Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00816


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Full Text
^
ANNO XXXI. N. 170.
Por 3 meses adiitntados 4,000.
Por 3 metes ventados ,500.
MMII
QUARTA FEIRA 25 DE JULHOD 1855

Por anuo amantado 315,000.*
Porte franco para o subscripto.
^
-X.
DIARIO DE PERNAMBUCO
____________________________________________------------:----------------------------------------------------------------------------------------- m------- ..... .--------------------- ---------------------------------------- .. .
ENCAflREt-AIIOS DA SUBSCUIPCA'O.
R4fe, o propriettift M. F. de Faria ; Ra de Ja-
neiro, o Sr. Joo PeieiraMarlins; Babia, o.Sr. D.
Daprad ; Macei, o ir. Joaquini Bernardo de Men-
deiiea ; Parahiba, o Sr. Gervszio Vic.or da Nalivi-
daile ; Natal, o Sr. Jnaqaim Ignacio Pereira Juniur;
Anteaty, oSr. Amonio de Leinos liras a; Cear, Sr.
Jaiauim Jos deOliveira; Maranhai, o Sr.Joa-
quim Marques Rodrigues ; Piauhy, c Sr. Doroiniios
Hercuiano Aciviles Petaba Cearenre ; Para, oSr. Jus-
tiu-i i. Hamo ; Ama tonas, o Sr. Jerooymo la Costa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 j/8 d. |por 1.
Pars, 355 rs. por 1 f.
> Lisboa, 98. a 109 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Accoes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de lauras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
|Ouro.Oncas hespanholas1 29J000
Modas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
d4000. 99000
| Traa.Pataces brasileros. -19940
Pesos columnarios, 18040
mexicanos..... 19860
.PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, lodos os dias
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 15
Villa-Bella, Boa-Vista,ExeOuricury,a 13628
Goianna e Parahiba, segundas e swttas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
ri:r..\.\i.\n di: hoje.
Primcira 1 hora e 18 mininos da.lrde
Segunda 1 hora e 42 minutos da manhaa
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quarlas o sabbados s 10 horas
.lui/. do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-ilia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio dia
2' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPIIEMERIDES.
Jullio 6 Quariominguanteaos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
* 14 La nova as 2 horas, 21 minutos e
40 segundos da manhaa.
22 Quartocrescente as 5horas. 30 mi-
nuiosrf 40 segundos da manhaa.
29 La cheia asi horas 44 minutos e
33 segundos da manhaa.
DIAS DA SEMANA.
23 Segund.S. Apollipario b. m. ;S. Liborio b.
24 Terca. S. Chrisiina v. ; S. Francisco Solapo.
25 Quarjjt.S.Tbiago p. ; S. Christova m.
26 Quii i. Ss.Symphronio e Olympio mm.
27 Sexta: S.Panialea medico m. ; S. Sergio m.
28 Sabbac'o. S. Innocencio p.; S. Narciso m.
29 Domingo. 9. S. Anna mai da SS. Virgera
mai de Dos; S. Marilia v.
+
~
PARTE "OFFICIU.
BISPADO DE PERNAMBUCO.
Xkm Jofto he, e por mare de Deo, p^ec.^caos bypolhecaVVonvencion^."
B h*i>n ili Dhp nnliii/ Seja a discussao au englobada, nem por arti-
go, mas pela furnia seguinte:
e 1., titulo 1. das disposicOes geraes.
2. O titulo rnm os capitulos 1,2 3 sobre
hypothecu cm geral, hypolhccas privilegiadas, hy-
'ernambuco, e do couse-
Iho do S. M. o Imperador, ele.
V toda os nosxos diocesanos sau le, paz, e beiicio,
err Boma de Jess Clirislo Pastor Elerno.
leudo no dia 18 do corrale determinado qoe aas
id kjs quotidiauas reciUseem os reverendo* sacerdo-
te; a orarlo a favor da calamid.ide, quo os oossos ir-
ntlles Itm-sapportad) lia provincia rando que a Divina Clemencia re digne desvanece-
la, attendeodo aee rogos de sua dilecta espoia, mau-
llamos iiesta data dirigir preces, para tnii jiiiu fini
ao uosso Dos, c Seohor, qoaes levan ler lugar nos
it>, 27, e 28 do presente me, as fregtiezias do
Kiicife e Ouda, confiando que muilos dos habitan-
te coucorrero an Tsmplo para unir Mas vozes s
. dos ruinistros da religijo com plena confianza as
pr>roe*sas de Jesus Cliristo, lenigninenlc ltenlo
dos atbelos, que a elle recorrom, seni
inder o* exflsssos roiumel-
irar, para mi f.'.zer repri-
mir.
temos preseociadi) muilos destes t xemplns, e di-
iniuuta lem sido a riitratatlo dos crimea, pelos quaes
merecemos a maior severidad.
Oulro porm foi o exemplo dos Niirivitas, quahdo
Ibes foi a'nnunciada lelo propbela Joas a subver-
siido sua cidade, por cuja noticia so enlregaran
in-lis rifjoroaa penitencia, ceosegiiindo aplacar por
eio a divina n (guaci, que Ibes eslava immi-
niule.
o nosso procclimento menearemos
a eterna beneficencia, permit*
iliveds promessss do nn*so redemp-
jp dolos, dilectos diocesanos, a ira de
Deas* S iiifelizmenle asiintom acontecido, nao es-
triinhemos s funestos aconlccinienl que a Pro-
videncia riispOe, para se cumprirein seus pas desi-
Icino-nasque elevemos ser enligados
o .{'amargura, e ai$ao, quando
da mallos modo* no- esguecermos d deveres, pres-
orij ngeilio, annuuci.-ido om lodo o orbe,
.lOsuinstraccS}, e fiel observancia.
^Bijut o Keulior Dos de pi-
is Lre turas, e Do quer a ni orle do
^H :ie este se converla, r viva. Presle-
-. qu nos lem lieralisadj daran-
nossa eiistei
Recorramos finalmenle aos Sacramentos da Peni
3. O titulo 3 que trata dos privilegios.
i. O.- (ilulos 6, 7, 8, 9, 10. ti e 12com seos
respectivos captulos que tratam do registro, geral,
da transcripran, dasjncripcijes, effeitos, remissao, ex-
lincro. caucellac"io e puhlicidade, eessoes e aeces
das bypolhecas e dos conservadores.
5. O Ululo 13-gue Irata das disposircs diver-
sas.-i-l'crcira dd Silca >
O Sr.'SuyBo /.abalo combate a indicarlo por
que eulende qne ella proppe una allcracjo mui im-
portante no regiment da cmara, e concilio volan-
do con Ira o paiecer da commissao.
O Sr. Ministro da Ju-lira enlende que a cmara
pela urgencia que ha deste projqcto de lei deve aP-
provaro parecer da mesa, tanto mais por que nao
he islo urna inveiiejio, mas o qua por vezes a cma-
ra dos Srs. depulados lem adoptado em quesles
graves e ponderosas.
Julga-se a materia lisculida ; he approvado o pa-
recer da mesa, ficando prejudicada a emenda do
Sr. Pcreira da Silva'.
; leeara aojuiz de direilo Marco Antonio de Ma-
cedo.
Entra em 1.a discussSu o projeclo n. lo deste an-
no, que aulorisa ao goveroo a conceder dona anuos
de licenca com os respectivos ordenados ao juiz de
direilo do leu, Marcos Antonio de Macedo, para Ira-
lar de sua saude aonde melhor Me convier.
o .sr. Araujo Liinu requer que o projeclo leu lia
urna s discussAo.
Apoia-ae.esle requerimcnlo, procede se volacAo
por escrutino, e lie o projeclo approvado por 50 vo-
tos conlr.i 11. '
SEGUNDA PARTE DA ORDE.M DO DIA.
Ftxarjio das forras de Ierra.
Contina a discusso do projeclo que fia as
forras de Ierra |iaia o auno financeiro de 1KM u
1857.
O .Sr. Belfrf.Sr. presidente, requeiro o encer-
ramento da di.cusso do l. artigo do projeclo de l-
xacflo de forras de Ierra.
Consultada a casa, lie appruvado esse requeri-
menlo.
Posto a votos o arl. 1 he approvado, bem como i
seguinte emenda da commi'so:
Supprima-se o 4 do art. 1.
, Eulra ero discus^ao o seguiulc artigo :
Arl. 2. As forras Uvadas no. artigo precedente
compIcUr-se-hau pelo engajaineuto voluntario: c
na insullicicncia tiesto meio, pelo rerrulanicnto, cm
icralissim Eucharisiia comas couteniea- .. ..-.'' .
cnnformidade das disposiroes em vigor, sendo eleva-
da a seiscenlos mil res a qnaalia que exime o recru-
lado do servia.
j Os que s asjarem voliiiilariamentc _seryirao
por seis anno?, e os rccraladw nove anoos,
- Os voluntarios perceberan urna Eralilicaran que
nao exceda quanlia do qualro ceios mil ris ; e
concluido o sen lempa He seivico lerao urna dala de
Ierra de viole e duas mil c qnitihentas bracas quii-
.iidisposicds, e rer;l)ereinos, as gr a ras e auxilios
ptrametlid. erdadeira, e siiiceraraente se
rcinverlem, abominindo e dcle>landi. a pralica das
bi ixoes, qa altraliem abre mis Uo graves C"m-
- -'' nodos. Senliroaa n.o poder conlinu.-un nossa cari-
dosa exlmrtrao, por motivo da en eimidade, que
supporlamos: reparamos porm csli falla, suppli-
cindo aos infinitos raeril s do Jusus Clirislo so dig-
n40l proteger e socorrer lodos os ul.ribulados no
lempo de su i exisle cia, o particular minie na oc
resso deste mondo rara a elriii-
Oliiid 2**le jutin da 18.">3.
Joio, Bis fio Diocesano.
IITEEIOR
i
I
t
* #
RIO DE JANEIRO.
CARIARA DOS SRS. OEPTADOS-
ZMa 8 a Jaaho 4a 1.85S.
approva-sea acta da scssSo antecedeo-
Sr.^irimeiro secretario da ccn'a do seguiulc
expediente :
JUn) ofticio do Sr. 1." secretario d.i (.er.ado, com-
Diiiaicaod que S. M I. consenle na resolueao que
B Tereeira da Panilenria d cidade
de S.Paulo varias oulras a possuirem bensde
rnz.Fka a cmara inleirada.
lo Sr. de.lutado Antonio Jos Machado,
indo que< por baver fallecido um sen
e estar de oojo, deia de comparecer al-
as s sesOe! desta cnmira.Mindou-se des-
anojar.
Outro do-Sr. depulado Francisco Diogo Pereira
de /asceaeellos, ccmmuuicando quu, por i u com mo-
dos da familia, nao pode este anne comparecer as
siis0es ^esia cmara. Fica, a cmara inlei-
rada.
i m requerimenlo de Joaquim Jote lavares, sub-
dito portujofz, pcdiiiHo dispensa na lei para poder
r-so cidadio brasileiro.A" corainissao de
e poderes.
andadedoSS. Sacramente, erecta na ira-
Mi Selihora do Rosario da-cidade do Pe-
nedo,' provincia d is Alagoas, pi diodo permissa0
liara po?suir beiu de raz. A' ccmmisso de fa-
ceoaa.
Puix y Brugoea, peiiindo uina com-
|Hu vii^)Sqoedit preslora ao Brasil.
A' commissao de azenda.
ipregado da admWalraraodocorreio geral
ila provinc le Sergipe, pedindo aagmeulo de or-
denado.A'ccmmissilo de pensSes e qrdcua-
Le-se c he remeltida comrni e poderes a seguiliio iudicacJo :
imos que, para preencher a vaga que exis-
li^U deputaQao da provincia do Hii (jrande do Sol
pplo nao cam parec me uto do Sr. deopUdo Dr. Israel
Kedrigues Bareello, sej chamado i i. supplente o
Sr. Dr. Joe Antonio do ValleCalJre e Fio, que
s acha pi la corte, visto que o 1. iiippleute j es-
ta ha can com assento em lugar do Sr. Dr. Olivein
Bello, e o 2.e 3. supplenles declararam ptr escrip-
loque no caso de sorem chamados nao podero com-
I arecer este anno.
a Pagoda cmara,8dejunlio de I8")5.Jadntho
t Menionra.Ceas Seceo.
He jolgado objecto de deliberaran, e vai t im-
primir para entrar ua ordem dos trajiallios, o seguiu-
le projeclo*
lea geral legislativa renolve :
garant de juros addicioiial conce-
dida pelas assembdias provinciaes s cumpanhias or-
.gmisadas, ou que se organisiirem pira a construc-
o de estradas de ferro, ser proporcional garan-
ta que o goveroo geral lem concedido eu liouver de
conceder.
u Para esse fimo mesmo govero1 ;r(Teuiler-sc-h
Din os givernos nr ivineiaes, rrgulirisaado os res-
pectivos contratos, lanto no.que diz n'speilt' ao lem-
po, modo a pgame Uo dos ditos juros, como a per-
ceprao dos lacros estipulados.
Art. 2. Ficam r vogudas quaesquer dispasices
em contrario.
a Paco da cmara dos depulados, c dejunlio de
1H55./. M. it-aierletj.L. .i. Barbota.J. J,
A de Agttiar.y. X. I'aes Hrrelo.
PR1MEIHA PARTE DA ORDEM DO DIA.
recer da meta..
9*>.|a. ma a appro-
que o
projeclo de refonni hypi^ i discutido en-
llobadamem
I.-se e anoia-se a seguinle emenda :
dradas.
O Sr. Aprigio Guimaraes.Sr. presidente, nao
-contando que fosse hojeencerrada a discussaodoarl.
I, en cortamente direi sobre o arl. 2 vnnilo .menos
do que diria se por ventura nao estlvesse anda na
f de que fallara sobre aquello artigo, e com as deas
cncaminliadas a este l'uo.
Todava direi alguma cousa acarea do arl. 2, e co-
mecarrj recordando urna idea minhaqui mlllida o
anno passado, que fui combatida, mas cuja refala"
tan anda nao calou bstanla em meu espirito para
que anda de novo nao insista sobre ella : quero tra-
'ar da elevarao a MMW da quanlia que exime os re-
tratados do servico.
Nao vejo nisto mais do que um bice desneces-
sario e sem fundamenlo.... bice que se re-
ne aos muilos que j pe.am sobre 6 soldado bra-
sileiro.
Quando o prero mximo por que se engaja nm
hotncm de 1009, acho muilo razoavel que seja csse
mesmo o prero por que se exima um recrutado do
servifo. Pergunlo agora aoSr. ministro qua I a quan
lia que exime o engajado do serviro 1 Alcm da res-
liloir.io de urna parle proporcional dn spu premio de
ngajamenlo, quanlb Ihe fa'r pagar S. Exc. por sua
tongo do sen-ito, visto que aqu se o nao previne?
Emendo que disto deve resultar alguma confnsao
para o Sr. ministro da guerra cm sua a Iminislratao;
e lie deploravel que a confusao m-.-ada al um poni
de lana simplicidade.
Eu nao quero insistir sobre a idea de que o re-
CTUtamcnlo seja sempre proporcional, quaesquer que
sejam as circunstancias em que elle se fac;a ; ma
nao possu deixar de chamar a silencio do Sr. minis-
Iro da guerra para este ponto, pois o qne eu disseo
anno passado anda procedea Q Tccrulamenlo he
muilo desproporciona!. Provincias de mate peque-
a populadlo dao o (ripio dos recrulas de oulras
provincias de grande popularao.
Eu nao quero especialisar e mesmo nao venho
para islo preparado, chamo smenle a allencao do
Sr. mini.-tre da guerra sobre este pona ; e pergun-
lo-llie se ti vlsla da verda^lc que exponho nao teoho
eu razio de lano receiar do arbitrio as clrcum.'tai-
cias ezlraordinarias?
O Sr. ministro nos diz no seu relatorio que infe-
lizmenle nao podemos eximir-nos do meio de re-
cratamenlo, porque a rcpugnanc'a para o servico do
esercilo he grande, o numero dos engajados muilo
pequeo, elcv V
Direi ao Sr. ministro que anda nao aclion a ra-
ijo por quo o numero dos engajados no exercilo he
Uo pequeo,porqnc nao lem querido acha-la.
S. Exc. deve saber mais do que eu que para o sol-
dado nao ha li de conlralo.O soldado recrutado ser-
ve 18 anuos, por nao se lhe dar baixa quando con-
cine o lempo a que he obrgado a servir, e o mesmo
acontece a muilos engajados que vem a servir por
nm lempo duplicado espera de baixas, ou se reen-
gajam forondamente, porque contando com a du-
plcala do (empo ronsigoado no sen contrato, que-
mo ao menos a duplcala do premio. Em o 10
balalhao de iufantaria ha soldados de IK annos de
servico, e arredilo que o mesmo acontece era ou-
Iros corpos. Nao sera islo um obstculo ao ngaja-
menlo?
O Sr. Sera : He fado.
O Sr. Aprigio (uimaraes: Enlendo que islo
he um dcfeilo na organisarao do nosso exercilo, urna
falsa fe, urna fcia violarao da lei do contrato. Es-
las bracas qqadra las de que falla o arligo como om
premio valera como cousn nenliuma. O soldado que
lem baixa s pede a Dos qne lhe paguem os tarda-
mentes e sidos alrar.sdos, e sobretodo que o livrem
dos aterradores exercicios lindos. Sim, nao he urna
barhard.idc obrigar-se o soldado a andar pelas llie-
sourarias, onde eu mesmo tenho horror de entrar
(risadas), jllm de realizar osles pequeos crditos
ganlios cojjn (antas fadigas, e no ln dzer-se-lhe :
o teu direilo cabio em excrcicio findo, ou esl pres-
criplo ? (ApoiadOt.)
Pergunlarei mais ao Sr. ministro se he verdade,
como me infounam, que um odicial tira tres e qua-
lro patentes do mesmo posto, sendo urna por cada
remofo qne solfre ? Pois quando em bem da ad-
ininisIracSo do expedienta se adoptaram as apos-
tillas as carias dos magistrados, para o pobre mi-
litar se pos de parle a vantagem idminislraliva e de
pmmptidao de expediente, e se o cartega ainda mais
com os inlerminaveis cmolnmenlos"!
Sr. ministro, j* qne nao podis ler completo o
quadro do exercilo, j que nao podis reformaro
cdigo militar, j que nao podis ter campos de ios-
lruce,ao, j que na podis em suroma iniciar os
graudesassumplos militares, tralai dos pequeos s-
somptos, que para nos s3o grandes cousas. Tende
olho alenlo sobre a disciplina do exercilo, garanli
ao soldado brasileiro o comprmante da lei,do con-
trato, pYocurnfle, ossim rurar o cancro do reern-
tjimenlo, lende enfriado as promofpes, emlini fa-
zei oque vos he pessivel, e nao fallis noque vos 4*
impossivcl.
O Sr. tlrtmdo-: Apoiado.
O Sr. Aprigio Guimaraes :Nao irei mais adiau-
te ;' insisto nicamente, ao concluir, as observable
qua fit sobre o recrnlamcnlo. chamo a alientan de
S. Exc. para, este ponto, he um Iribnlo de sangue a
que muflo ronVem allcndpr-se. e nella ha ama (al
disproporcao que para algumas provincias conslilue
um verdadeiro martyrio.
O Sr. Brusuite : Muilo bem.
Nao havendo mais quem peta a palavra, e posto a
votos o artigo, he approvado.
Entram por soa ordem e'm diseos-ao os seguidles
arligos que sem debate sao tambero approvados :
tar s dilas forcas ser distribuido em circumslan-
cies ordinarias, pela Capital do imperio e pro-
vincias. *
Arl. 4." O govtrno fica aulorisado para desta-
car ale qualro mil pracas da guarda nacional, em
circunstancias eilraordioaiias.
Eulra em discussao o arligo seguinte :
Arl. ."i." Fica tambem o goveroo aalorisado
para conceder as provincias o numero conveniente
de recrulas para precnchimento dos corpos de poli-
ca, nao sendo este meio excluido pelas respectivas
leis provinciaes queregularem a orgaoisatao.de lae9
corpos.
O Sr. It'anderleg :Desejara, aales de fazer al-
gumas reflexoes sobre' este arligo, que o honrado
ministro da guerra me informas-e se leve requisi-
r jo de algum ou alguns presidentes de provincia,
ou representac,6es de assemblas provinciaes, jul-
gando iiecessaria a medida conlida nene artigo para
o preenchiment dos corpos de polica. Se o hon-
rado ministro fuer o obsequio de dar este esclareci-
menlo conlinuarei depois.
.; O Sr. BMtgardt (ministro da guerra :A me-
dida que se acha consignada no arligo erodicussao
fui no anno prximo passado approvada nesla casa
em conseqiisncia de reclamatOes do ministerio dos
negocios da justo; i ; foi ella offerecida como emen-
da proposta, e depoit passou lambem no senado.
Essas reclamates do minislerio da justica funda-
ram-saem represcnlarfles de prasidcnles de provin-
cias, dzendo que nao era potsivel completar os
corpos de polica sem ser pelo meio do recrolame-
io. Nests'circamsrhiriis julguei conveniente in-
cluir na proposta que ota se discuto a mesma idea
ja adoptada.
O-Sr. iVanderley :Nao me recordava que esta
medida ivase sido adoptada na lei de fixacan de
torcas do aiinoVjass^o; mas ainda'assim oppo-
nho-me a ella, pey "Tcreio que iienhum resnlla-
' nao me engao, nem ha de
do lem produzid
produzir.
O Sr. Aprigio m liarSes :Apoiado.
O Sr. iVanderley :O rccrulamenlo he iosofli-
cicnle para o pi eenclii diento das fortas do exercilo.
ipoiaii.' Islo consta do relatorio do honrado mi-
nistro c de lodos os relatorio* anteriores, e quem
quer que teulia a menor pralica do metbodo por que
se faz o recrulamento entr ns rabe bem que por
este meio costosamente se preeneberao as pratas
do exercilo de liuha marcadas na lei de forras. Se
assim suecede, a concesso feila s provincias de
prafas recrnladas para os corpos de polica, ou he
urna perfeila luirla ou um grande embarat para o
preeuchimenl do exercilo de linha, porque natu-
ralmente, se for dada a autosacao aos presidentes
das provincias para que elles tirem dos recrulas o
numero que for necesiario para os respectivos corpos
de polica, sci,lo de preferencia esies recrulados
applicados a taes corpos ; e quando o governo s
ennsinla em sentelhanlc cessan depois de preen-
chido o numero marcado para o exercilo,* didicil-
menle ou nunca as provincias te puderao aproveilar
desle meio. '^ -.' a
Creioque lia ainda um oulro inconveniente, e es-
ta be o principal molivo por que me opponho ao
arligo cm discussao, lie que nao confio absolutamen-
te em polica feila por meio de pessoas recru-
jidas.
Sibemos que os recrulas para o nosso exercilo sao
(irados da ciaste menos instruida, direi uielhor, c
1 dor o digo, da classe mais miseravel da socieda-
de. O exercilo ha como que urna casa de correccao
para muilos individuos, e al mesmo sao recrulados
criminosos.
Ha autoridades que julgam al muilo'natural di-
zerem em oflicios aos presidentes de provincias:
I'ii.lo cummeltcu tal ou tal crime, e como he con-
veniente que saia desle lagar o remello para a$sen-
tar-se lhe iraca em qualquer corpo de primeira li-
nha. {Apoiado.)
O Sr. Sera : Ou da armada.
O Sr. Ifanierley : Como pois tirar-se de se-
melhanle genle pratas para conMiluirem os corpos
de polica que por sua nalureza devem ser muito
mais moralisados '.' Eu entenderla que o governo
cedesso algumas pratas j raoralisadas, j discipli-
nadas no exercilo, para servirem oss corpos de po-
lica, onde vencessem maiores vanlagens ; mas ce-
der recrulas para servirem em laes corpos anles que
lenhain sido disciplinados no exercilo, he o que te-
nho por muilo perigoso, ao menos nao quero para
a provincia que reprsenlo semelhanle presente.
Por consequencia acho que, apezar das reclama-
tOes batidas, e crco que foi s da provincia do Rio
Grande do Sul, nlo nos coiivem approvar este arti-
go, salvo se algumas razes mais valiosas apparece-
rem que des(ram as poucas que lenlio emitlido.
O Sr. l'iriato : Sr. presidente, sou levado a
dar o meu vato no artigo em discassSo...
O Sr. Ferrax : Apoiado.
O Sr. l'iriato : ... pelos motivos que passo a
expender.
Urna das maiores difficuldadcs em algumas pro-
vincias do imperio para a boa polica he conservar,
sustentar uina forra sullicienle pira a arrao das au-
toridades. Essa forta nlo pode ser creada pelo n-
gajamenlo. He de indeclnavcl necessidade a dispo-
sirao do arligo impugnado pelo honrado depulado
pela Bulla.
Para que o ngajamenlo fosse nossivcl, pralica-
vel, era mister a existencia de sidos elevados s
pratas da forja policial, e oulras vanlagens.
Mai, como fazer isso qnando os corpos de polica
sio a cargo dos cofres provinciaes 1
Elles nao dao renda sullicienle para ser volada
una verba que possa produzir o engajameato vo-
luntario.
A pralica que se lem seguido al hoje por neces-
sidade, a meu ver a nica que nos conceda n fal-
ta desla providencia, he defeiluosae nao deve con-
tinuar.
Procuran! dos recrulados para o exercilo oade me-
nor comporlamenlo para servirem nee corpos de po-
lica. E elles preferem esse servio, e quasi que
voluntariamente soffrem a roudanja, porque meltio-
ram de condicao. Os corpos de polica aaaham al-
guma cousa por esse meio, mas o exerc'Ke perde. e
s cnlhc a peior genle.
Sou da opiniao do honrado depulado, e adopte
ludo u que avanenu quando disse-no que Dio ron-
vm que os corpos de polica sejam formados pela-
maneira por que sao os do exercilo, par meio do
recrulamento.
Os homens mais desmoralisado, mais irletosos > o
digo lambem rom dor), sao. sempre e*'deslin?dos
pura servirem no nesso exercilo." E xpn peasoal des-
tes nao pode cerlamente ser mullo ulil nee' coi pos
de polica. Mas a imperiosa leda necessidade do
momento nos leva a approvar a medida do projeclo.
Sao necessarios os corpos de polica, e curopre dar
um meio para a formac,3o delles.
A Torca policial deveria ser urna creato geral a
cargo do theaouro publico, e com disciplina e regu-
lamcnto unitorme. ,
Espalhada pelas provincias, segando as necesida-
des locaes, melhoraria nuiiin a adniinislraeao da
justica publiea. Nao lie possivel prevenir deliclos
e puuir o crime sem um pessual bem formado e po-;
deroso.
O soldado de polica deve ler urna vida, urna
disciplina muito differenle da que se d s pratas do
exercilo. '
Poucas sao as provincias porm que lem urna
renda sufllcicnle para a sostenanlo de um corpo de
polica como coovio. Algumas lia caja renda ape-
nas d para pagar una pequea forra, desprezando
seas mellioramenlos maleriaes, e que rvge por im-
potente diante dos criminosos.
Cumpre que se trate quanto anles de crear orna
forra policial conveniente, imitando o que se prali-
ca de lia muilo entre os povos civilitados. He esle
um assumplo de muila importancia e que deve cha-
mar toda a alientan do governo.
He mister um bom pessoal, com maiores venci-
menlos. c bem disciplinado. O servico he dos mais
ardaos e espiohosos ; e os individuos que fazem
parle dos corpos de polica muilas vetes sao senlior
resde segredos que altamente se prendem conscr-
varao da ordem publica.
Por agora vol pelo arligo cm disoetsan, porque
jnlgo que he a medida nica que na aelaalidade se
pode'apresenlar para a creadlo dos carpos polciaes
das provincies.
O Sr. IVanderley : Nao locou Bal rain has ob-
jectOes.
Nao havendo mais qnem pera a paiavra, e pondo-
se a volot, o arligo be approvado.
Eulra em discussao o seguinle arligo :
Art. 6.1 O governo iica aulorisado, desde ja, a
dar nova organisarao arma de infamara. *
1.0 se, apoia-se e eulra em discussao judamente
com o artigo a seguinle sin ui l.i da commissao :
ii Suhslilua-se o arl.Ti pelo seguinle :
(i Fica o governo aulorisado i ergaajsar cfT di-
vamente os corpos provisorios de guarnir jo que
creou as provincias dn Parahiba e Paran, n
O Sr. h'ermz:Tomei a palav jpara< pedir ao
Sr. ministro o cumplimento de tfnra promessa que
nos fez. S. Exc. promelteu-nos que na discussao des-
te arligo bavia dizar alguma cousa sobre a organi-
satSo do exercilo. Itesejiva ouvi-lo primeramenle
para depois apresenlar alguinas*.-flexots conside-
rarao da casa.
OSr. Presidente :Segundo o regimenlo, he ne-
cessario que a discussao comece por opposir.lo.
O Sr. Ferraz:Os eslylos da casa admilleTfl
qualquer perganla. Est entendido que me opco-
nhoao artigo. /
O Sr. Rellcgarde (minsfro da guerra):Sr. pre-
sidente, o arligo em discussao diz o seguinle. (/>*.)
A emenda da commissao "substituc esta disposirao
pela seguinle. (*".)
No'relatorio que Uve a honra de apresenlar as-
semblca fiz esla observatAo. (Le.)
Ja em o anuo prximo passado Uve' a honr; de
fazer ver s cmaras as necessidades qne derain lu-
gar creatao de corpos provisorios no Paran, c na
Parahiba. A experiencia moslrou depois a cor.ve
nienria de lorna-los fixos, pois que sem lal augrren-
lo de forre estas provincias nao fiodiam pasear, e
entilo era muilo natural que euipedisse acamara
esla autorisacao. Em vez. porem, de pedir aulori-
satao somente para este fim, a incln em aulorisa
rao geral para relorinar os corpos de infanlaria, ion-
forme expuz no mtu relatorio.
Oulra circumslancia havia que me Icvava i pedir
esla aulorisac.io ; era allender ao estado actual da.
infanlaria com relatan ao armamento.
Temos ja alguns corpos exereiladns no manejo das
armas de percisao ; porem nao sao aioda em grande
numero.
lisiando neslascircumstancas,convirsemduvrda
dar urna nova organisarao arma, de infanlaria,
dando maior numero i infanlaria ligeira ; porem,
vislo que nao temos disposlo todo o material preci-
so para urna lal roforma, nao Uve duvida em acce-
der uesle parte s observarles da illuslre commis-
sao, do que na ocTasiao prsenle semelhanle re-
forma poda trazer inconvenientes praticos ao ser-
vito.
Poslo que a illuslre commissao reconbecesse que
a aclal organisarao deve com mais algum lempo
ser alterada, comludo, fazendo esla oliservnrao re-
lativamente a aclualidade, nao duvidei concordar
com a substituido proposla, ficando a, oulra reforma
para a ocrasiaa mais opporlnna.
O Sr. Ferra: :Pelo que ouvi ao nobre minis-
tro, creio ,que deve-se daqu por diante entender
que organisar a arma de iiif.inlariajhe approvar a
creatao de dous corpos que ja exislem Eu enlen-
dia de oulro modo ; suppunha mesmo que onohre
ministro cedendo ao meu convite me desse mais
ampias informates.
Existe no exercilo urna classe, que se chama 2."
class" do esl ido-m.iior, que foi laucada ao inferno
Je Danle.
O Sr. Brandao :Apoiado.
O Sr. Ferraz :Quem cahealli, com joslita ou
sem'ella, nao pode mais ir adianle.
O Sr. Brandao :Apoiado; eu o anno passado
fallei a este respeito.
O Sr. Ferraz :Ha ofliciaes de muilo racrilo na
arlilharia ; mas como essa -nna'n.looll'crcce grandes
vanlagens, porque o numero dos ofliciaes he dimi-
nu", creo que orea por cerca de 102, o resollado
he que loda a mocidade procura desvar-se dessa ar-
ma. O moto que entra na arlilharia, s vezes obri-
gado a isso, lem certeza de que nao pode passar de
apilan, vislo qne o numero los poslos superiores
be diminulssimd, e nao pode passar dessa arma
para oulra sem urna licenta especial do corpo le-
gislativo (apoiados;, o quo he es vezes impos-
sivel.
A arma de arlilharia entre ni he de grande in-
teresse, assim como em todos os paizes ; obrigar-se
pois a um bomem a estar estacionado nos corpos co-
mo subalterno por lodo a sua vida, sem espeanca
alguma de um fuluroJ.projpcro, be o mesmo que
querer-se que a anua de arlilharia nao lenha um
liom pessoal. O nobre ministro sabe que alguns
olUciacs, en conheco dous, lem pedido a sua demis-'
silo desgostosos porque nao tinham om futuro, e nao
podiam chegar nesles 20 anuos a mais do que a ca-
pullo, entretanto qne tinham esludos da academia e
podiam passar para o corpo deajngenbeiros, on para
outro qualquer.
V ae pelo qua acabo de djzer que no exercilo ha
duas'classe de ofliciaes que esto reduzidas a nm
estado de lastima ; e a 2." classe do eslado-maior
he a mais miseravel, porque se lancariin para alli
lodos qoanios eram brigadeiros e coronis, lalvez
com o desejo de desacredilar-se a eeses ofliciaes, dei-
xando-se cerlas nessoas na 1." classe para irem su-
hiudo, e o resultado. be que o official no posto de
lenenle-coronel, eapilSo ou niajor, nunca lis de ler
accesso, e ha de morrer no posto em queenlrou pa-
ra es udara capacdade '.' A alguus fallara o esludo com-
pleto, mas tem luzes, terh servaos e lem mrito
lodo o direito aqueU.es que ja preslararn servitos e
perderam grande'parte da sua vida em servitos
do estado, e alian,lona-los. oh isso be muilo
duro '.
Talvez se diga quo o abuso das passagens era
grande : roas o abuso da classira^ao foi aloin jlo
abuso das passagens, porque aquella depende de
um arbitrio, o esse arbitrio he fatal para muilos." he capas de levar-nos ao apogee da felicidede.
eu por cerlo folgaria ver sempre a opposita'o, mes-
mo porque ella faz nascer defensores como o nobre
depulado pela minha provincia que falln ha Irei
dias. Eu mimo, Sr. presidente, depois de ouvi-
lo, nao fiquei liomem, nao ; quasi abandnelo mea
igar, porque me convelen lauto, que eu n3o sei
io fiquei na posicao que tomei !!
Nio ha cous.i melhor, nao ha felicidade na vida
mais digna de ipreciar-se do que ser verdadeiro mi-
nisterial como p nobre depulado. Eu lhe agrade-
c) a bondade com que se dignou Iratar-me ; tvgrn-
(poix/n ; e de m muinente |>ara oulro lirar-sa aco-llui mesmo. e_flJOBlerio lie deva agradecer
lambem, o santo furor deque elle se possuiu para
mostrar que a opposir.lo em urna cmara era cou-
sa que nao prestava para nada absolutamente B,
Sr. presidente,' eu fiquei 1.1o commovido rom as
expresses lo nobre depulado, que ueste momento
quasi repilo o que elle diste :
En ronii i na sahedora rio minislerio ; s elle
Neste pon eu qiteiia onvir o parecer do nobre mi-
nistro para ver se alguma medida nao seria necessa-
ria para melhorar-se a'sorte riesses ofliciaes.
Eu cei que a classe do estado maior he urna classe
muilo importante nos oulro., paizes, be um vivei-
ro de grandes geoeraes, e alem de ser vveiro de
grandes generaes he a mo direila delles; c nao
sei verdaderamente se se pnderia laucar mi com
lano excesso e rigor de urna medida dessa nalureza,
e se nao ser bom adoear-se a Irisle sorle desses
ofliciaes.
Fallo desle modo, nao porque esteja habilitado a
apresenlar remedio para ama nova ordem de cou-
sas, mas porque enlendo que au se deve fazer lao
flagrante; injusliras.
Pelo que tuca a arlilharia, esl vislo que vai em
graude depreciamento, e daqui a dous dias nao la-
ver gente habilitada para servir : he verdade isso.
Um moro da escola militar em qualquer oulra clas-
se da sociedade pode obter piuilo maiores vanlagens
do que no poslo de subalterno, ou mesmo de capi-
lao de arlilharia : se elle concorrer aos exames do
Ihesonro pode'obter urna earreira melhor do que
a que lheoflerecem os esludos da arlilharia ; e he
melhor seguir aquella earreira do que morrer l-
ente ou capilao.
Entre a cnsciiharia e arlilharia ha cerra ligarjo
que permiti baver um accesso entre essas duas ar-
mas ; nao sei a razAo por que os ofliciaes de arli-
lharia devem ficar circunscriptos ave 102 poslos que
ha nesla arma, o qne faz com que muilos abando-
nen! essa arma, e os que nao abandonara vvam
quexosos.
Passando sobre oulro ponto, que he sobre a orga-
nisarao do exercilo, eu peto ao nobre ministro que
rae atienda. Disse S. Exc. que nicamente nos
corpos de cavallaria lie que se linha dallo falla de
officiaes...
O Sr. Ministro da Guerra :Disse que era aon-
de havia maior falla de ofliciaes.
- O Sr. Ferra: :Peto a V. Exc. que veja o se-
Rinle resumo ; a arma de arlilharia tem 102 offi-
ciaes, aclum-sc fora dos corpos os seguintcs :
Brgarieiro.' 1
I
Coronel Majares Cap laes Primeiros lenles 1 3 24 20
Segundo lenle 4
W"
Tolal 50! I
Por conseguinle metarie. Agora lire V. Exc.
nicamente (> ofliciaes que esl.lo esludando, e Ii-
ca m 1...
O Sr. AJinistro da Guerra : S sao seis ofli
crees que esludao '.'
O Sr. Ferraz :S.
O Sr. Ministro da Guerra ;Ha engao.
OSr. Ferraz :V.Exc. eniao nos dir. Me
parece que ha um grande abuso, c que pode Irazer
grandes damnos eslarem esses ofliciaes fura de seus
corpos, porque perdem lodas as afleices, aquclles
laros que os prendem aos meamos corpos, adqui-
rem oulros hbitos que sao falaes ,i disciplina.
A permanencia lambem de cerlos corpos erri cer-
tas provincias pode igualmente degenerar a disci-
plina ; o nobre ministro lem o exemplo disto no re-
sultado da permanencia do corpo de arlilharia na
Babia, anles de IS:I7 : os olliciaes, os soldados, ad-
quiriran) hbitos contrarios disciplina, envojve-
ram-.o muilo as quesles locaes, toriiaram-se qua-
si paizanos, e isso foi fatal ; ainda mais fatal lor-
nou-se parque o mesmo corpo nao eslava preenchi-
rio.ou anles dividido em deslacamenlos.e essa dvisao
de destacamenlo*,ainda he peiorpara a disciplina;pa-
rece-me que li ser conforme as leis militares que os
soldados destacados ao voitarp.ira o corpo entrassem
em escola de ensino. Eu desejo loda a ventura aos
mililares, mas desejo lambem que seus servieosse
jam proluMios ao paiz, e para o ser he preciso que
nao lenham grande mobilidade.
Peto ao nobre ministro loda a sua allenefio para
os corpos eslacionados na provincia de Mallo-Uros-
so. A sorle do soldado alli quasi a do escravo, nao
percebem seus sidos, senta os olliciaes e traba-
Iham cm seu proveilo ; recebem em gneros o d-
nheiro que a naeao Ibes d para servirem s stias
necessidade, os prels nao s3o pagos, os olliciaes ou
os commandanles apresenlam-se na Ihcsouraria seos
procuradores e enISo recebem a importancia de taes
sidos! Por occasan de ler assenlo no tribunal do
Ihesonro eu vi documentos que prova.n o que acabo
le diier, e reclamo lo noHre ministro (oda allencao
sobre esse poni. He triste a sorte duquelles sol-
dados, porm parece ainda mais Irisle a. sorlo do
paiz maiilciido-os sem ler a e-peranra de ter cor-
pos do exercilo disciplinados.
A usur* e a m f se apossa do Irisle mililar que
oulro meio nao lem se'oao trocar o seu sold depois
de haver prestado servitos ao paiz, ao comraaodan-
(e do destacamento, ao commandanle da companhia
e ao commandanle do balalhao, que os emprrga
em seu sen ico particular....
OSr. Brandao*Nao he.s l.
0 Sr. Ferraz :He esla a historia dos destaca-
mentos das fronleiras, e se o nobre ministro quizer
procurar saber o qucsncccdeu com cerlo ollirial que
foi remcllido para consclho de guerra, ver comu
as colisas do nosso paiz se fazem ; lodos os docu-
mentos ficaram para o lado, e em vez de urna pena
elle leve, um premio, sendo mineado para urna
commissao. Esles devem existir se nao levaram su-
miso ; eu os vi e crrios.
A tropa le Matlo-Grosso deve merecer lodos os
cuidados do nohre ministro, porque sem duvida he
nece-sario naquclle lugar um ncleo do exercilo
muilo disciplinado ; nao s que quesles leremos,
mas lemos por vizinhos a Bolivia que nos contesta
os nossos direilo* sobre urna parte dos nos-os limi-
tes, e o Paraguay por outro lado.
Pode ser que a trofjt alli esteja bem organisada,
mas me admira muito isso. O bom estado de um
corpo depende de um bom commandanle, e, na ex-
tendi ria palavra, de um bom soldado, ) porque a
disciplina faz muilas vezes mais do que qualquer
oulra virio de que por ventura possa ter o soldado.
1 aro estas relenles, que o Sr. ministro lomar
na cousideratSo que lhe merecerem, e a cmara
me perde por lhe ler lomado a lempo : a sessflo
hoje a lao bella, 1,1o silenciosa, que me pareca dar
ama vida muilo seboros, ao Sr. ministro e ao mi-
nislerio. Essa vida aquilala-se muito boa, mas eu,
ministro de um paiz constitucional, nao a]desejava
r *
Mas nao ; o ministerio he composto do hmeos, e
os homens sao (alliveis. Elle nao poder osar do
syslema que adoptan sem urna verdadeira opposiclo
ese boje o nol re depulado, porque se eiiipeuha
em sustentar o ministerio actual, maldiz essa oppo-
sir.lo, lalvez ni; d direilo de, daqui a dous ou tres
das, o poder roaldizer, como membro do urna
maioria.
Nao aspiro gloria de ser minislcrial desse modo ;
creio que na minha posicao posso prestar maiores
serviros ao mej paiz do que alado a urna cadeira
esperando o ac;no de qualquer para dcc'.dr-me, para
volar com elle. ,
O. Sr. Minhtr da Guerra :Sr. presdeme, os
incoo venientes que aprsenla a existencia de grande
numero de oflleiaes do eslado-maior de 2.a classe sao
inconvenientes do regularacnlo, porque nao lem pas-
sado 1.a classe senao aqaelles que eslavam as cir.
ciimstnncias di lei. Assim es ofliciaes dispouiveis do
eslado-maiore que au linham os esludos tlieoricos
accumularam-se na 2." classci e dahi lem resultado
a demora nos ; ere-sos de oulros que ha mais tempo
poderiao ler silo promovidos a nao se dar esla cir-
cumslancia. Porm parle desses ofliciaes esl com-
pletando o seu tempo de servico nos rasos de pude-
rem obter reformas quo lhe sao mais vantajosas, e'eu
espero que na j lardara muilo que elles deixem al-
gumas vagas pelas quaesos oulros possam lambem
ler accesso. ,
Por lano o mil que se aprsenla no corpo.do esta-
do maior de 2.' classe he om nial de transicslo devi.
do i acumula ;5o de muilos ofliciaes na occasiao ero
que foi organi lado.
Quanlo aos olliciaes de arlilharia, he verdade que
0 accesso nos poslos superiores, de capilao para cima,
nao he muilo rpido ; porem al capilao nao suect-
de assim. E vejo na lol.irao geral que por exem-
plo, o capilao riis anligo leve l.. prn
sabio 2. lente em 183T, 1. leviente em 1KI9 c ca-
pilao cm 181 Prtenlo o accesso nao foi vasarOso!
e qeanlo ao capilao mais mcderMe, loi ejlo alferea-
alunino em 18 iT, 2. lenle m 1849, 1. Icnanlc
cm 1852, e ca[iiaoem 1S55.
, Portanto, teiibores, nao se pode dlzer que os arces-
sos al capitn deixam de ser rpidos.
O Sr. Perrcz :-Masiodos motos, e daqai a dous
riias nao ha niagnem que possa ser capilJo com essa
rapidez.
O Sr. Ministro da Guerra :lie verdaric que nos
poslos superio-.-sjfiaccesso he mais vagoruso, lasim
rjevla ser. Calculase que ha (i ou 8 capilaesj para
cada major, c porlanto nm accesso de capilflH ma.
jor na pode ser muilo fcil. gjpasl
Ohservou-se que no l'nn de sen curso-O'olF-cial es"
l 2. lenle, quaudo lalvez nirccesse ser eapitao;;
mas selo los os ofliciaes com es.udos foaram capilflcs,
quem seriam os lenles '! lie necessario qne lodos
os olliciaes leo un os esludos da arlilharia, e por isso
nao he possivel que os lenles deixem de ser ofli-
ciaes coirud curso completo.
He verdade que as vanlagens pecuniarias na vida
militar sao menores do que as da oulra qualquer oc-
cu'patao ; mais isso he conlweido por torios mis, isso
nos he commum com torios os oulros paizes. l'm var-
dadeiru-milila< profossa a pobresa honrada. He sa-
bido que os se js recursos sao lenues, e tem-se dese-
jaik augmenta-lus ; porem a* classe militar he lao
numerosa que o augmento dosjseos vencimeolos, pa-
ra ser de urna maneira vrrdarieiramenle eflicaz, ira
onerar os cofres pblicos de modo lal, que eslaria
alem das forsa* do Ihesonro.
Mas he necessario ariverlir'qae por varas vezes e
^uasi successivamcnlc tem sido augmentados osvea-
cimculos da classe mililar, ja com gcatilicaces, j
com augnienlo de sold, j com augmento de elapes,
e|conformc o t :m permiltido os recursos liu; nceroi
rio paiz. Oulros empregados ha em semellianles cir-
camslancias da classe mililar, c eu asscnlei quedevia
dar o exemplo mostrando a resignaba que linha.
O Sr. Ferraz :Mas V: Exc. he brigadeiro.
O Sr. Ministro da Guerra:O sold de brigadei-
ro nao chega nais para um brigadeiro do que o de
eapilSo para um capilao, e se cu sou hoje brigadeiro
ja fui capilao, ; ja fui lenle.
. O Sr. Ferraz :Mas foi em feliz lempo.
O Sr. Uinitro da Guerra:Ful lenle cam 15jj
t,e3 elapc, nem addicional. He verdade queos. 159
enlao equvoliiro a 50$ Aoje ; mas os leueutes tero*
mas de 509>
He verdade -jue ha graves inconvenientes em que
os ofliciaes estejam fora dos seus corpos, mas depois
de promofles be muilo natural que acontaba isso,
porque ha muilos ofliciaesque esl.lo despachados, lem
familias numerosas e nao tem meios para so muda-
ren! repenliuarnerile ; c quando o corpo nao esleja
em companhia nao ha.razio alguma para apressa-los
demasiadamen e a fazer essa modaaca, e dao-ie-lbes
dous outres inuzes para se aproniptirea.
Olanlo aos olliciaes de arlilharia, ha muilos que
eslo fora dos s :us corpos em servieo; ha mnilas com-
missoesde eogrnheirosde que elles sao enranegados
porque nio ha umero suflicienle de ofliciaes do cor-
po de engenheiros, e islomesmo,he uma consequen-
cia da grande (alia de pessoal que se manifest as
tres armas scieo tficas.
Olanlo aos abasos em Mallo-Urosso, he verdade
que se lemdado alguns, e lem havido procesaos; mas
n'uma provincia cm que a tropa se acha repartida
em deslacRincn,os lao remotos e lio distantes uns dos
oulros, o governo s pode ir remediando os abasos i
medida que ellos v apparecendo.
Julgada disculida a materia, he rejeilado o arligo
e approvada a emenda da commissao.
Sao apoiados e enlram em discussao os gos addilivos iflerecidos pelos Srs. Carneiro de Cam.
posie Brusqus, e {pela commissao de marinha e
guerra.
QSr. Bellegarde (ministro da Guerra):Sr. pre.:
sideule, o arligo da nobre commissao offerece algu-
mas diflerenca, do proposlo pelo nobre depulado por
S. Paulo ; una dcllas he a comprehenslp da segn-
la classe do exercilo uos mellioramenlos da quinta
parle.
A segunda classe do exercilo nio chega a ler qua-
renla ofliciaes, dos quaes uma parle j gozan desse
augmento por nslarem empregados; ella he campos-
la, ou dos qua eslo doentes por mais de om anno'
ou,dos prisioneiros de guerra por cerlo (empo, ou do,
qne nao cabem nos quadros dos corpos. Esla cir-
cumslancia de nao caberem nos quadros efl'eclivo9
dos carpos se terna cada vez monos frequenle.
Ora, de nao lazer-se extensivo o beneficio do aug-
mento da 5.* pirte segunda classe do exercilo re-
sultara algum inconveniente, e mesmo injnslica. Se
um official idoeceaee e raoressa no principio da..en-
fermidarie, neoiervando-se na primeira classe, leria
a viuva direilo a meio sold j melhorado com a
5.* parle ; mas se por infelicidade a sua enfermida-
de excedesse a um.aono, sera passado para a segun-
da classe, e depois'do seu fallecimeolo ( a pastsar a
prosposta do nobre depnlado por S. Pan )a viova
ficara prejudicada ; oa elle mesmo se nio fallecesse,
mas se ficasse impossibilitado de servir,' ficaria pre-
judicadn na sua reforma. He para evitar esta desi-
gualdade quo preliro a proposla da commisaio.
A commis'Io ap'reseulou outra deia que esl con-
forme com a que Uve a honra de apresenlar no mea
relatorio, islo he, a conveniencia de que o beneficio
de melhoramenlo de condicao na reforma nao epro-
veite quelles ofliciaes qne liverem de ser reforma-
dos em virlude da legislarlo qne mandn reformar
quelles officiaes que por condeca irregular, sao in-'
capazes de continuar as fileiras do exercilo. .
Assim daremos uma vantagem a vellio militares
que por'mu'.lvos estranbos sua vonlade se acham
na segunda classe, e ae mesmo tempo existir uma
Certa desigualdade enlre a reforma destes ofliciaes e
a laquelles que convenr retirar do servico activerpor
babilos pelos qoaes se lem lomado .menos dignos de
continuar a perlencer as fileiras do exercilo.
D-sc a materia por disentida-,e sio approvado* og
artigos *dd vos, bem como lambem o projeclo para
passar tereeira discussao
Esgolada a segunda parle da ordem do dia Reta-
se primeira.
Matricula a> cstudanlu.
Entra en: 1.' discussao o seguinle projeclo :
i< Arl. 1. 0 governo fica aulorisado paja mandar
admitlir o esludante Marlm Leocadio Cordeiro a
exame das materias do lerceiro anuo medico,, lam-
bem matricula do 4. se for approvado.
i Arl. 2. Fica tambera aulorisadnV para mandar
admitlir o esludante I.uiz Jos Pereira da Sirva Ma-
noel a came das materias do 4. auno medico, e
lambem a matricula do 5." se for approvado.
i Art. 3. Para as ditas matriculas os referidos es-
ludantes devem justificar previamente qne tem fre-
quenlado ns aulas dos annos respeclivos, e qn.
lem dado um numero de' fallas maior de que o
mareado nos eslalulfjs.
ii Sale das commissc.es, 26 de maio de 1855.
F. (Maano.Dulra Rocha.Hotha.a
O Sr. loramento requer que ba uma s'dui-
cusslq. .
Esle requerimenlo he approvado.
O Sr. Ferreira de Aguiar, obteedo- a palavra
pela ordem, e observandoachar-se na me a redae-
,ao do projeclo e emendas sobre a fixarJo das forcas
de Ierra, pede o Sr. presidente que baja de consal-
lar cmara se dispensa o intersticio para que esta
materia cutre na ordem dos Irabalhos na sessSo se-
guidle, w
Feila eslii consulla a cmara decide pela" aUr-
mitiva.
Continua a discussao do projeclo O. 7 relativo i
matricula e esludanles..
O Sr. Aprigio Guimaraes: Sr., presidentes
pretendo ofTcrecer um artigo iddilivo a esle
projeclo, c cm poucas palnvras voa historiar o fac-
i que faz o objecto deste arligo.
l'm esludante matriculado no I. aono de Jjrfiar-
macia era a faculdade de medicina da Babia fez o
seu acto, ( foi approvado ; mas nio pdde passar
para o 2. anno medico em consequencia de nio ter
os exames preparatorios qoe es novos estatuios
exigem.
O esludante requeren malricnlir-ee no 2. aono
medico depois de feitos esles exames ; mas dizem-
mc que nlu lh'o concedern! vista dos novos esta-
tutos, o que acho ama violencia, ainda mais, um
absurdo. P le ser que eo esteja mal informado ;
mas o que lie verdade lie o que o ponto he litigioso.
0 esludante a que me retiro fez o seu requerimen-
lo, que achi-se ha moilo em poder do Sr. ministro
do imperio Releva aqu dizer que o 1. aneo de
pbarmacia lie idntico ao 1. de medicina." Ora, co-
mo pode acontecer f maiores raridades temos visto )
que a decislo seja que o esludante n3o se pode ma-
tricular uo 2. anuo medico, e ha de por forc ser
pharmaceu.ieo, eis a razau porque offereto este ar-
tigo additivo.
O Sr. Brandao offerece como arligo addivo ao
projecto que se discute o projecle de n. .16, el
do pela commissao de iustrucijao publica
O Sr. Presidente : Nao ha numero n casa
para se proceder volateo. Fica encerrada a dis-
cussao do arl. I. lo projeclo. Os arligos addilivos
eerao tomacos em considrac,o depato de votados os
mais arligos do projeclo.
1 Procede-te chamada, e levenlt-ee, a sessio s
} horas.
* No dia 9 nao hoave sessio.
9 dejulho.
O corpo lo commercio do Rio de Janeiro dirigi
a' cmara dos Srs. depulados, por intermedio da
commissao da prara, urna representarlo pedindo
providencial que regulem no fuloro a duvida que
actualmente occorre quauto a' gredusco do direito
credilario que assisle ao governo imperial quando
cm concurrencia com oulros eredores.
Esse documento, que interesse uma questio im-
portante, vi i abaixo transcripto :
Augustos e dignissimos Srs. representantes 4tt
najao.Os abaixo assignados, commercianles eata-
beecirios nesla cidade, conhecendo, pela puhlici-
dade dada no relatorio do ministro e secretario, de
estado dos negocios da fazenda. quejo poder exe-
culivo havia chamado a alinelo do corpo legislati-
vo pedindo lhe providencias que no futuro cegalas-
sem a duvida que occorrra acercada uraduatAo do
direilo credilario do governo imperial, quando es-
le, a Ululo de portador de ledras de cambio, pro-'
testadas por falla de pagamento, dispala preferen-
cias com oulros eredores de mesmo deveoor coro-
mam, vem boje, penetrados do meior respeilo, por
intermedio da commissao da Praca do Commercio,
e usando da regala que lhes ontorga a constilnifo
poliUca do imperio, pecante esta augusta cansara,
do s com o iutoilo de corroborar a solcilajao do
governo imperial, para qne, por meio dcadequada
inlervent.lo da legislado vigente, se evite e repe-
llo da duvida acontecida, como tambem para sub-
mlssamente apresenler a esU soberana, essembla
aquellas pondernces que a djvolgato do mencio-
nado relatorio nio pediam deixar de aeggerir aos
supplicanle, pela sna positlo commercial, Uo di-
rectamente interessados no assumplo.
Consta cbi eeposico feila ao corpo legislativo qoe
a duvida referida pelos supplicanles acontecer por
occasilo de lerem sido devolvidas coe o protesto
de nio pagis a letlras de cambio que a thesouraria
de Pernambnco havia tomado i casa eemmercial,
hoje fallida, de Deane Yonle & Comp.; e consta
mais que o goveroo imperial, procurando esclare-
cer-se no assumplo, nao hesitara a respeito da clat-
silicatao geral do seu Ululo credilario, mas sim so-
bre o caberrtbe a qualificatao especificada de divi-
da reveslidti do direilo de hypothece legal ; pare-
cftido assiir rednzir toda a duvida indagataeda
curialidade cm que osee crdito podera eepilo,-
lar-se dividii fiscal, afim de sortir os effeitos jurdi-
cos que as leis em vigor aisignarn as que estao es-
sas circunstancias. Como era de soppor, o illoe--
Irado enverno do S. M. I. ouyioo votodaseccao de
fazenda no conaelho de eslador* apezar que a opi-
niao por eil manifestada dsse a qualidade de de-
ca a semeliante-divida, o governo, altendeado a
gravidarie di materia, entendeu que ere convenien-
te submette -lo consideratlo dn conselho de esta-
do pleuo, rinde parece |ue melada|dos membros
presentes orinara no sentido da idea j emllida, ao
peasa que a oulra meUde negeu Mitida a cathe-
goria de fisoal.
Os inpplicantes, augustos o dignissimos Srs. re-
presentanleii da naQlo, nutrem a convictas de aae
a gravidade etlriboida ao ponto posto em duvida
nao existe no grao elevado que se presume, e pen-
sam tambem que a nalureza do acto de que nasee
a dirculdide a dodlrina lerminanle da legulatao


DIARIO DE PERRJiBUCO QUARTA FEIRI 25 DE JULHO OE !855
J

do paiz e o proprio proceder do Eoverno imperial,
enllocado em posicao ideiilift, oTarcceram sullici-
ente margen) para se flor a verdadeira jurispru-
dencia, e para de urna vez linar fumada aquella con-
tonea que o goverw imperial a ao corpo leyislali-
r) iln commercio ^ha i |fKiproc.imcnte aproveilar
na i. tulliros operable ambiacs.
nl-rice a le geral e c inimun do imperio, ron-
rrgulaineolo ifc 45 de novemb-iu de 1850
calcado ubre o espirito genuino do
cdigo roiomercial), toda a IransaccilO elTecluada
por letras da ambio. sem lislinc;iio das posaoas dos
conlraheiile, representa uin acto mercantil, affec-
lainlo por iso os ilireiloa e obr|;ai-3o dalli prove-
niente* n jurisdicao rnmmtrcial, c lomando Ihesap
plicavei* is disposic.ee do espectivo cdigo. Sc-
gui-amcntc que a r.inguem parecer diipensavel f!a
os supplicanla n a ignorara que mesmo
usar appre'icnso, nao a st a verda-
de, porm a exlinrran dn sua inleira applicarao
loando mi contracto cambial figurar o governo irn-
m a car-se n;i Iraniac-
C-<" N i por certo e preuder a
i altoin-jo, o cuja nalureza dumanila 'q.e investi-
r por ventura lein a fofea precisa para coare-
lar a retjrn genrica. No Hmil, onde rege o svste-
ma constitucional, segundo o, qua' a lei he igual pa-
ra lodos judie* qo perante cll;i se aprejcnlam, e
onde lie d jurisprudencia, crrenle que is isences
t privilegio so ufto presumein, nem podom ir alm
do lunile.i marcados as disposir que competen-
lementc onaaterisam, eaieiidem'cssupplicaiitasquc
a apreciadlo desemelhanle circunislancia e o conhe
amanto dos seus elTeitos lie de liom pequen ela-
boracao ; norquaiilo na au neja do nina Ici expres-
sa que modifique ou allere ; a nalureza jlo cojitralo
Mnibi a* vezes queocoverna fr nelle redameiib: interinado, n.1> podei dxar de se le
romo verdade de primeira i muirn, que se o gover-
o celebrar um contrato de cambio, pralica uin acto
xio injusto i liii geral mercantil, e que
leve tuppirlar a sua applicario como quatquer in-
dividuo particular. O mipliran-.es sahem perfei-
te q ic quesISo se dn diverso colorido, argu-
menlaodo-se que sendo a geveruo credor por vrlu-
de de itrato cambial, a norma por ond* se
define a sua posirilo lie a (lisposic-Io da- lei de 22 de
dezemhru de 1761, tllolo 3 t 11 e 12, onde se qner
ver uin pr< ecilo genrico' a respeita das dividas acti-
vas do eoverno representante (tes'islalivo) legitimo
da fazenda publica, o entai argumenta-so que len-
do-se mandado iirorar a (loulrina da citada lei pelo
artigo 79 do decreto de 20 de novsnihro do 1850, Ci-
ca entend lo que s dividas da fazenda publica, soja
qual fo/a ua origeio, sb o denominado privilegio
final, islo lie, o direilo de preferir por hyppllieca
I, que aquella lei conce te, menos dos csos enu-
merado* nos SS 13, U e 15 do-dito tit. 3., argumen-
tase miis (fue o princi >ii assirn elaborarlo deve
ampliar-sdeo ponto conveniente para corlar pardas
izcnda publica, sempre que so verificar a razito
fundamerftit detse principio : mor nenia por exisli-
rem ejemplos de semelban e nle-prelarao as dis-
H onlid.s no Ivari de il de setembro de
14, lei dn 16 de fevereiro do 181 ti, e no decreto de
dUdooiilubrodelSIS.
sera dovida excessivamcnli! demorada e mal
cabida nos limites denla i presentarlo a
am]da e completa rcluticilo, a que ah.s se presta a
argumentarlo apuntarla, e ipie foi apreaeotada ao
vo ; porm osupplicar,tcj, em abono
da boa f e sinceridad com .jue recrreos a esta au-
ista cama-a. naodeixnran de sulmetter asna sa-
'* as refiexfiesque aquella doutrina despert
eque eom tila sao lotalniui e incoiciliaveis. A lei
qae se cita le 22 de dezemnro de 1761 referc-se ex-
r ao assumplo crmplexo, que nclle lie
icuda real, e a que se assigna urna
giada de cobranoa, pira os casos em
obter judicialmente, ou em cen-
M crclore* do mesmo responsavel, re-
kte a uiKervrcin ca disposejo de
no decreto lo 20 de noveni'bro de
por maioria de razio be toda dentro
ii Mmente foi cacebida
iqnillo qoe hoje rf cqui-
ilaxenila red,a quil pela
un jurisconsulto de boa nota jPereira
: I. v. faiendn)comprelicnduquH8s-
roj ou pensiles pagareis ao
fti irio ennduz a encou-
'j.'.:; ;'!.".i as verbas de receda per-
qoe rezam as le s do o jmenlo annual
*> imperio, lie en la o deeonwqoeacia irresistiirel qae
a expr,-. ,n4i real'ei|cival a defazenda
publiciii : no aos uaicot objeclos de quo
edla di idua sajtlinile u privilegio fucal ;3 porqne
enlrc elle- iilral de cambio
l'rali govemo, estes juiidicamenlc
iderato como meros aelis de r miiiiercio subor-
duiados W mercantil cummain, m que enmpnr-
.io pela qu.ilidade lo roiitrabeule. Ain-
i apno dota p indeear.li conspiram tanto a lei
ielsil cuido ai iiislruc;oea de
porqu: man lando-sc no til.
fi qoc se dei.i lam io juizo priva-
os camas civfis m que intcrveein
feitos, a ei das in>lrucre-, inar-
'esle fiincriunario, e l'elcriniuair'n
deve tonar parle,' cspeiilicam
a que codedar lunar :i arre-
i Ce receila perm nente do orra-
^^^^ples de qne se compile a
'alna da fa/.eoda real; que
isleltras de cambio tomadas pelo go-
jdo, se o privilegio fiscal lie una cx-
rratdopai/. quo oa sua spplicarao
lima iistnr/za das
o p em .iniplifcAei ou interpreta-
se lie verdade ii deelinav-1 que
Jato tutelar que oceupa na sb-
sbfrahir-iie ao unas le ser o pri-
oste o sci \em-)lo lulo quauo
-.mi Ja le-
0 CXCC5-
..erase da
"ii iepri:*eula por roco
n I" ie!r:to, quaudo es-
(it.i a rosillo
lijas e ereanJ
aeces qno
j em resul-
aranlir o iu-
snlt
tal

irapfcra
trar-
asacjMa
exaclaiTH
vil
abw
.lado o
dilatadas inlerprc
^terKias.ctim forra
iccdiam auexiuclo Banco
;io (iscal ra cobranra las
ntc(sriiimente sr com-
rttienle de letlras de
iclal'iiaicernTi de um poder
esfclia aasdcsliuos do pane, a
ido, per nao pesarem solire
que rever'em o"|reiimen
per |: e por ellas sem du-
elo Banco um cons dera-
le tanta minia, qoe em -i cv-
ejralmente ,'slabec das para ogo-
elfeilo le semelbante ruiiccs-
.lia inellc cslab4ecimoplo o direilo de co-
. idas, qualquei"<|ue fnsseasu.i nato-
no raodo.iiue ao govern ape-
as qoe piovinliain do aclis que
: real, en que se n3o compre-
n de cambi i, alias nao exceptua-
rla ico. Envolvate*, con-
ncias.um privile-
p proprio governo que o
r i as seguramente nao
o quo nao exisli.i,
d d cambi) enlrc ai par-
ida real, sobre que por lei
recdii.i o rrivilcgio fiscal
Neindlo peuco parci.'e aos
B^IV ao supposlo privi-
a cambn poswidas pe o go-
o silencio, que no asaumpto
inmerci.il. on a mitra iroums-
que este e>lja revogado pelo
Jecrelole a)de novembro de 18V), posterior emda-
i que tal silencio s^ oinclua contra a pri-
o commerrial de cerlo (jue guardou
io obre ter ou nSo ler o governo pri-
ollieca legal para a
i semleltras de cambio;
i silencio 'ie siga' que por dividas
go coulcmpla o governo
um o laual a quatquer cidadao
i applicn.ao, nao ."
[nizeiM o eodigo firmar a
rivi esio fncal, quaodn a
|Hxi em p e supporla
que ella vei ladei-
como sTJam os resultados no
xirinbro de I7.>i, que o cilailo art.
-iiaiida otseivar.
1 do cod. eomro, destruir o
quid se deva entender, nunca a
.ida pelo potlcrior
\eml>ro di 1850, anda depois
lcl*H<*Ja da Ici n. 563 de 1 de ju-
nio mais que, re erHido-se o dorrelo
' pela Ici de
, (lava a car: o do
.' na curiva das opera-
rlo governo, c qua nao
nneirii, he bem clare que
P" limpios mer-
,iS codi-
iao devcni dispen-
; ana o
i vinorcifo lesg
id.T na
^^^Hvte de e.ij i
' nieainb
roo deS. M. I., em
(fue foi cliamada a
8 fizeta obra
tgf que i 'jpplicaiiles reputom
iikaqae. f-llimlo neata ridade
ineni o
ivlor por ledas le rnmbi
i la. e que estavam pro-
'rra a prin-
'ivo, querendo is agen le lis
di divida mir noio de privi-
Lf' .'.'*"' inherente i.*;
:,"?f ?"et> 'wo dahi pro-
ios o governo de
au irisando a usp;nso
imliem. confonnan-
d-3e con o pumeer do procun Jf Di cal, se di jnot
doc
em
do proeedND
reconbeeerque is suas dividas por titulo de' letlras
de cambio nao auislia privilegio algum.
Por lodas estas consideraee, e pelo respeito de
que he credor o co do goveruo imperial, constante
do documento incluso, confiara os supplicaptes que
esta augusta enmara Ihes faja graja de volar nma
resoluto em que, lixando-se o sentido genuino da
leisem vigor, se eslaheleja em termos positivos qe
por virlude desae mesmo senlklo as letlras de cam-
ino em que figurar o governo imperial nao teem o
privilegio ilrhypoiiieea legal, qoe he pefiiliar co-
nranja de imposten e a eulrns ramos de renda na-
cional, que constituem a fazoada publica.
Assim pedern com o maior acatamento que o au-
giito e dignissimos aenhofes represenlaiiles da na-
C,ao hajam por bem deferir na forma que os soppli-
cautesMlicilam.E R. M.Kio de Janeiro 25 de
junho de 1855.(Sejuem-se 85 assignalaras.)
12 ^
A representajao do corpo de eomrHrcio, que
.segiiiida-feira publicomos, e relativa ao direilo de
preferencia qun a fazenda publica pretende ler co-
mo portadora do letfras solire as massas das casas
fallidas siceadoraadessas letras, foi hontem iul>-
mctda a considerajao da praja do commercio, que
approvando a envin a cmara dos deputados,
acompanhad.T do ollcioquc abaxo vai transcripto :
lllm. eExm. Sr.A commisso da praca do
coiumcrcio lem i honra de enviar a V. Exc. a in-
clusa representajao ssignada .por muilas das res-
peitavcis firmas desla puja, a qual recorrem aos
augustos represenlanles da nacan a respeito da ma-
teria pella cbnlida. A commitsao da praca do com-
mercio, abundando nas ideas do* sigiinlarios, lema
mais bem fondada eperan<;a de que a saliedoria do
corpo legislativo attendera' a 1.1o oslas reclamj-
je*,
Dos gnarde a V. Exc.lllm e Exm. Sr. se-
crclario da cmara dos augusto c dignissimos senho-
res representantes da nacao.O presideule, Joa-
qun) Josc dos Santos Justar.O .secretario, Ho
rucio Urpia.
A respeito desla mesma qucsl.io. e em caio l-
timamente occorrido com a fallencia do urna cata
lale em l'errinuiliuco. a commssao da praj, con-
sultada pelo ^tribunal do commercio desla corle,
olfereccuao mesmo tribunal o.segniule parecer :
A'Commissao dn praca do commercio exaniinou
o requeiimento incluso de F. Voule, como proeu-
ra lordos inleressados na massa fallida le Deane
oulo: e Comp. da praca de Pernambuco, sobre cojo
conlcdo manda o inentissimo tribunal do commer-
cio que a mesma commssao informe.
Sendo felizmente, quer neslas, quer nis ma
pravas do Brasil, pouco frequentes os casos de re-
cambio de letlras cm rclaco a Impoclancia das ope-
racoei cambiaes que aellas se vllectuam, e anda
menos frequenle que o thcaouro publico lenlia par-
le nesses recambios, nada podo a eoromisso indicar
quo se possa considerar como uso ou costume na hv-
pollicso verlonlc.
" Todo quo a commis-ao poderia expender com
applicarao a semclhanle quesiao acha-se ampia e
acertadamente dcduzido na represcnUcao que os in-
leressados da massa fallida dirigiram ao tribunal do
uiesonro, e cerlo, se, como all claramenl se moslra
pelas leis anteriores publicaras do cdigo com-
mercial, os Irihunaes judiciaes" do paiz, no julga-
menlohavidpem 1837. em queslao parallcla com a
massa fallida de l.ewis & Keelunler, entenderam que
o governo nos casos de fallencia, como portador de
letlras de cambio nao pasis, nao linda melhor direi-
lo do que os mais. postadores de iguaes ttulos ; e se
ojeferido cdigo do commercio, definjndo no arls.
875 a -879 as preferencias em, lae casos, uo fez ex-
cepcao em favor de retiras de cambio lomadas ou
pcissuidas pelo tliesourn, lie evidente que nao ha bom
direilo paca urna tal prelenejio, especialmente se se
allender que cm semelhantes eventualidades o Ihe-
souro se aprsenla credor, nao por efleilo de. lvida
coja origem a Ici lenha privilegiado, e sim.por ef-
feilo do er eccidenlalmenle portador de Ututos com-
merciaes, quo negoeinu cm concurrencia com uniros
individuos, Icndo direilo s mesmas vantagens, e
por consequencia correndo os mesmos riscos ; e cm
cojo caso o cdigo cnmmercial nao faz distincroes,
e iiem as poderia farer sem fertr profundamente os
principios d i r>z3o c de igualdade, sobre os quaes
se dovem firuiar lodas as lels.
A admssao de um t3(. perignso preceden le, con-
tra o quai ., coiimiercio mal se poderia prevenir,
por nao ser possivcl cunliecer-te ou saber-se (le que
casas o governo baja tomado ou ttaiha de lomar lcl-
iras. quando aleas pode vir a pxsuir por transac-
COes iudirectas, e sem ciencia |dos propriossae-
cadores, abalara cm seus fundanicnlos a confianca
de que firdinariamcnte Kozam as casas saccadoras e'o
bello merbanismo do crdito cambial, sobre o qual
lio mandes e importantes Iransaecocs se operam,
de-npiiareceria nao s com deploravel delrimenlo
para o commercio em geral, mas lambi-m com sen-
sivel decre.cimento das rendas publicas para o llie-
Miuro. ^
o lie o que a comrnisso da praca lem de infor-
rnar, cumprindo as4m u mandato do merilisssimo
Irib nal do commercio, n quem lem a lipnra lo de-
volver o rilado rcaierimcnlo de Frederico Voule.
i Sala das sessoTs da commssao da praca do
commercio do Rio de Japeiro^I de maio de 185-5.
.loagttim Jsi dof Sanio Jnior, presidenle,
Horacio Crpia, secretario. Conforme, //.
EitVo, guarda-lmosda praca. p -
{Correio Mercantil o /lio.)
C.
CAMABA MUNICIPAL DO REGIFH.
Balaa^o da recelta e despeza da cmara muni-
cipal do Recite ao m de fevereiro da 1865.
RECE1TA.
Balanro verificado cm 31 de jaiBIrp de
dti55..........2:862S<:22
I |K|i--"-" de 1S5 a IR-,:,.
(.ord^jtf.p|fenras. 1:10 a 115 98ff7l-0
-Mu I t IJljcal ,do
, Sacar
7 31 2115000
^* 513000
2 . 31 *^2000
12 l%0uO
1 i C 3888675
46 i 47 25000
1.-000
13
Kei
Idjill
Aillo;
dem pelo (is*B do S.
Jcs......
dem pelo fucal da
Boa-Vista. .
Praca da Independen-
cia ......
Imposto sdbro fogo ar-
lilicial ......
dem sobre cstabcle-
inientos da ireguc-
zia de S. Antonio. .
Idcur sobre e-tabelcci-
iiicnto. da fraguezia
deS. Jos. 5 .
dem sobre carrojas .
Multas pela subdelega-
ca da Boa-Vista. .
Ca*a (U ra da Floren-
lina ......
Hallas pilo fiscal de S.
I Antonio.....
dem pelo fiscal de, S.
los......
dem pelo fiscal da Boa-
Vista. .....
Praca da Independen-
cia........;j3
Multas sobre estele- '
lecimcntos. 127 n 430 2i000
Imposto de eslabeleci-
menlos.da frcauezi.i
doRecife 307 c 308 -8J(00()
dem le Santo Anlo-
n1......473 e 74-
1 e 44 29000 12-HJOO
28 308000
a 8 845000
853 o 185 i.
122 43000
90 43000
52 305000
a 38 388*075
(150J83.5
tyooo
lixcreicio de 1852 a 1853.
Impolo de ,i00 rs. por t
cabeja^legdao. SjOMMI
dem sobre etlabelec-
mcnlos da freguezia
le S. Antonio. .500 a501
Mullas sobre os raes-
, moi......621a 627
Imposto sobre cstahe-
lecimenlos da fregue-
zia do Bccife ..."
- 4623675
63000
289000
83OOO 5513367
DESPEZA.
Com o expediente cimpresses .
Com a follia dos empregados do
mez de Janeiro .' ,
Com o tribunal do jury e eleirs
Com luzes parn a radeia 1 .
Com liinpeza e calcamcnto das
ras......
Com negocios forenses. .
Coai eventuaes ,
'i:.S273'Jil
a e 10 I:l9la246
8 a 14 104*300
7 238560
3009610
493206
1530,0
87 a 103
3
:Miail8
Saldo- em 28 de fevereiro.*
1:6865872
3:1108627
4:827i99
( procurador,
Urge l'iclor FprrOira Lopes.
------......IIJHla". -----
EEPABTIGAO DA FOLIGIA.
Parle do dia 2 de jiilho.
Illin. e lixm. Sr.I.evoao conhecimenlo de V.
Exc. que das diffcrentes participacoes boje recebidas
ueste reparlu.-a.', consta qu fnram presos :
Pela subdelrgacia ca Ireguezia do Becife o
marujo inglez .lames RoMis, n rcqutsiro'dq rejDec-
tivo cnsul. r
Pela subdelegacia da freguezia de S. Josc, Ma-
noel Joaquim de Souzo Negreiros, para avriguacoe
9 pela subdelegacia da freguezia da Boa-Vi.la,
rrancisro Carlos Jos Teixeira. unbem para averi-
guasOes, c o prelu escravo Jo3o. por andar ngdo
Communlcou-me o deleadulo prmeiro ilialriclo
(leste termo, em ofllcio de hontem datado que pelas
.1 horas d.i Bollo do dia anterior a preta lleindrcla,
ido Ibereza Joaquiu, pfeciplara-se volun-
tariamente da ..mella do prip.eiro andar do sobrado
da na estrena d.-B~ario, in-r haver o dono da casa
a quem ella preAaya o s-rvi.: domestico fechado a
porta listando a.si.n ,a s,|ljdllf ,,.
unido do semelliante queda ama leve eontugo em
urna pexua. j
Dos guardo a V, Etc. Sccrelaria da policio de
PeroamlM.co 24 de julbo de 18S6.Jltm. e Exm
ir. conselheiro Josc Bcnlo da Cunha e Figuercdo.
presidente da provmcia.-O cliefe de policio Luiz
Carlos de Patea Teixeira,
BALANf.0 DA RECEITA E DESPEZA DOS ESTABELECIMENTOS DE CaRIDADE.
VERIFICADO NO MEZ nr JIINHO nR aflBA
------_
lieeeita.
Por saldo eni'31 de maio, a aber :
Em letras ...... 1:0718915
fcm recibos por adiamntenlo 9:3188894
Em cobre t nota. ... 1 :S02gOJl
Recebido dn Sr. Salusliano de Aquinu
Ferrcira, mporlancia da parle que
coube ao liospilnl Pedro II, na aocie-
dade que gratuilamenlc Ihe dea o mes-
mo Sr. Salusliano nos bilheles inteirds
da pi inleira parte da prlmera Inleria
de Noa Senhnra do Carmo na. 3356,
3729,3555 e 3769.......
Do mesmo scnhnr, idom dem da ultima
parle da quinta e primeira da sexta
lotera da matriz da Boa Visla ns.
3825, 1393, 4823 e 4890 ...
Do procurador da administrara, por
cunta do rendimciilo dos prodios do
patrimonio......
11:8958890
53000
53O00
50O3OOO
12:1053890
Detpeza.
Tago ao regiile do grande hospilal pelas
despezas de maio...... ,
dem ao dilo do Laxaron dem .
dem idem da casa do Eipostos. .
A diversos por feilio de ronpi para o
hospital dos Lazaros......
ADionizio Ribeiro de Vasconeellos por
dourar din calix c urna patena para o
mesmo hospilal........
A Jos Lote Pereira I.ima&C, por seis
jarras grandes para deposito. .
Com a obra do hospilal Pedro II", co-
mo do livro respectivo.....
Saldo em caixa a saber : _
Em letras.......1:0743945
Em recibos por adiamntenlo 8:2503350
.5618525
1938910
2488820
74500
108000
328960
1:9358850
3:080s595
'.1:32.53295
12:4059090
Adminislrajao geral dos eslabelecimentos de caridade 19 de jullio de 1855
^/ ,e.scriva O tlicsoiirciro,
^omo .lose (.ornes MAPl'A do rnovimento dos est.tltelecimentos de caridade no mez de junho de
GBANDK HOSPITAL.
Exisliam
Enliaram
Curados .
Saliiram-rMelhorados .
1 Nao curailos.....
Morieran) J'^a* -"""as de entrada
Exislem
(I)epois desla poca.
M
39
1
1
0
7
72
HOSPITAL DOS LAZAROS.
21
12
1
1
1
0
-,
3
----
.51
23
2
2
l 0
9
103
Exisliam......
Entrarn).....
Curados .
Mclborados .
Nao curados.
Morreram -. .
Exislem......
8
0 O
s


~ ?;

20 17
1 0
0 0
0 0
0 0
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21 17
CASA (JOS KX'POSTOS.
Exisliam .. \ \ \ ^
Eiilraram......'. \
Saliiram.......'. \ '
Mo^reram-!^:"5-., '""de elra*da
Depois desla epoca .
Exislem ......
Seros.
127 176
3 . 0
0 0
0 0
2 4
128 177
303
0
6
305
Adminislrarao geral dos cslabclecimeolos de ca-
ridade 19 de julho de 1855.
O cscrivao
Antonio Jos Gomes do Correio.
DIARIO DE PERMBIJCO.
influencia feliz obre a molestia, cconseguinlemen-
le que he de grande nleresse obler estes phenome-
honlcm no vapor Guanal/ara urna nu Ibcrapeulieos. Parlilhel esla opin.lo at o dia
em que, submctlendo ;
Embarrnu-se
irqfto le farin
Kallinhas, resto dos gneros que erre occorro foram
pnrciio de farinha. bolachas, carne secca, carneiros e'
daqui rcmetlido para o Para no brigoe Ehira.
Por mal informailos dis'cmns qae esse brgae l-
nha de locar no Maranho, talvez para levar ma*
generw. lendo elle couduzido 1209 .accas com fa-
niiia, .1OO arrobas de carne sceca, 240 de assucar,
120 de bolachas, 20 bois. 70 carnpiros, c 600 galli-
nhas, alm de algn* caixes com medicamenlos,
segundo hoje nos commonicam, era quasi impossivel
des|ina-lo a receber mais otuga, atienta a sua capa-
cidade. '
COMIIMCADOS
A HOMtOPATUIA PROVADA POR SEUS AD-
VBRSABiyS.
(Continuacii.) (I)
Aconilum.
T)n emprego do acnito no iratamento da disen-
teria Tese susientk-la por Ai. Martat, cirurfiao-
mor de marinha, em 25 de julho de 1819. O Sr.
Dr. Marmol cm urna epidemia de disenterias grave
que houve de tratar ;. bordo do Crocodilo em 1844
leve n idea de faxer uso do acnito. Este remedio
leve por clTeilo eonstanlc abater rpidamente o mo-
viinenlu febril e faxer desaparecer o angue das c-
maras. Este ultimo efleilo apresenlava-se ordinaria-
mcnle nas primeiras quatro horas ao depois da in-
gesiao da primeira dose do remedio.,, Porcm, cousa
nolavel, ajunla M. Marbol, o acnito nao tem ou-
Iraarrilo sobre .19 cantaras senao o da upprmir a
Oihalacao sangunea; estas licain sempre mucosas'
etc., comoerain ao principio e seu naioero mesmo nao
diminu na proporcjlb qae era de esperar das me-
moras que dooulro lado se aprcscnlam. Para obter
dslcs nolaveis elTeilos, nao be preciso dar doses
graudes do acnito.Cinco cenligraraas de extracto
na 24 horas dissolvidas em agua que se d s coihe-
rada9 de 3 ou de 4 em 4 horas, sao mnilo aallici-
ente, Em quatro ou seis horas as cmaras mudam
de nalureza, e nas 21 horas a ajo febril a seu tur-
no diminue.
Avista do que, precede, diz M. Marbil, v-se
que o agoni'o por si s n.To cura 'a disenteria;,' mas
modfica-lhe de tal forme, a nalureza que (jauta a
cura por^ulros rucios a que ella creamente rTsTsTK
riasc tiao-sollrcssc antes tal modiricajo. Tambem
quaudo pela adminislracao do aconilo abale-so a in-
llammacao he preciso sem perda de lempo recorrer
a ipecacuanha. 1 (Loco cil.)
A observaran que procede nao precisa de comen-
tarios. M. Mnrbol mesmo nos faz observar que o
aconilo dado contra a dysinteria nao tem oolro
effeilo que fazer desapparecer o sangue das cmaras
e supprimr a exalacao sangunea da mucosa intes-
tinal. Esle resultado nada lem de sorprendedor
para os homeopathas que usam diariamento do aco-
nilo contra as exalacoes sanguneas das mucosas
Para completar a cura, diz Marbot, he preciso dar
ipecacuanha. Esla ultima proposir.no nos induz a
fallar de urna medicacao mallo importante que he
cmprogajla hoje por iodos os mdicos ra marinha
mis epidemias de dyiinteri*. que elle muilas vezes
tem qccasio de observar acombater: quero fallar
do Iralamento da disenteria pela ipecacuanha co-
hhrriiio pelo neme de methodo bralev-o. Baila-
r expor abreviad.imanle esla medicaeao para mos-
trar que ella nao pjssa de urna applicarao da lei do
semelhantes.
M. Irelimix, medico cm ebefe da marinha no
porto deCherbourg, expoz exlensamcnle esle me-
lliodo empua Memoria lida na Academia de Medi-
cino, no da 3 de junho de 1851. Extrahmos desla
Memoria os seguntes dclalhes :
A ipecasegundo o melhodo brasilciro
paraeadminislra da maneira seguinle :
Toma-se una certa quanlidade dn p de raz de
ipeca (ordinariamente duas a Iros gramma) ; dei-
lar-seha em um vaso capaz ieconler duzentas a
Irescntas grammas-xle agua. Lanea-se sobreest
p dtenlas e cincuenta grammas de agua ferven-
do; daza horas depois decanta-o o liquido com
precauco, e sobre o polme lanr;:i-seuma nova quan-
lidade de agua fervendo. Dozo horas depois se faz
oova-adecanlarao, reservando-so sempre p polme.
Emfim.-faz-se, seguindo o mesmo processo, urna
lerceira e quarla infuso.
Eslas infusos (1a dizer sl.ts diluicOe sucaesi-
vas) nao lem oulro fmi que privar cada vez mais a
rpeci de -nas partculas sotuveis, e cada urna dcllas
conlcm urna proporjilo cada vez mais fraca dessas
partes. De mais a temperatura da cbullisao faz des-
envolver a maior parle do oleo essencial dn ipeca ;
por consegdinlo esla preparadlo tem por efleilo ne-
cessario atenuar a accao desla substancia medica-
mentosa. Tamben) nao nos sorprende que M. De-
liona prefira esta preparaco a poces lepidas ou
frias, em que se suspende ou ser diluc pura e sim-
plesmcnle o p de ipeca. ,
Ainruses obldas, como nos o vimos de indicar
sao administradas aos doentes.
A ptimera jnugg, se he lomada de urna s vez
ou por varias, pierio urna da oulra, ptovoca quasi
constantemente o vomito. Sdlircvem tamben) militas
vezes cmaras numerosas.
A segunda infusao raramente pruduz vmitos :
mas ordinal auieule provoca nauseas mais 011' monos
fortes ; o numero ds cmaras nao be 13o grande co-
mo com a primeira infusao : he muilas vezes dimi-
nuido.
A terecira quasi nunca faz vomitar, c muilas ve-
zes nao produz mesmo alguma nausea ; o numero
das cmaras diminue ou lica estacionario.
Nos casos pouco graves, baatom tres infusos para
alliviar satlsfaloriainculco estado mrbido.
se prc--
Nos casos contrarios, insiste-so nas doses, islo he,
da-se infusaos cada vez niais IratTa*.
Tal be en resumo o melhodo chimado brasi-
loiro.
Vejamos agora qual he o modo de nc<;ao da ipeca
ncsle Iralamento, e em virtude do que propriedades
esta substancia acta uto effleazmeole na phlegma-
siadvsenlerira. M. Dolioui vai no-lo cnsinar :
Adinitle-ao geralineule, diz elle que o vomito e
a porgac.au, delerminados pela ipeca, produzem uiuu
(I) Por ler oslado rauito nccupad.i, foi interrum-
pida ela traducsao.
r. Loio Moscozo.
experiencia clnica os mo-
dos ,diverses me convenc que nac era provocando evacua?6es
excessivas e novas, que elle carava ou modf.cava ao
menos a dyenleria, que era intil suscitar essa
evacqacei, n que se podia, mesmo evlando-as, cu-
rar tao deprrsM e com a mesma seguranca que pro-
vocando-as.... O vomito como aclo e como meio de
perda humoral, nenhum inlercsse d s ospecula-
cOes do therapeulico. Ei a prova :
Era vez de fazer beber as infus-iesde ipeca do
urna s vez ou por vezes repelidas, de Ibes dexar
seu eoslo nauseabundo adot;ando-as simplesmenle,
eu as lenho feilo armnatsar com a agna de flores
de larangeira, de ortelaa, decanella, e a lenho ad-
ministrado scolberadacom ntervalloa, tanto mais
longos, qnanlo o estomago era mal* disposto a lan-
ta-las ; assim oblive urna tolerancia, que longe de
prejudicar o effeilo do remedio, pelo contrario o
tornava maisSeguro. A razio dislo, qae he escu-
*ado explicar, he que nao lie a ipeca que faz tomi-
tar nem a que he vomitada, que modifica em nada
adysenteria : he a que ho ahsorvda.
a He verdade que as primeiras doses d ipeca
aagmentam o numero das dejecc^s, e qoe esla pur-
gacao, mesmo urna que fosse, adianla e pjepara a
cura ? Muilas vezes a ipeca augmenta o numero das
cvacuaccs, porcm, este effeilo nao he coaslanle ; as
evacuarles nao augmentam sempre, c s vzea mes-
mo ellas comeramlogo a diminuir. Ora, longe de
que esle effeilo seja dc-fayoravel. elle assigna*la urna
melhora. N*o he, pois, ftc.ii purgativa da ipeca
que se deve eltribuir o resudado da medicacao. O
que importa obler nesles casos nao he um augmento
na quanlidade da dcjecc.Oes, mas urna modiflca;io
da nalureza dellas, modificaco qae nao larda a ser
seguida de urna diminuieio no numero dellas... Es-
tes elTeilos medicamentosos estao em relaco com a
aejao dynamica do medicamento absorvido.
A vantagem do mclhtrio brastteiro, accrcscenla
M. Delioux, he de pbderar a aejao poderosa da Ipe-
ca prolongando-a por infases cada vez mais fracas,
c nao de combinar prupriedade* vomitivas, purgati-
vas adstringenlet.- A idea de propriedades ads-
*ngentes attribuidas a cstaal)s(ancia lem sido de-
illui Ja de urna maocira completamente falsa de en-
carar os resultado da rnedicario ; se ella engrossa
ou supprims as dejecraes alvinas, n3o he por ama
accilo.adstrleliva que execule sobre a mucosa intes-
tinal ; he impossivel prova-lo e seria inonsequeute
sustejtla-lo. (V. Mera. c-.-publicada na Gazette
medical do 7 e 14 de fevereiro de 1852.) O que
lica expollo nio precisa de comraentarios, e nos pa-
rece imposiivi'l nao enebergar no mellado chamado
brasileiro nm exemplo singular de medicarlo ho-
rneopalliica. Com effeilo a preparando do medica-
mento nao passa d urna altenoacilo de suas-pro-
priedades. Os bons resallados que ella produz sao
iievipos i sua ac*5o dynamica, assim como o prova
M. Dolieux, appresenlarajo argumentos c servindo-
se de urna linguagem que ninguem dira [que nao
era 1 de um homeopalha. Emlimsc consultamos a
palhogenesia da ipecacuanlia, vemos que esle medi-
camento adminislrado ao homcmsao produz o ym-
ptomas seguinte cuja analoga coni os da disenteria
he impossivel negar: Cmaras diarreicas seme-
lhantes a molerlas em fcrmcntaco; cantaras diar-
reicas escerdinhadasou r re HmSo, Se cheiro
ptrido- ou sanguinolentas, biliosas 011 mucosas;
cmaras disentrica! com [reos broncos eg seuidas
de tenesmo, ele.
Accrescentarimos a esta lista j.i mnilo eslensa
talvez um exemplo nolavel de homeopatha involun-
taria, extrahido da clnica de M. Rayer. Copiamos
textualmente o farto e as observaeOes que o acom-
panham taes quaes foram publicadas no Blletim
de therafeulica e oa Abclha medica de 16 de julho
de 1851.
ObserrarSo de catarro vesical molificado tanta-
jotamente pela lindura de canlfiaridas no interior.
lio um fado bastante notavel que as preparaces
de canlharidas. depois de haverem gozado cnlre os
anligos de 13o grande favor nas molestias inflamma>
loria dos rins e da bexiga, depois de haverem figu-
rado em tantas colleccOes como ineio de Iralamento
da ischuriada, dysuria, da cystile aguda 011 chroni-
ca, eslejim boje abandonada. A razo he* que actu-
almente se est mnilo preocupado da acrao eleclv3
sobre os rins c a bexiga que possue a canlharida,
como podendo dar aos accidenles agudos urna inlon-
sldadc inslita: entretanto que niedndo por assim
dizer a dose do iriedicaincinlo pela su 2 10. po le-se rhegar a nao levar seno a dose de irrila-
bilidade sullicioute para mudar, como so cos u na dzer
a vilalidade... Reclamamos por lano contra a exclu-
sSo absoluta que se quer fazer das preparaces de
canlharidas no Iralamento da nephrilc como da cj-
lile chronicas, e estamos convencidos que o emprego
prudente d'csle medicamento pode prestar verdade-
ros serviros medicina. Referiremos a esle respei-
to o facto seguinle que colhemos no serviro de M.
Rayer.
No n.-o 8da salla S. Miguel eslava deitndo um
sujeilu por nome Vivesj idade de 47 anuos, encader-
nador. Este homem que passa urna viclaj mnilo regu-
lar c que nao usa de bebida espirituosas em excesso,
diz que soffre desdo 15 de novembro. Neila poca
ello foi atacado de accessos febris que vinham lodas
as noiles carac .erisados por calor somonte, sem frios,
suor, e nos quaes o sulfate de quinina prrduziu ape-
nas um allivin momentneo. InlerVogando-o com
mais altenrAo. soubemos que elle tnha lido urna
releurao de urina durante alguns das nove mezes
aules. Desde o mez de novembro suas urinas eume-
caram a licar babosase muco-purulentas e quando
elle entrn para o hojpilal ellas eram de lal forma
''arregadas que a ametade da onrina de um ourinol
era de muco-pos. A saude geral nao era mu, e ha-)
va poucas dores no hypogaslrio. Comtudo o doeute
oiirnnva- repelidas vezse pouco dcada vez.Cop-
(ra esla molestia M. Rever moa laccenivaniente. e
sem o menor resallado, dos purgante, hinlio sul-
fiirosoi, as plalas de lerebcnlhina. Experimeutou
tambem a applicac.loae um vesicatorio no periucu.
porcm esle vesicatorio fez pasear n molestia ao es-
tado agudo, e se exacerbaran) as dores no hyppsas-
menle purulentas. Foram precisos ao menos qualro
dias de repouso na cama, barbos prolongados
para tornar o doenle ao seu primiro eslado.
Foi cntao que M. Rayer prescreveu a lindura de
canlharidas em um julepo gomozo na doze de sei
golla aolprinoipio, e elevando pouco a pouco e por 3
gollas at o numero de dezoilo. Desde a segunda oa
lerceira dose qoe o doenle foi impressionado pela
diminuieio do sedimento nas urina, e da circums-
(ancta deque a necessidade de orinar era menos re-
pelida. Elle foi obrigado a deixar o hospilal no dia
4 de abril por negocios de sen nleresse. Quando
elle sahiu, as urinas estavam quasi no seu natural, e
odoente dizia achar-se o bem a lodos os respeito'.__
Pode-se pergunlar somcnle, diz o autor da observa-
SSo, se esta me!hora-se ter conservado. He o que
ignoramos ; porem quaolo a tecle da tinctura de
canlharidas,- ella foi evidentei o talvez houvesse
adiado um auxiliar oa especie de acetada que o
vesicatorio applicado no perineo deu na iiiflamac,ao
ehronica da bexiga.
Nao queremos enlrar na indagarote, como diz o
autor dcsta ob9ervaeao em seu prembulo, os prepa-
rae,0es de canlharidas gozram enlre os anligos de
nma iao grande importancia no iralamento da mo-
lestias infllamatoriasdos rins e da bexiga, mas Ihe
perguntaromos rnente que nome e deve dar a urna
semelhante medicacao.
Administrar conlra as affeccSea desgoada urna
substancia capaz por si'mesma de inflamar os rins
e a bexiga ; medir a doze do medicamento pela sus-
ceplibitd'ade os orgaos, de maneira a nao levar-'Uie
senao agella dose de irrilabilidade suficiente para
modificar a vilalidade, nao he ido a verdadeira ho-
meopalhia? Se pesquizamos o fado mesmo,oqne ve-
mos nsfqoe'.nm vesicatorio applicado obre o pirineo
produz urna aggravarao consideravel. Esla aggra-
vacio .-.calma-se, eo medico lormy>do-fe mais pru-
dente por ejiW-eceidenle, prescreve depois o mesmo
medicamento no interior e cm pequea doze. Que
acontece epiao ? He que desde a eaunda doze, ob-
tera-ie^iiifla melhora nolavel.tJm homeopalha loria
sera duvida pralicado ueste caso por urna maneira
deferente da de M. Rayer; leria dado desde princi-
pio a dose suficiente para modificar a vitalimie
do orgao ; leria ovitado a oggravac,ao : mas com esta
peqaena diflerenca sua medicado leria sido a mesma
Tambem nos jolgamos autnri-ados a servir-mo-nos
desle exemplo para provar a verdade de nosso prin-
cipio. |
A lodos os fado que acabo lo referir poderia
aj un lar ainda um grande numero, e cm parlicular o
uso e abuso do carvAo vegetal no Iralamento das
alTecjVies gaslrico-into-iinaes : o emprego da ioeea-
cuanha no Iralamento do cholera : o do accido n-
trico e do acido phospliorico, a que M. Malgagne
recorren para combaterdiarrhas rebeldes.V.o Jorn.
de med. e de cliir. pratica$ de Janeiro de 1819} e
muitos outros, que poderia citar fazendo a resenha
dos tnnaes da rienda dnranja eeles ulteriores an-
nos. Mas eu creio que o que (precede basta para
provar que a medicina enlrn cada vez Ynais no ca-
minlio da homeopalhia involuntaria.
Eli nao tirara desle Tactos toda a doutrina qae
elle encerrara, se nao lliesse sobresabr ps pericos
e o inconveniente que,ha para nossos collegas em
perseverar nessas idase nao ligar.como nos o fazemo
lodos estes fados Iheorapeuticos ao principio homeo-
ptico. Ornando de uonies menlrosos de especfi-
cos, de siihstiliiiivos, dcaiilipasmosdicos ele. a todos
estes medicamentos e todas eslas modilicaces, que
culram na lei doi semelhantes, descoberla e formo-
luda por Hatoemann, elle lornam esteris lodos
estes exemploTde cara. He o que procurarei de-
monstrar nas couduses desle Irabalho ; porem an-
tes disso quero continuar eom a expsito das outras
calhegorias do fados destinados a provar a segunda
e lerceira proposito de minba Ihese.
(Continua.)
ALUUMAS REFLEXOES SOBRE O CHOLERA
ASITICO, SETRATAMENTO, CURATIVO
E PRESERVATIVO.
Ainda haver hoje quem duvide da verdade da
homeopalhia os nroprios adversarios d.lo-nos lo-
do os dias os meios de prova-la: leiam-sa os arti-
go qae neste Diaria temo publicado, escriptos pe-
lo l)r. Gabarda? reflicla-9e sobre o que rri,T caJun";" iib- o fl'UUJte^^^hTnnrniiIrulir, nelHsa
reflicta-se sobre o tratameoto da syplvlis' pelo mer-
curio e de ouIras molestias que estao no mesmo caso,
pelo que diz respailo aoi remedios que as curam:
pense-seam ponco sobr oque acaba de llirmar o
Sr. Ilumbold acerca de un^)resMiativo da febre
amarella : he uraa'<"s infi fina 1
di um reme-
tem a quanlidade
lem urna pequea
he um remedio
[innmeuiis mrbidos
al se lica preservado,
co no cholera he.de dous morto para 49 corado.
Para se nao davidar da verdade do que aOlrroi,man-
dn ima lista dos doenle a seu domicilie' ao cou-
do Fi anela Zichy Ferrari, commiisario imperial e
real de salubridade.
A alloputhia appresentou o seiiainte resallado :
popoatao da cidade de Raab16,239.
Doentes de cholera tratado no hospilae, 364
cnradoi 154, morios 122tramporlado 8.
Na eaiai particulares 1,217, cnnidp 699, morios
J8.
Durante o cholera morrenm de molestias espor-
dicas 140.
Enes com os morios do citolera prelazem a som-
ma ce780.
A roporc.To porlanlo, no Iralamento allopathico
he de 5 morios para 7 curados, e no homeopallco
de dous morios para 49 curados: ir-so nao he nada'
be um pao por um ollio.
A gazela ollici.d da Prssia n. 316 de 14. de no-
vembro de 1831 aprsenla o rotatorio do r. ei-
der, medico privilegiado da cidade de Wischney-
Wololschok, governo.de Twer na Russia, em qae elle
do conta do doentes que tralou por nm e oulro sys-
lema.
Pela homeopalhia curou 86 sobre 109.
Pela allopalhia por nao quererem a homeopalhia,
21 sobre 98. '
Um oulro medico allopatha da mesma cidade, 36
sobre 106.
A ralorcza sem o soccorro da medicina, 16 so-
bre 49.
Em Lemberg o Dr. Schrocler em mio de 1831
tralou de 27cholericos: perdeu um queja eslava no
lerceiro periodo da molestia.
Em Venna, O cavallero Dr. J.ichtenfel leve 40
cholericos ruraram se 37.
Ahi mesrno o r. Vreeka leve*27 doenle: curou
24: dos Ire qop morreram etam duas mnlheresde
ma de 70 annos : o lerceiro nao .linlia feito caso ha
muilosdias de ama diauhea. a
O aesmo Dr. Vreda ao depois foi a Moravia,
perlo de Bruno e tratou de 107 cholericos: 98 foram
curad is pelo espirito de camphora e o teratr.
Em Berlim o conselheiro Dr. Shuller tratou de
31 cholericos, morreram 6.
Em Wishney Wolotschok na Rqssia o Dr: Seider
Iratoi de 209 cholericos. De 93 trillados pelo me-
lhodo ordinario, morreram 69 : de 109 tratados ho-
meopalhicameute elle perdeu somente 29; do quaes
9 commelleram imprudencias, 4 lomaram oulro re-
medios a sen belprazer, tres liuliam 60 annos e sele
estavam nas ultimas quando elle foi chimado.
Um oolro medico na mesma cidade perdeu 70
doentes obre 106 que tratou pela allopalhia.
O Ur. Gerstel de Praga, que veio Moravia de
propo'ilo por observar e tratar o chilera, leve em
Mariahilf, Tschnowilz e Kloslordorl 330 casos; en-
rou 298 ; perdeu 32 entre os quaes 5 de mais de 70
annos e umtlelles bebado de profissao.
M. llamusch. cirnrgiao da pessoa do harao de
Schell em Tischnowtz lev* 84 donnle : corou 78.
Ora parece qae visla desles resultados compro-
vados por pessoas de toda a consideraran, nao he
possiv '1 duvidar da supremaca do Iralamento pelos
semelnanies..
Ma.- oque he de admirar he qu,e tantos mdicos,
e em lugares tao distantes, cuja* communicacOes
eram difliceis, usassem todos dos mesmos medica-
mentos sendo principalmente o spiritus camphora
de ILIinematino cuprum, teratrum, arsenicum,
ipecactanha, pkospit-acid. ele, eom pequea dilTe-
renca ; o que he de admirar he que todos elles di-
ga m una voce que a molestia atacada logo desde
princi lio reduz-se a um curativo de poneos das, se
o sojejtonao tem a imprudencia de abalar do rgi-
men e dieta precisas por urna feliz e rpida conva
leseenca; a qual com o Iralamento allopathico he
sempre morosa e cheia de troperos, que Ihe oppe o
desenvolvimento de molestias consecutivas.
Agora lance-9e urna visla de olhos sobre o (rala-,
ment allopalhico, tot capila, tot senlenlia?.... cad-
um tem sua receita, cada um sua opinio : na de-
clinarlo da epidemia, que a moleslia se loma milito
benign 1, bao faltam remedios mudo proficuos, es-
ses me- mea vao ser experimentados cm oulra parle,
quaudo a epidemia esl em seu vigor, e enlao qual
y
/
dio ou veueooftyie apenas
material que p lo ser'abso
inoculadlo ; e depois negu
que produz urna serie de
iguaos urna molestia,, da
lodas as vezes que se passa porosa serie de pheno-
menos. Curar nao he preservar; "preservar he mais
alguma couia : he por o individuo a coberlo de urna
moleslia que pJe ser curada, porm tambem que
pode dexar de o ter: assim he muilo mais van Lijo-
so estar livre dola, ao menos presuntivamente dn
que cdrrer-lhe os risco.
A medicina pdt ser considerada poninas lormas:
ou como sciencia experimental, ou como scicncia a
ratiine: no prmeiro caso s pde ser provada pelo!
fados: no segundo pela rizao. Mas temos varios
sysleraas medico, e he preciso ver qual dellcs esta
mais confirmado pelos fados; qual dcllcs esto fun-
dado na ra/.ao.
Os fados mar bem averiguados da medecina allo-
palhca, crino os que cima citamos, sao todos de
homeopalhia 09 que nao eslao oeste caso, nem val a
pena de fallar delles.
Agora pilo lado da. raro: a homeopalhia he o u ni-
cosv-tema medico raccional : com oteonbecimenlos
adquerido pela observaedo de cerlo fados eslabele-
ce um principio: eierar as enfermidadespor ageites
me'osque no estado de saude So copaz.es deproditzir
urna serie de phe no menos semelhantes : estada, ex-
perimenta estes meios na eslado de saude; fazum
painel dos fados que a expcrimentaijao aprsenla :
depois em casos de molestiassemelhaiitesapplica es-
le remejoseiperiraenlados: elles curam e ahi te-
mos a conlirmaca-j do principio.
Parece que islo he que te pode chamar racional.
Firmada no seu principio, sai a homeopalhia pode
estar preparada a todo o momento para combater
quatquer enferuiidad.-", seja qual f ir o un carcter,
pois leudo urna snmiii 1 de conhecimcntns bstanle
avullada, ser muilo dilficil para nao dizer impossi-
vel,que apparec urna moleslia cujos svmplomas nao
se achem cscriplos na palhogenesia de nlgum me li-
camcnlo.
Eis a razo porqne nas epidemias, ao pa-so que o
systcma allopalhiease ada as apalpadellas no prin-
cipio de lodas o as apalpadellas ainda al o fim, a
homeopalhia csiuda logo o carcter geral da moles-
lia, recorre a um 011 mais do seus agentes therapeu-
ticos, e o seu resultado he sempre espantoso em re-
lacan i allopalhia.
l'allenos, e pouco, do cholera morbus, pois qu
he o que nos interossa acluaimcnle por nos estar
Imminenle.
Duas cnnsilcrares, cada qual mais imporlanle, se
apresentam. agora quo temos receio ou supposiriiio
de que nos toque por nossa vez esla maldita peste :
a primeira qual ser o rqojo mais conveniente de
Irala-I.i : a segunda se ha remedios que.posiam pre-
servar della.
Na forra maior das diversas epidemia do cholera
morbus, islo he, quando ella esl em sea maior au-
ge, e nao-no principio hein na declinaeo qoe sem-
pre he mais benigno, a allopalhia (em perdido de
70 a 80pos cenlcmais ou meno, o que he dito pelos
mesmos mdicos: a homeopalhia lem perdido ao
mais 10 por centn. Se os mdicos de um systcma
merecen) crdito, os do oulro sao pela mesma razao
dignos delle. Nem he de presumir que os mdicos
homeopalh.is avancen urna, fabldade, porque o
en9 relalorios," as suas eslalislicas s3o comprovadas
com documentos de nessoas de muila circumspeccao,
de autoridades civis, religiosas e militares- que nao
se deve suppor (|ue sejam lodos un menlrosos.
Afinal lodosos mdicos homeopalhas, que lem se
adiado nas epidemias do cholera, asseveram que a
gravidade desla moleslia reduz-se a mesquinhas pro-
porcoes, se da he lacada convenientemente, logo
que. se declarara os prdromos 011 09 symplomas do
prmeiro periodo. Isso diz llahnemann, Jalirr,
Chargc, Tessier. Pile!, o celebre Dr. Quin e outroa
cujos escripias temos nv isla.
O Dr. Bakody, da cidade livre de Raab na Hun-
gra, tralou homeopticamente de 223 doentes a
saber : de cholera 154do qziaes curaram-ie 148
e morreram 6: de affec;0e* espordicas 69dos
Irlo ao meimo lempo que as urinas erm inleira- Irjnaes curaram-se 67, e morreram dous. Apropor-
Yeja-semesmooqiiepornquilc.m-.se dlo sobre
os rem dios que se deve dar aos atacados, do chole-
ra, vej;-e oque disse o meu collega e amigo o Dr-
BulbOei no Para, etc. :, cada um, sua receita : agua
ardentc, opio, ammoniac*,;puxuris, horlelaa, eo
diabo a qualro com esrega<;oes de coco : cscova-
do precisa ser quem, s por sustentar sua opiniao.
nao.quer reconheccr a verdade em qualquer parte
que clin se achc : emlim vamos a liante.
Al.'ii'n is palavras sobre os presrvalivos e nada
mais se a taccOsa preserva da bexiga, e n veneno
do ama cobra que, inoculado cm um individuo sao
piodu/ Si7rjploinai-,ligei>o!i) seiuelhanles Sos da fe-
bre am irella, preserva desla moleslia, nao he de ad-
mirar que os medicamentos que, administrado no
homem sao produzem svmptomas semelhantes aos
do cholera, tambem preserven) desla moleslia.
Os medicameptos principalmente que admi-
nistrados ao homem sao tem a propriedade de desen-
volver ;ymplomas semelhantes ao cholera, sao arse-
nicum, cuprum, veralrum lbum ; cujos effeilo
tambem tem-sido observados em casos de envenena-
menlu : ha oulros muitos, mas estes sao os quo abran-
aem lodas as diversas formas do cholera ; a sao el-
les meimos, qae lomado em doses omeopalhcns
de -i em 4 dias alternadamente, isto he, um ap-s de
oulro, preservara do cholera, ou pelo menos os indi-
viduos que os tem lomado, apenas am oa oulro lem
lido a cholerina. / /
Que o cobre (cuprum) preserva do citolera mor-
bus, na > sao-at os homeopatas, que o dizcm : sao
os prop iosallopalhas bascados em numerosas obser-
vac.e9 : o Dr. Burk. que nao he homeopalha, apro-
seiiloii ama memoria em que elle d conla das' ob-
Sirvacs, que elle fez acerca do preservativo do co-
bre adi outros metaes. lendo de ir fundirn de
cobre da ra des Gracilliers, soube nao sem espanto
qae mais de200 operario e locatarios leste eslabele-
clmenlo foram respciladosjiclo cholera cm. 1832 e
1849 : em tres oulra fundifoes da mesma ra ob-
lervou inesma cousa.
A fuBcao de typos cm Pars, que entretanto cm-
,prega pouco cobre, perdeu dous homens em 832 e
18i9,e ueste ultimo a fundijao de cobre perdeu olo
homen< de mais de 1,500 que estas empregados em
suas ol cias ; un por bebidos e oulros por sollre-
remmoleslias antigs.
A coinmissao do cholera em Par d profiss.lo
do qaincalheiros como de todas a mais de9rie-
tada.
A falrica de hronz cm Pariz foi inteiramenle
isempla do flagcllo : o Dr. Burq: vistou mas de cem
eslabelecimentos reuni lo 6 a 7 mil individuos, e
por lodos nao verificoa 10 morios.
M. Eck, presidente da sociedade de abridores, m-
sentadores ou Inrneirosdc hronze, declarou que d'en-
Ir mais de 500 socios em 1832 nenhum foi ataca-
do, e em 1819 um que enron-se.
A oIBcina de cobre de M. Cari, em Grenellecom
nMis de 600 trabalhadores perdeu em 1849 doze
behados incorrigivei'.
O cholera reinoa em Romly em 1832 ecm IM9:
a fundicrao e laminaria de cobre que oceupa >(K)
Irabalha lores perdeu um no prmeiro auno c oulro
no segundo.
Oulroi mailos casos idnticos de que os lvros se
adulo rerheados, poderiamos. citar, se nao fosse cs-
lender r'emasiadamenlc esle artigo que ja vai- ma
longo di que desejavamos: o que esta provado tan -
lo p ir allopalhas como por hoincopalhasqiie co-
bre preserva d cholera ; e como nem todo traba-
lliao em fundices de cobre, he'preciso usarem d'elle
de oulri forma.
, Algn lem aconselhndo a applic,ai;s1o de urna la-
mina di cobre bem limp.i sobre o bncca>do eslonin-
go, ou nobre oulra qualquer parle do .corpo : esle
uso lem seus inconvenientes : i transpiraran, que
he as vizes muilo acida ( e que no nosso clima he
constante no maior numero de pessoas ) oxida"o co-
bre c o sal que si forma sendo absorvido pode dar
lugar a resultados tristes. Por lano lomos de opi-
niao que se siga o eonselho |que adiarle *e achara
nas iiisli'ucc.cs do Dr. Charge, que nio podem ser
mclhorrs, pois rene a clareza a eondsilo.
Nellas adiar-sc-hao descripio iodos os sv mplomai
do cholica em Iseus diverso* periodos e os remedios
mais eflicases para o combater, porem como itto bo-
je he negocio de goslo, uus goslilo da homeopalhia
outros ( a allopalhia"; os que gostarem da primeira
usem dos presrvalivos, caso lenhamos.a desgrara de
sermoi visitados pela epidemia, e os que gostarem
da segunda toinem teu ponche, tuas btbereferu e
tejllo eseovadoi, e depoi nlo te queixem do resol-
lado.
Pablicaratn a InstruccSo ao Poco pela Dr. Char-
t* como a mai* resumida e clara para toda a inlel-
l'iencitt, e como complemento o (rilado eapeeiil do
Dr. Jhrr obreo choleramorhui.oode e pede ochar
nt id ampia, explicacoe a respailo de ludo que pe-
d aproveilar em lemelhiale cre.
Si coro eu pequeo Irabalho alaum eri;o po-
drrmo. pret.r huminhlade, freiremos d'elle nf-
fidentemenle ind.mni.edo pelo pra-zer qae temos
en ser olil ao. nos,, malhanlee, emmpre?ar-
m) sempre aj nosas d(bei. forcii em prol da ver-
dade da homeopalhia.
Conmltorio homeoptico, roa nova n. 50 priroei- /
ro indar.
Doutor Lobo Hoscoso.
Q cholera norbaa aiattei tu' u a,r, i.
Se o sceptieismo he a dispoiieao duvida delu-
do o que nao he bem demomlrido e evidente
nunca elle se tomn mais neeenaro, mais conscien-
cio.0, mais nobre e honroso mejmo, do que oei
queilflo relativa epidemia reinan le do ftrrt, e qoe
leu sido dtstficada, em geral, como o cholera al- *V
gldo-oa asitico.
Sem fazer queslo da ponibilidade deese flagrilo
invadir-no por essa regia, oa pelo norte, oa %
pelo ni do Imperio, porque a admillimos com o
fundamento! da ciencia, e pelo poder da naloreza
e dos elemintot o que isseveramos, he qoe o. me-
d -.o do Par reonido e quantpi aqni existan), so-
beranos como om re e instruido eom aao, en- *
voltos lodo qae sejam em ama t consriencia e
por urna nica idea; na. abalaran, por era nosa.
conviccoe. sobre a cau.as dessn epidemia, sm na-
tui-eza e seo, elTeilos- i por rife rea. guem sois.
b era islo am proposite, om, detejo de opponirao
mnl fundado contra essa massa compacta, a ene ro-
Iho de hoce, que e levannm uecessivamen|a
contra nossa opiniao, ,-, me|.10r diW) cmln
noiBiai'davida acerca da existencia do cholera-mor- A
bunsialico no (irio-Para 1 Ser. por venlura com
razao que nos sppellidam de pyrronieo, de cepiico,
de leimow, de opposicionisla ou de lado quaolo
queiram e Ihes eunvenha ?
He faculdade do pensamenlo foi dada ao ho-
mem. se elle deve livremenle pennT para r ho-
mem e uma vida ter ; tambem heeerlo que tem o
meios de manifestar o pOMamenlo, eooservando-o
em si como uma especie de agente modo oa de is-
pb;, xiado eo* se ,. creasjse nao completara bem
a saa obra ; c e par. completa-la, eana-la grande, ^
perreila. capaz de progresso nos pez -i disposirto
esses meios com quanlo mais raziiv n.is adeda-
des humanas, se na. loroaro brbaro, eimpoiiti- i
eos iodo, aquellea que se opponham manifadacio
(los ithiios penamen(o,. coarelando-os, eje peta
censura, seja pela crilea ou nio iroporia poqual-
qutr nalureza de artificio?
Se pois soraps livre. te nosso cenumento ne li-
vre, le nossa lberdade he livre -nano juizo lam-
bem deve ser livre. e.nossa eonsciencia eawaret-
peilo toda justa como ajulgamo., mto nos poda-
ra necusar qunca de havermo hoje dito, qae duvi- Jf
damos da exislehcia do cholera asitico actualmente
no Brasil. Tanlo maU que toda cooieieocia tatn j
serrpre um principio oa urna base ; par;:
e, ou exude a f, ou *e da. oi-faetea apreciados e
acolludos pela me*ma eonsciencia. Quando o dio.
lera morbus, endmico como se coala awIndiaaO-
ne.uaes, eslendendo eus limite, vomito, a marte,
voando desde Jestore al o (.ana*, m 1817 ; e de
I', anda mais elendendo -avo, lavrou por toda a
Asia, frica e parto da Europa, ames que vieWjer
a America, donde entap voltaarte peuelrou imSL. i
leria e Franca *a 1832 e 1836 mo foram por^
cerlo os boatos do poro que o .wnei.ram,
lemor *em curioiW.de que Ihes *ahio ao
tro .; foi a saliedoria de todos os
de de Iodos os goveruos, o. movimento de todas'
ideal, no* conwlho., na. academias, nos prelo*, q,
acordaram o povo de descanco em que jazia
Ihe deram a nova fatal do llagello deva.lador
liie* eslava imminenle. Enl lo os medico, se
escondern por detrs das cortina, da duvida a-W
ignt randa, mandando qu o povo espaltusse a noti-
cia ma quan, estadawem elles i nalaran da meles-
Ha ; e nem lo pouco de medida livaieaiea se ler-
V)rarao occuIar ao mesmo povo a nalureza do
mal e eu? meio (H-evenlivos. depoi,-le formad, a
convicio. Ao coulrario, conicios de i, eoetbece^
dores da pfe, e do meios naquella poca eompi-
I.veiscom n civilisacao e o progresto. escreveram e
oescreveram bem publicamente toda quanlo con.i-
nha que lodo, loubessem, pela ,rT8ra| o n iuH
facilmenle e cmbele o mal guando lelemeertea
delie e do lugar qae occapa. Enlao aa qoaraleoas,
os cordoe sanitario, e lazaretos, qoe ainda nao li-
oharo palenleado ma improficaided,; 6 g.vemo, a
eonselho dos medico, ludo poz nexepncSo com
oulros meios proficnos, e como leer je'racmtheddos;
a higiene publica em movimento-, a hyeienepriva-
da ini movimenlo, a polica sanitaria etn morlrwn-
to, os livro, a penna do escriptor, do sabio, de to-
dos os homens da sciencia..'. ludo pretten wrvieae,
lude se pozem accao para salvar o pavo, friera
escrevia ou bem ou mal, ou cerlo oa errado prel-
va simpre um serviro pela boa inlcncao qae dt_ J
arado. Comparando agora itso qoe por i e pi <>,
ou pela Europa em 1832, e mesmo antes cu depoi
como observamos em Par, em 1849, quando la rei-
niva o cholera asitico, com o qoe ae lem visto entre
nos relalivamenle a epidemia reinante do Par
veremos se de fado ha algum cousa le tem
no-modo por que se assoalltou a nolda i
nos escriplos que se lem publicado, na eon
medico, e da diversas, commisses de bygic.
blica, ele, ele. Com clTeilo, custa a crer, mas. he
uma verdadp. O cholera .silico, como se diz, e
laassolando o Para ha quasi doutiaezes; tres va-
pores lem de la partido para o tul do imperio, e
nem um s documento legal, nem-umn s expo*icao
da moleslia lem sido scieulificaraen-ti e'xpotU.ei pu-
blica la nos prclos por onde se possa furmar um jui-
zo acerca da existencia real do cholera morbas all
supposlo, e de un nalureza '.
)
I


Al a chegada do vapor S. Saltador a erenr-s Ir*
dicooal foi a leglima, e>< que se den lodo valor ;
as noticias que passararn de bocea m bo
he de uso succeder fcilmente -com todas
lides, bailaram alias para servir de bas
co 1e grande parte de medico, e inuit
base locarajn ate alarma aqu pela cidade, aseve-
r.nd.i a existencia do cholera asialico.
Os membros do eonselho de salubridad*, o malo-
res sabios da Ierra por eeui talentos o saber, que en-
tilo como .vimos dizer linham receido pJr-
(i.'ip ifes legitimas pelo segundo vapor'__ o .Van
Saltador, conservimcm s esses'docamentos, nio
dan lublicidado, inda eserevem, lapam da ttdo os
posligos, consenlindo ali.-'u que o Diario dcPernam-
buco e o Liberal Pernambueemo, desmentrseeag es-
sas novas, que para elles ja eram verdades o nao da-
vidas, por Iraze-las em suas pastas com o cholera-
morbos asitico. Assim. leudo chegado aqu o va-
por rmperador. com a primeira nova, qae foi gerl-
nieu'e desmentida e al no Ro de Janeiro pelo Jor-
nal do Commercio de 24 de junho, com o funda-
menlo de Juwertm o* mdicos do Para -procedido '
ejjme nos c adaceres suspeitos, e nada rtrem colH-
gido por onde podessein admillir o cholera ; lendo
ao depois chegado o vapor .San Saltador,osm va-
rias correspondencia, dos proprio eorreipondenlcs
d diversos jornaes, asseverando nos a existencia do
mal asialico, e oulro* negando ainda, seai qoe em
lodos os jornaes.de Para se vine uma s lellre, ama
so liiiba, um a arlignMe pessoa prolissioanf, qila
descrevejido es svmptomas da epidemia reinante
deixassc que se podeaseeolligir da existencia do nal;'
com a circurostanciii mais do mesmo Diario di Per-
namimeo e o Liberal disaiparero uma segunda vez
essa idea aterrador. ; o nao no podando eapacit.r
qae, por nenhum principio de humanidade on obri-
ga hyginne desla cidade occullauein o que demai, ecrln
e positivo sabiam a respeito mesmo para qno o
outrn medicoa, ao rueo os mais incrdulo, portea-
sen) melbor f.zer o sea jizo, medilando tabre o que
Iiouvim e reipeilo dadesciipcao au epidemia ; sem
que losse miste jurar cegamente em alheias pal..
vras...eMravcraoa,digo,ua artigo.qa. f impres.
o no Liberal Pernamoucano de 4 do eorrente ; ar-
tigo, no qual aduiillndo nos sempre potaibilidade
dediolera-aialcoexiaiir qoPara, pela irregulari-
dadas hygromelri! neiao |
pan :* dio, e nustw ir,
moaeom lodo
por filia de prova; lano mai que, razaMtto lia-
via pura qoe se dando essa prora oa ijj
-
fl
4
-^




_
V
DIARIO DE PERMMBUCO QOftltTft fEffift 25 DE JULHO Ql 1855
.'*
\
\
leri.ticos di te oletl, b m medc>s. e le}itiraos observadores de proposito,
procursemos ludo negar, qa ido cen a venfic-
?H d noticia .1 .i-pois sobre mis poderi* rtcahir
algum deiar, pula Uima ou polo proposito.
Mas,dtpos (la publicidad* lena nono a-ligo,
a quando, como j dito fie*, por ama segunda vez as
folhas publicas desla cidade, hariam com a cliega-
da do .Si Salador, dissuadidu o povo da aflic-
tiva nolicia las concha enli" em que se acfia-
vam porcaultli, ayez ulitis particlpardes
scienlilica da comnns^^^H| jado Par saliejn
os memliros d> wia^HB|, .s por meio de
teucia do eholcra-
ico, diiiain por litvcrem reeebda
participacfles enaclas e scientiTic-: do Para Sem
duvida que. a So podiamus deiiar de receber esse
parlo benfico e eslembo da Ilustro commissao de
hygiffMiacw un* expiosflo de rso, e com tdmira-
I Que!... v iisseraos eolio) pcis una commissao
de hygiene voi ifica noticia easa le tilo alio alcance
para a.sor( das familia*,* de um 1 populacho inteira
nJo ignorando qua. 01 meios preventivos em epi-
demias dessa ordem depcndem {hez tiiais da hygie-
ne privada do i[u* mesmo fl pul.icn hygiene; de
cada individuo, de cada una casi, de cada familia
am particular.,, nada pablis* fli neta como m^m-
da lito mi i:oi'pora$lo, neo 1 orno mdicos por
amor da humapi Jade '.'!... E seria par Hilo aterrar
o novo I A dar-;e iato como urna medida bem pan-
sida para a commissao de hygiene ella leve por ba-
se urna cousa im jraticavel em todw os lempos e em
o* logares... aiiecroemfira ; porque, como j
d'isseroes, se a 1 olicia do cholera -asiilico era certa
a sabia ronimisjo, por Isle |oe linliaem suns
eita >or sua irmla do Par, e
sendo e^rlo, qu com mais ou menos demor*, a
esilttremoi a verdade caliuia 110 dominio do pu-
depoi succederj ; essa Icnhranen,
val leve nao aterrar a lopulacao, por al-
gumas horas ou 1 r alguns das, de prejudicial e re-
1 nivel meiece o nome, por laverdeiiido ex-
posla loda urna vasla populacs a um mimigo, (pie
em 11 na bella noile, de ssalto, pideria sorprende-
la iuteiratnente desprevenida, pirque, como muito
bem sabe a illustre commissaa.o cliolera-asialiro nao
invade successiv;rocote as cidades viziidias, e ncm
empo a pracaocoes de certa rtatureza, e que s
ser. prm.-ilusas com anlecipiciio ; tanto mais
ivernq.ajue cabe regy..ir, e mesmo
nenio a kyfieiie de o,ida um easa c de
1 lo as comidas, as bebi"
,que alia so pode ser di-
rigido por seo* cliefesajj
Mas emfin, asnm se passaram .is comas: o povo
sempre em duvida; nada de preeac roes, nada de hy-
lo publica, nada de pi blicaefies porque
a de grande hara mst mundo ja te li-
li tama eetebrenr^dticrao que fox r<-1
mellida para o Pira! E bislava que as importan-
edvessem em vigcrrV'jinrroquaes
ar'nai onlrada do cholerr -morbus asitico'
lava 'eilo. e nida miisse deviafazer ;
r, em studar, nem cublicar, nem u-
1110 duvidr era lado a alien! !
tatMfOizesse'saher deveria recorrer a
lio da noticia*qneeoasUtoia a tommis-
iene publica T t, qic quasi lodosos
a provincia nlo'eram mu do que echos
^^Hat mdicos ; o que af irmatam nao era
e lim, e cimbinaejeni ideai. ; e affirraavam
os com que atieveravar tarrbem os me-
drosus'e terroristas. Neslas. Irislei circumslancif s,
ejadipoisda chegada ledous vapires, eis que an-
wratriz, dundo como ce.ta-a cons-
ia epidemia,aniorledoice-pre-
r ido a Camet, a foroe e
ndo al'uns jornaes, l-
in, enlrc as q.iacs urna de om
i:ie era foube descrev?r
inia reinarit.! rom as titilas
do alias poi fazer sobresalir
er sido elle : descubridor da
-graft que Bs india apparecer !
^^^tnorislil, sil da con-
iTnmis laode ^Ht* 'im que nao ?... I c ; en hem
..rredem. porqut quera fuir '.
fume e a marte-sal'.'
cidade seeni:liede lerror, que
t "amilias. E com-) he natural ou
nw.libros da commiisSo .le lVgiene
danto ler noticias oulras que ai-
^^Hpmaimais, 1 respiilo da eiislen-
Hmn'a^alaiiniaiiinflri mrdi i Ji I'- ja havia, e
MraaidailaV. 6'alcadur. E c assim foi,
laa iilia, o tan 1 cliirprenra no
s prtate 1-.- os membrin da commics;-i
^^^Hicia do ultimo vapor eompa-
^^^roo'.' He que clles duvidii-
eBcia do cholera asitico... lie,
H^^fceps para sal varein-sc no IV-
espcr.iva. Eniao era p-cifo dizer e 11 lo
publicare nlo publicar; por
se verificas a ooticia o publico dira sempre
Vun '.Uo a >>i.< amiyze e adepto; se
fieail, ellos diriamtanto duvida-
^^^Bnospor eterizo. E se vos que
o parecer da cortmissSo do Para,
^^^Htfcr, doviilnits.; como nos
1 laabiamos porqnn ,aprele\lo |de
aXondoates, he qu: haviamos nao
rommissHo de mdicos examinan lo os cadveres
das victimas, reconhecesse] a que|o mal provinha
ele, Mis larde^como j dissemos) chega o vapor
San-SalcaUar, era cuja caria de sade escreveu um
medico o seguinle : lem appirecido arlualmenle
por causa da es(ac.an olgomas pessoas atacadas do
cholerina. J nao fallou anta o esse raedi'ctvde ata.
ques repentinos, mas sim de cliulerin. Entretanto
que oGlobo que veio por esse mesmo canal, diz :
Pesaoa que lem r.zao para saber alanca-me que
he o verdadeiro cholera asitico a epidmico que afli-
ge o Para. De O a 25 pessoas regula a morlandade
diaria. E termina duendo, o que o )r. Marchar
(o primeiro medico lalvez,) dissera que nSo era o
cholera ; dito, que nao foi sem fundamento avista
de orna correspondencia de um mdico militar do
Para, e que aqui se publicou ltimamente. Ora,
como he que em urna epidemia qiie deslroe20 a 5
pessoas por lia, diz um medico he cholerina por
causa da eslaclo ; oulrn, lie o cholera asitico qoe
nos assola ; o onlro emfim, nao he nem cholera asi-
tico nem o cholerina o !... Islo consta do Diario de
Pemambuco, e nflo se j;ilgue sej invencao nnssa.
E lemlo-so collesido lano das publicantes que so
fizerara coin a chegada de S. Salvador, e se nao ten-
do publicado aqui,nao imporla porque molivo.o pa-
recer da oommissao e hygiene publica do Para,que
Como se diste ao depois, confirmar a existencia do
mal asitico nnquella provincia, ao tempo que car-
las particulares asscvcravam oconlrario ;aeria pos-
sivel que acredilassemos nesse cliolera-agido ou
asialico, so porque bsmeinbfos da commissao de h\-
giene por aqui furlivamenlo o dizfam ? E n3o ha-
vendo fundamento, ou duvida hatnao, nSo seria
molhor dissuadir o povo da noticia aterradora (que
lanamente ia grassando por causa da irreflectida
conducta dos memhros da eammissJo de hygiene f
Sim : entendemos pois, sem negar a possihilidade
de suslenlar essa duvida alias bem fondada, lem-
brando os meios preventivo*, compaliveisem loda a
exteneilo da sciencia, com- a civilisarao moderna,
forras e cirrumslancias do paiz.
Foi o que enlendcmos faler a espera de provas,
e se erramos foi com nosa consriencia protegi-
da alias pela franqueza que -dey* caracleri-aro ver-
dadeiro medico. E repelimos : te todos os symplo-
mas que apresentassem as victimas dessa epedemia
do Para,fostem bem apanhadea por mediros pralico<,
que j tivessem visto os cffeilos.desse terrivel flagello
no homem, e nao s bem apaSfiados pela observarlo
como bem descriplos e publicados nos prclos ; e se
esses symplomas fossem os que observamos em Pars
em 189, e que se acham mis livros pralicos que
hatera da raaoavcl, de lucrativo, de convenienle
para de.pe* junios negarmos a verdade '! Bem claro
he pois que, sediividamos. fui pelo que nos favore-
cern! as nnlicias do S. Salvador, foi eniflm por
falla de provas.
Mas nos dirao : e boje j nao lendes estas pro-
vas t Onde estn ellas anda agora ? Se nos deixar-
inos arraslar pela f cega, islo he, se quizermos dar
crdito palavras deum medico mililar do Par.que
em urna correspondencia mal menciona alguns
symptomas que elle disse achara uos doentusdc sua
clnica, e mesmo em haver o dito medico asseverado
que oulros fnram o chilera atiatiro est no Para.
Blas se qiiizermos aflirmar a sua existencia funda-
dos cin prova* escripias, em fados, e bservares
bem fei|as .nada vemos por oude eih cunseiencia
possainos anda por acora jurar que o cli-ilcra-mor-
bus asialico existe aire nos. E nao nos resolvendo
a aflirmar pela feega, o que he qtls se apresentoo
nos prelos de positivo eclaro.e fora dcllpsdecrivel
e bem fundado? Demos agora, quen rnmmMo de
hygiene dcsta cidade grite com torca, i|ue reeabera
dioa irmaa dn Para um nulro parecer afHnnando
a exislcncia do cholera asialico : poder mais no<
merecer esse grito alguina fe, quando a mesma
commissao por nao dar crdito ao primeiro parecer
que chegara pelo S. Salvadore lauto qde por- islo
nio se portar como agora, depois das ultimas noti-
ciasduvidoo da existencia do flagello? E se a
cominissa de hygiene do Para pndia errar como
e deduz taciUmenie da duvida de sni-iraia aqu
dando o primeiro parecer, nao poder errar urna se-
sunda vez? .Islo que dizemos he sepi duvida, dada
a hypoihese de baver a: commissao do Para corro-
borado a idea com nm.segundo parecer. Por con-
sequencia, por esle lado, em nos o menos dte lica'r
em p.a duvida que tfnkamos. Vejamos agora o que
ha de mais! A morleHo tice-presidente o Sr. Ange-
lo Cusi lio. a morle d !). Calharina, o povo que
corra assuslado de Camet (de Camef....) d'onde
sabio ferido o presidente para morrer da epidemia
que l reinava, a mortandad-: com mais forea em
Cometa que no liltoral, a fome, e o''terror. E nao
pOderia ser a morle do presidente consecuencia de
om incidente, de urna onlra cousa.como do calor do
sol, as aguas nssktfci's 7N llllid.iiii.as t^e^er^)pef3^
lura ele?? Nao poder sqr mesmo essa pesie de
Camela efleitos dos pantanos ou de emanares pa-
ludosas que, serondo consta, cmpeslam constante-
mente esse local t'Jo entregue aos elementos e a na-
tnreza. E o Camela tao distante d raplal onde
poneos mdicos existiam, e o Camela onde, como
se disse ainda. os nicos mdicos que l exislirim
fallcceramquem pois l esludou os (lenles e a epi-
demia para dizer que era o cholera asialico que es-
lava Iterando, e nao una desias febres epidmicas
periciosns, de caracler lgido ou cholenco qua ja
m 18M em (uarapa o Marapa1I0 lado esqnerdo
do rio Amazonasleslruio loda a popularlo indi-
?
pedrasque uis lancaslcs por
aafas. como oas ras, tanto das
N.lo estari unica diffe-
^^^dtrom homnn, escripia, bein
?los prclos, no (empo que a
etnenes fundada foi, esteve sempre mal oc-
pelos artificios.'
ildqde, no nosso artigo, bem claro fomos
ossopensar, e ,nss jnstos,qoan-
ei riera ariatico paV.e.ja estarna !'a-
C9\* ockolerna,parrnie'rmo ja dis-
' negamot a poxrtMdade; como pnder
. na Jiahia tanliem, no lito de
. r* qualquer parle-do imperio.
^^^^Lo eitrvilat. as nucen*,
^^Be lado o dtdo da Proriden-
-ibilidude do cholera no
^^^^kpreventivas, c ex-
(ptomatr logia da maleslia
certo que se ess 1 latida em nos
a de provas, e le publicacSes sci-
rmar nossa, colfviccao ; e
fiar hoitieiis que no Para
lando amigo Sernos al do uni-
nai ignorarmoiiiuas qualidadesi
onscicncia noi manda declarar,
11 servten ao piiz, c no quan'.o
peas, de hom grado escretemos
alias servio de irritar a liilis de tau-
aido foi seu prii cipal'lim, alienta
dc ou falla de puhl cacos qno-eluei-
lao, chamar os preloi alg ma fiel ci-
in*i s man salientes 5 pralicos do cho-
1 as dividas 'applici toes. E se ce-
palavrae de nossos colle-
assualhsvam a existencia
silica no Par, confesssmos, que foi por
ara etm elle* ossa orll.odoia qoe lat
|iam,lasque do fado aosnao'merecerao
oies que em quesli f 1 -cientficas fijo
atasa^ir
gena.sendo occasionada por emanares paludosas,' e
outnA causas locaes?
c\
cer cea*
(aiicia*. neo tur
desrr*^^^^H
lenles, e deem .
1 erazes claris; porque.fe cesa
I, Andrsl, Lniz, ele. ce.
1 homeniou mesmo onlro
^^^niltservando os" eu-
o cholera asitico
staau ereot a consequencia.
Tientes eo lio Bi'n, que na la
ove ninca tiramo chotera asi-
lanm'br;m os livros para
1 os podem mer;-
il he Iumarem a auvem
de sen tino e Me
le qm nes-.as cireums-
n lobro epidemia
ente itjis sy nptoinas mais sa-
^^HHaMIle' pira que mus
Vamos agora ao grande gigante qnc alerrou a po-
pulacho : vamos a correspondencia do medico mili-
tar que aqui fdra nos jornaes ltimamente publica-
da. Nessa correspondencia, primeiramenle seu
aulor nao se oceupou em descrever rom re?ra os
symplomas do cholera asitico ; apenas como elle
mesmo confessa procufou expor o tratamento que
juigri cu'mslancas para mais glorias ler com o tal trala-
menlo. c nada mais fez do que auzmenlar o'lerror.e
as desgraeas. Par qnanlo diz elle :a os doenles
que observei e que ao' depois oolros observaran),
apre-enlarara um fro gelado em lodo o corpo, pulso
iileiramenle cencenlrado, e qoasi desappareeendo,
semblante inteiramente deromposto, olhOs cnoota-
d*s, vomito* e diarrhea de um liquido esbranquira-
do, sraude dor no estomago, caimbras vilenlas nos
memhros, a palle das maos rugad* e como se esli-
vesso por muito lempo menrulhada em agua
fria. {Mario di Pernambuco de 17 do correte.)
Eis aqui ludo. Primeiramenle pode-se^ muito bem
dar que enes simptomas fossem adiados i cosa da
forca da Iheoria, de urna fraca observarilo, e do
desejo de acertar qoe acompanliam os mdicos no-
vo : assim esse fro que foi reconhecido como o fri
glacial, essa diarrhea que foi admillida romo a ver-
daderamente cholenca, podem muilo bem nao ser' o
frio.neo a diarrhea dos cholencos, e assim por dian-
te ; tanto mais que molestias ha que os podem apre*
sentar semelhanlemenle, e que entretanto nao sao o
cholera asitico. Tanto o cholera espordico como
a febre epidmica perniciosa de caracler lgido, e
cholenco dos paizes quelites, e que silo occasiona-
das por einanarOes paludosas os podem presentar
em ludo semelhanles. No cholera asialico as
diarrlicas precedem em geral ao< vomlos e a prin-
cipio sao militas vetes biliosos, lomando ao depois
urna cor-om pouco escura ea linal como agua d
arroz; n cholera asialico em geral, e sobretodo em
urna epidemia, nao pode nunca escapar a algoem um
dos symplomas mais salientes que he a cj anose, isto
he, i lividez geral ; symploma esle, que s deixa de
apparecer,ou quandoo cholera he benigno ou quando
por forte demais, n3o d^tempo a que apparec,a, e
enl.loa mocle hequasi suiia. E lano esse symp-
loma be caracterstico, que ho um distinclivo entre
o chotera lgido o o cholera" ilustras. Como pois
escapar emJL epidemia de cholera asitico esses
dados, tu e^S na descreve. Invcndoos'!
lera-merbus e a perniciosas epidmicas, de que fal-
la Sydenhan, e que reinara em 1701 na Varsova, e
em Londres em 1676, a divorsidade lorna-ie enlJo,
em verdade, mais sensivel; porm nao de modo que
em cerlos paizes paludosos, e em cerlus lugares pou
co salubresse nSo manifeilem debaixo de (al ca-
rcter, e esle geral, qu de logar a difllculdade no
diagnostico, Unto debaixo do ponto de visla dos-
symplomas, como do modo fie invasao da marcha,
e do prognostico. A esle respeilo citaremos a pa-
tinas do um aulor qoe nSo he suspeito (Grisolle, lom.
I. paginas 155,-- fallando das febres perniosas.
As oulras febres perniciosas abdominaes as
mais comanos ao forma cholenca, e a forma dys-
enterica d lorli, i qnal se reporta a febre heptica
c alrabiliar de muilos autores antigos. Quer urna,
quer outra sao caraelcrisadas por dores vivas no ven-
Ire, por dejecces,e os symplomasque acompanh'an o
cholera sporadico.e a dysenlcria. Ora sendo os symp
lomas do cholera sporadico, lambem esses de que laz
mencao o Sr. Dr. do Par, como sejam caimbras,
jados militas vez? nao beliosos, ou apreseulando 01
mes-nos caracteres (Valleix. I. 5. p. 183) que os do
cholera aziatico vmitos, face cadavrica, resfria-
mento geni, dores no epigastrio etc. Como se con-
cluir por essa correspondencia, que seja o cholera
asitico a epidemia reinante ? E porque se nao di-
zer que possa muilo bem ser una febre epidmica
perniclosa'que assolou oulr'ora o lado esqnerdo do
Amazonas ele I E lano mais que continua ainda
(irisolle I. 1 p.'t.Vi, fallando da marcha : As fe-
bres perniciosa sao nimiamente morlaes, sobre ludo
quando sd epidmicas. Bailly disse. com offeilo,
que no hospital do Spirilo S. em itoma a morlan-
dade esteve na razan de t sobre '2 1 iS. M. Nepple,
dis, que na Bressa foi de 1 sobre i etc. M. Mallo!
disse que a morlandade nao passoa de nm 5" na Al-
gesia. E sendo assim, es-a inoitandtde nao pode
ser explicada ainda por ella ? Mas nos dirflo : as
febres perniciosas lem por symplomas r redominan-
tes, a rout ulsan, a coma, o delirio ele ; mas islo he
quando ella nao be epidmica com o carcter clio-
larico e alaido, porque enl.1i>, comoj se dlsSe, san
OS symplomas abdominaes e cholencos que subsliluem
aos oolros ordiuarios.
Oulras vezas os accessos se tornam (lo
impercepliveis, que os melhores pralicos os
nao podem alcanrar, os accessos como qoe
enlram uns pelos oulros, o os mdicos se pre-
oceupam com os s\ plomas mis aterradores, como a
diarrhea, o resfriamento. e as caimbras. E diz ainda
Grisolle ; a O prognostico he nimiamente fatal ;
as formas alaida, comaloza, syncopal e cholenca sao
asmis graves ; a morle be muilas vezo quasi r-
pida, lauto que militas vezes quando se acode o do-
enle no segundo acresso ja a morle he prxima. O
resfriamciilo do corpo, a decomposieao dos traeos, a
iinmobilidade do corpo, odesaparecmenlo do pulso
s1o os. precursores da urna morle prxima. E
quando falla o mesmo'antnr da etiologa diz mais :
he raro ver as febrM'pSrnicioas fura dos paizes pa-
ludosos ; em Pars mollas vezes c'sla molestia passa
Jcsnpercebida pela raridade : muilos doenles suc-
cumhem, sem que se 11 lili 11 da ualureza da molestia.
A visla pois do esposlo ser mullo para admirar
que aiuda baja engao acero do diagnostico dessa
epidemia rciiuule do Para ? E adantaiido nos essa
idea, poderemos nos enllocar em urna posic'o offen-
siva eo amor proprio dos medico do Par, dos qua es
alguns sern em verdade muilo superiores ? Nao
de cerlo : nem negamos a possibilidade do oholera
asialico, nem mesmo que ello nao esteja j no Par,
nem que os ma.licos nao sejam habilissimos. O que
sseversmos he qne nao vemos provas, e qoe pdc
nao ser o cholera asitico.
E se ezsle chotcra-niorbus, he de muila I impor-
lancia ainda saber so he o asialico on nao ; porque
a ser o primeiro he eerto que leremos enr breve de
ver o imperio lodo victima desae flagello, em quanln
que sendo o espordico, visto que esle oSo lem a
forja do primeiro, na marcha, no proanoslico c no
modo de lavrar, e mesmo he dc'pndenle de causas
locaes, cd*falla de certas cb'irnes higinicas,
bem pdedesapparcer com a exlihcrao das causas ;
lano mais sendo boje protado. que a molestia eslir
fra d circulo traja.!o pelas leis do ronlagio.
De mais : essa cifra de morios que aprcsenlam os
lerrorslas c o partido do raedo, ser por ven lura
(oda ella resoltante da epidemia mnanle? l)ar-e-
hj* que.todSs as mais molestias, a fibra amnrella, as
laesj-hamailas cameiradas, as dysenleria, os esto-
pores teTili3itKf6gjdo diante do cholera-aziatico .' K
deque paiz falrbios^j.? Nao he do Par, enja
popularlo pdeseaj^^ dizer que est no berro da
naloreza ; onde e tallo de enerva pela falla de
civilisacaoe pela if fcza do clima, riouco se d, ao
Irabalho, virendolan i a cusa da nnlureza do que
da induslria c da eivi,sarao? Onde os pantanos, os
lugares paludosos, as vastas florestas, pode-se dizer,
que sfoanda a mojvdj dos vivos I Onde a ali-
menacSo, apezar da riqueza inaudita do paizdesse
paiz abenroadu pela Providencia para ser habitado
por picantesIr lo escajs* e miscravel poni de
fallaremos animaos demeslicosdeprimeiranecessida-
de mesmo em circnmslancias ordinarias! Onde em fim
os bichos o as plantas, parece que pdem anda
mais que os bomctfs, e que representam 'mais do que
elles.'... ,
E o que explica essa fome j 1,1o depressa, Jse nSo
a inercia, a miseria do povo". o tetado da nalureza?
B que mnito lie quo em' um (al paiz se veja de lem-
po em lempos epidemia*-diversas com caracteres di-
verso e al eslranhos a seus proprios habitantes ?
Os mdicos e a parle civilizada que nos respondsm,
e nos lircm dessa duvida, cscrevendo como hnmens
de sciencia, e nos esclnrecendo com o fados e a
mais ltenla apreciarlo, cerlos de qne nos. acharan
sempre 00 proposito de nao resistir verdade, ve-
nha ella de onde vier. .
E pnra nao terminarmos esle arligo sem fallar-
mos na prophylaxia do cholera asitico, em abono
di verdade devenios di/er. que ella nao consiste tan
somenle ni forra d hygiene, de lodos os mdicos
conhecida, e por lodos apregoada, e muito menos
as qnarenlenas e cordes s.iiiilarios, que parecem
^didasde crVaucas. Para nos, duas prophy-
Rj de Brande importancia, e que oosamos
ejbrfaoscollegas c ao governn : .ao a cxlinrcio
completa dos charlaUles, e o esludo aprofnndado da
molestia e de seos variados iralamentos,' Se o es-
ludo nos fallar, e os charlataes conthiuarem, caso
appareca o casliso, teretuos de lestemunhar os cflei-
tos de done grandes males sobre um terrvel, e
mniors serio nossas desgraeas. *
Dr. Carolina Franciiro 'de TJma Santos.
vamente conservon ; o segundo que lambem exube-
rantes provas dea do desvelo o cuidado que sempre
moslro'a no desempenho de seus deveres em geral,
bem coiffo no commindo de compauhias que por
maisde'uma vz exerceu,moslrandocapacfade e de-
dicarlo ; e o lerceiro, Qnalmenle, de quem o coro-
nel commandanle muilo se compraz de fazer especial
mencao, tanto por Ihe haver j merecido dUlinclos
louvores em complanle erdem do dia pe o exem-
plar comporlan.enln o importantes serviros que na
qualidade de s:u ajudanle d'ordens, quando com-
mandanle das armas (da provincia de Pernambuco,
all jreslra em circumsl.incias bem arriscadas e me-
lindrosas,*como lambem pela brlhante coiducla, a
lodos os respeitos fallando, 'que effedivanwnle con-
servara nesle balalbao desde a sua passagem para
elle em8 de fevereiro de 1(W3 al o momento de
seu desligamnnto, cumprindo sempre com ponlua-
lidade, decedido zelo e dedicajflo os encargos do
servico que Ihe foram confiados, o em tojo desem-
penho mostrou baslaule capacidade e criterio a par
da melhor inlelligencia. nao sendo menos reeom-
mendaveis'aseicellcntes qualidades de que he dola-
do, pelo que grangeou as s>mpalhias e verdadeira
eslima de lodos os seus cantaradas, e com muila par-
cularidado do coronel coinmaudaiile que em subi-
do rao sempre as soube apreciar.
O coronel commandanle, com qnanlo sinta sobro-
maneira o ver iparlarem-se das lileiras desle bala-
Ihao ollieiaes (ao danos de considemjao como os
qim ora se reliram, com ludo lisongeia-so de que os
corpos onde vao servir ficarao bem aquinhoados por
(lo boa acquisicao, e esl cerlo de que, pela conli-
ii'iaeao do seu bom comportamento o interesso pela
'disciplina e rcgularidade com que farao o servico,
noves titulo- adquirirn como principal garanla
para bem merecorcm dos danos chefes sob cujas or-
dena passam a servir. Einalmcnte, o coronel com-
mandanle, desojando aos Srs. ollieiaes feli/-. c pros-
pera tiagem ao porlo de seus destinos, ti Ja mais
lonu dizer-lhes senao que devem com elle conlar
como sen ramarada e sincero migo.
AssignadoTSohdoitio Jos .inlanio Peretra do
jago, coronel commandanle. Esta conforme.
Antonio Jos Augusto Conrado, primeiro (enenle
servindo de secretario.
COMMERCIO.
.'HACA DO RECIPE 2 DEJLLUOAS 3
'IIOAAS UATARDE.
Colace.s ollieiaes.
Aocar mascavado regulara 19680.
Descont com pouco lempoa 8 % ao tnno.
Dilo com 7 e 8 niezes!l dem.
ALl'ANDEC.A. -
llendimento dn dia 2 ai).....2i8: *27}67r.
dem do dia 2i .......1 t:;:lt*l'.M

26259..
Descarregam hoje 27> de'fullio.
Barra inglazaCoiinlcss 11/ '/.rtlandmercaderas.
Brigue dinamarqnezAqnesfamilia tic Irigo.
Polaca sarda Mara lilizaidein.
Rrigue brasileoMaria Luziadem.
Palacho hamburguezllenrich & Guttar-emerca -
dorias.
Importacao.
Vapor brasileira Guanabara, vindo dos pertos do
sul, consignado a agencia, manifesinu o sesuinle :
I canuda ; 1 Duarte Jos de Mello Pilada.
I raixSo; 1 Moreira.& Uarte.
1 dito ; a Man-I Jos Alves.
I dito ; a Man- el & Villau.
1 dilo ; a Antonio dos Sanios. Vicin.
1 ciiihriilh.i ; a Joaquim da Silva \raujo Ama-
zonas.
2 encapados; ;t Antonio Jos Rodriguls do Sonza
Jiintnr.
I dilo ; a Salusliano de Aquino Kerrcira.
4 cai\Oes ; ao gnvernoda provincia.
t caixote; a Antonio Luiz de Olivcira Azc-
vedo.
1 volume.; a Claudio Geohna.
. t dilo ; a Januarlo Travasto da Cosa.
1 dilo ; ao Dr. I.uizGomes Pereira. ._ ,
1 dilo; a Jos francisco da Silva.
1 dito; a Gabriel Antonio dn Costa.
I dito ; a Delfino dos Aojos Teixeira.
1 caixole: a Blanoel Claudino Antojo Lima.
1 dilo ; no desembargador Agoslinbo Erinelindo
de I .eilo. '
1 pacota ; a Gnilherme da Silva Goimares.
1 caixa ; a I'. Edlmann.
1 i'inhrulhn ; a Lima J. ,\ C.
1 dilo; ao Dr. Antonio Teixeira Garcez.
ljale brasleiro Dutidoso, viudo db Aracaly, con^
signado a Marlins & lrm.los manifeslou o se-
guinle:
S saceos 'gomtna, 101) alqueres de sal ; a or-
dcm.
CONSULADO GElj^AL.
co, que no dia 23 (le agosto prximo vindouro, vai
notamente i praca para 1er arrematado a qoem por
menos llzer, a obra dos reparos do acudo de Caruar,
avaliada em 1:0125000. E para constar se roioduu
afiliar o prsenle e publicar pelo Diario. Secreta-
ria da thesooraria provincial de Pernambuco 21 d*j
julho de l55.O secretario,
A. F. d'Annunciarao,
0|Dr. Anselmo Francisco Paretli, commendadur da
imperial ordem da Rosa, cjuiz de direto espe-
cial do coMmorcio desta cidade do llecife de Per-
nambuco, por S. M. I. e C, ele.
1-aco saber ios que a- prsenle caria de edilos
virem, em como Luiz Aulonio Pereira fizera to mea
autecessor a petizo do tlieor seguinle :
Diz Luiz Antonio Pereira,eommercianla matricu-
lado nesta cidade, que Joaqnim Aurelio Wanderley
Ihe he devedor da quanlia d 58i8 rs. de urna lel-
Ira por elle icceila, alem doi juros ; Semillo Correa
Bercnger do 118>.V), de urna lellra alom dos juros;
Joso Joaquim Ferreirt Lustoza de 2008, de urna
lellra alem dos juros ; Jos de Oliveira Campos de
!)0fl, do urna lellra alem dos juros ; Joaquim Jos da
Silva Chaves de 620$, do duas leltros alem dos juros;
JoSo Vicente Alellano de 200, de nina lellra alem
dos juros ; Jos A nlonio Aironsn de 3f .r$60t) rs., de
urna lellra alem dos jpros; Aulonio Jos do Espi-
rito Sanio de :I70 rs, de urna lellra alenTdos
juros ; Joaquim de Olivcira Cinlra de 2:7i2770 rs,
dequalrolcllras alem dos juros; Pompeo Romano
de Carvalho de 1715400, de urna lellra alem dos
juros ; Francisco Aulonio Pereira dos Sanios de
7352I0, de dua* ledras alem dos jaros, FilippeCa-
vnlcanle Souza de 7.5540 rs., de unan lellra alem dos
juros; Francisco Xavier Pereira de Brilo de 199.130
de urna lellra alem dos juros ; Sebasliao Antonio do
Coulo de 209, de I lellra alem dos juros e Jos Joa-
quim de Faria Fecrcira de,229360 de orna lellra alem
dos joro*; Themolco Anlonio deAraujo Reg de
30>. de um vale ; e porque sao decorridos quasi 5
anuos e nao tenha o supplicanle sciencia da residen-
cia dos suppljeados, vem protestar peraule esle juizo
nos termos do arligo 453 3, do cod. comm. a lint
de que nao prescreva oeu direilo creditorio e possa
o supplicanie jiater cm lodo o lempo a importancia
de seus dehilos dhssupplic.ulos ou de quem de direilo
for, e requer que tomado por termo o seo protesto
eja intimado por edtaos ao supplicados na forma
da lei. Assim pede ao Illm. Sr. Dr. juiz.dd comm.
Ihe detira.E R. M.Luiz Anlonio Pereira.
E mais se nlo conlinha ern ilil* pelic.lo, na qual
(lera o meu anlccessor o despacho segoiute.Dis-
tribuida, como requer.Uecife 23 de junbo de ftSS.
Silva Guimaraes. A.Santns. Oliveira. Em
virlude do qual despacho lavrou u_cscrivao o termo
do theor seguinle,: > *
Aos 23 de junbo de-1855, nesla cidade do llecife
peanle mim e as lestemuolias abaixo assignadas,
disse-Luiz Anluni Pereira que protesta va como pro-
testado lem contra seus devedores Joaquim Aurelio
Wanderley e oulros na forma derlaraa.i em sua pe-
licle relro que lica sendo pule-do presente c de
como disse e pro'eslou na forma da dila pelicao re-
tro, ssiguou cora a teslemunlias abaixo declaradas.
Eu Joaquim Jos Pereira dos Sanios, escrivo
o escreti.Luiz Antonio Pereira.Jos Goncaltei
de S.Uraz Lopes.
E mais su nao conlinha cm dilo termo aqu co-
piado. .
Em virlude do despacho na pelican exarado pro-
duzio o supplicanie suas (eslempnhas, e sendo os ail-
los conclusos ao meu antecessor dera a scutenca do
Iheurscguinle: aA
Julgo por senlenra o cusa a ju-lili.-acao folhas, o
mando que se proceda a rilarao edilal requerida.
Rec.ife 6 de julho de 1855.Cuslodio Manuel da Sil-
va Guimaraes.
E mais se nao conlinha cm dila senlenra aqui
ti ,in.cripta. Em virlude do que o cscrivBo que esta
subscreveu mandn pasear a prsenle com o pfazo
de 30 (lias pelo qual e seu theor se intima, e lie por
intimados aos supplicados devedores comanles da
peliem supra transcripta de todo o coiileudo n 1
mesma policio o termo de proleslo. Pelo qne toda
e qualquer uessoa, prenles e amiaos dos suppli-
cados o poderlo fazer sciciile do que cima tica
exposto. E o porleiro do juizo aflisar a presente
nos lugares rio coslume, e ser publicada pela im-
prensc. *
Dada e passada nesta cidade do Rccife. aos 21 de
jnlho de 1855. Eu Francisco Ignacio-de.Torres,Ban-
deira.oscrivao interino a fizescrevef. JMe/mo Fran-
cisco Peretti.
2. diioA louct.
3. tliie0 chele de sslteadores.
4." diloO reconhccimenlo.
.-> diloO perdjo.
Ptrtmiagtm.
Ricardo, Gibo de Luisa. .
idem.....
Jo.lo, runpouez chamado
Pobre. T......
Mauricio, amigo de Ricardo.
Miguel, jardineiro. .
I. allei dor......
2.- dilo ......
Roberto, menino de 8 anuos.
Luiza...... .
Emilia, lilha de Joao.
Adores.
. 0 Sr. Hezerri.
. a Lisboa.
0
. d a

. )) n Floto.
. 11 JO Monteiro.
a * Lima.
. a Rozendn.
s. 1 uiinha.
. A Sra D. Leopoldina
. B a Leonor.
ligucl.
a o Amalia.
Juliana, inulher de
Salteadores.
A acco he passada cm" Portugal, na provincia do
Minh 1n 1 acto em casa da Luiza ; o 2 em casa
de Joilo ; o 3 no bosques ; o 4o e 5- em casa de
Joao. Os muilos applausos cora que cite bello drama
lem sillo representado no diestro do Rio de Janeiro,
nos anii 111 a assegurar no respeilavel "publico a boa
esculla q-ie li/.cmos pira bem agradarmos, a quem
na noile de sabbado nos coadjuvar com a sua con-
currencia.
Tcrniit ara o espectculo com a spplaudida Tarca.
A KDD.4 VIVA.
Os blbolrs acham-s*
i venda no mesmo lliealro
le-fis
jlo*tio
Principie as 8 horas.
todos os das, d^s 10 Iioms da mandria as 2 da tarde,
e no dia 10 espectaculoso escriploriO'do thealro.
SL.0 DE BAILES PBLICOS,
DECLA.RACO ES.
Rendimenlo do dia 2 a 23. .T 32:7649641
dem do dia 2 ..'..'... 2:1445679
8S:209320
DIVERSAS PROVINCIAS:
Kendmcnlo do dia2a2-i. .
Idcm do dii 2i........
1:326J884
379593
1:30*9*37
HECEBED0R1A%E RMTrAS INTERNAS GK-
ISAES DE PI-UNAMBUCO.
Ilcndimenlo do dia 2 a'23. > 26:5579638
dem do dia 24.....*. 899ol63
RA DA PKAlV, CASI EM
QUE FUIOTR'RA
O THliATUO FHILODRAMA-
' TICO.
GRANDES BAILES DE MASCAMS.
EM 28 DE JULHO E 4 DE AGOSTO.
Nos das cima indicados lerao lugar neste salao,
quo foi preparado de proposito, ese acha ornado com
brilhanlc luxo c lodo o goslo, os daos primeros in-
(rctciiimci (os desle genero, que ahi s.lo offerecidos
ao respeiti vel publico desla gramie cidade, 13o ca-
recido de boas distraernos.
A 8 horas da noile a banda de msica do 2." bi-
lalhao da tuarda nacional desle municipio, dirigid
pelo hbil professor o Sr. Ucrmorgenes, annunciar
o comeco do baile, e pelas numerosas e variadas pe-
cas de seu repcTtorio deixar ,0 publico plenamente
salisfeito. Ao Sr. roeslre-sala esla incuinhi Jaa direc-
c:1o e boa ordem dos bailes, os quaes terminarao
sempre as.! horas, pouco mais oo menos.
Convida-se, porlanlo, a lodos os amadores, nao s
a virem ver com precedencia o magnifico salao dos
bailes pblicos, como lambem a prevenirem-se dos
necessarios hilbetes de entrada para cavalleiros, pois
que as damas lerao entrada gratis, pitos bilhete*
acham-se desde j.i i venda nicamente na rua>do
Collegio n. 18, primeiro andar, e na vcsper'ase dia
dos bailes, no escnplorio da casa do mesmo salao.
Preco 280OO.
AVISOS martimos.
CONSOLADO' PROVINCIAL.^
Ilendimentododia2a23..... 3/:870?9ii'0
dem do dia 21....... 2:OI8j4
MOVIMSNTO DO PORTO.
_-----------------_----------i---------------------------,---------
iVaci'OI entrados no dia 24.
Araralv pelo Assu'15 da, e do ultimo parlo 13.
hi.ile brasileiro '(Corrcio do Norte, de Sfi tone-
ladas, meslre Joao Auluncs da Silveira, equipa-
gem 5, caria sal ; a Cadann Cyriaco da Cosa
Mnreira. Passageiros, Jos Camello de Vascon-
cellos Jnior, Vicen\s l'erreira da Cosa.
Ierra Nova42 ajas, briizue iiiglez uCynlbia, de
2l6(nneladi<, capiao Wilam (iribhie, eqgipa-
gem 12, carga haralho ; a Me. Calmonl.
demM dias, lu june ing^z iilrenio. de 266 tone-
ladas, capiao A. Slule, equipagtm 13, carga ba-
ralh.io ; ordem.
Kinsstown42 da, crvela i.gleza alindsnra, d
Na conformidade da reqitisirSo feila
nesta data telo conselho de direcqao do
Banco de Eernamliuco, lie convocada a as-
semlila fjral dos senliores accionistas, pa-
ra reunia ordinaria no da 51 do corren
te, as 11 lioras da manliaa, fiara levar-sea
e'eito o disposto noart.'oO dos respectivos
estatutos.Recite 14 de jullio de 1S55.
Barao de C--un ara jibe, presidente.Jos
Bernardo Galvao Alcotorado, primeiro se-
cretario.
BA^fO DE PERNAMBUCO.
(\ Banco 'de Pertianibuco sacca sobre
a prara da Babia, c contina a tomar
27:4569803 lettr^(lsobi.'e a do Rio de Janeiro'. Ban-
~j--C0 de pernambuco 25 de juubo de 1855.
O secretario d direcro, Joao Ignacio
de Medeiros liego.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho admiustralivo, em virlude de aulori-
sacao doExm. presidente da provincia, lem decum-
prar os objcclos scguinles:
Para o 10. balalhan de infanlarii.
.Botoes convexos grandes c lisos de metal dourado
2800 ; ditos pequeos ditos 1600.
Quem os quizer vender aprsente as snas propos-
las na secroiaria do conselho a'dpajn6lralivo is 10
horas do dia 26 do correnle mcz.
Secretaria do conselho administrativo para forpe-
ciinenlo dq arsenal de guerra 19 de julho de 1855.
Jas de Urito Ingle:, coronel presidente, ber-
nardo Pereira do Carino Jnior, vogal esC*fJ"
(ario.
39:9(190774
1,099 toneladas, capiao Lilleg, eqipagcm 46, 405
prai;as, 11 ollieiaes. Veio refrescar c seguo para
Molbourne.
Sanios saludos no mesmo d'^a.
Ar,"calylliale brailciro Invencivel, meslre An-
PUBLICAgA'O un ERARA.
Acha-sc i venda o compendio de Theoria e Prali
ca do l'rocesso Civil feilo pelo Dr. I rancuco de Pau
Ionio Manuel Alfonso, carga (alendas e maia-g- la Baplista. Esla obra, alem de ama iolrodocfao
eros. Pjissageiros, ^aqu^m Anloniojle Souia, sonre as aeces e excepees cm gerl, Irata do pro-
cesso civel comparado com o commcrcial, conten
a theoria sobre a npplicaco da causa jaleada, e ou-
3 19
collegn de otra provincias possat t-me dilar eji I-
gar oe 1
a laHarnios (do
ooicia foi de
jajeaSrefediii! 1 se linham
logo de cholera sillico ; e tantos 'oram
va (norf-se bem) que no nvio de orna populaso lo-
caran w Ivistaa |clu vulgo, den tugar a que, urna
Demais; as causas, na marcha, na nalureza, no
modo de lavrar, no diagnostico e prognostico em fim
.e eiicoulram diversidades entre Ires orden de mo-
lestias, que alias mnilo se parecem romo ja disse-
mos e que sao o cholera noslrai, o asitico, e hs
epidemias perniciosas com caracler lgido e chole-
rico. A semelhanca entre o cholera asialico c es-
poradicq se prova quaodo meaos pela duvida que l
existe no Par, q6e deu lugar a que os mdicos se
dividissem em doos campos, como o confessa o mes-
mo autor ni celebre correspondencia; c nio sn poi
essa duvida, como de faci pela observarlo ; e lano
que comoj fica dilo, so no modo de se desenvolve-
ren! cerlos symplnmai, como sejam os vmitos e
diarrhea, na cyanose, na intensidade dos symplomas
etc., he qne se encontru a dTerenct. Entre o cho-
^lEJCATiAO
rxrlel do caminando da / irtoltn de S. Cruz 1
- de junbo de 85ST
OUDEM DO DA N. 48.
Jaco publico para conhecimenlo da guarni.ao da
fortaleza e filis convenientes, que pornrdem'dc S.
Exc. o Sr. lenenle-general, barao de Tramatidahv,
commandanle das armas, rommunicada em olc'io
do Sr. coronel commandanle do primeiro balalbao
de arlilhana, foi ordenado que o $r. capiao JoSo
Maria de Almeida 1'eij se apresenlasse hontem na
secretaria da guerra ; c que, por oflloio do raste
Sr. coronel, veio substituir qo commando do respec-
tivo destacamento, ao Sr. capiao Eeij o Sr. capi-
llo do uieamo batalhilo, Joao Jarques Codfroy, olli-
eial por mim conhecido e distincln por sua nlelli-
gencia. dedicacao o moraldade. .
Nesia occasiao ciimprc-me loavar e agradecer ao
Sr. capiao Feij os bous serviros qne presin no
mesmo deslacamenlo, dando provas do oflicial sus-
len'lador da disripliua, activo e zeloso no servico, e
de ejemplar conducta.
Assignado. Jos fcente de Amorim llezerra,
coronel commandanle.
Qaaj-tel do commando do primeiro batnlhao de ar-
lilharia a p, no largo de Moura 18 de junho
de 1855.
ORDEM DO DIA N. 95.
Tendo sjdo desusados desle balalbao, onde se a
chavam addidos, alim de se reunirem aos corpos 11
que perleucem, em virlude do, aviad do ministerio
da guerra de 16, publicado cm ordem do dia do
quarlel-general de 17, ludo do correnle mes ; os
Srs. capitaes: Norbcrlo Aucuslo Lopes, do segundo
balalbao de arlilhana a p ; Jo.ao Mana de Almei-
da Feij, Jos Maria de Alenraslro, Manqel Jo-e
Coelho de Freilas e llrasilio de Amorim lieziria. lo-
dos do quarlo ; primeiros lenles ihoma/ lioneal-
ve da Silva, Luiz Carlos da Costa Pimenlel, ambos
do segundo ; Joaqun) da Gama Lobo d'Eca, do ler-
ceiro ; Jos Anlonio da Fonsecii Lessj, do quarlo,
lodos da nresma arma ; o coronel eojnmaiidante,
agradecendo e leuvando em geral o bem eomporla-
inenlo que liveram durante o lempo <|ue sei viram
sob suas ordeiis. nao pode deiiar de parlicularisar
ueste seu agtadocimenlo os Sis. capules Feij, Nor-
berto e Alencaslro pela maneira digna e dislincla
com que se hnuverain 110 cumprimetilo de seus de-
veres ; o primeiro n> commando do doslacaiiienlp
da forlale/a de Sania Cruz composlu de praca desle
balallrRo, cm cojo commando, e\erculo por espaco
de Ires meze, raoslrou mui(o zelo, de.dicacao, infe-
rese e inlelligencia, de modo que mnilo salisfeilo
ficou o mesmo coronel, lano palo servico que pres-
in como pelo respeilo e subordinadlo que eflecil-
Jos Keymundo de Amorim (jarcia. Hay-mundo
Nonato de Menezes, Francisco de Assfs Carrillo,
Daniel de Moura Pacheco. Carlos Antonio Bor-
ges, Fldresmund Anlonio llore.es, Jos Ignacio do
Nascimento, Dominaos Anlonio de Araujo.
Para e portos nlermedin*Vapor brasileiro lUao-
iiabarau, commandanle o 1. lenle Salom. Pas-
sageiros desla provincia, Antonio Estanislao 'hin-
que Vasconcellos. Manoel Poreira Araujo, Mauocl
da CosU Lima, Walsou Vredcnbers, Dr. Joaquim
de Pauta'Pssoa de Lcenla 1 criado, Joo Lilis
Pereira Lima, 1 senlenciado e 2 pracas do pnlicii.
ParahibaBrigue bespaniud Joaqiiimn, capillo
('eraldo Orla, em lastro. Passageiro, Eladio Ui-
olmi.
EDITAES.
O llfm. Sr. inspector da thcsouniria provincial,
em r.imprmenlo da resolucao da junta de fazenda,
manda fazer publico que a arrematarlo da obra do
acune do Buique foi transferida para o dia 14 de
agosto prosimo vindouro.
E para constar se mandn afinar o presente e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco 17 de julho de 1855'.II secretario, A. F. d'An-
nunriacao.
.0 Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cal, cm enmprimento da resoluc.loda junla da fa-
zenda, manda fazer publico,.que a arrematar,10 da
obra do primeiro lanc.oda cilrada do Pao d'Alho foi
transferida para o dia 26 do correnle.
B para constar se mandou allivar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco 19 de julho de 1855.O Secretario, Antouio
Fcrrdra da Annunciar.ao.
O Illm. Sr. inspeelor da Ihesouraria provin-
cial,,em cumprinieiilo da resolucao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que obra dos'reparos
da casa da cmara municipal e cada da' cidade de
Olinda, tai iiuvamcnlc a praca no dia 2 de agoslo
prximo vitulouro.
E para constar se mandou afiliar o presente P
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 19 de julbo de 1855.O secrelano, Antonio
Ferretea da Annuiiciacao.
Em os das 26 o 28 do correnle, c I." de aaostu
prximo futuro, estar cm praca 110 passo da cunara
municipal desla cidade a conslruceao de canos de
alvenaria : um na rua ForiosS, o'ulro no Carredor
do liispo, oulro na da, Espennca, e o 4. na estrada
dos Afilelos : o 1. oreado ei 2815680,. o 2." em
30U">000, o 3. em 434400, c o em 4S0Ot : os
pielemlenles podem comparecer na secrelaria da
mesma cmara para ronsullartin os respectivos -ir-
canicnlo, licando na inlelligencia lie qne para ar-
remilarem us obras, dcverAo dar fiadores. Passo da
cami'ra municipal do Beeife em sesslo* de 23 le ju-
lho de 1855.faro e CapibarQic, presidente
Manoel Ferreira Accioli, secretario.
O Illm. Sr. inspector ds Ihesouraria provincial,
em cumprimenlo da ordem do Eim. Sr. presdenle
da provincia dt 21 do correute, manda fazer publi-
cas doulrinas luminosas: vende-se unicamenle
na loja de Manoel Jos I.eite, na na do.'-Quei-
mado n. 10, a 6 cada ejemplar rubricad? pelo
Julr.
QGirfVrA-l'EIKA 26 DE JULBO.
Espectculo em proctilo do ador Antonio Jorge.
Depois de urna escolhida ouverlura subir i scena
a sempre applaudida tragedia do pdeta brasileiro
Magalliaes;
ANTONIO JOS OU O POETA E A 4N-
QUISICAO'.
Os papeis.de Mirianna e Aulonio Jos er3o des-
empenhados pelos eximios artista- Mara Leopoldi-
na e Josda' Silva Beis, que generosamente se pres-
taran! a esla represeula$So, cm qe o publico ainda
lera de admiralos.
Pcrsomtgcns.
Antonio Jos. .
O conde de Ereceira
Frei Gil .
Mananta ....
Lucia.....
Um criado. ...
. Adores.Os Srs.
Beis.
Sebasliao.
O beneficiado.
D. Maria Leopoldina
D. Bila.
Lima.
Terminar o cxpeqlaculo com urna graciosa farra.
O ador Anlonio Jorge agradece vivamente ao
Exm.Sr. presidente da provincia por Ihe haver con-
cedido o thealro. aos seus collegas que se preslarnm
a coadjuva-lo e ao publico de quem espera benevo-
lencia e proteceao.
A pequea porcAo de bilnclos que reslam, eslo i
venda na milo doibeneliciado, na rua Helia 11. 39.
Principiara as oilo lloras.
TBEASTTaPOM.
Sociedade dramtica emprezara
SABBADO 28 DE JULHO.
Depois de oxecutada nrfta bella ouverlura subir
scena pela primen-a vez o novo, e excellenlc dra-
ma em 5 actos original portuguez do Sr. Frinisco
Lni! Machado, intitulado
AHo;r filial
01
OS SALTEADORES \ MOVAMIA Dtt POBRE
DBNOMINACAO' DOS ACTOS. '
1. actoA miseria.
Real Companhia de Patinetes Inrjleze
a Vapor.
No dia 31
desle mez es-
pera-se da Eu-
ropa, um dos
vapores Ja real
companhia, o
qual depois da
demora do cos-
lume seguir
-para usul: pa-
ra passageiros, ele, trala-se com o agentes Adam-
son Hoivie di C, rua do Trapiche-Novo- n. 42.
Para a Baha,
o lliale Moro Olindu sabe breve por (er o senearre-
gamenlo quasi promplo ; pala o restante, trata-se
com Tasso Irmaos.
Para o .Porto e Lisboa. .'
A nova e muito veleira barca Santa Clara, ca-
piao Lourenco Fernandos do ('.armo, seguir* al
o fim do correnle mez, por ler maior parte do car-
regamenlo promplo : para o reslo e passaceiroA ira-
la-se comes consignalarios llairoea & Castre) na
rua da Cadena do fiecifen. 4, ou com o cjpil* na
praca. 1 I
r"1
O abaixo auignado, pro-
prietario da linha de mni-
bus, faz sciente ao t ;spetavel publico,
jiie 10 1 de agosto viudourb, propotg um
Omn.busna di la Passagem a>
r. Viegaa; o prajo da meniali-
^^K 15|000rs. pagos adiantados,
'iiora das partida sero marcadas de ,
conformidade com* vontade da maioria
dos assignarites: e arulsos 500 rs. por
fiagem.-r-Claudio Dubeux.
George Patchett, curador fiscal da
massa, fallida de Leopoldo da Silra Quei-
t07., faz scicnte aos eredores da dita mas-
sa, que pelo Exm. Sr. jui/. especial do
coinmerio foi designado o dia 27 do cor-
rente pelas'10 lioras do dia, para a reu-
nio, afim de se verificar os respectivos
crditos, e deliberar-se sobre a concorda-
ta e iidtniuistrara dos beDS; cuja reu-
nio lem lugar na casa da residencia do
mesmo Exra. Sr. juiz do commercio, no
laigo da igrfejada Santa Cruz, nobairro
da Rea-Vista.
i PAR EXA1E11 1.41(0. i
Mannel Cassiano de Oliveira Ledo, legal- (0
9 mente autorisado, dar principio 1 um corso 0)
41 par culardetieonilria no 1 de agosto : quem- 9
H quizpr diriji-se a roa do Qntimado n. 14, %
A primeiro andar. #
: **
O procurador fiscal da masa fallid* de Anlo-.
nio Augusto de Carvalho Marinhu, responde ao 10-
nuncio inscrlo no Diariojde Pernambuco o. 169, da
Sra. D. Mara Senborinba do Livramenlo, no qual
esta seniora como proprietaria do sobrado 11. ,V) da
pracinb 1 do Queimado, diz qoe uso garante a estada
da loja a quem a arrematar, qoe o dito Mtriuho alo
esl fallecido, e sim perfeilamenle vivo ; a qne os-
credorendo mesmo se responsabilisam peto alogoel,
conforme o papel de Iralo, qoe se veuce em feve-
reiro de 1857.
D-sa (Je 1 a 3:0000000 a juros sobre hypolbe-
ca, ainda mesmo sendo por mnito (empo : a faltar
na roa das Cruzes n. 40.
O Sr. Custodio Jos Carneiro da Gama lem
orna caria na ru da Crus o, 60.
Ar Ionio Pereira da Silva Lima, relirando-se
do seu eigenhe Tres Bracos, para tratar de soa-sau-
de, pretende vender Harte qoe tem 00 mesmo, a
lambem 10 cscravos, 16 bois e rafa, e a iafr crea-
da : quem Ibe convier este negocio, dirijajse aas
Afogadoi para tratar com o annuncisnle, oo 10 Sr.
Antonio de SouzS Barroso.
Aos litote. Srs. acadmicos.
Chegai'im rua do Queimado n. 9. o verdadeiros
cliaroo* vrelas, sendo caias de 100 e dilas de 50.
I'odenrlo alguem, que me nio condece perfei-
lamenle nutrir a meu respeilo juizos desfavoraveis
em consequencia da publicacao de ora a
serlo nesle. Miara n. 166, em qne o Sr. JoaqOim
Comes da Cunba Pereira Bellrao, filbo do Sr. I.aa-
renlino, do encenho Santos Mendcs, refere o
de urna ordem falsa que ao conespondente
seu pai fra aprescnlada por um individuo de nome
Francisco Xavier Carneiro da Conhi. e porque pos-
sa ser confundido o meu nome com esse oulro em
quesillo, vislo que de poneos aunos esta pan
que procirei diucrencar-irie, augmentando no lira 11
ululo de Campello, da minlia pn
abano assignado roga ao autor do dila
declarariealguma cousa diz~respeilo
xo aisig ado sobre a questo que prasi
precilado annuncio. Engenhol^^^^H
renco da Malla, em 23 de julli
eo Xavier Carneiro da Cunha
Deiappareceu n* manb ,e, de
bordo do brigue Amorfi, no porto de Macei, pro-
vincia de Alagoas, om eseraeo mannheiro de segun-
da viageni, de nome Francisco, rrioulo, cor prela,
falla gag(>, estatura-ordinaria ou regular, levando
com sigo a loupa que linba, e bonet de panno : o
qual asertivo foi de Nicolao Alves da Sihra, senhor
do engenbo .inhumas, na mesma provincia : qoem
der noticia delle, capltrar, ou levar a easa de seos
senhores Saravem Barbosa & Companhia, em Ma-
celo, ou nesta cidade aos Srs. Amorim Irmos &
Companh a, ser generosamente recompensado.
. Precia-se de urna ams forra para o servico de
casa de um homem solleiro : na rua da Lingoeta n.
4, primeiio andar.
Baha.
silfro For-
Vai seguir eom brevidade o hiato brasib
luna : para o reslo de seo rarre^amofo.i trtla-se
rom seos consi((iiatario; Antonio de Almeida Gomes
A; Companhia, na rua do Trapiche r. 16, segundo
indar.
Para o Cear c Maranho sasjsjfj o palliabole
l'enits, ca|iilao e pralico Joaquim filonio Uran-
ios : recebe carga e passageiros : 1 tralar com Cae
tao Cyriaco da (',. al. ao Isdodo Corpo SSnto n.2j.
' Para 11 Porlo com escaln por Lisboa, segu
com a maior brevidade obrigue portugue Hom .s'iic-
cesso por ler parle da carga |*)oinpla : quem no mes-
mo quizer carregar 011 ir de passagem, -pa'a o que
lem'aceiados comm idos-, dirijaise aos cons gnalarios
Tbomaz de Aquino Fnnseea (S( Filbo. na r la do Vi-
Sario n. IV, primeiro andar, ou ao capiao o Sr. Ma-
noel G. dos Santos Lessa, na praca.
Par* o Aracaly sabe o hiate Aurora : quem
quiacr carrejar ou ir de passacem, Irala-se coro Mar-
lins t\ Irin.o, rua da Madre de Deo n. 2.
A barca portugueza Flor de ''. Simio preten-
de sabir para b Porlo com escale por Lis00a at o
fim do corrnle mez : quem nella quizer ir de pas^
saeem, trate eom Carvalho A. lrmAo, na rua do.
Brum n. 28. ou com o capililo, na praca.*.
PAHA O RIO DE JANEIRO.
Pretende sabir com mulla brevidade.
o patacho nacional CONFIANC, por ta-
parte do sen cari^sgamento prompto:
para o resto da carga e escravos a frete,
trala-se com os consignatarios Novaes &
Companhia, na rua do Trapicbe n. ."i-,
ou como capitao p.i praca.
' PARA A BAHA.
Sabe na presente semana o jiial.e aero-
nal AMELIA, por ter parte do seu carre-
gamento.prompto : para o resto da carga
e passageiros, trala-se com os consigna-
tarios Novaes & C. na rua do Trapicbe n.
oi, ouconi o capitao no trapiche do al-
godfio.
Para Aracaly o hiale Carreio do Norte segu
rom brevida le ; para o .eslo da carga, trala-se cora
Caelano Cyr ac da C. M., 10 lado do Corpo Sania
n. 5.
LEILOES.
O agenlo Dorja, de ordem do Illm. Sr. Dr. juit de
direilo da primeira vara do commercia, i requeri-
mento do curador fiscal da massa fallida do Antonio
Augusto de Carvalho Maiinlio, far leilao la leja da
ilita massa, sita na rua do (.)ncimado n. .VI, consis-
(indo n'um grande c complclo sorlimenlo de fazen-
das francezas ingieras de diversas qualidades, nm*
exccllenle armaeo pcrlencenle a mesma loja, todas
as-dividas e movis exislenles na loja supra : quar-
la-fera, 35 Jo crreme, as II horas cm ponto.
Sabbado, 28 do correnle, ao meio dia em pon-
i, o agenle Oliveira far Icibloem seu osrriplorio,
dos predios ,'ieioinles : una casa (errea, sila na roa
de lloilasn 82 ; una dila del andares, na roa No-
van. ID, a qual rende animalmente rs. 1 ::.SJO0JOO ;
outra terrea, na rua da Koda n. 26, que icnde rs.
I449OOO, fi nutra 110 becco Tapado, nos fundos da
casa da rua Nova n. 21. que (ambara rendo animal-
mente rs. 7i5000, sendo as Ires allimas fereiras : os
prelendentci- silo convidados a eliminar anlecipada-
menie os mencionados predios.
O agenle Borja far leilo em seu armazem na
rua.do Collegio 11. 1.1, quinla-feira 26 do correnle
de um granito o variado sorlimenlo de obras de mar
cinema novas e usadas, urna porco de lauca fina
para mesa, idros, relogios para algibeir.i, plenle
ingle, suisa e horisontal, obrasde duro o prale,.e
oulros mulles objeclos quo so acharSo pabinles no
mesmo armizem no dia do Icilan.
~ Preisa-se alugar orna ama pira cas de ponea
familia, mas qder-se que teja poduaueza : na na da
Seve, caso em qu* foi o collegio Pernambucano.
Quem precisar de ama para urna eai
se rua de S. Francisco, casa n. 22, que dir o wtf-
vicoqne !i.-
D. Francisca Luiza Cavalcanli de Alliuquerque
previne ao respeilavel publico, qne ninguem co
le negocie algum com sea marido o Sr. Antonio da
Bocha Wanderley, morador na ton: -For-
mse, vislo acbar-se Mu. perante o juizo compelen-
te provatdo ser seu dilo marido prodigo ; istia) co-
mo declara cm lempo qoe he nato e sem efteilo to-
do eri|ulqaer negocio qoe o referido n
lenha feilo anterior ao sea consorcio, por se aclur
at entao sob tutela de sua finada mi por senlenc
do juizo 1 e orpbilus do leraio do Kio-Formoso.
Quem annunciou precisar' de 600(K
com bypollieca em um escrave marcii
ca ; 11a rua dasCroxes n.
llouho
m. "iieee
ddidas^^H
infanlaria, ui
unizade nm
so, roubaudo K
sendirumi nota ds OOf
duas de 508, o o mais em miudal
lira s3o o seguintes : bar
muito pie ido de liciigas, daasSJtfi
earapinliados. e tem-a*a^^^^|
quarlos; assim pede-sa a- lea poM
providencia que cslvercm 1 seu alean
como promelle-se a qualquer pessoa urna boa grali-
licaeo, apprehendendo dito rnubo e escrav
Iregar a s.;u sculion n* rug do Cabog, h
deSerapliim & IrmAo. .'-
Prerisa-se de asna cirroca em hom esUsk e
qne sej pequea: na ruada Cadeia do I
36, primeiro andar.
Qua-la-feira, 2o do correnle, depon da au-
diencia do illm. Sr. Or. juiz da segunda vara civel,
ira i prari urna armacao de loja con
carleira pira escripia, ludo avaliado por
por esecuro que por esle juiz
AVISOS DIVERSOS
EsU TVPOtiRAPHIA precisa de
compositores habis pilin o DIARO.
Precisa-se de um pretb escravo por
aluguel, ])aga-se bem sendo fiel, para
servido de urna casa depouca familia : na
rua co Hospicio n. 7.
1
\
Maria de Albuquerqut cea
i Lem os,
Sesli-feira 27 do cori
d Illm. Sr. Dr. juiz de di;
dia, na sida dos auditorios, i
cAo da cana n. I, sila 111 praeaj
qua>casa lem cosioba fr, quinli
em bom estado, e o valor porqne
de 1:508, Olido licado lrnsfei1 la
pela falla de audieacia 110 di _______
cou.
Tcn:lo-se perdido na noile do Te-Deum su-
damos da Sra. do troutispicio, na igreja $0 Cartao.
denlro da mesma, urna caita de larlarug para ra-
p, j usada, com os signaes (guiles: grande, bs-
tanle gronsa, tendo no lampo* urna pequea faina;
quem a nchou querendo restitu la neo dono que
dar -i^OllO de gralificaco, dirija-se a roa do Sebo, H
cisa n. 40 ou na alfaodega t entender-se com JoJu
Manoel (I ibeiro de Cquto, que esl aulurisad pira
dar'dita i;ralifica{il.
Pr?cisa-se ahig
segundo andar para iiiojj^^H
pessoas que seja em boa n
de Santa Antonio ou Boa-Vi
ti ver di.-i ja-ce-a esta typograph,
dir'cpiem-precisa, ouannuncie t ,
Perdeu-se, da casa do majoi I
ma ale a rua da Unio, urna pulir-
ouro. formada d aneis engrazn
nada : quem a ti ver adiado suertei
restituir, dirija-se u rua da
terrea, eujo sotao tem duas :
Aun i Pastora de Jess, vendo no Diario de -
do correnle um proteste feilo pelo Sr. cnsul d I
lugal relativamente aos devedores do "liudo Mai
Sodrigucs Cosa, de enja beranra be curador, e iu- ~n
uindo-se no numero oestes lambem nome de san
fallecido marido oio Leile Raposo, como dsvi
de duas olirigasoes, ama de 28011000 e
1:0505902. para evitar duvidas e queslOes 1
annunciaulo apressa-ss em prevenir, que
se arrisque a receber, comprar ou fazer qualqver Ei-,
urna outra Ir.msaceio acerca desse inculcado debito,
visto que lies obrigacoes j se acham pagas, e >
ram (Jadas so dito Rodrigue Cot, se conservavam
em seu poder por um aclo confidencial, e pan certa
lim, que sendo agora desnecessano deerar, todava
se oto omitlir, e eom todas as circumsfaneias se de-
clarar se liouver quem pretend flaer efectiva a
cobranca. Recite 14 de julho de 1855. \k
Hoje 2* do corrente as 4 e meia
horas da tarde, ha'mesa geral da irman-
dade de N. Senhor da Conceicao dos
militares, para a qual sao convidados to-
dos os irmlo desta veneravel irmandadea
oomparecerem no respectivo consistorio.


Ti----------
DIARIO DE PERMUUCI QUiRTA FEIRA 2a OE JULHO DE 1855
Praes c ama ama i ue s,-,ib cozioliar e
> de paaca mil,a : oa ra das
Larangeiras, sobrado de un and ir n. 26.

Quem prern
dirija-se ra Du
OUcri-
hoiueni tul
fiuci. maiui
B. 34.
de
l-or
or de pldaria,
^V
*K~
de poma fa-
H icnir.i de ui
stilarao
la Sania K l-
BECHMISiO PAIU EKE-
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO" DAVID W. liOVVMAN. aA
RA DO BRUM, PASCANDO O JlA-
FAR1Z,
lia sempre um grande sorliraeulo dos segrales ob-
C de mechausuis proprios ,iura.ju;.enhos, a sa-
l : moendas meias moendar da mais moderna
consIruocAo ; (lillas de Trro fundido c batido, de
superior qualidade e de ludo ts laaianUos ; rudas
denudas para a.gua uu animaes, de ludas as penpor-
Sws ; crivos e boceas de fornallia e registros de bu-
tfei, bronzes, parafuso* c cavillides, moi-
uhu de mandioca, ele., etc.
NA MESMA FUNIMCVO.
se execulam (o las as cocommendas cem a supnrio-
ridade j couhecida, e cun a devida presteza e ooro-
modklade em treoo.
GHAROPE
DO
BOSQUE
O nico depusilo contina a sei na botica de Bar-
tliolimipu Francisco de Soua. r a ra larga do Ros-
is grandes 585(0 e pcqoenas*J0O0.
iipwitote para o rauco.
Pira cura di; plibsica em lodonossous didcrenles
grsos, quer motivada por conslip;iri>es tosse, aslh-
ma, pltnri/.. ei carros de sangui, dr de costados c
peito, palpitarlo no eorarao,.coqueluche, bronchile
ir na nargaui i, t (odas ai ooLis'.ias c os orgos pul-
mona;
IIOSMAT|IA. i
Remedios efiicacissimai contra as
'ebres intermitientes.
Grande s runenlo de.carleiras de homu'c- a
palliia muita em conla. i
ja de timara a escol>i(r. 15000 W
Tubos avulsos300. 400 e 500 rs. 9
euli s .le huiuicopalhia 4 vol. 6JQC0 9
ipa(lii:o do Dr. Casa- 9
28.
CONSULTORIO DOS POBRES
ttO mUA NOIFA l ABMkAR 50-
Dr. V. A. Lobo Moscozo di consultas liumoonalwcas lodos o dibs ios pobres, desde 9 huras da
o meio da, e em casos extraordinarios a qualquer liura do dia ou noile.
""? para pral pjllquer op*rc5\t de eirurgia. e acudir promptamente a qual-
1 Ji: (iai>lo, e cujascireumslaucias nao permutara pasar ao medico.
SO eLT0IU DB H. P. A. LOBO B0SC0Z0.
5o RA NOVA 50
VNDESE O SEGUIRTE:
Manual completo do meildicina bomeopalhica do t)r. (i. li. JaUr, traduzido em por .
luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados em dous e acompanhadode
nm diccionario das termos de medicina, cirurcia, analomia, etc., etc.' .' 205000
Esta obra, a mais importante de lodas as qoetralam do eslud) e pralica .la homeonalhia, por ser 11 nica
que conten ati.se fundamental d'esla duulriuaA PATHOENESIA O: EKFE1T0S DOS MEDICA-
MENTOS NO OUGAMSMOEM ESTADO DE SAUDEcouhecimentus que nao podem dispensar as pes-
soas que se querem dedicar i pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos os mdicos que quizercm
etperimentara doutrina de liahneiiiann, e por si meninos se convencerem da verdade d'ella: a lodos os
fazeiideiros escuhores de engenho que eslo lunge dos recursos dos mdicos: a lodosos capitaes.de navio,
que urna ou oulra vez nao podem deizar de acudir a qualquer iucommodo seu ou de scus tripulantes :
a todos os pais de familia que por cireumslaucias, que nm sempre podem ser prevenidas, sSo nbriga-
dos a prestar in contineni os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do bomeopalha ou tradcelo da medicina doineslica do Dr. Hering,
obra lambem ulil pessoas que se dodicam ao estudo da liomeopalhia, un volu-'
me grande, acompanliado do diccionario dos termos de medicina...... IO5OOO
O diccionario dos termos de medicina, cimrgia, analomia, ele, etc., encardenado. 38000
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar nm passo seguro na pralira da
bomeopalliia, e o proprielario desle eslahelemenlo se lisongeia de le-lo o mais bera montado possivel e
ninguem duvida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grandes.....*...'.....
Boticas de 2 medicamentos em glbulos, a 10?. 12$ e 15)000 rs.
Ditas 36 ditos a ....... .
.Ditas 48 ditos a............
Ditas 60 ditos a............
Ditas 144 ditos a............
Tubos avulsos.................\ ,
Frascos de meia onca de linctura..........gK. .
Ditos de verdadeira lindura a rnica.
8J0OO
20000
2."ij(HK)
:t03(HX)
6O5OOO
l?000
2S000
5000
Vende-se leite puro a 200 r. a gar-
rafa : na rita do Sebo sobrado ama relio
11. 35, de portao encarnado.
Vende-se urna esrrava que engomma bem, co-
se, roziha e fa laliyrmllio, orna dita muilo boa
quitandeira, fiel e diligente, un.a dita para lodo o
-crwro, e urna hqiiila esrrava de cor acbralhada, de
limnla fisura, rom um pequeo defeilo em um ollio,
por pro coinniudo : na ra dos Quarlcis n. 21.
Vende-se um negra cniu ms cria, com mnilo
bom leile, unta iicu'iulia ilr 7 para K anuos. e"uin
neurod meia id.i.le, de bonita figura : lia ra do
l.ivrainenlo 11. i.
Na ra do Vicario n. 111, primeirn andar, ha
para vender superior relroz de pilmetra qnalidade,
do fabricanteSiqueiraImhas de roriz e de nume-
ro, efio porrele, ludo cliegadopelo ullimu navIS viu-
do do Porto, c jumamente *inlio superior, feiloria
em pequeos barris de deeguo.
FARINHA DE TRIGO FON-
de superior qualidade, em primeira milo, e por pre
r>. commodo : na ma ila Cnw, armazem 11. 4.
Vende se urna parle do eugenbo Vermelbo, dis-
tante ila cidade do Kio Irorinoso meia lee.oa, no va-
lor, sesundn a parlillia judiciaria, de 3:(K173 : o*
prelendentes dinjam-se i mema cidade ao solicita-
dor J.w Antonio de Miranda.
Vende-se urna escrava rrinuli, de 20 annos de
idade, viuda do mallo, sabe lavar roupa e lem mui-
ta lulWi.la.le para eugomuiar, etc.: a fallar na ra
das Agoas-Verdes 11. 21.
AttencSo.
Vende-se urna casa terrea 110 Corredor do Bispo,
em rhflos propciiM, lem bons commodos'para erando
lamilla : quera a prelender, dirija-se ra das Criw
ze* ..2a. 1
Vende-se urna casa terrea, sila na ra doMon-
dego, em ier:eDo proprio, e coinmodos sullicienles
Namesmacasa ha sempre venda grande numero de lubos de crystal de diversos lamanhos, para familia : na ruada Sania Cruz 11. 70, de ma-
vidros para medicamentos, e aprompla-M qualquer encoramenda de medicameotascum loda a brevida-
de e por precus muilo conimndos.
f
M. Sia&so, modistf bras'leira, ofle-
leu pre;tmo ao respeilarel publico, para
apromptar com presteza ludo que h de mais dilica-
du e lioinrcosi: para seiiboras, iMideile a vestido,
o mais que te pule desejai, lo-
ranle a 11. sais recentes ; 1! espera, perianto,
que 1 is delicadas frfgi czas continuar.lo a
honrar a sua fi egueiia, mas lamiem a concurren-
te inda*aquellas seuhoraa que capricham em
ij-.e com o que lio de mais elegante e
aem qui'.er ulilisar-se de seu
prestimo, procure no sierro 4a Bua-Vista n. 31.
Compatibia Pernambucana de navegar4ao
cssteira. .
O cunselho de direccao convitla aos Srs. accioui--
t.udamesma eiapreza a etleiluarem al o dia .'!!
do corren te im.-z mais 10 por ionio sobre o valor
das acc/ies que subscreveram ; e o enrarregade dos
recebimentos lie o Sr. F. Coulcn, 11 a ra da Cruz
n. 26.
Joaqnim Jos Das Pereiri declara, que leudo
arrematado em leilo de9 de ji nboprciimu passado
activas que iv ain 11 Antonio da
Irella, com laliei na na ra dii'Ca-
mviUa a todos i deve'doresdo dito
la praijii como do multo, para que
veabaa potar <"anannunrianl; com a maior pres-
ide evitaren maiores despezai,
(ii contemplaco com os que fo-
rniclos, podendo
10 anminciante, no aterro da
^^Bitralivo do hospital regiinen-
irln lemp) de um auno.ufin-
I Je juidin de 1856, coro quem maiores
1 das sauguciugas
isdoenles do mesmo hospi-
ntfi, que deverSo com-
1111 ci ra fecbad,lis 10
I' < anele, eo'q urtel da Soledade,
jreiicia ao que satisfazer a con-
da. (I mesmo conselhn conlra-
la. a;em da roupa doa
^^Bilal, senda ella composla das
ariiiolas, toallias, fro-
,1a, tiardanapos e
&)5.Joaqun
aiferes age ni.\
TRATAMENTO EflJIOPATHCO.
eservatico e curativo
-DO CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS.
ou inslruccao o povo para se poder curar desla eurermidaue. administrando os remedios mais. eflicazes
""ni" ue mo os hmqua"l *""""' a0 "=^o, ou mesmo^ara cura-la independente desles nos logaresi
TUADUZ1DO EM PORTUdUE^ PELQ DR. P. A. LOIJO MOSCOZO
Estes dous opsculos conlm as indicacf.es mais claras e precisas, so pela sua simples e concisas pnsi-
cao esta ao alcance de todas as in.ell.eencias mo s pelo q. dizrespeito aos meios curalivo, co", ri, -
plmenle as preaervalivos que lem dado os mais sat.sfacjo.ios reaultados em loda a parte cniuuc
elles leui sido poilos 0111 pralu-.i. em que
Seadoo tralamenlo homeopathico o nico que tem dado grandes rcsuados no curalivo desla Iiorri-
vel enfrm.dade, julgamosa proposUo traduzr estes dous importantes opsculos en?lingua verncu-
la, para dest arle facilitar a sua letlnra a quem ignore o franeez.
Venderse nicamente uo Consultorio do traductor, ra Nova 11
52, por 29OOO rs.
IB94
68 d. iUe
MRPHEA
ras doenras" da pello. ^
espccialillade as affecOes i
iUe. i artiriilariuente a morphea. 1 F 1
^^^Borio liornuopoll co do Dr:C1- 9
rata-se de gi
1 nm moleque pira casa eslran;eira,
l "ra a fraoceza ou portugueza : a tra-
ranciseo o/V.
ebrard k Blandi, ra do Trapiche Novo n.
no f m do iuez de julho
uiciedade commircial
Hjnados ; por is-o ro-
essoa que julg#Tem-se credor da
dita casa, di aprejenlar suas cenias antes do fjm do
m^ nlic 11 rogam a tocias as
vedores a dit casa de virem pa-
Kecifede Penif uiliuco 21 de.ullio
I di Blanin
de urna ama d leite: no alerro dos
Afega metro andar.
j {jarcia ,ivisa a lodo oiiaeos
11* con er, que em 21 ile ja-
edoresda lirn a cominercial Ban-
0 eutregarum a gerencia da dila
firma -ueraodo por sslj aclo o socio itfan-
duira, cuj assim exmela, ficuu a cargo 11 res-
lionsal. do annunciaiit! o sua liquida^ao ; o
que as firmado pelo oizo commercial des-
ivio SanLos ; e ;:or isso. desde a inen-
^Me, toda e <|oalquer Iransuccao
>eradn pelo afi loncanle, nao he va-
lla lera de seoiipiir : lodos os ceve-
1 data, e dabi per diaute, cujoi d-
bitos eslivereiB vencidos, queiiam sohe-losno prazo
osquaes o .um lucante pass.ira a
a cobranca judicialtneult.
1 55 do correnle, is 10 horaa, se ha de
arrematar a frmi0o e mais neilos ezlstenle na
le da roa do Araifio, na Boa-
1, perteneite ao eassl de. finado Jos {tabello
Tavare. ero '-:e.';a do lllm. Sr. Di. juiz d.j an-
senlee.
dia l'l 'do corronlc inez de julbo,
furlarain de um revesso do eii:;enbo f.ovo da Co-
j cavatios, sendo
m, cornelinas eiauda prelas 11 una
1, urna baila no pescoco, anda
1 este abalado, O 01 tro lie russo
is de ferro en ambts os quartos e
esta gordo ;
[icrlenceinaiiSr. Jijo Vraucisco-
lo : quem 1 os mesrios liver noli-
1 dilo eng.rolio, ou nesla iraca
'vpes, rea :1o l.ivramen:o n.'
'da Cunta, io bairrj do Kocife,
e raco'Oi|iet.sailo.
. 13 d.i-ss dinheiro a juras so-
t de ouro ou prala.
MASSA ADAMANTINA.
Ba do Rosario n. 36, segundo andar. Paulo Gai-
gnoux, dentista franeez, chumba us denles com a
massa adamantina. Es-a nova e maravilhosa coui-
posigao lem a vanlagcm de enchersem pressao dolo-
rosa lodas as anfractuosidades do dente, adquiriudo
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dar, r permiite reslaurar os denles mais estraga-
dos com a forma a a cor primitiva.
"g .'CBLICACAO' DO INSTITUTO H0- g
HEOPATIIICO DO BRASIL. %
W THESOURO HOMEOPATH1CO
OU
VADli-MECUM DO
II0ME0PATI1A. ,
Melhodo conciso, claro c seguro de cu-
rar homeopalhicamenlc Jadas us molestias
qve df/ligem a especie, humana, e part- '
cttlarmente aquellas que reiniin no Bra- \
til, redigido segundo os inelborcs trata-
dos ile liomeopalliia, lauto europeos como '
americanos, e segundo a propria esperi- /
enca, pelo Dr. Sabino Olegario I.ndgern
Pinhu. Esla obra he liojo recouhecida co- I
1110 araelhor de lodas que tratara daappli-
cacao bomeopalhica uo^uralivo as mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, nao I
podem dar um passo seguro sem possui-la e
^8" consulln-la. Os pais de familias, osseobo- '
^ res de encrnho, sacerdotes,' viajantes, ca- 1
2Z pitaes de navios, serlaiicjes ele. ele, devem
%%) le-la a roo para ot-correr promptainent a '
^ft qualquer caso de molestia.
Dous volumes em hrochura por 109000

encadernados 1lj000
u*, Vende-se nicamente em casa do aulor,
1" ra de Sanio Amato n. 6. (Mondo o-
vo). ^
Eslu & sabir a luz.no No de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAH1DO DE ItLOFF E BOEX-
MNt.liAlSEN E OUtROS,
(f^feilo en*ordein alphabetica, com a descripciio
abreviada de lodas as molestias, a indica;ao physio-
logicae llierapeutica de lodos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de accAo e 'concordancia,
seguro de um diccionario da signilica^ao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcauce
das pestdls do povo, pelo
DR. A. i. DE MELLO NORAES;
Subscreve-se para c^a obra no consullorio horneo,
palliico do Dr- LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 50-
primeiro andar, porwJOOO em hrochura, c G{000
eocadernado.'
uha at 9 lloras, e a larde das i ero.diente.
Voudem-se duas escravas rl nula*, una com 18
anuos de idade, cozinlia, engmala, cose e faz o mais
que he preciso em urna essa, a oulra teni 20 e tantos
annos, com urna cria ; vendem-se por nao se pre-
cisar deltas: quem as pretender, dirija-se ruado
Bruro 11. 22, armazem de l.uiz Jos de S Araujo.
Palitos francezes.
Vendem-se patitos fr.iucezes de brim de linlio a
:{-j.")00, ilitos de alpaca prelos e de cores a 7 oj, di-
tos de bombazini a lOjOO, ditos de merino setim a
129, dilos le panno lino prelo c de cores a 16e 1S>,
ludo da ultima moda : na ra Nova o. 4.
Chali do seda.
Vende-se ch.-ily d seda de lodas ascore=, fazen-
da nova e de costo, para vestido}, a 800 rs. o cova-
do : ua-ra I^ova 11. 4.
diales de merino.
Vendem-se ohalet de casemira c de merino borda-
dos, pelo barata prtro de IO9OOO : na ra Nova, loja
n. 4.
Cal virgem, chegada linnlem, e de superior,
qualidade, por preeo razoavel: no armazem de Bas-
tos Irraaoi, ra do Trapiche n. 1 j,
COBERTORES DE LAA',
lleirpaiilii-s, mtiito cncorpados, a tj, "
e S.stOO cada um.
Vender na rm du Crespo, laja da esquina, eje
sola para a ra da Ca.iria.
PRELOS E SIMBAS DE LISBOA.
Na t/i\ do Vicario armazem n. ~, Iw
para vender seincas e frelos milito novo,
desembarcado lioje do patacho CONS-
TANCIA. *
Palitos baratos.
Palilus d alpaca preta fina, muilo bem cozidos e
fornidos a O5OOO, dilos de merino verde de cordSo a
"5O0. dilos de canga ainarelni, forrados, a 35000 :
na ra do O'ieimadu, loja n. 21.
Vende-se urna esrrava de 17 annoaile idade,
que sabe fa/.er o sirvico de urna casa, leva, c lem
principio de engommado, c sem vieja aeui acha-
que : 110 largo da Penha u. 8. .
*Vei.de-se ion piano rom mnilo kaaa vozes o
muilo honilo, com muilo pouru u-o : na loja de i
portas^do'Sr. Guimaraes, na ra du Cabug, se dir
quero vende. Assim romo um rordaodeaurodo Por-
to com 30 dilavas, c um toucador de Jacaranda mai
lo bonilo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Abordo do l.iate CONCEICA'OFELIZ,
fondeado defronte do caes.do Ramos, lia
para vender inulto superior farinlia de
mandioca por prero mdico : 01 prete'n-
jxlentes dirijam-s.e a bordo do mesmo ltate,
ou na casa; de seu consignatario Domin-
go* A Ivs Matlieus. ^.
FARINHA DE MANDIOCA.
Veudc-se superior farinlia, de mandioca
ni saccas <|"ue tem um aljueire, medida
velBSfpor ."ia'OOO reis : nos armazens ns.
~>, 5 e7, e uo armzemdelninte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptoiio de
Novaes iVCompanhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiroandar.
a ra da Cruz n. 26 primeiro an-
dar, vende-se o excellente vinho de Cham-
pagne, cliegado ltimamente de Franca,
e por milito commodo preco, que s se
dir' ao comprador. .
Precisa-se de ume senliora de bons
cstumes e honesta, que entenda bem de
costuras e cortar, para acabar de ins-
truir duas meninas: quem estiver neste
caso annuncie ou dirija-se a ra da Con-
cordia sobrado que tem varanda pintada
de encamada, confronte a entrada da ca-
sa de detencao. \e'
Prccisa-se de um feitor para um si-
tio perto desta praca : na ra da Concor-
dia taberna que faz esquina para a casa
de detenc-ao se dir' quem precisa ; na
mesma taberna se dir' quem vende um
bom co para quintal ou sitio.
O SOCIALISMO
Pelo geaeral Abren Liuja.
, Acaba de pubticar-se esla -inleressanle obra, qoe
(rala do socialismo cbril1o, clarabem da guerra do
Oriente com loda a historia religiosa e poltica at
as conferencias de Vienna.
Os seuhores assiguanles podem mandar receber
os seus cxemplares daquellas pessoas a quem Uverain
a hondade de assignar.Continua afcerla as asic:alu-
Ja ale o lim do crrante inez de julho. a 2*)00 cada
ezemplsr, uo escriplorio do Diario de Peraumhuro
praca da Independencia, na loja de livros dos Sis.
Kicardo de Kreilas & C, esquina da ra de Colle-
gio ; as lojas do Sr. Jos Moreira Lopes, ma do
tjueimado casa amarell ; dos Srs. Siqueira & Pe-
reira, Antonio francisco Pereir e Itrekonfeld, ra
do Crespo ; do Sr. Luiz Amonio de Siqueira, roa
da Cadea do Recife ; e cm casa' Jo aulor, j.i en-
quadernada. palco do Collesio casa amarell 110 1.-
andar ; assim como as mitos das iranias pessoas,
que ale agora lera lidoa hundido def|eiiriarcm as-
signalutas. Findo o presente mez, vcuder-sc-ha
cada um cscmplar avulso a 3-"" rs.
-uvas de pellica.
.,.,

primeiro andar do sobrado da rna
n.40, propio pan.qualqueres-
.lar na mesma roa n. 49, prt-
la universidadede
residir r a ra di Cruz do Re-
mdar, onde [le ser proebrado a
res para consulias
silaqaaado as cir-umslanciai o
evijam, faz especialhlade das tiuleslias dos olhos e
ouvidos. ^Hl^^VB
Regiment de roslas.
/ O regiment das custas jud-
os que o alte-
raran) : vender a 500 reis, na liviaria
n. (i c 8 da praca da Induricndencia.
Precisa-ie por aluguel de -2 freas cavas
oservico de casa: quem as liver, dirija-se
raa de S. Francisca, sobrado u. i, cerno quem vai
parea roa lie I ou Mondo Novo.
OBerece-ee urna tnulher 1I11 boa conducta pira
o serrfeo de casa de um homem solteiri, anda mes-
mo para nm sitia porto da praija : qmm qnizei, di-
rija-fe Boa-Vtata, baeco dofeTelroi o. 4.
O Dr. Sabino Olegario I.udgero Piado,
mudou-se da palacete da roa de S.Francis-
co n.68A,para o sobrado de dous anda- ,
resn.6, ruade Santo Amaro, 'mundo novo.) |B
INFORMACOKS OU UELAQO'ES
SEMESTRES.
Na fivraria n. G e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se relacOes seines*
traes por preco commodo, e querendo es-
mas vende-se ainda mais cinconta.
Novos livros de hoineopatbia uicfrancez, obras
todas de summa imporlaucia :
Uahncniann, tratado das molestias clironicas, i vb-
CAO'.
o f"n.d'.ia0-d?..,.'?-?a.p!!s.,a.Br,.S'.n**N<>v' W"bi>a cozinheira, por pr
o lalao. assim roiiio/az-as qualquer obra lendcnte a \
'ajoeiro e fumlciro coni toda a per feiriu e preco -r > ende-se oleo do
8, i 2 lihrits, velas de
cdflrhiodo.
|-: DEHTISTA.
S@396
Ven.lein se liivus do pellica para bomcm c senlio-
ra, pelo baralo preeo de 15280 o par : na ra Is'ova
n. i.
Laazinhas.
Vcndcm-so laazinhas,imilandn seda, proprias pa-
ra vestidos de meninos a 320 o covado : ua roa No>-
va n. 4V*
NA1IUA 1)0 CRESPO, COJA DE PORTAS N. 4.
vpudeni-sc pec.s de madapolilo lino com pequeo
loquede avaria a 2Jfi00 e a>S(H> a peca, corles de
caira de Ma c algodAo a 1S, ditos de brim pardo de
inho a I? cola um, e saras muilas l'azcndas por
precos muilo commodos."' -
rouiR.
ATEULIO DA BOA-VISTA N. 55.
Vende-se 11 m carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Potrier.
& POTASSA BRAS1LEJRA. 0
Vende-se superior potassa, fa- ^
brtcada no Rio de Janeiro, che- A
b -gaila ecentemente, recoDimen-
^ dase aos senhores de engenho os
ag seus bons efieitas ja' expeiimen-
W> tados: na ra da Cruzn. StO, ar-
g mazem de L. Leconte Feron &
($} Companliia.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se rarulo novo, cliegado de Lisboa pela barca Uro-
lidao.
Capas de burracha baratissimas.
Vendem-se capas de borracha, o melbor possivel ,
por preeo que se nfio vende cm parle alituma ,ia
ra da Cadeia du Recife, loja n. 50, defronle dj ra
da Madru de Oeos.
Moinhos de vento
'ombombasderepuiopara reg~ar borlase baila,
decapim. na fundi(a de D. W. Bowman : narua
doBrumns. 6,8el0.
AGENCIA
Da Fimdicao' Low-Moor. Ra da
Senzala. nova n. ,42.
Neste establecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
'das e metas moendas para engenho, ma-
chinas ce vapor, e^ taixas de ferro batido
e coado, de todo's os tamauhos. para
dito. P-
Vendem-se em casa de S. P. Jolins-
ton A C., na ra de Senzala Nova n. 4 2.
Selbns inglezes.
Relogios patente ingez.
Chicotes d carro e de montaria.
Caudieirose castica'es bronzeados.
Cliumbo-em lencol, barrae municao.
Farello de Lisboa.
Lonas inglesas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustre para carro,
liareis tlt' graxa"*). 97.
ARADOS D FERRO.
Na fimdicao' de C. Starr. 4 C. em,
Santo Amaro acha-se ^ra vender aras
dos d* ierro de -"ric-qualidade.
umm E GR4DES.
lindo avirtario o 1^ pa
- frailaras Wp Hattaimo
Aurora ^T^
a, ua ruad.
re
na
e ab deposi-
/
Sal do Ass
a bordo do biale Anglica, a tratar rom Antonio
Joaqoim Seve, ua ra da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar.
I n Ion i
Vi n nansa,
para
1'rti sorn^HRo com]
branco vindos de Ilaai
uieo.
;iB & Yinnas
Ein casa de Tiinm i
praca do Corpo Saito
vender :
Cemento romano em barricas,.
ltimamente de Hamburgo.
CAL VIHGEM.
Vende-se cal de Lisboa,
tacho CONSTANCA, entradoJiontc
pte^c commodo : no deadM
Apollo n. 211.
SYS1EMA MEDICO DE HOLLOWAY
V
N.
55a trro da lloa-Vista. 55.
*- p
I'OIRIER.
Acaba de fazer oma-e-pefie de venezianas com o
nome sforea,''.ile nova iuvenco para janellas, servem
de ornamento e lem ti vanlagcm de impedir a cr-
remela de ar nos aposentos e entrelei-lbe a frescura
neressaria. Podem iualfiionlo servir pala-arma-
zens. Por um cngcuhosu meehaiiisnio silo muilo
incllior do que as reneziaoa urfitas. S com a
vista melbor se pode saber o quanio sao excellenles.
Brins de vella 110 armazem deN- O.
Bieber & C, ruj) daaCrusni. V.
Vende-se nre boa escrava, propria paralodo
o serviccj de urna* casa de familia : ua ra Nova
n. 19.
lerde idade 10 an-
m* muilo em conla 'Por
"-.*l,-fuUll:CIs0.lutla, a 'Iu"*>''a
209OOO
ftOOO
73000
(3000
Uyooa
6fOQ
8j>0(H)
169000
10800o
BjOOO
79000
69000
49000
IO9OOO
30*000
lumes........
Tesle, rrolestias dos meninos .
Bering, liomeopalhia domestica.....
Jahr, pharmacopnbomeopalhica.' .
.'ahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pclle........
Rapou, historia da liomeopalhia, 2 voluntes
Harlhmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........
A Teste, materia medica bomeopalhica. .
De Favolle, doutrina medica bomeopalhica
Clnica de Slaoneli.......
Casling, verdade da liomeopalhia. .
Diccionario de Kyslen.......
Adas completo le analomia com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a desrrip;ao
de lodas as partes do corpo humano .* .
vedem-se todos estes livros no Consullorio horasopa-
Hiico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro sudar.
AULA DE LAT.,1.
; O ladre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula para a ra do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico preco como be publico: quem se
quizer uttlisar deseupequenoprestimo o,
pode procurar 110 segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDUCAQA'O DAS F1LHAS.
Entre as obra do grande Pendn, arcebispo de
Cambray, merece mui particular mencle otratado
da educacau das meninasno qual este -virtuoso
prelado ensina como asmis devem educar suas fi-
Ihas, para um dia chegarem a occapar o sublime
lugar de mil- de familia ; lorna-sc por taulo ama
necessidade para lodas as pessoas qoe desejam guy-
a-las no verdadeirocaminho da vida. Esl a refe-
rida obra Iradoid em porluguez, e vende-te na
livrara da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
dimiuulo preco de 800 rs.
O Dr. .I0S0 Honorio Bezerra de Me-
nezes mudou a sua residencia da ra
Nova, para a ra da Aurora sobrado n.
52, quefazesquinacom o aterro da Boa-
Vista, e ahi ixmtinua a exercer a sua jiro-
fissao demedien.
?**9>m99--999m 9 se
J. JANE, DENTISTA, S
9 contina a residir na ra Nova a. 19, primei- 9
" ro andar.
Paulo Gaigoous,>den(isla rancez, eslabele -
9 cido na roa laraa do Rosario n. 36, secundo 9
9 andar, colloca denles com gengivas artificiaos, 9
36 e dentadura completa, ou parte delta, eom a
9 prcssSo do,ar. ^
Precisa-se de om prelo moco c sem vicios,
para oserviro de urna c*ia de familia ; paga-se bem:
quem o liver e quizer alugar, annuncie ou dirija-se
esta lyposjrpliia, que se lie Jira com quero deve
.. '
109000 por mez.
Iga-ena na da Cruz urna sala o alcnv.i muito
crano, casa muilo fresca : quera a prelender, diri-
ja-ea mesma n. 8, armazem.
Quera quizer dar a'quanli de 6OO9OOO a juros
por seis ine&ea, com hypolhcca em um moleque de
24 anuos de idade e botn ofticial de marcineiro, en-
tregando-se'o mesmo moleque a quem dr u dinhei-
ro, para com o servico detle pagar-se dos juros ; .l-
veilindo-seque o referido moleque ganda 480 por
da, e Irabalha cm urna loja publica : quera quizer
fazer esle negocio, procure a seu senhor, no sitio da
estrada de Joan de Barros, o segundo depos de pas-
sar a do Olho do Ro, defronle do sitio da Cscala
ou annuncie para ser procurado.
Miguel da Silva Moraes Guerra retra-se para
o ni de Janeiro.
OSr. Joaquim Octaviano da Silva tem carta
na livrara n.beB da praca da Independencia.
Joo Carddsa de Mesqua faz publico, que dei-
ou de ser caheiro do Sr. Domingos' Jos Ferrera
.(juimariies desde o din 16 do correnle, o agradece ao
mesmo Sr. as boas inaoeiras com que scropra o (ra-
tn.
-r Offcrece-se orna ama para casa : no becco do
Campello, casan. 4.
COMPRAS.
Oflerece-C urna mulier de bons costnnies para
ama de casa, para coser e engoramar : a tratar ao
becco Largo do Recife o. T.
Compram-se acQcs de|Beberibe : na ra lar-
ga do Rosario o. 36, segundo andar.
, d ,' COMPRA-SE
toda a qualidade de metal velho, meaos ferro : na
na Nova 11. 38, defronte da igreja da Conceico dos
Militares, loja de funileiro.
Compra-s prnla brasileira o hespanbola : na
ra da Cadea do Hecife n. 54, loja.
Comprn-se urna escrava prcla ou parda, de 10
a 14 anuos ; na ra Nova n. 34.
Compra se um sellm inglez om meio uso, com
lodo o seus perlences: quem o liver e qqizer ven-
der, annuncie ou dirij-se ra da I'raia; sobrado n.
4, segundo andar.
Compra-s toda a qualidade de smalos de se-
nhora : na ra Direila n. 85.
Casa de coinmisao de escravos, na ra do
Livramento n. 4.
Compram-se escravos de ambos os sexos, do i a
30 annos, sendo bonitas figuras pnga-se bem, 'para
dentro e fra da provincia, o lambem recebem-sc lia-
ra vender de commissSo.
VENDAS.
i\a loja das seis
- portas 9
Eni frente do Livramenlo.
.Manteletes de rambraia bordados, fazeuda muito
lina e bonita a duas patacas, lenco* de cambraia
brancus e pintados, proprios para mao a seis vinlens,
lencos pequeos para meninos a quatro vinlens, e
outras muilas fazendis que se quer acabar.
Sal do Asiu', bordo du iii.ile Crrelo do Sor-
te : a tratar com Caelanu Cy.-iaco da C. M., ao lado
do Corpo Sanio n. 25.
-r Na ra das Crozas ni 22, vende-se nm.i crion-
la de-30 annos, qpe engomraa, cozinha elava, e urna
dila de nacsc, que cozinha e lava de sabao.
1 labernada ra Irei
r na insma.
Ireila do Rosario
amendon doce em talas de
csperiuacelc americano ver-
dadeiro, de 6 era libra, e meias barricas com fari-
nha de trigo, ludo por pieoo* caiuoiodo : 110 eseri-
plorio de MallicusAuslin& Coinpanhia, ra do Tra-
piche n. o(i.
Vende-se
11. 10: a tratar
Veode-se umr lancha de carvalbo m muilo
hom eslado. propria |i ira qualquer cniSercajao : a
tratar na ruit Imperial 11. 175. jSa mesma casa se
dir quem aluga urna canoa do rfl lijlos.
Vendom-sc du escravas mnilo mocas, urna
crioula, oulra de naro, com nlgumas prendas : no
Giqui, prirneira taberna passaudo a do oili.
Vende-se I mulalinha de 1 annos, 6 prelas
mojas e 1 prelo de20 anuos: ua ra larga do Rosa-
rio n. 2 Ven.le-se uniaarmacao com 11 fileiros envi-
ilracnl.i. e bale.10 qoe pertenecu a loja do finado
l.ourciiro da SlvaTimentcl,i>ur preco commodo : a
tratar com o abaixo assignado na ra eslreita do
Rosario n. 31.Francisco Percira J.agos.
Vefde-se o engenho Suruaja", situa-
do na freguezia de Iguarass, com porto
de embarque, com safra 110 campo para
(100 pies, com boas commodidades para
morada, bem como tem no mesmo en-
genho dous siLios de Coqueiros com per-
to de H00 [es: os pretendentes podem
dirigir-te ao mesmo cngenbo, a tratar
com o seu proprietario Ale\andreTavares
da Silva.
Vendem-se saroyes para refrescos: ji ra Di-
reila n. 70.
Vende-se m escravo de naco Cosa, o qual
be cslivador e calraeiro : na ra do Mondego n. 25.
Vendem-se missaes romanos e superior esta-
menba : na ra do Encanlamento, armazem n.76 A.
Vende-se urna canoa grande e um carra de
cnnduzir fazendas: na ra do Encnnlamcnlo, arma-
zem n. 76 A.
OS IELH0RES CHARUTOS.
que ha presentemente no mercado ; vendem-se por
preco razoavel : na ra flo Crespo, loja n. 10.
Damasco monstro.
Damasco de la com quasi duas varas de largara,
proprio para igrejas, colchas, forros de carros exa-
dcirinlus a 190Q3 0" covado : na roa do n jeimado
n. 21.
Estamenha.
Eslamenba de Ia pura para liabilos de terceiros
franciscanos a 1.-.I2II : na ra do tjueiniado a. 2l!
Contina n vender-se a obra de direito o Ad-
vogndo dos Orphos, cora mu apndice importante,
conlendo a lei das ferias e airadas dos Iribunaes de
juslira, e o novo regiment de custas, para uso dos
jui/.rs,-i's.-iiv,"es. empreados de juslicn," e aqudlcs
que frequeutam os estudos de direilo.ipelo prec,o de
39OOO Vada excmplar : na loja do Sr. padre Igna-
cio, ra da Cadeia n. .16 ; loja de ciicadernac,3o e
livros, ra do Collcgio n. 8 ; palco do Collegio, li-
vrara cltissica n. 2, e na praca da Independencia,
livrara a. 6 e 8.
Reflexdes sobre a educarao phvsica e moral da
infancia, pelo Dr. Ignacio fumo Xavier. Esla obra
que tem merecido geral apreco, e qoe. de de iucon-
teslavcl utilidade us mus de familias, a quem espe-
cialmente loi dedicada, acha-se venda na livrara
de Jos Nogueira de Souza, ra dn Collegio n.8 : as
pessoas que subscreveram para a imprcssAo da dila
obra, e nao nao tenham recebido os exemplares as-
signados, podem mandar have-los na mesma li-
vrara.
\EM-SE
Fa ti tilia de trigo marca MMM, igual
marca SSS de Trieste, em lotes de 10
barricas para cima a 32,'iOOO rs. a barri-
ca : os pretendentes entendam-se com o
Sr. corrector geral Roberts.
Vende-se una ptima e-crava pfopria para lo-
do o serrifo de nina cusa de familia : na ra do Pi-
lar o. 50.
Vendem-i.s (amneos vndog do Porto, a 500
rs. o par : na na larga do Rosario o. 38.'
na ma Nova n. :IS. itcjninl 'da igreja da Cnnceiran
dos .Mililares, cadijlios .lo norte de todos os laraa-
ndos, veruiz copal a MX) rs. a libra, muito bom, opJ
limas bigornas para funileiro, tesoura para dito,
alenles muilo fortes, rozetas para esporas muito
bous, vidros para vidraca, cm caisa e a relalhn, e
lodos os preparo* para oflicina de lalociro e funi-
leiro.
Muita atte'ncao.
yendem-se na ra da Cadea do Recife n."47,' loja
de .Manuel b'erreira deS, corles do ganfea de cores
para calcas a 25210, cbila larcas para camisas de
hornera e vestidos de senliora a 240 o covado, luvas
rieseda prelas para homem a 800 rs. o pnr,: palitos
de-alpaca prcla a 5j}, 65 e "3000, dilas de alpaca de
seda a 8?000. : .
Fazendas batatas.
Corles de cassa do cores c.im barra a 2-5000, clitla
boas de cores Cuas a 180 rs. o covado, dilas largas
liara lucio a 200 rs., ditas adamascada azul c amarel-
las proprias para cobef la a 240, risrados francezes
largos de quadros modernos u 260, pecas de cassa de
lista com b varas por 15600, dilas dequadros a2Jfrs.
corte de seda proprios para imvas a 205000 rs.,cam-
braias de lindo finas a 53000 a vara, panno de linlio
para lences cora mus de 11 palmos do largura .1
2*400 rs. a vara, corles de camdrala do salpico, a
2JS80 rs,. corte de casemira e cores a 43OOO, brim
de quadrinhos a 2*0 rs. u covado, sargelini escuro
com mofo a 160a covado, luvas decores lio da Es-
cocia a 160 o par, esguitto para pello do camisa a
15100 rs. a vara, panno prelo e de cores, merinos
Ljinissimos, e oulras muilas fazendas que a iliuhtiro
se vendem por preco hiralo : na loja n. 50 da ma
da Cadeia do Recife defronle da ra da Madre de
Dos. 9
Fai'iiih^^fiian-
clioea ^ilO
a sacc^
No armazem de T.tsso 1us.
DEPOSITO DI -FABRICi DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa do N. O. Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algodo M
cado daquella fabrica muito proprio
rn saceos d assucar e roupa para
vos, por pre,co commodo,
Em casa de J. KeUer&C, na rna
da Cruzn. 55 ha para vender excel-
lentes pianos viudos ltimamente d Ham-
burgo. s
Vende-se urna batanea romana rom lodos os
su perlences.em bom uso e de 2.000 libras : quem
prelender, dirija-se rna da Cruz, armazim n. 4.
COGNAC VERDAJDEIKO.
Vende-se superior coenac, em garrafa, a 125000
a duzia. e I528O a garrafa : na rna dos fanoeiros 11.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, 4c muito
bom gosto.
Veiidcin.se ua ra do Crespo, toja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENCitO.
Irrita do Trapiche n. 34, ha para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, preprios para deposito de fe-
ses ; estes barris ao1 os melhores que se
tem descoberto para est lim, por nao
exhalaiem o menor cheiro, e apenas pe-
zam 10 libras, e cusa m o diminuto pre-
co de 4. Vende-se pipas, barris vazios e bat>
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, 11a ra do Trapiclie
ri. 1A. -
Potas sa.
~^T( anlgo deposilo da rna da Cadeia Velda, es-
criplorio.n. 12, vende-se muilo superior potasa da
ltossia, americana c do Kio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he paia fechar conl/s.
PILULAS HOLLOYV
Esle ineslimavel especifico, comp.
le de liervas mfdiciaaes, na* rnlnm mercurio, neta
oulra nlgiima substancia delecterea. Bcdignoa mais
leiirtt .iifuncia, e coraplaic3,o maii
igualmente prorapto e seguro^^^H
na conplcicaomais robusta- bitfl
cenle e 111 suas operacoei e efTelos; pois cuaca e re-
tnove ?s doeujas de qualquer especia e gr, por
mais antigs c lenazes queiejam.
Entre uiilhares do pessoas
medio, muilas q,aej''estavan.
perseveraadoem seo uso, ewseg
saudc i> forjas, Uepaisdahaver tontada intilmente
lodos us outros reM^^^H
As riaisafJliclasnao di
rabilo :; fajara um compelel*
efleilo desta assombrosa nieili
peraro o beneficio da side.
Nao lempo em lod^^^^^^^H
qualquer das seguinlesenfernidaj
Accideotesepilepticos.
Alpor:ss.
Ampollas.
Areias (mal d'). .
Astbma. '
Clicas.
Convulsdcs.
DebiliJade oa etlenua-
Co,
Gola
Hemorrhoii
Hyaro
leteric
I ndiges 1
Inflnffi^^^H
I rregularie^^^^^^^BI
truajito.
Debiliiade ou falla de Ltabri. 1 esne
forc.is para qualquer
cottia.
Desinteria.
Dor de garganta.
u de barriga.
uos rini.
Duris no*venlro.
Enfermidadcs no ligado.
u venere
Enxarineca.
ervsipela.
Febres. bijinsas.
- 11 iiiiermillenlcs.
V eudetn-se.eslasjpiluls no eslabele
de Londres, a. 244, .s'/rt.
ce. _
Mal-de*-ped
Manchas
Obslrac)
Phloiti
pul
Kbeuioal
Sv 111 p tonta
Temores.
botica ros,
de sua ve.
ilespan
Vendc-S
las conlm u
plicar o modo de

1 para ez-
Jionitas franjas com bolotas para
cortinados.
Vendem se na roa do Quciniado n. 0:1,luja de Joo
Chrisoslomo de Lima Jnior.
Vendera-se corles de cassa preta de bora goslo,
pelo dimiuulo prevo de 25000 : ua ra do Crespo,
toja n. 6. /
LABYlUrxTHOS.
T.encjos de cambraia d.e limo mufo fino, Inalhas
redondas e de ponas, c mais objectos leste genero,'
ludo de hom gusto; vndese barato: ua ruada
Cruz 11. 34, primeiro audart,
r? Aclu-se venda o manual do guarda na- ;
5$ cional, ou coleccilo de lodas as leisa, regula- 9
i menlos, orden* e avisos concedientes a mes- 9
'.' magoardanncioti.il, ergani-ado pelo capilao $)
}9 secretario eral do commando superior da 9
$ guarda nacional da capital da provincia de jjf
9 l'cniambiicu Firinino Jos de. Oliveira, des- @
' de a apa nova oruanisucao'al 31 de dezembrn .
~ de I8.">'i, relativos nflo s ao procesan da qua- 9
J5 lifirac.u), recurso de revista, etc.,-ele., senAo j
^ o economa dos corpos, organisaco por mu- 9
5S> nicipios, balallies, e eoiiipanliias, com map- 9
3 pas c modelos, etc., ele: vende-so anlca-
@ mente no pateo .lo Cuino n. 9, primeiio an- 9
@ dar. a 59000 por cada volume,'
A 9000 A PECA.
Veiidem-se pecas de brim fino de lindo, eom 20
varss, proprio para crolas. loalhas, Icneaes e oulra
muilas obras, pelo baralissiino preco de 91000 a pe-
ca, assim como onlras muilas fazendas que a dinhei-
ro sevendemliarato : na roa daCadela.do Kccife,
loja 11. 50, defronle da na da Madre de Beos.
VINHO 1)0 PKTOSCI'EKIOR FEITOHIA.
Vende-se por 'preco commodo lio armazem de
de Barroca & Castre, fu da Cadea do Recife 11. 4.
Velas.
Vendem-se encllenles vetas de carnauba pura a
de composicao. sendo oslas do melbor fabricante d
Aracaly, pelo commodo preco de 1 s-500 a arroba :
na ra da Cruz armazem 11.15..
A ELLES. ANTES QUE SE ACABEJd.
Vendem-se corles do casemira de.bnm goslo a 25,500
45 e 55OOO o corle ; pa ra do Crespo n. 6.
Taixas pare, engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua* haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, asques acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcain-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se nm cabri^lcl e dous cavados, ludo
junio ou separado, sendo os -avallas muito mansos e
mnilo costaleado cm cabnolel: para ver, n co
che-ira n. 3. defronle da ordem ir ir eir de S.Tran-
cisco, e a Iralar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na ra do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SEMIORA.
Indiana de quadros mnilo fina e padrcs novos ;
corles de lila de quadros c llores por prego commo-
do : vende.ee na ra do Crespo toja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4?500
0 CORTE DE r\L(\.
Vendem-se na ra do Crespo, toja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
lie burato que admira.
Vendem-se saceos com feijao por di-
minuto preco: nos Quatro Cantos da ra
do Queiraado, loja n. 20.
Na ra do Vigario n. 1!), primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para -piano, violo e flauta, como
tejam, quadrilhas, valsas, redowas," scho-
tickes, modinhas, tudo modrnissimo ,
chegdo do Rio de Jpieiro.
Grande sortimento de brins pnra~quem
quer ser fjEmenlio com pouco dinheiro.
Verfde-se brim li aneado de lislrp e quadros.de pu
ro linbo, ;t 800 rs. a vara, dito liso a 610, ganga
amarell lisa a 860 o covado, risrados escurus a ,tmi-
lacAo.de casemira a 360 o covado, lile de liado a
280, dilo mais abaizo a 160, castores de lodas as co-
res a 200, 240 e 320 o corado: nrrna do Crespo
0.6. v
COK PEQUEO TOQUE DE
Algodao do sicupira a 2S500 c 35 : vende-se na
roa do Crespo loja da esquina que volta para rna
da Cadeia.
Alpaca desea.
Vende-se alpaca de seda de quadros dr hom goslo
a 720 o covado, cortes de laa dos melhores gustos qoe
tem viudo no mercado a 49500, ditos de cassa chita
a I58OO, sarja prelo hespanholrf a 200 e 25200 o
covado, ,elim prelo de Maco a 25SO0 e 35200, guarr
daiiapus adamascados feilos em (iuimaraes a 35600
a dujio, tnalbas de rosto viudas do mesmo lugar a
93000 e 125000 a duzia : na ra do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
Mitos A800RS. CADA IM.
Vendem-se na ra (ioJ^rcspo loja da esquina que
volla para a ra da.Cadeia.
colites de casemiras
DE CURES ESCURAS E CLARAS A 39000.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
3$* s: s snesii
asooaBBBBJ
'o em p.
Sr d'eslas pillas.
O deposilo geral he om casa 'do Sr. Sonm, \
oiiceittco, oa ra da Crui aoi-
buco.
Bom e barato.
Veridem-e muilo bonitas pul .r. <
cores e goslos a ltO0, "15800.
padres d pentes-de tarl.iraga para al^^^^^H
1 I55IXI, 55500 e 69500, pcnles de mailim para air
a i5i|X), bonilas trancas.de seda brs
180. ;0 t RIO a vara, lucos finos ..
100, 80, 560 e 610 a vara, sapalin
enancas a 320 e 180 o par, nnityBBBJ
.denles a 500 e 600 rs gravaltahM de B.
ra meninos a 800 rs., ricos ioucadores a 258.KI, dilos oleados a 1400, cjiviiharrom Oitm
de agulb fraucezas a 160. dilamSla nm 3,
i
Deposito de vinho de cham-
ad pagne Chateau-Ay, primeiraqua-
^ lidtde, de proprtedade do conde
US de Marcuil, ra da Cruz do Re-
6gt cife n. 20: este vinho. o melhor
^ de toda a Champagne, vende-se
? a .iiijfOOO rs. cada caixa, acha-se'
? nicamente em casa de L. Le-
W comte Feron & Companbia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
^p goConde de Marcuile os ro-
^ tulos das garrafas sao atues.
Deposito do chocolate franeez,, de urna
das mais acreditadas fabricas deParis,
emeasa de Vctor Lasnc, ra da Cruz
n. 27.
Hura-superior, pura baunillia. 15920
Eztra lino, bauulha. 15600
Superior. 15280
Qem'-omprar de 10 libras para cima, lem um
abate de :0 % : venda-sc aos mesmos prejos e coil-
dices, en casa do Sr. llarrelicr, no alerro de Boa-
Vsla n. 52.
Vende-se ac enttunhetes de uro quintal, or
e Me. Cal-
preco. muito commodo : no armar.,
moni & l.ompanbia, praca do Cp^rpo
n. 11.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcas e aquetas, a 160
o covado.
Vende-se ua ra do Crispo, loia da csqaloa que
volta para a cadeia.
Vei dem-se no armazem n. 60, da roa da Ca-
deia do llecife, de Henry Gibson, os milis superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preco
mdicos.
Verda-se excellente tabeado de pinta, recn-
tenteme chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferrera, a enteuder-se com o adrarais
ador do nesmo.
Deposito de cal de Lisboa.
Na ra da Cadea do llecife, loja o. 50, contina
a vender-te barris com superior cal virgen) de Lis-
boa, por prejo commodo.
5000 a
orno
iz em fraseos
ario a. 38.
liniss mas cnllieres de casquiuha
duzia, tillas para cha a ~~
meia. de lajj^uare padre
cen granudas N20, bonilas fri
e loalhas 200 e 2W a vara, e J
luvas blancas de fio da Escoctei__
mescladas muilissimo boas para'faMkff
chicotinhos de b-leia a 000 e I92W1,
de peso muilo nperior fazen. S
dilo idmaco a 35800, dilo meio lu
nilos atacadores denrualiria pira eti^B^H
a 500 rs. u par, lmenos de porcelana 1
par, (aizinhas de Jacaranda cour 100 veli
go a 160, (s a caiiinha vate o
navalha feio e bom a 15500, li
drepcrola para camisas a ff9
casquinba para saboneles a
lina de lodos os lamanhos a
para r'aljas c foleles a 100 rs.,
molduras a 120, UO e 160, nad
mais injertos que se vendem por
oulra qualquer parle, e d-se amostras :
Qucimado 11. 63, loja de Jeas Chrisosil
Jnior.
SAL DO ASS
Vende-se a bordo da bai 1MATHILDE,
fundeada na volta do Forte do Mattos :
tratar com o capitao a bordo, ou
Munoel Alves Guerra Jnior, na
Trapiche n. 14.
SEDAS DE CORES.
Vendem-se corles de vestido de seda* 4b cores por
preco muilo em cunta para acabar: na
portas -iada do Queiroadofefj
Rolao fra
'Vende-seo verdadeirp rola
de libra c a relallto : na ra I
Rap Paulos
Vende-se o verdadeiro e m
Cordeiro : aa roa larga do Hosa
Vendem ^e a fia doreflao para na val has a 500
e 6W rs.: oa ra larga do Rosario o. 38.
Vest |920.
Na toja* de i portas da ra do yue.ma.ion. 10
vendem-se corles de vestidos de dula de cores boa
fazemla a seis patacas cada corle, leudo moilo sor -
lmenlo para escolber.
Vendem-se chapeos francezes 1
liarnlissimo preso de 4J0OO cada nm, mas sao toaos
para quem tem cabes grande : no alern
Visla n. 18.
Vende-se ama parda moca, com algumai
bilidades e bonita figura : na ra do Trapiche a. 14.
Vende-se cognac da melhor qualidade : na ra
da Cruz n, 10.
Superior vinho de chnmpagneeBor-
deau\: vende-se em tlin & C, ra da Cruz n. 58.
Artencao.
Na ra da Cadeia Velha o.
vcnde-sedamasco.de 1,1a de
proprio para coberlas de cama e pr,
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhorament
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libra, junto com omethodo de empie-
-lo no idioma portuguez, em casa de
0. Bieber & Compafnhia, na ra da
Cruz, n. 4.
ESCRAVOS FGIDOS.
-^ Em 16 de julh fugio do engenho Desengao,
frrguer.ia do Bom Jardim, um prelo crioulo, por ne-
me Roque, idade 30 anos, e representa ter meno,
alto, secco, nariz grosso c arregarada, pemas fina,
beicos grossos. ps /egali,
vou um Val oipadoj
quera 1
a roa
meng

i
I
1
m
I
1 cavan russo 1
PERN. TVP. DE U. F. DE FARIA. 1855.


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