Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00830


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Full Text
jlnno de 1845.
Quinta fcra 10
O DI lltlO publica-sc lodos os das que
o foiv.n do guarda: o preco da asslgna-
, he de W". por quartel pagoi adtantadoi.
,' annunciol dos assignantcs sao inseridos
' taau de -20 res por liulia, 40 rs. cin typo
',,,.!, e as repetIcSei pela metade.
nue nao forein assignanlea pagao 80 rs.
' linhO, e 100 cm typu dilicrrnte.
I'IIASES DA LA NOMEZ DE JULHO.
, ova a A as 2 h. c 10 rain da tarde.
,!< a 12 aos 3 mininos da tarde.
'.'.'cli'eiaal'JasShor. e 43 mili, da man.
JjjDgoaute a 2 a 1 hor. da mmhaa.
PARTIDAS DOS CORRF.IOS.
Goianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1 11 e 21 de cada mcz.
(; a aiilnnis e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE IIOJE.
Priincira as 10 b. e 6 min. da manha.
Segunda as 10 b. e 30 minutos da tarde.
de lulli o.
Anno XX N. 130.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda S. Pulquera, aud. do J. de
D-da2. v., e. do J. M. da 2. v.
8 Terca a. Proeopio, aud. lo i. de I).
da 1. v, e do I. dos Pellos.
9 Quarta S. Cyrillo, aud. do J. de D. da
3. vara.
10 Quinta S. Januario, aud. do Jui de D.
da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. v.
11 Sexta S. Sabino, aud. do J de D. da I.
v. do civel, e dos 3. dos Feitos.
12 Sabbado S. Flix, aud. do J. de D.
da 2. vara.
13 Domingo S. Anacido.
CAMBIOS NO DA 11 DE JUI.HO.
. y,.|e5
or franco.
Cambio sobre Londres.
Parii 370 res por-----
Lisboa 120 por 10O de prem.
Dcsc. de let. de boas firmas 1 Otiro Oncas liesnanholaa 31/500 a 31/800
,, MoedadcMoOvcl.
. de (ty'400 nov.
de4/0OO .
Pruia Palacios ....
Pesos Coluiiniares.
Ditos Mexicauos .
Mocdas de 2 patac.
18^000 a 18/100
IT.fSOO a 1O000
9>W10 a 9/700
1/lO a 1/970
1#1H0 a 1/980
1/940 a 1/H90
1/780 a 1/800
Ac$e da C.B do Beboribe de 50000 ao par
M1IMIJ1HI IHM n.Mtuisar .*- ~
I ARIO DE PEUWAMBUCO.
PARTE 0FF.CI Al.
DECRETO N.417 DE 14 DE JUNHO DE 1845.
Vara a arrecadacaO do imposto sobre os correlores.
Hei por bein ordenar quo ae observo n legitimo :
Artigo 1 0 Os correlores (So agentes inlermodiariix
pan comprare vender, por cus eommittentoi, merca-
iliirin, navio, fundiK publico, e uniros effeitns e obri-
gacoaa, leltra do cambio, billictcs ordem, equaesquer
iiapei( oomiiierciae, Kuer negociacOes por descont,
seguroa, e.iintrato cm grnsso, frcloraentos, emprestimns
ubre penliores, ou do oulro qualqucr modo.
Art 2. 0 oorretores ou o gerae( ou parciacs; oa
piimeiro lerffo utorisado( a tratar de todo o genero de
IransaccSes; os segundos somonte do um ou mais gciic-
r.i. dellas; uns e nutros s3o nomeados na corle pelo tri
Ininal do thesonro, enas provincias pelas theiouririas,
uurindo o oorpo do coinmercio poriiiterniedio das com-
miaaoei da pric, ou dos negociamos ralis notavois do
lugar ondeas nSo lioiiver.
Art. 3." Para ser corretor qualqucr individuo, lie
preciso que sejamaior do 26 auno, quo lenlia pratioa-
tln o coinmercio por tr anno pelo ineniis, em alguma
casa mercantil, ou de corrector do qnalquer da pracas
do imperio, uSo pudendo ll-o os ecoleiiaaliooi, milita-
ros, fuiocioiiarios publico, os negociantes quebrados o
nio reliabililados, o os corrcolorp urna ves demitlidos.
1. A prestar, perar.le as autoridades que os nome
rao, juramento de bem ler.irem
2. Aprescnlar uina fianca iilonea onm relacao o
oso commercial do proca, fisaila pelo tribnnal do the-
sniiroe Ihesoiirarias.
3." A pagar naa recebodorias anniialiiientc urna pa
tente, quo Dio exceder do 200,000 re na corlo; 100
mil ril na provincias da Babia, Pernaiubiioo, MaranliSo
c Hio-rande-do-Sul; o de 50 mil re, na outra cidade
martimo do imperio, sendo elle geraes; e da nietadc
ilciaas quantiaa, sendo elle especiacs.
Art. 4. O correlores, que nio from aiaim eonsli
tuidos, pagaran a multa de 200 mil ris; c a sua geatSo
nao produiir oulro alguin rft'oiln, que n5o seja o de
simples con trato do mandilo.
Art. i O corretero ncm por si, ncm por ntcrpns-
la penoa, ncm como incioa, nem como comuiissarios,
pnderao finer por ana otinta tranaaccoes nio comprelien-
diila no numero daqucll.ia de que irata o titulo doma
nmnoaelu, c menoi cr fiadore de quaesquer queso-
iiofeltii por sen intermedio.
Art G.0 corretore a<> ubrigailos a notar em scu
cadernoi inmediatamente depoii da cuncluiSo de cada
Opencfo, ea consignar em teguillo dia por dia ein leu
livru diario, lem branr.m, iiiterlinlias ou iraniportei
niirgem, eoin annotielO OMOta do nomc da parlo,
iln lempo da operoco c dialinccaoda qnalidade o quan
tidade dos procos das mercaduras, aitra como de toda
as eiuiilieoe ,1a operario.
Os june pdrm ordenar aoi correlorri, que apre
lentoin soua livroi em jnito, a fin de compararen! os
cAlrneio dados eoin a olas originad, e poder exi
(ir tojos os eail.ireeiiiicnlus a cate respeilo.
Ail 7 O Logo que a conveiico 11*0 aeja inleiramente
negada, as nuiagSea Riilai icio oorretor em Mu livro,
na eonl'ormidado de acui eaderno, farao prova entre o
partea, da dala da operaolO e da entrega, qualidado e
quanlidaile da mercadoi ia, do preco e da condicea
Cun que a opiracSo fra eonlralada.
Arl S corretore, nao leml.i desoiierados pela
parle, lo obrigado a eoiiaervnr s amostras do loda
as mercad.uiaa venili.laa por seu intermedia villa del
las, miiuiudo 41 de una nota que faca reeunlieeer la
identidade at ao momenlo da entrega das meiniu mor
radorias.
Art 9.0 O corretor, que, teodo concluido a compra
c venda de nina Ictlra de cambio ou de qualqucr eft'oito
nrguciavrl.n entregar ao comprador,he rcapomavel pe
la vcroridaile da aiiignalura que nclla ie ochar.
Art. 10." O currctorc, que c acliarem culpadoi de
conlravenclu diapoaieSo dcte regutamenlo, icrao,
segundo as circuiiistaucia, upeno ou demitlido pe-
la auluridade quena nonicou, em prejuizo dai pcnai
impiialai pelo cdigo penal, e dci prejuioi e intereilc
a que b.'io obrigado como mandalariol.
Art, ll.'Oi eorrclore ito obrigado aguardar in
teiro legredo nos negeaiafSe de que ac encarrrgarem.
Art. 12 u O comiere, no caio de l'allinicnlo, serio
impelaos, por tale inolivo, de aun foneeea, podendo
meaino ser demillidus depois pelo juiiO que do caso co-
nlieeer
Em caso de conlravencSo ao artigo .0, oa correto
res lallidos devein eer deiniltidos.
Ari 13 pc|a eiiateBoia do corretore nio fieao iu
llibidol os conimerciaute, e nicsinu o que o nio f-
rein, de tratar de ludo os seu iirgoeio por si, seus a-
gantci e eaixeiroa, o bein osim por qualqucr pessoa que
nisau inlerveulia gratiiilameulu, ou per uiiiiu do que o
ditos correlores.
Art. 14.0 Fieu revogadas loda a ditpuaicci em
Contrario
Munoel Alve Br.inco, do meu conceio de estado, mi-
nistro e secretario de citado do negocio da 1'nendu e
presidente do tribunal do lliciouru publico nacional, o
icuhaaiiim entendido enea exeeuiar. Palacio do Rio
de-Janeiro, 14 de ji.nlio de 1845, vigsimo quario da in-
dependencia e dn imperio. Coih a rubrica de S. M. o
Imperador. Manuel Alies Iranvo.
DECBhTO n. 418, tie I ni- ji mo de 1815.
Additsndo o legulamento de 20 de abril de 184i para <
arrecsdaeao da laxa dos< lio das cartas de jugar.
Hei por bem ordenar que se execute o seguinte :
Artigo 1 A laxa do se lo das curtas de jugar sera ar-
reududa pelas recebedorias ou eslaies lisiaos, encarre-
gada da cobranca do ello no municipio da corle e ca-
pitaos das provincia do imperio.
Art. 2.o O labricantesou importadore de cartas de
jogar ficio obrigado a mandar estagao competente as
cartas para serem selladas, e pagaren o imposto de
160 i, por baralho, antes de asexprem a venda.
Arl. 3. as estacos de arrecadaco desle imposto
uaverum carimbo para sellar as carias que fdrem a-
presentadas, as quaes deverO levar na capa urna aber-
tura redonda para sobre ella se imprimir o setlo, que
sera de maior circumsferencia que a abertura ; de sor-
te que o sello fiquo eslampado, parle sobre a pnmeira
earla(aqual dever ser o ai do espada), e pirta sjbre a
capa na circunferencia da abertura.
Art 4 As cartasque se acbarem expostas & venda ou
em uso as mios de parliculues som o sello designado
no artigo antecodente ou com sello lalsicado, serio
apprehendidas. e aquelle em cujo poder fdrem encon-
tradas fica subjeito a urna multa de50i rs. por cada ba-
ralho, alm das peni dos artigo 167 e 168 do cdigo
penal, no caso de falsilicacSo do sello, conhecido o fal-
sificador. .
Art 5 O inspectores das alfmdegas fico obriga
dos a pirticipar aos cheles das estacos liscaes a cujo
cargo estiver a arrecadaco do sello das cartas do jogar
o nomes das pessoas que desp.cbarem carta de jogar,
para consumo, e as quantidades de baralh* quedes
pecbsrcm. lista psrlicipacao dever ser leita at o da
seguidle ao em que so verificar o despacho.
Arl. 6." Ficao revogadas todas asdisposieOesem con-
'M'inoelAlveaBraneo, do meu concelho do estado,
ministro e secretario de estado dos negocios da hienda,
e presidente do tribunal do theoouro publico nacional,
o tenhaissim entendido e faga eiecotar.
Palacio do Rio do-Janeiro, em 15 de juoho do
185, vigsimo quarlo da independencia o do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Manoel Al-
ves francJ.
Thesourariada Fazcnda
da Provincia.
Ao inspector geral da caixad'amortisatao baisou
a portara do Exm. Sr. ministro c secretario de es-
tado dos negocios da fazenda, do llieor segiiinte.
lllm. c Exm. Sr.-Remello a V .Ex. copla da ex-
posieo leita pelos fabricantes das notas do novo
padi-iio sobre os delitos encontrados em duas notas
Falsas de 20*100 rs., o de lOOfOOO, sulirnelhdas ao
scu exame a lim de que V. Ex. tenlia d ella conlie-
cimenlo c laca colligir as differenqas mais salientes,
e de racil comprehelisfo para O publico, mandando
imprimir suflicicnte numero de exemplares para se-
rem distribuidos pelas lliesourarias o niais rcpaiti-
Crtcs de fazenda do imperio. Dos guarde a V. l-.x.
Paco em 16 de maio de 1845.Mtmoel Ahet Bronco.
-Sr. concelheiro de estado inspector gortl da caixa
da amortisa^ao.
Resumo das dilfurcmas encontradas pelos fabricantes,
as notas falsa* de 20/000 < de 10WO0O ras.
Difierencas das notas falsas de 100/ rs., cor ver-
de, comparadas com as veidadeiras.
1." Aapparencia goral da nota lalsa lie pallula e
fraca, sem carcter nem animaeo.
2." As partes pelas da tarja silo inais raras do
quenasverdadcias, c muitodcfeituosas.
3 \ vinlicnla na verdadeira he lorto c animada,
e mostra bem os claros e escuros ; mas na falsa lie
Iraca e sem relevo. .
4.* A nota falsa he um pouco mais pequea do
que a verdadeira. '
5.* .Nenhuma das lettras da palavraDecretolie
na milacao igual as da nota boa, coRMe mili-
to di floren te e menor. .
6." Os cachos de uvas sao maiorcs na verdadeira
do que na falsa.
DiITcrencas das notas falsas de 20/000 rs., cor ver-
mellia. ... ,.
Quanto s de 20/000 rs. a mitacao Me mclhor
do que as de 100/000 rs. ; porem notao-se as dille-
rencas seguiutos:
1." A nota falsa he maiscomprida do queasver-
dadeiras. ,
2 O papel da nota falsa he muito franzino, e
naocncorpado e irine, como o bom papel denotas
de banco, c um entendedor o descobnra, apalpando
anda as escuras.
3." A escripia muda no centro da pola ralsa lie
muilo mas irregular e menor do que a da verda-
deira. ... ,
l. \0uemThcsouroso he visivcl um Ira-
co das lettras do fundo, mas na boa nota ha duus no
centro d'aquella lellra.
5." As lettras do fundo quo licao entre o11e o
Ada palavraPagarsao na nota falsa desse-
melhantes das da verdadeira.
6.' O centro do ultimoAem Paparahe na boa
nota duas veze* maior Jo que na outra.
". Ocimo doDemde Tintehe nesta milito
maior, do que naquella.
8." Na estrellado lado esquerdo e por cima da co-
ra ha una folha de buril, que foi oinittida na nota
falsa.
Estas diflerencas notadas pelos proprios autores
das chapas verdadeiras, ja lorao levadas aoconhe-
cimento do publico. Caixa d'amoi'tisacao, 26 de
maio de 18*5.O inspector geral da caixa danior-
lisac.no, francisco Cordeiro da Silva Totres.Esta
conforme, Antonio Luis do Amarul e Silva.
INTERIOR.
de
: ii i ii
or-
n
IOS
RIO DE JANEIRO.
IllsTOIIIA DO CONFLICTO ENTRE AS DO \S CMARAS.
{Continuacdo do n. anl'cedenle..
CMARAS D"S DEI'UTADO.
Sessdo do dia 12.
Indo proeedcr-ic diiouasao do projecto de le
eteicoe, o Sr. Franco de S propot, ou que se micrrom-
pesso aseasSoalequoseaprcsentaase o parecer da com-
misao capeeial, ou que a cmara ao oceupaue de alg;-"
oulro traballio menoi importante, quo ato f-aio a reb
mu cleitoral, ou finalmente que i caan mtTataa
iraballuiadecomiuiie; e nesto sentid o Sr. t.iinp
Mello inandou a mesa o seguinlo rcqucriniento :
Requeiro, que, em quanto nao for aprcsenlad o
parecer da commiiiao especial sobre a deciiau do senado
cerca da reuniao da duaicamaroi, pedida ultimamcn-
le pela doi Sra. depulados, a actual KtllO aeja interrum-
pida, ou ciitroin em diicnisao as materias menos uiipor-
lantra da orden do dia, ou finalmente ic oceupe a caa
cm irabalbos decommisiau.
O Sr. Alvares Machado: Sr. prciidenic, eu jou de
parecer quo volemos contra o requerimcnlo, que vai
dar a entender que estatu apaixonadoi, quo eitamos
dominado por um nico peniamcnlo, iucapaic de du-
cutir outra eousa quo nao seja O parecer da cominmiu
especial; quo eitaiuo entliuiaraado8 o eu ato goilo do
deliberaee de ciitliusiasnio; quero que marelicmoi com
oalni), e""> Iraiiquillidado, com fres, lempre com a
nomtituicju na iiio. Qoando vier o parecer daoommi-
fio, cuiremoi na la diaeuasao com a meiiii ealma, com
.i mcama serenidade quo conviu a representantes de una
naeao nobie, generla, livro, que conheco quo, io um
romo do mu din podare* do calado leininrgiiie, eouver-
ter-sc-liia n'umo sapele de senado do Vcneia,o reduti-
ria O monarclia a doge de Vneta.
O Sr. Campos Mello diaeo, que, qu.indo oHcreceo o
requerimento quo M acbava em diacuaiSo, nao llie paa-
,iu pela imaginaco que e poderia inlorpielar ciao eu
procedimento como que reconlieccndo que a cmara
nao te ochava cm eitadu de poder bom deliberar sobre
qualqucr materia: que a raiao principal por que ooftere-
oero.oi que, sendo o projecto deeleicao anas impor-
tante o demasiadamente externo, entenda impoisivol
que, no pouco lempo que devia decorrer do coineCo da
diaciusSo apreaenlacao do parecer, pudciio a cmara
lirar proveilo de aeinelliaiile diieuaaio.
O Sr. Ferraz doclirou que eaiavo lobre a mesa o pa-
recer da cominiao eapecial, e por coniequeiioia oSr.
Campo Mello relirou o cu requerimcnlo.
Foi lido e onlrou em dieufio o rebrillo pireccr,
com o ndditaiut-iitu do Sr. Coellio Baitoi, publicado no
D.0 041.
OSr. D. Manoel: Sr. presidente, cuenteado qbc
esle parecer nao devia entrar boje cmdiscusaao [apota-
dos ; a quinao lie tao gravo quo eu julgaria conven, ule
que pelo men se apruvcitaiio o da de boje o o do a-
manhaa para se poder dar a resptilo um voto conacien-
cioo. {Apoiados).
Eu deploro, Sr. presidente, c deploro amargamente,
que, ochando-so o paii emcirciimal.inciai lio delicado,
leudo ni de lueior com grandeeinbaraoot.vamoi crear
iiovos indo apoiados geraes;, e destruir a harmona que
deve exialir entro os dua,camaina [ndo apotadas), uc-
eando ao senado umdireilo que elle julga ler direito
que lalvOS nao Ibc compila, mal que eu nio quixera que
a nobre oommUiao comeaiasac do maaeira por que con-
tcatou. Eu nao quixera que a noliro coiumiiaiio cliegai-
se oo poni de umeacar oo senado, de aniei(al-u aim,
porque dil que, e elle pcnialir na opiniao em quo ci,
o cmara dos dcpulodoa tomara auas medidas. Apoiados
geraes N tcinaremo as medidas, lia o comiuiuAo,
que julgarmos convenienlcs j mas nio ao sabe quocs
sao easo medida?.
U Sr. Moma lagalhes: He a interprctaefio.
O Sr. Manoel: Snppui que crio medidas parti-
culares pora o eaao preicnlc.
O Sr. Ferraz: Nio, nao.
UmSr. deputado: Aida lia oulra, que be a re-
forma.
O Sr. D. Manoel: Ahi est a raxo do meu receio,
do meu susto.
A conim8aao l'allou do tol manoira lobre o ort. 01 da
Oonlituic0| decidi, anieu ver. un o queslflo importun-
tiaaimo com tol conbcciraeulo de causa, que cun offeilo
parece que nao pode bover a menor du> ida do quo o se-
nado violou cUrouienio aoonstituicio apoiados geraes:,
o de que os ineml.ro esclarecido que votarn no sena-
do contra a fuio errrflo croiaanienlo apoiadut;, por
quo em fin o ortigo da cuiuliluieau lio lio evidente,
to cloro, lo manifest, quo a comuiiiso so admira,
posma que um Vergueiro, que um Antonio Cario, que
um Honorio apoiados geraes,, que um Vascoiicellu,
Muitos Srs.: Oh I oh! oh!; que um Tarree. &<\
Muilos Sr.: OU'. oh'., Que be isio, Sr. ? Por
ventura, qoando se inta da ideio verdadeirumente li-
berad, podo Ser suapeilo algun doilei teuadore que eu
opuutcir Pude mu Vergueiro, mu Antonio Carlos, que
vos recouliocei como dcfemoic da ideiu liberaosl
pode, digo, querer violar lio claramente o consliluijao?
Um Sr. deputado: Podcni errar.
O Sr. D. Manoel: ...............
O nobre deputado ri-se dirigindo-st aoSr.Moura Ma-
galhdes); be pieeiio dcixar eisc ytenio de mol, guar-
de-i pan o ncolai: all seria lolerovel por cama da
idade; ma neata caa, nao; aqu argumento, e nSo ri-
lla.
OSr. lloura llagalha'es: E coniiuuo a rir-mo,
porque estuu no iiieu direito.
O Sr. D. Manoel: Al" chegou-se a diter que o se-
nado brnsileiro eitava eoinliluido enado do Venci.
Muitos apoiados., Quo apoiadui lo eisesP!...-
O Sr. presidente: O nobre deputado n5o podo em-
liaracar o apoiados. .
O'Sr. I> Manoel: Maapoiso diicr noapoiado.
filiadas.; Todo u diai citao aqui provocando o ieua-
do. (NuO apoiados.) _
O Sr. alerto urna celoiima extraordinaria, quando
Monten te anaanoinu neU cas adaolsao do enado.
Foi felieidado que ccrlos meuibros dello, que nio lio
iiapeiloi, livesaem sualenlodo o direito d'aquella cor-
poracao de recular a fusio. (0 Sr Coelho llaslos:
Istu nio fas nada ao ea.o.J Exig que o senado mudo
de opiniao, ese rolrae.io? Osenad perder multo de
ana foro moral, se por ventura mostrar loinaulia volu-
bilidado tomatillo urna decilio contraria 4 que liiiiilem
iroferio. [Numerososm>oapeados. OSr. Mu; Ta-
rares: Haojhe infullivel.)
Muitoi dir que o icnad cedeo, n.lo por conviccio,
ma por medo; aiim como c die u'outro lempo.
;i\flt apoiarfo. OSr. Coelho Bastos i lito he imi-
iiuarao dealoal.)
OSr. deputado nao pdc fallar ora loaldadc. [U Sr.
C. Jtastos: Somoa iguaes.,
Repulo a insinuaoao i o Sr. deputado nio pode dupu-
nira minlia lealdade. OSr. C. liaitos : E eu tamben!
repillo a ion ininuac*0.)
O Sr. presidente: Ordem. Sn. depntado.
O Sr. I). Manoel: Nio lenho medo do que dit oSr.
deputado. O Sr. C. Vastos : E eu cito prompto para
tudo.) ... i
A' viata do que lenho expendido, nao pono dir o meu
vol ao pareeer da nobre coromiaiio.
OSr. Saturnino declarou votar pelo parecer da com-
miiiio, mas contra a emenda do nobre deputado pela
Purohybo.por julgol-a prematura; o n'um longo diicur-
so responden ao do Sr. D. Manoel.
0 .Sr. Ribeiro pronunciou-ie contra o parecer eemen-
da em diicusso.
Sessdo do dia Ib-
Continiiou a diacusiio, icmpre calorosa, eainda fioou
adiada, tend orado os Sn Franco de S, Barro Pi-
moiitel, Soma Ramo eSouia Franco; o primeiro o ter-
ceiro contra, e o egiiudo e quarlo a favor do parecer.
Do dicnro do Sr. Soma Ramoi faicmoi o leguinte
extracto:
Bem : cu j fit ver, Scnborc, que da oomtituicao
remita multo naturalmente, quo a finio tom lugano
quando ai comarui julgio o objeclo ventajlo, e, alm
dis.o, opporluna a foiao; poi quo podo o objeclo icr
viiulajosu, e a cmara recuaonto nio requerer a fuio.
Asaim, pora se requerer a reuiiiio das dual camarai em
oaacmblo geral, dovem preceder eilee dous requinto
vanlugeiii reeonliecidaopportunidade c convenien-
cia -. No coio acontecido em 1827 vemoi que o senado
nio idmiltio a fusio, purquo nio a julgou opporluna,
nfto ujulgoii conveniente; o segu so d'lhi que demit-
tiaie de n o direilo^le julgar a reipeiln da vaiitagom din.
projecloi como a nutra comara ? Domis, e os nobre
depulados reci'iihecem que o senado j de rouito lempo
eitabeleCCO a doutrina du que, no caso de se dar a fu
afio [o que com ludu nao iaipoila prival o do direito de
julgar sobre a vanl.igcm), deve a vulacao ler cm caiuarai
rparada : se o lempo que leiu pusaado sobre et dou-
Irina vale algiima cuma, devo Concluir que he infunda-
da inleiramente a opiaiao dos nobre deputadoi que
querem a finio como mu correctivo, porque enlio doi-
opparece o correctivo, e cacm toda as rate da Ilus-
tro eommisso e dos nobre deputadoi.
Enlendo, Senhoroi, que nao era a illuslre comniissio
eipccial muitu competente para chamar em leu apuio a
pratioa, os preeodeatea, us lueimo occasUo em que ella,
sera atleuder uusaa pratioa comanlo, pralica do lo-
dos os parlamento, qae quo urna cmara teuha o direi-
lo do iiiipr a sua deliberado u outra.
Coiiventido como citou de que a delibcracao do M-
naJo lio inleiramente conformo cotu a couitituicio,
quer ac atienda aua Ultra, quer ao espirito delle, ad-
miro me, Sr. preaidenle, como a illuilro coinminao,
coca ratei de neuliuiu peni o gratuita! luppoiicei,
ehegane a conclmio que le deve dirigir mu oflicio
cmara doi Sr. icnadorci. diiendo Ihe : MediUi so-
bre a vona deliberaca; ella lio clra, be evidentemente
contraria coniiitiiicao; reformai a.
O Sr. i). Manoel:Bello direito da cmara do de-
putadoi 1
OSr. Peixoto de rito: Meio muilo prudente,
O Sr. S. Ramos: Oh pode por venturj a cmara
doi deputado arrogar a ai um direito que anuiquila o
icnado P [Xdo apoiados.) Podo i cmara dui deputado*
lomar u ai um direito quo a torna superior ao inoiiuo
acuado ..Sao apoiodoi )
0 Sr. i) Manoel: Exactiiiimo : dft-llio reprchen-
io.
O Sr S. Ramos:Noto linda oulra coma, Scuhore,
quo nu he de pequea gravidade, e vera a ser i se a
illuslre eiimiiiiBsau julga quo esta intelligencii dada pelo
senado he contraria eonaiiiuirio; se ella julga quo cita
iiitelligcncia cumpromeili- o iiilrrcaac vilaei do catado,
be por ole mcio quo pretende remediar cite mal P Se o
enado pode, no entender do nobre deputado, neita
octuiio n-vugar uni deliberadlo que tomou dentro da
conslituicau, no exercicio legiliiuo de urna de iuai al-
iribuivoe, nao poder o leuldo depoi tomar oulra de-
iibera(io que i-clabclcCa o eu direito i Se lie revuga-
vel a dclibcraciu que acabou de tomar, tambera o sena
o que loiuane ravurovelioenle a luemagcra da cantara
dos deputadoi cm qnalquer occatii.
Na conclmio du parecer dailluitre comoiiiiio pre-
tendo le dar cmara doi Sn. deputadoi um direito quo
ella nio tcm, qual o de impr a ano inteligencia ao ao-
uailo aasiin eiti inleiramente fura da oouitituicio.
Anula : a illuitro coiumiiau encarna a concluido do
seu parecer pelo lado dai conveniencia ? cxiininou el-
la te o regiment du cmara doi Sn. leiiadore periiiilie
traiei o diicuiiiu materia j veucida all ? examinou


Ilustre commissSo icporcstt maneira nao v laucar
' mi orfensa grave i cmara dosSrs senadores, quando
1 ac julga a fi iucapaz de errar, o anpps acamara dos Srs
|senadores capas tSo de una deliberarn, que evidentemente, eat dentro
. de suas attribucoes legitimas? Attcndeo a commssfln
; inconveniencia, iiiopporlunidadc da amcaca i|uc se
crolem mi fual de cu parecer, quando duque aguarda
a decisa do senado para turnar legitimas providencias
ulteriores ? Para que vom a illustrc commssin inserir
nina a nunca contra a cmara dos Srs. senadores, ano-ata
que tanto lum de inconveniente quantu de va e iisj
teute P
Scnhorcs, tenliu mostrado os fundamentos legtimos
da cnnviceao cm que estou de que deve ser rejeilado em
todas as suas partea o parecer da Ilustre t.oiuniiss.io
nutra o qual liei do votar. Com sto fien sufllcicniemcn
te traaquJo, porque tamben) estou cunvencido de que
quando este parecer seja adoptado, n.'io ha do ter elleito
algum, porque o senado do Brasil, como ein todas as oc
carmel alo hoje, ha de aalier sustentar us nlirilinirocs
que llir perlciieem pela constituirn do estado; ha de
s.iIht n(l<*uder aos interesses vitis do paii, (|ue grande-
mente dependem da muiiulcnco dos direitos daque
cmara, c conscrvacSo da dignidade della. -
Sessao ilo dia 16.
No principio da sessao, disse o Sr Anlao, que deseja-
va mandar um reqiierimenlo mesa cerca do objeot
do que a cmara M nccupnva; mas para isio rogaria ao
Sr presidente que liouvease de convidar ao Sr. 1." se
cretario para informal o do estado fui que se ncliava o
regiment commum perorado pelo sonado cm 1S3;>, i
remettido cmara dos deputailos ein 41 dejunliodi
iiiesmo .linio.
0 Sr. i Secretario salisfti a o orador dando llio as
informar "es que pedir.
0 Sr. .1ntad declarnu quo o seu requerimento tinha
por Um que S. K\c. dosse para a ordem do dia, coin ur-
gencia, o referido regiment cnmninm; c que se entras
ao nessa discussao inmediatamente que elle fosse pu-
blicado no jornal da casa.Se V. Etc. (contiuiiou o ora-
dor) julgar que pode tomar esta dclilitmco independen-
te de requerimento ineu, n nSo fare.
O Sr. /residente : Se o nobre deputado fica satis-
feito com sabir impresso no jornal da casa esto projec-
lo, euo posso mandar publicar, e odarci logo para or-
dem do dia.
O Sr. Ant&o : Estou satisfeito.
Cm consequencia do quu puMicou se no Jornal do
Commtreio do diu 17 o parecer, que fui adoptado na
sessao deate mesmo dia.
O Sr. Sousa Maitint : ...........
Disse-se,que, seo senado oxerce o direitodo recusar
as luses, Deate caso tinha uma prerogativa de mais so-
bre a cmara dos deputados ; porque a cmara putados era subjeita i dissolu^aii, e o senado era perpe-
tui. Primeiro que tudo, tenlio a observar que o di
reito do recusar a lusio bo commum a ambas as tama -
Ouanlo a ser perpetuo o senado, responderei que
elle assim foi creado pola constituidlo. Mas iccrescen-
lou-se: so um partido poderoso so apoderasse do
senado, nao poda fazer urna revolucao no estado ? no
podia embaracar a aegio do poder executivo ? Eu di-
reise um partido poderoso se apoderasse da cmara
dos deputadoj, nio podia fazer passar leis que revolu-
cionassem o estado ? KMuito* Sri.: E a dissolucaoi')
He vordade quo esta cmara pule ser ditsolvida ; mas
notem que estas cousas faze n-se, lentamente : a cma-
ra dos deputados podo ir pouco a pouco usurpando as
attribuicoes que compelem ao poder que tcm o direi
to de a dissolver, pule ir modificando as leis, prepa-
rando urna crise por meio de uma legislaran para um
agitada. [Muitos Srt. iTemos o senado/ Sim :
mas se vos he negis o veto com esta interpretarlo do
artigo 61 depois que so tcm ebegado a este ponto, be
impossivel que elle posta obstar a passa;ein de leis con-
cebidas na intencio que eu aqu supponlo.
O Sr. D. Manoel : Por exemplo, como a lei do
olcicoei actual.
O Sr, SousaMartins : Eu nao quero trazer o
exemplo da lei de eleices, pirque pode ser odioso ;
mas a cmara se lembre que muitos julgaoquo a legis-
lacio feita de 1826 a 1831, em grande parte leve este
elleito de preparar e precipitar a crise quo appareceo em
abril do 1831. Se a cmara, por meio de tal interpre-
tarlo, conseguisse annullar o voto do senado, enlio es-
lava perdido o equilibrio que devia existir entre as
duas cmaras. Acamara temporaria be (Iba das ideias
do dia, das ideias dominantes no momento das paixes
da poca, que mudo alternadamente ; mas esta alter-
nativa nio se pode dar no senado, corpo ossencialmen-
te conservador, pelos elementos do sua composico, O
enado nao est subjeito a essas alternativas, porque be
composto de individuos idosos, Horneados ba 14, 15,
16ou20annos, por diversos ministerios e sob a influ-
encia de partidos diversos.
Consideremos agora qual ser o cflcito do parecer da
commissao, no caso de psssar. I'oi) a cmara suppoe
que o senado se ba de retractar da decisao que deo 1
(Um Sr. deputado : Porque nao i') Eu ouco o nobro
deputado dizer : Porque nio Srs. nao sejamos
injustos para com os mais. Ponsa o nobro doputado,
que.se'esta cmara livesse dado urna decisao, a outra
cmara tinha direito de reclamar a sua retractario ?
(Um Sr. deputado : Se fosse justo e constitucional,
suri'. Srs., alm da justica da causa, quo eu supponlo
existir na decisio do senado, acha-se demais agora em-
penhadoem sustental-a o espirito de corporarao He
muito diflicil que se diga a botnens que devem pelo
monos ter tanto direito a se reputaron prudentes como
nos (pelo menos digo, porque acho que deviao ter mais
direito, porque sio mais voltios e lecm mais experi-
encia dos negocios pblicos),
O Sr. Mti>*U'* Nem sempre.
O Sr. Soma Martint: lie muito difficil, ropito,
aue recebuo uiiij lirio da cmara dos deputados o di-
gio entre si: A nossa decisio foi errada, e confes-
sarnos o nosso erro. Isto be uma pretoncio desjrra-
zosvel, be uma pretencio que s serve para compro-
metiera dignidade eo decoro da cmara dos deputa-
dos. Porquanto podo o senado responder: Nos en-
tendomos que nossa decisao foi dada com muita razio,
tome a cmara dos Srs. deputados isto em ulterior de-
liberacio, que reconhecer a sua Justina. [Algum
Su.:__Vcnba isto). He isto digno da cmara do de-
notados ? [AlgumSrt.: Nao nos fica injurioso.
Oulrot Srs. : E se o senado revogasse a sua decisio?)
Se o sepado fixesse isto, annullava-se perente o paii,
dava um golpe na constituigio, f erdia a sua pr. roga-
tiva de iguildade, e tornava-se poder inferior e subor-
dinado a cmara dos deputaJos.
O Sr. D. Manoel: Apoiado ; Dos nos livre.
USr. Souta Martint: A constiluicio (cava al-
terada na sua' base. [Nao apniadot). O senado perdia
toda a importancia quo deve goiar no pair. (No a-
poiadoi). Digo que semolbanto proceder seria muito
improprio e muito prejudicial ao paiz, e at indecoroso
mesma cmara dos Srs. senadores. Sao apoiados).
Se nos quizermos indagsr osclToitos da decisio i cerca
da volacao promiscua, direi que, no meu entender, esta
decisao foi um ciro; quo este erro foi (alvez a causa da
cmara dos deputados ser levada a alguns excessos de
jurisdiccio que nessa poca a tornarn omnipotente; a
cmara dos senadores perdeo loda a sua importancia.
Enlio vio-<<3 esta cmara amoscada pelo povo, pela o-
piniio publica, e pelos excessos da faccio que domina-
va nessa poca. Os senadores tremiio quando queran
dar uma decisio, como no caso da demissio do tutor de
S. M. o Imperador, e no da reforma da constiluicio.
Ou esta cmara enlio nio soube conservar a digni-
dade, nema posirioem que a constiluicio acollocou,
ou nio o pode pelas circunstancias etlicas da poca e
pelo terror das lacros. Esta decisio potm (a da vo-
laciopromiscuii) nao era muito importanto. uma vez
que se conservasse o direito de julgar da vantagem d
lusa-.; nio era muito importante, porque, todas as ve
'es que o senado dcsconhecer a vantagem do projecto,
nao llavera fusio; assim, a fusio se dar somonte
quando a discordancia das duas cmaras fdrem objec-
tos muito pouco importantes, em artigos ou emondas
do pouca eutidade, sobros quaes as cmaras concor-
den) em transigir.
Declaro,pos, que. se passar o parecer que se acha so
brea mesa; d'abi nio resulta vantagem alguma para o
pait; antes seri cm d-'sdouro da cmara dos deputa-
dos.
Mu, Sr. presidente, qual ser a ra/ao por que, tra-
tando a cmara de uma materia lio importante, o mi-
nisterio desapparecs d'cntre nos i' Qual be o motivo
por que o ministorio nao se tem julgado obrigado a de-
clarar a sua opiniio quando as duas cmaras debaten)
calorosa nenie sobre um ponto importante de interpre-
tado da nossa constituico ? Eu nao posso explicar es-
te phenomeno, esta anomala no nosso govorno repre-
sentativo. N te se, que, quando o senado decidi que
nio julgava conveniente a fusio, acbava-se presente
um ministro da cora. Esta materia foi discutida con-
tradictoriamente no senado; o ministro presente nao
se dignou euiitlir a sua opiniio U nobre deputado
disse que a questo nio era ministerial, e por conse-
quencia os ministros nio erio obrigados a tomar parte
neila. Nio bes, Srs .nasquestocs ministcriacs<|ue
os ministros devem tomar parte ; o ministerio devo di-
rigir o corpo legislativo, devo trabalhar para quo as
cmaras rnarcbem unisonas [apoiados), o nao tancar
no mciodellas o pomo da discordia, e depois rctirar-se
e acolber-se aos bastidores.
Srs., este proccdiinento nao bo digno de um minis-
terio em um paiz constitucional. A cmara ba de ro-
cordar-se que no primeiro dia da discussao desta ma-
teria aqu se acbava presente o nobre ministro da mari-
nlia ; em sua presenta foi a questio discutida contra-
dictoriamente, por deputados ministeriaes e por depu-
tados da ( pposiro ; mas o nobre ministro nio tomou
apalavra, e nos das seguintes nao se dignou honrar-
nos mais com a sua presenta. Entretanto nao era s< o
n ibre ministro da niarinba ; ero todos os ministros
quo podio torassenlo nests casa, conforme a ultima
alleraco adoptada no nosso regiment. De que ser-
vern estes bancos postos no sali, senao para nelles vi-
rem-se sentar os nobros ministros, o fim dodiscutirem
comnosco as leis ou resolucoes importantes ;' Creioquc
o governo tinha demasiado interesse na passsagem de
uma lei, a das relaces, que creava uns poucos de lu-
gares novospara dar a seus afilbados ; quem sabe se elle
mesmoja nio tinha promeltido estes lugares a muitos
afilbad > ? [Alguns Srt. : Isto he mesquinho isto
he uma miseria !)
U Sr. presidente : Ordem Isto nio be objecto
da discussao.
O Sr. S. Martin*: Quando sa discute urna ma-
teria desta ordem, o quand i clamo pela presenta dos
ministros, V. Etc. dizque nio estou na ordem?!. .
O Sr. presidente : O nobre deputado nao pude
lancar prnposicoes odiosas cmara.
U Sr. S. IHartins : Eu nio lanco proposices o-
diosas cmara ; eu declarei um laclo que be conhe-
cido por inuita gente, de quem tenho ouvido que o
ministerio tem promeltido muitos lugares de desembar-
gado^ e a muitos individuos que (oeai viudo requerer
na corte diiem os Srs. ministrosesperem pela crea-
cio das relaedes, que sero despachados.
OSr. presidente:Todo isto he lora do objeclo
da discussa >,
USr. S. Martin*:He censura que faco ao go-
verno por nao se achar presente e por querer arranjar
maiortas artificiaes, creando empregos desneceisa-
rios.
Eu me levantei para fazer estas reflexoes, e concluo
votando pul j parecer da commissao.
(Conlinuar-teha).
.'axtlEt EK-J9L-
!ho, o Francisco Antonio Nolaseo; para subdelegado do
Ouricury Jos da Costa Agr, e para supplenlcs Jtoin-
tho Jos dos Santos, Joaquim Leonel doAlencar.uillier-
mc Jos da Silva Barros, Florencio Alves dos Santos,
Raf inundo Gomes do Aloncar, o Filippo Benicio Rodri-
gues de Alcncar comqiiini'-aces destos aolos.
151 a 159. Reformas do tcncnlc-cnronol do 2. ba-
talhSo do BrcjoThomai ANes Maniel. do major do mes-
mo Caetano deOliveira Mello ; e do major do 2.u bata-
Ihio de Olinda Miguel Jos Tcixeira nnmencao He l-
enle- coronel do 2.hatalhaodo Brejoaliidro Jos Das
dus Santos, c de major a Francisco Dins Curdeiro'.da ma-
jor do 2. baUlbao do Olinda a Manoel Florencio Alves
de Montea communicaccs de tudo isto.
100 o 161. Ao director do arsenal de guerra para
fuer osseiilar praca a um voluntario na compaubia de
artfices, c sdmiitir cmo educando a uro orphao.
162 165. Nomeacio, c comrauncacoes della, do
doulor J. A. do Sena pora adjunto do concclho de salu-
bridade.
166 e 167. Transmisso de ordens do thesouro.
16 u 169. Ordem para arrcmatacSo de parlo da
estrada do Fo-dn-Albo entre a ponto do Caxang, c o
0." lauco ciunmunicacao desta ordem.
170 a 172. Autorisaco ao engenbeiro em chefe
para fazer as obras que liada precisa a ponto do Coxau-
g cominunicaces respectivos.
17.1. A cercada sabida do vapor.
174. DU no procurador-fiscal provincial, que so-
bre a desapropiado do terreno necessario para a se-
gunda parle do 9." lanco, e 12." da estrada da Victoria,
vista a soa iiitorniacJo, tcm resnlvido que se atienda a
reolamacio do propietario do referido terreno, e sej
indoniiiisado das maltas; e que proceda nests couforini-
dade, preenchidas as demais formalidades que exige a
lei provincial n. 129 de 2 do main de 1S44.
17. Ordena a tlicsouraria (da faieiida eremos nos)
qnc pague ao bacharel Eduardo Soa res de Albergara,
que o director do curso jurdico, autorisado pela presi-
dencia, iionicra paro Fazer as vezes.do ollicial du secre-
taria daquelle curso, o que so lho estiver a dever, desde
que enlrou ein excrcioio.
170. __ Approva a arrematacao do imposto sobre
ago'ardenle de consume nos municipios do Recite,Oliu-
iin, Cabo eGoiauna.
CORRE10.
COBREsrONDENCIA DA CIDADF. E PROVINCIA..
;ou finalmente o Exm. presidente nomcado
.ji d'amanhfia (ti;tomar posse a 1 horada
urde, se a praia n3o lomar outra resoluco; e li-
bar assim inutilisado aquelle requerimentozinho
de que lhes fallei, eque tenho hoje certeza de haver
existido.
0 Manoel de Souza est as mos de acabar, eos
:t dias uo se huo de completar, sem que a rasoura
v e venha mais de 0 vezes: a prova he que esta
semana tcm ella sido muito mais activa do que ante-
riormente. Atamanhila. _______^^______
c depo
Publicaoes a pedido.
PERNAMBUCO.
SYNOPSE DOS APURADOS TRABALIIOS DA VICE-1'RESIDENCtA
DESTA rROVINCIA.
Dia 7.
145." acto. Dcmssao dos 1.", 3.0, 4.0, 5.0 e fio
siipplentcs do delegado di Boa-Vista, do subdelegado da
fregueria do uiesino minie, o dos seus 2., 3.", 4." 5." e
(i.o snpplentes, do subdelegado de Cabrob c seus sup-
plenlcs, do subdelegado do Ouricury e seus supplenlcs,
cdos suppleiitcs do subdelegado do Ex.
146 a 150. Nciuieatoes ein coufurniidade da pro-
posta do chefe do polica interino, para supplcnlrs do
deleadoda lioa-Vista Lilia deCarvalbo Brando, Carlos
Peixoto de Aleneur, Francisco Antonio Xavier, Jos Se-
vero Granja, c Ruque Carlos de Alentar Peixoto; para
subdelegado da treguexia da Roa-Vista Luiz de Carvalho
Brandan ; e para 2." a ti." snpplentes deslc Antonio Luir
Percira de Mello, Manoel da Silva Franco, Francisco Al -
vcsCuiiiiar.il'*, Jeronymo Gomes Reg, e Joro Antouio
FVrreira; para supplenlcs do subdelegado do Ex Hoque
Carlos de Alentar Peixoto, Manuel Carlos de Alcncar
Saldan La, I i.u m J ose IVivolo c Silva, Antonio Cl'ialdo
de Carvalho, Seiniao Geraldo do Carvalho, e Jos da Cos-
ta Saldaulia o Silva ; para subdelegado de Cabn.bo Jos
Victorino da Silva, epara supplenlcs Alcxandrc Gomes
deSa, Antonio Guies de S Hus, Manuel Pires deCar-
valbo Joaquim da Cuita Agr, Ignacio Alves de Carva-
JUm Sr. Dando execucio a ordem do dia de 27
dejunho, entregue! ocommando de meu balalbao ao
capilfio que se chavJ na parsda, Joio Francisco de
Carvalho Paes de Andrada, e nio me be possivel dei-
zar de fazer ebegar ao conbecimenlo de V. S., pira
levar a presenta do Sr. 2. vice-presidente, que, cioso
de meus direitos resoluto a defendel-os, linda a cui-
ta de grandes sacrilkioi, protesto contra minbi re-
forma, como um acto iniquoe Ilegal, e parto tao l-
mente da mais violenta arbilrariedade, pois nio co-
nheco lei alguma, que autorise ao presidente da pro-
vincia, senao por meio de roquerimento, e aquiescen-
cia du quem a pede, a reformar oflicial algum da guar-
da nacional. Com conscicncia firme de ter prebenebido
os meus deveres durante o tempo quo sirvo, merecendo
a confianca do meus superiores e das administncei,
que teom presidido a esta provincia, eu nio posso
olbar esta reforma, senio como odiosa ; e como me
possa acarretar deiar, apresenlando-me ie publico,
como omisso e reinado no cumprimento de meus de-
veres, pecoe insto, que se nomce um concelhode dis-
ciplina, e a vista dos motivos, que o Sr. 2 vice-presi-
dente declarar, quero justificar-uie, ou ser despido das
minhai honras jielo tribunal competente, pois que as-
sim litara mais patento a perseguicio e vinganca de
um ucto lio arbitrario : se essa reforma me he dada por
obsequio, assim como se tem dado a muitos, eu a en-
jeito, e repillo e nada quero do Sr. 2" vice-presidente
Manoel de Souza Toizeirp, que nio venha polos canses
da honra, e de conformidade com as leis do imperio ;
podundo o Sr. 2." vice-presidente fazer da patente da
i filia reforma, o uso que bem I be parecer, conservan-
do no grande archivo de suas raridades ; tamben) mu
to agradeco ao mesmo Sr. 2." vice-presidente o que-
rer-me por a seu par como volbo e doente, echndo-
me eu sado e muito moco, e forte para prestar es ser-
vicos, que a minha patria de mim exigir.
Muito agradeco a V. S. e ao film. Sr. commindan-
te superior, Francisco Jacinlbo Pereira, as hourosas
ordena do da 27 de junho, e protesto os meus respei-
tos e consideraedes a tio distinctos superiores. Dos
guarde a V. S. Jllm. Sr. dr. Manoel Francisco de
Paula Cavalcanti, coronel chefe da 2. legiio. Ma-
noel Joaquim do Rtgo t Albuqutrque lente coro
nelebefe do i.0 bitalhio.
parada, o msica ; e o 2. balalbao ss guardas da cadea,
alfandega, ccunsulado,; c no dia 7 dar o4.*bataihlo
s guardas de palacio, alfandega, c consolado, assim co-
mo oflicial de visita, o o 5. baulhio as guardas priuC.
pal, cadea, c arsenal, dando tambem ajudantis da pa-
rada.
S. S. manda recomnirndar ao Sr. enmmandante me.
rio da 2 'legiio empregne todo o cuidado, a fim de un.
seja a guarnido da preca no dia 7 rendida as 7 horas manilla, para quo se posado preparar, para a marcha da
pi-iieiss.io dos Sr. dos Passos, os guardas nacionacs quc
sahirein do servico da giiirnicao.
S. S. tem nomeado ao Sr capillo Claudino Benc
Machado, para servir asrdeos deste coininando supe-
rior, em quantu durar o impedimento do Sr. major Ren-
to Jos Fernandos Barros.
Antonio Candozo de Queiroz Fonseca Jnior.
Capitio s or Jens do comniando superior.
Variedade.
- O 7imes. De um peridico de Hamburgo, de
nominado o Der Freitchuti, eztrabimos os seguintes
curiosos pormenores sobre as deipczas e lucros do pe-
ridico ioglez o Titnet, que he o que tem mais circu-
lacio no mundo.
O orcamento eito sobre as despezas semsnaes com-
poe-se das seguintes verbas. Vencimentos de editores
por semana 80 libras ; ordenados doi correspondente!
48 libras ; ditos de tachigrspbos do parlamento ( so
20 a razio de 6 librai por lemana ) 120 libras; col-
laboradures scientiicos de bellas artes e litteratura 25
libras ; escriptores das oceurrencias do dia em Londres,
descomo fogos, toubos sissinos &c. ( a estes sio
pagos ni razio de cinco pencei por linha) o que faz
25 libras; escriptos extraordinarios de autore celebres
36 libras ; tachigraphoi de tribunaes 24 libras.
Todas as despezas para materias Iliterarias monillo
sen analmente em 360 libras. Despezas de eompositio
e impressio semanalmentc 365 libras ; adminialracao,
escreventei, te. 307 libras, e acorescentando i isto o
juro do capital empregado em edificios, machinas, ty.
pos, &c., monteo a 1200 libras. Pagamento ao gover-
no animalmente por direitos de sello do papel e contri-
buicio de annuncioi, 44,250 libras
producto deste mesmo peridico, por 6,300:000
ejemplares vendidos no anno de !843,produio a sem-
ina de 149,795 libras ; portanto as suas despezas nio
ebegao a melado desta somma.
Mas, nio be esta a parte principal dos seus ganhos,
pois que isto est bem longo de ebegar ao que produ-
zcmos700 a 1000 annuncios, que publica diaria-
mente, alguns dos quaes pagio at 120 libras por urna
insercio em quanto quo os mais baratos au rusti
menos de 2 scbillings e 6 pences. Sentimos nio saber
exactamente o que produz esti par dos lucros qoe
deve ser enorme ; mas ha quem tenba calculado, que
cada numero deste peridico produz,uns diaspor outros,
800j rs. diarios s de annuncios.
Calcula-se, que cada exemplar do Times conlm
4S98000 letrras, e q'je, se se dividisse em paginas d<)
olavo,cada numero formara um lomii de 30(1 pagims
de imprento quasi microscpica; de modo que extra-
hindo o peridico annualmenlo sois milhoes de exem-
plares, podia formar-so, com o que conten urna II-
vraria de 6 milhoes do lomos tudos os anuos. Us edito-
res receben) alm disto, 130cartas lodosos dias, que
f ralo ao anno 40/000.
(O Patriota)
COMIVIE ICIO.
Alfandega.
Rendimento do dia 9................B: 480, 328
Detcarregao hoje 10
BrgueCietromorcadoi ias.
BarcaHenownidem
BrgueAndesidem.
Alo; iiiiculo do l'orlo.
Navios entrados nn dia 8.
Rio do Janeiro ; 21 dias, transporte brasileiro n 1.
commindante o capitio tenente Joao Custodio de
Hondan, trouxe a seu bordo o Exm. Sr. presidente
para esta provincia, Antonio Pinto Chichorro da Ca-
ma e sua lanulni, e os passageiros Jos Antonio Fran-
co Lima, Jos Antonio da Silva Maia Jnior, Joaquim
Pereira Xavier de Oliveira, Manoel Joaquim Caslro
e Costa, 2 cadetes, 1 sargento, 1 furrel, 1( invli-
dos e o preso de justica Joaquim Francisco Baptista
e Mello chala.
S. Matheus; 8 dias, briguo escuna brasileiro Jguia,
de 155 toneladas, equipagem 12, commandante
Joaquim Antonio Goncilves dos Santos, carga ari-
iiha ; a Novaes & C.
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool; birca inglesa Queen, capitio J. Cordn,
com a mesma carga que trouxe.______^^^^^^^
Declaracoes.
Illa. Sr. Receb o oflicio dnV. S. de hoje datado,
acumpachado do nutro do major i uminaiidanlo interino
do i.0 balalli&o.incluindo a relacio dos guardas, que ein
cumprimento das ordens da presidencia forio mandados
servir na eompanhia provisoria da guarda nacional des-
tacada; eciu resposta tenho do aignifiear-llio, quo dove
aclivar ao coinraandanle do 6.a batalho a remessa dos o
guardas, queso exgirflo, devendo V. S. louvar a aoli-
vidade, quedesenvolveo o commandaiidante interino do
a.o no cumprimento das ordens superiores, ordcnaiidu-
Ibe, que coin brevidadu complete o n. dos guardas que
I he foi maroado,
Dos guardo a V. S. Quarlel do cumulando superior
da guarda nacional do municipio do llecifo 9 do maiode
lS/io. Francisco Jacintho Pereira. Illm. Sr. teen-
te-coronel Manoel Joaquim do Rogo e Albuqiicrque,
chefe interino da 2." legiio.
Quartel do commando superior da guarda nacional do
municipio doRccife, 4 de marco de IS'to.
nillil.M ZDDK.IO.XAL.
S. S. o Sr.commaiidanle superior determina que fique
sem elleito a ordem do dia,hoje publicada, na parlo que
du respaila a guarnirn da praca, eordena que nos dias
6 e 7 do correnlo seja a guamicao feita da maneira se-
guinte. No dia 6 o 3.0 balalbao dar as guardia de pa-
lacio, prineipal, arsenal, ollicial de viiili, ajudante de
CURSO JURDICO.
Por ordem desta directora se faz publico, que
terca-feira, 15 docorrente, lera lugar o annunciado
concurso para asubstiluico dacadeira do latim do col-
legio das artes, pelas 9 horas da manhia. Secretaria do
curso jurdico de Olinda, 6 do julho do 18 .'i. O ba-
charel Eduardo Soarts de Albugarta, oflicial interino,
servindo de secretario.
Continuaco da rtlacdo das pesioas para quem existem
cartat, t mais paptis rela do curreio gerat da provincia de l'ernambuco deide o
i.' de julho dt 1844, at o ultimo dejunho de 1845.
Antonio Jos de Britoiros. Antonio Jos Carvalbio,
Antonio Jos Correia, Antonio Jos da Costa, Antonio
Jos Duarto, Antonio Joi D.ia Braga, Antonio Jos
Fernandos Guimaries, Antonio Jos da Fonseca, An-
tonio Jos Francisco de Sanio Andr, Antonio J>s
Gomes, Antonio Jos lima, Antonio Jos Lopes di
Silva, Antonio Jos IVionteiio da Silva Cuimarirs,
Antonio Jos Nuiws Cuimeries, Antonio Jos de Oli-
veira, Antjnio Jos de Oliveira Campos, Antonio Jos
de Oliveira Guimaraes, Antonio Jos Pereira de Men-
danba, Antonio Jos Pereira Raposo, Antonio Jo>
Rodrigue! Comes da Cunta. Antonio Jus Rodrigues
Lima, Antonio Jos da Rocha, Antonio Jos da Re-
surreito, Antonio Jos da Silva Cnspiano, Antonio
k


los do Santa Anna. Antonio JosSclulial, padre An-
tonio Jos de Souza, Antonio Jos de Soiua, padre
Antonio J dos Sanios, Antonio Jos Tci-eira. An-
tonia J i' ixein Bastos Jnior, Antonio Jos Vian-
Bi Anti.iio Jos Vieira do Araujo, Antonia Jos Vil-
lar' Antonio Jos Villasbo.s, Antonio Lopes Peres,
Antonio Lope da llosa, Antonio Luiz d* Costa, An
Ionio Loil Gomes, Antonio Luiz do liveira, Anto-
nio Waiialhifl da Silva, Antonio Marcellino, Antonio
.Marcelino Ayres, Antonio Montoiro Correia doOlivci-
r,i Antonij Marciano Pragana, Antonio Marciano
(iranlt, Antonio Martin Carvalltodo Azevedo, Antonio
Martin Forreira, Antonio Martins Moreira Dios, Anto-
nio da Moura lastos, Antonio Marques de Abreu, An-
tonio Marque do Carvalho, Antonio Marque Das,
Antonio Marques Lira, Antonio Marque da Silva
Ahilada, Antonio Medoiros FalcSo. Antonio Maria
Krnmte, Antonio Moli Viveiros, Antonio Moreira,
Antonio Moreira \ i ti lia, Antonio Manoel Basto, An-
tonio Manool lislevao, Antonio Manoel de Sou/a, An-
lonii Manoel Torro, Antonij Nunes, Antonio de Na-
boa, Antonio Novaos da Colla, Antonio liveira de
Andrado, Antonio do Olivcira Braga, Antonio de Oli-
veira Campos, Antonio do Oiiveira Souza, Antonio Pe-
dro R idriguos, Antonio Pinto, Antonio Pinto Fer-
nandas Tavare, Antonio Ponte, Antonio Ponte Leite,
Antonio Paes da Cunha, Antonio de Paula Mello
Jnior, Antonio Pereira, Antonio Pereira Basto,
Antonio Pcreira Berge Juniot, Antonio Pereira da
Cruz Barrcto, Antonio Pereira da Fonscca Jnior, An-
tonio Pereira do Lago.
THEATKO PUBLICO.
No diada pos do Exm. Sr. presidente, "Antonio
Pinto Cbiehorro daGama. aubir a scena a grande e es-
colenle pe5a nova-OBARBEIRO DE D. AFFONS pendencia l.vrar.a n. 6 e'8
wo mi/ r*v ** -.-- -~ ~ --------- -
,rei de Aragao; canlaodo-se o byinno nacional, elo
gio, etc., etc., etc.
Avisos martimos.
__ O hiatezYow O/nda partir impreterivclmente
para o Rio Grande-do-Norte no dia 13 do corrente ; e
para inai alguma carga tratar at o dia ti : os pre-
tenden!' se entenders com Antonio Hodrigues Lima,
na praca do Commorcio, ou na ra da Cadeia Velba n.
1, primeiro andar.
-Para o Havre sai no dia 19 do correlo o briguo
Irancoz Ceiar: para garga e passagoiros, trata-ecom
Avrial [raos, ra da Cruz.
__ Pata a Baha a sumaca Tentativa, loirada de co-
lira eda primeira marcha, segu nfallivelmente no da
II do fomento.____________
visos diversos.
Contando-nic, que o Sr. JocCuncgundea da Sil-
va, tem aiaoalhado, que en na nntc-vospera da nimba
partida par* comarca deGnr.inl.tina Fui a casa do Sr.
Miguel Alfonso Ferreira pedir-llio, por mi ni H empe-
nbaiaeaojn u prc-aidetue que por ventura houveaae de
substituir o B*m. Muaclbviro Thotaai Xavier, para que
me oontervaaae no corpo de policio; e julgandoou do
IMOU mala rigoroso dever, Fater buquonr ca calumnia,
rogo uo inesiiiu Sr. Miguel Affouso, baja do declarar pe-
lo prelo se tal couaa c passou.
Manoel Pedro de Souza.
=Prccsa-se de urna mulher Porlugue/a, ou deoutra
qualquer eslrangcira que saili engommar perfeila-
uiente para cnsuiar a uinas escravas : a Iralar na ra
do Comaro n. 7.
= Francisca Damiana da Soledade retira ae para o
Rio do Janeiro com seus V flhos menores.
= Constando 6 legtimos herdeiros do engenho Ara-
uualia, na ribeita de Una, Ireguezn do mesmo noine
(Lina) na comarca do Rio-Formoso, que Joiii Anto-
nio l'.isoa e Mello, intitulndose proprietano da-
quellc engenho, tem pretendido, e pretendo vender
aquella propriedade; por isso vem o mesmos herdei-
ros pelo presente prevenir aos incautos, e ao respeita-
tel publico em geral que nao comproin, e nem lacao
negocio de qualquer naturezaquu Ka com o dilo Jos
Antonio, relativo ao engenho em questo, ou mesmo
com as trras a elle annexas, como por ve/es se ha an-
nunciado pelas folhas publicas, visto que aquellecn-
genbo, e trras a elloannuxas, ttlm de eslareui subjei-
tasa inventarios a que inda se nao procedeo mire osines-
mos berdeiros, accresce, que esta aquella propiiedade
subjeita a varias questd s |udiciarias, lundamenladas em
direito, como em juizo ludo se provar, e om susten-
tacJo do quo pelo piescoto se protesta.
= Deapparecco um menino forro, pardoclaro, ca-
bellos meios ruivos, de idado do 12annos, baixo; lc-
voujaqueta de set.ncta,calcas de riscado ja velhas e des-
botadas, chapeo de seda velho, carniza de inadapolao
bronco; sndava calcado do apotos; faltou no da 6 do
corrente julbo, indo a um mandado de seupadnnbo a
ribeira : julga o estar oceulto em alguma casa, que o
seduzisso, pois he a pimeira vez que acontece isto :
por tonto roga-so a toda as autoridades polciae e mais
pessoas quo delle noticia tiverem.o obsequio de levaron)
ou darem parte em Fra-de-Portas em casa de seu pa
..._.'. ni* _..!.. Mitn Lu
recompensado.
= Alugo-se duas canoas do conduzir agoa
estejao estanques ; quem as liver annuncie pan
ir ver e tratar do ajuste.
residencia para o Lortc-do-Maltos, esquina da ra da o
Lapa. n. 5, terceiro andar ; onde continua a prestar-sc
gratuitamente das 7 as 10 horas da menhoa.
Nogueira com bonscommodo, e muito fresca, quintal
e cacimba ; a tratar na ra Velha n. 65, de manhia
at as 8 hora, e de Urdo das 3 as 6.
Arrenda-se urna casa terrea na ra da Manguei-
ra na travessa da ra da Alegra para a Gloria, n. 7,
com bonscommodos e muito fresca ; a tratar na ra
Velba n. 65.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
Homeopathico do Bratil.
Possue lodas as substancias experimentados na Eu-
ropa, nos Estudos-Unidos e ltimamente no Brasil o os
dynamsacSes feilas pelos processos mecnico do Dr.
Mure.
Distribue gratuilamente a vaccna dynamisada e to-
dos os oulros preservativos necessario as epidemias
reinantes, e responde a qualquer consulta, que a res-
peito de livros, modicacOes, remedios e rgimen Ibo
lor dirigida.
Pratica elemontar da homcopalhia polos Srs., Mure
e Marteus.
Enriquecida das primeira experiencias puras feitas
no Brasil.
Preco8j000 rs. e lOf rs. com urna boa encader-
ii ac o.
Folbona homcopathica, 2. anno, contendo noticias
sobre o estado actual da homcopalhia, o rgimen, eos
estatutos do instituto homeopathico.
Preco 320 rs. com grando abatimento a quem com-
prar porcoes maiore.
OJjIDDORJ
Sahio o n.30, eacha-go a venda na praca da Indo-
0 CLAMOR PUBLICO
Sabio o n. 23, oachaso a venda na praca da Inde-
pendencia livraria n. 6 e 8.
A CARRANCA.
Acba-so a venda o n. 17 as horas da tarda na
praca da Independencia n 6e8.
J. B. C. Trosse, fabricante d'orgios de groja,
avisa ao respoitavol publico, e particularmente aos Srs
thesoureiros. ou pessoa encarregtda dos igrejas, que
elle faz orgios para (groja de todos os tamaito, com
clarim, trombota, cro.norno, voz humana, erouxinol,
ou qualquer oulro jogo : outro dito orz,ao, (quo sondo
ouvdo nao tem apparecdo aqui) a dua fina, a cla-
vier. e a chave de realejo para falta d'organisla, ou por
falta de aber tocal-o ; enlSo so toca com a chave, co-
mo so foBse um realejo, obtendo a mesma voz d'um
orgSo de groja, contendo, no cylindros, a missa, os
bymnos, e os kyries, para quaesquer fastas do anno ,
ludo reunido na meuna obra: outros orgAos, forte-
piannos, com voz humana, o flauta, para cantar a m-
sica vocal; realejo de todos os tamaitos, para igreja,
contendo, nos rylindros, a missi. os hymnos, o os ky-
res, para quaaesquer festas do anno ( proprio para
qualquer igreja, que n5o tem organista ) com a mesma
voz d'um o.go : oulros ditos realejos para recreio,
contendo quadrilhas, contradanzas para dancar, e
quaesquer marchas, ao gosto do comprador ; concerla
os ditos instrumentos, e p5e marchas nova : em Santo
Amoro. na entrada da estrada que vai para Belem, no
litio deJ. B. C. Trcsse, ou no atierro da Boa-Vista,
n. 26, a fallar com o Sr. F. Chaves.
O abaixo essignado, lendo do lazer urna viagem a
Europa a tratar da laude de sua enbora, e como an-
tos de e retirar pretendo saldar suas cotilas com esta
praca, e como o nao pode fazer j como desoja, som um
sacrificio, tem resolvido vender tres predios novos de
dous andares e dous armazn sito na travessa o por de-
traz do tbeatro publico, um sobrado com lente para dita
travessa e com os trmazens para o rio.
Tambent se vendo a casa que serve de tbeatro publi-
co, s ou em globo com os prodioi, assim como 80 ter-
renos de 30 palmos de frente, e lM)do fundo na linha
da ra da Concordia entre as duas iravessas do Montei-
ro e Caldereiro, cujos terrenos teem parle atterrados e
parlo olagados, e dando-o por procos mu commodos a
dinhoiro o a praso : os protendantes de tees objeitos
poden, se dirigir a ra do Rosario largo n. 18, quea-
cbarao com quem tralar.
N. B. O abaixo assignado, logo que tenha lugar a
sua retirada, e findos os seus negocios, seuscstabeleci-
menlos (cae no mesmo p em quo se aclio, debaixu
da administraco do seu filbo e socio, citando j na posse
de um dos estabelecimentos. Manoel Antonio de Je-
J. D. Wolphopp (az sciente ao pul lico mer-
cantil, que Francisco Candido do Sotwa doixou do ser
caixeiro de boje (9) em dn uto.
A bordo da sumaca Constante Amiadt, lia
larinha do mandioca de boa qualidade. o a preco
tais barato do quo em outra qualquer einbarcacao.
No dia \ do corrente appareceo na ra do Ro-
sario da Boa-Vista, n. 4*. unta escrava crioula por no-
iiio Agoslinha, procurando enbor, com cscriptode sua
senhora, moradora emTapisma, por nomo Luna Ma-
ria, como escrove a dita lenhora obre a compra da
oudarem parta;'"'K'^V5\"mi. ta. prcta; e como al o prsenle nao tem vindo re.pO.tl,;
dnnho Domingo, da Roza, can n. Jo, po.s V i 8e es(ar JHndo
i i tu t v mti^fm ** --. ------------------
nao ae a mandou embora por ella le estar queixando
que de urna dorem um quarte ; quem le julgar com direi-
to a ella, diri|a-se a mencionada casa, ou para tratar
do ajuste, 10 a quizer vender, u leval-a; Picando corto
b'jlS Antio de Sena t.ansferio .u. que o dono da casa nao se responsabilis por fuga nem
u vt. joaquiui iii.o .__._........,. ....u. umuiim ii de auuarecer.
utro qnalquer suceso que baja de apparecer.
= Silva Grillo tem comprado, por ordemdo Sr.
anoel Alfonso Pereira, da cidade do Meranhao, o bt-
,.: ZiZ i horas da menhSa Manoel Afonso Pereira. da cidade do Maranl.ao, o w-
casa; quc a tiver dinja-se ao pateo do Carmo n. 5.
D-se dinhoiro a juro com peni ores do ouro e
prata, mesmo etn pequeas quantia; na ra da l raa
" "-2. t
=' Bcnordino de Azevido Santos retira-so para fra
do imperio : ju!ga nada dever nesl* praca ; com tudo,
quem se ]ulaar seu crcdoi. aprsente >ua conta at 12
do corrente e dcste dia em diente se n5o responsabiliza
por cousa alguma : praca da Boa-Vista n. 10.
= Arrendase o sitio Jacar, com boa casa, bata,
c bastantes arvoredos : na ra nova de S. Amaro n. G
Na ra da Aros-Verde n. 46, trao-se passa-
portes para dentro e lora do imperio; despachao so cs-
cravos ; eobri so dividas na praca e lora delta, lazen-
do se tudo coma maior brevidode eproinptid5o,epres-
Undo-sc os necessario gai antiai.
= Arrenda-se urna caa de dous andares na ra do
or das obras da igreja de N. Sra. do Guadelupe da ci-
dade do Olinda; sendo este por conta de Joo llaymun-
do Pereira da Silva Junio', e eus irutaoa Carlos e An-
na da villa de Vianna da meirna cidade, e aquolle por
conta do meimo Sr. cujo blbetc ficio em poder do
annuncantes.
Luiz Antonio Mesquiti Falcao manda ao Atacaty, a
tratar do certos negocios, ao seu filbo Cario Maria Fal-
cao menor de idado, levando em ua companhia um
criado de nomo Andr Martina.
- Quem precisar de um rapaz para caiieiro de tua
ou de qualquer estabelecimento, o qual da fiador a tua
conducta, dirija-se a praca da Boa Vista n. 6, ou an-
nuncie.
Precisa-te de uta bom amacador de padarta : no
Corredor do Bitpo n. 8.
- Da-e dinhoiro a premio com penhore de ouro
mesmo em pequonas quantia: na rui- do Rangel n. 3,
1."andar.
=No dia 9 do corrente perderao-se un oculos uo vi-
dros brancos, earmaco dourada, da igreja do S. Pedro
para a ra Diroita;quem os liver achado.os poder* levar
ao sobrado n. 43 na dita ra, quo tera o teu acbado.
=Por meio doste faz publico o abaixo assignado,
quo ninguem acceite em pagamento um val da quantia
devinta mil ris, pastado por o Sr. Manool Antonio
Fernandos Eiras no dia 8 do orrente em lavor do a-
baixo ossignado, cujo val so acha com o pagu-se ao
portador com data do 9 do mesmo crrenle ; porquo
jase acha prevenilo o dito Sr. Eiras para o nio pagar
scnSo ao abaixo assignado, o eslo dadas as provi-
dencias, c tomadas as precisas cautellas para o sou inu-
lilisamento; quem o achar, qoerendo entrogar, pon
quo de nada lite servo, o podo lazer as Cioco-Ponlai,
n. 21 Antonio Brasilina de Iloltandt Cavalcanti.
Prccisa-se do unta ama que tenha bom leite,
tendo preferencia a que ata tenha filbo : no pateo do
hospital Jo Paraizo n. 2.
LOTERA
DO GUADELUPE-
Muito pouco ID augmontou esto dias a venda dos
bilbeles, devidosein duvila a eslcrelidado do lempo, e
por hi> nao l.o possivcl correrem boje as rodas, tem
gravissimo prejuizo da irmondade. Nova licenca e im-
petra baje do S. Exc. para marcar oulro da neste
mosmo me*, e marcado que seja. ella correr com os
bilbetes que tiver ou som elles.
Fuilou-se, do pti do arco de ti. S. da Concci-
eflo ieS. Joo, iifstc mesmo anno b 1813, um mallo
casUnbo era grao de idade de B a 7 anuos dos signaos
seguintcs : do mediana estatura, um signal, ou
estrella branca na testa sem mais oulro Sigila branca
em todo o corpo, excepto alguna cabellos brancos
pelas costas de alguma tomadura antiga sicalrisada;
penso.ou mais alto da trazeira, do que da diaiileira.e
por isso se nao lite enciirtoo rabixo da sella.ou can-
galba, corre a sella ou cangalha para diante, e lere-
llie as ponas das pus O por isso conserva essas
mesmas ponas de as calcijadas : tem urna pela-
dura, a que chamflo vulgarmente mal de liesta.so-
bre as ultimas costellas do lado esquerdo quasi jun-
to ao vasio, que se cobre bem com tuna nio, o
ualsignal nSo ser capaz ladrao algum de o razar
desapnarecer por ser natural, e jmala nunca enca-
bellara- este signal Qoa occullo, oslando o cavallo
encangalhado: porm,estando selladocom sellim
ingle/, c sem manta, tica visivel a quemo observar;
tem signal eneoberlo no tnembro ; tem mais de um
ferro na ehau da perita direita.e na chita da esquer-
da oulro ferro, porm s o. a nianeirii de um--coin
unta resiiiiinlia para cima, que ligura quasi itin-2-
dc leltra redonda, voltado do cima para baixo ;
tem nm dos cascos da nio cavado por baixo, que
deixit na trra um tasto quasi scmelhaute ao do
boi. No foi gordo, e nem inleiramente magro; le-
vou todos os cabellos do topete, coma, e cauda
grande ; porm este signal pode lazer desapparecer
o ladino velbaco, cortando, e raspando todos estes
cabellos para atetar, c por 0 animal desmidiendo,,
o que nunca conseguir para quem com allencao
observar todos os signaos, porque a maior parle
d'elles Silo caracteristicos.por seren naturaes. lem
passo, carrega baixo, ludo curto, e lio alguma
cousa pesado, ou pouco ndigo. Quem adiar tal
cavallo 0 tomara do poder de quem o 11 ver, por sor
lurtado, valendo-se das autoridades no caso de re-
sistencia, e o levara, e entregara a son dono o pa-
dre Francisco Jos de I.ira, capello, e morador na
povoaeo de Beberibe, de quem recebera a graltlica-
eflode 10^000 rs., ou ao crioulo Benedicto, que o
achara no acougue das Cinco-I'ontas, por ser all
carniceiro.ba'muito tcmpo.e por isso bem conhecido
nessa praca, c do mesmo recebera a mesma gratiii-
I.OTERIA DU SEMINARIO.
Acbando-scja muito adiantada a venda dos bi-
lbetes da lotera, concedida por S. M. I. inslruccao
publica om o seminario episcopol de linda, o deven-
do ser o primeira cujas rodas corran, se adverte ao res-
peitavel publico, quo brevemente se aununciar odia
impreteiivel do seu andamento, e para isto be necessa-
rio, que os ornantes dcste jogo continen) na compra
dos bilbeles, cuja vmda se acha nos lugares do costu-
me. ,
= Lopes de Barros, pintor e retratista, chegado
rcccntemenlo da corle, o residente nesta cidade, ra
do (ueimado n. 14. primeiro andar, oflerece o seu
prestimo na arteque professa, as pessoas quo delle te
quizerem utilisar, medanlo razoovel retribuir >; para
o que o podi rao procurar a qualquer hora da manhaa.
Oannunciante dar, dopiimeiro dt julbo em diante,
todos os dias uleis, na sua residencia, das 9 al ai 12
lloras da inaiibao, um curso do desenlio creio, e pin-
tura a aquarella e a oleo, a razio do urna mensalidade
do 2j rs. por cada discpulo.
Fazem-sc transellins de cabello tic
qualquer modelo, pulceiras, armis,, litas,
&c cSc ludo o mais bem 'eilo que he
nossivel, por preco mdico; na ra do
Cabug, loja de i'azendas n. G.
Arrenda-se ou vende-se a propiie-
dade denominada Casa Caiada ao
norte de linda com sitio de coqueiros
e trras para plautaroes : na ra do Co-
dorniz a fallar cotn seu proprietano Jos
Francisco Bellem
= Engomma-se toda a qualidade de roupa com
perfeicao o preco commodo ; na ra da Glora n. 83.
= Furtro no dia 7 do corrente de urna sala ,
um par de brinco de ouro ; julga se ser algum prcto :
a pessoa a quem este futi Ir oflerecido queira ap-
prchender e entregar na loja da esquina do boceo da
Cotifercgsio n. 41, que sera recompensado.
= Jos Joaquim Alves Teixcira embarca o seu es-
cravo Luiz para o Rio de Janeiro.
Precisa-se do um caixeiro Porluguez de 16 a
20 annos para urna loja de fazendas netta praca e
que tenha bastante pratica ; quem ettiver neitas cir-
cunstancial, annuncie para ter procurado.
= Precisa-so de urna ama secca para servir em
urna casa capaz do pouca lamilia distante desta praca
dua legua, que aiba engommar, cnsaboar, cosinbar,
e tejai ; na ra larga do Rozaro venda,n. 53.
= Jos Joaquim Lima Bairao o Rernardno de So-
na relirio-ie para (ora delta provincia, por algum me-
za,a tratar de leui negocio!.
= Jote Agottinbo Carroira Guerra subdito Por-
luguez rctira-e para fra da provincia.
== Precisa-se de um caixeiro para tomar conta de
una venda por balanco, quetaiba lazer sua obtigacSo,
o dando fiaJor a sua conducta ; quem estiver nestas
circunstancias dirija-se a Iravessa da ra Relia n. 8,
que achara com quem tralar.
= OiTcrcce te um moco Brasileiio catado, ecom
pouca lamilia 'para administrador, ou caixeiro de
engenho e que lem bstanlo prolica de mboa osem-
pregos por oslerj eTercido; quem de cu pre i-
mo te quizer utilm, dirija sea_Soledade indo pela
Trompe lado direito casa n. 7.
= Prccia-se arrendar um sitio porto da praca ,
que tenha bastante pasto puia 12 vacos; paga-sebeat:
quem liver annuncie para le Iralar do ajusta.
= Perdeo se urna caixa de prala para rap na
nouledodia7docorrenlo, na igreja do covento de
S. I'rancitco na occasiao de um enterro; julga-ie
ser furtada da algiboira da casaca o lem o ignaes
seguintes: dequadrosc palmas dentro dos meimoi -
coi., a lirma na lampa J. A. II. B. a quem for ofle-
recida baja de apprehondel-a levar na ra dasCru.
zesn. 8. segundo andar, quesera recompensado.
A casa de agencia cininercial na ra da Ca-
deia do Recito, n. I, tem,par vender, dout pianoi usa-
dos urna mesa de mogno para meio de sala da ulti-
ma, moda urna dita para janlar um par de banqui-
nhasde cabeccira de leitos. urna papeleira para senho-
ra um bid um apparclho de prata para che um
faqueiro salvas, copos escrivanhias castic,ae e ca-
feteiras tudo do prata misas de madapolJo urna
cobcita de chita o outros objeclos ludo muito em
conta : no mesmo estabelecimento recebe se para nel-
lo se vender por conta de seus donos qualquer tras-
to que seja, om segunda mo, o se empresta dinbei-
ro sobre os metmos objeclos ou sobre prata, ouro, ou
diamantes; taiubctn se compra fazendo conta
- O fiscal do hairro do S. Antonio, Matbias do
Albuqui-rquco Mello, mudou a ua residencia para a
ra do Agoas-Verdcs n. 61.
O bacharel Alfonso do Albuquerqua e Moli, ad-
vo"a poranle os audit -ros delta cidade e mudou a sua
residencia, c esciiptorio para a ra de Agoas-Verdes
n. 64.
Hap vinugrinho.
Este superior rape torna tnv.riavcl a sua qualidado
por nao mofar, nent seccar; nao fero o nariz, nem pro-
du/ irritacoes vertiginosas, porque a sua composicao lio
a mais simples possivel. A geral estima que lem tido
este rap pelos apreciadorotde urna boa pilada, o a op-
provacSo que a respeilavcl sociedade do medicina Ibo
concedeo remata o seu mais completo elogio.
^ovas fornadas d'esteexcellente rap, com a cor mu
escura, se achoo venda nos depsitos do ra da Ca-
deia do Rocile, n 50, praca da Independencia n 2S.
Atierro da Boa-vista n. 10, e Atleiro dos Afogados n.
209, aonde se vende alaOOOr., a libra, de o libra
pora cima. O embrulbo deste rap be azul, e os roa-
los brancos.
= O abaixo assignado, eilando ausente quando ip-
parecoo no Diario de 'ernambuco, a. 118, o folio o
doloso annuncio de Antonio Pinto Soarc provenien-
te de urna orden para cem arroba de carne secca, pelo
dito Pinto relida nao Ihe pertoncendo o abano ai-
siguado declara quo nunca comprou carne ecca ao
relerido Pinto o nem Ibe entregou a mencionada or-
dem e nem com elle leve trato algum commercial at
boje. Diz o annuncianleem o seu annuncio paia ma-
Ihor poder Iludir ao publico que tem lestemuoliM de
haver vendido ao abaixo aignado a referida carneec-
ca: be falso : tao testeinunha nao ba; e nem a
poder obter, com verdade, o meno pelo abano
asignado nao ter tidocom o annunctante trato no-
ni.mu a respeilo t nada Ihe dever ; o que protaita
..rovar em tempo oportuno para haver doaonuuctan-
te a pena da lei por ter pretendido usurpar ao pa-
sador da referida ordem e ao abaixo asignado a tm-
poilancia das mencionadas cem arroba do carne ecca,
nio Ihe devendo aquello, e nem o abaixo antgnado o
valor de um ceitil ; lint, o abaixo assignado se ufana
de ter testemunbs e at documento para prova do
que relere e em cao preciso o fari publico para
que este conheca a etpertoza do dito Piolo So a re,
cuando prctendoo uurpar o quo Ibe nao era devtdo.
Pernambuco, 10 de julbo de 1845 Domingo Ai-
ves Barbosa. ,.
Repetico da ordem = A quem conner pode
vender ao Sr. Domingos Alves Barbosa cem arroba
de carne secca que pelo trato que o mesmo fizer,
pelo presente me responsabiliio. Rocifo 31 de Ja-
neiro de 1815. J. diM. Basto. Apparecao
trato feito, que deveriaier estipulado o eicripto em
referida ordem polo abaixo assignado ; ma como ba-
via do appapecer te o abaixo atsignado nada comprou
aodito PinU Soares e nem o utiliiou da referida or
dem para nada Domingos Alves Barbota.
NAVALUaS DA CHINA.
__Yendem-se a admiravei navalbas de ac da Chi-
na, que teem a vantagem de cortar o cabello em oflen.
sa da pello deixaodo a cara parecendo etar na na
brilhanle mocidade : esta ac vem exclusivamente da
China e s nello trabalbao dou dos melbore e maii
balisados cutelleiros da nunca excedida o rica cidade
de Pekim capital do imperio da China Autor
Shore. .
N, |{. 1|8 recommendado o uso deatai navalba
maravilbosai, por loda a sociedade dai ciencias rne-
dico-cirurgica tanto da Europa como d'America .
Asia o frica nao para provenir a moletta da
culi, ma tambem como um meio cosmtico: vendem-
so nicamente na ra do Crespo loja o. 8, de Cam-
pos & Maia. _.,. .,,n
LOTERA DO THEATROPUPL1GO.
= Othesoureiro desta lotera, diipostoa empenhar
todo ot esforcos para augmentar o crdito do que
sempre ella goteu. pela regulandade de sua "??
declara que os bilbeles da segunda parte da 16. lotera,
cujas rodas devem ter andamento muito brevemente, e
acho a venda nicamente no bairro de S. Antonio.
na botica do Sr. JoSo Moreira na ra do Cabuga ;
naruadoQueimado.lojado metmo tbesoureiro o.
39; e na ra da Cadeia do Recfe lo| de cambio do
Sr. Vieira.
\:
t
i
i


f
Agencia de paisa portes.
Na ra do Rangel, n. 34, tirio-so psssiportos pare
dentro e fra do imperio, desparhio-te escravo*, o cor-
rem-se folhas ludo por prego commodo e com
maior brovidade.
Aluga-sea caaa terrea n. 3, da ra da Manguei-
ra ( entre a ra da Gloria e da Alegria) com muitos
commodos : na ra da Cadeia-Velba n. 26.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra do Caldeireiro n. 88.
O Sr. Manoel Pereira de Mondonga queira, no
praro de 8 dial resgatar o par de brincos, que tem em
penhado na toja o. 26 da ra 4a Cadeia-Velha do
contrario aerad vendidos para pagamento do principal ,
e irais despeas e sem se attendcr a mais reclsma-
ciies.
Francisco Martina Ramos embarca o leu escra-
vo Antonio de nacao Mina, para o Rio de Janeiro.
O Sr. que mora em Fra-do-Porlas, quere-
do pelo prero que ajustou o diccionario pode vir
bscalo pois o dono se reaolveo a dalo pelo preco
oflerecido pelo dito Sr.
D-ie dinbeiro a premio sobre penbores de ou-
ro prata u bypotbeca ; na ra estreita do Horario n.
30 i segundo andar.
Custodio da Costa Guimarics vai ao Penedo i
tratar de seu negocio, levando em sua companbia Ma-
noel Lopes Guimarcs.
= Oderece-ie um rapaz Portuguez, de idade de
18 a 20 anms para loja de fazendas do que lem
bastante pralica : quem o precisar dirija-se a ra do
Yigario n. 22
= Aluga-so urna casa de dous andares na ra do
Amorim n. 6 ; na ra do Encantamento n. 8 A.
= Nicolle, com armazern de comustives, na ra da
Alfandega Velha n. ">8 acaba de receber, pelo ul-
timo navie francs, salames muito bons, de Bolanha,
azeite doce superfino, de Franca, conservas de frutase
de comer vinhos de todas as qualidadei quo preten-
de vender pelo preco mais barato.
Compras.
= Compra-se urna medida de quarta do padrio an-
tigo ; atrai do iheatro armaren) de taboas de pinbo.
= Compra-se, e lem feitio, urna chave do ouro
para relogio ; na ra do Mondego n. 31, ou annun-
cie.
= Compro-se pennai de ema por bom preco
as Cinco-Pontas n. 71.
= Compro-sc vaccas de beierros novos; na ra da
Aurora n. 4 i.
Comprao-se, para ra da provincia escravos
de 14 a 20 annos sendo de bonitas figuras pagio-se
bem ; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar do varanda de pao, n. 20.
= Corr.pra-se um globo terrestre e outro celeste,
ou smente o terrestre estando em bom uso. Annun-
cic, para ser procurado.
= Comprao-se os livros seguintes: o Sacramento
da Penitencia e da Eucbarestia ; os Exercicios do Pa-
dre Alonco Rodrigues; Difierenca entre o temporal e
o eterno ; a Escada Mystica de Jicob ; a opera Norma
em italiano ou italiano e portuguez: na travesa da
Madre do Dos n. 9, ou annuncio
= Compro-se, para lora da provincia, eicravos de
ambos os setos de 16 a 96 annos; na ra do Cres-
pn. 10, primeiro andar.
= Compro-te 4 boia mancos para carro, e dous
quartos : no principio do Atierro dos Alogados
D. 31.
= Compra se urna du/ia de cadeiras de Jacaranda ,
eum toph, em bom estado ; na ra Nova n 8.
Vendas.
Attcnco !
--- \ ende-se a 120, 140 e 100 rs. o covado de chita ,
ditas finas escura a 220 rs. o covado, madapolao o
150, KiO e 180 rs. a vara, dito fino a 200, 220 e 240
rs dita, medraste lino a 280 rs a vara, pannos linos
a/ues a 2.00 n. o covado, de urna linda viita meioa
chales de cassa de quadros a 300 rs. chila a 140 rs. o
covado lindos cortea de cassa-cbitai de muito boni-
tos padroei a 2000 rs. chadrezrs de linlio para ja-
queles a 20 rs. o covado,fazenda de muito boa qualida-
de e muito honcita, superior setim preto do verdadeiro
chamado macu para collete da melbor qualidade ,
a 400 rs. o covado dito entre-lino tambem de boa
qualidade a 3-200 rs. o covado superfino lustao
branco de excellente qualidade a 1000 rs. o covado,
algodio liso de muito boa qualidade a 100 rs. a vara ,
dito americano, largo, a 220 rs. a vara, dito trancado
o
zuarte aiul de vara de largura a 260 rs
to boa fazenda para pretoi casimiras de quadros de
bom gosto para cairas a 1200 rs. o covado lencos de
cassa pintados a 100 ri. pegas de bretanba de rolo a
1800 rs a pega, brini trancados de quadros de bonitos
padroes a 500 ri. o covado, riicadinbos (raneados a
200 rs. o covado, muito boa fazenda para meninos
castore ou riscadoi a 240 rs. o covado, cortes de cam-
braia de listras brancas adamascadas a 3/ n o corte,,
tendo varas e meia ditoi finos de cores sendo
daquadroi e listras de vara e tanto de largura, dos
mais modernos a 5/ rs., ditos de superiores cassa-ebitas
do melhor gosto, linas a 4200 rs. o corte, pecas de ma-
dapolo a 2800, 3200 e 3400 n. dito lino a 4000 ,
e 4200 rs. a peca, madraite fino a 5200 e 5400 rs. a
peta ditas de cbitei a 4400 5200, 5500 c 6000 rs.
escuras, bretanba de linho puro, a 040 rs. a vara, ea-
guio de superior qualidade do verdadeiro e puro li-
nbo a 1500 rs. a vara, cassa do quadros para babadot a
5000 rs. a peca cambraia lisa de vara e tanto de lar-
gura a 000 e 800 rs. a vara muito fina superiores
vestidos de seda com flores a 50,000 n. mui rica fa-
zenda, novos cortea de chal de listras de leda a 16j r. o
corte pecas de bretanba de 6 varai, de puro lioho a
5200 n a peca superior brim trancado branco mul-
to encorpado de puro linbo a 1400 rs. avara, escocez
de algodao para vestido a 500 n o covado chitas
francezai finas do vara de largura e de novos padres ,
a 440 rs. o covado sarja hespanhola muito encorpa-
da e boa qualidade e larga a 2300 e 2500 o covado
... i 1. .___1___I____. II'.AI n ,..,..I _L-
ra e muito finas a 320 rs. o covado, chapeo de sol, I
de seda preta para homem a !>* rs. ; todas estas fa-l
zcndaisio limpas e de boa qualidade alm de outrasl
muitit de um tort'mento completo por barato prego:
na ra do Collegio loja n. 1, do Antonio di) Aieve-
do Villarouco & Irmo.
Cera turrada.
Vende-se em caixas de 180 libras cada um a, lor-
tidas desde duas at 16 em I i lira ; na ruada Se nzalla-
Yelha armazern n. 110.
- Vendcm-se duas moradas de casas torreas no-
vas : a tratar na ra da Concordia n. 3.
= Vende se urna reslriadeira contendo di ntro urna
filtradeira ; urna marqueza ; 1 telliin trance z em moio
uio; urna espingarda de cassa; urna mesa e 3 sacadas de
pedra da trra : a tratar na ra da Concoro iia o. 3.
= Vendem-se a terca parte e bemfeitorias da pro-
priedade de Agoa-Friade Bebiribe-de-Bf ,xo a qual
tem pasto para 10 vaccas de leilo todo o anno urna
grande casa de vivonda duas ditas mais pequeas 3
ditas do pedra e cal muitos arvoredos do Iruto mui-
to boas baixas para capim mattaa para lenha e mui-
to boa agoa do beber; vende so ludo por preco muito
commodo : na ra Nova o 60.
= Vende-io una parda de 14 a 15 annos de idade,
de bons costumes, sem molestias noit vicios cose,
fai lavarinto, e todo o mais servido interno de una ca-
sa ; na ra do Crespo a fallar com Manoel Domes Vio-
gas.
Vendem-se saccas de arroz pilado ditas de arroz
de casca ditas de milho ditas de larinba ditai de
feijo ludo novo ; na ra da Cadeia do Recife ar-
ma/.em n. 8.
= Vende se urna botica fura desta cidade, com um
partido annual de 400j rs. e bem afreguezada : a
tratar na ra do Apollo n. 10.
= Vendem-se quartos novos, de carga e de sola ;
na ra da Conceigo da Boa-vista n. 60 : na mesma
casa sangrio-se curao-se o recebem-so cavados para
se tratarem.
= Vende-se um carro de 4 rolas, com arreios e
carallo muito bom do mesmo carro ; na ra nova de
S. Amaro n. 6.
= Vende-se taboado de pinbo de costado, costadi-
nho, assualho, e forro largo, e tambem para fundo-
de barricas, americano, de 10 a 30 palmos de com-
prlo e de todas as larguras ; alraz do tbeatro velho ,
por prego muito commodo.
= Vende-se urna canoa aberta grande por pre-
go razoavel; no tanque d'agoa da ra do Apollo
n. 50.
\ einle-so urna escrava da naci de bonita figu-
ra robusta, e possante para todo n servico princi-
palmente para onxada por ter do ludo muito uso ; na
ra do Apollo tanque d'ugoa n. 30.
= Vendo-se, ou troca so por um sitio perto da
praga que tenha bastantes .inores de fruto e baixa
para capim urna excellente casa com grandes com-
modos dentro do Recife ; a tratar na ra Imperial
o.9.
Cheguem ao barato.
= Vendem-se los de linho, que tambem servem
para chalet, de 3 quartas, pelo mdico prego de cinco
patacas: na esquina da ra do Crespo que volta para
a ra das Cruzrs n. 16, loja de Manoel Gomes Viegas.
Vendem-se urnas caitas vasias,uns bahus proprios
para bahuleiroi um cerimonial moderno o um to-
ph ; as Cinco-Pontas n. 1G0 todo o negocio se
far.
Vendem-se chitas para coborta, de bons pannos
e cures fitas, com estampas e arvorodos firgindo mal-
tos, pelo barato preco de 160 rs. o covado, finissimas
chitas francezas muito largas de assento escuro ,
de quadros o listras, cores litas, a 320 rs. o covado,
dita a 260 rs o covado, lanzinbas de bonitos padroes
a 5200 rs. o corto e a 320 rs. o covado cortes de cas
sa-chitas de todas as cores e muito largas a 2/ rs. di-
ta em vara a 400 rs. dita transparente a 2560 rs. ,
cortes de chita de assento escuro e cores litas a 1600
rs. chitas cor du ganga e do outras muitas cores e
muito finas a 2(10 rs. ditas escuras de lindos padroes
a 160 rs., e em pegas a 5500 e 6/ rs., pegas de breta-
nhas de rolo do superior qualidade a 2j rs. algodo
trangado muito largo e escuro proprio para roupa de
escravos a 240 rs. algodo americano muito encor-
pado a 220 rs. a vara dito muito largo e encorpado ,
proprio para Icngoes a 280 rs. madapoloe; de todas
asqualidades e mais fazendas tudo por barato pro-
co ; na ruado Crespo n 14, loja de Jos Francisco
Diai.
Vendem-se bengalas decanna da India, verda
deira com castes mui elegantes, ditas de btirracba
e bamb ltimamente chogadas da Franca; na ra
da Cruz armazern n. 48
Vendem-se caixas de tartaruga verdadeira para rap,
= Vendem-se, e alugio-so bichas muito boai,
por prego mais commodo do que em outra qualquer
parlo na travessa da ra do Vigario loja de barbei-
ro n. 1.
i= Vendem-se 6 pasiaros de difieren tes qualidados
e bons cantadores por prego commodo ; na ra das
Cruzes n. 16, primeiro andar.
Vendo se um escravo carreiro e bom trabalhor de
enxada e ptimo para topo o servico ; na ra Di'ei-
ta n. 18.
= Vende-se o botiquim da Estrella: a tratar n
mesmo.
= Vende le urna escrava de linda figura perfei-
ta cozinheira engommadeira lavadeira e cose chao ;
na ra da Cruz n. 56, segundo andar.
= Vende-se bretanba de puro linho de 320 a 400
rs. dita de Franca de 6 varas muito fina, a 4800
rs. a peca ditas Je rolo de algodo com 10 varas
2000 rs. brim pardo de linho trangado a 400 rs.
vara dito branco tambem de puro linho a 480, 800,
1000 e 1280 rs. avara caiimirai modernas de qua-
dros, a melbor fazenda possivel a 7500 rs. o corte,
panno preto de todos as qualidade; dito de orella
branca superior com algum molo branco a 3200 rs. o
covado, setim piato para collcto, boa fazenda de 3000
a 3400 ts. o covado sedas de cores com algum mofo a
640 rs. o covado, chales de lia matizados, grandes a
3000 rs. ditos de cassa em lia ahertos a 3600 rs.
lengoi brincos a 320 e 400 rs ditos de chita a 100,
180 e 280 rs. chitas de asiento claro, boa lazenda, a
140 e 180 n. o covado ditai escurai finas a 200 rs. o
covado, cortes de chitas modernas de 13 a 14 covado
a 3000 rs. cassa-chitas muito finas a 640 ri. a vara
ditas em corte superiores a ,'KIOO e 4500 rs. man-
tas do fil de linho a 240(1 rs. los de linho a 2800,
6000 e 8000 n. chila axul a 130 n. o covado, osea-
do americano de listras,azul,a 200 rs. o covado mada-
poloes a 3000, 3600, 3800. 4000. 4500 e 5000 rs.
azul mesclado muito encorpado a 240 rs. o covado I
o covado, mui-lpor prec conHnodoi gomma-laca, propna para fabri-
ca de chapeos edita superior para obras de marci-
neiro ; na ra da Cruz armazern n. 48.
Veiule-se urna mi.ssa em orchestra in-
titulada a Formiga, |>or preco muito com-
modo em razo de sen donse retirar des-
ta provincia ; quem a pretender dirija-se
loja da ra larga do Rosario n. ii, que
achara com quem tratar.
= Vendem-se bichas grandes e pequea*, chega-
das ltimamente de Hamburgo por prego commodo ;
barricas e meiai ditas de farinha de trigo e ditas de
SSS nova e de superior qualidade ; peneiras de ra-
me de lati ; meias de linho de Clao : na ra estrei-
ta do Kozario padana n. 13.
Vende-se um escravo de 22 annos de elegante
figura proprio para o Mtico do campo ou engenho;
na ra de Hortai n. 112.
= Vendem-se duai prelas, tendo urna de bonita fi-
gura ecom habilidades queso dirao aoi comprado-
res, e a outra que sabe cozinbar o diario de urna casa.o
er.gomina ; na ra da Cadeia do Hecife n. 47, a fallar
com Jos Pires de Moraet.
Vende-se a quinta parte de dous sobrados sitos
na ruado Rangel de dous andare e solio, e outro
no fundo do mesmo de um andar e solio e em
chios proprios; na ra da Soledade n. 33, se dir com
quem deve tralar-se.
= Naciso Josi da Costa anda tem para vender al-
guns corles de estamenha para habito de lerceiro de
J>. i'ra usco.
dita Iranceza tambem larga a 1600 n. o covado chi-
tai chegadas ltimamente de gosto moderno segu-
pega ditos enfestados a 5500 e 6000 rs. a peca leti-
neta superfina a 400 rs. o covado ganga riscada e es-
treita a 140 rs. o covado, cambraiai adamascadas o
corte com 5 varas e meia a 3000 rs., dita lita cora 6
vrate meia a 4000 rs., bicos ,do linho, francezes
de todas as larguras panninbo fino a 6000 n. a poga
e outras muitas fazendas por preco muito commodo ;
na ra do Queimado o. 1 loja de Francisco Jos Tci-
xeira Bastos & Companhia.
tai Vendem-se bichas grandes e pequenai, por pre-
go commodo; na ra do Vigario n. 12.
=Vende-ie urna venda sita na ra das Agoas-Ver-
dei com 4 portal de frente e umu para o becco. com
lodos os fundos que tem dentro ou parte driles, con-
forme o comprador quizer : a tratar na mesma venda ,
ou em casa de Lima Jnior & Companbia.
= Vende-ie um preto e urna parda aquello pro-
prio de lodo o servico de urna caa ou de campo, e el-
la boa lavadeira e engommadeira ambos mogos e de
bonitai figuras ; na ra iia Cadeia de S. Antonio
o. 25.
= Vcndem-so dous taboleiros novos, por barato
preco ; no pateo do Carino n. 3.
= Vendo-ie um atlas; cartas geographicas em pon-
to grande ; grammatica ingiera de Constancio; his-
toria sagrada e universal, por Bossuel; oraroes de Ci-
cero para analyses de rhetorica ; cartas de Cicero ; Se-
lecta : no pateo doCarmo n. 3.
= Vendcm-se 3 molequs de dado de 14a lGan-
nos, optirnoi pira todo o servigo; dous cicravoi do na-
ci de idade de 20 annoi, sen Jo um cozinheiro ;
um mulatmbo de idade de 18 annos, bom carreiro;
duas negrinbas sendo urna engommadeira, e cose
bem, e outra de idade de 14 annoi ; urna mulatinha
muito linda e ptima para mucama ; urna eicrava
de idade de 30 annoi boa cozinheira engom-
ma bem faz doces e conleitos de todas as qualidade*:
na ra Direita n. 5.
= Vendem-se couros do cabra corlidos de muito
boa qualidade ; na ra da Conceicio da Roa-Vista ,
n. 8.
= Vcnde-ie urna escrava do nagio Mocambique ,
moga de bonita figura, engomma cozinha e lava
de sabo com urna lilba negrinha de 3 annos ; 3 es -
cravas do nacao mocas, de bonitas figuras, proprias
para todo o servico e mesmo para quitaudeiras; duas
negrinhas.de 13 a 14 annos, proprias para sorem edu-
cadas ; duas mulatinhas, urna de 13 aun s, cose chao,
faz lavarinto e renda e he ptima para mucama ea
outra de 8 annos e sao de bonitas figuras; um mu
loque de 15 annos, muito lindo proprio para ofcio;
um escravo de nagio, de 55 annos, trahalhador do
servigo de campo : na ra das Cruzes n. 41, segundo
andar.
= Vende-te um carro inglez de 4 rodil, por pro-
co commodo no Atierro da Boa-Vista cocheira de
I.. Monier: a tratar com o proprictario, na ra da
Aurora n. 62
= Vende-se canalla miuda de superior qualidade,
chegada ltimamente de Lisboa em latas de meia, 1
e 2 libras, por commodo prego: no armazern de Diai
Ferreira, defronte du etcadinhat.
=> Vendem-se 5 escravat mogaa, de boai figuras,
engommio e cozinbio e urna coso ; urna dita boa
quitandeira ; duas molecat pegai, urna de 12 annoi
e outra de 18 annos boai para lerem educadas por
lerem recolhidat; urna preta de meia idade por 200*
ri. .cozinha,engomma, e lava roupa; urna parda de 20
annoi, de boa conducta, e ptima para o servigo de ca-
li ; 4 escravos mogos de boas figuras bons para to-
do o trabalbo : na ra do Crespo n. 10, piimeiro an-
dar.
Vende-se urna canda pequea de carreira, quai
nova ; na ra da Praia de \ Rita n 46.
Vendem-ie rodas de ticupira propriai para en-
genho ; aisim commo so tomo encommendas para te
fazerem a vontade do comprador : na ra de Apollo
a fallar com Manoel Antonio da .silva Molla; o mes-
mo tambem vende lijlos de todas as qualidadei, cil ,
e barro, retalho.
Vende-se muito bom chocolate em latai de 8
libra*, a7/ri. a arroba; no armazern do Bacelar,
defronte da escadinha.
Vende-se um jogo de breviarios romanos, da edi-
gaode Lisboa de 1800, rubrica encarnada e en-
cadernacio rica em muilo bom estado: na ra do
Crespo n. 10.
Vende-se vinbo engarrafado muito superior ,
encbovas de lalmora em frascoi: na ra da Cadeia-Ve-
lba n. 21, primeiro indar.
de
do
Vende-se farelo pelo mdico pc-
eo de 4,sooo e 2s'56o rs. ; na roa da
Senzalla Velha n. i'iS.
Continuase a vender a agoa
tingir os cahellos e as suicas ; na ra
Qucimado n 3i, e 33 : o methoilo Je
applicar a agoa acompanha os vidros.
Coeiros de merino lino bordados de
retroz, de cores muito bonitas, a 5sooo
ris cada hum, lencos broncos de cambraia
de linho muito finos e muito bem bor-
dados a 7.fooo ris cada hum, bicos lar-
gos e bonitos para roquetes de Padre a
2S000 ris a vara ; na ra do Cabug, lu-
jas de fazendas de Pereira & Guedes.
.Novo deposito de farinha na Boa-Vista
loja do sobrado n. :>3 da ra do
Hozario.
= Aonde se encontrar a melhor farinha da (erra,
e da de barco a mait superior que existe no mercado
tanto para retalho como em saccas : no mesmo de-
pozito ha muilo bom feijao da trra e milho muito
proprio para plantar, ou para qualquer applicacio ,
que Ihe queirio dar por nao estar furado ; ludo por
prego mait commodo do queem outra qualquy parte.
Vendem-se cort-'t de remontes francezes a 400
rs. o par ; na ra Direita n. 64.
Escravos Fgidos
BS
= No dia primeiro do correte fugio da venda
Leo de Ouro junto ao quartel do Hospicio um
escravo de nomo Vicenta figura pequea crioulo ,
muito tallador, o modo de andar he um pouco escan-
chado ; este escravo pertenceo a Luiz Pereira Raposo,
morador ni ra do Sebo ; como este escravo tinha de
costume em outro tempo vender frutas e bortalica por
isso be muito conhecido, pelo Car mo, paleo da S Cruz,
Fra-de-Portai, e estrada da Varzea e be por onda
tem andado ; por isso roga-se a todas as pestoat e au-
toridades policiaet, que o pegarem de o en'regarem na
dita venda que sera gratificados.
= No dia 7 do corrente mez lugio urna parda do
36 annos, pouco mais ou menos; ha poucos diai, veio
da cidade da Parihiba ; de nomo Andreza, nao te est
certo, mas peota se que no rosto da parte direita tem 1
tignal grande de molestia antiga cor escura muito
matuta ; levou vestido de chita de cores encarnadas,
e chalet de chita ; quem a pegar leve a ra da Ma-
dre de Dos n. 7, que ser bom recompensado.
as Roga-so aos capilies de campo e autridadei
competentes easoencontrem um preto do nacao Ca-
cenge baixo. carece, ps pequonos, pernal arquea-
das bem barbado de nomo Jos de o pegarem e
levarem ao Forte-do Mallos, ruado Costa n. 12, que
serao gratificados de teu trabadlo
= No dia 6 do corrente fugio urna preta de nome
Joaquina de nagio Cagange que representa ter 50
a 32 annos cor lula liana lem as nadegas um tan-
to arrebitadat para Ira/ com urna pequeua costura no
rosto com falta de um dente em um lado, nariz cha-
to, com alguma carne sobre os olhos, peitos pequo-
nos e murchos ; levou dous vestidos um de chila de
quadros miudos a/ues o o oulro de chita cor do caf
com flores verdes e panno da Costa ; esta preta foi
de cozinha e anda um (anto porca : roga-se as auto-
ridades policiae* capilies de campo ou qualquer
pessoa de aprenhender e levarem a seu senhor Domingos
da Silva Campos na ra das Cruzes n. 26, que ge-
nerosamente recompensar.
= Em odia tegunda feira do Espirito Sanio, do
annno passado fugio a preta Catharina do nagio
Angola, ladina, alta, bastante secca do corpo, seio pe-
queo efir muito preta bem feita de rosto, olhos
grandes e vermelhos, com lodosos denles na frenlo ,
ps grandes o um pouco mellidos para dentro muilo
convertadoira e risonha de idade de 22 annos; lem
sido encontrada na Estrada Nova da Magdalena eno
Atierro dos Alogados vondendo verduras e aot do-
mingos no maracat dea coqueiros em dito Atierro dos
Afogadoi: ha pouco, foi ella vista por um moco sa-
hindo da casa do palacio do governo, na ra de S. Ben-
toemlinda, para onde tornou a entrar; be prora-
vel que estar por all oceulta visto udito palacio ci-
tar devoluto : a dita escrava, pertence a Manoel Fran-
cisco da Silva na ra estreila do Hoza. 10 n. 10, ler-
ceiro andar, ou em leu sitio em S. Amaro.
No dia 7 do corrente fugio um preto de Ango-
la de nome Jos, com os signaes seguintes : esta-
tura baixa cor preta olhos avcrmelbado* beiro*
grotsos, nariz cbato ; levou camisa de riscado e cai-
gas azuea; advertindo-se, que fugio em occasiao que
eslava embriagado o que costuma a fazer, o quo faz
com que perca o juizo o de fugir: quem o pegar, le-
ve a ra da Cruz n. 10, que ser gratificado.
= Desappareceo no dia aOdejunho p. p. o mua-
tinbo Agostinlio de idade de 14 annos o qual cons-
ta andar nesta cidade : quem o pegtr, ou delle der no-
ticias far avisar oumandal-oa casa do Mendos &
liveira naruadaCrui n. 9 que ser recompen-
sado.
as No dia 6 do corrente julho uro o preto Queri-
no, crioulo de idade de 28 a 30 annos, alio, cor
fula corpo regular espigado do corpo tem barba,
poucoi cabellos nos peilot bragos compridos neio
cambaio mui pachola pernas linas com cantos na
testa cicatri'es as costas, do chicle ; levou caigas a
camisa de estopa : quem o pegar, ou der noticias on-
de elle eiteja va participar na roa estreila do Rozarlo
n. 30,segundo andar quesera gratificado do seu tra-
balbo.
= Detappareceo no dia 15 de Junho deste anno
urna preta da Costa de nome Lucrecia alta clieia
do corpo pernas finas lem um talho no pesrogo,
representa ler 40 annos ; levou saia do chita rouia ,
e panno da Costa : quum a pegar, ou lella der noti-
cias dirija-se a ra Nova venda n. 65.
PEIIN. ; NATYP. DE M. F.DE FAllIA---- lH/|5.


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