Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00817


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Full Text
AUNO XXII. N. 171.*
Por 3 mezes adiaiatados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUINTA FEIRA 26 DE JULHODE 1855.
Por anuo adiantado 15,000.
Porte franco para o gobscriptoi.
EXCAIUIEGADOS D.\ SRStRlPOA'O-
f,;, o proprel?rio M. F, w ro, o Sr. Joo Pereira Marlins; Baliia, o Sr. D.
O iprad ; Maceiii, o Sr. Joaquim Bernardo Icnra ; Parahiht, o Sr. Gervazio Vior la Nati vi-
da de ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Jaaior;
Aieealy, oSr. Antonio deLeroosRr;ig;i;Cear,-o Sr.
Joaquim Jos de Oliveira ; Maranti lo o ir. Joa-
oimMarques Rodrigues; Piauhy_< Sr. Domingos
Horealano Ackile P?s*oa Cearence ; P< ra, o Sr.Jus-
litio J. Ramo'; Amazona*, o Sr. Jeronvmoda ('.osla.
------. 3---------.,,.,. .--------- b
CAMBIOS.
Sobre Loadres, a 27 1/4 e 27 i/8 d. |por 19.
Paris, 3SS rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acces do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de letlras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespaiiholas' 29J000
Modas de 69400 velhas. 169000
*>, de 69400 novas. 1 (i9*000
> de4000. 99000
Prata.Pataces brasileos. '. 1S940
Pesos columnarios, 18040
. i) mexicano?. .... 19860
PART1IJA DOS CORRElltS.
Olinda, todos osdias
Caruari'i, Bodio e Garanhuns As da* 1 el5
Villa-Bella, Boa-\ isla, Ex e Owicurj, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
Victoria e Natal,'as quintas-fairas
PREAMAR DEnWE.
Primeira as 2 horas a 6 mirtillos da Urde
Segunda as 2 horas a 30 minutos da manhaa
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
Relajan, lercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados as 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas o as
minias ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas as 10 horas
1* vara do civel, segundas e< sextas ao meio .dia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPIIEMERIUES.
Jullio 6 Quarto minguante aos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
> 14 La nova as 2 horas, 21 minutos e
4o segundos da manhaa.
22 Quarto crescente as'5horas, 30 mi-
nutos e 40 segundos da manhaa.
29 l.ua cheia as 4 horas, 44 minutos e
33 segundos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Apollinariob. ro. ;S. Liborio b.
24 Terca. S. Chrstina v. ; S. Francisco Solano.
25 Quarla. S.Tbiago p. ; S. Christovao m.
26 Quinta. Ss. Symphronio e CNympio trun.
27 Sexta. S.Pantalea medico m. ; S. Sergio ni.
28 Sabbado. S. Innocencio p.; S. Narciso m.
29 Domingo. 9. S.- Anna mai da SS. Virgem
mai de Dos ; S. Martba v.
A
PARTE OFFICML.
MINISTERIO DO IMPERIO."
Expediente do me; de junho.
Dia-5. '
u> presiilentedqPara.declacandoein todltlo a du-
vsilas propostas p Kvfgario da freguetia lo Yiteu: I
que sindo a pbri! cao de diir as lerfwi ao reiislro ia-
hi rentes .1 poae.nad.i mal lem com ella vendedor:
2.,aae o eampos do uso Btmmum de que (r.iRi o
iloarf. 5. da le n. S0t.dc 18 le seloinbro de
lt-50, o podara ser usofruidos, reas nao oecupados
pirjifWBCqueTwtles preleiHram eslaMecer-sr, 3.
"$tpar:i que un terteuo J%e consider de eso com-
ai.tm nada inllue o numero dos que Idlbi podeni
alihsar-se, bastando a clrcumslancia de preilar ser-
vidlo a varios, sem que ninguem se possa dizer pos-
widor, quer exclusivo, quer em eomm jm, por lila-
J legitimo.
-Ao presidente de Minas Gcracs, declarandoem
de duvidas propostas polo vigano da S. Jos
e Guiratuba. que pisses sitas em lugares se 'arados,
cmbara havidis pelo mesmo Ululo, nJb podem ser
registradas por meio de urna so deelaia-ao ; mas que
lxlo conlrario ppdem e de'vem ser htjeclo de urna
so declaradlo as posses contiguas, embora havidas,
per dillerenles Ulul* ;e oulro smque sendo um
leiino possoklo em commum, leve eada compot-
suidor registrar a parle a que tem dire.ilo, meneio-
nandp-se em lodo o aso o total la poste ccimmim,
se for condecido, como todo j fra eleclarado por
avisos anteriores.
MINISTERIO DA JUSTINA.
Decreto a. 1,62 de aOtV/amV) ,ie lf.55.
Declara de 3^ eutrancia o lagar de juiz d>) lireitb
especial do corimercib da provincia do
. Maranhao.
H;i por bem declarar de 3." enlraiv:U o lagar de
ju;; de lireilo especia) 'do comrherciei Ja piovincia
lo Maranhao.
.iQf Tliomaz Nabuco de'Araujo,do meu consellio,
mi lislro c secretario de estado dos ui zncios da jas-
lif, assim o UMilia entendido o faca eiecufar.
Palacio do Kio de Janeiro, em 20 de.junlio de 18.,
tiifiesimo-qirto da md^aendentia e do imperio.
Cem a rubrica de #. M. o Imperador. Jok Tho-
ntez Sabuco de Araujo.
daiya a boa ordem do servico, o respeilo ea suhordi-
nafo quo aos empregados niais graduados se deve
sempre-guardar, que o escripturario* Carvtlho nao
sahisse da casa sem dar disso conhecimento ao chele
da 2. secQSo. que era entilo aquella que na ausen-
cia do Sr- inspector c^representava na reparliro ;
cumprindo porlanto que "o senhor inspeclor fara
seulirao mencionado escripturario'que o seu proce-
dirqcnio foi menos regular.
12 de ] un lio.
A' lliesoursria-da provincia da Itahia,ordenando
que revonuaTTacto peloqual eslabeleccu o prazo aos
juizesde orpliaos para', sob pena de mulla, aposen-
taren Ihesourariau livros da escriplurarflo e coti-
la dos curadores ; o oulro sim que para completo
comprimento da circular de 13 de (evereiro, do anno
protimo passado, inste com os ditos juize para que
marquen) prazo aos seus curadores, alim de apresen-
larem laes livros, communicando ao lliesouro o que
occorrer, caso nao seja atlendido, ou procedendo na
formado arl. 20 do /egularaenlo de 9 de maio le
18J, vislo que a reluctancia importar recusiirem-
se os referidos juizes a promover o aparamento das
her ancas.
- 13
tlisoraria de Minas, declarando em solu.
cao materia de sea uflicio de 2G do mez passado, e
para que o fa;a constar ao procurador fiscal/ qae,
npciar da disposicao do art. l&i do nbvo regalamen-
lo.dns cusas de 3 de marro do correle anuo, conli-
nuarilu a observar-te a disposQiies das inslrucrocs
de 28 de abril de 1851, como al agora, eqpqoanto
ojo forem dadas oolras providencias ; corredo por
tantos por conta da fazenda o adianlam cnlo das des-
pezada conduelodOTofflciaesdejolica.de, que traa
o arl. 166 do dito regulamento.na forma do art. 9.
das^citadas inslrucsoes, ifim de se eiTecIBarem as di-
ligeocias de |que forem Incumbidos ; eque a res-
peilo dos arl.. 23, 165 e 169 daqaelle regulamenlo,
passa a coijsullar o rninislerio da juslica.
Mag.l'itqpnde de Albuquerque.llesolucao.
Como parece.
Paco, 11 de julho de 1855. Com a rubrica de S.
M. o Imperador'. Margue: de Caxiat.
|
MINISTERIO DA I"AZEM.
Expediente do me: de ma|!
Dia 25.
Ao ministerio dos negocios cslrangeiros,diflaran-
\ isla do infoiniaciies oblidas do inspector da
alfiiidega Je Peruninhucv, e para pm, o resposuter
legado frsnceza, que regularmente pio:edeu -qul-
lu inapaclur, imp.inJo a to n3o leh'io dilo navio iraziio ecrlii
di* al lai*to Ui.-
rva-a coaiaiaiKl,>ul na
multa do quo trffljoJirl. 8. do drelo da 20 de
aWil de (854, applieada pcrs*atfMndi;.i no.gi o meo
eque o alie ffcmpiira paite ui firma itale-
gislatao fisca o imperio era recitffer tnteinpo op-
poruno de semellianle deci'Ho para i' thenoncarfei
do azendada provincia, e desla para < Ihesoiro na-
ci lal.
31.
A llicsourarii do Paraun O marquez 4o Pai-
ran i, presidente do Iribuual do lhesour*jiaeh>na|,
leudo lomado cunlieiimeiilo, nao so ds que xa que
aoSr. inspector dt tltesooraria de fazenda da pro-
vin. ia do Paran dirizio o eliefe da 2.* seccSo Fran-
i MarisT.anra coiflra o 2. escripturario .lose la
Cosa Carvalho, por se ter este retirado da reparli-
$ao san previa liee>;a do mesmo cfie.e, en occa-
tiioem que, poraasencia do Sr. inspector, era elle
o empreado ma6 graduacToque se acliava na repar-
liciio, bem como do que u scmellianle respiuto en-
p|i 0 Sr, inspector no seu oflicio de 31 de mirro do
oxeante anuo, em o qual informa qae, para o coad-
js'ir em trabalhosda thesouraria, que adianlavaem
ua casa, mandara harrur a seprli;ao o referido

eciipiurario, a quem transmudo cssa ordem porin-
tennedw do chafe da secretaria : tem a declarar ao
Sr. inspeclor, que, comquantb a retirada do esrrip-
luiario Carvalho esiivesse autliorisada pelo Sr. ins-
pccior que mbor al*sntc da reparljija; se acliava
ni xercicioTlosuas 'fnneciies e livesse elella Vonlia
cimhlo o chefe da se:relaria. quem eslava imme-
dia ament subordinido y diloescriplurario, por isso
que ara hi que trahalhava em comroltso, pedia lo-
Por aaadiisaa C. Baybaad.
XIV
us familias que lem cooservadn anas IradirOes, e
san quaes anda aclia-so cesta simplici laile de coslu-
nies, o lar domestico lie um centro inaccessivei as in-
flninicias exlerires. Mal sentia-s'e en cjisa dos Ker-
breimiis a repereaisso dos aconlecrmenlos que afca-
bavsm de perturbar 'antas ealslencias ; os hubitarl-
les do castello j*tflQ^^^e<" seu retiro das cala-
mu ades do lempo priflP^^; depois rio primero mo-
vimnnto, le sorpreza t de, conslerna(;3o tintiam des-
viado os ollios das orgias polticas, c ruivi un- refu-
gi.u o no sancluario pacifico da vida* intima. Seus
lioi'iedes linliam-se rstabeleeido nsase interior tran-
quillo e tomado proniplaaacule occaparOes e ha-
bite*.
Todas as aaanhaas madama de Kersalion fazia Irans-
por;ar sua poltrona pira o terrarii, af m de respirar
a loisatonica do mar. Muflas v'ezcs < 1' lizia coro
lio egosmo de quem passou a vida sabr um so-
^^Rpii'i a (odas as variedades de nevralgilis que
er r quecem o exasperan) os medreos : '
-- Na verdade esse* senhores eme queliatn incen-
diai-me a casa, fizeram-me om grande serviejo ; des-
de que causaram-me lao grande medo, sinlo-mo in-
nllainenle mellior.
(astao de Kcuojal pnssava ama pirte do teftnpo
ni bibliotbeca em companhia do eavalleiro trillando
de aicbeologia. Era um mancebo elegante, oudo
e a wis desengaado para viver feliz longj das soaie-
diides, lias quads Uvera todava urna pi;Ao rhui
alU,o invejada. Sua prima, a linda e lerna l.Uiza,
pifrticipava de seas seutimentos, c eslava Uto cimien-
te que beendizia em seu eoraro a tempeslade que a
laiHjnra repentinamentenessa praia limpilaleira.
Quando o sol de marjo reverdesceu campos, e
as violetas e penrincas comesaram a bmlar mar-
ges daa'Veredas, deram-se lofUk passe ios nos arre-
darus da castello, nos vafles afHsies oulr'ora eober-
I.s ile flores, onde os druidas celebra va a: seus sacri-
Hcixs. Uavia nJo louge do mar em ura cb rneca
anda boje denominada Parc-an-Doitien uai dos
mmiumenlos lo culto lruidico, de que a trra da
Bret mha est cobrta. O mnsgo alcalifava as pedrasa
ammloa I as em forma de altar, e urna Toseira brava
balaut^ava seus ramos elegantes sobro* o lugar por
onde escoava o sanguu das vatinjas humanas. Os
bosques prornndos que anligaafbale col iiam esse si-
tio sinietro, mo eiisliam mais p|torm um carvalho,
ullioio renov da floresta sagrada, lanca anda sua
onilira sobre o dolmen. Os passeadore pnravam t
vezei dianie dosses deslrocos das idades antigs, e re
poustvam sobre a relva que crescia em lomo. Quan-
do Irene assenlava-se assim ao p do delaten. lau-
av, pjra Uaz seas cabellos louros ergueodo .i frou-
te en quc radiava urna altivez branda e serenata-
reda orna druidissa a que os povos da anliga Armo-
. rica altribniam dons divinos, viudo viitlar c sanc-
luario deserlo e devastado Te seu lerrivul dos.
Duaale a clieijado dos novos hafiitaalen do csstello,
"7*j VWa o Diario *ak. "^ 7
MINISTERIO DA GUERRA. \
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em t dejnlho de 1855.Illm. e Eim. Sr.Sen-
do presente a S.M. o Imperador o offlcio de V;Eic.
n. 25 de 16 de fevareiro ultimo, pedindo csclareci-
menlos acerca la Iuvilla suscitada pela thesouraria
de fazenda dessa provincia, que d.eixara de abonar
a gralifica^ao de 105 mensa ao lente Quirino de
Lara Ribas, como commandanle dj destacamento de
1 lintu do districlo da Bsgagem.lleganao a ausen-
cia temporaria de -unas pracas : ha o mesmo au-
KUsto senlior por bem mandar declarar a V.Exc,
que lemto tal ausencia sido motivada pelas exigen-
cias do servido publico, sem que por.isso aquellas
vat;is fossem desligadas do destacamento, como V.
I informa, he obvio, que o referido comman-
daale lem lireilo dila gsot'ificaro desde a data em
que anttou-ni exorririo, e ueste ulido exped;
V. Eic. as convenientes ordens.
Dejgi'guarde a V. lixr. A/ar 'ir, presidoiileWa pn vincittBei Minas Geraes.
Senhor. Mandou V. M. I. por aviso expedido
pela secretaria lereslado dos negocios da guerra em
dala de 19 do mfz prximo passado, que fosseouv'r
da a secr.o de guerra e marinha lo conselho de es-
Ltado acerca da anliguidade que. se deve ron lar, na
conformidade do art. 8.*da, le n. 648 le 18 de agos-
I o 1862, aos ofiiciaes que servem na provincia de
I Uailo-Grosso.
* tBf**'
O artigo citado diz : Tan lo para o caso da refor-
ma, como para o.de .ccesso, segundo a clausula es-
labclecida uo srt. 4. da lci n. 585 de 6 de selembro
de 1850, aos ofiiciaes qqe servirem as provincias de
Mallo-Grosso e Amazonas ser captado em mais
nina quarla parte o lempo do' scJ|Ti,li
n'essas provincias.
A seccan concorda com a opiniao do presidente da
irovinci i de Mallo-Grosso, t da commissao de pro-
mot o augmento de'lempo de servico de qae Irala'a lei
cima transcripta s seja atlendido por occasiao de
proniocoesoa reforma dos ofiiciaesnellacomprrhen-
Jidos, conlinuando porm a ser conservados as an-
(iguidade, em que so acharem collorados mi al ma-
nak militar, porquanto 'en I ende a secrao quo esta i-
!elligeiicia-he mais gcuuina, a|que evita queixas e
GOVEHNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia l de J*lho.
a
OfflcioAo Exm. presidente do Rio Grande do
Norte, inleirando-o de haver expedido as conve-
nientes ordens, afim de ser enviado .para aquella ca-
pital do primeiro vapor quV passar para o norte o
sentenciado Joao do Reg Vianna, a que se refere
a guia que remelle, e rogapdo se digne de mandar
pagar naquella provincia a passagem do referido
sentenciado, e bem assim de dous soldados de po-
lica que team de escolta-lo al all.Expediram-
se as convenientes ordens a respailo.
DitoAo Exm. presidente rio Para, rogaudo a
expedicao da? convenientes ordens para que o bii-
gue Elvira que ora segu com soccorros para aquel-
la provincia n3o seja all demorado.
DitoAo Exm. commandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Recifc, duendo ficar
inleiradu de que o* onselho de qualifiraro da fre-
guezia los Afosados em sua ultima reunido uao m
atlendeu ao requerimgnlo em que o capilan do 6.
balalhao de infautaria Jos.Francisco do llego llar-
ros Jnior pedio passagem para a lista da reserva,-
mas tambem considerou mudado para a freguezia
da Yarzea o alferes Francisco Monleiro GooralVes
da Luz ; c declarando em resposla, qae devem es-
ees ofiiciaes ser excluidos do referido balalhio, para
perlcncorem como aggregadus, o primeiro a mai dos
corpos de reserva, e ossegunpo ao i. batathio de
infaularia, no caso d(r*n.lo ser elle contemplado
na nova organisicao a que se lem de proceder.
DitoAo Exm. consetheiro presidente da rela-
i.Ao, inlelrando-o de haver o bacharel Jos* Qaiuli-
oo de Castro l.eab participado que reassumira o
exercicio da vara de juiz-municipal de Olinda.
Fteram-se as miras commuuica^Ocs.
I DitoAo Exm. presidente do conselho adra inis-
Iraiivo do palrimonio dos orphaos, recoramendando
a expedirlo le suas ordens, para que seja admitli-
da no collegio das orphas a cxposl Cordollna de
Castro Cirne.Communicou-se administrarlo dos
esldbelecimentos de caridade.
IJiloAo inspector da thesouraria de fazenda,
transmudado para o tim conveniente o aviso de
ledra sob n. i, na importancia de 3299, saccada pe-
la thesouraria de fazenda da provincia do Rio Gran-
de do Norte sobre a desta, e a favor de Miguel Car-
los da. Costa.Parlicipou-sc ao Exm. presidente
laquella provincia. '...
DitoAo inspector da thesouraria provincial,
duendo que deve continuar a ir praru a obra dos
reparos da a;udc de Garuar.
DlloAojuiz le dircilo da {.- vara crime desla
idade, Irausmillinilo por copia o aviso de 17 de
i ultimo, no qual o Exm. Sr. ministra da jus-
aai participacao acerca de cada da jur,, rom as declararues cfpressas em
dilo aviso.Nesle sentido offlciou-s; a todos os jui-
zes de lireilo .4a provincia.
DiloAo coniimuHlaJnlc do corpo de polica, j,.
ra mandar ,furuecgrJHh camisas e dous pares de
ealjas de brroajl K dos calcetas Vicente Fer-
reir.i ila Suva TBlr^aFerreira, que se acliam no
fojcaidaquelle corpo, remetiendo a respactiva con-
|r satisfeita.
BaNomeando inlerHiamante para o lugar
flt ajadanle do director do arsenal de guerra ao
major graduado'retoMjado Jos Antonio Barbosa.
Fizeram-se as ueceaaaWs communicarfic*.
(lardean um mppa dos ditos estraa'geiros de con-
formidade com o supradito modelo.
DitoAo carador dos Africano.lvres, inleijan-
do-o de haver o director do arsenal de guerra par-
ticipado qae a \ frica na livre de nome Isabel exia-
tenle naquelle arsenal dera luz no din .20 do
correle a urna crian; de cor preta, e doseui mas-
colino.Nesle sentido fizeram-se as otras coninnt-
ervio

23
cnulinuadas conleslarcs dos ofiiciaes
OfIIc.io-t-Ao. Exm. vice-pr|1dente das Alagoas,
rogando a exrjfdic.qo de suas ordens para que se nSo
ppoha impedimento remessa para esta capital de
dez duzias de l^tanclies de amarello que Jos Ger-
mano da Luz lee corlar'as maltas daquella provin-
cia para a obra do hospital Pedro II, em virlude de
contrato que fes com a administrarlo dea eslibele-
cimestos. de caridade.Gammunicou-ie i esta.
Dito^Ao chefe de polica; traiismiltiudo por co-
pia n aviso circular da rep:irtic,\o de juslica datado
de 5 de marco ultimo, no qual nao s se manda
incumbir a S. S. de fazer em doas livros e na for-
ma do modelo que remelle a eseriplurarau da en-
entre si, des- lrada e sabida dos eslrangeiros no imperio
arecer que para lambem se declara que alem .desses livros d
boa eecur."io da lci convem que o governo declare a
referidalulelligeilciamandando qne seja ella se-
guida.
Paco, cm 5 de fevereiro de 1855.Hsconde de
.tfni conservava-se parlada com urna perseveran-
<;a obstinada ; nunca apparecia uo sabio, nem mes-
mo s turas em que eslava certa da s euconlrar ahi
Irene e madamesella de Kersalion conversando fa-
miliarmente e enlrelidas em bul lar. O proprio ron-
de nao a via senao de passagem ; ella evilavn-o evi-
dciiiemenle enfastiada de soa presenca. Com ludo
nSo vivja encerrada no quarlo, e pareca andar sem-
pre a espreita na escada ou nos corredores. Com
efleito prociiravn inccs>anlemente alguem, cuja visla
causava-lhe emorOes inexprimiveis, e (astao de Re-
noval teria podido dizer que enconkava-a a aadii
r asso. ora viva e risouha, ora lnguida e triste ; mas
o duque nao cuidava nella, e'ignorava inteiramente
queessa liudajrapariga eslava louca de amores por
elle.' .
Algumas semanas passaram-se assim. O mez de
abril linha enmelado, e quasi todos os dias os hab-
lames do castello passeavam pelos campos quo osleo-
dam-se da enseada de Morlaix a de Goulven. Urna
manhaa decedirarft ir visitar os feriis jardins que
rudeam Roscoff; era uro passeio de daas ou tres le-
guas. Madama de Kersalion e o eavalleiro enlraram
no carro com Mr. de Kerbrejean ; .o duque de Re-
noval, Irene e Luiza foram a cavado. Apenas par-
I'.ram, Mimi dc-ceu ao lerraro, e appiando-se na ba-
lauslrada depedra, sesuio muilo lempo com a vista
> eavalleiro e as duas amazonas. Depois passou o
leocii palos odios seceos e ardertles, dizendocom som-
iria amargura :
4 Elles Wo fellzes !...
Jpiasi no mesmo instante urna voz grilou da eV
Irada ;
T- *oa larde, senbora Miri.
A rapariga approximou-s, e respondeu saudando
com a mao : .
Boa larde, senhor Celestino ; que faz ahi ? En-
tregara repousar um momento.
E como o mancebo pareca hesitar, ella repeli :
Entre ; nao ha ninguem aqu ; lodos foram
pastear ; se Vmc. livesse vindo mais cedo, le-los-hia
encontrado,
Celeslino enlrou pelo porlao, e Mimi fo-lhe ao en-
contr.
Ha muilo lempo ninguem o v, disse-lhe ella
Irazendo-o para o lerraro ; nao tornar a vr traba-
Ihar no castello '.'
Conforme, responden o rapat evasivamente*;
desde que Ravacbou chegou, lenho estado com elle,
percorremfis junios o departamento e volte nonlem
i nole.
Aqui .un la ha Irabalho para Vmc, lornou
Mimi insisliiido ; he misler dar a ultima de mao a
esta nova estufa...
Hei de fazc-lo com muilo gosto, mas de boje a
algunt d.ias ; os negocios pblicos estao em primeiro
lugar.
Ah '. ah Vmc. esl uo goveruo ?
Devo-lhe meu concurso. Ravachon ebegara
aqu amanhaa para tratar de grandes quesloes rela-
tivas s eleicoes, e viremos fallar a esse respeilo aos
Kerbrejean-. |
Achara urna bella sociedade no salao, disse
.Vlim lineando um ciliar sobre o vestuario do man-
cebo.
As senhoras de l'aris e o primo "! Que me im-
pOTta "i Vmc. ver cerno ns tralarei. Agora sou igual
a loda essa boa gente, e at lenho a priraazia sobre
os Kerhrejeans romo chefe do conselho municipal : a
nomeaeau chegou-me esta manhaa.
Issp nao prpduzira grande elcilo sobre elles,
rriirmuron Mimi.
Eslava em minhas mos er oulra poiicSo, tor-
no, mas
devero"
haver oatroj dqus que servirlo de protocolos para
nelles se lanrarem em ordem alphabelica os nome,
dos eslrangeiros que saliirem ou enlrarem nesla
provincia; enviando-se mensalmeite mesma re-
nicaces.
DiloAo director das obras publicas, recommen-
danilo que fac cali;cr de preferencia as mas, Ira-
ressas e paleos de que trata Ofjeio que remulle
por copia da cmara municipal desta aidade.Com-
municon-se mesma cmara.
DitoAo presidente da rommissp de exajne da
reparliro das obras publicas. Requintando -me
o director das obras publicas em offlcio de 20
do rorrente sob *n. 329 as plaas originqes da
casa de delenco e da bacia n. 1 do calcamcn-
to das ras destafudad, e bem assim o ornamen-
to lano do calc.airJenlo, como do cano de csgnlo
da mencionada bacia que elle Uavia ministrado ao
secretario dessa commissao bacharel Antonio Alvcs
de Souza Carvalho, baja Vmc. de mandar restituir
laes papis.Commanicou-se ao referido director.
DitoAo commissaro vaccnndor provincial, di-
zeudo, que para1 poder satisfazer i requisicao do
secretario do governo da provincia do Piauhy faz-
se preciso que Smc. remella a secretaria da presi-
dencia alguma purran de puz vaccinieo.
PortaraAo agente da companhia das barcas de
vapor, rucummendainlp a expedicao de suas ordens
para que sejam Iransporladoj para a provincia do
Para no vapor Ouanabara os objeclos que o ins-
peclor do arsenal de marinha remelter para bordo
do mesmo.vapor disposicao do Exm. presidente
daquella provincia.Coiqnunieou-se ao menciona-
do inspector;
-------^^-------
COMMANDO DAS ARMAS,
Qnartel-general 4o commondo da armas de
Pernambaco na cldade do Beclfe, ea 25 de
Julho de 18 r>.
ORDEM DO DA N. 87.
O marechal de campo commandanle das armas,
(endo em vista as commuuicacoes que Ihe forxrn en-
derecadas pela.presidencia em'data de honlem, de-
clara que o governo de S. M. o I. houve por bem-
deierminar, |>or aviso do ministerio' dos negocios da
guerra de 11 do corrale,nue o Sr. capitao do 10.
balalhio de infantaria, Jos Aurelio.deMoura. con-
tinuaste a servir como addidn no meio' balalhao do
Piauhy, e faz publico para quo lonha devHIa execu-
Cflo o- aviso circular dq mesmo ministerio abaixo
transcripto, regulando'a raaneira porque de ora ero
dianie deve ser Taita a despeza do guisamenlo indis-
pe nsavel para celebracu das missas nt capailas das
fortificarOes lolfiperio. !",ei;l.;iente6 marechal de
campo fjz_citti>, que uo dia 23 do crrenle, fez Ma
aprcsenlarao no quartnl gtmeral, e ficou reunido ao
2." balalhao de infantaria a que perleuce, o Sr. l-
enle AusuilLopes vias Boas, que se achava er-
vindo como addidoiior.corpo la gaarnicao fixa da
provincia da Rahia. fc
Circular. Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
-n~ ^m,k.. a.oiaifciulel>5 -.
Convindo pTo*|Bentar solrrj Nr wsdm--tprrfin .i,
quantia arbitrada para goisamento das capellas r!as
fortalezas e sbr% a Mis de ornamentos, ejmais ob-
jeclos uecessaros para as mesmas*: Determina S. M.
o. Imperador, que cessando o uso de dar-so urna
quantia ccrur para guisamentos das referida^ capel-
la, sejam de ora em dianie aolorisadosos almoja-
rifes das fortalezas em que as houver, a fazerja des-
peza indispensavel para celebr.i.jao de missas nos
(liasde guarda, recebendopela competente verba a
necessaria prestaoSo. da qaul darao'corita no lm de
caila semestre, para poderem receber ftolra.
lieos guarde a V. xc. Marquez de Caxias.
Sr. presidente da provincia de Pernambueo.
Jos Joar/uim Coelho.
Conforme. Candido LeahStrrtira, ajudanle de
ordens encarregado do deUw
TRIBUNAL DO OMMERGIO
S'Mio' judiciaria de 33 de julho de 1855
Presidencia do Exm. Sr. Desembargador Pirmino
Antonio de Souza..
' A diligencia do Sr. desembargador I.eao foram a
sellar as segundes appellaces:
Appellanles, Fraucisco Antonio de Carvalho Si-
queira e outros.
Appellado, Jnaquim Lucio Mouteiroda Franca.
Appell .nte, VicenlefFerreira da Cosa,
App'INdo, Russell Mellrs & C.
Appllanle, Francisco Jos Regalo Ilrga,-
Appcllados, os adininisira.lores da massa fallida
do bacharel Joaquim -Antonio de Farias Abreu e
Lima. ,
Appellanle, Jo3o Cardoso Ayres,
Appellada, a viuva Marlins "de Carvalho.
Appellanle, Francisco Jos.Regado Braga.
A ppella.lo, Antonio Gomes de Araujo.
A diligencia do Sr., desembargador Santiago, fo-
ram a sellar assegnintes nppellaroes:
Appellanles, Ignacio Joaquim de Oliveira e oulro.
Appelladqa, Cimba i\ Amnrim.
Appellanle^ Joao Frcderico d'Abreu Reg. ,
Appcllados, Soares fSj C.
Appellanle. Joaquim Corris Tollos.
Appellado, Joaquim Domingues da Silva.
Appellanles, Francisco Porfirio da Freilas e sua
mulher.
Appellado, Joaquim Manoel Carneiro da Cunda.
Esta appellacao foi igualmente a sellar para ao de-
pois ireom visla ao curador geral.
A't II 'i da manhaa foi ahcrLi a sessao, sem ha-
ver falt-i de nehhum dos Srs. desembargadores ad-
snnloa nem dos Srs. depuladns comraercianles, sen-
do aaprovada a acta da ultima sessao, levantoa o
Exm. Sr. presidente a sessao ac meio dia por nao ha-
ver mais'n.ida a' tratar.
Secretaria 24 de julho de 1855. Makim'iano
Francisca Duarlef ofilcial-maior kiterinn, exercendo
as foneces de secretario.
, ERRATA. '
Na pastoral de S. Exc. Rvm., publicada no Dia-
rio le honlem pag. primeira, columna primeira, li-
nha lerceira depois da palavra fazer leia-sc
dos atribulados por effeito.
EHEB10B.
AS NACIONAI,I^a.DSS E A OIVlLISAi.AO.
A o iljar de l'ai-eiu'r s'alteianl parderrife,
(>n renl, reculons, le tirer dans 1'ornierc.
(Viennel.)
Em os nmeros da Prtue de 19.e0 le abril,
non Celeslino com ar importante : com os amigos
que lenho alcau;a-se ludo. Elles ter-me-hiam en-
viado onde eu. quize.se com um bello emprego ; mas
nSo quero afaslar-me daqui.
Ah disse Mimi, lem anda a mesma idea 1
Celestino nao reparn pesias palavras, e conliouou
encarando a rapariga :
Mas fallemos um pouco de Vmc, senhora Mi-
mi ; arbo-a muilo magra e desfeila. Tem estado
docn le'.1
. Nao, respondeu ella framente ; mas creo que
morro.
Ah! meu Dos J e porque ? exclamou Celestino
Piolol. ,
Morro de desgostos, acrescentou Mimi no mes-
mo tom.
O mancebo lomou-lbe a mao c conlerrplou-a com
ar compassivo qae pareca solicitar urna confidencia
mais completa ; porm ella meneen-a cabeca como
para dar-llie a, eiilender que linha no fundo do cora-
ro alguma cousa que nao quera dizer. Urna des-
coulianc atra*essou o espirito de Celestino, o qual
sorrio murmurando : *
Uavia mancebos milito amaveis entre os obrei-
ros que trabnlhavam aqui...
Que diz? exclamou Mimi resoltada ecurando
de indignado.
Nao se agaste, respondeu Celestino descolpan-
db-se ; anda quando Vmc. livesse dado o coraro a
um desses rapazes, isso nao a deshonrara aos ihos
do ninguem, pois lal inclinacao nao poda ter oulro
lim -ci|,lo o casamento.
Nao me casarei, nunca ntcrrompeu ella cada
vez mais irada e humilbada.
Ama ento alguem com quem nao pode casar?
replicou Celeslino sem suspeitar o alcance de suas
palavras. .
Mimi temen ler-se (rbido, e arrescnlou logo :
He o aborrecimeolo que me consom ; nao
posso mais estar aqui.
He possivel exclamou o mancebo com admi-
rarlo. Vmc. esl ahi ha mudos anuos, e os Kerbre-
jeaus sempre tralaram-na bem : tenho sido leslemu-
nha disso.
Nio queixo-me delles, responda Mimi com
ar sombro ; porm maldito seja o dia em que eo-
trei nesle rastel lo Eu nao era destinada a viver
aqu, e jamis tenho podido habiluar-mc a isso. Me-
llior me fiira que lvessem-me deixado em casa de
sua av ; pois ella ter-me-hia labrado na ra, e eu
leria continuado a viver como dantes. Agora pens
mudas vezes no tcufpo cm que eu audava assim ao
acaso com meu pai... meu pobre pai quo amava-me
tanto !...
Essa lerobrauca enterneceu-a, e as lagrimas acudi-
ram-lhe aos olhos.
V aquella relva, conliniiou ella debrucando-
sc sobre a balaustrada, foi all que meu pai assen-
lou-se pela ultima vez comigo. Honlem pararam
no mesmo lugar dous pobres meninos vagabundos,
dous mulos (alvez. O rapazinho eslava mal vesti-
do, raleado de s. i palos grossos e linha s cosas urna
caixa onde levava um pe-simo animal, urna marmo-
ta. A rapariguinha eslava anda peior vestida, e le-
vava urna sanfona velha e arruinada com um masso
de ranroes medido no eiulo ; porm ambos tinham
um semblante alegre, e riam s gargalhadas, por-
que a marmota lazia gentilezas sobre a relva. Cho-
rei quando os vi, e live lenlaees de segui-los. Sim,
se em vez de lomarem o ramiiiho de Saint Pol, se
livessem dirigido para Murais eu leria partido com
elles.
eu linha desenvolvidoeate Ihcorema do futuro, com
o ululo de: ./ guerra e asnacionaiidade*: A
democracia Ira/. comsiga'as:'lrcs grandes ideas da
civilisacao, de liberdade, de uodade, para a rea-
lisarao das quaes a humanidade nao deixa de mar-
charStravcz de seas sotTrimentbs. Depois disse eu :
i Inlerrogai entretanto os liomens, que se dtdieam
ao sen Iriumpho, sobre os meios de fazer delta a pe-
dra angular ele um mundo novo, a maior parle vos
responderao : Goerra revolucionaria, re-surreicao
das iiacu)iialdadc.ii Sendo as nacionalidades o eso-
Ismo, o desmemhramenlo, o odio,- a guerra, a barba-
ria, linha concluido dahi que em quanto hoovessem,
nacionalidades, a democracia nao poderia conseguir
seu lira ultimo, o lim supremo da sociabilidade, que
he ao mesmo lempo o (ermo'da direccao imposta ao
homcm por sua propjia nalureza, pelo engraudec-
menlo indfinilo de sua exislencia.
O theorcma c a concluso nao eram meus ; nao
tenho, nem sinto para islp baslaole autoridade ;
qu.mo mudo eu bavia dado e desenvolvida, a sua
formula ; asprovas perlenciam historia c as aipj-
racoes, que sao a origem e a substancia delles, ti-
nham tido para reveladores os grandes revoluciona-
rios da grande poca de 89 e antes e depois, como
por lransinis-ao,.de seculo em seculp, os liomens col
locados as m jis alias summidades da iulelligencia,
com-erginilo loados para essa grande, unidade huma-
na, dos ponlos me-mes os mais opposla^das'reli-
giees, das philosophias, das polticas, dos partidos,
das redas, das cscnlns. m
Em primeiro lugar Scrates : IVrgueaaram a
Scrates, e diz Montaigne, donde era natural : res-
puudeii nao tle Alheuas,.mas do. mnudo^! EHe que
?"ha a imnginaro mais p)oua> e mais vasta, ibr'a-
cava o uaivacaa.camo sua cd_ade, denamava seus co-
nhecimentec na sooiedadc e suas afieTriies ora lodo o
geiKTn humano : nilo como nos, que s odiamos pa-
ra nossos ps *''
' Depois Plutarco : um lempo vira...' cm que nao
haver mais senao urna vida e bma especie de go-
verno entre os homens, urna lingua smcjite para
lodos c viverojfelizes...
Agora Fenelaa : pretlro minha patria, mi-
nha familia, ea humanidade a minha patria, ti-
lle Bossuet que ilz : r foiilepctis do diluvio que
esses destruidores de provincianos quaes se|lem cha-
mado conquistadores, impedidos pela gloria smen-
lo do mando, tem exterminado lautos innocentes...
Desde cniao, a ambc,o lem zumbado illimilada-
mcnle da vida dos liomens, ollei lem chegado ao
ponto de se malarem sem se odiarem: o combale
da gloria e a mais bella de todas as artes tem sido
matarem-se uns aos oulros.
Depois Tasca I: u pode haver cousa mais ridicula
do que ter um hornera lireilo de matar-me, s por-
que seu principe esl desintelligente com o meu,
posto que ncuhuma questao eu tenlia cora elle "? n
He Vollaire, quesero suas reflexes escreve em
baxo deste pensamenlo de Pascal : a ridculo nao
lleve termo proprio : devia-se dizer : demencia
execravel. E Vollaire disse oulras mudas palavras
para mostrar o desprezo, em que linha as nacionali-
dades.
Rousseau, vera em apoio de V*llaire : O pa-
triotismo e, a humanidade sao duas virtudes iocom-
paliveis em sua energa e sobreludo em um povo
inleiro. Esta armona nao se vio'jamis, nem se
ver nunca, porque he contraria a natureza. a'As
religide* nacionaes, diz elle tambem, sjo'ules ao
estado, mas sac prejudiciaes ao genero humano.
Mirabeau e- clama a 25 de agosto de 1790 : o lem-
po virasem duvida era que a Europa formar urna
s graude familia..., Por ventura le/ a Europa ne-
eessidade de poltica, quando nao houver mais nem
despotas nem escravos?... Terna F'rancji necessi-
dade de adiad is, quando na tiver mais inimigos ?..
Talvez nao esluja longe de mis o momento, em que
a liberdade, re liando sem rival nos dons
realiso o vola da philosophia, absolva a especie
hamaaa.ilo crime de guerra e proclame, a paz uni-
versa!. Eoblo se concluir o pacto da federacao do
genero humano.
Mr. 'd Banald, adversario da revoluro foi obri-
gado a dizer : u como a diversidade das opiuioes re-
ligiosas e politcas^e a divisAo, que ellas enlrelem,
foram a causa primaria da revoluro franceza, a
unidade de opiniao'ser cedo ou tarde o seu grande
e ultimo resultado. i>
lia I lanche falla como l-'enelon, Pascal, Vollaire,
Rousseau e loos os seus Ilustres antecessor;.: aam
grandfc recurso da anliguidade, di elle que foi ne-
cessarid)ai urganisacSo primitiva, e que nao pode
ser mais para i6s, senay um grande erro o seolimen-
to"da naconili lade deve desapparecer ; elle nao
pode existir peanle os altos senlimenlos de humani-
dade. O patriotismo, acefescenta elle, lem algo-
majrousa de in asto e de facticio, alem de ser into-
lerante, letrivel e mudas veles cruel, a
Lnmeniiais, um dos pensadores da nossa epoca^
que mellior ten considerado astutas polticas e re-
ligiosas, as quaes lem tomado sua grande paite, es-
creveu :
Rousseau considera o chrislianitmo como pouco
proprio para fi miar cidadaos por causa de inspirar
um espirit de ducura e septra-lo das cousas Ierres-
tres, isto he, porque subslitue o amor universal dos
homens esse i'eraz patriotismo, lao fatal i humani-
dade, paixao violenta e ioflexivel, qde faz que os
cidadaos nao se amera entre si, mas faz qu j elles
odien o qne nao he cuucidadao... Quando se aca-
ba de pensar nos terriveis effeilos dos odios naci-
uaes cnlre os anligos, o espirito abatido procura am
abrigo contra eitas recordares aterradoras, n
Lamartine qieiiestas palavras : < a patria de seu
dogmas era o globo, resumi o verdadejro canKV
Jer da primeira asscmblea dos grandes revoluciona-
rios, escreVe debaixo das inspirarles do seu genio
fecundo em su. origem : _.^.j
St^fmoe ni urna poca da* mais importantes
humano possa Iraaspor para che^ar.ao
u destino divino ; em najo^tpocayle '*fmt
e datraniformairio, jual talve/ a"epoea e
mundos, J por si mas
trilas
i O pa
na estar
das fro
Emilio
vangelica... Ca mullamos para urna*** mais subti-
mes pausas da l.oniaiiidade. para una organisacio
cmplela 'da or lem socional. Entrevemos para os
nossos netos uaia serie de seculos livre, religiosos,
moraui, a-acioaies, una poca W ver.iade, de ruca,
de virtude no meio dos serillos... Tomaodo a Daos
por poni de lurlaia.e por fito o bem geral da
humanidade i moral porfscho, a conscien-
cia por juiz, a liberdade por caminho, nao corr%s
nenhum risco ele perder-vos. o Lapurline aceres-
cenia j
o Os honvms da asseroblea consliluinte nao
ertm Francezes, eram homens universaes. Desco-
nhecem-nns, faiendo-os pequeniuos aquello:
Kniao Vmc. n.lo ama a ninguem aqui J excla-
mou Celeslino com ar de reprehensu.
Nao, respondeu Mimi francamente.
Esla palavra revoltou o mancebo, e resfrinu snbi-
tamenle a sympalhia com que oovira as coiifilencias
da rap.uiga. Elle soltou a nao que linha anda en-
tre as suas, o depois de um minuto de silencio, lor-
nou voltando a visla pata o jardim :
Vmc. diz que anda ha alguma cousa que fazer
na eslilla ?
Venha ver, respondeu ella levanlando-se.
Condnzio-o ,ao fragel edificio,* cujas vidraras er-
guidas deixavam ver a fonte murmurando ao p do
rochedo e as plantas raras que ahi comecavam a flo-
re-cor.
E foi madamesella de Kerbrejean quem deu o
plano desta pequea m.iravilha I exclamou Celesti-
no com r.ilmirarao.
E Vmc. Irabalbou nella mai corajosamente,
disse Miirti com ar de surda zombaria. Collocou to-
dos esses caixilhose ajOslou com suas proprias mags
loda essa ferracem. De cerlo Vmc. nSo sabia porque
a senhora Irene eslava 13o impaciente por ver acaba-
da esta guila de vidro.
Celestinono ouvio as ultimas palavras; 11nlia en-
trado na estufa, o olhava em torno de si com um
sentimento de melanclica saHaarao. Desejra es-
tar si'winho nesse momento rlara sjoelaar liante da
cadeir em que assenlava-se madamesella de Ker-
brejean, e beijar as pegadas que seus ps linha m dei-
xado sobre a areia. Mimi contemplou-o um instante,
e depois lucaudo-lhe no bracn disse-lhe em voa
baixa :
Aioda ama a senhora Irene?
A esta pergunta inesperada, Celeslino perlurbou-
se e balbuciou algumas palavras incoherentes.
lio evidente que anda ama-a, tornou Mimi
com uro geslo de amarga conipaix.lo. Ah .' Vmc.
he louco e lamento-o... Ella nunca o amar.
At agora nada tenho esperado, respondeu Ce-
leslino. .
E agora "f perguotou Mimi.
Agora, quem sabe '! disse o mancebo com in-
genua presumpeao.
Mimi ergueu os hombros dando urna nsadinlia, e
encarando o joven obretro cuino p ira ver o elle lo
do golpe que i a dar, disse-lhe :
Vmc. Hsongeia-se de quo ella nao eu ainda o
oor.icao a iiiuguem '.' Pois desenganc-se : ella amn o
duque de Renoyal. v
Celeslino empallidcceu e poz s cabeca sobie as
mans sem proferir urna palavra. ,
Ella amava-o j em Paris, rontinunn Mimi
doMipied.i I iinoui" ; madamesella de Kersalion lio
sua confidente. Escutci as porlas, c ouvi. -Sabe por
que mandou fazer esla estufa assim '.' Pirque foiem
um lugar inteiramente seniclhaiile que vio pela pri-
meira vez a Mr. de Renoyal. Quando viuha sis-
n lia aqui, era para pensar indio, < essa lembrauca'de-
leilava-a lauto que brava aqui manhaas inteiras....
E elle ama-a tambem'.' interrumpen Celeslino.
Mimi meiieou acabeci erespondeurisolutameute:
Elle nao ama a ninguem.
Os cuidados 4o momento haviam ilislrahido.ati:
certo ponto o joven obreiro de sua paixo; porm
ella dsperlou mais ardenle a essa revelarlo inespe-
rada. Sendo um terrivcl transporte de ciurae, pen-
sando nesse rival iiidifferenle que apenas apparece-
ra, ganhra o coraran de Irene, e um odio invejoso
annnou o contra elle ; mas era am desses homens
cuja cabei. i esta cheia de illusOes lenazes, e nao re-
nuiuiou a esperanza vaga que a ultima crise polti-
ca Ihe dera.
Luan, lornou Mimi depois de longo silencio,
anda pretende Jicar aqui '.'
. Sim, respondeu ee'sera besitajr.
Logo tem alguma esperanza "
Sim, emquanto ella nao oasar-se.
Um momento depois Celestino relirou-se, e Mimi
passou o resto de dia no lerraro .com os olhos volla-
dos para a estrada. De tarde quando os passeiado-
res voltaram, ella ainda eslava ah, e o conde avis-
tou-a de passagem, emliora ella se livesse retirado
precipitadamente para traz de uns carpes. Nao a li-
nha visto n.iquelles doiis.iias, porque a rapariga nao
procurava mais agradar-lhe, ,antes ev;tava-n enfas-
tiada do papel que se impoztra para com elle.'
A noite approximava-se, as Linternas do castello
acendiatn-se umawps a oulra. os criadas iam e vi-
nliain oecupados no servico, c ouvia-se de lodos os
lados o leve tumulto que as casas de numerosos
habitantes precede a hora do jantar,. Mimi chegou
a uM janella inferior eapplicando#roslo galera,
vio o qu passava-se no salao.
O duque de Renoyal j vestido para o jantar esla-
va, emp (liante da chamiu, ten perfil elegante de-
seuliava-se sobre o fundo escaro do forro, e elle pa-
reca contemplar com adroracao melanclica o qua-
dro que represenlava a condessa e seus filhos.
Como he bello! mormurou Mimi com um es-
Iremecimento le corarlo inexpriiiiivcl; quanto a-
mo-o, meu Dos!
Quasi no mesmo instante a porta abro-se, e ma-
damesella de Kerbrejean appareceu linda e rison|ia
como um arijo, vestida de casta branca o com laco
de filas nos cabellos. Ella corou vendo que o duque
eslava sosnhu, e parou como embarazada. Enlao
Mr. de Renoyal chegou-se a ella respcilosamenle,
conduzio-a ao seu lugar, e enlrou logo no quarto de
madamesella de Kersalion, que era contiguo ao sa-
lao. Essasceoa durara apenas Uro minuto', masera
Ido breve esparo Mimi experimentara todas as al-
ternativas de que sao iuscepliveis as almas fogosas
como a dell.i. Quando vio o duque redrar-se, mur-
muren com indizivel alegra e urna exprsalo de
Irumpho.
Mo, ello n3o ama-a !....
^Mgnns momentos depois lodos eulraram ao mes-
roo lempo no sabio e quasi immediatamenle passa-
ram sala de jantar. Mimi asseulou-se enlao junto
dos carpes sem reparar que a noite havia chegado,
e que era lempo de vollar. As arvoies que comeca-
vam a cobrir-se de folhas novas fa/.iam ah urna som-
bra escura ; mas a la quv.desponlava uo horisonte
alluiuiava o banco sobre que Mimi eslava como ca-
bida. Pouco lempo depois Mr. de Kerbrejean ap-
pareceu repentinamente dizeiido-lhe:
Minha pobre Mimi, que fazes aqu'.' Procurei-
(e por loda a parle no caslello.
A rapariga levanlou a .abena c exclamou com ad-
miraran.
He o senhor conde? N.lo quiz jantar ?
Nao, respondeu elle, lomei o pretexto da fa-
diga do passeio para retirar-me, e lodos julgam-me
no meu quarlo.... Fiz isso porque quera aprovetar
este momento para fallar-te....
Mimi ia levanlar-se para segui-lo ; mas o conde
tomn :
Nao, ilu, fiquemos aqu, nao estaramos tal-
vez sos* la em cima, e tenho de dzer-le coutas que
ninguem senao tu deve cuvir... Ah minha querida
Mimi, vives ha um mez assim angustiada, en tam-
bem ; mas isso vai mudar emfim....
una epoi
tal lar .
nina das
de suas verdades, e encerrar a alma sympathica da .
revollo franceza em um estreito patriolismo.
a (Huotz levava a paixao da humanidade al o de-' .
tirio, mas este dilirio era oda eSperaora e o da rege-
neracao.
a Os sceplicos o acharara ridiculo, os patriotas
banal os polticos utopia ; entretanto Cloolz s se
enganava no lempo.
i As utopias quasi sempre sao verdades prema-
turas. #
o A nac.ii, que pensava, qae comostia ento, nao
universo inteir, reepnbecia conspa-
razio a da liberdade.
coxao o das relLgjpcs.
das linguas, nem na
das ideas.
em sea poltica uniterial
pensou deste. modo. A necestidade da defeza nas-
ceudos riscos do alaque ;da necessidad dt defe-
za nasreu o pensamenlo de asaociacao, da paasa-
menlo de associcao nasceraai com diversor noraes,
a cidade e i na^So, sendo ama para a ontra o qaa
o feixe de tijjp he para a pavea. A concluso
suprema detai premunas be: perpetuando as nacio-
nalidades os riscos do ataque,em lugar de os aniqui-
lar, as necesidades da dafeza devem prediuir unta
associcao anima das assocares nacionaes. Assim
a humanidade ser nm dia para esteafexes chama-
dos nar-es, i>ssa pavea que a narao lver sido para
esses feixes, que se chaman provincias e muni-
cipios.
O.autor do livro da Sciencia Social, desee rico
arsenal lo pensamenlo humano, reunido de todos
os pontos do mundo ialelleclual, donde' en tenho ti-
rado a mai parte das minha cilac/Bes, Mr. Colins
qae, eni sua longa vida, lerd sacrificado tanto as ea-
pirlo.da1 denocracia, ac bou por nao ver a potsi-
biddade prai ica da uuidadp tocia! senao em o ao-
quaapenlo das naciopalidades, e na unidade social,
nico meio de acabar com este inferno das socieda-
des, que se chama a mutualidade internacional de
egosmos, de rivalidades, de odios, de guerra, de
confusoes, de fraquezas, de tratados, de tarifas, de
deplomacias, de conquistas e de pardillas. Em-
quanto houvirem daconalidades, escreveu elle, o -
ateo crileriam social possivel, he a f?n;a, porque
es interesses nacionaes estHo era .opposiclo com o
ialeresse humanitario ; & inia/esse de lodos com o
interesse de cada das e os iiiferessas pessoaes enleu-
dem que s lie razoavel iraUabar pira si, eoaquan-
to Irabalbar para si nao ibr Irabalhar para lo-
dos j)
Finilment; Chateaubriand, aqui sedera sempre
rerorref, quando se quer ter a personificarlo das .
decepees, dos aburrecimentos e das 'aspirarles dee-
e seculo ; o Isaas moderno que, veudo em nossa
poca urna ponte hincada sobre o aUysmo entre as
dous mundos, penetrava em o novo mundo com ai
nlhos do espiito, ao passoque pelos ltimos lasos
da carne arrarilava-seainda] no velho inunde; Chate-
aubriand que, realista por santinv'nf'vIftmflrrBia por
niaClosio, es&ipior por gepio e por iiucenidade, par
de Franca em recompensa de seus servidos, miis- *
tro estibis ador por su ambicJo e toa f em ti,
tiaaa servido seu partido, seu re' e as nacionalida-
des, ao poder as cmaras, em seus discnrsoa, em
seus opnsculcs, em Roma, na Inglaterra, no Con-
gresso de Vereua ; Chateaubriand, na solidio, looj^*1-
ge do tumulto mesmi das revelures, que germifa-
plebeus, subditos deis, farejusos ou demagogos, por
qoe estes eram (. senliam-semasque isto: Opera-
ros de Dos chamados por ellejpara restaurar a razao
q^ varo, b leudo, como elle mesmo ,Hiz, de senlir-s.
vcero smenle ni consliluinte (padres, arsIocraIit smenle scibre ruinas e desprezar esta vida, queja
desprezava desde a juventud ; v5o deixando dea-
te modo chegar alea si, senao os tumoltosamoe.ful-
gores, que vem d'alem da campa, quandoV atb-
socal da humanidade, e firmar o idreito e juslica la Par* e"a e ,e escuta com urna alia firme eser-
no universo. lla desembaracado ja de lodo o tren de decpees
Nenhum delles excepto os contrarios revoluco,
encerrava seu pisaroento nos eslreitos limites dt
Franja.
A declararn dos direilos do homem o prova.
Era o declogo do genero humano em todas as lin-
guas.
a A revolucSo moderna chaajava os gentos como
osjudeus partidla da luz e da fraternidade.
.a Por isto nao houve um s de seus apostlos, qne
nao proclamaste a paz entre os povos.
a Mirabeau e La Fayell, llobespierre determi-
naran] a guerra co sy.mbolo, que elles apresenb.vam
a naci. Foram os facciosos e os ambiciosos, que a
pedjram depoif; nao focam os grandes revoluciona-
Hatr
a Quando agoerr.i appareceu, a revoluco linha
degenerado. A issemblea consliluinte se leria abs-
lido de cullqea- as franleiras da Franca o limite
. Alguem vid parlir 1 inlerrompeu 'ella com
urna vaga liquidarlo. .
Sim, nos d uis.
O senhor conde quer partir e levar-me conmi-
go ? exclamou ella fazendo involuntariamente um
geslo de recusa.
Mr. de Kerbrejean pensou que ella liaba escr-
pulo de ir susinh; com elle, e accrescentou :
Nao sabes o que quero fazer-le, Mimi.....Mi .'
juro-te que sers feliz !....
Ella encaiou-o coui espanto fazendo no espirito
supposicOes huirs que cerlaraeule nao approxim-
vani-se da verdade. Imaginqu um momento que o
condetqueria adepla-la por filba, e eslremecemlo le
alegra a esse peosameato, abaixoo-se para beijar-
Ihe a mao. '
Oh! Mimi, minha linda Mimi I exclamou elle
com um movimenlo apaixonado.
Depois recuou at a oulra extremidade do lia ico,
e tornou em tom mais severo.
S declarare i minhas JalencOes no ultimo mo-
mento, quando ledo esdver prompto para notsa par-
tida. Antes'disso teremos aqui um grande aconteci-
mento : vou casar minha filba.
Ah I lano nielhor exclamou Mimi, e sen'
brevemente ?...
Sim, brevemente, respondeu o conde com ar
de satisfarn : de boje a quinze dias Irene se cha-
mara a duqueza derRenoyal.
Ah he elle o marido 1 disse Mimi com voz
sufTocada.
Ella licara aqui com o esposo que escolheo,
conlinuou o cond e vivera no meio de urna I uni-
da que ama-a. Ea me retrarei e s terei a li,
Mimi; mas nada lamenlarei. Coroprehendesme
agora *
A rapariga nao respondeu: mal linha ouvido.
Mimi, lornou o conde tomando-lhe a mao, no
lira de algumas semanas seras minha mulher, sers
a condessa de- Keibrejean..
Eu sua mulher! exclamou ella daudo urna ri-
sada Hsulluosa: n.lo quero!
A possibilidade de lal recusa ndo te apcetentra
ao espirito do coi.de, o qual encatou Mimi eslipe-
faclo. ,
Nao quero (asarcom homem de tua idade, ac-
crescentou ella enrgicamente levantaudo-te, e reti-
raildo-se COm pie pilaran.
O conde nao riiidoa cm rel-la; pois. esta va co-
mo petrificado de espanto ede confusa*. A especie
do ullragc que acabava de receber applucou-lbe su-
bilamenle a cllrxusceuciadaimagiuarjlo ; elle poz-
sc a refleclir c formar resolures sensatas. Certas
leinlii.incas peitu bavam-m anda; mas sua fraqae-
za nao chegou a ponto o procurar Mimi para !"a-
zer-lhe rcprehensiies ou supplicas.
Vollou corajosamente ao seu querto, e nao sabio
mais; todava quando Petronilha foi como costuma-
va lar-lbe as boa: noiles, elle releve-a, e depois da
algumas palavras uisignilicanles, perguutou-lhe qae
fazla Mimi.
Deilou-se sen cear, respondeu a velha. De
cerlo lempo para c lem um humor cada vez imis
feroz c estravagante.
Sem duvida tem no espirito alguma cousa que
atorroenla-a grandemente....
Vose adevirhou oque he? inlerrompeu o
conde.
Provavelmente lornou Petronilha piscando os
olhos. Hoje ella passou mais de umi hora na as-
tuta com Celesliou Piolol.
e vadades, que se deve abandonar apos de sVCba-
leaubriaod escreeu eslas Unhas propheticas, entre
oulras Unas, que so realisVaro, se lem realisado e se
realisarao :
Todo poder detahldo.^jio' p"r>io acaso mas pelo
lempo, por urna modanca grada'almenlc operada
nas.idas, naose reStabelecc mais. ^Era vio tenta-
se levanta-io debaixo de oulro uome, 'reuioca-lo de-
baixo de urna nova forma, elle nao pode ajusfar
sens membros esparsos na poeira, en que jazem,
objeclode iostftoe de escarneo. Da divindade,
que se linha feito, diante da qual se linha curia-
do o joelbo, nao restam era mas,senao irnicas mi-
serias, c
Desta pedra laucada sobre a sepultura, onde ja-
lera, as nacionalidades cabidas assim como as poten-
cias aniquiladas Chateaobriaud pasta para o roturo
que elle entrev, e onde nao havia mais nem polen-*
cias, hem nac,5es, que caiam.
l" a- -----------
Que brejeira! esclamnuiYfr. de Kerbrejean com
colera surda.
Mas esse primeiro movimenlo desvaneceu-se logo,
e elle Vcresceulou fallando comsigo mesma:
Cun inha saber isso mais cedo !...
Com efeiio Mimi tinha-se retirado ao sen quarlo;
porm em vez de deilgr-se fizera sem ramos- sens
preparativos de partida. Depois de meia noite quan-
do julgou que lodos,dormiam, deseen as apalptdel-
la-, abri brandamentc urna porta,, e Iranspoz sem
dfliculdade os limites do dominio dos Kerhrejeans.
Quando chegou a praia, voltou-se aioda para o cas-
lello, e murmurou com urna imprecaclo.
Eu me retirara ao lim do muudo para nao
ver a felicidarle delles!...
Era urna noite de primavera clara e serena, a la
declinando, reflectia sobre as ondas adormecidas soa
luz azulada, e nenhum rumor senao o marulho das
vigas perturba.va o silencio geral. Mimi caminhava
rpidamente sem laucar a visla sobre esse quadru
tranquillo. Cbegando a cata de Celestino Piolol,
bateu janella, alraz da qual brilhava a claridade
de urna candis, e o mancebe que ainda ojo liba-
se deitado, veio abrir.
a- Vmc. aqui! a estas horas! oxclamou elle ven-
do Mimi envida no chale com urna Irouxioha de-
baixo do braco, e o chapelinho de palha preta na
cabera.
Retiro-me, respondeu ella com muilo sangue
fri. Os meninos de que fallei-lhe devem estar aio-
da em Saiul-Pol. Procurarei reuair-me a elles.
E para oicMtts depois? '"
Ao acaso, dato quando era pequea.
Queloucura! exclamou Celestino; urna rapa-
riga de sua idade nSo pode viajar assim; e demiis
como .'anhara a vida ?...
Ella enlre-abrio o chale, e moslrou-llie suspensa
a um lado a carleira de folba de Flandrcs que con-
iinlia seus papis e o pandeiro que levava debaixo
do braco.
Sim, retiro-me. disse com resoluco, e acotue-
ilio-lhe que faca o mesmo : a senbora lreuc catar
brevemente com o duque de Renoyal.
Celestino apoioa-se na janella como quem senle
repentinamente fallar-lhe a Ierra debaixo dos ps, e
depois murmurou com voz suffocada.
He verdadehso?
Vmc. o vaM; pois elles se casaran em sua
presenna, respondeu Mimi. Vmc. nao he o chefe
do conselho municipal de P...?
Darei minha demistao exclamou Celestino, e
rctirar-me-hri lambem Todos os meus laros esli
quebrados.... dedico-me palrii... Vullarei para jun-
io de Ravachou.
Adcos, tornou Mimi cnvalveiulo-se no chale.
Se me procuraren] amanhaa, diga que part e que
nao voltarei mais.
Foi assim que. a lidia do Saltmbauco deixou o
caslello. No di.i seguinle quando espalhoo-te a no-
ticia de sua partida, Irene rhorou, Mr. de Ker-
brejeau adroirou-se, e o cavaM tndou correr
om criado a pos delta para enviar-lbe dinheiro.
bom velho afQigio-se por .Mimi ter partido ^i tao
leve bagagem, e perguulou a Petronilha qSl*arru-
mava o quarto da fugitiva, te alia tinha levado ao
menos seus roelhores vestidos.
Nao, senhor eavalleiro, respondeu a camaris-
ta abrindo as gavetas; loda a soa roupa esl aqui;
ella nada levuu senao um leque de pennas, e o ves-
tido de seda cor de rosa com flores de praia. He
urna verdadeira cigana 1


DIARIO DE PERNAMBUCB QUINTA FEIRA 26 OE JULHO l(U 1855

\
O desenvolvimeulo da sociedade aagmeatar o
deseivolvimenlo dos ospirilos. Quando o vapor Is-
liver aperfeijoado, quando unido au> telegraphos o
aos caminhos de ferri livet feilo ilesappareecr as
distancias, alo serio 19 msreadorias tmenle, que
viajarlo de urna a oulra exlremid ide do globo,
com a rapidez do mi, icro (ambeni ai ideas.
Quando as barreiras liscaes e commerciaM (Iverem
sido abolidas enlre os dive sos estados, como ja o.
sao entre as provindas da nm mesmo estado;
do os diversos patzes, loma ido os cottuma*r'Cs dos
oulrcs eabandonandoks prei'onceila>*ilionaes,as ve-
lhas ideas de snpremaciyo^^6uqu:sta, se enea
miuiarem para a iiuT' je 'los pavos.... porque se
faro retragradat' a soriidade para syslemas ja gaslos ?
O prefto' Booaparle 1 lo o pode.
-"^potado em aulorididesiao importantes,rujo nu-
mero eu poderia augmentar at ao infiylo, sobre
s este acord de todos 01 honens,. 11 do qual o conde
deMaislre ditia a Crnde, senhores, que elle pos-
ta ser depresado ? Sobre ludo quinto dava ao
theortjna e a conclusa^ da 11 guerra a as* nacionali-
dades o carcter de urna' verdade geral, au podia
julgar-me era regra coui meus leiloret, com o fim
sopreiuo da democracia, com o espirito dominante
da Prttte, que tem feilo dnlle o rilerio de suas
doctrinas, a tambam c im a razao de icr de minlia
collatorajao para eala *azla, na qual volteado do
meu exilio, a solicita e lerna amitada do radatlor
. 'em chito se digoou de idmltlr-me.
Mas eu nao tinha coolado com urna mullidio de*
* hornees a de cousas, de ideas e de syslemas, de quei-
xaae de fraqnezai, que oa j ilgava 'terem acabado
eu lempo.
Cei lamente linha con ado sem estas velhas ideas,
tem enes velhot systom-is, q te, loman-do a agitajao
pela maacha e o galvan smo pela vida, surgem sem-
pre de algam dnlo.eudn todos os julgaram reunido*
e, bogado* atarnos de procesos peididos, agar-
ram o primeiro qofl eu contram para litigar oulra
vez ana casa abselvida jor'tudo qa graos possiveis
de juritdijao. Nao linlia collado com estes ho-
mens que, sorprendida, dosconcertailos, estupe-
fados i>elos aoontecimeilos, que ellet iiao previram
em seos clculos, 110 aleince ordinario e do modo
de ser de sen espirito, olem-se revolvam-se no
.vetar circulo tem cooeguir achar o tira sah'tda,
senao 11 qae te tem fiebalo rapldacieuie sobre
ellet.
Tialu: contado anda s?m 1 opiniao da immensa
maiorifi io partido liberal, o qual, por ler queri-
do contar em teu seio miis ou menos deulrinario,
mal ditinidu, mal limtalo, mas em compeusacJo
lia toberbo como impote lia, nt grandes principios
da 89, me pareca ter tico enterrado ludo inleiros
estadistas, opiniao, escritores e oradores, enlre a,
dua*revducOesde1830< 1841, os quaas, tua ex-
t capelo, linham sido igaalmeule iuha6 para diri-
gir a prmeira e empedir a secunda. Tinha unta-
do filialmente sem a reimpretsiio da artigas, sem-
pr os mesmos noespato he tifie annos, s aa* quaes
desde 1848 e oulro* mu'timos, falta o meio, no
qual oblinham sempre o nesmo successo.
Cria ingenuanente que o midhor meio de *nae ca-
bir ua nesroo barr.anco, lo qual se tem sabido a
a'ee estorjos vilenlos, qun.serapre offeiidaai ai-
guata co asa, de nao tumbar no declive onde jase
tem cabido, era nao continuara marchar por cami-
nhos paciimos, onde s ta'ib di um barranco para
cahir-ttm outro ainda nais i:heio de lama; era
nao aira toar o marco, levando-o da direila para a
esquerda, so eslava a dir la, 011 da esquerda para
a direila, se eslava a esqoerda, mil atiri-lo no (ba-
to, a Ir abrir em oulra parle uu novo eaminho, in-
dicado por todos aquellas qu, pairando por cima
do cmJ*irajos da marcha, mostrara'com o dedo a
nica taMda, que,se abre ao espajo lirr: e o que
Mr. da Qirardin chama laribem : a Levantar ques-
iespara a*timpli Eu cria iitoe otitrat rouitai censas ainda. Enga-
. nei-me. Poitbem I tinto, porque nao son .en, nao
sao os principios que me p erteucem, que tem tido
coulattadiis ; he a aulorida le, tilo ot principios,. as
aspirado:, e o dogma, do futuro de alguma sorte,
que nos Um sido transinilli lo por estes philotophos
estes pensadores, esees puNicitlas, estes estadistas da
anliguida.fe e do prsenle i js quaes nao tenho sido
senao oetlio enfriqwcido. Na > toa porlanto li-
vre para naotuetenla-tot, pira por de parte ludo
quaato o poda apoiar e dar-lhei razao, vale nSo
convm qie setom pal def< ndidos ; se en foste ven-
cido, diz-tie-hia que elles to reneidot, a as nobret
intolligencias que em ia0 grande numero creem em
toriam dirailo da dizer me : Nao devtois entrar'
ra naranja, ama ve que n;lo podis defeode-
la nelf gairda-la. E na virdade vo-lo digo: te eu
me cader, aa ropriaspedrai fallarao. i
^^^^ ( Preue.) ,
menle depois de iiiformac.es do governo imperial, j .Jima vo:: Apoiado ; perde o teu lempo.
IITEIUR.
N^.- RIO SE Jl.NEIRO.
CAMAHA DOS SR'I. DEPUTADOS-

1
e por isto he de parecer que tejam ealas pedida^
a Paco da cmara dos deputadot, ftduafino de
185.3.D% F. Balthazar da Sihgul&Gomet Rl-
oeiro.J. F. de N. S. .obai*."
a Achando-se vaae-"*gar de porteiro goarda-
livros da iecrai*>H~ desla augusta cmara pela de-
missao^jv; pedir e oblivera JoSo Saleruo Toscano
4>^Tiiieida, a mesa propOe votn approvaco a no-
mea(3o que para osle emprego faz do continuo Jos
Francisco Xavier de .Catiro, que sobre ser o mait
anti*go dos empregados, lem sempre cumprido com
assiduidade e bom comportameuto os seus deveres.
Paco daeeamara dot denuladoi, 12dejunhode
1855. Vitconde de Baependy, presidente Frah-
cisjio de Paula Candido, 1. secretarlo. Lindol-
pto Joi Correa das Heces, 3. secretario. Fran-
cisco Josi de Lima, 1. secretario.
He julgado objecto de deliberadlo, e vai a impri-
mir para entrar na ordem dos Iraballns, a seguinte
resolujio, e o parecer das commissdes de diploma-
cia e justira criminal sobre a cuuvenro celebrada
entro o governo do Brasil e o do Portugal icrea da
punido e represtao do crime de mueda falsa, pu-
blicado no Jornal desla manira.
< A commisslo de pensoet e ordenados, lendo de-
vidamente examinado o decreto de 23 de Janeiro ul-
timo, que concede* a pensao anaaal de 2108 ao fur-
riel, reformado Francisco Pereira da Coala, que
alm de nais servidos, foi inulilisado no braco di-
reilo na balalba de Monte Caseros ; allendendo
qua 11 lo he jutlo e digno quo os servidores do estado
sejam sempre galardoados, he de parecer que se
adopte asegaiute resolucjlo, .que (em a honra de
tobmetler i apprvacao desla augusta cmara
At attembla geral legislativa resolve :
a Arl. 1." Fica approvada a pensao annual de
2409 concedida ao furriel reformado Fraacisco Pe-
reira da Cosa, por decreto de-23 de Janeiro de 1855.
lerendo contar-se desde a dala do citado decreto.
a Arl. 2. Hevogam-se quaesquer disposiroes em
contrario.
Paco da cmara dos depulados, 8 de junho de
1855. D. Francisco Balthazar da SUceira.Go-
mes Ribtiro-----3.B. de (i. S. Lobato. ',
Acha-se sobre a mesa, e vai a imprimir para en-
trar fia ordem do trabadlos, aeroposta do' governo
a parte que lixa as despezas a cargo do ministerio
da fazenda no exercicio 'de 1856 a 1857, convertida
em projeclo de lei .pela primeira commistao deor-
camonlo.
PRIMEIRA PARTE l)A ORDEM IK) DA.
Matricula de estudaates.
Procede-se 11 votado do artigo l.asrlo projeclo n.
7 desle auno qne autorisa o governo a mandar ma-
tricular no J.' auno medico a .Mailun Leocadio Cor-
deiro, coja discussao ficiifa encerrada na ullimases-
sao.He approvado por 50 volos ceir dez.
Entra em discussao e sem debate he approvado,
por 50 votos contra 9, o arl. 2. que aulorisa o go-
veruo a mandar admillir a exame do 4. anno e.i
matricula du 5. anno medico a Luiz Jos Pereira
da Silva Manoel.
0 arl. 3. h'e tambem approvado sem'debale.
Leem-se, apoiam-se e entram em discussao os se-
gninles artigo* addilivos: .
Ofierec,o como artigo addilivo o projeclo n. 16
desle anuo da commissao de inslruc^ao publica, au-
(orisando o governo a mandar matricular no 6." an-
no da Faculdade de Medicina da Baha o etludanla
Bernardo Jos Alfonso Branda,!. '
t He igualmente autorisado o governo a mandar
admillir a matricula do 2..anno raedcq,o estudao-
te examinado e approvado no 1. auno de Pharma-
cia pela Faculdade da Bahia Arcellino Jote de Al-
meida Peruambuco, salisfeilas as condices de exa-
ames preparatorios dos novot estatatos'.S. R.
Aprigio Guimaraet.
a O governo he autorisado a mandar matricular
no 2. anno da escola de medicina da corle o estu-
daute Adolpho Cabra! Raposo da Cmara. ^rau-
jo Urna. 11
1 Fica igualmente autorisado o governo a dis-
pensar os preparatorios ao estndanle Antonia Fer-
nandes da Costa Jnior para ser admiltido matri-
cula do 2." anno da escola dujnedicina da corle.__
S. a R. Lima 1 Siha.
a Fica o governo autorisado a conceder matricu-
las e a ndinmiiiir cime os eldanles que alle-
garem parante a respectiva Facujdada motivos ju*-
lot que os hajam embarajade de te matricular e fa-
zer"em lempo conveniente eales aclos escolares.-,
BU 12 4e Jubo le 1885
Lewn-iue ap'provam-tei acia. dot datS, 9 a.11.
O Sr. primeiro secrelarioii coala d6 seguiile ex-
pediente : """^^la.
Um offico doSaTmiobtr !ra,justia, remetiendo
copia da iuforrafflo dada |:elo pTesdenle aclualda
relajo aa, cretarib 0)1 mesraa Franciso Pedro de Arbuet da
Silva Muniz e Abreu, pede augmento de ordenado.
A' comaissao de pcnses i! ordenados.
Do Sr. 1.0 aeoretirio do nenaclo, communicudo
que conttou ao senado que 5. M. I. conacble oa ra-
solucSo declarando que ten diieito a terem refor-
mados os oIBcis da guarda policial du provin-
cia Jo Par a Amazonat.] ica 11 cmara iileirada.
m'requerlmento de Ma loel Jote Teixeira Bar-
ban, pediudo autoritacao para o pagamento do que
se llie deve.A' commissao de fazenda.
De Lucio Candido Pareii a de CarvaJho, a Lou-
renco Jusliuianb de Siqhi/,i, continuos da relnrao
da Pernamjuco,pediudo aiigmenlo de ordenado.
A' eommittao de pensoet e ordenados.
De ChriHovao de Abren Carvilho e Conlreraa,
capiao do corpo de guarn fu fl:ia da provincia de
Minat Garu*, pedindo urna pensao em remuuera-
jao des aervicot que allega ter prestado.A" com-
missao de pensoet e ordenados.
De Pedro Tavares da C01I11, solicitador dos feilo*
da fazenda da provincia d;i larahiba do Norta, re-
presentando contra a orden 1I0 (hnouru que o man-
da restituir parle de seus vendruento, e pedindo
augmento de ordenado A' coministo de pcnsOet
e ordenado*. ,
De Jos da Cotia Dourado, baiJiarel formado em
direilo pela qniversidade do Coiiabra, pedindo dis-
pensa dos txamet a que ptfu legislarlo do paiz esta
jeito, para que possa oceupar logar de magitlra-
tbra, vitlo ser formado em academia estraogeira A'
eommittao de intlroccjo mblie*.
De Beato de Azevedo Paiva, ar provado no 1. an-
ua pharmieeolico, pedindo perndsso para matri-
cular-te no2. anno medico, dispensando so fazer
exame dos preparloriot e tigidot, pelot mivos etla-
tulot.A' commissao de inslruccja.poblici.
De Jos Baplsta Coelho, psdhJ|K lugar de guar-
da das galeras desla cmara ; e dejse Antonio de
Menezes Bratil, Jos Joaquim da Silva Jnior, e
Loiz Anlnnio dos Reit, pedindo terem continuot.
A* mesa.
Leenwe e approvam-ae viras redaccOes a os se-
gointes pareceres, sendo o ul limo por escru linio por
51 votos contra 13 :
* O 1. lenle de artilharia, Joaquim da Gam_
Lobo d'Eca reqoer passagem para o corpo de esta-
do- roaior de l. dasse.
a A commissao de marinba a guerra he de pare-
cer que te pecam informales ao gaverno.
Pao da cmara dot depulados, 12 de junho
de 1855.Seara.Pereira da Silva.
A commissao de marinba o guerra, para poder dar
teu parecer icrea da pretendi de Luir de Beau-1 do exercilo.
repaire Rohao, leneaje do 1 atado matpr da 2. cias-
te, que pede ser de novo restituido arma de in-
famara, necessila da iafornacOT do governo, e por
la he da parecer que te lolicitem as referida! in-
formaron.
Paco da cmara dot depuladot, 9 de junho
de 1855. Sera.Ptreiri da Siha. <(j
*.*V,,e,eo,e eommittao de pensoes e ordena-
dos o requeriraenlo da ..fon le reformado Kraucisco
Pereira da Cosa, pedhaja q te te addicione aa asido
da f*J600 com que foi reformado a alape que na de-
Pflula Candido^
"Tendo.pedido a palavra o Sr. Dulra Rocha, fica
esta discussao adiada por te ler de pastar segunda
parte da ordem do di*.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
Fixacao das /oreas de trra.
Kntra em 3. discussaojnta materia. '
O Sr. D. Francisco:M>eio que nesta discussao
nao se admillir* dbale sobre a poltica geral.
O Sr.-Prndente :Nao he permiilido.
tVma co: : Tito j passou.
O Sr..D. Francisco:Eu apenas pergunlei; que-
ra saber.
Detejaria que eslivesse prsenle o Sr. minislro da
guerra ; nao est c 1
O Sr. Presidente :Tambera nao he costume ser
convidado para a'.3. discassSo.
O Sr. D. fmiciseo-.S.Exc. ficou de dar algu-
mas explica(es, e am boje a'inda estamos por ser
explicados! ( -rpoa^ioj, irisadas.)
A eommistao eartou, emendo* zurzio; S. Exc.
abaixou a cabera 1
Lambro-me que fallando nesla ma(era um nobre
depuUdo da opposicao, disse en que era esle tem
duvida o caso de sapicntisett in melius mutarecon-
cxlium.S. Ex., nao esl prsenle pra?respondr,
para .dar as devidas explicasoei. A commissao de
marinha e guerra reprsenla a maiorj* da casa ; a
maioria he sem duvida alguma o voto do governo; o
voto do governo todo o muudo sabe qiie he moilo
bem manejado pelo denodado presidente do conse-
lho. A consequencia a lirar. por um homem pro-'
fono neslas materias, como eusou, he qae S. Exc. o
Sr. presidente do conselho n8o esl salisfeito com
aquelle. secretario de estado. {apolidos,'e-risadas.)
Ora, eu que sou realmente tapado nestas mate-'
ras, detejaria ouvir ao nobre ministro da guerra,
ou a qiiem jjur que eslivesse habilitado para oxpli.
car osles altos segredos de Estado, estet mysleriot
que sao de certo facis para os aluminados.
O Sr. Helio Franco: Dizem que o Sr. ministro
da guerra esta demillido. ,
Alaj^f Srs. Depulados :Oh! oh I
O Sr. Mello Franco: He o que se diz.
O Sr. O. Francisco : Eotao nem mait palavra,
porque te est demillido esla politicamente morto,
6 em defunlo ninguem d. (Risadas.) eu porm creo
qua nao esW demillido, atic ahi ha epgano.
Senhores, eu julgo qu* a pasla he muilo gmtosa,
o por isso cusa muilo o larga-Ia.Tem teus etpiohot
he verdade',,0111 tambeai tem muilas rosas, muilos
allraclivos ; he um ctmpo vatto para muita cousa
bonita.
O Sr. Santos e Almeida ; Falle sobre, o recru-
tamenlo. ,
O Sr. D. Francisco : O nobre depnlado tam-
bem deve fallar ; he da maioria, e por, consegran-
te sera" allenddo. Eu drei alguma cousa a esse
respeilo, mas bem vC o nobre deputado que sendo eu
.da opposiQao, qoalquer observado que lenha de fa-
zer ser considerada logo pela gente da maioria co-
ma um lago. (Risadas.)
Sobre esla materia, do recrulamento, estimara
tambem que o Sr. minislro me disseste qual he a ba-
te segura que exitle para se proporcionar o numero
de recrulat com qae cada provincia deve contribuir
para a formarlo do exercilo, porque quem vem l
das provincias do Norte, e Vibserva que os vapores
lahem d'alliatolhadosde recrutas, nao pod delxar
Je lamentar a detigualdado com que se procede a se-
maHiagla respailo, Sim, 1S0 so as provincial do Ma-
ranhao, Cearii; Para, etc., que alimentara as fileiras
lo a commissao reconhesa 01 serviros prestidos palo
sopplicantif, que al em cmbalo pardau a mao di-
ralla, menicendo muilo do podjresdoaslado, com
ludo jolgrf qae tal erataafia dve ardefirida so-
O Sr. Brandao : E a de Pernambuco tambem.
O Sr. D. Francisco : -- A proviucia de Pernam-
buco tem muita gente para fallar era seu favor, he
urna provincia grande e forte, s ella he mais Jo que
o resumi do Norte; e nem cu eslive para enume-
rar todas as provincial, lembrei-me datque mait sof.
frem. Ora, nao seria bom que os Srt. minitlrot lo-
massem por base o numero do depulados que cada
provincia d, para que, na proporrao dessa grande
vaotagem de que gzam conconatn como seu[contin-
gente para o exercilo 1 Veriamot eoiaoque a pro
crelo de tua reforma nao foi induidaj a com quan- vinca de Minat, qne al hoje quati que nao lera da-
do recrutas para o exercilo e marinha, devia dar um
numera avanlajado- ( Apoiados e reelamaeoes.)
O Sr. Paula Candido: Ni se pega esle anno
na isca, como o anno patsido. [Ruadas.)
O Sr. Francisco : au se pega na isca I To-
mem sentido nisto. (Risadas. ) Logo os nobres depu-
lados de Minas nao qusrem que haja l recrula-
mento,
Em Miaas, senhores, ha como que urna macona-
ria enlre 01 parlidoa para obtlar ao recrulamento.
Quando sobe um partido diz-se logo : Tome
sentido, nao recrule os nossos.Quando tobe o ou-
lro partido acontece a metmacouta ; de maueira que
aiil na una perfeila homogepeidade acerca desla ma-
teria. {Risadas, apoiados e reelamaeoes. )
O que he verdade, Sr. pretdenle, he que he pre-
ciso ter d das pobres provincias do Norte : vej3o-se
as entradas dos vapores, e atlenda-se como elles vem
carregados de recrutas. [apoiados.)
Orna voz : Agora vem mais escravot.
O Sf. D. Francisco :Isto ter bom para se to-
mar em considerarlo quando se discutir o projeclo
de lei que apretcnlou o nobre depuladu o Sr. Wan-
derley. Na aclualidade- o que he exacto he que dif-
ficilmenle se ver um filhu de Minas feilo toldado ou
marinheiro. (Nao apoiados.)
Cata voz Elles nao vm no vapor.
'O Sr.-D. Francisco': Nao vm por Ierra te-
no muilo poucos, um numero muitissimo limitado,
tmente composto daquelles que nao tem algum pa-
drinho Luzia ou Saquarema.
O Sr. loria:L nao ha mait islo.
O Sr. D. Francisco : Ou de outra denomina-
ran qne buje leuhao os partidos.
E que remedio enlo ao mal prsenle senao pro-
porciouaar o recrulamento pelo numero de depula-
dos que cada provincia d ? Para quo nao vejamos
provincias menos povoadas, como a.do Maranh.lo,
Piaihy e oulras que muilo soflrem o peso do recru-
lamento, sangradas, esgotadas pela comanla leva
de recrutas, a pela retirada dos escravos (rabalha-
doresi
Disse aqui o uobrjs pretdenle do conselho que de
Norte s vinhao escravos ruinas. Nao sei bem o que
S. Exc enlend por escravos ruin; lalvez qui/.esse
dizer escravot viciosos, carregados de crimet, ale
Maseu pens que S. Exc. nao entender que es-a'
porresde crian jas escravas, da lana genle raoca
que lem vindo, sejam criminosos, sejam viciosos.
(Apoiados. ) No principio foi um bem esta vinda de
escravos, porque mandaram se enlre elles muilos vi-
ciesos c ruins, e al criminosos ; Jioje porem vem a
flor dos escravos, o que sem duaida desfalca muito
os bracas ptopriosde trabalho ; de manciraque es-
sas provincias sao sangrada! pelo reorulmenlo quan-
lo aos homens livres, esSo sangradtt quanto a Ira-
bellvidores pela remetsa dos escravos.- E qual ser
eniao o teu futuro.
E esle grande mal do recrulamento nao te poder i
ir altenuaodo ? Eu, fraco.e humilde como sou, alre-
vo-me a apresentar contlderarao dos professionaes
e dos nobres minitlrot, alguns meios que calculo po-
dero proifuzir resultados vaniajusus. .
Qual o motivo porque se nao hade cumprir exacta
e religiosamente a ditposijo da lei que marca os
prazos para os servicos dos voluntarios e dos recru-
tados ? Acoliaram o lempo que Hits prescreve a le,
tenham imraedatamenle suas baixas. Infelizmente,
porem, v-se o contrario ; os voluntarios que acaban)*]
o prazo legal servem anda mais dous, qualro e seis
annos E o quesera eulilo'dos pebres recrulados ?
Nem follemos nislo.
(Oucem-se alguns apartes.)
Que pretendis com islo dizer, senhores ? Nao ve-
des o resultado da falla do comprimenlo das leis ?
Teaho conhecido soldados com 20 e mait annos de
servijo E que incentivo, que esperanja chamar
desl'armos nossos conciddaos ao servijo das armas?
Haja caaprincnlo de contrato, pbservem-se fielmen-
te as leit e a cunstiluicau, que a repugnancia ha de
diminuir, e os voluolarlos bao de apparecer.
Quem esluda, senhores, o motivo que embanca a
'raelhor organisajo do nosto exercilo; 01 enlendidos*
os praticos, com quem lenho fallado, concordara que
um dos grandes obstculos para o engajamenlo .de
voluntarios he o nao cumprimento daa'condijet es-
tipuladas acates contratos ; cumpram-se essas condi-
jOes; vencido o prazo marcado na.lei, d-se baixa ao
voluntario; e logo que isto se fizer necessariamenle
hao de antuir soldados para o nbsso exercilo.
Outro me'io que eu me lembro para facilitar o com-
parerimcnlo de voluaario, meio qne o ministerio
tomara oa asjisidoiajao quelite merecer, lie o e-
guinle. J so deve ir tentando um ensato de dirai-
nuij.lo de eastigo corporal. [Apoiados. Reclamarlo )
Srque razao ot volnnlarios nao serao isentos da du-
la oda prancha'1! (Apoiados. Reclamarao.)
Eu julgo, senhores, que muila genle nao ha de
querer vestir a farda com medo da chibata e da pran-
cha ; roaslogo'que o voluntario souber que nao exi-
gen dellei-nais lompo de servijo do que llie mar-
ca a lei, que est livre da chbala e da prancha, ha
de cora mulsfacilidade alislar-se no exercilo.
Um vo: :Nao deve haver distfnejao nos mes-
mos cornos.
O Sr. D. Francisco:Nolaram que aqui na corle
temos no corpo de municipaes permanentes um
exemplo qu apoia esla minlia lembranja,; os muni-
cipaes permanentes propriamente ditos nao eslao su-
jeitos a chbala, entretanto que ot pedestres eslao..-
Urna voz :Os pedestres nao, as corapanhias ad-
didas.
O Sr. D, Francisco :Pois bem, sao as corapa-
nhias addldas ; o que he certo he que oa corte lem o
mesmo corpo, com um s cummandanle, soldados
tajeitot a castigos corporaes e outros isentos. Assira
siga-se esle exemplo apenas como um ensaio.
Anda mais outro meio que na minha Traca indi-
ligencia julgo poder suprir o exereilo de praras,
tem necessitar recorrer-se ao recrulamento, he- fa-
/.er-se urna lei nesle paiz, onde o emprego publico
he infelizmente a nrimeira induslaia, em que sade-
lermine que nao rMler ser erapregado publico Ittdi-
viduo algum sem ler servido no exercilo, nu sem dar
sm homem por si, ou sem contribuir com urna certa
quanlia para premio dos engajados.
(Ha um aparte.)
E os Srs. padres tambem Ticassem sujeitos, porque.
tndo qoaole he bom, vantajoso e de honra na carrei-
ra publica Ibes est aborto....
O Sr. Correa das A'eces:Eu nao tejo inconve-
niente algum nisso, basta ter lembranja sua.
O Sr. D. Franeisco :Desejra lamhem taber,
Sr. presidente, a razo porque al hoje ainda senao
tenlou reformar um tribunal que no nosso paiz- he
completamente analo t Inconstitucional,' fallo do
supremo conselho militar, o qual exerce fuucret,
goza de jurisdicro que pela oossa constituirSo s he
privativa di poder moderador. O conselho supremo
militar, km de intervir em juramentos de processos
militare', altera ai tenlenjas, minora penas, e l
pardea I...
Nao se v pois, urna flagrante violajao da nossa
onslilaicAo I Como pois continua a existir um tri-
bunal que nao te compadece com o nosso estado ac-
tual ? [Apoiados.) Convem porlanto modifica- lo or-
ganisando-o segunda a nossa forma de governo.
Tambem desejra saber o que he feilo de lanas
commissOes encarregadat de reverem le* militara*.
Qual he o resultado conseguido por ellas ? Entre-
tanto todas v.lo enmend dinheiro, e o qne. ha de
peior boquea Iegislarao militar, que por todos os
principio* deve ter a menos complicada, a mait la-
cnica possivel, hoje, como sabemos, he excesiva-
mente complicada. Eu serv muilos annos como au-
ditor, nao poucat vezet me vi embarajado no exer-
cicio de meus deveres. He verdade que sao pou-
cos arligos de guerra, porem ha muilat queslOet sus-
citadas sobre ellet, e ai commisses ainda nao deram
parecer algum....
O Sr. Ferraz :Estao reflectindo.
O Sr. Dr. Francisco :Fazem muilo bem, por-
que o progresso do ministerio he re-fle-li-do....
(Risadas.)
(Ha um aparte.)
Concordo como nobredepiil.nln quemed o aparte,
de que a pressa he inimga da perfeirao ; mas entre
pressa e a grande demora ha um meio termo.
O mal existo, senhores, e crelo que nao haver
mililar desde o soldado propriamente dito, at ao
manchal do exercilo, que conheja bem a legislarao
militar. (Apoiados.)
Nao sei se o Sr. ministro da guerra disse algum*
cousa sobre a questao dos conselhos administrativos;
eu tenho visto commandanles de corpos muita quei-
xosos, e muilos oflciae* dizerera que hoje eslao muilo
mais mal servido* do qua cm oulro, lempo : nao sei
se convir reforranrem-se esses cooselhot, ou vollar-
mos ao enligo estado.
Sobre a commissao de propostas para romojoes,
lomei um aponlaraento que desejava que eslivesse
ta S. Exc. que tinha sido instituida porque o supre-
mo conselho mililar nao tinha lempo para se oceu-
par com tanto Irabalho. Mas, senhores, lodo 01
membrot da actual commissao taomembrot do supre-
mo conselho militar 1 Crejfjque se ellet nao linham
lempo para essas cousas, creando-saa tal commitsao,
como he- que te foram buscar os mesmos individuos
too atarefadus do supremo eontelho mililar para a
compor t! Ha um nico membro dessa commissao
que n lo perlence ao supremo conselho mililar, t ci-
te membro he moderno, he elle o Sr. manchal Fran-
cisco Xavier Calmon da Silva Cabral.
Sobre esse ponto ainda tenho urna observajfo a
fazer. Creio que antigamenle os esclarecimenlos para
estas promojet eram dados ao Sr. ministro da guer-
ra pela 2. secjao da secretaria, que tlriha maior pes-
soai e dados mait completos para melhor desempe-
nhar laq ardua tanto, '.corno; eram livrosi mestres,
iulorniajes archivadas, mesmo cerlos empregados
pralicos, amigos, as Iradicjoes, ele, ele, E ainda
assim haviam queixas; quanlo mais hoje pela mauei-
ra porque tonedona esta commitsao "/! O clamor he
maior o lalvez bem fundado, Espero queme digam
tambem alguma cousa a esle respeilo, pois detejo,
ser esclarecido.
Tambem desejra saber so S. Exc. tem ou nao re-
tolujo de mandar forjat para o Rio Negro, le etla
provincia extrema, limilrophe com Estados vitinhot;
nella ha apparato de um commandante de irraai, o
entretanto a forja que l est nao chega a 40 tolda-
do! I Alera do perfgo da visinhanja dos Estados II-
milrophes ha um perigo coattonte e pernamente da
vitinhanja, das aggresset dos Indios selvagens.
Senhores, voo agora tocar em um artigo que para'
mhn he sempre urna chaga. (U.)
Eu liei de volar sempre contra esse artigo, porque
enteudendo-se (nao sei porque desgraca) que logo
que a guarda nacional dedica he sujeita chinata,
nao quero de modo algum arriscar os guardas nacio-
naes; recdo o muilo.:,.
Por causa desle medo ja eu Uve a honra de apre-
senlar ncsla'casa um prjedo [muilo pequeo peto
seu autor, mas mu'to grande (pela sua materia ; e
dle l jaz no p da secretaria. Desejava v-lo discu-
tido e elucidado por lanas capacidades que ha nes-
la casa ; porque a materia he muito Iranscedente ;
Irata-se uadM menos do que de cvgar a chbala as
costas daquem a nao deve levan (Apoiados.) E, per-"]
gunto eu, com um argumento de prmeira inlujao:
o filho do leoenle-coronel de 1." lnha, ipso facto, he
primeiro cadete de tropa de linha, esta livre da ch-
bala e do calaboqaa ; mas se fr para a guarda na-
cional, a chbala opera, o calabpujo o ha de reler.
O Sr. Correa dot yetes :Mas. ha um aviso do
Sr. ministro da juilica em sentido* contrario ao que
acaba do dizer o abre deputado.
O Sr. D. Franetk :Aviso nao faz'lei, se bem
que infelizmente no nosso paiz os avisos deslroem as
leis, as leis vao coaira a constUuijaa, e .ludo assiui
vai amalgamado.
OSr. Correa dot Seres :Mas o nobre' deputa-
do mesmo recoohece que o eastigo da chbala na
guarda nacional he eonlra a lei.
O Sr. D Francisco :Eu ado qae itt he liqui-
do, masluao se entende assim, os guardas naconaes
eso constamenle levando chibata.
Um Sr Deputado :Aonde ? .
O Sr. D. Franaisco :Aonde Em toda a
parle aonde ella destaca, e he, necessario enten-
der o destacamento no sentido em que eu o digo,
isto he, nettet destacamentos no rigor da palavra,
quando se fica ujeiloao reculamente de Lppe. Nao
fallo detses simplices destacamentos de freguezias,
fallo de corpos destacados : ahi he qua est o pe-
rjgo. ( Apoiados.) %
Crein que pedjo a palavra o Sr. minittro da jut-
lija. Eu'descjaria ouvir S. Exc. justificar um teu
avito coocedendo privilegios. Os privilegios sao
por sua naturera resnelos, e eniretanlo S. Exc.
por um meio aviso determina que todot os filhos dot
ofliciaes da guarda nacional possam assenlar praja
de cadetes. "_--,
(lia um aparte.)
Mas gozlo das mesmat.bonras ou lem os mesmos
privilegios. A honra he completamente pessoal, nao
vai alm o privilegio porem nad se limita pessoa,
0 vai alm.
Assim o Sr. minUlro da iuslle> cim-.oJoo im pr-
.iigio que nao poda conceder. Se au eootinuatse
a ter auditor declara que naa admilria nenhum.
O Sr. Ministro da Justics d um sparta-que nao
ouvlmos. ,- ,
O Sr: D. FrancUco :Idem est guod\idem valet.
He o mesmo toda a vez que elle fira a lei. O gover-
no nao pode legislar, he meramente execdtor; nio
deve eslar a crear nem a dar privilegios:
Um Sr. Diputado :Mas a gualda nacional nao
tem cadetes.
O Sr. D. Francisco: Nao he para a guarda na-
cional, he para a tropa delinha.
(Ha outro aparte qu nao ourmos.)
Pois bem, eniao coajaor-se-ha quasi todo o exer-
cilo de cadeles{risadas), porque qualquer homem
qne lem urna gravalinjja anda mal lavada he logo
oOkial da guarda nacional.
O Sr. Correa das Heves : laso vai de accordo
com as suas ideas de acabar cama chbala.
O Sr. D. Francisco : Eu peco ao nobre depu-
tado pela Parhiba que, com o talento que lem e
com a prudencia de am minislro da Igreja (ruadas),
nao envenene at miolias expressoes. Eu nao qnero
acabar.com a chibata, apenas apresenlei urna idea
que poder chamar-s nm ensaio em relajao aot
volnnlarios.
O Sr. Correa das Heces :Eniaa'como adiou
imprudencia no meu aparto *
O Sr. D. Francisco : Como acliei impruden-
cia?!
O Sr. Correa das Heves : Sim, o nobre depu-
tado disse que da prudencia de um ministro da Igre-
ja nao era de esperar qne fossem envenenadas as sua-
exprestet.
O Sr. D. Francisco: He verdade, porque a
prudencie be propriedade do ministro da Igreja.
1 Risadas.)
O Sr. Correa das .Veres da um aparte que nao ou-
vimot. N
O Sr. D. Francisco: O esclarecimento do nobre
deputado nao poda leva-lo a isso.
O Sr. Correa das Heves d oulro aparto que nao
ouvimot.
O Sr. D. Francisco: Diz muito bem; he o Dit-
cite a me, quia ndHs tum, et humilis carde. ( Ri-
sadas. )
Agora, senliores,desejava pedir nm'favor a S. Exc.
o Srg ministro da guerra, e como ditera que um de-
putado da oppotijaoqnandq pede algum favor he lo-
go servido (rinai), eu desejava ter occasilu de ex-
perimentar o grao de verdade qae pode haver nislo.
(Risadas.) Mat S. Exc.nao esta aqui, c enlao nq me
parece azada esla occasiao.
Um Sr. Deputado :Diga, diga.
OSr. D. Francisca,:Acham que sempre he bom
dizer? Pois bem ; desejava pedir ao Sr. minislro
da guerra que um capilio que exitte no Maranhao e
que foi mandado para all por S. Exc, e que diz
que cunta com grande apoto oa deputajao do Cear,
a de figuroes da Corte, te he urna cousa iao boa, se
Ihe lo pr estimse, qne v para o Cear.
Um Sr. Deputado d oro parle que nao ouvi-
mos.
O Sr. D. Francisco:Elle diz qne con la com o
apoio dos nobres depuladot pelo Ceara ; que nin-
guem Ihe ha de fazer mal. Nao tei te isso ser ver.
dade ou se llavera Caoforronada, mas 0 qoe \e cerlo
ne que elle o diz publica e umversalmente. Ora,
se esse capito he loo boa cousa ..risadas se he Uto
preslimoso, se tem tal lalitude o seu presumo e se
conla com a protecjSo dos nobres depuladot, enlao
que va para o lugar em qne est iverem.
Um Sr. Deputado :Mas quem he esse capillo 1
OSr. D. Francisco,:Pois nao sabe? He o Sr.
Joaquim Ferreira de Suuza Jacaranda. WUmlas.
Este homem lem graude celebridade. Nao virara
ainda os bellos artigos de gazetas enumerando suas
fajanhas ? Oh sao curiosos, estupendos,..
' i Sr. Deputado : Se assim he, pode tambem Pi-
car no Maranhao. (Risadas.)
O Sr. D. Francisco : Nada ; que elle la nao
vai bem ; [Risadas.) Se elle lem tao bous padri-
nhos, v morar com elles para o saborearen], para
o apreciarem. (Aisadax.)
O Sr. Augusto de Olheira : Venham faclot.
& Sr. Santos e Almeida : Factos nao fallam,
180 de publica noloriedade ; e peranle o Sr. minislro
da guerra exislem documentos, a se denunciaran]
factos que devm ler urna decisao.
O Sr. D. Francisco : Esl feilo o meu pedido,
e muito desejn ser allendido. Remato minhas tot-
O Sr. J. J. da Rocha te oppe .i proposla do mi.
j5o da guerra, na parte em que pede a diminoi-
tranjao da tropa de linha e o augmento da guarda
nacional.
Discutida a materia, o projeclo he approvado em
3.a discussao.
EsgoUdt 2. parto da ordem do da, volta-se
primeira.- *
Aposentadoria do bacharel Francisco Antonio
Ribetro.
Entra em !. discussao o projeclo n. 15 detle an-
' O nobre deputado pela proviucia de Mirlas Geraes
diste que votava contra a antorisajao para o desta-
camento de 4,000 homens da guaAda nacional ; mas
o nobre deputado creio que nega o seu voto a esta
antorisajao porque nao attendeo aos termos com qae
ella he pedida, e se acha consignada no projeclo em
discussao.
Essa forja da guarda nacional deve ser reuuida e
destocada tmenle em circumilanci.it ezlraordina-
riaa. (Apoiados.) Pnanlo, a atoritajio s pode ler
efleilo quaodoisa dm algumai dessat grandes ne-
no, approvando a aposentadoria concedida ao hacha-; cettidades a qua o nobre deputado alludio, e *nte at
re Francisco Antonio Rlbeiro no lugar de procura- quaeselle reconhece de grsnd* vantagem que
dor fiscal da Bahia. ku* nacional auxilie o exercilo de lio
A requerimento do Sr. Waoderley tem este pro-
jeclo urna s discussao; e nao havendo quem peja
Parecen- me contradictorio o nobre deputado quan
do, querend* alliviar a guarda nacional mesmo do
a palavra para fallar sobre elle, he approvado por servijo moderadoqoe presta em lempo de paz, fa-
lTiiliiiiii ci-i>-t u_________- aaa* ... a._. k.
L
preseoteonobre minislro da guerra para me expli-
car, pois que me parece contradictorio o que ouvi. I cas refltxes pedindo descolpa cmara pelo lempo
Fallndose sobre essa eommistao de promojOes, dit-1 que Ihe toroel.
escrutinio tecreto, por nnanimidadede votos.
Privilegio associcao sergipense.
.Segue-se a ipriraeira discussao do projeclo n, 8,
tambem desle auno, approvando o privilegio exclu-
sivo e o auxilio de i2:000000 annuet concedi-
dot associajSo sergipense para creajao do servi-
jo de reboque as diflerenles barras da proviucia de
Sergipr.
O Sr. Prannos (minislro da marinha):Sr, pre-
sidente, pro&irarei dar algumas explicajet ao no-
bre deputado pelo Maranhao, que inaistio em cen-
suras e observajOes a que o'med nobre1:oilega o Sr-
ministro da guerra j havia respondido na discussao
anterior. *
O nobre deputado perguutou que razOes moveram
o Sr. ministro da guerra a concordar com a illuslre
commissao da marinba e guerra quanlo a antorisajao
por elle pedida jara a reformada arma de infaMaria.
0 meu nobre collega explicou.na discussao anterior,
os molivos que delerminaram esse accordo enlre o
governo e a Ilustre commissao de marinba e guerra.
O meu nobre collega reconheceu que a antorisa-
jao qoe pedia o governo nao poda ter desde logo
plena execucSo, que ella-dependia de elementos que
devem ser preparados gradualmente; que a medida
que immedialamenle podia ser levada a efleilo era a
organitarao definitiva dos corpos provisorios creados
oas provincial do Paran e da Parhiba; que pastan-
do a aulorisajao era necessario, eomo^bservuu a Il-
luslre commissao do marinha e guerra, que ella te
repeliste as leis annuas seguintes. Nao sendo.por-
lanto, um medida cuja execujao fotse urgente, que
pudesse ter desde logo levada a efleto, o meu noLre
collega nao duvidou eonvir cornea illuslre commit-
sao de marinba e guerra em limitar essa aulorisajao
I3u smenle aquillo que desde logo podia ler effeilo.
Nao ha, poit, mytlerio, como a nobre deputado pa-
recen enxergar.
O Sr. D. Francisco : S. Exc. diste que havia
de explicarle.
O Sr. Ministro da 'Marinha : O accordo en-
tre o meu nobre collega e a illuslre commissao foi
por elle explicado como eu acabo de repetir. .
O obre deputado disserlou sobre urna materia
que se presta a largas disserttjes, o recrulamento.
Sem duvida que he mais popular..,
O Sr. D. Francisco -. Nao vou por ahi.
O 8r. Ministro da Marinha: ... fallar contra o
recrotameuto do que snslentar a necessidade delle.
1 O Sr. Brando : Falla-se contra a datigual-
dade com que elle te faz.
OSr. Ministro da Marinha : O nobre depu-
tado perguntou qual a base para a fixajao. do nume-
ro de recrutas com que cada provincia deve contri-
buir para o alistameolo do exercilo. Esta base nao
pode ser oulra senio a pupulajao e as circunstan-
cias de cada provincia. Nao he admissivel o prin-
cipio que o nobre deputado parecen querer ettabe-
lecer, que a provincia que lenha mais populara d
maior numero de recrutas. (Apoiados.)
O Sr. D. Francisco :" Assim deve ser.
O Sr. Ministro da Marinha: He necessario
attender ,is circunstancias de cada provincia, e nao
tmente sua popula rao. (Apoiados.)
Uma'Fos: lito'he urna verdade.
O Sr. Brandao : Na apreciacao deslas circuns-
tancias he que vai ludo.
O Sr. Ministro dfl Marinha : A provincia de
Minat, por exemplo, com quanto mais populosa do
qua o Maranhao, pode ler, e acredito que lem ac-
iiulmeule menos cidadaos recrutaveis para o exat-
clio. (xto apoiados apoiados.)
Urna Vo^r: Porque razao t
O Sr. Ferraz : Todos nos somos obrigadot a
pagar esle trbulo. -
O Sr. Brandao : Por ahi vai errado.
O Si: Ferraz : Apoiado-; he isto um ab-
surdo.
O Sr. Presidente : AllenrJo. _.._ ^
O Sr. Ministro da Marmita : I'erde-ma o no-
bre deputado, ser um absurdo, mas he ara^
do que esln sanceionado pela experiencia, tic
turdo que todot os ministeftoa leba rece
(apoiados), lie um absurdo que,te explica a lito ra-
cionalmente. (Apoiados.)
Note o,nobrc deputado que o sacrificio que faz o
recrola qua he lrazido%e Minas corte na be o'
mamo que pesa sobre aquelle que vem do Mara-
nhao. (Cru:3o-e differentes apartes.)
O Sr. D. Francisco : E o, mo tralamento
bordo 7 t
O Sr. Ministro da Marinha: No entretanto
note o nobre deputado o numero de recrutas com
que couIribio a provincia, de Minas. Recorra o
nobre deputado ao relatorio do Sr. ministro da guer-
ra, c ver que as observajes que fez. u3o tilo fun-
dadas. .
O Sr. Augusto de Oliceira : A provincia de
Minas nao deu um s recrula para a marinha ; esle
recrulamento pesou sobre as provincial do Norte", e
com especialidade sobre Pernmbnco.
O Sr. Sanios e Almeida : O Maranhao deu Ire-
zenlos e Untos recrutas.
O Sr. D. Francisco : O que eu quero he o qoe
dispoe a contliluif3o e mait nada ; a igualdad*.
O Sr. Ministro da Marinha: O nobre depu-
tado ceuturou ao governo porque te nao lem oceu-
pado da reforma do conselho supremo mililar, e da
legislarao penal mililar. Eu tomo nota deslaa cen-
sura! do nobre deputado ; urnas vezes o governo he
censurado porquo pretende reformar,as reformas nao
sao convenientes, nao sao opporlunas, he preciso re-
nunciar a todas ; butras vezes, como ha pouco fez
o nobre depnlado, o governo he censurado por que
nao reforma tudo, e tudo ao mesmo lempo !
Sem duvida alguma que o eontelho tupremo mili-
lar carece de reforma. Esta inslitnijao, de ha mni-
to esl reconhecido, nao se acha cm perfeila harmo-
na com a conslituijao do Estado. A legislarao pa-
nal mililar tambem nao he a melhor. Mas estas
materias nio sao por ventora de semina gra.vidade?
Da talla deslas .reformas lem vindo grandes males?
S3o ellas as mais urgentes -Defera o governo co-
mejar por ellas ? Isto he que con vTnha que o no-
bre deputado demonstraste, e enlao a sua censura
nSo alcanjaria s o minisleiiu actual, ia tambem aos
ministerios anteriores, que prestaram muito bons
servljos organisajao do exercilo e da armada, mas
que entenderam que as reformas a que te referi o
nobre deputado nao eram daquellas que exigiam
mais pronipla soluj.lo.'
O meu nobre collega o Sr. ministro da guerra n3o
diste que a organisrjao das propostas para o exerci-
lo se nao commetlra ao conselho supremo militar,
porque isso sobrecarregaria muito aos merabros des-
se-conselho. _A razao que deu o meu nobre collega
para justificar esle arto, que nao he do ministerio
actual, mas sim de nm dot seut antecessores, foi di-
versa ; foi que a organisajao dessas propostas he ob-
jecto muilo grave, que convm qoe^quelles que se
incumbein desle sen ico lenham urna responsabili-
dade effeciiva. ainda que moral; e que repartida
esta responsibilidade por lanos membros quanlo-
s3o os que compoem o conselho supremo militar no
haveria a mesma garanta. Alm ditlo, a expedijao
deste ttvijo nao seria tao breve, tao prompta, como
sendo frita por urna .commissao de poneos merabros,
especialmente incumbida desse Irabalho.
O nobre depulado obtervou que convera ter al-
guma forra na provincia do Amazonas, visto como
he urna provincia limilrophe. Alli j existo alguma
forja, cerca de duzenlas prajas, e crtio que o meu
nobre collega o Sr. ministro da guerra lem j pro-
videnciado para que essa forja possa ter augmenta-
da. Existo na provincia do Para um batalhao de
artilharia e outro de infaularia ; esta forja deve
tambem auxiliar oterviro que teja urgenle na pro-
vincia do Araazslia*.
O nobre depulado reconhece qne nio (emot um
exercilo tao numerlo que possa bastar, a todas ai
necestidades do Imperio cm cada urna daa provin-
cias ; porlanto a previdencia e perfeirao que o no
zendo em algum diat a guarriiro das eidades, acom-
panhando procsses, etc., disse que nao duvidava
volar um augmento de forja para o exercilo Etle
augmento de forra nao poderia ser preeuchido senao
por meio do recrulamento ; consequentemente o
nobre depulado, que se motlra 13o zeloso e, protec-
tor dat classes laboriosas, quera trocar o servijo
moderado qu hoje presta a guarda nacional em
lempo de paz, pelo beneficia do recrulamento I
[Apoiados.)
A contradiejao do nobra depulado he flagrante.
Nesta e outras que taes con Ira di croes cahem aqrfel-
les que entendiera quo toda a censura, he. licita,
quando o ministerio nao Ihei merece confian ja.
.Apoiados.)
Segundo o nobre depulado parece que a forja que
se acha destacada em Montevideo demonstra um ex-
cedente no exerdto, que deve Ajr restringido a bem
da populaj3o do imperio. O nobre depulado diste
que essa forja, longe de prestar servijo ao .imperio,
sl servindo ao eslrangeiro ; iv secundo o nobre
deputado, esse eslrangeiro nao tem litlo ao hotso
uuiilio, nenhum inlercssu not liga a 'este eslrangei-
ro ; qne se essa forja nao eslivesse era Montevideo,
leriadetnecessaria dentro do imperio; logo, reli-
remo-la ; logo, reduzamos a forja efiectiva do der-
rito !... '
Senhores, esla questao he de summa importancia,
1 So he esla a occasiao propria para*, estabelecer urna
discustflo aprofuodada a semelhanle respeilo ; a ca-
rgara j reconheceu a conveniencia desses auxilios
repblica Oriental do Uruguay, a cmara sabe quaes
sjo as razes de estado que delerminaram o governo
a prestar esse auxilio ; g cmara sabe tambem que
s; esta forja nao eslivesse estacionada alli, nao se-
na sopprimida do quadro do exercilo, seria con-
servada sobre a fronteira do Rio Grande do Su),que
nao se dava por conseguinte o caso oa reducrao que
a nobre depulado indicou.
He de cerlo um sacrificio para o imperio a per-
maneada dessa forja no territorio oriental, he nm
servico^mportonle que prestamos iquelle nosso vi-
ziuho e alliado ; mas recooliejamos que hesse servi-
jo temos tambem algum inlerosse alm de que,
oomo ja disse, se ella nao eslivesse em Montevideo,
u lo seria dissolvida, nao se dara baixa ai praras que
a compoem,*seria couservada em servijo dentro do
imperio.
Creio, Sr. presidente, ler respondido aot nobres
diputados, repelindo algumas das observajOes que o
meo nobre collega o Sr. ministro da guerra j havia
feilo ua discussao anterior. Elle uSo comparecen
porque nao he dos ettylos da jasa que os 'ministros
que nao lem assento nella comparejam na 3< discus-
sao-, tanto mais quanto pareca que a discussao linha
>ii o txhaurida uot debales anteriores. \Apoiados) ;
e r.om effeilo, ai observarSes que 'os nobret depula-
dos fizeram j linham sido feitas pelos nobres de-
pilados que antes deltas fallaran), o nobre ministro
da guerra havia respondido .a todat ellas..
O Sr. D. Francisco toma a palavra segunda vez
e iesponde-ao Sr. ministro da marinha.
O Sr. Brusque se oppe igualmente ao pedido do
minislro da guerra.
O Sr. Mello Franco tambem falla contra a pro-
potta.
Levaola-se a sessaq.
Nodia 11 e 13 nao bou ve sesi3o.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DB PER-1
NAMBOCO.
Panhiba.
21dfjulhp.
Acabo de chagar ueste momento de urna viagem,
que, pqr necessidade particular, eiftprehendi eom-
mercial. villa de Mamanguap, unde demorhi-me
cerca de viute das, para concluir tudo quanlo de-
sejava fazer bem de meus arranjos. Rui' as unhas
alae sabugo para acertar com o plano da entrada co di
dos vapores da companhia Pejnaiubucana, de-Me
defiOO tonelladas, na barra daqudla 'villa, onde se
aprosenlam dilflcoMades insuperaveis para a entra-
da ile uaajt barcassa de pequeas dimenses Para
mim a cousa esla lao irapossivel, como mpotsivel
he |>asax um camello pelo fundo de urna gulha.
Quero rar para erer, como S. Thom.e depoi* con-
featnii o meu peccado.
Apenas chegado a mesqonha choupana onde ac-
commodo o meu carcomido fardo, appareceu-me lo-
go Meireles, seguido do teu idefaclivel Bentinho,
felicilandoTme, com as contumelias do estylo, pelo
regresso intaeto da minha individualidade.
Dtpois dot mutuos cortejos que trocamos com a
mais exemplar cordialdade, priiicpiaram aquellas
duas alminhas a dar-me conta dit lovidades occor-
ridat depois da rainha partida, c desenrolarara a lin-
guaportal forma, tanta coata me disseram qu
obrigaram-me a escrever-lha sobre as huchas para
transmitlir-lbe o que mais digno fossa de oceupar a
sua preciosa altenjau.
.Por este motivo vou-recorrer ofliriosidade de
um amigo do eommercto, para enctixar esta dentro
da malla do correio respeclivo, que hoje trola parsi
esta provincia, afim de que Vmc: a receba isenta de
avaria,ou de cousa que o valha.
Previno a Vmc. de aolemo que l'orro-me ao tra-
balho de fazer-lhe o Itinerario de rainha jornada
citada vjlla, para aao repetir o que nuir'ora ihe disse
com lodt.a miuuciosidade. I.ivro-o por tonto desse
susto de que me dar os agradeciraentot em lempo
oppoctuno. .
Para estabelecer a ordem na relajo das noticias,
comejaroi pela faslividade do collegio de S. Pedro,
a que aisisti antes da raiuha partida, visto ler pro-
medio dizer-lhe alguma coma a respeilo, e, como
proinetlido he devido, ahi vai o que vi e presen-
ciei.
Conforme Ihe coramuoiquei pretetAia ssr um dos
priemiros a'comparecer no estabelecimento para li-'
vrar at miabas fracas canellas da prova de algum
turbulento buscap, feguinho que muilo venero e
respeilo de brrele" tora. Mas enanei-me em mens
clculos edepreliendi que ha gente mait medrosa
do qie eu, pois quaudo l cheguei j eslava no col-
legio um grande concurse de pessoas de ambos os
sexos, sendo, peloque ohservei o numero dat senho-
ra* muita inferior ao dos auim es da minha especie,
pelo que conslituio-te o cambio favor daquellas,
com bem pezar meu que na mingua do genero sem-
pre li :o encostado,tal he a minha sina. Na abun-
dancia d'elle eu tambem sou couza. e sempre acho
quem me dispense ou perca comigo alguns instantes
de palestra.
As res sallas da frente do predio em que existe o
collegio estavam boro Humiliadas, e mobiliadas com
modeste-decencia. Em urna dallas edmirei um lido
quadro de S. Pedrojprotector do mesmo collegio, e
em outra o bello sexo que eslava re mido a espera
que comejasse o divertimento 1 quo Imitamos vindo
assislir. Finalmente prindpiou elle por queimar-se
urna grande porcSo de pistolas fogo mdefezo, em
quanto que, na ra por alli algum, oltavam bvsca-
j, foguioho dos diados, sempre muito applaudido
la rapazeada molecoria quo celebra com intupor-
tavel gritara os roncos d'este, as friscas d'tfquelle, e
o etlouro d'aquelle apiro. Depois quo terminaran!
ai pistolas, e que o ronco do buscapo. te ouvia por
longos inlervallos, tomos apreciar a habilidde de
alguns dos convidados, que abi se achavam, os quaes
em concert compoilo de piano, flauta, rebeca, e
violao deiempeuharam varias pejas de msica, in-
lermeiadas de algumas m nimbas, romances, arias
etc. Nao tivemos porem o prazer de ouvir uenhuma
voz feminint, se bem que, segundo me inforraaram
algumas seuhoras houvessem que caiilavam, mas ou
nao quizeram dar-se a este trabalho, ou estovara
de alguma maueira acauhadas, o que nao con-
cordo.
Em quanlo unt apreciavaro ai hai-mouias da mu-
sir, outroi eiperiinanlavam os azare! da sorle no
vollairele, espadilha, ecarte, etc.; cu a pezar dos meus
bre depulado quer exigir na distribu jHo da forja jjananosdetfruclei o que pude a M eicellenle
publica nSo se pode conseguir, porque.sao impossi-1cangica e bollos, queem urna outra salla sa serria
1 "I*. I aos gatlronomoi. Pelas 11 horas appa receu'o cha uf-
fererido cora bulante aceto e acompanhado da* io-
stparaveis bandeja! de bolinhos, doces seceos ele., a
fiado elle coatiuuou o concert que durou at meto
noito, hora em quefoltou-so nm balao que sabio
com fellcidade. .
Era ama hora d madrugada quando, a exemplo
dot demais convidados, fui morondo o meu fardo,
lamentando que nao bouvesse urna reunlao d'aqoel-
l*t mentalmente;por que em*verdade foi detoito-
vel a noite que pattei.
O collegio S. Pedro he um estabelecimento bem
montado e onde reina milito melhodo e ordem no
emno das suas classe, que eonslitnem todas ot pre-
paratorios, tem commodos para maior numero de
esiudantos e he para tenl|r que os meo* patricios
ainda nao tenham conhecido a utilidad da educarlo
dos meninos em ettabelecimento* d'esto natureza.
Prosiga o seu director oa senda que tem IriHindo
al aqu, que mais larda ter recompensado da sao
Irabalho, e sobreludo d-noi o prazer de assittiraa-
nualmenle a uaia igo luzida reniao como a que ti-
ve a honra de fazer parte. I
Nodiaseguinlehouve'a festa do sapradilo santo
na igreja matriz constando de mista cantada com te-
da a simplicidade e ldainh* noiie. A eancunam-
cia foi dimibula. por que moita gtfto ignorava a.
soleranidade. Sampre he conveniente aknuneiar et-
as cousas, para que o povo fique sdenleVdo acto a
possa concorrer a elle. Do contrario pte-ac a inda-
car oqoesgnificam os fognetes qoe estonrim.como
succedeu a esle seu servo, qu pouee anda em da
eom o almaoak.
A fesla de Sania Isabel leva lagar na sania casada
Misericordia no dia 2 do que corre}, o precedeu
posse da nova meta de que o Sr. Francisco Jos Mei-'
ra lie provedor.
Dos o ajude n'etse encargo para que bem o sirva,
conforme deseto, eslimando que ot seus companbei-
ros o na* datamparcm. .
No dia "eb*goir-do sul o vapor Imperador, e en-
tre oulrat aetlciat trodx* a do fillecimeoto da sena-
dor por esto provincia o ~syn.' Paes de Andradf,
que Dos lenha am ma gloria. Eis urna carapanha,
em que be raisler deseuvolver toda.a tctica para**- .
liir-se vencedor. Pata minha parte concordo into-
fumcom o seu illuslre* correspondente da orte, e,
se liver a honra de ser eleilor, darei.apm toda a coos-
ciendao meu vol no distinclo commendador Fre- ^
derico d'Almeida e Alhuquerque, que he mu =no por seus srvijos e illustraco de oceuna^
cadeira no ;endo_J>rasileiro. A provincia o>ve apre-
vytar este/meto para manifestar ejicwtu esme-
rado filho, toa gratidSo era recompensa dacontttnle
Jedicara que lem sempre domonsirado pelot me
llioramenlos t felicidade da terfa efue o vio naseer' -
Conferindo-d'ie semelhanle honra provinciapede-
r contar com um assiduo propugnador dot sevt in-
teresse na cmara vitalicia. Eu. c peuso astim no
meu limitadoenlender. os mait ajuizem como qui-
zerem, que com isso nada nabo.
N ultimo slbbado passou do norte o vapor /i
ralriz trazendo deGnilivamente aterradoras noticias
do Park tobre o r/ioem-morbus, que alli esto gras-
tando com inlensidade O pnico qae te ipoderou
da nossa popnlajo he bem visivel. O governo re-
solveu qne o vapor"lizesse quarentona fr* da barra,
nao permittindo o desembarque, de ninguem. L'ns
patsageirot mesmo qae vinham destinados para aqui
foram obrigadot a teguir essa, por que o nosso la-
zareto ainda nao tinha sido comejado e nao havia
lugar preparado aond.a fossem elles depositadoi pata
a qsarenlena. A junta de mdicos qoe.se reuni em
palacio, resolveu adoptar medidas higinicas para*
prevenir o mol ; mas se a Ulastrsima forencarre-
gada da execajao d'eslas medidas, tomos de conti-
nuar, como at.aqui, alolados nos lixos e immoadi-
cias. A cada canto se observa um raonluro, nm ga-
lo, nm cachorro, um cabrito, um bode morto, eal
esta semana para oslados do tanque appareceo um
ravallo, que nao sei e j.leria sido notado pelos
Srs. fiscaes. Tao activos sao estes camarades em mul-
tar os Ubres malulos pelajnais pequea ninharia,
como relaxados em o restante de suas ebrigac/oa*.
Acertadamente arraza Meirele quando asseven
que, o que elles -qu"erem,"rlBvenha a no*, e o
povo se quizar mande retirar os animaos morto* e a
imm*ndida% das ras.
Se tivetse poder agarrara pela tromba sm tac*
Srs. servidores detmazela^os-e inuleit da rannici-
palidade, e Obrigava-os a sorfH*a*ribar, o'pYedato
almiscar que exalanj os nonos becco, raas, e praras, -
') eilou convencido qae oenhom_d'eele* etcapava da
un ataque ia-'fkolera. Mas qae qu^r Vmc. se .0
desca Rcela propria corporajao? Quando
ta. pdor regalara o corpo. O bec-
ro Gonralves he nm foco das autores
htoJ|aff%.por ahi algures, mora ou deita fundos
a casa de um dos ditjaes membros da illuslristim!
rfo tei ebroo he possivel lano indiOerealismo em
prasenra de urna epidemia lao fatal I S* lia per
desgrara visitar-nos temos de nos ver alp
Cada um v preparando a sua consdencia, purgan-
do ot jeus peccadot, que o negocio ha de ser bem
serio. Pela minha parto hei de envidar toaos otmaios
para resiitir-lhe, e cantor victoria. Erafim oque
for hade soar.
Fizeram-se as novenas de Nossa Senhota doCarmo
no convento com bstanle decencia, e foram mallo
concurridas. A festa leve lagar no dia preprijlT
pregando ao vngelho o Rvmlyfri Jos, pr
mesmo convento. A concurrencia seria maior ae e
da fosse santificado. A solemnidad* merece elo-
gios, e sao dignos'de louvor os estore,os que faz
anuelle prior para annualmente execular a feslivi-
dade. A noite houve apparatoso Tc-Down, a que
assitlio muilo povo.
A festa de Santo Elias, que teye lugar hon|em na
citado convento, foi tambem (cita com decencia.
Breve eulrar.ao as novenas de 'nossa padrpeira
a Senhora Virgem dsaVeves, as quaes segando te-
nho oovido dizer, serao mais solemnisadas que oes 1
annos precedentes. De qualquer forma pode con-
tar, -te o cholera consentir, com a narraco del-
tas. Previno-lhe qae estou d humor a ter inexora-
vel com noiteiros e juizet.
A nossa salubridade tem sido roa fcas molestia!
conlinuam, os definios sao perlinazes, e a ceifa da
humtnidade prosegue. Todava, es bitos do mez
pausado foram em menor escalla .que o atrazade.
Prefiro mil vezet estar pequeos incominodss, que
una visita do chalara, qae tempre he animal epi-
ceno.
A Iranquillidade publica nao lem sido alterada,
e quanto a segaraona individual nada ata consta de
maior vulto. Tem havido algumas contradansas de
suodelegados para aqui, destacamento* para acola,
porem itlo nadsfttater dizer, to medida* mlmi
Ir.ilivas muilo ctnveufWilese-^riadas.
Antes dcjaonlem fonwt^fnetm eom copi
chuva pac quati dous dial, que muilo alegran ot oos-
sos agriqUtore* que estavam b.em desanimados com
o forte 'api que tem feito. Se continuar essrbene-
liiio anda as safras podero altingir ao que se es-
pera va.
O mea informante do commercio tem andado pou-
co activo com as noliciat' do. mercado, porem hoje
deibancou-me com aponlamenlos. Diz, elle, que o
mircado do algodao tem estado possuido'de ani-
mi.jo tal, qae os matulos fazem et forjo* inaadilos
para aprsealarem o seu genero voracdade dos
furiosos compradores, que escandecidos pela pers-
pectiva de grandes lucros, tem pago o mesmo gene-
ro de 6)000 e 696OO, com pechinchas e outras se-
ducjes idenlieat. Se o vapor qua se espera da Euro-
pa nao tro'axer noticias favoraveis qoe conlentem os
especuladores, temos de ver muila carautonha, mu-
la decepcio. muito arripiamento... < de bolsa ja *e
eulend*. '
espacharam-se at este data os segnnle* navio*
inglezea:
Para Ltocrpod abarca Xorcal manifestando 930
saccas de algodao |a>5,630 arrobes ; a galera Se-
raphina conduzindb 1,000 saccat de dito, pezando
0,161 arrobase ','0 brigue Fairy levando 70ti
saccas de dito com peso de 1,326 arrobase 20 II-.
Jiras; e a barca John Latcson com 1,132 saccas dilo
pesando 8,727 arrobase 24 libras.
Para Hamburgoescuna fjidy Sale manifestan-
do 1,310 saceos de atsucar branco, 6 taccas dealgo-
dk, 5,776 couros teccos ; e o brigue Crescenl com
3,630 couros seceos, 350 sacca d'algodo, e 1,9*73 di-
tos de assocjr. .
Exportamot do nosso porto "para tora do imperio
n aun linanceiro de julho de 1851 a junho de 1855
os seguiates gneros: 31,544 saccas de algodao,
8,f60 saccot de assucar, 20,780 couros seoco*,
6.962 cAifres, 6,500 uuhat, 22 pipa* de agurdenla,
e 1,208 quintaet da pao brasil.
Este* gneros foram conduzido Iraogeiros de longo cano, senda Inglezet, 18 aes-
pinhoe, 2 diflamarqoexes, 2 franceses, 1 sueco.


I


DIARIOOE PERMMBUCO QUNTA FEIM 26 UE JULHO DE 855
3
D'eaUa, 21 pan Liverpool, condutindo 90,363
ecas dt algodio, 34,190 saceos de atracar 11,569
coura; seceos; 18 para Barcellooa condoxiado
11,17 iiaccas de algodao, 3,748 Muros, 6,962 chi-
frn, 60Q nnhas, 22 pipa de |aguardeole;4 para
o canul aoin 12,600 saceos de aasucar;2 [ora Fal-
moulh g*m'6,200 dito, dito,2 para Martille com
12,000 ditos, dito;1 para Uamburgo com 2,200
couroi;1 para Gibraltar com 3,270 saccoi de assu-
ear;1 para Kioso coro 3,265 Muros;el para
Londret coro 1,208 quintaos de po brasil,
A entrada d'algodao uu domo mercado eio o. pe-
riodo \eime especificado'mootou a -35,971 saeeas,
sendo 35,304 d'esla provincia, e 667 do Rio tirando
dq Nordi.
O roadimeolp d'alfandega e consulado no mesmo
lempo subi a 133:838it" rs., isto he irais cis
27:664i90,que o do anno "passado.
Vaja ruaos algarismos vao certo>,do contrario te-
rei deis er lambemat miulias erratas para calvar a
esuctidlii do fornecedord'osles apoutamenlii;.
Ante) rjue me fique no I: nteiro, deiie-me aarlici-
par-lhe < ue a nossa assembla provincial lera* de
abrir-Mi 10 principio do mez futuro, e estando de-
cretada i raa quola de2:00(4 para um tachigraplio,.
' vaja Vane, seahiam ha ah que queira ganliar esse
diolieira uojdous mezes que dev'c durar a sessSo,
por quanto aqai nao vejo uinguem habilita lo para
este trabilbo, e he urna,desgrasa perdereo-se os
laaoiajaMS discursos que deven) ser proferid is pelos
coaspicuos nreinbros da uignissima corporac,o.
Sinide, gordura,* felicidades llic desejo, de.
rABTICA
AMBtGO.
V
r
\
GPABTI5AO DA POLICA
Parto do da 25 de julho.
Illa- i) Eira. Sr.Levo mjfnhecimeolo de *V.
Bxc.'qui das differentea partlcipaces hoje recebidas
neata rararti*', consta que foraru preso*:
-~ Peta di!l*s:icia do primeiro districto deale termo,
f .iiirao^ Maiiad fincrmelo, para avarq;uac,es
, poli'
la subdelegada .da [regueiii o B.ecife, o
portoqrciet Joao da Costa Guicoarae, fambea. para
averigua edes.
sabdelegacia da freguaab de Sant> Anto-
Francisca Auna Mara dafJBlva, igualmente
pira ave guardes.
Pela subdelega*!* da frtgueiia da Boa-Vista, o
preto Domingos a*CTavo, por briga. *
E pea subdelegacia da (reguexidot Afogidos, o
Jgeacravo Maooel, por audar fgido.
utnin inicou-roe o delegado di 1. districto dcs-
:rmo em o officio de aouletn datado, que as 9
IsJras da noite do dia anterior a pardt. Luiza
e Amonio Serapr.ira da Silva; com eslabe-
meiit'i de ourives ua roa do Cabuga, se ausentara
da cata de seu stfebor a quem furlara a qttantla de
1:123|) rt. em notS de diversos valores, oustando
quu serte ira para fora desta cidade en compsn tila dos
Sldadi-s do 10 balalliao de infntaria Hanoel Faus-
lio Ribniro e Jo3o Jos da Fonceca, que n :sa mes-
na noite se ausentaran) do baUlhf.o. Apaas este
aclo c iigou ao meu conlii cimento exped irimedia-
amaots as convenientes providencias' para que se
ffeclun a prisao Odos fugitivos e appreheusao da
Cuntii roubada.
Dos ruarde a V. Exc. Secretaria -da polica de
Pemarabueo 25 de julho de 1855.lllm. e Exm.
Sr, eocsea'heiro Jos Bento da. Cunha e Figueiredo.
. jasbroaidente da provincia.O chafe de polieiu Lui;
fCarltu iie Paiva Teixexra:
brai as mandinalis, liugoa fra, secca, denegrida,
ou gretsda, balbuciamenlo, voz sumida ede um tim-
bre particular, sequUlo e ardor na garganta, sede'
considrale!, nausels e vmitos de materias espu-
mosas, aquosas, verdes, amarellis, etc., com gran-
de p''oslrarao de torcas depois de vomitar, caimbras
no v.jiitre, clicas seguidas^le dejecees abundantes,
seroias, esbraaquifadas semelhantes a graos de ar-
roz, ardor no estomago e ventr\ dyspna, grande
oppressao no peito, diminuirlo consderavel da se-
cresto da ourina, ou snppresso total, fro geral, cor
azulada da pelle, e caimbras as extremidades e nos
msculos do tronco.
Nc" lerceiro |periodo ha nggravacao de todos us
SYmplomas, roilo cailaverioo completamente desli-
gura lo, contracto spismodict e caimbras as iiiau-
iliiiu as, immobilidade dos msculos da face, olhos
encovados, sede inexlinguivel, oom ardor abrasador
dos nrgaos internos; violentos vmitos repelidos e
scompauhados de copiossimas dejecefies diarrheieas
de diljerentes oaturezas; frialdad marmrea de lo-
do ocorpo e lserisibildade geral; os enCenuos re-
volvem-se na cama soltando gritos horriveis, aecu-
sando violentas diires no ellomago e venlre ; outras
veze ha um oslado de calma que simula a morle,
ou ento caimbras alrozissimas ou rigidez de lodos
os msculos ; falla de voz, ou, se existe, com um
timbre sui generis o mui sumida ; cessacao das pul-
sa^Oen arteriaes, e pulso moi pequeo e conlraliido ;
suppressSo completa da ourina, etc., le.
' O cholera pode terminar-so por um estado cere-
bral, typhoideo, poi symplomas do apparelho da di-
gestan, como gastralgias, por diarrhas, asphyxias,
congeslOes c enfarles pulmonares, debllidade geral,
e finalmente por urna cura promplaou pela morle,
sendo estas duas terraina^Oes do mal as mais cont-
inuos.
Loro que se presentan) os. syraptomas do segun-
do, e_ mesmo os do terceiro periodo, deve admiois-
lrar->e sem perda do lempo o veral. ou o cupr-m.,
CDQviodo o primeiro desles medicamentos quando
existem vmitos abundantes com "dejecsOs excessi-
vas; e n segundo, quando a deteneo dos vmitos
Exportacao'.
Colinguiba, sumaca brasileira nVentura Feliz, de
114 toneladas, rondazio o seguinte : 2 volumes g-
neros ostrangeiros e necionacs, 1 oaixa rap aria
preta.
BECEBEUDR1A l>E RENDAS INTERNAS E-
RES DE PERNAUBUCO.
Rendimento do dia 2 a 24.....27:4569803
dem do da 25........ 528&I97
27:9853000
CONSULADO .PROVINCIAL.
Rendimento'do dia 2 a 24..... 39:90997?!
dem do da 25 % I:446a26l
41:356J037
MOVIMENTO DO PORTO-
No dia 25
-.iliidas.
de julho nao houvcram entradas nem
EDITAE8.
O lllm. Sr. insneetor da thesouraria provincial,
em cumpriraento (Irresoluto da jonla de fazenda,
manda fazer publico que a arrematarlo da obra do
acude do Buic/ho foi transferida para o dia 14 de
agosto prximo vindouro.
E para constar se mandou afiixar o presente e
publicar- pelo Diario. W
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 17 de julho de 1855.Osecrelario, ^. *'. d'An-
nuwiafao.
Em os dias 26 e 28 do correte, e 1. de agosto
prximo futuro, estar em pra;a no passo da cunara
municipal desta cidade a conslruecao de canos1 de
alveoaria: um na rivi l'nrmii-a. outro no Corredor
- ~- J w > ,^.ni|.|u, i|l.llUV t UUIVUUIV MIIJ HIIIIIJ.I _. -
acompanbam caimbras e convulses'das exlremida- \ b,sPf, .u,r0 na da Esper.nca, e o 4. na eslrada
dea b mxmi no ,i,. dos Atlliotos : o 1. oreado em 2819680, o 2." em
3OI9000, o 3.o em 43*9100, o o 4. em 4809000 : os
comanos
---------------------.---------------------------------_
O fc'cJio Pernambucano n. 57'de 24 dp andante
raex aransa o Exm. Sr. presidente da provincia por
nao ha vi:r deferido urna representado de ni o poucos
carr4ht(iros e calafates; ba longo-lempo ende recada,
em raza. do Sr. capiUto do porto nao querer inalri-
cula-los na capitana na onforndade do artigo 65
do regjl.imenlo, acompanliando o decreto n. 447 de
19 de imio da 1846, occorrendo (le mais a mais pro-
hibi-Ics do trabalho sdb penas severas, etc.
Parech-nos nao 1er o uobre redactor dese jornal
noticia 1I0 aviso da repartalo da roarinha di: 16 de
Janeiro intimamente finJo, mandando Observar nes-
taprovincia o dispasto 110 cdital do capillo do porto
a corle de30 de riovembio do anno prximo pausa-
do, ato qiial referio-se um outro aviso de d.iquelle
ditomi: de Janeiro, xiois a ler de crto subslilniria*
o elugio aecusaco, por nao ir o Exm. Sfajresi-
Ip^p^Hm das ordens superiores.
O <| 111: diz o aviso de 5 ce Janeiro ",' que arprova-
1 olida tomada no edital, para fazer afectiva a
rnatricu a dos. individuos mpregados navaiss. prote-
gendvti! assim o iuleresse publico e particular, por1
ser ella conforme ao cilado regularaento, e conse-
guuteanale a lei esa virtud* da qual foi promul-
gado.
ndo a medjujp Vital, q*e Saidii c prazo
pira a ; presentap rrae pl'oposlas dos mesti es de es-
tal elfos dos operarios prenisos para os triba*llios a
seu carno e matrculadelles, nao se possa, urna vez
afervoradus as lolatst admittir maisalguni,i) quau-
do se o laja seja smente copo licenea por iiscripio
docapitlio do porto e do numero dos matriculado.-.
carao pe rleri.i o Exm. Sr. presidente da priviocia
orde-iw o contrario, depoi que nesta proviiSja, pre-
cedido (1 prazo para os litis expostos, fizsram-sc as
lolacO'js?
F-Dir-sr-ha talvez que neite caw a culpa hf'da ca-
pitana. Mas como podem proceder esta eWacao
quando dapois de feitas as lotav'Oes tem constante--!
mente C'weedido o augmento dellt reclamad pelos
mesures dos eslaleiros ? Ue exacto que alt;uns ode-
rarios h lo pedido iudividualmeote a admissiio nos
estaleinis, mas segue-se disto que a eapitanii dve-
ria ipi /ac/d"deferir-Ibes, ato havend* es neslres
(tito co istar a uecessidade delles, n3o pe di ncendo
ao numero dos matriculados, e quando havia con-
vicao lie quererem por esse meio obter a milricula
para livrarem-se da guarda nacional ?
fiamas ao nobre redactor do EcAo lazer mes-
roa a a|jreciai;ao da defezu que vimos de tricar,, para
por Mil 'imparcialidade trove-la com a jaslira de-
vfda ; tsodo a accrescentarmos que parece nao exis-
tir falta de trabalho para os carpinleiros c calala-
les,ccjii causa droga, purqoanto nao pror.uraram o
arsenal ie.maricha, que admiti a todos qre apr-
senum st-lbe, salvo se elles Julgampodercm nioente
haver o po nos eslaleiroi, Tazendo tambum abslra-
{aVoik proporcionado polos ffazeres em objectos
que naj sendo de marinlu todava lhes per Unce.
**
CHOLERA-MORBLS.
, Qoiui sempre a cholerina precede o cholera-mpr-
otis : os individuos que liverem ja urna vet sido ac-
comnieltidos daquella rarimente escapam a esto e
leen poueas probabilidades de salvarao, quanilo nao
hajam roBVCuientemenle Irala'do-se da primeira en-
fermi 1, de; na* ao contrario fcam iseulos do cholera
lando soCfrido da cholerina a corauale-
ram oiipoftnnamente.
A :li>ierna<]u* se manifesta Dar um senlimento
mal-eslar, ligero mevimento fabril do pulso,
diarrha aquosa ou bilios.i aompanhada de clicas,
borrwrigmos, pressio na lioeca do estomago, inp-'
patencia, sede, bucea secca, te., reclama :hf m. em
dose-i Iraccionadas, principalmenle seodo estes in-
cominodos provenientes de um aecesso de ira ou iu-
. di|Da;,1o; e n3o sendo siiflicieote, coloc. easde-
je*c)(s frem serosas e lemelhantaa a agua de arroz
Oopnnhadas de ruido no vntre, flatuleucia, e ddr
prestir debaixo das cosiellas falsas, deVse phos-ac,
e *cpil;i-sa em quanlo oto hauverem roelhorai.
Os ncdicameolos que em aeral convem a> Irata-
saenlo do cholera-morb i, suas diversas complica-
jOef, tirminacoes, e consequenclas, sao: caniph. ve-
ratr. iuec. ara. aapr-m. ec-j?. cham. plics-nc: bell.
colote carb-v. cbjo.- hyos. op. lach. nui-v. phos.
^nero-iql. acoff.; ou canth. ce. laur. ilion, hry. ja-
tropli-':. stram. sulf.' dul:. etc.
I jn dos medicamentos que mais tem ipioveitado
na iniiso desta terrivel eufermidade, oao se lando
anda, manifestado ot vomito* e a diarrh 1, lu
camali. em tintura, duas a tres, golas diluidas em
urna eiiicara d'agua, ouipes
fsradi, lonsada urna colfieriujia cada cin'o minutos
ama chicara d'agua, ouipesmo a agurdenle alcan-
lleTii|ha cada cin:o minutos
atc/oa haja dimiimisao m% symptmas, quando
*
passaia a dar o mesmo medicamento com mamres
allos.
Ko ririmeiro periodo do cholena, em que se a|ire-
eotilit locoraposirao das feirles, descorameulo geral,
principalmente do rosto, que se a Hernn*) gomas e-
zaacoin ama verme"
da, nii culos azues
ddres de cabera
vetllri, calleas *e*oidas de dejeceoe diarrh Seas, ou
de nni liquido sero-albuininoso, nauseas e vmitos
de materias liquidas, verduengas, e amarelladas, se-
rosas, etc., debilidade extrema, desassocef;o,frequen-
cia iln pulso, diminuirlo dasoarinas, etc., convm
anda o oso da camph. que deveri *er admibistrada
de 5 'Sm 5 minutos urna gota em urna collier d'agaa
nevada (na falla desta servia a agua commum) at
que se aprsente urna remsUlo onlavel nos sympto-
mas; logo que esta apparec,a ptalongar-so-lia os in-
ttrviillos, passaudo a dar o mediasaienlo de dez em
ilez iniDOlos, de vinle em viole, de meia um niela
hora, devoas em duas, de tres em tres, etc., con-
forme as melhorasqae fdr havendo, cessando sua
aslanii.islraro quando hajan desapparecido todos os
isMoaamodo*. Caso se oao obteuliam melhoras eom
o uso da camph., persislindoos vomitse a diarrhea.
acompanhail'is de caimbras, d-se ipec. por esperto
de uaaa hora, administrando-se ama dse irada cinco
miaiilos, e depois de le tomado urna collier d'agaa
nevada; se no Jim desse tempp apparecer algum ali-
vio, soIf retentando progresivamente 11 adm-nis-
traejio do medicamento como tndiquei a rtspAto do
os* dn camph.. mas se nenhum beneficio tiver pro-
duzid > dever-se-ha recorrer a um oulru medica-
*MlO.
No segundo periodo qiasi sempre se apresentam
os sogniniessymplomas decomposicao profundadas
feic/Ms, circulo azulado au lvido debaixo dos olhos,
nariz afilado, cor larrea e achumbada ai face e
greza extrema da mesma, rosto lvido, azi.ado e ca-
davrico, paralysia das pa'lpebras, olhos .miivuI ios e
protiniineutes, pupillas Irequentemenlc inintraliidas
00 dilatadas de urna aaaneira seusivel, Ciio glacial
su* atrit, suor fro e ostremecimenlos doi mnsmios
des e spasmos no venlre.
Apenas apparece a violencia das evacuares, as
caimbras-, a decomposicjlo.do rosto, a alterarao da
voz. c fro glacial, a cor azulada, etc., etc., deve-se
administrar verat, depois doler tomado orna colher
de agua nevada, e so irarependo o mesmo medi-
camento, segundo o estado do enfernt, duas, tres,
qualro, seis ou 8 vetes, com as inlervallos de um
quarlo de hora, de meia hora, etc.; nao produzindo.
efleilo' e apparecepd caimbras violenlissimas, con-
vulso**, fri glacial do rosto e suspensao'do vomito,
recorra-se aq cupr-m., que se administrar como in-
dquei para o oso do veral.
Quando logo a pus i invasao' apida do ataque se
apresootam os symplomas mais asustadores ao pun-
i de confuudir-se em lisiantes lodos ot periodos
da%n'ennd,ide. usar-se-ha de prefereucia o ars. ;
he particularmente indicado este medicamento lia-
vendo ardores queimantes no estomago e venlre, s-
de inexlinsuivel, debilidade profunda, a*ilac.."ui ex-
trema, medo da morle, surdos e profundos gemidos,,
acensando dores no estomago c venlre.. O ars. ser
administrado pela, mesma maneira que os oulros
medicamentos antecedentes, |< repetido em quanlo
persistir a inloujjdade dos symplomas.
, Exislido ttanos e trismos couvira.camph., an-
da qu; j lenlia sido empregada antecedentemente ;
mas neste caso de-se urna oulra dynamisa^ao ; e pao
sendo suflicienle, recorra-se novanteute agurdente
alean orada pelo modo que indique! para os prdro-
mos da eufermidade -r sempre que.se empregue a
camp'nora deve-se repeli-la amiudadas vezes, por ser
sua ii:i;-jo mui fugaz.
Em geral poder-se-ha combiter todos os symplo-
mas dos tres periodos do cholera com a camph. ars.
ipec. cupr. o veral.; mas casos haverao em que seja
necesiario recorrer-se a oulros medicamentos, aobre-
tudo emalgumas complrai-e* e termiuates desta
enfermidade. ,
Qu.indb depois do combatidos os vmitos pela ipec.
restaren) caimbras do estomago, peso e anxiedade no
epigastro, dores abdomioaes, pequeas e requenles
dejerres, tenesmos, caphslalgia frontal o pressiva,
cala fros fabrse fri interno* adminislre-se nux-v.
Depois da cessacao dos vmitos, e quando as de-
jecces sao incompletamente incolores, com sunpres-
sAo completa da secreto das ourinas e dures nos
membros, d-se sec-c, urna ou mais dses, .segun-
do o 'jslado do enfermo.
S8 durante o decurso, ou depois de terem eassado
os symplomas do cholera, sobrevem febro c afo-
gueamento do rosto, d-se acn.
Exisliodo calor abrasador da face, picadas em am-
bas a- partidas, com inllammarau das inesmas, de-
sojo de.bebidas fras, Irrncamenlo dos denles, lorrao
da bocea, estado soporoso, com olhos semi-aberlos e
convolsos, grande agitaejo e delirio, convir bell.
em dusas repetidas at que diniinuam estes sympt-
mas.
Tend) desapparecido os phftiomenos cholencos
aponiente dilos, e havendo-se formado conges-
ria cabera ou peilo, com difllruldajle do respi-
Sngeiro sopar, encendimenlo dos olhos que se
cabrera ie suur viscoso, sede inextinguivel, bulimia,
arrotose regorgilarjto das substancias alimenticias,
Ou apparecendo um estado de asphyxia, ser con-
vcuie'ile o emprego de carb-v^, pelo mesmo modo
qae a bell. )ep*is de leremfflisapparecido os symp-
lomas do cholera, restando pequeas mas frequentes
dejeci;oes diarrheieas rom muiu sede, borborigmos
e debilidade geral, d-se phos. emdo.es reiteradas de
dous em dous, ou de tres em tres dias; lambem po-
der ser de utilidade conlra as mesmss diarrhas
consecutivas ao cholera, existindo borbpVigrhos, de-
jeceoe* branqueceiitas, liogua viscosa e pallidez do
BPfto, phos-ac. adminislrado como o anterior. ^^Ll
Se durante a convalesceiifj continua a laufl
do rosto, nappetencia. vomito dos alimentos,^Barek-
hida los mesmos pelas dejecefies, remissoes qpe con-
solem o eufirmo, exlenaa^ao e prMraelo de forcas,
convr.i chin.
Durante a frequeule administracSo rins medica
meatos,, a dieta do enfermo deve ser de caldode ar-
roz fro, ou melhor anda se fr nevad*jdiajBja>do
cuida lo que ao menos passe um quarlo de
pois da adjninislrarao do medicamento ; q
gravidade excessiva obrigtre a tomar os medica
los cada cinco minutos e cada qoarto de hora,
dever*conceder oulra cousa mais que agua pura, ou
assucarada, s sempre o mais fra possivel. ,
Na conValescenoa se poder conceder, primeira-
mente caldos de vacca, depois os d* galinha, mais
larde um pouco desdpa', ave assada, ele.
Sendo bastante frequenfes os. casos de morle ap-
parente durante primeir:. poca da invato do mil,
convir deixar sempre ocorpo sobre acama por es-
paco de algumas horas bem caberlo,, conservando-se
a bucea algumas gollas de agurdente alcanforada,
e pondo-s"no naris um pouco de algodao embebi-
do d;ste liquido, bem carao com pressas molhadas
no mesmo, sobre o estomago, sovacos ele.
S3o estes pouco ma'is ou menos os recursos de que
laucara mSo para cqmbaler esta terrivel enfermi-
dade, que oxal nos nao flagelle pois que sao hor-
riveis os seas effeilos, do^quaes vi exemplos bem
assin (adores. Em Inglaterra, na Allemaoha as-
sisti a bastantes de seos casos, massobreludo em Pa-
rs fui onde melhor bservei o enlutado painel de
sua devastadora acrap. Qaem o acreditara?... ten-
da de partir, de Pars foi isso urna das causas pode-
rosas que por mais lempo all me releve. Sim, essa
objerlo, nao de attraclivo, mas de dr intensa, teve
mais influencia sobre mim do que todas as delicias
cja capital da cvilisac,ao europea... o chulera-mor-
bus, esse aroute da humid.ide, essa praga vomitada
pelo Oriente sobre o Occidente, o sobre o resto do
mundo, no interina que eu habitava Paris exercia os
sem medoiihos esjracos. a verdade he para 'mara-
vilhitr que um objeto de tao assustadara impressao,
sem eu ter sidoacommettiJo do seu furor, fosso a
caus da minlia demora all. S qoem fdr medico,
arguelle que em sua dedicac.au pelo alliviq da huraa-
nidarJe tiver consaerado as lio'ra* do seu proprio re-
pouso & esse fim, s esse podcr.i bem comprehender
como um motivo de tao doloroso eQeito,- poda mais
contribuir para reler-mc em Paris do qae a fruir .u
dos mais variados espectculos.
Eu quera esludar, e a sciencia que desejava ad-
quirir so no meio das grandes dores e dos soflrmeo-
tos 0 homem me revelava o complexo de seos arar
canos. Os hospilaes dos cholericos essses asylosquo
recebiam ama immensidade da victimas, que todos
os dias eram arreciadas do mal, foram o alvo das
mioltas assidaas visitas: sobre o vivo e sobre o ca-
dver carioso indaguei os meios de que portera dis-
por io algum dia me visse forrado a prodigalisar em
semelhanle caso meu ministerio ao meu semelhanle.
Bstanle se l?m j descripto o cholera-morbui;
mauWhvelcra dever-.su ao.vivo os que "com elle
luWivam f... Anda o iodividu vive, e j> seu rosto
lvido e decomposto pelo elfeilo da cyanose e'l ri-
adaverica que acompauha o periodo lgido
prelendentes podem comparecer ua secretaria da
mesma cmara para consultarem os respectivos or-
namentos, Picando na inteligencia do qae para ar-
rematarem as obras, deverao dar fiadores. Passo da
amara municipal do Recife em sessao de 23 de ju-
lho de 1855.Bario ie Capibaribe, presidente
Manoel Ferreira Aec'oli, secretario.
O lllm. r. inspector da thesouraria provincial,
em cumprimcnlo da ordera do Exm. Sr. presidente
da provincia de 21 do crreme, manda fazer publi"
co, que. no dia 23 de agosto prximo vindouro, va
novamenle a prara para ser arrematado a quem por
menos fizer, a obra dos reparos do anide de Camar,
a valia da em 1:0129000. E para constar se mandou
afiliar o presente e publicar pelo Diario. Secreta-
ria da thesouraria provincial de .'ernambuco 24 de
julho de 1855.O secretario,
A. F. d'Annunoiarao.
DECLARAGOES
Por esta societaria" se faz publico, que as fal-
tas dos estudanles desla Faculdade dadas no mez de
junho do crrente anno, sao as segundes :
Primeiro anua.
N. 1, Aliilo Alvaro Mar litis de asteo, deu 1
f.ilfaf abonada e 1 nos mezes anteriores ; n. 5, An-
tonio Americo de 'Urzedo Jnior, deu-4 fallas nao
abonadas e 4 abonadas ujos mezeo anteriores ; 11. 10,
Alvaro Barbalho Tjchda Cavalcant de Albuqaer-
quoNleii 7 fallas abonadas e 11 nos mezes anterio-
res ; n. 13, l-'rankliti linnralves Bastos, deu 1 falta
abopada e 1 nos mezes anteriores-; n. 15 Julo Pe-
dro dos Sautos, deu 2 faltas abonadas, e 2 nos mezes
anteriores, sendo 1 nao abonada ; n. 19, Jos Beli-
lisario lleuriqut! da Cuuha, deu 5 faltas abonadas, e
1 nos mezes anteriores ; o. 22,. I.aui entino Antonio
Morcira de Carvalho, deu 6 fallas abonadas ; u. 23,
Lenidas Cesar Burlamaque, du 1 falta abonada, e
3pos mezes interiores ; n. 36,' Pedro Cavalcanli de
Albuauerque Maranhau, deu 1 falla abonada, 0. 7
nos mezes anteriores ; n. 28,aJo3o Alvos Dias Yilel-
la, deu 2 faltas, sindn I nao abonada e 3 nos mezes
anteriores, sendo 1 nao abonada ; n..30, Cnrnelin
Cicero Dantas Marlns, deu 2 fallas abonadas e 12
nos mezes anteriores; .11. 31, Amaro Joaquim Rapo-
so de Albuquerque, deu 1 falla abonada e 3 nos me-
zes anteriores ; n. 32, Benjamim Jacinfho Thomaz,
deu 1 falta abonada ; n. 35, Anlnojo Garca Gil l'-
raeulel, deu 2 faltas, sendo 1 nao abonada ; n. 39,
Americo Feroandes Trigo de Loureiro, dea 2 faltas
abonadas a 1 nos mezes anteriores ; n. 40, Jos da
Cuaba Teixeira, deu 1 falla abonada : 11. 52, Pedro
d Veiga OrncJIas, dea 2 fallas abonadas e 8 nos me-
zes anleriures, sendo 6 nao abonadas ; n. 44, Jo3o
Lopes de Carvalho Lobao, du 1 falta abonada o 2
nos mezes anteriores ; n. 45, Ravmundo Parlado d*
Albuquerque Cavalcanli, dea 1 falta abonada e7
uos mezes anteriores, sendo 1 nao abonada'; n. 51,
Jas Joaquim de Maraer Navarro, deu 1 falla nao
2 abonadas nos mezes anteriores;' n. 52,
de Castro Me'nezes, deu 1 falla
iezes anteriores ; 56, Antonio
1 Arago, deu 1 falta nao abonada e-
1 anteriores ; 11. 57, Carlos
ie Maltos, deu 7 fallas abonadas e
gioraV, sendo 3 n5o abonadas ; d:
B, Epaminondas de S*uza Gouva.^deu l.fallaabo-
f n. 61, Enedino Guarany de Adrtde Cupao-
1, dtu urna falla nao abonada e 5 abonadas nos
aJEetMoteriores ; n. (i:!, Jos Coriolauo de Souza
Lir, eu 5 fallas, sendo 1 nSo abonada e 18abona-
dasnaamezes anteriores ; n. 66, Demoslhenes Jef-
ferson 1a Silveira Lobo, den 2 faltas abonadas e 3
nos mt *s anteriores n. 68, Candida Emigdin Pe-
reira Lobo Jnior, dea 1 falla nao abonada ; n. 71,
Casemiro de Sen* Madureira, du 1 falta abonada ;
n. 72,' Jovino Ferreira Me tules Goimaraes, deu 3
faltas abonadas e 12 nos mezes anteriores, sendo 1
nao abonada ; n. 76, Manoel Nclio Carneiro de
Soaza Bandeira, deu 3 faltas abonadas e3 nos me-
zes anteriirres; n. 78, Pedro Luciense de C dasaas,
deu 2 faltas abonadas e 3 nos mezes anteriores ; n.
80, Americo Muniz Cordeiro Gilahy, deu 1 falla nao
abonada e 7 nos mezes anteriores, sendo 1 nao abo-
nada ; n. 81, Joao Gonzaga Bacellar, den 1 falta,
abanada e 4 nos mezes anteriores ; n. 82, Jos F'i-
gueiredo de 4ndrade, dea 1 falla abonada e 8 nos
Magalhaes Castro, deu 3 fallas abonadas e 8 nos
mezes anteriores, sendo 5- aao abonadas ; n. 49,
Duarle J.ns de Mello Pitada, deu 4 faltas abonadas
e 2 nos mezes anteriores ; n. 50, Joo iCandido da
Silva, deu 5 taitas, sendo 1 nao abonada e 6 abona-
das nos mezes anteriores ; n.*81, Joaquim Fij de
Albuquerque Lins.deu 2 fallas abonadas e 1 nos me.
zes anteriores ; n. 53, Jos Francisco viauna, deu
6 fallas abonadas e 8 nos mezes anteriores ; n. 51,
Antonio Baplisla Gilirana Costa, dea 2 faltas abona-
rlas c 8 nos mezes anteriores; n. 55, Francisco Jos
Feroandes Gilirana, dea 1 falla abonada e 8 dos
mezes anteriores ; n. 57, Francisco Marlins da Fon-
seca, den 2 fallas abonadas ei nos mezes anteriores;
n. 59, Jos Antonio Coelho, deu 1 falla abunada e
2 nos mezes anteriores ; n. 60, Pedro Secundino
Monde Lint, deu 3 fallas abonadas e 2 nos mezes
anteriores ; 11. 61, Ignacio de Loyola Souza Jnior,
deu 2 faltas sendo 1 nao abonada e 8 abonadas nos
mezes anteriores ; n. lii, Benjamim Plrilo Nogucira,
dea 2 fallas, sendo 1 no abonada o7 abonadas nos
mezes anteriores ; u. 65, Jos Gonc,alves de Moura,
deu 1 falta nao abonada e 5 abonadas nos. mezes an-
teriores ; n. 66, Jos Manoel de Freitas, deu 1 falla
abonada e 1 nos mezes anteriores ; n. G7, Braulino
Candido Mendes, den 2 fallas abonadas e 2 nos me-
zes anteriores; o. 68, Jesuino Claro dos Santos e
Silva, deu 1 falta abonada ; n. 69, Tiloma/. Antonio
de Piula Pessoa, dtu 3 faltas abonadas e 3 nos me-
zes anteriores ; a. 70, Thomaz Garcez da Rocha Vas-
coucellos Montenegro, dtu 2 fallas abonadas e 3
nos mezes anteriores.
Terceifo anno.
N. I. Agoslioho Ermendo de Lelo Jnior, den 1
falla-abonada ; n. 2, Alvoro Nstor de Albuquerque
Mello, deu 1 falta abonada e 3 nao abonadas Sos
mezes anteriores ; o. 3, Aniceto Jos Borges, deu 5
faltas, sendo 1 nao abonada e 7 abonadas nos mezs
anteriores ; n. 4, Antonio Joaquim Correa de A mu-
jo, deu 1 falta abunada ; n. 5, Antonio Joaquim
Franco de Si, deu 2 faltas, sendo 1 nao abonada e 3
alionadas nos mezes anteriores; n.7, Antonio Lopes
de Mendonra, deu 7 fallas, sendo 3 nao abonadas e
3 abonadas nos mezes anteriores ; u. 8, Aurelio
Ferreira Espinheiro, deu 5 fallas, sendo 2 nao abo-
nadas e 2 abonadas nos mezes anteriores ; oj. 9, pa-
dre Candido d Souza Requiso, deu 3 fallas abona-
das e 2 nos meze anleriures ; n.* 10, Antonio Co-
lumbano Scraphieo de Assis Carvalho,' deu 5 faltas,
sendo 1 nao abonada' c 11 abonadas nos mezes ante-
riores ; 11. 1-1, Cordolino Barbosa Cordeiro, dea 3
fallas abonadas e 5 nos mezes anUrlor.es. sendo 3
nao.abonadas ; n. 12, Domingos Antonio Alves R-
beiro, deu l'falla abonada c 4 nos mezes anteriores,
sendo 2 nao abonadas ; n. 13, Francisco Ferreira
Correia, deu 1 falla abonada e 2 nos mezes anterio-
res : n. 15, Francisco Teixeira de S, den lilallas
abonadas e 3 nos mezes anteriores, sendo duas na
abonadas: n. 16, GentiThomem deAlmeida Braga;*
dea 5 fallas, sendo 2 tilo abonadas e 5 nos mezes
anteriores, sendo 2 nao abonadas ; n. 17, Hnralo
deAlmeida Souto, deu i falla abonada e 1 nSo abo-
nada nos mezes anteriores; n. 18, Hermogenes S-
crates da Silva Tavares de Vasconcelli, deu 1 falla
rima ; n. %, Emiliarto Castor d'Araujo, dea liw- Na col,formdadeda requiirao feita
'19, Joao d*Agujar Telles de Mnczcs, d#u 4 fallas
abonadas e 8 nos mezes anteriores .sendo 3'n.lo abo.
nadas; n. 20, JooCarneiroTieo, deu 7 fallas, sen-
do I nao abonada e2 nos mezes anteriores abona-
das ; n. 22, JobGoncaives da Silva Monlarroios,
deu 2 fallas abonadas ; o. 23, Joao Severiano Car-
neiro da Cunha, do 1 falla abonada e 2 nos. mezes
anteriores; n. 26, Jos6 Jorge Carvalhal, "deu 1 falta
nao abonada ; n. 27, Jos Mara Ribciru Paragoassi'i,
deu 2 faltas abonadas o 1 us mezes anteriores ; n.
28, Jos MarquesCamchu, dea 4 fallas abonadas e
2 nos mezes anteriores ; n. 29, Ladislao Acrisio de
AlmeiJa Fortuna, deu 2 faltas abonadas e 11 nos
mezes anteriores, sendo 1 nao abonada'; n. 30, l.uiz
KodriguesjNunes, deu 1 falta* nao abonada'; n. 33,
padre Joaquim Graciano de. Ajaujo, deu 2 faltas
abonadas e 4 nos mezes anteriores, aando 3'nao abo-
nadas ; n. 35, Joao Baplista du Amaral e. Mello.
deu 1 falla abonada e" 11 nos mezes anteriores ; n.
36, Antonio Jos d'As>umpc,So Neves, dea-2 fallas,
sendo 1 nao alionada e 6 nos mezas apleriores,"sen-
do 2 nao abonadas ; n. 37, Manoel Carneiro de Oli-
veira Junqueira, deu 7 (Alas abanadas e 8 no* me-
zes anteriores, sendo 7 BSo abonadas ; n. 38, llen-
rique Cerqueira Lima, deu 3 faltas abonadas e 8
na* abonadas nos mezes anteriores ; n. 39, Anloni
Jos d'Alcovia, dan 2'faltas, sendo 1 nao abonada c
4 nos mezes anterioreaT sendo 3 nao alionadas ; n.
40, Antonio Pinto da Rocha, deu 2 fallas abonadas
3 nos mezes anteriores, sendo 1 nao abonada ;
n. 11, l-'ilippe de Mello Vjsconcellos, deu 2 fallas,
sendo 1 n3o abonada e 6 nao abonadas nos mezes an-
teriores n. 42, Fancisco Jos Cardoso Guimaraes
Jnior, deu 5 fallas, sendo 1 nao abonada e 7 nos
mezes anteriores, sendo 6 nao bnadas ; n. 43, Joao
Bernardo de Magalhaes, deu 5 fallas, sendo 2 nao
abonadas e 2 nao abonadas a** mezes auleriores ;
u. 44, Tilo Augusto Perera de Maltos, deu 2 faltas,
sendo 1 nao abonada ; n. 45, Antonio Jos de Cas-
tro Lima, deu 5 faltas abonadas e 1 nos mezes an-
leriures ; n. 46, Jorge Augusto de Brilo Ingle/, deu
1 falla abonada ; n. 47 Manoel Alves de Lima Gor-
dlho, deu 1 falla abobada e 22 nos mezes anterio-
res, sondo 5 nao abonadas ; n. 49, Jos Francisco
de Laceida, du 1 falta nao abonada e 4 abonadas
nos irfez.es anteriores '; n. 50, Tilo da Silva Machado,
deu 1 falla nao abonada 2 abonadas nos mezes
anteriores ; n. 51, Manoel Jos Marinho da Cupha
lunior, deu 3 fallas abonadas e 1 nos mezes ante-
riores ; n. 52, Braulio Rotnulo dos Santos Colonia,
deu fallas, sendo 2 nao abonadas e 4 nao abona-
das nos mezes anteriores; n. 33, Antonio da Cunha
Xavier de Andrade.deu 1 [alta uao'abouada e 3 nos
mezes anteriores, sendo 1 nao -abonada ;n. 54, Miguel
Cerqueira Lima, deu 7 fallas abooadas e 3 nao ab-.
nadas nos mezes anteriores; n. 56, Basilio Quaresma
de Araujo Torreo, deu 1 falla abonada e 7 nos mezes
abonada, c 15 nos mezes anteriores ; n. II, Fernau-
do Alves de Carvalho, deu 1 falla abonada, e 4 nos
mezes anteriores; u. 12, Fernando Vieira ffe Soaza,
deu 2 fallas abonadas, c 1 nos mezes auleriores; n.
13, Francisco Baplisla da Cunta Madureira, den 1
falla abonada e 18 nos ezes anleriores ; n. 14
Francisco Dominguos da Silva Jnior, den! falla
abonada e 5 nos mezes anteriores ; n... Francisco
Joaquim da Silva, deu 4 faltas abonadas e 3 nos me-
zes anteriores; n. 17, Franklin Washington do Sou-
za Reg, dea 2 faltas abonadas e 4 nos mezes ante-
riores ; n. 18, Fructuozo Ribeiro, deu 1 fa'.ta abo-A
nada ; n. 19, Gustavo Gabriel Coelho de Sampaio.
den 4 fallas abonada} e 13 nos mezes anleriores; n.
20,' Heraclilo d'AJencaslro Pereira da Grara, den 1
falta abonada e 12 nos mezes anteriores ; n. 21,
Herculano de 'Mendonra Vasconrellos Diniz, den. 1
falla abonada o 7 nos mezes-anleriores ; o. ?2, Ig-
nacio Alves Nazarelh, deu 1 falla abonada e 2 nos
mezes anteriores ; n. 23, Inocencio Pinheiro Cor-
rea, dea 7 fallas abonadas o 5 nos meces anteriores')
n. 24, Joao Alfredo Corra -JeOliveira e Andrade,
dea 4 fallas abonadas c 10 nos mozas auleriores; n.
Joao Antonio dos Sautos, perdeu o anuo ; n. 27,
JoSo Vicente Pereira ulra, deu 4 fallas abonadas
e 2 nos^mezes anteriores ; n. 28, Joaquim Antonio
da Silva Barata, deu 1 falla^abonada e 5 nos mezes
anleriores ; n. 29, Joaquim da Costa Brralas J-
nior, deu 2 faltas abonadas e 4 nos mezes interiore ;
n. 30, Joaqun; Gomes da Silveira Jnior,|deu 3fal-
las abonadas e7 nos mezes anteriores.; n. 31, Jos
Bonifacio de S Pereira, dea S faltas abonadas el
nos mezes anteriores ; n. 32 Jos Mendes Carneiro
LeSo Jnior, deu 2 fallas abooadas; n. 34,1.eopol-
dno Delfiuo de Abreu, deu'3 fallas abooadas e 5 nos
meie/teleriores ; n. 35, Luiz Antonia Pires, den 2
fallas abona Jas e 9 nos mezes anteriores; n. 36,
Manoel Joaquim Piolo Lisboa, deu 42 faltas abona-
das e 7 nos mezes anteriores; n. 37, padre Palri-
cio Manoel de Souza, deu 1 falla abonad,, a 12 nos
mezes anleriores; o. 38, Ricardo Amavel Rodrigue*
deu 2 hilas abonadas e 13 nos mezes anteriores ; n.
39 Theophilo Feoelon deAlmeida Fortuna.den 1 falla
abonada c 2 nos mezes anteriores ; |u. 41, Anonio
(iiiilherme de Figueiredo, dou 7 fallas abonadas e
9 nos mezes anteriores ; n. 12 Francisco Augoslo
da Costa,'deu 3 faltas abonada* c 21 nos mezes an-
teriores ; n. 43. Josa Rufino Pessoa de Mello, dea 3
tillas abonadas e 3 no* mezes anteriores; n. 44, Joao
Fui/. S,lu es Marlins, deu 1 falla abonadle 4 nos
mezes anleriores ; t>. 46, Joaquim Rodrigues Seises
deu 2 faltas abonadas c 2 nos metes anteriores ; n.
18. Mauoel Garca Gil Cimente), deu 1 falla abo-
nada ; n. V.), Pedro Antonio Falclo Branda?, deu 2
fallas abonadas e 6 nos mezes anteriores ; n. 50,
Pedro Vellozo Rebcllp, dea 5 fallas abonadas e 10
nos mezes anteriores ; n. 52, Serafim Muniz Brrelo
deu 1 falla abonada e 4 nos mezes anteriores ; n.
53. Carlos Aognslo Ferraz de Abren, den 2 faltas
abonadas e 2 nos mezes anteriores ; n. 54, Gamillo
Jos Pereira de Faro Jnior, dea 2 fallas abonadas
e 8nos mezes anleriores ; n. 55, Francisco Antonio
Pessoa de Barros, dea 10 fallas abonadas c 9 nos
mezes anteriores ; n. 57, l.uiz Francisco [da Veiga,
deu 7 fallas" abonadas e 9 nos mezes anleriores ; n.
61, Franciato Luiz Aniones de Campos deu'5 faltas
abonadas e 3 uos mezes anleriores ; n. 62, Francisco
Ferreira Bandeira, dea 1 falla abonada e 1 nos me-
zes auleriores ; u. 63, Antonio Ferreira Garcez, deu
1 falta abonada e 4 nos mezes anleriores : n. 64,
Jos Honorio Bezerra de Menezes deu 4 fallas abo-
nadas c !> nos mezes anteriores ; n. 65, padre Joa-
quim da Asjumprao Saldanha, den 1 falla abonada
e 8 nos mezes anteriores ; n. 66; J uv'encio Abaos Ri-
beiro da Silva,' deu 1 falla abonada e 3 nowRezes
anteriores ; n. 67, Luiz Marques Pinto Wandtrley,
deu 2 faltas abonadas e tinos mezes anleriores ; n.
68, Eneas Jos Nogueira, deu 3 fallas, sendo 1 nao
abonada e 9 abortadas nos mezes anleriores ; n. 69,
Francisco Piulo Pessoa, den 4 faltas abonadas e'9
nos niezes anteriores; n. 71, JoSo Gomes Ferreira
Vellozo, deu 8 faltas abonadas e-3 nos mazas ante-
riores. '
Quinto anno.
Numero 1, Annibal Andre Ribeiro, deu 1 falla
abonada e 1 nos mezes anteriores ; n. -2, Antonio
Marques Rodrigues teu 6 falta* abonadas e 5 nos
mezes auleriores; n. 4, l-'elisbino de Mendpnr,a Vas-
concellos Diniz, deu 3 faltas abonadas e 4 nos mezes
anteriores ; n. 5, Francisco Mendes Pereira Jnnior,
**-*-fiata pelo consellio de direetjao do
illanco^*^-^-aambuco. he convocada a as-
amblea G^-.UOo^nhores accionistas, pa-
ra reujiiaoorctia^iaS^^ 51 dy corren-
te, as 11 horas dainaiiliaa.-rnea levar-se 1
elieito odisposlo noart.oO dosre"!
estatutos.Recife 1 i de julho de
Barao de Camaragibe, presidente.Jone
Bernardo Garv5o Alcoforado, primeiro se
creta rio.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco scca sobre
a praca da Bahia, c contina a tomar
letlras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de jlinlio de 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
COKSELHO ADMINISTRATIVO.
O coniellio administrativo, em virtade de aulori -
sarao doEim. presidente da provincia, tem de com-
prar os objectos seguintes:'
Para o 10. batalhao de infntaria.
liotes convexos grandes e lisos de metal dourado
2800 ; ditos pequeos ditos 1600.
Quera os (quzer vender aprsenla as suas propos-
tas na secretaria do cousullto administrativo lis 10
horas do dia 26 *o corrente mez.
Secretaria do conscihoadmiuistralivo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 19 de julho de 1855.
Jase de Brilo Inglez, coropel presidente. BerA
nardo Pereira do Carino Jnior, vogal esecre-
tari o.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende sahir com muita brevidade.
o patacho nacional CONFIANCA, porter
parte do seu carregamenfca prompto:
para o resto "da carga e escravos 1 frete,
trata-se com os consignatarios Novaes tV
Companhia. na ra do Trapiche n. 34>,
u com o cap tao na praca.
PAILA A BAHA.
Salte T^jresent semana o hiate nacio-
nal AMLLIA;-p^*^erparte do seu carre-
gamento promptoT"^^ resto da care
e passageiros, trata-se co
consigna-
deii 6 fallas abonadas e 10 uos mezes anteriores, sen-
do 1 nao abonada ; n. 87, Jos Gomes de S Brre-
lo, deu 1 falla nao abonada e 12 nos mezes an-
leriures.
Segundo anno.
N. 1, Agnello Jos Gonzaga, dea 1 falta 'abonada
e 1 nos mezes anteriores ; n. 3, E Inardo da Silva
Rabello, deu 2 fallas abonadas o 2 nos mezes ante-
riores ; o. 4, Filippe Honorato da Cunh Minina,
deu 1 falla abonada e 5 nos mezes anteriores, sendo
2 nao abonadas; n. 6, Francisco Jos^Martins Peqna
Jnior, dea 1 falta abonada e 1 nos mezes anterio-
res ; n. 7, Francisco l.uiz Correa de OJiveira An-
drade, deu 2 faltas abonadas e 2 nao abonadas no
mezes anteriores ; o. 9, Joaquim Ignacio Alvares
le Azevedo, deu t'falta abonada e 2 nos mezes an-
teriores ; n. ..... Joaquim Jos de Olivcira Andra-
de, dea 3 faltas, sendo 1 nao abonada e 3 abonadas
nos mezes tenores ; n. 12, Jos Calandrini de
Azevedo, deu 2 fallas,*sendo 1 nao abonada e 3 abo-
nadas nos mezes auteriores ; n. 13, Joao Jovehcio
Ferreira de Aguiar, deu 8 fallas, sendo 4 %ao abo-
nadas e '1 abonadas nos mezes anleriores ; n. 14, Jo-
s Mariano da Costa, deu 1 falla abonada e 2 nos
ica que acompauha o periodo lgido, o
palenteam aos olhos do observador como se fora :5a, mezes anteriores ; n. lo, Jos Silvano Hermogenes
ra aperlado sobre o sein.... mas eu careca esludar,-' **"abonada e I nos mezes anteriores ; n. 19. deu 8
e s guando de lodo me vi compenetrado de um co-
nhecimenlo cabal a semelnante respeito foi aue sahi
de Pari. .
Dr. C. Chidloe.
COMMERCIO
PRAGA DO rfECIFE 25 DE Jl'LHO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colacc oilichics.
Frele para assucar20| para Liverpool 5 %
Dito dito algodao1)2 d. para dilo idem.
ALPANDEGA.
Rendimento do da 2 a 21. '.
dem do da 25 ..... ,
26859f005
16:5168953
279:3759958
Detearregam hojeR dt julho.
Barca iuglezaCounlett 0/ Zetlanimercaderas
e taitas.
Brigue inglez(Vynt/u'abacalho.
Briguejiuglezcineidem.
Polaca sardaMaria Ellzadiversos gneros.
Brigue brasileiio.V/arta I.uziafamilia de trigo.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 2 a 24.....25:2098320
dem do dia 25....... 1:690-090
26:8998510
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 2 a 24. ,
1:364*477
faltas abodadas e 1 nos mezes anleriores ; n. 23,
Paulino Ferreira da Silva, deu 5 fallas abonadas o
8 nos mezes anteriores ; n. 24, Pedro de Albuquer-
que Aulrao, deu 1 talla abonada e 3 nos mezes an-
teriores, sendo 1 nao abonada ; n. 26, Raymundo
Borges Leal Caslello Branco, deu 4 fallas abonadas;
n. 30, Landclino Tertuliano Mariuho Falcao, dea 4
fallas abonadas o 22 nos mezes anteriores ; n. 32,
Antonio Jos de Amorira, deu 3 fallas abonadas e
4 nos mezes anleriores ; n. 33, Ernesto Francisco de
Lima Santos, deu 1 falla abonada e 2 us mezes an-
teriores ; n. 34, Ensebio de QneirozMaltoso Kibcin
den 1 fallas abouadas e 3 nos mezes anleriores ; n.
35, Franklin Americo de Menezes Doria, deu 1 falla
abonada e 2 nos mezes anleriures ; n. 36, Innocen-
cio Jos de Almeida, deu 15 fallas abooadas e 14 nos
mezes anteriores ; n. 39, Manoel Candido de Arau-
jo Lima, deu 1 falla abonada e 2 nos mezes ante-
riores ; n. 40, Salvador Vicente Sapucaia, deu 2 fal-
tas abonadas e 3 nos mezes anteriores ; n. 42, Anle-
ro SimOcs da Silva, deu 3 fallas abonadas c 3 nos
mezes anteriores ; n, 43, deu 5 faltas abanadas e 2
nos mezes anteriores ; n. 45 Virgilio Alves de Lima
Gordilho, deu 2 faltas abonadas e 3 nos-mezes ante-
riores; n. 46, Manoel Pesolo de l.accrda Wernek,
deu 11 faltas abonadaset nos mezes anleriores; n. 47,
Juliao da Costa Monteiro, dea2 fallas abonadas e
4 nos mezes anteriores; n. 48, Antonio Joaquim de
Continuando* a doenca do actor Jos
da Silva Reis, e com mais gravidade que
na semant passada, dei\ de haver hoje O
espectculo annunciado em beneiicio do
actor Jorge, o (jual lica para gm dia da
semana prxima que se annunciara'.
JBEATitiHiTPOlLO.
Sociedade dramtica emprezaria
SABBADO 28 DE JULHO.
Depois tic eieculda urna bella ouvertura 'subir
i scena pela primeira vez o novo, e encllente dra-
ma em 5 aclos original portugaez do Sr. Francisco
Luiz Machado, intitulado
AMOR .FI&I&X.
OU
OS SALTEADORES DA 1I0Y1 AMIA DO POBRE
DENOMINACAO' DOS ACTOS.
1. actoA miferia.
2." diloA louca.
3. diloO chele de salteadores.
4." ditoO reconhecimento.
5. ditoO pcrdo.
Ptrfnagem.
Ricardo, filho de l.uiza. .
Francisco, idem.....
Joao, camponsz chamado
Pobre* '. .' .- .
Mauricio, amigo de Ricardo.
Miguel", jardinetro. .
1.",salteador......
2.- dito. ......
Roberto, menino de 8 annV:
l.uiza. "..'....
Emilia,' fillta de Joao. .
P n Amalia.
AclorK.
0 Sr. Bezerra.'
o Lisboa. 1
9 u Senna.
. finio, i
.' - Monteiro. Lima.
* a
* 0 Rozendo. y
t * Loizinha.
. A Sra. D. Leopoldina
D n * i) Leonor.
mezes anteriores ; n. 85, Rufino Coelho da Silva, Ulteriores, sendo 2 rto abonadas ; n. 57, JoSo de
equino Gaspar, deu 2 faltas abonadas ; ir. 58, Vi-
cente Cyrillo Marinho. den 1 falla abonada e 4 "nos
mezes anteriores ; n. 59, Josc Joaquim de Oliveira
c-Silva, deu3 faltas abonacTas e 1 nos mezes ante-
riores ; n. 60, Joao Coelho Bastos, deu 8 fallos,sen-
do 1 nao abonada e 9 nos raezce anleriores, sendo 1
nao abonada ; n. 61, Francisco, Maria Sodr Pereira,
deu 1 falla abonada e 4 nao abonadas nos mezes an-
teriores ; n. 62, Manoel daFonseca Xavier de An-
drade, deu 1 falta iMUfae 5 nos mezes anleriores,
sen lo 2 nao abonadas ; 0. I3, Julio Augusto da Sil-
va, deu 4 faltas abonadas e 2 dos mezes anteriores,
sendo 1 nao abonada ; n. '5, iuLlt'beiro de Al-
meida Santos, den 2 faltas abonadas e 7 nos mezes
anleriores, sendo 4 nao abonadas ; n. 66. Conrado,
Alvaro de Cordova Lima, den 3 fallas, sendo 1 n8o
abonada e 6 nos mezes anteriores, sendo 3 aao abo-
nadas ; n. 67, Manoel Anlonio Morcira, deu 3 fat-
ulas abonadas e 4 dos mezes anleriores, sendo 1 nao
abonada ; n. 68, Jos Leandro de Godoy e Vascon-
celos, dea 2 faltas abonadas 1 nao abonada nos
mezes anteriores : n. 69, Raymundo Augusto deS,
deu 2 fallas abonadas; n. 70, Manoel Flismontanha
Ribeiro Soares, perdeu o anno ; n. 71, Manoel Fi-
gueiroa de laria Jnior, deu 1 falla abonada; n.
72, Jos do Mendonra Reg Barros, den 1 falla abo-
nada e 2 us metes anteriores, sendo ama nao abo-
nada ; o. 73, Filippe Xavier de Almeida, deu 8
fallas, sendo 2 nao abonadas e 5 nao abonadas nos
mezei anleriores ; n. 74, Segismundo Coelho Leile
da Silva, dea 3 faltas abonadas ; n. 75, Jos da
Rocha Vianna, deu 2 fallas abooadas e 4 nos mezes
anteriores, sendo 3 nao abonadas; n. 76, Joo Pei-
xolo de Miranda Veras, den 9 faltas nao abonadas e
6 us mezes anleriores, sendo 2 nao abooadas ; n.
77, Joaquim Thcoduro Cisneiro de Albuquerque,
deu 1 falla nao abonada e i nos mezes anleriores,
sendo 2 nao abonadas ; n. 78, Tertuliano Ambrosi-
110 da Silva Machado, deu 1 falla nao abonada e 9
nos mezes anleriores, sendo 4 nao abonadas; 11. 81,
Domingos Monteiro Peixoto, den I falla abonada e
5 uos mezes anteriores, sendo 3 au abonadas.
Quarlo anno.
Numero 2, AHino Lelil de Moraes Reg, deu 2
faltas abonadas, e 4 nos niezes anleriures ; n. 3, An-
tonio de Sampaio Almendra, deu 2 fallas abonadas
o 6 nos mezes anteriores n. 4. Anlonio I elle* da
Silva Lobo Jnior, deu 3 fallas abonadas, e 2 nos
mezes anleriores ; n. 6, Augusto Carlos d'Almaida
Albuquerque, deu 2 fallas abonadas, c 4 nos meces
auleriores ; n. 6, Aurelio. A. Pires de Figueiredu
Camargo, deu 2 fallas abonadas, e 1 nos meze*
anteriores; n. 7, Claadiano BezerraCavalcanle, deu
2 fallas abonadas, e 4 us niezes anleriores ; n. 8,
Dioniio Rodrigos Dantas, deu 2 faltas abonadas, e
9 nos mezes anteriores: n. 9, Emigdio Marques
Santiago, deu 1 falla abonada, e 2 nos mezes anle-
deu 2 fallas abonadas^ n. 6,. liaslao Ferreira de
Gouveia Pimenlel.'deu 1' falta abonada e 3 nos me-
zes anteriores ;n.7, Joao Augusto de Padua Fleury
deu 4 faltas abonadas e 3 nos meze! anterioras ; n.
8, Joao Evangelista Martina, deu 4 faltas abonadas e
1 nos mezes anteriores ; n. 9. Joaquim do Nasci-
mento Cosa Cunha e Lima deu 4 falsbonada* e
4 nos mezes anteriores ; n. 10, Joaquim Alendes da
Cruz Guimaraes Juniur.deu 6 faltas abonadas,o 4 uos
mezes anteriores; p. 11, Jos Anlobio Rodrigues,
feo 4 fallas abooadas e 1 nos mezes anleriores ; 11.
13, Julio Amando de Caslro, den 2 fallas-abonadas
e 14 nos meze* anleriores, sendo 1 nao abonada ; n.
15, Zeferino de Almeida Piolo deu 5 fallas abonadas
e 1 nos mezes anleriores ; n. 20. Salusliano Orlando
de Araujo Costa, dan 2 rallas abonadaaje 2 nos me-
zes anteriores ; n. 21, Fraucisco de Paula Salles J-
nior deu'i faltas abonadas e 1 nos mezea anterioras;
n. 22, Jos Vicente de. Azeredo Coutinhorden 2 fal-
tas abonadas e 5 nos .mezes anteriores ; n. 23,
Agoslinho da Silva Vianna.'deu 4 faltas, sendo 1
nao abonada e 1 abonada nos mezes anteriores ; o.
24, Manoel do sascimenlo Machado Porlella, deu 2
faltas abonadas e 19 nos mezes auteriores ; n. 25>
Joaquim Jos de Miranda Jnior, deu 3 faltas abo-
nadas ; n. 26, Jo3o dos Santos Neves Jnior, dea 5
ralla, sendo 2 nao abonadas e 1 nos mezea anterio-
res ; n. 27, Jos Maria da Silva Velho, deu 2 faltas
abonadas e 1 nos mezes anteriores ; n, 28, Jos Ca-
elatio de Araujo, deu 7 faltas, sendo 2 nao abonadas
e 8 nos loe/es anteriores ; n. 29, Pedru Chrisologo
da Costa breu, deu 1 falta abonada e*5 nos mezes
anteriores ;j. 31, Carlos Tueodoro de Bustamaiile,
do 7 faltas abonadas e 9 nos mezes anterioras ; n.
32, Luiz Gome Pereira dea 7 fallas abonadas e 4
uos mezes anleriores ; n. 33, Anlonio. de Avila
Pampia e Caslro, dea 2 faltas abouadas a 3 nos
mezes anleriores ; n. 34, Jos Roberlo.de S Ri-
beiro, deu 1 falta abonada; n. 35, Saluslio Pereira
da Molla, den 3 fallas abooadas ; o. 36, Joao dos
uitos Sarahyba, del) 2 fallas abonadas e 6 nos,me-
ses anteriores ; n. 37, Joaquim llyp'olilo Ewerlon
de Almeida, deu 1 falta abonada ; 11. 38, Gustavo
Julio Piulo Pacca, deu 3 faltas abonadas e 3 nos
mezes anteriores ; n. 39, Luiz Carlos do MajSlhaes
Breves, deu 2 faltas abonadas e 2 nos mezeT ante-
riores; n. iO, Joaquim Baplisla Rodrigues da Sjlva,
dea 2 [altas abonadas e 1 nos mezes anteriores; n.
2, Mariano Joaquim da Silva, den 4 faltas, sendo 1
nao abonada e 6 abonadas nos mezes anleriores; n.
43, Daniel Eduardo de Gouveia Portugal, den 4
fallas abonadas e 2 nos mezes anteriores ; n. 44,
Joaquim Ayres de Almeida Freilas, deu 2 faltas
abonadas.
Secretaria da Faculdade da Di roilo da cidade do
Recife 18 d julho de 1855.Eduardo Soares de
Albergara, secretario interino.
.Pela subdelegacia da freguezia da Boa-Visla
se faz publico, que fra apprehendido em poder de
um almocrevc, um cavallo caslanlio, que consla ha-
ver sido furtado da cidade da Victoria : seu legitimo
dono comprela perante esta subdelegacia.
Subdelegacia da freguezia da Boa-Vista 25 de. ju-
lho de 1855.O subdelegado em ezercicio,
A. F. Martint Itibeiro.
Pela subdelegacia da fregaecia di Boa-Vista se
faz publico, que fra recolbido a cadeia desla cidade
por andar fgido, o prelo Joao, que diz ser escravo
de Francisco de Tal, carapina, morador em Marico-
la : seu senhor comprela perante esta sabdelegacia.
Subdelegacia da freguezia da Boa-Vista 25 de ju-
lho de 1855.O subdelegado em esercicio,
al. F. Martint Ribeiro.
Carlas seguras disientes na adminislrai-3o do
corrcio desta cidade, para os Srs. : Antonio fionc-al-
ves Ferreira, Anlonio Josd* Alrovia, Anlonio Mu-
niz Sodr de AragSo, Carlos de Moraes Camis3o,
Caelano de Castro, Domingos Francisco de Souza
Leio, D. Francisca Senhorinha de Mello Albuquer-
que, Francisco Antonio Pessoa de Barros, Fraucisco
Baptisti da Cunha Madureira,. Francisco Jos de
Amorim, Francisco Pereira de Barros e .S'ilva, llen-
rique Pereira de Lucena, Justiniano Augusto de
Oliveira Paula, Joaquim Barbosa da Silva, Joaquim
Mauricio Wanderley, Joao Antonio'da Piedade,
Joo Firmino Correa de Araujo, Jo3o Joaquim da
Cunha Roa* (2;. Jos Antonio Ferreira Adriao, Jos
Juliana, mullier de Miguel,
Salteadores.
A acco lie passada em Portugal, na provincia do
MiuhooM aclo em casa de l.uiza ; o 2 em casa
do Joao ; o 3 no bosques ; o 4 e 5' ora casa de
JoSo. Os muitos applausos cbm que este bello drama
tem sido representado no theatro do Rio de Janeiro,
nos animam a assegnrar ao respeilavcl publico a bo'a
Mcolha que fizemos para bem agradarmos, a quem
ua noite de sabbado nos coadjuvar com a soa con-
currencia.
Terminar o espectculo com a applaudida farra.
tarios Novdtesti C. na ra do Trapfsjajen.
54, ou com o capita no trapiche doah-
godo-
Companltia Ilrasileira de Paquetes de
Vapor.
O por
Imperador,
commandart-
te o 1 len-
te Torretao,
espera-se dos
porto do nor-
te em 30 do
correte a
[seguir para
tul no mes-
mo dia da
sua chegada:
recebenf-se passageiros e cncommendas. na agencia,
ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
O Paran espera-se da Eoropa a qualqucr hora,
e seguir para o Rio no mais curto espaco possivel,
tocando na Babia. .
' Ao Rio de
Janeiro.
O brigue nacional MA-
RA LUZIA vai seguir em
poucos dias : para a ter-
ca parte do seu carrega-
niento que llie taita e es-
cravos afrete, paraos quaesda' as melho-
res accommodaroes, trata-se com os con-
signatarios Antonio de Almeida Gomes
Si C, na na do Trapiche n. 16, segun-
do andar. .
LEILOES.
Sabbado, 28 do correnta, noaneio dia *m pon- ,
(o, o, agente Oliveira farleilaOem seu ateriptorio,
dos predios seguiote* : urna casa terrea, sita ua roa
de Dorias u. 82 ; urna dila de 4 andares, na ra No-
va n. 19, a qual rende annnalmente rs. 1:200fi00 ;
oulra terrea, na ra da Roda n. 26, qne rende rs.
I449OOO, e oulra no becco Tajado, nos fundos da
casa da ra Nova a. 21, que (ambara rende animal-
mente rs. 723OOO, sendo as tres ultimas foreiras: os
prelendentes silo convidados a examinar anticipada-
mente osaniencioniido* predios.
-, O agente Borj far leilao em sea armazem na
ra- do Collegio 11. 15, seita-feira 27 do corrente
de um grande e variado sorlimento de obras do i08r-
cineira novas e usadas, urna porcSo de loaaja lina
para mesa, vi iros, relogios para alglbeira, patente
inglez, soisso e horisontal, obras de ouro e pralt, e
oulros muitos objectos que se acharo patentes no
mesmo armazem r-o dia do leilao, e ao meio dia em
ponto irao tambera a leilao os movis da massa falli-
da de Leopoldo d Silva ijueroz, poA>rdem da ad-
miuistnKaoda misma massa.
* Oagente Oliveira far cilio, a requerimento
do depositario da massa fallida de Andr Naaaar, e
por despacho do lllm. Sr. Dr^juiz do cemmercio, de
dous opljmos escr; vos menores, de 12 a 14 araos de
idade.hj pothecades a dito fallido em 18 de marco de
1853: oinla-feira, 2 de agosto proiimo,ao meio dia
em ponto, no escriptorio du mencionado agente, ra
da Cadeia de Recife. <
O agent* Borja, por aulorisajao do IUm. Sr.
Dr. juiz do direilo do commercio, requerimento de
Amonio <0 S Lopes Fernandes, fara leilao da ta-
berna, que foi do fallecido Antonio Lopes Moreira,
sita na ra larga Jo Rosario, consislindo na arma-
?So e gneros exilenles na dita laberaa: sabbado,
28 do corrente, ao meio dia em ponto.
AVISiOS DIVERSOS
A.BODA VIVA.
Os bilheles acbampe venda no mesmo Ihealro
todos os dias, das 10 horas da manhaa as 2 da larde,
e no dia do espectculo uo escriptorio do theatro.
Principia as 8 horas. ,
SAL AO'DE BAILES PBLICOS,
."^a-^Bx.
RA DA PRAIA, CASA EM
. QUE FOIOUTR'ORA
O THEATRO PH1LODRAMA-
TICO.
GRADES BAILES DE MASIMVS.
M 28 DE JULHO E DE AGOSTO.
Nos dias cima indicados terao lugar neste salgo,
qae foi preparado de proposito, e se acha ornado com
brilhante luio e todo o goslo, os dous primeiros in-
tretenimeotosdasle genero, que ah sao oflerecides
a* rcspeilavel publico desla grande cidade, Uo ca-
recido de boas distracQSes-,
As 8 horas da noite a banda de msica do 2. ba-
talhao da gaarda nacional desle municipio, dirigida
pelo hbil professor o Sr. Ilermorgenes, annunciara
o comer do baile, e pelas numerosas e variadas pi-
cas de seu repertorio deiiar o publico plenamente
salisfeito. Ao Sr. meslre-sala est incumbida a direc-
Icflo e boa ordena dos bailes, os'.qoaes terminar;o
sempre as 2 horas, pouco mais ou menos.
Convida-se, portanlo, a todos os amadores, nao t
a virem ver com precedencia o magnifico salao dn*
bailes pnblicos, como tambem a prevenirem-se dos
necessarios bilheles de entrada para cavalleiros, pois
que as damas lero entrada gratis. Ditos bilheles
acham-se desde j venda tnicamente na ra do
Collegio n. 18, primeiro andar, e as vesperas e das
dos bailes, no escriptorio da casa do mesmo salan.
Pi%o2Jt000.
AVISOS MARTIMOS.

Antonio Halo, Jos de Mendonra Reg Barros. Jos
Roberto de Moraes e Silva, Luiz Francisco da Veiga,
Lino Jos de Caslro Aranjo, Ludgero ancalves
Dias, Manoel Jos Ribeiro Cavalcanli Lima, Manoel
Thomaz dos Sanios.
Real Companhia de Paquetes inglezea
a Vapor.
No dia 31
deste mez es-
pera-se da Eu-
ropa, um dos
vapores Ja real
companhia, o
qual depois da
demora do cos-
tume seguir
pira o sal: pa-
ra passageiros, ele, trata-se com os agentes Adam-
son llowie& C, ra do Trapiche-Novo n. 42.
Para a Bahia,
o Imite Aoce Olinda sabe breve por lea o seucarre-
gamento quasi prompto ; para o retanle, trata-se
com Tasso Irmaos.
Para o Porto e Lisboa.
A nova e mailo veleira barca Santa Clara, ca-
pullo Loureoco Fernandas do Carmo, seguir at
o'fiuido corrente mez, por ler maior parle do.car-
regamenlo prompto : para o resto e passageiros tra-
ta-se com os consignatarios Barroca & Castro na
ra da Cadeia do Recife u. 4, ou com o capillo na
praca. .
Para Aracaty o hiate Curreio do Norte segu
com brevidade ; para o resto da carga, trata-se com
Caelano Cyriaeo da C. M., ao lado do Corpo Santo
n. 25.
Para o Cear e Maranhao segu o palhaboie
t-'enut, c-ipilao e pralico Joaquim Antonio G. San-
tos : recebe carga e passageiros: a tratar com Cao-
laiiu Cyriaeo da C. M. ao lado do Corpo Santo n.25.
Para o Porto coin escala por Lisboa, segu
com a maior brevidade o brigue porluguez Bom Su<>
cato por ter parle da carga prompla : quem 00 mes-
mo quizer carregar eaj*r de passagem, para o que
tem aceiados coraatndos, dirija-se aos consignatarios
Thomaz de Aquino Funseca cv FilliSna ra do Vi-
gario o. 19, primeiro andar, ou aarrpiao o Sr. Ma-
noel G. dos Santos l.essa, na prrra.
Para o Aracaty sahe o hiate Aurora : quera
quizer carregar ou ir de passagem, trata-se com Mar-
lins & Irmao, roa di Madre de Dees n. 2.
Esta TVPOORAPHLA precisa de
comDOsitores habis para o DIARIO.
wo Diario de Pernambuco d hoje lemos um
artigo assiguado pelo Sr. Dr /.06o Mozo, uo qual
elle mostra, segundo a autoridad* d* horneo* acre-
ditados, a immensa vanligem do syslema homeopa-
thico sobre o allopalhico, no Iratamcnlo.do cholera
morlius. A nossa ignorancia era malcra de medi-
cina nao nos permute julgar da verdade oos faetoc
citados em'abona do novo methodo decorar. As-
sim, em noroe*do dever e da hamanidade, rogamos '
aosaetthores mdicos da escola velba que nos escla-
recam acerca de urna queslao. lo melindrosa, diztm-
do-nos de que lado esl'a verdade. Este pedido s
tem per fundamento a boa f e sinceridade. "O Ig-
norante. 25 de julho de 1855,
Precisa-te ilusas urna casa Ierres, oa um so-
brado de um indar, que lanba eommodo e bota
quintal em qoalquer das bairros de S. Jos, Recife
eS. Anlonio : nesta lypographia se dir quezn pre-
cisa. .
^ojMFjAlifer
No dia 2ou 2o.do corrente devta cor-
rer a lotera 9 da cultura das amot'-eiras,
mida se acham a -venda alguns meios bi-
llietes as tojas do costume na praca da
Independencia, bem como alguns quajk-
tos e vigsimos rubricados conformeo
art. '41 paragrapho 16 da rceita pro-
vincial : os premifs sao pagos logo que
se tenbam eito a distribuido das listas,
a qual esperamos a.5 do corrente.
Meios billietes. 12J000
Quartos. (i.sOOO
Vigsimos. 1.SIA0
> Antonio Joaquim de Moraes, wbdilo porlO-
guez, relira'-se pira Parlugal, a tratar de soa saude.
O Sr. Antonio Americo d'Urzedo Jnnior lea*
urna caria na ra do Colhsgio u. 4, vinda do Rio do
Janeiro.
Offerece-se um pardo para crildo, o qual he-
muilo iiel, d conhecimenlo de sea comporlamenlo,
e sabe cozinhar, comprar e fazer o servio proprjo
de um criado : dirija-se esta typograhia, qoe sa
dir.
* Aluga-se um terceiro andVr, proprio para ho-
mem solleiro ; na roa do Queimado n. 40.
Precisa-se de urna ama livre ou es-
crava para o servido interno e externo
e casa d* familia na ra Augusta n. 86.
Precisa-se de um preto escravo por
alague!, paga-se bem sendo 'fiel, para
servico de urna casa de pouca familia : na
ra do Hospicio n. 1.
S .PARA EXAIE EN NARCO. I
S$ Mauoel Cassiano de Oliveira Ledo, legal- 9
9 mente autorisado, dar principio a um cono (5)
9 particular de Geometra no 1 de agosto: quem Q
3$ quizer dirija-se a roa dq Qaoimado n. 14, %
0 primeiro andar; aj
y] Precisa-se de urna carroca em bom estado o
que seja pequea : na ra da Cadeia do Recife n.
36, primeiro andar.
Attencao.
Recebem-so pensionistas internos e externos para
ensinar os preparatorios com perleicao : no Monde-
go n. 56, antes da travessa da Trempe.
A abaixo ssignada faz sciente ao Sr. Joo De-
metrio de Almeida, haja de vir remir os seos penho-
res qae se acham empenbados em seu poder ha mais
de 20 mezes, e isto no prazo de ,15 dias, fiado* a
qu.es passar a vende-tos para pagamento do seo
principal e juros vencidos, nao Orando a annuncian-
t em lempo algam rcsponsavel pelos dilos penhores,
e por isso faz o pr**enle aonuncio.
Hoto. Candida da l'enha.
Precisase de um moleque proprio para criado:
na roa da Guia n. 5, primeiro andar.
Ansenloo-se de casa, lioulem (24), urna prela
de iiome Joaquina, ja velha, que coslumava vender
tapioca ; levou saia de barra cor fie rosa e panno da
Cosa azul j velho ; a qual tam ama ralla -grande
de cabellos que parece calva e ten cabellos brancos :
quem a apprebender, levo travessa da Trerane
n. 9.
Precisa-se plugar urna ama de leile: no ater-
ro da Boa-Vista 11. 12, primeiro andar.
Coiinlieira.
Precisa-se para urna case inaieza de um coziobeiro
que enle.ida do sea ofhcio, naUonal oa eslrangeiro,
forro ou captivo, teodo boa conducta e sendo 0*1 ;
paga-so bem : a tratar na ra do Trapiche Novo ti.
da, armazem.
Lotera do Rio de Janeiro.
Eriste um paqteno reslo de bilheles a meios da
nona loleria das Amoreiras, na casa de cambio do
Vttra, ua roa di Cadeia do Recife n. 24.

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- .. :.
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iiitii unn




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7
OIARIO DE PERMtBUCO QUINTA FtIRA 26
Roubo.
An amanhecer lionli m (24) lo crtente, fugio urna
cabra de nome l.uia, st-duzd o .em companhia de
deus oldadosque desirlarain inrautaria, un de nome Faustino, que ilixeni ser da
amiza le da mesma cabra.e oulro iim tal Fonseca co-
xo, nubaudo aditaeahrn de seu senhor 1:123;
sendo uina ola de 5005. duas de 2005.um*, ~~*1&
duas tleSttfc o mais ira mru las ; osjj/ft'^. bra sil" os seguales: baila e :lie>^.orp o cosi
muito picado de bovinos, d^.^^'peifeilos, cabellos
earapuihados, e leiii^*- -*r balanriaudo coa os
quarlos; assim pe>r-' i* autoridades policiaca as
l>rovicenci,is-|oa estirercm a >eu alcance ; isaim
coniU)|Kme(Te-9e a qualquer pessoa dina boa grali-
Ojjpf^apprelicndende cito roulio e escrava, a en-
Tregar a seu senhor, na ra do Cabug, loja n. 11,
deSeijpbim iV Irno.
Sexla-feira 27 do ecrreule, depois da ardien-
do Illm."Sr. l>r. juiz de direilo do civel, ao meio
dia, na' sala dos a'udilorios, t;r lugar a arremala-
cJoda cata n: 1, sil na i rara da Boa-Vista, a
qualc.ua lem cosnlia foca, quintal in irftdo o est
em bom estado, e o valor porgue val en prara lie
del:i)09, lendo Picado ii.msfcrida para o dia cima
pela Talla de audiencia no dia 23, orno se annuu-
ciou.
COHSULTpITDOS P6F.ES
50 J*HtfltNO!7A t J.HBAB O.
O l'r. -*"Eobo -Mosco/o da consullas liomcopalliicas todos os dias aos pobres, desde !) botas da
anh.iajl'rm,*'<> dia< e em rasos extraordinarios a qualquer liora do dia ou noile.
jJ/jOtrece-se igualmente para praliear qualquer operarn da cirurgia, e acudir promptamrnte a qual-
Bfr mulher que esleja mal de parto, e cujascircumstanciasnSo permutara pagar ao medico.
Pretisa-se alugar um primeiro ou
' segundo andar para una familia de tres
pessoas, que ieja em bi ra, no bairro
de janto Antonio ou Boa-Vista : quem a
ti ver dirija-se a esta rypograpliia que se
dir' quem precisa., ju annuncie,.
Perdeu-se dacjsa do major Quares-4
mantea ra da Uniao, urna pulccira de
ouro formada de aneis -engrazados, la-
vrada : quem a fuer achado NO CONSULTORIO DO OH. F. A. LOBO MOZO.
50 RA tsoVA 50
VENDERSE O SEGINTE:
Manual completo de meddicia homeopalhica do Dr. tuguez pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e acompanliado de
um diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 209000
Esta obra, a mais importante de todas as que tratam docsludoe pralicada4iomeonalhia, por sera unir
que coutm abase fundamcnlal d'esla doutrinaA PATHOt'iENESIAOU EFFETOS DOS MEDICA-
MENTOS >'0 ORGANISMO EM ESTADO DE SALDEcqnhecimentos que nao podem dispensar as pes-
soas que se querem dedjear i pratka da verdadeira medicina, inter'essa a lodos os mdicos que qui/.erem
experimentar a doutrina de Uahnemanu, a por si mesmos se convenceren da verdade d'clla: a lodos os
fazendeiros e senhores de_ engenho que est.lolonge dos recursos dos mdicos: a lodosos capilesde navio,
que urna ou oulra vez nao podem deiiar de acudir a' qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
a lodos os pas de familia que por circumstaiicias, que i.....sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
dos a prestar in eotuinenti os priineiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou Iraducr.lo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra lamben til s pessoas que se dedican ao esludo da homeopalliia, um volu-
nte grande, acompanbado do diccionario dos termos de medicina...... lOgOOO
O diccionario dos termos do medicina, cirurgia, anatoma, a)f., etc., encardenado. jtyjot)
Sem verdadeiros e bem prcparados'medicamenlos nao se pode dar um pai
Destituir, dirija-se a ra da Saudade-caj
.terrea, cujoiOto te m
Da-fse de 1 a 3:0 , anda mesmo sende por iniiiio lempo : a fallar
na ra das Cruzes n. 10.
O Sr. Custodio .'os Curueiro ta Gama Cem
ama carta na ruada Crin n. 60. ,
Aos lllms. ir.t. acadmicos.
Che;aram ;i ra do,(Mefmado n. 9, os verdadeiros
charutos varetas, sendi caias de 100 e ditas de 50.
I'recisa-se de umi un* forra para o servico de
casa do um homem sol ciro: ia ra da Litigela n.
4, primeiro andar.
-- l'rcisa-se alugar una ama pra casa de pooca
familia, mas quor-sequo ieja portuaueza : na ra do
Seve, casa, em que fo o collego Pernambucanu.
Gerge Patcliett, curador fiscal da
massa fallida de Leopoldo da Silva Quei-
i'O, az sciente aos eredores da-'*dita mas-
'sa, que jjelo '"Exm. Sr. juiz especial do
comiaeno Joi designado o dii 27 do or-
ifnte pelas 10hor;is do dia, para a reu-
nifio, afim de se verificar os respectivos
credkos, e delibBir-se sobre a concorda-
ta e idntiiiistrarao dos bens; cuja reur
nio tem, lugar na casa da residencia do
mesmo E.vm. Sr. ji do ommefiu, no
largo Ha igreja da Siirta'Cruz, no bairro
oa-Vista.
O abaixo assignado, pro-
pietario da linha de mni-
bus, faz Sciente ao respeitavel publico,
que no 1 de agosto vindouro, propoe um
mnibus nf direccao da Passagem at a
casa do Sr. Viega:;; ]>reco d;-nensali-
dadehede lo,<000 rs.. paj^s adiaStados*
e as bota? das purlidas serS(v.narcadas de
cononnidade com i vontade ca maioria-
i dos assighantes: e avuiso's 500 n. por
viagem.Claudio Cnbeu\.
AO PUBLICO.
N' armazem ele fazendas ttbra-
*' tas, raa do Collegio n. 2,
vende-se um corapleto sorti ment
Ht fazendas, aas e grossa,_ por
.piecos maisbaixos do que emou-
tra qualquer |>arte, tanto eotAOr-
''^Oes/como a relallo, afllancando-
;se aps compradores ura so'pre^
pata todos : tU: estabelecimenro
ahrio-se de cornbinarao ojm a
maior parte das casas commereiaes
inglezas, franCeJ s, aemaas e suis-
sas.para vender fazendas mais en
conta do que se Uan vendido, epor
isto olferecendo elle mair** van-
|tage|is doqae outro qualquer ; o
proprietano dete* importante es-
talielecimento ojiwica a' todos os
seus patricios, e ao.publico em ge-
ral, para que venham (a-' bem aos
seus interesses) comprar azendas
baratas, no armazem da ra do
Coilegio n. 2, ce '
A^ijtonio Luiz dosSantos&Bolim.
O SOCI.AJLXSMO.
IPalo (eneral .Ubrea e Xilina.
Acaba de publicar-se sla interessanl: obra, que
trata do socialismo christao, c tambem da guerra do
ttjw com loda a bistorj religiosa e politica at
aTalnferencias de Vicuni.
Os senhores asignantes porl mu mandar receber
os seis exemplaie.- daque'lis pessoas a quem tiveram
a bpndaia de asstgnjr.CcnliBua aberta asaolznatu-
ja aoiim do corrente in;z de jnlho, a'J&OOcada
' exemplar, uo escriptorio Jo Diario de Pernambuco
praca da Independencia, na loja de livros dos Srs.
Ricardo de t'reilas C., esquina da roa de Colte-
Siu ; as lojas do Sr. Jos Mon-ira Lopis, na do
ueimado casa amarella :. dos Srs. Siqueira & Pe-
reira, AntonioJ'rancisco l'ereira e ltrek Mifel.t. rua
do Crespo ; Mfen Luiz Antonio de Siqueira, rua
da Cadeia doTTecife; ,e em casa do aalor, j en-1
.quadernada. paleo do CollegiB cisa amarella no 1.-
andar ; assim como as mps das mesiuas pessoari,
o;lie ate agora lem tido a bondad'; de agenciaren as-
. signaturas. Findo o presente mez, vender-se-ha
cada um exemplar avulsj i :i-rs.
Quero precisar de oro amassador ele padariai
dirija-se a rua Direit. n. 21.
_ Precisa-se de unja aro: para casa de pooca fa-
milia : na rua dos Quarteis, loja n. 24.-
M. Scasso, mod.sta brasileiira, olfe-
rece eu presumo ao respejluvel pblico, para
.apromplar com presteza ludo quu ha de mais dilica-
do e bom gusto para senioras, lendent# a vestid,
chapeos, turbantes e o miis que te pode desejar, to-
cante a modas as mais re:entes ; e espera, portanto,
ue nao s as suas delicadas freguezas continuarao a
honrar a sua fregurzia, mas tambem a concurren-
cia de todas aquellas seuhoras que capricham em
vestir e icnar-se com o i|u( he de mais '.'legante e
bem confeccionado : que n quizer ulillsar sr de sea
prestimo, procure no aterro da Boa-Vista n. 31.
i
Companbia Pernambucanu de navegacao
costeira.
O conselho de direcrao ronvid, aos Srs, accionis-
tas da mesma einpreza > effectitarem nt o dia :ll
do corrate mez mais 10 por o|io sobre o valor
das acedes que subscreveram ; e o encar-evado dos
reeebimentos he o6r. F. Coulon, na rua da Crn
o. 26.
Joi arrematado em leilSo de1 de junno prximo passndo
todas as dividas ifctivss que deviam a Antonio da
Costa Ferreira Estrella, com taberna na ron da Ca-
deia do Ixecife, convida a tolos os devedoresdodilo
Estrella, lanto da praca orno do, mallo, para que
veobam pagar san annuiiciinte com a maior prs-
tela posnivel, afim de evitaren) maiores despezas,
poii promclle ter loda mi templario com os que fo-
rem mais promptos nos seos pagamentos, ptfdendo
para isso dirigir-se ao ai luuciaute, no alerro da
Boa-Vista, loja n. H.
AWga-se um mul n e para casa cstraogeira,
que coziuha bem a Trancis ou porlugueza : a Ira-
lar na rua de S. Francisco o. 7.
Aluga-se o primeiro andar do sobr.ido da rua
da Cruz no lenle n. 0,. [roprio para qualqueres-
tTieleciineulo : a Indar ni mesma rua n. iii. pri-
meiro andar.
O lir. Kibeiro, medir o pela univcrsidadede
Gnmbridte, oonliuj ares a ir na rua u.i Ciuz do Ke-
cife ii. i'J, 2." qualquer hora, e convida _,|s pobres para consullas
gratis, c mesmo os Visila if lando as circumstancias o
exijam, faz especialidade dis molestias dos ollioit
ouvidqs.
Regiment de cusas.
Sabio a luz o regiment das cusas judi-
ciaes, a ii i otado cov os avisos qu<; o alte-
rara'm : vende-se a 5^ reis, na livrria
n. C e 8 da praca da Independencia.
Precisa-se por alugoil de 2 pretas esetavas
para oservieo de casa: quem as liver, dirija-se a
rua de S. Francisco, sobrado n. II, como iiuem vai
para a roa Bella ou Muudt Nevo.
prcparados'medicamenlos nao se pode dar um passo seguro na pratira da
homcopatbia, o o proprietario dcsle estahslecimento se lisongefa de le-lo o mais bem montado possivel e
uinguem dovida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a i'2 tubos graudes......................" 89000
Boticas de -2i medicamentos em glbulos, a 109, 129 e 159000 rs.
Ditas 3G dilos -a.........*........ 209000
Ditas 48 ditos a.................. 2.">9KM)
RlaS .?? <'09 a................ 309000
Ditas 1U ditos a.................. COcOOO
Tubos avulsos.. .........-. jfc. ... 4sm
Irascosglc mey on^a de lindura.................... 2*000
Ditos de verdadeira lindura a rnica......'........... MOOO
Na mesma casa ha sempre venda graude numero de lubos.de cryslal de diversos laniaMu,
vidros para mexlicamenlos, e aprompta-se qualquer eiicommenda de inedicameutoscom loda a brevida-
de e por precos muilo commodos.
Vende-se cal vijjgem, ebegada bon-
tem, de superior ijiialidade por preco
razoavel: no- armazein de Bastos & Ir-
maos, rua do Trapicbe n. 15.
Troca-se por nouco riiheiru 'una iinagem do
Senhor Cruciflcado. com risplrnoor de prala, titulo,
elr. : no |eiro da Boa-Vista, loja de pintor n.
72 B. ,
FAZENB].'.4RlADA.
Pera dealgodao liso com l c meio palmos de lar-
guia a 2j200.
Dila de algodao lizo com 3 e ineij palmos de lar-
gura a iU0.
Dita de algolaoso com I! c malo palmos de lar-
gura a 2> Toda, de 2(1 jardas corot(i,e meia varas: na rua
d Oi:i' mudo n. 38, em freulc do becco da Con-
gregarlo.
BOA PITADA.
Na rua do Qucimado ai 30. |oja de Moraes, ven-
de-se muilo bom rape de Lisboa a 10 rs. a oitava ;
desde as (i horas da manlia al as 8 da noile.
\ -nile-se-uma ncgrin'ua de idade de i annos,
muilo linda : no aterro da Boa-Vis a u. 21, primeiro
andar.
Sedas baratas. jj
Veudcm-e corles fie .vestido de seda de quadros,
modernos gustos, pelo diminuto prero de 188 cada
corle ; na loja de 4 parla-, na rua do Queimado
n. 10.
.,. ESFE1TES JE CABECA
e 'indas llores tinas para bailo e Mientra ; no aterro
"a Boa-Vista, loja de modas do Madame Millochau
TRATAMENTO HOMOPATHICO.
^reservativo e curativo
DO CHOLERA MORBUSa
, PELOS DRS.
'.
ou instrucoao ao povo para se poder curar desla enlermida.de, administrando os remedios mais c di cazos
para atallia-la. emquanto se recorre ao medico, ou mesmo.para cura-la iudependente desles nos lu-ares
em que nao os ha. iucaic
TRADUZ1DO EM .PORTGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZ
Estes dous opsculos conlem as indicaees mis clarae e precisas, so pela suaimples c concisaex posi-
c|m esta ao alcance de todas.as indiligencias, aio so pelo que dizpespeilo aos raeios curativos como nrlii-
- aos preservativos que tem dado os mais satisfactorios resultados em loda a parte
JChales de merino, liniisinia fazemla, J|ndo sorli-
roeiilo de lodas as cores a.-5#ii)u, ditas de lgodio
finos c Tilos de (arlalana a 1 ; na rua do Qucinia-
do n. 3i> A.
Vendc-sc a taberna da esquina do bcrco do
Cmara i. na Boa-Vista, bem afreguezada para Ier-
ra : a tratar na mesma.
N loja das seis
portas,
Em j'i'PMe do Lirnuncnlo.
cipalmcnle
elle,s tem sido pontos em pralica.
em que
Sendo o Infmenlo homeopathico o nico quo tem dadocrandes resultados nocuralivo desta horri-
vel enferraidade. julgamos a proposito traduzir estts dous importanles opsculos em lingua verncu-
la, para.desfarte facilitar a sna leitnra a quenrignorco francez. '"u
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, rua Nova n. 52, por 25000 rs.
MASSA ADAMAJvTINA.
Rua do Rosario n. 36, segundo andar. Paulo Gai-
gnom, dentista francez, chumba os denles com a
massa adamantina". Essa nova e raaravilhosa coin-
posicao lem a vanlatfem de enrher sem pressao dolo-
rosa toilas as anfractuosidades do dente, adquirindu
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dura, e permute restauraros denles mais estraga-'
dos com a forma e a ee> primiliva.
{
.'UBLICACAO' DO IRSTITliTO HO ff
'lEOPATnlGO DO BRASIL. g
THESOUttO HOMEOPATHICO ^
l O *(^
VADE-MECLM DO (^
HOMEOPATHA. $
'/'e/iorfo tontito, claro e seguro de cu- (ti
lar homcopathicamente todas os_ molesas u*.
^fHue affliycm a especie humana', r imtli- V'
|A eiilarnirnle aquellas fue reinani.ni/ Un- ,$
72 sil, T'jdigiAk seguudo os melhores traa- 7%
(PP dos de liiimeopathla, -lano europeos ecuno V7.
^k americanos, etawundo a propria cxjieri- {&.
S ^"cia> \"$n Ut.Sabino Olegario Liidjero ^'
fff l'inho. Esla abra he boje reconhecida co- \%p;
tf, ino a meltior Je todas que tratam daappli- (
9 cara,, homcopatluca no curativo das po- "
Ss leslias. Os curiosos, principalmente, nao Su
podem dar um passo seguro sem possui-la e /a
cousuHa-la. Os pais de familias, os senho- "wf
(A res re engenho, sacerdotes, viajantes, ca- (A
22 pitaes denavio^'sertanciosetc. etc., devfem*2k
(fi le-la mao para occorrer prouiplimenle'a
Mk qualquer caso a* molestia.
* Dous volumes em hrochura por 10JJ000
i) l encadernados ll-(HK)
M, Vende-se nicamente em casado autor,
W rua de Sanio Amaro n. 6. (Mundo o-
$ ,vo).
Est a sahir a luz no Bio de Janeiro o '
REPERTORIO DO MEDICO
HQMEOPrfTHA.
.EXTRAHIDO DE 11UOFF E BOEN-
NINGHAUSE.N E OLTROS,
posto cm.ordem alphabetica, com a descripeo
abreviada de lodas as molestias, a indicaran plixsio-
togica e llitspeuea de lodos os medicamentos ho-
meopalbiros, seu lempo lie aceito e coucordancia,
seguido de um diccionario da signilicac.lo de lodos
os termos de medicina e cirurgia, c poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. I DE MELLO NORAES.
Subscrovc-se psra est obra no consultorio borneo,
pathico do Dr. UBO MOSCOZO, rua Nova n. 00-
primeiro andarWor SJOOO em brochura, e 68000
eucadernaD.
iNfunclirao de Jos Bapiisla Braga, na rua Nova
n.3X, funde-se loda a qualidade de obra de brorae
e lal.lo. assim como faz-se qualquer obra tendente a
latoeiro e funileiro com loda a perfeir.io u preco
commodo.
Man leles, i
lina c liiiiiiUt i
hranciis e ninli
lenrits peqa|
outras muios *
Na rua da
nbraia bordados, fazenda muilo
patacas, lencos di cambraia
^roprios para miio a .-eis vintms,
|ra' meninos a qjatro vintens, e
dusquesequer acabar.
iu22, veinle-sr um i criou-.
Ia l'c 311 a.....is, que engmala, coziuha e lava, e urna
dita ce narao', que coiinlia e lava de sabao.
200
N'cncle-seleitepuro a
na : na rita do Se^TO]
VNDESE
Fariiiba de trigo marca MftlM, igual
marea S S S' de Trieste, em lotes de 10
barricas para cima a 3000 rs." a barri-
ca : os pretendentes entendam-se com o
Sr. corrector geral Roberts.
Vene-se urna taberna na praja da Boa-Vista
i>. 15 : quera pretender, falle na mesma, que se faz
lodo o negocio, ira a prazo ou a dinheiro.
COBERTORES DE LAA',
Hespanbes, muito encorpados, a 0$, 7$
e 8S000 cada um-
\>udc-se na rua do Crespo, loja da esquina
vollii para a rua da Cadeia.
Precisa-se de um preto moro eje
para o servir de urna casa de familia ,- pfqa-se bem:
quem o Uvere quizer alugar, annuucie ou dirija-se
i esla lypogrphia, que se Ihe Jira com quem deve
tratar. <
lOjjOOOpormez.
Aluga-se na rua da Cruz una sala efllcova muito
prjuide, casa ja-se a mesma n. 8, atmazem.
O Sr. Joa.quim Odaviano da Silva lem caria
*,Nparia "(l e s dil l>rra da Indcpendencia.-
A abaivo assignada inaravilhou-se aoler a res-
posla ilada pelo curador fiscal da massa taluda de
Carvrllio Marinjio ao annuncio ga mesma : garante
aquelle a estada na propriedade da abaixo assignada
a quem arrematar as fazendas do fallido: com que
direilo ".' como .lispir assim liosob^Mmente do bqm,
albulo ".' a abaixo assignada arrefidoua sua proprie-
dade, que he de 3 andares, ao dito Marinho por 3
ajinus; este contrato alin de pessoalissimo contm a
clausula, de que os pagamentos dos alugueis. seriain
felo mrns.lmenle, visl.seren destinados para ,-ili-
mculos dos menores seus lilhos; e logo que o mesmo
Marinho deixa o estabelecimenlo, lendo faltado an-
da em seu lempo aos pagameulps ajustados, a abaixo
assiguada nao se sent obrigada a admitljr.como in-
quilino a um terceiro, com quem se nao ajustara, e
que ihe nab olTereca garaulia ;' paranlo ralilica seu
primu>naiiiinno. *- t mff*
Mara Senhorinha do Ucninento.
rs. a gar-
Sobrado amarello
no, de poHfo encarnado.
Vende se urna escrava que engomma bem, co-
se, coziuha e"fft labvrinlho, urna dila muilo %|
quilanileira, liel c diligenle, uiua dila para toifcfi,
servico, e urna bonita escrava Ir coi acbralliada, del
bonila licur^i, com um pequeo dedujo em um olho,.
por prerq commodox na rua dos (Jiiarlcis u. 21.
Vende-se urna negra con una cria, rom muilo
bom lile, una nesrinha de 7 para 8 anuos, cura
negro de meia idade, de bonita fijara : na rua do
Livramcnlo n. 4. .
FAKELOS E SEMEAS DE "LIS
Na rua do Vigario armazem
para vender seiueas efarelos milito novo,
desembarcado boje do patacho CONS
TANCIA. .
Palitos baratos.
Palitos d alpaca prela fina, muilo Jiem cozidos e
forrados a (BOOO, dilos de merino verde de cordaoa
735O0, dilos de ganga amarella, forrados, a 33000 :
"i rua doOueimado, loja n. 21.
Vcnoe-se urna escrava- de 17 annos d ida ce,
que sabe fazer o serv ico de urna casa, lava, e tem
principio de engomraado, e sem vicio netn acha-
que : no largo da l'enlia n. 8.
Vende-se um pi&no cora muilo boas vozes a
muilo bonito, com muito pouco u-o : na loja de i
porlas. do Sr. Iiuimaraes, na rua do Cabug, se dir
quem vende. Assim como um cord.io de ouro do Por-
to com 30 oitavas, e um toucador de jacarando mui-
to bonito. ir
FARINHA DE MANDIOCA.
A bordo do biate CONCEICA'O FELIZ,
Jondeado defronte do ca.et do Ramos, ba
para vender muito superior farinba de
mandinca por prero mdico : os preter
dentes dirijam-se a bordo do mesmo biate,
ou na casa de seu consignatario Domin-
gos Alves Matbcus.
FARINHA DE MANDIOCA. .
Vende-se superior farinba de mandioca
em saccas que tem um alqueire,; medida
velba por r><000* reis : nos arma/.ens ns.
o, 5 e 7, e no armzem delrnte da poeta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes* & 'Companbia' na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
a rua da Cruz n. 2b primeiro an-
dar, vcnde-seOexcelleatevinbo de Cbam-
pagne, ebegado ltimamente de Franca,
e por muito commodo preco, que s se
dir' ao comprador.
Sal do Ass :
a bordo do hiate ciAngelican, a tratar com Antonio
Joaquina See, na'rua da Cadeia do Hecife n. .19,
primeiro.andarv
POTASSA BRAS1LEIRA. <
Vende-se superior potassa, fa- (
bricada no Rio de Janeiro, che- i
gada i ecentemante, -recommen- ,
da.-se aos sanbores de eqgenbos os
seus bons elfcitos ja experimen-
tados : na rua da Ciuzn. 20, ar- '
mu/.i'in de L. Leconte Teron & '
Companbia.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-scfarelo novo, drogado de Lisboa pela barca Gra-
narlo.
Capas de bur'racha lwratiuimas.
Vendem-se capas de borracha, o imffbor possivel ,
por preco que se nao vende em parle alguma -i
rua da Cadeia do Hecife, loj
da Madre de Dos.
ja n.o, defronle di rua
chronicas, 4 vo-.
. 20000
. 68000
, 7000
. 6SOO0
. 16J000
. 65000
881)00
16J00U
J0800o
7;
(*000
18000
10^)00
M|000
) Dr. Sabino Olegario I.udgcro^ l'inho, (g)
dou-se>do. palacete da rua deS.Francis- ^A
co n.68A, para o sobrado de dous anda- W
res u.(i, ruade Santo Amaro, (mundo novo.; &
INFORMAgO'ES O RELACO'ES
SEMESTRES.
Na livrria n. G e'8 da praca da In-
dependencia, venderse relaces semes-
traes por preco commodo, e querendo res-
inas vende-se ainda mais emeonjta.
ir- f-ovos livros de homeopathia mefrancez, obras
lodas de summa imporlancia : ,
Hahnemann, tratado das molestias
lumes.....".*...
Teste, rrolestias dos meninos .....
Hering. homeopathia domestica. ....
Jabr, pharmacnpa homeopalhica. .
Jabr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas. ......
Jabr, molestias da pello. '......
Rapou, historia da homeopathia, 2 volumes
Harlhmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
De Fajolle, doulrina medica homeopalhica
Clnica de Slaoneli ......
Casting, verdade da homeopathia. .
Diccionario de Nyslen .......
Attlas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripeo
de todas as partes do corpo humano .
vedem-se todos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Mo coso, rua Nova n. 50 pri-
meiro andar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula para a rua do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internoseexternos desdeja' por m-
dico preco como be publico: quem se
quizer utilisar deseupequeo prestimo o,
jDode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer bota dos dias uteis.
EDCACAO DAS FILHAS.
_ Entre as fcr*s do grande r'euclun, arcebispo de
Cambray, merece mui particular mencae otratado
da educarao das, meninasno qual este virtuoso
prelado ensina como asmis devem educar suas fi-
Ihas.para um dia chegarem i oceupar o sublime
lugar de mi do familia ; toina-sc por lano urna
neceyidade para lodas as pessoas que desejam gui-
a-las no verdadeiru caminho da vida. Est a refe-
rida obra Iraduzida u porlnauez, e vende-se na
livrria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto prero de 800 rs. .
O Dr. Jopo Honorio Bezerra de Me-
nezes mudla sua residencia da rua
Nova, para a. rua da Aurora sobrado n.
2, que faz esquina com .aterro da lloa-
"rista, e ah continua a exrcer aua pro-
lissfio de medico.
i J. JANE, DEUSTA, 8
9 contina a residir na rua Nova n. l'.l, primei-
S ro andar. a
*'^!i@
Precia-se de urna ama que saiba coziuhar e
engommar, para casa de pouca familia : na rua das
Larangeiras, sobrado de um andar n. 26.
No dia 27, depois da audiencia do Sr. Dr. juz
de direilo da pruneira vara db civel, ua sala das au-
diencias, lem de ser arrematado por' ser a ultima
praca, um terreno de marinha na frente da rua dos
Pescadores, cofh 36 brras do frente, por exetucao
de Antonio Luiz Gonralves Ferreira contra Francis-
co Ludgcro Ha Paz, cuja arreruaucito he j com aba-
time.-ilo da quinta parte de sua*valiai;ao.
Quent amiimciou querer comprar um sellim,
dirija-se rua de Aguas-Verde d. 23, sobrado.
-Prcisa-se de urna ama para o seVviro inletpo
de urna casa de pouca familia ; uo aterro da Boa-
Vista n. 78, loja.
Aossenbores de engenho. '
No primeiro armazem do horco doliooplves. ven-
dem-se meias barricas de farinba da mais superior
qualidade
COMPRAS.
bespauhdprn.
(.ompram-se modinhas e algumas msicas para
flauta, com acompanhamento de viblao ; quem'tiver
annuncie, ou leve rua Noja n. 33, segundo andar.
Compram-se a'ccoes deJBeheribe : na rua lar-
ga do Rosario n. 36, segundo andnr.
COMPRASE .
toda a qualidade de metal velho, menos ferro : na
rua Nova i. 38, defronte da igroja da Conceic,5o" dos
Militares, luja de funileiro.
Corapra-se prala brasileira e
rua da Cadeia do Hecife n. 51, loja.
Compra-se urna escrava prela ou parda, de 10
a>14 anuos ; 1ia rua No/a n. 31.'
Comprase um sellim inglez em meiiMiso, com
lodos os-teus-perteuces : quem o liver e quizer ven-
der, annuncie ou dirija-se i rua da Praia, sobradd n.
1j, segundo andr.
Compra-se toda a qualidade de snpatos de se-
nnora : na roa Direila n. 85.
Cttsa de commissao de esorwros.'na rita do
Livramento n. 4.
Compram-se escravos de ambos os sexos, de 25 a
30 annos, sendo bonitas figuras pnaa-e bem, f'pira
dentro e fora da provincia, e lamjjem recebem-se pa-
ra vender de commissao.
VENDAS.
g \^n4e-se urna duzia de tahos de louro, novas',
rejj^o : na rua de Aguas-Verdes n. 23, sobrado.
para
A2 400
3
Cortea de collele de gorgurao e seda, superior fa-
zenda.e variado sortimenlb, a 2J>100, roineiras de fi-
lo e-de cambraia a 23400, lencos com franja de pura
seda, bonitos goslos, a 800 rs., chitas francezas, fa-
zenda fina, de cores fizas e padroes modernos, a 240
rs. o covado ; nejua do Queimado n. 33 A.
He muito barato
, Ai.OOORS.
Lencos de garca eseda, de lindos o modernos gos-
tos; na rua do Queimado n. 33 A.
Vende-se a taberna da rua da Madre de Dos
n. ., a quil ollercce muita vantagem a qualquer
principiante, nao s por ter pouco fundo, mas tam-
bera por esiar bem afreguezada para o mallo e praca.
Vende-se a ezcellente gomma do Aracatv, che-
gada ltimamente no hiate Duridoso, por prero com-
modo ; a tratar na rua da Cadeia do Hecife n. ,
loja de miudezasde Antonio l.ppes Percira ue Mello
iV Companbia.
Veude-se urna canoa com correnle e ferro, em
nuilo hora estado, que carrega um inilheiro de lijo-
Ios de alvenaria : no paleo do Paraizo n. 10.
Vende-se um engenho, ciiiScnnliaciu, comar-
ca do Iiio-1- ormosu, com boas obras e mallas virgens,
e muito bom terreno, com safra, aniraaes e todos os
seus perlences : os prelendenles dirijam-se rua do
Queimado u. 31.
Vendem-so travs de qualidade. de 10 a 5"
palmos, ditas de louro, de 30 a 10, e 100 enxams.
ludo por commodos precos, para fechar cuntas :
quero pretender, dirija-se i L. de Barrds, na rua
do \ igario n. 17.
Vende-se meia legoa de Ierras, na provincia
das Alagoas, na-ribeira do rio Sanio AiilonrGran-
dc, com excedentes Ierras, tanto para criar crimo pa-
ra plantar caimas o caf, j leudo urna boa planta de
ca que d fruclo, e podo Tazer-so engenho d'agu,
sendo copeiro, por ter muita ferida, lodo em malta
virgen), com todas as roadeiras de couslruccau : os
pretendentes dirijam-se a Antonio Leal.de Barros,
na rua do Vigario n. 17, que dar todas erlnforma-
cGci a respeito.
Veude-se urna casa de taipa com muilos arvo-
redos de fruclo, com 90 palmos de frente e 100 de
fundo, por 230$000: na Iravessa do Freitas, rua Im-
perial n. 135. ^
Nf rua do Vigario n. 10, primeiro andar, ha
para vender superior*relroz de primeira qualidade,
do fabricanteSiqueiralinhas.de roriz e-de nume-
ro, e fio porrele, ludo chegado pelo ultimo navio vin-
do do Porlo, e juntamente vinho, superior, fcitoria
em pequeos harria de dcimo.
FARINHA D TRIGO FON-
TANA,
Je supciior qualidade, em primeira' mao,fe por pre-
co commodo : na rire-tfcrCre.-r.rmazem n. 4. .
Vende-se urna escrava rrionla, de 20 annos de
idade. inda do mallo, sabe lavar rnupa e lem mui-
la li.-ihilid.idK parangommar-, ele.: a fallar na rua
das Agoiis-Vcrdes 21.
Attenca
Vende-se urna casa terrea no Corredor do Bispo,
em chaos proprios, lem bons commodos para grande
lamilia : cjuchi a pretender, dirija-sj a rua das Cru-
n. 2U.
Veude-se urna casa leirca, sita na rua doMeo-
' coinmodos suflicienlev
Cruz h. 70, de ma-.
4 cm dianle.
~-
lavas criou las, urna com 18
engomma, cose e faz o mais
casa, a oulra lem20 e tantos
vendem-ee por nao- se pre-
tender, dirija-se ;i rua do
Tde Luiz Josc) 1eS.i Araujo.
Palitos "franeezes.
Vcnden-se palilejtauceu's de luim d linho a
35500, dilos de alpaeV preto's e de cores a 7 e8S, di-
los-de lioiibazim a 103000, dilos- de merino selm a
128, dilos de panno fino pelo e de cores a I lie 189,
ludo da ultima-moda : na rua Nova n. 4.
Cliali de Stgda.
Vende-se ehaly d seda de lodas as cores, fazen-
da nova c deeosto, pata vestido), a H'M) rs. o cova-
do : na rua Nova n. 4'.'
Chales de merino.
Vendem-se chales de casemira e de merino horda-
dos, pelo barato prejo delOjOOO : na rua Nova, loja
n. 4.
ego, ein leneno ptopriq,
para fsmiliue nJra uliaa al9was, e a>
Vendem-se d
annos de idade, cozi
que he preciso em u
annos, com unia cria:
risardellas: quem
Brum Ji. 22, armaz
tuvas de pellica.
Venden) se luvas de pellica pura homem e senho-
ra, pelo barato prero de !280 o par : na rua Nova
n. 1.
, Laazinlia.s.
Vendcm-sc laazinhas.imilando ceda, propria pa-
ra vestidos de meninos a 320 o covado : na rua No-
va n. 4.
NA RA DO CRF.SPO, LOJA DE i PORTAS .V ,
vendem-se peras de madapolao lino com pequeo*
loque de avaria a 29600 .600 a pera, corles de
cajija de bia e algodao a 19, dilos de brim pardo de
linho a IJJcadd un, e ou|ijs muilas fazendas por
preros ma do wnrtnodos
> P0IBIE3.-
ATEKRO DA, BOA-VISTA N. 55.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, muito q^egante*e
leve, e de novo modelo: em
casa do Potrier. .
Di. 55aterroda Boa-Vistan. 55.
" POIRIER.
Acaba an fazer urna especie de veiiziauas com o
nome flores, de nove invenco para janellas. serven
de oriiaineulo e tem a vantagem de impedir a cor-
renleza de ar nos aposentos c eulreler-lhe a frescura
necessaria. Podem igualmente servir para arma-
zens. Por um engenhoso niechanisniu sao'muilo
mellior do que as venezianas antigs. S rom a
vista mellior se pode saber o quamo san ezcellenles.
Brins de vella : no armazemdeN. O.
Bieber & C, rua da Cruz rf. 4.
Vende-se nroa escrava que te de idade 40 an-
nos. boa cozinnefra, por preco muilo em conta por
se adiar adoenlada : ua rua Direila n. 66.
Vende-se oleo de amendoa doce em hilas de
8, 4 e 2 libras, velas de espermacele americano ver-
dadeiro, de 6 em libra, c raeias barri.-as cora fari-
nba de trigo, ludo por precos commodos : no escri-
ptorio do Mailieu- AusliiuV Companbia, rua do Tra-
piche n. 36.
Vende-se a taberna da rua eslreila do Rosario
n. 10: a tratar na mesma.
Vende-se nmr. lancha de carvalho em muilo
bom estado, propria para qualquer embarraran : a
tratar na rua Imperial n. 17.". Na mesma casa se
dir quem aluga una canoa de mil lijlos.
Vende-se 1 nuilalinha de 1 i amos, 6 pretas
nocas u 1 prela de 20 annos: na rua I: i ga do Rosa-
rio n. 26, segundo andar.
Vende-se urna armaco com 11 lileiros envi-
dracados c balcao que perlenceu a luja do finado
Lome ue i da Silva Pimentel, por preco commodo : a
tratar com o abaixo assignado na rua eslreila do
Rosario u. 31.Francisco l'ereira Lagos.
Vendem-se xaropes para rerescoi: na rua Di-
reila n. 70.
OS MELHORES CHARUTOS.
que ha presentemente no mercado ; vondem-se por
preco razoavel : na rua do Crespo, luja n. 19.
Damasco monstro.
Damasco de la com quasi duas varas de largura,
propro para igrejas, colchas, forros de carros e ca-
deirinhas a IflOOO covado : na rua do Queimado
n.2l.
. Estamenlia.
Estarjnenh* de laa pura para luidlos de lerceiros
franciscanos 119120 : na rua do Queimado n. 21.
na rua Nova n. 38, defronle da igreja da Conceico
dns Militares, cadinbos do uorle de todos os laraa-
" 1 ios, verni/. copal a !HKJ rs. a libra, muilo bom, op-
limaj bigomas para funileiro, lesouras para Jilo,
alicates muito forles, rozclas para esporas muito
boas, vicTrU para vidrara. en caixa e a relalh.11, e
todos os pceparos para oflicina de latoeiro e funi-
leiro.
Muita attencao.
Vendem-se na rua A Cadeia do Recife o. 47,' loja
de' Manuel Ferreira de S, cortes de ganga de cores
para cairas a 29240, chitas lar'gas para oamisas de
homem e vestidos de senhora a 240 o covado, luvas
de seda prelas para homem a SiKI rs. o par, palitos
de alpaca prela a 5-?, 69 e 79000, dilos de alpaca de
seda a 89000.
Fazendas baratas.
Corles de cassa de cores com barra 1 29000, chitas
boas de cores livs a 180 rs. o covado, ditas largas
para lucio ,4200 rs.. ditas adamascada azul e'amarcl-
las proprias para robera a 210, liscados franeezes
largos de quadros lista com 8 varas por loUOO, ditas de quadros a 2j)rs.
corles de seda proprios para noivas a-209000 rs..cam-
braias de fnlio finas a jOOO a vara, panno d linho
para leiircs com mais de 11 palmos de largura a
29400 rs. a vara, crlesele cambraia do salpicos a
29880 1 s,^ corte de casemira de cores a 19000, brim
de quadrinhos a 210 r. o covado. sargelim escoro
.con moi'u a KHIi covado, luvas decores lio da Es,
Coria a 1*0 o par, esguiao para-paito d camisa a
ISiOOr*.' a vara, panno 'pelo e de cores, me
fiuissimos. e oulras muilas fazendas que a dinheiro
se veintena por prero barato: na loja n. 50 da rna>
da Cadeia do Recife defronle da rua da Madre dC
Dos.
Fa i i 11 lia de
doea a 2$
a -'SaccaP
No armazem de Tasso Irmios.
Vndem-se corles de case preta de bomjjpslo,'
pelo dimiuuto preco de 2o000: ua rua do Crespo,
loja o. 6.
I.ABYRINTHOSi
Lencos de cambraia de iinho muilo finos, lloalhas
redondas e deponas, e mais objecloa desle genero,
ludo de bom goslo ; vende-se barato : na rua da
Cruz n. 31, primeiro andar.
Moinhos de vento
"ombombasderepuxo para rsgar hortai e baiza,
decapim.nafnndicadeD. W. Bowman : narui
do Brum ns. 6,8 e 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho,.ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de 'todos os tamauhos, para

Vendem-se fem casa de S. P. Johov
ton & C., jna rua de Senzala Noy h. 4 .
Sellins inglezes.
Kelogios patente inglez.
Chifptes d^gfcarroe de montarla.
Candicirose casti(aes bronceados.
.Chumbo em lencol, barra e munido.
Farello de Lisboa.-
Lonas-inglezas.
Fio de sapateirijae devela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. DCT. .
DEPOSITO FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O, Bieber &
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran>
cado dariuella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roup? para'escra-^
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruzn. 55 ha para vender excel-
lentes piano yindos ltimamente de Ham-
burgo.
Vende-se urna balan'ca romana com todos os
sus perlenres.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, drja-se rua da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se superii.r cegnac. em Rarrafa, a 129000
a duzia, e 19280 a garrafa : ua rua dos Tauoeiros n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto. ,
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
rblla para a cadeia.
." ATTENCfiO. >
Na rua do Trapiche n. 54, ha pata
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprios para deposito de fo-
ses ; estes barris sao os melhores que se
tem'descoberto para este iim,.pornao
exhala; em o menor cheiro, e apenas po
zam. 10 libras, ctistam o diminuto pre
co de '4-5000 -g. cada m.
ca-
iras
fabrica (ta
Cobre para forro de 20 at 24 o
cas compregos.
Zinco para forro com prego.
; Chumbcfem barrinhas.
| Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta e verde.
Oleo de linhac em botijas.
Papel de embrulho.
I Cemento amarello.
Armamento de odas as quli-
f dades.
i Arreios para- um e dous
) vallos.1 t
> Chicotes para carro e espor
I v, UTO prateadd.
| r ormas de ferro para
l assucar.
> Pajjel de peso iogkz.
i Cliampagne marctf A&'C.
| Uotim da India, novo e alvo.
j Pedras de marmore.
Velas stearinas.
Pianos de gabinete de j liMda',
e com todos os uHj melho-
ra meatos. .J/
No armazem d?" C J. Astlev & C/,
0 na rua da Cadeia. \
* Contina a venderle a obra de dileilo _
oaado dos Orpbos, cora um enedice hnporlanle.
:onlendo a lei das ferias e aleadas dos Iri^unaes de
juslica,'e o novo regiment de casias, parauso dos
juizes, escrivaes, empregados de jutirs, e aquellas
que frequcnlara os estado* de direilo, pelo pr,e de
:lj<)00 ciida ejemplar : xa loja do Sr. padre Igna-
cio, rua da Cadeia n. 6'; loja de encadernacaa
livros, rua do Collegio n. 8 ; patee-rio GoUrgio,
vr.ria classica n. 2, e na praa da lndependenci
livrria :. 6 e 8.
#
Vcndem-se tamancos vindos do Port, a 500
rs. o par : na roa lerna doRosarie-B. 38.
oAd-
veo-
| Brunn l'raeger^C, tem pari
g da em sua casa rua daKCruz n. i
S Lona' da Russia.
i Instrumentos pai a msica.
2 Oleados para'mesa.
|S Charutos de Havana verdadeiros.
Pf (omma lacea.
NA VAL1IAS A-CONTENTd TESOUBj Na.ruada Cadeia do Recife n. 48, iriineir* an-
dar, escriplono de Anauslo C. de Abrcu centi-
uuam-se a vender a 8&00 o par (preco m>, ae i.-
bem ronbccidas e aramadasuavalhas de barba feila
pelo litlnl fabricante qae oi premiad i.a esyemea
de Londres, ijs quaes alcm de duraren eitraardia
ramente, nao sesentera no rosto na aceao d cortar
vendem-se com a coodicao de, nao agradando, po
dercm os corepradotes defolve-lae al 15 diasdepoi
pa compra reslitondo-e o importe. Na mesma c
sa ha ricas (esounnhas para unbas, eilas pelo mes
mo la-I -icanle.
CEMENTO
H da mellior qualtikde: vende-se'e
X asa de Brunn Praeger & C, rwr
M da Cruzn. 10.
1
4
Mi
. TAIXAS DETERBO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
DEPOSITO na
no
Vende-se pipas, barris va/.ios e bar-
ricas internadas: a tiat&r com Manoel
Alvcs Guerra Jnior, na rualjio Trapiche
1 Potassa.
No antigo deposilo da roa da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12. vande-se muilo superior potassa da
Russiaianicrnoia e do Rio de Janeiro, a preso ba-
ratos que he para fechaT*contas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
q andar, tem para vender diversa, mi. 5SS^XCt
Amaro, e-tambem
rua do Bru!n-ic%o na entrada, e defron
te do Arsenal de Marinha ha' leffl
um grande sortimento *de taichas tanto
do fabrica nacionai como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pesqueras,
raza, e-fundas ; e era ambos os logares T
existfem quindastes, par carregar ca-
noas, ou carros livres ^despena. O
precos sao' os mai cc*nrrdos-
Bom e barato.
Vendem-se efttiilo booi*!ietfelra de dKteTi*tes -*
cores 8 gustos a 19400, 1000, 2\e 200, bonilus
padroes de pentes de tartaruga para alar cabello a
':500, 59500 e G?..00, penteeile rAarfim para alisar
a 1}400, bonilas trancas de seda br.-ica a 320, 400, MF
ISO, oO e 640 a vara: bieos linos a 200, 240, 320. ^L
1 vara, sapatuihosde lia pera ^
100, 480/560 e 640
sic*.,para piano, violao e flauta, como
sejam, qoadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernissimu
chefltb *> Rio de Jpneiro.
MSSr-MMIiSftt*
9 Acha-se vende o manual do guarda na-
dt cional, ou collecrao de lodas as leis, regula- c$|
t melos, orden- e avisos conccriieiiles a mes- 0
9 ma guarda nacional, organizado pelo capildo ^c
$ secretario eeral do commando superior da ^|
fH uarda.nacional da capital da provincia de g
0 Pernambuco l'irmiho Jos de Oliveira, des-
idea sua nova oruani-ara o ale .11 de dezembro
?f de 18>1, relativos nao s ao processo da qua-
i lificacao, recurso de revista, ele, ele'., senao cji
9 a economa* dos enrpos. orsanisacito por mu-
a* nicipios, balalhcs, e rompanbias.com map-
j pas e minelos, ele, etc.: vende-se nica-
mente 'no pateo do Carmo n. 9, primeiio an-
dar, a 59000 por cada volume, $
A 93000 A PECA.
Vcndem-se pecas de brim fino de linho. com 20
varis, (irpprjo para crolas, loalhas, lenroes e oulra
muilas obras, pelo haralissimo preco de 99000 a pe-
ra, assiin como onlras muilas fazendas que a dinhei-
ro se yen'dem barato : na rua da Cadeia do Recife,
loja u. 50, defronle da rua da Madre de Lieos.
VINHO DO PORTO SUPERIOR PEITORIA.
Vende-se por preco commodo no armazem de
de Barroca & Ctstro, rua da Cadeia do Hecife n. 4.
Velas.
Vcndem-se excellenles velas de carnauba pura e
e composicito, sendo eslas do mellior fabricante do
Aracaty. pelo commodo prero.de 149300 a arroba :
na rua da Cruz armazem n. 13. ^
A EI.1.ES, ANTES QCE SE ACABEN.,
Vendem-jucortes de casemira dc.bom goslo a 29,500
49 e 39001/0 corle ; na rua do Crespo n. 6.
i Taixas pare, engenhos.
Na fundicao.' de ferro de D. W.
Bowmanft, na rua do Brum, passar-
do o chafariz continua liaver um
completo sortimento de tai\at'$ de ferio
fundido e batido de 5 a 8 'pafmos do
bocea, asquees acham-se a venda, por
preco commodo .e com promptidao' :
embarcam-se ou carregajn-se em cajro
sem despeza a o comprador.
Vende-so um cahrrolel e dous cavallos, tudo
junio ou separado, sendo os cavallos muilo mansos e
mallo coslumados em cabriole!: para ver, na c6-
cheira n. II, defronle da orden) lerceira de S. Fran-
cisco, e a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na rua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DK SENHORA.
indiana de quadros muilo lina e padroes novos;
corles de l.i.i de quadros e llores por prero commo-
do : veude-se na rua do Crespo loja da esquiua que
volla para a rua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4?500
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
He barato que admira.
Vendem-se saceos com feijao por di-
minuto preco: nos Quatro Cantos da rua
do Queimado, loja n. 20.
tirando,sortimento de brins para quem
f ser gEmeiilio com pouco dinheiro.
Tpnde-se brim liancado de liseras e qiiadros.de pu
re linho, a 800 rs. a vara, dito liso a 640, ganga
amarella lisa aJ360 o covado, riscados escurosV imi-
tarao de casemira -a 360 o covado, dito de linlio a
280, dlo mais abaiio a 160, castores de lodas as co-
res a 200, 210 e 320 o covado : na rua do Crespo
fn. 6. s
GOH PEQUEO TOQUE DE
Algodao de sicupira a 29300 e-39 : v*nde-se na
rua lid-Crespo luja da esquina que volla para a rua
da Cadeia. .
Alpaca de seda.
Vende-s>alpaca de seda de quadros de bom goslo
a 720 o covado, corles de Ma dos melhores gislosque
tem viudo no mercado a 49500, ditos de cassa chita
a 19800, sarja preln hespanhol.i a 29100 e 29200 o
covado, setim prelode.Macu a 29800 e 39200, guar-
danapos adamascados feilos em Guimrfes, a 3-3600
a duzia, loalhas de rosto viudas do mesmo lugar a
99Q00 C 129000 a duzia : na rua do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCLROS A800 RS. CADA IM.
Vendem-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla paiaaruada Cadeia.
CORTES DE "CAS.MIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 39000.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Depsito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
0 lidade, de propriedade do conde
Agfe de Marcuii, rua da Cruz do lie-
& cil'e n. 20: este vinho, o mellior
^A de toda a Champagne, vende-se
" a 36s000 rs. cada caixa, acha-se
fv nicamente em casa deL. Le-
conjte Feron St Companhia. N.
li^ej.^ai^ijiiao marcadas a fq-
jj^ jtp lulos das garrafas-sao azues.
Deposito do.cliocolate francez, de urna
das mais ifcjcd i tarjas fabricas dePafis,
em casa de Victor Lasne, rua da Cruz
n. 27. .
Ettra-superior, pura baunillia. 19920
Exlra fino, bannilha. "15600
Superior. 1*280
Quem comprar de 10 libras para cima, tem um
bate de 20 % : venda-sc aos mestnps precos e con-
dirOes, em casa do Sr. llarrelier, 110 aterro de Boa.
Vista n. 52.
Vende-se ac em cunheles de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni \ Companbia, praca do Corpo Sauto n. 11.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase jaqaetas, a 160
___ pi-
ra meninos 8cX)rs., ricos loucadores de Jacaranda
.129800, ditos oleaoo. f9400, caiiiuhss com pipis
de asUias franceas a 160. ditas muilo linas a 240,
linissimascnlberes de catquinha para sopa a 69OOO a
duzia, ditas para.-cb a 390(Kt, muilo luperiores
meia* de laia para padre a 19900
com grara]NM a 120, bonitas franjas para cortinados
e loalhas a 200 e 210 a vara, e em peca a 25800 e39,
luvas brancas de fio da Escocia a 800 a. par, ditas
mescladas rouitissimo boas para montara a 1 o Mr,
chk-olinhos de baleia a 900 e 1j200, papel paulado
de peso moito inperior fazenda a 3960 a
dito almac a 3-5800, dilo meio bollanda a 2JSO0 bo-
nilos atacadores deeorujlina para casacas e palils
a 300 rs. o par,-, tinleiros de porcelana a 500 rs. o
par, camnhasdejaearnnd cosa 100 velinhis d fo-
uo-a 160, s a cauinba vale o prero) tojos em 1
navalha-feiOibom a 19300, lieissimosbolOw de ma-
drcpcrola para camisas a 120 a duzia, caixinhas de
casquinba para saboneles a SOOj^^^Bttfe eorna-
liaa de lodos os tamanqos a flBHirelae toncadas
para calcas ecolletes a 100 rs., bonitc eepemortom
molduras a 120, 140 e 160, nada laoIn ato, e ebtros
mais ohjeclos que se fendem por me do q*e em
oulra qualquer parle, e d-se amostlfsBha m do
Queimado i. 63, leja de loio ChrisosioeV7* Usa
Jumor.
SAL DO ASSU'.
Vende-se a bordo da barca MATH1LDE,
ftindeada na volta do Forte do Mattos : a
tratar com o capito a bordo, ou com
Manoel Alvos Guerra Jnior, na rua do
Trapiche n. 1 i. *
olao francez. *
deigo rolao francez em frascos
le, libra e a relallo ya rua larg do Rosario o. 38.
Ra] o Cordeiro.
Vende-se o verdadeiro e muito fresco cap Paulo
Cordeiro : ua rua larg'a do Rosario n. 38.
Vendem-se fiadores Gaos para navalbae a 900 -
e'610 rs.: ne rua larga do Rosario n. 38.
Crespo, loi.i da esquina que
o covado.
Vende-se na rua do
volla para a cctdei;;.
Vcndem-se no armazem n. 6(1. da rua da Ca-
deia do Recife, de Hcnry (iibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por presos
mdicos.
Vende-se escellenle laboado de pinho, recen-
temente chegado da America : na rui de Apollo
rapiche do Ferreira, a enlender-se com o admiuis
ador do mesmo. ,
Deposito de cal de Lisboa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja o. 50, contina
a vender-se barris com superior al virgem de Lis-
boa, por preso commodo.
Vende-se orna parda mesa, com algumas ba-
1 ilidades bonita .figura : na rua do Trapiche o. 14.
Vende-se cognac da mellior qualidade: na rua
da Cruz u. 10. <
Superior vinlio de drewjDagneeBor-
deairx: ende-se em casa deschafhei-
tlin & C, rua da Cruz n. 58.
Attencao.
Na ma da Cadeia Velha o. 47,lja do Si (alaaoel)
vende-se damasco de 13a de duas largaras, muilo
proprio para roberas de (ira e uaunos jie mesa.
AOS SENHORK DEf ENGENHO.
Rednzidp de 640 para 500 r9 a libra
Do arcano da invenco' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado na co-
lonias, ingieras e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mlhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
gi*lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na-rua da
Cruz. n. 4.
ESCRAVOS FGIDOS.
DesapparecerFiia mauhaa de 2 do corrente, de
berdo do hrigue Woior*ei, no porlo de Maces*, po-
viucia de Alanoas, m ejeravo mannlieiro de segun-
da viagem, de nome Fraoeisco, crioulo, c> prele
falla aso, eslalura ordinaria ou regular, levando
com sigo a loupa que Iraba, e bonel de panno : o
qul escravo foi de Nicolao Alve, da Silva, senhor
do engenho Atibumas, na mesma provincia : aeni
dr uolicja delle, capturar, ou levar casa de seus
senhores Sacavem Barbosa & Companhia, em Ma-
celo, ou tiesta cidade aos Sri. Amoflm rmeos A
Compaahia, sera generosamenie recompensada.
- Em 16 de julho fugio do engenho Desengao
freguezia do Bom Jardim, um prelo crioulo por nn'
me Ruque, idade 30 annos, o reprsenla ter menos"
alio, secco, nariz grosso e arregacado, pernis fins
be-cos grossos. pes regulares e cor avermelhada -le:
lo rnsso pedrez, novo, e esqMinlido

quera o appreHender. le,e-o ,o en'g.;^^,""^"
a raa da Cadeia do Recife n. 21, que ser. .>a-
menle recompeinado. H generosa-
PERN. TIP.
------
DE
M. F. DE FARIA. 1833-
/
IITII


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