Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00825


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Full Text
iiinn de 1845.
Sexta fcira 4
O'VIARIO publca-sc lodos os das que
ho'forem de guarda: o pieco da assigna-
luralie dcl/rs. por quarlel pagos ailianlatloi.
)s annuncios dos assignantcs sao inseridos
i raio de 20 i'is por linha, 40 rs. em typo
lifl'crcnte, c as repelices pela incladc.
Js que nao forcui assignantcs pago 80 rs.
>or liaha, e 100 cm typo diit'crcnte.
PHASES DA LA NO MEZ DE JUI.HO.
'l ua nova a 4 as 2 h. c 10 min. da larde.
Ircsccutd a 12 aos 3 minutos da tarde.
J.ua cheia a 19 as 3hor. e 43 mili, da inau.
Mingoanle a 6 a 1 hor. da iniuhua.
PARTIDAS DOS COMIMOS.
Goianna Parahyba, c Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serinbaeni, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Mace} no 1 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns c bonito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 c 28.
Victoria Quintas feiras.
01 inda lodos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Priincira as 3 li. e 30 min. da tarde
flogwndt as 4 b. e 54 minutos da inanhaa.
de Julho.
Ann XXI N. 145.
DAS DA SEMANA.
de I)'
30 Segunda S. Marcal, and. do J.
da 2. v., e do J. M. da S. V.
1 Terca ri. Tbeodorlco. and. do J. de D
dal.v, edn J. dos Feilos.
2 Guiarla S. Ollon, aud. do J. de D. da
.'(. vara.
3 Quinta S. Jacinllio, aud. do Jui/. de
D. da 2. vara, c do J. M. da I. e 2. v.
4 Sexta S. Isabel, aud. do J de 1). da 1.
v. do civel. e dos J. dos Feilos.
> Sabbado S. Alhanaiio, aud. do J. de
D. da 2. vara,
(i Domingo S. Iiaias.
CAMBIOS NO DA 3 DE JUI.HO.
Cambio sobre Londres.....25 '/a-
Parla 372 ris por franco.
Lisboa 190 por 1"" '< I" '''"'
Deec. de le. de boas lirmas 1I '/. J '/.JJ-Ife
Ow^-Oncasheipaiiliolas 3tt00 a dl/800
Mu.-da de (ifriOO vcl. L^WW a 800
de liiOO iiov. ITTiOO a Vflm
>. de !#l>00 .
Prnta Patacdca ....
Pesos Coluinnares .
Ditos Mexicanos .
Moedas de 2 patae.
'.T><>0 a 0^700
ItfMil a I #!<)
|960 a I*!i80
1#>I30 a 1/960
1/280 a 1/301)
Acrfles da C. do Bcberibc de 50/000 ao par
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
O RELOGIO HA CAMAHA DOS IIF.PUTADOS
({Correspondencia reservada. Correio da corle.)
Amigo Sen t india Leo no o Saldanha un diteurao,
proferido no aeuailo pelo Vasconoellos ( fera do Anal,
como o chemin a pombinhat san fel), coofeio-lhe
que nao golci, embra din Ollc meii juiti c.iia nu loo
desagrado de roc, que todo (lizcn cr aliua daquelle
corno, e corno daquclla alma. Que o lioinem n si mea-
nio ic alciinhaeuvelho Saquaremapaisc; direi inca
nio quegosiei; porm alnunhar jo noaao eximio, valen -
te c sabio miniatro da guerranovo Scipido, anjea
cal-o oom baixa de deputadn, o com o encargo de ir res
taurar a* ruinas do forle do Principe em Mato-Gmsso,
so nem por brinco potio tolerar. S.iiba o velho Saqua-
reina que o ministro da guerra (Jeronymo dos aniet
he un verdadeiro Scipiio na inilitiwica, na poltica, as
Ruanco*, na diplomacia, etc., etc., cto c por curio, ae
o velho Saquarema uto perdeo o juiu, nio deixaria de
aproreitar os talento) dosto portento aqu menino neata
cata; ialo lie, se o til velho grimparan ministerioquod
lieus averia! para demauc das patriticas, presente* e
futura* minuriai tiirbulentiis Entin porquo havia de
decretar a baixa de drpuludo ao noaao Jerniiymn, o re-
mllelo para os confina de Mato Grosao ? Pelo contra-
rio, o que convinha ao velho Saquarema era ter eale
Coelho aqui debaixo doa olluia, dar Ihc commiaa&o de
marinba o guerra, o diier Me, como o Anjo dna vingan-
c::is celestea diss" ao JudeoErrante : Marcha I E o no
vo Scipiio, obedecendo lei da inercia, marchara para
diante, oom lodo o ardor de que tem dado lana pro-
vas, j nos governos paasadoa, j no actual. Eu, meu
enmarada, suu imparciul, lomci por divaa oa aeguintoa
veraoa inglctea, que nio uniendo bem, mas quo o Anto-
nio Carlos ou o Paula Soma poderid explicar com o dic-
cionario vista
...........tho Iruly brave
YVill valoura actions priio
Respect a grcat and noble ruind,
Albeit in enemies.
Se vec ou o velho Saqunrema aqui estiveaiein boje,
io convrnceriio certamente do grando prealimo dote
Jeronymo : fullou inaia de duas hora), e conaervou sem-
i re om diier florido e tciitcneioao; al conlou que o
Carlos V, depois de gotar das grandcia* humanas, inot
li'o-ao donato cm mu convento, e deo cm fater relogiua !
Cantease, ao Sentinella, confeaao que he eate o dcrratlei-
ro extorco da humana iutelligencia. le preciso saber, e
saber niiilo, para diter cousinliai lio bonita*.... Diz me
n Saldando quo o Cimillo pretende oproveitar cala his-
inrin do Cario* V para o primeiro ciitrcmei que eom-
jiuier.
O ministro da guerra principien declarando que o
ministeriu nao tinha bandeira nem programrna; e he
vcrdnde : o minislerio nlolciu nada dessiisfriulcira* que,
quando milito, servem para iiicotuuiodar no presento e
no futuro. Como porm o novo Scipiio be pasleleiro pa-
ra todos oa paladnri s, 'alteinln bem para eslaa cousasj
nao qoiz dcixar de bastear a toa bandeirola, c f.ucr o
teu progranima, quo he eurlinho, na* de bmn guato e
milito significativofes, non verba. Uto chama-ac
divisa milita ter al. Reparo bem para essa* palavraa, meu
amigo ; tome lhea o peso, ediga-mc se nao est tu-
llo expliondo. Quando o Paulo Barboaa canca-ae, a-
mufiia ac para convencer oa ministros quo devem an
lea ir deste quo daqnellomudo, os minislrnareaponilein
lito : Res, non verba ; que he o nieamo que cu j Ihc
i distepalavras noadubo sopas: quando o ministe-
rio pede inaiorinqur vote nertos fundos, que o habili
le com o arbitrio fulminante, a maioria responde Ihe
com n divisa miuialerial Res, non verba nao ho com
palavraa que se viro!Alii tem ludo coi pratos limpos :
o llollanda Icio raiio na historia das maiorias artifici-
aes; a nio Ihe perdc que nio di tsetse o mesiuo res
pello do ministerio.
Um copadocio traduiio a divisa cm fiespnnhol, o a
ehei-lhe algum pico, e toda a exactidio: Res, non ver-
ba, quer diier, leutiiu por leutiui
CAROLINA NA SICILIA. (*)
In sanguine fwdui
DIVISA DA OIIIIEM DE S. jam amo.
SEGUNDA PARTE.
Continuando do Capitulo XXVI.
Na manilla do mesmo dia decisivo, ainda Fabio eslava
as anas eternas irresolucca; quauto uiaia ae oproxima-
va o critico momento, uiaiur era a sua perplcxidade.
Tio absorto eslava em anas deliberacoea intimas, que
nao linliu ouvidii bater aporta. Una dcacunhecido se
ijireaeuiou aconip.inhado do carcerciro, que destn vez
su nao mostrara de lio fcil compoaiclo como docoatu-
ine i a cara deale novo visitante nao he acareara a* aini-
palhia), e ello havia cedido s f'orca do soberano ar-
gumento. O desconhecido penctrava no quarto de Fa-
bio, como Jpiter na cmara de Danac, cm nina chuva
d'uuro,
Capillo, diaae Caalron ao entrar, poia que era el-
le, trago-lhe noticias do Boncevino venlio dizcr-Ihe da
f)
Vido Diario a.' 144.
ite
Venga la pUtn que somos mortales.
O tal progamma de ordem j est borolento; nem mes
mu a palavra lem aignificacao, agora que o imperi i es-
l em paz He venlade que Permmbuco vai caminhan
do a patitos largo* para a barbandade; mata-to all gonl
enm a facilidade com quo se bebe um oopo d'agoa; nat
Alagat campea Vicente do Paula; no Ccar esta aleada
a jualiea do bacamarlo o da faca do pona; em todat ni
provincias, o al meimo no municipio neutro, n'osla
Washington da Unilo Braaileira, nio ha segurnnea in-
dividual; mas iiinguem podo d.uvidarquo oa Biaaileiros
gozioda maia dourada tranquillidade: basta dixer so
que, emhavondo polica e applicaclo escrupulosa das
leit, fica tudnem termot. D'aqni vem quo a poltica da
quadra nao pode ser outra que nio teja a da Hercio :
islo lamboin heideclaraban do Jcron; rao. Pensar voce
que inercia lie ausencia de movimwnto, quo ho o stalu
quo, como ditcm ottabiot, ou, era pliraae raaleira, que
he urna cuuta aatim a modo do Erneatu; pois, meu ca
uiaradinha do urna figa, ctt muilo enganado; porquo
inercia he-movimenlo regrado: ttn he cxplicaclo do
momo ctiju Jeronymo (Olhc que lia que aprender net
le diacurao do novo Scipiao; diga ao vellio Saquarema
quo o lea o medito, qiie nlu porder o teu lempo.)
O povo ctt canvado do luclar, dii o Scipiio; lie
neccasario dar Iho repnuao, o por lauto a poltica d
quadra, a poltica unica queao podo actualmente aeguir
ho a da inercia Diga-mo voc, j vio couainha ais
ctpertiiilia que este Jeronymo ? A maioria eslava a prin-
cipio assini a modo de ataarapautada; o Jeronymo per
neben o, e fo diiendo quo, segundo a oonaliliiieiu, o
governo podo viver aem maioria 1 Islu foi um remoque
ana taes Sra. da maioria, quo entenderlo o veno, o f-
rlo dando apoiados ao ministro da guerra : veja voce,
meo Senlinella, g um desalmado eorao esto Coelho be
homcm a quem faci muasa os arrufo* da maioria. A
coiladinlia anda nlu esl om calado de sabir i ra, nao
tem remedio senao ir soffreudo esto purgatorio, o espo-
ra r que obegue o sen S. Martinho.. Quando ouvi a
(al coma da desnecettidade da maioria para a vida do
governo representativo, deo rae urna pancada lio forte
ci dentro, quo peosei que so rao havia ctcangalhado a
tripa; e cstava bem aviado : relogio sem corda lie o mes
mo que gnvenio sem maioria no ysloma representativo
O Jeronymo Hiende quo lie cousa nouliuma falla do
maioria; c en o, como oatou pela antiga, penao o oon-
Irario. Este* ministrnl eitio fuzendo urna nova theoria
de governo parlamentar, ej Vio'pondo cm pratena
parle em que assenlirlo. Ora vjala:---
I. Diter que o povo nio devo pagar imposto, seo
governo nio for autorisado oniiualmenle para oohral-os
ho ser demcrata
II. Isto de orcaruonto todos os anuos be una peta :
nos principio* do governo representativo havia oata no-
cetiidade, mas agora nio lia.
III. U ni governo representativo qualquer pudo muilo
bem ir vivendo notle inundo tem tur maioria uo par i
ment.
IV. As democracias sao ua nicos governos das mala-
rias.
0 Scipiio da Santa Calbarina etlranboii maioria que
lamben concorretso com a opposicio na aecusocio da
inercia feta ao minislerio. Como j diste, os humen*
eslo na inercia do movimento, nio querem u raovimeii
lo desordenado dusSaquaremas.ncm 0 dos Sanias Lmias,
eatlo no meio termo, o he por isso que nao leni o|irc-
teiitailc prnposius para n reforma de algumas luis, que os
santinhas diiiio que crio auli-conititiicionae*.
Esl ludo do ouarenlena .' Os Sanclas-Luziai, e os
Saquarema* devem esperar, fura do governo, lora ala
da influencia parlamontar, quo o ministros pasiem
estes annos de inercia, e depois ver-se-ba o que ae de-
ve laier: e bico ralado. O .'aquaremas queiiio-so
dedemitioes, de inveraaogeral pois ludo isto he na-
da, isso ho moduracao ministerial; o ministerio tem
ido ksci.ndalosissimambntk mode-
rado naidemiasdesll..... OsSanclas-Luiias apoiaro
muilo o dito Jeronymo; ma vejio bom em que se
tnellro : o governo nao quer nada com ellei, nem
om o Saquaromas; e eate pdem diier aquellos :
Uodi* mili, eras libi I O minislerio as veiea lea
parte do acu fiel Pipo, que o burrico do jardineiro Mimo
he unirlo, c que ello pede oulro para ir ao mercado.
Falla-lhe nduclla, tem duvida, murmurou o car-
cerciro rolirando-o. Ora cu nio tinha ratlo alguiua de
desconfiar dille.
Fabio nio pode dcixar de rir-sc de lio grotesca entra-
da ciu scena, que pelo menos tinha o mrito da origina-
lidade. Reconhecrlo-e reciprocainonto; haviio-so vis-
to em oulro lempo aburilo do Trtaro, enio tinhio goa-
lado um do oulro, no egundo encontr ainda menos.
O meu prembulo, ditse Caalron, o ferir, he na-
tural; mas en fallava para o carcereiro, quo cabio no
logro, npezar do *eu ofllcio. Agora que eslamo* *s,
dir-lhe-hei que venho da parle darainha.
Du rainha! exclaiaou Fabio com mal ditfarcado
praicr.
__ Meu capillo, proteguio Caslron, dando-se ares
d'imporlancia, -S. mageslade me enva cxpresaaincutu
ditcr-lhc, que se inleressa pela sua orle, o trata do *eu
livramento ainda que duenlo em Caitelve'.ranu.
Espero quo a molestia nio seja grave.
Aflirmlo os mdicos quceni oito dia S. mngesta-
de ser restituida ao amor de scus vassallot.
Tal astucia inottravu rosto, lliot, fallas de Caslron,
lanta affeclaeio e fingimenlo, quo urna nuvera de des-
confionca pussou pela mente de Fabio. Se foaae uincs-
piao ? diste elle com ligo. Como Caslron da *ua parte,
peloa motivos que ha vemos referido, eslava longe de nu-
trir & respeito do Fabio benvola* ditposic.de*, cou-
versacio nio era fcil; urna barreira de gelo havia enlrc
franquozas muito francas: esta aecusacao do escnda-
lo, quo a si mesmo faz, he urna prova.
Muilo mais disse o afollo ministro da guerra ; mas
soria om nunca acabar se eu quiesse dar uma idea, In
da qsj* resumidissima, de lodo o discurso scipionico;
contente-se voce com o quo vai cscripto, que lie do
eiordio ; o mais leia-no Jornal do Commercw. En-
tendamo-nos, a historia de Carlos V. bo da peroraco :
bem vfi, que o novo Scipiio devera guardar para o fim
essa bomba Paixhans.
Depois de Jeronymo. fallou o SoOIl Hamos, quo
esteva tnordento do mais. Desfiou a vida poltica dos
Sanctas-Luiias, petenteou suas tendencias absurdas, e
anti-sociaus; finalmente foi um lyranno com os ho-
mens da patria e da libsrdade Enquanto fallava o
Sou/a Ramos, borravio os Sanctas-Luiias como a legiio
de demonios, quo Jems Cbristo mandou fossem habi-
tar o corpo immundo dos corpos. He que o Souia Ha-
mos dizia muitas verdades. O Saldanha eslava sal-
tando do contento, e depois disse-mo, que esto anno
inda se nio fizera aqui um discurso quo lanto Ihe en-
chesse as medidas; cconcluio: aquillo he quo he (al-
iar claro, meu Rologio!... Emquanto o ministro
da guerra fallava, o Saldanha eslava diiendo : Ah
Piabal I'tabal Entender voce o que isto quer
dizer? Eu nio soi a quo passo da vida do Scipiaosc
relerio o honradsimo vlho.
Sala daa aessOea, 21 de mao de 184o.
O Reluci da Casa.
^fc v/nm*<*AviKa',w'^-a' tm -'i n i n
PERNAMBUCO.
SYNOPSE DOS AI'linADO* TnAUALllOS DA VICE-PHK1UE,\CIA
ni:'i a rnoviNcu.
J?i,i 30.
379 a 3S3.0 acto. Reforma doa cummandanle do
1 o 2. batalhes da guarda nacional de Goianna,F. de
Albnqucrquo M. Cavalcanli, e Jnao de Si c Albuqiicr-
que M. Gadcllianoineaco do llcnriquo Lnit da Cunha
Mello c Manool Silvestre do Araujo para os sub-tilurem
parlicipace*
,184.Parlicipaclo de ae haver eoncedido reforma ao
ajiidanle do quarto balalhlo da (,'iiarda nacional dealo
municipio.
38aA cerca da chave do cofre du pagodoria militar,
38G e 387.Communicace da miidau(a daa revi.las
do nioatra para o dia 2, por ler a pagadura de faicr con-
ferencia do cofres no dia 1
388A cerco de uma canoa que so vollou com vinle
cunhcles, quo iio do laboratorio para o arsenal de
guerra.
389.A cerca do exnmc da caita do corpo do polica,
e auas indeiniiisaces.
39U -Decido que o promotor de Uoianna nio pode
exerecr o lugar do vereador.
391.A cerca do reconhecimentu o potte dot oflici
ae* notamente nomeados jiara a guarda nacioual de*lc
municipio.
392Sobre logares vagos dos vapores.
393. Manda orgonisar as oundices de arremataoao
da* oliraa que fallan Jionte du Cuxtnga
394. Aeompanha a remeata de familia par a Para-
biba.
39jCoinmiinitaclO de aebavcr deferido ao parli-
cular, que ollerecra pelo ditimo dot cicot a base da
arreinatacio,
390.Approva a arrcmala^n do 1* lauco da estrada
do Norte por D:91a,030 rs.
397.Autnria o arsenal de guerra a comprar diver-
so* objectos.
398 is aojui municipal de Iguarassii o modo de
so ubsliluir na fulla do* primeiro lupplenlc.
399. Remeaal delciprovinciaea ihetouraria.
CAUARA MUNICIPAL.
SBSSA5 ontlINAIllA DE 7 DE JANEIRO DK 18V5.
'residenciado Sr. Souza Teixeira.
. Reuniro-sc os Sri. Cintra rtlanoel. Mello Cavalcan-
li, Carneiro Monteiio, e Barros; faltando com causa
mmm^a^m^mmmumm^amaBMHmcamaimsmBsmmmm^msms
elle. Caalron procurava aggravar, cun palavra a
circuiuslancia* do prcio o slu por duas ra*6es: primei-
ro para o asauslar e ter elle o cruel praier de sua* n-
quietaces; depuis para se faier valer ampliando os pe-
rigos que promuitia conjurar, como o uirurgiio exagera
as dilliculdades de uma operocio a fin do iba pagaren
mais caro.
O teu negocio est muilo mo, Ihc diiia elle, mas
nos o arranjarcnius, nao se atierre muilo.
__ l'.u nio rao atierro, respondeo b'ubio friaiiienle.
Cont coro a justica, que me ustitle, e aguardo o resulta-
do qualquer que elle seja.
Nio o aguardar por muilo lempo,
Tanto melhur, porque comelo a fatigar-mc at
delnngaa que te tem posto, nio tei por que, no procesan
cm que cstou implicado. Ate boje nem me riicrio um
t interrogatorio. Bem tei que na Sicilia todo *c fai va-
garosamente, principalmente a juttica, ma* em fin ludo
:s;n um termo, e o coiicclho de guerra deveria ha muilo
lempo estar constituido.
Fu vou ditcr-lhc por que o nio esia, e uisto cuino
em nutra qualquer enma crea que-estou muilo bein in-
formado. \ ni. ignoia tem duvida que te coniineltcu u:n
atsaitiuatu oiu Spagnolai* Poia aaiba-o. Do ofiieiaet
inglese* torio aisassinadot, du* quae* um 0 morreo ; u
oulro o major Dudley, cicapou por milagre; ora como
este ineamo Dudley deve, lambein nio *ei porque; fater
parte do coiicclho deguerra, capera-ae para o constituir,
que elle esluja em estado de ah lomar asiento. Eis-aqui
a causa da demora que o admira.
os mais Srs. : aborta a sessao foi lida, e approvada a
acti da anlecodento. O Sr. presidente, lindo dado
posse aos Srs. veroadores novamenle elcitos, depois do
teram prestado o juramento do eslylo, passou o Sr. Ro-
go o Albuquerque a tomar a presidencia, e a dirigir os
trabalhos. O secretario, lendo o expediente, fe/ mencSo
dosseguintes oflicios :
Um do Exm. presidente da provincia, exigindo, quo
a cmara Iho remettesso uma copia authenlica da acta
da apuracao gcral dos votos para os diputados i as-
sembla geral legislativa, a fim de ser enviada ao go-
verno imperial, por um navio, quo tinha de seguir a-
manhaa para a corte Inloirada, por Uso quejase
havia satisfoilo esla exigencia.
utro do mesmo Exm. presidente, participando, que
havia autorisado o engenheiro om chele para mandar
oxtrahir dos arreciles a podra necessaria para oempo-
dratnenlo do pateo de palacio Bcsolveo acamara,
queso ponderasse a S. Exc que esta ordem ia de en-
contr ao art. 3. das posturas addicionaes de 1 3 de
maio do anno p. p., e que assim houvesse S. Exc. do re-
vogal-a. .
Oulro do mesmo Exm presidente, oxtgmdo, que es-
la cmara Ihe inlormasse, quacs as cmaras municipaes,
que al o dia, que pela picsilcncia fOra marcado para
a Bpuracao geral dos votos para deputados geraes o pro-
vinciaes, deixrio de rcmetter as authenlicas dos res-
pectivos collegios, para que por osta falla sejo ollas
multadas na forma da lei. lnteirada, por j soler
cumprido.
Outro do mesmo Exm. presidento da provincia, com-
municando ter sido recebido oofficiodesta cmara, do
l7dedeernbro p. p., cobrindu uma copia da ultima o
geral apuracio da elcicio, a que se procedeo para o
memhros da assombla legislativa provincial. ln-
teirada.
Outro do mesnio Exm. presidento da provincia, ext-
gindo, que so devolvessem as authenlicas dos collegios do
Cabo, Cimbres e Bonito, quo em consecuencia da 10-
quisicio desta cmara fflrio-lhe remellidas com ofllcio
da presidencia do 29 de novombro ultimo. lnteirada,
por ter sido satiseito.
Outro do Exm. presidente da provincia, eommuni-
cando, queS. M. O Imperador bouvo por bem resol-
ver, conforme Iho loi participado pelo imperial aviso de
9 de dexembro do anno lindo, que as disposiedes do al-
var. do 15 de novembro de 1633, quo prohibe, que oa
mdicos e cirurgies sejio boticarios, nio frio dero-
gadas polo arl. 179 S 21 da constituicao, no qua I so
garanti em goneralidade a liberdada do trabalbo e in-
dustria, que so nao oppoier aos costuuies pblicos, i
seguranca osadedos cidadis ; cumprindo, quo asta
cmara, por suas posturas, cstabeloia sobre este objecto^
as providencias, que julgar precisas, com attencio at
circumslancias peculiares deste municipio Adiado,
Oulro do vereador Costa Rlonlciro, pedindo escusa
do cargo de vereador, visto ter a seu favor o art. 18 da
lei do I." do ouluhro, que serve do regiment as cma-
ras municipaes. A cmara re.olvco, quo Ihe fosse
dada a escusa, e queseconvidasso o suppbnte para to-
mar posse, o prestar o dovido juramento.
Oulro do cngenboifo cm cholo, participando, que, em
conformidado das ordens do Exm. prosidente da pro-
vincia, p8ssava a mandar extrahir parte da pedre precisa
para as calendas do empedramento, que se ha de faier
no largo do palacio do governo, nos arrecifes do porto
do lado interior ao Norte da Barreta-dai-Jangadas.eque
o encarrogado da extraco era Chrislovio Pratto.ln-
teirada. _____
Tomaran posse, e prestarlo juramento diderentea
juizes de paz o supplentes de varios districtoi daa fre-
guezias desle municipio, como consta dos respectivo*
termos lanzados no livro competente.
E | or ter dado a hora levantou-se a aessio: e para
constar mandou a cmara fazer a presente acta, em que
assignju. E eu Fulgencio Infante de albuquerque a
iiit ana ii* ii i ii ii airiii--*mirf-= ~
E estar cm hreve curado caso major Dudley ? per
guntuu Fabio cun modu indiflercntc.
Conduxirio-o lmntemdc Marsalla para Trapatii,* fim
de aqu entrar na* funece de jui. Quanto a etle, con-
tinuo!! Caalron com malvada *atafacao, j Vin. abe do
que cor be o cn voto ; lio verinclho. Cont, meu charo
Sr. cipiiio, que pagara pelo a**a*inio da Spanola. To-
dava esleja tranquillo, aqui estamos para o por a salvo,
Fu ainda nio sci bem como isto te far; mas basta que
cu o queira, para quo se faca, c eu o quero, ajuntou elle
eom ar tbeatral.
O caso he que elle eslava bcra embarazado, sem saber
como baver-sc pra dcicmpenhar a missio de qua a rai-
nha o havia encarregado. Mus ella eslava duserapenhada
sem elle o saber; elle acabava de salvar Fabio em o
pensar.
Cora efleito, revelara elle umpergo, cm que Fabio
alo havia bem pensado; cera quo elle poda *cr reco-
nhecido pelo matador da Spagnola, e aindo que preso
pelo ducllo, ser condenmado pela mortc. Eslo perigo j
nao era uma possibilidade, poreui aira urna certeta, lo-
go quo o major Dudley era um dosjuixes. E oomo nio
reconheceria Dudley primeira vista dolhos o homcm
que o havia feridu? Esla peripecia inesperada iugular-
nicnte compliciiva a situarlo de Fobio. Era claro, que
quando nio teduvidava cunverler um duello em ostau-
n.ito, oom muito raait f.:a core e apre*entaria um
oombate, que nio livera outia lesterounhas a fora o*
proprioa combatentea e uma camponeta, a cuja palavra
te nao dara fe, Era ah que a innocencia tomara a roa-



L..... .. .........
Mello, secretario a cscrovi. llego e Albuquerque, pre-
sidente. Mtllo Car 'Icanti Cintra. Burros.
Carntiro Vonteiro. llr. Ntry da Fontca
/lendiment emendado na mesa de rindas internas pro-
vinciaes dtlla cidade, no mes de junho proa imo /indo
Dcima doa predios urbanos 21:697,673
Sello de berrocal o logado. 600,064
Metaliza doiewravos 1:364,680
Ksoravos expoliados 128,000
Passaportea de polica 11,400
Novos e vcllios direitos dos empreges pro-
vnome. 1:346 000
I. p stodeoliria 12.800
Dito de serrara 25,600
.Matricula das aulas de laliin 30.000
Juros da divida activa 63,803
Multas de 3 pe. 7,568
25:485,518
Recife, I.'de julbo de 1845. O escrivao o admi-
nistrador, l.uii Francisco de Mello C avalcanti.
CORRBIO.
r.OHMPONDKM:lA DA CIIIAIIE E PROVINCIA.
Muito avanradt: vai a velhacaiia por este inundo de
Cbristo, o se as cousas inais sagradas, mais respoita-
veia, ella tem mellidoo dedo, nao admira quo o faca
1.1 quillo que nlo lie da mais apurada delicadeza, lo-
do o mundo tem visto por aqui lulliotes de unas loto-
ras que se faiem la pela Allenianha e Hussia, com
quanto ninguom saiba que lin lovao esses palacios en-
cantados, csses emprestiu.os garantidos pilo Autcrata.
cVc.,i\c.; mas, o que me parece quo pouca gente sabe,
e por isso o quero contar, para quo fquem sabendo,
be que ba velbacos que commercio sobre essas pri-
meiras velbacarias, fingindo loteras que nunca existi-
rao, dasquaes fantsticas loteras remetteni para a to-
da a parte billittes muito bonitos, planos, &C com a
compet nto coirespondoncia. Um desle diasmoslr-
rao me alguns destes billietes delicadamente impres
sos c un leltns prateadas, que uns taes Sis. de Portugal
que so assignao liarreto e Companhia. ronicllOrao cm
carta litograpliada a un patricio nos-o, o qtial ainda
assim nao so deixou illudir, por quanto cscreveo para
Lisboa a um seu correspondente, a por eliesoubo quo
ludo isso nao passava do uina tratada. Portento olho vi
vo com ossas loteras que ninguem sabe como sao arran-
jadas ; o jogo lie scmpie .....u sol qualquor furnia que
so elle aprsenle, por muitas ra/oes, e urna dolas In-
dar lugar a muila velbacana.
Ap zar de todas as proniessas da polica paieira, hon-
(ein a noute foi assassinado com urna Tacada, de que
morreo ein pooeil huras, na ra do Camarao. no bairro
da Boa-vista, um rscravo do desombargador Rocha
Bastos. (Jucm fui que couiinetteo ocriino? NSosei, e
nema polica, creio eu Mas a verdade bo que nao
foi preso o criminoso, e be de cri-r que o nio seiii.
mjgasaas ~- soaaBraMnaB
Coiresponrleucia.
2
A proveito tambem a occasiao para dizer, queda mis
ina sorto he falsa urna oulra asserrao de um/Viaiio-
A'oeoj mais antigo, cm que com igual fim todisso,
que eu lora prvido por o Sr. b.rao da Roa-Vista ; e
admira na verdade, queessa gente, quo isso diz, londo
boje a seu disptr todos os documentos, que precisos se
Ibe facio, ande a menlr o a contradizer-so to sem
graca o vergonha.
Com a publicacSo destas lnhas muilotcr, que agr -
di coi-Ibes. Srs. Redactores, o seu. etc.
J.ourenco Avellmo de Albuquerque e Mello
Publieaco a pedid.).
Hoy ment do Porto.
Srt. Iltdacloret. Com quanto ea muito de propo-
sito tenba evitado a leilura desse infame papel, denomi-
nado Uiario-.Yovo, c ignore por isso o quo nelle contra
mini, ou iiiesmo contra qualquer possoa bouesta di/, a
coija praieira ; tive todava noticia, por me o dizer ni
gueiu, quo nesse pisquim do hmilcn, 2 do correle,
apparecoo urna correspondencia de um lequerenlo de
papis, na qual, com o nico lm de atenuar n proced -
ment inquo e criminoso, que, ilBrmao, rommigo vai
tor a vice-presidencia deinillindo nio do cargodeprofes-
sor publico e vitalicio de grai.imatica latina da IregUe-
zia de *i, Jos, se pe ein dunda a legaldade do meu
titulo, e se alliriiia (alsamentc, que cu lora outi "ora pr-
vido por inercc do Kxm. Sr. harn de Suassuna na ca
deira de latim do Rio Formo/o Nio be nicu intento,
com esta caria, responder a csso bola fugo da praia, e
nem lu pouco sustentar a validado dos meus provinicn-
tos ; por isso, que soiia perder lempo com quem o nao
merece, tanto mais, quanto, a venficar-se o acto de
minha. demissao lao sollcilada pelos lamelicos (/oyru
partido nacional auatiino, pretendo protestar eontra
elle, e dirigir a minha queixa a quem do direito fr,
contra o ceg instrumento de um club faccioso,que por
um acaso se acha boje empoleirado na gestao dos nego-
cios pblicos: n5o : eu nao quero senao desmintir esso
carrasco do minha quietar-ao.quandoaflirma, que eu fui
prvido graciosamente pelo Kxm, Sr. barao de Suassu-
na; poisqu.i, indo eua concurso em 1841, fui prvido
pelo mesmissimo Sr. Manoel de Souza, a quem boje so
pedo, o de quem se lia de obler inlallivelmente a minha
demisso, a qual sem sorpreza espero a todos instantes;
pois que estou convencido, do que a vico-presidencia
nao rceuara, como n5o tem recuado, perantc lei,ou con-
siderarlo alguma, urna vez que ella so opponha a exo-
curo dos caprichos e da vinganca dos scus cinco tml
amigos.
t -^w-j,,M*MtJ=<'J'".<- 'm'*>*M, <". nova
lllmt. Srt. do cor/o do commercio : Os abaixo
assignados, oceupados no acondicionamento dastai-
xas d'assucar, que seimpurlSo o exportSo n'esla cida-
oe, conbecidos geralmenle pela denominacao de ca-
scavois, prejudicados em extremo, com a alteraco,
qne ltimamente se Ibes faz nos precos em que sem-
prc lrao estipulados aquellos seus trobalhos, veem sol-
licitar desle respeitavel corpo repararan de 15o grate
damno, pedindo antis dissoque os att. nda.
A oceupaco dos abaixo assignados be pregar as cai-
xas d'assucar, que se abreincom o abalo do embarque,
o desembarque, para prevenir a perda do assucar. Os
cascavois nao so empregao seu trabalho para essa opera-
cao, mas oceupao dulcientes operarios, ocomprao
suacusta arcos do ferro o pregos, objeetos estes, que
veem a ser um capital, que ordinariamente orrn^inde
em valor a metade da quenlia, que se Ibes da por todo
0 seu traballio.
Ora, o preco, quo o commercio d aos cascaveis pelo
trabalho do utnacaxa, -lesde longuisiimo lempo he de
1 J}rs.; c com quanto todos os trabalhos tenho augmen-
tado, com o accressimo di populacao, e a mudanga
geral da sociedade ; todava o trabalho dos cascareis es-
tove scmpie estacionario : era de cerlo urna mi sorle
mas esperavfio tiles, quo o commercio se convencesse
por s, e Ibes fizosse juslica; mas, infelizmente, oque
se nao podia esperar, succedeo, em lugar do 1 f rs. .dar-
se Ibes 500 rs., quo importa o mesmo que nada pagar.
Os cascaveis apromplao as caixas, e espero pelo paga-
mento no acto do embarque dolas, oento vao rece-
hendo os pagamentos na razao das caixas, que se vio
exportando ; de sorte que soflrem demora no recebi-
menlo, e esso expediento deo lugar 'i perda, contra a
qual re laman.
Agora so tem introdu/ido ocostume de transportar
grande parte d'assucares em barricas, e outros voluines
pequeos; e por isso os comniercianles abrem as cai-
xas arqueadas e pregadas, o baldo o assucar para
abi ; c por urna tal medida nao cliega occasiao de se-
ren pagos, como nos annos de 1844 a 1845. de quasi
duas mil caixas porque as caixas se nao embarcao, e
entretanto la vai um capital de quasi dous contos de
ris perdidos : e para quem to grande perda ? I Para
pobres mercenarios carregados de familia, e sem oulro
apoio que scus trabalhos!
lia mais de cem pessoas oceupadas nesso Irahalbo ; e
dedicadas,desde a sua inlancia.a um tal genero do vida,
slao inhabilitadas para demandarem nova oceupacao,
que e-liu coilas a nao encontruriao fcilmente.
Os abaixo assignados nao pedem, que se Ibes pague
esse trabalbo e capital empregado oes quasi duas mil
caixus que de bom grado perdem ; mas iniplorio de.
commercio, quo atienda i su as posieOes, e as dos que
supplico, a miseria o que vilo ser redundas tantas pes-
soas, o familias; o que, por isso, aesla data em dian-
te so Ibes continu o pagamento de seus serviros como
lampreo foi a \ rs. porcada caixa com o quo se
farii tos abaixo assignados justira. Pedro Gon-
calieide S. Anna ; Coim l'edro Damido ; I-'idehs
Carntiro de S. l'aio Africano \ Jotii da Tnndade
A'acoi entrados no da O.
S. Mateus ; 12 dias, sumaca brasileira Comante A-
mizade, de 77 toneladas, meslro ezidcrio Jos liar-
reto, equipegem 8, carga farinha ; a ilaudino Agos-
tinbo de Barros.
Aracatv ; 1"> dias, biale brasileiro Nova Ohnda.de 8b
tone'ladas, mestre Antonio Jos Vianna. equipafim
9, carj;a sola, couros, e algodao ; Antonio Ro-
drigues Lima.
Angola ; 19 dias, brigue brasileiro liiumphodo Hra-
til, de 200 toneladas, capitao Nicolao Mara Paisa-
laque, equipagem 10, em lastro: a Gabriel Antonio.
A'avioi tahidot no mesmo dia.
Porto ; brguo portu, tonio Francisco dos Santos, carga assucar: paisa-
geiros, Jo8o Ignacio de Medeiros Reg, e Francis-
co Jos Velbo, Rrasileiros ; Manoel Feliciano do-
mes de Kigueiredo, e Antonio Fernandas Eiras,
Portugueses.
Aracaty; patacho Rraiileiro Laurenlina. capitao A o
Ionio Germano das Neve, carga lazenda, go'arden-
to e mais gneros: passageros Brasileiros, Joaquim
Lopes Raymundo Rilhiao. Jos Alexandre da Silva,
Jos dos 1'razerei da Conceisao, Paulo, crioulo,
Estov3o Manoel da Porciuncula. padre Francisco de
Paula Moura, Joaquim Jos de Soura, padre Jos
Jacinlho Bererra Borgesde Menezes, e una escrara,
Franciicode Paula Pires e Ramos.
Par ; patacho hamburgus Christine, eupitSo H. C.
Foggeobrock, carga a mesma que trouxe de Ham
burgo.
Editaes.
pngein do criine ; D0 era mais una deporlaeo quo Fa-
lli linha ante ua llio, ero ocndafaUo, no qual terin de
montar nao como martj r, maa Sin como asiaasino. lula
perapeetira exoiiou-llic nma nova urdem de ideiaa,
modificou a iuaa reaolue/iea, ou antes Bxou-ai.
Qnia o acato que Castrona ao retirar-ae eneontraaae
na aperlada escada qoc mbla paro o-quartu do preso, a
r.rraiio a Rafaella qo para la ae dirigi&o.
__ Uma mulher! dic ello. Ser teroeira intriga, ou
i fufara? Tenlio bem untada de me cenirlcar.
Fez urna tentativa para tornar a entrar; purera pardee
o icu lempo, porque a porta eetava fechada, a n ana voi
nio foi onvid.i. Vendo-ae logrado yoltou-separa oear-
cereiro. que foi modo, c por muito forte rasio; jiois
que de Rafaella conhecia a maula.
__ Sampre lio born dase o agente de Carolina, aliiu-
do da eadeia, saber destas cousas, de que as occasoe
*c pode tirar partido.
He anegado o general Mac-rarlane, dme hrrante
ao enlrar, eo'concellio de guerra oonMOari ai su... fune-
cOes aiuanbSa. Fu vi o general cata luauliia.
__ Vos o onvis, Fobio, disse Rafaella sornudo, este
traidor tem inlelligcnciai com o iniraigo.......
Que por corlo nao o tem no remo da> orle, pma
Mac-Fnrlano a quem destino oa meua Macbabeoa, jurn
por S Jorge e pelo Tamisa que elle, .iodo Paulo Vero-
neso, c in'm pagar nese termos. Anda, gallo bretao,
v leu mlolloa esli na eruto.
Tu Tiste o general, perguntou rabio; e as ana
liiposirei.......
Grvala ', Joaquim l'ereira Pinto; Jost liibtiro do
Valle; Antoniu dos Santos Terrena ; Joaquim Po-
licarpo da Silva ; ylnlonio de Queiroz Ferrexra ;
Antonio fazilio da Cruz ; liento Soares de Aiagao ;
[lorencio Jos Barbosa; Jos do Carmo; Manos
Epifana do Nascimenlo ; Jos Ferreira; Jiernardmo
de Almeida Ferreira; fa/asi l'eieua Barros; Manoel
lioberlo da Paz ; Simo Dias de Olivtira ; F'ilippe
Antonio Pereira ; Francisco de Paula Souta ; Fian-
cisro Fe reir de Almeida ; Joto Francisco do .Vasci-
mento ; Joaquim Firmo do Paraizo; Patricio Jos
de .V Anna; Domingos Bernardino de Almeida.
CMWIE ilO.
lados Faquclle, om que Ibo fr participado pela theiou-
raria, que o contrato foi approvado pelo govorno di
provincia. .
Art. b." Se vencido o prazo de 15 das, depon que
lr approvado o contrato, o rendeiro se nao apresenlar
para tomar pose do jardim, presume-se que rescindi
e contrato, e pagar uma multa igual ao valor da ren-
da de um trimestre.
Art. 6.* O rendeiro ho obrigado a fazer os reparos do
que careco a casa da residencia, a sonzala, estribara,
pocos e cacimbas, a fonte d'agoa frrea, ocaraman-
chao, a escada e assenloi do mesmo, e os assentos que
Ibo ficao em Trente aos lados do caminho, queconduz
aspalineiras, bem como 4s laladas opilares. Em at-
len(8o a estes repsros e concertos, sobre ser mdica a
renda calculada, ser gratuito o 1." anno.
Art. 7." Se lindo o contrato, os reparos n3o liverem
sido feitos, pagar o rendeiro uma mulla igual ao va-
lor da renda de tres annos, o be rcsponsavel pelo dam-
no, que vier da demora dos resparos.
Art. 8. O rendeiro ho obrigido a abrir e conservar
abertase litnpasas valas, que cirtao o jardim em diver-
sas direcos, e a conservar as aores, e objectos cons-
tantes da relac.80 junta ; pagando pela infranao desti
disposicao a indemniagao, que fr liquidada.
Secretaria d tiieiouraria das rendas provinciaes da
Pernambuco, 28 d junho de 1815. O secretario ,
Luiz da Costa Portocarreiro.
e< laraces.
Alfandega.
Rendimcnto do dia 5..................6:345*216
DescarregaG hoje 4.
SumacaFeliz Auroraincrcadoiias.
BarcaIlenouncanos de ferro.
BrigueCicerocar vio.
SumacaFlrdo-Angelim fumo o lirio.
BrigueCesarmercaduras.
BrigueIndianodem.
Slo detesta veis recebeo donoite um crrelo de
C.istelvetraiio.
DeCaetelvetrano? pcrguniou labio oomemoeSo,
\caso a r.iinlu .......
Trala-se bein da rainlia! inleirompco Errante.
De que se trata antaoi
__ Paraca que malario ero Selinonu uma conipanhia
inliira de intanteriii inglea, com o tcu capitao cm pr-
moiro lujar.
Quem ?
Foi o que eu nio entend bem. Fnlla-ae de guar-
da-aoata*, de pirata, de salleadore, iiiao ludo Uto nao
be muito cloro, sendo-o alias que o lnglezes vatSo inor-
to ebemmortoa. O general et furioso, uomajor
udley que esl rom elle, e que tem pcilo a vinganca
da estucado deSpognola, ainda mais o exeita. Segundo
oque pude apanlior da sua conversaciu, n3o ao Irata
mais de duello, porem de nm grande exemplo que clui-
me rasan, ditiau ellos, a Sieilia c o Siciliano.
Inslenle! mormurouFabio.
Chaina-llies insolente quanto quieres, porin san
o mai fortes, cdrgrflc,adoi do vencido! Km nina pa-
tarra, o duello, a Spogaola, o torre de elinonte, vai-
ac la/er de ludo ilo urna aeeusacao norme, e l tu,
meu eliarissinio amigo, que has de pagar por lodo o
ilion.lo.
Sr. quer diicr que ello nao pagar, diise Ra-
faella. Porque eu epero que a ultima nuite toro dado
bom cuiuelliu, e que o copitao Fabio est prompto o
partir.
-.= O llltn.Sr. inspector da tbesouraria das rendas
provinciaes manda fazer publico, que, em conformida
de da ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia
desta data, ir nuvunente praca no dia 8 do corren-
te, para ser arrematado a quem mais der, o dizimo dos
cocos nos municipios abaixo doscriptos, sob as avalia-
ede seguintes :
Goianna e Rio-Formoso, 300 rs. cada um.
Iguarass c Sernhaem, 200* rs. cada um.
Boa-Vista, 100* r.
Os licitantes dever comparecer ao meiodia, nasa-
la dassosses da dita tbesouraria.
Secretaria da tbesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco 1." de julbo do 1815. Osecrelario ,
L uiz da Costa Portocaireiro.
= Nao lendo ooocorride licitantes a arrematado do
imposto de 20 por cenlo sobre a ago'ardente de con-
sumo, nos municipios abaixo declarados, o lllm. Sr.
inspector desta tbesouraria manda fazer publico, que
em virtude do officio do Exm Sr. vice-presidente da
provincia, datado hontem, ira novamente praca no dia
4 do correte Ihoje;, sob as seguintes bases :
Municipio do Recile...................9:100,000
deOlinda................... 500,000
Goianna................. 60,000
do Pao-do-AHio............. 00,000
deNazaretb................. 61,000
do Cabo.................... 30.000
deS. AnlSo................. 200.000
do Bonito.................. 30,000
deCimbres................. 29,000
Flores................... 30,000
da Boa-Vista................ 30,000
Os licitantes devero comparecer no dia indicado, ao
ineio da, na sala das sossoes da dita tbesouraria.
Secretaria da theiouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, 28 de junbj de 1845. O secretario ,
Luiz da Costa Porlocarrriro.
= O IHm. Sr. inspector da tliesoui aria das rendas
provinciaes manda fa/er publico, que ern virtude da
ordom do Exm. Sr. vice-presidente da provincia, de 27
docorrenle, ir novamente o prara, para ser arrema-
tado a quem mais der, no dia 4 do crrante (boje), o ar-
rendamento do jardim botnico do Olinda sob as no-
vas condiccs abaixo transcriptas: devendo o dito ar-
rendamento durar do dia da posse do rendeiro at 30 de
selembro do 1848.
Os ln ilanles compareci na sala das sessoes da tbe-
souraria no indicado dia, 4 de julbo luturo.ao meiodia,
devidamento habilitados.
conuicoes.
Arl. 1." O jardim botnico do Olinda be arrendado
pelo preco annual de 150,000 rs., pagos no fim de cada
trimestre, entrando o rendeiro para o cofre da theiou-
raria com tantas letlras, quanlos frem os trimestres, na
forma da lei.
Arl. 2." O rendeiro he obrigado a prestar llanca
idunea.
Art. 3. 0 arrendimcnto decorre do dia da posse do
rendeiro a 30 de sotembro de 1818.
Art. 4. O actual director do jardim dar posse dolle
ao rendeiro, no prazo improiogavel de tres dias, con-
.....i, uni 'jMMLJjjsmjpaimiaaaxajaB
ielaeao das petsoas para quem existem cartas, t mais
papcii retardados na administraeSo docorreioge-
ral da provincia de Pernambuco desde o 1.' de julko
de 1844, at o ultimo de junho de 1845.
Anna Baumann, Anna Barbosa de Mattos C. II ,Anni
Benedicta, Anna do Carmo Albuquerquee Silva, Anna
Lucia, Anna Joaquina Pereira e Silva, Anna Mana,
Anna Mana de Souza, Anna Perpetua Ferreira Verai,
Anua Rodrigues de Couto, Anna Rosa Angolica Maris,
Anna drfS Mara, Antonia de Albuquerque e Mello,
Aolnnia de Breltri, Antonia Francisca da Conceicao,
Antonia Mara dai Merrs e Albuquerque, Albano da
Fonieca, Albano Joi de Mello, Alcxandrino Pedro de
Souza. Alexandre Barbieri, Alexandre Jos Correia,
Alexandre Jos Julio Alves, Alexandre Jos Machado,
Alexandre Jos da Silva, Alexandre Marcos Pereira de
Moraes, Alexandre Pereira Campos, Alexandre Pinto
Barrote, Alexandre Schsonn, Augusto Antonio de Cou-
to, Augusto Carlos Muniz, Augusto Lins Pereira da
Cunba, Agostinbo Antonio Gomes, Agostinho Jos do
Faria, Agostinbo Jos Raposo, Agostinho Vieira Coe-
Iho, ssenso Goncalves Ferreira, Andr Francisco de
Miranda, Andr Goncalves, Andr Mandin, Albino
Jos Machado, Angelo de Barros Alegres. Angelo Cus-
todio, Angelo Henriquei da Silva, Angelo Jaointho
Soares, Padre Adriano Casimiro Pereira, Adriano
Duarto Malln, Aurelio da Cruz Barroso, Amaro Go-
mes dos Santos, Augusto de Vasconcellos Souza B.,
Americo de Andrade, Alfonso d Alinela e Albuquer-
que, Alonso Alfredo de Barbuda, Antonio Aires di
Costa 11., Antonio u'Araujo Ferreira Jacobina, Anto-
nio Alvos de Souza Araujo, Antonio Alves dos Santos,
Antonio Augusto da Fonsrca, Antonio Augusto da
Silva, Antonio d'Almeida Brando, Antonio de Al-
meida Vasconcellos, Antonio de Barros, Antonio Bor-
ges, Antonio Borges AlvesCabral, Antonio liotelhode
Aguiar, Antonio liotelho Ferreira, Antonio Botelbo,
Antonio Botelbo Pautinha, Antonio Bernardo de Ce-
rnes, Antonio Belmiro Pereira Antonio de Brito, An-
tonio Cabral, Antonio Cabral Rodrigues de Vasconcel-
los, Antonio Corni, Antonio Cardoso da Cunha, An-
tonio Cardoso da Luz, Antonio Coelho de S o Albu-
querque, Antonio Carneiro, Antonio Correia .Main,
Antonio Caetano, Antonio Caetano d'Almeida Ban-
deira, Antonio da Cmara, Antonio Cerquoira de Vas-
concellos, Antonio da Costa Caldas, Antonio da Costa
Guimarrs, Antonio da Costa I.einos, Antonio da Ces-
ta Martim, Antonio Diego Vaz Carneiro, Antonio Uias
de Araujo. Antonio Diaa Guimaraes.
= Pelo lyco desta cidade se faz publico, que, em
consequencia do que ordenou o Exm. Sr. presidente da
provincia, ir a concurso da data deste 40diasaca-
deira de primer as lettras para o sexo fominino na villa
de Iguarass. Ascandidatas, que referida cadeirase
qui/erem oppr, babilitcm-so nos termos da lei
Secretara do lyco. 5 de junho de 1845. No im-
pedimento do secretario, Hermenegildo Marcellino ds
Miranda.
Fica transferida a sessao ordinaria dos jurades
convocada para o dia 2 de julbo para o da 7 do incl-
ino mez as 9 horas.
= O arsenal de guerra compra azeite de carra pato,
dito de cuco e fo do algodao : quem taes gneros liver,
mande suas propostas em carta fechada directora do
mesmo arsenal. Directora do arsenal de guerra, l.'de
julbo de 1845.No impedimento do escripturario ,
Joo Iiicardo da Silva
Com effeilu, responden Fabio, sem explicar as cau-
tas ellicieiile da sua resolucao, rendo-me aos seu con-
sclhos, c rcsigiio-me retirado, coro Unto que, bem en-
tendido, ella aeja honrosa.
E o duvidais, quando sou eu quo vo-la-propo-
nlio?
Nio o duvido ; mas cm fim he preciso que mo re-
firi como e lia de cffeetnar isto.
__ Uto perleiicc-ilie, minha bella senhora, dase Er-
raiiicaRafodlIa; s Vai. pode concluir a convenio do
capilSo. Eu a deixu com elle. Tcnho de fallar ao conde
Allegroni, que me narooo hora, a reapeiie do notso ne-
gocio, e vou ter com ello ; em mono de uma hora aqui
criare! porapor-ma corpo colma ao servico da amiade
eila bcllcia.
Alera do encontr tratado, que ero verdadeiro, fcr-
raiintc eslimavanao ser teteraunha da lucia quo nio po-
da deixar de suscitor-o no momento decisivo entro o
jous..... Que nome Ibes dorci? Amontes? N3o Futu-
ros? Quem podio responder pelo futuro ?
_ Sr. cundo, disse o pintor A Allegroni, V. cxcellen-
cia passa por u:u boinem de consclho e eiecucSo; he o
quo aqui me traz.
__ Em quopossoeuservi-lo? .
_ Eis-aqui: V. excellcncia conbece o capitao fabio!'
__ Vi-o uoia ves; voio visitar o incu museo coro seu
padrinho, o bario Schiuiua.
Elle aoU preso.
Toda Trapaui o sabe.
Em breve o nSu estar mais.
Seria solt?
Nio, pnrm pretende achar-so ; e o calar ao me-
nos d'oqui a uma hura.
Por quem ? perguiilou o conde, talvcs no reulida-
de um pouco liuiiiilbodu de que oulro houveaao feilo
oquillo que elle houvcra querido foxer e uAo pudro.
He segredn.
Perdur! Ecspou-mc cala pcrgunla indiscrela.
Quebrar u ferro aoprrau he alguma cusa, ma
nao ludo; lie preciso nrcnltu-lo. Mae oiuiile ? Kia-oqui
o problema, e eu venlio perguntar-llie emequeraju-
dara reaolvc-lo.
Allegroni estove oigo ni lempo iem responder. Con-
sultara visivelmento cun sigo mesmo.
lima u pcrgunla, dase elle em fim, c esta he no-
cetaaria. Para onde cunto ir u capitao, quandu sabir da
pris.'io ?
Eu vinlia justamente perguntar a V. cxeellencia
para ondo deve elle ir?
Podereis fnie-lo sabir da cidade sem perign?
Respondo por elle al a ultima punte levadico cv-
vluaivoniente.
Nao quera aber moia. Digao-lho que v direr-
taroi'iile ao pe do monte Sun-Julin, que ohi ocluir o eu
cavallo, sellado c prompto por tros do igrejn da mad<>iia ;
logo que elle la cliegue, se exceular poiietiialmeiiie o
que Un- diaacreni, eal salvo,
O conde calou-se. Errante nada maU pcaguntou e deo-
o prcaa a levar eala boa noticia quem ella iiitercssava
mais do que a elle.


Comulado dePoitugal em Pernambuco.
A chancellara do consulado mudou-se para a casa da
ru. da Cruz, n.7. segundo andar, e esta aborta todo
osd.asuteis, desde as 8 horas da manhaa ate as A da
tarde.
Agencia da companhia biasileira depaquetes
de vapor.
Esta agencia transierio-sc para a casa da ra da Crur,
i 7. segundo andar.
' O arsenal de guerra compra para o hospital ro-
Jlmental os gneros wguintci: una ca.xa com 6 escal-
plos urna dita com 3 algalias di prata raduadas ,
La dita com utn eselarificador e sois ventosas, uma
dita com 3 trocates graduados para hydrocelles urna
eringa elstica para njeccaodo hydrocelles um. cai-
,. com ferros de extrahir denles contendo duas cha-
ves urna grande o outra pequea um tcnaclo, duas
nioc'as graduadas a mess, l2agulhas curvas gradua-
das umbisturildebutao. uma aSulha pira opera-
coes'do arlerio-thomia t casticaos de emulaba. as-
.ucareiros. manteigueiras bules, bacas de louca ,
c.saes de chicaras, pratos, liglas, orinos .cassarolas
do ferro, talheres frigideiras do forro estancadas pa-
nella* de lorro surtidas, chaleiras de ferro, pas de dito .
Inndnias. bacias pequeas de rame seringas de es-
ta'nho arras de barro copos de v.drc litros em
branco pautado, de 250 folhas, ventosas.taboasde louro
de aittt-lhj com 30 palmos de compr.do o 2 de largura:
quem taes gneros tiver mande suas propostas em carta
fechada a directora do mesmo arsenal Directora
do arsenal de guerra, iidejuibode l85.-No impe-
dimento do escripturario Jndo Rtcardo d* Silva.
PUNLICACO LUTERANA.
JLR. GLIZOT, tSoceleLrado entre os homensde
estado oceupa lugar nSo menos eminente entre os pu-
blicistas A sua doutrtna do governo repreienUtivo ca-
racterisa uma grande escola poltica, etem-se tornado
nolavel pelas discussoes. que ha produzdo. No entre-
tanto o esimio prolessor. MU reunir em um tratado as
suas ideiasdea.-nvolvidsssystematicam.nte. rnentelem
em seus variados escrip os. na maior parte historeos,
derramado seus pensamentos esplicando o systema cons-
titucional. ..
Colligir as explanarles de sua theona dispersas em
diverso volumes; expor os seus principios de um modo
fcil, separando tudo quo he decrcumtanc.e, ou pura-
mente histrico; coordenal-os e acommodal-os comoem
compendio, contendo- a theoria do governo representa
ti*o--be trabalbo.que naodeixardeser bemacceito.pe
losque. desejosos de conhecer as doulrina de Mr.Guizot,
estimarO poder prescindir de colhol-as em sua propr.as
obras, cuja leitura requer mais espaco e ineditacao. I os
este tiabalho foi feliimcnte concluido por um dos nos-
sos mais Ilustrados cultores das sciencias polticas, e
est prestes a ver a estampa, formando um volume em8.'
francei. mpresso com toda a nitidez o apiro na oHici-
oa dos Sre. Santos & Companhia.
Subscreve se pelo preco de 5i rs., pagos na recepcao
da obra, na livraria dos mesmos Srs. no Corpo Santo ;
na do Sr. Figueira. na praca da Independencia ; e em
Olinda. na casa do Sr. i L dH C. Parnagoa. ______
Avisos diversos.
Avisos marilimos.
Para o Rio-Grando-do Sul segu mpreterivel-
mente. boje do corrente. o patacho bras.le.ro lo-
vo-Temerano, capitSo Jos Antonio de Souxa: o que se
annuncia para nlelligencia das pessoas, que teem es-
cravos a frote: tratase com Gaudino Agost.nho do Bar-
ros, na pracinha do Crpo-Santo n. CU, ou com o ca-
pitio a bordo.
Logo quo linalisar sua descarga, soguira para a
Babia, a sumaca Fei Aurora, com a carga que Iho ap-
parecer, polo que a recebe a retcs commodo : os pre
londentes dirijao-.e Manoel Doarte Rodrigues, ra
do Trapicho, n. 24.
= Para a Babia segu com brovidade a sumaca bra-
silcira Tentativa; para carga, passageiros e escravosa
rete, trata se com Gaudino Agostmho do narros, pra-
cinha do Corpo Santo, n. 66.____________________
I .til;
ao.
= ODr. Iota Antonio de Sousa ollro de Araujo
Per. ira tendo-se retirado para o seu engenho fara
leilao. por intervencSo docorretor liveira da molhor
paite da mobilia de sua casa consistindo em urn mag-
nifico piano inglez quasi novo um rico aparador de
mogno consolos e cadeiras do Jacaranda candieuo
de meio de sala um leito de Jacaranda, novo um so
pba jarros de porcelana com flore ctera de sala ,
e varios outros artigos de grande piestimo ; e assim
mais se vendero muilas obra de prata do molhor go-
to por conta de diversos etc. : boje, 4 do cor-
rente no segundo andar da casa que foi de sua
residencia ra da Cadeia de S. Antonio n. 15.
XXVII.
DISrABCES
Rafaella a s com Fabio nenhtimas mn.tra. deo do a-
canhamenlo q..o tlph. Multo helo, o eoracto e o c.-
DiritO da .ua Rrai.de obra para se lembrar de toda, e.-
.a decencias e pnt-fis nVctnc/..- do retalo.
Fabio. disaeella con. un.a gra5a. porcnlre a qual
w wntia a energa de u...n vuni.de be... determinada.
como a lamina de .00 en. bainha de veludo. vos OT..U.
deixar-vo. guiar por n.im cl.egou o momelo de cum-
iirirdre > to..i juramento,
E .eu. bello olhoe aiucs lnl.So ao me.mo cipo Un-
to orgulho, a lana dotar. ..... SUMISO era lio me.go,
lo encantador, que ordenando ubed.cnca, ella a cono-
lirpciii
_ u di.se que sin., re.pondeo Fabio, o o hornera
honrado > tesa urna palavra. Que lie preci.o faicr:
_ Experimenta. it, replico Rafaella aprccian-
d-lbc a maula, que lirra ao entrar na prieto.
Qudi.frce hosle? Querei. quo finja de rou-
ll.er?
Vixm liberdade lie por este preco.
Soja M.. clamo, n. no ..culo das n.ell.amor-
phners? Ma, .c vo. ea tomar a maula, com que sahlrci.
0 CLAMOR l'UUI.ICO
Sahio o n. 21, e arha-se a venda na prora da Inde-
pendencia linaria ii. 6 c 8.
Prcisa-se do uma mulhcr, do bons rostumes,
que cogomuie, e cosa bem : quem estiver nesla c.r-
cumstancias. dirija-sc 6 ra doCobug, loja de fa-
rondas, n. 6.
Cosn-sc chao, e borda-so pcrfeitamcnle : na
ra do Santa lula, n 5i, onde tambem le vende um
coeiro de casimira, bordado.
__ No dia 20 do passado desapparecco um moloque
cabra, crioulo, de dado 16 a 17 annos, tem os sig-
naos seguintes: rosto mcio comprido, denles de-eme
iguaos, e acangulados, motte o lieico de baixo alguma
cousa para dentro, quando ri-se ; tem uma falta, ou
cicatrii no meio da orolha dircita. e os dedos das maos
calejados, de amacar pao : quem o pegar, leve-o ao
largo do Livramento, n. 38, que ser* bem recom-
pensado.
Mara Barbosa Constanca remella para o liio-
Grande-do-Sol o seu escravo Francisco,naci Songo.
= Quem quirer vender, ou bypothecar alguma casa
terrea de pedra o cal, no lugar do Pfico ou Casa-
Forte annuncie, ou dirijo se debaixo dos arcosda
ribeira da Boa-Vista, venda do Manoel Panasco de Sou-
sa Brito, que se dir quem quer o negooio.
Aluga-se, ou vende-e uma caa muito boa para
uma grande familia, acabada de ser construida.ha dous
annos. com bom sitio, o alguns arvoredos de fructo,
e terreno para alguma planlacoe, murado na frente,
tem portao de ferro, com seus algreles para flores. e
com estribara para 2. ou 3 cavallos. na ruadaCa-
punga, quem vai para o rio de Capbaribe : quem a
pretender, dirija-se ao becco da Lingocla, por cima
da venda do Sr. Ayrc, ou na ra de Santo Amaro,
casa terrea, n 20.
__ Aluga-se um sobrado de 3 andares, com sotao,
na ra da Madre de Dos, que bota para a ra do En-
cantamento, e di Cacimba, onde morou Caelano da
Silva Axevedo, proprio para algum estrangeiro, para
qualquer estabelecimento, e por muilo commodo pre-
fo : a tratar na ra do Livramento, n. 6.
__ Precsa-sc de dous contos de r.s a juros, sobre
bypotbeca d'um sobrado do i andares, ou firma a con-
tento : na prava da Independencia, ... 28, so dir
quem os quer.
A peasoa, que pretenda um ofic.al do oleuo de
toda, para Maranbao, declaro por este Diario, por
empo do conente mez. seo quer anda; po.s o dito
oflcial taz toda a qualdade d'obra de roda, e tratara
com elle entao a condces necessarias, apciar de que
sabe desta procurarlo por tradicSo, nio quo fosse por
folba publica, etc.; ou declare a sua morada.
__ Advete-so ao Sr., que empenbou dous anneloes
por 40.000 r. na ra do Bangel. n. 50, quo va
quanto antes resgatar dito penhor, que o praio jase
passou. .....
- O Sr. JoSo Manoel Coutinho queira dingir-se
a ra da Santa Cruz n 80 para realisar o negocio que
tratou de ultimar no dia 14 do mei prximo passado ;
e al o presente nlo appareceo, e nem tem sido possi-
velcncontral-oom parto alguma.
= Lopes de Barros, pintor e retratista, negado
recentcmento da corto, o rosidento nesla cidade, ra
do Queimado n. 14. primeiro andar, oflorece o seu
prestimo na arto que professa, as pessoas que delle se
quiercm ulilisar, medanlo raioavcl retribuic.5i; para
o que o poderO procurar a qualquer hora da manhaa.
Oannuncientc dar, do primeiro de julho em diante,
todos os dia uteis, na sua residencia, das Dat as 18
horas da manliia, um curso do desenlio A crelo, e pin-
tura a aquarella e a oleo, a raxao de uma mensalidade
de 2) rs. por cada discpulo.
_ Precisa-se alugar um sitio na estrada da ronlc
d'Uchoa ; quem livor d.rija-so a ra do Trapiche n.
1U. no escriptorio de Lo Bretn Scbramm & C.
Alugo-se tresarma/ens, no fim da ra da Ouia,
junto ao arsenal de marnha, com bastantes commodos.
eservem para arnmem de assucar. porseiorn perto do
embarque : quem os pretender, dir.ja-so a ra da Cruz,
junto ao arco do Bom JcIUs. no segundo andar das ca-
sas n. 6, que achara com quem trator.
_ Quem precisar de uma parelha de raraHos-para
carro ; dirija-se a ra do Collegio, fabrica de chapeos,
' Bons charutos do regala, regalos, muritibanos.
e oulras qualdade, ltimamente chegado da Babia:
na ra da Crui do Becfe n. 26.
Precisa-so de um bom connhoiro ; sendo branco
mestre de seu officio, e de boa conducta: na ra da Crui
do Becile n. 26, da 0 hora da manhaa as 4 da tarde.
_ Jos Mara Goncalves Hamos tem
a satisfacSo de annuticiar ao icspeitavel
publico,' e especialmente a seus amigos e
conhecidos, tanto desta praca, como de
E vo. ho que querei. ficari*
__ Eu mema. .,
_ E.uppoie.le. que eu consentira era lal:
Sera duvida. Nao juraale* obcdccar-.nc Um ho-
neta de honra -- di.ictc-o vos .ucroo alada agora to
leu. nina palavra. c ..
iuraruento lem .en. conforme.; exclamuu Fabo.
rrancando a manta que ja tinl.a posto .obre o. hom-
bro. ha un que .c re.pei.5o. oulro. ha que ae tiolao.
Cl.a.nni-me perjuro M querei.. quo ja nio quero evda-
me ; fico. Ah l Rafaella, que conce.lo fatei vo. de.m m
que me julfjaatca homc. capa, d- comprar a m.nha h-
berdade a cu.la da de oulrcro, e ale da vo.. !
Ejuniando a aceao palavra. .orno., do recenta a
MUr-.e, pan malbor le.temunl.o dar do que .ua men-
cao fi'rmal era ni ahir. __
_ Coniava com a borrasca, dieta Rafaella eom a sua
inal.era.cl Iranquildade; raaa tamben. cor.lo ver ranas
M calina depui. da len.pclade.
" Nao, Rafaella; ni... nlo c.perei. obler o ...eu con-
MltineaM para lo balxa arca; ja ho ba.la.ilo qc me
cresei. capa della. Digo v... quo Bco.
_ E eu digo-vo*. que partir..; porque es.a he a mi-
n,Cor.aIde.ulorid.do pronunc.-m ella ca. palavra.;
acompanhou a. de ..... oll.ar (Jo .. *%
... .empo lio lerna, que Fabio ael. de.fallece-
rom .e no eoracao toda a. na. rci.lciic.a..
1 V6a o querei. ? replicou elle c-m v.br.n.e vos
Querei. ailo de.honrar-.no meu. olho.. e
dentro e de l'ra da provincia, que el
le acaba de abrir uma nova botica c cssa
de drogas em a ra larga do Bosauo
n. i a, junio ao quailel de polica ( en-
liga roa dos Quart.-is ). O atHilinciante
protesta, no JesempenliO le seus deve-
les, piccneber fielmente a expectacSo do
respeitevel publico.
Quem piccisor do um rapaz rasilciro, osoitt.ro
nuo d fiador a sua conducta,para raixoiro do algumon-
genho ou administrador oonoocie para ser piocu
rodo. .i..
Aos freguezet do bom $ barato.
JoSo Lubet, cpm loji do chapeos deso, desClai
panninho cstabelccido na ra do Passoio ao p do arco
de S Antonio, fa/. ver, quo tom um completo sortimen-
lo de chapeos do sol de variados gostos, tanto em sCJa,
cuino cmpanninhosehoasarinacoes,por commodos pre-
cos ; assim como os lai e os cobre a contento dos seus
freg'ueos, e tambem vendo as laiendas, tudo por me-
nos quo outro qualquer : os pretendenles pdem dm-
gir-se ao mencionado lugar, quo so llios promello irem
atisfeitos.
__ Arrenda-sc a propriedadeChacn a mar-
gem do rio Capbaribe, defionte do engenho Cordel
ro com duas casas para hi.bitacao, sendo uma deltas
nova, e com mutos commodos, com boas senzallas, em
numero de detascis. quo sao outr-s Untas casas, que
so pdem alugar no lempo de verlo ; com tres grandes
baixas muito frescas, para plantarlo de capim. ou can-
na, ou outra qualquer; com bastante Ierra mais alia,
a manen do rio e outra coma.odidade ; arrenda-
se por tres annos, c que.n a pretender, dirqa-so a casa
do advogado Jos Narciso Camello.
= OSr. Belarmino Firmino Beierra do Mello, ou
quem suas vezes laca ou algn, prenlo seu mais che-
gado, queira annunciar sua morada para ser procu-
rado a negocio do interesse do mcs.no Sr. Belarmino ,
ou de seus prenles caso o mesmo se eche molesto ,
ou nao exisla nesta praca ou seja morto.
= Aluga-se urna casa terrea no Coelho na 10.8
dos Praieres. com duas salas, 3 quarios. cox.nlia
fra, quntale cacimba: a tratar na n.esina ra n 10.
= Precisa-se de um oflcial do barbe.ro que se
ache habilitado para tomar conla de urna loja do mes-
mo officio; quera estiver nesta circumslanc.as. dirija
so a ra Direla n. 5. _,
= D. Maria Lins f.unem viuva, do fallecido D.ogo
(lunera, convida a lodo os Srs. que so cons.de.ao
credoresde seu fallecido marido hajao de comparo-
cer no dia 5 do corrente pelas 10 horas da manboa ,
na ra do Sol casa do sua residencia com suas con
tas para verem o estado da casa.
= JoaoGastamb.de retira-so desta provincia.levan-
do em sua companhia o seu oscravo Anteo, do naci
Angola : o mesrao lai cente as pessoas, que teem pe
nhores en. sua mao bajao do resgalal-os no praxode
3 das visto lor annunciado 3 vezes com esta na
ra do Livramento n. 32. ,
= Aluga-se um segundo andar a sotao. coro boni
commodjs para familia na ra do Bangel o. 7 a
tratar na mesma ra n. 54. ,
- OITerccem se dou rapaics a atterrar por broca,
ou por emnreilada ou memo por canoa o fcae.n-se
vivc.ro novos. e mesmo rebaixao-se vell.os. ludo por
preco commodo : a quera convier d.r.|a-se a ra a
Cruz, no Recife, n. 30.
Aluga-se a loja do sobrado da ra do Nogue-
ra n 16.com bons commodos ca.ada e pintada W
novo, eom quntale boa cacimba : a tratar na ruada
Cruz, no Rccle, n. 6,pri.nciro anda'.
_ Deseja-se fallar com o Sr. Anton.o Duarto de
Oliveira Rogo a negocio de seu interesse ; queira por
tanto annunciar a sua morada por oslo Diar,o.
Agencia de pasaportes.
Na ra do Rangel, n. 34, liro-ie passaporles par,
dentro e fura do imperio, despachao-se escravos. o cor-
ro..!-so folhas ludo por preco commodo o com a
inaior brevidade.
NAVALUASA CHINA.
Vcndem-se a admiravei DbUlba de ac da Chi-
na, qoe teera a vantsgem de collar o cabello sen. ollen-
sa da pello deixando a cara parecendo estar na sua
brilhante mocidade : esta eco vem exclusivamente da
China eso nelle Irabalhao dous dos melhores e mai.
balsadosculelleirosda nunca excedida e rica cidade
de Pekim capital do imperio da China Autor
N B He rccommenddo o uo destas navalbas
maravillosas, por todas a sociedades das encas me-
dico-cirurgica tanto da Europa como d America ,
Asa e frica nao s para prevenir as molestias da
cut, mas tan bem como um meioco.melico: Tendero-
te nicamente no iua do Crespo loja a. 8, de Cam-
pos & Maia
lotera do theatbo puplico.
- 0 ihesoure.ro desta lotera, disposto a einpcnbar
lodos olMibrcoi pira augmentar o crdito .de quo
lanpro ella gO.CU, pela regularidad., de MM ?*'
declara quOO. bilhoteada segunda parle da lt>. lotera,
cujas rodas deven, le andamento muilo brcvenuM.lc. so
acbao a venda nicamente no ba.rro do S. Anon.o.
na botica do Sr. Joao Morcira na ra do Cabug. .
na ra doOueiroado lo a do mesmo tbesourciro r.
39 ; e na ua da Cadeia do Uec.fe lo,a de cambio do
Sr. Vieira.
MUITA ATiF.NCAO!!!
O abaixo assignado te... a dist.nc.la honra de annun-
ciar ao respeitavcl publico desta c.dade o aos h.b.tan-
lesemgeral da provincia de Pernambuco. que cata
de Iho cheg.r do Boston, pelo blata f-
mul, entrado no pasudo m de ,unbo. ""
com caixinhas de pillas vegelaes do Dr.
O mesmo abaixo .asignado ufana-so de all.rm.r. que
sao as nicas, c verdadeiras pilulas vegelaes que Mis-
ten, nesla praca.do seu proprio autor, o esl, promplo
para aprcsenUr a sua verac.dade a quero quer que Br.
,or quanto o mencionado doutor Brandreb o autor.sou
em u... diploma, leg.lis.d pelo cnsul ^aailairoda-
quella cidade. para ser o seu agento nesta provine...
Os pretendenles dirijlo se a sua botica na ra da Ca-
deia do Recife n, ".6. Vicente Jos de Arito.
Rap vinagrinho.
Este superior rap torna muran! a sua qualdade
por nao motar, nem seccar; nao fere o nsr.z, nem pro-
du rritacoes Tertiginosas. porque a sua con.pos.eao he
a mais simples possivel. A geral estima que lem t.do
.te rar pelos apreciadores de uma boa pitada, e a ap-
provaco qua a reapalUrcl sociedade de medicina Iho
conceden rematnO o seu n.nis completo elogio
Novas fornadas desteexeellento rape, com a cor mu
escura, se achao venda nos depsitos da ru. da Ca-
deia do Becile, n. 50. prac.a da Independencia n 2S,
Atierro da Boa-vista n. 10, o Atteiro dos Afosados n.
209, aonde se vende aliOOOrs., a libro, de o libra
para cima. O embrulho deste rap he azul, e os rotu -
""""kova fabrica de machima.
o estabeleciuieuto -tos engcnlrairos c uiacli.uistas k.
Callu... & C, na ru do u......... 3c 8, acha-ae compeu n-
teiicnte .no .udo a moderna para o concert de machi-
s I"vano, noendas de canoa e qualquer outro n.a-
' n .. o >. mesmo fabrlco-se tambem, com .maior
nerfcicSo motnos e prensas de mandioca, npiUbfleae
el, ... ate ras de roelas de agoa, veios e oulras pecaspara
serradas! paral..., de lodos os ttmanhos, e qualquer
especie de obra de Icrreiio ou macliinisla
Cautellas contra as falsl
ficacqes
Constando a Ma ron & C. que em al-
ojas desta cidade se vende n
Humas
rap rom a falsa dcnoniinarao de HAI L\
AlU.A PHKTA e com astuciosa imita-
cao,
nfio so dos
los botes, rtulos e sellos de
...i, ii" "" .....--/ .
.Ma fabrica, como do pmpno nome dos
annunclantes, fazetn sciente aos seus
fregoezes e ao publico, que, em resguar-
do de sua propriedade c dos seus direi-
tos, lodos os boles e meios boles de seu
rap levto por extenso a firma dos an-
aunciantes Mebon tkC : e rogao a seus
f'iegnezes nao conlundao sua firma com
os nomes de Mourilo & C., Mulbom
& C ^c. ^c., inventados para illudir
o publico por eslc meio, digno de seus
autores, i'orlanto qualquer outro rape
que se aprsente debaixo da denominacao
de l\AFE' REA PAETA be umafol-
aificac9o dos producios da fabrica de
Mero &c C, inventores, c nicos pro-
prielarios das fabricas de RAPE' AULA
PBETA, tanto no Rio de Janeiro, como
na Babia e nesla provincia ; e rogao aos
Srs. compradores, e com ospeciabdadc
aos do interior da provincia ( para onde
consta aos annuncianlcs terem-se fetto
gandes remessas ) se acautellcm contra a
fraudo, pois nao troci, e nem se res-
ponsabiliso pela qualidade dos botes que
no tenbao a sua linua. O preco he de
,sooo ris a libra, e nao se vende menos
de 5 libras.
MEUROft & C.
Minba repuoa bo ...ai. chara do que a liberd.de,
dU2"o 'Vbio, nio to. preocpela lamo aaapintta
do. ou.ro. Por mai. .|"o OUSta ao no.so .mor proprio,
crde. o. outro. oeeupo .o de ... mallo ...en... do que
..enroo.; ale... de que ...ni. fallarla., de v...a Rjasei.
ea'nderonada como .....ador. He... vede. que. ... rc-
nuiaclo e. mai. anecad., Beoda to.do auep.run-
jo. So pelo contraria escapar*-., leremos, hea. cerlo
di.lo, lodo. o. .....lejadore. do ......o l.d De.xou ai
garo di. o publico de tomar o part.do de que... con.e-
ruo os.eu ti... .
Na verdade, dJSM Fabio balado pela recl.dao c
furca dc.le argun.clo pere.nptorio, T. rae.oc.na.. com
,,,"..aguo fri, ...na liberdado de pen.amenlo que cu
admiro, e me co.ifu.idcm.
Ho forco.0 nspondw as vo..a. objecec, ja que
a. su.cilaia.
_ VOS me persuad. O e.pirilo.ma. o mcu corarlie re
siete, porque ... do mira fallai. Ma. vo., Rafaella i
__ 01. eu, i.*o prrlcnco le.
Porcia oih.i par. onde vo. acl.ai; vede c.l. pa
rede. fr... o ....a.; e..a frc.la SCM ar e tem ut, c.ta. ta-
deira.de pall.a ja rol., e.la b.rrn iii.rouiida; c querc.
que vo. dciae e.n meu lugar, note l.orr.vc cov.l, .....
,,|ia a mcrec de ..... carcreiro, T., R.taclla, una inu-
Ihrrcomu r.?... Be in.pe..iel, vo. nao pcn..i n.ilo
Nio ro. lcrabrei. de mim c obedece.. Eu sal.irci
- E nio he mena ficar .lSuera no tomo lugar? |mundo. Ante, perder rae que
intT Ctllti TV:.-- ** "!-------------
Longe de to. abandonar aqu, pora .alvar a ...... lia e
beca, ante. entregara eu para d'.qm toa arrancar.
NSo nuero cal.ir cu uma .clauca do mi go.to.
. I___1 .\.. I... nuil norria.
Porn lenhe me .!< tal orle aeo.luroado .de.a
.lela ...orada quemo parece jal la habitada, fanto
ten a minha imagntIo eaaagorado o. ...coi.ven.cn c.
onc n realidade ato pode deiser de allcnua I., o voltar
L be... a minha e.peclatva. Alo... di.lo, ncere.centou
,11a, robel que a. ......has medida, c.tio tomada., para
nio'ficr auni pr muito lempo.
Ora ato ora oros mentira, ou para fallar comin... po-
lides, .na allcgacao fo.l. a e.mo : a segundado que el-
la .dlectava, era quando muilo eperauca. Ma. eo. Iho
perdoar Wle penado, em attenvao ao iiioIito todo
Rhrl.ilo que a lem a eommelte-lo.
Quando i Rea.ei. aqu, um oa, .uno hora, a.nua
.rria ......I- ,. ,.,
_ Pareec-n.e que Tamo, d.r no genero sentimental,
o o i.ue peior lie no n.adrifial.
- liuerdai-vo. de que nao .eja na tragedia, pon quo
einfi.n loadas calculado toda. consequenci. do tumo
roer.Hcio ? Detela ludo recc-ar da Tnganca do. Inglete..
uc nncrci. que cites faci a urna niullier i
_ Nao vo. fiis issa Eleonor Pimental er. como
T.mull.er, .ua bellea, sua juTenludo nao a salrario
do cadafalo.
_ Nao ..i ..ue lenha en, como ella, bordado bande
ra. cconpoato hvu.no. para repblica p.rtenop.an-
na. No dcn.i., qoanda eu cheg.r casa ponto, rc.t.-
loir vo. hci o to.. lug.r, o vo. pedir, me.mo que o
venl.ai. rerl.m.r. Enlrelanto cedei-in o, con. a oonJ.-
cio de lub.liluicao....
(ConlinuarfSt-ha.)


O abaixo assignado dando o (roco pola parte .
quo Ihe toen a correspondencia de Jos Zacaras de
(.arvalho sobro a queslao de dominio, quo se inti-
lnli l.!rem iii.1 liaixa do sitio dos Coqueiros o co-
ndecido Allemio Cisneiros tem a di/er-lho que lie
verdado haver una questao judicial do propietario dei-
le sitio coni o dtio Zaoariae, mas que sol.ro ella es-
ta tranquillo pe o mesmo nue consla dos autos ; e
que foania do direito, e semeerimonia dos nnuncios
do dito Alenlo o mesmo juizo quepara rom o referido
Zaparas: disposto portanto esta e seir. o menor des
animo, a contestar com qualqunr o seu direito. so-
!'ro os limites du sua propnedade ; despre/a solem-
nemente a* tacs cartas publicadas, cm que se firma o seu
1 nlondor, porque sto.nio depender tamboril de sua
i mle ; o se assim pensa, o decurs> da questao, o
" iireto de posse provada, fallad om contrario.
Judo flernardtno de Vasconsellos.
A
de quadros e listras do vara o tanto de largura dos
mais modernos a 5/ rs.f ditos de superiores cassa-cbilas
do melhor gosto, finas a 4200 rs. o corta, pecas de m
dapolo a 2800. 5200 e 3400 rs. dito lino a 4000 ,
o 4200 rs. a peca, uiadrasle fino a 5200 o 6400 rs. a
peca ditas de cbitos a 4400 S200 5u00 e 6000 rs.
escuras, brelanha de linho puro, a (40 rs a vara, es-
guia) do superior qualidado do verdadoiioe puro li-
nho a 1500 rs. a vara, cassa do quadros para babados a
.)000 rs. a peca cambruia lisa do vara o tanto do lar-
gura a 0 o 800 rs. a vara muito fina superiores
vestidos do seda com flores a 30,000 rs. mili rica a-
zend, novos cortes de cbali de listras di seda a 16* rs. o
.loSo dos Santos Porto comprou.por cenia do Dr.
Jlo Paulo de Miranda o bilbete n. 184, da primoi-
bo
la parle da (erceira loleria doGuadelupe.
Socitdade pe$quisadora de erudito.
- Sossio extraordinaria boje sexta feira, as 5
ras da tarde na sala do costume.
Jos da Costa Ribeiro embarca prrao Rio do
Janeiro a sua escrava Rita, de sacio Angola.
= Jos de Baa Gui Darles subdito I'urtuguei,
retiru-s para (ora da provincia
= I.uigi (ui/oni, Ciuseppc Galleti o sua senhora
retrlo-so dePeroambuco.
- Precisado de 1:600* rs i juros sobre hypolhcca
oni u-niAcssa livree desembarazada nesla praea por
eiparo de urn armo ; na ra Velha venda n. 65.
= Joaquim Albuqucrquu Candra lirasilciro, re-
tiro-te para o Rio do Jan iro.
. O Sr. Paulino Coellio Haba tem urna carta ,
\inda da Babia, cm casa dosSrs. Rosas, Braga o; Com-
panhia.
- O abaixo assignado participa ao respoitavel pu-
blico quo no prximo vapor vai ao Rio do Janeiro e
que de ora cm dianlo t,m entrecuo sua casa a dircegao
de seu irmao Francisco Jos de Magalbiics Basto, nica
pessea com quem os devedores do abaixo assignado ,
so dover entender ; assim como quem so julgar seu
credor queira aprcsi-ntor suas contas para serem p?gas
Manoel Jos de Magalhaes Basto.
- Precisa-se saber aonde existo o Sr. Manoel Fer-
rerra do Bacelo, para se Ibe entregar urnas cartas, vin-
das de sua familia ; na ra da Cruz, no Recifo n. 39.
Quem precisar do um rapaz, pora caixeiro de ra,
ou do qualquer estabclecimenio, o qual da fi.idor a sua
conduela; dirja-so praca da Boa-Vista, n. 6, ou
annuncio.
Lotera do Guadelupc.
O hxm. Sr. Vico Presidente marco
o dia 10 do corrente para correrern im-
pretcrjvelmente as rodas desta lotera;
o resto dos hithetes esto venda as Io-
jas anntinciadas.
Se houver alguma pessoa que se
constittia credor de gneros, ou otitros
quaesquer objectos brnecidos para o hos-
pital regimental, desde Otitubro prximo
passado at o iin de Junho do corrente
anuo, compareca na ra do Sebo n 12..
para ser logo satisfeito.
Compras.
T
= C< mprio-se dous prctos ofiiciacs de carpnlei-
ro e pedreiro ; na ra da Semalla Vilba n. 110, pri-
tneiro andar.
= Compra-so urna ouduas ovelbas boas leilei-
ras, o paridas do oilo ou I5di.s: na ra estreila do
Bozario botica n. 10.
Comprao so espanadores sorlidos, e bem pro-
parados, por preco commodo ; na praca da Indepen-
dencia loja n. 21.
= i'oinprao se 4 a 7 geomotriai de Lacrois; na pra-
ca da Independencia, Ihraria ns. 6 e 8, ou cm (Jim-
da a f.il!ar com Fr. Jos Ambrosio no mosteiio de S.
Rento.
= Comprao-sc quattos para carga c um cavallo de
sella qini leja novo c tenlia bons andar; na ra da
S. Rita Nova 0'. 91.
-= Compra-so un jopo de gsmSocom labolas eco-
pos de marfim : na ra do Crispo lado do Norte n.
10 ou annuncie.
Compra-M um moinho de pedia de moer mi-
no Atierro da Boa-Vista n. 2i.
Compra-so um soilim ing'oz, elstico cm moio
na ra do Crespo n. 14, segundo andar.
II10;
uso
Vendas.
Attcncao!
==Vende-ea 120, 140 e tiOrs. o covado do chita,
ditas finas escura o 220 rs. o covado, madapolao a
150, 160 e 180 rs. a vara, dito fino a 200, 220 o 240
rs. dita, madrasto tino a 280 rs. a vara, pannos finos
azuesa 2500 rs. o covado, de urna linda vista mcios
chales do cassa do quadros a 360 rs. chila a 1 0 rs. o
covado, lindos cortes de eaasa-chitas de muito boni-
tos poto* a 2fi0 ra. ebadreies de linbo para ja-
quetas a 20 rs. o covado,fa do o muito honesta, superior setim preto do \erdadeiro
chamado maciiu para colietc da melhor qualidado ,
a 4;*00 rs. o covado dito entre-lino latnbem de boa
qualidade, a 3200 rs. o covado, superfino lusto
branco de cxcellente qualidade a 1000 rs. o covado
olodao liso de muito Loa qualidado a 160 rs. a vara '
ditoamericano, largo, a 220 rs. a vara, dito troncado
azul mcsclado milito encorpado a 250 rs. o covado
zuarlc azul de vara de largura a 260 rs o covado, mui-
to boa fazenda para pretos casimiras de quadros de
bom gosto para calcas a 1200 rs. o covado lencos de
cassa piolados a 160 rs. pegas de brelanha de rulo a
1800 rs a pega, brins trancados de quadros de bonitos
padroes a 50 rs. o covado, riscadinbos trangados a
200 rs. o covado, muito boa fazenda para meninos .
castores ou riscados a 240 rs. o covado, cortes de eam-
braia de listras brancas adamascadas a 5/ rs o corte,
tendo 6 varas e mea ditos finos de cjs sendo
corle pecas do brelanha de 6 varas, do puro linho a
3200 rs a peta superior brim trancado branco mui-
to encorpado do puro linho a 1400 rs. avara, cscoccz
do algodo para vestido a 300 rs. o covado chitas
francezas finas do vara do largura c do novos padio.s ,
a 450 rs. o covado sarja bespanbola muito encorpa-'
da e boa qualidade o larga a 2300 e 2500 o covado ,
dita Irancjza lambein larga a 1600 rs. o covado chi-
tas chegadas ltimamente do gosto moderno segu-
ras o muito linas a 320 rs. o covado, chapeos deso,
de seda prcta para bumem a Mi.; todu estas (a-
zendas sao limpas e do boa qualidade alm de outras
muitas de um sorl'mcnto completo por barato preco :
na ra do Collegio loja n. 1, do Antonio de Azcve-
do \ llarouco & Irinio.
-- Vende-se muito superior tinta de escroverem
pequeos boioe. a 120 e a 100 rs.; no puteo do Carino
n. 22.
Y ende-so urna preta moca, quilandeira per-!
teiiconte a urna pessoa quo se retira ; na ra da .ven-'
zalla-Yelhj n. 110, priineiro andar.
Cera aviada.
- Y ende-se cm caixas de 180 libias cada urna, sor-
lida desde duas at 16 oto libra ; na ra da Seiualla-
Velba arniazein n. 110.
= Vende-so 1 sobrado de 1 andar o dous solios,
om chaos proprios, ha pouco acabado ; na ra estreila
do Rozarlo n. 10, terceiro andar.
Charutos regala.
Na ra da Cadeia do Recife n. 46, ha sempro um
grande o esplendido sorlimeiilo destes abroados charu-
tos tiodos leccnlemcnte da Babia ; assim corno gran-
de sortmenlo devinbos do Porto, Madeira, Xcrry e
agurdenle de Franca ; tjdo so vende maisem conla
do quo em oulra qualquer parte.
Yendein-so duas pretas, cozinhao, engommaoe
lavao roupa ; duas pietasde meia idado por 200S rs.
cada urna cozinhao c lavao roupa ; duas molecas pe-
cas urna do lannus, e a oulra de 18 boas para
serem iducadas ; dous pretos para todo o traballio ,
tanto do campo como da prava ; na ra do Crespo n.
10, primeiro andar.
\ endem-so dous molequos de 18 annos, uro sa-
paleiro o o outro canoeiro ; ao comprador so dir.i o
motivo da venda ; assim como urna canoa abena do
carregar familia por prego commodo ; na ra Nova
n. 57, des 6 as 9 da manhaa.
Vendem-so bengalas de canna da India, verda-
deira com castoes mui clogantes ditas do burracha
e bamb ltimamente chegadas da Franca. ; na ra
da Cruz armazem n. 48.
Vendem-se caixas de tartaruga vordadeira para rap,
por preco commodo ; gouima-laca, propria para fabri-
ca do chapeos edita superior para obras de marci-
neiro ; na ra da Cruz armazem n. 48.
Vende-se um niolequc de idado de 12 annos,
do bonita figura que serve para u:n ludo; na ra lar-
ga do Ro/ario n. 2i.
\ ende-so urna nogrota de 15 annos do mui-
to linda figura para todo o servco de urna casa ; na
ra do Coliegio armazem n. 19.
=Vcnde-se una fabrica de cbsrutos, con. lodos os
seus perlences na ruado Pilar n. 116 : a tratar na
mesina fabrica.
Vcndc-sea arte de msica composta por um do?
melhorcs mestres desta provincia pelo prego de 120
rs. ; napuca da Independencia, livraria ns. 608
Y endo-se carnario SOCCO do Itio Grande pro-
prio para ang por preco commodo tanto ein gran-
des como em pequeas portos; na ruada 1'ruia,aitnc-
zem n. 20.
Vendem-se duas moradas de casas terreas no
vas : a tratar na ra du Concordia n. 3.
Vendem-se 18 cscravos, sendo 3 moleques pe-
fas e de lindas figuras ; um pardo do 22 annos, pro-
prio para pagem; uro niolcque de 10 annos; urna pro
(a do 20 annos engomma, cozinba, e cose ; urna di-
ta parida de 2 mezes ; 3 negrotas de 12 a 16 annos ,
coro habilidades 8 pretos proprios para lodo o servi-
yo mocos c de bonitas figuras : na ra das Flores
n. 21.
Vende se urna canoa do carga de 600 lijlos,
|Ui.si nova, porpngo commodo; na ra da Cruz,
no Recile, n. 3'J.
Vendem so barricas novas, grandes o peque-
as levantadas e promptas a receber assucar ; na ra
da Scnzalla-Vclba 11. 110.
Y endem-se duas escravas do naci de idade de
20 a 22 annos, com cxccllentes habilidades; urna di-
ta para todo o sorvigo do idade de 22 annos, por
3508 ra. j umadita por 320' rs. ; uina boa escrava
para todo o scriico sem vicios ncm achaques, por
420^ rs. ; um bonito molequede nacao ptimo pa-
gem trabalba muito do ourivts e he boro copeiro ;
uro moequo peca de nato Haca de idado do 15 an-
nos ; um cscravo ollical docarpina no he vicioso,
por 650/rs. ; um dito bom carrero ; 3 ditos para to -
do o servito : na ra do Agoas Verdes n. 46.
= Venden se superiores chapeos do castor bran
co e abas largas, ditos francezos muito finos e de
lindas formas, ditos de cstor sem pello proprios pa-
ra montara ditos de massa muito finos e do abas lar
gas dlos para sci*boia c meninas, e de toda as mais
qualidades a preco* commodos ; na ra do Patseio
do cae do Collegio n, 1.
N ende-so a prazo, ou troca-so por urna casa
terrea no lecife um sitio no lugar do Arrail com
easa de podra e cal, e boas proporedes quo a vista do
prelendeute se diro : ama da Gloria, esa terrea
n. 37.
= Vende se urna resfriadeira contendo dentro urna
filtradeira ; urna marqueza ; 1 sellim frai.cez ero meio
uso; una espingarda de cassa; urna m> sa e 3 sacadas de
pedra da trra : a Iratar na ra da Concordia n. 3.
= Vende-se urna casa de doui andares, sita na
a tratar na ra do Collegio ,
travessa da ra Bella
loja de alfaiato n. 7.
= Vcndcm-sc 4 escravas de nsgao de bonitas
figuras, propras para todo o servico e mesmo para
quitandeiras ; urna dita do nsgio Angola, ;de 26 annos,
cozinba e lava de sabio ; urna negrota do Angola de
16 annos, do bonita figura, com varias babilidades;um
molecote crioulo do l8annos, proprio pera pagem
um dito do naci, do 14 annos, para todo o servico ;
na ra das Cruzcs n. 41, segundo andar.
Veitho amigos do batato !
=Vendem-sc chitas a 120, 140,160, 200, 240, 280
o 320 rs. o covado, pannos tinos azues para lardamen-
to do pagem a 1200, 2400 e 3800 rs. dito preto a
3C00 e7400rs. o covado riscadodo algodio tranga-
do pora calcas a 240 rs. o covado panno de quadros
para calfaa a 210 rs., do melhor gosto brins de lis-
tras do linho a 320 rs. o covado, panno de linho por-
tugus pecas de 15 varas, a 540 rs. a vara, brim
branco v pardo de linho a 400, 560 e 800 rs. a vara ,
sarja de algodo muito superior para qualquer forro ,
principalmente de chapeos, porque tem muito lustro ,
a 240 rs. o covado, brelanha de linho com 6 varas a
4500 rs., ditas de algodo com 20 varas a 4000 rs. e
de 10 jardas a 1600 rs. chales muito modernos a 480
rs. cada uro, madapolao a 2900, 5200, 5800, 4/, 4600,
4900 o 5200 rs. lila fina a 320 e 360 rs princesa
muito superior, quo nao tem dflcrenga do merino
superior a 1000 rs. o covado chila a 140 rs o cova-
do lencos brancos e pintados a 160 rs. e outras
fazendas mais por muito barato preco ; no Atierro da
I Boa-Vista loja n. 14; adverte-so quo tudo est em
bom estado.
= \ endem-se dous moleques de idado de 16 an-
nos un bonitas figuras ; dous oscravos bons traba-
jadores de campo do idade do 20 annos ; um 111 u-
latinho de idado do 16 annos ; duas negrinhasde ida-
de de 15 annos, com varias habilidades; urna escra-
va do idade de 50 annos, boa cozinheira doceira e
engommadtira ; na ra Direita n. 3.
= Vende-se o sobrado n. 7 na travessa da Madre de
Dos, do dous andares e solio em chaos proprios,
a dinheiro.ou a prazo : a tratar na ra da Gruz n 00.
= Ycndcm-so sacces de arroz pilado, e de casca ,
ditas de 1111II10, e de farinba ; na ra da Cadeia do
Recife n. 8.
= Vendo so a padaria da ra da Gloria na casa
n. 65 coro tudo quanto be preciso para trabalbar : a
tratar na padaria da S. Cruz junto ao sobrado.
= Vendem-se duas bonitas escravas do todo o sor-
vico sendo urna engomroadeira cozinheira lava-
dera de varrella osabao faz bicos c rendas do todas
as larguras, urna dila por 200/rs ; um preto de 20 an-
nos para todo o servico e he canoeiro ; urna bonita
parda de 16 a 18 annos, perfeita engomroadeira e eos
turcira de cortar o fazer urna camisa, sem vicio algum,
o que so afianca o be muito carinbosa para meni-
nos : na ra Direita n. 81.
= Vende-se urna venda sita na praca da S. Cruz,
junto da padaria do urna porta bem afrcgueisda ;
vende sea prazo ou com desobriga dos credores : a
tratar no Corredor do Bispo sitio do Exm. Manoel de
Carvalbo, com Manoel da Cunha Oliveira.
Vende-se una casa de um andar, com grande
quintal e cacimba em chaos proprios, sita na ra das
'iincheiras; duas cass terreas na ra do Padre Flo-
rianno, com cacimba meieira ; e um palanquim aca-
bado de novo, que anda nao servio ; na ra da
Cadeia do Becife n. 25.
= Y ende-se um prolo e urna parda aquello pro-
prio do todo o servico de urna casa ou de campo e
esta boa lavadeira e engommadeira ambos mogos o
de boas figuras; na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 2o.
=- Y ende-se, por preco commodo, urna porcio
crescida de pedacos de lijlos, na Boa-Vista que ser-
ven) psra alicoree eoulros para parede : na ra No-
ra n. 63.
=Vendem-se duas moradas de cases, na ra Au-
gusta : a tratar no largo do Carmo, vendan. 1.
= Y'cndcm-so s t-'rea porte o bemfoilorias da pro-
priedade do Agoa-Fria de Bebiribe-de-Baixo a qual
tem pasto para 10 vaccas do loile lodo o anno urna
grande casa do vivonda duas ditas mais pequeas 3
ditas do pedra e cal, muitos arvorodos do Iruto mui-
to boas baixas para copim maltas para lenha e mui-
to boa agoa do beber; vende so ludo por preco muito
commodo : na ra Nova n 60.
=- Vende-se urna prcta de bonita li. ora, e um mo-
lequc para todo o servico na ra da Cruz n Kl.
= Vende-se urna iscrava boa engommadeira co-
zinba ptimamente e lava do sabio, na ra Direita
n. 12.
= Vende-se superior ceneja branca ebegada lti-
mamente o bem acondicionada tanto a retalbo ,
como em portoes ; em casa do Jones Patn & Compa
nbia na ra do Trapiche Novo n. 10.
= Vendem-se 3 negra mogas, e um moleque de
11 annos, coro alguma* habilidades : na ra do Pa-
dre Florianno, sobrado n. 7.
= Vndese um escravo crioulo de idade de 28
annos, proprio para trobalbir no campo, por ter si -
do acostumado a islo ; na ra da Cadeia n. 29.
= Yende-se urna escrava sem vicio algum de bo-
nita figura para fota da provincia ou para algum
engeiibo : na ra das Cinco-Pontas n. 65.
Vende-se urna urna escrava da Costa eptima
para todo o servico de urna casa ; na ra Dimi! n. 6,
segundo andar se diri o motivo da venda.
=Vundo-se um sitio perto da praca com boa casa,
estribara, commodos para escra vos com boas trras
para plantajes e muito bom pasto para vaccas de lei-
te ; tem no mesmo sitio urna olaria quo est traba-
lliando e muito acreditada pelo bom barro quo tom
na mi'sma o para toda obra e com porto de embar-
que ao p Jo forno tambem recebe-se em pagamen-
to alguma casa na praca: quem pretender annuncie.
= Vendem-se saccas com arroz de casca por pre-
tocommodo, e cera amarella ; na ra larga do Boza-
rio venda da esquina n 21.
Vende-se urna pereio de frmas para fazer volas
de carnauba, e se aluga um escravo, que as sabo fazer
muito lien. ; vende-so igual ment uro cerra grande ap-
parelbada e sem uso algum ; na Trempe n. 11.
Alinelo ao bom t barato I 1
Na ra do Queimsdo junto a ra do Rangel ,
loja de miudezas n 67, de Ferreira & Oliveira en-
dem-se ispstos de couro de lastro para menino* a 720
e 2000 rs. ; ditos para meninas a 1440 rs. ditos pa.
ra senhora a 2} rs. ditos do marroquim para meni-
nas a 5'60 rs. ditos para senhora a 1280 rs. ditos
de setim para senhora a 2000 rs. ditos do duraquoa
800 rs. bnrzeguins para senhora a 4000 rs. d i tos
para bomcm a 6/rs. ditos gaspeados a 78 rs. supe-
rioros marroquins de lodosas cores a 1600 rs. a pello ,
chapeos de cores para senhora a 4500, 5000 e 6000
rs. caraos do flures para ditos o para cabega, fitas d.i
seda lisas elavradas, estampas de papel, pinturas mui-
to finas e em formatos grandes c pequeos, quadros de
papelioaCO, 80, 120, 320 e 480 rs. caixinhasa
carteirascom agulhas a 320 o 400 rs. balainbos pe-
queos a 200 rs cada urn caixas do baleia para ra-
p aljofares brincos dourados, pentes para prender
cabello dourados pentes de marfim para alisar e
tirar piolhos, carteiras para algibcira a 160, 240, 320,
400, 640e800rs. hnha do carretel branca a 280
rs. a du/ia luvasdeseda .curtas para senhora a 560
o lOOOrs. ditas compridas a 1600 rs., ditas de algo-
dio para senhora a 400 rs., ditas para bomem a 400 o
610 rs. ditas de fio da Escocia para bomem a 640 rs.,
meias de algodio brancas para meninos a 240 rs., di-
tas para meninas a 320 rs., ditas para senbora a 400
rs. ditas abertas a 720 rs. ditas pretas para senhora
a 440 rs. ditas para padre; a 640 rs. agoa de Co-
lonia sabonetesdo todas as qualidades, pomada fran-
ceza banha essencia de rosa, meias garralas de agoi
de Lavando loques de seda praleados e dourados a
3/rs. gargantilbas pretas de missanga a 560.640,
720 e 1/ rs ditas do filagria a 1440 rs luvas de
pellica para bomem a 100o rs. ditas para senhora a
1200 rs. ditas compridas a ^000 1 ditas com
adresses a 3600 rs. .hcelas e babuzinbos de pnbopinta-
dos boles de osso grandes para sobre-casaca a 2400
rs. a grosa ditos de duraque bengalas do canna ,
macassoleoe perola lencos de seda preta para gra-
vata e decores boma pintados a 200 rs. ditos do
Panino para bomem a 1600 rs pentes de tartaruga
para rnarrafa a 1200rs e outras multas miudezas por
preco mais commodo do que em oulra qualquer
parte
Vende se superior doce de goiaba cm caixoes ,
cha bysson de caixa grande peixo pescada ebegado
prximamente de Lisboa superiores queijos do reino
e oulros muitos genero* ludo por preco commodo ;
na ra eslreita do Bozario venda n. 8.
Vendem se as seguintes obras: Castello de Gras-
ville ; os Luziadas de CamCes; Geograpbia universal;
Galera Pittoresca da historia de Portugal, ; cartas de
Echo a Narciso ; dous voimi.es do Panorama ; um di-
to do Archivo Popula/; na ra do Cahuga, loja n. 6.
Y'nnde-se um preto bom canoeiro e urna canea
decarreira, que carrega 12 pessoa* por prego com-
modo ; na ra de Agoas-Verdes n. 70.
Vendem-se, na praca da Independencia livra-
ria ns. 6 e 8 as Decadas de Joo do Barrus, e de Dio-
go de Couto nova edicio : esta obra be considerada
como classica da lingos portugueza e por isfo digna
de ser lida.
-- Vendem-se barricas com farellos, muito boa
qualidade, e por preco commodo : no caos da Alandc-
ga, armazem de Francisco Das Ferreira.
Cheguem o bom e barato.
Vendem-se marroquins de cores, a 1440 rs. a
pe'le ; suspensorios de seda, e de borraxa ; luvas do
pellica, para bomem, a 960 rs. o par ; ditas de seda,
para senhora, a 200 at 1600 rs. o par, coutrasmui-
tas miudezas, por prc o mais commodo, ru ero oulra
qualquer parte : na ra do Queimado, D, 2 i.
Vcnde-se ltelo pelo mdico pre-
co de 4;fooo e 2s'5Go rs. ; na ra da
Senzalla Velha n."i38.
Escravog Fgidos
-- Ao amarillecer do da 30 de junho do corrente
anno fugiriodoengonbo Noruega, do capitio-mor Ma-
noel Tnom do Jess, 3 escravos uro de nomeAle-
xandre,do gento de Angola, Lini baibado com
suissas, grosso do colpo estatura ordinaria, bonita
figura de perna o p de idade de 30 a 40 annos ; o
qual foi comprado o anno passado ao Sr. ccnxnenda-
dur Jnio Pinto de Lemos: outro de nomo Manoel dos
Passos crioulo alto, bonita figura; o o outro do to-
me Damazio com os ps meio apallietados; estes
escravos suppe-se que lorio conduzidos por oulro do
nome Antonio da estatura o feitio do primeiro, do
gento de Angola o qual t inha < ppan enio no n 1 su o
lugar procurando senbor : quem o pegar leve ao di-
to engenho que ser bem pago de seu trabalho.
ss No dia 28 do passado fugio o preto Manoel,
de estatura regular, rosto redondo com alguma bar-
ba muito cschaceiro e (az-sc maluco quando falla ;
levou caigas e camisa brancas: quem o pegar, levo a ra
da Soledade n. 29, que ser giatificado.
= No da 25 que junbo p. p. dtstc corrente anno,
desappareceo do engenho Santo Andr, fregu;ia de
Muribeca, um cscravo, de nome Feliciano, de naci
angola, estalura icgular, cheio do corpo, tem urna
costura no beito, que vem al o queixo, de um couco de
cavallo; j tem alguns cabellos brancos, e lem oflicio
de carrero : quero o pegar leve-o ao dito engenho, i
entregar o Henriques Jos Alves Ferreira, ou na ra
do Rangel, sobrado do 2 andares, n. 60, que sen re-
compensado.
= No dia 20 de junho fugio um pardo do enge-
nho Arand, da (reguezia da Esrada do nome An-
tonio oflicial do alfaiate, de idade de 55 annos, pou-
co mais ou menos ; tem ossignaes se, ninlis : rslalu-
ra ordinaria rosto comprldo cabello pegado, na-
riz afilado um tanto vcrmelbo do rosto, com urna
cicatriz por cima de um del sobranrclhas ; padece do
cravos nos ps : roga-se a todas as autoridades poli-
ciaes e judiciarias.que o poderem pegar, ou dcscohrnci
onde ello esteja do o conduzirem, ou participaren! nes-
la praca na ra larga do Bozario a Jlo IManoel
Rodrigues Y aliene,1 e na liegoera da Estada a
seu senbor Francisco Bodrigues Esleves senbor do
dito engenho a cima que em qualquer deslvs partes ,
seri bem recompensados de seu trabalho.
PKR>.
NA l'YP DF. M. I- l'l FAMA

I


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