Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00818


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Full Text
ANNO XXXI. N. 172.

\
Por 3 rciezes adiaiitados 4,000.
Por 3 rnezes vencidos 4,500.
----. IIIMIli
SEXTA FEIRA 27 DE JLHODE 1855.
Por armo adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
:
DIARIO DE PERNAMBUCO

k.\caiuuh;ados da si itscmpcvo
Mire, o i>roprietwk>M. K. ile Faria ; Kio de Ja-
aiiro, o Sr: Joto PereflaMarlns ; Bahin, o Sr. D.
Daprad ; Macei, o Sr. Joaqu in Bernardo de Men-
gpy Parahiba, o Sr. Gervntio Viclor da Nativi-
t ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Junior;
tly. oSr. Antonio de Lentos Braga; Cear;o S*r.
uim Jos delivera; M iranhilo n.Sr.Joa-
Marques .odngues ; Piaithy, u Sr. Domingos
Herculano Kt i Pessoa Cearnnce ; Para, oSr. Jus-
tino J. Hamo- ; Amazona, o S- Jorran mn da 'Aisla.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 d. [por 1$.
Pars, 3i5 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Kio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acc,6es do banco 30'0/0 de premio.
da, companhia.de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas* .
puedas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
ae4000. .
Prata.Palac5es brasileiros. ".
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
29*000
163*000
16000
99000
1940
1*940
19860
PARTIDA DOS CO
Olinda, todos os dias i
Caruar, Bonito e Galanhiin notaji.-s 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOurtoJ y, a 1 ; e 28
Go isnna e Parahiba, segundas a luus-feiras
Victoria e Natal, as quinias-feiraa
. r'ltl MIAU DEHOJK.
Primeira s 2 horas 54 minutos (Ja urde
Segunda s 3 horas e 18 minutos da manhaa
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas c as
' quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, Segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio dia
2' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPIIEMERIDES.
Jullio 6 Quartominguanteaos 12 minutos.e
40 segundos da tarde.
14 La nova as 2 horas, 21 minutos e
'40 segundos da manha.
22 Quario crescente as 5 horas, 30 mi-
nutos e 40 segundos da manha.
29 La cheia as 4 horas, 44 minutos e
33 segundos da manhaa.
re erriciAL.
O0VEHW6 DA PB OVINGIA.
XUpaaUaaKa da da 12 da Jalho.
OlTicioAo Exm. presidente da Parahiba, trans-
miltinrto. por opin, x> oflicio en: que o inspector do
arsenal dc-oiatinha declara o fele por que foi con-
tratada a remessa de 20 cix-s, conlcndo artigos
de fardamento, equipamento mais objectos desu-
ados aquella provincia, e rogando a expedirn de
su ordens pira .'que seja all satitfeito o fnite de
sementante conducao a Justino da Silva Bu; vista,
mutrc do hiato j^cioaal Cam, logo que elle fi-
zer entrega de* ditos caix&es. Com tnunicoa-t* ao
.suarjdito inrp.;elor.
Dito--Ao Eim. conselheiro presidile da relaco,
inleiratido-u dn haver o Inehaml Francisco (tomes
Velloso de Albuqiierqoe Lins, participado que no
w K) do correle entran no eiercicio do cargo de
municipal da primeira vira desta cidade na
qaalidade de quarto sttpplenle. Ficram-se as ou-
trai rjommunicacOes.
DiloAo Ettn. marechal coramandanle das ar-
mas, recommendando que ordeie ao capitn Anto-
, nio Francisco de Souza MacalhJes, que quanlo an-
i compare; na thesouraria de fazenda, (im de
luir o ajuste de coatas relativo ao lempo un
que servio comj director da colmia militar de Pi-
inooleirir, vis.o j ter cltegadn o subdirecto^da-
quella colonia, Joao Marinho Cavalcanti de Albu-
querque. i
DiloAo chafe de polica, declarando que a the-
sour.iri.i provincial lem ordem pira pagara impor-
tancia das cuntas que S. S. renulleu, das xiesrieas
feilas com o sustento dos presos pobres das caileias
o Serinhaem t Cabo nos mezes le fevereiro a ju-
nlio deste anno e bem issimcom o concert de um
.yrombiiinenl pralicado petos preso; da primeira
das mencionadas eadeias.
Dilo^-Ao inspector da Ihesoursria de fazenda, pa-
ra mandar tornecer ao cninmardant superior da
guarda nacional da comarca do Kio Formnso os li-
vros mencionados na nota qoe remelle.
Vota a que te refere o oficio supra.
i livrode 200 folhas para regislro da correspon-
dencia oflicial.
1 dito de 150 folhas para registro das orden; do
dia.
t dito de 50 folhas parMermos de juramento dos
ofliciaes superiores commandantei dos corpos.'
t dito de 200 folhas para regislro das parles dos
officiaes.
5 ditos de 200 folhas cada nm para regislro dos
Irabalhos dos conselhot de qualilicacao.
3 ditos de 200 folhas para regiilro dos trabalhos
dos consellios di revista.
[nteiroo-se ao mencionado con) mandante super or.
DitoAo mesmo, recommenc.ujdo que mande
ornecer ao teueile-coronel oomniandante do :l- lia
So de iufauUiria da guarda Uiciou.ll' do imini-
WoCabo, o< livros constantes da ndta que re-
melle.
Mola qiie te refere o offtcio tupra.
Hro-mestre cora 300 folhas.
hlurros de 50 folhas para matriculas das compa-
I alilo da 100 lolhai para regislio de ordtns do
dia.
dilo de 200 fallas para registro da correspon-
dencia do eommiadante.
1 dito de 50 folhds para termoc 'c juramentos.
Communioon-se do referido commandanla.
DinA cmara municipal do tecife, trarsmit-
tindo, par copia, a ioformacJo dala pelo coinm s-
rario^^ciaHidor.jajjpahteial acni-a da oIBcio em
Jtqutlla cjinarfropreanniasolue os estragos cu-
Fii iMIala-uas tnfireziis- d: ta munic
tariaDeaittinJo, de con orraidade com a
proposta do procurador fiscal il lliesooraria po-
vinclal, o ba'ch.rel Gaspar de Mi.iexes Vasconce-
los de Drumnion l,do logar de aju Jante dt. fnesmo
procurador fiscal na marca do Rio Fnrroosn.__
Expediram-se s necessarias coniniunicacoes a res-
peilo. #
DitaO presid:ntedaJroincia osando da aulo-
rUacoquelheconfere o 1- art. 24 da lei de 12
de agosto de 1831, resalvo convoe.tr a nova assem-
bla legislativa provincial para se reunir na proxi-
ma seartaordiiiaria _'de 1856, e designa o dia :6
de novembro prximo vindouro pata nelle se pro-
ceder a leicjo dos membros da indina assambla.
coBraiiiDo das' a'eusas,
1 fjaartal-teoeral da commonde da* armas da
Pernaiabaco a cllade do Bieclfa, em 26 de
Jalao de 18 m
OBUEM DO DU N. 88.
Tendo ngoverp de S. M. o Imperador delibera-
da, por avisos de ".!T de junlio ultimo e de 3 do cor-
rate mez, queregressem para o bal.illi,'io 5. de in-
fantaria a que lerlericem. os Srj, ajferes quartel-
meslre Leopoldo Bocgee Galvao iSwia e l.uiz de
Qoeiroz Coa Bho, ora Sldidos ao 10. da meso ar-
ma, cando ftm efTeit<^u)vi mente par servir-m neaaa proviuc.i, seauudo cons-
lou de ofl lias da jresidencia daladis de 2i e 2> do
eorrenle, datermiiu o marechal de ?ampo comman-
iHe *. armas, que estes Srs. oiciae* esleja n
proaaptat partir para o Maranhao. no pnuieiro v-
por procedente do sul.
Jote Joayutm Coelho.
Conforme. Candido Leal Ferreim, ajudaule de
ordens encarregado do delalhe.
Depois, como entflo, ludo quanlo linha trazido a
escraviitao, foi levado pela escravidao, ludo quanlo
tinfta sido amontoado pela conquista foi dispersado
pela conquista, todo que linha dominado pela guer-
ra, foi subjogado pela guerra, ludo que lioha mar-
chado e vivido no sangue foi destruido e suffocado
no sangue; os miiores, como os mais peqoenos, o
que coulavam um secuto, como os que tinliam um
dia, qiialqucr que fosse a eteroidade qoe esperas-
sem. Quem destruio esses grandes imperios dos Cv-
ros, dos Alexandreo, fundados pela guerra-? A guer-
ra Quem dividi em militares do povos essa gran-
de unidade do mundo romano, constituida com mi-
litares de povos pela raerra! A guerra! Qaem.frac-
g|U"u imperio de Xarlea Magajfr foroaa^ p,la|.pal
do vetho man do i'cajos desval tinliam dividido ea- lolf
Iresi? A gulrra! E o imperio de Islam, fundado
pelagoerra, quem o desmembran e qaem o aniqui-
la* Sempre a guerra !
Se he verdade que o homem foi creado para viver
em sorLvIade. a guerra, que mata o homem e des-
troe as sociedades, nao he, pois.assim como a escra-
vidao que os degrada, a lei e o fim supremo* dos des-
linos da sociedade e do homem. Proclamando a li-
berdadee a paz entre os povos, os grandes revolu-
cionarios alrmaram entretanto, muilo tem a lei
eterna de Dos e trabalhararq-na realisa^ao do seu
reinado. O autor da poltica universal foi o echo
inlelligente de seu genio, quando dise : ra e a escravidao sao destinadas ao mesmo fim : urna
nao deve uem pode sobreviver a oulra. o
A escravidao lem desapparecido e o que della an-
da desapparece resta cada dia diante desla palavra
cada vez mais invasora e vinda do Gblgolha : Paa
ejtmnr entre os homens I porque lodos os homens
sao ti I los do mesmo pai, que he Deis, e lodos el les
so lem um senhor, que est noco.
A guerra lem desapparecido, desapparece e desap-
parecer medida qoe, pela communhao de ideas e
pela iHdariodade de inleresses, as individualidades
e as aggregacOes humanas tem eslendido e etteude-
rem cada vez mais os lajos, com que lem sido mui-
das e fundidas rssas diversas unidades que, absor-
vendo-se soccess'vamdjite umasnasoutnt9.se tem
chamado individuo, familia, Iribp, cidade, provin-
cia, narao. He assim que a guerra, que a principio
leve lugar entre individuos, passou depois de fami-
lia i familia, de tribu Irib, de cidade cidade,
de provincia i provincia, acabando finalmente por
ser fcita smente de nacao a nacao. Em a'nacao
foi que, no mundo anligo, parou o progresso unita-
rio de absorpcao delodas estas autonomas, que pe-
lo qnadrado da mulliplicidade de seus desmembra-
mentos, mulliplicavam o numeradas causas da guer-
ra, o Quando se acaba de pensar,diz l^mennais, nos
lerriveis efieilos dos odios naciouaes entre os anti-
al, a alma consternada procura um refugio contra
as rei-ordacocs aterradoras.
Ha mais de 8 serillos que esle refugio foi indica-
do ; o seu caminho linha sido preparado por esta
accao mvsterinsa dasleis, que regem os mundos e o
approxima 'do fim dos seos destinos pelos meemos
meios, que parecem antes aparta-Ios delle. A obra
da atierra ia servir para malar a guerra, e com elei-
lo fui com o iniqnilameoto das autonomas naclo-
iu\ps, pelas.quaes a unidade violenta do mundo ro-
mano, se linha constituido de seculo em seculo, que
a voz, que linha proclamado o fim da escravidao, an-
minriou que i guerra fambem devia acabar seu rei-
nado.
1ITERI0B
com T1 re
lem 3"
des- Ka
A GUERRA E AS NACIN! I.IDAUES.
'asi ce que la guerre! Un mecre de
bajbare.... (Sapoleon 1812.)
Nations, riol pompeui*poar dir Barbarie.
L'Egoism j *l la Uaine on feuls une patrie,
1.a Prateinilc n'enta pas. n
.(Lamartine.) '
Falsificada em suas ideas obre a guerra, a Ira-
"dirao revolucionaria lamben) o lem sido sobre as na-
cionalidades, pelos mesmos inleresse!, pelas-mesmas
mbiroeaKpelas m esmas intrigas, com essa mascara
ie hypotflgia se deixamiUudir algunas armas no-
,bres.
Dabaixo "la hoslilidade incessanle de sua acco, a
I'ojarra e ai hostilidades tornadas successivametile
causa e efleilo, slc os lacos sempre armados, o espe-
llio sempre brilliaiilf^jtn alivame latera a revo'-
lao descer d?^rtlr. oira pT*,^. fo^
tampos^Hjaja o espaco, sen genio inopeiVa hama-
FitVaaafaanSlutoi, que eslao na lei ~.7\ftrm*
e,*acja|progresiv,i. ^^aaaa
- Os grandes revol jcionarios de 8i> n.1o (oram
elTeilo o que dizem os hmeos e os partidos que
inleresse de dominios em os fazer pe juems
prezar. Ellos no l'oram nem egois ', nem espiri-
to acanhados, que trabalhavam pai si, para seu s-
calo, para seo paiz. nem eram Tiai soberbos, que
atpiravam escallar o co para detalo.a:' delle Dos e
i efeaer sua obra. .
Sua gloria foi reconhecerqna, para o mundo moral,
como para phjsico, exislem leis prcMislentesa toda
cieacjtii, a toda Imiaanidade; que se o mondo phy-
Jico.lCto^B^ojjJMdjnenhuma alterado alravs do
:mpo he porqueTWatJem deixado ce caminhar de-
b;luodasleis,que conslilaKni sua essentiae iiatureza;
qjeas alleraeSes do inunia\ moral Ihe lem vindo
petoeontrario, por se ter el) e aparta:'.- rfa*4ejojjB
JWBin rbitaaat aua ituerdade. Foi pois para P'nios.^,*, u..-
fjzer entrar as sen las ciernas, donde lindara salii- Joao, Plutarco.
do as rorigies, as pdilosopliias, as polticas, instru-
mentos e desenvolvimento ao mesmo lempo das
qoalidadei ms da ralureza do liomer, que consis-
ti a obra dos gran les revolucionarios.
I.ulanda com iiislituiQaa, oosiumes e inleresses,
que lioham suas raizes oa profundeza dos seculos,
ellas bem sabiam que, para titpa-los seria preciso
ntaia de urna gerai;ao, mais de da nessa obra, e_por essa razao poder .-m ter dito :
.Vatio reino nao hs deste mundo, i> desse lempo,
o qual luamos ; o eis porque no qiiizeram que se
daiembainliasse a espada a lavor de su a causa, e nao
qoiierarn a guerra.
\ guerra tivera sido o desmentido do dogma da
fratarnilade humana, que ellos ressuscitavam, por-
qmi para elles a guerra era o homicidio, como a es-
cravidao a conquista sao o roubo ; o primeiro
Timbo do homem pe homem, o segundo o rooho de
um povo por oulra povo.
A gloria das armas que os dissimunm, nao era
t aoii seus olhos senao um sopliistna para aaeegnrir a
impunidade perante os homens, o socego na conseje
enca e a complicidade de Dos nicsinc, collocsindo-
os lebaixo de sua nvocncao. He que estes, preten-
didi apostlos da impiedade e do atheismo linharn
reconliecido, que em todas os lempos, em todos os
pni'.tei, co todas as pha/es dn humanidade, a guerra
ti tilia sido, como o homicidio, marca la na fronle
eoai o lignal da maldirao de Caim; qu e esla mld
c,"o ie (taha transmitlido de raca em ac, de povo
ra povo, debaiio da forma continua d ecpiacOes
por esses exterminios mutuos, eacriplm na Biblia,
cono o foram depoii na historia.
Besullava de seo ensino, qoe Dos n.1o linha crea-
do o Jtideo. o den lio, o Syrio. o Persa, o Grego, o
Boma*, o Udio, o Celia, o Egycio, o rabe ; nao
linh.t creado ticnlnim povo da Ierra, mas linha fei-
to o homem, o qual, para dar expansflo s suas ms
roclinarAes, linh i estrellado o mais possivel o circu-
que elle, porque do o* rasWtadosd.' lei preexisten-
tes, contra asqu.iethada t<5 alargado na medida mesmo t)os desenvolvimenlos da
lei progressiva das sociedades.
, A nula Je de narao nao ora mais o fim da socie-
nade e do humera, como nao o lnili.lm sido antes
della, todas as nutras unidades gradualmente absor-
vidas na sua. Ella devia desapparecer por sua vez
em umi medida maior ; eniao a syntbese do pro-
gresso humano e social, foi firmada nana termo:
" A humanidade lie una, como Deas na aat ; nao
haversenao um s relianho, assim coibo atia ha se-
nao u m s pastor.
E o i liristtanismo comecou a Irabalhir para levar
os povos i esta unidade suprema ; mas ntnguoro
pe um pedco de panno novo em um vestido ve-
Iho, nem vinho novo em odres velhoa. Os povos
nao podiam mais, era misler, que as rafeas fossem
mudadas e as nacOes renovadas. A fosao do velho
mondo se fez no circulo de fogo e de exterminio,
que os barbaros estreilaram cada vez mais, e sobre o
qualraliin o recahia constanlemeole o martello das
asvllos de Dos.
O novo mundo se formn.lentamente de parod-
ias, como o velho mondo, percurrendo as mesmai
phases de absorpfio. Foram precisos qualorze se-
culos i lea chrislaa para trazer urna parle simien-
te do mundo novo, a Europa, ao poni em que ella
linha apparecido no mundo aoligo. E .-linda assim,
na Earopa, s d Franca lem consumado, e a que
preco sobre a mullidao de povos, que a compoem,
esse Irabalho de homoueneidade, sem o qual, as par-
les destinadas a formar um s todo, n,1o sao mais
que graos de areia sem cimento, tomos sem laco.
A Franca smente lio na verdade ama unidade,
umariacionalidade. Vejase se a Italia.a Allemnnli.i,
a Kussia e a propria Inglaterra As nacionalidades
nao sao ahi jenan reunios de poves que, nos lacos
mesmo era que se acham ligados, conservam anda,
como um proteste,os uomes de suasracase ossignaes
de sua unan. Em I-'ranra nau'lia mais sean uma
Franja ; no Inglaterra ha orna Escessta, nma Irlan-
da, uma Italia, um l'iemonte, uma Sardenha, uma
l.nmbardia. uma Toscana, uma Sicilia, Genuvezes,
Napolitanos c Romanos ; na Allemanha, jnen Dos !
ha ludo, excepto uma unidade allema. Islo acon-
tece em quasi lodos os estados do norte e mesmo em
todas as naees do mundo.
, A cnisliluicao de autonomas lio numerosas e tao
persistentes, em uma gigantesca unidade, por ven-
tura podera ter lugar algum dia 1 Os grandes revo-
lucionarios, nao duvidaram um s instante, como
nao hesaram nm s momento sobre os meios, e he
por islo que enlre os grandes revolucionarios ne-
nhum, excepto os que eram opposlos revolue,io,
diz Mr. de I,amarlinc, encerrara seu pensame'nto
oos limites da i 'ranea. A declarado dos tlireilos
do homem o prava. Era o declogo do genero hu-
mano em todas as linguas. o
Desde esse dia, a f na unidade futura da huma-
nidade veiu a ser a T, que as summidades da i niel -
ligencia (em sobrevivido a lodas as nutras. Politi-
:os religjosos, socialistas, os detralor%s da revolaco
09 seus apostlos, os que a combaten) como os
serven), lodos os partidos teem a intuirn
"ella clara e lucida ; lodos a seguem, e muilos a
procuram como o fim desla pausa de egosmo o de
atona, en1 qUC a sociedade se decompoe.
Tuoo annuncia, dizia em seus Soirs de SI. Pe-
tersbuhg0t o filustre conde de Maislre,muitas vezes
illumiitHrlo sem o saber pelas luzes da revoloteo, que
elle am.<-(ava chamar fulgores do abysmo : "e ludo
annunjij nao sei qoe grande unidade', para a qual
QlaXtbamos com passos agigantados, a qual devemos
"doy de longe para serrir-me de uma expressao
nlialcjsa, B
^ai\ lie esta grande unidade, de que (em sido
flelas com Maislre. outros tantos poderosos es-
rsore* Scrates, SVili
Ion 'Mica unidade
apostlo : a As fa-
as naees uma na-
E porque meio a hu'
uma s narao '.'
mas sim na das ideas, lindo o globo- para patria de
seus dogmas ; assim como quer hoje finalmente es-
sa coajsa mais forte que os homens, e cuja pressao
elles soffrem, quer queiram quer nao, e que se cha-
ma o espidi de sua poca, a marcha dos aconten-
ment-, os quaes, diz Mr. d; Bonald, em virtnde
das leis geraes propenden para levar ludo unidade,
cuja necessidade elles moslram cada dia '.'
A Pressehi moito lempo queresolveu esla qu es-
lao segundo a idea chrislaa, a idea revolucionaria.
os ponderes cada vez mais nolaveis de nosso soluto,
dominados cada vez mais pelos acontecimeolos. Pro-
clamando a formacao da unidade dos povos pela paz,
a Prette desojara arrodar de nos o cumprimenlo da
iUvra do duus homens que, enllocados em dous
itos oppostosdo harisnnic iutellectual, ten viMo
todava os mesmo signaos noco ; poique esta es-
cripto : a 'lempo vira em qoe porei meo espirito
em toda a carne : vossos filhos e vossas fiihas pro-
phetisarao ; vossos maucebos leriio visoes e vossos
velhos ler.lo sa/ihos.
Eslamasdolorosa e justamente esmagados, dizia
o conde de Maislre em seus Soirct deSt-Petenbourg,
escriptos na maior intensidade das nossas grandes
guerras contra a Europa ; mas* olhos tao miseraveis,
como os raeus, sao dignos de enlrcverem os segredos
divinos, nos somoi eimagados para termos mistu-
rado*.
Ser esle um foloro, diz Chateaubriand, pode-
roso, livre em loda a plenilude da igualdade evan-
glica ; mas elle ainda est longe, longe de lodo o
horisonte visivel. Antes de chegar ao fim. antes de
attingir a unidade de* poro, a democraria unieer-
sal, ser misler alravessar a decomposicao social,
lempo de anarclua, de sangue lalvez, de truqueras
cortamente. Esta decomposicao est comecada, mas
oao est prompta, nem ainda bstanle fermentada
para prutuzirde seos germen*um mundo novo.
Desle modo a guerra e as nacionalidades tem sido
causa al aqui de sermos esmagados para termos con-
fundidos, porque resistamos enlrar na grande uni-
dade humana; a guerra e as nacionalidades poeto
obstculos nossa marcha para esse futuro poderoso
livre d democracia natural na plenilude da igual-
dade evanglica ; ellas produzem essa decomposi-
IIIAS DA SKMANA.
23 Segunda. S. Apollinaro b. m. ;S. Liborio b.
24 Terca. S. Cbristina v. ; S. Francisco Solano.
25 Quarta. S. Tbiago p. ; S. Christovao m.
26 Quinta. Ss. Symphronio e Olympio mm.
27 Sexta. S.Pantalea medico m. ; S. Sergio m.
28 Sabbado. S. Innocencio p.; S. Narciso m.
29 Domingo. 9. S. Anna mai da SS. Virgem
mi de Dos ; S. Martha v. a|
cao social, que teremos de atravessar antes da)clie- mas porque lite pasa por Aveiro sua ten-a nata
demillia .e Ihe prereram a estrajda da Mac-AdAo ao
caminho que elle linha propostow
Entao convocon os deputa.loi para uma reuniAo
particular, na qual se discutio asta poni arden te-
mante, desde s 8 horas da noita aleas 3 da madru-
gada, lendo havido uma aria altercarn entre Jos
Esleva&e o lente de Coimbra Basilio Alberto, que
fra o ipresenlanle da proposta. O ministro ontes
tambera fallou com muita acrimonia, mas afinal ten-
do oovido verdades amarjns, visto que a maiocia
explica-se com mais fiesadlf o quando nao tem cince-
ladores, terminou por pedir quaai pelo amor de Dos
que Ihe ai trasformaiseAM soo planos com seme
Ih.inlt praoaata, a para>dJPhsiliar as opinius, 011 an
les paraje sr apparanlemem i earrtrallicrao di
camaratBI aW dom modo o voiHdo da'oulroi
assentoufl aa deajln de 3 raeres, o governo qg
livesse 'ira-anisado daimilivaraenle ama companrna
para fazer o caminho do ferro A norte, se fizase
entilo a eslradc de Rac-Adao. Com este brebici-
cho se votoo Jepoii a proposta em sessAo publica,
couserr.indo-sdapias 18 dos signatarios firmes em
nao annuirem i esta clausula.
Realmente hdj|eploravel qua a pouca confianra
que merece o governo, a respetta dos contratos Je
caminho de ferro, d azoa sdMlarem-sc compe-
tencias entre a riaciu anliga ea Rtderna. O Tor-
io lera linio o fundamento para' sa nao liar na- pro-
messas ministeriaes, mas faria rriqftorse so nffereces-
se para lomar a empceza do efSbho de ferro al
Coimbra ao menos, no que dafHhna bofetada lem
uio nu minislerio, urna linio stsfiji ao parlamenlo,
e um exemplo brlhaute a to.lov^aiz.
N "incita cidade ha actaalmjH muilos capitaes
sem etnprego, e era agora- onnmo eusejo de s
aproveitar duplameote. Mas, Mo lenhor, em vez
disso, vilo apparecendode quaoddcm quando dona-
tivos de dias de (rabalht Has para a estrada,
mas para o camialms s ferro, nom uma estaca olTe-
recera. Muilo ponco-sl o nos dM a Creador.
Cumpre notar qaenisto leaHtidado niellida a
caveira de burradapolitica, e nBbso se te-^m posto
de parle aa conveniencias publeai. Jos Estevao
duer por fofea o caminho da Ierro, nao so porque
quem ama o progresso nao po le crer oulra cousa
gar ao fim.
A guerree as nacionalidades prejudicam por tanr
lo a obra da democracia e da revolucao, njfoeatabe-
leceremos pois a paz entre os puros declarando a
guerra a estes por aquelles, e mo he retsuMitando as
nncionalidades murtas para augmentar o numero
das nacionalidades vivas, que trabajaremos na rea-
hsar.lo dessa unidade poderosa, da qual lodas as na-
ees nao devem ser senao provincias da humanidade.
llamis facamos pelas nacionalidades o que lenho
dilo para a guerra. Nos nos lemos observado, obser-
veino-las. ,
Se'como se tem dito, as nacionalidades vencidas
eslao promptas para dar o passo da independencia,
que necessidade tem ellas, que Ihe demos o signal da
marcha I Porventura foi ootro povo e n3o o povo
inglez, qoe comecou sua primeira revolucao, que
quebrou o sceptro de Crios I, que den principio a
sesund.i revolncao, que collocou Guilherme de
Orange no throno de Jaques Stuart'! Nossos pais de
89 liverain necessidade que ontra narao da trra Ibes
bradasse : aErguci-vos, segm-nos'e regenerai o
mundo e a nos em 18." e em 1818, quem nos dis-
se: Eis-aqui onde estilo rnssas chagas e eii'-aqui o
/erro e o fogo com que os deveis curar %
Os povos que, para sahir de seu- somno e de suas
trovas, precisara da voz e do" brar > do eslrangeiro,
nao estilo anda prumplos para a.acjao, nem para a
[ Todo os'julgam vivos, ,e elles nao eslao senao
Ivanisadoi; lodos os jolzam cheios de forja e el-
les nao tem senao velleidades. Se carainln'm tro-
anl.nn-se lie para lomar a cahir
por momentos sna caddTaa, lie ,_
Cuitar outras mais pesa las. Ha mais dc'lrinta an-
nosqoe os exemplos superabundam.
Queris saber que sentido profundo e verdadeirS
fia nestas patarras Sapolitica universal: a A arvore
da liberdadonjo cria raizes, nem pioduz frtelos, se-
naooaale ella lem sido semeada, c n.lo em o lugar
^fidelransatantada? Olhai para es-
f que em nossas gudrrns revoluciona-
ria is saldados lem lirado de suas patraas lia-
ra pt ir na Italia. Que lempo tem durado elt.s ?
i,'ne iH saber cm que medida os poros, mesmo os
que se dizem mais dignos da libcrdade, ao capares
de raeeber^ (ralimento de leso* Olhai para a Hes-
panba ; artida hoolem nao ousa-va proclamar o pri-
meiro arlign do declogo ita humanidade: a liber-
da'de de conscieucia. (Ji-e poderia contra islo as in-
tervenees armadas de lodas as democracia* do mun-
do T Porventura temos a certeza de que no seio das
nacionalidades, coja ressnrreirilo se inlenla, nao le-
ramos de soffrer owep;0es ainda mais tristes".' .
Beixemos pois os morios enterrarem seos morios,
oceupemo-nos do que est vivo, do que caminha pa-
ra o futuro e nao do que desee para o passado. Ora
o que vive, o que caminha para o futuro, hoa uni-
dade humana, que vai ter a paz, ao amor, e an as
nacionalidades, que s perpetuara as rivalidades, os
odios e a guerra.
O que vive, o qoe caminha para o futuro, he a
sciencia que multiplica os elementos da paz e do
amor, pelo augmento e aperfeicoametito das deseo-
bertas, que servem ao mesmo lempo os inleresses da
prosperidade do homem e da sociedade, e nao a
scieocia que faz a fraqueza da guerra pelo augmento
e aperfeicoameiito mesmo dos artificios neutralisados
da guerra
O que vive, o que caminha para o futuro, he a
idea, lie o seu verbo : A imprensa abale os muros
da patria, disse Beranger ; sao todas essas maravi-
Ihas do vapor, que marcha, destroe ou transpoe to-
das as fronleiras, todas as montanhas ou todos os
rio ; da eleclricidade, que escreve e pe em commu-
nicacao instantnea todas as linguas e lodas as indi-
ligencias do mundo alravez dos paizescomo alravez
dos ocanos.
O que vive, o que caminha para o futuro, sao es-
tes inleresses da vida moral.e material, os quaes en-
cerrados e envolvidos ainda honlem em um patrio-,
tismo acanhado, inquieto e hostil, approximam-se
hoje sem se chocaren), e de todos os pontos do globo
vao ja uns ao encontr dos outros para se autiliarein
e ie confiiiidirem.
Eis-aqui quem podera, mais qoe os enlhusiasmos
da guerra, mais que as ressurraires das nacionali-
dades, impedir cada dia mais que o monstro do des-
potismo se alimente de povos,. de direitos e de liber-
dades. Eis-aqui o que confundir as naees sem as
esmagar : o que em lugar de arredar, approximari
esse futuro da democracia natural, que Chateau-
briand col|ocava alm de lodo o horizonte visivel.
Eis-aqui o que nos podera coodazir ao fim, sem nos
fazer atravessar essa decomposicao social, queja lem
empregado tantos seculos em fermentar os sous gr-
menes para produrJr um mundo novo.
Ceg, quem pao v caminhar esle trabalho neste
seculo, debaixo da pressao e com a complicidade dos
fados mesmos, que parecem dever interrumpe-lo !
Insensato, quem Ihe pozer obstculos. No estado em
que est o mundo, ser menos costoso impellir lodos
os povos juntos para a mu lade.humana, di) que ti-
rar para as /reconstituir a parte, algumas autono-
mas caneadas do meio das naees, que as lem ab-
sorvido.
He por sta razao que a Preste est com os revo-
lucionarios de principios contra os revolocionarios
de eipedieejjes ; esta pela paz contra a guerra, pelo
futuro coaira o passado, pela humaoidade contra as
nacionalidades.
( Preste. )
__ ; iaiam .a
r
i.
Ora come o parlido| setembrista, anda milito inve-
joso da inOuenpia que Jos Eslevo tem nos minis-
tros, armaram-llte este conflicto, queso o governo
uestes 3 Mezes nao arranja a companhia, os to Porto
levam a sua avante.
Oulra quesillo parlamenl.tr houve (ambem nesle
intcrvallo, que apezar de ler sido tratada em sessao
secreta, disculo-so nos jorqaes como se houvcr.i si-
do publica, fui a cessiloe nova demarca i; ,io las nos-
sas possessoes na quinta parle do mundo, as ilhas de
Sjlor.e Timor, elo.
Lembrar-se-ha de que em 1831, o governo dos
Paizes-Baixos propoz ao de Portugal a ccssu e troca
dos nossos teminos, dando-nos alm de algum lit-
toral (que de cerlo nao Ihes faiia conta ) que elles
all psssuem 200&900 florins (uns 86:000*(K) rs.)
Para esla negociacao, nomeou a conde de Thoraar,
que era enfi.i presidente, do cooseMio, o capilao do
mar e guerra J. J. Lopes de tima, que era entilo
depulado e redactor do Estandarte, n O homem
parti, fez a demarcsc-tOj-e-ni Ipgo dando pusse aos
llollandezes da fortaleza de Larentuca, recebendo
em signal ii:l,'0JjjU0, com os quaes pagoua (ropa e
aos empregados que estavam/em grande ai razo, c
fez alguna melhoramentos nadlterras qae nos tica-
vam. P".
Veio nesle cmenos a regefcraQ.lo, A Fontes de
Mallo, quo era entao ministro eja marinba, tanto que
Ihe chegou islo a noticia, denriltio Lopes de f.ima,
com infamia, e mandn que se recolhesie preso ao
reino, por ter excedido os poderes da commissao.
humana. Todos V
milias formaram t.
em nosso seculo
[rabean, de Mais-
Homboldt. Sainl-
,nfin, Cousin, Co-
cra ama s familia,
^. ..av.v .
Todas essas vozes poderosas qo
se tem chamado e se chamam Mi
tre, Chateaubriand, Ballanche,
Simn. I.amarliue, Emilio de G.
lins, Proudhon, todos lem rapono,w Ppi
o .lT"-?dM ""C,0n.i,,dad,S; ^ os ,, o, de lodos
o amor universal dos homens deve rceder o a esse
,oU.aanno0,Sm0 '"l0 i''' A rf-S-SVS
vilenla que, como diz I.amenais,iL, fa, f_
nao^cSa^'r'-^^P^-^
E como se rcalisar esse aniquil.n,.n|n k.
orpcSodasiiacoes? -lameoio, essa ao
Porvenlura ser pela violencia e L.i. connuisla
como no mundo romano, como no \XlL dc' "-
los Magno, como na formacao da naoiiV ", JX .
eeza.como na maior parle dos es.nd^t^Europa "!
c das nlelli-
communhao
co-
verbo^revelador das leisg cou.
Ou sera antes pela uniao dos corares
ttencias, cuja irradiaba! continua Taz ai
Ms ideas e a -olidario lude dos inleres-'
na quiz
sas
i.
Lama
lim
sympalhico da revolucao franceza em
patriotismo, para que no eitivesse nem
nliao da liugui, nem na eoramaDhio das "ooteiras.
esp
um estrello
CORIvnSPONDENGIAS DO DIARIO
1 DE PEBNAMBTJCO.
\ LISBOA.
\ 10 de julho.
O ministerio, quando menos esperara, leve um
abalo, senlio seusScalafrios, mas depressa convales-
ceu. Eii o caso. Concluida qoe foi a estrada de
Lisboa, comecou a c&Vrer a posta e a diligencia com
os passageiros, e entao l lisiara m os do Porto para que
ella se conlinuasse at a quella cidade. O governo
porem quera equer antes um camioho de ferro para
as provincias do norle, e litoha combinado islo, mas
oo com a maioiia. Entender,t-se nicamente com
Jos Estevao, Sampaio e pones mai-, o que sabido
por alguns mais briosos ou mais idiosos, em reven-
dida, assignaram e lizeram assignar uma proposta,
para a qual conseguirn) 63 aisigna1' -?s ; isto he,
quasi todos os deputados que conc i actual
cmara, pedindo a conltnuae.io da csti leo Por-
to. Ao mesmo lempo a associacan c al da-
Suella cidade, corpora^o poderosa | in-
uencia no dslriclo, dirigi tambera t n-
taean cmara pedindo a estrada or
raudo aberlamente que prefeririam
ferro, se nao fosse a desconfianza de
nao linha meios para o fazer tao cedo
do Porto, incluindo a ministerial, a
tenca i, e os jornaes de Lisboa, exce[
lo ii e da k Revolucao n igualmente.
Nestas circumslancias, o governo, '
negocio linha contra si a mnioria
havia astiguado a proposta, que fra
tor, o depulado Pinto 111' *
quesiao minil''-'
. iraloiicnrarcoao se vio qu
do foi goreroaqor ciril de Coimbra, embarcou para
i reino, e em pouco, das morrea: .0 governo por-
toguez petHpesplicaces ao hollanda,-c depois de
novas invesfjgaces conhoceo que o negocio nao era
cora effefo ruinoso, porqu*' nos iamos todos os dias
poniendo alguma porfo deTierritorio,*Vju por deso-
bediencia d6s indgenas mi per industria dosllollaa-
dezes. Nestes termos, o goterno apresenloo s cor-
les o tratado tal qual o linha negociado o conde de
Thoroar, e depois de ons pbucos de dias de sessao se-
creta a cmara dos depulados approvou-o.
Os jornaes levantaran) por esla decisilo uma gran-
de poiemica, dislinguiudo-iea Sarao,que eserereu.
A Imprenta e e> tambero aa poda ler. porque essa
de mais a mais dizia que a lutado feilo pelo seu
partidp era mao, que o ralo sanecionasse, depois de
ler este mesmo governo infamado 'cora demissao c
prisao o negociador. ,
Estava-se ja dtsculiudo oa cmara dos pares esle
assumpto, quando chegou a noticia (qfiem o julgara)
de que o parlamento hollando?, linha regeitado na
sessao de 20 do jnnho o tratado que o seu governo
havia solicitado do portuguez, c sobre o' qual .Inda-
va instando havia mais de 4 limos. O molivu desta
regeic.l.i inesperada foi porque no art. 10 do tratado
se garants ios Portuguezes que ficavam em territo-
rio hollandez.u livre erercicio do coito calholico ro-
mano, cousa que o paitido ultra-protestante nao
quiz tolerar. A' vista disto suspetuleu-se a disctis-
sao, e ficam as cousas como eslavafn,.atc melhor eh-
sijo, nao sei se para Portugal se para os Paizes-
Baixos. .
Cumpre nolar qoe estas aeaaas possessoes da Ocea-
nia, sao miseraveis, nao do nem para si. Sustenla-
mo-las somenle por gloria. Mesmo qo lempo etn
que linhamos all quarenta e cinco reinos tribua-
nos corda porlugueza, nunca nos servio de nada.
Segundo as ultimas eelalislicas.o territorio que pos-
suamos n'aquelle archipelngo tem timas 140 leguas
de superficie e 300 mil habitantes.
As corles foram j lerceira 'vez adiadas ate ao dia
H do corrate, e anda o sero mais uma, porque
ainda agora se comecou a discutir o ornamento, pos-
to qu ha de ir com presteza, porque o conde de
l'li'iinar j parti para as Caldas, e s o Ferrao dis-
cutir nestes objectos de fazenda por parte da op-
posiCiln. i
Da lei dos morgados eda do recrnlamenl lambem
se diz que Picar nesta legislatura resonando no ar-
chivo da cmara alta. Forte lastima 1
Chegou da India o visconde de Ourem, boa espa-
da, um tanto cabralista, e que como militar, dizem
quo he o nico que podo substituir o marechal Sal-
danha. E este, lano percebe este rumor publico,
que desde que o Ourem chegou, lem todas as lardes
passeado na baixa a cavallo, com todos os seus aju-
dnnles d'ordens e ordenanzas, .como para mostrar
que nao neeessila de coadjutor, nem que receia dei-
xar o lugar vago. O viseando d> Ourem por sua
parte, he amigo particular do duque ; esle f-lo par
do reino, dizia-se qu nao acteilava, mas assim qae
chegou appTestiluu 1bgTl"3*eu diploma, e lomuu as-
iento. Tres dias depois. of'rector do Banco, Au-
gusto Xavier da Silva, dea #m jantar ao visconde
em agradecimenlo de elle lef concorrido para a sua
eleirao de depulado por Coa, ao qual jantar assislio
oduqne, e brindaram-se mutuamente.
O duque lem ainda a ferida aborta, mas parece
estar siiu, como um pero. Ainda ha dias n'um jan-
lar que deu^marquez d Vallada por occaslao do
liaplismo dfeiim lilho, jantar a que assislio o cardeal
patriarsjra, o duque de Saldanha, foi um dos que
melhafcomeram e bebern).
novo governador da India, general Cezar de
Va.xjncellos, parle para o seu deslino para o mez
que")fjm, levando por secretario nao o redactor do
Arau\o, Ricardo Guimaraes, como se esperara, mas
o depulado por Evora J. Hcliodoro da Cunha Id va-
ra, collaborador do Panorama, homem que eslou-
rava se sahisse do parlamento sem arranjar um em-
prego, pois para isso e se fez eleger.
Trabalha-se activamente no caminho de ferro de
Santirem. A passagem das acones no Rio de Ja-
neiro, foi quem Ihe deu este impulso, porque com a
clausula de o lermuarera em outubro he que obti-
veramestesalvaterio. Afiirraa-se que no .lia da ac-
clamacao se abrir solemnemente o caminho de fer-
ro de Sacavam ate ao Carregado, que he onde corae-
ea a nova estrada de Coimbra.
Os tralialliaj do caminho de ferro do Karrei-
ro he qoe vao muito bem encaminhadns, e ligo de
de cerlo dar uma lirc.lu aos Inglczes do de Santarcm.
Tambem j passou nu cmara dos deputados a
concessao da empreza para o caminho de ferro de
Cintra, indo pela marsem do Tejo, do arsenal at
Itelem. Mas ainda esl por discutir nos pares. Que
cemiterie !
Chegou finalmente o embaixador hespanhol, D.
Patricio Escossora, o qual no seo discurso de
apresentacao sollou algumas palavrinhas ibricas
que n3o soaram bem aos ouvidns nacionaes.
S. M. o Sr. O. Pedro -V e seu augusto irm.io de-
vem a estas horas estar em aples ou em Turin,
ndos de Roma, onde chegarao vespera de,S. Pe-
lara assislir. grande fesla que nesse dja ha no
no. O acolhimento qoe Ihe tem sido feilo por
te nao pode ser mais honroso para a sua
tra a nossa patria. A. corle aluda nao
Ira. .Naturalmente espera o encerra-
>>aras.
'lio negociante de clin, Bessooe, com
tica, deixou herdeiro da soa gr n-
brioho do mesmo nome, e aos po-
bres do asylo 300 conlos em cautelas das obras pu-
blicas que nao valem hnji nem 5 conlos.
Ambos os thealros magnos, o de S. Carlos e de
D. Mara II ss eslao restaurando para as feslas da
acetnmarilo. Os actores lambem estudam papis
iioros para esse dia. Outros actores, al mesmo dos
que j lera sido pateados na aicena poltica, s eslao
tambem ensaiando para representar no grande dra-
ma do novo reinado.
Dos no* guie.
P. S. O negocio doonsul est na misma, j foi a
cotiselhe de ministros mas nada se decidi.
Anda nao lenho em meu poder os extractos do
parecer do procurador da corda qoe na minlia anle-
lanto Ihe prttmetli. Espera manda-Ios pelo va
por de 14 do eorrenle. A raspeada ha de amargar
ao cnsul, nao obstante o qae levianamenle dis-
se Sr. Jervis u'uma das ultimas sesscs dos depu-
lade*.
' iiaeai
INTERIOR.
* LISBOA
10'de julho.
Encelamos esla com os tristes successos da naca.i
retaba, e se a nobre Hcspanha no meio das suas
faltas ni i-ira sempre a grandeza dos seus heroicos
nslinclos, he pena que nao lenha no govenvio ho-
mens rapazes de a dirigir, fomentando essa regene-
rar*) de que tanto necessita, e para a.qual lem ver-
tido ros de sangue ; concltiiudo por urna vez cora
essas mal aventuradas disseuees que a lem desvia-
do do verdadeiro caminho da prosperidade, e em-
lim, por termo a essa carnicera indigna d'um povo
culto.
A insurreir.o carlista,- ligitimistn, ou como Ihe
queiram chamar nao foi avante ; as partidas faceip-
sas dispersaran) vista da energa imponente que to-
maran) as autoridades da actual invernaran. A po-
lica franceza pela parle que Ihe toca pao desenvol-
veu menos energa na frouteira respectiva. Pode-se
allirmar que est apasiguadi, pacificada (alvez nao.
O paiz tem soOrido moito, o neste rvbolicn guerri-
Iheiro ainda mal suffocado, que desgranas nao acon-
tecer m I quanlo sangue ralo corren .Vio basta'ler
posto cobra a aquelle motim sanguinolento ;. o ver-
dadeiro meio de firmar a tranquillidade, uslefTima
paz fecunda, o meio eflicaz e tnico he a sabedaria
da adiniuisiracili). He exactamente o que falla a al-
tiva e pundonorosa monarchia hespanhola; e he pre-
cisamente nesle ponto em que queremos locar para
sati.fa/.er a ndole desta nossa -correspondencia.
Sabe da mudanza ministerial que leve lugar lti-
mamente, nao aponamos nanlium dos novos minis-
tros por pouco mohecidos o de ncilium merilo, e
at eollocados Incompetentemente. O da fazenda,
por exemplo, pasta a mais delicada pelo deploravel
estado do Ihesouro, e cujas extravos e medidas in-
consideradas (aire/, prorooassem a ranelliao suplan-
tada, he o Sr. Bruil,homem de arosso cabdal e ban-
queiro estabelecido em Sarago^a, sem qualiada ne
nhuma que o recommende para resolver a melin-
drosa questn de finanras.que tem abarbado (ojosos
gabinetes hespanhoes nesta qoadra cirSmilosa. 'Nao
basta sor abastado e governar-se bem na sua casa
para gerir os liaveres da /asa publica demandam-
se dons especiaes sem os quaes he intil a boa von-
(ade e fallan) todas as fadigas ; ora, na casa publica
hespanhola anda todo, que he um louvar a Dos.
No enliiitla o Sr. Bruil ji aprc competentes o seu projeclo fiuanceiro. A rommiss.ln
nao concorda com o plano do ministro, e varios de-
putados tem aprcsenlado alvlre com o Cm tiVmo-
fi i tirar, ou at Iraca-lo sobre bases novas ; seja cont
fr, as vistas deste cavalleiro nlo salisfazem a raaio-
ria; e no proprio tiuque de Vicloria enconlrou oppo-
sieo no imposto de porlageos, que linha cabido
com a revolucao dejulho,.e cuja iiicouveiiiencia cm
ila-lo djermvo ha palete. Os dbalas atiAo
;eTlos, e segundo dizem o presidente do conselho
fez quesillo ministerial quando se avenlou a lem-
branea da demissao do seu- collega da fazenda., A"
organisaco das financas desla desgrarada naci he .""""exada esla cidade da provincia de S.
o era por muilo lempo o escolhu onde naufragarao "ada a do Itio de Janeiro. A' com
lodos os gabinetes.
abertura com o drama do Sr. Casces*A inaugura-
ra" da estatua equestre.
Os reaes viajantes depois de terem visitado a corle
de Franca onde receberam teslcmunhos de alia es-
tima llevlos nao so a alta ralhegoria dos seus des-
tinos, mas tambem a esmerada educarlo que teem
receblo, partirn) para o l'iemonte, e de l irao a
Roirth, j li estarn prorarelmonle.
Os trabalhos para a riaeo frrea uestes dias lem
tomado rigor,ler.uiloaise uma queitao enlre o Com-
mercio do Porto, e o depmado Jos Estevao sobre
o frreo carril daquella cidade para! Cokpbra opi-
nando aquello contra este memoro da cafeara. 9
jornal orgilo da associacio commercial
cidado do Kataa declara-so asAtra <
ferro e d as sitas razos, o depulado pelo contrario
he a favor. Neste negocio anda o seo qui pro quo.
A cesscao de Yolor eTimor aos llollandezes he ma-
teria de que nos oceuparemos mais era particular.
Esla annunciada a chegada do vapor brasileiro Pa-
ran. Temos por tanto vehicolos para nossa corres-
pondencia. Fallaremos.
Ali Bocha.
. principalmente quando a marcha
delles fr tao equivoca, incxplicavel como o vigen-
te ; e recorrem a medidas cuja injuslica remita. O
poro hespanhol I um dos que paga mais Iribulos, e
o modo dos cobrar nao he dos mais ra/oaveis ;
qualquer imprudencia pode dar lugar a nova des-
orden*. No estado melindroso em que se acham os
negocios toda a conveniencia e discricao he pouca.
Veromos o'que Iraz o.lempo.w
A oulra pasta de summa importancia he a dos es-
(rangeiros, qoe os Hespanhoes designam por pasta
de estado ; o actual ministro della he o Sr. /.abala.
ufficial general de'cavallaria, conhecdo pela sua fir-
meza no -partido progressista, excellente qualidade
na verdade e mu lourarel ;' mas que por si s de
nada val para resolver e agenciar as intrincadas
questes da repartidlo que lem a seu cargo. A Hes-
panha lula com negocios mui graves no eslrangeiro,
a mais Jigeira imprevisao Irar-lhe ha complicarnos
bem prejudiciaes. A filia de Cuba que lanos cui-
dados Ihe tem dado c ha de Ihe dar vista da pr-
fida cubica dos Norte-Americanos, e_o procedimento
inferi e fnllaz daquelle governo, r'equer luto e fi-
nura nao vulgar para canter as provocac,es insolen-
tes daquelle povo pouco escrupuloso em meios, o
que faz furor em altenlar contra a dignidade casle-
Ihana. Com a corle pontificia nao estaojtm melhor
estado ai retacees, ou para melhor dizer, sao mais
perigosas ainda pelas consequencias. Ora, a espada
" bala ha de embolar necessariamente na solaina
ia.
los ltimos dias de Junho*rotorra cmara a base
final obre que deve assenlar a nova constitualo, e
quando menos ie esperava, foi o duque ler cem a
soberana participar-lhe o evenlo solicitando junta-
mente a sua exonerarlo da presidencia do consellto
allegando fulla, de saude ; passo qu ja linha dado
por occasiao das cortes reunidas, com o mesmo pre-
texto, flaay-*
Apenas a rainlia ouvio a resolurilo do duque in-
quielou-sc, moslrautlo a pouca von.tade que linha
de annuir a pelijao do seu ministro ; retiraodo-se
esle firme no saaTpresuposlo ; Isabel II entao man-
dando chamar ministro da guerra manifeslou-lhe
o vivo desejo de que Espartero conlinuasse a frente
dea negocios. O'Donoel em consequencia foi di-
rectamente fallar ao collega e camarada, conseguin-
do por suas instancias a que ficasse oo gabinete con-
fortnando-se com a vuntade de sua seberana.
Corramos um veo sobre qa faldamentos que lem
(ido lugar em varios pontos da sublevoslo carlista,
para mitigar lao tristes lembrancas, digamos com
satisfaeao, que os sargentos sentenciados a pena
ultima em Madrid pelo conselho de guerra," em vir-
tude da implicancia dos mesmos na revolla legiti-
mista foram perdoados*
O ministro inglez endererou ao Ihrono um me-
morial redigido com loda a conveniencia para qoe
S.|M. usasse da sua real clemencia perdoando aquel-
les infelices desvairados. Este procedimento lao di-
gno do residente inglez foi alteodido, os jornaes
tambera parliciparam desle sentimeoto generoso,
as seohoras rivalisaram em meigas supplicas, e a
estes passos de generosidade deve a Hespaoha nao
presenciar mais algumas scenas lutuosas, nao s em
Madrid, mas at as provincias, pois que de loda
ella choviam rogos e pedidos a favor dos desgranados
qoe se amotinaran). De cerlo be mais um grau de
adiantamento, porque em pocas passadas nvis ler-
rivel seria o espectculo, nem aiiencao nenhuma se
prestara a quem indicasse o indulto como mais pro-
lirio. .
A rainh.i Isabel vollou de Aranjuez por casos de
cholera all acontecidos, mesmo na sua real casa, e
agora vai para o Escorial que se est preparando
para a receher.
As novidadesdo Poitugal lmilam-se a quotidiana
poeimica dos jornaes, e no furor da aggressan vem
a balita Tactos de bem torpe exposicao, e em lingua-
fem pooco decorosa. A lamenlavel situarlo da Ma-
deira lem tocado a loda gente, e uma commissao
instalada por solicilude da redace.lo do Portuguez
tem conseguido alguns soccorros para seus iofelizes
habitantes, de pessoas bemfazejas, deve a mesma
dous lioiiilicios. um emS. Carlos e outro em D.
Mara II, que foram mui coucorridos com caritati-
va intentan, inclusive S. Exc. o marechil duque de
Saldanha-
leve lugar uma reuniao de capitalistas e mais
pessoas de ron.iderac.no na hospedara Braganca,
com o intuito de accordarem a um projeclo de ban-
co rural ; excellente lem branca na verdade se for a
elfeilo.
A agricultura do paiz lucra muito com tal insti-
luicao ; ea molestia das rinhas que este anno lem
propagado cora violencia de cerlo ha de crear ero-
baracos nos paizes viithalerns,que o estabelecimenlo
indicado poden lalvez aliviar.
O Iheatro de I). Maria II, est fechado ( ou mais
claro) a companhia suspendeu os espectculos ; pois
vai se proceder as obras para reparar deffeilos da
ciinsir.il cao primitiva ; medida que se deu ao zelo
do novo commissario regio. Entretanto] os artistas
precedendo venia do mesmo, foram dar ama repre-
sentarlo em S. Fernando, em beneficio do actor
francez Dumenil, o qualacha-se enfermo e necesi-
tado.
Fencionam ler prompto o. de D.4aria II mu
festai de coroaco do aovo rei, ioigqrando-se a'
RIO SE JANEIRO.
CAH1AR& OOS SRS. DEPUTADOS-
Da 14 da Jnnho de 1853.
I.eem-so e approvam-seas acias'de 12e 13 do eor-
renle. O Sr. primeira secretario d tonta do se-
gunde expediente :
Um oflicib do Sr. ministro do imperio, remellen-
do o Ycquermiento que o subdito portuguez Domin-
gos Monlero Ribeiro Alvarenga dirige assembla
legislativa, pedindo dispensa do lempo que the fal-
la para poder oblcr carta de naturalisacio de cida-
dao brasileiro.A' commissao de eonstituicJIo e po-
deres.
Dous do Sr. ministro da fazenda, enviando con-
sullas da secc/io de fazenda do consellto de estado,re-
lativamenle disposcau de varias leis das provin-
cias do Maranhao, Rio Grande de Noria, Coyaz e
Par.A* commissao do aasemblca| provinciaes.
Do mesmo Sr. ministro, enriando o m-ippa n, 559
das operaees de preparo, aasignatura e lubslituicao
do papel inoeda oa corte e municipio do Ro de Ja-
neiro, a cargo da ca xa do amorlisneao desde 24 de
dezembro de 1835 at 31 de maio p. p.V 1 com-
missao de orcamenlo.'
Do mesmo Sr. ministro, remetiendo a'consulta do
conselho de Estado acompanhada de copias autlicn-
licas de loda a correspondencia havida sobre a que-
bra da casa de Deane Youle e C, e outros documen-
to, que vorsilo sobre a questaose a fazenda nacio-
nal, em vista da legislacilo em vigor, gozi de prrfe-
Tencia sobre os oulros credores da dila casa, ou se
lem, com elles, de enlrar no raleio que ella lizer.
A' commissao da fazenda.
Do Sr. 1 secretario do senado, enriando aa emen-
das feiliis e approvadas pelo senado proposicao
desla cmara concodendo loteras a Sania Casa da
Misericordia, cxpo-los e hospital dos lasuros da ci-
dade de Cuyalia, bem conrts seguinlcs rroposicaas:
l'.^anlorisando a irraandade de Nossa Stihora do
Rosara da cidade do Desterro; capital d.t provincia
de Santa Chalarina, a pisuirens de raiz at a va-
lor de8j0003;*, autorisando aogoverno'para pas-
sar carta de cidadilo brasileiro ao l)r. Cesar l'ersiani;
3. linalmcnte. concedendo licenca por 14 mxes,
com tudosFbs seus vencimenlos, ao Dr. Antonio Po-
lycarpo Cabra I, lente cathedralicn de clnica medica
da faculdade de medicina da Babia, para ir En-
ropa tratar do sua saude.Vidas emendas e as re-
solttcaa a'imprimir para eaaaaa> ua* ardem dos aira-
ba Ib os.
l.'ma represenlacao da cmara raunicpil da cida-
de do Barranal, provincia de S. Pauto, pedind
L-se, apoia-se, entra em discoasSo c sem debate
he approvado, e segoinle requenmento :
Se pastar algum dos artigo) addilivos ao pro-
jeclo n, 7 de 1855, requeiro que seja ella remettido
para o senado em resolucao separada.S. a R.A.
de Olitcira. n
SEGUNDA PARTE DA OrfDEM DO DIA.
Fixacao das forras de mar.
Entra era 2" discusso o art, 1 do seguiole pro-
jeclo :
a A assembla geral leaislaliva decreta : '
a Art. 1. A torca naval para o anno fiuanceiro
de 1K56 a 1857 constar :
da segundar eatninh da Jas, que toe precita emtMrcas. eauforme a lotarjto
dos navios, e aslado-maior d(Kvisoes navaes.
2." Emcircumslancir ordinarias, de tres mil
pracas de marinhagem c de pretdos corpos de ma-
rinba, embarcadas om navios armados e transpor-
tes : e de cinco mil em circumslancias extraordi-
narias.
Art. 2. O- governo contina aulorisado para
completar o corpo de impenaes marinheiros, o ba-
talhao naval e a companliia de imperiaes marinhei-
ros da provincia de Matto-Grosso, conforme os res-
pectivos regulameiitoe
Art. 3. A torr;a cima mencionada ser pre-
enertida pelos meios aotorisados no arl. 4o da lei n.
613 de 21 de agosto de 1851.
r,es em contrario.
O Sr. Sagao Lobato se oppoe ao projeclo porque
en leude que o ministerio lera poucos dias de vida.
Assim propoo o adiamento por oilo dias, como lem-
po bastaole para que o minislerio, meditando nobre
as graves qursloes que preoccu'pam o paiz, ven ha
ao corpo legislativo, e manifesla o que he, o quo
ser.
L-se, e sendo apoiado. enlra em discoisJo o ae-
guiole reqoerimento :
Propunho o adiamento da lei de fiacao das for-
jas de mar por olo dias.Sayuo Lobato.
O Sr. ParanAo.* i'ministro'da marinha) responde ao
orador precedente,e concluc votando catira adia-
mento.
O Sr. Ferraz sustenta o adffmento smente por
que ctilende que he urna condic,.lo.pura que o mi-
nisterio se explique com franqueza peranle o paiz.
O Sr. Paula Candido combaleo adiamento por-
que o j jlga inconveniente.
O .Sr, .Vebio concorda em que seja qoal foro es-
lado das cousas e a sorte do ministerio, a camera
lem" de ruar afarga publica >; mas quando nem os
proprios amigos desse ministerio sabem a poaicao
em que se acham nesle recinto, a cmara nao pode,
em sua opinlo, com vantagem do paiz, encelar ama
discusaio tao importante.
Posto que o Sr. ministro da marinha assagure a
vida prsenle e futura do gobinele e a sua harmo-
na, nao (em s por isso o direito de exigir am voto
Pao

commissao de
eslatislica.
Um requcrimenlo da mesa da lirmandatle do San-
lUsiino Sacramento da matriz da freguezia da Boa-
Vista da capital da provincia de Pernamboco, pe-
dindo a concessao de uma lotera para a obra da ree-
dilicaeilo da frente de sua matriz.A' commissao da
fazenda.
De Julio Rraconol, natural de Franca, pedindo
dispensa na lei para poder naluralisar-se cidadilo
brasileiro.A' commissao de constituidlo c poderes.
De Adao Jos da Silva, Pedro Caetann Mar lins,
Firmino Dias Leal, Jos Femandei de Carvalho J-
nior. Pedro de Mello Souza e Menczes,F'ructuoso da
Silva, Alexan'dre Pires da Silveira, Rodrigo de Vas-
concellos Parada >Soui3, Jos Deolindo Pyrro, Al-
bino Jos Pinheiro, Joao Carlas Augusto Ferreira,
Joo Jos Pacheco, Claodino Joseae Souza Menezes,
Jos de Oliretra Borges, Manoel Antonio Ribeiro,
Paulo Jfc MuneJIo, Domingos Alves Ribeiro Ju-
nior, Jos Antonio de Meneze flrasil. I.nif. Ferret-
ra da Cosa, Miguel Eustaquio Fernandos Alvares,
Manoel Carlos Frederico da Coala e Ahlenla, ede
Joaquim Jos de Souza ,l.as]ro,^Windu o lugar de
continuo deta cmara ; e de Ricardo Jos de Aran-
jo pedindo, ou o lugar de ajudante de porlero, ou
de guarda das galeras desla cmara.A' mesa.
He julgadn obje^i de delbcrac^o e vai a impri-
mir pra enlrar na%rdem dos trabalhos o segunle
projeclo:
nou os requerimentos seguimos :
!. De Joao Jos Prosper,Philigrel,subilito fran-
cez, residente nesta corle ha 28 anoos, .casado, pai
de tele Brasileiros, agente de'leiloes.
i." De Guilherme rhillpp-, subdito brilauico,
casado, pai de um Brasileiro, residente nesta corte
ha dez auno--, corretor de navios.
o 3. De Manoel Ignacio Machado, inbdito por-
tuguez, residente ha mais de dezeses annos na ca-
pital da provincia do Maranhao, onde serve de fei-
lor das obras do dique, pai de tres Brasileiros.
4., finalmente de Filippe llippolylo Ach, sub-
dito francez, esludanledo 3 anno da academia mi-
litar desta corte.
E achandoque os pretendentes mostram-se pe-
tos documentos que juntaram, habilitados para me-
/ecerem do corpo legislativo o mesmo favor que lem
sido prodigalisado a outros muilos, pois quo .alem de
tonga residencia qae lodos elles lem lido no imperio,
desuns iiccupaces honestas e industriosas, sao os
tres primaras pais legtimos de cidadaos brasileiros,
emenden deuusliea dever deferir-Ibes ofierecendo o
seguinte prTeclo de resolurilo : ,
ii A assembla geral legislativa resolve :
a Artigo nico. O governo he aulorisado a man-
dar passar cartai de cidadaos brasileiros a Joao Jos
sobre a luajao de tortas dentar ou oulra ornan fes la-
clo da cmara.
O que compre ao governo he tranquillisar o paiz
sobre o futuro, dealarando franca e lealmenle, ana
posirao, suas vistas sobre as relaces internas o ex-
ternas.
S ajara) podera iuspirar aaimo e confianra *a ob-
,ter da cmara um voto sincero*ha materia de qae ie
trata,
Essa declarac.lo porm ainda nao se ouvio, lian-
do especialmente a respeito dos negocios do Para-
guay, depois dos ltimos aconlecimentos, se torna-
va ella indispenaavcl.
Pode o governo ler era mente novos sacrificios,
pode mesmo entender que as njBsas circumslancias
nao sao ordinarias, e em lal caso nada mais justo do
que o ad-amento de um projeclo ISo importante,
para que depois de orna franca e sincera declararlo
obre as viatai futura do mesmo governo, ao eeasva
hojease ai ha, ou modificado rio sentido das diver-
sas indic.ifes que lem corrido, possa .sahir da c-
mara um voto de confianza e de adhaso.
Por es .as considerares nao pode negar o seu vo-
to ao udiamenlo proposlo.
Jolgadi discutido o requerimenlo, he rejeilado,
e cnnlimS a discussilo da^maleria principal.
O Sr. Figucira de Mello pronuncia um lonco
discurso, em que defende o governo das acensarles
que lite lizeram alguns depulados* da opposfcao,
quando so discuti a resposta falla do Ihrono e a
lei da lit; icio de forc-m de Ierra. Enlende qoe sao
contradictorios nos seus principios, a nao pode por-
tanlo'dizcr que elles representara, o paiz.
Fica a discussao adiada pela hora, e Iivanla-se a
sessjo.
No dia 15 nao honve sessao.
Prosper Philigrel e a Filippe Hippolyto Ach, sub-
ditos francezes ; a Guilherme Philipps, subdito bri-
tnico, residente nesla cidade ; e u Manoel Igna-
cio Machado, subdito portuguez, residente na capi-
tal da provincia do Maranhao; (cando em favor del-
les dispensadas as dispostc,es em contrario.
a Paco da cmara dos depulados, l de junho de
1855. D. Teixeira de Macedo. Ftquiira de
Mello.
L-se he approvada a redace.lo do projeclo que ap-
prova a aposentadora concedida ao bacharel Fran-
cisco Antonio Ribeiro.
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Privilegio associacio Aergipense.
Procede-te a volacao do projeclo n. 8 deste anno,
que approva o privilegio e o subsidio de 12:0009
annuaes concedidos A-.socinr.io Sergpense para a
creajao do servico de reboque as difieren les bar-
ras de Sergipe, cuja discussao licara encerrada na
ultima sessao. He approvado.
Matriculas de estudantes.
Contina a discussao dos artigos addilivos autori-
sando o governo a mandar matricular em diversos
annos da escola de medicina a varios estudantes.
O Sr. Paula Candido reqaer liceuja cmara
para retirar o seu artigo auditivo, no que a cmara
contente. ,
OSr. Dutra llor.ha combate ors artigos addilivos,
porque enlende que por principio neohom deve ser
concedida sementante dispensa, e manda mesa um
requerimenlo de adiamento para que todos os artigos
additivos sejam remeltidos commissao de instruc-
can publica para dar sobre ellos o seu parecer.
Val mesa, l-se, apoia-se, enlra em discussao e
sem debate he approvado o seguinte requerimenlo :
Requeiro que vao commissao de inslruic,,lu
publica* os arligft additivos sobre os quaes nao ha
parecer da commissao.S. a R.Dutra /locha.
O Sr. Presidente declara que sao remedidos
commissao de inslruccao publica todos os artigos ad-
dilivos, excepto o dSr. Brando, visto como lie um sados ; e no artigo segunle declarados e
menteos nicos exceptuados, dizhdo sao exclui-
projeclo da commisalo de iii-truceo publica.
Contina pois a discussao do artigo additivo do
Sr Rrandlo, autorisando o governo a mandar ma-
tricular uo 6 anuo da escola de medicina da Baha o
estodanle Bernardo Jos Alton so. o qual he sem de-
bate approvado por46 votos contra II.
lie o projeclo adoptado com o artigo addiliva e
remettido i commissao de redaccao.
(I segunle artigo tambem he remettido .'ura-
missio :
< Igual faculdade se declare competir aoeatudan-
le Joaquim Alves Ferreira, approvado no 1 anuo
de phirmaria.-S. a R./i"ran/a Jorge.
12 dejulho.
Foi prsenle ao senado, na sessilo de 9 do eorren-
le, o parecer das commisses reunidas de comtilui-
C-ao e legislarlo sobre o projeclo relativo eleirao
por crculos, .e incompatibilidades, juntamente com
doos votos em separado, ur%do Sr. Meudes dos San-
tos, e oulro dos Srs. Pntenla Bueno e visconde de
Sapucahy.
Em seguida publicamos ses trabalhos impor-
tantes.
Parecer.
As commisses reunidas d conslluii;ao e legiila-
Cao, tendo de interpor o seu parecer sobre o pojec-
lo de lei H de 1848, qae altera essencialmente a
le de elei;oes de 19 de agosto de 1846; e devendo
para esse fim conidera-lo com as emendas appro-
vadas em :'..' discussao, entendern) que para maior
clareza era necessario antes de'ludo redigir o pso-
jeclo conforme o vencido.
Assim se fez ; vai abaixo transcripto, e be o qae
servio de base aos trabalhos das commisses, por is-
f* a elle se referem s observafes e ilajes de pa-
ragraphos que se enconlram nesle parecer.
. Doas sao as ideas capitaes desse projeclo : in-
compalihilidade, e eleirjto por circuios. Enlende-
ram as comroissOes que, como quesiaojprelimiuar
Ihes cumpria examinar ia essas ideas sio admissi-
veis sem reforma da constiluicSo decretada em coo-
formidade dos arls. 174 e Kguintes. E comecando
pelas incoir palihilidales, chegaram c.nnvccao de
que nao era pussivel sustentar a aflirmaliva. -
11 arl. 174 diz : a Se pasudos qualrp anoos de-
e pois de jurada a constilucao se reoonhecer que
algum de seus artigos merece reforma, ie far a,
a proposicao por oscriplo, ele.
Os arli. t75, 176 e 177 eslabelecem o proceuo por
que deve passar esta proposicao para se fazer t a
mudanca ou addirdo. a (Arl. 177.)
O arl. 178 diz : a Ufe s constitucional o que diz
respeito aos direitos polticos... des cidadaos; todo
o que oao he constitucional pode ter alterado sem
ai formalidades referidas pelas legislaturas ordi-
narias. *
Ora, qoe o direito de eleger e ser eleito he direi-
to poltico, ainda tomando-se esta palavra no sea
mais restricto sentido, iiiuguem o oegara. .Logo o
que disser respeito a esse direito nao pode ser al-
terado sem as formalidades proscriptas pelos arls.
174 eeguintes.
E nole-se, a a I lera rao, he quasi tomada em o sen-
tido mais lato; pois basta addicionar ao que existe,
anda mesmo conservando-o, para se tornaren) in-
dspensaveis essas formalidades.* (Art. 177, as pa-
lavras titeo que. se veucer prevalecer para a rau-
dan;a ou addirSo a lei fundamental, a)
Coherentemente com esla doutrina, o art. 97 dei-
ia apenas lei regulamenlar o marcar o o modo
pratico das cleicoes e o nomero dos deputados. b
Quanlo aos direitos de votar e ser votado, a cons-
liluicao levou seo providente escrpulo ao ponto de
julgar necessario no art. 92 declarar excluidos de
votar e ser votados os menores e filhos familia, o no
arl. 31 que nio se pude ser ao mesmo lempo mem-
bro de ambos as cmaras, a
E islo porque tendo a constituidlo deixado ao po-
der legislativo apeoas a faculdade de marcar o mo-
do pratico e o nomero dos deputados, nao quiz
que cidadilo brasileiro algum podesse ser priva-
do dos direitos do eleirjto activa ou passiva por lei
ordinaria, nem snesmo a pretexto de applicar os
principios geraes de directo. Em materia tito im-
portante ella quiz que as exclosoes fessem fundadas
em dispnsiran expressa da lei fundamental.
Apeoas vemos a constituirlo consagrar om capi-
tulo (o 6.) especial e nicamente as eleices, a ahi
declarar quo serao e indirectas elegendo a massa
dos cidadaos aclivos em asserabioas parochiaea os
eleitores de provincia, e astea os representantes da
.naciln e provincias. (Art. 90.)
Vemos no irl. !)l que lensVoto nestas eleiroaa
primarias os cidadaos brasileiros que esto no gozo
de seus direlos polilicoa, e os ealrangeiros nalura-
dos de-volar nas nssembleas parochiaes : l.o, o
ores ; 2.. o> filhos faajaWajajftaa. ^ criados ; l.o,
os religiosos; 5., os quea* Uverem a renaado
1008.
Ora, se algum so lembftJi cfonor algnm
oulra excepta... nao ira alterar o que diz respailo
a direitos polilieos'! A resposta nao pode ser duvi-
doso.


O arl. 94 di;-. : aPodem ser elelores.. Jodoiosque
"Ti. Uxeeptuam-
2.', os libertos
podem votar na assembla parochia. xeeptuam-
*e: l., o% que nao liverem renda
3., os pconanciados.


^
DIARIO DE PERMRBUCO SEXTA FEIRJ. 27 OE JLHO Dt 1855
r*.
i-
i .

i
Sealguem se lembrasse de addtdunar ale urna un-
ir exceptu nao ira alie ir o que diz respailo a
direilos poiilicos T De cerlo que sim.
Poit bem ; o art. 95 diz: i Todo os que podem
aer aleilore 3o habis para ser uomeados depula-
dos. Excepluam-se : 1., os que nao tiverem 4009
de reuda liquida | i.", os nstraugeiros nituralisa-
dos ; 3., os que no pruCowarem t telglao do es-
tado.
He pois (vidente que, l nao ser alterado este ar-
tigo, todo o cidadao que puder ser eleitor, que live
4009,de renda, que nao for nalurelisado,
Iholico rornioo, pode ser deputado.
E tanto issm o entenda u conslUitplo, que leu-
do dito no irl. 74 que as id njnfiln- membros dos
ccmselhus soraes de pro"*! (hoje assemblas pro-
vineiaesj fossemi Win ua mesma occasi.lo e da
ineaW'jJiKi'ien^qup... a don representantes da na-
C3o, y^fe"lT3iccessano diier noert. 79 o seguale ;
i podem ser eleilos para membros do i unsellio
_ral 8 presidenta da provincia, o secretario e o
comniaudanle das armas, o
Ora, se a respeilo dos consellios geraes de provin-
cia, que no lera a mporlaneia da assembla geral,
a constiluicao lias deixou as leis ordinarias marcar
as incompatibilidades ; te u'. a do presideute da
provincia, qae o simples bom isnso pareca demons-
trar, a constituirn uo julgo i dispensa vel o ecretar
eipressamento, como sustentar que deixasie as leis
ordinarias crear incompatibilidades para a eleicao
dos membros da assembla gtral legislativa 1 Te-
lo contrario,^) que a constilu i;.1o quer he i| le-todo
o cidadao cora os requisitos do art. 95 possa ser elei-
. to por lodo, os districtos eleitoraes sem exceprao,
porque cm seus providentes escrpulos pela exten-
o dos direilos eleiloraes, a eonstitucio aorescen-
tot, logo depois desse art. 91!, que diz o Os cida-
daos brasllei-o* ero qualqner parle que exislam silo
legiveis era cada dislriclo eleitor! para depulados
ou senadores, anda) quando residentes ou domiciliados. '
Loga, se aquella que lem os 4009 Dio he nalural-
do, c calholico romano, riexir.de ser elegivel por
um (Jistricto eleiloral, anda c| e o seja por lulos os
uniros, he evidente, qae soflren urna diininiii ;3u nos
direilos polticos qae a cons luirn axpressameole
consagra nos arts. 95 e 96 mas qualquer mudanza
ou addirso (art. 17V que diga reapeilo a direilos
pelilicos (art. 17S), M constitucional, e nao pode
aer alterada sem as fortnalid.idas requeridas pelos
arts. 174 segoinlea ; logo u na legislatura ordina-
ria nilo o pode determinar, lito parece evidente.
Dz-se : O arl. 96 lnha por fun declarar que
a elegibilidade nlo depende do uasciueuto, residen-
cia, ou domicilio. *
fio duvidam as commisses que esta seja i rano
por que se j jlgou necessario exarar expressamenle
essa idea no f rt. 96, mas era por itso delxa lie de
mostrar que i. coostiluicjro qui que a elegibilidade
do cidadaobrasileiro aejarhairiiiil, e sem a menor
limitaego ou oxcliisao'de'dislriilos eleitoraes.
A conslitoicao fo Ido carril ilusa o ligou lana fm-
portancia aos direilos politicis, que slahelcceiyis
casos em que elles se perdem, e at rnesmo aquel-
es em que apenas se suspndela. (Arls. 7 e 8.)
Ite todas islas coruideracOesconclue-se que de-
clarar iuelegiveis pelo simple, faci de exercerem
este ou aquel e emprego, esln ou aquella profisslo,
qoaesquer cidadaos brasileiros calholicos romanos,
nao naturalisados, cota a renda legal, e as quallda-
des requeridas para eleitor, i pode ser feiCo por
meio de reforma constiiucioualnentedcrrctad;, vis-
to que urna lal disposicao cerceta nlo sos direilos
de eleirao passita desses cjic'aos excluidos, como
taro bem os de eleicao activa Be lodos os eleitores, aos
quaes a conslituijaq cooferio o direilo de escolher
livre os repreientanles' da nacilii d'entre lodos os ci-
dadaos que liiMali essas habililacOex sem a meno-
limitacao, ou excearo, e pelo contrario corn a exr
presta declaradlo de podercm ser eleilos em qual-
quer .parte qae existam, anda que ah nao tejam
naseidos, resilientes ou domicUiidos n (Arl.' 96.)
* O expedanle de os excluir de receber votos nao
de lodos osccllegios eleiloraes. mas s de alguns,
ero nada altera o estado da queiiao ; ha sempre urna
diminuirn om direilos polillo' dos volantes e dos
votaodos ; ora, essa diminuirn s pode ser decreta-
da por lei constitucional que passe pelos tramites
dos arts. 184 s seguiotes. *
Nao he igualmente admissvel a idea de estaoele-
eer essa excluido como cuinlii;}o impola anlis da
aceitarlo do emprego ou prr'fssao. Dando, sem
conoeder, qae a renuncia voluntaria deste? direilos,
qae alias jo ligam a moilo graves deveres, se.aaV
missivel efa humens que continu a gozar d'w fo-
ros de eldado, e ale a e\er-ef fonefes publica
'inporlaiils,anda assim restalla a justificar a limi-
Iho imposta sos volantes e elui Ares.
Como admillir que urna lei ordinaria cerceie o di-
reilo de livre nscolha eipre%sam;nte garantido pela
corntituicao ?
Dl-se : a Mas \>se direilo foi limitado qi:ando
se prohibi qi.e os eleitores votassem em cerlos p-
renles prximos, e se negou js pracas de pret o di-
reilo de volar. '
A primeira limitarao era lao pouC aprciavel, e
pareca lao natural, que passoo desnpercebida ; a
segunda, porein, foi argida de inconstitucional, o
os suslentadoies d#* artigo o Itfenderam, dizendo
. que essas pracas n,lo linham os 2003 annuaes (cem
fortes) que a onsliluirao exige, pois que a etajMi nao
se pode considerar renda liquida.
NSo aprecia id at'commisseen i forja desle argu-
mento.; aaria intempestivo; se o lenibram he para
mostrar que impugnadores e defensores reconlie-
ciam que tirar direilos eleitorae; a quem os lem pe-
la conslitoicao nao cabe as facu dades do poder le,
gislativo ordinirio.
Suppondo porcmqae asslm mo foste, dosfacto no
se pode concluir para o direilo.
Era neetesario demonstrar que dessa vez sil nao
erro o.
Se ha vantacns em cerceiar certas candidaturas,
nom por aseo lea justificado o faze-lo incoosliljeio-
nalmente, mxime qiiandn a'eonsliluico raarcou o
modo legal de se cc-nseguir qoalqaer reforma.
felizmente irorem nao ser preciso recorrer esse
n.eio extremo. A respeilo dos empregados vitali-
cios e perpetes, ludo o qne he lai.okvel se pode con-
seguir por meio de medidas ap-opriadas para tirar-
llies o desejo das candidaturas.
Nesle, sentido ja foram voladas algunas; e se a
experiencia moitrar que sao insudiciente (o qne por
ora sao seria ruoavel alrirmar). le fcilaugmentar-
Ihe* a ellicacia.
Logo a i'onsliluirao quer que as eleiroes dos,
pulados e senadores sejam feilas irmau
a nica dTerenra de seren volados eru^P [Tlri-
plices.
Mas se ons forem eleilos por^KUlTlos c os oalros
por provincias "' l'iidrr .fl.IrrTUTrr que as eleiroes
Tliieira Se entre urn e ou-
ele
Organise-se u magistratura de modo que o mugis-
Irado aclie grande interetee no ejercicio*de sen lu-
gar; liguem-se grandes vantagens ao accesso ni sua
carreira ; seja o accsso depender te da anliguidade,
e esta do effeclivo exrcicio, e nuas candidaturas di-
minairaa consideravelmeule. Daquellcs que con-
linnarem a despert do verdaderos sacrilleics de
seus inlercsos particulares, por certo nao vir mo-
tivo para qne i narlo lamente o nao so llies liaver
trancado as portas do parlamento.
Pelo contrar o, se a eicluslo djs magistrados llies
for imposta como necessldadc, c deseontenlamento
e m vonlade de ama classe tai importante, e que
por suas ramificacOes exerce sobre (oda exlensao
do paiz grande influencia moral, nunca sera um
farlo indifferenle e sem consequi-ncia.i do maior al-
cance. m
, Pelo prlmeint meio nao se alicim os direilos nem
dos elegiveis nisro dos eleitores. -
Kara-se a>onlado dos primeiros; conseguida della,
ado eleitores riao he para temer.
Quanto los empregados da commissao, depsnde
do governo escolhea. pessoas que nao apreseulem
candidaturas nos lugares em >|Uo exercem jurisdic-
So; ao principio haver.i algiana difficuldade ; mas
com um ponco de conscieneia (/resaltado ser infal-
livel, n opinio publica urna vei habiloada faro o
resto, impoifdo ao governo a neiessidade de se nao
afaslar desse svslema urna vez incetado.
Portauto cntemlem as comiiiisses qde deve ser
supprimido o i 21 (26 do projeclo II i, e que, ao me-
nos por emquanta, e ucsta le, nao ha necessidade de
o substituir.
Pelo que respeila elciQ^p por circuios, as com-Ia
missoes nao poderam ebegar t\_ um accordo. fres
dos seus membros, que assigTan sem reslricioes,
entendom quo lal medida nao lie adinissivel sem
reforma da cons|iluirao, como passam a demons rar,
. examinando en primeiro lugar o qae pertence i dos
senadores.
O arl. 40 dic : a O senado lie compotlo de mem-
bros vitallcioii e ser' organizado por eleicao pro-
ciHdal. '
O art. 41 dit: Cada provimtia iara lanks tt-
nadorss quanljj forem melada dos seus r>>peclicos
depulados. *
O 42 diz: A provincia qae liver um s de-
putade cleger i lodvia o seu senador.
O art. 44 lii: a Os lugares a* amadores que
vagarem iera.> preenchidas pela mesma forraa da
, rimeira eleijo pela sua respeclita provincia, tt
O art. 90 diz : As nomeacie- dos depulados a
senadores genio feilas por eleic>s indirectas- ele-
uendoamassa doscidadaos aolivos u assemblas
parwnlaes os eleitores de pro :ncia, a oles es re-
preaenUaila* d,i carao.
se faaem pela m
Iro melliodosa|^^dessem difTereuijas eardeaes a
propri;isjj|B^Toilu/.ireiii resallados diversosexpli-
car-sa#nfa importancia que tspirilos serios e carac-
Idos dao a esta reforma.
Ora, quando a conslituiro recommendoa que as
elcicoes dos si-lia lores fossem feita pela mesma ma-
neira que i dos depulados, de ce rio quiz asaegurar a
urna e outra oloico o mesmo resultado pratieo, a
mesma forja moral ; quo una cmara nao pddosse
aos olhos do publico parecer mais genuino e pura do
que a nutra; que entre ella* finalmente naohouves-
se quanto eleirao nutra dilferein-a mais do que a
da lista triplico. (Arl. 43.)
lio pois evidente que a consliluirln estabeleceu a
eleirao por provincias, lano para os senadores como
para os depulados. E sendo assim, so limilussemos
o direilo das assemblas parochiacs a escolher elei-
lores para votar, nao nos depulados das respectiva
provnola, mas s em parte dellcs, em um apenas,
nao loriamos alterado os direilos polticos des'cda-
daos votantes, que o arl. 90 lao expressamenle en-
carrega da escolher eleitores de provincia '.'
Nao leamos limitado igualmente os direilos po-
lticos dos eleitores? Votar em 13. 14ou 20 depor-
tados sera o mesmo qae volar em um s ?
e pois a eleicao por crculos he diflcrenle daquel-
la que a constituirn eslabeleceu, e se esta mudam;a
altera e dimimie os direilos polticos dos volantes
eleilores, parece que nao pode ser decretada sean
como reforma constitucional.
Como porem a inconslitucionaldade dos crculos
nao parece a lodos locar o musmn grio de evidencia
que a das incompatibilidades, jalgam as commis-
ses necessario examinar tambera a quesiao de con-
veniencia.
A eleirao por crculos oll'erece algumas vanlagens,
que os membros das commisses nao desconhecein ;
mas nao he extreme de inconvenientes que os con-
trabalancea, e lalvez excedam.
Desde ave a honra de representar a uarao depen-
der de menor concursa de vonlade, despertar-st-hao
mullas ambiroes que jazem adormecidas ; a esle
excitamento nao ser de cerlo um meio de regularl-
saras elcirfles.
Depois do espirito de partido, cujos esforcos para
Iriuinphar a todo o custo sao a causa primaria dos
abusos eleiloraes, vem logo em segundo lugar o in-
leresse individual dos candidatos.
Quando estes augmeutarem em numero ejdimi-
nuirem em quanlidadw, baver ra/.lo para esperar
que Indo se passe mais regularmente ? O inleressc
de cada um seni menos arrojado quando concentrar
seu esforcos em um collego s em vez do se dividir
por muitos'.' Os partidos scrSo menos obstinados
quando o triumpho ou a derrota em urna localidade
nao poderem ser ncutralsados pelos oulros eollegos
da provincia 1 A certeza de que alii ae decide a aor-
(e de urna eleirao nao augmentar* a porfa dos con-
tendores 1 ,
O maioi inconveniente das ele res est nos ves-
tigios de intrigas, iuimizades e rancores que dcxam
aps si. Ora, lie fra de duvda qae estes incon-
venientes ereseerao com os crculos. O maior nu-
mero de esperangas mollograda, o maior excita-
mento nos amigos particulares desses uovos candi-
datos, o maior e-forro dos influentes quando o seu
triumpho importa j o defiuilivo de urna eleirao, bao
de neceseariameiite augmeutar esse triste" cortejo
eleiloral de iulrigas, iuimizades o rancores, que se
prolongara por muitos anuos, es vezes produzem
consequencias da maior gravidade.
A organisacao das cmaras se devera -tambera
muilo rcsculir desse novo svstema, nem todas essas
novas candidaluias meuos justificadas serao mal
saccedida*. Suppondo cleiro livres como se de-
vem desejar, os depulados e senadores nao sahirao
mais de entre as pessoas nolaveis & bastante conhe-
cidas para se fazerem aceitar por urna provincia
inteira ; os empregados subalternos, as notabilida-
des de aldea, os protegidos de alguma influencia lo-
cal, serao os rsrolbidoi. Se as eleiroes nao forem
livres, o resultada sera peior. Quando se indica-
ren! nomos a urna provincia, o i ulerease proprio a-
conselbara a escolha de pessoa capaz de cumpelir
com o* outros concurrentes ; se a indicicao for a
om circulo cujoa candidatos sejam menos importalM
les, a concurrencia dispensara tanto escrpulo ni
escolha. Se ha inconveniente em ler urna provin-
cia grande numero- de depulados, o remedio he ou-
Iro ; o da eleirao por circulo leria, alean do mais,
o defeilo de ser por este lado inellicai. .
He digno de obsefvar-s e alm disloque nos ja le-,
mos tido larga evperlenci* das eleiroes por circuios
de Jim >. depuladof As provincias de Sania CaUa-
rina, Malo-Grosso, Espirilo Sanio, Rio Grarida do
Norte e Piauby derani por muito lempo um a de-
potado, e anda boje o dao as provincias do Ama-
zonas, Espirito Samto, Paran e Santa Calhrina. E
po/ventura tein sido as eleicfies nessas provincias
mais livres, parase pcrl'eilis do que as ultras ?
A lei de eleiroes para a eiecucao da carta que
I.uiz \ VI11 deu nos francezes delermoava que os
eleitores formassem uro s collego eleiloral em ca-
da departamento, quefllra a Franja ha ,o que a
provincia he para o Brasil. I.'exprence, diz um
sabio e-criptor, a ne tarda pas coovaincre le gou-
vergement que cetle reunin des clecteurs clait fa-
yollile la canse des peuples : il s'en cllrava, rt
il resolut aussitut de dvjser les lecteors.
Um projcclo.de reforma fui proposlo acamara
dof depulados, eexritou os mais vivos e renhidos de-
bales uaquella cmara. O povo se envolveu' na
questao, e poaco faltou para que cssc-projecto.de
le liao anlicipasse dez anuos antes a revol rao de
1830. Esta dscussao, na qual as liberdades publi-
cas foram vigorosamente defendidas por verdadei-
ros amigos da monarcha constitucional, leve em
resultado a lei de 29 de junlio de 1820,-que dividi
o collego de cada deparlamento em collegiosde ar-
rondtrscment. He cerlo que com laes melos pode
o ministerio compr urna miioria compacta ; mas
todo o mundo sabe qual foi o desfecho dessa polti-
ca. Ora, o que naquelle pai/. fui um.fatal regresso
ao acto addicional deNapoleao, nao pode ser um
progresso para os Brasileiros.
As reformas em atera de lana ponderado co-
rno o lyslema eleiloral, que he, para assim dizer, o
espritu da constiluicao e a base do svstema* repre-
sentativo, s de vem ser decretadas depois de se lia-
ver conseguido nao a probabllidaile, e menos a sim-
ples possibilidade, mas aira a certea de melbora-
meutos da maior iaJportahcia.
15 pois de loilas estas loiisiderar.oe* concluemos
tres memlinpl da commissao que mo deve ser adop-
tada a parl do projeelo que subslitue ,-,s provincias
por circules, e por isso propoem a suppressao dos
SS "> 6, S, 9, 10, 13, ale IS iir[u#ve, por se oceu-
parem dessa reforma.
Uos 8 7. 11 e 12 eulondcram as commisses de-
ver a prove lar a idea de alargar os collego* eleiloraes
fazendo-os mais numerosos ; de dispensar a assigna-
lura das cedjiles, c de fazer esrrever no livro das
olas a acta, pois qae estas medidas coocorrerao
para mais garantir a liberdade do vol e prevenir
a fraude das aclcs falsas. E assim propoem os jg
que serao4, j, c 6, como substitutivos dos 7, II, e
12, que estas ideas addicionavam nutras comple-
mentares da eleirao por circuios.
As commisses julgaram conveniente, para auxi-
liar o pensamento dos 4, 5,e 0, accrcscenlar um
oulro modificativo do arl. 79 da lei de 19 de agosto
do 1816, para que em lodo o caso, e sem prejuizo
da remessa particular, fiquem dentro de 4 das de-
pois do encerramento do collego entregues no cr-
relo as (res copias aulhcnlicas da acia dirigidas ao
ministro do imperio, presidente da provincia, e c-
mara da capital.
As commisses finalmente propoem a suppressao
do 2,_porque o decreto de 10 de julho de 18.V),
sob n. ,"j65, ja providenciou no mesmo sentido ; e do
3, porque a primeira parle ja est na lei d 19 de
agosto de 1846, art. 2, e a segunda lhet%arece pre-
judicial, pois lende a inulilisar cidadaos cujos ser-
vicos podem ser do grande utilidade.
Ellas ao descobrem razio suliiciente para op-
As cdulas nao deverao ser assgnadas pelos
ilores ; as que o forem serao mutiladas.
O S 12. Subslilua-se pelo seguinle paragtaplio,
que passa a ser.
6. A acta do collego eleiloral sera' no mesmo
acto de sua organisacao transcripta no livro das no-
tas do labelliao do lugar, assguando-a a mesa e os
eleilores que o quizerem, sndo o dilo tabelliao
obrigado a dar logo o traslado quem o requercr.
Addiciont-se o seguinle paragraplio, que passa-
ra a ser.
7. A mesnilo deixara de enviar pelo correo
dentro do praio e com (odas as formalidades pres-
en pas pelo arl. 79 da !e de 19 de agosto de 1846,
as tres copias de que elle trata, anda quando julgue
conveniente rale-las por duplcala chegar particu-
larmente ao seu deslino.
Paco do senado, 5 da julho de 185..liuzebiode
Queiroz Coulinho Malloto Cmara.Marque:
de alinda.I conde de Maranguape.Gabriel
Mcndes do* Santos, com as rcstrcrOes quanto aos
crculos declaradas em voto separado.Vitcondc de
Sapucahy, com algumas reslricces declaradas no
voto era separado.l'imenla Bueno, com referen-
cia ao voto separado.
Projeelo redlgido com a emendas approvadas em
egunda discusso.
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. 1. A le de 19 de agoslo de 1816 ser obser-
vada cun as seguales alterar/'-.
1. Os membros da junta de qualificacD e os das
mesas das assemblas parochias, que ten de ser li-
rados d'enlre os eleilores e suppleules conforme a
disposicao do arl. 8 c segunles da dila lei, senlo
eleilos, doas pelos ditos eleilores, e, na sua falta,
pelas pessoas designadas no arl. 1U, e dous pelos
suppleules, e na sua falla pelas pessoas designadas
no art. 12, podendo os votos recahir em quaesqaer
cidadaos da parochia que lenliam as qualidades para
eleitor.
2. Fallando algum erabro das juntas dequa-
liliraran cu das mesas da* assemblas parochias.sera
substituido pela pessoa que designar o eompanhei-
ro que cora elle liver sido eleilo. Se faltarem ou
ti arein impedidos juntamente ambos os tnembroa
eleilos pelos eleilores, ou ambos os eleilos pelos
suppleules, a substituirlo se fara na'forraa ordena-
da na lei.
3. O presidenta di jnnla de qualifrcarao da me-
sa parochal ser sempre o juz de pai mais volado
o qual fica inhibido, dorante o seu qoalaiennio, de
excrcer qualquer outro emprego qila faculte o di-
reilo do prender.
4. A eleirao dos secretarios e escrutadores nos
collegios eleitoraes sera fela por escrutinio secrete,'
volando-secm dous nomes smente, ficaudo secreW-
lius os dous mais volados, e escrutadores os dous
immediatos em volos.
5. As provincias do imperio serao divididas em
lautos districtos quanlos forem os seus depulados
geraes.
6. A primeira divis.lo ser feta pelo governo
ouvidu< os presidentes de provincia, e, urna vez feila
nao peder inals ser alterada senao em virluJe de
lei Na divisa o governo guardar as segunles
bases :
em questao pertence
sem dnvida ae*se Sedo pralico, e que, nSo demons-
trando-se concludenlemcnle que fosse exceptuada,
[Observadasasforinalidades]para|a consliluiraaJ esulla que pende de sua airada e nellase iuclue.
lie, segundo, que aulorisando ese mesmo arligo
constitucional lei regulamenlar a designar o nume-
0 Sos depotados sobre a base da popularao daflb-
ao tSd<
Se a ptovln ;i he quem eleje os senadores (art.
49;i! se o faz por eletv-o produca! ;art. 40,; se
cada provincia dd tantos senadores qaanlos forem
metaie dos seaslcspectvos depulados (art. 41) ; se
cade senador lem a sua rcspicl-va provincia (arl.
44)) ae osjepresenlautes da naco s.lo eleilos por
eleitores fechar os olhos i evidencia nao se jpoder negar que
a conslituir.io expressamenle qnor qoo as eleices
dos senadores so farara por provincia* e nao por
cintilo*.
Adrnillida a eleicao por cilos, he a provincia
quem elege os senadores '.'
l'oder-se-ha chamar provincial a eleicao por cir-
cuios V Seria muilo exacto dizer que cada provin-
cia da lanos teidores c que cadi senador lem a sua
respectiva provieeia.
Os representa olea'd oar^o se nam eleilos por elei-
tore do provnrn '.' i
Basta que a ira desle* quositut se nao posea res-
poader "llirmalivadaenlr, pera que aljrem do* arti-
go da roiisliluijlo m aelia altera lo.
E aeria adulniTal a eleicio dos depulados por
crenloe? Quando o art. 90 niio foe loo e Khzeode : As noeieire* dos lepuhdos e senado-
res terao feilas por cleicfte* ini,roelas, clegei do a
inassa dos cidadaos activos em a.ijomhlas paroebiaes
os eleilores de provincia, e esle us representantes
d Aacao... n quando o aru 4| nao suppozesse ca-
da provincia rom os seus res; acliros depotados,
bastava a disposicao do art. 43 para resolver a
qaeeUo.
Diz o art 13 : a M eloicoe aeao fe las pela mes-
ma raineln qu t dos denotado!, mas emllsias iri-
plice*.
por-se aos oulros paragraphos, que pelo contrario
lliesparecein de !utilidade, que nao procurara de-
senvolver por ja ler sido demonstrada na segunda
dscussao.
A lei reduzida a eslas proporces de cerlo nao
agradar quelles que, enxergando as leis acluaes
a origen) dos defeitos que se observam, so em pro-
fundas reformas da lcci-l to descobrem o remedio
e depositam a esperara;.. I
Mas as commisses ."ora como 1848, se nao pro-
tendem soatenlar a perfei o de. nossas leis orgni-
cas, e pelo contrario adra,,lem que o aen syslema
geral pode ser n.ulliorado, com ludo e. tolfirmet na
opiniao de que s'as eleiees nao s* st" factoras,
nao deve a responsabilidade recahir sobre nossas leis
pois que lodos os abusos, fraudes e violencias que
se podem apontar lem sido pralicadas cm opposi-
r."io s mais benficasdisposiees dellas.
Assim, debalde se reformarlo as leis. Se a opi-
nio publica o o governo, aproveilando a calmadas
paixcs, nao coulivcrcm o espirilo de partido no seu
iramuderado dosejo de vencer, o resultado ser o
mesmo, e nesse caso a opiniao desvairada sobre as
verdadeiras causas do mal, o altribair ao incom-
pleto das reformas oblidas, e as exigencias cresce-
iao na razo directa das concessOes.
I)iga-sc ao povo a verdade com franqueza. O de-
feilo nao esl as leis, sim nos costuraos. Nao es-
pere pois elle o remedio do legislador smenle :
procure cada um concorrer cora os seus esforcos para
qne urna opiniao publica mais forte que os partidos
prejudiquo quelles que recorrem ao emprego da
frande e da violencia. Os cosamos nao se corri-
gem lao promptimeiile como so alterara as leis : o
resollado pois ser lento, mas infallivel, e .povo
nao passar pela deceprao sempre perigosa de es-
perar da lei o que alia nao pode raftlisar. '
Emendas ao projtclo redlgido amforme o ven-
cido em segunda discusso.
Suprimam-soJ S 3, 5, 6, 8, 9,10, 13, I i, ir,,
W>, I,. is, -jo e 21.
Os i y- e lic-jam substitu*, pelo, seguinle*
paragraphos. qae ;iassam a ser:
^ V. O governo apresenlara'ao corpo fegisl.ilivo
na seasao de 1836 um novo [dao de divisan dosrol-
legios eleiloraes, cea o pensamento de alargar os
circulus existentes, de serle que nunca a distancia
do Ifljiar em que se reunir o collego sej menor de
trinla legua de sua extremidade.
Ilesse plano o governo indicara.', para a reuna
dos collegios eleiloraes as cidades ou villas mais
cenlraes. >
A eleicio lera' lugar no edificio que o governo
designar.
1 As fregueziasde que se compuzer cada dislric-
lo serao unidas entro si sem inlcrrupcao.
2' Os dillerenles districtos de urna provincia se-
rao, quanto for possivel, iguaes em popularan, era
allenr.io unicaui Inte as pessoas livres.
3" (is dille-rentes districtos de urna provincia serao
designado* por nmeros ordinaes.
8 7. O governo designar para cabera de cada
dislriclo a cidade ou villa mais central, e ahi no dia
marcado para a eleicao dos depulados geraes, no
edi litio que tambera ser designado pelo governo se
reaafeao cm um s collego lodos os eleitores lo dis-
Iri -
do eaBigio, e as mais ordenadas no capitulo I" tilov
lo 3 da lei, pro.-ederao i eleirao do um su depulsa-
do, votando cada eleitor por cdula nao assigiiada.
e escripia em papel fornerido pela mesa.
Kecolliidos os volos em, escrutinio secreto, conta-
dos e apurados, ficar eleilo o cidadao que liver ob-
tido maioria absoluta de volos.
S 8. Se iienbiim liver abti lo maioria absoluta de
votos, proceder-se-!ia immediatamente a segundo es-
crutinio, deveudo os eleitores volar nicamente em
unidos qualro ridadaos que mais volosobliveram no
Mire escrutinio. Se anda neste escrolinio nin-
MfMver ntaioria absoluta de volos, proceder-
tamedalamente a tercelro, votando os ele-
1 rnenle em um dos dous cidadaos mais vola-
pegando escrutinio, o tirar eleilo o qoo li-
ver maioria abjpluta do volos. No ca*o de empate,
decidir a sorte, e aquello contra quem ella decidir
ser declarado suppleulc,
9.1'ora do ras i da ultima par te do para grapbo an-
tecedente, finda a eleicao de deputado, se proceder
eleicao de um supplente, observan.lo-se a respei-
lo della o mesmo que lica determinado para a elei-
rao de depulados. *
10. Tanto para o dcpulado como para o sup-
plente servir de diploma urna copia authentica da
acia dispensara! ie a remessa da copia destinada
cmara da capital pela disposirao do art. 79 da lei.
11. Nao listante a regra eslab>>lecida no t$ 7, o
governo peder subdividir em mais de um coilegio
os dislnetos era que pela dissemioarao da popularan
for muilo diilicil a reiiniao de lodos os eleilores em'
um s coilegio, comanlo que uunca a distancia do
tugar em que se reunir o coilegio seja menor de 30
leguas de sua extremidade.
. *- Quando o dislriclo liver mais de um coile-
gio, reunidos os eleitores em cada um dellcs, nos
edificios designados pelo governo, e observadas as
formalidades a qne se refere o 7 da prsenle lei,
procederao votacao'na forma'do dito paragrapfao,
devendo purera a cdula de cada eleitor conler dou*
nomes, um para deputado c oulro para ppplenle,
sem que se fara essa designaran. .
Recolliidos -. apurados os volos, se lavlar' a acta
que sera' no mesm acto transcripta no livep das no-
tas do tabellio do lugar, assigriando-a a mesa e os
eleilores que o quizeretn, sendo o dilo tabellio obri-
gado a dar logo traslado a quem o requerer.
Dista acta se extrahira as copias de que trata o
art. 79 da lei, remellendo-se a'cmara municipal
da raber.,1 do dislriclo a quo he pelo dilo arligo des-
tinada a'cmara municipal da capital da provincia.
13. Trinla das depois do dia marcado para a
eleirao, a cmara municipal da cabera do dislriclo,
reunida com os eleitores do colegio dacabeca do dis-
lriclo que serao convocado*, fara com elles a apura-
rlo procedendo na formal/los arls. 8 e 87 da cita-
da lei.
O cidadao que reunir maioria de volos ser decla-
rado depulado, e suppleule o seu immediato, linda
que s tenliam maioria relativa.
Os diplomas serao expedidos pela cmara munici-
pal na formado art. 88 da lei.
11. O ddadao que for eleilo depulado por mais
de nm dislricio lera opc,ao do dislriclo que quizer
representar, sendo substitaido pelo respectivo sup-
plente, e ua falla desle proceder-se-ha a nova eiei-
Cao.
A opcio se far dentro de lres,dias depois da 4e-
rificacao dos poderes : e na falla della a preferen-
cia se regular pela disposicao do art. 124.
. 15. O numero dos depulados das assemblas
proviuciaes fica alterado -da maneira declarada no
paragrapbo seguinle, e a sua eleicio se- fara' por
dislriclo, observando-se as inesmas regras estabele-
cida* para a eleirao dos depulados assembla geral.
l(i. A provincia da Haba dar 42 depulado*
provinciaes, elegendo-se tres era cada om dos seus
districtos ; Mnas-Ueraes 10 a dona por dislriclo ;
Pernambuco 39, a Ires por dislriclo,; S. Paulo 36, a
qualro por dislriclo ; Ro de Janeiro tablas quanlos
derein os seus districtos, razao dfl~einco, excep-
tuando-o dislriclo ou distrirlos da corla e seu mu-
nicipio ; Cear 32, a qualro por dislriclo ;*in Gran-
de de S. Pedro do Sul, Aljgoas e Parahyfm 30, a seis
por dislriclo ; .MaranJilo 28, a sete por dislricta ;
Para 30, a de/, por dislriclo ; Sergipe, Goyaz e Pi-
auhy 22, ize por distrtctn ; Sania Calhrina, Es-
pinto Sanlo.Rio llraude do Norte ej.Malto Gros*o21.
17, as" provincias qne lem s um dislriclo cli-
vidlr-se-lia pelos collegios do dislriclo o numero de
depulados que llic compele, que serao s uelles
eleilos.
fe 18. O* dislrictos ou subdivises do dislriclo que
derem al 4 deputado* provinciaes, darao 2 sup-
plcntes ; os que derem 3 at 6 depulados darao 3
supplentes ; os que derem 7 al 8, darSo 4, e assim
por diante.
19. Por cada 23 volantes eleger-se-ha um elei-
lor, revogadi a regra at agara eslabelecida.
20. Os eleilores especiaes uomeados em qual-
quer provincia para procederem eleicao de senador
serao competentes para qualquer outra semelhanle
eleicao que lenha lugar por morle ou augmento do
numero, se honvor de verificar-se dentro da legisla-
tura era que tiverem sido nomeados laes eleitores.
8 21. Os presidentes de provincia o seus secreta-
rios, os commandanles de armas e generaes em che-
fe, os inspeclorej da fazenda geral e provincial, os
cheles de polica, os juizes de direilo e municipacs,
os delegados nao pdenlo ser volados para depuU-
dos geraes ou provinciaes, e para senador nos rolle-
gios eleitoraes do* districtos cm que exercerem au-
loridade ou jurisdiccan. Os oos que recahir m
em laes empregados sero reputados millos.
Art. 2. Ficto revogadas todas as disposicOes em
contrario. Paco do senado, etc.
Primtiro rolo separado.
Os abaixo assignados, leudo meditado sobre o pa-
recer das commisses de legislarao o constiluicao
datado de|28de junho de I8t8,subre o projeelo sobre
o projeelo que olfciereram em snbstiluirao dellc,e
finalmente sobre a* emendas ja opprovada's em ses-
socs anteriores, a respeilo do importante assumpto
da reforma eleiloral, passam a olTerccer considera-
cao do senado suas ideas c as conclnses a que che-
garam.
Duas sao sem dnvida as questes mais transcen-
dentes qne csses Irabalhos encerram a das incom-
patibilidades eleiloraes, e a da divisan por circuios
ou districtos.
a examinar : saa conslilucionalidade,, c, no caso af-
firmalivo, sua conveniencia.
Em rehiran a 1 deduzem alguns de seus collegas
dos arla. 40, 41, 42, 44 e 90 da conslituicao, argu-
mentos que se endereram a prevarique ella nao per-
mute essa divisan eleiloral ; entretanto, e posto que
laes o pininos sejam de muito peso para bs abaixo as-
signados, li.lo julgam lodavii esles que esses argu-
mentos sejam concludentes.
O arl. 40 dit somenle que o senado ser organisa-
do por eleicao provincul, e nada 'mais. Os arls.
41 e 42 dirigem-se onicamenle a declarar qual o nu-
mero que rada provincia deve dar de senadores. O
arl. 44 lem por fim providenciar sobre as vagas de
senadores, determinando que sejam preenchidas pe-
la mesma forma de eleicao pela respectiva provincia.
Ora, a eleicao por circuios provinciaes equivale
eleicao provinci-l ;jiao prde cs*e carcter, naodei-
xa de ser provincial, naphe urna eleicao geral ou
nacional, como he a do regente nos termos do art.
27 e segunles do acto addidonai.
O nuraeru de senadores ou depulado; que cada
provincia d.'i nao snITre alteraran alguma por elleilo
da diviso em districtos eleiloraes, couserva-se
qual era.
As vagas de senadores serao preenchidas pela mes-
ma forma de igual eleicao.
Assim em um ou outro caso A eleicao ser pro-
vincial, os senadores ou depulados, cnibora eleilos
por circuios ou frarres provinciaes, pertencerao s
i esportivas provincias, serao representantes nao s
dos circuios, mas das provincias, pela mesmu razao
porque actualmente os representantes das provin-
cias, fracres nacionaes, So representan tes assira
dellas como da narao, carcter e deuoiiiinarao prin-
cipal que a constiluicao d-lbes e reconhece.
Se pois nao resulta urna prohibir ao concludenle,se
a conslituiro em iienliuiii artigo determina que a
massa dos eleilores do toda a provincia elejacon-
junctamenle cada um dos seas representantes, o que
delerminou no art. 90 somenle em relam o ^ynassa
dos cidadaos activos das parochias, quanlo a noraea-
cao dos eleilores, porque cercear-se a liberdade e
pode/ dos legisladores?
Deste artigo 90 deduz lambem a opiniao contraria,
que elle denomine os eleitoreseleilores do provincia,
e que aocre tantes da narao e provincias. Parece porem aos (bai-
lo assignados como jii ponderaran!, que os eleilores
por circuios nao deixam de icreleilures de provin-
ciale que sao esses mesmos eleilores o* qae elegeni
os representantes da nacao e provincias, e que com-
poera-se dos respectivos circuios.
Argeemfim a mesma opiniao qne a divis.lo elei-
loral affecla os direilos conslilucionaes dos volantes,
poisque votar em muitos he direilo mais ampio do
que volar cm um. Observaran! porem os abaixo as-
signados que a base constitucional eslabelecida pela
lei-fuudaraenal do Estado para a eleicao dos repre-
sentantes da nacao em sea arligo 97 he somenle a da
popularan.
He por isso que nao pode jdlgar-se inconstitucio-
nal qualquer diviao de provincias, embora d ella o
mesmo resultado que se objectai Esse mesmo resul-
tado dar-se-hia lambem independenle da divisan de
provincia no caso da urna emigraran avultada, ou de
qualquer ealastrophe que dizimasse a pop lirao.
Resulta pois da constiluicao que ella nao da direi-
lo aos volantes a numero ilgiim fixo de volos, e s
sim direilo proporcional n papulacao que trata de
represenlar-se.
A opiniao dosabaixos assignados he demais robus-
tecida por duas outras conaideracoes.
He primeiro, qne a artigo 97 da constiluicao dei-
xou lei regulamenlar determinar o modo pralico
das eleices, que a faculdade
lem sera duvida grandes conveniencias que sobrepe-
so na romparaco.
Para que porem produza suas vanlagens lie de mis-
tar acompanha-!o do* correctivos que sao seus auxi-
liares naluraes e connexes.
Na impossibilidade j enunciada da adoplarem-se
as incompatibilidades que o projeelo das commisses
estabelecia no seu|. 21, procuriiram os abaixo assi-
gnados descobrli meios Indirectos, que sem oflenca
das leis conslilucionaes prnduzissem as conveniencias
que esse paragrapbo aspirava.
He sem duvida da primeira neeesnidade qne as
eleices sejam initopendenles, qae sejam a genuina
e sincera expressBodas oplnioes a conscieneia dos vo-
lantes, que exercem poder ou jurisdlcito nos respec
livos dislrictosiqueitso sejm corrompidas pela influ-
encia indevida das autoridades queesUo em contac-
to cem as infidencias locaes que podem com ellas
transigira por isso mesmo sacrificar tambem a im-
parciahdade da administrarlo da jutca on de qoal-
qaer oulro servieo poblico.
Me alem disso de misler qae a cmara dos deputa-
dos, principal orgao do povo, seja independenle, pa-
ra ser fiel aos grande* interesses nacionaes. e conse-
quentemenle que nao seja pela maior parte*compos-
la de empregados pblicos, que par esse mesmo ti-
tulo sao subordinados ao ministro, sujeilosaos favo-
res ou injusto as deste.
He einlini conveniente que as eleices se harmo-
nisem oom os outros servicos pblicos, que nao pre-
judiquem o bom andamento dellcs, retirando os ser-
v enl narras dos empregos que deraandam muilo sua
presenca, e qae nao lem perfeila subsliluicao. O bem
ser social nao depeude s de am ramo dos poderes
pblicos ; se depende de boas leis, depende tambem
dades de qne se ctmpe cada provincia, havendo no
parlamento quem mcllior conheca e defendaseus in-
teresses.
2. Poni.
as incompatibilidades est o maior embaraco. O
abaixo assignado enlende que a boa adminislracao
da jusiira, primeira e principal necessidade de qual-
quer povo, exige que 0 biagiilrado seja liomem pu-
rsmeotoiudicirio, a nao poltico, para que se nao
distraa das funccOes proprias de leu cargo para ou-
tras que Ihe sao alheiss e impropria*.
.A jizodo abnixd assignado o ollicio de juiz e de
legislador sao entre si oppostos. O primeiro he o or-
gao da lei, julga com ella, -n pode dizsr o que ella
diz em sua Ultra oU em seu espirito, e Ihe he em
ludo subordinado. O segundo julga da lei, ceuhece
de seus defeitos, e faz-se Ihe de alguma serle supe-
rior para a reformi-r su revogar.
> O habito da escrupulosa obediencia lei, qual
convm ao juiz, ha de por forca torua-lo legislador
ncanhado e diminuto. O habito de ennhecer da lei,
de corlar por ella, quando se houver misler, ha de
ser parte para que o legislador se torne juiz ponen
respeitador da lei, ou exeeulador arremesiado
della.
Ha pelo menos grande perigo nisso, do qual dea
rebato o celebre Bacon de Virolamio, qne legislen
para o juiz e para o legislador, pois que fallando do
ollicio daquelle julgou dever coraecar por(adveni-lo
que nao se esquecesse nunca qne Ihe cumpria exe-
cutar, e nao fazer as leis.
Ua outra razao que moilo acaba com o abaixo as-
signado, e he a necessidade da constante estudo e
applirarao que habilito o juiz para o bom desempe-
iiho de sea arduo ollicio. Toda a vida he pouca para
se adquirir o cabedal de direilo necessario a seme-
Idun) da fregueiia de
S.Jos. 166 168 120000
dem da freguezia da
Roa-Vista i : s Blft 9 1**XI0
dem da freguezia do ^^
Poco. ...... 1* 2000
dem da freguezia dos _~_,
Afogados 4i i 43 POOO
Mullas sobre os irles- *
' mos imposto-. 466 500 8001000
Imposto sobre estable-
lerimentos do fre-
guezia do Recifa 449 a 447 18*)000
300*}00t)
DESPEZA.
Com o expediente e impres-
sdes........
Com a tul ha dos empregados
relativa ao mez de feverei-
ro prximo passado. .
Cora o tribunal do jury e elei-
ces ........
Com luzes para a cadeia .
Com limpeza e calamcnlo
das ras......
Com negocios forenses .
Com eventuaes.....
Sup rmenlo ao cemilerio pu-
blico no trimestre de janei- *
ro a marco......
18:0669434
9*000
II e 12 1:261*218
da boa applicacao dellas, da boa adminislracao da ? a ,quVr'r o*
jnslira. iiuiuuv^ "* j jhanle ofiicio. Essa necessidade de inslrnccao rece-
No intuito pois de obler to valiosos proveitos sem
Quanto primeira, slo he, quanto s imeompali-
bilidade*, directas ou absoluta*, que as sobredilas
commisses consignaran) no $ 26 doari. 1" de seu
projeelo (suhjlnlivo, que passou a ser 21, prohi-
bindo a facaldede de votor-se em cerlos funccioBS-
rios para o cargo de depulados, e annullando a vola-
Oslo quando verificada, estn os abaixo assguados de
per!, ilo accordo com o seus collegas das commisses
acluaes qae entender que a loi fundamental do es-
tad oppe-se e nao (olera semclhanles disposiees.
E parece-Ibes mesmo Uo terminante a demonslra-
a,lo qna elles deduzem em seu parecer ou opiniao
qae enviara i mea, que julgam ser ocioso accrescen-
(ar obscrvaclo alguma a respeilo.
- A segunda questao, isto he, a dvisao eleiloral por
circuios ou dislriclos.olerce dais importantes faces
perio, he ronsequente concluir que esla nao eRade
saa faculdadu quando cnmmette a eleirao Be cada
dpTando a fraccao dessa popularan que for corres-
pondente.
A constiluicao, lendo cerlamenle em vistas que le-
gi-lava para um paiz mstente e vasto, conliou lauto
lei regulamenlar, qae deixou ao poder della o es-
lubelccer livremente a relarao que julgasse ulil entre
a popularao e o numero de eleitores, entre o nume-
ro destes e osdepalados. Consequentemente deixou-
Ihe muito mais a faculdade em questao. que est em
intima relarao cora essas importantes condires, que
attribuin a saa sabedoria.
Tal he a opiniao dos infrascriptos; elles'crem que
nao existe casa pruhibirao constitucional; julgam por
isso ao poder legislativo a faculdade de adoptar ou
nao a dvisao eleiloral, como entender eouveoienle
aos interesses polticos do imperio.
Desda, que assim peiismnvpcss sobra elles o dever
de emitlir sua opiniao acerca da conveniencia da me-
dida prnjectada,
A lei da eleices ha sera duvida da mais alia im-
portancia, he como qae a propria constiluicao. Sua
reforma em todo e qualquer caso, em lodas e quaes-
quer circumstancias, deve ser sempre profundamen-
te meditada, porque em lodo a qualquer lempo anec-
ia poderosamente o governo, e a sociedade, a liber-
dade poltica e a ordeui publica."
Pormelhor que seja urna le ou reforma eleiloral/
be preciso conlar sempre com maior on menor in-
fluencia do governo, dos partidos, e sobreludo das
paixes polticas. Forja lia pota concluir que c legis-
lador nao leui a esperar bondude absoluta, e s sira
a escolha on preferencia do maior bem e dos meno-
res inconvenientes.
l'arlindo daifas eonsideraces, e depotada prolon
gada reflexao, os abaixo assignados decidwn-sc em
favor da dvisao eleiloral por dislrictos ou circuios e
assira decidera-se principalmente pelas segunles ra-
/es, queenlendem consaltar de um lado as liberda-
des polticas, e de ontro a ordem e seguranja pu-
blica.
A diviso por circo los garanto urna reprc-senlarau
nacional liel lei eleiloral, pois que, como bem pon-
deraram outr'ora as aommlsses, facilita. permitle
na verilicacao dos poderes 'ama rigorosa liscali-aeao,
ditlicil ou irapossivel pelo methedo actual, porque
atcela simultneamente mu toe interesses, minias
relaces, e porque poder deixar provincias populo-
sas privadas de toda sua numerosa represen:ar^o por
ama mi jiais sesses.
I acilila a manifestarlo, e mesmo rcpre>cntac,ao,
de lodos os interesses eopinies, pois que torna pos-
sivel s msiorias dos circuios, quaesquer qae ellas se-
jam, mandar i assembla geral- representantes seus.
Cada parle da provincia, cada partido, que ahi liver
maioria, poder offe recera o paiz eadvogar suas ideas,
e nao ser absorvido ou aniquilado pela maioria pro-
vincial, nem representado por mandatarios hoslis a
suas crencas, ou dellas inimigns. He um respiradouro
legal, al mesm para aa paixoes polticas, que se
axasperam quando julgam nao restar-Ibes esperara; is
ou meios legaes de conquistar adheses, e que lor-
naiii-se por isso iuimigos da ordem publica, que as
opprime. As comniissOes legislativas devem ser or-
g,tos do povo : con vem pois que o sejam.
OITerece menores perigos em i ciarlo agitarlo
que as eleices geraes occasionara uaS provincias,
quando alienara como actualmente um inleresse cou-
junclo e geral, que contraria localidades e partidos
muitas vezes fortes. Divididas as eleices por circu-
ios a agitarao sera parcial, operaran mssas distror-
las, muilo menores, entre si desligadas, sero movi-
meulos solados que se neulralisam ; snbsliluem-se
pequea a grandes torcas, o qne lnleressa i ordem
publica.
OITerece ou prodoz essa.mesma vanlagem no caso
da vaga de um senador ou renovaran da eleicao pe-
la aseensao ao minslario de um depulado ; a elei-
rao nao actuara sobre a provincia inteira, e smente
sobre os circuios respectivos.
Concorrer sem duvida para enfraquecer e extir-
par, como lauto convem, o espirito ciosoe nocivo do
provincialismo que entorpece a homogeneidadp on
antes a unidade nacional, o bem de lodos, o bem
mais importante qualquer que seja a localidade,pois
que crear a independencia entra os depulados de
ama mesma provincia, e facilitara a diviso propor-
cional deslas, base indispeusavel para ama poltica
elevada: He innegavel que as influencias individua-
es, e combinarles qne st enlacio para obter a maio-
ria itos votos da provincia pelo uieli.sdo actual, pas-
sam em regra a predomi, ir sobre o espirilo e inte-
resses dos eleilos. prcndta seus votos,ou estabelecem
a prcyisaoda nao reele$Ao. Allenuara' desde ja as
injustificaves desproporijes da representacac actual,
que aniquila a justo influencia de rauilas provincias.
Ella produzira' lambem melhor repres.-ntacao
dos inleresses moraese materiaes das localidades,
porquanto os representantes por circuios ao mesmo
lempo que sao representantes dos grandes inleresses
da nacao a das privineias, nao olvidarlo as res-
pectivas localidades.jde cojas afTeicoes depsndem.
Entretanto nlo (eran a mesma influencia minti sr-
zes nociva, que 'aclualmeiile lem urna depuran
provincial comparta, para conseguir medidas gusto-
sas ao paiz ou ao governo, prejudiciaes, ou menos
urgen les quo outras mai* valiosas. O fim da sociedade
ho o bem de todas as localidades; qae lenliam pois
estas mandatarios que revelem suas necesidades, os
abusos das respectivas autoridades, todas as suas con-
veniencia?. .-"-
IVio pode proceder a objecc.To de quefCnm menor
concurso de vnnlndea dar esperanjas a maior nu-
mero de amblces locaes, e a perjgos dahi resallan-
te* onda maior energa emprogada para vencer na*
localidades, ou das iuimizades que ahi se rolbale-
cerno enlre as iulluciicias.
laes ohjecres s procederiam se, adoplando-se a
livia.no eleiloral, fosse olvidada urna irajdida que de-
ve ser della inseparavel, eque por si sera nese
caso um grande bem, e podara utns-lo na eleicao
pelo melbodo actual. He a grande conveniencia de
augmentar o corpo eleiloral em cada circulo, inte-
essar assim muito maisssa parte do paiz, obter urna
condirJo larga, que resistir' melhor as cabalas e
inlluencias pessoaes, nem um circulo devera' ler me-
ndos de 120 eleilores. Sera' um passo dado em perfei -
# harmona com a ronsliloicao uo sentido da ele-
r.ao directa, passo quo por si s demonstra a neulm-
ma necessidade de tocar na sanlidade de seus sabios
preceilos. Em lodo o caso, a haver influencias pre-
judiciaes, sejam antes loces do j,ue provinciaes
Paraca tambera aos abaixo assignados que a dv
so por crculos uo prosrrevera os cidadaos mai
lustrados.'A ledo 19 deabril de 1831 nao el'
Franca esse resultad: parece mesmo, salv-
oulracxcepco passageira, que cada circu
cera fcilmente a grande vanlagem que
representado por mandatarios que tonl
lilaces precisas para conseguir os fin
dato.
Em surama concluirn) os abaixo
selalsystemaeUiloralpde leralgau-
lodavia impossiblitar a eleicao dos empragados p-
blicos, o que a lei nao tolera, e nem conviria fazer
indislinctamente, pois que a cmara dos depulados
lucra com o concurso de lodos os talentos nolaveis,
com as luzes proemincules as diversas classes das
instluices soriaes, das vanadss leis do Estado, de
seus principios ecooomicos o admiuislralivos.de soas
dillerenles necessidades e servicos, ullerecera os abai-
xo assguados os meios que puderam deparar como
os mais proficuos e em harmona com a conslituiro
do Estado.
A nica ohjerrao que alguma opiniao talvez qnei-
ra oppr a nm dos artigos propostos pelos infrascrip-
tos, ser por ventura deduzida a contrario tensu
do art. 33 da conslituicao. Esle arligo constitucio-
nal porm o que determina he que os depulados nao
possam exercer seus empregos no iiilerVallo das ses-
ses, desde que esse exrcicio impossibilile seu com-
parecinientu em lempo. Esse he o seu unieo pre-
ceilo, a uuica con.siderac.~ii> que leve em vistas nao
manda que quando possam comparecer em lempo
vao cxerc-lus ; nao ordena nem prohibe, dcixa islo
s leis ordinarias ou as altribuices do governo, a
quem incumbe determinar a respeilo o que for con-
veniente ao publico servieo. Sera pois Ilgico, se-
ria olvidar as condces essenciaes de taes argumen-
tos, e pretender" sustentar urna illacao que a lei cons-
titucional nunca leve em sen pensamento. Essa es-'
pecie de argumentos he iraca e improcedente, desde
que sua illaejlo nao funda-sc em razao opposta a da
lei, desde que nao be conseqneocia necessaria, ella
demanda muilo criterio e cautela para nao atlribuir
n lei aquillo de que esta nao pensou.
As emendas qus os abaixo assignados olTerecem
considerarlo do senade divergem diametralinente do
snbrcdito 5 21.
Esle sacrifieava a eleicao e o cargo de depulado ao
exrcicio do emprego qrTe o fonecionario publico oc-
cupava ; as emendas oflerecidas respeitam a eleicao
a cargo de deputado. e smente inhibem o exrcicio
do emprego ordinario nos termos que ennunciara.
leo mesmo svslema da lei de 26 de Junho de
850, tornado mais efilcaz.
Os abaixo assignados olTerecem finalmente algu-
mas outras emendas que, em sua opiniao, tendem a
facilitar ou completar o systema da diviso eleilo-
ral. Parece-Ules muito conveniente destocar o mu-
nicipio da corle da provincia do Rio de Janeiro, j
por jusura devida capital do imperio, j para mi-
norar o peso das influencias da mesma corte, que
lano gravita sobre ess eleicao coujuncla. Parece-
lhes tambem conveniente ou indispensavel o aug-
mento do corpo eleiloral. e a providencia qae d as
provincias qne liverem depulados em numero impar
o numero par immediatamente maior, para bem
regularisar-sc a eleicao dos senadores..
Taes sao as opinies dos abaixo assignados. Elles
julgam que a reforma assim combinada ser til, qae
se de um lado nao conviria, anda quando possivel
fosse, proceder em materia lao imprtente as liber-
dades polticas c i ordem publica por passos exire-
mos que a prudencia poder cendemnar de oulro la*-
do nao convem desprezar um melhoramenlo, um
progresso. qoe em vez deoflerecer perigos, deve at-
lenuar os graves inconvenientes que actualmente
prevalecen!.
Sao pois de parecer' que com as emendas quo a-
preseutam, enlre em discusso o projeelo substituti-
vo das commisses, redlgido comas llerares que
outr'ora ja foram approvadas.
Emendas. *
1.a Ao 3, do art. 1, que pasin a ser o 3, ac-
crescenle-se o seguale :O municipio da corto lera
4 depulados.
3." Ao 4, do art. 1, que passou a )5 6, acerescen-
le-se a seguinle base : Ncnhum dislriclo eleiloral
poder ler menos de 120 eleitores. Em cada paro-
chia 23 votantes darao um eleitor. |Oi districtos que
depois de feila a dvisao nao tiverem esse numero,
passar a t-lo. Para sse efleito cada urna das res-
pectivas parochias dar mais um lajlar. ou mais
lanos quanlos sejam necessario* para dt a somma
total dos eleitores do dislriclo nao seja inferior de
I2il. nem sobrexceda alm da fraccao que fqr indis-
pensavel para inteirar esse numero total.
3.a 9, quesera i\ : A eleirao de senadores, que
lera mgar na forma dos tris. 80 e 81 da lei, ser fei-
la pala reunan dos dislrictos eleitoraesque for cor-
respondente.
A 1. reaniao de districtos comprehender o 1 a
2, districtos ; a 2, c.omprchendefu o 3 a 4, o assim
simultneamente. ^
As provincias que actualmente tem numero impar
de depulados passarao a ler o minero par immedia-
tamente maior.
Em sessao do senado serao designados pela sorle
os senadores actuaos que licarAo pertencendo a cada
reunio de dislrictos. O senadocommnnicar ao go-
verno o resudado do sorteio.
4. novo, que ser 22.O governo designar pa-
ra cabera de cada reunio de distncto a cidade ou
villa populosa que for mais central.
Kecolliidos e apurados os volos dados para sena-
dores em cada? am do* dillerenles collegios se lavrar
a respectiva acta na forma do 12, e della se exlra-
lur.'io as copias de que I rala o art. 79 da le, remet-
iendo se cmara da cidade ou- villa cabera da reu-
nio dos dislrictos, a qae d'antes era enviada ca-
Imarada capilal da provincia.
,5." Paragrapbo novo que ser 23:A apuraran na
cantara municipal da reunio dos dislrictos se far
na poca e forma declarada no paragrapbo 13. Da
respectiva acta da apurarao secitrahirao tres copias,
que serao remettidas ama ao ministro do imperio,
onlra no presidente da provincia, e outra ao secre-
tario do senado.
Considerar-se-lia propostos para senadores os Iros
cidadaos mais volados, ainda quando lenliam somen-
le maioria relativa.
Og 26 do art. 1, que.passou a ser 21, seja subs-
iiludo pelos segrales artigo* :
Art. 2. Os juizes de direilo que forem eleilos de-
potados geraei ou provinciaes por districtos que
comprehend.-im a respectiva comarca no lodo ou em
parle, n;lo pudran ler exrcicio como juizes de di-
reilo por todo o lempo da legislatura. Nao terao por
isso mesmo direilo ;ios respectivos vencimenlos nem
anliguidade, conservaran parran a dos aunos de ser-
vico que linham ao lempo da eleicao al que enlrem
novamenle em exercich.
Art. 3. O governo he^aulorisado a nomtar on es-
colher um juiz municipal! especial que sirva era
subsliluicao do juiy. de direfn que deixar de exercer
o seu lugar nos tormos do artigo anteceden le. O
juiz municipal que assim servia, perceber os mes-
mos -/encmenlo* do juiz de 'direilo que substi-
tuir.
Art. 1. Os promotores de comarca?, inspectores de
alfandegas, colleclores, juizes munieipaes e delega-
dos de polica que forem eleilos depulados, as cir-
cumstancias do arl. 2, deixam vagos- os seus em-
pregos.
Arl. Os presidente! das provincia s e seus se-
cretarios, os commandanles das trinas, ..os inspecto-
res de fazenda ou de theseuraria geral Wl provin-
cial, eos chefe* de polica, que forem eluilos depu-
lados por qualquer dislriclo eleiloral d> provincia
era que exercerem auloridade,deixam vitfgoslaes em-
pregos, e nao podero exercer neuhunj dos cargos
mencionados oesta artigo na mesma provincia por
todo o lempo da legislatura.
Arl. 6. Os cidadaos que forera eleilos depulados
nao poderaojdurante a legislatura aceitar Iirt*s CU
couderoi arns algumas do governo. f
Paro do senado, 3 de julho de lSJ.j- Pimenta
Bueno.I isconde de Sapucahy. J
Segundo rolo separado/
O abaixo assignado n8o podendo.' concordar com
seu* honrados collegas das duas commisses do le-
gislarao e constiluicao, a que foi remellido o projee-
lo da reforma eleiloral, seuu pd materia em geral,
ao menos quanto aos mutiv s, julga deveY expor
em voto separado os fuidan-'enlos de sua opiniao a
respeilo dos dous pontos principara do dilo projeelo,
que sao a eleicao por chulos, e as incompatibili-
dades, y
-i. Ponto.
Entrale o aba,*'* assignado que a eleirao por cir-
cuios n,1o encor""'1 arligo algum da conslituicao,pois
que os eleitor nomeados as assemblas parochi-
beu as sagradas paginas urna especia de uocao di-
vina, a Erudimini, qui judicalis terram. n l) juiz
que lem de dividir seu lempo com fu ucee* tan dis-
paratadas e difllceis, ha de por torca ser mediocre
em todas, lornando-se pouco Irabil para cada Orna
dellas. Ha eveepees, he verdade, e o abaixo assig-
nado se compraz de as reconbecer em seu paiz.
Mas o legislador allende aos casos oidinaros, olha
para a regra a nao para as excepces. Quod semel,
aut bis existit, pririercunt legisiatores L. 6. Dig. de
Lagil.
De ado infere o abaixo assignado qae ha incom-
palibilldade natural entra o ollicio de juiz e de le-
gislador, sem fallar na falta que fazem os jui
zes nos lugares que deixam, nos inconvenientes
das inlerinidades e em outros que occorrem fcil-
mente.
1.1 a 2o
-8
lili a 124
4
39 a 46
128*110
358000
402JB30
110019
1619240
Saldo em 28 de marco
. 5:247#i8
h:M2
.....10:7*-
:362>52.
amo9
Estando deslas razes bem entrado o abaixo assig-
nado, cerlo remalra o seu vol propondo" que se de-
clarassem por lei incompativis as funeces de juiz,
de legislador, se nao eslivera lambem convencido
qne esse arbitrio enconlra a conslituicao do Estado,
e sendo a reforma desta a cousa mais perigosa do
mundo, o mesmo abaixo assignado nao ousaria pro-
p la para o elleilo orejado, anda quando por oa-
lros meios se o3o pudessem evitar ou pelo mcuos al-
lenuar os inconvenientes aponlados.
A divisa do legislador he muilas vezes a escolha
dos malesMimma de malis.
Obsta tambera.ao mesmo arbitrio, 110 entender do
abaixo assignado, n estado hypothelico do paiz, em
que nao ha anda lana abundancia de pessoas habi-
litadas para as funeces legislativas que se possa
prescindir da coadjuvacato e luzes de urna'classe lao
importante e numerosa, e cuja ciencia mus analo-
ga tem com a sciencia da legislacao Nao terao, po-
rem, remedio, sem locarse na lei fundamental do
Estado os inconvenientes indicados t
O remedio parece eslar muilo a flor da Ierra.
Quando o Ijom senso da nac>o e a experiencia dos
mos efleilos que resol la m de se di-trahirein os jui-
zes de eus logares para lomarem parle nos Iraba-
lhos legislativos mostrarem sem replica que ha nislo
desvantagem publica', os eleilores se abslcrao dessas
nomeares. ou pelo menos sero mais parcos nel-
las, elegendo smenle quelles dos juizes, do< quaes
se deverem esperar melhores servicos na carreira po-
ltica do que na judicaria. Qual he a conslituicao
do mundo qae tranca aos juizes as portas do parla-
mento '.'
A Inglaterra, pelo menos, qae he o paiz modelo
quando se trata da pralca do systema representati-
vo, os nao exclue por algum texto positivo e expres-
so de sua legislacilo ; e entretanto os votantes nao
maralamau parlamento ueiilium de seu* juizes, SjSp.
duvida porque esse povo singular touhece ijw
de melhor que seus juizes se oceupem s com a jus-
lica.
Faca-se o mesmo entre nos: e se-o governo lem
lana influencia as eleices, como se diz e repele
todos os diasem nossas cmaras, o que obsta que el-
le d instruco/ies aos presidentes nesse sentido t Se
os presidentes acouselhlrem s influencias locaes
que ha desserviro na nomea$9o dus ruagislrados pa-
ra membros do corpo legislativo, fra Uso mais ef-
ficaz correctivo do que quaalas providencias legisla-
tivas se tomassem, quando o permillis.se a Lei fun-
damental do Estado. As incompatibilidades relati-
vas de que trata o projeelo Iropecam rio mesmo em-
baraco constitucional nojuizo do abaix"assgnadq,
que tambero as repula efiieazes ; e portauto he
seu voto qae passem os districtos eleiloraes, dei-
xando-se de se decretaren), por lei as incompatibili-
dades.
1 Paco do senado, 3 de julho de 1855. Gabriel
Menees dos Santos.
{Jornal do Commercio do Ro.)
!8:066#434
Cmara municipal do Recito i. de mato de 1855.
O procurador,
Jorge l'ietor Ferreira Lopes.
REPARTI^AO DA POLICA
Parte do dia 26 de inlbo.
Illm. e Eira. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das diflerentes participacoes hoje rebebidas
icstii reparlca>>, consta que foram presos :
Pela delegada do primeiro dislriclo desle termo,
Jos Das da Silva, por indiciado es rime daestel-
llonslo.
Pela subdelegada da freguezia do Recito, Ma-
noel Marlins Marques, Florianna Marta do Carino.
Alexandrina Mari, da Conceicao, lodo por desr-
deme o marujo iuglez Richard Dublia, a requisi-
rao desea respectivo consol.
E pela subdelegada da frtguezi da Boa-Vista,
o prcito escravo Thomaz, para averigaiacoes.
Por oflicio desta data eomtiiunicotwne o delegada
do primeiro dislriclo desle tormo, eoro referencia a
pariiciparaoque honlem Ihe fizera o subdelegado da
freguezia da Boa-Vista, que pelas 7 horas da noita
de 24 do corrento, a preta Thereza. eacravs de D.
Man.inna Teixeira Encellar, moradora na Estancia,
laucara-se na cacimba do silio viiinho de Jos Bap-
lisla Ribeiro de Parias, de que fiilecera im'mediata-
menle, n3o obilaule os soccorros que nessa occasiao
se Ibes applicaram, e que procedeudo o mesmo Sub-
delegado as necessaria indagares a respeilo de ser
melliiote aclo, soabe-s que nema senhora nem 00-
tra alguna pessoa da casa elle dera cansa, sendo
que pela vesloria feila no cadver, declararam os
facultativos qae a preta fallecer de nma asph'ixia
por submersau.
Dos guarde V, Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 26 de julho de 1855.Illm. e Exm.
Sr. cnnselhciro Jos Benlo da Cuoha a Figoeirodo.
presidente da provincia.O chafa de polica iMit
Carlos de Paiva Teixeira. ,
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PEHMIBICO.
CMARA MUNICIPAL DO lECIFE.
Balando da reeatta o deepexa da cmara muni-
cipal do Recite no mez de marco de 1855,
RECEITA.
Bataneo veriTicadoiem 28 do fevereiro de
de 1855..........3:1-408637
Exrcicio de 1851 o 1855.
Imposto de mscales e
boceleiras. ... 2 638230
dem de cordearOes e
licencas 116 a 171 1138710
dem de aferiedes-., 2-3:40050U0
dem de medidas de
farinha......
Multas pato fiscal do
Recito.....
dem pelo fiscal de S.
Antonio ....
dem peto fiscal de S.
Jos......
dem pelo fiscal da
Boa-Vista. .
Ribeira das freguezias
de S. Jos e Boa-
Vista .....
Talhos dos acougoes .
Imposto de 500 rs. por
cabeca de gado. -.
dem de capim de
planta i .
Imposto sobre fogo ar-
tificial .....
Imposto de 28 e 49 so-
bre eslabetortmen-
los da freguezia Uo
Recito.....
dem sobre eslabeleci-
meulosda freguezia.
deS. Antonio. .
dem sobra eslabeleci-
menlos da freguezia
de S. Jos. .
dem sobre eslabeleci-
mentos da freguezia
do Boa-Vista .' .
dem sobre estabele-
cimenlos da Iregue-
zia do Poco. .
dem sobre eslabeleci-
menlos da freguezia
dos Afogados. .
dem de carros de pas-
seio......195 a 196
dem de rarroras 45 a 47
dem de outros veh-
culos 34
Mullas de 50 par ",. 1 a 3
dem de 50,pr % 2
2 2008250
32 a 37 59801
,40 a 47 IJOOO
33 a 39 619000
13 a 19 329OOO
10 2 e 11 3&8300O 2759B00
2 3:071$250
2 3I5750
.48 a 53 79200
Pelo vapor D. Mara H, entrado honlem de Lis-
bo, recebemos as cartas df oossos correspondentes,
uaquella corle, que fieam transcriptas era oulro lo-
gar deste Diario, e lambem gazetas portuguesas qae
alcanrnm al 10 do correnle.
As noticias da Crimea sao asss imprtanlas. I
Ragln, general em chefe do exercilo inglez uaquel-
la pennsula, suecumbira no dia 28 de junho pelas 8
horas da imite aos golpes de urna enfermidade de
qui fra atacado, cr-se qae Meara substituido pelo
gener.il Simpson. Ha o segundo general em chefe
que perdem oese) destructiva guerra os exercilos al-
liados Achavam-sc tambem enfermos 8ir John
Krown c os generaes Penuejalhen e Cudringlou. O
cholera continua nos diversos acampamentos, matan-
do Francezes, Inglezes, 1 orcos e Sardos, entretanto
assegura-se que o estado sanitario das tropas j fci
peior do que actualmente he.
A torre Malakof ainda acha-se em poder dos Rus-
sos, sendo falsa a noticia aqni dada peto agento do
commissariado do vapor Avon, e o despacho que em
um desses das pastados transcrevemos do Correio
Mercantil do Rio, assegurando ter ella cabido em
poder dos Alliados ; todava he cerlo, que lendo es-
tes ocrupado a Colima Verde, que lica 500 metros
dislau :e da dila torre, tortificavam-se nesla posifo
e faziam obras de apruebe para ataca-la.
1 O Jornal des_ Debat pnblVa. as segunles con-
""' "lina V eiv.
siderac&es acerca da lomada *4MsUl
__ 9 publicamos anuoac
um triumpho importante que he lima proVa dpa
a O despacho que cima publicamos anna
4 a 238 778-3000
6a481 1:5588000
2a 115 3309OOO
8 a 153 4728000
3 a 18 38J0U0
2. a 22 529000
32-5000
189000
Restituirn
GjOOO
33OOO
39OOO
---------11:3339J
. 30J00O

II a 16
1854.
89000
158000
6690OO
123000
acs, e reui" '.'os respectivos districtos, sao to
eleilores 'Vincia nos termos do art. 90 da cons-
tiluicao erio como sao os eleitores da que se
comrn" irenles collegios eleitoraes, conforme o
ar(. oguiamentar das eleices de 19 de
ar .Se os eleilores, reunidos em distric-
declarado no projeelo approvado em
olam em um s depulado, e nao em
proviucia, pertence islo ao modo pra-
1, de que Irata o art. 97 da mesma
o sn ochando em parle alguma della
ada eleitor da ama provincia d-
os os depulados que Ihe cabe no-
siso assignado que ha utilidade ma-
" eleicao por dislrictos, por-
-ibilidade dese-
- >ncali-
eafooo
Exrcicio de 4853 a
Mullas pelo fiscal da
freguezia do Recito. 53
dem peto fiscal de S.
Antonio.....133 a 134
Imposto sobre eslabe-
lecimenlosda fregue-
zia de S. Jos. 130 a 151
dem da freguezia do
Poco.....
is. rfa^reistjelnS''
Afogados .
Mullas sobre os m
mos imposto.. .
Imposto de eslabe'
melos da (regu
da Boa-Vista. 1
dem da freguezia! do
Recito.....309 a 358 15630110
dem da fregaezia de
S. Antonio .-. 475 a 558 3563000
Exrcicio de 1852 a 1853.
Imposto de 500 ns. por
cabeca de gado 6 50933G7
dem sobre eslalieleci-
. nicnlos da Ir gue/. 1 a
de S. Antonio 502 aT 162300)
dem da fregurzin de
S.Jos......136 a 151
dem da fregu zia da
Boa-Vista .
dem da freguezia do
Poco .....
dem da freguezia dos
Afogados ....
Mullas sobre os mes-
mos .rapos' tos. 628 a 751 701801
Imposto sobr e eslabe-
lecimenlo- S da fregue-
zia do Ke dfe. 333 a 358" 803000
11:29^9440
-1:7773000
168 a 182
13 a 16
15* 24
46/000
lfJ9000
ajot
263000
-1:5759367
Ji.rercicio de 1851 a 1852.
Imposto sol ore estabe-
leeimonl es da fregae-
zia da S. Antonio ,53 a 069 50*000
nergia com qne se prosagne as operaces de silio,
a com rauita probabilidade tambem do sbstimenlo
moral dos sitiados.
b Pa ja lempo que as correspondencias recebidas
do exiircito, Unto em Franca como, ua Inglaterra,
daram conhecer ele estado.
u*A fraca reaiqncia dos Russos no segando ata-
que da praea d armas levantada por ellas eutre o
forte da Qaarentorta, a o baluarte Central, a mara-
vilhosa facilidade cem a qual se enlrou no mar da
AzolT, quasi sem disparar um tiro, a rapidez cora
qne parece qae ae lomou posse das obras d
Verde, sao symptoraas mu significativos.
a Islo he verdade particularmente no qne dic res-
peilo i cullina Verde, na qnal, como he sabido, a
Russos conseguiram manter-se na noite de 23 da
marco, apezar dos heroicos esforcos dos Zoivos,
u'uma serie de combales em qoe o general Mounot,
que diriga o ataque, fez prodigios de valor.
a Hoje estas obras, qae os Russos .tiveram bas-
lante lempo para apertoicoar, parece lerem cnido
sem grande lula em nosso podar.
11 II> um triumpho moraj, a ha lambem debaixo
do poi lo de vista do alaqae, e da defensa de Sebas-
topol, um faci consideravel. A colima Verde he,
como lodos sabem, um comoro sitas a a leste ana
frente da torre Malakofl, onde 01 11
lecerain vara baler os IraRalhos dirigidos centra es-
ta (orre, e contra a balera chamada do Hdenle.
Ai aqu linham-se suiteutadojiesls' poscila, donde
com elleilo conseguiram contrariar as upafacps des
inglezes, e obstar os desenvolvmentos dos noisos
ataques da direita. Hoje esle ponto importante per-
tence- ios, e he possivel que proseguodo nesla van-
lagem, os snantes chegaem bem depessa, e sem
grande dilliculdade at a bahi da Ouereoagem ou
peto menos, at dominarem a parto de Sebastopol,
isto he, inveslirem a parle do sul da cidade, cortan-
do-lhe a communicacaopor Ierra, pela qual recebera
continuamente reforciM- de gente o material, e em
baracando cruelmente com o fago da saa arlilharia
o movimento que ha entre o lado do norte cdo sul.
No dia t> de junho coraecaram os Alliados oulro
bombardeameulo coutra a cidade, a conro~no dia se-
guinle, carregamlo sobre a policio denomioeda Col-
lina Verde, a tomassem bayoneta fazendo de 40o a
,">0t) liussos prisioneirfL os soldados chelos de .-en-
ihiisiasnio, grilaram cidade '. cidade! e arroja-
ram-se sobre a torra llatakof, mas Uo vivo a cer-
leiru foi o fogo dos Russos que os assallantes viram-
se obrigados a retirarenvse, toado perdido grande
numero de vidas. ,
Eis-aqui como sa exprime a esto respeia ama ear-
Mt transcripta na Correspondencia Ljcolieet:
a Campo de Sebastopol 12 de junho..
As nossas perdas excedem muilo a qne ao prin-
cipio se dizia : tivemos um ponco mais da 3,000 fe-
udos, e provavelme;'. 700a 800 morios. O qne
mais maga nestayalaayne b^aSsaatiangoe foi inu-
lilraer.te deuaaflldo para assim limr^-B(^*l" va-
riilica-;. didaracesde ofliriaes feridos sobria,! plato
da C^ljasrlLafTirmara que foi lal o impelo dos neg-
aos soldados, que chegaram asaltaras da Colima Veri:
de, com 13 homeos morios a uns 60 feridos. O fim
era fortificarem-se neste ponto ; porm em vez da
suspenderem o seu impelo, a arraslados peta victo-
ria fcil que linham alcancado, lodos descam o de-
clive opposlo.e sobem Collina sobre a qual Mea a
torre Malakou": tt A' cidade cidads I he lira-
do qne se ouve de todos os lados, a lodos vorreram,
julgaodo assenhorearem-se de Malakeffcom mes-
ma facilidade : porm horriveis descargas de melra-
Ilia ibes embargam o passo, e os seas heroicos esfor-
cos foram esbarrar contra os parapeitos, cjvjjjos da
frisa e palissadu, etc. Obrigadjj ,1 relirarem-ie, os
nossos soldados batoram-sa como lees, porm mui-
tos Mcaram no campo. Ha por isso que a nossa per-
da foi Uo imnortanle. a
ao desanimados por esteTrSn*,ala^1i9afaio,*^2^^
liados atacaran] na dia 18 a mesma torre, e tambem
as bateras de Hdente, mas depois de penetraren
ncllas foro onlra ves repellidos com grande perda
ire morios e feridos alem de bem 600 homens
qoe dizemler Meado prisioneiros. Sobre esto se-
gando alaqae acharos ao Jornal do Commercio de
Lisboa ai seguiotes particularidades :
No dia 18 as 3 bateada mandan exercilo alaron
a Torro do MalaMN o Bradenle.O general Hrimet
foi enrarregado da ataque peta direita,a divi.1oMsv-
ranocropava o centro, a o general de Aolemarre'e
oslnglezca a esquerda.OgeneraldeAuemarre a fren-
te do 19." e .-de ca(adores a p enlrou na Torre
de Mal il.oll'e ahi levanlou a bandeija, francesa,
mas iciulo-se posto em confuslo a direita o general.
Ey que passara o Radenle c se eslabelecera n'uma
posicau difficil foi obrigado a abandona-la no dia se-
guinle com grandes perdas. As 7 horas da manbaa o
general Peliisier mandou retirar as Iropas.
Durante esle lempo a esquadra fazia fogo porban-
das e dvis atacar, se o ataque por trra fosse bem
succedido.
'' O Sr.iaiiAore de Marselha pnblica os segunles
nleressanles pormenores acerca do ataque da tone
Malakoff no dia 18.
Domingo 17, as qualro horas a melada mandas,
rompeu o fogo emloda a linha, e lornando-se mais
enrgico na direita, em cinco horas fasta calar o da
inimigo, continuando durante toda a noile; em nub-
lo as nossas tropas comecavam a mardisr peMstra
horas da manbaa, encontrndoos Russos qu* Mt4a.
vara nrai sortida.
Depois de nma encarnlcada lula, os Francezes
chegararaa torre Maiakoff, conlra a qual applicarasa
r


,|* -^
. *
X.-' ' - DIARIO OE PEMA1BUCO SEXTA FElKA 7 t MULHO Ot 1855
y
as escaduquese canhectu quaeram rauito peque-
Mi.
Todava, depois de (res tentativa* infructuosas,
r fi reas sope-
liores, Dlopoderam conservar-se na torre, tendudj
ulirir, sustentando urna lata raorlifera.
As nossas perdas nesle combat 'orare conside-
i'tveis.
Falla-se em onze offlciaes de cii;enlu iros, e no
peneral Bruuet uiortos, e mais tres gcuerai feridos,
aira elle o general Mayran. Cornudo, Jaezar dest'j
itaquo malauctedlo, c protegidos pilo bnmbardea-
inenloquo oo cest.ava. e que na vspera litera tam-
tam calar o fbgo da inimigoI esqueida pelas tres
lloras da manhaa.ui Francezes consdcravel mente re-
ioreados pelo general Pelissier, que dirigir o ataque
;eral, preperavarn-se pura um novo alaqoe. Em
quanto as nossas tropas tentavum aisenhotear-se da
i orre Milakoti, os Inglezes atacaban bateras do
tadente, c depois de umsanguinole ato combate,Ire-i
iegimenlosentraran! un arsenal. Euviarani-lhe tro-
serva para os apoiar e ajudar a manter-si!
nesU poai{3o, mai antes que estn tropas chegas-
se.ni, o i imigo cahira sobre elles comfort-ai superio-
rreodo o risco de se vere;n envolvidos, s<>"
liveram lempo para retirar, tend> perdido muita
rente.
No entretanto o bombardcamcnlo conlnuava
rom o mesmo vigor, e via-se um grande incendio n;i
, iidade. Veio a noite, e Sebastopol pareca todo eni
ligo ;raas era impossivel no meio de innumeravei;
Mis que se cruzavam em todas as lirecejes e ca-
llista sobre a. cidade ou sobre o campo, avaliar aim-
1 porlancia dos'ealrtgos.
a Duraste todas estes ataques, qual era a allilndi
tas esquadrasalliaias".' J na noite di sabhado par
ilomingo, todas aa fragatas a vapor linhaii, passado
din frante ds entrada do porto atirmdo cada urna
(Mas a sua banda contra as bateras que a pro-
teger.
Na manhaa de 18, asesquadras etebeiim ordena
ile tomar posicape lomar parte no ataque geral. O
Afo*re6el.oseguidc de minias erabacarces pequeas
ti vapor, quedeviam render-se para o rebocar quan-
do- fosee necessario : o Napolen, o Charttmagne u
o Jean Bart nana di; hlice, mais 7 rios de hlice
ingieras, as fragata) a vapor como a Caffarelli, Sa-
ltete., t um grau le numero de navios menores,
i endo a* todo 4 navios tomaram pusicS em frente
ila embocadura do porto. Couservaiani-sa todo o din
iesta petiriin, fora do alcance das buleras tnssas, es--
lraadeo signal pata atacar) mas o iiignal nao ap-
riacecea, o as esquilaras nSo poderam tomar no ata.--
linea parte imprtente que lhes eslava destinada.
Comludo o Foyal Albtrt, o Prfrtee Royal, o
*ttni Jean i'Acra,, o\Miranda c u Morengo, rom-
simo contra os fortes Conslau-
Quarenttina, e diz-se que a primeira es-
tacada fol toreada. Finalmente clilpou a noite, o
(Iras alliatlas volhiram ao seu. ancorado'urr
io poirtb interior.
linte correspondencia publicada pelo Conr-
lign e transcripta pelo J. do C, d; Lisboa,
noslra o estado d.isobras em frent3 In Sibaslopo
i antes do ultimo ataque d? torre MalakolT :
j Sebastopol, IB de junde.
Etando proxiaio um assalto decisivo, toilbs lo-
rio eom inleresse urna deseriprao exacta lo estado
actual das obras dos adiados e das fotificacOea. ex -
leroresde Sebastopol. '
Desde o mar i.l ao desflladeim dos Inglezes,
as nossas Irincheiras, u'uma linha de ins 3 kilome-
_ Iros, avancam quisi parallolainenli: is forlficacOes
:la piara at dislmcia de 200 meto dos fosaos, -a
em partes al 60 mellos. A suaeitenso total, in-
rluindo ramaes e parallelas, exced a 19 kilme-
tros. Nos pontos culminantes e mais vantajosos
acham-se 54 bateras de pecas e morlc iros, conleudu
nais de 330 boca* de fogo. Sao como urna rede, a
ifial olri pude romper-se, que eslreitd toda a parte
ila cidade de Sebastopol, defebdidn pe|o forto da
Cuarentena, na entrada do porto, a nturalha araeia -
la que desde esse forte vai ligar-s- mi baluarte de:
Cuarentena, e da jui val al ao baluarte Central.
a Comosabeiso inimigo anda no-su na parte
ixterior desses fon es e deasa murnfha conderaveis
bateras que mutuamente se flanquei mi, o sao co-
v niiecdascom as djuomina^Ses de forte Vermelhn
is bateras circulares, sabindo do mal' ao longo da
cumiada da costada baha da Quinntena, at ao
4 nalienle do baluarte cora e mesmo nnme. Entre .1
porta da cidode e a faee esquerda to baluarte cen-
- iral fcam outras t ateras na vertente do desfladei-
o qne assspara din nossas triachslrai do cemiterio.
Em sarama um eystema completo dn bateras coni
Jt lagos cruzados ilefende 0 profundo e es reito des-
leiro que desee das nossas paial lelas entre <
uirte central e o do Alastro, e qu fazendo urna
I at ao porto, passanda pela rectagnardi
Jas obras de defza da cidade, pitoreicamente agru -
Mi redor de ama colllna.cujai tres quartas par-
ta esli circnmdadas pelo mar.
tardo fogo de'pouca duraran, poiem milito
> las 7 e 8 de junho a p'raga esla em pr-
"ciloestado de defeza. A parle sup-inor das forlitl-
testa' bastante arruinada pela-tranile quanli-
lade de projectis arremessados ploi alliiidosdesd;
)de abril ;-'poreni os r\ussos leem'levantado na re-
aguarde outras bateras, protegida! pelnt antigs o
>elaa Bovaa Irinch'isajjmquanlii ans edlHcios e i
irisas na craUe prciprTBiTlTile dita Sitiados, pare-
les eiaiwMfc lodi esa' intacto. \ pouta deja'
;ide,7fae flnstituio a de barcas, o que liga a ccla-
le eam o bairro dv marnha a do arenal, esta' fora
' lo alcance da uosiia artimaa. L
a As obras e as bateras dos nglizes esliiu anda a
rraode distancia do Kadenle que difunde naquarteis
os alliados teem andado o andan com um vagar
ileploravel na construer/io das suaa alHi Se s por
issem -de lomar essa formidaid K Wt mesmo que nao existisse M II^Epf da da
[U I i!,
wderiama-senhorear-se.lella, .
ilo terreno bstanle desigual que
migo. '
I elzmenleaialaaa'f bate de revezs baleras
e em nos imenhc mando da
krlgados a abandonar o Ra-
lenle. ueste caso o baluarte do M.astro c o Centri.t
pera lorre e pelo Radente qu os domiuan,
oderao resistir, e lodo osysl-na d;'fortifica-
Ce que elles sao, para ssim li rr, os pontts
.Ipolo, sera' forcosainente abandonado pelo m-
migo.
icharbs sniores da tollina
Uto,' 0 ririlgo-a possue na
irte do sut ^^^Hbpol, um requeh grOpo de
la .da Sebastopol, la entrada
ngem. A'ii achum-se duns
ule encada o deifladeiro, apezur
ilostigeags, e nos incommodam bastan!;, particu-
1 armenia pot occi.iao Je rrrder as guardr.s das Irir-
<:hera: Na aquadra dslas duai oateri; s fica 00-
flar, ourr'ora consideravel, eque ho-
e o Inimigo dwaruou.
tintcainente de cada lado cid ocou. por assiih
'l Jiter, eocoberta pelo caes bastante alto, urna fragata
1 vapor, coja artllhafla pode substituir a daquella
ultima balera. Desse ponto ale i face direila da
lorre MalakolT vai um espaco de i ,000 metros, in-
leiramente desgaarnecido de f iitlficacrie; pc-
rero pela retasui rda estao postadis quatro mies
1. rusto da esquadr;, russa. em linha
'llocaram-nas all pira varrt-
|m> em frente das nessas obras, en-
liro da Qaerenagein e MalakolT, de
rreno-'ioje pouca importincia tem.
da fice da direHtaVe .rlalakolT, o ini-
migo eslabelaceu muitas bate(l|Miaa dsslinadas a
proteger com melralha lodua^BflBri da torre,
. desde a porto al ao -aliente qa HA id frente dr.
eollina Verde. Em quanto ao rgr;me declive da
Collina ende eslo accumulada:i as fortifica^Ce!,
chanadas de MalakolT, est lodo cubera de bale-
ras, A faee eaqaerda lambem baslanle escarpada,
. est igualmente bem armada e defendida,
e l'elo qoe non toca, estamos eoislrnindo em loda
i.Collina Verde baleras com perai de maior cali-
bre. Ha proratel qne esla noite liiuera prompla,
eqwpossanioslarasaaii^ vintc-e qjalro horas de-
pon, talvea iDesrhpi ^ trf lo depeadente dui
resellados qne *mi^fgm^m arllharla.
~-------&m eenswjTriicia destes fados,Ira'ava-iieqml'ran-
ca dt enar novos refor^os para a Crimea, asseve-
* randIMHnnesmo'qne loda aguarda "impeiial para <
brevemente embarcara.
O imperadorNapoIflo-abriraolliniameille a seas lo
4, do eorpo legislativo francez, e ro wla Ijuioseu dis-
curso causara grande universal impriasSO,
Urrf projeclo de le fol apresentade para levantar
um emprestinio de 750 milhOesdt francos. Novos
tribuios seram estabelecidos e o con'ingente par
conscripto de 1836 ser de 140,000 homeni.
O imperador de Austria linha parlido fara a G11I-
licia porem pastar revista astropai 1 es'acionadas,
Antes para deemprehender essa viagem qne deve
durtr algunas semanas, determinar! elln licenciar
parte de sao exercilo, o que ja ostu sendo execa-
tado.
O imperador da Russia, aproveitaitdo^.1 desta de-
libaracAo tomada pelo imperador daAoalria, resol-
ve fater morcar h para a Crimea pirtedo exercilo
que se ochava na Polonia.
O eeneiaminto dat Iropas austracas ha eaplica-
do do modo seguiute : %*%
ir Participam de Viennn GajeM de yon, que
alliseafnrma que em breve a Correi-pmdtncia
Jtutriacj pnbltcarn nm artigo ti'iado i dar a co-
nliacer a poltica do gabinete de \knna.
Neaae artigo se allirmara qoe atina tenciona
penriaiacor fiel s.suas obrigaoes oto rnnonciando
a'altitade bellirosa quelomoo. ISiO-lpe urna piova
da^ua o licenceamento nada tem de com mu m com
a redcelo do exercilo.
e Parfieipam de Berlm em!7, aoese nfflrma que
as polncias occidentaes dirigirn ao gabinete de
Vienna bbjecc,6is contra a reducclo do exercilo aus-
traco, e qoe estas objerroea resolverat o gabinnle
aaatrfacoa oflo raalisar a reduccao ostcnsnamenle,
nao a anuunctaiido ofllcl.ilmente, mas a conceder li*
cencas em larga escala, elTectuandi astim a n)(i.c-
*o sem apparalnalpnm.
Uz-se qoe o gabinete de Vienna prepara nina
Os Russos linham ordem de evacuar os peque-
nos fortes qoe era diflicil defender, logo que esli-
vessem seriamente ainearadns ; porm deviam de-
fender Aapa tanto quanto fosse possivel Logo de-
pois da tomada de Rerlch e de lenikale, parle da
esquadra dos alliados correu a costa circassiana, em
quanto que os Circassianos se reuniain cm forjas
mais ou menos cnsidetaveis^-------^_^
n Os Rossos, sabendo que ha algons mezes os Cir-
cassianos a os alliados inhain combinado um ataque
em commam contra as foalaletas da costa circassiana,
julgaram que esta atiian;a fra renovada, e o com-
mandaotede Aapa, que tinlia ao mesmo lempo de-
baix das suas orden* as guarni^Oes dos pequeos
fortes mandou evacuar estes e reuni todas astropas
em Aapa. Os Circassianoi oceuparam os fortes
abandonados ; e animados com a fraqueza do com-
mandanle do Aapa, avancaram em massa e amea-
rarain cortar a retirada a' guarnirlo de Aapa,
queconstavade uns 14 balallies empane incom-
pletos.
b Esle fado, bem como a noticia dos triumphos
alcanzados pelo alliados, resolvern] o commandan-
le de Aapa a evacuar esla pra;a rMirando-se pela
Kouban para Circausia. Os Kustos (ipauderaui o
sua marcha na raargem direila do rroT'sam duvida
para impedir que os Circassianos Iranspozes-
sem. i>
O Jornal de Conslan&wpla de 18 publica os se-
guiules pormenores cfln da destruirn, da mesma
cidade : '
Aapa, cidade c porto fortificado, tem o seo as-
senlo no exlremo do eonlraforle que'se destaca do
grande plato caucasiano em frente de I.onkoum-Kale
e segu paralelamente o lilloral occidental da Cir-
cassia. al vir cahir no mar Negro, a alguoia distan-
cia do duplicado eslreilo de Kertch e de .lenikale.
Aapa* cobre a estrada do lilloral que se dilata pela
sua vertente noroeste e oceupa o ponto de juncrao
do eonlraforle com o mar.
a F-rtiticada de um modo formulavel, Aapa era
a chave das commuuicacOes que ligam por Ierra as
provincias meridionales da Russia aos territorios sep-
lenlrionaes da Turqua asitica.
( Os almirantes liveram noticia pelos Circassianos
que os Russos linham abandonado Aapa, tendo fei-
lo voar todos os paoes da Cidade. A expedirao quan-
doae approximou nao vio (ramular a bandeira russa
na fortaleza, vio a arlilbaria nat canhoueiras, tftas
sem artilheiros. ., .,,
a Os abusconlra-tlaiiranles qne comniandavam a
expedidlo approxlmaram-se de Aapa caatelosa-
menle reeeiando alguma iraicHo.
Effeeirfaram o desembarque sem obstculo al-
gumaentraiido na cidade encontraram-na occopa-
da pelos Circassianos (Tcherkes.)
a Quasi lodos os habitantes se linham retirado e
os Circassianos oceupavam as casas qoe linham sa-
queado. Os alliados tomaram conta da cidade: ot*
Circassianos disseram que do alio das suas monla-
nhas linham visto os Russos abandonar a cidade, sa-
bindo em forra de 12 balalhSes, leudo antes enera-
vado a arlilharia. seguiram-nos os habitantes levan-
do comsigo o que linham de precioso. Os rmateos
de municSes e arlilharia que ficra intacta eram suf-
ficientes para sustentar um sitio de dona annos; as
pegas de brome e de ferro exislentes andavam por
200.
Os alliados tomaram as necesarias disposicOes
para arrazar as forlficaces.
No Bltico nenhuma accao tinha tido lugar, n
esqirtdra alliada achava-se cm frente de Cronsladt,
mas suas operares lem-se limitado a capturar al-
guns navios mercantes. Est reconhecido que #
grandes vasos nao po.ltm ser l empreados util-
mente, pelo que parece ler sido resolrido pelos ao-
vemos alliados retira-los daquelle mar e envia-los
para o.Negcqlonde poder.lo prestar muito bons (ser-
vicos :
Com efleito no mar de Aaoff lem os alliados al-
canzado mais algumas vantagens alem das que sou-
bemos pelas gazelas qoe nos Iroirae o vapor Avon.
Eis aqu o que escrevem.de Paris a este respeilo :
Paris 12 de junho, de larde.
o A esquadra alliada prosegue os seus Iriumphos;
asse*nhoreou-se de Taganrog, de Marioupol ede
Geisk.
(Taganrog he o porto mais importante do mar de
Azoff, fica na embocadura do rio Don, no extremo
leste daquelle mar. Marioupol fica para oeste de
Taganrog, na estrada de Taganrog para Sebastopol.
PorJJfcanrog he qoe chegam todos os abaslecimen-
los, particularmente cereaes para o exercilo rusto da
Crimea.)
A esquadra alliada do Pacifico navega para l'e-
trowpolosk.n
Quaole ao esladode [ortificac,*io dos portos russos
no Bltico, eis o que se US ta^frnal o Commereio
de Lisboa : *
As correspondencias do Bltico fornecem in-
leressantes pormenores acarea dos preparativos que
osRussos teem feilo em Cronsladt para defender a
entrada do Newa.' O invern e o lempo consumido
as negociares toram aproveitados com prodigiosa
actividade, o que denota algum r"ce.o. Como, de
resto, as esquadras alliadfr nao podiam entrar 110
Bltico mais cedo, nao lia que laslimar.pois que uj
ara possivel obstar eos trabalhos dos Russos.
11 Confirme o Globe, de Londres, explicamos
como osengenheiros Rasaos, aproreilando a lirao
que receberam em Bomarsurd e a experiencia do
sitio de Sebattapl, protegern as forlilicacAes de
ped a com urna serie Me obras de trra qoe cortaatl
percelteu um bomem muilo polido que o olhava al-
tentamente. O cardeal lareou-o de principio por
um procurador que perlendia apresenlar-lhc urna
petic.30, mas a circumslancia do que essa honra con-
srvava o chapeo na cabeca, dcsvancceu-lhe as sus-
peilas; conlinuoo a andar deVagar, olhando com
alleueilo. O assassino procurou entao precipitada-
mente na algibeira, fazendo grandes esforcos para
tirar alguma cousa que resista ; o cardeal que se
achara no anguludo ptamar.retiroa-se precipitada-
mente, conservando alguma distancia enlre si e esse
liuinem. que vendo falhai o golpe, lancou com vio-
lencia ao cardeal o ferro com que perlendia feri-lo,
e felizmente nao cousguio.
a Os domsticos suspender..m por algum lempo o
assassino. Quando se apaobo'u o insiromento, re-
conheceu-se qoe era um garfo com 3 grandes denlos
que lendo ido de encontrlas vestes produzio orna
resistencia que talvea fosse a salvajao da vida do
cardeal.
'( O assassino he um hornern de 36 anuos pouco
mais ou menos, eneharielleiro, por mime De Feli-
ce, e habita prximo a Gesu, no caminho Cesarini.
He pouco provavel que o seu criineVeja o resultado
de urna conspiracilo, ainda que as suas opioioes pes-
soaes sejam 'muilo exaltadas.
a A siluae.lo Commercial de De Felice, tinha, ha-
via algom lompo, chegado ao peior estado, e na-
quelle mesmo dia devia verificar-se urna busca em
sua casa. O seu procedimento j por muitas vezes
linha dado lugar a duvidar-se da sua razlo. He
natural que esle bomem de um espirito fraco mas
ardenle, atlribuiudo as suas miserias pessoaes as cir-
cumslaucias polticas, e mais particularmente ao
cardeal secretario de estado, enlendeu de um golpe
por termo ao estado dos seus negocios.
O \ ice-rei do Egypio, linha levantado 5,000 sol-
dados pretos no Soudan.
As noticias da India dizem que 6 Nepaul e o Thi-
bet Iralam de paz, e que o chefe dos Birmans Mon-
goles se revoltaia.
Parlicipam do Alhenas, com dala da 13, qne
Mr. Argyropaulo fora uomeado ministro dos nego-
cios estrangeiros e Mr. Trigomola ministro da ma-
rinlia. O tratado de commereio com a Turqua
foi assignado.
O general Alexandre de La Mnrmora, irmo do
general em chefe do exercilo piemoolez, falloceu ol-
limamenle na Crimea, acudo sua morle raui senti-
da em todo o l'ieinoate.
PlIBLIGAr-AO A PEDIDO.
irepidez, ua
iHIQHl extensao
|ue ouepC
w
do ini-
Jos Ablonio (lomes Jnior lem de continuar a
provar 1. que Felicianno Jos Gomes, e sua fa-
milia vieram de Lisboa para Pernambuco em 1843
e ainda nao voltaram aquella cidade,2. que Felicia-
no liodxe em, sua compnhiasua mobilia, louja,
& & cujos objeclos despachou na alfandega desta
rulado;3. que Feiiciauo em 1843, apezar il'e-tar nes-
la provincia, como he publico e notorio, apresen-
lou-se emjuizo, em Lisboa, por procurarlo, alle-
gando n3o s ser arrendatario e morador da casa
onde resida seu procurador, e. da qual .Feliciano
lambem he procurador emPernambuco.por recipro-
cidade, mas lambem proprietario dus objectos exis-
tentes, em referida ,oaa; 4, que a mencionada casa o
objeclos ainda all se conservan! em noma deFelicia-
no, isto afim do suppllcanle' ser fraudado. Requer
a V. S., digue-se de manda que qualquer (abelia 1
a visla do docomenlo junto I lie d por ceiiidao o dia
miv, e anno, em que Alexandre Jos Gomes pres-
lou juramento em Lisboa, na qualidade d'inventa-
riante de seu cazal, afim de dascrever os bens do
mesmo. Certificando mais o qae llie for aponlado
relativo a casa de residencia de Feliciano Jos Go-j
mes,' naquella cidade de Lisboa, em cuja casa falle-
ceo a Sra., da dito iuventariante, na enformidade de
seu juramento. Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz de ai
reito do cvel defer me 11 lo. E R..M.
Sim. Recife 2i de abril 1855. Silva Guimaraes.
Francisco de Sales da Coila Monteiro tabellilo desta
cidade do Recife de Pemambur por sua magosta-
da o Imperador que Dos gnarde ele.
Certifico que pelo supplicanle me fui aprsenla-
do urna cerlidao dos autos de inventaro dn finada
Dona Mara Rosa Gomes, da cidade do Lisboa subs-
cripta pelo escrivao do juizo de direilo da mesma
cidade, e della consla que Alexamlre Jos Gomes
preslou juramento para proceder enventario da'
mesma fallecida aos 16 de dezembro^de 1852 na qua-
lidade de inventarame, assim como cerlico que
pelo dito supplicanle eu fei aposentado e pedido
por cerldao da mesma o seguinle : '
Que a inventariada sua mulher fallecer aos 4 ile
fevereiro do correnle auno em casa de Feliciano Jo-
s Gomes na travessa nova de Sao Domingos nume-
ro 27,freguezia de Sania Jusla, cujas cerldao adia-
se sellada 11 esta cidade do Recife. He na verdade
o quome foi aponlado na dila cerlid.io que me foi
presente a qual me resporlo lornei a entregar aqoem
me apresenlou. Cidade do Recita aos 21 de abril
de 18o3. Subscrevi e assignei am f de verdade.
Francisco de Salle de Cotia Monteiro.
Jos Antonio Gomes Jnior, lem de continuar a
provar: 1, que Alexandre Jos Gomes, falli am
Lisboa em junho de 1837, em cujo eslado anda se
acha; -2, que a filha de Alexandre casou-ae com
FeliciaiTB Jnsetlomes, em selembro do dito anno;
3o, que^Viexandre iulilulaodo-so crador do soppli-
a eac plorar na- notas do lahellao Betatra
eialWfimareo 13, cedendo (condicioualnwnte) a
eliciann poderes fara demandar ao supplicanle
Detearregam hojtZI dejulno.
Barca inglezaCounless^ 0/ '/.etlanimercaderas
e laixas.*
BrigueinglezCynlhiabacalho.
Brigue inglezcenidem.
Importa?a o.
Brigue inglez leeni, viudo de Terra Nova, con-
signado a James Crablree S C, manifeslou o se-
gainle :
2,300 barricas bacalho ; aos consignatarios,
Brigue inglez Cynlhia, vindo de Terra Nova, con-
signado a Me. Calmonl \ CompauUia, manifes ou o
seg i nto.:
2,303 barricas bacalho ; aos consignatarios. '
CONSULADO liIRAL.
Rendimento do dia 2 a 25.....26:899U0
dem do dia 26,....... 2:426j270
29:3259680
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 2 a 25. t 1:3649477
dem do dia 26
y
tUfMO
1:4699417
Exportacao'.
Liverpool pela Parahlba, barca ingleza ICorrido,
de 408 toneladas, couduzio oteguinte r1,360 sac-
eos com 6,800 arrobas de assucar.
Rio de Janeiro, brigue americano Uellen, de
230 toneladas, couduzio o seguinle : 66 caxas ve-
las de carnauba, 80 toneladas arfa para lastro.
ItlSCKBEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 2 a 25.....27:9859000
dem do da 26 1-. 1:0119114
28:996*114
CONSULADO PROVINCIAL. ,
Rendimenlododa2 a 25. -. 41:3569037
dem do dia 26 2:5719739
43:927J776
l BOLETIM.
LISBOA 10 DE JUCHO.
Pircos cmate* dos genetn* Utimportacfto do
Brasil.
Por baldearan.
Algodo d* Pernarubueo.
Dito do Maranho.......
Dito ilo Para......... n
Dito dito de machina.....
Carao.

@
a
a
Caf do Rio primeira sorle.
Dito ililo segunda dita.
Dilodito lerreira dita.....
"Dito dilo esculla boa......
Dilo da Baliia.........
Couros seceos em cabello 28 a 32
Ditos ditos 24 a 27.......
Djtosditos IN a 23. ..:...
Dilos seceos espichados.....
Ditos sale. Bajiia e Para 28 a jU.
Ditos dilos dilo 26a 20. i
Dilos ditos de P. c Ce ara 28 a32
Dilos ditos dito 26 a 20 ....
Dilos ditos ilo Maranhao 28 a 32.
Craxu airofe..........
Dito do Maranhao. .^B
(omma copal.......v^m
Ipccaruanha........^m
Uprur i "..... '
Uta parrilha superior.....
lila dila mediana.......
Dla dila inferior.......
Crptico* de direitos.
. a
. a
125
110
100
100
29100
29550
29200
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18300
293OO
177
177
177
152
!117
417
112
112
127
200
100
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130
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lid
2IWS50
29300
25100
19400
Ojan
207
197
197
162
147
147
147
147
147
Antonio Moitinho de Assnmpcao, l.uiza Rosa de
Jess e 2 lilhos, Jos Joaquim de Barros.
Parahiba4 das, hiale brasileiro ulior do Brasil,
de 28 toneladas, meslre J0.I0 Francisco Martina,
equipagem 4, carga loros de mangue ; a Vicente
Ferreira da Costa. Passageirus, Felismino Perei-
ra da Silva e Alexandrina Mara da Gonceicao.
Assiilsdias, patacho brasileiro Emulacin, de
Mi toneladas, meslre Antonio Gomes Pereira,
equipagem 10, carga sal e palha ; a Manoel Gon-
ralvcs da Silva.
Xajcio sabido no mesmo da.
ColingnibaSumaca brasiletra a Ventora Feliz,
meslre Marcelino Jos Ullaiicourt, carga carne e
mais gneros.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsouraria provincial,
em cumprimento da resolucao da junta de fazenda,
manda fazer publico que a arremataran da obra do
acude do lluque foi transferida para o dia 14 de
agosto prximo vindouro.
E para constar se mandou aliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihcsouraria provincial do Pernam-
buco 17 de julho de 1855.O secretario, A. F. d'An-
nunciacao,
Em os das 26 e 28 do correle, e 1." de agosto
prximo futuro, estarn em praca no passo da cmara
municipal desta cidade a conslrucrao d canos de
alvenaria : um na ra Tormo-a, outro no Corredor
do Bispo, outro na da Esperanca, e o 4." na estrada
dos Afilelos : o 1.oreado eni 2819680, o 2. em
3009000, o 3. em 4349400, e o 4. em 4809000 : os
prelendentes podem comparecer na secretara da
mesma cmara para consultarem os respectivos or-
namentos* ficando na intelligencia de qne para ar-
rcmalarem as o'bras, (lvenlo dar fiadores. Passo da
cmara municipal do Keeife em sessao de 23 de jo-
lln de 1855J Bario de 'Capibaribe, presidente-
Manoel Ferhira Accioli, secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesooraria provincial,
era cumprimento da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 21 do correnle, manda fazer pobli:
cogue no dia 23 de agosto prximo vindouro, ,va'
novamenle't praca parfser arrematado a qqem por
menos tizer, a obra dos reparos do aqde de Caruar,
avahada em 1:0129000. E para constar se mandou
aflixar o-presele e poblicar pelo Diario. Secreta-
ria da ihcsouraria provincial de Pernambuco 24 de
julho de 1855.O secretario,
A. _F. d' Annuntiacao.
DECLARADO ES
Fr*c
ico, idem.
a a Lisbu.i.
Joan, rwlHjncz chamado
Pobre. r-T-
Mauricio, amigo de ir;
Miguel, Jarovneiro.
I. salteador. .
2.- dito. .
Roberto, menino de 8 annos.
Luita.......
Emilia, lha de Joiio. .
Juliana, mulher de Miguel
Salteadores. j /.
A acro he passada em Portugal, ha provincia' do
Minhoo 1 acto em casa de I.uit-a ,1 2 em. casa
de Joilo ; o 3" no bosques; o 4* 5' am casa de
. Senna.
. a a Piolo.
"<^l D Monteiro.
. D TT" *4ma. ,
0 Roi?naq.
. Luizibha.
.A Sra D. Leopoldina
. i) Leonor.
. a * Amalia.
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz do cemmerelo, de
dout ptimos escravos menores, de 12 a 14 innata de
idade,h\polhecadosa dito fallido rb 18 da marea da
1853: quiita-feira, 2 de agosto prximo, ao meio dia
em poni, no escriploro do mencionado agenta, ra
da Cadeia do Recife.
O agente Borja, por automacao do Illm. Sr.
Dr. juiz de direito do commereio, requerimenlo do
Antonio de S Lopea Fernandos, fara leilSo da ta-
'tna que foi db fallecido Antonio Lope* Moreira,
si la>m lar.i do Rosario n. 33, comistindo na
^armajao i^gneros existentes na dita taberna: sab-
bado, 28 docu"r*nle, ao meio dia am ponto.
' Esta T\TOGRAPHIA 01
Joao. Os muilosapplausos coi qoe esle bello qyarna|*onlPos'tores I'abei* para o DIARIO,
lem sidd representado no laiealro do Rio de Janeiro,
nos animara a assegurar -10 respeilavel publico a boa
escolha que fizmos pra "em agradarmos, a quem
na noite de sabbadr nos coadjuvar com a una con-
currencia.
Terminar o pectaculo com a applaudida farci.
A H0D1 VIVA.
Avi^ps i>:
Os bilhelrs ^chm-se venda no mesmo thealro
todos os das, das 10 horas da manhaaas2ila tarde,
e no dia do 8Peclacul "o escriptorio do thealro.
Principia f
8 horas.
147
Sysoo
1IKH)
DRIOO 18.5
i) IROOt) 129800
9;W<)0 1(0500
69500 W000
1^900
1-9800
a|ha defendem a idade o o porto.
\ A esquaiira Russa de Sweaborg rcunio-s 6 de 1 pot um fa6 ,050 dAilo afi fl dt7l5
Cronsladt, e ambas apreseutam baleras de pecas de i rf r m.a. TT-,_____ .._,. "... _-7
;
l
ovias nota dirigida a*s\polencascccdentaes recoin-1 ae cahira enfermo
---------.______________._ _._____,__*_ j_____^...... ___ 1*.^......1 .,_ ,,..
'(fraude calibre e de grande alcance, que augmentam
eoosideravelmente a forea da |>racs^Me sabido que a
mina de psaaem por onda o. iiavte* poileni subir
al S. Petersburgo esla defendida pvHiuilos fortes e
por centenares de pe^as. Mas estas fortieacoes nao
bastaram para tranquilizar o ininigo.Collocou atra-
vz ds passagem tres naos de tres bateras, que cru-
zan! o fogo com as baleras do forte Meuschikofl e
com as do forte de Cronsladt. Do outro lado da ilha,
no brai;o do rio'que leva mui pouca agua para que
os navios de alto bordo possam passar, os Ruanos col-
locaram 4 naos, 5 fragatas e 2 crvelas. Estes navios
devem por forja estar meltidos a pique. O sen fogo
domina o ro, e embancara muilo a manobra das
embarcacoes com geole de desembarqu a bordo.
No porto contanm-se 17 naos 10 vapores.
Grande numero de canhoueiras, Urnas a remos,
outras a vapor eslo preparadas para atacar os na-
vios dos alliados que por acaso venhjm a edealhar,
00 que (enlem torear aa liuhas inimisas.
Em Inglaterra continua a reinar grande agifteao.
< Em Porlland houva um grande mnjim, em cun-
sequencia de se dzer que o aire comprava lqui-
dos espirituosos para os por a venda. A Iropa que
foi chamada- para acudir a desordem foi apurada. O
maire mandou fazer fogo, porm o capillo da torca
nao quiz obedecer a essa ordem. dizendo comstancias nao exigiam medidas tao rigorosas.
A populacAo invadi os arraazens onde estavam
os lquidos espirituosos, e parte da Torca diaparou
urna descarga sobre os amotinadores, resollando da-
hi um muri e 6 ou 7 feridos. Depois celebrou-se
um meeltng publico, no qual se nomeou urna com-
missao.de inquerilo para investigar.
A Independence Belge publica o seguiote despa-
cho :'
a Londres 18 de junho.
a Na abertura da sessao de hoja da cmara dos
cominun*, o relalorio da commissao de inquerilo
sobre a siluacAo do exercilo britnico em frente de
Sebastopol foi apresentado por Mr. Roebul^o qual
elle leu hem como a analyse dos depoimetriB reco-
Ihidos. A commissao examinou viole e urna mil
questOes. O relalorio censura o governo preceden-
te por nao ler previsto os desastres de que a Crimea
for thealro,.nem tomado as necessarias medidas para
o abaslecimento do exercilo em visla da campanba
de invern. Faz os maiores elogios aos patriticos
senlimeutos dos particulares que literato dona:
lvos.
a Esta commiinicacao foi ouvida com vivo iote-
resse pela cmara, mu numerosa nesla occasiSo.D
Despachos da Correspondencia Lejolivct:
Trieste, 13 de junho.
Aa nolicias de Conslnlinopla recebidas aqui al-
canjam at 4 d junho.
llalli Pacha, minislro da marnha, fol demillido
das suas funcees, Mehemel Kelreili Pacha foi no-
meado minialroda guerra.
Estes doos novosapiinislros pertencera ao velho
partido turco, e estas novas miidancas na compos-
cao do miuisterio oltomano attribuem-se influen-
cia de lord Slralfort de Redrlill.
Em Conslanlinopla espalhou-sc o boalo de qua
AJi Pacho, deixara da ser grao-visir. As noticias da
Broussa dizem qoe na noilede 29 de maio hoavera
um novo tremor de Ierra que causara consideraveis
estragos. 8,900 pessoas se achavam sem abrigo de
especie.algoma, Abd-el-kader vir a Constaotino-
pla.
Li-se na Independencia Belga : .
a Os jomaos Italianos teem Tallado nllimamenle
de um projeclo de confederado Italiana de todos os
ealados da Pennsula, exceptu do Piemonte.
e A Preste de Vienna al deua esle respeilo algu-
mas milicias circunstanciadas.
< Um dos nossos correspondemos diz ler rutiles
para accredilar qoe osle projeclo naohecomo oapre-
senlaram.
Existe, diz elle, um plano de pacificarlo da
Italia para obstar a qne os manejos maiziiiistas se
rapitam-: mas logo "no principio hoov obstculos
provenientes do governo de Roma. Desejava-so b-
lenlo Sanio Padre certas roucoises, as quaeaelle
hao annoir nunca.
n Parece qne a recente viagem i Italia *' um dos
archiduques d'AosIria lem rclacao com estes pro-
iectof.ln i
O cardeal Anlonelli escapou ullimamente de ler
a mesma sorle qoe leve
queremos ilizer, escapou d
videncia livrou assim a cidade eterna dos horrores
qoe naquella poca a enlutaram.
Hfeevem de Paris que urna vasla conspirarlo es-
lava organisada, aqual eslendia se por loda a Ro-
mana e cheaava at a attenlar contra a vida do
proprio Papa!
la* Sanlidade atUigira-sc lano com essa noticia
i)
urna
m
AssiicasBe Pernambuco
Dito lUxSahia..........
Dito tldnPar, brulo.......
Dilo mascavado.........
Dilo refinado no paiz em formas
Dilo dito quebrado (pil). .
Dilo dito em pri (rap)......
Vaquetas de Pern. e Cear .
Ditas do Rio V..........-
I lilas do Maranhao.......
Churus do Brasil pequeos. .
Despachados
Arroz dn Maranhao e Para ord.
Dilo ililo.tro inelhor......
Dito dilo superior.........
Dilo dilo miudo......... 11
Dito do,Rio de Janeiro.
Pao campeche.........
Farinha de pa'o do Brasil t|>
Tapioca ...... ,-*--i- @
Precot ebrrentes *do* gneros de exporlanto para
o Brasil. 4M
Captivos de ilircilos.
Amo ndoa cm milo doce do Al-
garvo.......'......(85
Dita en) casca ronca,
Dita dita molar.....,
Dila dita durazia ,
Nozes...........
Figos do Algarva em caixa
Amelias .........
Tresuntos .....-..'
Chourc,os, em barril, ^j
Carne enaaccada. .'. .
19650
19700
19200
19200
31000
39000
:1900o
19200
19800
19400
mil 209000 409000
I
59000
58600
M400
49200
456OO
29600
800
19100
Pela subdelega*.-! da freguezia da Bon-Vsla
se faz publico, que lora apprehendido em poder de
nm almocrcve, om cavallo caslanho, que consla lia-
ver sido furtadn da cidade da Victoria : seu legitimo
dono compareca perante esla subdelegada.
Subdelegara da freguezia da Boa-Vista 25 de ju-
lho de 1855.O subdelegado em excrccio,
A. F. Slarlint Ilibeiro.
SAL40' DE BAILES PBLICOS,
EM
arica
s
1-^300
l<>5 P,
iioao
;>9i)oo
19.J00
59200
69000
"9(KK)
1-9100
59OOO
3.92OO
900
19400
Pela subdelegara da freguezia da Boa-Vista se
faz publico, que fra reculhido 11 cadeia desta cidade
por andar fgido, o preto Joao, que diz ser escravd
de Francisco de Tal, carapina, morador em Mari
la : seu senhor compareca perante esta subdele;
'dele-acia da regue/.ia da Boa-Visla 25 d
Bfcl855.O subdelegado em exerccio,
W A. F. Martlns Ribetro.
Na conformidade da. requisicaa .feita
neta data pelo conselho' de direccao do
Banco de Pernambuco, hficonvocada a as-
seml)li;a geral dossennorea accionistas, pa-
ra reuniao ordinaria no da 31 do correnad
le, as 11 liotas da manliua, para levar-jfl
eiteito o disposlo no art. ~i0 dos respectivos
estatutos.Recife 1 i- de julho de 1855
liaran de Camaragibe,presidente.Jo*
Bernardo Galvao Alcoforado, primeiro se-
cretario.'
RA D* PttAlA, CASA
QU FOI OTR'ORA
O THEATtiO PHILODRAl-
\TICO.
OBADiDES BllBJlfiJ.iSCVRAS.
EM H E JULHO E i DE AGOSTO.
Nos das cima indicados terao lugar nenie sali,
que foi preparado de proposito, a se acha ornado com
brilhaale luxo e lodo o goslo, os doos prbieiros in-
Irelenimcntos deste genero, que hi sao offerecidos
ao respeilavel poblico desta grande cidade, 13o ca-
recido de baas distraecOes.
As 8 horas da noilf a batida de msica do 2. ba-
lalhSo da guarda nacional desle municipio, dirigida
pelo hbil professor o Sr. Hermorgenes, annunciani
o comeco dp baile, e pelas numerosas e variadas pe-
as de seu repertorio deixar o publico plenamente
salisfeilo.' Ao Sr. meslre-sala esl incumbida a direc-
cao e boa ordem dos balfs, os quaes lermnarao
aempre as 2 horas, pouco mais ou menos.
Convida-sc, portanlo, a lodos os amadores, nSo s
a virem ver com precedencia o masnilico salao dos
bailes pblicos, como lambem a prevenirem-se dos
necesearios bilhetes de eftlraJa para cavalleiroa, pois
que as damas lero entrada gratis. Ditos, bilheles
acham-se desde j venda nicamente na ra do
Collegio n. 18, primeiro andar, e nas vesperal e dias
dos bailes, no escriptorio da casa do mesmo salao.
Preco 29000.
No Diarlo de Pernambuco de hoje leraos om
artigo assignado pelo Sr. Dr Lobo Mostazo, no qual
elle moslia, segundo a auloridade de horoens acro-
ditados, a immensa vanlagem do svslema homeopa-
thteo aobt'e o allopalhico, no Iratamenlo do cholera
morbus. A noasa ignorancia em materia de medi-
cina nao nos permute julger da verdade dos (acto*
citados em abono do novo methodo decorar. Ae-
sim, em nume do dever e da homaaidade, rogamos
aos senhores, mdicos d? escola velha qoe dos escla-
recam acerca de urna quesiao (So melindrosa, drzen-
do-nos de que lado esl a verdade. Bale pedido so
tem por fundamento a boa f e sincerldade, O /*
norante. 25 de julho de 1855,
i ~Z p_fc*,-SJ a,ugar orna casa terrea, on om so-
orado de uaaibndar, qoe lenha commodo e bom
quintal em o/ualquer dos bairros de S. Jos, Recife
es>. Antonio : nesla rjpograpbia se dir quera pro-
C1S3.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO. *
No da 21 ou23do cop-ente deWacor-*
rerloteria 9- datultura da aruoieira,
se-cham a venda algum meio bi-
ts loja* do costutne, na praca da
'ideada t* o premios erSo '
te tenha feito a tribu
lista. '
aiq
a
los de ris moeda porlugueza, dol que pela prPa|
meira ve-fc disse ter promeltido a dila. sua filha
quando eaaou-se; 4", que Feliciano Jos Gomes,
depois da refenfcpscriplura empetihou esse imagi-
nario dote a uJpsrceiru, mo podendo assim appl-
cara pagamento de seus dbitos dilo dote (anda
quando verdadero fosse 1 sem coaaeiilimento e ap-
provactfo desse lerceiro.
Requer a V. S. dijne-se da mandar que o escri-
vao Conha avistarlos aulos de libello que Feliciano
Jos Gomes, na qualidade de procurador de Ale-
xandreJos Gomes, cncamiuha ao supplicanle, lite
d por eerlidao o documento a 11. 144, pois que ah
existe a obrgacao feaia e firmada pelo proprio po-
nho de Feliciaouo JosGomes pela qual ficou pri-
vado de dispor de UilMBabuloso dote (moeda porlu-
gueza) 10:0009000 rjnk forma dita.
Pede ao Illm. Sr W. juiz do direito do cive de-
s
19000
19000
800
700
400
800
1- 400
38800
34O0
3X00
2*600
3W00
u
IOS
moio 19300
19200
.19300
340
205
340
380
3WJ0O
09000
89000
19200
19>00
600
800
AVISOS, martimos.


lio
1*340
19250
1*350
- 345
300
89500
maaalanda novamenle a aceitado tas proposlae por
elle apresantadas na ulIirrrtVsessSo da coiferencia de
Vienna, qoe os pleuipolenMpriaii rasso calla dis-
potlaa n acetalas, a \
Os Khh evacaaram Anapa,\qoal fi lego da-
pwaaeapada palos Cireaaaiano. >.
Eis aqu como de Vienna commnMcwi ? fa1o
o Jornal Allemao de Francfort; N,
Temos a'visla despachos telei!rapb-os qa ros
die hruM poraaeDorca acerca 4a vace^fSe de V
napa.
loso Gt
w
- OT. ji
rmenlo.E R. Merc.
D.Recife 21 de abril de 18.55.Suca Gui-
maraes. s
Pedro Tertuliano da Cuiiha, escrivao vitalicio das
varas do civel e commereio, nesla cidade do Re-
. cie, phivincia de Parn mbuco, por 5. M. I e C,
o Senhor D. Pcdcp II, que Dos guarde, etc., ele.
Certifico avista dos autos de que traa a pelie.lo
retro, delles consla achar-sc o documento a follias
144 pedido por cerldao, o qual o seu Iheor he da
forma, modo do maneira seguinle.
NSo (endo tido possivel concluir pelos meios ao
meu alcance, o ajuslaiiient' do contas do que me
devem Jos Anlouio Gomes Jnior e seus lilhos, e
necessitando para esse fim da pessoa de probidade e
zelo,|quese eucarregue desle Irabalho mediante urna
commissao, lendo justo e contratado com Rodolpho
Joao Barata de Almeida incombir-se o mesmo de
particularmente epor os meiosamigaveis diligenciar
este ajustamento de canias a juizo de pfilos, e ca-
so nada possa conseguir dos releridos raeus devedo-
res, convocara+ara os meios judiciaes contenciosos
promovendo por si ou por oulrem de sua eonlianra
a cobranza da mesma divida, ficando a seu cargo ele-
ger advogado que defend 1 o meu direilo at ultima
instancia e execucSo do julgado, fazer as despezas
judiciaes e qualquer outra extraordinaria que for
mistar para aclivr a referida cobranea e pagar o
ajuste que tizer com solicitador e advogado, e em
compensarlo deseos trabalhos, empale dos dinheiros
3ue adanlar, e leudo em visla a incerteza e lim das
emandas, me obrigo a pagar-lhe urna commissilo
de 30 por cento de ludo o que elfeclivamenle arreca-
dar, e a proporc,,io do que for recebando assim ir
dedusindo os 30 por cento.
Por esla forma promello e me obrigo a curnprir
esla coDvencao, e nao vr em lempo algum a juizo
por mim e meus herdeiros e successores reclamar
contra o ajustado, porque quero que a mesma con-
venco lenba toda a validade, por ser feita livre c
espontneamente sem a maior coaccao, renuncian-
do, demillindo e desislindo de qualquer direilo que
a meu favor te possa allegar e qoe tflpha por lim
inulilisar esla conveocao ; e bem assim a na fazer
qualquer Iransaccao sobre este debito sem cousenti-
mento do dito Sr. Barata.
.Para clareza maudei passar cbIc pelo Sr. Manoel
Bruno Alves de Coulo, que comino assigua perante
a leslerounhas abaixo assignadas.
Recife U de oulubro do 1847.Alexandre Jos
Gomes, Manuel Bruno Alves de Couto, Jos Ber-
nardo leinandes Gama. Como leslemunha que
este fiz, Manoel Bruno Alves de Coulo.Orno les-
(eniunha que > fazer, Jos Bernardo Fernandos
Gama, Luir. Francisco de .Mello Tavyes.
Obrgo-me^Cumprir esta convenci por haver o
Sr. Alexaa^re Jos Gomes cedido o transferido para
minyullliin de cobrar o que lite devem o Sr. Jo-
nlo 1110 Gomes Jnior a seus lilhos, e ter entrado
o seu cumprimento em urna das condices da es-
criptura de eessSo, assim como me obrigo a nao fa-
zer qualquer Iransaccao sobre esla divida sem con-
senlimcnlo e approvac^o do dilo Sr. Barata, e para
clareza passo esl.
Recife 15 de marco de 1848. Feliciano Jos
Gomes,
E mais se nao condola, nem outra algoma cousa
se declarava em dito documento aqui bem e fiel-
mente copiado, e transcripto dos referidos autos,
que cu escrivao uo principio desla declarado e abai-
xo assignado, bem e verdadeiramanle fiz copiar do
oroprio original, o qual esl sem cousa que duvida
o conde Rossr-em 1818, ,<*' C0^'T eon.ceria,la' subscripta e assignada,
le ser assassiuado, a Pro- "lacidade do Recife. provincia de Pernambuco
i,i.,to ,.ii.). iu Nosso Senhor Jess Chrislo de 1855, Iresimo quar-
lo da indepenpencia o do imperio do Brasil.
Subscrevi e assignei.Em f de verdade, Pedro
Tertuliano da Cunha.
Toucinho
Banha de
Wn em. _
Pmenta d#
Sal grossoa bordo.
Dilo reilortto, dem. ....
Dilo Irisueiro gross<> idem .
Cera branca por baldeara*.
Dila amari'lla idem.....
Dita em grume idem. ,
Dita em velas a bordo.
Azcilc dem........
Agurdenle encascada 30 graos.
Viiiliu inusealel de Setubal. caix
Dito Unto marca F.S, atiordo. pipa II89OOO
Dtto dito, dito idem t anc. 1209000
Dilo dilo marca B. e f., iderm pipa 1208000
Dito dilo dilo, idem......anc 122(000
Dilo dilo T.-P..B Filhos, idem. pipa 110*000
Dilo branco matea T. S. idem pipa 118J00O
Dilodito idem idem......anc. 1209000
Dito mari;a B, F., idem ; pip. 1209090
Dilodito dilo, idem......anc. 122fr00i)
Dilo dilo marca P. G., idem. pipa 1203)000
Dilo dito dito, idem......anc. 1229000
Dito marca T. P. e Filhos, idem. pipa 122(000
Vinagre linio marca F.e S.fdem,pipa 48(000
Dito marca B. eF., idem .pipa 40(000
Dilo marca P. G.. idem .pipa 449000
Dilodito marca T P. e F., idafea pipa 369000
Dito branco F. c S., idem. pipa IS9OOO
Dito dito marca B. I'.. dem pipa 40|000
Dilo dito marca P. G., idem. pipa 44^000
Dilo dilo dito T. P. e F. idem. pipa 389000
MOVIMENTO MARTIMO.
lmbarcucoet entradas.
Junho 30 do Rio de Janeiro patacho porltigoez
Auilorinha II, capillo F. B. Garrao Jnior,
_ Idem' do Para, brigue portuguez I.igeiro, ca-
piau I.. A. dos Sanios.
Julho 1 de Pernambuco, brigtie portuguez
il..na II,n capillo C. 0. Marlins.
dem barca porlugueza Gralidao, capituo A.
P. B. Pestaa.
BANCO DE PERNAMBUCO,
O Banco de Pernambuco sacca obre
a -praca da Babia, e contina a tomar
letlras sobre a do Rio de Janeiro- Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855,
O secqetario da direcrao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virtude da aalori-
acfto doExio. presidente da provincia, tem dfeom-
prar-os objeclos seguinles:
Para o 10. balalhao de iufaularia.
* BolOes convexos grandes e lisos de metal dourado
2800 ; dilos pequeos dilos 1600.
Quem os quizar vender aprsenle as suas propos-
las na secretaria do conselho administrativo s 10
horas do dia 36 do correnle mez. '
Secretaria do cousalho administrativo para forne-
cimetilo do arsen Re guerra 19 de julho de 1855.
Jote de frito Inglez, coronel presidente. Ber-
nardo Pereira do Carmo Jnior, vogal eaecre-
tario.
Pela sub'deleuacia da freguezia de S. Fr. Pedro
Gonjalves doftecife foi recolhido am prelo denome
Joao, preso'pelo capitao decampo por fgido, o
qual diz ser scravo de Antonio Rodrigues,' morador
no Manguinho : quem direilo liver a elle apresen*
le-se com seus ttulos, qua justificando a idenlidade
I he ser entregue.
A repaitico das obras publicas precisa de ser-
ventes para se engajar aa compaohia de opranos,
oceupados nalimpeza dos caes desla cidade, e paga
aos srvenles livrei 720 rs. diarios, e aos escravos
640 rs.: as pessoas que quzereni se engajar para (a-
servido, aprese.nlem-se na obra da panto promisoria-
do Recife. Directora das obras publicas 20 de d-
Iho ^J855.O escripturario,
Joao Francisco Regis dos Alijos.
A adminislracao geral dea eslnbelecimenlos de
caridade manda fazer publico d quem convier, que
nas quiutas-feiras em qa nao forem dias santos ou
feriados, na sala de suas ssses, pelases horas la tar-
de, contina a jirafa das casas abaixo declaradas :
dem 2 do Para, barca portuguesa iiParaease,
capilo A.'J. da Rosa.
dem da Babia, patacho portuguez Saudade.
capilao J. Pestaa.
Julho 4idem, brigoe portuguez Soberano,
capitao A. do O' Jnior.
dem 7'vapor inglez Solenl, dos partos do
Brasil, ele. _*^.
"Jutrff'li" para Peruamboco, Bahia e Rio de
Janeiro, vapor inglez Avon,o capitto R. Rivelt:.
dem para o Rio ile Janeiro, barca porlugueza
ol'aqueleSaudade, capitao A. C Colim.
Wem 15 de Pernambuco, patacho brasileiro!
00118101108," capitao J. J. Pereira.
dem 18 para o Rio de Janeiro-, brigoe portu-
guez Robim, capitao J. A. Baplista.
dem 20 para a Bahia, brigue portuguez Mon-
dego, capilao M. F. Das.
dem 21 para n Rio Grande do Sol, barca in-
gleza Monarck, capitao A. Blair.
dem 30 para a Bahia,patacoportugus Des*
tino. capilao A. J. deCampos. -
lulho 1 para Pernambuco, brigue porluguez
larujo I, capitao M. O. Faneco.
dem 6 para o Rio de Janeiro, brigue ameri-
cano Marsella!! Ney, capilao Lillia. .
dem 7 brigue porlugaez Delphim, capitao
\ alent. sr
a' carga.
Para o Rio de Janeiro barca brasilelra Fimu'za.
dem barca porluguela llorlencia.n
Para o Maranhao brigue portuguez Flor do
Mar.
Para o Par patacho porluguez Canten. .
Para Pernambuco-brigue puafogmaMara Jos.
1 ara o Rio de Janeiro liare* belga En opa.
dem liriaue americano Maraal 1. "
dem galera porlugueza Joven Carila.11
Para a Balda brigue porlugoez Assomhro.ii
Para Pernambucdbrigue portuguez Tarujo 1.
Ra da Scnzala Vailia n. 25. por
Ra da Lapai^H
Ra d.t Senzala Nova n. 26, por
Na mesma roa n. 36, por
Una do Collegio o. 12, por
Ra Direila 11. 5,
', por
Na mesma ru#B.v7, por
Travessa do Ctfcereiro 11. 11,
por
168(000
2769000
60(000
60(000
1:000(000
660(000
576(000
600000
729000
729000
120(000
Urna car|a de Roma, datada de 13 de junho, da as
(tHntcs particularidades sobre esse horroroso al-
ternado :
n Ilonlem 12, as 5 e meia da noile o cardeal An-
lonelli foi no Vaticano ohjoclo de urna tentativa de
assassinato. Eis os factoi, Cuja exactidao podemos
aflirmar.
a O cardeal vnha da aisislir a ama sessao da
commissao que viga os trabalhos da Igreja de S.
Paulo fora dos moro. Deseia escada, acompa-
nhido de Mr. Magoardi, pintor diaiinclo, quando
Na mesma travessa i*. 13, por
Na mesma travessa n. 17, por
Ra do Padre Floriano 11. 13, por
Adminislrlffao geral dos eslabeleciincnl.os de carida-
de 19 de julho de 1855.O escrivao,
Antonio Jos Gomet do Crrelo.
A relapso dos devedores da decimas'da oollec-
(oria e municipio de Olinda, al o nono Dnanceiro
de 18511852 est em juizo, e os meamos ilevedorvs
sao convidados a salisaierem seus debito?, indopen-
denlc da accao judicial qu os sujcilar a maiores
despezas, no prazo de 15 dias, a contar do presente,
para o qae ao poderao dirigir a rna Nova n. 44, se-
gando andar, afim de obterem a competente guia.
O procurador fiscal da Ihcsouraria provincial,
Cypriano Fenelon Gueiet Alcoforado.
PUBLICACA'O LITTERARIA.
Acha-se venda o compendio de Theoria e Pratl
ca do Processo Civil feito pelo Dr. Francisco de Pao
a Baplisla. Esla obra, alm de urna introdcelo
sobre as aeros e exceptes cm geral, traa do pro-
cesso civel comparado com o commercial, eonlm
a Iheora sobre a applicaco da cansa julgada, c nu-
tras, doulrinas luminosas : vende-se nicamente
na loja de Manoel Jos Leile, na tua do Quei-
mado n. 10, a 69 cada exemplar rubricado pelo
Jutor.
MOVIMENTO DO PORTO.
Real Companhia de Paquetes Inglezes
a Vapor.
. Nc da 31
deste mez es-
ptfa-< da So-
ropa, um dos
Vapores Ja real
cnmpiuhia, o
qual lepois da
'demora do cos-
ame seguir
_ jara n sal: pa-
ra passageiros, ele, trataste com os gentes Adam-
son Howie & C, ra do Trapiche-Novo 11. 42.
Para o "Porto e LUboa.
A nov^ muilo veleira barca TSahta Cara, ca-
pilao l.ourenco Fernandes do Carm, seguir al
o fim do correnle mez, por ter maior part! do car-
regamenlo promplo : para o resto e passageiros Ira-
ta-se com os consignatarios Barroca & Castro na
ra da Cadeia do Recife n. 4, ou com o capilo'na
praca.
Para Aracaly o hiato Cumio do Sorle segu
com brevidade ; para o resto da Carga; trala-se cota)
Caetano Cyrlaco ja C. %l., ao lado do Co.-po"Sanio
3. SB.
Para o Cear e Maranhao segu o palhabole
fmus, capitao e pratico Joaquim Antonio G. San-
Ion recebe carga e passageiros: a tratar com Cae-
tano Cyriaco da C. M. ao lado do Crpo Santo ni 2-3
Para o Porlo com escala por Lisboa, sagoe
com a maior brevidade o brigue porluguez Bom Suc-
caso por ler parle da oarga prompla : quem no'nies-
mo qnizer carregar on ir de passagem, para o qae
lem aceiados commodos, dirija-se aos consignatarios
Thomaz ile Aqoino Fonseca & Filha, na rua do Vi-
gario n. 19, primeiro andar, ou ao capilao n Sr. Ma-
noel dos Santos l.essa. na prac/ti.
Para o Aracaly sabe o hiale Aurori : quem
qnizer carregar 00 ir de passagem, Irata-se com Mar-
lin's & Irimlo, roa-da Madre de Dos n. 2.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende sabir com muita brevidade.
o patacho nacional CONFIANZA, por ter
parle do seu carregamento .prompto:
para oiresto da carga e'etcraTO a frote,
trata-se com os consignatatios Novaes Companhia, na rua .dolrapicbe n. 7>\,
ou com o capitao na praca.
' PARA A BAHA.
Salie na presente semana o hiate nacio-
nal AMELIA, por ter parte do seu carre-
gamento prompto : para o resto di carga,
e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Novas& C. na rua do Trapichen.
54,'ou com capitao no trapiche do al-
godio.
Companhia Brasileira de Paquetes de
Vapor.
O vapor
Imperador,
commandan-
te o 1 len-
te Torrezao,
cspira-se dos
porlo do nor-
te em 30 do
[correte e
segnir para
osul no mes-
mo dia da
sua cliegada:
recebem-se passageiros encommendas. na agencia,
roa do Trapiche n. 40, segundo andar.
O Paran espera-sc da Europa a qualqter hora,
e seguir para o Rio no mais eurlo espado possivel,
locando na Bahia.
Ao Rio de .
Janeiro*
r| O brigue nacional MA-
* RIA LUZIA vai seguir em
pnteos dias : para a ter-
ca parte do seu carrega-
mento que lhe falta e es-
cravos a fete, paraos quaes da' as melho-
res ccommodaijOes, trata-se com os con-
signatarios Antonio de Almeida Gomes
& C, na rua do Trapiche n. 10, segun-
do andar.
. DO P DE JANEIRO.
No dia 21 ou 23 do eferente devia cor-
rer a lotera 9 da cultura das amoreiras,
ainda se: acham a vent 1 alguns meios bi-
llietes ras lojas do costume na praca da
Independencia, bem como alguns quar-
tos e vigsimos rubricado conforme o
art. 41 paatgrapho 16 da receita pro-
vincial : os premios o .pagos logo que
se tnham. feito a distribuicao da lista,
a qual isperamos a o do corrente.
- Meio bilhetes. 2^000
Ouartos. 6000
Vigsimo. llOO
Antonia Joaqaim de Mata, Mtzilto portu-
guez, relira-S para Portugal, a iralar dasua saude.
(Iffcrece-sc um pardo para criado, o qual he
muilo fiel, d conhecimenlo de seu eomportamsoto,
e sabe colindar, comprar e fazer o servicn proprio
de am criado f dirija-ce a esta lypograhia, qae m
dir.
Aluga-se nm lerceiro andar, proprio pira ho-
rnern soll'iiro ; na rua do Queimado D. 40.
Precisa-e de urna ama liyre ou es-
era va para o servico interno externo
de casa de familia na rua Augusta n. 86.
-*-Precsa-se de um preto escravo por
ah%ue1, paga-se bem sendo fiel, paT
servico le urna osa de pouca familia: na
rua do llospicialta. ~-
-
I PARA EXAME EM MARCO. C
0 jMaaoet Cassiaoo de Olivelra Ledo, legal- 0
9 menlf aolorisado, dar principio a um curso *t
4 partic llar de Gouielri no 1 de agosto: quem %
SJ quizer dirija-se a roa do Queimado n. 14, A
j primeiro andar. $ '
***#* o-*)***
Attencaoi
Recebem-so pensionistas internos e lernas para
ensinar os preparatorios com perfeicao : no Monda'
go n. 56, antes da travessa da Trempe.
A abaixo ssiguada faa scienle ao Sr. Joao De-
metrio ile Almeida, baja de vir reir os seus penho-
ros que si- acham empenhadoa em seu podar lia mais
de 20 metes, e isto no prazo de 1 cr dias, fiados os
quaes pissar a veude-loa para pagamento do seu
principal a juros vencidos, nao ficando a annuncian-
le em temponlgumaresponsavel pelos dila* ponhore,
e por iaso faafo prsenle annuocio.
Rota Candida da Penka.
Precisa-se de um moleqo proprio para criado:
na rna da Gnia n. 5, primeiro andar.
Ausentou-se de casa, honlem (24), urna prela
de nome Joaquina, j velha, qoe costumava vender
tapioca ; levou saia de barra cor da roaa a panno da
Cijsla azul j velho ; a qual lem urna taita grande
de cabellos que parece calva e tem cabellos hrancos :
quem a apprehender, leve u traveasa da Trempe
n. 9.
GOMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 26 DE JILliOAS 3
HORAS DA TARDE.
CotajCes oHiriaes.
Assucar mascavado regalara 1IJ700 por arroba.
Dilo dito boma ISSOO idem.
ALFANDEUA.
Rendimenlo do dia 2 a S. ,
dem do da 26.....
279:3751958
9:0758065
968:4511083
-y'aot^ntrados no dia 26.
Ilha de Fernando 4 dias. patacho I'irapnma
cominandante Gamillo l.ellis da Fonseca. Passa-
geiros, padre et-capello l.uiz Jos,, de Oliveira
Diniz, et-commanriante do destacamento lenle
Ignacio Gomes de S Queiroz c 1 cantarada kolda-
do, Dr. Olegario Cesar Cabussu', 2. tenerte de
saude do corpo do eiercito, ex-escrivao Antonio
Nunes de Oliveira, alferes Mathias Barbosa dos
Sanios c sua familia, 4 sentenciados, 2 qae linda-
ran! a senlenea e 2 que Toram reqaisilados pelo
chafe de polica, Manoel Thomaz dos Santos,
Franklin Josa dos Santos, Jos Joaquim de San-
l'Anna, Manoel Saturnino dos Santos Nevas, Ha-
noel dos l'assos Reis.
Lisboa e portos intermedios 13 das, vapor portu-
guez 111). Maria Un, commandanle Antonio Fran-
cisco Ribeiru Guimaraes. Pasaageiros, Manoel
Jos da Costa Monteiro, Angosto Pinto de Limos,
Izidoro Jos da Silva, Theotonio dos ReiSi Anto-
nio Joaquim Panasco e 1 fllho menor, Goillierme
Piolo Madoira, Similo Cardoso de Menezes, abs
Gomes Manhosca, Manoel Francisco- dos Sumos,
TIIEATRO APOLLO.
Sociedade dramtica emprezara
SABBADO 28 DE JLT.1IO.
Ilepois de cseculada urna bella ouverlura subir
siena pela primeira vez o novo, e excedente dra-
ma em 5 actos original portuguez do Sr. Francisco
l.uiz Machado, intitularlo
.&iYo;a FII.IAZ.
01"
OS SALTEADORES DA MOlSTAPiHA DO POBRE
DE^OMINACAO' DOS ACTOS".
1. actoA miseria.
2. diloA louca.
3. ditoO chafe de salteadores.
4." diloO reconhecimento.
5. ditoO perdSo.
Ptrtonagem. Actores.
Ricardo, fllho (da Luiza. 0 Sr. Bezcrra.
LEILOES.
Snbbadn, 28 do correnle, ao meio dia em pon-
to, o agente Oliveira far Icilao cm se,u escriptorio,
dos predios seguinles : urna casa lerrea, sita na rua
de I lorias n. 82 ; una dila de 4 andares, na roa No-
va n. 19, a qual rende animalmente rs. 1:200^000 ;
outra lerrea, na ruu da Roda n. 26, que rendo rs.
III3OOO, outra noMiecco Tapado, ros fundos da
casa da rua Nova n. 21, que lamban! rende annual
mente rs. 72J00, sendo as Ires ultimas fereiras : oa
preleodeutes sao congidados a eximin* aunecipada-
mente os mencionadapedios.
O agente Borja far leililo em sertlrniazem na
rua d Collegio B. 15, sexla-feira 27 do correnle
de um grande e variado sortimcnlo de obras de mar-
cirieiria novas e usadaa, urna pore,3o de louca lina
para mesa, vidros, relogios para afbeira, potente
inglez, suisso e horuntal, obras de ouro e frate, e
outros muilos objeclos qae se acliar.To patentes no
mesmo armazem no dia do leilao, c ao mei dia em
ponto iiao lambem a leilao os movis da massa falli-
da de Leopoldo da Silva Queiroz, por ordera da ad-
mnsir:ic.ao da mesma massa.
O agente Oliveira far IeilSo, i requerimenlo
do depositario da massa fallida de Andr Pliaser, e
Precisa-se alagar urna ama de leile : no ater-
ro da Boa-Vist'n. 12, primeiro andar..
Ettabelecimentos de caridade.
Salusliano de Aquino Ferreira cammnnica ao Sr.
lliesooreiro dos eslabelecimeotos da earidade, qae os
4 bilheles inleirosdl).' parle da l.' lotera do Gym-
nasio Pernambucano. que den gratuitamente socie-
dade ao I osplal Pedro II, cujas nmeros focara pu-
blicados no Diario e Pernambuco, sahiram bran-
cos ; bem como que contina a dar na mesma con-
formidad a melade dos premios ose sahirem nos 4
bilheles da 2.' parte da referida lotera na. 3848.
4337, 4344 e 5252.
. Na rua da Cadeia de Sanio Antonio c. 6, lin-
ge-se com perfeicao, de todas as cores, loda a quali-
dade de obras.
Aluga-se urna casa propria para taberna pot
j ter servido neaae negocio, com armafao e porteo*
ees : quem pretender, dirija-se a Jopo Antonio Cafa
pinteiro da Silva, no Manguinho n. 51.
Tendo os abaiio assignados tomado conla da
adminislracao da casa exlincta de Denne Voule &
Companhia, chamam cora o presante lados os dora-
dores da dila casa salisfazer os seus dbitos com a
maior brevidade possivel para nao se em pregar os
meios jndiciaes, tendo o Sr. Ricardo Dappermam a
procurarlo dos ditos administradoras. Pernamboco
25 de julho de 1855. tmil Bidoulac, Eduardo
Feulon, ImIz Antonio Sequelra, Manoel Joaquim
Ramos 1 .Silva.
O abaixo asstgnado, deparando com um annun-
ci do Sr. Francisco Xavier Carneiro da Cunha Cara-
pello, do engento Caluanda, inserto nesle Diario n.
170, em referencia a um sea, inserto no mesmo Da-
rio n. 166, acerca de,um ordem falsa, declara ana
dilo seu aunando em nada diz respeilo-o Sr. Cim-
pello, hSo s pela addicao de seu nokbe como pelo
illnslrado comporlamenlo pera coora sociedade que
jamis n 1 carrelaria a praircar acto lo denegrido.
Joaquim Gomes da Cunha Penira BelttSo.
Aluga-se urna casa lerrea em Olioda, ta-teirc
da Misericordia n, 12, em muilo bom astado t a fal-
lar no Recife, rna do Raogal n. 21, a qaalquer hora
do dia.
Ninguem contrate nem compre partes algumas
pertencenti o sitio com casa de sobrado, BO lagar
da povoaea. de Beberibr, que fol do finado capilao-
mr Soul'i e sua mulher D. Anna de Jess Nobalhos,
por isso que tem de se liquidar estas partilhas por
parte da filha, e berdeira do finado Jos Venancio
l'imenla deCarvalho.que mal c indevidamente se B-
zeram, e so est tratando dos devidos preparatorios
para essa rom 11 dicarao, e para qoe ningnem se Cha-
me a eng no, fac,o o presente annnncio, como proca-
rador da filha e genro do dito Pimenta.
- Roga-se ao Illm. Si. Ur. Cliristvo Xavier
l.opesquiira upparecer para se lhe responder ao qoe
S. S. anhela saber sobre o quo diz respeilo ao Sr. J.
O. C. M. M.
Precisa-se da (rabalhadores forros ou captivosa
que sequizerem sujetar a ganhar 640 rs. por dia :
quem quizer se contratar, dirija-se loja de bilhete,
da rua do l.ivramente n. 30.
Na ma das Crozes n. 29, deseja-ae fallar com
Antonio Jos de Parias ou alguera por elle, a nego-
cio de seu inleresse, ou aonuncie a sua morada para
ser procurado.
O padre Joao ila Cosa Ribeiro, procurador dos
foros da irmumladc do S. Pedro, avila a quem boa*
ver de arrmialar a.casa da rua de Borlas 11. 82, quo
a dila casi he forera a mesma rmaodadc.
Erratas no communicado pliblicado nesto
Diario^1. 171 de 2(i do correntn
mei.
Colunjp.i 1.", Iinkas2l, dos imMvidoos emprega-
dos navacsla-scdos individuos empregadea aa
conslrucrao naval ; dita columna, liuhas 30, urna v
vez efervoradas as lotaroesla-30urna vez appro-
vadasas lolac,es.
- O es :rif torio da casa a* Deane Yoale&Cotn-
panhia mudou-se para a rua do Tragiche Novo o.
12, primei o andar.
Na rua do Collegio, sobrado n. 18, primeiro
andar, ha pata alugar ricos e variados vestuarios pa-
ra mascando, sendo a carcter e phautazia, feitos
aqui e muitos vindos de Franca, tinto ptra homens
como para senhoras.


*
DIARIO DE PERMKBUCO SEXTA FElRft 27 DE JULHD DE 1855

I
CoiiiiilLeiro.
Precisa-se par*uma rasa ingleza de um cozinheiro
que enfeuda do seu oflicio, nacional ou eslrangeiro,
forro on captivo-, tend) boa conduela e sendo fiel ;
paga-se bem ^ a tratar na ru,-i do Trapiche Novon.
38, arruazco.
Lotera do Rio de Janeiro.
Etiste um pequeo reslb de liillii:les*-Sjdi
nona lotera da Amnn iras, na rasa drCHnbio do
Vieira, na rua d*fl|d< in dOL-l^ciO
_Hcrn"cdios eflktncissiiiios contra as
febres intermitientes.
Grande sortimento de carteiras de liomceo^
9 palhia nitiiln ein corta.
9 '., onra de tintura a escolher. 10000 9
tubos avulsos a 300, i e 500 rs. 9
Elementos de hoinmopiilhia, 4 vol. 68000
No consultorio htunu'opathico do Dr. Casa- K
nova, ra dasCruzei n. i8. 9
C. STARR&JC.
respeitosamente annun :iani i|pe no seu extenso es-
labelecimenlo um Santo Amaro.conlimiam n fabricar
com a maior perfeirso >> proniptido, tuda a qoaida-,
de de macliinisino para o uo da agricultura* na-
vegado e manufactura', e que para ni.iior commodo
deseus numerosos freg.iezes e do publico em gcral,
teem aberto em um dos grandes arrhazens do Sr.
Mesquita na ra do Brim, alraz do arsenal de ma-
rinha
DEPOSITO DE ACHINAS
construidas no dito seu eslabeleciiiieuto.
All acharilo os compradoras um co nplelo sorli-
mento de moendas de cjuua, conwodo, es melhora-
mentos (alguns deltas* iuvo c originis) de aue a
experiencia de muito ; mos teni mostrado a flwcs-
sidade. Machinas de va|>or di> baixa e alia pressao,
taixas de todo tamanlio. tanto batidas e"> fundi-
das, carros de mao ediles para conduzir I la
assucar, maeninas par moer mandioca, pi
-. ivdito, tornos di; ferrolitido para farfolla, a "XJe
ferio- - alambiquesTcHvos portas ilars*rorrr1rWr; e um
ioiinidade da obra de, farro, que sena enfadonho
enumerara) .No mesmo deposito existo urna pessoa
i n (el sente e habilitada para receber todas as en-
commendas, etc., etc., ]ueos annuncimtes contan-
do com a capacidadede suas oflicinas e machinismo,
e pericia de seus olliciaes, se compromeltem a fazer
executar, com a maior jrestea. perfeicilo, e exacta
conformidsde com os ra del IBdeseulio*,e inslruc-
c,oes que Ibes fbrem furuecid is.
s ,-MIBn. s
Piulo Gaignoux, dentista Iranoez, estabele 9
9 cido ni ra larga do Rosario n. 36, segnndo
) andar, collocadenteicom gengivasarlificiaes,
Se dentadura complel, ou parte della, com a
pressao do ar. ff
' 9
Rombo.
amanhecer honterr j> do correnle, fugiq urna
a de nome I.aiza, seiuzida e em companhia de
os que desertaram lo dcimo balalhao de
m de nome Faustino, que Jizem ser da
Bina cabra,e oulro uro tal Fonseca co-
>ubabdo nditacahra de s/Mi senhor 1:I25b00,
nota de 500?. duas do 200,>,uma do tO,
5, c o mais ero miuclasc? o si^naes da ca-
bra 3o os seguintes: ba ia,e eheia do corpo, o rosto
' muilo picado de beiigas, denles perfeilos, cabellos
earapiuhados, e tem o andar balanciaodo com ns
quartos; assim pede-se as autoridades, policiaes as
providencias quo esliviiem a seu alcince fssim
comoprometle-se a qual([uer pessoa urra boa Zal-
iicarao, pprehendudo dito roubo o escrava, *r\n-
tregar a seu senhor, na ruad>Cabug, loja n,. 11,
de Serphim & Trmao.
CONSULTORIO D0$ POBRES
I
s
SeitaVfewt 27 do c rreots, depois da andien-
do Illm. Sr. Dr. juiz do dircito do ciyM, ao meio
da, na sala dos auditorios, lera lugar a arremata-
dlo da casa n. 1, sita na p-arada loa-Vista, a
qual casa tem cosinha fon, quintal murado .c esta
em bom estado, o o valor porque vai ero praca be
de 1:500a, (indo ficado ti msferida para o dia cima
pela falla de audiencia no dia 23, coto se annuu-
ciou.

MOKIMHIV
e outras doencas da pelle.
Tratam-se com espicialiiade as affeerfies
da pelle, parlicularm ale a oiorpha. 95
No cousuultorio' lioinaopatbico do Dr. Ca-
sanova, ra das Cruz! n. ^H.
Aes pobres trata-te de graca.
Precisa-sc alujar nip pripieiio ou
egunrJo andar par una familia de tVes
pessoas, cpie seja em boa ra, do bairro
de Santo Antonio ou Boa-Vista : queni a
ver di fija-sea esta typograpliia que se
dir' (juein precisa, ou armuncie.
O Sr. Custodio Jos; Ca -neiro da (jama tem
urna carta na ra da Cruz u. 60.
y Aos lllms. Sn.. acadmicos.
Chegaram ruu do Que mad) n. 9, as verdadeiros
charutos varetas, sendo cnixas le 100 e ditas de 50.
familia, mas quer-seque soja porlucueza : na ra do
Seve, casa em que fui o r< lle'gio l'ernainbucano.
George Patche :t, curador fiscal da
massa fallida de Leopoldo da Silva Qiiei-
i-oz, Caz sciente ao c-edoresda dita mas-
sa, que pelo.Exm. Sr. juiz especial do
commerio foi designe do o dia 27 do cor-
rente peas ) lioras do dia, para a reu-
niao, aim de se verificar os respectivos
crditos, e deliberar-ie sobre a concorda-
ta e admiuistrarao tos ben; cuja ru-
nio tem luga na c;isa da residencia do*
mesmo Exm. Sr. jui;t de commercio, no
laigo da igrejacia Santa Cruz, no bairro
da Boa-Vista.
O SOCIA]LISMO.
Pala general Abran Lima.
Acaba de pubiiear-se esli inleressante obra, qoe
trata do socialismo chrisISo, e tamhem da guerra do
Oriente com loda a historia religiosa e poltica at
as conferencias de Vienna.
O nliores assignanles podem mandar receber
os seus exemplares aquella* pessoas n quein liverarq
a hondade de assignar.Continua aberta as .issigalu-
js al o fin do correle mez de alho, a -000 cada
exemplar, no escriptorio o Diario de Pernambuco
6caca da Independencia, na loja de livros dos Srs.
acardo de Freitas & C, inquina da roa de Colle-
gio ; as fojas do Sr. Jos llore xa Lapes, na do
Ooalmado easa amarella ;>lu Srs? Siqueira Pe-
reira, Antonio Francisco Pereira e Brek'eiiTeld, ra
do Crespo ; do Sr. I.uiz Anldnio de Siqurra, roa
da Cadeia do Kecifo; e ein casa do autor, j en-
qnadernada. paleo ilo Collogio casa amarella no 1.*
andar; assim como as mos das mnmai pessoas,
que ate agora tem lido a bondade de agenciaren] as-
ignaturas. Findo o preiiiic mez, ven icr-se-ha
cada um exemplar avulso a 39 r.
M. Scasso, modista brasileira, offe-
rece seu presumo ao rcspeilarel publico, para
aprompUr com presteza laclo que ha de mais dilica-
do e bom goslo para senhons, t,;ndente a vestido,
chapeo, luibantes e o mais que se pode desejar, lo-
cante a modas as mais receiles ; a espera, portanto,
que nao i as suas delicada! fregnezas conlinuarao a
bonrar.a saa frecup/.ia, mai lamlicm a concuirsn-
is aquellas senlnras que capriebam em
gnacoin o qui he de mais clenanle e
BP>do quem cuizer u(ilisar-se de seu
acure no aterre la Boa-Vista n. 31.
navegacao
Vemambiicana de
i costeira.
OcoosetfSo de dirccriiocorhida aos Srs. accionis-
tas da mesma cinpreza adlectuarem al o dia 31
do correte mez mais 10 por cento sobro o valor
da acjOes que subscreveram ; c > encarregado dos
recebimeotos he o Sr. F. Coulon, na ra da Cruz
n.26. ^
Aluga-se um moleqoe para casa eslraageira,
que cozinlia bem a franceza ou porlugueza : a tra-
tar na ra de S. Francisco r. 7.
Aluga-se o primeiro andar de sobrado da rua
da Cruz no Recite n. *0, proprio para qoalqueres-
l*^elecimeoto : a liiUr na mesma rua n. 49, pri
meiro andar.
O Dr. Kibeiro, medito pela dalrerridade d
nbridge, cenlinila a residir na rua da Croz do Re-!
n. W, 2. andar, onde pode nr procurado
ualquer hora, e conflk||ipol>rShfB conwllas
gratis, e mesmo o via^Hirdo as cireum-tancias
exijam, faz especia I id di pl molestias do.i olhos
ouvidos. #
Regiment ce castas.
Sahio a luz o regime to da custas judi-
ciaes, annotado coto os avisos que o alte^
raram : vende-se a 501) ris, na livraria
n. 6 e .8 da praca da Ir depmdencitt.
Precisase por aluguel de :i prelas escravas
paraoservico de casa: quen as liver, dirija-sen
rua de S. Francisco, sobrado n. 8, como quem vai
pir a ra Bella ou Mundo I [ovo,
O Dt**'** l-D0 Moscozo di consultas homeopathicas lodos os diss aos pobres, desde 9 horas da
m;iIjjii-raTcomeio dia, e em casos extraordinario a qualquer hora do dia ou noile.
^ O0e"rece-se igualmente para pralicar qualquer operacSo de cirurgia. e acudir promptamente a qual-
quer mulherquo csteja mal de parto, e cujascircumstanciasnaopeniiitlam pagar ao medico.
SO. CONSULTORIO DO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
50 RUA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Mahtal completo de Hiedamna homeopalhica do Dr, G. H. Jahr, traduzido em por
tuguez pelo Dr. Mosf*o, quatro volumes encadernados em dous e acompanhado de
um diccionario dos lW"* de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 20JO00
Esta obra, a maisimporlSU'e de todas as qnetralam do estudo e pralica da homeopalhia, por ser a nica
conten abase fundamentad d'esta doutrinaA PATHOGENESIA OU EFFETOS DOSMED1CV-
1TOS NO ORGANISMOEM^ESTADO DE SAUDE-^-conhecimentos que nao podem dispensar as pes-
soas que se querem dedicar i pratja da verdadeira medicina, interessa a lodos os mdicos que quizertm
experimentar a doutrina de HahneiPanii, e por si mesmos se convencerem da verdade d'ella: a lodos os
lazerideirosesenhores de engenho qi1^ eslflo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capilaesde navio,
que urna ououtra vez nao podem ciclar le acudir a qualquefincommodo seu ou de seus tripulantes :
a todos o* | i familia que por c!rc"mstancias, que nm sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
dos a prestar fn continenti os prime'r"s sorenrros em suas enfermidades.
O vade-mecum -o homeopalba ou ti>duc3o da medicina domestica do Dr. llering,
obra tambera til s peosoas que ,p dedicam ao esludo da homeopalhia, um vol-
me grande, acompanhado do dicc'onario dos termos de medicina...... 10-000
O diccionario dos termos de medicina,'cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. HOOO
Sem verdadeiros e bem preparado* medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
homeopalhia, e o proprietario desle eslabelec.imenlo se lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel e
ninguem duvida boje da grande super'orl'ade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grande*. ....................
Bolicas de 2i medicamentos em glbulos, a -10, 12 e 15JW00 rs.
Ditas 36 Jilos a ,................ .
Dilas 48 dilos a......... .'......
Ditas 60 ditos a .......
Ditas 144 dilos a..........
Tubos avolsos................/<
Frascos de meia on^a de lindura. ...... *..'...'.
Dilos de verdadeira lindura a rnica. .....-...,.'.....
Na mesma casa ha sempr* vnda grande numero de tubos de erystal de 'diversos (amanb.^,
vidros para medicamentos, aprompt-se uualquer encommenda de medicamentos com toda a brevida-
de e por jzrr^-. m.u commodos.
8000
20JSO00
znm
30S0IK)
605000
1J9000
8000
25000
TRATAMENTO BOMOPATHICO.
Preserva tico e curativo
DO CHOLERA MORBUS.
v^ PELOS DRS.
- -**.CS!nr; 3E3 W*_ na^an"R a?
ou inslructao ao povu para se poder curar desla enfermidade admintrai!7.'^ TJT"i- ** n-
eTqu^nfo'; ,TUa,"0'Se reCrTe medC0' U "--tr/cuTla^rnd^rd^e^
TRADUZIDO E PORTGUEZ PELO DR. P. A. LOBO M0Sf07O
Esles dous opsculos conlmasindicacoes mais claras e precisas so neta a .m .
Cao e..a ao alcance de lodas as in.elligencias, nao ,6 pelo qX're^als meio "Sai6 CnC'S"" PSI"
cipalmenle aus preservativos que lem dado os mais satisfactorios
vos, como pnn-
elles tem sido pollos ein pralica.
resultados -era toda a parle em qnc
desla horri-
lingua vernacn-
Vende-se urna dozi de labDas de lonro, novas,
para forro : na rua de Aguas-Verdes ii. 23, obrado.
A 2 400
Corles de collele de gorcurao e. seda, superior fa-
zenda.e variado sortimento, a 2H)0, romeiras de fi-
lo e de camBraia a 2JS400, lencos com franja de pura
seda, bombos goslo, a 800 ra., chitas franceza, fa-
zenda lina, de cores fizas padrees moderno--, a 240
rs. o covado ; na rua do Qoeimado n. 33 A.
He milito barato
, 11,00o ns:
Lencos de gatea e seda, de lindos c modernos cos-
tos ; na rua do Queimado n. 33*A.
Vende-se a taberna da rua da Madre de Ueos
n. o, a qual ollerece muila vantagem a qualquer
principiante, nao s por ler punco fundo, mas lam-
bem por eslar bem afreguezada para o mallo e praca.
VcqdfrM a ezcellenle gorma do Aracaly, clie-
gada ltimamente iiobiate Dueidtso. por oreen com-
modo ; a tratar na rua da Cadeia do Recite Zi. 9,
loja de miudezas de Amonio Lopes Pereira de Mello
c\ Companhia.
Vende-se ama canoa com correnle e ferro, em
muilo bom estado, que carrega um milheiro de lijo-
Ios de alvenaria: no pateo do Paraizo n. 10.
Vende-se um engenho, em Serinhaem, comar-
ca do ltio-Formoso, com boas obrase mallas virgens,
e muitw bom terreno, com safra, .inimaes e lodos os
seus pertenec: os pretondeutes dirijam-se i rua do
Queimadu u. 34,
Vendem-se iraves de qualidade. de 40 a JO
palmos, ditas do louro, de 30 a 10, e 100 enxams,
ludo pur commodos prejos, para fechar conlas :
quero pretender, dirija-se A. L. de Barrus, na rua
do Vigario n. 17. ,
Vende-se meia legoa do ierr
it> Alago, na ribeira do lio Sai... .
ae, oom etteHentes Ierras, lauto para criar como p.i-
ra plantar nn#s e caf, j tendo nina boa plaa de
cale que da fruclo, e pode fazer-se engenho d'agua,
sendo ropciro, por ler muila ferida, lodo em malla
virgem, com lodas as madeiras de construcrao : os
prelcndenles dirijam--e a Amonio l.eal de Barros,
na rua do Vigario n. 17, que dar* (odas as informa-
Cues a respeilo.
- Vende-se urna casa de laipa com rouilos arvo-
Irados de fruclo, com 90 palmos de frente e 100 de
fundo, por 2303000: a Iravessa do Freitas, rua Im-
perial n. 133.
Vende-se cal virgem, cliegada Iion-
tem, e de superior qualidade por pieco
razoavel: iio arinazem de Bastos & Ir-
mrtos, rua do Trapiche n. 15.
Troca-ge por, pouco dinheiro nina imagem do
benhor CrucMcado, cor resplen lor de (irala, Ululo,
etc.: no cl(ro da Boa-Vista, lija de piutor-n.
12 B.
MASSA ADAMANTINA.
Roa do Rosario n.J16, segundo andar, Paulo Gai-
gnoux, dentista fnirez, chumba os denles com a
massa "adamantina. Essa nova e maravilhosa com-
posieflo tem a vanlagem de encher sem pressao dolo-,
rosa lodas as anfractuosidades do dente, adquirindo
em poucos instantes solidez goal a da pe'dra mais
dura, e permute restaurar os denles mais estraga-
das com a forma e a cor primitiva.
.CACAO' DO IRSTlTlTO 110
NEQPATHIC9 DO BRASIL. N. <9
. THESOURO HOMEOPATIHCO
.OU
VAE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
Methodo tontito, claro e seguro de ru-
rar Aomeopathieamentt lodosas molestia,
que affligem a especie humana, t parli-
r.ulnrmenlt aquellas que reinan n fira- jA
sil, redimido segando os melhores trata- ,*^
dos de hiimeopalhia, lano europeos como (>)
americanos, e sanando a propria eiperi- l.
encia, pelo Dr. Sabino Olegario l.udgera */
l'inho. Esta obra he boje rernuhecida co- fo)
rao a melhor de todas que tratam daappli- /A
cacao bomeopalhie no curalivo das mo- V^
lestias. Os curioso, principalmente, nao )
podem dar um passo seguro sem possui-la e 3k
consulta-la. Os pas de familias, os senho- *f
re_ de engenho, sacerdotes, viajantes, ca- frat
piles de navio, serlanejosetc. ele., devem L
le-la mao para occorrr pTmplamenle a Vy
qualquer caso de molestia. A*
. Dous volumes em brochura por lOSOOflKjJ
t?) encadernados UsOOOVB
@Vend?-se nicamente em casa do autor, 2
rua de Sanio Amaro n. 6. (Mundo No- Wr
vo). $
Esta a sabir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OLTROS,
posto em ordem alphabetica', com a dccripro
abreviada de Indasagroolesiias, a indicaeo phvsio-
logica e tberapcucaUe todos os medicamentos ho-
roeopalhiros, ea lempo de acCilo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacan de tcnlos
os termos de medicina e cirurgia, c posto uo alcance
das pesioas do povo, pelo
DR. A. J. 1 i MELLO MOMES.
Subscrve-se para;esta obra no consultorio borneo,
pathiro do Dr. t.OBO MOSCOZO, rua Nova n. .",()-
primeirnjmdar. por 5jX)90 em broebura, e 69000
cnca'dcrnkno.
JNa undicno de Jos Hapiisla Draga, na rua Nova
-B, funde-se loda a qualidade de obra de hannae
IO. assim como faz-se qualqner obra ledente a
-uro e funileiro com toda a perfeiro
odo.
I'recisa-se de um preto
moco o sem vcosaJ '"*"" V""
para O Dr. Sabino Olegario I.udgero; Pinl.o,
mudou-se do palacete da roa deS. Francis-
co n.68A, para o sobrado de dous aila-
re- u. (i, ruade Santo Amaro, (mundo novo.)
quem o liver e quicer alugar, annuucie ou diriia-se
a esta Ijpographia, que se Ihe Jira com quem deve
tratar.
O Sr. JoaqahOOeif viaoo da Silva lem carta
Mhrran u. 6 e 8 dapraca da Independencia.
No dia 27, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz
ireito da pnmeira vara do civel, na sala das au-
iencias, lem de ser arremataflo por ser a ullima
Jraca, ani terreno de marinha na frenle da rua dos
a '. re*' .rom ^ bracas 'l0 fren,e- Pr esecucao
de Antonio I.uiz (,on<-alves Ferreira conlra Francis-
co dudgero da Paz, cuja arrematacSohc j) com aba-
'?COMPRAST

INFORMAgO'ES OU RELACO'ES i
SEMESTRES.
Na livraria n. 6 e 8 da pratja da In-
dependencia, vende-se relacoes semes-
traes por preqo commodo, e querendo res-
mas vende-se anula mais emeonta.
Novo livros de homeopalhia mefrancez, obras
lodas de summa importancia
-nZ ComPra-se urna casa lerrea qu* nao exceda do
o008 a WKIjOOO : na rua Nova n. 18, > dir auem
compra. M
Comprm-se modinhas e alguma msicas para
nauta, com acompanhamenlo de viol>: quem tiver
annuncie un leve - Compram-se acees delBeberihAf ina rua lar-
ga do Rosario n. 36, segundo andar.; >
COMPRASE
oda a qiralidade de metal vellio, menos ferro : na
Mi"m,r 1; A ,hT? da igrcia da Conceir.o dos
.Militares, loja do funileiro.
r.,r,uC?m.pra"S.e R"".a, "'I"'" e hespanhola : ua
rua Ja Cadeia do Recife n. 54, loja.
a iI,(r,Tpra"le "n"*** Prcla ou parda, de 10
a }4 anuos ; na roa Nova n. 31.
Casa de commissao de escravos, na rua do
Livramento n. 4. '
Compram-se escravos de ambos os sexos, dn. i', a
30 ..nos sendo bonitas figuras p;,ga-se onj?|para
? ^fT d" P."* c ,aml''" recebenTse pa-
ra vender de commissao. H
VENDAS.
m,Til^ 1L ? eulo,0S con' wvalhas para barba,
iu oboas, dl.,sboa, cabo 4e marlim ; lesnorii
ros ?J iP TP 'a," 'le cftM como He barbei-
ro. na loja de ferragens dri Hmado n. 13.
r,.ri V?dVseap,ro11*' francez rauil fsto : ua
rua do Queimado, foja deferragens o. 13.
Hahnemann, IraUd'o das molestias chronicas, vo- ferrageiisdar6^''-1^"0" ra0k0 ''
208000
6SO0O
75000
65000
168000
68000
89000
168000
10800o
88000
78000
68000
48000
e
lumes. .......
Teste, irolcslia dos meninos.....
llering, homeopalhia domestica. .
Jahr, pharmacnpa homeopalhica. .
Jahr, novo mannal, 4 volumes .'
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da peile. ; .
Rapou, hisloria da homeopalhia, 2 volumes
rlarlhmann, tratado completo dasmoleslias
dos meninos.....%.....
A Tesfo, materia medica homeopalhica. .
De Fayolle, doulrin,. medica homeopalhica
Clnica de Staoneli .....^ .
Clsti.ic, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Njsien ....... 108000
Alllas completo de analomia com bellas es-
lampas coloridas, cooteudo a descripcao
de lodas as partes do corpo humano 308000
vedem-se todos esles livros no consultorio homeopa-
Ihico do Dr. Lobo Hoscoso, rua Nova u. 50 pri-
meiro indar.
AULA DE LATUL
O padre Vicente Ferrer de AlhuriiitM--
qucmuclou a sua aula paiflBua do Kan-
gel n. 11, onde continua a ftceber alum-
nos internos ee\ternos desde ja' por m-
dico preco como lie publico: cjuem se
quizer utilisar deseupequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDUCACA'O DAS FILHAS.
Entre as obral do grande Fenelon, arcebispo do
Cambray, merece mui particular mencac otratado
da educarSo das meninasno qual esle virtuoso
prelado ensina como as milis devem educar suas ii-
jhas, para um dia chegarem a oceupar o sublime
lugar de mi de familia ; (o. na-sc por lano urna
necessidade para lodas as pessoas qoe desejam gui-
a-las no verdadeirocaminho da vida. Esl a refe-
rida obra Iradazida em porluguez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto preco de 800 rs.
O Dr. Joiio Honorio Bczerra de Me-
inezes mtidot a sua residencia da rua
Wova, para a rua da Aurora sobrado n. i
3 Vnde-
irua do (Jueimado n. 13.
na foja de
. "^anteiga ingleza a v.nho linio a 360 agrrala, e he mais superior p
lo preco ; no aterro da Boa-Vtja n. 70.
n*^*"*" acasa n- da roa do Ro-ario da
Boa-Viii,com oitOes dobrados e solao, e recenle-
meole acuada ; a tratar na rua de Apollo n. 13.
Attencao.
Vende-se urna taberna com poucos fondos, em
urna casa que tem muilo bous commidos para fami-
lia, e a vista dos prelendenles se fara qualquer ue-
nToci "" 'U* Ul 65' d'r" ooem r" cs'8
r-.r^yS'.8"? "T liPoia : na l0Ja de faicnda da
rua da Prala da ribeira.
Vende-se o verdadeiro rap de Paulo Cordeiro,
e o mais fresco que existe uo mercado, por prero
5o n"3 "a ja de ferrasens da rua d0 Queima-
Attencao.
Vende-se um mulalinho de 12 annos, muilo bo-
nita Itgura, proprio para quem liver gosto de terum
bonito pagem ; o lambem um escravo de >> annos
bonita ligura, para serviSo de campo, chegadoa do
mallo ha pouco : na rua do Livramenlo n. 14.
Velas.
Vendem-se velas de carnauba pura, de 6, 7, 9 e
10 em libra, pelo diminuto preco do 119 a arroba :
ua rua Diretla n. 59.
Vende-se urna escrava orioula, de idade de,3:>
annos, pouco mais ou menos : na Cambia do Carino
D> loo
Vendem-se saceos com superior gomma de en-
gommar, dita de aramia, em saceos e em arrobas
na rua da Cruz do Recife u. 36, casa de Meudes &
l'CCa de al]
guia a 284
Dita de al!
gura a --1
Dita de afoodo liso com 3 e mjio palmosde iatr
iua a 28600.
Todas de 20 jardas'com 16 c meia varas: ua rua
do Queimado n. 38, cm fenle do boceo da Con-
BOA-PITADA. .
Na rua do Queimado n. 39. loja de Moraes, ven-
de-se muilo bom rap de Lisboa a 40 rs. a oilava ;
desde as 6 horas da in.mli.1,1 al as 8 da noile.
Vende-se urna ticgrinha de idade de 4 annos,
muilo linda ; no aletro da Boa-VisU n. 21, primeiro
andar.
Seda baratas.
Vendem-e*crtes fie vestido de sdate quadros,
modernosgostos, pelo diminuto prei;o de 188 cada
corle ; Ha foja de 4 porlas, na ru 1 do Qoeimado
n. 10. '
limentoda quinta parle de sua avaliarSo.
-_ Quem annTrncioii quemr comprar um sellim,
clirija-sna rua de Aguas-Verdes n. 23, sobrado.
Precisa-sc de urna ama para o serviro interno
B urna casa de pouca familia ; no. aterro da Boa-
ista n. i8, foja,
Aos senliores de engnlio.
No primeiro armazcm dobecco dolionuves. ven-
em-se meias barricas de Cariaba da mais 'superior
qualidade. r
Precisa-se alagar urna ama par casa de ho- Ctwfcrs de meKn. aalssrma fazen la, lindo sorti-
mern solteiro : na rua Imperial, na fundirn de la- ment de todas ascoros a 5i00, dilos de algndjo
Precisa-se de umo ama para comprar e coz
nhar, nflo se quer de limao ; na rua da Praia n^
.-"Jf0Jc' 27 iln roirenlc, na audiencia do Sr. Dr.
juiz rorphaos, lem de ir i praca requerimento do
curador da menlecapta Marcolioa Thercva de Jess,
a.c ENFEITES.DE cabeca
lindas lloros linas para baila < IbraTfD ; ii alen
la Boa-Vista, loja de modas do Wadame Milloch;
A 5^400.
CEMENTO
da melhor qualidade: vende-se em
casa de Brunn Praeger & C, rua
da Cruz n. 10.

pal-
ie ni
Vista, e ah continua a xercer asna pro-
issao d^medico.
C 99W&9W99
Vendem-$c duas escravas crioulas, urna com
bi, ciue taz esqu na coni O aterro da Boa- "Vannostle 'ade, cozinha, engomma, cose e fazo
mais que he preciso em urna casa ; a outra lem 20 e
lanos annos, com uina cria ; vendem-so por nflo te
precisar della.: quem as pretender, dirija-se tt rua
do Bruin n. 22, .rmazem de Luiz Jos de S Araujo..
Vende-se um porlo proprio para cocheira,
com 1.. palmo de altnra o II de largo, portada loda
de pedra, o porlao de amarelfo, muito boas ferra-
gens, e ludo em muilo bom estado: na rua dos Coe-
lliosn. l:i.
Vendem-se doas novos e bonitos arreios para
lima parelha de cavallos para carro : a Ualar na roa
da Cadeia de Santo Antonio u. 13.
I. JANE,. DENTISTA..
continua a residir na roa Nova n. 18, primei- m
ro andar.
B D-se de 1 a 3:0008000 a juros sobre hypolhe-
ca, anda mesmo sendo por muilo lempo: afiliar
na roa das Crazea n. 40.
linos e dilos de larlatana a 18 ; na rua do Queima-
do n. 33 A. *
Vende-se a taberna Camarau, ua Boa-Vi.ta, bem afreau.'zada para tr-
ra : a tratar njnesma.
i\a loia das ^eis
te-
portas,
Em frente do Livramenlo.
Manteletes delibra bordados, fazenda muilo
tna e bonita a doas patacas, lencos de cambraia
orticos e pintados, proprio para man a seis vintens,
lencos pequeos para meninos a quatro vintens, e
airas muila. fazendas que se quer ncabar.
Na rua das Cruzes n. 22, vendc-seiuma criou-
la de 30 anuos, que engomma. coziuha elava, eurna
di(a de nargo, que cozinha e lava de sbdo.
Vende-se leitt puro a 200 rs. a gar-
rafa : na rua do Sebo sobrado ama relio
n. 35, de porto encarnado.
Vende-se urna escrava qoe engomma bem, co-
se, cozinha e fax Ubjrintlio. uina dila muilo boa
quitandeira, IM diligente, urna dita para lodo o
servico, e una bonlUngcrava de rdracabralhada, de
bonila lisura, com nm pequeo defeilo em um olho,
por preto commodo xna rua dos Quarteis 11. 21.
Vende-se nm negra coni urna cria, com mnilo
bom leitc. urna negrinha de 7 para 8 aanos, e um
negro de meia idade, de bonita fisura : na ruado
Civramenlo n. 4.
Na rua do Vigario n. 1), primeiro andar, ha
para vender superior relroz de primeira q.nlid.ide,:,
do fabricanteSiqueiralinhas de roriz e do mime-'
ro, e fio porreta, ludo chegado pelo ultimo navio vin-
do do Porto, e juolamenlo vii.ho superior, feiloria
em pequeos barra de dcimo.
FARINHA DE TRIGO FON-
TANA,
de superior qualidade, em primeira mo, e por pre-
so commodo : a rna da Cruz, armazem n. 4.
Attencao".
Vcnde-se urna casa tr/ira no Corredor do Bispo,
em chaos proprins, leffi bons commoos para graffde
familia : qu zes n. 29.
Vendem-se doas escravas crioulas, urna com 18
annos de idade, eozinha, engomma', cose e faz o mais
quo he preciso em ama casa, a outra ten! 20 e lautos
annos, cora ama aria ; vendem-te por nao se pre-
cisar dolas; quem as prelender. dirija-se rua do
Brum u. 22, armazcm de Luiz Jos de S Araujo.
Palitos francezes.
Vendem-se ntlils francezes de brim de linlio a
35300, dilos de alpaca prelos e de cores a 7 e8, di-
los de bombazim a lOJfOOO, ditos de merino selim a
12, ditos de panno fino preto e de cores a 16 e 189,
ludo da ullima mod : na rua Nova 11.'.
POWER.
ATERRO DA BOA-VISTA N. ">"}.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Potrier.
Vende-se oleo d amendoa doce cm lalas de
8, 4 e 2 libras, velas de espermacetis americano v^f-
dadeiro, de 6 em libra, e meias barricas com farl.
nlia de trico, ludo por oteros commodos : no escri-
ploriu de Malheus Auslin <\ Companhia, rua do Tra-
piche n. 36.
Vcnde-se Uberna da rua eslreila do Kosario
n. 10: a Ira lar na mesma.
Vende-se 1 mulalinba de li annos, 6 prelas
mocas c 1 preto de 20 anuos : na rua larga do Kosa-
rio n. 26, segundo andar. f>
OS MELHORES CHARUTOS.
que ha presentemente no iiiercaW|- vendem se por
preco razoavel : na rua do Crespo', loja n. 19.
Damasco monstro.
Damasro de lila com quasi duas varas de largara,
proprio para igrejas, colchas, forros de carros e ca-
deirinltas a 19600 o covado: na rua do Queimado
n. 21. ,
Estamenlia.
Estamcnha de 13a pura para hbitos de lerceiros
franciscanos a 1.">I20 : na rua do Queimado n. 21.
Vende-se urna taberna na praca da Boa-Vista
n. 15 : quem pretender, falle na mesma, que se faz
todo o negocio, pu a prazo ou a dinlieiro.
COBERTORES DE LAA,
Hespanlies, muito enebrpados, a o\s, 7$
e 8$000 cada um:
Vende-se na rua do Crespo, foja da esquina, que
'?'."! pr0,'ncil volla para a rua da Cadeia.
10 ?>i lo Antonio Gran-
^ FAKELOS E SEME/W^DE LISBOA.
Na rua do Vigario armazem n. 7, lia
para vender semeas e laros muito novo,
desembarcado boje do patacho CONS-
TANCIA.
FARINHA DE MANDIOCA.
- Vende-se superior l'arinba de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
veilia por j'OOO reis : nos armazens ns.
o, 5 e 7, e no armzem deirOs^e da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiro andar.
a rua da Cruz n. 26 primeiro .an-
dar, vende-se o excedente violto de Cham-
pagne, .chegado ltimamente de Franca,
e por muito commodo preco, que s se
dir" ao comprador.
Sal do Ass:
bordodo hiale Anglica, a tratar com Antonio
aquim $eve, na rua da Cadeia do liccile n. 49,
primeiro andar.
\EM-SE
na roa Nova n. 38, defronle da igrrja da Conceicao
dos Militares, radinhos do norie de (odos os lma-
nnos, verniz copal a 000 rs. a libra, muilo bom, p-
timas bigornas para funileiro, lesnuras para dito,
alicates muilo fortes, rozelas para nsporas muilo
boas, vidros para vidrara, 'cm caia e a rctallm, c
todos os proparos para nUicina de latoeiro e funi-
leiro.
Sthiita attenc;ao.
Vendem-se na rua dn Cadeia do Becife n. 47/ loja
de Manuel Ferreira de S, corles de ganga de cores
para cairas a 2^210, chitas largas paca camisas de
homem < vestidos de sendera a 240 o covado, I uvas
de seda prelas para homem a 800 rs. o par, palitos
de alpaca prela a 33, 68 e 7500(1, ditos de alpaca de
seda a 8.^00. ,
Fazendas baratas. ,
Corles de COM de cores e.im barra a 29000, editas
boas de cores fisas a 180 rs. o covado, dilas largas
para lucio a 200 rs., ditas adamascada azul e amar, I -
las proprias para coberla a 210, risrados francezes
largos de quadros modernos a 260, peras de cassa-de
lista com 8 vara* por I56OO, dilas dequacMs a 28rs.
cortes de seda proprio-para noivas a208000rs..cam-
braia. de lindo finas a "ilOOO a vara, panno de lindo
para Icnres com mais ,le 11 palmos de largura a
2*100 rs. a vara, corle, de cambraia de lpicos a
28880 rs,. corte cfcensemir d'cwrei% 490D9, brim
de quadrinbos a 210 r. o covado, sarcelira escuro
com mofo a 160a cavado, luvas decores fio- da Es-
cocia^^O o par, esguiAo para pcilo de camisa a
Hf .1 vara, panno preto e de cores, merino.
InisifBvsX e outras muila fazendas que a dinlieiro
P vendem por preco baralo : na foja n. 50 da rna
aa Cadeia do Becife defronle da rua da Madre de
Dos.
Familia desmn-
dioca a 2$50O
AYAMADA.
o liso.ebni 3 c meio palmos de lar
lizo com 3 e meio palmos di
POTASSA RRASILEIRA. ^
Vende-se superior potassa, la- (A
bricada no Rio de Janeiro, che- (*
jada recentemente, recommen- <
a-se agt^mhm^es ce eigenhos os 2
s.eus bons elFeitoK ja' experimen- J
tads : na rua da^ruzn.. 20, ar- j
mazem de L. LecorTIe Feron & (9
Companhia. %
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado de Lisboa pela barca Gra-
lidao.
Capas de burraclia baratiffimas.
^ "borradla, o mbor possi>el .
Vendem-se capas de
par preco que se nao vende em parte alguma n
rna da Cadeia do Recife, foja o. 50, defronle dj rua
da Madre Moinhos de vento
'ombombasde reputo para regar hortas e baixa,
decapim, na fnndirade 11. A'. Bown1a.11: naru
do Brum ns. 6,8 e 10. W
AGENCIA
Da Fundrfcao' Low-iMoor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste stabeleciment continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito. #i
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de SenzalaNova n. 42.
Sellins ipglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candici ros e castiqa'es bronzeados.
Chumbo em lenc^ol, barra e municao-
Farello de Lisboa.
Lonas nglezas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustr para carro.
Barris de gra xa n. 97.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA*
Vende-se ein casa de N. O. Bieber &
C, na rua da Cruz n. 4-, algodao tran-
cado da.| 1 id la fabrica" muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, na rua
era" Cruz n. 53 ha para vender ,excel-
lentes pianos vindo ltimamente de Ham-
burgo.
a sacca.
No armazem de Tasso^rmaos.
Vendem-se corles deaHfeprela
pelo dimujoto prero de jOOtffna
loja n. 6.
I.ABYRINTHOS.
Lencos redondas e de poulas, e mais objeclos desle genero,
ludo d bom goslo ; vende-se barato : n: roda
Cruz n. 31, primeiro andar.
bom goslo,
do Crespo,
Chali de seda.
Vende-se chaly de seda de lodas as cores, fazen-
da nova e de gusto, para vestidos, a 80J rj. o cova-
do : na roa Nova n. 4.
Chales
de merino.
Vende;
dos, pelo ba
n. i.
hales de casemira e de merino horda-
preco de tOjjOOO : na rua Nova, loja
Luvm1(' pellica.
Vendem se divas de pellica para dorncme senho-
ra, pelo baralo preeo de 19280 o par : na rua Nova
n.4.
-Laazinhas.
Vcndcm-sc laazinhas,imiland
ra veslidos de nieniuos a 320 o
va n. 4.
da, proprias pa-
do : na rua No-
tniTii inn
NA RUA 1)01 CKESI'O, I.OJA DE 1 PORTAS N. 4,
veudem-se pe^as de madapolAo fino com pequeo
toque de varia a 256IKI c 2*800 a pera, corles de
calca de Isa algodao a I9, ditos de brim pardo de
Iinho a I-cada um, e oulras muilas fazendas por
precos muilo commodos.
N. ;>.) aterrodaBoa-Vistan. 53.
POIRIER.
Acaba de fazer urna especie de venecianas com o
nomo stores, de nova uvenQo parajanellas, servem
de ornimenlo e lem a vantagem de impedir a cor-
ren leza da ar nos aposento, c enlrelei-lbe a frescura
necessiria.- l*odem igualmente servir para arma-
zens. Por nm engenhoso nierhauismo sao muito
melhor do que as venezianas aiiligas. S com a
vista melhor se pode saber o quanlo sao eicellenle.
Brins de vella: no armazem deN. O.
Biber & C, rua da Cruz n. 4.
___*s
9 Acha-se venda o manual do guarda na-
9 cional, ou eollecrao de lodas as lcis, regula-
,\J mentos, orden, e avisos concernenles a mes-
ma guarda nacional, organizado pelo capitao
9 secrelario eeral do commando superior da
|$ guarda nacional da capital da provincia de 9
9 Pernambuco Firmino Jos de Oliveira, des- g(
' de a sua nova organisaclo ale 31 di dezembrn
de 1834, relativos nao s ao processo da qua-
i~j lilicacao, recurso de revista, etc., etc., seno 9
a econpmia dos corpos, organisa^ao por mu- 9
nioipins|r>at.ilboes, e compauhias, com map- 9
W pas e modelos, ele, ele.: vende-se nica- 9
9 mente no paleo do Carmn n. 9, primeiro an- 9
9 dar, a .Vnhh) por cada \olo.no,
A 9000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim fino de Iinho. com 20
varas, proprio para cerolas, loalhas, lenroes e oulra
muilas obras, pelo baralissimo prero de*99O00 a pe-
ra, assim como oo|ras muilas fazendas que a dinhei-
ro se vendem barato : na rua da Cadeia do Recife,
loja n. 50, defronte da rua da Madre de Dos.
VINO DO.PORTOSUPERIOR FEITORIA.
Vende-se por pre^o commodo no .rmazem de
le Barroca'& Castro, rua da Cadeia do Recife n. 4.
Velas.
Vendem-se eicellenles velas de carnauba para e
de compnsirao sendo eslas do melhor fabricante do
Aracaly, pelo commodo preco de 149300 a arroba :
na rua da Cruz armazem n. 15.
A ELI.ES, ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se cortes de casemira de,bom goslo a^JjsOO
19 e 59000 o corlo ; na rua do Crespo o. 67^ '
Vende-se urna balanra romana com lodos os
sns perlences.em bom uso e de 2,000 libras : miem
pretender, diriia-se rua da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vcnde-c superior coRnac, em garrafas, a 126O0O
a duzia, e 19280 a garrafa : na rua dosTanoeiros n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo. '
Chales de me tino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENpAO.
Na rua do Trapiche 11. 54, ha para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, propnutMagfn deposito de Ce-
ses ;'etes barris sao "os nelliores que se
tem descoberlo para este lim, por 11.0
e\lialaiem o menor elteiro, < apenas pe-
zam i C libras, e custara o diminuto pre-
co de 4,5000 vs. cada um.
-Vende-se pipas, barris vazios e barj
rica internadas: a tratar com Manoel
Alveffiuerra Jnior, na.rua do Trapiche
VINHO CHERRY EM BARRIS-
Em casabe Samuel P. Johnton 4 C,
rua da Senaala-Nova n. 42.
Vendem-se dous pianos fortes de
Jcaranda:, construccio vertical, e com
todos os melhora mentos mai moderno*,
tendo vjndo no ultimo navio de Ham-
nurgo: na rua da Cadeia, armazem n,
CHAROPE
. DO
BOSQUE
0 anico deposito contina a ser na botica de Bar-
Iholomeu trancisco deSouta, na rua lj
rio n. 36; garrafas grandes 5*380 pequeas 38000.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phlisica em lodos os seus diflerente
graos, quer motivada por conslipac,6es, toase ;
ma. pleuriz. escarros de sangue, dr-de tostados e
peilo, palpilasao no coraao, coqulaehn, bronchile
dur na garganta, e lodas ai molestiadeoreaos du|-
monares.
F.tn casa de Timm Monsem & Vipna ssa,
praqa do Corpo Santo n. 1.3, ha para
vendar:
. Um sortimento complet de livro em
branco vindos de Hamburgo.
MECHANISMO PARA EHGE-
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWN1AN, r*A
RUA DO BRUM, PASSADO O offA-
, FARIZ,
ha sempre um grande sorliroehd dos unointef ob-
jeclos de mechanismos proprio ni sa-
ber : moendas Ojmeias moendas
coustrocrao ; tanas de ferroH
superior qualidade e de lodose
dentadas para agua ou animaes. di
".Oes ; crivos c boceas de fornalha e r s de bo-
eiro, aguilhSes, bromes, parafusos e cavilh6es, moi-
nho de mandioca, etc., etc.
NA MESM FLNDICA'O.
c execulam todas as encommenda com a iaperio-
ridade ja conhecida, c com a devida prstela enm-
modidade em preco.
Etu casa de Timm Monsefli & Vinnassa,
praca do Corpo Santo n. 13, ha para
vender :
Cemento romano em barricas, chegado
ltimamente de Hamburgo.
VARAMIAS E GRADES.
1 m lindo e variado sortimento de modello para
varandat e gradaras da gosto modernissimo : na
fundirao da Aurora, em Sanio Amaro, e no deposi-
to da mesma, na rua do Broa
CAL VIRGEM.
Vende-se cal de Lisboa, chegado no pao
tacho CONSTANCA, entrado hontem, por
preco commodo : no deposito da rua de
Apollo n. 2B.
Contina a vender-se a obra de direito o Ad-
?ogado dosOrpbaos, com um apndice imprtanle,
cnnlendo a le das ferias e aleada dos 1 loaaes de
Justica, e o novo regiment de castas, para so do
jui7.es. cscri\aes, emp-egados de j< e aquello
que frequenlam o estados de dircito, fptlg preco de
:!-SHX) cada exemplar : na foja do Sr. padre Igna-
cio, rua da Cadeia n. 56 ; loja de encadernac,ao* e
livros, rua do Colfogio n. 8 ; paleo do Collegio, li-
vraria classica n. i, e na praca da Independencia,
livraria :>. 6 e 8.
Vendem-se' tamancos vindos do Porto, a 500
rs. o par : na rua larga do Rosario n. 33.
Bom e barato.
Vendem-se muilo, bonitas yulcetrw^e difierenles
cores e gustos a 100, 18800,2 e 2*500, 'hraRos
padres de penles de tartaruga para atar caballo a
19500, 5&500 e 6S5O0, pentes de aiaifim par alisar
a 19100; bonitas trancas de seda branca a 328, 400,
180. 560 e 610 a vara, bicos finos a 200, 2*0, ,330.
II.
Potassa.
No anligo deposito da rua da Cadeia Velha, es-
criptorio ii. 12, vende-se muilo superior potassa ta
Russia, americana e do Rio de Janeiro, a precos t-
ralos que he para fechar coplas.
Na
r andar
siCa*-para piano, violao e flauta, como r" meonl
scjam,qua%has, valsas, redowas, Ao-m-*
a lli* do Viffario n 10 nrim! *00, *8*' ^? e 6*0 a vara, sapalinho de laa pera
, '- "-, '' ",m"- cr,.-.nc..s .-,320 c SO o par. fniissimas escoras p
n, tn para vender diversas mu- dente sfl 600 n,., gravaif
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpneiro..
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gmeriho com pouco dinheiro.
Vende-se brim Laucado de luirs e qaadros.de pu
ro Iinho, a 800 rs. a vara, dilo liso a 640, ganga
amarella lisa a 860 o covado, riscados escaros a imi-
lacflo de casemira a 360 o covado, dilo de Iinho a
280, dilo mais abaiso a 160, castores de todas as co-
res a 200, 210 320 o covado : na roa do Cresoo
n. 6* *^
COM PEQUEO TOQUE DE
Algodao de sicunira a 2*500 e 3 : veode-se na
roa do Crespo loja da esquina qae volla para a roa
da Cadeia.
, Alpaca de seda.
Vende-te alpaca de seda de quadros de bom goslo
a 720 o covado, corles de laa dos melhores sustos que
(em viudo no mercado a 49500, ditos de* cassa chita
a 15800, sarja prela hespanhola a 2JH00 e 2200 o
covado, scliui prelo de Maciio a 2&H00 e 38200, guar-
dan'apos adamascados feitosem Gcimaraes a 35600
a duzia, (oalhas de roslo vindas do mesmo lugar a
93000 e 129000 a duzia : na rua do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCLROS A800 RS. CADA IM.
Vendem-se na roa do Crespo loja da esquina que
volla cara a rua da Cadeia.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E.CLARAS A 39000.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da^esquina que
volla para a rua da Cadeia.
de agulMB
*
Taixas pare engenhon.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do BruJ, passan-
do o chalan/. continua' haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asqttaes acham-se a venda, por
pre^o commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se um cabriolet e dous cavallos, ludo
junio oo separado, sendo os cavallos muilo mansos e
muito costurados em cabnolcl: pera ver, na co-
cheira n. 3. defrouto da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, e a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Juniur, na rua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENIIORA.
Indiana de quadros muilo Una e padres novus ;
cortes de lila de quadros e llores por preco commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4>500
0 CORTE DECALCA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
lie barato que admira.
Vendem-se saceos com f'eijao por di-
minuto preco : nos Quatro Cantosda rua
do Queimado, loja n. 20.
Deposito de vinho de cham-
ftagne Chateau-Ay, primeira qua-
idade, de propnedade do conde
de Maicuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinlro, o melhor'
de toda a Champagne, vende-se
a 6$000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As cixas sao marcadas a fc-
goConde de Marcuile o r-
tulos das garrafas sao azties.
linissinias colheri
duzia, ditas para cha a 3j0(
meias de IITSMll padn
com grampas a 120, bonid
elolhasa200e240*wi
luvas hraueas'de fio da Esc
mesrlailas muilissimo boa par.
rhiroliiihosde baleia a 9C
de peso muito stiperioi
dito almaco a 39^|
nilos atacadores I
a 500 rs. u par,
par, ramnhas de]
go a 160, (m a caij
navalha feio e bou
drepcrola para cao
casquinha para sah
lina de lodos o turnan
para calcas ecollele a
molduras a 120, 110 e 160, nada lao I
mais objeclos que se vendem por mei |M em
mira qualquer parle, e d-se amostras : a roa do
'.jueimado n. 63, Idja de Joao Chrisoslomo de Lima
Jnior.
SAL DO ASSL".
Vende-se a bordo da barca MATUILDE,
tundeada na volta do Fortei i'Hartos: a
tratar com o capitao al ou com
Manoel Alvos (tierra Junio]
Trapiche n. 14. ,
Kolo frant
Vende-seo verdadeiro rolo francex em fraseos
de libra c a relataos na rua larga do Rosario n. 38.
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se o ven nMro a moito fresca rap Paulo
Cordeiro : na roa larga do Rosario n. 38.
Vendem-se ifiadores finos para navalhas a 500
e Co rs.: na roa larga do Rosario n. 38.
Vendc-se urna parda moca, con: algumas ha-'
lulidades e bonita figura : na rua do Ti piche n. 14.
Vende-sec
di Ou n. 10.
ac da melhor qualidl i: na raa
'I
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas de Pars,
em casa de Vttor,Lasne, rua da Cruz
n. 27,
Etra-superior, pura baunilha. 1920
E\lr fino, baunilha. I96OO
Superior. 15280
Quem comprar de 10 libras para cima, (em nm
abale de 20 %: venda-sc aos mesmos prego e con-
dicnes, cm casa .Jj; Sr. Barrelier, no aterro de Boa-
Visla n. 52,"
VoflRe-se ac em cndeles de nm quintal, por
prego nimio commodo : no armazem de Me. Cal-
moni <& r.ompanliia, praga do Corpo Sauto n. 11.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcas e aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loia da esquina qae
volla para a cadei.
Vendem-se no armazem n. 60, da rua da Ca->
deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superior *rf uezia do Bom Jardira
fabricados em Inglaterra, gor prndj
res relogios
mdicos.
Vende-se eicellenle taboado de pinbo, recn-
tenteme chocado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a enlender-se com o adminis
ador do mesmo.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja >. 50, continua
a vender-te barril com superior cal virgem de Lis-
boa, por prego commodo.
Superior v in AVi^aa^Vnpagne e Bor-
deau.\ vende-se en casa de>^chaf}fr"
tiin AttenqSo.
Na rua da Cadeia Velo n. 47,loja do S (Manoel)
vende-se damasco de Ua de doas largaras, moito
proprio para cuberas de cama e paunos da mesa.
AOS SENHORES DE ENGENHO. ,
Bedozido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Bferlin, einpregado na co-
lonia mglezas e hollandezas, com grtm-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de*
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz. n. *
ESCRAVOS FGIDOS.
-- l)esppreeea na manhaa de 2 do correnle, do
boi do do brigue Amortm,s no porto de Marei, pro-
vincia de Alagoas, sn escravo marioheiro de segnn-
da viagem, de nome Francisco, croulo, cor prela,
falla gago, estalun ordinaria ou regular, levando
coni siso a toupa que Ifnba, e bonet de pana* : o
qual escravo foi de Nicolao Alves da Silva,'senhor
do engeliho Anhumas, na mesma provincia : q'ntm
dr noticia i!elle, capturar, ou levar i rqsa de seus
nliores Sacavem Barbosa i Companbia, em M-
eeic, ou nesta cidade aos Srs. Amurlm Irmao* &
Campanilla, ser generosamente Ltrtompensado.
--JEm 16 de jullm fugio do/engenbo Desengao,
preto eriouio** no-
e representa ter otemos,
r jrrsgneaao, pnrna finas,
. P* regrfare, e ^averroTlhad ; le-
aiio ra/ pedret, novo, e esquinador :
3?r!EW! '"e- ao wnho.eiK., oo
' roa da Lau,a "o Recife n. 24, qae ser* natroti-
meiite recompe-rtrtdo, HM wr" Bu,,"
me Roque, idade 30 an
alio, secco, nariz grosso rM
tficos grossos
vou um cav

PEIIN^yp.
DE M. F. DE 1 All A. 1855.


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