Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00807


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Full Text
INNO XXXI. N. 161.'

Por 3 meses adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SABBADO I4DE JULHO DE 1855.
Por anno adiantado 15^00.
Portefranco para o snbscrpToi.
DIARIO DE PERNAMBUCO
BREGADOS DA SIJBSCRIPC.VO- CAMBIOS. i METAES. i PABT1DA DOS O%R1tEI0f. AUDIENCIAS. EPIIEMERIDES. DAS DA SEMANA.
ENCARREUADOS DA SIJBSCRIPC.VO-
Recile, o proprielerio M. F. de Paria ; Rio Ja Ja-
neiro, o Sr. Joao Pereira Marlins; Baha, o Sr. I).
Doprari; Macei, o Sr. Joaqaim Bernardo de .Heu-
donra ; Parahiba, o Sr. ervazio Virlor da Nalivi-
dade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereir Jnior;
Aracaly. o Sr. Antonio de Lentos Braga; Cear, o Sr.
Victoriano Augusto Itorges; Maranhao, o Sr. Joa-
quim Marque* Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos
Herculano Aekiles Pes tiao J. Ramos ; Amazona*, o Sr. Jeronymo da Cusa.
CAMBIOS.
obre Londres, a 27 1/4 e 11 i/8 d. |por 1.
Paris, 3"i5 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par. <
. da companhia de seguros ao par.
Disconjo de lemas de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
|Ouro.Oncas hespanholas* ,
Modas de 63400 volhas.
de 63J400 novas.
de 49000. .
|Prata.Patacoes brasileiros. ,
i columnarios, .
mexicanos. .
PARTIDA DOS HREI<
29*0001 Olinda, todos os das
1659000 Caruar, Bonito e G'aranhuns ao* dialJl e 15
168000 Villa-Bella, lioa-\ isla, Ei eOnricury^* 13 e 28
99000 Goianna e Parahiba, segundas e.,8exia*eiras
18940 Victoria e Natal, as quintas-feiras
1 940 PREAMAR DE HD4E.
15860 I Primeira s4 botase 30 minutos da larde
|Segunda s 4 horas e Si minutos da raanha
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundase quintas-feiras
Relaco,. tereas-feiras e sabbados
Fazenda, tercas e sextas-reiras s 10 horas
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meiodia
2* vara do civel, quartase sabbados ao meio dia
EPIIEMERIDES.
Julho 6 Quartominguanteaos 12 minutos e
' 40 segundos da tarde.
> 14 I.na nova as 2 horas, 21 minutos c
40 segundos da manhaa. ^
92 Quarto crescente as 5horas, 30 ra-
utos c 40 segundos da manhaa.
> 29 La ebeia as 4 horas 44 minutos e
/ 33 segundos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. Ss. Grillo e Bricio bb.
10 Terca. S. Silvano m.; S. Biaaor m.
11 Q uaria. S.Sabino m. ; S. Abudino m.
IC Quinta. S. Joo Gualberlo ab.; S. Jason.
13 Sexta. S. Anacleto p. m. ; Ss.Joele Esdras.
14 Sabbado. S. Boaventurab. card. edoutor.ser.
15 Domingo. 7. O Anjo Custodio do imperio ;
S. Camilo de Lellis fundador.
ADVERTENCIA. M
So he permettido pagar a subsenp-
c3o detfe DIARIO a 4t000 rs. o quartel
dentro de 15 das do <$ms<;o; depois do
que somente e recebera' a 4&-500.
~" eheriokT
*
\ ca* da reforma administrativa nao esl ap-
parenlemente isenl.-. das vicissiloles ordinariamen-
te accidcnlies todas grandes ueslues polticas,
quvfinalmente sito vencidas pela acdsmaal** **
pavos. Ainda nao lionve, segando as nonas r,c0*. ,
daqoes, poltica alguma qoe fosse; finalmente encor-
porada ao nosso syslema poltico, e que *offrese
tantas mudaa;as de fortoha como a qocslo do com-
mercio livre.
Anno tps auno esla atadda er desprezada pelos
homent que nutran), ai.Biais im lera h- opinies
que posuiam as raah corladas oreas de calculo,
e as pcrcepres mais logkai. Com ludo a poltica
Jo commercio livre, foi finalmente adoptada, e tri-
umphantcmenle leancada pelo n inislro conserva-
dor da Inglaterra.
Tae sao as mudaocas P urna Injitaco jusla po-
da produzir I'odercmos, entSo, esperar, que o
procedmenlo da grande ministro da administrarlo
transada sera imitada pele overr o actual, c lod
Palmerslonae apresentar, depois du Espirito Sanio,
oooi alguma medida para a reform; administrativa?
Recesamos que pouca espernca I a em obler se-
inelhaulc :onclusao na lula que est agora pnden-
lo, no pnii, at que o torne una questao se o
governo concodera o pedido, ou o ninisterio se dii-
selvCT ? Mas allm de faar apparecar seraelhaule
cria*, devemos empregar grande soriraa-d .energa;
jois qoe na verdade nenhuma ou ra consideraba)
produzir* a mudauca que o paii Dtcesfita. Toda
vei que a controversia do din lein-se adiado entre n
povo e um governo anli-reformadoi', tem sjdo gc-
r lmenle urna pretendi de direilo defendido contra
ama cppos\in rio poder. Todos ilSo lembrado1
da historia da lula para a revogacfo rt le da cor-
pirtcao. O governo do duqoe de \\ ellington ogar-
rnu-se estril poltica de Clarendtra e Carlos II,
rom unta lonacidadc indicativa de hu.-i conviccc.30
que nm grande prindpio um grande principio
moral na verdade se achava^envolvido na conli-
uuaJo das iricapaddades .para os e npregos conli-
ilis na lci.< Com ludo, apenas a disiosicjo liberal
orlrou para o governo, em 1S8, pela grande maio-
lin que obteve contra o governo na casa rio com-
islas, os ministres immeriiatameulu cedern) a
(|0estle, ea ultima administradlo dos loryes adopta-
ra a medida dos saos contrarios poltico'. Tal
ni o tar, na verdadero verdadeiro e templo que a
jninde ques lo da roforma adminisirativa eslar
caitinoda a seguir ; mas, sentlbanle historia ao me-
ra torva para illaslrar o fado geral que a opposi-
elii *ollica a mataaajaiigada Ml doi>nd,qlo do*
Todos as grandel^pInRs polilicas que sao "uen-
t.eadas com os inleresses do aflperio britnico,
tistm assim tillado com os preconceilo invelerados,
coma negligenciaofllcial, e com o de.ipreio aristo-
crtico. Has nem preconceilos, ncm i negligencia^
Den o desprezo,nem os oulro qualqucr elemento se-
dicioso da opootico parlamentar, poder oppor-se
a>js inleresses de nm paiz livre em per, ou em guer-
ra. Altm di*so, a questao da reforma adninistra-
linf lnna|rr'" vaatagem uolavel sobre lo Jas as ou-
tca-i da rieam i nalorna no ha um iissumplo de
opniocomo poltica, bastada sobre faclosinegav
(Joioda ao priaeii o 4iropoi abandonar os in^a,;
tes do trigo, poawa algumaxacional, que via a
t! o com espritu desapaxonado, dovidou por gm f,
ni anle que se a anullacao dos i mpnslos roff|men.
lo nelhorava a condic-lo das clasies tr.ibal(l(|0rns,
o direilo destet individuos esteva (ora de l^., j-
pala. Mas hauve to mesmo tempo srand, jife_
renta de opinioes antes de examinaren! a tailiiica
de ibolictlo o de conhecerem se alc,aocaiia dpoliii-
oi, mas esta diffejenca o fimque os seas iilvenlo-
ria liaiviam previsto.
Por oulro lado, no caso da reforma admii^ira-
ao
conaes, dos principios di jurisprndeocii, dos trata-
dos, e oulras materias semclhanles qoe poderiam
apparecer dentro dus lmites do seus trabulhoa di-
plomticos. Parece evidente que urna administra-
Cao, inteirameuti! indepenpenle em um paa estran-
geiro, alcancaria vanlageni reaes de semclhantesys-
lema. Mas 19o irresiilivel he o encanto', do patro-
nato ofllcial, que ministro algum voluntariamente
ceder os interesaos particulares aos direitos p-
blicos. |
Em loda plrle que a obra da reforma lem sido
executada com vigor e fortuna, tem ramenle sido
nascorporacoes lucaesou cougiegada,reconstruidas
-^Jes toas proprun aecoe* poderosas. A dfferenca,
osle respeilo, que existe entre ao istituitjoes po-
ltias e unidas he mn nolavel. S o poder do mi-
flislro fosse exlcu'ivn esta ultima, liaramos de
v-las ser um objeclo de laraanlia evoluco poltica
como arcratas na secretaria do governo e as soas
dependencias. Mas julgamos que ha urna convic-
i;ao geral d que a reforma adminislraliva, que ou- o vol approvativo da segunda e terceira iela. Tra-
Ir'orn era ohjeclo de pouca monta, he boje de sum-
ma necessidade ;e nao dnvidamos qoe, apezar dos
rcenles votos da cmara dos lorris, ser em breve
um assumpto de le, e formara urna parle integral
da consliluicAo britnica.
f Morning Chronicle-
'
Ao passo que a atiencAo geral se a'pplica quas'
exclusivamente sobre a questao da paz e da goerra,
que desde limito lempo oceupa todas as chancella-
as e se discute com probabilidades variadas as
conferencias de Vienna, apoltica propria a cada
um ilos estados da Europa vi seguimlo o sou corso,
e fados que nao ',1o sera importancia se ealisaram
recenlcmenle. Temos para nos que se n3o lera sem
inleresse a revisla que a respeilo delles vamos
fazer. -^- _
A sesso das cmara* legislativas foi encerrada
em Berlim a 3-.de muio ; esta sessao era a ultima da
legislatura, e ja^ se falla as eleiroes geraa*, coja
|oca esl prxima. El-re, atacado por urna in-
disposi^o que felizineule cessou dentro do ponco
lempo, se fez substituir pelo presidente do cnnselho
dos ministros. Ja vimos o discurso que M. de Man-
teuflel pronunciou nesla occosiao.
Senhores, disso o ministro, no periodo legisla-
tivo que lerminamos hjc, o governo de el-re sub-
nielleu voss decisao constitucional urna serio de
projecfos de leis njporlanles : examinaste-os rom
cuidado, e presistcs a vossa cooperac.lo ao gover-
no, que, em virlude desemelliante concurso, pod.
icalisar-xarias rerormas nleis as differenlcs parles
ila legslcao.
Uinffjolroesiplicoueui que consislem eslas refor-
mas : a' primeira levo por objeclo o processo jurt-
ciario ; a segunda, 'as vias de comniunieaciio ; eslas
Vas trm sido mellior.idas e inulliplicadas ; as c-
maras, por c\ 'inplo eonce-Jeraiu ao governo o.*
sulisldioj.neccss.irios para o estabelecimento em
Colnnlia de urna pon!; sobre o lilieno, medida emi-
nentemenlc ulil, e cue conlrib
reino de Dinamarca, mas em circomslancias excep-
conaes. Este reino he regido por urna constitui-
rn que fui proclamada a 5 de junho de 1849. O
poder legislativo he ahi ejercido por urna Dieta
qne se compoe de duas cmaras electivas. A cons-
tituirlo pode ser modificada, mas releva que as
modificares sejam adoptadas pelas tres Dietas sac-
cessivas e (anexionadas por el-re. Em 1851, um
ministerio presidido por M. d'DersIcdt prnpozera a
el-rei sulislituir a conslituirao de ISi!) por urna no-
va consiiiuicJo emanada da sua plena e soberana
auloridade. El-rei consentir nislo ; mas orna op-
posi^ae formidavel manifeslou-se em todas as para-
gen* contra M. d'Oerstedl mis collegas, que sur-
cumbrram dianle da e\posic.1o do reseiuimenlo
publico. O novo miuislerio conconlou fcilmente
com a Dieta sobre as modilicacoes que compria im-
primir a codsltuco de 1849. O projecto dettas]
mudiljcacOes^foi adoptado primeira vez ; receben
a approva;ao de el-rei, e nao Ihe falta mais do qoe
ta-se de eleger os membros das duas cmaras, os
quaes compurlo a prxima Dieta. Assim esta Die-
ta ser revestida do um verdadeiro mandato cons-
lituinle, e lie o que d ai elcices futuras urna
grande importancia. As eleiroes dos membros da
segunda cmara ler3o lugar a 14 de junho ; as elei-
'M
(iva, a questao he nteramenle diferente.'
pK haverdi'erenca algnmana* opiniao e um-|,0-
rr em vellio eila ou nao melhor habilil uio para um
aid-jo trabilho do qut nm qu* se ada na flor ,i-,
idacle se a qualincjlo de lalerilo he mais i Vjla,
ou de mais utilidad* pira o paiz, do q iu *jfi \<\.
cac-io de linguagem se os perigos t
I rabal los soffridos, a experiencia
rilo fecundo eslimava. Esla qualidides eonvinham
ao|principe.quc lambem nao era isen|o de cerlo espi-
rito de empreza elevado algiimas votes temerida-
de. Cunlam que noi seos ltimos das, principe
de Schwortzerberg recominendava nicessanlemenle
Mr. Bach ao imperador Francisco Jos: nlo se sepa-
re nunca delle V. iriagestade, dizia a', principe Mr.
Bach he o nico homem na Austria qne esteja em
estado de conter os partidos revolucionarios e do-
ma-Ios. Prolege-lo-ha contra ellete acabar por
tubmclte-los aos pos de V. mage*Iade.Mr. Bach
cmprelieudeo reformar o rgimen interior do impe-
rio-; consegoira' eMo 4 Adiar Hpsta medida d
parte d auloridade qo* he mister conceder ao* in-
leresses novos sem offender os inleresses anligns e
sem eufraquacer os direitos e privilegie* dacoroa?
He esle um problema que s o fnloro resolver.
A le que as cortes hespanholas v*taram para au-
lorisar a venda do* bens de mao mora, foi pro-
mulgada a 3 de maio em Madrid. Agora s se Ira-
la de as.segurar-lhe a exoeuco : he disto que o mi-
uislerio pretende ocnpar-oe sem iajlerrupeao ; mas
ja coiriefa a perceber as difliculdaclat qae linhamos
previsto. O Ihesouro publico nvatea se acliou em
Uto grandes embaracos ; a" sua penara he abs lula
os capitalistas que linham promellido dinheiro re-
tiraran! a sua palavra. Posto que approvem a lei
(Oes dos membros da primeira cmara lerao lugar lem pouca conlianca na sua eflicacia ,' temem a re-
a 20 de junho. A Dieta que vai ser eleita ser
chamada a resolver impUeJfamenlealgjmasquestoes
fundameniaes, e assuas deliberaccs, se nao bou-
ver cuidado, poderao produzir urna alleracao pro-
funda na forma do governo.
A situarlo do reino dos Paizes Baixos he mais sa
lisfaloria ; o governo tem a maioria nos Eslados-
Geraes, e as suas proposieOes sao ahi quasi serapre
adoptadas, Entretanto, no mez de dezembro pas-
sado, a segunda cmara registrara o capitulo do or-
cameuld deslinado regular as despezas do minis-
terio da marinha, e esle vol ocasionara a retirada
do ministro M. Enslie., Tinham-se feflo grave*
censuras adminslracao, rujo syslema parecer
mal combinado, e ella nada fizera para preparar a
reorganisarflo da marinha, tornada comludo neces-
saria em consequenla do progresso da ciencia ;
de sorle qoe a marinha neerlandeza eslava muito
abaxo rio losar a que poda pretender. O orna-
mento da marinha foi representado por M.'Van den
Broecke, successor de M. Enslie. Adespeza pro-
posta se eleva a quasi quinze milhoetde francos, e
o ministro ennuuciou, que dando aoseu syslema os
desenvolvimcnlos de.que he susceptivel, conseguir-
sc-ha fcilmente n'um pequeo numero de anuos
reconsiruir orna forja martima respelavel e lo-
lalmenle digna do antigo renome da Hollanda.
Urna lei de fan.ilia foi publicada ha pouco no
gro-ducado de Saxe-Cnbourg Uulha^ Esla lei re-
gula p;ira o foliiro a ordem da"suocessao do duca-
do, e sob esta rclacao pode-sedizer qae tem um in-
leresse europeo, tjnuque reinante Esveilo II, ca-
sou-ecm 1842 com urna "princeza de Dade, de
ue c.nnlrihiiirii 0lH4imiai''r ouem nio lem lilhus. O.priucipe Alberto, que
4i*ii aVt.if**r*^;L i itumuiMimii.naiiuiiii iuuu nu n__!
iras kis desenvolvern!' principio da liW,,|ae *ra rites oete casamento o .hefdeiro natural do
commercial. O orrainenlo do estado foi sugjlo ^ duque Ernesto; por ventura o casamento fe-lhe
nm exame alenlo, e comludo nao soIT*r sistencia das communas e a influencia ilo clero sobre
as populacoes ; e nao dissimularam lato a Mr. M j-
doz e a s.-us collegas.
O ministerio se irrita e se revolta conlra lodos
aquelles qu*sospe(a censurar a tua poltica. O
cardeal arcebitpo do Toledo lornava-se siispeilo por
lor dado a rainha o conselho de recosnr a su* sane-
cao a lei airaslaram-no de Madrid e de Aranjnez,
e o exilaram na sua diocese. Desconfiavam de al-
gn* tervos fiis da rainha, que fioaram ligados a
sua casa ; destiluirsm-nos. Emfimftrdens de exi-
lios bao sido enviados a antigos generaos; e al, con-
tra todas as leis, a funcionarios civil. Estes actos
tem produzido o effeilo inevilasel \ rauha calilo
no desanimo profun lo, e espalliuu-t" o boalode
que quera abdicar.Esle boalo nao tlnha funda-
mento algum ; ma* o que he verdade hoque a sonde
da rainha nao tem podido resistir a (aulas emoc,es
dolorosas.
Escrevia-se de Madrid a 9 de mal :a rainha ja
vai muito melhor; nao se julgou necessaria
ama terceira sangra. Assigualam grande consUr-
nac.lo nn sequilo deS^Mageslade.Tudo isto 8
firma e completa os tristes promenores que refe-
rimos ha poucos dias. Com ludo devcmos^lizer que
lem sido allcnuados e al cerlo ponto contrariados
pelo .proprio marechal O' DonneU, fallan lo em
nomo do governo. Segundo o marechal, os minis-
tros nao linham necessidade de addjilar um com-
porlamenlo decidido e empregar ama linguagem
enrgica, fora suflcienlc representar a rainha o que
julgavam conveniente ao bem do paiz, o a rainha
se loria dado pressa de sanecionar a ei.Todo islo
cnj nio durara 10 mJuntos.Quanla a jaaiulia, ella le-
"nensaf c
Europa, e sobre que as ultimas dscuisSes da diplo-
macia nao fizeram senao derramar alguma luz nova rigo intoleravel, o sullSo poderia recorrer oolra
presso do Sr. de Buol, as proporecs de nm pe-
ira da
m
...all-l-
V
A
Ifa^Mli1 (,a v'''* m'",ir ~!*'
ii mais jusla^rinnvereTiit!?*15ara"exercerem ts
.Ia:;ares du quo um brazo ou um noroe. A quesia-
na verdadeohe lio obvia que uao pode haver diHe-r
renca de opiaifo^eerca da materia. Todera haver,
e tem duvida alguma ha, urna differenca depressa
ser aniquilada oo pola concetsao ministerial ou pe-
lo tliumplioprinmentar.
Verdade he, qae emquanto tomos nominilmeulc
o joverno o mais liberal da Europa, sumos na rea-
lnlate o mais oligarclco e exclusivo. >'onhum dos
governos despol icos do continente se altevcria adop-
tar a amade e o pedido como regra para as promo-
Ciss e nomeacues dos lugares. Dar o governo da
Rasei* o* empregos ai pessoas da familia aristocrali-
ca com lauta frequencia de maneiva i demontlrar
quu os favores e at fionrofhe sao conferidas pelas
ciitideracpes>trf.dbante>quella3 qne dilo lugaAs
noinoaroe neste paiz '.' X3o procura, pelo con-
trario, aquelle governo, o talento ainda alem do sen
imijerio quasi sem limites t Nao tem representado
oseo corpo de liialomitas a ciencia e aslocia sob
quiti todas ai nucdes da Europa, em voz de arro-
Raram si o dii'eilo de familia '.' Nao lorn o gabi-
binste d'Austria a corle a mais anliga da Europa
tillo Irailcionilmente composto da -mis alia e
mais baixt escala social da vida ? Tem sido obvio
porcepeao dos governus continenlars que elles
devnni misturar assoaapredilecces particulares coro
interoste* publico*, lorna-te nhsolulamerte neces-
saro este paiz fazer o mesmo. Nem ha oulro
meio de escapar dos males do despotismo que se ap-
preseota sob a forma de liberdade.
S a nossa legislado dos ltimos vinte annos nao
liveisesido de um carcter 13o miseraval, (odas es-
las queslOes ha muito lempo que linham sido defini-
tivamente resoividas. lie na verdade, una excel-
lenle luducrao^lo factu, que temos geralmenle ad-
millido o pnnc|iio protegido pelos fragmentos da
legisi{iu pasito qne nao obstante rejctiimos re-
boluttmanle a applicaeo'do nosso proprio principio
a aquellas mesmas parles do nosso syslma de que
temo- naior necessidade. A poltica geral da re-
forma lie escalhei individuos proprios para os pos-
Ios ou empregos que profeisJat occupai Assim,
por e le rapio, es.amos graduaanenle creando um
aysteni. em as noitas academias de" direilo, que fa-
rao que nm titulo de advogado seja um documento
de urna grande somma de ronheclmenlos. At ulli-
mamenle, habililacao alguma era necessaria como
eondirja para ser um membro do tribunal. Agora,
entre! tuto, ja nao he assim, e esperamos, como lam-
bem leos f, que as habililajes serao levadas a
um pe nlo rnaf aUo.
So o mesmo principio fosse iolroduiido, por ex-
emplo, na diplomacia, haramos de ver jerem oa-
valieiras ir oceupar as suas noiuearocs em tlilTe-
rinles capitaes da Europa, posanindo lulTicii-ute co-
nliecinienlo daliisloria cunlinenlal, das leis nlerni-
algum.i; he porque a administracao fin!
Prussia se recommenda *U*j)ffbM Jo
e.economa, e se applica l^Dl,r a ^,|ibrio *n-
tcea rcce.la e despctM^,,,, fins dl7>|lia0i 0 &.
T.ii7"!^lIIWI^' ***> 1" Pre-
aUPaa^f]} empregar em 1855 o que resta de um
empreslimo de cera milhoes de francos volado em
1854. Esla somma fdra posla i diposirao do gover-
no, afim de que podesiio fazer face s despezas que
?igisse a guerra, se a guerra se lornasse necessaria,
e o governo devesse empresa-la nu mesmo anno em
que foi volada. Tendo o guvernn evitado a guerra,
pode conservar as -oas caixas a maior parle da
somma cntpiestada ; mas a guerra he sempre possi-
vel.e he por isso que iie necessario que o minisle-
lio possa em caso do necessidade dispdr dote re-
curso. A autorisac,3o foi concedida ao governo
depois de lima discussio mui longa e ma, animada.
A opposie.lo, pois, qu'. existe as cmaras prussia-
nas, urna opposicao sera que falla com gramle li-
lierdade, e vola com perfeila independencia, a op-
posicao, dieiruu nos, aproveilou-se tambera ilcsta
nccasiio para examinar e criticar a poltica do go-
verno. M. de ManleuOel recordou esla dscussao
e o vol que a seguo:
O governo he reconhecido i conlianca que me
moslrasles, coosenlindo eslnder al a eipiraco do
anno actual a facnldade de se servir do crdito con-
cedido o anno passado para as necesidades extra-
ordinarias da administracao militar. Usando das
sommas que poz em resea, o governo lera o cui-
'aflo de turnar em considerarlo a siluaeao geral das
"nautas, e se esforrara para pr no emprego desles
rcuursos loda aeeonomia que nao for ncompalivel
un o seot deveres, ao se esquecerf.* que u
exeraUlo de ei-rei deva. Miar preparado para a guer-
ra, allrn de poder montar as graves complcateles
pollica\s, do niomeo,o qoe infelizmente ainda nao
ei centrarais urna solucao pacifica, a independencia
e dignidade 'ra Prussia, e o seu lugar entre as
grandes potenciis, da Europa-. O governo se jul-
ga obrigado a manifestar-vos a sua gratidao pelo
apoio que enconlrou na vossa illuslrac.ao e expe-
rienria. Se ho verdad^ que as vossas delibera-
perder os seus direitos a successio dO seu irm.lo ?
Pder-se-lua induzi-lo de certas palavras pronun-
ciadas por lord Johu Rlssellem nomo do governo
na dscussao que se agilou na cmara dos communs
acerca do pedido de ama dotaran animal para o'
futuro mai ido da rainha, e lie cerlo que esla opi-
niao foi admillida por varas chancellaras. A lei
nova resolve esla questao em favor do principe Al-
berto o dos sius descoWenle, salvo el-rei regente
de Inglaterra e o herdeiro presumptivo do (bruno
qoe sao excluidos. Todava,'** a descendencia do
principe Alberto eslivesse reduzida pessoa de el-*
re reinante e a pessoa do herdeiro presumptivo da
cora, se devera fazer administrar o ducado por um
lutor al a.miioridade de um descendente qne po-
desse recollier a successao. Ue urna especie de
lransar.0 culre o direilo civil e o direilo poltico ;
os autores da lef quizeram conciliar os inleresses
parlicularesdaramiliaducal.com as repugnancias
da Inglalerra o as\usceplibilidades da Allema
nha.
Sabamos que as Iropas da Austria Se dispunham
a evacuar o ducado de Modena, e o grao-ducado da
Toscana. As nnsias^ ultimas correspondencias da
'(taha confirmam esla nolicia ; a oceupaco dos
Auslriacos lem cessado completamente, cm execu-
580 das convcnres havdas enlre as corte* de Vien-
na, de Modena e de Floreuea. Deveremos concloio
que os governos dos don, estados italianos esloViais
Iranquillisados sobro 0 siluarao geral 'da Italia ? ou
cnlodevei'emof allribnir Austria, a iniciativa
desle movimenloderetirada, que nao parece con-
forme nem s suas Iradinles, nem aos projeclos-que
tempre se Ihe suppo/.erara "' Verdade he que aquel-
les que lem observado atlcntaajenlc o procedimenlo
geral do gabinet* de Vienna durante esles ltimos
annos bao licado admirados das mudanzas que se
tem operadu na direccao da sua poltica. Concor-
dara em dizer. que estas mudanzas sao devidas a in-
fluencia de M. de Buol, minilrodo exterior, e da
casa do imperador, presidente da conferencia dos
ministros, e m'aii aiudaaTnlluencia deM. Bach, mi-
nistro do interior.
Espalliou-se o boalo em Vienna da que estes dons
[mjnislroseslavam em vspero de retirar-se, e esla
{M, oppoo.c.o-^fest-ou muitas vezes temle^ nolicia foi lranjmimd. ,"paris ^r yia de ommu.
cas,designio* que fomos obligados a tombater, lam-
tributar.
bem be verdade que lodoi icios fomos guiados pelo
desejo sincero de fazer o bem oV-paz. >
A segunda cmara se reuni 'ida urna vez no
dia seguale da sessao da encerrar! yi. O respec-
tivo presidente, 'o conde de Schwer\
lh os seus agradecimentos e ,dize\
adeos. Citaremos ttmbem algiimas \
allocu^ao que dirigi aos seus coilegas :
' Urna das grandes vanlagens das
luisOesconslilucionies, lie que lodos os neg
'paiz sao tratados livre e francamenle nesla
em presenca de todo o povo ; portaolo leja o p
quera no julgue. Mas existe um fado que dev
assignalar: lodos os dias se desenvolve e eslende a
opiniao de que d'ora emvante a Prussia marchar
com passos firmes e seauros ua eslrada conslilncio-
nal em que enlrou. Nislo est o futuro da Prassa,
he boje urna conviccao geral e profunda. E nao
duvido que nos iremos enlentfcndo cada vez mais
acerca da mell10r.direc5.lo quo devemos adoptar
para fazer que as nossas insliluices produzara lodo
o bem, cujo germen enceram. A Prnssia lem dous
grandes apoios que Ihe nao fallarn ; quero dizer,
o braco forle c valeute dos seus reis, cujo espirilo
he 13o elevado, e o senlimento vigoroso e honesto
do povo.
Ue impos-ivil dcsconhfcer o alcance desles dis-
cursos :. evidentemente a Prussia lem feilo grande
progresso para a monarcliia constitucional, o de ve
islo lalvez tus succesios que agilam e perturbara a
Europa. O governo comprehendeu que encontra-
ra grande forca no concuo das cmaras, e ai c-
maras compreheuderam c|ue deviam fazer cania
commum com o governo Eleices geraes s3o lem-
pre urna crise para as novas monarchiat constitu-
cin, es ; esperamos que a Prussia alravesiar fe-
li/ineiile esla provacAo, e que forlficar pela ex-
perienria eslai novas instituic/lea que deve ao es-
pirito esclarecido e verdaderamente liberal do seu
soberano.
EleicOes geraes esiao pata ler lugar lambem no
*{*m
nicates lelegraphicas ; oaa passoy iilo de um v3o
rumor a qu* nao demos* importancia algoma, por-
que foi contrariado pelos esclarecimenlos que rece-
bemos ditedamenle de Vienna.
Mr. Bach e Mr. de Buol nao lem cessado de pos-
sur a conlianca do imperador seu amo. He
a eHes somente que oumpre altrbuir o procedimen-
lo, que a Austria tem tido no meio das dilTlculda-
des, que a lem cercado ha Ires annos. No interior
,Mr. Ilach e Mr. de Buol ja introduziram nos servi-
ros adminislralivos, e na rg.niisar.ao do imperio
jnpoilanles iunovaees ; no exterior, atravessaram
j-om urna habilidade qu* uinguem poderia deseo.
Jiecar as phases 13o numerosas e (o complicadas
questao do Oriente. 'Mr. Bach he especialmen-
te encarregado do governo interior do imperio, mas
lA 'iem tem influencia sobre a poltica exterior ;
eiy ''* na realidade o primeirn minislro do impera-
dor '; Mr. de Buol nao he mais qne o segundo. Mr.
Ba"
fen'
lan
deje
(em ioimigos poderosos : 1 sua alia fortuna el-
le a aristocracia austraca, que se espanta de ver
itoridade as mos de um homem de eslado
ihecido antes da revoluto de 1818, e que nao
Il,u
deve nao"
ca nao
bra-ie que
feslaram em
Mr. de Mettei
chamado para
seguinte, Mr.
de parar, e Inlou
violencias do seu
01 revolucionarios
de onlubro de \*
sua demissSo :
o prncipe de'
no gabinete
da ler Irin.-ni
da foi mais
Mr. Bach
Mr. de S
fortuna
iis tuas allianeas. A arislocracia auslria-
uccido a origem de Mr. Bach ; iem-
levcu as subleva toes, que se mani*
na no mez de marco, aoleasquaea
foi 'obrigado a retirar-se, o ser
oslen da juslica. Desde o dia
omprehendeu que era lem 10
ama firmeza rara contra as
() ''<. p.irlido. Assim quando
raran de Vienna no mez
ch foi obrigado a dar a
x jusla compeurarao,
. Ihe deu o seu logar
- novembro, depois
O principe ain-
em confir a
j.iilici de 1849. )
" iro tutor da
.-ululo e espi-
ta! cousa he Conveniente
s devo ler orna opiniao, a dos meas mfnnlros,o"s
quo elles lem a responsabilidade dos meus.aclos.
Praza a Deoa que a vossa lei fata a feliciritde do
paiz 1O marechal tl'D.mnell responda assim a in-
terpellacjlo do deputado Garca Ixipez. A este resr
peito um correspondente de Madrid eserevia* a 6 de
maio:Mr. O'Donnell e Mr. Santa-Cruz, que res
ponderam a Mr. Garca l.npez, no ptlrlm revellar
ludo em face du paiz ; mas, os boatos espalliados
linham muito bous fundamentos.
{Jornal des Debat )
axaeajeeatw"^----
CHRONICA DA QUINZENA
Parta 31 do talo.
lie em vao que se pesam os elemenlos da silua-
t3o^eral da Europa, coraparam-e todas as consi-
deraroes, inlerrogam-se a* riisposiroes dos governos
oa b segredo dos ltimos esfrico* da diplomacia ;
n3o he a paz que vence, he a guerra com suas con-
ditOes vigorosas e suas perspectiva* mais iucerlas
ainda. A verdade, como devemos v-la e verilio-
la sem llusSo, esla em lodos os actos e lodos os do-
cumentos, sbrelo lo nos despachos, com que o ga-
binete de Petcrsburgn commenla a obra da confe-
rencia de Vienna, on notifica coofederatao germ-
nica o sentido e alcance de toas concesses ; ella
lambem se moslra na circular, qoe o ministro dos
negocios eslrangeiros de Eran'ea acaba do.oppor aos
commcnlarios da Russia, qomo diicussoes que oceu-
paramcagitaram as **timis cufies d parlamento
britnico ; finalmente ella retalla de dous fados de
urna significatio mais clara e mais direda ainda.
De um lado a conferencia de Vienna aberla a 15
de marco c suspendida no fim do mez passado, esl
encerrada boje ou vai incerrar-se. Logo que se re-
conheceu a impossibildade de chegar-se ao resalla-
do, que se esperava, nao liavia mais razan para
Franca e Inglaterra deiiarem continuar suas nego-
ciarnos sem bate certa como sem eflicacia, e os dous
gabinetes de Londres e Pars tcabam de provocar
urna decisao da conferencia, que resume ao mesmo
lempo em um protocolo final o destecho dessa len-
laliva inulit.de inclinarao, e os motivos que a fi-
zeram mallograr. Ue urna phase diplomtica de
mais, que termina. ^^
De oulro lado a guerra parece -tomar um aug-
mento de actividad* na Crimea : nossos soldados, de-
pois de doui sanguinolentos cmbales nocturnos; fi-
caram senhores de urna praca de armas, qae os apro-
xima de Sebastopol e onde se eslabeleceram;es tortas
alliadas fora ni tomar posirSo na I i nha doTechernaia,
ondeapenas enrontrarara urna Traca, resistencia ; e
ao mesmo lempo qne um corpo expedicionario se a-
poderava de Kerlch o de Jeni Kal, um.iflulilha occu
pava o mardeAzoff.OsRusso: ahandonaram esles|di-
versos pontos sem os defender, depois de lerem feito
saltar pelos ares suas fartilicaees e queimado teas
armazens. O aovo commaudanle em chefe do ej-
ercito francez, o general Pelisir, chamado ultima-
menle para succeder ao general Canroherl, leve de
fazer chegar, desde os primeiros riiis de seu com-
mando, a noticia desles moviniento* c desles suc-
cessos, indicios certos de operac,oe imais decisivas.
Isio quer dizer que o herosmo dosnos he que ella cnc.1rre2a.lo de corlar ensen terrivel,
onde naufragou a habilidade do espirito diplom-
tico.
Assim, pois, .nao obstante essas negociases labori-
osas, cujo tnico effto foi deixar^rer por algons
mezes na possibiliriade da paz, a situato da Euro-
pa he pouco mais ou menos o que edfa aoles. A In-
glaterra c a Franca', que se moslravan! promplas pa-
ra depor as armtt parante condijes Tazoaveis, nao
lem mais ncm mesmo o arbitrio de se relirarem de
urna empreza, cojos doveres e responsabilidade as-
sumirain em um inleresse universal.! A Kussia, no
governo do novoczar, como no do imperador Nico-
lao, persiste em n.lo dobrar o orgulljo de sua polti-
ca. A Allcmanha he especiado no dbalo ; e a
propria Austria, bem que adiada fifi do Occidente,
he urna potencia prudente e hbil, ejuo calcula seus
movimeulos, que olha para o lado d* Gallicia, de
Berlim e de Sebastopol, e espera, impera sem du-
vida qae os aconlecimenlos lenham tima linguagem
mais decisiva.
Ue claro, pois, que enlre as poleiF'** marilimas
a Russia he |que se circamscreve al aqu essa
grande lula, cuja (healro eslende-sl do Ballirg
mar de Aznll, o da qual depende n
e mais instructiva.
Se podesse haver duvidas sobro o verdadeiro
pensamcnlo do gabinete de S3o Pelersburgo, quan-
do elle enlrou em as negociatoes de Vienna, ellas
j n3o cxislem boje cm presenta da altitude dos
plenipotenciario 1 rusios na conferencie dos ulimos
despachos do Sr. Nesselrode. Debaixo do ponto de
vista das ron.licu estrelas de pacificaco, como
linham sido cunveiiciooadas e adoptadas pola Aus-
lria,|Fra'nr;a e Inglaterra, he evidente que', se a
Rus.ia aceitn o principio, nenhuma inteneSq tinlta
de aceitar ag suas cousequencias.
Pelo traa Jo de i de dezembro, esta acelacao era
da alta diplomacia e nada mais; debarxp do poni de
vsla geral, he evidente que a Kussia conserva a
audacia aggressiva de sua poltica, e sobre as con-
cesses, que ella lem feilo he man manifest ainda
que ellas nao linham por objeclo chegar a ama so-
lucao definitiva, mas sim otTerecer um pretexto
neulralidade da Allenianha. afim oVapoiar se nessa
ueutralidado para oppr una resistencia mais rom-
pida e mais inveucivel ao que forma va o embaraco
da siluacao, ao que era a coudicAo especial do res-
tabclecmenlo da piz.
Finilmenle etlas negociatoes olferecem cm leu
lodo mais de um ponto curioso ; a diplomacia rus-
ta goza no mundo desde algum lempo, a reputato
de levar a um grao superior a arle de transfigurar
*s quesillos, c representa-las debaixo de urna forma
completamente inesperada. He assim que ella Ira-
la a questao dos principados, nsistindo da mam-ira
mais singular para qoe nao se sirva desla palavra
protectorado, pela qual a Europa (m sido Iludida,
o qne nao se encontra em nenhum dos tratados da
Russia com a Sublime Porla. Esla eipressao nao
esta^sem duvida nos tratados, maletn no regula-
iiieiiln orgnico, que foi feito em v-onsequencia dos
ajustes diplomticos de Andrinopla, dictado pelos
agentes russos, e que conslilue o mais formidavel
protectorado, pondo os principados inercc dos cza-
res. Ainda mais, se a palavra nSo exislisse em par-
le alguma, o fado esta em loda a parle. A suzerania
lem se deslocado iusensivrlmente, ella fui de Cons-
lanliuopla para Sao Pelersburgo, e os agentes russos
lem sido os verdadeirus senhores cm Bochares! e em
Jassv.
Aos olhos do Sr. de Neiselrode nao se Irata senao
ler- de dar-se urna niail alta garanta collectiva da Eu-
on- ropa, is inmunidades das provincias danubianas,
das quaes a Russia he o guarda incorruplivel, pela
quaes tem derramado seu sangue ; essas inmunida-
des de rpje goiaot ha seclos 01 principados, e por
conseguinle nao'por causa da irjlervenrao [.i Russia
purquem lera sido ambaradas Nao he pela Tur-
qua', e menos ainda pela Europa. Se ellas lem
sido atacadas, foram cerlamente no dia em qae por
um tratado com a Porta a Russia fez ceder a s. pe-
la paz de Biicharesl, urna purea > d > territorio Moldavia. Devemos concordar que nes*e dia o ga-
binete de Sao Petersborgo, levado pelo zelo da pro-
IccsAu, enUiidcu de um modo. simjulai^aKaMutia
'J-.U,' '.!'.......[..,.,[.............,i,
nacional. O que o Sr. de Neiselrode chama ama
vez ao meio de que ja se linha servido,o que sig-
nifica, debaixo de urna oolra forma, que a siluaeo
seria reslabelecida no mesmo eslado, cm que eslava
antes das lomplicatoes adunes 1
ntrela ilo be a islo, que o Sr. de Nesselrode cha
ma fazer honra palavra da Russia e a sua aceita-
tan das qualro condenes! Pelo contrario nao he
um subterfugio, por delraz do qual a espada da
Europa lem o direilo de r procurar asie orgulho
'tenaz e sublil ? O Sr. minislro dos negocios eslran-
geiros ila I'ranen procuraem sua resposla lanc-ir
sobre a Rassia a responsabilidade da eontinaaro da
guerra, lie feilo, uinguem e engaara muito, di-
zeudo que isles docamenlosse dirigcm especialmen-
te ,1 Alleminlia, e o pensamento real do gabinete
deS. Petrsliurgo se maufesla mais claramente an-
da no despacho dirigan ao Sr. de (ilnka, se re-
presentante junto da Dieta de Francforl.
A Russia conservar as concesses, que ja fez so-
bre os dous primeiros puntos, qualquer que seja o
resultado das conferencias, mas nao as conservar
senao com a condirAo da neulralidade -d Allema-
nha. Aqu apparece apenas urna observarfio muito
simples : se os ajustes feilos em Vienna a respeilo
do principados e da navegaran) do Danubio sao urna
garanta de :ivilisae3o, u qual a Russia julga-se fe-
lii em as.soeiar.se, como he possivel, que looha ha-
vi.I utna guerra para leva-la a reconhecer esles
principios? So mas concesses sao um dom gra-
tuito de sua poltica, romo amenca relira-las se as
potencias allnaas salnrem de sua neulraldiide ? Fi-
nalmente, o Sr. de Nesselrode deve ter sido bstanle
hbil para nao reclamar ama resposla da Allema-
nha.
Com eflelk, que se deve esperar hoje da Allcma-
nha ? Qual he a allitude, que vai ler particular-
mente a Austria, depois do encerramenlo daconfe-
rencias, as quaes lomou urna parle 13o grande ? be-se que o governo do imperador Francisco Jos, fez
a Inglalerra o a Franca propnsias que nao pude-
rain ser aceitis, e cuja eflicacia o proprio gabinete
de Vienna nao podia garantir. Ora o mo resulla-
do desla ultima tentativa de concili.iro, pode anda
urna vez mudar a questao, modificar a poltica da
Austria, e livia-la doi deveres, que ella livrcmeule
se impoz no inleresse de sua securanca c no inle-
resse da Europa ?
A' primeira vista, nada he mais que a posicao da
Austria ;o gabinete de Vienna alliou-se s poten-
cias occidenlaes para um ohjeclo preciso, determina
do, compromelleu-te a propora nrcitacao da itusiia
condic/Oes de paz e tomar as medidas necessarias pira
fazer prevalecer eslas coudices, no cato em o czar
nao as aceilasse. As negociatoes fruslraram-te
dilliniivaiiieiil ; foram infudiferas por cansada
Ru'sia, por conscgainle o papel da Austria esl naj
luralintnle traoado.
.Devemos acrescenlar qne o Sr. de Buol em a*
negociatoes, que acabara de lar lugar, nao decli-
aou nenhuma < onsequencia das promessas da Aoe-
Iria ; conservoo-se flrrnemenle no lerraiio da allian-
mmmm^mmmAmmlimmmtaitiu, ern
que as proposita rnssas nife' eerrespqndiam de ne-
quest3o de immunidades, he o que a Europa chama
justamente a questao do protectorado russo.
Qualqucr que seja o uome que sa Ihe d, ha e/le
protectorado, que >e procura acabar, nao em detri-
mento da independencia adminilrativa das provin-
cias danubianas, mas para subirahir 01 principados
i influencia abusiva da Russia, como j te achara
fora da aceito de Constanlinopla, e fazer-se desles
paizes o que elles dovem ser, um corpo moral, que
n3o seja turco nem russo, urna barreira respetada,
segundo a expressao empiega la pela ultima circu-
lar de nosso minislro dos negocios eslrangeiros, en-
tre o imperio otlomano e a Russia. A este respeilo
verse-baque o gabinete de Sao Pctersbiirgoipor suas
declara toes mesmo, moslra o mal,, para o qual o Oc-
ei.lente procura nm remedio, porque prova implci-
tamente que om-sua preponderancia no Oriente ha
por tuda 3 parle um fado sobrepotlu ao direilo, que
nao existe, que nenhum tratado consagra. .
O que a Europa quer realisar as relatos da
Russia com os principados, lambem quer applica-
lo as relatos mais geraes do imperio dos czares
com o imperio oltomano ; ella nao pode ler idea
de querer tirara Russia o qua poderiamo* chamar
o direito do inleresse eiympathia para as provincias
do Danubio, mas restringe esto direilo abs limites
de um inleresse e urna sympathia legtimos ; nao
pode ter o pensamenlo de pr obstculo solicilu-
de da Russia pelos chrisISos do Orienle, mas he per-
millldo a ella dar por limites 1 esta solicitado a in-
dependeuca mesmo do ululo. A Europa final-
mente nao pode nutrir a prelencao de acommetter
gratuitamente a soberana, a dignidade dos czares ;
mas o poder dos aconlecimenlos a leva a pedir
que o desenvolvimenlo das Tortas navacs russas,
que nto se explica por nenhuma consideraran de-
fensiva, seja proporcionado, fem um inleresse de
equilibrio geral, ao que exige a segnranca da Tur-
qua.
Em urna palavra, nao lie nem o direilo, ncm a
dignidade, nem a honra do povo russo, que se ataca,
he urna poltica perigosa e ameacadora, que se quer
desarmar, he um fado de preponderancia abusiva,
que se quer supprmr Era esla a questao, queseag-
lava em Vienna, c e qual o minisiro dos negocios
eslrangeiros em Franca deu seu verdadeiro caraelcr.
segando as interpretadles do Sr. de Nesselrode.
Se (al he efleclivaroenle o pensamento real da po-
liliea europea, nao he umaapplicarao jusla emode-
rada del la a combinac-lo.cuja inicinli va linha mlnma-
doosalliados re 2 de dezembro, relativamente a
terceira garanta ? As propostas russas, que o Sr.
d* Nesselrode reproduz en, sea despacho, eram por
veiil1"" de natureza lal que podes'e chegar ao mes-
mo .un? Os plenipotenciarios russos, como te sabe
propozeram succetlivameulc doui sistemas ; o pri
meiro (undava-se no principio da abertura comple-
ta e reciproca das paisagcn.- dos Utrdatiellos e do
Bosphoro ; em oolros termos, era a aholirao de urna
das regrai permaaenle- da poltica otlomaaa, loma-
da em 1841 urna pas regrat do direilo publico euro-
pcu. Ora ha aqoi dous fados para observar-se.
Provocadora evidente da guerra, lendo que dc-
fendor-seeni seu proprio dominio conlra forras,
que no poderam ainda lomar Sebastopol, masque
oceupam Kamiesk.Balaclava,Eupatorio,mar-Negro c
mar de Arofl,a Russa|recusa aceitar ludo quanlo
P a assignar-lhe um limite ao seu desenvolvimenlo
naval e pede ao su Hilo o abandono de un dos di-
reitos inalieuav eis de sua coma, a chave de sua ca-
pital, a salvaguarda de sua independencia I Alm
disto, que reciprocla.le poderia haver entre a Ros-
sia c as potencias martimas .' A Russia leria acces-
so no Mediterrneo, toa poltica realmente daria
um passo de mais e leria lucrado na guerra ; as po-
tencias martimas tariam de carregar com sacrificios
onerosose permanentes para enlreter oo mar-Negro
fortas de guerra, cuja presenca somente provaria
que a preponderancia russa nao linha'acabado,
que he entretanto objeclo da ama das qua(p>^:on
dic,es da paz. m
A segunda proposla da Ro^asT" conservava lim-
plesmenle o eslado acIniiofTconsagrando para a Tur-
qua o direilode^tfppllarpira osmus alliados, abrir-
ibes o Eiarfnoiio dia em qne se julgasse amearada,
islfi^Heqne a, Russia poderia livre o pacficamenle
recomporseu poder martimo, e que quando sua
da I preponderancia naval tivesse chegado, segando a ex-
nhum modo as i ecessidadesde una paz duradrura.
Aluda depois, em suas cummunicares coni os esta-
dos germnicos, tuslcnlou os raesmos princiaios;
infelizmente ha sempre alguma distancia das pala-
vras a realidade, e he desle modo que a Austria
permanece alliada fiel qne nao desconhece suas
obrigates, mas que se moslra pouco disposta a
obrar, r parece renovar o e(mplo, qoe dea o inno
passado, (cando imovel, quando lodos a julgavam
prompla para urna inlervenjao decisiva.
Esla poltica nao dexa de ter cerlamente seus
'nconveuientes; nao pode satisfazer nem a Russia,
da qual o gabinete de Vienna *e fezinimgolrrecon-
ciliaael, nem as potencias occidenlaes, qne- lem al-
gum direilo de esperarem urna resclueau mais igo
rosa ; lambem nao rieixa de lerperigo, porque pro-
longando-so pode tornar mais sensivel o que ha de
anormal na occu i.icao dos principados e fazer apa-
recer complicarnos inesperadas. Nao se devo de*-
conhecer sem duvida as dilliculdades no meio das
quaes se acha a Austria ; ella tem dante de si a
Russia na fronlcira da Gallicia, por delraz a Alle-
manlia incerta n debatida por influencias contrarias
e islo he bastante para aconselhar a prudencia, mas
nao o he para que a Austria espero com as armas
na mao os beneficios de urna empreza, na qu.ii'a
Franja e a Inglaterra derramara o sangue de sseu
soldados.
Urna das razos mais proprias para explicar a con-
descendencia da Austria, he como acabamos de di-
zer, o estado da Allemanha e sobre ludo a Irislc e
singular allitude da Prussia. Na verdade a Prutsia
esl desde algum lempo em um verdadeiro paroxis-
mo moscovita, de que se lem podido dizer, que ella
eslava mais russa que o proprio czar.
Cousa eslranha : quando o gabinete de S.' Pelers-
burgo emaeu despacho'recente ao Sr- de lilinl.a,
calculadamente se abslinha de solicitar urna repol-
la da Uiela^sabe-sii por venlnra quem lite censuron
esla hbil moderaran, lachando-a quasi de pusila-
nimidad* inflnisse sobre a Dieta para obler della cssa
decluracao de neulralidade foi a Prussia. Em Ber-
lim equeriam que a Bussia (3o desejada, e nao dc-
sesperavam de o conseguir rom o favor de alguns
urna dessas discusses, que te reprodozem mui fre-
qnen(emen(e e depuis de alguns mezei em Londres
onde esla' vacilante a existencia do ministerio. O
que ha de mais singular he qae a primeira moco,.
da qnal nasceu odebale recente da cmara dos com-
muns, linha por lim a principio fazer prevalecer
urna poltica pacifica, mai transformon-te de r-
penle, oa anle* foi sabditoide por orna morjo bel-
licos! suslenlada por Mr. DTsraeli, de modo que o
gabinete linha que defender-se ao mesmo lempo'
contra o partidarios da gnerra e os da paz.
Esles eram inconteslavelroente os mais pergosoi.e
lord l'alinerston nao leve onlro meio de neulralisar
a opposieao, senio mollrar-lo o mais decidido dos
parlidarios da guerra. Desdo cotao o gabinete obte-
ve ama maioria immensa na cmara* dos communs,
assim como linha silbido victorioso de ama discostao
semelhante na cmara dos lords.algons das antas.
Desle modo a guerra se acha em todos os inciden-
tes polilicw; ella apparece debaixo de todas a* for-
mas, e ae olla lem em seu thealro longinqao suas ba-
lalhas terriveis e gloriosas, a paz nao sleixa de ler
as feslai no me*mo momento. Urna destas Testal
acaba de ler lagar ltimamente em Pars por occ-
si3o da abertura da eiposicjo universal dai bellas
artes e da industria. A inaugurico lave logar com
urna lolem idtde excepcional, digna rtessa rennlio
de (odas as obras do genio de lodo* os povus. A or-
dem anda nao esl bem eslabelocida neste vasto eo-
lios. Entre! ant, se devemos tudo dizer,he cedo qoe
nao houve itguma decepcao, como acontece rauitat
vezes das ideas mulo grandiosas, das quaes se espe-
rara resullr dos desmedidos.
Ua sempre ama ulilidade pratica consideravel em
poder-se comparar os productos, esludar seus aper-
feicoamenUis, verificar es progresas industria** de
periodo em periodo : he este am dos ohjectos das cx-
posices, mas quando estas lomara um carcter mui-
to elevado, nuito colassal, nio rriscam-se a ser sim-
plesmenlo uraa iminensa confusSo, onde a vista o
perde deslumhrada por ludo q>- a cerca ? Onde nao
ha proporco, na ha ordern^nao habelleza, e eis aqu
porque as exposices univeriaes offerecem ante* um
espectculo gigantesco do que Orna expressao verda-
deramente grande da civilisacao. Os resultados pra-
licos podem ficar, como dziamos ; mas a idea mes-
mo nao fie lalvez senao ama deslas chimeras ambi-
ciosas de am lempo, em que tem vigorado tantas ou-
lras. ,
Que acontece alem dos Pyreneoaf lia nm anno
que se faz una revoluta em nome da liberdade. o
ueste mmente multas provincias da Unspanha eslo
em estado de cerco. O governo pedio s corles poda-
res extra irdiiarios, que o aulorisem a internar aquel-
las pesscat que forera sospeilasde conspirar conlra a
ordem puUlei, contra o throno constitucional de
Isabel a pira o governo representativo, e suspen-
der a pnbcatao e circulac.ao dn* gazelas sediciosas.
Quaes os motivos destas medidas ? um desset lac-
ios, que te provo uo dia em qu* se poz em duvida
todas asgaraqliai cousarvadorai.to las as condi{ue* de
existencia da Hespanb;. ?-". jwnilos ponlot^_joa
'S*P .5JP^ilioBt-^'^rani|BwviuiitBs car-
toaisoalMU |0| doffUda rdigiao.
0 que. ha ile mais grave, he qitt cates movimenlos
comecaram por desertos paraet em algum corpos
do exercilo.
O priraeiro movimento ipaerin t em Saragora, e
linha evidentemente ramificaco aa* outras partes
da Uespaoha. O governo deu-se proa** emenvitr de
lodos os ladoi columnas de Iropas para suflocar as
insurreites, mas os rebeldes tem o rocano das
raonlanhas, e dzem que um bando ja se dirigi pa-
ra Maeztrazgo. onde Cabrera reinou oulr'ora como
um vice-rei, durante a guerra da successao, e pare-
ce ate queja tom havirio rccon'.ros mortferos, nos
quaes as tropas do gaverno lom soflrido.
I'or m.iis relriclas que pareram estas novas per-
rurbates, todava nao se po le negar que ellas po-
dem lomir promplamcnle urna importancia verda-
leira, a qual resulta sobretodo da siluajao da Hes-
pauha. Ora qual he a causa desla siluacao ? ella est
na assemblea de Maridded e no governo. Ha ma
seis mezes que as corles cslao reunidas : que fazem
ellas? j
Tem passado o lempo cm discusses ociosas ; tem
posto tudo em duvida ob pretexto de fazer uma'no-
va cousliliiicao. e ain.la mesmo neste momento ellas
volara essa bdla imagiuacao de urna c.ommissao
pcrmanenle.faiiccionando'duranlea amencia das cor-
les e resveilda do direilo de as convocar.
Nenhuma dreccilo preside a esles Irabalhos lem
Cousequencias, einfelizmente o impuls que faljava
a assemblea o overno nao soube dar-lhe ; o gover-
no, verdaderamente fallando, nao poderia dar i as-
semblea, o qoe elle mesmo nio (ola. O duque da
Victoria dizia ltimamente peranto o congresso, que
lava prompto para derramar seo. i&ngue pala pa-
tria, combaleod j os rebeldes do absolalismo. A Hes-
panha nao lem precisamente necessidade do sangue
do vencedor de Luchana, como o chamam, mas sim,
ja que elle esl i frente dogoverno.que elle tivesse
algum espirilo polilico.oma cerla decisao e resolojo
ile consolidar um paiz abalado por ama rommotao co-
mo a dn anno passado. Eis aqu a cousa da qbe a
MespaDha leria lido grande necessidade, eii aqoi o
que fallou Espadero, e eis aqat finalmente o qae
faz que a Pennsula seja ameacada de oovo pela
guerra civil.
gabinete de Berlim : umaneulralidau.- armada, que
se tornara logo em intervencao para impor a paz
mi belligeranles ; mas o gabinete de Berlim esl
nesla parle debaixo do imperio de urna eslranha II-
IniSo- Aceitar esta poltica seria para Anslria nao
renegar suas prometas ; senao ainda passar para
ama poit3o oferi r, collocaodo-se alraz da Prat-
sii, o (al nao he sem duvida o pensamento dos es-
tadistas de Viennc
A respeilo dos estados da Allemanha em seu todo
ainda menos se podem prestir esla poltica, porqu
se moilosdelles lem sympalhias rnssas mal diifarra-
das, lambem tem vivas preocupaefies, que conser-
van! seqs olhos constantemente voltarios para o lado
da Franca, e sabem pcrfcilameDle que-no dia era
que tivesse lugar essa intervencao apreciada pela
Prussia, poderia sahir della complicares, cuja po-
so ella seria a primeira a MlTrer, 0 gabiriele eli-
de llcrlim se ver pois obligado a renunciar sua
mera, e na sera' esla a primeira vea.
Se ha na crise, que aparecen na Europa, nro go-
verno, qoe tenhi aisumido urna grave responsabili-
dade, ha cerlamente o da Prnssia. No principio for
possivel lalvez limitar as complicares, deseiubara-
ca-Ias ao menos do qne linham de mais perlgoso,
para islo era bastante collocar a Russia deb>wTto do
peso do seu abandono, oppor-lhc ajlniao firme o
compacta de lodts as vonladese**ie ludas as forca
da Europa. Qual foi otja^mcirogoverno que dcs-
truo esle arcorJ^f'depos de ler cooperado pa-
ra a po,1'^cl europea ?= Foi o governo prul-
siano ^> que nao somente nada lem querido fazer,
iSo lambem lem impedido os oulros de obrar;
a propaganda da irresolucau e da naccao ; lem pa-
ralysade a Austria com sua poltica enigmtica, e
por fim de contas Um chegado a poni de lomar
intil sna inlenenrao nos grandes negocios da Eu-
ropa, os quaes seguem wu curso sem ella e fora de
sua influencia.
Estes nagocios, qoe sao o principal objeclo das
preoedpeesda Inglaterra e da Franca acabara de
Llefseu echo no psrlamenlo britnico, dando logar a

.
dos ltimos Ircdiiles, e sujeilar i ella a Aaslria.l 0 ruido j0, regocios da Europa, esse roido per-
Era e=te cora elleilo o fundo do peusaojeuta d- manale dgatiTas, e luase ajgdraa*.vezes de ie-
voluciies, he cerlamente mais que tufficente para
dominar o das qoeslOei, qoe se agitan, em o novo
mundo, e nao he para admirar que, quando a at-
lent3o esla toda na Crirae*, no Bltico ol em Vien-
na, ella se volle m pouco menos ^ara o Pero, e-
gtoes do Prala c Paraguay. Entretanto, esles paizes
lem toa historia, e sta historia lem seas epsod.^s,
qae infelizmente na sao sempre muito variados.
Qual he, por exemplo, a nica preocc pato da
Repblica Orienial ha dons annos ? Ue viver, evi-
tar urna crise cada dia mais imminente, o se ella
h3o lera chegado a uraa decomposicSo total, n3o se
lem adianlado m jilo mais. Nao he porque o gover-
no oriental, cujo chefe he ainda o coronel Flores,
nio pareca animado dai melpores lnleoe i mas
elle lem sobretodo o senlimento de sua fraqueza,
0 quando as dilliculdades acabam par loroareui-
tnulo criticas, el.e deixa da oWapar-*e dell-- o fal-
la cm retirarse. Tal -lio a desorganJ*S"o do esta-
do orienlal, qne nao pode^^seno debaixo da
proleccao brasileira, Mf"uipo{nle em .Montevideo
ha muito lempo>-<*''omo a intervenco brasilelra
he um per> esiL^lh\iT. republica gyra em um circulo vicioso,
do qoal nao pode sahir
Ha mozes o presidente abria^nf sessao legislaliva
e nao linha que apresenJMaienhum melhoramenlo
nesla siluacao ; tinJaa^ido obrigafio a tomar a res-
peilo da ir^pfpajifainedidas que Ihe eram impostas
pelas condr(es mesmo, em qae se acha o paiz, o
citavam toda sorle de embaratos interno*,
ponto muito mais grave aiuda he o eslado das
(naneas. O dficit nada tem de excepcional em
Montevideo tasn, como em lodo* o* paizes sal-ame-
ricanos, e qualquer que seja o habito, que se tenha,
he claro todava < ue se nao pode por muito tempo
com despezas, que excedem as reeeitas quasi teit
milhoes em um orramenlo de dezeseis milhoet ;
sendo esle o clenlo oflical, debaixo do qual se oc-
culla urna realidade muito mais trisle sem duvida.
Mas a queitao mais grave, a mais vital pira o e-
tado orienlal he sua plena dependencia com o Bra-


O Sr. Prndente .Est as commissOes de le-
al, coja proleccao Ihe sera multo dfiicil declinar,
e cm qualquer oOlro asmenlo fra certamenle pa-! gislajlto e consliluijao.^ 0s senhores senadores que
ra a poltica da Franca da ] nglalerra occasiao de silo membros deincomraissOes ouviraro o rcaoeri-
DIARIQOE PERWIMBUCO SBADO 14 OE JULHO O 855
*>.
faier sentir utilmente toa influencia.
N* oolca margem do Prala, as duas fraejdes ini-
migns da repblica Argentino se lem comtiin.Ai,
como tetaba, para viverem reparadas ero Si. O
traalo assignado no mez de degbri pistado en-
tre Buenos Ayfta e ogeij^ptifnitoita, cemn cliefe
do retto da conrederj^^entioa, foi ratiflrado, e
as ralificajee trocadas no termo os mala tympa-
Ihicos, o que nao qoer diier cerlameote qua Bue-
uos-Avre perdda a Urquiza e que o general Ur-
quiza pirdda a Buenot-Ayres. He um divorcio -
migavel por fr.queza de vencerem-se muluamenle,
por mais irregular que teja, esta siluajao nao
tem nada de desfavoravel a Buenot-Ayres, porque
a par he bastante para reaoinur iodos os interesse.
Por itto, alm do detenvolvimealo commercial, que
lem crescido singularmente, o governo de Buenos
Ayres volve boje toda a sua ailenjao para a emigra-
jSo colonisajao, e moslra-se disposlo a favorecer
las cora lodo o seu poder.
Per agora nao ha no Prata. nem mesmo na Ame-
rica .do Sol, estado mais chai de queslots de Indo
o genero do que o Paraguay, Se a repblica para-
* guaya lardn algoma cousa ein entrar na historia,
se por qoarenta anuos ficou no silencio, ella faz bo-
je mais rumor do que desajaria lalvez aquelle que a
governa, o presidente I.opez. O Paraguay tem que
resolver duas questoes gravitsim.s, e eis-aqui o
que elle ganhou ero abrir suas fronteiraa. Sua pri-
meira queatohe com o Brasil; dala ja de algons
annos, e diz respeito* s questoes de limites e a re-
lajees de commercio, tomando finalmente alguma
gravhlade com a partida do enearregado de negocios
imperial na Assumpjao.
O gabinete do Rio de Janeiro pensou que o me-
lhor meio diplomtico era a expediento de urna es-
quadra saguat do Pa.ragu.-iy. Com elTeito, esta
esquadra subi o Paran debaixo das ordens docom-
mandante Ferreira de Oliveira, munido ao que pa-
rece, de instruejoes para negociar ou obrar militar-
mente. O presidente Lpez nao daiiou de quietar-
se e preparar-se para a defoza, posto que urna lon-
ga retinencia n9o fosse possivcl aem durida. 'En-
tretanto ebegando ao lugar chamado das Trn Bocca,
o eommandanle Ferreira fez saber em AiiumpjJUo
por iolermedio do otlicial euearcegado da polica
fluvial, que tinlia poderes para regalar pacificamen-
te todas as quesloe pandantes entre Paraguay e
o Brasil,
Bala noticia animou singularmente o prn-
dente Lpez, o qoal n3o conservou menos toda a
ana dignidade.-a convidou o eommandanle Ferreira
para dirigir-te Assumprao em teu navio. depois
de ter todava feilo retirar o resto da eaqudru bra-
silaira das aguas da Paraguay, o que foi aceita. O
plenipotenciario braaileiro dirimo-te, pois, ao pre-
sidente Lope z, e lie de presumir que deatas nego-
cfojoe naaca Igum tratado var.tajoso para o Brasil.
Mas ha anda outra difliculdide para o Paraguay,
Aiuda nio est esquecida talvez a quesln Ilop-
kinaj as graves complicajoei do cqjisul americano
detle oome com o governo paraguayo. O tomman-'
dante do vapor /f'aier-Wiicn, que conduzio o cn-
sul, linha antes de partir 'pralicado actos pouco ret-
peilot para a dignidad* paraguaya, mandando
carregar suas pejat sob preteito de qne queriam reler
Mr. llopkins. O governt do general Lpez liba-
se qnoixado vivamente disto en ama nota diploma-
tica dirigida a Washington. Entretanto isto era na-
da, quando algum lempo depois o ll'ater-lfitch,
sem duvida com iostruejes novas de sea governo,
suba o Paraguay. No momento em que enlrava no
rio, receben ordem de se afislar da marsem para-
guaya, e como o o lizesse. leve de experimentar
e fog de iimaMtateria de seis pejas. O Water-
IVitck tnlirao araras e foi obrigado a retroceder.
A quesillo agora he saber-se, como to remover
este novo embar.jo entre o Paraguay e s America-
nos do Nprte.
i ner.ii,: iles deva monden.) .
------------------------------__ _____-_______
IITEBIQR
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
i na 'i -.
......issoes ouviram o requer-
mento qtlncaba de fazer o nobre marquez.
O projeclo sobre a chamada reforma judiciaria
nnnea foi dado para a ordem do dia. Chegou a esta
casa no ultimo dia da sessao do anno panado. He
licito pedir que teja remedido a urna 0:1 mais oom-
missOtt ; e isto pode ter lugar quando entrar em dit-
cussilo ou me.'mo antes; mat he preciso que saja vo-
lado pelo senado.
o Sr. Hscande de Gequitinhonha (pela ordem) :
Nao ouvi bem o quo di.se V. Exc.
O Sr. Prndenle :Trala-te de remetieras com-
mitsAes de legislarlo e contlujao o projeclo sobre
a reforma judicatia.
O Se. Visconde de Gequitinhonha : Ja nao es-
tii l I
O Sr. Prosidenle :Eslava oOlro quelversa sobre
crimos commellidos por Brasileiros em paites es-
IrngeJros.
41 Sr. l'iscande de Cequitinhnnha : NSo posso
deitar de lamentar qne o nobre marquez, presi-
dente do consclho, itSo livesse feto esterequerlmen-
to no principio da sessiio, porque naverdnde este an-
no nada temo feilo durante mez e meio. V. Eic.
derlarou na casa que nao poda dar para a ordem do
dia objeclos importante*, porque estes o ministerio
nao quera qu fossem discutidos...
O Sr. Prndente : Perdde, eu nao diese seme-
Ihaule roosa. Diste que nao tinha que dar para a
ordem do da ; que havia materias importantes, mat
que eslavam as commissnes, e que paranlo convi-
dava as commis'Oes para darem sens pareceres sobre
etses objeclos. Eslava, por exemplo, as commis-
sOes o projeclo sobre crimos commellidos por Brasi-
leiros em pir.es eslrangeros, o qual tinha sido en-
viado em iuu torio anuo passado.
O Sr. t'itctmde de Cequitinhnnha :Mas, se bem
me record do que foi pablicado no Jornal do Com-
mercio, V. Ese. tambero disse que havia oulrot
projeclos que nao podiam ter disentidos, par issoque
o ministerio...
O Sr. Prndenle : Sim, nenhor, eu tambero
disse que havamoutros projeejos importantes que
nao podiam ser discutidos, porque para isto era ne-
cessara a assistencia dos Srs. ministros, e estes es-
lavam occopailos na outra cmara com a discussao
da resposlan falla do Ihrono. Julgo que entilo me
refer ao projeclo sobre a crcarao de um cpnselho
naval...
O Sr. risemde de Gequitinhonha : Mas V.
Eic. referio-se igualmente a esse da reforma judi-
ciaria. i
O Sr. Presidente :Tambero declareique esse es-
lava nomesm i caso que o da noarlo de um conse-
Iho naval.
OSr. Vite nJe de G-/uitinhonha : Portanto.
se se livesse feilo e*te requerimenlo no principio da
aetaioj as Ilustres commisses teriam dado o teu pa-
recer, e eni.vi o senado j estara habilitado para
discutir um projeclo de tanta importancia como he
este.
Mas indo agora o projeclo s commisses, o que
devo presumir he que restar pouco lempo para es-
etUi na rala o projeclo de fisacSo de forcas de Ier-
ra,o da l'uacao de foi cas de mar em breve ha de vir,
depois seguir-se-ha o ornamento, etc. Assim, pos,
peto menos perderemos um lempo precio'o ; e au
posso deiiar i.e lamentar essa orcorrencia.-
" Sr. Mar/uex d Paran (presidente do conse-
llio):N.lo sei se devo concluir que o nobre sena-
dor he ou n,1o he de opinio que o projeclo va as
commisses...
O Sr. t'isconde de Gequitinhonha :Lamento t-
menle.
O Sr. Presidente do Contelho '. Senhores, eu
nio posso vir pedir ao senado que trate de unja coli-
sa sobre que eu antes nao cogitei, O projeclo ettava
affecto ao senado, e qualquer dos uobres senadores.
tinha o mesniodireito que eu de pedir que elle fot-
te cuviadi as cummissoes._ Se houve falta da mi-
nina parle, igual falta te ded'da parle de lodos os no-
Brs senadores.
Na verdade eu disse ao Sr. presidente do senado,
que me pareca conveniente que o Sr. ministro da
ju-ca fosse convidado para assisttr discussaodesse
projeclo, e quij o Sr. ministro da iuslica. achand
I*
*B^ee^s!Bdlu-*a
discutir csses projectos imporlanlissimos a que se re-
feri o Sr. presidente do conselhe ?
Senhores, eu estou admirado de ludo que vejo ;
ma; he verdade que oslamos no lempa das cousas
extraordinarias, no lempodat maiavilhat.
Urna l'oz :Daieoosai extica-.
O Sr. D. .Manoel:Diz bem o meu nobre ami-
go ; aceito a exprcasfio, porque he a propra : osla-
mos no lempo das cnusas exticas.
Nole-sa que este requeiimento he feilo a 18 de ju-
nho, isto he, mez c meio depoit de comecar a sesso
tendo eslado o senado at aqui na inercia a mais
completa, no dolce far nienle, gracas i boa dlrcccflo
que lem dado o Sr. presidentedo contelho, dreccao
que al certo panto Ihe he permittida, e mesmo con-
vinhavel, lembrando o Sr. pretidento do senado
quaes os objeclos que de preferencia devem ser da-
dos para ordem do dia.
Temos eslado. senhores, lia mez e meio sm ter que
fazer.: on nao ha set.1o, ou V. Exc. anda catando
nos papis da ecrelaria alguma cousa para dar para
ordem do dia ; loteras o mais lolerias,-etc. etc., he
o que nos tem oceupado : discusidas verdadera-
mente profundas poucas temos ldo. E porque Por
que n.lo lem havido lrabalbo.,Ora, se a reforma ju-
diciaria desde o primeiro dia de sesslo livesse sido
entregue ao exame da orna ou mais commissOes, j
ellas teriam dado o seu parecer, e o senado teria ma-
teria de summa importancia para fazer objeclo de
suas discusses.
Nao posso portanto deixar de notar que o Sr.pre-
sidente do cqnselho lio larde acordasse desse lelhar-
go cm que lem jazido. Crein que desse lelharso o
veo tirar a reconstruccao do ministerio ; e porque
receo|ncorrer no destggrado de V. Exc. a quem
sernprc respeite e respeito muilo, como talvez pare-
ja que nao he asada a occasiao para pedir que lam-
bem o senado seja informado dos motivos dessa re-
contlruccSo ou recomposicio, nio quero entrar ago-
ra nesa discussao, anda que julgueque em objeclo
dessa natureza lodas as discussoes podem offerecer
campo para te tratar delle ; o al mesmo ereo que o
Sr. presidente do conselho se apre cedo do que cosluma para fazer no senado o mesmo
que praticou na cmara dos Srs. deputadot, itto he,
para expor-nos os motivos da modificarSo ministe-
rial. Nem basta o discurso que hoje appareceu pu-
blicado no Jornal do Commercio, porque he de-
ver do Sr. ministro tratar as cmaras com igoal con-
siderarlo ; e por certo o senado nao pode nem deve
conlentar-se com o discurso que est mpresso.o qoal
na primeira parle he de grande importancia.
Mas, para V. Exc. nao me lembrarque estou fri
da ordem, nSo entro ncsla questo, reservando-a
para outra occasiao.
Euj disse, que voto para que o projeclo v s
iiubres cummissSes de consliluicao e legislaban. El-
las bao de meditar profundamente nasdnufrinns que
elle conlein e apresenlar-nos em breve um luminoso
parecer.Muero mesmo erer|que lodosos membros que
as compocm j lem deantemilo estudado o projocto ;
atsim como creio que isto ha sido feilo por todos os
membros da casa. O projeclo nao he novo; ji foi dis-
cutido na outra enmara.
Eu desde j peco a todos os nobres senadores,ptjn-
cipalmente nquelles que mais se le'm dado ao cstud>i
do nosso direito, que offerceam na discussao o con-
tingente de ssws lutos, para couhecermos al que
ponto csie projeclo deve Irazer a felicidade do pa-z,
como na nntra cmara aflirmnooSr. ministro da jut-
lira e algons uobres deputados que o ostentaran).
Voto, portanto, para que o projeclo va t nobrea.
commissOes; eso lamento que tao lacde appareeetse
este requerimiento, o qual no men modo de pen-
sar, devia ter sido feito nos primeiros dias da
prsenle sesso.
O Sr. Marquez do Paran {presidente do conse-
jho' : Sr. presidente, nio vejo outra razao para
que o nobre senador livesse lomado a palavra nesle
negocio seno o desojo de exprimir qHe o ministerio
tinha estado em inercia quando nfto se apreseiitou
desde o prjmeira- dia da sessao a requerer que este
projeclo fosse mandado s commissOes de legial.ir.Jo
B consliluicao.
Disse o nobre senador que a ola de inconstitucio-
nal tinha sido posta a este projeclo desde que elle
enlrou em discussao na outra cmara. Declarei fran-
camente ao senado que nao achei nenhuma impor-
tanria nesa arguicao feila pelos opposicionislas ao
^y; ',t ii r'"f""Miijni
seguiite expedienlf: :
O .>>: 1. Secretario l um oflicio do 1. secretsrio
da cmara dos deputados, reme!leudo a proposta do
governo e emendas da cmara dos depuiados mbre a
fiao das forcas da trra para o anno fioanceiro de
1856 a 1857.
O Sr: Presidente :* Bem que, legando o regi-
mentc, as proposicoet da cmara dos deputados s
devem ser'remettidat s respectivos commissOes te o
senado assim o resolver, todava, eingindo-nie aos
ettylos coBitanteraenleobtcrvados, que he' refpetler
s commissOes os prujeclot de Giarao de forras eor-
cameutoa vai este remeltido comnissao de mari-
nha e guerra.
O Sr. Viicondc 'de Geqiiitinionha':ttro a V.
Exc. que hoja de offerecer a considerafao do senado
o seguate requerimenlo. Nao fico observecao sobre
elle, porque lie timplicssimo :
Reqoeiro qoe se pera ao governo haja de infor-
mar a.) senado te j mandou proceder eleigjo do
senador que lem de bstiluir ao Sr. viscoudc da
l'edra Branca, fallecido em feve/eiro deste anno, e
qoae os motivos qoe tem obstado esta eleicao.
P eo do senado 18 de junlio de 1855.Vuconde
de Gejuitinhonha. .
He apoiado e entra em discassao.
O Sr. Mrquez de Paran (prndente do conte-
lho) :Sr. presidente, devo declarar ao senado que
antes da modificado do gabinete maliduu-.se expe-
dir as uecestarias ardens para proceder-te a esta e-
lerio ; e crei que i foram expedidas. Mas, como
nio tenho certeza diflo, porque nao Iprocure nfor-
mar-nie, nao lenlra dnvida em que passe o requer-
mente.
OSr. Vitconie i Gequitinhonha :Estou inlei-
rnmeoTc de conformidade com o que acaba de dizer
o nobfi! presidente do contelho ; mas lambem devo
dizer que antes de fazer ette requerimenlo erapre-
gnei djranleum mez lodot oa rreios indispensaveis,
os melosos mais aulheutcot para vir no conheci-
menlo te te tinha ou nao expedido estas ordent, e
foi depois de saber que nao foram expedida! qoe me
resolv a fazer este requerimenlo.
Como o nobre marquez preti^enla do 'comeHio,
nao te oppoe no requerimenlo, como a ?et.auda
parte deste pdeterTJvoravel ao qoe o senado devel
uetta occatiao taferjobre um objeclo tao impnrlan-
uina vaga de senador, a res-
pailo da qoal ;em havido lo graude demora, qaan-
do o gnvenia ic j de n (ri.^ma pron daoex-
Iraordi ia L^leleitao do Para, creio
quo .etjjuerroenlo pd" | ss^r.
Discutido requeri: .ito, c pollo -i volajfi, he
rejeitado.
O Sr. Mrquez de Paran pede ao Sr. presiden-
te qie se digne convidar a nobre cmmtao a que
afleclo o projeclo sobre elejoes por crculos,
para que haja de dar sobre elle o teu parecer com a
postivel brevidade ; o o Sr. presidente faz o convite
pedido.
Koqucr maH o (liesrao Sr. sonador que seja remet-
ido as commisses de legislacitoe consliluicao 0 pro-
jeclo s.)bre a reform.i judiciaria.
He ipoiado este requerimenlo o entra logocm dis-
legas a qne fleassarn no minitlerio ( o Sr. visconde
de Abiete, porem insisti forlemente, e como eu
fosse informado j a noite de que corrium como cer--
tos os boato dessa mudenca, julguei que nao podia
mais protelar urna soluco, e na quinta'feira s 10
horas fui ao passo imperial receber ordent de S. M.
o Imperador. Sahi dalli depois das 11 horas, e im-
mediatameute proenrei adiar campanheiros qoe rae
ajadatsem na larerifa emque eu eslava empenhado.,
Alguns dos ineus collegas sabiam d> determinarlo
dot dous ministros, e sabiam que S. M. con viria na
sua sabida ; mas nao sabiam a poca precisa em que
essa sabida devia ter lugar ; essa poca precita s foi
declarada na qniola-feira depois das 11 horas da ms-
nhaa, e portanto nao poda ser tbida mais cedo; e
com isso respondo a um Sr. deputado que sabbado
censaron ao Sr. minStro da marinba por nao haver
na quarla-feira -dado essa noticia ; nao a den por
qne elle nao eslava informado delta hora cm que
fallava. >
He o que lenhoa dizer.
O Sr. litconde de Gequitinhonha (pela ordem) ;
Sr. presidente, pedi a palavre pela ordem para
rosar a V. Exc. qne haja de ler a bondado de jecla-
rar te a discusslo sobre este requerimenlo. pode es-
lender-te al Iralar-sa da expllcacSo dada palo Sr.
marquez de Paran acerca da modificacao ministe-
rial, porque enlato eu lambem tere! alguma cousa a
di/er, algumas observarOes a fazer.
(.liando ha pouco pedi a palavra pela ordem. nSo
foi para fallar sobre o requerimenlo feto pelo nobre
marquez, presdanle do conselho, porque eu julga-
va que a volaejo do senado ji tinha lidn lugar, que
ja se tinha determinado que o projeclo que trata da
reforma judiciaria fosse remedido t duas commis-
sOes propostas pelo nobre marqoez ; e entio nao fiz
outra cousa mais do que pcrgunlar a V. Exc. qual a
decsao que tinha loma lo o senado : foi justamente
isto que eu liz soppondo queja a decsao estavajfto-
mada. Todava, vi depois o nobre senador pelo Rio
(irande do Norte pe lir a palavra. e fallar, V. Exc.
dizer que hia per a votos te a discussao eslava incer-
reda ; e logo conheci men engao : se ello uo fosse
eu teria pedido a palavra, e fallara sebre o objeclo.
Nao pente, porm, V. Exc. qoe eu tenho desojo de
'aliar sobre eila materia, posto qne nao esteja inlel-
ramcnlc de necordo com as observarOes teilas pelo
nobre marquez presidente do conseibo ; anlet a esle
respeito dvirjo (com milito sentimento meu) da opi-
niao de S. Exc. Entretanto n8o arbo queo o bjeeto
valha a pena de soffrar agora mais demorada dis-
cussao : por itto v o projeclo ts commissOes, dem
ellas o sen parecer com brevidade, tratemos dessa
grande eimportaulissima reforma, emenda a o sena-
do, se assim o julgar em sua sahedoria preciso, mas
faea-se a'reforma; porque o lempo he de reformas.
Creio que o senado esl completamente convenci-
do de que a sessao de 1855 naose deve limitar ni-
camente as disctales de forra de mar e ierra, e or-
ramenlos. a ouvir duas ou tre. resposlas on informa-
cOes dadas pelos- ministros, e no fim relirarmo-nos
dexando o paiz no elado cm qoe tem eslado at
hoje.
Estou convencido que o senado pensa qoe ha mais
alguma causa a ttzer, e se aqu se nao inicia,lie por-
que na verdade certas reformas nao se podem ini-
ciar aqui ; seno en mesmo j leria iniciado algu-
ma-. Nao he mais possitrel qne continu, prine-
palmculee modo porque se fazem >s elcinies no im-
perio, eaperai.do-se al que fuao ou fuJo tenham 40
annos para qne algumas eleices se facam.
Senhores, eslon de acord com a apprnvacJo do
requerimenlo ; mas apresenlou o nobre senador pelo
Rio Grande do Norte tima questjo importanlissima,
e por causa delta pedi a palavra pela ordem para
saber como devodirigr-me. Noquero tallar seno
de accordo com a opinio de V. Exc. ; se V. Exc.
etilende que esta discussao pode continuar, eu lam-
bem quero ler a palavra, lambem quero dizer algu-
ma cousa, porque sou amigo de um dos ministros
que se reliraram ; quero esmerilhar a sua posicao,
porque nao quero que pareja que pode ser -urna,
quandu pode ser e he outra. Sabe V. Exc. que he
justamente na occasiao das demistdes que os amigos
ou aqaelles que suslenlaram as opinloes dos nobres
ei-minislros se devem apresenlar ; estou nessa ne-
cessidade ; mat se V. Exc. emende que a diicussJo
nao deve progredir, ou qne se deve fazer dsso um
especial objeclo, suardar-mediei para oulra oc-
s comparecer aqui m-
medialamenle ; mas que se S. Exc. sempre quizes-
se dar para ordem do dia est" projeclo, enlao se
poderia preterir esse convite.1 Es ludo quanto eu
disseaoSr'. presidente do senado ; que era ama con-
veniencia que o Sr: ministro da juslica assistisse a
essa discussao, e que elle nao podia vir jmmedia-
ta mente.
Enlao eu nilo Unba razao alguma que me persua-
diuc da nsca&.idade de fazer remoller esse projeclo
s commissOes de consliluicao e legislarlo ; mat,
lendo posteriormente ouvdo alguuiai pessoas cen-
sura-lo como otlensivo da consliluicao, julguei con-
veniente subinellc-lo o exame dessaa Ilustradas
commissOes. Eu nSo podia ler feito este
OSr.-yMrqw: le Jarano (presidente do conse-
lho) :.-Sr. presftfaale, e.iis!e na >;sa um projeclo de
reforma judjl ra, e covaa parece que nao Toi re-
metlUlo a. ni,io alRnnrr aj^deij elie-lo s commissOes efe constituido e
da mj para darem seu parecer a repeilo.
Outrosm^liordo-me de que existe no senado
desde 1818 um "projeclo que reforma a le eltlloral
8*6 i ttatonaq!^, primeira e segunda dis-
cussao, mas com omiss^-r porque nada se di.poz re-
lativamente n tleirao de senador*,, Re ha de ser fei-
Ii por circuios ou.domesmo moelq qtr<. actualmente
1 ur conseqqencia, visto que caso projeclo M man-
co e convenieulemcnle nu pode ter assim d.eitv'o,
requeiro que a commissao a que esse projeclo esl
afleclo haja do dar a respeito delle o sen parecer e
que. do caso de adoptar a reforma no sentido em
que patsou, relativamente i eleiclo de depalados
haja do formular os arligos necessarios para que t
verlQqae pela meam> maneira eleiedo de sena-
dore.
requeri-
menlo antes, porque anles nao me occorreu esta
idea ; mas aquelles senhores quo a linham o pode-
riain ler propnsio. Fizo reqaerimenlo quando jul
guei que era opporluno.
Sao eslas as razOcs qve lenho para apresenlar em
favor do requerimenlo. Parece que sJo suflicientes.e
que nada mais devo expender.
G Sr. D. Manoel:O senado acaba de ouvir o
que disse o Sr. presidente do conselho, isto he, que
V. Exc. nao tnm dato para a ordem do dia esse pro-
jeclo porque S. Exc. Ihe pedio que nao deste...
O Sr. Presidente do Conselho : Nao pedi, ob-
sarvei.
Sr. D. Manoel:Pedir, obresvar, lembrar, he
indiflerente ; calva n redacc.lo. O Sr. presidente do'
tenado n3o lem dado para a ordem do dia esse pro-
jeclo por Ihe ler observado o Sr. presidente do con-
selho que era rabilo conveniente que essa discus-
sao atsitlisse o Sr. mimislro da jusra.
E oetta parle estou do accordo com a opiniao do
Sr. presidente do conselho. Nem era passirel que
um projeclo do lana Importancia fosse disentido no
senado sem assistencia do Sr. ministro da justica, o
qual declama no auno passado criaste ano qne es-
sa reforma era da maior urgencia ; c na.camara dos
Sr. deputados acrescentou quo se esse projeclo nao
passasse elle se reliraria do ministerio)
Tendo a cor oa esto anno recommendado novamen-
te as reformas indiciarlas, o que compria ao gover-
no fazer 7 Era pedir nos primeiros dia de sestJo que
esse projeclo fuete remedido a urna on dnas commis-
soei; porque V. Exc. sabe mclhor do que eu, que
objeclos de tal'nalafeza nao aecupam a atlencao do
tenado sem previo exame de urna ou mais commis-
sOes.
O que prov.i o longo etpaco de lempo que o go-
verno dormio, tem te ler importado com o projeclo
a qoe me reflio ? Prora... Eu podia agora exprjao
senado ai razOet porque este projeclo tem estado et-
quecido ; eu podia lambem dar o motivo porque ho-
je o Sr. presidente do conselho vem pedir que o
projeclo v a duas commitsOes.
Senhores, hs fra de duvida que cada um de nos
tem o direiio de pedir que qualquer projeclo seja ro-
mellidn a urna o armis commissOes da casa ; mas
incomb principalmente ao Srs. ministros, qoande
elles daclaram que orna medida como a ds'refor-
mtt jndiciarlat he reclamada pelas necessidades pu-
blicas, iucumbe, digo, aos Srs. ministros pedir a V.
Exc, Sr. presidente, que a d para ordem do dia,
ou que seja rtmeilida a urna commissao. O que'
fumaria porta nio ao Sr. presidente do consclho, co-
mo chefado gabCoele, e al porque nao tem assenlo
nesla casa aSr. ministro da julica ? Compria-lhe
fazaf desde o principio da sessau o requerimenlo
que hoje fez.
-Mas, disso oSr. presidentedo conselho: Faro et-
fwquerimenlo porqueae diz por fra que este"pro-
jeclo fere col stituicito. o Pois agora he que S
Exc. ouv.o isso Desdo o annO passado que na cma-
ra dos Srs. deputados jsazMle ergueram para mos-
trar a inconstilocionalidade>e,ic projeclo ; o s a
gora he que o Sr. nretXdente do cotAsO nos vem
dizer que quer que o projeclo v as conTtftssOes de
cimstituicao e legislado porque te diz quTW
lmsiisposiroe! oppostas Ici fundamental do Es-
O Sr. Presidente :-He o piojaclo do leleicao por
circalns' r
O Sr. PrcMmlt do Contelho :
obor.
; Sim, te-
tado I
Nao sei qoe mnlleacato possa dar a este requeri-
menlo de hoje. Etlau dando tratos minha fraca
razao para descobrir lodos os motivos desse afn
que o Sr. presidente do conselho moslra hoje pela
reforma eleitorale judiciaria. Quando eslamo.com
mez e meto de sessao, e om breve nos oceuparemos
com as leis de uacao de forja, de mar e de te.ra,
dot orcamenlo, ele, ele, que lempo nos resta para
Tftmma e outra ~canTfrT"qu > aaVefa"
projeclo, aos argumentos que contra elle se possam
offerecer em relaco a tua conveniencia, ajonlero
iemprea inconstilucionalidade ; e que mais ou me-
nos, achem algum artigo da consliluicao que sirva de
pretexto a essa arguljao.
Confeaio, Sr. presidente, que nao ouvi razao ne-
nhuma que fosse pUoaiyel : o projeclo sem duvida
restringe as allrlbuicOet do jury ; porm as attriboi-
cOes do jury podem ter maiores, segundo determi-
naren! os cdigos. Esle he o preceito coittilucional ;
assim, parece que, a maior ou menor restricrao das
atiribu.ic.Oes do jury, Unto no civel como no rime,
he da atphera dj legislacAo ordinaria'e da compe-
tencia do poder legislativo decrela-la, modificando,
ampliando on reslringindo, segundo as convenien-
cias, nos respectivos cdigos. Consequentemenle.'no
raeabalaramlnenhuns desses argumenlos apresen!,,
tos pela opposieao ; era urna tctica usada e cdnhe-
cida ; mas quando esta censura ao projeclo parti ds
fora da casa, jalguei que eonvinha submclter ao
exame das commissOes do tenado semelhante quesl.lp
mas desdeja declaro que, a meu ver, o projeclo nao
rere a consliluicao j^ suas dispoticOes podem ser
maisou menos convenientes, segundo o juizo de ca-
da un, dos nobres senadores, quanto maneira de
obviar a falla de punieo que te nota nos nossus jul-
gamenlos criminae.
Portanto, Sr. presidente, sem me empenhar na
qucsiao da convivencia de laes ou laes disposieoes
queestejam contignadas nesle projeclo, digo desde
ja que a minha opiniao he que essas disposicOes nao
ferem de modoalguma eonstilulcJo do imperio; mas
desejo ouvir a esse respeito o joizo das lllustradas
commissOes do senado ; e sendo assim nao vejo por
que desde o principio desta scjsao, nao tendo decor-
ndo estes motivos, devesse fazer este requerimenlo
que s hoje fiz.
Deraais, parece queab ministerio cabe a liberdade
de apreciar por-si o emprego do lempo, segundo as
conveniencias publicas, o de certo bao poJe fazer ra-
sa apreciado senao segundo a sua inlelligencia.
Ora, lendo eu no principio desla sessao procu-
rado saber se o Sr. ministro da juslica desejari que
este projeclo immediatameule entraste em discussao,
S. Exc. declarou me que deaejava primeramente
promover a discussao da reforma bypolhecaria que
eslava arrecia cmara dot deputadot, e que s
depois de ler esle projeclo passado em segunda dis-
eussio, desejaria comee.- no senado a discussao do
projeclo relativo reforma judiciaria.
Nao podendo pois dist.ibuir nossa vonlade o
lempo, vitto ler na oulra cmara a discussao da res-
potla a falla do Ihrono occapado maior etpaco do
que aquelle que se esperava, e necessitarem os mi-
nistros de assitlir a essa discussao, eis porque nio
Uva opportunidade de fazer mais codo semelhante
requerimenlo.
Tendo manifestado ao
embargaran)
senadores (em mullas occatiSes de fallar tobre tal
materia, podem mesmo pedir urna discussao especial:
agora he inleiramenle deslocada. Nolarei mesmo
qne, segundo o regiment, eu nao devia ler admit-
lido discu-sao alguma sobre o requerimenlo, porque
diz o regiment : a Art. 69. Ot projectos de lei e
resolucOetvindns da cmara dot Srs. depulados, de-
poit de communicados no senado pelo primeiro se-
erelario.deelaraudoem tumma a materia que contem
aerao logo mandados imprimir ; menos que o senado
por simples colarlo nao resolva o contrario.
Ora, quem diz por simples volacJo, parece excluir
toda a idea de discussao. Como porem admitli dit-
cussJo sobre esle requerimenlo, eu nJo podia deixar
de permillir qne ella conlinnasse.
O Sr. I). Manoel:Nao sei. senhor presidente,
porque o nobre presidente do conselho inlcrprelou
loo mal o pensamenlo que Uve quando pedi a pala-
vra para fazer algumas reflexcssobre o requerimen-
lo de S. Exc. Pois, ser-me-hia necessario pedir
palavra para dizer que o governo lem eslado em
inercia nesle mez e meio de sessao a respeito de tra-
balhos da maior importancia? Por ventura eu vioha
dizer urna novidade ao senado, ou ao paiz ? O paiz
nao l as dfseassoes desla casa, o paiz nao sabe o
qne temos feilo no espacodc mez e meio, o paiz nSo
sabe da influencia que exerce o senhor presidente do
conselho no eorpo legislativo, e que V. Exc., Sr.
presidente, em objeclos da ordem daqoelles de que
se trata, cosluma ouvir, assim como sempre prali-
caram seus dignos antecessores, a opinio do gotyr-
no, nao dando taes objeclos para a ordem do dia sem
previo accerdo com os membros do ministerio, o que
he mili acertado, al porque estes objeclos nSo po-
dem ser discutidos sem a presenta do ministro res-
pectivo Nao era pois preciso pedir a palavra
para esse fim ; pedi-a para lamentar que o senado
estivease por espaco de mez e meio aem ler Irabalhos
importantes de que se oeeupasse, qoando a reforma
judiciaria j podia estar em discussao, e em ditcos-
to muilo adianlada. Sr. presidente, para mostrar
a inercia do governo battam-me os argumentos com
queo senhor presidente do conselho sastentou o sen
requerimenlo, e respondeu s observares que fia.
O governo, diz'oaanhor presidente do conteni,
enlende que o projeclo de reforma judiciaria. nao
contem nenhuma disposicao que flra a eonstiluicSo
que he verdadaque ot adversarios do projeclo lan-, amara utorisando ao aoverno a conceder caria de
i;aram mao desse argumento para alaca-lo. mas que
S. Exc.nodeu a menor importancia a tal argumento!
porem que agora que etsa declararlo appareceu de
fra, nole-se bem isto, que he muilo extraordinario,
ou anles exolieo ; o senhor presidente do conselho
nao den imporlancia aos argumenlos produzidos na
oulra casa contra o projeclo lachando-o de inconsti-
tucional, mas d.i importancia ao que se disse de fra
relativamente a inconstilucionalidade do projecloi
de maneira que S. Esc. acha mais importante o que
se diz fra do que o que se diz dentro do parlamento.
Senhores, isto he muilo extraordinario, ou antes ex-
tico ; talvez mereja mesmo outro epilheto mais ex-
pressivo.
A imprensa he sem duvida orgflo legitimo dos sens
lmenlos do paiz ; mas o parlamento he represen-
tante do paiz e seu orgo muilo legitimo. O paiz
quer qne, tanto aquella como esle sejam respeitados.
Ora, o prdcedimenlo do senhor presidente do con-
selho nao pode com razao ser lachado dejexlraordina-
rio e at extico quando nenhuma atlencao deu aos
discurses de alguns membros da outra cmara na
parle em que combateram o projeclo de reforma ju-
diciaria por conler disposicOes oppostas n conslilui-
cao, e parece querer dar altenjao a iguaes aecusajes
qne appareceram de fra ?
Mas ditse-seJie ao governo que compete apreciar
quaet sao os objeclos que elle julga urgentes para
oceuparem a atlencao do eorpo legislativo, e o mi-
nisterio, oceupado na cmara dos senhores deputadot
com urna discussao que levou|mnilo lempo,enlendeu
que s agora devia fazer esle reqoerimeolo.
Senhores, anda he extico esto raciocinio, pois o
que he que tem a discussao da resposta a falla do
Ihrono com a reroessa do projeclo as commissOes de
constituidlo e legislarlo '.' Por ventura, a discussao
da resposta falla do ihrono que houve na cmara
dos Srs. depulados impedia a remessa do projeclo s
commissOes"? Se o nobre prtMente do conselho
dissesse que isso impdia a discussao nesla casa,
bem, passe, nem assim mesmo eu Ihe adiara muiln
senado os motivos que me
do offerecer esle reqoerimento al o
presente, o que me levaram a fze-|o na prsenle
occasiao.
Pelo que loca eiplicaclo que pareceu exigir o
nobre senador^tcerea da mudanca que houve no ga-
binelc, dlrei que cu liaba, lenco de tomara pala-
vra no tenado para dar esta eiplicacao. He verda-
[de que lendo-te boje publicado o discurso que pro-
fer na cmara dot depulados a semelhante respeito
nao julgava i. da mesma necessidade reproduzir se-
melhante explicacao peranle.o senado. Quando se
organisou o gabinete aprsenle! o meu programma
perauleo leado ; elle foi publicado, e sendo sabido
na oulra cmara julguei nao ler necessidade de l ir
repetir as mesmas palavras. Agora quer mo pare-
cer que a explicacao dada na cantara dos deputa-
dot, desde que foi impressa, lambem chega cma-
ra dos senhores senadores ; e a nao lia ver provoca-
o ou insistencia por mais algumas explicars.es, creio
naaeever contider.ir-me oh, gado a ropetiroque
esl consignado no jornal.
N3o tinto, Sr. presidente, necessidade de declarar
maM.eouta alguma ; contra o meu desejo Uve de
procurai Miccessores para dout dos meui eollegat
que pretenderanaXrelirar.se do ministerio ; j dei a
razio porque esse, UJegas, expecialmenle o Sr
visconde de Abaet, qne In^uelle que mais in.it-
lenca razia, ,a del, digo. a. razOs ao, moveram o
Sr. visconde de Abaet a assim proceder.
Ea linha, Si. pretidente, procurando pela minfn
parte adiar ettt prelencao quando pudetse ser. Ain-
Ai na quarla-feira procurei persuadir aos meui col-
eja V. Exc. que he rltuha opiniao'que a decla-
rarlo oftkal feila em orna camar nao exime de
maneira alguma que o ministro a faja na oulra c-
mara lambem oflicialmeufc ; porque ambas as,c-
maras devem sei; tratadas com a mesmajlignidade,
a falla-se a essa dignidade quando se faz urna deela-
racao official n'uma cmara e nao se faz na oulra.
O Jornal niojie meio de Iransraillir laes declara-
cOes; o Jornalago admiltediscussao. Ora.eu posso ter
observarOes / far,#ol)re as declaraces do nobre
prosidenle doeonseiho ; entretanto nao hei de faze-
las (tela ropren, devo faze-lasaqui na tribuna
quando se encelar a discussao, naor>odendo*dirigtr-
me por aqullo qne esbi mpresso e qne c disse na
oulra cmara; a nao ser assim, eu senador lico inhi-
bido de fazer as miabas observacOes, on entao deve
declarar-se queo ienado nada tem com isso.
Uando o nobre ministro oraanisou o minislerio
a realidade fez a daelarajao no senado, e ni dis-
cutimos essa oWaracao da maneira por que en-
tendemos ; nao era occasiao de pedir ao nobre pre-
sidente do contelho .que fizetso a mesma declararlo
na cmara dos depntados, nem isso nos compela
os depulados que o exigissem ; nos eonteulamo-not
com a dclarajio, houve discussao sobre eila, e Pi-
camos salisfeilos ; porem ealender-se que a declara-
do feila em oma^camara he anflicienle para intlruir
a oulra Cmara," perde [o- nobre mnitlro, |nJo
me conformo...
O Sr. Mrquez de Patona:O Sr. sanador pa-
rece que esl esquecida que eu declarei que, vinha
dispoito a dar ai explicarles qqe te pedssem.
0 Sr. lisconi de Gequitinhonha:Parece que V.
Exc. disse que julgava nao. necessaria a declaracao
feila no senado..uma vez que ella tinha sido impres-
sa no jornal. Digo ou que essa declarado nao he
sufliciente, porque nio admilte^discussao, e he pre-
ciso que a.declaracao seja aqui Irazida para sobre
ella versar a discusao ; isto he e que eu enlendo .
on entao nada podemos dizer, salva, Sr. presidente!
se queremos dizer alguma causa pelaTmpranta, ou
aprovetarmos a occas-o de ama oulra diicussao
para Iratarraos dessa queslao, dando atsim lugar a
qaeV. Exc.possa lembrar-nos qne nao he entao-occa-
siao opporluna ; quando alias sendo a declaracao
feila, to.-liando* isso objeclo de discassao, cada um
pdc fallar as vetes que marca o regiment. Creio
posao estar cngiintdo) que o nobre marquez disse
que vinha om tmido do fazer essa declaracao, mat
que vendu impressa a declaracao que fez na cmara
dos depulados a julgava nao necessaria....
1 Sr. Marquez de Paran:Poda parecer nao
necessaria. '
O Sr. I'isconde de Gtquiinhonlur.-r-fu entao re-
clamo pelas palavrasnSo necestariae digo que
ha precito fazer a dc'laracilo, e ae enlende que
compete aqsenado lornar tambem parte nestas ques-
tfles. Em apoio da, minha opiniao. ha o esl vio de
todos os palies que adoptaram o tystema represen-
tativo.
Na IngUlerra ja declaracao que se faz m. cmara
dos lords faz-s aa cmara dos communs ; he esse o
estylo que julgojdeve ser adoptado enlre nos. As-
tim, Sr. presiderlle, o que pergunto, ou o fim para
que pedi a palavra sobre a ordem, foi saber se V.
Exc., Iralando-sb do requerimenlo que tem por fim
enviar s commissOes de conatiturao e legislado
esse projeclo da' reforma judiciaria", admille que
tenha lugar lambem o objeclo proposlo pelo nobre
senadorpelo Rio Grande do Norte respondido per-
runcloriamenle pelo nobre presidente do conselho.
Se esta discussao ver lugar, enlao V. Exc. so ser-
vira declarar-m'o para que posta entrar nella, como
qualquer oolni senador que o deseje.
Foi o llm poique pedi a palavra pela ordem.
O Sr. PresidMtKO nobre visconde sabe perfei-
lamenle que o r)ue est em discuttao he o requeri-
menlo do Sr. presidente do conselho, que se limita
a pedir que o p*ojeeto de reforma judiciaria seja en-
viado s ccmmiisOes de legisla ;o e consttuicao. O
Sr. senador pela provincia do Rio t'.raudedo Norle
tanto reconhectu que era detlocada netla disenteao
semelhanle ida, quo apenas disse que se limilava
a follar nella : mat que se aguardava para oulra oc-
casiao. O Sr. marquez de Paran entended ser de
seu dever dizer algumas palavras acerca dessa ma-
teria ; masen nao posso admitlr discussao especial
a esle respeilo (em um requerimenlo que lem por
fim pedir que lal projeclo tej remedido a duas
comroiftOe, tanto mais quando cada um dos Sr.
he exolico.e muilo exolieo.
Sr. presdeme, o que se v/ra ludo slo he que
o governo nao tinha desejo de que a reforma judi-
ciaria enlrasse em discussao no senado. E porque,
senhores ? agora eu direi a razao. Porque no sepa-
do nao ha talvez um mmbro s que approve seme-
lhante reforma, um s, exceptuando o Sr. presiden-
te do conselho, que talvez com- simples senador
nao approve o projeclo nem coosideraveis alteracoes.
Tenho conversado com mullos Srs. senadores, qoe
meesiaoouvindo, e nato encMrei um s qoe me
dissesse que approvava semelhante reforma. Ha ou-
Iros com quera nao lenho (aliado, mas lambem me
consla que estao preparados pira combale-la, e pa-
ra offerecerem emendas*importantes.
Emlim, senhores, o projeclo lal qnal esl de cer-
lo str rejeitado nesta casa ; ouso affirma-lo. e ouso
sffirma-lo talvez sem,medo de errar. O ministerio
nao ignora nada dislo, c receia urna forte opposieao,
principalmente daquelle banco aonde se senlam vo-
zes eloquenles e poderosas,que combalendo a refor-
ma hao dedetmoralisa-la completamente, se he que
ja o nao esl.
He minha humilde opiniao que o minitlerio quer
ganhar lempo, Iludir o paiz, dizendo nao houve
lempo para te discutir a reforma judiciaria, porqu
as leis annuaet, o proiecle sobra hypothecas, ele. ,
consumirnm o resto da sessao. Assim o minitlerio
evila urna derrota, que lalvez o ubrig.iste a retirar-
te, segundo a declaracao do Sr. minislro dajuilica,
feila*na oulra cmara, na sessao do auno pastado, e
creio que repelida uetta casa.
Senhores, ninguem quer o minitlerio ella v-se
samapoio em nenhuma das casas do parlamento, e
por.isso quer ver se por meio da tctica pode con-
quistar vol', pode reilqoirir as dhesoes que tem
perdido.
Ea nao desejava fallar esle anno; mas, vendo o
futuro do Brasil cadajrez mais melanclico, lenho
modificado o meu protesto, receiando incorrer uo
desagrado do paiz, que he o que mais receio nesle
mundo.
Repilo, o minitlerio quer Iludir a todos, com o
fim de conservar-te.
O Sr. Presidente: Porm isso mo parece mais
interpretar, envenar intencoes, do que disentir o re-
querimenlo.
O Sr. O. Manoel: Foi S. Exc. o Sr. presiden-
te do conselho quetn envenenou as minha! illan-
co es.
Mas agora, para qu V. Exc. nao fique Indisposto
comigo, vou dar urna breve resposta ao Sr. presi-
dente doeonseiho, quo nos diste daquelle lugar,
parece-me que V. Exc. reparou bem uisso que nao
linha obrigacao de apresenlar nesla cata os motivos
da recomposicao do ministerio, visto que o linha
feito na outra cmara, e seu discurso apprreceu m-
presso.
V. Exc. nao se recorda de que, quando o Jornal
do Commercio nos dea a noticia da recomposijai
do minislerio, no fim declarou pouco mais ou me
nos o seguiole : ministrse a substituido por oulros nao ollera e
nada o progiamma do governo. o J te v que coi a
effeilo o Jornal Uo Commercio he o que basla ; p -
demosdisculir portanto o Jornal do Coinmercic e-
gundo a opiniao do Sr. pretidento do conselho, Se
eu soubesse quo se po lia discutir aqui o Joma.' do
Commercio, entao ha mais dias teria follado na ino-
dficacJo do minitlerio ; mas entend que nao o de-
via fazer, por isso ainda insisto que o Sr. nires-
denle do conselho he obrigado a expor nesLvcasa os
motivos da modillcacao ministerial, ero '-.vor do que
invoco nao s os precedente! do ns- ..z', como 0s
dos paizes estrangeirot.
Baila que eu lembre ao senado 3 ullmamcnle
houve na Inglaterra. Modicou /ministerio, e o
que aconteceu 1 Os ministros r >nlaram-te com
a maior franqueza peranle ai' ^aras, e expozeram
ludo quanto linha necorrid
rao do minitlerio, cada -
modificacao ministerial, V. Exc. ha de le mbrar-se
que declarei receiar que V. Exc., me chamasse t*or-
dem ; mas acrescenlei poslo qae pareja que para
e enlrar na discussao de objeclos desla natureza
qualqu:r ocaiilo lio asada ; prineipalmente ago-
ra, Sr. presidente, que o Sr. presidenta, do eonse-
Ihoaceilouo meuconvile e enlrou um pouco na
apreciaejlo dos motivos que produziram a modifica-
Cilo iniiitterinl ; e note-se que S. Exc acrescentou
alguma couja mal do que veio no discurso mpresso
to Jornal do Commercio.
Creio, pois, que denle que o Sr. presidente docon-
sollio apresenlou na caa os motivos detsa modifica jato,
V. Exc. nos deveria dar a palavra para sobre elle*
offerecermos as considerarles que nos occorressem.
Esta he a prolira dos oulros paizes, o he a que se
lem segudo lambem no nosso parlamento. Todava
sujeito-me decsao de V. Exc. e aguardo outra
occasiao para dar mais desenvolvimento a esle pon-
to de meu dicurso.
Como en nao ped a palavra para oppor-me ao
requerimenlo, mas nicamente para lembrar que
ha muilo mais lempo devia ler sido apresenlado,
hei de volar por elle.
Urna oulra raz.to me fez pe lir a palavra. e foi pa-
ra chamar a altenjJo das pobres commissOes ( o qae
he desnecessaro ) sobre o objeclo, e priApal mente
para que ellas dem quanto antes a sua opiniao acer-
ca delle...
OSr. Sou;a Franco : Apoiado.
O Sr. D. Manoel : Esle foi um dos principaes
motivos porque pedi a palavra : nao fois para fa-
zer censura inercia do minitlerio, porque quaulas
occasioes terc eu de p censurar por motivos ainda
mait justos'.'
Nao havaudo mais quem peca a palavra encerra-
se a discussao e approva-M oceqiiermenlo.
Passaado-se a ordem do dia, sao approvadas sem
debate em (erceira disenssao, para serem enviadas
sanejao imperial, as proposijOes da cmara dos de-
putados approvando ai aposentadoras concedidas ao
coro-
collegio eleloral na villa de Antonina.A'
mitMo de consliluicao e poderes.
Do mesmo Sr. ministro, enviando um oIBeio dn
presidente da provincia de Minas lieraes, informan
do sobre a crtajo de urna nova provfncia com
denonmajao deProvincia do Rio de S. Fratoeilcn
A quem fez a reqaisijao.
. Le-te, he julgado objeclo da deliberajao e vai a
imprimir para enlrar na ordem dos Irabalhos, o se
guile projeclo: w
S ui' '""""""to! de Nossa Senhora "do Amparo .
de n P'"" de ,lborh>'. i.roVieirn' Pede'n d"Pen" lasieisde amorlisajlo
Su 'i e\er?rem,08 b.en, de "ilau> Vomatm e ad-
quirirem oulros ale a importancia de 2)000 a sa-
ber : 1- de 5:000. e a 2- al. de ^iooftf
los uue .TZ"?0 "" fa,end"-.; do. documen-
exen nio Sber 8r?m ^erer,da, ir"n exerr.plo aberto pelo eorpo legislativo, he de parecer
que te adopte .-, t^wxie resoluelo: P
" "ir,"l!,h geral 'e8Wlva retolve:
.\ri. i o governo he aolorisado a conceder li.
cenca as irmand.de. de Nossa Senhor, S Amparo
de Ilaborahy, d. provincia do Ro de Janeiro para "
conservar os ban. de rai que aelualmente nosaue t
adquenr, com tanto qB Mtor de u, ,l0I|P^01Iei
exceda a .aiOOO. e ma convertido em apol ees da
divida publica dentro deum prazo
marcar.

que governo
a Art. 2. A ditposijao do artigo anteedenl b.
eztensiva irmandade de S. Joao Bapli,ia da m^.
ma villa para conservar os bem de raiz que actual
mente pojtue e adquirir oulros at o valor deaO-Oflln
debaixo das mesmas condijes. *
Art. 3. Ficam para ette fim nicamente dit-
pensadaa as leis de amorlisajao.
ci Siladas commisses II de selembro de IHA4
Sifca ferraz.f. D. Vertir de yasconctUosTi
Lse e fica adiado, por pedir palavra o Sr.Pau-
1* Candido, o.teguinte parecer :
a Foi prsenle a 3 commissao de orjaoieaio o
aviso do governo de 30 de maio deste anno, Infor-
manco ot requerimeulos dot lentes e (secretarios da
escola militar c academia de m.rnha,-solicilando
angrrento de ordenados na raz3o dos que foram con-
cedidos a empregados das Facoldades de Direito .
Medicina da mesma categora.
a As razoet allegadas pelos supplicanles parecem
a commissao dignas da eltenrao da eama/a." vitlo
que lem de determinar a lei que creoo aquelle. td-
ubelecimenlos, ainda em vigor,' que fossein os rear
conselhiiro Bernardo de Souza Franco, no lugar dep*^08 'entes igualados em"honra, e.v
dasembargador d. relajeo d. corle, e ao iuiz de di- de,l"nbi . J IOI #""ir.(i!iLi. #l> >.._! ^_a------a
reilo Manoel Joaqoimde S Mallos, e autoritando o
I
governo a conceder caria de naluralisaro decida-
dao brasleiroaro padre Nicolao Germaine.
Entra em lerceira discustflo a proposijao da dita
naturalisajo a Carlos Frederico Ad.lo lloefer. I)r.
Frederiro Jos Carlos Rat, Samuel Soulham c II"-
ward Soulham.
He apoiada e approvada a seguiule emenda :
A mesma greja seja fcita a Jos Bouis, de na-
cu tranceza./. A. de Miranda.
Oor. Prndenle declara qoe a emenda nova lera
a toa ultima discussao oa prxima sessao.
Esgolada a ordem do dia, o Sr. presidente da pa-
ra ordem do dia :
Nova discussao da proposijo empalada sobre or-
denados Sos lentes da escola militar e academia de
marinlu.
Ultima discussao da emenda additn a offerecida
propasiro reUtiva naluralisajao de Carlos Frede-
rico Adito lloeler, e oulros.
I'rimc ra discussao das proposirOes approvando a
aposent;doria concedida ao bacharel Francisco Anto-
nio Ribciro, e autoritando o governo a conceder 2
annos de licenja ao juiz de direito Marcos Antonio
de Macedo, e levanta a sessao.
JM i CAffARA DOS SRS. DEPUTADOS.
Dia 35 de malo.
Le-se e approva-sea acta da sessao antecedente,
e o Sr. primeiro tecrelario d cont do leguinle ex-
pediente :
Offirbs dos presidentes das provincias d. S. Pau-
lo e SanUCalhariiia, enviando duas caUecjoes das
leis promulgadas pelas sseroblas drsj' respectivas
provincias no anno p. p.A' commissio de assem-
blas piovincias.
Do di do Para, enviando os actos do. governo da
referida provincia nos annos de 1838, 1839 a 1810,
que formara as segundas parles das ollecjOes do-
lis promulgadas pela mesma asembla nrtees an-
nos, o relatorio com que abri no dia 15 de agosto
do anne p. p. alasestaoda 9 legislatura dt refe-
rida assombia, e os actos a que se refore o mesmo
relator!}.Otados i3o remetlidos commissao de
assemblas provincae?, e o relatorio vai a archi-
var-se.
Do d de Goyaz, enviando om exemolar oto rela-
lorio qce apresenloo assembla legislativa da mes-
ma provincia no acto de sua installac.iV no da 1 de
requerimenlo de Guilherme Philppes. nala-
-j Portugal, e subdito de S. M. iritanica, pe-
ral dt.^'*P")s" dB lempo par* poder uaturalisar-se.
dmdof,'B,,1'5*ao 'lc cnttilaicao e poderes.
_A'ir'.efn A Ivs da Silva, major refirmado da T-
'De^oa)W.j.,v^e^'ll^0 lnba dc> exen
par. Ihe pag
em que servL
dasocedada*Piaeslabeleei6iv -JsUl loteras ez-
Taraandu, pedindoa couce-sao-.., 'neto aca-
rahnlas aqui na corle pan com o teu pToJJJ
bar-sc a matriz da mesma villa__A' commissfe
fazendn.
PRIMEIRA PARTE*DA ORDEM DO DIA.
o embregados de igual calegoria das referidas Fa-
ruli rtet e nem lem menor tr.bi.lhe.
Nao obstante, lendo amepusiderajSoo presente
eslado das nossas rendas, e a. despezat ltimamente
lecrcladas, nao.se atreve a commissao a propor n.
presente sessao medid, alguma saiisfozrndo efU re-
elamajao, parecendo-lhe mais acertado qoe esle ob-
jeclo hque reservado para a aetsSo vnaonra.
Sala das commissOes 9 de tetembro de 1854.
can jato Mendesde Mmeida.J.J. di Urna e Sil-
va ebrinho.
I' U.UEIUHPARTE DA ORDEM DO DA.
.tprenniar e dUeutmo dt requerimenlo,.
jBU ?r. J. J. da Racha defende-ne ,tas aceotacOet
peste aes d ingida contra si,e manda i meta o segoin-
le requerimenlo :
" Requeiro quese oten ao governo a lisia de (o-
itas Mommissues deservijo especial nao previsto
no orjamentu', creadas no interior e no exterior pe-
l.sdiversas reparti, com a data dat suas crea-
joe. e declarajao das pessoas que deltas tem sido e
se aeham incumbida, dos vencimerdos que perce-
bem c da conta que tem dado dos seas Irabalhos.
Rio de Janeiro 2G de maio de 1855./. J. da
Rocha.
Podo o reqoerimento a volos he rejeitado.
'2 SlifiLNIM PARTE DA ORDEM DO DIA.
Rerpotta falla do Ihrono.
OSr. Marquez de Paran ..presidente do conse-
lho) pronuncia-um longo discurso, na qoal explicas
pensamenlo emillido no sen primeiro discurso rela-
tivamente aocomportamento actual do Sr. J. J. da
Roclia* demonstra a coherencia dos actos da admi-
nistraran com o prosramma do ministerio na sua
ascenjjio ao poder, e finalmente responde s argui-
jOes e invectiva dirigidas o governo pelo Srs.
Saya) Lobato e Ferrar.
I-evanla-se a ses-flo.
PEHNAMBUCO,
O ACTUAL GABINETE,
ia
II.
Depois da breve resenha que (rajamos para mos
(rar que o actual gabinete (cm sido fiel ao tea pro-
gramma. passaremos a fazer algumas. poste que
resumidas reflexOes sobre as poucas manifes-
lajOes hostis que appareceram na cmara tempo-
raria por occasiao de disculir-se o projecto de res-
posla i falla do Ihrono.
O Sr. Jusliniano Jos da Roha foi um dos pri-
meiros oradores que se pronunciaran! contra o mi-
niiterio: mas as suas censuras, ou por serem filhas
da inapirajao do ImprovTo, come elle proprio o
-r- stN ; ou oo, p, ,Ktr^fL^i^ arpi-^rjio.
da velhce.-hypoihese qoe elle mesmo concedeo,-
o certo he que nato podem deixsr no animo da gente
^discr-ta a mnima parte, ao menos, daqu.ll. im-
Sreisao profunda que certamnle haviam de produ-
- porvenlura dervassem
r, s
v Iho est devendo do lempo Voh'n.ta 'rm'^T"!, "'""*"" ** W caoviejjo
ue^iordaBuarda nacional; e,',' n ,esle""''"'o irrecosavel do,
de instru. '" navilla de S. Bentpde ,i,cl0Sl e P'o'egida por esse talento e illustrajao
que nos comprazemos de raconbecer no Sr. Rocha
O illustre deputado em aeu discurso moslrou-
e divergente do governo palos aeguintes motiT0,
carde jes :
Porque nato te deuwlajto as reformas que de-
i rte
civil e di Justina criminal, lomando conhecfmento.
das idat emitlidas em projeclos nao seguidos no te-
nado, na sessao de 1818, e as'ianados, entre oulros
senadores, pelo Sr. Honorio HermetoCaraero Leao,
hajam de examina-lus. e retundi-los e apresenlar as
suas grandes e taimares ideas ein um projecln que
possa enh-ar na ordem dos Irabalhos desla casa.
He, ptis, nesle intuito que vou apresenlar a mes-
ma indiejo; asupponho c|ue he nislo que teremw
verdadeira fusao de amigos partidos, de todos ot
elementes do poder consagrados na constluijJo.
(Apoiados.) ,
L-se, e vai respectiva commissao, a seguinte
indicajao: _
Indico que a< commissOes de aoWstituijo e po-
deres, d( justijn civil, e de justija criminal, reven-
do o prejeelo de lei apresenlado ao senado em
1818 pela senador Carncim Leao, acerca de ele-
cOes e fazendo-lhe as atterajOes necetsarias, d o seu
parecer de forma a enlrar esse projecto as discas-
tOes da cmara.. I. da Rocha, a
yaturalisacde*.
Continua a discussao do projeclo n. 2 deste anno
adiado p;la hora oa sesiAo anlecedento.
O Sr. CeilSo da Cunha faz diversas reflexoet so-
bre o prejeelo, e declara que vota a favor da
lenjao de inglez qoe existe em Peruambuco ha
annos, qne he negocame coucailuado, jorrecl
pretende renunciar lodos os dirciios vaulajosos
tem come cidadao inglez para-ser braaileiro.
Nao ha vendo mais quero peja a pal.vr. ju
a materia disentida. '
OSr. "rtidente declara que se proeder/, vo-
larao do projeclo englobadamentc, se n/ri houvcr
quem peja qae a volarlo seja sobre ccifla individuo
separadamente.
O Sr. Ferreira de Ayuiar reque,r que a votaran
seja dividida.e que se vote separa Vamenlc sobre cada
individuo.
Procede-se volajis por Mcrutinio, o he appro-
vada a naluralisaro Edv,iii Riberts, Guillierkfc George llarvoy, Chris-
li.no Emilio Hess, e "ao/padre Luiz Degrossi : a do
I hwpprovada por l votos contra 17, do *> por
39 conlra 18, do 3 ipor 15 contra 13, e a do 4
por 44 contra 15. ^
SEGUNDA P'GlTE Da ORDEM DO DIA.
R Uta falla do throno.
O Sr. yi: i de Abaet (ministro dos negocios
eslran' um longo discurso defonde a poli
,ic' jlo governo acerca das relajes ezle-
OSr. J. da Rocha depoit de ter r.-ito algumas
observarOes, concluo assim : Tem .,-qu. foi collocada a aaafodadeTnaV viainh.nras
Vou | os mamlar a mesa urna indicajao para que p, solulismo e lem f.ii .
as commissOes de constiluijao e poderes, de juslija L
acabar com as lulas antigs dot partido
la a Mciedade as vil
i-ie feito ataques reiterados "ao
fcerca da modifica-
cmara a que per-
iinunn [VEuniftn runniiTninn
lence.
0 discurso de S. Exc :mpresto, nio ha
duvida ; mas pode sp que nao he de
suppor, pode conler em nao he de
suppor, mas em U para exonerar
0 Sr. presidente de praticar
para com o fc a oulra can ^ ' para com

Eu, Sr. presi meo que
alo me atrev; livos da
Tenho ouvido arcuir o ministerio de que elle
.o lem tido fiel no programma' que apresenloo *s
jamaras ruando se orgamsou. Enlendo que ne-
nhuma razio ha nesla censura.
O Sr. Ferraz :Eu nao posso fallar agora, fal-
lare dep lis do Sr. Sonta Franco, desejo ouvi-lo.
Ofir. Minislro dos Segocios listrangeiros :O
governo imperial tem procurado promover a conci-
liajao des partidos, empres.udo os meos que pro-
metleu mpregar, isto he, urna polilic moderada e
justa. Enlendo finalmente que se o governo nao
lem lomado a iniciativa sobre algumas reformas que
se ditam necesarias, he porque julga que sobre ob-
jeclo de '.3o alia importancia elle nao pide marchar
com seguranea sem qoe a opiniao do paiz seja bem
esclarecida e bem consultada. *
a Os governos qae desejarem anticipar esta opi-
niao talvez tomema nnvem por Juno, julgaodo qoe
adoptam reformas que o pnfc deseja e reclama,
quando alias apenas pdenlo fazer prevalecer ideas
qae nato lem inda o apoio desta opiniao. {Apoiados
muilo 4ji.)-
(' Sr. Sago Lobato Jnior ataca a poltica do
governo, sob a relajao exterior, e particularmente
por cantt da conservarlo do actual presidente da
provincia ato Rio Grande do Sul,
26
La-se approva-se a arla da sessao antecdeme
O Sr. primeiro secretario di conla do tegainte ex-
pediente :
Um offieio do Sr. ministro da atierra, devolveodo
o requer meato do coronel Procopio Gomes de Mel-
lo, e seu irmao Joao Gomes de Mello, e dando in-
formajOesa respeito, como por esta cmara fr. so-
liritado,A' quemfoz. requitijio.
(lutro do Sr. minislro oflicio do presidente da*prov iucia do Paran, aeom-
Eaullado de urna pelicao em que a atsembla legit-
iliva da mesma provincia pede a creajAo de um
do ab 'opular.
poder i. e nao se [rala de tirar o proveilo qoe o Bra-
Porqu ler na guerra do Oriente, relativamente i
Sil polc'o.
emigiacfeenle: Porque nem os Estados-Unidos,
FinsIParaguay, nem a Bolivia, nem a Cisplatin
nem m pwyas de sympathias, e antes parecem nos-
nosdSi's m, vonlade.
trar-nimos agora o valor de cada ama testas propo-
'!<* jwwio nao lem procurado acabar com osIm-
f antigs dos partidos, por meio de reformas; elle
tas hc/e UmUou-se a urna conciliaeHo Ce pana, :
luaes s.io essas reformas razoaveis que tenham
entura desprozadas? Quem examina atten-
"issado e o presante, reconhec. ama
-slavel; isto he:No poder mi ton
oa na tribuna, o p-
:do decahido
se oceupou ainTa com urna s idea reformads-
cuja palernidade ihe deva screxclusivamenle
atlribuida. He certo qu. em momanldl da excesi-
vo enthnsiasmo algn, de seos oi^ajvleem disca.i-
do, po- exemplo, necessidade da saieaavocar um.
assemhlca constituinte, e de se dissolrer o senado
conve>tendo-o em corporajao temporaria. Pondo",
porem. de parte eslas dou(rinat estravaganlet, que
o bom senso repelle, e os proprios Hbaraes mta-
los rejeitam, ondeeslarao e.se. projeclo. lumiwwis
apresentado, pelo partido que se diz progressisia. e
que devem serolhados como urna coad'ijao essen-
ciil para qua se raalse o programma de conciliaofo ?
As >nmpatibilidadts, e muit.t reformas importan-
les sobre pontos de leglslaj, ningoam negar qne
saian ideas parlilhadas por individuo de ambu os
credo i politicos.com a nica differetia-de que uns,
maisofregos e menos reflaclidos, qoerariam lalvez
que rasas reformas fotsem adopl.das deehofre, sem
a necessaria ponderajjo e madrete; emquanto
que oulros, ruis clculjdo. e prudentes, pensam
que ellas s devem ser aceitas depois de haverem
passado pelo cadinho de ama discussao profuada,
placida, esobretudo opporluna.
i.!! ')*r.,!d> prugr's'5U ,TW,e peoMWOBtos de
ue era
acaso invocar o
uumpi.manlo das promessas ministeriaes Qojweria
de.xar que a soa propria causa oorresse irevelia,
ou.ros.e defendida somente por aquella, da seo, ad-
versarios que hoje censuran, o governo 1 NSo he
cnvel ,ue n'uma quadra de garanta, e de perfeila
tolerancia .,>urna quadr, em que a imprenta vive
era plena liberd.de. hoovesse partido
lasse i triste condijao de (car
resignado di.nl. de om governo, que em vez de
lie ba ajar o, eos projeclo, de reforma. zombse
delles, fallando assi.n a urna promena solemne, feila
no seic da represcnlajao nacional.
Mas ainda concedendo de barato qne exististe, a
respeiti das ideas de reforma,' um. linha divisoria
que cxlremtsse bem os conservadores e progresistas,
ler.am razao os Sr,. Rocha e Farras qoando se mos-
trara piuco afiavei por ter se operado ama conci-
liaco de pessot, em vez de se fazer, antes de ludo,
urna cinciliajao de reformas ? Se governo liou-
vesse prescindido de serenar os autmoa, lalvez que
esses que presoolemente o censuram', loe disse>sem
com sobrada razao :-Vs follaste, a fo do vasto em-
penho : proclamastes a conciliajao, mat nio tives-
tes o necessario lino para o poder realisar. Seo
vosso f mera acabar com os rancon, polilieot. rtc.
verter primeiramonte, aproveilar as capacrdades
lo partido adverso; dar-lhe loria. p0MTe(,
Zent^d r*"1 r,,B*JO' ",nC' -
e tm oassada mbrio, entio he qae ertariama. em
n.le a Varios deputados da opposijao,
egocos internos diz o segninle:
.iria dizer algumas palavras r ilativamente
.i ilitira interna ; mas enlendo que esla ti-
. muilo mais bem dcsempmhada pelo nobre reforma exclusivamente seus, e iulBasm n
^ir'^;_______,...,. .. '-Pr^f"-va,er^uvidariaSq
que sesefei-
ilencioso, inerte e
I
miTiiinn



*


i m
1

ein amilnelas de entrar eio una lula calma e be-
nfica, judacla da experiencia medilajio. Mas
sera estas condijoes, d que ser vi rao a Timas re-
forma* abracadas d'cnluviaiia. e no meio da eler-
. veteanca das paitOes 1 Dar-ne-ha caso eni que se
cor siga Irarar uma discuseflo proieilosa, quando os
espirilos nSo se achara preparados para ella ; quan-
do, m.lugar de chegarem a um accoedo lancero e
cordai>Bo tearharn om citado de convir em pon-
to ilgum, 6a fizem allnal ima Iransrao forjada,
lili das necessiJades da minenlo, o que por isso
metalo ai* peder ler junis uro elleilo ulular e
dur-idonro ?
Felizmente o garerao imperial seguio a marcha
que mais se ajuslava cora a ratureza de sua mislo
e coia as crcxrmslancias do paiz. Distribuindo gra-
sa* eempregos aos membroii do partido contrario
que por sua inoduracjo e idnueidaile se teera mos-
trado merecedores de centcrnpUcao; conservando
na* provincias delegados que saber manrer aa ga-
rantas iudividuaes, e que rao. pQom o menor es-
torvu s in,inifeita$oe da (opreiua, o actual gabi-
nete lem vUlo os mclhores resultados corresponde-
r* o Gra de sua diftlcil, mas gloriosa tarefa. E
gor.i que os untimnlos de .roncoriia vo lanoaiido
profunda* railes em quasi todos os corajoes ; agora
cm os homons sensatos e honestos se congiatulam
por Mr creo as verligens e alrozo, que sulTremos
em um lempo que nao vai m.ii dtitanle, se conver-
leranriu* tejaoquillidade e pmt resso que estamos so-
tando } agora que os factos repellen) de lodas as
crema politiaas qualqner dusconfianca i respeito
da tiiiearidade dl prometis minisleriaes ; agora
que ii orgauisajao de um prvido systeuia de ins-
Irocjiie publica, e uma.serie niimerosa de raelhora-
mentos reoraes e|materiaea palenleam loda luz as
andancia* da poca e as iotunjcs do gabinelc ;
agora qae o partido liberal so acha desassombrado
dispoudo de alguns elementos de vida e forra ;
i agora he que vai s>sndo lempo de te dar
eonein as reformas discreas e pausadas sobro pon-
tos de legUlaco ; reformas qin o programma ..de 7
de setembro nao rejeila a pelo contrario desejn, com
tanto que ellas nao sejam mal agouradas por algu-
ma iniciativa Imprudente ou precipitada.
Pata prova de qo* o nosso juizo nao deriva de
na ailhesao cega", citaremos un faca. Na quadra
em qoe subi ao puder o actual gabincle os orgaos
da intprusaopposicionisln ai" la lul.ivam com al-
gm vigor. O que vimos..perem, apenas foi enun-
ciado j programma de 7 do seUmbrn ? Alguns des-
es orgloslhe prestaram para logo o seu apoio ; e
entre as raros qae leem hostilisado o gabinete, ape-
nas ani a antro mais exaltad) |atacs de frente a '
concilisjao. Has se islo assin he ; e se lodas as
notabilidades do partido ljhernl, com excepcao do
^r. bai;o de Pindar, nao reprovaram al ao pre-
sente, nem na tribuna nem na impnnsn, a conducta
do gabinete ; o fue se pode Irg'camcnle concluir lie
qaif ella tem merecido o assenso da .grande maio-
ria do paiz ; qoe esses que 18o sentidos se mos-
tr*m |ior enlenderem que o governo se tem impor-
tado cum as pessoas e nao com as reformas, contra-
ran! a opiniao geralraente recebida. Ainda ha pau-
co os!in.Cosla Ferreira Candido BorgetHonlero,
"porteneeatta opposijao que appareceu na cmara
temporaria, declareram, all, tiu eiplicttametite,4j
que minen fizerom nem nartam de fazer cemmras,
t antei elogiaeam o governo por ter d/tempenhado
o programma deconsiliaco.
O Sr. Rocha cnlpnu tambem o ge vejno por ler
posto i sociedade as viinliancai,do absolutismo, fa-
zendo ataques reiterados ao podjir popular.
'uem nao conservaste bemeairesajtes memoria
outrinas bem pensadas do anlign redactor do
Bratil e hoje em dia'ouvisse do Sr. Hucha una as-
terjao attim Uo grayr, aveulara sem prova robus-
, jnl|a-la-hia, Ulve, afinada pelo mm dcclama-
detse,s|pa(riotas (nos os temos aqu em Pernam-
) qae vivem sempre aculilando mbinho* de
veoto, :wohando-com grlhOes u despolismo, c que
alera disto costumara altar de contentes todas is ve-
zo* qoe aleoern Ihesvai haler na tecla favorita.
tendo illeati a dignidad* nicional, e empregando to-
dos os etfotjo* para que no se quebrem os vnculos
de amizade entre o Brasil e os estado* viziuhos 1 E
nao existe urna prova convincente, de lado Uo, no
detfecho que leve a desagradavel occorrencia que
.ubreveo as relajee do imperio com a repblica
do Paraguay, em caja praja fol allnal saudade o p-
?Uhao hrasileiro, restando ao nosso governo a (Ir-
me esp.ranV|dechegar a om accordejalisfaclorio com
aqoelle esUdo, obre as oulras quettSes pendentes *
fcm todos ot faclos apontados pelo Sr. Rocha nao
vemos um s que podesse razoavelmenle divorciar
do gabinete um eampeao denodado qoo al bem
poneo lempo pugnava com esforro em favor da
marcha que elle hoje'alribue este marasmo in-
quieto e deigostoso que he a feirao de actualidade.
Pela noss-i parle diremos sempre : Se a paz
de que actualmente fruimos no imperio, se a har-
mona em que estamos com as nares cslrange'iras ;
te essa dedicajao eaclividade que se lem desenvol-
vido emeprol dos melhoramenlos de lodo o genero ;
s a manuleusio <|as garanlas individoaes que se
observa por toda a parte ; se a calma c concordia
dos espirilos ; se finalmente, lodas estas vantagens
de que gozamos s tervem para produ/.ir um ma-
raimo inquino e ditgosloto, entao bem vindo seja
elle, qoe os parece decididamente preferivel ao
falso eiitliusismo quo resulla da elTervescencia das
paixOes polilicas da qual nao poucas veze* tiram
grande partido'os avenlurriros.
(A finiao.)
DIARIO DE PCRMNBUCO SBADO 14 DE JULHI? Ot 1855
Qaerw a paz a lodo transe, assim como uma bea-
to quetmissaj, ou s porque na ande cena das
nacionalidades nos somos )0 brasileiros, como que
da a presumir, que em casos aperladinhos devemot
anlepor a paz a guerra por amor detna nacionalida-
olEntao os Turcos deveriam
de. Ora, sou seu criad
pensare proceder por tal gira ?"Cov'm'q'e""a
iieutralidade convm toda inleira e mu convenien-
temente a poltica do governo brasileiro: porm as
man.reslacoes inofensivas da 'opiniao, siW lao livres,
e o devem ter entre os Brasileiros, como o pega-
mento; e embirrar Uo seriamente por causa de
um annuncio pedindo luminarias quem he livre
bota-las quando quizer, por qualqoer motivo que
Ihe apraza, como lez o illuslrado correspondente de
My friend allegando ser s Brasileiro,... sa-
la- ? ralo, que aqu anda gato O cujo nao pareceu
so Brasileiro, latvez seja tambem ^j- POR RUS-
Srs. redactores, quando eu consagro o livre ar-
bitrio civil sob os limites legaes, nao quero >er cen-
sor, nem s gmatisar o- Sr. brateiro, se elle
tambera he Rurick.
Mas, cale-te por soa vez, ja quo da mesma frma
elle> mandn calar a quem lhe u3o pedio couselho.
l-indei, etc. fa M;
canarios ; a Jos Joaquim da Costa
PERNAMBUCO.

|
tciencias, alo a verficarao di melhodnt de Kd0<.criminal ; Jos Francisco, criminoso de
ensillo primario, x morle, no termo de Pianc da provincia da Paralii-
N
l'crqe o governo em vez de incaWlk diree
l^^tJMtfueraojmWca da corle 7T?)erTc"T
ltho lo de Castilho, toinou sebre si fazer a rea-
niao e convidar pessoas
i o governo mandou p ra a exposiraa de
Parh n-naamostra da uossa udu-lria, e uma com-
'orque com o recelo de que podesse cliegtr
o cliolera-morbus, o Sr. miiuitro do imperio
>u prafiidencias ejmiindoa cor.slrai:- um lazareto.
Porqoe, ainda por causa do colora-morbus, o
governn antorisou o chafe de polieia da corte a lazer
i* necessariat para remover o lixo da
cidade.
Porque foi suprimida a llberdade individual;
'""x visto amo na corte alguns abusos leem te dado a
^respeito das prlsees correccionass.
Ora, quando se pretende provar uma cOnsa to
seria, como he o fado de ler o rrn.nstro do despotis-
mo aleado o eolio em am paiz retido pelo lyslema
constitucional, bastar apretentar razes como estas
qo acalaamo* de transcrever em 'esumo '.'
Oque lemo governolome uraaououlra|iniiia(va'a
respeild dos negocios relativos a inalrucco pibli-
e ? O que importa que ellq etrea nroa prolec;ao
beneflcii sobre a industria de um paiz novo, onde os
empizanos, talando com uma ii finid id de emba-
rar.ol, to os propros a implorar a proterrSo do go-
verno, comojuma condi{4oindspeisavl ao bom xi-
to das emprezas ? Qual he o estado onde a accao
da lOtoridade dalia de ler uma influenria mai^ ou
menos directa sobre as lellras ou as arles 1 E en-
tre nos, quaess.lo os males que hilo resollado cesta
inspeerilo razoavet do governo sobre laes objecios ?
O qwi tem com o despotismo o fado de te liaver
'pata a.eipo*ic3o de Pars uma amostra da
ra, eorna commissac 1 Que pasto deu
doimperio para o despotismo, qnando
idenciaj, recelando o apparecimenlti do
cholera -morbin 1
Est twp'fnimida a liberdade individual! Mns
quaes sjo as provnt ? A* priiOes correceionaes ? O
unied fuelo apresentarlo em desabono do digno ma-
gistrailc que se nina lesla da polica da corte, loi
a soltera de aljons individuos deudos para simples
! E por ventura um ou oulro acto insig-
nificanli! e insulado, quando mismo nao fotse justi-
licavel, poderia caraclerisar a st'iia(
  • ".' Em que
    poca dixaram de apparecer aaiMmais ou menos
    graves? Para so mostrar qae o despotismo esta plan-
    tado p paiz,nao Valeria a'pena ssliir da corle c dar
    m awi'io pelas provincias Entao lie que u p-
    prehentiet licariam de lodo dissipadas : mais ligeiro
    cuma- ionvenceria inteiramenl: que nao houVe
    lempo Igum em que as garantas oslvessein mais
    segara*ilo que na quidra actual, era que nem ao
    menos a poltica serve de preietlo para perteguicOes
    aliat tac treqoe oles era oulras era< veitarotai, em
    qo* nunca** pode ao menou suspeilar qdo a hydra
    spnlitme qouene estender as garrs para dila-
    eerar*! nlranha*d patria.
    -Vdote Um aproveilado a guerra do Orie.ite,
    torer a emlgrarSo para o Drisl! es-ahi
    tuna cnanaclo contra a qual se le aula o (etleran-
    nho doi faetos. Rio de Janeiro, 51. Paulo, Mara-
    nlmo, I ara e onlrot ponte* do iir.perio ah oslao pa-
    ra truiir o grande impulso qoe a colunisac8o lem
    lido aeite* ltimos lempos. A' pniteceao e solicilu-
    i do giifcrno, ao bwn senso dos nonos Tiropriela-
    rie*. i represio eUicaz do Iralcn se devem as ?m-
    preii* coleoiaes qae jaawaeham em eVIado Hoies-
    mte, e oulras que te vio fundan lo e que proreol-
    ttm Um prospera futuro nossa indnstim mneenle
    O moiln qae linda temos a fazer a semjllianle re*-
    peit, aira obra lenla da experer cls e do' prog es-
    o. que rao demontlrando aos no os homeni incut-
    lri Em om de opicotdoseo disemso o ir. Rocha oe-
    capoo-neiengaraenlecoma m vonlade que diz
    elle uotltmalgans estados da Ainerij, entrando
    nete nssne, a CitpIaUna, qtral haremos conce-
    . dldj>Marctliu.r. Ma* quando .or ventera fo..e
    iMp!rM'^(a*MUayiu>tredep.it.ido, qae re-
    lac*> poieria ella ter c ,lth o gabinete ?
    | t Nao era antes motiva de ufanio ver <]uo Ao miie
    de todas tnet complicacOes de qie te moslra lio
    apprehtiMiToo Sr. Rocha, vai o nnsso governo m>-
    JUHY DOBCIF.
    Dia l_' dejulho. .
    Pretideneia do Sr. Dr. Alexandre Bernardina dos
    Reit e Silca.
    Promotor publico, o Sr. Ur. Antonio l.uiz CaVal-
    cam de Albuquerque.
    Advogado, o Sr, Dr. Joaquim Elviro de Moraet
    Carvatho.
    Escrivao o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
    ves Clemente.
    Feita chamada as 10 hora da mimhaa, acha-
    rarn-se presen les ;17 wnheres jurados.
    Foi dispensado da tessao o relevado da mulla em
    que havia Incurrido, o Sr. jurado Aulouio dos San-
    ios Siqueira Cavalcauli.
    Foram multadus em mais *> rs. cada om dos se-
    nhoresjuradh ji'i mnltadet hos anteriores das de
    Mano,
    Aberta a sessao, loi cnnduzidoabarra do tribunal,
    para sor julgado, o reo l)r. Joao I.ius Cavaleanli de
    Albuquerque.
    Sorteado o consellio do senlenca compoz-se dos
    seguinlet senhores :
    Joao Carneiro Rodrigues Campcllo.
    Marcolino Gon;alvesda Silva:
    Francisco de Paula e Silva
    Caelano Pinto de Ye fe.
    Dr. Francisco Gonjalves de Morac.
    Manuel Ignac o de Oliveira I.obo.
    Joao Antonio da Silva Orillo.
    Pedro de Alcntara Abrcu c Lima.
    Trajano Cesar Burlamaque.
    Joao Allianasi i Bolelhn. "
    Hypolilo Cassiaoo de Albuquerque Maranhao.
    I lumnico Piulo l.eal.
    Depois de inlerregado o reo, achando-se bstanla
    incoinmodado o Sr. Dr. juiz de direilo convida por
    olllcio ao Sr. Dr. Rufino Augusto de Almeida para
    vir presidir o tribunal, visto elle nao poder conti-
    nuar na presidencia do mesmo, e coroparecendo o
    Sr. Dr. Rufino, como 5." substituto da segunda
    vara criminal em consequencia do 1., 2.o, 3.0 e
    4. se ncharcm impedidos, entra na presidencia c
    prosegueni-se as discussOes.
    Fiudos ut dbales foi o conselho conduzido a sala
    das conferenciase* tO,','horas da tarde,donde vollon
    as 11X com suas resposlas, que foram lidas om voz
    alia pelo presideulo do jury, em vala de aja de-
    cisao o Sr. Dr. juiz de direilo abolveu o reo con-
    demnando a municipalidade as cusas, o encerrou
    a sessao per se acharem lindos os Lidias.
    KEPAB.TI5AO DA POLICA.
    Parte do dia 1->de julho.
    Illm. e Em. Sr.I.efoao rouherimcnlo de V.
    Ec. que das difiranles parlicipajoeshoje recebidas
    nesla rcparlira.-,con*ta que foram presos:
    A. minlia ordem, o francez Albert Joseph, por
    infracraodnsregolamenlos policiaes no Ihealro de
    Sania Isabel.
    Pela subdelegada da fregueza do Recife. Anlo-
    E porque serie de molivos chegamos no* "a esse io Joaquim, para averiguacoes, e o preto liernar-
    alado assuttador que Tui pintado peb) Ilustre- re- A
    presentante da provincia de Minas 7
    Arqueo governo se envolve em lodos osnle-
    reties Individua ou wciaes, e quer subsidiar e re-
    gulamintar tado, desde o thealro ale as estradas de
    ierro, detde a navegacao dos rios al i remojan dos
    lixo* das roas, desde a grande pret/;cc.io as lellras.s
    do, escraVO.-a requisicilo de seu senhor.
    Pela uhileii'gaTa dajregaezja de Sanio Anto-
    nio, n prelo exravo, JoafUim, por rspaucamenlo.
    E pela snbdelegacia da fregaezia de S.os, a
    parda Flnrinda Correa de Jess, par^jveriguacei.
    Ua participara que em dala do l^Jp correte
    me fez o delegado do termo d? Flotes,
    foram presos alli.dtrranlo o roez (indo, Bel
    Jos do Mourae Joao Luiz. pronunciados m> arl.
    Gabinete Portugftez de Leitura
    Srs. redactores.Lendo no seu Diario do dia 3
    do correnle mez, a convocir<;ao da assemblca geral
    da sociedade desle ettabelecmento, nao feila pelo
    modo marcado nos estatutos da mesma, reconheci
    que liavia vonlade de emprehender um aclo arris-
    cadoras se conlava desagradava i maioria da so-
    ciedade.
    Os estatutos sao bem lermnanles a esle respeilo,
    e a mais limitada intelliscncia os comprehende ;
    transcrevo o que nelle. esl 1 escripio para o cato em
    queslao.
    Art 19. A naembla geral he a reuniao dos ac-
    ciouislas que compareccrem no local das ses6es, con-
    vocados por annuucios em um ou mais periudicos
    com anteciparao de oilo dias pelo menos.
    Convencido da inutildade da reuniao, comparec
    a ella, para all lembrar o preceilo dos estatutos,
    que a direeloria tinhn a observar e nao menos,
    quatquer socio ; quando se abri a sessao, ponderei
    a irregularidade da convocuao que se liaba feilo nn
    Diario de 3 do correnle, mas com adigiracao vi
    que linhamos socios empenhados antes a'apor ab-
    surdos, do qae conformarem-se com aqaillo que a
    mais limitada iiitclligencia comprehendee respeita :
    As minhas rcllexoes nao foram aceitas, tambem
    pela nao bem entendida forma porque foram pro-
    postas n votaran.
    Cnmpri eniao com o mea dever, dcrlara*Mo que
    proleslava, como assim o liz. ~
    Conliouando os Irabalhos, apresenlon-se o pro-
    jeclo de uovos eitalulos, e como nada perdia em de-
    clarar minh 1 opiniao a respeito, ponderei, que de-
    sejando entrar em tul discuss.lo, o nao poda fazer,
    por nao teftatdo tal projeclo impresso para er eslu-
    dailo pelos socio; nem entenda ser razoavel ulfe-
    rec-lo iapprovacao da reuniao, sem o mais ampio
    esludo de quemlh'o quizer dedicar ; com admiracHo
    vi, qae o Sr. direclor naoseguia esta opiniao, e mul-
    los mais socios.
    Por forlona.em vista dairregulardade da convoca-
    cao, a reanlao s conlava a quarla parte dos socios
    que lemos na sociedade, c os disparates daquelles,
    nao afiectam o cpnceilo quo a sociedade lem adaui-
    rido. '
    Foi (al a direccao que se den aos Irabalhos uaquel-
    la reuniao, que grande parle dot socios que aasisli-
    ram a ella, anda daridapx e negam que se leuhain
    approvado os estatuios; sao vistas em todos os lua-
    les estas davida, o de que tilo justamente estilo re-
    sentidos de seren considerados incapazes de discu-
    tir a le que os deve reger, e que esta se 1ho apre-
    sentasse para approvarem, arrolhando-se-lhe ao
    mesino lempo a bocea e a inlelligencia j pois nm
    se ijiier se leram laes estatutos I l
    Como se tem espalhado que cu s (ive em visla
    com as minhas reflexOes entorpecer o bom andamen-
    lo dos Irabalhos da reuniao, sou forjado a contar o
    quo se pattou all, e retirar de mira (al suspela ;
    mas referiudo os faclos como se passarana, tamhem
    de mim. arredax o triste couceilo que calie sobre
    quem vota un eslatulos em os estudar, sem os ou-
    vir ler, e sem lhe ser consentido lembrar que jul-
    gasse til elles coaler,- para crcdilo da sociedade.
    O triste papel de aiilomalo nao quero fazer, e a
    condicAo de carneiro nao quero ler.
    Pela pohlicarao detla, lhe ficar agradecido o seu
    assignanle
    Joti Joaquim Lima Bairao.
    ---------
    Srs. redactores. Tendo os Parahhanos
    colher, il entre os seus, 3 cidadaos diguos le
    1 caixote peixe, 1 pacota coberlore* de laa, 2 sac-
    eos cevada, 1 caixa peixe, boloes, luvas o meias. 1
    lila cordOes de teda, 1 embrulho flanella de laa ; a
    Manoel de Azevedo Andrade.
    2 caixole obras de prala, 2 dilt imageus : a Mo-
    reira & Oaarle.
    1 caixa livros; a Jos Antonio da Cuoha & Ir-
    mao.
    I caixa obras de palhela falsa, 1 dita pomha : a
    Castro 4 Irraao.
    50 ennhelet velas de sebo, 1 barriquioha tebo : a
    Joso Perera da Cacha.
    t barril salpicdes, 1 caixa peixe, 1 sof, 2 metas e
    v cadeiras ,u pao de oleo, 2 volumes presantos : a
    Ignacio Manoel de Lemos.
    I caixas lonja ; a Joaquim Antouio Pereira.
    1 embrulho panno de liohu ; a Joaquim Aolunes
    da Silva.
    2 gaiolas
    Maia.
    Hiale nacional Fortuna, viudo da Babia, aoaeij
    nado a Antonio de Alme'ida Comes & Compauhi
    manifeslouoseguinte :
    1 quartola e 2 barris azeile de palma; a Anllfaio de
    Almeida domes C.
    2 fardos algodao ; a Domingos Alves Malheut.
    bcaixinhas, 1 embrulho e tl caitas charutos, 15
    canas rarinha, SI fardos fumo. 6dilos algodao, 10
    ditos tabico, 117 saceos caf, 630 feixes piassaba ; a
    ordem. r '
    Brigue nacional Feliz Destino, viudo do Ass
    consignado a Manoel Alves Guerra Jnior, maiufes-
    lou o seguinle :
    638 e ijalqueires de sal, 2,000 molhos na I ha de
    carnauba ; a ordem.
    Hiale nacional Invencicel, vindo do Aracaty, con-
    signado a Manoel Jos Martns, manifeslou o se-
    guinle :
    14 meios desoa. 3 hezerros curtidos, 3(1 molhos
    couriuhus de cabra, I pacole'cera de abelha, 3 fardos
    e 2 raixas calcado, 2 Tardos chapeos de pallia de car-
    naiilia, 1 cax 1 caljado, e qu.'ijos, 1 barrica queijo*,
    100 esleirs de palha de caroauba, 2 bombas, Aj
    eaixi* cera de carnauba, em velas, l pipas vazias ;
    brigue inglez Lord Iledinge, vindo de Cardif,
    consignado a Adamson Howe & C, manifeslou o
    seguinle :
    :MH) toneladas carvao de pedra
    tarios.
    CONSULADO CEIIAI
    Kciidiinento do dia 2 a 12.....
    dem do dia 13 .
    aos consigna-
    4." Para ludo o mais que nao cslivtr mencionado
    netlas clausulas, seguir-se-ha o que determina a lei
    t|ma citada.
    Conforme. O ecrelario, Antonio Ferreira
    d'.-lnnunciacao.
    O Illm. Sr. inspeclor da Ihcsouraria proviociaj,
    em comprimenlo da resolnjao da junla da fazenda,
    manda fazer publico, que a ubra dos reparo* precito*
    a cata da cmara municipal e cadeia da cdide Olin-
    da, vai novamenle a.praja no dia 26 do correnle.
    E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
    blicar pelo Diario.
    Secretaria da lhe*ourara provincial de Pornam-
    linco, 7 de julho de 1855. .
    O secretarlo.
    Antonio Ferreira d'Amiunciacao.
    DECLARACOES
    14:2025381
    2175113
    11:119S191
    IMVERS'AS PROVINCIAS.
    Kcndimenlo do dia 2 a 12.....
    Mein do dia 13 .
    IKW9J613
    6|.;85S
    1:1018167
    ba Antouio Conjalves da Cocaico.'por' furlod
    Mjtf^ayMoaqnim TavareV, por lomada de
    ^^^n^'' "l,"1u*J Alexandre, Albino Pereira, J
    Hodr.Rues Joac Ferreira eJ*o Evangelista, lodos
    por fuga de presos.
    Communcon-me o mesmo delegado de Flores
    *m omcio de 20 de jonho lindo, que no
    8 do dito mez no logar Brocol do mesmo ermo,
    cebecjjim lir-
    m fiajiilo grveme
    -subdelegado respectivo a tom?
    occorrido, e pode descubrir que fora ..
    por Manoel Rbeiro, endo mandanle do cr.^,
    Francisca, os quaes foram logo presos, e contra elles
    se eila procedendo nos termos da lei.
    Igualmente cummunicou-ins o referido delegado,
    qoechegandoau seo conheoimento que/ora assassi-
    nado Felisberlo Alvet da Rocha, murador no Ingar
    Bom-Successo daquelle termo por sua mulher Fran-
    cisca Mara Roinaua e Anteno Pereira,, expedir
    logo as convenientes orden* Rara terera capturados,
    0 qne se realitou e acham-ee recolhidos a cadeia,
    onde sendo iilerroga tos declararam haverem as-
    sasiinado ao dito FelisSerlo e enterrado o seu cada-
    ver uma legua (.atante de sna morada, para onde
    se dirigir o del igado, e precedendo a competente
    exhumajio e vestoria tratara depois de instaurar o
    respeclivo summario.
    Porofilcode 9 do correnle parliclpou-me o de-
    legado do termo do Rio Formoso, que na madruga-
    da do di* anterior aicidara-se com um la jo aa Des-
    cojo o prelo de nome Mannino, escravo de Jos
    1 ereira Lins, servindo-te o mesmo prelo para se-
    molhante fim dns esleios em que eslao collocados os
    sinos da igreje de N. S. do Rosario daqulla cidade
    eque proceder a vestoria e averlguajes prensas',
    das quaes reconhecera-se, quo e"n5o dera violen-
    cu no fado ou concorto de pessoa e*lranha, c que
    rara filho de nm aclo espontaneo do mesmo preto.
    Daos guarde .iV. Exc. Secretarla da polica de
    Pernarabuco 12 de julho de 1855,-lllm. e Exm.
    Sr. ronselheiro .los Benlo da Cunhn cFigueiredo
    presdeme da pnvincia.O cliefe de polica Luiz
    Carlos de Patea Teftira.
    13
    Illm. e Exm. Sr.Levo ao coaliecimeulo de V.
    Etc. que dstdillereiitesparlicipajues hoje recebi-
    das nesta reparUjao constan) os segnintes aconle-
    cimentos:
    Na fregueza co Recife, a morle da urna prela
    cnoula, denome Qnitera.idade de 12 aonot, es-
    crava de Joaquim Ribero Pontes,' por haver cabido
    da janella d onao do quarlo andar de um sobrado
    da roa da Seoiala velha, pel.s 8 horas da manlia
    ,do diall do correnle, procedendo-se a vestoria e
    mais exames necetsariospara conhecer-se a causa que
    obngou a infeliz a precipitarse, nenhum vestigio de
    violencia se detcobrio, nem motivo particular 011 do-
    mestico ; pelo cue presume se qoe o caso foi even-
    taal, devido 1 descuido e modo irretleclido de de-
    brnjar-te ella na janella.
    Na fregueza da Boa-Visla, deu-se o roubo da
    quanlia de uOS, e da um relogo de ouro, felo a
    Ignacio Joso de Cont, em sua botica na praja da
    Bua-V isla, suppnndoso que os ladros usaram de
    chaves falsas para nbrirein a porta da frent? da bo-
    tica, e a gaveta onde se achavam os referidos ob-
    jectos, pois que nao appareceu nellas signal algum
    de violencia; O respeclivo subdelegado esl proce-
    dendo as precisa 1 diligencias para descubrir 01 auto-
    res do crime.
    Deot guarde a V. Ese- Secrelaria da polica de
    Pernamb.ico13Jeiolho de ISJ.-lllm. e Exm
    Sr. conselheiro Jos Rento di Canha e Fgueiredo
    presidente da pr jvincii.O chefe do polica Lu-
    Carlos de Paiva Teta-eir.
    de cs-
    d.ja, diguos le oceu-
    par ,1 vaga ;que dorxon no senado o dislinclo
    I ernambucano, Manoel de Cirvalho Paes de \n-
    drade, seja-inc ncrmillido lembrar os benemerilos
    senliores, bngaJuiro Francisco Sergio de Oliveira,
    Joaquim Manoel Carneiro da Cimha, Nicolho rt-
    dnguesdos S.nlos Franca Leile ; lodos sao bem
    conliecidos pelos prstame* servijos que hilo feito
    10 paiz, lodos sao Paralbanos c diguos de merece-
    rem os sufTragios daquelle povo; o primeiro, mililar
    brioso por sous imporlantes e diiluirtos ervjos 1V1
    na guerra do I'anellas, na do Ro tirando do Sul,
    na da provincia do Par e na do Maranhao ; adqui-
    jjoji^le sor lembrado de scus conci.ladaos: o -e-
    5!flraWltrceiro, tenno sido represenlanles da na-
    jao na asswnli-'a genUf ahi desempenharam os vo-
    los de seus af'l'ljitys uso menos o arao so os
    collocarem "lB|f^- I1'"' ter de ver o mri-
    to aprecalo, /'"t bem-dirao por semclhaute es-
    colha.
    clores, sen comanle lilor. *
    t apreciador do mrito.
    Exportacao'.
    Maranhao, Cear; e Para, h/gue brasileiro Des-
    pique-de Beiri/.. de -J81 toneladas, conduzio o se-
    goinle*: .VI volamos rateada*, 6 dilos coaro de
    luslre, 64 ditos vinho, .> ditos doce, 12 dilos vinagre.
    13 ditos miudezas, 15 dilos manteiga, 130 dilos cer-
    veja,2dito< farello, 37 di ios vidros, 1 dito sag'. 3
    dilos canella, 70dilos hlalas, 3 dilos rogo da Chi-
    na, 2 dilos chapeos, 160 ditos passas, 20 dilos aze-
    tonas, 2 ditos papel, 3 dilos pimenta, 31 dilos ajo,
    16 dilos sardinhas, 60 dilos cha, 1 dito clavirinles, 2
    dilos psjltaa.de rogo, I dito lelhas de vdro, 185 di-
    los fumo, i quintaos chombo, 1 ponacum, 110 bar-
    ricas farinha de Irigo. 52 pipas. 19 barrita e 259
    gnrraf.ies espirilos, 148 caitinhas charutos, 2:1 barri-
    cas. 115 barrir|uiulus e 121 lilas assucar, 4-12 saceos
    cale, 1 machina de ferro.
    _ Itiq de Janeiro, patacho brasileiro' aNictheroy, do
    151 toneladas, conduzio o seguinle : 371 volumes
    cera deearnauba, 1,072 ditos com 6,492 arrobas e 7
    lirt de assucar, 1 dilo espanadores, 2 ditos doce,
    100 saceos mjlho.
    Parahiha, hiale brasileiro Flor do Brasil, con-
    duzio o seguinle : 135 volumes goueros e*lran-
    geiros e naciniiaes. .50 meios de sola, (MI caitas cha-
    rutos, 12 saceos 6009000 de cobre, 2 ditos arroz, 1
    dito cal, 30 caitas sabao.
    KI'.CKBEDOltIA DE KENDAS INTERNAS OE-
    RAES DE PERNAMBUCO.
    Rendimento do dia 2 a 12.....1.5:1309565
    dem do dia 13.......1:6105780
    16:7719215
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimentododia2 a 12..... 27:799s785
    dem do dia 13....... 8775630
    28:677&115
    r-oiij'.Nrs. 1
    CO.IMEHCIO
    RACA DO RECIFE 13 DE JULHO AS 3
    DORAS DA TARDE.
    Cotajfies ofliciaes.
    Cambio sobre Londres27 d. 1|2 e fiOdiv.
    Assucar mascavadoregularJcfilO/por arroba.
    Frele daqoi para assucar20i-para'Lverpool.
    Uil de Maceio para algodao9(16 idem.
    Al.FANDEGA.
    Rendiraenlo do dia 2 a 12. ,
    dem do dia 13 ,
    130:9605268
    18;22lol99
    119:1818467
    r-
    f
    ORRESPONDESCIAS.
    Sr>. redactores.Lendo e relendo, refleclindo e
    decifrando, um artigo, correspondencia ou cousa
    que o valha, publicado em sua Tulla n. 15g.de 11 do
    correnle em resposla, cunfutaro, ou o que quer que
    queira o seu autor, qae se assignaum que $ lie
    brasileirode um cerlo annuncio de luminarias pe-
    la tomada de Sebastopol ; e cujo annuncio n,1o sei
    porque falalidadn engasgou o Sr. que s he braii
    leiro; aorando anda com os mcus boloes se o
    engalgo ro proveiiento do pavio 1111 do sebo das lu-
    minarias do lal anuuncio, dir-lhes-hei, Srs. redac-
    tores, que perconendo lodo aqoelle longo canteiro.
    da horlalija do Sr. t brasileiro, s deparei em bom
    calado de comer-se umgerimum.que he precisamente
    o mesmo Sr.,um qu s he brasileiroislo he a
    snaassignatara!Mas comquanlo* abobara gerimum
    seja .muilo grata no paladar detodoR e o ser brasi-
    leiro seja para u brasileiros um ululo do milita
    benemerencia ; comtudo, nem o gerimuoi serve para
    lodosos manjares, nem ter s brasileiro demonstra
    cousa nenhumaem verso ou prosa ; nm tendo s bra-
    sileiro te definem 01 scnlimenlos q'ae todot dpvemos
    inaagdrar aojusti, ao bello, ao glorioso, nem se
    comprevade um modo exhuheranle o discernimeu-
    loque lodo o humimde llqslrajSo, que te atreve a
    escrever para o publico, deve exhibir a respeilo das
    grandes vilaes qaeslOessociaes e (erritoriaes, que
    do mondo hoje se debaten) as precisos da guerra
    e au frmalas de paz. Ora, eslamo* na Crimea, fi-
    jMHN poli aqu. a)
    Deiearregam hoje 11 de julho.
    Barca inglezaCorridogarrafes e farello.
    Brigue inglezLord flardingcarvao.
    Brigue InglezlUertonIerro e alcalrao.
    Barca portuguezaSinta Cruzdiversos gneros.
    Brigue porluguezBom Successodem.
    Hiale brasileiroFortunafumo e charolo*,
    mporlaca o.
    Brigue porluguez Btim Successo, vindo do Porto.
    consignado a Thomaz de Aquino Fonccca & Filho.
    mamlcsioii o seguinle :
    1 caixa notes; a Antonio Manoel de Oliveira
    Villa.
    2 dilat objectos de ouro enlbela falsa, retro, bo-
    loes e meias, 1 fardo colins ; a Antonio Pereira de
    Oliveira Ramos.
    J! c?.i,.c "*" a N. O. Bieber & C.
    1 caira santuario ; 1 Victorino de Castro Moura.
    2 cunlietes peixe ; a Joaquim Ferreira Mendes
    iiimaraes.
    25 barris vinho, 27 dilos pregos, 2 caitas penlcs, 1
    dua palitos e candieirot,3 ditas cochina, 2 ditas fe-
    cliaduras, 1 rardn pcoeiras, 50 barris chumbo ;a Bar-
    roca 4 Catilo.
    5 Cunhetes brides ; a Manoel Jos'Carneiro.
    100 rodas arcos de pao, 1 barril presuntos ; a Del-
    fino dos Aojos Teixeira.
    200 rodas arcos de pao, 7 barris pregos, 2 dilos
    vrnho ; a L. Jmo de Su Araujo.
    8 barris vinho ; a Mauoel Gonjalves .le Ol-'
    8 dilos dito; 3 cunhetes carne de porco ; a Anlo-
    nio Alves Barbos.
    200 rodas arcos de po ; a Antonio Ferreira Mon-
    leiro.
    2 caias techadoras, 1 dila meias, .1 ditas cochins
    Idila loalhai, 19 dilas ceblas ; a Sebastiao Jos da
    oliva.
    1 barril vinho; 1 Joaaofti, Ferreira Arantes.
    (> cimbeles linha, I calta retro/:. KM) barris chum-
    bo, 1 lito viuho.,-2 bombas de pao ; a Thomaz de
    Aquino Fenseca k Filho.
    1 barril vinho; a Manoel Gonjalves da Silva.
    1 cana recNaduras ; a Joaquim Mendes Freir.
    16 ditas pomada; a Manoel Joaquim Ramos e
    1 caixole um mani; a Jos dos Sanio Ne-,
    VG1*
    100 rodas arcos de po; a Fonseca Medeiros ,v~
    Companhia.
    55 caias velas do sebo, 1 dila Tachaduras ; a Ma-
    noel Gomes dus Sanios Penna.
    Icaixoio panno de linho e meias; 11 JosMamede
    Alves Ferreira.
    i paisa arbustos; a Jos Joaquim da Silva Main.
    1 barril salpicn ; a Mauoel Jos do Souza Car-
    neiro.
    18 barris vinho ; ao capilao.
    3 caitas lenco* de algodao ; a Rosas Braga & Com-
    panlua.
    8 barris presos, 24 dilos azeilo doce, 2 caixas re-
    Iroz, 6 ditas archoles, 7 barris presuntos, 3 caixas li-
    ndas, 2 ditas pomada, 10 amarrados ajizales e con-
    a M' ..-i .cun,",es bo ; a Antonio Joaqoim de
    Souza Ribero. '
    1 caixa ponlcs, relroz e escovas, 1 dita caitinhas de
    chifree ligas de algodao, 2dilat pomada ; a Fran-
    cisco Alves de Pinho.
    1 caixa imagens
    zende.
    1 caixole livros :
    MOVIMENTO DO PORTO.
    fiaeioi entrados no dia 13.
    Babia3 dias. hiale brasileiro Amelia, de 63 to-
    neladas, meslre Manoel dos Sanios Cosa, equipa-
    sen) 6, carga charutos e mais gneros ; a ovaes
    & Companhia. Pssageiros, Marcolino Alves Pe-
    reira e Maria da Concejo.
    Callnio le Lima83 dias, barca ingleza Norwav,
    de 300 toneladas, capilao J. Dowsou, equpagem
    15. carga guano ; ao capilao. Veio refrescar o
    segu para Londres.
    New-Orleans64 dias, galera americana Amelia,
    de 537 toneladas, capilao C. G. Burker, equpa-
    gem 18, carga farinha de trjao e mais gneros ; a
    JohnsloH Patcr 4 Companhia. Sesuio para o Ro
    130
    de .l.tlU'irn.
    iVatid* sahidos no mesmo dia.
    Ro da PralaBarca brasilcira Saudade.
    _ Jos Maria Regs, carga assucar a mais ger
    GenovaBrigue sardo Dainon, capitao P. f a,
    rompo, carga assucar e mais gneros. ^
    Rio de Janciro-^Brigue hamborguez Cito, capiao
    Ilahlmano, en) lastro.
    EDITAES
    Tarrozo.
    i.
    Joaqnim Correia de Re-
    Manoel Ferreira da Silva
    1 caixa ignora-se'; a Jos Barbosa de Mello.
    2 dilas pomada, 1 embrulho lampreia* ; a Anlonio
    Joso Arantes.
    . 1 caixa coxins, 30 an'corelas azeilonas, 5 marra-
    dos ajatates, ot) cestas de vergninha e rolhas de cor-
    uja ; a Cosme Jos dos Santos Callado.
    1 eaitjo drogas; a Manoel Anlonio Torres.
    2 caixas baelas de nlgodo, 2 ennhetes brides e e-
    inlio*, 1 caixa pclra de aliar, navalhas, fwellas e li-
    las de linho 11 sacco folhas de louro; a Aalooio Joa-
    qaim Vaz de Miranda.
    .eaia bride* e Trros pedrezet. 1 dila calcado, 1
    Tardo peneir.1, 6 caias 'echaduras e filas de algo-
    dao, ditas caias de cintre, pedrat de ql.r, nava-
    te lanS' An2dd,e.",r,S ^ > AD,0U W*
    UMUHD [VUniAD [nnnyTnftnn
    O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
    cial, em camprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
    sidente da provincia de 2 do correnle, manda
    fazer publico, que no tia 2 de agoslo prximo vin-
    douro, permite a junta da Tazanda da mesma Ihcsou-
    raria se ha de arrematar, a quem po menos fizer, a
    obra do 2." lanjo da eslrada de Muribeca, avallada
    em 10:0109000.
    A arremataran ser feita na Tormtfda lei provin-
    cial n. 343 de 15 de maio do anuo findo, c sob as
    clausulasespeciaes abaxo copiadas.
    As pessoa* que te propozerem a esla arremalnro,
    compareram na sala dus sessOes da mesma junta, no
    dia ncima declarado pelo meio dia competcnlemenle
    habilitadas.
    E para constar *e mandou nflixar o prsenle e pu>-
    bliear pelo Diario.
    Secrelaria da Ihesoitrnra provincial de' Pernam-
    bac 7 de jalho da 1855. O secretario, Anlonio
    Ferreira da Annunciaco.
    Clausulas especiaes para a arremataco.
    1. As obras do 2. lanco da ramilcajao da eslra-
    da de Muribeca Tar-se-h3o de conformidade com o
    orjamento e perfi* approvados pela directora cm
    conselhi) o apresenlados a apjirovajo do Exm. Sr.
    presidente da provincia, na importancia de...
    IO:0IUcO00rt.
    .* O arrematante dar principio as obras no
    prazo de um mez, e deveni conclui-las no de olo
    mezes, arabos contados pela forma do arl. 31 da lei
    n. 286. .
    3. t) pagamento da importancia da arreialacao
    realizar-se-haem4 preslaces gua.es cuja ultima ser
    paga depois da entrega definitiva as oulras corres-
    pmnlerao a cada terco das obras do lance.
    4." O prazo da responsabilidade ser de um anno,
    licando durante esse prazo oarremalanle obrigado a
    conservar o lauco sempre em bom calado.
    5.i Melade do pessoal da obra ser do ge,nle
    livre. *
    6.a Para ludo o que nao si achar previsto nas.pr-
    senles clausulas, nem no remenlo, scguir-se-fia
    que dispe a respeilo a lai n. 286.
    Conforme. secrelaria, A. F. d'Annunciacao.
    O Illm. Sr. inspeclor da lliesouraria provin-
    cial le Peruambuco, em cumprimenlo da ordem do
    Exc. Sr. presidente da provincia de 3 do correnle,
    ganda fazer publico que 110 dia 26 do mes.1110. pe-
    rantn junla do fazenda da mesma lliesouraria, se
    ha de arrematar, a quem por menos fizer,a-obra dos
    concerlos da punte da villa de lguar.iss, avahada
    em 140000 rs.
    A arrcmalajao ser feila na forma da lei provin-
    cial 11. rfl3 de 15 de maio do auno lindo, e sob s
    clausulas especiaes ahailo copiadas.
    As pessoas que so propozerem a esla arrcmalajao
    compareram na sala das scsses da mesma junla no
    dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
    te habilitadas.
    E para constar se mandn afiliar o prsenle c pu-
    blicar pelo Diario.
    ESecrclaria da lliesouraria provincial de Peruam-
    buco 7 de julho de 1855.
    O secretario,
    Antonio Ferreira da Annunciaco.
    Clausulas especiaes para a arremalafao.
    l. As obras para o reparos da ponte da villa de
    Iguarass, scrao feilas de conformidad com o orja-
    mento, approvado pela direclortia em conselho", e
    apreseuladoa approvacao.'du Eim. Sr. presdeme
    da provincia, importando na qutnlia de 41055000 rt.
    2.a Etas obras principiarao no prazo de 15 dias e
    findarao no de 3 mezes, ambos contados como deter-
    mina a lei provincial n. 286.
    3. O pagamento desla arremaUjao era feito em
    uma t preslajao, quando lodas as obras estverm
    conclnidos, e recebida definitivamente pela ronarti- ,,
    cao das obras publicas. -jl fc
    Em visla dodisposlo na ultima parle do aviso
    da repartijao da marmha de 19 de jonho ullima-
    menle lindo, transmitido por copia a esla reparti-
    rlo pelo Exm. Sr. presidente da provincia com o
    ofiicio de 9 do correnle mez, mandando que uas ca-
    pitanas dos portos sejam Untados os pillos de car-
    ta, faz publico o llim.Sr. capilao do porlo que os
    existente* nesta provincia llvenlo apreseniar-se-
    Ihe pera um lal lint o mais breve possivel, sendo lu-
    do islo lauto mais necessario quanlo que pelo con-
    trario, ngo se poder dar execujAo a providencia
    cuntida na primuira parte do citado aviso, para pre-
    ferirem nos embarques qiiclles nao tendo caria.
    Capitana do porto de Peruambuco em 12 de ju-
    lho de 1855.O secretario, Alexandre Rodrigues
    dos Anjot.
    CONSEI.no ADMINISTRATIVO.
    O conselho aJmiuislralivo, em virtude de auluri-
    SBjo do Exm. presidente da provincia, lem de com-
    prar os objectos seguintes :
    Para osrecrutas cm deposito no 2.o batalhao de in-
    famara.
    Boucles, 100 ; grvalas de sola do luslre, 100 ;
    brkn branco liso, varas 750 ; algodaozioho, ditas
    600 ; panno prelo^cyados 25 ; snalos, pares 100 '
    [.mantas de lila, 100 ; esleirs, 100 ; boloes ,brancos
    de osso, gruzas 12 ; dilos prelos de dilo, ditas 9.
    8. batalhao do inTauraria.
    Brim branco liso, varas 870 ; algodozinbo, dilas
    1,041; panno preto, covados87 ; sapalot, pares 349;
    esleirs de palha de carnauba, 348 ; bolet branco*
    do osso, grozs 36 ; dilos prelos de dilo, dilas 22,
    Hospital regiuioi'tal.
    Livro em branco paulado com 300 Tolha, 1 ; dilo
    dilo dito com 500 ditas, 1 ; bules de louja pintada,
    24; encarlas de ferro forradas de porcelana de de-
    ferentes lmannos, 12 ; colheres de melal fino para
    sopa. 120 ; dilas de dilo dilo para cln, 36; bande-
    ras de folha, 4 ; chalciras de ferro,, fi ; copos de vidro,
    21 ; chicaras de louja, 48 ; manleigueras de dita,
    24; mantas de laa de boa qualidade, 141 ; ourinet
    de louja, 23 ; pauellas de ferro forradas de porce-
    laua de diversos lamauhos, 12 ; pus de ferro, 4 ; pi-
    res de louja, 48 ; pra'lus razos de louja, 176 ; dilos
    tundes de dila, 87 ; llauela pura camisas, covados
    72 ; chita para cobertas, covados 192 ; enxadas, 4 ;
    meias compridas do laa, pares 12 ; lalhere*, 96.
    Provimenlo dot armazen* do arsenal de guerra, oftl-
    cinasde l.o 2." classe.
    Taboas de assoalho de amareljo, duzas 6; dilas
    de dilo de louro, dilat 6 ; dilas de dilo de pinho, di-
    las 20 ; costados de pao d'oleo, 6 ; ditos de araarcl-
    lo, 3 ; cotladinbos dodilo, 4 ; pili marfim, rolo 1.
    3.a clatse.
    Tornos de ba'ncada da arroba cada um, 2 ; bgor-
    nas de 6 a 8 arrobas cada uma, 2.
    4." classe.
    Cobre velho, arrobas 16 ; zinroem barras, ariobas
    5; Ienjesde lalao de 14 a 15 libras, 6 ; rame gros-
    so ale lalao, arrobas 2 ; dilo de ferro de raeia grossu-
    ra, libras 16 ; dito de dilo lino do amarrar, libras
    16 ; caixas do folln de (landres siugelas, 3 ; ditas
    cora dilas dobra.das, 2 ; cadinhos do norte de n. 6,
    10; dilos de dilo den. 8, 10; dilos de dito de n.
    10, 10.
    5.a classe.
    Sola de lustre 6.
    Botica do hospital regmcntal.
    Borracha de goinui.i elstica de 8 onras com pipos>
    6 ; borracliinhas de gomma elaslict com pipos, 50 ;
    esponjas linas para lavagem,.libras 4 : fuul de por-
    celana de 2 libras, 2 ; ditos de dita de uma libra, 1;
    dilo de dila iliSi onras, 2 ; clysopompo d'Egulzler,
    2 ; siriugas de Hj|paiaclysteres, 4 rolhas de cor-
    lijt sorlidas, grozaT^iaaia^rolha^ljleiioura par*
    papel, 1 ; peneiros de seoa^WHaBI *>*aaai>is-
    sima, I ; vidros para upodeldoc com rolhaf, 100^
    assucar retinado, arrobas 8 ; acido cidico, fibras 2 ;
    dilo tartrico, dtas4 ; ajafrao. dilas I ; agua ingle-
    la de A. L. C, carraTas, 50 ; agurdenle branca cm
    .a+bnrril, caadas 12 ; alcool de 36., dilas 12 ; lcali
    vblalil, libras!; alcalrao, barril, 1 ; azougue vivo,
    libras 16 ; baohade porco, arrobas 2 ; balsamo pe-
    ruviano, libras 2 ; carbonato de ferro, libra 1 ; dilo
    de soda, dilas 4 ; dilo de polassa, ditas 8 ; bicar-
    bonato de soda em p, ditas 4 ; cantridas, dita* 4 ;
    calomelanos inglezes, dila 1 ; capsulas gelatinosas
    decupaiba e cubebas, caixas 12 ; cevadailim|ia,arro-
    bas 2 ; crmor lartaro, Iibras4;cera branca em pao,
    arroba 1 ; extracto de mulang, libra 1 ; dito de al-
    cass*, libra 1 ; emplaslrodccicula, libras 2 ; dilo
    de dita mercurial, libras 4 ; dilo mercurial, dilat2;
    flores de borragens, dilas 4 ; dilas de papoulas, dilas
    t ; dilas de violas, dilas ; 4 dilas de malvas, dilas
    4 ; ditas de rosas robras, dilas 2 ; galha, dilas 8 ;
    hydrochloralode morphina, oilavas 2 ; incens, li-
    bras 8 ; kreosole, onja 1 ; mel de abelhas, caadas
    2; man.1,1. sorle, arrobas 2; dilo de Ligninas, li-
    bras 8 ; magnesia alba, ditas 8 ; nitraio de prala
    branco fundido, onjas 4 ; dito dilo cryslalisado, di-
    lat 2; oleo de ameudoa doce, arroba 1 ; dilo esen-
    cial de alambre, onjas 8 ; dilo dito de moslarda. li-
    bra 1 ; dilo dilo de jasinim, onja i ; ponas calci-
    nadas de viado, libras 8 ; raiz jalapa, libras 8;
    rezina eleme, libras 8 ; dita de anjeo, dilas 4 ; fo-
    lhas deseue, ditas 16 ; civelle, oitavas 1 ; sulphato
    de ferro, libras 8 ; dilo de raaguosia, dilat 16 ; se-
    mentes de raeimendro, onjas i ; sumo do grozeilles
    libras 12 ; sab.lo branco finssimo, arroba I ; dilo
    amarello, caixa 1 ; trtaro emtica enj p, libras 2 ;
    vinho brinco, caada I. '
    Quemos quizer vender aprsenle as suas propos-
    (asem caria fechada 11a secretaria do conselho s 10
    horas do dia 17 do correnle mez.
    Secrelaria do conselho administrativo para forne-
    cimenlo do arsenal de guerra 9 de julho de 1855.
    Jse de Brito Inglez, coronel presidente. Bernar-
    do Pereira do Carato Jnior, \ogal c secretario.
    BANCO DE PERNAMBUCO.'
    O Banco de Pernambuco sacca sobre
    a praca dVBaliia, e contina a tomar
    lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
    co de Pernambuco 25 de jiinlio de 1855.
    O secretario da direccao, Joao Ignacio
    de Medeiros Reg. f
    NSo tendo comparecido alguom no da 9 do
    correnle mez propondo-se 10 roruecimenlo de cal
    prcla precisa esla repartido para as suas obras,
    naoobslanleo comAle no aununcio ou declarajao
    com dala de 2 tambera do correnle mez, manda o
    Illm. Sr. inspector fazer publico, que o dito forne-
    cimenl* pode anda ser contratado, psecedidas as
    necessaras proposlas, com quem se aprsenle nesla
    secrelaria fazendo-o com mais vanlagens paran fazen-
    da. O mesmo Illm. Sr. inspector manda anda fazer
    publico, que admillrjpesso,ia livres nesla reparUcJIo
    servindo na qualidade de srvenles com o jornal de
    .20rs. e I9O8O, quando empregados 110 Irabalho ae
    sul do Recife.--Inspectora do arsenal de marinha
    de Peruambuco cm 13de julho de 1R53.Oflecre-
    lario, Aleiaudre Rodrigues dos Anjos.
    Barao de Saint Nal Klannos. Sr. Bezerra.
    Jaroiimo.lavradorannnt. Sebasliao.
    Mairo da aldea de Saint
    |.pol....... Lisboa.
    Cur. da mesma .... H.ozendo.
    Thonaa, rendeiro. ... Sania Roza.
    ao, velho soldado Afeudes.
    Charrbord, chefe dos lucen-
    diarios....... o pn(o.
    Loupy, mendigo .... Minleru.
    Roagi, jovenvagabondo Lima.
    Hermano, criado do conde. Euzebio.
    Ame! a, (iIba do conde. Sr. Leopoldina.
    Josep'lina, criada de Amelia o Amalia.
    Madarae Tnomaz .... Rita.
    liorali, velha mendiga Jezuina.
    Mnlhilde, 10 anuos Januarii.
    t,011 vi lados, criados, aldee* e toldados.
    A scana patsa-se em Franja, no anno de 1830.
    llar 1 fim ao espectculo a eugrijada Tarca
    A
    Os hilhclcs acham-se venda no mesmo Ihealro.
    Principian) as 8 lloras. -
    l A mesa regedora da irmandade do
    Senhor Bom Jess das Dotes, erecta ua sua
    igreja, sobre a invocarao de S. Goncalona
    Boa-vista, convida a todos os seus irmaos,
    p ca que, segundo o que oi determinado
    em mesa geral. entreo para os cofres da
    mesma com a quotade .HOO, alim-dese
    mandar construir no ceiniterio publico as
    catacumbas necessaras para inhumara
    dos caaverps de nossos irmaos.Consis-
    torio em mesa 12 de julho de 1855.O
    escrivao, Candido de Souza Miranda'
    Couto- J

    AVISOS MARTIMOS
    Beal Companhia de Paquetes Inglezes a
    Vapor.
    No dia 22
    desle mez es-
    pera-se do sul
    > vapor Acn,
    o qual depois
    la demora do
    costme segui-
    r para a Eu-
    ropa: para pas-
    , sagelros, ele,
    traia-8(, com os agenles Adamson Howie & C n
    ra do Trapiche Novo n. 42.
    PABA O BIO DE JANEIRO.
    O brigue escuna MARA seguir' em
    poucos dias para aquelle porto, por ter
    a maior parte de seu carregamento en-
    gajado : para o resto 4a carga e escravos
    a frete, lrata-se com os consignatarios
    Machado & Pinheiro, no largo da Assem-
    ble'a rt. 12.
    PARA O MARANHAO E PARA*
    Segu com muila brevidade o.brigue
    nacional ELVIRA, tem rancie pate.de
    seu car,recamen lo engajado: para d resto
    e pssageiros. trata-se com os consignata-
    rios Machado fr Knheiro, no largo da As-
    semblca n. 12.
    Par o Aracaty seauc com brevidade o hiale
    /ment :el: quem uo mesmo quizer carregar ou ir
    do passagem, dirija-e a Martina & Irmao.
    Par a Aracaty segu impreleivelmenle no
    da l.i do correnle a barcaja Rusa da Cunhu ; para
    o resto ,U carga, trala-se na ra do Queimidu o. 27.
    Companhia Brasileira de Paquetes de
    Vapor.
    O vapor
    Parancoro-
    msodanie 1.
    Ferreira Bor-
    ges, espera-
    da Euro-
    pa anles to
    fim do cr-
    enle mez, e
    esnir de-
    pois de lo-
    mar o car-
    vao para a
    u e Rio de Janeiro: pudPr receber carga al
    200 louelladas pssageiros, na cmara e no con-
    xez, para os qoaes tem bous commodo*; asencia na
    rur do Trapiche n.40, segundo andar.
    RI DE JANEIRO.
    O brigue nacional FIRMA, capilao Ma-
    noel de Freitas Vctor, segu para o Rio
    de Janeiro nestes da, por ter quasi seu
    carregamento completo, pode anda rece-
    ber algurnas miudezas e escravos afrete
    para os quaes tem bonscommodos: trata-
    se com Novaes & C-, rita do Trapiche
    n. oi.
    Para Lisboa pretende seguir liren-menle o pa-
    pi Mugue/. Rpido, por ler a luaior parle do
    FETBRTTAMA
    Acha-se a ditposijao do publico, em casa
    do Sr. F. Q Rodrigues Esleve*, ra do Cal-
    deireiro n. 12, mat medicamento, que no es-
    tado actual da therapeolica, he o maiiefli-
    caz para FEBRE AMARELLA. Conhect-
    mos o vegetal, cojas flores apretenlamos em
    tintura mai, por aeus efl'eilos clnicos, e por
    islo acoiiselliaroos. qo delte te osa safando
    ' roalo que leva cada um dos frasco*.
    Manoel de Siqueira Cavaleanli.
    #P. S.Aulurisados por innmeros faclos
    clnicos, declaramos, que esle medicamento
    lio igualmente de muita' eOlcacia para catea
    :asos: vmica, pneumona, pleuriz, tabres
    soflrimenlos syphililicos, ele.
    inlermiltente-
    lacho
    cariegainento promplo : quem no mesmo ouizer car-
    rezar ou ir de passazem, hale com os coTisIgnatarios
    Ihomaz de Aquino Fonseca & Filho, na rla do Vi-
    gario n. 19, primeiro andar, ou com o capilao na
    praja.
    PARA O PORTO.
    ijeza Santa Cruzo, tem de sahir
    fom toda a hr?Pl^|Jiioi ler parle do carrtgaraen.
    lo prometo : quem n^*Jfa^iier carredar ou ir
    de paasaitem pude enteiKlei^mBMgptigTiatario8
    na ma do Vigario n. II ou com oTaVil i tordo
    AVISOS DIVERSOS-
    PUBLICAgAO LITTERARIA.
    .Acha-se i venda o compendio de Theoria e Prali-
    ca do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de-Pan
    Baptista. Esla obra, alm de uma inlroducjilo
    sobre as aeces e oxcepjoes cm gra!, Irata do pro-
    cesso civel comparado com o commercial, eonlni
    a theoria sobre a applicajSo da causa julgada, o ou-
    lras doulriuas laminosas: vende-so nicamente
    na luja de Manoel Jos Lele, ua rua do Qaei-
    mado n. 10, a 68 cada evemplar rubricado pelo
    autor.
    THEATKO DAPOLLO.
    Sociedade dramtica emprezaria.
    SABBADO 14 DE JULHO DE 1855.
    Depois de ejecutada uma oaverlura, remojar o
    espectculo pelo intcressanle drama em 3 aclo* e 7
    quadros.
    HA 10 ANNOS
    ou
    Regiment de cnstas^J
    Sabio a luz o regiment das cijstas judi-
    ciaes, annotado com os avisos que o alte-
    raram: vende-se a 500 ris, na livraria
    n. li e S da piara da Infcendencia.
    No tendo a assemblca geral dos Srs. accionis-
    tas ultimado os seus Irabalhos ua sessilo de 8 do
    correnle, o Illm. Sr. presidente adiou a conlnuaj3o
    delles paia domiugo, 15 do correle, as 10 horas dt
    manhi.M. F. de Souza Barbosa, secretario.
    1ASS4 ADAMANTINA.
    Franciico Pinto Ozorio chomba dente* com esta
    deliciosa massa, cuja sua boa qualidade j ho noto-
    ra, assim como lambem calj. com ouro a prala, e
    oulrcs me laes brancos que suas cores igialam muito
    aos proprios naluraet : pode ser procurado para esle
    fim, na rua estrela do Rosario n. 2, confronte a
    igreja.
    O SOCIALISMO.
    Falo general Abren e Lima.
    Acaba de.publicar-se esla inleressanie obra, qoe
    Irata do socialismo christo, c tambem da guerra do
    Oriente com loda a historia religiosa e polilica al
    as conferencias de Vicnna.
    Os senhores astignanles podem mandar receber
    os seus Himplare* daquellas pessoas n qtiem tiveram
    a bondado de a.ssigiiar.Conlinua aherla as a'tignnlu-
    ja al o fi:n do correnlo mez de julho, a 25000 cada
    exemplar. no escriploro do Diario de Pernambuco
    praja da Independencia, na loja de livros dos Srs.
    Ricardo de Frailas < C, osqalua da roa de Colle-
    gio ; as I )jas do Sr. Jos Moreira Lopes, rua do
    Queimado casa amarella ; dos Srs. Siqueira & Pe-
    reira, Anlonio Francisco Pereira e Urekenfeld, rua
    do Crespo ; do Sr. Luiz Anlonio de Siqueira, rua
    da Cadeia do Recife; o cm casa Jo aulor, j en-
    quadernaca. paleo do Collego casa amarella no !.
    andar ; assim como as nulos das mesmas pessoas,
    que alo agir tem lido a bondade de agenciaren! as-
    signaturas. Findo o prsenlo mez, vendef-se-ha
    cada um e templar avulso a 3-5 rs.
    d rancie sala de barbeiro.
    Antonio Barbosa de Barros, com tala de barbeiro
    na rua da Cruz do Recife n. 02, primeiro ndar, raz
    cenle ao respeilavcl publico que alm de barbear,
    cortar cbullos e sangrar com (oda a perr?ijHo, lim-
    pa denles, queima, chumba com a verdadelra massa
    adamantina, da qual recebeu prximamente viuda
    de Franja grande porj3o, e vende osTrasquinhos pot
    prejo commodo ; assim como ensina como ella he
    applicada para conservar sempre os denles na sua
    cor natura!. Tambem tem um grande deposito de
    bichas de llamburso, inqnaes vende em porjao, a
    relalho, aluza a menor porjAo que o fr-ecuez q'ueira,
    c quando tej preciso elle mesmo as vai applicar ;
    assim romo ludo mais que cima lira dilo, mai ba-
    ralo do que em oulra qualqner parle..
    Ifavendo oabaso assignado como procarador
    de Manuel Anlonio Teixeira annunciada queBer-
    nardno Krancisco de Azevedo Campos, nilo poda
    (lispor da heranja de Manoel Anlonio Teixeira, de
    quem he o dilo Campos leslamcnlerro, declara que
    hca de nenhum elleilo o dito annuncio, e que de
    minha parle no ha obstculo algum acerca da dila
    heranja, v.slo ler desistido do direilo que linha seo
    consliluiiili' i dila heranja.
    Oabiixo assisnado, professnr particular prn-
    vsionado dr-primeras lajtras, muduu a aoa resi-
    dencia da rregnezia da Boa Visla para .a de Saulo
    Antonio, rua da Concordia, onde praleude conti-
    nuar no f qualqner alumno, nSo s interno como externo, que
    se queira ulilisar de seu presumo. P.iifre Chomaz
    de Santa Marianna de Jess Magalhues.
    Preciso-s alugar um anolcque : na.'ua da Ca-
    deia do Rtcle n. 10, loja.
    No dia !) do correnle ilesapparccen urna es.
    crava parda, de nome llosa ; levou saja do chita ro-
    ta, c paun<> da Coala lislrado do azul > encamado,
    alm desle signaes lem mais ostegaipies: o'
    gra)ides, nariz afilado, bcijo< grosso e *ol>-
    da bocea, f izendo tromba, em ambas -
    ora ratean, proveniente do peso "
    Itilho no dedo ndex da m*-
    pt eslraaadoj de >'
    commenda- so '
    mesrha..-
    In -
    O abaixo assignado faz publico, qae no dia 12
    do correnle dissolveu-se amigavelrnente a na melhor
    armona, a aociedada exilente no esUbelecimento
    de carros fnebres, sito no pateo 'do Panizo a. 10,
    que gyrava sob a firma, de Joi Pinto de Magalhies
    i\ Ccmpanhia,dessa dala em diante ficou o mesmo
    perluncendo nicamente ao abaiio aasignado, i qual
    he nsponsavel pelas transaejdes a elle perlencenles.
    Aprnveilo a occasiao para agradecer ao ex-socio o
    Sr. Jas Marlins da Cruz a confian'ja Ilimitada qae
    em riim deposilou durante o lempo da sociedad, a
    muilo mais lhe agrade jo e farei por sempre mimos- *
    trar zrato pera franqueza a desinteresse qae apr-
    sente u at o poni da distolujflo.
    Jote Pinto de Magalhies.
    Carros fnebres.
    O abaixo attignado, com eslabelecimeolo de car-
    ros rinebres no Paleo do Paraizo n. 10, Cal tcienle
    que seu eslabefecimenlo acha-se completamente-
    montado com adornos precisos para qualquer enter-
    ro para dentro e fra da cidade. Encarregi-se tam-
    bem o abaixo assignado de fornecer guia da cmara,
    ticen ;a parochial, arinacees, rauaica, cera, carro* da
    passeio, etc., prometleodo bem servir as pessoas qae
    se dignarem prncura-lo, espera, porlanlo, loda a
    prote:jo e valimeoto.
    Jote Pinto de MagalltSes.
    O Rvm. provincial do convento do Carmo
    mande publicar a bulla, qae o autoriu para man-
    dar (obrar dos confrades doBenlinho80 r*. por
    cada limo, desde que em lal confraria se alistaran).
    Ser m pena das indolgencias que nao gaoh'aram T
    He < que quer saber, para deseneargo da soa mai
    limoial conscieueia. O donato tartaruga.
    A mes regadora da ordem lercera do .Carmo
    detla cidade convida lodos os saos charusimos ir-
    maos a compareccrem rio dia 15 e 16 do correnle
    mez, para assislirem a vspero, testa, proca3o a
    Te-Deum de N. S. do Carmo, qoe lem de er ce-
    lebrados oo convenio do Carino desla mesma cidade.
    l'recisa-se de uma ama de leile, qae seja de
    bons coslumes e qoe na lenha filho* : na roa es-
    Ireila Jo Rosario o. 39, lercero aladar.
    Uoga-se o primeiro andar da roa da Cadeia
    do Recife n. 47 por 12)000 mensaea: a tratar por
    baixo, na loja de Manoel Ferreira de S.
    Va madrugada de quinta para sexla-fuira ftea^M
    (a teniana (13 de jalho) loi roubada a botica da^^^H
    ca da Boa-Vista n. 6, a levaran) os ladrOes o s.
    e : 60Q0UO em dinheiro. 1 relogio de ouro (ab-
    nele, patente suitso, sem vidro, 1 carleira de lgi-
    heira bastante velha. muito roda .das trajas, c den-
    tro della 5 eltrat e 1 obrigajgo", as qoaes foram
    sacadas pelo fallecida Adrio Jos dos Sanios, e ja
    pagas pelo innunciante : qitlquei pessoa a quem
    for of'erecido dilo relogio ou tooherdo pretent rou-
    bo e o denunciar na praja da Boa-Vista n. 6, ser
    gratificado com generosidade, pois ba grande iule-
    rasse um descubrir o lajrlt).
    Ignacio Jote do Couto.
    O Sr. A. P. de B. qacira ir pagar quanlo anles
    oque deve na otaria de Alexandre dos Saulo Bar-
    ros, eerto d que se o nao fizr tara de ver o tea no-
    me po- extenso publicado.
    Na roa Direita n."13 d-se dinheiro a joros ta-
    bre penhores de.ouro ou prala.
    N rua da Madre de Deot o. 36, primeiro an-
    dar, precisa-se de ofliciaes de alfaiale de obra gran-
    de e miada.
    Aluga-se uma grao Je cata Ierre com sitio, na
    rua di Soledade : a Iralar no Manguiuno, sitio da
    vi uva Hcrculano.
    Attemjao.
    Per;unla-sea administrarlo do palrimoi odoaor-
    phSos e orpl^las o motivo por que estamos sro prin-
    cipio praca o forn-cimeulo dos medicamentos p ra trala-
    mento dos mesmos orphSos t Com sua resposla me-
    lhor su esclarecer a mesma administrajjo e ao pu-
    blico.O amigo da caridade.
    OfTerece-se orna ama para cata da hornera sol-
    leiro : na rua de Sania Thereza n. 7.
    Precita-** de um caiielro que lenha bastante
    praticii de taberna o que d fiador a su,conducta :
    na rua das Cinco Ponas, labtrna o. 93.
    Sociedade pliilosophica.
    Parlicipa-se aot Srs. socios qae hoje a* 4 horas da
    (arde I a ver sessflo exlraordinaria. &t\ dat asaoe
    da sociedade philosophica 14 de julho de 1855.O
    2. secrelario, Fraucisco de Salles Pereira Pacheco.
    l'recisa-se de ama ama para cata de uma se*
    nliora viuva ; em S. Jos do Mauguinho, em casa do
    lenle Brilo.
    Pa rua do Pasieio, no cae do Collegio a. 25,
    existe uma casa de pasto, a qual faz jantares para
    fura, por proco commodo-
    ti secretario da irmtndade oo palrarcha S. Jo-
    s da .*.gonia convida a tdot t irmaa* da mtsroa
    irmandade, para assislirem a solemne Tala da Vir-
    gem Senhora do Carmo, segtinda-teira, 16 do cor-
    renle. l>elas 10 hora* da manha ; e ai 3 horas da
    larde d; ma procisto, par o qoo ri coovrdada a irmandade
    pelo R,m. padre provincial.
    Aluga-se uma prela milito fia I a tadia, qae sa-
    be perleramente engommarv cozinhar a tatar lodo
    o serv;o de casa: na i*u Nora n. 18, mondo
    andar.
    Precisa-se de ama ama para o saltico inlerno
    e externo de casa de poaea famiKa : netta lypogra-
    pbia se dir com qaem trata-se. %
    0 abaixo atsignado declara, qae a xcepjao das
    procur joes pastadas como admnitlrador e liquidala-
    de do casal de seu finado pai o Sr. Antonio Marqoet
    da Cosa Soarcs, eonslilaindo aot Srs. Dr. Anlonio
    leiierji de Borba, oo Rio-Formoso, e Zeferino Gil
    Peres di Molla, na villa da Granja, at quaes conti-
    nan) em seu loteiro vigor, assim como oulra p.-wsa-
    da cm smi proprlo n.orae ao Sr. Josa Polo do Reg
    Brrelo j>a comarca do Cabo, quaesqoer oulras r-
    lal)vas, lano aodilo casal, como a negocios de pro-
    pna corla do annunciante, ficam de nanhum effeito
    desla dala em diaole. Recife 11 de julbo de 1855.
    Jos Margues da Costa Soares.
    AVISQ a PUBLICO.
    Panlr Luiz Gaignoux, dentista francez, inventer a
    nico postuidor da mararilhosa preparajjo, qual
    denomina massa adamantina, previne o retpeitavef
    publico, que nlodevc confundir esta admiraval mas-
    a, malleravel em presenja dot aeidos mata concen-
    trados, com sedissas composijes melalica*. da b-
    mulh e eslauho, que alguns charlales tambem da-
    nominini massa adam.f-jna, a nao gozam da nenhu-
    ma das propriedades dessa ncomparavel prepixajio,
    ecuja principal he conservar aos denles a cor nata-
    ral qoe lodos os raeiaes liram-lhe uo fim de corto
    lempo : rua larga do Rosario n. 36.
    I
    I
    ^

    Consulado de Portugal em Peroambuco.
    A requerimento do Sr. eonsnl de Porlugal, eem
    presenja do Sr. Dr. juiz de orphaot ausente*, tem
    de se proceder tabbado, 14 do correnle, ao meio da,
    avt porta desle consulado, rua do Trapicho u. 6, a
    arrcmalajao dos espolios seguinle* : objocto* Je ou-
    ro avallados em 68000, pcrleocenles ao espolio do
    Uado llomingos Jos de Oliveira ; roupa o objeclos
    de uso, avahadosem 4.j000. dos finados Jezniao
    Anlumo Baslos, Manoel dos Santos, Domingos Pin-
    to e Manoel Corde>ro ; roupa, livros e instrumentos
    nutica, avahados em 45)000, do finado Joao Jos
    de Vaacnncellus e Souza : urna casa terrea a. 4, no
    S-L2? ""'f'1 em "F"ra .e Po,Us' "''"la em
    JoiWJU, e objeclos de uso avahados era 96)020.
    perlencenles a Anlonio Jos Vieira : os lieil-'
    querendo, podem comparecer nesle een-'
    de examiuar os objeclos cima meo-
    solado d! Porloaal em Parna"-'
    1855.O chancelter inf-
    ^
    Wf
    Personagens.
    Conde d*'"
    OS IB^"


    Ol RIO DE PERMIUCBO SBIOO A OE JULHffOE 1855
    Companhia Pernambuca
    m
    ia de navegarn
    costeira.
    O cc-nealho da directiva onvi la aos Srs accionis-
    .a* da mesma empreza a tHecluarem at o da 31
    do corrente rae mais 10 por ento sobre valor
    da acgoes que aubtcrevaram ; j o omarrecadj do.
    rcebimetoaheoSr.F. CooUn, ni ra da Crui
    CONSULTORIO DOS POBRES
    ttO
    RA NOTA1.4HD4R 50
    i
    i
    i
    DENTISTA.
    _ BE3S: 330BEB3tcK
    W nliaixo assignadu* faiem cenle ao mt- jj$
    peilavel publico e a lodo* crio q'uein tem ne- &
    a>:ios, quo pelos anntwcianles se ach*n-E{
    Ca regado cora Ilimitado? jxirieres para del- K
    le* tratar e al decidir, a cu lilh<\e irmlo iw
    Antonio Curios JPereira da Burdos i'ooce de t
    Leo, com quam deverao entender-se.
    lEngenho Aguas-Claras 3 de julho de I8SJ. fi
    Francitca da Cunta Bcnleira de Mello, jl
    Jo \e Felix-J'ereira de Hurtos.
    xasr
    Que precisar lugar om escruvo preto para o
    servio, de casa o ra. ou para qualquer- armazem,
    capatazis, trapiche e prensa, dirjasc a qualquer ho-
    ra do da roa da Soledada, qu sesue para o Man-
    Huinho, no sitio dos 4 leflcs, que achara com quem
    tratar.
    "%------Offereee-se om rapai brasileiro para caiieiro
    da cobranza de, qualquer caaa di: negocio deulro des-
    U proa : quem precisar dirija-* a ra do CulJei-
    retro n. 5, das 6 hera da mandila as 10.
    Ama deleite.
    Na ra do Crespo sobrado n. 9, pre-
    cisa-se de urna ama com leite.
    J ooqrtim Jos Oas Partir declara, que tendo
    arrematado em leilSo de 9 de junlio prximo pasando
    todas i9 dividas activas que dcviam a Antonio da
    Coita l?errelra Estrella, com taberna na rea da Ca-
    ' deia di> Recite, convida a todos os davcdoresdidilo
    Estrella, tanto da praga como do nalto, para que
    venhaia pagar sau aununcianl com.a maior prs-
    tela poasivel, afim de evitaren maiores despezas.
    pota prometi ter toda contemplarlo com os que fo-
    rem mais promplos nos seos pi gamenlos, pudendo
    para i:so dirigir-se au aonuncianle. no Jalerr j d,<
    Boa-Vala, lo;a n. 1*.
    ltJK; *<
    I
    8________
    2 prtsso do'ar. 9

    * Francisco Antonio Coellio, proprie-
    tario do Hotel Francisco, fterece o raes-
    mo estabelecirr-anto de muitos annos,
    acreditado nesta cidadea quem o preten-
    der comprar com todos os pertences, a di-
    nheiro a vista ou a prazo com lettras ga-
    rantidas : os pretenden! podem diri-
    gir-S ao mencionado proprietari, ou ao
    escriptori do Sr. Francisco Gomes de
    01iveira rita Ja Cadcia ib Recile n. 62.
    : H0M(Eominv. :
    Remedios etlicacissimos contra as 9
    febres intermitentes. 9
    t randa sorlimenlo de carleiras de homcio-
    9 pal lia muito em conla. -
    9 ', onga de tintura a escoll er. I9OOO 9
    ubos avnlsos a 300, 100 t: 500 rs.
    Elementos de homieopalli .i, 4 vol. 690)0 9
    . yo cunsoltorio homceopalhico do Dr. Caaa- ($
    no> a, ra das Cruies a. 28. a$
    --^aa*
    C'iiem precisar de urna boa ama de leite, diri-
    ja-se raa das Ccuzes o. 41, segundo andar.
    Alnga-ae am primeiro anear com muitos com-
    modos, u roa dt Penlia" com fciodw para a ra Ii
    reta : tratar na ra do Queimado n. 33, leja da
    Boa Fuma.
    MORPHi
    c ot i tras doehras da
    O Llr. 1'. A. Lobo Moscoio da consullaa horoeopathicas todqi os dias aos pobres, desde 9 horas da
    manhaa a(o meia da, e ena casos extraordinarios a qualquer liora dodia ou noite.
    Ollerace-se igualmente para pratiear qualquer operaro de cirurgia, e acudir promplamenle a qual-
    quer mtllherqie esleja mal de parlo, e cujascircumstancia? nao permillam pagar ao medico.
    SO. CONSULTORIO DO DR. P. A. LODO I0SIJ0Z0.
    ^^ 50 RA NOVA 50
    VNDESE O SEGUDiTE:
    Manual completo da meddlcina homeopathica do Dr. G. H. Jahr, traduzido em por
    tuguez pelo Dr. Mokozo, quatro volumes encadernados em dous e ncompaunado de
    uin diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele, ele. ..... 309000
    Esla ubfti, a mais importante de ledas as que Ira ta m do esludo e pralira da liomeor.alhia, por ser o nica
    quecontm aliase f.indamenlal d'esla doutrinaA PATUOGENESIAOU EFFE TOS DOS MEDICA-
    MENTOS NO OHGAMSMOEU ESTADO DE SALDEconhecimenloa que nao podem dispensar as pes-
    soas que se queiem dedicar i pralira da verdadeira medicina, inleressa a todos os mdicos que quizercm
    experimentar a i'oulriua de Hahnemann, e por si meamos se convencerem da verdade d'ella: a todos os
    fazenditosesenhores deengenho que esiao longe dos recursosdos mdicos: a lodosos capilaesde navio,
    que urna on outra vez nao podem deixar de acudir a qualquer iucommodo seu ou de seus Iripulanles :
    a todos os pais de familia que por circumslancias, que nim sempre podem ser prevenidas, sao obriga-
    dos a prestar in cnnlinenli os primeiros soccorros em uas enlermidades.
    O vade-mecum do liumeopalha ou traducriio da medicina domestica do Dr. Hering,
    obra tamliem ulil a pessoas que se dedicam ao esludo da homeopalhia, um volu-
    me grande, acompanhado rio diccionario dos termos de medicina...... 10)000
    O diccionario dos termo* de medicina, cirurgia, anatoma, ele, ele, encardenado. 30000
    Sara Terdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na praticada
    homeopalhia, e o proprielario desle eslabelerimenlo se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
    ninguem dnvid boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
    Boticas a 12 tubos grandes.......'...........v .
    Boticas de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 12$ e 1 jjOOO rs.
    Ditas 36 dilos a..................
    Ditas 48 dilos a..................
    Dilas 60 dilos a.....'........... .
    Ditas 144 dilos a..................
    Tubos avulsos.........................
    Frascos de meia (inja de lindura...................
    Dilos dverCadeira lindura a rnica.................
    Na mesma caaa lia sempre renda graude n"mero de lobos de crystal de diversos lamanhos,
    vidros para meilicamenlos, e aprompla-se qualque' encommenda de medicamentos cora toda a brevida-
    de e por presos muito commodos.
    89000
    208OO0
    25W00
    300IKI
    coyooo
    i oooo
    23000
    2SMX)
    I'.ompram-se acues de|Beheribe : na ra lar-
    ga do Hosario n. 36, segundo andar.
    VENDAS.
    VENDEM-SE
    Barra com bru, os maiores que tetn
    vind .da America, cliegados agora: na
    ra do Amorim armn/.em de Paula &
    Santo*,
    Vende-so urna escrava crioula coro urna cria
    escrava, engomma e cozinba cun i crleiro : na rud
    do l.ivramcnlo n. 4.
    Muita attencao.
    Vendem-se na ra da Cadea d Hecife n. 47,' loja
    de Manuel Fcrreira do S, corlen de ganga de cores
    para calcas a 2&240. chita largas para camisas de
    lioinem vestidos de senhora a 210 o covado, lavas
    de seda prelas par homen )i 800 rs. o par, palitos
    de alpaca prela a 'o, 69 e 79000, dildb de alpaca de
    seda a
    Pulo Gaignoax, dentista fraocer, eslabele
    cid na ra larga do Boaari > n. 36, segando
    anclar, colloca denles com geigivas artiliciaes,
    edintadura completa, ou pirle dalla,'com a
    pressio do'ar.
    JRATAMENTO HOMOPATHIGO.
    Preserva-tico, e curativo
    DO CHOLERA -MORBUS,
    PELOS DRS.
    ou nsIrucsSo ao povu para se poder curar desta enfermidaTo, administrando os remedios liais cPcazcs
    para atalha-la, emquanlo se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independente desle nos lugares
    em que nao os ha. .'
    TRAULZIDO EM POHTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
    Estes dous opsculos conima indcacoes mais claras c precisas, so pela sua simples c concisaex posi-
    eSo esta ao alcance do todas as jntelligencias, nao pelo que diz respcllo aos meios curativo-, como prin-
    cipalmente aos preservalivos que lem dado os mais satisfactorios resultados cm toda a parle em me
    elles lem aido posto* em pratica. H
    Sendo o Irilamenlo homeopathico o nico que lem dado grandes resultados no curalivo desta horri-
    vel enfermuladf. iulgamos a propostlo traduzir estes dous importantes opsculos em lingua vemacu-
    la,|para de-t ar e larilar^ a sua leilura a quem ignore O frauccr.
    Vende-se iinicnmenle no Consultorio do traductor, ra Nova n. 52, por 2j000 rs.
    4
    b uciii^a <.ia pelle.
    O. Tratani-s com especialidade a* affecees
    ^ da pella, particalarmenle a morplia. <9
    49 Ho conjuullnrio homceopalhico do Dr. Ca- 9
    san ova, ra das Cruzes o. :;. @
    Aos pobres (rata-se de araiw.
    . -t*e
    AO PUBLICO.
    No annazem de fazendas bara-
    tas, ra do Gollcipo n. 2,
    viande-se um completo sortimento
    de fazeodas, finas grossas, por
    precos mais baixos do que em ou-
    tra qualquer parte, tanto em por-
    ches, como a retalho,. aifanrande-
    e aos compradores um s pre^o
    para todos : este esuibelecimento
    alirio-se de combiimcao com a
    uraior parte das casas commerciaes
    utglezas, rancezas, al emaas e suif-
    Sii, para vender fazendas mais em
    conta do que se tem vimdido, e por
    uto oH'erecendo elle tnaiores van-
    ttgens doque outro cjualquer ; o
    proprietari dette importante es-
    tbeiecimento conTdi a' todos os
    khs patricios, e ao publico em ge-
    ral, pana que venham (a' bem dos
    seu* interesses) comprar fazendas
    baratas, no armazein da ra do
    ('ollegion.*, de
    Antonio Luiz dos Santos & Rol ira.
    MASSA ADAMANTINA.
    Kua do Rosai io ti. 36, segundo'andar, Paulo Gai-
    gnoux, dentista francez, chumba- os denles com a
    massa adamantina. Essa nova e ma/avilhosa com-
    posiclo tem a vtntagem de encher sem presso dolo-
    ros lorias as anfractuosidades do denle, adquiriudo
    em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
    dura, e permita restaurar os denles mais estraga-
    dos com a forma e cor primitiva.
    >mricA0' INSTITUTO HO fi
    MLOPATIIICO DO BRASIL. g
    THESOURHOMEOPATHICO g
    OU
    VADE-MECUM DO (^
    HOMEOPATHA. &
    Mttlkdti concito, claro e seguro de cu- (&)
    rar hoipcopathicamer.te lodat at molestia
    que afpigim a especie humana, e part-
    cularfenl! aquellas que. reinam no Bra-
    sil, ridigido segundo os melhores trata-
    dos deliomeopatliia, lano europeos como
    amerifanoi, e segundo a propria eiperi-
    eucia.j pe. o Dr. Sabino Olegario l.udgera
    Pinhui Esta obra he hoje reconhecida co-
    mo a niellior de lo cataof homeopalhica no curalivo das mo-
    lesliai. Os curiosos, principalotente, nao
    poderp dai um passo seguro semnx>ssui-la e
    1 cuiisulla-lt. Os pais de familias, os M-nlio-
    I res de enenho, sacerdotes, viajantes, ca-
    pileBde navios, serl*nejosele. ele., devem
    I te-la milo para orcorrer promplamenle a
    I qualquer (asode molestia.
    Don' volumes cm brochara por lOJOOO
    I > /' encadernados 119000
    ende-se nicamente em casado aulor,
    de Sanio Amaro n. 6. (Mundo No-
    #
    i
    A taberna de Gurjah de cima continua a esla,
    prevenida de um completo sortimcnlo de molli.ulosr
    miudezase fazendas ; por lano todas as pessoa* que
    quizercm continuar honrar esle estabclccimenlo,
    alli adiarlo ludo que precisarem a volitado do com-
    prador, pelo mesmo prego ou com pouca ditTerenca
    da prar;a ; na mesma taberna ha cortes de lila do ul-
    timo goslo, chegados ltimamente para vestidos de
    sen horas.
    luz no Rio de Janeiro o
    JRTORIO DO MEDICO
    IOMEOPATHA.
    EXTRA^HIDO DE RLOFF E BOEN-
    NNGHAUSN E OUTKOS,
    poslo em urdeui alphabelica, com a descripcao
    abreviada de lodasMgnuleslias, a indicaban phvsio-
    logica e IherapeulinBe ledos os medicamentos ho-
    meopalliicos. teu lempo de ac^ao e concordancia,
    seguido de un diccionario da significaran do todos
    os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
    dn peisoas do poyo, pelo
    DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
    Subscrevc-i para esla obra no consultorio horneo,
    palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 30-
    primeiro andar, por 59000 em brochara, e 69000
    encadornado.
    --Roga-ie a pessoa que he Imjn arrematante da ilha
    do Nogueira, declare a sua morada para ser procu-
    rada i negocio de- seu iuteresse.
    Praeise-se'alagar urna amo secra, prela. forra
    ou captiva, para tratar de 2 meninos : no alerro da
    "Boa-VisUn. Il.loja. .
    SebastiSo Jos de Olveita previne o publico
    1 respailo de um celebre anntincio inserido ueste
    Dian'j, pelo qoal algucro se altribue a qve icao e
    . exelnxiva pos.e da massa adamantina. N.io merece
    larga apreciar-Jo o ridiculo de Lies asaercSes. e por
    iss6 limita-se o anniinciaule a declarar ao tal inven-
    tor, que de bom grade se prestar eiam per pessoas habilitadas, massa que possne,
    proeeileodo-.'e de Igual forma i:om a lal exclusiva
    de swi intme.tlo, a o resultado desse eiame ftir co-
    nliecer o poni de que parte ocharlalanismu.
    Precisa-ae de ama eastureir de boa conr'.ucla.e
    que .liba fazer vestidos;' no alerro da Bo-Vista
    a. 31
    l'reeisa-se de um hornero para lomar conta de
    urna taberna fra da cidade : r a ra da Cxleia do
    Retile n. 43.
    Prensarse de um preto moro e sem vidos,
    para o servido de urna cata de familia ; paga-se bem:
    quem o liver e qoizer alagar, uunu jcie ou dirija-se
    a esta Ivpographia, que se lite Jira com quem deve
    IrsUr.
    Precisa-ae alagar una prota captiva para todo
    servir de ama casa de pouca familia : a Ir.ttar Da
    ra estieila do Rosario n. 12, primeiro andar.
    Na ra estreila, do Rosario chumbam-se denles
    a brean, a ferro e mais alguns melaes que for ne-
    ceasario : a pessoa que precisar, dirija-se i mesma
    cali, qaa achar pesoa competente.
    rs. redactores.Anda rallo 1 imprnsa para
    responder Sra. D. l.eopotdinn Mara da Coiila Kru-
    ger, npezar da repugnancia qa; tenlio a lodi especie
    de polmica. Nao o farei, poten), quantoa qnesino
    da m<>ralidade, impnidenlcmonle aventada ife dila
    senhora, na s-ia enrrespondencia publicada honlem,
    no Diario, porque a nossa quesillo versa sobre o
    pagamento da ledra aeella por ella e descontada por
    mim ; e en nao devo nem quero salilr desle terreno,
    em que a nueossidade me collocou, para disentir
    morjldade de ninguem. principalnieole de uma^se-
    nhori. Direi apenas que cedo enlcou mrnh-i adver-
    saria o hymnoda victoria, ha vendo eu recorrido pa-
    ra c menlissirao tribnnal docoromcrcio da sonlenca,
    ltimamente proferida contra nim. Esla lenlen;
    asaenla na snppoata falsidade ca referida ledra, lie
    lade ; mas lambem be vidade de qne foi orna
    ' publicadas antes da poste do Exm. Sr.
    n9oo leria sido se n digno jais que a
    ndado proceder ao cxamtre-
    > u lettra afuizala, e na
    '"na para ver s era
    '.eopnldina da
    __ -~ea, pos-
    s. '*n-
    O Dr. Sabino Olegario l.udgero* Pinho, f
    niudod-se do palacete da ra deS. Francis- u
    co n.68A", para o sobradb de dous anda-]*
    res 11.ti, ruade Sanlu Amaro, mundo novo.)
    INEORSIAgO'ES OU RELACO'ES
    SEMESTRES.
    Na livraria n. 6 e 8 dn piara da In-
    dependencia, \ende-se relaces semes-
    traes por prerjo commodo, e querendo res-
    mas vende-se ainda mais em conta.
    Novo* livros de homeopalhia uicfranre/., obras
    lodasde sumrra importancia :
    Hahnemann, Iralado,das molestias chronicas, 4 vo- ''
    lumes............ 08000
    $9 Os abano assignados fazem scienle ao res-
    peilavel publico, que compraram a padaria @
    9 que foi il viuva do fallecido Carlos, sita uo 9
    9 largo de N. Senhora do Terco ou Cinco Pon- en
    tS las.osquaesprometlema lodos aqucllessrnho-
    res que Ihe* lizerem a honra de comprar o e\-
    cellenle pao, bolacha liua, biatoilo, falias, $
    9 holacliinas de araruta.deua servir com as me- @
    Ihores farinhas que houver no mercado, as-
    sim como a sua bolacha grande he firmaila ig
    ; com a firma de Ribeirot Pinlo, e a pequea tt
    com a de R. & p., avista do eiposlo esperam *s
    i a concurrencia lanto de seus amigos, como A
    dos lllms. Srs. de engenho: a paitara priu- a
    cipiar alrabalhar no da -2 de julho corrente. 9
    9 Ribeiro & Piulo. 6*
    999999999-&}$99U9999
    Francisco Ignacio de Torres Bandei-
    ra, escrivao interino do coramercio em
    priraeira instancia, da capital do Recif'e-
    temaberto o seu escriptori na rna es-
    treita do Rosario, rio primeiro andar da
    casa n 44.
    I O abaixo assigriado. dono da loja de
    charutos da ra larga do Rosario n. ."i2,
    pede as pessoas que se acham a dever con-
    tas atrazadas, que liajam de as ir pagat
    com a mesma vontade com que se Ihe
    iiou ; pois na falta serao chamadas por
    este DI.Mi 10 para assimofazerem.Jo
    quim Bernardo dos Reis.
    O escripturario da Companhia de
    Beberibe achando-se habilitado a comprar
    e vender accoes da mesma Companhia, of-
    ferece-se as pe-ssoas que quizerem com-
    prar e vender, a dirigir-seao escriptori,
    na ra Nova, sobrado n. 7.
    Precisa-sealugar urna boa'casater-
    tea, no baino de Santo Antonio, da'-se
    bom.fiador ou paga-se alguns tnezes adi-
    antado, e trata-se bem da casa : quem ti-
    vernnuncie para ser procurado.
    Antonio Barbosa de Barros, com sala de bar-
    beiro n rea da Cruz n. 62,1. andar, limpa denles
    queima e chumba com massa adamantina, e vende
    os frasquinhos por prejo commodo, assim como en-
    silla como ella lie applicada.
    - Porordem do Illm. Sr. presidente convoca-se
    o consellio deliberativo, eleiln em sesso de assem-
    blo geral de do corrente, para a sua posse no do-
    mingo, 15 do corrente mez, as 10 horas da manlia.
    M. F. de Souza Barbosa, secretario.
    Vendem-se sacras grandes com farinha de man-
    dioca, pelo diminuto pceo de 29">00 a sacca, estilo,
    ae acabando : na ra Nova, luja n. 35.
    Vende-se 1 par de rselas, i allincUs, 1 pul-
    ceira, 1 par de brincos, 1 par de fivella* para sapalos
    de sacerdote, 1 corrente para relogio, 2 li>ros pau-
    lados com mais de 200 folhas cada um, proprios pa-
    ra esoriptur.'cilo de loja do fazendas, e 1 boiao com
    brilhanle : na rna du l.ivrameiito n. 33, loja de cal-
    cado.
    {1 Vende-se urna taberna na povoaco de Beberi-
    be, com poucos fundos, casa com commodos para
    pequea familia, rio alraz : a tratar na mesma, com
    Jos l'raun-co Xavier de Mello.
    Ltivas de pellica,
    muito novas, para meninos, mulber e hnmem, pelo
    precn de 500 a 15000 : na ra do Qaeimado, loja
    de miudezas n. 15.
    He muito barato
    A400E 1.000 IS.
    Lencos de casa c seda com franjas, ,ric lindos e
    modernos padros a 400 rs., dilm de pura seda tam-
    liem com franjas, o mclhor possivel, lano em fazen-
    da como em sorlimenln a I -io. chales de algodao,
    dilos de larlaln a I90OO : .ia ra doOueimado n.
    33 A.
    Cortes de ca.se-
    MIRA DE CORES PABA CALCA A
    50500 e .S800,
    fazenda superior, e liodo m lmenlo : na ra do
    Oucimado 11. 33 A.
    Toadlas de lii.lio
    PARA ROSTO A G00 RS. :
    na ra do Queimade n. 33 A.
    2,300.
    Corles de rolllos ilegorgurao e seda, lindos e mo"
    demos goslos : na ra doQueimado n. 33 A.
    Vende-se urna mulata escrava, mora ; no aler-
    ro da Boa-Vista n. 67.
    Vende-se nm terreno na ra do Jasmim. nos
    Coclhos, hairro da Boa-Visla, com 30palmus de fren-
    te e 90 de fundo, sndo n fundo murado, bstanle
    alto, onde nao lem chegadu as ebeias, pndendo pro-
    curar-sc para qualquer negocio na ra de S. Fran-
    cisco, anligamenle Mundo Novo, n. 53, das 6 horas
    da manhaa al as9, e das 3 da tarde al as 6.
    Vende-se por 1:3005000 urna crioula bonita,
    com 1i annos, recnlhida. sabe bem coser v outra
    com 8 annos por 6005000 : na ra da Senzala Velha
    u. 70, segundo andar, se dir quem vende.
    Jg \endem-echapeos de seda para senhora j*
    J a 53000 e IttJOOOrs., esles chapeos chegaram
    1 nltimamente com um pequeo loque de mo- *
    B fo : na ra do Crespo, loja amarilla n. 4. 'jK
    N- Vendem-se 30 travs, as quaes se acham de-
    sembarcadas no trapiche do Hamos, sendo madeira
    de qualidade, com 35 a 40 palmos de comprimenlo :
    os pretendenles dirijm-se ra do Queiniado n. 6,
    que aeharao com quem tratar.
    Vende-se um terreno de marinhu j beneficia-
    do, em Molocolomb. por preco muitof^immodo : na
    ra do Qneimado, loja n. 61.
    i Vende-se urna calraia nova, grande, propria
    para os freles de vapores, com lodos os pertences,
    vela, remos, ele. : para ver na rna do Farol, e Ira-
    lar na ra do pilar, em Fura do Porlaa, o. 103.
    Bonitas franjas com bolotas para
    '.^ cortinados.
    Vendem-se na ra do Qqeimado n. 63,luja de Joao
    Chrisostomode l.ima .Imuor.
    Vendem-se corles de cansa prela de bom gqslo,
    pelo diminuto prec.o de 2J0OO : na ra do Crespo,
    loja n. 6.
    Vende-so um escravo de nacjto Costa, idadede
    35 auno-," qual he eslivador o catraieiro : na ra do
    Mondcc'o n. 25.
    NV LOJA DE 0 PORTAS
    em frente do Livramento.
    Vendem-se vestidos de seda, bonitos goslos, pa-
    ra meninas.de 3 a 6 annos por 69 ; lencos de cam-
    braia, briiucos e pintados, a 160 rs. ; chitas de bous
    pannos a 160, 180 e linas a 200 rs. ; riscados de li-
    nlio para roupa de meninej e homem a 240 rs. ; fa-
    zendas escura propria para roupa.de eicravos a 160
    rs. e ou'.ras umitas fazendas por preco barato.
    Sal do Ass
    a bordo do hiale Aora Olinda, a tratar com o raes-
    tre a bordo, ou com Tasso Irmos.
    I.ABVBINTHOS.
    Lencos de cambraia de iinho muilo Anos, loalbas
    redondas e de ponas, e mais objeclus desle genero,
    ludo de bom -goslo ; vende-se barato : na ra da
    Cruz n. 34, primeiro andar.
    Milito a SOOO-o alqueire: a bordo da barraca
    Diligencia, fundeada no caes do Ramos.
    Vende-se tim buhar em muilo bom estado, por
    preco minio razoavel ; nesla lypograhia se dir com
    quem trata-se.
    Vendem-se duas prelas de meia idade, urna boa
    quitandeira c outra boa rozniheira e lavadeira de
    trrela ; um prelo que serve para lodo ser viro e he
    liom caiador : na ra Direila n. 66.
    A 2g500;
    Vendem-se corles de laazinhas de cores,
    fazendas mdenlas de corea linas.
    Alpacas de seda de quadros e lizas furia-
    cores, propriaspara vestidos de senhora a 500
    rs. n covndo.
    Chitas finas francesas de cores fixas a 240
    rs. cada covado.^
    Caasas e camoi;aas de cores com babadas c
    a^*eolciidas, ciill rs. cada covado.
    diales de caxenaira de urna s cor, n 5JO00 i
    arada um.
    a ra rio Crespo, loja amarella n. 4.
    10500o
    8OO0
    75OOO
    65000
    45000
    105000
    . 305OOO
    i'rcri- i-se de um rapaz porliguez para caixei-
    ro de laberna, que (enha pratica desle negocio, e que
    de fiador a sua conducta : no lim da la do Pires,
    laberna da calcada alia. i
    Mnnoel Maria Rodrigues do Nalelmenlo, es-
    crivao interino das appellaciVs c aggravos dn tribu-
    nal do commetcio, acha-se no exerciciu dodilo ofli-
    cio, leudo eslabelecido o respectivo carlorio na casa
    de sua residencia n. 21, na ra atraz da matriz da
    isla.
    Teste, nrolesti is dos meninos.....65000
    Hering, homeopalhia domestica. .' 75OOO
    Jahr, pliarmacnp.i homeopalhica. 69OOO
    Jahr, novo manual, 4 volumes .... 16|000
    Jahr, molestias nervosas. ....... 69OOO
    Jahr, molestias da pelle. ...... 85000
    Rapou, histor a da homeopalhia, 2 volumes I65OOO
    Harlhmann, tratado completo das molestias
    dos meninas..........
    A Tesle, materia medica homeopalhica. .
    De Favulle, doutrina medica homeopalhica
    Chuica ,de Slaonel .......
    Casling, verdade da homeopalhia. .
    Diccionario de N vsien.......
    Atllas completo de anatoma com bellas es-
    lampas coloridas, contenrio a descripcao
    de todas as parles do corpo humano .
    vedem-se lodos esles livros no consultorio homeopa-
    thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
    meiro andar.
    AULA DE LATIM.
    O padre Vicente Ferrer de Abuquer-
    quemudou a sua aula para a ra do lia n-
    gel n. 11, onde continua a recebef alum-
    nos internos eexternos desde ja' por m-
    dico preco como he publico: quem se
    quizer utilisar de seu pequeo prestimo o,
    pode procurar no segundo andar da refe-
    rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
    EDuW'O DAS F1LHAS,
    Entre as o iras do grande- tencin, arcebispo de
    Cambray, merece moi particular men;ao oHalado
    da educacSo das meninasno qual esle virtuoso
    prelado ensica como asmis devem educar suas fi-
    Precisa-se de um caixeiro para lomar por ba-
    lanco urna taberua, no paleo do Pilar, cm Fra de
    Portas, n. 15.
    Aluga-se um mulalinbo de 14 annos de idade,
    escravo. muilo activo, diligente e fiel, bom copeiro,
    e que sabe com perfeirio fazer todo o serviro de una
    caaa, excepto o de cozinhar : quem o prelender, di-
    rija-se i casa do Hoapiciu enlre as das viuvas Arae-
    nio e Cunta. *
    Aluga-se urna boa casa na povoaco de Beberi-
    be, cum bom quintal, rio atraz, e al "se vender : a
    tratar ua mesma povoaco, com Jos Francisco Xa-
    vier de Mello.
    Um rapaz que se acha arrumado oflerece-se
    para caizeiroderua ou de cobranza, mesmo para al-
    gum senhor que receba assucar do mallo, para o que
    tem muita pratica, e da fiador a sua conducta : quem
    do seu presumo se quizer utilisar, annuncie.
    Precisa-se de um feilor para um sitio perlo
    desla cidade ; nagrua da Cadeia do Kecire n. 43.
    Sabbadu 14 do corrente, dopois da audiencia
    du Illm. Sr. Dr. juiz do civel da segunda vara, se ha
    de arrematar a armaeSo de orna loja de fazenda
    com urna pequea carleira, Indo por 505, penhora-
    da a Cosa ( Lentos, por exerucio de D. Jeromma
    Maria de Albuquerqur.
    Tendo fallecido no Ro Formoso Manoel Fran-
    cisco Pereira, o achando se cncarregadn da liquida-
    ?ao sen filho Joao Francisco Pereira, pede aos
    credores da mesma casa liajam de apre contas ou ltalos nesles 8 das, visto que lem de pro-
    ceder ao inventario, na ra da Praia n. 31.
    Precisa-se de urna prela idosa, escrava ou for-
    ra, para ama de casa de pouca familia, sujeilando-se
    esta a lavar, engommar, cozinhar e comprar : quem
    James Halliday relira-se para Europa.
    COMPRAS.
    ihas,para um di. chegarem a oceupar o sublime; !9"T "**,,!nl=""nsUncias.drija-ae a taberna da
    lugar de mi de familia ; lorna-se por lano uma|'"^a A queah! se dir quem quer.
    necessidade para (odas as pessoas que desejam gui-
    a-las no verdadeirocaminho da vida. Est a refe-
    rida obra (raluiida em porluguez, e vende-se na
    livraria da prara da Independencia n. 6 e 8, pelo
    diminuto preco de 800 rs.
    O Dr. Joao Honorio Bezerra de Me-
    -"idou a sua residencia da rita
    ua da Aurora sobrado n.
    "nm o aterro da Boa-
    'Ter a sua pro-
    ri nnn
    Compra-sc urna escrava que seja
    moca, intelligente, sadia e sem vicios,
    embora nenhuma habilidade tenha : a
    tratar-seno sobrado da ra do Pilar n.
    82.
    Compranvse palacoes brasileros, hespaulies,
    mejicanos e. pesos do 5 francos : na rna da Cdeia
    d* Recife, loja de cambio n. 38.
    '"ompra-se urna negra de boa figura, que sal-
    omar, coaer e cozinhar. paga-se bem ;
    leqne de 14 a 16 annos: quem
    "ruz n. 23.
    "> bairrn de Sanlu
    na laberna

    *ende-se urna rica flauta de bano e de bomba,
    com 8 ctutves de pjala, por preco commodo : na ra
    do Queimade, loja n. 14.
    -p Vende-se pur preco caromorid o verdadeiro v-
    uho de Bordeaux, em quarlolas e garrafas: no ar-
    inaxem da ra da Cruz n. 19.
    CIGARROS DE PALHA-
    Avisa-ce aos senhores acadmicos que
    hechegado a loja.de charutos da ra lar-
    ga-lo Hosario n. 32, os afamados cigarros,
    de palha fabricados em S. Paulo, vindos
    pelo ultimoiliavio qne veto do Rio de Ja-
    neiro.
    -*- Vende-se superior sal do-Asa vindo ltima-
    mente pelo brigue Feliz Dettino : f Iralar com o
    Sr. .Manuel Goncalves da Silva, ou a bordo com o
    capilAo.
    A o^500.
    chales de merino, finissitm fizeada, bonito sorli-
    menlo de lorias as cores, pelo diminuto preco de
    55500 rs. : na ruado Queimado n. 3:1 A.
    Baratissimo
    a7$500
    Chapeos de soi d seda cabo de canna de 26 e_28
    pollegadas, o mellior que he possivel : na ruado
    Queimado n. 33 A.
    Cuales de pura
    la a
    de lindos e modernos padres a "5OOO rs.. chales de
    ganga bordadas, pelo diminuto preeo-de 5800 rs, :
    na ra do Queimado n. 33 A.
    Fazendas baratas.
    Corles de cassa de cores com barra a 28000, chlaa
    boas de cores filas a 180 rs. o covado, dilas largas
    para lucio a 200 rs., ditas adamase a la azul c amarel-
    lus proprias para cubera a 2U), riscados franeczes
    largos de qiudros modernas a 260, pecas de cassa de
    h-la com 8 varas por I96OO, dilas de quadros a 29rs.
    corles deseila prupriospara noivas a205000rs.,cam-
    braias de Iinho finas a 5-000 a vara, panno de'linho
    para lences com mais de II palmos de largura a
    2l00 rs. a vara, corles de cambraia de salpico* a
    29880 rs,-. corte de casemira do cores a 4-5000, brim
    de quadrintios a 210 rs. u covado, sargelim escuro
    com nion a 160a covado, luvas decoras lio da Es-
    cocia a 160 o par, esguiao para peiln de camisa a
    15100 rs. a vara, panno prelu e de cores, merinos
    finissimus. e oulras muitas fazendas que a riiiiheiro
    se vendem por preco baralo : na loja n. 50 da rna
    da Cadeia du Recife defronte da ra da Madre de
    Dos.
    Lotejria do Rio de .Janeiro.
    No da 4 do correle mez deva correr em a San-
    la Casa da Misericordia a loleria 17.a do Hospital
    da mesma sania casa. as lojas do coslume na pra-
    ca da Indeneiidcncia existe i venda billieles e meios
    buhles desta loleria, os quaes lem nu verso o sinele,
    val do coslume impresso com lellras de tinta azul :
    os premios que tahirem ncsle bilbeles sao pagos
    logo que se distrjbuirem as listas, as quaes espera-
    mos pelo vapor nacioual, do dia 16 cm diaule.
    Vende-so urna bonita ecrava de 30 annos, en-
    gomma cum perfeijflo, coziuha e coso chao, urna di-
    la que engomma, cozinba e faz labyrintho e torio o
    meia aervi;o de ama casa, um prelo" que cozinba o
    diario: na ruados Qnarleis n. 21.
    Illms. Srs. acadmicos.
    do Quaimado n. 9. chegaram superiores
    a Babia intitulados Vrelas, .da fabrica de
    9 Acha-se ; venda o manual do guarda na- s
    Jt ciofll, 011 collecc.lo de todas as leis, regula-
    menlns, ordena e avisoa conreruenles a mes- 9
    3$ ma guarda nacional, orgauisado pelo capitao Jb
    ^ secretario geral do cumulando superior da ajj>
    guarda nacional da capital da provincia de ;
    O Pernambuco Firmno Jos de Oliveira, des- $
    1 de a sua nova organis^ao al 31 de dezembrn
    9 de 1854, relaliv'os.nao s au processo da qua-
    9 lilicacan, recurso de revista, ele, ete>.. Sf mo 38
    Jj) a economa dos enrpos. urgnuisar^o por mu- 9
    Cj( nicipios, batalhes, e compaohias, com map- $$
    60 pus e modelos, etc., etc.: veude-se .juica- 6$
    9 i::eiite no pateo do Carino n. 9, primeiio an- 9
    dar, a 55000 por cada volme, 9
    8S8S(Sa85t-8f8t*W'
    Vende-se o aprecia vel vinjio Bor-
    deaux engarrafado, muito propriopara as
    pessoas que se acham em dieta e por pre-
    co baratissimo, por ser urna pequea po--
    co que resta: na ra da Cruz n. 26,
    prtmeirb andar.
    'Vendem-se os verdadeiros licores de
    absyntho e kiich, chegados pelo ultimo
    navio Iranceze por preco muito commo-
    do : na ra da Cruz n. 26, prjmeiro an-
    dar.
    TE1NT0S PARA YOLTMTE.
    Vendem-se caixinhas core tentos.de mui-
    to bom gosto para o apieciavel jogo de
    voltarete, chegados ltimamente de Fran-
    ca e por muito commodo preco: na ra
    da Cruz n. 88, primeiro andar. ,
    A S?000 A PECA.
    Vendem-se nejas de brim fino de Iinho. com 20
    varas, prnpro para cerolas, bullas, lencoes e oulra
    mnilas obras, pelo baralissimo preco de 95000 a pe-
    ca, assim como mitras muitas fazendas que a dinhei-
    ro se vendem baralo : na rna da Cadeia -lo Recife,
    loja n. 50, defronte da ra da Madre de Dos.
    VINIiO DO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
    Vende-se por preco commodo no armazem de
    de Barroca & Castro, ra da Cadeia do Recife n. 4.
    GRANDE E NOTO
    Sorlimento de' chapeos de sol tanto de
    de panno, para homens e senhoras.de
    nhusequalidades, pa'ila de panno, sed
    alpaca etc., de Indas ascores^
    hrim bronco e pardo.e um sor
    viagem, assim como baleias para
    llios pura seultnras, colire-se e cu,
    qualquer qualidade de chapeos de
    preco (fue em outra joslqucr pi ai
    Collegion. 4, casa de J. Falque.
    Na rna da Cruz n. "2
    dar, vendem-sc os seguintes relogios por
    muito barato preco que faz admirar, re-
    logios de oord patente suisso, ditos de pra-
    111, ditos de dita don rada c ditos de dita
    galvanisada.
    -S.iperior rindo de champagneeBor-
    deaux : vende-se em casa de Schafhei-
    tlin & C, ra da Cruz n. 58.
    Na ra do Vlgario n. 19, primeiro andar, ven-
    de-se farelp novo.chegado dt Lisboa pela barca tra-
    tidao.
    Gtpas de burrachabaratissimas.
    Vendrm-se capas de^orracha, o melbor possivel,
    por preco que se nao vende em parte alguma na
    ra da Cadeia rio Recife, loja n. 50, defronte dj ra
    da Madre de Dos.
    Moinhos de vento
    *ombombasde repuso para regar horlas e baiia,j
    decapir.nafundicaodeD. W. Bowman : na raa
    dnBrnm ns. 6,8el0.
    AGENCIA
    Da Fondicao' Low-Moor. Raa da
    Senzala nova n. 42.
    Neste estabelecimento continua a ha-
    ver um completo sortimento de moen-
    das c metas moendas para engenflo, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de todos os tamauhos, para
    dito.
    Vendem-se em casa de S. P. Johns-
    ton & C, na fu de Senzala Nova n. 42.
    Sellins inglezes.
    Belogios patente inglez.
    Chicotes de carro e de montara.
    Candieirose casticaes m-onzeados.
    Chumbo em lencol, barra e mu ni rao.
    Farello de Lisboa. -
    Lonas inglezas.
    Fio de sapateiroedevela.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris de graxa n. 97.
    DEPOSITO D\ FABRICA DE TODOS
    OS SANTOS DA BAHA.
    Vende-se em casa de N. O.- Bieber &
    C, na ra da Cruz n. 4; algodao tran-
    cado daquella fabrica muito proprio pa-
    ra saceos de assucar e roupa para escra-
    vos, por preco commodo.
    V'ende-se um mulaliulio de idade Ib ,uino,
    muito lindo, ptimo para pagem, nm moleqoe de
    idada 8 annos, a um bom escravo de lodo tarrico ;
    ha run Direila n. 3.
    Vendem-se rodas de arcos para pipas, asaim
    cobo uumbas da carnauba: ooarroazeui do Gaerra,
    defronte do Trapiche da Algodao.
    Attenrjo.
    Na ra da Cadeia Velha n. 47,1nja do &i [Manoel)
    vende-se-damasco de 1,1a de duas larguras, fnuilo
    proprio-para cubarlas de cama e pannos de mesa.
    i
    POTASSA BRA5ILE/RA.
    Vende-e uperior poUsa, fa- |
    bricada no Bio de Janeiro, die- (
    gada recentemente, recommen- 1
    da-se aos senhbres de engenhos 0$ ,
    seus bons elfeitos ja' experimen-
    tados : na ra da Cruz n.' 20, ar-
    niazem de L. Leconte Feron 4
    Companhia.
    Em casa de J. Keller&C, na ra
    da Cruz n. 55 ha para vender excel-
    lentes piano vindos ltimamente de Ham-
    burgo.
    Vende-se urna balanza romana com todos os
    stus pertences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
    prelender, dirija-se ; rna da Cruz, armazem n. 4.
    COGNAC VERDADE 11(0.
    Vende-so superior cognac, em garrafa-, a 12JO0O
    a duzia, ; 18280 a garrafa : na roa dos Tanoeirns n.
    2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
    FARINHA DE MANDIOCA.
    Vende-se superior farinha de mandio-
    ca, em ,sacc.as que tem um alqueire, me-
    dida velha, por preco commodo: nos
    armazens n. 5, 5 e 7 defronte da escadi-
    nha, e no armazem defronte da porta da
    alfandga, ou a tratar no escriptori de
    Novaes i C, na ra do Trapiche n. 54,
    primeiro andar.
    Chales de merino' de cores, de muito
    bom gosto.
    Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
    volla para a cadeia. *
    ATTENQAO.
    Na ra do Trapiche n. 54, ha para
    vender barris de ferro ermeticamente
    fechados, proprios para deposito de l'e-
    ses ; estes barris sao os melhores que se
    tem descoberto para este fim, por nao
    exhalarem o menor ebeiro, e apenas pe-
    zam 16 libras, c custam o diminuto pre-
    co de VjOOO is. cada um.
    Vende-se pipas, barjw-vav.ios e bar-
    ricas i.nternad^ya^r"Tratar com Manoel
    Alves'fluecafJPRnior, na ra do Trapiche
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    Redundo de 640 para 500 m. libra
    Do arcano da iavencao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Berln, empregado as co-
    lonial! inglezas e hollandezas, com gran-
    de vantagem para o melhora^ento do
    assucar, acha-se a venda, em' latas de 10
    libra!, junto com o metbodo'de emprc-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de-
    N. O, Bieber & Companhia, na ruada
    Cruz. n. 4.
    Vende-se oseolha de cal de boa qnalidade : u
    ra do Bruin, armazem o. 14.
    A BOA FAMA
    Vendem-se tesouias para costura a I5OOO a duzia,
    peines para tranca a 1*500 a duzia, fu. de sana le-
    tradas, de ludas as cures, e sem nefelio a-120 rs. a
    vara, ti pec.as a 1JJ2O0, meias brancas para senhora a
    240 o par, titas brancas de Iinho a 40 rs. a peca, pe-
    cinhas de bico com 10 varas a 560 e 640, carteiri-
    uhas cum agulhas sordas a 240, escoras fian para
    denles a 100 'S., pulceiras ou braceletes encarnados
    para sinihora e menina a 320 e 400 ra., liuhas bran-
    ca de novillo 11. 50, 60, 70 e 80, a IjtfOO a libra,
    dilas da cores lambem de ovelio a 1J>000 alifara,
    buiora de porcelaua para camisa a 160 a grpaa, mia-
    das de Hutas linas para bordar a 160, dilasdepeso
    a 100 is., cairileis de tinhas de 200 jardas a 70 rs.,
    buits muilo linos de madreperola para camisa a 600
    rs. agrosa, ditos brancos e preloa para caigas? 280a
    grosa, hullas muilo Uuas de marcar, azuea e encar-
    nadas a 280 a cauiuha, com 16 novellos, dedaea para
    senhora a 100 rs. a duzia, micangas miudasa 40 rs.
    o macinhu, ditas maiures e ue todas as cores a 120,
    suspe sunus a 40 rs. o par, grampat a 60 rs. o ma-
    cinlio, atboetes a 100 rs. a carta, pedrs para escre-
    ver a 120, hrinquedus para menino a 500 rs.a cai-
    Linha, espelhoa com moldura duurada. fazenda su-
    perior, a 120 e 160, espelhos de capa a 800 rs. a du-
    zia. lavas de seda prelas com palmas de cores para
    senhora a 500 rs. o par, agujheiros de melar com
    agulhns sorlidas a 200, torcidas para caudieiro do n.
    que o comprador quizer a 80 rs. a duzia, penles de
    baleia para alisar a 280, dilos aberlos, boa fazenda',
    a 320, caixinhus com agulhas francezas de fondo azul
    a 200 ., filas de Iinho de cores, a 80 rs. e'peca, cur-
    das d( vula a 200 rs. a duzia, e alera le late isla
    oulras muiissimas cousas que ludo,se.vende por*
    prego* que faz admirar : na ra do Qneimado, uos
    quatro cantos, loja de miudezas da Boa Fime-n. 33,
    ho,
    caigas de
    malas para
    e esparti-
    Aa-se loria e
    ', por menos
    na na do
    Potassa.
    No'anligo deposito da roa da Cadeia Velba.es-
    criplorin n. 12, vande-se muito superior potassa da
    Rossia, americana c do Rio de Janeiro, a pregos bal
    ralos que he para fechar contas.
    Na'ra do Vigari
    ro andar, tem p^ra vender diversas m?
    sicas para piano, violo e flauta, como
    sejam, quadrilhas, valsas, redowai, scho-
    jckes, modinhiis tudo modernissimo
    ^lafe^nMJO-thrfcl 1l TMlll^a.%
    Aos
    A' roa do
    charutos d
    Rrandao.
    Na botica da ra do Collegio o. 6, vendem-se
    :! canoas, sendo 2 ric comluzir lijlos, aberlas, e 1
    'c familia, em bom eslado.
    Yemlem-se (i prelas mogas, com habilidades e
    de bonitas figura?, e 2 prelos: na rna larga do Ro-
    cano n. 26, segundo Andar. -
    Velas.
    Vendem-se encllenles velas de carnauba pura e
    de compnsirao, sendo eslas do melhor fabricante du
    Aracaly, pelo commodo prego de 149500 a arroba :
    na ra da Cruz armazem 11. 15.
    Na rna do Crespo, loja n. 12, vendem-si bons
    cobertores de algodao, brancos, de pello a IjlOO, e
    sendo cm pnrgilo faz-se alguma differniga no prego:
    lambem vendem-se sedas escocezas a 19200 o covado,
    bonitos padre e sem defeito.
    A ELLES, ANTES QUE SE ACABEM.
    Vendem-se cor les de casemira ric,bm goslo a 28,500
    13 e 59OOO o corle ; na ra d.o Crespo u. 6.
    Taixas pars. engenhos.
    Na ftuidiciio' de ferro de D. W.
    Bowmann na ra do Brum, passo 11-
    do o chafariz continua haver um
    completo sortimento de taixas de ferio
    fundido e batido de 5 a S palmos de
    bocea, as quaes acham-se a ,venda, por
    preco commodo e com promptidao' :
    embarcam-se 'ou carregam-se em cart*o
    sem despeza ao comprador. ',
    Vende-se um cabriolel e dous cavados, ludo
    junto ou separado, sendo os cavallos muilo mansos e
    muilo costurr.ados em cabriole!: para ver, na co-
    cheira 11. 3. dcfrunle da ordem terceira de S. Fran-
    cisco, e a (rolar Com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
    za .1 uiiior. na ra do Collegio n. 31, primeiro ou se-
    gundo andar.
    FAZENDAS DE GOSTO
    PARA VESTIDOS DE SENHORA.
    Indiana de quadros muilo fina e padrdes novus;
    corles de laa de quadros c flores por prego commo-
    do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina que
    volla para a rna da Cadeia.
    CASEMIRA FRETA A 4*500
    0 CORTE DE C4UA.
    Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
    volla para a ra da Cadeia.
    RA DOS QARTEIS.
    Ricos quadros com moldura duurada, com dese-
    nlio a oleo, e sobre panno, representando episodios
    amorosos, eousa encllente ueste genero, os pregos
    variam a proporgo do tamanho, sendo os grandes a
    I-S280,19000 e 800 rs.; 610, 500 e 400 rs. os mais
    pequeos; com esla quanlia orua-se com bellos qua-
    dros urna boa sala de janlar, no mais apurado goslo
    da poca : na loja de Cruz & Gomes, ra dos Quar-
    lais n. 24.
    He barato que admira.
    Vendem-se saceos com feijSo por di-
    minuto preco: nos Quatro Cantos da ra
    do Queimado, loja n. 20.
    COM PEQUEO TOQUE DE
    AVARIA.
    A i'000 rs. a pessa.
    Vendem-se na ra do Queimado, loja n. 17,
    pecas de madapoUo com pequeo loque de arara a
    3S00, e"algodozinho americano com pequeo lo-
    que a 29000 a pega.
    PIRA ESCRAVOS.
    A 1/41200 rs. -
    Coberlores de algodao encorpados: na ra do
    Queimado, loja u. 17.
    Deposito de cal de Lisboa.
    Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, contina
    a vender-se barris com'snperior ral virgem de Lis-
    boa, por prego commodo.
    VINHO CHERRY EM BARRIS.
    Etn casa ek muel P. Johnston 4 C,
    ra ta SenzWa-Nova n. 42.
    A Boa lama.
    . Vcudem-ie rquissimos leqoe* com lindas e fins-
    simas pinturas a 2o, 33, 41 e 59000 cada em, meias
    de seila pintadas de muilo bonitos padroes para cri-
    angas de 1 ale annos a I98OO o par, dilas de Do da
    E-cucia.jrriuilo boa fazenda, a 240 e 400 rs. o per,
    vullas prelas. para lulo com brincos, pulceiras, alfi-
    ueles, fazenda muilu superior, a JJOOO, ditas mais
    ordinirias a 13000, palito de lia de muilo bonitos
    goslos e guarnecidos para senhora e menioas, pelo
    muik barato prego.de bflOOO caria nm, bandejas n-
    nisaiuias e com delicadas pinturas, pelo baralissimo
    prego de 29 ale 63000 caria si,, i^njag de seda de
    ludas as larguras e cores, filas finas de ludas as cores,
    bicoj linisairoos ede bonitos padroes, de Iinho, ternu-
    ras ai mais finas qoe he poasivel encontrar se e"de
    todas as qualidades, meias e luvas de lodas asqoa-
    lidad;s, riqusimas franjas brancas e de cafes com
    bclol.15, proprias para cortinados, escoras muilo li-
    nas para c- -** roupa, estampas de sanios eoloii-
    AJJJjnaaae*, todu por pregos qne nao devaam de
    granar aos compradores: na rna ilu.Q irttlnWe enH
    quah n cantos, loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
    Esla loja toina-se bem conhecida pelo grande e be-
    nito sorlimenlo que sempre lem de miudezas de boas
    goslos e por pregos sempre mais barnice do que em
    outra qualquer parte.
    Vendem-se ricos e modernos pianos.
    meule chegados, de encllenles vozes, e pregos com-
    modos em casa de N. O. Bieber & Companhia, rna
    da Cruz n. 4.
    Grande sortimento de brins para' qum
    quer ser-gemenho com pouco dinbeiro.
    Vendo-se btim (raneado de listras e quadros,de pn
    ro Iinho. a 800 rs. a vara, dito liso a 640,, ganga
    amarell 1 lisa a 860 o covado, riscados escuros a imi-
    lago de casemira a.360 o covado, dilo de Iinho a
    280, dilo mais abaito a 160, castores de lodas as co-
    res a 200, 240 e 320 o corifdo : na ra do Crespo
    n. 6.
    COM PEQUEO TOQUE DE
    Algodao de sicupira a 39500 e 33 : vende-se na
    ra rio Crespo luja da esquina qne velle para a rna
    da Cadeia.
    Alpaca deseda.
    Vende-se alpaca de seda de qoadro. de bom goslo
    a 720 o covado, corles de 1,1a dos melhores goslos qne
    lem viudo no mercad a 49500, ditos de cassa chita
    a 19800, sarja prela hespanhola a 2:100 e 29200 o
    covado, selim prelo de Mactio a 29800 33200, guar-
    danapoH adamascados feilos em (uimarAes a 39600
    a duzia. loalhaide rosto Indas do mesmo logara
    93000 e 129000 a duzia : na ra do Crespo n. 6.
    CHALES DE LAE ALGODAO,
    ESCIROS A800 RS. CADA 11
    Vendem-se na rna do Crespo loja da esquina que
    volla para a roa da Cadeia.
    CORTES DE CASEMIRAS
    DE CORES ESCURAS E-CLARAS A 33000.
    Vendem-se na ra do Crespo, loja d esquina que
    volla pira a ra da Cadeia. ,
    Deposito, de vinho de cham-
    pagne Chateau-Ay, primeira qua-
    lidade, de propriedade do conde
    de Marcuil, ra da Cruz do Re-'
    cife n. 20: este vinho, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a :56<000 rs. cada caixa, acha-se
    nicamente em casa de L. Le-
    comte Feron & Companhia. N.
    B.As caixas sao marcadas a fo-
    goConde de Marcuile os r-
    tulos das garrafas sao azues.
    1
    Deposito do cjiocolate "francez^ de urna
    das mais acreditadas fabricas de Pars,
    emeasa de Vctor Lasne, ra da Cruz
    n. 27.
    Extra-superior, pura bannilha. 19920
    Eilra fino, baunilha. 19600
    Superior. 19280
    Quem comprar de 10 libras para cima, (em um
    abate de 20 %: venda-so aos mestnos pregos e eon-
    digoes, em casa- do Sr. Barrelier, no alerro de Boa-
    Vislan. 52.
    Vende-se ago em cunheles de nm quintal, por
    prego muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
    mont i Companhia, praga do Corpo Saulo n. 11.
    Riscado de listras de core, proprio
    pata palitos, calcas e aquetas, a 160
    ocovado.
    Vende-se na rna do Crespo, loia da esquina qoe
    volla para a cadeia.
    Vendem-sc no armazem n. 60, da rna da Ca-
    deia dn Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
    res relogios fabricados'em Inglaterra, por pregos
    me dieta.
    Vende-se eicellenle taboado de pinho, recen-
    (emen a chegado da America : na ra de Apollo
    trapiche do Ferreira, a entender-se com o adminis
    ador do mesmo. e
    fama
    \ endem-se meias de laia para padres, o melhor
    que lie possivel haver, pelo muito barata preciada
    290011 o par: na roa do Queimado, uos qualru cao-
    tos, I ija de miudezas da Boa Fama n. 33.
    A boa fama
    Vndem^se muilo bonitos chapeos de sol de seda
    com molas, pequeos e muilo delicados, proprios
    para meninas de escola, pelo barate prefo fle 39000
    cada om ; he cou deizirq de comprar : na roa do Queimado, no qua-
    tro cintos, loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
    .'AVALHAS A CONTENTOE TESOLRAS.
    Ni ra da Cadeia du Recife o. 48, primeiro an-
    dar, escriptori de Augusto C. de Abreu, conti-
    nuam-se a vender a 830W o par (prego fixo, as j
    bem iunhecidas e afamadas navMhiis de barba feilas
    pelo hbil fabricante que foi premiado na expeeirao
    de Landres, as quaes alm de duraran exlraardina-
    riamsnte, naosesenlem no rosto na acgau d collar ;
    vendem-se com a condigao de, nao asradaudo, po-
    derein os compradores devolve-las al 15 dias depots
    pa compra resliluindo-se o importe. Na mesma ca-
    sa ha ricas lesuurinhas'para unlias, feilas pelo mes
    mo fal'icAnle.
    f^SSSS @ SSSS9
    $ Cobre para forro de 20 at 24 on- tt
    (0 cas com pregos. m
    Zinco para forr com pregos. le% .
    Chumbo^m barrinhas. -
    Alvaade de chambo.
    Tinta branca, preta e verde.
    Oleo de linhaca em botijas.
    Papel de embrulho. 9
    Cemento amarello. 0
    Armamento de todas as qual i- A
    dades. Z
    Arreios para um e dous ca- |
    vallos.
    Chicotes para carro e esporas de
    acp prateado.
    Formas de ferro para fabrica de
    assucar.
    Papel de peso inglez.
    Champagne marca A &C. Sk
    Rotim da India, novo.e alvo.
    Pedias de marmore.
    Velas stearinas.
    PianOs de gabinete de Jacaranda', W
    e com todos os ltimos melho- &
    i-amentos. M
    No armazem de C J- Astley & C. &
    na ra da Cadeia.
    PELHIMi E MAIS PECHINA
    NA RA NOVA N. 8, LOJA DE
    Jos Joaquim Moreira.
    Ataba de receber polo ultimo navio francez. nm
    magnifico sorlimenlo de burzeguins parn senhora,
    todo de duraque, mas qoe pela delicadeza com que
    dilo feilos e consistencia da obra, muito devem agra-
    dar ; accresccndo alm dalo o prego, qne apenas he
    de 2J400 rs. o par, bem como, sapalos de cooro de
    luslm para senhora a igw* ditos de cordavgo mui-
    lo novos a 1*000 ris, pagos na ocenaiau da en-
    trega.
    ?? Vendem-se dous pianos fortes| de
    Jacaranda', construccSo vertical, e com
    todcs os methoramntos mais modernos,
    tenca vindo^no ultjmo navio re Ha.m-
    bur;o: na fu da Cadeia, armazem n.
    21. "
    PER?. TYP. DR M. F. l)B FaRTA. 1&53.
    i
    10
    9
    m
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    0
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    v
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