Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00838


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Full Text
-
l/inno de 1&&&
Sabbao 19
,, ii r (/{/o nub!ca-sc lodosos das que
I.fo.T... .le guarda: o pyeco da assigna-
I de W rs. por quartri pano* nrfwiiirfn.
I I1',,.iiii.-i.s dos assiffnantes sao inseridos
I .., de 20 ris l'or Bha, 40 rs. eiu lypo
Cim-rciiw, a repetlgoc >cla mettde.
KnoenSo forera asslguantee pagao 80 rs.
I.,.'., ftlha, C B'-iu ; po dillerciilc.
PllASES DA I.UA KOMRZ DE JTILHO.
i, ..vi a -1 as2 h. c 10 min. da tarde.
I .u\ n- a 12 ao :t minutos da tarde.
fSe^l9~3>or. min da ...a.
&oa.ie a 2 a 1 hor. da iiunhaa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segunda* e Sextas friros,
Cabo, Seiir'ncni, Rio l'ormnso, Porto Cal-
vo, e Maccy, no 1 ", lie 21 de cada moz.
Gaianhuns e'lionilo a 10 e 24.
Boa-Vi Flores a VA e 28.
\ icl'iri.i Quintas feiras.
Oiindn todos os dias.
PREAMARDE HOJE.
Primcira as41i. e 30 min. da tarde.
Segunda-as 4h. e 54 minutos da inanhaa.
. t-..,
; .
DIARIO DE
de Jullio.
W.< JUHaUllW J-'gWH"*' J'"WMBSSa.1
DIAS I).YSEMAN\.
i i Secunda S. BoaYntnra and. do J.
)-di2. v., e do I. M. da 2. v.
I,-, :, ,, :l ;. Cimillo, and. do J.
da 1. v, e do J. dos Feltos.
!('. Quarta S. SUenando, aud. do
1). da :!. vara.
17 Quinta S. Abixo, au'\ do Jui/.
da 2. vara, c do i. M. da I. e 2. v.
1S Sexta S. M iiinha, aud. do .' de 0.
1. v. do civil, e dos .1. dos Fritos.
19 Satinado S. Vicente, aud. do .1.
D. da 2. vara.
20 Domingo S. Jernimo.
Atino XX N. 15.
de
J.
de
D.
de
de D.
da
de
CAMBIOS.NO DA 18 DE JULIlo.
Cambio sobre Londres 4M. p.l#a c'.Hid.
Pars W> n'is por franco.
Lisboa 120 por 100 de prem.
Dcsc. de let. de boas firmas 1 "A!| '/>%;
Onro Oocas hespanholas M&n a JIMO
Moeda de 1*100 vel. 1. fflOO a MUOO
. de OOnov. 17/W0 a 170O
dc-i>U00 .
Prala PatacScs ....
ii Pesos Cotiiuinares.
Ditos Mexicanos .
Mocdas de 2 palac.
9/900 a
i' 1#K!0 a
l^'Mil a
1/780 a
11/700
l/llAi
1/1180
i/t:m
1/800
Acgoes da C. do Deberla* de50/000 ao par

/ M,mt-tmtm i^
MBUGO
^^ijamvsxi-^r: a
.
' .
PARTE FF
Governo da provincia.
v:\pkmrnte o ni* l.'i nn courente.
OllieioX" cwnniaiidanto da arma, declarando, que
Lleve remetler ao director do arsenal de guorra, tira de
Impender a eoncelhn do invesligogo, o soldado dostr-
Itor da companhia do nrtifices, Sovcrino Egidio da Silva;
le prestar ao mesmo director os ofliciaes quo elle llic rO>
luuisitar para fnrmacao de uro tal conoclho. Communi-
Icou e ao director di> arsenal do guerra
Dito -A mesmo aulorisandi o a desligar da compo-
Inlii-i provisoria de guardas naeionacs destocados osegun-
Ido-ienente da tciccira olasM Jos Antonio do Aroujo, e
laddil o 6 nnmpanhia do artfices, para nclla substituir o
largando tenente Luis do Franca do Carvalho.
I Dito e.ommissario pagador militar, significando,
que dove continuar no pagamento do aliiguel da casa
|di roa do Hoapioio. eiu que se achfto residindo os olli
I, i.ies do 1. batalhuo do cegadores; c enoarregando-u de
agenciar oulra.oujo prego seja msia oomiuuilo.qnu o da-
iniclla, quoaa. me. parece cxceasirii.
DitoAo Riesmo, ordenando, nm conseqncncia do re
uuisigaiidn Exm. presidente do Rio-Grande-do-Sul, fa-
lca suspender, lo 1. deste mei em diante, a consigna-
Irau de ?,000 rs. monsaes. quo aqu deixou o alfero* so-
Erelarin do 6. balalho de cegadores, Antonio Joso de
Kani'Anna.Ofliciou-ae respeilo ao presidente do Hio
Itirando-do-Sul.
Porlaria* director do arsenal de guerra, dctcrmi-
nndo, mande entregar ao subdelegado da freguciia da
ll: .a Vista, para o servigodas rondas nocturna, 16 gra-
padeiraa roladas. Panieipou so aii eliefo de policia in-
|t.rino, cuja rcquisigSo dco lugar expedigao desta ur
em.
dem do da lo.
ODicioAo director do arsenal de guerra, autorisan-
ilo-o a comprar oa objcolos, de quo dll precisar para sa
Uifater as requisieSva, mencionadas u nota, que veio
anexa Sl. ofllofu do 2a do mes ultimo; sigoiScand,
jiiedos objecto, requisilados pelo cnromandinito da
trinas, deixu de fornecer as cadeiras de palliinliu o di-
verso outro utensis, quo elle pede para as fortale/n;
. preveniiido-0.de que nao devo mandar faier o reparo
exigido para poder su montar a pega de calibro 20, ora
existente na fortaleza do Brnni, sein que previamente e
examine.
DitoAo inspector da tlicsouraria da rendas prnvin
riac, lando llie faculdade, pura, por cunta da quota
|v.iiaila para o sustento o curativo dos presos pobres de
Bostica, mandar satisfaicros objectos requisitados para
enfermara da esdeia desta eldade. Communieou-se
|ao dicte de polica interino.
I)il_Ao cngenlieiro era cliefe Ja obras pnblicaa,
JBtigindo, quede nlclligeiie.ie c.om o comniaiidanlo io-
lii i ion do primeiro balallio di^cagadorc, formule,
In.....ii.-i presidencia o urcaoionlo do concerlo da parte
liln qu.irtel dll hospicio, que amraca ruina. Ordonou-
[ a.i director do arsenal de guerra, que iiiamlasse de-
Ik'lliar a porflto do eilihcio do hospicio, enjo orgamcnlo
Itioa deleiminado, o eommiiiiicoii-ae aocomiiiand.niile da
|.1llllas.
: xir1^Tr^2r3.esi^E?.iflSB
EXTEfilGH.
ameiiii.\ SBPTBNTaiONAL.
TEXAS.
0 general ouston, com na snulher e fillio, cliegro
la 3 ile iiiaio da sua l'.uenila da Trindiide a Galvenston, e
|]irii|iunlia-se a visitar a sede do overno de I exas, e ir
(logo depoisaos Eatados-Unidos, por ter iiniiuo desejo
I de vi linda nina ves n general J.icksou antes da iiiorle
lileste, que pareca estar ilumnente. Elle accede a an
| ana- -jut.v.jj-rtua'rniti.. ~-&
m
CAROLINA NA SICILIA. (*)
ln sanguine firdut
DIVISA DA OaDIII DE S. IARDASIO,
SEGUNDA PAUTE.
WXII.
CASTREO.
a Grogas s iniqnas leis que regiao a Sicilia, e que
lainda a regeiu, nasc vassalln, isto he, pouco inai ou
lu.'o,.> escravo de mu alio e poderoso liariio, cojo \astos
Id.....inioa se cslcndciu alequi c compielienileui o Etna.
|A pequea cdadu de Paterno, que quasi avislanios, lie o
fugar do meo uasciuiento. Meu pai viviu de um peque-
llio i'inprego N adinnislrogao do morgado; como elle
lera integra, nao tez fortuna. O conego Calore, meu lid,
|Jio:iii-iu de bein eiu fasto e sem ambiguo, se rncarregou
|de ou ni, e me cusiuou quanto saina : un pouco de latun,
e a historia da Sicilia, de que elle havia Caito um cstudu
l'orlieular. Compoi elle ule nina (ranilo obra para pro-
v killiino baluarte dos Sicanos, que se abrazarn com a suu
ridade, como os habitante de Saguulo, para escapar an
jugo ayracnsano. Meu to, educado na ailnirag.io cliissi-
Ca llene heroico suicidio, me ensuiou a lr no capitulo
lie Uiud.ro mide elle he referido, ecui que o excellcute
lionicm pensasse na panue que em luim deperlaa.
i; Vidc/)aron.Mj7.
nexagio como objeeto do ncccssidadc, senuo de livre ar-
bitrio.
0 commodoro Honre enredou so n'uma controverta
com o general llouston.e publioou um manifest ao po
vo de Texas, no i|iial txpoo os fundamentos do sen des
oontentamento cora ocx-presidentc. Elle ineluio urna
copia desto manifest n'uinn carta dirigida oo mesmo
ex-presidente, ameacendo n de continuar com outra
piiblieages, at que reccbeso una satisfico pessoal
das injuslicas, que julgava haver solTrido.
O ciilbuiiasmo do povo do Tcxa rcspeito da anne-
UOlo naotinhd limites. A nica cousn que o incomino-
duvii, parece que era, se so convocara urna convengan
para organisar a coustituigo do estado do Texas, antes
u denTs da reunito do enngressn. Era esto um Iberas
furt para o diversos redactores. Para mostrar a di
posicio do presidente de Texas, taremos um breve ex-
tracto da Morning Star do 3 de malo, publicada em
lluuaton.
Com praxor dixemns, quo temo a prora nlais po-
sitivas de quo prosidentc e a maioria do membro do
sen gabinete anhelan obrar na maior harinonia com o
(invo; e cordialmenlo cooperaremos cun riles mis smn
est'orgu para cousuniinar esta grando medida no multo
breve periodo possivel. _
0 honrado E. Alien, socrctario de estado eftectivo,
ohegOU a Ilouston a 22 de abril. Olelcgrapho assegura-
iins, que elle lio amigo aineern da annexacao, 0 desoja
que o grande medida seja cuiisuium.ida no (Mil breve
perodo possivel >
As follias conlccm extensos relatnos dos inceiiiffs
piiblicos, deriaratnrns dos sentimenlos do povo a re
iteito da aonesaelo, Nao ha ooeasiao para dar estes re-
latnos, quasi ISO unnimes sao os euli.uento de lodo
o paix. O Texiauo ja se consdi rao OOOJO f.izendo par-
le e parcella doa Kstados-Dnidn, e ufanos da uuiSo, so
estn impaciente, con. receios do que opparegn alguina
dilaotu 10 leu complemento. Ate usjoritses advcr.i.
iinnexagao apena insinuao a suu objeege; elle
viVm, que rila deva do realiar-e, e abslem-ao da qual
qner resistencia borU a ella. Se podemos julgar pelo
tinii da inprsMM e pela communieacoe verbaes, neii'
todos o recursos diplomtico do mundo pdciu absu
lulamente dominar o espirito geral de Tcxa.
A folha conlcm algn rumore do desalteicSo ao
poverno mexicano om alguns do dislricto. do Norte:
mas talves nestu caso o dosejo cja pin du pensa.ne..
l0 (New-Orleans l'icayunc,
HAVTI.
Corrcspondeneis da bolsa de Pliiladelpllis ;
Cabo Hayliense.Tldeabrilde Ls'ii.
Charo Senlior. presidente Gucrricr morreo em
S Narcos a la do correte, c a 18 foi aqu proriuiuudo,
eomo scu su< cessor na presidencia, o general l.uiz Pie
rault (ou Pierrotj. ,
a Ao receber a noticia da morte de (juerrior.Piciault.
esperando encontrar opposigao ana candidatura, icu
uio as tropa deste arrundissement, com intenelo de
marchar sobre S. Marco, e apoderar-so daquclln cnla
de que so diz ser a chace do Norte. Com ludo, lio mo-
mento em quo se elle preparara para niarohar, chegou
um oorrcio com a purticipagao do que o dinerillo de
estado do Porto-do-Principeo linlia elegido presiden-
te por voto unnime. Consegiiinteiiienle dero-se sal
vas do ortilharia, illuininou-so a cidade francamente; o
huje, tendo se acabado oa ngnaes de regosijo, estau a
bainleira hayticiiscs a uieio pao, por causa da inoite do
ex presidente.Picnuill parte esta uouto para O Porto-
dp-Prlnoipe frente d'uui grande curpo Ue tropas,
O presidente Pirraull he u mu vclho du geUCrae
sobrevivo de Christopbo. Elle era aparentado por a||-
nidade eom o fallecido rei, por ser sua mullid' irinia da
ex-rainha. Por morle de sen amo em 1820, quandu llov-
er subi ao poder, Pierault, juntamente cun oulros dos
Aus dez anuos era cu um vrrdadoiro Sicanu ; loria sem
hesitar posto o fugo us quatro ngulos de Paterno, un
dio n'uma coiilenda de escola quasi mato uro dos mciis
companheiru, porque elle era de Sjrocusa ; Tingara
nellc OS meu compatriota. N.io levava em conla os e-
eulos, e iiigenuomcntu me suppunha nos bello dias des-
sa antigs repblicas em cujo etudo me havia exclusi-
vamente imbuido.
Cahidodcaublinic altura obro o ingrato solo
da realidade, luuilodoluroaa me fui a queda, que era curo
etfeitu violenta, c cumecei desde enlao a ter cuiucicncia
do lempo, da OOUSOJ c de ni un memu. Quanto inai
bello havia sido 0 onlio lauto mai doloroso fui o des-
pertar. Minha coudigao de vassallo me humilhou, me
ladignoo ea escravidao original, mas nao voluntaria,
cedo cxallou em niiiii o Bentimciilo da liherdade; rocu
tio o mai pacifico o timorato dos liouien, liurroriou-o
dos svniplomaB de urna puixao, cujo germen elle seoecu-
ava de liaver desenvolvido, senao plantado em mim.
Sua adiniraco |elo antopsssadosera puramente Ilitera-
ria ; nune.i entender que cu tomasse u coma lano ao
serio, e desde cnlo delruiudo a ua prO|ina obra, nao
me pregava mai a admiraco do Sicanos, mas asdugu-
ras d canonicato; porque Oseo pensamento deli.ia-
va-ineelic igreja, O gomia cni aegredo do adiar em
mim antes as dispusiges de um tribuno do que a de um
oiiego,
Uceorrco-lho a idcia de me faier viajar, esperando
SJtB llovida que u espectculo do pases estrangeiro me
recundusiria o vida poailisa e resignada. Part posa para
Roma, o de l,i visitei toda as espilaes da Peuinaula;
ii mudando de cidade cu so mudara do escravidao.
A liaba d'enino ulrerccia em miniatura lodaa a especiea
dotiraunia: lirauma feudal na Sicilia, real ciu Turnn,
Iheueratica em Roma, eslrangeia em Miln, arislocra-
ica em Veneza, e tambero em Genova, s despeito dos
imulaeroa da sua democracia bastarda; quanto a l'lo-
inimedalos adlierentc do Cbrisloplio, que nSo torao
morios, foi posto de parte econtiiiuuu no retiro aleo an-
uo passado; em que foi nomeado por Berard, enlao
presidente, para dirigir a cxpedigSo contra Santiagn.
Na sua vulto desta expedigao, que foi mal succedidi, to.
mandado para Agua, entao quartel-geoora! deHerard,
para responder pela sua conducta : roa rile, em vez de
irnaraalii, reuni as suos tropas, apiiaSou se do Cano,
e por esto iniiviniento ooinegou a revolnclat, de que re-
sultoii o banimento de Herard Elle aspiron entao a pre-
sidencia, ou ao menos a do Norte, comogovern:) epa-
rado; porm a final ceden a Gnerrier, que liona sido seo
superior no exerrilu eom-iiandado por Cliriaiophe, e no
anuo pasudo fui general desio departamento.
O novo presidente lie bein preto. de teia |> do es
tature, oorpil direilo, o tero porto de sllenla 0 dous an-
us deidade. Ainda monla bein, ende sc.upro a cavollo,
n para a sua idade he milito activo a vigoroso. Tero
(toara ou nenhuoia educaglo; roa ditero ser dotado de
imnsideravel Ugseiilada natural, e moderado nos sen
hbitos, tendo em grande parto a vor.tageni do sen pro-
decessor. Sun miillier, de quero ello esl.i separado, ha
iiuilo lempo, reside, lia alguns anuos, na Sicilia, coro
siiairmia, a ex rainlia.
a Um neguciaiitc do nome Pradere, uee.iipauo no
commercio americano, foi nomeado por Pierault para
succcder-lho no posto de general, nu govemador mili-
tar do Noile.
Parece liaver desapparocido o susto proveniente de
una esperada invaso de llorara. Com ludo, resta pou
e.a duviila do que osle terror pnico servio para procipi-
ttraleieaode Pierault; pois era bera sabido quo esto
alias teucionava insistir coro toda o frga na snas pro-
iriicV-s ao scu mando.
u Nao ha noticias recentes do Sul, a cujo respeilo ha
alguma auoiedade, por ser o lugar da auliga residencie
de Herard, e suppoe-se terPieraulI alli mullo menos po>
pularidado do quo un Norle o no Ocsto.
Nao c falle milis na reunan da paite hespsnhou
da ilha. .....
2S de abril de 1845.
.. Choro Senhcr.Tudo aqui est tranquillo desdo a
partida do nuvo presidente, quo foi proclamada com re
gosijn em l'laisanco c n'outros lugarc, na sua marcha
para o Ueste.
Hoje se e.t.'i celebrando 0 funeral publico era honra
de Guerrier. ,..., ,
u Pr um decreto, publicado aqu M.rol declarado,
que a autoridade militar invalida outra quolqucr; c eo-
uio os membro do concellio de estado sao olliciacs do
eseroito, cuja numescooe duro smenle, om quanto a
pouver oo presidente, pode-SC considerar 0 g.-vemo da
parto fraiucza do llavti como rigornaamente militar.
'.United States uazette.
PEHhMBbW.
COBREIO.
eoanBsPoRDincia ua cidaue e provincia.
Muito que raier da ao curioso as diaria visila do
ilauc de boiiza ao palacio da presidencia : se cu nao fu-
ra Comi obrigado a dar noticias, e a explicar as que
don, perguntra llie u quo siguificave isto : > feoto be
averiguado, niasomovel todos o trem querido adivi
nhar, mas ningiiein, oreio cu, leni acortado. C por
mim, basuAss a parto, pens ter attingido com elle; mas
hujc nuuio be quo me lic de desengaar de urna vez.
Nao posan todava del sarde Ihes dner urna deaaas adifi-
nli.ires, que he de mu rbula Sci.hores, dizia elle, co
uio so fallassc aos jurado, Vv. S. sabciii. que o Mauoci
deSouta estaeoiu o nariz cleplianlv.ico, ou antes esta
completamente morphetieo; pelo que| so eslava pre-
parando para ir ;i Portugal procurar o icuiedio deseo
eiifennidade; ma nao sabeui, que o nossil Exm. presi-
dente cnteiido da niedieina, o lato !hcs alrmu eu; ora
..li-Bn^W-i
y>- ;i n"iajilSHl'SVi:*i rT""n iili-yi
renca, unde vnasn rmio o gr3o duque Leopoldo repre-
sentara o popel de philosopho, u cadeia nao ero muito
aperlada, e ahi se podio no verdado dormir tranquillo,
hala primcira viageiu prudiizio ero mim ll elleito unos-
lo oo que meu to esperara. (Jiiando o Espartnos que-
ran toser que ii filiiui. eborroeessem a iutemiieranga,
euibcbedovao cni suo preaonca o hilles: assim me pa-
recen a Italia: v nclU um esoraro ebrio deoorrupcau,
de Ignorauela, e o exceaao de escravidao so fez forlihcr
no meu cornean o horror do despotismo c o amor do li-
herdade. Escravo cutre os escrovos, que tinha en anda
a Ester nesse grande sepulchro de humciis guardados por
verdugo? Meu mina charos votos, mena mata rdeme
desejo roe arrastovo pora oloin doa Alpes, para essa
Franjo, onde coniccava entou a raior a aurora de una
ni,v,i era.
Cheguei a Paria no nicsmo da em que cabio a Baa-
tlha, e aiti, unida mais, tire a fortuna de participar
ifeale grande acuniccinieiilo. Esta primcira campanilla
lu paro mim una verdadera iniciago: entrei em nina
nova correira, em nina nuva vida, cato recebi no comc-
eo o bapliamo de saiigue, do rocu prvprio SSOgue : umo
halo inimiga roe havia airavnesadu obrago a 14 du Jullm
du 17S9. l'mlia en pagar mais barato a gloria du haver
feito a minha primcira proeza militare, e colgado
espora revolucionaria em lo memoravcl diaP yuo es-
pectoculo paro iniin. i|SJO chegara di pai tos morios
Quo desperlor depoi do lu lelhar<;iuo, do to longo
sonino! Haie-nie en procurado por boalaiilcs annoe, o
em tiro ariiava-me. Qualpastaro captivo que se rostitue
it hberdade, eu resfolgavo pela priutrira vez. Kslrangei-
ru na ininliu patria, eneontrova oulra, cu verdadera, >oh
Mlrswgeiro eco. Meus votos, meu sonboa, ludo un miro
eslava satisfeito.
Desde ese*da, aniroadn por lao felit comego, nao
perd roai umasecna do nteressanle clerrivel drama do
revolugao francet, eatis o rocu papel cmalguma.
inem nos dis, quo o Manuel de Sonta, nao qnerendo se.
arar se daqi.elle, que, cuino diz o folha nlMcial, einli.
a Dos no eco e a rile uro l'cruaiubuco, nao ciitruu ora
algura traumento indieado pelo novo facultativo
lle"ro lembrado disse lugo o procurador do causo, por
etoellenris, que ah tambera se chava; c o man he. quo
em reanneracla do curativo, ensinar o Man de Son-
H en scu medien o rrgras de btm gorernar l ornara-
buco, nao ra se, ocereseeiitou elle, soltando se para um
que .lora a sua rzodinha; nao vejo niugnera ibais apto,
iiem mais habilitado ora SSO.. Ser verdade.....
Communicadi.
FdnVM assistir a pose dos novos tenenle-coronel e
mejor do 5." batalho. e por um ario deste nunca vi-
mos 15o pomposo ajuntimento : nao erao anule ho-
ras allluiSo e entravo pola* avenidas desta povoacao
nina grande porco dos cinco mil ; gente a p, a csval-
lo, embarcada ; Rento de toda as OOrei, do todos os
Uajos, apinhsnda o pateo da Vaz, estando o batelhao a
p lirme o rotulado, ludo assim posto, su seesporeva
pelo homom, qui hoje faz as dolidas dos anarchtstas,
o dos republicanos ; terrivel scena, melanclico appa-
rato psra os homens, quo verdaderamente amao a sua
patria ... As 4 horas, pouco mais o'J menos, appa-
receo o novo tenente-coronel Uuas grandes orelhas
suslenlando, para nao encspelsr.a barretina.posta a um
lado, mal vestido, e todo desengonesdo, por ter um
ctpo alcatruado, mas proprio para um oleiro, ou
aroiMro sartaneja, do quo psra militar, e om que nio
pode acommodar-se o talho do uine.farda.montado om
uns bosta ainarella, com um estribo mais curto do que
outro, para mollior arranjar a pornt cosa, estucando o
animal, carrancudo, fethsdo e feto, apresontava o gar-
bo elinho, nao de militar, mas de um lyranno feroz o
cruel, quo, rindo-se ironicameute. so ve ao redor de si,
ou algozes, ou vis escravo promptosa serem cegos ins-
trumentos de seus caprichos e vingsngas, ou victimas
prestes a sorem sacrificadas ss suas paixes. No meio
omlim deste tumulto, toinou posse do batalbio o novo
tenente-coronel. e para logo mostrar o que he, e o
quant i doli devfm esperar seus Ireneticos satellitos,
doo iinmediatamento ordem de priso para todos os of-
liciaes, que nao coinparecOrao, querendo assim punir
faltas coininottidaseiii lempo, que nao estavio sob scu
dominio aquulles, que d'ellas erio aecusados Que
tnonslro, que dcspola, que tjranno! Tio reprehen-
sivel o consuravel era este procodimento, que o digno
coinmandante superior, que ainda ahi s acbsva prsen-
lo, ao ouvir t5o absurda ordem Jiiigio a palavra, e dis-
se- Ibe, quo muito folgaria de que o Sr. tenente coro-
nel seguisse os passos do seu antecessor, estimando seus
ulliciaes, sargentos e soldados, o harmonisondo sempro
com os seus subalternos. Apones sabio o comman-
danlo superior, appareceo logo o general de polica, e
depois de leitas as continencias devidas, o general da
guarda nacional todo oceupado de admirar a porgao dos
cinco mil, que aqu se acbavao, o do roceber d'elles pa-
rabens, abragos, sculos e aportos de maos, at esque-
ceo se do mandar descanjar armas ; quo scono, quo
prater, dous irmos. dous generaos, dous lilhos tnimo-
sni da praia losleqando um o outro ? Fclizes Carnei-
ros! Depois disto acihado, deo suas ordens, se sabe
de prisao, o quit csvalgar a brsla ; mas. ou fosso por-
que lo horrendo eslava, que at o bisa o lemeo. ou
porque quizcsseelle montar pelo lado efixo. o corto be
que o aniroelzinho nao Ibe quiz dar o estribo, e preci-
so fui, que alguns liberaes pegnssem a bicbinha, uns
pelas cabegados, oulros pelos estribos e oulros pelo ra-
bo, para que o nosso homem podesse monlar, e pregan-
..- tatwaBSSSSSBBi
Acliei-roe nessa augusta sessu da Asscmbla nacional
ondo foi proclaniodu o iualdode, o fiz entao obro luim
mesmo uro amargo ex.ime: n;1o era mais do que um vas-
salo Infamado antes mesmo do nasocr por essa nodoa
iiidclevel, j nao era escravo no meio de escravo; ero
escravo no inciu de linniens lvres; masera oo menos
livro no pcnsaincnto; assim como lambein o ero pelo
meu orto, e me esroreavs por apagar pela honradet da
minha vida a ignominia do meu noaciinenlo.
>< Ao principio deslumhrado pelo novidodc do espec-
tculo, aturdido pela rapidez e choque do succ*o,
acabei todava por roe reconhecer o orentor-me; do es-
pectador roe elevei plano de juiz; efervescencia da
mlmiraeao, perturbagilo da priineira sorprezo succed-
rao ponen a pouco o rccolhiinento c reflexo; ooraecei
eiilSn a dscorrer obre o que d'anlc havia aceitado ero
Mame. O espirito madurece depressa ao sol ardciile da
revolnodea: formado por lo severas lires, tio forini-
davel ensiiio, em pouco tempo adi|uiri, eom a experi-
encia do homens o intriligencio do cousai e do resol-
lados. O que oo principio mai me ndiuiruu foi o poder,
a laialidade da circunstancias; ante a quoes cedem o
mais forte personalidades, e as sotl'rcni peinando go-
vcrno-los; por uro que ella clevJo, quanto no deixio,
e niclhorea, na eterna obscuridade! Punca ou nenhuraa
influencia lem o valor individual i o fortuna he obcra-
ua. Scnlo f.isse arovolugao oque ero Mirabeau, Dan-
lou, Roboapierre? Os duus primeiro, depravados por
nalurea, outra celebridode nio haveriao conquiatado
afora o do escndalo, idessa inetma consegoisaem.^ Ro-
besplerre cdvognri boje no tribunae d'Arras. i. ma-
dama Roland, eChorloileCorday, e tontos oulras per-
sonagen locantes uu terrivei que vi penar ante mim,
|iieui aa conhecciM, eno foro a teiupettade que Ihe
laneoii os nome sobre as plaga do futuro' Calculai lu-
do, prevede ludo, e dcixai obrar 0 destino, quero ducr
a providencia, pois que he ella quera preside a vida col-


do a bixa fui para o Recite apresentar-se ao povo, como
qunrendo duer-lhe, que anda viva o homem da mata
de 'ezerros.
Nio tivemos o pra/er de ver o digno mejor, que nos
dizem estar muito rico ; pois que nio podendo arran-
jar emprestada a patente, como arranjou ns outras
coui is segundo dizem, vida B verdade) nSo tnmuu
possc, supposto vimos ir o pnele pedrez do Canuto
bastante oatarruado,e vo'lar como triste e desconsolado,e
mais ilnente, e que lalvez perca o Canuto scucavalio:
a [ir.n.i parece mangar do Canuto, alm do nada llie
dar, vai lazer um calunga major, que, nio lendo ca-
vallo, e andando impondo em cavallo alugado, ma-
ta o cavallo do seu correligionario. Sr. Canuto, olho
vivu coro estes meninos, nao empreste maii o seu ca-
vallo doenle a majores, que, nio podendo ter cavados,
andaoem cavallo alugado: viva em fim o major do 5.'
lialalbo, e inspector mor dos Alagados, amigo fiel, e
imitador de seu correligionario
U Batbaqut do Crlame.
Correspondencias.
>r$. Hedacloret. Posto que a applicacio que
presto aoi mens simios, os poucos annos, que cont de
idade, e a falla de experiencia para polmicas de jor-
naes, comas quacs me nao devo ainda importar, me
obriguem a lugir.ao menos por em quanto.da impren-
sa peridica ; rom ludo sabendo, que um moco,
que alguns annos conta utais do que eu, para defender
seu pai, o Sr. A. J. de Mello, offendeo gravemente o
meu, o Sr. Florencio Jos Carneiro Monteiro, n'uma
resposta,inserida no D.-novo, correspondencia de meu
pai, impressa no Diario dt l'ernambuco, tomo f. liber-
dade(daqua) peco primeiramante desculpa a meu pai,
o depois indulgencia ao publico) de dizer alguma cousa
a cerca dessa resposta.
Se fui para mim um desgosto ver a honra de meu
pai ultrajada tao indignamente, he para mim grande
Mtitfacao, que os meus primeiros passos se dirijan a
defender aquella a quem devo ludo. Principia o Sr.
Kpaminondas pordi'er, que as palavras do discuiso
do Sr. A. J. de Mello, relativas a meu pai, ningucm
nxcrgara, por mas que as torca, a impulagao que se
lliefezdelle haver sido mandatario da morle do infeliz
'lavares. As palavras com que finda essa parle du dis-
curso sao estase durante o al nina geral do tremendo
acontecimento arrostar a opiniao publica, e contra ella
premiar por aquella sorte, lomando sobre si arespon-
sabilidade do assassino, aconleceo, o lel-o um presi-
dente do outro partido.
He preciso ser muito miope para nao enxergar nis-
to urna imputac&o formal ; nao he mister torcer as pa-
lavras, ellas mesmas desliad mui claro o sentido da o-
racio que compem.
O Sr. Mello nao so limitou sement a dizer, que era
o rumor publico quem aecusava meu pai da morle do
infeliz lavaros; elle inesmo llie chama assassino, como
se vi as palavras citados. Mas dado, que o Sr Mello
fallasse no sentido em que diz seu lilbo, islo be, que
elle t fez urna censura ao Exm, Sr. senador, biro
de Suassuma, por ter aflrontado a opiniao publica, que
aecusava meu pai daqueecrnne; nao ser isto parti-
Ibarissa opiniao, queoSr. Mello chama rumo publi-
co, o por consequencia imputar a meu pai um crime
horrendo ? E que provas tinba o Sr. Mello para ba-
s ar o seu juizo a este respeito De certo, que nenhu-
rnas. O W. Mello deveria saber oque he rumor pu-
blic.t. Inimigos sagazes e traicoeirjs inuitas vezes
aproveitao um fado estranho, invertem-no, desligu-
ra-no, do-lhe diversa origen), revestem-no de cir-
cunstancias adequadas aseuslins, e attribuem-no de-
pois as pessoas a quem queiem calumniar; osses inimi
0* t-slorcio-se em propagal-o; outros ainda o dcsligu-
i ni nuil ; os indiferentes contaosem criterio ; o vul-
go acredita-o scui rellexo; e essa falta de criterio, essa
talla de rellexo, esse indiferentismo em lim a um tac-
to que multas vezes be urna calumnia airo/, a pussoa a
ijuem bu allribuido, suem formar nao raras vezes a -
qoillo, que se chama opiniao publica.
Eis o i|uo pouco mais ou menos aconleceo a meu pai
com o fado em questo.
O infeliz Tavares, dotado de um genio violento, as-
sa-sinava, com insultos, injurias, e calumnias, asmis
justas, e honradas repulaioes, e al algumas vezes os
seus accessos de furor o levarn a ponto de alear o bra-
co conlra alguns cidados, que nao imitan a coragem
necessaria para repel irem.no inesmo momentJ,insultos
tao brutaes. Meu pai, aquuin sinentu aquello desgra-
rado calumniou pela imprcnsa, quiz delender-su co-
mo cidadio honesto, respeitador da lei perante o tribu
nal competente ; e comu ello livesse a cobarda de nao
appareccr, perseguio quanto pode o chamado testa-de-
ferro, que em seu lugar se havia apresentado. Alguem,
que bavia sido injuriado poroutra maneira. e mais ca-
lumniado do que meu pai, quii injustamente vingar-
se por suaa proprias mos, e assini o le tirando a vida
Iquellf infeliz. Este fado horrendo deo ensejoaal-
cessos; que nio conheeeo Antonio Joaquim Pereira, I mas historia, que tenbo Jo"" Puente., qo,
nem Antonio Ferreira ; que nao cbama meu pai res nao ahonio muito a bonr
ponsabilidade, porque nio tem procuracSo do seu, e
desafia-o, para que prove a existencia desse rumor.
Se meu pai nio invocou a opiniao do Sr Epami-
nondas sobre esses processos, nada importa, que es
guns inimigos de meu pai para o calumniaron infame-! teja ou nio a par dalles ; muito menos importa, que
mente ; attnbuirSo-lb'o como vinganga da injuria,queiconhecesse, ou deixasse de conhecer ossujeitos desig-
**"
lectiva das nacea, O individuo lint IttU hijos bu no um
in-ti iniii'iiio paasivo que funeciuua, sen Mr aa mu das
Teten, conscicucia da suamissao, caacxislcuciai aa mais
obscuras, as mais vegetativas, lein como ai mnis brilhan-
les, as mais intullectiiaes, seu lugar e una tarda nos teus
Hiysteriuiut planos. Scui esse dugnia supremo e divino,
eiada se explica, nada se conceLc; a hiimanilatle nao lie
hus ilo que um grande polvpo ceg, que nascu e inurre
aem hater vivido.
Entretanto a ruar revolucionaria nioiilava, e mon-
tara teupre; eslorvada por mil resistencias, mil obsta-
culos, a cada instante so |iodia reccar que ella acahasse
roiupcndo todos us diques, v inundando u inundo, em
vez do o fecundar. Cada da aprsenla va una nova cri-
ne ; almra das calusirophcs a|i|iroximava-sc. Masque
iiupulto! Qua eatliusiumoI Qo delirio sublime He
llOOHHWin ter sido dille teslcoiunha para f.ucr una
nli'ia ; e quando le ha vistu essu grande, esse lliagniftcu
espectculo, nao lie possivcl mais esi|uece-lo. Felizcs
os olbos que o contemplarn!
H Se eu vivera reculos, nunca cesa leinhranca me si-
Inra da memoria, e me lora tao presente u ultimo como o
pniueiro da. Embriagado de coragem, de lieruisiuo, o
povo cui niassa vuava as i'runteiraa como para nina festo;
tlissereis, ao ver-lbe o despruio da vida, que elle apira*
va mais pela morle do que pela independencia. Cuino
um tal povo iio iini,|iii-iai'M o inundo? Eu uiesiiiu,
cletrisado pelos seus transportes, e pelo seu exemplo,
tiz a canipanba de Argonno ua qualidade de voluntario,
como havia leito ada Bastillia ; eu coinballa em Valmy
as fileiraa dos simples anidados; a victoria, cousa Uu
rara ueste mundo pot-se do lado da Justina, u sancciu-
nuu, ouusa ainda mais rara! o direito du povo cuntra os
reis unidos.
O aanue nao tingla aumente os campos de batalna ;
j oonia elle em regalos em Paria. Havia a Constituale
ciucado os gerraeni que a Convenci quii muito cedo fa-
bavia se flrido, e empregrio todos os seus eslorcos para
serem acreditados. Felizmente, porm,os homeni sen-
satos nao Ibes drio crdito, e o rumor publico, de que
tanto falla o Sr. Mello, nao passou dos vozesde alguns
ininigos, cuja infamia se declarou, quando se soube de
que parto tinba provindoa morle daquella infeliz.
A censura que o Sr. Epaminondas diz, que o seu
pai fez com aquellos palavras ao Exm. Sr. bario de Su-
assuna, he a prova mais exuberante da innocencia de
meu pai. Sendo o Exm. bario um homem respeita-
vel como o Sr. Mello confessa, de certo que nio bavia
de recompensar um assassino; e tao convencido ello
eslava, que nao era meu pai o mandatario delle, tanta
certeza tmha de sua innocencia, que o nomeou major
commandante do esquadrio de cavallaria da guarda
nacional. OuoSr. bario de Suassuna he um vario
respeilavel, ou o nio he. Seo be. como a virtudc, a
honra,e a justica sao os principaes all bulos do homem
resp 'iiavel, de certo que S. Exc. nio havia de pre-
miar quem lio torpemente so manchasse com o san-
gue humano ; so o nao be, enlio alguui crdito pude
merecer a iuiputacao allegada contra meu pai, e a cen-
sura feila a S. Ex. Mas o Sr. Antonio J. de Mello
disse, que o'Sr. bario de Suassuna bu im homem
respeilavel ; logo be falsa a imputarn, e injusta a sen-
sura.
O silencio do meu pai, que o Sr. Epaminondas
cbama lallu de coragem para se defender de urna im-
putacao tao grave, e inlamante, era a nica resposta,
que ello podia dar aos ditos vagos de seus inimigos;
mas,quando alguns delles,envoltos no espesso manto da
irrespunsabilidade, .lie assacirio tal calumnia, como os
nio podia chamar perante os tribunaes competentes,
traloudese delender pela imprensa; e se esta defesa
nao appareceo foi porque os lidiadores dosjornaes
em que ella podia ser impressa, vendo que certas pes-
soas de suas opinies polticas licariao comprometidas
com as rellexoes do meu pai, abertamente Ihe negro
o ingrvsso na imprensa, como diz o Sr. Mellinho. Se
agora s be que meu nai delta se serve para se defen-
der, o quo muito admira o Sr. Epaminondas, be por-
que s agora he que apparece um homem com dema-
siado descaramonto de Ibe fazor com toda a formalidade
a calumniosa impulai;o, que alium seus inimigos s
se alrevio a fa/ui -Ihe sob a capa do anonymo.
O Sr. Epaminondas, para apanhar meu pai n'uma
contradic(3o, inventa urna mentira, aflirma que meu
pai dissera na sua correspondencia, que o dito de um
calumniador nao be rumor publico, quando nesta
mesma correspondencia bavia dito, que mais do urna
vez alguns* individuos impulrio a elle, eaoSr. bario
de Suassuna esse assassinato. O que meu pai disse, foi
queo dito de um ou outro calumniador nio he ru-
mor publico. Esta expressaoum ou outronio de-
signa simplesmento um individuo ; exprime um nu-
mero pequeo, e indeterminado, e equivale aalguns
poucosnio inuitos, &c. (J Sr. Epaminondas, ou
entended isto, ou nio : se entendeo, mentio;'se nio
entendeo, lie um ignorante, que nio sabo o valor das
expressoes da sua lingoa. Oual quer ser, mentiroso
ou ignorante ?
Assim como o Sr. A. J de Mello se achou com di-
reito paradizer, que o rumor publico nio se removeo
de cima da cabeca de meu pai, desde o dia em que loi
assassinado o infeliz Tavares, com muilo maior direito
se acbava meu pai de dizer, que he certamento rumor
publico, que o Sr. Mello,na qualidade de procurador-
liscal, recebra um cont de reis dos berdeiros do flle-
nlo Moleta, para nio seoppor a que riles rucebessem
a beranca que se acbava recolbida no thesouro publico;
que be rumor publico, e mais que rumor publico, que
o Sr, Mello recebra outro cont de ris pela sentenca
que drra nos autos de inveutorio do fallecido Antonio
Ferreira.
O Sr. Epaminondas, para delender seu pai, diz,
que os seus adversarios polticos, quo o envolvrio na
pasquinada, e que o mandarn processar, por causa das
palavras leviandade, e precipitacao de espirito, nunca
se aluminan a fazer scinelbanles accusares. A islo di-
rei, que i das por outros, alm >te que um desses lados be muito
moderno, o por isso muito posterior ao lempo dessa
perseguirn de que falla.
Contina, duendo, que nao est ao par desses pro-
ter fructificar; aboli o lempo, esse elemento uecessa-
rio de lodo u prugresso, e obstiiiandu-sc em concluir
n' 11 ni anuo a obra de um erlo, llbou o alvo, pur que-
rer attiiijji-lo mui depress.i. Ah estuve a sua falla, e
esta primeira acarrrtou as outras, si'in fallar dus criincs
que ensaiiguenturu c perdern a mais santa das camas.
Loj;ira iutlexivul, espantosa! una patarra pronunciada
anteado tenipu se Iradui desgraeadameulc pelucadaf.il-
su. Mas ii sangiic derramado reverle solo r a calicha dos
reis da Eurujia : fui u seu desafio temerario, as suas in-
sensatas pruvocacdus que aeeinlri o na Franca lodos ca-
ses furores. A tonca bravata de HrunsWirk, c o oro in-
solente manifest liz.ei.io cabir a rabera de I.uil XVI,
aja carda rile pretenda salvar. Ovuio da Convenci
fui su u elleilo; a causa folio Piluilt eCoblenll, A Eu-
ropa, ao lomar a uensiva, irrilou, exaltou nos Francu-
zcs o iiisliiieto do conservarn, e Irgilimou da parlo des-
le toda a espume do represalias.
Toda a especie de represalias!......... cxulamuu a
rainba, nao pudendo coului-se por mais lempo. Vos ru-
lan jnslifirais u suppliuiu de lunilla inua Mara Anlui-
netlo?
Nio absolvo, nem uoudcmnu, abiteubu-nic e du-
vido. Se n Convenci irritada o iudijruada dai ameaca.
doras intiiiiacoc .a Europa Ibe nlirou pur uva una uu-
Inca de re, lie una dussas neueisidades teniveis, que
lie explicada pelo rigor dus lempo o pela raso ilu Esta-
do, essa lei suprema dai sociedades liuiiiaiius. Alera dis-
to, carregadu atoa crimei da sua i ara, victima expiatoria
deitMada providcucialiuentu a apagar cuiu seu tangue
as iinporiz.i de seo pai, ai iniquidades de seu at, o us
dragonadas e u Saint-llarllilemy, todos us oxcessus em
nina palavra, lodui ui abusus, rapias, assasiinus, ma-
la ni; o. ue lodos us seus predecessures, Luis XVI preen-
elii i sobre o seu calvario, a face do mundo o myteriu
iiiLuuipi'cheiisivcl, mi uu menos anida nioouiuprelien-
dido, da respontabilidade hereditaria. A morle porm
nados; visto que, para receboro dinheiro, que meu
pai diz, que o Sr. Mello recebra ( e o que meu pai
dii, euojuro). era at desnecessario. que o Sr. Mel-
lo os conhecessem. Ninguero he culpado de que o Sf.
Epaminondas nao tenba em seu poder a procuraciode
seu pai, para chamar o meu a responsabilidade ; mas
tem bom remedia para isso que be mandal-a vir.
Emquanto ao desafio, depois de ter em seu poder a
procuraclo, meu pai nao s provar a existencia do ru-
mor, como tambem a sua veracidade, visto que elle deo
a sua quota para o fim que declarou na sua corres-
pondencia.
O que ba de mais esquisilo, e curioso na tal respos-
ta, beoorgumento que o Sr. Epaminondas forma so
bre o rumor de que talla o seu pai, e o rumor de que
falla o meu ; aqu o aprsenlo para depois tirar para
mim a consequencia, que o Sr. Epaminondas quiz ti-
rar para si Apresenta-se oSr. Florencio, defen-
dendo-se, e nenbuma prova exibe, que o lave de nodo
tao ignominiosa ; pois que trai para provar sua inno-
cencia o dizer, que o rumor apona meu pai como
venal.
Ora, Sr. Florencio, ainda concedendo que existi
um rumor publico contra o Sr. Mello, sogue-se dabi,
que o Sr. Florencio nao loi o mandatario desse assas-
sinato, ou ainda que nio existi, nem existe rumor
publico contra S. S. P Que ligacio tem urna cousa com
oulra i1 Pois, porque o Sr. Mello loi venal ( o que be
calumnia ) poder-se-ha concluir, que nao bouve ru-
mor publico, aecusando o Sr. Florencio de assassino.
Agora eu, pela minha vez,usando do mesmo argumen-
to muialii muiandii ( Nio sei, te o Sr. Epaminondas
podera traduzir isto ) direi:
Aprcsenta-se o Sr. Epaminondas delendendo sea
pai, e nenbuma prova exibe que o lave de nodoa lio
ignominiosa ; pois que traz para provar sua innocen-
cia o dizer, que o rumor apona a meu pai como assas-
sino. Ura, Sr. Epaminondas, anda concedendo que
existi esse rumor publico contra meu pai, segue-se d'a-
In, que o seu nio fosse venal, ou ainda que nio exis-
ti, nem existe rumor publico contra seu pai ?
Que ligacio tem urna.cousa com oulra, pois, porque
meu pai loi calumniado de assassino, poder-se-ha con-
cluir, que nio bouve rumor publico, aecusando o Sr,
Mello do venal ?
Veja agora o Sr. Epaminondas, se a consequencia
deste argumento nao ser tambem em meu favor. Es-
tomaga-se o Sr. Mellinho, porque meu pai cbamou lei-
go, e ignorante aoSr. A.J. de Mello. Se meu pai o
disse, o Sr. Mello o confirmou com o seu discurso, e
nio be bonito, que um lilbo desminla a seu pai. A-
pezar de que eu nio lenha ainda conhecimenlos sulli-
cienles para analysar essa peca deetoquencta, comtudo
logo no principio dalla notei a grosseria dos termos, e
a falla de discrir,o do Sr. A. J. de Mello. Princi-
piou este ir. o seu discurso, por dizer, que at entio
estivera calado, porque enjoava o fallatorio.
Deo a entender com isto, que, se todos seguisem o
seu systema, a assembla dos deputados seria urna reu-
niao do mudos, visto que qualquer discussio sobre a
utilidade das diversas medidas legislativas, que pdem
contribuir para a fe lindado do pait, Aa para o >r. Mel-
lo um fallalorio enjoatito.
Jim homem respeilavel a algum reipeiloi,- apezar
del a patsando e inultas outras expressoes dessa quali-
dade, que eu nio tenbo lempo do notar aqui, em nada
abnno a inslrucro do Sr. Mello.
O Sr. Epaminondas, posto que digno de louvor pe-
lo zelo com que pretenden delender seu pai, tica sa-
bendo quanto lie diflicil sustentar urna calumnia, e es,-
curecer a verdade; visto que nio provou a imputacio
feita por seu pai ao meu, nem refutou a aecusario feita
pelo meu pai ao Sr. Mello. Posto que dedicado intei-
ramenle aos meus estudos, como disse a principio, os
quaes por ora nao passio delalim, Irancei, e inglez :
comtudo nao tenbo receio algum d'apresentar-me outra
vez na justa defesa de de meu pai, repellindo os insul-
tos quo se obstinan em lazer Ihe o Sr. A. J. de Mello,
procurador-fiscal, e seu lilbo, estudante do primeiro
anno do curso jurdico, visto que as armas com que
combatem o legista pai, e o legisla lilbo, do-me tod.
a seguranca de os poder derrotar completamente: se,co-
mo disse, fr preciso apparecer outra vez,contare algu-
Queirio, Srs. Redactore. ter a bondade de inserir
estas linbas. desculpando o estylo de um menino. Sog
etc. Joaquim Piret Carneiro Monteiro.
Sn. Redactores. A companhia talianna, debaiin
da dreccio do abaixo assignado, de commum accordo
toda a companhia firmou um trato, em que todos coik
cordrio e assignrio em 12 de junho prximo patsido
e se subjeitario as penas impostas no mesmo trato,
para cuja validada loi reconbecido pelo competente ti.
bellido.
Este contrato contem urna obrigatoria convenci
para que o crpo da dita sociedade se acbe vinculada, dii
1." de julbo de 1815. at o ultimo de morco de 1846
para representaces de Iheatro, que farS onde rnelboi
Ibei convier, cujo producto aera dividido, como can-
cordrio em dita escriplura. O Sr. Antonio Maiimi.
anno da Costa, socio pertencente a mesma sociedada, e
assignado no mesmo contrato na qualidade de 2 pit.
te, disse mesma sociedade, quo precisava fazer ou
beneficio no tbeatro-philodramatico destacidade, pin
poder pagar varias dividas, que tinba contrabido neiu
praca, visto que sem isso daqui nio podia partir. \
sociedade generosamente annuio concedendo-lhe, da
qual Ibe resultou faier 500) rs. livres de deipezas; .
penas elle pode conseguir isto, lez correr o boato, qm,
debaixo de algum titulo, elle nio partira mais coro i
socdade, e se comprometleo a lazer parte dabandtit
msica do crpo de polica. O abaixo assignado, lui-
do coobecimonto deste procedimento da parte do Sr.
Costa, oeonvidou para ir tratar a sua passagem (cono
fi/erio os outros socios) no brigue Carolina, queden
seguir para o Maranhio, e Ibe marcou o da 17 do cor.
rente, o file Ibe prometteo nesse dia acbar-se emiot
casa para concluir este negocio; mas, nao appareceo, *
disse a outras pesaoas, que se ia retirar para o campo,
e que nio apparecia aem que os aeua companberos Ii.
vessem partido para o Maranhao. A sociedade inleiri
entende, que nenhum dos socios deve anullar os arti-
gos obrigatorios, e sentida de urna tal ingratidio, ha
verdade, que vai partir para o Maranbio ; mas deiu
aqui dinheiro bastante em deporito, e bastante procu-
rador,para que o Sr, Antonio Maximianno da Costa (aj
citado perante os tribunaes. parador conta de um se-
gundo contrato feito por igual lempo e por tal delicio
venba a ser atormentado,.publicado e condemnado a to-
das as perdas e damnos, como consta do primeiro con-
trato com a sociedade, e nao podendo obter estas per-;
das e damnos por meios pecuniarios, a justica deter-
minar o lempo prescripto ua lei a todos aqurlles, que
por vistas secundarias de especularlo nio leein pondo-
nr algum de estipular duus contratos ao mesmo lempo,
e ba de passar a sua condemnacio na priiio.
l'ernambuco, 17 de julbo de 1845.
Jozi Galelti.
da ranina, nao a eomprehendf, nao .i cumprchendu ain-
da. Verdade he que era ella subrinba du imperador que
assignou u manifest de liruuswick, e irm daquelle
que abrir ai conferencia! de Filnilz : cumplir uu ao
menos solidaria, a miiitos ruspuitu, daaagrfrcsics do
sua real parentella, couibat'.cu por si nieiuia e eiu seu
pruprio uoine, cun ludas ai armas, a Kevuluco rojos
iiiiiiiigns o mais perlinazca erio o seos inaii charos a-
maos; ciaqui bailantes ttulos n odio du puvo, e sua
vinganca; e por isso a vinganca e o lidio lem pleleiadu
mais, orejo cu, contra ella, do quo a rasio d'Estadu sa-
tiifrila pela primeira expiarn. Quando eu a vi subir ao
cadafalso.......
Oque! interrompeo Carolina, nianifettainente aen-
sibiliiiida, o que nao Ihe era ordinario, vi vistes tuorrer
miiilia predilecta irm, ininba chara Maria Auloineltc !
Siui, imitara, o rita leiubrauca be una das uiaii
dulurnsai da miiilia vida Ao v lainurrcr anda lio um
cu, lio bella, apezar doi leus sotFriiueulu, eiqueci ,
rainba e suai tahas, para s ver a inhiba e suai adversi
il.nlr Eslava ella vellida de brancu; imlia n rusto sere-
no, us ollius sem culera; lodas as suat fcices, luda
ua pessua resniravio resiguaeio. Essa doce e nobre fi-
gura foi por muilo lempo prsenlo a meus ulhu, e ain-
da boje, quaiidu o meu espirito su repurta ao pasudo
ella se ergue diente de innu, lal qual me appareceu na
sua llora suprema, o tristciucnto me encara. Ante qu.
.era que nio huuvera perecido.
All todava concordis !
O *ol tem batante brilla para aupportar algiimat
macubas, c pudo te, teiu recro de rcbaixar a Revulu-
e'iu, cuiifuitar ai fallas, u al ut ci nurs couiiueltidus oiu
icu nuiue. Alm de quo, quem tan os primeiros culpa-
do* ? Pur luda a parte te deixa jazer o puvo na ignoran-
cia, no vicio, r qo.nulo ai suat pai ies se dcseueadcio,
adimriu tu dos seus exceitot Adiuirai-vot antea de que
nio icnba elle commettido man. Aa violencias do Ter-
licitar a perder a repulaco de tl<>uem te
rauliar-lbe iquilla, que nus uiio piale enri-
quecer, ecuja pcnln causa a sua ruina.
nutuaraan
Sn. fedactorei. Nio se ba esgolado muito lem-
po, quemecoube vir em conbecimento um serpenti-
no e viperio artigo, um pasquim...... que outro nome
Ibe nio cabe.....inserido em a lolba ministerial Fu-
gele ti." \i) ; onde da turma a mais desabrida.....
abocanha e rebaixa o proceder dos Bobunos em Olindi,
e principalmente ainda aulla se a minha genealogii,
por maneira informe e escandalosa.....; por quont
a mim o meu primo Virginio Henriques Costa, me
parece e se inculca satnicamente referir omrqui-
nbio do quanto se esbufa de lio nojenta e ptrida nau-
sea, s condigna de quem quer que a redigio.
So aisim be, Srs. Redactores, como j nio besito, t
como he o pensar de todos....., quantos lem I ido....
que tal espuricicia....!!: a mim me toca, alfim, sabir i
arena jornalista, bem ino grado meu..... e pela pri-
meira vez, em defensa de minha honra, de meu alma-
jar.... calumniosamente amesquinbado por tao negro
coracio, por alma tio elche o dainada : porm, pro-
curando ir caminho dessu alvo tio nobre qualquer,
eu me encontr, e enleio com invencivel barreira, que
certo be a ignorancia do tio imbcil e indigno detrac-
tor....!! Se, pois ainda quem quer que seja, despir-
se do espesso anonymo, com que se acoberta.... (e p*"
essa alma damnada, que suspeilamos..... avelludado
manto, que com elle he costuninra encapotarse...'
se declaror, de novo digo, e quizer commigo correr
parelbas, pode estar cabalmente convencido, que oo
arripiarei, e que s assim ento bu, quo entrarei em li-
ga ; com quanto para mim desigual campean pelo....
quando nio.....eu sabere desprezar esse farcaote;
ror lio ao mesmo lempo una liciu c mu problema.
priMcitai a ligio; quanto ao problema, o futuro o reiul-l
ver.
Mae restituir elle a vida s fictiinnt diseo coral
amargura a rainba, c miilia imia diuxou dn ler drib-
lada ?
Vi fallis de victimas !... o as vossai, quem IIimI
restituir a vida E voita nula, leiiliora, nu a icniJ"!
vi v manilo ? Ali que re h]iu- era preciso para .i|i-j
placar Ibe ut manes, cllet devem ctlar aatistt'itvt J|
mais.
B vos, vt meamn, to tivesseii um irmao aisaiei-;
nado, nio o Icrieit vingadu P
Ignoro o que litera em rosan lugar, e duniai, i-1
nbora, uas rrisus polilirai, lie necettario encarar ejul-l
;; ai ii ii lobo, e nio pur partes. Todos o partido!, ara-1
du ni mais moderado!, Iccm rxcessus do que areusar-f
o : ui paivet din humen* nunca se drsrnti ran iiie>>une-
iiiente, julgai dat dut uniros pelas vossas. Suiu 61'
inesmo dus vossos atteutiidut publicm, deaaunttrauOlj |
aecutio-vot du haver felu nu rleixailo coiuinriler mcul-
lamento um dui uiaiores nltentadui dcete leculu lo k-
til em crimea.
En
Vi. Quando ot plenipotenciario! da republu'1
Frailera furiu asiatiimnliii rm Radilndt pelos luis-.'1' "
iinperiaei de Szeliler, ciluveii vos eeu Vicua, o uoroiu'l
do regiiueutu assassino era Harbaciv,'um dos vo<" I
familiares, o assassinato ficnu impune, os assassino i'1'1" I
torio proruiados. Uusarins vui declarar aqu face ut' I
Dos que esse crime execravei nao fui tuggeridu, |ru"I
legido nem ordenado pur vos P
Carolina guardou silencio, maa irm abaixar a caliera,
nem meiniu ut nlhoi, que cuiitinuuu a ter lixot no >'' I
aecoiador, e at'in que nu roitu Ibe aituinasie a ineiior f
muelo.
; (Continuar te-ha.)


-3.
o baverei como merece, e como aquelles, que
k,m o conbccem m'o admoeslSo. Nao posso anda
nrnscin-1-r, Srs. Redactor, de rtixer. que fui levaJo
\ nsSmo que um sustentculo da ordem justic, co-
l ,. menciona o Foguele, admittisse em seu crpo
Uodescommunal soltura contra mim, que |amais eri-
jerecei ao publico artigo polticos..... que | ncamente expend minbas ideas em tal materia.... :
' e pacilicamente vivo a nobre vida deestudante,
,,'aenroruro, que o meu proceder seja o mais regra-
do e normal. ..;'"> impugnac > do qual urna s pro
nosicao das emitidas nfio r authenticamente suiten-
uda e crida : assim confio em Dos, (persnle quem o
rooiuro por to infame calumnia... ) e ern o senso dos
loliiens, quesemedem pelo justo, verdadeiro e hones-
_ Kpresenlo-se eapre-se para mim eeinimi-
o envergonhade.....; diga de frente e convinhavel-
niente o que. ob conviegio, de mim pensa ... sem en
irarinos em immundo laioacal de improperios e con-
;CI0S.....com que mordeo-me vbora), e barateou....;
nueeu. comocavalbeiro, berei rospostar e justificar-
ne perante 01 imparcaes. .., que serio os nossosjui-
ei, ecujasenlenca se haver como emanaco o jus-
o castigo da mo uprema, que no rege..... De-
slio o memo, que, sem rebuco, prove authenticamen
o por testemunhas. cujo titulos abonem l, ou do-
cumentos escriptos, um (acto por mim praticado e des-
honroso...... Sei bem, que ou homem e moco; po-
rm creo firmemente, que a minba lace senioama-
rellejar perante o publico de------Sr. Redactores, ca-
pacito-me, que islo era bastante a fim de tirar do em-
buste esta alma acacapada, que me desconcelua------, e
como pero, que sahir a terreno, eu paia entfio me
reservo............1 'J '..........
publico, na verdade. Srs. Redactores, com estas
mucas e mesquinbas linhas se enfastiar ; porm, cuino
leja em meu desaggravo, em prol de minha honra, es-
pero merecer deiculpa, e de Vi. mes. a ua publicacSo.
Sou, etc. Judo AnlOKio de Araujo Freitas llenrique
COMME-:>. JO.
Alfandega.
Rendmonto do dia 18...............8:476,989
Detcarregao kojt 19.
WsrctAntoinitlelouca.
BrigueTri/oUum farinha.
BarcaCal harina mercador ias.
barcaThotnas Mellar larinba.
Movimento do Porto.
Navio mirado no dia 18.
Santa-Catharina ; 20 dia, sumaca brasilera Porcu-
na, do 109 toneladas, espito Loil Jos de Car-
vabo, equipagem 9', carga farinha ; ao mestre.
Navioi aludos no meimo dia.
Babia; patacho ingle* John and Mary, capitao John
Lamzed, carga a mesma que trouce.
Buceo ; polaca sarda 6'oncei'rtlo, capitio Joao Baptitta
Magnone, carga ago'ardente, e assucar.
Rio-Grande-do-Norte ; hiale brasiloiro Sota Olinda,
capitao Antonio Jos Vitnna, carga farinba._______
Editaes.
Por ordem do lllm. Sr. inspector da thesourara das
rendas provinciaes se fai publico, que as arremataedes
annunciadas para os dia 18, e 25 do correle, lico
translerida ; a primoira para o dia 19, e a segunda
para o da 24. Secretaria da tbesouraria das rendas
provinciaes, 17 de julho de 1845. O secretario, Luiz
da Cuta Porlocarreiro.
A cmara municipal d esta cidade, em virtude da re-
soluco da assembla provincial de 17 de maio prximo
passado, marca prazo de 30 dias, contados da publi-
cacao deste, para o pagamento das licenca abaixo decla-
radas, findo o qual seao multados, com a multa de 6, i
00, rs lodos os inlractores, na conformidade da cita-
da resoluco.
L1CENCAS.
Para cacar............... 10,000
Para ter cao com coleira, declarando o norne
do dono e moradia, cada um cao .... 2S00O
Para armar barracas volantes,as pracas e mer-
cados pblicos.............G>0
Por cala um carro, ou carroca dn aluguel. 4,000
Para abrir acouguo as ras princpae. .12,000
Casas de buhar..............30,000
Botiquins................30,000
Cocbeiras publicas........... 6,000
Depotito de madeira aonde nao houver serrara ,000
Canos subterrneos com esgoto para a ra. 5,000
Casas de logueteiros e depozitos de plvora. 20,000
Fogosde artificios as pracas publicas, e soltar
machinas aerostticas...........30,000
Armar palanques, curro, ou tablado para fes-
tejos pblicos.............30,000
Empanadas volante............2,000
tincar paos para bandeiras. cada um, reparan-
do o damno causado as ras.......1,000
egislo de titulos, "U condecorares, e cartas
de dillerentes empregos. que actualmente se
regislo na mesma cmara.......
'epo/ilar materiae na ra para toda e qual-
quer reedificado, e construces novas, nun-
ca impedmdo o transito publico.....
(uanto ao pagamento das cordeac,Ges. elicengas p
ra edificac,ao, e reedificaces erao pagas no acto da con-
cessao.
\. para que chegue ac conhecimenlo de todos se pu-
icou o presente edita!.
Paco da cmara municipal, 18 de ulbo de 184a.
ManoelJoaquim da lego Albuquerque, presidente.
'o(Ju J ni Fe> reir de Aguiar, secretario.
dr. procurador-fiscal ; erara evitar incommodot, e
uespezas, laz o presente annuncio. Itecobedoria, 18
de julho de 1815. Francisco Xatier Catalcanti de
Albuquerquer.
__ O arsenal de guerra compra praniSes d'amarello,
de 30 palmos de comprido, 18 polcgadas do largo, e
12 de grossura e da mesma qualidade, e compriinon-
to com 20 polegadas de largo, e 9 de grossura peda-
eos de eaibros de 10 palmos, e 4 polegadas de dime-
tro em grossura; varas de 20 palmos, o 2 polegadas do
grosura ; vergalhes de ferro redondos, de 1 e meia
polegada, com o peo de 15 arrobas; ditos de 5 quarlos
de grossura.com o peso de 36 arrobas; ditos de 1 pole-
gada de grossura, com o peso de 18 arroba; barras
de ferro nglez, de 3 polegada de largo, e meia de
grossura, com o peso de 6 arroba ; regulando todo
este peos. pouco mais, ou menos; franjas para adra-
gonas de inferiores; bandas de laa para ditos; panno
preto ; eteira d'Angola ; lona ; escovis de fado ; al-
godozinho ; brim ; pare da luvas, e um miisal: quem
taes gneros tver, sendo da melhor qualidade, man-
de suas propoitas, com seu ultimo preco, em carta
fechada a esta directora, junto com as amostras, que
frem possiveis, at o da 22 do corrente me*. Direc-
tora do arsenal de guerra, 18 de julho do 1845. No
impedimento do escriturario, Jodo llicardoda Silva.
__ A pessoa, que dexou nocorreio urna carta volu-
mosa, para Jos da Rosa Salgado, no Rio de Janeiro,
dizendo, que sellaste, e que depois a vinba buscar ,
queira vr pagar o porte (780 r.),para se Ihe dar des-
tino.
NOVA COMPAA ITALIANA.
TIIEATRO PUBLICO.
Sabbado, 19docorronte mea. as 8 hora em ponto,
tere lugar a primeira representaco lyrica, a qual ser
distribuida pela miaeira seguinte :
1. Sympbooia.
2. TercetoAmo morreti o peifidia opera an-
na. bolena, msica de onizzettiSoprano, tenor e
baiio.
3_ xria__Vi ravviso o luoghi amtni da somnm-
bula, composiefio de Btlliniliaxo.
4. DuetoTuSciaguralo !.. .do pirata, msi-
ca de BelliniSoprano, o tenor.
nter vatio de 20 minutos.
5. VallA toda orquestra do compositor F." Ca-
poeci.
6. Cavatina Da quel di che le perdulada ope-
ra asna iiolesaTenor.
7. DueloApparti alia luce tul campo guemer
da opera a fii.ha uo iiegime-jto ; do onizzetti So-
prano, e bailo buflo.
8. Duelo. Jilhom T Si I... fra queile mura ?...
da li'iia dr lammebooii, msica do onizzetti.
Tenor e bartono.
ntirvallo de 20 mi'nuo.
9. Symphonia.
10. AriaFemmine, Femmine, Femnuneio co-
LUMella, msica do Fioravantiaiio bullo, com
coro de doudos.
N. B. O* espectculos principiaro impretenvcluien-
te s horas annunciadas.
Os bilheles da platea superior eslo marcados por
numero, e os banco e os assentos que os Srs. especta-
dores devem oceupar.
Odirector roga-lhes que nio invcrlo esta disposi-
cSo.a fim de que os meamos senbore possSo contar com
osseus lugares quando bouverem do sahir, e para este
fim be que receberao na porta do Iheat-o melado do bi-
Ihete {onde lera' marcado o assento) quodever guar-
dar at o fim da representaiao para mostrar, se Ibes fr
Bedido.
R
1)
2,000
3,000
Preco por cada noule.
Camarotes de frente da ordem nobre .
Ditos lateraes.......
Dilos de frente primeira ordem. .
Ditos lateraes .......
Torrinbas ........
Platea superior.......
Dita geral
12,000
7.000
8,000
",000
i ,000
2.000
1,000
Acliao-se venda emeasa do dirdorrua Nova n.
7, segundo andar, e, no dia da recita, no boliquim
do tbeatro.
Avisos martimos.
Para o Ass sai nestes i dias o bngue-escuna
Dehberacaa, capitSo Joao Goncalves Rocha ; para car-
Ka e passageros trala-se na ra da Cadeia do Kecifo n.
40 ou com o caplo, na praca do Cuiiiukrcio.
__Para o Rio-de-Jaociro sahir, com brevidade.o
patacho nacional Valente : quem no uiesmo quizer
carregar, e r de passagem ou remeller escravos a Irole,
falle com Gaudino Agostinho de Ranos, na ra da Cruz
n. 66.
= Para o Rio-de-Janeiro segu, prelixamenle no
dia 22 do corrente o bergantn! brasileiro Sagitario ;
s recebe escravo a frete : trata-sena ruada Moeda,
arman-..m. II.
Avisos diversos.
bi
/
De, larages.
-Oadminisliador da mesa da recebedona das ren
das geraes internas avisa, pela ultima vez, aos morado-
res do bairrn do Recife, Santo Antonio. Boa-Nisla,
Afolados,para qr.e venhao pagar a tasa de escravos,im-
posto do banco, seges, c carrinhos, bens de m8o morta,
barcos, e caimas, e imposto de lypographias, despa-
chantes da alfsfldi'g*. ale o fim do curente me/., por
ja se adiar prompta a relacao, para er remettda ao
= Anlonio Joaquim Mendes de Castro, Brasileiro,
relira-se para Sania Catbarina com escalla pela Babia e
Rio-de-Janeiro, levando em sua companhia sua Sra
D.Anna Joaquina de Castro, um (ilbo de 18 mezes, a
de nome Florentino, e um criado Portuguez, de nome
Manool dos Santos.
=Quem precisar de um rapa Brasileiro para cai-
xeiro ou adminislrador de algum engenbo.o qualdfia-
dor, e aprsenla attestadus de sua conduela, ebeca-
zado de pouca familia, dinja-se ao Corredor do Bispo,
casan. 10. ou annuncie para ter procurado.
O LIDADOR.
M
Sahio on.'34, eacba-se a venda as 4 horas da tar-
do na nrac da Independencia livrari n. 6 e 8.
CLAMOR PUBLICO
Achar-se-ha a venda o n. 27, amanhSa, na praca
da Independencia livraria n. 6 e 8.
Manoel Gomes da Cunha e Silva manda pira o
Rio de Janeiro o seu escravo crioulo, de oome Anselmo
O abaixo asonado, sendo exonerado de subde-
legado do 1." districto do freguezia de Jaboato, por
portara do Kxai. vice-presidante da provincia, datada
de 2 do corrente, cjulgondo de cu rigoroso dever pa-
tenlear, por esto prlo. o quanto be assaz agradecido
aosSrs., que pelas suas po'icoes, e mrito sao condig-
nos d'occuparem elevados cargos, cedrSo a pedido seu,
para coadjuvarem na inspectora dos quarteiroes do seu
dislricto, que ltimamente se acliavo empregados.
louvando-os enlretant da illibada conduela, quesem-
pro aprescntrSo, promover os meius pata manuten-
(ao da boa ordem : em rctribuicao, pois, do quanto
Ibes honrrSo, offerece Ibes o mesquinho preslimo de
sua inutilidade. Francisco Antonio Pereira da
Silva.
O abaixo assignado, vendo no
Diario de Pernambuco, de (|imita feira,
in do corrente, um annnncio com as let-
tras iniciaes A. D. IV, relativo o tins
penhores, e com quanto esteja bem con-
vencido, que tal annnncio se nao pode
entender com o mesmo abaixo assignadr
todava para arreciar de si qualquer sus
i eita, roga ao autor dd dito annnncio,
de ter u bondade de declarar pelo mesmo
Diario, se o dito annuncio entende-se
com o abaixo assignado (o que nao be
possivel).
JnIonio Domingos Pinto.
= 0 engenho Araguaba, na ribeira do Una,, be
minba legitima propriedade por titulo de compra ,
quedelletenbo desobrigas de bypolhecas, e diversas
dividas do casal reposicoo que tenho pago faltndo-
me pouco mais de 3:O00S000 de rs. livresdas dividas,
alm de bemfeitoria e lerragens que tenho no mesmo
engenho.
Essa queslao de inventario, a que allude csse enca-
potado annuncianle e Ihe chama serias questoes
udiciarias ha 15 annos pouco mais ou menos se
aeha decedida no juizo territoriai e na lelacao leudo
passado na sancbellaria e transitado em julgado; ese
algum direiloalguem se |ulga ter (o que se nega ).
use da acco quo em direito Ihe competir, e nao es-
teja a iiioilificar-me a paciencia com um aran/el, que
em nada interessa ao publico. Fsso tratante esse ca
valhtiro de indrustria quo procurou Iludir a meu lo
Joaquim Jos Pessoa e Mello para prestar seu nome (o
que anda duvdo ) em alguns desses annuncios me-
llw fora que tirasse a mscala o largasso o capote ,
o nao se acobertasse com o anonymo, porque mu pou-
paria o trabalho de responder; melhur fra que esse
monstro de ingratidao cuidasse em me pagar a quantia
de 1:4508 rs, resto dos 3:000, que com as suas cos-
lumadas tralicancas me roubou e quo se ja nao est
punido bem sabe a quem o deve ; mas, em lm nao
terei remedio seno chainal-o ao competeote tribunal,
n5o s para me pagar, como para latul-o espiar seu cri-
me faiendo assim mais publicas as suas licantinagens
e perversidades ; e se ja nao o tenho leito o mesmo
aposentando o seu nome. bo devido a certas conside-
racoes ; por. m estas teo de desappareccr logo que
e>sevelhacosu aprsente em publico desemburrado;
assim como deixarei de responder mais sobre tal objec-
to em quanto so valer da capa do annimo ou apre-
sentar nome do outrem sem que seja o seu propno.
Jote Antonio l>e$wa e Mello.
= Anna Joaquina do Espirito Sanio Maia embar-
ca a sua escrava Alaria de navio Angola, para fra
da provincia.
z= Antonio Dias Soulo vendo nos Diarios de 17
o 18 do crranlo um annuncio de ir sua escrava, de
nome Joanna, a praca por penbora declara que nada
deve,tendente a sua escrava.
= l)ao-se 200, a 300^ rs. a juros, com segran-
os : alraz do tboatro velho arniazens ns. 16 e 18, se
dir quem os d.
= Toma so urna crianca para se criar de leile, com
todo asseio e cuidado ; quem precisar dinja-se a
ra do Livramento n. 2, primuiro andar a qualquer
hora do dia.
Na ra Direita, n. 30, segundo andar, ensineose
meninas a ler escrever, contar, coser, bordar de re-
troz de ponto de marca do varias qualidades lava-
linlo, ludo com porfeicao : a pessoa que e propoe
a isso se comprometi com todo zolo a oducar suas
alumnasdamaneiraa mais satisfactoria: quem ao qui-
zer utilisar deslas babilitaees dgnem-se appareccr
para tratar do ajuste mental.
= Tendo. per parte da Senbora Joanna l-rancitca
dalrindadeCordero sido empenbado ao abaixo as-
signado um molcque crioulo de nome Jos, baixo ,
grosso bem preto cara redonda bem feto do cor-
po de 13 a 14 unnos pouco mais ou menos pela
uantia de 200, r., licando por fiador e principal
pagador Ignacio Jos de S Anna ; fugio o moloquo no
dia 16 do corrente e por issoo abaixo assignado o fai
publico e roga a qualquer pessoa que delle tiver no-
ticia, de participar ao abaixo assignado ; e quem o
prender leve a ra Augusta n. 90, que se recom-
pensar tanto quem der o aviso, como quem o pegar.
Jodo Jos Pinto Jlneira.
A mesa regedora da irmandade de S. Anna, erec-
ta na igreja da Madre de D. ot, convida aos irmaos da
mesma a comparecerem no domingo. 20 do corrente,
o meio dia no consistorio a fim de se procoder;.
leicao da nova mesa como marca o compromisso ,
lor ser o dia da (esta no domingo, 27.
__ No dia 17 do corrento ao meio da, do largo da
ribeira de S. Antonio, desappareceo um cavallo pedrez,
pequeo tendo o espinhaco incbado e com um par
de cassoaes novos roga-se as autoridades policas e
a qualquer pessoa que o vir do apprebendel-o e
leval-o a casa de Carlos Francisco Soares, na ra de
S. Thereza n. 48, que sern recompensado.
= Joaquim Jos Ferreira comprou a Senbora D.
Josepba Maris da Cota urna morada de caa terrea
n. 80, na ra Velbs da Boa vUta; quem e ulgar pro-
judicado com esta compra entenda se com o annun-
ciante.no espato de oito di; e, pawado elles.oada po-
der* reclamar.
= OSr. JoSo Germano de Paula dirqa-se a ra do
Rangel n. 3, piimeiro andar, para realisar o nego-
cio que nao ignora, quo, ha mute lempo devia es-
tur acabado; cujs demora e no espt-rava de S. S. as-
sim como tamben de sua impoltica em nandarrei-
posta as carta quo particularmente se Ihe teom di-
rigido e iHin se abalar ao chimados, quo por varas
veze so Ihe lem feito por esta folha.
= Joao da Costa Palma e Maria I.uzia viuva
deFilippe Nerj Nuncs, declarao que ninguem fsea
contrato de compra, ou oulro qualquer sobre a casa
da ra do Padre Florianno. n. 55; por isso que os an-
nunci.inles teem direilo obro e>ss casa como lio
mostrar pelo juizo competente.
Um homem Brasileiro se olTerece para admi-
nistrador d'algum engenho, por ter disso bastante co-
nhecimenlo, ou para outro qualquer genero d agricul-
tura ; est piomplo i sliancar s sua conducta : quem
do seu preslimo sequior ulilUar, dirija se ra da
Mangueira da Boa-Vista, na travessa da ra da Ale-
gra para a Gloria, n. lti.
___ Maria Candida Pina retira-se para a Europa, a
fim de tratar de sua ade. e deixa por seu bastantes
procuradores nesta cidade, para todos os leus negocios,
ao Srs. Joao Pinto do I.emos. dr. Miguel Arcbanj
da Silva Costa, e Angelo Francisco Carneiro.
Precisa-sc, para um engenho, distante 0 legua*
desta piaf, deum bom ferreiro, com companheiro,
que trabalhe cora o mesmo, dando-so aos mesmoi casa
de tclha para moraren, o tenda com os preparo ne-
cessaros, o o Ierro, e ac, que (rom preciso para n
principio do seus trabalho; e adverte-sc, que o lugar
he do interesse, e de haver muito quo fazar. A quem
convier. anda mesmo sendo estrangeiro. procure na
ruado V gario, n. O, a Guilbeime dos Santos Sates.
__ l'recisa-se de lima ama le leile fi
quesaiba pensar unta crianra: quem ativer
on acbar-se nestascitcninstancias, dirija-se
0 i andar do sobrado defronte do vi-
veiro do Muniz no principio do aterro
dos Alagados.
= Sevrino Jos do Mendonca. morador na villa de
Campia-Grande comarca da Parahiba faz saber
ao respeitave! publico que pessoa alguma negocie com
Manoel Ferreira Mondes Guimaraes morador na ci-
dade da Victoria um okravo do gento de Angola de
nome Francisco rom os signaes soguintes : baixo ,
rosso, cor um tanto lula nariz chato, um tanto cal-
vo pouca barba ps grossos e em um dclles um de-
do de menos ; representa ter de idade 45 annos pou-
co mais ou menos; cujo escravo pertence a > abaixo as-
signado ; assim como lamben oulro escravo de nomo
Domingos, do gentio de Angola, bem explicado no
portuguez, cor bem pret nariz afilado rendido de
urna verilha ropresenta ler da idade 32 annos. pouco
mais ou menos ; consta que o dito Mendes GuimarSes
j,i o vender ; a pessoa, que o comprou,queira annun -
ciar por esta folha oonlender-socom o Sr. Antooio
Leandro da Silva morador na ra do Caldeiroiro des-
ta cidade por sor procurador bastante do seu legiti-
mo dono. Sevrino Jos de Mendonca.
;= Ha para alugar urna casa terrea oom muito bons
commodos, na ra da Gamboa do Carmo n. 20; quom
a quizer. dinja-se a rui do Cabug loja de lazen-
das, de Pereira & (iuedes.
= Aluga-se urna pequea casa na Iravessa do Po-
cinho desta cidade : a tratar na ra larga do Rozario
n. 44 por preco commudo.
= A mesa rogadora da irmandade do Divino Espi-
rito Santo avisa a Iodos os irmaos que a mesa geral,
annunciada para domingo passado ficou transferida
para amanbaa 20 do corrente,a 10 hora da manha.
__ O abaixo assignado, sonhor do eteravo de nome
Antonio, crioulo, idade pouco mais ou menos de 2H
annos, estatura regular, cheiodo corpo, barbado, com
cantos na cabca, rosto redondo e bem fallante, por
compra quo delle Tez em tidejnnbo ultimo a Jos Leo-
nardo, desta prava, que o bavia comprado Joo Fer-
reira de Alrr.eida Calado, morador no Altinbo,termo do
Bonito, roga a todas os autoridades policiaes, e captes
de mallo,quo hajio deo apprehender.emqualquer parte
quo elle se achar, visto acbar-se fgido, desde 8 de mar-
co do corrente anno, eoconduzao a ra Direita, so-
brado n. 40, morala do mesmo abaixo assignado, que
se responsabilisar pela despeza, que f.>r leita com a
captura do mismo escravo, e promelle 50, r. de grati-
cacao a quem Ib'o enlregar. Jote Fernandes da Ciut.
= Carlos Ricco e Margarida Lemos relirao-se para
fra Ja provincia.
__ () Sr. A. D. P. venha resgatar os seus
penlioros que empenliou a urna senbora ( a qual
nfio ignora) por setenta ecinco mil rs. por seis mezes,
e j faz mais de um anno ; e.nio vindo tiral-os nestes S
dias, vender-se-bo para satisfaefio do dinhuiro ; licsn-
do o mesmo Sr. responsavel pelo resto, o os juro.
= Aluga se um preto para socar assucar. ou outro
qualquer servivo e be bom canueiro, sendo o aluguel
pago mentalmente ; em Olinda ra do Ralde cata
terrea n. 24 e no Recite tanque de agoa da ra do
Apollo n. 28.
= Pelo juizo da segunda vara do cvel escrivao
Sousa vai j praca do venda urna escrava de nome
Joanna boje 19 do corrent.t, por execucao eoca-
minhada contra Antonio Dias >outo.
= Aluga-se o terceiro andar da casa da esquina da
ra do Rozario n 39, defronte da igreja : a tratar
na ra doOuoimado, loja de ferragens n. 50.
= Quem precisar de roupa engommada obra com
lavarintos lencos com pontos de marca roupa
macada costura cbaa florea de panno para igreja ,
e de pennas e papis para casticaes ludo com pe -
fevfio dirija-aea ra do Cabuga n 16.
= Aluga-se urna elegante casa terrea, na ruada
Estancia com duassalas 4 quarlos coznha fura,
quintal murado e cacimba : a tratar na Estancia com
Jos Baptista Kibeiro de Faria.
- Da-se dtnbciro a premio sobro penhores de ou -
ro prata ou bypotheca ; na ra eslreila do Horario
n. 50, segundo andar.
Claudio Dubeux. testamenteiro dativo do finado
Joao Antonio Martins de Novaes, tendo acceUdo esta
testamentaria, resolveo o embargo, que oscredores do
mesmo Novaes bavio verificado nos ben da massa ;
adiase entregue da casa, o por isso habilitado para
receber, e patsar quitaie ao devedores da testamen-
taria ; aos quaes o annuncianto roga, venbSo quanto
antes remir seu crditos paianao se ver na precisSo de
realisar a arrecadacao por meios judiciues. O annun-
cianle mora na ra das Larangeiras, n. 18.


z=r.
-U*
-i Aluj.-.-so, por roiniiinJo prer- urna caa Correa
muiti> lirga nu ra da oh-dade, coni (i qnart duas
salas corredor no lado eozinb (ora, quint;-! mura-
do e nutro rnoior cercado, com muilo Lea agoa de
beber : n tratar 11.1 ra da Aurora n. 58.
ss Precia-se de urna ana quo tenhn bor lello
m que seja desimped'Hi para criar un, menino da 20
lias ; na ra Helia, sobrado n. 37
Prccua-so de urna muthor capa/ que saia com
urna preta a tender fz>>ndas ; qu-'m estive ne.si.as cir-
cumslancias, dinja-se a ra eslreita do Rozario n. 43,
primeiro andar.
A pessoa que aqu nesla cidadn comprou um
('-'; a vi> ( do qual ignora-se o ooinc) indo da cidade do
Rio-Grande-do Norte ; cujo escravo lora de Seraim
doa Sanios Braga, morador na illa do Touros daquel-
la mcsina provincia ; suppoe-se andar fgido, e Tora
visto em MaraeaJBii onde fura amarrado p''lo inspec-
tor de quarleirao e da priso fugira ; pnrm sabe
que se acha por aquolles meimos lugares; oquem
no mesmo escravo tiver direilo o or seu legitimo so-
l bor dirija-se a casa do abaixo assignado na ra
das Cnco-Pontas n. Gj.quena mesma ei islam pes-
soas m ranchadas daquelle lugar, que daro noticias do
dito escravo e que nao exceda do dia 1!) do corrento ,
por eslarem do viogem.
Manoel Felit A Ivs da Cruz.
A pessoa quo quer a obra do geometra
Linio Carlos Dupin dirija-so a ra Uireila 11. 78.
Precisa-se alugar pretas para venderem BZeite de
carrapato do meio dia para a tarde ; na ra pur do-
tra/. da matri/. da Boa-Vista n. 14.
Manoel Alves Ferreira, por alcunba Manoel das
casimiras, mudou a sua residencia da ra das Cruz.es,
para o boceo do Tboatro n. 1, por cima do boliquim ,
primeiro andar.
Soedade ifteatral Thaliense,
O primeiro secretario avisa aos Srs. socios, quo
os bilhetus para a recita do dia 10 do corrente dis-
dribuem-so nos das 17, 18 e 19 do corrente cin ca-
sa do thesoureiro, na ru.i do (Juoimado n. 67. Sexta
luir pelas 7 horas da Larde reune-so o concelho para
approvaefio de convidados. O concelho ad ninistralivo
roga aos Srs. socios, que tiverein de dar seu cario ,
bajo de ir buscar suas partes no dia 18 para serom
approvados pelo concelho. Hoga-se a todos os Srs. so
cios que anda nAo cumprirao o artigo 32 dos esta-
tutos hajio do o cumprir ,'il o dia 10 do corrente.
= CJuem tiver um moleque para alugar, dirija-se
a praca da Independencia 11. 7 para tratar do ajuste ;
emhora soja pequeo.
= Um rapa/, casado, com pouca familia por ser
composta de 3 pessoas oflereee-se para caixeiro de
al;um engenlio perto da praca c Umbem para ensi-
nar meninos a ler, escrever, contar e grammalca por-
tugueza ; quem quizer annuncie.
pelo
Compras.
= Coiiipra-se apohees da companhia do cncana-
mento das agoas ; na ra da Cadeia do Recife casa
o. 41.
= Compra-se una marqueza com assenlo de pa-
Ihinha meia duza de cadeiras americanas om se-
gunda m2o o estando em I mu estado ; na ra de
Hurlas n. 112.
= Comprao-se dous escravos um pedreiro e ou-
tro 1 arpia,para umaencommenda do Rio-Gran Je-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, negao-so bem ; na ra
do Collegiu arma/em 11. 19.
:= Compraose, para lora da provincia escravos
ile 1 -i a 20 annos sendo de bonitas figuras pago-sc
bem ; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar de varanda de pao, n. 20.
=.= Compra-se urna casa terrea em qualquer ra
desta cidade, quo sirva para negocio de venda paga-se
bem ; quem livor, annuncie.
= Compra-se Dcssin I mi-ai re et arpentage pour
toutes les ocoles primaires, quelquesoil le modo d'ins-
Iruction qu'on suive par L. B. Francorur; avec
son atlas; quem tiver, annuncie.
Compra-so geometra e mechanica das artes ,
oflkios, e das bellas artes curso normal para uso dos
artistas &c. pelo bario Carlos Dupin cornos seus
.') lomos da sua composigo som os quaes nao serve ;
quem tiver,annuncie.
= Comprase um berro em meio uso; na ra do
Oucimado n. 57.
Vendas.
Attenco !
=Vende-se a 120, 140,100 e 180 rs. o covado do
chita ditas linas a 220 e 250 rs. o covado, sendo es-
curas, madapolio a 150, 100 o 180 rs. a vara dito
no a 200, 220 e 240 rs. dita madraste uno a 280
re. avara, meios chales do cassa de quadros a 300 rs.,
chilaa 140 rs. o covado, lindissimos cortos de cassa-
chitas a 2000 rs. o corle cbadrezea de linho para ja-
quetas a 320 rs. o covado, muto boa qualidade, supe-
rior setm preto de Macu para collete a 4'iOO rs. o
covado dito entre-lino tambem de boa qualidade, a
3200 rs. o covado, lustojbranco de excellente qualida-
de a IODO rs. o covado algodio liso de boa quali-
dado a 100 rs. a vara dito americano largo, muito
encorpado a 220 rs. a vara, dito trancado azul mes-
ciado a 2() rs. o covado, muito encorpado zuarte
azul de vara de largura a 260 rs o covado muito boa
fazenda para pretoi casimiras de quadros de bom
gosto para calis a 1200 res o covado lencos de
cassa pintados a 100 rs. peras de bretanba de rolo a
1800 rs., apera, ditas de bretanba depuro linho.de
II varase 2800 e 3200 rs. hrim tranca,!,, branco de
puro buho muito encorpado a 1400 rs a vara es-
gui'i de superior qualidado do verdadeiro e puro li-
nho muito fino a 1500 rs. a vara, pecas do chitas a
4400 8800 5500 e 6000 rs. a poca escuras, ditas
do madapolo a 2800, 3200 e 3400 ri. dito fino a
4000, e 4200 rs. a peca, madraste lino a 5200 e 5400
ri. a pega caisa de quadros para babados a 5000 rs.
a peca riscadiohos trancados a 200 ri. o covado ,
muito boa fazenda para meninos cambraia lisa de
vara de largura a 000 e 800 rs. a vara castores ou
riscados a 240 ri. o covado, superiores cortes de chal
de listras de seda a 16a rs. ditos de leda com flores a
50,000 rs., o corle, mui rica fazenda superiores
co'tei de rafa-obitas, modernos padroes, a 4200 rs. o
coite, cambraia de list'as brancas adamascadas a 5/ r*
a peca, barja lirspanliuls Pna muito enoorpad.i a 2300
eSOOrs o covado, dita francoza larga a 16 00 rs.
o covado escocez doalgodo para vestidos a 3t 10 rs. o
covado, brim trancado de quadros para calcas a 500
rs. ocotado, de bonitos padr5e chitas lin is de
ofto muito moderno a 3 sol, do .eda para homeni n o'rs. ; alem di istas fa-
zenda oulras umitas por barato proco : na ra do
Collegio loja 11. I, de Antonio de Azevedo Vi llarou-
co& Irinao.
= Vende-se colla do superior qualidade, por pre-
co commodo ; no iriimn-iii de Fernando Jos 6 raguez,
ao p do arco da Conceico.
= Vende-se um refe com corrame e b.nd a para
inferior de guarda nacional, tudo em bom estado, e
por preco commodo ; em Fra-do-Portas, ra do Pi-
lar n. 141.
= \ende-seurna preta quecozinba oordi naiiode
un.a casa coso, cnsaboa e faz todo o oais s rco de
urna casa ; na ra da Mangueua n. 18.
= \ ende-se urna porgo de portadas do ledra da
trra lavrada cada urna portada por 27* rs. e urna
ponSode solelras decordao cada um palmo por 680
rs. : na ra da Praia de S. Rita n 22.
= Vende-se cera de carnauba de superior qualida-
de em porcao e a retalho ; na ruado Ranjel o 1.
= \ endem-so meios bilhetes da loteria do- Guadclu-
pe a .'idii rs. : na ra doCabug loja da esquina,
de relojoeiro.
= Vendem-se lencas do algodo o seda de bonitos
padroes a 640 rs. casimiras de algod&o muito encor-
padas e de quadros pelo baralo preco do 480 rs. o cova-
do riquissimos cortes de cohetes de quadros a 2r60
rs. o covado ; na ra do Crespo n. 14, luja de Jos
Francisco Dias.
=Vende-so urna porcio de cera amarella em arro-
bas ou libras, como confie* ao comprador; na ra
larga do Rozario, venda n. 29.
= Vende-se potassa americana muito n-ova em
barril pequeos; na ra da Cadeia do Recife; arma-
zn! de assuca n. 12.
= \ ende se salitre refinado em barrilinhos do 3
arrobas < mtia, oleo de amendoadoce em latas de 20
libras, mercurio doce em caixinhas de 10 libras, al-
vaiade e chumbo de munigio; em casa de Fox Brothers,
na ra da Cadeia, n. 02.
- \ ende -se, por prego cominiiiodo urna preta de
30 annos lava de sabio cozinba e lie boa vende-
deira ; um moleque de 15 annos, de bonita figura ,
e sadio ; na ra do Nogueira n. 27.
- Vcndc-se um preto crioulo bom trabalbador de
enxada, proprio para o servico de campo ; na ra da
Aurora n. 4.
= Vende-se um cbronometro.cbegado ltimamen-
te de Liverpool ; na ra da Cruz n. 13, em casa de
Ridguaj Jamisson & Companhia.
= \ endem-so 4 escravas de nagao mocas, de bo-
nitas figuras proprias para todo o servido ; urna ne-
grota do 15 annos de nacao ; urna escrava crioula do
24 annos engomma cozlnha e lava ; duas pardinbas
de 11 annos, de bonitas figuras cosem chao e la
zem lavarinto c renda ; urna dila de 8 annos, muilo
linda ; um negro de nacao peca para todo o ser-
vico ; um dito ae servico de campo, por 3008 rs
dous molccotes do bonitas figuras, para todo o servico ;
na ra das Cruzes n. 41, segundo andar.
= Vende-se um roquete oovo para clrigo mu-
t".Mi| eran ; na ra da Cadeia do Recife loja de fa-
zendas ile loan Lar.luso Aires,
= Vendem-se charutos de regala muito supe-
riores chegados ltimamente por preco commodo ;
na ra do Trapiche n. 13 segundo andar, casa de
Novaos & Companhia.
ss Vende-se urna preta de naci do bonita figuro,
e muito robusta para qualquer servico principalmen-
te para o campo, por Irabalbar bem de enxada e he
mariscadeira : no Recife tanque d'agoa da ra de
Apollo n. 28 ou em ( Huida ra do Balde n. 24.
= Vende-se urna preta de 18 anuos, pouco oais ou
menos sadia, e com algUtnAl habilidades ; a vista do
comprador se dir o motivo da venda; na ra do Ca-
bug, lija deourivesn. 3.
= Vendem se 6 moradas do casas na ra do Coto-
vello n 19 urna dita na ra de S. Ta-reza n. 17 ;
ra Imperial duas de taipa ns. 201 e 206 de lij-
lo ns. 44 e iii distas duas existe urna travejaua ;
mu a'o erre ruin urna meia-agoa n. 109 em estado
de se levantar um sobrado de dous andares : a tratar na
ra Imperial n. 218, com Prancisco Xavier das Cb-
gas.
= Vende se urna linha ou trave do embrindiba
com 62 palmos de conipriinento e pioporciunal gros-
sura ; urna canoa aberta de carga de 600 lijlos de al-
venaiia grossa, mui bem constru la e fabiicada de pro-
limo : na ra da Aurora n. 12.
sss Vende se farinha de mandioca om saccas muilo
fina e barata ; no armazn: delronte da escadinha da
alfandcga.
= \ ende-se urna parda que engomma perlera-
mente cnzinha o diario de urna casa coso bom e
faz bicos o rendas; na ra do Crespo n. 10, primeiro
andar.
= Vende se um casal de escravos com urna cria fe-
mea de 8 annos; o preto ganha na ra: a negra co-
zinba o diario do urna casa, engomma liso, cose bom,
botd 1 e faz lavarinto e a cria tem principios de cos-
tura: na roa da Senzalla-Velha n. 142, segundo an-
dar.
= Vendem-se estojos de navalhas do cabo de mar-
ino inglezas, a contento, botins e meios ditos de Lis-
boa chocados ltimamente ; na ra larga do Boza-
rio 0. 24.
Cera lavrada.
- Vende-se em caixas de 180 libras cada urna, sor-
tidas desde duas at 16 em libra ; oa ra da Senzalla-
Velba ermazem n. 110.
= Vendem-se chitas para coberta, de bons pannos
e cores fias com estampas e arvoredos lii gindo mal-
tos, pelo barato prego de 160 r. o covado, fioissimas
chitas francesas muito largas, de assenlo escuro,
de quadros e listras cores (xas, a 320 rs. o covado,
dita a 260 rs o covado, lanzinbas de booilos padroes
a 5200 rs. o corte e a 320 rs. o covado cortes de cas-
sa-cbtas de todas as cores e muito largas a 2/rs. di-
ta em vara a 400 rs. dita transparente a 2560 rs.,
cortes de chita de assenlo escuro e cores lisas a 1600
rs. chitas cor do ganga e de outras muitas cores e
muilo finas a 200 rs. ditas escuras da lindos padroes
a 160 rs., e em pegas a 5500 e rs., pecas de brota-
nh^is de rolo de superior qualidade a 2} rs. algodAo
ti'.nrado muito largo e escuro proprio para roupa do
esi r ivos a 2i() rs. algodio americano muito encor-
pado a 220 rs. a vara dito muito largo o encorpado ,
proprio para lences a 280 rs. madapolOei de todas
as qualidades e mais azondas tudo por barato pre-
co ; na ra do Crespo n. 14, loja do Jos Francisco
Dias.
=Vende-se a armacSo de urna venda, por commo-
do prego, e bem assim, a retalho,louea e mais gneros ;
no largo de N. S. do Terco n. 11.
= Vendem se bezerros de lustro de superior quali-
dade recenlemento chegados; colla da Rabia a 12/
rs, a arroba ; urna balanga desimal, capaz de pezar
duas mil arrobas, em estado perfeito; Da ra da Cruz
n. 55,
= Vende-se urna casa terrea na ra da Gloria n.
00 com 5 quarlos em cbios proprios ; na ra do
Crespo n. 10.
Vende-se cera de carnauba em porcio e a re
(albo ; na ra da Cadeia do Recife loja n. 20.
= Vendem-se travs de madeia de qualidade de
32 a 54 palmos de comprimeoto, e de difiranles gros-
suras ; na ru ra da Cadeia do Recite n. 20
Vende-se urna prela de Angoia que cnzinha ,
co.e, lava desabSo e varrella e he do bonita figura ,
por preco commodo ; na ra larga do Rozara n. 40 ,
primeiro andar.
Vendem-se meios bilhetes da lotera de N. S. do
Guadelupe ; na ra do Collegio loja n. 1.
Vendem-se meias de seda preta, do peso, para se
nliora e meninas sapatos de duraque preto e de cu-
res para senbora e meninas, ditos decouro de lustro ,
hotins de duraque com pona de couro do lustro para
meninos e meninas bolina, bules e sapatos de couro
de lustro para bomcm e meninos, lacas de marim
para fechar carias culber de dilo para rap e muslar-
da meias o luvas do 18a para doentes ligas de seda
do Porto linha de marcar em miadinhas de Lisboa
facas o garlos para changas lacre encamado o preto
superior suspensorios de meia de seda tinta do
marcar roupa essencia da formusura ou oleo da
China pos carminados para denles, o anda algum
rap de Lboa ; na ra da Cadeia do Recife n. 15 ,
loja do Uourgard.
Vende-se muilo boa sarga-parrilba ebegada
prximamente do Par ; ao p do arco da Conceigao ,
armazem de Fernando Jos Rraguez.
Vende-so champanhe muito superior, cevadinha,
bervilbas e saceos vasios ; na praca do Corpo Sonto
n. 11 em casa de Me. Calmont& Companhia.
Vende-se um casal de rolas hamburguezas; na
ruadas f.arangeiras sobrado de um andar de varan-
da de pao pintado de verde e que tem um lampiao
pegado a porta da ra.
Vende-se urna preta moga, de naci Costa ;
urna porgio de livros, em uso; urna porco de bicos
hrancosde 3 a 4 dedos do largura; sapatos para ho-
mem senliora e meninos ; sola e couros u.iudis a>-
parelbados; alguma madeira ; urna espingarda de 2
canos para caga ; na ra Nova, loja n. 58.
Vende-se uina morada de casa terrea na Boa-Vis-
ta na travessa do Quiabo o. 4 : a tratar na traves-
sa do Veras n. 3.
Vende se a armago do butiquim da ra do Tor-
res n. 18 ; a liatar no Trapiche do Angelo com Fpi-
fano Jos Antuncs.
Vende-se um escravo mogo muito reforcado e
de bonita figura sem vicios nem achaques ; ao com-
prador se dir o motivo da venda ; na ra de Hortas
n. 112
= Vende-se graxa do Rio-Grande, por preco
commodo ; na ra da Praia n. 23.
=" V ende-se urna barcaea de loto de 52 caixas, que
se acha no estalciro aira/ da casa do Snr. Carduzo ,
prestes o ir o mar, onde os protendentes se devem di-
rigir, a l ni do examinar, niosa porfeicaoda obra,
o seguranca como as boas qualidades de madeiras ;
tambem se vendo outra nova, do 16 caixas, que tem
6 me/es ile nuvojjagio e urna canoa de 0 a qual se
prometle dar a troco de barato : a tratar com Jos I li-
gino de Miranda.
=Vende-sea bordo do biate Especulador fari-
nha de mandioca de boa qualidado o mais em con-
la do que qualiuer unir.
Vendem-se as seguintes obras: Castello de Gras-
vile, por 3j rs. ; as Luziadas de Canioes, 1% rs.; car-
tas de Eehoa Narciso 700 rs. ; Galera Pittoresca da
historia de Portugal 1000 rs.; Geographia univer-
sal 3/ rs. ; 2 volumes do Panorama boa encader-
ii.naii, 8/ rs. ; Tentativas poticas conlendo varas
pecas l/rs. ; Calatea novella pastoril. a 1 *000 rs. :
na ra doCabug, loja de fazendas, de Pereira & Gue-
e outras mullas, poi preco mais com-
modo do em que outra qualquer parte-
Diccionario Magnnm Le ticon, ediccao dp
ib.43, muilo augmentad*, pelo commodn
preco de 68000, lloratius em '} volmnes,
por 3,saco : na Praca da Independencia
loja de miudezas, n 5.
Na botica nova da ra des Qui-
tis, de Jos Mara Gon$alves liamos, |,a
um bom sorlimento das melhores semen-
tes de bortalica, vindas prximamente
de 1, sima.
Vendem-se meios bilhetes da lote-
ria de Nossa Senbora de Cuaddupe, que
corre imprelerivelmente no dia ai d0
corrente, a 414000 : na ra do Crespo n.
16, loja de Jos Azevedo de Andrade.
Escravos Fgidos
= Vende-se um preto bem possante ptimo para
todo o servico ; na ra Direita n. 12.
Vende-se urna prela de bonila (gura e muito
babil ; na ra da Palma n. S.
= Continuo-so a vender coeiros bordados de me-
rino a jj rs. cada um ; na ra doCabug tojas de
lazendus.de Pereira & Guedes.
=Vende-sc arroz de casca em saccas, e alqueire ,
por prego commodo; no Passeo-Publico, venda
n. 9.
= Vendem-se 3 negrinbas de 14 a 16 annos, mui
lindas, e ptimas para mucamas por serem recolbidas,
o com varias habilidades ; dous moloques de idade de
14 a 18 anuos; dous escravos de nacao de 20 annos,
todos de boa conducta o quo se afiance ao comprador :
na ra Direita n. 3.
Vende-se farelo, pelo mdico pre-
co de 4^000 e 2.s'5Go rs. ; na ra da
Senzalla- Velha n. i3H.
Veude-se vinagre superior a
ris a caada ; na ra do Aterro dos
A loga dos n. 7.
Vende-se a muito interessante obra
mez de Maria a qual conten a vi-
da de iNossa .Senliora, muito til para as
Senhoras com encadernaco dourada,
e estampas mui linas de Nossa Senbora,
5oo
= Na noute do da 15 para 10 do corrente mez de
ulho desto anuo, fugio um preto de nomo Joao de
nacao Angola, de idado pouco mais ou monos de 30 an-
nos com os signaos seguintes .* falla muilo bem, que
at parece crioulo alio grosso do corpo bem pi.
recido cor muito prela ; levou caigas de algodotinho,
o camisa de algodozinho entrangado e chapeo de en.
corado ; ps comprdos, os dedos grandes dos mei-
mos licio um tanto por cima dos outros dedos be tri-
balhador a bordo dos navios, na estiva e de catraeiro:
quem o pegar, leve a rus do Pilar o. 4 que ser re-
compensado do seu tr. balho.
= Em odia segunda feira do Espirito Sanio, do
annno passado fugio a preta Catharina do naci
Angola, ladina, alta, bastante secca do corpo, seio pe-
queo cor muilo preta bem feta de rosto oltios
grandes e vcrmelhos, com todos os d-ntes oa frente,
ps grandes e um pouco mettidos para dentro, muito
conversadera e rsonba de idade de 22 annos ; tem
sido encontrada na Estrada-Nova da Magdalena e no
Atterro dos A logados, vendendo verduras, e aos do-
mingos no maracal des coqueirosem dito Atierro dos
Afogados : ha pouco, fui ella vista por um moco ti
Rindo da casa do palacio do governo, na ra de S. Bea-
to emOlinda, para onde tornou a entrar; be pro vi-
vid que estar por all oceulta visto o dito palacio esa
tardovoluto: a dila escrava pertence a Manoel fran-
cisco da Silva na ra estreita do Rozario n. 10, le-
cciro andar ou em seu sitio em S. Amaro.
Iiesapparcceo, desde o dia 1-1 do corrente, 1 par-
do de nome Pedro altura regular, cheio do corpo,
de idade de 30 annos pouco mais ou menos, pean
um tanto finas, cara enrugada ; levou camisa e corou-
las ; suppoe-se ler mudado do traje pouca Lares;
julga-se andar aqui nesta prega; roga-so a toda e qual-
quer pessoa que o pegar o conduzaao sogundo an-
dar da casa n. ao lado do largo de palacio, com lui-
dos para a ra doQueimado ou na ra du Crespo,
loja n. 4 que sera generosamente recompensado.
= Anda est fgido um preto de Angola de no-
me J0S0, baixo, relurcado do corpo cor bastante fu-
la, cara redonda ; levou caigas usadas de Liim braneo
(rengado e camisa de algodo/.inbo liso ; quando fu-
gio tinba urna corrente no p direito que devo ter 1
marca o consta que j a tirou : quem o pegar, leve
ra da Alegra n. 54 que ser recompensado por tea
senhor.Marcollino Jos Lopes.
Fugio, em selembro de 1841, do poder do abai-
xo assignado, um seu escravo de nome Joaquim di
nacao Angola,do idade, naquelle tempo de 20 annos,
pouco mais ou menos, sem pona de baiba altura
regular cara redonda bem parecido falla muito
moderada bastante ladino, ps grandes em proporcao
da altura; tem no peilo direilo urna marca de fogo com
estas ledras juntas 1CT que truuxe de Angola em
1829 era esta em que o recebeo daquelle reino : ro-
ga portento o mesmo abaixo assignado a toda e qual-
quer pessoa que do dito escravo souher ou o possi
enconlrar o prenda e conduza a ra da Cadeia do
bairrodeS. Antonio, casan. 25, que gralilicara com
cem mil rs. assim como prometle guardar segredos
pessoa onde o mesmo possa estar oceulto visto que
esle escravo lo sedu/ido desta praga e conduzdo pi-
ra lugares do Sul desla provincia segundo consta por
indagan") s; motivo este,porque suppe o mesmo abaiio
assignado nao lite ter apparecido ale lioje dito iscravo,
apezar de diversos anouncios quo j tem le i lo.
Fugio,mais em 8 de abril do corrente,anno urna par-
da de nome Catharina, representando de idade 20 a H
annos, pouco mais ou menos, altura regular. peitos
grandes, cabello cortado o meio louro porm com-
prido as marrufas bocea larga ecom um denle de
menos de um lado da parte superior; cuja escrava
bavia recebido, poucos dias antes, da cidade do ico.
por ordem de Joo Lu/ Goucalves Vianna ; a qual na
sua fgida foi presa na villa do Limoeiro ; a>sim corno
ou tro escravo de nome Quirino quo tambem bavii
fgido, na mesma occasio do poder do abaixo assig-
nado ; cujo escravo recebeo porm nao aquella es-
crava ot boje, visto que, segundo consta por pessoa ,
que mandou quelle lugar para esse fim a dila p-irdi
se hava evadido da priiio, que as autoridades daquel-
le lu;ur Ibe liaviao destinado para averiguago de co-
nheeer se era forra, ou captivo visto ella inculoar-N
por forra : portanto tendo, avisado para o Ico a fgida
desta escrava, leve a participaeao de all nao ter ap-
parecido at 18 do de junho ; suppondo assim estar
acuitado por alguns lugares do mallo ou que seguase
a estrada de Paja-de-Flores : no entanto gralilicara
generosamente a qualquer pessoa que a conduzir ao
mesmo abaixo assignado. Francisco Joaquim Lar-
doto, r"
=Fugio. em principios do mez de maio p. p., do en-
genbo fiiacbo da provincia das Alugas um escra-
vo crioulo de nome Lourengo de idade do 18 a i9
annos, est bucando, altura mediana, secco pernas
bragoi finos,bastante preto, alguma cousa den tugo: qu- m
o pegar, leve ao dito cngenbo a leu proprietario Josa
Marinbo l-'alco ou nesta praca a Manoel Gomes a
Silva na la da Cadeia do Recife.
PEKN. } KA TYP. DE M. F DEFAMA itfq5-
i


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