Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00811


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Full Text
ANNO XXXI. N. 165/
i
Por S mete adiantados 4,000.
Por 3 mecos vencido 4,500.
#*
QUINTA FEIRA 19 OE JULHOOE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptos.
i maia-------
Di ARIO DE PERNAMBCO.
1
'UNO AHUECADOS DA SCBSCRIPCA'O-
Recife, proprlelerio M. K. de Furia ; Rio de Ja-
eiro, oir.Joo Pereira Martn i; Baha, o Sr. I).
Daprad; Macei, oSr. Joaquim Bernardo de Men-
donca ; I'arahiba, o Sr. Oervazio Vctor da Nalivi-
dade ; Nnta! o Sr. Joaquim IgiuicioPersira Jnior;
Sr. Amonio de Lemoi Braga; Cear, o Sr.
VictnriaaoAugusto Borges; MiiriniliAo, o Sr. Joa-
quim Marques Rodrgaos ; Piauliy.o Si. Domingos
Herculano Ackiles-Pessoa Ceareuce ; fita, oSr. Jus-
tino J. Ranos ; Amazona*, o Sr. Jeronymo da Cosa.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 d. |por 1.
Pars, 3>5 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acodes do banco 30 0/0 de premio.
da companbia de Beberibe ao par.
> da companhia de seguros ao par.
Disconlo de ledras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas* 20J0O0
Modas de 69400 velhas. 169000
di; 63100 novas. 16*000
> de 49000. 99000
Prata.PaHacoes brasileiros. 1*940
Pesos columnarios, 1*940
mexicanos..... 19860
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinda, lodos os dias
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 el5
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOurcury, a 13 o 28
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-forras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE HOJE.
Primoira s 8 hoias e 30 minutos da raanha
Segunda as 8 boras e 54 minutos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commerciq, segundase quintas-feiras
Relacao, terc-fciras e sabbados
Fazenda, quarlas.c sabbados s 10 horas
Juiz do commerr.io, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintas s*lO horas
1* Vara do civel, segundas e soxlas ao meio dia
2* vara do civel, quarlase sabbados ao meio dia
EPIIEHERIDES.
Jullio 6 Quartominguantaos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
' 14 La nova as 2 horas, 21 minutos o
4 segundos da manha.
92 Quartocrescente as ahoras. 30 mi-
nutos e 40 segundos da manha.
'29 La choia as 4 horas, 44 minutos e
33 segundos da manha.
DAS DA SEMANA.
16 Segunda. N. S. do Carmo; S. Hilariano.
17 Turca. S. Marinha v.; S. Aleixo.
18 Quarta.S.Rufinob. ;Ss. Fredericoa eHuarao
19 (Juima. S.Vicente de Panlo ;S. urea.
20 Si'xta. S. Jeronymo Emiliano ; S. Elias profeta
21 Stbbado. 6. Prxedes v. ; S. Daniel profeta.
22 Domingo. 8." Mafia Magdalena (a peceadora
do Evangelo ) Ss. Menetee c Vadregezilo.
PARTE IFP1CU1,

IJOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente do da. 13 de Jalho.
OfneiuAo Exm. conselbeirr presidente da rela-
le-o de liaver basherel Adelina An-
ta Freir, participado que no dia !> do
sumir e exercicio Jo cargo de juiz mu-
nicipal lo termo d< Iguarajss.
Ao chefe de polica, declarando que remet"
lra ao inspector ifa thesourarii provincial paraj-
rem pagas, estando oes termos legnes, asdnas conta5
que 8, S. remellen das degpezai fulas rom o alsten-
le iW presos pobres da cadeia de Sanio AnlAo e Rio
Formes).
er da thesouraria de fazenda, re-
I lilajao lo con ela Simplicio
ie se contraten para servir no 1."
balalht'de i ia d.i uardi naci i.-il do muni-
cipio do Bi BB que mande nAo r abrir os
emelhante pmja, mas tambera
lmenlos a que lirer direito para
prels, revendo porm i
?
i-

'V
em
laeanir ao clirec-
,ai. mililar de Pimenleiriis, a
i para occorre ai pagamento das
i daqaelle eslabelecimento no 1. trimestre
> correte, devendo esiia qunnlia sei en-
tregue ao subdirector JoSoMariiilioCaviilcanli de Al-
buquecqne.Coinmuncou-se ao apra dito director.
Dito^Ao mesrao, Irnsmiltndo, pan o fim cop-
venient;, o aviso d^e leltra sob i '. .Vi, na importancia
de 360ti, sacada pele theaourar a le hienda do Rio
Norte sobre a desla e a favor de l.uiz Pe-
nca, oo suaorlem.Parlicipou-
idente daquella provincia,
relator da jenlii da juslja, envian-
lo em sessAo da mes na junta, o
o o soldado de 10. baialha > de
infantaria, J->r. lionjalvesde Jess.Parlicipuu se
aoiuaroclial remandante das irtnas.
DileAo diroir das obras publica1, inteiran lo-o
; em YrMa'de sna iuforioija'o, expedid] or-
ctor da Jiesouraria provincial para qoe,
oroplenle ^erlfficaco, mande pagar ao
le do 5V> e 6>,ncos Ja eslftida do orle,
rreiraiacohina, i importaucia
i a que t>. cireilo.
\oin.pefctordoarsen3 de marinha, recom-
mendando que mande tranporl opportunamenle
* relajo qu reMelte, e bem
ise bacagcns.PatK-.ipou-fe ao
marechal commandante das arn.-.s.
I Aulonio M. noel de Araban e
d que, fjAilitcretci d* -ii ile jo-
nho ollimo, segundo eon-dou oe iivisn da repartidlo
da ju-tira deiti do mesmu me/ ora ;rnc, non edo
para comarca do I.i-
aci. recomii endando que i-ntrc
man i ntreieie> por .is^im oonvir ao ser-
vit<- lica -I lie in ircado o prazo
a a apresenta(ii(i DitoAn inspector da ibesour;ria provincial, Te-
roiiimciHlando qoe mande entregar ao tlieaoiireiro
de witB 11 dos esUblecirarnlof de ca-
na de 7:0003 que tille requiilira.
- municipal fie Villa-Bella, re-
^^^Ra loa requisito urna caixi-
e lubosciif (llares com senicn-
reelor do arsenal de guerra, para
irle de polica seis par'i de algirmas
*, aflm de aerem rcmcltidos o delegado
Rio lormoso.CM|municon-se so rc-
11
1
4
reir Peiilia.laual communicar^o se fez t llieson-
rari provincial.
DitoA' cmara municipal do Recite, dizendo
que em vista do que Smcs. expenderam em o seu
ofticio de 11 do crtente, sob n. 44, respondendo an
que e Ibes dirigi em 4 desle me/, cumpreque o
que resta a fazer-se na obra do novo raatadouro, a
que Smcs. se referem, corra por conta dessa mnni-
cipalidade, devendo ser concluido quanto antes, co-
mo rooito couvm salubridade publica.
16
OfticioAo Exm. marechal commandante das ar-
mas, Iransmiltiudo para (er o conveoieale destino,
a f de offlciodo al Teres JoAo llaptisLi do Reg Bar-
ros Cavalcanli de-Albuquerque, que n* forma das
ordens imperiaes veio destacado para esta provin-
cia.Communicou-se ao Exm. presidente do Mara-
nhao.
DitoAo mesmo, enviando a fim de que Ibes d o
conveniente destino, 3 relacet das oceurrencias que
liveram lugar no mez de junbo ultimo acerca dos
ofliciae e pcar;s de pret eumprebendidos em ditas
relacoes.Participeu-se aoExm. presidente da Pa-
rahiba.
| DitoAo Exm. presidente do conselho adminis-
(ralivo do patrimonio dos orpbos, inteirando-o de
liaver em vista de sua informarlo aulorisado a ad-
minisirar;;io geral dos estabelecimentos de caridade
a mandar entregar senliora de l.uiz Gomes Perei-
ra, a exposla'Symplironia.
DitoAo chefe de polica, declarando que Irans-
miltio a thesouraria provincial para ser paga estan-
do dos termos legaes, a couUi que S. S. remellen da
despeza feitj cmh o sustento dos presos pobres da
cedeia de Cimbres, desde o dia 31 de marro al 30
de jonlio desle auno.
DitoAo inspector da thesouraria de fazenda, re-
metiendo para o fim conveniente, seis avisos de iet-
Iras na importancia de 5:671*340 rs. sacadas pela
thesouraria de fazenda da proviueia do Kio-tirande
do is'orle sobre a desla e a favor de Joaquim Ferrei-
ra Nobre Pelinca, Jos Martiniano da Costa Montei-
ro, .Manuel Gomes da Silva, Urbano Jeaqliirii de
i.ojola Barata, Pedro Jos de Carvalho de Ma-
noel Jos Femandei Barros.Parlicipoo-seao Exm.
presidente dnquella provikia.
DitoAo mesmo, inlelraado-o de liaver em vista
de sua informarlodeferido'ra'voravelmeole o reque-
rJmcnlo.em que Joaquim Pereira Ramos pedia li-
een^a para vender a Bernardino Pereira Ramos pela
quanlia-de 2r0O0 rs, setenta palmos do terreno
de marinha n. 232B., na (ravessa da ra Impe-
que as cousas, qne hontem tinham sua razio de ser,
deixaram de o ttr hoje '.' Pouco importa entretanto
que tenhana naufragado em urna grande empreza,
homens de duas ou (res gerafOes passadas, ni quaes
Hnbam em si e fon de si todos os elementos de suc-
cesso. As geracoes seguintes, sem ter nenbum desles
elementos, se obstinaram em continuar a empreza,
na qual os pas gigaules foram mal succedidos; os li-
Ihos pygmeos se lisongeiam do trinmpho.
Homens e partidos se parecem bem eom esse Im-
perador, que foi chamadoAponalapelos elui-
Uos, e I'bssosophepelos doatares da servido le-
gal.
Na verdaile Juliano nao mereca esla conside-
radlo.
Juliano proclafliava a rcssurrcic.io do pullo dos do-
los ua plena cxpansAo da idea chrislAa, cujas oodas
altaneiras tinham invadido jo. os dous tercos do mun-
do romano; Juliano, tal como Chateaubriand e re-
prsenla em seos Bttadoi historeos, segaiodo a San
JoAo Chrysostomo,Juliano, alargando as espadoas,
levando para diante sua barba pontuda, e alion-
ando pequeos passos para imitar a marche de um
gigante; (i Juliano, mostrando-senas festas de Ve-
nus, cercado de Um cortejo estropeado de mgicos,
feiticeiros, aoruspiceo, adevinhos, padres, pontfices,
veslaes, que vnham manqejando de todos os can-
tos doimperio, com seus vestido; amarrolados, que
fazam vir s crianras; Juliano, depois dos sonhos
de libacoes, de perfumes, de sacrificios junio da fon-
te Castalia, nao achando para victima senAo um pato
trazido pelo sacerdote da cidade de Daphoes; Julia-
panhola ao sahir de sua cria guerra daindepen- | sAo do projeclo qoando elle fosse dado para ordem
denca? d(Ld'*-
nal.
Dito
te vdeJUfBj
l'oratcer a*
laad

lo Exm. commanda ila superior da finar-
mal do municipio do Rerife, aulorisando-o
em visla de soa infurmarAo a rr andar dispensar do
servico-da inesma guarda nacional os csludanles Ma-
nuel Antonio da Silva Res Juihr, Malaquias Go-
mes de Rallo e Jos Baplisi Gitirana, obrignm o-os
a apeeiienlar men.almente nos commandanles dos
[oe se acham alistados, atistanos de fre-
i e assidnidade passades pilo prolessor que os
leecion, r
*AoExm. marechal en.nftiamlanle das ar-
indo-o de haver autrisado bu inspeclor
da Uiesouraria de fazenda a mandar indemnisiir o
conjaoandonU do 9' hatalhao de infantaria, da im-
fa) despeza feita com o enUrramenlo do
lao Mapocl Som d Souza, urna
termos legaes os documentos que
leu. |
Ao chrfe de polica, dcliranro que lians-
Ihesoursria provincial para ser paga, es-
tando os termos legaes, a corta que S.S. renet-
iiea feita com o soslenlo dos prese* po-
do termo do Bn ^BrT^
Dito.Ao commandante da st^So naval, com-
a inspector do arsenal de man-
tilla partieipado, que jase acham TeilO! nobrigae de
guerra Captbaribe os reparos, piularas e sabslitai-
', cabos qoe S. S. reqnisitsu.
o desembargador juit rjlalor ila junta de
niltindo, para ser relatado em setsao da
. processo verbal eilo ao soldado do 2'
i de infantaria,I,iberio tlaroel dos Santos.
Participou-ae ao Marechal cominandnoledas armas,
iAo Inspector darsenal du marinha, recont-
mendanilo qoe contrate com o medre do hiate Ca-
i de lira caixocontend 74 malas
deslir alho da Prahilia, o qaalse
acha a alia disposn-Ao no arsenal de gu.-rr, e qnan-
do j tenha partido para all o mencionado hiate,
deve'essa condut;Ao ser feita em oulra embarcucAo.
Commincou-se ao director dj irseiinl de guerra.
oAo director da colonia militar de Pmeitei-
ra.Remetiendo, por copia, V nc. nao s o offi-
eio do-marechal commandante das armas de 2'i de
junho ollimo, mas Uimbem doaoronel commandan-
te Uo 8.' batalbSo de iofanlara a iiue aquello se re-
fere, lenho de reeommendar-lhr, < ue n termos da,
proriscs citadas pelo referido marechal, trate com
orgenei;i de proceder a inquirieilo tesleinunhal ncer-
ca da desercio, que eommetlen, estando em seiviro
nessa colonia, o soldado Franci:o oTlSilva, que ora*
se-aeha preso na capital das Alugnas, onviando-me
Vmc. o resollado de seroelbante inquiliso para ter
o conveliente deslino.
DiloAo inspeelor da thesour/iria provincial, ap-
provando a arrematado da obn do primeiro lauro
da estradadeMiiribeca, feita por Raritmnode Sii c
Albuquorqee com o abate de 1 par cent* no valor
do respectivo orramento, e sendo Hadar Antonio
Pires Ferreira.
DitoAo mesmo, acensando recebido o osTici
em qoe Smc. parlicipou haver ] anchen Alve de
Miranda VarejAo, arramalado a obra do 13- lanco
da estrella do sul com o abate ile por ftatii no
valor do respectivo orcamenlo, i: send) fiador joa,-
quim de Souza l.eao, e declaran!) emreaposl, qoe
appr nte arrematacAo.
?mmandantedo eoi|ie de polica, n-
leirand- de Inver, em visla de MiaiuformacSo.son-
redido (loas meses de lcenca corj salde, para Irslar
de saa snnde, ao arfaras daqaellc.corpo, Jos er-
DitoAo mesmo.O Exm. vce-presidenlado Pa-
ra fazendu-me constar o estado da epidemia e fome
em que se acha a mesma provincia, requisila-ste a
prompla reinessi nao s dos medicamentos constan-
tes da relaces junta por capia, como tambem de al-
gum gado, ^arneiros, gallnhas, farinha e oiilros g-
neros alimentlos: e porlaulo cumpre que V. S.
com a mainr ur jqncia e sem a menor parda de lem-
voinrumlia a ii.snni empregaibi on pessoa de sua
conanca, de comprar w dilos meilicamenlos ea
porrSoquc for posivel doS'tutros gneros, dos quaes
dever,i seguir no prximo vap,*- quanlidade H
elle puder couduzir ejesliver comprada, indo, de-
pois o restante em algum navio qoe uiais prompta-
mente poder seguir.
DitoAo juir. relator da junla de juslira, trans-
milliudo para seiem relatados em sessAo da nc-sma
vota os processos vsrbaes do sol Jado Deorlato Cle-
mentino daSilv i e do furriel Joaquim Ignacio Pei-
xoto ile AragAo, este do corpo de polica da Parahi-
ba e aquolle dn meio balalliAo provisorio da mesma
provincia.--Pjilicipim-sc ao-f^s^ietiiuLnresjdente.
DitoAo presidente da commissAo de hygienile
publica.leudo de seguir jwra a corle em virtude
de ordem do governo imperial diversos olliciaes do
exercilo, algunsdos quaes levain suas familias, cum-
pre qu; a commissAo de hygeue publica coma
mai-r urgencia infrme-me se p > lerito elles seguir
no vapor fmpttfitriZy cujos passageiros foram poslos
em quarentena, por ter o mesmo vapor vindo do
Para.
Portara.O presidente da provincia, tende em
visla o aviso n. 158 da repartirlo da. marinha de
II de junho ultimo, pelo qual se conceda Nenra a
Simplicio Jos de Mello, para corlar e exportar den-
tro de seis mezes cincoenta duzias de pranchAes de
amarello, liran lo-os de mallas proprias ou de pro-
priedade partiruler nesla provincia ou na das Ala-
go, recommen la as autoridades locaes que duran,
te o prazo cima declarado nao ponliam impedi-
mento algum ao corto e conduca lessa madeira,
tendo porm o inaior cuidado para que se nAo cmT
mellain abusos |>or motivo de semeihante conces^lo.
Coinmnnicou-se ao inspector do arsenal de mari-
nha.
DitaNomeando, de conforraidade com a pro
posta do chefe de polica, ao capillo Manoel Clan-
dio de Olivera e Cruz., para o cargo de delegado
do termo de Garanhuns.Inteirou-sc ao menciona-
do chefe de polica'.
no so merece a alcunha.com que em nossos dias leem
sido ridicularisados o homens que, agarrando-so a
um passado, creem poder, contra a le falal das cou-
sas, reatar a cadeia dos femos.
Juliano nAo foi senao um explorador do paganis-
mo; por isto sua restaurarlo, i qual elle promettia
a elernidade, riurou justamente o lempo de una
guerra contra os Parthos. A flexa, que o levou ao
tmulo, tambem fez. sepultar com elle seu paganis-
mo imperial, ea idea chrislAa prosegaio com un*
passo mais firme sua marcha Iriumphante.
lie una vaida.le semellianle de anaehronismo,
que lisongeia o mundo da idea democrtica; por mete
de pala vi as, que procurara ser ligadas, fazem-se de
orna iradrAn falsificada os mios de descobrir se
tima verdade futura.
Assim para nos que a estimamos, a democracia he
antes a cxpressAo mais ampia do progresso humano'
poltico e social. Adiamos nelln as tres grandes ideas
de civilisacAo, de lberdade, de unidade para a'rea-
|isa;Ao das quaes a homanidade nAo deixa de mar-
char alravsde seas soff.rimenlos. Aas inlerragai os
homens, que se dedicam ao seq Iriumpho sobre os
meios do fazer della a pedra angular de um mundo
novo, a nuior parte vos respondern :
Guerra revolucionaria, ressinicicAo das naci,
nalidadcs. a
E todava ah nAo he a civilisacao, que germina
nos soleos cavados peta espada; nAo he a lberdade,
que sobrevive s revoluc,oe<, finalmente nao he
a unidade, quo sabe da multiplicidade dos po-
vos.
para dar um desmentido generalidade
dos faclos.Niue o provam, invoca-se a IradirAo revo-
Quercis que pnssemos da velha Europa para a jo-
ven America 1 Que foram, que verara a ser todas
essas repnblicns, todas essas liferdadcs, que deviam
florescer sobre os pedaros do jogj quebrado das me-
Iropoles "! lia mus re trinla anuos, de pronuncia-
menlo em nrnniinrimnenfo, eem um cabo de esqua-
dr.i e qualro soldados, os Boirrares, os Sanla-Annas,
os Rosas, os doulores Franciados Soulouques respon-
des) com suas dictadoras ladeadas de execuc/ies de
sangoinarios militares. Note-* qoe lenho citado so-
mente os grandes nomes, as grandes repblicas da
America do Sul, desprezande^ militares de nomes
obscuros e de pircellaa impeteepliveis.
lima 6 vez, devo diie-lo,' lberdade foi em o
Novo Mundo a palavra suprsaaa de urna emprehen-
dida pela lberdade; mas as oJ(*umslaneias mesmo
desle acontecmcnlo acha-seva mais valente prova
das alicrracOes, que est em a naturez da gnerra im-
ploraos principios mesmo desata mais legitima ori-
gen).
Veja-se essa poderosa repblica dos Estados-Uni-
dos essa grande uniAoamericana lAoorgolhosa do nu-
mero sempre rrcsrcnlc de estrellas, com qoe semeia
o pavilbAo de sua independencia. Pois bem nAo foi
a lberdade, nAo foi a repblica que seu exercilo de-
.pois da lula levava enrolada m papel de seas cartu-
jos : era uma|realea mililar. 8e elle o tivesse quesi-
llo, se nAo livesse no corarlo Orna ambicio mais ele-
vada do que urna coroa, em logar de ser o fundador
de urna repblica. Washington, pala grara de um
exercilo organisado para a independencia, tea podi-
do ser o primeiro nome de urna dynaslia! Mas Was-
hington nAo qnzque os guerrairos perdessem a Ame-
rica Mscenle, assim como deven), segundo Monles-
quieu, perder vellia Europa, e pouco falln rulan
para que a recusa contra o grande cidadAo provanse
noatxercilo nina revolta contra o general libertador.
Quando por centenas de Cesares e de Cromweles,
que appareca nos seculos, eaconlra-se apenas
nico Washington, nAo fora lomeara sonhar na lib
dade do povos pela propaganda armada Que pro-
v.iOcs pois anda seria preciso para reconhecer-se
cora os grandes revoluncionarlos da grande poca de
89 que a guerra so produx dictadores debaixo do no-
me de hroes ; que est na essenca das cnusas que
os mantos dos valientes capitata nao tragam em suas
dobras, senAo as leis da obediencia passiva, que ma-
lam al os mais vulgares impulsos da independencij
humana.
E deniais seria verdade, co
grandes revolucionarios nos ti1
ganda democrtica pelas rm,
dade de eiv!isar,3o, como um
dade fraternal dos povos, que >eu dira : Antes de
aceilar legado, vejamos o que era nossos pfies o
de que lempo fjram, e depois vejamos o que somos
O Sr. Dias de Ctrtalho : Eu enlendo que V.
Exe. nao pode convir no requerimcnlo do nobre de-
putadq. Se me nAe engao, o nosso regiment pres-
i rev que quamlo algum Sr. deputado aprsenla al-
gum projeclo de le, e entende que antes de delibe-
rar a cmara se esse projeclo be ou nAo objecto de
deliberadlo deve ser ouvida nlguma commissAo ia-
depenilenle de vol da cmara, o projeclo vaieom-
missAo conforme pede o depolado proponente *, mas
se algum Culro drpulado antes de so julgar que a
materia be objecto de deliberarlo requer que a c-
mara ouea alguma de anas coramissoes a respeito
do negocio, a cmara delibera sim ou nAo sobre es-
se, requerimenlo ; mas aates, nole-se, de ler decidi-
do que o projeclo he maleria de deliberarlo, nao
cabe adia-lo, nao cabe remelle-lo a qualuutr com-
missAo seiAo qoa'nlo entra nadscnssAo da casa.
Assim o requerimenlo do nobre deputado he in-
tempestivo,, he um verdadeiro adiamento do projec-
lo. mas oilerecido em occaslAO inoppnrluna. Se o no-
bre deputado enlendo que a projeclo oliendo a-eons-
llnicao, que depende de oxarqe, guarde asen re-
querimenlo para occasiAo comprenle, para quando
o projeclo vier discussAo. i
O Sr. Presidente : Quando esse projeclo entrar
em discussAo o nobre deputado apresenlar o seu re-
querimenlo.
O Sr. Pauta /'oiiseca, depois de fazer algumas
cnnsideiarSes geraes, manda mesa o seguinte pro-
jeclo. que he jlibado objecto de deliberadlo e vai a
imprimir :
A assembln geral legislativa resolve:
Art. 1, Fica o governo aulorisado a conceder i
companhia que se bou ver de orzansar em virlude
da le provincial do Rio de Janeiro n. 51 de 25 de
oulubro de 1854, para a constroeejlo e cosfeio de
urna estrada de carros que parlindo de Pelropulis se
dirigir' ponte do Parahybuna, um mnimo du ju-
ro ale 2 dor ccnlo addicional garanta concedida
pela respectiva Ici provincial.
1.0 capital a que se refere a garanda addicio-
ual nao exceder de 3,00U:O0OS.
2. I por cento ser sempre destinado a formar
o fundo de reserva, e quando a Companhia tenha lu-
cros superiores a 1 por cenlo u excedente ser igual-
mente applirado ao fundo de reserva, ees-ando a
responsabilidad!1 do governe e a prosperidade da es-
trada, logo que o fundo d&reserva igaale ao capi-
tal garantido.S. a R.
a Vara da cmara dos deputados 31 de maio de
1S.V).-A. G. de Paula F'onseca. Manoel Teixeira
de Souza.Bernardo Belisario] Soares de Souza.
Agnstinho J. F. Brlas. Paula Candido. Manoel
de Mello Franco. Vieira de MaTios. Rodrigue*
Hera,l.oiz Carlos da Fonsera.F. J. Beniardes
de Gouva.A. J. Monleiro de Barros. J. P. Dias
i nA i o he, que os
em legado apropa-
, como nnn necessi-
ticio de fundar a uni-
lucionaria. p
filhos lcra
das falsificado
triga Ihes lenr-
M
IKiail
(apenas umi cousa ; e he qoe os
espirito dos pas, e sao ludibrio
ue a ambicio, o interesse e a in-
to'soffrer.
GOMM ANDO DAS ARMAS,
Quartel-ceneril do coaaaaoado das armas do
Peraambaca. ata cidade do Recita, eos 18 da
Jalho de_I8&a.
*ORDEM DO DA N. 85.
Tendo o governo imperial determinado que des-
tacasse para esla provincia o Sr. alferes do !>. bala-
Ihao de infantaria Joo Baplisla do Reg Barros Ca-
valcanli de Albuquerqae, que a ella chegou no dia
16, segundo conslou de offlco da presidencia dala-
do desse mesmo dia, com referencia ao da presiden,
ca do Mi ran hl > de 5, ludo do curren le, determina
a marechal de campo commandante das armas, que
faste Sr. ofllcial fique servindo corr.oadddo ao i.ba-
lalhaode arlilharia a p.
' Joti Joaquim Coelho,
Conforme. Candido Leal Ferreira, ajudante de
ordens encarroado do detalhe.
EXTERIOR.
A (",l"EKR\ E AS NACIONALIDADES.
Qu'est ce que t guerre? Um
raeler de barbare.... a
(Napolen. 1812.)
ir Nntions mol pompeux pour dir Barbarie
L'egoismu et la liaine ont seuls nne patrie,
o Lg I'ratcrnit n'en a pas.
(Lamartine.)
I.
Os partidos oa anles os homens poueas vezes
poem os dous pr ao ntesmo lempo no caminho do
progresso; qua*i sempre elles lem um, que alraz an-
do o oulro, se arrastra roseando e pcadn na senda da
rolina. Para elles a iradrAn nao he o que fui para
l'-ael a colnmna de fugo, que no deserto caminhava
diante dellr; allumiando-os atraz, o IradirAo faz que
elles se. voliem para o passado, deixando na sombra
o eepar.o, que se eslendla adianle dclles.
Por isto esla especie de luz retrospectiva he para
alies mais m esi mulante de plagalos do qne de
creacoes, e em suas das-entra mais recordac6es do
que inspira^oes. Quanto*delles ha qoe nao sao mais
que regalOes de systemas, renovadores de projectos ,
desprezando a dilferenca dos lempos, as modifica-
tfies de rajas, de costamos e de caracteres, a roudao-
?a das rircomslaiicias, a transformajao dos interesses,
fmslmenle todo qoanle (em alterado a ordem em
ue, que v nos homens da Consti-
operarioktde Dos, chamados para restaurar
a raziio social da huRanidade e firmar o direito e o
juslica no universo, leve urna intelligenca mais lu-
cida, mais elevada da obra e da IradirAo revolucio-
nara : A Revoluco, diz elle, ehamava os gentos
como os judeuj u parllha da luz e da fraterndade;
por isto nao,honre nm de seus apostlos, que nao
proclamaste a paz enlre os povos. Mirnbeau, I.afay-
elte, Robespierre mesmo venceram a guerra do sym-
bolo, que elles apresenlaram a naci. Foram os fac-
ciosos eos ambiciosas que a pediram depois, nao fo-
ram os grandes revolucionarios.
Os grandes revolucionarios o sabiam com efTelo,
sabiam mais que nos, que entretanto temos visto
consummarem-se acootecmenlos. us quaes foi es-
cripia em caracteres anda mais notaveis a grande
lei das fatalidades da gueira, e o qoe os grandes re-
volucionarios sabiam, tambem o soube Mr. Emilio
de Girardin, quando escreveu em seu iivro da Po-
tinca universal : A paz he o quo ha de mais re-
volucionario; b e em sua brochura da Paz : a De
lodas as guerras comecadas em nome da lberdade,
nao colillero nenhiima dellas, que tenha acabado por
firma-la. o
Ua a verdade nenhnma nenhuma, por mais alto
que.se remonte no passado o na historia' dos povos,
qualqaor que for o nome, que a guerra tenha tido
no passado ou no presente : guerra internacional,
civil, de religiao, de independencia, no campo de
balalha, as roas, com reductos ou com barricadas,
com povos ou com soldados. Nenhuma ainda mes-
mo entre as que em suas bandeiras (em escripto, co-
mo diz o grande publicista, estas palavras engaa-
doras : Ragolotao, lberdade, igualdade, fralerni
dada "
A guerra pelo contrario por toda a parte e sempre,
lem lirado do seu seio, nao a lberdade, mas o po-
der absoluto, encarnndole em dictadores, impera-
dores, res.
Sem subir mais ello, foi porventura a lberdade,
que sabio em Roma das guerras de Mario e Sylla ?
Foi a lberdade que Cesar reslaurou, depois de ter
abatido em nome dos odios pqpnlares essa repblica
caneada de patricios, machina de servido e corrup-
rao, que o senado, farlo de riquezas, deixava cahir
as maos rapaces dos aventureirns ?
E em Franja, foi a lberdade on l.uiz XI, com seu
TrislAo, que sahio da Liga do bem putitico, depois da
balalha de Monlhery '.' Foi a lberdade ou o poder
ministerial ahsoliifSS|uoenlou-se com Richelien
as ruinas ensangueoladas da Liga e da Reforma "
Wii a lberdade com o parlamento, ou o despotismo
com l.uiz XIV, qne foi a nltima oxpresso das con-
vulses da Fronda t
E na Inglaterra, depois de se ter servido do Par-
lamento e do exercilo para fazer cahir a coroa e a
callera de Carlos I, Comwell servio-sedelles para as-
segurar a lberdade ou antes para fundar seu pro-
tectorado ? O protector da lberdade pela revoluco
encarnen em si a revolurao para ser u conservador
da lberdade, ou para ser o seu assassino T
Os grandes revolucionarios sabiam lado islo, e
nao liveram a presumpcjlo de crer que Dos por el-
les, mudando as leis geraes das coasas, fazia que de
urna arvore m elles podessem colber bom fructo;
n.lo quizeram pois a guerra. Nos hoje sabemos por-
ventura mais? Nuvos exemplos das fatalidades inhe-
rentes guerra nao tem sido acresceolados em nossa
poca aos exemplos ulicos'.' Mu i los de nos nao lem
sido testemunhas ou autores delles ?
Essas guerras da revolueA, que nAo romperam,
diz Mr. de Lamartine, senao quando a rovolurAo de-
gencrou; quando cabio as raSos de bu'rguezes in-
discretos e corruptos, que tinham necesssidade da
guerra no exterior para fazer diversAo as corrupcoes
do interior, onde foram parar ellas? '
Depois de 1815, de que serviram a. lberdade alle-
m,la os supremos osforcoi, para os quaes tinham sido
chamados os povos allemAes em seo nome contra os
ltimos exercitos do imperio 'f
Aos ps de qoe senhor foi morrer a lberdade hes-
e em que lempo estamos.
A guerra revolucionaria he frfMjrra dos povo;saa
pois exercitos de povos quo se embaiera contra exer-
citos de soldados. Pois bem para que se levanlem
exercitos de povos, he preciso urna f, om enlholias*
mo. lima.f como a das (Misadas, que precipilona
Europa sobre a Asia para a envadir ; um enthusias-
mu como*) do Revoluc^lo, que impellioquartnze excr
citos ,is fronleiras da Franja para as defender.
Gibemos para nos e fura de nos. Nada mas, de palavrcs osubsterfugios; mejamo-nos bem
da clices ao corarlo. Onde eest nosso enlhusiasino'.'
Nesses lempos, quaulos sA os que sem pensamcuto.
occuito, sem orgulho, sem odio, sem ambieio, sda
sendo, nAo querendo ser nada, .sacrilicam por. urna
idea seu pao ou sua cabe ja? '
A f e o rnlhusiasino renasreram, dizes yo>"! Gros-
seira illnsao de esperanzas frastadasr"B5cemos um
declive e o tornamos a subir. Oenthusiasmo de 1848
esteva cima do de 1830, o qual nb foi senAo a som-
bra do enlbasiasmo de 1789. A poesa, que he o mais
inf.illivel Ihermometro da energa dos povos, bem o
prova. Em 1789 nosso enlliusiasmo manifestou-se
na .Warsei/aise; e 1830 na Parisienne, e em 181g
no eslribilho dos Lanapiont. Cono na Grecia antl
ga, o amor, da lberdade em Franja leve nossa f?
Onde est.
NAo nos Iludamos mais, esta llora no ha quem,
desmintendn Miguel de Bourges, ousasse dizer que
somos filhos de nossos paes. Todos os Pedros llerrai-
los da religiao, da poltica, da gloria mesmo, com
capuz ciiizcntn, bonete vermelho ou chapeo de plu-
ma nao levantariam preseulemente urna ligiao de
voluntarios de camisola,- de gibao, da.4iapalos ou ps
us. Thyrleoseosua forja; em sua decadenoa levo
Thersyto A fenns reunira retires e lasquenets peto
seu dinlieiro, com garana de ilolajAo e peosio do
a pose u (a do ra.
Nesle poderoso genio, illuminado em seus ltimos
dias de (aulas piophecias lemncraticas.o qual se cha-
moa Chateaubriand, houve alguma* das a de, nossos grandes revolucionarios e lambem a inlu-
, de nossos descahimentos sucessivos, quando es-
ia em suas ,Wemor/aj d'Alera Tntalo : Tem.
po virtdlvez quando urna nnva socedade liver lo-
mado'o lugar da actual ordem social, era qoe a guer-
ra pareja um monstruoso absurdo, queseo principio
mesmo nao ser coraprehendido. Mas nao estamos
anda nesse lempo, n
Nao estamos anda nesse lempo, he verdade, direi
com Wenpravel Mr. Colins; mas acresoenlarei com
elle, a necessidade social nos lova a elle mais de-
pressa do que pretia Chateaubriand.
(Presse.)
de CarvaUo.L. S. de.Gouva Horta.F". S. San-
tos. J.*J. de Lima e Silva Sohrinho. J. DMl-
beiro da Luz.Antonio Jos da Silva.. Rodrigues
Silva.'
Lesee he remettida mesa para lomar em consi-
derejAo a seguinle indicajao :
a 1 iidico que o projerln n. I2 de 1851,qne j pas-
snu em l. discussSo, entre em 2."englobadaraenlc,
e nAo artigo por artigo.
Fajo da cmara dos deputados 1. de jalho de
1855.Araujo Lima,
lie jybado ohjrclo de deliberajA) o vai a impri-
mir o seuuiute projeclo :
Artigo nico. Fiea creado um rollrgio eleiloral
na villa de Maraca da provincia da Baha, conipo-ln
dos eleilores da respectiva parochia.
o Revc-j-am-sc os disposijcs em contrario.
Pajo ila cmara ros depolado- 25 de maio de
1855. M. J. Pialo Picea. J. M. Wanderley.
Dutia Rocha.Silva Ferraz. Paranagu.6. A.
le M. Taques.Ges Vasconcello,Kibeiro.J. A.
Saraiva.o
Altestados de residencia dos parochos e jitizes
munictpacs. \
Procede-se volajao do projeclo que marea quaes
as autoridades que ilevem passar os altestados de re-
sidencia aos parochos c jni/es municipaes para co-
hranri do suas congruase ordenados, com as emen-
das apresentadas, cuja discussAo Acara encerrada na
sesso anterior.He rcjeilndo.
O Sr. Presidente: V'ai-se ofliciar ao governo
para saber lugar, dia e hora em que S. M. I. se dig-
ne de receber a depulajo que por parle desla c-
mara lem deaprescnlar a respola falla do Himno.
e uomeio para a dita depulacao os Srs. Baudeira de
Mello, laques, Sayo Lobato, Gomes Kibeiro. Lei-
lin da Cunha, Nunes Gonjalves, Mello Prauco,Dias
de Carvalho, Andr Bastos, Brandan, Barbosa da
Cunha, Brusque, Caslello-Brauco, Til,ira, Paula
F'onseca, tirelas, llenriques, Souza Lean, Augusto
de Uliveira. Souza Meo le-. Raposo da Camar.,, 11 i-
polylo, Jacinlho de Meudonja e Aprigio Guima-
raes.
_
IRTEBIOR.
, RIO SE JANEIRO.
CAHU1.& DOS SRS. DEPUTADOS.
Dia 1. de Junho do I8S5.
L-so e approva-sea acta da sessAo anteceden-
te. O Sr. primeiro secretario d conta do seguinle
expediente :
Um olliri'i do Sr. ministro da fazendD, enviando
ropia do decreto pelo qual lie aposentado o hacharel
Francisco Antonio Kibeiro, no empregojde procura-
dor fiscal da thesouraria da fazenda da provin-
cia da Baha. A' commissio de penses e orde-
nados.
Lm-se c approvam-se vaajia* redaejoes.
Apresentarao de projectos e indicaeoes.
O Sr. Carneiro de Campos fundamente e manda
a mesa um projeclo sobre reforma eleiloral, o qualj
publicamos em outro nmero.
fiO Sr. Santos e Abatida manda mesa o seguin-
le requerimenlo :
' o Reqoeiro que v. n projeclo i commisso de cons-
ttiiijo.Santos e Almeida.n
O Sr. Presidente :Enlendo qoe em vista do re-
giment o pedido do nobre deputado nAo pode ter
lugar, porque o projeclo j foi ju'lgado objecto de
dcliberajo. O regiment diz o seguinle : Se al-
gum deputado requerer que um projeclo v;i a algu-
ma comini-sao, votar-se-ha primeiro sobre isto, an-
les de volar-se se he objeclo do deliberaj3o ; e so fi)r
o proprio autor do projeclo quem requerer que elle
va a umawiommissAo, assim se proceder indepen-
dente ilc" olajao.
a'visla desla disposicAo parece-meque o mais cu-
rial ser reservar-se o nobre depolado para quando
o projeclo entrar em primeira discussAo, eenlAo ne-
nhuma duvida liaver em admiltir-se o seu reque-
rimenlo. (Apoiados.)
O Sr. Sontos e Almeida : Perde-me V. Esc,
sso ira demorar a discussAo do projeclo, e a sua
materia he muilo importante pera que elle possa
ser demorado. Alm disco enlendo que, coinquanto
n tenha sido o projeclo julgado objecto de itclibera-
j3o, issu nAo inhibe a cmara de, por ama oulra re-
solujAo determinar que elle* seja remedido com-
missAo de constiluijAo para sobre elle dar o seu pa-
recer. Isto seria melhor para orientar a discus-
SEUNDA PARTE DA ORDEM Q DIA.
Fixtrait das /oreas de Ierra.
Entra em segunda discussAo o projeclo que fixa
as torcas de Ierra para o anuo finaneciro de 185(1 a
1857.
Lm-se e apeiam-se as seguinles emendas oA'ere-
cdas pela eommissao de marinha e cuerra :
1.' Snpprima-se o paragrapho quarlo do art. pri-
meiro.
ii 2.* Subslitua-se o art. 6. pelo seguinle :
menle os corpos provisorios de guarnijAo que creou
as provincias da I'arahiba e Paran.
o Pajo da cmara, sala dascommisses 25 de maio
de 18.")."). Pereira da Silva. A. C. Sera. G.
Vasconcellos.
Lm-se os seguintes artigos addilivos, que sAo re-
servados para seren lomados em censideracAo em
occasiAo opporluna :
t. A quinta jiarle do sold concedida pelas leis
ns. 6Kic618de31 dejulhoe ISdcagoslo de 1852,
aos olliciaes da primeira classe do exercilo e arma-
da, sera contada para os vencfmentos de reforma,
pen-es do meio sold e do monte-po, (icando re-
vogada desde j a clausula final dos arts. 5. e 11.
das referidas leis.
2. He tambem extensiva aos olliciaes da se-
!uniia classe do exercilo e armada a mencionada
isposijAo.
o 3. NAo ser porm ella extensiva aos olliciaes
que fnrem reformados por irregularidade de condue-
la ou fallas graves contrarias disciplina mililar,
na ron far ni dado do 2. dos arts. 4.0 9. jas leis de
.31 de jalho e 18 de agosto de 1852.
e Sala das commissoes era 1 de junho de 1855.
Pereira da Silva.A. C. So,ira.
Artigo nico.O augmento da quinta parle de
sold com que foram augmentados os dos olliciaes da
primeira classe o exercilo, pelo art. II dn le n.
618 de 18 de agosto de 1852, aproveitar tambem aos
ditos ofliciaes, tanto as suas reformas, como as
penses de meio-soldo do anonle-pio de marinha ;
licando assim revogada a ultima parte do dilo art.
II da citada lei que mandn continuara regular
para esses vencimenlos de reforma, pensiles de meio
sold e monle-pio de marinha a tabella da lei do 1.
de dezembro de 1811. As disposijoes desle artigo
s3o per manen I es o le,'10 execujao desde j.
o Pajo da cmara dos deputados 28 de maio- de
1855.Carlos Carneiro de Campos.- F. C. raojo
Brusque.
O Sr. presidente, depois de fazer a lista dos ora-
dores, concede a palavra ao Sr. Pacheco.
O Sr. Pacheco : Sr. presidente : tomei a pa-
lavra mais para definir minha posijAn em relamo 10
governo, do que para discutir longamente as forjas
de trra.
lio an n o ociado tem sido um combale que se vai
Iravar entre S. Exc. o Sr. ministro e os Ilustres
inembros da commissSo de marinha e guerra, que
julgo prudcnle primeiro nuvi-los e esperar-se bem,
senhores, que eu ja nao tenha muita fe nesse cerla-
me (An precunisadn, em vista da reaignajAo quasi
evanglica .que S. Exc. o Sr. ministro da guerra pa-
recen ter quando, chamado ao seio da commissAo,
nAo duvidou acquescer i eliminajAn de um voto do
confianja qae elle pedia a fim de ser aulorisado para
organisar a arma de infantaria ; comtudo, sempre
aproveilare n occasiAo para fazer algonssimplices re-
paros, e pedir algumas informajcs acerca da repar-
lijAo da guerra, a qoal S. Exc. siiperinlende. e para
a qual entrou com tantos applausos, inspirando li-
songeiras esperanjas, qne parecem boje (com dr o
digo) inteiramenle mallogradas I
Oufnlo minha posieAo poltica cmrelajAo ao ac-
luai governo, qaem condece, senhores, o mea carc-
ter e sabe qual he a minha vida publica nao pode
duvidar que o meu comportamento nesta raraara bo-
je ser conforme aos meus precedentes.
Quando se organisou o actual ministerio achava-
meen em unidade nesta cmara ; enlato prouunci-
ei-me do soaninte mudo em referencia ao program-
ma do Sr. presidente do conselho.
a A 1.' parle do programma me satisfaz, mas
como eu nAo lenho era vistas, e julgo que se nao de-
vo ler, smenle o qae diz respeito aos hornees e s
suas commodidades como empregados, quixera qae
o ministerio fosee mais adiante na 2.* parte ; que o
ministerio, que se compoe de homens eulmineolcs no
sea partido, como o nobre ministro dos negocios es-
Imii-ieiros e principalmente o nobre presidente do
conselho, que he bomcm da energa, considerasse
que he sobre elle principalmente que ha de pesar
toda areS|oiisabilidadeseiiaadinnislrarAo frephe-
111 era.
11 O Sr. visennde de Paran, no seu partido, he o
nuico honiem qae a|vle sallar por cima de ludas as
considefai;Oes peaaoaes para fazer a felicidade de sua
patria, se assim o quizer.
S. Exc, pela posijAo que occup.a no seu par-
tido dn qjal recebeu quanlu era poseivel, estando
tambem para elle, para assim dzer^ asgolada a'mu-
nificencia imperial (Jigo para assim dizer, porque a"
uiuuificei cu imperial nunca se esgota para niugocm)
nada man lem a ambiciona! senao a gloriar, senio as
bcnjAos d > paiz o um nome na posleridade.
Se S. Exc. nao souber bem compeheuder sua po-
sijao, se nao quizer deiempenhar entre nos o papel
que na Inzlalerra represenlou o grande estadista sir
Poderlo Piel, que compredeudeu as necessidades de
sua poca, e foi ao programma de seus proprlos ad-
versarios arar ludo quanto Ihe parecen util a exe-
qoivl pa a fazer o bem do paiz, 6 dexar seu nome
immortal, sua miss3o ser ephemera, nao passar
de um meriio de partido: de mesquinhas propor-
ciies, romo ite-graca.lamente ale aqu temos tido, e
com a sua queda acarrelar tambera a de seu pro-
prio part lo ; se S. Exc. nao puder fatar o bem do
paiz, tambem o partido a que pectenes lera dudado
sua misal). E comprchemiera Exc. as ni
dades da -poca actual '.' Desempenhar o papel que
foi cham, do a representar ? Espreme".
Eis, senhores, o que eu dizia em 1853, quando foi
organlsadi,o aclnsl gabinete ; os homens da oppo-
sijAo esperram, nAo usaram de suas aunas contra a
nova poltica, 11A0 llie quizeram por emliarajoi.Ago-
ra he lempo de ser examinada a execejlo do pro-
gramma, e de pronuuriar-se a opposirAo.
Confesso que pelo que diz respeito aos homens, a
poltica el) actual ministerio lem sido menos oppresv
siva do que a anterior. O governo procurou al
cerlo ponto calmar a irrilajAo dos partidos, chaman-
do mesmn para empregos de nao pequea confianja
a. abuns jos homens que at entilo se consideravam
proscriptos.
Mas es ,1 poltica a qae se chnmou conciliadora,
esta poltica moderada qoe a coroa lem as fallas da
abertura do corpo legislativo annunciad, tem sido
insufAcie lie, lem gyra.to em mesquinhas proporjes,
e nAo he possivel que homens da oppos;jAo, que
prezera sia honra, e queiram o bem do paiz, prea-
tem oseu apoioa um governo que se limita a dar
gozos na eriaes a estes oe iquelles individuos. He
preciso alguma cousa de mais nobre. de mais eleva-
do ; he preciso ir ns cousas, s ideas ; sendo, a meu
ver, toda conciliajAoiinpossivel nao leudo por baso a
garanta do oto. (Apoiados.)
O progranma nAo foi nesta parte cumprido.
Mu verdade que 11A0 (oraos lulo elcijoes geraes no
paiz lepe is da ascenjo do actnal ministerio ; mas
algumas em havido em urna ou outra 'provincia, e
a lberdade do voto nao tem sido maulJn, Por
exemplo, na provincia que lenho a honra de repre-
sentar, ua provincia de S. Paulo, houve eleirlo para
aliador, e a lberdade de vol nAo foi ah garantida
sob a administrajAoactual; pelo contrario, o mesmo
sjslema, as mesmas irregularidades foram pralica-
das a ponto de que a opposijao daquella provincia
vio-se focada a abandonar as amas.
Comprehendo que he necessario esperar algnma
cousa do lempo : mas o governo nao deve dexar de
fazer detua parle todos os esforjos, de laucar ma->
de todas as medidas a seu alcance como poder admi-
ni-lraliv ,1, nliui de que, com as proprias leis existen-
tes, as eleicoes se praliquem coiu pticos abasos,
coulendo suas autoridades na rbita de seus deveres;
desde que o governo manda ou tolera .que os seos
amigos pililicda abusem da foaja que Ibes foi con-
fiada, poi inelbures que sejam as leis ellas scio so-
phismadns. ,
Ue verdade que o governo as adminislr^jiles de
algumas provincias fez que cessassein parle das per-
seguirse), que sem delegados f.issem menos opprei-
sores ; mas nAo se faca disto nm grande afn. 0 es-
lado do paiz anteriormente orcinisaco dolgabine-
te de quo he chefe o Sr. Paran era dill'erenle da
situajAo actual ; naturalmenle a acjAo dos gover^
nos corresponde mais ou menos ao estado deicousar.
Nao bu porm possivel consegnir-se verdadeira
conciliacao com a simplescessarAo de persegrftjes ;
he indisr ensavel que lodos pussam exercer UarMmen-
le seas direitos ; nao basta dizer-se : a A palta dos
empregos pblicos nao est fechada aos adversarios
da poltica dominante. Nao he islo bastante, he
preciso mais alguma cousa. Entretanto parece ser
islo smenle o que nos concede o nobre ministro da
juslija no discurso que ha poneos dias preferio nesta
casa ; parece qae o governo entende que os homens
da oppos can deven) satisfnaer-se com o mo seren
perseguidos, com o poderem ser chamados para nm
ou oulro emprego que nAo seja de confianja potiiiea,
urna vez que se coiideatiem ao ostracismo, urna vez
que nao i omparcjam as urnas para pleteiar seus di-
reitos, uina vezquese resignen) a um papel passvo.
Mas enganai-vos, senhores, cmquaoto nao nos res-
tituirdes nossos direitos, jamis vos podaremos dar
um apoiii. (Apoiados.':
O gabiiete, ua 2.a parto do sen programma, pro-
metles-nos conservadlo com progresso, reformas pn-
lilicas, judiciariascadininistralivasique fossem uleis
e razotveis ; mas onde cl.lo essas reformas ? Cerca
de dods anuos tem derorrido, e o que leudes, Srs.
ministros, feilo ou tentado fazer'? Vos vos mostris
assiistadoi, parecis desconfiar de vossas proprias for-
jas, e retuaisou hesitis !
nacional, quando mesmo lvreroeate eleila, resen-
te->e mais ou menos das psises e dos interesses do
lempo em que foi eleila, he claro que a cmara ac-
tual p(dendi) representar a vonlade do partido que
eulo domiiioii, ou por estar om roaioria, ou por ter
a auloi idade a sen favor, poda hoje nao represealar
a opin Ao do paiz, oa nao sabe-la interprelsr ; o go-
verno nao procurara o melhor orgao paca' esclare-
cer-se.
Se o governo qneria consallar a opiuiAo do paiz,
deviu |ior lodosos modos qual essa opi-
niAo. e uo violara os iw ;.lo se
dssolvssse a c, se obstina-
da, appelland
' As'iu consullarieisv opiniAo do
paiz. auo lizestes, oi so ; lal-
vez tenhais f na cmara para roa auxiliar. Mas
dem Mides, pela posijAo dupla qne lemastrs a res-
peito ce reformas, bem vades qoal he a expresaao da
caraan, e com acamsra, la manerra por que se acha
eu sou o primeiro a reconhecer...
f/mci Voz : Talvez o an
SlOSr. Pacht-o: ... que diiricilmenle-pederis
fazer ilguma cousi bem do paiz. Ea vejo aca-
mara eta I liada, dividida em grupo
l'ozes : Njo apoiado ; he a opposijio.
O Sr. Paclteco:Vejo qoe urna fraejo qoe se
destacou do partido saquarenu, que se inlilolou de
parlamentar, e que phenomenalmenle Iriumi
em 1853. vos apoia com eoiliosiasmo ; mas elimi-
nai es. a fraejao, vede o qoe resta. Ootra fraccao se
ergoe a se deslaca de vos lomando urna baudeira
^ fia {denegacoei), reconheceodo.a
reclamando a necessidade de alg
Esta fraccao do voase frartido le
Basta dereacjAo he necessario parar. 1
faz mais do qu acvwip.ntliar o brado do paiz, a que
todos' Ao mais on menos cedendo.
O Sr. Figueira de Mtlto:O Sr. Souza Franco
qoe Ue responda.
!r. Pacheco:Q que resta m ranura ? Pon-
eos hemens da opposici) liberal; os homens desla
opposijao desejam de carajio apoiar fs-
zem solos pela execujao do seu programma*; mas a
sua r.irSo. a saa honra os repeliera do governe, em-
qaanto elle esliver limitado a faxer apenas cooces-
sfies a individuos. Be necessario qae essa poltica
se ele- e a um ponto mais alto, mais falle
sidns.
NAo se envergonhe o governo de ir ac
de^eus proprios adversarios cxlrah |uae>-
10 for exequivel e util parn o paiz ; apreeente-ee
<*m loa vonlade sem hesitajio, qne ter
nppio, e sem duvida o da nwioria dea Brazi
Assim ser conservador progre-
l/ini t'oz:E qual he esse progr.--
O ir. Pacheco:Nao pe jo que se
Indo (uaAo o espirito exagera,
ludo (|uanto qualquy do
Nao. Se a propria Oppos 1
der, rao subira com ns mestaos iaatiar
mesinas prelenjoes ; UM^^^B
quanlo se diz e se escre
gem r em com o mesmo pesso 1 as mes-
illas doulrinas sem discrepancia; mdieam-se se-
gunde as phases porque pasas aso
O que procuris agora be sophismar dizendo qu,
he necessario apalpar primeiro a opiniAo do paiz !
Onde e ce mo quereisvsconsultar a opiniAo do paiz'?
Queris consulta-la na cmara dos Srs. deputados?
Infelizmente a cmara (fallando, sem animo de inju-
ria-la' nA) pode ser verdadeiro interprete da von-
lade do paiz. porque ella nAo he a exprsalo genui-
na da iiaiao.(.7poiados,t'ieal reclamares.)
am-ie aos (actas consuminan
N3(i quero que ogove.
nem oue abrace utopia-
3ue boje he indispensav aofao
as necessidades sociaes.
Os novemos, diz um grande estadista, consolidara-
se por coneessOes iniellbenles e opportunaa ; elles
dcspopularisam-se e se perdem -loando nao fasera
seno resistencias cegas e obstinadas. A habidade
des hemens de estado consiste em enmprehender as
necessidades de sua poca, e em dar eepontanea-
menle o qoe nao tem direito de negar, nem poder
para recusar sempre.
Tendea, he verdade, urna maioria que se mani-
festou 111 resposla a falla do llirono, mas he urna
raaior a qae vos tolera apenas, que apoio
de inercia (apoiados); c nesle e
eslamus illudindo o paiz! E 11 aaais pa-
triotismo aquellea que como 11
ce Ou largai o poder, oa lomai oul
decidida, capaz.de encaminhar as
aobem social
O 'r. Pinto-de Campos:Qoan 1
rigo in vista nos tomaremos ajililu
(ApoUdos. Ruadas.
O Sr. Paes Brrelo:Uavemos de' loma-la quan-
do for necessario.
(lili uniros apartes. )
O Sr. Pacheco:Nao lenham ceremonias ; fallera
alio pira eu ouvir, e poder responder-lhes.
Sera pela imprensa que queris consultar a opiniAo
dopai:!'? Ella ja se lem asiaz pronunciado, evos
a lend;s recusado, e pretendis na rossa reforma
judicuria pa-la nos jnlgamentos. Se estas erg-dos,
a Iribma e a imprensa, sAo na actualidad insu'ftiri-
enlestmde queris beber a opiniAo? Ooe oolrus
meios lendes".' Ha o recurso ho direito de posijAo
respeilisa, como o qce foi pratirado pelos proprieta-
rio* Ja villa de Vassouras : mas vos recusis este"
meio, e atacis sua legitimidades a> nem desle
modo ])acifico qaeres qae se esclarec e se manifes-
t a opiqiao do paiz, dizei-nos eniaa o que queris ?
Apenas cousluu a represenlarao de Vai
estes a tribuna e Iralaslcs de auarchisla-
dores e de revolucionarios os cidad.ios "que assim
prncederam. (Reclamacoes.) Compcle-vos
nos quaes sao os orgAus que pretendis escolher-para
consultar a opiniAo do paiz ?
Agit.idores, revolucionarios, os reprosenlsnles da
grande propriedade da villa de- Vassoora. I Os ho-
mens o, oe tem sdn at ao prsenle depositarios Beis
das Iradicjes ordeiras daqaelle lagar ?!
possivel. Eu nao quero com liidop
venien;ia do meio ; comprehendo qt direito de
pelicao, embora respeiloza e pacifica)
pode niuitas vezes acairelar seus per;
dajiaiao. [Apoiados.l'uas reclamares.) o rrep fim agor. be apenas assign;
OSr. I Vanderley; Esta mostrando a pala det DAo mc-ralisa-lo. He e espirito pe
velludo.
_ O Sr. Paes Barreta: S os snpplenles he que
sao os genuinos representantes.
O Sr. Araujo Limada nm aparte.que nao ou-
\ irnos. 1
OSr. Pacheco (dirigindo-se ao Sr. Araujo Lima):
Sim, repilo, a cmara nao he a expreslo genuina
do paiz... He urna imprudencia, senhor, provocar-
me a que de as razSes desla minha proposicAo.
Todos ruconhcem a verdade della ; n paiz con-
demna em altos gritos a forma por que se fazem as
eleijes entre nos (apoiados enao apoiado); o pata
todo se he contristado com o espectculo que temos
dado ; e s-.< nao bouver um pradeiro, vs veris um
da os res litados. NAo ha de ser (o orador volta-se
porp o banco q'ut est sua direito) com o apoio
dessa pequea fracjAodo partido saquarems.doqnal
se deslaca-a em 1853, tendo sua frente o Sr. Fi-
gueira de Mello e seu nobre irmAo, que o governo
ha de levar um bom caminho... nao !
O Sr. Figueira de Mello : Nao somus dignos de
(anta honra,
O Sr. residente (para o orador):Rogo ao no-
bre depul.illa qae nAo se dirija pessoalmente a ne-
nbum dos inembros da casa.
O Sr. Pacheco : Sim senhor; o que dase nao
he o lie 11 > o; mas V. Exc. ha de permillir que quan-
do me dirigirera apartes eu responda a elles.
O Sr. Figueira de Mello : Uavemos de repel-
lir suas [ir ipo-ires quaqdo tratar de atacar a repre-
sen (acAo nicional (Apoiados.)
O Sr. Picheco;Eu ngradejo, como memoro
desta casa, o zelo fervoroso do nobre depolado por
IV:.nmhu -o, chefe de polica da corle, vingador dn
honra da representajAo nacional; mas (qne certo
de que nar tem mais amor honra desla cmara o do
paiz do que osle que esl fallando.
(A'r. Figneira de Mello: Mas nao o mostra
por cssjs palavras.
O Sr. Pacheco : O juiz nao ha de ser o nobre
depulado. Nao pretendo atacar a representajAo na-
cional, digo urna verdade que sintu e que todos sen-
limos ; a 1 amara nAo reprsenla, nem pode repre-
sentar actualmente a opiniAo do paiz, parque o paiz
nAo leve lberdade de escolha, nao pode desenvol*-
ver sua vonlade... (Reclamacoes damaioria.)
O Sr. Figueira de Mello: O qae seriis vos
sem o apoio da autoridade...
(Cruzao-sn oulros apartas que nao ou vimos.
O Sr. Ferreira de Aguiar : O que foram o
senderes quando nao liveram o apoio da autoridade?
(Reclamaries da opposirao. Fallam muitos Srs. de-
putados av mesmo tempo.) .
O Sr. Presidente^ Allenjilo !
O Sr. Paclteco : Repilo uros vez por todas que
he convic ;Au minha que o governo difliciimcnle po-
llera encontrar aqu a exprsalo genuina do paiz :'
1 .*, porqn3 nao houve praticamenlc lilierdade de
voto ; e 2 por defello do syslema eleiloral. O
proprio governo a qoem sostenais, nao iie lem re-
casado a dizer esla verdadeqae com a legislaj'o
que tamos com a interferencia indebila que as au-
toridades I imam as eleijes, a vonlade co paiz dif-
licilraente ae manifest.
f mci Vt : Isso he outra cousa.
O Sr. Pacheco: Accresce que a cmara dos
Srs. departidos foi nomeads em urna poca moito
differente daquella em que o actual gabinete tomou
conla do* negocios pblicos, e como a representado
ico que reage ;
he a opiniAo, qne parecis deseonhecer, que so le-
vanta* quer manifestar-se, porque acba insolicien-
tes a imprensa c a tribuna.
Se vns mostris cegamente obstinados, se'recusis
aquillo que he justo, procurando comprimir a opi-
nio, pira qae ella se,nao pronuncie, nem mesmo
enj rcpresenlajoas moderadas, ella procurar optros
meios, e isto ser um grande mal. Queris ai re-
volujao I Certamenle aje nAo. ni -vos enlao
aos homens que a desejaianeTitar por meio de con-
cesses inletltgentes e opporluna*.
He pira evila-la em nm futurMnais ou menas
prxima oa remlo qae vs, governo do pas, deveis
lomar < iniciativa das reformas, procurando curar o
mal onde elle esliver, as noetas actnaes circums-
tanciss, annul.ido como se acha o parlamento, vistos
os nossjs precedentes de reformas, qoe quas lodos
lem pai tido do governo,, he da vossa obrigajao sa-
lisfazer aos reclamos papulares, promovendo ao me-
nos a reforma eleiloral, e as incompatibilidades, qae
sao entre nos hoje quasi um dogma.
Dizeis ^ne nao vos deveis por a frente desle mo-
ymenlo : ea enlendo qae he um erro poltico de
vossa parte o recuar ; au contrario deveis por-vos n
frente, afim de regularisardes as reformas que forera,
uleis eexequivels.
Nao iniciaste vos a reforma jadiciaria, contra a
qaalse vai hoje manifestando a opiniAo do paiz?
Ah I miste caso nAo" davidasles fazer o papel de re-
formadores, e na vossa linguagem d* revolucio-
narios. >
Nao nos illudamos. A conveniencia de algumas
relormiis lio sentida por todos, a opiniAo pabirca esl
mais que condecida ; he possivel que os que dese-
jam as reformas divirjam em muitos pontos ; e nem
he possivel um accordo. unnime ; o que (resta he
ou o corpo legislativo ou o governo tratar de dar a
conven ente direejao ; estode o govemo a materia
e aprsente por si,ou por seus amigos, um trabalho
exequivel e ulil ao paiz.
Cusla-me aeomprahender como o governo pensa
viver na marcha em que vai : continuando, como
al aqu>, nao duvidoque peasa conservar-se por al-
gum lempo, mas no fim de ludo ter de entregar a
direcjS) dos negocios pblicos as maos de onlros,
legandc-lhes ainda maiores difliculdades, porque os
males, ds emharajos avullarAo de dia em dia ; o
sceptici nm vai lavrando por toda a parle, a f se
ir debilitando cada vez tnais, e onde eslAo os ho-
mens copases deem circuinstancias difiieeis salvar o
pas
Limilando-me a estas ronsiderajoes sobre poltica
geral, a deixando o mais que possa dizer paraos seus
competentes logares porque agora tive sornenle em
visla de iqir a minha posijAo em relajAo aoaetoal ga-
binete, lirigir-mc-hei especialmente ao Sr. ministro
da guerra. No pouco qae dister.esperoqaeS. Exc. nao
considere haver de minha para animosidade contra
sua pestoa. Pelo contrario, fajo alta idea do seo
mereeimento como hornera particular e como ho-
mom de leltras, mas aqui en trato somante do mi-
nistro, n o minislro, no meo concejio, nao tem bem
dirigido a repsrlijBo de gaerta. Todos nos ap-
plaiidirros sua nomeajSo, mas he hoje crenja geral
qoe S. Exc. 1180 tem correspondido a expeclajao
publica.
Se S. Ble. continuar a prestar a alinelo que at
aqdi lerr dado ao exercilo, creio qae elle ir mallo
mal......

^


O Sr. Coila Penetra:Aiott niogu<>m d
idos.
Sr. Pacheco:Van mov
i nao
r
-T.I farei una soecinta
eixposieao daquelles factw da adminislrecao de S.
Jixc. que me aiftorisam a i' zar ata juio.
S. Exc. he lem davida iniavui; tem sempre mui
bellas e animadoras exprueoei para lodo aqurtles
ta queixar-sedo It.Jusllc, e prUri(Ss r,ae pensara
ter sonrul
O Sr. Ministro de. Guerra:--Creio qo lio he
defeito.
O Sr. Pomo:Emita de examinara queslao
a ecidi-la pro ou contra. S. B:tc. despeja os quei-
osesna esperanza de bom deprmanlo, a depoit
^"rY*"l an Ba da|tndncta meatl aoooa,
Q* indefere, a as vetes com raanifoelii injuslica,
S".," lhe *M|W Jatroaato. Bule avalenta
'..<^,yfi'1 desespera-. Pira prora ahi est o
aou procedimiento com o honrad* curonel Amonio
Laite Pereira dama Lobo, coir o r. l'ratiiini e
cam o x-almoxarfe do arsenal de guerraPessoa. S.
Exe. Irona esles horaens iludidos oor muilo
lempo.
Io foi conservado uasl i corlo fura do ma caa
por mais de um anno na qualldid* do pretendente,
dlxendo-Ihc sempre S. Exi:. que alie linha raiao, a
que era alie ministro o sai procirador, e no fim de
tuda nao o promove .' O lorouil Lcile lie, na mi-
nlia opini.io, Bin dos mais iliitindos e honrados mi-
litares } he o individuo qut lalvez hoja no paiz pos-
an alteslar os mais relovanl i* servicos I lisie vle-
nme da mdep*odencia era coronel quand<> pugnou
Er (So sagrado objeclo, e |ior vtrgonha nossa ainda
nje he coronel do excrcilc Esto homcn, senho-
res, foi mernbro do governn proiisorln da provincia
dn S. Paulo na occatiio da Indeixmdenci.-i, veio em
ecrnmissa por mais de mr. i vei com o palriarcha
dfi independencia o Sr. Jo! Bonifacio de Andrada o
representar ao Sr. I). Pedn t a necessidade de fi-
ar aw Brasil. Foi pelo mismo sonhor eucarrega-
dn de organisar a guarda ds honra, da qaal foi o
sea primeiro eommandanle, e em todas eslas com-
ralsses portou-se com daaii teresse, honra e dedi-
car;
Foi um das que leve a fortuna de se achar nos
campos do Yniranga quaodii o Si. D. Pedro I aoltoo
o orado de itberdadc, o arito deindependencia ou
morte,ao qual tic corres |ond;u como eomman-
danle da guarda de honfa q ra at ompanha a o im-
perador.
Cotsteserve, com nerecimenlo, cito anli-
Widade, porque he o mais intigj corouel loexerci-
to, foi elle por Vezas prelti ido, porque tiSo pedia
adulava. Gavio que S, Bxc. o Sr. ministro da
so-'' m justo, qu s attoodia ao mrito
nao a partidos, e veio de S. Piojo reclamar seo d
jSSSSJSSSJ ............ .............
ilho!! I B deil'urte zorabou rde O .SV. Perra::Tambem'nao
lera do Sr. coronel Leite i! O Sr. Ministro da Marinha ': Se o obre de-
k l vaga i +le offidaajjj-ge- pillado nao pensa assim, porque falloo com Unlo
i devta iiaber, sem dovldf ne- calor, e foi tilo acerbo e lio violento em seas obser-
antigo coronel eierciio. ao lio- vacuas e censuras ao gabinete '
m Mos base idos era tanlul e lio SenhoiV aecommuiilcaroes a que se referi eno-
T"l? breaeputado ainda hontem he que foram recibidas;
K re, senhores, na o governo quo tem nao poda, portnlo, o governo imperial ler j loma-
lulos, o hoflns nao tivesse ao do deliberarlo alguma acerca dellas, nao poda ter
artigo servidor do estado examinado e decidido esses negocios com a rapidez
Jependei ca, para o homem que com que o. nobre deputado parece te-lo feito. Aooi-
VWXi em coronel a causa nacooal, e que esl odor.) r
er em cc-rouel, quando milita- Assogurd a o nobre deputado que o gaverno itnpe-
a.it geueraes.. ri.l ha de tomar esse nssumplo na considerarSo que
raer imniensaments moro- merece, que lia de resolver rom (oda a madrela e
egocKM.iuesB.cliamainoutoa- como rcclamarem a dignidade e os inleresses do
a em dameio da idminislrfclto da imperio...
mil has esperanrai, e do O Sr. Perra; :_Mas >odo era sabido.
am' ra um dos caracteres jus- O Sr. Mmsiro da Marinha :-0 que potso dds-
lats que dorme flos ueuo- deja declarar n c-mara he que o plenipotenciario
sujeita-fn racmente ao pairo- brasileiro celobrou com o governo do Paraguay um
h racil em emeeta baixas as pra- tratado de oommercio e navegacao, caas raliflcacoes
smosemcue lgumas dellas le- deven er lrocadas denlro do prazo de um anuo ;
tttttaulo que outras quecelebrou mais urna conveucao addicional em
lem quem peca, que Coi estipulado que os doas governos devem den-
^m neslas circumslaocias tro do mesnu. prazo vir a um accordo sobre a ques-
o seu re itorit. que ha dilco- ISr. d limiles, e que ,em este ajuste nao podera ter
i exercit.: T... execoeao aquelle tratado.
'.'' Eis aqui os ltimos actos da missao do Sr. Pedro
OaBtecen.ordeS.Exc. mando Ferrara de Oliveira ; e a repello do seu proeedi-
Jacaunda: chegoo elle a mcnlo, c a respeilo da lolucao que o governoimpe-
**;' adopano cinselho a-lminis- rlal deve dar a essas eslipularas, o governo lia de
- P ranliSO, hrandb-se o em- proceder com toda a reflexao, com toja a madurez.
reformad, que me dize ai ser- consultando a dignidade e os inleresses do imperio
wccedeu 1 O cupitao Jauaranda (.Writroj opoiadotS
o niesideiilo da provincia, Nao ha contradigo entre o que acabo de annon-
id.iquella provincia. O ciar i cmara dos Srs. deputados e o queasseverou
i impem a retirada des- o meu honrado colleaa o Sr. minislroados negocios
iWmslrmiTo, influencia- ntrangeiros. O meo honrado collcga fallou com
aquella franqueza que he devid. cmara dos Srs.
o.Hernia grande cocinease deputados ; ludo quanto elle disse a respeito do Sr.
P, p h JP*ro Fjreira de Oliveira, he fdndadS ; os prece-
I. Exc. he mdif renle denles de*le ofllcial su honrosos, a escollia do rc~
aVH na leja em lata coma verno nao poda ser acojinada como foi pelo nobre
inilr?To ; recebe ns pa- depuladO. (.Ipoiados.)
aera que dfc urna U Sr. ministro dos nesocios estrangeiros nao cor^
membros da commissao, e entao verei se devo entrar
na diteussao da filarlo de forjas de lenaw Antes,
porcm, de seolar-me, perguntoa S. KssVn reco-
nhececonilgo a necessidade de abolir os castigos cor-
poraes na guarda nacional. Em lodosos anoosquan-
de nesta casa sa discute a flxac3o de forjas de Ierra
a oppo-icto lem sempre aproveltadon oecaso para
pedir a abllelo desses castigos na guarda nacional.
Apoiado).) He ieata le que sempre os Srs. minis-
tros da (erra pedemautorisacao para destacar 4,000
guardas iiaeionaaa ; ha em virtuda desla le que os
guardas nacionatt fiema sojailoa a avies avillaules
castigos.
Na mlolia opinilo os castigos osrporaes, alm de
iucoDsIlluciooaes, sao desnreessarios para a ordem
e disciplina da guarda nacional, nem mesmo quando
ella funecioua a par do eierciio, a por aso nlo posso
deixar da reclamar urna medida que acabe com se-
melhanle vergonhn. Se queris reformas, oomecai
por esta, que lie fcil e pralicavel.
Urna co usa que he tambera altamente reclamada
he urna orJeuauca militar que se amolde ao progres-
so da sociedad*, e onde sejam regularisados os cas-
tigos no exercilo. Enlrant a sahem ministros, e dfsto
se.nao cuida.
E nao nos poderidizer S. Exc. qoa fim lem a co-
dihencao. e lais militares 1 Digne-se declararnos o
oslado des quando S. Exc. pensa que estes.traballios podero
terminar. r
Eis ao que me limito.
O Sr. Paranhot (mirrlslro da marinha): Sr.
presidente, darei algumas oxplicacoes em reaposla
ao que a liubre deputado que acaba de sentar-se dis-
se relalivaniente aosnossos negocios cora a repbli-
ca do Parajoay.
O governo, senhores, zela a dignidade eos Inle-
resses do imperio como deve zelar qualquer Brasi-
leiro (apoKiefo,) e como lhe prescrevem os altos de-
OIAHIODE PEflHAMBUCO QUiNT FEIM 19 DE JULHO Ot 1855
veres da sua posigao. (^poiadoa.)
O governo imperial tem consflencla de qde ha ze-
lado e defendido eaaea sagrados objectos como lhe
cumpre ; e por tanto eu aceito e agradeco, em no-
medogoveruo imperial, emnome do pal, o valio-
so apoio que o nobre depulado nos olferece, se por
Ventura ello fot preciso para defender os direilos e a
honra ilo imperio, eu nao posso, nao devo acollar as
exhorlacOes e recommendajoes que o nobre deputa-
do nos dirigi como censuras, como um estigma do
incapacidade do ministerio para cumprirasua mis-
ato. (potador.;
O nobre deputado como que admirou-se de que
o chee de esquadra o Sr. Pedro Ferreira da Olivei-
ra, Ja nao esteja demiltido...
O Sr. Ptrraz : Refer-me aos boatos, e per-
gantei se esta demiltido.
; Sr- M'nMroda Marinha:.\.como que ad-
ilreleve ate mdl- mirou-se que ja se nao aprescnlassem grandes meios
m>, achando-lhf sempre de guerra conlra o Paraguay.
boleliusdeS. F.xc. vfi-sea faoilida-
.merde o ven'imento a ofllciaes e
nnH.1 .. ........- ;.------ ",Bsuoj "i>w se irit'im tus metos pos-
-ihei fater profusamente ler.otes, ao desenlace da quesiao de navegacao ecom
"Mgeus e aju- merrioe da questo de limites, (potados.)
leapHis a gastos, ao mes-
^^Hiaa? Corpos cor-
provinaiaseslo chios de oliciacs
e perlcucem a oulrr-i corpos. cn(r;laulo
offltiaespar; oservico.
i j disse, noverna a repirllcao
i que ha di-> devora-I i.
S. Exc. deixa de hesitar,
'jecto de promoio de
^^^Hlpe de saude que o
plartejalo. .So numero dos
---------- "".estava o se :rotarie do cor-
de Lima, com offen-
i dos dir (os di f> cirurulan o
esta pleiteando
anliguidale. Consta que S.
e assim proceden para
Mire que lhi> deixia j seu
ti, qoe o Sr. Manoel
cirorglao-mr de
pa electivo, fui por
rersai comrnissoes lucra-
tqual percebia a gfufica-
I, jonlo ao lonlailor do guerra,
hospil.ies militares. Este
o tima p age gratificarlo e
para a Europa i titulo co cs-
militara.
immissio que elxon vaga
ego Macedo esl ireenchida, ou ;oar-
'ellevollar di sna pregrinacao,
l abolida.
orpo de nade do eierciio fui
~ ufflfeltnte de facultativos
ilre into algumas capi-
rirargiOes, e elles farendo
onlevido, do Hio
, t 9. Exc. n eessa
ecclcsiaslica do eierciio
'to de capeaes. S. Exc.
los cipellls, sendo no-
que ha corpos sem ca-
ita e fortalezas, insignifi-
bem a aUenro de S. Exc. para
la de urna iite Cira. Sao seria
Dixern-
rousas ht ain-
nnish'c, ertl qte S. Exc.
i se forrar ao ip-alice Irabailio de
naioi pode sei muile ha-
-o prumoOes, etc.,
^Ussrmaioi.
Rff
_ lomar a*
ai por hoja.
da guerra
!uo ;ha-
|ueo Sr. jre-
e maei a*provken-
ouvirei
. -------- *"~.va utiaBllin MOV Wlf
siflirou acnao a primeira das questes que. o Sr.
Pedro Ferreira de Oliveira devia tratar com o go-
verno do Paraguay ; n;1o se referi aos factos pos-
OSr.Perraz:O desenlace j er sabido.
O Sr, Ml-iitlro da Marinha:O meo illuslre
collega'o Sr. ministro dos negocios estrangeiros sus-
tenlou.' como en sustento, e como sustenlarAo lodos
aquellos quo nao esliverem em opposijao ao minis-
terio, qoe na Milucao deasa queslao o Sr. Pedro Fer-
reira ils Oliveira se houve como devia. (potado.)
O fir. farra;:Nao, nao. ,
OSr. Ministro da Marinha: Elle bteve do go-
veriiosparaguavo urna satisfcelo honrosa para o im-
perio jelo aggravo que nos havia sido feito na-pee-
soa tp encirregadode negocios do Brazil.{Anotados)
O Sr. fierros:Nao, nao.
O Sr. Ministro da Marinha:O nobra depotado
peu; Tliversaraente, mas conceda-me lambem o di-
reil<,de pensar que essa questao foi resolvida de um
modo honroso, que nao podiu se-lo de um modo
mais honroso. {Apoiado.)
O Sr. Ptrraz:Nao senhor.
O St. Ministro da Marinha:O nobre depnlado
disse que o meu hunradu collega o Sr. ministro dos
negocios estr,iu;eirosA3fiaa>seaurao'oa cmara dot
Srs. deputados que o vlenipoteneiarh brasileiro
proceder em turto confirme a letra espirito dai
suas instruccoe.1. Esta prepostero he verdadeira se
o nobre depulado' a applica'a queslao de que tralou
o meu honrado collega ; he porcm inexacta se <
nohre depulado quer applica-la a fados posteriores,
ai respeito dos qnaes o meu honrado'collega nada
disse nem podia dizer, a respeilo dos qua'es, pelo
conlrario, declarou que o governo nao linha anda
jiiformaces officiaes.
O Sr. Perras :Iuimediataraente que o Sr. Pe-
dro Ferreira lif ntrou ficou de raflea amarradas
nao podia fazer nada.
p Sr. Ministro da Marinha : Creio portnlo
qne as proposites do nohre depulado nao sao fun-
dadas, que as suas increpacOcs ao ministerio sao pro
maluras e assaz injustas, porque o governo lem pro-
cedido coma lhe piescreviam os deveres de sua po-
sioao, em hada, tam prajudieado'os inleresses e a dig-
nidade d imperio. (Apoiadot.)
Quae sao os actos que polem justificar a propo-
sicAo do nobre depulado, quando disse que o minis-
terio lem rebaixado o crdito du imperio no con-
ceilo dos estados tlsinhos, dos oslados do Rio da
- Prala
as compras do arsenal de O Sr. Perraz :-Sao todos esses que eu aponlei.
;uos relos escandalosos que se
de guerra. ) nao Invidoa cirre-
"liosidadesqu em onsequeuciada
apreseiiar;io desses fados nesta casa pudessem reca-
lieca.
i^^^^^^^^bfabirts cnnniiam, pro-
^^^^Hraoc nao dos hrimens.
^^^B> atacar os membros
Hnislriitivo iu arsenal do gocr-
reconheco ; alien sim a ins-
arecii ter defeilos que o
ir, para q le baja verda-
devolver, na poroso clesse Qslenlarno dos direilos do imperio com toda a effica-
Ixc? N,d, Das protineias-e aitg^iSS^ *"*"*"* U'"V"
lambem dos generooqo da c6ri. lhe vao, ,2 o-Ul ^aSLvarte.
..ante impoltico que se remeltam yze, ^-SoiimtoftT
aproviBdasob- A disoussilo ,;a adiad, pela hora. Designan a
,..:aque6.,r.a "IrdT "" *" ^"^ "-a 3 "" -
enlidade que lem
15 nananha elatono da reprtirao dt> no9odot da justira
Houva na Babia urna ridicula desordem motiva-
da pela pintara 8o panno do thealro publico.
ltimamente na din provincia n juiz municipal
do terne da Barra do Rio das Contas, Jesuino Ri-
beiro da Silva, ncornpanhado pelo leaente coronel
Jos Antonio de Souza, commetteu urna sedicjla
conlra o juiz de dirtilo interino cuja autorldade Dio
quiz reconlieaar, por considerar milla a suspensla
ea pronuncia decretadas contra elle pelo dito ma-
gistrado. A presenta do juiz da dlreilo affecllvo o
Or. Ileuvaouio Augusto da Magalhaes Taques, qoe
ae transporto para aquelle lugar por ordem do pre-
sidente, resltrinleceu a ordem publica efez cessar a
agllaco que all reinata.
Na villa do Porto CalTO (provincia das Alagoas )
villa Bella e Ouricury ( provincia de Pernambvco )
e cidado do Ass ( provincia do Ra Grande do Nor-
.te ) foram as cadeias arrombadas, e dellas fugiram
ou fajam lirados os presos que ahi eslavam.
Na capilal da provincia da Parah'iba, das 10 para
11 horas do da 31 de marco paasado.os presos da ca-
deia com arrojo ioqoalificavel leillaram evadir-se,
acorameaendo e aggredindo a guarda, ti una
aquella prisao cerca de duzentos presos, e enlre
elles muilos faccinorosos e alguna condemnados
pena ultima. Feriram gravemente um soldado que
eslava de sentioella porta da prisao, e mularam
oulro que tenlou embargar o paseo a Ires que lo-
graran sabir da cadeia. resistencia quo oppo-
aeram dous presos, aos esforcos de quanlos uceudi-
raro, a acertadas providencias tomadas prompla-
menle pelo presidente da provincia e chefe de po-
lica, deve-se o ler abortado este plano de evasao.
O Ires presos que conseguiram fugr foram lago
capturados.
Em (Joyaz o juiz do direilo do Porto Imperial
Anlonio Iluarle de Novaos, foi assassinado na via-
gero que fazia da villa da Conceicao. para Nalivida-
do Tinha esta magistrado grandes o numerosas
inimsades ; conlra elle eslava indisposl.i a mor par-
le da pppalacaa, sendo qu, per essa motivo, aluda
nao foi possivel deeeobrir o autor 3o assassioalo.
Em razMdo queixos dirigidas ao governo impe-
rial, o a vista da representado do presidente da
provincia, ja linhtm sida expedidos, ouvldo o con.
sclho de estado, os decretos de suspensao e remojao
delle, quando constan a sua morte.
Foram lamiiem victimas do piraba! de assassinos
um inspector de qunrleirao e um oscrivao do sub-
delegado na provincia do Cear, oulro inspector de
quarteirao no Rio Grande do Norte, um subdelega-
do na Bahia.
Nesta corte foi ferido um inspeclnr de quarlcirilo.
Em Santa Catharina, alguna habitanles da villa
de S. Miguel cercaram a cnsa do Parodio, e o obri-
garam a doixar a freguezia : era esle parodio en-
commendado e nao colindo, eslava ja suspenso
pelo viuario eral e linlia-se tornado iosuppvrlavel
ao novo pelo'seu desregrado procediuicitlo.
Na provincia do Rio de Janeiro tenlaram suhle-
var-se os colonos da fazenda Marlitn Garda, sita
no lermu de Paral). As providencias que a pre-
sidencia lomou, e o auxilio prompto prestado pelo
governo imperial revocaran aquetles colonos a obe-
diencia o ao Irabalho : assm lambem a prudencia
e generosidade dos propietarios, auxiliados pela au-
toridade, tem prevenido, ou feito cessar a subleva-
cao do Outras colonias do Rio de Janeiro e 5. Paulo,
Stguranra individual.
X) quadro dos crimes perpetrados em o anno de
1831 ho anda rr^s avullado que o de 1833.
Consta dos m*ppas e participarles existentes na
secretarla qua houve no anuo prximo paseado :
Homicidios 734
Tentativas do homicidio. 17
Ferimenlos graves. 418
Resistencias. 60
Tirada de presos. 30
Roubos.' 65
Os homicidios sao repartidos pelas provincias
desto modo:
.Minas I,eraos. 153
Pernarojtuco. 96
Bahia. 94
S. Paulo. 54
Patahiba. 5i
.Rio Grande do Sul. 50
' Rio de Janeiro. i$
Maranhao. 36
Alagdas. _, 33
Coani. 21.
Piauhy. 16
Rio Grande do Norte. 16
Goyaz. 9
Sergipe. g_ *
Mallo-Grosso. -~-^8
Paran. s
Corte. 8
Sania Catharina. ~ 8
Espirito Sanio. 6
Para. 2
Amazanas. i
depulado que o governo imperial enconlrou da par-
le dos governos dosles estados toda a eslima e consi-
dcracaoquolheeram devidas? Quaes foram as dif-
ficuldadcs postas i passagem da nossa expedirlo ?
Quaes foram as hostilidades que recebemos da parte
desses governos Qual fui a parcialidado que elles
mostraram a respeito do Paraguay
** *"" f""1'"' :Ficamos desmoralisados ; per-
demos toda a forja moral qne tnharaos nesses esta-
dos.
O Sr. MaiaWo da Marinha :Pere-roa o no-
bre depittado qoe lhe eu diga que,aem qoerar, esl
aventurando proposites que podara ser nociva ao
paiz. (Apoiadoi.)
Se o Sr. Pedro Ferreira de Oliveira
presentado a astembld geral legislativa, ..
segunda sessuo da noca legislatura pelo respec-
tivo ministro, e secretario de estado /os Tho-
maz Sabuco de Araufo.
Augustos dignissimos sonhores representantes da
Bacilo.Cuoapro pela segunda vez o dever ,,. a
lei me impoe de apresentar-vos o rclalorio dos ne-
depotado gocios da juslica eeedesiasticos.
Hh quando lisse -. an,. .
^ TranquilHdade publica.
ro. Em nciilitjma parle do imperio ella foi alterada
purque se nao pode ter como alleraco da Iren-
Jr00' qniliidadcpuulicaumooodlro fado solado sem
IIWIkMJ caradere alcance poltico.
icorapatvel Eiilieanlo alguos crimes lloave que pelo' alarma
ssode.iro- que causaram e letarao com a ordem publica devem
rasaniadase liras ser aqui referidos,
aven, mas uuoheneces- ...,,. ,
Uro da U novumbro do anno prximo passado,
lia datotninis- ajipareccuna cidade do Recife um motim popular
i occasionado pela rfTl bavida enlre o porlugoez Joa-
''o quirn Francisco .le Aaevedo i.ima, eo pardo Joa-
quimJosc de Santa Anna : era n motim dirigido
contra porluguezes porqoe Jaquel la rixa tiraram
ranilo preiexl os iHrmigos da ordem publica para aasa-
< nharem a gente inconsiderada e predisposla para a
desordem e para oovidad : com as providencias da-
das pelo presidente acalmaram os espirilos.
Na mesma cidade em -22 de dezembro m cade
lesegnidopor dous soldados de Infantara tentn
r e plebe coulra os portugneies ; este inlentd
minoso nao teie resttlladb pela altllude enrgica
aoi llluslreslda aulorhlad.
734
A difTerenr i contra o anno de 1834-, comparado
csse anno com o de 1853, he a seguale :
Homicidios. 281
Tentativas di morte. 52
Ferimenlos, 300
Resistencias. 8
Roubos. 4o
Releva observar que ha urna nolavel dlfitjrenc,a
em favor do anno do 1851,quanto tirada de pre-
sos, quo se ctevou em 185:1 a48a ficou red-
aida a20 no anno prximo paasado.
Assim e confrmeos relatnos respeclraja (Orara
os homicidios.
Em 1832. 3l2
1853. 4.53
1854. 734
Nao he preciso dizer-vos que bom longe anda es-
la riatiaclidao a omina dos crimeseommeltidos em
1834.
He forra presumir que o seu numero foi maior
do que dizem os mappas e parlicipacOes, visto como
de algumas provincias nao vieram todos os mappa,
e muilos crimes ha que ficam occllos e nao che-
gam o conhecimentoda polica e da juslica.
Reprodiiro o que disse no relalorio passado a res-
peito da progressao espantosa dos crimes, que cons-
tara dos mappas d polica rtoj annos de 1852, 1853
e 1854 o he que essa elevadlo a bem pode sor de-
vida i exaclidao orogressiva dos dados estatistlcos os
quaes cada da vao nielhorando. Assim que o aug-
mento progresivo da somma dos crimes no he con-
tri a moralidade do povo Brasileiro, se nao a favor
da aatorlade que se vai lomando mH desvelada,
activa e enrgica na pesquisa deltcs e prisSo dos cri-
minosos.
Insisto linda mais, e ameslrado pela experiencia
da administraco, na necessidade de augmentar a
represado como um dos meis majs tfficaze para Ta-
zercotsar esle.estado de causas, que n8o he peior
que o dos annos anlerjores, mas esl pBlo menos
mais verificado e condecido.
Enlre os homicidios cuja somma vos referi, se
comprehendem : /
l*arricidio ]
Fratricidios 5
Morios perpetradas por maridos em suas mu-
lliercs u to
Mories de senhores commellidas por seos es-
cravos -
Martes de lilhos menores cnmraeltida s pelas
imiis 10
Morios de maridos commellidas por suas mu-
Iheres 3
Cabe aqu referir-vos lambem alguns crimes que
por sua atrncidade e cirumstoncias exlraordinaras
nao podem deixar de ser oeste lugar mencionados.
A escolla do inspector de quarteirao da Malta,
(Periiambiico) que diligenciava a prisao de dous cr-
minososj mala a um menor quo volla da cara.
A mdllier do Manoel da Silva Ferreira e o lillio
desle dao em seu cadver tres punlialadas e um
Un.
Na Babia, urna escrava envenena onze pc.-soas da
famiujdo senhor.
Josepha Mara de Jess he espancada por ordem
do delegado de Toaros (provincia do Rio Grande
do Norle.)
No Piaubj, umaotdado do mel batalhao desla
provincia assassiua com selo baioneladas a um me-
nor.
Oulro do mesmo corpa commetle um a com o fim de rbubar.
Na provideia do Car Joaquim Jos de Sanl'An-
ua eommett estetnro em urna filba.
No rio Parahiba, em Campos, enentroa-se om
caxSo fechado conlendo um cadver de mlher,
Por este iinslerio pronielten-ae o premio de
1:0000000 ra. a quem deioobriata o autor desle
crime.
Em S, Paulo, Frandaeo BlmOtt taaassina sua
mullier, sua ora dous fllhos. 0 presdeme julga
que este homem eslava alienado.
Auna Carolina Xavier assassiua a doui menores
e Jepois soiolda-se.
No Bio Grande do Sol, o escravo Patio, assassi-
na a seu sinhor, senhora e urna Olhr.
A parda Ludovina, escrava, assassiua quatro 11-
Ihos menores.
Concluir! esle artigo dando-vns cenia das ex-
cursOea e invasSes deludios occorridaaj no anno de
1834.
Em Goyaz apparecernro os canoeiros em um silio
da povoacao de Agua Quante e fizeram qualco vic-
timas,
Sahiram alguns ludios na vizinhanca da colonia
estabelecida era S. Francisco, provincia da Santa
Catharina, e colonos fugiram aterrados de suas
habilacjoes.
Em' Matlo-Grosso, diversos Indio Cordados as-
sassnaram a Jos de Arroda FalcSo.
No Maradhflo, receando-se a aggressSo dos Indios
Gamellas e Mallciros, formoo-se orna bandeira ao
mando de Manoel Rodrigues de Mello Ucha para
cunle-los, a qual leve um encontr com os Indios de
que resultara a morle de cinco desles, e o ferimen-
lo de um paisano.
Foram aprisionados seis Iadios, onze Indias e de-
zesele Colomins, um prelo o urna prola.
Na mesma provincia, os Indios Cavies eoramet-
teram diiTerentes assatsloalos as fazendas da Bala-
Iba, Bacori e Capim de Cheiro.
Na provincia do Paran foi alteada por m man-
gote de Indios, om a nolle do 3 para 4 de feverei-'
ro passado, a fazenda do capiao Hermogenes Car-
neiro Lobo Ferreira, situada no dlstiido da povoa-
cao das Palma. Ueste acommeiiimento resullaram
a morios de um eaeravo do dito rapilo, de 11 m In-
dio manso que morava na fazenda, e do cacique dos
ludios aggrrssorcs.
Em Guarapaava, na mesma provincia, foi ataca-
da a fazenda de Francisco Pereira da Rocha Loores por alguns Indios bravios, com o intuito de assaa-
linarem os poocos escravo que all linha o dono da
fazenda e do saquearem-na. Os escravo fizeram de
cidida fesislencia, e do ataque resulten a morte de
dous ou tres Indios.
MOEDA FALSA.
Por bem combinados esforcos do chefe de policia
da provincia da Bahia, na busca que se den em ca-
sa de Luit Gonzaga de Campos, fea-se a 'apprehen-
sSo de algumas mnedas de prata, duas de 209 rs. de
ouro de doz quilates, algumas de prala com o cu-
nti de 208 rs., chapas de metal para serem cunha-
das. a difierentes instrumentos proprios para o fa-
brico de moeda. Deu-se segund basca na mesma
casa e outros iMrumenlot se enconlraram igual-
mente suspaltos.
Por essa oceasiao, no convento do Carmo da refe-
rida cidade, onda eslava residindo n francez Car-
los Anlonio Viard, que se inculc.-iva l)r. em medici-
na, fez-se apprehensao em diversos objedos que po-
deriam ser applicadosao fabrico de moeda, sendo
ese Fraucez auspeito policia por inleressado en-
volvido no referido crime.
Ouando essas buscas se davam na capital, outras
simultneamente eram execuladaspa tilia de Sanio
Anlonio e na cidade da Cachodra. Ah foram va-
rejadas diversas casas suspeilas, em urna das quaes
se fez apprel.ensfio de um masao de olas em nu-
mero de duzenlas e vinle e ele, alguns papis com
relajees e assenlos que induzem suspeita, e nns fras-
cos de lquidos.
Na Caclmeira, em casa de>Innoceqcio Jos Perei-
ra, enconlraram-se algumas moedas de 209000, 10
e 28000 rs., e diversas porluguezas de menor valor.
Aprehenderam-se lambem varios quadrados de
ferro destinados para a abertura de eunhos.
Oulrosim, a policia da corte fea urna descoberla
de moeda falsa, apprehendendo em resoltado algu-
mas moedas de 29000, 19000 e 500 r.. cuohadas
em metal branco o imperfeilas por nao terem oa fa-
bricantes os instrumentos preciaos. Foram presos
Antonio Moreira Biapo, Manoel Jos de Souza No-
nes e Jos Antonio Ribeiro da Fonaeca.
ltimamente, em 31 de marco, ro detcoberta na
Bahia urna fabrica de falsificar papis de banco e
outros eslabejecimentos de crdito. Apprehendeo-
se a machina, e fo pri > Jos Anlonio de Freilas
Goedes, qoe ja cumprio senleoca cm Fernando por
crime de moeda falsa.
Alm desle foram tambem presos Miguel de Al-
meida Pennae J080 Ferreira de Mallos, porsus-
pcitos.
Oulras diligencias se tm execotado de menor im-
portancia, as quaes todava atiestan a vigilancia e
ztjbi da policia.
Ogoveruo deSj.M. Fideljfsfma adherio recla-
macao do governo imperial, adoptando em commum
as disposicoes neeessarlas paria a repressao e puni-
co dssa industria funesln criminosa : pelo mi-
nisterio dos negocios estrangeiros vos ser, a presen-
talla a convenci Celebrada em 12 de Janeiro pr-
ximo passado enlre o governo portuguei e o nosio
plenipoleuciario, a qual lem de ser submellida
approvacao legislativa na parte competente e ratifi-
cada pelos dous governos.
TRAFICO DE AFRICANOS.
Depoit do ultimo relalorio nenhum deiembarque
de africanos leve lugar em ponto algum da Cosa do
Brasil.
Continua entretanto b vigilancia do governo,
maniendo om cruzeiro constante em diversas para-
gene, activando o zelo dos seus agentes as provin-
cias, para que as autoridades subalternas nao res-
frien na adividade que al agora lem desenvol-
vido.
A opiniao pnblica est bem decidida contra o tra-
fico ; os capitaes moslram diverta tendencia,
o interesse particular .so encaminha para a co-
lonisacao, sendo ajudado neslo empenho pelos po-
deres supremos e pelas assemblas provinciaes. Nao
he licito porm Confiar 11a completa extincrao des-
ee commercio brbaro e repugnante com a civilisa-
580 ; cumpre ao contrario prevlnir a aventura, da
algum traficante temerario
Depois do decreto n. 1303 de 28 de dezembro de
1853, lem-se concedido carias de emanciparao a
211 africanos livre, cujos servicos havlatealdo ar-
rematados por particulares. A alguns tem o governo
designado as provincias do Paran e do Amazonas
para residencia.
ADMINISTRACAO DA JUSTIC4
Por virtude da autorisacao conferida .10 goveroo
pela lei n.604 de 3 de julho de 1851 foi organiza-
do e approvado por decreto 0. 4B9 de 3 de marco
do corrente o novo/egolamento das cusas, o qual
est em execucjlo, sujeilo porcm a vossa approva-
cjao, conforme a dita autorisacao.
Pode ser que esse traballio nao seja perfeito, mas
tem por si a madureza com qua foi elaborado, a
aolordade dos homens pralicos que o confeccioitl-
ram dos disllnclosjurisconsullos sobro elle onvidos
e finalmente dos reepeilaveis conselheiros d6 estado
que compoem a seccao de justija, sendo sobre este
negocio relator o visconde de Uruguay, cujo pare-
cer luminoso, como sao todasf as suas obras, acha-
ris enlre os annexos.
Pelo decreto n. 1572 de 7 de marco do crranle
seileclaroo sob resoluto de consulta como deviam
proceder os presdanles dos Iribtnaes e juizes qun-
lo i suspensao correccional dos tabelliaes e cscri-
vaes que petante elles serven.
Pelo decreto 11. 1374 da mesma 'data tambem se
declaren qoe sobre malaria de competencia ha ag-
gravo de petic.no ou instrumento, ainda que as cau-
sas caibam na aleada, tejam as decisOes proferidas
por quaesquer juizos. Sem esle correctivo as ju-
risdiccoes seriam iuvertidas, e as aleadas fcilmente
illndidas : e decreto nao fez nutra cousa senno man-
ter o por em vigor a disposieflo na legislacao apio*
rior, resiarada pola lei de 3 de dezembro de 1841,
arl. 120.
O decreto 1406 do n. 3 de junho de 1854 declarou
de nenhum effelo e implicilameble revogado pela lei
de 13 de novembro de 1841, qde creou o consetho de
estado, o deelo de 19 de fevereiro da M38, queen-
carregara s rslacOes o conhecimento dos recursos
a cora pelos abusos das autoridades ecclesiastcas.
Era urna anomala que essa jurisdiccao fosse ao
mesmo lempo administralva e jdiciaria, que com.
petisse simultneamente ao conaelho de catado e as
relarcs: dahi, como coosequencia, os eonflictos e a
anarcliia.
Offieios dejusItca.O raappa annexo, demons-
trando quaes os oicios de tabelliaes e escrivaes exis-
tente! em todos os termos do imperio, bao esti ain-
da completo rior il3o terem viudo d algumas pro-
vincias as informacos exigidas pelas circulares de
29 de otnbro de 1853, 16 de maio, 12 de jolho e
28 de oolubro do 1854. Competindo ao governo
imperial o provimeulo desses ofHciss, era indis-
pensavel qoe na secretaria respectiva constassem
qual o seu numero, nalareza, allribuicOes e leis
que os eraaram : esle fim est em grande parto con-
seguido, e o aera complelamenle at a dala do fu-
turo relalorio.
Como consequsncia da creacao de um termo se
consjdaranMpto fucto creados e legtimos os offlcios
vitalicios da curadores geraes, depositarios, partido-
res, distribuidores, contadores, avaliadores c solici-
tadores. Estes offlcios erara requeridos e prvidos, e
asalm em cada termo exislia um grande numero de
paqueos entregados de juslica que, medante esse
Ululo, vexavam o povo para extorquir-lhe os meio
de subsistencia que nao liravam leglimaraenle dos
offlcios, que nada podam render, sendo poucas 00
nenhumas as demandas nesaes lugarejos. As circu-
lares de 19 e 31 de outubro de 1854, fundadas em
resolucOes de consulla, declararam terminantemente
que esses offlcios vitalicios s eram legtimos e exis-
tentes nos termos em qu por lei exprssa estives-
sem ou fossem creados ; determinaram como as soas
altribuicBes seriam precnchidas e suppridas nos ler
raos em quoOnan exislissem esses offlcios vitalicios ;
como e a quaes autoridades compelera o provimen-
to temporario dos offlcios de solicitador, curador ge-
ral, avaliadores e depositarios, etc. As referidas
circulares constam dos annexos.
Justiea eitil.O primeiro passo para a reforma
da legislacao civil era, como vos disse no passado
rda(orio, emprehender os Irabalhos preparatorios
dessa idea imprtanle, que ser um Ululo de glo-
ria para o legislador que houverde realisa-la. Nes-
tas vistas, e para predispor os elementos do cdigo
civil brasileiro, encarregoei ao Dr. Augusto Teixtira
de Freilas, medanle o contrato que vem enlre os
annexos, 1., de colligir e classiflcaf a legislacao do
Brasil ; 2., de separar e consolidar a legislarlo ci-
vil, mostrando ,o animo estado dalla. O juriscon-
sulto que desle Irabalho esl incumbido, tero a ca-
pacidad?, experiencia e dedicara, neeessarias para
criuoal, divergi
sella qua por parte do presidente della
Resta agora completar a obra, aulorisar ao gover-
no para contratar com ama pessoa, on cumraia-
s.lo a organisacao do projecto do cdigo civil, me-
diante o premio, privilegio e coudicOes correspon-
dentes importancia desle Irabalho, que nao pode
deixar de ser elusivo e incompalivel |com oolra
profiaso.
A codificarlo das leis lie a idea que qoasi todas
as narnes lem exc colado, ou vao preparando ; he a
ordem que substitue aoarchia, rnnfusao e ar-
bitrio, he a realisacao de urna promessa consignada
no art. 179 18 da consliloico.
Ainda que nada de novo se eslabelecesse, bas.
taria qoe encorporassenlos o que temos, o qoe ha
ajpsiume, o que he pralica, para qoe fizessemot ao
paz um servico benemrita, por que sobre tudo im-
porta muito que as leis estrjam ao alcance de to-
dos, nao dispersas, desconhecides e substituidas pelo
arbitrio.
Eslo organisados os mappas de juslica civil', e
no auno fuluro he possivel que a eslatislica res-
pectiva figure nos relatnos da repartirlo da jus-
lica.
Pelo decreto o. 1405 de 3 de julho de 1854, qoe
liaixou sobre resolucao de consulla da seccao de
juslica do oonselho de estado, se declarou o re-
nlo que compete ao lestamenteiro quando iio
he herdeiro ou legatario, como, e at quanto
deve ser arbitrado qaarudo deduzido da (ere ou da
heranca.
PelaKlrcular de 27 de abril do nnno correla,
expedida da conformidade com a resolucao impe-
rial de 21 do mesmo mez, lomada sobre consulta da
seccao de juslica do conaelho de estado, se delermi-
nou que emquanto por lei se nao providenciarse, e
salvas as leis provinciaes anteriores olerprelacao
do aclo addiciorial nao derogadas expressamenle,
ae manlivease o coslumc de serena oa fabriqueiros
das malrizes nomeadoa pelos bspos, prestando el-
les conlas perante o juizo de eapellas, valo como
1 jurisdiccao eclesistica esl redozida a causas es-
pirjlaaes. .
Nao he possivel porem que esle estado de cousas
continu, urge urna providencia legislativa que au-
torise ao governo para organisar o regular as fabri-
cas sob a direccao mixta do poder eccleeiaslco e ci-
vil que sao inleressado?. este pela nalureza lempo-
ral dos bens, prolecco e direilo de inspeco^ariuel-
le em raao da applicacao pa e destino plgioso do9
bens. A raeiina lei ouccuafeij. eesa' antorisacao.
reclamada pelo bem da igreja e "filado, deev re-
vogar expressamenle as leis das' hblas provio-
caos, que sobro esla materia com afnifesta incom-
petencia leem legislado. l^Batasjss
A provedoria de eapellas e resijfrwaaaal aw tam-
bem com urgencia algumas Reformas essen caos,
priiicipalnicnle quanto jurisdiccao adiniuislrati-
raeios indispeusaveis para o seu exercicio, ella uno
pode prcencher a missao que lem, a qual nao ha
someole do interesse privado, se ao tambem respec-
tiva causa pnblica ; nao leudo execogp aa ulti-
mas vnntades, nao he possivel tambera que se veri-
fiquem os residuos, os commiasos e as dewfccCes
a bem do Ihesouro publico : rria por conseqoen-
cia necesjaTio que autorisasseis ao governo para
organisar e regular s provedorias de eapellas e re-
siduos. -V
Justiea commercial.Vot dcrelo do l.o do car-
renle foi exercida a ulorissrio qne ao governo im-
perial conferiste* pela lei n. 799 de 16 desetembro
do anno passado, para organisar o regiment ne-
cessario A sua execuran. Em o 1. de julho pro-
imo fuluro comecaram os (ribuuaes do commercio
o excrcer a jurisdiccao que Ihes compele de jolgaf
as causas commerciaes em 2.1 instancia.
O decreto n. 1487 de 13 de dezembro de 1854
declarou que as sociedades iticommandila nao po-
dem dividir seu capital em acnies, e mandn qu
ficassem de nenhum effeito os registros dos instru-
mentos de contratos das sociedades existentes qae
no referido caso se arhassem. Perante vos, em urna
das cmaras, manifeslou o governo imperial suk
opiuio e inlenco a respeilo desla imprtanle ques-
lao, cuja soluro nao podia ser differida pira maiJ
tarde 'sem desmoralisacao d sua autoridade e pre-
juizo dos inleresses ou direilos adquiridos pela Irans-
ferencia das acedes.
Por decreto n. 1373 de 17 de marro de 1855
foi elevado a 14 o numero do correlores de fundos
pblicos da praca da capital do imperio, e a 12 os
de mercadorias. Esse decreto se fundn em repre-
sentarSo do tribunal do commerdo.
Tao iacompletos o defectivos foram os dados es-
lalrsticos fornerdos pelos Iribunaes do commercio
a respeilo do auno de 1854, que m nao foi possi-
vel orgahisra om irabalho digno de vos ser apresen-
lado : com a nova e especial organisaco da juris-
diccao commercal, e mediante os novos mappas que
mandei organisar, a eslatislica Commercal oceupar
as paginas do relalorio fnturo.
Juslica criminal.Foi este foro dolado de um
grande meltloramenlo com o formulario do proces-
so da formaco da culpa e jalgamenlo do jury : ap-
provado pe'.o aviso de 23 esse formulario, acompanhade de ohservarocs ten-
dentes a illustra-lo e justjnca-!o, lie obra, arfen
ver, de graude mrito, e qu moito honra aos juris-
consultos que sob a presidencia do consclbeiro Jos
Antonio Pmenla Bueno eompozmrn a commissao
que o organisou. Em (estemunho d verdade devo
declarar, sob informaran do dito consclliciro, que
coittribuir.ini principalmente para esse trabalho'os
Drs. Agoslinho Marques Perdigao Malbeiros e Ma-
noel Elisiario de Castro Menezes, sendo aquelle
relator na parle da forni.-n-ao da culpa, e esle na par-
te relativa du jury. Qualquer que seja o defeilo desse
Irabalho, ello lem o mcrilo da clareza, a vanlagem
de conseguir a pralica seguida no foro da corte,
fundada as decises do governo imperial, e ares-
tos dos Iribunaes, compilados com. zelo e exac-
lidao.
A grande ulilidade dn formulario he a uniformi-
dade da execucao c da jurisprudencia, c se fnr ella
conseguida, bcra escusa veis sao os seus defeilos,
bem compensados -os pequeos inconvenientes*quc
houver.
Pelo decieto n. 14-58 de 14 de oolubro de 1854
foi regulado u modo porque devem ser instruidas e
prsenles ao poder moderador as pelicoas de grata,
nos casos de pena capitel, e oulro sim, por ello se
determino a forma porque se bao de julgar confor-
mes com a culpa, a amnista, commulacao c perdo
das penas.
A commissao Horneada pelo aviso de 9 de feverei-
ro de 1851, para organisar a tabella do prognoslico
dos ferimenlosqualificados pelo art. 205 do cdigo
no resultado de seus Irabalhos,
foi apre-
sentada urna tabella e pelos da mais membros ou-
tra diversa. Depende do ealudo o consulta de
oulros mdicos a deiso da preferencia de qualquer
dallas.
lala Bubmettfdo a Vossa eons.idorac.ao e decisao
orna imporlania queslao a respailo da tompalencll
dosjuizea de direilo, para julgarem o crime de mor-
le :orometlido por eieravea as fronleiras. Em
vsli das duvdat que pretenco do governo impe-
rial subiram eonlra e a favor da dita competencia,
Toi onaultada a seccao de juslica do conselho de
ntado sobre oasegulnies queailos : 1., se a le de
10 1 a junho d 1835 esl implirilamonle revogoda
pela le n. 562 de 2 de julho de 1850, quanto aos
crimes eommeltidos por tscravos as fronleiras, e
aepor consequencia compele ao jury ou ao juiz de
direilo o julgamento desses crimes : 2., se, com-
peliodo aosjuizes de direilo, subsiste todava a dia-
posicAo da dita lei de 10 de junho, que nega aos ca-
ers, os condemnados quaesquer recursos.
A seccao de juslica, sendo relator o visconde de
Ururuay, foi de parecer; 1.1, qua a lei de 2 de ju-
lho de 1850 revogob a de 10 dejonho de 1835, e
por -onsequencia compele ao juir municipal pro-
csala* at a pronuncia, e ao juiz de direilo julgar os
homicidios commellidas por eacravos nos munici-
pios das fronleiras do imperio: 2', qoe a dispoe-
cao da lei de 10 de junho de 1835, negando os re-
curses, suppoe o julgamento pelo jury ; qne easa
disprsic.io nao be por coosequencia applicavel ao
julgamento dos juizes de direilo, dos quaes ha
reurso sem eacepcSo alguma, conforme a lei de
2 de jolho de 1850, pela qoal esse julgamento se
rege-
Consullado o conselho de eslado sobre este objeclo
lano mais importante quanto versa sobre jurisdic-
Co em molera penal, a maioria composU de seis
consulhciros-de eslado opinou em favor do parecer da
secca; a minora que erade quatro pronunciou-se em
contrario : dos qne pertenciam n maioria e minora
algui a foram de voto, que a queslao fosse submellida
a corpa leaeslalivo, e assim fo a resoloco imperial
sobre a consulla do conselho de estado, a qual cons-
ta dos annexos, e contem aa razOea en que ae fou-
daya a seccao de juslica e o conselho da estado.
Adiptando osyalema das prisOes como indico na
parle respectiva, a consequencia sari a revisa do
cdigo criminal qoanlo maneira como se hao de
'rapoi e cumprir as penas.
Ln-adisposirao he altamente reclamada polos prin*
cjpios mais comesinhos do direilo criminal. Convem,
onforme he pelo cdigo penal francez, a distinecao
du homicidio e ferimenlos involuntarios, ou que pro-
ceden de imprudencia, negligencia, ou infraccie
dos re -ulamenlos. Como punir com ti mesma pena
c equiparar na imputacAo ou crimiualidade aquelle
que mata com conhecimento do mal e inlenco de o
pralicnr, e aquelle que sem dolo coinmelteu a mor-
te indirectamente, como consequencia do fado qua
prnlicou '! Assim que,
ou nao sao punidos
pela di sproporr.lo da pena, ou sao considerados crl-
muosos e homicidasqs coebeiros que, por impru-
dencia ou negliganda na direccao dos cavatios, dao
causa 11 morte daquelle que se faz encontradico. He
preciso que estes factos, verificada a culpa, provada
a impiudencia ou negligencia, sejam ponidos, nao
com a ,ana imposta ao homicidio voluntario, senao
com octra menas severa proporcional.
Eitalistka criminal.Tenhn a hunra de a presen-
lar-voa o mappa dos crimes julgadospolo jury noset,-
lennio de 1848 a 1853.
He do anno de 1848 qoe os nosaos mappas eslalisl-
cot comecaram a ser progressivaraenle mais exactos
e regul ires : considero por consequencia o anno de
1848 como o ponto de partida da nosaa eslalislica
criminal.
Nao le seno pela comparacao de mditos annos,
quaudo sao elles idnticos em condires e nao di-
versos |>or algama circumstancia exlraordinaria, qu
ae pade chegar n orna appreciacAo estalialica, a' nm
resallac'o positivo e provavel : assim que me pare-
cen conveniente accumular o resultado desses anno
e irei por dianle no relalorio de eada asno repro-
dozindo esse resultado, accresceolandn a elle o do
anno snguinle.
O anno antecedente ao relatorip, por incompleto,
em razio do espaco insuflk-ienlc para a remessa das
informcoes, constar de va mappa separado.
O relitorio de 1854 Wzia o mappa do quoquen-
nio de 1848 a 1852.a em separado o de 1853 ainda
incompleto.
Esle rotatorio vos apresadla o mapri* de 1848 a
1853, e Ira* em separado o de 34, quo em 1856 se
accrescaiilar-ao do sextennio, viudo em separado o
da to55.
Convem repetir o resultado dos anuos anteriores
pnraperfeicoa-Io nao s com as informaces, que
a respeilo de cada um vao cliegando o ato exigiaaa,
senao tambem cora os julgamentos quo tem lugar
va : destituida deaccao por falla deagentes, e dos uos,aj]iJi<.iBnls^ooiisUnles dos mappas snpple-
tarios. No mappa de U4, como delie consta ha
julgameiilos de crimas commellidos cn> 1842.
Resultado mappa do sexteonio, 1 que feram.com-
meltidos e jolgados nos annos de 1818 a 1853.....
6,632 crimas, a saber.!
* Commellidos. Julgados.
Em 1848 1,266 595
s 18491,346 J86
a 18501,498 1,153
1851 1,024 1,261
A 1852 933 803
** 1853 533 569
2o Qut entro esses crimes se comprehendem 2,032
homicidios.
3 Que os 6,632 crimes do [sexlennio de 1848 n
1833 forem oemmellidos por f>,479 reos, sendo que
houve rit qw commsleram mais de un crime.
-I Qut dos 6632 crimes desse sexlennio foram :
bsalvidos. 4,293).., ,,
Condemnados. 3,033) ''
Deve-se notar que ueale numero 1 de condemna-
ces estn comprehsndidas as mullas, que sao sem-
pre accessorio da peua principal, e montaram no
sexlennio ao numero de 548.
Diminuidas as mullas, a proporcao ser de 57 %,
desprezando fracces.
5 Que dos 6,479 reos eram 1
Homens. . 6,059
Mulheres . 420
Brasileiros . 5,583
Estrangeiros. . 896
Solteirot. . ,3,234
Casados .... 2,837
1
Menores ,de 14 ^1
anuos.... a de 17 si
a de 21 619
ds 40 ' 4,400
. Maiores de 40. . l.:U9

anal
6,47t
6? Qoe dos6,479 reos foram condemuados
A' mora 289
A gales 449
A prisao com Ira-
balho 600
A prisao simple 524
7 Que foram commellidas e julgados no mesmo
sexlennio de 1848 a 1853 pelos juizes* municipqp,
delegados e subdelegados definitivamente 2,034 cri-
mes comniellidats par 2,100 individuos.
8o Que desses crime e conlravcnces foram :
Abtolvidos. 704) j,
Condemnados. 1,587)***
9|Qrie foram commellidos e julgados|no sexlennio
de 1848 a 1853 pelos juizes de direilo 281 crimes de
rcsponsal ilidade, commellidos pnr 281 individuos
Que desses crimes foram
Absolvidos. 156)o7>
Condemnados. 179) *
10 Que nos annos de 1831 a 1853 foram julgados
polos jues de direilo 73 chimes doaTaltribuidos
sua jurisi iccao, os quaes foram commellidos por 92
individes, sendo
Absolvidos 34) ,,
Condemnados 60)
11 So Timados os crimes julgados pelos jury
com os julgados pelos juizes de direilo, inuucipaes,
delegado-, o subdelegados, elevara-seos crimes com-
mellidos no sexlennio de 1848 a 1853 ao numero
de 9,120.
Somma dos os homicidios commellidos as fronlei-
ras, e jul jallos palos juizes de direilo con os julga-
dos pelo jury eleva-se somma a 2,077.
Quanto ao anno de 1834 apenas fallara os mappas
da provincia do Paran.
Dos mappas presentes consta, que m 1854 foram
julgados, :omprehendid"os os commeltidoi em oulros
anuos, 2,(71 crimes.
1 I
Ailendendo que o numero dos procestos julgados
ro.
Em 1818595 185^-1,153 1852-806
1849-724*- 18511,261 1853569
He o termo medio 851.
He lisoogajro a admiravsl o numero dos proees-
as julgados no anno prxima pateada 3,671 pro-
fesaos !
Nao lia prova mais camprlda do asfofeo e aclivi-
dade com qne s policia procedeu-e sa empenhou na
t jpresso dos crimes durante o referido anno.
lases crimes oram commellidos por 2,661 indi-
viduas.
Desses 2,671 crimes forera _
Abtolvidos 1.B17) ,,
Condemnados- 1,050) \
A respeilo dos crmet commellidos no municipio
iiuulro, o resallado das mappas ds 1864 que Ro
omplelos he o seguinla :
Io Foram presentes ao jury 136 proceisos, com-
f rehendidos 164 reos.
2 Desses 164 reos erain I
Estrangeiros 83 | Brasileiro*
3* Desees reos eram.
Solleiros 122 | Viuvos
Casados 37 J
4 Desses reos eram ;
Homens 158 | Mulheres
5 Desses reos eram :
Menores de 14 anuos 1 I Menores da 40
27 3 Maiore de 40
21 181
ft Foram sustentadas as accusarOes no jury
Peda juslica 94 I Pela parte
7" Desses 164 reos foram : -
Condemnados 00) ~o ,,,
Absolvidos 113) ,v <*
Deduzindo das condemnecoes 36 molla*, ficarSo
ellas reduzidas a 54, a enlfio a proporeao ser de
47 por cenln.
A eslatislica criminal stilo pode adquirir resulla-
do:! positivos e sallsfaclorios, mediana a* mappas
cu o modelo c anal^ae e apreeiacao de factos e drcamstanjas
qae convem considerar indvidoalmenle coto o.
no-ros mappas qo* mandei organisar, eojo modelo
ja Ibi etpedido, espero'orgainsar um Irabalho mah
coniplelo do que esse que custajdegraudea sacrifi-
cio de lempo e de eaforejos vos he prsenle.
(Conttnvmr-s+k*

X
82
119
23
42
COMIlJMCAO;
ELiytAO 1)B SENADOR PILA PARAHIBA.
A sentida morle 0o Exm. sanados1 Manoel de Or-
vallo Paes de Andrade, pernarOBoeano disOnclo,
cujo nome esla ligado para sempre a historia do setx
pai!, deixou no senado brasileiro urna vaga de sena-
dor pela provincia da Parahiba.
O governo ainda nao baixou-ordem para faier-aa
a eleicao, que deve preeacber semelhanle vaga. Sa-
llemos de mullo boa parte qoe elle deixa'tivre aos
Paiahlbanos o campo,das eleicOes para escolha de
seu 1 candidatos; pelo que as Parahiban-s podem
desde ja discutir a preferencia, que se deve dar "oa
nov.js eleiios, e aps esla discusslo franca o sera sem
oHe isa da honra, assenlarem 1
vifos releraules, e sobre luajafi se a
patiia.
Par esla razio nos animam
imprensa aos Parahibaaos, Ir.
cadf um dos quaes lem (iluloa^^H 'a aae
possa salisfatoriamente desempen
sao. S3o lodos lies dignos, sao (odi aasa-
cdon na vida publica.
Sim, concordo muilo cora o e nciaoo
do Diario de 11 do correle
preferencia o Sr. coiqmeuda I
so J.icoroe da Velga Pessoa, leen
lado maior do exercilo. Em Verdad.
cido e veterano militar honra I
setis palricios, pelas-infinita -
de seos senlimenlos de juslica asj^^^H
acrisolado palrolismo, da p cuslumes, durante quarenla
publica, civil c militar. 1),
so paiz, marlyr de 1S17, r
lor, porm sem raancl,
dos euthusjasiiius daqu-
pedes do goveroo oiMHHH
Goianna em 1821, ensejo de
Decidido pela coioliluinle. fui preso
11*12 apresenlur-se como um dos mais decididos
clamai)oresdnussa reforma conatilucional, qae rea-
li.-ouse cm /8:!'f.
Neile a>no foi eleito pela Parahiba depulado ge-
ral, u por qaalro vezes indi; s trplices
de eleicOes de senadores, quo por esse lempo, e
pooco depois,. Uvera lugar. Por ultimo 00 turb-
Ihao te intrigas pollaAs limitoa-se restrictamente a
sua p ofissao militir, > hsje vive com a so* onerosa
familia honradamente, a com a mesma regidei de
principios e moralidade : o faz o sen
elogie.
Actualmente commaoda urna fortaleza nesla
ca. M a srssao do anuo prxima passado om das hon-e
radoa depulados por esta provincia, o Exm. Se JJr.
Brandan, elogiando-o no recintu da augusta cmara
dos depulados vio-se apoiado por immentas votes.
Prova evidente de qne o Sr. teneate-coronel Veiaa
Pessoa lem merecimentu real e ineonteelavel, a que
lambem te allasta pela commenda, ollicialalo da Be-
sa e ti-alameulo de senboria, con que M toajijl*-
llnguidoS. M. o Imperador. O Sf nemtV
\ eiga Pessoa, eu o aei, fie monaresifela aterrada a
eonsiii uicao a a sna reforma. e 48 e 49
Jesta provincia foi decidida : seos semejos mertce-
ram 01 elogios pblicos das duas primeiras autori-
dades.
Se im diversas pocas a Parahiba eiecev por data
veaea aa Sr. tauenta-curoael Jos Mara Ildefonso
seu dpotado e senador, se esse venerando mililar
se lem eneanecido 110 servijo do paiz, se lem vvria-
des, illuslracaa e sacrificios em prol da palria, como
he incuntealavel, cajejo quo a Parahiba o
C*r ainda desla ve e alegc-lo incluindo-o ja
Iriplio. Neis porlanlo o recornmendamos com mui-
lo interese* aos Parahibaaos, nieus palrieias; *
raos irlos que etles o acolUerSo como o lem ac
do na aquisic.30 e urna honrosa cscollia.
Mas sendo tres os sleilos, permita o nosso com-
provinciano, que em seguida lembrcaaos lambem o
dislineio cidadao o Sr. eommandador Joaquim Ma-
noel Curneira da Cuniw, cuja langa vida publica o
poltica o constitue US dos 1\
tro osiepresenlantcs da Para
tclligencia, ausleridade de cos
de carcter, patriotismo a teda
lados lambem em divo ^^H
dente tacs sao os seus liluls, pelos quae]
los vezes represenladu a mesma provl
hiba : > portnlo inconlestavelmenle f
presen a-la no senado.
O lrceiro he o actual rice-A,
hiba, iSr. Dr. Flavio Clemenci
que retine lambem as coudti;
que ponsa ser nm dos escolhilo- o
elle t.lo conneeido na Parahiba, lem
Cues qao nao nos cansaremos om referir
biliiaees. Tod^s sabem qoe o Sr. Dr. Flavio
illustra;aoe talentos, servicos nao vuIr.i
poslcao politrea nio equivoca, que bem re
patriotismo.
Send o campo livre e franco a qualquer outrS
mereemento, julgamoa que lodos se
leranten para que consinlam que del
didalurados tres benemritos, que aqui indicamos.
O Parahibano no Red fe.
__
CORRESPOKBMA.
Senhores redactores: Venda pela prim*ir*_vez
inserir as honrosas columnas do sen Harta um
fado, cuja exposicao cusa a erar, porque difcil, se-
nao mpossivel, he admillir-se qoe aclando-e
remados lanos e t.lo variados ramos de educara por
loda parle, nenhum lenha ainda chegado pe muni-
cipio da villa de San Joan do Cariri, ao menos para
cerlos lomens (com honrosas exceptos) que se nao
achara confundidos com as massas ; verdade be que
s o nilo esiao, poique esse monstro infernal appel-
lidado por nos poltica, que de repente anniquila ex-
istencias reacs.e cria do nada outras, tem permUlidn
Jue so d vida homens. que por suas nullidades
everiara estar jatendo ho olvido, no eaquecimento
e abandono, maldita pois urna tal poltica, c mais
maldilns ainda upscerlos poliliqueiros.
Mor; ndo, senhores redactles, ao p da villa de
Campina Grande no lugar Acude Velho, Anlonio
Jo-e A ves Pequen, all vivia de urna taberua, no
sabbadi roatava seu boj, venda ao acoagaO a carne
e para seu consumo reservava os inleslinos, a per ca-
ses e i)utr*s mojos ig grangeaodo o pao da vida.
Mas nao sei porque favor da fortuna passau-se desea
lamenlivel miserabilidade para um eulr*esjado, nao
mui lsongir, porm sempre methor, que aqftetle
primilivo ; e concebendo 0 projeelo de Iransferir-se
para e, uelle municipio, assim o consegoio e realisou.
Ora, all coHpcado, m poneos dias dea a conhe-
cer seu genio ffacvvej, seu carador soberoo, sen por-
le orgulloso, inculcando-se lodo grandeza Os po-
bres que alli mora vao, vendo-o cora coito aleado,
escondera-tr, occullam-se delle evilara-n* como as
raes da fbula, ao seo rei ; e assim iam vivendo
alias a'io modo, quando por arle do dibt, porque
Dos nao podia ser, be o no-so Tulooio fiiomcado
eommandanle superior daquelle municipio, e eul.lo
be que subi de ponto a sua irascibilidad*,rl inan-
ia. corripire ctfpit..
Con todo astim potestade o no seu- eniend.
urge cada vez maia aquel les misera veis, maj^D
j nao podendu mais suporta-Io, um delle*,'quaas as
misma.' raes, Iraz sena clamores ao Iribenal da oni-
n8o publica, esperando tima decisao leda diversa
da que Jpiter por Mercuriq deu aquellas.
Esse hornera, senhores redactares, elle mesmo ad-
mira a sna melamor; ,; 0!.
Sivel, que hontem lal ,.ra tlnli
rez, en fim Tolonia do Acu I fcT^
superior! !.' He o medico da fab
med ciu.
Ebrio assim do seu
lecar
memo, delirou porque nao he possivel
perdido s aboca, que te queira dasrespelar tao po-
titivamunle as leis do paiz, offendendo-sa o do
/
^^Bante
Miare
ida-

tW


DIARIO DE PERNANBUCO QUINTA FEIM 19 DE JULHO DE 1855
\
frente t por nm rondo lo ouzadv 01 tireilos de ou-
trem, como ft o domo com mi atilinte ou antes capi-
Uo-rnt coro o aliares Severin.i Mondes Bezcrri,
brancn, casado, ruoridor tambora ii quello mismo
mauitipio, indio veneravM par suns excelentes
Jliriliilailes, qu* oin.sullcu por nm irado indiz re.
tienda o publico a aprecie a nunlidade do aginia
do faci qoe vamos expor, pois ni elle, a elle se- ti-
ra aae nos indnzira scriptor publico; mas cerlos de ]ue raamos nli;um
frvido juttica e a mofl, semp que Ihes dennn-
ciaraa* una faci illieilo qualqixr, alo tanto peln re-
provacdo do seu resultado., mas [.ira onter o Insto
violento do seo autor, e por itise modo abrigar a
moilos de serem Suas Victimas, entendemos que 30
deviamoi deitar passar etn sil:ocio um neto 13o
revoltaD te.
1
r
i
A
Entrando o capila-mr do Acude cm eteren-io,
nao procurou saber quaes seus d.reitos o devere, i
roanos o? dos seus subordinados, e lindo precisao
deTum soldado mando vocalmenic dizer ao dito alte-
res que lh'o roandasse, a esta assiin curoprio, occor-
rendn-lka nova preoisSo procede lo usino modo, e
HHH o alteres eamprlndo, aperar de azer-lhe
ama f Ma cantara por esse seu pr ceder, porque an-
tendia a entender bem, que nSo era i as requisi-
roes oraes o meio kigal de se pro:eder no negocios
Sutilices i> mesmo porquealto devi:i elle alferes mau-
ir-lhe soldados sem previa aolorl cito do comroan-
daule do corpo.
Orto o commandanle detse juio fui nulrindc in-
dispottfoes contra o alteres, c cor' Justa razSo, pois
baa poda saber imo alferes que es esse firii-
res nio admitiera ciuilr-stagftcs, cumprim-se s;us
roaulameolos ou por faz, ou por nefas, e deitc que
o mundo corra.... Ora advertido >r eila vez o ca-
aitao-mor, e bem a seu nczsr, poique oniendia que
sodiviltiria ero dirigir loltras suas a um alferes, vio
89 Jjem embarazado e sempre em lula : de um lado
as ufociset de soldados de oulro a idea do avilla-
m resnlveu-se a cortar meia folha de pa-
pel e nella eserever ao alferes ped ido- lie soldados,
cou por duas vezes, mili esto com ludo ia
quinto o cipililo-mr prescrevia-lhe, e
P^P^pHjl tal ou qual imistde, mas nunca
censurar ou antes di! feprovar o molo
gresmira porque sempre otraiava.
Recibidas es'sas duas escriplinh.',, lo?o depois di-
rigio-lhe nutra, gratas sejt'm dadas, em orna folha de
papel, a qnal lambem respondera-lhe o alferes em
oulra, tratando- lie verdade por Vine. eporSr.
lerior. o que Qzeia sem in.i f, | nr
P^|^H recados, diiigindo-se-lhe hi-
le* entender que nao haveria Ja parle do referi-
do comraandante oflenss alguma porque o reputa va
aro harmona, o que bem prova a eonfiaiiraquo nid-
ia Unha, a maneira porque nernpre ele se diriga;
a quando assim nilu so deduta, flolflo deu pessir.io
etempro o itphianmr, donde ilivia e deve lolo
aieito circuiuspecc-lo pariir, mas passado e*se
i> desa;wrccbi lo. e sen incremento algum por
ar a alfares alU bem enaltecido e incapaz de com-
uieller un s acto de inju-iita e iniquidade, o nosso
CipiUto-ror Dio esteva pelos auto!, en tendeo que
ra um multo falto a aaa diguidade ofllcial, e como-
l cada um que via o oflicio, e nisso cons-
resqoe tlcou, c q jando menos, o esperava
a leroni decorcido sele mazes, o oosso capiliu-
ucebend i, sendo o fuete cm dias de
to abortar uo da 13 de junho pros ima-
nante (lodo.
Neme dia estando o jtiiz.de direilo, promotor, jui-
cas de faci e parles interessadas n sesHito do jury,
sendo ambos tambera jurados, (eapitao-mr e alferes)
aquella Ordena a o alferes Feli* Francisco Corroa
de CaoiaKce, que procurasse o nnsso altores e o le-
^ sto eomprindo-se forain ambos pa-
r avatn tambem os nfllciaes Augusto
P^PHbnquim da Silva e Adedalo
6 Ambrozio, e logo rlepois che-
i:notor: todos ah congregados
per aquelle odicio e manda que o
He leia-o, e apenas este ncaba; sim,
ia-nos esquacendu deceremooial, quandn alli lados,
i-a>f: (i para osieithuros tenho as-
senlo? : p"orm o Sr. (o alteres) iitaja a p, e ape-
naa, dizianos nos, este leu, ella lodo chiio de raiva
ie lie mnito ssnjrulneo) parte ao al-
P^PBpel na mo abanando-ljie os quei-
:Vmc. he um alrevMo, Vmc. he um
, he om orsullinso, nao pmse que sou Jo-
tos semelhanlos, acrescenlan-
iicjSOi que todo paciente e
solemne descomponenda a
simple', ignorante elle
I sajvendo defender-so do
i ncostando-se com o
-to de pujo e vergohha
t o homem a Hesencoste-si',
ja que possi) man In-ln daq'ii
lim nao sucnmliic logo a victima:
luolle reverendo que in-
is que enmeftesse aquelle
em fera, como fez com o pri-
iHo-mo-. Eis como por
P^pBrda n;c anal. E quera
os dccimeilos bailo
qml elle se deu, es-
esseocia e uatjriza. I'rimeira-
emos que o simples fado db alteres
e ioperior par Vmc. e Sr. nao
hypolhcse do nrliin 95da lei n. b(>2
1850, caso nico, em qoe cu-
be aer reprehendido o ofllcial ou noarda ; poro n
qoe ostivesM ealendemos ruis qu: o capitao-mnr
^..ne ra a oIBcial competente par pnn4r**TSH*e-p'jr
quinao podia elle ser juiz e paralo mesmo te-'
,^3 iwpi o nrl'zo 9i na tem ou nao ie
MH|>(iuie, que lalvez dallo algoem qoi-
sease Mu ato alteres niloha especialmea-
de oomnuudo eo Hado maior, a por iiso quinde
hoaveue < averia ;er entendido o
eaauoenili para urdenar-ihe a panicAo e
nanea diniclftrnenta o capiUo-rpor. Porm dado o
caso c/oe a fosee, elassiflear o dito alfiret de malcre i-
de-, urgal! na orna simples rvmeheiisilo?
be siuna boa descomponenda ; purero airo qoan-
dvs reprehender. Seria por
nnens i pai;:aia, atitulo de
tente,e todoi sem jnru-
lj zombar do sertsocominom ? nio
#aartigo 131 doiodigo criminal.'
t impossive!, que Leia os docnmenloi
i Verdade ha que alo se qoizeram
a^oes aqueltes tre oindaes; par i-lo
pt^v^^^^^^^^Bla se d ficta e he
poro rain Ss. Ss. reveW-lo t o publico
queaiali lie preciso, luiam-ie os dneu-
maatot ^^B'rM' honr.-.dose virtuosos ci-
nandante, o fipit.lo Villar o
Rvd. Kamas.
N. 9. Beato di Cosa Villar, cavalleiro da ordem
da Christo, coronel commandanle do deciraooita-
vn balalhSo da guarda nacional do municipio da
villa JS 5. JoSo, etc.
Alteslo por ma ser pedido, que no dia 13 do cr-
ranle estando em minha casa, fui chamado por um
recado do commandanle superior Antonio Jote Al-
ves Pequeo, echegando em a sua casa, ah achei os
Sis. Euiebio Joaquim da Silva, XugWo Gomes Se-
veriano Brajileiio, Feliz Francisco de Cantalice,
lando tambera eitado Adeodalo Villar de Carvalho
portador do meo chamamenlo, e tambera o Kvdm.
Jos Antonio da Costa Ramos, assim como Severino
Mondes Bczerra, todos aqnelles sentados e este a pe.
Logo a roim se dirigi o dito commandanle interro-
Rando-me se havia eu dlido ordem ao dito Severino
Mondes para nio lite dar soldados, tean quando por
elle fosse pedido oflicialmentf, respoodi-lhe que ha-
via dito ao mesmo Mondes que com elleito era mo
dispr-se de um guarda por via de requisic<5es oraes
e feilas em carlai particulares ; e a vista dosta mi-
nha resposta, dirigindu-se em seus gestos ao dito
Mcndes, o pd: de um homem caviloso e fallo de ver-
dade, tendo j feito-lhe outras injurias como me
aflirmaram torlos'qaantos alli estavam. Depois do
que ponderei-lhes que o juiz de direito ja eslava na
casa, das tessOet, e qae deviam comparecer, a isto
disse-me o dito commandanle que nao eslava fazen-
do coasas atoas, e qae podia ate'd'alli mandar o Se-
verino Mendes para a cadeia.
Villa de S. Joao 15 de junho de 1855Benlo da
Costa Villar.
Atiesto mais, que aquellos individuos foram cha-
mados como offlciaes para assislirem ao acto de urna
Icitura de um officio dirigido pelo dito Mendes ao
referido commandanle porm os refeaidos ofTiciaes
demHiate brasileirooTre* IrmSoss, meslre Jos
Duarle da Sonta, carga fazendat.
"^ EDITAES
O Illm. Sr. inspeclor da thetooraria provin-
cial, em cnmprimenloda ordem do Exm. Sr. presi-
ente da provincia de 2 do crrente, manda fazer
publico,que no.dia 2 de agosto prozimo vindouro,pe-
ranle a junta da fazenda da mema thesooraria se
ha de arrematar a quero por menos fizer a obra do
14. laoco dietlrada do sol.'avaliadaem 16:5008000
A arrematarlo >er feita na forma da lei provin-
cial n. ai3 de 15 de^naio de 1854, e sob as clautu-
las especaes abaix copiada?.
As pessoas que se propozerem a esta arremataran,
comparecam na sala das slsses da mesma jonta,
no dia cima declarado pelo meio dia competente-
mente habilitadas.
E para constar te mandou aluzar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria provincial de Pernam-
buco 7 de julho de 1855.O secretario,
A.'F. d'.tnnunriarao.
Clausulas especiad para a arremalacao.
1.' As obras do 14 lauco da estrada do sul l'ar-se-
liao de cunformidade coro o orcamenlu, plaa e
perfis approvados pela directora em conselho e ap-
presentados a approvaro do Eim. Sr. presidente
nao estavam paramentados, e alguns tem patentes, I da provincia na importancia de 16:5009000.
como anda nao esUo, e que o relerido Mendes, of- 2. O arrematante dar principio as obras no prazo
qt%rvaJ^^ "e -zes ambo^
sido substituido por aquelle Feliz Francisco Correa alados na formado arligo 31 da lei proviucial n.
de Ctnlalice.
Villa de S. JoSo 15 de junho de 1855. Benlo da
Cosa Villar.
N. 3.Atiesto por roe ser pedido que no dia 13
do crrente me estando eu em casa do comman-
ilaiite soperior desla y,illa,ah estando Severino Men-
des Bczerra, foi este bastante injuriado pelo referido
commandanle, rjbndo-o de atrevido, orgulhoso e a-
mearfando com um papel que as roaos linha le-
vando-o por vezes as faces do dito Mendes, i qoem
amentara lambem com prsao e por eitremo di/.en-
do-lhe que n3o era Jos Mara, e emlim todo en-
raivecido o dito commaudaute dirigi' a aquelle
nutras muitas palavrasoffensivas.
Villa de S. Joao 28 de junho de 1855.Adeoiato
filiar de Carvalho, capiao da quarla cornpaohia
da guarda nacional.
N. 4.Illm. Sr. Dr. juiz municipal.O alteres
Severino Mandes Bezcrra requer a V. S. qiie Ihe
mande dar por cerlida se tora elle torteado juiz
de tacto para sestSoque leve lugar no dit 9 de ju-
Oho protimo passado, e em que da se terminan a
mesma setsaa.E R. M.
Ksse. Mao Beijada 26 de junho de 1855.fil-
iar de Carvalho. ,
Francisco Cordeiro da Cunha, escriv.lo privativo do
jury da villa de S. Joao pela lei etc.
Certifico que leve comeco a sessao do tribunal do
jory desle lermo no dia 9 do crrente mez, e en-
cerrou-se no dia 14 desle mesmo mez, sendo osup-
plicanle um dos juizes d faci sorteados, e que
coinpuuhara o dito tribunal ; o referido he verdade
e doo l.
Kazenda da Mao-Beijada 27 de .junho de, 1855.
escrivflo do jury, Francisco Cordeiro da Cunha.
Illm. Sr. secretario da cmara municipal.Se-
verino Mendes Bezerra, quer'por certidao se he elle
on nao nm dos afluaes vereadores do qualrienio
cnrrenle.E R. M.
Eu abaito assignido cerlifico ser o sopplicanle um
dos vereadores eflertivos da cmara municipal desla
vil!;', no presente quatriennio do que don f.
Secretaria da cmara municipal da villa de S.
Joao 23 de juohode 1855.O secretario da cmara,
Francisco Cordeiro d Cunha.
(Estavam reconhecidos e sellados.)
COMMERCIO
PRACA 1)0 RECIFE 18 DE JLI.UO AS 3
SS 'HORAS DA TARDE.
Cotacfies odiciaes.
Assucar branca someno a 29100 e 2-3150 por ar-
roba.
Assucar nnseavado esrolhidc2JO0Oldem
ALIAN 1'EliA.
Rendiroento do dia 2 a 17.....174:115i734
dem do dia 18.......17:2091459
19l:385193
, da prsenle rposiclo, quem
- e abusos om um tacto 13o,
a ignorancia presumida, mas
eme vem sempre a precipitar-se, veja-
poal seemaranhou o pobre do capiLlo-
m pensar no la(o do irt. 9" 3. da ci-
dado o ciso de ser o dito alteros,
a poca, mas so o nio for corno
lo muda de face, o crime lo-
assim iremos com o capitao-
cominadas no cdigo criminal
Diremos que nao era
^^h Baa.da nacional no
arrate annu. recehera coin-
^HHi Flix Francis-
^^HRlle mee,
sis odlcial no dfa 13 de jnnho.e
r isento das penal militares, e pido
que o dito capilar -mor mandou el a-
licular i sus casa para dut-
-lo.
'HH -se modo maltratado Sls redaelore, n-
t JSo.scmpre r;speitalo em sua
nlndn, msis agora por sua i ncianidade, tora
j maltratado por nm homem como alucinado, no te-
na casa presentes 5 a (i liomens, fleando
o ata posto de honra, pois nao houve um
em de lanos que alli estavam, que o nao
disado, e agora o p iblici ioteirn co-
' ^^^Hr desse homem, e ilc qtanlo he elle
' ^^^fporla nao esquecer qae os senhnres
embrem-se do veiVw do poeta lilnoJnm_
r ariet ticaletlondevom pois viver acaoa|
le* e nae Ihes tucceda o mesmo, o cue
y. de esperar ; porquo a correejo qu-
he publica e solemne ; o o publico apre-
eflka eme ten procedimento, p>dora nao rondem-
^ indulgencia no inaiinin da pena
reinciJir em criroes da mesma nalureza, porque re-
j da parte de lodos om nr alhema geral, e ir
como joslaniente merece, viver solitario, sem que
jamis o qaeira reccher a sua propria grei, poique
aja a detpretando se tora ornar com ispetnss dos pa-
Trttes, e por isto mais caitigtdo, enl-eguo a seus pro-
s prtns nsnionot, conhecern enloqie su grandeza
era leda supposiiiva e fingida, t que elle u.ilural-
rbente sit sempre o que foi.
I Eis, Honores redactores, stas duas palanas, l nem-semandar imprimi-las, ct'ni o que me forjo
grande strv i
.4 leg. Joo8dejolhode I8.-5.
I.Altelo por me ser pedido pelo alferes Se*
(Tino Mendes Bezerra, que no dia 13 de junho pe-
' da manhSt, chegsndo por passejo em ca-
lo commindanle superior Antonio
l'eqiievio, alii achei es rs. Euzcbio .loa-
Feliz Frsncisco de Cantalice, Auiins-
leiro, e peranle estes istcv* o dito
I iperior em conle!tar,1o com o dito
le em p e aquellos nstentadis, e nsc re-
Pliodo estar mais em p, I cm a porta da
re e foi severamente reprehenda o, e eis que cliega
late, da Cosa Villar e Adesdato Villar
11 do ;ommancan-
4 -ira fizer-lhe nina
iri dito allere
J ', ao qae tabre
f io na nalldad hvta pre-
i alfe-ei nao tlsse
^c" coh'.ririo oei't respon-
i comrr audanle superior
elle e-a mi cavilse, e
que i|ueria ser um
-'starn enfunado e que
lia lodo jas tote
verd ide. Padre Jos
Costa Hamos.
fci.dejolnodelS55.
Deiearregam hoje 19 de julho.
Barca inglezaCorridomercaduras.
Brgue iuglezPallasbacalh io. .
Patacho americanollellentarinha de trigo.
Patacho americanoScoliidem.
Patacho brasileiroConslanrabalitas, cal e fa-
riuha.
Hiate brasileiro Penustarinha de trigo.
Importaca o.
Briguo americano llellen, viudo de Baltiiunre,
cousignado a Htnry Forster (S C.a manifeslou o
seguinle :
1,525 barricase 234 meias ditas familia de trigo,
66 caitas velas ; ans consignatarios :
Hiate brasileiro ftnm, vindo do Rio de Janeiro,
cnnwgMiiq.a Caetano C. da Cosa Moreira, manifes-
lod o seauiit?:
2 caitas chpeos*; a Augaslo Cezar de Abreu.
2caitas drogas, 20 pecas cabos, 50 latas fumo, ti
meias barricas, f050 saceos e 300 roeios ditos tari-
nha, 100 stecas caf a ordem.
I Patacho brasileiro Confianza, vindo do Rio de
Janeiro, consignado a JSovacs & C' manifeslou o
seguinle : ._____.
1 Clisa cha ; a Novaes & C? ....."" "%.
7 calzas chapeo, 65 rolos fumo, 600 caisas sabSo,
8 pecas-'cabos de cairo, 50 taceos e 700 meios ditos
tarinha de | trigo ; a onlem.
Hiate brasileiro Amelia, indo da Baha, consig-
nado a Novaes & Cornpaohia, manifeslou o se-
guinle :
1 quarlola a 2 meias pipas lirio dorenlido,10 pipas
fumo moido, 1 caita rap, 2 qoartolas cal ; a Meu-
ron & 0.*
1 caita camisas; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo.
1 caita sulphatode qn'na, 6 barricas charutos; a
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
1 caita joias ; Hube Selimeteau & C.r
1 caita rendas, lio e veludilho ; a Tiinm Mouien
& Vlnasta.
1 caita panno de la, 1 dila lecidos da algodao ; a
Braun Praeger \ C' '
I esunle,2 barricas carne em salroonra ; a Corue-
lio C. D. Marlins. B^'
1 caka charutos ; a Ouilherme daSilra Gairaa-
raet.
2 caitas charutos ; a Josa Antonio da Cunba &
MUos.
4 saceos o de algodo ; a Miguel Antonio da Cos-
ta e Silva.
2 volumes chales de lita e sarta, 10 barricas barr-
Iha, 205 sacertj caf, 40 molhos esleirs de palha de
carnauba, 38 fardos fumo, 2 caitas el bah roupa,
1 esleir com 1 cama, 9 caitas e3i62 ditas charutos,
10 latas oleo de ricino, 1 caita tabaco, 2 saceos colla,
1 cadeira de arroar, 20 barricas gomma ; a ordem.
CONSULADO ERAL.
Reudimento do da 2 a 17.....16:433">507
dem do da 18....... 193*28-5
286.
3. O pagamenlo da imporlanca da arremalacao
venlicar-se-ha em 4 preslacies iguaea, cuja, ullfl
ma ser paga na occasian di entrega delinilva, e as
uulras correspuuderao a cada terco das obras.
4.a Metade do pessoal empregado ua obra ser de
Irabalhadores livres.
5.a t> prazo de responsabiiidada scr.i de uro anno
durante o qual o arrematante ser obrigado a maii-
lera estrada eiu perfeilo eslado de conservado.
6.a Para ludo o que naome adiar determinado
nas prsenles claotulas.nein no ore;amcnlo segur-se-
ha o que dspoe a respeilo a lei n. 286.
ConformeO secretario, Antonio F. d'Annun-
Ciarao. ,tt. m,
' O Illm. Sr. inspector da theso'iraria provin-
cial, em cumprimeiilo da ordem do Enri. Sr. pre-
sidente da provincia de 2 do crrente, manda
fazer publico, quo no dia 2 de agnslo protimo vin-
douro, peranle a junta da fazenda da nvasma (hesou-
nra se ha de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do 2. tango da estrada de Muribeca, ava liada
em 10:0109000.
A arremalacao ser feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anuo lindo, e sub as
clausulasespeciaes abaito copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao,
comparecam ua sala das sessOes da mesma junta, no
da cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn aduar o presente e pu-
blicar pelo Diario. ,
Secretaria da Uiesouraria provincial de Pernam-
buco 7 de julho de 1855. O secretario, Antonio
Ferreira da AnnuncUcao.
Clausulas especiaes para a nrrematacao. '
1.i As obras do 2. lanc da ramilicacio da estra-
da de Muribeca far-se-hM da conturmidade com o
orcamenlo o perfis apprevados pela directora cm
conselho a aprtsentados a approvacao do Eira. Sr.
presidente da provincia, na importancia de .........
10:01119000 rs.
2. O arremtame dar principio as obras no
prazo de uro mez, a devera conclu-las no de oito
metes, ambos contados pela forma do art. 31 da lei
o. 286.
3.a O pagamenlo da importancia da arremalacao
realizir-se-haemj-t preslares igu.ies cuja ultima ser
paga depois da entrega defiuiliva e as outras corres-
pondern a cada Ierro das obras do lonco.
4.a O prazo da responsabilidade ser de um anno;
ficaodo durante esic prazo o arrematante obrigado a
conservar o lauco sempre em bom eslado.
5. Melada do pessoal da obra ter de gente
lvre.
6.a Para lodo o que nao se adiar previsto nas pre-
santes clausulas, ncm no nr;nmeuto, seguir-se-ha o
que dispe a respeilo a lei n. 286.
^jnfflrme.O secretario, A. F. d'Annunciacao.
O llffn. Sr. inspector da thesooraria provin-
cial de Petaa^kbucA em emoprimento da ordem do
Etc. Sr. pretifttK^a provincia de 5 do concille,
manda fazer pi > que no dia 26 do mesmo. pe-
ranle a junta de zendi da mesma Ihesuuriria, se
quem por menos fizer,a obra dos
Ida villa de Iguarass, avahada
no dia 19 do crrente, pelas 10 horas do dia, afim
de serem inspeccionados por junta medien, ea in-
dividuos quo inlerpozeram recurso por molestia,
peranle o conselho de revista.
Sala das sessdes do Conselho de revista da guarda
tonal do Recife, 17 dejnlhu de 1855.Firmino
Jos de Oliveira, secretario do conselho.
O Dr. Anselmo Francisco Perelll, commendadur da
imperial ordem da Rosa, ejuz de direilo espe-
cial do conimorcio desla cidado do Recite de Per-
nambuco, por S. M. I. e C, ele.
Faco saber aos que a presente carta vircm, ou
delta noticia tiverera, em como Joaquim Fernandes
da Silva Campos (izera ao meu aulecessor a pelic/iu
do Iheor seguinle :
Diz Joaquim 1'ernandes"da Silva Campos, que
quer fazer iniira.r protesto judicial por djtos a Ma-
noel Jos Correa, devedor de 3 letras, sendo a pri-
meira de Hi3:lU. vencida, a segunda de 1200535,
lambem vencida, e a lerceira de 939230, igualmen-
te vencida, todas no anno de 1842 em 9 de abril,
20 de agosto, c junho, Manoel Jos da Silva, deve-
dor da quanlia de 1639660, da urna letra vencida cm
8 de outobro de 1813, Miguel dos Alijos Pereira,
devedor da quantia de 1009560, total de urna letra
vencida ero 6 de agosto de 1813, Manoel Cimenta
Carneiroda Cunha.- devedor de urna letra da quan-
tia de 4069360, que eal vencida desde 26 de Janei-
ro de 1852, JoSo Domngues Fernandes, saldo de
urna letra vencida em o 1. de agosto d 1852
{ 1:8619192) e Jos Camello de Vasconeellos,
saldo de urna letra garantida por Pedro de Moracs
Carneiro da Cunha, vencida ero 3 de dezembro de
1851, 939740, por serem ditos devedores senles e
de residencia, para que se nao d a prescrpcao de
laes crditos segundo o determinado no 3. doarl.
'iti.'ido cdigo cnnimercial.
Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz do commercio assim o
mando.E R. Me.Alcoforado,
E mais se n3o cuiitinha em dita peticao, na qual
dea o meu antecessor o seguinle despacho,
Distribuida ; como requer. Recife 7 de jnlho do
1855.Silva Guiroaraes.A Molla.Oliveira.
E maisse ralo ronliuha tm dito despacho aqui
copiado, em virludo do qual passou o esciiva o ler-
mo de protesto do Iheor seguinle :
Aos 7 de julho de 1855, nesta cidade do Recife
de l'eruambuco, em meucarlorio velo Joaquim Fer-
nandes da Silva Campos, e diste peranle miro e as
testemunhas abano assignadas, que protesta de con-
formidad? com a peticao retrocede como assim o
disse, liz este lermo em que se assignou o protes-
tante com as lestorounhas abaito assignadas, eu*Ma-
nnel Jos da Molla, escrivco eterevi. joaquim
Fernandes da Silva Campos.Estauislo Pereira de
Oliveira.Faustino Jos da' Fonsera.
E mais se nao conlinha em tudo aqui copiado, e
lendo o justificante produzido suas leitemunhas., e
me sendo os aulds conclusos, dei a sen le m;a do Iheor
seguinle:
A' vista da iuquiricao de ds. 3 a fls. 4 verso, pela
qual se mostraestarem ausentes cm lugares nao sa-
bidos, os individuos coatlantes da pelicau a fls. 2,
mando quesejam citados para o fim requerido.pu"-
sando-sc cariado editos com o prazo de 30 dias, e
cusas.
Itccifeli- de julho de 1855.Anselmo Francisco
PerelU.
- E mais se nao conlinha em dita sentenca aqui cu-
piada, em virtile da qual o escrivao que esiasubs-
creveu mandou passar a presente com o prazo de
30 dias, pela qual e seo Iheor liei por citados aos
supplicados declarados na peticao aqui transe dpln,
para lodo o fim declarado na mesma peticilo e ter-
mo de prole-to. Pelo que loda e.qualqucr pesssoa,
prenles, amigos ou enaltecidos dos supplicados o
podero fater, scieule do que cima tica etposlo. E
o porleiro dojuizo allitar a presente nos lugares
do coslume, e ser publicla pela imprensa. .
Dada e passada nesta cidade do Recife aos 18 de
jollio de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres Ban-
deira, oscrivao interino a subscrevi.Anselmo Fran.
cisco Peretti.
Capitana do porto de Pernambnco em 13 de ju-
lho de 1855.O secretario, Alexandre Rodrigues
dos Alijos.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Bunctf de Pernambuco acca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
iettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretario da directo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg*
N9o lendo comparecido algnem no da 0 do
eorrenle mez piopoudo-se ao forneeirnento de cal
prela precisa esta repartifBo pora as suus obras,
nao obstante o convite no anuncio ou declaracao
com data de 2 tambem do crrente mez, manda o
Illm. Sr. inspeclor fazer publico, que o dito forne-
eirnento pode ainda ser contratado, precedidas as
necessarias propostas, com qneui so aprsenle nesta
secretaria fazendo-o com mais vanlageus para a fazen-
da. O mesmo Illm. Sr. inspector manda ainda fazer
publico, que admiltirlpessoat livres nfsln reparliriio
srviiidn uh qualidade de serventes com o jornala*
720rs. e 19080, quando empreaados no Irabalho i
sul do Recite.Inspectori do arsenal de marinha
de Pernambuco em 13 Je julho de 1855.O secre-
tario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Machado & Pinheiro, no largo da Assem-,
bla #12.
PARA O RIO DE JANEIRO.
O brlgie escuna Marta segu pan aquelle porto
aetta feira 20 do crrente : para passageirot a estra-
tos a fre!, para o que tem etcetlentet commodos,
I rala-te cum Machado i Pinheiro no largo da as-
senvbla n. 12.
PUBLICAQA'O LITTERAU1A.
Acha-se i veala o compendio de Thesria e Prali-
ca do Processo Civil feita pelo Dr. Francisco de Pao
la Baplista. Esta obra, alera de urna inlroduccu
sobre as acedes e etccprOet em geral, traa do pro-
cesso civel comparado com o conunercial, conlm
a Iheoria sobre a applicaco da causa, julgada, eou-
tras doutrinas luminosas: vende-se nicamente
na luja de Manoel Jos Leile, na ra do Quei-
mado n. 10, a 69 cada eteroplar rubricado pelo
autor.


Por inro-iodo de saude do aclor Reis fica trans-
ferida a representaco da tragedia Antonio Joo
para quando for annonciada.
ha de arremaj.
concer
16:9269792
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeillo dn dta 2 a 17..... 1:1519635
dem do d4 18....... 39901
1:1559536
Exporacao .
- Rio de Janeiro, brisue brasileiro Firma, de 172
toneladas, conduzio o teguinte : 7 caitoes geue-
ros, fstrangelrns, 9 saceos ervadnee, 150 saceos fa-
rello, 14 caisas fazendis estrangeiras, 1 catao cha-
peos de sol, itt saceos e 1 barrica assucar, 50 caitas
velas de carnauba, 30 pipas agurdente, 1 caiiSo
assucar e doce dn goiaba, 180 saceos milho, 130 ro-
lis salsa, 1 caixao espilladores, 1 fardinho doce, 200
caitas velas de carnauba, 1,511 meios de sola, 3 du-
tias de taboas de amarello.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Reudimento do dia 2 a 17.....19:8019251
dem do dia 18.......1:9930628
em 44O9000 ^V
JJA- irremalUBiwr feita na forma da lei proviu-
cial n. 343 de 13 de maio do anno (indo, e sob as
Clausulas especiaos abaito copiadas.
As pessoas que se propozereroa csTa arremalacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te haWitadus.
E para constar se roandnu iditar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria provincial de Pernam-
buco 7 de jalho de 1855.
O secretario,
..-inlono Ferreira da Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arremataro.
1.a As obras para os^reparos da ponte da villa de
Ignarass, serlo feilas de conformidade com o orca-
menlo, approvado pela directora em conselho, e
apresentado a approvacao do Etm. Sr. presidente
da provincia, importando na quanlia de 4409000 rs.
3. Estas obras principiado uo prazo de 15 dias e
findar.io no de 3 mezes, ambos contados como deter-
mina i lei provincial n. 286.
3.* O pagamente desta arremalacao ser feito em
urna so prestacao, quando todas as obras esliverem
concluidos, e recebida definitivaroenle pela reparti-
c.ao das obras publicas.
4. Para ludo o mais que na* csliver mencionado
nestas clausulas, seguir-se-ha o que determina a lei
cima citada.
Conforme., O secretario, Antonio Ferreira
d'Annunciacao.
O llira. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da.orden) do Etm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda convidar aos cont
nliorea da casa n. 16 da ra uo Ltvramenlo, abaito
meneionados, a entregaren na mesma thesouraria
mi prazo de 30 dias, a contar do dia dajprimeira pu -
blicaciio do presente, a importancia das quolas com
que devem entrar para o' calejaineuto da mesma ca-
sa, conforme o disposla na lei provincial u. 350.
Adverlindo qu a falta da entrega voluntaria, ser
punida cem duplo das referidas quolas, na confor-
midade do art. 6..do regulameulo de 22 de dezem-
bro de 1854.
Barihulomeo Francisco de Souza. 169560
Uerdeiros de Jos. Pereira Lagos 255980
Antonio Joaquim dos Santos Andrade 32-5610
tare),
a alfa

CONSULADO
Hendlmentodo dia 2 a 17.
dem do dia 18 .
21:78-49879
PROVINCIAL.
: :
31:8189797
1:036;600
/
32:8553397
MOVIMENTO DO PORTO.
nados entrados no dia 18.
Montevideo15 dias, polaca hespanhola "Elegan-
cia, de 201 toneladas, capitao T. Marislanv,
cquipagem 11. em lastro ; a Viava Amorim.
Rio de Janeiro9 dias, gatera porlugueza Bracha-
rense, de 261 toneladas, capitao Joaqoim Fran-
cisco da Silva, quipagem 15, em lastro ; a Tho-
mz de Aquino Fonseca & Filho.
Fiume79-dias, briguo dinamarquez aAgness, de
353 toneladas, capitao Jorge Moot, eqnipagem 1?,
carga tarinha de trigo ; a N. O. Bieber Com-
panhia.
Rio de Janeiro9da, brgae brasileiro iMaria Lu-
zia*, de 203 toneladas, capitao Manuel Jos Pres-
lello, eqiiipagnm 14, carga tarinha de trigo o
mais genero : a Antouio de Almeida Gomes A C.
Passageirns. Joaquim de Dos Baptisla, Jos Rsy-
mando de Amorim Garca, Antonio Julio e San-
Cha Baplista, nrioola liberta.
Genova50 diai, polaca arda Mara Ellzia. de
171 toneladas, capitao Gutzeppe Ghggiero, eqni-
pagem 12, eari{a tarinha de trigo e mais gneros ;
a Bastos i Lemos. Passageira, D. Thereza da
Ciuz Pereira da Rocha. *
iacios sonidos no mesmo dia.
Parahihalliale brasileiro oCamOeso, meslre Ms-
noelSophiodaPenha, carga fasandas.
749150
E para constar si mandou a (litar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 10 de julho de 1855. O secrelario,
Antonia ferreira da Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da thesooraria provincial,
em cumprimcnlo da resolucdlo da junta de fazenda,
manda faier publico que a arremalacao da obra do
acude do Buique foi transferida para o dia 1-1 de
agosto protimo vindouro.
E para constar se mandou adlxar o presente e
publicar pelo Diario.
ernam-
a".7i-
nunciacio.
Secretaria da thesouraria provincial de Pe
hoco 17 de jaldo de 1855O secrelario, A. F.
O Illro.'Sr. inspeclor da thesouraria provincial,
em cumpriroenlo da resolnejAo da junta da fazenda,
manda fazer publico, qu a obra dos reparos precisos
a cata da cmara municipal e cadeia da cidade Olin-
da, vai noviroenlc a praca no dia 26 do crrente.
E para constar se mandou aluzar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria di thesouraria provincial de Pernani-
huco, 7 de jnlho de 1855.
O secrelario.
Antonio Ferreira d'Annunciarao.
Pela adminislrac.io da mesa do consulado se
taz publico que no dia 21 do eorrenle a nina hora
da larde, se nao de arrematar em hasta publlc* a
porta d> mesma 15 arrobas c 25 libra de algodflo
de primeira qualidade, a 59800 rs. a arroba, e 16
arrobas e 8 libras de lerceira qualidade, a 59000 a
arroba, total 172*781 rs. apprehendido por dolo, a
Leonardo Pacheco Cooto, pelo feitor conferenle des-
la mesa Jos Alfonso Ferreira. Meta do consulado
do Pernautbnco 16 de julho de 1855. O adminis-
tradorZoilo Xavier Oarreiro da Cunha.
Pelo prsenle sao coifvldados comparecerem na
casa das sessoes da' cmara municipal desl cidade.
O Dr. Alexandre Bernardino dos Reis e Silva, offi-
. cial da imperial onlem da Rosa, juiz de direilo
da segunda vara criminal da comarca do Recife
por S. M. o Imperador, que Dos guarde ele.
Faro saber em virtude do art. 286 do cdigo do
processo, que leudo siJo convocado para o dia 22 de
junho protimo findo a lerceira sessao judiciaria do
jury desle termo do Recife, inslalloii se no din 26
do dito mez, lendo sido julgados nella 11 processos
contendo 13reos presos. Que foram a-siduos na re-
ferida sessao os Srs. jurados efleclivos :
Amonio Nobre de Almeida.
Francisco de Pauta e Silva.
Thcmotao Pinto Leal.
Antonio Goncalves de Moracs.
Joo Carneiro Rodrigues Cam'pello.
Francisco de Paula Carneiro Lelo. >
JoSo de Frelias Barbosa.
Jos Alves do Souxa Raugel.
Angelo Custodio dos Santos.
Joao Chrisoslomo Fernandes Vianna.
Antonio Muniz lavares
E jurados supplenles, ot senhores :
Dr. Francisco Goncalves de Moraes.
Antonio de Maura Kolim.
Manoel Comes Viegas.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
! 'rotrico Augusto de Lemos.
-Jos Alfonso dos Sanios Bastos.
JoAn Alhansio Bolelho.
Antonio de Moraes Gomes Ferreira.
Manoel Ignacio dakOliveira.
Caetano Pinto de Veras.
Jos Goncalves Torres Junios
Coronel 'trajano Cesar BurlaaM|uc.
Jos Bernardo Ventura. \ ,
Dr. Francisco Rapiacl de Mella Reg.
Dr. Francisco Epiphmiu de Paula dos Sanios Ale-
luia.
Amonio Cardoso de Queirnz Fonseca.
Miircolino Goncalves da Silva "- v
Manoel Ignacio* de Oliveira Lobo.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Francisco Antonio da Rosa.
JoSo Manoel Rodrigues Vllenla.
Joao Antonio da Silva Grito.
Jos Baptisla Ribeiro de Faria.
Antonio da Costa Ribeiro e Mello.
Dr. Jos dos Anjos Vieira de Amorim.
Que foram menos assiduos por motivos justifica-
dos, os Srs. jurados effectivos :
Hipolylo Cassiano de AIbuquorque Maranhao.
Pedro de Alcntara Abreu e Lima.
E o Srs. jurados supplenles com.as mesmas causas
Coronel Joao Francisco de Cliaby.
Antonio desonza l'nvolidc.
Jos Tciteira Peitolo.
Foram multados : ero 3409 o Sr. jurado efleclivo
Antonio Alves de Souza Carvalho ; em 3209 o Sr.
Bernardo Jos Lopes ; cm 3009 cada um dos Srs.
jurados sopplentes Antonio Leile Pilla Orligucira,
Antonio Marlins Salpanlia.
E para constar maudei passar o presente c J i tal,
que ser publicado pela imprensa.
Dadp passado nesta cidade do Recife aos 13 de
julho le 1855. Eu Joaquim Francisco de Paula
Esleves Cleruole, escrivao o escrevi,
Alexandre Bernardino das filis e Silva.
DECLARADO ES
O Etm. Sr. desembargador presidente do tribunal
do commercio desta provincia manda fazer publico,
que leudo de ser prvidos os dous odiaos de escri-
v&es de appellacoes c agravos do referido tribunal
creados pelo regulameulo numero 1597 do 1 de maio
tta eorrenle anno, convida os pretendentes a apre-
senlareni-se na sortiaria do mesmo Iribonal com
seus requeriraenti> uo prato de sesscnla dias a con-
tar da publicaran desle edital, datados e assignados
pela parte, ou seu piocurador, nrompnnhados de
folha corrida e maisAlocuincnlos, sendo' todos devi-
damenlc sellados, e instruidos alm disto cem certi-
dao.de idade e do eiame de sufllciencii, parn que
sendo informados, tcnnsm depois'seu competente
desuno.
Secretariado tribunal do commercio da provincia
do Pernambuco 17 de julho de 1855.
Maximiano Francisco Duarle
Ofllcial maior inlerino. ,
, Desappareceu a 18 do crrente, Joaquina, Ca-
C-angc, representa tcr40 anuos, estatura baita, cheia
do corpo, cor fula, cnbell i cortado rente, carne so-
bre os olhos, nariz chato, falla de alguns denles na
frente, peitos pequeos e murebos, nadegas topina-
das, lera iim p e perna enchada, tem signics de
relho nas cosas ; levou um vestido brancn e oulro
de chita prela, ambos vclho9 ; quando foge tero cos-
ame andar por esta praca e arrsbaldes : qnalqner
pessoa a poder pegxr o levar no seu senhor D. Silva
Campos, na rusilas Cruzes n. 40, que ser recoro-
pensada.
A relac.lo dos devedores de decimas da collec-
loria e municipio de Olindi, at o anno finauceiro
ihj 18511852 est em juizo, e os mesmos devedores
sao convidados a satisfazerem seus dbitos, indepen-
denle da aeco judicial qae os sujeilar a maiores
despezas, no prazo de 15 da, a contar do presente,
para o que se podero dirigir a ra Nova n. 44, se-
gundo andar, afim deoblercm a competente guia.__
O procurador fiscal da thesouraria provincial,
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
Na conformidade da requisieSo feita
nesta data pelo consellio de direcrio do
Banco de Pernambuco, be convocada a as-
scmble'a^geral dossenhoresaccionistas, pa-
ra reumo ordinaria no da ol docorren-
te as 11 lloras da manliaa, para levar-tea
efieito o disposto no art. oO dos respectivos
estatutos.Recite 14 de julho de 1855.
Barao de Csmaragibe, presiden te.Jos
Bernardo Galvao Alcoforado, primeiro se-
cretario.
O director da companhia. gymnastica franceza,
tem a honra de annuuciar ao retpcilavcl publico,
que tendo oblido liceiica para dar mais um especia-
culo, previamente tara publico o programmn.
Theatro
D APOLLO.
SABBADO 21 DE JULHO DE 1855.
Beueficio dos actores Joao Antonio da Costae Pe-
dro Baptisla d Santa Rosa.
Subir a scena n linda comedia em cinco aclos
0 CONVIDADO DE PEDRA
OU
D. JOAO' TENORIO.
Personagen. Actores
I). Joo tenorio, homem dissolulo Os Srs. Lisboa.
Esganarello, criado de D. Juan
D. Elvira, espota de D. JoSo. .
Sania Rosa.
A ra. D. Mara
Leopoldina.
D. Leonor Orsat.
I). Mara Amaia.
Os Srs. Montciro
Mendes.
I.iiu.1.
Pinto.
Rozendo. .
Sebastiao.
Sena.
LEILOES.
O ag?nte Borja, por ordem di adinlnhlricJo
da massa fdjidade Ricardo Rojle, farn lertao em
seu arman m, na ra do Collegio n. 15, dos objectos
perlencenles mesma massa, consistindo em cartei-
ras de amarello para eteriptorio, havaudo entre el-
las urna eicelleiite para 4 pessoas, secretarias, guar-
da-papis, guarda-roupis, eommodaa. es'.anles para
livrbs, mesas grandes c pequeas, eadiiras, lavato-
rios, um t ande bilco envernisado eoulras muilas
obras de marcineiria, etc., urna ptima machina de
copiar cartas, um etcelleote cofre de bronze, varios
objectos de escriplorio, urna grande quiolidade di
livrosdivei-soa, ama porro de roupa feila, e oulros
moilos ob(ectos, que se achirio plenles no mesmo
rroazem : quinla-leia, 19 do correte, s 10 horas
em ponto.
O agente Borja far leilSocm sen armazem, na
ra do Collegio n. 15, de urna grande quanlidide de
objectos "de dierenles quadidcs, como bem, obras
do marcineiria, novas e usadas, obras de ouro e pra-
la, relogios diversos, loucase vidfos, quinquilheriaa,
e oulros nuilos objectos, etc., etc., que se acharSo
plenles : sabbido, 21 do eorrenle", as 10 hora*.
O agente Borja, de ordem do Illm. Sr. *Dr.
joiz de dir me da primeira vara do commercio,
requerimerlo do curador fiscal da massa fallida de
Antonio A iguslo de Carvalho Marinho, far leilo
da luja da dita massa, sita ni ra do Qoeimade n.
50, consislindo n'nm grande e completo ucrliisienlo
de fazendas francezai c ingleca de diveiias qnali-
dades, orna etcellenlo armaran perteoceule a mes-
ma, todas as dividas e movis etistcntci na dita
toja : setta-feira. 20 do eorrenle, is 10 horas.
Setia-leiri, 20 do crrente, s 10 horas da
manilla, sergo vendidas em leilo publico, por des-
pacho do Illm. Sr. Dr. juiz do feilos da l'tzenda, a
requerimenln dos administradores da massa de
Deane Yonle^- C, e por nlervenijao do aconte Oli-
veira, diversas laceadas inglezas, consislindo em
cimas, alpacas, pannos de lila etc., atsim como ea-
deiras de bataneo americanas, c armario proprio pa-
r Guardar fazendas : nos indicados, da hora, e no
armazem da referida massa, sito na ra da Cadeia
do Recife n. 52.
?VISOS DIVERSOS
Carila, aldeSa. ^.....
Malnrina, dem........
Pedro, aldeao........ .
I). Carlos, irroao de I). Elvira.
I). Alfonso, dem dem.....
Domingos, mercante......
Gusmo, criado de D. Elvira .
A estatua do commendador. .
D. Luiz, pai de D. JoSo -. ,
m espectro, criados, ele.
Terminar o espectculo cum a mui jocosa farja
O (ASTRNOMO.
O ador Costa doente e em perigodc vida, ha dous
mezes, filio de recursos para se curar e sustentar a
sua numero-a familia, implora a proteccao do Ilus-
trado publico que tantas vezes em melhorescircums-
lancas o acolheu e protegen.
Os bilhetes acham-se desde ja a venda nn Ihealro
de Apollo das 10 horas d inanliaa as 3 da tarde, e
na casa do beneficiado Santa Rosa na ra de Santa
Isabel a qualquer hora do dia.
SAMO'DE BULES PBLICOS,
RA DA PKAlA, CASA KM
QUE FOIOTR'IU
T1EATUO PB1LUDRAA1\-
TC.
liRA\DES BAILES DE MASCABAS.
EM 28 DE JULHO E 4 DE AGOSTO.
Nos dias cima indicados lerSo lugar ncsle salao,
que foi preparado de proposito, ese icha ornado cum
bullante luto e lodo o goslo, os dous primeiros in-
Irelenimenlos desle genero, qoe ahi sao offereci los
ao respe'Uavel publico desla grande cidade, 13o ca-
recido de boas distraccOes.
As 8 horat da noite a banda de msica do 2. ba-
talhJo da guarda nacional desle municipio, dirigid
pelo hbil profcsaor o Sr. llermorgenes, animnci.ir
o comeco do bail, e pelas numerosa* e variadas pe-
cas de seu repertorio deixar o publico plenamente
-lisfeilo. Ao Sr. fliestre-sala esla incumbida a direc-
c.lo e boa ordem dos bailes, os quaes terminarfio
sempre as2 horas, pouco mais ou menos.
Convida-se, portanlo, a lodos os amadores, nao s
vircm ver com precedencia o magnifico saino dos
bailes pblicos, como lambem a prevenirem-se dos
necessarios bilhelesde entrada para cavalleiros, pois
que as damas lerSo entrada gratis. Ditos bilhetes
chain-se desde j venda oiiicamente na roa do
Collegio n. 18, primeiro andar, e nas vesperas dias
dos bailes, no escriplorio da casa do mesmo salao.
Prec.o 28000.^
AVISOS MARTIMOS.
Real Companhia de' Paquetes Inglezes a
Vapor.
No dia 22
deste -mea es-
pera-se do sul
o vapor Avon,
o qual depois
da demora do
coslume segui-
r para a Eu-
ropa: parapat-
sageiros, etc.,
trata-se com os agentes Adamson Ilowie cV C, ha
ruado Trapiche Novo n. 42.;
PARA O PORTO. *
-V barca porlugueza Sahla Cruz, lem de* sabir
com toda a brevidade, por ter parte do carregamen-
to prompio : quem na mema quizer carregar oo ir
de passagem pode cnteoder-se com os consignatarios
ua ra do Vigario u. 11 ou com u capitao abordo.
Para a Baha,
o hiale Voto Olida sabe breve por ter o sen carre-
garaenlo quasi prompto ; pan o retanle, Irata-se
com Tasso IrmSos.
Segu para a Parahiha por ter a maior parle
do seu carregamento prompto, a barcada aCarolina:
para o restante poderao enlendcr-se corh o seu con-
signatario, ua ra da Cadeia Velha, loja de ferra-
gentn. 56.
Baha.
Em vista do disposto na ullima parle do avisn
da repartirn da marinha de 19 de jonhn ltima-
mente Prado. Iransmittido por copia a esla reparti-
rlo pelo Etm. Sr. presidente da provincia rom o
cilicio de 9 do crrente mez. mandando qne nis ca-
pitanas dos portos sejam alistados os pillos de car-
la, faz publico o Ilim. Sr. capitn do porto que os
existentes nesta provincia deverao spresernar-se-
Ilie pera um lal fim o mais breve possivel, seado la-
do sto lano mais necesario qusnto que pelo con-
trario, nao se podar dar etecu{So a providencia
contida na primeira parte do citado aviso, para pre-
ferirem nos embarques' quelles nao tendo caria.
Vai seguir com brevidade o hiale brasileiro /"p-
tima : para o reslo de seu carregamento, Irata-se
com seus consignatarios Antonio de Almeida (ornes
& Companhia, na ra do Trapiche n. 16, segundo
andar.
Para o Porto com escala por Lisboa segu com
a maior brevidade o hrigue portuguez Bom Suc-
co-so, por ter parte da carga prompta : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, pan o
qoe tero aceiados commodos, dirija-se aos consig-
natarios Tilomas deAquino l-'onseca & Fillio, na
ra do Vigario n. 19," primeiro andar, ou ao capitao
oSr. Manoel U. dos Santos Sena, nn pracs.
Para o Porto e Lisboa.
A nova e muito vclcira barca Sania Clara, ca-
pitao t.ourenco Fernandes do Carmo, seguir al
o fim do correte mez, por ter maior parle do car-
regamento prompto : para o resto e passaceiros Ira-
ta-se com os consignatarios Barroca & Castro na
ra da Cadeia do Reciten. 4, ou com o capitao na
praca.
PARA O RIO DE JANEIRO.
O brigue escuna MARA seguir' em
Regiment de costas.
Sabio a luz o regiment das cuitas judtY
ciae, annotndo com os avisos que oalte-
i a rain: venderse a 500 reis, na liviana
n. 6 e 8 da prara da Independencia.
t\SS\ ADAMANTINA.
Francisco Pinto Ozorio chumba dtnles com esta
deliciosa massa, cuja sua boa qualidare ja he noto-
ria, assim corno tambem calj com miro, e prala, e
oulros metaes brflncosque soas cores igualara muito
aos proprios naturaes : pode ser procurado para este
fim, na run eslreila do Rosario n. 2, confronte a
igreja.
1'rerisa-e de nma ama forra para o sarvi(o in-,
lerno e etteroo de casa de pouca familia : a tratar
nesta typographia.
Oabaixo assignado vendo no DIARIO
ds bontern, 17docorrente, seu nome no
numero dos infractores a's posturas da ca1-
mar muncipal de Olinda,; decUtra, "ijue
tal infracejao se n5o den, porquanto pro-
vou peante a mesma snbdelegacia de
Olinda, taes pesos lhe nao pertencerem,
e tanto be. que pelo mesmo senbor sub-
delegado, o major Salvador Henriqne
de Albuqtierque, foi retirada dita mul-
ta, que no referido DIARIO se decla-
ra.Olinda 18 de jullio de 1855.Jos
Nunesde Paula.
Doteja-se fallir com urgencia ao Sr. Antonio
lote Coirein, na ra do Vigario n. 19, primeiro in-
dar, a negocio de seu inleresse.
;' Precisa-se de um bom cozmhairo, forro ou cap-
tivo, que seja fiel, para urna casa e-trangeira, paga-
se bem ; na ra do Trapiche Novo n. 38. V.
I'recisa-se de om homem para trabilhar em
urna carroca, cum comida ou sem ella, pagi.ise bem:
no armazem de tnateriaes di Iravessa do Aoucinho
n. 26, indo para a cadeia nova.
Precisa-se detim feitor para um si-
tio perto desta prar^a: na ra da Concor-
dia taberna qu faz esquina para casa
de deteneo se dir' quem precisa: na
mesma taberna se dir' quem vend um
bom- cao para quintal ou sitio. \
Precisa-se de urna senhora de pons
costumes e honesta, que entenda beii de
costuras e cortar,- para acabar Se' ins-
truir duas meninas: quem estiver neste
caso annuncie ou dirija-se a ra da Con-
cordia sobrado que tem varanda pintada
de encarna, confronte a entrada da ca-
sa de detencSo.
Aluga-e ou compra-se urna boa
ama de le te: no Hospicio, segundo por-
tao depou da Faculdade de Direito.
Jos Francisco Xavier de Mello, morador lia
30 annos em Beheribe, eslabelecido alli enm ta-
berna, lendo vendido o seu eslaheleeimenl e mu-
da ilo-se pan a Ctpunga, jurga nada de aer a pessoa,
alguma, neri naquelle lugar principalmente, nem
nesta praca do Recife, com ludo se alguem sejuU
gir credor, comparega na ra larga do Rosario n.
48 primeiro andir, ou em sua casa da Copunga
n. 51 Ai
JoSo Baplista dos Sanios Lobo, pelo presente
faz publico a todas as pessoas com quem tem Irn-
saccoes, que esta de posse da administra(ao de Soa
casa commerciat, por isso, com o annunciante se
devem entender.
O'ibaito nssianadn aviin.no Sr tiermann, re-
lojoeiro, de mo entregar n relogio que lhe deu para
concertar, cijo biliiete o abaito aasigoado perdeu, e
era de n. 3130. e o relogio lem a numeradlo de
9753, o qoal relogio s devernser entregan ao aba-
to assignado, ficando sem efieito algum o dito bi-
liiete.Bernardo de Cerqoeira Castro Mouteiro.
Na ra eslreila do Rosario, n. 34, fjz-se loda
a qualidade de comida por proco mais conmodo do
quo em oulra qualquer parle : as pessoas que qui-
zercm dirijam-se a dila casa.
O Sr. Joaqjiim Odaviano da Silva tem carta
na Ltvaria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
O abaito assignado declara aos credores de Ma-
noel Dias P.nho, preso'na cadeia, que era casado
dito Pinho e-iiste urna tellra de setenta e tantos mil
rei', porm esti paga como consta dos ilrihos de
dinheiro qce receben da thesouraria, e para nio
liaver duvi-las faz o prsenle annuncio,
Jos Luiz de Mallos.
Precia-se de urna ama para casa estrangeira,
demnilo pouca familia, cue satba eneoromar com
perfeirao, isnha boa conducta e seja fiel ; paga-se
bem : na ma do Trapiche Novo n. 38.
A.Sra. Besire Madelcine retira-se para Eu-
ropa.
Quem quizer alugar nma amt forra para o ser-
vico interne de casa, dirija-so rna da Florentina,
casa n. 24.
Precisa-*e de ofliciaes de enraptna
para a obra de Guilherme Sette : na ra
da I'i-aia sobrado amarello.
Aluca-se ama prela escrava para servicn de
casa, sabe cozinhar e engommar : quem r pretender
dirija-se a praca da Independencia loja n. 5.
Cm rapaz cliegado Diurnamente da cidade do
Porla na barca .Sania Cruz, olTerere-se para ejai-
teiro de qnalqner casa commoreial desla praca : na
ra Imperial defronte do chafariz padarin. n. 43.
Fugin no anno de 1851, da fazenda S. Domin-
go?, dislrlcto de Pombal, um mulato de nome Pri-
mo, de 45 annos de idade, estatura regular, secco da
corpo, pernas finas, rosto sardenlo, testa alia e can-
luda, olhos lermelhos'e encarnizados, pouca barba,
cabello ca apinhado, tem em nma cota a costura de
urna tacada, mascador de fumo, (ajvfcjuista, e lam-
hero gosla da pinga, he bem faltante, e tem a falla
chela, tem oflicio de vaquelro, cose dealfalale e de
sapaleiro, ie mnilo girio para negocio, e mesmo gos-
la de pegar no alheio edejogar: quem o pegar,
levando a seu-seuhor o major Jos Alves da Nobrega,
na referida fazenda, reeebetii 1005000 de graUrica-
cao alm d i despera da viagem.
O ab lito assignado, invcnlariante dos bns do
tallecido Luiz Antonio da Silva Burgos, avisn pelo
prsenle'os credores do mesmo Burgos, qne pelo
juizo de orphos do Bonito se est proced ndo o res-
pectivo inventario para que Ss. S. venham.ou man-
dem legalitar os seos creditot. ifim do serem itien-
didos na pirtilha.Galdino Alves Barbota,
Lina pesaos que reside em nm primeiro andar,'
sito em boa ruada freguezia de >anlo Antonio, que
Precisa-se de nm caixeiro qae Harria orillea i
taberna e qae afiance a soa conducta : na Capunga,
nova taberna de Jos da Almeida Ferreira.
O Sr. Jos Qoilctco Marina tem ama caria
vinda do Para, na ra dos Martyrios, no primeiro
aodir do sobrado O. 2 junto a igreja, e por se igno-
rar sua atorada se faz o presenta annuncio.
Alogam-se 2 moleqaes para servico de casa ;
na ra M Martyrios a. 2, primeiro andar.
Nc da 20, as 11 horas, na sata das audiencia,
depois ds linda do Sr. Dr. juiz da i asentes, se ha
de arrarsatar um sobrado de nm andar, sito na rna
Imperial n. 92, em chao proprio, com,34 palmos de
frente, <9 de fondo, e mais 252 pira quintal, avalla-
do ero 3.OOO9OOO, turna escrava, todo oertencenle
10 finar o Antouio da Trindade : os pretndanles
podem iancir mou coiihecimento da iggravo que inlarpot Basilio
Alvas de Miranda Vircjo. do despacho do Sr. Dr.
juiz de ntenles, que mandou por em praca, Uta em
sesso do dia 14.
Fcgio no fim do anno de 1851 en principio de
1852, um cabra de nome Francisco, condecido por
Sabia, d > lenenle-cofonel Manoel Nunes da Barras,
morador na fazenda GaviSo, di comarM da Ba-
Visla : eiuem o apprehender e levar a seu senhor na
fazenda cima, ter generosamente gratificada : pro-
testa-se com lodo o rigor di lei contra qoem o tirar
occultad >.
* Precisa-se por alagnel da ama preta escrava,
qae soja cozinhera: trata-si na rna d llortas
n.140.
H. Scasso, modista brasileira, offe-
reco sen prestimo aa rtspeilavei publico, para
apromptar com preste*! todo que ha ro mais diuca
do e bom goslo para senhons, lendiuti a vestido,
chapeos, turbantes e o mais qae te pode datejir, to-
cante a modas aa hus recente; a capera, perianto,
que nao 10 as soas delicadas freguexae continuarlo a
honrar a sua freguezia, mis lambem conoorrwi-
cia de lodas aquellas senhons qae caprichiaa em
vestir e i'nir-se cem o que he de anata etegaalU
bem confeccionado t cpjlm quier.ntitisar-se de sea
prestimo, procure no aten tta I a-Vista a. 81.
An onio Luiz Goncalvas Ferreira, vaatV) an-
nuncio inserto no Diario de Pernambue d 17 du
crrente relativo a venda do eugenho Casu, e is-
assgnado pelo Sr. J. J. de Miranda, pismou tu ver,
que o pruprieUrio do engenho Gaipio se bonvene
lambride da iovtocao da venda 4o engaoho CafiM
ou Aliiii ca, para provocar a proprietaria desla a
om pleito judicial, d que em verdad* t*
brri. lois bem : o Mnonciaaie fu earlo r
mais prelundeu vender o sea engenho Cac,aa a ma-
nos pretende hoja vende-lo ,- c iproveita a occasiao
para tciei tilicar o propritLirio do engtnho tiaipi,
de que menos exacta he a sua asierro, de que nas
Ierras de seu engenho est situado o do mnunciaule,
como pro.e-Ja nuiftrar judicialmente o mesni
niiiicianln, prutestando lambem desoje j contra ca-
ses tilnloi e demarcacao a qaa sa soccorre a praptta-
lario do engenho (jaFpi ; pois qne nem os tena ttu-
los o podim prejudicar, nem a inti rca-
Cao, se he que houve. pode produzir ef-
coulra o innuncianle, nio leudo sido este aavida ou
citado para ella.
L
No armazem de fazendas bara-
tas, rna dovk>llegio n. S,
vende-a um compbrto sortimento
de fazendas, (ins e grossas. por
pro'os mais baixos do qi
tra qualquer parte, tantea
(ei, como a retalho, atl
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimente
abrio-se de combinacao com a
maior parte da casas cOmmei
ing'ezas, rancezas, allemas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem rendido, epor
isto offerecendo elle maioret ral-.
tagens do que outro qu;
proprietrio deste importante e*-
tabilecimento convida a' todo* O
seut patricios, e ao publico em 8*7
ral, para que venham (a' bem do* !
seui interesses>) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. % de
Antonio Luiz dos Santos & Rom.
vjurm annunciou querer com aata-
ces do Keino'e oulros livros dot qne o annancto de-
clara, pode dirigir-so ra do W qae
achara cem qoem tratar. -
SYSTEMA MEDICO DE HOtLOWAY
a maior parte de seu carregamento en-
gajado : para o resto da carga e escraros
a rete, trata-e com os consignatarios
PILULAS HOLLOWAY
Este ir eslimavcl <*
le da hervas medicinaett
oulra alguma substancia < Beait,
lenra infancia, e i compteicao mais deii
igalmenle prompto e seguro para desarraigar o mi-
na compleicao mais robusta ; he inteirameote i
cenle em suas uperaefles e efreitos ; pois base.
move as,doancas de qualquer especie e grta, por
mais auligas e tenates que tej
Entre milhares de pessoas c re-
medio, nuitas queja estavam
perseverando ero sen. uso, conseguir* Y btar a
sade e tucas, depois de haver tei
todos os oulros remedios.
As mais attlictasnao devem entregai
rarilo ; firam um coapelenle ensato das eflBi
elleilos desta assombrosa medicina, er
perarao o beneficio da sld.
Nao se perca lempo ein tomar ssk) twedi
qualquer dis seguinles (uferd^^H
Accident ;s epilpticos. Fehre ted
Alporcas. ^^^
Ampolas.
Areias(mald').
Asthma.
Clicas. laSH
Convulsf'es. -
Debilidade ou etlenaa- Irregular lides da meiii-
eo. ao.
Debilidade ou falla de Lombrigas de toda espe-
forcas para qualquer ce.
cousa. Mal-de-podra.
Desinleria.
Dar de t arganla.
a de larriga.
a nos rins.
Dnreta no venlre.
Enfermidades no ligado.
a venreas
Entaque-ca.
Uensipela.
Pebres hiliosss.
a inlarmitlentes.
nnuroe rlint nnri irtnplln nn> poucos Oas pata aquelle porto, por ter :,|oBel5H)ii*l00. por anno, deseja permola-lo por
onlro anda : lambem ero boa roa, mas que nao etce-
da a 203OOO mensaes, e a causa da permuta se dir
a quem o pretender: na Catnhoa do Gaimo, taberna
D. 46, se dir quem he.
Manchas na cutis;
Obslruccao ole venlre-.
I'hihiticaou consumpcSo
olmonar.
i ni.
1;.tomas secundarlos,
emores;
Tico doloroso.
Lleers.
Venreo mil).
IlVendem-se estas|pilulas
e Londres, n. 244, Strand, e na t. lol os
boticarios, droguistas oailra pessoas ene
de sua venda em toda a America de Sol, Hvina e
espanta.
|JVendu-se as bocelinhas a800 retas. Cada nma del-
tas con!Sol urna instrnccSo em portuguez pira ex-
plicar o modo de se usar d'estas pillas.
O deposito geral he em casi do Sr. Soom, pMUr-
maceatleo, na rna da Cruz n. 2, em Petnarn-
6nco.
IECHA8ISI0 PAR ER6E-
KHO.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENOI-
NHSIBO DAVID W. BOWNIAN. WA
RA DO BRUM PAS3ANDO O ^HA-
FAHIZ,
ha sempre nm grande sprlimenlo dos* segnintes ob-
jectos dsmechanismos proprios para en|,enhos, sa-
ber : moendas o meias moendas da man moderna
conslruccso ; laixas de ferro fundillo e balda, de
superior qualidade e de todos os laminos ; redas
dentada 1 para agua 00 animaes, de toda* is prepor-
Ces ; cHvos c boceas de fornalha registros ele ba-
ero, agailhoes, bronzeSj parafusos ec.ivllhdes, moi-
nho de mandioca, elc.relc.
NA MESMA FCNDICAO.
se execulam todas as encommendas com a superio-
ridade ji conhecida, e com a devida presteza e com-
modidaile em preco.
A:ha-se'a diaposicJo do publico, em I
do > r. F. Q Rodrigues Esleves, ra do Cal-
deirsiro n. 42, um ro-
tado actual da Iherapeut
caz para FEBRE AMAKEI
mos o vegetal, cujat faores aprese
tintara maj, por aeus efTeilos clini
islo aconselhamos^que delle c na
o roalo qae leva cada um dos fn
Manoel de Siqucira (
P. S.Aulorisados por innmeros fictos ;
cllnbos, declaramos, que este medicamento i
he igualmente de milita otTlcacia para estes
ciso : vmica, pneumona, pleariz, fe
Inlermltlente, sofirime "
Wsm~
r


DIARIO DE PERM1UCBO QUINTA FEIRA 19 DE JULHO DE 1855
/VJ

Havendo uabaiio asignado como procurador
de Manoel Anlouio Teixeia aiiiiuuciailo que Iler-
nardino Francisco de Aze>etlo Campo, nao podia
dispor da heranr;a de Manuel An onio Teueini, de
quem he o dito Campos lenta menl tiro, declara que
Tica da neo bu ni eeito o di ,0 anuncio, o que de
niit.ha parle n3u ha obstaculc alg'im acerca da dila
heranca, visto ler desistido do JiJ^HIkt ten
constitu ule i dita heranca..
Miguel Jos Harboui (uimq-aes.
Manoel Alves Guerra Juiri ir embae para a
Europa-. me Itiooel, idada 13 anuo.
-O i orto de 20 por
cenli itguardente do
mun gunda
i dito im-
posto, que ate agora nao teempago, o fa-
eam por todo este mes, na roa das Laran-
geiras n. 18, e com especialidad; os de
S. Lourenco, Caxanga', Estradti-Nova,
Afogados, (iiquia/, Barro-Verrnellio, Ti-
gipi, S- Amaro de Jaboatao, e todos os
mais da freguezia de Murilieca ; do con-
trario se proceder'ejecutivamente.
Basi lio Alvares de-Vira ida YarejSo, como ad-
ministrador de ana mulhei- I). Caruliua Jotephina
Porcia de Mendonc.a, herdeira universal do senhir
ou patrono do barbeiro A minio da Trindade, alias
Paca, fallecido ha pouco niait de mn mez, vem pelo
presente protestar, como protestado ten) nos reac-
tivas autos, haver de queni arrematar as cusas e alu-
gue da heranca do dilo Triidade, ijue sem motivo
plitusivel, se nao a preleilo de poder segir ruina
peta eonservacSo dallas, p>z em praja o juizo de or-
phflos, iaacrivSo Vaseoncells. con xa oa iiibresses do
aiinunciante, qoe te hbiliti pelo mesmo juizo.
Seila-felra, 90 do cor"enle, ao meio dia, dc-
pois da audiencia do Illm. Sr. Dr. jniz de direilo da
primair vara' docivel, e ru sala respectiva dos au-
ditorios, ir .praca a qtm mais der, por arrema-
tado, a casa o. 1, sita na pruca ("a Boa Vista, ava-
llada por 2.-O0090D0, requrimenlo de Gregorio da
Silva Reg, porteo bastar le procurador i esU cida-
de, paracumprimenlo de testamento.
T. Kero vai a Europa, dehando a sua procu-
rado ao Sr. C. L. P, Rocr.-k.
Constando ao proprietnrio ilo cngenlio Gaipi,
da tregoezin de Ipojuca, que leucionam vender oa
arrendar o engenho Caera, previne com et-le annun-
cio a qualquer pessoa que q nter entrar em negocio,
que o dito engenho Caru eiit siiuado em suas Ier-
ras como consta de eus ttulos e demarcarlo que
mandn proceder. Kecif: 16 da julho de 1855.
Na roa Direila n. I'l da-aa dinheiro a juros so-
bre penhores de ouro oa pr; la.
Companliia Pernambican* de nnvegacao
costii ra.
O consBlho de direcc.30-onviJ. .ios Srs. accionis-
tas da inesma einpreza a ffectiiarom al o dia 31
mais 10 pjr cento sobre o valor
das accoes que subscteveuiii; e o encarregado dos
recebiraentos lie o Sr. F. Ciulon, na ra da Cjuz
n.ac ^"
oaqoint Jos Dias I'e'eira declara, que tendo
arrematado em leilSo de 9We jonho prximo paseado
ledas MiUbUm activas quu deuum a Antonio da
. con taberna na roa da C
la a ii dos rs devedores do dito
Estrella, taaltb oa praca como do mallo, para que
vonbam pagar saoaununc ante com a maior pres-
m de evilirem nraiores despeza,
r loda coiitnmpl; c.5o com os que fe-
Ios nos seas panamenlos, pudendo
se ao aiiiuncltnle, no aterro da
Bit-\

aisla Iraucez, estabele
t) cido na roa larga do Rosario n. 36, segundo
D andar, colloca denlescingigivasarliflciaes,
S3 e dentadura completa, ou parle della. com a
l
- Precisa-se de um pelo moc,o c ein vicios,
urna casa le fa nilia\'pa.3a-se bem:
quem o livor e quizer alagar, annuurie ou dirija-se
apha, que ae the t. ir com quera de ve"
Iralar.
i-e uma prela timilo fiel e sadia, qoe sa-
be perfeilainenle engoraran, coiiuhar e fair todo
e casa: na ra Nova n. 18, segundo
Attencfto.
i-se a administra ;ao di patrimonio dos or-
phaas o motivo pir qna estamos em prin-
cipio do nano linanceiro de 1855 11856 e nao pz em
ojtMEimenlo dos medicamentos para trala-
Sesmos orphlos '! Com sua reiposla me
DEHTlSTi
ment d

mesma administraos i e ao pu-
iyo aa carulade.
meiliro pela univorsidadede
iinlina a residir na roa da Cruz do Ite-
.i andar, onde pode ser procurado a
a, e convida aos pobres para consullas
no os visita <|oandd as circunstancias o
ipeeialidade das molestias dus olhos e
3abaixo assignado, professor particular pro -
; primeiraa ledras, mu-.lou a sua resi
delicia da fregiieiia da lk-a Vista para a de Sania
Autonio, ra da Concordia, onde praleude conii-
ri.qt, o esl prnmplo a rcccbcr
Hbiio como externo, que
^Kgmc. Padns Vhomaz
e Sania Moran MigalhSet.
O SOCIALISMO
Ptia (caeral J.brem
: eilii inleressanle obra, que
no rlirisISo, e lainbem da guerra do
e com toda a historia religiosa e poltica at
as conferencia de Vieniif.
assignaotei podein mandar receber
|uel as pessoas a quem (iveram
moa aherta as anigoalu-
" renle me/, de inllio, a 2S00 cada
templar, na esrriptorio co Diario de Pernamburo
endeuda, na luja do livrpi dos Srs.
quii da roa de Colle-
Jos Moreira Lopes, ra do
relia ; dos Srs. Siqueira & Pe-
ichae PiaTeira e ItrekoufeM, ra
/ Antonio de Siqueira, ra
; e em caa Jo aulor, j en-
Collgaio c;sa amarclla no I.-
oiin. as nlu dis' mesma pessoas,
tide a liondjdc de ageneiarem as-
prescilo mez, vendcr-se-lia
cada um ejemplar avulso a 3; n.
FUDIC40.
So de Jos Barlisla flraga, na ra Nova
ia-e toda a qualidad de obra de bronze
ilao. assim como faz^st qoalquer obra tendente a
loeiro e funileiro com toda a perfeicSo e preco
iodo.
O cartorie dos feilos di fazt oda provincial foi
lo para o segundo andar do sobrado da ra do
e estis liberto no dias olis desde
as!) horas da manira at as 3 da tarde.
lo um pequeo que lenba pratica
de taberna, e que qoeira aer caiieiro nos Apipuco :
a tratar na roa do Qaeirudo-n. M.
Precisa-se d uma ama para todo servieo de
orna casa de pouca familia.- na ra de Bertas n.66.
Quem precisar de tiro escirava para ama, di-
rija-se a ra do Oueimado, loja a. 14.
lea de esplrllos, de Jos Joaqnim Lima
BnirSo, a roa Direila n. 7, lia eonsUolemeute
om aortiinenlo de licores, tanto linos como mais or-
dniarios, agurdente do reiro, geoebra, aiiiz, agur-
dente de caima, chamada de cabeca, espirito de vl-
nho, para bem servir qualquer encomrrenda com
loila a .l,lo, e seua piejos ts mais baratos pos-
sivfis, vista da boa qdnlidade da fazenda.
iseal da freguezia dj Santo Autonio precisa
anda alugar 2 pretosescnivn paia osYvIco da lim-
psa das roas: na roa da Han: el, a fallar com o
meimo fiscal.
Precisa-te de um ama de ineia idade, que tai"
ba fazer o servijo de uma casa de homein solteiro :
na roa do Qoeimado n. 3Si>.
Precisa-se alugar um sitio ou uma
casa com jardim, pto do Recite : na
ra do Trapiche n. oH.
O bsehirel Gostato Adolpto R4dhw Ferreira
uilo podando.pela rapidez de sua rlagetn despedir-
se pessoalmente daquellee ,ue o bouram com a sua
amuade nesta provincia, v> por meio desle pedir-
lliee desculpa destasua jnvckintaria falla, o oOere-
cw-lhes o sen Traco prestiino na :idade dj Barra do
Riu Negro para ende at relira,"
PanlpLqizGaygnooi comida at pessoas que
pretender ter reeebido do Franen m.sa rdamenli-
na a apresenta-l.i quinta- feira, 19 do crrente, n
rnmniMJIo publica, prra ter examinada
e comparada como a rerdadeira mansa,inventada ne-
In abano assigoado.P. L Gaygnoox.
Coosalado de Port;nl i i l^ritmbuco.
Por ordem do Sr. consol de Portugal se faz pahli-
j conformidade do rejulainonlo imperial de 8
rasdo Bnadm Domingos jas do Oliveira. Anlouio
JoaVleira, Jetuiuo Anlmio Basto, Manotl do
hanlot. Domingos Piolo, Ipo)l Cordeiio e Joo
Jons Vasconcellos e Sonza, queiram apresenlar net-
te censulado as suas conlas ou nutro qusesquir ti-
Uloadecredilo, competentemente legalisados, afim
do serem attcndidos segundo as forcas don rospecti-
yos espolios arretadados. Conolado de Porlogal
emPernaaibocoaosl6dejilho(lcl855.S. M. A.
Cardoso, cbaoceller iaterino.
CONSULTOBKO DOS POBRES
5o mu a vova i aitbar 50..
O Dr. P. A. Lobo Moscozo d* consulla liomtopathlcas lodot os dias aoa pobres, desde 9 horas da
manliaa ateo meio da, e ero casos extraordinario %adalquer hora do dia ou noile.
Offerece-se igualmente para pracar qualqMr bperac.ao de cirurgia, e acudir promplamente a onal-
quer malhrr que esleja mal de para^HpKrcomUticias nio pennittam pagar ao medico.
ICOSmORWlO DR. P. A. LOBO I0SC0Z0.
50 RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina homeopathica do Dr. G. H. Jahr, traduzido em por
tognez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes eneadernados em dous e acompanhado de
um dieciouano dos termos de medicina, cirorgia, anatoma, ele,, ele. XSOOO
Esta obra, a mais importante de todas as que tratam do esludo e pratica da homeopa'lhia, por ser ', nica
que conten a bise fundamental d'esta doutrinaA PATUGENESIA OUEFFEITOS DOSMFIHC \
IENTOSNO OKGAN1SMOEM ESTADO DESAUDE-couliecimen.o. q.ienao^demdispe^aJ .1 ."I
soaa que sequerem dedicar a pratica da verdadeira medicina, intersea a todos u mdicos que qui/erem
experimentara noulnna de Hahnemann, e por si meamos se convenceren! da verdade d'ella- a lodos os
fazendeiros e senhores de engenho que eslao longe dos recursos dos medico: alodosos capilaesde navio
que uma ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qoalqner iucommodo sea ou de seus tripulantes
a lodos os pas de familia que por circumstancias, qde nam sempre podem ser prevenidas, s3o obriga-
dos a prestar n conineati os primeiro soccorros em suas enfermidade.
10SO0O
39000
ica da
possivel e
89000
O vade-mueum do homeopatba oo IradoccJIo da medicina domestica do Dr. Hering
obra lambem til as pessoas que se dedicam aoesludo da homeopalhia, um volu-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina....._
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatomia, ele, etc., encardenado'
Sem verdadeiros c bem preparado, medicamentos mo se pode dar om passo 'seguro na pralicads
hosseopatliia, e o propietario desle estabelecimento te lisongeia de le-lo o mais bem montado possivel
ninguem dnvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grandes.................
Boticas de 21 medicamento em glbulos, a 10, 128 i5000 rs. *
Ditas 36 ditos a.....-......
Dita. M ditos a.......... *
Ditas 60 ditos a...............
Ditas 1W ditos a .-......e ...'.','. '
Tubos avulsos.................... | *
Frasco de meia onca de lindura. ...... .... ',
Ditos de verdadeira lindara a rnica...........
Na mesma casa ha sempre venda grande ntmaero de tubos de. crysta de
. 209000
. 2.S000
, 308000
. 60*000
. I90IXI
. 29000
. .t 2SO0O
ic diversos taiDanhos,
vidros para medicamentos, e aprompta-se qualqaer eooommenda de medicamentoscolu toda brevida-
de e por presos muilo commodos. '^
TRATAMEHTO HOMOPATHICO. '
Preservatico e curativo
DO CHOLERA MORBUS,
PELOS DBS.
ou inslructao ao povo para se poder curar dcsla enfermrdade, administraiidu*
para alalha-la, emquauto se recorre ao medico, oa mesmo pura cura-la indenen
em que nao os ha. '
TRADUZIDO EM PORTOGUEZ PELO DR. P. A. LOBO
Esles dc-os oputcoloa conlm as indicac6mal claras e preels.s, pela.sua simples
cao e.la ao alcance de iodn as i.ilell.ge.ici,,, ua. pelo que diz respeito aos meio. cura!i
cipalmcnle as preservativos que tcm dadnos mais salisfacloiioMr..,ii!..i. .
remedios mais efticazes
dependenle desles nos lugares
elles tem sido portos em pratica.
e concisaex pcsi-
euralivos, como prin-
resullados era toda a parle, em que
Sendo o Iralamenlo homeopathico o nnico que lem dado CTandp rpntiaHn ni,>i- a .
Vende-Se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nova 52, por 25000 rs.
MASSA ADAMANTINA.
Roa do Rosario n. 30, segundo andar, Paulo Gai-
guoux, dentista francez, chumba os denles com a
mana adamantina. Essa novae maravilhosa com-
posicao tem a vanlagem de enchersem pressSo dolo-
rusa todas as anfrnclunsidades do denle, adquirindo
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dura, e permute restaurar o denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
MMIGaGAO' W) instituto ho-
1E0PATIG0 DO BRASIL.
TIIESOliRO HOMEOPATHICO
OU
VADE-MECLM DO
HOMEOPATHA.
^( 'Mclhodo concito, rlaro e-teguro de cv-
rar homeopathicamcttle todas as molestias
que affligem a especie humana, e part-
tcularmcitte agellas que reinam no Bra-
sil, redigido segundo os. melhores trata-
dos de homeopalhia, lano europeos romo
gflk americanos, e segundo a propna experi- fe
J encila, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgero 2l
9 Pinfio. Esla obra he hoje reconhecida co- (^
mo a melhor de lorias que tratam daappli- gfc
cacao homeopalhica no coralivo das mo- w
leslias.- Os curiosos, principalmente, nao t
Oporlern dar om passo seguro tem possui-la e S
consulta-la. Os pas de familias, os senho- Vf
(A res de engenho, sacerdotes, viajantes, ca-
v pilfies de navios, sertanejos etc. etc., devero S
Ic-la i raao para occorrer promplamente a fj)
qualquer caso de molestia. us
. Doos volomes em brochura por 109000 ^
B eneadernados I9OOO O
A Vende-se nicamente em casa do aulor, Zt
W 10a de Santo Amaro n. 6. (Mundo No' w
tt "o). A
Est a sahir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE UOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OLTROS,
poslo om ordem alphabetica, com a descripro
abreviada de todas as molestias, a ajKcarao phvso-
logiea e llierapeutka de todos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de acco e concordancia,
seguido de um diccionario da significarlo de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Subscreve-se para esla obra 110 consultor horneo,
jialhico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova a. 50-
primeiro ndar, por 59000 em brochura, e 69OOO
jncadernado.
f9 O Dr- Sabino Olegario Ludgero" Pinho, t)
k mudou-se do palacete da ra deS. Francis- 4*
"' co n. 68A, para o sobrado de dous anda- ^9
I resn.6, ruade Santo Amaro, (muodo uovo.) t
O esoripturario da Corapanliia de
Beberibe achando-se habilitado a comprar
e vender accoes da mesma Companliia, of-
erece-se as pessoas que quizerem com-
prar e vender, a dirigir-seno cscriptorio,
na ra Nova, sobrado n. 7.
t,~..,'"cisa-!,e alugar uma ama para casa de pouca
familia ; na ra do Hospicio n. 34.
'Precia-se engajar cornelasfpara oler3o;do
sexto batallio da guarda nacional, assim como iim
meslre para dirigir o mesmo: quem quizer, dirija-
se ao major do mesmo balalhao, uo pateo da Paz,
freguezia dos Afogados.
Precisa-se de um bomem nacional ou cslran-
geiro, mas que teja de inicua capacidade, para ser-
vir de criado a um senhor dengenho, trata-te bem:
quem preteuder, pode dirigir-te ao paleo da matriz
de Sanio Antonio, casa de um andar 11. 2.
' O abai.vo assignado deixou de ser cai-
xeirodosSrs. Novacs & Companliia.Re-
cif 1G julho de 1855.Matheus Ferrei-
ra Franco.'
COMPRAS.
e
11a
INFORMAQO'ES O] RELACOTS
SEMESTRES.
Na liviana n. 6 e 8 da pratja'da In-
dependencia, vende-se relacries semes-
traes por preco commodo, equerendo res-
mas vende-se ainda mais emeonta.
Novos livrosde homeopalhia mefrancez, obras
lodasde summa imporlancia :
Compram-se todos os nmeros das
folhas intituladasO Amigo dos Homens,
distribuidas pelos socios da sociedade d
Propagacao da Fe, de 7 de Janeiro d
18-iiat 26 dedezembro de 1817:
prac-a da Independencia n. 5.
Compram-se collecces de consliluicSo e cdi-
go, reformas, leis e decreto relativos, por Jos do
Nascimenlo Silva ; primeiras linhas do procesto ci-
vil, por Perelra e Souza ; igeslo Brasileiro, Ma-
nual Pralico, Doutrina das Accoes, por Conia Tel-
les ; Ordenaces rio Reino,' Advogado dos Orph.los,
Diccionario Jurdico Gommercial, por Ferreira Bor-
ges : quem Jiver esla obras pode procurar a A. S.
de Barros, na roa do Vigario u. 17, ainda ^msm
que tenham algum uso.
Compra-se uma escrava que seja
moca, intelligente, sadia e sem victos,
embora nenhuma habilidade tenha
tratar-se no sobrado da rita do Pilar
82.
Rolao francz.
Vende-seo verdadeiro rolo francez
de libra e a relalho: na ra larga do Kosariu n. 38.
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se o verdadeiro e muito fresco rap Paolo
Curdeir : earua larga do Kosario n. 3.
Vendrm-se afiadores fino para nnvalhas a 500
e 640 rs.: lia ra larga do Retarlo n. 38.
Vestidos a (#920.
Na loja de* portas da rua do (jueimadnh. 10
vemlem-se corles de vestidos de dula de coro boa
fazenda a seis pataca cada corle, leudo muilo sor
lmenlo paia e.-collicr.
SEDAS DE CORES.
Veodem-M corleado volido preco muilo em conla para acabar : na loja do 4
portas 11a rua do Queimado 11. 10.
Vende-sel Irave de 30 palmos, de qualidade
muilo boa, paracomieira de lzuma coberla de cata,
2 enzaines com 36 palmus cada um, 1 porta de rua
da postura, 1 rotula nova e oulras usadas: na rua
do Rangel 11. 21.
Vende-se ou arrcnda-ne o engenho Craslro, si-
loado 110 termo da villa de Porto Calvo ; esse enge-
nho lem vaneas sulcienles para safrejar annual-
menletres mil pSet, sendo o* partidos muilo "perlo,
lem todas s obras necessarias feitas de lijlo e cal,
4 sitios para lavradores com saccado e casa coberla
de telha, muilo boas maltas onde se encontram as
madeira de melhor qualidade, e alm de toda es-
tas vantagens lem a de chegarem as barraras at ao
saccado, de sorte que he muilo fcil o embarque do
nssucar : a pessoa que quizer negocia-lo, dirija-se a
roe da Concordia, ultimo sobrado ao sol, doSr. Ma-
noel rrnuiiu lerreira, ou ao mesmo engenho.
Rape'ara preta.
Chegaram algomas libras desle mui acreditado
rap ara prela da Bahia, e se vrnde em porcAo ou
as libras : na roa d?. Cruz n. 1, escriptorio de Anto-
nio Loiz de Oliveira Azevedo.
FARINHA DE MANDIOCA. ,
Abordo do hiate CONCEICAO FELIZ,
Tundeado defronte do caes do Ramos, ha
para vender muito superior lariuha de
mandioca por preco mdico : os preten-
dcntesdirijain-sea bordo do mismo hiate,
ou na casa de seu consignatario Domin-
gos Alves Matheus.
SAL DO ASSU,".
Vende-se a bordo da barca MATIIILDE,
funded.i na volta do Forte do Mattos : a
tratar com o capilao a bordo,'ou com
Manoel Al ves Guerra Jnior, na rua do
Trapiche n. 14.
Vende-se o sobrado de dnus ndales, da /na do
Coraoniz n.10oqual tem chitus pn|irio, a tratar
na rua da Assuropcao n. 1C.
Vende-se uma bonita escrava boa
qnitandeira, de idade 25 a 27 annos
quem precisar dirija-se a Pa Augusta
n. 52.
Vende-so nm jogo de breviarios em bo'm esta-
do : na casa do sachrislao da ordem lerceira de S.
Fr-auciico..
Vende-se uma escrava rrioula, de idade 22 an-
nos, engomma perfeilamenle, lava, cozinha e cose
na rna do Colovello, casa n. 99. '
Vende-se um sobrado no Recife, na rna'do
Cordoniz n. 10 : a tratar na rua da Assumpco, con-
fronte o nicho n. 20.
Vende-se a posse de um terreno com 70 pal-
mos de frente, murado pelo fundo, com 40 palmos
de alicerce na frente, no lugar denominado Campo
Verde, freguezia d Boa-Vista, lugar muiloproprio
para qualquer eslabelccimento do pariarie ou de fer-
reiro, por ser em quina da rua do Socgo ; lem agua
doce, e son foro lie muilo diminu,. : procure no
principio da rua Augusta, casa 11. 6, que so dir
quem vende.
Vende-se orna armac para taberna, qoasi
nova, com caixes envidracados: na rua Imperial
n. 39.
Vendem-se 4, libras de prala, propria para se
desmanchar em obras : em Fra dir quem tem.
A 5^500.
Chales de merino, finissima fazenda, sortimenlo
de todas as cores, pelo barato preso de 59500, ditos
de ganga bordados a 2J800, dito de ISa algodio, Mi-
tos de larlatana a 1J>OtHl,leiic.os de garja eseda, lin-
do sortimetito, a 18000, ronieiras de Uiii e de cam-
braia a 2j00, meiai brancas para menina a 240 o
par, ditas para menino, fazenda, superior, a 280 o
par : na rua do Queimado n. 33A:
A 5^000 rs corte de vestido.
'stosos quadrot, iiUilulada Va-
eimado, loja n. 21.
Vende-se uma prela moca, rrioula. que sabe
jos de casa det'faiAilia, sendo para
distilacao por Iraz da igreja de
G Compra-se orna boa cabra (bicho) quo tenha
bastante leile : na rua da Aurora, casa nova junio a
do Sr. Uuslavo Jos do Reg.
Compram-se arroes de)Beberibe : na roa lar-
ga do Rosario n. 36, segundu andar.
COMPRASE
toda a qualidade de metal velho, menos ferro : na
rao Nova n. 38, defronte da igreja da Couceito dos
Militares, loja de funileiro.
Compra-se oms lipoia em bom estado : na rna
do Vigario loja de pintor 11. 10.
VENDAS.
Vende-se oa arrenda-se no.Corredor da Var-
zea, um tillo .nico que l lem porlao de ferro, com
grande casa do.vivenda, estribara, rocheira, etc., e
muitas arvores de inicio, assim como trra desocru-
pada : quem o pretender, dirija-te ao mesmo sitio,
que achara pessoa habilitada para contratar, ou ein
Olinda, no palacio do bispo, com o proprielario.
Vendem-se chapeos francezes muito finos, pelo
- SSeTte^becalrandt nTaleT t SE
_ '"mes.............209000
Teste, molestias dos meninos.....69OOO
Hering, homeopalhia domestica. 79000
69000
16*000
69000
89000
I69OOO
IO9OQ0
89000
79OOO
69000
49000
109000
309000
Jahr, pharmacopa homeopalhica.
Jahr, novo manual, i volomes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Rapou, historia da homeopalhia, 2 voluntas
Harlhmjnn, tratado completo damolestias
do meninos..........
A Teste, materia medica homeopalhica. .
De Fayollo^doutrina medica homeopalhica
Cliuicn de Staoneli .......
Casling, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de Nysten.......
Aulas completo de anatomia com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripcao
de todas a parles do corpo humano ,
vedem-se todos ettes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, rua Nova n. 30 pri-
meiro tudar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
tiuemudou a sua aula paraa rua do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico pi-eqo como he publico: quem se
quizer utilisar de seu pequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDGAQA'O DAS FILHAS.
Entre as obras do grande (-'nielen, arcebispo de
Cambray, merece mui particular mencilo otratado
da educarlo das meninasno qual esle virtuoso
prelado ersina como asmis devem educar snas fi-
Ihas, para um dia chegarem a occopar o soblima
lugar de mi de familia ; torua-se por tanto orna
necessidacle pifa todas as pessoas que desejam gui-
a-las no verdadeiro caminlio da vida. sl a refe-
rirla obra iradazida em porlusnez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
dimitilo preco de 800 rs.
O Dr. Jouo Honorio Bezerra de Me-
nezes mudou a sua residencia da rua
Nova, para a rua da Aurora sobrado n.
6i, 'lite faz esquina com 0 aterro da Boa-
Vista, e ithi continua a exercer a sua pro-
fissao de medico.
Vista 11.18.
. Vende-se uma parda moca, com algumas ha-
bilidades e bonita figura : na roa do Trapiche n. 14.
Algodac/da fabrica de Todos os Santos da
Bahia .
Vende-se na rua da Cruz o. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo, o algodao da abri-
ca cima, he muito recommendado para roupa de
escravo e saceos de assucar.
.!. JANE, DENTISTA, 8
9 eentiniia a reeidir na roa Nova n. 19, priraei- &
# ro aodar. S
Na r
rua da Madre de Dos n. 36, primei'roan-
dar, precisu-se de offlciaes de atraate de obra gran-
1 de e miada.
, Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de mandioca em. saceos
dealqueire, medida velha, poi barato preco: noar-
mazem da Iravessa da Madre de Dos o. 5, ou na
rua da Cruz n. 1. escriptorio de Antonio l.uiz de Oli-
veira Azevedo,
Colcoraiue,
REMEDIO EFFICAZ PARA CALLOS.
O colenme alivia immediatamente os callos, o
segundo sua applicacilo corta c torna o seu primitivo
estado de flmbilidade como se tal callo nAo hou-
vesse eiittido : este excellente remedio vende-se na
rua do Collegio n. 1, a I9OOO o fraseo.
PUBLICACA'O COROGRAPHICA.
Esta' a' venda na livraria classica n. 2.
no pateo do Collegio, a obra intitulada
Breve Noticia Corographica do Imperio
de Brasil, escripia em 185V; e rogarse
aos Sis. assignantes que tenham a bon-
dade demandar buscar o seusexempla-
res, no armazem deleiloes da rua do Col-
legio n. 15-
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambera no, DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; eVm ambos os logares
e\istem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao' os mais oommodos.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara?
dos di ferro de -i>r<" qualidade.
Vendein-ie 2 escrava crioolas, sendo, 1 de 23
ascos nnu de idadr, com 1 cria de 2 meszes, e 1 de 30 an-
noa, ptima emgommadeira e cozinheira : oa rua
de Dorias n. 60.
Vende-se ama loja de miudezas em rouitoTa
localidade paia negocio, com os fundos que convier
ao comprador. Esle negocio torna-te de muila van-,
tagem para quem te quizer eslahelecer, ,'jo so pela
casa ter rommodos para familia esero alnuucl muito
mdico, como tamlieul por calar muilo afregoezada
par vender a relallio, o que se prova, e icualmeulO
seafiahea ao'comprador o mulivo da venda : ,1 fal--
lar na Boa-Vista, rua da Saiita Crat n. 30.
'Acha-e venda na livraria q. 6 e 8 da praca
da Independencia a evcellenleobra intitulada f'.ram-
nialica Razoavel da LiiiEoa Portdgoeza, composla
segundoj doutrina des melhorrt grammalicos anll-
got e modernos, de dilTerenles idioma*, por Louren-
co Trigo de l.oureiro, obra esla ulilissima nAo sii
para p principiantes de iostruccAo elementar, como
para todas 11 pessoas que quizerem ter perfeito co-
nhccimenlo da lingoa porlugueza,.
VENDEM-SE
Barris com bru, os maiores que tem
vindo da America, chegados agora: na
rua do Amorim armazem de Paula &
Sautos.
Vende-se 1 par de tosela, 3 Ulnetes, 1 pnl-
ceira, 1 par de brincos, 1 par de livellas para sapatos
de sacerdote, 1 correte para relogjo, 2 livros pau-
lados com mais de 200 folhas cada um, proprio* pa-
ra escripturacAo de loja de fazeudas, o 1 bilAo com
brilhanle: na rna do l.ivrainenlo n. 33, loja de cal-
cado.
ci
Linda fazenda d
lacbia: na ruado
rs,
ifT/ste
Ovieirr
Tcieic-s uma
-zer torios 06 arranjc
foTa da Ierra: na d
Santa Hita.
Vendem-se xarope de todas as qualidade pa-
ra refresco : na rua Direila 11. 70. c por delraz da
igreja de Santl Rila, dislilarAo. '
Vcnde-M mcl de furo bom, cm barris de 4 e
em pipa, com o'casco ou sem elle : ua rua do l.ivra-
mento n. 32, padaria, se dir quem vende.
Vende-se |uma casa de laipa na Iravessa do
Trindade, com 90 palmo de frente e ItXl de fundo,
com pinitosarvoredode fruclos. pelo diminuto pre-
co de 2109000 : quein quizer, dirija-se rua Impe-
rial n. 165, que se dir qnem vende.
Veudem-sc velas de carnauba pura, de 6 e 10
em libra, feilas com perfeicSo, polo commodo preco
de 149500 a arroba : na roa Direila n. 59.
Lila preta de uma qualidade inteiramente np-
va, com tres palmos e meio do largara, muilo pro-
pria para as senhoras que usam de Haia e limito :
vende-se na ru,1 do Crespo, loja n. 19.
FARINHA PE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqtieire, medida
velha por OOO reis : nos armazens ns.
o, 5 e ~, e no armzem deronte da porta da
allandcga, ou a tratar no escrip"loiio,de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 31, primeiroandar.
TALIIERES PARA MENINOS.
Naruada Cadeia do Recifi'ti. 15, loja
do Bpurgard, vendem-se ta Hieres de osso e
marim para meninos, e rolao hambur-
guez cm garrafas. ^^Kk
' Naruada Cruz n. 26 primeiro an-
dar, vende-seo excellente vinho de Cham-
pagne, chegado ltimamente Jo Franca,
e por muito commodo preco, que s se
dir" ao comprador.
H Vende-se orna taberna na rua da Senzala Ve-
lha u. 15, a dinheiro ou a prazo, sendo pessoa capaz,
e sendo a dinheiro vista o comprador f.ir melhor
negocio com a dila taberna : a Iralar na mesma ; e
tamlicm se vende doce de caj' secco a 500 rs. a li-
bra, em bocetas ou as libras, como convier ao com-
prador.
Vcnde-se 1 mesa grande que serve para qual-
quer senhor advogado, 1 par do bancas, 1 commoda,
1 cama de armaran, grande, 1 par de mangas de vi-
dro com seus castiraes, 1 mesa de meio de tala, ludo
usado, 1 marqaeza : a (ralar na rua Direila n. 16,
ou dcl'ronlu n. 3, lenda de marcineiro.
Sal do Asst't:
a bordo do hiate nAngclican, a Iralar rom Antonio
Joaquim Seve, na rua da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar.
A 480 rs. o covado.
Arpaca preta de cordao, fazenda encorpada e bo-
nita, propria para calcas, jaquelas, palitos e outras
ob/as : na rua do Queimado, lja n.2l.
Vende-se uma escrava rrioula, moca, com ha-
bilidades, bem como um boi manso e uma aurora
para o mesmo, todo novo e em perfeito estado : a
roa da Cruz do Recife n. .56. na imprensa.
Vende-se oleo de amendoa doce, em Lilas de
8, 4 e 2 libras, velas de espermacele verdadeiro, de
6 cm libra, ludo a preso commodo : na rua do Tra-
piche 11. 36, escriplorio de Matheus Austiu & Com-
panhia. )
A boa fama
Vendem-se charuleiras de diversas qualidades,
pelo baralissime preco de 160 rs. cada uma : na rua
do Queimado, loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
YEMIE-SE
na rna Nova n. 38, defrmle da igreja da Conceicao
dos Militares, radinhos do norle de lodos os lam'a-
nhos, verniz copal a 900 rs. a libra, muilo bom, p-
timas bigornas para funileiro, tesouras para dito,
alicates muilo forte, rozetas para esporas muilo
boa, vidros para vidrara, em caita e a relalho, e
todos os preparos para oflicina de laloeiro e funi-
leiro.
W POTASSA BRAS1LEIRA.
(g| Vende-se superior potassa, fa-
^} aricada no Rio de Janeiro, che-
ijada lecentemente, recommen-
la-se aos senlvore de engenhs os
leus bons feitos ja' experimen-
tados : na rua da Cruz 11. 20, ar-
nazem de L. Leconte Feron &
Oompanhia.
Vende-se uma estribara defronle de S. l-'rau-
ro : a tratar na rua da Guia, taberna n. 9.
Muita attencao.
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife n. 47,' loja
e Manuel l-'erreira de S, corles de ganga de cores
ora calcas a 2S210, chita largas para camisas de
homem e vestidos de senhora a 240 o covado, luvas
de seda prelas para homem a 80 rs. o par, palitos
de alpaca prela a 59, 68 e 7JOO0, dito de alpaca de
seda a 5000.
Vende-se moa rica flauta de bano e de bomba,
com S chave de prala, por prero commodo : na rua
do Queimado, loja u. 14.~
Fazenrlas baratas.
Cortes de casa de cores com bann a 2000, cliila
boas de cores lizas a 180 rs. o covado, ditas largas
para lucio a 200rs.. ditas adamatcada azul e amarel-
las proprias para coberla a 240, riscados francezes
largo de qoadros modernos a 260, pecas de cassa de
lisia com 8 varas por laOOO, dita dequadros a 28r.
corle de teda proprio-para noivas a205000rs.,cam-
braias de linho finas a 5JO0O a vara, panno de linbo
para leiiQoes com mais le 11 palmos de largura a
r'itX) rs. a vara, corles da canibraia de salpico a
2^880 rs,. corte de casemira de cores a 4O00, brim
de quadrintfos a 210 r. o covado. sargelim escoro
com mofo a Ififl covado, luvas decores fio da Es-
cocia a 160 o par, 'esguiSo para peito de camisa a
1SS00 rs. a vara, panno prelo e de cores, merino
finissimos, e oulras militas fazenda que a dinheiro
se vendem por preco barato : na loja n. 50 da rna
da Cadeia do Recife defronte da rua da Madre de
Dos.
Farinha de man-
dioca a 2$S0
a sacca.
No armazem de Tasso Iranios.
Dem atten-
cao ao baratero.
VinfnV da Figneira, de Lisboa, branca superior,
tinto do Porto engarrafado, muito bom, e velho a
800 rs. a garrafa, azeite doce do melhoc, vinagre de
Lisboa engarrafado, branco e linio,sardinhas de Nan-
les em latas, queijos do reino mnito frescae, passass
chouricas, paios, presunto, cerveja de superior qua-
lidade, vinho Bordeaux engarrafado a 400 rs. a car-
rafa, e a 320 dci.vanrio-se o casco, dilo champagne
da melhor qualidade, dito muscatol do verdadeiro a
560 a garrafa, charolo da Bahia muito bons, sab.lo
branco do (to, gruta em (alas da melhor, btalas de
superior qiiadde, rb de todas as, qualidades e do
melhor, bolachinha inglesa superior, manleiga in-
glcza e franceza, banba de porro muilo alva, bola-
chinha do aramia muilo superior, velas de carnauba
pura edecomposicito, dilas de espermacele das me-
lhores qualidades,"c pelo mais barato prec,o, lalha-
rini, macarrao e alelria, cevadinha, sag, marmela
da, papel aliare e de peso, dilo paulado, e ludo
mais de muilo hua qualidade, en mais barato que
se encontr ; na taberna da rua Nova n. 50, na es-
quina ra rua de Sanio Amaro, r-^~-
Bonitas franjas com boloUt' para
cortinados^^j^
Vendem se na rua do Queima ^%3,loja de
Chrisoslomo de Lima Jnior.
' Vendem-se corles de catea i 'a de bom goslo,
pelodiminulo preco de 29000 :1 ni do Crespo,
loja n. 6.
- Na roa do Vigario 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo uovo, chegado d Lisboa pela barca Gra-
ttaSo,
Capas de burracha baratissimas-.
Vendem-e capas de borracha, o melbor possivel
por p.eco queae flovende cm parle alguna na
rua di Cadeia do Recife, loja n. 50, defronte di rua
da Madre de Dos.
Moinhos de vento
ombombasderepuio-para r"egar borlase baixa,
decapim..na fundicao de D.W. Bowman : narua
do Brum ns. 6, 8 e 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Roa da
Senzala nova n. 42.
Nite estabelecimento continua a ha-
Ver um completo sortimento de'moen-
das u metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de fejro batido
e coado, de todos os tamunos, para
dito.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relcgios patente inglez.
Chicotes de carro e de moni aria.
Candieiros casticaes bronzeados.
Chumbo em lencol, barra e munico.
Farclio de Lisboa.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de gra xa n. 97.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra1-
vos. por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruz n. 55 ha para vender exce-
lentes pianos vindos ltimamente de Ilam-
burgo.
Vende-se uma balanja romana com lodos os
stus pertences.em bom oso e de 2,000 libras : quem
prelender, dirija-se rua da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADE!KO.
Vende-se superior coenac, cm garrafas, a 12J000
a duza, e 1?280 a garrafa : na roa dos Tanoeiros n.
2, 1 rimeiro andar, defronte do Trapiche Novo.
Chiles de merino' de cores, de mnito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, leja da esquina que
volls para a cadeia.
TTENQO.
Ka rua do Trapiche 11. o, ha par
vei|der barris de ferro ermeticamente
fehados, proprios para dt;posito de fe-
ses ; estes barris sao os melhores que se
ten descoberto para este lim, por nDo
exlialarem o menor cheiro, e apenas pe-
zam 16 libras, ecustam o diminuto pre-
co le 4<000 rs. cada um.
"~ Vende-se cognac da melhor qualidade: na rua
d; Cruz n. 10.
\7 CEMENTO
i da melhor qualidade: vendere'em ^
i citsa de Brunn Praeger & C, rua *V
IdaCniz n. 10.
l^ttBWHaw rrtn,.r.l,,.5
superior vinho de champagne eBor-
vende-se em casa de Schafhei-
rua da Cruzn. ^.
ase h
Joao
o^do Cr
l.ABVKINTU^ ~X
Lencos de cambraia de inho mi___v'Arios, (oalhas
redondas c de ponas, e mais objeclo* deste genero,
ludo de bom goslo; vende-se barato : na ruada
Cruz n. 31, prjmeiro andar.
-*
tf Acha-se S venda o manual do guarda na- 9
Jf> rional, ou collecr^lo de tosas as leis, regula- $
4p inenlos, ordense. avisos concernenles a mes- 0
39 10a guarda nacional, orgauinado pelo capilXo ft
JIJ secretario (eral do cmmando superior da _
guarda nacional da capital da provincia de
ty l'ernamburo l'irmino Jos de Oliveira, des-^
' dea sua novaorganisacao al 31 de dezemhro <
'=- de l3i, relativos mo sao processo da qua-
liticnruo, recor.'o de revista, etc., etc., senao o economa dos rnrpos, ore.-inisac.lo por mu-
# nicipios, balalboes, e companhia, com map-
Xs pus e modelos, ele, ele: vende-se ahica-_
mente 11 n pateo do Carmo n. 9, primeiro an-
-* dar, a 5JO00 por cada volunte,
A 9JO0O A PECA,
Vetiderfi-se nejas de brim fino de linho. com 20
varts, proprio para cerolas, loalhas, lencoes e oulra
muitas obras, pelo haralissimo preco de JOOO a pe-
ga, assim como oolras muitas fazenda que a dinhei-
ro se vendem barato : na rua da Cadeia do Hccire,
loja 11. 50, defronle da rua da Madre de Dos.
VIN110 DO PORTOSUPEIUOR FEITORIA.
Vende-se por preco commodo no armazem de
de Bnrreea & Castro, roa da Cadeia do Recife 11. 1.
Velas.
Vendem-sc escclleDlw velas de 'fcarnauba pura e
de composicao, sendo erta do melhor fabricante do
Aracaty, pele commodo prego de H500 a arroba :
na rua da Cruz armazem n. 15.
Na rua do Crespo, loja n. 12, vendem-se bons
cobertores de aluod.lo, branco, de pello a 18400, e
sendo em porcjlo faz-se alguma diurrenca no preco :
lambem vendem-se sedas escocesas a 1(200 o covado,
bonito parires e sem defeito.
A ELLES. ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-sc corle de casemira de,hom gesto a 2>,300
4$ e 5S000 o corle ; na rua do Crespo n. 6.
Taixas para engenhs.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz contio.ua haver um
completo sortimento de Taixas de ferio
fundido e batido de o a 8 palmos de
bocea/ asquaes acham-se a venda, por
prero commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se um cabriole! e don cavados, todo
junto ou separado,.sendo os ca vallas muilo mansos c
muito coslurr.ados em cabriole!: para ver, na co-
cheo ;i 11. 3, defronle da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, e a Iralar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na rua do Collegio n. 21, primeiro oa se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENnORA.
Indiana de quadros muilo fina e parfroes novos;
cortes de 13a de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
volla para a rita da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CALA.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
lie burato que admxa.
Vendem-se saceos com ieijao por di-
minuto preco : nos Quatro Cantostia rua
do Queimado, loja n. 20.
Deposito de cal de Lisboa.
Na rita da Cadeia do Recife, loja n. 50, continua
a vender-se barris com superior cal virgem de Lis-
boa, por prejo commodo:
Vende-se pipas, barris vazios e bar-
ricis internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14. '. ,
Potassa.
No anligo (eposito da roa da Cadeia Velha, es-
criplorio n. 12, vde-e muilo superior potassa da
Kussia, americana e do Ro de Janeiro, a precos ba-
rates que he para fechar coalas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem parasrender djjtaw*?TOnu-
ticuspura piano, violao -rilauta, como
cjim, quadrilhas, valsas, redowai, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpneiro.
Vcnd^m-sericos._modrnos piano, rcenle-
mente chegados, de excellenles vozes, e preco com-
entK s em casa de N. O. Bieber r\ Companhia, roa
da i.ruz n. 4.
Grtmde sortimento de brins para quem
quer serEmenho com pouco dinheiro.
Vende-se brim lianeado delislrasequadros.de pu
> linho, a txi rs. a vara, dito liso a 640, ganga
am relia lisa a 860 o covado, riscados escurosa imi-
laso de casemira a 360 o covado, dilo de linho a
280 il" "lais "ba" a 16- cwwres de todas as co-
res.) 200, 210 e 320 o covado: na rua do Crespo
n. t. ~
^!0M PEQUERO TOQUE DE
28500 e 3 : vende-se na
rua do Crespo loja da esquina que volla para a rua
da Cadeia.
Alpaca de sed a.
seda de qua Iros de bom zoslo
1,720 o covado, corles de 1,1a dos melhores gstosqoe
tem viudo no mercado a 43500, dito de cassa chita
a IjSIXI, sarja prela hespanhola a 23400 e 2&200 o
eov do, se I i ni prelo de Maco a 2c8O0 e3j200, guar-
danios adamascados leilosem liuimaije a 3600
a dizni, lonlbas de rosto viudas do Mesmo losara
930ti0 e I29000aduiia : na rua do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIR0SA800RS.CADAII.
K.^^^
volt i par
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES. ESCURAS E CLARAS A 3000.
Voodem-se na roa do Crespo, loja da'esquina que
volln para a rua da Cadeia,
Deposito de vinho de cham-
f pngne Chatcau-Ay, primeiraqua-
^ lidade, de propredade do conde
j de Marcuil, ruada Cruz do Re-
j cife n. 20: este vinlio, o melhor
t de toda a Champagne, vende-se
r a 56$000 rs. cada cai.vsi, acha-se
P nicamente em casa ele L. Lef
t comte Feron & Companhia. NJ
t B.As caixas sao marcadas a foJ
i goConde de Marcuile os ro*^
i tulos das garrafas sao azuqf.
Deposito do chocolate francez, de uma
das mais asa-editadas fabricas de Pars,
cm casa de*Vctor Lasne, rua da Cruz
n.27..
Kvtra-stipcrinr, pura baunilha. t)920
Exlra fino, baunilha. 19600
Superior. 1$280
Cuem comprar de 10 libra para cima, lem um
abale de 20 %: venda-se aos mesmos presos e con-
disivw, em casa do Sr. Barrelier, no'alerro de Boa-
Vislan. 52.
Vende-se aso em cunhetes dVum quintal, por
rjreso muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni A Companhia, praca do Corpo Sanio n.lt.
Hincado de Listras de cores, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rna do Crespo, Ioia da esquina que
volta para a cadeia.
Vendem-se no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Kecife, de Henry Gibson, es mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por preces
mod icos.
Venda-se excellente tahoado de pinho, recen-
tenvmie rnegado da America : nu rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a enlender-se com o admiuis
ador do mesmo.
toes que Ihes forem foroecidas.
Vende-se no armazem de James Halli-
day, na rua da Cruz n. 2, o seguinte :
Relogtos de ouro e prata, sabonetes pa-
tente inglez.
Sellins inglezes.
Stlhoes inglezes proprios para senhora
montar.
Lanternas para carro.
Molas de folhas para carro.
Etxos de patente .para carro.
'-ouros para coberta de carros.
Fio em novellos.para sapateiro.
s
i
i
prego.
Cobre para forro de 20 at 24 on-
cai com pregos.
Z i neo para forro, com
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
i- Tinta branca, preta e verde.
*> Oleo de lirihaca Papel de embrulho.
Cemento atnarello.
Armamento de todas as -qualr-,
ddes.
Arreios para um e dous c-
vallos.
CHicotes para carrd q esporas de
aqo prateado.
Formas de ferro para fabrica de
' assucar.
Papel de peso inglez
Champagne marca A &C.
Rotim da India, novo e alvo.
\ Podras de marmore.
* Velas stearinas.
f-Pianos de gabinetede Jacaranda',
ecom todos os ltimos melho-
v i-amentos.
I No armazem de C J. Astley 4C,
} narua da Cadeia.
s
^^Hmba de man-
Vendem-se roda de arce para dii assim
cerno bombas de carnaoUa; uo armazem do dudara
d fronte do Trapiche do Algodao. """'
AftcncSo.
i Velha n. 47,loja do S()L
vende-se damasco de. laa de doas stasj^H
prio para coberlas de cama e pannos de
AOS SENHORES DE EPGENBO.
H.eduado de 640 para 500 rs a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias ingiera e Uoa^djra, com gran-
de vantagem parao njittaniento do
acucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o mthodo de empre-
Rn-lo no idioma portuguez, em casa de
> O. Bieber 4 Companhia, na rua da
Cruz. n. 4.
A Boa lana.
VeDdeni-e riqusimo lrque con lindaseflDiv
n mas pinturas a 2a. 3, 4 e 8000 da oies
de seda pintadas de muilo. bonitos omiic^Lnvr\.
anSs de 1 ate 4 an0, XmA S^ g1^
E.cocia, mmlo boa fazenda, a 2WeoO ooar
v o las prela. para luto con, Jg ^fi. %&'.
"eles, fazenda muito superior a Wflnn
ordinaria, a W00. pa.i/i, ^tkXJSZSS
*! ""necidos para nhora e nSSTtS
nieilo barato preco de 'jm cad. m, ba^bVll-
'% e2*C0Z t'(Sd" rixuu' 3S3-
''le ^to-60Q-cada orna. lr.n.- j.j. a.
toda, a, -agura. Vc-,,re7: maT'^^^.t,-^'
bicw diluimos e de bonito. pdr6e, d
r^mai..ru,as que lia ^**v^TL
Mas a. qualidades, meias 1Z**+SZ"
lidades, nquusimas franja branca n l?!!i,
bclolas, proprias para cortinado. a.B^'JStofl
ras pan, cabello c roupa, olasnpade*oec4ori-
das e em fumo, ludo por presos que Bafl^tTiri.
azradar aos compradores : iu rua do ueinM
qualro cantos, loja de miudeza. da lio* Fama o, l
r.sta loja loma-se bem coubarida pelo graadaet^l
into sortimenlo qoe seropre lem de miudeza de boa
postos ejpor preso, sempre mais barato de que esa
outra qualquer parte.
A boa fama
Vendem-se meias da laia para padre, o roettc-r
l,l}? I"*1"' '?. Pele moito barato oree* de
;""*'. Par : n* '"ano Qoeimado, no qualro c*n-
t", loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
A boa fama
Vendem-se muilo bonitos chapeos de sol de seda
con nolis, pequeos :e glu'delicados, proprios
liara meninas cada um ; he cou.a 13o delicada" que quem vir nao
licuara-de comprar : na roa do Queimado, no qua-
lro cantos, loja de miudezas da Boa Fama a. 3
VINHO CHERfiY EM BARRIS.
Em casa de Samuel P.. Johnston & C,
rua da Senzala-Nova n. i2.
11
S lfrunn.Fraeger & C, tem para ven-
I da em sua casa rua da Cruz n. 10.
Lonas da Russia.
Instrumentos paia msica.
Olea dos "para mesa.
Charutos de Ha vana verdadeiros.
Gomma, lacea*.
NAVALHAS A CONTENTO E TB&ORAS.
Na rua da CadeU do Becife n. 48, primeire'an-
ilar, escriptorio de AdemIo C. de Abrcu, conli-
nuam-se a vender a 8J000 o par as j
bem conhecidas e,i ramadas navalhs de barba feilas
lelo babil fabricante que foi premiado na exposcSo
ile Londres, as quaes alm de dorarem eilraardia-
' HStj-"0 *enlelD no ""L" m+etf corUr ;
.: ciraeliv-sTsoni a cndilo de, nao agradando, po^*
I ercm os compradores devolve-las at 1 djas drboj
ia compra resHlundp-se o importe,
riei
i no fak'icanle.
Vendem-se dous brtes] de
Jacaranda', construccao vertical, e com
lodosos melhoramentos mais modei.
lendo vindo no ultimo navio de Ham-
hurgo: na rua da Cadeia, armazn*-
C. STARR &,C.
respeilosamente annunciam que'uo seo extenso s-
Ubelectmeulo em Santo Amaro.coulinuam a fabricar
com a maior perfes3o e promptidao, loda a quarda-,
,e ae ni-'m-ismo para o Oso da agiicullora, .a-
>egaSo e manufactura; e que para
ce seu numeroso freguezese do publico em geral,
laem nberlo en um dos grande aranaaea o S.
Jleuquila na rua do Brnm, atraz do arsenal da .-
nuba
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu estabcluciim-ulo.
All acharu os compradores um completo sorti-
menlo de moendas de canoa, coto todos oa nielhora-
nientos (alguna delles uovo e originaes) de que a
experiencia d muitm auno* lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baila e lia preseas,
taixas de lodo lamanbo, lauto batida* como fonc
as, carros de mi e ditos para conduzir frmn* do
assucae, machinas para moer mandioca, prensa, pa-
Y dito, tornos de ferro balido par farioha, arados de
rro da i,,a approy.da cousiruerno, fondos para
alambiques, crivo e porta para foruallia, ? urna
mliuidade de obras de ferro, que sera epfadoiiho
enumerar. No mesmo deposito ezisitV uta* essoa
i ilellisenle e habilitada para receber todas as ea-
conuueiidas, etc., etc., qoe os amiuncianles consta-
do cora a capacidade de sua ollicioa e tmacbiuaHM,
e pericia de (eos ofliciaes, se < impromeltem a fazer
>
PEEN. TVP. DE M. F. DB TaRlA. 1855.
a i. .-.-- -


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