Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00832


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Full Text
huno de lM>.
0 IHMIIO publica-se indos os lias que
ho forera de guarda: o preco da signa-
tura be de 'i'is. por quartel pagoi adtanAtaos.
lh aununclos dos assiguautes sao inseridos
, raio di' 20 r#l l,ul' linlm, 40 rs, em t> pu
,1 llrente, e as repetirnos pola motad..
ti,",iin- nao fon-iii sslgnantea pagaoBOrs.
linlia, e Ido cin typo difterente.
I'IIASES DA LA NOMEZ DE H'I.IIO.
|Tl.ai.ovaa4Mh.cin.nln.d.Uirdc.
I. .,.sc,-nte a 12 aos ininiiios da tarde.
I, .'.',,.I,ria a lilas 3hor. e 43 mili, da man.
hiingoante a 20 a 1 hor. da mlnlia.
Sa libado 12
V1CS!ffi!P1HU*mi
PARTIDAS nOS CORREN*.
Ooianna Para li y na, Pltio Grande do Norte
Segunda e Sexta* felras.
Cabo, Soritihacm, Rio rotuloso, Porto' Cal-
vo, o Macoy, no 1 ", 11 i: 21" do cada inei.
Oaranliinis r Bonito a III c 24.
Boa-\ isla e Flores a l.'l c 28.
\ doria Ouinlas IViras. ,
Ollnda todos os das. fc
PREAMARiDE IIOJK.
Primeira as ln li. e 54 min. da nianlia.
Segunda as 11 b. c 18 minutos da tarde.
do ,f ulho.
DAS DA SEMANA.
do
v.
7 Segunda S. Pulquera, :umI.
D-d.i2. v., e do l. M. drt,
8 Terca 9. PrOCOplo, .un. do J.
da 1. v, e do 1. dos Paltos.
9 Ouarla S. Cyrlllo. auil. do -I. de
,'l. vara.
10 Quima S. anuario, aud. do lula
da 8. vara, e do 1. M. da I. e i.
11 Sexta S. Sabino, aud.doJ de i)
v. do clvel, e do-. J. deis Pellos.
1-2 Sabbado S. I'ehx, aud. do S.
da 2. vara.
13 Domingo S. Anacilo.
.!. de
de D.
I). da
de i.
da l.
de li.
Anno XX NT. 1*2.
CAMBIOSRO DA II DE MMo.
Cambio sobre Londres. 25 '/,{'' 25
'.ui/. ft70 rol por IV.ni1 o,
o Lisboa 120 por 100 de pi pin.
Oes.-. del.-(. de boas firmas l '', l "; i>."..
Owro-Oncasliesnanliolas 3I#800 s -1/900
Moeda deO#4(Wvel, ISOOO a 18/100
,, deC/'OOnov. I7#80u a 18
dfJoOO W500 > '
r,t,i l'll.llrs .... WWW a
Pesos Columnares. 1^980 a
luios Mexicanos I#!'40 a
Mu.mI.is de 2 pala.-. 1/TS" a
,,,.71111
i/oo
1/800
AccOesda C." do Bcberlbe de 50/000 ao par
EXTETim
REPBLICA DO PARAGUAY.
dlltimpcdo, 20 de abril di 4845.
IMIKPKVDENCIA DO PARAGUAY.
O povo paraguayo alo pude ver, e nunca ver com n-
MTeronc ataques dirigid. contra seus directos, o prin-
"I
1 ueuii- contra seus niais charos direitos. Livro do
turl.ilho das pnixe* (|ue por espago di: trinla c cinco
.unios tero derramado tanto anguc o imninl.id.i umn
vjctiin*) ill .1-11 es, soube conservar a preciosa c creadora
pal, o guardar constantemente n respeilo Jcvido ao di-
leilo das uacos ede seos guvernns. Una tal conducta
.I.iva-llie a iuteira esperanza de justa reeiprocidade; mas,
m mpre que nambieao intenta .luminar, principia pelo
e-quecimento de toda a idoin do dever: a ambicio 00
direito HJn niinigos irreconeiliii veis.
A Gaceta Mercantil de Buenns-Ayrcs, no son numero
(i.ifO do 15 de Janeiro p. p. insuflada pela ideia de um
predominio ceg, dirigo nina uH'ensa grave, c nao pro-
vocada, repblica do Paraguay, comb.itendo n su 1 in-
dependencia nacional, offensa quoadquire um carcter
aiuda m.iis subido e odioso qunud.i o reflexiona que es-
te artigo leni n cunbo de ollieial, pois que sera ello nao
lena a sua dis'nosifo o archivo argentino para extractar
a correspondencia do governo do Puragu.-n.
Tan notavel circuiustaucia, a catnruza do dito artigo,
i 01 rsforQos 1(110 a iiapronaa de Buenus-Ayres cmnrcgn
p.ira impugnar aIndependenOS da nossa patria, c aprc-
i.mtal-a ao* ollios daauecdea oomu una rntidade pfb-
lilemstiea e infundada, exoitau os sentimentos danaco-
nalidade, c sao incompativcis com o silenuio, menino
eo.no llgnol de dcprcto, [mis quo poderia ter a inter-
preiaeao d.i temor.
V independencia da repblica do Paraguay lie a basec
cundcao indiapcusnvel para afelicidadc de seus til los
quasi todos viran lu do dia nos bracos da sua patria
Libertina e livro de toda a subjeicu estraugeira. Sera in
dependencia, oontideral-a-hiao j como subordinada a
11 nij vontade longinqo eimpro vidente, quaudu naobos-
til, c seus costuraos, opinloos c destinos escravisado ao
arbitrio allieio : basta SO a ideia para excitar n indig-
n.ieo.
U governo argentino, nao s se nega a ratificar 0 rc-
......Iieciniento da nossa independencia, acuno que pre-
tende tambora obstar a que as domis potencias llie pros-
lera u seu reconlicciiiiento. So limitasse sua poltica ao
que I he lie relativo sera inculcar a intcnce queassim
manifcsta, Soria de.sncecssaria a diseusstlu, esuuonleu-
l.iria a nossa patria com diier-llic que lia ja tinta 8 cinco
annus que lie indepeiidentc de ficto e de direito; que
pssa sabia deliberacau txlvou um poro iuteiro dos furo-
res da anarcba, 0 da guerra s.ingiiiiiiilenla o exlermina-
ilora que por csse largo 0 enlutado periodo devaslou I
l.oiileder.-ir.io Argentina ; que com una popolaciu qua-
n i;;ual de toda a Cunf. deracao co-n recursos sullici-
eiites, cora hbitos, paisOos o intersea pruprio* e din
'.nietos, desoja continuar a viver iiidependeiite, o lia de
tivrr, porque quer epodo, e porque para issu ato do-
pende de vontade albea, senao smente da sua, que be
rormal c definitiva,
Com (|uo direito, nao obstante 0 de fundaeao eutipos-
sidetis, se icparou Bucnos-Ayres da Hespanha? Pois com
cstenicanio direito lia d continuar o Parsgusy separa-
do de luonos- \\res.
Mas .1 qacstao leui de ser jnlgada polas domis na{ocs,
e a repblica do Paraguay Ihes dee attenedes o dosoj.i
ler as suas syuqiatliias. l'.stas considor.iecs a ubrigao a
esclarecer .1 assuoiptoi expondo us tactos ooeorridos
desde 1810, priaieira poca da ciuauuipaco da America
llespanliola, e para iuteira authenlioidade o I'arayuaj/u
lndeprndenlv publicar os documentos olliciaos que coiu-
provao taos lacios.
Assim demonstraremos polpavcluiente: 1., que ol'a-
raguay, j antes e muito tnais depois di> separar-se da
llcspanlia, r- linha separado de llaoiios-Ayres, vivendo
desde cnto alhojc en.no mu;a.i livre o indepondonlc
de todo e qiialquer poilr estranlio 1111 exterior de scu
territorio, e que BoBNos-AtRES i:xi'Iu:ssaxii:m-k iieco-
NUBCE0 A SUA SEPAUCAfl I 1SDBPBHDEMCIA %,", que, leudo
ajustado ambos os paites 11111 tratado do alliauca para de-
fender o assegurar a ua einauuipao.i coiuiniim e libcr-
dado, o govetnq de Buenus-Ayres, postergando o direito
das cutos 0 sagrada fe publica, violuu anijila o uianifes-
t.linete tullas as cuudiooc eoii\euciou.idas, e pur isso o
[Uirrnn do Paraguay declaruu roto csse iratudu, c dullc
se desligou eiU 1813, llOin como de todas as relajos 0001
Bueuoa-Ayres, ratificandu s sua iadc|iendeauia absoluta
e definitiva; 3.", que en. 1842 nadamaisfes qoereno-
var cms ratificacto, para o umeu fin de pedir o reoonhe-
cinienlo .ral das naces; c, por um acto de deferencia
e de anillado para cora 11 governo argentino, inflinjo
csse governo nesss genoralidade, nJo ubstaote o seu an-
terior rccuiilicciu.eiilo, 'l ", que Virtual o cxprestamoiito
desde o seu prinieiro pronuncisiueoto alo boje tem sido
c lie considerado pelas differentei oprinoipses uac&ej
como mu Kstau soberano; .u finalnieute, que lera in-
quesliooavel direilu de manler e luslentar a sua inde-
|i<-iidencia ; que Biienos-Ayros 11.10 tem titulo algiuii a
'ij.pur, eque aua opini.iii 11.10 pmlera lundar-se sono
un turca e na conquista quo nao be direito, e que ucm
eria un helo, porque :i republios do Paraguay resisti-
ra ate o ultimo esforcu dus sacnKcios. Inuepenoexcm
O; MoRTK.
I'rimeira parle.
Ocounada 1 Uespauha pelo esercito francs, c usurpa-
do o 1 ln un., .le seus reis, aSrouxario es lacoi dssooie-
ilade poltica que ligarlo os Heapauhoes dos doui iiiuii-
uos. Un lillios da America lados, 011 partecnnioo Para-
guay, podan resistir ao dominio francs, confiar do
lempo .-espirar a roslauraoio d.iquolle tbrono para con
linusr na sua associacto ou adoptar ^oaesquer expedi-
entes ou sociedade, que parecessein mni apropriados
para salvar seus dircilus e faier sua felicidnde.
Mas o sentimento di Independencia geminan desde
longo lempo nos coraooos americanos; aproveilr.io
portanlo com alais ou menos prstela 1 onporlunidade
para prno.lamcl-a, para quebrar as cadas de sua escravi-
dao, que era dura e pesada, para entrar no guio do
,-ens dircitos naturios o cuidar do seus interesses e prus-
pnidade.
Era maio de 1SI0, fes Bucnos-Ayres a sua rcvoluciMi,
e instalou a primeira junta governaliva, quo nao se ani-
men a proclamar logo a sua independencia absoluta, por
que quera de .iiitcnir.il ligar revolucio as dmala pro-
vnolas, sera que seus estoicos so convertessem loguen)
penosos e imitis sacrificios.
Com casas vistas se dirigi em 27 do dito mes no go-
vernador do Paraguay D. Bernardo Vellaico, pedindn-
llie que rccoiihoccsse a sua autoridade eman.lassu de-
piitailos quufosscm turnar parto em suas dolibcraccs
ale que se reuuisse o congresso geral legislativo o deci-
disse dos duslimis pblicos.
0 urigadeiro V.'laico ora estirando por leu governo
moderad..; eis a rui.'io por que o pOTO paraguayo, bem
que tivesse ideias do independencia, nao se esto rea va
por obtl-a; calera disso, uio quera lepsror-se da
ilespanlia para (car na dependencia o subjeieao de Bue-
nos-A vres, contra queni tinlia justos rosoiitiuiontos. No
cnso de e.Fectuar una rcvulucao, quera que fosse com-
pleta, e nao a simples mudanza do um por nutro.
Conlicceiidu o dito governadur estas ciroiiuistancias,
cuiivucou e ouvio o cabido sobre a commuiiioaeao o
presencies de Bucnos-Ayres. A opinijo daquolla rospei-
tavel corporacao, emittida em 2ti dn junlio, foi: que,
Irataii.lo-sc de um assuiupto extraordinario da niaior
gravidado, c coi cuja resolucao se interossava tuda a
'.provincia, convinhn proceder com toda a madurca o
circuinspeccao, ooiiliecendo ficliiiente sua vontade; c
.. que para isso su convocaste una ssscmblt gcr.il do
.1 cleru, ufliciaes militares, magistrados, corporaces.
a I........ns Iliteratos e prupriolari...-, para que decidissem
a o que fusse justo e coiiveuienlu. u
Em coiiformidado dcsta sabia deliberarn, que fui a
primeira aurora da nacionalidade, u referidogovoruador
O o cabido respondern, cni 17 do junho, junta de
Bucnos-Ayres : que, considerando a gravidade du as-
sumpto, c que a sua deciso 11.10 dovia ser obra do son
" nico discernimento, c sini du voto meditado da pro-
vincia, Un lian convocado una asseiiiblca geral para
resolver to importante o delicada materia, oque do
.. resultado do suas dcliberai1."ics llie daria opportuno
n aviso.
0|estado da opinio publica era lo pronunciados 0 0t
pressivo, que o coronel D. Jos Espinla, portador do
olcioa du Buenos-Ayres, puasuid.i de terror pnico, fu-
gio oceulta e precipitadamente tora o menor motivo.
Sin 24 de julbo reunlo-se a assombls geral, oompoata
de pe.-soas respcitavcis do Paraguay. Kssa assenible dc-
toriiiiuou: 1 que se cotiservasse correspondencia eanii-
.. tsde fraternal com a junta de Biioiios-Anios sein reco
nhecer a sua superiuridade; que se eapersssora ulterio-
.. res decisocs de llospunlia, c que entretanto se proflU-
rassem todos os lucios mili tai es de por a provincia em
'. oslado do defensa.
liin 27 dejnlhu curan)unlcu o governo paraguayo
junta argentina as docises que acabamos do extractar.
A' vista dotaos cirouinslancias o da separai'ao que desdo
logse verificou, lenlon a dito junta do Buonos-Ayres,
por sun propria seguraaca c desojo de que a rovoluco
provaloccsac em todas as provincia*, una expedicao con-
tra o Paraguay, coiumandada por um de *ous mouibros,
lo general Manuel Belgrauo, eouliando quo a pre-
senta dessa frca seria bastante para mudar o aspecto
dos negocios! Aaxpedicao de Bucnos-Ayres passou o
Paran em liajnia (villa da Enoarnsco emdesembro do
ISI0, e o governo do Paraguay a deivoii avancar ale o
gar denominado Paraguari. All fui batida torca do
Buenus-Ayres, efugindo apressadaiaenlo, foi batida se-
gunda vezem I'acuari, territorio de MissOS: capiluloii
e retirou-sc. Em seguida, inanduii o governo paraguayo
oceupar a cidade de Corrientes para tirar a Bnenos-Ay-
ros.ipossibilid.idc de reunir alli elementos para urna se-
gunda aggrcssao.
Mallograda a tentativa, e rcconlieceiido a junta argen-
tina a iiiipns-iliilid.-idi: do reiiuval-a, roiiietlcu-so aoli-
lensio, c o governo de D. Bernardo Volateo c a causa do
Parsgay ficou entregue desde outao ao o nicamente as
iuipirac/ica o vontade de seus huios.
Apelar da estima do que goiava o gOTernador Velaa-
00, o pcnsaiucnt.i da indepcndciicia ulargava-sc de da
em din, c a epuca de realaal-u apressava-se, ale que cni
14c 1.) de mato delSll se fes pacificamente a remlu-
Co, iiislallaiido-se um governo provisorio, composlu
do dito 1). Bernardo Volateo como presidente, e do
doutor D.Jos Gaspar de Francia e D. Joan Valeriano
de Zevallus como vugaes, goveruo que doiia durar alo
a rcuuio de una asscmblea geral da provincia que do-
Icrminasso o rgimen, a forma da admimstracao, e o
luis quo fOlte conveniente a sua surte.
Km 17 de maio publicuu i). Bernardo Volateo o se-
guido notavel bando ;
" T. ndo concordado em associar ao governo o Ur.
U. Jos Gaspar do Francia e D. Joan Valeriano do Zoval-
los ule que se eolabclcca o rgimen e forma de governo
que deic permanecer observar-se para o fuluro, l.u-so
saber ao publioo para sua iiitelligcucia, de accordo com
o ditos adjunclos: Que anas vistas e uileiicc* bono-
tieas c 1.....incas sao dirigidas rnenle a promover a
maior felicidadeda provincia, e que nao Icein por causa
c por nbjecto entregar ou donar esta provincia asor-
den*, autvridadeou dispos\cSo da de Httenos-Ayres, nem
de oulra quali/uer, e amito menea subjoital-a a aeahunia
potencia cslraulia; e que tudos os noiio-adus, mui dis-
tanlfl de terom senielliaiiles ideias, nunca tivorao nem
toen oulra que nao soja a de continuar a finar lodos os
etforcos esacrificiu* posslves para sustcnlar e conser-
var os foros, liberdade adlgnidudo dcsta provincia.......
Que n confederar-'sc com Buenos-A; res 11:10 se tona ora
vista senao a defensa commiiin, dabaso de um sistema
do mutua unio, sumado o oonformldado, cuja baso se-
ria a igual.lade de direitos....... "
Em 28 de maio designou o governo o da 1 / du jun 10
para a reuniao da asscmblea geral da provincia. Depois.
querondo dar nina prova de sua poltica moderada,
mandn publicar no da 30 de maio u icguinte bando 1
fondo llilo 0 governo actual por objeoto do suas
primoiras intenedel ecuidado cons-rvar a Iranquilllds-
de interior, e 1 pAt, unio e boa harmona com n cidade
de buenos Avre c mais ponto* do continente, empre
que isso se pssa oonsogiii.- de-un nimio digno o com-
pativel com o decoro e liberdade destn antiga. vasta 0
respeiiavel provincia da Assiimpc'io; julgoii cumluoonlc
to importante fin evacuare delxsr livro a ci.la.l" de
Corrientes, ooonpada.pelss nossas armas, considerando
que o povo illustrado do Bucnos-Ayres >- todo 1 mundo
iinparcial, a fisto le um exornlo singular .lo mu.leraeao
0 do generosdado, depois das victoria* conseguidas po-
la* armas da provnola, so convencer., nicllior da sin-
Beridado de nossas intencos. o do que o puyo valeroso
do Psrsguav, deseovulvendo a energa do sua* rorcas,
nada mais desojou senil.) que se respoitasse a sua liber-
dade; que nao so tratasse de usurpar O* mais proeles..a o
imniiilavois direitos imturaesdos liomens, e (iiislmeiile
que, assim Como nao so inlroinette, nem nunca scinlro-
mollera no rgimen interno de nutras provincias, 110
forma de seu governo ou ndininittraoau, na distribiiicau
de seus cargos, e menos em dispr de sua debilidado, ou
do suas forcSS, lo poUOO coiisentii.i que soin a
i-I, o
nina
ir. lio
OIIOM o euo|ieiaeao
le seos representantes le
gltimos, e svm a precisa igualdado de direitos, pur us
las mal entendidas de nteresse con.....11, ou suieiito
por prepotencia o ainbicao, OU aproveilando se das con*
VulsdOS da anarcllis se intente Biibinettel-a. n ilis|ior
da sua surto, ou (.rotonda algiiem f.uer se albino do sua
lelicidade, dopojando-a da verdadeira liberdade OlVll,
inenii.iliavol com somolliantc subjeico, que nao (utori-
auom pode nuiorisar a le, especialimiitc sem harer
precedido alyum pacto soeial,
Uebaixo deale oouceilo, para quo o publico, cuja
oonfianca o sitsfjcao serio tempre interessinte* oapro-
eiavois ao governo, liqmi intoirado dcsta resolucao, se
fet saber que para sua otecucio so dirigi anleriurincu
le ao enmui.iiidaiitc constituid., cu Coi nenies a oidem
do thoor scguintc :Ordenando se a OOOUpaCao da cida-
de de Corrientes pela forras destn provincia, oonsol-
lou-to smento a segranos neoessaria, emaltencao a
falto do expressao tiiflloienla na oapilulacio feita depois
do ultimo combate eiuTaciiari etilru o general das ro-
pas dosta eid.de c o das de Buenos Ayres, mas 0 gover-
no actual, de accordo com o coimiiandaute o nlliciues do
quartcl-gonoial dosla praca, rcsulveo procurar termi-
nar por lucios paeilioos as dilleronc.is occ.irri.las cun a
rilada cidade do Buenus-Ayres; c como lie do esperar do
prudencia e oirotlIOipeccau da junta daquclla ciliado,
quo, penetrada de iguaes sontiiuculns de rato e do liu-
111,un lado, no dcixar de adoptar um sysloma to ben-
fico o justo como o mais natural e inesuiu nocessarlu na*
presentes circiimstancias para conservar a unio o c-
gurancagoral da provincias doste continente, concor-
.iou-sc gualntente prevenir a V. que logo, que esta or
dem receba, evacu e deio inteiraraentc lirro es*o ci-
liado, fazondo sabor ao son illuslrc ajunlanioiito o ooin
mandante que para o fbturo dovom observar nmetmu
rgimen e guvorno quo tiuliAo auloriorraento, subordi-
nado propria junta de Buenos Ayres eouio depeiidonle
daquolla capital___
Culi quantii U Bernardo Volateo conlinuasse a proce
der do accordo ora os dona vogao* do governo, j co-
u.o^ava a iiaseer a ri validado natural densa poca entre
os lle.-panboo europeos e americanos, 0 como alem dis
.... houvesso tuspeHas do que entretinha ello relacoet
com a cinto portuguesa, hostil liberdade do Paraguay,
foi deposto e preso no dia il de jniilio, (cando somonte
os don vogaes cnc.irregados do governo.
No dia 17 de junho reuuin-sc a asscmblea geral da
provincia, qoe conftrmou as medidas anteriores, crean
urna junta guvi rnativa, conquista de um presidente o de
qualro vogaes, e deerolou : 1", que a provincia du Pa
ragua; se gournusso por si .icsiiia, separada C sem 11-
tervenego de Buenos Ayres; 2.", que, nao ubstanle isto,
se iibrissom relaces de ooiitoderatao, amiadc o liariuo-
na, poileudo enviar se para esto tiiu depnlados ao Con-
gresso geral; .'i ", que, restabolecondo so o coinnicrcio,
so regiihissem os direitos e so extinguase o estanque dn
tabaco; 4 u, que em iioiibiiiu caso i.s Icis o docises do
congresso obligaran a provincia do Paraguay seno de-
pois de lereni tpprovad pola sua assemblos geral Taos
(Orinal importantes resolocoes du anuo do 1S11 deere
ladas polo unin poderronijiclente o legitimo para pro-
mover a surte e decidir dos destino du povo jiara
guayo.
hatabclccidu assim o pensanicnlo fundanienlal o feliz
da independencia, fui esse o ph.1r.1l que dirig.., como
dovia dirigir, 1 junta (overnativa, o que foriiiu!..u una
ilica verdaderamente tirme c decisiva i) ..lucio SO-
gmiile le a primeira euiliiiiuiiicef Jo que olla dingio ao
gOVOrnO do Buenos Ayros;n sua liiiguageiu lien nial* ex-
pressiva c IcruiiiHilite.
Exm. Sr. (..ando esta provincia oppt as suas fr
cas as que viera.) mandadas por cssa ciado, nao leve
nem poda ter o tro ubjecto senlo >. do sua natural do
tensa. >do [indo entrar cni din ida que, abulida 1111 dis-
Solflda a rcprcseiilacau do poder supreuin, recbeosle
011 lira refundido naturalmente em toda a nacflu Cad*
OVOse considera oliln eiu corlo tuod.i participante do
(ttributo da loboranU, e os meamos ministros pblicos
precisan do scu c.iiis.'Utiuiento 00 livro 1 onl/iioulu.i.
para o ex. rcioio deslas luneee-. DeslO principio lio
nu|ioi lanle cuino fecundo em cuusoqucucias utci, c que
V. ElC.SOm iluv.la lera rccmilioei.lo, se dc.lut cerla-
monto que, roassiiniiiido ns puvo os sena diicilos pri-
mitivos, so aeh.i iodo* e.n igiulciso.c que ignalmeniea
todo* compoto volar sobre sua propria eoniorvneo Se
ne,te estado se reprsenla va o o..neellio el.amado de regen-
cia, nao sem algnma apparoneia do l.gitir.-.idade, quo
muito hoque hunvesse pnvul que. procurando orna an-
cora a quo agarrar-se na borrasca geral quo aiuencava,
.i.loplassem dill. rente* 8\st.'inas de seguran.' 1, sem an
nppurein > syslema g'oral di iiae.io Verdad.: beque
esta i.le, para iiiolbor se oontegiir o scu objoolo,poda
terso rectificad" A oonfcderacao dot provincia com
as domaia da nossa Amorioa.e priucpnlnionteoom as quo
eoui prefinidla a demaroacaodriontig.i vicc-reinado.davin
sor de uni int.'rcsse mai- iiuinodiato. mais exequiv.
11.ir so mcsino mais natural, como da povos de
rnesnia origVi e que por enlaces da inlore.-scs rocipro-
eos o particulares parrtm -diinado pela nsturesa pa-
ra viveromoconservarem-so unidos. M? ta.lavan ver-
dadeiros patrilas, quo desejassem esta ditos-Uiiiao era
termojustse raioavei; mas as grandes eiiipro,lS.sre.
quereni lempo o corobinaoao, e o stcendonlc do gnvormK
o as desgracida* cirrumotanoias que oocorrrlo por
parte dessa c'desta cidad.:, o que nao convein recordar,
t tinb.ni dillicnitndo. Por iim 8* colisa da provincia
cllCgarao tl estado, que foi pre.eisn que ella so resol
vesse leriimenlca recuperar sen direito usurpado pa-
ra sabir da antiga opproo,..,
Depois de eiplr o modo por que foi installado o go-
v.-rno provisorio nos dias li e la Je maio, que j do-
xamos referidos, contina a junla : O objecto
principal era aplainar o passo para que, reconlieccndo
a provincia seus direilos. livro da influencia e poder da
seus nppretiore, deliberasse francamente o partido que
julgMse contntente, l'ara osle fin convocoii-se urna
junta geral, que se reuni felizmente, no s com nu-
mero sufliciente dos seus principses liabitantos, o do
todas us corporaces indepemletitei. senao tamben)
com assistencia e voto dos deputados das villas o po-
voaco.'s desta jurisdiccao. Nella se creou a actual
|unla governaliva, quo foi geralmente reconbecida ese
lomro oulrat providencias quo a sua seguranca, o
cotihccitnento intimo e remedio dos males que padece,
e a conservacao de seus direilos lornro necessarias o
indispensaveis. De lod.is ellas e do oulros incidentes
que aotecaderiOi nilrairfi a V. lite, os aulos Jt*ia
revnluco que a junla actual tem a lalfacao do em iar
a V. lite. I'oi esto o modo por que esla provincia,
por si mesma e por eslorcos de sua propria resolucao,
so constituio ent liberdade c no pleno gozo de seus di-
reitos : mas engaar $e-hia aquellt que ehegasse a ima-
ginar que sua mtencao tinha tiio enlregar-se ao ori-
rio alheio e fazer a sua sorte dependente de oulra von-
tade. Em (al caso nada tciia adiantado, era colindo
oulro Iructo do seu sacrificio, senao o de mudar uinas
cadeias por outras e mudar do etno. Nem V. 1 to.
nem nembum apreceador justo e equitativo ostranhara
que, no estado a quo clnvrao os negocios da uacao,
sera poder-so divisar anda o etilo quo possao ler, so
mostr desde a o povo paraguayo zeloso du sua nasecn-
li; liberdade, pois quu tove valor para recilpfltal-a. Sa-
be mui bem que, se a liberdade pode asvezes aJqui-
rir-se ou conquistar so, una voz perdida nao he igual-
mente lacil (ornur a recuprala. Nem ho isto recejar
que soja V. lixe. capa? do abrigar em seu coracao in-
tencoes menos juslas, menos rectas e equitativas, quan-
do a provincia nao f.z mais, que sustentar sua liborda-
ile c aeus direitos. Ksta junta se lisongea de quo V.
lite, applaulir esles nolires senlimcnlos, considerando
quanto, em favor de nossa causa co.-nmum, podo es-
perar se de um povo grande, que pensa e falla com
esta franqueza e niignanimidado. A provincia do Pa-
ragusv, kim. Sr., reconhece seus direiros; nao pro-
leude prejudicar, nem levemente os de nenbum outro
povo, e to pouco so nega a tudo o que ho regular o
justo. 11
Diz mais a nota que o Paraguay est promptoa con-
servar amizade, harmonio, commcrcioe corresponden-
cia com Buenos-Ayr s e mais provincias confederadas,
e metalo a formar una sociedado fundada em princi-
pios dejultca, dooquidade e de i;ual ra es o Iim nomcou ja o scu depulado e suspendeo o re-
conlicciiiiento das cortes e regencia da Hespanha, oda
toda oulra qu^ilqucr representaeao da autoridade supre-
ma ou superior da nacao debatto das declaracoes so-
guintes: I.', que, em quar.to so nao lornie o congres-
so geral, so guvernara esta provincia por si mcsuia,
sem que a junta de Buonos-Ayres pussa dispr e eter-
ccr jurisdici;o sobre a sua forma de governo, rgimen,
adininislracSo, nem neiuliuma outra oouss que Iho di-
ga respailo; 2.*, que, restabelecido o commercio,
deitara de cobrar-sc o peso de prata, que anteriormen-
te so exiga nessa cidade, anda que a benelicio do ou-
tras, por cada terco de herva-matte; ', qucse.xlin-
guita o estanque de tabaco, licando de liviecommor-
ceo como todos os mais fructos dcsta provincia ; .\
que quulquel regulamenlo, forma do gov.rno ou cons-
tiiuicao que so approvo 110 dito congresso geral, nao
devera obriglt a etta provincia, en quanto na.) fCr ra-
tilieadu em junta plena o geral de seus habitantes.
.1 Tal foi a vontade e delerminacao livre da dita jun- I
ta geral, exprimida IrancameOtetea concurso de l).
Kernardo Velazco, nem individuos do seu cabido os
quaes, por justa precaucao de qualqucr influencia con-
tra a liberdade da palria por causas graves que p.'o-
eederao oque conslo dos inesoios utos, fotao con-
servados suspensos


Conlinii i a junta u.mi lo, que do govorno do Bue-
en>s Ayres deponde dar .1 ultima olio n grande obra da
revoluco do Parag'iay. adoptando as mdiicacoes pro
poitaa, e queiiaia ooiiHh da -in piudencia e inudera-
Qo. Conciascommaaicaudo evaonaflo de Corran
tes c o atiXilN que ltimamente loe prestou para
defender su dos inimigosde Montevideo que prnten-
diao atacal-a. Assu.iipcio do Paraguay, 20 de julbij
deIS'. 1. Fulgencio Yegro Dr. Jo' Guipar de
Francia Pedro Ju'io Cu-alero, I). Francisco Xa-
vier Rogarin Fernando Mora, vogsl secretario
Manilesta-se evidentemente delta nota que o Para-
guay, desdo os primeiros passos da sua revoluco se
declarou independente nao s da Hespaoha sonao tam-
bem do Buenos-Ayres; que a sua resolucSo intimidou
categricamente a Buenos-Ayres e que para a
nica lederacSo o allianca que adoptava, impunba
condiees taus que resalvavo e mantio plena e so-
beranamente a sua independencia pois que ate suhjei-
tavo os actos do ongresso geral das provincias confe-
deradas ao exame e approva o do congresso paraguayo
para que podessoem obrigal-o. Agora te ver que a
independencia do Paraguay oisolemnemente reeonheci-
da por Huenos-/(gres.
A' vista da marcha firme h tranquil'a da revoluco
paraguaya de su.is victorias e opiniocs tao expressivas
e peremptorias nomoou o governo a.'gentino pura
seus enviados ao geoeral l>. Manoel Belgrano e ao dr
D. Vicente Atana/io ilo Kcbeveiria i (onde tratarem
coma junta governativa do Paraguay. De Corrientes
escrcvro elles junta pedindo pormisso para entrar
ao sou territorio e propdr-lhe objectoi de ua minio.
O governo do Paraguay eslava tao firmo oin suas re-
aoluces e de tal modo disposto a nao ceder dellai .
que respondeo eos ditos onviaJos da maneira seguinte :
alendo esta junta dirigido, em "JO dojulho prximo
passado, o seu oflicio lnu. junta daquella cidade,a-
compiiiliado do copias aulbenticas dJ ^'i's'ci"ossa
revoluco, as quaescnt;eiSi:{.l!."'eraces tomadas pe-
la mesma provine em junta geral, acontece que ninda
n5o receb,rios a resposla directa que esperamos. Por
oul.rJ parto consideraremos que, longo de nos ser a-
'ullativo admittir alteracu alguma sustancial quan-
o s ditas deliberaroes, be do dever rigoroso do nosso
rninisterioobserval-asesustental-aseflicazmente lie por
issoque emquanto i F.xma. junta,por ti metma,nao BB-
CONHRCBR BXI'RBSSA K I-ORM ALMRNTB A NOSSA 1NDKPEN-
dencia Dh BiKNus-AYRES nos termos propostos e ac-
cordados pela nossa provincia, er esta junta, que, nao
obstante o muito que I lie seria agradavcl a vista de \ V .
SS., nao be ebegado o caso de entrar opportunamente
em tratado algum relativo a esta provincia, pois que
a sua indicada independencia, costo dirbito incontks-
TAVEL, deve assentai -se por prtliminar de toda e quul-
quer delerminaco ulterior. Assumpco, 9dosatcm-
brode 1811. Assignados os meuiliros da junta.
Em 12 de sotembro responderlo os enviados, asse-
gurando que j: estavo a caminbo para esta capital da
Assumpi'io as respostas eligidas do governo de Buenos-
Avres, vista do que Ibes respondeo a junta em 18 do
mesmo mez que, so a resposla que atavio correspon-
da ao carcter de justica o de moderarlo da lma.jun-
ta de Buenos-Ayres, reconheetndo a nona independen-
cia, podiao emprebender immediatamontc a sua viagem
para esla capital.
.Apresentirlo se os enviados, c loi recebida a res-
posla do governo do Buenos-Ayres, que passamos a ex-
tractar :
Com o maior prazer recebemos o cilicio do V.
Exc., de 2<)do julho p. p. em que nos da parte do
feliz resultado dos esforcos dessa provincia para recupe-
rar os inestimaveis direitos da sua propria liberddde
civil. ..
l'assando depois a "xpflr as suas vistas polticas e o
respeito que consagra aos direitos das provincias, con-
tinua o governo de liuonos-Ayres:
( Ainda que desojamos cflkazmcnte que o diputado
nomeado pela cidade da Assumpcao e os que possao
nomear as villassubalternas oessa provincia ventilo to-
mar parte no governo provisorio para que este exerea
nella suas funccijes, como as mais provincias do vice
reinado, por importar muitissuno uniformidade do
ni siema, comtudo, se he vontade decidida dessa provin-
cia GOVEr.NAR-SR POR SI E COM INDEPENDENCIA DO GOVER-
NO provisorio, nao Nos opporemos a isso, comanlo
que fiquemos unidos, e obremos de absoluta conformi-
dade paia o fim de nos difendirmos de qualquer ag-
yresto externa.
Accedendo assim primeira tondicao imposta pela
provincia do Paragusy, refere-se o governo de Buenos-
Avres a autorisacao dada a seus enviados para transigi-
r m em ludo o que disser nspeito segunda e lerceira
condiees, segundo os principios liberaes que o ani-
man.
i Nao estamos, diz mais a nota, no mesmo caso a
respeito da quarta condirao ; por ora eremos que nSo
nos echamos autorisados para sancciooar este ponto,
que poder discutir-so no congresso geral. Buenos-
Ayres, 28 de agosto de 1811.Joo de Alaron, Ata-
nasio Gutienes, Marcellino Poblet, Jos Ignacio Fer-
nanda Maradona, Francisco Antonio Ucampo, Joa-
quim Campana, secretario. Srs. presidente e vogacs
da junta provincial do Paraguay.
Km consequencia desta nota do governo de Buenos-
Avres, que satisfazia ludo o que exiga o Paraguay, e
bertas as negociarles com os seus enviados, cclebrou-
so entre os dous estados o tratado de 12 de outubro de
1811, pelo qual foi expressv e solemnemente rbco-
NIIECIni A INDEPENDENCIA DO PAR VGU \T.
Este tratado, alm dos originaes, arha-se impresso,
e be o primeiro que vem no registo diplomtico do Bue-
nos-Ayres ; elle sanecionou as condiees exigidas pelo
Paraguay. Nos nmeros seguintes o publicaremos in-
tegralmente: por agora basta referir as suas disposi-
q Se*.
Pelo artigo 1/ ajustou-se a inteira liberdade de
conunercio do tabaco, e apropriaco do que havia em
deposito, pertencente Hespanba, em beneficio do
Paraguay.
Pelo arligo 2." convencionou-se que Buenos-Ayres
deixaria do cobrar um peso forte que at entao cobiava
por cada terco de malte que saba do Paraguay, poden-
do estabelecer algum imposto moderado na introdcelo
dos productos paraguayos, quando o eiigisse nemsi-
dade urgente. Kemuiuaili
%
Buenos-Ayres e mais provincias que Iho ostavao unidas
nenhuma alcavala das vendas que se effectuassem no
Paraguay, quaesquer que lo s mii o; gneros eondozi-
dos ou para olla remeltidos, e que este negocio pode-
ta ser ajustado nj congresso, um prejuizo dos direitos
do Paraguay.
Oarti;o4." reconheco os limitas da repblica para-
guay, respeitando suas possessocs.
Finalmente o arligo 5.' explica-so nos termos se-
guintM :
Bu CORIBQDraCIA DA INDEPENDENCIA EM QUE PICA
ESTA PROVINCIA DO PAUALVY D\ DE BENOS-IVRES,
conforme oque foi convencionado na citada resposta
official de 28 do agosto ultuno.tao pouco a mencionada
Exma. junta pora repaio no cuinprimento e execucio
das demais deliberacoes tomadas pelo governo do Para-
guay em junta geral, conforme as declaracoes do pre-
sente tratado ; o de accordo com estes artigos, deso-
lando ambas as partes contratantes cstreitar mais e
mais os vnculos e empenhos que unem e devein unir
ambas as provincias em sua lederacSo e allianea mdisso-
luvel.se obriga cada urna pela sua parte nao s a conser-
var ecultvar urna sincera,solida e perpetuaamiade.se-
notambem a auxiliar-see cooperar mutuaeefficaimen-
te com todo o genero de auxilios, segundo permittao as
circunstancias do cada urna, sempro que os exija osa-
grado tim de anniquilar c destruir qualquer inimigo
que intente oppflr-seaos progresos da mssa justa cau
sa e liberdade commum.
Oque acabamos de manifestar nao sao opinioes, s8o
(actos officiaes o conveneoos quaiifiuadas pela f publica:
sao vnculos do dover e de honra, sao tratados solem-
nes. Por elles reconheceo Buenos-Agres fue do mun
do a independencia do Pa-aguay, o nisto nao nos fez
lavor, respeilou somonte direitos incontostavois o sa-
grados, tomo depois demonstraremos.
A independencia do Paraguay he portanto um lac-
lo consummeiio e~coiiip!eto : ella, lio lo anliga e legi-
tima como a de Buenos-y.'es, e fundada em igual e
reciproco conhecimento, nunca disputado, antes re-
produzido diflerenles vezes por diversos govrnos ar-
gentinos, como toremos occaso do demonstrar nos
nmeros seguintes.
(El Paraguayo Independiente. I
{Jornal do Commercio. )
: T.r. -V. -,rn-.-->-^-V--w--**..^-
Silva; edosupplentes aManoel Barbosa da Silva.Manoel
Ferreira da Silva, Jos Antonio da Silva, JosLeite da
Silva, Francisco Jos da Silva, Tbomaz do* quino
Harbosa; desubd. legado do districto das Varas ademen-
te Corrcia da Silva ; e de supplentes a Joio Ignacio Ri-
beiro Lima, Antonio Pires Ferreira, Manoel Ignacio Ri-
beiro, Joaquim Jos de Mello,JoSo^uaresina da Silva e
Joio Gualberto da Silva; do subdelegado do districto de
S. Jos eS. Podro a Jos Venancio da Sil va; e de sup-
plentes a Jos Francisco do Nascimenlo,Francisco Fer-
reira de SanlaAnna,Ignacio da lincha Marinbo, Manoel
ilosAnjosde Jess,Jos Pedro da Silva oGoncalo dos An
jos de Jess; de supplentes do subdelegado delpojuca a
Bernardo Jos da Cmara,Lourenco de S o Alhuquerque
Jnior, Bernardo de Allemio Cisneiro, Joo Carlos
de anciedade para os partidos ; por isso a chegada di>
um vapor do Sul he um motivo, um da do festaiirg
para mim ; j contemplando as yangas e torcicoloi
da praia em suas malogradas esporancas; j lancan-
do urna vista sofrega sobro os impressos da corte ,,
vendo a logracao lamosa, que meia duzia do malandri-
nos, velbaquetes e ambiciosos, tem pregado smp|_
cidade dcsto nosso bom povo. ,
Certo, comparando com as deliberacoes da cmara
dos deputados o do governo as pomposas e mpoteiiU's
promessas, que, nessa clandestina circular, itrio aos
eleitores esses da Irindade infernal da praia rio-mu
desencadernadamente, porque tenbo assentado em rir-
me de tudo quanto vai por esso muiido de Iraficancias o
miserias, visto que em chorar faria muito nial a mim
--------------,-------------------- ------------------ -----------------, ---------------------- ------------, --------- -i ---------------------- --------- ------------ .ai
Be/erra Cavalcante, Fillppe Santiago Vieira da Cunha; mesmo sein (azer algum bem a ninguem. Dissera
8NTEHIR,
BAHA, 7 DE JULHO.
Mas um roubo, mais umerimo, que como tantos
outros licar sem duvida alguma impune, acaba de ser
cominetlidohonti m noute foi loubado um arma-
zem do Sr. VVilson, negociante ingle/., na ra da al-
andega pelo lado do mar ; admira que 01 ladioes nao
fossem prosenlidos pelos guardas da alfanega o da ri-
beira, que lico a pequea distancia, e tivcssem lempo
de carregar at com o cofre A polica est fazendo
suas diligencias, para descobrir o autor, ou autores
desemell.ante crime ... em (alta de polica preventiva,
bom he que ella so mostr desta vez activa, faca o seu
dever, e d algum signal do vida.
(6'orrei'o SIeicantil )
e de supplentes do subdelegado de Barreires a Belisario
Adolfo Pereira dos Santos, Francisco Antonio Pereira
dos Santos, Antonio Santiago Paes Brrelo, Manoel
Forrfio Castello Branco, EslevSo Frreo Castello Bran-
co : communicaces destes actos.
234 a 238. Noraenfto do capillo reformado Julo
Bapliala do Anianil e Mello para-instructor geral deOlin-
d.i, e comniiinicaces respectivas.
23Ua2'l2. Nomca^o do doutor Jane Jooquim de
Snuia para adjunto do cnncclho do salubridade, e cr.in-
niunic:i(Sc> desta nomOMlO,
2'l3 a 247. Demisiea do l.o, 2., 3., *,. eO."sup-
plentes do subdelegado da freguoiin da Bua-V'ista
nomeacoea de l.e>up|ilente do anbdelegado da Boa-Via-
ta, Joaquim Carneiro Machado Roa ; 2. Jos Marinbo
Pereira dos Santos, 3." Antonio Manoel do Moraes Mis-
'iiita, 4." Manuel dos Sanios Nuiles do Uliveirn, e fi.
Bvariatn Mi-ndes da Cunha e Azovedo; de 2." aupplente
do subdelegado dafregoeiia do S Antonio do Rccife a Ig-
nacio Manoel Vicgas, o de 2.u supplcnte do subdelegado
da fregueiia de S. Fr. Pedro Gouealvcs do Recife a Nuuo
Mara deSeixas.
24S. TransmMlo de ordem do tbesouro.
240. Coininunieacio ao eoniinandanle superior do
Cabo de ter nido nomeado pelo roverno imperial.
251) u 35], Urdem para se adiantnr suido ao desta-
camento de polica do Garaubuns.
PEhNAMB-,-CO.
addiciunal e scureto
se declarou que tal imposto nao poderia exceder de um
real ou real e meo.
Pelo artigo J.'eslipulou-seque nao se cobrara em
SYNPSE DOS APUHAOU8 TRAUALIIUS DA VICE-PRESIOENCIA
DESTA PROVINCIA.
Concluido dodia S.
2IS. acto "Autonsa o chufo da legiao de Olinda a
fazer reconhecer os officiaes superiores novamente no-
meados.
21ti e 217. Coiiimuriicu,o s da passage n do major
Gustavo A. I'. P. da Cunha, da arlilharia para o estado
maior.
218. Communca pagadoria militar a ordem im-
perial que manda abonar o sold do alferes reformado
aodr. I'eixolo, do 1." de mareo em diante.
219. Communca ao arsenal de marinha, quo S.
M. o 1. nao annuio pretencao de augmento de jor-
nal do mestre de polieiro.
F.ncerra estes importantissimos traballios um oflicio
de jubilosas congratulares da cmara do Bonito, que
a vico-presidencia mandou, pela sua mana-de elogios,
publicar sem dar ( das umitas asneiras que conlem.
ia 9.
220 o 221. Crcacao de dous districlos de subdele-
gados, na IraccSo de Ipojuca peilenccnlea Serinliaem,
e em S. Francisco do termo de Flores.
222 a 22oNomeacos dos novos subdelegados, 1.
Joaquim Alfonso l'eneeira e 2. Manoel do Carvalbo
Alves; supplentes desle Jos Pires Ribeiro, JoaoNV
nes de Barros, Jacinlbo Gomes dos Santos, Joso de Sa
Marauhao, Roque (iomes deS, e Jos Maiiano de
S : communicaces.
226 a 23J. DeinissOes dos supplentes do delegado
de Flores ; do subdelegado da freguezia do mesmo no-
mo c seus suplentes ; do subdelegado de Fazenda-Gran-
dc o seus supplentes ; dos supplentes do subdelegado de
Ingazeira ; do subdelegado de Baixa-V erdo e seus sup-
plentes ; do subdelegado do districto de Colonia e Afo-
gados e seus supplentes; do subdelegado do districto de
V aras e seus supplentes ; do subdelegado do districto
de S. Jos e S Pedro e seus supplentes ; e dos supplen-
tes dos subdelegados das Ireguezias de Ipojuca e Bar-
reros : imiiir.il oes do supplentes do subdelegado do
Fio es a Manoel \ cenle da Cunha, Francisco Barbosa
N gm-.ia, Antonio Xavier de Vloracs, Francisco Al-
ves da Fonseca, I/doro Mariano de Sa, Francisco Gon-
talves Lima.de subdelegado de Florea a Manoel Vicente
da Cunba ; de supplentes a Cbristovao Jos de Campos,
Manoel Rodrigues Mariz, Joaquim de Souza Ferraz,
Jos Antonio Pereira, Jos Roberto da Costa, Sebas-
tio Jos Pereira ; de subdelegado do Fazeoda-Gran-
de do termo de Flores a Serafim do Sou/.a F'erraz ; e de
supplentes a Francisco de Barros do Nascimento, Jos
Rodrigues de Moraes,Manoel Salvador daCruz.Norber-
to Gomes dos Santos, Angelo Jos de Moura ; de sup-
plentesdo subdelegado de-Ingaieira aJns do Prado Xa-
vier, Laurentino Angelo de Almeida Silva, Umbellmo
Nogueira dos Santos, Filippe Nery da Silva Mourato,
Leonardo dos Santos Nogueira: desubdelegadoda Baixa-
V erdea Manoel F'erreira Cmara ; edo supplentes a An-
tonio Lopes deSiqueira, Joaquina Cordeiro de Maga-
Ihaes, Jou Domingues Ribeiro Vianna, Jos Pedro
de Gusino, Francisco Xavier Martins e Manuel Joa -
quim de Cusnio ; de subdelegado do districto de Co-
lonia e Afogados du termo de Flores aLuiz Ferreira da
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE.
Havendo tomado conta da adminislracn desta pro-
vincia o Exm. presidente, o concelbeiro Antonio Pinto
(Jim -horro da Gama, boje (11 do corrente); acamara
municipal da cidade do Recife, em cuinprimento do ar-
tigo 53 da lei do primeiro do outubro de 1828, o man-
da communicar a Vmcs. para sua inteligencia.
Dos guardo a V mes. Pavo da cmara municipal da
cidade do Recite em sesso do 11 de julho de 184S.
Senhores presidonte e vareadores da cmara muni-
cipal da cidade de Olinda. Manoel Joaquim do llego
e Albuyuerque presidente, Luiz Francisco de. Mello
Cavalcante, Francisco Antonio de (Jliveira, Manoel
Cutiano duares Carneiro Monteiro, Manoel Cotlho
Cintra, Jos Camello do llego Barros. Iguala todas
as cmaras da provincia.
CORRER).
CORRESPONDENCIA DX CIDADE E PROVINCIA.
Os praieiros de cu, o os praieiros do l teem car-
radas de razio par* se sgalireiii com o ministerio can-
dela, que aos poneos vai faiendo rispore em Ibes
diier iqui te fielu as chavea. lia quem diga, foi
inulto bem pregado o logro; e ncui nutra recompen
sa deviu ter a praia, por ha ver mandado para l gen
te, que ( queril pescar para o seu tambora, e o que
n.o i-ro modos, s f.illav de Oiirieury e Taijuaritin-
ga. Eu nao concordo ei.iu esta opiniao; porque, assim
nonio em l'crnainbucohe notorio, que na praia nao lia
vin mellior Ijzcodu, lainbem por l se deviu saber esta
verdade, e onlra, qual i quequem da o que tem nSo be
a iiinia obrigadoTenlia l de si para si cada uin o que
qilter, o certo he quo o Solapador deve estar em bra-
zas, vendo ir pnr esses ares e ventos a camxa h que se
julgava cun todo o direitn pelassola|'adellat,quelemfei-
to, Bnhre o grande sacrificio de liaver mandudo raspar
a coioa pura provu de que era aalabardntc. Que lio- nao
desseui u directora do curso, v : que neni inesiuo u do
lyro, vade in pace; mas u earosa "! Forte confiante;
grande desaforo Nao foi menos escandaloso o que fize-
rao ao Troca bilros, queja se fazia com Ierra de mamar
a senatoria, quando o ddinho Ihe eoibrulliou a meada :
osle dedo foi mais lerrivel que o de Ballbazar Os com
panlieiros, di/.em, il.n o l ooiusigo gargalbadas do riSO{
mas coiuoquem se n do nial de seu viziulio, o seu lile
vem no eaimiihonao eteaprlu du forquilha. A duei-
s.'io do senado (Dos Ihe d sade, e o hvre de niini
Igoa no pe ta porta) "ao queranlo a fusau, poz em con-
tusan nos oppositores as boceas, e oque he mais para
lamentar,vem ser hcariim surdo.eno mudo,c u oulro
atacado de nina rcvuliiclo du tripas, que llic faca iiaiu
provet(i, menns terrivel, que aquella, que se premed-
tala nos Alegados Nu incio de todas estas desventuras-
diziu o Treiuedor,bem filen em cular-mc : eu he qo
os logroi, pnis chuehei a torcida sem dizer pulavrs.
Do quunlo levo dito, deixando o mellior pura nutra vez,
se ve o estado da gente da praia, o quanto deveni elle
estar apuquentados; cniladus I Ja mu ia esqueceiido
dizer, que nao foi a a mulcstiu do ouvidus e tripas, que
por l atacou a gente boa : um luiuvu que liuou inulili-
sudo per omnia scula seculorum Kan sumos nada nesla
mundo I Foi un lim jiura lallar, e vem do Itio habilita-
do para canlar I
DIARIO IIG l'KIAlIBi i;o.
I can u bonteni posse da presidencia, como se bavia
annuociado, o Exm. Sr Antonio Pinto Cbicborro da
(.amu, que recebeo da tropa i>s continencias do cos-
tume. Acabou o 2. turna dos seus governos oSr.
Manoel de Souza de Teixeira, deixando, nestes 37 das
do administracco intonna, o nome mais ridicularisado
e ao mesmo lempo detestado, que ainda presidente
ncnbum bavia deixado nesta provincia. Em m hora
tiraran esse Sr. da merecida obscuridadeem que jazia !
K este he o modelo que o D.-novo o lie roce ao Exm.
Sr. Cinc-horro, se quizer merecer os seus louvores,
quanda nao, nao! O nosso lado pouca cousa pede a
S. Exc. ; justica! nao precisamos do mais nada, nem
delle queremos mais nada.
Com municado.
Como a experiencia dos bomens e das cuusas desta
oossa trra, e destes nossos lempos tem-mu feilo ad-
quirir os hbitos de pachorra a par de muita cachitnu-
nia : entretenho-mc em observar as vistas pbanlasma
goricas, que aprsenla cite nosso mundo as occasioes
-0 os
tres contundes da praia, que inao acabar com o imposto
do sello, que rouba o lempo aos eleitores, e com a lata
dos escravos, quo Ibes delrauda os capitaes : pilhro
os votos, foro-se para a assembl a geral, vem dii-
cussSo o enrmenlo, que be approvado, sem que disses-
sem urna palavra, nem sobre o sello, nem sobre a laxa.
DisserSo, que rio acabar com etsa refeirma do cdigo
do procesio, ecom a lei doconcellio de estado, com a
lei de colonisacio, que vai roubar as Ierres dos eleito-
res: e vo para a assembla, e nao s nao dizem urna
palavra a tal respeito, maschegao a ler o dcscaramcnlu
de applaudir, com trplice balara, a miseravel tirada
do ministro Coelho, quando disse que a politice do
ministerio be a poltica da inercia, isto ho, a de nadi
(azer, nem prnpr !! Applaudem o cbarlato da jus-
tica, Manoel Antonio GalvSo, quando, instado para que
propuzesse as emendas, quo entendesse necessarial no
cdigo do processo, respondeo que ainda a experien-
cia de ido pouco lempo nada havia esclarecido, nem in-
dicado o$ defeilos corregiveis na lei! Entrelanlo cs*e
ministro bavia lido o indecente descomedimento de di-
zer em plena sessao, que essa lei havia derra-rado so-
bre a superficie do Brasil urna praga de vinte mil bar-
pas I Como be que um ministro da cora sealreve
a lancar 19o cruel estigma sobre lodos esses agentes do
governo e da sua lepartico, assim desacreditando-os
em presenca dos governados, assim colnindo de opiobrio
urna lei. cuja bondado e humanidade ainda a experien-
cia nio baviu feito patentes, sem que immcdinlainente
propuzesse a sua reforma, c a fizesse passsar? Tao
acil be dizer mal do tudo quanto fazem outros, e 15o
difcil he mostra'-se capaz c habilitado para o faicr
melbor Mas be que a proverbial preguica do Sr.
Galvao havia sido embebida por todo o gabinete, e tur-
nando-so a sua poltica, como hem disse o tal Cnellio
da guerra. He a virtude das almas triviaes o acharen)
ludo mo, sem se atrevrem a lentsr faz.l o melbor.
Promettem largo, e ou fazem mizerias ou nada. Bem
dizia em caso ^omolbanlo o lyrico latino Profesis
grandia turgetE os tres promettedores da praia leein
cumprido, mesmo como elles eriocapazes de cumprir,
Instava a opposicio com o ministerio para que pio-
puzesse as relrmas necessarias ; pnis que tal era o
prufessado desidertum desso inculcado grdopartiilo
nacional, a cuja frente so tollocra o gabinete de 2
fevereiro, e o tal Coelbo responda = o governo nao
be relorin-.doi- o leve acriminositsima impiedade do
azer, em presenca cmara calholica, ou presumida tal,
e oa qual tem a-sonto o christianissimo Mendos da Cu-
nta,a comparaco blasphemica do ministerio com o nosso
Divino Salvador, dizendo que Jess Chrslo[mortcra pur
se haver mettido a reformador! Aqui na verdade lal-
ta-me a pachorra nem ; me possorir, porque lenho urna
ideia, posto que fugitiva, de bltei lido algures, que,
havendo os Polacos, ou quem quer quo fosse, pedido u
Voltairo um plano de reforma da sua conslituitao, elle
responder : Aquellt, olhando para uin ctucifix ,
morreo por querer ser reformador. Pura um minis-
tro da corda, quem tal dito contara na cmara dos depu-
tados do Brasil mais engranado porm, para nao
dizer o mais lastimoso, he que, censurando o .sr. Fer-
rar, ou Franca Leite, esso dito, c o da inercia do tal
ministro da gurra o mcsmissimoSr. MendesdaCu
nlia gritou do seu banco: oSr. no sabe o que he
gloria bradou o tal Mendos cobrio-se de gloria, re-
pito. E ficau assentado do podra e cal que a iner-
cia, o amiente deve ser dora em vanto um titulo da
gloria ministerial. Ora, nao he isto para l'aicr escan-
galh'ar do riso ao mais frentico, quanlo mais a um
pachorrento, como j eu disse que suu ? '.' '. Ab Srs.
promettedores \v. Ss. sao urna joia Quem nao
arrebentar do rir, quando vos ouvir as proximidades
das eleicos gritar, que a naco. reclama reformas, e
que vos, que sois o grao partido nacional, vos rompro-
inetteis a ir propol-s, e fazi-las passar ?? V. foi | ara
isto que esses bomens sem f e sem lei derramarlo nes-
sa recontada circular, com a maior indignidade o vila-
nia, tantos insultos,tantos improperios, tantas o lo des-
pegados mentiras, lo atrozes calumnias contra aquel-
es, com quem culloboraro no faumento de todas es-
sas leis :' contra ministros, a quem tanto pedirlo, e de
quem tanto recebro ; contra urna amara, de que lo-
rio membros, e na qual lorio os mais estrenuos delen-
soresdesses mosmos ministerios, a quem b jo injuno?
Nao cslSo elles vendo que Ibes est cabindo na cam toda
essa lama, quo s mo- chcias aluio a esses ministerios,
e a essa cmara i' I1, nao me lioi de rir at pelos rolove-
os, pievendo desde ja que ell s para aqui ho de vir
gritando ( porque para o auno que vm he tioipo de
eleic.ois que nao zerooquu promi tloiao, porque
nao podrao, nem os deixaro fallar, como dizia eui
sua circular um desses traficantes polticos ; masque,
se os torna'em a eleg r ( que ubi he que bale o poni )
inoslr.il ,i0 como loe ni volt i! tudo a i .lado de oiim .'
Sin, elles ho do vir com eiia cantilena, e bao de ser
acreditados, eele'oi (que he, repito, on^ie bale o pon-
to) ; porque, aqui para nos, o pufo be como as Iran-
gotas enfeitadas, que goslo muito do promessas de ra-
zamento. e acredilo mais nellas do que em exemplos
da Escriptura Sagrada Ora, essa. promessas, elles as
ailuliar.i'i con, um chuveiro das mais despeijndas men-
tiras, e das mais atrozes calumnias contra 01 passados
minisienos. inclusive o de 2 de levcreiro.lo entSo, como
acredito j for passado, a cujos ps se arrastraio,
por cujas medidas vntirao ; e contra acamara, a que
pertenecern, e na qual lun us mail estrenuos delen-
sures desses mes nos ministerios, que boje cobrem do
insultos, e torpemente calumnian; o ludn lia de ser mu
bom acceito, o elles ser.i reeleitos, qu he miso que ba-
teo ponto ; e depois repetirn a iiio-ma lari,a para nu-
tra reeieiea > ; a! que finalmente o povo, que no fundo
bequem cumsinceridade deseja o bem do seu paiz, e


gor elle desinteressadamenteso sacrifica, o vira aco-
hecer. e caneado de tan (a maroteira o de tanto maroto,
j.o hade dar o merecido promio de tantas e ISo tor-
mi tificacSes. Ho de tudo isto que cu me vou rin-
Id, Verdade he que, quando esso dia de desongano
legar, j tudo estar raso, c os maganoes tcri apro-
eitido'oMMl lempo, se Dos que nao pe lempo em
nadar iempo, nao man Jar o contrario, como (irmemen-
I*.' ere
O Pachorrtnto.
Correspondencias.
Movimento do Porto.
.. Heladores Upjentei motivo, quaes i lide, que de dia oin dia c deteriorava, tiicrao com
"',. ,,. retira"", por nlgiint dia, deta cidade : cale
''". ,rvil||.i jbemque prquHio), feooni que nao lse o
1 fi'ario n. 14S do 8 do correte,V por isao nao re
d nin annunoin injerto oeste meinio Diario
""loiira, porein, qu me nelin aqui, lan potan dcixar
hor minlii vei de pedir non Sr. Rosa Braga & Cumpa
hi( '{lesin i|itfi "'"> unheco), que nao ejo para o-
t'ra'<'" precipitado. Qui.iito nao cria bellu elou-
ivel rtelle, indagaren! bem oale nagoqio, para nao en
vorcm iii'mi nonio 'que ate boje nao ahio a publico)
eHl fgliidadr* ?
Se o Sra. B "as Braga & Loinpanlua me nao ennhee
aili) ienaoabaoquemeu era, para que lio aprewa,
Jmenle quitean macular nicu conceito, jiilgando me
cn|,3,le envolver sua firma em falsidades ? lndagiiem-
noiti que c pcrsiidiroilu contrario
Refliotao mellior sobre cate negocio os Sr. RoosBra
, ^ C.inip.iiiliia, e vejSo c tonino ou nato reio de me
quriur drllet.
Con a piiblioacao desta linlia mullo Ilion agradece*
r.i ieu oonatantii lei'r
Manuel Mara do Amaral Juntar.
Srt. H.dador ti. Como tenhao alguns mal inten-
, ionados espalhado que eu te parte no artigo do Cla-
mor Publico que, censurando o Exm. vice-providente
pela nomeacao do professor da cadoira deprimeira
lettrai de S.Jos, deenvolta estigmalisa a meu primo,
o Sr. Joaquim Antoniode Castro Sunes.rogo-lbes ofa-
rde trmscrevcremno seuestimavel jornal estaslinba,
im que me apreso a declarar muilo positivamente que
oto so esso artigo nao he meu. como tambem que nio
chegou ao meu conhecimento antes do iuipresso, e
que" so o vi quando o numero de9se peridico, que
contera tal artigo, eslava exposto a venda. Esta mi-
rilla declaraco tem sopor m desmascarar urna im-
po.iura : se eu tivesse sabido de tal publicacao teria
vitado que apparecesse a parte que diz rospeito ao
Jilo meu primo.
Com ainierclO desta muito obrigaraO, &c.= /-,ou-
nro cellino d'Albuquerque Mello.
4:790a093
CQMME.i*IO.
Alfandega.
Rendimento do dia i I..............
DeicarregaO hoje 12.
jlarca-/..notencanos d., (erro.
BarcaCatkarina mercadoiias.
Brigue americanoFabiuifarinha.
IMPORTACAO.
VUI.TURE, brigue Ingles, viudo de Tcrra-Nova, en-
Irado no Brrente me, a coillignocSu do Charle Roop
g C; manirVatou o si'giiinto :
4,961 barrica com bcolho ao consignatario.
ANDES, brigue ingle, viudo de Liverpool, entrado
do crranle loet, ooiiaignaoto do Lalbain & Hihbofl;
manifeitou o legsima
0 aaixaa fasenila de algodao; a J. Palor & C.
' caita ilita dito," lo onnsigSUWarins,
'i fardo hienda de laa, 10 ditos dita de algodao, l
raixa linha de algodao, 2 caita fiuenda do iinbo, 2
ruixa diftVrcniel mercadoria, barrica papel e nutro
nbjcciu, 32 barricas o 114 barr rerragen, 0 lencea
de chumbo, '200 fugarelroa para fugO**; a U. Keirvorlhy & & ,
II eaixaa fesendas de alffi'dao, :> dila c don tardo
dita do las; J. Crablree & C.
1 caixa raseudaa ib- la; a Deanc Joule & c-
I anisa rerragen; a .1. J Monteiro.
Araixat Fatcnda ilc algodao; a llidgvvay & C.
I caia papel; a -\. O. Biober & C.
a cana ueiia; a 1- Jookbague.
3 eaixas raicndas de algodao; a Me Calmunl & C.
I oaisa iiiiiuli'ia; a J. Hasn.
Sfardoafatendasdella. 15 ditos e dUM cartas taien-
da de algudo; a Admion Howie & ^
50 queijns, 20 presuntos, 6duis decmnerva, 0 di-
ta domustard; a J. Carrol & Sun.
I sneco enibrulhos de amostra; a diverso.
10 eaixaa meiaa de algodao, 1 dita miudota, 4 tardo
hsendti de laa; a ordeiu.
IIAIIU, 7 DE JLL1IO DE 1815.
Cambios.
Londres......28 3/i p. 1.000
l>rii.......300 1 flanco.
Ilaml.urgo ...... 6'-0o marco.
Lisboa ......120
Oneas beipanholas. 31,500
mexicanas .... 31,000
Moedas de 6.400 .... 17.800
de 1,000 ... O.400
l'rala 1011 a 100
An. do Seg. Leal. 10 por ceotnde piemio.
do governo i por c50 pul c. de descont.
Ullimoi piceos da praci.
Algolao de fura ./.... -.C00 a 6,000
a de dentro...... *'300 *'?^
Asfucirbcanco...... 2.800 2.60J
Mascavado ...... '70 a r ,
Cal i.i .orla ...... H0 J'jJ
. reEular ...... *.? a 2.70
. ordinario...... 2,000 a 2.400
Couroiseeco. ...... lloaHol.b
saldados ..... 1 '' *
verde .ni salmoura 3.510 um.
Cauca, cnada...... st)0 a 9
'I'al..l-oeii.folbal.-qoalid8d6 3.600 a ...200
dita 2.600 a .1.000
i'.iidudo algodao de Minas l80 20U
.. aa Baha 320 boro.
(Correio Mtrcanttl. )
/Yanto entrados no dia i I.
ftsltimore; 49 das, brigue americano l'abius, de 108
toneladas, eqtfi'pageni 11, capilSo Jf soph 1.. Wbile,
carga farinha ; L.G. Ferreia.
Rio-dc-.laneiro! 14 dias, brigue Brasileiro Fldr la
Fi, de 157 toneladas, equipagein 12, rSpitSo An-
tonio Rodrigues de Almeida, carj(a ctrne, farinha
e caf ; Amorim Irmaos.
dem pela Babia ; 19 dias, paquete ingle ExpriU,
trazando do ultimo porto 3 dias, commandante o
tenento Henrick.
Sidni-j ; 75 dias. barca inglea ulumnut, de 362
toneladas, equipagem i o, capito William Wbile,
carga Ida e cabo ppssageiros 14 : ao capitao, veio
refrescar e segu para Londres.
Ueclaragoes.
CO.MPANHIA DE BEB1RIBE.
Ocaixa da companhia de Bebiribe roga aos Srs.
accionistas que anda nao completarao as entradas de
60 por cento bajo de o (azar itnpretcri velmente at o
ultimo do corronle mez.
Avisos martimos.
__ Para a Rabia a sumaca Tentativa, foirada de co-
bro e deprimeira inarchi, segu infalliveluiunte no dia
11 docorrrente.
__ Para o Ass sai nesles i dias o brigue-escuna
Ihliberaco, capilo Joao Goncalves Rocha ; para car-
ga e passageiros trata-se na ra da Cadea do Recifo n.
40, oucom o capitao, na prafa doCummorcio.
visos diversos.
= Arrenda-se urna casa de dous andares na ra do
Nogueira com honscommodos, e muito fresca, quintal
o cacimba ; a tratar na ra Velha n. 05, de inanhaa
al as 8 horas, e de tarde das 3 as 6.
Arrenda-se urna casa torrea na ra da Manguei-
ra na travessa da ra da Alegra para a Gloria, n. 7,
com honscommodos o muilo fresca ; a tratar na ra
Velha n. 03.
O ahaiioasiignado, tendo do fazer urna viagem a
Europa a tratar da saude de sua senbora, e como an-
tes de se retirar pretende saldar suas contas com esta
praca, e como o na > pode fazer j como desoja, sem um
sacrificio, tem resolvido vender tres predios novos de
dous andares e dous arma/ens sitos na travessa o por de-
trs do theatro publico, um sobrado com leute para dita
travessa e com os trinazens para o rio.
Tambem se vende a casa que 6erve do theatro publi-
co, so ou em globo com os predios, assim como 80 ter-
renos de 30 palmos de frente, e ldo fundo na linha
da ra da Concordia entro as dua* travessas do Montei-
ro o Caldereiro, cujos terrenos leem parle atterrados e
parto alagados, e dando-se por precos mu i cominodos a
dinbeiro o a praso : os protendentits de tacs ohjettos
pdem-se dirigii a ra do Rosario larga n. 18, quea-
cbaraO com quem tratar.
N. t. O abaixoassignado, logo que tenba lugar a
sua retirada, e lindos os seus negocios, seus estauelcci-
mentos ficao no mesmo p em que se acbo, debaixo
da administracao de seu filbo e socio, estando j na posse
de um dos estahelecimentoj. Manoel Antonio de Je-
ss.
A bordo da sumaca Comljitle Amiade, ha
farinha do mandioca de boa qualidad:. o a prceo
mais barato do que em outra qualquer emha'caeSo.
Luil Antonio Mosquita Falco manda ao Aracaly, a
tratar do cortos negocios, ao suu filbo Carlos Maria Fa
cao, menor deidad:, levando em sua companhia um
criiido de nomo Andr Martins.
lotera do seminario.
Achando-se ja inuito adinntada a wmla dos bi-
Ihetes da lotera, concedida por S. M. I. 8 iostruccao
publica em o seminario episcopal de lindj, e deien-
do ser a primeira cujas rodas corrao, se adverte ao ris-
peitavel publico, que brevemente se annuntiara odia
impreterivel do seu andamento, e para isto be necessa-
rio, que os amantes deste jogo continen na compra
dos bilhetes, cuja venda so acha nos lugares do costu-
mo.
__ Oabaixo assignado faz scicnte ao respcilavol pu-
blico, que de seu poder so extraviou urna lettra da quan
tia deaOjOOOrs.. sacada da Rabia em 16 do prxi-
mo passado a 15 di.s precisos pelos Srs. Antonio Pe-
reira Espinheir & C. a seu favor contra os Srs. No-
vaos & C. desta praca, cuja lettra foi acceita pelos Srs.
Novaesi! C. em 28 do prximo lindo, e vencida buje ;
e corno estej embolsado do importe da referida lettra,
faz o presente annuncio a fifia de ficara nesaal lettra
de nenbum vigor. Jos Marcellino aa llosa.
-Quem pretendes comprar algumas obras de prata,
bem como alguns casticaes, e outras obras; procuro na
venda da casa daesquina da ra do Collegio delronle do
cae,casa da viuva do Cuoha.
= Arrenda se, por annos, um sitio perlo da praca,
que tem casa de pedra e cal, commodo para 10 vaceus,
arvoredos defructo, agoa de riaebo, e varzea para ca-
pim, sendo a quem adianto OOt rs. para se descontar;
e por isso se arrenda por muito menos do valor, o cos-
tunie : quem qui/er annuncie, ou se dirija a ra da
Gloria, casa torrea n. 57, ou a ra do Ro/ario, a Fran-
cisco Antonio de Sousa.
__Precisa-se de um pequ'-no de 12 a 14 annos, que
entenda de venda : na ra Direita n. 23
__ Oscrcdores de Joao Antonio Maitins Novaos
participio aos devedores do referido Novaos, fallecido no
dia 0 do corrente, que a casa e beus do finado se acbao
soquestrados pora pagamento do crescido debito a prac.a
e annunciantes, o que assim nenbum dos devedores
inesma casa faga pagamento a alguein, porquo qual-
quer pagamento que Rieren ser novamenle exigido pe-
los annunciantes, por ter sido fcito a pessoa incompe-
tente.
= Prcciss-se arrendar um sitio perto da praca ,
que tenba bastante pasto para 12 vaccas; paga-se bem:
quem tiver annuncie para se tratar do ajuste.
__ Aluga se urna casa terrea nova, e bem acabada,
agnartleutc.
cunada.
botija.
c ni i.Id
garrafa.
com quintal e cacimba e bons commodos para familia,
por prego commodo, sita na ra do Tambi mesmo
delronle do becco ; a fallar na botica da ra do Ara-
gao do Sr. Ribeiro Jnior, quo achara com quem Ira-
tar- i
=Precist-M de dous contse quinhenlos mil rs por
espaco de -meo annos, a um por cento, pagando-seos
juros tollos os me/es, o dando-se morada de casas livres
e desembarcadas; quem os quizer dar. IBOUBcie ,
ou dirija-se ao Atierro dos Afogados, n. 218, a fallar
com Francisco Xavier das Chapas.
= A mesa regedora da irmanddo do Divino Espi-
rito do Santo convida o todos os irmaos, para urna
mesa eral, no domingo, 13 do correlo, as 10 horas
em ponto.
= Precisa-se de urna ama para o servico do pessoa
soltoira ; no pateo do Collegio unto a casa ama-
rolla.
= Precisa-se de um caixeiro para um armazein
de iimlliados na cidade de Macei ; quem estiver
nestas circunstancias dirija-so a ra da Cadeia do
Rccife n. 20, de marihaa at as 8 horas o de tarde
depois dasduas.
= Precisa-se de urna inulbcr quo leja capaz, pa-
ra ama do urna casa para tudo o servico e compras:
na ra larga do Hozario fabrica do charutos n. 32.
= Quem quizer alujar una pata, para todo o sor-
vi.-<> de urna casa dirija-sc a ra Direita padaria
n. 24.
.= Thomas II. ISattor.shy relira se desta provincia.
Us prop ietarios da fabrica de espi-
rito da ra ele Santa Hila n 85, aviaSo aos
seus Ireguezea que, em consequeocia da al-
ta extraordinaria que acab de ter lagar
nos oreos da agoardeote, sao obrigados a
elevar osespiritos de sua fabrica aos pic-
eos seguitites, os quaes assim mesmo an-
da licao muito obaixo daquelles por que
licariao se a difi'erenca fosse feita na mes-
ma proporcSo da subida da
Heino........1SIHK.
Gonebra.........B.So
Dita............ao
Aniz ...........8oo
E-pirito......l8o
Licores .........180
Dito lino .......4^i
= Oabaixo asignado, estando ausente quando p-
pareceo no Diario de l'ernambuco, n. 118, o lalso e
doloso annuncio de Antonio Pinto Soares piovenien-
te de urna ordem para cem arrobas de carne secca, pelo
dito Pinto retida nao Ihe pcitcncendo o abaixoas-
signado declara que nunca comprou carne secca ao
referido Pinto o nem Ihe entregou a mencionada or-
dem e nem com ello lene Irato algum co-nmcrcial at
i oje. Diz o annuncianteem o seu annuncio paia me-
llior poder illudirao publico que tem lestemunli de
haver vendido ao abaixo assignado a referida carnesec-
ca : be falso : tacs teslemunhas nao ha; o nem as
poder obler com verdade, e menos pelo abaixo
assignado nao ter tidocom o annuncianle trato ne-
nhuin a respeito e nada Ihe dever ; o que protesta
provar em lempo oppnrtuno, para haver do annuncian-
le a pena da lei por ter pretendido usurpar ao pas-
sador da referida ordem o ao abaixo assignado a im-
portancia das mencionadas cen arrobas do carne serca,
n.io iba devendo aquello c nem o abaixo assignado o
valor de um ceitil ; sim, o abaixo assignado se ufana
de ter testemunbas e at documentos para prova do
que refere o cin caso preciso o far publico, para
que este conheea a esperte/a* do dito Pinto Soares ,
quando pretendeo usurpar o que Ihe Dio era devido.
l'ernambuco, lOdojulbo do 1845 Domingos Al-
tes liarbosa.
k Ropcticao da ordem = A quem convier pode
vender ao Sr. Domingos Aires Barbosa cem arrobas
de carno secca cue pelo trato quo o mesmo fizer ,
pelo presento me'respoiisabiliso. Recife 31 do Ja-
neiro de 1848. J. 4. de M. Basto. Appareca o
trato (cito, quo deveria ser estipulado escripto em
referida ordom pelo abaixo assignado ; mas como ha-
via de apparecer so o abaixo assignado nada comprou
aodilo noto Soares e nem se ulilisou da referida or-
dem para nada Domingos Alves Barbosa.
Agencia de passaporles.
Na ra do Rsugel, n. a4, lirao-so passaporles par
dentro e fra do imperio, desptebao-se escravos, e cor-
rem-se folbas tudo por preco commodo, o com a
manir hrevidado.
sss Custodio da Costa Guimaraes vai ao Penedo a
tratar de seu negocio levando em sua companhia Ma-
noel Lopes Guimaraes.
ss Aluga-se urna casa do duus andares na ra do
Anioriin n. 0 ; na ra do Encantamento n. 8 A.
sss Nicolle, com armazem de comeslives, na ra da
Alfandega Vellia n. 58 acaba de receher, pelo ul-
timo navio dances salames muito bons, de Bolonha,
azoite doco superfino, de Franca, conservas de frutase
le comer vinhos de todas as qualidades quo preteo-
e vender pelo preco mais barato.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
IIorneopalhico do Brasil.
Possue todas as substancias experimentadas na Eu-
opa, nos Estados-Cnidos e ultim>mento no Brasil e as
ynamisacoes Teitas pelos processos mecnicos do r.
Mure.
Dislribue gratuitamente a vaccina dynamisada e lo-
dos os outros preservativos neeessarios as epidemias
reinantes, e responde a qualquer consulta, que a res-
peito de linos, medicates, remedios e rgimen Ibc
lor dirigida.
Pratica elementar da homeopalbia pelos Srs., Mure
Ma/teus.
Enriquecida das primeiras experiencias puras teitas
o Brasil.
Preco 8)000 rs e 10 rs. com una boa cncader-
nacilo. .
Folhona homeopathica. 2." anno, contendo notrcias
sobre o estado actual da bomeopathia, o rgimen, eos
estatutos do instituto bomeopathico.
Preco 320 rs. com grando ahalimanto a quem com-
prar pnrc/ies maioies.
Ouein precisar do um rapaz para cai*-iro de ra,
ou para outro qualquer cstabelecimonto o qual da
fiador a sua conducta dirija-so a praca da Roa-Vis-
ta n. 6, ou annuncie.
OVERDADlilROREGENERADORN. 32es-
lar a enda oos lugares do costume.
= Pede-se encarecidamente ao Sr. J. Burle, queira
mandar no Atierro dos Alegados, n. 40 a reposta a
urna certa carta que Ihe tem sido remctlida pela mito
de seu proprio lilho ha mais de .{ mezes.
=l)-se um cont do ri; a premio sobre penlio-
res de ouroou prata toda quantia, ou conformo con-
vier ao pretendente sendo a menor quantia de SOS
rs. ; na ra do Rozario da Roa-vista n. 53, segundo
andar.
= Havcndo a commissio.oncarregada da reviaao do
projeclo do compromisso da irmandade do Apostlo S.
Pedro,dado por prumptos os seus trabalbos, o prove-
dor da referida irmandade convida a todos os irmaos
para compareccrem no respectivo consistorio segunda
leira. 14 de julbo. pelas 9 horas da inanhaa em ponto,
para abi Ibes ser lido o mesmo projnto e lor princi-
pio a disrussao a qual continuara nos dias immedia-
loi.
=a Antonio Monloiro Pereira embarca para o Kio
de Janeiro a sua escrava Maria de naci,
^= Bernardo Jos Lopes Rrag relira-se para lora
da provincia a Iratar de sous negocios.
Aluga-se urna casa terrea por commodo proco,
com 6 qusrtos duas salas, corredor ao lado, cozi-
nha fura o quintal atraz da matriz da Boa-vista: a tra-
tar na ra da Aurora n. 58.
Aluga-se urna prela para o servico do osa que
sabe ensaboar engommar, cozinhar o ho muilo di-
ligente ; quem a precisar dirija-se a prai,'a da Boa-
Vista n. 7.
Quem annunciou querer urna estante para mu-
sica dirija-so a ra da Conceigo da Boa-Vista n. 9.
Oflerece-so um homem para cozinheiro de una
casa inglcza ou para compras do ra : quem o pre-
cisar, dirija se a ra do Nogueira venda n. 49, quo
achara com quem tratjr.
. A pessoa que annunciou no Diario de hontem
precisar de um caixeiro para loja do fazendas quoira
declarar sua morada para si'r procurada ou dirija-se
a ra do Vigario n. 22.
- D-so dinbeiro a premio sobre penhore do ou-
ro prata ou hypotbcca ; na ra estroita do Roiario
ii. 50, secundo andar.
= Quern annunciou no Diario da hontem n
151 procisarde um caixeiro Portuguex do idade do
16 a 20 annos, para luja de lazendas dirija-se a ra
da Cruz n. ul a fallar com Joao Vaz dj Oliveira ,
quo indicar pessoa, que bem dosempenbo o lugara exi-
gido.
= O rapaz Brasiloiro, quo annunciou no Diario
de Petnambuco, om 8 do corrente para ser caixeiro
do engenho, ou administrad ir podo apparecer na
praca da Independencia livraria ns. 6e 8.
A nova Companhia Italiana
avisa ao respeitavel | tiblico, que no dia
snbbudo, 19 do correte, principiarais as
funcc5es ricas, primeira das vhite e
iiiialro promettidas aos Srs. assignantes.
Os camarotes que ainda reslao vender-se-
bao tambem para urna so noitc (sem ser
preciso assignat-se por mais vez.es) em
casa do director, na Novan. 7, segundo
andar A companbia toda, ou parte, ira
cantar as sociedades e as igrejas esti-
poleodo o preco com o director.
- O Sr. Jns Botelbo de Araujo Carvalho tem, nes-
ta typo^raphia, urna carta vinda do i'>o-de-Janero.
Compras.
= Lomprao-so, para lora da provincia, escravos de
ambos os sexos do 16 a 25 annos; na ra do Cres-
po n. 10, primeiro andar.
= Comprao-se 4 bois mancos para carro, e dous
quartos : no principio do Atierro dos Alogados
n. 31.
sa Compra se urna duzia de cadeiras de Jacaranda ,
e um soph, em hom estado ; na ra Nova n. 8.
na Compra-se um cachorro atravessado que seja
de boa raca ; paga-so bem: quem tiver annuncie.
Compra-se um mulatinbo de 12 a 16 annos, de
boa figura e conducta; paga-se bom na ra eslreita
do Rizarion. 21, ou annuncie.
Comprase urna escrava moca. Badil sem vi-
sios quolaiba engommar bem e coser ; na ra das
Cruzes n. 26, segundo andar.
= Compro-so harris vasios; na ra Direita n. 9.
sss Comprao-se dous escravos um pedreiro e ou-
tro i arpio,!, para um ncommenda do Rio-Grande-do-
Sul ; sendo bonitas figuras. pagao-se bem ; na ra
do Collegio arma/em n. 19.
sb i.omprau se, para fra da provincia escravos
de H a 20 annos sendo de bonitas figuras pagao-se
bem; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar do varandadi! pao, n 20.
Vendas.
= Vendem-se j escravas mocas, de boas figuras,
engommSo e cozinhao e urna cose ; urna dita boa
quilandeira ; duas molecas pc(as urna de 12 annos
o outra do 18 annos boas para serem educadas por
serem recolhidas; urna prela de meia idade por 200
rs ,co(inha,engomma, e lava roupa; urna parda de 20
annos, de boa conducta, e ptima para o servido de ca-
sa ; 4 escravos moros de boas figuras hons para to-
do o trabalbo : na ra do Crespo n. 10. primeiro an-
dar
= Vendo-se canella miudade superior qualidade ,
chegada ltimamente de Lisboa em latas de meia, 1
e 2 libras, por commodo preco: nn armazem de Dias
Ferreira. delronle das escaduihas.
= Vcnde-se um carro ingle/ de 4 rodss, por prc-
i o commodo no Atterro da Boa-Vista coebeira de
L. Monier: a tratar com o proprielario, na ra da
Aurora n. 62.


A
= Vendem-se 3 moleques do idade de Ha 10an-
nos ptimos pira todo o servido ; urna negrinha de
idade du 15 annos rouito linda e hcrn educada, com
varias habilidades ; um mulatinl o de idade do lii an-
nos ptimo pagem ; 3 escravos do dado de '20 an-
nos, de naco, com bastante pratica de servico de cam-
po todos do muito boa conducta ; na ra Direita
n 3.
= Vondom-sedous bonitos escravos mocos e muitu
relorcados proprios para qualquer servigo; duas pre-
tas de 20 annos de todo o servico sendo urna pura
fia da provincia e a outra com muito boas habili-
dades la/, rendas e bicos Je todas as larguras, engom-
ma o co/inha com toda a perleigo; urna dita por 200/
rs. : na ra Direita n. 81.
Veodem-se cortes de cseas pintadas de muito
biiin gosto a 1600 o 1900 r-. ditos de cambraia de
quadros de cores com vara de largura a i000 e 4200
rs. ditos militados a 3600 rs. ditos de cambraia ada-
mascada ;i '! e -1 r-. a melhor cassa pintada com 'i
palmos de largura a 400 e 560 rs. a vara riscado de
quadros de la e seda a 320 rs. o covado corles de
chita de asiento escuro com 13 covados a 2y rs. ditos
patentes de quadros o de listras a 'g rs. pegas de chi-
ta de assvnto branco o de cores a 4500 ,">500 e 6000
rs. ditas do pann'nKo com vara de largura, e com
10 varas a peca a 2800 rs. saias alcocboadas para se-
nhora a 1 (><)() e 2000 rs. .casimiras de alodo a 410 rs.
0 covado castores de tudas as cores a 220 rs. o cova-
do picote azul com 4 palmos de largura proprio pa-
ta cscravos a 2 0 rs o covado,brim trancado de quadros
de puro linho.para sobre-casacas de mentara a 400rs. o
covado fustoes brancos e de cores (isas a 560 rs. o co-
vado dito a 320 rs. nscadinbo Irancez a 120 rs. o
covado e outras muilas faiendas de bum -oslo por ba-
rato prego: na ra do Crespo, loja n 10, da viuva Cu-
nha Guimaraes.
^= Vonde-se urna canda berta, grande, por pre-
go razoavel ; no tanque d'agoa da ra ue Apollo n. 50.
= Vende-se para acabar de se liquidar, o resto de
urna purgan di) camisas de madapolu bem acubadas ,
na ra da Cadeia do Recifo n. 0, primeiro andar.
= \ende-so muito bom feijao mulatinho em sac
cas de alqueires a 7000 rs a sacca ; no armazem do
Bacelar, defronto das escadinhas do caes da alian
doga
= Vende-se um escravo de 22 annos, muito re-
forgado e de elegante liguja proprio para o servieo de
campo, ouengenho; na ra de Hullas n. 112.
m= Vende-se urna prela de naco de idade de 20
annos de bonita figura cosinlia o diario de urna ca-
sa e vende na ra ; ao comprador so venda: na ra do Cabuya, loja do relojoeiro n. 7, ou
na ra do Arago n. 5.
Vende-se urna escrava de nacao de exemplar
conducta, engomma e co/inha com todo asseioeper-
feigiio ; urna dita para todo o servigo por -420 rs. ;
urna dita por 350j rs. ; uina dita por 500 rs. ; um
bonito moleque ptimo pera pagem du idade de 18
annos ; um dito de 13 annos, por '120/rs. ; um bom
escravo oflicial de carpina ; um dito proprio para sitio,
por "no,mu rs ; um dito por 400,000 rs. ; um mo-
lecote de idade de 16 annos, bom carreiro; 1 dito para
todo o servico : na ra de Agoas-Verdes n. iC.
Vendo se o engenho Jaidim-de-Paratihe,distan-
te desta praga 3 leguas, muito bom d'agoa, por muer
como rio, boas var/eas e maltas do boas mudeiras ,
moente e corrente : os pretendentes pdem procurar
no mesmo mgenho a seu proprietario que he o na
jor Jos Francisco do Sales a litn de trataren) o su
negocio.
- Vende-se um relogio de ouro patente ingle/ ,
do gosto moderno do mellior autor, com seu compe-
tente transe 11 ni de ouro tambem de um lindo gusto,
por prego rommodo e razoavel quo MU a ser ludo por
290/ rs. na ra larga do Rozario loja de miadezil
n. 35.
I.iuraria da ra da Cruz do bairro Jo Ueci' n 56
= O Me/, de Maria, ou nova imitado da Sanlissima
\ irgeni por .Miname I ai li des Sablons, traduzido
do trance/ porCaetano Lopes de Mnura e dedicado ;i
Illm e Exin.* Snr." marqunza de Ponla-Uelgada. Pa-
n/. 1845, 1 v. em 16 diversas cncadernacocs.
A excedencia do texto, a perleigo e multido das
estampas o sosto e bem acabado da impressao ludo
nos obriga a considerar i sle livro uina das inelborcs pu-
hlicages do anno corrente e sem duvida alguma a
obra prima typographica portugueza.
Cdigo do bom toin ou regras de civilidadee de
bem viver no A'IX seculo por J. I. Roqueta pro-
fossor de litteratura portugueza no Collegio Stanislao.
Paria 1845. 1 v. em 12.
Este livro cuja ieitura se a/. recommendavel he o
livro pratico mais til mais indispensavel, e mais bem
feito, que sobre a materia existe na lingoa portugueza;
accresce ser ricamente impresso, com innumeraveis vi-
nhelas intercaladas no toxto.
Diccionario de Theologia pelo Abhade Hergior ,
edicao enriquecida de notas extraliidas des mais cele-
bres apologistas da rcligiao por Mr. Goussete arce-
hispo de Heims, augmentada com artigos novos por
-Mr. Done),hispo de Montaubin,e prececida do plano de
Thcologia manus .-npi.i aulbographo de Borgier; Be
sangon 1844 6 v. em oitavo er.cadernado.
Sao notaveii, entre os novos os artigos concernen -
tes a constituigao civil do clero so llermerianismo ,
I uriorisino, Sam-Simonismo Magnetismo Mumie-
rismo [,.,nena igreja Anti-concordatarios Racio-
nalismo Allemo, &c
Todos os livroi elassiens inclusive o Horccio, cuja
falla era tosensivel livro de ouro dos meninos ,
e historia dos meninos celebres traduegoes de J. I.
Roquete ornado com muitas estampas ; noioes ele-
mentares de philosopbia por S. Pinheiro ; guia da con
versago portugueza ingleza e portuguea, franceza
ilo mesmo J. 1. Roquete; l)ieu devant lesiecle por A.
Mailrolle ; cours complet de bistoire chronologique en
1 24 tableaux a l'usage de la jeunesse por M. Pascal ;
Magasin universel 7 v em quarto gr-nde rom innu-
meraveis estampas ; as duas traduciocs de Jess Quis-
to pera n te o reculo (eitas pelos Srs. Colaco e Moura,
eoutros muitos livros chegados ltimamente, ese
vendemna mesma livrana por prego commodo.
= Vende-se arroz de casca em laceas ; no caes da
Allandega armazem n. 5.
==\ endem-se chapeos pretos de castor, de abas lar-
gas ; na ra do Trapiche Novo o. 5.
Vendem-se estojos de navalhas de cabo do mar-
fil inglezas, acontento, bolinse meios ditos do Lis-
boa chegados ltimamente ; na ra larga do Roza-
rio n. 24.
= Vende-so muito boa familia de tapioca, alva e
nova pelo barato prego do 2560 rs. a arroba ; no ar-
ma (em de porta larga defronto do caes do Collegio ,
junto ao hotiquim da Estrella.
Vendo-so urna parelba de cavallos j ensillados
para carro e mesmo separados assim como um ca-
sal do gneos brancos ; na estribara da ra da Flo-
rentina.
= Vende-se urna casa terrea com grande soto ,
leita a moderna, com 27 palo os de Irente e bom cons-
truida com grande quintal e caos,na praia do Fagun -
des n, 20 ; a tratar na mesma.
= \ einle-se milho a i > rs. o alquoire da medida
v elha ; na ra da Cadeia de S. Antonio depozito de
I, rinha n. 19.
= No armazem de Francisco Dias Ferreira de-
fre nto do guindaste da allandega vendem-se, por pre-
go commodo, charutos regala e meio-iegalia fu-
mo em lolha superior de primeira qualidade e
barris com 12 pescadas de Lisboa a 4200 rs.
= Vende-so urna casinlia na ra da Alegra da Boa-
Vista, que faz esquina para o becco que vai para a ra
Vellia cuja casa rendo 5$ rs. mensaes por prego
commodo; a fallar com Manoel Jos Magalbaes Basto.
Atten^o ao barato I 1
\ endem-se marroquins.a 1 loO rs. a pellc, luvas
de pellica para bomem a 960 rs. o par carteiras de
m.irroquim para algibeira raanliiihas para grvala ,
luvas curtas de seda para senhora a 200 al 1120 rs. ,
dit.iscompridasa 18 O 1120 rs. galio lalso amarello
o branco a 100 rs. a vara retro* preto a 80 rs. a oita-
va sendo porgao meias brancas e pretas de algodo
para .homem e senhora ditas de sede para homem ,
litas lavradas largas e estrellas por barato- prego as
varas, suspensorios de seda agulhas em carteiras e
caixinbas com todo sortimonto, penles do tartaruga
para marraras,c outras muitas miudezas por barato pre-
go ; na ra do (Queimado n. 24.
= Vende-se urna parda de 30 annos pouco mais
ou menos sabe lavar de varrella e sabo co/inha o
diario de uina casa, e be ptima para vendas de tabolei-
ro as tardes; na ra do Livramenlo n."7.
Vendcm-se chales de la e seda a 4500 e 6000 rs.,
chitas de rumagem para cohcrla de cures fixas, a 160
rs. o covado linissimos cortes de cassa-chitas a 2500
rs. ditos de ditas de quadros e listras, muito moder-
nas, a 4200 is. dilas de cambraia de lislras de cores ,
do ultimo costo, a 4600 rs. tarlatana muito mo-
derna a 1500 rs. o corte lminos com lislras Je seda
a 8000 rs. o corle cassa de quadros a 3(J0 rs. a va-
ra cassa lisa lina a 400 rs. dita superior bretanha
de rolo rom 10 varas a 2200 rs. corles de collele de
setim preto com flores a 1600 rs. pegas de bretanha
do linho a 3/H, lencos do seda de cores de lindos pa-
dioes a 1760 rs. cortes de chitas escuras e cores fi-
xas a 1600 rs. ditos do dita lina com 15 covados a
2800 rs., cambraia lisa li na a 480, 640 e 800 r. a va-
ra meias de algodao ci para homem a 2800 rs, a
du/.ia cortes de vestidos de parisiense a 3840 rs. e
em covados a 320 rs., pegas de madapolao a 3200,
3300, 3800, i'.OO e 4600 rs. ditas de madrasle Gao
a 50O0 e 6400 rs., brim trangado branco encorpado de
puro linho a 1280 rs. a vara dito pardo a 720 e 800
rs. riscados de quadros muito mojemos a 240 rs. o
covado e oulias muitas fazondas por barato prego;
na ra do Crespo n. 8 loja de Campos X: Maia.
Vende-se urna porro de ilu/ias do assualho de
amarello, e juntamente urna porgao de cosladinho e
forro do mesmo assim corno urna porgao do assualho
de louro, e lorro do mesmo ; certifica-K que esta ina-
deia ja est cerrada ha muito lempo o se vende
por prego commodo : na ra da Concordia venda
n. 16.
Vendem-se barricas e meias dilas com farinha de
trigo americana ditas du SSS, ancoretas com liei-
tonas, feixos e rodas du arcos para barricas sal de
Lisboa : na ra do Vigario arma/cm n. II.
Vende-se urna escrava de nacao Mogambiquu ,
moca de bonita figura, engomma co/inha e lava
do sabio com uina lilha negrinba de 3 annos ; 3 es-
cravasde nacao mocas, de bonitas figuras proprias
para todo o servico e mesmo para quitandeiras ; duas
negrinlias, de 13 a 14 annos, proprias para seren odu-
cadas ; duas mulatmhas, urna de 1~> annni, coso chao,
/. lavarinto e renda e he ptima para mucama e a
outra do 8 annos, e sao de bonitas figuras ; um um
eque do 15 annos, muito lindo, profiri para nllicio;
um escravo do naco du ~>5 annos trubalhador do
servigo de campo : na ra das Cruzes n. 41. segundo
andar.
= \ endem-se 3 relogios do ouro de diflerentes for-
mas dous paros de brincos, um bolao de abertura ,
um par de rosetas para menina; na ra do Rangel n.
3. primeiro andar.
Ll\ RABIA DA ESQUINA Du COLLEGIO.
Livrn recem-chegriios de Portugal.
Ricos breviarios dourados, rub. encarnada e pe-
la; missaes; imilsgo de Cbristo e da Virgem; segre-
dos das arles liberaes e mechanicas; segredo da nalure-
za; segredos necessarios para as artes e oflicios, theiou-
ro de meninas; oicdecina domestica 4 vol.; revolugao
franceza por'lhiers em portuguez; historia do Napo-
leonde >orvin, em portuguez, 4 vol. ambas as obras com
eslampas; Flor Sanctorum de Rosario; viagem a Jeru-
talem aos lug. res santos}; tabulas du l.afnntaine em
portuguez; inslruces de ceremonias; huclides Geo-
nidria; Tito Livio; diccionario cominercial de Ferreira
Borges; diversos dramas novissimos; elOinentos de di-
reilo natural por Vicente Ferreira I8M; direito natural
por Ahrens edicao de 41; Iheoria do cdigo penal de
Cbauveau, 4 vol; conlessor examinado e approvado;
theatro ecclcsiaslico; jurdim das damas; peridico se-
manal com pegas du msica; figurines e modelos de
bordados; Panoramas; alphabeto das malicias daimu-
Ihercs; eslaeoesiio anno ; grammalicas italianas; bap
tllenos; supi'leiiiento ao digeslu, nuva ediegao de 44;
Sisin inli. direito publico; ordenagfles do reino e as-
sunlos da suppl.; excavagoes potica* de Caslilbo; Ma-
tbildo por l-.ug. Sue; Judeo eirante; Misterios de Pa-
r/ trad. em portugubz e muitas outras obras em todo
o genoro e preces moderados.
- Vendem-se duas inoradas de casas terreas no
vas : a tratar na ra da Concordia n. 3.
=Vendem-se duas pretas, sendo urna de bonita fi-
gura e com habilidades queso dirn aos comprado-
res, e a outra que sabe cozinbar o diario de una casa,c
engomma ; na ra da Cadeia do Recife n. 47, a fallar
com Jos Pires de Moraes.
= Vcnde-se um escravo carreiro e bom trabalbor de
enxada e ptimo para topo o servico ; na ra Dimi-
ta n. 18.
Cera lavrada.
- Vende-se em caixas de 180 libias cada urna, sor-
tidns desde duas al 16 em libra ; na ra da Seiualla-
Velha armazem n. 110.
= Vendem-se a t-rga parte e bemfeitnrias da pro-
priedade de Agoa-Fria de Bebiribe-de-Baixo a qual
tem pasto para 10 vaccas de leite todo o anno urna
grande casa de vivenda duas ditas mais pequeas 3
ditas de pedra e cal muitos arvoredos de Iruto mui-
to boas haixas para capim ,- maltas para lenha e mul-
lo boa agoa de beber; vende so ludo por prego muito
commodo : na ra Nova n. 60.
= Vendem-se chitas para coberta, de bons pannos
e cores fixas com estampas e arvoredos fingindo mal-
los, pelo barato prego de 160 rs. o covado, finissimas
chitas francezas muito largas de assenlo escuro ,
de quadros e listras, cures fixas, a 320 rs, o covado,
dita a 260 rs o covado, lanzinhas de bonitos padroes
a 5200 rs. o corte e a 320 rs. o covado cortes de cas-
sa-chitas de todas as cores e muito largase 2* rs. di-
ta em vara a 400 rs. dita transparente a 2560 rs. ,
cortes de chita de assento escuro e cores lijosa 1600
rs. chitas cor de ganga e de outras muitas cores e
muito finas a 200 rs. ditas escuras de lindos padrSes
a 160 rs., e em pegas a a500 e 6/ rs., pegas de breta-
nhas de rolo de superior qualidade a 2.) rs. algodo
trangado muito largo e escuro proprio' para roupa de
escravos a 2i0 rs. algodo americano muito encor-
pado a 220 rs. a vara dito muito largo e encorpado ,
proprio para lenos a 280 rs. madspolde> de todas
as qualidades e mais fazendas tudo por barato pre-
go ; na ra do Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
Dias.
A Hendi !
=Vende-se a 120, 140 e 160 rs. o covado de chita ,
ditas finas escuras a 220 rs. o covado, madapolao a
150. 160 e 180 rs. a vara, dito fino a 200, 220 e 240
rs. dita, medraste lino a 280 rs. a vara, pannos finos
azues a 2.'i00 rs. o covado, do urna linda vista meios
chales de cassa de quadros a 360 rs. chila a 140 rs. o
covado lindos cortes de cassa-chitas de muito boni-
tos padroes a 2600 rs. cbadrezes de linho para ja-
quetas a 520 rs. o covado,fazendade muito boa qualida
de e muito honesta, superior setim preto do verdadeiro
chamado macu para collete da melhor qualidade ,
a 4500 rs. o covado dito entre-lino tambem de boa
qualidade a 3200 rs. o covado superfino fusto
branco de excellente qualidade a 1000 rs. o covado ,
algodo liso de muilo boa qualidade a Hit) rs. a vara ,
dito americano, largo, a 220 rs. a vara, dito trangado
azul mesclado muito encorpado a 240 rs. o covado ,
zuarte azul de vara de laigura a 260 rs o covado, mui-
to boa fazenda para pretos casimiras de quadros de
bom gosto para caigas a 1200 rs. o covado lengos de
cassa pintados a UiO rs. pegas de bretanha de rolo a
1800 rs., a pega, brins trangados de quadros do bonitos
padroes a 500 rs o covado, riscadinbo3 trangados a
200 rs. o covado, muito boa fazenda para meninos ,
castores ou riscados a 210 rs. o covado, cortes de cam-
braia de listras brancas adamascadas a 5/ rs o corte,
tendo (i varas n meia ditos finos de cores sendo
do quadros e listras de vara o tanto de largura dos
mais modernos a 5/ rs., ditos de superiores cassa-ebitas
do melhor gosto, finas a 4200 rs. o corte, pecas de ma-
dapolao a 2800, 5200 e 3i00 rs. dito lino a 400U ,
e 4200 rs. a peca, medraste fino a 5200 e 5400 rs. a
pega .ditas de chitas a 4400, 5200 5500 e 6000 rs.
escuras, brotanha de linho puro, a 640 rs. a vara, es-
guian do superior qualidade do verdadoiro e puro li-
nho a 1500 rs. avara, cassa do quadros para babados a
5000 rs, a pera cambraia lisa de vara e tanto de lar-
gura a liOOe 800 rs. a vara muito fina superiores
vestidos do seda com flores a 50,000 rs. mui rica fa-
zenda, novos cortes de cbali de listras de seda a 16j rs. o
corte pegas de brclanbade 6 varas, de puro Moho a
5200 rs a pega superior brim trangado branco mul-
to encorpado de puro linho a 1400 rs. avara, escocez
de algodao para vestido a 500 rs. o covado chitas
francezas finas de vara do largura e de novos padies ,
a 440 rs. o covado sarja bespanbola muito encorpa-
da e boa qualidade e larga a 2300 e 2500 o covado ,
dita Iranceza tambem larga a 1600 rs. o covado chi-
tas chegadas ltimamente do gosto moderno segu-
ras e muito linas, a 320 rs. o covado, chapeos de sol,
de seda preta para'liomein a 5-is. ; todas estas fa-
zendas sao limpas e de boa qualidade alm de outras
muitas de um sort'inenlo completo por barato prego:
na ra do Collegio loja n. 1, de Antonio de Azeve-
do Villarouco & Irmo.
Vende-se um pranchao do sedro de quitro
costados, com o deleito de ter algumas rachas, mas
serve para obras de entalladores, por prego commodo ;
na ra da Concordia n 15.
"= V ende-se ou troca-se, urna preta de idade de
16 annos ; o motivo se dir ao comprador : em Fra
de-Portas, confronte ao hospital de marinhs, n. 147,
primeiro andar.
= Vende-se um mappa topographico com a nova
planta da cidade do Porto onde se vem marcados todos
o edificios pragas, e ras novamente abertas ; assim
como urna geographia universal moderna contendo
as cinco partes do mundo, impressa em 1838, pelo
seu autor D. Jos de Urcul ; um primeiro volume do
Museu Porluense ; o Secretario Portuguez ; na ra
largo do Ro/ario n. 22, perto do quartel de polica.
= Vendem-se dous Uboleiros novos, por barato
prego ; no pateo do Ca mo n. 3.
AtltnfUo !
Vende-so o legitimo e muito acreditado rap
areia preta de Mcuron da fabrica, de5libras para cima a lOOO rs, e dahi para
baixo a 1JJ080 rs; assim como muito bons queijos novos
muito frescos, e mais gneros de venda: nos Aftogados
ra do Motocolomh
Vende-se farelo pelo mdico pc-
eo de 4.sooo e 2s'56o rs. ; na ra d.i
Senzalla-Velha n. i38.
Cociros de merino fino bordados del
retro*, de cores muilo bonitas, a 5sooo|
ris cada lium, lencos brancos de cambras
de linho muilo linos c muilo bem bor-
dados a T.sooo rtis cida bum, Lieos lar.
gos e bonitos para roquetes de l'adre
'2.sooo ris a vara ; na rna do Cabug, lo-
jas de Id/.endas de Pereira & (iuedes.
Vende-se a colleccao de leis extra va.
gantes desde as Urdenacoes al a rotnnit.
lacao de Delgado 6 voltnnes, preco 3os
ris : na livraria da esquina do Collegio.
Continuase a vender a agoa de
Ungir os cabellos e as suicas; na ra do
Queimado n. 3i, e 33 : o methodo de
applicar a agoa ncompanba os vidros
= Vende-se um atlas; cartas geographicas em pon-
to grande ; grammatica ingiera de Constancio; hit-
loria sagrada eunivorsal, por Bossuet; oracoes do Ci-
cero pare analyses de rbetorica ; cartas de Cicero ; Se-
lecta : no pateo do Carmo n. 3.
= Vendem-se couros de cabra cortidos, de muito
boa qualidade ; na ra da Conceieao da Boa-Vi n. 8.
Escravos Fgidos
ss Desappareceo no da 10 do corrente pela rni-
nhaa, urna preta de nome Tbeieza, de idade de 35 1
40 annos bastante fula por estar doenle custa a an-
dar por ter o p direito alguma cousa inchado ; leven
camisa de algodiozinho vestido de ganga riscada -
a qual he dejnago Quicama: quein a pegar, leve a rui
do Queimado n. 14, segundo andar.
= Fugio a preta Roza de Angola, altura ordina-
ria um pouco vergada de 40 annos do idade pou-
co mais ou menos, j tem alguns cabellos brancos,
alguma cousa fula nariz bastante grosso,, falla bem
portuguez o dedo mnimo da mao direita tem uina
grossura quo parece incuago; desappareceo na nou-
U de 6 do corrente, com um vestido novo de chita
amarella de quadros e avental do chila a/ul e leou
mais um vestido de picte ou chila azul encorpado ;
quem a pegar, leve a praga da Independencia livra-
ria ns. 6 e 8 ou no sitio da Capolla do ito/.arinho ,
que ser generosamente gratificado.
as No da 20 do mez de junho fugio um pardo do
engenbo Arand freguozia do N S. da Eluda por
nome Antonio oflicial de allaiate de idade ile 3{
annos, com os signaes seguintes: estatura ordinaiia ,
cara comprida cabello pegado um tanlo vcrincllio ,
com urna cicatriz emcuia de urna sobrancelha nariz
afilado bem barbado padece de cravos nos pes: 10-
ga-se as autoridados policiaes e (Udiciaes de o* pegarem
e o coiiduzirem ou participaren! nesta praga na ra
larga do Rozario a J0S0.Manoel Rodrigues Vallonga ,
ou na fregue/ia da escada a seu senhor francisco \ c-
rissimo Rodrigues Estoves sonhor do dito engenho ,
que em qualquer das parles sero bem gratificados de
seu trabalho.
= Em odia segunda feira do Espirito Saoto du
snnno passado fugio a preta Catlianna do nago
Angola, ladina, alta, bastante secca do corpo, seio pe-
queo cor muito preta bem feita de rosto ollios
grandes e vermelbos com todos os denles na frente ,
ps grandes o um pouco mettidos para dentro muilo
conversadeira e risonha do idade do 22 annos; tem
sido encontrada na Estrada-Nova da Magdalena e no
Atierro dos A logados vendendo verdura.*, e ans do-
mingos no maracal dos eoqoeiros em dito Atierro dos
Afogados : ha pouco, foi ella vista por un mogo sa-
hindo da casa do palacio do govcrnn, na ra de 8, lien-
to em Olinda para onde tornou a entrar be prova-
vel que estar por alli oceulta vislo 0 dito palacio es-
tardovoluto: adita escrava, prteme a Manoel fran-
cisco da Silva na ra estreila do Itozario 11. 10,1er-
ceiro andar ou em seu sitio em S. Amaro.
= Roga-so aos capitios de campo o autoridades
competentes caso encontrn um pelo de naco Ca-
ca o ge baxo, carece, oes pequeos, pernas arquea-
das bem barbado do nome Jos de o pegarem o
evarem ao Forte-do-Maltos, ra do Costa n. 12, que
sero gratificados do seu trabalho
= No da 6 do correle fugio uina preta de nome
Joaquina de nagao Cagango quo reprsenla ler 50
a 32 annos cor fula baixa tem ss na dogas um tan-
lo arrebitadas para traz com urna pequena costura no
rosto, com falta de um der.to em um lado, nariz cha-
lo, com alguma carne sobro os olhos peitos peque-
nos e iiiin' luis ; levou dous vestidos um de chila (Je
quadros miudos a/ues e o oulro de chila edr de caf
com flores verdes e panno da Costa ; csU pitia 'ni
de cozinba e anda um tanlo porca : roga-se as auto-
ridades policiaes capitvs de campo ou quulqucr
pessoa de aprenhender e levarem a seu senhor Domingos
da Silva Campos na ra das Cruzes n. 26, que ge-
nerosamente recompensara,
=rabaiso assignadn, morador na ra Direita, sn-
1111 tina, quo no da 1) do correnle pelas 9 horas da
noute desappareceo urna escrava de nome Catbarina, de
11 a 15 annos de idade. liana, fulla, cheia do corpo,
cara redonda; na test lem haixa do urna queda que
levou em pequena; ruga aos capitaes de campo een-
carregadosde polica para que a prendo.que sero in'in
recompensados.Fiancitco Xana Laraicanti de Al'
buquerque.
50,000 rs. de gratilcigao
a quem apprebender um moleque de nome Cosme,
com os signaes seguintes ; fugio no dia 2 do correnle ,
rosto redondo beigos giossns, cor fula, olhos grun-
des, representa ter li! a 20 annos de idade nao lie
mal parecido cheio do corpo; quando fulla faz uai
geilo na bocea entoitando a ; levou camisa de rifa-
do azul de algodo e calcas brancas; be acotlURM'
do a trabalhar di'enxada por ler sido do engenho de
Francisco da Costa Guimaraes ; quem o |egar, |eve
ao hotel Pislor no caes da Ling ola D. 3 que reu'-
hora a gralificago a cima.
ERRATA.
U annuncio, publicado hontem em resposta ao de
Domingos Alves Barbosa, bo de assignalura de Anto-
nio Pinto Soares.

PEKN. ; >ATYP. PE M. F.1>E FAI.IA I.'|"


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