Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00819


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Full Text

m


-

AMNO XXXI. N. 173.
Por 3 mezes adiiutadon
Por 3 mases vencidos
DIARIO DE
encmj&eiAdos n.v si'itschiprvo-
Riscife, prietario M. F. de Fari i; R 0 la PereiraMartinsfBiliia, o Sr. D.
BoSr. Joaquim Bernardo Je Meu-
ba, o Sr. Garvazio Vic or da Naliv-
ir. Joaquim Ignacio l'erein Jnior;
-----........--------------- '*---- j-oioihc I Jt, "f a
no i. Ramos ; Amazona!, o Sr. Jcronymo Ja Cusa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 i/S d. |por 1$.
Pars, 35 rs. por 1 f.
Lisboa, 9S a 100 pot>,10|L
a Rio de Janeiro, 2 por 0/(^frebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da corapanhia de Bebente ao par.
da companhia de*seguros ao par.
Disconto de lettras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Ongas Ijpspanliolas- 29000
Modas de 60400 velhas. 169000
* rt8 6**00 novas. 169000
*^e 4J00O. 9000
Prata.Patacosbrasileiros. 1940
Pesos columnario..... 1J940
mexicanos..... 19860
V.
SABBADO 28 DE JLH DE 1855.

Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
Para comniodidacie dus pcssi-as residen-
idades e villas do interior desta
Bpoprietrio deste DIARIO
X agentes em cada nina del-
las, encarrejja'dos de aceitar i signaturas
e receber seu importe ; e para constar se
.irio publicanJo os norres dos mesmos
gentes:
Cidade de Goiann-aSr. Euzebio Pi-
uieiro de Met doea.
Dita de NazarethSr. Joti Faustino
' IflarinlirjFalcap.
Villa de Ra rerosSr. Jjiio Manoel
Pferh-a da "Silva.
pme emciiLT"-
.Jat parte fin lempo i directora dos caso de
I"" v'da par se tomaren) as medidas, tanto

1
B DA PROVINCIA.
? colletlo da -pha'as.
CAPITULO 1.
Urga e receprao das orphaas.
Itegiu lom por lim amparar c educar
validas da provincia, como o iiermitli-
rwn as torcas do patrimonio.
podr,lo ser _ad.mrt(idas no collegio
ii ile 7 a 18 anuos, precedendn cirdcm do pre-
m provincia, sob informara co conselho ad-
miro ; devendo ser preteridas as fllias dos
*Tvid es do estado.
Inervarle-ha, qnanto matricula, o que esla
itlipaetu no art. 43 n. 5 do regalamen.u de 13 de Ja-
neiro de 1855.
Art. 3. Nao serao admitlides meninis que, segun-
ojmzo do facultativo do collesio, Mllrercm mo-
* itfiaa ineeraveis ou contagiosas.
krt. i. Qcullegio poder receber alt 15 meninas
a doestxpostoj, comanlo que hija preposta da
inistracau dos Estanelecirofiilos le Caridade,
)*lgar a fornecer oeuiova txignlo pelos
Ijl estatuios, coma abrigacaede reuova-lo,
leeja neressario.
ido artigo antecedente,
"~"JMfc| i postas idiicandas que
rameal* aWtappiidaspela Ad-
iuistraca dea Esli PKtoa de Caridade. Tan-
to' neme caso, con do artiga antecedente. Inve-
rt mformaca do -rJMMho adminslia:ivo e ordam
psanideota da prevtnela. (art.
ClPJTOl.0 II.
Do pml io collegio.
i. 6. Para o governo.econoniia di cotlegie, ios-
r"*a servido da edacandiis harem :
8 I. Urna directo, a.
ra d primeiras Ultras..
ia meslra de coatura.
lentaaiea.
aMilaU.
tantos i,ervenles
id adinioistia-
Jn 185.
rti

A directora ser
da reconhecida pi
r caridade, tendoL .
Comurir asorde
ca a do conselho admiuis
a cdu,carjlu das or
ia,*otleir.i ou
da maniira a
mido
da4.
:3. Kegolar e distribuir u acrviio d collegio,
lento muilo era vista o seu asscio, economa e boa
m. '
$ 4. Inspeccionar a conducta das meslrnf, e-de
lulas as pesso.s que Ihe 3o inimediatamente subor-
iSnada*.
5. lieqai'ilar ao presidente
lirniedio do ronsellio admiinstr,
le 1 de jaiieiruje ih
e lucand.i i{
> estat___
. Dar no pr
tacn
con se I
por ni-
g ido
ualquer
reg-
lespetas
Ka a eua ron-
andas pelo
Ble, na tor-
il! eir o de 183.
na do art.
la projiuria e ,i admi-
raslracio at forein eligidas.
Art. ti. A m
Itra.- incumbe :
e dar nocOrs de
e doiilrua ebris-
^Ba inslhor orden),
tenia dos etiitntos.
Bpra camin
Orlar. mar-;r, bordar de
MBbein engomm ir.
>osto ii. 5 -1 do artigo anlece-
meitra de msica compe.e :
Baamara msica vocal i tudas a? orpliSas que
par isso Ihe nrem h presentadas pela d rectora.
>: i. Ensiaar a tocar piano. o
5 3. Eiercera attribni;oes do art ri S i.
AH, -U. A'siibslituta rompe,e :
iluir nas Cillas ou impedimentos das
musir de prtrneiras lettraa e costura.
s Aux mino de qualquei dis aulas, con-
forme julgar neersiario.
as e substituas, al jm de soltei-
iore de "i annos, e Je reconlieci-
da honeslidader* prudencia.
Do apelli'M.
Art. 13. Ao capellao compete
1. Uircr mMa no oratorio do
os Jias de preceito, e no annivor
do collegio.
!. Eiphear s orplraas, depo__
cipios da jaral evanglica e a douUina chmlaa.em
e accommodado u capicidado das or-
phaas (art.
r-N-.
Rio em lodos
lll-l,lll,ir.iu
IRissa, os prin-
FOtHlTia.
0 MA^APOftllGRES.
3. Prestar lodos os soccorros espiriluaes, que
couberem nas suas facilidades a todas as pessoas do
collegio.
tDo facultativo.
Art. 14. Ao faculialivo cumpre :
S 1. Visitar o collegio ama ven por semana
mais que for chamado pela directora.
2. Cuidar do estado sanitario das orphase mais
pessoas VI collegio, receilando e prescrevendo o que
julgar necessario.
S 3. Declarar em suas receilas a botica em que
devem ser aviadas, e o dnenle a que sao destinadas,
senlo rubricadas" pela directora.
S 4. Prupor a remn^ito dequalquer nestoa do col-
legio, que se apresentar con molestia ncuravcl ou
contagiosa. **
S S
perigo
(tmpora.es como espiriluaes, que furem urgentes.
S (V-Pater, no principio de cada semestre, para
ser .-ipneenlado ao conselho idmiuislralivo, um re-
lalonoohie o estado sanitario do collegio, indican-
do as mnlesiins que mais reinarem, e as medidas e
cautelas que dcvrrem ser tomadas. '
Art. 13. As .pessoas que conslituem o pesasal do
collegio, a eiccpcflo da meslra de msica, capelhlo,
facultativo e lavaneira, residirilo no eslabelecimen-
lo, don le nlo poderJo sabir seiii licei.ra da directo-
ra, qual devera em rogra, er smete concedida
nos domingos e das santos.
Art. 16. A directora nao se ausentar do collegio
senflo por motivo mu grave, precedeudo liccm-a do
consellio adminislrativo, ou do presidento da pro-
vincia ; ser em tal caso substituida pela meslra
que ella designar c for approvada pelo me.mo con-
selho.
Art. 17. A directora, mestras, substitua, capcl-
hlo c facultativo serilo Horneadas pelo presidente da
provincia e conservados em quaulo be: servirem.
Ai demais pessaas empregadas no servio do collegio
serflo Horneados pelo lheoureiro da administrarlo,
e por elle despedidas, requis;.lo da directora, l\-
i" qtMliiMr deliberara em contrario do conselho
admmistraJSk e do presidente da provincia.
CAI'ITn.OIII.
Do rgimen interno e distribuirao do crutiuo.
Art. 1H. (is trabadlos do, collegio principiarao as
sen hora da manliia, depo'is do toque do sineta da
caa.
. Arl. 19. A' hora indicada se erguerao as orpbaas
para cuidaren) de preparar seus leilos, e prepara-
rem-se decentemente pelo modo determinado pela
diredara, quosempre encarregat alguma meslra.
de assHlr i eM trabalho.
Arf. 30. A seis horas e meia -entraran as orphaas
promptas pava acompanharem a directora e mestras
ao orajormdt collegio, alim de rezarem a orajao da
naula, e depois deste ejercicio sa dirigir ao re-
fetaaw para o alineen.
SI. Os trabadlos das orpbias de selo nove
anatea-sloranlu trnente das sele horas e meia s on-
m eaiea da aunbaa, edas duas s cinco da larde.
As qoe eicederem dessa idade Irabalhario atmeio
ta, edas duas al cinco e meia da larde.
Art. 22. I'ara maiaJhMBJlade e aproveltamen-
lo no ciisiiio. as orplH IJivididas em tres clas-
e: al.-) das de su! e > nove anuos: a 2.-das de
irais de nova a dote annos': e a :!.' das de ,1 i/e an-
ace para ciaia.qi
Art. 3. I. dan." ciaste frequentarao a aula de
pnaaelrai lettras, dad seta horas e meia asdeida
ruanhaa ; e das duas as quatro da larde ; e a aula de
cintura das ,!,,. as oiue e meia da manhaa e das
aualro aa cinco da larde.
Art. 4 A Ja 2.-' dassej, te oetiverem promptas
emprirneiraslcllras,seg d^ horas
l|l,r*P>cTrdNia?fngoiiS tar-
de- JPC,,S0 "ivertMontinuarao a applicar-se s
primeTras lettras da(4nc o meia da maiihgu at as
dei, edas duas da larde aleas tres meia ; sendo o
resto da manhaa emprejaibrcm costura o da Ur-
de em msica.
Art. 23. Asda,lerceira classe.seod quese acliem
promptas em primeiras lettras, ejfieaeras. farao os
Irebalhos que lites forem dislriflbs, quer pela
manhaa, quer a larde, sem piejuiaVias lloras des-
tinadas a msica. Quando porm anda Ibes teja
preciso frequenlar aquellas aulas, se observara a seu
resuello o disposto no-artigo anlecendeiile, ficand
a divisao do trabalho prudencia e arbitrio da di-
rectora.
Arl. 2<5. Alm da hora do almoco, tocar-te-lia
refeiturio duas vezes : a meia hora da larde e as ste
horas da noile. A directora e mestras concorrera
com as orphaas i estas refei^es, no lim das qoaes
levantara a ordea do coslume, que ser repelida
por todas as orphaas.
Arl. 27. O lempo que nao for applica.ln a oraran,
ensnio e refeicio, sera destinado para exrcieios de
Ieilura de prosa ou verso sobre assnmplos historeos
ou moraea, conversacilo e passa-tempo honestos, es.
lando sempre presente a directora ou qualqucr das
melrat|, '
Arl. 28. O dormitorio ser dividido em 3*ecres:
"i oPaa" me"il,,s ',e'!, s fnno* : a 2" para as
de 9 a 12 annos : e a 3- para as dessa idade emdian-
e. A cada urna deslas secres presidir urna mes-
lra, que responder pelo silencio, o recalo do dor-
mitorio, o qual ser anda assim visiladoapela di-
rectora ciiMiorasjncertas, conforme julgar^conve-
niente.
Arl. 29; As oile horas e meia (da noite e depois
da orac.lo do edyln, tocar o signal "de recolher, e
s nve o de silencio. Desde eniao nao ser per-
millido nos dormitorios conversa, anda mesms em
voz haua, nem k-r. Os dormitorios scrao lumia-
do, depois da hora do silencio em dianle somcnle
por um lampeao, ou globo pendente do tecto. em
altura que nao possam chegar as edneandas. Pela
infracrao deste arti ser responsaveis as mestras
como no arlmo anlecedciite.
Arl. 30. Sera.couvenienle quo a directora apro-
veite as orphaas de maor idade e de melhor concei-
lo para entregar aos seus cuidados as meninas de
idade raalenra, cqne necessilam de urna direccao
mais immedala ne modo de cumprirem os leus de-
veres domsticos.
. Arl. 31.0 mesmo podero fazer as mestras a rc-i-
peito das orphaas que ensinarem, tendo o cuidadu
de aprovetar a habililacoes das mais iidiantadas
em favor do progresso das que estiverem mais alra-
zadas.
PARTIDA DOS CO!
Olinda, todos os das
Caruar, Bonito e Garanbu
Villa-Bella, Boa-Vista, Ex
Goianna e Parahiba, segundas
Victoria e Natal, nas quintas-:
. PRKAMAR DE
Prtmeira s 3 horas e 42 minutoda tarde
Segunda s 4 horas t 6 minan da manhn
s*
dias 1 e 15
icury, a 13 c 28
sextas-reirs
s
E.
9 AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
Relajo, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quarlas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e nas
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao mcio dia
2' vara do civel, quartase sabbados ao meio dia
Arl. 32. As rphaas nao poderao communicar
com pessoas extranhas ao collegio, seno nos dias
santos de guarda ou domingos, precedeudo licenca
da directora, em cuja presenca ou ua de qualquer
meslra sera rerebida a visita ; mas sempre cm horas
que nao perturbe o silencio, ou os eiercicios do co'
legio.
Arl. 33, Tambem nao poder nenhuma orph;
receber ou eserever carias ainda mesmo i seus p
rentes ou protectores, sem aiilorisac,ao eipressa
inspecra occolar da directora.
Arl. 3i. Serao feriados smente os domingos, dia
santos de nardo, dia de finados e o do nnniversario
da iiistallacao do collegio, e os dias 7 de selembro,
e 2 de dezembro.
CAPITULO IV.
Da eincarao religiosa.
Art. 35. Alcm dos etercMos quolidianos, de que
Iratam os arts. 20 e 29 -serao as orphaas abrigadas a
ouvir missa todos os domingos e dias santos, as seis
horas e meia da manhaa acompanhadas pela direc-
tora, ou por quem suas vezes fizer.
Art. 36. Depois da missa, e hora que for indi-
cada pela directora, quo estar presente, o capellao
necopara urna boa parle do dia em eipliar as or-
phaas os principios da moral evanglica, e a doulri-
na christaa, segundo o calhecismo approvado pe
prelado diocesano.
Arl. 37. As orphaas. que estiverem em idade pro-
pna, e depois dt convenientemente instruidas, se
ajanarlo, pelo menos, a desohriga aiinual, sendo
para isso conduzidas pela directora, e algum dos
membros da administrara a respectiva malrii.
CAPITULO V
Dos alimentos.
i m' 3S' <'a'la ornll,1a ,eril enwval constante da
tabellan. I e.n.-2, qire ser torneado ou pelos p-
renles e protectores da mesma orphaa, ou em ulti-
mo caso pelo patrimonio dos orpbflos.
Arl. 39. As costurjis desjos envavaes ser feila
pelas proprias orphaas, segundo a dislrbucao da
directora que tambera t>oder receber de pessoas
de foca, trabalhos de agulha para seren cxeculados
no collegio, mediante alguma retribuicao,' que ser
applicada em beneficio das orphaas, a jaizo da di-
rectora sol approvacao do conselho administrativo.
^" ^"r 1"c se ae'in dispotto no regulamento
de 13 de Janeiro de 18-53 a respeito da refeicjlo e ai"
Sfe em Rer*' f,PP*icai1" a collegio das or-
pliaa, salvas as alleracfles, que forera suggeridas
pelo professor de saude, acordadas pelo conselho
administrativo, eapprovadas pelo presidente da pro-
vmria. .
CAPITULO VI.
Da modo te rupprir as despezat do collegio.
Art. 41. As despezas do collegio das ofphaa se-
rao suppndas pelo conselho administrativo, medi-
ante os pedidos da directora em um oreanienlo por
ella assianado'arl. 42.)
Art. 42. Approvado o dito orcaineuto pelo con-
selho administrativo, mandar este adiaolar direc-
tora a somraa que eslver indicada para as despezas
do mez, licando a mesma directora obrigad a apre-
sentar no priucipio do mez seguiute ( art. 7. g &) a
EPIIEMERIDES.
Julho 6 Quartominguanteaos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
14 Lita nova as 2 horas, 21 minutos e
40 segundossda manhaa.
22 Quariocrescenteas5horas, 30 mi-
nutos o 40 segundos da majiluia.
29 Lna cheia as \horas, 44 minuto e
33 seguados da manhaa.
DIAST)A SEMANA.
23 Segunda. S. Apollinario b. ra. ;S. Liboriob.
24 Terca. S. Christina v. ; S. Francisco Solano.
25 Quar'.a. S. Tbiago p. ; S. Christovao ra.
26 Quiula. Ss.Symphronio e Olympio mu,
27 Sexta.S.Pantalead medico m. ; S. Sergio m.
"-iS Sabbado. S^Jnnocencio p. S. Narciso m.
29 Domingo. 9. S. Anna mi da SS. Virgem
mi di! Dos ; S. Marllia v.
3.
conse
nos
elhb adirTinislralivo, ser archivada e regislrada
icTtnos do arl. 37 do reg. de 13 de Janeiro de
iuia coala couenle qoe depois de approvada pelo
diriu '
i crino!
1855/
Arl. 43. As pessoas empregadas na servco do
collegio, lerao os veiieifcenlos couslaiilcs da tabella
numero 3.
Art. 14. o, vencimculoS das pessoas empregadas
no servieo do collegio serao pagos pelo lheaiire.iro
do toiitalbojjroinislralivo por urna tollia es|.eciai,
Ule e pela dir.cclora, o que ser
" 'oroins do
bem
ar Pa.t. Te ,i.
I
o ultimo almo<
\
cima da ion
11 niei le a ci-
itodos o ade-
5
*
O sol devia brflhar em alguma
ea de iievoa a de fumo que robn
ilarfe de Londres. Ningnem o va
vinhavam, oque nas margens do
Os gatseadures cnconlravain-se ua
Oue manhaa risonha !
Tudo he assim riso ni io na r son ti;
Catas vermellus guarneciam ojs
um chafariz, ama casinha cubera
arvorea d troncos hmidos, e um (a
que pareca am tapete de velludo vet.
as groMllciras Iriumpham entre no-ao
zinhos. Urna cabrinha brama diverlii a quatro ou
cinco lindas meninas atrs du grad lebaixo da vista
de urna aia magra. Ubi,
Amigamente um escriptor cdjiladuso, tratando de
Londres e de suas ca.as, pedia aina naioilccer as
c/'ires do qnadrn ;' pnroai depois da (.-i ande trpasi-
nio perdeu-se esse rcSWM Agora lidos conhe. om
a casa ingle/1 baiva e qnadiada, a pinte, o noial, os
vallados, a coziuha sublertMea e as ilribarias nivs-
teriusas.
Entre as casas do sanan bavia bina qoe tinha o
escrpto ilii alugurl, o pareca ler acordado sutes das
nutras. I'm bomein de meia idade e m caladura
l'uosavaseu cachimbo a pnrf ergutn lo os olhos de
toando em quando para as jancllas (heras do pri-
teiro andar, e duendo entre os denles : ^.
Champagne !.... nem um sollo :.... Se ao me-
nos on tivesse a felicidade de achar hoje un inguili-
no para manda-Ios dormir fra !...
Ilavia no priiueiro andar um qsarl>astas rspaijo-
so ; mas oiobi'iado coan pobreza. OI (pele eslava j
inailo turrado, a cama sen) corlinadj atulliada de
roopaoda oulro, objoctos pcrlencejles a ambos os
sexos subsliliiia o armario autenle cnc deixava um
vacuo oalre as duas jancllas. 0 chapeo de niiilher
meio ocnutuilebaidi du mactfntosli levi; ter sido
oile no comedida eslacio. O manlelele tinha
franjas so'nveis, e as pecas do vestuario masculillo
Ijne.id.il cunfusamenle desde o tra- aot-pes
da rama nao eram faltas de certo os!) I.
l'euco distante ia-se um lido bafeto que en
, como o ultimo reflexo -de urna prosperidade nas-
uda. .
Nem sequer um sold, dizia Tom Borne no li-
miar da porta.
Todava temos champagne o joven Chrislianp e a
linda iniss Jane bebiam champagne em ama mesi-
nha, onde reinava a mais amavel desordena.
Em Pars quando ama toja do passeio publico nao
eit alugada, um rabe de estatura alta eslabelece-
se logo nella para vender confeilos. Em Londres
aconlece mollas vezes que a phantasia das viagens
aloca da noile para o dia familias inteiras, e ficara
as casas vasias. Clirisliauo e miss.Iane ao habitan-
tes transitorios de urna dessas ca
lulo que o rabe de alta estatura
passeio publico. Liles chegam e
bres, segundo a sorte, sempre m?
> i talando sempre com a triat
'bre a cidade dos nevoeiro"
era urna linda fdha dos condados cetracs ;
zoilo annos, cabellos negros, olhos azues e
Ireaberla por um sorriso eterno,
no, seu seductor, (pos levemos fallar Irn-
judia passar por am bello cavalleiro. Esse
e que desejava-lhes para cama a calcada
h l.noilres.llao nn,lt>> .!;.-.._ a. ___ *
9 doL.-.
Art. 4o. A cada nina das orphaas, que se q
com consenso .lo conselho admlltstralivo. te attf
um dote do-400 rs. aleui do envoval da tabella i
. dependoMo ludo da a
provincia; t
Arl. 46. Os dotes e enxoval das orphaas vind's
da casa dos expostos correro par conla do hospital
da caridade.
Art. 47. Afjapphaas, qoe se casarem ventajosa-
mente, o^iMie^ercebereni dp governo algum orde-
nado, nao lerao direiloao dol.
.. CAPITULO VII.
Dos deslinos das orphaas.
Arl. 48. Asorphia, que ama vez forero admllli-
das do collegio, serao nelte mantillas e conservadas,
ale que leuhain os seguiutes deslinot ;
1.'Casamento.
S 2. Einprego em escolas publicas.
S 3. Entrega a seus prenles.
S KeccbJmantqaan casas honestas.
Arl. 49.No caso Jk 2, do arl. antecedente, o
cousellio .idaiinislrallvo facilitara lodos os meios para
que as orphaas possam concorrer a exames pblicos,
alim de oceuparem as cadeiras de primeiras lettras
do sexo reminno, eslendendo o conselho a sua pro-
(ectjao al que fiquem eslabelecidas.
Arl. 50. No caso do S 3. do citado arl. preceder
piVposU.do conselho administrativo, e approvacao
do prcjUtnl da provincia.
A'lj^Bpo caso do S i, ilo supradito arl. tambem
precedeajj^lroposla d conselho adminislrativo, so-
bre a qoal seraimvido o juiz de nrphaos, seguiudo-
se approvai;ao ifo presidente da provincia ; de que
ludo se lavrar termo nos livros do archivo da ad-
minislraco, o qual ser atsignado pelo chefe da
casa, que receber a orpha.-,.
Arl. .52. As orphaas que vierem da casa dot ex-
postos, e que liverem complelado a sua oducacao,
serao entregues a administracSo de caridade, nu te-
rao o desuno do arl. 47, conforme for acordado pelo
consellio administrativo, sob i approvacao do pre-
sidente da provincia.
CAPITULO IX.
Das penas.
Art. 53. A directora poder irapor s orphaas
as seguftUes correcrOes :
8 1. Kepreheusao particular.'
S 1 Reprehensao cm presenta das companheras.
S 3. DiminuirAo de comida.
S 4. Ohriaca de Irabalhar era isolaracnlo.
S 3. l'i ivaeio dos recreios ordinarios.
Arl. 54. As professoras nas aulas podero corri-
gir as suas discipulas coro :
I. Reprehensao timplet.
2. Proroga^ao de trabalho.
Denuncia directora.
CAPITULO X. i
Disposiciies ntrnet.
Arl. 55. lie permitirlo directora destinar al-
gum dia para passeio das orphaas por lugares con-
tenientes, e seguidas de alguma das mestras. e um
^membros do conselho administrativo, alim ue
se suanle toda a modestia,
trt. 56. Poderu ser admitlidat ro collegio das or-
illas,lilhas de pessoas honestas,sendo menores de 10
innos, e quo se queiram sujeitar ao resimen da casa
pagando a pensao, e levando o enxoval que for es-
11 potado pelo coiitelho adrninslralivo, que se regu-
lara pelo que despender com cida orphaa, lilhi, da
casa,
Arl. 37. O que nao esliver
lado noi prsenles eslalulos ; seca supprido por s-
senlo do conselho administrativo sob approvacao do
presidente da provincia.
Art. 58. Ficam revogadas todas as disposices om
contrario.
Palacio do goverrlo de Pernambuco 22 de juiihoJ
de 1855. Jote liento da,Cunlia c Finueiredo.
Tabella n. 1.
Qualro vestidos de chita escura.
Dous vestidos de casaa branca.
Dozc camisas de madapolao.
Qualro saias de madapolao.
Quatro lenr-os de inao.
Dous lencos" de cassa de cor para pescoco.
Seis pares'de rneias de algodAo.
Qualro pares de sapalos de cour bransu.
Do-as pares de sapalos de duraque.
Urna cama de vento.
esTeoialirienle ngu- iaijw
l)us pares de lences de bvim.
Una cubera iln chita escura.
roslo.
Urna coberta de fazenda de l,i,i.
Um travesseiro.
Quatio finnhjs.
Tres loalhas da rosto.
Tres loalhas de ps.
Urna escovinha de denles.
Um pente de alizar.
Jim penl de alimpar.
Urna hacia de llaudres envernisada
Um ourinl.
jB. Os preparos de costura serao exigidos p
Hn em seus pedidos, e por ella entregue!',
mestras para que os conservem.
7'a6e//a n. 2.
Um vestido de cambraia de algiMao liza.
Urna saia de madapolao.
Urna camisa deainadapolao fino.
Um par ilc meias.
Um par de sapalos de couro envernisado.
lim par de luvas de seda preta.
Urna grinalda branca.
Tabella n. 3.
Directora .......
Meslra de primeiras letras .
Meslra de costura ......
Meslra de msica '. .
Substitua.-....., .
Capellao........
Facultativo.......
Coziuheira.......
Lavadeiraj.' .. .^. f .
Serventes ; diaria'. ^T .
Tabella u. i.
Um vestido do soda branca.
l>oze camisas de madapolao.
Tres saias c um vestido de baixo.'
Seis topeos do'madapolao, ou qualr de lilil -i.
Seis loalhas de brclanha para rosto.
Seis pares de meia linas.
to do 13- balalhao de infautaria, Manoel Fernandes
dos Santos Franco, obteve passagem para um dos
cornos da guarnan desta provincia.
- DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda, en-
viando, para o lim conveniente, u:na relarao con-
lendo seis firmas originaes das pessoas Bvamcnle
approvadja pelo governo geral para assignarem as
notas do actual padrao papel raoeda em cireutaea.
I'ariiripjii-se ao director interino da caix de
amorlisacao.
DitoAo mesmo, remetiendo copio do aviso de
13 do crrenle, uo qual o E\m. Sr. ministro da
guerra approva a* despezas, que, alm ;do crdito
concedido, se tizaram sob a re.-poiisabilidade da pre-
eiiiienlo Uo presidio de ler-
.-
itoAoj A| relator da junta de juslica, trans-
.iHiiilo, para" ser relatado em sessao d'a mesma
jauta, os prncessos verhaes finios aos soldailos, Jos
Malhias, Joao Manoel dos Santos, Manoel Joaquim
de Uliveira c Manoel Uouralves do Seua, o pri-
meicu e segundo perleucenles ao 8." balalhao de in-
famara e o terceioo o quarlo ao 9.. da mesma ar-
ma.li/erain-so ai necessarias communicacoes a
rospeilo.
DitoAo director do arsenal de guerra, envian-
do, por copia, o aviso de II do rorrele, no qual
o Exm. ministro da guerra delerminou que aquella
arsenal forneca s provincias da Parahiba e Alagoas
as 17(1 espingardas de que Smc. trata.
DitoAo director das ojiras publicas, |para man-
dar fazer as caldeiras que forem necessarias para
cozinhar a comida dos presos da casa de d-t-nco.
deven I ser ellas apropriadas ao modelo e systuia
dos fugos ronstruidos na mesma casa.Communi-
cou-se ao chefe do polica.
DiloA* cmara municipal do Recite, dizendo
que," islo ach.ir'-se esgotada a qflanli consignada
para a detpeza com o calrameuto e limpeza das
raas desla cidade, aulorioa a mesma cmara a conti-
ir a dispeuder no presenta exercicio municipal
ia que forem necessar'
referido caleamenlo e limpeza.
nuura uispeuuer nu presente exercicio inuiiicir
as quanlia que forem necessarias paca occocjjw
" ferido caleamenlo e limpeza.
DitoA' mesma, inteiando-atle haver approva-
do prc
previsoriamente as pusieras, que as mesma
"aicllcu.e enviando copia deltas para terem i
%
7000000
(iOOjOOO
(iUOftIKX)
50051100
lillOSOOl)
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4(KI9tX)0
2IOMO0
200-? !K)
'180
Quatro p.ires ,le sapalos, seudo um de duraque relo
. *.,...,i. .^. hti.ai.aam,.,. *.
Seis leos de inao. ^^
Urna cubera de chita.
Ilous pares do Ironhas.
I 111 bah.
pprovacao do prqj^| loos teneos de seda para pescoco.
I m par-de brincos de o uro.
Quatro vellidas de ri.-cado ou chita.
Um par de luvas de pellica branca.
I-V administrara dos estalieleciinento 1
lode.Atiento ao que Vincs. inl'oriiiaiatsora
sen onico de 19 ilo crreme. Iridio de rpcommen-
dar-lhes, que nao s mandem receber d> irmandade
da Santa Orsa da Misericordia de Olinda a Africana
livre Bemvinda, que se acha ao servido d respec-
tivo hospital, mas tambem Iransforir para o hospital
de Caridade os dous doenles qoo* actualmente exis-
ten! uaquelle. devendo- esta administraran, visto
que passa a tomar cunta do laes doenles," recabar
lamben, c ilar direccao ao que diz a ii mandado da
mesma Santa Casa, perlencer ao hospital ale que'se-
ja tudo liquidado pela commissa ullimamente B
meada.Ncste sentido ulliciuu-se a sunradila, irman-
dade.
PortaraAo agente da companh'a das barcas de
vapor, recommeiidando a expedieao de sua rdens
para que sejam transportados para as Alagoas no
vapor que se espera do norte, o cabo do corpo de
polica daquella provincia, Joao Bapti o soldado do mesmo corpo, Manoel Rodrigues dos
Anjos.Coiumunicun-se ao chfc de poticia.
23
Oflicio Ao Ezm. bispo diocesano, dizendo que.
para poder dar cumpriinenlu ao disposto nu aviso
circular que remelle por copia, expedido pela repar-
tirn da juslica cm 20 de juulio ultimo, taz-se" pre-
ciso que S. lixe. Rvm." se sirva de-enviar secreta-
ria da pp-sidenoid nina relacao nominal dos naro-
rt"" p:vvtnci.-com as '
-r -*-
,. ------1------ de'pafih.Tf S'n4 P (i"r de ser um 8rau"
Janean ia mostrando as perolas da bocea, e Chris-
iiano co)i,(eniplava-a com ar pensativo.
'^lua saude, Christiano dsse Jane.
t "V^0"0 apretenlou o copo e proiuincou len-
Dus tres mil guineos do dcfunlo meu lio res-
tam-me dun, ||,ra, eslil manhaa.
Jano locoiu no copo do amante, e levou-o aos la-
bios, ilizcud : .
Nunca umei-le como boje !
Os hombros de Chrisliano tveram para levantar-
seuma tendencia nnperceplvel, e elle respondeu
na punta ds beieo-, :
IuTambeni amo-te.
l)poi arresrenlnn contemplando o co cinzento
atreve/, do orvallo, transparente de seu champagne :
Ali comemos mui rpidamente os Ires mil
guineos de meu lio !
Que viasem e, relente! exclamou Jane ; a Ita-
lia, a Allemaiiha c i Franca !...
Christiano deu um grande suspiro, e repeli :
t- Sim. Franca, Allemanha e a Italia !... mas
ootamos enl I.ondre ~
Que importa lor non Jane, a qual pareca de-
cedida a conservar seu humor alegr. Londres he
Mo, aqu acholo mtit bello.
Meu Dos, querida .lae, disse Christiano, co-
jo iccenlo lornoo-s.) serio, aeho-te lanibem cada dia
mais linda... porcm lestam-me lmenle duas libras
esterlinas.
Para que cuidas nisso 'i
A'sim he misler I
Deixa-te disso, Christiano ; s um hornera de
diulieiro exclamou Jane franziudo repentinamen-
te- as sobrancelhas.
0 mancebo baleo tobre a bolsa vasia, e laucando
ao tecto um olhar melanclico, respondeu dandu um
suspiro :
Um homem de dinheiro in parlibut!
Jane afaslou a cadeira, e lornou :
9ei o que digo, senhor Houlem na barca de
Kichmund quando disseram-lhe que aquella rapa-
riga loura e inspida tinha dez mil libras de ren-
da....
Duzenlot e cincoenta mil francos em moeda de
va pronuncio Christiano a parte com urna es-
'"! respeito.
senhor arregalou os olhos e corou, continuou
Que loucura 1 ,
E desde emito est pensativo. Atl bem vejo
qoe nao ama-me mais!
Por favor, Jane, disse Chrisliano com o tom de
quem afaga um menino agaslndico, nao perturbes
nosso ultimo almoco... Come era paz este pastelhao
de peixe...
Nao lenlio mais fome.
Bebe esle hampagne, que nao foi pago..
Nao lenhp mais sede respondeu Jane, voltan-
do-lhe as costas.
Irra exclaman o seductor ; nao disputamos
urna s vez em qnanto comemos os tres mil guineos
do defunto meu lio '
Jane levanlou-se, e encarando-o com altivez, per-
-iintoii :
Uo urna reprehensao 1 O senhor falla mui fre-
quentemente dos guineos do defunto seu lio Eu
tambem nao tinha um to ? e nao en elle mais rico
que o seu ? au ainava-me como sua filha '! Se o se-
uhor nao me tivesse fuado...
Chrisliano fez um gesto de deslenlo, e disse ra-
pariga, a qual eslava eulAo janella :
Ouve-me, Jane, ha um meio : se queres meti-
remos urna bala na rabera a sobremesa.
A linda moja sallou junto delle tendo os olhos br-
Ihanles e o sorriso nos labios, e ditsc com ternura :
Fallas seriamente, meu Chrisliano '!
Nao, respondeu esle sem hetitar.
Ab exclamou Jane indignada, bem vejo que
nao me amas mais!
Chrisliano tinha a fronte apoiada na mao, c dizia
comsiso :"-
Essas cnusas face sosinhn.
1 omiiii as matas de Jane, o aitrahindo-a sobre os
joelhos, .lisse-lhe :
Amo-te mais do que nunca, i-.s a man bella
e a melhor... quando nao fallas de teu lio nem dai
raparigas da barca de Kichmuud. Amo-te de todo
o meo coracio ; mas esloa muilo inquieto, porque
declerece iiwlw
Excediente do dia 24 alo Jaiba.
OflicioAo Exo>. vico-presidente do Par. Um
addilamcolu ao meu oflicio de 2t dofcorrOole, lenho
a honra ile ihzer a V. Esc+ljue para aprovetar o
vapor Guanabara, que boje segne pora o norte,
mandri emUrc.r c remetlor mais alguna soccorros
|iara essa provincia consientas da relacojunta.
DiloAo Ezm. presidentado Rio Grafle do N ir-
le, participando que na baaaa Flor io .V-.r/e hiera
embarcar a dispOefio de S. Exe. os II) barris de
plvora desliuadot aquella provineia, o rosando se
digne de mandar pagar, vista 4o conhecimeiito
quea-emolte. o frote da condoco de semelhaats
plvora.Comraunicou-sc ao inspector do arsenal
de marinha.
DiloAo Exm. presidente do Maranhao, dizendo
que com o oflicio, qoe remelle por copia, do inaie-
clial roiiimandaulc das arma desla provincia, lcam
minislrailos os csclarecimenlos acerca do desertoi
Jao Francisco de C<-rvalho.
DitoAo Exm. narechalrcommndaule das ar-
mas, Iransmillindo, por copia, o aviso da repartir
da guerra de 11 da jnnho nllimo, do qual consta
liavcr-se determinado que o capjiau do 10.- lid a-
lii.iu ele infautaria, Jos Aureii de Moma, continu
a servir como addido ao meiev'bataao do Piauliy.
DiloAo mesmo, enviaoDso^para ter o convenien-
te destino, a relarao das alterafOet oceorridas no
mez de junno prximo lindo com o soldado do ex-
liuclo 8. balalhao de caradores, Romualdo Jas
Ferreira.Participou-sc ao Exm. presidente das
Alacoas.
DiloAo mesmo, remetiendo, por copia, o aviso
circular da reparlicao da guerra d 3 do correle,
no qual se determina que, cessando o aso de dar-so a
quanlia arbilrada para guisarnento das capellas lat
fortalezas, sejam d'ora em diante autorisados os al-
moxarifados das fortalezas em(que os hoover, a fa-
zer a despera ndispensavel para a celehracilo de
missas nos das de guarda, recebendo pela compe-
len verba a necetsaria prestacao, da qual darao
conla no lira de cada semestre, para poder em re-
ceber outra Igual copia remeltea-se Ihesouraria
de fazenda.
DiloAo mesmo, Iransmlltindo, por'copia, o avi-
so da reparlicao da guerra de 13 do corrente, do
qual consta que o priuiero cadete primeiro sarg n-
inlerrginpeu Jane com ar
chegamos ao fim do nsso romance, minlia pobre Ja-
ne. I enh# pensado algumas vezes em leu lio Saun-
ders, o fazendeiro...
Qaanta bondade
igaslado.
Mas se vollasses i fazenda. eontiBuoa Chris-
tiano, elle te quebrara as "costellsts oacheiradas.
Cada paiz lem seus coslumes. Nos oosos campos da
Inglaterra he assim que admoeslara ai raparigas.
Ainda quaudo meu lio me recebesse de bracos
iberios... ,
Ouve-me, Jane, interrompaa Chrisliano; a ma-
nhaa lian lereinus asilo nem pao. Meas credores des-
apiedados...
Jane laneou-lhe os bsarot Jo pescoco o entrona
beijar-lhe os cabellos. Depois tornando-so repen li-
llmenle langoida, murmurou dando um sospiro :
Meu Christiano, dize-me ainda que amas-me.
O seductor meueou a cabeea, e pronuociou dra-
malicamente :
Ah minlia qucriJa, sabes o que he a miseria
em Londres .'
Jane baleu com o p no chao, e desatoa a rir, di-
zendo :
I'azes-me pena .'
He por li que temo... quiz Cliriotrtno conti-
nuar.
Cala-te, inlerrompcu a rapariga desdenhasa-
mentc ; nao queros viver nein rjjafrref; s sabes tre-
mer, lie dinheiro que te fi
Diuheiio repeli Chfl|
dinheiro ?
O irmao de meu lio Saiuadars lie rico cuino
Creso, e mora em Pall-Mall a dous passos daqui. Au-
ligamcnte elle amava-mc como a menina de seus
olhos. Queres que v fallar-lhe'.'
Christiano nao tjaapoudeu immedialamenlc. Sua
tristeza augmentan, e elle dizia comsigo :
Ser um recorso para ella.
Queres 7 repeli Jane com impaciencia. '
Sun, respondeu o seductor abaixando a'ccibe-
Ca ; he lalvez urna idea boa. Vai ler com teu p-
rente de Pall-Mall.
Os humen- afogam-se em pouea agua dwe
Jane alegremente tomando o chapeo e o chale. Nao
lem dinheiro qne bello embararo !
Que Vas contar a teu prenle -! perguutou
Christiano.
Nao te, respondeu a rapariga j prompta, o
que sei lie que seremos ricos ao menos por quinte
das, lalvez por Ires semanas....Sorel anuda .' acires-
centou ella inclinando a frnnle para reclamar bei-
jo da despedid i.
Sin, disse Chrisliano apertando-a involunta-
riamente ao pcilo ; seras amada !
Jane nao reparou na eniocao com que foram pro-
feridaessas palavras; sabio rfndo, c dizendo :
Voragem 1 al brevemenle 1
espantado ; lens
das em dito aviso.
DitoAo Exm. director da Faculdade de Dreto
do Keclfe, cummuiiic.ind qu.-. por decreto do 2U de
nh.i uUiino, segundo conslou de parlicipacau da
elana do imperio, fui borneado o bacharel Leo-
do Augutto Ferretra Lima, substituto dajjjjjtdei-
dc liugu.is ft*usexa e ingleza do cidlegieoBs ar-
les daquella Faculdade, para o lugar de proteHor da
mesma crleira, ce agvonciuiento aunual de HtKIJ
rs. de oraonadoe 4005rs. de gralifica;ao. marcado
no ar!. l, do dacrelo o. 1331, de 17.de fev-reiro do
auno pastado. Igual communicaijSo se fez a Ihe-
souraria de fazenda.
DitoAo Exm. jui/. especial do commercio nesta
cidade, remetiendo com copia do aviso da reparlicao
da juslica de 3 ilo crrenle,-os requerimentos de Pe-
dro Tertoliaiio da Cunha, Manuel Joaquipi Baplisla
e Manoel Joida Molla, alim de que se proceda em
conformidadodo decreto n. KI7 de 30 de agosto de
1851 edo ajisode 22 de* junlio lindo.
Dito Ao.fcm. marcchal commandante das ar-
mas, Iransrailliinlo por copia o avi-o da reparlicao
da guerra de 9 do corren I-, du qual. consta que se
eoiieedeu passagem para o primeiro balalhao de er-
lilbara a p, apsoldado do quartu Aa mesma arma,
.Nicolao Gomes Cdulinbo.
DiloAo tnesuio, remetlcudo copia do aviso ilc 7
do c*rren,to, no qual o Exm. Sr ."ministro da guerra
aulonsou a presidencia a mandar pagar o feilio do
fardamento da mosca do 9. balalhao de infamara,
coja materia primase remelle para esla provincia.
Intcirou-se Ihesouraria de fazenda. *
DiloAo mesmo, enviando copia do aviso de 9
do correr.lt, no qual o Eua. Sr. ministro da guerra
comiutinicou haver-te determinado que o primeiro
cadete primeiro sargento do 4.u balalhao de arlilha-
ria a^po, Horacio Al ves da Silva, lenha passagem
paralgBVpo de gtiarnirao fixa da Babia, e que o
cabo de.esquadra do 2. bafclTiao de infautaria, An-
tonio Joaquim da Costa, seja escuso do servieo na
forma das ardeos, logo que haja substituto.
DitoAo mesmo, Iraosinitlfndo, por copia, o avi-
so do ministerio da guerra de 27 de junho ullunu.no
qual le delermio que o^lferes d 5." balalhao de
infamara, Leopoldo Borges tialvao Uchoa, regresse
ao respeciivacHsHhando sem efleito o aviso que
o mandn servir e FlMii dos corpos em gusrnirao
nesta provincia.Commiinicou-se i Ihesouraria'ilt
fazenda. ,
HiloA mesmo,"Temeltendo, por copia, o aviso
do ministerio da guerra de 1 do corrente, determi-
nando que o alferas Guilherme Marques de Souza,
que se acha oeste provincia, siga inmediatamente
a do Para i reuuir-se ao balalhao II- de infamara
a que pertenec.Neste sentido ofticiou-ie Ihesou-
raria de fazenda.
DiloAo mesmo, declarando que riela leilura do
aviso", que remelle por copia, expedido pela repar-
licao da guerra em 30 de junho ultimo, (eir S.
Exc. inleirado de haver-se concedido haixa do servi-
eo ao cabo de esquadra de 10- balalhao de infanta
ria. Benedicto Chrispim Simoe-.
DiloAo mesmo, Iransmilliinlo, por copia, o avi-
so da reparlicao da guerra de 19 do corrente, man-
dando-se passar a effeclivo no'meio halailia provi-
sorio da Parahiba, o anspecada do 9. balalhao de
iiifanlario, Manoel Joaquim do Nascinienlo.
DitoAo inspector da ihesouraria de fazenda. de-
volvendo o requorimentn em que Josjaeoroo Tasto
Jnior pede por aforamento um ierren* de mari-
nha, qocao acha devoiulo na ra das Ciucn Pona,
afim ife qoe pflceda rcpeilod coorormidada com
a informaran, que remelle por copia, do > lenlo
Antonio Egidio da Silva, visto ler Antonio Annes
Vieira de Souza desistido da prelencao quo tinha
acerca de somelhante terreno, finando porem o co-
cessonario abrigado a ceder em lodp o lempo a par-
le do referido terreno, que for precisa pira ras e
Iravcssas.
DiloAo presidente do tribunal do commercio,
IraiismiUiudo, por copia, o aviso da reparlicao da
juslica de 4 do correle, no qual se declara que fo-
ram nomea li- por decreto de 30 de junho ultimo o
bacharel Aprigio Jotlniano da Silva oimaraei pa-
ra o lugar de ollicial-maior da secretaria daquelle
tribunal e Dinamerico Augusto do Reg Rangel pa-
ra o de escripturarioda mesma secretaria. Igual
communicacao sefev^l Ihesouraria de fazenda.
DitoAo juiz relator da junta de juslica. Irans-
millind, para ser relatado em sessao da rnesnia
junta, o processo verbal feito ao,soldado do 2- bala-
Iba ile infamara, Ignacio Antonio Marlins.Par-
ticipou-se ao Exm. marechal commandante dasl
armas.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, di-
zendo que, de conrormidade com as informaroes,
que remelle por copia, dadas pela Ihesouraria de
fazenda, podo Smc. encaminen lar os genero e mais
objeclos que diz seren necesarios para fornecimeu-
to daquelle arsenal.
DiloAo capilao do porlo, remetiendo, por ru-
pia, o aviso de 6 corrcnle.em quo o Exm. Sr. minis-
tro da marinha nao s declara que nao fura deferido
favoravelmente o requerimento qne enva do pra-
lico Manoel Estanislao da Costa, mas tambem re-
commenda, que nas vagas que apparecerem se
contemple de preferencia os amigos pratcus, que
pelas suat habililacoes forem qualificados prmeiros.
imn
COMMANDODAS ARMAS,
Quartel-general do commondo das aranaa de
Pernambndb aa cidade do Reclfe, ata 27 de
Julho de 183.5. .
ORDEM DO MAN. 89.
^O marechal decampo commaud.iate dus armas da.
pnblicida le ao a>iso circular do rnjnister'io da guerra
abano transcripto, que em addttaOKiiln ao ,to 1<)1
de jane i rn dr-1 ai ,-aido a !t do corrente
l, cm o lim de obviar duvidas que ainda te
raudo a me loridade do principe hereditario Cetare-
witch, o gr.lo duque Nicolao Alexandrowilch, resol-
vemos era virtode das leis fonda raen laes do imperio
o com o conteotiraentoebencao de nossa amada mai
a iraperatrii: Alezandra Feoderowna decretar c pu-
blicar.
1. Qoe no casa., de nossa morte antes quo o nosto
amado fillio succeosor do throdo lnha chegado ida-
de marcada pelas leis para a maoridade dos impera-
dores, o nosso amado irisjao o grao duque Costan-
liniPautoYitch ser regente do imperio vj do re-
da Polonia e grao ducado da Finlandia, insepa-
elmente unidos a esle impario.
2. Que se fot da vontado daJ)eos depois da nossa
raorle chamar a si o nosio filha primognito antos
que elle teoia chegado maiorade, o nosso amado
irmao o gra duque Constantino, depois que nosso
segundo filho liver succedido ao Ihrono de todas at
Rustas Sin virlude da le dt successao, ser regente
do imperio al a maoridade do nosso segundo filho.
3. Queem lodos os. casos indicados no 1 e 2
desle mar to e dos uniros nossofl maoridade de cada
um driles, pcrteneatfoaoaJH fr{a e" exleamio '
pre-cripla pela le a nossa "aliada esposa a impera-
Iriz Mria Alexaudrowiia,
PUvenindo com antecipacSo polo presente decre-
lo.6 publrcaeito qualquer duvda a respeito das nos-
sa-. vistas e-> onlade acerca d governo dn estado do-
lante a rnenoridade du nosso tuccessor, desejamos
darao mesmo-lempo.no cornejo do nosso reinada aos"
nossos fiis e amados subditos um novo tesle'mu-
nlio da noss.i rspeilosa consideracao pelas leis da
patria. Oxala $e ellas sjam sampre o por lodos
la religiotainenle curapridas, e que sobreest base
nalteravel se consolid cada vez mala a boa ordera,
o poder e felicidade do oslado que a Daos nos conr
bou 1
Dado emTsarskoe Sebo a 2 dejanro)e5oaaao1855
depois de nasciroeulo de Jess ClirUlo e p
nosso reinado.
;_______ Alezand.
SESSAO DA CMARA DOS COMMUNS DE 18
DE JUNHO.
-Mr. Roebick aprsenla no meio .de exclimaroes
deapprovacio o relatorio da comrniotao do Sebasto-
pol. He ap-esenlado ua .Tiesa, e por atocao de Mr.
Disraeli, cmara ordena que elle seja lido. Em
consequencin disto *# secretario da meta passa a
l-lo.
. Eis-aqui, iliz o .San, um resumo desle documen-
to do qual mi podemos al agora -obler ama copia
inejpnso, aperar de elle eslar impresso :
O relatorio comer indicando as ditliculdades em
que os membros da commissAo te acharara euvolvi-
ilos ao proceder a um inquerito 13o grave, e por
isso viram-oo bastante embaracados para apresenla-
rem um relatorio claro e exacto. Estas difnculda-
_ des lugraen-.a.ram pela talla de leslemonha impor-
d". presidio de Fernando de Noronio o fez houlem a 'antes, cujos depoimeulot hio poderara obtor-se 0-
^^.[mgenrayo norrnarfet-ceneiI'JJBWv. "m-^ --'--------
iiiez, rom o lim de obviar duvulas que ainda te ofl'e-
recem nas provincias onde nao lia auditores de guer-
ra, sobre o pagamento qu compele aoi jni.e. de
'In en, quando chamado*i eWccr as funcres dn-,
qu,ellee, sem !:nlra pastado pelo dit niinisterii.
I) m/smo marechaldtcafeo dclermimM que fi-
quem desliglos dos corpus ala qoe arlualmenle sr-
velo como adriidos, oS9. ofliciaes ile que faz men-
ean n segunda parte daordem do dia n. 84, im re-
lereo ,a a de ti. 83 ; bem com do quarlo balalhao
de arlilharia \ no o Sr. alfares da mcio balatlio do
ra, Malhias arfcoaa dos Sanios, que n=gressou
Chrislinuo poz-se janella, c vio Jane- ligera e
graciosa passar o poial e saudar lom Borne cara ar
alegre. Tom Borne lirou o cachimbo da bocea, e.
fingi levantar o barrete. O mancebo ouvio-o dfzer :
Se ella vai-se, he porque nada mais ha I
Cortada murmurou Chrisliano, dirigindo-se
ao bufete do qual lirou um par de pistolas.
At brevemente! disse elle comsigo mesmo, co-
mo se a ultima palavra de Jane Ihe soasse ainda ao
ouvklo ; coracito nobre e moroso..... ama vida que
desgraceil E dependo as pistolas sobre a mesa, vol-
lou ao boMc, onde lomou papel penna e tinta. Col-
locoo ludo junto dai pistolas, o assentoo-so.
Vou copiar como muitos outros, disse torrindo
amargamente essa formula estpida: Quaudo te-
res eslas linhas lerei dcixado de existir...
Molhou a penna e dispoz o caderuo de papel;
mas em vez de eserever tomos cada urna das pisto-
las e examinou bem as molas. Depois repeltio ludo
cora um gesto cheio de fadiga, e cruzou os bracos so-
bre o peito, dizendo :
Cerlamenle, debaixo de sua petulancia phan-
(aslica, e onca ha mais honra e melhor curac.lo do
que em meia duzida de Lucrecias caudura infan-
til, inlclligencia do primeira or lem....
. Tenho tempo de sobra exclamou, laucando s
pistolas armadas um olhar de mo humor.
Enrheu o copo o bebeu-o duas vezes successiva-
menlc; mas da lerceira vez achano a garrafa va-
sia, exclamou:
Ah 1 senhores cstouvados,
-. aTTe-
res ficaru addido ao balalhao dcimo de iufiitaria
era quanlo nao segu paia o seu destino. Filial-
mente o sobredilo marectial decampo cornmi idanle
das .ninas, autorisado por oflicio da presidencia da-
ndo de houlem determina, que os presos da guarda
nacional desta cidade sejam de ora em dianle reco-
iliidos no quartel do Paraizo os do primeiro balalhao
de infamara da guarda nacional, os do segundo
.io das Cuico-Pontas, os do lerceiro uo do Uospicio,
osdo halalha de arlilharia na fortaleza do'Brum
e os du esquadrao de cavallaria na Soleda-Je; ficando
assim Hendidas as localidades dos corpos e a com-
modidade dos presos qoe deixar.lo de estar como at
agora aglomerados em urna s pris.lu-
CIRCULAR.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 9 de iulho de 1655.Ilbn. e Exm. Sr.S.
M. o luiprravlor manda declarar a \ Exc. cm ad-
ditamcnto ao aviso circular de 19 de. Janeiro desle
auno, afim de obviar duvidas ue anda te oflerecem
( nas provincias onde nao haaadito'res'ne guerra !
sobre o pagamento que compete aos jui/es de di-
rcito, quaiidu chamados a exrcer as fuuceoes s
aquclles, sem linio pastado por esla secretaria de
e-tado, que elle s devem perceber na procrean
do lempo durante o qual ter*-em.,na forma do de-
creto n. 418.A. de 21 de junfio de 1845, fai.endo-
se a conla ao sold simples de capilao.
Dos guarde a V. Exx.Mrquez de Cauas.
?sr. presidente da provineia de PeriiainbejM.
?Jol Joaauim 4pos*ZV).
Conforme.- Candido Leal Ferreira, ajudanle da
ordens eucarregadodo delalhe.
EXTEEIOR.
O imperador da Russia acaba de publicar o segra-
te manifest :
Pela greca do Dos nos Alexandre 2. imperador e"
autcrata de todas as Russias, re da Polonia ele.
Subiudo o Ihrono de todas as Russias de nossot an-
tepassados e dirigindo sem cessar a nossa nllenc.ao
para tudo o que pode contribuir para'assegurar e
consolidar a tranquillidade e o bem eslar da uacao
confiada pela Providencia nossa 'sollicilude, reco-
nliecemos como o nosso mais sagrado dever o iudi-
car tanto quanto he postivel as medidas que devem
tomar-se nas cirru instancias extraordinarias.
- A nossa vida esl nas maos de Dosdisse nosso
amado pai, de inmortal memoria, no manifest de
9 de feveroiro de 1896. P'eosando nisto e conside-
i mesa ; quem j be%eu a laca ale a ul-
Acabou-s'c ludo
vao furlar mocas!
Tornou a inolhar a penna; porcm no momento
de eserever largou-a novainente, repellado!
Irra, lenho lempo ainda.'
Como eslava deliciosamente linda essa Jane !
conlinuou rucoslaudo-se na poltrona. Se en lornasse gentlemaii. Elle quer ver este quarlo
a cmnecar agora sena mais prudeule'.' He graudc Isso he moleravcll exclamou Cliritliatio.
pena nao poder-se viver de amor .' Tom poz-se a rir, o disse :
Suas raaos hriucavam machinalincnlc com as pis-
tolas. De repente levanton-sc e poz-se a percorrer o
quarlo a passos aprestados, inurinumndu com agila-
solulamenle
lima gola...
Mas co vez de lomar at pistolas como parec, pro-
metler o acceulo das oHimas palavras, obtlinou-te
era sua dislraccao contra a garrafa vasia, e tentou
encher novameate o copo.
Urna gargalhada eslrondoo do fado da porta, e
urna voz murmurou com zombaria :
Acabou-se tudo I
Chritlano eslremeceu, o voltando-se, vio Ton
Borne sobre o 1 miliar.
Que lazas ah ? exclamou o mancebo encoleri-
zado, espiavas-metl....
Tom Borne ergueu os hombre, e respondeu des-
denhosa menta.
Espia-loLjh o senhor ,osse rico, ainna Dem .'
lom Borne fij xa un vestuario hvln.do que par-
licipava do lalM o do marojo, e pa"recia natural de
Jersey. IinliarBpifcas largas, pernas curtas e ca-
bellos ruivos. Tbtrrete e o cachimbo faziam parle
de sua pessoa.
Ao principio alagara a Christiano e a Jane a casa
inleira, c entilo era um homem polido. No fim de
quinze dias Jane querendo fazer cconomiat reduz-
ra seu alugucl au primeiro andar, depois venderam
alguna movis, reslnngiudo ao mesmo lempo suas
fronteiras, e ao cabo de um mez furroso Ihes foi con-
tenlarera-se com o quarlo em que os vimos'.
A palidez de Tom Barde tiulia diminuido ntsmes
mas [iroporces que o aposento dos nossot amanles.
Agora que Christiano o Jane oslafam ah como o
passaro no ramo, Tom Borne nada esperava dellcs, e
desprezava-ns maisdo
o que a pocira de suas polainas.
Que queres? peTgunlou Chrisliano com a-
meaca.
Venho dizer-lhe, responden Tom framente,
que eslou par alugar a casa toda a um vcrdjdeiro
A rapariga da barca de llichmundl a filha do
commodore Davidson.... o millonario !... quem ca-
tar cora ella ser feliz I
Voltou sem o saber a garrafa vasia para encher o
copo, e repeli nao pudendo perceber o lado cmico
da stiuaca :
P Acabou-se ludo Em summa, antes quero'cs-
sas nuvens de Londres pata a ultima hora do que o
azul vivo du bello eo da Italia, on o brilhanle sol
de Franca. Bofe, tenho vivido 1 Bem aecusacao
essa Jaue lein-me cuslado os olhos d.. cara. Miss
Ani) Davidson lambem he formosa.... e mesmo....
tnas como torna-la a adiar T Alm ditto o pai...
Essa he boa I inlerrompeu-se dirigindo-se re-
no pas-
Se arnanbaa o senhor dormir na ri
sari por esses uissabores.
Palife! grilou o mancebo.
Que mais? perguatou Tora Borne ero
zombaria.
Chrisliano reflectio om instante, e mudatido de
pareer lornou :
Dize-lhe qoo enlre, e acabemos logo com isso !
lom Borne levantou o brrele ao menoajous de-
dos, o que nelle era cousa extraordinaria, voltan-
do-se para fra, disse com poljdez:
Tenliam a bondade de entrar, niilofd e milady.
Chrisliano havia-se vultao para o lado da parede,
afim de occullar o roslo, e lomando a penna dizia
seriamente comsigo :
Kscrevamos nosso bilhele de participarlo Po-
bre Jane, ella chorar lano I
Um geiitlemm de cinco pos e oito polegadat de
cando por isso algumas pessoas' exposlas a iraputa-
coes acerca das quaet a commisso nao. pode pro-
nonciar se Neste ponto toi preciso terminar' o in-
querito de um modo n3o satisfactorio.
Depois dertas esplicaedes preliminares, o relato-
rio expe o estado do exercito cm frente de Sebasto-
pol e oaproceder dasadministraces no interior, na-
jo dever era satisfazer as necessidades%as tropas.
Um exercito eslava acampado em um paiz inimigo
a 3 mil millias de distancia, sitiando urna fortaleza
qoe nao poda cercar completamente, e necessaria-
menle collocado em urna sitnacao que u expunha s
maioret fadigas e a perigos de toda 'a especie, A
commisso he parecer qne grande numero desles
sofl'rimentos fortn mailo aggravados, por cavas
que podem allribuir-se iisufficiencia das andidas
lomada para o fornecimento do exercito.
Considerando assim as causis, a commissao fet
entrar em tinha de conla a tempestado de 14 de
novembro. Parece qne desde 16 de setembror po-
ca do desemiiarque do exercito na Crim, al ao
meado de novembro, segundo testemunbas presen-
ciaos, o exercttfsoflrou muito com excesto de tra-
balho, ecoro a rallado medicamentos e soccorros
aos doenlesc feridos.
A' proporcao que a eslacao se adiantava, mais se
Wnta a fall de dmense mais desproporcionados
se tornramos trabalhos para o numero de pessoas
que deviam faze-los.
D'aqui resultan un estado de soffrimentos edo
privacoes que se lorqpu extremo, e qoe foi sup-
Imi-lado com urna coragem e perseveran ca de que
tifio ha exemplo nos annaes da guerrt.
Ot homens eslavsra expostos ao fri, chuva e a
nev, acampados cm um terreno elevado, no cora-
sao do invern, e tolTriam muito pela falta de ves-
tidos, de provises e por urna adminislracao defei-
luosa. Pelo que respeila i direccao das diversas
admiiiistracOes, a respouiebilidade da expedijao da
Crimea psa sobre o governo da metropole.
O relatorio jvnto aos despachos do duque de New-
caslle, datados de 18 de abril o 29 de junho de 1854
nos quaesS. tirara pedia que te lornasse informa-
rnos acerca ta forca das tropas na Crimea o da for-
taleza de Sebastopol, dizia formalmente que se nao
deviaempre'.iender um siti (3o importante sera ter
altura, tendo ocotes de ouro sobre o nariz longo e
afilado enlrnu com o chapeo na caneca, como todo o
Inglezbemuducado. As saleas cor de fogo forma-
vam-lhc leqnes nas faces magras o otsudat; sea
semblante honesto e leal olo era fallo de intelligeo-
cia; mas adevinhava-se nelle certa preocuparao ao
mesmo lempo pueril o profaada.
Sea vestuario eslava de accordo com a ultima mo-
da dos sectarios de Coortenay, sobre o qoal taremos
informacoes complel -s. Trazia capota de gola sim-
ples, sobrecasaco demasiadamente comprido, calcas
estreitas e curtas, borzegoins de borracha e chapeo
de copa baila, inventado pelo proprio foroecedor do
principe Alberto, by patenl.
O fidalgo entrou dizendo companheira :
Achas muito viva a cor destas luvas?. Iisono
me admira; tou original em ludo. V meu stiele;
reprsenla cm bico de pato. O pobre Coarten*) in-,
vejaa-o mnilo !
A companheira do gentleman ouvia-o com murta
complacencia o sorria-lbe alTectuusaraent
u.aii bello lypo inglez qne pode achar-tfl
cessariu recorrer a arucena e a vosa para dar nina
idea da delicadeza de sua le/. ; seus olhos grandes a .
azues linham una brandara tmida e briUiavam aos
relelos de maravilbosos cabellos de qurO. Nao M
porque nao bavia insipidez em sua pessoa ; e alias
era a mesma formusura de alm da Mancha, qne
eoSluma achar-te inspida era sua enfadonha per-
feir.lo. He verdado .que ella nao tinha sombra de
desairo preloiiciosof nem a menor apparencia de
aireclartto; pqrm ana smplicidade quasi infantil,
e essa chara bondade que he para todos os paizet a
suprema sed icco.
Eis-ahi,- inilord disse Tom Borne, mostrando
o quarto com om gesto de cicerone.
Nazns nenmmodar o genlleman, meo pai,
murmurou a rapariga que vira Christiano do primei-
ro olbatOMP
O mancebninclinou-se sobre a caria.
8 Oh I disse Tora Borne cora allivet; nao he
um Reullemanjajhtii arruinada
Milord exsrjrihava a roobilia do qoarlo.
Cortado dizia comsigo a loora miss, pos tinha
alma cooapassiva.
Chrisliano fez um movimeolo que moslroo em um
segundo o contorno de seo perfil perdido. A linda
maca eslremeceu e ficoo partida ; depois abaixou a
visla corando, e murmureu:
i He elle I
O genlleman Uo nolavel pela sua elegancia *ha-
mava-se Roberto Davidson K. P., commodore em
servieo de Sea Magostada Brilannica. A linda raoa-
riga era sua lilha, mita Am> D>vidso,.,herdeira ni-
ca de dez mil Ubras esterlinas de reuda.
(Continuar-M-ha.)

*
\
FVtUDIADEUPnUTDnn


mmmi
m
:+
I
I .
DIARIO DE PERMMBUCO SBADO 28 OE JULHO DE 855
--
iiif. rmaOes sobre cales dous pernios, accruscenlao-
ilo-se na ullima deltas cartis cartas que nio poda
contar-so com uina.pazsegura e lioorosa
ter lomado outro destruide i fortilezu.
Coroludoa coinmisso, sera emillir urna opinio
acerca da folilica seguida [elo governo, decdindu-
se a fazer parlir a expedirn, poraue era do seu de-
ver fazer ronliecor o resultado della, observa quo a
fado de Badajoi lea ficado indeciso naquclla noile,
, le oulras porces de (ropas nao tivessem acijado
aniel Ufe meioi de escalar o castello o lomar, uir^Xfliao, e
enlrar na cidade por um ponto dihvrtr Do exer-
cilo auglo-porluguez de 22JJi 03o rneuf s de 5,000
perecer'am no cercojjl^lSuajii., e 3,<50 noassal-
lo, roLiliaiiio-HffTrTlo (eremos a lamentar lao gran-
de perdi'"n)as eslamos as m.1os com exercitos mais
direcro da guerra perteiicia ao d ique de Newcas-!nnerosos e urna praca de infinitamente maior es-
le, e alguiaas mudanzas houveram pela ienu^t'ro (ensilo.
das secrel
aada se fi
ida guerra o das mlma. Porm Bcferinw-nos a est exeraplo, nao somente por
deparla-
I definir as altrbuie meato da perra. '_,**''^
Assim o sacredpjMn'aguuri'a considerava-se como
o responsaui^or todas as divises- que eslavain
sob a^BTaulordaJe, e tuinou as suas disposices
-fl9ra tornar a sua ace;ao rranellicaz. Porm ce-
nheceu que os meios que linlia a sua elisposicSo-.
erain insullicientes pora este resu ludo, que a orga-
nisacSodos departamento-i era peuco salislacloria e
quo Iha er* impossivcl re>r auisi-los com algum
successo.
A correspondencia enlre lurd J. Russell e lord
Aberdeen moslra qufe lord Kaglan tfzia que efesoja-
va ler tomado poiie-ao em frente do Balaclava em
26 de oulubro com forjas m.iis considerareis. Di-
zia tambera que em 5 de lovemtro nao liavia em
IrkermiD senao 8 mil hoinensdn infaotaria ingle-
xa. Em dexembro o governo julgou necessario re-
forjar o exercito, fazeudo laisar c> bil para o alis-
tamenlo de eslrangeiros.
A commisso laslima que te nio formasse mais
cedo urna reserva consideran;! do exercitb no nosso
paiz, e qde o governo coi,h clima e a forcacontra a qwal aslMkimos a lular
nao tornease medidas extraorlinar as para augmen-
tar o exercito e atea milicia.
O duque do Newcaslle tiva um umir* posicao
desvanUjosa ; nao hav^a legalamento que Ihe pres-
crevesse as suas novaslbnec,iiei,ni:ra elle'tiuha pre-
cedentes para dirigir a so* marcha. Os seus sub-
secretarios de estado u3o rslaveni aioda familiari-
aadoscom oservico, e alm disso rio s communi-
cavara astutas vezes ao duque cousas que elle devia
saber. Negocios da maior impor aucia eram des-
prezados, elle aosabia do hirriv:! modo afloplado
para (ransportar os feridet 11 tenle de Balada-
va para Sculari.
Qaanlo ao secre;
llerbert declarou p,
I*ia4er iuiciativa ci
ajudar o duque de
dnte de Sculari quo
dios etc.
Quanto ao deparlaraenls da animara, quando
lord Ragln, director da artillara, foi Horneado
commandaute do exercito de Oriente em 1854. Sir
Bok fui Horneado logar- enente general de ar-
iria por lord Aberdeen. Estas funcroes que cs-
l~supprimidas desde anuos, Gzeram-se re-
t, como Un Siduc>
o, elle nao po-
Smeote para
, escrevia ao comman-
furnecesse crurgio, reme-
de verili
m
*
general rao linlia poder algum
qui nascoram dcsinlelligcnciis e
jafcwudiciaal ai servir publico.
an> ebegadj a (al ponto quo se lasli-
e uomea lo julrc director- geral da
^lord Ragln saliio de Inglaterra.
de fern mralas aos soldados de ar-
ios a mulos respWos. Comludo o
cquipaaMDto nn corpo de artilharia era bom. O
departamento dos transporto, se e alten ler rap4
dez com que.se linha procedido ao Irampirle de
lameos cavallosematerial slav, perreiUiaaute or-
ganUade. g-,
&> itrvito de lraui|H
mar >losr*orn, a coinmisso n5o sabo
sobre quero lev fazer c.-ihir a culpa, poran he cer-
as que bastanies transportes foracn retido) sem mo-
livn em Couslanlinopla. O servijo de Iraqiporles
em Ierra foi ao principi) nuile defeiluuao, f lao
defeituos que o exercilo em fente de SenQppol
se vio reduziilo a procurnr per si a sua subsistencia:
daqui vieram numerosos solTrimeutos. Ii4se con-
cebe como se nao estabeleciram deposites em pun-
ios convenientes.
A leilura do relatorio da eoinmissao Boubuck con-
tinuava a partida do correic.
Oa despachos do general Pelisiier de 1!) c 20, pu-
blicados no AfMtVeur de lie.ntem de maunaa basla,
quo em algumas de suas circumstancias provavcl-
mcnlo se julgar liaver urna imperfeila analoga
com o ataque Malakoff e ao Rdente, mas tambem
como urna prva de que o duquo de Wellngton em
(1812, no fastigio de gloria e testa ele um exercito
jnvencivel, foi contrariado n'uina parte de seu ata-
que a Badajoz por cansas nao muilo diversas das
quo as tropas adiadas ciiconlraram em Sebastopol,
posto quo no caso do duque a praca fosse tomada
ua mesnia noitc por outroa meios. Ha com ludo"
esta dillerenca material naposic/o dos dous exerci-
tos :o xito da caiopanha de 1812 dependa da to-
mada de Badajtt dentro de ceno numero de das,
porque Soull trmonl ameacavam com forras su-
periores a re rda rio exercito inlez. Em Se-
baslopol, pelo contrario, '.a .supcruridade da forja'
csia agora do lado dos sitiadores, e longe de Icrem
cousa alguma a receiar dos Russos em carapo,
nadapodeiia mais conducir ao triumpho da unssa
empreza do que acliara'opnorluiiidade de um en-
contr com elle-. .
Nossos leilores nao deixaro de admirar-ie com o
que aflirma. o despacho degeueral l'elissier, de 20,
que os Russos pozeram fogo a urna porr.lo dos su-
burbios. Parece ser urna pralica seguida da lcti-
ca russa quando a evacuacao est em espectati-
va ; na verdade he com razo que. queimam o que
nio podem defender. Se elles fossam expulaos do
lado meridional de Sebastopol, ruto vvdamos que
tenlassem a destruir completa da praca. mesmo
com pouca consideraran pelos que nella fcassem.
Comludo cmo os Francezes eslao agora em posse
dos fortes que dmioam a bahia da Carena, e o posto
principal, alm desta, he provavel que a passagem
do lado do sol para o do norlo do posto nao lardar a
ser elillicullada pela arlilliaria pesada collocada na-
quellas alturas. De um e outro lado, o apCrto em
que a guarnic,ao se acha (em sraudcmcnle augmen-
tado nestes ltimos poucos dios ; e bem que conse-
Ruiram a 1K repellir o nosso ataque, nao se diz que
elles toruassem a ganhar urna nollcgada do terreno
que anles haviam perdido. As phncipae. obras rus-
sas avanzadas sao agora as posije'>es avanzadas da
linha. dos sitiadores, e nao desfallece a nossa con-
flanra nos promptos progressos. e successo final dcs-
ta grande empreza de guerra.
Varis Si de junho, 6 da larde. 'Do correspon-
dente particular do Times. )Os despachos publi-
cados no MnnileuT de hoje, e que ja anles disso nos
haviam chegado, confirmam em parte os rumores
snistros quo estiveram por a^guns .lias em circula-
rilo, e que comecaram anda antes de lerem lugar os
aconlecirnentos que occorreram. O forte Medente e
Malakoff, foram atacados a 18 ; as tropas penetra-
ran] uo ultimo, e parte deltas o oceuparam, mas nao
puderam sustentar a sua pusirao, fatigados prova-
vclmente pelo numero, e exhaustos lalvez pelo seu
propro impelo. Ellas retiraram em boa urdem al
a parallela, e como nao paracessem ser incommo-
dadas na sua retirada, pode presurair-se que o iui-
migo eslava tambem caneado para cwe pudesse in-
'commuj|b)-l8s durante este movimento.
lie sera duvida ^iara lameular quo um successo
completo nao recoinj|cnsas8e a bravura das tropas,
e compenusse a taftjerda, mas so he apenasques-
lao ilq lempo ; SJ| Memo* o menor receio de que
e-le [ionio principa; Hde Sebastopol cahir
deiftrtrde pouco em c ider c sem risco de ser-
de lie oolra e,p4^EB
Pelo que loca s uoticii olliciaes de hijo, ilesa-
gradavew como sao, nn ia motivo para ussustifr.
Nao elevemos esquecer qm'o primeiro ataque" de 22
de Vnaio, contra a prar.i d'armat enlre o forte da
Ouarcutena e o basliao Central, foi igualmente mal
sucedido ;posloque entilo, como hoje,nos penelras-
scinos as obras do inimigo ; e foi necessario um se-
gundo assallo para exhaurir os recursos de defeza
dos Musios, que abaudonaram afiual s nossas trdpas
a po~-e nao disputada do terreno. O forte Malakoff
Mt toaos m lado* : Muito liem muilo- bem ap-
plausos as tribunas publicas.
Ksparlero (com dignidade ) : Fiz-mo mal com-
prchender, ou Mr. Olozaga nao lomou senlido nas
miiilias palavras. Nao quiz fazer exprobrai;cs a
ninguem ; apreciei simplesincute una situaro em
que me comprehendi a mini mesmo primeiramenlo.
Quando pronuociei a palavra de : faltas I fa/.ia al-
iusao as uiinhas e muilo nin- ipto s dos mcus ami-
gos, de que estiva um instante separado... ( muito
bem muilo bem applausos. )
O que quiz provar, he o perico deslas dispulas
iuteslina* no seio do partido procressistas ; c a ne-
cessdade de acabar cora as pequeas queslcs pes-
soaes para nao mais formar sena um partido' com-
pacto e irresislivel contra osinimigos (la.liberdade.
( Os applausos redobram em lodosos bancos. )
( Succede urna lnua agilar,ao a este discurso.)
O /'residente : A. cmara julgaa proposito fechar
a discusso '.'
f-ocen mimevosas : sim sim !
Hiccro: Um iustaule... Tenhu a honra do pre-
venir a assemhlu e o enverno que formularci ama-
unaa iolcrpellarOcs sobre a formarao do novo gabi-
nete.
O Presidente ( com certa impaciencia > : Pois
bem, soja amanha.i !
Espartero faz do sen banco um sigoal el'assenli-
mcnlo.
A enmara continua a ordem do dia : mas a sos-
s8o tenninou de fado, c quas todos os deputado9
deixam os seus bancos uo meio de urna viva ac-
tago. Todo o roinislcro sabe de recinto, o as tri-
bunas publicas se des giiarncceni u'uu instante como
por encanto,
( Peridico dos Pobres no Porto. ;
El-rei o sr. Pedro V, e o serenissimo Sr. infan-
te U. I.iiiz, acompaiiliados do seu Ajo Luiz Antonio
d'Abreu c".iui.i, visconde da Carreira, a comitiva,
embarcaran! no dia 2 de junho em Marflha no
vapor de guerra francez la Reine Hortense. Iam
ver o porto militar deXoulon, seguiado para Civita
Vecchia afim de eslarem em Roma na festa de S.
Pedro.
l'ranscrevembs dousarligos publicados pelo Cont-
HUHipnel de ParU, do dia 22 de junho, acerca da
Ps se forma dos dotes e iiulrucr-o
mados os olliciaes de 2. classe, d que lie um contra-
senso'.'
Nao sera superfluo entender-se tambera que dis-
posijao do referido arligo additivo lera vigor desde a
data, desln lei.
Atgumas cozes :lie claro, he claro 1
O Sr. Sera :Bem.
Posta a votos a redaeco lio approvada.
O Sr. Fausto (pela ordem):Sr. presidente, nao
tendo podido apresentar houlem um projecto que
pretenda offereccr a cousideracao da cmara em
raz3o de nao ler havido sessao, c considerando nr-
geuteS sua materia, porque contenapreivideucias re-
lativas conslruccao das estradas de ferro que estao
em via de execuco, cu peco a urgencia para aprc-
senla-lo hoje, afim de entrar na ordem dos Ira-
balhos.
Val i mesa, l-se, hcjulgado objeclc de deribera-
rao e vai a imprimir para entrar na ordem dos Ira-
balhos, o seguiuleprojecto:
A asscmbla geral legislativa resolve :
ii Arl. I. O governo fica aulorisado para cstabo-
lecer o processo que se dever observar nas desa-
propriaroes dos predios e terrenos que foram necos-
sarios para a conslruccao das obras o mais servicos
perlencentes a. estrada de ferro do D. Pedro II o as
oulras estradas de ferro do Brasil, e marcar as regras
para as indemnisac,cs dos proprielarios debaixo das
seguinles bases:
1. O processo ser summarissirao e a avaha-
rlo para a iudemnisacio ser no caso de falta de
accordo entro o proprielario e os agenles das respec-
tivas coiupanhias, feita por cinc* arbitros, dous
meados pelo proprielario, dous pelo agente da co'
panhia da estrada de que se tratar, e um pelo ge
opiniao que em
de S. M. oSr. D.Pedro V.
^
O rei de Portugal c o duque do Porto, partirn
hoje de manida dePars. S. M. e S.A. hontem lortM
despedir-sede SS. AA. II. o principe Jcrcnymo,.
principe Napolelo e a princeta Malhttda.
S. M. S. A. R. dirigiram-se depois ao palacio da ^^Vo'hrj
abanada de Portugal, ua ra d'Astorg, para ah: ..____......
2. Nao poJcro ser arbitros: t,', os socios da
companhia; '., os proprielarios dos predios ou ler-
liauverem de ser desapropriados.
rt. 2.o Fic.-iRi revogadas as disposires emdbu-
trario.
Paco da cmara den depulados, om 16 de junho
de 1853.taustoAugusto de Aguiar.
. Sr. Paula Pomeea (pela ordem):He para
reclamar que n'uma das sesse" passidas eu estive
3frsenle s 11 horas, co meu nome nfio vem inclui-
do ao Jornal. Hontem acontecen o mesmo : estive
emba
receherem os Portuguczcs residentes em Paris.
As doas horas e meia S. M. o. S. A. R. parliram
para I'ontainebelau, S. M. vollou s G horas e meia',
depois recebeu S. A. I. o principe Napoleao.
A noile S. M. e S. A. R. bem como todas as pes-
soas da sua comitiva janlarara em palacio com SS,
MM. o imperador e a imperatriz.
f ara provar que o revez loUrido pelas forras ailiaeffs he do mais importancia para nos e para elles ; he
po assallo de 18 em n.ida abalen.a sna confianca,
nem materialmente exallon as eaperancas do iuimi-
8?-
En a uoila immediala depois do mal suacedido
loque, parfc- que se a|H>derou o pnico dos Ros-
aos, que acudiram as balifrias, e abriram um fu-
ga geral ile arlilliaria, sobe Inda a linna das suas
P^P^pjIO que niugdere os amearasse. No se-
b dia houve um arir isticio para enterrar o9
morios naquellc lerrivel conflicto. A SO os appro-
iadorcsdu lar o da barroca central, foram
prosimados que 0 inimigo poz fugoao peque-
o suburbio na extreruidaile do porto meridional. O
breve mas signllicaufc communicarao cla-
BStra que o mil suxedido do assalto a
s Malakoff e ao Be lente rao,abateu no menor
o vigor com que i cerco he agora proseguido
a destruirlo, porgarle dos Itussos, de um dossu-
urbius de Sebastopol, d miro de auas linbas, he
ama prova mui decisiva du dilticulelados crescentes
da defeza. i
A inlerrupcao do (elegiapho em diversas para
gens do territorio auslriico he a causa da demon
que occorreu na transmisiiao das noticias ; porque!
quando a linha se qoebr, tem de ser levados os des-
pachen porcorreios ao legar, mais prximo ; e a lista,
doa morios e ferdos qua se encontra em ontra co-
lumna be a nica noticia paeJom sido recebida pe-
lo nosso goveruo.
Confiamos em que os effeiloi. do desastre de 18dc
juauo ser menos falal do q-ae ao principio se re-
eeiou ; e sobre ludo, que o mal succedido desta ten-
tativa candozir no fulcro a operaroes mais feli/.es.
He mxima de Vauban que nada se ganha u'um
creo, em dar um assal.o, e qae se perJe urna por-
cio de valiosas vidas. Su. a Ierre Malakoff e o Me-
dente se podan) tomar por um golpe de man, a ten-
tativa ter-se-hia feilo ao que parece'com mais-suc-
cesso a 7, quando os Russos foram ijxpulsos das
suas obras exteriores.
At o presente nao temos informarao em que se
gastn o lempo desde 12,at 17, posto que seja im-
po-sivel que esses diai te pansassem em (ao critico
periodo docrco sem [ reparativos importantes para
o passo seguinte do a.-sillo.
Segunderas regras or Imanas das operares de
creo, ter-se-hiao continuado os appreches para a
extremidade do fosso*<|ui! rodeia a torro Malakoff, o
se lomara a contra-eacarpa anles de se dar o assallo;
mas as noticias que noi t;m diegado, nao nos levam
suppor que se tomaram ests precaucOes. Na ver-
dade a extraordinaria pnsicao de Sebastopol tem o-
brigado 'os generaes um mais d'umi occasiao em
proseguir urna vereda ioleirainenle diversa das re-
gras prcscriplat pela arle de atacar pracas regulares
Em mais d'uma memoravel occasiao de sua cam-
pauha ua pennsula o duque c'e Wellinglon nao so-
mante empregou meios scm'elhanles, mas jogou o
a chave de Sebastopol; he de ama forra fonnida-
vcl; e deviamos esperar que os Russos o defendessem
com a maior desesperaran. Pela nossa parle, ne-
uliuirr sacrificio se poupara por ccrlo para arrnca-
lo ao iuimigo; e da sua posse datar o principio do
fin de Sebastopol. Agora conhecemos o caminbo
para Malakoff'; e se o rumor que allirma a sua to-
mada for infundado, neis sabemos como vollar la.
A divisao do general Mevrans diz-se ter sido a
mais einpenhada, e que soffreu maior perda. Allir-
ma-se tambem que se recebeu em Paris um despa-
cha de lord Hacan, participando a peda de um
general inste/, e de vanos olliciaes. L'm despacho
e o general Pelissier pe-
da Presse.)
mais alio ponto o
Vestfccionavam por-
vTsujhas. As tribunas
pceunadas. As vistas
fe y novos minis-
ucEaparlero, que li-
!us lugares, Lujan, Lu-

srcitu en neios semelhantcs, e prin-
Hprceiro :rco de Badajoz em 1812.
^Basculo, a Pcurina, nina obra cxle-
qup de cerio modo pela sua posiejao
Jio reduelo do Mameln ou de Kams-
cli |HvrIo Sebasto jol, l'oi forrado sem ser ba-
pbropria prara de Badajoz foi lomada por
i ante que a contra-escarpa fosse investida,
il calado fgo da praca. Nenbuma |iessoa que
liouvesse lido islo, jadiis esqueceria linguagem
n que o historiador da gratlda luta reala o mais
lemivel feilo de guerra. Os Mu arles coreados de
vultos negros e de armas reluzentcs. allumiados pe-
lo clarao das fogueirai debaixo ; as columnas ver-
raelhas inglzas, fundas c largas, caminhando como
regalos de lava arden!:: a repentina thegada da di-
visflo ligeira c da *.' livisao liord
fosso, j|j^je lancar. in ron
para fiaMBrfloados na agua d
i seren despedace das pelas balas
'Utros para lioaimn esp
de espada que guaraaciom ti pesac
da brecha. DuraM^JtJW.oras perseveren
gente uosesfoinis parlfRntar eforcar esta seena de
mortandade, depois Je lerem perecido centenares
dos mais bravos e mais firmes, he que vieram no co-
nbecimenlo que a brocha da Trindade era impossi>
vel lomar-se. Passava da meia noile, e ja se linham
perdido 2,000 bomaiis, qu m Jo o doque de Wel-
linglon mandou que os sala ales se relirassem e que
se tornasie a formar para" ib segando assallo. Es-
ta ordem foi aculada nao sem difficuldade, e o
particular
dia reforjo
{Corre,
(i Mad
A scsSo
inlorcsse ; grup:
la do congresso e nas ruis
publicas eslavaui li
se dirigirm princi
tros e s*ttes aiv
nliam trnelo a oceupar
zuriaga, Aguirre e Sijnta Cruz im cenlro lireilo, e
Madoz ao segundo banco da esquerda.
Depois de um curio debate, resumido ainda pela
mp.icieiie.-iu publica, sobre a quesiao de saber-se ce
era prenso apoiar na ordem do dia um voto de cen-
sura apresenlado contra o anligo ministro Santa
Cruz, queslaei bruscamente rosoli ida pela negativa,
o duque ele Victoria levautou-se para ir elle mesmo-
como elle o disse, na vanguarda de ludas as nter;
pellatjoes.
Creio nada ler mellior a fazer senao collocar i
vossa vista o discurso de Espartero, ao inasmo tem:
po a dicussao a que deu lugar ; e julgareis mais
fcilmente e sentido e o alcance.
O Presidente : Tem a palavra o duque da Vic-
toria 1 (agilacjlo.)
O Duque da yteloria: (movimenlo de altenco).
A mnha iulenrao he ir na vanguarda das expicr.-
res que me possam pedir. Alguns depulados pen-
sam que a formarao do novo gabinete era ant-par-
lainentar.
Na esquerda : sim sim 1 ,
Eparlero :Admira-me esla exprobacao. Cinco
ininislros indigna e caluiiMiiosaraente- atacados jul-
qaram que Ibes cunvinlia resignar as suas paslas. Sa-
hiram porque qoizeram... (Sonsaco.)
E, para substituiMos, linha feilo" escalha de cinco
depulados quo pcrlencem a maioria. (Diversos ru-
moren;. Que ha ahi d'auti-parlamentar 1 Pela m-
nha parte, nao comprehendo esta aecu-aejao...
Seuhore, uao sou orador, nao he com a cabrea
que fado, he como corara. A mi ola palavra ja-
mis tuve poder senao no campo da balalha, quan-
do se Iratav de inflammar a coragem dos nossos
soldados, dundamente temos vencido os proselytos
do despotismo ; e os laureis da victoria, cingiram a
fronte de nossos compaiihciros d'armas o a minha
tambem, posa diz-lo. Mas quando se obleve o tri-
umpho, nao fiz illusao. Quaudsatodoa me felicita-
vam, a rainha, as cOrtes, e toda a nacao, dizia aos
meus companheiros d'armas:
ee La vira lempo em que tarjftnor parlilha a
morte ou o exilio : Com etTeUM pk lempo depois
era feridb d'oslracisrao seusaen
ee O goveruo de enlo atM Brdem de fuzila-
rem-me verilicando-se a identidades.*, (seusacao mais
profunda...) se pozesse o p em territorio hespanhol.
Eulao nao me chama vam duque da.Vicloria,rhamava-
se-ioe simplesmcnlc Baldomero Espartero' I (viva
aoprovae;ao). Agora, senhores, quereii saber porque
sobrevieraui todas as desgranas de 18J3. Foi porque
o partido progressi-ta eslava desunid ; a anarchia
se linha indroduz.i.lii nas corles (Movimenlo).
ee Estas palavras do orador sao inlerronipidas por
urna eslridenle explosdo de gritos nos baucos da es-
querda. J.is Olo/.'g.i, Vargas Alcalde, Fernando
Madoz, Joaqun) lamelo, e outros depulados de
184.1, pederu vehemente a palavra. lirande agita-
rlo reina na assembla.
Espartero, con vehemencia : Sim senhores, oi
a nossa desuuiao, foram as nossas fallas, cumpre
dizc-lo, que nos perderam em 1S',:1. Eis-aqoi por-
|ue fazemos boje appello a lodos os sentimentos de
cune-iliaru. Nao nos desunamos, em nome docu! I elesanojar.
Acrcdilai n'um buinem que est promplo a derra-'
mar li.dooseuaanque pela lilterdade epela sobera-
uacional .'' movimenlosem sentidos diversosa
>ie;ao augmenta, i
s Olosaga : Cusla-nio ler de responder ao dis-
o que acaba de pronunciar o duque ele Victoria,
aabeni fallo, nao com a cabera, mas mu o co-
raejao, c por nada no melo qoereeia ver prinluzir-
se no praauaso progressisla a desuuiao que ei per-
ile-u ii priira vez ; porcni pi'i;oao mesmo illuslre
.laque er conveiiienle e justo recordar lacios so-
bre os rjiiacs lindamos resofvido laucar o veo elo es-
quecimunto '.'
ee lomcni ha de corar, que nao (eolio necessi-
dade de uornear, que em 185;l legairam oulra po-
ltica que a do duque da Victoria. Estes homens he
conteniente colloca-leis obre o escabello ? ( ap-
plausos i. Snbretudo quando se tem a certeza que
sao dedicados em corpo e alma grande causa da
libertado I
O joven rei de Portugal e o duque do Porto, acom-
panhados pela barao de Pava, general de Cotle,
marquez de Chaumont Qailry, bem como pelas pes-
soas d* mi.i comitiva, parliram de Pars boje de ma-
nhaa, dirigindo-se a l.yao, onde se demoram algu-
boras ;dc l.va iro directamente a Marselba,
li embarcain para a Italia. #
. F. quiz dirigirse a Roma, afim de pe
lo Padre que implore a proteccao divina
einado. S. M. vai receber a benr de S.
apoleao MI sabedor da piedosa inleucap de S. M.
F, logo mandou prsordens do seus illujlres hos-
pedes a /latnlia ll-irttnse, quo fizera preparar na po-
ca em que tcncioAV-parlir para o Oriente. Este
magnifico navio a ra-s o porto de Marselha, onde
capilo Excelmans, que o commanda, aguarda o
S" de Portugal e o duque do Porto, para os condo-
no porto do seu desembarque.
DeptMe haver visitado a capital do orbe calho-
ttco. e rW do Portugal proseguir a viagem que cm-
prehendeu com um pensamento elevado e tim fira
til.
O roccbimeulo lao sympalhico e ao mesmo tombo
iio cortez que levo por parte do imperador e da
mperatrz fazcm com que se retire da corte das Tu-
Iherias levando indeleveis esaudosas. recordar;oes de
SS. MM, que pozeram todo o seu empenho em lor-
nar-lhes grala a sua estada em Franca.
., Tambem Pedro V soubo, fazer-se eslimar da
loJos quanlos'livcrain a honra de com elle tratar
de porto, dando bem a conheccr os eminentes dole
quo di.ii-uciii e yue o lornan rao c cullura do seu espirito, do throoo a que o
chamara o direito ele primogenWura e constituirlo
porlugueza. i
Esto.principe, possuindo oft|ais revelantes dotan
deixaratom Franca a lembranra ele mu e-piilo su-
perior^' urna inlelligencia culta e ele nina aelivi-
l.i.l- inlaliiTavel, durante ^H HBada em Pa-
ris, soubc por tal forma dividlrvB mpo, que vsilou
e estudou niinndesaiKciite lodos os. noaMi grande9
cstabclecjmenlos scicutificos c niilitares. ,
D. Pedro V iornou-se sempre flolatW nestas visi-
tas pela varcilade dos seus conhecimenlaa e pela si-
sudeza das suas apreciaejes, bem como palas suas
man,iras affaveis e corle/es. O sea reinado pro-
melle asmis lisongeiras esperancas a)fcfaecara aus-
piciosamente.
Apezar do visinli da Uespanha, agara entregue
as agitaees e abalos do espirito revoluccionario,
Porlugal goza de urna tranquillidade, qne prova a
confianca que o poyo depusila na illuslrarao do joven
rei chamado a governar essa fnrmosa Ierra.
Logo que D. PdcJro V suba ao Irhono, o quesera
brevemente, eslamos cerlos que se empandara em
justificar esta confianca, dando poltica do seu go-
verno o impulso civilisador que observou em Franja.
Muitosrncllioramenls, muilas reformas pode e!le
realfsor, as quaes contribniro para restiluira Por-
lugal a sua anga protperidade.
Nesle paia ha que crear um systema eornplelo de
vias do communicarao para tornar rnais (ttH% de-
scnvolvimento dosacus tecursos c o augmento das
suas riqueza. Tornar fecundo o solo.lirmar o cr-
dito, eis urna larefa imprtame e til, digna de en-
treter um longo reiusdo, e d estimular urna inlelli-
gencia slsuda.
Ojusen rei de Porlugal f.ieaia gloria em levar
ao cabo esla obra de progressoede civilisacao, por-
que elle conbece que hoje lia css.i a primeira ins,
dosgovernos c a ver la eir grandeza dos povos.'
(Jornal do Cajpfterrio de' Lisboa.)
as e meia {aptados). e o meu nome
nao se acha no fornal de boje. Pee.o que V. Excf
tome cin considerarn esta minha recliinacii.
O Sr. Presidente :Eu nao sei se o defeito ser
da acta ou do Jornal; no entaulo tomo em conside-
rarn o pedido do Sr. deputado, e dar i as providen-
cias necessarias.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Continua a-discassap do requermento dos Srs.
Jarintho 4|pjfendunra e Secc. sobre OS negocios,
do i,i i.randedo bul.
(I Sr. Sffm/tSmoJurfior pronuncia um longo
discurso, no qual aecusa o presidenta da provincia
do Rio Grande do Sal, a presentan.lo outros funda-
mentos alem dos que-aprcsenlara i. primeira vez,
quando se oceupou do mesmo assumpto,Jia occasiSn
da discus-,io da re-posta falla do Hit uno.
Sr. Jacinlho de McAdonra pede ao lachygra-
que declaro que elle ouvio calado lodo o dis-
do orador precedente, mas que ha de teryB-
pu-ta. '
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Fixarao das /oreas de *ar.
t.ontinu.i a 2.a discussao do art. 1. fiaiiilb a
fore;a do mar para o anuo financiero de 1856 a
riso?.
O Sr. Margue: de Paran {presidente do conte-
Iko):ScnlioaMpedi a palavra. nao para me oceu-
par do objeclo vjtie se acha em discussao, mas para
explicar acamara a inodificaco que acaba de soffrer
o pessoal do miuislerio.
Esla tnoeiilicaco, senhores, nao Irouxe nenhuma
mudanza na poltica c marcha do governo. Os meus
novos collegas foram lirjdosato ma oria dcsla casa
e do senado. Nao houve neaBm voto da maioria,
quer desta^camara quer daourra, que tornasse ne-
cesaria esta modificacio n(V pessoal do gabinete.
Effcctuau-s ella pelas repelidas \olicilaijes dos
meus ex-collcgas, e principalmente de um driles.
Desde o anuo passado qti j o Sr. ex-minlslro dos ne-
ios eslrangeiros solicilava permiisao para nesle
lo sallir Ot corto cun sua senliu,,. por ra,ltv ite
ermidade. e eu havia da minha parte concorda-
do em qae S. Exc. solicilasso esta licei
qae cheganm 'auBlmas noli(
-
Uo pudafl
meu collegi^B
RIO DE JANEIRO.
CAMBA DOS SRS. QEPUTADOS-
# Dia 16 de Janho de I85S.
iem-se e approvam-se as actas de 11 e 15 do cor-
rente. O Sr. primeiro secretario da cenia do se-
guinle expediente : ,
Um olllciodo Sr. Jo3o Mauricio Wanderley, com-
municando.que pordecrcln da li elocorrenlc, houve
por bem S. M. Imperial nomea-lo ministro e secre-
tario de estado dos negocios da marraba.Fica a c-
mara inteirada.
Do Sr. Jos Mara da Silva Paranhos, communi-
cando que, havendo S. M. Imperial concedido a de-
misso ]que Iho pedir o Sr. visconde do Abael do
cargo de ministro c secretario de estado dos negocios
eslrangeiros, houve por bem, por decreto de t, no-
mea-lo para o referido cargo.Fica a cmara in-
teirada. #
Do Sr. marquez de Caxias, coramunicando que
liavcndo.S. M. Imperial cuncedido ao Sr. corrselhei-
ro Pedro ele Alcntara Bellegarde a demissAo que
pedir do cargo de ministro e secretario de estado
dos negocios da guerra, houve por bem, por decreto
do li uomea-lo para o referido cargo.Fica a c-
mara inleirada.
Dos Srs. depulados Virialn Bandeira Duarto e An-
tonio Kaymundo l'cixeira Vieira Belfort, participan-
do que nao podem comparecer s sessOes desla cma-
ra por se acharom de nojo por haver fallecido seu
pai e sogro, o consclheiru Fraucisco de Paula Perei-
ra Duarlc.Fica a cmara inleirada e niandam-so
Para-
leu rollega eulrou a insistir .'ortemente, nSo
criticaste da licenca, mas pela oa demis-
nlendia eu quo nM liavia ra)8o que o obri-
gassa a tomar essa resoluclo ; porer alo pud
proposito em que eslava o meu colle
sabir do ministerio. Tendo de propr esla mudan-
c.a, tambera aSr. cx-minislro da guerra solicilou a
sua retirada, e ambos obliveram a sua demissao.
llepfl^MMujrim i ciadHlaucia a meu ver linha
occurrdlque obrgaa^K) meu cx-collcgn (los es-
Iraugeiros'a instar peUrna demissei. He certo que
nao fomos bem saccceltSaB em todas as negociaces
com o Paraguay, mas essa circumstaacia nao obriga-
va a retirada do meu ex-collega, porque nem elle
nem o ministerio he responsavcl pela falla de oh.
servancia de in-truccies dadas.
Os negocios do Paraguay, senhores, silo muilo
simplices. Neis linhamos tres quesles resolver
naquella repblica ; entendamos flue nos era de-
vida urna satisfagan pelo procedimento havido com
o nosso encarregado de negocios; entendamos ler'
direito ,i navegara do rio Paraguay fundado em
unja conveiisjJMIpUamos urna cueslao acerca de
liistriicrOes^sa.anHpo runimandante da esqua-
drilba que manoamos aolSnaguay, e plenos poderes
para, como lagenW'diploinalico, solver lodas estas
quesloes.
Quanto primeira, parece-mc que elle a decidi
satisfatoriamente, e sem que se possa dizer que violou
as inslruccoes que recebeu; mas quanto asegunda
e lerceira, nao as solveu de urna inaneira satisfac-
toria ; as iustruccoes que leve a este respeilo nao fo-
ram observadas.
Quando o meu ex-collega fallou tiesta casa acerca
desles negocios, nao linha noticia senao da soicao
da primeira queslo ; havia-se e-pa liado, he verda-
de, alguns boalos-que nos vieram de Buenos-Ayrrs.
e foram alli,levados pelo, vapor fraucez Flambarl
ou Flambeau; porem nao tinhamos nenhuma com-
municarao ollicial; pelo contrario, a correspondencia
ullima que se linha recebijlo'do Sr. Pedro Ferreira
de Oliveira nos dava a enteuder que elle cstava aler-
ta, que suas iustruccoes seriara cun pridhs. O con-
trario, norem.-foi o que acouteceu ; as inslrun-os
nao foram observadas.
O nosso agente conseguio fazer um tratado de
cormnercio e navegarlo que poderia ser aceito, se
csse tratado e o direito de navegarao nao se lornas-
sem condicionaes pela clausula nelle inserta, de li-
car dependente sua ratilicacao dos ajustes da ques-
lao de limite.
Esta clausula^notivou a resulu ;ao qua lomou o
goveruo imperial de -nao ratificar o mencionado
tratado.
O nosso direito navegacao efe rio Paraguay nao
he um direito imperfeito, nao parte da simples qua-
lidadede Estado ribeirinho ; isto nJo nos daria um
direlo perfeilo a essa aavegac.10 ; fundamos o nos-
so direilo nas estipularles da convenrao* de 2' de
dezembro de 1H50. Poiessa convencao a navega-
cao do Paragua) nos foi concedida ; pende dos dous
governos os rogulamenlos necessarios para essa nave-
gacao ser levada a plcuo cffeitq; mas quanto
concessao, lu
de exigir
do Paragua1
Pelo que to>
tambem nenhuma
flue nd Paran, abnixo do Sallo-Grande, Guarey e
n3o Igurey, e fundados os commissarios bespanbocs
em que suas instrurres ileclaravam quo o Igurcy
era o primeiro rio caudaloso.que nffluia no Paran
pela margara direila cima do Salto Grande, os de-
marcadores eleixaram o verdadeiro Igurcy adaixo do
referido Sallo Grande, e correram a linda dos limi-
tes pelo Iguatemim, e buscando as uas vertenles
monlarain a serra e buscaram o rio mais ptoximo,
que acharara ser o Ipaneguass, pelo qual descerara
al o Paraguay, onde a linda divisoria devia seguir
por este rio.
O tratado de 1750, em que este limite primeiro
linda sido cstabelecido, foi aunullado pelas manobras
dos Jesutas. Sobreveio a guerra, e alinal fez-se a
paz pelo tratado de 1777. Nessetratado as ce'iree*
de llespauha c de Porlugal foram cuidadosas em
fixar os limites na parle em que as possessoes des-
palilllas conliuavam com oRiot^aodc; mas em-
quanlo aos outros pontos, sera >e fazerem cargo
de mudares de queslcs que selJaham suscitado,
repetiram as mcimas eslipulacOeSlo tratado de
1750.
Quando se Iralou da demarca^ao dos limites esta-
belecidos pelo tratado 1777, os commissarios hespa-
uhes foram encarregados pelo seu governo de faie-
rem lodos os seus esforcis para que os commissarios
poriuguezes coiicordassem em admillir por Igurey
o Iguatemim, e por Corrientes o Ipaneguass-
A corle de Uespanha nilo levava alm as suas pre-
lencoes ; a duvida eslave/la parte dos commissarios
"!/ /eS' qUe "il0 1uizeram ceder 'lo verdadeiro
yr \ \rey e do Jujuy. Porem esle tratado nunca rcre-
\t plena ciccucao porque a ilenr.ircaco aiiinca se
^mou, e alero disso porque se repulou roto pela
.srrade 1801.
Depois da independencia das repblicas que se or-
ganisaram nas colonias despalilllas, e da* indepen-
dencia do Brasil, o tratado de 1777 nao tem sido ad-
llido como regulador dos limite eulre as repbli-
cas visinhas e o imperio senao quando os factos pre-
existentes ,nossa independencia o naocontrariavani.
Quando esses factos oconlraravam, o principia ad-
millido como regulador de nossos limites, tem sido o
uti pos'sidelts.
Cumpre aqui advertir que a coroa de Porlugal adi-
anlotf sua#possessoes sobre a margem direila do Pa-
raguay, onde fez varios eslabelccimeritos em terri-
torio que pelo tratado de 1777 devia pertenece
Uespanha, c que fica contiguo ao territorio hoje oc-
cupado pela repblica de ll.divia. #
Nesse territorio ettao o forte de Coimbra, a villa
de Albuquerquc, a povuaeo de Otrumb, c vario)
outrosestabelecmentos. Assim nas quesloes de limi-
tes com a Bolivin o nosso 'direilo fuuda-se uo uti
possidelis e nao no tratado.
O contrario acontece nas quesloes*da limites cum
o Paraguav. He a repblica do Paraguay quem lern
necessidade de reclamar o principio regulador do uti
possidelis, para poder mauter os limites pelo rio Apa.
A eorle ele llcspaiilia nunca* pretendeu adianlar-se
tanto pola margem esquerda do Paraguay ; pois co-
o ja observei nas inslruccoes por ella dadas aos
sjimmissarioj demarcadores Horneados era virlude d0
Slado de 1777, se Ibes recommendava que fizesiem
Woreos-para qne os commissarios poriuguezes acei-
lassem o Iguatemim como sendo o Igurcy, que era
indicado no tratado, e Ipaneguass como sendo o
Corrientes.
Os commissarios poriuguezes nao se nrestar.ini a
est etigencia; persistan! em (azer a daflarcaco pe-
lo verdadeiro Igurey, que nfflue no Paran aballo
do Salto Grande, e pelo Jujuy, que fica mais prxi-
mo sua mais alta vrteme, c que afflue no Para-
guay. Enlao um dos commissarios liespanhOes. Aza-
ra, imaginou contrariar a persistencia dos Poriugue-
zes, fazendo um contra-projecto de deinarc.,ca com
preteneOes mais exageradas do que aquellasfque se
coRlnham em suas inslruccoes dadas nela corle de
Madrid. Pretenden eUe que o verdadeiro Igdtey do
tratado era o rio afllucute do Paraua, condecido at
entao em lodos os mappas com o nome de Monici ou
de Hinlietma. Para tornar ptausivel esla invenco,
allegon quo ess'erioera condecido enlre os indgenas
com o nome de Jaguary, e que por erro se escrevera
uo Iralado Igurey em vez de Jaguary.
Tomado o Ivinlu-i .ia por Igurcy, pretenden mais
Alara quo o verdadeiro Corrientes fosse o
neo n unte proxIrBrircontra virteuie
Irijihciran,
s^coutra-projeeto foi rejeitado ; o
JWr dudo ao Iviulieima foi de,
fmv naela *e concluio, como a el
r fer eailisada por e-sa e oulras duvi(
por ambas as partes, os Uespauhes, e posteriormen-
te os Paraguayos, foram ..dianlando seus stabeleci-
menlos na margem esquerda do Pa*^uav' e chega-
ram at ad Apa, quo A*tara, to sem rand^menlo,
pretender.
Pelu lado do Paran os llespanhes e Paraguayos
u3o adianlaram posaos nem abjm do Iguatemim
nem alem do verdadeiro Igurey, posto que ousassem
atacar e destruir o forte dos Prazeres, que os Poriu-
guezes tiaviam fundado sobre a margem esquerda do
Iguatemim.
As posses do Brasil do ladewrauu nao se eslen-
dem alera du Iguatemim, e pero la iodo Paraguay
Pelo que loca ao direilo de naVeg ir -~-: nvagoay
na parle que banda o territorio elesla ri "^
elle estipulado em urna convencao, e li \
de que o governo imperial nao se 'deixar csu.i...
Tem o governo imperial a consci;nc,i do direito
que adquiri, a hade procurar lorna-lo elTeclivo .
mai he do aeu deve r nao lenla-lo fazer por mcio da
fore;i serd qua1 primeiro lenha csgolado lodos os mei-
os diplomticos.
Esta he a iutcni-ao do governo imperial.
Quanto a iiucsin de limiies, estamos promptos a
solvC'-la debaixo das bases que temos iniciado por
negociaces pacficas.
Esta era a poltica elo Ministerio anles da sabida
dos meus dous nobrus collegas, da guerra e dos es-
lrangeiros ; esta he a poltica do ministerio depois da
entrada dos dous novos coIlcgasH""""'
He o que lenlin a expor a' cmara.
Alguns Senhores :Muilo bem !
O Sr. Dios de Carcalho diz que perlence oppo-
sieo, mas a|a^opposiciuiiist,i moderado ; que nao
pode negar qrnjygo*cruo tem feilo serviros ao paiz,
e que nao teria duvida de dar-lhe um vol de con-
fianca, se por ventura elle se apressassse a realisar
as medidas que elle (orador)-enlndo indispensaveis
para bem do paiz. Nesle sentido vota pela pro-
posta.
O presidente marca a ordem do dia e levanta a
sessao.
------.-------------------------------1----------------------------
que
C0MARC1 DO RIO I OltHOSO.
15 de julhp.
Charissimo senhormeu, siude, felicidades, e pata-
cos Ihe deseje como a roim mesmo, e que Dees o li-
vre do Jodeu Errante, caso appaicea ness.i cidade
quod Dos avertal. Meu amigo, que clicas que
tenho lido, e comigo muita genio boa, sii com a lem-
briMica desle lerrivel caminhante ; eu, que nao te-
nho conlas justas, e que mesmo i .ja sei que saldo
lerei a meu favor, fac..a idea o corno nao estarei !
Que calamidades nos ameacara. .
Aqui nao se falla n'onlra cousa : muila gente lera
j procurado o Coimbra, c o Piuheiro para se aliviar
de parte da carga, a tim de viajarem com eaajHpe-
rigo, lito he, Iralam ele fa/.er le-lainenl. En, podre
de mim! Quero fjzer o mesmo c s aguardo a sua
resposta, proponho-lhe o ser meu primeiro e nico
testamenleiro : a vinlena he gorda ; testarei, como
um certo sugeitoem puncas palavras, nada, possuo,
devo muito, deixo o reato aos pobres.
Meu senhor, ueste mundo em quanto as cousas cor-
ren! a nossa feicao nem de leve nos lerabramos. que
havemos de nfcrrer, e-prestar cotilas de nossas ag-
ones ; nao nos recordamos que todo o vvenle se cur-
va a esta lei rigorosa ; viva o dom ;m,segundo as leis
que le impoz o Creador nas doze laboas, que de
cerlo o nao assombrar a lembraur*a da morte; mas
n3o; cada um quer viver como bem Ihe parece, se-
gundo seus inslinclos, suas paixdes etc., etc.
Eu c nao lie da morte que tendo medo, porque
delta ninguem se livia, mais doje mais amanlia liei
de puxar com a trouxa ; e a proposito aqui eucaixa-
rei os seguinles versindos do Vale do Reconcavo,
publicados na Marmota Fluminense :
Da morte ninauem se livra,
He grande asneira teimar,
Pois quando ella bale a porla^
Ninguem se pode safar.
Morrem palos, e marren.s,
Gallinha, gane, e per;
E, apezar da dura casca,
O jacar, eo tat.
Morrem cobras, e lagartos, .
Papagaiosv periquitos, i
Elephables, camundongos,
Morrem moscas, e mosquitos.
Marre lambem o soc,
O morcego o bacuro;
Tamandu tambem morre,
E o bicudo pica pao.
Morre a barata chinclla,
Do mesmo modo a lacraia ;
Tambem fisga no auzol
Morre o cacao, mMM a arr.iij.
rao, maua a
''iiij c cor 3
dj Freilas Nogueira.'e que por essa gracinha anda-
va arribado, acba-se publicamente agasalhadn no
engenho Sibirei do Cavalcanti, distante da villa 2
j leguas, e dahi di ligas a polica.
Tambem me noticia que o juiz municipal sup-
plenla mellen a derrota em cima do Iciieute-coronel
Bandeira de Mello, inslaorand-lhe um processo pe-
les crmes de desobediencia e resistencia ao cumpr-
n.unliMle um mandado judicial de manulenen, que
fe ra passado a favor do coreoel Gaspar de Menezes
Vascoucellos de Drummoud. Heim I Um leneate-
coroncl processado por urna asneiriuba, .quando as
luis s se fizeram para os apangas peqaeninos que
nao sao teen tes coronis !
l> mai- de que diz-me o Dainasceno q0 e homem
esla aperlado, anda nas amarellas, tem dado mil sa-
tisfaceieSque n-o sabia que liavia crime em oppor-ie
ao cumprmenlo de um mandatosinhs da idlica do
Salto.
Bem feilo, Sr. Bandeira, para Vmc. rio andar
^empre com quesloes com as Ierras dos outros. Olhe
me o coronel Gaspar nao he para abracas.
T Barreiros.
Em quanto nao liouvcr reorraa no r*s*oai das
autoridades ,iesse iar.,r bao de continaar a censa*
co mesmo modo; intrigas, enredadas, malvereicOes,
ludo em prejuizo do pobre povo.
Saiba que no da i| ,|u correle foi pronunciado,
e- suspenso do exercicio pelo juiz de direilo r.
Campos, o juiz municipal desee termo r. Antonio
liorges Leal, era virlude d urna denuncia que cen-
tra elle dera o cidadao J0jo Cavalcanti de Albu-
i] uerque.
O homem fez bobage, se nao o Dr. juiz de direilo
recto e justiceiro como he, e nao proiwaciava. Sr.
Dr. Leal, lome juizo, olhe que ha muito que se avi-
la contra Vmc; desde sea juizado em Agua Prela ;
eonlam causis! Se forem verdadalras, Vmc. nao
dee ser mais juiz nem um dia. ,
O foro de Barreiros est urna miierta, a justica
anda vendo a evposico de Paris, 'nao sei quando
voltar, lalvez apresse sua volta para soccorrer o
Dr. Borges Leal. .
Contra a seguranca individual n?da ha oceorrido,
o pelo que diz respeilo a propriedade, nao se pode
possuir um papa capim de cabralo com os taei par-
tidistas do i ominunismo;lodo cavallinlio que encon-
i.ram 4 noile o v3o cousiderend"es nuIHus, he do
irimeiro occupanle. e s3o lio felizes que nem.ao
menosa polica llis oppfteembargos de terceiro a
essa posse. .
Acceile recommenelaceies de um figurao desie lo-
gar, que d um enciclopdico, oceupa ao Mesmo
empo lodos osles lugares: sacristn da matriz, pro-
fessor. collector interino, eferivao interino, elei(ar,
vereador, soliciladdr, meirinho, e filialmente he
canelidado provincial;.e, se mais mundo houyera
l chegar'a 1 Irra que he muilo 1 )l
Agua Prela.
Nada de iialavcl ha' occorjjPaiic meree;;
mencionado, continua no inesmi
pintei ua minha primeira.
O meu confidente Ivo esla zangadissime, declarou
formalmente que nenhuma noticia dar daquelle lu-
gar em quanto nao feir favnravelmente deferida a
represenlaerei de seus habitantes, pedram
raco da villa. De inaneira que alo a abertura da
provincial eslou sem o auxilio do meu Ivo, es
fluencia eleiloral do lugf, laen scuhor, e ea como
tenho minhas cocegas de seelar-me em orna das ca-
deirinhas da provincial, ainda que seja depstade l-
menle de apeiados, islo be, comparsa desse Iheatro,
voo fazendo echo com o amigo Ivo e pedindo o fa-
voravel deferiraento dessa oretenrao dos habitantes
de Agua Preta. Meu senhor, este mundo he dos
esperten :
O cea be de quera o ganha,
E o mundo he de quera mais aikiolu.
Esgotou-se faruel e por isso faro aqu ponto.
O Ri Bormosense.
(Carla articular.
P. S. Estou com esta prompti desde 0 da 15
boje 2 live portador. Vai-se fiudaodo a safra e
com ella diminuindo os nossos correros martimos,
as bascacas, os corrcios de Ierra riada Vlem, quan-
do aqui passaiu, Iralam de o fazer lao caladibho o
as escondidas, que nuiguom-sabe, parece que andan)
com medo de seren vistos.
oara bradar juis lorie que,uraa sen- I eve 1elle dilntanli, que. morreu
ia velb i : bastado asneiras, Mkaca- Ucr - 1 if i i nkirn .-. ^.II-. j: m^' I
V
Um rcqucrimenlo elos clcilores do termo de S.
Luiz, provincia de S. Paulo, pedindo que o seu col-
lesio seja deaaaaexndo da cidade de iaeiliat e an-
nexadodo I'batuda.A' coinmisso de cstatistica.
Do Dr. Joaquim Jos da Silva, pedindo que, em
alleacJio an estado pergoso de.sua saudu arruinada
no exercicio das fuicccs elo magisterio a seu cargo,
se Ide conceda um anno de licenca com lodos os seus
vencimenlos para tratar du sua saude. A" commis-
sao de pense's e ordenados.
L-ie e cntr.a em diicuss a redaceao do projeclo
de fixaeao de forjas de Ierra.
O Sr. Sera:Compreheuder-so-ha lalvez que
avista da redaceao em que esla concebido o arl.
7. da lei de lixacao de Torca de Ierra, que a 5.
parle do saldo ue aproveita antes de strem refor-.
perfeilo erae nos dk o direilo
ento da parte ela repblica
"quesiao de limiies, nao temos
preienjao extraordinaria, nao
pretendemos de modo algum qualquer pon-So do
territorio do Paraguay, ou a que elle leuda direito
fundado, em tratados ou no uti mmsidetis.
Os tratados que existan! cnlrtfas rerles de Porlu-
galaJMlc Uespanha cslipulavam os limiies dos dous
pauhnessa parte pelo rio Igurey, do lado do Para-
n, e pelo lado d rio Paraguav pelo rio mais pr-
ximo contra-vcrenle elo Igurc), que o Iralado ele
1750 'diz que ser lalvez u rio Corrientes. He de"
nvin-'lrado que esserio he o Juju;, do qual um dos
confluentes linha csse nome de Corrientes, c com
elle so acha notado cm urna das celiees dus mappas
de Azara, com ouanlo nao cliegisse ao Paraguay
com esta denominaba.
Esla. eslipulaca do Iralado de 1T77 he igual e
concebida nos mesmos termos cm|'regados no trata-
do de ;7S0.
A demarcaeao que se fez em virlude desse trata-
do da 1750 nao segu-, todava a lcllra do mesmo
Iralado. Sob pretexto de chimarse o rio que con-
ficam aquem do Apa. Os limites pois do tratado de
1777 oso foram nesla parle alterados pelos Poriu-
guezes o Itrasileiros, mas sim pelos llespanhes e
Paraguayos. Foram elles os que adianlaraa juas
posses cerca ele dous grus alem du JujujgKppra'O
aleo Apa, em cuja margem esquerda osB ||na\os
tem eslabelecido alguns lorlin-.
Nao obstante ser ouli possidelis nesta parle contra
nos, o goveruo imperial nunca se recusou a reconhe-
ce-lo como regulador dos uosso6 limiies. Assim o go-
verno imperial esleve sempre promplo a concordar
om orna linha divisoria que segurado pelo rio Para-
ua deixasse a margem esquerda ao Brasil ( desde o
Iguass ou Rio Grande de Coritiba,) e a margem di-
reila ao Paraguay al a confluencia do rio 'Iguate-
mim segusse por esle rio deixaodo a margem es-
querda ao Paraguay, c a direila ao Brasil al chegar
ao alio da serra de Maracaj; seguindo ao norte pe-
lo cume dessa serra al encontrar a verlente'mais aa
sul do rio Apa, edescendo por este rio at sua con-
fluencia com o Paraguay.
Esla lieha cobre lodas as possessoes do Paraguay e
do Brasil. Com ella o Paraguay legitima a posse de
um vasto territorio por elle possoido, e que pelo tra-
tado de 1777 perlencia ao Brasil.
Ogovcriio paraguayo vendo o brasileiro solicito
de comecar a gozar do direito de navegar .o rio Pa-
raguay, na parle em que-perlence a essa -repblica,
direilo que Ihe foi conferido pela convencao de 1850,
nao tem querido concordar em regular essa navega-
cao, sem conquistar e obter para si orna addic.i de
territorio alera do rio Apa para o Norte.
A principio pielendeu o Paraguay neulralisar o
lerriturio que fica entre o rio Apa e o rio Bronco ;
boje parece que pretende a soberana nesla p^rte do
nosso territorio. He urna concessao que se exige,
concessao que o governo imperial nao esl disposto
a fazer.
A maior parte do territorio referido que fica r*
0 Apa o o rio Branco he alagada pelas enche.
Paraguav, que formam a lagoa Xaraez. A pl
chut que existe enlre a serra Maracaj, c os ae>-_^
do Paraguay hcoccupada'poreslabclccimentosde Bra-
sileiro-, Oproprio Paraguay eslabeleceu a linha dos
seus forlins pelo rio Apa, e nao tem a allegar emseu
favor para obter este territorio alem do Apa nem o uli\
possidelis qne he do Brasil, nem o tratado de 1777,
que ofazia recuaral o Jujuv.ou pelo menor^allpa-
neguass, atteudendp s preloncOes^la Uespanha.
!TEs, senhores, n razao porque o goveruo |imperial
nao pode ratificar o tratado de navegacao e com'.
inercio que n Sr. Pedro Ferreira de Oliveira celebrou
com governo da repblica do Paraguay Esse tril-
lado poderia ser aceito e ratificado se nao contivesse
urna clausula, cm virlude da qual a ratilicaca ficava
dependente do ajusto da questao de limiies.
Assim o direilo perTeilo que a convenc de 1850
nos deu a navegacao do Paraguay fornava-se even-
tual e condicional. A coiidicaoera o ajuste dus limi-
tes, e nesse ajuste o Paragua) pretende conquistar
urna parle do nosso territorio.
O governo imperial se deshonrara se accedcssc a
lacs prclenejoes. Tal nao he sua intencu ; o governo
imperial nao concordara em fazer depender de ajus-
tes de limiies o direilo a navegara do rio de Para-
guay, concedido pela convenc de 1850 ; e nao
ceder do territorio que Ihe perlence pelos tratados
e pela sua posse e oceupucao.
Porem ja ve cmara dos Srs. depulados que, es-
tando salisfcita a quesUu^de honra- pelo que loca i
satisfac.aoquu nos era devida, e queja nos foi ellvc-
tivamenlc dada, nao ha motivo para dessesperar de
obter a soluto das oulras quesloes por meios paci-
fico.
Todo o viv
A esta lei riJHH
Morre a velha, morre a mica,
Morre a feia e a frmala.
Morre quem triste viven,
Morre quem se diverlio:
Morre o fidalgo, o plcbe-o,
Morre a mi, que nos pari.
' Quaot asneira que tenho dilo Quero me pe:
guulou por morte, cholera, el cutera'.' J (em Vmc.
uao iia_*plira..P,
nella de cadeia velha : bastado asuenas, a
das, eli'-me noticias. Sim, senhur.ma- qirem aaacu-
dir* uos apuros em que un: ach), por estaf*quai
baldo aoejitpe. yaldila a hora em que mo melli
nesla ctJ^K de onza vafas. Accudam-me os ami-
gos Qjf^Hle, MeDdes e Sjniao nesles vexames, quo
estn tSpdo..-.'Dtaam-me, meus farejaddres de no-
lieias, o que te'rnjflBo novo? Deixemo-uos de bo~
btje, vamos ao safio, milicias verdicas.
Poli-ia.
Continua no mesmo estado do aue Ihe fallei na
rainha ultima; ainda sentimos a falla de subdelega-
da eseus supplcntes, se bem que corre a nova de
que o actual delegado, o capitao Veigas, remellen ao
chele de polica urna proposta de cidadaos para se-
ren escomidos os que devera oceupar laes lugares;
mas leudo ouvido pessoas circunspectas censuraren!
o delegado, por haver proposto a certos individuos
condecidos por exaltados partidarios da politice .op-
posta ao actual governo, turbulentos o incapazw de
desempennarem com ulilidade publica esses cargos.
Por isto oie julguc que sou upposio a' iiomeaeo de
pessoas, re sao opposlas as ideas do partido saqua-
rma, nao: oque digo lie, que eiExm. prosidenle, e
ar. ebefe de polica devem ler toda a cautela nes
sas iir/ncares, para que nao recaiam era pessoas
inaptas, e menos proprias para esses empresas. Um
homem que necessit ser policiailo nao pode policiar;
islo he, que he exacto.. Acredita nas boas inlence'ies
do delegado, e no quanto desoja moldurar o actual
estado da polica ; mas pouco couhecedor do lugar,
onde nunca residi, e apenas se acha de passagem,
ha de etur pa escolna desses individuos, mxime
quando os cidadaos abastados, pacficos, f aptos, quer
de um, quer de outro partido, se escusam do exer-
cicio de to pesado cargo, portar: lo todo o cuidado,
tino, e circumspeceau he pouco.
Juslira.
Continua siosfacloramenle.
Assas sensivel foi a noticia da remonto do juiz de
direito o Dr. Jlo Baptista Goiiealves Campos, ma-
gi-trado modelo, nnlavel pela inlelligencia, probida-
de, justica, reclidao qae tanto o caraclerisam a par
da urbanidade, e affabilidade;qualidades que bas-
tante apreciaiam os habitantes desla-comarca ; sina
he a nossa de nao gozarmos por muilo lempo em-
preados dessa cathegoria. Proceda o Sr. Dr. Souza
l.eo como procedeu o Sr. Dr. C(nipos, o que he de
esperar, que nos consideraremos os mais felizes.
Cmara municipal.
Coma lbe aoticiei leve lugar uo dia 5 do correle
a' sessao extraordinaria convocada para esse dia,
presidindo-a o lenenle-coronel Jos Antonio Lopes,
sob cuja presidencia tem contrallado, |nolando-se ja
no pouco lempo, que tem ella l'uuccionnio, urna
dTerenca assas sensivel em beneficio do municipio ;
fez logo urna reverendsima reforma em seus em-
pringados ; medida esta reclamada ha muilo, e de
urgentissima necessidade ludo vai dacabeca, sem el-
la de nada vale o corpo ; espero della cousideraveis
beneficios a esta cidade.
. Seguranca individual e de propriedade.
Ni) dia II do correnlc um escravn do subdelegado
da freguezia de Una, esbordoou a urna pobre mulher
branca, moradora no eagenlij Mscale daquella
freguezia, deixineloa-a gravemente ferida, e o mais
lie que al o presente llcou impune o delmqueule.
E que tal o esreravo do subdelegado t Sr. Dr. cdele
de polica, veja se V. S. pode .ir algum remedio a
COMARCA DO BOMTO.
15 de julho.
O julho esl em meio. cal hoje aisaz bem, amos
poisdesuude, Air Winler nosdeixa ae que parece,
porque ha muito hemos sol Jiao lendo1 o invern sido
duradouro, enlendem os experienlas, que lalvez te-
remos alguma vaquinha daqnellas mais inferiores,
sonhadas pelo ante-Israelita Farad.
Nao obstante isto a fariuha contiuua em bom pre-
eo. Parlicipo-the om summo petar, que o meslro
acu le arrombou pel# mais fraco, e tria levado a
breca se Ide nio desabotoassem em lempo as ceroulas
( islo he, abrissem a porta o'agua ), razio porque
,'.a_iS? P0.9*1 "PPWMf o locus ubi Trnja fuil de
o. 'I apou-aeo arrombo. mas tendo-se conhe-
ie as senteas paredes nao erao Water proof
vam-lha venlre livre por causa de algoma
.ndigesiao.
do lido minhas saadadrsdo ditoi outros poren
am mais, felizmente nao foram tantas corot
de pena ao >*
esle e?,!'
-isas.
^ "4(-A imiTeipat ntstoi
.essaobrao melhoridizeiriweT 1:5005. e.por isso-
peuso. qre presentemente nenhum concert Uta pe-
der fazer, por estar esgolada, ma alientos os sus
fcons desejos, eslou que logo turnaremos a ter
assude. '
16
.\othing,
_^
Contrai^g^aujja mar de novidades.\^
Grvala
Ant
qui uraa
pois c
sei que
Hoje che,
zerros em__
fui encontnSMp
Nesle momento j 0 s?r
ollicial de ju-licj, nao'sei para,o I
Meu charo compadre
por tanto oulru re
porque i querer
escreveria. Aqui j
Origen)dos seis'
S0( Id.
Foi Gui Are Un o
sons rausicaesem uea
a que us chamamos lo
sessons um nome dillera
S. Joio. .
la am des-
hvrono de
VI queant laxis,
/{-sonare fibris
Art-ra gestomm
^ Fa-iaii tuorum
Sol-ye pulluli
La-bii reatum.
t (*' Joio.}
Tal de a origem da escallaal, (hoja do) r, mi,
fa, sol, la. Nao eslao cocorda a respailo do lempo
era que se accrescentnu a sylabaS-
meiras, parece todava que foi fl
que em o anuo I8 a pox om eu
de islo extra dimos.
o filho de Jseph
Em um bello dia de oplubt
ocioso eeslrai
pilastras
lastra esla'
allieheje
Jos 1)
seus conci'
lecimei
arlo de
todas essas
aqui. "'vvendi
Como !"Wii
istenles, cujo1
um opulento
Ourer vai vender"
los de sua arle Q
tremo 1
Vos ignoris
lisia, qae Joscpd
cios para sustenl,
bem pouco tem
,ile ele urna das
1 de Noremberg, a pi-
da por enorme eartaz
le :
cielade, cientfica aos
Urde far em sen estadc-
al do lodos os objeclos da
-ue ; a.descripcSo de
a muito extensa para caber'
negar as 4 horas da tarde.
" com certa eatoclo um dos as-
re pareca indicar
' u rico ourives
' maravilhosos produe-
-eduzio a lal ex-
m o orgul
lia 6 do corrate appaieceu enfor-
igreja do Rosario, um pteto di
) Jos Pereira Una, averiguado o"
3ste preto, que havia das dav
so suicidara.
... om lurlos ele cavados : n.l.) ,d i
negocio, sem arriscar capital algum tem-s/
espantosos.
Salubridade publica.
Poucos casos de febres tem apparecido /
querendo favorecer com sua ausencia, I
que lavram com intensidade as sezes.
medidas sanitarias lomadas pe i lllin.' -
cninbiuarao com a polica, foi a remoeao
doaro, e aeougue existenle no centro da cJade, elos Durer linha 3 lilhos e urna filha. Esta deu-a elleeom
quaes Ido fallei; o proprielario e-ia no ac.t diz que i grande dote o neuodanle ipio acaba e quebrar,
vai recorrer a presidencia da provincia, q.e manda- Os dous lllios mais velhos a forja de grandes des-
ra oslabclecer no mesmo lugar o seu madouro. pe/as foram empreados, um na curie do eleilor de
o-^l-
o mata-1
!n ^^S^^fc^lisse um ar-
felo OS m.TIBN^ im.-.|_
casa do genro, que ainda ha "
enlrava no numero dos slidos
negociantes de *'?"-lEs?egcnrodesapparecen dei-
xando divida/^ isideraves, e he para remediar o
desasir, para r, nonr* 'le aeu netos e conser-
var-Ibes um puro e sem mancha, que o bom .
lomem se se ae preciosas prodceles que fa-
ilegria de sua velhice. le chefes
ga posse eslava dar assim dizer
sua existencia.
eira de proceder he digno de um
/d \uremberg : provoca em sea
oeral ; mas a ludo islo acompanha
hbraoca; !
.'.liis indiscreto, drssri o homeml bem
.'interlocutor, dai-rae a explicafto de
,as palavras.
Ue muilo boaonlade, Sr. Sabe que Jaspli
i;
!

V
I
i
Forte tolo 1 Ainda acredita que a presiiMcia- des-
fara esta delilieaco da;eaiiiari. quaud o mesmo
presidente fez remover para a Cabanga mataelouro
dessa cidade que se achava callara Jo em'melhor po-
si{5o qae o de c.
Necessilamos de muilas outras proiJencias sani-
tarias, principalmeule agora que QBOI anieacados
pelo cholera; e quera v as barbas io visinlio arder
pe as suas do m Ido. Precisarnos'C doa botica cu-
ja falla sentimos, e ainda mais a oiremos se dea-,
granadamente nos atacar a peslj. Senlinleis igual-
mente falla de medico-, qu indo e.la cidade ollereee
lautas vantagens a cites meas seihores.
Espero-que S. Exc. inio.se cqoecer de noi uiw
providencias que (era de dar a espcita de iuedids
sanilarias.
A eslarilo conlinua regular. gneros de prim]
ra necessidade v3o sustculani-o ura prejo ra
rimej-
e c 11111110.I0 com, especialiAile a carne verde ,e a fc-
rinba.
SerinWem.
Conlinua em santa paz sem ler havido nesla quin-
zena a menor alterac/io ni traueiuillidade publica,
^cauranj.i individual.
O mea sincero Damaieeno, advogido de eilonrc
n aquella villa, commmiica qus aquelle carcereirolv
inlerino da cadeia qus, deu awapola ao reo Manuel |
Mil uno [Vcum
1 lUIITIIMIIfl
Haciera, e o outre, ua do giao duque de It'eimar.
Ambas tem feilo brilhanles figura?, porem csjuece-
ram seu velho pai, rujo nonio hurgue/,-Calvez troca-
rain por alguna titulo de co le ou daro.
E o quo he feilo ifo ler.-eiro liiho '.'
Alberto I replicn o artista. Ah '. Alberto,
quiz ser pintor, eJotph Durer a isto se opeoz. Tu
sers ourives como eu, dizi- ello ao menino, quando
elle I lia pedia lapls, telas e pinceis. Mais fcil lio
deixare- iir.nha companhia, do qua consentir eo que
pegu-'n cm instrumento que nao seja o buril e o irrae-
bMo.
E o que aconteceu, de o desconhecido ?
vVconteccu que em urna manliHa ( ha j alguna
nos. o pobre Alberto desappareceu. De enlo para
I ninguem fall-au mais nelle.
Oii' tro horas soaram. Abrirm-se os araaazens
di ourive e a mullidao dejurjosos e amadores os
invadirn!. Os prcgeiro publicas comecaram os
reus bandos.Aparelhor, jarrort outros objeetos de
prala edourados foram logo vendidos. '
Passaram-- Mfea d'sibrai: ero bacias de
ouror qae representavam em relevo paisageas do
velho testamento, figuras antigs de ama admiravel
perfeice etc., e outros objeclos de subido gosto e
Em eiaanto ae otTerada ao comprador es
da tua arte, o ourive eslava
5



DIARIO DE PERNAIBUCO SBADO 28 E JULHO !j 1855
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calmo e tranquillo do fundo-di luja, pnrera qiandu
u j.io citar 09 numei dos eus chile* d'obra, iiuan-
d.o ouvio psaliuodar oleiloeiro ttsas plirajase elogios
haiiaes, cun que encareca o mM lio e forraosuia das
obras que Ule havi>ni dado tao grand e universal
ri>pulac,o, nao Dio lu peoivel pos.cao resignada,
Uvanlou-se como que influido ior una torca, irre-
sistivel.e poz-se a pasSear eni nila das diversal peras
que se iain arrematar, qual mai tid;nJo ao '|doi-
do barco drseu fillio .locle.
iriUram :
Seis estatuas do ouro e piala, da goslo antigo !
Mil ducados de ouro, diz urna >z.
Mil e otncoent* disse oc I(m.
Mil cero, retorquio a pritnciri .
Ninguerh ousou cun ir o laiii o. e a estatuas foro
adjudicada.
O veibu respira va apenas : tiui.a a lace lao branca
como os cabellos, e un tremor convulsivo Ihe per-
correu todos os membros.Apizir diiso elle insisti
en ficar junto do ollicial publico :iue registrava
as compras. Quandu tudo se acabuu o yelho olli
em lomo de-i con u 111 sentiunnlo itki'Miniv.'l
pai
lento inais terrivel se iifotoianiava, era o cm
iodicatarfo a levar lodn essas riquezas que
lenvelliecidotoni o ouriv >s, que erfla.a seus
rdadeiros penales de sua casa, que tito
conslituiam urna segunda vida.
Qae o adjudicatarios dos ulliiiios 23 objectos
apparecam, disse o secretario. ,
- S lia un adjudicatario, responden o nesmo
artista, que tivera com odesconhicido a conversaran
qoo j referimos.
Que vcnlia, pois, pagar e dar o nomo, tornou
o secretario.
, Eulao approximou-se urn hor eui Je plisioiioroia
doce a bolO^^Lria ter de 2i3 a 27 annos.
HBeute vestido i muda de Franca ;
urna capa^H^Bnhola, ornadi de bord-iduras de
ogro e seda pencfta-Wie artificiosa nenie sobre as es-
paduas ; Iratia ao pescoco magu.ica cadCa de ouro
e medalha do mesmo metal com a eftigie do impe-
rador Maximiliano. O chapeo eslava un lano in-
clinado pra diautr, o os anneis de sua espessa e. per-
fumada cabelleira cahiaia-llie sibre um colar'iiilio
do rendas excessivaraenle ricas.
- Eis a paga le minhas acqui.ices, disse o muso
meiu trmulo ; verilicai-a.
Eslava exacta ; para o jovci: cavalleiru.Sr.. o
Vosea nome, para que en o escrcvi no registro. '
EulroCanlo o ourivts mudo e s leocioso esperava
' aasenldo de parle, com- desespera da iiciedade, que
ura gesto do comprador desse o signal da conducao
dussts preciosas reliqus.
iscrevei, diz esilaoda o mojo, escrevei' Alberto

) o vellio levantou-se romo se lora
i mauos de un segundo es-
J lilho.
re Alberto sriluu elle, he na
lorno a ver '.' Ks tu que aparto
i?8a ? Oh I vero,que cu le abrace anda!!
!U lilho. tu, qua nao esquseste aluda leu \o-
oai, respondeu n mancebo com ef-
ado-se-lhe aoa pos, en vjs peco perdao
ar desobedecido. a
Ib era possivel que le nao absolvesse de urna
, que mo compra a vida! Alberto, en te
perdoo.
Meu pai, os mocos se enganam quasi ser.ipre
oaescollia da carrea que devom seguir, par ser
respeilada sua vocacao, tem necessidaJe de ma* de'
orna prova, vosso rigor era fundado sm um seuti-
raeutocheio de prudencia, no anligo axioma que
di/.: .(sedeantes bom operario, que artola mediocres.
I liuliois razan, meu pai, o en creic laiubcm que
HkeMfnzeudo o que Bz. Sim, lir.este bem, Al-
^ne ouvio de urna voz sbila do meio da as-
Mea, essa voz era do celeLie ll-tpse Martin,
ihavia iniciado o joveu as piimei.as noeoes da
alora, e que a ttoha fnrtemenlj acouselhado para
ar semeiliaute prosso. A: iadec-M o ceo pela
obediencia de vosas Albo, diz Ilapso Martin, vol-
o-sc para Joiift H& pornuc u esta hora
AUiirlo possue o scari b de lo.la i as* artes, ein todas
excede j aos mai* isarln.tas da Allemauha.
Niohe sii um pintor de priuiei a orcm, he lain-
bem um dos mais habis gravadores, um arcliileclo o
agenheirodos inais distinctos. O imperador Ma-
ximiliano o uor.ieou seu primeiru pintor. A rep-
blica da Veneza tencipu,') confiar- Ihe ;i construcc^lo
de urna fortaleza nos seus estados do confnenle, e
i de Franja o convida a Pars para ifvrmosear
i niiiumenlos daquella cap.tal ; o que dizeis
meslre Joseph '.'
e abracou de novo a seu l.lhu, eu digo
rrandes iulelligencias sao eni regra o indicio
iobre aracter, e que o istia Alberto provou
ti que o humeen de-num nao faz seaao um com
omem de geni. (Trailmido.^
-., .tu recoir. .
(Carla particular.)
1 HflWMI ^
REPAKTICJAO DA'.OI.IGIA.'
Parle do din 27 de Olhi.
film, e Exm. Sr.I.evoao eaehecimento
es boje n
reparlica.i, consta ojie foraii presos :
sla-B*.^'^/! orplui Jlo Alves
mt! da Suu^_^.^ri8aes.
hdriacil^WlregBei do ftecire, t.'
laquiu Juaquim Izulro c Fraci-o Ignacio Pires,
^^^^Hjpod i e u a
Mielezacia da fregueiia de S. Jos, os
- Joio Pinto do-Arao; e Luciano MV
thaes Kibeiro, ambos para aveiiguacoes pulici.ies.
pela subdelegacia da fregu, ia da Varzca, An-
i Francisco de Souza, por furlute cavallos.
polica de
. e E'cm.
igoeiredo.
ia Lu;
mau xito, accrescenlou: A Russia recusau li- t do seu ) alemao theolugo desestimar
nilar as suas forcaf navaes no mar Negro, c luda-
via temos esperado que a Austria cumpra os seu?
comproinissos que cunsistem em tornar uffensivo e
dellensivo o nosso tratado de allianca, se as nego-
ciai;esiiao dessoui resultado, lie verdade que u
Auslria nos propoz laraulirpor um tratado a inda-
pendencia da Turqua, o considerar para o futuro
como casus belli o neto d> vir a exceder o numero
de navios de guerra da Kussia ao que existia antes
da campanil a.
O impcridor declara que estas propostas nao i9o
admissiveis. o que deve continuar a guerra, e diz :
O paz orterpceu mil e selccauos milliijB mais do
quo se Ihe pedir no ultimo em presumo ; ama parle
bastar.i para sustentara honra e os direitus da Fran-
ca. O imperador lembra o sen projeclo de viagein
f a imea, e declara que eom maga teve de abau-
doua-lo.
.Sera pruposU a votiirao'da le animal de recru-
laiiien'.o ; inlo li.fer.* .,li,,unenlo extraordinario.
Ionios au cxwcito e e-peranrasde conseguir-se una
digna da Mlianra das duas graudos potencias.
( Minios applausos. ).u
Trala-se de orgauisar. um exercto francez de 81)
mil hornees, destinado a operar no Ballico. Pelo en-
viado Irancez no Uanover fuipeiliiHphroverut..l -
le reino autorisaco para a passageV das tropas al
huli.-k, d onde serio transportadas em vapores para
os pontos que mais opporluuos se figurero. '
lie porisso que em lado o litoral russo do Ballico
fervera os preparativos para urna defeza desesperada
a se accumulam tropas que deverao oppur-se a qual-
quer desembarque dosalliadus; de pequeaas em pe-
qnenas di-tanei is se eslabelecein lambem all hospi-
laes, sobre (udu nos arrabaldes de Cronsladt.
Pelos Kussos foi praticado na baha de llanizo um
acto de selvagem crueldade, e que belu he de re-
celar d barbara direccao guerra d'ora avante no
Bltico e no mar Negro. Assassnarm os Kussos
parte da tripolacSo Ja um barco ioglez que all ha-
via enli lo com bandeira parlamentaV, o^e com o
uro de restituir uus poneos de prisioneiros rnssos..
esejando o vire-almirante Dundas esclarecer per-
faitamantc o caso, ordenou ao commandante do Cos-
mrf;. navio inglez a que aquelle barco pertencia,
Ihe fi/.esse um miudo relalorio de todas as particu-
laridades da t.il'iiiod.i o fez este, que neolinma du-
vda resta do quo foram clVeclivaniente violados oes-
te caso lodos es psos e cosiumcs do direilo martimo,
e todos os principios do direilo das gautes. A c
lupa
Ir
_ cha-
lo a sua bandeira parlameater a 1,800 me-
nenhum sicoal d'ahl a >advertio de
aproximasse ; fez-se o desembarque sem
oppnsicao, as depois foi asas.i nada par-
' No parlamento inglez declarou o mi-
neiiocios estra'ngeiros, que por interveu-
c..1o do goveruo dinamarquez exigir a Inglaterra o
castigo dos assassinos, amear.audo de represalias o
governo russo se Ihe fosse recusada a satisfacAo de-
vida. Cumpra todava declarar que o Jornal de San
Petersburgo aprsenla os faclos sb mui diverso as-
pecto. Nem falla ero bandeira parlamentar, nem
eyn prisioneiros desembarcodos, o ntflhero dos mor-
ios lie rednzido a cinco em vez do i ou 30, asse-
vera terem-se feilo onze prisioneiros. Se assim he,
veremos o q*ue estes dizeru. ,
Asoperaroes das esquadras alliadas naquelle mar
tem-se limitado, como hontem dissemos, a capturar
varios navios mercantes, he a reproducro da farra
representada ernn-annu passado pelo admirante a-
pier.
Crensladl anda nao foi atacada, os alliados res-
pcilam-na, tanto pelas suas forlificacOes, como por-
que, segundo se affiruia. Indas as suas immediares
ach-ara-se tambero defendidas por lcrrivCis*macliinas
nfornaes, eslretamenle ligadas a huas que mcrgu-
lham e a que d foso o miis pequeo choque de um
navio : oflkiores Merlin c Fireftij, que'no dia 9
de junhoVRam reconhecimeutos em frente da pra-
Ca, deram de encontr com tres dessas machinas
que le nao viam, cque rebenlando logo, daronilica-
ram o forro de cobre dos mviose os ohrjgarain a
retroceder : mas 47 foram depois levantadas pelas
embarcacies de una r. outra esquadra.
No parlamento inglez foi regeitada por 3.9
contra 46 votos a morando depulado Layard, rela-
tiva a reforma administrativa. Envolvafella seve-
rissiroa censura ao roinisterio. e por isso foi vio-
lentamente atacada e defendida; nova tormenta
vei o i ud iv a a meara r logo dahi a das o ministerio
Aberdeeu cm razio de haver M. Roebuck annunci-
ad^ura 3 de julho urna proposta de censura ron-
Ira lados os memoro* doigabineh!, por liaverem mal
encamiuliado a expedr.ao da Crimea. Na ses-au dos
coromuns de 18 para 19 de junho comejara a leilura
do relalorio da comroissao de iaquerllo' instaurada
por moraa do mesmodeputado, para investigar as
causas que prouuzirittfLdesasIres do ejercito in-
glez naquella peniafl aUtoi io em que a men-
cionad.i commi-iaojl IHo gabinete por haver
sido iuvadidaa (.rkM H|hecimenlo exacto dos
lugares onde a^^H HF ler dado
Alves de
rares com
principio a
lusullti-
le MU
importantes XH
entes recurso-.
i Noiiiia 19 do roez passado leve lugar na illia de
desde que vacillar sua f
ce suas doulrinas. lloje ho o nosso grande da,
buje, senhores, nasoemos de novo para a ciencia,
boje Cometamos a recordar o que esludamos, o a re-
partir entre nos o quo celhemus.em nossas horas de
trabalhu, em nossos momentos da rcflexao, era nos-
sas boas vigilias, em nossa vida toda desde a hora
ero que ola vez primeira vimos a luz at esle mo-
mento, hoje nos desuarnos a sermos fortes pela re-
cprocidade de uossas ideas, boje lie o primeiro dia
de nossa socedade e por isso, senhores, com o poela
germnico direi rdante deve ser o encelar de
c( nossos trabalhos, vivo o perseverante nosso zelo,
firme e porfiado uosso animo, allincada D0*sa
actividade, yau que era mis y irabalho sem-
pro se remoce e avigore pelo nosso trabalho
mesmo.
Ten les vislo o mundo desde os Phenicios, Indios,
O Chius, mostrar tendencias do cvilisar-e ; o como
os'povos lodos sa lem cvilisado, se nao polo contacto
de unscom oulrus ; por que, senhores, se uns li-
ndara conliecimcntos de ccrlas artes*, oulros nao leu-
do deslas possuiaiB arles dllerenlcs, que pelo can-,
(acto de intelligeucias sj adianlavam: o que tem
tanto utilizado a China, o primeiro paiz do mundo
antigo, se nao ojjHmimiga de inuovaroes e de con-j
laclo com os po*m eslrangeiroc.A Grecia civilisou
liorna, da niesma maneira quu liorna levou luzes
para .miras parles do mundo antigo ; c da moma
maneira que os Europeos ns truuxeram a no-sos pi-
zes americanos. Ue descobrimeiitoVem cucapelados
mares e lougiuquas praias nos veio o adiautamento
que possue nosso Brasil, que sem isso au seria
mais do que um leiritorio de sclvagcns, que aban-
donando a habilncao, o leito, e descuidando os meios
de adquirir os alimentos, u faziain por se nao lem-
brarcro que amanhaa leriam uecessidade de urna
morada para repousar, de uro leito para durmir e de
alimentos para prolougara existencia.
Alas, boje pela uniao dos povos j nao somos todos
curvados ao peso do arado, hojea plantario mise
quebra aos passos do guerreiro, o agricultor nao ce-
de seu campo ao inimigo, o lavrador nao larga a pa
o o arado para lomar as armas em defeza da palria,
que clama vinganca, hoje a espada defende a seara,
onde ella niesma vai buscar vveres para .. compa-
uha, o a searadefendo no cerco a palria que deca-
lua, e em lie a muchila do soldado uo aliallo.
Assim o poela no silencio escreve essas linhas.
que lao facilmonte frizam e afundam-so' nos corl*
roes populares, netsa linguagem anglica que parece
destinada a durar com os eculos.
Essa lembranca desee a1 tumba c ergue-se ao co
todos os das, e lodos os das rcuasce ero novas ca-
beras.
J nao somos curvados lito lortement ao peso
da cora. Nos somos inconleslavelmenlc os ni-
cos soberanos, que elevemos marcar os nossos de-
veres.
Mas, senhores, se foi esse o resultado da uniao de
povos diflcreiiles pela troca mutua de suas des cu-
beras e de seus Ihesouros iulellerluacs, nada menos
poderemos espejar da nossa socedade; se nos esme-
rar-nos em dar-The vida para qoe nos mesmos vi-'
vamos, e se us descblparmo* (Henos para que nlo
desanimemos desde principio. Hoje comerarcroos a
colher as llores, que temos plantado desde o-so ber-
ro, e cumecamos a plantar mais bellas e mais viru-
sas para u dia coroarmos a frunle dessa Faculdade,
a que com lanas dilflculdades vimos reuoirraonos
de lodos os venios do imperio.'
Se .unidos e esforzados vi vera* aqu, sendo fdi-
zesem nossos desejos, cunseguindo nossas esperan-
Cas, a palria em nos sera loriucaiiaJf se unidos e
forjados na la (i/.ermos.a patria nos ser sempr oliri-
gada e vira junto de mis pranlear a perda de nossos
estorbos, e laurear nossos baos desejos e privaroes,
embora mallogrados pela fraqueza de nussas cab
jas. e em lodo n caso sermos dignos de loavores,
quanto vivermos como irm,los de letlras e de n
tria.
Ao passo qua se nos. desunirrao-nos e na del^P
tarinos, enloqueceremos nossa socedade, dissipare-
mos a* nveos de esperanea de seu porvir, cortarc-
mos-lhe as raues qae Ihe d.lo vida o ue a podem
segurar conlra os furaces da inveja,Tazendo assim
perecer nossa primeira obra por seiitimcnlus u5o nu-
bres e indH^sdas tlluslraijes que povoam o esparu
ae nossa aalctarao.
A uniao sera nossa divisa, porque onde ha uniao
ha dcsculpa, condescendencia e auimar.io que por
cerlu sao as qualidades, que devem animar, o dar
vida a' nossa socedade ; lodos somos membros do
mesmo corpo, embora uns mais forlcs e oulros mais
fracos, nnsmaiores e oulros menores nao nos dero-
mos separar, por que s veze3 pela falla de urna pe-
dra pode cahir u edificio qua com lano esmero se
formara.
E depois, senhores, se olliarmos o lugar em que
atiramos a primeira pedra do edificio de nossa soce-
dade, se examiuarinos a larra ero que fundamos os
seus alicorees, anda mais bullanles serao nossas es-
peraucas, mais florescenles nossos sonhos de por-
vir ; Peroambuco, svnoniroo da amor e de honra
estatua, que espavora o servilismo e laureia a vir-
o seas i subsliluir nocartoro ao cscrivfo do geral e label-
iufallibildade de lo de notas Jos Norberlo Casado Lima' durante a
licenca, por esto alcanzada, e naq nal reprsenoslo
fizeram sentir o immensu perigo, incalculavel pre-
juizo, ques partes poda resultar dessa uomearai
contraria a todus os respeilos moral e ao boro sen-
so, alienta a conducta do uomeado ; e lando o mes-
roo l)r. juz municipal, por mero despeilq aos abai-
xu assiguados, deixado de deferir-lhes, levolven-
do-lhes a mesina represenlai-iu sem despicho algum,
os aballo assiguados uu auge da desesperaran, a que
seinelhante nomeacSo os vai submetlr, socearrem-
st a V. S. como primeira auloridade judiciaria da
comarca para que,lomando cm consderarao u ex-
pendido naquella reprasenlaiau, que juiila offere-
cera a V. S. se geva providenciar como cnjiicler
que 0 deve fa/or^llim do evitar que asparles sem
remedio soflram as cuiisequencias do lao' desacisa la
loinitarao.eui cojos lermus :
Pedem a V. S.*brovidencias a respeilo"do exara-
do. E R. M.
I.ourenco Avelino de Albuquerque Mello, Jos
Nicolao Pereira dos Sanios, Firmino Lucas d'Aze-
vedo Soares Gordo, Jos Mauoel de Miranda Lima,
Antonio dos Santos Piuheiro.
O juiz municipal l)r. Antonio Bargcs Loil se acha
pronunciado eobrigado livraraeuto, de :rime de
responsabilidade por sentenca proferida |ior e-te
jazo cm procesa) de quena de Joao Cavalcauti de
Alhuquergue Mello. Suspenso pois u dito juiz pur
elfeilo des^ pronuncia, vai entrar cm exerricio 'da
vara o primeiro supplente Sanliago Ramos quem
ex peco as orden* para issu. Os topplicanl.es requei-
ram a este supliente para Ibes de(erir corao for de
juslija.
Rio Formoso 17 de julho de 1853.
# Canpot.
S. .Miguel, o julgamento do capilao c sobrecarga do. Jude. mai das liberdades e dos bros patriticos, he
copia do
nno prn-
do art. ill
i maio do
"ie me foi or-
liontem data-
i cohiinta que se
lilhetcs las loteras
s bilaetes sem que
calor to consulado
thcsourc'iro geral das
[dos citados regula-
anc a desde j Ha sua
ca: is no Diario de
los cfoaeshe anniiu-
letes i! cautelas era di-
laaeiiieiiciii, sem que te-
0 chancella ; pxevenindo
eoho dirigido-nesle sentido
^^ade.
V. S. Secretaria la polica de Per-
ibueo 27 de junho de I55.I:lrn, Sr. I)r. Hr.'iu-
cir.co Baroa/do de CarvaJho, delegado du*l. dislric-
lo deOklermo.0 chele do policia, Luiz Carlos de
PainTTeixeira.
Illm. Sr.Emaddilameulo ao meu oficio desta
data, apresso-ma em declaror a Y. S. quecoovom
le os Vendedores do bi hctei e tnulelas
i foca da provincia, frestarao na llie-
izenda a corpelenla lianra.qne os au-
para
Peroambuco 27 de julho
isco Bernardo de:
disl rielo desio lermo.-i _
Carlos d Paiva Te
bilhel ; a cautelas das
pode ervir para aulo-
is hilheles e cautelas
lavel nina Sanca espe-
'da policia de
_ Illm. Sr. Dr.
egddodo I."
policia, l.hlz
pilucha .Irrogante, na cansa coulra clles intentada
pur liaverem aluciado e conduzido clandestinamente
para o Brasil maior numero de passageiros, do que
aquelle que comportaba o tarnanho da embarcaca<
-c-do lh*haverem claiuliaaos iratoa a 1MT48.
nao den por provalaj a.accusaacs, e por isso o
reos foram absolvidMPe posto* em liberdajle.
O ntvo ministro plenipotearian
Unidos na corla detllcspaaha, Mr.
do a primeira conferencia coro
cios eslrangciros, a .pial pa
aOecluosa. Dizia-se que o re
declarara que o gabinete de
posto a manler com o goveri
de maur amizade ; e por isso havia as melhores es-
peranzas,-de qne as questes pendentes entre os dous
paizes fossem completamente reguladas de ura modo
pacilco._ i' '
(i O general l.eymerich foi nnroeadn capitao ce-
neral de Porto Kicd, em subslituirau do general
Camba.
_ Os duques do Moutpensier embarcaran] no dia
13 em Carlhagena cum destino a Italia.
Na Inglaterra causaia grande iiiipr.ess3o*om dis-
curso do principe Alberto, por occasiaa'Ke nm brin-
de aos ministros, discurso considerado camo critica
ao rgimen parlamentar.
Na Dinamarca drao re urna queda do cavallo,
perder os sentidos, mas ficava livre de perigffe de
incorainn lo.'
i Na Toscana reanimava-se o espirito publico com
a retirada das tropas austciaeas.
Na Sardenha oppunha-se o arcebispo de Turim
aif cumprirocuto da lei concernente extincrau das
orden* monsticas.
as Duas Sicilia reinara atguma fermenlarao.
esse lagar.
As auras, que aqui respiraran* parecem nutrir o
corarao, das ideas mais pura* o mais santas ;
tas pagn
Lcada c "
bravo-
I.ui
dada.
ua*> seulirinoi laes emorcie'
des haMiteifjftJ
dnuratos I
de nosso historia ;,nesse lugar em que
denota urna idea livrecada b
orarlo o amor a'iih.'r.lade.
maro, collegas, e teremoa
faz publico, que fra recolhido cadea dc5ljcdade
portandar fgido, o prelo ijoao, que diz ser escravlv-
de Francisco do Tal, carapmi, morador em Marico-
la : seu seohor compareca peanle esta subdelegara.
Subdelegacia da freguezia da Boa-Vista 2>de ju-
lio do 1833.O subdelegado cm esercicio,
A. F. Marliiu Ribelro.
Naconfoiinidudeda re cesta data pelo consellio de direcro do
Banco de Pernambuco, lio convocada a ag-
semble'a geral dos senhores accionistas, pa-
ra reuoiao ordinaria no da 31 d,ocorren-
te, as lt lioras damanbaa, para levar-sea
efeito o disposto no art. 50 dos respectivos
estatutos.Keci'e 1 \ de julho de 1855.
Ba rao.de Cumaragibe, presiden te.Jos
Bernardo (alvao Alcoorado, [irimeiro se-
cietario.
CO.vIM ERGIO.
.'HACA DO RKfclFE 7 DE JLLUO AS 3
liOKAS DA TARDE.
Colafes olliciaes.
Hoje nao houverao colares.
aLFANDEC.A.
Krn.lmenlo do dia "2 a 211. .
dem do dia 27 .... ,
28H.45180J3
l:i:398&364
.
30
I:il9.;s7
----,-------
Utsearregam liojeHR delulho.
Barca, uglezaCoimie.ss >/ Aelland fizcnda e
taixas. ,
Brigue inglez(7ynfAiabacalho.
Brigue inglezleenidem.
Brigue dinamarquezAgnesfamilia de Irgo.
Hiate brasileiro.ll'laiUediversos gneros.
Imporlac o.
Vapor brasileiro Ihiperalriz, vindo douurle, con-
siguadb a agencia, mamfeslou o seguinte :
i caixa joias.; a Miguel Archanjo de Fguei-
redu. r
1 caixote jgnora-se ;" a Brasitinu Candido Meu-
de
BA.NCO DE I'EILNAMBLCO.
O Banco de Pernambuco sacia sobre
a piara da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junbo de 1855.
O secretario da direccao,-Joao Ignacio
de Medetros Reg.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Fr. Pedro
Gunralves do Recifc foi recolhido un preto de nome
Joo, preso pelo capitao de campo por fgido, o
qual diz ser cscravo de A i.Ionio Rodrigues, morador
uo .Mauauinho : quem direilo liver a ete apresen-
te-se cwPkus ttulos, que justificando a identidad^
Ihe ser entregue.
A repartir jo das obras publica* precisa de ser-
vente* para se engajar na compauhi de operarios,
o'ccupadus na limpeza dos cae* desla eidade. e paga
aos srvenles livres 720 rs. diarios, c aos escravos
640rs. : aapessoa que quizerero^se engajar parala-
sen iru, apresentem-se na obra ponto .provisoria
ira Recite. Directora das obras publicas 20 de ju-
nio de 1833.O escripturario,
' */cno Francisco llegis dos Anjos.
W^ A administraran geral dos eslabelecimenlos de
i**"''3'1* ma? fanr Puu'ico a qoem convier, que
na* quint is-fcras cm que nao forero das santos on
Teriados, na sala do soas secsOes, pelas 4 horas da lar-
de, contina a praca das casas abaixo declaradas :
1 caixote ; ao Dr. Antonio Marques Rodrigues.
1 dito ; i Joa Jos de Carvalhu Moraes.
ira.
ha age
I erobrulho : a Rufino Jos GaBa
1 dito ;% l.uiz Antonio de Siquetra.
i dito ; a J. A. de Figueiredo.
1 cmbrulho ; a Juaquim da Roe
1 ei '
raeida.
lliale brasileiro /fde/a>da,vndo do Ri.m ..n-igu., -
do a Jos Baplisla da Fuusecu tumor, mnifesluu o
reir,
de
Al-
scfuintc
."O
barricas farinha.de trigo: 50
peras'cabos de linho, lllOcaixas
lia caixinhas vazias de papelao, 1
champagne,
as de (landres,
_ caixa raiude-
zasf 37 saccos< chumbo,":! pruncli&es, 1 caixa calca-
do, \!> rolos sal-a. I.~>w> uiciros tapioca, :! bairis
oleo de cupahlia, I i-aixinha Ubi ; a ordem.
IHpor porluguez /;. Mario II, vinjo de i.i
Real Companbia de Paquetes ingleses
a Vapor.
No dii
desle mez
lera-se da Eu-
opa, um dos
apures Ja real
uiupanhia, o
(|m**- demora
turne segui
para o sul: pa-
assageirus, etc., trala-se cum os agentes Adaro-
Jlowie C, ra do Trapiche-Novo n.,42.
ra p
son
Para o Porto e Lisboa.
A nova c muito veleira barca Sama Clara, ca-
pilao l.uurenco Feruaiides do Carmo, seguir al
o lirado correnle mz, por ter maior parle do car-
regame lo promplo : para o resto e passageiros tra-
la-se cornos ronsigualarios Barroca ci Castro n"
ra da Cadea du Recite n. 4, ou com o capujo na
praca. a
Para Aracaly o hiate Cumio do Sorle segu
com brevidadu ; para o resto da carga, trata-te com
Caulano Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
a. 2o.
Para o'Ceara e Maranhao samie o palhabole
Venus, capitao e pralico Joaquina Aptuniu (.. San-
tos : recebe carga e passageiros : a Iralar com ('.ac-
iano Cji-iaro da ('.. M. ao l.do do CorpusSaoto u.Si.
Pora o Porto com escala por"i,fid>oa, segne
com a maior hrevidade o brigue porluguez Com 5ae-
cesso por ler parte da carga prompta : quem no mes-
mo qui/er carregar ou ir de passagem, para o que
lera aceiados cuinmoi
Thuraaz de Aqoiuo
gario n. 1'., primeiro
noel U. dos Sanios I.
Para o Aracalv
por
tor
ignado a agencia, mauifestou o seguiute :
caixolc imagens ; a Francisco Jos de Magalliaes
Bastos. .
1 caixa livros, 1 lata semenles ; a Victorino Jos
Munleiro.
1 pasan pannoramas ; a Miguel Jos Alves.
1 caixolc rnr......nenda ; uo Dr. Jos Joaquim de
Murar- Sarinenlo.
1 pao para bandeira ; a agencia.
Patacho nacional Fmulacao; vil
signado a Manuel Goncalves da Si
jeguinle :
jUJ alqOeires sal, 800 molhos pi
aordem.
20 molhos courinhos; a Jos Antonio" da
& 1 raos.
120courinhos. 1 pacote cera de abellia e buxo de
peixe ; a M'-inorf Florencio Alves de Moraes. -
.li lo de
m'
pallnci
o Ass, eon-
uiinifesluu u
carnauba;
Cuulia
Keudimen(o do d
dem do dia 27

DO EBAi..
29:325o(i80
. -2:S2505(>
32:1459736
------------
DIVERSAS PROVINCIAS.
lendimento do da 2 2li. 1:4699417
dem do di 27......, 17j200
1:51#,:
Exportacao .
jscala porjjLisboa. barca
oseguiute :
PL'BLIGACOES a pedid.
IAR10 M PERNtilBIJCO.
(u.lauteado colle-
do iiricneirojoin da Facaldade le
mgrvte coullicto, Iqjiu,.I resultod alguma
fT-'^ll ''""d- ff^- is leslas e narizei
ana-nos queoconnicto fura paz de motxar-me entre os maiore* athleta
prav^dopeh^ima^dos.menihoii^SirDi*^^ conheco lambem qu
tes, cupi animofidade chegou ao ponto de invadir m -
em grupos a Faculdadejura d'al i lirarem os cilou-
a quem prelendiara esbordear ; mas naa Ibes
sabio a cousa inleiramente como cjidaram, parque
os agredidos usaram dvscu dire.lt do ilefeza como
poderam, anda que debaixo de om forte apedreja-
menlo da parlo dos enlriiirheiradoi as varazidas da
' casa que serve da.cellegio.
Duron a desorlem mullo mais.te lima hora, no
pairo dos dous edificios, que comoin, sabe Jicara con-
tiguos, sendo perturbadas pala Brilaria Jos conten-
dores as aulas da Faculdade,. que i'uaccionam das 9
horas do dia em diante ; e liveram assim tu lies es-
ludaules lempo bstanle para moitrur o seu talento
e anplicacio.
Uc o primeiro fado da la ordem, succodido^epois
da Iransferencia da Faculdade para esti. capital ; e
. as-medidas represivas nao cor.ispopderem pela
sua energa a gravidade do caso, pde-se contar q je
o exemplo da impunidade propaga m a desmor.li.a-
Sao. e leremo. a repalgao das irusmis scenas quo
lio rrequenteraeule se dsvam ero Olinda. desva e-
cen lo-so do lodo o prestigie da id, de reforma, que
semduvidalemeonlidoa.iuitosi)isordeiros '
Jr. nos haviam fallado da insoberdn;.
vra entre os estudanles do collea
t
que la-
das arles, cnio
numero augmenloa A\ tet||llilJa(9. segn o
dizem. pela ra/.ao dsWfer a i .alricub gratuita
um refugio conlra o recm Ko servir,, da
guarda nacional; mis embora no. contassem 'entre
liras cousas que se tinha OB QHo San Joilo
soHando-se cartas de traques pebffcor e lor.s lo-
davia anida clavamos descont ao fue nos referiam ;
mas este facto ven. de alguma sqrl p ida o oslado daqiiella rorporar.n.
SSaJjuaidamo os resulla los deatc aroiitecimeutd,
sobre Indo as medidas tomadas a < it>, para in-
formarinos os leilores, vislo. que lo.l sMimosin:e-
xessadot na boa ordem e disciplina ti >< "stja^Ei-
menlos pblicos a que so/ion|ag i. ds^^Km
educado de nossos Ul los. >,
Das gazelas qae ttow^noto D. Mara l, coll e-
raos anda o segu u
Um Franca varios departamenlos linham si Jo
iauodados pelosrius que usbanha1
senlo coHsideraveis as. per I ccasio-
oadaf.
No discurso recitado por Lok I apeleSo ou arlo
de sajaberlo ocorpoleglslalivo, pr ncipion oropen-
dlando ai aegociiyOes de Vienna, oxpli-aiido o mu
Discurso pronunciado na inaltacao da socedade
Atheneo PernaiUbucano, por Joaquim Ignacio
Alvares de Azecedo.
Ha momentos, tilo animadores, que o coracau se
mergulha n'um ocano de esperanzas, n'um souho de
futuro ; tao fortes que o homro esquiven loe, es-
queceirlo o nada de que he Tormado, nao v entre
uuveiis negras u abysino qae se abre para engoli-lo,
a campa, que desde o momento de seu oascimenlo,
se escava debaixo de seus ps.
Ha momentos em que o espirito animado em ex-
traordinario sabe do si mesmo, pequeo e mesquinho
embora, como que se agiganta e n3o se pude conler
n'u na fronte estreila,estes momentos sao os do en-
' usiasmu, que fazeudo esquecer nossa fraqueza nos
aliram ao ocano da sciencia para alravessa-lo ou
morrermos n'elle, porque he gloria morrer 'na sci-
encia e por ella, he gloria, he honra extraordinaria
morrer no lugar, do seu Irumpho, ou da sua der-
rota.
Ha momentos porom em os qoaes o hornero se co-
nhecendo nao se atreve a levantar a voz_, .em que o
hornera se gela no desanimo e.ua desesperauca,ou
na descrcucaesses sao os meus momentos niiiiha
voz he fraca e roinha iulclligencJa fraquissraa.
Mas, senhores. e de um lado vejo que sou-inca-
.0 nos-
. os ho-
mens que mais fcilmente disculpara os oros sao as
capacidades, e por issodesculp.Vois o irmao enfermo
e fraco que agora falla. He-Sia forzoso urna vez
fallar para nao ser seuipre mudoa aguia na te, seus olhos encaram o sol sem temor, mas quan-
los insectos nao morrem a luz, que nos alumia as
salas em nossas notlcs ? ha flores brilhanles c ebei-
rosas, assim como ha paludas e sem cheifo, ha fallas
aromticas e revestidas do mais bello esmalte,-as
ha oulras seccas e mirrbadas psla desesperare da
vnl, ou pela fraqueza cqzn que nasceram.
Ha aves cujo caiHico anima a "W-Tri qu? se es-
quecia, ha oulras que s sabein carpir o chorar,
ornas tem corea vivas e triihanles, oulras vestem a
tristeza e o lucto. Devenios ter d do homem, que
cercado na hora de seu n'asciraenlo pela luz da divu-
dade, com forca gigantes para seguir a estrada da
sciencia morre no erro; e qnal meio para li-
vrarmo-nos d istu por cerlo, senhores, a uniao e
n sociabilidade ;,da uuia.i resulta o crescimento das
forjas, e da loclabili.lade a dcsculpa rn'ua, que
sempre deve existir entre collegas.
Pobre do homem, nasce', vive., e morre.'esde a
primeira aurora, lidaudo sobre oslvxos.bebendoesse
lete, quo era principio amarga,, roas que forte ao
depois se torna necessarlo e doce pajo habito ; pobre
d'elle, a vida o lembrou de tudo, ludo elle couhccc
menos a si. \
Enfadonhns criain nossos Ir.ihalhlts se viessemos
aqui para colherrous principios d'uma\s cousa, por
que issu estrellara nossos pensamenloi. No vve-
riamas arrancados ou separados du m-Mido scientifico
por urna muralhi q^, 5enu, quS u** lo permitliria
y*r propria .ciencia, essa he a razau pela
fliial trataremos de todos os ramos de lilleratora.he
fesse campo va lo, que se aprsenla a nossos olhos;
I eso o ocano, que nos curva o dorso para nossa
Viagein ; he esse o rio, que nnsMr saciar.
( humera que procura conhecer una s cousa sem
ler con.iecimeiito de nenhuma outra, nada far, a
cwnea toda lie irmaa, lo ia lem relatan enlre si :
em geral o poela nao he grande mathematico. mas
|ua-pocta lera ignorado tuda a malhematica > por
terlo neiihom, e por- isso, senhores, muito bem diz
* genio allemao. o grande Schier, a o jiirsconsullo
se enfastiara de sua jurisprudencia desde que o
t nrilho de urna melhor cultura vier palenlear suas
lacuna, quando pelo caalrarin anda devia esfor-
a jarse ser um novo creador della, e a corrair
a com sua riqueza interna osdcfeilos descoberlos.
a O medico repudiara saa profissao desde que
resallados importantes Ihe moslrarem a Incerteza
ATTEND1T2 ET VIDETE .
Diz Hermenegildo Jos Leal, queso Ihe faz a be
qne o esa|*de-te juizo em face dos autos crimes
fue se |irecleu ex-ollieio por esle juizo contra o
ndio Francisco do O', por rasislencia as ordens do
subdelegado desla freguezia me d pur cerlidan em
mos, que faga f, o thaor doidespacho qua em
do correnle proferto en), ditos autos o Dr. juiz de
.direilo da comarca, por isso :
Pede aV. S. Illm. Sr. juiz municipal supplente
m exercicio. Ihe delira, mandamto passar a cerli-
dao requerida. E'R. M.
Passc. ByreirosJD de julho de 1855. Santiago.
Caroliiro dos I'rajfcesUego escrivaointerino do ge-
ral e de notas clsS^illa do Barrenos,' comarca do
Rio Formoso, provincia de Pernambuco ele, ele.
Certifico que revendo os autos de que faz men-ao
a pplirao supra, he o (heor do despacho pedido por
cerlidao da forma e maneira seguinte':
o juiz municipal Antonio Borges^eal duas
na sentenr.i a fulhas quarSnla c cinco
renla e seis : primeiro, porque nilo in-
a para esle juizo n^ecurso ei-officio, se-
igulamenlo n. 707 de 9 de outuliro de
.2 : segundo porque ordena que o reo seja
sollo sera fazer depender a soltura da decisao desle
juizo, urna vez que o crme he inaffianravel como
determina o citado regulamenlo e artigo'
Advirlo ao inbsroo juiz que aprenda melhur a
exercer as importantes atlribuires do seo oflicio, e
a cumprir o seu dever. ero o escrivao a nao ser
luz que tinhadaquelle preceilo Tegulamentar po-
deria remellcr os autos a esle juizo, senao em virtu-
de du recurso ollicial.
Portanto, ordeno Jo escrivao que sem a mnima
perda de lempo faca os autos concluios ao juz mu-
nicipal supplenle actualmente em exercicio da vara,
para que esto com igual, preteza. declare por seu
despacho qu,e recorre ex-oflicio da senlfenc.a a to-
Ihas 45 verso e 46 para esto juizo de direto c orde-
ne ao escrivao que de novo e sem demora nenhuma
enve o processo outra vez a este ui/.o.
Rio Formoso 18 de julho de 1855. Joao Bap-
lisfa Goncalves Campos. E nada mais se cuntinha
ero dito despacho aqui fielmente copiado dos pro-
prios autos originacs. aos qoaes me reporto do que
don f. E vai na verdade sem causa que duvida
f.ira, conferida,subscripla e assignada' por mim es-
crivao interino no principio desta declarado c abai-
xo assignado nesta villa de Barrciros aoi 20 lias do
me de julho do anuo do nascimenlo' de Nosso Se-
uhor Jess Christo de 18.i5,lrgesnio quarto da in-
dependencia do imperio .do Brasil. Subscrevi e ns-
signei. O escrivao interino, Caroluo dos Praze-
res Reg.
ATTENCAO" !
Illm. Sr. Dr. juiz municipal,Constando aos
1
conduzo 3%eguiule : ^.34"
i h lricas e 20 li irriquinhas rom 17.36ia|
ibras de asentar, 2 sarcus e t'barrica (1
ra, 35 sarros gemina. 1,250'ponlastle
doeaH g naba,g3 feixes qoiiiz.
ahia, bul brasileiro Novo Olinda. do 85 to-
neladas, rondu/.io o seguinte : 4 carxas frzendas,
150 barricas e 'lcanaslras batatas, 180 caixas o 340
meias ditas passas, 200 barricas farinlia do trigo, 50
Ra da Senzala Velhs n. 2
Rtia da Lapa o. 5, por
Ra da Senzala Nova n. 26, por
Na niesma ra n.116, por
Ra do Collego n. 12; por
Ra Direita n. 5, por
Na mi -na ra n. 7, por"
Travessa dd Carccreiro n. II, pur
Na niesma travesa n. 13, pur
Na mesina travessa n. 17, por
Roa do Padre Fioriano n. 13, por
Admin.-lrarao geral dos cslabelecioj/nlos de caricia-
de 19 de julho do 1855^-0 escrivao,
Antonw Jos Gomes do Correi
*- A relajo dos devedores de dcimas da
ia e municipio do Olinda, al o auno fi
1851IS52 sta em juizo, c os mesmos d
sao convidados a salisfazere'm seus (Jobitos, inilcpcn-
deute da acrao judicial que os sujcitar a maeres
despezas, no prazo de 15 dias, a contar do presente,
para o que se poderao dirigioa Nova n. 41, se-
gundo andar, alini de obterer acoinpe'.enle guia.
O procurador fiscal da thesouraria provincial,
Ctfpriano Fenelon Quedes-Alcoforado.
1685000
276j(KKI
(>09OOO
609000
1:Q|U90tX)
660SO0P
5769000
(OjOOO
72900
729000
1209000
rreo. .
51
iIJU.
licaile
nrijco d
plblica(;a'o litterar
l Acha-se venda o compendio de i'liesMi e Prali
ca (lo*Proies-u Civil feilo pelo Dr. FrancSw de Tan
a Baplisla. Esta obra, alm de urna iulroducrao
sobre as accoes^e excepces em geral, trata, do pro-
cesso civel comparado com o eommcrcia!, uonlm
a Iheoria sobre a applicaro da causa julgada. e en-
tras doulrinas luminosas : vdndc-se uuicameule'
na toja de Mauoel Jos Leilc, ia" ra do 'ftuei-
mado n. 10, a 69 cada exeinplar rubricado pelo
J u tor.
TIIEATIW! DAPOLLO.
Socedade dramaticn emprezta
SABBADO 28 DE JULHO.
presuntos, 30 si.cus co-
AS CE-
li uns vinho braiico, 6 d
ra de carnauba.
RECEiDORlA DEH
UAES DE'tilLNAMB
iliidimciito do dia 2 a 26. .
dem do dia 27 ... .
.
CONSULADO PROVINCIAL.
K3iidimenlo(lo.lia32Q...... 43:927#n6
dem do dia'27......' 2:18l);')5i
28:9969111
1:013;660
30>Hp9977
Depois de e-.eculada urna bella euvorlura subir
escena pela primeWvez o novo, e excclbjsfe dra-
ma em 5 actq^rgUialpr.uguez do Sr-^Srascisco
[Luy Ululado
ou 9*>
OS SALT^AfHHtES DA MONTAMIA DO POBBE
DENOMINAtAO' DOS ACTOS,
l.ractsA miseria.
2." dito-^louca.
o." ditot) chefe de sallcadorcs.
4." d^^^Brecouliecimeiilo. .
5. ditoO perdo. .
Pcrsoua'gens. .. Actores.
Uicar.lo, filho de Luiza. O Sr. Bezerra.
46:1085130
MOVIMIENTO DO PORTO.
so os mesmos abaixo assgnados, como advogados, e
solicitadores empregados no foro desta villa, em re-
presentar a V.S. contra seraelhante nornearSo, afm
de por V. S. ser ella revogada ; por isso que o exer-
cicio do mencionado Juvenco importara urna lerri-
vel calamidadg ao municipio, cm razao d" recahir
em um homem cuja conducta he desregrada ; por
quanlo, alemde oulros Tactos, que revelam a infa-
mia e lorpiludcde sua conduela, ja falsilicou |a fir-
ma do Rv. vigario desla freguezia; e.ha bem poucos
das deu tiro a uns autos de embargo de Olimpio
I'heodoru da Silva contra Antonio Paes da Silva !
Sim, Illm. \Sr. Dr. juiz municipal, so o lugar de es-
crivao, e tabelliao deve ser occopado por um ho-
mem de s3a consciencia, be manifest quo a nomea-
clo do dita Juvencio ser lerrivel ; porque as partes
se vetJh) na dura ncccssidadc do laz'erem scntinela
ao cartorio para evitar qoo os papis importantes,
que nelle exislcm sejam,vendidos por qualqucr pe-
queo dinheiro, que alguem offerecer, o islo em pre-
juizo dos inleressados, au que cerlamenle V. S. nao
puder aunnir. E.pois, os abaixu assigrmdos cun-
fiam em que V. S. aendendo ao clamor geral, que
shpronuncia contra dila nomeacao. e as funestas
consequencias, que della podem resollar.sc sirva no-
mear iiutro qvalquer cidadao, visto como ueste mu-
nicipio ncahura uulru pode ler desmerecido lauto
como o de que se traa. Os abaixo assiguados, em
louvor ao mrito, julgam conveniento lerobrar a V.
S. a nomear.lo do cidadao C irolino dos Prazeres Re-
go, .que ja por vezes lora servido em ideuticas cir-
cum-lanc is com zelo, actividade, c cstimarao do V.
S. s das parles ; portaulo :
Pedem a V.S. Illm. Si. Dr. juiz municipal Ihes
delira, na forma .requerida. E R. M.
Barreiros 16 de julho do 1855.
Lourenso Avelino da Albuquerque Mello, Jos
Nicolao Pereira dos Sanios, Firmino Lucas de Aze-
edo Soares I i ordo-Antonio dos Santos Pinheiro, Jos
V Manuel de .Miranda Lima.
Um. Sr. |)r. juiz de'direilo di comarca.__Os
abaixo assiguados, advocados e solicitadores provlsio-
nados do foro da villa de Barreirus, leudo represen-
tado ao Dr. juiz municipal do mesmo termo acerca
di nomeac^o, que o proletario Juvencio Panlioo da
Silva, contra a expectativa geral,' obtivera para
-Vatios entra/os no dia 27.
Sidnoy-tf-2 dias, ealera in2ba*Back nf Norlh Cura-
bcrlaridi), de 612 louelML capil.io luoma/. lio-
buison, equipagem iM Hga laa ; ao !apilan.
Condiiz 28 |iassageirus.^TDlWe8a no lameirao e
seguo para Londres. Veio r^flfecar.
Barccllona61 dias, escuna Ufepiuhola Culebra,
de 122 toneladas, capitao Jos Ventura, equipa-
gem 10, carga vinho e mais gneros ; a Arauaga
& Urjan.
Da coininissaoBrigue barca brasileiro de guerra
(irfamaraeii, commandante o 1. lente Pedro
Thom de Castro Araujo. -
T>rra Nova33 dias, brigue inglez Erna, de 207
toneladas, capitao James Whlc, equipagem 13,
carga bacalhio; a James Crablree &'Coropanhia.
tiatfb* shidos no mesmo dia.
Seguio honlem as 8 horas d noile do lamoirao
Vapor porluguez D. Maria II, commaudanle
Antonio Francisco Ribeiro Guimaraes. Passagei-
ros desla provincia. Cirios T. Pougdeslcr, Anto-
nio Jo Alves Pinto, Joaquim Filippe da Costa,
Jos Correa da Silva, Miguel da Silva Moraes
Guerra.
Rio ca JaneiroBrigue americano allclleni), capitao
John Claypoole, em lastro.-
ParahihaBarca ingleza Corrido, capitao John
Hood, carga assucare lastro.
EOITAES.
'O Illm. Sr. inspector da thesouraria j.r..\ in.l al.
I.isb.'.i.
chamado o
Francisco, dem.
Joao," caroponez
Pobre........j
Mauricio, amigo de Ricardo. u
Miguel, jardineiro.....i
1." salteador...... i
2.- dito........p
Roberto, menino de 8 unos.
Luiza. .......
Emilia, Cilla de Joao. .
lolia, mulher de Miguel.
Salle lore.-.
. A accao he passada en Portugal, na provincia ilo
Miuho-io Io acto em casa de Ijiiza ; o 2 em casa
de Joo ; o 3" no bosques ; o 4 < 5- em casa de
Joao. fts muito- applausos com que esle bello drama
a-se aus (onsignalarios
Filho. na ra do Vi-
ou ao capilSo o Sr. Ma-
pracu.
o liiale Aurora : quem
quizer carregar ou ir de passagem, Irala-se com Mar-
tina & lrmao, roa da Madre de Dos n. 2.
PARA O.KIO DE JANEIRO-
Pretende sahir com umita jWevidade.
o patachojpicional CONFIANC, por ter
paite .do Seu carregamento piompto.
para o testo da carga e escravos a frete,
tratarse tom os Cypnsignatarios Novaej
CompanFia, na ra dTrapicbe n. o\,
ou com o. capitao pa praca.
PARA A BABIA.
Sahe na presente semana o hiate nacio-
nal AMELIA, por ter parle do seu carre-
gamento pr.ompto : pai a o resto da carga
e passageiros, ata-se com os consigna-
tarios MovaescrC.na ra do Trapiclien.
54, oucom o 'Apitito no trapiche do al-
godo.
Companhia Brasileita de Paquetes de
Vapor.
O vapor
Imperador,
roininandaii'
|e o 1 len-
le TurrezSo,
espera-se dos
por todo nor-
ite em 30 do
correnle, e
seguir para
o sul uo mes-
rao dia sua chegada:
recebem-se passageiros e encommendas. na agencia,
ra do Trapiche n. 40, ia;undo andar.
O Paran espera-seda Europa a qualqucr. hora,
e seguir para o Rio no mais curto espiro possivel,
locando na Babia.
.Ao Rio (Je
Jaoeiro.
O bi^Rleriallonal MA-
^^C/I.V vaijaguir em
RHP ilias: pt* -
parte do seu carrega-
jo que ilie Falta e es-
cravostifi ios quaesda' is melho-
res accommodarjoes, U-ata-se coai os con-
signatarios Antonio de Almeida Gomes
f3rC., ira ra trVi a phire -n. lt>wgiMp-j
do andar.
Roubo.
Ac amanlrrcerfto dia 21 do correnle, fagio ama
cabra de nome Luiza, sed.uzida e em companhia de
dous soldados que desertarara do dcimo balalh.io da
infanlaria, umde nome Faustino, que dizem ser da
amizade da niesma cabra,'e uoutro um tal Fonseca
cojo, roubaudo a dita cabra de seu senbor 1:1238,
iido urna nota de 5()0*, duas de-20l(taia do lOft.
m^sde 57. e o mais em miudas ; os goao da ca-
bra taoS*^8llint"S : baua e cheia do^ko, o roslo
muito picaou^ Migas, de,,,i* ,|,eJ|S cibeUot
carapinhos, c le.^ ^(dar I"W! ,~ra s
qoar'.os ; assim pede-,e ^Ut0"JaalllfaQ:,.,C,^i^J,
prov delicias qu. Uvemu. ^^'!i.a-
como prometlc-se a qualquer pci>. "
ficatlo, apprehcu leudo dito roubo e .iu.
r a seu sephor, na ra do Cabug, k)j
rapliim & Irma*.
Na madrugada de 21 do crranle arrombaram
a estribara do sitio Bongi, da freguezia dos A roga-
dos, i> furtar.ira lies cavallos, sendo um russo pedrs,
idade de 8 anuos, cauda rapada, topete e dinas gran-
des, olhos fundos, corta-te das roaos quaiulo carai-
nha, lem loJos os andares ; u segundo alazao. paca,.
8 onnos de idade, 2 ps' calcados da junta do peador ,
para bailo, frente aberla. Cora mal de besta na cos-
lella falsa du lado direilo, deules quebrados de ca-
char;., algumas piulas pelo corpo, lodo ripado, an-
dador bai^o e galopador ; o lerceiro rnsso sujo', pe-
quen), 8 annos de idade, com 2 redominhos as pon-
as di* quadriz, causados pela cangalha, quando po-
tro, rauda e elidas um tanto grandes, carregador
baixu obrigadoe galopador ; lodos efxutoj de ps e
raaos : quem delIR liver noticia, dirija-se ao mesmo
sitio Bongi, ou a ra do Cabuga, sobrade u. 7, se-
guudo.audar, que ser recompensado.
Manoel Luiz da Reso.autoritado pelo Sr. pro-
curador geral iujferjao da veneravel Ordem Terceira
de S. Francisca Penitencia desla eidade, pelo
presente) chama tos deredores de foros da niesma
ordm, a virem pagar Oestes foros al o dia 10 de
agosto jMjoiimo futuro : na roa do l.ivramenlo n.
27,*< gando andar todos os das das 6 da mauhaa s
9, a fin de nao rahirem era, cororaisso.
CAPAS DE P.4JfiO FIMO.
Na ra do Queimado loja o. 18, vendem-se ricas
capas de pauno fino proprias para viagem, pelo ba-
rato freco delSjOOOrs.
* l)a-se 100SOO rs. .1 jaWrsobre hypotheea de
urrja rasa: na ra do Livramento o. 7, se dir.
Tendo Jos Goncalves Braga contralado com o
conseibo administrativo do'J batalho de infanlaria,
applicar samaaisugaJi|fdjMles do hospital reg-
menttl durante o eMBB.4le.mn auno, pelo preco de
161) rs., e nao lendofl U al hoje com o sed
fiador para aisunW a labelece as bases
do referido coOrMjSH Knelho convida no-
vamenle. por UllHHH queso quizerem in-
cumbir do semelhanlp eritMHaaa apresenlarem no
dia 30 do correnle, no quaitel da Soledade pelas 10
lioras com suas propostas ero carta fechada, e seos
respectivos fiadores, em pessov ou por carta para
firmal -se o contrato logo depois de fiuda a arrema-
tae,ao,Joaquim Antonio de .l/oraes,alfcres agente.
.Notaren da Ribeira, jnnlo a praca de farinha,
desap larereu um cavallo que eslava sem cangalha,
de coi raslanho escuro, calcado de pes e mas* de
prelo, rom um pequeao signal branco junto ao a
de um dos p#, tem a orelha esqoerda cortada
meio, rom o sSgnal O n'um dos (piarlos ; o 4a
recmenlo ou furto do dilo cavallo acanleeeu1
26 do correnle : quem delle soubarM
lieuilii.o, le\-e-o la d LivraoMljfl
brado n.^s, qoe sera recompensadi
GABINETE PORTOGl
. LEITRA.
. A directora alando da allrlbuicjloqae Ihe conte-
ra o 17 do arJgo 46 dos estatuios, eoovoi
seibo deliberativo par. o dia 29 do corriOaB, as 11
horas da manhaa.Vieira RiBiro, 1.- secretario.
io convidados para a sessau extraordinaria de
do, as 1 horas da larda, os Sra. membros
de Noolosica.Joaquina. ^ se-
elario.
*
KV
LEELO'ES.
Sahbadfl, 28 da correnle, ao meio dia em pon-
i, o agente Oliveira fara leilao em seu escriptorio,
dos prediossoguiotes : unja casa terrea, sita na ra
de Hurlas n. 82 ; urna dita de 4 andlres, na ra No-
va o. 19, a qual rende animalmente rs. l:200fiOOO ;
outra terrea, na rija da Roda n. 26, que 'rende rs.
144SOOO, o outra no becco Tapado, uos fundos da
casa da ra Nova n. 2L que tambara rende animal-
mente rs. 721000, sendo as tres ultimas fcrelras : os
prelendeutcs sao convidados a ezsminar anlecipada-
meule os mencionados predios.
O agente Oliveira far leilao, requerimento
do deposilario da massa fallida de Andr Nauscr, e
Senna.
Pinto.
Mouteiro.
Lima.
Ko/.eudo. t
l.uizinba.
.A Sra. 1). Leopoldina
u d Leonor.
j> a Amalia.
lem sido rep
nos aniniam
escolha que G
na noile dj
cuiiencia.
Termiliarii
o no lliealro do Rio de Janeiro,
rar ao respeitvel publico a boa
ra bem agradarnios,, a quem
coadjuvar com a sua con-
faculn rain a (pplaudida tana.
TltOI).UflVS.
Os hilheles acham-se venda no mesmo lieclro
todos os dias, das 10 horas da mauhaa
e no dia do espectculo uo escriptorio
Principia as 8 lloras.
da tarde,
teatro.
SALO DEBATES PBLICOS,
E para constar se maudou M W*r o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 17 de julhwle 1855.O secretorio, A. F. d'An-
nunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
cm cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 21 do corrale, manda fazer publi-
co, que no dia 23 de agosto promiio vindouio, vai
novamenle praca para ser arrematado a quem por
menos fuer, a obra dos reparos do ac,de de Caruar,
avahada cm 1:0129000. E para constar se maudou
aduar o prsele o publicar^j^lario. Seciela-
iali lliesouraria proviucilH^^^iianibiico 2i de
julho de 1855.0 socrelarlB
A. t^Jfkhnuitciarui.
O Illra. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial,.cm cumprimento da resolurao da junta manda
fazer publico, que a arrcmatanlo da obra dos cou-
cerlus da ponle^da tilla de Iguarass foi Iransfcrida
para o dia 2 de agosto prximo vindouio. E para
constar se maudou aSiar u presento o pu
Diario. Secretoria da thesouraria pr
Peruambucu 2( de julho de 18".
Antonio Ferreira da
DECLAOACO'ES.
Pela subdelegacia da freguezia da Boa-Visla
se faz publico, que tora apprcliendido em poder de
uro almocreve, um cavallo cail.inlio, que'coma ha-
ver sido forlado da eidade da Victoria : ion ledlimo
dono comparera peranle esta subdelegacia.
Subdelegacia da freauezia da lio-Vista 23 de ju-
lho de 1855.O subdelegado em exercicio:
A. F. Marlins Ribeirc.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista sa
RA O A PRAlA, CASA EM
QUE FIOTVOlA
O THEATUO PHILODRAMA-
TICO.
GRADES BAILES DE MASCVBVS.
EM 28 DE JULHO E 4 DE AGOSTO.
Nos dias cima indicados tero lugar neste salao,
que foi preparado de proposito, e se acha ornado com
brilhanle luio e todo o goslo, os dous primeiros in-
Ireleiiimeutus desle genero, que ah sao ulierrci.lo-
an icspeilavel publico } ande eidade, 18o ca-
recido de boas disIracrV /
As 8 horas !a nuilc a fitraila de msica do i." ba-
lalhao da guarda nacional desle municipio, dirigida
pelo hbil professor u Sr. Hermorgenes, aiiiiunci.ir
o comero do baile, e pelas numerosas e variadas pe-
ras de seu repertorio deixara o publico plenamente
salisfeilu. Ao Sr. ineslrc-sala esta incumbida a direc-
jao e boa ordem dos baiies, os quaes terminar.lo
sempre as 2 lioras, pouco mais ou menos.
Convida-se, portanto, #tudus os amadores, nu s
virem ver com precedencia o magnificn salao dus
bailes pblicos, como lambem a prevenirera-sc dos
neces-arios bilhelesde entrada para cavalleiros, pois
que as damas lerao entrada gratis. Ditos bilheles
achara-sc desde j veuda uuicameiile na ra do
Collegio n. 18, primeiro andar, e lias vesperase dias
flos bailes, uo escriptorio da casa do mesmo salao.
Preco 25000.
por despacho do
dous ptimos eso
i'l.i.le.livpolhcradi
1853: quinta-
era ponto, no
da Cadeja do,
0 agente
Dr. jniz de direilo
Antonio de Sa Lo,
boma que foi d
si la na ra larga
armacao e gneros ex
cemmercio, de
a 14 annos de
Ce marro de
o, so meio dia
agente, ra
io do Illm. Sr.
requerimento de
tara, l'ilao da ti-
Antono Looas Moreira,
%. 23, tdbislindo na
na dita iSlierna : sab-
bado, 28 do correnle, ao meio dia em ponto.
AVISOS DIVERSOS
Esta TVPOGRAPIIIA precisa de
compositores habis para o DIARIO.
No Diario de Pernambuco de hoje Lines um
artigo assiguado pelo Sr. Dr Lobo Moieozo, uo qual
elle mostr.1, segundo a autoridade de homens acre-
dilados, a immensa vantagem do s\slema homcopa-
lliico sobre o alopalhico, no tralamento do cholera
murbus. A nossa ignorancia em maleria de medi-
cina nao nos permiti julgar da verdade dos Tactos
citados cm aliono do novo mclhodo de curar. As-
sim, era nome do dever c da humanidade, rogamos
aw senhores mdicos da escuta velha que nos cscla-
recam acerca de urna quest.o.iao melindrosa, dizen-
do-nos de que lado esto a verdade. Esle pedido
lera por fundamento a boa f e sinceridad;. O Ig-
norante. 25 de jnlho de 1855,
Precisa-se alugar urna casa torrea, on-nm so-
brado de um andar, qoe leiiha commodu e.bom
quintal cm qualquer dus bairros de S. Jos, Recito
eS. Antonio : nesla lypograplito se dir quem pre-
cisa. *
LOTERA 1)0 RO DE JANEIRO.
No dia.21 ou23do crlente devia cot-
rera lotera 9- da cultura das ainoieiras,
ainda se acqjpm a venda algum meios bi-
Jhetes as lojas do coaturne, na praca da
Independencia :. os premios sero pagos
logo que se tenlia eito a rjjjtribiiico das
listas.
Oere
muilo liel.
e sabe co
de um cri
dir.
nm pardo para criado, n qual he
ihecimenlu de seu comporlamenln,
mprar e fazer o servido proprio
ija-se a esta lypograbia, qne se
Precisa-se q|e omcaiseiro para pralicar em loja
de miudezas: na ra do Qncimado n. 13.
.
AVISOS MARTIMOS.
MAHAiNHA'O E PAUA'.
Segu em pOUCos dias o hiate nacional
ADELAIDE, recebe cat ga e pasiageit os :
trata-se com o consignatario J. B. da Fon-
seca Jnior, ra do Vigario n. 4.
Manuel Ruarqnc de .Mace.lo I.ima cordcal-
mente agradece a iodas as possoas que Ihe lize-
iam a hcuira e obsequio desasistir ao funeral de
sua mui prcada mili.
taamammmmmmme^!
ni, i. .11
l
Os credores da m.issa fallida de Leo-
poldo da Silva QuelOZ, san convidados
para no prazo de lies dias npiesentaretii
as suas coalas ou ttulos de divida,
le i coiuifiissao respectiva, ra
Cruz n. 27.
FRONTISPICIO DO CARM0I
No domingo, ^9 do correnle. pelas 6 1p2 horas da
larde havera urna arando ladaiuln a Nai-.i Adorada
Mai de Oeus Senbora do Carino do Foaflipi ao. Fiu-
da a ladaiuha se distribuirao livriiihoe varios fei-
lusa mesma Mai do Dos. Pnlese, portaido, a to-
das os devotos que se aprevenan! no referido dia,
afim de que se torne este acto mais brilhante*. pom-
poso. .
Acha-se para lugar nm grande sobrado de
uro andar bastante fresco em St. Amarinho : trata-
se com o solicitador Manoel Luiz du Reg, ra du
Livramento a. 27, segando andar.
hora que mora-aH i casa, em
da urna camarinBj ^Hfcou
parda, forra, de idade, so pelo imereak da pessoa
dorm: ana servir de companhia : quem .
qoTzer cita, botica-. 31*, que achara
com qcem tratar.
rrecisa-se alugar urna eterna para cozihare .
fazer o servico e\lerno a interno de nma casa de
.imilla : na ra Direita, sobrado n. 86, so-
A pessoa que quizr adiaotar 1:000*000 para
receber em lijlos de alvenaria grossa a% primeira
quahdade, dirija-se ama Nova*,. 18, para tratar do
ajuste.
. BOA RATIFICACAir.
Na nniln ifcn iafi a e$f$flaJfst^aimi^MeUifvituiL^
desde a casa do S niara, -HtiriP^"'
a ra da Cadeia Velha, um auuel de oro esml-
lado, com um brilhanle : a pessoa qne achon e
quizer reslilui-Io, dirij-se ra da Cadeia do Reci-
te n. 3I>, primeiro andar, que recebor ama grilifi-
cacao generosa.
M.Scasso, modisla, recebe de Franja flores
n.uilo ricas para baile : no aterro da Boa-Vista
n.3l.
Desapparcceo no dia -2t de junho da 1850, o
escravo Kaymundo. crioulo. cor acaboclada, o
los pelos, bocea grande, desdentado ua fren*, na-
riz chato', veul.is grandes, pouca barba,perneagrosas
e arqueadas, altura regular, idade mais de 35 annos,
Iraialli.i ^ sapateiro, e conhece algnmas letti
alfabelo porluguez. que lalvez sarba prona
guns nemes, foi comprado ao Sr. ManoM
da Silva, e cousla que o dito eseravo anda
13o do Ico. e tem apparecido ra cTdada d
por mo roga se a todas as auloridade poli
capiles decampo, qoe liajam a seu similor Iguacio Ferreira de Mello Man, no
engenho Camorim Grande, freguezia de Agna-Preta.
ou nesla praca a Manoel Antonio de Santiago I.essa,
que sera generosamente recompensado.
A uga-se o segondo andar da casa qae perten-
ce ao Illm. Sr. commemlador Luiz Gomes Ferreira,
sita na i ua da Cadeia do Recite, na qual moraram os
srs. I)c. ne Voule l Companhia ; a tratar uadoja de
[erragens da ra da Cadeia do.Recife n. 56 A, de
Vidal & Companhia.
O credores da casa fallida de Ottvtra Irmao
ce Companhia so convidados, para, no prai de 8
dias, qua se principiaran a conlar do dia 30 do cor-
renle mez de julho em diauto, aprejeotarem no -
escriptorio da mesma adn.initracao, da roa da Ca-
deia de Sanio Antonio u. 21, primeiro andar, os li- ,
tutos de seos crditos, para serem revistos e devida-
Xnte relacionados conforme forem on nao admilti-
,cuiin) estabelecem os artios 859 e 860 do cdigo
dt commercio, e artigo 164 4. do regulamenlo u.
738 de 25 de novembro de 1850.Recito-28dejulho
de lK.i."i, Os administradores da fallenciaFran-
cisco Xavier de Oliveira, Mauoel Pereira I.amego,
Richard Deppermanu.
Agoslinho'Marlins Moreira,-subdito porluguez,
chegadu la eidade do Ico a esta capital, vai a Eu-
ropa.
MiHEIRO
nao se engeita.
NA RA DO QlEiMADO N. 40.
Heiiriqne & Sa/ilos acbaro de arrematar em lei-
lao grande poteso de fatendas de teda, 13a, linho e
algodao, equerendo acabar, aiisam ao publico, qne
se vendem por diminuto preco as fazehdas seguin-
te-. bem como oulras multas, e do se as amostras
com penhpr.
Vestidos de seda de cor com toque de mofo a
12SO00.
Ditos de seda de cor sem mofo, a 14S0O0
Cortes de carabraia de seda de babados, a 7$000
Corles de ce de quadros, a 43600
Sedas de quadros e lislrs, covado a
Adelinas de seda de qnadros, covado a
Alpacas de seda de quadros, covado a
Setim preto Maco liso, covado a
Sarja preta lavr.ida, eovado a
Sarja nrela lisa encorpada. cuai
. Gr-denaples prelo mofado.TT
Tafcta azul claro mofado, covj
Chales pretos de relis, a
Chales de seda de cor grandes, aj
Mantas de seda para seuhora. a
Lencos de seda de cor, grandes
, Lencos de seda com mofo, a
Lencos de seda de cor pequeos, a
Lencos do seda de cor para grvalas, a
Corles de colletes de setim bordados, a
Cortes de rolletes de merino hurdadus, a
Corles de cutales de seda com barra,
Chales Je merino bordados a seda, a
Chales le meriu com franja deseda, a
Chales de laa de cores, a
Corles de casemira prela fina, a
Corles d casemiras de carlinas, a
Corles de colletes de laa, a
Panno prelo lino, a
(jWo preto para panno, covado as ..
Blg|ujj| vanas cores fino, rovaptoJtt
^|rc(o de cordao enfestad^^Hpio
Aljaea nruta de lusire lina
^^^^Hvde lnhoaa|^^BQ
Abertura lina de cor jara "camisas, a
^Re colletes da. fajpo lino, a
iwbs francezas (av^^^Bnas. vara a
jang amarella de JaHpts e lisa, covado a
Chitos fi-ancezasbi-as, eovsdo a
Riscado francezes muito largos, covado a
Lencos pequeos de cassa finos, a
M
oo
9110
JOO
88000
58000
1300
900
800
720
"38000
2JS00
2b000
99500
58500
4*500
4*500
49000
800:
O abaixo assignado declara ao respeilavel'pu-
blico, (u- desde o dia 2 do correnle coinprou i Sra.
Filippa Mara da Lonceicao a parle que lem ao es-
cravo Jos, existente no poder de seus manea Feli*
e \ cente, moradores no Rio Doce
guem faca negocit, fz o presente.
Jos Aatouio Soares Rota.

e para que nin-
UHTliinn
[*"" ii rniiri


* a
DIARIO DE PERRAIBUCO SBADO 28 DE JLHO DE 11)55
Antonia Joaquim de M oraos, subdito portu-
gus, relira-se para Portugal, n tratar de sua saude.
Alaga-so um terceiro ailar, proprio para lio
mem tolteiro ; na ra do Queimado u. 40.
Precisa-te de urna ama livre ou cs-
crava' para o servico interno e externo
na rita Angostan. 86.
de casa-de familia
CSULTORie ItOS POBRES
50 WillA* rt OVA 1 4AlAfi 50.
T 1E3 .'**. : H.
D0TU0 DE .JANEIRO.
No da 21 ou 2.1 do cco-ent^^^ c01._
rer a lotera ) da cjieX'a^T^
, '* .n das amoruiras,
anida se acliaimeaB
Ihete. nasJ^T^t ** e" b.'-
j* do costame na piara.da
leticia, bem como alguns <[uar-
e vigsimos rubricados conforme o
art, il paragrapho 13 da receita pro-
vincial : os premios sao pagos logo que
se tenham eito a distrihuicao das listas,
a qual esperamos 5 do corrente.
Meios bilhetes. 12'Q00
Quartos. GsO'OO
Vigsimos. l.siOO
-
2 PAtl EXAME El MARCO. (
m Manoel Cassiano de Oliveira Ledo, legal-
$ mente aiitoiisado, dar principio a um-curso
(8 particular de (ieomelria no 1 jnrtBoslo: quem
$ quizer dirija-se a
primeiro andar.
agosto:
roa do (Mimado i). 1 i,
O Dr. P. A. LoJ>^ aioscoio da consultas homeopathicas todo os das aos pobres, desde U lioras Ja
manhSaalcon}i>i^"3ja, e em casos extraordinarios a qualquer hora dodia ou uoite.
0RSf*~7-sa igualmente para praliear qualquer operario de cirurgia, e acudir promplamente a qual-
'IJJjI^iBllicr que esleja aial-de parlo, e cujascircumslanciaanaopermitlam pagar ao medico.
SO CONSULTORIO DO DR. P. A. LOBO HOSCOZO.
50 RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUIRTE:
Manual completo de meddicina homeopathica do Dr. G. II. Jalir, Irailuzidaeni por
tuguez polo Dr. AIoscozo, qualro v-'.iimes encadernados em dous e acompanhado de
um diccionario dos tormos de medicina, cirurgia, anatomia, etc., etc...... 20JO00
Esta obra, a mais importante de todas as que tratara do esludo epraticadahomeapathia, por sera nica
queconlm abase fundamental d'esla doulrina-A PATHOGENESIA OU EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DESAUDEconhecimenlos que nao podem dpeusar as pes-
soas que se querem dedicar i pralica da verdadeira medicina, interessa a lo'dos os mdicos que quizerem
experimentar a rloulrina de Hahncmann, e por ai meamos se convencerem da verdade d'ella: a lodos os
Cazendeirose senhores de engenho que estilo longe dos recursosdos mdicos: a lodosos capitaes'de navio,
que urna ou oulra vez nao podem dcixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes:
a todos os pais de familia que por circumslancias, que nem sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
dos a prestar O vade-mecuro do homeopatha ou traduccao da medicina domestica do Dr. Hering,
obra lambem til as pessoas que se dertiram ao estudo da homeopathia, um volu-
nte grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina .". 105000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatomia, etc., ele, encardenado. 39OOO
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar nm passo seguro na pralica da
homeopathia, e o proprielario dcsle estabelecimeolo se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
ninguem duvida boje da grande superiuridade dos seus inedicamenlos.
Boticas a 12 tubos urandes..................., 89OOO
Boticas de 2 medicamentos cni glbulos, a 109, 129 e 1511000 p.
Attencaa.
Recebem-so pensionistas inlerriQ externo* para
ensinar os preparatorios com ierfeic,ao : uo Monde-
go n. 56, ante) da travs da Trompo.
A abaixo stigoada faz sciente ao Sr. Jlo De-
metrio de AlQMideTlMfrde vir remir os sens pernio-
res que se acham empenhdnt; -m seu poder lia mais
d 90 mezes, e fatb no prazo qo.ies passar a veuda-los para pagamento do seu
principal e juros vencido, uo ficanrioa anuuncian-
te em tempoalgom responsavel pelos ditos peuhures,
r isso faz o presente annuoein.
e por
presenteJ
llosa Car.c'ida da l'enha.
J
r
PUBLICACA'O COUOGKAPHICA.
Esta' a' venda na livraria clasica n. 2,
no pateo doCollegio a obra intitulada
Breve Noticia Gorograpbica do Imperio
de Brasil, escripia em 1860; e roga-se
aos Srs. assignantes qu<; tenham a bon-
dade de mandar buscar os'seus exempla-
res, no aimazem delei'ies da ra do Col-
legio n. 13-
Dr. Ribeiro, physiciiH by Ihe oniversily of
Cambridge, United States, con inues lo reside, al ra
da Cruz nW. 2. floor, aud altends especially lo
theye andear's dseases,be makesoccolar, exanii-
nation at any honr in prvate rtsidenecs'; remember
tlial for Ihe exammalion of llie ear, il requires llie
tightoflbe mu.
Ditas 36 ditos a
Dilas ay48 VitoiTl' a
Ditas 60 ditos a
Ditas 144 ditos a
Tubos avnlsos .......
Frascos de meia onca de
lindura. .
Ditos de verdadeira lindura a rnica.
Na meaja casa ha sempre a venda grande numero
. 2">(H)0
259000
309000
609000
19000
29000
de tobos de cryslal de diversos
J..o ... ^ > <-' oii.|nc. tcimd muiijc ii.iu.hu wc iuim uc ti^stai (le iiivcrscs
ros para medicamentos, e aprompla-se qualquer eucommenda de ruedioameuloscum toda
i\n a or nvnf'riii mtiln r>nmnar\rlni> '
de e por presos mnito coramodos.
aiaWnM^ ^pW|
a brevid^ Vo
TRTAMENTO HOMPATHICO.
^resei*vatico e curativo
DO CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS
ou instrucsao ao povo para se poder curar desta enfermidade, adminislrando oa remedios milr eflicazcs
para atalha-la, emquanto se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la iudependcnle desUs nos lugares
em que nao os na. j,
THADUZIIJO EM TOBTUGUEZ PELO DB. P. A. LOBO MOSCOZO
Estes dous opsculo, conlem a> indicaces mais claras e precisas, so pela sua simples-c colcisaex posi-
sao-eata ao alcance de todas as .nlelligencias, nao so pelo qq. diz respeilo aos meios curativos, como prin-
cipalmente ?us jireservalivos que lem dado os mais salisTaclorios resultados em loda a parte emane
4 elles lem sido postes em pralica. '
Sendo o Iralamento homeppathico o nnicoque lem dado grandes resultados no curativo desta horri-
veleurermuUde, lulgamosa proposito traduzr estes .dods imprtanles opsculos em liugua verncu-
la, para dest arle facilitar a sua leilnra a quem ignore o francei. '
Vende-se nicamente no Consultorio do. traductor, ra Nova n. 52, por 23OOO rs.
Vcndem-ee misa.?< romanos e superior eila-
menlia: na ra doEncaiilamento, armaxeo n. 76 A
Na taberna do Jo3o Baplista da Rocha, na ra
Dircila n. 95, ha para vender doce de arar e goia-
ba, moilo bom e inuito barato. *
\ endem-se alguns pos de cyprcslos o de maa-
nolia, e vasos de lonco para flores ; na ra da Cruz
GHAROPE
1)0
BOSQUE
O nico deposito continua a ser na botica de Bar-
tbolomeu Francisco de Botttt, na ra larga do Rosa-
rio n. 3(i; sarrafas grandes59-500 Q pequeas 39000.
IMPORTANTE PARA 0 PtBCO.
Para cura de phtisica em lodos os sen diOcrenles
graos, quer motivada por conslipacocs, losse, astli-
in.i, pleuriz. escarros de sangue, dor de costados e
peilo, palpilarao no cora^ao, coqueluche, bronrhile
dr na garganta, e todas as molestias dos orgos pul-
monares.
VINHO CHEBBY EM BABBIS.
Em casa de Samuel P. Johnslon & C-,
ra da Senzala-Nov n. 42.
Vendcm-se e>loos romenavalbas para barba,
mnito boas, de Lisboa, cabo de marlim ; lesearas
muito superiores, lano de costura como de barbei-
ros : na loja de ferrageus da ra do Qucimado n. 13.
Vende-se rap rolSo fnincez muilo fresco : ua
ra do Queimadn, loja de ferragensn. 13.
\ emle-se cha hyssan muilo liom ; na leja de
ferrageus da ra do Queimadn ii. 13.
3t Vende-e manteisa inglesa a 000 rs. a libra,
linio a 360 a garrafa, c he mais superior pe-
kfeAA Olonn Aa ltnu_ Vala .t~?A
AO PUBLICO.
arranzem de fiueadas bara-
tas, na do Collegio n. 2,
e-se.um completo sortimento
Jbjzeiidas, linas e gi-ossas, por
presos mais baixos do que emou-
[' -a qualquer ,parte, tanto em por-
os, como a retallio, allian(aiido-
se aos compradores um s prectt
para todos : este slabelecimen
Me combinaoao com al
maioiJB|Htas casas commercicies
inglzas, francczas, allemaas e suis-
Sas, para vender faz andas mais em
conta do que se tem -endido, epor
isto olFerecendo elle maiores va
tagens doqe outrc qualquer ; o
proprietariodeste importante i-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em pe-
ral, para que venhan (a' bem dos
seus interesses) comprar azendas
baratas, no armai.em da ra do
Colfegion.2, de
Antonio Luiz dos tintos &BoIim.
Ninguem con^ale nein compre partesalgumas
pcrlencenles ao sitio com casi, de'sobrado, no lugar
'Voa$iQ de Beheribe. qui foi do finado capitao-
mr Souto e sua raulher D. A na de Jess Nobalbos,
por isso que tem de o liquidir estas patlilhaf1 por
parle da lillia, e herdeira do tinado Jos Venancio
1'ioKuta de Carvaiho.que mal cindevidamenle se fi-
sram, e sg eslii tratando, dos oevidos preparatorios
para esaa reivindicarlo, e para que ninguem se cha-
me a engao, f;o o presente aiinuncio, como procu-
rador da futa e genro do dilc ?imuta<
Albino Jos Ftrreira 4a Cunha.
^Preeisa-se de trabalbadcres forros al captivos'
que se quizerem sujeitar a aanhar 6WI rs. por dia :
quem quizer se contratar, iftrija-se loja de bilhetes
dama do Livranento n. 30. ah ii a|i' anu
Na ra das Crnzes o. 29, deseja-se fallir com
Antonio Jos de Parias ou ali;i em por clfe, a nego-
j de seu iuleresse, ou aoouncjc a sua moraba para
ser procurado. ,
. O escriplorio da casa de Deane Youle k Com-J
pauhia mudou-se'para a ra do Tragiche Novo n.
12, primeiro andar.
Coilnkeiro;
Precisa.se para urna casa in;leza de um cozioheiro
queenle.ida do seu oflicio, jurional ou estrangeiro,
forre ou captivo, leudo boa c indocta c sendo fiel ;
paga-se bem : a Iratar oa roa do Trapiche Novo n.
38, arniazeuj.
Lotera do Bio de Janeiro-
Elisia nm pequeo reste do 'bilhetes e meios da
nona lotera das Amoreiras, na casa do .cambio o
Vieira, na ra da Cadeia do P.edfe n. 24.
i as jj>s te
DENTISTA.
Paulo Gaignonx, dntla francez, cstabele \t
0 cido na rus larga do Koipro n. 36, sc&nndo 9
tt andar, colloca den tes con gengivasarliliciaes, W
# e dentadura completa, ou parte della, com a tt
9 presslo do ar. aa
ce
## >< e**
Precisa-se alugar um primeiro ou
segundo andar para urna familia de tres
pessoas, que seja em bja ra, no bairro
de Santo Antonio ou lloa-Vista : quem a
ti ver dirija-se a esta typographia que se
dir' quem precisa, ou aununcie.
lem1
O Sr. Custodio Jos Carneiro da Gama
oru caria na rna da Cruz n. 60.
O SOCIALISMO .
Pelo (tneral Abren Til a.
Acaba de publicar-se esla inleressante obra, qoc
trata do socialismo christao, c lambem da guerra do
Oriente com loda a.historia religiosa e poltica al
as conferencias de Vienna.
Os senhores assignantes podem mandar receber
os sens ejemplares daquellas pessoas n quem tiveram
bondade de assignar. Continua aherta asashignatu-
o fim do correle rae/ da julho, a 29000 cada
^^^priptorio do Diario de Pernimbuco
Idepcndencia, na loja de livros dos Srs.
taa C, es.pi na da roa do Clle-
BSr. Jos Moreira Lopes, ra do
Smarella ; dos Srs. Siqueir.i Si IV-
Hanrisco Pereira e Brekenfeld, ra
Hn1.'iiz Anleaio de Siqueira, ra
Hecifc; e em casa Jo autor, j en-
. pateo do Collegio casa amarella no t.-
anim como as mSos das mesmas pessoas,
que ale agora lem lidoa bondude de agenciaren) as-
signalurai. Findo o presente mei, veuder-sc-ha
cada um ejemplar avulso a )? rs.
Com panhia Pernambucana de navegasjao
costeira.
O conselho de directo convida aos Srs. accionis-
las da mesma einpreza a eirectuarcm lo o da 31
jlo corrente mez mais 10 por cenlo sobre o valor
'das ac0es que subscreveram ; e o encarregado dos
,recebimeplal jp o Sr. F. Conlon, na ra da Cruz
- AIuqa-s"a tafineiro andar do sobrado da ro'
d Cruz no Hecife mWj, prap'rio pira rroalqOer
lecimento : a trotar na mesma ra u. da,
meiru andar. m ,
^w
Regiment tic castas,
iio a luz o regimfento das custas judi-
ciae,-danpotado com dl'avisos que o alte-
raram: vende-se a 503 re'is, na livraria
n. 6 es da piara do Independencia.
^acki-se por aluguel de 2 prelas oaeravas
paraoiarvieo de casa : quim as ti ver, dirija-se n
ra de S. Francisco, sobrade n. 8, como quem vai
para a roa Bella ou Mundo Novo.
MASSA ADAMANTINA.
Kna do Rosario n. 3% segundo andar. Paulo Gai-
guoui, deulista francez, chumba lis denles com a
niassa adaiuaniin.i. L>-a nova e maravilhosa com-
posicSo tem a vanlagem de.encher sem pressan dolo-
rosa todas as anfractuosidades do dente, adquirindo
cm poucos instan les' solidez igual a da pedra mais
dura, e permute restaurar os denles mus estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
g .'IBLICACAO' DO INSTITUTO H0- g
HLOPATUICO O BRASIL. g
THESOUBO HOMEOPATI11CO 9
ou m
(g) VADF.-MECUM DO M
(1I0K0PATRA.
fe Melliodo C*JKb. c'oro e seguro de. ra- ftS
a^ rar hnmeopafKpn W) que af/ligem mympecie- %umana. c part- 0.'
A cularmcnto aquetlit que re'tnam no lira- (A
2 sil, redigido segando oa melbores trata- Ti
^S Ze% americanos, e segundo a jaMMa experi- ^>.
9 enepelo Dr. SaMoo OlcftA Lndgero *
^f I'inho. .Esla obra je boje reconhecida co- <(?)
aVA mo melhor de todas que Ualain daappli- /A
2 ca5*o Bomeo,ailuca no curativo das mo- Sg
leslias. Os curiosos, principalmente, nao 9
a, podem dar um passo seguro sem possui-la e i&
VP consulta-la. Os pas de familias, os seuho- w
A rear de oiurnlio, sacerdotes, viajantes, ca- &
f pitaes de navios, sertauejos etc. ele, devera 2
l-U mSo para occorre prouiplanienle a 9
qualquereasode molestia. *v
Doos volumcs em broebura por 109000 J
n encadernados II90OO (p^
Vende-se'tnicamente em casa do aulor, *k
' ra de Santo Amaro n. 6. (Mundo No- vv
Est a sahir a luz no Uro de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
. HOMEOPaATHA.
EXTRAHIDO DE BOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OTBOS,
posto em' orde'm alphabetiea, com a descriprSo
'ndicacao phvsio-
abreviada de todas s molestias,
lgica e therapcult
meopalhiros, seu l
seguido de ura dii
dstermos demedia
das pessoas do p
DB.-A? J.
Subscreve-se para
r^alhco do Dr. LOBfJ
primeiro sudar,apor "'
eucadernado.
medicamentae bo-
concordancia,
uilicarao.de. todos
slo ao alcance
I0RAES.
onsultorio horneo,
KO, na Nova n. 50-
ochura, e 69000
O Dr. Sabino Oleizario I.udgero* Pinho,
mudou-se do'palacete da roa deS. Francis-
co n. 68A, para o sobrado de dous anda-
resn.ti. ruade Sanio Amaro, (mundo novo.)
!* fundicao de Jos Baplista Brasa, na ra Nova
n. 38, fnnde-se oda a qualidade de obra de bronze
e aiao. assim Como raz-se qualquer obra ledenle a
Uioeiro e tunileiro com toda a perfeicao e preco
Jglr'rccisa-se de um preto moco c sem vicios,
para o serviro de urna casa de familia ; paga-se bem:
quem o tiver e quizer alugar, annuucie ou dirija-se
a la t)pograplua, que e Ihe dir com quem deve
tratar. ^ .
'~ ^r- Jl>aquim Octaviano da Silva lem carta
na livraria n. ti e 8 daprara da Independencia.
Quem aununciou querer comprar um selim,
dirija-se .. ra de Aguas-Verdes 11. 23, sobrado.
- Precisa-se de urna ama para o seivico interno
de urna jasa de pouca familia ; no aterro da Boa-
Visla nJm loja.
;ano aterro da Boa-Villa
Vende-se a casa n. 1 da ra do Rosario Ma
B'ia-Vfcda, cora oilAes dobrados e sotan, e recente-
meute acabada ; a Iratar na ra de Apollo n. 13.
Attenoao.
Vende-se tima taberna com poucos fundos, em
urna casa que lera muito bous coinmodos para fami-
lia, o vista dos pretendenles se l'ar.i qualquer ne-
gocio : na ra Dircita n. 65, se dir quem faz este
negocio.
Vende-se o verdadeiro rap de Pauio Cordeiro,
e o mais fresco que existe in> mercado, por preco
commodo ; na loja de ferragens da ra do Qucima-
do n. 13.
Attencao.
Vndese um molatinlio do 12 aunes, muilo bo-
nita figura, proprio para quem liver gesto deterum
bonilo pagem ; e lambem um cscravo du'a> anuos,
bonila figura, para servido de campo, rlicgados do
mallo'lia pouco: na ra do l.ivrameulo n. 11.
tYelas.
elas de carnauba pura, de 6, 7, 9 e
10 em libro, pelo diminuto preco de 115 a arroba
na ra Direitn n. 59.
Vende-se nina escrava crio-.ila, de dade de 32
anuos, pouco mais ou menos : na Gamboa do*Carmo
11.18.
Vendcm-se saceos com superior sonima drfcn-
mmar, dila ile ar.iruta. Iin saceos e em arrobas :
ua da Cruz do lrtcife 11. :;ti, casa de Mendes&
INFOBMAgO'ES OL" BELAGO'ES '
SEMESTRES.
Na livraria n. G e 8 da praed da In-
dependencia, vende-se relaces semes-
traes por preco commodo, e querendo res-
mas vende-se ainda mais em conta.
Novos livros de homeopalhia uiefranccz, obras
todas de summa importancia : O
llalineuinn, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lunes. ....'.......209000
Teste, rrolcslias dos meninos.....6O00
Hering, homeopalhia domestica.....79000
Jahr, pliarmacnpca homeopathica. 69000
Jabr, novo manual, 4 vulumes .... IGjOOO
Jahr, molestias nervosas.......69OOO
Jahr, molestias da pella.......89000
Kapou, historia da homeopalhia, 2 volnmes I65OOO
Uartlimann, tratado completo das molestias
dos meninos..........IO9OO0
A Teste,*tnaleria medica homeopathica. 88000
De Favolle. doutrina'medica homeopathica 79OO
Clnica de Slaoneli .......69OOO
-Casling, verdade da homeopathia. *. 49OOO
Diccionario de Nysten.......109000
Alllas completo de anatomia com balas es- "^
lampas coloridas, contando a descripcao
de todas as parles do corpo humano 309000
vedem-se todos estes livros 110 consultorio homeopa-
Ihico do Dr. Loa* Moscoso, ra Ndva n. 50 pri-
meiro audar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer
quemudou a sua aula pan
gel n. 11, onde continua
nos internos eexternos desde j
Aos senhores de engenho.
No primeiro armazcm do neceo doGonjalves. ven-
ilem-se ineas barricas iJe.fariuha da mais superior
qualidade.
. Precsa-se de tima ama para comprar c cozi-
nbar, nao se quer de limo ; na ra da Praia u. i.
Aluga-seuma casa propra para taberna por
ja 1er servido ueste negocio, com armacio e perlcn-
ces : quem pretender, dirija-se a Joo Antonio Car-
pjnteiro da Silva, no Manguind d. 51.
Tendo os abaiio assigoados lomado cotila da
adminislrarao da casa extiocla de eaue Yonle &
Gompaiibia, cbanian cora o prescnl? todos os dev
dores da dila casa satisfazer os seus dbitos com a
raaior brevidade possivel para nao se empregar os
meios* judiciaes, tendo o Sr. Ricardo Deppermam a
pncurajao dos ditos administradores. J>crnaiabuco
2. de julho de t8.">5. limt\Bidoac Eduardo
Fculon, Luiz Antonio equeira, Manuel Joaquim
liamos t Silva. e
1 r.Alu?'1"se uma casa ierrea em..01iuda, laikira
da Misericordia 11. 12, em muilo boro estado : a fal-
lar no Kecife, roa do Rangcl u. 21, aqualque. hura
do illa. If1
*- Precisase de um moleque proprio para criado:
na ra da Guia n. 5, primeiro andar.
Ausenloo-sedecasa, lioulem (24), orna prela
de nome Joaquina, j velha, que coslnmava vender
tapioca ; levou saia de barra cor de rosa a panno da
Cosa aznl ja vclhu ; a qual lem una falla grande
decabellusque parece calva e lm cabellos breos :
quem a appreliender, leve a travesa da Tfemne
n. 9.
Precsa-se'alugar uma ama de leitc : 110 ater-
ro da Boa-Vista 11. 12, primeiro andar.
*- Na ra da Cadeia de Sanio Antonio n. 6, tin-
ge-se com perfeicao, de todas as cores, toda a quali-
dade de obras.
Os Srs. Mauoel Fcrnandes Rodrigues e Jo.1o
francisco da Silva, moradores em Po-d'Alho, te-
nham a bondade apparecer no Recite, ra do Ouei-
mado, loja n. 10.
Tem de ser arrematado um escravo de nome
lierinaini, penhorado por"ecBtio de Jutlo da Silvn
Ferias coulra .1 vinva e herdeiros de .loan Pires Fct-
reira. pelo juizo da segunda vara municipal, escri-
Vo Molla ; o qual escravo achar-ie-ha em prara nos
das 28 do corrente, 1. c i do.mez prolimo vindou-
ro, no lugar do coslume.
COMPRAS.
Compra-so uma casa tereea que nao exceda de
0OO9 a COOgOOO : na ra Nova naalS, se dir quem
compra.
lbuquer-
do Kan-
r altiiu-
ja por mo-
quizer uttlisar deseu pequeo presumo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDCAAO DAS FILEAS.
Entro as obras do grande Fenelon, arcebispo de
Cambray, merece mui particular niein-ao otratado
da educarao das meninasno qual esle virtuoso
prelado ensna como asmis devem educar suas fi-
Ihas, para um dia chegarem a oceupar o sublime
lugar de mii de ramilia ; torna-sc por lano uma
necessidade para todas as pessoas que desejam gui-
a-las no verdadeira canutillo da vida. Est a refe-
rida obra Iradnzida em porluguez, e vende-se na
livraria da prara da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto prejo de 800 rs. -
IJr Joao Honorio Bezerra de Me-
tiudoii a sua residencia da ra
ara a ruada Aurora sobrado n.
2,*qlie faz esquina com o aterro da Boa-
Vista, e ahi continua a exercer a sua pro-
fssao de medico.
% M, DENTISTA, S
(. continua a residir na ra Nova n. f9, primei- A
ro andar. a
msicas para
quem liver
ndo andar.
na rna lar-
Compram-se mo linbas e
flauta, com acompauliamcnto
aununcie ou levo ti roa IV'uva
Compram-se ac^io- de;Be!
ga doRosario n. 36, segundo andar.
COMPRASE
toda a qualidade de metal velho, menos ferro : na
ra Nova n. 38, deu-oMe da igreja da Conceico dos
Militares, loja de funileiro.
impra-se prala hrasileira e hespauhola : na
Cadeia do Recife n. 54, loja.
Coropra-se uma escrava prela ou parda, de 10
a 1* anuo ; na ra Nova 11. 34.
Casa de commissao fle escravos, na ra do
Liyramnto n. 4.
Compram-se escravos de ambos os sexos, de 25 a
30 anuos, sendo bonitas ligaras paga-se bem, (para
dentro e tora da provincia, e tambero rccebem-ie pa-
ra vender de commissao.
VENDAS.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
Bal*, as a
A 1*120 B1S A ABROBA,
vendom-sc na travessa da Madre de Dos n. 16,
armazcm de Agoslinho Fcrreira Senra Guimuraes.
Vende-se 2,500 covados de panno
verde de pura laa a 2s000 is. o covado :
na ra do Crespo loja 11. o, prxima ao
arco de Santo Antonio.
Attencao.
Aluga-sa nm moleque para casa eslrangeira,
que coziiihii bem a franceza ou portogueza : a Ira-
lar na rna daS. Francisco a. 7.
>
A taberna da ra Nova n. 50, que faz quina par;
a ra de Sanio Amaro, achandu-se bastante sortiiL
de bons gneros e o mais barato do que em outra
qualquer parte, como ejam : velas de esprrmacete
de superior qualidade e muilo'novas, queijosdo rei-
no e superior vinho Figueira e de Lisboa ; por isso
avisa aos seus fregoezes e a quem he amaule do bom
e barato ; assim como lem papel de lodas as quali-
dades, por barato preco.
Ferramenta para carapina.
Ricas caixas com completa ferramenta muilo fina,
para particulares ; na loja de ferragens da ra da
Cadeia do Recife n. 56 A, de Vidal & Compauhia.
** fende-se
n. 5, a qual oflereco
Vendcm-se duas cscravas crioulas, uma cfro
18 anuos de idade, cozinha, engnmme. cose e faz o
mais que he precito em uma casa ; a oulra lem 20 e
lanos aunos.com nina cria ; veudem-se por mo se
precisar della : quem as pretender, dirija-se ra
do Brum u. 22,armazcm de l.uiz Jos dcS Araujo.
Vende-se urn podio proprio para coebeira,
com 15 paliaos'de altura c 11 de largo, portada toda
de pedra, o portan de amarello. muTito boas ferra-
gens, e ludo en gilo bom eslado: na na dos Coe-
I los u. 13.
Veudem-se deui novos e bonitos arrcios para
uma parclha de cavallos para carro : a Iralar ua ra
da Cadeia de Sanio Antonio n. 13. ,
a a
5
Corles de collcle de gorsura* seda, superior fa-
zcnda.c variado sortimento, a 2jf400, romeiras de fi-
l e de cambraia a >W0, lencos rom franja de pura
seda, bonitos costos, a 800 rs., chilns fraucezas, fa-
zsnda fina, de cores (xas c padidcs modernos, a 240
rs. o covndo ; na ra do Queimado 11. 33 A.
He milito harato
( *A m, US. ,. _
Lencos de garca eseda, de lindos elnoderos cos-
tos ; 11 ra do ijueitnado n. 33 A.
a taberna da ra da Jladre de Hi
milita vanlagem a qualql
principiante, nao so por ler pouco fund, mas lamP
bem por estar bem afreguezada para o mallo e prara.
Vende-se a eicellenle gomma do Aracaty, che-
gada ltimamente no hiato midoso. poi preco com-
modo ; abalar na ra da Cadeia do Kecife n. 9,
loja de naBazasde Auloalp Lopes I'orcira do .Mello
i\ CumpaaHa.
* -'Vea^atum en;a*a, cniSerinliaem, comar-
ca do Kio-Fornioso, com baas obrase mallas virgens,
e muito bom terreno, com safra, nnunaes e lodos os
seus perlences : os pretendenles dirijain-st ra do
Queimado 11. 31.
Vendem-se travs de qualidndo,' d'e 40 a 50
palmos, dilas de logro, da 30 10, c 100 ensarnes,
ludo por commotlos prefes. para Techar conlas :
quem pretender, iliiija-s A. L. de Barros, na ra
do Vigario o. 17.
Vende-se meia legoa de Ierras, na provincia
das Alagoas, na ribeira do rio Santo Antonio Gran-
de, com excellente tei ras, tanto para criar como pa-
ra plantar calinas e caf, j Tendo uma boa planta de
careque da fruclo,^ pode Tazer-se engcnmud'agua,
sendo copefro, por ler aula frula, todo m> malta
Mrpem.com lodas as aaSeu.i- do con-1 rcelo : os
pretendenles dirijafoJiPayAiiIonio l.eai de Barros,
na ra do \ icnrioaj. 17, que dar lodas as iiifonna-
Socs a respeito. ^*-
Vende-se uma casa de (aipa com muitosarvo-
redos de fructo. com 90 palmos de frente e 100 de
fundg, por 230JO00: na travessa du Freilas, ra Im-
perial 11. 135.
, Vende-se cal vir^cm, chegada hon-
tem, e de superior qualidade por preco
razoavel: no armazem de Bastos & r-
maos, ra do Trapiche n. 15.
Troca-se por pouco dinheiro uma imagem do
Senhor Crucificado, com resplendor de prala, titulo,
etc. : no cierro da Boa-Vista, loja de piulor n.
72 B.
FAZENDA AVALUADA.
Poca dealgodao liso com 3 e mcio palmos de lar-
guia a 2S200.
Dita de algddao lizo com 3 e mcio palmos de lar-
gura a 23100.
Dila de aleodSo liso com 3 o maio palmos de lar-
gura a 28600.
Todas de 20 jardas com 16e meia veras: na ra
do gueimado n. 38, em frente do becco da Con-
gregado.
Venderse nma negra com orna cria, com innilo
bom leitc, uma negrinha de 7 para S annos, e um
negro de meia id.ide, de bonila. figura : na ra do
1,111.Hlenlo n. i.
N. 3a trro da Boa-Vistan. 55.
P01R1ER___
Acaba de fazer urna especie de vcnezianas com o
nome stores, de nava iuvenru para janellas. servem
de ornamento e lera a vaujagem de impedir a cor-
renteza de ar nos aposentos e eiilreler-lbe a frescura
uocessarin. 1'odeui igualmente servir para arma-
zn. Por un engenhoso inechanisino silo muito
melhor do que as venezianas antigs. S com a
vista melhor se pode saber o quaniu sao cxcellenles.
Brins de, fella : no armazem deN- O.
Bieber & C., ra da Cruz n. 4.
P01RIER.
ATERRO DA BOA-VISTA N. 55.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Poiriec.
Vende-se oleo de amendoa doce em latas de
8, 4 e 2 libra, velas de espermaceti americano ver-
dadeiro, de 6 em libra, e meias barricas com fari-
nha de triso, luda por precos comroodos : no escri-
plorio de Malhcus Auslin & Companhia, ra do Tra-
piche n. 36.
OS IELH0RES CHARUTOS.
que ha presentemente no mercado ; veudem-se por
precn razoavel: na ra do Crespo, lujaTn. 19.
Damasco monstro.
Damasco de laa com quusi duas varas de largura,
proprio para icrejas, colchas, forros de carros e ca-
dcirinhas a I96OO o covado : na ra do Queimado
n.21.
Estamenha.
.Eslanicnlia de laa pura para hbitos de Icreeiros
franciscanos a "15120 : ua ra du Queimado 11. 21.
Vende-se uma taberna na praca da Boa-Vista
11. 15 : quem pretender, falle na mesma, que se faz
lodo o uegocio, ou a prazo ou a dinheiro.
PRELOS E SEMEAS DE LISBOA.
Na ra do Vigario armazem n. 7, ha
para vender semeas q fardos muito novo,
desembarcado boje do patacho CONS-
TANCIA.
FAB1NHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
|a?in saccas que tem urn alqueire, medida
velha por 5,S'00% res : nos armazens ns.
o, 5 e 7, e no armzem delrinte da portaba
aflandcga, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.'
----a ra da Cruz n. 26 primeiro.an-
dar, vende-seo excellente vinho de Cham-
pagne, rliegailn ltimamente de Franca,
c por muito commodo preco, que s se
dir' ao comprador.
VENDE-SE
nftuaNova 11. 3S, defronte da Igreja da Conreino
dn Mimares, cadinhos do norte de lodos os tama-
nhos, vemiz copal a 900 rs. a libra, muilo bom, p-
timas bigornas para funileiro, lesnuras para dilo,
alicates muilo* fortes, rozelas pra esporas muilo
boas, vidros para vidraca, em cnixn e a retalbo,
FARINHA DE TRIGO FON-
TANA,
de superior qualidade, em primeira mao, e por pre-
co commodo : na rna da Cruz, armazem n. 4.
POTASSA BBAS1LEIBA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Bio de Janeiro, che-
gadtj recenemente, recommeii-
da-se aos senhores de engenho* 0$
seus bons ell'eitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado da Lisboa pela barca Gra-
lidSo.
Capas aeT>urraehabarat88mas.
Vendem-se capas de "borracha, o melhor possivel,
por preco que se nao vende em parte alguma aa
rna da Cadeia do Recife, loja-n. 50, defronte dj ra
da Madre de Daos.
Monhos de vento
ombombasderepoxopara regar norias e baixa,
deoapim, na fundicade I). W. Bowman : na ra
doBruinns.fi, 8 e 10.
'K3*Mtt30OSHlBa*-:
CEIENTO
\ la melhor qualidade: vende-se em
\ casa, de Brumi Praeger fS C, ra
\ da Cruz n. 10.
latoeuo
lodos os preparos para ofllcina de laioeiro c funi-
leiro.
Mulla attencao.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife n, 47,' loja
de Manuel Fcrreira de S.'i, cortes de ganga de cores
para calcas a 28240, chitas largas para camisas de
hoinem e vestidos de senhora a 240 o covado, luvas
de*seda prelas para hornera n 800 rs. o.par, palitos
de alpaca prela a 59, 68 e 78000, ditos de alpaca de
seda a 83OOO.
Farendas baratas.
Corles de cassa de cores cum barra a 28000, chitas
boas de cores fixas a 180 rs. o covado, ditas largas
para lucio a 200 rs., ditas adamascada azul e amarel-
las proprias para cubera a 210, riscados fraucezes
largos de quadros modernos a 260, pecas do cassa de
lisia com 8 viras por 13600, dilas de quadros a 2Srs.
corles de ceda proprio. para noivas a208000 rs.,cam-
braias de linho finas a 58000 a vara, panno de* linlio
para lenos com mais de 11 palmos de largura a
28400 rs. a vara, corles do cambraia desalpicosa
2^380 is,. corle dcaseniira de cores a 48000, brim
coca a ICO o par, esguiao para peilo de camisa a
13400 rs. a vara, panno prcl e de cores, merinos
linissimos, e nutras muitas ra/ondas qaaja dinheiro
se vendem por preco barato : na loja fljfeO da rna
da Cadcia-du Recife defronte da rna dnladre de
Dos.
BOA PITADA.
Pa ra do Queimado n. 39, loja de Moraes, ven-
de-sc muito bom rapo de Lisboa a 10 rs. a oitava ;
desde as 6 horas da jeauhAa al as 8 da imite.
Sedas baratas.
Vendem-se cortes fie vestido de seda do quadros,
modernosgoslos, pelo diminuto prefip de ,18 cada
corle ; ua loja de 4 portas, na ra do Queimado
A S$400.
Chales de merino, finissima fazeuda, lindo sorli-
mento de (odas as cores a 58100. ditos de algodao
r!nos e.^i,us de 'rlalana a 18 ; na ra do Queima-
do n. 33 A.
Vcnde-so
r.ainaran. na II
ra : a tratar ua mes
ra
da esquina do becco do
fiem afrcguezao^i para ter-
IValoja das seis
portas/
rJm&iMlc do Lin-amenlo.
Manteletes ile cambraia bordados, fa;enda muito
fina e bonita a duas patacas, lencos de cambraia)
blancos c pintados, proprios para mo a seis vinlens,
cucos pequeos para meninos a qualro vinlens, e
luirs muitas fazendas que se quer acabar.
Vende-se leite puro a 200 rs. a gar-
rafa na ra do Sebo sobrado amarello
n. 55, deporto encarnado.
Na rus do Vigario n. 10, primeiro andar, ha
para vender superior retroz do primeira qualidade,
do fabricanteSiqueiraludias de rorlz e de nume-
ro, e fio porrele, ludo chegado pelo ultimo navio viu-
do do Porto, o juntamente vinho superior, fciloria
em pequeos Larris de dcimo.
de quadrinhos a 210 rs. o covado. sargelim escuro
com moro a 1fta C0aa, luvas decoi'cs>flbrda Es-
de ca
ores, n
m
daMa
Farinha de iiiiii-
dioea a 2^00
a saeca. .
So armazem de Tasso Irmaos.
Vendem-se corles du cassa prela dboni goslo,
pelo diminuto prec, de 2>000 : na ra do Crespo,
loja n. 6.
LABYRINTHOS.
teneos de cambraia de iinho mnito finos, loalhas
redondas e de ponfas, e mais objectos desle genero,
ludo de bom-goslo ; vende-se barato,: navajada
Cruz n. 3i, primeiro andar.
*Sea%--Elflellafr-
9 Adae i venda o iiiaiitial do guardaila- 99
@ cioual, ou colleccan de todas as leis, regtila-
C:? inentos, ordens e avisos concernentes a mes- 0
M ma guarda nacional, orgauisado pelo eapit.lo g(
)9 secretario geral do cominaudo superiur da tfe
(.} guarda nacional da capital da 'provincia de (g
9) I'ernamburn Firmino Jos de Oliveira, des- f
' de a sua nova ori-anisacao at 31 de dezembro '
? de 1854, relativos nao s ao processo da qua-
i> lilicacau, recurso de revista, etc., ele., sendo
;:; a economa dus corpos, orgaiiisac,1o por mu-
& nicipios, balalhes, e companhias, cora map-
paa e modelos, etc., ele.: vende-se anica- (t
@ mente no pateo do Carran n. 9, primeiro an- 9
;>;. dar, a .'i~immi por cada volme, y
ggi3feSfev*-S@
A 98000 A PECA.
Vendem-se petas de brim fiuu de linho, com 20
varas, proprio para cerdas, loalhas, lencoes e oulra
muitas obras, pelo haratissimo preco de 98000 a pe-
ra, assim como onlras muitas fazendas que a dinhei-
ro se veadem barato : na roa da Cadeia do Recife,
loja n. 50, defronte da ra da Madre de Dos.
VINHO DO PORTO SUPERIOR FE1TORIA.
Vende-se por preco commodo uo armazem de
de Barroca & Castro, ra da Cadeia. do Recife n. 4.
Velas.
Vendem-se exccllentcs velas de carnauba pura e
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento "de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauho, para
dito. a 4
ai
Vendem-se em casa de S. P. Jolms-
ton S C. ,'na ra de Senzala Nova n. S 2.
Scllins inglczes.
Uelogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Chumbo cm lencol, barra e nnmirao.
Farello de Lisboa.
Lonas, ng lisas.
Fio de ^apateiro e de vela.
Vaquetas de lustre para carro.
liari'is de grasa n. 97.
DEPOSITO D\ FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4,. algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por precio commodo,
Em casa de J. Kellerc. C., na^-ua
da Ccuz n. 55 ha para vender exceN
lentes pianos vindos ltimamente de Uam-
burgo.
-i Vende-se uma balant-a romana eom todos os
mus perleflces.cn bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se a ra da Cruz, acmazemu. 4.
COGNAC VERDADElllO?
Vende-se superior coenac, em garrafal, a 12J5000
aduiia.aj 1?280a garrafa : ,ua ra di Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronte do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de mnito
t>orn gosto.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Na
lei-luulos,
do
ATTE
,resiK), loji
t a ra Uo Traptfclie 4 fe4, ha para
vender li.uiis de ferro emticamente
que se
lim, por nao
proprios para deposito de fe
ses ; estes barris s os melliores'que si
tem descobrto para este
ejibalaicm o menor cheiro, e apenas pe-
zm 16 libras, e custam o difninuto pre-
co de -l.st) rs. cadaaum.
Vende-se pipas, barris vazios e barr-
adas: a tratar com Manoel
fc Jnior, na ra do Trapiche
,. Potassa.
No antigo deposlio da ra da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, vende-se muilo superior potassa da
Russia, americana e do Rio de Janeiro, a presos ba-
ratos que he para fechar conlas.
Na ra do Vigario h. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
cjam, quadrilhas, valsas, rcclowa, scho-
tickes, modinhas, tudo modernissimo
chegado do Bio de Janeiro. '
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gsme.nho com pouco-dinhetro.
Vende-se brim trancado delistras c quadros,de pn
ro linho, a 800 rs. a vara, dilo liso a 640, gaugi
amarella lisa a 860 o covado, riscados escuros a imi-
lacilo de casemira a 360 o covado, dilo de linho a
280, dito mais abano a 160, castores de lodas as co-
res a 200, 210 e 320 o covado: na roa do Crespo
n. 6.
Alpaca de seda. ,
Vende-se alpaca de seda de qoadris de bom goslo
a.720 o covado, corles de laa dosmelliores gstosqoe
lem viudo no mercado a 4S500j ditos de cassa chita
a 1S800, sarja pretn hespauhola a 2400 e 29200 o
covado, sol un preto de Macao a 2j>800 e 3$200, guar-
danapos adamascados feilosem Cnimaraes a 3j600
a dii/i,i, loalhas de rosto viudas do 'mesmo lugar a
98000 e 125000 a duzia : na ra do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIROS A800 RS. CADA l!.
Vendcrn-sc na ra do Crespo loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
CORTES DE CASEHIRAS
DE COBES ESCUBAS E CLARAS A 39000.
Vendem-se na rna do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
m
* AGENCIA DA FUDICAO
EDW1N MAW, ESCRIPTOHIO E BO-
SAS BBAGA & C, BA DO TBAPI-
CIIE N. 4 i.*
?<-m para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e meias moen-
das para engenho, cuja superioridade ja'
he bem conhecida dos senhores de enge-
lio desta provincia, dos da Parahiba e
Is Alagoas. desde quando taes objecto
do mesmo fabricante eram vendido tifio
Srs. Me Calraot&C, desta prac,a.-
"i ^rnditl^ b?T e bem a"e Paulo Coideiro da fabrica do Rio de Janeiro : rap
esle bem aceito pela sua compicao e assemelhar-ae
ao de Lisboa pelo eu bom aroma agradavel ; ven-
de-se de 25 libras para cima.no deposito gerl da roa
da Croz do Recife, casa o. 17, e em libra e a reta-
llio. as lojas seguintcs : roa da Cruz do Recite,
Fortunato Cardoso de Oouva ; na roa da Cadeia do
Recife, Jos Gomes Leal, Jos Fortunato da Silva
Porto, Tliomaz Fernandes la .Conba, Manoel Joa-
quim de Oliveira ; becco da Cacimba, Antonio fia-
.mos ; ra do Crespo, Joaquim Heuriajue da Silva *
ra do Queimado, Magalh.les & Silva", Teiieira Si
Suuza ; ra Direita, Jos Viclor di Silva Pimental *
paleo do Carura, Antonio Joaquim 1 eireka de Sou-
za ; ra larga do Rosario, Viuva Dias Fetnaades,
Manoel Jos Lopes, Barros $ Irm3o ;' aterro da
fio.-Vista, Joaquim Jos Dias Pereira, Jese Vittor
da silva Pumente!.
[CHINCHA E MAIS PECHIMA.
NA*UA NOVA N. 8, LOJA DE
Jos Joaquim Mreira
Acaba de receber pelo ultimo navio francs, ucn
magnifico sortimento de borzr-guio* para seahcrj,
todis de duraque, mas que pela delicadeza cora qua
dao feijgs e consistencia da Erra, muito devem agra-
dar ; aoerrscendo alm dislrro precn, que apenas he
de :2i00 rs. o par, beta como, sapatos de couro de
luslre para senhora a 1B600, ditos da rordavao mui-
to novos al^OOOris, pajjos. na occasilo da en-
liiiinn Praeger&C, tem-para ven-
da em sua casa ra da Cruzn. 10.
Lonas da Russia.
Instrumauts'paia msica.
Oleados para mesa.
Charutos de Havana verdadeiros.
Gomma lacea.
NA VALIJAS A CONTENTO E TESOURAS.
Na ra da Cadeia do Recife n. <, primeiro an-
dar, escriptorio de Auaualo C. de Abren, eODli-
nunm-se a vender a 8S000 o par (preco fiso, as ja
bem conhecidas e afamadas navalhs de barba fcilas
pelo hbil fabricante que foj premiado na eip
de Londres, as quaes alm de durarem citraardina
riaineutc< nao se seutera no rosto na aecao d corlar
verdem-se com a condicao de, no agradando, pe
derem os compradores devolvc-las at 15 dasdepo
pa compra restituindo-se o importe.*. Na mesma ca-
sa lia ricas lesourinhas para unhas, "feitM pelo mes
rao fai'ieaote. .
CAL VIBGEM.
Vende-ie cal de Lisboa, chegado nO pa-
tacho CONSTANCA, entrado hontem.por
preco commodo: no deposito da ruade
Apollo n. 2B.
Contina a vender-so a obra de direita Ad-
vocado dos Orphaos, cora um apndice importante,
enriendo a lei das ferias e aleada* dos Iribunaes de
jus.ija, e o novo regimenio de rustas, para oso dos
judies, escrivaes, empregados de juslir, aquellas
que frequenlam os esludos de dircito, Ipelo pTcco de
33000 cada ejemplar : na loja do Sr. padre Igna-
cio, ra d Cadeia n. 56 V loja de encaderoarao a
livros, ra do Collegio a; paleo do Collegio, li-
vraria clstica n. 2, e na praca da Independencia",
livraria :i. 6 e 8.
a.
' le cninuosiciio, sendo estas do melhor fabricante do
AracatyT pelo commodo preo de 11J500 a arroba:
na ra da Cruz armazcm n. 15. *
A ELLES, -ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se corles de casemira de,bom goslo a 28,500
19 e 59000 o corte ; na ra do Crespo n. 6.
Taixas pare, engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Biu, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a-venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-so um cabriole! e dous cavallos, lurjo
junio ou separado, sendo os cavallos muito mansos c
muilo cosluicados em cabriole!: para ver, na co-
ebeira n. 3, dcfronle da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, e a Ir4l.1i' com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na ra do Collegio 11. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENIIOBA.
Indiana de quadros muilo fina e padres novos ;
corles de laa de quadros c flores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A i>500
0 CORTE DE CAL{A.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
JLm
llc barato que admira.
Vendcm-se saceos com loijo por di-
minuto preco: nos Quatro Cantos da ru
do Queimado, loja n. 20.
Deposito de vinho de cham-
9 P/'gne Chatau-Ay, primeira qua-
^ lbiade, de propr.edade do ccade
' de Marcuil, ruada Cruz do Be-
cife n. 20: .te vinho, o melhor
de toda a Cmpagne, vende-se
a GfO rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa ,de L. Le-
comto Fenon & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fc~
gp.rConde de Marcuile o ro-.
|fj tules, das, garrafa* sao azues.
i!.
endem-se tamancos vindos do Porto','a 500
r : na ra larga do Rosario u. 38.'
coi e
Deposito do chocolate francez, de uma
(jas mais acreditadas fabricas deParis,
em casa de Victor Lasne, rna da Cruz
n. 27. / .
Ertra-snperior, pora baunilha. 15920
Kitri, fine/, bannilha. 1S600
Wpcrior. 192S0
Quem comprar de 10 llura, para cima, tem nm
ihate de 20 %: W.da-se aos mesmos precos e con-
dices, em casa do Sr. Darrelicr, no aterro de Boa-
Vista n. 52. '
Vende-se/aco em cunheles de um quintal, por
preco mnilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont & Comi-anhia, praca do Corpo Saulo n. 11.
Riscado de srSS^ue cures, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loia da esquina qoe
volla para a cadeia.
Veudem-se no armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, de Uenrv Gibsoo, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
Veude-se excellente laboado de pinho, recen-
emente chesado da America : ua tu i de Apolla
trapiche do Ferreira, a enleoder-se com oadminis
ador do uiesmo.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rila da Cadeia do Recife, loja o. 50. conliaa
a veud.rr-o barris corasupirior cal virgcm, de Lis-
boa, por preco commodo.
Vendem-aB muilu boa' _,garran,
cores e gustos a 1*100, 1WJ00, i e r
pai res de paules de tari oruga pa(a Mar
4&MJ0-O500 a 65500, penles de maim pata i
a 1-5400, bouilas trancas de seda branca a 1-20,100,
40. 560 e 610 a vara, bicos linos a 200, 240, 0.
0(), 480, 560 e 60 a vara, sapalmlioaJe laaper
criancas a 320480 o par, finissimas escovas para
denles a 500 e 600 rs., gravaliuhas de bom goslo pi
ra meninos a 800 rs., ricos toucadores de f
a 2sS00. ililoahlajjaa. I9400. raiiiahas
de iquillas fraao jMO, ditas mnito
linissimas colhere asauiuka para 1
duzia, dita^H a II^hki, muilo
metas de lata para padi j900 o par, caiiiol
com Krampasa120,-*<
e loalhas a 200 e 210 a vara, r
luvas brancas de lio da Ese iaaWKJrs.,
mescUdas muilissima boa* par montara a 18 o par,
chicolinhos de balea a MpV 19200, pape)
de peso muito superior fa/enda a 39600/
dil 1 almaro a 39800. dilurtelo liollaudaa!
nilusatacadores de-corualina pira casacas,*
a jfJO is. u par, linieito* de porcelana a
par, caiiinhasdejacaajpBboiu 1(10 velinhas 1
^o a 11,(1, so a cauinba vale o precol attojoa c
iiavalha feio e bom a 19500, linissimoaJKiloes de ma-
dre peol.i pjra camisas a 120 a duzia,
castjuinha para sahoneles-a 500
lina de lodos os lamaoboa. S
pata caljas ecuteles aHS^^I
molduras a 120, 140 e 400, nada tao barata,
mais qbjeclos que se vendem flor meuus
oulra qualquer parle, e du-se amustias : ua itfaV
Qlijim.nlo n. 03, loja de Joflo Clirisoslomo da Urna
Jnior.
SAL DO ASSU'. k.
Vende-se a bordo da bai-ca MATHILDE,
fiindeada na volta do Forte do Mattos : a.
tratar cpm o capito a bordo, ou ebm
Manoel Alves C,tierra Jnior, na ra do
Trapiche n. 1 V.
Bolao frant
\ ende-se o verdadeiro roblo francez em
de libra e a fclalliu: ua ra larga do Rosario
Rape Paulo Cordeiro.
. Vende-se o verdadeiro a muito fresco rap Paulo
Cordeiro : na ra l a do Rosarlo 0. 38. I
Vendem-ae afiadorea finos para navalhasaSOO ,
e tilo rs.: ua ra |arga do Rosario n. 38.
Vende-se nma parda mora, caro algamas Im
bilidades.e bonita figura : na ra do Trapiche n. 14.
Vende-se cognac da melhor qrwlidade: aa loa
da Cruz n. 10. v' ^^
Vende-seipl>escra,crioulf, de 20 annos de
ida-.V, viuda do mallo, sabe lavar roup. e lem mal-
ta habilidadc para engommar etc. : afiliar na ra
das Aguas-Verdes n. 21.
Atten|9o,
Na rna da Cadeia Velha o. 47,loja do S (Manoel)
vende-se damasco' dalla da dnas largaras, muilo
proprio para cuberas de cama e panno^de mesa.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Rtduzido de 640 para 500ra. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado na co- *
lonias inglzas e hollande/.as, com gran-
de vantagein para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na\ ruada
Cruz. n. 4.
_ ESCRAVOS FGIDOS.
Desappareceu manhila de 2 do corrente, da
bordo do brigna Amorim, no porto de Marei, pr-
vini ia de Alagoas, om escravo marinheiro de seRon-
da viagem, de nfime Fraociscu, crioulo, cor praaa,
falla gago, estatura ordinaria ou regular, levando
com sigo a loupa que linba, e bonel da panno : o
r|Ml escravo foi de Nicolao Alves da Silva, senhor
do i ngenho A'nhumas, na mesma provincia : quem
dr noticia delle, caplurar, ou levar casa de seus
senhores Sacavem BaTbosa & Companhia, em Ita-
ceijMu nesla cidade aos Srs. Amorim lrmJoi 4
CoBnRnhia, ser gaueroeamenle recompensado.
I
Em IC de julho fugio do engenho Desengao,
fregue?.ia do Bom Jardn!, um prelo crioulo, por ne-
nie Roque, idade 30 annos, e representa ter aaaaee,
alio, secco, nariz grosao e arregarado, pernea aas,
beicos grossos, ps reglalas e cor avermelhada ; le-
vou um cjmiIIo i n(so pdrez, novo, e esquipador :
quera o apprehender,/e*a- a eugeeho cima, au
i i ua da Cadeia do Hetnte a. 21, que ser generosa-
inenlc recompensado.
PEUN. TYP. DE M. F. DBFaRIA.185.
/
lilITIlilIfl
icnfuu


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