Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00812


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Full Text
4
t.
AUNO XXXI. N. 166.
StXIA KhlKA 2U Ut JUL1U Ut 1603.

Por 3 mazos adiantados 4,000.
Por 3 nvuea vencidos 4,500.
?a
\

9
\

j
~i
i
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f
DIARIO DE
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto.
ENCARREGADOS a\ SIJBSCRIPCA'O-
Recite, o proprieterio M. F. do Faria; Rio de Ja-
neiro, o Sr. Jo3o PereiraMarlins ; Baha, o Sr. D.
Duprrt; Maeei, eSr. Joaquim Bernardo de Men-
doura ; Parahibat, o Sr. Germiio Vctor da Nativi-
dade ; Natal, o Sr.Joaquim Igoico Pereira JuDior;
Aracaly, o Sr. Aolonio de Lemos Braga; Ceari, o Sr.
Victoriano Aoguato Borges; Maranhao, n Sr. Joa-
qun) Marque* Rodrigues ; Piauy, c Sr. Domingos
Herculaito Ackiles Pessoa Cearenee; Para, aSr. Jus-
ino J. Ramas ; Aroazonat, Sr. Jeronjmo da Cosa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 d. |por 19.
Paris, 355 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acroes do banco 30 0/0 de premio.
da cornpanhia de Beberibe ao par.
> da cornpanhia de seguros ao par.
Discontn de ledras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncea heepanholas* 29)000
Mudas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 16*000
de 4000. 99000
Prala.I'alaeoes brasiieiros. 19940
Pesos columnarios, 1*940
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS CORRE10S.
Olinda, todos os dias
[Caruar, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE HOJE.
Primeira s 9 huas 18 mininos da manha
Segunda s Stioras e 42 minutos da tarde
AllllLACI AS.
Tribunal do Conjmereio, segundase quintas-feiraa
Relacao, tercas-feiras e abbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas o Mi
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas
1 ma do civel, segundas e sextas ao meio 4ia
2* rara do civel, quartas e sabbados ao meio (fia
EPUEME1UDES.
Jul.'io 6 Quartominguanteaos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
14 La aova ai 2 horas, 21 minlos e
40 segundos da manha.
22 Quartocrescenteas 5horas, 30 mi-
natos, e 40 segundos da manha.
i> 29 Lo* eheia as 4 horas, 44 minutos e
33 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
16 Segunda. N. S. do Carmo ; S. Hilariano.
17 Terca. S. Marinha \ ; S. Aleixo.
18 Quaria.S.Rufinob:;Ss. FredericoaeMaterno
19 Quinta. S. Vicente de Panlo ;S. urea.
20 Sexta. S.Jeronymo Emiliano; S. Elias proteta
21 Sabbado. S. Prxedes v. ; S. Daniel profeta.
22 Domingo. 8. Mara Magdalena (a peceadora
do Evaogelo ) Sg. Meneleo e Vadregezilo
paute trnciAL
GOVERNO DA PROVIISCXA.
BxBaeleaue o 4U 17 de j.lho.
OfflciT-Ao Eira, conselheiro presidente da rela-
cao. ialeirand-o de haver o bacharel Jos Quintino
ande paitara honlem o exercici) da vara munici-
pal a de orpliias do termo de Oliuda. Igual cem-
mumeacao tai theseurari* de fazimda.
BttoAe choto da polica, declarando qne expe-
dir ordem ao inspector da thcsourira provincial
pera mandar pagar, estando nos termo* legaes, as
cuntas jeaS. S. remelleu, send > urna da. despeza*
feila eum o atucoel da casa que serve de eadeia e
paatjajam ra qnirtal n dett,icaineiU-> da fregu****-
" deBarrerros, Vencido desse o 11. > de novemhro do
aneo prximo paesado at 30 de junho ullimn, ootra
do alocua! da nm caballo que ruuduiioo sentencia-
do Jas* Carlas Damttcenn, da povoar.io de S. lenlo
al esta capital, a ultima finalmente do que se gas-
cora a roraecimento nSo t dos preso i pobres da ca-
deia de Nazareth, mas lambem de lut para as pri-
scos da mesma adata doradla o referido mtv. de
jualio.
DitoA* inspector da theaoOr.iria de fazenda, de-
votveado-a totha dos operario* qic tr.ibalharam na
obra da taladoure publico desde 2 P 10 desle
mez, e-declarando qae rmquant i o governo impe-
rial asa resolver o contrario den S. S. mandar pa-
itar, sob a responsabitidade da presidencia, as des-
pesas qae no presenta -ejercicio su fizerem cuma re-
ferida obra.
DitoAo mesmo, (ransmiltindo, para o fim con-
veniente, dous avios da lettras si b n. 3 e 6 na im-
portancia de 720M0 saccada* pida Ihesoararia de
toienda da provincia do Rio Grande dn Norte sobre
a dcsta a a favor de Antonio Joaquitu Gomes.Par-
ticipoa-te ao Eira, presidente daqirella provin-
cia.
Dito-Ao inspector da thesooraria provincial,
eammaaieando qae, segundo parlicipoo o director
das obras publicas, ja se acha feito o calcamenlo do
principio da coa Direito at a travesa da Penha, e
,baa> aaiim ada (saveasa daqnella ra para o paleo
da Sao-Pedro, e reoommeodani.'oqne faca esecu-
taroquea ispeito dispoe o arl. 3 do regolamen-
to provincial t 22 de dezembro do anno prximo
paesado.Reapondoa-se ao sunradite director.
-i
I
I

EXTERIOR.
LONDRES
1* 4a isushe da 1465.
A historia desta imperio nao prsenla eiemplo
de urna poltica to fatal i morali lade publica, como
a que be tagaida pelas ministros le Stia Magestade
acerca dn grande queslao da Paz uu di Guerra. A
Inglaterra sempre se tem vangtonado da sua sin-
ceridade a alto sentimento da honra publica.
Dorante a ultima guerra manifesbu oin objecto de-
Ooidoa redoecdo do poder da l'ranca dentro dos
limites prascriplos pela legislaca internacional da
Europa. Us seos ehefes, em Ierra ou no mar, per-
feilamcnte sabiara o que dalles m esperava nao
eram impedidos ou parausados nai suas opera^es
paramente militare, pelo receio da lidelidade do
governo, ou pelo temor de seren mais censurado*
pela aora axila de saas empresas do qua pela respec-
tiva snaloaraco. Cnial he a nosta posicSo actual'.'
Ser verosmil da carcter do humera que o chele
de ama esooadra oa do exercilo de urna nacao pro-
siga,na,jaeTfacoinonecessaro visor em um paiz
eslrangeiro, quando sabem de quu os seus superio-
ras eatlo empregando todas as suas torcas para al-
canearam ama paz t Admirar qu appireeHo slgnal algnm de slgum Malborough,
rfft||pilfaMSelon, qnande lodo o taleqlo e a
rorasjaraua amboe os ramos do seruco publico tum
sido deseoreoado e acanhado pelti ambigoidade de
suas posi^oes a pela sea total ignorancia se se eiigcro
driles qua sav batam ou unicamentii qae Onjam fa-
xe-lo 7 Oo, te voitarmos pira a nona pusiclo dplo-
BMlica, nSo eucootraremos o me-, ios males, deri-
vados das mesma* camas ? A hesiticao e incerteza
da rftssa illilnde, as contradicSes positivas des Bes-
aos ministros, que maJam os sea* desimos indivi-
duaos oa colleclivos, segando os actecimentos,
dflo'aaa dpUatatas do iairaigo moa vanlageo in-
calculavel. Ao pasto qae a Roasia prosegneem ama
poltica fu e invariavel, aconpanliada de ama as-
luris indelermioada, mas cheia de peneveraoca. sis-
temtica, as ministros de Inglaterra te apresentam
sera plano algara, nem mestram ttr coragem para
forma-I. Entregues si inesmos, perdem o lempo
mais precioso I 10 em reservas apatiiea* ou em
dispalas de gabinete. Portados pela epiniao puhli.
i silencio, dizem apentis ahuma eousa
para acalmar a excitacao momentnea, ou fazera
protestos illusorio* de renovado vigor e energa, cu-
ja falta de sinearidade he perfetsinentB percebida
pelo ioimigo.
, o interesseda morali lade poltica que
i Earapa lava eslar em dovida se os covernos da
Kraneaeda Inglaterra pretendem limitara guerra
em reprimir i agsjreesao russa na Tarquia, oa se
praponhem a sererr. os hroes dos direto* e da justi-
;a publica contra os designios da conquista anvcrsal
jue a Russia nem ao manos procura oceultar. Os
pequeos estados da Europa se aeham colloeados
por este proeedimenlo ambiguo das Potencias Occi-
denlaesdizeraoj antes da Inglaterra, puis que a
Franca nada tem deiaado a dovida r da >ua inceri-
dadeem ama posieao de embaraf i peculiar. Aa
paesese vacillamos, Estados qae st podiam tornar
uSaM'itliusua altiados, esto procrastinando, se na
rvalaala} vio procararem immeiliala seguraoca unin-
ifcl aam* mmibatt steqae, possaindo vonladee pol-
tica, se voltaria e os esmagaria, se, iierdendo a es-
peranza de alcaacar do nosso lado o soccorro moral
oa material, elle*anda eaforcam-H era conserva
a saa neotralidade.. A Suecia e a Dinamarca st
cham peculiarmente embaracadas ou em perigo
por causa da posiSo falsa deslas cnasas. Os mais
pequeos Estados da Allemanlia, da mesma manci-
ra, estio aferrados tendencia Ruisi pela ignorar -
ciados designios dos Estados-Occldenlaet. Ellas
tem maisdirectamensa e inclinado aos intentos da
diplomacia rossa. O ultimo manifest poltico do
Conde da Nesselroile foi dirigido dir idamente ci-
tes Estados, proce lmenlo este que cubri a Austria
de ultrage, mas que seria inteirameule innofensivo
m exististe na politice da Inglaterra e da Franca,
nm contrapelo qae a abrigaste das ameras da Ros-
ta.
He bastante sagaz lord Palmerslori em conservar
um silencio que pensa prodozir maijr impressAo do
i]ue qualqurr declarac| verbal. Ksforca-se em fs-
;ier sobresahir a sua mi repatacSo. A quatro an-
uos que foi ameacado com ama liga Europea, pela
razio de ser considerado favoravel i emanicipagao
las nacionalidades. A nao ter reiraiado aquellas
.inligas opinioes ser considerado como traea;a pei-
nanenle, nao s Russis, mas tambum lodos Es-
ledos da Europa, qae se tem approveitado da pi-
Ihagem territorial e da usurparlo das nac/ies indt-
rendenla. Se he isto a cauta da lisgoagcmjambi-
gaa de Lord Palmerston o qae he peior anda do qne
o *eu ambiguo silencio, envelve um grave erro,
llelhor seria para este'paiz e para o inundo inteiro
eaberlamenle c*posassemo* ou|nbandoniissemos de-
finitivamente o theorde poltica com que Lord Pal-
merston sempre arariciou quando ministro dos ne-
liocios eslrangeiros. Entilo podertmos realmente
uber sobre o qae podemos confiar, e enpregar af
iioesas forjas sobre o ohjecto da guerra da maiorou
lOenor imporlaocia, segundo as evenloalidades. No
sslado em que se acha actualmente a Inilaterra, ir -
orre i. ido de duplicidad od fraqotza, aa
patso qae a Rosta he moi asala, n ai cunhecedori
da lerrivel arte de umeacs, para nfli rir-se dos nos-
sos traeos eslralagemas. Em 1818 scmelhanle pol-
tica seria demasiadamente conveniente. Hoje seri*
urna loocura.
Observe-te da mesma sorte, qne efieilo esta calcu-
lada ambigudade podera prodozir em o nosso paiz.
Di aos honrados membros que tem prolongado oa
debates, e que tem de conlinui-los segunda-feira,
urna jusfificacao positiva acerca dos seus proeedi-
raentos.
Ha ama mera proposicSo para a pax por amor da
paz, o orgulho e a moralidade publica te revollt-
riam ; e se os membros de Manchesler tivessem e
irrefieclida eoragem de apresenta-la, teritm imme-
datamento laucados fura da caniara. Mas lornar-se
"urna cousa muilo diTerente quando esladslas de re-"
conhecdo palrinlsmo e de elevado (atento tilo ca-
pares de prodnzir as conseqaeucMS de ama guerra
de principios e de governo internacional. Ja temos
demonstrado coino os seos esforcos tem tido de pro-
posito mal interpretados us paizet eslrangeiros. Os
orgios da Rus>i em dilfereotes Estados Conlinen-
taet tem vidamente se aproveitado das propnsiri'es
?tosala. Grey, de Mr. Mlner Gibsen, ede Sr W.
Hetlhcote, e do facto conhecdo de que alguns dos
tiestos mais eminentes estadistas nao eram desfavor
reveis ios sens fins geraes, para provar qne a In-
glaterra se acha dividida entre ti me-mo, e que o
desejo real do povo he pela paz. Tendo observado
como a Russia se tproveita de todas as influencias
moraes para favorecer a sua poltica, nlo he de ad-
mirar qne ama oppnitanidade to propicia fosse
desprezada por .eus- agentes, para crear ama iro-
pressao falsa acerca da posiclo verdadeira e dos sen-
limentos desle paiz ; nem pode o imperador le-
tandre ser censurado se elle se alegra em ver oa
desfallecidos nimos di sua nobreza, raostrando-lhe
qae, cora mais alauma persistencia com algoma
cousa mais do anligo eslylo de valenta, elle nos po-
der conquislar.
Todos estes males pdem ser evitados ou termina-
dos, seXord Palmerslou condescender em cam-
prr o seu dever. He com efieilo urna posieao mise-
ravel para um ministro estar tratando de ama guer-
ra insignificante casia da opiniAo publica. Sem
dovida Lord Palmerston te acha incommodado por
nao poder continuar no sea directorio de inercia.
Sem duvida he para lamentar que o povo de Ingla-
terra continu a ser ignorante doitconlecimcntos do
sea paiz. Irrla o orgulho oQlcial e pestoal de Lord
Palmerston i ser fdreado a prestar attencao i in-
fluencia da imprensa, e i responder na assembla as
pergunlas que Ihe sao dirigidas.
Mais dolorosa anda ser para o nobre Visconde
quando couhecer qae a toa rnaioria dos cem he Oto
diividosa como a paz que Lord John Russell inten-
tou a arranj.ir em Viennaqae elle contina na taa
pasta nicamente como um mi administrador
que a nacao est caneada das continuadas lograrOrs
de um impostor que nao passa alcm 'de atgumas me.
didas preliminares. Mas ludo islo nao serve de
fundamento para se arriscar a honra e o inleresse
de imperio, como do facto serao arriscados se o de-
bale adiado passar, salvo se Lord Palmerston fizer
[Isuina declaracao em qaesabmetla este paiz al-
goma poltica particular. Esperamos que o nobre
Visconde lera bastante patriotismo para ceder a toa
obslinico ao seu obvio dever.
( The Morning- Ckronicle. )
I
IITEMOR.
I
RIO SE JANEIRO.
CAUTaRA dos srs. deputaoos.
Ola 2 de jubo de 1855.
L-see approva-tea acta da sessao anteceden-
te. O Sr. primeiro secretario d coala do seguinte
expediente :
JJm reqnerimenln de Joaquim Soler dos Sanio8
Coelho, pedindo permssio para fazer exame do |,
anno da faculdade de direito, fazendo previamente
o de arilhmetica e geometra.A' commissao de o-
IruccSo publica.
Da coiiipanhia ingleza de mineracto eslabelecida
na provincia de Minas Geraes, pedindo para ter e-
quiparada as outras companhias anlogas qoanto aos
direitosque ptga.A' primeira commissao de orca-
menlo.
PRIMEIRA PAftTE DA ORDll DO DA.
Aprtttnlao e diteunio de raetierintentos.
L-se, e sera debate he approvado a teguinte re-
querimento :
(i Requerelnos qua pela secretaria do imperio
se solicite os seguidles rtclaracimentos com urgen-
cia :
R I. Copia do decreto, arito, ou portara qee
creoa o servico da limpeza da ddade a cargo da po-
licis.
c 2.-0 immero dot'empregos ereados para este
servico. ff' .
i 3. As somaras que te tem despendido al hoje e
porqae verba do errameoto.
(Pacada cmara 2de janhode 1855. Candido
Borges.J. J. da Rocha.t
O Sr. Jaeinthoe Mendonca pronuncia um longo
discurso, cujq unjeo objecto foi defender o presiden-
ta.do Rio Grandejpo Sul, qae fora cruelmente acen-
sado pelo Sr. Sayan Lobato Jnior, depatado pela
mesma provincia ; e concloio enviando mesa o re-
qnerimenln segainle, que be lido a apoiado :
Requeremat que se pecara ao governo as segra-
les iaformares: ,
b I.Qual uresaltada do me a que na thesou-
raria da preivncia de S. Pedro do Rio Grande do
Sal se proceden em Janeiro deste anno no cofre do
Ihesoureiro Pedro de Azevedo e Souza, e se desle
mesmo exame se reennhecea eslar o mesrao Ihesou-
reiro alcaocado para com a fazenda publica.
. 2. Qual o procedimento das diversas autoridades,
assim policiaes como crimnaes, que inlervieram ua
formaco da culpa e julgameuto do crime de moeda
falsa inlroduzida na provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sul, e a que se refere o Sr. ministro da
jutlica em seu relatorio de 1854.
a Sala dasessoes da cmara dos depulados 2 da
junho de 1855. Jscinlho de Mendonca. Cruz
Seceo.'
O Sr. Presidente declara que a discustao do re-
querimenlo fica adiada para o prximo sabbado, e
passa-se segunda parle da ordem do da.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
Fi.varao das forras de Ierra,
Continua a discussao desta materia.
O Sr. Bellegarde (ministro da guerra):Sr. pre-
sidente, na sessao de bontem algunt nobres depula-
dos me dirigirs! observaos e me fizerara pergan-
tas sobre o estado da reparlicao que se acha a meu
cargo.
Parecen eniergarem elles as emendas da com-
missao dcsialellgeucia entre ella e o ministro da
guerra. Sendo a proposla enviada a esla nobre com-
missao, tive una conferencia com dousde seas mem-
bros e com a commissao de marinha a guerra do se-
nado para tratarmoa a respeito. Fizcram-me algumas
observa^oes em qae nao concordamos, e fizeram-me
oatras observarles em que concordamos. NSo ha por
lanlu ah nenhuroa npposicao da parle da commissao
as ideas do ministro, visto qae este.iceitou as emen-
das apresentadas pela commissao, como ella mesmo
decliroa no relatorio qae precede a proposla para
ser disentida.
Deisas emendas a mais importante he a qae diz
respeito i organisecHo da infamara; mas, como ago-
i
*
ata do artigo em qae se pede esta auto-
"" lt>era expender em oceasiao op-
ra nao se Ira
risaclo, reserv
portuna o mee Jelta a este respeito e mostrar por-
que me conformei com a opiniao da commissao.
Passarei s arguicoes que mais especialmente se
fizeram admaWric.lo di guerra.
Tratando-se da promoces, disse-se qne talvezhou-
vesse mais conveniencia era qne ellas fotsem dirigi-
das pelo cooseMbt eepremo militar ou pelo proprioj
ministro. ..
O supremo cenatlKo militar foi entre nos organi-
stdo com funcebja de nprema de ju*tica militar, de
eonselho de gutera ede eonselho dt>alsairantado, '
urna das tuas asjtabniciseem lempos anligosera ar-
canioeao dis-proposlas, raes depois esta altribuico
foi passnuda para oscommaudanie* de armas, para
os eommandanles de corpos. lornou a concentrar-se
na ajeaelaria "da geeiTa, sendo finalmente esta be le-
ciiia^Pcommissiodat promotSts pelo regalsmeolo
de 31 de m*rco de 1851.
- A commissao faz listas des oflrtiaes das diflercules
armas que esto no caso de ser promovidos, por es-
larem aa coadicnes do regulamenlo, per ordem de
antiguidade; e forma nutras relacoes por ordem e
mereciraenlo pan os postea qoe podem ser prvidos
por esta condiclo. Qaanlo antiguidade, a com-
missao dirige-te pelos nssentimenlos e pelos alma-
oiks qae sao publicado, e contra os quaes se quer
d aos ofllciaes o direito de representar quaudo os
lugares em qae est.io colloeados nao sao aquelles em
qae devem eslar. Qoanto ao merecmento, a com-
missao tendo em vista os assenta mentes, a na forma
do regulamenlo citado, dos oOiciaes, nao faz mais
do que apreseatar aquelles que soppe no caso de de
ver ter accesso por esta condieao de sorte qae quau-
do o governo enlende qoe nao foi compre hendido
ilcum individuo qae eslava em crcomslancias de o
ser, reenva o trahalho da commissao, para que ella
reconsidere, sem que a ordem em qoe sao apresen-
lados obrigue ao governo ; por isso qoe nao ho mais
do queam (rabalho preparatorio para Ilustrar o mi-
nistro a este respeito.
Disse-se que essa trabalho podia ser feito pelo su-
premo eonselho militar. Duvido. Um corpo de 12
membros seria demasiadamente numeroso para se in-
cumbir de 3 qaesloes. Seria preciso tirar-te do seio
do supremo eonselho urna commissao para senear-
regar dease Irabajho, e afinal essa commissao leria
de fazer e mesmo qoe a actual commissao de pro-
moc,oes
Acrescendo ao trabalho da organisacao dessas listas
sobre ilcitos e variados documentos, o da escriplu-
racSo do livro meslre, nao se pode dzer que a com-
missao de promoroes he ama sinecura ; porque por
em ordem os assenlameotos de mais de 1,500 olu-
ciaes, grande numero de elucides inferiores, e de ca-
detes, daquelles que postara eslar habilitados para
entrar em promoroes, lio um trabalho imporlantis-
simo.
Esse trabalho, o do livro-meslre, eige qoe aquel-
les qoe o organisam, estejam ao fado dos antece-
dentes militares, conhecam grande parla do pessoal
do ejercito, e perianto uao podia ser feito pela se-
cretaria. A secretaria nao pode ofierecer a este res-
pello a roetroa garanta que urna commissao compot-
aameraes.
assenta me nlos da secretaria he que
vo para i cojpi Meo, e que al podem ir viciados.
Em primeiro >^K^?declaro que tal falsificarlo te se
desse seria obj Ipunivel; em segundo lugar dev<>
dzer qae nao t. s assentamenlas da secretaria que
vo parar- ao, sao os proprios documentos
oTiciaes,' brdedt tf# dia, fes de olficio lirados dos cor-
pos respcctivoia/nforraacOes semeslraes, emfim, sao
lodos o* documentos- dirigidos pelas com plenle- au-
toridades.
O nebro deputado pela provincia de S. Panlo pa-
recen aecusar o minislcrioa meu cargo pela nao pro
mocao do Sr. AntonoPereira da Gama Lobo, coro-
nel do estado-tneior de 2.a ciaste. Este tenhor apre-
senloa-se no Rio de Janeiro cora um requerimento
pedindo reparaeSo de "prelerisoes que havia soffrdo.
em vista dos servidos prestados no lempo da inde
pendencia e mesmo posteriormente, julgo qae em
1842...
O Sr. Packeeo :Em duerentes pocas.
O Sr. Mimara da Guerra :Lomo se tralava de
prelerirae, maadei consultar ao supremo eonselho,
para ver se linham sido prejodieadoses direilos des-
se ofTicial...
O Sr. Pacheco :O centelbo foi unnime a favor
dalle.
O Sr. MinHlto da Guerra :O eonselho decla-
ren qne elle nM estova preterido, mas qae ao gover-
no compela, enforme le, nomea-lu brigadeiro
em allcncaoaettaeusscrvicos, porque o governo he
quem eajaolhee*coronis que devem psssar a briga-
deros. rortaade n questao do Sr. Gama Lobo era urna
queslao de proposta ordinaria.
Posterioraaaate repreaentoa o Sr. Gama Lobo que
eslava mal eafjacado no almanak. Mandei de novo
consultor o supremo eonselho, e este respoudeu-me
que esse ofilcial eslava bem collocado no mesmo al-
mauak ; eis o que consto*: ha 3 coronis com a gra-
duado de brifdeiros noettado-maibr da segunda
classe, os Sra. berflc.de Delem, coronel de 1826 ; Jo-
s Olinto, de 1829 ; I.opo de Almeida Heoriqnes, de
1811.
Se pois, por antiguidade, ana he o direjlo que ha
para a sra luacao, elle foi preterido por algaem,de-
via ser pelo Sr. Lope de Almeida Henriques Bote
Mo e Mello, apio rn coronel de 1811, sendo o Sr.
Uame Lobo de 1838. Creio qne nesta casa ha al
guns Dobresamohaw qae conhecem o Sr. briga-
deiro Lepo; ee Sea. depulados pelo Rio Grande do
Sol hao de conhecs-lo (apoiadot); lia nm homem
que causa lastima pelo numero de feridas que (em
recebido em combales honrosos.
O Sr. Sera :He verdade, tem 30 feridas.
O r. Ministra ia Guerra :Portento nao pode
ser graduado o Sr. coronel Gama Lobo por nlo ser
mais anligo em coronel dos 3 queja estovara gradu-
ados antes detle.
Posteriormente o Sr. Gama Lobo publicoo, ou fi-
zeram-lhe publicar ama represenlacao em um dos
jornats desta corle. Digo fizeram-lhe publicar, por
que sendo elle om dos homens mtis corlezes e mais
cavalheiros com quem tenho tratado, a sus represen-
ln(ao nao estava moilo conforme maneira porqae
elle cosame a tratar as pessoas a quem se dirige.
Nessa re presen taejo, de quo nSo Uve conhecimenlo
senao por esse jornal em que foi publicada, renova o
Sr. Gama Lobo as saasqueias, e urna de lias era qae
linhi tido preterido pelo mea accesso a brigadeiro..
O Sr. Pacheco :Isso foi erra de imprensa, por-
que nao estava na sua represenlacao.
O Sr. Ministro da Guerra :...a que eu naoso-
nhsva de ser capillo quando elle j era coronel ha-
via muilo lempo.
Eu espUco casa o qoe ha a este respeito. O S/.
coronel Gama Lobo era coronel de segunda linha
em 1818, ereio eu, e depois de prestar esses servico
independencia do imperio lelos quaes teve outrat
remuneraron, foi em 1838 pastado para a primeira
linha com a clausula de se Ihe nlo contar a saa an-
ligadide senlo desde esta dala. Porlanlo o Sr. Ga-
ma Lobo he coronel desde 1838,terapo em que eu j
linha 10 anuos de majore em qoe por consequen-
ca nao sonhava em ser capitao. {Risadas.)
E, senhoret, se em 1818, no lempo das milicias, o
Sr. Gama Lobo era coronel, eu nesta poca era ca-
dete, e estudava geometra e philosophia, e porlanlo
eu poda ter lalve mais esperones, de ser elevado a
brigadeiro do que um coronel de milicias. O qae ke
verdade, Sr. presidente, he que nesse lempo nemeu
era o Sr. Gama Lobo sob oulro rgimen sonhava-
mos em que monarchas benficos nos havara de
honrar com empregos lio elevados em saa casa.
O nobre deputada pela Babia nolou que is vetes
pareca que eu linha urna malhematica especial,pois
qae achava que metade de 3 eram 2.
Manda o regulamenlo que metadeflas promoces
se faca pr antiguidade, e a oulra metade por mere-
oraenlo.
Ora, se em urna promovi te detpcham dous por
antiguidade e um por mereciraenlo, na seguinte,pa-
ra ser cumprid. o regulamenlo, sao despachados 2
por merecmenlo a om por antiguidade ; i a nao' ser
desta maneira nae poderia de forma ulguma cum-
prir-se o regulamenlo, porqae quando houvesse de
fazer-se ama s promocao nao era possivel pirlir
um oflici.il ao meio.
O Sr. Ferraz :Mesmo porque primeiro esiao os
afilltados e depois a antiguidade.
O Sr. Ministro da Guerra :Sr. presidente, de-
claro que nlo tenho aniados, e repelire isto auan-
(as vezes quizerem.
Espero qne me ^presentera um s exemplo em
contrario do que acabo de dzer.
OSr. Ferraz :Ha muilos fados qua poderia m
er aprescnlados. ,
O Sr. Ministro da Guerra :Repito o que dis-
te, e espero pelas proras em contraro. Tenho an-
illados he verdade, e mudos, mat s8o de baplismo.
{/litadas.)
Tambera se disse que havia preferencia dos indi-
viduos da|guarnican da corle para at promocoes. Nao
vejo razaoalgoraa oslo, e em urna das promojes
ullimas de officiact superiores dos corpos de cavil-
laria e artilharia se v o contrario, porque havendo
4 vagas de mejor na artilharia todas ellas foram
preenchidas por ofllciaes, nenhum dos quaes se a-
chiva no Rio de Janeiro. Eslavara : o Sr. major
Praiedes em Montevideo : o Sr. Garjao no Alio A-
mazonas; o Sr. Caranao ne seriao de Pernambacu
o Sr. Heilor na campanha do Ro Grande do Sul.
O Sr. Seara :E o Sr. major Guimaraes a l-
enle coronel de infantaria, nao Ihe eompelindo
anda '.'
O Sr. Ministro da Guerra : As promocoes fa-
zera-se por mereciraenlo ou por antiguidade. as
promoces por antiguidade observa-se a ordem em
que cada om se acha collocado, mas as promocos
por merecmenlo o numero em que te poder eslar
por antiguidade nao pode influir, porque nettos o
governo escolhe. Assim pde-se ser o ultimo em
antiguidade, sem quo isso seja motivo para se nao
ser escarnido. O Sr, barao de Porto-Alegre era o ut
timo na escala dos brigadeiro*, e foi fcilo marechal;
e muilo bem fcilo. Quem duvida disso '.'
Qaanlo commissao de codificaran da legi.-dac.lo
militar o governo, vendo a difnculdado qae havia
para os militares consultaren! a legislarn, linha pro-
movido anligameuie a publicarlo de um diccionario
do fallecido general Cuoha Mallos ; mas com o lam-
po elle se foi tornando incompleto, e'.pbr conse-
quencia inefficaz ; por isso iiomeou um magistrado
para completar e-se diccionario ; e esse trabalho foi
a principie entregue ao dsluclo jurisconsulto o Sr
Dr. Rodrigo de Souza da Silva Pontes, que ha pou-
co fallecen em Buenos Ayres. Teve depois de passar
de urnas para nutras roaos successvamente, e final-
mente se acha hoje confiado este trabalho ao Sr, se-
nador Joao Antonio de Miranda. >
Segundo ama informadlo que Ihe ped, declara -el-
le que ja tem lodos os elementos coordenados em
dia, e que so llm falla po-los em ordem alpliabelica
para serem publicados. Estando pois as eousas nes-
tc estado, jt v a cmara que se deve meditar antes
de se decidir que se deve perder todo este trabalho.
Fallou-se lambem na viagem do capitao Valle _
Malto-Grosso pelo Paran. O Sr. presdeme desta
provincia, que tem assenlo nesta casa, escreveu-me
Informando-me de que esse official nao linha des-
envolvido a diligencia necessaria no transporte da
eipediraoque Ihe linha sido confiada. Eu linha j
outro olTicial promplo para seguir com essa eipedi-
cao quando Uve nolicias de que os embaracot esla-
vara vencidos, e poco depois que a eipedicao li-
nha embarcado no rio Tibagy em 20 e lanos de
marro. Nestas circamstancias nao devia eu mandar
outro official lomar conto da eipedico, nao s por
que lalvez a nao encontrasse, como lambem porque
j-i nao era necessario : ella linha parlido.
Nem era possivel, senhores, que deiassem de lia-
ver embaracot, porquanlo se ia tentar a passagera
pela primeira ^ez era nm caminho apena! Irilhade
at agora por pequeos especuladores e explorado-
res, e tendo de conduzir-se objeclos numerosos e de
grande volume, como aquelles qoefoi encarregado
de levar para o arsenal de guerra da provincia de
Mato-Grosso o Sr. capitao Valle.
Perguntou-se lambem do que necessila a reparli-
cao do quartet-meslre-general para serem regulares
as suas funcres. Tenho a declarar que nao carece
de medida legislativa ou de regnlameolo lgum no-
vo, o qae precisa hs mais algam lempo para se oble-
reni todos os elementos necessarios.
Tralarei agora do arcenal.
Pergonlou o nobre deputado o que foi feito dos
emprestados que ltimamente foram demillhlos. Di-
r! quedtsses eropregados demittidos, dous se apre-
sentoram como antigot servidores do estado pedindo
as saas aposenladories, e foram os Srs. Jos llippo-
lylo de Aranjo, ex-secretario da secretaria do
arsenal e o oulro o Sr. Gabriel Pessot, ex-al-
moiarife do mesmo arsenal. O primeiro, depois
de ter provado qae teve em moitos anuos de servico
sempre urna boa conducta, foi aposentado ; quanto
porcm ao ex-almoiarifc, utfmn elle he o responsavel
pira com a fazenda publica de qualquer falla que
houvesse na sua reparlicao, esl prestando conlat, e
eraquanlo ellas nao estiverem promptos nao se pode
decidir cousa alguma a seu respeito.
A maior desordem eisla na cscripinrarao da re-
parlicao do almoxarifado do arsenal de guerra, eem
comeqnencia dislo foi ncecessario formular de no-
vo toda a escripntaraeao dos 6 ou 8 annos atrazados
e emqaanlo se nao verificar se eiiste ou nao alcan-
ce do ei-almoiarife nao se de pede, como disse, sol-
ver nada a seu respeito.
A desordem que havia no almoxarifado deve ser
allribuda falta de empregados, pouca capaclda-
de de muilose ao mi regulamenlo. O regulamen-
lo foi feito no anno de 1832, quando lindamos o
exercilo reduzdo ao ultimo ponto, foi feito no lem-
po em qoe se nao davam uniformes s tropas pelo
arsenal, mas pelos conselhoe administrativos, Ora,
augmentando o servico com o exercilo, t pastando
esse trabalho dos conselhos administrativos para o
arsenal, est claroque o pessoal do almoxarifado
era sufllciente para desempenhar larefa que Ihe
lava Incumbida. Nao allriboo a mais nada a desor-
dem que se manifeslou nessa repartirlo.
Ha das se observou nesla casa que o arsenal de
guerra, que despenda com a illumnacao anliga
1009, gaslava agora com a illuminacao a gaz 2-0009
por mez. Houve engao nesta observarlo, eji em
nm dos jornaet da corte se moslrou que essa despe-
za era de'5003 mensaes, e porlanlo j estova rtilu-
zida n quarta parte do que se disse. Qaanlo sup-
posta despeza anliga, eu vou explicar donde provem
o engao da informacao qae deram ao nobre de-
putado.
A illumnieao do arsenal consto da illaminacto
do pateo, do quartel de artfices, da casa de orden,
da enfermara dos menores, da sala de rancho e ti
dormitoriodestes. Esla illumiuacio iraporlava elr
250 ou 260J> mensa es...
O Sr. Safio Lobato;. A de ezeile nlo catUM
Unto.
O Sr. Ministro da Guerra : Sim, a de azeita,
e ,ou explicar d'onde natceu o engao do mbre de-
patodn. Na illuminacao do pateo do arsenafc-fasU-
va-se ordinariamente 110S a 120o mensaheente, a
dahi vea>qjae*auem deu informajes ao notoe #
pulado deti-lhe urna informacao incompleta, sap-
pondoser etaa toda a Uuminaco do arsenal. .
A datpexa de 2509 mensaes que se fazia cora a &
IumTnl
o gaz, e eu vou dar a-razao desse accrescimo. Quan-
do se tralou de estobelecar a illnminacao a gaz,
verifictdo por lodos os Srs. administradores de pro-
vincia, de subordoaro, de habilidadt. [Apoiados.)
Estes Im mens/jae esiao repanidos.que parecera nao
ter exer cio.qne asUo em differenles corpos as pro-
vincias, as occasioes necessatias revetam a ua dis-
ciplina bravura. Homens arrancados das goarni-
oea das provincias raoslrarim nos campos de Ctte-
ros que eram capazes de operar em campanha com
tropea qoe ettavam sempre em exerejeio, como eram
at tropa i da dlclador Rotas qoe estovara em Santos
Lagares (qae eram campos de inslrticcau.) Esses
raesmos harneo* tem provado oa guarniese de Mon-
tevido at qualidadeideqoe sao dotados.
- Ha mais de nm anuo qae eiiste era Montevideo
o la pawuu a "ser re 500 eadi bm dl*1fSo do nottwexerclo.ao principio de SjODO,
boje de 1,000- homens, qoe nao tem dado molivos
"-"i" aa ajar; m
eW,
'ando en anda na direccao do arsenal, lembrei a
conveniencia de te ettobeleeer um pequeo fanal ni
ponto do Trem para evitar desastres qua se dio por
vezes all nos pequeos barcos de navegtcao do par-
lo. Disto e do melher servico da illuminacao prove
algal augmento de despeza...
O Sr. Sayao Lobato : Duplicou, oa antes he
cinco vezes mais.
O Sr. Ministro da Cuerra : Nao, tenhor ;
despeza foaicom a illuminacao do arsenal era in-
les de 2509000, mas eslava incluida nes*a parcella a
illuminacao do paleo, que era de;i00000 menses,
donde proveio, repito, o engao da informaclo que
deram ao nobre deputado ; mas fica sempre sabsis-
lindo a proposito de qae a illun inario costara ho-
je o preco de 2509000 ou mais a continuar o sysle-
ma qoe havia antes da illuminacao a gaz.
O Sr. Sayao Lobato :Segando iuformacfies que
tenho cusa a illuminacao de 709000 a IOObOOO.
O Sr. Ministro da Guerra: Era islo o qoe se
despenda nicamente com a Iluminarlo dos pa-
teos.
Quanto a medidas nacesiaras para cautelar abu-
sos no arsenal, sao ellas alm da boa fiscalitaeSo, o
que he condieao geral em todas as repartieres ifisca-
|isacao que espero, e tenho Jirelo a esperar da actual
adranislracao daquelles estabelecimentos) a reforma
do sen regulamenlo.
Disse-se que os conselhos administrativos comprara
em segunda e lerceira raao, devendo [comprar em
primeira. Tem-sc feito annancios para esses com-
prai em primeira mo, mas nada se t'em consegui-
do. Quando director do arsenal de guerra, en pro-
puz aosnegociantesde importadlo o fornecimenlo de
gneros de qoe o arseoal precisava ; mas a maior
parle delles nao querem admillir essas propostas, j
pelo processo establecido no regulamenlo, j ruar,
que dizem que vio fazer urna concurrencia aos fre-
goezes que depois Ihes fazem a guerra, que podem
perder freguezes permanentes, indo buscar um fle-
gue/, nao pcrmaiicnlecumohe o arsenal de guerra,que
sempre ha de preferir iquelle que oilerecer melhor
prero na occasia. Para evitar era parle ste rail he
que eu disse no meu relatorio que tinha a inlenrJo de
mandar ell'ertuar algumascomprasna Europa.Estonia
espera qne se faca o novo contrato da nona agencia
para mandar vir da Europa os objeclos. de farda-
meulos. Fornecendo-se assim ae principaes objec-
los de fardumenlo, llavera mais folga, o eonselho Pi-
cara sem a urgencia cora que boje trabalha, raais ha-
bilitado para fazer melhor escolha.
fallou-se de urna encommenda qae se tinha feito
para a Europa. He verdade que se fez encommen-
da para>elli de algara armamento.
Disse-se que se linham fallo grandes obras na se-
cretaria da guerra. Eu explicare! o que sao essa*
obras. O edificio da secretara da guerra eslava ha
mallo lempo em ruinas, ehovia nos archivos, e esla-
va em deploravcl estado ; foi necessario proceder-se
a um concert geral; feito o concert tralou-se de
pintor o edificio, e nesla oecasiio recommendei que
se reservassem dous pequeos quarlus de 20 palmos
de comprimento cada um para eu trabalhar, porque
s vezes trabaUo na secretaria ; a pessoa a quem en
fdfcegue disto aprompton estes quarlos com decen-
cia, houve lalvez maior luxo do que merece um po
bre soldado como eu, mas nao maior que merecem
as pessoas que procurara nm miuislro da coroa na-
quelle logar: Eis o que houve.
Avancoo-se a opposlcap de qoe o Sr. Dr. Manoe!
do Reg Macedo tinha sido de paissuo feilo medico
militar pelo mea antecessor o Sr. conselhetru Manoel
Felizardo de Souza e Mello. Segundo consto do al-
manak e> Sr. Dr. Reg Macedo leve a primeira pra-
ea. era 13 de novembro de 1815 ; a comparadlo des-
la dala com a di entrada no minislerio do meu 1-
luslre antecessor responde por si nesse reparo. Esse
merabro do corpa de saude foi escolliido para ir
Europa examinar o trabalho dos'hospilaes miniares
e propor alguma cousa que fosse precisa para me-
Ihoramenlo dos nossos hoiplaes. Hoje que se trata
tanto de cousas militares, mesrao sem ser no thealro
da guerra, hoje que lodos os paizes preparara seus
ejrcitos para o lempo de guerra, parece que, sem
ir ao thealro da guerra na Europa, sera batanle ver
a maneira porque se faz o servico dos hospitoes mi-
litares daquella parte do mundo para se. aproveilar
alguma cousa que til nos seja.
Observou-se lambem qne os corpos da divisSo em
Montevideo tem falta de ofiiciaes. Os corpos de in-
famara da divisao Dio esiao em grande falto de of-
llciaes, mas sim os de cavallara, e a razio ha im-
ples. Os ofiiciaes nuvameute promovidos pasa eom-
mandar os corpos esli em lugares muilo diOereu-
tet; perlencendo-lhet pela lei o seu accesso Uo de
esperar que estes possam chegar para'eniao tomar
coala dos seus commandot. Alm disto os comraan-
dos de brigadas em que ee organsoa a divisan oceu-
pam ofiiciaes superiores dos carpos, bem como o
qnarlel-genertl, ele. Dahi vera alguma falto de
ofllciaes, mas alguns que estovara fora pouco a pou-
co se tem mandado recolher. Qoanto ao 5. regi-
ment que estova no Ro Grande, he esle nm corpo
qae anda nio esl completamente orginisado ; nao
lem anda o numero necessario de prartJb para po-
der trabalhar, por isso o nao tec alguns officites que
Ihe fallam nao he cousa que prejudique por agora o
servico.
Anda ha orna razo da falla de muilos ofllciaes
subalternos. A nossa legislarlo actual de promo-
mocOes favorece muilo mais aos ofiiciaes, anda das
armas nao scientificas, que lem o curso de estudus,
Jo que aquelles que nao estudam ; por consequen-
ca precisara todos de Ir matricular-se as escolas
militares para firmar o seu direito. \ssim, sempre
que o servico nao padece radicalmente com a falla
de um oo outro subalterno, nao se pode rszoavel-
mente negar as licencas qae se podem para isso ; o
contrario seria estabelecer ama vanlagem para os
corpos qne esli mais perlo da curie, em relacao a
outros quo eslo mais distantes.
Pergunlou-se qual seria a opiniao do governo so-
re castigos corporaes. Eu o anno passado j live
oceasiao de dzer o que se me offereca a respailo. A
abolicao oa modificarlo desse* castigos s pode cor-
responder a um syslema de recrulamenlo diverso da-
quelle que temos.
Fallou-se em campo de inslruccao ; nngoem ha
qae ignore a vanlagem destes campos de inslrnccao
para o desenvolvlmenlo da pericia das tropas ; mas
a duvida est em poder faze-los. O nosso eiercito
acha-se repartido como todos sabem, acha-se pres-
tando servico til como lodos conhecem, servico
mesmo indispensavel. As torcas repartidas pelas
provincias, ajudam a manter a ordem,dao auxilio is
autoridades, tendo sempre dado exemplo, como he
de qaeisa ; o que *3o elles? sao os homens quedize-
snos que nao tem inslrocctto ; mas qoe entretanto ta-
bora Ira Miliar em campanha contra o ioimigo, sa-
nean maiobrtr dante do fogo, a quando calam a
baianeU nao recuara ; sao homens que se parlam
cerno e est vendo em Montevideo. Desejaria sem
pre sjue lodos os meas soecessores se tchassera com
Uo bous soldados (qaando digo soldados coraprehen-
do lodos os militares.) qae tem dado etias po vas da
subonlinaco, disciplina t valor.
Dista lambem o nobre deputado pela Baha que
seria asa 1 conveniente o campo de inslruccao do
que urna escola de applieacao de exercilo. O fim
he intirnmente diverso ; na escola de applicacSo be
onde ferraam-se ofiiciaes eofllciaes inferiores.
0 5r. Ferraz : Si diso, meu senhor.
O A'r. Ministro da Guerra : Nos campos de
inslruccao formsm-se ao memo lempo o mais espe-
cialmente ot soldados, os ofiiciaes e inferiores naa
grandes manobras. Se tivessemos tropa ditponivel
deveriamot seguir o exemplo dos campo de inslruc-
c8o, mas n,lo a tomos.
Dsse-se que se formassem corpas diRcrentet para
fazer a polica das provincias,ficando ajui o exercilo
separado para se formar campos de inslrocrSo. Islo
augmentara muilo o numero de pracat de prel; eo
se chamem corpos fisos, ao movis, s sempre pra-
cat de prel, e como oblemos essas praras por meio
de recrularoenlo, viria o recrulamenlo a ser muilo
mais (orlo qae actualmente. Ora se actualmente o
recralammlo nao cheg senao para ir maniendo o
exercilo 110 p em que esl seria necessario fsze-lo-
mais torio.
N|o ha duvida alguma, os campos de inslruccao
sao, como bem lembra o nobre depatado, urna das
melbures escolas qutjfpode ter um exercilo ; mas. na
deficiencia dtsles campos, na difficuvoadc de os ler,
a escola de applieacao preenche algumfl das cund-
res que se oblem naqoelles campos, toes sao o ha-
bito do servico militar, a inslruccao iheorca icorc-
panhadada pralica, etc.
Ao arl. l.o propde a Ilustre commissao a suppres-
so do i., que diz assim. {Li.)
Tendo-ss apresentadu na cmara vitalicia alguma'
duvida sobro esla doutrna, di a inclu na proposla;
porcm urna vez que a illuslre commissao julga qoe
sem esta declaracao se deve assim entender a lei,nao
tenho escrpulo algura em concordar com a sua tup-
pressao.
Tendo retpondido t pergunlas que se dignaram
fazer-me honlem alguns Srs. depulados qua loma-
ran) parte na discussao, nao me resta senJo agrade-
cer aos raesmos Srs. depulados qoe fizeram essas
pergunlas a maneira obsequiosa por que me Italaram
e lambem i cmara em geial a altencao com que
se dignoo ouvir-mo. )
O Sr. Eduardo Franca loma a palavra, e tlaca a
poltica interna seguida pelo governo, sanBo o pon-
to prineipal do discurso censurar o ministerio po'
nao ler pro posto as refoi mas que a opposc.io julga
necesarias para a tolicidade do paiz. Declara que
queriria a eouciliacao se o gabinete livesse procura-
do approximar-se das ideas do parlido liberal, mas
como nao lera procedido desta maneira, o que dse
java he o ministerio se retirasse, e que venha oulro
que adopte, seno lodos, ao menos a.reforma ele-
loral e as incompatibilidades.
Tem para* que urna representarlo verdadeira
do pala,feto he, urna representarlo livre, urna re-
presentaeAu em que o governo nao tomasse parle,
ludo se conseguira para bem de todos, e eolio se-
riam realisadas as ideas que foisem'boai, e despre-
sadas as quo nfloTotsem adoptadas pela nacao. En-
tende que ai saas ideas sao as melhores e sao as do
paiz.. Esta idea repelida por diversas formas coos-
titue qussi lodo o discurso de opposic3o do Sr. Edu-
ardo Franca.
A dlscnssao (lea adiada (pela hora. Leranta-se a
sessao.
Appeacoes 1,600
A saber: -
Na do Rio de Janeiro 714 I Na de Peaatubace 373
Na da Babia 326 | Na do Maranbae 187
Densas appelticoee eram !
Crimnaes 6001 Civel 1,000
Foram jnlgadas no- mesmo aneo .Bat ditos rala- -
(Oes:
Jppellacvet 1,937
A saber:
Na do Rio de Jiaaina#84 I Na de Pernambuco 308
Na da Baha 460 | Na do Maraahao 187
Dessas appellacdet eram
Crmaaet 557 | Civesa 1,380
Foram distribuidos aas metmat relaeSaa
Reevetet enreat. "^t-^
Na do Rio de Janeifo tO Na do Maranhao 15
Na da Baha 48 ------
Na de Pernambuco 46 Somata 169
Foraea julgados.
Na do Rio de Janeiro 59 j Na do Maranhao 15
Na Babia 491 ------
Na de Pernambuco 50 [ Somma 173
Foram dittrbtdoe e julgados as meemas rela-
eset
Habcas-corpus.
Dislrifioidos. *
Na do Rio de Janeiro 11 Na do Maranhao 4
Na da Babia 65 ------
Na de Pernambuco 7 Somma 87
Relatorio da reparlirao dos negocios da juslira
/presentado assembla geral legislativa, na
tereeira se/fio da nona legislatura pelo respec-
tivo tninintro, e secretario de estado Jos Tho-
maz Sabuco de Aranjo.
(Concluso.)
Supremo tribunal de justira.
Depois do relatorio de 1851 foi aposentado por
suas enfermidades o coDselheiro Jos Verr eque R-
beiro de Agullar, que pouco depois fallecen.
Em seu lugar foi nomeado o ajonselheiro Manoel
Ignacio Cavslcanli de Lcenla, desembargador da
relacao do Rio de Janeiro.
Por fallecimenlo do conselheiro Joao Gomes de
Campos foi nomeado ministro* do supremo tribunal
de joslica o conselheiro Gustavo Adolpho de Agullar
Pintoja, desembargador da relacao do Rio de Ja-
neiro.
Foi aposentado ao lagsr de secretario do lrihan.il
o bacharel Cyrao Antonio de Lcmos. Esta apo-
sentadoria ja foi approvada pelo corpo legisla-
tivo.
Nao reproduzrei aqu as razoes expendidas no
relatorio pissado a respeito da reforma dette tribu-
nal supremo, porqae essa reforma, apprcvada na
cmara dos depulados, anda depende do senado,
anude essas raides serlo discutidas e apreciadas.
Dos mappas annexos resalla que no anno passado
foram :
Distribuidas.
Revistos cives 1611 Revistas crimes 29
ful godas.
Revistas cives.
Concedidas 101 Denegadas. 151
Revistos crimes.
Concedidas 41 Denegadas 21
Relacoes.
Foram nomeadot detembirgadoret.oa juizes de di-
reito Manoel Jos Espionla, Antonio Manoel Fer-
nandas e Andr Bastos de Oliveira, e o auditor
de guerra Francisco de Queiroz Coutinho Malioso
Cmara.
Foi remov lo da relacao de Pernambuco para a da
curto o desembargador f'irmino Pereira Monleiro.
Foi aposentado com 2:0009000 por suas enfermi-
dades, ouvdi a scelo dejustca do eonselho de
estado, o desembargador da relacao do Maralo
Manoel Bernardino de Souza Figueiredo. Esto
magistrado, q lando foi aposentado, tinha 29 annos
de servico.
Fallecen en Buenos-Ayres o desembargador da
relacao do Maranhao, Rodrigo de Souza da Silva
Pontes.
Exislem anualmente dais vagas na reluci do
Maranhao, e urna na de Pernambuco.
Distribuiram-se no anno de 1854, em todas as re-
lacoes do imperio
Jalgados. '
Na do Rio de Janeiro 11 I Na doMaranbo 5
Na da' Babia 108 I
Na de Pernambuco "7 Somma 131
Cauro eslranheza esse grande numero de babeas- -
corpas jalgados na relacao da Baha.
Foram lambem julgados mi mesmas rcltc&es
Proeetsos de responsablidade.
Na do Kio de Janeiro 4 I Na de Pernambuco 2
Na da Babia j Na do Maranhao 1
He para sentir que as circunstancias da thesouto
nao permitlam anda a creacao de tribaoies de 2.%
inslanci 1 em todat ai provincias do imperio, coa-
forme 11 penmrnenlo que manifest! na discussao do
projecto da reforma judicitria, isto be, relajes .
menos numerosas que at acluaet as provincias
mais iniportoolet, e nat demas provincias juntos de
2.' instancia pretididas por um desembargado!,
compotlat de juizes de direito, e convocadas ama oa
duas vetes por ann. .
Juizes de direito.
Depois do precedente relatorio foram declralas
de primeiro. enlrancia a^coimrcas de Paraaago, A
Catiro na provincia do Paran, at do Lagarto e Ma-M
roim eio Sergipe, a de Jaicoz no Pauhy, at do Rio
Bonito, Estrella e S. Joao do Principe, oa Rio de
Janeiro, a de Maraj no Par e da Palma em
Goya'z ; o de segunda enlrancia a comarca de San-
tos em S. Paulo, todas ellas creadas pelas respecti-
vas assemblas provincnes.
As comarcas de Carolina e Santo Crox em Goyaz
passarain a denominar-te aquella Boa-vista de To-
canlins, e esta Rio Coromb.
Nesse mesmo periodo foram nomeades os eegain-
tet juizes de direito.
Manoel Joaquim de Mendonca Caslello-Brancu,
para a comarca de Porto Calvo, na provincia das
Alagas.
Speridiao de Barros Pi me niel, para a comarca de
Flores, em Pernambuco.
Jos Antonio Vaz de Carvalhiea, para a comarca
de Castro, na provincia do Paran.
Joao Seoro Jnior, para a comarca de S. Borja
no^Rio Grande de S. Pedro do Sol.
Jusliuiano Baptisto Madureira, para* comarca de
Santo S, na Baha.
Alexandre Pinto Lobao, para a comarca de Ma-
roim, era Sergipe.
Carlos Ub da Silva Moora, para a comarca de
Saiilarem, na provincia do Par.
Joaquim Bandera de Gnoveia, para a comirca
1I0 Rio Bonito, na provincia do Ria de Janeiro.
Ignacio Joaquim Barbosa, para a comarca de Ila-
nemerm, na provincia do Espirito Santo.
Joao Jos de Andrade Pinto, para a s^gTreile^co-
raarca dci Santo Calheroa. V
Joao Paulo Monleiro de Andrade, para comar-
ca de Pastos Bons, na provincia do MararMo.
Angelo Francisco Ramos, para a comarca de Villa
Nova, em Sergipe.
I.uiz Lopes Villas Boas, para a comarca da Par-
nahyba, na provincia do Piauhy.
Lourenjo Francisco de Almeida Catnoo, pa ra
a comares do Ip, naprovincia do Ceara.
Flix Gomes do Reg, pare comarca da Soli.
rrioes, na provincia do Amazonas.**.
Joao Ignacio Silveira da Molto7 para a comarca
de Palma, na provincia de Hoya.
Agosticlio Luiz da Gama, para 4 comarca de
Inhamum, na provincia do Ceari.
Nao leudo o decreto n. 621 de 29 de jaono da
1819 providenciado a respeito da revisOo annoal
da lista des juizes de direito, pelo decreto a. 1496
de 20 de dezembro de 1854, fot a -dita revisao esla-
belecida pela forma e nos presos qoe no mesase de-
creto se ooarfm : esto revisao era urna neeeasMade .
iodispenstvei a visto da lei n. 557 de 26 de junho
de 1850, cae regulou a antiguidade destes magit-
tradot. A do corren le anno coete dot anneos.
Foram aposentados os juizes de direito Alexandre
Joaquim ele Siqneira e Joaquim Jos Pacheco. Am-
bas at aposentodoriai ja ettao approvadat pelo car-
po legislativo.
Do mappa annexo resalto qne tomes aetoalsoaaito
149 comarcas, 155 juizes do direito, 19 ebetoade
polica, 4.juizes do civel, 3 dea feitot da fazenda, 1
juiz de orphaos da classe dos de direitoJl auditor
de guerra e 1 de marinha, prefazendo ao todo 184
juizes de direito.
Estao prehenchidos todos os logare da juizes de
direito.
Insisto anda na oeeessidade das providencias re-
clamadas oo relatorio passado a respeito destes ma-
gistrados, as quaes foram consignadas no projecto
da reforma judiciaria, approvado pela cmara dos
depulados, e pendente no senado.
Juizes municipaet.
Foram creados otsegninles lugares de jala muni-
cipal letr; do : na provincia do Paran os da villa
do Prncipe, Morreles e Aotonina ; na do Rio de
Janeiro os de S. Fidel, Rio Bonito, Capivary, e
Saqoarema ; em Pernambuco o de Cabrob.
Foram teparadoi ot seguimos termos: oa provin-
cia de S. Paulo o-de Xirirca dos de Iguspe e Cana-
nea, e aunexado ao de Ittpetininga ( 01 de Limeira
e S. J080 do Rio CUro do da Conslitoicao, creando
naquelles um logar de Juiz municipal: na provin-
eMJka Babia, o de Villa Nova da Rainha, do de Ja-
cobina, cnitndo naquelle um Ingtr de juiz muni-
cipal. 1
Foram reunidos ossegoines tormos: oa provin-
cia dat Alagoas o da Assembla ae da Imperalrii;
em S. Paulj os deTatuby e Apiahy aos de Itape- *
teninga e Xirirca.
No tormo de Campos, provincia do Ria da Ja-
neiro, foi reunida a vara de orphaos i municipal.
Exislem actualmente 267 termos sugeitos i ja- _
rsdicfo de juiz municipal letrado, e 280 logares de
jolias qoe ledividem daafoodo seguinte:
Juizes raunicipaes e de orphaos 259
Juizes de arphot 7
Juizes mnnicipaes 14

Sumcne I 280
A Dcnbuoi desles jaizes se augmenlou ordenado:


o qui llnbim menos da SOO isto j no gozo do
que Ihet Coi conctdido pola le do orcamento.
Pil qoidro seguate vereiie* ordenados que Icm
actoilmeoto m(m empregadoi, e at provincias que
ellos pertoncem.
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muniH3liii!S
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:
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' *
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a> Promotores pblicos.
O augmento do amara dedeo empregadoe iconi-
panhoa o das comarcas, era cada ama da quaes .se
crtoa ama promoloria na forma da le.
Petoa decretos de ana creacao loram mareadla
lambem o# ratpecTos ordenados, sendo 6000 para
oda Maraj, 800f para os das comarcas do Lagarto,
Haroim, Paranagu, Catiro, Jaicz, Estrena, Rio
Bonito, S. Jeio do principe, e l:000)para o da] co-
raarca de Santos.
Foram elevidos a 6009 M ordnalos dos promo-
toras das comarcas da Pomba em Minas, e |da capi-
tal do Espirito Santo; 800 os ds comarcas do
Rio Verde em Minas, da capital da provincia d* Pv
rahlbi, da capital da provincia do P uhy, de Gai-
ratinguet e de Sorccaba na provincia de S. Paite,
a 900? rs. os das comarcas de Ourc IrVeto e Rio da
Mortes em Minas; e a l.flOOJrs. m das comartns
da Chapada e Pastos Bous na provincia do Mira-
nte
Para qae n ssctelaria honvesse cxieto conheei-
mtlo dos Irabalhos desees empreRalos, em circular
de 6 de novembro de 1854 ordenou-e a remesaa de
um mappa mensal dos seos actos ccm cbeervacflts
le direito di comarca respeei.iva do chefe de
petarte da proviacia dos proprios presidentes, por
I cajo Utermedio devem taes mappas vir i secretaria
4e astado.
Sendo ootro sisa esees empregadoe Mascados gt*
ramente peles presidentes das provincias eram pela
motor parlo descoiiiiecidos da ripir linio contral: em
noequiseto mande i abrir na secretaria a matrcali
tollas, xtgi retirlo dea alstenles o n comraonlca--
lodequaesqueralteracoes sopervejsieates, como
Jemiesas, remarlo, taspeatio e f.lledaento.
He da esperar qae brevemente este ja a secretaria
habilitada para informar sabr esses empregados,
caja importaBcia na administrarlo di justica crimi-
nal naa pode ser desconbecida.
Alada asta vas chamo vosea alinelo sobre-a ot-
jsnisaelo do ministerio publico conforme as ideas
emittidis no passado relatorio, ifim da que esta as-
titoaeaa na parto criminal a eivil patea prasnctier o
itea fian.


vHHos "sass-s*8'

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em que se proferio a seutenca de que se appellou.
formar-se-ha no lagar mais visinho ou em ontro em
qae as partes coavenham. Diziam os ostros, qae
a impossibilidado de jalgar em om jory t da] compe-
tencia ao visinho, no caso de ser segando julgamento
por protesto; qun analogas nao servem pira conferir
jurisdiccao ; que, sendo i lei omissi, devia aguar-
dar-so decisao do poder legislativo. Respondan) oa
primeiro que serla violencia conservar preso om reo
e negiNs, os mitos de defeoder-H.il qae o poder
legislativo se renns, a tome em considerado este
objscto ; que o dever do magistrado he decidir is
questoes conforme is lata e principios da direilo,
qne recusar decisao a prataito de omtalo na lei
he tnegtt jasttci. Insstlara es oatres ni incom-
petencia do jais de direito para conferir ao jurX
visinho jnrisdicca) nao exprena cm lei, e argnmen-
lavam cora o perigo dos manejos qae se poderao
empregar para erraucar os reos de um jury para
entrega-Ios a oulro. A votaco dea empate, e o
voto de Minerva fol qoem decidlo, qae subsislisse
a teotenca, visto que era ravoravel ao reo. a Em
todo o caso, diz o presidente da relacao da corle no
oITlclo em que ezpoi esse tocto, parece indispensa-
vel ama medida qae toca cessar o arbitrio o vio-
lencia de permanecer um reo preso, semine ser
possivel achsr juizes peranle quem se defenda.
a E islo se verifica nao so qamdo, reunido o ja-
ry, o numero di jurados desimpedidos he insufli-
cienle, mas lambem no caso que se va! tomando
muito frequente, de nao se reunirera em numero
snfficieole para lis ver sessio.
Nestes casos e uemelhanles, quando por impedi-
mento dos Jurado nao poma algnm reo ser jolgado,
ou quando, emprendas todas as diligencias, nao
teja possivel conVjar oa conUnnar a sessio do jury,
convira' devolver o jnlgamento ao joiz de direito.
He urna deaegacao-de joslica, urna violencia, om
prejaizo para a socledtdeqoe muito interessa na bre-
ve panicao do aime, ter um reo preso por lempo
tongo a* espera de qne seja possivel reunir.se o jury,
que alias nio quer reonir-se.
Em quinto porm esta ou ouira medida legisla
Uva nio occorre, nao ha arbitrio a seguir-se, apezar
dos grandes inconvenientes, se nao aquello qne e
juiz de direilo adoptou, e foi pela relacao da corto
confirmado.
Mindel organissr um mappa dos jurados qualifi-
ados no imperio cm 1853 e 1854, o qnal, por nao
virem as informaciies em lempo, nio he completo
como desejava,
Policia.
Eslo preenchidos os lagares de chele de polica,
menos na provincia do Para, onde fallecen o ma-
gistrado que servia este cargo, o juiz de direito Jo-
s Joaqoim Pimenta de Magalhaes.
Em todas as provincias se contina a sentir a fal-
ta de torca publica para a preveneflo dos crimes, e
reprsalo dos criminosos: os corpos policiaes das
provincias sao nsuflicieates, como atiesta o mappa
anqeio e respectivo : para suppri-los reclamara
todos oe presidentes o auxilio do exercito, que nao
pode presta-lo por muito desfalcado, a applicado ao
so. He esta, em raeu conceito, a tolla de
Mica, ama causa concomitante da frequen-
des crimes, e pois convem eslodar a providen-
adequada para occorrer a esta oecessidide bem
nuda e apreciada por lodos que tora estado ou es-
to testa da adrainistracSo.
Por oulro lado, he forja dize-lo, a autoridade
policial no interior do pato esto em alguna lagares
bandonida : nao ha ah qoem exerja com xelo e
applicacao esses cargos importantes. Em vrdide,
como espetar que s por dedicaeao, com prejaizo e
desamparo de seas inleresses, sem relribaicJo a com
o risco de compromellimenlo e de odios, sem temor
da demissao qae sedeseja, sem receto da responsa-
bilidade que lie nolla, haja Mem sirva ou sirve
bem? w
Lugares ha em qae nao poucti vezes e nos casos
graves se nao sabe quem he a aatoridade qae esto
em exercicio ; oulros aonde a autoridade he conde-
cida, mas impassivcl e indifferenle vetado sem pro-
videnciar, nao d moslras de vida e aclvidad :
assim que, devendo crescer o mal com o andar do
lempo, porque nao abundam as localidades os hu-
men* idneos, e os qae ha vSo servindo e renun-
ciando, cumpre estudar um oulro syslema policial
que no futuro, e nao longe, subslilaa ao actual.'
Esle syslema, como pens, consiste na organisaco
e crearlo de agentes policiaes que tenham rotribui-
c3o,. para os qaaes o cargo teja profissao, a demis-
sao- nao parece beneficio, e a responsabilidade nao
seja va : anda que a autoridade em razo da gran-
de despeza qae esto subslituicao poderia importar
deva ser mais concentrada e extensa, ella se faru
sentir r.iais do que hoje, porque deveri ser mais ac-
tiva : io menos cumpre adoptar o novo systema
londe convier, aonde oao haja quem sirva o a sir-
va beniT"-"
Pelo decreto n. 1331 de 10 Je Janeiro do cqrrenlc,
foram o eslrangeiros isentos do titulo de residen-
cia, e se dectorou qae lites era permillido viajar
dentro do imperio com o passaporte que trouxeram
e na falla delles com o dos ministros, consales, ou
vice-consales respectivos, tendo o visto' da autori-
dade brasileiri. Esto providencii, ha moilo recla-
mada, era essencial i emigrac,3o qae cerlo nao po-
de demandar o paiz, onde o eslrangeiro be olbsdo
com desconflauta, aonde as prisumpc,aai slo contra
elle, obrigado apenas chega, e aindi nSo arranja-
do, novel e sem relac.oes, a despezas exceasivu,
eilorcoes e incommodos insupportaveis.
O decreto n. t5K) de 10 de jameiro de correnle
anno providencioo sobre o abaso deierem transpor-
tados escravos de amas para ootras provi netos sem
pista porte.
Dos mappas policiaes consta que hsuvs no anno
prximo passado 67 suicidios e 137 tentativas de sui-
cidio.
Policia di corle. A divisao policial da corle he
a mesraa que consto do relatorio passado : apenas
foi augmentada a subdelegada da nova fregaezia de
Santo Antonio, a qnal todava anda nao funeciona,
e funecionar quando a dita freguesia for insti-
tuida canonicamenle.
Dorante o anno de 1851, e movimenlo de porto
do Rio de Janeiro, qaanlo n populacao foi o se-
guinte:
Enlraram de partos estraogeiros.
Brasileiros 363 | Libertos
Porlagoezes 6,896 I Escravos
Diversas ni^Oes 9,219 j
i* i Somma
Sahiram para porlos estraogeiros.
menle assentando os hotos lampeoes, ou combnslo-
res.
At oullimo de abril accendiam-se 1,718 lam-
peoes, e nene mez foi i despeza desle s ervico de
15:6179353.
Nio se pode linda dizer qninlo costa cada lam-
peto, porque nio est completo o permetro e hi se-
minal e mentalmente altericao no numero dos com-
bustores qae todos os das se vio enllocando.
Por um novo contrato celebrado com o bario de
Mio em 13 de oulubro de 1854 eslipolou-te ex-
toncio di illumjoacao a giz aiem do 1. permetro,
pin substituir a lluminacao de azeite, al pode
permitlisiem os spparelhos existentes.
Por aviso de 5 de dezembro do inno prximo
passado foram marcados as distancias que devem
guardar os lampeoes posleriormcnte collocados, sen.
do qoanto ao primeiro permetro o mnimo de 15
brajas c o mximo 20, e quinto ao segundo perme-
tro o mnimo de 90 bracas e o mximo 25.
A comraisso nomesdi para Osealissr a execcao
do contrato na parte scientiHca, em o seu parecer
que vem entre os annexos, datado de 26 de junho de
1854, cntende que a inlensidade da luz dos combus-
tores he mtior do qae aquella que foi contratada,
islo hesuperior a dos combuslores de Londres, e
nao inferior a de Manchesler; funda-se ella em
dnas experiencias feitas sobre a luz dos dous com-
bastores do largo de S. Francisco de Paala compa-
rada com a de orna bogia das que servem i rainna
Victoria.
Nio me pareceram bstanles estas experiencias,
apezar da f que roerecem em razao de nomo dos
membros da commitsao, para por ellas o governo de-
finitivamente fiar a lux dos combuslores: assim
qne exigi do nomo ministro em Londres, como js o
hivia feito om dos meui antecessores em 13 de no-
vembro de 1851, urna informacao dalluailidade de
los dos combuslores de Londres e Manchesler, por-
que sem o conhecimento desea luz qae he o tormo
de compararlo cstabelccido pelo ccotrato, nao he
possivel decidir, se a luz dos nossos combuslores he
ignal. A mesma commissao prometa novas expe-
riencias, quando tiver o apparelho que para esse
fin mandou vir.
Quinto as d uas eooditoes do contrato, 17,e 18, re
lalivas pressao eo mnimo do gaz que, conforme
a pressao fizada, deve dar cada combuslor em certo
espase de lempo, endeude a mesma commisso que
nada pode-se razoavelmente determinar ainda, sem
que se ache completa e regatar a illuminacao.
Os estabelecimentos pertencenles i repartirlo da
jostica sao todos Iluminados i gaz, e os cheles res-
pectivos, informando qae esta illuminacao he mais
cara ou dispendiosa do que a de azeite, dito todava
teslemunho de que ella he roelhor, o confessam que
os lampeos di nova illuminacao sao em maror nu-
mero do qae os da enliga, sendo qae por consequen-
cta a despeza he maior, nao tanto em,raaSo do cus-
i de cada eombaslor, senao lambem pelo maior
numero delles.
Em cooclusao e conforme as informac^es que le-
nho, a illuminacao em geral anda regularmente,
sendo por exeepcao is infreles do contrato.
Continua anda em alguraa parle da cidade a il-
luminacao de azeile. .
Existiam at o fim de marcci 1,225 lampeoes, com
qaaes nesse mez se despendeu a quintil de
1:5268800, ou 59328 rs. por cada um.
Forfa publica.
Guarda nacional.A guarda nacional aehn-se or-
ganisida em conformidade da lei n. 602 de 19 de
selembro de 1850 na corle e proviqcias do
PIMO DE PERMMBUCO SEXTA FIM 20 DE JULHO DE 1855
...

Rio de Janeiro
Paran.
Sala Cathsrina.
Espirito Sanio.
Goiaz.
Malto Grosso.
as provincias d
18
129
16,625
^
Jary.
A expeTiencii vem eadadia com fados sovos con-
firmar a eonviecis ptofanda, qae me detirminoo a
propora reforma judicatia pendetite no seadj.
K5 sao ji as absolvicoes individuaos que devemos
deplorar, senao o escndalo de absolvieses em mas-
a, o triumpho di todos ou quasi todos es reos que
comparecero barra do tribunal, como (tu o inno
prximo pasudo aantetea em alguas lermos de
imparto.
5 Em geni as sissoes se nen ibrem no it desig-
nado, perem mnilos das depeis com gran le efor;o,
porque nio eompirecem os junda sorieados: is
maltas sao impotenles.
A olhos vistos esta insliluic8o deimedia em vez
da prosperar t Haarom antas salva-la, retornando-
a, do qnideixa-la morrer intacta, e tal cerno he
instrumento de viafumeas, do palromle n de pruue-
Ulissno no intanor do paix, nessi* lugirejos pelos
qaaes esto profesaniente derramada.
k Cemproregtslaraeile logar ant ficto digno' di
vosea providencia, e qusl pode rei^edazir-se los
peqaeaei torme*. D
'. Um ro preso fel quilro vezes afreten lado aoj j-
ry, sem qne se podisse organisar nt m com os jara-
dea presentes, nena com os convoculoi ub consel io
de doze para ojolgar, porqae era lagar de poneos
jurados, e grande numero delles harto servido de
tettemunhas no processo, coja nqolricao sabio sliim
de 40. Em vhta disto o juiz de dhello, considen u-
do impossivel o jnlgamento pranle o jory desse
mancipio, lomon e aeordo desojeilir o reo ao ;iu-
ry mais visinho, qae o abiolven le eom. moita ia-
Se no sentir dos desembargadorej qae rlnm o ful-
to.) Appellou-sedesta decisSo. efe re\i;So dividi-
te na apreetoclo do aceordo tomiJc peln jnl de di-
Hato.
Sostenlivim un qae o joiz de direilo obrara bem
porque seguir i analoga do art. 104 i cdigo do
processo one dh: a havendo impcssibilldadi de re-
novar-*! o processo ptrinlaejnry do ntsmo lugar
!-
ISergipe.
Pinhy.
l'irahiba.
| Amazonas.
I Rio Grande do Norte.
I Aligoas.
Bahii, Pernambuco, Ceara,
Minas Genes e S. Paulo ainda nao esta ella lolal-
aMnte orgsnisada.
^ guarda nacional da provincia do Rio Grande do
Sul ainda he regida pelo regulamenlo especial de 22
de fevereiro de 1850.
Depois de haver colligido as informatOes dos res-
peclivos presidentes, agaardo afinal o parecer da al-
guna offlciaes generaes qne consulta* sobre o regu^-
tomento que deve baixir para organisiro e rgi-
men da guarda naelonal das provincias fronleiras,
conforme a aulorisatao conferida ao governo impe-
rial peto resoluto n. 520 de 14 de fevereiro de 1850
e lei de 19 de selembro de 1850, arl. 136.
Dos mappas annexos consta qae lia ate a sua dala
em lodo o imperio
159 comraandoa superiores.
37 corpos
De ravallaria.
.--\
De arlilhara.
De infanlaria.
(De i
Infantera
reserva.
61 esquadrOes
14 companhias
8 secedes de compa
8 batalhoos
4 secsfles de balnlhoes
7 companhias
1 scelo de companhias
508 batalhf.es
15 secc,des de balalhao
7 Companhias
2socrOes de companhia
48 betalhoes
95 seccaes de batathOes
71 companhias.
49 seccoes de companhia
Alm desla forca de reserva ha ,gm grande nu-
mero de suardas desle mesmo servlco, que se
acham addidos aos corpos do ser'vico activo.
Do raesrao mappa se v que existe aclualmente
organisada ama torca de 460:977 guardas naciooaes
qae se dislribaem assim peto servicn aclivo a de
reserva.
Servieo aclivo.
Cavallaria.
Arlilhara.
Infanlaria.
Servco de reserva.
Infanlaria organisada e addida.
26:246
6:104
351:627
77:000
Em o relatorio do inno prximo pesiado Uve a
honra de dizer-vos: O creseento e rpido augmen-
to di populacao e a extonsao di cidade exigem a dis.
trlbnicao desle corpo por qusrleis situados em lu-
gares convenientes o de modo qne, com mais ficili-
dsde e promptidao, sejem sslistollai as urgencias do
servlco de polica : logares ha distantes duis legis
ou mili doquirlel central, aonde divendo haver pa-
lmillas, lem estas de fazer mais di quitro legan de
jormdi de Ida e volli. a
A necessidadi desla providencia cada dase faz sen-
tir mais, porm infelizmente ao paseo qne a popala-
jao cresce, a forca do corpo dimlnue, e por maiores
qae sejem os esforsos empregados, nio be possivel
qae ella chsgae ao tea estado completo; esta cir-
cunstancia embaraca e nddia a realsaco da dita
providencia qne alias nao he solada senao parte de
um systema mais adeqado a polica desla cidade po-
pulosa e exlensa. Ao passo qae esse corpo se deve
distribuir por quarteis situados em lagares conve-
nientes, constluindo por toda a cidade e arrabaldes
centres do forja publica para acudir s oceurrencias
Policiaes dos respectivos diilriclos, seria elle substi-
tuido no servido das rondas por agentes policiaes,
tendo cada umteu dislricto pelo qual fosse respon-
savel, devendo acudir aos oulros' disViclos visinhos
prximos ou remotos para onde fosse chamido
flada ligme oceurrencia exlraordinaria. Entretanto
ao commandanle do corpo de permanentes encarre-
guei de csludar a melhor divisao dos dislriclos des-
ees agentes rondantes, tendo em atlenrao o menor
pessoal qae seja possivel, e oolrosim a" distaibuijao
dos quarteis, ou centros de torca de um modo con-
veniente o proporcional ao numero daspracas do
corpo.
PrUdei.
Nada ha qiie acrescentar ao que foi dito-no pas-
sado relatorio a respeito das prisdes em geral, falta,
e mo estado deltas; entretanto convm repetir que
he esta ama das necesidades mais urgentes do ser-
vico publico. Que importo que a polica prenda, se
nao ha onde ter e guardar os presos 1
A coustruccao das prsOes esto a cargo das pro-
vincias, mas suas rendas slo tao mngoadas e defici-
entes, qne nao he possivel esperar tao cedo o reme-
dio desle mal, que he um dos principaes elementas
da impunidade.
Auxiliar asassembloasprovinciaespara conslruc-
S3o de cisasde delenco e de execcao dis penas
i. as cap taes, 2. em dislriclos centraes que com-
preasjadam urna, duas oa mais comarcas, he pro-
videncia qae o tolreme di spciedade altamen-
te reclama, e qae s pode ser differida e addiada
pela absoluta imposslbilidade do ihesouro pu-
blico.
Cumpre oolrosim autorisar io governo pira esla-
belecer e regulir o syslema das prisdes em lodo o
mperio, examinar e approvar os planos respectivos-
A maneira como se hao de impor e cumpris at penas
he dsposicao do cdigo criminal, que he lei gerai
sobre a qual nao podem legislar as assemblis provin-
ciaes, as quaes, a respeito da constraccao e rgimen
das priscos, devem observar o systema estabelecido
pelos poderes supremos.
Pan preencher esle pensamenlo que (ende uni-
forraidade. he preciso que o ministerio da justica
lenha sua dsposicao pessoas da arle, qae exami-
nara o plano da obra e fiscalisem sua execcao
qaaodo convier.
Brasileiros 315 Libertos"" 37
Porlugaezes 2,134 Escnvoi 62
Diversas nacoes 6.960
Somma 9,508
Enlrinra de porlos naciooaes.
Brasileiros 10,5471 Lbenos 17o
Porlagoezes 5,7431 Escravos 14,374
Diversas naedes 9701 -.
] Somma 31,801
Sahiram para porto* naciooaes.
Brasileiros 9,8011 Libertos 121
Porluguezes 6,457 I Escravos 12,392
Diversas nac Somma 30^3*
Resolto dcstos dado* qae entrar.nii daraule o an-
no passado 48,4211 individuos, sahiram 40,142, e
Oearam 8,287.
Telegraphos.tjuanto ios telegrspbot aeriot nio
ha que acrescentar ao qae fel dito no relatorio pas-
sado, senao que se (era feito Os reparos urgentes as
casas respectivas e forneeido os mistares indispen-
saveis para qae conliuuem funeciomr al qae se-
jam convenientemente substituidos ou reformados.
Resta anda dizer qae por aviso de 2 do fevereiro
do correte anno se approvou a creacao de um le-
legrapho estabelecido na torre da igreja do Collegio
na capital da Parabiba, o qual se communica eom
a fortaleza do Ctbedello.
Pelo querespejla aos telegraphos eletricos foram
at respectivas Incoes organisadas provisoriamente
petos inilraccOes de 27 de marco do correte anno.
Em qaanlo se na j execalt o systema estabelecido
pelo aviso de 17 d 3 Janeiro de 1854, inserto no rela-
torio do anno prximo passado, convem manter as
estacos acluaes, como escola, em que se aprenda o
uso dos apparelho.1, e se preparara pessoas habilita-
das para rgabisa O Dr. Galherme Schucli de Capmima. qae com
xelo e iptidlo se tem empeuhado em transplanlar
pan o nieto paiz este grande melhoramento indus-
trial, esl cncarrezado do encommendar na Europa,
para onde ra detempenhar oulra mlssao honrosa,
ositos einpireliios nieassarios para fidselo das
linhas definitiva!, estabelicidas pelo citadolaviso de
17 da Janeiro de 1854.
Illuminacao publica.A empresa de illnminacao
n gaz alndi nio completou o permetro a que he o-
brigado pelo eoolrato de 11 de marco de 1851 : cen-
Uoui nos trabalhus da caualiacJo e ra progressiva-
. 460:977
A maior parle desta torca nao esto tardada e nem
armada, nao lem regularidad! e disciplina
gama.
Seria ndispensavel urna despeza alm de todas as
previsfles e possiblida"des para armar toda a guarda
nicioml; assim que, o governo imperial se impoz a"
regrade s fornecer armamento por ora aos corpos
dis capilaes, fronleiras oa lagares qae por suas cir-
cumstanciaj e razdes de ordefn pbliea exljam o au-
xilio effeclivo oa provavel da guarda nacional. Ar-
mados esses corpos, o governo ir eslabelecendo oo-
tras calhegorias em raz3o das necessidades pabll-
Cjs,epoaco i pouco, com sacrificios parciaes, se
cetapleter* o armamento da guarda nacional do im-
perio.
Annexos ao relatorio vem o decreto e circulares
qae se expedlfeu a respeito desle importante rsmo do
ervico publico.
Tambera acharis annexos o mappa do mmen-
lo, correme e dcmaii ebjeelos fornecidos i guarde
nicionil, o dos ufllclaes do exercilo empregados nel-
i, e o doi ofllciaes di guarda nacional que lem sido
reformados.
Corpo municipal permmenle.Sobre esle artigo
refiro-rae ao relatorio do inno passado a i minucio-
sa informarlo prestada pelo digno cpmmmdiote des-
le corpo, que tantos trricos tem feito e continua a
fazer a bem da ordera publica e sagaranca publica e
seguranc individual: por esta informacao flcarcis
cabalmente intoirados do estado c necessidades deste
corpo sob (odas es retacees.
Em resumo o sea estado effeotivo consta de 40of-
ficiae, incluidoi 4 cirurgioes, 23 officiaes inferio-
res, 484 cabos, anspcadas, soldados e cornetos, fal-
tando por conseqnencia 151 homens para completar
a torca que o corpo deve ter ontorme sua organi-
sac-lo.
Trataram-se no hospital em lai, 848 doenles,
destet sahiram curados 819, ficarim em tralamenlo
17, fslleceram 12!
lie a mortilulide menor de um e meto por cenlo,
resallado aluda mais lisongeiro que o do anno pr-
ximo passado.
Foram submeltidos a julgamento no dito anno L.
reos, destes 95 por ausencias menores de S din e jul-
gidos pelos conselhos pereinplorios e de disciplina
do corpo; 25 por primeiri desercao, 5 pela segunda,
5 pela terceira todas simples, e 3 por insubordina-
cao, e 1 por fuga,jalgados os ditos 29 reos pelos con-
selhos criminaos de guerra e pela superior instancia.
Esta eslali'tlc, como bem diz o comroandinte, to
depe contra a disciplina do corpo e morilidide de
sues pnces.
He digna de vessa eonsderac3D a reclamarUo qne
o commandanle taz em favor des respectivo* offlciaes
e cirurgioes, cojos vencimentos actuaes sao os mes-
mo marcados hi 23 anuos, quaadu fot o dHo corpo
creado.
----- celtas de um
la*) e outro, tendo es celias capaidades para 1, 2,
5 iddividnos. .Oreada em 237:0005 rs., tem-so com
ella Suspendido para mais de 174:0003 rs., e nao fi-
car concluida com menos jle 300:0003 rs. : esl
acabado sosenle um dos raios, o qual vai servir
de cadeii oa prfaao commora para indiciados e
condemnados, porque nio pode ser peior acadeia do
sel fe.
A autorisaclo qae a lei de 17 de selembro de 1851
artigo 3 14 conferio ao governo, para mandar eu>-
e prehender urna prisao cellular para delenco com as
sobras da conslgnacao volada para a casa de cor-
reccJo, nao foi executada: leve oulro deslino o
terreno publico da ra do rea! designado para
esse Om, e ao qual foi adaptada a planta que o coro-
nel de eogeoheiros Ricardo Gomes Jirdim leven-
(ou.
Em raeu conceito o terreno mais apropriido para
essa construccao he o da mesma casa de correccao,
guardadas as divisoes que o syslema redim, por-
que all seraocommuos casa penitenciaria e a de
delenco, e iproveilidos em favor desla com grande
economa, e vantigem a direccao central, arrecada-
C3o, gurda, muro exterior, aga, luz, limpeza e o
calabouco parados escravos iodiciados de crimes, os
qaaes nao devem estar no mesmo edificio destinado
al- as pessoas livrei. Assim que, iproveitodos os recur-
sos da casa de correccao, a cooslracclo da casa d de-
tenco seria talvez obra de um anno, e longo tempo
servirla para o seu destino tendo capacidad! para
120 presos.
Adoptando o systema cellular para esta construc-
Clo, nSo adopto todava como principio absoluto, co-
mo condcOesda detonlo a separacao individual, e
o Irabalho forcedo, os qUaes devem ser excepelo :
a regra he a aggregaclo porclasses, e estas com sub-
divi~i.es tao arbitraras e discricioniriu como slo
variaveis e relativas as condleSes iodividoies. Su-
geitar lodos os individuos de qoalquer classe e posi-
Clo social, sendo somenle delidos e indiciados, ao
isolimenlo e ao Irabalho, he repugnante sos nossos
hbitos e educaclo, he urna violencia sem razo
plausivel, he tornar o deudo de peior condicao que
o condemnado, sendo como he a pena de prislo com
Irabalho regulada pelo systema de Aabnrn, e a de-
tengo conforme o syslema pensylvanlco. Em qaan-
lo a necessidade de descobrir a verdade o exigir, se-
ja o preso solado; cessando esta necessidade s de-
vem ficar solados os perversos, os mos, cujo con-
tado se leme. Seja obrigado ao Irabalho aquelle
rOj.|B
Por communicac.lo do presdante da provincia de
S. Pedro do Rio Grande do Sul, consta que no dia
28 de fevereiro do correle anno foram removidos
da pessima prislo em que se achavam para a cadeia
nova os presos cvi da capital, em numero de 195.
Scjam quaes forera os detoltos desta prisao, he cerlo
qae ella est ptimamente collocada, tem todas as
commodidades qae se exigem em toes casis, rene
todas as condicOes da salubridad! e segurenca. A
despeza de sua comuncelo monlon a 160 cootos de
ris ou pouco milt.
Prise* penitenciarias.Na provincia do Mira-
nhae se edificou umi casa destinada pan prislo pe-
uiienciaria: nella se fem despendido pan mal da
70conlot : nunca porm nessa cita te pratieoa o
syslema penitenciario, e nem metmo fol execotadi a
lei provincial n. 194 de 28 de agosto de 1844, que
luloritou 10 presidente pira orginisar um regula-
metilo, afim de nella ensaiar-se o dito syslerai: ser-
v esta caa de cadeia.
Na cidade de Porto Alegro, provincia do Rio Gran-
de do Sol, fol tarobem conslroida 1 referida pristo
eom o nomo Improprio di casa de correceSo, por-
qae nao lia lili celias e divisoes precisas para qoal-
quer dos doas syitemn : esta casa espacosa e ae
grande cipacidid terve de cadeia, como ja
disse.
Em ligarais provincias, como" Cear, Espirito
Santo o Peroambuco hi leit provineiies decretando
prisdes penitenciarias, mis nenhumi deseas" leis est
em execcao: cm Santa Calharlua porm esl levan-
tada a planta de um edificio penitenciario, a qoal-
submcllida ipprovacSo do governo imperial por
dsposicao da lei provincial, ainda depende dos exa-
mes que mandei proceder.
Casa de correccao da corte.Do rotatorio e map-
pas annexoi dirigidos i secretaria da juslrca pelo di-
gno director deste eslabelecimento importante veris
qual seu estado, melhoramento que lem lido, fjre-
ceita, despeza, obras e movimenlo do seu pessoSTno
lempo que decorre ao I." de abril de 1854 a 31 de
marco do correnle.
O raio offlcioal ainda nao esl acabado, mis val
continuar a tua conslrucclo com as alterares peto
director propostas.
Tambera nao est montada mas o ser com brevi.
dado a officina de cinleirot de que tritei no pasudo
relatorio.
Chegou de Inglaterra em agosto do inno prximo
passado, esl assenlada e em breve funecionar a
machina de serrar pedra a vapor encommendtda pe-
to governo imperial: aflirma porm o directorqae
o produca delta nao cobrir nem a melada da des-
peza do cosleio.Com a referida machina veto o en-
genhero respectivo, cojo contracto consto dos an-
nexos.
Tenho a honra de submetler vossa consideraclo
o relatorio apreseolado pelo disector da casa de
correccao Anloolno Jos de Miranda Falcao^ndo
conta da visita que por ordem de governo inj0rial
fez as principaes prisOes dos Estados Unidos, regi-
das pelot doas systeraas de Aunorn, Peosylva-
nia.
Marcandfde om modo lucido a diftorenca carac-
lerislca dos dous syttemas dominantes, o dito di-
rector se pronuncia e decide a favor do syilema da
Pensylvanta em razio de sua conslucco e influen-
cia moral ; propoe a fundacao de ama nova casa
penitenciaria conforme este systema, sendo des-
tinado para casa de delenco edificios actual por
iucompativel com o metmo systema de Auburn que
u rege, o a final indica a reforma do regulamen lo
actual no caso de subsistir o referido edificio.
As questoeique as idat propostas tuscitam ainda
alo estao resolvidas nos oulros paizet, aonde mais
Ion ga e observada tem sido a experiencia dos dous
syttemas, e quinto mais por nos, novis e que ago-
ra coraecamos Para decidir entre o principio da
separacao absoluto ou perpetua e o principio do
isolamenlo durante aooile e irabalho commum du-
rante o dii, nao basta a decisao destes paites miis
idiintados, aonde aliai ot dous syttemas slo prati-
cados, e podem ser comparado* ; convm estudar e
qae poaum melhor preencher a sus rala mislo, annos, sob peni de commimo bem do. mina
pira que bem definidas sejim 11 retacees do. mes- rios.
mos cabido* coto os bispos, dos quaes devem ser a o
xilioe conselho.
. .Z, M de mt mimo MBrld piritoil, e os ana
As congruas respectivas nio podim deixir de ferrados 10. inleres.es temperies.
Ihta hT'Im ,m md corre*Pndenl eerar- Do q ladro annexo consta qul o nmro?|aor-
2 Jrin. "^ beDeflclM: i0 <'to Mn "Wtom, eventos, pilrlmonlo, rend, e
mdo^atodrAM^tart0dJ"ffMdMM,"H^ "M,Uoi!Jo: "-"dronloheperfeito, porque nao
r~ ** -nf va uicmuvs
de modo qae satlstoca a esto doplo dever.
Aos hispo, e pettoat dootat nettsi milerias coft-
sultei a respeito di. retarmn de qae os cabidos
carecem.
r huim n> v mkiuu iido uves*e neeessl
.tumo vossa llnelo para neeessidide de pro- lenlar demandat par. d^mbaracar o
ver.obr.a.apo.enlador...do.ecc.e...icos, .ogei- delta duduvidme eonleatocam, JoTm occoTrido
toscomoos demais emnreBado. m..ikni4..i. n._u i. .m -.:Jr_: .
pm .. r j j '. "". i~uei ser com pranos ; convem estudar e
Km conformidade da imperial resolocio de con- praliear por nos meamos, observar os dous syslemas
ralla de 20 de dezembro do auno pasudo, foi deci- em relaeto ao nosso paiz: fraum accrlo, como
dido que a detpeza com a conduelo dos presos de pens, o ensatar .0 metmo tirapo o* doas lystemas
juslica de amas para outras provincias he geral, pralica-lose compar-Iot. Para este fim e sem pr
correndo alias por conta das provincias aconducao joizo do systemactoal conviria fundar orna casa
I9|er,or- penitenciaria pensylvanica destinada a substituir a
Jira urna reclamacao de qussi todas as provincias, pena da morlc, que ficiria mita restricto, ea prisao
e que nao poda deixar de ter altendda por sua jus- perpetua com Irabalho.
lica. Em consequencia da mesma resoluclo de con- Com o auxilio da actual commissao inspectora
sulla, mandei abrir no orcamento do ministerio da qae tantas provss tem dado de sea telo e dedica-
jutlica 1 nova verba por qne essa despeza se dever CSo cipero emprehender a revislo do regulamenlo
da casa, e enllo serlo devidsmenle consideradas as
o annexo respectivo encontrareis a commlla di reformis que o director propoe no citado reletorto.
tecclo de jusci, e as ordens qae se ixpedirtm em Colonias penaei.-Os presidentes das provincias
execcao da resoluflo. era soluclo os quesitos da cmara dos senhores de-
trs de delenco.Como taes, e eom o destino potado* tobre a ulilidade dessa inslituicao e locali-
deconler os reos indiciados, os condejnnados era dades convenientes, pronupciaram-se em geral a
qaanlo nao sao transportados para as priiOes de exe- favor delta como medida de seguranea e de melhor
cacao, e os presos civis, nonhuma prisao ha no im- condicao dos reos, boje oppressos ms pessimas pri-
perio senao a da capital da provincia do Rio de Ja- >e que tomos : estas duas de reprselo e humani-
B .,.. dade resPndam qnesquer objeS0es em conirario.
A lei n. 213 de 16 de agosto de 1848 da pro- Quartoa localidade, dizem elles urna verdade, e
vieta de Pernambuco, creando ama casa de deten- he a Impraticabilidade dessas colonias 00 conline'n-
Cio, s comecou a ser executada em janjjro de le> aond he difficl senao impossivel guarjUr-coto-
185- nos tao perigosos, aonde para gnarda-loa^one*7en-
O systema por essa rei adoptado nio he a separa- cil manler for'es destacamemosqe c exercilo nao
Co individual senao a aggregacao por classet: o P01*6 Preslar ^nt prejuto do teu' ^^0.
plano da obra no sentido panptico comprehende 3 PresilJenle da provincia de P\ :,nbuco indica
corredores centraes, em os qaaes ha celias de um como ProPr'i Pra Colonia penai "^ha de Fernan-
do, que sobre ser .nuilo frtil, rii^jt^satae pose,
abundante d'agua, lem urna extenja^rre^tt-a legua'
e tres quartos de terreno proprto para Iavoura e
reselo, e he capaz para urna popoM(a* de mil al-
mu independentemenle de vivcre importados de
oulra parte.
He tora de davdl qae, ao menos emquanto nao
tivermos prisOes seguras e salobres, 1 instiluiclo das
Colonias Penacs, ser* um ralnrto eflcaz, relima-
do pela ordem publica pela necessidade da represslo
epelo interesseda humanidade.
He pois dp grande vantagera.ao menos por ensato,
eslabelecer duas colonias penaes, 1 1. detorea-
dospan subtlitura pena de gales : a 2." de
livridos para os gales que depois de um certo pra-
0 moslrassem na 1.a colonia boa conduela, aplidao
para o Irabalho, e irropendimenlo, e lambem para
aquelles que as casas penitenciarias esilvessem
para completar a peni a que foram condemnados :
seria a cetonia oeste segundo caso mu Iransicao
para a sociedade na qual devia reentrar o condenv
nado, seria a ultima provanca para a rehabilitacao.
Astim qae be para tal fim devereis autorisar ao
governo para determinar o rgimen dessas colonias
o tempo e condicOes da provi oca ni 1\ colonial
remocSo para a colonia livre ; favores naauxiltos
concedidos ao colono livrado, e finalmente o lugar
para a fnndicao das ditas cetonias. *
He essencial, he urgente fazer ilgoma consa a
bem da sociedade e de humanidade quinto s nos-
sos prises mil segurat.mal gaardadat, fnsafficiinles
par em aggregacao numerosa de condemnados
giles, 01 quice ahi esto lem applicclo, sem tn-
bilho, porqoe para teram empregidos, devem ter
guardidos, e nio ha forca dsponivel para gaar-
da-los.
Resullam desle estado de coisas frequenles evi-
tSei, dahi o terror da victima que se eneontra de
novo com o seu asgressor, o desanimo da autorida-
de que ve como inateis os esforcos que emprega
para a prisao dos criminosos, d'ahi finalmente o pe-
rigo dosqoe persiguiram, aecusaram e condemna-
ram 10 reo evadido : outro sim finalmente a pena
de gales vem a ter um beneficio para o escravo, que
pelo crime se lvra do Irabalho qae obre elle pesa-
v para ficar ne ocio e na inercia.
Negocios eeclutasHcos.
Tenho summo prazerem commnnicar-tos offlcal-
menlc que o dogma da Immaculada Conceiclo da
.. Mil de Dos foi proclamado em Roma no Ata 8 de
que so vive delle, o vadio, o devedor delido e oulros dezembro do auno prximo pasudo, tendo sido de-
que por motivos especiaos o deverlo ser; aos demais finido peto conolioqaeo summo pontfice convo-
sejaelle livre o nio Imposto: assim que convir cara. O bispo deMaranhlo foi convidado para to-
que as celtas tenham capacidade para 1, 2,3 ef zer parte desse concilio, ao quil nio comparece
Pre50'- por chegar larde o convite.
A cadeia do Aljuhc, removidos delta ot delidos, Bispados.Aa bollasPro animarnm salute
pode com as divisOes convenientes servir muito bem Gravissmnm sonicitudins, creando os bispados
para casa de execuSlo de sentenca. do Cear e Diamantina livcnm o beneplcito ira-
A vista do que levo dito, nio havendo sobras da penal,
consignado para n cata de corf ecclo, cumpre que Falleceu o bispo de; Goyas em 19 dea
para a conslrucclo da cisa de detencio cellular con- de 1854.
signis nma verba especial: a espita! do imperio he Eslo vagos ou anda nio prvidos os tres referl-
digna desle importante beneficio. dos bispados, sendo que o padre Jlo Quirino Go-
Cadeias.Os relalorios dos presidentes lleslam a mes> apretentado para o hispido do Cear nio o
falla e mo estado das ddeias existentes no imperio: accitou.
em geral nao conlm ellas as condicOes indispensa-
[ilt de salobridade e seguranja, bem poucas obter-
Im a divisao o ciassificariio dos presos, em muilas
05 sexos esli confundidos.
A economa da verba geni que poderia ser
appcaa a oulro objecto imprtame.
2. A adrotnistracao gratuita dos Sacramentos e
suipenslo det emolumentos parochiaes.que vexam ao
pova, e alo mu tas vezes caau e leotaclo de simo-
na. .
Compre considerar bem qae em compensacio dos
29OOO r.., com qae contribuem os fiis qae (em a
Pulaclo lica isenla lambem dessas despezas sem ne-
nbuma contribnicao. Emendo que o projeeto ho
digno ile esludo e que quando mesmo, pelas diffi-
culdades pralieai da arrecadaclo, nao fosse elle ap-
plicavel a todo o imperio, devia ser ensatado as
cpitaet, coja populaclo bastara para produzir
urna renda conveniente.
Seminarios.Se ha urna necessidade de priraeira
ordera he a reforma do clero por meio la oducac*",
he a edacacao por meio do inlernato dirigido pe
patavra e pelo exemplo : he
perial na instituirse dos pequeos seminarios em
todis as dioceses, na manatenclo dos grandes semi-
nirios existentes, a todos imposta a condiclo do in-
trnalo. Para esle fim, nio sendo bastantes as sob-
vencoes que o thesouro publico pode prestir, he es-
...,------.*>,, ^nu. ^.uo prestir, ne es- m. forque o seminario he urna in
senciel que sejam esses estabelecimentos dotados de menle eeclesiaslici, confiada exclastvaoei
Ollrimonios: nam rnnslilni.lo, mam .n.,.^^ ^-, i.. nMul..;.^ j.t..,.
1 iveram lambem o exequtur imperial os decre-
tos consistoriaes dismembrando diversas fregae-
zias de uns bispados, e nnexando-as a oulros.
Estes icios da Santa S, sollictados em virtode
da lei n. 693 de 10 de agosto de 1853, alleraram a
divisao ecclcsiaslica pelo modo que consta do qua-
dro annexo.
Elle quadro ainda n3o he perfeto : foi elabora-
do vina das informicOes peta secretaria cnllegidas
com grande eiforco, o intlanles reclamarOes.
As frequenles creacOei de fregueziat pelas assera-
blat proviuciaes coocorrem para as continuas al-
terares da divisBo ecclesiaslica.
Se me nio couber a gloria de haver consumido
esle Irabalho importante, tenho a sitiifaelo da
have-lo empreheudido, e levado ao ponto em que
seiehi.
Ot cibidos carecen de reformas importantes para
los como os demais empregado, a impossiblidade
phisica e moral e dolado, de servaos a Igreja, servi-
Cosque nao podem deixar de ser apreciados e consi-
derados como rendidos ao Estado, a qoem em ulti-
ma aoalyse aproveilam.
Pirochiis.Do quadro annexo consta qual o nu-
mero de paroebias do imperio, quaes providat, e
quaes vagas, quaes com vigarios collados, e quaes
com vigarios encommendados.
Era virlude da lei n. 798 de 16 de selembro de
1851, foi pelo decreto n. 1486 de 13 de dezembro
do mesmo anno, instituida a freguesia de Sanio An-
tonio na igreja de Santo Antonio dos Pobres, sendo
determinados os seus limites peto [modo que no
mesmo decreto se conlm. A nova freguezia ainda
nao esto' provida] de pancho.
O augmento da congrua dos parochot he ama
necessidade que vem ao* olhos de todo* qne consi-
derara a importancia di cura de almis, e a sua in-
fluencia benfica em relacao 10 Estado e a igreja
nao he possivel com os exiguos vencimentos, asig-
nados a esses beneficios, qae elles sejam preenchi-
dos e bem servidos, e se estabeleca a vocacao do
sacerdocio. Se tormos assim, o futuro .era' como
o presenta senao peior.
Em cumprimento do aviso da secretaria da justi-
Ca, que exigir o pancer dot bispos acerca do roo-
do de elevar-ie a congrua dos pirocho sem vexi-
me do povo, reme!teu o retpeilavel arcebitpo da
Baha um projeeto do conego Jos Joaqoim da
onseca Lima qoeacharis ntreos annexos desle
relatorio. Este projeeto he digno de estado e ;con-
sderacao, sendo qw o considero como ama'feliz
inspiracSo. As suS bases etsenciies slo is se-
gu ntet :
1. ma eonlrbuclo de 23000 rs. anma.es sobre
todas as pessoas, que tenham a renda lquida de
200S000 exigida pela consliluicio como condiclo do
direilo de volar.
2. Applicclo exclusiva desta conlribuicao para
as despezas do callo, eomprebendidas as congrua
dos bispo,, cabido,, relacao eccleslettica, paroehos,
coadjutores ; mnnulencao dos seminarios, edificaclo
e reparos das cathedraes, raileriies palacios episco-
paes, e as fabricas.
3 Adminisiraclo gratuita Sos Sacrameolos, dis-
pensa do pagamento de desobrige, e de eocommen
daclo de cadveres simples ou solemne.
Qoe seja exagerado o calculo que faz o autor do
Projeeto, presoppondo sobre orna populaclo de seis
nrilboes de habitantes um milhlo e quinientos mil
contribuales (quarta parte), oreando por consequen-
cia em 3,00*0008000 a importancia da contribui-
Clo, qoe se reduxa esta renda a mil cont,
--------------------- j .1 I, V p,V
jecto assim mesmo he digno de acolhimenlo e esto
do porque satisfaz em grande pirle a fim proposlo.
Por meto desta conlribuicao Uo commoda, a rege-
neraclo doctoro, a educacaoreligiosa, a magnificen-
cia do edito leriam um raovel poderoso, unfreeorso
grande e eficaz.
Nao he somenle pela principal ideado projeeto
A idmintatriclo desse* bem ditlrahe os- religio-
sos de nua mlssao ugrada e espiritual, e 01 Jaaf.
Cipelli ImperlilA sua renda nio lem aug-
meflllco, he ainda de 4:317*200 rs.
Esta qaanlii fdra snfflelente para as despean da
fabrica se o cabido nao tvesie necessidade de sus"
a>- -w M wvvvuiuo.
O callo (em sido manlido na capelta, senao com
pompa, ao menos com a decencia possivel.
Por decreto de27 de novembro de 1854, envida
1 seccac de justica do conselho di estado, foi aposen-
tado no lugar de capelllo cantor o padre 080 M-
ximo do Prado, o qoalse acha inhabilitado de pres-
tar servco, tendo 21 annos e 25 das di exercicio
ni capelta.
Missonarios capucblnhos.Exislem aclualmente
no imperio 51 missonarios capuchiohos que sedivi-
dem peto modo seguiote:
Corle.
Ri de Janeiro.
Baha. ,
Sergipe. .
Pernambuco. .
MaranhUo. .
Para. .
Espirito-Siulo.
S. Paulo.
3
3
11
2
3|
2
4
I
5
Paran. 9
Minas-Gera.es f
i;yn...... 3
Malto-Grorao. ... 2
A dsposicao do go-
verno no hospicio
da corte..... 3
51
Existiam o anno pastado, segando informei ne
relatorio, 49 mistionarios; ohegaram da Italia 4, re-
gresson 1, e ferido pelo-raio falleceo, esa geral ten-
timenlo dos que apreciavam suat virtud, Fre
Panto Delemoni.
A pendencia entre o governo imperial e a santa
S respeito do decreto de 30 de jalho de 1844 an-
da nloeito resolvida, como tora para detejac bem
do estado e da igreja: 4, bases segundo as quaes ext-
iende o governo imperial que pode ler lugar a su-
brogarle do dito decreta Uo eontiRnada, no aviso
de II de janeare de 1854, dirigido pelo mintitario da
joslfa 10 nosso eocarregado de negocios ana Roma
aviso qae se acha inserto no relitorto do anno pr-
ximo passado, ao qual *me remello: he de etperir
porm que etsas bises, seoio integralmeate, ao me-
nos coro modificacOes ntzoaveis, sejam afta al aceailM
por S. Sinlraide.
Faculdadm (heologicas.A le a. 781 de 10 de
selembro do anno prxima pastado, que creen duas
Ficuidades theologicas em doas seminario, do impe-
rio, eucontrou na sua execoco alganas diaaealda-
de cuj tDlaclo depende esta inslituicao : asta* fdi-
ficuldades consistem: primeiro, na necestidade da
intervenido da S. Se para a dita inslilajfie ; w-
gundo, nos inconveniente, di fuslo dos Seminarios
o Ficuldides. Para resolver estas quesUes pelos
bitpo,,uicitadas, dirig com o projeeto de estlalos
i ilgamss pestois venadas na materia a eh-cular
seguate :
a Tenho a honra de remetiera Y- Ex*, esraclu-
*ot estatutos para as Facaldade, Iheeiogieai de im-
perio, as qaaes em execacl* da le n. 781 de 18 de
selembro de 1854 devem ser creada, aat doas das
aciales emiaarios. Confiado na bandado 4 V.
Pro- Exc, rogo a V. Etc., que se digne de prestar me 1
sua Ilustrada opiuao, nio s a respeito dot ditos
estatuios, como lambem das qoestees serunte, as
quaes resultara dos pareceres des bispos diocesanos
sobre esta materia consultados.
a 1.* A instniclo das Facaldade* Iheelegieas de-
pende de in tervenclo de poder espiritara! t
a 2. Esto inlerveoci alo fie sati.fe.ta e pre-
1 mmulenclo do clero e do culto-que elle vale
maltoeierecommenda, he tambera pclasonlrasidas m? ***""*-
accessoria. oa conseqaentes que elle illinge.
renda lquida de 2OOJJOO0 rs poapamel.ee por an- PnSa" do .inlernal- diplna e economa do.
no as despezas de desobrigas, encommend.res. as- m,MmM semm'r,M e do P0*1" dwe' d hispqs,
n Slo lem conhecidas as razdes em qae se 'ir fin
no as despezas de desobrigas, encoramendi res, as- .
cimenlos e cnumentos, etc., e a maior parte da po- .SSo ''em ^hecidas as razes em que se fundar
Palacio lica isenla lambem dessas despezas sem ne-' D,D0* P"" onsderarem como necesaria a nter
venci dn poder ecclesiastieo.
1' Porqae esto confiada aos bispot a
,...,,,., ci-ciu r\empio: no desla segregaclo qoe c"' 'greja, nao pode ser eati
depende esencialmente a nossa regeneraclo moral: fnndaclo.
assim grndoTie empenho que tem o governo im- "' 3- l'orqee em todos es tempe* asstm se priti-
nerial na institniciln Hn mu,nan^ <,.;.!... con nea r,air.#v *railtr.iL#.M _____,>
palrimonios: para consfiloi-los outro recurso nio ha
senio a devoluclo e a applicclo dos edificios e bens
daqaelles conventos que fonm sapprimdot,*por se
aclurem no caso de que trato em lugar proprio: es-
ta converslo to pia, tao santa, leude a ontro fim
nao menos importante, que he salvar esses bens qoe
vao sendo desbaratados e arruinados.
f^riTS^-^peu,,!in-7si ^---rj:zflrqeCr..s
! 10 de selembro de 1K54. caraos concert do .- m.i. ,___...-.._.__ .. \ *
de 10 de selembro de 1851, paraos coocerlos dos se-
minarios, foi distribuida assim:
ParaodoPara. .
Para o do Maranhlo. .
Pan o Pan o de Minas. .
18:0008000
7:0009000
8:0009000
7:0009000
tiverem pelo menos quatro religiosos, edos. das ca
pitaes, qne ro liverem dez para a celebracao e exer
--------.------------,^ ....... jp.mi.^dv UUS I.ISpO.-, qUC
aliue devem ficar ordinariamente Investido* da *-
3." Sendo essencial a intervenclo de S. Sanl-
dade, o rao obstante a dos bispos, pode ser eUa pos-
terior inslituicao das Facaldade* T
a i.' He conlra o* caones recebados no Imperio
a fuslo das Facilidades e seminarios ?
."). Nio ficam respailados os caones e concilla-
dos e con binados com a lei, sendo as Faculdade* ius-
litudas em separado, mas no misma edificio, sem
prejaizo do inlernato, disciplina e economa dos
_ da
cnsnar^ .ciencia di sanelo, par Mrem elles os
successoriis doi apostlos.
Eintutocett omnes gentes,balipattei em, mt.
tari omita auecNuea* mandad tobit (S. Mitbeu?
18,19,e20.) ;f1_,
a 2.0 Porqae, parlieipando essa i^ialcaede 1
racler mixto do civil e eceletiistico per ioteressar ao
estado e i Igreja, nio pode ter esta estranba i sua
coa ao* pitaes cilboUcos ni crescSo das proprih
universidades at os fie. de secla 18, em que e phi-
losophisao secatarisoa tade.
A' fuslo oppoem-se os bispos diocesano* :
anln a^ilui..!:.. ____A. *
pos pelo concilio de Trente, eom fim principal da
edacaclo e preparaclo do sacerdote, entretanto qoe
a Faculdf de theologica tem por fim a liluelractn e
nio a edo cacao, be commum ae secular e ecclesiasli-
co, estsiijeitaimmedialamenle accio do peder
le i) pon.
a 2. Porque o ensino deesas Facnldades he mpe-
40:0009000
Eram estes os seminarios cujos concerlo. me ps-
recerammaii urgentm; foram estas rfua.ilias cal-
culadas na razio da melade dos respectivos orea,
taenlos.
Para prefazer-se a oulra melade, para concluir se
a obra do seminario de Pernambuco qoe ja funecio-
nava depois da reedificaclo, urge lindi votar no or-
camento a quanlia necessaria.
Tem sido approvsdos os compudiot dot semnt.
rios, indicados pelos bispos, c nieados os lentes
qoe elles hao proposlo.
Pelo decreto n. 1390 de 10 de mato de 1%54 foram
creadas as cadeiras de Littorgii e Canto Gregoriano
no seminario da Baha com o ordenado de 2509
cada, ama.
Instituidas as duas"aldades theologicas, con-
vm regalar cora uniformidade o ensino nos gran-
des e pequeos seminarios, as dioceses em que ba
oa nio ha Fatuidades theologicas; assim que, e por
conseqaencia algumas cadeiras podem ser supprimi-
dat ou subsltoidas nos grandes seminsrios: os pe-
queos seminarios serao preparatorios dos grande*
seminarios, e os grandes seminarios preparatorios
das Faculdaces theologicas.
Do quadre annexo relativo aos seminarios viris
qoal a sua in .tituicao, seus palrimonios, rendas, edi-
Ucios, namero de alumnos, e ludo que Ibes dij. res-
peito: a face desse quadro conhecereU que al-
gn, seminario, nao lem a renda precisa para sua
manulenrao, e dependem com urgencia de nma sub
venci.
Conventos.He o mesmo e tal, como vo. refer no
pasudo relatorio, o estado dosses estabelecimentos, ,
qae foram outr'ora oassenlo da pedade, da dscipl: ^dVZ
n. e d. anetiridadc religiosa: a reforma de uns, e a -
tenco. a.s res providencias segrales sao em resu
mo aquellas que parecem essenciaes ao lira pro
posto.
r lumidiiuo souid u icqucrHijemo o atrectorats cela*
1." Sapprstsaodof convento, do interior, que nao na leve occasilo de itleslar que lia em Pelropol
iverem Dllo menos ciuairo religiosos. ndo< dn **. >,m pi.n^iomvpi nnnum a '* 1 .
- -.-- 'ciiajiou.
1- um consideravel namero de caumentos mixtos ne
mesmo cito do referido, isto he, verifleidoi peta par*
.,.,------------------ t* P...Kiu/i^in o eicr- uicMinr i- uu il-iuiiuu, uro ne, veruieidoi peta
du eull)i devoluclo dot reas edificios e bens te evanglica tem intervenclo da igreja ealholica i
os sem narios. 1.1.. ^nr^.,Kif..in. ... _____
para ot sem nirios. ,0 |,a, coccahioilos, tem conuquenciu legji
2. Refor moa regeneraclo dos eutros era que hi contratos nem vinculo de obrigaclo, porqae depen.
communidat'm, Picando dorante a reforma u .-.t sua dem uniente di vonlade de orna das parles ao
conclutaosob a plena jurisdiccao dot hispo, que guando quer, pode rompe-lo.
fS^J* d,e.co."s d rmlinnar sem nma
---------------------,_ ,,ut:, u, va,..u us vuiu.3 nao oeve csnlnnar sem n
loridade de |*eiidr i* eleicOes capitulares, e innul- providencia legislativa 1 llame 11 le reclamada
la-las quand contrarias s consluicocs. teresse di cotooisicla : he precito dar ^_
Applcaca de ama parle do tua renda liquida pa- gal a estas familias, garantir os dirtitoK*
rao. semina, os. pc*os, des Mbes, come parismeasles
3. Convenio dos Utns ranas e escravos aos con- bctsileira da qual nio podem 1 ar ali
venios em aiwlices da divida publica dentro de doas causa di religiio qoe egoem.
',
1
- --------j ~r.. aV* yow
mais elevados da liierarcha ecclesiaslica nao aceten- .
vel 1 todcs, entretanto que couvem manter os semi-
narios para habilitado do. curas d'aUna.
a Multo agradecido serla V. Exc. te, toraanrlo
era considenco este negocio, me qoizesse aaxIUar
cora as suas luzese saber pira solacio deslis ques-
(Oes.
Aguarda o parecer da pessoas consultada.
Cisamentos mixto e evanglicosChimo a ""11
ilteocao obre esta materia que nio poda'ser per
muito tempo adiada, visto como, medida que a co- -
lonuclo progressivamento augmenta e com ella a
populicic. protestante ocerrem e se mailiplicam os
caiosque reclamim solacio argento.
Quanlo aos evanglicos nio he possivel prescindir
de delerminsr as condicOes essenciaes de pabUcida-
dee registro para que postan, produzir os direitoa
civi.: essns solemnidades slo a prora e aulhenticida-
de do acto e muito convem para que esses casamen-
tes se nao tornem coneqbinalos disrarcados, lieos ar
mados innocencia e crednlidade.
Quanlc ios millos, sendo, como slo ficis pela
parte ac tholica e difilceis pela parle catbolicn era
razio da dispensa do irapedimentoCaltus disparitas,
-acontece que, verificados por uma.parte e nao pela
onlra, millos por conseqnencia, ficam redazido. s
condicOes de concubinatos um effeito civil para o
esposos e pin os filhoi qqe slo ticfoa por Mo togiU-
mos.
Sabis que 1 igreja calholici lem como impidi-
mento a c isparidade do cnllo, e qae pelo breve das
Faculdadis concedidas peto summo ponlifice pi IX
aos bispos do Imperio nos vinle einco annos cosien-
tes, s ha trinla casos de dspeuus do mpedieaento '
cultas sparita*,ecom a condiclo de ser cstholi-
ca a educaclo da prole : d'ahl a grande dlrncotdada
da qaesllo.
Dea-se na colonia dp Petropolli o' (acto legainle
-Citharna Scheid, cotona de 22 annot de id.de,
da religno evanglica caaouem 26 de dezembro de
1817 cora Francisco FagnnAs, portugus caiholico,
_. peto-padre Lippold
r..-_ jr... 'V ~ "" "j' '. "1 *e6u,,do rio evanglico, e sem intervenclo e licen-
suppressap de ootros, sendo os .eos edificio, e bes c, Qi aaloriaide d- ^ ?
applicados como disse para regeneracao do clero, slo com sen mfido o prto,ero anno findo o qnal!
obje tos em que o governo .rapertaltamfixado soaal- poreHe abandonad. : pedib essa mu.her ao'goverS
lenca. As res nrovidencusaasninlps an m ,.. .__. 1. ,. 8 n"u
1 imperial urna providencia para dissuloco do sea ci-
' ment como era conforme a religilo protestante : in-
formando .obre o requeriroento o director ato coto-
-'


DIARIO DE PERMMBUCO SEXTA FEIRA 20 OE JULHOQfc 1855

.*

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V
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l

Conferir 101 casamentes millos e prolellantos o
mesmos efleitos civil que compclem ao (smenlo
celebrado conforme o csilums do I mperio feria ama
providencia olo batanle, mai delecliva quinto aoa
mlxlmPpira os quaes a graod.e difliculdade he a na
veriflcaco pela parte cithollca.
O remcdiodomal heaplairirad ficuldtdo ejtomar
facis esscs catamenlos.
Am!d e nao conscguino-ss da 8. S a dispona
InfinitabM limitada no impedimentocillusdis-
parilsscomo o exige o interesse la colonaclo que
he vital para no, a providencia que compre tomar
he a seguinledistinguir o casamento evanglico e o
iiilo como civil e religioso, juira qna aquello pre-
ceda a esle, teja logo seguido de diroilos chis, ainda
que senlo verifique o religiaso, sendo todava iudis-
aolovel pela parte ealholica.
Senao accede oo sobreven) n calamento religioso,
existe ao menos um contrato, ha aro estado legitimo,
os esposos e os filos conservara os seus direitos ci-
vil : so menea essse estado de cnosiis he mas lison-
geiro, mals conforme moral, do aquello que
lioje temos, o vosreferi, islo ha, casamentas verifica-
dos simeote por orna parte, redolidos concubina-
to, os esposos sem vinculo, pudendo se separar quuu_
do eonvier, os filhos sem direitos civil I!
<>uM providencia essenciil, quaitoaos evangli-
cos, censista en> declarar competentes os nossos tri-
bunaes pafa julgar as questfles matrimoniad, como a
nollidtde, i existencia, e a diitolujao do casamento
protestante, porque sera esta providencia ha denega-
do da Justina, por nao haver quem julgue [esta ma-
laria, como acontecen i Calharina Scheid no caso
ex posto.
Os prc4mlant*scoosidernv;ini primitivamente a ju-
risdieco em materia de matrimonio como propria do
poder ecclesiaslice ff*f'
Eram os pastores que cxerciim eiita jurisdiccao, e
abasaran.
Fbram depoia os consistorlof.
Finalmente em diversos paites fci esla juriidicrio
devtlvida aoa tribunaes ordinarios, com espeeialida-
dena Prussia eSueeia.
O qoe levo dito be atlestado por Walter.
Se a materia matrimonial muimo enlro es protes-
(anles nao lie espiritual, e da competencia dos con-
sistorios, mea civil e da competencia dos tribunaes
quera entre na a deve jolgar'i
Consealiremosquesejam as qu es loes occiirrenles
ffeeUudo direito*eiviiooBrasd, decididas pelos tri-
bu o aes eslrangeiros 1 a idea Inj lio repugnante qne
para repeli-la nio be preciso < izer mais.
Aoa nossos tribunaes deve ser cor ferida esta com-
petencia, qo ese tanda no mesino fado de nao ha-
ver qoem julgne, por quanto Cora absurdo que na
sociedad civil, no estado nao h mvesse qoem julgasse
os casos,eecarrenles : se lia diraite, ha ccjio corres-
pondente, aja/a acc*:o deve haver jurisdiec,lo que
tome delta conhecimento.
Sobreleva que e casamento protestante nio he sa-
cramento, e entre nos he s pela raido do Sacramen-
to qae esta fondada a competencia ecclesiaslica em
materia do matrimonial.
ordatu com a Santa S.Intenta o governo
Iraperi impetrar do lumruo pontilice urna concor-
data, ota a qual, sobra terem reconhscidos os direitos
qne eotapetam a* imperador como chefe do poder
temporal, besa delinida as relagoet da igreja e do
estado, e ajustados alguns pontee controversos e pen-
dentes, se coosignem as conceicoes seguintes :
i.* A reforma e snppressao dos conventos, assim
como a convenio e devolaro dos seus edificios e
bens pelo raeo referido.
2. A delegarlo perpetua e nao limitado, das fa-
tuidades dos bispos pora as dispensas dosimpedimen
tos malrimoniaes, ao monos nem limitadlo alguma
em lodo o Imperio, quanto ao impedimentocultos
ditparitas,nao limitada tamlxm qnando a lodos os
impedimentos nos bispadoa contraes, mais ampia e
eum daierminatao do numero de casos para cada an-
uo nos outros bispados.
Ortammto e crditos supplemcntarn.
Balanro provisorio.
Pelo orcamento a quantia pedida para fazer face
as despezas do ministerio da Jcislic*. em 18561857,
monla a 3:002:4728312, islo hs, 333:9489721) mais
do qae a pedida para 18551816.
Wo ornamento est indicad i a eipcaco darse
A iiiSoIBcienela dos ereditns -vettdee-evaraovo-l.
governo creaclo dos seguintes crditos iop-
plementares na importancia d 349:f>118628 n.
* De 19:6408000 ris creado pelo decreto Home-
ro 14*0 de 18 de outubro de 1854 p.iri pagamento
des empreados dos tribunaes do commereio.
A le do ornamento, imponlo ai governo essa
^taiHiitai M|i| lialiililuii todava cora a qoaolia
iitraararl*. ^V
2. De 9:8008000 creado pelo decreto n. 1470 de
4 de noveesbro de 1854 para pagamento de despe-
zas com as exequias de S. M. Fid ellinima a Senbora
D. Mari '-^ijta -'- -^Munaajf'^-ai a
*xiguioade da rOaMMBmcii da cathedi
de Janeiro : fol preciso auxilia-la.
3.o De 10:5008000 rs., creado >elo decreto Ti. 1500
de 23 de dexembro de 1854 para fazer face ao d-
ficit jp^f apparecen na verba consignada para a se-
cretaria, de estado. i
lie ronito diminua a qaami.i leilinada impres-
siio don lalorie e actos do governo dette ministerio;
as iiTtpresanes em 18531854 lorio niailo numero-
sas, aderam lagar o dficit.
1J000 ris, creado pelo decreto nu-
mero 1501 de 23 da dexembro de 1854. O orea-
ra entonan atienden as despezan qne 13 deviam fazer
Imento das liohu do telegrapho el-
ctrico.
13:6000fJ0 n. creado pilo decreto n.
e dezembro de 1854, afim de colirir o
dficit queie dea na consignacio concedida para a
illuminajao ero 18531854.
1 do axeite e a lubstilucio da sn-
tiga illumioago pela de gas,' deram cania a esse
dficit.
6/ O de 65:7729974 rcli, creado pelo decreto a-
para sopprir o efir.ii na verba de Po-
lica.
As graljficasOes marcadas ao cheles de polica
em rirludc da lei de 28 de laternLro de 1853, as des-
feilas para prevenir crimen a prender crimi-
nosas, alo as causas que legalisam esse crdito.
7.- O de 4:8008000 ris, creado pelo decreto nu-
mero 1504 de 23 de dezembro de 1854 para oc-
ie as despezas com o nstente de presos pobres,
abis a alta extraordinaria que tlveram 01 ge-
de primeira necesiidade : a quantia conce-
dida para esse servico, sendo calculada para circums-
tancias mais fivoraveii, nao iick ia (aiier faaa a casa
lia. W
- 8.' O da 5:0005000 rs., creada pelo decreto o.
1505 para as despezis da casa (le correntio.
Como j vo-: disse, diegou a machina de facear
^ pedra, eaoma/*idda ha aones : preciso foi p-
h ga-la, e esse y. .gameuio exigi a caaar.ao dasle ere-
dUo.
0.- e 10.' Os crditos de 25:OOC{000 ris cadn um
creados palos decretos n. J506 e n. 1507, ambos
de 23 de-dezembro de 1854, sendo o primeiro lup-
pljajalar ao exercicio de 16531854, e o i'..- de
855.
rediles forjo creados paja sopprir a verba
da reprsalo do trauco.
A vigilancia constante qne o Gcrern deve oxer-
cer neste ponto, os meios de quo he preciso habilitar
as aataridades para qoe desempeohenj as viales e
recomaiendacesdo governo, exigiram; creajSe des-
ses crditos.
11.' O de 159:3181654 rli, creado pelo decreto
flamero 152* de 8deJaneiro de 1S5 pira fazer face
ao dficit na consignaclo para a Uuminacao A
substilulgao da illamiaacae de licite pala de gez he
a relo do defirit.
Secretarla de estado.
A respeilo do estado da secretaria, informa o con-
nlheiro oflicial matar o segaiute:
O expediente e registro estad em dia.
O archivo vao memorando lauto, quanto o per-
imttem 01 trabalhos diarios qoe jooilo lem crescido,
neste ltimos lempos, e lendein a crescer niuito
mais ainda.
Os eraptegadoa fazem quanlo podein para o me-
llior dcsetopenlio de seas devere} e pode-se nssd-
gerar qoe tsla secretaria, so nao be aiperior, riva-
lisa com as asis bem montadas de Imperio.
Na he alarde do chafe, ha o devnr de dixer _
verdadee de fazer jutica a eatcrtgndei, qne a ia-
telligencia reusem xele a bea veulade.
Confirmo Indo quanto diz o comed eiro oiTlcial-
xaaier.
A reiorraa th secnlaria, para a quai fol o generan
m
a ae_ pleaajDlar
1 imperial aulorisado, ainda nao est executada, por-
que conven (oda a roadureza em adopta-la, e sobre
lado a combinacao das necessidades do servido com
o estado das rendas publicas.
Eis em resumo e estado da reparticlo da jusca
meo cargo, aisim como ai necessidades mais im-
portantes date ramo doservic.o publico.
Rio de Janeiro, 15 de malo de 1855.
Jos Thomaz Sabuco de Araujo.
CORRESPONDENCIA SO DIARIO
DE PEN AMBUCO.
RIO GRANDE DO NORTE.'
Asi 14 de juoho do 855.
Senhor rteu, tenha bom dia, aqu me lem outra
vez, mas desla von de chinellos, tenho meas calos
nos ps.
Dizem 01 policial, qoe nao atUo para guardarem
fidelidade a alguem, nem ao juramento que presta-
ram (assim o prestassem elles) quanlos lhes sejam
entregues, lanos ho de fugir I Mais vibtem, menos
pataca, Uso he questo de nome ; o essencial he que
haja tim cebinho que faca escorregar a m3o as al-
gemas !
Nao ha amito das, diz o sola-carcereiro, enlra-
(am na casa de delenr.io da cidado do Ass, recrutas
que marcha vam do interior para a capital, eenlre
elles i um mcelo do Apodi, com quem tinha o de-
legado sub quizilla, por caosa das quaes se dizque
o recrutara. Esse recruta, nao importa ter um ma-
no cumprindosentenra, nem por Uso tem idade para
ser mo bornem ; c dii o delegado que bem empre-
gado foi o lompo que levou em prende-lo ; roas elle
que nao esla pela opiniao do delegado, logo que par-
ti do Ass, foi cscolhendo a occasiao em que havia
de fugir ; e realmente deu as gambiasno dia seguin-
le ao da partida E adeos, mojo do delegado do
Apodi, e adeos, irraao do preso qoe compre sen-
lenca.
Mas, como fugio, eicamugio-se, escafeden-se, ou
joi escamngido, escafedido, pergontem ao enmarada
meirinho, que vio cuchichoa na cadeia.
He elle quem saic, e nao eu, mas en o qne sei, e
nao elle, he que quabtos presos e recrutas, qaerem
ir andando seu caminho, andan, enSo desandam,
vio e nao lornam, e eslou virgem em onvir dixer I
esl um polica ofrendo porque fugio um preso:
tambem eu vu meu caminho, estrada da correr;o.
Nao soulie informar-me o meirioho, se iria para
capital testa feila nm'.rapaz, recrulado no Mussor,
no principio do t-eculo piscado, eq 11c esl preso com-
pletando idade para assentar praca 1 He certo que
e diz, que esse moro na idade, e velho na prisao,
raptou urna moni que dizem ser filha do pai do rap-
tor. Vamos adiante, e esta nao he m.
Fulano, confiando em S. Sebastian, deu um tiro
em Sicrano : fazem 10 anuos, quando agora acorda
o .delegado a procura-lo, e Fulano vem com sua al-
lega;ao de prescripc.ao ; mas, como Ihe aproveilar,
nao obstante o muilo dormir da auloridade, se elle
andou em toda a parte fra do termo, e a lei, diz-
me o promotor, exige que o delinquenle em tal caso
esleja no termo sem iolerrapcjad por espnc.0 de 10
annos ? Note bem, o promotor diz, que a lei nao
se satisfaz que o delinquenle more ou resida, mas
exige que elle esteja sem interrupcao, e accrescenla,
que para inlerromper-se a [prescripcjlo, basla que o
criminoso saia do termo do delicio um s dia. Ora,
se assim he, muilo casia prescrever um delicio ; e he
por aso que o presidente do Cear.i nao eala por pres-
cripOcs.
Mas Uto nao he ludo : o bom do faci he, qna leu-
do sido, commettido o delicio, no termo do Mossor,
ondejoram o oflendido e ofiemor, fosse este justi-
ficar toa prescripc.3o no termo da cidado do Ass !
E ornis he que dizem que admitttdo por um juiz
leltrado 4 dar suai provas de prescrip{3o sem audi-
encia da parte contraria o promotor publico. E pen-
sar Vrac. contigo, que quando esse reo veio justifi-
car presenpc.aem termo cslranho, he porque receia
que nao podesse juitifica-lo no sea termo ? se assim
pensa, pensa bem, e de conformidade com o objecto.
Vamos porm i outro capitulo.
J ouvio Yac, dizer que urna senhora Telti e
religiosa, fizesse sea testamento, e dispoodo'de mui-
ta fazenda em beneficio de pessoa de casa, nao man-
dasse dizer urna missa por sua alma ? Pois dizem
que na eorreicio do Ass, desla miara,trra, lem
apparecido alguns desses casos, .sendo os testamen-
t<*>4rl llaman ila Ifami ma.nU'ats lesia-
oras.'
Ouvio tambem Vmc. dizer que algum escrivao de
orphaos, para ter premio, e mais vintena testamen-
taria, se arvorasse em escrivao de paz de um dislric-
to de villa privada de tabella o de olas, e como ta-
belio approvasse um (estamento, e dispozesse da fa-
zenda do finado testador 1 Isso nao ouvio Vmc. di-
xer, se nio de miro ; lalvo se foi assim, que tao bem
obrounm tal Joao Gomes, escrivao do Rio de Janei-
ro, de quem em outros lempos ouvi o mestre escola
estar lendo caso parecido.
Ma, pergu
aterra? Nao sei : dizem qne o juiz
de direilo esl averiguando isso na correirao, e j
le rosna que esse escrivao nio satura bem dessaalha-
da. Pelo menos, diz-me o encliola-caes da Correi-
Cjlo, qoe o juiz de direilo esl armado de larrafa de
raallia mui miuda, para nSo deiiar pasear carnario.
Al oulra tes, meu senhor, que vou cotlier meus
feijoei, que he de que vivo ; e s na hora do descan-
to lhe escrevo estas qnalro loicas lionas.
Tudo por e esl cm paz, e sem cholera e sem fe-
bre i assim esteja Vmc. livre desses flagellos, como
de corceo lhe' Jeseja este leu criado
O Ninguem.
30
Meu 1 enhor, mais esla vez
Vou e chego sua porta,
E vou a typographla;
Tenho muilo qne dixer :
Queiium-se embora de mim,
yaeplollenhoquefaxer,
Qo'eKnsver contra quem for,
Vicio nheio, hei de contar,
S s de mim nio direi,
.. Pac caro que fallar. "
Tenho historias Trcqainhas,
Parbolas e anedoclas,
E por isso irei de bolas,
Para magoar o callo
Do que fez d'essas d'estalo.
E poii, bem haja a conslituirao, que nos conce-
den o direilo ddMizermos o que quizermos, com Lin-
io que respondalos pelos abasos que commeltermos
00 exatcicilo. Oh! nao digo.bem. Direi sim, bem
vinda rol a cpnsliluicSo, que garanlio-nos o direilo
que noi dea o autor da natureza, dedizermos quan-
lo qulzeesemoi. cohibindo-nos porem: de abuzarmoi
desse direilo, dessa lihenlqjfe eialural. Direi melhor,
bem vinda a independencia, que nos trouxe esse
bem, brindo-nos as portas das luzei, e da civilisa-
c3o Nao disse bem'!
Mas nio foi para dizer isto que tomel botas, foi
sim para dizer, que como lodos tem o direito de ver,
oevlr e fallar, tambem eu, temando roupinha lavada
aisisli ao encerramenlo da correirao do Dr. Pinaj.
J ouvio Vmc. fallar no dia de juizo, em qne
eomparecem lodos com semblante mudado peranteo
juiz nvero, paia ouvirem 1er luai culpas, e 1er cada
um san derradeiro deslino de premio, ou de caitigo,
de gloria, ou de tormentos'.' Pois assim vi eu nessa
audiencia I
Um perdendo a trra e a prata que haviam reci-
bido em vintena deduzida do monle-mor, acabado
j penal o inventario dos bens do testador, o antes de
serem-lhes lomadas as contas da esecurjo do testa-
mento outroMiequestrando-se urna escravlnha
preta, que pelo mesmo modo haviam recebido um
premio da cxeciicjto de (eslamento, que elles mesmos
haviam feilo, todo falso e lodo nullo, por elles mes-
mos haverem approtado sem screm labelliao I A-
qoelle juiz leltrado condemnado em lOOffOOO rs-
por haver feilo o sentenciado urna parlilha sem dar
quinhao hercdiUrio a todos os herdeiros Aquelle
outro juiz leigo, e aqaelles partidores pelo mesmo
motivo tambem multado!. Aquelle inventario con-
tendo folhas novaa, com papel, tinta e aatjgnaloras
diferentes das vsrdadeiras ; aquelle outro sem pe-
nlinma assignatura da avaliadores : onlro maii com
alila das divenai assignaluras do juiz toda dife-
rente da tinta com que escreveo o eicrivSo ; sobre o
que disseram os ouvintei, que esse inventario fez-se
com nojo desse juiz, que s o vio ilepois de feilo....
Vi mais Urna irmandade do 88. Sacramento, que
instituida ha muiloiannos.e lendo compromisso, ap.
prorado lem-se dirigido de cor em toda ai suas fun-
ces, Min escrever nina se quer palavra em livro /
Oh 1 meu senhor, tambem sderede assim na sua,
(erra T E es juizes de direilo de I Ismbem mullam
por estas ninhariaa uu he s bribp o da cal I...
Dizem que existi om soberano que cuidava do
bem dos seus vassaloi, e porque estes pediram um
jniz que lhes lizesse juilisa.e desse a cada um oque
era sea, o soberano vio um homem que havia eslu-
dadoseuqui quee quod, e o consliluio juiz entre
seus vassallo, tem todava indagar muito pelos seus
coslumes, se era ou nao ceg do inlcres>e, e se cui-
dara mais de si [que dai partes : ora, esse juix fa-
zendo o inverso da juslice, (ralou s de si, jamis
se esquecendo de receber .... o que, empenhos para
ollar um criminoso, para dar os bens em quinhao a
am herdeiro com reposiejo em moeda aos coherdei-
ros, para receber urna escrava da heranja em paga-
mento das costas do inventario, para..para..para ar-
rematar para si mesmo uro escravo do evento... Que
me diz. senhor meu ? o ( acordou. nio dea nova vara i. esse juiz, e desde en-
lite foi mais escrupuloso na escolha |doi magistrados,
e o povo melhorou de sorle.
Serve-lhe esta f Pois, adeus que se me acabou o
papel. Com pezar o digo, sou seo,
O Ninguem.
PERNAMBIM
REPARTigAO DA POLICA.
% Parle do dia 19 de julho.
I lira. a Exro. Sr.Levo ao conhecimento de V.
Exc. que dai diferentes partir i paroes hoje reeebidas
ncsla repartir.',,consta que foram presos :
Pela subdelegada da Ireguezia do Recife, Joo
Baplista da Roa, para averiguares.
Pela labdelegacia da freguezia de Sanio Anto-
nio, rsula Mara Caelaoa Castro, tambem para
averiguares.
E pela subdelegaca da fregaezia de S. Jos,
deu-se o facto de ter perecido atogado hontem as 10
horas do dia no rio confronte ao lugar dos Coellios
onde se foi baohar o crioulo meuor Joaquim, ti I lio
de Auna Joaquina, a respeilo do que se proceden a
com peten le velloria.
Deoa guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Peroambuco 19 de julho de 1855.lllm. e "Exm.
Sr. oonselheiro Jos Rento de Cunha e Figueiredo,
preaWente da provincia.O chafe de polica Luis
Cano de Poica Teixeira. >.
DIARIO DE PEHWMBICO.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, alm dos
gneros e medicamentos que mandn apromplar afim
deserem remetlidos pelo vapor que se espera do
ul para o Para, acaba de frelar o brigee Elvira, o
qual deve parlir uestes tres dias, levando urna quan-
lidade maisavullada de gneros, gado, aves e me-
dicamentos para servrem de unitivo e refrigerio ao
mal da fome que sofirem os nossos irmos Paraenses,
reunido ao mal da epidemia all reinante ; e ao pas -
so que assifn procede, afee le descada lambem da
nossa provincia, lomando as medidas preventivas
que exigem as circumstancas, sendo urna deltas a
creadlo de orna companbia enearregadn da limpeza
e aceio desla cidade, a qual deve cora promplidlo
remover qualqoer'cause de iufecrao quer as pra-
i.-as e roas, quer as mesmas habitacOes particula-
res. Preciso he, pois, que os nossos cnncidadoi
coadjuvem o govarno, fazendode sua parte o que
poderem, e sobretodo nao consenlindo que em suas
casal e quindes se demorem inmundicias. .
Sendo o actual matadoaro publico um dos maiores
focos de intecc3o entre mis, tambem acaba a presi-
dencia de mandar dar todo o andamento possivel ao
novo edificio para esse fim destinado, e que se es-
t construindo no lugar da Cibanca, de sorte que
sem maior dentera se possa ah effecluar a matanra
do gado.
PIBLICACAO A PEDIDO.
NENIA.
por occasiao do prematuro passmtnto do estudan-
te Manoel Rodrigues da Silva Machado, falle-
cido no dia 24 dejunho na provincia do Cear ;
offeriada aos meus amigos Tertuliano Ambro-
ino da Silca Machado e /laymundo Furtado de
Altntquerque Cavatcanli. um prente, e ambos
seus companheiros de casa.
M.is |tori]u,.-, mou Sonlior, porqa? ba de a i-arca
lio hoik'm aferrar, quaDilo mal, .loco
A exfatoncia Ibe lie ?qaando ello o Qo
Mais almeja caleniler da iucerla idade ?
Muni'z Brrelo.
QuerDeos ou quer a sorle lacerar-vos
O peito cjajinda ha poaco geroeu tanto ?
.Novas dreseos dao novos suspiros,
E aos olhosThdajsaMosnovo pronto !
phemo, 1 n
ex, Seohor, perda ;
tic que me devora :
Unida as almas tristes
Eu blasphemo,
Sio exealaja d.
He minh'ajfll qu
D01 amigo ^emtambem chora.
Respeilo etjps^Vnosnelles vejo -
0 sello do mysterioi que os estampa ;
Oo viva o mao no mundo venturoso,
Ou desc.a prematuro o justo campa.
Se acaso no verdor dos ledos annos,
A llor de urna existencia he decepada,
Nao valem vaas blasphemias contra a sorle,
Se a lea da existencia esta Bada.
A senlenca fatal do pro eterto.
Que o termo do mortal ascrrptp encerra,
Nao soUre dilaejio, se o prazo expira,
Ha de o homem vollarforcjcda Ierra I
Amigosaerenai o amargo pranto
ue pela rosto voiso se desusa :
homemsem morrermesqoinho fdra :
He a norte qoe ao homem eternisa.
Quem sabe se um porvir funesto aguarda
Aquella que morreu na flor dos annos ?
Sao ryatenos de Daos que ao home* escapam ;
Corvadosrespailemos seos arcanos.
RespeHe-mo-lei, sim,que nelles vejo
O sello m\si'roso que os estampa ;
Osjviva o mo no mundo venturoso,
Od desea prematuro o jnito campa.
O joven que vivensingello e caslo
Que um peito para vos sincero liaba,
Que este triste epicedio, em dr coadn,
Motiva lacrimosa peona minha ;
Tambem me era asss charomas qu'imporla
O pranto gotejadosem" remedio ?
Urna lagrima, pois,urna smente
Comigo derramai neste epicedio.
Os decretos de Dos se nao perscrulam,
Que o sello do misterio he que os estampa ;
Ou viva o mo no mundo venturoso,
Ou desee prematuro o justo campa !
Soledade12 de julho1855.
* J- CorioUmo de S. Lima.
COMMERCIO
ALFANDEA.
Rendimenlo do dia 2 a 18. .
dem do dia 19.....
191:385*193
1*:1339720
205:518913
Descarregam hoje 20 de julho.
Barca inglesaCorridoroercadorias.
Barca nglezaComess ot Zetlandidem.
BriRue inglezPflltaibacalho.
Brigne dinamarqaazAgnesfarinha de trigo.
Brigue americanoHel/enidem.
Patacho americano ScoHaidem.
Patacho brasHefKoConfianraidem. '
Palacho hrasileiro^Confaiiraidem e cal.
Imporlacao.
Patacho hollandez Zetster, -vindo de Antuerpia
coniif/nado a Brander a Brandis & C, manifestoi o
seguinle:
16 caixas papel; aos consienalarioi.
3 ditas dilo, 2 ditas e 1 barrica rame de lalSo, 9
canas limai, 2 barril moslarda, 1 calxa caivetes, 1
dita verruroas, 5 ditas espingardas ; a N. O. Bieber
Si C.
1 fardd e 1 caixa panooi, 3 caixas faces, 1 dita
ieaouras e facu ; a Ti ai m Moneen & Vinassa.
3 caixas e 5 fardos lecidos de algodo, 2 embro-
II101 amostras; a Schafleilin & C.
1 caixa pannos, 4 dilas chale de alaodao, 150 di-
tas vidro, 1 embralho aroostm ; a J. Keller < C
34 caixas papel, 6 dilas espingardas, 1 dila livros,
J ditas papel pintado, 1 dita amostras, t dita lapis,
caivetes e camisas ; a ordem.
1 barril ven.iz, 1 dilo secante ; a J. Soum.
3 caixas pedras de amolar ; a E. H. Wyatl.
1 caixa livros ; a Manoel Figueiroa de tari.
2 caixas vidroi; a Brnn Praeger & C.
CONSULADO GEHAL.
Rendimenlo do da 2 a 18.....16:9268792
dem do da 19....., 742764
CONSULADO PROVINCIAL.
Bendimentododiaaal8. 32:855J397
dem do dia 19....... 586680
33:442|077
MOVIMENTO DO PORTO.
No dia 19 de julho
sabidas.
nao houvcram entradas nem
EDITAES.
O lllir. Sr. inspector da Ihesonraria provin-
cial, era euinprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
ente da paVincia de 2 do correnla, manda fazer
publico,que no;dia 2 de agosto prximo vindouro.pe-
raute ajumada fazenda da mesma thesoqraria se
ha de arrematar a quem por menos fizer a obra do
14." lanjo da estrada do sul, avallada em 16:5009000
.A arrematarlo ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1854, e 10b ai clausu-
las especiaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematarlo,
coraparec,am na sala das sessA da mesma junta,
no dia cima declarado pelo meio dia competente-
mente haliiliUdas. '
E para conJK se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Ararlo.
Secretaria da Ihesonraria provincial de Peroam-
buco 7 de julho de 1855__O secretario,
A. F. d'.tnnunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras do 14 laneo da estrada do sul far-se-
lia.i de conformidade com o orcamento, planta e
perfis approvados pela directora em conselho e ap-
presentados a approvaco do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia do 16:50031)00.
2." O arrematante dar principio as obras no prazo
de um mez, e as concluir no de 11 mezes ambos
coudos na forma do artigo 31 da lei provincial n.
286.
3. O pagamento da importancia da arrematacao
verilicar-se-ha .em 4 prestacOes iguaei, coja ulti-
ma ser paga na occasiao da entrega definitiva, e as
unirs corresnonderao a cada terco das obras.
4.a Metade do pessoal empregado na obra ser de
Ira-balhadores livres.
5. O prazo de responsabilidade ser de um anno
durante o qual o arrematante ser abrigado a man-
ler a estrada em perfeito estado de conservado.
6. Para ludo o que nio se adiar determinado
as presentes claoiulas,nem no orcemenlo seguir-se-
ha o que dispe'a respeilo a lei o. 286.
ConformeO secretario, onto F. d'Annun-
ciacao. s
O lllm. Sr. inspector da theso-iraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 2 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 2 de agosto prximo vin-
douro, perante a junta da fazenda da mesma iheson-
raria se ha de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do 2. Unco da estrada de Muribeca, avallada
em 10:0109000.
A arrematacao ser feila na forma da lei provin-
cial o. 343 de 15 de maio do anno lindo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
Ai pessoas que se propozerem a esta arrematacao,
eomparec.am na sala das sesaOes da mesma junta, no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial do Peroam-
buco 7 de julho de 1855. O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras do 2. lauco da ramificado da estra-
da de Muribeca far-se-hio de conformidade com o
orcamento e perfis approvados pela directora em
conselho e apresentados a approvaco do Exm. Sr.
presidente da provincia, na importancia de .........
1O:0pO0 rs.
2.^T arrematante dar principio as obrai no
prazo de um mez, e devera conclui-las 110 de oito
mezes, ambos contados pela forma do arl. 31 da lei
0.286.
3. O pagamento da importancia da arremalacao
realizar-se-haem|4 presumes iguaes coja ultima ser
paga depois da entrega definitiva e ai autrascorres-
pondern a cada tereco das obras do lano.
4.* O prazo Ja responsabilidade ser de um anno,
(cando durante este prazo o arrematante obrigado a
conservar o Unco sempre em bom estado.
5. Metade do pessoal da obra ter de genle
livre.
6.a Para tudo o que nao se aclilr previsto as pre-
sentes clausulas, uem no ornamento, seguir-se-ha o
que dispe a respeilo a lei n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. d'Annunciacao
O lllm. Sr. inspector da thasouraria provin-
cial de Pernambuco, em cumprimento da ordem do
xc. Sr. presidente da provincia de 5"do corrente,
manda fazer publico que no dia 26 do mesmo, pe-
rante a junta do fazenda da mesma Ihesonraria, se
ha de arrematar, a quem por menos fizer,a obra dos
concertos da ponte da villa de lguarass, avahada
em 4409OOO rs. ,
BA arrematacao ser feila na forma da lei provi
cial n. 33 da 15 de maio do anno lindo, e sob
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematacao
comparecam na sala das sessfics da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 7 de julho de 1855.
O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
i. As obras para os^reparos da ponte da villa de
Iguarass, serSo feilas de conformidade.com o orca-
mento, approvado pela direclorlia em conselho, e
apresenlado a approvaco do Exm. Sr. presidente
da provincia, importando na quantia de 4408000 rs.
2.a Ellas obras principiarao no prazo de 15 dias e
lindarlo no de 3 mezes, ambos contados como deter-
mina a lei provincial n. 286.
3.a O pagamento desta arrematacao ser feilo em
urna s preslacjlo, quando todas as obras esliverem
concluidos, a receida definidvamcnle pela reparli-
lo das obras publicas.
4.a Para todo o mais que nio estiver mencionado
neslas clausulas, segair-se-ha o que determina a lei
cima citada.
Conforme. O seeretajao, Antonio Ferreira
d'Annunciacio.
O Illm.'Sr. inspector da lliesouraria provincial,
em cumprimento da resolncao da junta da fazenda,
manda fazer publico, que a obra dos reparos precisos
a caa da cmara municipal e cadeia da cidade Dun-
da, vai novamente a praca 00 dia 26 do corrente.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1855.
O secretario.
Antonio Ferreira d"Annunciacao.
O Hita. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cuflprimeolo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda convidar aos conie-
nhorea da casa n. 16 da ra uo Livramento, abaixo
meneiouados, a entregaren, na mesma lliesouraria
no prazo de 30 dias, a contar do dia dajprimuiralpu-
blieacao do prsenle, a importancia das qootas com
que devem entrar para o calcamenlo da mesma ca-
sa, conforme o disposto na lei provincial n. 350.
Adverlindo que a falla da entrega voluntaria, ser
punida cem o duplo das referidas quolas, na confor-
midade do art. 6. do rcgulamento de 22 de dezem-
bro de 1854.
Barlholomeo Francisco de Souza. 168560
Herdeiros de Jos Pereira Lagos. 259980
Antonio Joaquim dos Santos Andrade 32|tfJJ)
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commendador da
imperial ordem da Roa, e juic de direito espe-
cial do commereio desla cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. M. I. e C, etc.
Faco saber aos que a presente curta'de editos
virem, qne Adelo Jos de Mendonca e outros re-
quereram o coflllieudo em sua pelillo do Iheo se-
guinle :
Diz Anaclelo Jos de Mendonca e outros socios de
contrato de 20500 porcaboca de gadode consumo de
j ida esla provincia, de qoe foi arrematante o finado
Francisco Carneiro da Silva al o mee de outubro
de 1818 em que leve lugar a rescislo do mesmo con-
trato, qne Antonio da Coala Villar lhe ha devedor,
como fiador do finado Antonio Gomes Chacn de
Lea o da quanlia de 7:3019680 n. de protestos e Ul-
tras que o mesmo Chacn de Leao aeceilra ao fi-
nado Carneiro da Silva, alem dos jaros do que se
lem do abater a quinta parle que a assemblca pro-
vincial abalen ao mencionado arremtame, e porque
o supplicado reside na comarca de Goianna. vem
os supplicantrs protestar peranle este juizo nos ter-
mos do artigo 4G3 3 do cod. eommercial, afim de
que seja interrompida a prescripcao do seu crodilo e
possam os suppliranles em qualquer lempo have-Io
do sopplicado ou de qoem de direilo for, pira o que
requerum os supplicinles se tome por termo o seu
protesto, e se especa carta precatoria para ser a mes-
ma intimada ao snpplicado nos termos do artigo 39 e
45 do regulamenlo n. 737 de 25 de novembro de
1850 ; assim :
Pede ao lllm. Sr. Dr.juiz do commereio sirva-se
de deferir aos supplicanles.E R. MeComo pro-
curador, Flix Franciico de Souza Magalhies.
E mais ie nao continha em dila petizo, na qual
o meu antecessor deu o despacho seguinle :
Distribuida ; como'requer. Recife 19 de iiiutio da
1855.Silva Guimaraes.
Eroaissnnao continha em dito despacho, em
v irtude do qual foi a dita pelicao distribuida ao es-
crivao Baptisla, e esle lavrou o lermo do protesto do
theor seguinle :
Aoa 20 de janho de 185.), nesta cidade do Recife
de Pernambuco em meu escriptorio vieran) os sup-
plicanles por seu bstanle procurador Flix Fran-
cisco de Sunza Magalhaes, e disse prsenles as teste-
munhas abjBa assiguadas, que proleslava contra o
snpplicado flannio da Costa Villar pelo canlhendo
em sua pelicao retro para o fim na mesma reque-
rido, e de como assim o disse e protestan, fiz esle
termo, que assignou com ai testemunhas.Eu Ma-
noel Joaquim Baplista, escrivao interino o cscrevi.
Flix Francisco de Souza Magalhaes. Amaro
Carneiro Bizerra Cavalcante. Jos Mariaono de
Albuquerque.
mais se nao continha em dito termo da protesto,
e requerendo os supplicanles que so passasse carta
de editos para ser intimado o supplieado, visto nio
se echar na comarca de Goianna, para onde se
espedir carta precatoria, den o meu antecessor o
despacho seguinle.Como requer.Recife 30 de
junho de 1855.Silva Guimaraes.
E mais se nao coulinha em dito pespaelto, em vir-
ludedo qual o escrivao que esta subscrevea mandou
paasar a presente pela qual e seu theor se chama
e cita ao supplicado devedor declarado na pelicio
aqu transcripta, afim de ficar scienle do coolheudo
da mesma pelicao e termo do protesto, sendo com o
prazo da lei. Pelo que toda e qualquer pessoa,
pareles e amigos o poderlo fazer, scienle do que
cima tica exposlo. E o porteiro do juizo afiliar a
presente nos lugares designados no cdigo eom-
mercial e ser publicada pela imprensa.
Dada e passada nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 18 de jolho de
1855. Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira, es-
crivao interino a subscrevi.Anselmo Francisco Pe-
retti.
?r!as
17:6699556
CIVEKevYS PROVINCIAS.
Rendimenlo de dia 2 a 18.
dem do di 19 .
1:1559536
133.J994
1:2899530
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 2 a 18. 21:7949879
dem do da 19....... 7819188
22:5769067
748150
E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesonraria provincial de Pernam-
hueo 10 de julho de 1855. O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provincial,
em cumprimento da resoluc.no da jnnla de fazenda,
manda fazer publico que a arrematacao da obra do
acode do Buiquc foi transferida para o dia 14 de
agosto prximo vindouro.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretarla da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 17 de julho de 1855.Osee elario,^. F. d'An-
nunctacUo.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador da
n imperial ordem da Rosa; juiz de direilo especial
do commereio da cidade do Recife, provincia de
Pernambuco por S. M. I. eC. ele.
Fajo saber aos que o prezente virem, que no dia
9 de agosta do corrente se ha de arremallar por yen-
da a quem mais der, depois da,audiencia desle juizo
na casa das audiencias, um sobrado de um an-
dar e sotao na ra estreita do Rosario n. 35, avaha-
do em 8:0009, penhorado por execuc.lo de Gaspar
Antonio Vieira Guimaraes contra Aulonio Jos Du-
arte. 4
E para que che'gne a noticia de lodos, maodei
pasear editaos, que serlo publicados pelos jornaes e
afiliados na praja do commereio o casa das au-
diencias.
Dado e passado nesla cidade do Recife aoi 18 de
julho de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao interino o fiz escrever.Anselmo
Francisco Peretti'
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cal, em cumprimento da resoluto da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que a arrematarlo da
obra do primeiro Unco da estrada do Pao d'Al'ho foi
transferida para o.dia 26 do corrente.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
SecreUria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 19 de julho de 1855.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciofio.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolojao da junta da fa-
zenda, manda fzer publico; que a obra dos reparos
da casada cmara municipal e cada da cidade de
Diinda, vai novamente a praca no dia 2 de agosto
prximo vindouro.
E para constar se mandn afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 19 de julho de 1855.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciacao.
-ERRATAS NO DIARIME 6 DE JULHO.
A paginas 3, l.ncolumus^tnultima linha, onde
diz Joao Joaquim de Oliveira, diga-seJlo Joa-
quim Vieira2.a columna, linhas 45, em lugar de
Paes, diga-sePaz48, depois de Alcafcrado, di-
ga-se509OOOe depois de 1853, diga-se2809
linhas 54, em lugar de 6509, diga-se6059linha
67, em lugar de Duchan, diga-seDnharr78, cm
lugar de 3739803, digt-ae373908680, em lugar
de Bomfim, diga-seBentima 81, em lugar de
1360619, diga-ie1369719.
DIARIO DE 9 DE JUDIO.
paginai 3,1.a columna, linhas 100, onde diz
idinberg, diga-seLindinbergelinhas 136, on-
z Francisco Jos Ferreira de Mello, diga
fariseo Jos Ferreira da Silva.

DECLA.RACOES
O Exm. Sr. desembargador presidente do tribunal
do commereio desta provincia mandn fazer publico,
que leudo de ser prvidos os dous ollicios de escri-
vao de appellases e aagravoi do referido tribanal
cieados pelo regulamenlo numero 1597 do 1 de maio
do corrente anno, convida os prelendenles a apre-
sentarem-se na secretaria do mesmo tribunal con
seas requerimenlos no prazo de sessenta dias a con-
tar da publicarlo deste edital, datados e assignadoi
pela parle, ou sea procurador, acompanhados de
folha corrida e mais documentos, sendo lodos devi-
damente sellados, o instruidos alm disto com certi-
dao de idade e do exame de sufOciencia, para que,
sendo informados, tenham depois seu competente
deitino.
Secretariado tribunal do commereio da provincia
de Pernambuco 17 de julho de 1855.
Maximiano Francisco Duarte
Ollicial maior interino.
A relajan dos devedores d decimas da collec-
loria e municipio de Olinda, al o anno finajiceiro
de 18511852 esta em jaizo, e os mesmos devedores
sao convidadas a satisfazerem leus dbitos, fndepen-
deote da acejio judicial que os sujeitar a maiores
despezas, no prazo de 15 dias, a contar do prsenle,
para o qoe se poderlo dirigir a ra Nova n. 44, se-
gundo andar, afim de pbterem a competente guia.
O procurador fiscal da thesouraria provincial,
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforafa
Na conformidade da rajuisico feta
nesta data pelo contelho de direccao do
Banco d(^Pernambuco, he convocada a as-
seniblea geral dos senhres accionistas, pa-
ra reunio ordinaria no da 31 do corren-
te, a 11 horas da manha, para levar-se a
efleito o disposto no art. 30 do respectivos
estatutos.Recife 14 de julho de 1855,
Barao de Camaragibe, presidente.Joge'
Bernardo Galvao Alcoorado, primeiro se-
creufco.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sueca sobre
a praca da Bahia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
Nio tendo comparecido alguem no dU 9 do
corrente mez propondo-se ao fornecimenlo de cal
preta precisa a esta repartir,! para ai suns obras,
nao obstante o convite no annuncio ou declara?.
com dala de 2 tambem do corrente mez, manda o
lllm. Sr. inspector fazer publico, que o dilo forne-
cimenlo pode ainda ser contratado, precedidas as
necessarias propostas, com quero se aprsente nesta
secretaria fazendo-o com mais vanlagensparaa fazen-
da. O mesmo lllm. Sr. inspector manda ainda fazer
publico, que admittirjpessoas livres nesla repartido
servindo na qoalidade de serventes com||o jornal de
720 rs. e 19080, quando empregados no Irabalho ae
sul do ltecife.Inspectora do arsenal de marinha
de Pernambuco em 13 de julho de 1855.O secre-
tario, Aleandre Rodrigues dos Anjoi.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virtude de autori-
sacilo do Exm. presidente da provincia, lem de com-
prar os objeclos seguinles:
Para o 10. balalhlo de infantaria.
BolGes convexos grandes e lisos de metal dourado
2800 ; ditos pequeos dilo* 1600.
Quem os quizer vendar aprsente as suas propos-
tas na secretaria do conselho administrativo s 10
horas do dia 26 do corrente mez.
SecreUria do conseihoadmioislraUvo para forne-
cimenlo do arsenal de gnerra 19 da julho de 1855.
Jos de BritO Inglez, coronel presidente. Ber-
narda Pereira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario. *
O conselho administrativo, em cumprimento
do_irgo22do regulamenlo de 14 de dezembro de
1852, fax publico que foram aceilai as propostas de
Fraiu seo Maciel de Souza. Antonio Pereira de Oli-
veira Hamos e J. Keller & Companhia, para forne-
cererr., o primeio : 207 pares de aapaloi de sola e
vh-afitoana Ierra, a 19500 ri ; o segoooo, U bo-
netes com gallao de.ouro, para oa msicos do.8. be*
Ulhar, 7JO rs., 11 parea de charliteirai para os
mesmos, nSJoBO rs., eo tereeiro, 90 cobertores de
papa 1 29700 rs., e avisa aossopraditoi vendedores
que devem recolher ao arsenal de guerra os referi-
dos olijectoi no dia 21 do corrente mez.
Sc-etaria do conselho administral.ivo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 18 de julliode 1855.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal a se-
cretario.
PUBLICAQA'O LITTERARIA.
Acl a-ie venda o compendio de Theoria a Prali-
ca do Proceiso Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pau
la Baplista. Esla ebra, alm de urna introdcelo
sobre acc,oei e exceptes em geral, trata do pro-
cesso civel comparado com o eommercial, eonlm
a thecria sobre a applicaco da causa julgada, eou-
Irai loutrinas laminosas: vende-se nicamente
Da luja de Manoel Jos Leile, ia ra do Quei-
mado o. 10, a 69 cada exemplar rubricado pelo
utor.
S>Ef
O d rector da companhia gymnsslica franceza tem
a homa de prevenir ao respeilavel publico desta ci-
dade, jue terca-feira, 24 do corrente, ter logar o
seu esaeclaculo. ,
Theatro
D APOLLO.
SABBADO 21 DE JLHO DB 1855.
Ben ificio dos actores Jlo Antonio da Costa e Pe-
dro Baplista de Santa Rosa.
Subir escena a linda comedia em cinco actos
1) CONVIDADO DE I'EDRA
OU
D. JOAO' TENORIO.
_ Ptrsonagtnt. Actores
D. Joao Tenorio, homem dissololo O So. Lisboa.
Esgana relio, criado de D. Jo3o
1). Elvira, esposa de D. Jlo.
Sonta Rosa.
. A Sea. D. Maria
Leopoldina.
.'D, Leonor Orsat.
. 1). Mara Amata.
. O- Srs. Monteiro
. Mendes.
. Lima.
. Piolo.
. Rosendo.
. Sebasliio.
. Sena.
Carlota, aldela.........
Maliui ia, idem........
Pedro, aldelo ....... .
D. Car os, irmlo de D. Elvira.
D. Afionso, idem jdem. ....
Domingos, mercante......
tiusmai, criado de D. Elvira .
A estatua do commendador. .
D. Luii, pai de U. Joao ....
L'm espectro, criados, etc.
Terminar o espectculo com a mui jocosa farca
O GASTRNOMO.
f, O acior Costa doeuta e em perigo de vida, ba doas
mezes, falta de recursos para ae curar e sustentar a
sua noinerosa familia, implora a proleccao do Ilus-
trado p iblico que tantas vezes em melboVcscircums-
tanciai o acolheu e protageu.
Os bi heles acham-se desde ja 1 venda no theatro
de Apollo das 10 lloras di manilla as 3 da tar*de, e
na casa do beneficiado Santa Rosa na ra de Sauta
Isabel 1. qualquer hora do dia.
As 8 horas da noite a banda de msica do 2.a ba-
lalhao da guarda nacional deste municipio, dirigida
pelo haliil professor o Sr. Hermorgenes, annuuciar
o coiuei o do baile, e pelas numerosas o variadas pe-
cas de s u repertorio deiiar o publico plenamente
salisfeito. Ao Sr. mestre-salaesU incumbidas direc-
cao e bia ordem dos bailes, os quaes terminarlo
sempre as 2 horas, poneo mais ou menee.
' Convida-se, portento, a lodos os amadores, naoi
a virem ver com precedencia o magnifico ullo dos
bailes pblicos, como lambem a prevonirem-se dos
ueceasarios bilnetes de entrada para cavalleiros, pois
que as llamas lero entrada graln. tilo* bilheles
acham-ie desde j venda nicamente na roa do
Collegio n. 18, primeiro andar, e nai vesperase das
dos bailes, no escriptorio da casa do mesmo sallo.
Preco 2)000.
------------------------
AVISOS MARTIMOS.
Real Companhia de Paquetes Ingleses a
Vapor. 1
No dja 22
deste mez es-
pera-se do sal
n vapor Avon,
o qual depois
da demora do
ce slume segui-
r para a Eu
ropa: parapas-
sa.'eiros, etc.,
(rata-se :om 01 agentes Adamson llowie di C, na
roa do T apiclie Novo n. 42.
PARA O PORTO.
? bar :a portuguesa a Santa Cruz., tem de sahir
com toda a brevidade, por ler parte do carregameo-
lo promplo : quem na mesma quizer cu-regar ou ir
de passaiem pode entander-se com os consignatario!
Da ra do Vigario n. 11 ou com o capilao a bordo.
Para a Bahia,
ohiale i\ oto Olinda sabe breve por ter o ten car re-
giment quasi prompto; para o reliante,- trala-se
com Tasto Irmos.
Bahia.
Vai seguir com brevidade o hiato brasileiro For-
tuna : para o resto de seu carregamenlo, trala-se
com seos consignatarios Antonio de Almeida Gomes
(S Companhia, na ra do Trapiche o. 16, segundo
aodar.
Pan o Porta com escala por Lisboa segu com
a maior brevidade o brigue portogoez aBom Suc-
cessoo, por ter parte da carga prompla : quem- no
mesmo quizer carregar ou ir de panagem, para o
qoe tern acetados coinmodo!, dirija-se aos consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonseca A Filho, na
ra do V. gario n. 19, primeiro andar, ou ao capillo
o Sr. Mai oel G. dos Santos Sena, na pracs.
Para o Porto e Lisboa.
A nova e muito yeleira barca Santa Clara, ca-
pillo LoitreoQo Frnandes do Carmo, seguir at
o fim do frrenle mez, por ter maior parte do car-
regamenli prompto : para o resto e pansgeiros tra-
ta-se core os consignatarios Barroca & Castro na
ra da Cadeia do Recife n. 4, ou com o capilao na
prasa.
PARA O RIO DE JANEIRO.
O brigue escuna Maria segu par* aquella porto
sexta feiri 20 do correte : para passageiros e escra-
vos a frelis para o que lem eicelleoles commodos,
(rata-se com Machado & Pinheiro no lergo da as-
semblca n. 12.
Ssgee para a Parabiba a barcaca S. Jos Dili-
gente, a qual lem parte da csrga prompla ; para o
resta, Irat: -se com o seo consignatario, no caes do
Ramos n. i, armazem, ou no trapiche do algodio.
LEDLOES.
0 agule Borja far leilloem seu armazem, na
ra do Col egio n. 15, de urna grande quantidade de
objeclos de difiranles qoalidades, como bem, obras
de marcial ira, novas e usadas, obras de ouro e pra-
ta, relogioi diversos, loucas e vidros, quioquilhariaa,
e outros n.uilos objeclos, ele, etc., que se echarlo
patentes : sabbado, 21 do corrente, as 10 horas.
I? O agente Borja, de ordem do lllm. Sr. Dr.
jnlz de di.-eile da primeira vara do commereio,
requerime nto do curador fiscal da massa fallida de
Antonio Augusta de Carvalho Marnho, far lejjao
da loj da dila roassa, sita na ra ds (Joeimadn.
50, coosisiindo n'um grande e completo sorlimenlo
de fazend 11 francezas e inglesas de diversas qoali-
dades, uma>eicellente armario pertenciute a mes-
ma, lodaa as divida e movis existentes na dita
leja : seili-feira, 20 do correle, as 10 horas.
Seguada-feira, 23 do corrente, s 10 horas da
manilla, surlo vendidas em leilo publico, por des-
pacho do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitas da fazenda, a
requeriinealo dos administradores da massa de
Deane Yoiilc&C., e por nlcrvenc,lo do agenta Oli-
veira, diversal-fazeudaa inglezas, consisliodo em
chilas, alpacas, pannos de lia ele, assim como ta-
deiras de I alanco americanas, e armario i>roprio pa-
ra gnardar fazendas : nos indicados dia "fe hora, ene
armazem ta referida massa, sito na roa da Cadeia
do Recife 11. 52.
AVISOS DIVERSOS.
i Regiment de castas.
Sahio i luz o regiment da cusas judi-
ciaes, ar. notado com os avisos que o alte-
-raram: vende-se a 500 res, na livraria
n. G e 8 da praqa da Independencia.
PROGRAMA DA FESTA
ho
he
co
me
FRONTISPICIO DO GARIO,
Vo dia 22 do correle ter lugar a resta da Nena
Adorada Mli Sanliasima SENHORA DO CARMO
do Frontispicio, pela maneira seguinle :
.Na madrugada de sabbado Lera lagar o lsvaaa-
nvnlo da bandeira da mesma .SENHORA, a qual
sal ir da casa da jaita, roa eitreila do Roiario. e
peicorr'er as ras larga do Rosarlo, Cabog, Nova,
Flores, Camboa do Carmo, e ao subir a hasta se fol-
lar orna girndola de fogo do ar.
!va noite de sabbado haver vespara, e aa madru-
gada de domingo misia cantada. Ai 11 horas tara
luiar a miasa da testa, sendo- o celebrante o reve-
rendo Fr. Jorge de Sant'Anna Lodo, e o pregador
da mesma o mui digno padre mestre provincial Fr.
Joliu1 da Asiompclo Moura, e do Te-Deum ser um
don dialicloa oradores do mesmo convente. Hate-
ra rouaica militar e de orcheatra. cata do insigne ar-
tista Melquades Francisco da Costa, e aquella do
1 oiigne artista Hermogenes Noberto de G-osmso.
raistre da msica militar do 2. balalhlo da guarda
nacional do Recife. Ai 4 hora da tarde ter lagar
a rrocissao, que correr ai roas eima Indicadas.
Depois da proemio subir aos aras um bailo de nova
imenclo, nanea viito nesta cidade, feito por om
machioiita Pernambucano. Segue-se o liramento
da bandeira, e depois se catear o Te-Deum. Ha-
veta o fogo de visla, feilo pelo primeiro dos artista*
nenie genero, o Sr. Rufino Gomes da Fondera Por-
tarlo convidam-se a todos os devotos da mema S-
MIOKA, para qoe m dignem dirigir-se nos dias
mencionados, afim de acempanharem a ptocisslo
bandeira.
O abaixo assignado impellido por estmiulos da
-ira e pundonor, e tanto mailpelo direito qoe lhe
inherente, vem levarlo conhecimento do publi-
um caso ha pouco loecedide, nio i inaadito co-
i' ignominioso.
Tendo nm senhor por nome Funeisce Xavier
Catneiroda Cunha, zaceado urna ordem felsa da
auanlia de 1:5005, cooUa oj*i do abaixo assigna-
do, Laurentino Comea da Cunha Pereira Bellrlo,
pro prieUrio do engenho Santos Mendes, oa comarca
de Nazarelh da Malta, para ser paga nesta praca por
seu correspondente o Sr- Manoel Ignacio de Olivei-
ra, acontecen qne este, eonbecendo a palranha nio
so deixou de paga-la como qoe a traoimitlio para o
engenho d'aquelle proprietario 5 a, sabendo o abaixo
assignado do occorrido, nio quiz deiiar aassar em
silencio nio s para qoe alguem ignorando a natu-
reza do facto, nao faja mo juizo do pai do abata
assignado, pois que nada deva a este senhor, nem a
algum aulro mais, do que ao ex-proprielario do en-
genho Timb, cojo engenho o pai de abaixo assig-
nado houve por compra, e o reatante pagar asaig-
nou letlrai, que lem sido salisteitai ara sea venc
menta e oulras al rebatidas ; e qaando devane nio
apnsentaria davida*m pagad P que seus entu-
mes sao conhecidos; como tambem .sabendo qutm
seja esta despert, queira denunciar a o pai do abai-
xo assignado para proceder na forma da lei, quo
con: isto faz um relevante servico a lliiiilaill. da
con rario jamis taremos direito individual e de pro-
pnedade e por conseguidle liberdade. O abaiio
assiircado approveiU a occasiio para nadir ae lenhar
seu pai descalpa, por nio consulla loa esle respeHa.
que he devido a lonejtude em qoe se achs, a iaa-
tamnnle para implorar a benevolencia dos nebral
respeitaveis leitores, e qne ffcbem ea oibof aaa
grandes e gravisiimos erros.que slo dsvidos a* esta-
do dasjncrelismo.eraque se aeha-o aballo anignado
para enm as scienciat e por coDieguiale de impe-
ricia Joaquim Gomes, da Cunha Pereira Bel-
trio.
Recita 18 de julho de 1855.
MASSA ADAMANTINA.
Francisco Pinta Ozorio ojumoa dantas com eala.
deliciosa mana, cojasoa boa qualidade j he noto-
ria, assim como tambem cate* com ouro e prata, e
oolrcs metaes brancos qne suas coree igualara muri
aos proprios naluraes : pode ser procurado para ala
Om, na ra. estreita do Rosario o. 2, conftoota a
igreja.
Maooel Ferreira de S fax scieate que deixou
de ser sen caiieiro o Sr. Jlo Crrela da Silva.
Alaga-se unte escrava para o servico da una
casa : quem pretender, dirija-se roa de Jardim
n. 14.
O abaixo assignado avisa ao Sr. Germana, reVJ
lojoeiro, do nio entregar o relogio que den para eonW
cenar, cojo bilhete o abaixo anignado perden e era
de n. 3l3p, ao relogio tara a numeradlo da9733, o
qoal i deveafcaer entregue ao ahaixo asiignado, a
(canea aem aHlo o dita bilhete.
Bernardo de Cerqutira Catiro Monteiro..
Qoem annunciou desejar fallar com o arrema-
tante da Ilha do Nogneira, pode dirigir-sa meama
llha, ou oa roa da Prata da Santa Rita, sobrado
u.37,
RESPOSTA AO SR. DR. BRAGA.
Re tpoudendo a urna pergooU a|Uf dirgia-me a Sr.
Dr. i raga em o Diario o. 83 de II ata abril do cor-
renta anuo, significo-Ihe qae o faca da qoe. defen-
dendi-me da argalo do Sr. Lobo, alleguei ter sido
platicado pelo juiz municipal do Ooricory, e nao por
mim, olo foi pralicado pelo Sr; Dr. Braga, e sim
pelo Sr. coronel Jos Severo Granja, qaando no ej-
ercicio da lupplencia da vara municipal daqnelle
termo, o qoal facto foi a livraooe am recorto ae nm
Leandro e D. Joaquina. Tenho respondido. Cabre-
b 11 de junho de 1855.
Miguel GoHcakes Lima.
O secretario da irmandade daflfc. 8. do Bom
l'arlo, erecta na igrea de S. Josa deKiba-mar, con-
vida a todos os irmaalpara comparacecaaa no consis-
torio ,1a mesma irmandade, domingo, 22 de julho,
as 9 horas da manhia, para, reunidos em mesa ge-
ral, lialar-se de negocio tendente a meama irman-
dade.
O abjfco assignado, soUcitador dos auditorios
desta lidada, taz scienle ao respeilavel publico, qoe
mudo a sai residencia para a roa de Sauta Tenza,
casa n. 1 : quem com o mesmo ti ver negocio, dota
dirigii-se mesma casa, da* 6 horas da manhia as 9,
e das H da tarde em dianta, qae ahi e achara prom-
pto tallar a todos. Recite 19 de juUa de 1855.
Theodoro di Almeida Cotia.
Sociedade Harmnico Theatral.
O 1. secretario convida aos Srs. tocios a conapa-
recerem na sala das sestoes, domingo, 22 do carra-
le, as rO horas da manhia, para a approvicjo dos es-
Ututos e eleijlo da nova direccSo.
Preeisa-se de urna ama que atiba cantaba a
engorr mar perfeiUminte : a tratar no larga da Ri-
beira, taberna n. 1, qae faz qniaa para a roa da
Santa Rita.
O abaixo asiignado, chagado dos portos do sal
pelo ultimo vapor, tem a honra de anonadar ao rai-
peilavel publico, qoe possuo um grande e magnifico
cosmoiama com riquissimai \iiUs, como os ataques
contra Sebastopol, ditos no Bltico, a rita* vistas do
Kio de Janeiro e Babia, e oulrai vista* de todo o
universo. O mesmo est a procara de nm local pa- *
ra a ex josqSo das vistas, e assim qae o obliv* aa-
nunciara, e espera a coadjuvaeio de sea* amiga*,'*)
assim como do respeilavel publico.F. amia*.
1 ede-se ao director da companhia gymnaslica
francea. que por especial obsequio repita na recita
que ainda tem de dar, os trabalhos feitos por Mr.
Feiii, no trapesio volante, e a grande aaceofio da
corda por Madama Williams ; porque muito deaejo
ter maia urna occasiio de admirar oe insignes rustas
nos trabalhos cima ditos. Islo pede
Um que deseja ir a segunda recita.
AttencSo.
Precisa-se de um caiieiro que ateada da tnhide-
zas para tomar conta de urna toja per bataneo, data-
do fiador a sua conducta ; paga-a* bem ou se da fo-
teretse se nisso eonvier : quem estiver nesta* cir-
cumstancas, dirija-e* roa do Qaafjaaade, toja n.
30, que ahi achara com quem tratar.
Aluga-se ama casa nebre, com 9 qoartos a 4
satas, 111 roa do Seve, onde se est faxendo ton moro.
l)eieja-se fallar ao Sr, Ptdro Antonio de Ro-
sario lHirto. na ra larga do Rosario, botica n. 36,
ou awoocie aua morada.
Antonio Jlo Vidal vai Portugal, a jnlga na-
da dover, porm qoem se julgar seo credor, qaetra
apreseiitar a conta a teu filho, na ina loja de ferra-
gens, roa da Cadeia do Recife 0. 58 A.
Precisarse de urna ama para todo itrvico da
ama casa de'pouca familia: na ra das Crnes n.
20, te dir quem quer.
ROBfLAFFECTER.
O nico aulorisado por decisaq de conselho real a
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recomraendam o Arrobe
de Laffecleur, como sendo o onico aulorisado pelo
governo, e pela real sociedade de medicina- ste
medicamento d'um gosto agradavel, e fcil a tomar
em secreto, esta em uso oa marinha real desde'mais
de 60 annos; cara radicalmente em pouco tenarpo^
oom pouca despezt, sem meroorio, as affeecSe* da
pelle, inpigeni, as consequencias das sama*, ulce-
ras, e os accidentas dos parios, da idade critica, 0 da
acrimonia hereditaria dos homors; coevm aosca-
tarrbos, a bexiga, as contracc/taa, e fraqoeM do*
orglos, iiracedida do abuso das injec^oes ou de son-
das. Como anti-syphililico, o arroba cura em pouco
lempo os fluan recenta* oo rebeldes, qae vf^^^H
incestantes em eonsequencia do emprogo da copea-
ba, da cibeba, on das djccccs qae rapresentem o
viras tem neutrilist-lo. O arrobe Laffectanr he
eapecialzaenlerecommsndad contra ai doencas, ln-
veterada oo rebeldes, ao mercurio e ao iodurele de
polassio. Lisoonne. Vende-se na hataca da Barrate de
Antonio Feliciano Alves da Azevdo,praca de D. Pe-
dro n. I*:, onde acaba de chegar urna grande potlo
de arralas grandese pequeas vindas direelaoienle
de Parii, de cana do dita Boy veau-Lafiecteur 19, ru
Richeo Pars. Os formularios dio-se gratis em
casa do agenle Silva na prafadeD. Pedro, u. 82.
Porta, Joaquim Araujo ; Babia, Lima & Jrmlos ;
Pernambico, Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Fi-
lho* ; ai Moreira, loja de droga* ; Villa Nava, Jlo
Pereira d* Magalea, Leile; Rio tafeada, Fren dd
Paulo Couto Si C.


DIARIO DE PERRMUCBO SEXTA FEIRA 20 DE JULHO DE 1855
\
Wt
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I
i
t
/
Um rapaz chegado ullimaineul da cidade do
Porlo na Urca Sania Cruz, oflirece-ie para cai-
xiiro de qualquer caa eoinmernial desla praca : na
ra Imparial difronle do chafan palaria u. 4:).
PrecUa *o de um caixeira <|oe limita pralica de
taberna e que afiance a ina coadijKla : na Capung.i,
nova taberna de Joe de Almeidn Ferreira.
O Sr. Jos Quilcieo Marti ia l \inda de Para, na ra doa Mari;,r i os, no primeiro
aaaar do sobrado n. J juulo a reja, e por (e igno-
rar iua morada se faz o presente aunuucio.
Alogum-se 2 moleques pain servico de casa ;
na roa dea llarlyrioa n. i, primuiro andar.
No dia 20. as 11 horas, na ala depois da Onda a do Sr. Dr. juii de a lenles, ae lia
de arrematar ora sobrado de un andar, sito na ra
Imperial o. 92, em chao proprio, com 34 palmos de
frente, 69 de fundo, e roais 252 pura q intal, avulia-
do em 3:0003000, e urna estrave, ludo perleneente
ao toado Antonio da Trindadc : os pretndanles
podem laucar aem recelo porqui a rclacao nao to-
mou conhecimenlo do aggravo que nterpoz Basilio
Arreis Miranda Varejio, dd despacho do Sr. Dr.
juiz de a asento, que mandou poi em pra<;a, isto em
sessao do dia 14.
Preeisa-ss par aluguel de ima prela eserava,
que teja coznheira: traU-se na roa de Hurlas
n. 140.
M. Scasso, modista bras.leira, olle-
rece seu presumo a respaila re publico, para
apromplareom presteza ludo qua ha do mais diuca
do e bora gosto para senhoras, tundente a vestido,
chapeos, tnrbaales e o mais qae tu pode desejar, lo-
cante a modas as mais recentes ; n espora, portnnlo,
qne nao w as saas delicadas freguezas conlinuar.lo a
honrar a ana freirflrzia, mas lambem a eoncurran-
cia de todaa aquellas senhoras e ue capricham em
vestir e ornarle com o qae he de mais elegante e
bem confeccionado : qaem quitei ntilisar-se de seu
preslimo, procure no aterro da Bca-Viila n. 31.
Antonio Luiz Gonealves Ferreira, vendo o an-
nuncio inserto no Diario de Perntmbiieo de 17 do
correte relativo a venda do eugunho Caeu, e as-
assignado ptlo Sr. J. J. de Miranda, pasmou ao ver,
que o proprielario do engenho Gaipk se hoovosse
lembradoda invuncao da venda do engenho Caeu
ou Allianca, para provocar o proprietariu desle a
nm pleito Judicial, do qne em veidade se olo lem-
brnra. Pois bem ; o annanciaale faz certo que ja-
mis pretenden vender o seo engenho Cacu, e me-
nos pretende hoje veode-lo ,- e a irovtita a occasiao
para identificar o proprielario do engenho Gaipi,
de qae menos exacta he a sua asurco, de que as
trras de seu engenho est situado o do annonciante,
como protesta mostrar judicialme ite c mesmo an-
nuDcianle, protestando lambem desde j contra es-
sea tilalos e demarcarlo a que se loocorre o proprie-
lario do engenho Gaipi ; poli quo neni os seus tila-
los o podem prejudicar, nena a in Halada demarca-
ejo, se he qne liouve, pode prdduzir ofleito algum
ionlra o aaounciante, nao lendo sido me ouvido ou
lado para ella.
.Quom aomiociou querer comprar as Ordena-
SOes do Keino eoulros livros dos que o iununcio de-
clara, pode dirigir-se faa do Ringel n. 21, que
achara com quero tratar.
Haveodo oabailo aisignado como procurador
de Manoel Antonio Teixeira anonneiado qae Ber-
nardina Francisco de Azevedo Ca npos, nao poda
diipor da heraoca de Manoel Antonio Teixeira, de
oem he o dilo Campos testameoloiro, declara que
oca de ncohun eOeito o dito annnncio, e qae de
mioha parte nao ha obstculo alenni acerca da dita
heraoca, vista 1er desistido do dirito que linba san
censtiluiot i dita heraoca.
Miguel Jote Barbosa GuinarSet.
Na roa Direila n. 13 d-se dinheiro a joroi so-
bre pe aores de oaro ou prauu
Companhia Pcrnatnbucana de iavegacfto
costeira.
O conselho da direccao convida a m Srs. accion-
la* da mesma empreza a effeeluaieai al o dia 31
do crrante mez mais 10' por cenlo sobre o valor
das acetes qae mbscreverara; e o encarrecado dos
reoebimeolos he o Sr. F. Conlon, na na da Cruz
n. 26.
.Joaquim Jos Das Pereira declara, que lendo
arrematado em leililo de 9 de junho prximo passado
todas as dividas activas qae deviaio a Antonio da
"ata Ferreira Estrella, com taberu i na ra da Gi-
_ ia do Kecife, convida a todos os Jevedorea do df o
Estrella, Unto da praca como do mallo, para que
veoham pagar s ao annunciaole com a maior prs-
tela poasivel, alim de evitarem majares despezss,
pois promulle ter toda contsHiplac.ii lsn os que fo-
ros mais promptos nos seos pagan.emoi, nodenclo
jara teso dirigir-se ao anunciante, no Ierro da
Boa-Vista, loja o. 14.
DENTISTA. 1
V Paulo Gaignoux, dentista francez, estabele
f) eido na roa larga do Rosario a, 36, segundo O
'> andar, colloca denles com gengivisarlificiaes, (*
# edentadura completa, ou parte delta, com a tf
! prenso do ar. f
i
Precisa-se de nm prelo moro e teta vicios,
para o servico de orna casa de familia; paga-se bem:
[oem e livor e quizar alugar, aniiuiicie na dirija-se
n esta lypographia, que se Ihe Jira com quem deve
tratar.
Aluga-sjrihna prela milito fiel e satlia, qne sa-
be pcrfeilimenW engoramar, cozinliar e fazer lodo
o servico de casa: na roa fljhra n. II), segando
nndar.
Attencao. '
Petgonti-se a adminislracao do patrimonio dos or-
|il>autt e orphaas o motivo por qae eslamot em prin-
cipio do nno oaneeiro de 1855 a 18 >6 |J(ao pz em
|Tacao funifcimento dos medcame.1! loinara trata-
aeulo dos mesmos orphaoa? Com sua res posta me-
lior se esclarecer a mesma admiuislracao e ao pu-
blico.O ntffo ia earidaie.
O Dr. Ribeiro, medico pela univursidade da
Cambridge, centimia a residir na ru.i du Cruz do Re-
clfe n. 49, 2." andar, onde pode ser procurado n
cualqoer hora,econvida aos pobro> para consulta*
gratis, e mesmo os visitaquaodo as circurostancias o
axijam, taz especialidade das molestias dos olhosu
cuvidos.
Oabaixo asignado, professor particular pro-
- visoiiado 11 primeirai ieltras, mudou a sua re8i-
cleocU da fregoezia da Boa Vista para a de Sauto
Aatoiiio, ra da Concordia, onde praleude cooii-
nuar ao seu mioisterie, est prumpto a receber
c uilqaer alumno,nao s interno como ex'erno, que
queira olilisar deseo preslimo. Padre Vhoma::
oe Santa Aiarianna da Jeiui Magalhaes.
O SOCIALISMO.
Pelo -rneral Abren e Lima.
Acaba de pUbliear-se esta interesante obra, que
trata do socialismo chrisISo, e tambem da guerra do
Oriente com toda a historia religiosa e [ olilica alo
as conferencias de Vfenna.
Oa senhores aesignantes podem rnandir receber
s leas exemplares daqaellas pssoas a quem liveram
n bondado de assignar. Continua aberla as axsignalu-
ja at o fim do correte mez de julho, a 2)000 cada
i xemplar, no escriptorio do Diario de Pernamiuco
iraca da Independencia, ni loja dn livros dos Srs.
, Ricardo de Freitas & C-. esquina dn roa de Colle-
uio ; as lojas do Sr. Jos Moreira Lopes, ra do
(.taeimado casa amella ; dos Srs. Siqueira & Pe-
reira, Antonio Francisco Pereira e Urekeofeld, ra
do Crespo ; do Sr. Loix Antonio de Siqueira, rda
da Cadeia do Recife; e em casa d>> autor, j en-
luadernadi. pateo do Collegio casa imarella no 1.-
aodar ; assim como as maos das niesmus pessoas,
<|ue ate agora tem tido a bondade de agenciarem as-
f goal ara. Fiado o presente mez, veeder-se-ba
cada nm exemplar avulso a 39 rs.
mmv.
Na fnndicao de Jos Bapusta Braga, na roa Nova
n. 38, funde-se toda a qaalidade de obra de brunzo
o Iatao. aaxim como faz-se qualquer obra endent a
latoeiro e funileiro com toda a perfeiejo e preco
:ominodo. .
O carloiio dos feilos da fazenda provincUl foi
inadado para o segando andar do sotrado da ra do
Ojllegio n. 23, e estar aberto dos das tleis desde
as 9 horas da manida at as 3 da lar le.
Precisare de um pequeo que tanda pratica
ii tratar na ra do Qneimado n. 51.
Qeem precisar de ama eserava para ama, di-
liisie ra de Queiioado, loja n. 14'-.
"a fabrica do espiritos, de Jos Joaquim Lima
Bairto, na roa Direila n. 17, ha onslintemenle
iimsortrmeoto de licores, tanto finos con mais or-
liiianos, agurdenle do reino.genebra, 2niz, agur-
dente di canna, chamada de cabeca, espirito de v-
iiho, para bem servir qoalquer eneomm.mda com
toda a proinptidao, e seos precos os mais b ratos pos-
ilven, a vista da boa qaalidade da fa;:endj.
Precisa-se de ama ama de meia idade, qae sai-
la fazer o servico de ama casa de Imineni solteiro :
lia roa do Qneimado o. 33 A.
Precisa-se alugar um sitio cu urna
casa com jardim, perto do Recife : na
ra do Trapiche n. 38. '
Consulado de Portugal em 'erniimbuco.
Por ordem do Sr. cnsul de Portuial s faz pabli
o, na conl'ormidade do regulamenlo imperial de 8
ile novembro de 18.51, s pessoa* qc.a forem credo-
i as dos finados Domingos Jos de Oliveira, Antonio
Joe Vieira, Jesaino Antonio Bastos, Manoel dos
Sientas. Domingas Pinto, Manoel Cordeiro e Jlo
Jote Vasconcellos e Soaza, queirarq apretentsr nec-
ia wasaiado as saas costas ou ontros qoaesquer ti-
lalos de ctedito, competentemente higalisidos, aflro
de lerem allendidos segoodo as forras dos respecti-
vos espolio arrecadados. CodmImIo de Portugal
em Pernambaco aos 16 de jalho de 155.--S. M. A.
Cudoso, cbanceller idterino. ,
CONSULTORIO DOS POBRES
BO -UA WOVA 1 AM9MA 50.
O Dr. P. A. Lobo Moscozo di consultas homeonalbicas todos os dias aos pobres, desde 9 horas da
manhaa aleo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noile.
OOerece-se igualmente para pralicar quaiu*t operaco de cirurgia, e acudir promptamente a qual-
quer mulber quo eslejaal de parto,-e cujascircumstaucias nao permitlam pagar ao medico.
[10 CONSULTORIO DO DR! P. A. LOBO I0SC0Z0.
50 RA NOVA 80
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina homeopathica do Dr. fl. Jahr, traduzido em por
tagnez pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e acompanhado de
nm diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 203009
Esla obra, a mais importante de todas as qoe traa m do esludo e pratica da homeuoa lliia, por ser a nica
conlm abuse fundamenlal H'esta doutrinaA PATHOGENESIA OU EFFETOS D0SMEK1C\-
soas que se querem dedicar a pratica da verdadeira medicina, intereso a lodos os mdicos que quizerein
experimentar a ooulnna de Hahnemaon, e por si mesmos se convenceren! da verdade d'ella: a todos os
faiendeirose senhores de engenho que esiao longe dos recursos dos mdicos: a todos os capites de navio,
que urna ou potra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seo ou de seus tripulantes :
a lodos os pas de familia que por circumslancias, que nm sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
dos a prestar n conlinenti os primeiros soccorros em suas enormidades.
O vade-mecum do homeopalha ou trsducciio da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambera til is pessoas que se dedkam ao estado da homeopathia, um volu-
nte grande, .icompanhado do diccionario dos termos de medicina......
O diccionario doi termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele., etc., encardenado. '.
Sem verdaderos e bem preparados medicamentos nao se pode dar om passo seguro ,
homeopathia, e (.proprielario deste estabelecimenlo se lisoogeia de le-lo o mais bem montado possivel e
ninguem dovida hoje da grande superioridade doi seus medicamentos.
Boticas a 12 lutos grandes...............
Boticas de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 125 e 15*000 rs.
Dilas 36 dito a...........
Ditai 48 ditos a...........\
Ditas 60 ditos .........
Ditai 1 ditos a ...........'.'.'.'.'.
Tubos avulsos...........'.........
Frascos de meia unja' de lindura.............',
Ditos de verdadeira lindura a rnica........'-.'.'.'.'.'.
Na mesma cusa ha sempre venda grande numero de labes de crysta de d
Compra-se eOertivamentc bronze, lati e co-
bre vellio: no deposito da fundicao d'Aurora, na
ra do lirum, logo na entrada n. 28, e na mesma
fundicao em S. Amaro.
Attenc5o.
Compra-se urna eserava parda ou crioula, de idade
de 16 a 20 anuos, com habilidades ou sem ellas, que
seja sadia ede bonita figura ; paga-se bem,: na ra
do Nogueira, sobrado de um andar com vuranda de
r ;<
que c
MENTOS
10*000
39000
na pratica da
89000
P.
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer
de e por precos muilo commodos.
208000
2590 X)
30|000
609IXX)
19000
29000
29OOO
tamaitos,
encommenda de raediraraenloscom toda a brevida-
TRATAMENTO HQIOPATHICO.
Preserva tico e curativo
00 CHOLERAMQRBUS,
PELOS DRS.
. :^:"E*^m:eWueEa3efS: mes: jtjm^mm:mm.mm
oa ios ruccao au povu para se poder curar desla enfermidade, administrando os remedioT mais eficazes
para atalha-la, en.quaulo se recorre ao medico.oa mesmo para cura-la independeute desle, os liares
em qae nao oa ha. *^ "" luBares
TKADLZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LORO MOSCOZO
Estes dous opsculos conlm ai indicaeoes mais claras e precisas, pela sua simples e concisiex nosi-
cao ta ao alcance de todas as inlelligencias, olo s pelo que diz respeito aos meios curativo., carne^prin-
cipalmente aos p-eserval..os que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parl m que
elles lem ido poslos ein pratica. v em 1ue
Sendoo iralamento homeopaiico o nico que lem dado grandes resultado! no curativo desla horri-
vel enfermidade. jolgainosa proposito traduxir esle. dous importantes opsculos em linguaerac-
la,|paradest arte facilitar a sua leilura a quem ignore o francez. ** iiibbi 1
Veode-se nicamente 110 Consultorio do Iraduclor, roa Nova n. 52, por 29000 n.
MASA ADAMANTINA.
Roa do Rosario 11. 36, segundo andar, Paulo Gai-
gnoux, dentista francez, ebumba os denles com a
nassa adamantina. Essa nova e maraviltrosa com-
posicao lem a vant.igem de encher sem pressao doto-
rosa todas as anfradoosidades do deote, adqoiriodo
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dora, e permute restaurar os denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
UBLICACAI)' DO INSTITUTO HO g
MEOPATIIICO DO BRASIL.
THESOUKO HOMEOPATHICO *
o fa
VADE-MECUM DO $
HOMEOPATHA.
Mclhodo conciso, claro e seguro de cu- ()
r'ar homeopalnicamenle todas as molestias a*
que af/ligem a especie humana, e parti- '/
eularmente aquellas que reinam no Bra- (A
til, redisido segundo os mediares trata- f
dos de homeopathia, tanto europeos como ^i
americanos, e segundo a propria experi- A
encia, pelo r. Sabino Olegario Ludgera w
^ Pinho. Esta obra he hoje recouhecida co- (J7)
mo a rnellior de ludas que Iratam daappli- (S
cacito homeopalhica no curativo das mo- a***
S leslias. Os canosos, principalmente, nao (&
EL podem dar om passo-seguro sem possui-la e /,
W consulta-la. Os pas de familias, os senho- Ipf
M res de enacnlm, sacerdotes, viajantes, ca- A
w pitaes de naviot, serlanejoselc. etc., devem z!
e-la i mao para occorrer promptamente a Vf
qualquer caso de molestia. fj|
Doos volumes em brochura por 109000 J
encadernados II9OOO ^p
Vende-se nicamente em casa do autor, |ae,
' ra de Sanio Amaro nf 6. (Mondo No- w
0 vo). ^
Esta a sahir a luz no Kio de Jaoeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E ROEN-
NINGHASENtE OUTROS,
posto em order alphabetica, com a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indicacao physio-
logica e llierapeiilic.i de lodos os medicamentos ho-
meopathicos, seo lempo de aejao e concordancia,
segoido de om diccionario da significac^o de todos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo. pelo
DR. A. J. m MELLO MOIUES;
Sobscreve-ie par esla obra no consulloro horneo,
pathico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 50-
primeiro andar, por 59000 em brochura, a 69000
eucadernado.
0 Dr. Sabino Olegario l.udgero; Pioho,
mudou-se do pnlacete da roa deS. Francis-
co n.iisA, para o sobrado de dous anda-
(Q resn.6, ruade Santo Amaro, (monde novo.)
O escripturario da Companliia de
Reberibe acliando-se habilitado a comprar
e vender accoet da mesma Companhia, of-
t'erece-$e as pessoas que quizerem com-
prar e vender, a dirigir-se ao escriptorio,
na ra Nova, sobrado n. 7.
Precisa-se engajar cornetas]'para o lerno do
sexto balalliAo da guarda nacional, assim como om
meslre para dirigir o mesmo : quem quizer, dirja-
se ao majar do mesmo balalhao, no pateo da Pfl,
freguezia dos Afogados.
~ Precisa-se de um homem nacional oa eslran-
geiro, mas que seja de inteia capacidade, para ser-
vir de criado a umsenhor de engenho, (rala se bem:
quem preleuder, pode dirigir-se ao paleo da matriz
de Sanio Antonio, casa de um andar 11. 2.
Urna pessoa qoe reside em um primeiro andar,
sito em boa ruada freguezia de Sanio Antonio, que
lem bous ronvmodos, quintal e cacimba, pagando de
alucuel 20O9O0 por auno, deseja permula-lo por
oalro andar lambem em boa ra, mas qne nao exce-
da a 209000 mensaes, e a causa da permuta se dir
a quem o pretender : na Caniboa do Carmo, laberua
n. 46, se dir quem he.
O abaixo assignado declara aos credores de Ma-
noel Das Pinho, preso na cadj-ia, que em casa do
dilo Pinho existe urna letlra de setenta e tantos mil
rei, porm est paga como consta dos recibas de
dinheiro qae recebeu, da thesouraria, e para nao
haver duvidas Taz o presente annuncio.
Jos Luiz de Mallos.
Precisa-se de ama ama para casa eslrangeira,
demuilopooea familia, ru saiba enaommar com
perleic.10, tenha boa condoda c seja fiel
bem : Da ra do Trapiche Novo n. 38.
paga-se
A Sra. Besire Madeleiue re(ira-se
ropa.
para Eu-
VENDAS.
INFORMAgO'ES O RELAQO'ES
SEMESTRES.
. Na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se relacoes semes-
traes por prejo <:ommodo, e querendo res-
mas vende-se ainda mais em conta.
Novos livros do homeopathia inefrancez, obras
(odas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lumes............ 209OOO
Teste, rroleslias dos meninos.....69000
Hering, homeopathia domestica.....790IX)
Jahr, pharmacnpa homeopathica. 69OOO
Jahr, novo manual, 4 volumes .... I69OOO
Jahr, molestias nervosas.......' 69OOO
Jalir, molestias da (elle.......89000
Rapou, historia da romeopalhia, 2 volumes I69OOO
Harthmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........10900()
A Teste, materia medica homeopathica. 89000
Be Fayolle, doutrina medica homeopalhica "cOO
Clnica de Slaooeli .......69OOO
Casting, verdade ds. homeopathia. 49000
Diccionario de Nyslen.......109000
Altlas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, cooteodo a descripcao
de todas as partes do corno humano 309000
vedem-se lodos estes livros lio consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Aloscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro andar. >
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que mudou a sua aula para a ra do-la u-
gel n. 1 i, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja'por m-
dico preco como he publico: quem se
quizer utilisar le seu pequeo preslimo o,
pode procurar 110 segundo andar da refe-
rida casa a' qua.lquer hora dos dias uteis.
EDCACA'O DAS FILHAS.
Entre as obras do grande FeneloD, arcebispo de
Cambray, merece mui particular mencSc otratado
daeducacao das mininasno qual esle virtuoso
prelado ensina como as mais devem educir suas fi-
lhas, para um dia clicgarem a oceupar o sublime
lugar de mai de familia ; torna-se por tanto ama
necessidade para tocas as pessoas qae desejara gui-
a-las no verdadeiroiaminho da vida. Esl a refe-
rida obra tradozida em portuguez, e vende-se na
livraria da praca d Independencia n/6 e 8, pelo
diminuto pre(o de IKK) rs.
Dr. Joao Honorio Reztrra de Me-
nezes mudou a sua residencia da ra
Nova, para a ru 1 da Aurora ^obrado n.
81 que faz esquina com o aterro da Roa-
Vista, e ah continua a exercer a sua pro-
issao de medico.
tS.na#s>s>ts;C
: l JANE, DENTISTA, S
contina a residir na ra Nova n. 19, primei- A
ro andar. Z
, {
Na roa da Madre de Dos n. 36, primeiro an-
dar, precisa-se de otciaes de alfaiate de obra gran-
de emiuda.
Precisa-se de um bom cozmhoiro, forro ou cap-
livo, qoe seja fiel, para urna casa eslrangeira, paga-
se bem ; na ra do Trapiche Novo n. 38.
' rPrecisa-se de um feitor para um si-
tdTWto desta praca: na ra da Concor-
dia taberna que faz esquina para a casa
de detencao^, se dir' quem prtxisa ; na
mesma taberna se dir' quem vende um
bom cao para quintal ou sitio.
COMPRAS.
Compram-se todos os nmeros das
folhas intituladasO Amigo dosHomens,
distribuidas pelos socios da sociedatjj da
Propagarlo da Fe, de 7 de Janeiro de
184 i at 26 de dezembro de 1847: na
praca da Independencia n. 3.
Compram-se colleccoes de conslitoicao e cdi-
gos, reformas, leis e decretos relativos, por Jos do
Nascimenlo Silva ; primeiras linhas do processq ci-
vil, por Pereira e Souza ; Digeslo Brasiteiro, Ma-
nual Pratico, Doutrina das AccCes, por Correia Tcl-
les ; Ordenaces do Beino, Advogado dos Orphaos,
Diccionario Jurdico Commercial, por Ferreira Bor-
ges : qoem liver estas obras pode procurar a A. S.
de Barrds, na roa do Vigario n. 17, ainda mesmo
que tenham algum aso.
Compra-se urna eserava que seja
moca, intelligente, sadia e sem vicios,
embora nenhuma hnbilidadc tenha : a
tratar-seno sobrado da ra do Pilar n.
82.
Compra-se ama boa cabra (bicho) qne tenha
bstanle leile : na ra da Aurora, casa nova junto a
do Sr. Gustavo Jos do Kego.
Compram-se aeces de|Beberibe : na rea lar-
ga do Bosario n. 36, segundo andar.
COMPRASE
toda a qaalidade de metal velbo, menos ferro: na
ra Nova n. 38. defronle da igreja da Conceico dos
Militares, loja de funileiro.
Compra-se ama lipoia em bom estado : na roa
do Vigario loja de pintor n. 10.
Compram-se rolos de pitia oa viticica, de am
palmo para mai em dimetro : na faudico da Au-
rora, em Santo Amaro, e no deposito da mesma, na
roa do llrum u. 28.
Veode-se ama eserava de 17 anuo de idade,
qoe sabe fazer o servico de orna casa, lava, e tem
principio de engommado, o sem vicianctu acha-
que : no largo .Ja Pcnba n. 8.
COBERTORES DE LAA',
Hespanhes, muito encorpados, a lf, 7$
e 85OOO cada um.
Vende-se na ra do Crespo, loja da esquina, que
volla para a ra da Cadeia.
FARELOS E SEMEAS DE LISROA.
Na ra do Vigario armazem n. 7, ha
para vender semeas e lardos muito novo,
desembarcado hoje do patrio CONS-
TANCIA- w
Em cata de Timm Monsem & Vinnassa,
praca doCorpo Santo n. 15, ha para
vender:
Um sortimento completo de livros em
blanco vindos de Ilatnbuigo.
Em casa de Timm Monsem i Vinnasia,
praca do Corpo Santo n. 15, ha para
vender:
Cemento romano em barricas, chegado
ltimamente de Hamburgo.
Palitos baratos.
Palitos d alpaca preta fina, muito bem cozidos e
forrados a 6000, ditos de merino verde de cordlo a
79000, ditos de ganga amareMa, forrados, a 39000 :
na ra do Queimado, loja 11. 21.
Vende-se a casa terrea 11. 8 da rua da Soleda-
de, com 30 palmos de frente e perlo de 300 de fun-
com cacimba, algumas arvores, e situada em
proprio : a tratar na rua de Apollo n. 13,
EME-
Precisa-se de ofliciaes de ca rapia
para a obra de Guilherme Sette: na rua
da Praia sobradrjjfciarello. \
Precisa-se de urflKma forra para o servico in-
terno e externo de casa de pouca familia : a tratar
nesta lypographia.
. ,T" *} a,#"0 signado, ioventarian'te dos bens do
fllecido Luiz Antonio da Silva Burgos, avisa pelo
presente aos credores do mesmo Burgo, qae pelo
juizo de orphaos do Bonito se est procedendo o res-
pectivo inventario para que Ss. S. venham oa man-
dem legalisar os seos crditos, alim de seren allen-
didos na partilha.Galdino Alves Barbosa.
Aluga-se ou compra-se tima ltfp*
ama de leite: no Hospicio, segundo pfl W
tao depois da Faculdade de Direito. ^* V
Joao Baplisla dos Santos Lobo, pelo prsenle
Taz publico a todas as pessaas com quem lem Iran-
saccoes, que est de poste da administracao de sua
casa commercial, por isso, com o auuunciaiile se
devem entender.
Na roa estreita do Bosario, n. 34, faz-se toda
a qualidade de comida por preju mais commodo do
que em outra qualquer pane : as pessoas que qui-
zerem dirijam-se a dita casa.
OSr. Joaquim Octaviano da Silva tem carta
na lavara n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Precisa-se de urna senhora de bons
costumes e honesta, que entenda bem de
costuras e cortar, para acabar de ins-
truir ditas meninas: quem estiver neste
caso annunce ou dirija-se a rua da Con-
cordia sobrado que tem varanda pintada
de encarnada, confronte a entrada da ca-
sa de detencao.
1 T J***'?-** f,llar com urgencia ao Sr. Antonio
Jos Coirea, na rua do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, a negocio de seu inleresse.
do
terreno
armazem.
Vende-se ama canoa aberla, com ferro e cor-
renle, ludo em muito bom estado, que pega mil li
jlos de alvcn.iria grossa: no paleo do Paraizo n. 10.
Vcndem-se \ escravos, sendo 1 lindo mulalinho
de idade I li anuos, ptimo para pagem, 1 escravo de
lodo servido, 1 pela quitandeira, cozioha bem odia-
rio e lava, e 1 moleqoe de idade de 8.annos ; na rua
Direila n. 3.
Vende-se um piano com muilo boas vozes e
muilo bonito, com muito pouco uso : na loja de 4
portas, do Sr. iu.maraes, na rua do Obog, se dir
quem vende. Assim como um curdao de ouro do Por-
to com 30 oitavas, e um loucadur de Jacaranda mui
to bonito.
4
S| Vende-se o bom e bem arredilado rap Joao
Paulo Cordeiro da fabrica do Kio de Janeiro ; rap
ele bem aceito pela sua composicao e assemelhar-se
ao de Lisboa pelo sen bom aroma agradavel ; ven-
do-se de2j libras para cima,no deposito geral da rua
da Cruz do Recife, casa n. 17, e em libra e a rela-
Iho, as lojas segoinle: rua da Crux do Recife,
Fortunato Cardoso de Gouvoa ; na rua da Cadeia dq
Recife, Jos Comes Leal, Jos Fortunato da Silva
Porlo, Tliomaz Fernandes da Cunta, Manoel Joa-
quim de Oliveira ; becco da Cacimba, Antonio Ra-
mos ; rua do Crespo, Joaqnim Ileurique da Silva
rua do Queimado, Magalhaes & Silva,' Teixeira &
Souza ; rua Direila, Jos Vctor da Silva Pimentel;
paleo do Carmo, Antonio Joaquim Ferreira de Sou-
za ; rua larga do Rosario, Viuva Dias Fernandes,
Manoel Jos Lopes, Barros & Irmfto ; aterro da
Boa-Vista, Joaquim Jos Dias Pereira, Jos Yielor
da Silva Pimentel.
MECHANISMO PARA
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENC
NHEIRO DAVID VV. BOWNIAJK.
RUA DO BRUM, PASSANDO oZl
FAR1Z,
ha sempre um graude sortimento dos seguales ob-
jectos de mechaoismus proprios para engenhos, a sa-
ber :.nioendas e meias moendas da mais moderna
conslrurcao ; laixas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de todusos tamanhos ; rodas
dentadas para agua oo aniuiaes, de ludas as propor-
r;oes ; crivos e boceas de fornalhae registros de bo
ciro. aguilhOes, bronzes, parafusos ecavillides, moi-
dIio de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
se execulam lodas as encommendas com a superio-
ridade j ronlicciil.i, e com a devida presteza e cum-
modidade em preso;
TAIXAS DE FERRO.
^a funditao' d'Auro/'a em Santo
Amaro, e tambem. no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Maxinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, glandes, t pequeas
razas, e fundas ; e em ambos os logares
xistem quindastes, para carregar ca-
oas, ou carros livres de despeza. O
recios sao' os mais commodos.
Rape' crea preta. '
Cheg.iram algumas,libras deste mai acreditado
rap rea prela da Bahia, e se vende em porcSo oa
as libras : na rua d.' Cruz 11. 1, escriptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo.
GE-
IA-
FARINHA DE MANDIOCA.
Abordo do hurte CONCEICA'O FELIZ,
fundeado defronte do caes do Ramos, ha
para vender muito superior farinha de
mandioca por preco mdico: os preten-
dentes dirijam-se a bordo do mesmo ltate,
ou na casa de seu consignatario Domin-
gos Alves Matheus.
Vende-se nm joso de breviarios em bom esta-
do : na casa do sachristio da ordem lerceira de S.
Francisco.
Veode-se ama eserava crioula, de idade 22 an-
uos, engomma perfeilamenle, lava, cozinha e cose !
na rua do Colovello, casa u. 99.
Vende-se um sobrado 110 Bccife, na rua do
Cordoniz n. 10 : a tratar na rua da Asjumprao, con-
fronte o nictio n. 20.
. Vendem-se ? libras de prala, propria para se
desmanchar em obras: em Fra de Portas n. 92, se
dir quem tem.
A 5$500.
Chales de merino, finissima fazenda, sortimento
de todas as cores, pelo barato preco de 59J00, ditos
de ganga bordados a 29800, ditos de la a algodao, di-
tos de iarlatana a INHH),lenros de carca e seda, li-
do sortimento, a 18000, romeiras de fil e de cm-
brala a >)IH), meias brancas para menina a 240 o
par, ditas para menino, fazenda superior, a 280 o
par : oa roa do Queimado n. 33 A.
A SsOOO rs. o corte de vestido.
Linda fazenda de vistosos quadros, intitulada Va-
lachia : na ruado Queimado, toja n. 21.
Vende-se mel de furo bom, em basts de e 5
em pipa, com o casco ou sera elle : na rta do Livra-
inenlo n. 32, paclaria. se dir quem vende.
Vendem-se velas de carnauba pora, de 6 e 10
em libra, feilas com perfeicao, pelo commodo preco
de 148300 a arroba : na roa Direila 11. 59.
Lila prela de urna qaalidade inteiramente no-
va, com Ires palmos e meio de largura, mullo pro-
pria para as senhoras que usam de saia e timan :
vende-se ua rua do Crespo, loja n. 19.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em sacras que tem um alqueire, medida
velha por 5J000 reis : nos armazens ns.
5,5 e 7, e no armzem delronte da porta da
alj^ndega, ou a tratar 1:0 escriptorio de
NVaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
TALHERES PARA MENINOS.
Na rua da Cadeia do Recife n. 15, loja
do Bourgard, vendem-se fallieres de osso e
mariim para meninos, c rol i o hambur-
guez em garrafas.
Na rua da Cruz n. 26 primeiro an-
dar, vende-se o excellente vinho de Cham-
pagne, chegado ltimamente de Franca,
e-por muito commodo pre^o, queese
dir' ao comprador.
Sal do Ass:
a bordo do hiale aAngelica, a tratar com Antonio
Joaquim Seve, na rua da Cadeia do Kecife o. 19,
primeiro andar.
A 480 rs. o covado.
Alpaca pieta de cordao, fazenda encorpada e bo-
nita, propria para calcas, jaqeelai, palitos e outras
obras : na rua du Queimado, luja n. 21.
Vende-se oleo de amendoa doce, em lilis de
8, 4 e 2 libras, velas de permicete verdadeiro, de
(i em libra, ludo a preco commodo : na rua do Tra-
piche o. 36, escriptorio de Matheus Austin & Com-
panhia.
A boa fama
Vendem-se charuleiras de diversas qualidade),
pelo I.,.ral 1,311110 precu de 160 rs. cada ama : iiaTiH
do Queimado, loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
VENDE-SE
na rua Nova n. 38, defronle da igreja da Conoeijao
dos Militares, cadiohos do norte de todos os tama-
nhos, verniz copal a 900 rs. a libra, muito bom, p-
timas bigornas para funileiro, tesouras para dilo,
alicates muilo fortes, rozelas para esporas muito
boas, vidros para vidraca, em cala e a retalhe, e
todos os preparos para ofllcina de latoeiro e Jut-
leiro. "
Vendem-se 2 escravas crioulas, sendo, 1 de 25
anuos de idade, com 1 cria de2 meszes, e 1 de 30 an-
uos, ptima emgommadeira e cozinlieira : na rua
de Moras n. 60.
Vende-se orna loja de miodezas em muilo boa
localidade para oesocie, com os fundos que cunvier
an comprador. Esle negocio torna-so de muila van-
tegem para quem se quizer estabelecer, nao s pela
casa ter commodos para familia eseroalu&uel muilo
mdico, como tambem por estar muito afregoezada
para vender a retal lio. n que te prava, e igualmente
se alianca ao comprador o motivo da venda : a fal-
lar na Boa-Visia, rua da Santa Cruz n. 30.
Acha-se venda na livraria u. 6 e 8 da praca
da Independencia a escolente obra intitolada Gram-
matica Kazoavel da I.ingoa Portugoeza, composta
segando a donlrina dos melhores grsrrrrnalicos enli-
go* e modernos, de differentes idiomas, por Looren-
50Trigo do I.ourciro, obra esla ulilissima olo s
para os principiantes de inslruccSo elementar, com8
para todas as pessoas que quizerem ter perfeiUaco-
nhecimenlo da lingoa portogueza.
VENDEM-SE
Rarris com- breu, os maiores que tem
vindo da America, chegado* agora: na
rua do Ainorim armazem de Paula &
Sautos.
Vende-se 1 par de rosetas, 2 alfinetes, 1 pol-
ceira, 1 par de brincos, 1 par de Tivellas para sapalos
de sacerdote, 1 corrente para rrlogio, 2 livros pau-
tados com mais de 200 folhas cada om, proprios pa-
ra escriplurarao de loja de fazendas, e 1 botan com
brilhanle : na roa du Livramento n. 33, loja de cal-
cado.
Mulla attencao.
HVendem-se na rua dn Cadeia do Becife n. 47,' loja
de Manual Ferreira de S, cortes de ganga de cores
para calcas a 29210, chitas largas para camisas de
homem e vestidos de senhora a 240 o covado, luvas
de seda pretas para homem a 800 rs. o par, palitos
de alpaca prela a 58, 0a_e "5000, ditos de alpaca de
seda a 88000. w
Fazendas baratas.
Corles de cassa de cores Com barra a 28000, chitas,
boas de cores Cuas a 180 rs. o covado, ditas largas
para lucio a 200 rs., dilas adamascada azul e amarel-
las proprias para coberla a 240, riscados francezes
largos de quadros modernos n 260, pecas de cassa de
lista com 8 varas por 18600, ditas de quadros a 29 rs,
cortes de seda proprios para noivas a 208000 rs.,cam-
braias de linho finas a 58000 a vara, panno de linho
para lenrocs'com mais de 11 palmos de largara a
25-iOO rs. a vara, corles de camhraLi de salpicos a
28880 IS,. corte de casemira de cores" a 48000", brim
de quadrinhos a 210 rs. o covado, sargelim escuro
com mofo a 160a covado, lufas decores fio da Es-
coca a 160 o par, esguio para peilo de camisa a
I800 rs, a van, panno prelo e de cores, merinos
finissiiiios, e nutras muilas fazendas qoe a dinheiro
se vendem por preco barato : na loja n. 50 da na
da Cadeia do Becife defronle da rua da Madre de
Dos.
Farinha de man-
dioca a 2$50
a sacca.
No armazem de Tasso Irmaos.
Bonitas franjas com bototos'para
cor ti nadoSvJ^W.
Vendem-se na roa do Queimac. X63,Ioja de Joao
Chrisoslomode Lima Jnior.
Vendem-se corles de cassa I la de.bom gosto,
pelo diminuto preco de 28000 : -Toa do Crespo,
loja n. 6.
I.ABYRINTHOJ3.
Lencos de cambraia de linho tnuito linos, lunillas
redondas e de ponas, e mais objectos deste genero,
ludo de bom gusto ; vende-se barato : na rua da
Cruz n. 3t, primeiro andar.
*
cional
dj| mentas, ardeos e" avisos concedientes a "mes- 9
9 ma guarda nacional, orgauisado pelo capilao 9
% secretario ceral do commando superior da _
g guarda nacional da capital da provincia de <$
J) Pernambuco Firmino Jns de Oliveira, des-
dea sua novaorganissc3oal 31 de dezembro
f? de 1854, relativos nao s ao processo da qua-
9 lificiicao, recurso de revista, etc., etc., seiiio
S a economa dos corpos, organisacao porma-
nicipios, balalhes, e companhias, com map-
pas e modelos, ele, etc.: vende-se unica-
mente no pateo do Carmo n. 9, primeiro an-
" dar, a 59000 par cada volme,
A 98000 A t>ECA.
Vendem-se pecas de brim fino de linho, com 20
varas, proprio para cerolas, loalhas, lencoes e oulra
militas abras, pelo baralissimo preco de*98000 a pe-
ta, assim como ontras muilas fazendas que a dinhei-
ro se vendem barato : na roa da Cadeia do Becife,
loja n. 50, defronle da rua da Madre de Dos.
VINBO DO PORTO SUPE WORFE1TORIA.
Vende-se por preco cummodo no armazerovde
deBarroca & Castro, rua da Cadeia de Recife n. 4.
Velas.
Vendem-se excelleotes velas de caroaoba pura e
de composicao, scinlo-cstas do mellior fabrcenle do
Aracaly, pelo commodo preco de 148500 a arroba :
oa rua da Cruz armazem n. 15.
Na roa .do Crespo, loja n. 19, vendem-se bons
cobertores de alco.lno, braneos, de pello a 18400,- e
ctiilo em porcilo faz-se alguma diderenca no preco:
tambem vendem-se sedas escocezas a 18200 o covado,
bonitos padroes e sem defeilo.
A ELLES. ANTES QUE SE ACABEN.
Vendem-se corles de casemira de,bnm gosto a 28,500
4% e 38000 o corte ; na rua do Crespo 6. ,
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferH) de* D. W.
Bowmann, na rua do Brum, p a ss an-
do o chafan/. continua haver um
complet sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a-8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo > e com promptidao' :
embarcam-sc ou. carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se um cabriole! e dous cavallos, ludo
junto ou separado, sendo os cavallos muilo mansos e
muilo rosliimados em cabnolel: para ver, na co-
ebeira 11. 3, defronle da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, e a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Soa-
za J uniur, na rua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PABA VESTIDOS DE SENIORA.
Indiana de quadros muilo fina e padroes novos ;
corles de 13a de quadros e flores por proco commo-
do : veode-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4-7B00
0 CORTE DE CALJA.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
volla para a roa da Cadeia.
He barato que admira.
Vendem-se saceos com feijao por di-
minuto preco: nos Quatro Cantos da rua
do Queimado, loja n. 20.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, contina
a veuder-se barril com superior cal virgem de Lis-
boa, por preso commodo.
\
9 POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potasna, n-
bri'Sida no Rio de Janeiro, che-
gac.a recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons effeitos ja' experimen-
tado : na rua da Cruzn. 20, ar-
ma: sem de L. Leconte Feron&
Corapanhia.
t
- Na 1 na do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado de Lisboa pela barca Gra-
tidao.
Capas de burrachabaratissimas.
Vendem-se capas de Jborracba, o melbor possivel ,
por preco que se nao vende em parle alguma aa
rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defronte di rua
da Madre de Dos.
Moinhos de vento
'om born asile reputo para regar borlase baila
decapim, na fundicao de D. W. Bowman : nares'
do Brum-is. 6, 8 c 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 4 2.
Sellins i glezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiiose casticaes bronzeados.
Chumbo em lenco!, barra e munirao.
Farello de Lisboa.
Lonas r.glczas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustre para carro.
Rarris d; graxa n. 97.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA RAHIA.
Vende-se em casa de N. O. Rieber &
C, na rua di Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos dea ssucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruz n. 55 ha para vender excel-
entes pianos vindos ltimamente de Ham-
burgo.
Vendc-se urna balance romana com lodos os
seus pertences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se rua da Cruz, armaiem n. 4.
COGNAC VERDADEIBO.
Vende-se superior cognac, em garrafas, a 125000
a duna, e 19280 a garrafa : oa roa dos Tanoeirns n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENQO.
Na rua, do Trapiche o. 34, ha para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprios para deposito de te-
ses ; estes barris sao os melhores que se
tem descoberto para este im, por naol
exhalareni o menor cheiro, e apenas pe-
zam 16 libras, e custam o diminuto pre-
c;o de 4$000 rs. cadaum.
SAL DO ASS'.
Vende-ee a bordo da barca MATHILDE,
fundeada na volta do Forte do Hattos: a
tratar com o capitao a bordo, o* com
Manoel Alves Gueara Jnior, na roa do
Trapiche h. 14.
_ SEDAS DE CORES.
> endem-se cortes d vestido de seda de cores por
preco muilo em cunta para acabar: n. loja de 4
portas ua rua do Queimado 11. 10.
Vende-se 1 travade36 palmee, de qualidade
muilo bo., para eemieira de Igonu iberia de casa,
2 eniamcs con X palmos cada nm, 1 porta de rea
da pustura, 1 rotula nova e outras asadas: na rl
do Ratigel 81. m
Vende-souarreoda-seoengetrhoCrastro, si-
Jaadi) no termo da villa de Porto Calvo ; ene erge-
nho lem vaneas, sucienles para safrejar aonual-
menle Ires mil p3es, sendo os partidos muilo perlo,
tem todas as obras necesiarias feilas de lijlo e cal'
i sitios para lavradores com laceado e casa coberla
de telha, muito boas maltas onde s enconlram as
madeiras de melhor qualidade, e alm de todas el-
las vanlagens lem a de diegarem as bareacas al ao
saccado, de sorte qne he moito fcil o embarqae do
nssacar : a pessoa qae quier negociadlo, dirija-se i
roa da Concordia, oltimo sobrado aosol, do Sr. Ma-
noel Firmino Ferreira, oa ao mesmo engenho.
Vende-se pipas, barr vtzios e bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14. v
No aniigo deposlo da rna da Cadeia Velha, es^
criptorio 11.12, vende-se muito superior polassa da
Kussia, americana e do Kio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he para fechar coutas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
scjam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernsimo
chegado do Rio de Janeiro.
yend^-secpisjaottw pianos, reeenle-
jnerrte-chegaJosTdeeicellenles vnzes, e pre;os eom-
moilos em casa de N. O. Bieber & Companhial roa
da Crut n. 4.
^-^^^.^-ea.SJjJigiSjig^f ^
Acha-se u venda o manual do guarda na- 4) ranae sort 1 ment de brins para quem
''ZZ a!"?^" J^ "!:. r.eB^- S n- er gcmenbo com pouco dinheiro.
pot
Vende-se brim trancado delistras e quadros,dc pa
ro linho, a 800 rs. a vara, dilo liso a 640, ganga
amarella lisa a 860 o cavado, riscados escures a imi-
tacito de casemira a 360 o covado, dilo de linho a
280, dilo mais abaito a 1,60, castores de todas as co-
res a 200, 210 e 320 o corado: na rua do Crespo
n. 6.
COM PEQUEO TOQUE DE
Algodao do sicupira a 2500 e 3 : vende-se na
rua do Crespo loja da esquina qae volta para a rna
da Cadeia.
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca de seda de quadros de bom gosto
a 720 o cavai'.u, cortes dela dos melhores gustos que
lem vindo no mercado a 4500, ditos de cassa chita
a f J)800, sarja prela hespanhol.i a 2&4O0 e 29200 o
covado, selim prelo de Maco a 29800 e 39200, guar-
danapos adamascados feilos em liuimaraes a 38600
a doiin, loalh.is de roslo vinda do mesmo logara
93000 e I29OOO a duzia : oa roa do Crespo 11. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIR0SA800RS.CADALI.
Vendem-se na rna do Crespo loja di esquina qae
volla para a ruada Cadeia.
CORTES DE CASHRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 19000.
Vendem-e na roa do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Coleoram.
REMEDIO EFFICAZ PARA CALLOS.
O colcoraroe alivia immediaUmeale os callos, e
segundo sua applicac.o corla e turna o sea primitivo
estado de flexibilidade como se tal callo nao hoo-
vesse eiiiiirlo : esle excellenle remedio vende-se na
rua do Collegio n. 1, a 1000 o frasee.
Rolao francez.
Vende-se a verdadeiro rollo aneez em fraseos
de libra e a relalho: na rua larga do Rosario n. 38.
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se o verdadeiro a muila fresco rap Paulo
Cordeiro,: na roa larga do Bosario o. 36.
Vendem-se suadores finos para navaUtas a 500
e MO rs.: na na larga do Rosario o. 38.
Vestidos a 1J920.-
Na loja de 4 portas da roa do Qaetmado n. 10
vendem-se corles de vestidos de chita de core boa
razenda a seis patacas cada corte, tendo moito sor-
lmenlo para escolher.
Vende-se ou arrenda-ee oo Corredor da Var-
zea, nm sitio nico que la lem porlio da ferro, cesa
grande casa de vivenda, estribara, cacheira, etc., e
muilas arvores de fraclo, assim como larra deaaecu-
pada : quem o pretender, dirija-se ao mesmo litio,
qoe achara pessoa habilitada para contratar, a ein
Olinda, no palacio do hispo, com o proprielario.
Vendem-se chapeos francezes muilo finos, pelo
baralissimo preco de 49OOO cada nm, mas siq todos
para qaem tem cabeca grande : no aterro da Boa-
Vista n. 18.
Vende-se urna parda moca, com a]igam*s ha-
bilidades e bonita figura : na rua de Trapicha tu 14.
Algodao da fabrica de Todos 01 Santo* da
Bahia .
Vende-se oa roa da Cruz o. 1, escriptorio de A a-
mnio I.uiz de Oliveira Azevedo, o algodao da. fabri-
ca cima, he mnilo recommeodado para roupa de
escravos e saceos de aasnear.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de mandioca em saceos
de alqueire, medida velha, poi barata preco: bo ar-
mazem da travessa da Madre,de Dees o. 5, oa na
roa da Cruz n. 1, escriptorio de Antonio Luit de Oli-
veira Azevedo.
Vende-se cognac da.melhor qaalidade: ae rna
da Cruz n. 10.
Superior vinho de champagneeBor-
date: vende-se em casa de Schafbei-
tln & C, rua da Cruz n. 58.
Vendem-se saccas grandes com farinha de man-
dioca, pelo diminuto preco de 29500 a sacca, eetao
se acabando : na rna Nova, luja o. 35.
Vendem-se rodas de arcos para pifias, assim
como bombas de carnauba: no armatem do Guerra
defronle do Trapiche do Algodao.
Attencao
Na roa da Cadeia Velha n. 47,la)a do S (Manoel)
vende-se damasco de 13a de daas largaras, mallo
proprio para coberlas de cama e pannos de mesa.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduaf-
_ ar-
omas mglezas e hollandeza, com gran-
de vantagem para o melhoramento dp
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Rieber A Companhia.- na .ni rl
Cruz. n. 4.
K
PECBIflCnsEIA^PCHWCBA.
NA RUA NOVA N. 8, LOTdE
m
l
Deposito d afnho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeiraqua-
lidade, de propriedade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20 r este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56$000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
R.As caxas sao marcadas a fo*
goConde de Marcuile os ro
tulos das garrafas sao azues.
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas deParis,
em casa de Victor Lasne. rua da Cruz
n.27.
Bttra-siiperior, pura baunilha. 19920
Eitra fino, baunilha. 19600
Superior. 19280
Quem comprar de 10 libras para cima, lem um
ibate de 20 % : venda-so aos mesmos precos e con-
dicoes, em casi do Sr. Barrelier, no aterro de Boa-
Vista n. 52.
Vcnde-sir ac em cunheles de um quintal, por
preco mnilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Sauto n. II.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcas e jaquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loia da esquina qoe
volta para a cadeia. <
Vendem-se no armazem n. (50, da roa da Ca-
deia do Recife, de Henrv Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
Vende-se excellenle taboado de pinho, recn-
tenteme chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a eoteoder-w com o adminii
ador do mesmo.
Acaba de receber |>elo ultimo navio franpez, o
magnifico sorl.mento de borzegnns p;, Uah^,
lodos de duraque, mas que pela delicadez, comam
d.1o feilos e consistencia da obra, muito devem agr*.
de 9100 rs. o par, bem romo, sapalos de caaa de
to Sv^ieSL? f'960"-"'"- de ortavErSta"
t?cgr re'S' P3^' mc**'*<> en-
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a ser na botica de Bar-
Iholomeu l'r*.iciseo de Soasa, na roa larga do Kosa-
rio n. 36; carrafas grandes 5*500 e aeqaaaaa 3S0W.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phlislca em lodos os seus diderentes
graos, quer motivada por conslipacoes, toase, aslh-
oa. pleonz. escarros de sangue, ddr de costados e
peilo, palpitarlo no coraeno, coqueluche, broncbile
dor na garaota, e todas as molestias dos oreaos nol-
monares. <
agh.4 oa mm
KDWIN MAW, ESCRIPTORIO DE RO-
SAS RRAGA & C, RUA DO TRAPI-
CHE N. 4*.
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e meias moen-
das para engenho, cuja superioridade ja'
he bem conhecida dos senhores de enge-
nho djta provincia, dos da Parahiba e
das Alagoas. cfcsde quando taes objectos
do mesmo fabricante eram vendidos pelo
Srs. Me. Calmont&C, desta praca.
YARASDAS GRADES.
Uro lindo e variado sortimento de modlica para
varandas e gradaras de gosto modemissimo : na
fundicao da Aurora, em santo Amaro, a oo rttiinai
lo da mesma, na rua do Brum.

ESCRAVOS FGIDOS.
nclpTfde
eeido por
de
o por
Fugio no Tim do anno de 1851 ou prlL_
I8."2, um cabra de nome Francisco, conhecK.
Sabia, do lenenle-coronel Manuel Nuaesale Barros,
morador na fazenda Gaviao, da comarca da Boa-
Vista : qoem o apprehender e levar a seu senhor oa
fazenda cima, sera generosamente gratificada: pro-
lesta-se com todo o rigor da lei contra qaem o Uver
occullado.
Fugio no anno de 1854, (Ja fazenda S. Domin-
ios, dislncto de Pombal, um mulato de nome Pri-
mo, de 45 annos de idade, estatura regalar, seceo do
corpo, pernas finas, rosto sardento, testa alta e can-
tada, olhos vermelhos'e encarnizados, pone barba,
cabello earapinhado, lem em urna cdia a costara de
urna Tacada, masrador de fumo, tabaquista, e lam-
bem gosla da pinga, he bem fallite, e lem a falla
cheia, tem uffick) de vaqueiro, cese de alfaiate e dij.
sapalPiro, bu muilo girio para nrglcio, e mesmo go*,.
la de pegar no alheio edejogar: quem o pegar,
levando a seu senhor o niajor Jos Alves da Nobrega,
na referida fazenda, recebeni 1009000 de graliQca-
clo alm da despeza da viagem. ^
Desapparecen a 18 do corrente, Joaqoiaa, Ca-
cange, representa ter 40 annos, estatura balsa, cheia
do corpo, cor fola, cabello cortado rente, carne so-
bre os olhos, oariz ehato, falla de alguns denles na
frente, peitou pequeos e mrenos, nadegas impina-
das, lem um p e per na enchada, (em signaes de
relho as costas ; levou um vestido brinco e oolro
de chita prela, ambos velhoi; qoando foge tem cos-
tme andar por esta praca e arrabaldes : qualquer
pessoa a podara pegkr e levar ao seu senhor D. Silva
Lampo, na rus das Cruzes o. 40, qae aera recom-
pensada.
/
P
V
\
PERN.
TYP. DB M. F. DEFARIA.-1855.


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