Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00824


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Full Text
Umio ile lft4 O DIARIO publica-se lodos os das que
Inao forem do guarda: o preco da assigna-
Itura lie de "i/rs. por quartel pagos adiantados.
|()s annuiicios dos assgnantcs sao insi'ridos
la ratto de '20 ris por liulia, 40 rs. era lypo
IdiUcrciile, c as repellccs pela melado.
los aue nio forem aaiigoantca pagan 80 rs.
[por liiiha, c ICO era typo difireme.
PHASES DA LA NOMEZ DE JUI.U0.
I.ua nova a A as i h. c 10 mili, da tarde.
I''i-escrute a 12 aoi 3 minutos da tarde.
I Ha clieia a 19 as 3hor. e 43 min. da man.
Mingoante a 20 a l hor. da minliaa.
Quinta fcira
de .luIo.
PARTIDAS DOS COItitKIOS.
Goianna Parahyba, c Rio Grande do Norte
Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Serinliaem, Rio I''ormoso, Porto Cal-
vo, e Maccy, no 1 11 e 21 de cada mcz.
Garaiihuns e llonito a 10 e 24.
Roa-Vista c Flores a 13 c 28.
Victoria Quintas feiras.
Olinda todos os das.
. 30 Segunda
Anno XXI N. IM.
PRKAMAR DE HOJK.
Primeira as 3 li. c 42 min. da tarde_
Segunda as 4 h. e (i minutos da nianha
DAS DA SEMANA.
. 8. Marjal, and. do J. de IV
di-J. v., e do J. M.ila 2. v.
Terca 5. Tlicodorleo, aud. do J. del)
da 1. v, edo J. dos Jeitos.
2 Quarla S. Otton, aud. do J. de D. da
3. vara. ,
3 Quinta S. lacinlbo, aud. do Jm/. de
I), da 2. vara, c do J. M. da 1. e 2. v.
4 Sexta S. Isabel, aud. do J de 1). da 1.
v. do clvcl, e ilos J. dos Pellos.
Sabbado 8. Athanaiio, aud. do J. de
I), da 2. vara,
(i Domingo S. zala*.
CAMBIOS NO DA 2 DE JL'I.HO.
Cambio sobre Londres.....S> /.
Par/. 372 ris por franco.
Lisboa 120 por 100 de preni.
Dtac. de let. de boas firmas I V,, J 'JiJ-Jfa
0,-Ornas l.rspaobolas .IMStt l#800
Uocda de Qtf el. /OO a JfBOO
deOiOOnov. 17/500 a L
a de 4*1)00 9/500 a
Praia P.atocei .... I/;j<
Pesos Coliimiiaiis liMiU a
Ditos Mexicanos 1'"30 a
Moedas dr 2 patac. 1/280 a
9/700
IflHid
is'.isu
fllM
1/300
Ac'cOcs da C.' do Beberibc de 50,^000 ao par
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
o nhl.nr.io DA CMARA DOS l.EPUTADOS.
(Correspondencia reteivada. Correio da curie )
Amigo Stnlmelii.A discussio do vol de gracas vsi
patenteando o que repetidas ve es Iho lenho dilo. A
maioria sustenta o governo porque jinda nao esta apla-
nado o enminho para que os seus eoriphcos subo s al-
turas do ministerio: antes o purgatorio do que o n-
ftrno, diz o Marinho ; /fntei pinar que mo'rer, diz
o Alfares Machado Kis-ahi explicada a entente cor-
/ki/ entre o ministerio o a si \iniii.\ ; o ornis he que
n'esle rniseravel conehavo nem urna, nein outro gover-
niio Nos corredores, as ante-salas os membros da
maioria asseverao que nao ba ministros niais ineptos,
menos proprios para estarem a testa dos negocios p-
blicos; lastiman que ojio Toreados a dar o apoio a taes
ministros; estes deslorrao-so com usura, zombo da
maioria lora e dentro da casa, fazcm a passar por baixo
das Torcas caudinas do sua ineptidao, e desmazelo ; ese
algum ministerial so atreve a levantar a voz no circulo
da cmara, se balbuca apenas urna proposicao, que
ebeire de longo a opposicao, milharos de oses logo se
levanlo para a bufar a honra e dignidade desse que pre-
teodeo rebellar-se I Com efleito miseranda he a sor-
te da pobre maioria ; Toi convidada a tomar assento
nesta casa para lavrar, e subscrever a sua sentenea de
morte.
i digan l que o partido do progreiio lio enorme,
compreheiido a grande maioria da naciio 1 Quando os
patriotas eochem as bochechas, e asseverao, que sao
os nicos, e verdadeiros representantes do povo brasi-
leiro, o no-so amigo Saldanha, sorvendo a sua pitada,
resmunga por entre os dentes: Presumpco, e agoa
bonla, cada uin tima a que quer ; o tom ra/ao. Se
sao lio fortes, se represen tiio a naci, govornein ou o-
briguem o ministerio a governar, segundo seu pensa-
menlo, suas ideas. Elles bem querem, coitados ; mas
'. nao pdem : desespcro, mas soflrom o Troio ; equan-
do teoin raiva, mordem-o com lo Ja a galhardia.
Nestcs ltimos dias teem-so espalhado, quo haver
mudanca nos governantes da Ierra ; esses boatos teem
adquirido grande consistencia, de sabbado para c. O
Limpo abri a sessio, e desappareceo Anda abi o
Saldanha a di/er a todos, que o Paulo liarboza Tora com
elle Serra. Bem sei, quo o Limpo he cortozao ; mas
nem por isso se pode admiltir quo houvusso tanto cm-
pouho da parle do gianjoannico em leval-o Scrra,
Mmente para ter a honra de beijara mo a SS. MM. :
todava lambein nao^creio, que esteja prxima a nudan-
ca completa do ministerio. Trama so contra a conti-
nuarlo do Jeronyino, o do Ernesto; o como podo a-
contecer, que sep necessario arrastar com elles os ou-
trns demonios, a esta o Limpo do mao para organisar
o novo ministerio. Ilouvo quem reparasse no modo
por que o Limpo, segunda fcira, reclamou a atlencSo
do ministro da guerra, que nterrompia o 'crraz com
apartes: de ci rio ho digno de reparo tal procedimenlo
para com un ministro ; mas tudo isso no passa du in-
dica s.
O Sou/a Martins. quo encetou adiscussao do voto
de gratas, Tez scnsivel a divergencia quo ha entre o
ministerio o a maioria, quo o sustenta ; divergencia,
queja se nSo esconde, que a propria maioria confessa.
Uepois disto Tallou na inverao]geral quo oministerio Tez
emtodo o imperio, o horrorisou-mo dos innmeros as-
sassinatos que vSo anulando o Brasil.
O Marinho qui/ defender o actual estado de cousas;
.- '
CAROLINA NA SICILIA. (*)
In sanguii (irdus
DIVISA U* or.lil M DE S. JA.NL'AIIO,
SEGUNDA PARTE.
Continuacdo do Capitulo XXV.
Cmlron llenero e solio logo depoil niuito i.nngndo o
linmillindu, pul linvia ido ruiiiplctaiucntc inallof-r.idn
o en alvitre. Os lagleiCi nao querio ouvir aecoiuuio-
ilncao ilguma, ante* de llie ubrirein a torre. Porqiic se
ll.i n cn.-.-nj a entrada? Ella leinin Ibes parela luf pel-
la, e encubra, iliiiao elle*, algum mysterio. Por sua
propria seguraneu, v pela d,i illia que elle* c.-tavao en-
carrcjmlos de proteger, era do seu dever esclarecc-l,
e O cnclareceriao por bem, ou por Forra. Tal era o sen
uliimalum.
Enlao.cbega a* armas! disse o cabo, c collocou os
cu quatro honicns na* jnnellos que dominavao a entra-
da, tnniondo ello o poto inai* perigoo. Preparar! pon-
tarl.......
Altla! mu insi.iiite !..... diste Casirone auspen-
dciido o mando du fugo, preste* a subir da bucea do ca-
bo; os In^lezes dero-iin* um qunrto d'hora para peu-
aarmo*; ete prui au lie para des|irezar, aprnvcile-
lliU-lo; o lempo nemiM-llia.
De que M'i'e ema demora? replicn a rainba.
() Vidc Diario n.' 143.
mas, o padre sabio-se mal, porque toda a defensa eon-1
sislio em urna constante recriminacio aos ministerios
passados. Estes ministerios commettrao enormissi-
moscrimes, segundo dizom os patriotas; sao execra-
veis e execrados;. puzerao om perigo a libordado e a vi-
da dos cidados ; mas to o exomplo, a norma par ru
se regem estes Srs. Principio por dar paten'a desa-
quarema a quem Ibes faz a menor observacao, o dopois
dizem : como nos args, so fizesles o niosmo ? I....
Inventario esta dele/a, o inda nio encontrrio em sua
imaginario alguma cousa mclhor porque asubstiluo
Sio pnbrissiinos de ovenclo Entretanto, o mil sof-
Ire; niobaseguranca individual; ludo ho desorlcm
o confusio ; os principios cardoaes do systcma repre-
sentativo sio desprezados: nio ha Ici que so exocuto ;
a propria constituicio he desrospeituda o vilala ; o
povo gemo vendo ex'iauridos seus recursos; a indus-
tria fenece, a agricultura retrograda, o commorcio des-
espera sobre o imperio das njusticas e alcavalas : fi-
nalmente o Brasil est em una con/lagiacao geral, co-
mo disse o proprio Marinho !
Entretanto, o projaclo du rosposta a falla do throno
assevera quo a ordem publica ho completa em todo o
imperio Tod s dirio que be inverdade o quo so cs-
croveo n'esso projeclo ; mas, isso pouco importa : so-
lio uns ministros e outrosdepulados, etudovaiome
Ihor possivcl.
O padre tusn o governo por na inercia, pelo aban
dono em quo dclsa ir o corpu legislativo, pelo despre
zo que porree votar ao punirlo quo o apoia. O Jerni-
mo interrompeo o Marinho ditulldo, que ministerio
e nio apoia em partidos, mu* na nar.o, qiiercndo do*
le modo lembrar llie quo nio piixosso as man;iiiiilia* de
fra, pui* ainda e*l& no purgatorio, e pode reaparecer a
quarentena. Olhc, elle* ao amito cpate* deftor no-
va inversao para punirn o* santas luzias : *o fr do
agrado dos oannicos, a coma ho mullo possivclO pa-
dro qualifioou do iuipriideute*, muito imprudente o
propuiieoca do ministro da marinlii no senado o respe!-
lo da maioria : o negocio e*t muito mudado; a gratliHO
foi-se, c o Marinho j utira sua pedrada ao* demonios;
e anda que escuuda liguirinh* *** pedrejail. la
dnvia o governo ficu contuso, c bem *ube #mdo vem a
pedr.i. .
Nesta di*ru88o fe o Forra* uin brllinutisimo ili
curso contra a marcha do* negocio publico*. O Fcrraz
do dia em da vai adquimido novo louros : ja nao he
poasivel deaeonhoccr o talento com que tora eimagtoo
os .ycophanta polilieo do Bru.l i o patriotas dcixa-
ito ile insultal-o; apenas o Joronymo, como quem he,
pretendo csearnecel-o.-Considerou o l'errui o*aeto lio
goTcrno, e coiiibinuiido-os com o principio apregua-
ilua pela maioria, opelotquae* o dit quo fila pe^aru
m arma*, do uicsmo modo que o Souia Martin, pulen
len a divergencia entre a MAIUBU e o MINItTBMO. Ao
liialmentv nao lia urna s pe*ua que nao veja caa mal
ludada divergencia esto catado de coma dOVe ser um
man para os Sai|iiurrnias.
Tocou ao Urbano responder ao I'errat : he pena que
deapendrtie Untas palavraa; tudo catata dito d.tendo
Ascnisus rao mal, o governo nio presia para nada;
na he neowaario SOStenUl o, porque ns*im podc-
mo simular influencia. Oa praieiros puterto-ae eni li-
nha flunqucando o Urbano para u*tenlal-u, para leu
brar-ll.u algum tpico quo oarec.ee reapiuta, o pun o
apoiados : poda e dizer que erao o* eavalleiro du loa-
Ir, oomiuaiidado* pelo ixAQUEim-Moii, o indefeclivel
Nune- A provincia de Pernambnoo, no entender do
Urbano, cala prxima a barbari-ar se; o ataattinalu*
mai atrutes o coinmeltem, em que ICUB autores ejao
punidos; reina n terror em toda a provincia; nao lia go
verno; nflo ha tontedades ma* ha orden publica !.t*
tas do um praieiro E.tc Sr. vilo perdendu alo o
D'oqui a mu quarto d'hora a policio ser a mesina. Alais
vale tomar parlido inmediato,c alirar aobre os sitiante*,
ante qneellcj nlireni sobre nos;quando liverem murndo
una ineia dutia, u outrus por corto lovanlaro DIHM,
Ese os Calabrozcsacudircm i descirga, au nos rallara
um pretexto para o* desviar. Carrcgai-me ah urna es-
pingarda, eontinooo ella dirigindo-ao ao cabo-i Mote
ha do dizer que e fez logo noslnglczc c que eu riqiei
de braco* cruzados. Tenbo derrubado javali, porem
homens, inimigos, Iogleze......... he urna emoro que
ainda nao conlieci. Dai-iu'a, que quero dar o primeiro
tiro.
Eeu o segundo, disse Castrone, tomando o *cu
partidoeAtiendo da neeeisidade virtude; oqnarto d'ho-
ra j se tinilou, a tregua esla rom|ida, c ulii vem a loa
muito a proposito para alu-.niar ti combate. 0 que for
suara. Eu ante preferia a via* diplomaticus. Una
palavra vai uiaisltmge do quo urna bula, o ferc mais
corto.
O ardor do combate havia-se derramado nosanguc de
Carolina, e brilhavu-ilie nosolho; toda* a* anas reicea
se tnhuo transfigurado : ella apertura eonvula, em
jiiiIms a muosecoiu urna vuluptuuidado aelvagem, na-
sa espingarda que conliuha a inorle. A rainha da Aina-
sonaa nao entesara o arco com mu* saliafacSo contra o
migo do sen sexo. Carolina nppriiximou-se de una
janclla, c vio, clardaJo du la, que com effeito aca-
buvu de levantar-te, oalncleiea ootopadoaom por fugo
porta, e quani eontegui-lo. Ella la alirar sobro elle
aem empallidccer, sem toscant-jar, quando urna espan-
tosa decarga, partida nao da torre, na* do mar, Irouce
a dcatruieao c n morte ao meio dos sitianlea. Cahrao
un* dez u primeira descarga, u o capilla fo do numero
da victima. A segunda fez semelhaule brecha ; os dc-
mai fugirao amedrentado e dcixrao lino ocaiuinho
do mar.
Acimiubu! gritoa Castrone, que- ia sempro d-
onecito quo linbSo do homens talentoso, i ipiem ou-
vio o Urbano dizer qiiecm Pcrnambuco nio eta alte-
rada a ordem publica, econfear que all nflo lia go-
verno em soeiedudo,- pie no lia flUMfl* *
quando um agente policial con. 10 OU W ho.m-n ha
Sanante par., fator aCugenUr on pwndor o* aaiaaainoa
em qoulquer lugar; quem nuvio etaa a.tranliewa d.r
.en. dunda qu o pubre do Urbano est noa ultimo, p.
r.ivvsmo du eu m.oisterialimu.-A atiemblea p.-nv.n
Bhl <|e Pernambueo fai ohamada anarohiaadrai o pro-
sidento da provincia e.queee 10 do seu. deveres nao
,u,la ,.. erapregadoa que protiolo neto, da mal feroz
barharidade; -O governo .u.tenta esto estado de oouaai
em l'ernambuo, o O Urbano da lite no ctanlo o seu a
poio! A c.lao nutra acc.saeoe potioaei d-putado
Jeba oppot coostautemeuto enrgica denegaco.:; o
cu creio n.ais no Uolia do que em quanio pruuiro ba
atini na cmara .
iesuio.ouo Urbano o Ernesto, que toldo urna co-
qaenoiaaiatimbroM, maravilboaa, porlontosa,......n !
5 Antonio Cario* v tod.....* da connrinar so OjOlM
,,,,e fez deate ministro; o emprc que e le tulla enel,e-se
,1c ufana, lava-e em agua de rosa*. O Ernesto na clo-
quela he igual a Guizot; .."* acta esta a cima de A-
berdeen : he liiusiLF.ino, e di.so. kmmm~
0 Goncalvc Martin encarregou-c dfl dem-jnstrar as
incoherencia do mim.tkp.io e da MMonU.-Para quo e
cansa a palr//w com c.tas eou.a.?.... p-ra quo repele
o uno todo o mundo .abo, u que todo o mundo ve, o t|lM
a propria maioria na., i.ega ? I ..." UoUVO do perineo,
na diMOMtO dd voto do incaa, o exame da emenda do
senado a ro.olucio quo ...anda vigorar no proM.no tu
turo anuo finalicen-,, a lei do ..remenlo votada para o
crente anuo O Antonio Cario ..loquera votar, por-
que a emenda liuha- sido propo.ta. no senado pelo*
Loaronas: 0 Porral ..isicntou aa idcia* emitida* na
emenda que limita o tempoda aotorloo dada pela ro-
.olnco; o Saturnino .U.lcntOU, quo o governo pode
continuar a cobrar O imposto decretado, anda .em
autori.aolo.nnua I do oorpo leyiKlat.vojo ttarinho eatgio
a opniao do governo a rcapeito la emenda; o Sou.a
1-rai.ca oppoi aa a ella; o o Jerony.uo deelarou quo o
governo clava do boa H nesta materia, o acoctaya a o-
uienda, quo toi approvada uuu. unaniimiiieiito! !
!?.! "iio '.nouu li-poQ o uSiniatL-Mu ou u.u. -.....-.
que era por so ho men real.
Por liojebaata, me.. Sentinella : ate outro d.a.
Sala da ee, '20 de ...aio do lt>l->.
O Helocio ua casa
, -
PEBNAMBUCO.
STNOPSE DOS APUIIAUOSTRAIIALIIOS DA VlCE-l'nESIDKNCIA
n:-ii rnovixciA.
Conlinuacao do n. antecedente.
Dia 2.
;i'lO a 3!i acto.. Greaeio do um caminando supe-
rior da guarda nacional do Limoeiro, una logiao e um
balalhao; nomeaelo do Manuel Barbosa da Silva para
coni.nundunle uper.or, do Henriqu. P. de Ucena para
coronel da primeira legiio, do Ala noel Uodr.giiea lo.
Santo., e J. Gome, do Monra o Silva para nMorea Bju
danlea d'ordent, do a. J Pe.,... de Vaaeonoelloa para
.ccret.rio geral, do Ignacio Corroa de Mello para coro-
nel da sc.juuda JegiSo, de Podro liarboza da Silva para
majar da mesn.a, do 1!. liarboza As Silva para oontman
danto do novobalall.au, de J llezerra do Mello para ma-
lar do mes.no, ede Joto Pibeiro Pes.ua do Laeerda para
coniniundunlo do primeiro baUlhlo conimnnicaCoe.
SG a 360. Aeiniaaao de eirurgiSo mor do oorpo da
polica ao Dr. Uavlgnier, c nomeafio de Miguel relilo
comni.inicaec*. _'
31 a 30!) Demissao do promotor publico Uo l ao
d'All.o A. J. doF. Seobra, nomeaelo de Antonio ici.
inaaanm~nfaiTTM-
reitoaoalto; o Calabrote, vio eabir *obro n, romu
ave do rapia sobre um campo de batalha ; a nos tt-
remo. tempe de aleancar o 1 iguo nnte que elle, chc-
BUC,IK i .
, Al""'is minutos depois, a raiuha aconipaiil.ada da sua
Camarista, noc trema deauato, oauva aenuda nalan-
clia, tendo pa.sado, pura aleuncu-la obro o cadavares
do. Ingleze. O cabo e Cu.trun.! tizero forca do remo
c en. breve atracara ao br.gue.
_ Bravo! di*so Catron .altando no 000ve*, fc..-
ahi una boa jugada, o a proposito. Un quarto de hora
que sedemorasae, eslava partida perdida.
_ Por miuliafe! responden o Alter ego, nocstuva
ia. ninha inflo fuzer cantar mai cedo os met, rouxi-
,ucs; nao se enchergava nada; eu tinha viudo alravc-
ar sen ser apercel.ido, aqu multe pertO no unligo pul-
lo de Selinonte ; d'alli ouvi na costa bulla eontu.a de
.otes cMrangeirat; e applieando o uuv.l", eonbeei no
rao Ingleze ; adevinhci inmediatamente que havia bal-
lurdl*. cao primeiro clara,, da la. que nunca appare-
0 mais a proposito, de.pcje os ineu doua bordu......
ia,. sei o resto.
_ Urc.lu ho que convem marchar j,repondco Ca-
tron.
Eapproximanilo-so do sen lugar-lcnentc, di.sc-llie
abrumas palavru.au ouvdo.
__ Kslou entendido, replieou alte, c vollando-se res-
itotamanle para Carolina, Senhora, lie elle, queira
r as suu. orden..
Por agora, d.sao Carolina, ordena a partida o u ai-
ncio.
l chamando Ca.tron, que de.ci* para a lancha, on-
o cabo o espera va :
Ca.tron, d.s.e-ll.e em voz baixa, nao e.quera,
ic deveaestaramanhU ernTrapani: tu ms responde
ni a tua ealieea pelo uapitflu Pubio.
Forao a* sua* oltima. palavra. 0 brigue parti ar-
xeira de tiorba ( ser prenlo de S. Ese.! e participa-
37d e.171.A cerca do alugoel do ...na caa de ofli-
iaca
372__Cou.muuiea ter sido demiltido, em v.rinde do
art. 11 da lei provincial n 140, o l)r Alaviguier lu lu-
gar do eirurgio-mr do corpu do polica, puf ser tam-
i'ien. pruteaavr da cadeira d obitroliolaj e qne sonto
leve ii'ual prncodineiitn cun o directur du lyceo e pro-
fc..ir ,1c tkoologia piatics, quo aa o ao inc.rau tompu, o
primeiro vigaroc o egundu eapellao da se, porque,ou-
vdo o procurador da ..-"roa, f..i oslo de parecer quo u.
i-mprego de vigsriil 0 capelln, londo gerae, nflo esto
inborduiadoa diipolloiu da lei provincial; parecer co.n
que so eoi.formou aquclle gorcrno.-O tul aquelle gover-
no lie que ningiiem abo quem lie.
273._U>.pondo i prc.dencia da. Alaga., que a.
suu< requiaiooessorio lati.feila* pela theso.iraria.
37'l. Rcsolucao de urna d.ividu do juz municipal do
Kio-Eormusu acerco da urisdicto eivel dore.peotivo
upplentc no (orino do Serinliaem,
37o Manila regular o furueciuicnlo da etapc da.
pruca do prct em artico na frnntcra do Sol, segundo
us enern. quo te ubi.vero.n, com taiito quo uflo excu
da a quanlia da 200 r*. mareada a cada piafa.
37( Autorisa a compra do 200 vassoura* pelo arse-
nal ile guerra.
377. -Approva a arremalacio do rendiineiito do turo
das caixai o feohol de assocar.
37. Autorisa a arrcmatacla d imposto do. leiloes,
observando so u segointo regulamenlu :
Artigo 1.0 Os leioc particulares, que .So aquclle.,
que .e'raztm sem iutervenr.ao da autoridade administra-
tiva, OU judieiaria, nflo poden, ter lugar sera que o do-
no, agento, depositario, 00 oorretor tenha pago au ar-
rematante o imposto do 10,000 r..
Art. 2. Quando oleiluo se fizer tero o pagamento do
imposto, neorrein ni infractores na multa do 30,000 r*.
quesera cobrada cxeciitvaiucnle, sendo por ella re.-
puosa veis solidariamente o dono do. objeolo. vendido.,
ou aeu agento, e depositario desse. objectu., e o cor-
rclor.
Com data do 27 do junho pobliooU a vico pre.idcncia
" arofuMENTe pAiia A BUCOCA oo urnm or mi
rilOVINCIAI. r. 144.
Artigo i O imposto de quarenta roi. e.n caada du
liquidas espirituoso do consumo ser arrecadado, do
1 o do jull.o cu diante, por um agente ..orneado por es-
ta presidencia, o qual lera um fiel, quo .ora proposlo
por ello, o approvada pela thoaonraria.
Art. 2. A porceiitagem, que competo ao agento e tiel
por esta arreoadaoio, ser fixada pela ihc.ourana, con-
forme a rogrl cstubolccida uo artigo 13 da le. provincial
n 24
A.t 3 A arrocadacao s lera lugar, quando o gene-
ro for vendido para consumo : consdera-.c vendido pa-
ra o consumo desde <> momento em quo pa.sar da aitan-
dmrt OH do* armazn parliculare* do depoito em que
tenll sido rcculbidu dopoit do despacho, para o poder
de qntlqner consumidor, ou para os anuazciu ou taber
as anude so vende por mido.
\rl fi O agento, ou seu fiel na alrandega turnara no.
la do. do* doapaohoa, e liaveri do deipaohtnto o impot-
todevido pela, venda, que ah. so rrlcet.ure.n para o
eonsu.no so o genero for recibido a trinasen, de de-
potilo s pudor* liaver de.te ama uta astignsds ooma
deeluraeao da qualnlade o quanlidade do genero, o do
trmntomom quo Boa rooolhido, que re.pon.abili.o
pelo motmodeposito, oupelo respectivo imposto.
Art Quando u liquido c.piritnogo vicrein era
va.ill.as pequeas, c ulmpolto c.orre.pondente nflu ex-
ceder do dez ulii ro., .or lugo pago na ooca.io em que
sabir da alfandcga. ...
Art. G.u Para faoilidado c arrocadacao dc.lo impo.lo.
fando, c soltando ao vento tuda a. vela., perdeu-se om
breve no. nevucirua da nuule.
A cunjcct.ira. de Castron haviao-so realiudii; otra-
hido pela bulla da artilhcria, o* Calabrote* baviao fo.to
riiipeao no lugar do combate ; ma. a rainha clava lon-
,-o du .na vista, eolio, a supputcrflo na e.trada do Cas-
lelvetrano. Todo 0 cu cuidado toi dc.pojaro. morios o
perseguir oa fugitivos; elle* malario desapiedadamonto
ludus us que tiverlo a desgrara de .edeixarein apai.har ;
algn* Ingb-ze torio perder-so no meto do pantano;
de SortO que dos cent honicns que na \ espera haviao
partido pura Selinunlo, apena, voltnu a melado, e era
que estado!
Os Ingleses podilo ter deitado impune ate cutio a raa-
lanoa doi oarabincirot ticilianos, por que o realidade
punco ll.es importa va i mas que diligencia, que ardor
nao irio elles por em vingar as ua propria tropa*!
Queira Heos que o preso deTiapani nao ej svi'-'M-
rea expiatoria dc.ta .anguinolenla cntattroplie.
XXVI.
PUIPABAT1VOS.
Ellriolo observador das orden da rainha, Castrone
tomn apenas alguma. horas de dr.canco na torre do
Fortes, o ao primeiro arrebol da aurora eguia canil., i
de Trapani, prometiendo bem servir Fab.o noli-
mite* de seu proprio interesso. Como nao esqueeta da
mancira dcatcnciosa que com elle usara na yespera o
invalido de Uoueevino, ievava tambero na lerouraooa ti-
rar lili urna desforra. Quem sobo, diia elle, w nao
colberei por l alguma nforniacao que roe sejs ulii
Com effeito ochou elle Pipo raeloncolicanicute senta-
do, fumando o sen cachimbo, e.o frente da grsde w
eas.ino. Desde que u capitau partir*, S t"'1'*,.u" 0""
.a, a lazer, fu mor e pa.aear ; d priroe.r. f.culdade usa-
ra liomallo, du eg....da muito pouco, oto aetcmpu*
- ILEGIVEL


L
r
o inspector da alfandcg coadjuvar ao agente ncsla fiss
calisacan, e Ihe permittir a vorifieac.o dns despacho'
que se fioroin diariamente, qunnd llie nio livrrein sido
presentados, on par omtala, nu por ii.'ki estar olio a
gente presento.
Art 7 a O* donos dos armazens torSo nbrigldns a dar
iioisalmcnle cunta a agente dos genenii que tiverein
ido ex orlados 00 vendido* para o consumo, c do laido
existente, pagando logo do vendido para o comumo o
respectivo imposto.
Art. 8." Para prova da recxporlacSo do genero exi-
ge-se :
SI0 Ccrlidio do deapaclio e einbarquo do genero pe-
la mesa do consulado coni a declarar/So do numero do
despacho da alfandega, marca, qualidade, quantidade
dos vnlumcs c medidas : para eatc fim o requerimenlo
que pedir a oertidlo far ai referidas declaracet.
'2 Justificacio da effccliva importaco do genero
no porto do sen destino por moio do cerlidao d'alfande-
ga importadora, nu mesa de rendas, presentada no pra-
zo de seis roces. Durante o semestre ficar ein deposito
o importancia do imposto al a apresenlacSo da cerldflo
de imporlaco.
Art 9.0 t) genero que se rccolher aos armazens par-
ticulares de deposito ii.i lii'.i subjeito a quel>ras, ncm
pode ser transferido do un para entro armaiem sem au-
diencia do agente : sem esta condico o genero presu-
mo se vendido para o consumo.
Art. 10 u O agente podor exigir dos donos dos arma
?ens de depotito flanea ao valor do imposto, seassim
for conveniente, r se nao for prestada a Ranea o nipos
lo lio logo c\igivel
Art. 11 Se lis donos dos armazens sonegareiu os li
quidos OSpirituosm rm lodo ou parle, a fin de nao paga-
ren! o imposto, pagarn o duplo do imposta devido, c os
referidos lquidos se considerarn consumidos.
Art. VI o Os dones dos armazens do deposito fran-
quearn os meamos arniaicns ao agente, ou sen fiel para
as averiguaecs o exames que Ihe pareccrem neeessa-
rioi.
Art. 13." A tliesouraria dar a forma e modelos para
a escriplnra^ao, e marcar as pocas pm que o agente
deve fazer as entradas dasqunulias nrrecadndas.
Art. 11." O agente,logo que entrar em excreicio,pro-
ceder a un bataneo em os armaicna de deposito para
faier urna nota dos liqnidos espirituosos existentes nos
meamos armazens, e rocolliidos antes do 1 u de jullio,
com a declaradlo da quantidade e qualidade, c marca
respectiva, a fim de que por esta nota proceda co
branca do imposto devido pelo consumo cffectuado du
referido dia cm diante.
O donti do armazn que se quizer iseutar do balance,
prestar a nota referida por elle as.-igoada, c conipro-
vad Art. lo o Serio apprcliendiilos como extraviados nos
direitosos lquidos espirituosos que nao forem manilos
ladon no balanCO, nu nota do artigo antecedente, e nos
despachos.
itendimento liquido arrecadado pela meta do consulado
desla cidade,em lodo o mez de junho proxmxo passado,
A SABER
Despachos martimos.
Ancoragem para ra do im-
perio.........3:523 981
Provincial.
Dizimo do tssucar.....
Mito do aigodio......
Dito do cafe........
Dito do fumo.......
Tsxa de 40 rs. por sacca de
aigodio........
Dita do ICO r. porcaixado
assuear.........
Dita de 40 rs. por fecho do
dito..........
Dita de 20 rs. por sacco com
dito..........
10:313,154
i: 09 i, 003
10.556
Mr.tn
76,280
241,000
C.C80
339,060 13:122,711
51:502,134
\1esa do consulado, l.'dejulbo de 1845.-0 ad-
ministrador, Jodo Xavier Carneiro da Cunha.
Dita para dentro de dito.
Expoilacilo.
Direilos de 7 p. c.....
2 .
V de ouro
prata amodados. .
Emolumentos de certides.
161.873 3:685,854
31:838,585
63,620
CORREIO.
COBIIKSPOMIF.-MMA DA ClIlAE E PROVINCIA.
Aqu vai urna tratada praieira, que anda hontem
souhe de lonte limpa. Sabem Vms. que, quandoa-
qui cbogou o l.s batalhao de cacadores, a canalha
praieira procurou alrahir a si por todos os modos, c om
todas as planas os individuos desse corpo, dequeelles
havio assentado fazer mais um instrumento de vingan-
ca contra esses bomens, que tantas vezes Ihe teem estor-
vado o pssso para a desordem : nos primeros das an-
da houve o quer que ejo; mas, ou porque os officiaes
desse corpo rcflectissctn bem nos seus deveres, ou por-
que os soldados tendi a devida disciplina ; o cerlo he,
que a piaia nao se mostrou muilo affeicoada sos novos
hospedes c a nova policia afinal embirrou de todo com
(lies. Ah vai agora o faduzinho, que dco lugar
estas minhas reflexoes. Km das da semana passada
um soldado desse batalhao (ravou-se do patarras com
um escravo, e cm resultado foi-lba arrumando alguna
supapos; parece,que o cidaddowbjeito era um dos cin-
co mil. porque, acodindo alii um homem de cara lisa,
e sohrecasaca fui malhando com um ccete no soldado,
com quem tinlia rixa vellia, e sem mais perguntar quem
eslava de viga ; mas o soldado, que nao era molle.coii-
seguio tomar o ccete ao pellado valentao, eescovar-
llie-hia a s Jirecasaca, se ao mesmo lempo nao acodis-
sc urna patrulba, a qual, roconhecendo no pellado um
Jos seus maioracs, o deixou livre, e levou o soldado
preso, a queiu agora quer a policia lazer cargo de ha-
ver desatendido um oflicial, quo alias o soldado nao
poda conhecer; e o mais he, que,segundo me diiem,
at os taes olTiciacs da policia recehrio muilo mal o ca-
pito daquclle soldado, que fra ao quartel entender-
se, nao sei sobre que.
Com mullicad o.
9,219
26 ICO 31:937,590
Interior.
Sello fho do papel..... 405,280
Dito proporcional...... 698,093 1:103,3/3
Depsitos.
Imposto de 5 p. c. na compra
e venda das embarcacocs
naconaes........
Con tribuicao extraordinaria do
vencimenlo dos emprega-
dos, arrecadada de junbo
de 18Vi maiodc 1843. .
Diversas provincias.
Dizimo do assucar das Ala-
gas.......... 1:046,83o
Dito do aigodio da Parabiba. 21, i I i
Dito do Rio-Grande-do-N. 1,071
150,000
472,700 022,706
37:309,523
1:069,920
38:439,443
cm lempos ia pedir Zngara novas de seu amo, cuja
pns'io anda ignorava, c voltava cada vez mais du vi (lu-
so; por que succedia com as predieces desla pythoussa
cm andrajos o mesmo que cun o* nraciilus de Dclplnis;
s se Ibes compreliendia o sentido depuis dosuccesso.
Ol l disse Caslron ao iuvahdo parando u eavat-
lo dianlc delle. Anda ah estas, enmarada?
Oh l! respondeu Pipo sem mudar dcallilude, e
a'.i- sem tirar o cacbimbo da bucea, be anda u meu via-
jante?
Eento? rccebcstcem fim noticias de leu amo?
Vem lo curioso como limiten) ?
Etu tambein sempre ponen coinniunicalivo.
Conforme. Quaodu a gente se conlieco, pode con-
versar um punco.
Ao que parece us desconfiado : tens rasu; ades-
coiifiauca lie mi da seguranza mas tambero nao dev
ella ir lo longe. Sabe pois, para ten governo, que eu
roe chamo Castronc, que fui ollici.il de niarinlia, c que
conliccn muilo o leu capillo.
Ali! o Sr. conbecc o capillo? c ende 0 vio para o
conhecer lio bem?
Abordo do Trtaro, que eu coinmandava, quando
elle servia como lenle.
Isso he certo: e fui esta viageiu causa da sua de-
misado.
Mas que tambein o ha vio fcito capilao. Eolio
nao cstoll bem informado '
E porque no me disse isto hontem? nio o teria
cu mandado andar como i.
Hontem levava pressa, Agora he outra cousa, te-
nhit tompo de conversar com ligo. E pos que nSo que-
res dar-me noticias de teu amo, vou cu dar-t'as. Elle
est em Trapani.
Pois bem! si ni, est em Trapani, replicou Pipo,
que anda eslava mcio desconfiado: urna vez que o Sr. u
sabia, para que Ib'o dira cu?
Hoje, quo o Eim. concelbeiro, o Sr.Thomaz Xavier
Garca de Almeida, deixou de ser administrador desla
malfadada provincia; boje, que della separado por urna
distancia i inmensa, nem tem gracas a fazer, nem influ-
encia alguma eierce; de cerlo o seu maiscego adversario
nao ousara dizer, que queimamos um vil incens as
aras do poder, ou que.semelhantes aos Ahyssinos.ado-
osuo UO Ula, quaiio se ole- !,.,, bnlsuir-
te ; nao: nos pagamos o tributo devido iamizade;
gratidio, e tambein verdade ; locou-nos a vez do de-
fender o Sr. Tbomaz Xavier dos convicios e ultrages, de
que incessantemenlo lem sido elle o triste alvo, anda
mesmo fura do poder, e contentes tomamos essa tirefa
para nos tanto mais nobre. quSo despre/.ivcl, o mesqui-
nha ho a daquellei, que lio injusta, e desabridamente
o atassalbao
Nos nao temos em vista estigmatizar o lado, donde
teem partido asi ffensas feitas ao Sr. Thomaz A'avier,
nicamente procuraremos rcpellir as negras calumnias,
que Ihe sao com lana prodigalidade lancadas; e como
mais de urna vez elle lem sido victoriosamente defendi-
do pelo prclo, nao abusaremos da attengao e paciencia
do publico, repetindo novamonle, e analysando todos os
actos de sua curia administrarao.
Ser censurado como poltico devia sem duvida aguar-
dar o Sr. Thomaz Xavier de qualquer dos lados, a cu-
jas exigencias ello se nao prestasse, quem elle negasse
pretendidas concessoes; mas que, deixando de censurar
os actos de sua administraran, que julgassem censura-
veis, se lancassem seus adversarios no immundo lama-
cal dos insultos, e improperios; que o fdssem ferir no
recndito de sua vida, em sua honra; lo golpe, para o
qual c rtmentc elle nao eslava preparado.
Entre as innmeras injurias, dirigidas ao Sr. Tho-
maz Xavior vem-so as seguintes deasso protector
de roubos, e assassinalos e traidor ao ministerio de
- Bo
- Pre
be
que tu lalvex no saidas, lie que elle est preso.
SO J exclamen o invalido quebrando o cacbiiu-
a perna de pao, no exeerso de sua indignaban. Pre-
so : nm homem como elle! que he honrado coro a esti-
ma da rainba!
Eiii.io o capilao condece a S. magestade?
Se a condece! contuuou o invalido crguendo-sc,
o que at entao no bavia feto, e tirando o boll em sig-
n.il do respeilo S. magestade em pessua nos hunruu com
a sua visita.
Aqui?
Aqui n-sino, e por signal que me disse, ni i ni
que aqu llie eslou fallando: Est bou, roen amigo,
vou muilo salsfeila coro ligo! a Eslas pnlayras estara
para sempre gravadas em meu coracSo. E um hunieni
desle he preso Mas cales Ingleze qucrcni enla.) que OS
degolcm a lodos um por um, pois que no se roe d de
apostar que a obra lie sua.
Coro rffeito furto ellcsj tu ganharias a aposta.
Prender o capitn repela Pi|io na cxacerbac&o do
furur. Como se no fura bastante tcreni-no deinillido !
Fazcrcni tal a 11 ron la a uro liumcm como elle I Mas, ao
menos espero que nSo correr perigo ?
Tambero eu o espero.
Mas o Sr. n o, esta certo ?
Sim, sim; nos liavenios de tira-lo do aperlo.
Basta que S. magestade diga nina palavra. He boa
necasio para ella se mostrar nosso favor.
Fica socegado, digo-t'o eu, os Inglcics n5o sio os
mais fortes.
Por cm quanto so os mais malvados. Prenderen
o meu capilao!..... e em que oecasiao? Quando elle es-
t com o casamento justo.
Ah! o ten capitn casa-sc' Com quem?
Essc segredo nao he meu, he delle i e como o Sr.
vai a Trapao, peifUBtO-lll'u ; elle Ih'o dir, se assiiu llie
convicr. >o se esqueja tambein de fallar-lhe do pobre
2 de fevereiro injurias, que so um ceg furor de in-
sultar as poderia dictar. Quanto is duas primeiras, o
ettiaordinario conceilo, a bem merecida reputacao ,
que geralmenle goza o Si. Tbomaz Xavier, de cidado
honesto, e magistrado justiceiro o honrado, o p5em in-
teramente t coberto deltas, e seria rebaixal o proenrar
defendcl-o de lio miieraveis impulacoes, que em si
cooleem o germen de sua prompta destruicio; pelo que
toca a imputacio de traidor ao ministerio, que o no-
meou, ella nio he menos destituida de fundamento,
ot fados o demonstran.
Bem tranquillo, e quasi inteiamente retirado do
marulho poltico eslava o Sr. Thomaz Xavier, como to-
dos sabem, quando foi pelo ministerio chamado para
tomar o governo desla provincia, que na corte se pinta-
va prestes a abysrnar-se nos horrores da mais terrivel
eonflagracio ; como fiel servidor, e sempre prompto i
concorrer com seus esforeos para a felicidadedo paiz,
elle nio duvidou sabir do seu repouso, e accoitar a pe-
sada missio, que se Ihe confiara, julgando se em sua
coosciencia pago do sacrificio, que fazia, so chegasse
ainda i tompo desairar da voragem anarchica esta bella
parte do imperio da Santa Cruz ; chegando cm fim
esta cidade e conbecendoquao exaggerados baviio sido os
boatos, que na corte se espalbrao sobio o estado desla
provincia, de que entao so formava um luctuoso qua-
dro, conscio do quo a sua missao era a conservacio da
paz, a manulencio da ordem publica, e das institui-
c-es do paiz, mas nio o exterminio, e aoniquilavio do
partido algum, tralou de em sua adminislracio fazer
justiea a todos, e nio bostlisar a pessoa alguma. Em
que, pois, Irabio o probo e intelligente magistrado, o
prudente administrador ao ministerio, quo o nomeou ?
Acceitando a presidencia dePornambuco.assignouo Sr.
Tbomaz Xavier o compromisso de vir aqu exercer al-
guma reaceao, ou mesmo a inversao, quo se exiga em
todas as posiedes officiaes oceupadas por opposicionis-
tai ? Certo, que nio. Se alguma traicio houve, foi
sem duvida feita ao Sr. Thomaz Xavier por alguna dos
membros do gabinete, que, enviando-o com o fim de
restabelecer a paz, e a ordem publica, que sediziio
perturbadas, para embalar as pretcncSes d'alguem, o
apresentvio como um vilenlo reactor, quevinhasa-
tisfazer todas as exigencias do partido, que apoiava o
governo, o que com i-Ieito fez crer i muitas pessoas,
que o Sr. Thomaz Xavior no systeina de administrado,
que adoptou, se desusara do fim, jura quo fdra uo-
meado.
iVlas,diz-se:oSr. Thomaz Xavier guerreou a eleifio
do Sr. Antonio Carlos, quo era candidato do governo:
vejamos os fados, em que so firma tio pesada imputa -
Co : nenbum se aprsenla : o Sr. Tbomaz Xavier li-
gou-se inteiramenle ao partido da opposicio, e fez Ihe
todas as concessoes precisas para combato o partido mi-
nisterial ; entretanto na parte relativa a policia e guar-
da nacional, demiltindo, ou reformando alguna indivi-
duos, que nio crio governislas, as suas nomeatSes, se
nio recahirao todas sobro governistas decididos, nio foi
lodavia nomcado um so opposicionisla conbecido como
tal : daqui, pois, avalie-se, qual o crdito, que mere-
cem os adversarios do Sr. Thomaz Xavier, que com tan-
to furor o calumniio.
Basta : na pureza de sua consciencia, na redidiode
suas inlenc-Scs achara o Sr. Thomas Xaviar a oais cer-
ta e segura consolapio contra asatrozescalumnias.de
que tem sido tantas vezes victima ; e se por acaso Ihe
ebegarem t maos eslas mal (racadas linbas, dictadas
pela amizade, e pela justiea, elle se convencer, de qu
su alguns Pernambucanos fascinados Ihe teem com mios
largas prodigalisado virulentos insultos, e sarcasmos,
maior parte dos Pernambucanos reconliceo o seu mrito
nao vulgar, e muito aprocia as suas excellentes qua-
lidades.
Correspondencia.
Senhoret (eductores.
Em resposta a correspondencia do D.-novo n. 139,
assgnada por Francisco Bernardo Cavalcanti, olieron.
ao publico os documentos junios, com os quaes provo
oque disse a respeilo da primeira sentenca do juizo in-
erior, e tambem a cerca d'acommodacio, que aquello
correspondente diz ser pedida por minha parte, quan-
do realmente be pela sua, como se ve dos dous ltimos
documentos, O msis quo o correspondente diz, o pu-
blico ajuizar o peso que merece, sendo desmascarado
nestes fados espitaes. Hecile, 30 de junho de 1845
Joaquim Francisco- de Millo Cavalcanti.
Documentos
Vistos estes autos, li bel lo do autor Joaquim Francis-
co de Mello Cavalcanti esua mulbera folhas 10 e 117,
conlraiiedade do reo, Joaquim Francisco Cavalcanti
9S
Pipo, diga-lhc que estou muito desconfiado o afflicto,
que me vio.....
Para que elle me acredite, he necessario urna pro-
va, algum recado particular leu.
lie verdade. Qualquer ahi pode dizer-lhe: Eu vi
o Pipo ; mas prova-lo he nutra cousa.
Que queres cnlSo, que Ihe diga da la parte?
liiga-llie...... diga-lhe....... respondeu o invalido
excogitando o laucando os ollio cm derredor de ai sem
RCbar nada, diga-llio que o burrico de Mimo, o jardinei-
ro, morreo, e que elle pede nutro para ir no mercado.
Seja o burrieu de Muo! disse Castronc, rndo-se.
E prnseg iiindo i parle a sua dcia :
Este meiu de introdcelo, pensouellc, vale tanto
como qualquer outro, O capitn ver ao menos que es-
tuu iniciado nnsscus negocios domsticos, e ficar mais
disposto a concedo -me a sua ccnanca,
No mais n cainpanba em boa para Castronc. Elle lia-
na dcscoberto cuusas novas, c confirmado as idoas que
llie liaviau ocenrrido a cerca das mystcriosas relacoes
da rainlia com Fabiu,
Ella vai sua casa, disse elle com os seus botcs,
logo ama-o; ello vai casar-se, logo engnna-a. A cousa
est cmbrulhada! Guarda o destecho! Esta gente inoea
he da una presumpcSo!....... Tuda ella s tem na ideia,
por So Januariu! afortuna deActou. Nio se incom-
modem meus iindos rapatinhns. Por uro bem succedidu
quantos nio quebrarn o pescoco?
Eslas pouco caridosas reflexoes, faiia-as Caslron, ca-
minhando vigorosamente na estrada de Trapani, onde
vamos prccede-lo; porque por mais rpida que ande a
sua cavalgadura, a nossa vai anda mais depressa : elle
lioia va sobre as peinas du seu ea vallo, nos voarous so-
bre as azas do pensilmente.
SuceediSo os das sem trazer niudanca alguma situa-
do Albuquerque, e herdeiros da finada D. tUqria
Francisca de Jess a folhas 82 e 137, depoimento de
folbas a folhas, documentos juntos por urna o outra par-
te: allegio os autores, que os reos Ibedevcm desoito
conloa sete ceios e oilenta e nove mil quindenios e oi-
tenta e nove ris, provenientes do resto da compra do
engenho Abreu desta comarca, e de urna Icltra de tres
conlos qualro ceios o seto mil nove ceios o vinte no-
ve ris de differentes transad.oes, passada pelo primeiro
reo, a vencer-se a 30 de maio de 1840, e onza conlos
quindenios e sessenla e seis mil seis centos e oilenta
ris de juros de dous por cento ao mez, na formadas
contas, e documentos; eque, sendo nulla a escriptura
a folhas 60, todava piova o seu pedido : defendem-so
os reos com a materia da sua contrariedade, allegando
que os juros nio foro convencionados, que teem feilo
remessa de todos os aisucares fabricados noengenbo des-
de 1835, e que o seu producto liquido tem ficado em
poder do autor para seu pagamento; que as contas do
autor nio sio exactas; que teem pago ordens do autor,
e que derio o escravo Manool para pagamento a folhas e
depoimenjos a fo!has; que o primeiro reo, em vida do
sua mulher, comprara o engenho Abreu aos autores,
e que os oulros reos sio herdeiros da finada D. Mara
Francisca de Jess, e que nio se abstiverio de beranca;
e que, londo sido psga a primeira ledra (de dozo conlos
de ris), esli ainda os reos a dever parle do valor do
engenho ; quo o autor lem dado dinheiros para compra
do objedos, e feilo despezas por ordem dos reos, o quo
at nio conlcstio estes; julgo competir aos auto-
res a aceao proposta, e julgo nulla a escriptura de pro-
messa de venda a folhas, 60, como oonveem ambas as
partes a folhas e lollias, por nao poder o primeiro reo
nella contratante pacluar sobre a venda do dito enge-
nho, sem expresso conseotimento dos herdeiros, quan-
do, havendo menoresn'ossa propiedado parto da beranca
sem hasta publica poda ser vendida, e como o effeito
da nullidade da convenci da escriptura a luidas 00 se-
ja reduziras cousas ao seu enligo estado, em que se a-
chavio antes desia escriptura a iolhas 60, e, segundo o
direilo,o que he nullo nio possa produxir effeito algum,
alvar de 11 de junho de 1765 e alvari de 12 de junho
de 1800 3, e nem de urna cousa nulla se possa dedu-
xir direilo, nem com ella provar obrigacoes, visto be
dever a convenci dos juros allegada ser provada
por causa anterior a escriptura a folbas60, que, por
nulla, fez tornar a causa ao seu antigo estado; e nio
constando por outra alguma cousa essa convenci da
dec laucan dos juros na escriptura a folbas 55, feita no
mesmo anno de 1840, em que foi feita a de folhas 60,
presumindo-se que tal convenci nio existia, de modo
algum est provada semelbanto convenci do juro-,
e a iniciativa, a respeilo disto, nio pode produzir pro-
va legitima ; pos, ainda quando se quizesse considerar
conli-sao eitrajudicial, que s faria m ia prova, ord. lit.
3 lit. 52 no entanto que, sendi giande a quanlia
dos juros pedida, nio pode o autor sodre elles baver
vencmento sem ter plenamente provado a sua tcncio
ord.cit.; e por isto nio julgo provada aconvnciodos
juros de dous por cento ao mez, nem por consequer.-
cia os autores a estes com direilo, na forma do ord. liv.
4 lit. 67 1.; portanto, avista do ponderado e do
mais que dos autos consta, disposicors de direilo com
que me conformo, condemno os reos a pagaron o
que justamente se acharem a dever aos autores pela com-
pra do engenho Abreu, dinheiros dados, e despezas
feilas pelo autor por ordem dos reos, conlorme se li-
quidar na execucio.deduzindo se a importancia do pro-
duelo liquido dos assucares fabricados, quo, para paga-
mentos, os reos teem remedido, e a impoilancia do que
os reos tiverem pago por ordem do autor, o o valor do
escravo Manuel e bem assim, condemno os reos nos
juros, depois da contestacio da lide, na forma da ord.
liv. 3. til. 66, l.eart. 3 da loi de 24deoutubro
de 1832, e nascustss.
Villa de Nazarelb, 19 do Janeiro de 1844 Jote
Profiri Lobo de Andrada Lima.
Joaquim l'edc-se-me para cu fazer com ligo, a
fim de fazeres urna acommodacio com Joaquim Fran-
cisco de Abreu Eu bem vejo quo t ests munido
de toda a razio e justiea; mas, meu Joaquim, a grande-
ta d'alma ao homem sempre he louvada. Eu nio que-
ro o teu prejuzo; masdesejarei que voces llquem am-
bos salisfeitos; portento, sendo l annuas a esta acom-
modacio, vem para aqui, e trataremos desle negocio;
e seja isso com drevidade; e responde-me logo pelo por-
tador. Teu P. tmigo aflectuoso Lourenco Caval-
canti de Albuquerque.
Pelrib, 13 de maio de 1845.
Illm Sr. Qucrendo nos imtabular urna acomo-
dasio com o Loula nada temos feilo pois osle homem
nio tem tramenho Eu alias que espero por Vm. Meu
do exterior; c gracas condescendencia iuteressada do
carecreiro, elle rocedia gente na prisio cora a mesilla
facilidado que seeslivera ua hospedarla do Sol: salvo a
'bordado, gorava do todos os privilegios della. O bario
Schiiiiua ia v-lu lodos os diaa, c muiloi pasaos dava cm
favor do preso, anda que son nada conseguir ; mas nao
era por poupar, seja dilo por amor dajnslifa, nem dili-
gencias, non sollicitiicrs. nem claces latinas; mas per-
da os seus pauso cosen ltiro, passus atque latinum,
como elle suspirando ditia a si mesmo.
Itatadla de pois da primeira visita, linha vullado algu-
mas vezes com o mesmo myslcriu e acompaiihada de Er-
rante, que traba lliava semjirc, ou suppunda-se Irabalhar
no seu retrato,
A sua evasao amadurrec, diii.Vi ellos ao preso,
sem se explicaron mais; ton sido demorada para ser
mais segura.
a sua parle, a este respeilo, eslava elle na n.osma
pcrplexidadc. Fugiria ? nSo rugira ? Era o sen cierno
problema; c ainda que dei vezes por iiiiuulo a si mesmo
propo/esse esta queslo, oinda nAii havia respondido
nem sim nem nao. Um dia adormeca dizoido : vou me
embora. Ao despenar ditia i oloaaio d'aqui. Exage-
rando uro entiinoito on si mesmo muilo nobre, e fa-
lendu da honra militar una extempornea applicacJo,
conclua sempre quo lo codarde, tio deshonroso en
fugir da pristi como du campo da datalda.
Com essa lgica, dizia llie Errante, Scrates bebeo
a cicuta.
Entretanto Irma edegado o momento do lomar un
partido. A fuga eslava preparada para a mesilla uoute.
Porque meios ? He o que os dous cmplices llie liaviau
obstinadamente calado. O harn nio era do onluio.
Ualtido todos 01 das c on lodos os pontos, nio Cessavi
de repetir cm todos os lona : ltritannia ferox Em sen
I-- -~t------*... ._v., ... i,, tutuma jtiuu : un -
desespero chegava a dizer : Delenda larlhago. Cartla-
go quera dizer Albiio. {Continuar se ha)




pa oSo vai mesmo lor com vin por no puder mon-
tar a cavullo no rogamos a vm. que acabe esta lo
Intrincada questo pois vejo que por a do Loula na-
da solas po helle n5o tem senso comum nos da-
mos seis contos derois avista emaia alguma coisa a
pagamento e fazemos isto para eivitar maior projuio o
rogollie me de com presteza esta resposta que eu poi
toudo este mez saio para o Rio com apelasao poitan-
(o ca o esperamos breve. Manoel Ibe envia bastantes
lombrancas Aqu fica as suas ordens este quo lie com
eUi'ca de vm. amigo padre muito obrigado. Fran-
cisco Bernardo Cavalcanli. 3 de junho de 1845.
fEste i.' documento vai com a mesma ortbographia
da pessoa, que o Grmou.por'assim se nos baver pedido.)
Publicado a pedido.
_ O presidente da provincia, usando daatlribui-
cSo que lite confere o artigo 19 da lei n. 261, de 3 de
jezombro de 1841, bi por bem nomear ao bacharel
lormado Antonio Jos Pereira, para substituto, ein seito
lugar, do juiz municipal da 3." vara do termo do lenle,
durante quatro annos, na lrma da referida lei; deven -
do prestir o juramento do eatylo na socrelaria desta
presidencia, onde a presente se registrar. Palacio de
Pernambuco, cm 10 de maio do 1842 Bardo da
Boa-Viila.
__ O presidente da provincia, ittendendo ao mere-
cimento do bacharel lormtdo Antonio Jos Pereira, o
noma segundo supplente do juiz municipal da primei-
ri vura desta cidade, lugar que deixara vago o bacharel
formado Anlouio da ilva Neves, por baver sido no-
meado juiz municipal d'Olinda. Palacio de Pernam-
buco. omlOd'abnl de 1844 Bardo da B-a-Viita.
CuMME 10.
Alfandega.
Rendimento do dia 2................
DeicarregaO hoje 3.
SumacaFlix aurora charutos.
BarcaFelicemercadorias.
Brigue Ciceroidero.
SumacaFlrdo-Jngelimdem.____
, 2:995*370
Mov tu en to do Torio.
Aaiioi entradot no dia 2.
Penedo ; 2 das, byale nacional Flr-do-IUo, de 33
toneladas, mestre Manoel Jos Prcstrella, equipa-
gem 5, carga farinha de mandioca, milbo e sola ; a
Joan de Carvalho Bapozo.
Leorne ; .'il dias, polaca sarda Caiharina, de 202 to-
neladas, capillo Angelo Cclle, equipagem 12, em
lastro ; a ordem.
Gibraltar; 31 dias, polaca sarda Juanilo, de 203 to-
neladas, capitao J. RalTo, equipagem 11, carga vi-
nho e mais gneros; a ordem: passageiros, Filippe de
Tavira.Hespanhol; Jos Antonio da Sila, Porluguez.
Genova ; 50 dias, brigue sardo Mana Thereza, de
170 toneladas, capilSo Bernardo Vellarino, equipa-
gem 10, carga vinho, ateile, papel e mais gneros;
a Joio Pinto de Lemos & I'ilho.
New-Zealand, tendo sabido de New-Bedlord, ha 49
me/es, barca americana Mari, de 207 toneladas,
capilo Alien Brownell, equipagem 23, carga azeite
de peixe ; ao capitao.
Caravellas ; 11 dias, sumaca nacional Amizade, de lio
toneladas, capito Manoel Antonio de Souza Guer-
ra, equipagem II, carga larinha de mandioca; a
Gaudino Agoslinho de Barros,
Havro-de-Grace; 45 dias, brigue francas Citar, do
132 toneladas, capitao Paten K. Garon, equipagem
11, carga lazendas ; a Avnsl & I'reres.
Rio de Janeiro ; 33 dias, brigue brasiloiro Indiano,
do 223 toneladas, capitao Antonio da Silva Quares
ma, equipagem 12, carga farinha e mais gneros ;
a Manoel Ignacio de Oliveira.
A'ai't'oi lahidoi no metmo dia.
Bourbon ; brigue francez (abriel S[ Charla, capitao
Uurand, com a carga, quo trouxe do Rio-Grande-
do-Norte.
S. Catbarina ; brigue nacional Novo-Bom-fim, capi-
tao Joaquim FernandesColbo, em lastro de sal: le-
va urna escrava a enlregar.
Boston ; brigue americano Caroline Mary, capito J.
C. Iliggins, carga assucar o couros.
Babia ; brigue sueco Su>ia, capllSo Godbcrdson, em
lastro de asiucar.
LisbOa, pela ilba de S. Thom; brigue portugus/fio
Havre, capitao Jos Rodrigues Das, carga assucar:
passsgeros, Pedro Zelerino Barboza, Brasiloiro, o
Manoel Jos da Costa Pedrez com um criado, Por-
tuguezes.
Sag-Habor; galera americana menean, capitao J. 11.
lmeos, com a nifsmB carga, que trouse.
Ncw-Bcdford ; baica americana Man, capilo Alien
Brownell, coma mesma carga, que trouxe.
Editaes.
Joo \avier Carnet'o da Cunha, fidalgo cavaUeiro
da caa imperial, cavailcru da ordem de Carillo, e
adminutiador da mesa do consulado por Sua Magei-
lade o Imperador, que Ueot guarde, ele.
Faz saber, que peanle a administracSo da mesa se
bao de arrematar, no dia 7 do corrente, a porta da mes-
ma, 4caixas com charutos no valor de 8 rs., eppre-
hendidas sem despacho pelo guarda d'alfandega, a or-
do da 1.* barca do vigia: a arrematacao he livre de des-
peza aoairematiinle. Mesa do consulado de Pernam-
buco, 2 de julbo de 1843. O administrador, Jodo
Xavier Caracro da Cunha.
m O Illm.Sr. inspector da thesouratia das rendas
provinciaes manda laxar publico, que, em conformida-
de da ordem do Km. Sr. vice-presidente da provincia
dcsta data, ira nuvamente A praca no dia 8 do corren-
te, para ser arrematado a quom mais der, o dizimo do
cocos nos municipios abaixo descriptos, aob'ai aval-
toes seguinles:
Goiann*. e Rio-Formoso. 300i rs. cada um.
l-o :r,.--u eSerinhaein, 2G0 rs. cada um.
Boa-Vista, 100* rs.
Os licitantes jl-vernO comparecer ao meio dia, na sa-
la dassesses da dita tbesouraris.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco 1.' do ulho d 1843. O secretario ,
Luix da Coila l'oilocarreiro.
= Nao tendo ooncorride licitantes a arrematarlo do
imposto de 20 por cenlo sobre a ago'ardente do con-
sumo, uos municipios abaixo declarados, o lllm. Sr.
inspector desta thesouraria manda fazer publico, que
em virtude do cilicio do Kxm. Sr. vico-presidente da
provincia, datado honlem, ir novamenlc A praca no dia
4 do corrente, sol as seguinles bases :
Municipio do Recife...................9:100,000
doOLnda................... 500,000
Goianna................. fiO.OOO
do Pao-do-AI .o............. 1.(1,(10(1
deNazaretb................. 61,000
a doCabo.................... 30.000
de S. Antao................. 200,000
do Bonito................... 30,000
de Cimbres.................. 29.000
Flore................... 30.000
da Boa-Vista................ 30.000
Os licitantes deverAo comparecer no dia indicado, ao
meio dia, na sala das sessOes da dita thesouraria.
Secretaria da theiouraria das rends provinciaes de
Pernambuco, 28 de junho do 1845. O secretario,
Lmi da Coila l'ortocarrriro.
= O lllm. Sr. inspector da thesouraria das rendas
provinciaes manda faier publico, que em virtude da
ordem do Kxm. Sr. vice-presidente da provincia, de 27
do corrente, ir novamente a praja, para ser arrema-
tado a quem mais der, no dia 4 do correnlo, o ar-
rendamento do jardim botnico de Olinda sob a no-
vas conduces abaixo transcriptas : devendo o dito ar-
rendamento durar do dia da posse do rendeiro al 30 de
selembro do 1848.
Os licitantes compareci na sala das sossoes da !hc-
souraria no indicado dia, 4 de julbo luluro.ao moio dia,
dtvidamento habilitados.
CONDigOES.
Art. 1 O jardim botnico de Olinda bo arrendado
pelo preco annual de lO.OOO i., pagos no fim de cada
trimestre, entrando o rendeiro para o cofre da thesou-
raria com tantas leltrss, quintos rtm os trimestres, na
forma da lei.
Art. 2. O rendeiro he obrigado a prestar fiama
idnea.
Art. 3. Oarrendamrnto decorre do dia da pose do
rendeiro a 30 de setembro de 1848.
Art. 4. O actual director do jardim dar i posse dolle
ao rendeiro, no prazo improrogavel de tres dias, con-
tados i'aquelie, em que Ibe fr participado pela thesou-
raria, que o contrato foi approudo pelo governo da
provincia.
Art. 5." Se vencido o prazo de 15 dias, depois que
fr approvado o contrato, o rendeiro se nao apresenlar
para lomar posse do jardim, presmese que rescindi
e contrato, e pagar urna multa igual ao valor da ren-
da de um trimestre.
Ait. 6." O rendeiro he obrigado a fazer os reparos de
que carece a casa da residencia, a senzala, estribara,
pocos o cacimbas, a fonte d'agoa frrea, ocaraman-
chao, a escada e assenlos do mesmo, e os assentos que
Iba lico em frento aos lados do caminbo, queconduz
As palmeiras, bem como As latadas e pilares. Em al-
inelo a estes reparos e conceitos, sobre ser mdica a
renda calculada, ser gratuito o 1.* anno.
Art. 7.' Se lindo o contrato, os reparos nao tiverem
sido feitos, pagar o rendeiro urna multa igual ao va-
lor da renda de tres annos, e he rosponsavel pelo dam
no, que vier da demora dos resparos.
Arl. 8. O rendeiro be obrigado a abrir e conservar
abortas e limpas as valas, que orto o jardim em diver-
sas drceces, e a conservar as arvores, e objeelos cons-
tantes da relago junta ; pagando pela infraccSo desta
disposifio a iridemnisae.ao, que fr liquidada.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes do
Pernambuco, 28 do junho de 1815. O secretario ,
Luix da Costa l'orlocarreiro. ________
Declarages.
= O arsenal do guerra compra azeite de carrapato,
dito de coco e lio do algodao : quem taes gneros tiver,
mande suas propostas em carta fechada directora do
mesmo arsenal. Directora do arsenal de guerra, l.'de
julho de 1315. No impedimento do escriturario ,
Jodo Ricardo da Silva
- O arsenal de guerra compra para o hospital ro-
gimenlal os gneros seguinles: urna caixa com 6 escal-
pelos urna dita com 3 algalias de prata graduadas ,
urna dita com um escarificador, e seis ventosas urna
dita com 3 trocatos graduados para hydrocellcs urna
seringa elstica para injecc,o do hydrocellcs urna ca-
xa com ferros de extrahir denles contendo duas cha-
ves urna grande o outra pequea um tenaculo, duas
pincas graduadas a mess l2agulhas curvas gradua-
das um bisturildebol&o urna agulha para opera-
ces de arterio-thomia 4casticaesdo casquinha as
sucareros, manteigueiras bules, bacas de louca ,
casaos de chicaras pratos, tigelas, orines cassarolas
do ferro, talheres frigideras de ferro estanbadas, pa-
nfilas do Ierro s rudas, cbaleiras de ferro, pas de dito ,
bandejas, bacas pequeas de rame seringas de es-
tanho jarras de barro copos de vidre livros em
branco pautados de 260 folhas, ventosas,taboas de louro
do assuulho com 50 palmos de comprdo o 2 de largura:
quem taes gneros livor mando suas proposlas em carta
fechada a directora do mesmo arsenal Directora
do arsenal de guerra 2de juiho de 1845.No impe-
dimento do escripturaro Jodo ficafdo da Stlva.
- Iloje (3 de unho) havera sessSo da cmara mu-
nicipal desta cidade. ___________^^^^^^^^^
la Anna : para carga, psssageiros, c escravos a frote,
Irata-se com Gaudino Agoslinho de Barros, pracinha
do Corpo Santo, n. 60.
= Para a Baha segu com brevidade a sumaca bra-
sileira Tentativa; para carga, passageiros e escravos a
frete, tratase com Gaudino Agoslinho de Barros, pra-
cinha do Corpo Sanio, n. 00.
- () patacho Paquete do Ilio seguo infallivelmcnle
no da do prsenlo mez para o Rio d Janeiro ; podo
anda recebar pequea quonlidade do carga : a quem
convii r, dirija-so a Gaudino Agoslinho de Barros, prs-
cinha doCorpo Santo, n. G6.__________^^^^
Le i lo es.
Avisos manlinios.
Para o Rio-Grande-do-Sul segu imprcterivel-
mente, no dia 4 do correle, o patacho brasiloiro Na-
vo-Temerar.o, capitao Jos Antonio de Souza: o que se
aoouncia para intelligencia das pessoas, que teem es-
cravos a frete: tratase com Gaudino Agoslinho de Bar-
ros, na pracinha do Crpo-Santo o. C, ou com o ca-
pitao a bordo.
Logo que finalisar sua descarga, seguir para a
Baha, a sumaca Ftlit Aurora, com a carga que Ibe ap -
parecer, pelo que a recebo A frates commodos : os pro-
tendentes drijo-se a Manoel Ouarle Rodrigues, ra
do Trapiche, n. 24.
ssa Para o Bio de Janoro segu com brevidade a
barca brasilera Firmixa, capitio Narciso JosdeSan-
= ODr. Joo Antonio de Sousa Bellrfio de Araujo
Poreira tendo-se retirado para o seu engenbo fara
leiliio. por intcrvencao do coiretor Oliveira da melhor
parte da mobilia de sua casa consislindo em um mag-
nifico piano inglez quasi novo um rico aparador de
mogno consolos e cadeiras de Jacaranda candieiro
do meio de sala um leito de Jacaranda, novo um so
ph jarros de porcelana com flores, esleir de sala ,
e varios oulros arligos do grande piestimo ; e assim
mais se vender muilas obras de prata do melbor gos-
lo porconta de diversos etc. : sexta leira 4 do
corrente no segundo andar da cata que foi de sua
residencia ra da Cadeia de S. Antonio n. 15.
Nao so tendo procedido a leilaodos bens de Joa-
quim Pereira Caetano por falta de lancadores, por
ordem do Dr. juiz de orphos foi transferido para hoje
3 de julho.
& visos diversos.
= Ouem qui'cr vender, cu hypothecar alguma casa
terrea de pedra e cal, no lugar do l'co ou Casa-
1' re uenuncie ou dirija se debaixo dos arcos da
nucir da Boa-Villa, venda de Manoel Panasco de Sou
sa Briio, se dir quem quer o negocio.
Aluga-se, ou vende-se urna casa muito boa para
urna grande familia, acabada de ser construida,ha dous
annos, com bom sitio, o alguna arvoredos de fiucto,
e terreno para algumas plantarles, murado na frente,
tem portJo de foiro, com eus algreles para flores e
com estribara para 2, ou 5 cavallos, na ruadaCa-
punga, quem vai para o rio de Capibaribe : quem a
pretender, dirija-se ao hecco da Lingocte, por cima
da venda do Sr. Ayrcs, ou na ra de Santo Amaro,
casa terrea, n 20.
__ Aluga-se um sobrado de 3andaies, com solio,
na ra da Madre de Dos, que bota para a ra do En-
cantamento, e di Cacimba, onde morou Caetano da
Silva Azevedo, proprio para algum estrengeiro, para
qualquer cslsbelecimento, e por muito commodo pre-
co : a tratar na ra do Livramento, o. C.
Precisa-se de dous contos de res u juros, sobre
bypotbcca d'um sobrado de 2 andares, ou firma A con-
tento : na praca da Independencia, u. 28, so dir
quem os quer.
A pessos, que pretenda um offical do cleiro de
loda, para Maranhio, declare por este Diario, por
empo do corrente mez, se o quer anda; pois o dito
offical taz toda a qualidade d'obra de roda, e tratar
com elle entao as conduces necessarias, apezar do que
sabe desta procurado por (radico, nio quo fosso por
folba publica, etc.; ou declare a sua morada.
Adverte-se ao Sr., que empenhou dous anneles
por 40,000 rs., na ra do Bangel, n. .">0, que v
quanto antes resgalar dito penhor, qu>> o prazo jAse
passou.
- O Sr. Joio Manoel Coutinho queira dirigir-so
. ruada Santa Cruz n. 80 para realisar o negocio que
tratou de ultimar no dia 14 do mez prximo psssado ;
e al o presento nao appareceo, e num tem sido possi-
vel encontsal-o em parto alguma.
ss Lopes do Barros, pintor e retratista, chegado
recenlemenlo da corle, e residente nesla cidade, ra
do Queimado n. 14, primero andar, eflorece o seu
prestimo na arte que professa, As pessoas que dello se
uizerein utilisar, medanlo razoavcl rctribuir.av, para
_ que o podero procurar a qualquer hora da manhaa.
Oannuncianlo darA, do primero de julho em dianle,
todos os dias uleis, na sua residencia, das 0 al as 12
horas da manhaa, um curso do desenlio A cieao, e pin-
tura a aquarella c a oleo, a razio de urna mensalidade
le 2) rs. por cada discpulo.
Precsa-so alugar um sitio na estrada da Ponto
J'Uehoa ; quem tiver dirjase a ra do Trapiche n.
19, no escriptorio de Le Bretn Scbrainm & C.
__ Alugao-so tres arma/ens, nolm da ruada Gua,
junto ao arsenal do marinha, com bastantes commodos,
eservem para armazom de assucar, por seiem perto do
embarque : quem os pretender, dirija-se ra da Cruz,
junio ao arco do BomJezus, no segundo andar das ca-
sas n. 6, que achara com quem tratar.
__ Offerucu so um rapaz Brasileiro para caixeiro
de loja, ou venda : quom quizer ulilisar-se do sou pres-
timo, annuncio por esta folba.
Ouem precisar de urna parelba de cavallos para
carro ; dirija-se A ra do Collegio, fabrica do chopcos,
n. 8.
Bons charutos de regaba, regalos, muritibanos,
e entras qualidade, ltimamente cbogados da Babia:
na ra da Cru* do Recife n. 26.
Precsa-so de um bom cotinboiro ; sendo branco
mestre de seu cilicio, o de boa conducta: na ra da Cruz
do Recile n. 2G, das 9 horas da manhaa as da tarde.
U abaixo assignatlo pede aos 8r.
tbellies .Icsta cidade, e de outra qual-
quer comarca, que liajao de nao laucar em
suas notas nina carta de liberdade que
o padre Thom da Silva Guimaraes, es-
tando j desasisado deo gratuitamente ao
seu escravo Manoel Joaquim, pedreiro,
em 23 de Junho de i8.t, reconhecida
pelo Sr. tahelliao Bezerra, a qual carta
estando guardada por pessoa que conheca
que o padre nao tinha siso, e tinha per-
dido o juizo, e por isso nao poda obrar
destu maneira, agora desappareceo a
mesma carta ; c como esteja o dito padre
qualiicado demente e o abaixo as-
signado, cu irmSo, no exercico de seu
curador, Ibe C00ipr acantellar os prejui-
zos de sua casa pela qual lie responsavel,
rogando igualmente pessoa cuja carta
Ibe for s maos de Ih'a entregar.
Joo Car/os da Silva Guinaraes.
= Aluga-se o segundo andar do obrado da ra
Nova n. 03 : a tratar com Antonio Feneia Lima ou
na venda por baixo do mesmo obrado.
= l)A-se dnbeiro a juros com penhoresde ouroe
prata mesmo em pequeas quantias; na ra da Praia
n. 22.
Alugio-se dous andares com cozmha do so-
brado sito na ra do Trapiche n. 34.
' = Domingos da Silva Campos embarca para fura
da provincia o scus dous escravos Vicente crioulo e
Francisco, Angola.
. Precisa-te de um homem idoso, que saiba per-
feilamente grammatica portugueza, latina e francesa ,
entenda de loda a qualidade de escripturaco e lenha
boa conducta para ensinar meninos, e sirva do es-
crevente em um engenbo distante desta cidade : adver-
te-se que, se (or padre, melhor sorA, em razio de baver
urna capellana para so Ihe dar ; os pretndanles an-
nunciom suas moradas para scrcm procurados, ou di-
rijo-se a ra da Boa-llora em Olinda n. G.
= Aluga-se u^m preto muito fiel e proprio para to-
do o sen i ; na ra Direita n. 43.
Precisa-se arrendar um sitio quo seja perto da
praa o lenha pasto para 10 a 12 vaccas, paga-so bem:
quem tiver annuncie par so Iratar do ajusto.
A commissao administraba, londo marcado o dia 12
do corrento para a partida de julho. approvar os pro-
postos para convidados na sessao de 4 do correnlo.
-- Jos Mara Goncalves llamos tem
a salisfacSo de annunciar ao respeitavel
publico, e especialmente a seus amigos e
conbecidos, tanto desta praca, como de
dentio e de lora da provincia, que el-
le acaba de abrir nina nova botica e casa
de drogas em a ra larga do Bosario
n. 12, junto ao quattel de t olicia ( en-
liga ra dos Qnarteis ). O annunciante
piotesla, no desempenlio de seus deve-
les, preenclier fielmente a expectac5o do
respeitavel publico.
Aluga-se um preto moco e possanie para socar
assucar ou oulro qualquer servico, pois que he bom ca-
noero, sendo o alugucl pago mensalmonte ; em Olin-.
da, ra do Balde, casa terrea n. 24.
__ Mara Barbara Constanca remelle para o Bio
Grande do Sul o seu escravo Antonio, Songo.
__Quem piccisar de um rapaz Brasileiro, o solteiro
que d fiador a sua conducta.para caixeiro de algumen-
genho ou administrador annuncie para ser piocu-
rado.
Aos reguezet do bom i barato.
Jo5o Lubet, com loja do chapeos do sol, desfiJae
panninho estabelecido na ra do Passcio ao pedo arco
deS. Antonio, faz ver, que tem um completo sortimen-
to de chapeos de sol de variados goslos, lano em seda,
como empanninhose boasarmaeoes.por commodos pre-
cos ; assim como os laz e os cobre a contento dos seus
freguezes, o tambem vende as lazendas, ludo por me-
nos que outro qualquer : os pretendentes pdem diri-
girse ao mencionado lugar, que so Ibes promelle irem
salisfeilos.
Cautellas contra as falsi-
fica coes
Constando a Mki ron & C. que em al-
umas lojas desta cidade se vende um
ap coma falsa dcnoniinacao de BAFE
BE A PHTA e com astuciosa imita-
,ao, nao s dos botes, rtulos e sellos de
sua fabrica, como do proprio nome dos
annunclantes, fazem sciente aos seus
freguezes e ao publico, que, em resguar-
do de sua propriedade e dos seus direi-
los, lodos os botes e meios botes de seu
rape levao por extenso a firma dos an-
uunciantes Melhos 8 C. : e rogao a seus
freguezes nao confiindao sua firma com
os nemes de MourOo & C. Muibotn
&c C &c. &c, inventados para Iludir
o publico por este meio, digno de seus
autores, l'ortanto qualquer outro rap
que se aprsenle debaixo da denominacao
de RAPE' A BIS A l'BETA lie una fal-
sificarao dos productos da fabrica de
Meuron 6c C, inventores, e nicos pro-
pietarios das fabricas de BAl'E' A BE A
PRETA, tanto no Bio de Janeiro, como
na Babia e nesla provincia ; e rogao aos
5frs. compradores, c com especialidade
aos do interior da provincia ( para onde
consta aos annuncianles terem-se feto
grandes remessas ) se acautellem contra a
fraude, pois nao trocao, e nem se res-
ponsabiliso pela qualidade dos botes que
nao tenliao a sua firma. O prec,o he de
isooo ris a libra, e nao se vende menos
de 5 libras,
MEUaON & c.


A
O obaixo assignado dando o Iroso pela parle ,
que Ihe loca a correspondencia de loso '/. icarias de
Ciirvaiho i itir h queslo ile dominio que so inti-
IuIj ler em Jia liaixa do Sitio dos Cu |UOro o co-
nbecido Allemio Cuneiro, lem a di'er-lho <|uo Le
verdado haveruma queslo judicial do proprietano des-
le sitio com O dlio Zacaras, mas que sobro ella os-
lo tranquillo, pchmcsmo que consta dos autos; e
(ue formulo diroilo e sem cerimonia dos annuncios
do dito Allemio o mosmo juizo quepara com o referido
Zacaras: disposto poitanto osla e sem o menor des
animo a contestar com qualquer o seu duoilo s-
breos limites de sua propriedade; despre/a solem-
nemente as laes cartas publicas, em que se lrma o scu
contendor, porque islo no depender lambein desua
vunlade ; e se assiin pensa, o decurso da queslo, co-
liio dircito do posse provada, falla ein contrario
Judo iernardmo de Vascomellot.
Precisa-sc de urna ama para servir em urna casa
de pouca familia que laiba ong oinmur, cozinhur e en
laboar ; na ra lar,a do lio/ario venia n. 31.
O obaixo asonado, vendo no cipedienledo go-
verno publica o no Harto Suvo o na portara que
O noineou primeiro supplenle do delegado de Iguaras-
n'i, 0 tiataiiicnti) que le Ihe da de opito podendo
alguom fozei um juizo duslavoratel aieu respailo em
r zio do a milito mar das insignias de mejor o como
tal atsignar-se: deolara, que oa organitacio do (ua-
dro do excrcito, aendu o abaixo assignado capitao con -
lirmado (oi relormado corn 35 onno incompletos de
servigo e por isso a sua reforma be no posto de mujor
coa o sold do oapilfio. O niajor Manoel Jos
Serpa.
Quem annuncou no Otario Ai bonlem precisar
to um rapaz pira csixeiro diriji-sea praga da Boa-
Vista n. 6.
Ser bem gratificada a pessoa que entregar no
largo da matriz de S. Antonio casa n 0 um peri-
quito grando fgido no da 30 de Junbo ; tein os
olbos brancos, a a/a diroita cortada c una das unbas
do p esquerdo.
Jos Antonio do Sousa embarca para o Ro G,
do Sul o seu cscravo de nomo Antonio.
Quem lem negocio com Antonio Duarle de Ol-
u'ira liego, dirija-s a ra da Madre de Dos loja
n. 7.
-- O Sr. ISt larmino Firmino liezcrra de Mcll", ou
quem suas vi7.es laca ou ulgum prente seu mais ebe-
pado, queira annunciar sua morada para ser procu-
rado a negocio de interesse do mesrno Sr. H larmino ,
ou de scus prenles caso o inesmo se acbe molesto ,
ou nao exista nesta praga ou soja muri.
=z Aluga-se urna casa terrea no Coelho na ra
dos Prazcres, com duas salas, 3 quarlos, cozinha
lora, quintal o cacimba: a tratar na mesma ra n. 10.
= Precisa-so de um illicial do barboiro, que se
achc habilitado para tomar conta de urna loja do mes-
niooficio; quem ostiver nestas circutnstancias, dirja-
se a ra Direita n. 5.
= D. Mara LinsGunem viuva. do fallecido Diogo
Cunem convida a todos os Srs que so considero
credores de seu fallecido marido bajo de compare-
cer no da 5 do corrente pelas 10 horas da manhia ,
na ra do Sol, casa de sua residencia com suas con
las para vcrcn o estado da casa.
= Jeo Jastambidorotira-sc desta provincia, levan-
do em sua enmpanhia o seu escravo Anlero do nacao
Angola: o niesmo laz sciento as pcSIOll, quo t'dnpo-
nhores em sua mi hajiu da rcsgatal-os no prazo de
3 das visto ja ler annunciado 3 vezes com esta na
ra do l.ivramcnto n. 32.
= Aluga-soum segundo andar solo, com bons
commodis para familia na ra do Manglo. 73: a
tratar na mesma ra n. 54.
- Ullereccm sedous rapazesa alterrar por braca,
o,i por empreitada ou inesmo por canoa e fazem-se
\i\eirOs novos, e inesmo rebiixao-sc velbos ludo por
proco commodo : a quem convier dirija-se a ra da
Cruz, no Reclfe, n. 39.
- Precisa-so saber aonde existe o Sr. Manoel Fcr-
reira do Bacelo, para se Ihe entregar unas caitas, vin-
das de uta familia ; na ra da Cruz, no Bacilo n. 39.
Deseja-se fallar com o Sr. Antonio Duorto do
Oliveira llego a negocio de seu interesse ; queira por
tinto annunciar a sua morada por esto {Nano,
Agencia de paaaporles.
Na ra do Rangel, n. 34, tiro-sc passapi res par.,
donlro e f ira do imperio, despachSo-sc oscravos, o cor-
rom-se folh.is lulo por proco commodo, o com a
ni a io r brcviJade
Aluga-sea I ja do sobrado da ma do Noguei-
ra, n. l com boDl commodos caisda o pintada de
novo com quintal o boa cacimba : a Iratar na ra do
Cruz, no Bacilo, n. 0,primeiro anda'.
Compras.
= ComprSo-se dous prelos officiaes do carpinlci-
ro o pedroiro ; na ra da Senzalla Vclha n. 110, pri-
meiro andar.
oa Comprio se, para fra da provincia cscravos
de 14 a '20 annos sendo do bonitas figuras pogao-se
bem; na ra da Cadcia de S. Antonio sobrado de
um ondar do voranda de pao,- n 20.
= Comprase urna ouduas ovelhas boas Icitei
ras, o paridas do oitoou ISdias: na ra estreita do
Hoza rio botica n. 10.
= Comprio se estaadores sorlidos e bem pre-
parado por preco commodo ; na praca da Indepen-
dencia loja n. 21.
= Compran se 4 a 7 geometrios de Lacroix; na pra-
ca da Independencia, livraria os. o8, ou em Olin-
da a fallar com l'r. Jos Ambrosio no motteiio do S.
Benlo.
Vendas.
= Vendo-so a collecgio de leis provinciaes do pre-
sente anno, por 480 rs. ; na praca da Independencia,
livraria ns. 6 e 8.
Attencao !
= Vende-se a 120, 140 e 100 r. o covado de chita ,
ditas finaa escura a 220 rs. o covado, madapolo a
150. ICO e 180 rs. a vara, dilo fino a 200, 220 o 240
rs dila, madraste fino a 280 rs a rara, pannos linos
azuesa 2300 re. o corado, do urna linda vista meiosl
chales de caa de quadro a 300 rs., chila a 140 rs. o]
covado lindos corles de cassa-chilas de muito boni-
tos padrees a 2(100 rs. chadrez'S do linbo para ja-
quetas a 520 rs. o covaJo,faendado muito boa qualiiia-
do e muito honesta superior setini prcto do verdadeiro
chamado macu para collote du melbor quolidaue ,
a 4800 rs. o covado dito entro-lino tambom de boa
qualidado a 3200 rs. o covado superfino lustiio
bronco de cxcellcnte qualidado a HMH) rs. o covado,
algodao liso do muito boa qualidado a 1(10 rs. a vara ,
ditoamericano, largo, a220rs. a vara, dito trancado
azul mesclado muito encorpado a 210 rs. o covado ,
toarte azul do vara do laigura a 2G0 r o covado, mui-
to boa fazenda paro prelos, casimiras de quadrosdo
bom goato para calcas a 1200 rs. o covado lencos de
cassa pintados a 100 rs. peca* de brelanha de rolo a
1800 rs., a pega, brins trancados de quadro do bonito
padreas a 300 rs. o covado, rigcadinhoi trancados a
200 r. o covado, muito boa fazenda para meninos,
castores ou riscados a 240 rs. o covado, corles do cam-
broia do listros brancas adamascadas a 5/ r o corte,
tundo (i varas e meia ditos finos de cores, sendo
dequadros c lislras de vara o tanto de largura, do
mus modernos a ii'' rs., ditos de superiores cassa-cbilas
do melbor gosto, linas a 4200 rs. o corte, pecas de ma-
dapolo a 2800, 3200 e 3400 rs. dito lino a 4000 ,
e 200 rs. a peca, madraste lino a 5200 o 5400 r. a
peca ditas de chitas a 4400 3200 5300 e 0000 r.
escuras, brelanha de linhj puro, u 040 rs a vara, e-
guii du superior qualidado do verdadeiro o puro li-
nbo a 1500 rs. avara, cassa do quadros para babados a
3000 rs. a peca cambraia lisa do vara e tanto de lar-
gura a 000 o 800 rs. a vara muito lina superiores
vestidos do seda com lloros a 30,000 rs. mu rica fa-
zenda, novos corles de chal do lislras de soda a Hij rs. o
corte pecas de urelanbade 0 varas, do puro liubo a
3900 rs a peca superior brim trancado branco mui-
to encorpado do puro linbo a 1400 rs, avara, escoce
do algodio para vestido a 300 rs. o covado cbilas
francezas linas do vara do largura e do novos padi.s ,
a 410 rs. o covado sarja bospanbola muito encorpa-
da e boa qualidado o larga a 2300 e 2500 o covado,
dila Iranccza lambem larga a 1000 rs. o covado chi-
tas chegadas ltimamente do gosto moderno segu-
ras o muito linas, a 320 rs. o covado, chapeos do sol,
de soda preta para hornera a 5/rs. ; loda estas fa-
zendas sao limpas e do boa qualidado alm de outras
muitas do um sorl'incnlo completo por barato preco:
ni ra do Collegio loja n. I, do Antonio do Azcve-
do V illaronco & Irinao.
\ endein-so coitos de cassa cbilas do padres
novos com liairdl e llores, asseutos du todas as coros,
muito largas e cores fixas polo barato proco e 2000
rs. dita em vara a 400 rs. dita transparent de to-
das as cores a 2500 rs o corto dita om vara a 480 rs.,
linissimos cortes do quadros o do lislras a 4200 rs. ,
riquissimos riscados do padres muito modernos e do
quadros c lislras do coros lixas a 240 rs. o covado cbi-
las francezas oscuras muito largas a 2G0 rt. o covado ,
ditas do 4 palmos do largura cun lislras e quadros de
asacnto escuro, e cores lixas a 320 rs. o covado, al-
godao mesclado muito largo pruprio para escravo a
240 rs. o covado dilo azul de quadros e lislras a 240
r. o covado, brim trancado escuro e cor de ganga to-
do de puro linbo, pelo barato preco de 700 i, a vara,
dito liranco a 880 rs. dilo do superior qualidado a
1280 is., ditos francezos do quadros, mu.lo cncorpados
a 320 rs. o covado dito a 400 rs. cassa lisa muilo
larga a 400 rt avara, dila do quadros e lislras a 360
-s lencos ue cambraia de quadros muito grandes a
320 rs. ditos do ganga do todas as cures a 320 r.,
meia para menino o meninas a 200 rs. ditas pretas
para bomemalGO rs. luva brancas de algodao a
200 rs. pecas do madapolo enlestado muito lino a
5800 rs. mantas de linbo grandes 3000 rs. chales
de laa adamascados muilo grandes a 2ii|ii rs., chitas
do coberta, de cics li'ias a ICO rs. o covado e outras
muitas lazendaapor barato preco ; na ra do Crespo ,
luja n. 14, de Jos Francisco Din.
Vcndo-so muito superior tinta de escroverem
pequeos boioo. a 120 o a 100 rs. no pateo do Carino
n. 22.
i=Vcndo-ouma preta moca, quitandeira per-
tenconlo a urna pessoa quo se relira ; na ra da sao
zalla-Velha n. 110, primeiro andar.
Cera lavrada.
- Vendc-se em coixa do 180 libias cada urna, sor-
lidos desde (uas at 10 em libra ; na ra da Seinalla-
Vclha armazem n. 110.
Vende-so 1 sobrado do 1 andar o dous sotaos,
em chaos proprios, ha pouco acabado ; na ra estreita
do lluz.ilio n. 10, Icrceiro andar.
Charulot regala.
Na ra daCadea do ltecifo n. 46, ba sempro um
grando o esplendido sortimcnlo destes aUmados charu-
tos vindi s recentomente da Babia ; assiin como gran-
do sortimcnlo devinhos do Porto, oladeira, Xerry e
agurdenle do Franca ; Udo se vendo maisem cunta
do que em oulra qualqucr parte.
CHARUTOS REG ALIA
8 lama voa das primeiras qualidades ltimamente
chegados da Babia ; ba sempro a venda um grande sor-
limento om casa de Temando de Lucca, ra do Tra-
piche n. 34.
Vendem-se duas prclas, cozinhao, engommoe
lavaoroupa; duas pelas de meia idade por 2008 r
cada una cozinbo e lavo roupa ; duas moleca po-
ca una do 12 ann. e a oulra do 18 boa para
(crem educadas ; deus prelos para todo o Ira bal lio ,
tanto do campo como da praca ; na ra do Crespo n.
10, primeiro andar.
=; Vende-te urna escrava moca, bem rohusla, co-
zinha birn o diario do una casa, boa ensobuadeira
quitandeira ; a vista do comprador sedira o motivo da
venda : na ra da Praia depozito d'agoa n. 17 do
Silva Cardial.
Vcndcm-se apparelhos dn melal fino para cha;
um clariin com 3 vultos de l e F.; na ra Nova loja
de ferragens n. II.
= \ ende-so urna escrava de nacao da Costa, mui-
to moca o he boa es ;rava .* na Boa-Vista, travesa do
Veras, sobrado n. 15.
Vende-se ou troca-se por lijlos, urna canoa
quo carrega 800 ditos ; na ra da Praia de S. Rita
n. 25.
Vende-te um bom sobrado bem edicado, em
linda, n. 58, na melhor ra que he a de S. Benlo ,
com muilo boa visla para lodos os 4 lados, e por isto
muito fresco com bastantes commodo, cooten Jo 6
quartos, dua sala cozinha quintal e terreno an-
nexo em quo te podo difiear oulra propriedade ludo
proprio : a tratar na ra do Cotovello n.8l qoe te
fara lodo e qualqucr negocio.
--Vende so un atlas e as carta gcographicas em
pento grande ; grammatica ingleza do Constancio ;
bitloria sagrada e universal, por Botaoot ; as oraedes
de Cicero para analyso de rhetorica ; no pateo do Car-
mo n. 3.
Vondo-so a quinta parto de dous sobrados sitos
na ra do Rangel. de dous andares, c oulro no fun-
do do mosmo, de um andar o solao, que faz Irona pa-
ra a ra da Praia : na ra da Soledade n. 33 te dir
com quem se deve (retar.
Vendem-se dou moloques de 18 annos, unvsa-
pateiro o o oulro canoeiro ; ao comprador se dir o
motivo da venda ; astim como urna canda aberta de
carregar lamilia por preco commodo; na ra Nova
n. 57, das G as 9 da manhia.
Na ra do Raogel, n. 3, primeiro andar,ba pira
vender por meno do que em oulra qualqucr parte
( om proporcao da qualidado), para liquidacao de con-
ta, o leguinle: cortes de cassa de varios padres, di-
tos de chita riscados, corte do lia e seda dito do
lia mantas, chales, luvas, meia de seda, brelanha,
tarlataua, pratos, chicaras, bules, bacas e oulro mais
objectos que a vista se fu rao patentes.
Vendcm-so bengalas de canno da India, verda
deira com castoe mu elegante, ditas de burracha
e bamb ltimamente chegadas da Fran;a ; na ra
da Cruz armazem n. 48.
Vendem-se caixa de tartaruga verdeidara para rap,
por preco commodo ; goinma-laca, propria para labri -
cas de chapeos e dita superior para obra de marei-
neiro ; na ra da Cruz armazem n. 48.
Vende-so a Biblia coinmentada pelo Padre Anto-
nio Pereira do Figueiredo com o texto em latim ao
lado ; na praca da Independencia, livraria ns. 6 e8.
Vende-se um rooleque de idade de 12 anno,
de bonita figura que servo para um tudo; na ra lar-
ga do Rozario n. 24-
Vende-se urna negrota de 13 anno de mui-
to linda figura para todo o servico de urna cata ; na
ra do Collegio, armazem n. 19.
:= Vende-te urna fabrica de charulot, com lodoso
sous portenecs na ra do Pilar n. 116 : a tratar na
mesma fabrica.
Vende-so a arle de msica composta por um dos
melhores mestresdcsla provincia pelo prego de 120
rt. ; na praca da Independencia livraria n. C o 8-
Vundo-se carnario tueco do Rio Grando, pro-
prio para ang por preco commodo tanto em gran-
des como em pequeoas porcos; na ra da Praia, arma-
zem n. 20.
Vendem-se duas moradas de casa torreas no-
va : a Iratar na ra da Concordia n. 3.
Vendom-so 18 escravos, sendo 3 moleque po-
cas e de linda figuras; um pardo de 22 anoos, pro-
prio para pagem; um moleque de 10 annos; urna pro
la do 20 anuos ongomna, cozinha, e coo ; urna di-
ta parida do 2 mczei; 3 negrotas de 12 a 10 annos ,
com habilidades 8 pretos proprio para todo o ervi-
V-o mocos e do bonita figura: na ra de Flore
n. 21.
Vende e urna canoa do carga de 600 lijlos,
ijuusi nova por preco commodo ; na ra da Cruz ,
no Recife, n. 39.
Vcndem so barrica nova, grande o peque-
as levantados o promplas a receber assucar; na ra
da Senzalla-Velha n. 110.
Vende-se um escravo do meia idade para o ser-
vico do campo por preco commodo; na ra Nova lo-
ja n. 32.
Vendem-se dua eteravas de naci do idade de
20 a 22 anno, com excelb ntes habilidades; urna di-
la para todo o servico de idade de 22 anno, por
3508 rs. ; urna dila por 320$' rs. ; urna boa crava
para lodo o servico sem vicios nem achaque, por
420^ rs. ; um bonito moleque de nacao ptimo pa-
gem trablba muito do ouriviseho bom eopeiro ;
um moeque peca de naci Baca do idade de 13 an-
nos ; um escravo official de carpina nio he vicioso ,
por 650/r. ; um dito bom carreiro ; 3 dito para lo-
do o servico : na ra do Agoas Verdes n. 46.
= Vendem-se superiores chapeos do castor bran
co e abas largas, dito francezos muito fino o de
lindas lumias, dilo de castor sem pello proprios pa-
ra montara dilo de masa muito lino e de abat lar
gas dilos para senhora e meninas, e de todas as mais
qualidades a procos comuiodos; na ra do Passeio
do caes do Collegio n. 1.
= > ende-se a prazo, ou troca-ie por urna casa
terrea no ltecifo um sitio no lugar do Arraiol, com
cata de pedra e cal, o boa pioporcc que a vista do
pretenden te se di rao : na la da Gloria casa lerroa
n. 37.
= Vende te urna reslriadoira contendo dentro urna
filtradeira ; urna marqueza; 1 iellim Iraocez em moio
uso; urna espingarda de casta; urna mesa e 3 tacada de
pedra da Ierra : a Iratar na ra da Concordia o. 3.
= Vende-se urna casa de dous andares tita na
travessa da ra Bella : a tralar na ra do Collegio ,
loja do allaiate n. 7.
= Vendem-se 4 escravas do nagao de bonitas
figuras proprias para lodo o servico o inesmo para
quitandeira ; urna dila de naeo Angola, [do 26 anno,
cozinha e lava de sabio; urna negrota de Angola de
1G annos, de bonita figura, com varias habilidadesjum
molecolccrioulo de l8anno, proprio para pagem ;
um dito de naci, de 14 anno, para todo o servico ;
na ra da Cruzes o. 41, segundo andar.
Ven/ido amigos do btalo !
=Vendem-so chitasa 120, 140,160, 200, 240, 280
e 320 rs. o covado, pannos lino azuei para faldamen-
to de pafiern a 1200, 2400 e 3800 rs. dito preto a
3600 e7400rt. o covado riscado de algodao tranca-
do para calca a 240 rs. o covado, panno de quadros
para cale" u 210 rs. dp qjfilbor gosto brins de lis-
tras de linbo a 320 ra-;<) cava/do, panno de linbo por-
tuguez pecas de 15 tara, a 540 r. a vara, brim
branco e pardo de I ir/ka 400, 560 e 800 rs. a vara ,
sarja de algodio muilo superior para qualqucr forro ,
principalmente do chapeo porque Ubi muilo lustro ,
a240rs. o covado, brelanha de linbo tota 6 varas a
4500 rs., dita de algodio com 20 vara a 4000 r. e
de 10 jardas a 1600 ra. chale muilo moderno a 480
rs. cada um, madapolo a 2900, 5200, 5800, 4/, 4600,
4900 o 5200 r. lila fina a 320 o 360 n princesa
muito superior que rao lem Hiferenca de merino
superior a 1000 rs. o covado chila a 140 r o cola-
do lenco branco e pintados a 160 rs. outras
fazonda mais por muilo barato preco ; no Atierro da
Boa-Vista loja n. 14; adverlo-sequo tudo est em
bom oslado.
s Veodero-se dou moloques de idado de 16 an-
nos com bonitas figuras ; dous escravos bon traba
Ihadores de campo do idide de 20 anno ; um mu-
lalinho de idado de 16 annos ; duas negrinhasde ida-
dedo 13 anno?, com varias habilidades; urna escra-
va de idade de 30 anno boa cozinheira doceira o
engommadeira ; na ra Direita n. 3.
= Vende-se o sobrado n. 7 na travessa da Madre de
Dos, de dou andar e solio em chio proprio,
a dinbeiro, nu a prazo : a tratar na ra da Cruz n 50.
= Vendem-se sacces do arroz pilado, o de cuca ,
ditas dn millio, o de farinha ; na ra da Cadeia do
Recife n. 8.
Aoeo i epvzito de farinha na Boa-Vista loja do io.
brado n. 53 da ra do foxario
= Aonde te encontrar a melbor farinha da Ierra,
e da de barco a mais superior que existe no mercado,
(anto para retalbo como em saccas: no mosmo de-
pozito ha n.uilo bom feijao da Ierra o milho muilo
proprio para plantar, ou para qualquer applicacio ,
que Ihe queirio dar. por nao cslar*furado ; ludo por
prego mais commodo do quo em oulra qualquer parle,
asa Vende te a padaria da rui da. Gloria na cata
n. 5o com ludo quinto he preciso para trabalbar : a
tratar na padaria da S. Cruz junio ao sobrado.
= Vendem-se duas bonitas eteravaa do todo o ser-
vico sendo urna engommadeira cozinheira Uva
deira de varrolla e sabio faz bicos e renda do todas
as larguras, urna dita por 200/rs; um preto de 20 an-
nos para todo o servico o be canoeiro; urna bonita
parda de 16 a 18 anoos, perfeita engommadeira e cos-
tureira de cortar e lazer urna camisa, sem vicio algum,
o que so afianca o be muito cariuhosa para meni-
nos : na ra Direita n. 81.
= Vende-ie urna venda tita na praca da S. Cruz,
junio da padaria de urna porta nem afreguezada ;
vende sea prazo ou com desobriga dos credore : a
tralar no Corredor do Bispo titio do Exm Manoel do
Carvalho, com Manoel da Cunha Oliveira.
N Vcndem se as seguintes obra: Castello de Grsi-
ville ; os l.uziadas de (Jumos; Geographia universal ;
Galera Pittoretca da historia de Portugal,.; cartat de
Echo a Narcito ; dou volnmes do Panorama ; um di -
todo archivo Popula/; na rua do Cahgi, loja n. 6.
Vende-se um escravo crioulo de idade de 22 an-
nos de bonita figura bom oflicial do sapateiro ,e
se vende ,or precisan : na rua da Cunceico da Boi-
vitta armazem de sal n. 4.
Vende se superior doce de goiaba em caixSes,
cha hysson de caixa grande pcixe pescada ebegado
prximamente de Lisboa superiores queijos do reino
o outros muito genero, ludo por preco commodo ;
na rua estreita do Rozario venda n. 8.
Vende-se urna una eterava da Cosa rptima
para todo o servico de urna casa ; no rua Direita n. 6,
segundo andar se dir o melivo da venda.
Vende-se Trelo pelo mdico pc-
eo de 4ooo e 2s'5Go rs. ; na rua da
Senzalla Velha n. i38.
Escravos Fgidos
Ao amanhecerdo da 30 de junbo do corrente
anno fugirio do engonbo Noruega, do capilo-mor Ma-
noel Tbonie de Jesut 3 escravos, um de nome Ale-
xandro do gentio do Angola bem barbado com
suissas, grosso do coipo estatura ordinaria bonita
figura de perno o p do idade de 30 a 40 annos ; o
qual foi comprado o anno passado ao Sr. c minemla-
dor Joio Pinto de Lenios : oulro de nomo Manoel do
Passos, crioulo alto, bonita figura; e o outro de no-
me Damazio com os p moio apalhetados; este
escravos suppSe-te quo lorio conduzidos por oulro do
nome Antonio, da estatura e feitio do primeiro, do
gentio de Angola oqualtinha epparecido no niesmo
lugar procurando senhor : quem o pegar leve ao di-
to engenbo, que tero bem pago de seu trabalbo.
Fugirio no dia 23 do junbo p. p. do engenbo
Barbalho freguezia do Cabo dous cscravos de An-
gola, represenlio30 annos de idade ambo cheic
do corpo sendo um barbado e sem dente na Inri -
le o o oulro sem barba e com lodos os di nli s ; este
tein urna cicatriz na macea em procura da orelha o
lem um pouco as pernal arqueados : quem o pegar ,
leve a rua da Praia armazem de Antonio Caldas da
Silva ou no dito ongenbo que ser recompensado.
= No dia 28 do paisado fugio o preto Manoel,
de estatura regular, rosto redondo com algunia bar-
ba muito cacbaceiro e laz-te maluco quindo falla;
levou caigas e comisa brancas: quem n pegar, leve a rua
da Soledade n. 29, que ser gialificado.
No dia 25 que junbo p. p. dette corrente anno,
detapparecco do engenbo Santo Andr, freguo/ia de
Muribeca, um cscravo, de nome Policiano, do naci
Angola, estatura regular, cheio do corpo, lem una
cottura no beico, que vem at o queixo, do um couce de
cavallo; j tem alguns cabellos brancos, e lem ollicio
de carreiro : quem o pegar leve-o ao dito engenbo, a
entregar a Hcnriquos Jos Alves l-'erreira, ou na rua
do Rangel, sobrado de 2 andares, n. 60, que ser re-
compensado
= No dia 211 de | un Lo fugio um pardo do enge-
nbo Arand da fregue/ia da Lscada de nome An-
tonio oflicial de allaiate, de idade de 35 annol, pou-
co niuis ou menos ; (em os signaes seguintes: estatu-
ra ordinaria rosto comprido cabello pegado na-
riz afilado um tanto vcrinelbo do rosto com urna
cicatriz por cima de um d..s tobrancelhas ; padece do
cravos no pos : roga-so a (odas as autoridades poli-
ciaes e judiaras, quo o poderem pegar, ou descohrirem
onde elle esteja do o conduzirem, ou participaren! nes -
la praga na rua larga do Rozario a Joio Manoel
Rodrigues Vallenca o na (rogueria da Kscada a
seu senhor Francisco Rodrigues Esleve senhor do
dilo engenbo a cima que ein qualquer desta parte ,
serio bem recompensado de seu trabalho.
PEBN. j NA TYP DE M. F.DEFAMA IO/|5.


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