Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00839


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Unno de ISM5.
-'. ..L.ar'WJU
rc n 1)1' RIO publica-sc todos o da que
Lsoforen. do guarda; o prer.o da asslgna-
I ,'ir i lie dr Wrs. por quartel pagas adianlados.
,. anuncios dos assKnantes~80 inseridos
' -iu de 20 ris por linha. 40 rs. ero typo
ilicrcntc, e as repetios pela motadc.
Dj que nao forcm assiguantes pagao bu rs.
Segunda feira fcl
PARTIDAS DOS CORREI03.
de Julho.
iha, e ICO em typo dillerciitc.
ni lii
PHASES DA LA ROVOS DE JUUIO.
I, n,ri a 4 as 2 h. e 10 min. da tarde.
Ij'lSS 12 aos 3 minutos da tarde.
I'1 -h aal'as.'ll.or. c 43 mi... da man.
Golanna Parahj ba, e Rio Grande do Novtc
Segundas o Sextas feira*.
Cabo, Scrinliaeni, Rio l-'ormoso, Porto Cal-
vo, e Macey. no 1 11 c 21 de cada loe.
Garanhuns c'Honlto a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 c 28.
Victoria Quintas feira*.
Olinda todos os dias.
PREMIAR DE HOJE.
Primeira as Gh. c 6 min. da tarde.
Segunda as (i h. c ''< > minutos da manhaa.
O DE
1)1 \S DA SEMANA.
n
Segunda S. Pravdea and. do
I)d.i2. v.,e do J. M. da 2. v.
Tewa d. Mein-Ico, and. do J. de
da l. v. r do I. dos Kcitoe.
Quarta S. ApoIUuario, and. do J. de
D. da 3. vara. -
Quima S. Chraislinn, and. do Tin/. D. da 2. vara, e do I. U. da l. < 2. v.
Sexta S. Tiago ap. S. ( hristovao
in. s. Tl.eodomiro.
Salibado Ss. Syiaphronio atid. do J. de
I), da 2. vara.
Domingo 9. Anua.
Anno XX M. ISO.
man .jij.i i. uiuaniwea
CAMBIOS NO DA 19 DE U'1.110.
Cambio obreondre*S5d. p.l/aM oOd.
,. Par* 970 n'is iir franco.
h Litboa !0por 100 de pretil.
Desc. de let. de boas firma* 1 ''. I I'
Ou o-Oosahe*pa"liolas Mito SPMJJ
o Moedade>400 vtl. 17*900 a IStfino
.!. de
tan. > *a*
de 6*400 nov. I""''' a 18 '""
,, de liui i.....a B
Pratt-Patacde* l ''"' a ''"""'
, Pesos Coluinnares. 1/980 a iJWM
Ditos Mexicanos ijMO a 1>M*'
Moedajde paUc 1/780 a i/800
Acedes da C o Uebei be do OjfiHH) ao par

MBUCO
U-TU-ABOM*ta J. SI J-aw-JH*. ._.-.T



PABTE CFF.CIAL.
Governo da provincia,
KXPEDIF.NTE Ol DA 16 DO CORURI.
[Conclusa.)
n OflicinAo iiupeetor da thciourarin da fazenda, au-
Itoriundo-n aupprir a pagadura militar das quantias,
Ipore* requintada para occorrer as dspotas do an
liante mei
J Dito -Ao jiiit do direilo interino da comnroa da iina-
Ivsta, (leclarandn em retpmta ao ou ollicio de 2 domao
liiruxiin panado, que ao poder judoario lie que deve
Irepreieiitar o administrador do* bun* patrimiiniac da
laiitigss iui*oe dmlndoaoontru acamara d'aquelle m.i-
Inieipioe vigario Manoel Joaqoim. pela us'irpacjao dasillia*
lj/rei/o, Inhamitm, Caraputr, Arnrap o outra.
dem do dia 17.
OflicinAo ohefe da legian de Olinda, determinando,
Idcixe do nhamar para o ervico da roesnia a Joaquim
Xavier de Moli, pelo lempa em que, como escrva,
laudar so empregado no jiiiio de pal de Beliiribc. Par-
|licip"-o aojuit de pude licbiribo, quo a**im 0 ro-
liiuisilira.
DitoAo inspeotor do arsenal de marinha, devolven-
Idn, compclcutemenlc despachada, a requmelo, que do
diverso artigo fe*, para <> brgue-eacuna Giiararaprs.
I pio_Ao inspeotor da theiuuraria da (atonda, trans
Imitlindo, para ser cumprida, a ordoin do tliesouro n.
|S7, cinaque veiu a Imenoa ublida pelo felor daalfan-
[dca Joaquim Bernardo de Figneircdo.
Commando das Armas.
EXPEDIENTE DO DA 10 DO CORBENTE.
. Oflicin Ao vioe-presidenlo da provincia, ditcnilo,
[que, para informar, con oonhncimeiito do cama, cerca
Lj. nota dcnionatraliva do* genero,'qiioii director doarae
tal de (.ierra precisa para mandar manufacturar os dille-
lentes arligoa, quo dovcinproenclier as reijuisices dos
Liirpns cuulra* eatafot oxistenteiem odito arsenal; cun-
tira que o mesmo direotor dce.larasse cspecificadamento,
LiiiI a quanlidade do* artigo* uutr'ora requiaitado*, que
pio teem sidofornecidos.
[ DitoAo nieim, informando o requerimento do pa-
Idrc Salvador da Ruxa o Olivcim, que a S. M. 0 Impera-
Xlor impetra a graca de n promover no logar do capcllo
Ido segundo batalliue de nrtilliuria p.
Dito Ao capitn cnimuandaiilo da companliia do
guarda nacin*** em dedaoameuln, remetiendo-llif
Ipnr copia ii ollicio da vice-preiilencn, datado de hon
tem (9), em que inunda excluir da companliio de teu
leomiiiaudo pura o corpo, a quo pertcnce, ao nlrere du
guarda naoional addido, 1'ilippc Antonio Teixcira de Al
luaquerqae.
dem no da 12.
OdicinAo delegado de Olinda, duendo, que, medir
Ilute a* lela em vigor, nao condutido e conservados as
Ipritc militare* os individuo* do excrcito, indiciado
leiu eiiines, cojo uonlieciuiento, proceuo o scutene* fi-
|Mlaejao no foro oommnm: que porcomeguinie nao pode
liccclcre requilielo, relalita a prltio, na eailcia publi-
lea, do soldado du guarda nacionaca cm detai:unientu
I Juan Gome* Panulcao, e que no entretanto espedira aa
BMcetiariaaordon* ao respectivo eommandania para con-
I servar presa, a (ua dpnsr,an, a praca referida.
DEM DO DA Ifl.
dieioAo Exm. piesidente da provincia, tatitfaxcn
jilo o ilespaclio da vice-presidencia, exarado no ollicio do
I coronel director do arsenal de guerra do 2) do nietpro-
Ixinin|ia*iado; infirmando, que o artigo de funlagem,
I coniprelienilido na requilielo da cnmpanliia fixa lleca
I i.illana do encrcilo, he de inistcr, que pjilo foriiecidoi,
lliein como ot que sao indicado para a coiiipanliia de
I artfices, leudo dircito as pracas esses artigo*, por ha-
--^^riarMWMitsiiii* -"*.....- -
FOTJIETIM.
CAROLINA NA SICILIA. (*)
In sanguine [irrius
DIVISA DA OIUII.M 111 S, I -.M lilil.
SEGUNDA PARTE.
Continuara (lo Capitulo XXXII.
Esscs individuos de quii tallis, diste cm fim .i
Jrainlia depois de algoma pauta, uao eran maia do que
regicida*,
Bera o vedes, Senlinra, replicn Castreo com soa
limpaivel voz, todo os icrptrna san roanebadoa de s.m-
|gne, cu vosso oais do que lodos os oiitros. Em lodos 01
Icanipn ha septembislas. Ma, repito, nessii grandes
Itaiaalroplies que deslocSo e confiindein toda as pinna,
I todo* o* elemento* da oeiedade, he preciso clevanno-
Inns a eimu dos fados pessoc, e ncrifienr o particular
lao goral. O que primeirn que nido cuiitcd oonaiderar
ji.ni o tacto. Aborreceodo os crimcBCm i mesinos, de-
lploro-os como cnipecillio, que fazeiu retrogradar o
pon, a comprme tleo toda i reforma, todo os pro-
greaaos. Foi o Terror ijue preeipitmi a Fraile.) no lua-
|co do despotismo militar de Napoli-.io. Heceio que o
laniigrruto pliaiuasiiia dea poca de excepcao nao relar-
|dc iudrfiuidnniente o triumpllu da liberdade e o reinado
Idaj.mira All duia en ao meu amigo Tilomas P*y-
I" nc, na oecasio da aboiuinuvel malanei (las priae :
| cllea mlvu a Franca por um dia, e perdem-a talvet
| Jior um seculo!
Videiorio n," 158,
verem vcncido.o que dovo estarao alcance do respectivo
director; que no entretanto parecen! fradease direito nt
aeia cadeira* de palhinhn : e quo emelliantcinente a re-
qni.iclo da enmpanliia do depo*ito parece, que conrein
acr precnehida. .
Pelo que respeita ao roparm, e oulro uteni indica-
do* no iiedidu* da* fortnictas, havendo congruencia em
ereni fornocido* algn* nutro, nao O comidero nao
nreeiaar, mas por ataatm comprehcndido* artigo*, que
por vontura a cinco anim fu**em precisos; porem, que
preientemonto o nio *eIO, ando denotar outro snii,
nue, "So havendo na escala de artilharia canhao de cali
l.re20, porcmquanto nio convem construir o reparo
para montar a referida peca, existente na lortaler-a do
Bru, em queiej* examinada.
DitoAo meamo, dlwndo, que. mtendendo o eu an-
tecessor, o Sr desembargador Thoinat Xavier Garoia do
Almeid, que a dUpniieiO do nvi.o da ropirucio da
guerra de 30 de ontnbro ultimo era genrica, e conso
guintemento como que excluia do estado elfeclivo do
exere.ito a coropanhia de arlilicc desla provincia, enva
a presidencia o ullioio de chefe de polioia interino.! me,
ua provincia,relativamente ao soldadodeaertor da coin-
panhia de nrtifico Scvcrino Egldio da Silva, a fim do
reaolver como julgar oonvcnienle.
DitoVo metmo, enriando urna parte dada pelo ca-
pitn oommaudante do forte de Gaib, a cerca de ter
naufragado, perto do meamu forte, uina canoa, carrega.
ila de nsautar.
dem do da 17.
OllleioAo niajor comniandanie ila rorlalcia do la.
andar, diacnilo, que ficaao reeoluido* preaoi oa tres
anidado* do a-gundo batalhflo do artilharia a pe, que
remeiteo; oaquae*. havendo desertado das torra, do
commando do coronel Joaquim JoieLuu de Sonta, e
Ihe apre.entrao-, e quo ao respectivo oommaudante o
baria ordenado para indemr.iar o* cinco da* de elape,
que abouou an dito* soldado.
DitoAo capitn commandante dn contingente do so
gnndo batalhlo de artilharia |r, mandando apreaentar
ua soldado. Franei.c.o Abreo Monteiro, Manuel Brai da
Silva e Salvador Gordeiro. que, deaertando daa frtrcaa
commandadu* pelo coronel Joaquim Joao Luii de Sou-
ta, ao apreaentaran em n dia S do correte ao inujor eoni-
mandante da fortaleta de Tamondar; a fim do oa con
aiderar rccolhidoa dadetercan, un auaei.cia no reterido
.lia S ficando, outro aim, na inlclligencia de que u dito
maior lonunand.inte ubonou a cada UIIM da* dllaa pra
cna cinco da de clapo em dinheiro, cuja qoanlia llio en-
viara em oeeasuo opporluna.
ito-Ao coronel oonimaudautc da* frnnte.ra .o Sul
da provincia, para informar obre o dia em que deer-
lra.. das torca oh aeii commando o toldado* do se-
cundo batalhao de artilharia i p, Francisco Al.reo Non
leiro, Manoel Braida Silva e Salvador Cordeiro que a-
cabio de ser rcmellidos ao quartcl-gencral pelo niajor
connnaiidanto da fortaleta do Tainandar, a quem sea-
presentrao em o dia S do correte; a fim de serem pila
nido* conformo a le.
I-a.
RIO DE JANEIRO.
O nELOGIO DA CAMAIlA DO* DEPTAIIO*.
[Correspondencia reseada.Correio da corte.)
Meo .Sciiii/ie//.-Cnnliniia anda neata cmara a gran.
de qoeatao, de que *ein a menor duvida de|icndo a aal-
racto publica.Como h de pasear o Brail ao Ihe no
drem.o qoanto antes, as laes dna relacoes para o Rio-
(irando do-Sul e para Mina Gerac? 2S deenibarga-
dore! J8juite* do dircito e n.ai 38 juiaea niiiinci-
uac* e de orpliao* !Nao pode er; ha de haver a fos.ao
ilas cmaras, de no que der; o pal* ha de salvar-te, a*
Depos do victoria de Valmy, hnva eu rollado i Pa-
s, onde a Kevolneo, 000*0 O vellio Saturno, comecaa
i devorar aeus filho, como ouvira diter a Vergniand,
que foi um do primeiro devorado; elle e o seos ami-
go Girondino deporto no cadaf..lo u I.uit XV I, que
neriSo e nao outrio taitarj faltara-lhe a reolu-
f'ao em lempo, que exiga audacia, ma audacia, 0
aeinprc audacia, cuno dita Danton, n quem todava nao
nlroo a audacia, poia que Ihe clicgou u vet, e com elle
pereceo o joven e ardente orador do Palais-Ro; al, Ca-
nille Deamoulna Ku ineamo entao fui nompromeltido!
nva-me ligado com o virluoto Tiloma* Pnyne, que
nao obstante ser catrangero, liavia oblido a honra de
seiitar-ao na Convenci, donde eateve excluid., nlgiiiu
lempo na torca do Terror; foi coiuludo ana caheca rc-
peitada ; na cu arriiquei a iiinha por have-lo deten-
ido eom demaaiado calor. Preaoi ambo, tomo solio
ni oonaeqneneia d 9 ihcrmdor, que aeabou com a
dictadura de lUibcapicrre. Ahi comecou a reaeco, eo
Terror prodiuio o cu prii.iero l'ruclo. Caneada de
exeeucOea, borroriiad* pelas uiutanca, aopiniao publi-
ca dcaceo gradualmente do apogeo daconhanca, do en-
ihosasmo, aos abismos do desanimo e da indiffercn9a.
Mas eiufim o vellm edificio da velha (ociedade eslava
demolido c o esta para semprc. Quacs quer que cjSo
ni rici**itudc* reervada a Fraoea, o paaaado paia ella
he merlo { iienhumn for^a humana he copal de o tater
reviver. O novo eapirilo penclrou na gerace* ora*,
que n legarlo as geracea-aeguinlc. O aaugue apagar-
e-ha pouco a pouco, a* rceordacoe* trgica* ir-*e-hao
eofiaquecendo lodo o da*, o mal eequeeer, u bem
ficur ... e d'ora cm dianto inextinguivel, o reino da
igualdnde firmar-ac-ba aobre fundaineiiloa cada vet mai*
solido.
.Mu,ha educacao poi* eatava frita, nSo prccimenle
no cuiido em que meo lio conego a deaejnra eesperara;
volici Sicilia ainda menea diapo.lo santa quieUcio
duaa rolacc devem acr docrelndas, inda que os maldi-
tos Saquaroma de um* figa nao queirln !
Ditetn-meque o ministerio tem andado osles da.
n'uma lonarus abaixo, ra cimapor casa dos sa-
nadores, pedindocom toda a humildade quo quebrom
por si, ej5o prudentes, e nao ohriguciti a cmara dos
dcpuladosa algum mort'meno ffneroo ; o consta ra-
lba 0 verdad*! queja possuem um b>m numero do vo-
tos promeltidos, com os quaes hao de mostrar quo por
sorpresa votou a maioria do senado quenao liavia
lugar a fusao.Su tal vejo, morro de gosto ; ha do ser
urna siena bonita ver os paJres conscriptos, dcctdindu
hoj quo o senado nao tem dircito para recusar a usao
requerida pela cmara dos deputados, o dar animo
triumpho ao grande partido nacional. E so assim nao
acontecer, be quasi cerlo que o senado deixar de exis-
tir : a constituicao de Poso-Alegro inda piule reap-
parecer. e o instinto da conservado tom muita lrca.
A maioria querer viver. anda quo seja annullado o
corpo a que perli-nc, e reduzido a servil instrumento
das vontades caprichosas da cmara dos doputados. E
depois quem liaver.i alii quo resista aos lamentos, aos
quoixumesmallogrados, a dr pungente do tanto pa-
triota juilde dircito o do lrto que quer ser desembar-
gador ;'d e j, para lelicidado da DieSo, e maior gloria
do systema representativo no Brasil ; para attestar fi-
nalmente i* geraroe* vindouras o espinto eminente-
mente econmico dos deputados de 1843 ? se en-
raivecem deveras os maritaeacat, ser tamanho o fedor
quo ninguem maia poder viver neita Ierra.
Agora vejo quanto tenbo escriplo. som aindaoceu-
par mo da sessao du segunda-leira.Na mesa csto un*
papis velbos, uns bacamartcs. que ora um, ora outro
patriota vai consultar com grande satislacao : sem du-
vida os Ites in-fjlios sao alguna commentarios de Lu-
jacio ou Bartbolo acerca do artigo 61; mas os pa-
pis velbos nao atino o que sejao. O quo fr soara.
Lia-ie a acta, e o Antio (nariz da rebelliao de Mi-
nas) com voz retumbante pedio a palavra. e o futuro
inspector da tbesouraria geral do Ouro Prelo multo
desinteressados so os deputado* da maioria ) pedio
ao 1. secretario quo Ibe dsse noticia do regiment
remedido pelo senado cmara dos deputados em183o,
dispondo sobre a reuniio da ossemblea geral. OJose
Pedro moslrou (com a mesma mfio revolucionaria de
Barbacana) os taes papis velbos, e declarou que all
eslava o regiment mencionado, quo uo tivera anda-
mento, segundo so va dos livros das actas, que crSo
os taes bacamarles.O Anto pedio quo se dsso o pro-
jeclo do regiment para ordem do dia ; e todos os pa-
tnotns a rircm-so muito contentes! O Saldanba eslava
de bocea aborta admirando a linura do AnlgO, que li-
ma do tal regiment commum ctpada de Wlexandre
para cortar o nu gordio da constituicao. Os da oppo-
licSo ao parecer da commissao especial lambcm se nao
e moslravao cuntcntamento. Se os cntendo...
Entrou em discusso o parecer da commisso espe-
cial : lallou eml.'lugaro Sousa Martini, que seop-
poz ao parecer por ser contrario i constituicao ; in-
sisti muito na necessidade que bata do julgaretn am-
bas as cmaras vantajoso um projecto para so dar a lu-
so ; e demonstrou, que. adoptada a doulrina expen-
dida no parecer, ficaria annullado o senado, e a c-
mara dos deputados seria o verdadeiro e nico poder do
estado.
Seguio-sc-llieol'ranca Leile em defensa do parecer.
Ha dias quero muito mal a esto deputado : desarrasoa
uro graca nenbuma ; sinto isto profundamente, por-
ue, no meu modo do ver, o bumem est talhado para
do canonicato. Minha primeira vocnco e liavia anda
mais desenvolvido, e fortificado. I'erleni'ia mnlia pa-
tria, nonio um tilho pert.rnce n liiamai; e tanto mai*
pcitence, quanlo ella lie mai inleli e enferma. Ai! que
IllO poda na v. rilado e-lo mai do que amiiilia queri-
da Sicilia! A entranha* se me revolverte de oompaixio
a acha-ln lio opprimida, lio mseiavcl. Ilavio volvido
para ella o dius de Verres ; no eran os vice-re* me-
Ihore do que o procnsules, e as victima no linliuo
Ciceros na curte de aple, para defeiide-las. Tentei
primeiro algum** reclaiuacc, algoma* queixaa; o vos-
so agente Lupe, cutan presidente do reino, quit cer-
rar-ine bocea; persoverei, elle prende.i-me. Kelilu-
do liberdade algn* metes depois, rennvel a lela dn
ponto em que a liavia ileixado ; ella aicdou-e. Lopet
havia inaliinido urna junia d'Bitade, digna parelh* da
que ao mesmo temi-o enaangoentava aple*, e onde os
vosao Guidobaldi, VOHOa Vanni levavan aa lampa ao
lleberl. ao* Fouquier-Tinville; urna palavr, UBI gesto,
o ni olhar, ate o silencio, iodo era sedici.no. Os cnla-
biiuco* se alulhavao, o aligue liavia corrido, a Sicilia
lamben) linha toa le de susj.cito e eu Terror. A va
legaes do progreaao eatavio toda fechada; liavia
erperauca no nieio extremo*( abracei resoluto u par-
tido da rebelliao, e put ao tervico deooMoaanjutlaa
experiencia c populandude precucc* que a minha rei-
deuea na Franca mohaviao dado.
i. Calania era o centro de nosaas reunios ecrcla a
dono**** opcrare. Alguma cidade* porem, Caltagl-
roi.e, Meneo, l'i.uia, e ootrat eatavio alistada* sob
minhas bandeirn, e ao caperavao o igual para arreben-
tar. Meeaina o Trapani devia.i apuiar o movimcnlo, e
l'alnriuo coroa-lii. Ku percorri cm pceaoa toda a illia,
atando, ealendendo aobre lodos o puntos, e fortificando
o* fio da conipiracau, recrulando pur toda a parto tul-
dado* para a liberdade. Nu*o fim era a iiidepeiidencia
da Sicilia-, c a deslruicao do feudalismo; una conatitni-
ministro da justica, e liem pude ser quo seja. Esta
pasta inda esta vaga.O Franca l.eite nao aclmu DO
artigo til a menor espinlia : a lettra e o espirito ho e-
vidente : a razSo, as conven.cncias conslitiicinaos >>
exigiao tal qual o entende a commissao especial.A te-
cusa do senado lie ura sement de rovolucao lancada
trra, o quo sem duvida grmiiurj.Ouetiperdid-
todo o jui'O. ou nao entond i nada do que so passa. No
prevalece esta opiniao': Revolucio njcaso! Pois o
lempo, a experiencia, a opinio publica, ja nao tem
forra para fa/.er deiappareoer qualquev omperramcnlo
as molas da machina tocitl:' Por qualqoar detarrao-
jo n'ellas, loga se ha de quebrar a machina ?Bein-tz
ollollanda, que o de que nuis carecemos be dejuio.
O Gonfalves M irlins tambem deo bojo a sua opinian
sobro o parecer: ho contrario la euit razSai i mo
conclusDo. Hite deputado cemurou vivamente o gover-
no por ter approvado as einemlas da quettaO, no sena-
do : ter rogoitado a sua regeicio na cmara dos depu-
tado ; e lio al mente no haver prevenido o choque en-
tre os dous corpos co-legisladores. Se asstin he, ou
concluo que o governo ou be muito perverso, ou mui-
to inepto. Procurar por esto modo urna collisao en -
tre as duat cmaras, e por motivo tao ftil, ho mul-
to propriodeste ministerio, um dos mais (ataos que ha
tnlo o Brasil. Etpera o governo poder (azor parar a
crise quando Ihe convier, oaproveitara divisao, a des-
harmona, o a inimizade promovida entre as cmaras,
para estabelecer, com mais firmeza, a sua dominaco'
Tera o ministerio forca para tantoo ministorio de-
acreditado pelos sous pr.iprios amigos ? E saber ello
aproveitar a criso para algutna cousa ? Se o estado
em que actualmente se acho as cmaras he resultado
de plano concertado o nao da poltica da inercia, quo
o ministerio segu, o que o llollandu aflirmn, que, na
bocea do um mathematico, quer dizor alguma cousa, he
forcoso confessar que os ministros sao traidores de lesa-
nacio, tao responsavets por lodos os males que recahi-
rcm sobre o paiz por sua miseravel imprevidencia, ou
por sua traidora pcrversidade. O Gonsalves Martins a-
inda fez outros argumentos contra o parecer da commis-
tao, e terminou a tessao de segunda-feira.
Hoje entrou em diseussao o projecto do regiment
commum: houve grande pancadaria devotos. O Ier-
ra?, foz urna emendinha e cabio sem discussflo. 0 1.
Manoel oppoz-se votaco promiscua, como incons-
titucional, como atlcntatoria dos direitos do senado ;
mas ninguem o ouvio, os bancos lie irn desertos, nao
liouve resposla, o a maioria foi volando poradianto.
Ja ba regiment commum, mascrcio que nada ganli-
ro com isso os patriotas : o artigo 12 deste regiment
dispe que para a reuniao de ambas as cmaras pro-
eedera MUTUA INTELUGENCIA, esem dunda nao
he cssa a disposicao para as reunioes solemnes, que.es-
tao determinadas por lei, ou sao designadas pelo Im-
perador.Por isso so riao os taes Saquaremas O Sal-
danba, quando ouvio ler o artigo 12 poz-se a ban-
zar, edisse : Esta gente perdeo de todo a tramon-
tana ; depois do tanta porola cedem como uns pi-
chles E que vale um regiment contra a conslilui-
efio? Muitonecio pelo nosso amigo velbo: n'a-
quella idado lie perigeso mudar de crencas o opi-
nics.
Approvando o requerimonto cemmum (oulra vez oh
vida minha !) veio o p;,rccc da commissao baila. Fal-
ln o Anto c fez um di*curso do tamanho do seu na-
ri*, que, como j Ihedisso, lio furiosa penca Prin-
cipiou por censurar a falta do presidente do senado,quo
nao guardara o regiment d'aquclla casa, quando o
:^^^lrinir 'TgtiUUTSfiiaK*"- ^.-^na3a3bafc.vinaiwaiufiai*tt*tt
lvre leria depois operado a graode obra da regene-
aco do povo ; repblica modelo, a Sicilia liavena c-
jllpttdo os bellos .lias de Sj-r.icusa ede Agrigeuto. Quo
soiih.i! que embriagan! que palpilacet deeaperanea!
Que encantado futuro brlhava ameoaolhoa! ooomo
me pnlaava o eOraolO de jubilo ti BO pensar que sena o
bertador de rniuliapatria! Em um instante to*derroco
este castello de cartas, e levado em (Cgredo eom lauta
acieiicia, lamas f.uligas.c que 00 sii|ipulili-.i fondada ein
olidas bases 'Toinei por um rochedo de grinllO um
aneo do urca. I'm dos ooujurailof, homciii truno e ti-
morato, revclou tuda a couspiracau aoflPU OOntc**or
m* lima depois a junta sabia ludu, C a junta d'Rttado,
junta deaangoc entrava cmaettSo. Fuieu o primeirn
iieso; era-medevida eata preferencia, e mo tive por
onrado. Meu proooiaom breve *e fot, o resollado nio
,-odia ser diividnso. Tiiihu eu una .i iioulc a vive : o
iiu.'ii tuppliolo devi.i ser na iiianliau segiiiute. liavia eu
visto Borrar lauto em Paria, e depois ua Sicilia, que a
unirle j me nao espantava; traiiquillu a caperava, e li-
nha iliio ideo* a ludas ai niiiiha i-aperam as, a lodos o
meus projeclos, ii todos os meus oulios; e todava eu
duro uiorrcr ante de triuta uiiii.i* I)o repente, abre-
te-me a porta do calabour;o ; julguci quo era o ateOBtur;
mai era o pudre ; este pudre pin cm era meu (io o cnue-
go Cutor. Mudenio de vestido me dittO elle, 0 foge
.. r.n memo instaule; ludo esta prompt para a loa ava-
lan. budeci niacliiiialmente, e salu da prisiio sem dil-
fici.lii.iiie alguma, uboroadoa a peto de dinlicii, ou por.pe mo luinasseiu
por meu lio. lim amigo nieepcrava porta, e me con-
doli ao porto, onde meeperava urna barca preste a
partir. Navegamos toda a noito eludo o seguinle da.
A mesma hora em que eu dovia subirn patbulo, en-
treva nu porte de Malta : eslava alvo. Soube depoi que
para ulvar a sua reaponsaiiilidade, o cureereiro litera
correr o boato de que eu me liavia suicidado na pri*ii>(


2
Rodrigues Torrea propoz que se disculissese detia ou
nao haver a reunio das cmaras : loo srligos do re-
giment ao senado e conclu que a deliberado be
milla por t-rem sido preteridas as 'ormulm. Nao se-
ria iiio que se uddila!-e o parecer toril urna edv< tien-
cia ao uii-sidente do senjd.i, pura quo rumpru o regi-
ment, principalmente quando os Siquaremas li-trcm
moioi's, pura que os senadores nio lejao maii sorpren-
didot. Diz o Saldanha, que oslas cousas do regiment
ioii.1 .1 principio Dotadas pelo Diogenes, u que os pa-
triotas logo a> recebiao como uioda correle e de boni
quilate.
O Anto assegurou que tinha consultado diversos dic-
cionarios para bem cumprehender a signifiacio do verbo
RF.i.iL'ERBit, e a linal convenceo-so que icquerer nao
significa s suppltcar, mas tambem procurar, como
diz a etimologa; e assim, quando a coostiluiyao di
poder requerer, deve-se entender poder procurar.
Ura, o.cerlo que eiles PRocnu as iiec vs, e o se-
nado guardou-as do tal modo, que ainda Ibes nao foi
possivcl achal-at. Este doulor das Arabias : como
elle sabe de elvmoiogias como descubri que a consli-
t i i'.;n emprega o verbo requerer na signilicacSo elymo-
lo?ica Ouem estudnu, estudou, o maB be pita ; e
vista da signilicaQo etymologiea, o senado nao tem
le.nedio sendo confessar o leu erro, c emendal-o.
Tambem declaiou este parlamentar que,depois da ap-
provarao do regiment couimum, acabou-se toda a
questio, porque al agora o que se lera discutido be-
so a votacao seria promiscua ou por cmaras ; pois
nunca poderia entrar em duvida quo as cmaras devetn-
se mutuamente audiencia.
Veste ponto liquoi abyimado ; e digo-llie de veras
que o Antio nao p Je deixar de ter um lugar distincto
no ja/igo da Patria recom u:iii\. Ninguem aindu
tinba fallado com tanto acert; be vordade que 0 Antao
esludou, o estudou muito ; trouxe para a cmara mui-
tos livros e papis ; alli no archivo apanbou at, entre
outros m,-iis. o diccionario de Moraes; leo, ora livro
grande, ora livro pequeo, ora papel avulso, ora papel
cticadcrnado : ealinal convenceo que. ... tinha fallado
por espaco do boas duas horas, Ora petas !
Adeos s valentio; nao abandone o seu posto.
Sou, &c.
Sala das sesses, 17 de junho de 1845.
O I'fi ni; w da Casa.
1'. S. cm 18 dito Ainda se nao votou Uoje; a c-
mara ouvio dous discursos seguidos, a avur do parecer,
rabendo ao Urbano e Moura Magalhies matar o lempo,
depois de ter fallado contra o Herculano; e diz o Salda-
nli i que veio ordem do Jos Carlos para nio encerrar-se
a discussao ; pois (rata-se de fa/er urna transacejio :
o senado reconhecer o scu dircilo do recusar as fusoes ;
mas dimitir esta Assim os patriotat (carao satis-
feitos e o nai/ salvo! Para applanar o caminbo para
este arranjo honesto, de noite vao combinar urna emen-
da modificando o parecer. Eis porque nao se votou.
A oppoti(ao au quiz tomar parte na continuaco dos
debates; porque os seus argumentos nao Ionio ainda res-
pondidos, e mt'sino por saber do interesse que tinha a
maioria do protellar a discussao, para dar lempo i pa-
tritica combinarao duque esta encarregado o ministro
do imperio.limo Joanna que has de brilhar!
PERNAMBuCO.
JlZO DOS FEITOS DA FAZENDA,
Con-tando-me, quo mullas execuces do juizo das
feitosse achSo parausadas, em consequencia du nao te-
rcio sido cumpridos os mandados de captura e priso,
passados contra alguns devedores da fazenda, ou depo-
sitarios de bens, ou rendimentos penhorados ; ordeno
ao solicitador do mesmo juizo, Jos Itibeiro do Amara!,
quo faga dar pelos efiiciaes respectivos o cumprimento
devido aos referidos mandados, dentro do espaco de oito
das; pena de serem suspensos elle, eos ditos ofli-
i-iaes, pelo lempo, que parecer conveniente, em castigo
do desleixo, que nesta parle tem batido com grave
prejuizo da fazenda, cujos inleresses cumpre velar
O esenvao do juizo intime esta ao referido solicitador,
ilando-lhe copia para sua direccio, c remetiendo m a
depois com a oecessaria certido de assim o ter feito.
Recite. de maio de 1815. O juiz dos leilos, Je-
ronymo Maitimano Figuetra de Mello,
(Certifico, que entregue), por copia, esta portara ao
solicitador da fazenda, JoSRibeiro do Amoral, bem
como Ibe intimei o proprio original, que licou enten-
dido. Ilecife, 7 de maio de 4815. Em f de ver-
dade Pedro Jote Cardozo.
O solicitador do juizo dos feilos da fazenda, Jo-
s Ribciro do Amaral, informo boje oiesino. une cun
primento teve a purlana, que Ibe expedi em 7 do me/
ultimo ; isto he, se forao cumpridos todos os manda-
dos de captura e priso, espedidos al aquella data, e
no caso de negativa, quaes as razes, que para sso teem
concurrido U escrivio intimara esta ao mesmo so
lieitaor, reverlenJo in'a depois o haur cunipndo. lenle, i> de junho de .'P'5
Jerony mo A/urltniano Figueira de titilo.
lilin. >r. dr. juu dos le.tos da fazenda Cum-
prindo a respeitavel portaria por V. S. expedida, data-
da de boje, o que boje mesmo me foi intimada, para
eu informar, se leem sido purosofliciaesdo juizo cum-
pridos todos os mandados de priso, expedidos contra
diversos, at o da 7 de maio ultimo; e no caso con-
trario, quaes as razoes disso ; e bem assim quses man-
dados lorio cumpridos; informo a V. S que nSo
teem sido cumpridos por os mesmoi ofliciaes todos os
mandados de captura, de que se acbo do posse, passa-
dos at o da 7 de maio ultimo, como alias lora orde-
nado por portaria do V. S. da mesma data ; em obser
vsnciaqual, eu inmediatamente reitere! de novo aos
mencionados ofliciaes as nstigaces que Ibet havia fei-
to ( por uutras vetes ) em ordem a darem prompta exc-
cutio a taes mandados, e al ntimei-lhes, que, I nao
o fizerem com a maior urgencia, e dentro do inais bre-
ve periodo, infallivelmenle dara contra ellet parte por
escripto V. S., e para segura intclligencia dos mea-
mos ofliciaes apresentei-lbes a dita portara, que lero
e ficrao entendidos.
Activando-os, pois, dcsta manera, dero em resulta-
do execucao a um dos ditos mandados contra Jos Jua-
| ii i ni de Lima liairao, dizendo-me, quanto aos demais,
que debalde haviao procurado os individuos, pois que
os nao acbavo, e que disso mesmo passarifio a dar Car-
tides; porin, apezar de Ih'o cu haver exigido com
toda a aclividade, ainda m'as nao entregarao ; oque
j ia levar ao conhecimento de A S. quando me lo
intimada bo|o a piedita portara. Os sobreditos man-
dados sao oito, contra os seguintes Joaquim Goncal-
ves Bastos Jnior, Aflonso Jos d'Albuquerque Mello,
Joo de Allemao Cisneiros, \ alenlim Soares Perera,
Jos Tiburcio Valeriano de Norooba, Joaquim Fran-
cisco de Paula Estevas Clemente, Jeronymo Cezar de
Mello, e Elias Eli/eo.
Permita V. S. que eu represento quaes as razes,
que mo davao os ofliciaes de nao cumprirem os reer-
dos mandados de priso, sempre que,para o fazerem, eu
os octivava, e apertava antes da citada portaria de 7 de
maio prximo lindo, e sao : ora, por estarem encar-
dados oe dar execucao com igual urgencia a immensa
quanldade de outros mandados, e a ordens, que de
V. S. e do Sr. dr. procurador-fiscal recobem : ora,
por irem ao centro a diligencias tambem do juizo; ora,
por terem a lazer evecuees da fazenda provincial,igual-
mente com recommendacao de presteza, etc. ; e emfin
por estarem com parles de do "lites.
Releva referir a \. S. o seguinle : Extranbei ao of-
fiVial Jos Francisco de Paula, como me cumpria, o
nao ter executado o mandado de priso ltimamente ex-
pedido contra Caetano Silvero da Silva, o qual se acha
sempre na ra Nova desle bairro de Santo Antonio ;
respondeo-me, que o nao fazia, por este Ihe apresen-
lar dinheiro para pagamento da execucao, o que eslava
deconformidade com ordens, que de V. S. tem lido a
respeito, quo sao, segundo diz, antes receber-se o de-
bito daquelles contra quem ba mandados de priso, e
que querem realisar o pagamento, do que fazerem-se
as prisoes.
Kesta forma parece-me ter cumprido as determina-
c3es, que me impe a portaria cima dita. Recife, 2
de junho de 18 io. O solicitador, Jote fibeiro do
Amaral.
J/) Nao tendo os ofliciaes do juizo dos fetos da fa-
zenda, Jos Francisco de Paula, e Manoel Francisco
de Paula, cumprido os mandados de priso, e captura
existentes al o da 7 de maio ultimo, dentro do prazo,
que Ihes foi marcado na ininha portaria dessa data, ten-
do alias decorrido at agora nao menos de dous mezes
depois de. findo esse prazo. sob pretextos lalsosou in-
subsistentes, segundo consta da informacSo do solicita-
dor geral, de 't de junho ultimo; lendo-se alm disto os
mesmos ofliciaes arrogado a altribuicio de darem esperas
aos devedores da fazenda, por nao os executarem vinte e
qualro horas depois de citados para pagarem as respecti-
vasdividas, apezar das advertencias, que Ibes teem sido
(eitas ; havendo finalmente os mesmos ofliciaes deixado
de enlregar-me, no fim de junho ultimo, as relacoes dos
devedoros por elles notificados, como Ibes foi determi-
nado ; hei por suspensos os ditos ofliciaes pelo espa-
do de quinze das, e sem direito nenhum venci-
mcnlo da fazenda nacional. O csciivo intime esta aos
ofliciaes suspensos, revertendo-m'a depois, com certi-
dao de assim o haver feito. Reci'o, i dojulbo de
o que de tul sorte fura ella acreditado na Sicilia, que
ninguem duvidava da ininlin morle. O incii lilierlndur
l'ui salvo pela mesilla fbula, que era preciso ilvuiiienlir,
liara punir n seu sacrificio. Der-i-llic p a liberdaile,
sol) a cuiidico eipreaso, e fazendu-o jurar sobre um cru-
cifico que 'uardana inviolavel o egicdo de minlia eva-
sao. Guardoii-n elle ule n morle com a constancia de
um Eaparuno, ea reaignaeto de um obriaiao.
.. l-'ra minha prineira ideia vollar i Franca, o ah
estabeleccr-inc para sempre; a revoliico niipuluuna|iu-
rem inudou meiis prujecloa ; vim para LNapoles cun nu-
iiic siippuslu, mas, uideniim! foi para ver a cpliemera
repblica partheiiopcana expirar no sangue dos mnrly-
res. Pusseiiiiis .idianle, Senliura, nao leviinleiiios niais a
podra funrea de vossas rictiimi. Purcm nao aecuscis
mait a revolucao franceza; o Terror de aples fi.-a es-
iiueoer o da tranca; Carolina veneeo Kobespierrc.
Indignada, roollada desle parallelu, a rniulia in an-
da inierroniper Castreo, mas coiileve-se desta vet; ou
por temer as recrimiiiaccs, que suscitamlo-se nova
uonleiida. Castreo nao dciiaria de fuer ainda inais ter-
riveia, ou por que iicsse momento llie fallaste a coiisci-
ncia mois alia do ipie o orgullio, ellic fiesse oeciiar,
como merecida cxpiacau, as reprimendas e sentemos do
severo anachoreta, o certo be quo guarduu o silencio.
Castreo coniinuou.
Aqoi linda a minha vida polilica.cactiva. Escapo,
nao sem irabalbo ao Terror popular de 113, eseapei ain-
da niais difliciliucntc ao Terror inoiiareliico de 09 ; detta
surte a morle me havia locado tres veies, e outras lan-
as roe havia poupadu. Depois de lautos milagres opera-
dos era meo favor, nao aeria lenUr o cancar a Ueoa af.
fronlar ainda o cadafalso? E de mais, pora oque? A
coiileiida eslava por toda a parte acabada: o combate
cesaava por falla de ooiiibateutef. A Sicilia, aple,
toda a Italia erto nwia que nunca eacrava piopria
Franca acahav de abdicar a 15 brumairc naa maya e em
J ni* J> <*--r>"
proveito du sen futuro imperador; ealava anniquilada n
liberdade europea, ao mciios para a srtelo a quo cu
perlcncio. Esta geraclo, disse cu cutre iiiiiu, tem des-
t-injii-iiii.-MI> a sua tarefi; aseguiute colorear de novo n
obra, do pinito em quclli'a deixamos. Um praso he n;-
cessorio sem duvida para verificar os pro^ressos alcan-
Oadol, e para os consolidar ; depois elles se propagarO,
o a luta suspensa por um momento continuar para ser
ainda interrumpida, u tornar a oneifear. Tal lie a lei
da Hrovidcncia para o deteuvolv menlo continuo da hu-
in,un,lailr. Mas em que oucupar-nus durante a tregua?
Aguardar, esperar..... Eu espero eaguardo.
*i Dt.'pois d.i queda il.i repblica napolitana, oamor da
Sieiliaa, dessa patria que cu havia perdido para sempre,
e onde eu au linha inais neni nomo, com lal energa se
despertou no meo cornean, que paro satisf:ize-lo, todos
os perigos alfroiitei. Ao fugir de aples que nadava
i'in sanguo, ali-avcasei o pe o Calabria, donde um barco
de pescadores me laucn olandesiinaniente, n'uma uuitc
de trom.id.i, na pr.ua deserta ao pe do Etna. No da se-
guinle, avenlurci-me ate Paterno, para onde meu to
voltura depois da niinlia fgida de Catania. Nu me po-
dri eoulieeer, por que tralla a barba grande, o este ha-
bito, que me scivira dedisfarce na miulia periguaa via-
gi'iu. Eu dava-iue por um IV a de csmolcr du moiiie Car-
gano, e por tal todo o mundo ne toiuava. Ao ebegar a
niinli.1 cidade natal, fui direito casa de meu tio ; batteu-
me o coraco coiu violencia ao v la fechada toda. II.i-
lo....... nada de rcsposla. Itcitero....... o mea mu alin-
elo. Elitao o Sr. 11.10 sabe, me disse cm fim um liu-
iiieni que porall passava, que u nono bum conego lie
fallecidu ? Bem ae jiodo dizer delln que adonneceo o
aoiiuio dos justos. Desde a tragic.a murle deseusu-
briiilm Castorcu, que elle aniava cumu como a fillio v
que tantos desgoatoa lliecausou, nu fot mais que de-
fiuliar. Nao pude eseutji mais, corr para a mon-
lanha debulhado cm lagrimas.

1845 Jeionymo Martiniano Figueira de Mello.
Certifico, que intme a portara retro aos emprega-
dc$, de que a meima faz menco, e que se derao por
entendidos. Recife, 5 de junho de 18*5. Em f de
verdsde l'tdro Jote Cardozo.
Illm. Sr. dr. juiz dos feitos da fazenda. Jos
Francisco de Paula, e Manoel Francisco de Paula, of-
liciaes deste juizo, vem rospeitosamente parante V. S.,
upplicar a su-pensao da portaria de i do correrle, quo
privou aos supplicantes do exercicio de seus lugares,
por espaco de la das ; os supplicante, Illm. Sr., nao
teem em seu poder mandado algum de captura a cum-
prir ; pois os que existiSo, ou teem sido cumpridos com
o pagamento das execuces, que os motivArao, ou os
supplicanlosteem passado certidfies de n8o estarem oes
ta cidade as pesaoas, contra quem devem ser executa-
dos; como sejSo Jeronymo Cezar de Mello, Jos Ti-
burcio Valeriano de Noronha, e Belchior Teixeira de
Castro, Elias Elizeo, Joaquim Goncalves Bastos J-
nior, Aflonso de Albuquerque, Joo Baptista de \lc-
deiros, e Pedro Paula de Albuquorque ; faltando ape-
nas a execucao de dous mandados de captura, sendo
um contra Valontim de tal, depositario dos bens penho-
rados a JoSo Baptista Bello, por delle estar de pusseo
Sr. dr. procurador-fiscal interino da fazenda ; e outro
contra Joio de Allemao Cisneiros, que su chava em po-
der do dito Sr. dr. procurador-fiscal; mas, sendo-nos
entregue pelo actual solicitador da fazenda, nodia3
do crrenle julho, tratamos cumprir, ou dar a execu-
cao devida, como nos cumpria ; felizmente no dia 4, o
prmeiro supplicante encontrou com dito AlleniSo Cis-
neiros na ponte da Boa-Vista, conversando com Manoel
Antonio de Jezua, e ah o prendeo; mas, ebegando na
occasio o Sr. dr. procurador-fiscal, mandou soltar o
homem, dizendo, que dito Allemao promedia pagar
com brevidade o debito da fazenda : a vista do que nao
pode o primeiro supplicante cumprir omandado dojaizo,
e o executado retirou-ie e tambem o dito Sr. dr. pro-
curador-fiscal ; chegando porin momentos depois, o
segundo supplicante, e nao querendoestar por o que Ibe
centou o primeiro supplicante, seguio a ra por onde
bavia tomado o executado, segunda vez o prendeo, no
becco do quartel da polica ; mas, dizendo o executado,
que eslava dispenso da priso, seguio com os suppli
cantes pela ra Bella,aonde encontrou segunda ez o dr.
procurador-fiscal, que nos disse que soltasscmos o ho-
mem, e fossemus tratar de outro sorvico ; replicamos
que V S. quera o cumprimento dos mandados de cap-
tura, que houvessom, sob pena de serums suspensos ;
mas o sobredito Sr. dr. procurador-fiscal nos disse, que
dissessemos quo haviamos encontrado com elle, &c.
Quanto as esperas, deque trata a respcitavel portaria,
se as ba, nao sao ellas por nos dadas, que smente exe-
cutamos asrdeos, que nos sSo dadas. Quantisre-
aedes do mez, os supplicantes esperao de V. S. indul-
gencia por esta falta, e prometlem nao abusarem da
bondade de V. S. ; portanto P. a V. S..Illm. Sr.
dr. juiz dos feitos da fazenda, IhesdefiraE R. M.
Jote Francisco d Paula Manoel Francitco de
Paula. Informe o solicitador interino do juizo dos
feitos de fazenda geral. Recife, 7 de junho de 1845--
Figueira de Mello.
Illm. Sr. dr. juiz dos feitos da fazenda. Em
observancia do respcitavel despacho de V. S. que
mandou-me inlormar sobre a policio dos ofliciaes des-
te juizo, em que pedem a suspenso deportara de 4
do conenle, tenho a inlormar a V, S., que os man-
dados de captura, mencionados em dita peticao, estSo
cumpridos da manera ah dita ; quanto ao mandado de
captura contra Joo d'Allemao Cisneiros, tendo-o eu
recebidu do Sr. dr. procurador-fiscal da fazenda, no
dia 2 do crrante mez, no dia 5 o entregue! ao oflicial
Manoel Francisco de Paula, que nodia 4 m'o enlre-
gou, dizendo que elle, es'tu companheiro duas vezes
havio prendido dito Allemao; mas que o Sr. dr.
procurador-fiscal interino o bavia soltado : recebi dito
mandado, e o entreguei ao dito Sr. dr. procurador-
fiscal interino, que o exigi. He o que posso inlor-
mar a V. S. llecile, 7 de julho de 1845. O solici-
tador interino da fazenda nacional, Francitco Antonio
Coutteiro e Silva. Atienta a inlormaco do solici-
tador interino, e os motivos allegados pelos ofliciaes du
juizo, dea sem elleito a portaria, pela qual suspend oa
mesmos ofliciaes. Recite, 10 de julho de 1845. -
Figueira de Mello.
Constando-me pela repreientacao dos ofliciaes do
juizo, e pela informaco que sobre ella deo, em data
du 7 do corrente, o actual solicitador interino, Fran-
cisco Antonio Cousseiro e Silva, queodr. procurador-
fiscal interino da fazenda geral tem-se arrogado o di-
reito de exigir os mandados de captura e priso, que
em virtude dos seus proprios requeritnentos sao expe-
didos contra devedores da lazenda, ou depositariosdow
bens. que Ihes frSo penhorados, sem que para taoto
se ache autorisado; fiquem osescrives. solicitador
mais ofliciaes do juizo dos feitos na intelligencia,',
que os procuradores-fiscaes nio teem direito para eti
gir delles nenhum mandado do juico, e ubstsr assim
cu pelo menos protelar a sua prompta execucao; p0,
que, pelas leis, lmente Ihes cumpre dirigir os oflicile,
as respectivas diligencias, de conorrri'dade com
inleresses da fazenda, que Ibes compete promover-
quando por ventura deva ser deferida a execucao dt
mesmos mandados, por circumstancias, ou motivos ti
tendiveis, requererem para resolver como fr de direj
to. Outro fim, tiquean entendidos os merinos nf|
ciaei, que devem executar os mandados do captura
prisio, com preferencia a quaesquer outros, quo nao
tcnhSo a clausula de urgencia, para que nio liquen
impunei as faltas, que elles tendem a punir.Oes
erivio do juizo, Pedro Jos Cardozo, intimara esta a
solicitador, e aos ofliciaes, que perante mim servem ; re
vertendo m'a depois, com certidSo de assim o haver
cumprido. Recite, 11 de julho do 1845. Fiouri
ro de Mello.
bi
un-
ai


CORREIO.
CORRESPONDENCIA DA clliADE E PROVINCIA.
A vox populi nem sempre be to* dki, em reara I
vox dialioli. O Correio que nSo avanca, sem prot
l vai evidenciar lervoxdiabolia quediz, oSenhor Mi,'
nel de Coisa emprega ai tardes na cura do seu nariz
e que paga com o que nio sabe o que diz. He fori
impertinencia Se todoa sio eohore do seu nariz
pdem fazer delle o que quizerem ; metleraqui, alli
e acola; porque deste direito, garantido desde que
caras, e que ha narices, nao poder usar o Senh
nbo, e metter o seu ser curado ? Se todos saben
porque nada se faz, que te nao saiba, que o ex-excel
lentissimo tinba em sua alta aabenca determinado
as Europios curar-se; se todos sabetnque quem
para o mar, avia-se em trra ; por que razio se nSo
dir, que elle vai ao convento de S. Francisco fazer
sua confissio geral ? Isto he tanto mais provavel
quanto he certo que, tendo o Senbozinbo o examedi.
suas culpas, e peccados escriptoi, e eicarrados nos pe.
riodicos escuiado be inais fazer exame deconsciencii
e entao querer aproveitar o que est feito ? Fra lio
goas ms Deo, que he capaz de fazer dat pedral
filhoi de Abraho, e que fez fallar ao burro de Italao
de frgas i este penitente, para que bem possa espl
car-secom seu director. CJue bonra para a praia, l
ella ainda tem de ver sobro o altare da patria um san
tinho praieiro, e o marilacaca de cotos levantados
fazer-lbe urna novena Se a cmara municipal nio
tem prohibido o f guetes, nio baveriao mos a me
dr : cntio os fogueleiroi tirariao o p da lama. Con
solem-se, porm, os devotos; que, se nio poderem appleu
dir o tal santinho com loguetei do ar. nao faltaras lia
ques; oque se quer he boa voolad, mesmo porque
aonde nSo ba, elrei perde, o quem enterra seu pai ce-
rno pode, nao he a mais obrigado. Se os Urbanos,
uos, os Britos, e oolros em quem poder nio tta
a virtude, nio le poderio aproveitar da bella occasiio,
e, por fallatorios que espanlro a caca, ficrao sea
beca ; se o tolapador, apezar de sua proa, ou da sua
coros aberta, nio pode pilbar a carxa, e ficric
estes fiis praieiroi sem beca, e sem carina, nio es-
panlem o homem ; deixem que se volte para Dos;
se a praia ficou sem seus desembargadores, sem ico
bispinho nio faci com que fique sem leu sid-
tinbo.
Correspondencia.
Srt, liedactoret. J passa por certa a despronun-
cia do I.uiz Jos Marques : ja o protector desle appara-
ce de publico e sem o menor rebuco, apresentandos'i
protegido, como um dos sello Machabeui. quando elle
he um verdadeiro mestre-eicola dos misterios de Pariz;
chamo a attencio dos jornaes, e do publico para esta
caso, que, a verificar se, ninguem mais poder contar
com os seus escravos. Sim, Srs Redactores, Ymcs. es-
li bem ao par desta questio ; porque tem ella sido
ventilada por diversas vezes nesle Diario, e devem con-
cordar commigo que,se licor impune aquello Marques,
licar habilitado para me tornar a roubar algum cscra-
vo, como me fez com a escrava Victoria.
Em outra occasio, Srs. Redactores, Ihescontsrciii
gentilezas de certo juiz. do civcl, que nio tem arripia-
do carreara em me perseguir, postergando a lei, e ser-
viudo de instruemento ceg aos desregrados capricho)
do protector de I.uiz Jos Marques, que desde j Ibes
assevero, que por falta do nome nio ha de perder.
Continen, Srs. Bedactores, a franquearem-tne o
^X^lA i i le
..?** ^wa^ /*y,
CU->>- o
U ultimo fio quo me ligava ao inundo eslava que-
brado, por que meu pai era niorto ha minio lempo, e
meu lio era o ultimo prente. Meua amigo da infancia,
meus amigu os mais charo haviao perecido no patbu-
lo, ou detinhavo nos calaboucos eno exilio; eu men
era j niarlu. Achuu-e j um liunicm sobre aterra inais
isul.nl>> AceiteiO meu del tino, tal qual Den m'o con-
ceda, e longo dcllie querer escapar, confirme! cu men-
ino a elidi que eilaVl condciiiiiadu pronunciando
vulus ciemos sol o nome de irmo Bruno, e vim na ida,
de de 35 anuos, sepullar-me neala terriveis solidoe-
|ue nunca mai deixei. Tal vez acreditis que esto inou
sacrificio tu i rciultadu de desanimo e desespero ; uo,
Senliura, mi ; nao abandunei ncnliuiua de minha con-
viccoc, nrnliuiini das ininlia c.-per.iiie.is ; vivem luda
em :.iun ei.iiio nos das du fogaelio dn minha juventude;
e aeno fr destinado a ve-las realiaadas ante da niorto,
Icva-loa-liei au tumulu, sem que a menor duvida al Icnha
a I, dado. l'assau 08 lioinciis, tica o ideia, e quando clic-
;;.i a oreaM.io Dos as glorifica. Meu lioi'iionle cutendco-
e, ininliialnia engraudcceo-o j o uuro puro da intclli-
gencia ao tem poucu a pouco separado da liga daspaitCes,
e a fciea do meu eoraoto, ticarilu nesas regido onde
tio ter as escorias do voseas. Nu tendo futuro para
uiiiu mcimo, comprazo-mc no da liunianidade, o elle
mo apparecc ob a forma m.ii cuniuladnraa. Sentado
na pedra i-m que eitais, com os nlhus cravadm nessa
adorada Sicilia, pela qual dei a vida, dias inleirns tico
arrobado em ininhas solitaria uieunacnes, e leiu alm
dus lempa. Dotado por mntenlos do espirito dos pro.
pbea., vejo brilliar lio fundo do futuro vasa idade d'uu-
ro, quo nos fie adiante e nio airas, como di/.ein oa pue
tas, o ettas antccipadaa viaes s para mim cheias de
prazer o d'encantu. A telicidadu do hnnicns rao torna
lelu; para npruaaar ena tardia ventura, eu rcviudicarj
com transporte, Deo o sabe, o patbulo do que mo elle I indures,
prcicrvou. E se por lisiantes me pesa a solideo, se
ineus nlhoa sio tequiosos do una figura humana, dcifJ
ininha cidade natal; vagueo incgnito, comn minia
oiubra, no deleitosos lugares onde pasaaran t.lu de pres-
ta roen dias de innocencia. A1ii reconhecu rarai <[<>
me nao coiihcoem. Falla ae au irmlo Brono de Cailo-
ro mnstra m- Un: a casa onde nasceo, as mas puruinle
tr.insilava. as arvore cuja sombra brinnava, levio-i
ao tumulu do padre vcncrevel, que fui tcu lio, sen
mign, o adinirao-sc de quo ello derrame Irittei lagiim
sobre a pi-dra desae reverenciad tmulo Alma imlul-
genlee terna, perdoa me haver te cunan iilado Ni nm
amarainos sem cooipreliendcrnio nm ; porque nuo
missao o deveres nesto mundo crio difieren tes, Ci'iM
bao de ser a cunta quo temo de dar no ultimo di-
En nasci para as perturbaee, vos para a pai; na, ]"'"
inuliidus uoaio dcilino ubro a trra, encontrar-na*
homo, para nos enlendernios, nmaudn-nos niuda >>)
o para suiupre. nos inviiivei reino du espirito, onda
no lia niai petare nem aoparace |
.'sao estas na iiiinh.ia peiegriuacoea entre o hornees]
c quanto inais 01 vejo, mais u amo, porque o meu tUSj
se neritula no espectculo do seut lolirimcnlo, e nafl
coracao e enternece com os iniiunicravei malea <|u*
iitlligeiu a familia liiiinana; recolliu-me n paiaos Irnt1
inonlanlia; os genios da lolidao rao aculiieui, ur.iillieiu-
me cun prazer, povolio ininha escura grulla de api""
ricoaa radiotat da futura huuianidudc. >
l'ur eomiiinvidii ou por fatigado. Cssloi'o foi llinl
pausa. J elle uo tallava, e anida Carulina o MCSlaMi
nunca aos eu uuvidus chrgarn linguageni teHiellianli'
n que uuvia era para ella lo nuvo, que rapiada pe*
lucarna novidade dcsna loluMlarin conliiso perfODll"
si propria se o humem que llie fallava era um vi>io'4
rio ou mn santo, c te devia admirar ou rir; c iin con-
servara pregadot nellc, os ulhns ailmiradut e eacru
^^^,.lw *4,H,rr+f'M
{Continuar-te-ha)
--oi c i >*


l"
ff
I pre|o, pelo que rouilo penhorara ao seu assignanlc
' Jos da Silva Oliveira.
Publica<;ad' a pedido.
Tendo ouvi'Jo o doutor juiz dos feitos da fazenda
erca do seu ofReio do quatro do corrente respondeo
rile : primo, que em principios de marco passou ao juit
Iniun'icipal da irimeira varautn processo executivo, em
Inue se deo de suspeilo, e em mve de maio o exercicio
Ido seu lugar, por das, razio de se achar aoojado ;
Lecundo, que, obrando assim, nao delegou a sua auto-
fridade, como Vossa merc pretende, mas seguio o que
[determina a portara d'este governo de quatro de janei-
Iro d'esto auno, de cooformidade com o disposto no ar-
Itigoquarto da lei de vinto e nove de novembro de mil
oitocenlos e quarenta e um, no quinto das instruocoes
i doze d" jun-iro de mil oitocenlos e quarenta e dous,
na dorisio numero quarenta e oito de vinte e oito de
|ulho de mil oitocenlos e quarenta e trez ; pois que ,
. falla dos juizes do civel e dos de direito da comarca,
lempregados as assemblas legislativas provincial e ge-
Ir I, era o mesmo joiz municipal quem devia substi-
lluil-o nos impedimentos, em virtude da designucao foila
|ii.< suprareferidt portara. A visla do exposto nada
llenbo a providenciar, por ter o mencionado juir obra-
Ido em regra.Dos guarde a Vossa merc. Palacio de
Ipeniambuco, dez de julho de mil oito ccntos e quarenta
leeincoManuel de Souza Tiixtira.Sr. procurador-
Ifiscal interino da thesouraria da fazenda, Clemente Jos
I Ferreira da Costa.
CCMME.-^IO.
Alfandega.
endimento do dia 19...............7:643498
Desear regao hoje 21.
[ Barca r.rmelindacebollas, albos e batatas.
I Barcal'komas AJellor larinba.
PBACA DORECIFE. 19 DE JULHO DE 1845,
AS TRES HORAS DA TARDE.
RBViSTK SEMANAL.
Cambios Fizerio-se Iransaccoes regulares durante a
semana a 25 d. p. 1 rs. 60 das.
Assucar Nao existe depoxilo, e as entradas conlinuio
limitadas, teodo-se vendido o eocaixado
a 1500 rs. sobre o ferro do branco; ede
14400 a I450 rs.do mascavado; doera-
barricado e eosaccado branco de 2*800 a
'jIOO rs.; e do mascavado de 2050
2jl00 rs. a arroba.
Algodao Algumas vendas se effecturio a 4/700 ra.
a arroba de 1.aorta; e 4*200 rs. de2.,
nao existindo depozito, e sendo as entra-
das muito diminutas.
Couros SSo oflerecidos os da torra a 127 '/ rs. li-
bra, e algumas vendas se teom feilo dos do
Aracaty a 130 rs. a libra, exislindo depo-
zito dos primeiros.
calbio Um carregamento, cbegado esta semana da
Turra-Nova, seguio paraoSul, eo depo-
sito he de cerca de 0,'iOO barricas, e as
vendas bastante limitadas.
Carne-secca Com um carregamento de 7,000 arro-
bas, entrado esta semana, o depozito be de
28,000 arrobas, eos vendas fro regula-
res de 2,> 100 a 2*800 rs. da do Ii-Gran-
de; nao exi>tindo da de Buenos-Ayres.
Cervrja Vondeo-se a 4* rs. a duzia.
Farinha de trigo O mercado (oi augmentado com
2,100 barricas, descarregadas de dous car*
ligamentos; sendo um de Trieste com
1 ,.'00, e oulro de Harselha com G00 ; o
depozito be de 9,400 banicas ; 5,000 em
primeira mi, e 4,400 em segunda ; e as
vendas de 16* 17,- rs. a americana nova;
145O0 rs. a vellia, e 18500 rs. a do
Trieste.
Dila de mandioca Entrarlo diversos carregamentos
durante a semana, com os quacs nios
augmenlou o depozito, mas tambem de-
clinarlo os precos ; tendo-se vendido de
4*250 4*800 rs. o alqueire velbo em
porcous, e ii* rs. a retalbo.
Garrales Vendfirao-se a 1 *05i> rs. coda um em-
palhado.
Hanteiga dem a 690 rs. a libra da ingleza.
Polussa da Bussia dem a 280 rs. a libra.
Sabio amarello dem a 105 rs. a libra.
Sal estrangeiro dem a 400 rs. o alqueire legal.
Velas de espcnnacete dem a 800 rs. a libra.
O movimento dn porto durante a semana foi de 14
entradas, e 17 sabidas : existem no porto 52 embar-
carles ; sendo 1 americana, 53 brasileiras, 1 belga, 1
dinamarqueza, 4 francezas, 1 bespanbola, 7 ingieras,
1 lubekense, 1 napnlitana. 1 porlugueza. e 1 sarda.
Movifuento do Parto.
A cirios entrados no dia 19.
Santa-Cruz, e Tenerife 31 das, escuna bespanhola
Canario, de 78 toneladas, capitn Jos Fonl, equi-
pagem S, carga cebollas, passas e btalas ; a Joan
Pinto de Lemos & Filbo.
Porto ; 37 dias, barca brasileira Ermelinda.de 2.4 to-
neladas, capillo Julilo Ferreira Nunes, equipagem
16, carga vinho, azeile, etc.; a Francisco Severi-
anno Itabello : passageros, D. liarbora .Mana de A-
zovedo, Portuguesa; Jlo Antonio Maciel, Luizde
Barros, Jos Domingos, Custodio Jos Dias da Mat-
ta, JoioSoaresGoes, Jos .Manoel de Araujo, Joa-
quini Jos da Cunha, Antonio de Castro, Jos Auto
nio dos Santos e Andmde, Joaquim Moreira, Se-
raim Beplista Pereira da Silva Bastos, Guilbenne
Tell, e Manoel Lrjiz de Almeida Oliveira, Portu-
guezes.
Babia; lidias, brigue Irancez Mathilde, de 272 to-
neladas, capiUoN. C. Legonilie, equipagem II, em
lastro ; ao capillo.
Baha; Odias, brigue brasileiro Vedo, de 157 tone-
ladas, capito Manoel Antonio Marques, equipagem
10, carga couros e carne ; a Amorim Irmaos.
A'aiiosaludo no mesmo da.
Rio-de-Janeiro ; brigue americano Brandywine, ca-
pillo PowelISmack, com o resto da carga, que trou-
xedePbilaclphia.
Navio entrado no dia 20.
Alcabaca ; 10 dias, hiate brasileiro S. Benedicto, Dies-
tra Nicolao Lopes Ferreira, equipagem .'i, caiga la-
rinba : ao mestre.
Navios tahidos no mesmo dia.
S. Malo; barca franceza Ocean, capito Pedro Gue-
rim, carga guana: passageiros, D. Mara Alvisa,
Francesa, com 3li!hos menores, c 1 critrlo.
Trieste ; galera ingleza Iris, capillo Richard Brltrio,
carga assucar.
Terra-Nova ; brigue inglez Vullure, capillo Benja-
mn Prvnn, em lastro.
Villa do Prado ; garopeira 5. Jalo, capito Benedicto
do Rosario, em lastro.
ObservacHo.
Vem arribado, e segu para a Baha o brigue brasi-
leiro Sociedad*, de 135 toneladas, capillo Damiio da
Costa, vindo de Buenos-Ayres, 20 dias, equipagem
14, carga carne; consignado a Jos Francisco Col-
ares.
Avisos martimos.
Editaes.
Por ordem do 1 lint. Sr. inspector da thesouraria das
rendas provincias se fas publico, que a arrematado
annunciada para o dia 25 do correte, tica (ranslerida
para o dia 21. Secretaria da thesouraria das rendas
provinciaes, 17 do julho de 1845. O secretario, Zu
da Costa Por locar reiro.
Miguel Archanjo Monleiro d'Andrade, official da
ordem da Rosa, cavalleiro da de Christo e inspector
da alfandega de Pernambuco por S. Jf. /., que
Dos guarde, &c.
Faz saber, que nos armazens da mesma se acbao, alm
do termo permittido pelo artigo 272 do regulamento,
os volumes abaixo descriplos, os qua s devem os seus
donot fazer despachar dentro de tunta dias cootados de
boje, lindos os quaes.se proceder a sua venda em basta
publica porconta, e a custa dos mesmos donos, semquo
Ibes fique competindo allegar cousa alguma contra o
eflito desta venda como be expresso no artigo 274 do
citado regulamento. K para que clieguo a noticia dos
interessados, manda afinar o presente edito i na porta da
alfandega, e publicar pela imprensa. Allandega, 18
de julho de i845. Miguel Alchanjo Monleiro de
Andrade.
Armazem 8, 1842, agoslo 20: 10 barras de ier-
ro, ignora-se o navio, o a en-
trega.
8 novembro 9 : 1 caixa vinda o
brigue portugus Josephina; a
Bernardo Jos Ferreira.
1843, Janeiro 20: 1 caixa vinda na barca
porlugueza Tentadora ; a Ilenri-
que Bernardos de Oliveira.
fevereiroB: 1 embrulbo vindo no
brigue porluguez Amelia; a Ma-
noel Antonio de Sampaio.
mi, marco 6: 1 caixa vinda na barca
porlugueza Espirito Santa; a Ma-
noel Jos Machado Malbeiros.
dem 7: 1 barril vindo na barca
portuguesa Espirito Santo ; a
Luis Antonio Barbosa de Brito.
6 1844, Janeiro 10: 35 rolos de lumo, vio-
dos no hiate Olinda ; a Amorim
& Irmaos.
8 outubro30: 1 barril vindo rio bri-
gue portuguez Imporlado r; ao ca-
pillo
u 0 1844, dezembro 15: 14 gigos viudos no
brigue inglez capulco ; ao ca-
pillo.
8 n dezembro 28: 17 pipas vindas na
barca Bella Pernambucana ; a
Tbomaz de Aquino Fonseca.
G 1845, maio 1 i: .'i barricas vindas na bar-
cara Santa Marianna ; a Anto-
nio Onofre.
u idern 15: 2 barricas vindas na bar-
cassa Flor do Mar ; a ordem.
Declaraces.
O arsenal de guerra compra praoxOes d'amarello,
de 30 palmos de comprido, 18 polegadas do largo, c
12 de grossura e da mesma qualidade, e couiprimen-
to com 20 polegadas de largo, e 9 de grossura ; peda-
eos de caibros de 10 palmos, e 4 polegadas de dime-
tro em grossura; varas de 20 palmos, e 2 polegadas de
grossura ; vergalhes de ferro redondos, de 1 e meia
polegada, com o peso de 15 arrobas; ditos de 5 quartos
degrossura.com o peso de 36 arrobas ; ditos de 1 polo-
da do grossura, com o peso de 18 arrobas; barras
de Ierro inglez, de 3 polegadas de largo, e meia de
grossura, com o peso de 6 arrobas; regulando lodos
estes pesos, pouco mais ou menos ; franjas para adra
gonas de inferiores; bandas de lia para ditos; panno
prelo ; esleirs d'Angola ; lona ; escovBS de Tacto ; al
godlozinbo ; brim ; pares de luvas, e um niissal: quem
tues gneros tiver, sendo da nielhor qualidade, man-
de suas propostas, com seus ltimos precos, em carta
fechada a esta directora, junto com as amostras, que
forero possiveis, at o dia 22 do corrente me/. Direc-
tora do arsenal de guerra, 18 de julbo de 1845. No
impedimento do escripturario, ./odo llicardo da Silva.
O arsenal de guerra compra salitre refinado, re-
zina de cajueiro, ago'ardente branca, vinagre, carn-
phora, espirito de vinho, facas flamengas, fio fino de
algodao, e folhas de papello : quem loes gneros tiver,
sendo da melbor qualidade, mande suas propostas, de-
clarando seus ltimos precos, em caria fechada a esta
directora, at o dia 20 do corrente. Directora do
arsenal de guerra, 17 de julho de 1845. No impedi-
mento do escripturario, JoSo llicardo da Silva,
Obacharel Luis Jos de Sampaio Jnior, promo-
tor publico deste termo laz publico, a quem coovier ,
que se aclia temporariamente residindo na ra Nova ,
em casa do doutor Alcanforado.
No escriptorio d'agencia dos paquetes de vapor
existem encommendas diversas para os Srs. Herculano
Alves da Silva Jos Jeronymo Rodrigues Chaves ,
Madame Thoard Francisco da Silva Georg Cba-
dwick J. D. VVollhopp & Companbia e um caixio
com plantas sem lettreiro.
Para o Ass sai nostes i dias o brigue-escuna
Deliheraco, capitlo Jobo (ioncalves Rocha ; pora car-
ga e passageiros tratn-se na ra da Cadeia do Red fe n.
40, oocnm o capillo, na praca doCommercio.
Pjra > Rio-de-Janeiro subir, com brevidaJo.o
patacho nacional Valenti : quem no mesmo quizer
carregar, e ir de passagem ou remetter escravns a Irete,
falle com Gaudino Agoslinhode Barros, na ra da Cruz
n. 66.
= Para o Rio-de-Janeiro segu, prefixamente no
dia 22 do corrente o bergantim brasileiro Sagitario ;
s recebe esefavos a frete: trala-se na ruada Moeda,
armaiemn. 11.
Vende-se a escuna .Vojso Senhora da Conceico,
vinda de Cravellas: quem a pretender, dirja-se ao
lado do Corpo Santo, n. 25, ou bordo da mesma,
defronteda praa do Collegio.
Leil
uo.
si Santos, Barros & Companbia farlo venda, cm
leilio, de 40 barris com manteiga franceza, por conta
e risco de quem perlencer : lercafeira, 22 do corrente,
as 10 horas da manhia, porta do armazem do Bacel-
lar. defronte da escadinba d'alfandega.
4 visos diversos.
' O CLAMOR PUBLICO
Sahir o n. 28, eacbar-se ha a venda as 4 horas da
tarde na praca da Independencia livraria n. 6 e 8.
O escrivlo privativo do jury e execucoes crimi-
nafes mudou sua residencia para a ra de Agoas-\er-
des sobrado de dous andares,n. 86.
Manoel Antonio da Silva Molla roga aos seus
devedores que Ibe venbao pagar por estes 50 dias :
elle mesmo faz o abalimenlo de uma quarta parte
aquellas pessoas que callo em circutnslancias de
Ibe pagar e as que nao esliverem muito boas, lar
todo o arranjo com ellas ; lindo esto lempo, nlo ter
mais contemplaran alguma pois que ha devedores ,
que se persuadem que dividas velbas nao se pago ,
e algumas dcstas sao antigs.
A pessoa, quo annunciou ha 5 ou 4 mezes,
que ensinava escripturario por partidas dobradas, cen-
ias de cambio &c. queira novamente annunciur,
ou qualquer oulra quo para isso se |ulgar habilitada
Deseja-se fallar ao Sr. Bonifacio Maximianode
Mallos na ra do 1.mmenlo loja n. 5, a negocio
de interesse.
Quem precisar de uma pessoa, para fazer lodo o
tervico de uma casa bem como engommar liso com
asseio coser e cozinhar, dirija-so a ra do Fogo
n. 50.
= A eserava, prota, crioula, do nome Agostinba ,
quo andava procurando senhor, perlenccnte a Senhora
D. LuizaMaruSoares moradora em Itapiguma ese
achava na ra do Rozario da Boa-Visla n. 44 como
se fez ver pelo annuncio, no Diario de quinta feira ,
10 do corrente ; o abaixo assgnado declara que tem
justo e contratado com a me.ma Senhora a compra
da dita eserava: so alguem ichar te com direito a ella ,
o declare. Custodio Jos, da Silva,
= Quem precisar de um rapaz Brasileiro para
caixeiro lora desta provincia o qual d fiador a sua
conducta dirija-so a ra estreila do Rozario ven-
da n. 1.
= Aluga-se um segundo andar com sotio, e bons
commodos na ra do Raogol n. 73 : a tratar na
mesma ra n. 54, com Victorino Francisco dos Sanios,
que tambem precisa de um feitor, que trabalbe para
um sitio na estrada de Belem;assim como de um estran-
geiro que saiba fazer e vidrar botijas e potes para
graxae tinta I paga-se generosamente.
= Havendo quem saiba folear formigas e quei-
ra ser empregado dirija-se a ra Imperial n. >' i.
= Antonio Jos Pereira de Mendonca oflerece-se
com parlicularidade aos Srs. negociantes desta praca ,
ea quem maisconvenba a sua prensa, no Forte-do-
Matlos para recolber gneros, tanto de estiva como
deoulras qualidades ; bem persuadido, que no s
pelo mdico preco, como pelo local, conveniente, ao-
jado eespacoso da dita prensa ser preferivel a ou-
tros armazens quo nio offerecem as mesmas vanta-
gens ; desen penbando cuidadosamente as obrigaces,
a bem de dar geral satisfacao.
= Deseja-se saber a resideocia da Senhora Fran-
cisca Luiza parasellie fallar a negocio de seu in-
leresse.
sai Alugao-so duas moradas de casas terreas ba
pouco acabadas, com grandes commodos para familia ,
principalaiento urna ,que tete bonita vista para o mar,
Olinda, e S. Amaro em Fra-de-Porlas no fim da
ra dos Guurarapes ; os pretendentes drijiose a casa
da proprielario na ra da Cruz, n. 36 Jlo Jos
Rodrigues Lofller ou nas ditas a cima todos o dias
das 4 horas da tarde em diante.
= Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 2, da
ra dos Martyros; queuf pretender,dirija-se a ra lar-
ga do Rozario venda n. 29.
= Aluga-se o segundo andar da casa n. 22, da ra
estreila do Rozario : a tratar na ra do Passeio n. 1.
= Aluga-se uma casa terrea na ra Bella : a tratar
na mesma ra sobrado n. 37.
=Anlonio Joaquim Mondes de Castro, Brasileiro,
retira-se para Santa Catharina com escalla pela Babia e
Rio-de- Janeiro levando cm sua companbia sua Sra
l>. Anna Joaquina de Castro, um filbo de 18 mezes,
de nome Florentino, e um criado Portuguez, de nome
Manoel dos Sanios. ,
=Quem precisar de um rapaz Brasileiro para cai-
xeiro ou administrador de algum engeobo.o qualdlia-
dor, e aprsenla sltestadoa de sua conducta, e lie ca-
zado de pouca familia, dirija-se ao Corredor do bispo,
casa n. 10, ou anouncie para ser procurado.
Manoel Gomes da Cunba e Silva manda para o
Rio de Jaoeiro o seu escravo crioulo, de nome Anselmo.
O abaixo assgnado, vendo no
Uiario de Pernambuco, de quinta feira,
17 do corrente, um annuncio com as let-
tras iniciaes A. 1). I'. relativo a uns
penhores, e com quanto esteja bem con-
vencido, que tal annuncio se nao pdc
entender com o mesmo abaixo assgnado,
todavia, para aimlar d< qualquer sus-
rdla, roga ao autor do dito annuncio,
de ter a bondade de declarar pelo mesmo
Diario, te o dito annuncio entende-sc
com o abaixo assgnado (o que nao ln
possivel)
Antonio Domingos Piulo.
= Anna Joaquina do Espirito Santo Maia embar-
ra a sua eserava Maria de naci Angola para fra
da provincia.
= Antonio Dias Soulo vendo nos Diarios de 17
e 18 do correte um annuncio de ir sua eserava, da
nome Joanna a praca por penhora declara que nada
deve.tpndeole a sua eserava.
= D5o-se 2:000* a 3:000/ rs. a juros, coro seguran-
ce : alraz do theatro velbo armazens ns. l6e 18, sa
dir quem os d.
= Toma se uma rrianca para se criar de leile, cora
todo asseio c cuidado ; quom precisar dirija-se a
ra do Livramento n. 20, primeiro andar, a qualquer
hora do dia.
= Joaquim Jos Ferreira comprou a Senhora I).
Josepba Maria da Costa uma morada de casa terrea
n. 80. na ra Velba da Boa-vista; quem se julgar pro-
judicado com esta compra entenda se com o annun-
cianle.no ospaco de oito dias; e, passados elles.oada po-
der! reclamar.
= O Sr. Joao Germano de Paula dirija-se a ruado
Rangol n. 3, primeiro andar, para realisar o nego-
cio que no ignora, que, ha muito lempo .devia es-
tar acabado; cuja demora se nio esperase de S. S. -
sim como lambem de sua impoltica em nio dar res-
posta as cartas que particularmente so Ihe team di-
rigido e nem so abalar aos chamados, que por varias
vo/es so ibe tem feito por esta folha.
= Jooda Costa Palma, o Mara Luzia viuva
de Filippe Nery Nunes, declaro que ninguem faca
contrato de compra, ou oulro qualquer sobre a casa
da ra do Padre Florianno, n. 53; por isso que os an-
nuncianles leem direito sobro essa casa como vio
mostrar pelo juizo competente.
Maria Candida Pina relira-se para a Europa, a
fim de tratar de sua tade. edeixa por seus bastantes
procuradores nesta cidade, para todos os seus negocios,
aos Srs. Jlo Pinto de Lemos, dr. Miguel Archanjo
da Silva Costa, e Angelo Franoisco Carneiro.
I'recisa-se de uma ama de leite e
que saiba pensar uma rrianca: quem a tiver
ou acbar-se nestas circumstancas, dirja-sc
ao 2 andar do sobrado defronte do v-
vero do Mu/. no principio do aterro
dos Alogados.
= Ha para alugar uma casa torrea com muito bons
commodos, na ra da Camboa do Carmo n. 20; quem
a quizer dirja-se a ru do Cabug lojas de lazen-
das, de Pereira & liuedes.
= Aluga-se uma pequea casa na Iravessa do 1 o-
cinho desta cidade : a tratar na ra larga do Rozsrio
n. 44 por preco commodo.
= Aluga-se um preto para socar assucar, ou outro
qualquer serviyo o he bom canoeiro, sendo o aluguel
pago mensalmente ; em Olinda ra do Balde casa
terrea n. 24 e no Recie tanque de agoa da rus do
Apollo n. 28. .-,
= Aluga-se o tercoiro andar da casa da esquina da
ra do Rozario n 39, defronte da igreja : a tratar
na ra do Queimado, loja de forragen o. 50.
Publicaces da escola societaria.
AcabJo de chegar de Franca algumas obras da dila
escola philosophica, que n'uma forma clara e succinla
apresentio as mais nobres o justas deias sobre o esta-
do presento e futuro da numanidade, e cuja leitu-
ra portanlo pode ser da maior utilidade para os ho-
mensdo todos os credos polticos ; ellas vendem-se nes-
ta typographia pelos precos seguinles : dbacle de la
politique. Ii200rs.; notions lmentaires de la science
sociale, li200rs.;almanhcbplialanstrion,400rs.; les
enlanls au phalanslr, 240 rs.; petit cours d'conomie
politique, 240 rs.; de la politique nouvelle, 120 rs.
LOTERA
DO GUADELUPE.
Amanbaa quebra-se o encante desta
.olera, e vejao bem os amadores des-
te jogo, que nao deixem os bons premios
nos poneos bilhetes que ainda rest5o. Se
comprarem boje ainda iraoatempo. Quem
me avisa met amigo be.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
Ifomeopathico do Brasil.
Possue todas as substancias experimentadas na Eu-
ropa, nos Estados-Unidos e ltimamente no Brasil e as
dynamisac5es follas pelos procesaos mecnicos do dr.
Mure- j j .
Dislribue graluilamenle a vaccina dynamisada e to-
dos os outro9 preservativos necessarios nas epidemias
reinantes, e respondo a qualquer consulta, que a res-
peito de livros, inedicacoes, remedios e rgimen Ibo
lor dirigida.
Pratica elomentar da homeopathia pelos Srs., Mura
e Marteus.
Enriquecida das primeiras experiencias puras fetaa
no lirasil.
Preco 84OOO r9 e 10' rs. com uma boa encader-
oaco. .
F'olhona homeopathica, 2."anno, contando noticia
sobre o estado actual da homeopathia, o rgimen, eol
estatutos do instituto homeopathico.
Preco 320 rs. com grande abalimenlo a quem com-
prar porces rnaiorcs.
LOTERA DO THEATRO PUPLICO.
= O thesoureiro desta lotera, disposto a empenhar
todos os osforcos para augmentar o crdito, de que
sempro ella goscu, pela regularidade de sua cxtraeeao ;
declara qu os bilhetes da segunda parte da 16.' lotera,
cujas rodas devera (er andamento muito brevemente, se
acbio a venda nicamente no bairro de S. Antonio ,
oa botica do Sr. Jlo Moreira, na ra do Cabug ;
na ra do Queimado, loja do mesmo thesoureiro, n.
39; e na ra da Cadeia do Recie, lojas de cambio dos
Srs. Vieira, e Manoel Gomes da Caoba e Silva.


*
Confiando ao abaixo assignado qua sen ogro
Jos Domingues assistcnte em Jnrag la contrata unta sin alorara da nome Arcanji faz
BiMcnto uo rospeitavcl publico, que pesso i alguma ne-
gocio com o mencionado Jos Domingu us a ju citada
os-rar sob pena do questionar com o annunciante,
upeider o litigio 0111 sentenca finul; jorque, ba II)
mu,i;, qua a av o madrinha da mulher (Jo iinnunciao-
te cotnprou a supracitada oscr&va a disto iem o an-
nunciante uro titulo sem cousa que duvid i laca; as-
lirn como um papel de doacio que a su pramencio-
nala .un e madrinha por davita Taita, bu i annos, a
mulher do annuncianto o depoi* por con torci logi-
timo com a duada acha-se senhor e possui dor delta ,
ha anno e meio ; tendo produzido urna cria em seu
poder sem quo o dito seu sngro Ibu podi )*se, al o
presente, disputar seu legitimo dominio; e para que
cbi'gue ao conbecimento de todo6, e nao so cbamem
a ignorancia lai o presente annuncio. es Joaquim
Jos,: Atvim Jnior.
Precisa-so na renda Leao do Our j rus
do Hospicio junto ao quartel da um mol eque ou
prclo quesaiba alguma cousa cozmbar; qu em livor,
dirija sea rncsma venda ou annuncic.
Precisa-se de urna ama sueca para o f ervico in-
terno de urna casa ; quem cstiver nestas ci rcumstao-
ci.is, dirija se a ra do Trapiche, da alfand ega volha,
casa n. 40.
Tendo-se perdido urna lettra da <|uanlia de
-"71 jf44U rs. sai-cada por Adanmson Ilo\vio& Coo-
ptan a em data de 20 de levereiro doslc a nnu, e ac-
ceita peloSr. Manoel de Sousa Pereira ha i mezes,
pelo presente a/.em publico os mesmos sacc dures, que
de nada valere a dita leltra om qualquer lempo, em
waodcquem quer que possa app.ircccr ; pois que o
inesmo Sr. Pereira, na inlelli;cncia de so baver perdi-
do a mesma, nesta dala lem eflecluado o respectivo
pagamento aos unnunciantes como consta do recibo
passado pelos rr.e9moi.
- Antonio Forre ira Mondes GuimarS-Js tendo de
ir a Europa a tratar de sua saude, e n3o Ib') sendo pos-
sivol, pela rapidez de sua viagem despidir-se do to-
dos os seus amigos que tanto o lem obsequiado nes-
ta praca o faz pelo presente annuncio patenteando-
lln-s o seu eterno reconbecimento o ohVi'eccndo-llies
o seu diminuto prestimo na cidade do Porto, aonde
pretendo fazersua residencia em quanlo Ibe or pre-
ciso all demorar-se.
Quem precisar do um rapaz Portuguez, que Ion
praticade co/inharf no massas) sabe ler, o escrever,
annuncic por este Mar,o, ou diriji-se a ra da Con-
cordia dofronte do sobrado n. S.
Precisa-se alugar um moleque ; na casa do pas-
to do becco do Abreo delronledo bilbar do Sor. Pa-
tricio.
;- = Aluga-so, por commodo preco urna casa terrea
muito larga na ra da .Soledade, com quartos, duas
salas corredor ao lado cozinba lora, quintal mura-
do e outro maior cercado, com muito boa agoa de
beber: a tratar na ra da Aurora n. 58.
= Precisa-sede urna ama que tenha bom leite
o que seja desimpedida para criar um menino de 20
dias ; na ra Helia, sobrado n, 37.
= A pessoa que aqui nesta cidade comprou um
e>cravo ( do qual ignora-se o nome) indo da cidade do
Rio-Grande-do Norte ; cujo cscravo lora de Serafim
dos Santos Draga, morador na villa da Toaros daquel-
la mesma provincia ; suppoo-so andar fgido, o fura
visto em Maracaja onde lora amarrado p*lo inspec-
tor de quarteirao e da prisao fugira ; porm sebe
que se ucba por aquellos mesmos lugares; equem
no inesmo escrave tiver direito e for seu legitimo se-
nlinr dirija se a casa do aluixo assignado na ra
das Cinco-Pontas n. 6i quena mesma oxistem pi-s-
soas arranchadas daquelle lugar, que dar. u noticias do
dito cscravo e qu-.- nao exceda d'estes dias por esla-
rnn defUgem.
Manoel l'tlit Aires da Crus.
Manoel Alves Ferreira, por alcunlm Manoel das
casimiras, mudou a sua residencia da ra das Cru/es ,
para o becco do Tbeatro n. 1, por rima do botiquim ,
priineiro andar.
Compras.
= Compro-se dous cscraros um pedreiro e ou-
tro carpina.para umaencommenda do Rio-Gran Je-do-
Sul ; sendo bonitas liguras, pago-so bem ; na ra
do Collegio armazem n. 19.
;= comprao-se, para fra da provincia escravos
de 14 a 20 annos sendo de bonitas Kguras pagao-se
bem; na ra da Cadcia de S. Antonio, sobrado de
um andar de varanda da pao, n 80.
= Compra-se urna casa terrea em qualquer ra
desta cidade, que sirva para negocio ou venda paga-se
bem ; quem tiver, annuncie.
= Compra-se Dessin linaire et arpentage pour
toutesles coles primaires, quelquesoit le moda d'ins-
truction quon suive par L. l. Francorur; avec
son atlas; quem tiver, annuncie.
= Compra-se geometra o mecnica das artes ,
officios, e das bellas artes curso normal para uso dos
artistas &c. pelo baro Carlos Dupin com os seus
3 tomos da sua composicao seui os quaes nao serve ;
quem tiver,annuncie.
= Compra-se um berco cm meio uso; na ra do
Queimado n. 37,
Vendas.
Attencao !
=^ Vende-se a 120, 140, liiOe 180 rs. o corado de
chita ditas linos a 220e 250 rs. o covado, sendo es-
curas, madapolao a 150, i(50 a 180 rs. a vara dito
lino a 200, 220e240rs. dita, madrasta lino a 280
rs. a rara, meios chales de cassa de quadros a 3G0 rs.,
chila a 140 rs. o covado, lindissimos cortes de cassa-
cbilas a 2000 rs. o corte cbadrezes de linho para ja-
quetas a 2 rs. o corado, muito boa qualidade, supe-
rior setim preto de Macu para collete a 4500 rs. o
covado dito entro-lino tambem de boa qualidade, a
3200 rs. o covado, fustfiojbranco de excedente qualida-
de a 1000 rs. o corado algodio liso de boa quali-
dade a 100 rs. a vara dito americano largo, muito
ncorpado a220rs. a rara, dito trancado azul mes-
ciado a 240 rs. o covado, muito encorpado zuurtel
azul de vara de largura a 260 rs. o covado muito boa
fazenda para prctos, casimiras de quadros de bom
gosto para calcas a 1200 ruis o covado lencos de
cassa piolados a t(10 rs. pecas de bretanhaderolo a
1800 rs., a peni ditas de bretanha depuro linho, de
(i raras a 2800 e 3200 rs. brim trancado bronco de
puro linho muito encorpado a 1-100 rs. a rara es-
guiao de superior qualidade do rerdadeiroe puro li-
nho muito fino a 1500 rs. a vara, pecas de chitas a
i 101), 5200 5500 e 6000 rs. a pera escuras, ditas
de madapolao a 2800, 5200 e 3400 rs. dito fino a
4000, e 4200 rs. a peca, madraste fino a 5200 e 5400
rs. a pec,a cassa do quadros para lobados a 3000 rs,
a peca riscadinbos trancados a 200 rs. o covado ,
muito boa fazenda para meninos, cambraia lisa de
vara de largura a 600 e 800 rs. a rara castores ou
riscados a 240 rs. o corado, superiores cortes de chali
de listras desedaa 16* rs., ditos de seda com flores a
50,000 rs., o corte mui rica fazenda superiores
cortes de cassa-chitas, modernos padroes, a 4200 rs. o
corte, cambraia de listras brancas adamascadas a 5/ri
a peca, sarja hespanbola fina muito en;orpada a 2300
e 2500 rs. o corado dita franceza larga a 1600 rs.
o covado, escocuz do algodao para vestidos a 500 rs. o
covado brim trancado de quadros para calcas a 500
rs. o covado de bonitos padroes, chitas linas de
gosto muito moderno a 320 rs. o covado chapeos de
sol, de seda para liomom a .')' rs. ; alm destasfa-
zendas nutras umitas por barato preco : na ra do
Collegio loja n. 1, Je Antonio do Azcvedo Villarou-
co& Jrmao.
Vendc-se urna porcao do portadas do pudra da
larra lavrada cada urna portada por 27? rs., e urna
porcao de soleiras de cordao cada um palmo por(J80
rs. : na ra da Praia da S. Hita n 22.
= \ endein-se meios bilhetes da lotoria do Guadelu-
ue a 4500 rs. : na ra do Cabuga. loja da esquina,
de relojoeiro.
= Vendem-se lencos de algodao o seda de bonitos
padroes a 640 rs. casimiras de algodao muito encor-
dadas e de quadros pelo barato preco de 480 rs. o cova-
do riquissimos corles do cohetes de quadros a 2560
rs. o covado ; na ra do Crespo n. 14, luja de Jos
Francisco Dias.
= \ ende-se potassa americana muito nova em
barris pequeos ; na ra da Cadeia do Recife arma-
/.em da assuca n. 12.
= Vendo se, por precio commmodo urna preta de
30 annos lava de sabao cozinba e ha boa vende-
deira ; um molequo de 15 annos, de bonita figura ,
e sadio ; na ra do Noguuira n. 27,
= Vende-se um prulocrioulo bom trabalhador de
onxada proprio para o servico de campo ; na ra da
Aurora n. 4.
= Vende-se um ehronomctro.chegado ltimamen-
te de Liverpool; na ra da Cruz n. 13 em casa de
Kidguay Jamisson & Companhia.
= Yende-se urna preta de naio do bonita figura,
e muito robusta para qualquer servico principalmen-
te para o campo, por trabalbar bem de enxada o -he
mariscadeira : no Itecife tanque d'agoa da ra de
Apollo n. 28 ou em Ulinda ra do Balde n. 24.
= Yende-se um preto bem possante ptimo para
todo o servico ; na ra Direita n. 12.
= Vende-se urna preta de bonita figura e muito
hbil ; na ra da Palma n. 8.
= Continuo-se a vender coeiros bordados do me-
rm a ,">.) rs. cada um ; na ra do Cabuga lojas de
azcndas.do Pereira & Guedes.
= Vendem-seas seguintes obras: Caslcllo de Gras-
vile, por .'.i rs. ; as Luziailas de Camoes !% rs.; car-
tas de Echo a Narciso 700 rs. ; Galera Pittoresca da
historia de Portugal, 1000 rs.; Geographia univer-
sal 3/rs. ; 2 volumes do Panorama boa oncader-
naclo 8^ rs. ; Tentativas poticas contondo varias
pecas j^ rs. ; Calatea novella pastoril. a 1000 rs. :
na ra do Cabuga, loja de fa/.endas, de Pereira & Gue-
des.
= Vcndem so travs do madeira de qualidade de
32 a 54 palmos de compriincnlo, e de difidentes gros
suras ; na ra da Cadeia do tecile n. 20
Vendem-se meios bilhetes da lotera de N. S. do
Guadalupe ; na ra do Collegio loja n. 1.
Veade-lfl graxa do Bo-Grande, por preco
commodo; na ruada Praia n. 23.
=Vcndo-se a bordo do hiate Eipeculatlor, far
nha do mandioca, de boa qualidade e mais em con
ta do que qual juer nutra.
=Vende-e a armaco de urna venda, por commo-
do puro, e bem assim, a ictalho.louca e mais gneros ;
no largo de N. S. do Terco n. 11.
= Vendem se bezerros de lustro de superior quali-
dade recenleniente chocados; collada lijbia a 12#'
rs, a arroba ; urna balanza decimal, capaz de pesar
duas mil arrobas, em estado perleto; na ra da Cruz
i>.
as Vende-se urna casa terrea na ra da Gloria n.
90, com 3 qaartos, em chaos proprios ; na ra do
Crespo n. 10.
= Vende-se cera de caraoba em porcao e a re-
talho ; na ra da Cadeia do Itecife loja n. 20.
= Vendem-se chitas para coberta, de bons pannos
e cores finas, com estampas e arvoredos tirgindo mal-
los pelo barato preto de l(j() rs. o covado, finissimas
chitas franeczas muito largas de assento escuro ,
de quadros o listras cores fizas a 320 rs. o covado,
dita a 260 rs o covado lanzinhas de bonitos padroes
a 5200 rs. o corte e a 320 rs. o covado cortes de cas-
sa-chitas de todas as cures e muito largas a 2/rs. di-
ta em vara a 400 rs. dita transparente n 2560rs.,
cortes de chita de assento escuro o cures lizas a 1600
rs. chitas cor de ganga e do nutras muitas cores e
muito finas a 200 rs. ditas escuras de lindos padrSes
a 160 rs., e em percas a 5500 e 6/ rs., pecas de brcU-
nbas de rolo de superior qualidade a 2* rs. algodao
trancado muito largo e escuro proprio para roupa de
escravos a 240 rs. algodao americano muito encor-
pado a 220 rs. a rara dito muito largo o encorpado ,
proprio para lenccs a 280 rs. cnadapole> de todas
asqualidsdes e mais fazendas tudo por barato pre-
co ; na ruado Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
Das.
Cera lavrada.
Vende-se em caixas de 180 libras cada orna, sor-
lidas desde duas at 16 em libra ; na ra da Senzalla-
Velba armazem n. 110.
= Vcndem se 6 moradas de casas na ra do Colo-
vollou. l'J, urna dita oa ra de S. Tin-reza n. 17;
ra Imperial duas de taipa ns. 204 e 206 de lij-
lo n>. 44 e 46 destas duas existe urna trBvejada ;
um alicoree com urna meia-agoa n. 109 em estado
de se levantar um sobrado de dourandares : a tratar na
ra Imperial n. 218, com Francisco Xavior das Cbs-
8a8- .
= Vende-se urna linha ou travo do embirindiba ,
com 62 palmos de comprimento e proporcional gros-
sura ; urna canoa aborta do carga de 600 lijlos de al-
venaria grossa, mui bem constru la e fabricada de pr-
ximo : na ra da Aurora n. 12.
= Vende-se um sellim com muito pouco uso, e
urna manta de couro de onca ; na ra da Cadeia de
S. Antonio casa n. 25.
=Vende-se um preto e urna parda mogos o de
boas figuras; aquella proprio de todo o servico de urna
casa e de campo eesta boa lavadeira engommade-
ra ecozinha o diario de urna casa sem vicios nem
achaques; na ra da Cadeia de S. Antonio ao
da guarda n. 25.
= Vendem-se saccas.de farinha, ditas de arroz pi-
lado, ditas de dito de casca ditas de feijo mulsti-
nho barris de mol, tu lo muito bom ; na ra da
Cadeia do Recife, armazem n. 8.
= Vende so urna cana de carreira ora; na ra
da Senzalla-Nova n. 4.
= Vende-se potassa russiana superior o nova
ltimamente chegada e cal virgem em pedra vinda
agora de Lisboa ; na ra de Apollo n. 18.
= Vende-se superior farinha de S. Catharina,
a granel, cnsaccada, a bordo do patacho Espadarte,
na ruado Apollo n. 18.
=r Na ra da Cadeia-Velha loja da viura Cerdoso
Aires, vende-so o compenlio da historia romana, por
M. A. Lesicur, tradurido em portuguez por A. de
V. M.'do Drumond a 1/ rs. o volumo ; este opscu-
lo he de summa ulilidade para os collegiaes, e para as
pessoas, que quoirao estudar esta mjleria som con-
sultar obrus volumosas.
= Vende-se um escravo moco muito relorcado, e
de bonita figura sem vicios nem achaques; ao com-
prador se dir o motivo da renda; na ra do Hortas
n. 112
= Vende-se a armaco do botiquim da ra do Tor-
res n. 18; a tratar no trapicho do Angelo com Epi-
fana Jos Antunes.
i Vende-so champagne de superior qualidade ; no
escriptorlodeBolhe & Uidoulac na ruado Vigario
n. 4.
Vende-se urna preta do 18 annos tendo muito
ioni leite para criar com um filho moleque muito
ordo e esperto de 7 para 8 mezes; um bonito es-
craro de 20 annos bom para pogem e para todo o
servico ; urna preta com habilidades : na ra larga do
Hozarlo, n. 46, segundo andar.
= Vende-se, ou troca-se por outra, urna escrarade
idade de 10 para 18 annos, de bonita gura sendo a
nutra para lavar e engommar; na ra da Cadeia do
liedlo caa n. 23.
Vendem-se saccas com (ai nha muito boa, de
S. Catharina com 4 quartas a 5S r*. < sem sacco
a 4600 rs. ; na ra da Praia armazem de carne, n.
19, do A/.evedo.
Vende-se ptima farinha de araruta ; na ra do
Collegio, botica n. 6, de Cypriano Luiz da Paz.
= Vende-se urna preta de 23 annos; um moleque
do 16 a 18 annos, de bonita figura; as Cinco-Pontas
n. 21.
am Vendem-se, por preco commodo os passarns
seguintes todos mui bons cantadores: sendo um bi-
cudo urna putativa da Parahibu e um bigode; na
roa da Florentina n. 16.
= Vendem-se muito boas bichas chegadas lti-
mamente de Hamburgo as melbores quo lia na tr-
ra muito grandes ; e tambem se slugo por prego
commodo e vio-so se applicar para mais commodida-
de dos pretendentes ; na ra estrella do Rozario de-
fronte da ra das Larangeiras loja do barbeiro n. 19.
Vende-se um relogio novo, do ouro ; na ra
do Livramento loja de couros n. 13.
Vende-se urna parda de 20 annos, sem vicios
nem achaques, com urna ciia do 1 anno ; na ra lar-
ga do Rozario n. 29 venda da porta larga.
- Vende-se urna bonita escrava ; na ra das Cru-
zes n. 36, primeiro andar; ao comprador se diro as
habilidades.
Vende se urna loja em urna das principare ras
desta cidade com (i ou 12 contos de ris ; na ra
Nova loja n. 34, so dir quem vende.
Na venda nova da esquina defroti-
le do Bozario por Laixo do sobrado de
3 andares n. 3q vende-sc mui lo supe-
rior cha hjsson do Lisboa, a 2880 2240 o 2000 rs.,
mantega ingleza muito boa a 880 rs., dita franceza a
720 rs.. dita a 560 rs. dita do porcoa 400 rs., pre-
suntos novos de Lisboa em quartos a 400 rs. a li-
bra e a retalho a 440 rs., ditos ingle/es para fiam-
bre, em quartos a 320 rs. a libra, e a retalho a 360
ra. linguicas novas a 440 rs. macarrSo a 300 rs.,
letiia a 560 rs. cevadinha de Frtnca a 140 rs. la-
milla do Maranhao minio alva a 120 rs. bolaxinha
inglesa nova a 2jO ris dita maior a 240 ruis,
amendoas confeitadas com assucar muito fino de Lisboa
a (00 r<., ditas rom casca a 320 rs. ditas sem casca
a 320 rs., passas^novas a 320 rs. caf do Rio, em
grao, muito novo a 140 rs., dito moido a 200 rs. ,
espermacete americano a 960 rs. dito francez a 800
rs. carnauba a 360 rs. queijos do reino novos e
muito freicaesa 1440 rs bocetinbas com doce de
ameixas de Lisboa a 1000 rs. frascos grandes com
conservas de tudo de Lisboa a 2400 rs. ditos corn
sardinbas a 720 rs. superiores charutos regala a
2500 rs. a caixa de 100, docedegoiaba muito fino e
alvo a 1000 rs. o caiaSo milbo alpista e painco para
passarinhos, azeitonas pretss muito grandes a 240 rs.
a gan afa batatas novas a 80 rs. a libra, rinbo do Por-
to engarrafado muito relho e bom, proprio para do-
cntcs a 560 rs. a garrafa, dito Madeira-sevca a 600
rs. a garrafa, dito do Porto feitoria, da barris, a 400
rs. a garrafa dito da Figueira muito superior a 240
rs. a garrafa, e em caada a 1760 rs. dito de Lis-
boa a 220 rs., a garrafa vinagre muito forte PRR a
1000 rs. a caada e 140 rs. a garris, cerreja bocea
de prata de patente a 440 rs., dita lacrada a 400
rs. agarrafa licores finos de todas as qualidades, e
todos os mais gneros bons e baratos.
%lta grande fabrica de licores do Atierro da Boa-
vista n. 26.
Acha-se sempre grande sortimeoto de todas ai
qualidades de licores, desde o mais lino at o ordina.
rio do ICO rs. a garfn.avera-se que os licores m.
(So perleramente aquelles que veem de Franca ; tam.
bem existe grande sorlimento de genebra tanto em
botijas como em caadas ago'ardente do reino, o de
Franca dita de anli, espirito de 36 graos, charopcj
de todas as qualidades para refrescos, dito feto da ver-
dadeira resina de angico, excellente para tortas as pes-
soas que padecem do peito; na mesma fabrica se en-
earrega de qualquer encommenda do charopes, licores
e ago'ardentes, tanto para a provincia, como para
portacao;as amostras se achilo sempre francas aoscom.
pradores e os precoz sao por menos do qua em ouh)
qualquer fabrica.
Continuo-se a vender meios bu
ltete? da lotera de N. S. de Guadelupe,
que corre ainanhaa ; na ra do (-respo,
n. tG.
Yende-se arroz de casca em saceos, e alqueire,
por preco cemmodo; no Passeio-Poblico, rend
n. 9.
Vende-se farelo, pelo mdico pre-
50 de 4.sooo e 2s'56o rs. j na ruada
Senzalla- Vclha n. i38.
Vende-se vinagre
superior a 5oo
rets a caada na ra do Aterro dos
A logados n. 7.
Na botica nova da ra dos Quar-
tes, de Jos Mara Gonc>tlves liamos, ha
um bom sorlimento das melhores semen-
tes de borlalica, viudas prximamente
de Lisboa.
Vendem-se redes de cores com va
randas muito proprias para tipoias por
seren de linho, e bem fortes, chegadas ul.
tintamente y na rua do Cabuga, loja de a.
zctidas n to, defrontc da rua das Laran
geiras.
A rquissma obra intitulada 0
mez de Alaria com ricas estampas,
contendo o nascimento, educacao e o sen
casamento com S. Jos, annunciaco,
nascimento de seu Santissimo Filho, apre-
sentacSo, fgida para o Egypto, encontr
Ja Virgem com seu Bendicto Filho; morte
de Jess, e morte de M.iri.i, ascenco da
mesma; a ladainha e a Missa em portu-
guez : esta obra he muito propria para
as Senhoras se i-istruirem na vida de Ma
ra Santissima ; Diccionario Mngnum Le-
xicon, llora ti us J uvenci Vendem-se M
praca da Independencia
n. 5.
!
Escravos Fgidos
= Cm odia segunda feira do Espirito Santo do
annno passado fugio a preta Catharina do na(io
Angola, ladina, alta, bastante secca do corpo, aeio pe-
queo cor muito preta bem feita de rosto, olhoi
grandes e rermelbos com todos os denles na frente ,
ps grandes e um pouco meltidos para dentro muito
converssdeira o risonha de idade do 22 annos ; ten
sido encontrada na Estrada-Nova da Magdalena e no
Atierro dos Alogados vendendo vrdures e aos do-
mingos no maracat des coqueirosem dito Atierro dot
Afogados : ha pouco, foi ella visla por um moco si-
bindo da casa do palacio do governo, na rua de S. lien-
to em Olimla para onde tornou a entrar; be proi
velque estar por all oceulta vislo o dito palacio es-
tar dovoluto : a dita escrava perlence a Manoel Fran-
cisco da Silva na rua estrella do Rozario n. 10, ler-
ceiro andar ou em seu sitio em S. Amaro.
= Fugio um cscraro crioulo, do nome Luiz, cor
fula, baixo, grosso docorpo, pescoco curto falla bran-
da cabeca grande e redonda natural da cidade da
Goianna e foi escravo do finado Jos Rodrigues Cha-
ves ; quem o pegar, leve ao Itecife loja n. 20.
=- No dia 9 de julho pelas ') horas da noute des-
appareceo da casa do abaixo assignado urna preta de
idade de 14 a 15 annos, de naco Angola, baixa, cbeii
do corpo, cara redonda com marcas de bechigas,
nariz chato o o signal mais evidente, para serconhe-
cida be ter na testa urna barroca funda: rogase
autoridades policiaes, tanto da praca como do mil-
lo e capitSes de campo quo a apprebcndio e leveo
a seu senbor, na rua Direita quo ser8o recompensa-
dos. Francisco Xavier Cuvatcanti di Albuqutr-
que.
__ Fugio, no dia 19 do correte mez, um moleque,
de nome Jos, crioulo, de idade de 10 annos.pouco mais
ou menos, tcm os sifjnaes seguintes: alto, secco do
corpo, rosto comprido, cor fula, pernas linas, com
os dedos dos ps bastante abertos; levando vestido ca-
misa de madapolao, calca de algodao azul,_e chapeo de
pilhinba, j usado, eum embrulho com 3 camisas, l
lenco de seda encarnado usado, e coberta da Costa;
cujo moleque foi comprado ao macliinista Jo3o Daniel
Clemente, Inglcz : roga-se, portanto, todas as auto-
ridades policiaes, e eapitdes decampo, a capturado
niesmo, e conduiil-o rua Direita, n. 52, que gene-
rosamente se gratificara.
=Desappareceo, dt-sdeodia 14 do correte, 1 p''
do de nome Pedro altura regular, cheio do corpo,
de idade de 30 anuos pouco mais ou menos, perott
um tanto finas cara enrugada ; levou comisa e cerou-
las ; suppoe-se ter mudado de traje pouca fcarc i
julg- "dar aqui nesta prac.a; roga-se a toda e qual-
quer pasaos que opogar o conduzaao segundo an-
dar da casa n. ao lado do largo de palacio, com fun-
dos para a rua do Queimado ou na rua do Crespo,
loja n. i que sera generosamente recompensado.
PBRN.
NA TYP PE M.
F.DE FAMA l845-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQ4UF13QO_022059 INGEST_TIME 2013-03-25T16:16:54Z PACKAGE AA00011611_00839
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES