Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00827


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Full Text
Mil de 18415.
Segunda feira 7
.,..'i !IW..- UM
\n fliUlO publica-sc todos os das que
Ibrcn do guarda: o proco da assigna-
t he de 4/r. por quai le pagoi adiautatlos.
I annuncios dos asstgnarites sao inseridos
[, ,/iii de 20 it'-s por linlia, 40 rs. era lypo
\-rent, < as repeinos pola inolade.
' ,111o nao forcm assignantes pagao SO rs.
i,,i liulia c 1(W om typo dille-rente.
PUASES DA UTA NO UEZ DE JUI.I10.
, M ova a -i as 2 h. e 10 mln. da larde.
''. ecutn a 12 aos 3 imnutns da tardo.
i iii chela a 19 as 3hor. c 43 min. da man.
LllDgoanle a'26a 1 hor. da miuhaa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Goianna Parahyba, c Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas folras.
Cabo, Scriiiliarin, Rio Farinoso, Porto Cal-
vo, e Maccy, no 1 lie 21 de cada mea,
Garanhuna e Itonito a 10 c 24.
Roa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMARDEHOJE.
Primoira as 6 h. e 54 min. da inanhaa.
Segunda as" h. c 18 minutos da tarde
ARIO DE
de Julho.
DAS DA SEMANA.
i' ?f'/^' D-da2. v.,o do J. M. 'la i. v.
do
S Torra S. Procoplo, aild. da J. de l>
da 1. v, o do .1. dos Feitos.
0 Quarta S. Cyrlllo, and. do J. do n. da
3. vara.
10 Quinta S. Jatltiario, and. do .Tin/, de II.
da 2. vara, o do J. M. da I. e 2. v.
11 Sexta S. Sabino, and. do J de 1. da I.
v. do eivol, o dos .1. dos FoltO.
12 Sabbado S. Flix, and. do i. do I).
da 2. vara.
13 Domingo S. Alndelo.
Atino XXI N. W-
nrr-n. .'.' -**"i -.' m >.Ulliai "I '"'
CAMBIOS .NO DA : DE JIMIO.
Cambio sobro Londres. 25'/.,. o 2.>
Paria 370 reii i>r Crneo.
Llaboa 120 por 100 de prem.
Ileso, de let. de boas Urinas I V, I '.'.. p..<'
Ouro- Oncas hespnnholas 3I4D00 a .ll^sm
Mocdadc6>400vel. IWO00 a igfrlOO
. .. de (W00 nov. 17/800 a 18^000
de 4*000 0/800 a OJ700
PtaUt- l'.Mae,,, s .... Wat UgO
posos Columuarcs. I.'.ibo a /080
l,;,os Mexl.Mi.oi I^'.MO a ipnO
. Modas de 2 paiac. 1/78(1 a 1^800
Acedes da C do Boboribe do 50.#1XH) ao par
EXTERIOR.
Tivemo jornses inglezes que alcancao a 98 de talo
ultimo.
Na sessiode 6 Ha casadoscommuns.continuandoa lis
fusso soliro o bil relativo ao collegio de Mnynoot, pro,
poz Mr. S. Crawl >rd que crsiosscm todas as concessfles
ou dotscoes feitas pelo oslado a estabelecimentos reli-
giosos : mas esta ndicacao f)i regeitada por 141 votos
contra 2.
A 9 apresentou Sir J. Graham a mesma cmara om
novo hill para se estabelecerem e dotarem outros colle-
oios, a fin de promover-se a instauracao civil e religiosa
na Irlanda, o qual teve entao a sua primoira leitura.
No dia 19 comecou a ultima discusso do bil de do-
tcito ao sobredito collegio de Maynoolh ; e depois de
! lia ver Mr. Ewart leito urna nova indicscio semelbante
,i de Mr. Crawurd. a qual foi d'ahi a pouco retirada
pelo seu autor, propoi Mr. Banhes outra voi o adia-
niento do mesmo bil por 6 metes ; mes n3o foi appro-
vado: al que ltimamente psssou o bil om terceira
leitura a 21, depois de roaia de treadias de discus.ao,
por urna maioria de 133 votos; finda a qual ainJa pro-
poi Mr. Duncomlie, como clausula addicional, que as
disposicots daquella Ici so tivossem vigor at o I. de
Agosto de 1848, e d'ahi em dianle ficassom suspenses
al o fim da sesso seguintu do parlamento : porm loi
regeitada por 2i3 votos contra 145.
As pelieOes dirigidas casa dos communs em lavor
da concessao que se pretenda fazer ao collegio de May-
nooth erao 46 em numero, assignadas por 15,483 pes-
soas ; ons que llie lorio spresentadas contra a projec-
tada dotsoao daquelle seminario calholico andavo por
7.G29 petieoes, assignadas por 982,862 pessoas. Tam-
bi-m linha sido apresentado ao chanceller do thesouro
um protesto conlra a mesma dolacfio, assignado por
niais de 530 memoro do senado da universidade de
Cambridge.
A rainha havia leito, no dia 10 do maio, outra visita
i nova residencia de Osborne-bouse, na ilha de Wigbt,
d'onde voltra com seu augusto consorte e real familia
a 15 do mesmo mez.
No dia 21 recebeo S. M. B., perante a corte, no pa-
lacio de Buckingham, urna deputacSo do corpo muni-
cipal da cidade de Dublin, comporta de seto dos mem-
bros mais distinctos daquella corporacao, tendo sua
frente o lord mayor, o qual leo o apresentou rainha a
seguintemenssgcm, relativa sua fallada visita a Ir-
lauda :
Com a permissao de V. M. Tepdo chegado sos
nossosouvidosquoV M. se ha dignado de benvola-
mente manifestar o seu real desejo de visitar os seus
subditos Irlandezes no prolimo oulono, aproveitamos
com alegra a opporlunidade queassim nos he oulorga-
da de nos approximarmos outra vez V. M para rote
rarmos os nossos votos de adheso pessoa e ao throno
doV M.
Asegurarnos a V. M. quo o simples boato da sua
nleneln enclico de praier todos os cnraces irlandeses,
erecchemol o como urna prova da terna sollicilude pela
lelieidad da Irlanda, que conhecemos animar a ^ M.
Por mais que V. M. baja sido cordialmcnlc sau-
daila as suas reacs visitas a outrns parles dos seus domi-
nios, afilancamos que os seus subditos Irlandc/es nao se-
r8o excedidos no verdadoiro e cordial enthusiasino, com
quo, a urna voz, saudaro o desembarque, nal suas
praias, de urna sohcians (|uc pelo seu templo, em to-
das as relaces da vida (no mcio de urna cot-)-' teiu ac-
crescenlado novo lustre ao diadema, que sustenta pora
bnm do seu (el povo.
Possamt'S nos nutrir a esperanta de que ^ M. rea
usar a sua benigna intencao de visitar a Irlanda, e re-
cebera .ilii em pessoa a liotnenagem de seus fiis e de-
votos subditos Irlandezes.
A rainha deo a resposta scguinle :
i i ............ i *e .:ux-
Recebo com cordial satisfacao estsleal mensigem da
corporacio de Dublin.
a Sempre fui mui sollicita em consultar os sonti-
mentos o promover a felicidade dos meus subditos Ir-
landezes.
O desojo quo manifestis, em termo lisongeiroa.de
Meen Titila a Irlanda, lio una prova agradavel daar-
jente affoicJo do cidadSo de Dublin a ininlia pesSOS e
ao nicu governo.
Qunndo me teja possivel receber na Irlanda a inu-
ilncV, que me negnri, realisarei cnnfiaiic. qoe
poiitO na lealdade e ndbeao do inen fiis ubdiio..
Havia lodo o fundamento para crr se, quo o prela
doa catlmlicoa romano o congregaran eiu synodu no
dia 21 de maio para tomar em coiuidcracS quetin
,la educacan acadmica, a qual foi proposta pelo gover-
no. J tiuliao chegado a cidade muito prelado. : imi.
como nao ao prcvenio, que havio de citar lodoi em I)u
blin na vespera daquelle dia i noute, nl e jiilgnva pro
vavel, que a esf do ypodo ooniecem ante do
ilia "J'.l pela maullan.
L o no Times o eguinto :
.. Som reccio algiim de no arriicannoj a paisar por
propl.etaK, cujo nome ja. temo a.l(|uerido para com O
nonleilorc, iiaino prognoilicar, que Sir R. Pool
peraiitiri no poder alo o anuo de 1848, em que hade
ur substitiiidj pelo Wliig., O quae orao derribados
por Sir Roberto pela groja, por nina clausula' de apro-
priacao. em 18'lS c que nene anuo tornara Sir llober!
a anmir o poder paro arrogar a i a honro do concluir
a su obra, e de faxer paar n momia clausula deap.-o-
riaolo, por cuja derrota ter mbido ao poder. Nao M
piramos a irgundu vista, a don aobreiiatiiraei. He
urna queitao logice,urna snmma arillunclica, urna
simple deduccSo. A hiitoria do panado he um ndex
CRuro da hiitoria do futuro.
(Ilertcick Warder.)
CAROLINA NA SICILIA. (*)

/>i laiujuine firtlus
DIVISA DA OKDFM K S. J M Milu
SEGUNDA PAUTE.
Continuuflo do Capitulo XXVII.
Tanta alegra em um nionioiilo tao solemne c em pre-
euca de um acto (leanla yravidade, revela VS coi llafa-
ell,, a cilnij, a scrcinil.nle do nina resoluCio inalialavol.
Ja vencido, OU bem prosima a l-lu, l'abio ooiuprohcn-
dco que era irtlilil a discnsto, e que todu o cus argu-
mcnloi torito infallivelmcnie impoieniea contra um par-
tido tomado d'aiuemo e irrevocsvol. Una rontade iS"
lorie em corno lio gentil cria oomparado pela pastoril
ablwde Mli, un pelo eavalleiro Mariui, o Itontard da
Italia, u mu ruclii'do do granilu ouberlo de llnret.
Fallemos senilmente, proicguiu Haladla, pois
qiiaiilu liaveis ale ayi.r.i dlo nada Un de terin. (Juando
te ijuor uuu couss, convciu aceila-U com todas as suas
() Vide Diario n.' i'i.
INTERIOR.
CEARA'.
NOVO ATTEXTADO.
Pela madrugada do da 7 do norrentc.ra cidade de So
brol, foi cercada a casa do Sr. Aenip, cndo com a mor
violencia encerrado logo em urna prisao por cruno d-
niorle .
Ora ene ittiquo proccdimenlo nao pode doixar de re-
vollar lento nioi quanlo vendo nos pasaearem impune-
mente naquella cidade iminemoi criminlo de liorriveis
h.iinicidius,ealguntdi-llc aloj tonlenciadospelojury..
Ol' ee So iguaes oo esbirro, e cacctula que boje
alli dominio ; por io toda a atlenco para elle he pou-
oa. Potlo que ot o da lo do correntc nao e apresenlas-
te aonoioe.limavel amigo a denuncia, pronuncia OU
outra qualquer prova que iudiuisse a ser preio; lodavia
dizem que be pela mort de um tal Espinliaraai qui-
te acba em Periiambuco !!!
E mai uiua victima do conquistadores: procossa-
dosjuie dedircito e municipal, violentados a donar
leus lugares para nao ntt'rerciu a priaao que ela lioj-
soffrendo o Sr. JEemp: posto em lilmrdade osmaloroa
malvado, epancado oescrivao do jury de una inaneira
horrivcl, equei por milagro cscopou, de.pro.iuncia-
do pelo mandante o exeeutore detta caruiHciiia os-
paliiado qua todo o cidaduo mai noluve da ci-
liado, comnimondando o destacaniei.to um laciuora como
he o alteres Beiito; anda nao se achao satisfoltos os
moni tro i notos atlenlados o devem eommeiier, no-
vas vctimas sao imniolada, c o nOSSO amigo o Sr. Joto
Kemp cidadfto honeilo, bom pal de familia, e paciho.
individuo, acoba de ser umo dellas; quando SO preen-
cher ocatlialogoda iniquidades?! quando e etcoura
a ultima gola do sottfimontoPI Que no dir a uto o re-
daciordafTide/idatf querer! botos mmeItonUtorios
daiegurnnca e garanta do oldadao, do que esle, e ou-
iro muito que temo referido e que nao podem ser
conio.lado pela fuego?! Siiu, para o perverso nada
sorll
__ You a relatar Ihe, com a maior sensibilidade, o
quo n- dia 21 noulc succedeo, tendo sido preso Ben-
lo Cavalcanli vindo do urna viagein, e passndo ca-
vantagcnio inconveniente; credo quo por muito lempo
reflecti no prujecto que boje realo, e que pesei toda
a ano conscquoiiciai. Ha um dictado milito velliu
muito verdodeiro: de dout mole o menor; cu j fiz a
minlia Ccolha, fawi vt a votia. Exponho-me, quando
lomo o votan lugar, bem o jc, lia alguus lucunvcuii li-
te, de que Icnho exoclo coiibecimenlo e ooi quaes aii-
lecipadamonte mereigne e fieai, idea dircito, co-
mo vu-lu-diiie Errante e vos mesmo conviesiei, una
coiideuinocSo ; espera-voi a deportadlo e talve o cado-
falso.
Nao pensava Rafaella fallar tio ccrln, porque ignora-
VS o drama angreiiiii e my-terioao da Spuguolo, que M
ua palavra, a ultima tobreludo ocabavdo de piular
ao ulhos de labio com core de tugo, com o destecha
do ooneelho de guerra c do major lludley. ede enlaii
defeiidco-sc elle t'i-acoiucole tua liesilaces provavo
claramenie que elle e.l...a redusido, c o ar iruinpbaiit
de Rafaella ditia tainbem que elle eoiuballa pro-fur-
iuiiIo; poique esUVS certa de completa victoria.
Nesse momento ouvirio elle na cicada una voi co-
nbecida.
lio meu tio! onde me he de cu esconderr exclaiuou
Ital'aella. Occorre-iue una idea! Soccorra-no a au-
dacia.
E diiendo esla palavra cnvolveo-e no capolo de to-
bio, pos um bone na cabica, embiocuu-se o mai posi-
vel, e recntou-e na coma de mancira que nada o Ibe
va da feice.
sualmcnte na Uussas, para fallar com o Jos da Silva,
(ainda que occullo) quanlo foi acommaltido por urna
patrulha do soldad os ou antes salteadores; porque vi-
nhao em trages desfajados, de camisa o ccroola, pi-
no chao, o armados do facas e cceles, e nao Ihe.mi-
mando vodeprisodeauthoridadualguma, partcm a
elle como lobos cima de qualquer presa, e gritando
com echos cstrondosos morra o cahra-assim o mal
Irat&rao bastantemente, quebrando llie a cabefa em
tres partes, e o aniquilrAo de tal maneira, que o re-
ilu/iro ao estado o mois deploiavcl.
M\RMCL"APF.
Esta povoaco, urna das mais industriosas da provin-
cia, achava-s em plena paz ; nao se fssia preciso, que
houvesse alli destacamento, quo nunca teve, porem, co
mo a faceao que devasta o Cear. nSo podo vencer
eleico das 8 esbirros quo forao designados pelo malva
do cobra sano altcrrando. e liranysando o povo. por
isso o pacifico Marnnguapo nao devia ficsr .sent desea
praga; um destacamento foi logo rcquisilado pe gro-
guista do subdclogado.scm duvida para se reprosentarem
alli as scenas de quo trata a represenUc3o abano trans-
cripta Como he que se confia o cotn.nando de ropa
a um inferior doudo e pessimo Mo he muito abusar
do bom senso d s Cearenscs tambem o culpado da es-
colha n5o he S. Ex. a nutro, quo se fin^e mu mansi-
nho, toca a responsahilidade. Veremosquo providen-
cias se dao, para que a ordem o o socego publico nao
seio mais alterados naquella povoBiao. .as que .
ludo isto he preciso, he conveniente, o conducente
aos.. .. .
lllm. o Exm.S. Os abaixo ass.gnados a piopnela-
rios e moradores na povoaco de Maranguape. passao
a enderecar a V. Exc. as suas queixas, por occasiaodo
insulto que sofirrao na noute dia 1. do correnle, para
queV. Esc. servindo-scdar-lhe o peso que bem me-
rece.providencio a respeito de feicSo a se uao reprodusi-
remscenas laesenlrc ospacificos habitantes J este lugar.
Erao Esm. Sr. de 10 a 11 horas da noute do inen
ciooado dia, lempo que ja eslavamos agasalhados, e
descantando em nossas casas dos trabalhoso ladigas do
dia, quando fomos inesperadamente despertados, e per-
turbados do nosso somno aos gritos, ameacas, e insul-
tos, partidos do destacamento estacionado n este lugar
a cuja frente apparecia o cabo do mesmo; e sendo as
nossas cssasimmcdialamenle cercadas comtodoo appara-
to d'algum fim sinistro, de algum allentado, reconhece-
mosentaoquao lerrivel era a nossa situagao a semelban-
tes horas: por um movimonto instanlaneo gritamos
por soccono a s moradores mais prximos dos nossos
sitios, os quaes, ao passo que correm de promplo ao
nosso reclamo, dao igualmente alguns tiros para aviso
dos que se acbavio a maior distancia ; e com elle.lo
folio (aes o ardor ededicacao que se manifestavaoein
todas as pessoas para tirar-nos do imminenle perigo em
que nos achavamos, quo nao sobornos qual sena boje a
n >ssa serte a Dio serillos tao opp. rtuna, e eflicazmenle
auxiliados. Por tanto esperamos da imparcialidado de
V. Exc que a segranos individual, o socego, ea
pa, d'este lugar, nao conlinuar.o a eslar subordinados
ao capricho, e desvario criminoso d esse uestacamento,
que, em menoscabo e despiezo do fim que teve a le. na
suacreaefio, heoprimeiroa prestar-se a com.ne ter o
alarma, e escndalo, qual oque levamos ao conheci-
inon lo de \ Exc.
Maranguape, 2 de Junho de 1845 Manad de
Ponles Buinco Jnior.Inlomo errara da 9U-
(redroll.)
PERNAMBCO.
SVNOPSE nos Arui\Ao8THAiiALiios da vick-pbesidencia
DESTA nOVIMCIi.
Concluso do dia .
Elc dia acaba por don acto deanecessarios c sao :
SO.* arlo. Dem'mSo do presidente do concelho do
alubridado, quo minea dase c qneria ou nlo.
00 Communieaoao dosbi acto.
Dia 3.
01 a 94 Nomearo do l)r. Jota Josu Pinto paro e-
oretario dnonnoolhu do nlubridada em lugar do Dr.
Mavignirr, quo na aeoeitou, e do Dr Pedro ornellos
Pess-ni para adjunto em lujar dopriuiorocoiomuuca-
oedela n-.iiieare.
.03 o 06. Reforma do capitn do segundo batolbSo
dcstfl cidade Manuel Pranoiseo de Moura, que a pedir,
a communcacito ao commando superior,
07 a 103. Domissao d dro Manvr, Boberibo o Maranguape nomeacln dej-
se Franoi'soo de Faria Sale para subdelegado deata ulti-
ma froguosie, ede luppleutc de subdelegadu da So,
Francisco Jos do Amaral, Filippe Monoel de Clirisln
Leal, JiwTavare Gomes da Silva, Antonio Trisito do
Serpa Bratldto, Homar,lino .Irse- Serpa o Manuel Dioni-
sio (ioiiics do Rege-, de S Pedro Marlyr, Antonio Nune
do Mello, Joto Antonio Serpa, Porfirio Antonio Esto-
ve da SiUa, Mauoel Nunis do Mello, Joto Estoves da
Silva o Joa iiiiui Marques do Santiago; M Marangua-
|,e, Manuel Francisco do Sonsa Leto, Miguel Arehanjo
Ferreia, Joto do Santo l'eroira, Franoison Xavier Ca-
valcanli l'oiioa de Mello o Miguel l.niz de Furia; de Be-
bi-rilie, Alejandre Jote D.irnella, Claudiiio JuS liranco,
Mar.iilin da Silva Coala, Manuel Mamededa Silva Coi-
la, Antonio Machado da Silva Santiago e Joio Rodrigues
do Santo; e de subdelegado da fn-gu-tia de Salguairo
Manuel de S e Araujo, o inpplenlcs dcite Jooquin da
Cruz Nove, Jote da Coala Araujo, Antonio da Cruz Ne-
(., I.....roneo (leraldo de Carvalho, Joi de S Araujo o
Manuel Pinto Hurlo : eniiiinuiiicacoes deta cufiada do
noir,eace e deniiise.
104 Communicaeo so cominanilo superior da guar-
da naoiona! do Reoifa do reforma concedida u Joaquim
Galdinu Alvos da Silva, lenlo do 3 batalhfo.
10. Koooinniendaudo oo commaiidanlu dat armas,
a observancia da ordem robroo signal de tiro depara pa-
ra sooeorro da embarcacoes em perigo, e eommuniean<
do oo impcclor do arsenal de mariiiba aquella recom-
mendaoto,
100 a 108 ParticipocVs da nomeae.ao do lenlo da
lerceira tlasic Manuel Ferreira de Almeida para instruO'
tor do Bonito.
100. Acensa, ao commaiido da armas, reoepeto da
relelo dos roorotados voluntarios, quo auciiiurto
praga no nica de junho.
110.Cnminiiiiiea alfandega a nomcaoilo do Joto
Efidio Ferreira, para arrecadador do imposto sobro 1-
quidos espirituosos.
Hl Comniiinica ao chefe de polica estarcm pre-
so c sua ordem os iioinen da guarda do Iheiouro, no
dia ilo ronbo do Cofre da pagadura militar.
112.Antonia o arsenal deguerra a despender ris
O.),2.0 em cariucho d'artilharia.
1 lo. Devolvendo rolacoei rolaliva i (lisima, com a
deolaraeio das causas terminadas, reqoititada pela ibc-
touraria,
114. Aecusa reoepeto dos pontos do cmpregidos da
tbesourara e mea de renda provinciac.
CMARA MUNICIPAL.
SESSAO ESTRAOIIDINAIIIA HE 11 DK JANEIRO DE 1845.
Presidencia do Sr. liego e Albuquerque.
Comparecerao os Sr. Caro iro onteiro, Joi Ra-
mos do Oliveira, Reg Barros. Dr. Nery da I-'onseca, e
Cintra; tallando com causa os mais Srs.: aborta a ses-
soe lida a acta da antee dente, foi approvada. O
secretario,dando conta do expediento, inoncionou os se-
euintes oflicios :
Um do Exm presdento da provincia, remetindoos
cxumplares do decreto n. M'1> das dccisOes do goterno,
tomo 7 cadernos 7, 8 e 0, e do additamento aos ca-
dernos 2 e 4, o da carta de ratticaco de 18 de dezem-
bro de 1843. luteirada
Outro do commendador Manoel de Souz Teiieira,
cscusando-so de accetar o cargo de vereador supplente,
a vista da disposic5o do art. 18 da le do 1. de outubro
do 1828.Quesechamssseo inmediato.
Uulrodocidado Francisco I.uiz Maciel Vianna.com-
Vibemvedei o (|uc vos toca faier, disse ella
Fabio.
Ame que elle livce o lempo de responder, cntrou o
bario Sclnnna coiu um enorme pacole de livro.
__ Trago-lo aqu iiiantimoiito, meu bull amigo, dis-
tc-lbe ello deeniboracando-se da cnrj;a; ot da de-
vem parecer-te lougus, o nlo lesera sem duvida dosa-
gradavol matares com a leitura ocntud.imcntu da toa iri-
stu, carceris Ucdium.
Falle baixo, meu charo padrinhn; est aqui um
do inen oamaradas quo te aoba inditpoilo, e repousa
agora um pouco,
Porque o n5o di.-esle logo? respondoo o bario
abaixaudu a voz; pde-e ouvir tem gritar, susurrans,
como diz o cantor da mclhaiiiorpliotc; B iieiihuiu do-
n lie tordo. Alm diilo cu nao me demorare) por
milito lempo; Icnho de acbar-nio na iiiinlia etcavacoa
de Bonagia para rcconbeccr um soberbo iiiotaie, que
acabu de deicobrir, oo que mu dizeui. Dcixu-le o patio
eipiritual, Pastura ments.
Vib. uto me diz nada de Rafaella?
Pobre menina! Tenho conseguido engana-la ale
boje, para puupar-lbe a lensibilidade, ella loanppOC em
viagem. Tambem eu quati que a nto vejo mal j ella
pana a tua vida no laboratorio de Errante, que conti-
na a trabalhor no aeu retrato, tu sabe, esse t'ainoio re-
trato qiie.......
Siu! iiitcrrompco Fabio, o meu cantarada pode
ouvi-lo.
__ Ten raso; nos murohaini soluc ontas ardenlcs,
in ciere doloso Ma eu vou-me, adcoi! Vullare ama-
ulnia, para explicar-tc u paiaagcHt do outoru, que n4o
Uveros entendido.
O ensato que acabamos de representar, diz Rafaella
Sorrindo-ae log" que o bario se relimo, me d ai rae-
Iharc esperanoas sobre o resultado da peca, Dumaa,
meu to orto o noso projeeto tem o pensar, apeiar )
sua profunda pciiclrac.So.
Como ?
Uro! ctseslivroi nlo vieran tao a proposito para
dallar nucir oo olho do eareereiro ? Como e ha do
SuapeiSar a fgida de um preo no momciilu mesmo, cm
que ella recebe a sua biblioteca .'
Rafaella, vAs me persuadales, vos nieconvence-
ie, masresta-ine oo intimo doooraoSo um escrpulo
quo nao oiisu ditcr-vos.
Falla!, e depresta, por que nos nao Ionio mai
lempo a perder em palanas; j muito lomo perdido.
Rafaella, vos soit a honra ea pureza iiivamas e to-
dava lieando aqui cm meu lugar, vos compromette por
meu respailo, ltctfoctitiot bem ato'*
laso me pcrlencc, a inim tu. Se eu me quero coin-
promotter, oreio que tenho ene dircito, sem que ,'i nin-
uem aista o de ccnurar-iue, c a v anda inenot do
que a Ulrem. Dcvo porem f.izer-vo aqui observar,
que Dio snis VOS 0 unice a (|uoiu quero torvir; poiique
oeste meu proceder tambem lenbo em vinas a meu tio.
liciu tabei que elle \ui lem una allcicjo iitciranieuU;


fiscal de S. Antonio participando, que as
municando, que, por fulla de sade, nlo podia acceita
0 cargo de u< de paz supplente da Ireguo/.ia dos A to-
gados, pti que Inra convidado por esta cmarat^jue
bu chamaste a mtnediato om votos; o qunl logo compa-
1 '"'" '' ton o juramento do estylo, e toniou posse do
referid
Oul i
malta* do mez de no\en>l>ro passado mportrio na
quanti 1.38*000, < p" lindo se mandusse pagar ao
< rorgi Domingaei !"Im a de 6*400 rs. dediles
c rudas sattde, que (izera dib o dito mez Quanto
a primeira parte, inteirada; o quanto asegunda, queso
I i1 i o ndado
'ntrodo fiscal da freguezia de S. Jos, participando,
i|!)o mullas em sua Iregiie/.i, do me/de mvenibro,
i n tarto na quantia de 106* n., como constavn das
not-s entregues a contadura,e rogando sb mandasse pa-
gar.otiurgiao Joo Domingues da Silva, a de 3*200
r. iie urna corrida de sade, quo fizara em dito mez.
'.' "!' primeira p:irte,intrir.ida;e quanto asegunda,
que se | wsasse man.' d i,
(> idomoiiH fi i ii'ticipando, que as multas
do |pci dede/emi querida de i39j rs. < d o pagamento de 3#200
rurgi .o .* ,' ues da Silva, deumacor-
II;
. do tet
u I l'li Tillo
mea: igualmente par-
lioip ler entregue ao procurador a quantia do 15lil50
rs., veniente de arrematac^o de porcos aprehendidos
em rreiclo, Inteirada, quanto a primeira parle;
quel I i a seguanda, que se pamsse mand ido ; e quan-
to : lercoirt, que o procurador desso dita quantia de
1.'; 11 '.0 rs. o destino maicado na lei.
Onlro do fiscal da Boa-Vista, dando as razes em
que se fundara para consentir, que Francisco Jos Bar-
hoza lizesse a ohra da maneira corno se cha na sua casa
sita na praca daquella Ircgue/ia, coro as quars nao se
i'onlnrrjiou a cmara, por julgal-as nao satisfactorias, c
deliberou que fdsso o dito fiscal multado no gr/io mxi-
mo do artigo 80 da lei do l.do oulubrode 1828.
Oulro do mesmo fiscal, rogando.se inaodasse pagar ao
rirurgilo Joaquim Josi1 Alves a quantia de 3*200 rs.
com elle lizera no dia 13
de junho do anno passado no liairro de S. Antonio, cu
jo pagamento nao pedir entes, por esquecimento.
Ouese passasse mandado
'utro do fiscal do Poco, participando que as mul-
i i do mez de novemhro passado imporlro na quan
li.i iln IOOj rs., conformo as notas que entregara a
Sendo presente cmara o requerimento de Fran-
cisco Jos liarboza noqual pedia licenfa para fa/ei
:i obra da sua casa sita na pnca da lioa-Visti con-
forme a planta que upresentata, c entrando em discus-
s3o, foi approvada, votando contra os Srs. Dr. Nerv
da l'imseca e Carneiro Monteiro o qual declarou
que votava a favor da perspectiva da obra, c contra
por no terem as portas as dimensocs exigidas pelas
posturas.
Na inesina occasio deliberou a camaia que fosse
o dito B.irbu/,1 multado, por ter dado principio a essa
edificacao, diversa do plano da cidade e seni ter para
es>e lim apresentado novo risco consideradlo da
cmara. Igualmente deliberou a cmara que o re-
querente fusse obrigado a apresnlar um risco igual ,
ao que fui approvado pira a factura da obra sem 0
qual nao seria o plano approvado entregue.
cmara, em imprmenlo do art. 1." do recula-
mente-interno, riomeou assegumles commissdei. Pa-
ra a de Ilude os Si nliores Ncry da Fonscca, e Barros:
para a de odificacSo os Senhores Cintra, e Uliveira: pa
re a de Polica os Senhore Mello Cavalcanti e llamos
deOliveira: epara a de petices o Senbor Carneiro
Monteiro,
l'"oi remettide comniissSa de polica o requeriueu-
tj no rngenbeiro llouliireau.
iclnrio-ie os requerimenlm de Ur. Antonio
iN 'cimento Paitoza, Antonio Jos ile Cas-
tro, R< .' Jos il < Silva Magalh*.es, Francisco Ribei-
ro le Coronel Francisco Catado Lima', I'ran-
Marlns, Francisco Antonio dos Santos, Joa
nilges Pocas, Jouqiiim Luiz do .Mello Cario
i : i (Aprimo R.ingel. .loaquun da Silva Lopes,
i Alejandrino da Silva Ribeiro Caneca, Jo
Placido Macalhoe, loio Ribeiru da Cunha,
.[.II I le de Az.erdo, joio Manoel de Siqueira, Jo-
s .1. r. uno Monten.i, Jo- Salvador Pereira Braga,
Migu I Caro -iro da Cunha, Miguel Peet Brrelo, Mi-
gu Arcbeojo Pnnenlel, Rodrigo Antonio Marques.
o Lopes Iju r.i: s.Scbalbeclon &. Tober,
'l'hco'loro daS'li i Dunas, \ cente de Maraes Mello
I Presidente marcou para ordem dudia; 1 lei-
lur. o officins o pareceres de CoinmissOes ; 2." despa-
chos de tarifa 3 i discussao do objectol adiados ; 4.o
prono las requer melos o indicarles dos -cultores tc-
readorce,
\. : or ter dado a hora letanlou se a sessao: epara
coii-.tr r mandou a cmara fazer a presente acta, erri que
a-v. n u. E cu un de Franca e Mello Jnior, secre-
tario interino a sLuscrcvi.liego Albunuerque, preti-
c. iHiO~ii i r'"------
paternal, e a mw eondemnacftu o malaria infallirel-
llie.ile.
Ocbaldc queris com esse subterfugio, q.ie lie so-
mente um etoesso de delleadeta, diminuir a disida da
roinlis gralidlo diminuindu n prcr> mu' a minliA divida Rea sempra s niaema, asnim.....im u
voseo herosmo : vos saeriRnais pr mim, que deial au
son digno, indo n que uinn mulhn pode, mu- ,i
devu saeriltcar. Admiro*r Nao, r..it".nlli, eu au vos ooniprelirnil: vos mu pnra
inuii depnia quo soube e.inlierir-v.i mi.....t,. nivaleriu-
mi. lobrenatural, um adora sel enigma, Vsaiteiaii m,.
I.ie miiiliu vida cuiiiii nina apparioau eelevla, e ia ;; llevo me u-lio, que nioouao in ni ultcre. i-r-vn
nom pedir-Tos nada.
I 111 a v a l'abin enm voi tao estremecida, a energa de
iraf un exritads eslava, e taleloqaenoiaempres-
cnagrm, que a i proprio admirara, e pu-
dente. Dr. Nery da Fonseca. llamos. Barro.
Carneiro Monteiro e Cintra.
CORREIO.
OnaRESFORDBNCU DA CIDADE E PROVINCIA,
1- ni principios da xcmana que aoabou, foi aasaminado
nos ari-ilialdes da cidade deGoianna, um tnl Filippe
Duro, milito eonheeide uaquella cidade como um lin-
uieni de energa no partido di ordem, pelo que uniente,
era odiado ib poliola B mal praieiros : Fui inorto a
uioio-dia enm um tiro, que o dermbou; n asi8sinos
ilepnls de o verem no oblo derSo-lhe aljimns facadiis,
e voliandi. o, porque ctaia do l>rui1-ii8, dcrln-llie niuia
outrss, inclusive uina na orna, oompleiendu o minu-ru
de del : a pulila de f.Manon lian e nbalou portal ba
galelbi pelas m- lunas da tarde fui fa-.er i viatoria, e
quinta a JlligeilOias para perseguir os criminoso!, ni-
klil. J alguna dia antus liavia um inspector de quar
teiro, tapio doactual promotor daquella cuni.iria, id.i
ii pretexto de prender mu lu Pi\ pelas unte huras da limite, e brindo o lioincm a sua
lirln, derau llie dmu lima; ion irniau do Bssassinadu
veiiilu prostrado sen rmto investio para .< tropa cmii
um cacle, e receben lamliem mu tiro, cum o que afina!
relirnu-se : u i-rime dei- dei.|;i-.ic,ido era murar ein
trras do tenenio curunel UarauhAoi polica furmoa
um pr-icessu aus assasaiuadua, pronunciando-as porcri
lile de resisli nt-ia O Paixiu fallceeo d'alli a pneos
lia, o aprcenlando e u cadver no delegado para
mandar proceder vistoria, elle mandn <> enterrar,
como se iramssc de um cachorro inorto.
lista manbll na povonco de S. Louren(o, e na occa
sio em que eslava reunido o povo para i missa, foi as-
assinado o subdelegado daqoe la freguezia com una fa-
cada, sendo o matador timben) assassinudo inmediata-
mente por um dos guarda-costas do subdelegado. Se-
gundo a verso mais seguida, o desastrado caso passou-
saaisim: um sapateiio daquella povoavo, quom o
tal subdelegado votava odio mortal, nao sei porque,
apresentou-se para a missa com asuabicudu, n i Int-
ua do cosiume das nossas villas; o subdelegado quiz
eslreara sua autordade, o mandou prender o honiem,
que abra^ou-se com o vigario, para nao ser preio : o
ngaiio cli>-e au li' iiiein que su entregasse A piisSo, que
era bein (eitu para elle nao se apresenlar all arniudo.
O subdelegado ordenou uos seus guarda-costas que o
desarmassem, e o boineni talvez' persuadido que era
begada a sua ultima hora, disse, quo sem constrangi
ment entrgate a arma ; c, lingindo quo ia entregar
a faca, a cravou no subdelegado, quo cabio logo niorto;
e eni.u um dos guarda-costas do subdelegado despejou
o scu bacamarte s bre o preso, o o cstendeo laiiibem
inorto. Scgundi pnrm o que conta o dr. Olnda, pri-
mo do subdelegado, e que, ulnidejuiz municipal sup-
plente, he delegado naqucllu dislricto, o assassino era
guan; -costa do l.ul do Caiar, quem o dr. tem ea-
pecial boa vontado.
Dizcm anda outros, que o assissino foi o Alexandre
Valenlitn, s.-ni se lembraioin que no cngenbo desse
mesmo subdelegado he que eslava acuitado esie Vilen-
titn, 'ju,.nil< o governo o mandou la agarrar, ba dous
anuos. Soja emno fot la marcliou O meu dr. ;
para perseguir o assassino? nao; porque tambem
esta inorto ; para desempenbar os deveres de ma-
gistrado e agente de polica i' nao o creio ; porque,
tendo elle o cuidado de publicar aqu o nome de quem
elle quer que seja reo, e de quem elle heinunigo, c
sendo o inorto, por quem se abala a polica, eu p-
rente, he maisdocier, que va vingar se.
Mar. liaran com elle tunta lioinens de cavallai ia, e
dizein que marchar una lorru de polica : a praieirada
quo se reuni em frente do quartcl de cavallana na oc-
casio em que uiarcliava a lori;a, gritava : tragao a
orelha do boiuem, edcixem-nolFelizmente essa
l.'uea no se ha de prestar assassinar ninguein, confio
insto Neste momento nao ten lio lempo para reflexdes.
engenhos ios que deserlio ; por isio peco a V. Exc.
providencias contra um lio infame piocedimento ; (cin-
tilando que leem eliegado a pontos de mandarem emis-
sarios este acarup. uliainenlo seduzir os guardas para
desertarom, amcacando uns, fizando giginlescis pro -
messas outros
Ni occisiao cm que formei esta frca, por ordem de
V. Exc. e do Exm. Sr. presidente, para explorar as
maltas, parlicipci a V. Exc. que, como tinhs do fazer
grande reunio, e nao estavSo ainda divididos os bata-
iboes, por isso a frca reunida tinlia do compr-se de
pracas do municipio de Porto-Cairo, e al algumas do
do Poito-de-Pcdras, o quo V. Kxc e o Exm. Sr presi-
dente approvaran ; o por isso enleiido, quo de maneira
ilguina pode ter lugar a questo ltimamente suscitada
por aquellos lenles coronis, qua-claramente leem
sempie concorrido, pan que oaosejio executadis as
ordens dogovcrn ; alin disto,sendo criado em Porto
Calvo um 5 batalliao, os dous existentes leem de ser
reformados, e por conseguinte nao pode nonhum des-
tes saber qual o lugar que comprehendo os seus li-
mites se nao depois desss reforme.
A' viste do que levo exposlo, espero que V. Exc. me
determine o que julgir tal respeilo, tendo em consi-
deracao que os desertores leem sabido com armas o car-
luxos, e estri tendo por aquellos acuitados.
Recebi o oflicio de V. Exc, datado do 16 de marco
cm resposts i requisico que fU de mais algumas pravas
de linha ; is raides por que as requi-lei anida existen),
e por isso espero que, logo quo tiver lugir, V. Exc.
mande-me as que poder. Emquanto ao que me de-
termina relativo ao comnel Joaquim Jos Luiz, ja man-
dei ao capitao Pedro Ivo Velloio da Silveira entender-
se om elle, psra o que voluntariamente se oflereceo.
As pracas de linha e polica, que aqu se achao, estao
interamente nuas.a ponto de seapreseutirem em cerou-
lis na forma ; alm disto, ji leem vencido uns cinco
sidos e outros oilo, e nao teem recebido um real ;
por isso peco s V Exc. providencias tal respeilo.
Dos guarde a V. Exc. Quurtel do cumulando da co-
lumna exploradora, no Riacbo-do-Matto, 27 de marco
de IH'i'i. Illm. e Exm. Sr. coronel comtnandtnte
dis torcas em exploracao nesta provincia. Jacmlho
Paes de Mendonca, tonente coronel c mmandanle.
Esta conlorme. O commandinte superiorMa-
lanho.
7 de junho de 1845. Henrique Marquet de Olictita
Lisboa.
P. S.
Entregu Vm. o armamento, archivo e mais objee-
tos, peilencenles esse balalhau, ao cidadao Jos Luiz
Beltrio MsTgnier, que ora Icnho nomeado para o mes-
mo posto. H. Marques. Sr. Manoel da Rocha Ca.
va lea ni i.
Illm. e Exm. Sr.Tendo acontecido o jui/ doi
feilos da fazenda desla provincia em seu .impedimen-
to, delegar a sua juisdicao a um juiz municipal, 0 en-
trando eu em duvida sobre a cunalidadc de tal proce-
dimento om consequencia do disposlo no artigo quar-
lo da lei de 2!lde novembro do 1841, que instaurouoi
privilegios do loro di fa/enda publica nacional coii
lei exclue os juizes muir ipues; ao que accresse,' qU(.
basando doui juizes muapaes neste termo me pare-
ce pertencer a presidencia a esculla o nomeacSo da
qualdellesdeve ofllciar no caso de nao biver juiz do
clvel, o qual de preienle exilie cm oxercico nesti co-
marca; tomo, pois, s delibericSo de levar aoconheci-
mento de V. Exc. o caso a lim d deliberar i res-
peilo ; mesmo para evitar nullidides, que posso re
sultar da talla de cumprimento da le Espero de V,
Exe. com a promptidio que costuma e o cuo exige ,
se digne esclarecerme respeilo. Dos gusrde i
V. Exc. Recite, 1 de j u I linde 1815. Illm. e Exm.
Sr. Manoel de Souu Teixeira vice-presidento dosli
provincia Clemente Jos Ferreira da Coila fiscal
interino da thesouraria geral.

COMMEfUJO.
I'ublicacoes a pedido.
Illm. Sr. Por oflicio, que acabo ue r. cehor do
Exm, presidente da provincia.de 4 do corrente, remet-
iendo-me lambem o ollico, de que junto tem a copia,
do tciicnte-cur.nel Jacmlho Paes de Mendonca, que por
tile tera V. S. o que diz respeilo i opposivao quo tem
adiado da parle do V. S para o andamento da guerra,
por issodeve V. S. coadjuvar para o bem estar e orgi-
nisavao da lrca que opera contra os rebeldes na multa ;
u se be c rio o que diz o mesmo no seu oflicio, espero
que nao ajipareco mais rivalidades, e de ludo me par-
ticipara.
Dos guarde a V. S. Secretaria do commando supe-
rior da nuurda naiional da comarca de Macei, 10 de
abril de I84.' llun. Sr Manoel da Rocha Caval-
canti, tenente-corunelcommindante do 2.,bitilho do
Pinto Calvo. Lourenco aialcanti de Albuqucrque
Marunko, comiiiandanie superior.
Illm. e E\m. Sr. Os lenles coiones do l.e 2.
batalhoes de guardas naciunacs teem suscitado a ques-
to de que eu nao posio lanzar mo dos soldados que se
acho alistados em seus batalhoes, e por isso esto sedu-
zindo a todos que n3o marchom, c acuitando em seus
I que
Itllllrr.
sntea dejulgar o que emrs se pasia, osperai s* proras
l'.sbio, iin
I lempo, da distancia, da reftexio. Ale In
l.va ,i mi,i lio
recia nbalar i Haladla
Fabiv, llie reapundeo ella cora uave grnvid^de
iiiiu me ntlereeais nada neste iiit.nicnlo ; nada lamheni
voi peco : um oorifAu or|rullioso nada quer dever au
rccoiilicciiiientn; pa aciiliiiirntnt nao ae irueto ni-m t- denlo altei
vendem cuino vis inercadnrina. nr-lbes nina tarifa, be
uvilu-ln, be aiiniquila-lu. O curuca" he n imperiu da
liberd.ide, ludo o que di-lle emaiia deve er livre, e-
penlaneo, rolnntario, Ucunsiraugiuieniu lu- lei cseravu.s, e ii ieeonlisriinentii, na., toa illndais, nn lie
mais do que um sublime coiistrnngiiueiilo. Eaperai poia,
me poetneis; lito me llevis sulire uhi pedestal ; reeein
que nao tos vejis cnganidn, urna decepcio para vos,
lima queda pura mim -eriau bein dolorosas. Enoarai-me
tal qual son, sssim como preenckcis rossu destino de
bomem, que he aecAo, preenolio en o meu de nralher,
|iielica d.v.iiae.i.i, ja que pronunoiaSles esla p.-.lnvra.
i- un-juijj.il!- i, !- mu liaver eSOnlllldo u Ceu entre as
mollinea para minar anilina vida dealgnmi utilidade
.ni i|u.nit., lanas .miras pur una fjlalid.ide callo cun-
deiunad.is cmplela nullidade. Bem vedes, l'nliio, qya
me nlo deveii neos gratidio, e qoo suu ou, pelo eoutra-
rio, eu 8 que u desii un Ceu.
Au pronunciar catas bellos plovrai, linlia Rafnelln u-
ma hellesa adrairarel is cores lelhehavUo animado,
u olhua sciiuillav.io em sublimes ebammas, o ruicoei
eelbohaviao transfigurado, tuda ama peasuo pareca
envulla em hiiniiiuaa espbera, aemclliaiile i aureola
d'nuro deque os pintores di meia dude rodenvao o
santos.
Fubio, mudo ante ella, a cicutava com religioin enr-
ie.ui, a reeolhil no intimo do peilu cada uina
dea auaapalavraa ella o raodifleava, otransrVirmara por
ia prouipin, iju manifesta maneira, que elle meetb se
nlo reennlii ci, e senta que novo ente louiava cm si
i lugar do antigo,
Anda bapuooo, vos nao comprebondia ; Rafa-
ella; ayoia conijireliendo-voi por qua rccuubefo que
Illm. Sr. Tendo presento o honroso oflicio de V.
S., firmado em 10 do andante abril, igualmente i copia
do oflicio do lente coronel Jacinlbo Paes de Mendon-
ca, e, lomando-o na considerado que devo, puso a
responder.
Nunca foi de minha inlencSo (azer opposicio s or-
dens des legitimas autoridades e do governo ; pelo con-
trario, sempre me considerei e me comidero ser fiel
subdito ; pelo quo o Sr. lenente-ceronel Jacinlbo Paes
de Mendonca em sues acrimoniosas expressOesao Exm.
Sr. presidente contra mim, lalli nleiramente iverdi-
de ; pois jamis podera provar umas proposicioi que
levo a ousadi ivangir; quizeri, sim, que o mesmo te-
en te-corone I provsise o que diz com pessoas fidedig-
nas e amantes das instituicoes livres ; pois queseduiir
povos, dir apoio no meu engenho desertores, nio com-
bina com minhai ideiai, e o poderei provar cm todo o
lempo com pe-soas de consideracSoede carcter firme,as
sim como provareique algunssuldidos, perguntaudo-me
ic devero ou nio obedecer aquellos auturiades, que,
ba pouco, linbao lanzado mo dai armas conlra o parti-
do legal do goveino : eu Ibes respond quo ellcs nao se
fizerSo a si, que o Kxm. presidente foi quem os fex ;
por isso que eilavo bem fetos, e deviSo obedecer, e do
contraro seriao por squelles mesmos perseguidos. Ou-
tro sim, os deseilores do acampimento dizein que mais
fcil be morrerem.quc la irem, por ser o servico e o cas-
tigo milito, comer pouco, sold nenbum : esses moti-
vos sSo que teem sido os emissaros que teem ido ao
acampamento sedurir os gualdas: e para que o Sr. t-
tente coronel maliciosamente altribuio-me (actos que
elle (em por cosiume pralicar? Se o Sr.teoenle coronel
"3o pode concluii a guerra contra os rebeldes da milla,
deve queixar-se desi mrsmo, islobe, de sua nenliuiua
babilidade, en rgia esle I o pralica pueril, e nunca
atassalbando o crdito cbonra de pessoas que sempre lo-
ra,j e si rao firmes s ordens legis, e que jamis sere
inconsequente : he o quanto Itnbu a honra respondei
a \ S.. cerlificando-o que sempre me achara prompto
a cuinprir suas ordens.
Dos guardo i V. S. Cjuarlel no engenho Boique-
Sereno, 23 de ibril de 1845 Illm. Sr. Lourenco Ca-
valcanti de Albuquerque Maranbo, cooiuiandanleiu-
perior das guardas nacionaes da comarca de Macei.
Manoel da Rocha (atalcanli, tem -ule-coronel do 2. *
batalbSo de Porto-Calvo.
Alfandega.
Rendimento do dii 5............
Desrarrega hoje 7.
Rrigue inglez Vulturebacalho.
Hrigue Ciceromichinimo.
Barca/lenowncanos de ferro.
HrigueAndelineicadon'as.
Ilrigue Indianodem.
BrigueCesardem.
:235,208
'Pendo, por portara desti dala, demittido a Vm. do
poito de (enenle-coronel do 2 batelbo da guarda na-
cional do municipio de Porto-Calvo, ass un Ib'o commu-
nico para sua intolligencia.
eos guarde a Vm. Palacio do governo das Alagoas,
PRAGA DO RECIFE, 5 DE JfJLHO DE 1845.
BBVISTA SEMANAL.
Cambios Fizerlo-se saques no principio da semana
a 25 l[i d. por \ rs., e boje a thesoura-
ria tomou ledras a S5 d. por!, rs. a 90
das vista.
Assucor Ai entradas foro diminutas, e nio hi de-
posito. No principio da semana houve-
rio vendas a I40rs. a arroba, sobreo
ferro dobranco, e 1*300 do msseavado;
mas, lendo chegado bontem de Inglaterra
melhores noticias, tem sido mais procu-
rado, e consta que maiores precos lem ob-
tido.
Algodio Muito limitadas teem sido as entradas, e os
prepos, de 4s600 a 4s700 rs. quas'i que
se pdem chamar nominaes, pois nlo ha
compradores, principalmente depois das
nolicias desfavoraveis, chegades honiem do
Inglaterra.
Couros salgados Sao oflerecldos a 127 rs 112 o libra,
havendo deposito.
AlcatrSo sueco Vendeo-se a lu rs. o barril.
liacalbo Cheg. u um carregainento da Ierra Nova
com 1,961 banicas que foi vendido a pre-
co oceulto.
Fsrinha de trigo Nio houverSo chegadas duranle'a
semans, e por isso o deposito esli mais
redu/ido. niosoflrendo alteraco depreco.
dem de mandioca Chegrio divenoi carregamenios
nesta semana com cousa do 18,000alquei-
res de medida velha, oblendo piompla
ha enlc superiores enriados no mundo, para o purificar
para u (Iluminar. Qunndo eiurnii nesta priao, vos a es
arrecs ; derramis em derredor de vos c deixnia na
voasa jiassagem nao lei que latee divinas, qiieerugeii-
suinlir.18 o lurbilliAu dai ms naixei. Ao
t.io para as uinurm .. uirniiiiaii aai nuil pa
rer-TOS, ou ouvir-vos aiulo-me melhor; nina apurando
meiis peiisaiiienins, porquo vo-lo nao dirci ?__a rea-
la preseoca me Un...i M i. .ies3> porque a.c etla i-
eo NHMMjadb ub o peso de uiinlia indignidade nao ou-
O iiinia diler-vm que voi amo.
Vencido pela propria emocan, cabio aus pl de Rofa-
clla. que se nao ppul n san, e pela priuiirn ves llie
abandonou a mo que elle com reipeituao ardor levou
ana labios.
- Minio bem! cvclamou Errante, que nesse mon
menio entrara, felicitando se iiilerionncnle que na ana
uusincia ae liouvcsaem posto de accordo.
J que me or|>rehondes n seu pea; dii Pabla sem
mudar de altilndo, dir-tc-hei que me nao cuvergouhu,
c que pelo oonlrariu fu^o disto (loria.
Porque le ciivergunbaria lu ? O menos quo po-
de f.ner um preio be proslrar-ic ante a inju da liher-
dude.
Se nio aou o aojo, disie (tufadla com dignidad?
e aingelea quo alalhavilo as iuterpretaedea, e o nao
ou pelo menos o seu instrumento, e cale modesto papel
me basta.
Helempo(do o descinpcnhar, dis Errante: ludo ca-
la prompto ; parlamos. Poreiu antes de o fuer he pre-
tenda por siseado de 5*400 a 5*800 rs. o
alqueire, e tem sido grande a sabida para
as provnciss do Rio-Grande, Peiabvba e
Ceiri.
Feijio Vendeo-se de 5* i 6* rs. a sacca.
Carne secca O deposito he apenas de 2,500 arrobas,
e nio houvero entradas tendo-so vendi-
do de 3*000 a 3*300 rs. a arroba da do
Rio-Grande em pequeas porcoes.
Louga ingloza Vendeo-se a 215 por cento de pre-
mio sobre a factura.
Manlciga dem de 52o a 535 rs. s libra da franceza.
Papel dem a 5*200 rs. o almaco 1 'loile, e 2*700
a 2*800 rs. o de 2
Passas dem de 5* a 5*500 rs. a cana.
Pise dem a l* rs. o barril.
(uejos flamengosdem de 1*150 1*200 rs. um.
Cheagrio eita semana douscirregamenlos, um de Ge-
nova, e outro do Gilraltar, com vinhos,
macas, papel, Se. os quaes leguiao pa-
ra o Sul.
Entrro depois da ultima revista 18 embarcacocs, e
sahirio 16 : exislem no porto 4C; sendo 32 brasileins,
nxt*snsna^HHmm**N
0SO que eu i lame ocarcerciro. Uona Rafiella, polilla
ni nda una vei fl run maula ames de n ceder Fabio.
Ocarcerciro eillruu.
Bravo I bravo! disse elle vendo os litros do ba-
rio, parece, meu charo locatario, que V. seuhoiia n.io
cuida em medeivar to cedo ? Tumbcn, nao suu cu que
me a i; li.iri i por inu.
r>'ao voa diiin eu, duse Kafneu ou ouvido de ha-
bi, que meu tiu no ajudiiva cm o saber ?
Meu boni amigo, diz Errante au enreereru, eu son
dguma cousa medico, a uiedicinu en pintan sfio irmis|
l'.si'ul.ipin era filbo d'Apuiloi eu o eonvdu por lano, ni
miiilia qunlidaile duduulor, u juular-se a nos, para o-
brigur o capilao a telar a sun saude um puueu niaisilii
que elle o faz. Tem neceaeidadc de repona, e n seguir
o meu conselbo, nao dcixarii Vm. entrar boje aqu man
ninguein,
O icu preceito ser observado poni por ionio ;
ninguein uiaia entrara e iiem eu uiesiuu. Assini se deilo
ello cora oedo, e ae eiya ainaiiliaa com alto da som-
irarei na oceusiu da segunda visita.
Temos, disse o pintor entre si, quinte horas ga-
nluis, he mais lempo do que era preciso para cubrir a re-
tirada do fugitivo.
Nada milis? pergunlou o oarcereiro.
Anida nina p.il.ivra. Esse Nnjiiditiiuo de ainda n-
gora, (deaignava Cuslronc,, ju o fvj?
Porque?
ILEGIVEL
i'


r, franccza. 1 inglo/as. 1 portugucia, 5 sarda e 1
liovimento do Porlo.
,\'avio entrado no dia 5.
I'crra-NoT; i7 di.s. briguo inglez Vullure, de 103
toneladas, equipagem i!, capillo Bcmjamin Prynn,
carga bacalho, a Charlas Roup.
Navios tahtdot no mtsmo da.
So Malheu' ; sumaca hrasileira Sania Anua, capi-
llo Antonio Rodrigues, cm lastro, passagoiro Jlo
B. Ferreira. '
Para cruzar; brigue escuna nacional Lahope, com-
'mandanto o capillo tenente fcliziario Antonio do
Liverpool ; brigue inglc Ann Johmon, capillo Ja-
me) M" Nuil, carga awucar ealgodl, paasageiro
Julio Scliramin. Hamburgucz.
Rio-GranJe-do-SI! patacho brasileiro Novo Teme-
rario, capillo Jos Antonio de Souza, c.rga genero
lo pai*, passageiros Antonio Domingos Tarares, An-
tonio do Paula Telseira o 'J escravos.
Macelo. Baha e Rio de Janeiro; vapor brasileiro Im-
perador, comnianilante Jos Mara l-'alrio ; passa-
.-eiros para Macei Dr. Bernardo Rabello da Silva
lVreira e I escravo, Manoel Ignacio Beierra, sua sc-
nliora c 2 escravos. Ludgero Teiieira Lopes ; pa
ra Babia o D. abbade de S. Bento de Olinda o 1 cria-
do, frei Antonio do Carmo, espita Guilherinino
Jos da Silva, John M.c Nair, sua seiihora e 1 es-
crava ; parjo Riode J.neiro o Exm. nuncio apos-
tlico o 1." tenente da armada Jlo Joaquina da Sil
va Guimaraes e 1 criado, tenente Jos Bernardo Fer
nandes Gama e 1 oscravo, o alleres Jos Carlos de
Almeida Torres, Augusto Luix da Malta, e 3 re-
cruts. J a- R
navio entrado no da o.
Babia ; 6 dias, brigue brasileiro Generoso, de 293 to-
neladas, equipagem 20, capito Jos de Oliveira
Souza, carga carne: a Amorim & Irmos.
Naviot tahidot no tnetmo da.
Santa Catharina ; cotn escala pelo Rio de S. Francisco
doSul, briguo brasileiro Ledo, de 231 toneladas,
equipagem 13, capillo Joaquim da Costa Rana
Guedes, carga lastro.
Buenos-Avrcs; patacho su co Orion, de 272 tonela-
das, equipagem 8, capillo Nicols I.arson, carga as-
sucar o ago'ardente.
Babia; hiato brasileiro S.Jos, de 37 toneladas, e-
quipagem 8, mostr Joo Rodrigues dos Santos, car-
ga varios gneros.
Editaes.
- O lllm.Sr. inspector da thesouraria das rondas
provinciaes manda fa/.er publico, que, em conformida
le da ordem do Exm. Sr. v.ce-presidente da provincia
desta data, ira novamente praca no da 8 do corren-
to para ser arrematado a quem mais der, o dizimo dos
cucos nos municipios abaixo descriptos, aob as avalia-
coes seguintes:
Goianna eRio-Formosq, 300* rs. cada um.
Iguarstsu e Scrinhaem, 200 rs. cada um.
Roa Vista, 100* rs. _
Os licitantes divcro comparecer ao rneio da, na sa-
la das sessdes da dita thesouraria.
Secretaria da thesouraria das renda provinciaes de
lVrnambuco 1 de julho do 18i:. O secretario ,
Cunda Costa l'oilocarreiro.
Miguel Jrehanjo fllonteiro d ndrada, oficial da
ordem da Rota, cavalleiro da de Chritto t inspector
da ul/andega de l'ernambuco por >. SI I., que
Dos gnarde, &c.
Faco saber que no dia 7 do correte ao meio da na
porta u'alfandegi se bao de arrematar os objocto se-
guintes 2 mesas de maple no valor do 42j(l00 r O
sola, de dito 88*W rs. 12 ca-leiras de dito 51*000.
1 loalole de dito 4*000 rs., 1 lavatorio de dito SI j
rs.. 1 armario de dito 11*000, 1 mesa de meio de
Illa ^liOOO rs.. mpugnaJos pelo (eitor e conferente,
Gusvo Jos do Reg no despacho por factura de Men-
dos & Oliveira sol. n. sendo a arreinaticio lubjeila a
d.reitos. Alfandega.4 de Julho de 1813. Miguel
Jrehanjo iMonteiro a" Andrade.
- Nio sotando conducido no dia 4. a arrematarlo
doarrendamonlodojardi.il botnico do Olinda, e do
lendimepto do imposto de 20 por cent,. ,. rgo ardeole
do consumo nos municipios do Po-d Albo, Naiaralh,
Santo Antas. Bonito, iir-brw, llores e Moa-V .ata, o
lllm Sr. inspector desta thesouraria manda laxar pu-
blico, que no dia 8 do corronte ao meio da, continua-
ra a praca sob as bases ja annunciadas. E para cons-
tar n.andou public-.r o presente.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
I'e.nambucoSde julho de 18*5. O secretario Luiz
da Costa l'ortocarreiro.
|fa<|^MBM>^-.faiJj _ Porque, > """I" 'I'"' 'c li"1''' i"'l'b do quem que-
ra OOIlbuccr a Sr.
_ p,Ut chave deS.Padro! Quena ver aonaaml-
nha. barba teams ello a liberdade de oommelter se.nc-
...... incivilidado, c .e bavia slgneio que na imnl.r, oa-
auiteae aer ".ais curioso do que eu. Dono.,., hque
,o.....jo essclassarone roi-se ha mu.io lempo, osean
,a.,eKranea vou lar ordem aquenii.gueme.teje |.e-
;'.,,;;,, a^onhorn, que ,o cu ,.-., fa;a ju.l.V a
U1, duorlelo. ae be oseada, ou solteira. pon que
,,,r|!:,,v3:U!'Vn.o. beo,.,ai..li,erc,,..lo. ...-
,cn,e do.earrerelro.j inclu.ive o qao ****
do paraso. Por so mesmo, s uoluu elle "'"n"
Kmpardeona.,aquiteoioque-xea.r .. aoa.
"'-"lale oleo, signar Errante abre todas a. portea c
todo o curacm. ,
_ Agora psrtsmns, conunuoii o pintor logo que
r.teioe.rcereir....po. fra O. Tenl... si proi-ioros,
o seremos bemdesassd.. ae nlo sehirmoe do orto eei
amento. Sol..,........pannos... em lodo. ... nudos.
Ute.de ser la ala quero servir le doesmianete.
A..l..p.l.vra.eI..........U,,, ,. ar.i.M-au.-.,,,
a,. .1.....uue nipoMivel fora reeontoee lo^sespwU
,,",. Recriando, que no fotal momento la .epar.c..
alguma nploslo lenUmenul e mesmo um perqiecia que
I.r'roea.sc ou perdeo ludo, elle acoiupanbuu de Lona
Jvo \avier Cameiro da Cunha, /dalgo cavalleiro
da casa imperial, catallc'ro da ordem de Cristo,
administrador da mesa do consulado por Sua Mages-
tade o Imperador, que Dos guarde, etc.
Faz skber, quo perante a admini.tracao ca mesa se
blo de arrematar, no dia 11 do correte, a porta da mes-
ma, 3s ccascomalgodlono valor de 5*906 rs.; appre-
hendidossem despacho pelo patrao do escaler da mesma
no poito dt Lingncta : a arrematadlo he livre do des-
pera ao arrematunto. Mesa do consulado de l'ernam-
buco, 5 de julho de 1845. O administrador, Judo
Xavier Cameiro da Cunha.
Uet larago.
O administrador da mesa da recebedoria das ren-
da, geraes internas avisa aos collectados d s bairros do
Recife, Santo Antonio. Boa vista e Alogadospara vi-
rem pagar o que esto a dever de imposto do banco, la-
xa de escravos, segei e carrinho, barcos e canoas, deci-
ma de mao-morta, do ultimo semestre de 1841 a 1815,
lindo no ultimo de junbo prximo pausado, pena de
proceder executivo contra os omissos, por j so .char
a relelo prompta para er remedida ao dr. piocurador
fscal ; omesmo aviso lzaos despachantes da aliando-
ga para lirarein sua patento, e pagaren) o quartul adi-
anlado. con o determina a le, e aos donos das typogra -
phias para remelterem urna rclacao dos seus emprega-
dos, e pagarem o quo devem ; e para que ehegue a no-
ticia a todos laco o prsenle annuncio. Recebedoria, 7
de julho de 1845. Francisco Xavier Cavalcanti de
Aluuquerque. _____________
Avisos martimos.
= O brigue nacional Empreta deveru partir em
poucos dias para o Cear logo que ehegue do Lisboa:
quem no mesmo tiver de carregar ou ir de passagem,
dirija se aos scu consignatarios Francisco L^everianno
Rabello & Filbo no largo da Assembla.
Para o Ass sai nestes 4 dias o brigue-escuna
Dtlibcraco capillo Jlo GonQalve Rocha ; para car-
ga e passajteiros trata so na rus da Cadeia do llecile n.
40, ou con) o capillo na praga do Comercio
= Para o Havre sahiri.no dia 18 do correle, o bri-
gue Irancez /lrago de primeira marcha ocom com-
modos para passageiros: quem quicr ir de passagem,
fallo com o consignatario L. Bruguire, na ra da Cruz
n. 1. .
= Para o Rio Grande do Norto seguir em poucos
lias o hiato Nova Olinda: quem nelle pretender car-
regar, se poder entender com Antonio Rodrigue Li-
ma, na praca do Commercio ou na ra da Cadeia Ve-
Iha n. 1, primeiro andar.
Leilocs.
= Avrial Freres laro leillo, por conta e risco de
quena pertencer, em presenca doSr. Cnsul da Fran-
ca e por intervenvao do corretor Oliveira, do forro de
cobie da barca franceza Ucean, arribada a este porto na
sua viagem que fazia de Valparaizo para a Fianca :
terca leirs 8 do corrente ao meio dia em ponto no
arma/em do Sr. Mendonca, no Forte-do-Millo.
= O corretor Oliveira, nao podando fazer o leilao
da mohiliado Dr. Jlo Antonio de Sousa Beltrlo de
Araujo Pereira, annunciado para o dia 4 do corrente,
em casa do mesmo ra da Cadeia bairro de S. An-
tonio e islo em consequencia do pouco concurrentes
por causa da ebuva ; transiere o dito leilao para quar-
(a feira seguinto '.) docorrenlo as 10 hora da ma-
nilla ; declarando n.ais que, se al ao meio dia nlo
apparecer sufliciente numero de genle para abrir o dito
leilao. tora de tornar a transferil-o.
visos diversos.
Perante o Sr. Dr. juiz de direito da I." varado
civel, na casa do sua residencia na ra Nova, so ha de
arrematar, no da 11 do corrente,pelas 4 horas da tarde,
a escruva Joanna, ponhorada por execufio da viuva So-
ve & Filhos contra Joaquim da Fonseca Soaresdel'i
gueiredo : os prctendentes deveri comparecer nesse
dia e hora.
Precisase alugar um preto para o servico do urna
casa de pouca familia, e que seja capaz, pagando se o
aluguel por n>c; quem o liver para alugar, diiija-sc a
ruado Fagundes n. 14, que ah ajustar opreco.
OlTerece-se urna n.ulher branca, de bons costumes,
para criar deleite qualquer crian?, e d fiador a sua
conducta ; na ra da ('uncen.Su da lioa-vista casa n.20.
Ouciii precisar de um rapaz Brasileiro, sulteiro,
para caixeiro deengeno cu administrador, o qual da
fiador a sua conducta, annuncie para "r proemado.
Ante-bontem (5 do correntej a. 6 horas da tarde.ap-
pareceo urna negra, inda bucal, com urna trouxa de
roupa, cuja escrava nao .abo diier verdaderamente
quem he seu senhor ; portanto a quem pertencer, diri-
ja-se a Pasiagem-da-Magdalona defroule do viveiro,
|ue, dando os signaescerto, Iba seri entregue: o an-
dito.o arroi.jo d> preao. Rauolla o ajudava a.l.i.iravel
nenie com o ac.i aligue ten. e alogria. S. Pablo calava
unido preoeeupiulo, uto ili.a perigoa la sua fujida,
uiaa .loa de Rafaeliu. Elle nlo ao pirdoava de aci.eilar
ilella lio tenivel beneticiu. Ma. n Spaguula !... Mna o
major Dudleyl. Mas o eadaralso I... Sujeitava-sa pona
le. lu msoeasidade. ,
A achura el4 vestida, disse o pintor dando a ra
bio una volta, para examinar c ludo clava um ordem.
8 reala poriuo-no. ao IVc.eo. Modera um pouco esaca
leus menelos miliiar.-a, e trata de lomar um andar con-
forme a iicumstanci Qn.inlo a Vine niinba bella sig
..orina, proaeguio elle diriBi..do-c I presa, pagara as
cin-i.is passnuilo nina mn noute.
Mi, porqM ? reapond.-o ella sorrindo-so, nio me
julga con. n ovnsoieneia tranquilla ? Pois eo cont com
na douradoi aoiiho da iiiiiocenoi.i.
Tenha a enhora ou na. c.a visita, espero pela
ruinha pela manhs ant.s la do eareeeeiro, ce llic nlo
irou.er a liber.lade, nao quero mais tocar em pincel pur
toda a vida. ,
_ B na verdede, disse-flie Faluo, esta ceno do que
dize. ? .
_ E de nutra .orle 0 dira cu, o o deixar.a aqu .<>-
inha ? Ten. me por slgom barbar ? Vamo li, va-
mos eu te conlarei ato pelo eaminho.
BatS .Kurilade restituio alguma calma a c..ii.ciencia
do tugitivo. Ma. o incxoravel Errante nio Ihe permittiu
nuncianto faz ver que se nao responsalilisa por qualqu r
fuga que possa ha\cr da ditj escrava.
__ Precisa-se do urna mullicr, de bons coslumes,
que engomme, o cosa bem : quem Mtiver nestas cir-
cumstancias, dirija-se 6 ra doCabug, loja do fa-
/endas, li. 6.
= Jos do Ressa Guiarle, subdito P. rluguez,
rctiral-e para fra da provincia.
= I.Oigi Guizoni, Guseppe Galleli c sua senhoru
retirlo se dePernaroluco.
Simio l'aganelle, de nacSo lla'iana, rotira-se para
a l'.allia.
Vicente Ferroira Gomes, tendo podido cont
guir. a custa de nonios, combioa(8es c dospezas a que
so nlo poupou a um par do annos. melhorar o vinbo de
caj que fabrica, e de quo ha Frita presente diver-
sos seus amigos nesta provincia, na da Babia, na corte
do Rio de Janeiro, e mesmo na Europa; resolveo ex-
pr a venda urna porclo d'esso prciioso ucco, to sa-
lutifiro e puro, ecujavirtudo contra o vonereo ho en-
tro nos asss cnnheciJa. Caso esta prova, que o an-
nuncianlo prsenla ao publico tenha a extraerlo, que
be de esparar, ltenla ahondado lo vinbo, eobom
oslo dos consumidores, i quem o oflercce, continuara
elle a fablical-o em grande escala e eolio vendel-o-
hi preco mai moderad', queoactuil, quo nio pode
ser menor de (00 rs. a garrafa.
__ Jos Estoves Vianna pede a seus deved.'res,
queirio ir lite pagar o que I! c eslo devendo, no pra-
so deoito dias; do contrario passar a declarar-Ibes os
seus nomos, em cxccpc-iode pessoa.
__ Arrenda-s'' a propriedade Chacn a mar-
geni do no Capibaribe, defronle do engeoho Cor.l. i
ro com duas casas para habita?!.., sendo una dellas
nova, e com muitos ommodos, c m boas senzBllas, em
numero do dezascis, que slooulras I. ntas casas, qui-
so pode ni alugar no lempo do verao; comeres grandes
baixas muito frescas, para plantaclo de capim, ou can-
na, ou outra qualqucr ; com bstanlo Ierra mais alia,
a margem do rio o oulras commodidades; arrenda-
se por tres anuos, c quem a pretender, dirija-se casa
do advogado Jos Narciso Camello.
O abaixo sssignado, morador na ra da Cadeia, fre-
guezia do Santo Antonio n. 18, avisa ao Sr. Jlo do
Espirito Santo Gloria, que vi resgalar o scu penhor
nestes oilo dias contadusda data de boje; c se nao o l-
zer depois deste lempo, seri vendido para pagamento do
principal e juros, sen. que Unha que reclamar, visto o
nosso Iralo. Antonio Teixeita dos Santos.
lotera do seminario.
Achando-se j muito adiant.da a venda dos bi-
Ihetes da lotera, concedida por S. M. 1. .. instruirlo
publica em o seminario episcopal de Olmda, e deven-
do ser a primeira cujas roda corri, se advertc ao res-
peitavel publico, quo brevemente se aununciari o da
impreterivel do seu andamento, o para islo tic Decena-
rio, que o amantes deste jugo continen) na compra
dos bilheles, cuja venda tfl acha nos lugares do costu-
me.
A pessoa, que tem annunciado querer Tallar com
Belarminu Firmino Bezerra do Mello, dirija-so a ra
do Rozario larga n. 37, d.s 7 i 9 horas da manilla,
ou das 3 s 4 da tarde.
Percisase de um caixeiro Porluguez de 14 a 16
annos que d fiador a sua conducta, na refinaclo da ra
ireita n. 10. ,
A pessoa que no dia 23 dejunho prximo pas-
sado, as 2 horas da larde, lirou por brincadeira da slBI-
1/eira de um colirio um relogio.queira cnlregal-o ao do-
no, pois que para brincadeira ja basla. do contrario se
dir quem foi o que o lirou, e a pessoa a quem pertence
o dito relogio.
Aluga-se umsl.rado de 3 andares, com olio,
na ra da Madre de Dos, que bota para ra do Encan-
tamento, com armazem para a da Cacimba, onde mo-
rou Caetano da Silva Aievdo, proprio para algum es-
trangeiro, para qualquer eslabelecimenlo o por muito
commodo preco : a tratar na ra do Livramento, ... 0.
Arrenda-se um sitio na estrada do Manguinno
con. bastantes anoredos de fruto, 2 baixas sendo umsi i
plantada de cspi.u o boa agoa de beber: na la \ elha
n. 20. ..
__ Precisa so do um hoinem quo entenas pcrteita-
mente do padaria. para Ir-bslharcm urna distante di.la
praca duas leguas: a tratar na ra Nova n 47.
= O Sr. xNicolo Bi-louzi tcni urna carta vinda do
Maranhao e que muito fe rccon.mcnda a entrega,
na ra do Crespo n. 8, l>ja da esquina.
= O Sr R. lannino Firmino Bezerra de Mello ou
quem suas vezes laca ou algum prente seu n.ais che-
uado, lueiraannunciar sua morada para ser procu-
rado a negocio do inleresso do mesmo Sr. BHarm.no .
u de seus prenles caso o mesmo se ache molesto .
ou nao exista nesta praca ou soja morto
= Alujase urna casa terrea no Coelbo na ra
dos I'razeres coi.) duas salas 3 quarlos coz.nha
fra, quintal e cacimba: a tratar na n.esn.a ra n 10.
= Precisa-se de I :00* rs. a juros sobre hypotheca
cm urna casa livre e desembarcada nesta praca por
espaco de um anuo ; na ra Velba venda n. Oo.
Aluga-soa l-.ja do sobrado'da ra doNoguei-
mo a oousolapio de um uliimo adeosj iravando-lh
, braco, arra*luo-u para aporta, quo se ebrio e tor-
ou ao a fechar iminedialaiuenlo. ludo o quo labio
do lser, foi hmver i feaUa ..... olbar ardeuto, a-
aUonado. nm desses olliares que nao toe.-., nomo, iiiai
ae eonsollo do wh> as nieros, e Ibes paga., esnbe-
lolomente a seus 'rifieio.-
_ B Mbemo-ims, vista .lit->, da nnssa energa mas
oulins diz sSrraoia com admirae, .entimenlo que
Ihe era pouco familiar; ulher. ., i i
O carcereiro bavia oensprido a palavra i oseadas, ps-
o. eorredores, ludo eslava deserto, elle levou mesmo
delicado.-, ao ponto de ue... se .....airar. O porleiro.
nao as norias .lis.-retan.enle: .tal.. lao habituados
r pasiar a oeaconheclda do capillo, oomo aflea e
enamavlo.ea .a paasa|S)M melliorava tanto aesoaa-
naneas, que elle, nesn repararlo quo o seo taino, navir
gradeeido um pono*. Nunca retirada alguna se eec
,". eom mais ordem, vagar o .uiaiu.a.
Uando > t.;iii' < sohau na rua,qomi4o elleonv... I
neaada noria exterior (echor-sc eslroi.dosamento..... suas
,.i,.., .f-ntio un. aparto do eoracto meapllcsivel. L.-a
flexiv.l, infernalimrta prenda RaCstlIa! Toda a ...a
aokncao aliouxou oeafe momento, o ja fallava em vol
irparaa pria.o. Mas o pintor sogurava cu... .nao r,.
,.,! c firme a .... presa; e introdnsio o q..a. i brea
em urna carroagem que os esperase, c o. condusio eras
un-.-
dt
o
en
tu
ra, n. 16 com hons commod. s caiada o pintada de
novo com quintal e boa c. inba : a tratar na ru da
Cruz, no Rccile, n. G primeiro nuda'.
LOTERA DO IIIEATRO DUPLICO.
z= O thesooreiro dests loteris, disposto_a empenliar
lodo os esforcos para augmentar 0 crdito de que
sempro elia gOSOU, pela regularul.de de sua ovtrarcio .
declaru que os bilheles da If-gOO la parto da l." luteri,
cujas.rod.ss devemtei andamontomuho brevemente, so
chio a venda nicamente no bairro de S. Antonio,
na botica do Sr. Jio Moreira na ra do Cabug ;
na ruailoQueimado, loja do mesmo thesoureiro n.
39 ; e na ra da Cadeia do Recife loja de cambio lo
Sr. Vieira.
__Coso-se chao, o bordase perfeitamente : na
ruado Santa Bita, n 55, onde lam em re vende um
cooiro de casimira, bordado.
sa L-pe de Barros, pinlor c retratista, chegado
recentemcnlo da corte, c residente nesla cidade. ra
do Queimalo n. 14. primeiro andar, oerece o seu
presumo na arle que pr..fcssi, as pessoas quo delle se
quizerein uliliiar, mediante ratosvel rotribuic*'". Psra
. que o pod rio procurar a qualqucr hora da manhaa.
Oannuncianle dar, do primeiro d. julho em disnle
lodos os dias otis, na sua residencia, das!) al as 12
horas da manbaa, um curso de desenlio i crelo, e pin-
tura a tquarella e a oleo, a ra;ao de urna mcnsalidado
do 2* rs. por cada discpulo.
O abaixo B9ignati9 ped aos Srs.
(al.clliaes desta cidade, e d'oulra qualquer
comarca, que bajo olas tima cari i de fiberdade, que o adre
Tbom d.i Silva Guimoraes, estaodoj
desacitado deo gratoiltmeiilc sr.t eacra-
vo Manoel Joaquim, pedrero, om 3 de
junbo de 1841, r.cconhecida pelo Sr.
tabclliio Bezerra, a qual caria, estando
guardada por pessoa que conbecia que o
padre nlo tinba cizo, e tinba perdido*
nizo e por issq tilo poda obrar destd
maneira, agora desapparoceo a roesirn
caria, e como esteja o dito padre qnulifi-
cado demente, e oabnxo assignado, seu
irmao, noexercicio de seu procurador,
Ihe rumpre acantelar os prejuiaos de sua
casa, pela qual lie rosponsavcl ; rogando
igualmente pessoa coja caria llic Iot-
as mos de Ib'a entregar
Joan Carlos da Silva Gtmttriles.
Fazem-se transellins de cabello de
qualquer modelo, pulceiras, armis, litas,
&C cVc ludo o mais bem cito que he
possivel, por preco mdico ; na ra do
('aboga, loja le fazenda n. <>
Um moco Brasileiro, do bons costumes, so ofle-
rcce para caieiro de alsuma cosa commercial por ler
disso bstanlo pratica o osla promplo a afiancar a sua
c nducta : quem o pretender dirija-so a ma daCon-
ceicaoda Boa-Vistan. 8.
be Quem lem negocios com Antonio uarlo de
Oliveir.. llego dirija-s/ ra da Madre de Dos n. 7.
= Precisase de umoftlcisl de bahuleiro; na ra
da Madre de Dos n. 22.
= A. lv I.aboliere vai SO Rio de Janeiro, com *
filhos menores.
= Descja-se laar ao Sr. O tao Jos Ribeiro a
nogorio de scu particular intoresso ; no largo de N.
. do Terco, sobrado n lli.
= Qualquer pessoa que precisar de um caixeiro
para alguma venda o qual anda esta arraojado mas
nao est s.tisfeito o por isso fat eslo annuncio, an-
nuncie por esta lolha.
= Franeiseo Eduardo Alvos Vianna vai ao Rio de
Janeiro, e deisa cncarregado de scu estabeleci ment,
nesta cidado sua mana a Senhora Mara Barbara
Consienta a quem consl.tuio sua procuradora geral
e bastante e no foro c mtencioso por scu advogado o
Sr. Jos Rento da Cunha Figueiredo e ollicitador o
Sr llodolp.bo Julo Karata de Almeida.
Arrenda-se ou vende-se a proprie-
laile denominada Casa Caiada ao
norte de Olinda com sitio de eoqueiros
e Ierras para plantacSea : na rita do Cor-
donil a fallar com seu proprietario Jos
Francisco Uellem -~*m
mi encontr rora i|os moros de Trapani. Apciaro-se
pouco distante do convenio deMadooa, opurcsce.so
de prndeneis Bierloo rosto de eaminho i pe,
Havia-seto sol posto ba muito lempo, e finia qua.i
oule, qnando ohegarJo ao eoiivento. Adiara a pomo
pasaos d'aHi, emum lugar tolitarlo o eavallo de rabio
Lardad por u... memoro de^oonfraria dos nobres, ou
(menos, por um individuo que trajava o seu vestua-
rio, isto l.o a (jraiide tnica prcu o..m o capus euidado-
san.enle loila.lo obre o rosto. O desconhecidu entre*
rou-lho un. ei.iliinlh. .
' Tome 'ses trejos.diwe elle lacnicamente a rabio,
e v direitn i. quinlo da Barbara. La sebera o mais.
F. con. isto de.appsreccu sem li cr mais palavra.
U traios ipdicadosero os do campnos, o. quaes tro*
oooFabio pelo que at all Ironeera, noeem recom-
mendar a. ...mbcieiro pintor que Iheeeuservasse, como
,, mais HlllU reliqoia, a maula de Kafaella. Deuo.s.le iin-
ter rffooluado a sua scguuda melamorpbose, montn no
.avallo, q-.o era arreado om os dos eamponews, a Bm
do licar em barmopiaeom disrarcedo caTBlleiro,epar-
lio naia a quinta que se Ihe designara.
-1 Vai, ...eu charo capillo. Ihe di. Errante, va. v.rer
entre os paatorea, como Apollo no palacio de Admeta,
e di le i.re.a a nos .hieres .|ue adiaste a Arcadia / ;
quoque in Arcadia como diri amanhaa o nosso oxcel-
leiuc bario Sebinina,
Continuar K-h* )
r
}


A
linga se nn Sr eujo nomn s ignora ) o favor
de tnpn I r-hti i ; < i| Hi/rrt, ccim
soa conipe.onte .ascoli ni ru le Hurlas n. 23 .
pois dita oora m cba prompta: pela segunda vei so
annuiu'1,1, por cauta de qualquer dnvda que possa
apperecer s .hre seu legitimo dooo; porque como a
obra lie de g lo nao laltara quom a i. eje,
l-' n rccisur de um rap... >-"i eaixeiro de ra,
ou do ir. ,i! mor cstuhclecimcii'o, i i,uitl di fiadora sua
conducta; irija-se praca da Boa-Visla, sobrado
n. 6, ou annuncie.
Aluga-M o primeiro andar do sobrado n. 15 da
ruadeApujIo, no Recife, eoia sufficivulus cotmnodoa
para familia milito arejado e com cozinha fra por
preco muilo om conta : a tratar na ra da Palma, so-
brado novo da esquina logo ao sabir do Pocinho.
iio-se800 rs. sobre hypoth ca om alguma
dsa livro e desembarazada o que soja cm boa ra,
licand os juros polos alugueis qu* se lonvencionarem,
pan apesto! morar : a quern convier este negocio ,
annuncie sua morada.
O bibliotecario do p.ibineto Iliterario pedo aos
Srs. socios que hajao de tcr a bondade de mandar
entregar os litros do dito gabinete, que ja nio Ibes
forom precitos
- O NAZARENO n. 107 esta a venda nos luga-
roi .' costuinc ao meic di i.
Da-so dinheiro a prca io 'obre ouro transelins,
corr n es e relogiot de algibeira, em s gunda mo, que
H'\a > obras rtliccrai, e por preco coimiiodo tambem
venderse, o fat-se troca a vonla.de dos compradores; na
na das Flores n. 18.
= Aluga-se o segando andar e soUo do obrado n.
66 nj ra Nova : a tratar com Intonio Perreira Li-
ma ou na ven la por bailo do di o obrado
= Precisa se de um feitor para uin mIio que ni-
ba tratar de urvoredoi enchertos e ile borla e ou-
tro pira urna fizonda distan'e destt praca 60 legUIS ;
no Atierro da Boa filia n. 43.
= A pesio i, que desoja fallar com Belarmino Fir-
mino Bczorra da Mello dirija-se a ra das Flores
n. 21.
Cose-sc toda a qualidade de costura tanto do
liomem como de senbora, tambem se ongomma, o mais
Ir rato possivel ; na Soiedade indo pela Trempe, ludo
dircito quati ao pe da igrej, casa n. 5.
-= A casa de agencia commerrial na ra da Ca-
deia do Rccife, n. t, tem,para vender, dous pianos usa-
dos una mesa de mogno para meio do sala la ulti
ma moda urna dita para jsnlar um par de banqui-
iiias do caher-cira de loitos, urna papeleira para senlio
ra um bid um apparelho de prata para cli um
faqueiro salvas, copos eterivanhias casticae? o ca-
feleiras ludo do prata camisas de madapolao urna
coberta de chita c outros objectos ludo inuito em
conta : no mesmo estalicleciriiento receba separa nel-
le se vender, por conta de seus donos qualquer tras-
te queseja, em segunda miio, ese empresta dinhei-
ro sobre os mesmos olijectos ou sobre prata, ouro, ou
diamantes ; tambem se compra fa/endo conta.
= Arrendase ou vende so um sitio na estrada dos
A111 icios com boa casa de manda com soto estriba
ra, muito boa agoa de beber: no Atierro da Boa-vis-
ta a fallar com Joaquim de Oliveira e Souza ou no
mesmo sitio.
NAVaLHaSDA CHINA.
-Vendcm-so as admiravois n ivalhas de ac da Clii
na, que teeui a vanUgom de cortar o cabello sem oflen-
ta da pello deixando a cara pareceodo estar na sua
brilbanle mucidade : eili ac sem exclusivamente da
China c s nelle trubalh i dous dos molhorcs e mais
abalisados i'ulclleiros da nunca excedida e rica cidade
do l'ekim capital do imperio da China Autor
Sbore,
N. I. 11 recommendado o Uso destus navalhas
maravilbosai, por toda* as sooieda les das sciencias me-
dico-cirurgieas tanto da F.uropa como d'America ,
Asia e frica nao s para provenir as molestias da
culis, nial tambem como um meio cosmtico: vendem-
se nicamente na ra do Crespo luja n. 8, de Cam-
pos & Mala,
= Jiinquim Albuquerque Candra, ISrasileiro ro-
tira-se para o Rio de jan' iro.
' o da i para o do mez passado (junho). furt-
rao na povoacfio de Itabaianna provincia da Parahi-
ba do Norte una cscrava de Angola de idade de 16
8 18 i:mis com os signaos seguintes : boa eslatura,
0 i Ibo ilreito coberlo de una belida grando que pou-
co ifl,c urna lonto no braco da parle do olho; ainda be
-ida no lallar; julgl te ter-se vendido esta escra-
1 i -la praca, ou pi ra cngrnbo perto della; quern
s ul ir ou a c mproo dilcohra que quern a ven-
'! m lieos tulBcientes para pasar: a eserava chama-
te .i i opertenee aoalferi's AluiiroCerar iie Ma-
galhiesBarbosa, morador om dita povoicSo de Ita-
ba'anna, que recompensar a quern Ihe der noticias d
dila eserava.
Lotera do Guadelupe.
U K.\m. Sr. Vire- Presidente innrcou
o (i3 i o do correte para correicm im-
preterivelmente as rolas desta lotera
o resto dos liiliieles esl venda as
jas anntinciadas.
lo-
Compras.
= Comproo-se quailos para carga o um (avallo de
sella, que soja novo c tenba bons Bndarea; na ra da
,N. Rita Nova n. 91.
-= Compra-se um jogo de gamio com labolas e co-
pos de murfim : na ra do Crespo lado do Norte n.
10 ou annuncie.
- Coiiprao-se dousescravos, um pedrciroe outro
carpina pan o Rio Grando do Sul ; sendo bonitas fi-
guras pagau-se beui : na ra do Collegio, erma/em
n. 19.
Vendas.
Attenco !
\ ende-sc a 120, 140 e 160 rt. o covado de chita ,
ditas finas escura a 220 rs. o covado, madapoln a
a/ues a 2!00 rs. o covado, de urna linda vista meios
chales de cassa do quadros a 300 rs. chila a 110 rs. o
covado, lindos cortes de cassa chitas de muito boni-
tos padroes a 2(500 rs. chadrcz'sdo linho para ja-
quelas a 520 rs. o covado,fazenda'de muito boa qualida
de o muito honesta, superior setim preto do verdadeiro
chamado macu para collete da mclhor qualidade ,
a 4."00 rs. o covado dito cntro-fno tambem de boa
qualidade, a 3200 rs. o covado superfino lustao
branco de cvellonte qualidade a 1000 rs. o covado ,
algodo lito de muito boa qualidado a 1(10 rs. a vara ,
dito americano, largo, a220rs. a vara, dito trancado
azul mesclado muito encorpado a 240 rs. o covado,
zuarte azul de vara d largura a 2G0 rs o covado, mui-
to boa faienda para pretos casimiras de quadros de
liom gosto para caifas a 1200 rs. o covado lencos de
cassa pintados a 1G0 rs. pocas de bretanba de rolo a
1800 rs., a poca, brins trancados de quadros de bonitos
padrocsa "00 rs o covado, riscadinhos trancados a
200 rs. o covado, muito boa fazonda para mcninoi,
castores ou riscados a 240 rs. o covado, corles de cam-
braia de listras brancas adamascadas a 5/ rs o corte,
tendo vuas o mcia ditos finos de cores sendo
de quadrot e listras de vara e tanto de largura, dos
mais modernos a 5.f rs., ditos de superiores cassa-chitas
do irielbor gosto, finas a 4200 rs. o corte, pecas de ma-
dapolao a 2800, 3200 e 3400 rs. dito lino' a 4000 ,
e 200 rs. a peca, inadraste fino a 5200 e 5400 rs. a
peca ditas de chitas a 4400 3200 5300 e 6000 rs.
escuras, brotanba de linho puro, a 040 rs a vara, es-
gun i do superior qualidade do verdadeiro e puro li-
nho a 1500 rs. a vara, cassa de quadros para babados a
3000 rs. a peca cambraia lisa de vara e tanto de lar-
gura a 000 e 800 rs. a vara muito fina superiores
vestidos de seda com (lores a 30,000 rs. rnui rica fa-
zenda, novos cortes de chal de listras de seda a 1 (3 j rs. o
corte pecas de.bretanba de 6 varas, de puro lioho a
.1200 rs a peca superior brim trancado branco mul-
to encorpado de puro linho a 1400. rs. a vara, escoces
do algodo para vostido a 300 rs o covado chitas
francezas finas de. vara de largura ede novos padiocs ,
a i io r... ii olivado sarja hcspanhola muito encorpa-
da e boa qualidade e larga a 2300 e 2500 o covado ,
ilita Irano /a tambem larga a 1G00 rs. o covado, chi-
tas chegadas ultimameuto do gosto moderno segu-
as o muito finas a 320 rs. o covado, chapeos deso,
Jo seda preta para homem a !> is. ; (odas estas fa-
zendas sao lulipas e de boa qualidado alcm do outras
nautas de um sorlmicnlo completo por barato prego :
na ra do Collegio luja n. 1, du Antonio de Azeve-
lo \ illarouco & Irmao.
Cera airada.
- Vende-te em caixas de 180 libras cada urna, sor-
tidat desdo duas al 1G cm libra ; na ra da Sen/alla-
Velha armazem n. 110.
Vendem-so duas prelas, cozinli5o, engommoe
lavAo roupa ; duas pretas do meia idade por 2008 r8-
cada uina cozinhao o lavan roupa ; duas molccas pe
cas urna de 12 annut, e a outra de 18, boas para
seren educadas ; dous pretos para todo o trabalho ,
tanto do campo cmoda praca ; na ra do Crespo n.
10, primeiro andar.
Vendem-so dous moleques de 18 annos, um sa-
paleiio, e o outro canoeiru ; ao comprador se dir o
motivo da venda ; assim como urna canoa aberta de
carregar lamilla por pre(o commodo ; na ra Nova
n. 57, das 6 as 9 da manhaa.
- Vendem-se duas moradas de casas terreas no-
vas : a tratar na ra da Concordia n. 3.
- Vcndem se barricas novas grandes e peque-
nai levantadas e promptas a receber assucar; na ra
da Son/,iila-\ ollia n. 110.
ss Vende te urna roslriadeira conlondo dentro urna
filtradeira ; urna marqueza ; I sollim francez em meio
uso; urna espingarda de cassa; urna mesa e 3 sacadas de
podra da (erra : a tratar na ra da Concordia o. 3.
Veii/io amigos do baiato \
=Vendem-so chitas a 120, 140,160, 200, 240, 280
e 320 rs. o covado, pannos linos azues para fardamen-
lo de pa;em a 1200, 2400 e 3800 rs. dito preto a
3G00 e 7400 rs. o covado riscado do algodo tranca-
do para calcas a 240 rs. o covado panno de quadros
para calcas a 210 rs., do mclhor gosto brins de lis-
tras do lino a 320 rs. o covado, panno do linho por-
luguez, pecas de 15 varas, a 540 rs. a vara, brim
branco e pardo de linho a 400, 5G0 e 800 rs. a vara ,
sarja do algodo muito superior para qualquer forro ,
piincipalmente de chapeos porque tem muilo lustro ,
a 240 T. o covado, bretanba de linho com ti varas a
4500 rs. ditas de algodo com 20 varas a 4000 rt. e
do 10 j rdas a ItiOOrs. chales muito modernos a 480
rs. cada um, madapoln a 2000, .',200, 5800, V, 4G00,
4900 e 5200 rs. lila lina a 320 e 30 rs princesa
muito superior que nao lem dillcrenca de merino
superior a 1000 rs. o covado chita a 140 rs. o cova-
do lencos brancos e pintados a 160 rs. o outras
fazendat mais por muilo barato preco ; no Atierro da
Boa-Vista, loja n. 1-i; adverle-se que ludo est em
iioin ostadn.
= \ ende-se um preto e urna parda aquello pro-
prio de lodo o sen ico de urna casa ou de campo e
esla boa lavadora e engommadeira ambos mocos o
de boas figuras; na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 23.
=r \ crido -se por prejo commodo urna porco
crescida do pedacos oe lijlos, na Boa-Vista queser-
vL-ni pira alicurco eoulros para parede : na rus No-
va n. ti I.
=Vendem-se duas moradas de casas, na ra Au-
gusta : a tratar no largo do Carmo, venda n. 1.
= \endem-se a t"rca part-e bemfeiloriasda pro-
pricdtde de Agoa-Friade B>-biribe-de-Baiso a qual
tem pasto para 10 vaccas de leito todo o anno urna
grande casa do vivenda duas ditas mais pequeas 3
ditas de pedra e cal muitos arvoredos de fruto mui-
lo boas baisaspara capim maltas para lenha e mui-
to boa agoa do beber; vende so ludo por proco muito
commodo : na ra Nova n (O.
4 ende-sc urna preta de bonita fi.ura, c um mo-
leque para lodo o sernco : na ra da Cruz n 51.
= Vende-te urna iscrava boa engommadeira co-
zinha ptimamente e lava do sabao, na ra Direits
n. 12.
= Vende-se superior cerveja branca chegada lti-
mamente e bem acondicionada tanto a relalho ,
como em porcoes ; em casa du Jonet Paln & Compa
nbia na ruado Trapiche Novo n. 10.
150, lGOo 180 rs. a vara, dito fino a 200, 220 e 240
rs. dita, uiadraste hoo a 280 ri. a vara, pannos finotl Vndete um eteravo crioulo de idade de 28lto bon leile o mofa ; na ra du Flores o. 21.
annos, proprio para trabalbar no campo, por teni-
do acostumado a islo ; na ra da Cadeia n. 29.
= Vende-se urna eserava sem vicio algum de bo-
nita figura para fra da provincia ou para algum
engenbo : na ra das Cinco-Pontai n. 65.
=Vonde-se um sitio perto da praca com boa casa,
estribara, commodos para escravos com boas trras
para plaiitacoes, o muito bom pasto para vaccas de lo i -
te; tem no mesmo sitio urna olaria que est traba-
Ihando e muito acreditada pelo bom barro quo lem
na mesma e para toda obra e com porto de embar-
que ao p Jo orno tambem recebe-te em pagamen-
to alguma casa na praca : quern pretender annuncie.
= Vende-se urna porcio de lormit para fazer velat
de carnauba, e se aluga um eteravo, quo ai sabe fazer
muito bem ; vende-se igualmente um cerra grande ap
parelhada e tem uso algum ; na Trempe n. 11.
= Em certo engenbo perto delta praca, ha,'para
vender, bois do pasto mancte gordos, proprios pa-
ra crnica : so alguem os pretender dirija-so ao ar
ma/i'in de assucar na ra de Apollo de Gomei & Ir-
iniio que achara com quern tratar.
Cheguem ao bom e barato.
Vendem-se marroquini de cores, a 1440 rt. a
pelle ; sutpcnsorios de seda, e de borraxa ; luvas de
pellica, para homem, a 9G0 rs. o par ; ditas de seda,
para senbora, a 200 al 1600 rs. o par, e outrai umi-
tas miudezas, por pro o mais commodo, cue em outra
qualquer parte : na ra doQueimado, n. 24.
= Vende se um bom carro de 4 milis com aiscn-
to para 4 pessoas, mu love de molas maciat para
um e dous cavallot, com a competente lanea e cambi -
tos, e arreios para um cavado ; assim como tambem
se vende um ptimo cavallo ruco -podras gran le e en-
sillado para s e parelha ; para ver o carro, na ra das
Flores coebeira de Jos Mara e para ajuste na ra
do Collegio n. 10, primeiro andar.
= Vende-so um terreno com 90 palmos de frente,
com alicorees o. mais bemfeitoriai tendo de fundo
mais de 300 palmos que a vitta do pretendente far-
sa ha ver tito no Atierro dos Afogados; 5 candas de
agoa ; um carro de 4 rodal, com arreios; um par do
eixot de crnica ; algumaa pecas de galio e franja
amarella ; volante branco e cor de roa ; no armazem
de vidroi ao lado da cadeia.
= Vende-se assucar refinado em pedra da fabri-
ca do Navarro, a 140 rs. a libra ; na ra da Aurora,
casa do Angelo Francisco Carneiro.
asi Vendem-se 16 escravos, tendo 3 pretas o 13
pretos, sendo mulalinhos, moloques e prctoi todos
do bonitas figuras e algum com oflicio ; no largo do
Corpo santo casa n. 23.
= Vendem-se superiores charutos da Babia, e ma-
deira de Jacaranda ; na ra do Vigario n. 4, eicrip-
(oriodo llolhe A llidoulac.
= Vende-se um piano inglcz, de bou rozes por
preco commodo ; na ra do Crespo, loja n. 16.
\ endem-se dous sitios na illia de Itamarac am-
bos com boas casas de vivenda de taipa e telha, limi-
tas fruteiras e batanles coqueiros; um dclronte da
enliga cadeia de Itamarsci, tendo um dellet um terre-
no coberto de grossa capoeira capaz para outro sitio ; a
Iratar na ra eitreita do Rozario com o escrivio San-
ios, ou com teu proprietano o Reverendo Jlo doi
Santos Fragoso, vice-reitor do Siminario de Olinda.
= N ende-se um sitio emS. Amaro com mais de
mil palmot de frente e 3 mil de lundo casa de viven-
da excellentei fruleirss boa agoa e capacidado tuf-
ficienle para dar pasto s 8 vaccas de leileja tratar na ra
do Crespo n. 17.
Vende-se urna cata de um andar, com grande
quintal e cacimba em chaos proprios, tita na ra das
l'iinchcirai ; duas casas terrea na ra do Padre Flo-
rianno com cacimba meieira ; e um palanqun) aca-
bado de novo, que ainda nao servio ; na ra da
Cadeia do Becife n. 25.
= Vendem-se 3 qnartolas novas, de guardar azeito
de carra pato com torneiraa, por preco commodo;
na ra do Agoas-Verdes n. 21.
= 4ende-se uina eserava chegada, ha pouco do
matto moca e bem vistosa propria para qualquei
servico de casa ou campo ; lava de varrclla ensaboa
e cozinha o diario do urna casa; alraz de S. Jos n. 15,
sa Vndese um quarlo gordo bom para viagem;
na praca da Independencia, loja n. 3.
= Vende-se una esoia! crioula de idade de 20
annos, pouco mais ou menos sabe cozinhar, coser,
lavar do sabio, o tem leito para criar, que alm de bom,
he novo por ter 3 mozos; na ra do Sebo, lado do
Norte, n. 22
Vende-se urna eserava de naci Mocambique ,
moca do bonita figura, engominn cozinha e lava
de sabio com urna lilba negrinba de 3 annos ; 4 ei
cravasde naci muas, de bonitas figuras, proprias
para todo o servico e mesmo para quitandeirai; urna
negrinba de naci, de 14 annos, propria para ser edu-
cada ; urna negrota de Angola de 16 annot com
variai habilidades ; um molecote crioulo de 17 an-
nos proprio para psgem ; um dito de naci de 13
annot, muito lindo proprio para oflicio : na ra das
Cruzea n. 41, tegundo andar.
= Vcndem te barril vaiioi, de manteiga : na So-
iedade indo pela Trempe, do ladodireito quni ao
p da igr< ja casa n 5.
= Vende-te resina de angico da melhor quali
dade que tem apparecido em porcio e a retalbo ;
i.a ra das Cruzei, venda n. 2 na esquina do becco
da i'ol.
= Vende-se urna preta de nsco ptimo para lo
do o servico de urna caa ; ao comprader te dir o mo-
tivo da venda : na ra Direita n. 6 segundo andar.
= Veodei.i se dous pretos da boas figuras, propriis
pira qualquer servico ; na ra da Fraia n. 52.
- Vende-te um casal de escravos sendo o escra
vo pardo de idade de 30 annoi e a preta de a-
fio de 28 annoi, por preco commodo ; na ra Ve-
Iba n. 115.
= Vcode-se um molcquo de 11 annos, de bonita
figura ; na ra ds Cruz n. 51
sai Vende-ie cera de carnauba e bezerros, ludo de
superior qualidado ; na ra da Cruz n. 51.
= Vendein te 3 moloques pceai, de 12 a 17 annos,
de mui lindat figuras ; 3 pretoi de 22 annoi, proprios
para palanquim ; duas negrotas de 10 a 14 annos ,
com algumai babilidadei ; una preta de 20 annos ,
que tabe engommar cozinhar e coser ; urna prela de
meia idade (por 300/rt. ; urna dita parida com tnui-
Altenco ao barato !
= Na ra do Passoio-Publico loja do fazcndni
n. 11 se acba a venda um completo sortimento de a-
lendas por mdicos proco! e a contento dos fre-
guo/.es como sejo : ricos corles do cassa-chotas, chi-
tes, cassas, brelanha de linho fina de 6 varas o Jo
peca grande brim trancado do linho puro, o mesmo
com mistura pecas de chita do edros seguras, du !l
ele8/n. de bonitos padres ea retalho de 160 al
200 rs. pecas de boas platias de 10 varas, muilo bol
fazenda por 28 rs. que muilo ba de agradar ao
comprador oulras umitas fazendas de gosto, comose-
jio madapoloes finse ordinarios, cassas, cambraia,
algodoes trancados o lisos; prometiendo-so dars a.
zendae por menos preco do que em nutra qualquer
parte e mesmo servir bem aos freguezei.
= Vende-se uina negrinba de idade do 15 annos,
toro varias habilidades ; urna cabrinha do idade de 1
annot, com principios de engommado e costura, umi
eserava de 50 snnos boa cozinheira e engommadoira;
dous molequei de 16 annoi com bonitas figuras; 1
mulatinho de 16 annoi bom carreiro ; doui escravoi
de 20 annos, bons trabajadores de campo; na ra
Direita n 3.
Vende-te um cavallo grande de bonita figura,
proprio para carro, e he bom de sella; no Alterro da
Boa-Vista n. 43.
Vende-ie urna venda com poucoi fundos e hem
afreguezada para torra ; lodo o negocio ao far por
leu dono te querer retirar : na ra de S. Rita Nova
n. 7.
Vende-te por barato preco, o teguinle: um
piano hambuiguoz proprio para aprender por 60*
rt., um rico e moderniuimo candieiro de machina, em
perfeilo estado por 25/ n dous alfinetei para gr-
vala presos por um pequeo cordio ludo de ouro ,
um trombone tenor com muito pouco uso o do melhor
autor (Alari) dous pires de lindas para suspensorios;
tambem se recebem em pagamento oarosvelhot, prata ,
ou quaesquer objectos que te convencionem ; a tra-
tar no largo de Palacio Velbo ao lado do novo thea-
tro n. 15, das 6 as 9 horas e do meio dia ai 4 di
larde.
Vende-se na praca da Independencia livrarii
ni. 6 o 8 ai obras do (il Vicente correctas e emen-
dadas, pelo cuidado e diligencia de Brrelo Feio e
J. C Monteiro.
Vende-ie um palanquim em bom uso; na rus
do Queimado n 4.
Na fabrica de vinagre o espritus na ra da
Glorian. 50 vende-se vinagre a 20/rs. a quartola,
e a 640 n. a caada genebra a 800 rs. dila ago'hr
donte de aniz a 800 rs. dila dita do reino a 800 rs,
dila dita de Franca (cognac) a 1000 rs. dila espiri-
to de vinho de 36 graos a 1000 rs, dila; todos estes
artigoitio de superior qualidade.
Vende-se farelo r pelo mdico pre-
co de 4,sooo e 2s'56o rs. ; na ra da
Senzalla Vellta n. i38.
Coeiros de merino fino bordados de
retroz, de cores muilo bonitas, a 5'ooo
res cada hum, lencos broncos de cambraia
de linho muito finos e muito bem bor-
dados a isooo ris cada bum, Lieos lar-
gos e bonitos para roquetes de Padre a
2-sooo ris a vara ; na ra do Cabug, to-
jas de fazendas de Pereira & Gncdes.
Continuase a vender a agua de
fingir os cabellos e as suiras ; na i ua do
Queimado n 3i, e 33 : o metbodo de
applicar a agua ncompanba o vidros
Escravos Fgidos
No dia 20 do panado desappareceo um molcqua
cabra, crioulo, de idade 16 a 17 annos, temossig-
naes seguinles: rosto meio comprido, dentoi de cima
iguaes, e acangulados, melle o beico de baiio alguma
cousa para dentro, quando ri-ie ; tem urna falla, ou
cicatriz no meio da orulba direita, e os dedos das maos
calejados, da amacar pi : quern o pegar, leve-oso
largo do Livramento, n. 38, que ser bem recom-
pensado.
= No dia 2 do corrente desappareceo um eterno
crioulo do nome Cosme, com os sigmes seguinles: cor
fula olbos grandes nariz chato beicus giossos.e
com ludo nao be mal parecido reprsenla ter de ida-
de 19 a 20 annos ; levou camisa de algodo riscailo
de azul e calcas brancas; be acostumado a trabalbar
de enxada por tcr sido de um engenbo : quern o pe-
gar, leve ao hotel Pistor n. 3, no caes da l.ingocla.
= No dia 28 do passado fugio o preto Msnoel,
de estatura regular, rosto redondo rom alguma bar-
ba muito cacbaceiro e loz-se maluco quando falla;
levou calcas e camisa brancas: quern o pegar, leve a rui
da Soiedade n. 29, que ser gratificado.
IOOsOOO de gratificaro por rada um doi eteraw
do abaixo asugnado a quern ot aprehender
Em 19 de abril do correle anno fugio o preto
Antonio de nagio Rebolo, idadde30 annos, baiso, cor
bem prela, tem aiguma falta d cabello na cabeca. pro-
veniente de carregar peso, pernas alguma cousa arquea-
das e cabelludas, tem urna falta por baixo de urna orelha
que pareco tcr sido aparada, liarba a roda da bocea a
queixo, bom ladino; ha 4 mezes que andava ganhando
ua ra; era muito amigo de brigas do galos, e consta
que nogociava nelles e com outras cousas; levou vestido
calQsdoalgodo asul, cami/a do panno de rede de man-
gas curtas, chapeo do pallia velbo : pelas seis o moii
horas da tarde do da 24 do mesmo mez fugio o mole-
que Domingo, de naci Baca, idade do 14 annos, tecco
do corpo, estatura regular, cr pr-ta, beicos grossos, p^*
abortos para fra, bem ladino, levou ves'ido calca de al-
godo asul e camisa de algodaozmlio de mangas cur-
ial. Esto moieque foi da vuva do Pralita que leve
loja as Cinco l'ontas. t_)uem os pegar eve a ra da
Cadeia do Hccife, loja do ierragens deJoaquim Jo-
t da Cotia Leito.
PEHN.
NA TVP PE M. F
DEFAMA l8q6.
ILFGIVFI
t


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