Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00821


This item is only available as the following downloads:


Full Text
.,-.;--. ... ...',
TERCA FE IRA 31 DE JULHODE 1855.
Por armo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
ENCARR
?S DA SL'BSaPCA'O-
oppet-rio M.F. de Fana ; R,o d* t- Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 j d. por 18.
M, ar. Joao Pereira Marluj*: Baha, o Sr. D. r p T r~
toprad Macelo Sr. JoaoJifc Bernardo de Jler- ?"' *fo5 rs- Pr M *
t
Parahiba, o Sr. UerVfcio Viclor da- INaliVi-
dade ; Natal, o Sr.Joaqajoi Ignacio pureira Jnior;
Aracaty, o Sr. Antonio de Lesos Braga; Cear
rhh loa le Oliveira ; Barandao n Sf,
ltaM ; Piauhy, o Sr. Domneos
J^clule Pessoa Ceareoc P ir, oSc. .1 us-
raazoVaa, o Sr. Jeron\ ino4Cosa.
Lisboa, 98 a i$0 por 1Q0.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebaie.
|.*S*.ccoes do banco 30 O/Mlpremio.
da companhia de Beberibe ao par.
da contpanhia de segaros ao par.
Diconto de lettras de 8 a 9 por 0/0. M^
* ==
METAES.
| Ouro.ticas &llpanb.olas- .
Modas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
de4000. .
| Prau.Fatacoesbrasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
ijooo
95OOO
1040
U940
1860
parte rriciiL.
t
I
OOVIirUf O DA pro nuc A.
UM* do da 27 4a Julho.
Eim. coroman lanle superior da
do ra**icipio do Recfe, aulorisan-
a inforoaicAo, a mandar dispensar
mesma Mn nacional o protessor
* priroaalmtras Ricardo de Sonsa
e o esl jdantes Mnwal Joiquitn Tavare* da
hOlavo do Reg Barros, fieancn o
idos a apresemar uot comnan-
fta coipos a que perteiioam, aUaalado de
n na* aulas em que e>liv DitoAo Eim. consellieiro presidente da relaco,
interaado-o de haver o jnii de direilo da comarca
de Goiaaoa parlicipado, que tendo o promotor in-
terino daqu*tl* comarca bacharel I.uiz Goncalves
Silva dado parle de doente, Dwoeari para o subs-
loir cm dilo logar ao bacharajl Honorio Fiel de
sigmariuga Vaz Curado.Fizerain-s* .soulrascom-
" rounieatoes.
DitaAo inspector da thesouraria de fazenda, re-
eommendando que mande indemnisar o encarrega-
ao Lazareto ro Pioa Jos Joaquim de Almeida
Guedes da quantia de 489 rs., qon, segundo a cunta
e documentos que remelle distienden. elle cora o
sustento do capillo Claudino Angelo Caslello Branen
e do alfares Jo.Io Baptiata do Reg Barros, durante
osdias em que esses odiases esliveram em qoreu-
lena no mesmo Lazareto.Igual a thesouraria pro-
vincial acerca da qoantia de 7498M), que se dispen-
du coro o (asiento do oilicial iuterior soldados do
corpo de polica, qu* esliveram em se meo no Li-
sareto do Pina desde 17 at 25 do correle.Cora-
aunicou-se ao inspector do arsenal da raarinh.i.
WtoAo curador dos africano!, inteiraodo-o de"
r* aaient.iri do hospilat regimenlal uo da 24
correle o africana livre Jos, que s achava era-
presado no servico interno daquelle ealabelcctmeulo.
Fizeram-se as outras communic ices.
DiloAo coromissario varcinadar.Mande Vmc.'
receber do marechal commandante das armas as
chaves da casa que servio de quarlel da compendia
avallara, e logo que esteja de poise deltas,
laca transferir para o mesmo quarlel a repartirn
i v.iccina, entregando as diaves la greia do (ol-
legio a mesa da irmandade do Divino Espirito Sanio
erecta na igreja da ConceicJo dos militares.Fez-se
o necesario expediente a respeilo.
algumns rafletoes acerca do assumpte em dls-
io e conclue assim :
Sr. presidente, nao quero ir roais adianto, mas
leoho urna obrigacJo aullo imperiosa a eumprir, e
lie para desla cmara condcmaar de urna maneira
muilo clara e franca aafHoguaeem e directo qoe
vai lomando a imprensa opposicionisla; declaro aqui
loda a lorcada mlnha alma, qoe ninguem me
COKBtAVSO DAS A&USIAB,
Qftartal-ceoor.tl da cornual, das ira do
rarm*r>abco a ciade do lleeHa, em 30 do
JaUMda 1B..
-OB.DBM DODUN.91.
O marechal n campo commandante das armas de-
termina, que liquen) desligada* dis corpos em que
se acham addiil k,"S Srs. alteres Coriolario do Castro
Silva e Dioniio J*jla-QJryeirii, este do quinto
regiment de avallara ligeirjrraquelle do oiiavo
batalliAn de infamara. T**"'"~~/~~
Seaes 9r. officiaes deverao estar promptot i em
beear tara os eus destinos no pri meiro vapor pro
cedente do norte.
fu Joaquim Cotlho.
Conforme. Candido Leal Ftrreira, ajudante de
ordena encarregado do delalbe.
BTWUO.
flBi nr m ni;
m'
PBra a seu lado qaaWfo saliindo d> circulo da dis-
wussao, quando sahindo do verdsdeiro tafear em que
imprens aedeye manler, procurar ir ajem do mi-
ilslerin, ir diante da pessoa dos Snaiminiatros como
5mis polticos : nao, ueste caso em aBles quero
submetler a roa posicao mnato obscura, e nilo
locirta paiz, de> qoe tomar parte "ta ama op-
posicao desregrada, e neste pensarafhlo en creioque
loda a opposicAo me acompanhar. n
- O Sr. WantrUn (aaioislro da marioha) respoo-
ponde ao procedente orador.
O Sr. Eduardo Franca faz alga mas observascs
acerca da poltica do governo, declarando era con-
clusao que este so procura illndir es incautos com
palavras que osfaclos desmentem.
O Sr. D. Francisco tambem toma parle na dis-
cussSo, e conclue votando contra a pooposla do go-
verno.
A discossao lica adiada pela hora. Levaola-se a
SCSSilO.
20
Lc-sc e approva se a acta da sessao antecedente. O
Sr. primeiro secretario da conla do s>!gainte expe-
diente :
L'm oflicio do Sr. ministro do imperio, enviando o
cxemplar impressn do decreto que innova o contra-
to celebrado pelo governo imperial com a compa-
nhia de navegacao e commerco ao Amazonas ; e
copia do que approva o contrato (eito pelo meamo
governo com o gerenle da eompanbia Brsileira de
Paquetes de vapor para innovarlo do que regola o
servico dos meamos paquetes. A' commis?3o de
commerco, industria e artes.
L m reqiierimsoto de Francisco Jorge de Carvalho,
pediudo um lugar de continuo desla cmara.A'
mesa.
Lecm-se e approvam-se os segulntes pareceres:
A commissao de fszenda, tendo examinado a re-
presentarn da cmara municipal da villa de Santa-
rein. da provisaxia da Babia, em qo pede para sea
patrimonio ougar de Ierras em que aquella villa
esta situada, e que oulr'jra pertencera ao* Indios
qoe ah habilavam; o|julando aliendivet esta repre-
senlaco.ollereceriaaconsiderasaoda cmara urna re-
solucao ronlendo ewa concesailo se ja nao estivesse
sujeilo pela commfsso de fazenda desta cmara,
desde 17 de jnnho de 1833, um projeclo re le em
qoe esta e toda as nutras pretearoes idnticas ae
atlendidas : e assim limita-** a coinmissao de fazeu -
da a pedir que quanto antes entre em disensaao se
adopte o dito projeclo o. 41 de 17 de jnnho de 1853.
Paco da cmara dos deputados, ero 20 de jmiho
de 1855.C. Carnciro de CmmpotSilea Ferros, t
A comm).j*Ao de poderaa, a que foi dirlajda a in-
cali dos Srs. deputados Sapp e Mendooca para que
e preencka a vaga que existe na depntaclo da pro-
h "viuda V Rio Grande do Sal, pelo nao comparec-
_ ne*4f'do Sr. deputado Israel Rodrigues I' ilaj)
chamando se o 1. supplenle, que lie n Sr. Jos A*-
nio dp Valle Caldre Fo, que se cha nesta corte,
visto que o 1.- ja esj. com asaenio na casa em lokar
do Sr. Oliveira BUu, o i. e 3. declararan! por
escripto nao poderem vir no caso previsto rie serem
chamados ; cdnsidcrandu que a camara'tem procora-
do, sempre que pode, ter completas as reprsenla
coes das provmcias.e que os precdeme* aulorsan o
cliamamtino immadialo de -jpp|ntea quaodt se
^ssssssssssssssleajtireftr que lej ai
A
A
I.e-se e appaRva-ae a acta da sesdo anterior.
O Sr. primeirr.' secretario d onta do seguiute
. expediente
Um reqiierimenla de PampliiM Barbosa Reg, pe-
di ndo um dos lugares de guarda das galeras desta
cmara.A' :mesa,
Frederico Guilherme, subdito (ranee?, pedin-
iapeusa na lei para poder ualaralisar-se cidadan
ileiro.A' commissSo da consliluir-lo e poderes.
> Sr. D. Francitco manda misa um requeri-
neato.
-se, apoia-.se, entra em discu.-sac, e sem deba-
te lie regeilado o seguiute requermenlo .
qae se pera ao governo que informe:
averdadeiro prejuizoque solreu o co-
ros extravise falta), que sa deram no
MR*; 2"se a fazenda nacional foi in-
barqu* meos: 3, quaes as providencias
qu o goveroo'lumou pafa se nao repelirem malea
laes'.'
k Paco da cmara do* deputados, 19 de jolhode
4855.D. Francisco.
P&tMEIRA PARTE DA RDEM >Q DA..
Pensaoa Francisco Pereira da Cotia.
O Sr. D. Francisco pede a urgencia para que te
trate em primeiro lagir de am projeclaem qoe te
.concede urna pensad a am pobre furriel que perdeu
um braco na batalha de Monle-Ciseros.
Approvada a urgencia, tem urna s discussao o he
approVadu unantiDeroenle o projeclo que concede a
pensjo annual de 2408 ao furriel reformado F^an-
cico Pereira da Coila, qu* foi mutilado no braco di-
reilo na batalha de Monte-Caseros.
P.insSo marqueza de Jai;arcpnmt
Entra em discossao a resolucao vinda do senado,
approvando ama peoaao raar]ueza de Jac.ire-
pag*.
O Sr..Augusto de Oliveira manda a mesa o se
guinle reqoriniento :
Requeiro quea segunle resoluro seja remelli-
ds i commissAo le pensocs e ordenados.S. R.
Au i S[_C"rr"1 da-\ Neves oppdo-se ao requer-
menlo. ^^^m^^ '
O Sr. Brauiio declara que vota pelo requerimen
to, porque entende rrWp o negocio precisa de escla-
rcirnei ^y
NSo hivendo mals queVppeca'a palavra para lal-
'lar sobre o requerimento, ifttpoaio o votos e regei-
lado.
Pica a discossao do projeclo adTS*a pela hora.
SEGUNDA PARLE DAORDE
Fixoiio atas forcas de mar.
Contina a 2- discussao da proposla do "^aaverno
ru fu a* forcas de mar para o anuo fmanceireVde
856al857.
O Sr. Ferraz declara qu* achando-se adualmen
re teaU da repnrlicio da marinha um individuo
que nao pode <^ ir orienia-1/, como he aecessario,
abandonav,a |asan que davia versar o seu
iscurio, e apenat lH*^a tdus pedidos. O pri-
meir* pedido venia semr a oraanisaco do pessoal
da marinha, e o segundo he especial a parte militar.
RTEI
i mesa am jr-
* 0 IlTiDORaDE TIGRIS. ''
e Hio pifa vTjrtornar asaenlo por aqoelfa pronefa
durante o Impedimento un ausencia doSr. deputado
Barcellos, e o do 2. on :i. supplenles mats volados.
Sala das commis>es, 20de juuhode 1855.Tei-
fteira de Maccdo.iC. e l'0eoncelln.'.
PRIMEIRA PARTE DA OBDEM DO DA.
Procesto para desapropriacoet.
Enlra em l. discussAo e sem debate he approva-
do o segninte projeclo :
a A assembfea geral legislativa resolve
Arl. 1. O governo Gca autorsado para estabele-
cer o processo que se dever observar na* desapro-
liriacoes dos predios e terreno* que forem neceasarios
para a eonstruccAo das obras ajnai* serviros perten-
cenles a estrada de ferro de Podro II. e as oolras
estradas de ferro do Brasil, e marcar aa regras para
as iiidemhisacdes dos proprietarips, debaixo das se-
gninte* bases.
* 1.a O processo ser snmmarissimo, e a avaliacAo
para a indemnisac;ao ser, no caso de falta de accor-
do entre o prnprietario e os agentes das respectivas
corapanhias, feita por cinco arbitros, dous nomeados
pelo proprietario, dous pelo senle da companhia da
estrada da que se tratar, e ora pelo governo.
2.'Nao podero ser arbitro: I." os socios da
Companhia; 2.os proprielarios dos predios uu ter-
renos que houverera de ser desapropiados.
Arl. 2.a FicAo revogadas as d,sposic,o>* em con-
traro.
Paco da cmara dosdaputados, em 16 dejando
de 1855.Fatuto Augusto de Aguiar. t
O Sr. Paranagua pede dispensa do intersticio pa-
ra que seja dado para ordern do dia seguinte; no que
a cmara consente.
PensSo marqueza de Jacatepagua.
Continua a*V> discussAo do projecto n. 45 de 1839
que concede urna penrto de 3009 marqueza de
Jaca re pagua.
O Sr. Ferriira de Aguiar diz, que visto ja se ter
concedido dma penado em remuneracao de servico*
tiresiados por um servidor do Estado, nao parece jus-
s que se approvc oulra graca onlorgada sua mu-
Iher em remuneraran de servicns que ja orna vez fo-
ram remunerados. Entende que isto lie urna prodi-
galidade inqualilicavel, e por isso vota conkra o pro-
jeclo. ^ :
O Sr. forrea das .Vsjces exige ao presidenle
que eensulle a casa se permute qae este projeclo se-
ja dispensado da terceira discmalo e lenhl s ora*.
Consultada a cmara,se approva o requeriraenV)
do Sr. Correa das Noves. '
O Sr. Augusto de Olheira se oppoe ao projec-
lo porque entende que o Estado nao pode eslar as-
sim barateando os dinheiros pblicos, nao deve con-
ceder estes auxilia* extraordinario tenAo as pessoa
realmente necesitadas: diz que se Ihe provassem
que'esta senliora esl em circumslancias de nao po-
der dispensar esta merco pecuniaria, poderia dar um
W*V "VfTTias aiC .t7ip ninquera lhe dea seme-
IhanS^'vll'MrTuac.lo ; assim vola cou.>x-Hafo|pcjn.
O Sr. Leilio da Cunha faz slgumas rellexoe:-
e declara que vola contra o projecle.
O Sr. Correa das Seves se pronunci i *m favor
do projecto.
A discussao fica adiada pela hora
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Fixacao das forcas 4 mar.
Continua a 2. discossao do projeclo de fixac,8o das
torcas de mar.
fif Srs. Siguewk QueirosWRocha cedem a pala-
vra para volar-se.
Jarga-se a materia do arl. 1.* suftidentamenle
diseostida, e posta a oos he approvada. 1
Ao apprevados sem debate o suecessivamente o
arls.iie 3^do projeclo.
O Sr. Lmao da Cuna)*) manda
ligo addilivo :
Leew-aw^polam -s* e*aa|*ja*al Jajtaiasao -1
Te* artieos addilivo*.
Fica o governo autorisaloa organisar o corpo de
nfticiaes de fazenda, e a regularisar o seu servico a
bordo dos navios de guerra.
Fica o governo aulorisado a conceder as pravas da
msrinhagem alistada* em conformidad* do art. 3.
do decreto n. 1466 de 25 de outubro de 1854 o favor
concedido no decreto de 11 dedezembro de 1815 e
lei de 3 de msin de 18&0 as pracas do balalho na-
val e ros marinheiros.Seara.Pereira da Silca.
Fie o governo aotorisado a conceder ao* ollicia-
es da armada que se embarcaren! em vapores de
quulquer companhia nacional regularmente organisa-
da, os meamos favores e vanlagens de qoe gozam os
ofliciaes embarcados nos vapores das companhias
Brsileira de Paquetes, e Pernambucana.Leitao da
Cunha.
O Sr. Perras :Sr. presidente, tendo de volar-
se os arligos addilivos que se acham sobre a mesa,
eu desejaria que o Sr. ministro da marinha declaras-
se se o governo os aceita.
O Sr. Ministro da Marinha dedara que dous
dos arligos addilivos Corara apresenlados pela com-
mis algumas necesidades manifestadas no relatorio do
seu antecessor. Portanto nao pode deixir de aceta-
lo*. Quanlo ao artigo additivo apresenlado pelo de-
putado pelo Para, tambera o aceita como aotorisacao.
Approvados os arligos addilivos, vota-se que o
projeclo passe terceira discussao.
Esgolada a segunda parte da ordem du dia, solta-
se a primeira.
Pusilo marquesa de Jacarepagua. M
O Sr. Ftrreira de Mguiar faz algumas reflexoes
acea da materia, e declara que abslraindo in-
dividuo, qaer aqicamenle mostrar que a cmara,
approvando urna pensAo desta ordem infringe oa
roais rigorosos principios de direito. e alem disto
abre um exemplo que realmente deve ser fatal ao
paiz, am exemplo que nio ha de ser absolutamente
perdido, e que p|0 contrario ser* aproveilado por
lodos aqueiles, qoe liverem valiosos protectores ; e
conclue, votando contra .resolncAo.
O Sr. Nebiat loma a palavra, responde s ar-
CtrirtM que dri foram feita* opposicSo pelo Sr:
Leitao da Cunha, e declara que vola contra o pro-
jecto.
O Sr. Brrelo Pedroso pronuncia um longo
discurso em favor do projeclo, e conclue declaraii-
do-que cria ter respondido ao* argumentos produci-
dos {Mo notare deputado por Pernambuso, e por isso
votv aei* projecto.
etde-se votacAo do projeclo, qoe he aiii.ro-
vado por 36 votos contra 30.
Creacao de um cotlegio rleiloral.
Bhtra em t> discussao projecto-ii. 14 desla anoo,
creando m collegio eleiloral na villa de Marac, da
provineja da Bahia.
O Sr. Barbosa da Cunha faz algumas observa-
Oc acarea da malaria.
, J hav*ndo cassj para se v*tar o projnclo
ilUrtoca o debite ncerrado, arocade-se
*' WaViu-alo.dh, k 4*VnU-se a
saaaT"^
Bomto e Ga
Villa-Bella, Boa-Vista
Goianna e Paaahiba,
Victoria e Natal, ras
- l'UBAMAf* DE Il(j.)K.
Primara s 6 horas 6 mininos da msh
Segunda s 6 horas a 30 minutos da larda
?*r avalo F*al.
' Mae-dulay para sempre !.'.'
Roberto Davidtop, eomraodore da marinlia ingleza
era nAo siimenle eavallc'iro dpSio Palricio, como
tambem membt fa sociedad* do* antiqoaros e da
aoeiedide das artes. No almanak de Genlry para o
anuo de 1845 liavia um artigo multo extenso a seu
respeilo, o qual 13ra redigiilo cuidadosamente, e r Ao
Ihe costara pouco dinheiro.
A industria que consiste em lisengear peranl: o
pnblico 0 orgulhn humano acha-se anda em estido
de infancia entro nos. Apenas temos alguua mise-
raveis pintores de escudos ou escrevinliadores de bio-
grapbias que ganham um escasso salario em lisongear
a outrem. A Inglaterra, sempre mala adiantada que
sjds, lem ha eineoenta annoa potlicaco*s annuaes
destinadas a divulgar os feitos e gestos de* bssbaques
dos tres reinos. Ahi sprende-se como fundou-sc a
familia de John Brown. morador cm Biker-Slretd,
e precedentemente em Trinlly-Square ; quantos fi-
O artigo do commodore Davidson dizia qoa esse
honrado nauta prestara grandes serviros companhia
das Iodias, e Irooxera de Pondjaob am lapirele ma-
cho para o jarrlim zoolgico. O editor acreacentava
que R. Davidson viajava de lempo* em lempos pelo
continente no interesse de sua saude, que fizera l-
timamente grandes reparos" no seu caslello do Som-
merael, que sir Wlliam Courtenay tinha-o em alta
considerado, e que tile passava entre seus amigos
por nada fazer como os outros.
Embora o commodore Davidson irrite-se contra
nos, conclua o redactor por ordem eiprtssa do pro-
prio commodore, nao podemos deiiar aa, tilansifk
qoe esse genlleman lem mereddafj^Tepai.rjjo do
maior original da Inglaterra,!*: Escocia e da Ir-
landa
O almaoa* de 1846 que eslav>;nn prei0 devi, con.
ter urna eeolha de anecdolas d*j,aada* a divulgar
a origioandade verdadeiraraenteladmiravel do com-
modore Davidson.
Clirislian leve grande vontade de^awarde urna
vez todis as la* dividas ao miseravel Ttim Borne
mas o hornera lorna-se magnnimo projporcao qu
pproxima-se da ultima hora. Christian bao smen-
le desprezou essa injoria, como tambem ojehou que
Tom Borne linda raiAo, e aecusou-se del loucara -
pois do fundo-dcse precipicio, ern que a fogava-se,
ia pensar na bella Amv Davidson berr* ra de du-
zenlos e rincoenta mil francos de rend .'norrio lem-
iugai
brando^do quAUver^dj^rsei de^iir Edgar Lind-
frio savaf e ftxlwwr. mulher iai)Jjmjal^HnrWrr'(liloso noivo da lilba do commodore.
Sual el sabatitoio em 1834 por mas Emily Walcol, Reiira-te, dase elle a Tom ; n3o te farei upe-
Walcot; os novos filhos que sobre- rar muilo. e po Entre acrescelilou machinalmente ouvindo bater i
porta.
O semblante de Christian mudou completamente
vista do personagem qae entrou. Era um hornera
de ar importante e bella tez, bem nutrido e todo co-
btrto de lucio. Tom encaroo-o, e fez am qaarlo de
saudacAo adeviohando que nao era um genlleman.
Ah exclamoo Chrslan com urna inlencAo de
sarcasmo, he o excellenle senhor Crter que digna-
se de vir visitar sua victima 1 Seja bem vindo, se-
nhor Crter I
O celebre mercador de cavados entrou sem tocar
no chapeo, o qual eslava adornado de um largo cre-
p, disse aeccameote:
Bom dia, wobor Christian. Teoba
os novos filhos que snbre-
i des-ia aniso ; a honra qms leve John
Brovfl ser pomeado cavalleiro rie Cliristo em Por-
iccasi.tii (te ama importante compra de vi-
q*e fes em Lisboa em 1838 ; fim de 1839 tratada felizmente pelo doulor
do Real Collegio ; o casamento de soa filha
risaagenit* em inaato de 1841, por occasiAn do qual
o tamo.o Petar Skc fez estan:ias inseridas uo
Weektu-UeraU.
Easa* particuUridades sao coladas i razAo de qoa-
Iro ou aloco ahi-lling* por linlia alm da obriaacao
da lomar trezeiilos ejemplares do folhi topara dis-
tribui-lo pato* (eus conhecidos.
ft 1Ut Diario n. tu.
t
ciosasuude
sereni-im.-i
SAlle:
RELATORIO
apresentado a' assembla geral le-
gislativa na terceira sessao' da no-
na legislatura, pelo 'ministro e se-
cretario de estado, dos negocios do
imperio, Loiz Pedreira de Coato
Ferraz.
Augustos e dignitsimos seqhores representantes
da nacAo.Cabe-me hoje, pela segunda vez, a hon-
ra de offerecer vossa Ilustrada consideracio o re-
latorio dos diflerenles ramos do servico publico que
se prendem repartirlo dos negocios do imperio
Nodesempenho deste dever, feliz rae julgarci,
se merecer vossa altencao e indulgencia.
Familia imperial.
He-me assaz agradavel congratular-me comvosco
pelo assigoaladu beneficio que a Divina Providen-
:a continua a oatorgar-nos na conservarlo da pre-
ude do Snas Hageatades Imperines, e das
imas princezas.
v .llleza Imperial c Sua Augusta Irmia ja co-
mfarirn o estado das primeira* letras e de msica,
tendo-se dignado S. M. o Imperador escolher para
mesires das Serenssimas Princezas os professores
Francisco Crispiniano Valdetaro, e Fortnalo Maz
zjoti.
Nao cabendo na verba consignada uo orcamenlo
para medres da Familia Imperial os ordenados des-
tes professores, mandn o governo psgar-lhes pro-
visoriamente as respectivas grntificacOes pela verba
das eventuaee, e ora solcito a fixacao definitiva dos
seus vencimeatos, os quaes, na forma da eoiistiloi-
co, devem ser marcados por lei.
Eteirdis.
Em consequencia das vagas deixadas no senado
pelo fallecimento dos conselheiros Jos demento
Pereira, senador pela provincia do Para, Jos Sa-
turnino da Costa Pereira, pela de Mallo Grosso, e
JosAolonioda Silva Maia, pela de Goyez, tive-
ram ljgar as referidas provincias as eleu;0es das
pessoat que deviam ser offereddas escolha da
corda. "
Continoaram Jainda a moverse algumasduvidas
em um ou outro ponto do imperio por occasiao de
proceder-se revisao aonual da qualificarao de vo-
'anles.
*m davidas porm tero versado, pela maior
parle, sot,re poDtos ja resolvidos por avisos anlerio-
res, cuj,, .pojic^., iBiez nao ivessem ebegado
11 hnadada an
dporta'ar"Tri**,0?ne!,ng0' '*""l"^" a
, ?,le '".toa um instante, e obedecen contra voo-
eadain n"'r Ul,ha-,e enlado sem ceremonia na
caoeira un 1(.a qae re,laTa n0 qUarlo-
V.nh .dar'me psames 1 pergunlon Christian.
m. ini.r C0Dle0U Car ai 5^s2a*t""'i,> K> '""S0" um olhar em ,orno de
i, e uisse pnicando os olhos :
Os meiiri,,),,, ierai aqai ?
gemde r'rre^p0lldeO Cnn5,iaD< 1ual t,'e >-
*". fiao bem, mea charo, venho em nome de
seos credores, meus companheiros, dar-lhe parle de
que alcanzamos ordem de nrisao contra Vmc.
Qoanta bondade !..... quiz Christian inter-
romper.
- E dizer-llie, conlinuou Crter, que na situaban
penivel em qoe estamos....
l'arou para laucar a seu vestuario de d am olhar
triste, e depois lornoo dando um suspiro :
Temos necessidade de recolher lodos os nossos
fundo* ; por conseguinle somos forrados...
A metier-me na pritao 1 acabou Christian.
Sim, senhor.
Eis o que me dar prazer exclamou o man-
cebo.
Crter repimpou-se na cadeira murmurando :
Apre I
Christian tirou as pistolas, e disse pondo-as sobre
a mesa !
Eu ia acabar com todos esses embaracos, se-
nhor Crter; mas se Vmc. der-me o asylo que flla-
me, deferirei de boa vontade esse acto.
O semblante do mercador de cavallos tomn urna
expressao de dignidade austera, e elle exclamou :
Irra I senhor Christian ; essa linguagem he boa
na bocea do* putifes de comeda ; mas o homem ho-
nesto que nao pode pagar suas dividas, lata dil'e-
rentemenle. Iiesculpa-se primeiro, e depois d a
entender que Irahalhar, que se esforcar... '
Para que mentir ? interrompeu Christian.
Enlao, (ornou Crter admirando tao grande
perversidade ; he urna resolucao lomada framente '!
Vmc. nao eorapreheude-me. Recoso smenle
dar-lhe esperances chimeneas. Nao lenbn pareles,
senhor Crter, uem herancj em especlaliva. Fui
creado por um velho artista que era meu Uo, e qoe
amava-me como pai. Ella viva Iranquillarneule
$r3tS
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commerco, seguDsJajequintss-feiras
Relacao, trcas-feiras e sabbadot
Fazenda, quartas c sabbados.s 10 horas
Juiz do commerco, segunda* as 10 horas e as
quintas ao meib-dia.
Juizo de orphaos, sagundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao "meio di*
2* vara do civel, quarias e sabbados ao meto dia
LPIlEMEBiDES.
6 Quafio mingeivi tos 12 minutos
40 segundos da tarde.
14 La nova as i horif; 21 minutos e
40 segundos da manha.
$ Quarlocrescente as 5horas, 30 mi-
nutos e 40 segundos da manha.
29 La cheia as 4 horas,, 44 minutos e
33 segundos da manha.
ao conhecimento das juidl* d* revisto, e iSjfHs suberdinado asdecisoes de um poder diverso. Ei-
maaicpaes. ernalMdMla nalureza por vezes lem appareddo, e
Para solacio ^de toda*a lem' o gov ?rno im- conven me se nio replam.
DAS da semana.
30 Segunda. S. Donatilla; S. Rufino m.
31 Terca. S. Ignacio deLoyolla, fundador dosJ.
1 Q liarla. As cadeios de S. Pedro apostlo.
2 Quinta. N.S. dos Aojo* ; S. Estevao.
3 Sexta.Invencao da S. Cruz.
4 Sabbado. S.Domingos de usmao, fundador.
5 Domingo. 10." N.S. da* Naves; S. Eu-
itiquiu soldado a.
perial sido solicita em exparas *|nv
avUatque 'o*
que
anda esl*-
enientcs ex
plicaroes constantes dos afta** que 'to* serlio pre-
enlM, maniendo as decisoe* anteriores, por fonda-
das na letra e no verdadeiro etnirito da lei, e no in-
lento de firmar regraJu|Brtal e uniformes em Uo
impajtauteaohje*|o.
, Ndnami deanti;
vam pendenles de naj
ia,deeOTr*fmdadew>mr*c*r da rcpeetlvn
scelo do Cooseiho de Balada a forcosa necessidade
de annular daa* dessas eleires, qoa por forma -ne-
nhsma podiam ser sustentadas. Refiro-me s dei-
ees monicipaes, qae tiveram lugar no municipio
de S. JoSo do Principe da provincia do Ce;ra, e na
freguezia da Pranha, e da do Para. Em conse-
quencia expediram-se logo as convenientes ordene
para que se procedesse a novas eleijoe*.
Nutro esperanzas de qae anda dentro du espajo
da presente sessao esteja habilitado para npresentar-
vos um trabaiho que mandd preparar, e que vos
nolicieio anno passado, contando a coorlenac.lo
systematica de lodas as duvidas eccorriilas na exe-
curao da lei reguUmenlar das eleicoes, e as respec-
tivas decisoe*. Assim rennidas em um Mi corno
lornar.-se-lu mais faeil em qualquer lempo c exame
de taes decisea. -
l'rocedeu-se tambem, no correr de anno passado,
as eleires das assemblas de algumas proviaclas do
imperio.
Ira lod*s eBectoou-se o pcocesso eleiloral sem
qoe a ordem publica fosse alterada, e nenhuma re-
enlarAo chegou ao conhecimento do governo-de-
belando violencias ou abusos commclliiln- dnran-
fpo mesmo processo.
i Contelho de Estado.
Continua esla corporarao a prestar os valiosos ser-
vicos que lem constaiilemenle feilo ao ptiz.
O governo tem nella encontrado o mais impor-
lanle auxilio, sempre ministrado caja*, a franqueza,
illu.lrarao, e lealdada, que diataanem seus dig-
no* membros.
Desde imito lempo porm lem-se reconhecido a
necessidade de melhorar a insliluicAo, cre.indo-se
que coordi-
ojeilos sua
ioessenciacsem
rao a grande
viveiro para os
auxiliares habilitados para cada
neni,- examinen) c preparem o*
consulta, e conservem as IradicG
um corpo com a nalureza e fias
Taes auxiliares, urna vez creados,
vantagem de formar como qu* um
lugares de administracAo, do qual pnssam, lindos
alguns anuos, ser lirados os secretarios, os presiden-
te* d provincia, e outros funccouarios, que assim
ameslrados por esludos proprios, e pelos exames das
altas quesloes administrativas ir3o exercer os em"
piegos com conhecimeulos especiaes. e com elemen-
tos precisos para bem desempcnha-lot.
lie assim que nos paizes mais Mlaotados a iusli-
iaiainaocaaueltiaua aaleda >e essarpataidal d
classedos auditores, ondpjf referendarios, onde
ambas, como parece maia conveniente, afim de que
se possa eslabelecer o accesso de urna para oulra
classe, conforme as habililacOes e zelo dos indivi-
duos, dasl'artc dar-lhesum incentivo para bem ser-
virem.
Longo seria o meu trt>alho e eu pretende-se nes-
te relatorio desenvolver lodas as razoes que acon-
selbam a creacao de scraelhanles auxiliares Jo con.
selho de estado. Ellas sao asear condecidas, e por
certo as tereis ja por mnitas veres apreciado.
Precisa tambem o conselho de eslado de orna se-
cretaria propria, por onde corra todo o seu expe-
diente, por onde se processem e se copiema* pa-
pis commellidos ao sed exame, onde se registrero,
e se archivero as consultas, e os documentos em que
se basearem. ,
Esla necessidade ja foi trazida ao vosso conheci-
menlo por ura de meus antecessores.
A experiencia tem plenamente demonstrado qoe
nao convem que o expediente do conselho conti-
nu a ser feilo, como al agera, pelas secretarias de
eslado.
Dividido este expediente por seis repar(ic.ies di-
versas, a cojo cargo ealAo trabalhos roni variados,
urgentes, e ja Uo avullados qoe para sua prompta
expedirn e regularidade nao basta o pessoal exis-
tente, nem he possivel que as tradices, e a nnifor-
midade dallas dependentes se mantenham sempre
nem se pode esperar que nos negocios haja a ce-
leridide que he tao conveniente.
Com um ouicinl-maior, dous ofliciies, e nm ama-
rnense poderu ser montada essa reparlicao."
O augmento de despeza nAo sera por cerlo mui-
lo consderaael, e por >em duvida o compensarao
seos resultados vantajosos.
, Oulra necessidade, lalvez a maior e mais impor-
tante, eque deve ser satisfeita na reforma do conr
selho de estado, lie a de descriminar-sa o contencio-
so administrativo do judictario.
Cusa a comprehender que aa seculo actual, es-
tando tao adiantada scieucia, anda entre ns se
achem estas questes por tal forma confundidas, que
objeclos de mera competencia administrativa, que
absolutamente nada tem com o poder judiciarie,
sejam sobmeltidos ao exame e jalgamenro deste
poder.
Com tal sydema nao he mantida conveniente-
mente a independencia dos poderes polticos, con-
sagrada pela constituirla, parque mullas veves ve-
le o poder exoculivo, em materias de sua inteira
competencia, em actos de sua especial atlrtuirao,
sem cuidar no dia seguinte, e quando morrea dei-
xou-me tres mil guineos, os quaes dei-me prensa em
comer, de son que u3o resta mais nenhum vnsligio
deltes. Eis ahi muba historia em poucas palavras,
senhor Crter ; sou filho do acaso, e se o acato me
aecudisse eu Ihe pagara lalvez... tengo, nao !
Vmc. fallaaajiaso mu livremtnle I Nao pode
ao menos trabanaar'!
-Mas se nada aei fazer...
Como, nada ?
Entendamo-nos k responden Christian. Nada
do qoe rende dinheiro ; mas quanlo a ludo o que
costa, soa muilo forte. Ah.' ah I meu charo Crter,
conlinuou elle animaudo-se repentinamente ; viva
Dos ei couduzir jucu tilbury por caminlios do
diaho, moutoa cavaDHH.vezes raelhor do qje l.it-
tle John meu meslre daeqoiUicAo, jogo murros com
decencia a ingleza e franecza...
Crter volva o dedos pollegares conlemplaudo-o,
e sua pbysionomia arrogante serenava-se roco a
ponco.
ManaJajjKm urna eapada, conlinuou Christian,
jogo n wlndMBnma maneira Irauscendenle, bebo
sera sede *e*a*aT*rblo garrafas de champagne, -ei lor-
iar as raparigas formosas, e tem-me acontecido cor-
tar na distancia de trinta pasaos urna bala de pistola
sobre a lamina de um* navalha I
Isso n3o he mo... nao he mo! exclamou Cr-
ter continuando a volver os dedos pollegares.
Christian julgou que elle zombava, e turnou ainda
mais animado :
Senhor Crter, procure-me um emprega ho-
nesto, em que eu possa nlilisar esses (alelos, e de-
clro-me prompto para trabalhar como um es-
cravo. \
Ah ah dizia o mer 'ur de cavallos, pare-
cendo deleilai-se em suas m jitaedea.
Repelliiiamcnlo esfregou *s roaos, e exclamou :
Vmc. he um verdadeiro genlleman, senhor
Christian !
Qoe diz T...
Um perfeilo genlleman Quer que fac amos
um negocio '.'
Um negocio comigo '.' perguntou Christian es-
tupefacto.
Sim, um grande negocio I... um negocio im-
manso I
Senhor Crter, diste o mancebo carrosa ndo o
ixo dadas necessidade*, mas anda digna da
atiendo, colloearei a conveniencia de acabar-se
coma distiocrA* de conselheiros de eslado ordina-
les e extraordinarios, cabendo todavia os venc
i:'utos smenle aquellos que estiverem em eflec-
livo servico.
Reconhendo quanlo coasnnha qu* se coordenas-
aan a* regras e principio* que sobra
com o pessual de que se compoe o mesmo eslabele-
dmenlo. ,
Receben de diversa* repartires publica*,.durao-
ta o oliimo anno, vario* documentos que devaj** sar
nelle guardado*.
Com as obras qoe foram feita* na **jrl to con-
vento ile Santo Antonio, cedida pele* religiosos,
acha-se o archivo coeveoiaalemeote eccpmmodado,
e, como vos informei o asmo paatado, assts melho-
rado o servico, qu aJfj|Wtnpalivel ao eslreilo es-
di, ersaa mate- paco o/is occuama **> S ^.i tecretada do im-
ftot -ptairto. de *diiihit*lrT*}aX i*n !**; *apar*y ai u.
sasnuscontultasja resolvidas, encarreguei dest? O sen aperfeisoeVnento depende om grande parte
idea da
qae pe-
Irbalbo o Dr. Francisco Octaviauo de Almeida Ro-
sa, a quero o secretario do conselho d' estado chi-
vera entregar as consultas que estiverem* naqnelle
caso.
Da inlelligcncia do nomeado esotro um trabaiho
digno d ser-yos opporlanamente apresentado.
Secretaria de estado.
A aulorisacAo que coocedesles ao governo para
reformar a secretaria de- eslado a meu cargo, e as
repartirles della dcpendenles, diapeusa-me de di-
zer mais cousa alguma acerca dos embaracos com
que aiuda lula public administracAo nos impor-
tantos ramos do servico pertencerite ao ministerio
do imperio.
Esta reforma nao pode ainda ser levada a efleito.
Nao se limitando simplesmente. secretaria de es-
tado, demanda lempo a reflexao para que possa pre-
pararle uro trabaiho mais completo, e que assegu-
re melhor resudado pralico. He este um daqoelles
objeclos que maior calma e reflexao exigem para
que a reforma que se houver de fazer satisfar as
necessidades publicas, aos desejos do governo, e s
vistas des representantes da nar.lo, eorrespondendo
emseus benficos tllelos aos sacrificios do Ibcsou-
ro nacional. -
Tenho e*le trabaiho entre maus, e logo que esleja
terminado, e o governo. encontr pessoal habilitado
para preencheras exigendas da reforma, a far
publicar.
lem-se eulrelanto procurado melhorar o estado
da secretaria, quanlo ha sido possivei com o iosuf-
ficienle pessoal que a cvmjie, a cnsla de iucessan-
tes esforros, e mediante providencias que se lem
ornado no locaule a ordem do servico.
A' vista do mappa annexo, se pode fazer
exleusao dos trabaiho*, sempre crescents,
sam sobre esla repartidlo.
Palacios das presidencias.
Reportando-roe ao que vos disse em meu anterior
relatorio acerca da talla que em algumas provincias
se senle de edificios qae airvam de residencia dos
presidentes, por forma digna da represeulae,ao e de-
ceilca qavavxige a posifto dedes funecionaries, na-
da lenhoaar agora a tiecresctnlar a Ul respetto.
l.imiUr-me-bei, pois, a inturraar-vos que dentro
da respectiva verba, que foi toda esgolada, procu-
ron ogaveroo, pelosainidrio quo oceupo, /nellio-
M9mytmWk*%J&jkTim*AIIQ&k a aaVihila^ u*
das presidencias" do Rio de Janeiro, S. Paulo, Es-
pirito Santo, Babia, Ceara', Marauhao, e Para'.
Dir-vos-hei tambem qoe com a providente medi-
da do mea antecessor, couslaute do seo aviso circu-
lar de 19 de Janeiro de 1853, mandando inventa-
riar todos *s movis doamnlacios, e cora as que ex-
ped para a uniformidad*e clareza du escripturarAo
nede ponto tem ja a secretaria 4o imperio recebido
invenluarios regulares da maioi> parle das provin-
cias, a vista dos qanes se pode conliecer, se a guar-
da e conservarlo de taes objeclos tem tido a neces-
saria fiscal i sar,lo.
S Cmaras municipaes.
. ao variados, e de lamanha importancia
liao sido o* diversos objeclos que por aua immedia-
la urgencia tem prendido a particular altencao do
governo, que forr;oso lhe foi dar de m3o por em-
quanto ao projeclo de reforma municipal, de que
fallei no anterior relatorio..
Ninguem desconhece o quanlo entre ns precisa
de ser melhorada a insliluico municipal; mas nin-
guem lia Uo bem dolado de espirito re'flectido, e da
illudrarao, que nao conheca a dlfflculdade que ha
em couciliarem-se as opiniSes divergentes, qae di-
videm muilos homens netaveis de todos os credos
polticos acerca do meio pralico de realsar-se .tal
reforma, sosteolaodo a cadei* da acrao administr-
tiva do governo em lodo* os seoa los, sem ferir as
atlriliures municipaes, que a conslilaicao do im-
perio quiz qae pertencessem a corporaroes das cida-
de* e villas que sejam a livre expraoto dos votos
dos respectivos cidados.
Minbas opiniOes a tal respeilo sao muilo conde-
cidas, o nellas permaneco. Nao basta porm isto;
he preciso resolver a quesllo de opporluoidade, a
quaLdepende essencialment* de que cheguem a um
accordo as principaes capacidades do paiz.
Entretanto aiseguro-vos que o governo nao aban-
duna lao importante objeclo tendo ja sobre elle on-
vido o conselho de edadu pleno, e qoe procurar
logo que apresentar-vos suas ideas, solicitar da sa-
bedoria do poder legislativo as medidas que Ibes pa-
recerem acertadas para levar a efleito essa reforma
no intuito de ver aje assim consegoe dar a esla jns-
liluicao a vida e o impulso de que ella carece, para
realisar sua benfica missAo.
Archico publico.
Ainda se nao ada concluido o trabaiho da classi-
ficarjo de lodos os papis, recolhiilos nesle estbale
cimento, e da orgauisarao dos respectivos catha-
logos.
Tem-se todavia adiantado, quanlo he possivel,
Nao eston dis-
sobrolho, deixemos disso por favor
posto a gracejar.
Crter tomn repentinamente um ar lgubre,
responden :
Ah .' mea charo senhor Christian ; Vmc. nio
pode eslar mais allliclo do qae eu. Gracejar quando
tenho a raorte na alma I
Pois bem, se nao he gracejo, explique-se.
O mercador de cavallos deo nm suspiro profundo,
e disse lineando oolro olhar sobre seu vestuario
dedo.
Vou explicar-me, embora avive assim meu sof-
frimenlo.
Pronunciou esta* palavras em lom tao commovido
qne Chrislian compadecendo-se, perguntou-lhe com
interesse:
Perdeu algum prente prximo 1
Prouvera a Dos'. exclamou Crter vivamente;
ah senhor Christian, se o pobre genlleman livesse
vivido ao menos mais um anuo, nossa fortuna esta-
ra feita. Fallo de Courtenay, o oosso pobre Cour-
tenay, o nosso janota morlo a flor da idade!
Foi por elle qae Vmc. cobrio-se de lulo T dis-
se Christian consolado.
E com muila razo senhor Elle era filho
de nossas obras; lnbamos gasto tanto dinheiro para
pd-lo em moda .' Posso fallar-lhe francamente : Le-
vis, alfaiate, Slantoo, fabricante de luvas, Filowski,
sapaleiro. eu, e muilos outros eslavamos associados
para desfrutar Courtenay ; os principios lindara si-
do difficeis; mas depois todos queriam ser os reme-
cedores de Courtenay... E eis que a murle desapie-
dada....
Tirou o lenco para enebugar os olhos. e conlinuou
com voz afogada pelos solucos:
Era um homem feio, grosseiro e estpido; nas
as ostras, senhor! sem beber! elle coma ostras co-
mo jamis ninguem comer!
Era am bello talento! disse Chrislian, o qnal
refledia tambem.
Assim o creiq, senhor! tornou Crter; sem be-
ber 1 nao fallava-se senao delle e de suas ostras oa
cmara dos lords I lato embararava diariamente a* a
deliberarles publicas.
Com effeilu, observou Christian seriamente,sem
beber I
Imagine que as ostras... quiz continuar Crter.
Mas Christian ergoen-se de repente, e disse em
tom secco:
d* reforma do seu regolamento, qae ser publicada
quando o for a da secretara e de oolros estabeleea
mentos'do ministerio do imperio.
Ligada esta reparlicao ao plano, e dependente do
systema sob qae for concebida a reforma geral a
que alludo, fora imprudente tratar della desde j,
e separadamente.
1.
Saude publica.
Posto qae fosse em geral salisfaclorio o. es-
tado sanitario do paiz no decurso do anno que aca-
ba de findar, todavia o reapparecimenlo da febre
amarella em algumas cidades martimas, a bexiga,
e outras enfefmidades epidmicas on endmicas de
menor gravidade, acommtleram a popnlaco de
cerlos pontos de diflerenles provincias.
Tratando da cada urna destas, vos transmittirei
as noticias qne a tal respeilo chegaram ao conheci-
mento do governo.
No municipio aa corte nenhuma oceurrencia ex-
traordinaria se fez notar, alm de nao pequeo nu-
mero de casos de bexiga. O qnadro de mortalidade
no ultimo anno, comparativamente pequeo em re-
lacao aos dos annos anteriores, demonstra nao ( es-
te facto, mas tambem que, se ainda resta multo pa-
ra fazer-se no tocante hygienc publica, tem com
ludo senstvelmcnte roelhorado as condicGes sanita-
rias desla grande cidade, nao obstante o progressivo
e rpido crescimenlo de soa populacho.
Este quidro aprsenla o algarismo de",307 bitos,
o qual, comparado com o da populacho, est na pro-
porro de cerca de don* por canto ; resultado as-
sas esperanzoso, e qoe s se observa as cidades,
que passam por ser as mais salobres.
l'rescindindo-se do anno de.1850, no qual o Ho-
mero dos falleeimeotus fd de cerca de 14,000, em
razao dos estragos causado* pela terrivel epidemia
da febre amarella, o* qundrat dos annos, que se lhe
seguirn), apresenlam o seguinle resultado :
Em 1831, sendo em pequeo numero
os casos daquella epidemia. 8,719 bitos.
Em 185:4 lendo-se augmenlado es-
tes casos, aos quaes suecumbiram
1,643 pessoas........9,527 a
Eml853.......... 8,531 o .
Em 1854.......... 7t507
Ora, obsexvaudo-se qoe ambos o* allimos anno*
am isantoa daaaideiau,
nidado de csl.ic.Ao, a diminuidlo de ,02l fl-
lecimentos, ao passo que a populacAo, principalmeu-
le eslrangeira, cresceu notavelmenle, he por cerlo
significativa.
A febre amarella, como epidemia, pode conside-
rarse inteiramente extinclanesla corle ; e este be-
neficio he particularmente devido vigilante e acti-
va polica sanitaria exercida no porlo, como o reco-
ndecem muilos homens da arte, e at eslrangeiros
nao suspeilos.
O anillado numero de navios qoe o freqnentam,
procedentes de lautas e tao diversas partes do globo,
coodilnia o grande foco de infecrao qoe alimeolava
e desenvolva esta e outras epidemias, que por dille-
rentes vezes, e sob varias formas, se lem feilo sentir
nesta cidade.
Esla causa permanente s poda ser combatida e
destruida pela accao incestante de orna polica bem
organisada, e por um systema de medidas combina-
das por modo que o germen do mal fosse sempre
evitado, ou cortado em seus prmeiros indicios.
Felizmente tem-se, em grande parte, ebegado a
edes resultados, ja pelo cuidado que ha em empre-
garem-se os convenientes meos de desinfeccAo a
bordo dos navios em que sao neceasarios, ja pela
promplidao com que se soccorrem as pessoas da* tri-
polacOe*, logo que se mauifeslam nellas symplo-
mas do enferraidade, sendo condozidas em om va_
por especial para o hospital martimo de Santa Isa-
bel, onde recebem o mais destellado Iralamenlo.
Graras ao iucanravel zelo do illuslado presidente
da commiisao sanitaria, e coadjuvacSo qoe lhe
lem prestado, os digoos membros que a compoem, o
estad* deste hospital,' e n modo como nelle se faz
o servico, pteenchem plenamente os fios de soa ins-
titucAo, e lem continuado a merecer os mais hon-
rosos elogios dentro e fura do paiz.
Durante o anu passado entraram para suacn-
ferroariasl.ii-JT iloenles. Sahiram curados 1,576. Fal-
lecern) 40. A mortalidade foi pois de meoo* de
dous e meio por cenlo. Os ltimos casos de febre
amarella tiveram lugar no mez de marro daquelle
anno.
Tem-se augmentado o edificio, fazendo-se alga-
n-^s accommodacoe- de que careca '; mas apezar
> T2 das cinco enfetrnarias qae ja haviam sido
construidas, foi indiapensavel alugar algumas casas
vizinhas por faltar espato sofliciente para o numero
do* doenles que all concorrem.
Ainda nao realitou o governo a compra deste edi-
ficio, e do terreno onde se acha, tendo sido contra-
tada por 16:7009000 rs., em razao de alguns emba-
Deixemos as ostras por favor, meo charo!
Havia nessas palavras um accenlo de snperiorda-
de tao notavd que o mercador de cavallos flcou de
bocea aberla como um discpulo dianle do meslre.
Demais desde alguns instantes tinha-se operado urna
mudanca consideravel na allilude respectiva do de-
vedor e do credor : Crter perder pooco a pouco
seu ar severo e arrogante para chegar por urna esca-
la chromaii 1 lentamente percorrida a certa polidez
protectora, mas ja benvola.
Christian de aua parte anmnva-se; seu gesto era
desembarazado, sua voz firme, e adevinhava-se qne
ia brevemente tratar de igual para igual.
Comludo restava um vestigio da grandeza de Cr-
ter e da liumilliacao de Chrislian : aquelle eslava
ainda assenlado tende o chapeo sobre a cabera, esle
em p e descoberlo.
Os senborcs esiao em grande aperlo, disse
Chrislian filando os olhos no chapeo do credor, o
qual tirou-o sb pretexto de enchugar a fronte e col-
locou-o sobre a mesa, baldonando :
Faz na verdade nm calor terrivel !
Chrislian sorrio nrgulho.amento, e tornou:
Custou-lhe muilo asenli-lo. Fallemos com fran-
ueza : os senhores necessitam de oolrb Courtenay ?
me. veio i minlia casa com a idea de que eu pode-
ria servir-lhes '.'
Urna idea vaga, responden o mercador de ca-
vallos ; bem sabe que quem se afoga....
Minio eslimo saber que os senhores afogara-se,
dase Chrisliao.
He urna maneira de fallar... De c*rlo se aedas-
semos alguem para substituir o pobre sir William,
nosso reconhecimenlo... "
Crter nterrompeu-se de repente cencarou Chris-
lian o qual dera com o p na cadeira em que elle
eslava assenlado. A physionomia do mancebo era
sem duvida muilo expressiva, pois o credor corou e
levantou-se logo dizeodo com ar confuso:
O senhor deseja lalvez descansar.
Chrislian nao respondeu; mas asen(on-se mui
naturalmente no lugar de Crter, e disse cruzando
as pernal urna aobre a oulra:
Bu alo recusara absolutamente servi-los...
Crter eonlemplava-o enlAo humildemente : a ul-
tima manobra de Chrislian o lomara dez covados
maior.
Vmc. julga poder?... comecou o mercador de ca-
vallos com timidez.
1 '. ........'
race* inte lem appareeido, quanlo tena proprie- -
dade das aguas daquelle lagar.
Os progreajos que nos ultimo* meses sf^^B
'^hft erad fUgdlo do cholera-morbu 1
l*da a liarapi, daienvolvendo-** em dlnerenle*{
fes, qr.li eotretm cosa os nosso* freqaeates rtlacOes,
causaram gerdmenlc fondado* e vivo* receros de
que ede mal nos fosse importad*, atienta a rapidez
da navt gaco a vapor.
O governo apressoa-se, como lhe cumpri*, a to-
mar Irxlas as precautdes.Jque a scieucra e aexperi-
*** oMtbara, {ra prev*s* Uto greade calaaai-
dade. 1
A applcatao razoavel prudeete do m*io da*
quaremenas e ohservacSes sobre01 nade*, panagei-
ros e 3'rgas procedentes "be porlos suspeilos, no in-
tuito dji evilar-se a iulroducsao do germen da en-
fermidie, e por ootra parte o emprego de medidas
dygienica* em Ierra eora o fim dse extiegnirem
focos de infectAo que o podessem desenvolver, fo-
ram os (loujajprincipios em qoe iMnn|aj o sydema
de provideSat, que se julgou conveniente adoptar
de anlemao. '
Neste sentido deu o governo ioslruccOes aos pre-
sidentes de toda* a* provincial martima*, recom-
meodando-lhea que, de accordo com a* cammiatdes
e outras autoridades de polica medica e sanitaria, ,
lomasse n as medidas necessarias, e ntorisando a*
respectivas despeza*.
Entre as providencias que para logo se puzeram
em pratica, tratou-se em quasi toda* atsas provin-
cias de eslabelecer lazaretos, oode fossem recolhidas
as pessoas infeccionadas da mal, ou delle suspeita*.
Para tiste mesmo fim mandou o governo coodrur
umedifeio na ilha de Marica, contando enferma-
ras e arcommodacGes conveniente*,'qae loda* se fi-
zeram 110 espado de mez e rodo, importando saa
deapeza apeo em oilo cont* de ri. ,
A pos\cao desla ilha, fr da barra, e acoberlo dos
vento* ijeraes que sopram sobre a cidade, distante
de povoados, mas sem .estar a* mesmo lempo Uo
longe, qu* tomaste diflicnltnos o* recurso* o tra-
jelo don doenles, foi, depais de lerem sido exami-
nados diversos pontos, escolhida por parecer So pre-
sidente da junta de hygiene a mais aproprad.
Sendo de reconhecida e udeclnavel necessidade
a conservarlo deste* estabeleciroento, no p de po-
der servir promptamente em qualquer evenlualida-
de desgracada, trata o (oxerno de dar-lhe maiore*
proporctaSajaV ja expSR a* orden* neceataria* para
se levaren) a effeilo as obras de que carece, afim de
facilitarse o embarque e o desembarque em qnal-'
quer lempa.*>* qoalqoer hora.
Estas obra* exigem pequea despeza, segando es-
toa informado, e lia*- de ser ro tillad a* com a mes-
ma economa qoe prendi 41 construccao do edifi-
cio, bem cerno a lodas qoe se tem feito no hospital
da Jurujuba.
. Quanlo ao interior da cidade, n governo, altu
de recor imeudar Illm.' cmara municipal o env-
inc*a beotd* au-
Iral de hygiaoe a
maior aclividade no exercicio das f o necias a seu
cargo, julgou dever lomar parle directa no qoe to-
cava ao usado -c limpeza de urna porfo das mas e
oraras, jinxiliando desl'arle a anima cama**, vislo
como til absolularo mo impossivel'que ela,_pela
insuflicinncia de seos recursos, pude*** desempe-
nhar por si s erle servico em loda a extensAo da d-
dade, a despeilo dos maiores esforros d* aua boa
vontade e zelo.
Divdio-se para ido provisoriamente a ddade em
dous grande* distridos. Um conlinuou a car a
ficar a cargo da mesmo cmara ; do entro foi in-
cumbido o chefe de polica, devendo obrar de ac-
cordo com o presidente da junta central, e com a
muuicipalidade no que dependrsse desta.
Efectivamente comefoo a ser asdm feilo o r**-
peclivo servico, e o melhoramenlo da cidade nade
ponto loi iiou-e desde logo tao satisfactorio qoanto
era possivel em nossa s circumslancias.
Nao se tendo podido contratar, ul servico por ma-
neira econmica, tem sido executado cora regula-
ridade por administrac3o, sob a immediata inspec-
cao do chefe de polica no. dislriclo, de que foi en-
carregado.
Con vindo remover das casas particulares, do centro
da cidade e das praias, os depsitos de' lizo e de en-
tras inmundicias nellas accumuladas, o governo ob-
leve gratuitamente do religiosos do mostdro de S.
Benlo afressao de nma parle da fazenda que possnera
na ilha do Governador para ahi edabelecer-se o de-
posito geral de laes objeclos.
Assim Ve tem praticado, depois-de algumas obra*
qae foi mider fazerem-se, rfJectuando-se o Irant-
porte da]uella< materias |por meio de barcacaa do
arsenal da marinha edalllm." camera municipal,
rebocadas por um vapor qoe para esle fim fd ala-
gado. Nestes traajdhos no do arelo da* rea* e
pracas, sob 1 nspecrao do* chefe de polica, etilo
empregados 50 africanos livre*.
O modo deste servico, porm, inleiramenle pro-
visorio, e que o govera* foi forcado a adoptar pe*
urgencia da occasiao, nao pode dorar por muito
lempo, nAo s porque nao satisfaz compldameote o.*j,
seu Qm mas tambem por nao ser o mais econmico.
Eulrelanto he iudiepenaavel qoe se tornera pro-
videncias permanente* e te adopte m sydema qne
asegure 'a limpeza da ddade, compreherrdendo o
melhor indo para remocao de materas infledona-
das que, accumuladas e demoradas as casas par-
ticulares e em diversos pontos do centro da pop
lac,ao, se rao sempre germen* de grate* epidemia*
-/
Poder, isso he evidente, inlerrompeuChri'tiao;
a queslac he sab-r se quero. E note qoe este ofll'io
de janota industrioso repugna-me da maneira mals
enrgica .'
Todava....
lie um oflicio triste, humilhante e rdieo.o,
senhor Crter; mas como Vmc. acaba de dizer, d-
ve-se trabalhar. Que indemnisacao me offerec-ram
os senhores ?
Nao recuariamos diante de um subsidio (ixo de
cero libras esterliuas por mez.
Chrislian mostrou seus bellos denles em om sor-
rito soberanamente desdenhoso:
Nao fallaremos mais du qoe Vmc. no* deve,...
accrescenlou Crter.
De veras ? disse Cl.vi"*.
Concorreremos larga.. te para toda* as de*-
pezas eligidas pelo oflicio.... ]*> .
Farao esse esforco?
Quanlo a publicidade...
A publicidade repeli Chrislian rindo. En-
lAo essa industria esl slidamente organisada
Muili bem, meu charo senhor, respondeu o
mercador de cavallos tomando nm ar de altivez dis-
creta. Vmc. podar julgar por d mesmo. Temo* os
arligos de modas as gazetas, as revistas, as concer-
sacOes dos saldes, as chronicas da sociedad* elegante,
e os correios de Londres. De nutra parte os autora*
dramticos nada podem recusar a quem trata-o* de
certa maneira. Posso asscverar-lbe que no fim de
um mez Vmc. leri mais conhecido que Roberto Pee!,
ou o marechal duque de Wellioglon!
O mercador de cavallos interrompeo-sc, e depois
lornoo abaixando os olhos como urna rapariga :
' Mas, senhor, devo confessar-lhe que" eu nao
vim ssitiho.
Ab ah .' disse Chrisliao,Vmc. foi euxiado co-
mo parlamentar!
Os meas companheiros...
O corpo do exercilo espera porta 01 sendo re*
Lewit, Staolon, Filowski e tu ouant...
Se Vmc. digna-te de consentir que entrena...
Porque alo ? respondeu Chriatian.
Crter tocn a campainha, dizendo : V
Elle lorio grande prazer.... de oflereeer-lhe
seui respellct.
(ConHnmar-t*M.)
-;.-
f
A

1
';
11 rnli


I
F
V
I,
que miBtrilisarao oulras medidas do governo, inuli-
lisaudo ai desperas que com eslai te fixerem.
DIfficil ha a adopto definitiva, de um Ul *yt-
lema.
E era he para admirar que utimiconleca entre
no, que forman um paiz nova*, quo apenas da
annos a eta parte encelamos estas e outros mellio-
rementos, e que em fim luamos com mullas e
reaes difucuktedei que vos nio sao detcoohecidn.
Paires mallo mai adianiado, e dispondo em gre>
elevado da outroa recamos, lem at
emdarpretwtmea'eiclotv.aumnr
PMa geni deiuas grand- --^PJ. T
satiriaotoriamenteos-- -'ude, ue P"nch
Eosaio sobe*-^^
feitos **** eaiaioe lem lido constantemente
usato sobre eiisaion se fazem anda hoje
-*s paita* para conseguir-e tal desidertum.
NesUis circumstancias; teoho assentado que fura
sobrtniodo imprudente prender-se o governo por
nm contracto, a por um privilegio, a qualquer dos
systemiiqoe lae tem sillo propotto. Tenho po-
rat fscllilado quinto me ha sido possivel as tenta-
tiva ueste sentido, algaruai das quaes ora se fa-
zam.
Em breve pretende JcAo Frederico Hussell, ha
pooco (bagado da Inglaterra iioin um eogenheiro
tido por hbil, tusaiar o ib yttema de limpea e
agoto da cidide por meie de < onduclores subterr-
neo*, a dccoroposc,ao, e desinfecto das materias.
Este engetahero procede kci.ualmenU a verilica-
ciio da nivtUmenlo da cidade, e'eutrai investiga-
e que devem anteceder as* iris wuaioi.
Deafo cb pouco lempo te auparlo 01 modelo*
da* nachinM e dos instrunieulos neceasarios.Aguar-
da o governo a chegada de tai qbjectos, a o resul-
tado do referidos ensaios, para, a vista de sua efli-
cacia, resolver o que parecer mai* conveniente em
vlrlode di lii n.719 de 18 de wlembro de 1833,
A junta centnl coolinu i a extrcer com regelari-
dideanas fonccftes coadjav*ndo o governo em ludo
.o que lomdtUa dependido.
Todava Cargoso he confijstar que ala inititaic,ao,
qoal inconlestavelmenle ai devem alguns beneficios,
nao estorganisada anda por forma que potta bem
desempenbtr a ral missao. Militam a este respeito as
considerac^es queja Uve a honra de fazer em meo
relalorio do auno pesiado, e quij portanto nao repro-
duzirei.
Comprehendid porem, como se acnT, a reforma
eo inellioramento desle ramo do servico na autorl
sacSo geni que o anuo pausado concedesle* aogover-
no pata a reforma das repartiere dependente! do
ministerio do imperio, seriio opporlunameirte loma-
' da em consideraco as medidas que nesle ponto pi-
recerem mais acertadas. \
AchaiB-W ja completadas as commisses sanitarias
da* prioorpaes provincias miritima*.
Ahraroa twn-se dedicado com solicitada ao r.um-
primento da* importantes nllribucOes que llie eom-
petem.
O rain torio in nexo do preaidenta da |janla central
de hygiene publica dispensa-me de dar reaior desen-
vplvimenlo t este artigo.
8.
Rae agtra a fater metilo das nolicjM qne me
foram trioimillidas dat provincias.
S. Pudro.
Toado ippareoide cato da fibra* maii oo menos
complicadas, e de bexigas, priaeipalmante no lenno
de Sent Antonio di Palralha, o presidente da pro-
vincia miodou um medico a es lugares para xa-
minar o carcter de lae* febre, e oceornr ao mes-
mo tempo a popolacao, carnudo a despexa pelo*
cofres genes com iatorisae,ao do governo.
Santa CaiMN-bn.
A beiiga manifettou-so na fregaex de Itajihy,
faxendo algumas viciimis.
S, Pinto.
Em algn municipio gi-asso a beiiga sem malta
iulensidadc.
. Mandou o presidente da provincia preparar um
latareto no lugar denominadol'raia do esna
cidade de Santos, unto lutorisado a despender i
' quanlia de 2:500?.
Espirito Santo.
Na capital e as villas de Liohare* e do Espirito
Sanio, deseuyolveu-se urna epidemia de cmara de
sangae.
A populacho {indigente da primeira deltas villas
foi socoorrida por conla dos cofres pblicos, despeo-
deodo-si- a qeantia de 200% ,,
Babia.
A fetira amarella, que no. mez| de evtreiro do
anoflpaseado reappareceu oanptal, tomn poste-
riormenle grande intensiilade, atacando principal-
mente tripularlo dos navios.
No huapslal da MonlSerrate foram recolhidos e
traudos 325 enfermos, dos quaes fiHeceram 129.
Focam lomadas por esta occlsiSe," obre propoita
da cdmmitsSo de hygiene publica, medidas que me-
Ihonrem eeiisideravelmerde o servico sanitario do
porto, i o estado daqctlle hospital, lornando-o digno
de elogios que Ihe tem sido feito.
Infelizmeule roanifeslaiam-se de novo caso da
mesan enfermidade, e segundo as recentes noticias
linha o mal tomado deeeovolvimeuto.
as lillas de Caravelita, Camari'i e Santarem,
Iven-se -urna epidemia de cmaras de*sin-
gue, e as de Jacobina e Urub, febres de mi ca-
rcter.
O presidente da provincia soccorreu a popolacSo
de.tes logares, mandando-lhes mdicos e ambnlan-
cia, e o leu procedimenlo foi, como nao poda dei-
xar de ser, approvado pelo governo.
Foi-llie concedida no cerrente exercicio a somma
de 10:0009 para occorrer s despezas daquelle laza-
reto, sendo autorisado o meemo presidente, como
soliciloo, a alagar duas casacontiguas pan accom-
raodir pan este lim at a quanlia de 800 durante ;um
anno. *
Na 'capital, em Porto Calvo e no Pilar desenvol-
veu-se a febre amarelll.
DIARIO E PERMIBUCO TERCA FIM I DE JULHO
DE 855
3
soccorros as que nao podem recolher-se nelles, ja
ennrregindo a diversos facultativos o tratamento d
populacho de algumas local idadei do interioijlpro-
vincia, onde o mal Umbem se manife^fposto que
em menor forja, {ja Cnalmenjft^ndo commUsoes
medica.
Felizmenle^j^Dji,, as ultimes informac,5e,
acham^e j-^re deil peite todos os pontos do In-
,erifl'nde livroa, e ni capital tem tomado carcter
^5 no.
U presidente da provincia, cea ipprovac,3o do go-
ces ip
e 3W5
sa lila.
espeza ordinaria...........160:6409250
Saldo................
208:84507621 Receiti incluindo o tildo de inno in-
terior...........93:8579005
>epeza...........!3*:3719988
48:2059507
v
veroo, autorisou a despeza de "(HiS pelos cofres p-
blicos para soccorrer-se a populago indigente ac-
commeltida por ela epidemia, o arbitrou gratifica-
r3es ac mdicos, a quem incumbi o sea trata-
ment.
Foi o mesmo presidente autorisado a mandar
constreir um lanreno ao lagar denominador-Por-
to, do Frncez, deipecidendo at a quanlia de
5:8205940, en que foi oreada.
Pernambac.
Ni capital tem coolioui do a minifesISr-se omos
ue feb umaralli, es qoaeltimamente crescenaa ;
e em diversos mtuicipios reibou a epidemia da be-
i. btm da ande publica Mlndou o presidente
" com appTovacSo do coverno, tistruir por conta dos
com* ger.es um telhtiro n lugar denominado
Cabangaafim de ser removido pata ahi o malidou-
ro publico.
Foi timbemeslabelecidciecottvenientrr e pre-
parado na ilha do Pina, autorisando o governo as
deapeza neoenarias, m lazareto de quinntena pi-
ra receber a pessois chegadas ao porto proeedendo
de logares inficionados de molestias epidmicas
ou contagiosas; *e ltimamente se den principio
(ttadac^o de oolro, propriamenle do observijio,
PartBtba.
Timbem ua capital detta provincia, na cidade da
Arda, e na povoaco d ^iga (irande manifestou-se
novantenle a febre ama-ella, mas sem grande in-
tensidade.
Prestaram-ae pelee cofres gene soccorros as pes-
eoas iodigente. f
Em differentes pontos da provincia fizetam vic-
tiroa a bexig, o sarampo e cmaras do sangue.
Cearj.
Grassou na cidide de Sobral, e ltimamente ni
villa da Granja, a febro amarella, insullando nesll
qaasi leda a populacho, posto que felizminle com
carcter benigna. _
Na cidade do Aracaty deienvolven-se com inlensi-
dade a epidemia da bexig. m
Tem-se despendido com s< ccorros pblicos, man-
dudo prestir pelo governo, n quanlia de 5279.
Maranlito.
Desde outobro do auno Ando tem granado a beii-
ga na capital epidmicamente e com grande intensi-
dade. ^- f
Al o fim do mez de fnverero faUaeaiirn desia en
ftrmiiiado 331 peasoas. m
O presidente da provincia lera emprendo os con-
verdeni.es meios para minorar n propagelo do con-
tagio pelo preservativo da vancina, e occorrer as
peeioiB iccommetlidas, ji eitabelecendb deas Intare-
toi, onde sao miadas gratuitamente, e distribuindo
Par.
. A febre amarella anda nao cessou inteiramente
na capital, leudo ahi continuado a apparecer casos
sporadico* deala enfermidade.
O goveruo lotorisou a coocluso de um pequeo
edificio comeado ha poneos anoos na ilha da Tatua-
ra pin esLibelecer-se um lazareto, mandando por
para esle Coa disposc,ao do presidente da provin-
cia a quintil de 2:2109.
3.
Vaccini.
Infelizmente continua a encontrar jaoitas diffi-
coldades a propagie,ao deste ulil preiervitivo,
principalmente entre a grande parte da populacho
do interior da* provincias, cuja inlelligencii nao al-
canza apreciar .os seus benficos effeitos, e se deixi
dominar por phantisticos receios.
Accresce que o servido que lhe he concernenle, nio
feito ainda, fura das cidades principaes, com re-
galaridade e zeio, apezar dos esforjos do instituto
vaccinieo, e de amitos do commissarios provin
ciies. ^^JsX
O goverdb se ne descuida de melhorar esle ser-
vico, tallo quinto pode caber em seus recursos, e
de combater fot meios indirectos aquella repugnan-
cia lilha da anligose inveterados preconcertos.
Durante o ultimo anno foram vacciuadas com re-
conliecido proveito 8,114 'pessoai. Esle numero
nao compreheode is que foram em 7 provincias*
das quaes se nao receberam o* respectivos map-
pas.
f Comquanto soja engenhosamente elaborado o re-
gulameulo de 1846, que rege esto servico, fe conle-
nlia disposi^ots tSo bem laocadas que i primeira
vista nao se podem deixar de eoniiderar mui acerta-
das, e facam mesmo honra io seu autor, o cerlo he
que na pralica nao lem ellas correspondido por mo-
do satisfactorio s iulencos com que foi promul-
gado.
Qules is ciusas que para isto concorrem, e
meios de remove-Ias, nao o poderei dizer por ma-
neira to nthegorica, que me reate a plena coofiaoca
de que as nove* medida* que fossem lomadas em
substituidlo de algumas do dito regulimeoto, tives-
sem na pralica a conveniente eflicacia.
Em um paiz de vaslissima extensao, como he o
nosw, onde a popola^io se acha disseminada em gru-
pos, em muitos pontos separados uns do outros por
grandes distancias e pestimas estrada!; onde por
tanto he assas diuTcil levar a inslrac{ao necessaria
pan convencer os habitantes de seas verdadeiros
interesses a^lnuitosrespeilos; onde Umbem difli-
cilmenle pode chegar a aejao da autoridade, ja para
os promplo* recursos que he misler prestar a lodos
os habitantes, ja para applicar aceao coercitiva
contra aqaelles que nao se quizerem lujeilar a cer
tas medidas, que he do rigoroso dever do governo
empregar a beai da saude publica ; o tempo, o
augmento da populacho, e os progresros da civilisa-
co podem destruir preconcebios antigos e invetera-
dos, e generalisar es beneficios de certa ioitilni-
Desta nalureza aSo os que produzem em muitot
lagares do nosso interior, a repugnancia para a vac-
cinatao, quando |r.ventura, apezar das difliculda-
des apontidas, alguem se aprsenla munido de Uo
salutar preservativo, e o quer applicar.
Alem disto, ha a difflculdade de obter-se sempre
da Europa vacciua em perfeilo estado, epezar do
zelo dos nossos agentes diplomticos. Falha gran-
de parle da que he remetlida para esta corle, e de-
(erion-se muilas vezes a que he errviada daqui pan
as provincias muis distantes.
Esta difflculdade que fajo esforcos por vencer,
ou pelo menos por attenuar, tem sido eslududa, e
continua a s-lo com oerseveranca.
Nao he porem a nica que se antolha ; oulra ha
Umbem que, forea he confeanr, ainda he raii r-
dea de superar.
Kefiro-me i falU de pesaoal apropriado e zeloso,
qoal eiigo o regolamenle a que me Unho referido,
e que alia he indispensavel.
Nesla parteo ngulamento fez o que poda. Nin-
guem conlesUr que, alem de um centro vaccinieo
geni com o pessoal necessario, sao indispensaveis
o centros provinciaes nas capilaes das provincias,
eagentes encarregados de applicar a vaccina em lo-
dos os municipios, freguezias e aldeias do imperio.
A experiencia porem consUntemente demonstra
que, com nrissima eicepce.% 'nao he possivel es-
per nr-se zelo e aciividade de honiens, que lendo on-
tros encargos e interesses iegilimos a acudir, sao
forjados a aceiUr os empregos de vaccinidores mu-
nicipaes e parochiaes: resta nicamente o recorso
de pagar-se a todos elbjs gralificatOes que ao menos
Ibes suavisem os sacrificios, e incilem o aeu zelo;
mis esta medida que a todos os que penssm nesti
materia oecorre logo primeira vista, nio pode, he
misler diz-locom toda" a franqueza, ser tao cedo
adoptada' entra nos.
Por menor yue eja ji gngflnjao, on mentalmen-
te paga, ou, o que seria mais acertado, pelo numero
de pessoas qae annualmente cada vaccinador apre-
senlasse vaccinadas, com boin xito em sea dislricto,
fir applicada a todo o imperio, sabir por forma
tal a verba da reapectiva despexi, que nao hiver
remedio senao dar de raau para logo i essa idea.
Nesles embanco, reaes e positivos que lodos
sentqm e apalpam, desde que reflecUm sobre este
objecto, outro remedio nao tem o governo senao
procurar adquirir a maior porjao que for possivel
de boa vaccina, tornar frequente e acautelada a sui
remesu pan as provincia, repetir a recommenda-
roes s autoridades para que a.fajam applicar tanjo
quanlo for possivel, e dirigir-se aos parochos para
qdl persuadam os seus treguezes a proconr tal
preservativo.
Isto tem feito, e continua fazer o governo, com
a solicilude propria de lio importante objecto.
Ettahekcimentos de caridade.

Corli.
0 esUdo dos differentea, eslabelecimentos que le
achara a cargo da admioislrac.ao da santa casi da Mi-
erieordii desta cidade, he como passo a expor.
HespiUl.
Nesle estibelecimento sao recebidos todo os en-
fermos que procurara o sea abrigo, nao padecendo
enfermidade contagiosas.
O numero dos qoe foram tratados no decarao do
anno passado, subi 7315, comprehendUlee 557,
que passanm do anno antecedente. Sahinm eora-
do5203, fallecenm 1542, e ficaram em tratamento
570 n" fim do mez de dezembro.
Comparado aquelle numero com o que apreien-
lam o mappas dos annos anteriores abertura do
novo hospital, noU-e em angmenlo de 800 a 1,000
enfermos innualmente, isto he, mais u*ma|seita
parte, afora os que se recolhem na enfermaras pu-
blicas. \
Este fado, qne he relativo tanto aos enfermos in-
digentes, como aos qae se tratam soa cusa, nao se
explica gmente pelocrescimetilo gradual da popula-
to desU cidade ; he lamben, prora dos melhora-
mentos que o eslabelecimento lera recebido, ja quan-
lo s commodidades, aceio, e agazalho, qae o0ere-
cem as excedentes proporjes do novo edificioj pe-
lo que respeila ao traUmenlo dos enfermos.
As irraaas de caridade tem continuado a prestar
os maisuteUservicos, juslifando assim a reputac^o
de qae gsnlmenU gozam.
A receita e despeza do hospital no anno compro-
missal que findou em 30 de jonho de 185, foi
Keceila extraordinaria, compreheodi-
dns a quanlias de 60:0009, producid
da venda de dous predlM(-e de
41:4709730, proveniente da arreca-
da^ao da divida ictiva........140:9259842
Despeza extraordinaria, incluida a
quanlia de 104:0009 que se pagou
por conta da divida pasiiva, a qal
se acha reduzida a 86:0009. ..... 178:5809532
Este dficit foi supprido com um nmpreslimo de*
45:0009 contratado com o banco commercial a juro
da 7 e 8 por cento, cando e nido dn 4:485|017.
No* nove mete decorridos de jolho de
1854 a marco ultimo i receita foi d. 81:521o91'J
B a despeza de.......95:7919607
Dficit.
37:6549690
Concorreram para este dficit as despezas feiUs
com a contiuuac,ao das obras do hospital, transporte
das irmaas de caridade etc.
Ettas obras lem progredid proporrao dos meios
de que tem sido possivel dispor.
Na parte concluida do novo edificio sao tratados
todos os enfermos do sexo masculino : os do outro
sexo conservim-ae linda noantigo edificio, por nao
estarem acabadas as enfermarles que Ibes 8o desu-
adas.
A idmuslra<-ao julgoo conveniente trocir por
apolice* da divida publica um dos predio* de sea pa-
trimonio, e vender outro pan applicar o producto
i amorllsa$Io de sua divida.
Casa de ex postes. .
Entraram para este eslabelecimento, dorante o
anno lindo, 58S crianzas e passanm do interior 68"
o que ua a somma de 656. Fallecenm 435. Paan-
ram pira o corrate anno 321.
Em 18S3 o numero de expostos recebido* foi de
630, e o dos bitos de if.
llouve pois menor mortalidade no anno pastado
Uo qae no antecedente. Entretanto he ainda espan-
toso o numero dos bitos.
N3o se tam at agora podido acertar com a prin-
cipaes cans que concorrem para um resultado 18o
lamen la ve I, e que por toda a parte com mais. on
menos intensidade se d nai catas de expostos, zom-
bando dos mais aecurados esforcos e dos estudos que
lera sido empregados para combat-lo.
A disvelada adminislracao da sania casa continua
a oceupar-se com os meios de conseguir um resultado
miis satisfactorio.
Urna commissao de pessoas entendidas e zelosas
prosegue no estudo de semelhantes causas, e no dos
meios de remov-Ias, lendo-te j para este fim lo-
mado algumas providencia.
Julgaudo-se qoe o local era qae se projeclava cons-
truir o novo edificio no largo da Lapa para esle es-
labelecimento nao offerecia o espaco e condicoes de
salubridade desejaveis, foi resolvdo nao o levar a
effeilo ahi, e escolher outro mais conveniente em al-
gnm dos arrabaldes da cidade.
Receita e despeza no anno de 1853 a 1854.
Receita ordinaria, incluindo o saldo do .
anno anterior............ 72:6789515
Despeza ordinaria............34:968732
Dficit
40:5149083
Dficit
14:2fj9j>6HH
Saldo
37:7095783
Keceila extraordinaria......... 6:5669715
Despeza ......... 17:5879799
Dficit.
11:0219084
, Foi Umbem supprido estajeficil com nm empres-
timo de 26:0009 conlrahido com o tanca liynajhe-
eario a juro de 7 Oro, finado o saldo de 11:7309312.
Teodo esU empreza trazido lanLi casa da Mi-
sericordia, logo em comeen, o empeflio de 451:0009,
vencendo esta qnanlia o joro de 7 0|0, e como
vista dos dficit* excessivos verificada em lodo o
anno nao sselornasse impossivel iclver pelo seu
recurso* aquelle empenho, senao tambera toas* este
crescendo rpidamente, tomou o governo, atteadeit
dona representado da provedoria da sanU casa, as
segoiule medidas, justificadas alm disio, pali ne'
ceMidade de se fazerem aiada obras iraportanle* aos
cemiterios, afim de serem postos no esUdo que eli-
ge o respectivo regulameoto.
Por decreto a. 1567 da 24 da fevereiro desle in-
no foi autorisada a adminislracao da sanU casi pi-
ra fundar aquella divida, remindo o actual por nm
novo emprestimo at a quanlia de4o():0009. realisa-
do por emisso de apolice* fue vencam o joro de
6 0[0, e lenhao amorliuco annual de I0|0 pelo me-
nos Do capital primitivo, devendo ser hypolBejWios
s obrigaroe do mesmo emprestimo nio io os ven-
denlos da empreza, como o dos predios que a
snia casa possue, se aquelle nao forera suflicien-
tes.
Por decreto de 17 do mesmo mez de fevereiro foi
approvado e mandado execaUr um novo regula-
monto para os cimllerio pablicos e particulares, e
servico do entcrnmenlos, faiendo-se elevarlo que
pireceu indispensavel e razoivel, legando as tabel-
las que p acorapaoham, nas laxas das sepulturas, ir*
maees, caixoes e vehculo* de conduccao.
Finalmente por decreto de 10 de marco ultimo
foi revesada a Santa casa da obrigacao de mooUr
duas das tres enfermaras qae estavac a seu cargo.
Oever porm edificar urna casa a propria da para a
que he conservad, e ser feilo nella o respectivo ser-
vico pelo modo mais conveniente.
Nos cemiterios pblicos forao sepultados durante
o anno de 18547,344 cadveres, sendo de naci-
me livres 3,217, de eetraogeiros 1,269, e de escra-
vo2,543. Ignora-se a oaturalidade de 315.
Nos cemiterios das ordens terceirns de S. Fran-
cisco de Paula, o de S. Francisco da Penitencia o
numero dos enlerrameulos foi de 139.
No cemiierio dos Iuglezes sepnltaram-se 24 cad-
veres.
A somma total do bito nesU cidade foi porta
lo de 7,507. Comparada com a do nono anterli
aprsenla a difirenos, pan menos, de 1,024.
A desse anno foi Umbem muito menor do que l
de 1852.
Ns enfermaras publicas forao IraUdos no de-
Recolhimento das orphaas.
Por decreto de 10 de marco deste anno o numero
das orphaas, que se acliava fizado em sessenta, foi
elevado a oilenta.
Elle numero acha-se completo, e exislem mais no
eslabelecimento dez aggredadas, quareota e oito ex-
poslas, e sele porcionistas, alm de doz pertenceu-
(es ao recolhimento de Santa Thereza.
Casaram-se, durante o ultimo anno, seis orphaas e
doas exposlas, dando-se-lhej os respectivos dotes
pelo cofre especial.
Receila e despeza.
RecaiU ordinaria. 29*4*9520
Despeza diU........ 20:1829682
Saldo ...........
Receita extraordinaria.
Despera diU.......
Dficit.........\.
9:3661638
6599350
12-9169010
12:2569660
Elle dficit foi lupprido por aquelle aaldo, e o
restante pelo actual (fewareiro coeso adUo la-
mento.
Itecolliimenlo de Santa Thereza.
A despeza cHeclqada'no doze mezes decorrido
desde abril do anuo passado *levou-se a 59:0969833
rs., sendo 2:1049960 rs. em alimentacao o educado
das recolhidas, 52:2959347' rs. com a conslruccao do
novo edificio, e 5:5969076 re. com o pawnento do1
saldo a favor do Ihesonreiro verificado nrnnta tor-
renU anterior.
A receila, donle o meimo periodo, foi de
55:7679488 rs., incluindo a somma de 22:2009 .,
producto de doas lotera j extrahida.
lia pofUnto um dficit de 4.-2289695 rs., que aera
aaliifelto pelo produelo da primeira das quatro lo-
lerjas, que reslam da qae foram concedida para a
conslrucejto-do novo edificio.
Desde a insiallacao des(e esUbelecimento, em 14
de mirso de 1852, al o fira do mez passado, sua
receita total lem sido de 99:2759268 ri., e a despeza
de 103:5149163 rs., eomprehendido o saldo cima,
ainda nao snlisfeilo, i favor do thesoariro.
As duvidas que se liuham suscitado relilvamente
i vinlena da heranca Avondano, doada pelo bene-
mrito provedor di aula Casa, o fallecido conse-
Iheiro Jos Clemente Pereire, para patrimonio deste
reculliimeuto, foram resolvida pelo ministerio da
juitiei.
O nnrnero dis recolhidas acha-se reduzido a dote,
por terem fallecido Ues, cajos lagares vao ser pre-
enchidos. Ainda se conservara no recolhimento das
orphaas da SanU Casa, por nao se icharem inteira-
menle concluidas as accommodaces do novo edi-
ficio.
As obras deste tem progredid, e mesa conta
poder, al o fim deste anno, ter prompla urna parte
cora capacidade necessaria pan receber nao menos
de trinta meninas.
Toda a despeza feila com esU edificacio, desde o
seu principio at hoje, importAra 86:7059098 rs.
Espera a mesa que com o producto da lotera qae
restara lera possivel acabar, e por em estado de ser
habitida, a parte referida qae se est erigiodo, mas
teme que lhe faltem os meios para a conslruccao,
alias indispensavel, dos rrfuros que devera cerca-la,
se lhe nao for prestado novoauxilio.
Hospicio de Pedro II.
No son compromiseal de 1853 a 18S4 leve a se-
guinle receila e despeza :
Receita ordinaria. 31:7239343
Despeu a .... 34:2749385
Keceila ordinaria.
Deipen.........
Saldo..........
Receita extraordinaria.
Despeza.......,
Dficit. :.......
249:0759212
199:3809247
49.6949995
82:2439187
109:7069589
27:4639402
Dficit
Receila extraordinaria.
Despeu........
Dficit.........
2:5519042
119:6509000
122:2769110
2:6269118
Tendo sido latUfeilo esle dficit, e paga, por eon-
ti da divida passiva do esUbelecimento, a quanlia
de 15:0009, llcou aquella mido redolido somma
de 7:2319593.
Durante o 9 mezes decorridos desde i diU poca
at o fim de marca, i receila a deapesa feran :
ReceiU ordinaria, inclusive o referido
Esles dficits, bem como o de 6:3339589 do inno
anterior, foram suppridos por meio de ura adian-
Umenlo feito pelo Ihesoureiro, sendo depois pago
pela santa can da Misericordia o da receila ordi-
naria.
No decano do anno passado foram recebidos 352
alienados ; do antecedente passanm 229. Tiveram
alta 130, fallecern) 81, e ficaram no eslabelecimen-
to 271.
Depois de concluido c edificio poder presUr com-
modo asylo a 360 ilienidos.
Na sala de costura trabalbam cerca de 70 aliena-
das, o que produzio a renda de 2:1949660.
Est era conslruccao urna casa de lavagem do
roupa, onde se empregarao Umbem iliemdii.
Hospital dos Lazaros.
: Eqlrinrn, durante o anno lindo, 36 enfermos, e
exialiam 54. Falleceram 18. Sahinm com alia 3, e
1 com licenca ; e evadio-se 1. Ficaram no eslabele-
cimento 67, sendo 42 do sexo masculino, e 25 do fc-
miniuo.
Este hospital, enjo patrimonio nao tem sido aug-
mentado, recebe o auxilio de 2:000/, consignado na
lei do ornamento.
Empreza funeraria.
As enfermaras e cemiterios pblicos, coja fonda-
(8o o adminislnclo foi eornmellida a tantaacisi da
Misericordia, liveram no aooo compromissal de
1853 a 1854 a seguinte receila e despeza :
curso do anno iado 1,101 enfermos, do quaes sa-
hiram carados 896, e falleceram 161.
P 2.
Provincial. .
Rio de Janeiro.
Possue eettr- provincia dez casas de caridade nos
municipios de Campos, Cabo-Fro, Yassonrai, Va-
lenca, Rezeude,Paral), Angra dos Reis, Mag, e
em Pelropolis, eom a sustentarlo das quaes dispen*
dem os cofres provinciaes a somma annual de
41:4009000 rs.
Nos sete primeira* honve, durante o anno ulti-
mo, oseguiule movimfnto : entriram !W4 enfermos,
sahinm carados 748, fallecenm 132.
Na cipiUl foi inaugurado era2 de junho de 1854,
sob a alta proleccao de SS. MM. II, e por occasiao
da visita com que os mesmos Augustos Senhores se
dignanm honrar* cidade de Nictheroy, um asylo
para a Infancia desvalida, com a invocajao de
Sania Leopoldina, o qoal ja conta era sea seio 22
meninas, e 3 meninos,
Minss Genes.
Tem esta provincia os tegntnles. hospitaes fon-
dados: %k i
1. Na capital com o patrimonio de 10:5009000,
empregados em apoliees da divida publica, e o a u-
xilio da quautia.de 6009000 rs.qoe annualmente lhe
do os cofres provinciaes ;
2. Na cidade de Miriauna. Este nao obstante
achar-se em estado pouco prospero, presta todava
algam servico pelo zelo dn irmaas de caridade que
sao empregadas como enfermeiras no tratamento
dosdoentes:
3. Na cidade de S. Joao d'EI-Rei. Recebeu no
decurso do anno passado 227 enfermos, dos quaes
sahinm carados 146, e falleceram 42. Teve a re-
calla de 9:4969613*rs, e a despeza de 8:6639917 rs.
A cargo deste esUbelecimento existe Umbera urna
casa de expostos, contendo 13 crean cas.
4. Ni cidade de Sabara. Tem o rendimento de
2:9339915rs. Recebeu no anno lindo 120 doeoles,
dos quaes falleceram 12.
5. Na cidade da Diamantina. Consiste o sea pa-
trimonio em dez apoliees da divida publica, e um
predio. Entraram no mesmo inno 32 doeoles, sahi-
ram curados 9, e falleceram 10.
6. Na villa de Pilangui, com o pitrimonio de
6:7909000. Aiiidi nao recebeu doenles.
7. Ni cidade da Campanha. Nelle lorao traUdos
88 individaos, dos quaes sahinm curados 63, e fil7
leccram 18. Teve a receita de 3:5229656, e a despe-
za de 2:8909487 rs ; ,
8. Na villa de SanU Luzia, Possne o patrimonio
de 30:0009000 rs, em apoliees da divida publica.
Alm disso, acha-se em conslruccao em Barbaca-
na nm hospiUI.
S. Pauto.
Existcm nesU provincii asseguintes casas de ca-
ridade. ,
Um hospiUI gerel cstabelecido na capital. Nelle
forao tratado, duraaHe o anno passado, 257 enfer-
mos, sahindo corados 187, e fallecen Jo 47;
Um hospital de lasaros na mesma cidade, con-
tendo' 11 doentes ; ,
Urna, casa de expostos na capital, onde exislem
61 creancas. A mortafidade no mesmo periodo foi
de 7;
Um hospital ua cidade de Santos, qae recebeu no*
ultimo anno 142 doenles, doj quaes sahirao curados
99 e falleceram 23 ;
Um hospital de lasaros na cidide de It, conten-
do 6 enfermos,
E achao-se em construcrao ontros hospitaes nas
villas de Jienrehy, Baoanil, Consliluicao, e Chala-
ba, e na cidade de Tiubit.
Paran.
O nico hospiUI, que possue esU provincia, e de
que o governo lem noticia, existe na cidade de Para-
nagua.
Santa Catbarina.
Na capital mantem-se um hospital coa a receila
da 6:4609980 rs., e despea de 5:0559955 n.
Dunnteo anno Sndo recolheu 252 enfermo, dos
quaes sahinm curados 190, e falleceram 41.
Ua all lambem urna casa de expoiiM sustentada
peloi cofres provinciaes.
S. Pedro.
Possue os seguintes esUbeleciraaolos :
Na capital, urna casa de carldale.eoja receiti foi,
no auno prximo (Indo, de 60:36VK01 r., e a des-
peza de 54:4079627 r. i
Sustenta, alm de ara hospital qoa receben du-
rante o mesmo perodo 845 enfrmetelos qases si-
hinm cundo* 700 e fallecenm 114, urna casa de
expostos, na qual exiitiodo j 186 creinc, no fim
do anno de 1853, entraram no anno passado mais
72, fallecendo 45.
Na cidide do Rio Grande urna casa de caridade.
qoe teve o anno paasado o rendimento de48:8469146
re, e a despeza de 47:1439362 rs.
Mantm um hospiUI onde se Iratunra 399 enfer-
mos, dos quaes fallec"am40;e urna casa de expolies
que conta 26 crelDCo
Na cidade de Patotas nma casa dn caridade, cuja
receita foi de 12:9&*V>37 rs,|e despeza de 11:2769861
rs. Entraram nella 221 enfermos, nahirao curados
174 e falleceram 30.
SnstenU urna casa de expostos qu conta em sed
seio 16 creancas.
Alm disto, acha-se em consiruc.c; o na cidade do
Rio Pardo ama casa di caridade.
Com o fim de asaignalar-se a chegada de 89. MM.
II. provincia de S. Pedro no inno de 1845, foi
por decreto n. :)! de 2 de dezembro do mesmo an-
no fundado na capital om collegio pan educarlo de
meninas orphaaa, com a denominasao de SintiThe*
ren.
A conslrnccao do edificio em qoe devil ser esli-
belecido, teve logo oornco, cornejo as despeza
pelo producto de urna subscripfao que nessa occi-
siSo fot Iberia na provine ja.
Ma como da somma aubscripta, e qae montn a
199:6009000 ri, tmentele reilitatse a quanlia de
124:0969627 re, foi neceauro impender a abras
logo qoe se vertfieou haver-se despendido e som-
ma de 122;740950.) n, o que teve lugar no de
1850.
Tendo o governo exigido do presidente da pro-
vincia informacocs nao so sobre o estado das refe-
ridas obras, mas lambem para oakabilitarem a dar-
Ihes impulso, coadjuvaudo-a com 01 ratios de que
pudesee dispor, recebeu n planta do edificio, das
qnaes se v qae, componde-et este de duas ala* e da
parle central, esta qaasi concluida lmente a ala
oriental, ichando-se por acabar, e apenas levanU-
das at o primeiro pavimento, as oulras duas partes.
A conclnsao de todo o aditicio exige ninda a despe-
za de sll7;0239J70 rs, segando o ornamento a que
se procedeu.
Notas circumsUncias, e nao sendo de esperar
que se realise a arreeadaeao da quanlia resulUnte
de sobscripsao que ainda nao foi entregue, o gover-
no cousignar as sommas que lhe fcrem possiveU
ifim de que pelo mesial se acabe Inteiramente urna
parle da edificio, e seja posta ero estado de receber
orphaal, MtUfazefldo-se, erabora ainda nao coraple-
timenie, o nobre e benfico fim desla instituc,ao.
Espirito Santo. .
Hi na capiUl om hospital da santa cjsa da Mi-
sericordia qoe potsue pequeo patrimon|p, e recibe
do cofre provincial o antuio de um 1:2009000 n,
annoae.
Baha
EaU provincia lem na sua npiul i tanta casa da
Misericordia, qae no ultimo anno teve a receila de
106:3719897, e a despea de 115:1839369 n., e man-
tm os seguintes eslabelecimentos :
Um hospital onde se IraUram duranle o ultimo
anno 1,786 enfermos, sainado curados 1,195, e fal-
lecendo 400 :
Um recolhimento de orphaas, onde exislem 89.
Casaram-se 12 duranle o anno ollimo :
Uma casa de exporto* ni quil exirtindo, ji 74 ere
anca, entraram 50 no mesmo periodo. A morUlida
de foi de 50.
Ura hospital de lazaros que he auxiliado pelo co-
fre provincial. Teve no ultimo anno a receita de
10:9009074 re., e a despeu de 14:8719157 rs.
Exisliodo ja 42 enfermos, entraram mais 22,
falleceram 6.
Na cidade da Cachoein existe nma casa de Mise-
ricordia que alem de possoir bens palrimooiies, he
auxiliada pelo cofre provincial, e mantem:
Um hospital no qoal foram admiltidos, no anno
passado, 324 enfermos, dos quaes sahinm cundos
e falleceram 83 :
Uma casi de expostos onde exisliam, al o fim do
mesmo anno. 17 creancas.
Na cidade de Santo Amaro ha ara hospital que
recebeu no referido periodo 617 enfermo, dos quaes
sahinm curado 409, e falleceram 209. Teve a re-
ceita de 10:1459767 re., ea despeza de 9:4339388
rs. He auxiliada pelo cofre provincial :
Na villa de Maragogipe acha-se om hospiUI, cu-
ja receita foi de 7:5979131, e i despezide.......
1:1349730. Tntaram-se nelle 20 doentes, curaram-
se 9, e falleceram 5 :
Na cidade de Nazareth existe um hospital, no
qual houve i receila de 11:7359031 e despende
11:4889199 rs.Teveem IraUmeoto 106 [doentes ;
Na villa da Barra ha Umbem outro hospiUI com
a receita asuual de 1:3389950 re. e a despea de
1:3299090 r., o qual soccorreu, no perodo dos dous
ltimos anuos, a 79 indigente .
O collegio de orphao de S. Joaquim, no qnal se
recebem e sao educados orphAos desvalidos, e cujo
palrimonio ho de 210:1249000 r., teve no anuo fin-
do a receila de 19:945*738 rs., e a despen de.....
16:316/685 rs. Contm 104 meninos.
rido na anno pasudo, e que ja neste se repeli, de
faltar .'duran le algn das, a calve verde.
O governo tem procurado estudar por todos os
meio i sea alcance, at causa deste mal, de tanta
gravidade, principalmente pira is classes menos
ahuiladas, a o meios qae mii convenientemente
poiiam mioon-lo, senao vence-lo, tam offender di-
reito oa interesse legitimo. \
Erta Importante miliodrot materia foi injiil*
ao exime do conaelho de eitado, e o goveroo aguar-
da o na illuilrado parecer.
Por decreto o. 1579 de 14 de mareo deste.. anno
foi creado nm dUtinelivo pin condecorar as pMsoas
que se tornarem nolaveis |ter servidos extraordinario
prestado, hamioidade,ja por occasiao de naufragio
e riscos martimos, ja em caso de incendio,pesle,oa
outra qualquer calamidides
1- -
Agricultura.
9Tem o'governo continuado a mandar vir de'
fon do paiz sentles e plantar, caja propigacao
pode ter-nos de ntilidade.
H u
si n fibrico, a cu

De Uamburgo rccebenJ'remeUidas pelo Dr. Sch-, vindo di referia1
11(11 ninnfin ra nalmalna ilannmpailiii .in .... ___"_. '
raidl, plantas de palmein denominadas arenga
sacharifera Peuix Silvestris Areca Cautecha,
1'i'ovenienlH eBengala ; ementes de Ubica di
paira qualidade, e de Lalali ni 8y-
rii, oqaal he reputado como o melhor da Turqua ;
e finalmente de Serradela fratis linctoria
poa aqualica lucerna reseda lucila rubia
linclorum polygonam dito a lopinamboar ver-
melho e imirello.
De Lisboa e de oulras parles da Europa tem-se
mandado vir semaotes de trigo para' e promover
na cultura, principalmente na provincia do Eai
O ex-mioiitre do Bmil em Lisboa, Antonio de
Minezn VascoBfellos de Drummond, remenea dalli
lementes da divereos cenes, plentei de sobreirof.
' incias nio pequea porcao de semnle e nada
ti ih, ediveraai plantas exticas, parle das quaes
l'ie tem tido remetlida pelo director do jardim real
c_Kew.
Tem-n feito algumai obra no iaterior do jardim,
to t a bem de ina conmrvicao, como para ifor-
iioteamento; boeirotparieavotodaaigaMraWviae;.
cent para iccommodicao de tnbalhidore, e gaar-
ci do ntrumentoajde trabalho: paredn para di-
>lm; calcadu; um tinque ; urimincboes, etc.,;
a vil dar-se principio a inbiUtuicao do ingoenca-
naminto do repacho, qae w icha deteriorado, por
tro novo e mais intjgHo, para o queja foram
expedida* as orden eeaaarlas.
Ullimamenu foi para all remeltid uma porcao
dapaln1raBonitcii. o Bomboniji, qoe trono
omigo o presidente da provincia t^Amannas onde
prnpera excelUnUmenU, e cuja p i serva para o
fiibrfoodo chapoitemelhaulesin do Chile Fei
por esti occasiao enviada para mesmo nUMeel-
mento urna porsao aWpalha daqatlla palmein, e*
allimandei residir am fabricante dn ditos chapeos,
-um o Sm de eosimr o
iUmento da plaa.
luar-ie-Aa)
PERNAUBVGO.
No collegio do Santissimo Corceo de Jess, destl- ..
nado educarlo de erpbaas desvalidas, exislem 40.
Tem patrimonio, e he auxilUdo pele cofre provin-
cial. A sua receita foi no ultimo anno de.........
10:4469186 rs., e a dnpeza de 10:1499382 rs.
O recolhimento de S. Raymundoqeje teve a re-
ceila de 3:7279122 re., e i deipen de 3:7679544,
contera 22 recolhidas.
Alagoas.
Existe um hospital de caridade na capital, e ouiro
na cidade do Pinedo.
Peroambuco.
Ha na capital desla provincia :
Um collegio de orphos onde, na daU dis ultimas
informbaos, te educavam 96 meninos, sendo 27 ex-
postos :
Um hospital de caridade no qual te tnUram no
anno passado 480 enfermos, sahindo creancas 223, e
fallecendo 114. Teve a receila de 32:000 rs., ea
despeu de 36:000a re.
Um hoipiUI de lazaros contendo 43 enfermos.
Una casa di eiposto. Tendo ja 277 doentes,
e outra da Turqtfla.
Todas estas setaentes e planU sSo cultivadas no'
jardim botnico da Lagoa, e tem sido remettidas a
diversas provincias, e a sociedade Auxiliador? di In-
dusna Nacional para dar-lhe o dertiooqae julgar
mai conveniente.
Tendo o presidente di provincia di Bihii pedido
modelos de machinas apropriadu 'para descarocar
algodao herbceo, visto como tinham produzido per-
felamente asseraentes desta especie que o governo
havia remedido, ouvi a ociedade Auxiliadora e
Iraosmitli ao mesmo presidente as ir/formacOes e
ncla/eciment por ella presUdos.
De Uamburgo recebeu o goveroo modelos de des-
aguamentu, remedidos pelo Dr. Schmidt, o quaes
maudei transmltir commissao de engenheiros e
a Sociedade Auxiliadora para serem examinado.
O coronel Cirton. chefe da commissao que foi en-
carregada pela presidencia da provincia di Baha
de ertudir na Europa, Estados-Unido e Cnba o
melhorameutos da cultura da canna e fabrico do as-
sucar, apresenlou a primeira parle do aeu relalorio.
A segunda deve brevemente apparecer, bem como
o trabalho de outro membroda mesma commissao,
Joaquim Antonio Moutinho Filho.
Chegou Bahii o novo ipparelho de fabricar ta-
so car comprado na Europa pelo dito engenheiro,
importando o seu custo e despezas de transporte na
qnanlia de 44:4399848 rs.
Sendo posta eui concurrencia publica pelo presi-
dente da provincia a acquisic.au desle ipparelho, fui
cedido ao conselheiro Francisco Gooralve Martins,
um dos cidadaos que mais tem procurado distinguir-
se, promoveodo o aperfeicoameoto desle imporlan-
tissimo producto de nossa agricultura.
Foi elle quem oflerecea mais vanUjosas condi-
coes, obrigaudo-se a indemnisar o cofre provincial
daquella importancia, e a prestar-se aos ensaios que
for conveniente fazer soba direcrau do mesmo en-
genheiro, proporcionanda e facilitando ao mesmo
tempo o oame e observado, Unto do apparelho
como dos referidos ensaios, qualquer pessoa 'fue
pan Ul fim se dirigir ao sea esUbelecimento.
Posto qae o avallado cusi do apparelho, de qoe
te traa, obste a sua vulgariaac.ao, he de esperar que,
aviste do's resultados da experiencia, ao menos os
grande proprelirio se dxidim a ulilisar-se de
nm melhonminto de tao grande alnnce pan o fu-
turo desse ramo de igr i culi ura brasileira.
'* 2-.
Jardim botnico do Pasteio Publico.
Coniidendo debiixe da poni M vista scien-
lifico o estado deste etabelecimento pouco inte-
resse aprsenla:
A ftaca quantia que ate desuada para suas de*pe- r-
zas apenas permute, qae se trate do que concern* a
conservajao e aceio. Sem jardineros inlelligentes,
e sendo reduzido a ni* Africanos livres o' numero
de trabalhadores empregados no servico, he absolu-
tamente Impossivel que se emprehendam trebalbos
de alguma importancia.
Tem-se obtido, j rAr oflerecimeuto da sociedade
Auxiliadora da Industria .Nacional, j por Iron
sementes e pUnUs de estimarlo de differentM pai-
zei, e promovida a sua propagarlo nes_te jardim, no
di Laga de Rodrigo de Freilas, e em diversas pro-
vincia.
Como lagar de recreio publico, para e que Uo pro-
prio o torna a sui bella posic,3o no interior da cida-
de, ainda se acha Umbem malte longe do que deve
entraram no inno (lodo 119, e falleceram 79.
COMARCA N GAItfHm
22 de jnnho.
Nenhuma occurrencii digna de raeuco tem por
aqu havido, a eropcao do qui aun 1 notieiir-
Ihe.
Na povoacao de Canhotinho tendo dous offlclae
5 justija dojaizo oaaulcipil intimido a l.aurenno
9 Ul um mandado de arVaato, os prenles deste e
naisligninas pessoas se oopozenm execneJo da
d ligeneii, em viriudado qne-nlo teve este effeilo :
ennsta-me que o jaiz traU de fazer ivsjrlfnacOn so-
bre esa occurrencl.
, No lagar Olho tfagua Pedro de AlcanUra.ba nm
mez pooco mais ou menos foi, porur1ll*WNi97*'
encolhido para alvo a am tir la'carabine, axerci-
cio muilo do peito de certos amadores, qne para es-
so fim se issociam, como seTCem certas capiUea da
Europa, no Rio de Janeiro, e em ontros lugares,
segundo me informara : creio qae o d'aqui Sao lu-
cios honorario oa correspondentes, e em todo o cato
moito mais habis, pens eu ; ainda que ontrosao
dn opiniao contrara sustenUm qoe mal dentro
sio os de l, porque atiram a bnr;o solt e em cou-
s.s que nao leem alma, por exemplo, uma negra ve-
II a, ao passo que os de c procurara sempre am
ponto de apoio era algum p de pao e qnalquer Pe-
dio de Alcntara lhes serve de alvo: nao enlrirei
no amago de semelhanle qoesiao pelo bera fondado
receio de que, despeilados, tsses furioso partida-
rio do progresso nao rae entrera o no amago do
fardo, ainda nao avariado, Dos louvado;
O Sr. Caraisao mandou prender e pessoa dlspo-
sicao dojuiz municipal um fulano Antonio Ignacio,
por se sppor haver sido quem fez o bonito tiro, di
que fallo : se ha exacto, adqOavirajus a um dos Di
mos mencionados na pauta, que desde 1830 foi ap-
provada : consiste esse premio em ama pequea.col-
leira de metal negro e tem nome,'idor nadad)
arabescos fnebres e com o tegointe lelreiro escul-
pido : tutcepticel de correera: irabalha !
Ouanlo ao oleo, tendo sido este om corpo ponde-
roso, por urna lei sabida di phyica, procoros o tea
centro :.nada mais natural. O bacamarte t
ccnlradiecao essa prodigiosa alavaura, qae ';
medes desejra possuir, seno me engao : o qoe a
esU faltn, o que para aquelle nao falU. Iv
te. de apox
Por faUif em bacamarte, dga-me Vme. ni pil-
"S ata iMr^/^vr-ir^ita
Parahyba.
Tem ni soa npiul um hospital de nrididt.
Caira.
Acha-se qaasi concluido oa capital desla provin-
cia um grande edificio destinado para hospiUI de
caridade.
Marmhao.
A sania can da Mitericorda da capital, coja re-
ceila no anno pistado foi de 22:4099122 r., e a des-
pen de 20:8333728 rs., mantem tres eslabelecimen-
tos de caridade:
Um hospital no qoal se trataran) no dito anno
302 enfermo?, sahinm curados 233, e falleceram 40:
Um hospital de lazaros onde, de 20 doenln qae
conlinha, morreramT :
Umi casa de expostos, a qual, tendo ji 35 crean-
cas, recebeu no ultimo anno mais 12, e perdeu 7
qae falleceram.
Na capital, acaba de ser fondada pelo presidente
da provincia, com autorisacao da respectiva asem-
bla, una casi deedanndis, sob i denomiri{o de
Aiylo de Santa Thereza.
Goyaz.
O hospiUI de S. Pedro de Alcntara, fondado ni
capital desta provincia, teve a receila do 5:5659120
rs., e i despen de 4:8959691 ri. no anno findo. Re-
cebeu 125 enfermos, saliiram curados 75, e fil
nm 16. lie auxiliado pelo cofre provinc
Malto-Grosso.
Ha orna santa sasa de Misericordia, cija receita
foi no anno passado de 7:5379127 rs. Ma ntem doas
hospitaes o geni, onde se tnlinm 141 doentes,
dos quaes cahiram curadas 101 e fallecen.m 18, e
o de lluros contando 15 enfermos.
Pirl.
Possue esta provincia uma Santa Casa de Miseri-
cordia, lendo i seu cargo :
Um hospital de caridade, onde se itritirim du-
ranle o anno findo 516 enfermos, dos quaes sahinm
coradn 413 e falleceram 61 ; e nm ti lazaros, au-
xiliado pelo cofre provincial, no qual i^a: iri>""-
77 individuo.
Dando-vos noticiai, como acabei de fazer, dos es-
tabelecimenlos de caridade das provincias do impe-
rio, nao Uve oolro lito senao tornar mais conhecida
sai existencia, que vem em apoio dn senlimenlos
de humanidade qae honnm o paiz.
Soccorrot pblicos.
Alera doi qoe foram prestado! por motivo de epi-
demial que grassarain em diversas provincia, e do
quaes dei conla no artigo anterior, o governo man-
dou Umbem loccorrer i populacho indigente de algu-
mas localidades, onde outra desgraca a flagelaram.
Era conseqnencia dos estragos causado! o anno
pistado peta extraordinaria endiente do rio Caplbl-
rbe na cidade do Recite, approvou o|governo a deli-
berarlo tomada pelo presidente da provincia de
prestar soccorros pecuniarios ot pobre qoa por esse
acontecimenlo ficaram reduzidas a estado de miseria
autorisando as despezas neceoarii para til fira.
Foram tambera approvada as despezas feitas por
ordem dos presidentes da provincias di Alagon e
do Piauhy, pan le soccorrer a populacflo Indigente
da localidades onde.em consequencia da secn que se
fez teutir, sonra privaedn pela falta ou grande ca-
resta de gneros de primeira necettidide.
Tem continuado a occnpir a mai seria attencao
do governo o alto preco a que lera chegado, e qoe
conservara, no mercado detta capital o gneros de
primein neeniidade, a etpeciiimtati o fete oeeor-
I
l.evei entretanto a efTeilo em todas as ral* do jar-
dim o importante melhoramenlo da illominacjlo a
gaz, conlnlando o sea servico com o barao de Man
sobre n bues e coodire, convenientemente modi-
ficadas, com que este empresario se obrigou a fazer
til servico nas roa destl eldade.
Fonm concluidos os doas tornoes,
Senle-n all falta d'agua, sendo mui pequea a
porcao ennnada pan o aformoteamfhlo a necessi-
dades do estabeleciraenlo.
Dei j a eite respeito as convenientes providen-
cias, aolorisindo o inspeclor geni das obras pbli-
cos para augmentar a qnaalidide exilente, e qae
deve abastecer os repuehos.
Teoho- em villa realisar outros melhoramenlos,
com o Din de erabelecer este lugar da unta atilidade
publ-ca, e ja Uo concorrido.
Se misler porem qae auxiliis o governo* neste
euipenho', aulorisando-o para extinguir o lugare
- alli creados, queoccapam um pessoal, e prodozem
uma despeza intil pafa o melhoramtulo do pasiei
publico.
Pequeo, como ua. o e*paco por elle oceopido,
fdra econmico ctrtloci-1 o debaixo das vistas imme-
dialas doengei elro director das obras publicas, mi
de um dte a ajndintei, ter por lodo o pessoal
pago, fte!>ujBrW,rBai^W_ wm
Sea ao mesmo tempo de feTlreT/ue al-
livres que lili se devem mmter.
uomia de pessoal, pode ser applin-
a, qae com elle e despende, no melho-
mmentotjue exige oestabelecimenlo, eem algumi
obras mais argentes pan o seu aformoseimenlo.
3
Jirdim botnico da Lagoa de Rodrigo de
Freilai.
Se ainda te nao acha este interetsante esla-
belecimento no estado de desenvolvimento a qae
deve chegar, j como jirdim publico, j ni espeeii
lidadedja horto botnico, possue todava muilas ri-
quezas o quadro de sua vegetatao.
Os melhoramentos de que carece demanden) des-
pezas que nao podem caber ni verb qoe mnuil-
meute lbe ita votada, tattlanaupenas para occor-
er a tua cooterv o e a |^e pequea im-
porlincia. <
Os braco empr odos no seu servico nao estao
Umbem em retar,, o com o que ha a fuer. Possue
Uo somenle cinco.en la e tres escravos e africano li-
vres de ambos o-jtexos, excluidos os invalido e va-
letudinarc./'
Entre qaelles melhoramenlos 3o mis organles:
o assentaiaiento de um gradil de ferr), goaroecendo
toda i frrtnle do jardim; i conslruccao de nm prti-
co na en Irada, e de muros que cerquem completa-
mente o mesmo jirdim; is obras de que carece o
leito do vo Manco, afim de se evilarem as iounda-
C8es qae ns vn^zes oecainoi; exlinc{8o de um
pal qu3 inatilisa amn parle de terreno, ea com-
(niccao de edificios, que conlenham commodos para
Habitacao do director e empregados.
Conviria finalmente dar comeco a uma galera
destinada conservado de animaes vivosquadru-
pedes e avenao so para recreio da pessoas qoe
visitam o esUbelecimento, como pela atilidade que
pode prestar so estodo da zoologa.
O antigo irvoredo tem aido pela maior parta iabs-
tituido por novas planta, e achi-se j em crosci-
meoto gnnde numero de arvores de madeira de lei,
cojas sementes tem o governo em diversas poca
mandado vir de difiranles provincia.
Ten ida tenitwta pato ntabelecimiole its pro-
Mida
met
'1

-
n:eiraopagrtoneade, quera vira subrtHa
rrajor t'aprlaVii na delegacii de noticia deste leal e
li :roico termo ? ficarenos com sabida '<* nobre
irajornortafu v ado de presente algam Scipiao Carthac
Carthago, emporio andio, colonia Tp*
d^ em riqueza, illuxlre em treta de gfSrra,~fi
frente foz do ralo Tybre.
Grande cidide, emola de Roun j feila tributaria, e finalmente destruid por don
Stfpiofj! L'm dedinho, mea amigo, 'de qualquir
djs dous sera mais que aiTieieij piucos das dizer-se. e eam acert: aqu fe* Gara-
ubtMf. p%r.laste nao queremos oeohura destes ho-
i eos feito para os tempode Roma antiga a
reir : a poca he de concluido : nada da I
msmo : ser escolhido algnm cavalleiro do de c 1
tildo e noda '.'... neste cantera bom escolher e tor-
tura escolher com moito tino : julgo mai conve-
niente que venha de la : o que he cer(o he, qae o
Sr. Caraisao, qoe pela cantas tem de relirar-se de-
qui, em cumprimeulo as orden do governo impe-
rial, fez relevantisimo% servicos ni polica, nio1
sement nesta, senao lambem na ootnarcas limilro-
p les foi prudente, e enrgico.
Nada maislenho i dzer-lhe. Recommeode-mo
pin a corte ao seu amigo tv, a qoem detejo to-
do o bem possivel. fin inr*'jj JtafisTf' i|lin me)
dii algumas nova do J.
Adeos. (Curta particular.)
laaniai.
ita,aa>*Ba KVNICIPaI. DO RECIPE.
Prttidencia do Sr. Barao de Capibaribe.
Prsenle os Sr. Reg e Alboqnerque, Reg,
Mimede, Oliveira, e Barata, faltando sem non
participada o mai senhores, abri-so a sesala, J
foi lida e ipprovadt a acta di antecedente.
Foi lido o teguinte
EXPEDIENTE.
1 m oflicio do Exra. presidente da provincia
commendando fizette i cmara expedir sua tr
a m de activar-se a limpeza das ras d'nta-i
e serem, quanto antes, removido lodo os a
e qaaequer focos pestilenciaes.eiistenln
fttnllsadis as tabernas e outros lugarn
pura evilar-se a venda de gneros alimenticio em
e-tado de ruina.Resolveu-se que e Iransmitlisae
ao liscaes esta ordem de S.Exe. pira a cumprirern,a .
so respondesae S. Exc, fazendo-lhe sentir a ne-
ccssidide, que ja te lbe expoz, da construccio da .
enn na ra do Sel, ao lado de norte, afun dt evitar
a cooUauco progreseva de despejos ahi, detde a
punte at atraz do theatro.
Oolro do secretario interino di provincia, avian-
do, de ordem de 9. Exc. o Sr presidenta, um etapa
piar impreuo do relalorio, que pelo mioislrtotoIm-
perio foi apresentado aisernbla geral legirtiliva,
ua prsenle senao.A archivo. .
Uma petizo com despacho do Exm. presidente di
provincia pin a cmara informar, de Jote Francisco
Pereira daSilva.recorreododas dtcisottd nnnan-
Jara.negaiido-lhelicenca para umacreicirBodeokra
ds fundos do su sobrado da ra di Cadeiadesta bair-
ro.Resolveu-se que se ioforonsse i S. Exc. que,
importando i obn, qoe pretende fazer o peticiona-
rio, urna infraccao da planta da cidade, e porturas
em vigor, a cmara nao devia pan ella coao
nm vil razao para se alterar, com iiiini limita nn -
truorSo. a matan planta.
Outro do nbdelegado da tetjajltjiia de S. Joto do
Recife, remetiendo i relajan
infraeces as posturas, impo*i
3780 r., inclusive Ires obre ve __
das ; nodo 2 de 60$ r.. e ura'j de 3ft> re.Ao
curador para o fim conveniente.
Ouiro do procarador, paya- mandar a cmara re-
colher o cofre t qnanjd de 4:0009 n., que reatou,
feitas as despezas, dp/^roduclo das leltras veocid
no ultimo ae jurVio.Qae se recolbetse.
, Outro do/dminisirador do cemiierio, partici-
pando que. Ion plM 11i conduzido, era nbaai d'ern
preto, ^tadaverdo prvulo Joo, esenve^do oam-
rr endor Thomn de Aquino Fonseca, icompanha-
3 proceder como lhe compre, -aa* t
Oolro do mesmo, dizendo que fizetVvoltar ao ar-
senal de marnha, por se ter portada mal, ornan o
sulros, quetambem vdtaVim inMia repartirlo, o
Africano livre. de nemMkktfn|Ve'BecaaBvi
terv;o da obn da capella^Btperniterio. Interne
a mandou-s scientifinr io governo di provin-
cia.
Outro do fiscal de S. Jos, participando que, no
dii 2 do correnta den i ui deroisteo ao guarda mu-
nicipal, Pedro Alesandriuo do Amparo; e propon-
do para sublilui-Io a Joao Baptiata de Freilas.Ap-
provou-se a propotta. Nert occasiao recebeu-*
a petirao do mesmo guarda exonerando-se do
nrgo.
Outro do metmo, reqaiul. ado urna rede com nn
pertences para a conduejao, os hospitaes. das pes-
soas de que trata o art. 3 ti1.12 da posturas. Qae o
procurador fornecetn, nao t ao requititante, como
aos liscaes dai fregueziis do Recife e Saato An-
lonio.
Ootro do metmo, Inlatratodo qne o entulhe, qae
Paulo Jos (jema*axiBrtJue Jeja removido de junto
de dado alli deitar pelo propietario do terreno alaga-
do, com o fim d'alerra-lo, a par pelo povo.
Delerminon-se a Bsnl nao conteotnae no deposito
de lixo, e procedeue no idkaon dn posturas.
Nesta sentido detirio-te ao peticionario.
Ootro do meatno, participando que, na semana de
23 de junho a 2 do porrete, se maliram 671 rezas
pan coasumo d'esta cidade.Ao archivo.
Foi approvada ora parecer da commissao de poli-
ca, dando por conferidas e no caso de serem appro-
vadas as contal da'receila e despeza municipal,
nrgo do procurador, dos mezes de fevereiro a meio
desta anno.
O Sr. Reg e Albuquerque mmdou a' meta o n-
guinle requermento, que foi approvado :
a A'.vista dos grandes estrago qut ha causado a
neste de bexigas, nao a n.'arta. cj$\\$g/m>*Jti*nV-\
rteatai viMnas, re.,ueiro que se peca lo governo
que, bem da classe pobre e tem recorto, mande
abrir i vaccina nas povoac,es do Afogadet, Vane,
e Poco, ao meos um dia por emana, evitando as-
tim n conliuunao de seus etlragoa.
a Paco da cmara 4 de julho de 1855. verea-
dor, llego e Albuquerque. i>
' Depaeharam-se ai peticOe de Antonio de Plata
Boaveolnr, Afltonio Sare* di Carvalbo, Anatata
' I .
t -
s
N
Jos Salgado a outros, Dellino dos Anjos Tenaida
1-rancisco Ignacio Pinto, Frederico Robilliard, ba-
cliarel Francisco d'Atsi d'Otiveira Matiel, Fran-
cisco Custodio da Sirapaio, lieoriqna Jorge, Dr.
Joaquim d'Aqoino Fanteca, Msrgatid Frtncitca d
Conceiclo, ManoelPera* Campelta Jaeoated Gaan
Piulo Jote Gomn & Madeirn, Paulo In Goant'
ladro Aleuidriao da Anpart, Dr. 6aUa Onga-
M
\



f
DIARIO OE PERMMBCO TERCA FEIRA 31 OE JULH DE 1855
rio Lodgsro Pinho. Tiborcio Valeriaoo Baplisil, e
ievantou-se a sessilo.
Bu Uuotl Ferreira Accioli, secretario a escrev ,
Bariode Capi'>aribe, prndente. llego e Al-
buqutrque. Reg. Alomad*. (Hiveira. Ga-
Bateac da remita uatu a ama aual-
ladiolKUo HBuai abr V 1865.
RECE1TA.
Saldo em,31 de mareo da 1855 10-723990'*
Kawftcio da 1854 a 1855.
Imposto de cordeagoes
eliceocae. -. .172*193 9!580'
Hullas palo fiscal do
Recife......38 a 48 120J00O
dem pelo fiscal di) S.
Antonio ... 48 a 53 87*000
dem palo fiscal ds S.
Jato...... 40 89000
dem pelo fiscal da
Boa-Vala. .'. 30 a 36 84)000
4 3>200
U 185j750
i 61 99600
dem pelo fiscal da
Vartea|.....
Tainos dos agougoes .
Imposta de 19200 para >
soltarfogo .... 54
Mam sobre eslabeleci-
mentos da freguia
daBoa-Vitla. 159 2W0OO
dem sobre carrocas 48 e 49 12JO00
Multas pela subdeljga-
cit da Vane* 1 4?O0O
08.5130
V
i 1
m

.

11:3329039
DE5PE/.A.
Com a folba dos euapregados
ralaliva ao mez de margo
prximo gastado. 13 e U 1:5169970
Com o tribunal do jury e elti-
S*"........ 26 IO94OO
Com luzes para a cadea ^9 e 10 589760
Com limpeza calcameoto
fcsruat.......125 a 146 5009660
Com eveot,ues ... 47*53 789360
Saldo om 30 de toril.
2:1659150
S .-1669889
11:33*9039
Cmara municipal do Recife 9 de mo ds 1855.
O procurador,
Jorgi.l'ietor t'errein Lopes,
KBPABTlCiAO DA POLICA.
Parte do dia 30 de julio.
lUm. e Eira. Sr.Lavo ao cohheciinento de V.
das differititts participarles houlom e hoje
recabidas oeste reparliga,cousla que foran presos :
A raioha ordem, Joiojde Mallos Oliveira, para
igoajOaa, e Aroerico Jausan Telles da Silva Lo-
bo, por ler sido no tribunal da relaco confirmada
a senteiica do jury que o cundemnou a pena de 6
mezes de prisao e mulla correspondente s duas fer-
ias partes do lempo, sendo o reo desvie logo posto
a ditposigaodojoiz municipal da prnieir* vara, co-
mo execnlor das seiiteocas.
acia da (reguezia do Recife, Jos
dos Santos Vieira, por desordem. '
ibdelegacia da fregaezia de S. Jos, Bel-
miro Pires Ferreira, JosHeorique Luiz de Franga,
e Lo, eseravo, todo para averiguiges.
pela subdelegada...da freguezia da Boa-VisU, Ma-
na d Aasasopcio dos Pnzeres, por fui lo.
bdelegacia da freguezia.d Por da Pa-
Thomn d'Anuuucianao, para averigui-
goet.
iero districlo deste termo,
communicou-ma eni offleiodesta dala, com referen-
jue Ihe fuera o subdelegado di
fregaezia dos A togados, que as 5 horai da larde do
dia 25 do correato apparecer arrojado pelo rio o
adaver da um prelo idoso e desconlieeido, e que
procedendo-se a vestorit por peritos declararam es-
tes que amorte fr proveniente de afogarneuto.
Dos guarde a V. Ixc. Secretaria da polica de
Pernambuco 30 de julho de 1855.lllm. e Eim.
Sr. conteiheiro Jos Beato da Cunha e Figueiredo.
presideele da proviiieia.O cbefe de polica. etfe
CarU de Paa Teixeira.

CORRESPONDENCIAS.
lasado ;
Srs. Redactores.
A' exemplo de quasi lodas as ffilas das difiranles
provincias, empreliendemos o Irabaltio de noticiar
todos oa facios occoridos uasta. e era sua viiinha e
irmaa (par formaren) om s municipio) a villa de
San Jlo do Cariri Vetho : sam querer dislrahir-
oos com contal alheias a noasa msio, pastaremos
logo ao que importa, a materia, de qrne nos vamos
occupar, da qual com o fin de evlannos confuslo,
iremos tratando do cada ama sob sua epigra-
phe.
TranquiUidade publica t teguraeit individual.
Felirasaleato temes tido oestes ltimos tempes
casos funestos ; snai actos, donde elles poderiam re-
sultar leem appirecido; delles pasmemos a occn-
par-nos.
Tiradas de mojan oa raptos, torca d'armas,leer
apparecido do auuc proiimo pastado para esle ; is-
meote temare est sucwdendo nestee
ijngares, nto-obsltnte ler apparecido algu-
' lo a/ (atores de actos tao repro-
B te deu nes'.a villa a 8 de
endose presentado na porta da ma-
minoso de nome Rodrigo, que aqu ha-
ladas em om tal Jorge Lmela,
por miado de D. Mara de Barros;jiara assistir a
'ascos, o sobdelegado, apezar de nempre o
toce desta vez.julgando-se offsndido
I arte si lar aposentado de urna roaneira tao pu-
'aommdou pninder. Immediatamentt! appare-
> celebre ci-subdelegalo Madureia,
filhos, e o arranco u do poder di
ido bstanle ao snbdtlegado, e al
limceeacjt com algons cichaoes, pelo
N promplo recorrea ao ootsn muito ener-
aote o Eira. Paes Brralo, para melhor
iobre o occorrido ; o qus na realidade
fax, nundandn para esta villa o teoente Franja, com
leslacamniito, como delegado, para melhor
1 crimiuosos; porm qoando eslaaqui
taei valeotOes tomadores de presos,
tvam, linham j tratado de proco-
irigoemalgumas trras. Teremos sem-
tdazirem-ae semelhantes aclos em-
quae nalvadot-aSo foram despojados (Ios.uh-
crime, que pelo ceutro rannttm (1
aamero, aqni principalmenlo onde ha ama
de nomeCandinha, capitaneada por
tiTO da igreja o .. cujos cnmparsaf.
constantemente crnzam de davinoles u facoea, arman
leccOes. Heprincipalmerle sobre este;
silencio do naaso delejadu. nfim de
De pacficos e honestos potsam descansar
em p
muilos criminosos existam neste ter-
atados, todava muilos anda restam,
M dBo convm que preacrovam ; e he por
iclamamn qoe o delegado os faja revivcr
sugeilando seat inferoaes autores as ponas da le.
aeao fazemos jao dist neto delegado
de Sao Joto, o alferes Mathias da Gama, queja lan-
icios lem feito aquello termo, eipurgandn
e i lores como os bem conhecidos
sicarios Palacios, Linguetes, Uoartes.elC, etc. Ver-
dada he, que lem sido ajudado em ti importante
misaao, por um criminoso o mais faroigendn, quo
quantos team sido capturados, o cefaore mbdelcgado
do Canso, o racioora Qointilio, essa fr teiitnia do
fangue humano, este mnnslro qoe tsnloi horrores
lem praticado al como inquidor, e qut em toa
polica lio grande incremento lera dado 110 crime,
poit h* bem sabido, que elle por ua< malvadezas, o
ei-delegade por seos caprichos e odiosidades, e o ac-
taal juiz muicinal por teas enredos e mentiras, furam
causa da apparecer naquella sobdelegaeia dezenas
de mor les a tentativas.
mente esperamos, que estes termos melho-
Icm. presideute delles se lem lembrado,
maadando-os policiar por militares de coofianca, o
desta villa que lia poucoa diat ehegou a nica prisao
qoefaz foi ao capollio da BoqueirSo.
. O fofo desta villa marcha mala falla de dvogados
e juizes, letlrados; visto que aqu emo> um iup-
plenle, que slem de ojo entender de urisprudencia,
tn sabrecarregado de muilosannos, se
bem sjoa teja um cidadao probo, honeUo e virlun-
1 juiz municipal de San Jcao, coja juris-
diccao abrise esta villa, qoando por c apparece s
i para dtiitr o povoem eonslernacao pela
sua eieessiva vrela, orgulho e incivil trntamenlo,
e pelas excessiAs cusas que leva por jualqner feilo,
e quauto maii agora, que j Sapareceu aqu o novo
regutemento das cusas judiclarat. 1 A orphan-
8 dettas tamos esta abandonada maior cals-
11 porqne o juiz nenhuma altoDcSo presta ao
pai oa mai, viuvos ao lempo de proceder ao inveii-
pareca que quer acabar cora o poder pranla I,
tao garanlido polas oossas velhas ordunacoi, vitto a
m admimstraclo que d a itus bens, a qml sempre
, he confiada quem por ella menos se ioln-
raata,
Se ido assm faz amas vetes, ootraa nem islo, por-
que daiiit da inventariar os bans por morle de al-
omeoiijage, do que segue-se. qoe por nfl.cumpnr
o diipaslo na providente Ord. lir. 1. til. 88, se ada
"ncarsa as pena ah mesmo imnoirts. ^\m fado
Issos nolavel sirvo de prova a islo, sem narrarmns
oulmsde igual natnreza egravidade.
Sem serem arrematados em hasti panuca foram
Indidos ptrticnirmnte sel* esclavos da orujiaos
P*P grande prejorle um cont equalro ceios mil
res tile Itto iior coiitenlimento do taio e redo
un e anda mais sendo 1 alienur-ao reta a 0n
sea prente e amigo t pobres orphaosas Jesles ter-
mot, que entregues ao desamparo e Incuria de o m
ignorante e malfazejo juiz, nao goma do- beneflcls
eairivHegiotlegaesl Como obrar de outra maneia
um juiz, qoe quando nao he arratlalo poi sen capri-
cho, por sua ventada insaeiavel de filiar malj he por
jgnwanda tornaade-se ass m o fla-
a protecjo, e mesmo Hdo por guardas costas den-
tro desta villa, os bem conhecidos fadnorat Lins,
embora leudo requisico para os capturar : Durle,
Palacio e Joao dos Santos, que milagrosamente o
despronunciou, Quinlilio, ele, nao fallando em
lempo de eleicoes, qne ajunla milharet de creaturas
como estes iufernaes.
O nono benemrito juiz de direilo aqui esleve,
afim de reunir o jury, o que nio Tez a falla de re-
messa dos crimiuosos, que ettavam na cideia da ca-
pital, e daqui foi paraban JoS ao mesmo flm, onde
irabalnou o jury alguns das, respondeodo moitos
reos: alguna foram sentenciados e oulros livras, e
de algumas absolvieses appelloo o Dr. promotor. O
capelUo do Boquerao foi preso por se adiar pronun-
ciado por ler destruido as plantacoes de um seu vi-
zinha, foi solt por flanea. Ao depois disto lem o
delegado feito,algumat primee em pessoas vadias
para o recrulamenlo.
O invern esleanno aqu foi mo. e assim por to-
do Cariri, de modo que perderam-se todas as lavou-
ras e muito pooco pasto creou, Ha grandes recejos
tome, e j haveodo grande caresta dos vive-
PIVKRSAS PROVINCIAS.
Reodimenlo do dia 2 a 28.....
dem do dia 30 ...... .
1:8669622
59422
1:8729044
res
1-I?0 D0S 0PPozereai embargos e nos deiiarem
com liberdade (para o que sera misler muito seget-
do de sna parle) continuaremos d'oulra vez a revelar
cousas semelhantes a estas, qoe ah ficaram escrip-
ias, e por emquanto va gozando de tande e creando
o seu thesoaro. Bonifrates.
Villa de Cabaceiras 28 de julho.
Senhoret Redactores.Varias mittivas foram
publicadas no seu jornal sob o titulo do Refor-
mado. As aprecie em subido grao, se bem que
para mim ha urna incgnita a pessoa, que com esle
titulo se acobertava.
Fiz1 rocessantcs votos pela conlinuacSo de Refor-
mado ; mas qual, nao foi meo detaponlamento,
quaudo de abril para c elle desappareceu.como que
por medo, canrajo. Taita de lempo, eu oulro motivo
qualquer, que eu nao posso prescruUr t
Fiz mmhas tenooet, e dei lempo ao lempo a ver
0 qoe era lito. E como nao mais eu podette ler em
seu jornal o Reformado, que cora lana gana eu
procurava ler, comecei a insistir em minha lencao
ate que hoje debaiiodonme)Olindensetomo so-
bre mim a trela de eoderecar-lhe algumas missivas
como em continuaco das dolleformado.
Sel que ojo tercios meios de que dispunha o Re-
formado, para estar em dia com as novdades desta
Ierra, sel que me fallarao o Nanico e o Pao Duro ;
porem cada vez mais convencido eslou de que neste
mundo ninguem ha que teja necessario, assim como
sumio-se oRerormado-,eu enisealugar estou, e na
roinha falla oulro qualquer assumir o mea poslo.
Cousas ha, que enceladas nunca mais morrera, e as-
sim como o comer est em principiar, assim tambero
as missivas, sendo que nao ficar oa retaguarda este
misrrimo torrto de Olind*. Era, pois, mos
obra.
O Olindense abraja o programmi, introito, ou
como melhor nome haja doReformado, e 080 he
mais do qoe o teu continuador.
Vejo por esta Ierra muila geuta grande ; grande
em lamanho, grande em maldades e grande pelos
poslos que exerce : por exemplo o commandanle
da guarda nadonal e jiii/. de paz, vereador, sup-
plento do juizo'municipal, de delegado, de subde-
legad^ arrematante de 29500 por eebeca de gado
vaceum, fiador do arrematante da illuminacao pu-
blica, e, seguado dizem, mandn arrematar por on-
Irera o imposto municipal de 500 ris por cabeca de
gado vaceum aqoi morto.
E que lal Ihe parece tudo islo, que ao meu ver he
urna Iraoquiberoia ?
Diste meu advogado ( mojo de fama no Recife ;,
que nao se-pde accumular o exerdeio de juiz de
paz a officialitj guarda nadonal, e que ot oflicaes
da gaarda naonal, alertos joizes de paz,sncam ex-
onerados daquella, do dia em que entrnm no ex-
ercieio elfeclivo do segundo cargo, porque assim re-
solver os avisos de 9 e 12 de eelembrode 1833, de
1 .a,80,l de ,83* numero 206, de 2S de fevereiro
o a numero ^l- da 16 de Janeiro de 1841 e de
8 de novembro de 1833. Entretanto que vejo aqu
o primeiro juiz de paz de S. Pedro Marlvr exercer
lambem o cargo da vereador ;-quem duvidar recorra
ao cartorio do juizo de paz e as actas da cmara.
vejo mais o segundo juiz de paz desta mesma fre-
gnezia exercer o juizado e ser official da guarda na-
cional, assim como o primeiro. E que tal Ihe parece
ludo uto ? Man amigo, por aqi ha coosas que uan-
casederim em parle alguma, e que nem nunca
nei de ver por muitos e dilatados annos que eu lenha
de viver.
O ex-professor de S. Pedro Mirtjr era juiz de
paz, e deixando as obrigares de sen emprego oc-
cupava-seem oolrcs misleres. Esle ex-profesior
oceupava todes esles lugares de que fez meorao ode-
pnlado Castro Leao em seu discurso na assembla do
lia 22 de marjo jlo correule, e chamamos a attenjao
ae noisos leitores para este discurso.
Perganlo agora : era este homem, qne podia desle
modo cumprir os seus deveres t
Diz o aviso de 14 de detembro de 1810 e o de 27
de jonno le 1834: os juizes de paz podem cumo-
ativameote ser ot professoret, ma nlo devem fal-
lar ao exercick) de seu emprego por occunajlo8_no
juizo de paz. immiammmK
Veja mais Vmc. o que por tqui vai. Este profi
sor morava defronle da casa que serva para aula, e
por islo vivia sempre na janella da casa em que mo-
rava, e so 1a aula quando Ihe dava na cabeja lo-
mar lijao ; os meninos viviam entregues* si mes-
mos O quedigo desle ex-professor, digo do da S
qoe vive erapregado em obras de igrejas e de festas.
He urna miseria islo por ci.
Na cmara, ora aparecem 3 vereadores e ora 9,
ludo islo conforme a precisao e necessidtde do dia,
de modo que, ha vereadores qu se juramenlaram
para servirem na sessao. Devo em abono da verdade
dizer, que os vereadores so em geral pessoas excel-
lentes, e que s orncom seudedode gigante tudo
nove, e he causa do grande desarr'njo de que cima
rallei. Urnas vezes temos sesiio 3 e i vezes ao
maz e vio ai vezes noile, oulras vezes se passam 2
e T mezes sem.uma sessao so menos.
Em fim eite um completo abandono e urna ir-
regularidade espantosa, donde se v, que de nada
vale le da creajao das municipalidades, islo he,
a le de 1 de oolubro de 1828 e as instruejoes de 1
de dezembro do mesmo anno. Receba pois'a lllm.
seohora municipalidade estas verdades, para que
possa anda em lompo emendar suas faltas, e fique
cerla de que lato digo" para sen crdito, e assumir
possa a pusicao que Ihe compete, como representan-
te dos seus munidpea, e uina das primeiras autori-
dades do municipio.
Nao fajo esla advertencia como censura, receba
antes como amigavelmeote ; pois he pena qoe em
Ulinda, que pertence a comarca do Herir, se veja
lana miseria, tanto desprezo pelas leis, e mais qoe
tudo que se nSo apreciem os lugares para os quaes
tamo rogarara, tinto pediram e tanto se empenha-
ram, e que s.. para elles se julguem habilitados. S
Na cmara exlslem, meu charo amigo, vereadores
que lera impedimento para exercerem cargo desta
ordem, como sejan?.... empregados da Feculdade
de Direilo. Nao quero continuar mais ueste terreno,
explorare oulro de melhor qualidade e sorle, e pro-
meti na fotnra missiva cumprir minha palavra.
Adeos. Olinda 21 dejolho de 1855.
O Oiindense.
Exportacao'.
Rio Grande do Sul pelo Rio de Janeiro, brigue
brasileiro Settaii, eonduzio o segoinle : 135 eou-
ros seceos, 1,420 barricas com 10,682 arrobas e 9 li-
bras de assucar.
RECEBEUOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
errdimento do di* 2 28. '. 31:0799244
dem do dia 30....... 498J850
31:5789094
CONSULADO PROVINCIAL. -
Kendimentododia2a28..... 46:45l!fc
dem do di* 30....... 6989983
47:1509839
PAUTA
dos precos correntes do assucar, algodao, e mais
gneros do paiz, que se despacham na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 30
de iulho a i de agostode 1855.
Assucar em caixas brinco 1 qualidade
o mise.........
bar. esac. branco.......
i> roascavado.....
refinado........-. .
Algodao em pluma de 1." qualidade
, 2.
3."
<
S'xaxaWi^
y. a "ilamidade
"t-**thio juizinh),
bisfiDle xado com om processo de reH'OUMbih-
dade que Ihe maadou imtaurar o Enm. I'aes Barr-
lo, por causa da protaecOes ou coadjuvtjies dadas a
crimiaosoa. Mudos processosteriS.Ejc.de Ihe
mandar intlaarar por semelhantei actos que ser um
oca (afear ; peit qoe 11* lem pr;sl*d escaodal*
PUBLICABA PEDIDO.
SONETO.
Sagrada emaoajao da Divindade,
Levaste para li, o charo amigo;
Nosso Reg, meu Dos! J he comligo,
Resta-nos hoje, o pranlo e a saudade.
* Nao mais desfruclarei la amizade,
A dor me tira a voz, jamis prosigo,
Esle corpo, que vemos 00 jazigo
Foi modelo lisl da caridade.
As mos, aquellas m3os, que derramaran)
Dadivas tantas invallida pobreza.
Nunca mak as verei; j se acabaram.
T foste da innocencia alia defeza,
Teui olhot, oh meu Dos! J se cerraran),
Adeos, adeos, soffreo tributo dtvnalureza.
Offerecido pelo /res, Francisco de Mssis Sou-
za Ramos, aoseu compadre e amigo o finado
commandanle superior, Francisco do Reg
Atbuquerque.
GOMMCRCIO.
PRAGA DO RECIFE 309DE JULHO AS 3
HORAS DA TARDE.
CotajOes ofliciaes.
Assucar matcavado regalara -19680 por arroba.
Descont 8 ti 10 nno.
Frete de algodao por Liverpool1p2 d. 5
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 2 a 28.....311:6069836
dem do dia 30....... 22:4409462
334:0479298
' Descarregam hoje 31 de julho.
Barca ingleza Countess 0/ Zelland taitas e
carvao.
Brigue inglezCtjnthiabacalho.
Barca inglezaSnotodondem.
Brigue inglezk'mmadem.
Brigue dinamarquez,tgnesfarnha de Irigo.
Galeota hespanholaColebrafarinha, azeite e vi-
nho.
Hiat* brasileiroAdelaidefarinha de tiigo.
Imporlaca o.
Brigne inglez mmo.vindo de Terra Novt.onsig-
nadoa James Crahiree & Compmhia. rainifestou o
seguinte :
2,390 barricas bacalho j aos consignatarios.
CONSULADO GEKAL.
udimento do din 2 a 28.....32:79695<)9
d0 di 30....... 1:6519347
,34:4479946

1> B l>
b em carojo. .
Espirito de agoardente
Agurdente cachara .
b de canna .
b rettilada .
do reino .
Genebra.......
.........
IJcor.........
B..........
Artoz pilado duas arrobas, um alqucire
i) em casca..........
Azeite de mamona.......
mondobisn c de coro .
a b de peixe........
Cacan ..............
Avm araras .......?
papagaios........
Bolachas .............
Biscoilos .............
Caf bom.............
resslorho ............
com casia ..........
D muido..........,*.
Carne secca.......... fl
Cocos com casca.........
Charutos bons ..........
ordinarios.......
regala e primor" .
Cera de carnauba........
a em velas..........
Cobre novo mao d'ebra.....
Coaros da boi salgados...... o
b verdes.............
o espitados..... o
de ouea..........
b cabra corlidot.....
Doce de calda ,.........
b b guiaba .,........ s
secco ............ a
jalea ,........
Estopa nacional.......... (ij)
eslrangeira, mao d'obra
Espanadores grandes........um
b pequeos
Farinha de mandioca
b b milito .
aramia .
caada
B
II
B
B
caada
botija
caada
garrafa
caada

B
.
urna
um '
<3> '
B
>
B
B
a
B
cento

B
B
)
a
alqucire
8
Fejao........
Fumo bom......
b ordinario .
b em foi ha bom.
ordinario
b b restolho ,
icuanha .' .
alqucire
engibre.
Lenba de ach
.j**
.^-w^alq.
. .-
*.....cenlo
;stad
.W .'d
Pranchas de an
b V
Costado de anta
c. e 2 .-T .! b
b de dito *..... b
CosladTimo depilo ". ....... b
Soalho de dito..........;
Ferro de dito........... a
Costado^lc louro......... o
Cosladinho de dito........ a
Soalho de dito........... b
Forro de dito...........
b b cedro..........
Toros de tatajuba.........quintal
Varas de parreira.........duzia
i.JH. aguilhadas....".... b
*';* b quiris......... b
Em obras rodas de sicupira para c. par
" b eixos b ,10 o
Melajo.......
Milho.......
Pedra de amolar .
b b filtrar .
b rebolos .
Ponas de boi .
Piassava......
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama .
Pellos de carneiro .
Salsa parrilba...........@
Tapioca.........; o
Unhasde boi...........cenlo
Sabaa..............', <$
Esleirs de perperi ........ orna
Vinagre pipa ...... ..... o
Caberas de cachimbo de barro. milheiro
cauada
alqueire
urna
B
n ,
cenlo
molho
meio

urna
5
' 9
9
29700
19800
38200
68400
69OOO
59600
19600
9700
9470
9480
9480
9700
9580
240
9580
9240
49600
19600
9600
19760
19280
59000
'O9OOO
' 39000
79000
89960
43500
'39000
39500
69400
49OOO
39840
19400
9600
29200
II9OOO
139000
9160
187>
9100
9200
15*000
9240
^200,
9150
9400
9320
19280
19000
29OOO
1JO0O
196O0
29000
3*500
59000
89008
39OOO
79OOO
49OOO
39OOO
389400
390OO
J9500
29400
9900
105000
'79000
259000
IO90OO
95000
69000
49OOO
69OOO
59200
392OO
29200
39000
19280
19600
19920
19280
449OOO
209000
9300
19690
9640
69000
9800
49OOO
9320
29400
5R200.
9240
179000
49000
210
9120
9160
309000
59000
DECLARARES.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O cooselho administrativo, em virtude de autori-
tajao do Exui. presidente da provincia, tem de com-
prar ot objectos icguintas:
Para o segundo batalhio de infantera.
Panno azul mesdado, covados 135 ; capotes de
panno, 63; areia preta, libras 6 ; compendios de
arilhmetca por Avila, 3.
Recrulas em deposito uo mesmo.
Esleirs, 100
Oilavn balalhao de infantaria.
Esleirs, 348 ; mantat de lia, 355 ; panno verde
escuro entrefino, covados 1,871.
Hospital regimental.
Livro em branco pautado com 300 folhas, 1; dito
em dilo dito com 500 ditas, 1 ; bales de lonja pin-
tados, 24; copos devidro, 24; chicaras de lonja,
48 ; manteigueiras de dita, 24 ; ourioes de dita,23 ;
pires de dita, 48 ; pralos razos de dita, 176 ; ditos
fundos, 87 ; meias compridasde la, pares 12 ; man-
as de laa, 41.
Meio balalhao do Cear.
Mantas de laa, 270.
Dedmo balalhao drinfantaria.
Panno verde escuro para sobrecasacas e calca,
covados 158.
Nono balalhao dito.
Mantas de la*, 376, panuo verde escuro entrefino,
covados 1,468.
Quarlo balalhao de arlilhiria.
Panno carmesim par* vivos e vistas, cora-
dos 90.
Diversos batalhoes.
Mantas de Ma, 253 ; sapatos, pares, 1,150 ; bo-
toes convexos de metal broozeado grandes e com o
11. 10 de metal amarello, 2,282; dilos pequeos
com o mesmo numero, 1,956.
Quem oa quizer vender aprsente as sais propcslas
em carta fechada na secretaria do conselho as 10 ho-
ras do da 6 de agosto prximo fuluru.
Secretaria do conselho administrativo par forne-
cimento do arsenal de guerra 30 de julho de 1855___
Jos de Britcrlnglez, coronel presidente.Bernar-
do Pereira "do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
O tribunal do commercio desta provincia man-
da fazer publico que por haver fallecido Delfioo
Gonjalves Perejra Lima, fiador do agenle de leiles
Marcoliuo de Borja Geralde,, Oca o mesmo agi-o le
de leudes obrlgado sob pena de deslituicao a apre-
seotar novo fiador no prazo de tres mezes de confor-
midad* com o arl. 12 do regulamenlo que baxou
coro o decreto n. 808 de 10 de novembro de 18.il .
Secretaria do tribunal do commercio de Pernambu-
co 30 de jolho de 1855.O secretario, *is Anto-
nio Sequttra.
REPARTICO DA VACCINA.
Previne-ses pessoas, que tem,de ser vaccinadas,
ou que devem voltar repa.11580 no 7. dia de :on-
formidade com o arl. 5' do regulamenlo inlern, e
com o art. 1-do titulo XIII das poturas monicipaes
que a mesma repartijao passa a funecionar diside
hoje no quarlel, que foi da compinhia flxa de ca-
vallaiia, no paleo do palacio da presidencia e em
frente do mesmo palacio, seudo a entrada pelo por-
ISo de ferro do centro. Repartijao da vaccin 1 30
de julho de 1855.Or. Joaquim de Aquino Fome-
ca, commitsario vccinador provincial.
O tribunal do dommercio desta provincia, man-
da fazer publico que se ada vago o oflicio de corre-
lor geral desta prajaque exercia Joao Cowe, visto
ter pedido e oblido denoneracao o dito correlor. Se-
cretara do tribunal do commercio de Pernambuco
30 de julho de 1855O secretario, Luiz AMimio
Sequeira. .
O conselho de adrainUlrajao naval contrata
para os navios armados, enfermara, barca de esca-
vajo e mais eslabelecimentos do arsenal, o forneci-
menlo de caroe secca, bacalho e assucar branco,
nos mezes de agosto e seterabro vindouro, e igual-
mente a compra de brint de liuho iuglez, e coberto-
res de laa ou de algodao : prtenlo convidam-se aos
que inlereisarem em coraparecerera as 12 horas do dia 3 do mez de agwto
-vindouro, com suas amostras e proposlas na forma
eslabelecida. Sato dassessoes do conselho de admi-
nulrajao naval da Pernambuco 28 de julho de
1855.O secretorio do cooselho.
ChrUlovo Santiago de Oleia.
^aconformidtjeda reeruisicao fcita
nestaaata pelo conselho de direccao do
Banco de Pernambuco, he convocada a as-
sembla geral dossenhores accionistas, Ja-
ra reuniao ordinaria no da 51 do corren-
te, a 11 horas da manhaa, para levar-tiea
efeito o disposto no art. 30 dos respectivos
estatutos.Recife 4 d julho de" 18551
Barao de Cama ragibe, presiden te.Jos
Bernardo Galvao Alcoloradb, primeiro se-
cretario.
BANCO DE PERNAMBUCO.
Banco de Pernambuco*"sacca sobre
a .praca da Bahia.^e contina a tomar
letrras sobre a do RJoNe/ Janeiro. Bm-
co secretario da direccSo, Joao Ignacio
e Medeiros Reg.
Minhoo 1" acto em casa de Luisa ; o 2 em caa
de JoJo ; o 3o nos boiques ; o 4 e 5' em casa de
JoSo. Os muiloiapplausos com que estekello drama
tem sido representado no tbeatro do Rio de Janeiro
nos animara a ataegurar ao retpeitavel publico a twa
escolha que fizamos para bem agradarmos, a quem
najioila de sabbadj nos cosdjuvar com a sua coo-
eurrencia.
Terminar o espectculo com applaadida farja.
A RODA VIVA.
Os bilhetrt acham-se venda 00 momo Uiealro
todos os das, das 10 horas da manhaa as 2 da tarde,
e no dia do espectculo uo escriptorio do thealro.
Principia as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 30.
Baha10 das, lancha brasileira Livrajo, de 40
loueladas, mestre Joaquim de Souzu Coulo, equi-
pagem 5, carga caf e mais gneros; a Domingos
AlvesMatheus.
Colinguiba3 dias, sumaca brasileira Flor de An-
gelim, de 98 toneladas, meslre Antonio Francis-
co Ribeiro Padilha, equipagem 10, carga assucar e
mais gneros ; a Bastos 4 Irruios. ,
iVatj'o sahidos no mesmo da,
MelbourneTransporte inglez Mindsort, capilao
Lelleg. Sutpendeu do lameirio.
Terra NovaBrigue inglez Pallas, capitao Char-
les Amy, em lastro.
Porto por LisboaBarca portugoeza oFlor de S.
Smao, capilito Jos Francisco -Carneiro, carga
assucar e mais gneros do paiz. Passageiros, Mt-
noel Tertuliano Al ves Guerra, Agostinho Marlins
Moreira, Augusto Cesar Steple.
Londres Barca ingleza Rosario, capitao H.
1'ristzGirald. Suspendan do lameirao.
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da Ihetouraria provincial,
em cumprimento da ordem do Em. Sr. presidente
da provincia de 21 do correnle, manda fazer publi-
co, que uo da 23 de agosto prximo vindouro, vai
novamenle praja para ser arrematado a qoem por
menos fizer, a obra dos reparos do ajde de Caruar',
avallada em 1:012*000. E para constar se mandn
afflxar o prsenle e publicar pelo Diario. Secreta-
ria da thtsouraria provincial de Pernambuco 24 de
jolho de 1855.0 secretario,
A. F. d'Annunciarao.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolujao da junta manda
fazer publico, que a arremalajaq da .obra dos couj
certos da ponte da villa de Iguarass foi transferida
para o dia 2 de agosto proiimo vindouro. E para
constar se mandou aluzar o presente e publicar pelo
Diario. Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco 26 de jolho de 1855.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciaco
Pela inspectora da alfandega se faz pubHco
que uodi*2 de agosto prximo fularo, depois de
meiodia, se bao de arrematar em basta poblica
porta da mesma repartijao, sendo a arrematar,,! li-
vre de direilos ao arrematanle, 19 caixas com 7,600
ceblas vindat do Perlo no brigne Bom Sucesto, e
tbaudonadas aos direilos por Sebastian Jos da Silva.
sendo o cento de cenlas avaliada em. 800 rs. total
608800. Alfandega de Pernambuco 30 de jolho de
1855.O inspector, Btnlo Jos Fernanies .Barros.
O agenle Oliveira' far leilao, a requerimento
do depositario da massa fallida de Andr Nauser, e
por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz do commercio, de
A repartijao das obras publicas precisa dav* %J i1?"? uPlim<* escravos menores, de 12 a 14 annos de
vente, para se engajar na compendia C- oj.es ? ^A1 Pol.^cd.t?a_d.,?i*,d?-em.!?_? .IMrco de
ga
avos
640 rs.: as pessoas que q-'--,-" -~ ia-
servijo, apresentem-se na obra da ponte previsoria
oceupados na limpeza dos caei desta r
aos serventes livres 720 rs. diarios,
ira da ponte pr
do Recife. Directora dai obras publicas 20 de ju-
lho de 1855.O escriplurario,
Joao Francisco Regis dos Anjos.
A administracao geral dos eslabelecimentos de
caridade manda fazer publico a qoem convier, que
as quiutas-feiras em que nao forem dias santoi ou
feriados, na sala de suas sessCes, pelas i horas da lar-
de, contina a prajt das catas abaixo declaradas :
Roa da Senzala Velha a. 25, por 168D000
Ra da Lapa n. 5^por 2763000
Ra da Senzala Nova n. 26, por 60#000
Na mesma rea r. 36, por 6O3OOO
Ra do Collegio n. 12, por 1:0004000
Ral Direito n. 5, por rJ6ft)000
Na mesma ra n. 7. por 5764000
TravessadoCarcereiron.il, por 60S000
Na mesma traveasa b. 13, por 724000
Na mesma Iravessa -n, 17, por 72)000
Roa do Padre Floriano n. 13, por 120)000
Administrarlo geral dos eslabelecimentos de carida-
de 19 de julho de 1855.O escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correic.
A relajSo dos devedores de dcimas da col lec-
tora e municipio de Olinda, at o nono fimnueiro
de 18-511852 esta cm juizo, e os mesinos deVedores
sao convidados a salisfazerem seus debites, indepen-
dentc da aejo. judicial que os sujeilar a ma ores
despezas, no prtzo de 15 das, a contar do presente,
p*ra o que se podero dirigir a ra Nova n. 44, se-
gundo andar, afim de obterem a competente guia.
O procurador fiscal da Ihesouraria provincial,
Cypriono Fenelon Quedes Alcoforao.
PUBLICAQA'O LITTERABIA. '
Acha-se venda o compendio de Theoria e l'rali
ca'do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pao
a Baptista. Esla obra, alm de urna inlroducjao
sobre as acjOes e excepjes em geral, Irata do pro-
cesso civel comparado com o commercial, eonlm
a theoria sobre a applicaj'o da causa julgada, a ou-
tra doulrinas luminosas : vende-se nicamente
na luja de Manuel Jote Leite, na ra do Ouei-
mado n. 10, a 64 cada exemplar rubricado pelo
Jolor.
TIIEATRO1) AFOLLO.
Sociedade dramtica emprezara
QARTA FEIRA 1 DE AGOSTO*DE 1855.
Depois de executada urna bella ouvertnra subir
scena pela primeira vez o novo, e excedente dra-
ma em 5 actos original portuguez do Sr. Francisco
l.uiz Machado, intitulado
AMO FILIAL
ou
OS SALTEADORES DA 'rIOYi IMI, DO POBRE
DENOMINACAO' DOS ACTOS.
1." actoA miseria. .
2. diloA louca.
3. diloO chefe de salteadores.
4." ditoO reconliecimenlu.
5. ditoO perdao.
Personagens. Actores.
Ricardo, filho de Luiza. O Sr. Bezerra.
Francisco, idem......so Lisboa.
Joao, campooez chamado 0
Pobre........ Senna.
Mauricio, amigo de Ricardo. s > Pinto.
Miguel, jardioeiro.....bu Monteirji.
1. salteador. .'.....1 Lima.
2.- dito.' ......ib Rozendo.
Roberto, menino de 8 annos. Lniziohii,
Lalza.........A Sra D.Leopoldina
Emilia, liha de JoJo. Leonor.
Juliana, mulher de Miguel, .un t Amali.i.
Salteadores.
A acjo ht pastada em Portugal, na provincia do
HARANUA'O E PABA'.
Segu em'poucos dias o iiate nacional
ADELAIDE, recebe ca ga e passageiros:
lrala-se com o contignatario J. B. da Fon-
seca Jnior, ra do v'gario n. 4.
Real Companhia de Paquetes Ingleze
a Vapor.
No di* 31
deste mez es-
pera-se da Eu-
ropa, om dos
vapores Ja real
coinpauhia, o
qual depois da
demora do cos-
tume seguir
para o tul: pa-
ra passageiros, ele, trala-se com os agentes Adam-
tou Howie & C, ra do Trapidie-Novo n. 42.
Para o Porto e Lisboa.
A nova eoiujlo veleira barca Santa Clara, ea-
l.ourenro Fernandos .111 Carmo, seguir al
RIO DE JANEIRO.
A LOTEEIA DESMASCARAD,
PELA SOCIEDADE DE INSTBUCCAO'
ELEMENTAR DE PABI8,
Mtt%Qvtwrai
TRADtiZIDA El VULGAR
COM L"M APPENDICE E ALGUMAS.OBSERVA-
CO'ES SOBRE AS LOTERAS DO
BRASIL, OFFERECIDAS A' CONSIDERACO
DOS PODERES POLTICOS DO
ESTADO E DE TODAS AS PESSOAS QUE JO-
GAM AS LOTERAS.
pito
n. _-----------------------------...----...v, _^n .... H.w
m do correte mez, por ter maior parle do car-
regamenlo promplo : para o reslo e passageiros tra-
la-se com os consignatarios Barroca & Castro na
ma da-Cadeia do Recife n. 4, ou com o capillo na
-praca.
Para Aracaly o hiato Crrelo da Sorle segu
com brevidade ; para o reslo da carga, trala-se com
Caetano Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
-1 I.
Para o Cear e Maranhao segoe o palhabole
tenus, capitao e pratico Joaquim Antonio G. San-
ios : recebe carga e passageiros: a tratar com Cae-
ta|B Cyriaco da C. M. ao Indo do Corpo Santo n.25.
Ao Rio de
gj^ Janeiro,
O brigue nacional MA-
RA LUZIA ra seguir em
poucos dias: para a ter-
ca parte do feu carrega-
mento que Ihe falta e es-
cravos afrete, paraos quaes da"as melho-
res accommodacocs, trata-se com os con-
signatarios Antonio de Almeida Gomes
& C, na ra do Trapiche n. lli, segun-
do andar.
PARA O RIO DE JANEIRO;
Pretende sabir com muila brevidade.
o patacho naci nal CONFIANCA, por ter
parte do seu carregainento prompto:
para o resto da carga e escravos 1 frete,
trata-se com os consignatarios Novaes &
Companhia. na ra do Trapiche n. 34,
ou com o capitao na praca.
Para o Porto por Lisboa segu com a maior bre-
vidade a muilo conhecida galera portugoeza Bra
churense ; qoem quizer earregar ou ir de patsagem,
dirija-se aos consignatarios T. de Aquino Fonseca &
Filho, na ra do Vigario u. 19, primeiro andar, ou
ao capitao, na praca.
PARVO RIO DE JANEIRO-
Segne esta temarla a barca Mathilde. por ter o seu
carregameoto promplo, s recebe escravos a (Vete e
passageiros para o que lem exeellentei enmmodos :
a tratar com o capillo Jeronyrao Jos Telles ou
com Manoel Alves Guerra Jnior, na roa do Tra-
piche n. 14.
LEILO'ES.
1853; e assim mais, por conta de oulrera, de um es-
clavo cabra, cerca de 18 annos de idade, com prin-
cipio de marciociro, e oulro, crioulo, cerca de 22
annos, bom sapaleiro : quinta-feira, 2 de agosto pr-
ximo, ao meio dia em ponto, no escriptorio do men-
cionado agente, roa da Cadea do Recife.
AVISOS DIVERSOS
AIMtENDIZES DE COMPOSITOR.
Esta typographia aceita meninos que
saibam bem ler e tenham bom compor-
ta nicn t o para aprender a composicao, os
quaes principiarao a ganhar logo que fa-
ca ni algum trabalho que se polka apro-
veitar.

O Sr. M. R. P. vetilla buscar o me-
morial que mandou imprimir La quatro
mezes nesta typographia, e que nao satis-
fez o seu importe.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
No dia 21 ou23do corrente devia cor-
rer loteria 9- da cultura das amieiras,
inda se acham a venda alguns meios bi-
llietes as lojas do costume, na piara da
Independencia: os premios sero pagos
logo que se tenha eito a distribuicao das
listas.-
1. 1 ~**r. 1
Manoel Ruarque de Macedo Lima cordeal-
menle agradece a todas as pessoas que Ihe fize-
ram a honra e obsequio deassistir ao funeral de
sua mui pregada mili.
Os credores da massa fallida de Leo-
poldo da Silva Quciroz, sSo convidados
para no prazo de ttes dias a presenta retn
as suas contas ou ttulos de divida, peran-
te a conimissao respectiva, na ra da
Cruz n. 27.
Acha-se para alugar um grande sobrado de
um andar bastante fresco em Si. Amarinho : trata-
se com o solicitador Manoel Luiz do Reg, ra do
Livramento n. 27, segundo andar.
Roubo.
Ao amanhecer do dia 24 do correnle, fugio urna
cabra de nome Luiza, seduzida e em companhia de
dous soldados que deserlaram do dcimo balalhao de
infantaria, iimde nome Faustino, que dizem ser da
amizade da mesma cabra, e o oulro um lal Fonseca
coxo, roubando a dita cabra de seu senhor 1:125$,
sendo urna nota de, 500, doas de 2009, urna de 1008.
duas de 50#, e o mais era miudas ; os signaes da ca-
bra s.1o os seguintes : baixa e cheia do corpo, o rosto
muilo picado de bexigas, denles perfeilos, cabellos
carapinhoi, o lem o andar balanceando com ot
qnarlos; assim pede-se as autoridades policiaet as
providencias que estiverem a sea alcance ;' assim
como promelte-se a qualquer pessoa urna boa grali-
licacao, apprehendeudo dito roube e escrava, a en-
tregar a seu senhor, oa ra do Cabug, loja n. II,
de Seraphim & IrmSo. ,
Os credores da casa fallida de Oliveira Irmiios
&c Companhia sao convidados, para, no prazo de 8
dias, que se principiarao a contar/- do dia 30 do cor-
rente mez de julho em dianle, apresentarem no
escriptorio da mesma adminitracao, na roa da C-
llela de Santo Antonio n. 21, primeiro. andar, os t-
tulos da seus crditos, para serem revistos e devida-
rnenle relacionados conforme lorem oa n3o admilli-
dos.como eslabelecem os artipos 859 e 860 do cdigo
do commercio, e artigo 164 4. do regulamenlo o.
"38 de 25 de novembro de 1850.Recife 26 de Julho
de 1855. Os administradores da fluenciaFran-
cisco Xavier de Oliveira, Manoel Pereira Lamego,
Richard* Deppermann.
Preeisa-se de urna ama capaz, forra ou captiva,
para tomar conta da casa de um homem tolleiro : ha
ra das Grates n. 3?, segando andar.
UM GROSSO E NTIDO VOLUME
BROCUADO 59000, ENCADERNADO 69O6D.
Dcscjando-se nicamente obter as assignaturas
qoe sejam necesarias para garantir melade das des-
pezas da impressao, a obra Vai entrar oe prelo, e
ser acompaohada da relarao das pessoas que hon-
raren) cora suas assignaluras esta inleressante pnbl-
cacio, credora do benigno acolhimenlo de lodas as
classes socaes.
PBACA PI1UC4.
No dia 3 de agosto, tem de ter arrematado i cata
terrea na ra do Rangel 11. 23, por ser a ultima pla-
ga depoia ta audiencia do lllm. Sf. Dr. juiz da or-
phaos. avallada em 1:400*000 ambaosproprios.
Por ezecucao ds Francisco do Prado, contra
Manoel Ignacio Pereira da Silva, pala primeira va-
civel, lindo os diat da le, se ha da arrematar
annualmente a quem mais der renda da cata ter- ^
rea tila na roa Augusta o. 52 : quem pretender na
anda linear poda comparecer na cata dat au-
diencias que terao recebidot seus ltnc.es.
Precita-se da om caieiro para venda : no lar-
go do Pilat n. 11.
_ Afrj^e ata terreno o* lugar da Casanga
Nova, com 50 palmos dt frente 500 k 600 de fondo:
quenco pretender dirija-te a ra Nava n. 13, qua t.
core quem tratar. ^j
SURSCREVE-SE NO RIO DE JANEIRO, EM
CASA DOS SRS.
E. e II. Laemmert, ra da Quitanda n. 77.
Francisco de Paula Brito, praca da ConstjlncSo
n. 64.
Agostinho de Freitas Gumiaraet e C, ra do Sa-
lan n. 26.
Garnier, ra do Ouvidor n. 69.
Escriptorio da typographia do Crrelo.
Mercantil (o 9r. capitao Cesar), ra da Quitanda
n. 55.
AttenqaQ.
Desappareceu no dia 17 de jolho om eseravo de
nome Manoel, representa ler 50 annos, de nafSo
Angola, cora ot signaes seguintes : estatura baixa,
faltas de alguna denles na frenlc e falla muilo ; le-
vou camisa azul j velha, calca branca de brim liso ;
suppe-se andar nos arrabaldet desta cidade : rola-
se as autoridades policiaes e capilaes de campo o
apprehendam, elevem-o ra larga do Rosario, loja
n. 40, deManoel Jos Lopes, ou i ra do Mondego,
silio n. 45, que sero bem recompensados,
Quem precisar de urna mulher de idade para
ama de urna casa de pouca familia, para cozinhar e
eugomraar, menos comprar, dirija-se ra dos Mar-
tyrios o. 21, casa junto a do lampeas. ~
Prceisa-se de urna ama para lodo servieo de
urna casa de portas dentro, menos cozinhar: a Ira-
tar na ra Direila n. 91, primeiro andar.
Precisa-se de nma ama de leite : na rna dai
Calcada n. 9.
_ Qoarla-feira, 1. de agosto, depois da audien-
cia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feilos da fazenda, e as
horas do costme, ha ariemalarao em ultima praca
dos bens penhorados por execucSas da fazenda pro-
vincial, contra ossegoinles devedores: Jos Mara
Placido de Magalhaes, a cata terrea-construida de
pedra e cal com sotao, .ia Iravessa da ra Augusta u.
5, com 32 palmos de frente e 40 de fondo, cozioha
dentro, quintal pequeo e cacimba aiada por aca-
bar, por 6008000; Vluva de JoSo Antonio de Cas-
tro, casa (errea meia-agua, n> roa de S. Francisco
n. (3. com 40 palmos de frente c 40 de fundo, cozi-
nha dentro, por 5009000 ; o terreno da casa terrea
de laipa, no boceo do Quiabo n. 52, na freguezia das
Afogadm, com 30 palmos de frente. 80 de-fuudo, e
ama porejo de tenas, resto da dita casa, por 259000;
herdeiros de Joaquina Mara da Coneeieao, a renda
annualdacasa terrea meia-agua, na roa da Senzala
Nova n. 3, por 489000 ; Ignacio Joaquim Ribeiro,
a renda animal da casa terrea, na roa da Alegra n.
2, por 72E000; D. l'raneiica Thomazia daConcei-
i;ao Cunha, a renda aonoal da casa de um andar com
craude quintal, na rnl do Hospicio1 n. 6, por 1600 ;
Barlbolomeu remandes de Oliveira, por Joao Stuart
Borbarema, um bilhar com um forro, por 309000,
doas bancas grandes pintadas, por 3, doas ditas pe-
quenas, por 2$, um toueador, por 19, om marcador,
por 19, qualro tacos, por ), cinco raassas, por 19,
urna mesa velha com gaveta, por 500 rs., dous can-
dieiros de flandres, por 200 rs., dous mozos, por 19;
Caelano de AssisCampos, duas bancas de amarello,
por 69, cinco endeiras da mesma madeira com assen-
to de palha, por lii; ; Joao Gomes Pereira. a arma-
gao da loja de sapaleiro, na ra Direila n. 100, com
caixilhos envidragaitos, por 109 ; Gregorio da Costa
Monleiro, urnas laboas de pinna-de armago, por
29, um balean da mesma madeira, por 19,' am caixAo
para amostras de venda, e oulros objectos de uso de
laberua, ludo por200S0-: quem quizer langar em
ditos bens, coroparega as 10 horas do dia annuncia-
do. Recife 28 ilejolho de 1855. O solicitador da
razeuda provincial, Jnsc Marianno Ae Albuquerque.
Aluga-se par alum estibelecimento a princi-
palmente ptra cocheira, um-grande armazem com 4
portoee largos, no lugar d Ponte Velha da Boa-Vis-
ta, junto a mat; a pessoa que tlic convier, dirja-se
serrara do ilerro da Boa-Visla.
Perdeu-se no dia 29 do corrente mez dejolho,
do Chorp-menino al o Cachang, um allWte djliri-
Hianle ; a pessoa que o achar e quzer^^MBl-lo,
dirija-se ao mesmo Chora-menino, sitioft Antonio
Jos de Castro, oa na ra do Vigario ni iaf qua tara
recompensado.
Precisa-se de nm prelo pira o senigode urna
casa de pasto : na roa do Trapiche o. 28.
No armazem de JoSo Msrlins de Barros, Ira-
vessa da Madre de Dos n. 21, precita f iar ao Sr. Pedro Jos da Costa Caslello Bfanco, que
se julga morador no engenho Monte, afim di dar-se-
Ihe am impor ante recado do lllm. Sr. Joaqun Au-
gusto Xavier Caslello Branco, residente na villa de
gueda, em Portugal.
Vicente F. dos S. Caminha comproa por eontt
do Sr. Antonio Lncio Fiuza Lima, morador no Cra-
to, doas meios bilhetes ns. 3071 e5974 da lotera 9.
concedida a beneficio da empreza da cultura d amo-
reiras, no Ri de Janeiro;
Desappareceu da casa do abaixo assignade; no
dia 29 de julho, o preto Jos, com os signaes seguin-
tes : alio, cheio do corpo, cor fala, nariz grosso, ps
apalhetados, sendo o p direito incitado at o torno-
zello, e tendo os dedos grandes um tanto abertos,
filia como se fosse crioulo ; levou camisa e ceroula
de algodao e chapeo de palha j velho, o qual esera-
vo eslava em poder do mesmo abaixo assignado na
qualidade de Dador de Joaquim Ferreira d Barros
Lobo ; portanlo roga-se as autoridades policiaes, ca-
iles de campo ou a qualquer pessoa qoe o appre-
ender, levem-o casa do abaixo assiguado, 110 lu-
gar da estrada da Torre, que serSo gratificados ; e
protesla-se contra qualquer pessoa qoe d asilo, oa
acoite o referido eseravo. Joao Ribeiro Pessoa de
Lcenla Jnior.
-No escriptorio de Domingos Alves Maiheus, na
ma da Cruz do Recife n. 54, deseja-se fallar a nego-
cios de interesse, ao lllm. Sr. capitao Innocencio
da Cunha Goianna e Joao Paulo d Suuza, e como
senaosaiba de suas moradas, pede-se aos mesmos
Srs. qne se dignem comparecer no mesmo escripto-
rio, ou annunciem suas moradas para serem procu-
rados.
Manoel Luiz da Veiga.autorizado pelo Sr. pro-
curador geral interino da veneravel Ordem Terceira
de S. Francisco da Penitencia desla cidade, pelo
presente1, chama aos devedores do foros da mesma
ordem, a viera pagar ditos foros at o dia 10 de
agosto prximo fuluro : na roa do Livramento n.
27, seguudn andar todos os dias das 6 da manhaa s
9, afim de naocahirem em commisso.
CAPAS DE PANNO FINO.
Na ra do Queimado loja n. 18, vendem-ae ricas
capas de panno fino proprias para viagem, peto" ba-
rato prego de 18*000 rs.
Tendo Jos Gongalvcs Braga contratado com o
conselho administralivodo.90 balalhao de infantaria,
applicar sanguisugas aos doentes do hospital regi-
mental durante o espago de am anno, pelo prego de
160 rs., e nao tendo comparecido al hoje com o seo
fiador para assignar o termo que eslabelece as bases
do referido contrato, o mesmo consejho convida no-'
vamenle, por Itl motivo, aos que se quizerem io-
Mimbir de semelhante encargo,a se apresentarem no
dia 30 docorronte, no quarlel da Soledade pelas 10
horas com soas proposlas em caria fechada, e seas
respectivos fiadores, em pessoa oa por caria para
firmarse o contrato logo depoia de (inda a arrema-
tagSo.Joaquim Antonio de Moraes.aileres agente.
Precisa-se alagar urna escrava para cozinhar e
fazer o tervigo externa e interno de urna casa de
pouca familia : na roa Direila, sobrade n. 86, se-
gundo andar.
Alaga-se nm moleqoe de 14 annos, ptimo de
servieo de cuia, e urna negra cozinheira e engomma-
deira : quem delles precisar, dirija-te i roa da Man-
gueirn n. 5.
Precisa-se de urna ama qoe eozinhe o diario de
ama casa e faga o maisservigo, menos engommar e
ensaboar, agradaudo o servigo paga-se bem : na ra
dos Marh ros, taberna n. 36.
Aviso a qoem se achar credor com qualquer li-
tnlo da fallecida Mara de Sanl'Annn Cavalcanti,
queira dirigir-se a tratar na ra, Direila dos Afoga-
dot n. 26, islo no prazo de 15 dias, do contrario fi-
car sem elTeito.Bermrdioo Francisco dos Santos
Bezerra.
Na qarta-feira, 1. de agosto, em presenca de
lllm. Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha de -arrematara
armara e mis objectos existentes na taberna o. 60,
em frente da ra do Aragao ; isto pelas 10 horts da
manhaa, i reiuerimento da viuva de Jos Rabello
Tavares. s
O abaito assignado ficoo com a fabrica de cha-
rutosA FAMA VOA,no Trapiche Novo u. 20,
que foi de sen fallecido irmao Manoel Antonio Tei-
teira : rogase aot seus freguezes queiram apparecer
na diu fabrica que tem grandes sorlimentos de cha-
rutos de (odas as qoalidades bom e bsratos.
Jos Antonio Teixeira.
achar
O Sr. Joao Baptista da Catiro lem urna carta
vinda do B iode Janeiro: na ra do Cllegio botica
n. 10.
Prtcia-se de um rapaz para riixeiro de um
engenho ni freguezia da Escada : quem pretrader
dirija-se a roa da Senzala n. 38, junto do Johnston.
Precisa-iB de ama am forra ou captiva para
caa de poaca familia : na ra treila do Rotario
deposito di: pao a. 4.
Offirec-te ama mulher para ama de leite : a
tratar na ra da Moeda n. 27.
Arreuda-se um sitio na estrada do Rosariobo,
coro casa bastante grande, muilo ba baixa para ea-
pim, e mui tai arvore de fruto de diversas qualida-
de! .-quem o pretender dirtja-se a roa Nova |n. 1.
Est fgida a prala Joaquina, bem conhecida
por vendar tapiocat ha muito lempo, ella j nao ha
moga, lena o cabelles brincos e com auna grande
falta qae (rece eoroa, levou iaia de barra cor de
rota, panno ^da Cotia atol com ristras brancas ; ha
desconfianga qae ella s* lenba evadido para Podras
de Fogo, oode j esteva fagida 5 raaaas 1 par lato te
toga ii aaloridadea policiaes e mais paseaos qae a
figam prender e leva-la travttta da Trapicha Da-
mero 9.
I.enp 1 non. 24 do Poco am peqaeno artigo
em qua se adultera o ficto que tare lagar entre o
portuguez Joaquim Ferreira Coeio e nm moleque,
que he mee eseravo, ettno amante da,verdade nao
posso deixai: de fazer algumat'reflexoei a respailo,
mormente quando,Ttje que se procuruu lanjar ta-
bre o Sr. subdelegado a pecha de iodolecte uo cum-
primento deseos deveres. O moleque Jlo lado a
taberna on la he caixeiro Coelho, luccedati que esta
lando molti gente dentro della o bolaattaa para ^i,
ifim de nao augmentar o numero dos ojtta ettavam
presentes, o moloque porm em logar ds obedeeer-
ilie relorqiiio-lhe com alguna desaforeV o que
deu logar 1 que Coelho langaado mao dai na baca-
lho (peiie.i Ihe deste com elle urna pancada na ros-
to, por acaso ia passando o inspector Res veado
semelhante birulhu j'olgu conveniente prender am-
bos os contendores, averigoaado-se pornt qae nada
mais lioha havido do qoe o que cima nirrei, o Sr.
subdelegado houve por bem manda-Ios tallar. Eii o
fac tal quil se pusoa ; o moleque na foi espan-
cado com am ccete como asatveVa o tal peridico,
porque se o fra.eu na qualidade de tea senhor, lan-
garia roaocigt meros judiciarro contra quem quer
que lal omine. Julgo conveniente essa deelaraglo,
nao s para qoe o publico fique Intetrads do eosao
se deu o fado, como lambem para que ttala pense
que o Sr. ttbdelegado porlou-ae a espeito, aaeam
pensadamente como incaica quem quer qae be aa-
lor do lal artigo do Povo. Estenio Jorge Baptista.
Fogio no dia 21 do crrente do engenho Qne-
laz, fregu fia de Ipojuca.um moleqoe de nome Ma-
noel, o qual lera pouco mais de qoinze annos, coa
os signaes seguintes : boa altura, magro e retinta ,
ladino e bastante trampolineiro, tem mos e ps be-4
111I01, talhot no rosto, e as feigoes afemiuadss e bous
denles. Levou camisa de riscadinho encarnado e
calcas bran<:as: quem o prender oa della der noti-
cia ser bem recompensado levando-o aadilomge-
nho 00 no Recife a Antonio Lepes Rodrigues, na
na da Cadcu, escriptorio de Sr. Manoel Josqun
Ramos e Silva.
Desappareceu ao abaixo assignado de dentro
daagveti do urna banca,por occasiao de mudar-te da
ra Direila para a do Queimado, am alfinele de pei-
lo redondo com urna cobra panada, e sobre a mes-
ma urna fila de esmalte verde, o am par de rosetas
do mesmo molde, com a fila do mesmo esmalte ;
desconfia-so terem sido roabados por nm preto ga-
uliador que eonduzio a mesma bva'a. xjaga la a
pessoa a qoem for ditas obras oQereeiaa* fu a^vsa-
hende-lai, (1 se algaemsas tiver comprado fin lat aatT
a casa do abaixo assignado na roa do Qaeieaade a.
48, que receber do mesmo a quantla despendida.
Perdeu-se no dia 30 do correte, detde o Bar-
ro al ao atorro dos Afogados a quantia de 2739,
sendo ires (dalas de 50J e mtis diohifo' miado ;
quem achoa sendo pessoa de confianca, a quereado
restituir se Ihe dar 509 4e gralificngSo, e*oaef5
entregar a dita quantia em Santo Antas a Massat
Antonio dos Sanios na rtla dos Corraes on no Recife
na roa do Rosario venda do Sr. Poca.
Noguaira & Oliveira fazsm scieute a* respei-
lavel publico qae coinprartm o armazem da ra do
Vigario 11. 11, que gyrava com a firata da Jos A-
tonio Fran ;a dt C, lvre e desembarazada : qual-
quer pessoa que lenha alguma reclaraagao a fazer o
fara no prazo de oito dias contando d data deste, a
qoando nesle prazo o nao faca, depois Motar at-
tendrao na forma do (rato estabeleeids. Rscifo 90 de
julho de 1855.
.' Francisco Antonio Pereira retira-so para Por-
tugal, deiande. por aeu bastante procoaador Jos
Antonio Pereira V.,morador na cidade danrahiba.
Alu ja-se um sitio no lugar dof Aflo-
jados, na ra de San-lf iguet n. 39: a
tratar na Boa-Vista, ruada Gloria n. 69.
Precisa-se, para ama casa eslrangeira, alagar
ama preta escrava, que seiba bem lava de brrela
e engomm r perfeilainenle, e paga-se con vanta-
gem : quem assim a tiver dirija-te ao hotel inglez,
que se dir com quem contratar.
Manoel Joaquim Pereira, sendo cre-
dor do finado Manoel Caetano Soares Car- '
neiro Montejro, hoje a seus herdeiros por
titulo de lettras que Ihe couberam em
partilha de seu sogro Jote'Francisco Be-
le'm, chega a sua noticia haver-se no dia
28 do corrente mez posto em ledao os
bens de raiz, que devia m fazer face ao seu
pagamento e ao dos -lemai credore ; e
como a maneira porque tal venda se fez
lie inslita e nulfa por muitos motivos,
pela sua parte protesta nSo conforma r-se
com ella, assitn como protesta contra
aquelles compradores que dot meemos
bens cstejam de posse por tao estranho .
meio, haver pelos mesmo* o seu paga-
meuto, c: por todos os bens que porven-
tura' tenham' de fazer o activo do casal
inventariado. E para constar faz sciente
a quem convier.Recife 39 de jumo de
1835.Miguel Archanjrj Fernande Vi-
anna, procurador.-M
Aluga-se um sobrado na ra do
Amparo em Olinda. com commodospara
grande familia, ptimo quintal cacim-
ba, em um dos nelhores lugares, por ser
no largo do Amparo, quem a preten-
der dirija-se ao Recife, ra das Cruzes'a.
06, junto a esta typogrsphia.
AttencSo.
Aabaixi assignada, vinva de JulUo Portelln da
Silva, declara otra coiiliecimento do respeilavel pu-
blico, qoe tem retirado todos os poderes qoe havia
conferido a Simao Jos de Azevedo Sanios para tra-
tar de seus negocios, fienndo sem effeito a procoragae
que para este fim paseara ao mesmo Sanies, com
quem ninguem poder tratar negocio algum relativo
a annonciante, qae protesta proceder contra elle, e
contra aquelles qae com elle trataren), usando para
iiso dos meios que Ihe facultan! as leu. Recite 27
de jolho ce 1855.Joaquia JCronyma de Jess.
No oia 31, as 11 horas, na sala das audiencias,
depois de fiada a do Sr. Dr. juiz de ausentes, te ha
de arrematar um sobrado de am andar n. 92, sito na
rna Imperial, com 34 pilmosde frente, 79 de fondo
a mais 252 para quintal, em chao proprio, avaliado
em 2:0009000, periencanre ae finido Antonio da
Trindade. ?
Por despecho do lllm. Sr. Dr. juiz do civel da
primeira vara, vai praca por venda a casa terrea, -
sita na ra' da Roda n. l, para ser arrematada a
quera raaii der.
Aos senhores de engenho.
No primeiro armazem do bocee do Gongalvcs. ven-
dem-se meias barricas de farinha da mais toperior
qualidade.
Os Srs. Manoel Fernandes Rodrigues e Joao'
Francisco da Silva, moradores em Po-d'Alho. te-
nhim 1 hondada apptrecer no Recife, raa do Qjiei-
made, loja n. 10.
Precisa-se alagar urna ama secca, preta, forra
00 captiva, para tratar da dous meninos: no aterro
da Boa-Vitila n. li, loja.
Qph tiver urna preta para, alagar, dirija-te i
ra do Jar iim n. 65.
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva tem carta
na livraria a. 6 e 8 da praca da Independencia.
FaJDICAO'.

Na fandigao de Jos Baptista Braga, na ra Nova
n. 38, fnnde-se toda a qualidade de obra de bronze
e latao, assim como faa-se qualquer obra tendente a
latoeiro e funileiro com toda a perfeicao e preco-
commodo.


PIMO DE KRRMBUCO TERCA FEIRA 31 DE JULHO DE 1855

i
Precisa-se de uma ama cipaz para engammar
em urna cmh de pouca familia : na rua do Cabug,
luja n. 2.
Precisa-te do urna malher capaz, Torra ou es-
crava, que saiba eozinhtr een.inmmar perfcilamen-
te, e fazer o raais servido de una casa da pouca fa-
milia ; pitease a contento : nii roa Nota u. 2, o
no alerro da Boa-Vida n. 38.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL
UNGENTO HOKLOWAY.
Militare* da individuos delolas s naques podem
testemunhar asvirludesdeste re medio incoraparavel.
e provar, ero caso necessario, que* pslo oso que del-
le fxeram, tem aeucorpo e mnmbrns inteii.imenlc
saos, depois dehtver empregaco intilmente oulros
trlameulos. Cada pejsoa pcder-e-ha convencer
dessas curas maravilhosas pela leui a dos peridicos
que Ih'as relatan todos os dias ha emito* anuos; e,
a maior parta dellas sao to sorprendentes que admi-
tan os mdicos nais clebres. Qututlas pessoas re-
cobraran com eite soberano- remedio o uso de seus
bracos e pertiar, depois de ter peimanecidc louge
lempo-nos hospilaea, ond deviam soffrer a ampu-
tarlo I Dallan ha nuitas qae havemlo deiado esses
asylos de padecinento, para se na submetterem a
i'ss operadlo ilolorott, furan curadas compleimen-
le, nedianlc o oso desse precioso remedio. Algu-
mas daa Ueapeaaoaa, na efusa) de seu reconheci-
meolo, declararam estes resuldos benficos diante
"lo lord corregedor, e outros magistrados, am de
' 111 a i s autenticaren sua allirnaiiva.
Ninguem desesperara do eslido de sua saude se
tiveaae bastante confianca para ansaiar tsle remedio
conslanteneole, seguiodo algn lempo o Irata-
meuloqtie uecessitasse a nalurnza do nal, enjo re-
sultado seria provar inronlesUivelmente: Que ludo
cora v
O ungento he til mais particularmente nos
seguiutet casos.
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.'
Cortaduras.
Odres da cabe ja.
-a das costas.
cutis

N
matriz.
Lepra.
Males (las peritas.
dos peilos.
de olhos.
Mor leduras de repiis.
Picadura de mosquitos.
Pulmftes.
Que mad.-las.
Sarna.
Supuraees ptridas.
Tiltha, em qualquer par
te que seja.
Tremor de ervos.
'Ulcciras na bocea.
do ligado.
_ das arliculaces.
Veas torcidas, ou neda-
' das as pernas.
dos nembros.
Kufermidades da
en geni.
F.t>fermida4es do ano*.
Krupc&s escorbticas.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falla de ca-
* lor na* exlrenidades.
Frieirat.
Gengivas escaldadas.
Incitares.
Inflammarao do ligado.
da bexiga.
Vcode-se este ungento (no eilabt lecimento geral
de Londres, n. 244, Slran4,e na loja de lodos os bo-
Iftariot, droguistas e outras psimas 'jncarregadasde
sua renda era ioda a America do Sol, Havana e
llespan..
\ ettde-ae a 800 ris cada bocelinl a, conlni'uma
instrucc.3o ani portuguez para aplicar o modo de
fazer uto destu ungento.
O deposito {eral he em casa do Si. Soum, jhar-
maceulico, na roaj da Cruz n. 22. em Pernam-
baco.
. O Or. Ribeiro, medico tela univertidade de
Cambridge, contina a residir na roa ta Cruz do Ke-
clfe n. 49, 2." andar, onde pode sct procurado a
qualquer hora, b convida aos pobres para contullas
gratis, e meanio os visita qdando as circumslancias o
eiijam, faz especiadade das molestias dos olhos e
ouvidos.
- PEBDA.
Um lenQo de cambraia de linlto com labyrin-
llto em roda, lavado, .mas anda novo, com bico de
liuho em folha, perdeo-se do Moieiro para o Cal-
delreiro ; a pessoa que o tiver achado e quizer res-
tituir, leve-o na filio em qae se nena o l'orlomrrei-
ro, que sen gratificado.
O abao assignado, ojo pndentlo despedirle
pfls*aalnente ele tudos os seus amigos rea rapidez de
- su*-rV para o Rio de Janeiro o faz por esle
meio, ofetecendo-lhes o seu djminuk preslino na-
quella corle, onde se demorar a'gnn lempo.
Joaqun Vi ippe da Casia.
Tendo JosGoncjalves Bragf ronlratado con o
conselho administrativo du nono batalhao de infanla-
ri.i applicar sanguesugas aos doenles o hospital re-
gimenlai durante oespaco de un anne, pelo preco-
de ItiOrs., e n.-lo tendo comparecido ale noje como-
sen fiador pan assignar o termo que estabelece as
bazes do referido contrato, o mes no conselho convi-
- da -o vanen te por tal motivo aos qutt se quizaren)
enetinihir de semelhanla encarno a se apre&sntar
no da ;10 do-crrenle no qoartel ta Soledade, pelas
10 lloras, com suas proposlas em caria fechada, e
seo* respectivos fiadores em pe-tsoa. oueon caria
para firmir-it e contrato loga depois de'finda a cr-
remataeflo-----Joaqaim Antonio de Moraes, alteres
agente.
Agfsoho Marlios Moreir, subdito porluguez,
ehegade da cidade do Ico a esta capital, vai a Eu-
ropa.
d A pessoa que quizar adianlar I.OOftJOOO para
feceber em lijlos de alvnarm gross* de primeiro
qualidade, dirija-se i roa Nova b. 18, para tratar da
ajuste.
BOA GRATIFICADO'.
Na noile de 25 do etrrente mea de jtillto perdeu-
adesden ea*a do 8r. Frederico Robilli.rd, no Poco,
alo a rua da Cadeia Velha, um aouel de ouru esmal-
tado, com on hrilhanle : a pessoa qoc o achou e
quizerreatllui-ro, dirija-se rua ta Cadeia do Reci-
fe o. 36, primeiro andrr, que recebor.i urna gntlifi-
ca{lo generosa.
H. Scasso. modista, receben de Franca flores
-mullo ricas para baile : no aterro ta Boa-Visla
n.31.
Attenco.
. Recehem-so pensionistas internos o evlernos para
ensinar os preparatorios com perleicao : oo Moude-
go n. 56, antas da travessa da Trempe.
Ninguem conlrale ncm^ompre parles algunas
perlencenles ao sitio con casa de sobndo, no lugar
da povoacSo de Beberibr, que foi do Baado cipilao-
mor Soulo'e su i mulher D. Anna le Jetos Nobalhos,
por sso que (em de se liquidar estas purlillias por
parte da filha, o herdeira do finado Jjg Venancio
Pimeula de Carralho,que mal e indevidamente se fi-
zeram, e te esta tratando dos devidos preparatorios
para esta reivindicarlo, e para qae ninguem se cha-
me a engao, fago o prsenle aununcio. romo procu-
rador da GHia < genro do dilo Pimenla.
Albino Jos Ferreira da Cunha.
* 99
S DENTISTA. S
W Paulo Gaiflnoua, dentista fnncez, estbalo
9 eido na rua larga do Rosario 36, seenndo
9 andar, eollcca dente* com gengivaaiirlificiaes,
9 e dentadura compleU, ou parle de la, com a 9
9 presso do ar. m
t 9
#* 99^)9 O SOCIALISMO.
!"# ajsnwal Ahrta t> Lima.
Acaba de pe ttlicar-se esta interessante obra, que
trate do socialismo chrisOo, e lambem da guerra do
Oriente un leda a historia religiosa ii poltica at
as conferencias de Vienna.
Os senhont atsignanles poder, mandar receber
o seos exempliras daquellas pessoas a quem liveram
a hondade de assignar. Continua a hera"as'assignala-
ja ule o fim do crranle mez de jnlho, a 20000 cada
exemplar, oo eacrlptorlo do Diario de Ptrnamtiuco
praca da Indepoodeneia, na loja de livros dos Srs.
Ricardo de Freilas & C, esquina da roa de Colle-
fiio ; as lojas to Sr; Jos Moreira Lrpes, rua do
Uuenado casa amareHa ; doa Srn. Sii|ueira. & Pe-
reira, Antonio Francisco Pereira eBrekenfeld, rua
do Crespo ; do Sr. Luiz Antonio de Siqueira. rua
da Cadeia do Redfe; e em casa do nolor, j.i en-
quademada. paleo do Collegio eaan amarada no 1.-
andar ;aseitn como as maos das metimat pessoas,
qutt ate agora lem lido a bondade de agenciaren as-
signatnras. Findoo presante n;z, vender-te-he
cada um eaemitiar avulso a 39 rs.
Companhia Peraambuqana de ;navega^ao
coateira.
O conselho de diree^ao convida tos Srs, aecionis-
latvdamesma einpreza a9acluaren al o da 31
do crranle mez mat 10 por cento ubre o valor
* das aeces quo subscreveran; e o encrregado dos
recebinenlos he o Sr. F. Coolon, na rua da Cror.
n. 2b.
Aluga-se o primeiro andar dofcbrado da roa
da truz no Kecife n. 40, proprio para qualqoeret-
l.oeleciatf Dio : a IraUr na mettna rua n. 49. nri-
metro andar. v
Regkneiito de cnstaii.
Sahio a luz o regiment daa c.istas judi-
ciite, annotado com os aviaos jue o a Ite-
ra ram : yende-se a 500 reia, na livraria
n. 6 e 8 da prara da Indcpend;na.
Precisa-so por alogoel de 2 pela* esenvas
para o servio de casa : quem as livor; dirija-se
rua deS. r rancisco, sobrado o. 8, como quem vai
para a rua Bella ou Mundo Nevo
S$?. -t9999
PARA EXAIE El MARCO. 8
Manoel Cassiano de Olive ra Ledo, legal- 5
meajle aulonsado, dar principio a um corso
perliculardeGeomelrianoldoagoslo: quem 9
qnizar diriia-se a roa de Quaimado n. 14, S
primeiro afida*. A 2
9999999-9i9 999
CONSULTORIO DOS POBRES
50 mUA NOVA 1 AJTOAR
50i
O Dr. P. A. Lobo Moscozo di conaulias hwneopalhieas lodoa os dis aos pobres, desde 9 hora da
manA" e,<> du* em C8S0S exlraordinarttis a qualquer hora do dia ou noile.
n,-'it6*? 'S"31"616 Par* praticar qualquer operat;o de cirurgia, e acudir promplamenle a qual-
quer mulher que eslej nal de parlo, e cujas circumslancias nflo permitan) pagar ao medico.
W OONSULTORI DO H. P. A. LOBO MSCOZO.
50 RUA NOVA 50
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina horoeopalhica do Dr. G. fl. Jahr, Iraduzido em por.
tuguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados em dous e acompanhado de
um diccionario dos lermos de nedicina, cirurgia, anatoma^ ele, ele......
Esta obra, a mais importante de todas as que tralam do eslndo e pralica da homeocalhia or
queconlm abase fundamental d'esla doutrinaA PATHOGENESIA OU EFFETOS IMIS,,
MENTOS NO ORGANISMOEM ESTADO DE SADE-conhecimentos que nao poden dispensar as nes^
soas que se queren dedicar a pralica da verdadeira nedicina, interessa a lodos os nedicos que auizr-rem
ezpennentar a donlrina de Hahnemanir, e por si mesmos se convencerem da verdade d'ella a lodos n
razendeirosesenhoresde engenho que esiaolonge dos recursosdos mediros: atodosos capilaesde navio
que urna ou oulra vea nao podem deiaar de acudir a qualquer incommodo a>u- ou de seus Irioulanles
a lodos os pas de familia que por circumslancias, que nam sempre podem ser prevenidas, aao obriea"
dos a prestar n conttnenti os primeiros socenrros em soas enormidades. "
O vade-mecum do homeopalha oo tradoccao da medicina domestica do Dr. Hering
obra tambera ntil t pessoas que se dedioam ao eslodo da homeopalhia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos lermos de medicina.....
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele., etc., encardenado
Sem verdadeiros e hem preparados medicamentos n5o se pode dar um passo'seguro na pralicTr
homeopalhia, e o proprielano desle estabelecimento se lisongeia de le-lo o nais bera montado powvel
ninguem dovida boje da grande superioridade dos seus medicaroenlos. P"stvei
Boticas a 12 tubos grandes............. osnnn
Bolicas de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 12 el 5JO0O rs."....... ^^
Dilas 36 dilos a ,........... onvvm
Dila. 48 dilos a .......... K SS,
Ditas 61) tu.- v ....... 5000
20000
lera nica
MEDICA-
109000
33000
da
e
los
dilos
dilos
Dilas 141
Tubos avulsos
Frascos de meia onea jle lindura. .'..'...'.'. '.[''"''' '
Ditos de verdadeira lindura a rnica..........*.*.*..'"*
Na mesma casa ha sempre i venda grande numero de lobos de crv'sla .le diversos
oTr^oTZAtZZ?-* qU"qUer eBCOnUnenda de -dieamenloscornTod? ZT^l
SOaJOOO
nmm
ijooo
25000
2S000
TRATAMENTO HOMOPATO
Preserva tico e curativo
DO CHOLERA MORBUS, *
PELOS DRS
^k. .aat-^oxa -_; BT-J ,c^ i- M v
oa inslrticrao ao povo para te poder curar desia enfermidiii ili^XT^"^^^ -i^- a
- TR.VDUZLDO EM PORTUGUEZ PELO )R. P. A. LOBO MOSPOZO
Esles doos opsculos eonln as indicacoes nais claraa c nrecisas > nei-. ... .!..
cao ala ao alcance de lodas as inlelligencias nao s pelo qoe' diz rlpeTto^s m!SrCaeU*" PT
cpalmenle a..s preservativos que lem dado os mais salisfactorio^ rniia!.I" ^?llvo"' comoPr'n-
elles len sido poslos en pralica. ausiacionos resollados era loda a parle era que
Sendo o Iralamenlo homeopalhico o nico aue lem ,ljn m4 ,, ,
velenferni.la.le. julsanosa proposi.o (raduzir le, dous DDorUn. ?Cl,ra,'V0 de,,a horn'-
l.,parade,larlefacili.ar a sualeilura a quem "orco frarez e P*o em lingua vernacu-
Vende-se onicanenle no Consultorio d.. lradnctor, roa Nova 52, por 2&000 rs.
MASSA ADAMANTINA.
Roa do Rosario n. 36, segundo andar. Panto G.ii-
gnoua, dentista francez, chumba os denles con a
nassa adananlina. Essa nova marivilhosa com-
posicjlo lem a vanlagen de encher sem presaao dolo-
rosa (odas as anfractuosidades do denle, adqoirindo
em poucos instantes solidez igoal a da pedra mais
dura, c permita restaurar os denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva. .
- .'IBLICAlAO' DO INSTITUTO 110
MEOPATHICO DO BRASIL.
THESOURO BOMEOPATHICO
' OD
\ VABE-MECUM DO
\ HOMEOPATHA,
I Melhodo concito, claro e irguro de cu-
rar homeopathicamente todas as molestias
que affligem a especie humana, e parti-
cularmente aquetias que reinam no Bra-
sil, redigido segundo os nelhores Irala-
1 dos de homeopalhia, lano europeos romo
anericanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgera
Pitillo. Esta obra be Itoje recouhecida co-
no a raelltor de lodas que tralam daappli-
ca$So homeopatbica no curativo das mo-
lestias.- Os curiosos, principalmente, nflo
podem dar um passo seguro sem possni-la e
consulla-la. Os pais de familias, os senho-
res^rje engenho, sacerdotes, viajantes, ca-
pilaesde navios, serlanejoselc. ele, devera
te-la i mito para occorrer promplamenle a
I qualquer caso de moleslia.
Dona volumes em brochura por 109000
1 encadernados 11|000
I Vende-so nicamente em casa do autor,
rua de Sanio Amaro n. 6. (Mundo No-
vo).
M oS m Prel n,00 e ,em vifios-
E?.m ^ Uma ca'a de familia P'Ra-se bem
" ''V:r >'" hiipr. anuuuciePou otrija-se
"rala? 'ypo!rap,"a' 1ne lh di" com quem deve
COMPRAS.
EsfiKa,- "^ir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RL'OFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
posto Tn ordem alpltabelii-a, rom a descripcao
abreviada de lodas as molestias, a in.licacao phvsio-
logica e Iherapeulica de todos os medicamentos ho-
raeopMhiros, seu lempo de acjflo e concordancia,
seguido de un diccionario da sign1icac,A de todos
os lermos de nedicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do'povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Sobscreve-se para esla obra no consultorio honeo,
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, rua Nova n. 50-
primeiro andar, por 5000 em brochura, e 65OOO
encadernailo.
0 Dr. Sabino Olegario Ludgero* Pinho, I
miduu-sc do palacete da roa deS.Francis- /,
co n. 68A, para o sobrado de dous atida- .1
resn.6, ruada Santo Amaro, (mando novo.) 1
INFORMAgO'ES OU RELACO'ES
SEMESTRES.
Na livrarian.-6e8 da praijada In-
dependencia, vende-se relacoes semes-
trae8 por prero commodo, e querendo res-
mas yende-se ainda mais emeonta.
Novos livros de homeopalhia mefrancez, obras
lodas de sumna importancia :
Uahnemann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
-iumti............ 209000
Teste, irolesdas dos meninos..... 63000
Hering, homeopalhia domestica..... "cOOO
Jahr, pharmacopa bomeopalhica. 65000
Jahr, novo manual, 4 volumes .... 168000
Jahr, molestias nervosas....... 69OOO
Jahr, molestias da pelle....... 8j)O00
Rapou,historia da homeopalhia, 2 volumes 169000
JJarthmann, tratado conpleto das molestias
dos meninos.......... 10500o
A Tesle, naleria nedica bomeopalhica. 89000
De Fayolle, doutrina medica honeonalhica 70000
Clnica de Slaoneli ...... 60OOO
Casling, verdade da homeopalhia. 48000
Diccionario de Njslcu....... 103000
Altlas completo Je analomia com bellas es-
lampas coloridas, conlendo a descripcao
de lodas as parles do eorpo humano 308000
vedem-se todos esle* livros no consultorio homeopa-
lhico do Dr. Lobo Moseoso, rua Nova 11. 50 pri-
meiro audar.
AULA DE LAT1M.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a-sua aula para a rua do.Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desd ja' por m-
dico preco como he publico: quem *e
quizer uttlisar deseupequeo rtrestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDOCAyAO DAS F1LHAS.
Kntro as obras do grande Fenelon, arcebispo de
Canbray, merece mui particular menc.3o otratado
daeducacao das meninasno qnal esle virtuoso
prelado ensina como asmis devem educar toas fi-
jhas, para um dia engarem a oacupar o subline
lugar de mi de familia ; torna-se por tanto ama
necessidade para todas as pessoas qne desejam gui-
a-las no verdadeiro caminlio da vida. sl a refe-
rida obra Iraduzida en portuguez, e vende-se na
livraria da praja da Independencia n. 6 e 8, pelo
dininolo preco de 800 rs.
O Dr. Joo Honorio Bezerra de Me-
nezes mudou a sita residencia da rua
Nova, para a rua da Aurora obrado n.
62, que faz esquina com o aterro da Boa-
Vista,* ah continua a exercer assua pto-
fissao de medico.
t J. JANE, DENTISTA, i
9 continua a residir na rua Nova n. 19. primei- tt
9 ro andar. r j
-y Aluga-se un moleqoa para casa estrangeira,
qne cozinha bm a franceza ou porlugueza : a Ira-
lar na rua de S. Francisco o. 7.
-.7 omPrl"n-se accoes de|Beberibe : n* rua lar-
ga do Rosario n. 36, segundo andar.
COMPRASE
oda a qualidade de metal vell.o, menos-ferro: na
MHhW ta-^l1d5rro.?1? da igre'a da ConceicHo dos
MHitare, loja de fumleiro.
rra?^a"Sie Era,a braileir'' hespanhola : na
rua da Cadeia do Recife n. 54, loja.
Na fabrica de oleo de ricino, roa dos Guarura
pes, wnpram-se escravos; nao precisa lerhabilida-
oes, basta sereui nojos e robotlos.
n*~7i,?TPrm.seJPa'aces brasileiros e liospanhes:
na rua da Cadeia do Recife, lojaMe cambio n. 38.
Compram-se espadas e bandas j servidas: quem
as livere quizer vender, dirija-se ruado Crespo
n. 10, loja de Joaqutm Azevedo Andrade.
Compra-se uma casa (errea qne seja boa c nao
en rua etquisila, que leoha quintal e cacimba, sen-
do as freguezias de Sanio Antonio ou San Jos : a
rata.- na ruada Sania Rita as tojas de sobrado n.
o, que(se dir qoera quer. .
VENDAS.
-*r-
A boa fama
amado Qneitnado-nos qualro cantos, loja de
ntudezas da boa fama n. 33, vendem-se osteguintes
bjectos pelos preroe mencionados, e ludo de mui-
lo boas qualidades, a saber : "-"""N
Duzia de tezouras para costara a 18000
Duzta de pentes para alar cabellos 15,500
ecas con 11 varas de filalavrada sem defeilol>00
Pares de meias brancas para senhora 240
I ecas de filas brancas de linho 40
I ecas de bico estrello com 10 varas 560 e 60
Carteiriohas com 100 agulhas, sorlidas 240
Ma^os de cordao para vestido 600
Caixas com clcheles balidos, francezes 60
Escovas finas para denles luo
l'ulceiras encarnadas para meninas e tenhoras :\0
Linhat brancas de nvelos o. ,50, 60, 70 libra 18100
Libras de Imitas de creUe novello l;O00
(rozas de bo(6es para carniza 1 160
Meadas de linhas finissimas para bordar 160
Meadas de linhas de peso \q
Carriteis de linhas finas de 200 jardas 700
Orozas de bolees mnilo finos para calcas 280
Canas com*16 novellos de linhas de marcar 280
lluztade de.laes para senhora 100
Suspensorios, o par ,. ^
Macinhos de grampas 50
Carlas de alfiiieles laa
Caiiinhas com brinqnedo'para meninos 320
Agolneiros nnito bonilot con agulhas 200
lorctdas para, candieiro, n. 14 ^y
l.aiiinlias con agulhas francezas 160
Babadosaberlosdc linho bordados e lisos, a 120 e 240
Alom de ludo islo mitras muilissimas cousas lodo
de muilo boas qualidades. e que se vende muilissi-
no barato nesla bem conltecida loja da boa fama..-.,
A boa fama
Vende-se papel mariim pautado, a resma a 4^000
! 1 ape de peso pautado muito superior, resma. 3NI00
I uno almaco sem ser paulado nuilo bon 2s6O
1 eunas linissmas bico de braca, groza 1S2IKI
Ditas mniloboat, roza ^q
Caivetes finos de 2 e 3 folhas, a 240 e 400
l.apia finot envernisados, dozia 120
Dilos sem ter envernisados, duzia 80
Lelas de mariim muilo bonitas 320
Capachos pintados para salas '(oo
Bengalas de junco com bonitos casinos 500
f. i V.rlnao a0' todas as graduaces 800
l)i tos de ditos de metal branca 400
.nelas com armacao de tartaruga 1S000
Mitas de dita de bfalo jjjq
Carleiras para algibeira, superiores 00
rtvellas louradas para calcas e collelcs 100
esporas finas de metal, o par 800 c 1S000
ranenos prelos de borraxa pararelogios 100 e"l60
iintetrose areetros de porcelana, o par .500
Laixas nquissimas para rap a 610 18000 e 13500
Carletras proprias para viagen 38500
loucadores de Jacaranda con bom spelho 38000
Uiaruieiras de diversas qualidades 100
lletas de laia muilo superior para padres 28000
tscovas fiussiraas para cabellos e roupa, navalbas
Itnissinas para barba, luvas de seda do lodas as co-
res, neias piuladas e ernas de nnito boas qualida-
des, bengalas muilo finas, linta encaruada e azul
prppna para riscar livros. Aln de lodo islo oulras
nuitisajmas cousas ludo de nuilo boas qualidades,
e qt.e se venden mais barato do que en oulra qual-
quer parle : na rua do Queimado nos qualro cantos
ua bem conhectda loja de minaezas da boa fama
A Boa lama.
, Na rua do Qoeimado, nos qnatro cantos, loja de
niudezas da boa fana n. 33, venden-te os seguinles
objectos, ludo de muito boas qualidades e pelos pro-
cos nencionados, a saber :
Penles de tartaruga para alar cabellos a 4SJO0
Ditos de alisar lamben de tartaruga 38000
Ditos de marfira para alisar 18100
Ditos de bfalo muilo (nos 300 e 400
i pitos imitando a tartaruga para atar cabello 18280
Leques fiuissimot a 28,3 e 4.*XX)
Lindas caixas para costura 3a000
Ditas para joiat, mullo lindas a 600 e 800
Luvas pretas de lorcal e com borllas 800
Dilas de seda de edret e sem deleito 18000
Lindas meias de seda de cores para criancas 18800
Meiaa pintadas fio de Escocia para crianzas 240 e 400
Bandejas grandes e finas 38000 e 400u
lranr.a8 de teda de lodat as cores e larguras e de bo-
nitos padrfles, litas finas lavradas e de todas as lar-
guras e cores, bicot finissimos da linho de bonitos
padroes e lodas as larguras, lesooras as mais finas
que he possivel enconlrar-se e de lodas as qualida-
des, meias e luvas de lodas as qualidades, riquissi-
mas franjas brancas e de edres com borllas proprias
para cortinados, e alm de ludo islo oulras muilissi-
mas cousas ludo de bons goslos e boas qoa;idades,
que 4 vista do muilo barato preco nao deixam de
agradar aos Srs. compradores.
.-" veode-se nm preto proprio para qualquer aer-
vico por ser postante : na rua Imperial n. 171.
Vende-se uma boa Tacen de leite,
parida de novo: no sitio do Chora-me-
nino, sobrado da labtica de ra pe.
Vende-se tim cavalln ruco, bastan!> camodo e
pnssanie, e uma lipoin : na oja de fazen.lai da roa
da Praja n. ,50.
A boa fama
Vendem-sc moilo bonitos chapeos de sol de seda
pequeos e eom molas proprios para meninas de es-
cola, pelo barassimo preco de :'oO00 re..; he cousa
tilo galanle que qofem vir n,lo llenara'ds comprar :
na rua do Queimado, loja de miudttas di boa fama,
n. 33.
Mascaras.
Na rna do Queimado, toja de miudezas da boa fa-
ma n. 33, vendem-se mascaras mnilo hois pelo ba-
ratinhn preco de 500 rs. cada uma, a ella, antes qne
se acabem, que ha falla dellas e a portan he pe-
quea.
Vendem-se dous bois mansos para ciroja, pois
sao bois criados no pasto, assim como unta carrosa :
quen pretender, dirija-se aos Afogadot, a tratar con
Maiimiano das Chagat e Silva.
Vende-se om mulato de 11 a 12 annos de ida-
de, on lruca-se por nma prela de boa conducta : na
rua Velha n. 71.
Na rua dat Croata n. 22, vende-se uma bonita
crioola de 25 annos, que eugomma, cose chao, cozi-
nha e lava ; una dita de 35 annos, que ensbnna,
cozinha e lava ;' e ama dita de NacSo de ifr annos,
que cozinha, lava e vende na roa.
fT Vende-se nma porcSo do carrafas, neias gar-
rafas e botijas vasta, frascos pelos qae foram de
genebni, frascos de vidro prelo con boia larga, pro-
prios para mfenteiga, doce, ele. : na roa Nova nu-
mero 65. '
Vende-se uma bonita escrava da 23.1 24 annos
de idade, com duas crias mulalinhas, ledo una 3
annos e a oUIra 3 neaes : na rua da Senzala Nova
n. 20.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por isOOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
B Vende-se una escrava rrioula, idade de 20 an-
nos, pouco nais ou menos, sabe rnzinhar o diario de
nma casa, boa lava.leira de barreda e salta 1, engom-
la liso, sem vicios nem achaqoes, e visla do com-
prador sedir o motivo dt> venda ; na roa da Praia
de Santa Rila, sobrado de um andar conlizoo as ca-
tacumbas de Santa Rita.
Vende se nma taberna na rua da Senzala Ve-
lha n. 15, e nSo havenrjo comprador, vende-se a re-
talho ; lodo o dono,le taberna faz negocio comprar,
a saber : vinhn bom, vinagre, azeile doce .le Lisboa,
e nao vendendo junio, relalha-ce pelo diminuto pre-
cede 640 n garrafa, toucinho superior ds Sanios,
cerveja, ginebra de Hollanda. nelas, pr.ilos e ba-
cas, azeile de carrapalo, aardinhas, caf ce carolo,
trrex de casca, am peso de arroba, oulro dt meia, e
lodos os mais gneros quenella se acharara : a Ira-
lar na mesiua n. 15.
Vende-se rap Paolo^ Cordeiro a 1 280 a li-
bra: na praca da Independencia, loja .bt bilheles
n. 40. -j|rt>
Vende-se un caiIo de casa no becee do Mar-
lins n. 7, chao proprio: dirija-se aira/, da matriz da
Boa-Vista n. 40, que te dir
Vende-se nma negra de nacao, bonita figura,
com una cria de 7 annos, e lamben se vende a ne-
gra s : na rua Augusta n. 3, sobrado do lampeao.
Vende-se un escravo d nacao, de idade iO
annos, que faz loda a compra para una casa de fa-
milia, cozinha soffrivelmeule, e serve (am iftti para
roca : na rua do Hospicio, sobrado amarello. aegun-
do andar, esquina da praca da Roa-Vista.
Vendem-se charutos feilos na trra da melhor
qualidade, por preco commodo : na roa ds Vigario
n. 14.
Vendem-se 3 tscravas, sendo 2 ptimas eriou-,
las, muito lidas, opima paranucanbas ; 1 dila
para quilandeira : ua roa Direila n. 3.
A2 800
Chalet de gansa, bordados a 28800, dilos finos de
merino de (odas as cores a 58400 : na rua >lo Quei-
mado n. 33 A.
Bjalas
BES AKK.OBA
20
nilem-sc na Iravessa da Madre de Dees n. 16,
[azem de Agostinho Ferreira Senra GuinarAes.
s HEIRO
nSkf' sfe" engeita.
NA RUA DO QUEIMADO N. 40.
Henriqne & Santos acaban de arrematar en nu-
blo grande porcao de fazeudas de seda, laa, linho e
algodao, e querendo acabar, avisan ao publico, que
se venden por diminuto preco a fazendas seguin-
les, hen cono oulras nuitas, e dAo se as anoslras
con penhor.
Vestidos .de seda de cor con loque de noto a
12*000.
Ditos de seda de cor sem mofo, a 148000
Corles de cambraia de seda de hadados, .1 7--.KXI
Corles de de qnadros, ti 48600
Sedas de quadros e lislrtis, covado a 900
Adelinas de seda de quadros, covado a 800
Alpacas de seda de quadros, covado a (00
Setim prelo Maco liso, covado a 2$SO0
Sarja rela lavrada, covado a 2O00
Sai 1.1 prela lisa encorpada, covadn a 183001
tirsdenaples prelo mofado, covado a 900
Tfela, azul claro mofa.lo, covado a 360
Chales prelos de reros, a 98000
Chales de seda de cor.graudos, a 88000
Mantas de seil.i pura M-nltora, a 58000
Lencos de seda de cor, grandes a 18500
Lencos de seda com mofo, a 900
.Lencos de seda de cor pequeos, a 800
Lencos de seda de cor para grvalas, a 720
Corles de collelcs de selim bor,Lulos, a > 38000
Corles de rolletes de merino bordados, a 28500
Corles de colleles de seda com barra, a 28000
Chales de merino bordados a seda, a 98500
Chales de merino com franja deseda, a 58500
Chales de lila de cores, a 48500
Corles de casemira prela fina, a 48500
Corles de case miras de cor finas, a 48000
Cortes de colleles de la, a 800
Panno prelo fino, a 28500
Drelo prelo para panno, covado a 38000
Panno de varias cores lino, covado a 48000
Merinti prelodeconlo enfeslado, covado a .640
Alpaca preta de luslre fina, covado a 500
llnm liso de paro linho, peca a 88000
Aberturas linas, de cor para camisas, a 700
Corles de colleles da fus 13o linos, a 600
Cassas francezas de cores finas, vara a 600
Ganga amarella de quadros e lisa, covado a 240
Chitas francezas largas, covado a 260
Riscadosfraiiceze nnito largos, covado a 220
Lencos pequeos de cassa finos, a 300
Vendem-se alguna pes de r\ prestes e de mag-
nolia, e vasos de loua para llores ; na rua da Cruz
n. 10.
Vendem-se ealojos com navalhas para barba,
nuilo boas, de Lisboa, cabo de mariim ; tosnuraa
muilo tnperinres, lauto de coslura como de barbei-
ros : na loja de ferragens da rua do Quinado n. 13.
Vende-se rape rolAo francez mnilo fresco u
rua do Queimado, loja de ferragens o. 13.
Vende-se ehti liysson muilo bom ; na loja de
rerragens da rua do Quinado n. 13.
Vende-se a casa n. 1 da rna do Rosario da
Boa-Visla, com oites dobrados e solAo, e lecenle-
nente acabada ; a tratar na rua de Apollo n. 13.
Vende-se o verdadeiro rap de Paulo Cordeiro,
e o mafe fresco que exista no mercado, por preco
commodo,; na loja de ferragens da rua do Queima-
do n. 43. '-
Velas.
Vendem-se velas de carnauba pura, de 6, 7, 9 e
10 era libra, pelo diminuto prejo de 148 a arroba :
na rua Direila n. 59.
Vendem-se saceos com superior gommn de en-
gommar, dita de aramia, em saceos o em arrobas :
na rua da Cruz do Recife n. 36, casa de Mendestft
Braga.
Ya loja das seis
portas,
Em frente do jLivramenio.
Manteletes, de cambraia bordados, fazcndit moilo
lina e bonita a duns patacas, lencos de cambraia
brancos e pintados, proprios para mSo a seis vintens,
ancos pequeos para meninos a qt>tro viniens, e
latrai rauilas fazcodas que se qoer acabar.
g^ tuna n iov o par,-- esgurao par
gM 184004*. a vara, panno prelo
1^_^ finissimos, e oulras mullas *"""
>-, se vendem por preco bar:
i da Cadeia do Recife detr
V ^eos". >>?*
FSrhihf
Sedas baratas.
Vendem-se corles fie vestido de seda de qnadros,
modernos goslos. pelo diminuto preco de 188 cada
corle ; na loja de 4 portas, na rua do Queimado
n.IlO.
Vende-se :cal virgem, chegada hon-
tem, e de superior qualidade por preco
ra7xavel: no armazem de. Bastos & li
maos, rua do Trapiche n. 15.
-T- Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior relroz de urimeira qualidade,
do fabricanteSiqtteiralinhasde ronz e de nume-
ro, e fio porreta, tndn ehegadopelo nllimo navio viu-
do do Porto, e juntamente vinho superior, feiloria
em pequeo* barris da dcimo.
N. 55aterrada Boa-Vistan. 5a.
POIRIER___
Acaba de fazer orna especie de venezianas com o
nome stores, de nova invenrao para janellas, serven)
de ornamento e lem a vantagem de inpedir a cor-
rele/.-, de ar nos aposentse enlreler-lhc a frescura
necessaria. Poden igualmente servir para arma-
zens. Por um engenhoso machanismo tln muilo
melhor do que as venezianaa antigs. Scom'a
visl melhor se pode saber o quanto sao excedentes.
Brins de vella : no armazem de N. O.
Bieber & ., rua da Cruz n. 4.
POIRIER.
ATEKRO DA BOA-VISTA N. 55.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Poirier.
OS MEMORES CHARUTOS.
que ha presentemente no mercado; vndense por
preco razoavel : na ral do Crespo, loja n. 19.
FARINHA DE TRIGO FON-
TAHA,
de superior qualidode, en primeira mao, e por pre
en edmmodo : na rna da Crnz. armazem n. 4.

Damasco monstro.
con qu
1, colch
Damasco de laa com fluasi duas varas de largara,
proprio para isreja, colchas, forros da carros e ei-
deirinhas a 136OO o covado: na roa do Oueimado
n.2l.
Estamenha.
Eslanenba de 13a pura para hbitos de lerceiros
franciscanos a 181-20 : na rua do Queimado n.91.
'" Vende-se ama taberna na praca da Boa-Vista
~n. 15 : quem pretender, falle na mesna, que te faz-
lodo o negocio, ou a prazo ou a dinheiro.
~fal(el5s~1>eMaTTisbOA:1_
Na Pa do.Vigario armazem n. 1, ha
para vendersemeas e farelos muito novo,
desembarcado hoie do patacho CONS-
TANCIA.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vender superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por .")j000 res : nos armazens.ns.
5, 5 e T, <; noarmzem detronte da porta da
alfandega, 011 a tratar 1:0 escriptorio de
Novaes tCompanhia na ruado Trapiche
n. 7)\, primeiro andar.
na rna Nova 11. 38, defronle da igreja da Conceicao
dos Militares, radinhos do noria de lodos os lma-
nnos, verniz cpala 900 rs. a libra, mnilo bom, op-
timas bigornas para funileiro, tesnuras para dilo,
alicates nuilo ./orles, rozelas para esporas muito
boas, vidros para vidrara. em caita.a a retalho, e
lodos 09 prepares para oflicina de laloeiro e funi-
leiro.
Muita attenc3o.
Vende/n-se na rua da Cadeia do,Recife n. 47,' loja
de Manoel Ferreira de S(>corles de ganga de cores
liara calcas a 2*40, chita largas para camisas de
horaeth e vestidos de senhora a 240 o covado, luvas
de teda pretas para hnmem a 800 m. o par, palitos
de alpaca prela a 58, 68 e 79000, ditos de alpaca de
seda a 88000.
"Fazendas baratas.
Cortes de cassa de cores com barra a 28000, chitas
boas de cores fitas a 180 rs. o cavado, dilas largas
para lucio a 200 rs., dilas adamascada azul e amarel-
las proprias para coberfa a 240, risrados francezes
largos de quadros modernos n 260, pecas de cassa de
lala con S varas por 186O0, ditas de quadros a 28rs.
corlea de seda proprios para noivas a 208000 rs.,cam-
braiasde linho Boas a 58000 a vara, panno d linho
para lences com *hiais .le 11 palmos de largura a
29400 rs. a vara, corles 28880 ts,. corte de casemira de cores a 48000. brim
de quadrinhos a 240 rs. o covado, targelim escoro
com mofo a 160 a co
cocia a 16D o par.
luvas decores fio da R
par "peilo de camisa a
e de e,-s, merinos
'asquea dinheiro
^ja o. 50 da rna
fia da Madre de
lian
dioca a s^^OO
a sacca.
No armazem de Tasso Irmaos.
Vendem-se cortes de cassa preta de bom goslo,
pelo diminuto preco de 28000 : na rua do Crespo,
loja n. 6.
I.ABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de linho muilo finos, loalhas
redondas e de ponas, e mais objectos desle generi
ludo de bon goslo ; vende-se barato : na ru
Cruz n. 34, prineiro andar.
9 Acha-se a venda o manual do guarda na-
9 cional, ou rollecrao de lodas as leis, regula-
ltenlos, onleiis e avisosconcernenles a mes-
Sjna guarda nacional, orgauisado pelo capitao
^ecrelano geral do commando superior da
9 Ruarda nacional da capital da provincia de _
Pernamboco Firnino Jndc Oliveira, des- 9
de a tua nova organisacilo al 31 de dezenhro
de 1854, relativos uo s ao processo da qua-
lificaro, recurso de revista, etc., ele,, seno
a ecoqonia dos enrpos. organisarao por mu-
Snicipios. balalltes, e ompanhias, com map- 9
pas e modelos, ele, ele.: vende-se nica- $)
S ment no paleo do Carmo n.9, primeiio an- 9
$0 dar, a 58000 por cada volme, ff
A 98000 A PEC-V.
Vendem-se pejas de brim fino de linho, com 20
varis, proprio para carolas, loalhas, lent;oes e oulra
umitas obras, pelo barassimo preco de*98000 a pe-
ca, assim como .miras muilat fazendas que a diuhei-
ro se vendem barato :' na roa da Cadeia do Kecife,
loja n. 50, defronle da roa da Madre de Dos.
VINHO DO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
Vende-se por preco commodo no armazem de
de Barroca & Castro, rua da Cadeia do Recita n. 4.
Velas.
.Vendom-se excedentes velas de carnauba para e
de composicao, sendo estas do melhor fabricante do
Aracaly, pelo comnodo preco de 148300 a arroba :
na rua da Cruz armazem n. 15.
A ELLES, ANTES QUE SE ACABEM.
Venden-se corles de casenira .le.b.im goslo a 28,500
4' 58000 o corle. ; na rua do Crespo n. 6.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bo'wmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo ortimento de taixas de ferro
funflido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
pre(0 commoflo e com promptidao'
embarca m-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador. ,
V'ende-se un cabriolel e dous cavados, ludo
joid.0 ou separado, sendo os cavados muilo mansos e
motto cosltinados em cabriole!: para ver, na Co-
cheira n. ,1, defronle da ordem (crceira de S. Fran-
cisco, e a tratar com Antonio Jos Rodrigues de on-
za Jnior, na rua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE 60STD
# PARA VESTIDOS DE SENUORA.
Indiana.le quadros muilo lina e padres novot;
cortes de laa de quadros e flores por preco, commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CAL{4.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
He barato que admira.
Vendem-se saceos com feijSo por di-
minuto preco: nos Quatro Cantos da rua
do Queimado, loja n. 20.
POTASSA BBASILEIRA. 0
Vende-se superior potasia, fa- 0
b-icada no Rio de Janeiro, che- "-
fda recentemente, recommen-
i-e ao senhores de engenhos o
seu bons eileitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
. u roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
.fe-se farelo novo, chegado da Lisboa pela barca Gra
tidao.
Capas de burracha baratissimas.
Vendem-se capas de jborrach, o melbor possivel,
por pre<;o que te nao vende em parle alguna ,ia
rua da Cadeia de Recife, loja n. 50, defronle da rua
da Madre de Dos.
Moinhos de vento
ora bombasderepaio para regar hortas e baia,
decapi-n, na fundirn de l). W. Bowman : naraa
do Brum ns. 6, 8 elo.
:' AGENCIA
Da Fnndicao' Low-Moor. Ana da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a hj^
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado,. de todos os tamauhos, para
dito.
Vendemrse em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 4 2.
Sellins inglezes.
Relogios patente nglez-
Chicotes de carro e de montana.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Chumbo em lencpl, barra e munico.
FareUo de Lisboa.
Lgna ingleza.
Fio de sapateiroe devela.
Vaqueta de lustre para carro.
Barris d graxa n. 97.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saccosdeassucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo, '*
Em casa.de J. Keller&t?., na rua
da Cruzn. o5 ha para vendet exce-
lentes iiiano* vindos ltimamente de Ham-
burgo.
Vende-se uma batanea.romana com lodos os
satis perlences,em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se A rua da Cru, armaaem u. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se superior cognac, en garrafas, a 129600
a duiia, o 18280 a garrata : na rua dosTanoeiros n.
2, prineiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENCO.
Na rua' do Trapiche n. .54, ha para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprio para deposito de fe-
se ; estes barr sao os melhores que se
tem deicoberto para este fim, por nao
exhalai em o menor cheiro, e apenas pe-
zatu .10 libias, e custain o diminuto pre-
co de 4?000 rs. cada um.
Vende-se pipas, barris vazte* e bar-
ricas internadas: a tratar, com Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14. K
Potassa.
No antigo deposito da rua da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, vende-se nnito superior-potassa da
Kussia, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he para fechar eonlas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversa* m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilha, valsas, reataras, scho-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio" de Jpneiro.
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gsmenho com pouco dinheiro.
Vende-se brim Irangado de lislras e quadros.de pu
ro linho, i 800 rs. a vara, dito lito a 640, ganga
amarella lisa a 860 o covado, riseados esenrua a ini-
tacao de casenira a 360 o covado, dilo de linho a
280, dilo nais abaito a 160, castores de lodat as co-
res a 200, 210 e 320 o covado : na rua do Crespo
n. 6.
Alpaca desela.
Vende-se alpaca de seda de quadros de bon goslo
a 720 o covado, cortes de laa dos nelhores gustos qne
ten vindc no nercadu a 4*500, dilos de cassa chita
a 18800, urja prela hespanhota a 28400 e 99200 o
covado, siui.n prelodeMaco a 28800 e38200, guar-
danapos adamascados feilos em uimarSes 38600
a duri.i, loalhas de rosto vindas do mesmo lugar a
98000 e 128000 a duzia : oa roa do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIROS A80IRS. CADA 11.
Vendem-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
COSTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3000.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
t

Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
iidade, de propnedade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56.s'000 re. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comle Feron & Companhia. N.
. B.As caixas sao marcadas a fc-
8goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafa sao azues.
Deposito do chocolate francez, de uma
das m.iis acrediladas fabricas de Pars,
em casa de Vctor Lasne, rua da Cruz
n. 27.
Eitra-superior, pura baunilha. 18920
Exlra Uno, baunilha. 18600
Superior. 18280
Quem comprar de 10 libras para cima, tem nm
tbate de 20 %: venda-sc aos mesmos precos e cen-
dicM, em casa do Sr. Barrelier, no aterro de Boa-
Visla a. 32.
Vende-se acn era cunhetet de nm qqjnlal, por
preejo moilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont Companhia, praca do Corpo Sanio n. 11.
Riscado de listras de coces, proprio
para palitos, calcas e aquetas, a 160
O covado.
Vende-se na roa do Crespo, loia da esquina que
volla para a cadeia.
Y euc'em-ee no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Re;lfe, de Henry Gibton, ot mait superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
nodicos. r v *
Vende-se eicellenle laboado de pinho, recen-
tenenle chegado da Anerica : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-se com oadninis
ador do mesmo.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rua_da Cadeia do Recife, loja n. 50, contina
a vender-sc barril com superior cal virgem de Lis-
boa, por preco commodo.
as quali-
dous ca-
Cobre para fofto de 20 at 2* on-'
cas con prego.
Zinco para forro com prego.
Uiumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta e verde.
Oleo de linbaca em-botija.
Papel de embrulho.
Cemento amarello.
Armamento de todas
dades.
Arreios para um
vatios.
Chicotes|para carro e espora de
ac" prteado.
Forma de ferro para fabrica de
assucar.
Papel d peto inglez.
Champagne marca A & C.
Rotim da India, novo e alvo.
Pedra de marmore.
Vela stearina.
Pianos de gabinete de Jacaranda', I
e com todos os ltimos melho- '
lamentos.
No armazem de C J. Astley & C./
na rua da Cadeia.
J
VINHO CHERRY EM BARRIS-
Em casa de Samuel P. Johmton & C.,
rua da Senzala-Nova n. 42.
l
NAVALHAS A CONTENXp E TESOURAS.
Na rua da Cadeia do Recife n. 48, primeiro an-
dar, escriptorio de Aoo>slo C. de Abren, conti-
nuare-se a vender a 89000 o par (preso 6xo, as j;'
bem(onhecidaa e afamadas navalhas de barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na ex,>osic,ao
de Londres, as quaes alm de duraren) xlraordina-
riamunle, ne se sentem no rosto na acelo d cortar :
venden-se com a cndilo de, no asradando, po-
deres] os compradores devolverlas al 15'diasdepoi'
pa compra restitnindo-oe o importe. Na mesmo ca-
sa ha ricas lesourinhas para unhat, feilas pcHo-ioes
mo fakricaole.
CHAROPE
DO
BOSQUE
. O iiuico deposito continua a ser na botica de Bar-
lltolomeu Francisco de Soma, na rua larga do Rosa- ->
rio n.:i6; garrafat grandes53500 e pequeas 3>000. S^
IMPORTANTE PARA 0 PUMCO.
l'ara con de phltsica em lodos os seus difletenles
graos, quer motivada por conslipacOes, toase, atili-
nta, pleuriz. escarros de tangue, ddr de costados e
peito, palpitarlo no"coracito, coqueluche, bronchfle
ddr ni garganta, e lodat ai molestias dos orgot pul- I
nona-es.
Vendem-se roissaas romaosu e nperior cata.
nenha : na rua do Encantamento, armazem n. 76 A
Na taberna de JoSo Baptisla da Rocha, na rna i
Direila n. 95, ha para vender doce de araj e goia-
ha, muilo bnm e muit barato."'
Vende-te 2,300 covado de panno
verd de pura laa a*2^000 rs. o covado :
na rua.do Crespo loja n. 3, prxima ao
arco de Santo Antonio.
Attenco.
A hiberna da roa Nova n. 50, que fai quina pera
J rua de Sanio Anaro, ac.hando-se bastante sorlida
de bons gneros e o nais btrato do qae en oulra
qualqjer paite, como ejam : velas de espbrmaceie
de superior qualidade e muilo novas, queijos do rei-
no es.iperiur viuh Figoeira e de Lisboa ; por isso
avisa aos seus freguezet e a quem he amante do bom
e barato ; assim cono lem papel de lodas as quali-
dades, por barato preco.
^B
Ferrament para carapina.
Ricas caitas con completa ferrament moilo fina, -
para particulares ; na loja da ferragerra da roa da
Cadeia do Recife n. 56 A, de Vidal & Companhia.
CAL VIRGEM.
Ve nde-se cal de Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTAlWA^^wtradohontem, por
prero commodo: no deposito da r
Apollo n. 2B. _J.-_/
Conlina a vender-!* a OnVa de Hireilo o Ad-
vosado dotOrphfcs, con] um a] idice importante,
conlendo a lei das feria* e aleadas dos tribonaes de
juslia, e a novo regiment le cusas, para uso dos
juizes, escriraes, empregados de justica, e aqOellea
qne frequenlam os estados de dirtito. (poto prec<) de
:,-HXK) cada etenplar : na loja 4b Sr. padre Igna-
cio, roa da Cadeia n. 56 ; loja do encaderoacao e
livros, rua do Collegio n. 8 ; paleo de Collegio, li-
vraria classiea n. 2, e na prnce da Independencia,
livraria n. 6 e 8.
Vende-se ou arrenda-se om sitio na Ba Via-
gen, con "planta de capim, arvoredos de fraeto e
Ierra para plantar ; qoera pretender, dirija-te ae pa-
leo da matriz deS. Antonio.n. 8, quo ahi achar
con quen tratar.
Vende-te ama escrava criolla de 94 asnos, en-
gnmnti cora perfeico, cozinha lava : na rua do
Colovello o. 99.
Rol a o francez.
Vende-se o verdadeiro*rolSo francs em fratros
de libra e a retalho : pa rua larga do Rosario n. 38.
Rap Paulo Cordeiro.
Ven Je-se o verdadeiro e moilo fresco rap Psolo
Cordeiro : a rua larga do Rosario n. 38.
Venden-se aliadores finos para navalbas a 500
e MO rs.: na roa larga do Rosario a. 38.'
\ ende-se uma parda moca, com algomas ha-
bilidades e bonita figura : na rna do Trapiche n. 14.
Vende-se cognac da melhor qualidade: naTa
da Cru;t a. 10.
Vende-s* urna escrava crioula,- de 20 annoa de
idade, viuda do mallo, sabe lavar roupa. e lem mni-
ta habilidade para euqommar ele. : a fallar aa ros
das Aguas-Verdes n. 21.
Attenco.
Na ra da Cadeia Velha n. 47,loja do S(Manoel)
vende-se damasco de Ua de duas largurts, nuilo
proprio para cobertas de cama e pannos de meta.
AOS SENHORES* DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 ra. a libra
Do arcano da invencap' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado na co-
lonias inglesas e hollandezas, com gran- ,
de vantagem para o' mehoramento do
assucar, acha-se a venda, em lata de tO
libras, junto com o methodo de emprey-
ga-lo no idioma portuguez, em ca*a de
N. O. Bieber 4 Companhia, na ruada
Cruz. n. *.

V

ESCRAVOS FGIDOS.
,-------------T"-
Desappareceo no dia 26 de jnnho de 1850, o
escravo Rajmundo, crionlo, c6r acaboclada, cabel-
los pretos, bocea grande, desdenladogia frenle, na-
riz chalo, venus grandes, pouca barSa.pernai grosas
e arqueadas, altura regolar, idade nais de 35 annos,
Iraballia de sapateiro, e conbece algunas letffat do
alfabeto porluguei, que lalvez saiba pronunciar al-
guna nones, tot conpradu ao Sr. Manoel Goncalvet
da Silva, e consta qne o dilo eseravo anda pelo ser-
ijo do Ico, e tan apparecido na cidade de Sobral ;
por isso roga se a todas a* autoridades nolieiaes e
capilaes de campo, que hajan de prende-lo e levar
a seu senhor Ignacio Ferreira de Mello Lessa, no-
ensenho Camorim Grande, fregoeziade Agua-Prela.
ou nesli praca a Manoel Antonio dt Santiago Lessa,
que ser generosamente recompensado.
Detapparecen a manhila de 2-do correle, de
bordo do brigae Amorirf, no porto de Macei, pro-
vincia de Alagoas, om eseravo marinheiro de segun-
da viagem, de nome Francisco, crioulo, edr prela,
falla (jago, estalara ordinaria on regalar, levando
contigo a loupa'que linba, e bonet de panno : o
qoat escravo foi de Nicolao Alvet da Silva, iinjMr
do engenho Anhunat, na mesma provincia : qoem
dar noticia delle, capturar, ou levar i casa de seut
senhores Sacaven Barbota & Companhia, em Ma-
cei, ou nesla cidade aos Srs. Amorim Irmlos &
Companhia, ser generosamente recompensado.
Em 16 de jalhn (agio do engenho Desengao,
fregueaa do Bom Jardim, am preto crioolo, por ne-
me Rdcjne, idade 30 annos, e representa ter menos,
ano, teceo,n"" "njprniiii r~~~~fi,ias.
beicos giossos, pea regulares e cor avertIWa- iB.
voo um .avallo russo pedrea, novo, e esquipador :
quem o ippreheader, levero aa engenho cims, on
a roa da Cadeia do Recife n. 24, qoe ser generosa-
mente recompensado.
PERN. TYP. DE M. F. DS FaRIA. 1855-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EWWDPEATY_ONTB5F INGEST_TIME 2013-03-25T14:22:21Z PACKAGE AA00011611_00821
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES