-
ios -Dr. \'ery da Fonseca Cintra.
CORREIO.
CORREapnlSDENCIi I>A CIDAOE E PR0VWCU.
En lenlio por differente occosiea clumnjo a atlen-
Ll.i pulicia para can onde so faiem j'-guinho loaivos,
lindo- o viandante incauto he despido, uio pelu temor do
liaoainarle, mas pela astucia do velhaoo". tem tido perdi-
Itu u mea trabnllio, mas nao importa; hoja eal na poli-
ca oiilro delegado, verei e elle n5o he lio surdo ein-
Kifferente. Para que elle menoa deaoulpa Ictilin, nao o
lcvarui muilo longe de rasa, da na roa do Collegio, oo
L.'isaeio publico, uu aun nrredre, um bilhar que er-
e, coiu a sua permiaao, de nortina uina verdadoira
I-asa detabolngem, onde vio jogar rapaiinbos, crianca
Le desde as esnobs vio all perdendo o que poaso ler
cbona.e liabiluondu-se rmiuoralidade.nio fallando no
taue provnvrlinenta eaacajogus han de ler deovellinca-
os. Vamos, meu delegado, deilo os cilio policiaca pa-
ta raa turna; veja se acera cun ella; o diasolva essa c*
de nerdico.
CMMRCi
Alfandega.
do dia 30...............6:6(52*950
r Desearregad hoje 31.
GaleraSuord-Fiskmercaduras. -
llMaihoNeptunodem ^^_^___
Muviiueiilu do Torio.
pessos,a quem p contrato convier.a compareoerem nes-
ta secretaria, pelas 10 horas da manhaa do dito da,
munidas de suas propostal. Secretaria 'la inspecco do
arsenal de marinba. 28 de julho do 184.'. O secreta-
rlo, Alexandre Rodrigues dos An\os.
De laracoes.
_ O Illm. Sr. coronel director do arsenal de guer^
ra pretende mandar tapar o v5o de urna arcada, e o de
duas portas do segundo armazem doalmoxanado do
mesmo arsenal, e destapar o vodeduaaoutras, ezer
alguos pequenoa reparos, e caiar o referido armaiom :
quem se quiaer incumbir desu obra, comparece ni sala
da directora at o dia 4 do prolimo luturo mer. Di-
rectora do araenal de guerra. 29 de julho de1845. --
No impedimento do escriturario, Jo/lo Ricardo da
Silva. ., .
_ Pe delegada do primeiro termo da cidade so taz
publico qua na cadeia existe o eabrioha Jeronymo ,
escravo de Francisco Jos da Sjlva, da comarca do l.i-
moeiro, o qualdiz tersido furtado na mesma comarca,
e andar aqui perdido.
_ 0 arsenal do guerra compra aieite de coco, dito
de carrapato; e fio d'algodSo : quem taes gneros tiver
mande sua proposta em carta fechada a esta d.rectona,
at o da 5 do prximo futuro mezDirectora do ar-
aenal de guerra.30 de julho do 1845. No impedimen-
to do eacripturario, Jodo Ricardo da Silva._________
Avisos martimos.
Segae breve para o Rio-de-Jaoeiro o veleiro pa-
tacho Castro II por ter a maioria do seu carga-
mento : quem no me.mi quizer carregar embarcar
eacravos ou ir de passagem para o que oflerece bons
commodoi pode entender-so com Araorim Irmaos ,
na ruada Cadeia n. 45.
Para o Rio Grandeegue viagem o patacho Uua-
po com brovidado : quem no mesmo quier embarcar
eacravos. ou ir de passagem, podo dirigir se a tratar
com Amoriin Irmaos, ra da Cadeia, n. *.
ss Para o Asscom toda u brevidade a barca na-
cional Ermelinda, do que he capitfio Juliao Ferreira
Numes : quem na mesma quizer carregar. ou ir de
nassaaem, dirija-se aos seus consignatarios Francisco
Severianno Rabello & Filbo no largo daAwembla,
uaq dito capitSo.
= O brigue-escuna Aguia sal para o Assu impre-
lerivelmente. aabbado, 2 de agosto : quem no mesmo
quizer carregar. ou ir de passagem; dirija se a Novaes &
Compaohia, na ra do Trapixe n." 34, ou na ra da
Cadeia n. 40.
Para o Morlaie sai com toda a hrevidade o brigue
francez Malhylde. de que he capito I.egonede: quem
no mesmo quizer ir de passagem, dirija se aos seus
consignatarios Jobnston Pater & L.. ra da Madre de
Dos n. 30, ou ao capito a bordo de dito briguo;
pira o que tem excellentes commodos.
_ Vende-se o hrigue brasileiro Indiano, forrado,
e pregado de cobre, prompto a seguir viagem para qual-
quer porto : os pretendentes, para exammar.podeui di-
rigirse defronte do trapiche do algodio, onde anda se
acba com far.nha. e, para tratar, a Manoel Ignac.o
d'liveira, na rna do Apollo, n. 18. ^^^^^^^
Leiles.
Navios entrados no dia 30.
I\ Mallii-os; 14 das, garopeira brasileira N. S. da
Pena de 28 toneladas, mestre Joao Jos Teixeira,
H equipagem 5, carga farinha : ao mesmo mestre.
hali-ncia;8 dias,sumaca brasileira S. Antonio-Rei-dos
Mares, de III toneladas, mestre Bento Jos Perei-
ra, e|uipagemlO, carga farinha, ecaf; a Manoel
Joaquim Hamos e Silva.
Trieste; 55 dias. barca austraca Paquete-de-Trieste,
de 384 toneladas, capito Martino Sivovicle, equi-
pagem 17, carga farinha, e sal; i N. O. Bieber.
Vavio tahido no mesmo da.
IAsm'i ; brigue-escuna-biasileiro Deliberando, capito
JoSo Goncalvea Ro:ba, carga farinha : passageiros,
Jos Gomes d'Amorim, 1 criado; Antonio Cabral
de Macodo, e 1 criado ; Manol Rodrigues Teixeira
Jnior; Manoel Pereira da Silva, e 1 escravo ; JoSo
Francisco Pereira ; JoSo Luir. d'Araujo Pereira, e 1
escravo; Alexandre Lopes Veigas e Azevedo.e sea fi-
lbo Jos Filippe d'Oliveira, e 2 criados ; Jos Lu-
cio de Brito.e 1 escravo; Alexandre Francisco Pereira
Pinto ; Paulino Antonio de Azevedo,levando em sua
companbia Matheos Jos de-Azevedo; Antonio Mo-
reira da Costa,e 1 escravo ; Joo Casimiro de Souza
Lopes; Ponciano Jos Sebolsa, e 1 criado ; Manoel
Marti, i Veraa, e 1 escravo ; Luiz Barrojo deCar-
*albo ; Manoel Jos da Trindade, seu irmio Jo-
s Joaquim da Trindade, e 1 lilho menor; Mano-
el Joaquim de Araujo ; Galdioo Vieira de Mello ;
Manoel Alexandre de Araujo Guerra, o 1 criado;
Policarpo Antonio de Araujo ; Filippe Bezerra Ca-
vatcanti de Albuquerque, e 2 eacravos; todos Brrai-
leirot.
Observafdo.
Seguio viagem para Trieste o brigue sardo Lathari-
"a. chocado hontem de Macei.
= James Crablree & Companbia farao leilSo, por
intervenco do corretor Oliveira. do grande sortimenlo
de faiendas limpas, e muitas outras averiadas, as quaes
sero vendidas sem limites : hoje, 31 docrrente, s
10 horas da manba impreterivelmentc, no seu arma
zem, na ra da Cruz.
= James Crablree & Companbia lara leilao, por
inlervencao do corretor Oliveira, de grande pori-So do
mebilia do melbor gosto, importada prximamente :
sexU-feira. 1." de agosto, s 10 horas da inanbaa, na
casa do Exm. Manoel de Carralbo, na ra do Amoriin.
Avisos diversos.
Ediu
al
I ~0 Illm. Sr. inspector manda novamenle annunciar
que no dia 31 do mez crrente (boje)conlratara o lorne-
^ Da-se dinhi-iro a premio com penborea de curo e
prata, mesmo em pequeas quantias; na ra da Praia,
n. 22.
= OsSr. Francisco Jos Ribeiro de Souza, Agos-
tinbo Tarare Rodovalhos e Francisco Joiquim da Cos-
ta, leem carta em casa de Manoel Jos Machado Ma-
Ibeiro na ra da Madre-de-Deos n." 5." I.* andar.
=A agencia de pastaportcs, estabelecida na ra do
Raogel n. 34, se acba mudada para a mesma ra, so-
brado n. 20, onde contina a prestar-se com toda
promptidio ecommodtdade.
Un moco Brasileiro que tem muito boa ledra, e
sabe lr e contar.se oflerece a algum Sr. negociante para
caixeiro de escriptorio, ou de ra ; quem precisar, an-
nuncie. .
=.Preciia-ie de um bom cosinheiro ou cosinheira
(livres ou escravo); quem estiver na circumstancias
de bem deseaipenbar este lugar em casa estrangeira,
dirija se com breridade ra da Cruz, n. 21, a tratar
do ajuste.
Aluge-se por.preco commodo, urna negra; quem
a pretender, dirija-se a ra por detraz da matriz de
Santo Antonio, sobrado n. 44.
Desappareceo, no dia 29 docrrente, um caxorro
ingle/ comos>ignae seguinte:cr vermelba.cabeludo,
orelbaa grande, e urna mancha branca no pescoco; ro-
ga-se a peoa que o acbou, ou delle souber, dirija-se
a ra da Cadeira do Recite n. 60, primeiro andar,
que aera generosamente gratificado.
Monoel Joaquim da Silva Ribeiro te acba moran-
do na mesma ra do Rangel, sobrado n. 20, 2 an-
dar. ,
Na ra deS. Francisco, n. 17, do-e 200* r. a
premio obre penborea de ouroou prata.
=Dio-se 21108 r. a premio de dous por canto obre
peobores de ouro ou prata : na ra doSanta Theraia,
** IA A
Candido dos Santo Xtner relira-*e para (orada
drovincia.
No dia sexta-?eir8 primeiro d agosto, na praca
do Sr. juiz de paz do primeiro districto dele bairro de
Santo Antonio, por ser a ultima prara, ebo de ar-
rematar^ quem mal der, 20 chapeos de massa, novo,
por execucao de Antn. Vieira da Silva Monteiro :
quem nelles quizer lancar, compareca na porta d mes-
mo |uiz. no dia cima indicado, s 4 horas da Urde.
Perante o Sr. dr. juiz do direito da priroeira va-
ra do civel. Jos Thorna^ Nabuco d'Araujp, tem do ser
airematado.no dia 2 d'agosto p futuro, o escravo criou-
10 de nomo Martmbo, penhorado por execucao da
viuva Seve & Filbos, e Barros, contra a viuva' Filhos
de Joaqnim Luiz Viraes ; cuja praca tem lugar no da
mencionado, as 4Jioras da tarde, na ra do Sol,
porta do dito ministro.
Dumcrey, Francez, chcgado.no ultimo vapr.do
Rio-de-Janeiro, participa ao publico, que trouce de-
ferentes obraa de brilhantes, rubins. e esmeraldas, do
ultimo gosto de Parii: as po-soas, que quizefem com-
prar, procurem n ra larga do Rosario, n. 313, por
cimdiJboticadoSr. Bartbolomeo Francisco de Souza,
primeiro andar.
= Arrenda-seum sitio que tenha caa ofTrivel ,
que nSo seja muito distanto da praca, e que tenha pro-
porces para ter de 14 a 16 vaccas de leite, preferindo-
se aquelle qu for situado a margem do rio : quem o
tiver, annuocie ou dirija-se a ra da Cadeia de S.
Antonio, obrado n. 2.
__ Aluga-se a casa terrea da ra Velha n. 84,
com4quartos. sala adianto e atraz cozinba lora e
quintal murado ; a lallar com Bernardino Francisco
de Azevedo Campos no pateo do Carmo.
= Precisa-se de um caixeiro quo tenha pratica de
venda ; na ra da S. Cruz n. 58
s= Aluga-se o segundo andar e solio do sobrado n.
11 da ra do Rangel, pintado do novo: a tratar na ra
Nova, loja de ferragens n. 37.
lazem-se trancelins de cabellos de
qtialquer modelo, anneis, fitas, pulceiras,
&c, &c. o mais Lem eito que he possivel,
por preco mdico ; na roa do (aliug, loja
de iazendas n. G.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
Uomeopathico do Brasil.
Possue todas as suuslaocias experimentadas na Eu-
ropa, nos Esladot-Unidos e ltimamente no Brasil e as
dynamlsacoesfeitas pelos procesaos mecnicos dodr. Mure.
Distrihue gratuitamente a vaccina dynamisada e to-
dos os outros preservativos necessarios as epidemia
reinantes, e responde a qualquer consulta, que a res-
peito de Irnos, inedicaci.es, remedios e rgimen Iho
lor dirigida.
Pratica elomentar da bomeopatbia pelos Srs., Mure
o Marteus.
Enriquecida das primeiras experiencias pura fetas
no Brasil.
Preco 8i000 rs. e lOs rs. com urna boa encader-
nacao. ,
Folbona homeopathica. 2." anno, contendo noticias
sobre o estado actual da homeopalhia, o rgimen, eo
estatutos do instituto bomeopathico.
Preco 320 ra. com grande abalimento a quem com-
prar poredes maiores.
Dirigir-se por correspondencia a agencia do instituto
bomoopalhico no Rio-de-Janeiro.
- Na ra de Agoas-Verdes, n. 46, tirSo-se passa-
portes para dentro e fra do imperio despacho-se
escravos; cobrao-se dividas dentro c lora da praca ,
com a maior presteza e segurante; fazendo se ludo pe-
lo mais mdico preco do que em outra qualquer
parte.
Pelojuizo da segunda vara do civel|, esenvio
Motta sabbado, 2 de agosto do correntc na porta
do ditojuiz ha de ir em praca o arrendamento an-
nual de urna morada de casa terrea sita na ra do
Rozario da Boa-Vista n. 14, penhorado a Francisco
Domingues da Rocha, por execuco de Silverio Joa-
quim Martins: e be a uitima pra?a : e foi avahado o
dito arrendamento annual em 72000 rs.
Precisa-sede um Portuguez, que saibadeitar
canoa e se lubjeite a todo o servico do campo pa-
gando-se inensaluicnteo que se convencionar pira
dentro da praja ; a tratar com Manoel_Fermino Fir-
reira na travessa do.Queimado n. 3.
__ Um rapaz casado com muito pouca familia ,
quo sabe ler, escrever. contare grammalica portugue-
za, se oflerece para caixeiro de algum engenbo ou
para enslnar meninos, com tanto que eja fra da
praca : quem de seu preslimo se quizer utilisar diri-
ja-so a ra Nova loja de ferragens n. 16.
= Precisase de um cont de ris a premio dan-
do-so interesse avultado e por seguranca urna heran-
ca que se deve receber nesta cidade ; quem este ne-
gocio quizer azer annuncie por esta lolha.
=: Furtrao, no dia 25 docrrente mez de julho ,
da oseada n. 5, no largo do Carmo, urna cabra (bicho),
de cor preta, prenbe, com urna marca amarella bastan-
te pequea no quarlo direito do lado posterior ;
foi vista ser conduzida por as ras do Fogo, Rozario e
uarteis; o nao se ignorando por issso onde ella este-
roga-se de a mandar entregar na sobredita casa ,
que te gratificara.
= Precisa-se alugarurna casa terrea, ou loja de
sobrado as ra da Cruzes, S. Francisco e paleo
do Paraizo ; quem tiver, annuncie.
= Precisa-se saber da morada do Sr. Vicente Jos
da Silva Tavares que muilo se Ibe deseja fallar ; na
ra de Apollo, n. 18, ou annuncie, para ser procurado.
= Avisa-se as pessoai, que teein penhores em mo
de Miguel Esteve Alves, queirlo vir resgaial-os no
prazo de 8 dia contados detta dala do contrario
serlo vendidos para pagamento (cando responsaveis
pelo resto poi que, ba muito tempo, te finalisario
prazoi dos dito penbores, e por isso o annunciante nao
pode esperar por mais tempo.
__ j. B. C. Tresse, fabricante d'orgioa de igreja,
avisa ao respeitavel publico, e particularmente aos Srs.
tbesoureiros. ou pessoasencarregedas das igreja, que
elle faz orglot para i-reja de todo o lmannos, com
clarim, trombeta, cromorno, voz humana, erouxinol,
ou qualquer outro jogo : outro dito orzo, ( que sendo
ouvido nSo tem apparecido aqui) a duas finas, a cla-
vier, e a chave de realejo pata falta d'organiata, ou por
falta de taber tocal-o ; entio te toca com a chave, co-
mo te fotse um realejo, obtendo a mesma voz d'um
orgo de igreja, contendo, nos cylindros, a missa, os
bymnot, e os kyries, para quaesquer festasdo anno ,
ludo reunido na mesma obra ; outros orgos, forte-
piannos, com voz humana, e flauta, para cantar a mu-
tica vocal; realejos de todos os lmannos, para Igreja,
contendo, nos rylindroi, a miss-i, os hymnos, e o ky-
ries. para quaaeiquer fcst.s do anno ( proprio para
qualquer igreja, que nao lem organista ) com a mes-
ma voz d"um o.-go : outros ditos realejos para re-
crujo, contend.) quadrilnas, contradanc/as e valgas, e
quaesquer marchas ao gosto do comprador ; concorta
os ditos instrumentos, e poe marchas nova : em Santo
Amaro, na entrada da estrada que vai para Belem, no
sitio deJ. I!. C. Tresse. ou no atierro da Boa-Vista,
n. 2G, a fallar com o Sr. F. Chaves.
A nova Compaohia Italiana
avisa ao respeitavel publico cjue
a terceira representaco .lyrica
ser quinta eira 7 do mez de
Agosto. Os pormenores serio
annunciados por cartazes.
Jos Joaquim Bezerra Cavaleanti d'Albuquerque,
por si, o por sua mulher, tributando o maior desprezo,
assim ao aviso inserto no Diario n. 1G4, de 28 do cor-
renle, em nome de Antonio Alves Ferreira, e tua mu-
lher, como ao vertiginoso, e maligno espirito, que o
agenciou, movi, e protegen, esclarece a quem quer,
que possa pertencer o conhecimento do direito, que a
respeito do mesmo engenho, o mais ben inventaria-
dos polo juizo de orphSos, escrivo Pereira, tem, nio
o dito Antonio Alves Ferreira, e sua mulber mas snn
o mesmo Bezerra Cavaleanti, e sua mulher, com 01 te-
guintes fados : 1.' os autos de inventario do mesmo
engenho, e mais bens, que, tendo subido ao supremo
tribunal de justicia, com rocurso de revista civel entre
partes, recorrentes Bento Jos da Costa, o sua mulher,
e recorridos, o mesmo Bezerra Cavaleanti, e sua mu-
lher, ba poucocbegarao, negada a rovisla pedida, man-
dando-se cumprir a sentenea e accordos recorridos;
2.' desistencia, que fizara o metmo Antonio Alves,
sua mulher, em 16 o 24 de maio do anno de 1839, da
opposicSo que faziao nos autos de libello civel intentado
( em o anno de 1827, para annular o vinculo, que lo-
ra instiluido no dito engenho) entre partes, Jos Al-
varo Curado, e outros, e Caetano da Silva Machado,
na qualidade do tutor da mulber do dito Antonio Alves,
quando menor, pelojuizo da primeira vara do civel,
escrivSo Reg ; cujo vinculo foi julgado nullo por sen-
tenca, que passou em julgadoem 1830; 3." eterip-
turas de hypotbeca, celebrada entre parte, o metmo
Antonio Alves, etua mulher, e o metmo Bezerra Ca-
valeanti, em 12 dooutubro de 1838, pelo cartorio do
retpectivo escrivo Ferreira, de cessSo, e traspatio, de
trato, obriga(ao, e hypotbeca, celebrada entre partes,
Antonio Marinho Paes Brrelo, e tua mulher, o met-
mo Bezorra Cavaleanti, e o mesmo Antonio Alves Fer-
reira, o sua mulber, em 22 de junho de 1839, pelo
mesmo cartorio ; 4."escripturas de permuta, e de
venda, cesso e traspasso, celebrada entre o mesmo
Antonio Alvet, etua mulber, e o mesmo Bezerra Ca-
valeanti, e sua mulher, em 27 de outubro de 1840,
pelo cartorio do tabelliSo Bezerra ; 5 escriptura de
arrendamento do titio Allemao, celebrada entre o mes-
mo Antonio Alves, eaua mulber, e Manoel Cavalean-
ti d'Albuquerque, pelo mesmo cartorio, tabelliSo Be-
zerra, em 4 de sotembro de 1841.
Deteja-te fallar aos Srs., Jlo Jos Pereira B.or-
get, Joaquim Domingos da Cunha, Francitco Correia
de Menezes, Manoel Jos Barboza GuimarSet, e An-
tonio Bernardo Vaz na ra da Cruz, n. 9 na mei-
ma existe urna carta para o Sr. Jos Ferreira de Mat-
tos, vinda da Baha.
Aluga-se umaescrava, hbil, e tem vicio, para
servico de casa sendo por 10,000 rt. mensaes: quem
a quizer, dirija-se ra da Gloria, na Boa-Vitta, casa
torrea n. 37.
Jos Pereira da Cunha tem tratado, com Serafim
Jos de Souta, e tua mulber Rita Maria da Conceicao,
a compra de urr.a parte da casa de tres andar na ra
dotTanoeiros.com frente para o caes da ruado Trapiche,
que os mesmot possuom como berdeiroi de Lino Fran-
cisco Xavier : quem se achar com direito a mesma par-
te, e prejudicado com esta venda, baja de o publicar
no pra/o de tret dias.
Ollereco-se urna mulher branca para cata de ho-
memsolteiro, a qual sabo cosinbar e engommar : dir -
jaO-se a ra da Senzalla Nova no segundo andar do so-
brado, que tem a varanda do I." andar caiada, n. 27.
=i Oflerece-se um moco Brasileiro branco, de ida-
de de 28 annos, para caixeiro de alguma cata ingleza,
ou franceza para cobrancas nesta praca oa fora del-
ta o qual afianca a tua conducta, com predio nesta
praca livres e desembaracados: quem de seu presli-
mo te quizer utilisar, annuncie.
= Precisa-se alugar urna ama de leite, forra ou
eterava tem filbo ; no pateo da Penba, o. 4.
ata Precita-se alugar urna preta, que aaiba cozi-
nbar alguma couaa para casa de pouca familia ; oa
ra Formosa, venda n. 1.
= Precisa-se de um moro Portuguez de idade de
lG a-20 anuos quetaiba trabalhar em padaria e to-
mar conta de urna freguezia de vender pi aqui mei-
mo na prafja : as (unco-Ponas, n. 50.
Jote Martins Barboza retira-te para o Rio-de-
Janeiro.
= Roga-se aos Sn. Ettevo Jos de Albuquerque,
Jos Ignacio Guedes de Barros e Antooio Manoel
Coelbo ou pessoas que faci suas vezes, de dirigi-
reni-se a ra da Cadeia de S. Antonio ,,n. 14, primei-
ro andar, a negocio deaeus intereises.
= O thetoureiro da loteria de N. S. de Guadalupe
principia a pagar ot premios extrabidos da primeira
parte da terceira loteria nos dias 30, 31 e primeiro
de agosto dat 9 horat as duas da tarde ; e dabi em
antenas quartasetabbados, na ra da Cadeia de S.
Antooio sobrado n. 9 com a entrada pelo becco.
= Aluga-ie urna casa terrea, na ra da Soledade ,
por commodo preco com duas tala 6 quartot, cor-
redor ao lado cozinba fra quintal murado com ca-
cimba dn boa agoa dn beber, e um grande quinta! cer-
cado : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
= Aluga-se o tegundo andar do sobrado o. 65 na
ra Nova caiado e pintado de novo: a tratar com
Antonio Ferreira Lima, oo na venda por baizo do
mesmo sobrado.
O aliaixo as-signado translerio sua
residencia para a ra do Queimado n. l\.
Jos de Oliveira Campos,


A
= Arronda-se o litio denominadoTorre-,na
estra la do Helem com casa de sobrado boa agoa do
beber, e lavar, muitos e diversos arvoredoi de fru-
to, lenlia para o gasto da casa grande proporcio pa-
ra p.istjgrm e para plantscdes, por ter multo grande
bain e dous mil palmo* de eitonsSo na frente, e irais
de 3 mil de fundo ; na ra da Gloria, sobrado n. 59.
DENTISTA.
J. W. Vervalen cirurgio dentista retira-se
para i !ilila no vapor, que est prximo a chegar do
Norte ; e avisa a todas as pessots que preeisarem de
scus ser.vicoi, que se acha, at a cbegada do dito vapor,
ii ra da Cruz, n. 3.
= Ha 15 das, pouco mais ou menos, no tbeatro
publico depois da occssio do concert, que bouve,
do Sr. Grosdidier no camarote n. 14 desapparec-
ro 5 cadeiras americanas, deasrsento de palhinhi ;
quem por engao as tiver tirado, on lellai tiver no-
ticias, podera dar aviso na ra da Alfandega-Velha ,
n. 3G, que se agradecer.
{) Naiarmoa. 114 estala a venda nos lugares do
costurneao rneiodia ; trat artigos de ioteresse, que
devem ser n editados pelo povo para livrar-se de leus
ramarosos inimigos.
Compras.
Compra-se un terno de carretas
que airvo para moer, com tambores ves-
tidos de madcira : quem tiver annuncie.
= Compra-so elementos de geometra por Lacrois;
no Atierro da Boa Vista, a. 26.
= Compra-se um pao de tipoia que osleja eic
bom estado excepto a rede ; na ra Nova, loja do er-
ragens n. 37.
-= Compra-se um liteiro em bom estado, confor-
me o uso das lujas de charutos ; nu ra estreita do Ro-
zario loja nova n. 5, delronte do becco da igreja.
= Comprase, para urna casa estrangeira ou alu-
ga-se, umpretobom cozmheiro ; forro, ou captivo;
anda mesmo branco queseja: annuncie.
Compr3o-se, porcummissio, escravos de ambos
os sexos a pessoas de reconhecida probidade;pigao-se
bem;e tambem se receliem, para se vende rem por.com-
uiissio; lovando tio smente dous por cento de com-
pra e venda : na ra de Agoas-Verdes, n. 46.
;= Comprao-te, para lora da provincia escravos
de 14 a 20 annos sendo de bonitas figuras pagio-se
bom ; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar de varandade pao, n. 20.
= Comprao-se dous oscravos um pedreiro e ou -
tro carpina,para umaencommeoda do Hio-Grande-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, nagao-so bem : na ra
do Collegio armazem n. 19.
Vendas.
= Na praga da Independencia livraria ns. 6 e 8,
vendem-se as seguinles novellas: Novo Gulivel 4 v. ;
Kscolba de novellas ,8 v. ; Viagens de Altina, 4. ;
Adriana, 3 v.; Alberto, 3 v. ; Collecco de historias,
5 v. ; Mulber feliz, 3 v. ; Urphia ingiera, 2 v.; Dous
Infeliies 4 v. ; o Solitario, 2v. ; o Renegado, 2 v.,
J'.ollio viajante 4 v. ; Itobmson Cruiu, 2 v. ; uas
Desposadas, 4 v.
= Vendem-ae 10 escravos ; urna preta de boa figu-
ra boa engommadeira cose o coiinba ; una dita
toa vendedeira de fazendas ; duas ditas boas quitan-
deiras ; urna mulatioa de 18 annos, engomma, cose,
cozraba, e he muito linda mucama ; um escravu de 20
annos, bom car re ro e trabalbador em todo o snico de
cngeoLo ; um mulatinho de 18 annos, muito boa fi-
gura para pagem ese afianza a conducta; ti escra-
vos petas, de 18 a 25 annos boos para todo o trabalbo;
um preto de meia idade por 200* rs., ptimo para o
servico de urna casa ou botar sentido e trabalbar em
um sitio : na ra do Crespo, n. 10, piimeiro andar.
= Vende-ie a mais nova e boa farinha de mandioca,
cbegada nltiinamenle de Lcubagj.no hiateS. Benedicto
Grande, fundeado confronte a rampa do Sr. Jos Ha-
mos do Oliveira a 4400 rs. o alqueire da medida ve-
Iba e sondo porcio de 50 alqueires para cima a
4300 rs.; a tratar na ra da Cadeia de S. Antonio,
depozito de farinba o. 19.
Vende-se um casal de escravos, com urna cria
femea de 8 annos, o negro ganha na ra, a negra co-
zinlia o diario de urna casa, engomma liso, cose bem,
borda e faz lavarioto, e a cria tem principios de costu
ra : na ra da -enzalla-Velha n." 142, segundo andar
= Vende-se muito superior e nova potassa da Hus
lia ; na ra do Trapiche armazom de acucar, n. 17
-:-\ endem-se capachos redondos e compridos cs-
tojosde oavalhai a contento, grvalas muito supe-
rioresde homem garrafas de Una superior para es
crever, botins para homem e senbora sapatos de
duraqueede lustro de Lisboa, e francezes de to-
das as qualidades riquissimas mantas para senbora,
Je tifa, seda e veludo caitas de tartar uga redondas e
compridas pelo diminuto prego de 2s' rs. riquissi-
mas lio re e chapeos para senbora ; na ra larga do
Rozano n. 24.
= V eade-se um preto de boa figura ; na ra do
Torres, n. 18.
= Na ra do Hospicio, n. 14, bairro da Boa-Vis-
ta vendem-se por preco raioavel, 3 pretas mocas; das
quaei um sabe coser, eosabour engoromar, fazer do-
ce, e cuzinhar o ordinario de urna casa ; a outra eose
chao coinlia do mesmo modo e eosaboa ; e a le
ceira he quitaadeira, lavadeira e muito propria para
o servico de enxada.
= Vende-se um completo lortimento de ferrageni,
quenquiliierias, obrai de cobre e lati; tudo se ven-
der pelo menor preco do mercado: no Atierro da Boa-
Vista, n 78.
= Vende-se nicio alqueire de gomma de engom-
mar ; no Coelho, ra dos Prazere, n. 6.
= Vendem-se duas escra vas de nato de idade de
24 annos de bonitas figuras engoinmao cozinbio
e lavio de sabio ; dual dita* para todo o servido, mui-
to monas e de boai figuras ; orea cabrinha do 13 an-
nos cose cbio, e faz renda ; urna negrinha crioula ,
de 7 annos, propria para ser educada ; um lindo mu*
latinho de 18 annos com principios de pedreiro, e
ptimo para pagem ; dous molecotcs de 18 a 20 annos,
para o servico de campo ; um escravo peta, de nago ,
proprio para carregar palanquim : na ra das Cruzes,
o. 22, segundo andar.
Cera lavrada.
- Vende-se em caixside 180 libras cada urna, sor-
tidas desde duas al 16 em libra ; na ra da Sen/alla-
Velba orwazeni n 110.
= Vende se um moleque de naci, de bonita figu
ra de idade de 16 annos sew vicios nem acuques:
na ra da Praia n. 49 segundo andar.
= Vende-se inria arroba de peonas de ema ; na
ra da Conceicio da Boa-vista n. 20.
= Vende-se um terreno em Fra-dc-Portis. junto
a propriedsde do Sr. Antonio Alves Barbosa ja atter
rado e prompto para edificar; urna casa de sobrado de
dous andares, na ra do Raogel, n. 5 ; urna casa ter-
rea na rus do Padre Florianno, n. r2Vum sitio na
estrada dos Allictos, com boa asa de vivenda e ar-
vores de fruto tudo se vender por baixo prego por
ser para liquidacao de contal: quem pretender, an-
nuncie.
=Vende-se farelo em barricas ebegado ltimamen-
te de Liiboa ; na ra da Praia, n. 22.
Ycndcin-se saccas de milho ditas de arroz pila
do ditas do farinba ditas de arroz de casca barris
de mel, tudo muilo bom ; na ra da Cadeia do Reci-
te, n. 8.
Vendem-se os diccionarios grandes era inglez
porVieira, e algumas outras obras, por puco com-
modo ; no Atierro da Boa-Vista loja de miudeas
n. 53.
Vende-se urna venda em muito boa ra a qual
vende muito para trra tem bons commodas para fa-
milia e cacimba : a tratar as Cinco-Puntas, n. 4.
- Na ra de Apollo armazem de assucar n. 4 A ,
vende-se um preto para todo o servico e entendo bom
do armaiem de assucar ; ao comprador se dir o mo-
tivo da venda.
= Em casa de Adamion Howie & Companhia na
rua da Alandega-Velba, n. 42, vende-se cerveja pre-
ta engarrafada da uielbor qualidado que se pude
encontrar nesta praga, do celebre autor Guinness de
Dublin em barricas de 4 duzius por prego commo-
do; assim como champagne, tambera da mclhor
qualidade e por preco coinmodo.
= Vendem-se queijos londrinos, presuntos ingle-
ses proprios para fiambre, conservas de todas as qua-
lidades frutas em conservas para pastis latas de
hervilhas sardinbas salmao soupa &c. cham-
pagne de superior qualidade vinbo do Porto, Ma-
deira-secca Xerry Constancia e outros de difieren-
tes qualidades passas miudas para podins ago'ar-
dente de Frange rum de Jameiga genebra de Hol-
landa licores de varias qualidades tintas de todas as
cores, oleo de linhaga charutos de regala e Man-
i molhos para carne e peixe de dillerentes quali-
dades, cabos de linbo lonas, brins moiles pas ,
&c. cerveja branca e preta cb bysson e preto mui-
to superior, caixas com se id lili, vidros com mustar-
da e outros muilos objectos tudo de muito boa
qualidade ; na ra do Trapiche armaiem n. 44.
= Vende-se urna porco de saceos vasios novos,
que servem para farinba ou para assucar ; em casa de
II. Mehrtens na ra da Cruz n. 46.
= Vende se um escravo peca de boa figura is-
dio sem vicios, be muito gil no servico ecozinba
o ordinario de urna casa; na ra da Cruz, o. 5, segun-
do andar.
= Vende-se ura terreno com 60 palmos de frente ,
ja atterrado na ra Augusta ; a tratar na rua da Ale-
gra n. 34.
= Vendem-se dous pretos mogot;, muito reforja-
dos de bonitas figuras, e proprios para qualquer ser-
vico ; duas pretas do todo o servico ; urna dita engom-
madeira cozinba, laz rendas e bicos de todas as lar-
guras ; urna ncgrinbadeS annos, muito bonita, urna
bonita escrava de 20 annos para lora da provincia ,
ou mesmo para o multo ; urna dita engommadeira e
corinbeira ; urna dita de lodo o servico por 150/ rs. :
na rua largado Hozario, n. 46, segundo andar.
> Vende-se fumo em fulha de priuieira qualida-
de dito de segunda qualidade, e milo muilo em
conta, bem como charutos regala muito boa bren-
da a 2100 rs. a caixinha ; na rua do Codorniz, no
Forte-do-Mallos n. 9.
. = Vende-se urna escrava de navio de muito boa
figura, com algumas habilidades e he ptima qui-
tandeire sem vicios nem achaques ; 3 barris de guar-
dar azeite de csrrapato por prego muito barato: na
rua de Agoas-Verdes, n. 21.
as No armazem de Francisco Dias Ferreira, defron-
te das escadinbas da alfandega vende-se a arroba de
tapioca a 1500 rs., bem como charutos da Bahia do
todas as qualidades, e iumo em folha de superior qua-
lidade.
as Vende-se um braco de balanca grande, com con-
chas, correntese pesos de Ierro, sendo 12 arrobas, ate-
ridos em 1814 ; a tratar na rua do Vigario n. 10,
segundo n lar.
= Vendem-se e slugio-se bichas dts ultimas che-
gadasde Hamburgo de muito boa qualidade ; tam-
bem vende-se doce de goiaba de muito boa qualida-
de : na rua larga do Roiario n. 52, venda confronte
a igreja que laz esquina para a rua estreita do Roia-
rio.
= Vende-se cera amarella em arrobas, ou em li-
bras como cunvier ao comprador; na rua larga do
Bozario venda n. 29.
Charutoi regala.
Na rua da Cadeia do Becife n. 46, ha sempre um
grande sormento dcstes alunados charutos; assim co-
mo grande sortimecto dos melhores vinboi do Porto,
muito velhos, Madeira, Xerry, e agurdente de Fran-
ca que teem vindo a este mercado ; a pregos razoa-
veis.
= Vende-se um moleque de naci de idado de
14 annos, muito diligente; um elcravo de idade de
20 annos, bom trabalnaaor de enxada; dous pardos
mogol, com ai meiroai habilidades ; 5 eicrava de
naci cozinbio bem e lavio ; todoi de boa conduc-
ta : na rua Direita n. 3.
= Vende-ie arroz brinco em alqueire por pro-
co commodo ; na rua do Rangel, o. 37.
=Vende-e um carro de 4 rodal, muilo commo-
do com o seus pertences, arreios, e a paielha de
cavados; vende-iejunto, ouieparado : narua da Au-
rora, n. 62.
= Vende-se um bom quarlo de sella capado ;
na rua da Conceicio da Bua-V ista, o. 60.
= Vende-se potassa americana muito nova em
barril pequeos; na rua da Cadeia do Recife arma-
zem de assuca n. 12.
-- Vendem-se lengos de algodo seda de bonitos
padres a 640 rs casimiras de algodo muito encor-
padase de quadros pelo barato prego de 480 rs. o cova-
do riquissimos corles de colleles de quaJros a 2560
rs. o covado ; na rua do Crespo n. 14, luja de Jos
Francisco Dial.
= Vende le urna casa lerrea na rua da Gloria, n.
90 em chaos proprios : a tratar na rua do Crespo ,
n. 10.
= Continuio-se a vender, pelo paralo preco de 88
rs. chapeos de castor broncos, do ultimo gosto ; ai
sim como um completo sortimento, de chapeos de to-
das as qualidades de bonitas formas e bom gosto ;
tambera se vende ptimo lerlimento de fazend para o
fabrico doi meamos; tudo por prego mais commodo ,
do que em outia qualquer parte : na praca da Inde-
pendencia, fabrica de chapeos, de Joaquim de Olivei-
ra Maia, ni. 24 e 26.
Vende-se reros da Italia, da primeira sorte, e
de todas as cores; na rua do Crespo, n. 11.
= Vendem-ie caixai de cha de 13 libras, em
porgues e a re tal b o ; em casa de Malbeus Auslin & C.,
na rua da Alfandega-Velha.
.= Vende-se Prosodia latina ; Concordancia da bi-
blia ; Pedro Barbosa tratado sobre o matrimonio ;
Praxios medica;; Tralactus de fructibus ; Dicciona-
rio geographico etyraologico e critico por la Marti-
niere ; Diccionario francs para portuguez ; Pratica
judicial ; Diccionario latino e francs ; breviarios ro-
manos da edicto de Lisboa ; Magum Lexicn ; Dic-
cionario de Constancio :' na rua do Crespo, n. 8
= Vendem-se,oo armasen de Antonio AnnesJaco-
me Pires, defronte do caes da alfandega,barril grandes
e pequeos de boui vinbo tinto do Porto, da Figueira e
de Lisboa.
= V ende-ie urna escrava de naci, quitandeira, co-
zinba o diario de urna caa e lava de sibao; na rua Di-
reita, n. 18.
Contioua-se a vender chocolate novo, chegado
ltimamente a 280 n. a libra e em poroso se da
pur menos, caf em grio a 140 rs., dito muido a 180
rs., cevada nova a 200 rs. espermacete a 800 rs. ,
carnauba a 360 rs. manteiga Irancesa superior a 640
rs., dita inglesa a 960 rs. rap Meuron a 1080 rs. ,
dito de Gasse a la rs. manteiga de porco a 360 rs. ,
cha hysson a 2240 o 2560 rs dito perola a 2400 rs.,
dito ucbim a 1600 rs., : no paleo do Carmu esquina
da rua de Horlas, lado direito, n. 2.
= Vende-se umsellim para montara de lenbora ,
e um palanquim; estes objectos acbio-ie em meio uso:
na rua do Trapiche o. 32.
= Vendem-se muilo boas bichas, ebegadas lti-
mamente de Hamburgo as melhores que ha na tr-
ra muito grandes ; e lambom se alugio, por prego
commodo e vao-ie se applicar para mais commodida-
de dos pretendentes ; na rua estreita do Rozario de-
fronte da rua das Lirangeiras, loja de barbeiro n. 19.
Vende-te potaisa russiana, nova e superior e
cal virgem era pedra de Lisboa; na rua de Apollo,
u.18.
= Veadom-se varios passaros como bicudos, pa-
tativas curijs, e outras muitas qualidades; em Olin-
da rua de S. lenlo casa do fallecido Jos Miguel.
a Vende se urna preta de naci, de elegante fi-
gura propria para o servico de agricultura por tra-
balbar bem de enxada, por ter lido muilo uso e mes-
mo para ganhar na rua, por ser corpolcnta e he mui-
to boa tiradeira de marisco de toda a qualidade ; no
Recife, rua de Apollo, sobradinho de um andar de
veranda de pao defronte do armazem n. 34, das 10
hrrida manliaa as 4 da larde dos dias uteis.
= Vende-se por preco coinmodu urna coramoda
de amarrello. em muilo bom uso ; eui Olinda rua
da ladeira da Misericordia casa o. 2.
= Vende-se urna canoa aborta que pega em 800 a
lOOOtijoloi, por prego commodo; na rua da .s-en-
zalla-Velba n. 106.
= Vende-ie fiado com bom pratn o resto das
lazendas quem existem na loja da rua do Quei-
mado n. 43; assim como tambem se cede a loja : a
tratar na metma loja.
= Vende-se um lerreno cora 40 palmos de frente,
com alicerce para se edificar ; um oilio prompto e
caes de pedra do fundo sito na rua da Praia da ribei-
ra ; a tratar na rua da Penha n. 5.
= Vendem-se 15U0 volumesde livros em frsocez ,
inglez e italiano tratando de moral, astronoma, raa-
tbemalica, chimica, pbysica medicina pbarmacia ,
e economa domestica &a. i 2 garra les de vidro cura
capacidade de 7 cenadas cada um ; 20 garrafoes de
barro cora a mesma capacidade que pdem servir pa-
ra manufacturar vinho de co| ; ura bomba de latao a
dous canudos que eleva agoa a altura de um terceiro
ou quarto andar ; tudo por prego commodo: na rua
Formosa da Boa-Vista casa terrea confronte ao nu-
mero 3.
= Vende se a venda da rua da Cadeia do Recife ,
n. 1, que foi de Francisco Jos Alves Pitomba : a tra-
tar na mesma venda, com Jos Gongalves Torres.
Na fabrica de vinagre e espiritos da
rua da Gloria, n. 5q, vendem-se os se-
guintes gneros de superior qualidade :
vinagre tinto a 60/n. a pipa, e 25> n a quarlola ,
car ; duas escrava para lodo o servico de urna casi
ambas por j7(W r. ; um bom escravo, sem o menor
deleito oflicixl Je carpina; um dito de idade d* 0
snoos bom carreiro ; um moleque de nacao. de 14
nnos.de bonita figurajna rua de Agoai-Verdti.n 46.
\ ende .sevinugie superior, a f)oo
ris a caada ; na rua do Aterro ros
A Togados n. 7.
thristophers ck Donaldson, na rua
do Trapiche da alfandega velha, casa n.
4o, tem para vender cerveja em barricas
vinda de Londres, vinhos do Porto, Te-
nerife, e outros autores, ago'ardente de
Franca, tanto em cascos como em garr-
fas, tudo das melhores qualidades que
vem esta provincia, e tudo proprio
para as pessoas de bom gosto.
Vende-se urna armaco de venda to-
da de louro por 3osooo ris ; a tratar no
largo de N. S. do Terco, n. 11.
Vende-se urna balanca de metal
com pesos proprios para botica; narua
da Alfandega veiha n. 36.
Vendem-se travs de 35 a 4o pal-
mos ; na nu do Queimado n. 4.
Vende-se um relogio de patente de
ouro ; na rua da Cadeia velha loja de cam-
bio n. 38.
Vende-se farelo, pelo mdico pre-
co de 4,sooo e 2s'56o rs; 5 na rua di
Senzalla- Velha n. i38.
Escravos Fgidos
= Honlem desappareceo.de um litio na Mxgdalem,
um mulatinho bstanle claro que reprsenla ter H|
annos; levon camisa branca calcas de ganga a/ul,
chapeo de carnaba;presume-se que esteja aqu mesmo
na praga seduzido por algum Sertanejo do Aracaty ,
donde o mulatinho era: roga-se a pessoa, que o pegar,
de levar a rua Nova loja de ferragens n. 37, que sen I
bem recompensada.
Em 24 do correte desappareceo do engenboS,
Rita da freguezia de S. Lourenoo-da-Matla o es-1
cravo Manuel, crioulo, de 26 annos alto, e magro,
barbado, ps grandes o grosso, com cicatrices nu
pernas de leridas ] velbas : quem o pegar, leve a rua j
do Aragio sobrado n. 26, ou no dito engenbo, qoi|
ser gratificado.
lOOfOOO n. degratificagSo
a quem pegar ou der noticias de um mul )ue de no-1
me Joo de Angola de idade de 12 annos secco
docorpo, com urna malha entre os olhos, de una |
enpinge que teve, e com sarninhai pelo rusto pi
speros, causado de calor.de ligado; oesap parecido no
diavinle e nove do crrante me/ pelas 7 horas da nou-
te ; desconfia-sr que losse seduzido por alguem em I
consequencia de nio estar acoslumado a andar pelas
ruai; por isso roga-se aoi Srs. negociantes de escri-1
vos, que, no caso de Ibes ser ofTerecido dito moleque,
apprehendad-no; e o mesmo roga-se as autoridades po-
liciaes; assim como que participen) na rua do Collegio, |
o. 12, venda de Sebaslio Jos Gomes Pei.na.
= Desappareceo, no da 27 do correntu julbo, un
cabrinha do nomo Jeronyrao de idade de lo para II
annos, he ura pouco acanhado no ctesciraento, cabe-
ra redonda olhos mui vivos; foi vestido com camin I
ceroulai de algodflozinbo da trra ; suppOe-se ter sido
seduzido por alguina pessoa ; pois que he nascido oo
matlo e ha dous raezei apenas, que reside na praga:
quem o pegar, leve a caa de sua senbora, em Olinda,
rua do Amparo n. 67, que ser bem recompen-
sado.
dito branco a 20/ n. a quartola e a auu rs. a caa-
da ago'ardente do reino a 800 rs. a caada dita de
Franca a X rs. dita dita deaniz a 800 rs. dita ge-
nebra a 800 rs. dita espirito de vinbo a 1000 ri. di-
ti, licores ordinarios (cravo e canalla) a 1280 rs. dita,
ditos Gnoi de dilleientes qualidades a 2560 rs. dita.
Vende-se urna casa pequea de urna so .gu
atraz de S. Jos : a tratar na rua Nova loja n. 08.
Vende-ie urna caa lerrea era cbiui proprios
lita na rua Velba, n. 62 com quintal e cacimba : a
tratar na rua do Bangel, n. 4.
Vende-se urna venda em boa rua muito afre
guezada para a Ierra com couimodos para familia e
com cacimba dentro ; nal Cioco-Pontai, venda n. 32.
Vende-ie arroz de sea em uceas, a 3400 rs. ;
no caea da alfandega armaiem n. 5.
Hoje, dai 10 horas at ao meio da, leem de es-
tar a venda na rua da Cadeia do bairro de 6. An-
tonio 8 quartoi.
Vende-se urna moleca de 14 annos, tem vicios
nem molestias, de bonita figura, propria para se edu-
Ha 15 din pouco maii ou menos,-fugo do en-
genbo Trapiche no Cabo urna escrava crioula de
nomo Junquilla que representa ter 30 annos, all,
magra um pouco fula bocea e olbus grandes, mui- |
to regrista e foi boceteira quando era escrava de Prii-1
co da Fonseca Coutinho que a vendeo ao liaran di
lioa-Vista : quem a pegar, leve ao relerido engenbo ,
ou a rua do Queimado sobrado 3 andares n. qui
ser generosamente recompensado.
= Anda esta fgido um preto, de Angola de no-1
me Joio baiso reforgado do corpo cor bstanle
fula, cara redonda; levou calcas u-adas de briai I
bronco trangado, e camisa de algodaorinho liso ; quan-
do fugio, tinha urna correte no p direito que deie I
ler a marca e consta que j a tirou : quem o pegar,
leve a rua da Alegra n. 34, que sera recompensado
por sou senhor Marcellno Jos Lopes.
Tendo, no principio do correle mez, desappare- I
cidoda caa da abano assignada um seu escravo, pre-
to de nomo Manol; o qual he muilo pachola ga-
gueija alguma cousa, e falta-lile alguns denles na fren-
te ; consta que o relerido escravo existe em um sitio,
para ai bandas do laoguinho ; pur issu roga a rs"
pessoa era cujo litio est trabalhando o mencionado
preto, ou a qualquer capilio de campo baja da o
levara rua da Gloria n. 14. Umbetlina Luina Si-
rile* Iiulira.
= Fugio, nodia 24 do crrente, urna prela de no-
m liosa, com os signaes seguinles: moca cor preta,
altura regular cara comprida grossa do corpo in-
dar curto e vagaroso e no andar entorta as ponas do
pea pira dentro; levou vestido de riscado escuro, e pan-
no da Costa ; julga-se andar pela Boa-vista onde csr-
regava agoa, de gaobo: quem a fegar, leve a estrada
de Joio de Barros, sitio do cirurgilo M. B. Mooleiro.
= 50,1000 rs a quem entiegar um bolieiro, cauri!
escravo do capilio Jacinto Margal I.orele, do Kio-de-
Janeiro de casa de quem Jugio em 1839 e consla
eiislir nesla praga a titulo de forro ; foi visto no bair-
ro da Boa-Vista pelos criados ou escravos do Ksni.
Sr. Maciel Monteiro : tem a cara redonda os denle*
da frente alguma cousa limados, talla descargada,'
ajunta espuma nos cantos da bocea atoando falla ; pe'
chatos ; tem um signal no rosto de uns couces de w
vallo que mal io conhece : levem a rua Imperial, n.
67, primeiro andar.
PERN. J KATVP. PE U. Fl> 1A1UA lSq5-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EK2LPMVMB_IWTILN INGEST_TIME 2013-03-25T13:12:38Z PACKAGE AA00011611_00847
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES