Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00806


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Full Text
m^
!
:**
ANNO XXXI. N. 160.
SEXTA FEIRA 13 DE JULHO DE 1855.
Por 3 meses adan lados 4,000.
Por 3 meses ventados 4,500.
Por anno adianttido 15,000.
Porte franco para o sobscriptyi.
DIARIO
. :jJGARBBGADOS 0A SIJBSCRIPCA'O- CAMBIOS.
propriet>rioM. F. d Faria ; Rio Je Ja-[Sobre Londres, 27 1/4 e 27 i/8 d. |por IB.
i, o Sr. Joo Pereira Martn. Baha, o Sr. D. par- 355 j f
Dunnid- Mace, eSr.Joaquim Bernardo do Men- t-l <> inn ,
hibV, o Sr. ervazio Vctor da Valivi- tilap 98 a 100 por 100.
Sr.Jeequim Ignacio Pereira Jnior; Rio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Araeaty. o Sr. Amonio de Lemcs Brasa; Ceam, o Sr. Acedes do banco 30 0/0 de premio.
??"hv^' V^01" cornnanhia de Beberibe ao par.
quiiuVIsrqBes Rodrigues ; Piauny.cSr. Domingos .- j K
aPestoaCeareace; Par.oSr.Jus- da companhia de seguros ao par.
Amazona*, o Sr. Jeronyrao da Costa. 1 Disconlo de latirs de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oqm i hepaaholag* . . 28*100
Moj i de 6*400 veloas. . 160O0
> i de 69400 BMW. . 16000
de 4000. . . weoo
Prata.-rfauj e brasileos. . . 1|940
Pe" icolumnarios, . . 1940
*1
PARTIDA DOS COIIREIOS.
Qiinda, todos os dias
Ckruar, Bonito eGaranbum nos dias 1 15
VHrarBel!a, Boa-Vista, ExueOuricury, a ISe 88
W000 Goianna e Parahiba, segundase sextas-feiraa
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE HOJE.
Prirneira s 3 horas e 4-2 minutosdn larde
Segunda s 4 horas e 6 minutos d raanbaa
AUBIENOiAS.
Tribunal do Ccmmewuo, segimda*equintos-feiras
Relaeio, tercas-feiras e sabbaun "
Faaenda, terca* a sextas-** ras as 10 horai '
Juizo de orphaos, segundas e quintas as 10 bdras
1* vara do cirel, aegundas e sextas ao mai#ie
2* vara do eivel, quertas e sabbados ao meieidia
EPHEMERIDES.
Jullio 6 Quartominguaoleaos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
' 14 La nova as 2 horas, 11 minutos e
4u segundos da manha.
ji 22 QuartocrescenleasSltoras, O mi-
nutos e 40 segundos a manha.
29 La cheia as 4 horas 44 minutos e
33 segundos da manha.
DIAS DA SEMANA.
9 Segunda. Ss. Cirilo e Bricio bk.
10 Terca. S. Silvano m. ; S. Bianor m.
!t Quarta.S. Sabino B. ; S. Abudino m.
12 Quinta. S. Joo Guafterto ab.; S. Jason.
13 Sexta. S. Anacleto p. m. ; Ss. Joele Esdras.
14 Sbbado. S. Boaventura b. eard. edoutor ser.
15 Domingo. 7. O Anjo Custodio do imperio ;
S. Camilo de Lellis fundador.
T
ADVERTENCIA.
So h permettdo pagar a sbicrip-
ie DIAKIO a 4.S00O vs. o quartel
dentro'de i 5 dia* do coinetjo; depois do
que jmente *e recebera' a i$500.
fete ricial
OOVX.HN0 DA PROVINCIA,
nominilla i do da ') de *julho.
UflleteAo Exai. coraman Jante superiK, fitd* aE&ni ente ijroniciitN,. Ioteirando-o de
havt' aotorisado ao Inspector d Ittesour.iria de fa-
zenda a mandar pagar ao* oliiciaes do exerci o em-
pragidos nos corpos da mesma gurda nacional, e
aos cornetas dos supraditos carpos, os vencimentos
eorrespoudentes ao mez de i en lio ultimo no caso de
eslarem no* termo* legaesaToIliae'pv** que S. Exc.
reroetleu.
DitoAoExm. eonselheiro presidsoie da relacao,
decUrando haver o promotor publico desla cidade,
baehart Antonio l.uiz tyvalcanli de Albuquerque,
participado que reassuniira o szercicio do >.eu car-
io.Igaal eommenicacAosu fez a llie*ourara de fa-
cede.
Dito-Ao mesmo, eommuni cando que, lendo o
promotor publico da comarca d Goianna 'dudo pat-
io de doenle, lora mineado o hacha re Luiz Conni-
ves lia. Silva para ezercer interinamente aquelle
lugar.
DitoAo Exm. mareehal commandante das ar-
rea*, remetiendo por copia o aviso da repai lcio da
guerra de 27 de junho ellirOD, dando providencias
atera da instruccao, uniformts, alimentos e cura-
tivo das pracas do* corno* do eierci I o. -
DitoAo mesmo, inleirandcg de haver autorisa-
do ao iBtpaoUw miietouraria le fa.'.enda a mandar
pagar o que se estiver a dever ao alfares, Jo* de
Avitla Bilancourl Neiva, visji dos documentos que
S. Exc. remellen.
DitoAo mesmo, traosmitiindo por copia o aviso
le 11 de judio ultimo, nqoal o Eim. Sr. ministro
i guerra alo m manda dispensar do servido em
que M acha uo arseuat de guerra o capitn do se-
uudo balalhaode arlilhari.i a pe, Jo3o Evangelista
terj da Fomeca, ma* tamheni deiermina que elle
(ifl immediatamente para o iiiesnio batalh.lo.b'i-
zernra-se as aeceenrias communicacoes a respeilo.
DitoAo mesmo, enviando copia do avisi.'la re-
ptrticao da guerra de 18 de ju olio prximo lindo.do
arta qae se eiaedio orleai naca que o pri-
leoenle Francisco Mauciel Pereira Konles, se
na prirneira opportuniJade ao quarto bala-
artilharia a p,a que pertence.
itoAo mesmo, Iraosmilrjndo por copia o aviso
ministerio da guerra de 3 de junho prolimo rin-
do, commnoicando haver-se oncedido passi'gem pa-
re a dcima primeiro batalhau de nfaiitaria, ao se^
gundo sargento do nano d inesmi arma, Xargine
Joto da*iN>ve, que se aehava addijo aoiiin bata-
IUuda Parahiba.
WloAo clicfe de polica, declarando quj remel-
wsoararia pravineiil para serem psga, es-
K termos legan, as cuntas que S. S. remel-'
as (lilas cqm o sustenlo do* presos po-
iNWdaa cadeias de liuda u llouiln, a contar do 1
i allirao de junho deste aanol_^r.
Ji^Jdt'.Nu mtpeclor da Iheiuraria de fazi
idando a,expedi{3o du suai orcns,para/qu
a inspector da aMandega eousiota io daapacliqtiseiito
i barrica*com cementovindasuobri-
U da que foram coalraladas
arsenal di niarin u, com os nego-
Bidoulac para as obras a cargo do
arsenal.Comaiuoiroi-se ao referido' ins-
' peel.
unouicaud que.poi- decreto
iltuuo. Mtiondo consloa de aviso
ao mnz, %o eoncedeu a dernis-
eomelbeiro viscon le ile Ahael do
argf ib ministro e secretario de citado dos negocios
iestraofeir**. nomeoa-*e para o niesm largo ao
zm. Sr. JosMaria da Silvn Paninho*.
IMAo inspector do arenal de marinlia, trans-
iaviso o. 3 A da repartido da
marioha de 23 de-]Hho ultimo, dando providencias
ment das d etasn. 5 e6 designadas
regulamenlo iinneio ao decreto n.
neiro de 18) pac) OS doenles dos
hoipitaesda armada.
HiloAocapiUo do porto, tranmiltindo por co-
pia, para ler execuc^o na parte que llie pertence o
evito circular n. 3 expedido pela repartirn' da ma-
Tina acerca da qneixade virios pilotes de carta
que leen sido preteridos nos smbnrq nes per. oolros
quu Me ss lem.
\t juiz roaaicipal da prirneira vara, derig-
nando-o para fazer parle do conselhn fde revista da
guarda nacional deste municipio.Communicou-se
ao respectivo commandante superior.
DitoAo director da colonia de Pimenteiras. Es-
tando de posse do relalorio do estado dessa colonia,
S qae s refere o oflicio de Vmc. firmado em 20 de
junho ultimo, lenho a declarar-lhe em primeiro lu-
gar, que nao ha inconveniente em serem aproveila-
dos.conformo Vmc. propoz.para aedificacao do quar-
tel desse estabelecimento, os alicerces que ficam ao
lado esquerdo da esa dessa directora, com tanto
que nao seja contrariada en alterada a idea principal
do pljpo da obra do aname quartel; e em segundo
Hogar que pude Vmc. mandar abanar ao mestre car-
pina da colunia o jornal de 23000 rs. nos dias em
que elle trahalhar.Communicou-se Ihesouraria
de fazenda qnanto a segunda parte.
PortaraMomeando de conlurmidade com a pro-
posta do coronel commaodanledo primeiro batalliio
de infantaria da gnaMlHlcional do municipio do
Recife, para oliiciaes dsTrnesmo batalhao, aos cida-
daos abaixo declarados.
5.a Companhia.
AlteresAntonio Aureliano Lopes Couliobo Jnior.
8. Coropanhia.
Alftres Fi mino Moreira da Costa.
Commonkou-se ao respectivo commandante su-
perior. *
DitaAo agente da companhia das barras a vapor
recomendando a expedlcao de suas ordena, para que
no vapor que se espera do norte sejam transportada8
por conta do governo para os porto* do sul.as pravas
que pelo mareehal commandante das armas forera
remedidas para bordo do mesmo vapor, acorapanha-
das de relacao, e bem astim as molheres e filbos
daquellea que forcm casados. Parlicipou-se ao
mesmo mareehal.
10
Oflicio Ao Exm. commandante superior da
guarda nacional do municipio do Kecife, inleir.ni-
do-o de havero Exm. Sr. ministro da justica par-
ticipado em aviso de 9 de abril ultimo que se eon-
cedeu ao lente coronel commandante do 3o bata-
lhao de infantaria da mesma guarda nacional Jos
Candido de Barros seis roezes de licenea afim de
tratar de *ua saude onde Ihe convier.
Dita Ao Exm. mareehal commandante das ar-
mas, communicando haver .autorisado ao inspector
da (hesoiirana de fazenda, i mandar pagar ao capi-
lao Manuel de Olveira Bolas, z quanla de que tra-
l,im os documentos que S. Exc. remctteu,caso esle-
jam elles nos termos legae*.
Dito Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
commiinicnndo afim de que o faca constar ao ins-
pector da a fandega e ao adiministrador do consula-
do queo Exm. Sr. ministro dos negocios eslrangei-
ro, parlicipou em aviso de 14 de jifnho ultimo, que
fora concedido' a Frederico Lopes Guimar.tcs, o im-
perial beneplcito para exercer interinamente nes-
la provincia as funeces de cnsul dos Paizes Bai-
xos durante a aueiicia do eotnnl C. vou S'ohsten.
Fiz*ravn-*e as outras communicardes.
Dilo A o mesmo, Jraumillindo por copia a avi-
so de 27 de junho ultimo, no qul o Exm. Sr. mi-
nistro da m.irinha, communicando haver o prii
ro lente ifarmada Francisco Duarle da Cost
dal requerido que se pague a sua familia nesta
vjujTj*at^|*^*aaj|aU^a ,> parle na impo'.
n., liquido do i detconto para **
pi, declara ao mesmo lempo>quu solicito
Misterio a azeuda a expedicjlo das convcnien.e. r-
dens, para que aquella Ihesouraria faca abonas o di-
lo venci'meuto, a contar do 1 date mez em diante.
Iguat commuiiftaco se~TeTad"1n"rpTnrter-ido- arse-
oilde marinha.
DitaAo mesmo. declarando, que sendo inda
nemesiiras Faculdade de Direilo, segondo! infoc-
meu o respectivo director, nao n> a* 18 cadeiras de
que pede pasamento Remigio Kneip, no requeri-
inenlo que devolve, mas tambemuma para o presi-
dente dos autos da mesma Faculdade, mande S. S.
entregar aquellas ao mencionado director e faca-pa-
gar a respectiva importancia ao supplicanle, recom-
mendando-lhe a factura da que anda c faa neces-
saria aquello estabelecimento. l'arlicpou-se ao
supradilo d rector.
Dito Aojuiz relator da junta de justica Irans-
mitlindo para ser relatado em sessSo da mesma jun-
ta o procesi} verbal feito ao soldado Jo3o Lucio da
Silva perlencenle ao 2" halalhao de infantaria.
Parlicipou-e ao mareehal commandante das armas.
Dito Ao desembargador Firmino Antonio de
Souza, dizendo licor inleirado de haver S. S. entra-
do no exercicio do cargo de presidente do tribunal
do commercio, e hem assim que recommendara aos
desembargailores Agostinhe Hermelindo de Leo e
Caelano Jos da Silva Santiago, para que quanlo
antes ehtretn no exercicio de seos lugares, afim de
corrate A poasa levar a eBeito ai O que ludo declaro a V. Exe alisa d q,ue seja
tribunal deJSH instancia. Nosle poiilualeaijDle cumprido pela parle qoo Ihetoca.
ao, mencionado. h. I *! >rdo a V. Etc. Marq-e. d. Caxlas.
qne no dia \
abertura do
sentido oftlel
dores.
Dito Ao inspector do arsenal de mirlaba, re-
comraendandoaue coa urgencia mande fazer os pe-
queo* reparo de que,carece o escaler .qne esl'fer-
vndo uas vidlasda reparticao da saude. fornecen-
do oulro poi empreslno Ao respectivo provedor,
afim de que, jae* vi shas nlto fquem parausadas.
Coinmiinicoii-jse ao referido provedor.
iloAo jal* dediretodol!onilo;dezcndo que com
o parecer quatr^aietta peraeplada eo>tita*tl> |aj
dentella relacao responde ao officin em qne Smc.
parlicipou ter nomeado interinamente ao escrivao
do crinse daquelfe termo Gregorio Francisco de
Torres Vaseoiccllos, pera exercer o lugar de escri-
vao do Jury, qde foi abandonado por Jos Florencio
deCarvalho Torquera.
Dilo Aojuiz municipal de Garanhuns, aecusan-
de recebido o oflicio ana que Smc. communicou que
havendo fallecido FraneJtco Flix dos Santos tabel-
liando judicial, notase escrivao do crime o eivel
daquelte termo preenchera Vsa vaga temporaria-
mente, e declarando m resposta que deve Smc.
remmelter copia do respectivo edilal afim de ser
aqu reprodu/i lo como determina a lei.
Dito Ao major Carie* de Moraes Camisao, de-
legado do termo de Garanhuns.Concadendo a exo-
neracao que Vmc. solicito em sen oflicio de 15 de
maio ultimo, do cargo de dafesado desse termo e do
commaiiilo-da Torca volante, afim da rccolher-so a
esta capital para'tratar de sua saode prevaleeo-ma
desla occasiao para louvar o* valiosos servicos que
Vmc. pre-tou ao governo em lodo o lempo de sua
longa e ardua commissao. Fizeram-se as necessa-
rias communcatjoe*.
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial,
para que a vista do ornamento e clausulas que re-
melle por copia, contrat Smc. com o empreiteiro da
obra do caes da Capibaribe Jos Goncalves Ferrcira
a reconstrucrao da parlo do mesmo cae* que foi de-
molida pela cheia do anno passado. Communicou-
se ao director das obras publicas.
Portara t- Coscedendo licenea a Manoel Joa-
quim Ramos e Silva, para remetler para Lisboa no
brigue Tanjo l, 5 duziasde taboas de amarello era
prancboes, afim de serem empregadas na obra de
um navio que all se esl rouslruindo.
DitaNomeando de couformidade com a proposla
do r.hefe de polica para os lugares deaupplenlesdo
subdelegado do primeiro dislriclo da freguezia de1
Jabotao do termo do Recife aos cidadaos abaixo
declarados:
I. Bacharel Francisco do Reg Barros Brrelo.
. Jos Francisco de Simia LeAo.
tf, Antonio Francisco Xavier Pae* de Mello.
>5. Jos Francisca Pereira da Silva Jnior.
Communicou-se ao supradilo che lo.
desembarga- |gr prejliemed, provincia de Pernambotto,
Jas Jorufuim CuelHo.
Conforree.- Caitoui Leal Ferreira, ijudanle de
orden* encarregadodo detalhe.
ERRATA.
Na onbjm do dia do quarlel general ob o n. 81,
insera no Diario de Pemambucode 12doorren-
le, esa lugar depara ser tomado na devida coosi-
deracJo que merecerleia-se para ser tomado na
considertao que merecer.

aiifiniun. ~
nio Polycarpo Cabral, para ir a Europa Iralar
saude.
I.^e o seguinte parecer :
A comnihuao de poderes, examinando as Utas
parciae* e geral da eleicio a que so procedeu na
provincia do Par'., para pteeucher a vaga qaadei-
xouoSr. Jos Clemente Pereira, e comparande-as
com a lista que deu lugar i caria imperial d> 6 do opposico com a commissao, e porconseguiole psre-
------.------------j------1i. BL.J ce que V. Exc. nao acerlou com a minha nomea-
/

gluia mm.
Por madama G. Reybaad.
XI
Celesliou Piolet parti curt cueilo no dia seguiile.
Hagai acoinpanliou-o al a Irada, e depois de ler-
Ihe feilasuas despedidas, rorreo ao caello pera ser
a piimaira que con'aase como seu joven amo deciji-
ra-*e a ir a Paris.
bando esta noticia, Mini nio manifeetou mui-
la sorpreza, e respondeu lacnicamente :
e evidente que elle inrfadava-se aqni; boa
viaaem I...
Pirm quando-Magni relimn-se, ella foi oecullar-
o fundo do jardim e choroo muilo lempo. Nos
da* segninles estere triste e ce mo humor ; depois
eonwtoa-*e, eproeuroo desoafadar-se fazendo quan-
lo at cntio Ihe fura vedado. Sahia mullas vezes
para ir pwsear pelos camp, osT para costear a ba-
ha na Aerea de algum pescador. Quando vollava,
soffria com indifferenca as repreheiisoes-lfc boa ve-
Iba Petroailha, e como para |n-ovar-llie'erraso que
fazia de mas admoetac6es, onlinnnva no dia se-
guinte seos paselos vagabundos. Urna vez foi'as-
uinha at Roseoff, poroorrea a porto e vollou
mui eeatentq pur ter encoulrado aiguns marinheiros
agados que iam de taberna em taberna de hra-
asntoando eanc-3ei bacchicas. Seu ins-
i dispertado i nsse aspecto, i; ella cx-
ia tenlae vaga de continua r seu ca-
minho ao acaso, e de tornar vida negligente e li-
vreque pasvAra desde a infancia.
Entretanto o invern carn gara a* nltimas folhas,
e o sel apparecia apenas raran vozes alravez da cho-
va u da eros. Mimi nio pode continuar iteus pas-
seim, e acontecia-lhe al pastar urna semana inteira
em que mo lempo Ihe permillise por oh ps fura
do caslello. Em um dia de enfado desespeado, ella
leiribrou-se de revolver a bi iliotheca do cavalleiro.
\ Hara era m canto alguna volum.-s esqaecides lal-
vez de*dt vinle anuos : eram romances <\) seclo
pastado, Goiiralo de Cortlcia, Eslelia e oolros do
mpMiio genero. Miml laucn nio delles e leo-os
avLtasnente. Essas fic^Oes iigraOavaro-lmi muilo,
nao porque romprehendes amante de >tella, os senlinientus cavaiMroso* do
heroico servo de Isaflal, Ci iholira ; ma* essas gran-
de aventura?, a pelavra amor escripia em todas a*
paginas, enes retratos de hroes jovens e eneanlado-
deleilavam-lhe a ima^inaco e faziam-oa so-
um amante bello eomo Aesnorin, valeroso como
de Foix, cheio de honras a de poder eomo
'Jova, o gramil capil.lo. A Ismbran-
istibo era apasqda |or estes semblunles no-
imi nao pensara :j,ais aelle senBe com a-
margo desden): o pobre rata: parecia-lhe i,m miie-
rea, di
(,") Vide9 Diario n. 159.
ravel com seu* avos contrabandistas, seu tlenlo de
fabricar Techadoras e sua herau;a de quiuze mil
francos.
Quasi dous niaw passaram-se sssim, e os senho-
res do caslello eram esperados a qualquer momento,
quando Nicolao, um dos criados qae linlia sido leva-
do a-I'ans, chegou urna manha carregado des or-
den* do cavalleiro e das commissAes de madamesella
de Kerbrejean. O cavalleiro declarava que sua au-
sencia se prolongara al ao fim do invern, e Irep
enviava anlecipadamenle a lodos seus mimos do pn
meiro dia do anno. Alm dislo escrevia a Mimi
urna carta de lembranca e de amizade. Essas pou-
cas linhas nao cootinham iienhuma das effusoes a
qne as moras gostam de abandonar-se em sua corres-
pondencia ; mas reuma nellas como urna expansao
involuntaria das vivas rapressoes, da alegra com-
pleta de urna alma joven que abre-se a emores des-
conhecidas, a urna vida nova. Mimi reparou nisso
vagamente, e diise com um suspiro de saudade e
lalvez de inveja :
A senhora Irene est contente la em Pars....
nao cuida em vpltar.
De noile durante a vigilia Nicelo conloa suas im-
'pressiies de viagem. O pobre rapaz tinha um espi-
rito naturalmente difluso, e a mnllidAo das cousas
que vira contribua ainda para perlurbar-lhe as
ideas. -
Quando pens na vida que passa-se l, fico ain-
da aturdido, disse elle ingenuamente i lauto os ca-
fallos como a gente nunca estao em repouso. Os
ames fazem visitas todo o dia e v3o ao baile toda a
noile, d sorle que as carruagens rodam continua-
mente. Purm gracas ao co na casa de madama de
Kersaliop nao ha esses hbitos, e l nao ouve-se mais
rumor do que aqui. A habitaran he no meio de um
bullo jardn, junto da aldea de Neully. Quando di-
go aldea, nao imaginem duas oa tres ras eom casi-
nhas mal construidas e ama praciuha no meio : em
Neully ha nao sei qaanlas ras bellas, e n rei ah
lem um ca-tello. A casa de madama de Kersalion
nao he ISo crande eomo esta ; mas esla tambera ri-
camente situado. Sei isso porque ajudci a criada
grave a arrumar os armarios. aposento prepara-
do para o s nhor cavalleiro e a senhora Irene he dos
mais magnficos. Seria coosa de nunca acabar, se
eu qaizesse rrfeur-llies iniudameiile ludo o que lia
sobre as chumincs c praleleiras: (er-me-niam ido
necessarias duas ou lies horas para sacudir a podra
de ludo san. se livesse ousado tocar-lhe. Os primei-
ros dias fon.m passado em familia ; mas depois veiu
muila sent. Todas as mulheres que a senhora cou-
deasa freqnentava em sua vida qnando ia a Paris,
Iralaram-lhe rauiq bem a lilha. Todos os dias che-
gavam nov. consaes. A aenhora Irene foi murta*
vezes ao baile, e sra eu aempre quem a acompanha-
va... Quau-.o ella enlrava comtozida pelo enhor
cavalleiro, era urna admiracao geral... Sabe-se na
ante-cainan ludo o que diz-s* no sali, e eu eslava
ufano.
E qnt diziam f interrompeu repentinamente
Mimi. que (iarecia dormitar junio do fogao.
Diziaii que a senhora Irene he a rapariga mais
bella de Franca, responden Nicolao, e com efleito
he verdade. Nao reparramos nisso aqui,porqu es-
lavamos acosturaados a v-la, e tambera porque ella
COMMANDO DAS ARMAS,
Qnanel-caaorad do cimaoit. da* armas da
Paraamhneo aa cldado do Kecife, em 12 de
julho da 1855.
ORDEM DO DA N. 82.
I de campo coramindante das armas
is seiihores coinmandanles de corpos
vncia, a pontoal e fiel obsr-
ircMiar do ministerio dos' negocios
~e junho do correte anuo, que se-
Circular.
.... .-... Muislerjo dpx negoeins da guer-
ra em 27 de junto de 185.(Ilm. e Exm. Sr. S.
M. o Imperador ha por bem determinar :
1. Que os corpos deexercito, sempre que o lem-
po o permittir, facam ezercicins em todos o* dias da
semana, sendo em um exercicio geral do carpo, em
oulro, de esqueleto, e nos mais de cumpanhlas(| ha-
vendo pelo meos por mez, um exercicio de fo'go e
Uro ao alvo ; fazendo o- corpos de cavaIIaria e Ar-
Miliaria a cavado esses exercicios a p, e sement
montados urna Vea por.mez as eetacOes iroprias.
2. Que seja exceulado sem a menor discrepancia
regulamenlo do* uniformes, nao se tolerando alte-
racAo alguma noque esl decretado, 'ero, qne cora
as pecas do uniforme se usem oulras que del le nlo
fetem parle.
3. Que haja amaioi vigilancia na adminislracao
e fiscalisacao e eusino das escolas de prirneira* lel-
tras dos corpos, execotando-se ponlualmente o re-
gnlamentn respectivo, afim de que se posea colher
-proveitoda instituirn.
4. Qne a* pravas dos corpos sejam bem alimenta-
das, havenda toda a vigilancia sobre a administra-
cao dos rancho*, para que os gneros alimenticios
srjam de boa qualidade, e as races salReienles pa-
ra o sustente.
5. Que as peras de Tardamente sejam distribuidas
nos devidos lempos, afim de que as pracas nao an-
dem desfardadas, nem com fardameulo estragado,
G. Que haja o mais vigilante cuidado no curativo e
tratanienlo das pravas enfermas, lano nos hospilaes
de admiuistretto militar, como nos particulares, e
nos de raridnda onde forem rernlhidns, devendo es-
tes as pracas ter sempre visitadas pelos seus chefes,
ou por officiaes poV oles Horneados, e por cirurgies
dos enrpos. M
nunca tomava estes bellos Irages que assenlam-lhe
lano.
Quaes trages ? pergunton ainda Mimi.
Vestidos de fil, flores, fitas nos cabello*, col-
lares de peroles e inuitos outros adornen. Era ma-
damesella de Kersalion qnem escolhia Indo isso, e
nos dias de baile aehava razer em vestir com suas
proprias maos a senhora Irene, Conven dizer-vos
que ellas ligaram-se por urna amizade 13o forte como
3 tivessem pajeado toda a vida juntas.
Isso he muilo natural, dUsefito a camarista,
a lallecida copdessa perlenria familia Kersalion, e
nao sei que haja prenles mais prximos. I
Perdoe-mc, Pelronilha, responden Mieolo, ha
o seohor duque de Renoval.
Eu nap o sabia, tornou a velka gravemente.
Se se tratasse dos Kerbrejean*, ou poderia dizer-lhc
todas as suas alliancas; mas nao estou tao bem infor-
mada quanlo aos Kersalion*.
O duqoe de Renoval! repeli Mimi; he um
grande (dalgo.?
Essa pergnula parecen insolente e tola a Nicolao,
o qual ergucu os hombros e conlinuou :
parentesco vem do lado de madama do Ker-
salion ; ella chama o sephor duque meu sobriuho,
ou Gaslao, familiarmente. Como nunca sabe por
causa de suas enfermidades, elle vem visita-la mili-
tas vezes. Eu corra sempre i grade para v-lo che-
gar com sua bella parelha de cavallos baios, seu co-
cheiro erapoado e seus pagens ricamente vestidos :
de certo Sua Magestade nao leria orna carruagem
mais bella.
Mimi imaginou logo um mancebo formoso, ele-
gante, rodeado de luxo e vestido como um principe
dos conlos de fadas. O pensamenlo de que elle po-
deria amar Irene, atravessou-lhe vagamente o espi-
rito, e por um successtu natural de ideas, exclamou
repentinamente :
E Celestino Piolol'! Voss nao encontrou-o
IA? r *
Eu ia esqnecer-me de fallar desse schismalico!
exclamou Nicolao." Nao sei como he Uso ; roas elle
esta em toda a parto : encontra-se em todos os can-
tos de roas. Muilas vezes passou ao lado da car-
ruagem, e at nma vez cscapou de ser esmagada de-
baixodas rodas. Um dia que o senhor cavalleo e
a senhora Irene sainara da pera, c que eu tinha
feilo chegar a carruagem, achei-me em face delle.
Eslava elegantemente veslido, de rllele branco, lu-
vat amarellaa e .mnele de ouro na grvala. Dei-
llie bas noites ; mas elle pareceu nao reconhecer-
rae. No dia segeiute tornei a v-lo. lamos visitar
a igreja de Nossa Senhora, c en eslava assenladg
junto do cochero sustentando um Ruarda chuva,
porque chuvia muilo. Chegando i barreira, reco-
uheci Celestino Piolot que ia com os bracos cabidos
a o chapeo sobre o nariz. Sem duvida elle seguio
a carruagem correndo, poi* enconlrei-o diaole da
igreja no momento ero que desda para absixar o es-
tribo.
Elle devia eslar bem enlaroeado, disse Mimi
desdenhosamenle.
. Don* dia* depois, na vespera do Natal, Pelronilha
punha pessoalmtnle a mesa na sala em que os cria-
rlos janlavam habitualmeote e aqueciam-se durante
invern. O sol tinha desappareeido no horizonte,
a claridad* do fogao, telando victoriosamente eom
ESTADOS-UNIDOS.
Descobrimenlo de um povo novo no continente
occidental. ,
Urna descoberla que, mesmo neste secute de ma-
ravilhas, ha de escombrar o mundo, acaba de ser
feila pelos oliiciaes da chalupa de guerra Decalur
que satura do Rio em companhia do Massachule.
Estes dous navios separaram-e e durante algumas
semanas foi a perla da Decalur considerada como
certa, mas depois sendo esla avistada pelo seu com-
panheiro no estreito de Magalhaes foi rebocada por
elle par* o Pacifico.
O Picafune de'Nova-Orleans do primeiro do cor-
ren le ;maio publica urna caria recelada de O.
II. Green datada de bordo da Decalur fora do es-
treito a.is 15 de fevereiro, a qual conlm informages
tao notaveis que resolvemo-nus a fazer os seguiules
extractos.
Eiscomo se exprimen ecriplor :
Nao havendo nenhuma appamncia de minl.ui-
ra de lempo, obtive licenea de ausencia poraluuns
dias e acompanhado pelo Dr. Baimbridge, cirurgiao
assisleule, desembarqnei na (erra del Fuego. Foi
com grande Irahalho e difljculdade que consegui-
mos subir a moulauha que tica ao longo da cosa do
eslreilo. e depois de subiranos bem 3,500 ps chega^
mos a uraa planicie de adrairavel riqueza e belleza,
onde encontramos feriis campias, a maior vare
dade de arvores fructferas em ptimo estado de
conservado e signaes numerosos da civilisagao e
cultura. Nao tinhamos nunc lido nenhuma noti-
cia acerca desse povo, c pensando que a ti la-, era
completamente deserta, conlando apenas eom ai-
guns misera veis cannihaes e animaes ferozes desem-
barcamos bem armados. Os habitantes licarara in-
leiramenle espantadosa nossa appariclo, sem roiri-
tudo mostrarem nenhum signal de medn, nem de
malevolencia. Nosso vestuario divertiu-os muilo, e
senilo nos os primeiros hoineus broncos qoo linham
visto, imaginuram que vinhamos do seu Dos, o sol,
encarregados de alguma missao particular de bem.
Este povo he da maisnobre raca que n-inca vi, os
homens sao todos de 6 a 6 ps Ires quarl.s de altu-
ra, bem proporcionados, mui alleticos e diretot eo-
mo urna (lecha. As mulheres sao formadas segundo
os mais perfeilos modelos de belleza ; rilas e bem
feilas, lem ps emSos pequeas, seus. olhos negros
sao irre.iisliveis. Rendemo-nos por lano i descris-
sa e passamos duas semanas com este eslranho
povo.
Os mestres da religiao fallam o lalim e lem 1ra-
dicrSesde padres successivos porespacu de 30 sc-
culos
a Dizem que a illia estivera oulr'ora unida ao
i'ontineute. mas que 1,900 aunos pouco mais ou me-
nos, segundo os seus resislros, o paiz fura visitado
por um violento terramoto, o qual occasionara a ro-
tura boje cnihccida pelo nmiie de eslreilo de Maga-
lhaes ; acrresceiilam que o rumo da mnnlanha.
cuja cabec;1 elevava-so al au sol, e coja base dcs-
cancava mide boje cerrera as aguas, eslava o sea
grande templo, o qual, segundo a descripcan que
nos fizeram compafando-o^cnm.o que agora existe,
parece-nos que devia ter 1.7,208 p* quadr.idos e
mais |de 11,000 ps de allfaVtendolodo construi-
do do mais puro marmore. -'
O navio que ha de levar-I lie esla, acb*-se a vis-
la e devo termina-la, dizendo-|he somenlo queo re-
lalorio olcial do Dr. Bainbrlrbje respectiva repar-
li.cao ser elisio das mais inlercssantes e prec. vs
parliciilaridades, e espantar o povo americano. ~S
Aproveilo a occasi.lo parn lemelter-lho urna
amostra de impressao sobre porcelana, qoo nos di-
zem ter mais de 3,000 nonos e lanibemi uma ima-
gero feila de ouro e farro, lomada por este povo em
lima de suas guerras, muitos anuos antes qae o es-
leilo de MagaHiSes exiilisse.
Elle conta poneo mais ou menos, 3,000 ho-
mens, mulheres e meuinos.e asseguraram-nos que
popularlo nao (em variado de 200 individuos, como
elles prov.mi por su.s Iradiccoes, desde lempos ira-
memoriaes. A" inedidalquabsvelhosjvaoenfr^queceii-
do, deixam-nos morrerereBOs;mebinosmulliplicam-
e rpidamente silo sacrificados pelos sacerdotes.
Esla ordem comprahende quasi um dcimo da po-
pularlo, e he o que os auligos Gregos chamavam
Gymnosophislas.
(Cincinnti Catholic Tltelegrapli^/
( Ta6l<<.
pensare n aos alumnos que Uverem eommetlido tai-
tas de" mais, oa chegarem fra do lempo das matri-
culas, i nilim, a apreciarem uma ou oulra dessa* cir-
cunstancias, porque me p.rece que o corpo legisla-
tivo nao se deve occu par com negocios particulares,
que deiem ser regulados por Ieis anteriores.
Portento, j v V. Exc. que 'em geral esloo em
correle nomeando senador do imperio o Si Ber-
nardo de Souza Franco, nada encontrn qusfpffju-
diqric a elcicao.
Foram lomados em separado;3 votos,o ollasio
da cwital por icreaularidades&&$&jj>-fea*
paroclual da frejueria iltaH^raTsIS!'' dV]
Camela, por nao declarar a liata a idade do* vola-
do* ; 3 no de Braganca, por serem eleilores penen-
cenes ao circulo do rollegio da capitel ; e 5 no da
Cachoeira, per eslar pronunciado um dess.es eleilo-
res, e por haverem excedido do numero legal os
volados pelas freguezias a que perleuciam os oulroe
qiialro.
Como porro o meaos volado da liste trplice
obleve l'.ll votos, e oseu immediato 166, Ira claro
que em nada (icaria alterada a lista quando mesmo
os 15 votos era separado tivessem reeahido nesse in-
mediato. O contrario porm se verifica : 5 desses
15 votos augmentem o numer dos oblidos pelo ler-
ceiro da liste, e nenhum foi dado ao sen imme-
dialo.
E prtenlo a commissao he de parecer qae o se-
nhor Bernardo de Souza Frauco esl em circums-
tancias de tomar assenlo como senador pela provin-
cia do Par.
a Pa{a do senado 11 de jnnhode 1855.fcuzebio
de Qaeiroz Coalinln Maltoso Cmara. Mrquez
de Olvida.
Discutida a materia, he approvado o parecer ; e
o Sr. presidente declara senador do imperio ao Sr.
conselhciro Bernardo de Souza Franco, e que yai
ser convidado para vir prestar o juramento e tomar
assenlo no senado na 1. sessao.
Passaodo-se a ordem do dia, entra cm (erceira
discussao a propositlo do senado aulorisaudo o go-
verno a promover a ineorparacAo de companhius pa-
ra .i pesca, salsa e seccas de pei tes no literal e rios
do imperio ; conjunctamenle com as emendas das
commissfies de fazenda e commercio approvadas n t
2.a discussao.
lie apoiada a seguinte emenda :
Suppriina-se o paragrapho 4.'Mrquez de .4-
lir.iiileA.it V
Dada a hora lira adiada a discussao. O Sr. presi-
denle d.i para ordem do dia a discussao adiada, e a
mais materia dada para boje, e levante a sessao.
12
I.Ida e approvada a acia da sessao antecedente, o
Sr. primeiro secretario da conla do seguinte expe-
dient :
Um oflicio do Sr. ministro do imperio, parlicirlen-
do ler-so expedido aviso ao ministerio 'da fazenda,
eouimunicando que o ordenado de 500-3, qne venca
o guardadas galeras do senado Joaquina Diogones
Mximo da Rosa, fia elevado a C003. Fica o se-
uado" inleirado.
Oulro do Sr. marquez de Valenca, participando
que por se adiar incoramodado nao pod compare-
cer talvez a algamas sesses do senado.Fica o sena-
do inleirado. .*
Um reqnerimento da mata da sania casa da Mise-
ricordia da cidade de Rezende, pediudo concessao
para poder possuir os bens de raz de que esl de
posso, c adqoirir outros at o valor de 60:0009, tin-
tando ao sea requerimeulo um exemplar do seu cpm':
promisso.A' commissao de.legislarlo.
Sao approvadas as redaccoes das proposicoes do
senado, ama concedendo irmandade de Noasa Se-
nhora do Rosario da cidade do Desterro poder pns-
suir em bens de raa ale o valor de oilo coulos de
res, e oulra aulorisaudo o governo a conceder carta
de naturalisacao de cidadao hrasilriro ao Dr. Cesar
Persiani.
IITERIOR.
RIO SE JANEIRO.
SENADO,
Dia II de Junho a 1855.
I.ida e approvada a acia da sessao antecedente,
passa-se ao seguinte espediente :
He approvada a redaccao Ja proposito do sena-
do que autrisa ao governo a couceder 14 mezes de
licenra cora lodosos seus venc melos ao Dr. Anlo-
nm ultimo raio de dia, illuminava o forro do lelo
com reflexos varillantes. Pedro, o velho jardineiro,
Irouxe uma brocada de ramos miodos, a qual laocou
na chamin, e depois disse vendo um tronco de ar-
vore em p junto da masaeira :
Nao lerei o coracao alegre esta noile, Pelroni-
lha. Nunca acontecen aqui arder a acha de lenha
do Natal na ausencia dos amos.
1 Oh nunca, respondeu a velha dando um sus-
piro. Amigamente havia aempre grande gala na
vespera do Nalal, e sem embargo das desgrara* que
tero sobrovindo depois, tenho visto sempre a sala de
janlar aberla nesse dia e a mesa posta com ceremo-
nia. Mesmo no anno em que Dos chamou a si a
senhora condessa, e seus dous filhos, a collacilo foi
servida como nos oulros annos com os candelabros
accesos, e ludo adornado de flores. Todos eslavam
tristes ao lado desses lugares vastes, e a pobre Irene
po-sc a chorar, quando o senhor cavalleiro apre-
sentou-lhe o bolo afim de que segundo o uso fosse
ella que primeiro metlesse a mao uo pralo.
Nesse momento Mimi eulro e veio astentar-se
junto da chamin, dizendo :
Que fri terrivel faz l fra !
Depois vendo a mesa posla com um esmero nao
acostumado.as pyramedes de fructos simtricamente
dispostas nos cantos, e os qualro candelabros ador-
nados de papel, acrescenton :
Vamos ter nma ceia larga ?
Sim, como os outros annos, respondeu Pelro-
nilha. O senhor cavalleiro eoviou-me suas ordens ;
quer que regalemo-nos aqui. Esta noite temos uma
bella ceia, amanhaa mataremos um per, e tiraremos
da adega algnmas garrafas de vinho bom para be-
bermos i saude dos Kerbrejean-.
Mimi cruzou os bracos ijjebaixo do chale, e debru-
cou-se tristemente .i jauclla com os olhos voltados
para a estrada. Tinha -a imaginadlo cheia das lir-
menos de Nicolao, e comparavn involuntariamente
sua sorle ri de madamesella de Kerbrejean. Um sen-
limento vago de inveja e de humiiharao dolorosa
enchia-lbe o rnrarao. ella nao supportava mais a mo-
nolonia de sua existencia, e abandonava-se a im-
paciencias amargas, a uma dor profunda.'
O velho jardioeiro accendia a acha do Nalal e Pe-
lronilha collocava no meio da mesa um grande pao
de lo., quando Mimi que pareca absorta em tristes
reflexes, ergueu-se repentinamente exclamando:
Esculem I escritora I.... ouco o rodar de uma
carruagem... vem para este lado. ~>^.
Com effeilo ouvia-se ao longe um rumor de rodas,
e distiiignia-se alravez da* sombras do crepsculo a
claridade Ircmnla das lanternas. Todos rorreram
grade, exrepto Mimi, a qui I ficou sobre o lumiar do
caslello. Uma sege de posla enlrou a Irolo largo, o
parou diaule da porta.
O ssnhor conde! excbmou a velha camarista
erguendo as m.los ao co.
. O conde desceu aperlando a mi a Indos os que
reuniam-se em torno delle, e perguntendo:
Minha lilha?... meu lio?....
Estao com boa saude, respondeu Pelronilha
chorando de emocio. Eis-aqui Nicolao que Irouxe-
nos nolicias delles...
Como'.'.... Oudeestic ? tornou o viajante com
uma viva expresaao de anc edade e de inquielacAo.
O senhor conde nao era esperado ante* da pri-
O Sr. Siheira da Molla :Fui por V. Exc. no-
meado parasupprir a falla do Sr. Araojo Kibeiro na
commissao de instruccao publica ; e faltando ainda
oulro substituto para oulro honrado membro da
commissao que se acha ausente, e que /he oSV. se-
nedor Iierculano Ferreira Penna, he chegado o ceso
de necessidade de complelar-se a commissao, por
que constando ella actualmente de leus memoro',
esles se acham em discordancia a respeilo de algu-
mas materias sobre que a commissao lem de dar o
seu parecer.
-Essas materias sao de dispensas de arligos de dis-
ciplina econmica lasacademias do imperio, ceu,
Sr. presidente, son de parecer conlra'todas ossasdis-
pensas particulares. No primeiro vol separado que
eu tiver de olerecer consideraro do senado, hei
de apreaentar uma resoluto autorisnndo as congre-
gajOes a conhererem desses casos parliculares.a dis-
j3o, qae veio prodazir essa discordancia. Masen
vejo-m3 obligado a sustentar adoutnna que tenho
sustentado sempre deede a cmara dos Sr*. depulados
PorimQffii'V. gxe.'-fne *odlgllg>ld|slii-a4
commissao, para qae eto eu poisa apresentar o
voto separado a que j me refer.
O Sr. Prexidenti:Supponho quu u Sr. senador
Herculano Ferreira Penna,era breve lera de compa-
recer ; mas vista do que acaba d expor u honra-
do membro, nao ha duvida que torna-se oecenario
completar a commissao. Todava, nao me julgando
autorisado para isso, vou consultar ao senado : 1.,
se colente que se preencha interinamente a falla
do Sr. senador Iierculano Ferreira Penna segundo,
se autor isa a mesa para qua faca esta nomeacao.
Sendo consultado ojsenado a respeilo dosdeuspun-
ios que acaba de apreatalar o Sr.' presidente, resol-
ve pela affirmativa,
O Sr. Presidente :Nomeio ao 5ir. visconde de
Sapucahy para sapprir a falla do Sr. senador Iier-
culano Ferreira Peona na commis-ao de instruccao
publica. I
Sao eleilos por sorle para e depularao que lem de
receber o Sr. conselhciro Bernardo de Souza Fran-
co, senador do imperio pela provincia do Para, o
Srs. marqoez de Monte Alegre, marquez de Ila-
nhaem e Miranda..Sendo inlroduzido o Sr. Souza
Francn com as formalidades do eslvlo, presta o ju-
ramento e loma assenlo no senado. *
Pastando-se a ordem do dia, conli sra a (erceira
discDssAn, adiada pela hora na ultima .sessao da pro-
posicA)do senado autorisando o govirno a incorpo-
rar coidpaohias para a pesca, salga o- secca de peixei
no litoral e rios>do imperio ; conjancUmente com
as emendas das eommissoe* de fazend*'. e commercio
approvadas na 2.a discussao, com a'do Sr. mar-
quez de branles apoiada honlem.
Sao apoiadas as seguinte* emendas: i
Ae 3. do art. !. Depois da palavra exercilo
diga-se e para a marinha em lempo de
paz.
o S jpprimam-se as palavrasado serviro da guar-
da nacional. ~^
i Ao arl. 3. e onde conviero gobern marcar o
numero dos eslrangeiros que podero se emprega-
*ilos polo companhia a bordo de cada om dos barcos
de pes-ca.Bariio de Muritiba.n
Vem a mesa o seguiule requerimeulo :.
Requeiro que seja convidado o ExiD). ministro
di marinha para a discus-ao deste projeclv, (cando
assim adiado.VUconde de llbuquurque:
He apoiado, e verilicando-se nflo haverl casa lea
adiada a discussao, levantando-se a sessao
13
Lid o approvada a acia da anlecedeuteL nao ka-
vendo expediente, passa-se ordem do dia
Continua a discussao adiada na sessao anteceden-
te, do requerimento do Sr. visconde de AWiquer-
que, pedindo o adiamenlo da terceira discuta da
pr'oposicao do senado, relativo a pesca, sale seC'
ca de peixes no litoral e rios do imperio.
He apoiado o seguinte reqoerimenlo : _
l'rnponho que o proieclo com as enlvBas seja
reme tido s mesmas duai commisses djenda. e
de commercio, industria e arles pira cHeceiiside-
rjr. yisconde de Gequilinhonha.
Discalida n mataria, ha approvado o requeriraen-
|.lo do Sr. vifeonav de Gequilinhonha, e fica preju-
dicadj o do Sr. visconde de-Albuquerque.
S approvadas sem dbale em prinaeira e segun-
da discussao, para patsarem terceira, as proposi-
Qes da cmara dos depatados aulori tando o governo
a conceder caria de naluralisa}3o do cidadao brasi-
lero, umnao padre Nieola Germaine, e oulra a
Carlos Frederico Adao lloefer, ao Dr. Frederio*
Jos Carlos Rath, Samuel Southam, e Hawqrt Sou-
Iharo.
O Sr. Presidente declara esguteda o ordem do dia,
e (I i para a da prirneira sessao, a terceira discussao
da proposicAo de senado proliibindo ieulro das igre-
OubredeSr. eonsethairo Jas Mari* da Silva Pa-
ranlioa, parlcipande haver sido neoteedo iniaaatN *
secretario de estado dos negocios estraageiros.
Oulro do Sr. JoAo Maaricio Wanderley, pertici-
papjlo ter sidoloomaado ministro e Mcretario d* es-
lade de* negocio* da marinha.
Fica de lodo inleirado o senado.
Coas officiui do 1. secretarle da cmara dos de-
pulados acompsnJieode as *egnintes aropoi A asamblea geral legislativa resol va :
Art. nico. Fica approvada a aposenlsdoria eonce"
didn por decreto de 19 de malo de 1855 ao bacharel
Fra-icisco Antonio Ribeteo, no empreo do preeora-
dar. Bacal da lli n iiiiinrii ltl ||*milrsa tKm*ia da.
mover reura, e como a senhora Irene eslava mui
triste por essa tardanca, o senlior cavalleiro levou-a
para Pars...
I1 Ah he por minha culpa, murmuran o conde ;
eu devia ter escriplo....
Enlrou rodeado dos criados, e vendo enlo Mimi
que fazia-Uie uma reverencie, saudou-a com admi-
raran.
Nao reconhecc-me, senhor conde'.' disse a ra-
pariga rindo; sou Mimi.
He possivel exclamou o viajante, ficaslemi-
lagrosamente grande e bella, minha lilha.'
Venlia aquecer-se, V. Exc. deve ter fr, disse
ella abrindo a porta da sala inferior.
O conde assentou-se junto da chamin eom Mimi,
e emquanlo Pelronilha mandava abrir as salas e ac-
cender fogo por toda a parte.
"Ah nao sinto ler chegado disse elte;iraodo
as bolas forradas e o capote que envolvia-o al aos
olhos. Sabes, minha pequea, que escapei de mor-
rer de fri no caminho apezar de minhas precaa-
cOes ?
E de fadiga lambem respondeu ella ajudan-
do-o a tirar a longa charpa de / Txira que tinha
em torno do pescoco ; o senhor coufcn acaba de an-
dar nao sei quanlos* militares de leguas.
Vollei pelo caminho mais curto, o mar.Vpr-
melho e o Mediterrneo; he uma viagem te qualro
ou cinco semanas. Desembarcando em Marselha cal-
culei que poda oslar aqui para pastar as testas do
Nalal, tomei uma sege de posla, e viage de dia e
de noile.... Quem poda saber qae eu nao adiara
aqu ningueui'.'.... Emlim eu pretenda fazer uma
surpreza, e fui sorprendido desasradavelmente. A-
manhaa duseansarei, e depois parlirei para Paris.
Ab Uo brevemente / murmuran Mimi com
uma expressao de sent ment sincero ; nao seria me-
lln que o senhor cavalleiro e a senhora Irene vies-
sem para aqui:'
Sim, lalvez, disse o conde lanctindo umjdhar
em (orno de si, gozaramos aqoi mais tranquilla-
mente da alegra de tornar a ver-nos; porm a este-
ran lie tao m que nao ouso fazer viajar minha li-
lha, e sobretodo meu lio, queja lio velho.
O senhor cavalleiro esl admiravclmcnle bom,
respondeu Mimi. V. Exc. o achara remorado.
Tanto raelhor! NAo rae fnao o mesmo com-
primento.
Porque nflo? disse Mimi litando sobre o con-
de seus olhos grandes o brilhmtes.
A rapariga di/.ia al certo ponte a verdade: o con-
de eslava milito mudado, roas nflo inleiramenle em
sua desvontagem. O clima da India diminuira-lhe a
vermelhidao da tez, a obesidade aineacadoia qne en-
lorpecia-lhe o* movimentos desapparecera, e seu la-
llie tornara-se elegante. Infelizmente elle nao Uve-
ra sem compensaclo esses preciosos melhoramentos:
durante esses qualro annos q lempo cavra-lho nu-
merosas rugas na fronte, e comecra.a embranque-
cer-lhe oa cabellos negros.
O senhor conde ainda parece moro, lornou
Mimi depois de 1c-lo contemplado am instante; he
como o senhor cavalleiro; vendo-o de longe com
seu lalhe direilo e cintura fina, qualquer o tomara
por um rapaz de viole annos.
Nesse momento enlrou Pelronilha, e disse:
Perdoe-ine, senbor conde, se deixo-e assim :
as lodos os actos do proeesso eleilor comniissoes, e levanta a sessAo.
No dia 15 nao houve sessao.
16
Lida e approvada a acta da sessAo antecedente, o
Sr. primeiro secretario d conta do seguinte expe-
diento':
Um oflicio do Sr. senador marque;; de Casias, par-
ticipando ler sido nomeado ministro e secretario de
estado dos negocios da guerra.
mas lie mislcr qne eu tenba a vista sobre os criados:
elles nao sabem mais o que fazem, tanta he a sua
alegra.. Que felicidade tornarmos \ v-lo, princi-
palmente em um da como este Grabas ao co a sa-
la de janlar nao ficar fechada esta noile Nicolao
prepara a mesa, e Pedro metteu a acha do Natal na.
chamin. V. Exc. ter uma ceia solTrivel, e ludo ira
como se livessemos sido prevenidos. S Ihe fallar a
alegri. de ter ao seu lado a senhora Irene e o senhor
cavalleiro.
Muilo bem, Pelronilha, estou satisfollo, respon-
deu > conde acceudendo philosophicamenle o cha-
rolo.
A ceia nao estar prompla seoao daqui a raeia
hora, accrescenlu a velha ; quer comer biscoitos
com vinho, ou alara frute para refrescar a bocea ?
Obrigado, Pelronilha, nao lornarei cousa algu-
ma, respondeu o conde, v tmenle que n vinbo de
Brdeos seja posto de aulemao sobre o btete ; bem
sabes que nao deve ser bebido fri.
Vou eu mesma adega, diste a camarista te-
mando as chaves.
Posto qae Mr. de Kerbrejean amasse ternaments
a lilha, j (inha-se conformado ao cootralempo qae
privava-o do prazer de abraca-la, e como seu bom
humor natural prevalecesse sobre un primeiro mo-
vimenlo de Iristeza, poz-se a conversar com Mimi.
Esta deu-lhe conla de ludo o que ne passra no la-
gar durante sua ausencia. Tinha corto gaz ingenuo
e zombeleiro que divertio muilo o viajante, e ale-
arou-t conlando-lhe de quo manena Celestino Pio-
lol recebera a heranra da av, e reterindo-lbe miu-
da meo te ledo o que se achara na adeguinha impe-
riosa, onde a velha guardava preciosamente ao lado
de seus luizes de ouro a roupa eslar rapada de Ires ou
qualro gera{es.
Agora, seohor conde, conle-me lambem algu-
ma cousa, disse ella terminando. V. Exc. lem visto
lanas usas extraordinarias.'
As-evero-le que nao, respondeu o viajante. A
gente suppOe que os paizes eslrangeiros estao ebeos
de mora vil has ; pela minha parle nada vi que im-
prcsshnasse-mc a iraaginaco.
Enlo aquelles que escrevem tuas vlagens sAo
grandes mentirosos! exclamou Mimi. O senhor ca-
valleiio tem-nos lido muilas vezes dossas relajees, e
nellas havia cousas mui curiosas. Lemhro-me de
uma quo dizia que em Bombaira as mulheres Ira-
ziam braceletes uos ps, e aunis do ouro na ponte
do nariz.
lie verdade, respondeu o conde rindo. En
Iroox'l algumas dessas juias, hei te mostrar-te.
I ii momelo depois Nicolao veio annunciar que
a ceia esteva prompla e Pelronilha accrescenlu com
ar de inumpho :
ispero que o senhor conde fiear salisfeilo.
A a mosphora da sala de janlar era quente e per-
fumada. O velho jardineirotivea o lempo de ir co-
lher II ires na estufa ; es candelabro* eslavam acce-
sos e i acha de lenha do Natal arda alegremente no
fogao.
II* agradavel eslar aqui com ts costes volla-
das para o fogo e o ventre para a meta, disse o con-
de assunlando-se ; mas nao posso ceiar sosinho. Eia,
Mimi, vem pr-le all diante da mim 1
sim, enhor conde, respondeu a rapariga co-
rando de alegra e de orgulho.
Babia, como veodrnento integral deste asaptqari,
do de procurador dos feilos da faada: revegadas
para este fin* qoaesquer ditpolfc&ei em contraro.
a Paco da cmara dos. depulados, em 15 de junho
de 1855.i'ucencia de Baependy, presidente, fran-
cco de Paula Candido, 1. secretario.\AMonio
Joni Machado, 2. secretario.a
A assembla geral legislativa resolve :
' a Art. l. O governo be autorisado a conceder 2
anuos de licenea com o# respectivos ordenados a
juiz de direilo do leo, Marcos Antonio de Macedo,
para tratar de sua saude onde Ihe eeavier.
Art. 2. Fleam revogadas a* dispmice em
contrario.
Paco da cmara do* depulados em U de janho de
18c5.yisconde de Baependy, presidente^-"roi-
cisco di Paula Candido, prirneira secretario.
Amonio Jote Machado, segunde secretario.
VAsra imprimir.
He approvada a redacAo da proposicAo do senado
quij prahib; a* cleieoes dentro das igreja*.
I.em-ee e approvam-se os segninles pareceres :
i Nao havendo nada que propor a respeito do* di-
versos mappas, aqui juntes, demondralivos das ope-
rares do preparo, assignatura e substituida do pa-
pel -moeda, de que est, encarregadav a caixa di
amorlizaco, enlende a commissao de fazenda que
podem ser archivados.
' i( Patjo dosepado 15 deajunho da *855. /. F.
I nnna.P itconde de Itaborahy.*
i O Exm. bispo de S. Paulo pedio no reqoeri-
mente junio a roucaaso de'5 Volaras para cokljMi-
cai da obra do seminario episcopal que est edifi-
ca'ido.
i A commissao de fazenda, para poder dar saam
opiniao acerca desle pedido exigi diversas informa-
5i!s, a* quaes foram dadas peto mesmo Exm. bispo
no oflicio que diriga ao presidente da provincia, a
foi remedido ao senado com aviso de mioislrtrio da
jui.lica de 29 de julho do mesmo anno.
g A* informarse* dadas satisfazem ao Om que ti- ,
nlia em viste a comraissAo exigindo-aa; eomo porm
0 dilo prelado declara espressameote nata* oflicio
que desiste de sua pretencAo, pelas razos dadas,
entende a commissao que nada mais ha qae resol-
ver a respeilo delta, e devem ser arebivadea estes
pi peis.
Pacjo do senado, 16 de juaho de 1855./. F.
1 auna.yisconde de /tafcoraAy.u
O Sr. Pimenta Bueno :Sr. presidente, as eom-
missoes delegisUcao 4 conttituicAD lesna honra de
enviar mesa o eu parecer sobre o projecto de lei,
viudo da cmara dos Srs. depulados,que respeita
repressAo de certos eximes commeltidos em paizes
eslrangeiros contra o imperio. Deas dos illnslres
membro* dessas eommissoe* dAo o sea voto era se-
parado.
L-se o seguinte parecer :
As eommissoe* de legislaco e eonslituieAq exa-
minaram o projecto de lei n. 22 de 1851 vindo da
cmara de* Sr. depulados, e que destina-se a repri-
m r certos erimee 'que podem ser connaellidos en
paizes eslrangeiros contra o imperio ou centra seus
suJdilos.
Reflectiram as eommissoe* come deviaea sobr
malcras lio importante, |e estao de accordo nao *
cora os principios de direilo internacional qae foram
temidos por base do referido projecto, mas lambem
con a crenca da necessidade de prevenir por comi-
nacao legal a perpetraejte de tees cria***. Discor-
dara porm ara pouco sobre o modo de applicar ea
sohreditos principios, julgam convenientes mais al-
gamas oulras alteraroe*.
ir Para melhor expressar toa* ideas UrAo ama
breve analyse do* artigo* de projecto, e simnllanea-
menleuroa simples indicacao das modilicacoes qae
oQ trecena.
ir Quanlo ao art. 1.* do projecto, eateudera a*
commissSes qne nAo Mnvem adslrinsir o genera A
obiigaco frmaleiadistincta.de verificar a repres-
so em materia que pede jogar eom relacoea inler-
nai.ionaes de (ransceadente importancia, e sim imi-
tar a prudencia' eom que." procedern* o cdigo d
instruccao criminal da Franca, art. 5. uovissima
reforma judiciaria de. Portugal, art. 862, e outras'
Era a prirneira vez que ella as*enlava-se mesa
dos amos. Os criados encararam-se com admiracao,
e a velba Pelronilha leve um movimenlo de Secreta
indignarse
A estada de alguna annos as colonias ingltza* nAo
(izera o conde perder certos hbitos. Elle ah prati-
can o bom'costume inglez do pa reine, e depois do
janlar goslava de Picar mesa diaole de algumas
garrafas da vinho velho; com lade su cerebro nAo
licava perlnrbado, e depois desse enlretnniraento
apenas observava-se nelle alguma animacAo. Nessa
noite mandou buscar aiguns vinhos finos, e quaqdo
veriflcou o* melborarhento que eses qualro anuos
linham produzido em saa adega, achou-se em uma
disposico de espirito mullo alegre. Mimi animada
pelo seu bom' humor gracrjava familiarmente eam
elleke iecreava-o com seus chistes.".A eeie do Netel
prolongou-se assim at meia noite. EntAo o canda
encheu pela ultima vez o copo, e elevou-o dizendo :
A' lu sande, Mimi I
A" sua feliz ebegada, enhor conde, responden
a rapariga alegremente. Ah 1 quanlo tenho-me di-
ve! tido esta noite !
Creio que he lempo de irmos descansar, ter-
nou o viajante levantaado-M. Boa noile, Mimi ;
at amanhaa.
Um quarto de hora depois a lilha do salumkUco
detpia-se lentamente, e do feudo do seo antenlo
contiguo ao de Pelronilha conversava com abo* ve-
Hit. Esla d3o poda loiersr ter visto Mimi Tirelon
atsentada mosa des amos diaule de um Kerbrejean,
e suas palavras eram eivadas de certo azedame.
Que drsgraca o senhor ler chegado.de i nafro-
vis.), dizia ella. Se tivesse escriplo, a familia tafia
estado aqui para recebe-lo, e elle ntaestaria agora
rduzido a companhia de nma rapariga eetranhe.
Uh elle nAo enfadou-se, responden Mimi.
Sua nlenrao he partir depois d'amaakaa, coo-
tinuon Pelronilha, e cermenle pasan o resto do
invern em Paris...
O seohor conde nAo diese (al cousa, iolerrta-
pen Mimi vivamente.
He verdade; mas quando esliver la, a familia
o decidir fcilmente a ficar.
Se o senhor cavalleiro q a senhora Irene sou-
bes-em que elle t aqui, viriara logo ve-lo, tornou
Mimi depois de refleclir om instante.
De certo, respondeu Pelronillta ; mas nao o
sabtro. O senhor conde chegara sem advertir nfn-
guem; que sorpresa e que alegra para *M utlia .'
- E he depoi* djmaohaa* que elle qaer partir,
mu-murou Mimi; porm se fizer muilo fri elle Pi-
cara lalvez.
Pode ser ; cairelante faca saa oracio, a dete-
se ; boa noite, disse a velha apagando a caodea.
Em vez de deitar-s*, a rapariga assefilmt-ee dian-
te de uma mesinha, em caja gaveta havia ama mis-
turn de peonas velhas, um tioleiro quasi vasio al-
gumas foi has da papel pela maior parle garatujadas.
Depois de ter adiado difticilmenle Uma pagina bran-
ca, Mimi poz-se a ecrever para annunciar a mada-
mesella de Kerbrejean a ebegada do pai.
Terminada a carta' fechon-a, poz-lhe o sobre es-
criplo e murmurou com salisfaco :
Se fizer mullo fri o senbor conde esperar, e
anlts de por-se a caminho, os oolros chegarAo 1
< (ContinUar-e-ha.)
\
V
X


DIARIO QEPERMMBUCO SEXTA FIRA 13 DE JULHO DE 855
>
r
legislaras. Com cffeilo, era assumplot tnlernacib-
naea ero sempre he perraitlido tir a pi'iori todas
t conveniencias oa compllcic,6cs que poc em envol-
ver gratidade, e o*m mesmo preciar sempre de an-
te orto ai opportuaidides [ara toser valer o direito.
S governo ,a qoem pe i nalurera de Un rel*r,o
nnpredar ana caria prudente divcBo, he
qaan pod, na presenc* di: lodos aa circu nslancias,
insultar o meluor modo c j servir o pah ; conten
puta subordina* a circumslanciili ao governo, e nlo
o governo a ellai.
nnicoa caros em que a catriHliccjto ou acto ilo'govtrno
peder legitimar a repr**,|i>; a redaecl do projec-
to podara dar lugar a ali;uma extenso iuadmis-
sitel.
o Soperimiram fioalmer. te alguna rticos do c-
digo criminal quo o projeclo inclua,'? menciona-
ra doui oulrea, que por teu carcter immoral e
grate devem ter ooulempl tios.
'i Assim redlglo-sj o primeiro artiga que lie Ae-
renlo como emenda ubsli ulivu. .
ii Em relacio aoart. S." ofieceroaa tamben aa eom-
m'raaea emenda abtiitalitii; porquanto : 1. jul-
gatam que periistinni aa meninas ratees, aeuBo maio-
res, para faier a diipoaicllo lacnrtativa | 2.' porque,
embera eelendae que a palittre eiistireinera-
pengada polo prqjecto he inienciooal do rutero, to-
dava a leltra do artigo pode de um lado favorecer a
ititalligtniia que poder ter elTcito retroactivo, e de
cutre resti iugir dispostoBo i no pateado ; 3.. por
que aueaUnne aer conveniunle, tozar a li applica-
vel i aos done caaos de vioil.i espontanea, ou exlra-
diccao, valo que ludo u nuil conlrarata o princi-
pio da raido.
" c A emendaoferecida en subsfiluic,ao di arl. 3.
do projeclo he urna consequeocia doa mtelos prin-
cipia qae ficam j desenvolvidos.
Quanto ao|arligo|4- jolgiram as eomraissoes que
deviam expresear clararneulu qun i nos sobredilos
caoo seria (senpre applcav-l i penalidade brasile-
ra, e nao indistinctamenle iHB lodo o cato, pelos
motivos que depois enunciaran, e que resguardara
direito* ios Brasileiros.
sognitido em armona com sas ideas, sobs-
eomraissoes o art. 5,' pela emenda qne u-
ferecem, que modifica uto na toa disposira, como
a reJac3o do projeclo.
c Parecen s coenmistdea que havia no projeclo
alguma (acuna sobre a malaria de que iratava, c la-
cuna mnilo prejudicial i aQi.n, no intuito de pro-
videnciar a lal.respeito, olTeiecem a contiderarito
do senado as diapoaices constantes dos arts. ii.- 7.- e
8.- de seu projeclo substitutivo.
O primeiro desles arts. dirige-ae a obter por
mel de reciprocidade a pun.;ao donslraogeiro que
no Brasil ou em territorio de nutro estado falsificas-
te ro eda brasileira, e que, perseguido, conseguase
refuiiar-se em teu paiz.
O segando be udispensarel parajobler que os
governos eslrangeiros punam o sobrad i tocrime quan-
pnrpetrado em seu territorio ; elle heredigido
modo adequado a obler reciprocidad* dicaz,
e O terceiro, que he o 8. na numeraelo Jo pro-
jada substitutivo, oatabelace i batea daajenalidade
applicavel nos casos dos arls. ;i.- 6.- e 7.-
ij'poihesea previstas polos arla, i.; 2.- e 3.-
cono oa crimae alo commetlidos contra o Brasil, oo
seus subditos, be eoosequtnle qne a pena tej a de
taae loit violadas, como decan o art. 4.- tnbilitu ti-
to. as hypolheses purcm dos arla. 5.' 6.* e 7.* n3o
havia raz.io alguma para imper sobre um Braslleiro
peaa, qaando um estrangeiro, no cuso varente nao
livesm de soiTre-la, oa para impor niaior. Seria im-
polilira e tobreludo injusto.
1. s Celo que loca a art. 6.' dn projeclo, qae passa
a b*t !). da emenda tubstulivi, julgaram as com-
misics : primeiro, que deviam supprimir a palavra
ponicao, por isso qne deve ella ler lugar segnn.
as leis criminaes ex.ttnliii, e se alguma lacu-
bouver pode o governo pedir ao poder legislati-
vo qun decrete a conveniente piraaldade ; segundo,
ciuocumpria ampliar por moda conveniente as fa-
culjadaaconcididat no governo ; (ereeiro, que cum-
pria nao perder da vista o larg prazo de prescrip-
rio de nossas leis penaes. Seria com elTeito incon-
veniente patriar os Brasileircs ou impedir o seu
regles no imperio por largo lempo s pelo fai-lo de
peqaeno* crimes. He fcil ao governo consuilaro
que prullcain os governos entrangelros em casos lies
para btm orienlar-se no interne do imperio.
a O arl. 10 da emenda sabsti tutiva he identicoao
art. 7.- do n neotc n di Aeren le redac-
to.
commhaoes que eonvinlia substi.ai-U pelo que offe-
xacen em o. It.
h c Quando um indivooj luiti sido em paiz es-
Irangeiro abso'vi.lo, ponido ou perdado pelo crimo
commeltido, ou quaroefta acha-ae prescripto, nao
ha david.1 do que oo deve aer uavamente punido,
nem minina procesado. Quanilo porm esta pro-
primenle impune, por isto qi e nao esl eilincto
por mel algum legitimo, porqte saneelonar a im-
Quem reprime o c ime nesse caso nao
he o pnicesse, ha a pena. Em om nieamo estado
nJo produz-se o processo, porque a enlenra urna
vea daci-cUda tem csecur.lo em qualquer parla ou
tribunal delta. No cato porm da seolenca profe-
rida em paiz estrangeiro, como elu materia criminal
nio lem extcu(3o no exterior, nnm produz a excep-
le claro que o'.eUcilo he di-
verso.
poi a senlenja crimip.il estrangeira nSo pro-
cede para tarificara punican deendada, tambera nao
pode proceder para embaractr o j ligamento quando
i d; outro estado reclama-lo, oo quando a im-
punidade for prejudicial i tua- aeguranca ou direilos.
Oa ineontenienles resnltanUs da opinio con-
traria pdeos ser Urs que aecntem gravemente a
impreviileneia legislaOva. Suppaw a-se que um Bra-
sileiro ein territorio britnico, on em qualquer ou-
ibricata moeda falsa, oa ixereia o trafico a-
; que o goterno do imperio, de arcordo
com o do tertilorio. tinlia feilo agitar o processo
perante 6 tribunal competente, u qne o iniciado
quando rondernoado, quando ja convicio, consegui-
r evadir-se e refugtar-se no territorio brasilelro.
Querazao ppderia oppor-se aeisi governo eslnn-
geiro qut: paditss a punicJo, a iiilo ter a imprevi-
dencia da lei bratileira T
> Asfim, e refltcllndo que ro pensar das com-
mwsoes, o governo dte ler a ra:uldadc que ellas
propiem em laet casos, preferetn a disposicao que
oMaeeai.
r Addieionan finalmente as cc'tomlstoes adispo-
sicilo do ilrl. 12, por con>iderae6( quo pareccm va-
liosa*.
As penas que este projeclo dn le encerfa p-
rate, pode sar at a le roorrt natural.
Desde entso o raspeclivo proceaso penal lio de alia
considera r,l, elle nao deve vigor ir sen So depois de
deereiado ou meditado peh poder leglslaHivo.
a pepa, em quanlo nao applieada,
, uao paasa mnacoabihacla ; o procsso
penal he ii i a applicac.3) ; suas dlspnsi-
CU, : ipoem orgacs judiciarlos esco-
Ihidaa, e um complexo de rueios qae ministre ,ia-
raalias ennvanic ales, importem mailo para quo o
senado prescinda de previu recoohecimenlo.
a Indicadas como llcam as idean das commiasiies
e as ronseqenle modifica;oei quejulgnm conve-
niente!, nato de parecer que o sohiadito projeclo de
let unir en discussi jnnlamenle com o que ellas
SBda substitutiva, e que he o
tcgiiinle :
e Emuidas tubiiituUva de projeclo.
a Aoirl. !. Poderao Mr proc,es-ados, irda
que ausentes do imperio, e jolgados quando forem
prevena*. *o por lerem regreasado espentaneamen-
t iccSo eonsagoi! i >ara eaae lm, ou
governo os oblen lia em tirlude de algum
estiro acto pablio tea, os Brasil* rus que em piiz
strangeiio per|>elrrem algam dos crinis pretisot
pelo cdigo criminal :
1 .Contra a independencia, integridade e dig-
nidad* l naci ; til. ., cap. I. arU. 8 a 78, e
82lW.
3.a (Cintra a constitu cao doiirperioafrma do
governo til. |.o, cap. 2., arls. 8.1 i.
ilMra o ebefa do governo : tll.l^, cap. 3.
artu. 871 89.
4. Moeda falsa, na firma sai le do imperio.
i.* (alaidade cod.erim., ir. 167 168.
6.^ Insurraicao deescratoa ; iris. 11* e ti5.
i 7. Periarie>v art. 9.
%> l'eenlalo ; arls. 170 a 17J.
Ao arl. i.' A dlsposljo d* trllgo anleceden-
imperio qualquer dos referidos crimes, quando ve-1
nham ao territorio brasileiro, ou espontneamente
ou por exlradiccao oblida para este im.
Ao srl. 3. Serao tambem processados e jal-
gados, quando ao imperio vierem, ou espontnea-
mente, ou por exliadiclo para esse efleilo oblida,
os Brasil?ros que em pait estrangeiro perpetraren!
conlra lliasileiros algum crlme particular previsto
pelat leis do imperio, ama tez qae preceda queixa
competente.
Ao All. 4t*-Noa sobredilos casos as penas p-
plicatala sera as das leis criminaes braslleiras.
A* Alt. 5. Podero tambem sar pnnidot os
crimes par aculares commetldos por Brasileirot con-
lra subditos eslrangeiros, on por tubdilos eslrangei-
ros contra Bratileiros, noa torraos do arl. 3." prece-
dando coineneoes que ettabclecam a reciprocidade
e competencia da queixa.
a Arl. 6. novo.Precedendo convncelo de reci-
procidado, podorRe ser punidos os Brasileiros que
forado imperio commelleremcoulra estados estran-
geiros o erime de falsificado de moeda nos termos
previstos pulas leis hrasileiras, quando refugiaren!-1
se no lerritorio do imperio. A exlradicao porm de
um cidadao brasilelro nunca ser concedida pelo go-
terno.
Arl. 7. novo O crime de que trata o artigo
anterior, quando commotldo dentro do imperio,
poder sojeilar o delinqente melade das penas de-
cretadas pelas leis hrasileiras em aens dlfferenles
graos. Todava, precedendo couvenrao de recipro-
cidade, he o governo autorisado a urdenar que a
punirao verifique-se segundo as leis criminaes do
imperio sem essa allonuarao. ^|___
o Art. 8." novo, Em relcelo pena applicavel
nos casos ilo arts. 5., 6. e7., nao obstante o que ti-
ca determinado, observar-se-ha as seguinles dispo-
si{0es :
<- 1. Nao lera lagar applicacSo de pena algu-
ma, quando o faci commctlido por om Brasileiro
em prejuizo do estado ou subdito estrangeiro tives-
se le ficar impune segundo as leis do dito estado,
ou actos do respectivo governo, se fosse commelli-
do por um dos seas proprios subditos.
2. Quando a pena do estado eslrangeiro for
da mesma nalpreta, porem em grao menor, ser
ella applicavel; quando for por sua natureza me-
nos grate, mas de diversa especie, poder aer pre-
ferida pelo Brasileiro, ou consderar-se-ha essa cir-
cumslancia tomo al(enuac,3 pena brasilcira no grao immediattmente menor.
autorisado para, no regulamento que der a esta lei,
estabdecer a competencia dos Iribanaes do imperio
e forma de processo desles-crines.
a Essa aulorisajao he tambem applicavel para
regalar, mediante conveniente reciprocidade :
v 1. A esecueao das senlenras civeis dos tribu-
naes estrangeiros.
h ^ 2. O jiilgamenlo dos crimes perpetrados a
bordo dos navios brasileiros no alto mar, ou as a-
guas lerrloriaes ou porlos eslrangeiros onde for
admillido esse direilo.
i 3. Ojolgamenlo de crimes a bordo de navios
estrangeiros conlra pessoas nao perleoeentes .i lr-
pulacao, ou rlesmo contra pessoas da Iripulaco,
no caso de infi acr^io da polica do porto, ou aguas
lerrilnriaei, ou de requsicao, on de accordo coro a
respectiva auloridade eslraugeira.
o '4. O goveruo he tambem autorisado para re-
galar os prazc* do prescripc.lo nos, diversos casos
dcsla le, nl podendo porm aggravar a condirao
dos delinquenles alm dos limites consignados pelas
leis em vigor.
Ao Arl. 7,, que passa a ser arl. 10.As dis-
pusieres desla le nao impedera o uso da cea* civil
que pode ser atentada para liaver e satisfago do
damno resaltante de qualquer delicio commeltido
em paiz estrangeiro por qualquer individuo nacio-
nal ou estfoigeiro residente no imperio.
a Ao ArL 8., que passa a ser arl. 11. Nao s
uao se imrpW.i pena alguma, mas nem niesmo ter.i
lugar u proceaso e julgamento determinado por es-
sa lei conlra os individuos quo em paiz estrangeiro
ja (ivcr'mj sido abtolvidos, punidos, ou perdoados
pelo meslo crime. Cessarh (ambem o procedimen-
lo, anda (quando comecado. logo que se reconhe-
ja qn* o crlme ou pena ja est pre'criplo segando
a le inais favoravel ou do Brasil ou do estado es-
trangeiro em que elle poda ser punido.
Arl; 12, novo. O regulamento do gpverno
de*quo ti ala o arl. 9. nao sar posto era execur3o,
oa parln em que eslabelecer a competencia dos
Irihunaci e a forma do processo dos crimes de que
(rala c a lei, sem approvac.lo previa do podar le-
gislaii 1.
o i 1.13. Ficam revogadas as disposices em
contralto. /
a Pa- o senado 1G de junho de 1835.Pimenla
Bucno^ Ensebio de Queiros CoutinKo Matlozo
Cama-Ha; V Menes os Santos. l&scone de
Sapu*hy.<^PlKonde de Maranguape, com pare-
cer saViaraiHrS '
~y~oto separada
a (scrcpamlo do parecer das commissoes de
conslflnirao e legilacio sobr* o projeclo de lei pa-
ra a fuican do crimes commetlidos por Brasileiros
oo estrangeiros fra do imperio, cumpre-me sub-
melter a' consderarSo do senado' miulu opiniao
tobre Uto importante ohjeclo.
< Coraecarei por notar a contradm^oes em que es-
l o arl. 1. com outras dispeeiees do projeclo e
com os principios do nosso direilo criminal ; con-
Ir.uliccSo que a emenda olferecida pela conimissao
corrobora! em vez de destruir.
A especiAcacao que nesse artigo sa faz dos cri-
ne' pblicos, commeltidos em paiz estrangeiro, pe-
losquaes podem ser, como diz a emenda, processa-
dos os Brasileiros quando voltarem ao Brasil, ex-
cluetodos osoulros crimes pblicos mencionados
na 2.* parle do nosso cdigo criminal ; e tanto assim
he, que se enlendeu ser necesiario especfica r na e-
mendamais dous crimes desla natureza,para que nao
escapeasen ao procedmento jadiclario ordenado no
projeclo.
a Mals que razao se poder dar para a exclusao
de lanos crimes pblicos, como oa que o projeclo
eirlne, lendo no arl. 3." abraniido al os mais pe-
queos crimes paitlcolatres '! N5o se desconhece por
este modo a gravidade daqucllcs crimes'' Nao se sob-
verlem aasim as exigencias da vindicta publica '.'
u Eu creoque nao poda ser esta a mente de quem
iniciou o projeclo ; todava elle envolve esta palpa-
vel conlradicjao, e nao poda deixar de envolvfi-la,
desde que, confundindo o caso de regresso esponta-
neo com o da eilradiran, declarou os nnicoa crimes
que em ambos os casos sugeilam os Brasileiros a pro-
cessose julgamento.
Talvez t se livesse em vista aponlar os crimes
sobre os qnaes o governo poder estipular recipro-
cas exlradicgcs mas se assim. he, a iliaposicao do
arl. 1., alm de nao exprimir este pensamenlo,
como convinlia, para que, no aso de regresso espon-
taneo, possam ser os Brasileiros processados e jolga-
dos em cousequencia de quaesquer crimes pblicos
por ellos commetlidos em paiz estransero, suscita
considerarles de oulra ordem a que uao se atienden
tambem na emenda.
c As dotilrinas sustentadas, cm outros lempos, por
algoos publicistas, o mais ou menos seguidas por di-
versos ovemos da Europa a respailo da extradicao,
na,o se conformnm mais com o direito das gentes ac-
tualmente adoptado qoasi por toda a parle. Hoje o,
direilo de asylo para lodos os criminosos poltico"
he sagrado ale em paizes regidos por governos abso-
lutos, sendo a ciliadicao admiravel lmenle em cer-
tos crimes communs, cuja perseguirlo he de reci-
proca necessklade, quer em razao das circumstan-
cinscmqiie se podem adiar algumns naees pela
conlimiidide geogrnpbca que baja entre ellas, quer
em beneficio do commerco, que at entre as mais
remolas tanto ae lem desenvolvido.
Os principios em qoe s fundao os governos para
completamente esquecerern os crimes polticos dos
seus subditos, rehabilitndoos assim muitas vezea,
al para o exercico dos mais elevados cargos do Es-
tado, lem anda roaior forra quando applicados
mera concessSo de um asylo a criminosos desla na-
(areza. Nao vamoi pois fazer urna lei que nos apr-
sente menos adiamadua no conheeimento das roodi-
fteac,oes que lem snffrido cerlos principios de direilo
das gentes do que estovamos qaaudq nos artigos per-
petuos do tratado qae temos com a Franca noa limi-
tamos reciproca eipnlsao dos individuos secuta-
dos (tos rimes de illa trair.io.
o Heconheco qae ha crimes a tespollo dos quaet a
extradirao pode ser igualmente imlispensavel ao Bra-
sil e a oolros Eslailos. principalmente vlsinhos ; mas
Examinare! agora esla parle do projeclo em re-
lcelo aos estrangeiros.
Sendo-lhes, como diz o art. 2., applicavel a dis-
posicao do art. 1., applicaveis lambam lhes sao, ece-
teris patibus, as contiderac,es que lanho feilo a res-
peito do Brasileiros, com a differeiica, peren, de que
nnito caras cuslaraoao Brasil as IndemnisacOea que
lera que pagar, qaando por crimes 'commeltidos em
outros paites nossos Irlbuuaet proetssarem eslrangei-
ros que vierem a este imperio espontneamente oo
por forc,i maior.
a Quanto o arl. 3. a queslo quo, com razio, a*
pode mover (posto de fiarle a ilifllculdade de se jul-
gar um crminoso oolro deve-se fazer o corpo de delicio e co-
Iher as provas da aecusaejio e defez.ii}, he, se convem
eslender a sua disposico, como alii se faz, al a cri-
mes da mais branda penalidade, e qoe bem poderiam
chamar-se deliclos.
r A emendada cotnmissao Sobre este artigo s con-
(em ama verdadeira allcaacao, que he admillir, em
conlradictao com o arl. 1. a itradiccto em crimes
particulares.
a farcee-me que a dsposijao do arl. 4. devera
limitir-se aos Brasileiros, e seguir, quanlo aos es-
lrangeiros, a legislarlo de alguns dos paizes quo lem
modifiracao a legislaco franceza, aalorisaiido a p-
plicario da lei do Iugar do erime, ou a da lei do Bra-
sil, qaando fr mais branda.
< Vislo que o arl. 5, depende inleiramento de Ira-
lado, como nellc se declara, nada dfei a respelo
delle, nem da emenda que se Ihe faz, depois de mi-
nhasibservaces sobre o art, 3..
cuiadao brasileiro nnnea ser concedida pelo gover-
no. l)pois de se ler presapposlo as disposies an-
teriore; a exlradiccao de eslrangeiros para seren jol-
gados ao Brasil, s se pode sustentar esta emeuda
supponlo os outros governos tan ineptos que estipu-
len, a ilr.idic.ao de seus subditos sem reciprocida-
de. U que me parece he qae o projeclo devera ex-
cluir de todas as suas disposirOes a exlradiccao de
quaesquer individuos para serem julgados fra da
sua palria.
a O reslo do projeclo ponen mais he do qoe o com.
plomento dos artigos a que me.lcnho referido ; to-
dava devo observar que nao he necessaria a aulori-
sac.lo concedida pelo arl. 6. para que o governo d
regulamento sobre os crimet commeltidat a bordo,
o Nao sei, porem, como poder o governo dar o
oalro regulamento do que traa o projeclo, isto hei
para a execucao das senlenras civeis dos trihunaes
eslrangeiros, sem ama le que estabeleeai as impor-
tantes coneessoes que a soberana nacional lem que
fazer a este respeilo. Nao~serei eu que d o mea vo-
to para que o Brasil proceda sobre lao grave ohjeclo
comoalsuns pequeos Estados, que por urna simplas
reciprocidade, consagrada em regulamenlos ou tra-
tados, se lem subordinado a legislares eslraiihas, ou
Como algumas naques que nada tem de positivo so-
bre esta materia sen.lo os seus areslos.
Se o que se pretende no projeclo e as emendas
he adoptar a legislaran franceza, muilo lhes falla pa-
rattingirem este fim. Nao he 13o fcil, como pare-
ce, sermos bem succeilidos nesta empreza, sobreto-
do quando se considera que algumas das naces mais
civilisadas n3o tem seguido os principios de direito.
criminal internacional eslabelecidos naqoella legisla-
cao, e que outras a seguem com nolaveis modifica-
cees.
Nao neg a necessidade que o Brasil lem de urna
legislaco a este respeito j mas para t-la, como Ihe
convem, he preciso que o projeclo seja.aenao sabsj
lilaido por outro, o menos por tal forma emenda-
do, quo possa corresponder ao lotivavel intuito com
que foi proposto.
Par;o do senado, em 16 de janho de 1855.l'it-
cone de Maranguape. o
a Conformo-me com este vol.Mrquez de (lin-
da.
Vo a imprimir.
O Sr. Manuel Felizardo :Tendo sido um dos
membros da commisja* de marinlia e guerra ( o Sr.
marquez de Caxlas ) poniendo ministro de eslado dot
negocios da'guerra, d-se urna vaga nessa rnmmissao
e, como em breve lem de ser sujeilas i sua conside-
rarlo malcras mui importantes, peco a V. Exc. que
leulia a hondade de consultar ao senado se contente
quo essa vaga seja preenchida.
> O Sr. Presidente :O senado acaba de ouvir o
roque rmenlo feilo pelo Sr. senador. Vou pois con-
sulla-lo se conscnle: 1. que se momia um membro
para supprir a falla do Sr. marqdez de Cavias na
commisso de marinha e suerra ; 2. se essa nomca-
cao deve ser feUa por escrutinio secreto, ou pela me-
sa, como este anuo tem acontecido a respeitrde un-
iros casos idnticos a este.
O senado, sendo consultado, resolve que se faca a
nontpacao de que se (rala, e que ella teja feila pelo
r- presidente. *
O Sr. Presienle :Nomeio o Sr. baro de Muri-
(iba.
ORDEM DO DA.
He approvado sem debate, em l.'-e 2." disctalo
para pastar a 3.*, a proposito da cmara dos depo-
tados abrindo ao governo um crdito "para mandar
pagar ao 1" lenle reformado do excrcito Mano*)
Soaros de Fgueiredo os sidos que se Ihe devem-
. Enlra em,l. discussao a proposito do senado ang.
menlando es vcncimenlos do directa* e lentes da es-
cola militar eda academia de marinha.
Discutida a materia, e posla i volarao a propos-
cao, tica empatada.
He approvado sem debato em 1. discusiao. para
passar i 2.a, o parecer da commisso de negocios ec-
clesiasticos sobre a desmembrago pedida da fregue-
za do Engenh Velho.
9 Sr. Presidente declara esgolada a ordem do da,
e d para a da 1.a sessao a 3. discussao das proposi-
<;Ocs da cmara dos depuladqs, approvando as apo-
senlailorias concedidas no Sr. conselheiro Bernardo
de Souza Franco e ao juiz de direilo Manoel Joa-
qum de S Mallos; e aiilnrisando o governo a con-
ceder carta de naluralisacao ao padre Nicolao er-
maine, Carlos Frederico Ado Hoefer, e outros.
l.evanla-se a sessao. .
s=2:
-a
Telati* ios *ftiag*trM qoe ptrrelraiem forado
te poder ler x,eeq{9o, na que for applicavel, em eljessioda natureza dos que vem eipeciflcaos noa
tratados modernos enlrt nacOe cirUistdis.
O ACTUAL GABINETE. .
Por occasao de disentir-se na cmara temporaria
o projeclo de resposla falla do tlirono, alguna* dos
nossos alliados polticos alroram all as suas vozes
para prolestarem contra a conduela do actual gabi-
nete ua directo dos nogooiuf pblicos. Comquau-
lo respeitemos as convicfQe* de alliados a quem tri-
butamos a mais perfeita estima, he todava do nosso
dever elealdadc dar um sincero e solemne lesle-
munhs do apreco que nos merece apoltica provi-
dente e generosa, proclamada em 7 de setembro, e
que al hnjer por muitos e feli/.es resultados, lem
justificado as esperanzas de lodos os brasileiros
si.ados e honestos, que anleviam nella um futura
de harmona e de felltdade para n nosso paiz.
E lera com elTeilo o actual gabinete cumprido re-
ligiosamente as promessas do seu programma? llave-
ra alcum vislumbre de razaopara^eesset individuos,
que al ponen lempo mililaram debaixo da baudei-
ra ministerial, se apresentem boje em allilude hos-
til '.' Ser muilo airoso e coherente o procedimenlo
do corto orgSo opposconsta. que depois de ter pas-
sado urna vida de reservas, e al niesrao de lisonjas,
em relacao ao gabinete, alinal prorumpeu contra
elle por um modo desabrido, pensando que a niin-
gnada opposicao que appareccu no parlamento era
a precursora infallivel de alguma regenerarlo glo-
riosa V
Eis-ahi os Iras pontos em qae se devem hasear ai
Matas rcllexoes.
nuainlu o Ilustre presidente do conielho de mi-
nislrosennunciou o programjna de 7 de setembro,
a couciliacao foi um dos pontos que mais applau-
sos lucreceram de lodos os credus polticos. E com
edel i : n'uin.i quadra em quo os bomens sensatos e
bem intencionados ahracavain a moderacao e tole-
rancia como mn principio eminentemente moral e
civilisador :%'um|giuadra em que mesmo mxima
parle dos inemlira!; anda os mais proeminentes, do
partido decabido iam se convencendo das funestas
consequencas que costuma trazer o desregrameuto
das paixes polticas ; n'nma quadra em qua as at-
lenzOcsja se volviam quas eralmcnle para os me-
llioramentos pblicosbem se v que um'pensa-
menlo Conciliador e progretssla era o nico que
poda cicatrizar antigs e profundas Ion tas, e abrir
um vaslissimo horisonle prosperidode do Brasil.
Em laes circunstancias, o actual gallineto, nceilan-
dos estado da Bociedado como o'acbou ( segundo a
acertada reflexao do nobre presidente do comellio,
proferida na cmara.) Iratou de dar ao seu program-
ma todo o descnvolvimcnlo possivel. E dentro em
pnuco lempo os fados vieram corresponder no
grande empenho contrahido i face do paiz, no da
anniversario da nona independencia.
Dos individuos eompromettidos na rovolla da no-
vembro nao ficou um s que nto fosso amnyslhdo.
Alguns desles, muitos outros perlencentes bar-
cialidde de cabida tt-em sido al ao presente apfero-
veados segondo n sen merecimenlo. Sem querer-
mos fatigar o nossos leitores com Individuacoe* que
elles bao de ler gravadas na memoria, citaremos to-
dava om factorecente, qne testificando por Um la-
do o interese qae o governo toma pela instniecflo
publica^ vejo dar a* masm* lempo mais ama prova
gramma. Queremos fallar da nomeaeSo dos lentes
para a faculdade de direito do Becife. Nesse aclo,
geralmenle louvado, nao ae allendeu a cores polti-
cas : foram approveilados (Jregoi a Traanos, e a fa-
culdade muilaJucrou com as noval acqaisises.
Na jislribaitao das gracaique tem lido lugar nes-
tes dous ltimos annos, venios contemplados muitos
membros do partido adverso, que alies nun:a foram
condecorados durante o luemoravel quinquaonlo.
Mai se eita he a conducta do governo; se elle lem
dado proves incoulestavei de que deseja congotcar
os nimos, e reuni-los para o bem commum ; se el-
le lem mostrado claramente que nlo olha aa convic-
cSes polticas como urna inhabililacSo para os car-
gos que nSo forera de mera confianca ; tambem
nao lie menos corlo que elle tem dado'valiosos leste-
monhos de lealdad* aosseus alliados polticos,! esses
qae em lodos os tempos, na tribuna ou na imprensa,
e al noi campos do combato, nunca esqueceram o
que devem ao monarcha c patria ; nunca recua-
raro, diante do sacrificio, lodas as vezes que lhes lem
sido necessario sustentara ordem e as instituicOes,
auxiliar os melhoramenlos pblicos,e contraminar os
planos desorsanisadoret da atn.rcbia.
Para confirmar a nossa propositlo, ah estao to-
dos os orgaos du poltica domname, qae a urna voz
oxprimem o mais franco e decidido apoto aos actos
do actual gabinete ; ah est9o as filenas cerradas dos
nossos co-rdigionarios, que,a excepc.io dos pou-
cos que agora se mostram dominados de apprehen-
ses que acreditamos sern passageiras,mostrm-se
ititeiramente salisfeitos, e al ao presente nao tol-
taram anda a mais leve queixa.
Elle fado, ao paaso que atiesta a existencia de
ama conviccao robusta acerca da fidelidadc com
que o gabinete lem cumprido o seu programma,
tambem demonstra evidentemente que o partido do-
miuanle n8o se estomaga por ver aproveilados os
seus antagonistas que, arrependidos das inconside-
ratoesde um paisado melanclico, mostram-se boje
em dia possuidos dos melhores senlimeiilos, e vol-
lam as soas vistas para os melhoramenlos reaes :
aquello faci demonstra, finalmente, a aem razao
dessas vozes levianas on apatxonadas que se lem le-
vantado para tachar-nos de intolerantes, exclusivis-
tas e inconlenlaveis.
Em faee do que lica exposto, nos parece manifest
que o pensamenlo de coociliacao lera sido plena-
mente executado.
Mas por ventara ter sido cumprida a oulra par-
le do programma, relativa as reformas e melhora-
menlos'? Os fados o adir mam.
A instruccao publica, como um dos prmeros ele-
mentos de civilisarao c de progresso, 113o pode dei-
xar de merecer a mais seria allencao de lodo o go-
verno relleclido e creador. Conscio desla verdade,
e querendo saV"coherente com o seu programma ge-
neroso, o actual gabinete nao poupa esforcos para
mostrar-te digno da importante missao u que se pro-
poz. Ainda nao lia dous anuos que elle se acha
testa dos negdcios pblicos e comtudo, durante es-
to curto espen de lempo, lem procurado favorecer a
instruccao com lodos os nicllioramenlos cumpaliveis
com os recursos do paiz, conseguindo deslo modo
eleva-la ao grao de prosperdade em que agora se
acha.
Urna das necestidades geralmenle sentidas era a
reforma da instruccao primaria e secundaria: E o
governo, depois de consultar ar pessoas habilitadas
e prallcas, e de aproveitar as luzs e experiencia dos
paizes callos, expedio em 17 de Janeiro do anuo
passado o bem elaborado regulamento que tan boa
opiniao mereceu dos entendidos, e que, mediante
algumas allcrares exigidas por eircumslancias pe-
culiares, pode ser adoptado em todas as provincias
do imperio, como j o foi em Pernambuco.
Oulra necessidade igualmente reconhecida era a
reformada instruccao superior : E o governo impe-
rial publicou em 28 de abril do anno pastado os pr-
vidos estatutos qae hoje rece as Facilidades de Me-
dicina e de Direito,e que lautas vaolagens v3o apre-
sentando no seu desenvolviment (pralicu.
A muilanra da F.inildafte de Direilo daOilndapa-
ra esla capital constitua tambem oulra necessidade
imperiosa ; mas cuja solucSo infelizmente era seni-
pre adiada, (iracas porem ao aclual gabinete re-
mediou-se o mal ; e dentro em breve a experiencia
veio mostrar qae nocrravain osque viain na trans-
ferencia una rondcao de prosperdade para aqoelle
imporlaale estabelecimento.
Ora : qaando se observa que a instruegao publica
vai sendo agora regida por um sv tema que melbo-
rou eonsiderax clmenie a parte disciplinar e a iden-
tifica, dando melhores garantas ao profettoralo, e
exigindo para elle maiures condiees de idoneidade;
quando se (lele nas> vanlagens que a creactlo das
novas cadeiras des era trazer ns escosjl de medicina
e do direito ; qaando se reconhece o acert e eir-
Cumspecro que lem liavido na etcolha do pessoal ;
quando, finalmente, se adverle que a reforma do
ensino, adoptada polo poder central, vai-se irra-
diando pelas provincias, onde j se IraU de fundar
collegos de instruccao semelhanles ao da Pedro II,
nao se pode dexar de tributar ao actual gabinete os
mais sinceros parabens pela glorit que Ihe cabe nos
bullanles triumphos alcancados nessa parta do ser-
vi publico. E nos fazemo-lo com lano maior sa-
lisfacao quanlo vemos que o nosso juizo he a expres-
s.1o fiel da opiniao que geralmenle se tem manifes-
tado em nossa provincia. ,
Se da instruccao passarmos a outros ramos da pu-
blica administrarn, encontraremos novos (lulos
qne responder pelo zeln e solicilude do aclual ga-
binete.
A escrupulosa vigilancia na repressao de trafico
da cscravalura tem sido unis constante e eflicaz.
Durante esles altimot annos nao 'consta que um s
africano hnuvesae desembarcado as costas do Brasil.
Oppondo-se, portn, com todas as torcas im-
poriacao de escravos f cumprndo desl'arte um dos
seus mais sagrados dveres, o goterno moslra-se
igualmenle incausavel em promover a acquisicao de
bfltislivres.. Aserufrrezas de eolonisacao creadas
i versos pontos do imperio, e alguns ensaios fe-
quo as tem j coroado, nos fazem nutrir a li-
sonReira esperainsa de que nao esla mu diUanto a
poca em qne a nossa industria, animada por nu-
merosas fof cas productivas, e dirigida por um sys-
tema de trnbalho mais activo, regalar e mctliodico,
allinairo grao de prosperidad qae se deve espe-
rar da riqueza e magnificencia do nosso solo.
O instituto dos cegos, que veio salvar das garras
da miseria lanos infelizesa quem a desventura pri-
vou de urna das mals preciosas faculdades, he um
monumento glorioso que falla mui alto era favor
da tolicitudc e philaolhrofia do actual gabinete.
Alm disto : o poderoso auxilio concedido aos di-
veisos caminhos de ferro, cujas vanlagens seria oda-
so demonstrar ; a Influencia benfica exercida sobre
as insliluic&es ancanas, qne aarvfram para dimi-
nuir consideravelmenle os tristes elfeilos da usura,
e favorecer em grande eicala a Industria e o com-
merco ; o nolavel impulso que vito tendo as obras
publicas, e finalmente a creaejode todas essas em-
prezas de diversos generas, que por brevidade dei-
xamos de enumerar, sao proras mui relevantes que
al testa m que o prozresso vai a passos largos, som-
bra da protocolo du governo.
E essa protereao he sempre igual para todas as
provincias. Nao ha mclliorameiito para o qual (enha
sido debalde invocado o auxilio ou sobveneo do po-
der central. Desle modo, nem ao menos existe o
mais leve pretexto para que algum visionario possa
enxergar menospreco para com os legiliuos iuleres-
ses das provincias do norte. Exercendo era. todos os
pontos du imperio a sua.accjto paternal, o governo,
alm de batojar os triumphos do pinar man provin-
cial, lem galardoado o mrito, approteilando para
os empregos pblicos as capacidades, sera eslabele-
cer preferencias ou predilecces odiosa*.
Entretanto: se he corlo lado quanlo havemos pon-
derado ; se he, alm disto, incoulestavei que o im-
perio lem gozado de orna paz constante ; se as soas
rokiev.s com os paizes eslrangeiros sao al mais II-
songeiras e amigaves ; se as nossas complicarles
com a repblica do Paraguay livcrain um desenlace
honroso ; se um saldo de 219:0318025 atiesta o esta-
do lisongeiro das nossas linani.a, ; se o espirito de
associacao, alimentado por todas as credas polti-
cas, vai lomando, mais do que nunca, um incremen-
to mnravilhoso ; se leem praoredido as obras publi-
cas; se as emprezas snrgera coai frequencis, es*
d'entre as que em outras pocas nem se pensava era
real sar, urnas csiao sendo xeculada e outras terao
em breve o seu principio de execuc,ao ; se os ni-
mos, oulr'ora divididos por odios e ranrores interml-
naveis, ou se unen hoje para u bem commum, ou
se esforcam por transformar as lulas caninas da po-
ltica em ama lula de ideas,pacifica e moral ; se lo-
das as provincias se achara bem servidas de admi-
nistradores zelosos e prudentes, quo comprehenden
do fielmente o pensamenlo do gabinete, tem conse-
guido eleva las ao eslado de prosperdade cresconie
em qoe se acham ; se elles, longe de era pregar a
menor medida de rompress-.io, levam a sua mode-
racao ao ponto de tolerar s poucosaventureros qoe
ainda parecem ler saudades doi lempos das espe-
culado*! polticas, em que podiam pescar as aguas
torvas; seo actual gabinete lem \>iovado exhulierali-
lemente qae sabe desempenbar o seu programma ;
se ludo isto he verdade, pois os toctos o confirmara,
como se poder dexar de reconhecer o qaadro ani-
mador que atiesta a bonanca da cstarSo ".'
E 'avista delle, que valor terao essas vozes que
hoje se levantara no parlamento para censurar a con-
ducto do goveern4-i!ad*rao ellas abalar ao menos
levemente, essa'convic'jto nrofuda que nutre a
grande maiori do paiz, representada na imprensa e
na tribuna, e que he um teslemunho irrecusavel de
que o escolente programma de 7 de setembro lem
sido escrupulosamente executado '.'
Nao queremos augmentar ainda mais as propor-
Ci>es desle artigo, e por isso guardamo-nns para o
seguinte numero. (4 Vniao.)
ta le fizesse chegar a noticiado publico, e especial-
mente do governo, os faclot mais nolaveis que aqu
te dessem : e que de beneficios nao colhereraos 1
Quintos males preveuidos.' Nlo resta dutlda algu-
ma que o seu conceituado jornal tem coicortido pa-
ra o augmento e progresso desla provincia, e qua
por conseguidle he Yror. credor da sulla, e grati-
dflo da seus concidadaos: ni* se podedescrevar as
innmeras vanlagens colhidas pelos Penurabucanoa
com o seo syslema de noticias de tolo o imperto
por correspondencias.
Estou em (alas; a se me nao soccorrar cem o pro-
metido segredo ven a pique : lie orden, do dia nes-
ta cidade a minh primiira .epstola, missivA ou
como lhequizerem chamar: esloa em nas aperloi
qae os Ralos em Sebistopol: protulle-se um pre-
mio a quem descobrr o rab'ucador desias toscas l-
nhas ; veja la se isto nao he para um horaem andar
em calcas pardas /ou em verdes, com licenca do Ate-
lino) : se me descobrlrem enforcam-ne sem mais
processo ; suipeodem-me as garantas e estou per-
dido. Muitos campeOes desejam o premo : e he pa-
ra rir o ter como procuram acertar com o neu eu :
lenho ouvido com toda a seriedade baptisaremme
por Vital, o nosso nunca asas cantado professor de
primeiras lellras, por Dniz e al pele Dr. Gaspar
Drummond: nao acertara, nlo : o qui lenho medo
he que me nao torne traidor o mea eonfulenio Oam-
berna, o que me serve de correio de noticias : mas
o rapaz he duro e fixecomo um maxixe, nao so ren-
de; he um forte partidario do defunlo Nicolao.
Basta de.massadas, c vamos ao que importa,no
lirias.
Volieia.
Nao vamos muilo bem quinto a autoridades poli-
ciaes, com as incessanles mudencas de subdelega-
dos, de sorte que boje se comidera esta cidade sem
lal auloridade ; porque o nosso arnavel esyrapatico
subdelegado elTeclivo, coitado, lem estado doenle, e
por isso fra do exercicio, ha muilo terapirt e o ni-
co snpplenle qae exista ilcsimpedidd", te ferino Ac-
cioli de Alenla l.ins, lem liavido dividas sobre a
legalidade de sou exercicio, lano qae o Sr. Dr. dic-
to de polica o mandn suspender, allegando achar-se
elle demillido pelo sea antecessor : boje coasta-me
que o mesmo Cheto de polica ravogon a sua ordem,
mandando que continu elle na supplencia ; mas o
exacto he que nao lomos subdelegado em exercicio,
com grave prejuizo da ordem publica. N3o sei o qoe
quer dizer to ; he snpplenle, nao he supplenle,
largue o exercicio, cutre em exercicio, ludo, repilo,
em prejuizo da adminislraco da jottica: quando
isto lomar geilo '? Prudencia, eseitpulo e perfeil
conheeimento dos individuos, ludo he pouco da par-
la das autoridades superiores qnandu te Irala da no-
meaeao de autoridades policiaes, para urna cidade
como esla, em que os cidadans que hem servir po-
dem a sea paiz se escusan a esse pesado onus. Praza
a Dos que o Sr. chefe de polica, cojo zelo e acii-
vidade, a par de excellenles qualidades, sao reconhe-
cidos, trate de, quanto antes; melhorar a serle
desla comarca, reformando em parle o pessoal de
sua polica, e providenciando pin qoe se nao pi-
tara fallas da ordem das que menciono. A propo-
sito comtnanlco-lhe qae consta-me, segnndojnfor-
ma;Oes de pessoas fidedignas, ter sido enderessada ao
Dr. juiz de direito desta cidade urna queixa ou de-
nuncia dada' por um lal Magalhles Baslos contra o
subdelegado da fresnezia de Una (o lal gosloso de
que Ihe fallei na minha prlmera), por haver este
dado fim a um processo instaurado, e ultimado con-
lra um celebre Julio Jos Lopes por tentativa de
morle; sendo que, segundo cerlos arranjos de fami-
lia, foi agora forjado um oul'o processo em sabsti-
luico do primeiro. E o mais ha qae dizem ler o
denunciante boas provas dcslas gentilezas : i8o fa-
vores a um amigo, nao quer dizer nada. O Sr. chefe
de polica quo tome conta desse negocio, e mande o
tal mea senhor plantar batatas, pois pana por veri-
ficado que o lal menino lem feilo muitas deslas e
outras peiores.
Juslira.
Acoslumado j de alguma sorle ao relaxameuto
do nosso toro lem-ne cansado certa sensaeao de pra-
zer a ordem, e nova marcha que tai elle lomando",'
grasas ao zelo, energa e aclivdade do nosso digno
oiz municipal. Dos o ajude a cumprir o seu fir-
me proposito de bem administrar a juslica, e nelle
o conserve por longos annos.
Fui coqvocada a sessao do jury desta cidade ( a
primeiro do crrente annolpara o dia 19 do correle;
agente* policiaes para as fregueii de loa jurisdic-
cjto. exigindo a demissao de cactos tabdelegadoi
contra os qaies se rainlfestiva opiniao publica,
fina mente moderando o sea genio um poaeo forle.
Abrio-te o jury desle termo em o mez prximo
panado fnnecionando regalaraanto, gracas ao nosso
digno jniz d* direito, que tanlo lera libido augiriir
ai svmplliias da lodos desla contar;*.
A Iranquillidade publica,a segnnincaindividasl 6
de i ropriedade all bada sotTreram nesla quinzena,
o qte j he pira-admirar.
A:lia-se em conslrucciio a mitra desii tula, a
qal tira a ler om dos primeiro* himplo* do noMo'
mallo. He digna da louvor a aollicilade do respec-
tivo vigario, o qual tem sido incamiavel em procu-
rar obter dos fiis algumas esmolas para ajudar a
conslruccio do mencionarlo templo, cuja conclusSo
nao sera breve, apezar de seas bon-i desejos, alenla
a falla de meios pecuniarios, nao obstante o auxilio
dado pelos cofres provinciacs, e a negaran desles
meus ricacos senhores dahi, e da maior parto da
provincia, para consignarem qualquer quota esses
fins, a por isso vejo qual o trabalho que dever ter
lido o vigario.
Agua Preta.
A sua grande distancia desla cida le; o estado in-
transitatel das suas estradas, extremamente pessimai
em lempo de invern, e a falta de crrelo para all,
impossiblitam-me de Ihe dar noticias desse impor-
tante lugar, o que farci na seguinte.
O invern tem por c eslado rigoroso, temos, se-
gundo a experiencia, um auno criador ; a safra sa-
tislar aos agricultores, os gneros alimenticios pro-,
metiera consideravel baixi, notando-se j scnsvel
difTeronja nos precos da carne e da farioha.
Basta de massada, vou, pois, fazer urna cousa que
Vmc. j de muilo tem desejado, l vai o ponto final
desta caria.
Saude, felieldade e dinheiro fra da algibeira Ihe
deseja o Mo-Formosente.
( Carta particular.)
IHiRIO DE PERWMBLCO.
gymnaiios magnficos onda a* colliratan todos os
rumo* dai ciencias bominas, para^l* aincloav
rioi dos dootci, do* termes immandaTt o lemplo*
outr'ora inviolavait, do* auimaes telvigent.rolheai o
grande livro da historia desee pavo eminentemente
civilitador e perscrutai os arcanos desae* tmalo*
sublimes que encernm m oidiveret da homens 13o
gi'indet.
E o Socralei. os PUloet e os Arldotol*, Ani-
liilheue* ot Zenoat a leven torio laminoso* des
g -todos lepaleroi, qae os gardim, amo lo ion da
irombeta final, Mas esqueletos veoeraados cober-
loi de vestes branca, toi moatrario os logare* ande
onlr'ora exisliram aacademii, 0 lyeu, o cynosar-
go e o porllco. Ah dlt* ve* deseobrlrie estas tor-
dides immensas, que Hici'deram a eternidade e
e Ibes conquistaran! um logar dittiuclo no tom-
> da philosophia a nm atiento entre oa eleiloa de
allissimo, porqae o renrr^* philosopholie o reino
da tardad*.
Entao dai gracas ao Eterno por tes haver conser-
vado a vida no tormentoso sacerdocio de vessaa vi-
gilias cruentas de voseas apurados lavores.
Mas ainda nao tereis concluido tona perc
eso, ser esta a segunda kiarvancara onde repou-
saveis voatos membros enfraqueddos pelas fadi-
gas da jornada, anda nao toreii pereatrida (oda
senda luminosa, que a philosophia ton deixado na
historia de liumanidede.
I de agora finalmente a ata Ilustrada corto de
Carlos tflgno, nesse foco de luz, Mata* regtoes
benditos qoe conservam ha doot reculos o doorado
sceplro da citilisacao.
No amigo mesmo dessiEuropa fanatlsada umbn -
onaria acharis a philosophia brihante e sublimada.
Vsahi colhereisos maia saboroto* fructos desta arto-
re da sdencia do bem, plantad e alimentada pelo in-
faligatel zelo deas* barbar* da Australia, qn* reo-
nindo em s a jvilisacao refinada do romano e o
vigor ndomavel do germano, era onieo capaz de
fazer reviver ottempos gloriosos da Grecia, de Fer-
eles e da liorna e da Mecenas.
Regstrai pds, todos esse* Toanuseriptos, tiC-
lirait lamentaveis da foice assoladora do lempo;
^
---------------------------.---------------------_--------- ----.- -.-.....c.a u .uivo assoiauora ao lempo ; ^
Honlem comeroii a funecionar o tribunal de com-' *Plora lodos esses archivos, onda ae consignavan
incrci < de segunda instancia desta provincia, confor-
me o reautamento n. 1597 4a4; de maio do corren-
te anno.
ALLOCUQAO
ave por occasiao da installaco da sociedude aca-
demjcaATHENEU PERNAMBUCJNO, Te-
citou o socio Lu: I'ranciteo da Veiga.
Senhoret. Nesto festim augusto di seiencia e'
da patria, permilli, que eu, o mais insignifican-
te cumviva deiilre os banqueleadur;s do dia, me
alevanle ousado e temerario para depor um loteo ra-
malhele no aliar da philosophia, e enviar um vol
de amor e fldelidlde Providencia'[do bem-estar
e prosperdade da patria.
A philosophia, esse sol portentoso qne brlha
no co augusto da seiencia, espalhantlo sen mages-
loso fulgor tobre os abvsmos iasondaveis do erro,
tem alnmiado ai nais sublimes verdndes, que ja-
ziam obscurecidas na noile profunda do mysterie;
e semelbantea luz divinal, que Deas fez raiar no
emaranhado cabos da crearlo, foi ella o espirito vi-
vificador, que classiGcou e harmonison os elementos
dispersos e incoherentes dos conhecinenlos huma-
nos, frudos imraaturos, que a razio tinha colhido
em seu peregrinar, pelas regiOes infinitas o eternas
do impyrsmo a da especulado.
Assim a philosophia he a tonto eommo m de todas as
sciencashumanashe o grande mucleo, em queseenn-
cenlram, tudas as tendencia*do nosso espirito, todas,
as ideas da nossa intelligencia, todos os senlirnento*
da nossa alma; ella be o fio elctrico, qae prenda Ib-
das aasciencasphysicase moran; ella he a razao ha-
mana encarnada, desenvolvendo-s* segundo a lei di-
vinal da perfeclibilidade; he ella emfim semelhan-
le a essa escada maravilhosa de Jacob, qae liga a
Ierra ao co, os homens Dos, a creatara ao crea-
dor, o' conligenle ao necessario, o fiedlo ao abso-
luto!..
Ora a vedes, escandacendo o cerebro do tribuno,
toncars matsas suas vivificantes centelhase meta-
morphosear nm rebanbo de escravos em um povo li-
na solierba- academia
vre, animado pelo amor das verdades nociaes, que
esiao preparados 9 proeessos, que devem se' -julga- elle derrama em borbotees de toa bocea de fogo.
i vedes na tribuna da representarlo nacional,
rar as mals intrincadas questOes coja solurao
la a felicidade das pavos e ao socego dos es-
PERNAMBUCO.
COMARCA DO RIO FORMOSO
Rio Formoso 1 de julho.
Saude e feliddades acompanhadas tlaquillo que
na phrase do insigne Bocage, torce as leis, domina
o mundo, he o quanto'sinceramente Ihedesejo.
O promelldo he devdo ; ees-roe pela segunda
tez em campo cumprndo a promesas feila de noli-
ciador constante e verdadeiro.
Senhor mea, o3o faz idea da alegra qua eaason
nesta cidade o reapptrecimenlo desla corresponden-
cia particular, o qoe se tomata de urgente necessi-
dade ; e toi cerlamenle feliz a sfia lemhranc* de lo-
. mar um correspondente que ihe tan* adidas dista
da littoffdide oom que elle laa cumpriao o teu pro-1 iomirca,pois o bem publico exig* que pela impteu-
i
dos, nolando-se entre elles o instaurado
celebre Mara de tal, que ma^ctou
marido por om seu escravo, carpir
maneira mais barbara quo imagina,
se esta tora rccolhda cadeia, on|
crime de um modo admravel.
Camares mwtii
Ha 4 mezes que nao funecioua, tendo sido agora
designado o dia do correle para ama sessao ex-
traordinaria, na qual lomar a presidencia o lenle
coronel Jos Antonio Lopes, substituto legitimo do
finado Manoel Henriques este noto presidente
noslra-se animado dos melhores desejos de trabalhar
para que esla corporac.o preencha mclhor os seas
fins, trabilbe com a devida regnlaridade, e zde
nais os iiileresse do municipio. Asiim Dos o per-
mita.
Commercio.
O commercio desta cidade, que ha pouco lempo
se mostrava. forle e vigoroso, vai-se tornando agora
frico, lnguido e desanimado: attriboe-se lito a in-
fluencia, ou a consequenciadas quehras havidas nessa
cidade. Rara he a casa commercial que aqu otTe-
reca garanta, e poneos o negociantes qae tetiham
fundos con os quaes commerciem ; a maior parle
sao verdadelros especuladores, e saerijeadores da
fortuna atheia.
Seguranra individual e de propriedade.
Felizmente lenho o sommo prazer de noliciar-lhe
que nenhum atlenlado contra a seguranea indivi-
dual e Iranquillidade publica, se lem dado nesta ul-
tima quinzena : outro tanlo porem nlo poyo dizer
quanlo a seguranea de propriedade ; a doulrina do
comminismo lem aqal e em Barrelros muitos sec-
tarios, que vilo par ti Miando na razio du Irabalho, in-
telligencia o capacidnde o prodaclo do suor do roste
le seas semelhanles : em fins do mez passado ap-
propiaram-.se, e dividiram, segundo suas doutrinas,
cavallos perlencentes a om miseravel pai de fa-
milia, que vivid do trabalho destes animaes.
O Sr. delegado, que he commandanlc de um des-
tacamento volante, bem pode visitar estes Pampas,
e livrar-nos delles para sempre.
Salubridade publica. ^^
Ainda apparecem alguns casos de febre ; mas'em
pequea escala, c igualmente as *otues, molestia
proptia d* astarao e dette lagar. J que fallei em
salubridado publica nao posso deixar de censurar a
Illm. cmara municipal e a senhora polica pelo
fado dt eonsentirem que cuotinoc dentro desta ci-
dade.c em urna de suasprincipaes ruasummatadou-
ro e acouKtie, que alem de causar graves prejuizos
saude publica pelo mo cheirodat (inmundicias ah
amontoadas, concorrem para o dapreeiameiilo das
propriedadesdesea ra, porquanto pessoa alguma.
qaer habitar ao p de 13o mo, prejudicial, e m-
commodo visinho : com a remocao desle maladouro
para o seu anligo lugar muilo lucrar a popularlo;
e isto esperamos do zelo da IllmA e das autoridades
policiaes, que deverao allender a essa imperiosa ne
cessidade, que se torna cada da mais urgente m
urna poca, em que somos aineaeados do lerrivel
fiagello do cholera-murbus, que se diz ler appare-
cido no l'aro. ,
Scrinliaem.
Esla caduca villa marcha regularmente sem for-
necer novidado alguma : nao me consto ler sido al-
terada a tranqiiillidbdc publica, e nem que se (enha
atlenlado contra a vida e propriedade do citladn.
O seu foro tambera caminha regularmente, sendo
o nosso juiz municipal all substituido, quando im-
pedido, pelo honrado, circumspeclo e justiceiro Dr.
Manuel de Barros Wanderley Lina.
Barraros.
Continua a lavrara intriga entiy as autoridades e
pessoas de importancia daquclle lagar, como Ihe no-
licie na minha passada : as causas dessa intriga nao
Ihe posso cora certeza dar, e nem Uto pouco conhe-
cer de que lado est a justira, o corto he que
as aciones autoridades, com parliculardade o dele-
gado, jamis podem continuar provailosaninte em
exercicio.
Sou imparci.il, n,1o lenho amizade, alfeicao, des-
alTeiqao para com laes senhores; exponho Inanemente
a verdade : e por lano nao posso negar que em
grande parle concorreu para isso a pouca prudencia
e alguma falta de lino, e pcalica do Dr. Anlero, o
delegado, que poderia ler posto fim a essas extlla-
oes de espirito, tazando melhoret nomeieOes d
Tocicdade prescrula todos os aremos vedados
a razao acanhada do vulgo ignoranle.
Unirs vezes a votes, de m.los dadas com a reli.
gJaoVtaflcoTfer paraaprpagasao das santas nao-
trinas da fftevar o chrislianismo ao auge da gloria,
mostrando nao ter elle um calhecismo de degmas
irreconcilaveis com a razao, mas um sublime cu-
jas mximas sagradas a razao conlingerte do ho-
mem se curva humilhada romo diante de um livro
divinamente racional e ineipognarel aos ataques sa-
crilegos do sophxsma e da ignorancia.
' Aqu a vedes, difundida em torrentes tle eloquen-
cia precipilar-se do alto da cadeira magistral e avi
ventor essas intelligencias ainpa naicenle para a so-
lusao do grandioso problema do Universo.
Por toda parle finalmente a vedas como um ge-
nio protector, guiar a humanidade pela vereda do
progresso ao grande fim providencial, qae Ihe foi mar-
cado pur Dos na portentosa pagina da cranlo. As-
sim a philosophia he a alma de tedas as nossas ac-
eas bem regaladas: manifesla-se em loria a parle);
domina em toda* as sdencias; brlha cm todas as
insliluiees. Hl Aa a grande mola sobre que gi-
ram todos os conheeimento. he o elemento primor-
dial de tocos os syslemas e theoalas he enfim o la-
minoso pharol, qoe nos guia no complicado laby-
rinto das sciencias de Dos, do homem e da nato-
"reza.
Apagal n phanal da philosophia e a humanidade
se confundir, as sociedades se desorgaoitarao, o ci-
dadao e o homem pcrderAo seus direilos esquece-
rao seus deteres; a fralernidade, a igualdad* e
liberdade se exliugoirao, e cm sea) lugar erguerao
seus estandartes, o odio, a desigoaldadc e a anarrhia
mil vqzes mais desptica do que a.tyrannia. Os
pas e'scravisarao os lilhos, os filhos se armarao con-
tra os pais, o irmaos IrahrSo os irraaos, as mais
segeilarao ts filhos, o povo degenerado em plebe se
(ornir urna hydra indomavel e esmigalhar san-
guinolento o tlirono vacilante da lyrannia, o des-
pota pallido e convulso precipilar-se-ha na praca
publica, eos caes faminlos das roas ttarorarao sua*
carnes e seus vestidos, como a implacavel falla de
Ilbobal.
A distolugoe a morle serao toncadas no seio da*
familias e das assenblas publicas.
A humanidade inleira estar em guerra civil. Se-
r um verdadeiro cabos moral e social, ser a morle
do hornera e da tociedade.
Queris esladar agura sua marcha, seu desenvpl
vimento esens desvarios?
Arma-vos para isso de s^nla e celestial resigna-
ran, revest vossoespirito com a duplicada armado-
ra da paciencia e do amor, pondo vosso* olhos em
Dos, que ser vosso guia no proceloso pelago de
vosias investigares, vosso eorarao na humanidade
que vos contempla e que vos segu confiada como
os Israelitas columna de fogo que os guiou a
terra da pormissio.
Desenterrai lodas etsas gerecOes perdidas qoe dor-
mem no leilo imperturbavel do esquecimento, e-
vocai a sombra veneranda do passado, revolvei toda
essa (erra regada com o sangae precioso de Cbrislo
e dos martyres da cruz, estadal lodas essas obras em-
poeiradas, que l se consom'em debaixo das ruinas
com o correr dosscculos'e das idadea, inlcirogai es-
sas necrpolis silenciosas que ljazem no< campos
da Asia como as almas dos reprobos as mirgens
escabrosasdi Eslvge; c os encanecidos sacerdotes
dos Deoses e erguerara as cpulas dos templo* pa
ra vos explicaren! essa philosophia Iradieclonal, fi-
Iha antes di inaginarao do que razao, enema de
urna religUlu omnipotente, que prende n'ama ca-
deia bronzei Iodos os ramos da*apciss humanas; e
vos veris mis zimborias dot lampos, as torres dos
plidos, nos capiteis dai columnas, no mirmore e
no porphyro dos saiicluarios, a palavra tremenda
Thcocracia:e ella se manifestar por tudn a parte
retrograda, raeaquinha e escravisedora.
Agora ide a Helade, a cidade de Minerva a essa
Alhenas, rainha da*scienciase du artes; tiailai lo-
dos esses monumentos fros e sem nome das >:ras pal-
iadas, penetral nessts templos grandiosos, pene*
o*, Mdaj
os grandes debales liavido*
desta corte civilisadora.
Evos ah adiareis o filbo de Pepino ornado com
a toga & filbo de Jta, Alcwino om o appelido ro-
mana de Placeas eAngelberlo (debaixo do pom-
poso nome de Homero presidirn! a ma* ttis-
cussSesencyctopedicas, ondea phrtosopliia oceapa-
va sempre o principal lugar como scieneia funda-
men '.al de (odas as sua* dale ticas.
Inveslgai lodos os arcanos dessa* idades fceerri-
das, desses templos que j focan denos gera;oe* qae
j raorreram.
E a cruz do Redemptor radiar sublime emaaes-
losa sobraos muros derrocado* donas ridada*. como
quarido na ingrato Sion ella se manifestoa expiato-
ria sobre o topo angosto do eimmjuentado cal-
virio.
O chrislianismo symbolisar a philosophia nesaas
era* de phaualsmo religioso e de lealdade cevalbe-
resca ; sjelle abrir sancluai io da verdade e
patertear brilbanle no meio de aun couUzenle
barb'isro e supersticioso.
Mas parece qae, peta vpnlada suprema da Provi-
dencia,a Franca tinha de ser ainda o mais grandioso espectculo. Pars nao leva mais qae
invejsr as glorias de La Chapclle ;
Renato Descartes appareee, a com elle ama glan-
de re.olucao no mundo da* ciencias philosopbiCM
Assim o sol da philosophia, qoe havia nascido nos
msticos horisonlcs dt montanlus da Asia, tendo
alumi.ido os pieos donradoade Oati e do Olvropo
e lanzado seas alvos resplendori no redato augus-
to da academia palatina, foi emfim repoutar de as*
mageslosa viagem nos cumes verdejanto* de Mont-
marlri!. Foi ah qae elle desceera, ot que um
da pessa proseguir cheio de glgrius e cober
louros a portentosa elypse do progresso, qne ci
a hx pernoto de um cometa tora torno quando i
mundo* desabarem e o adverso desconcertado s.
aniquilar !..
Assim o guerreiro denodado, qoe combatan de-
baixo dos moros de Praga, foi tambem am de pri-
meiras campee* dos cerlames da intelligencia. Dau
origem philosophia moderna e immorfalsou
nome da publicidade o seu immortal discurso sobre o me-
(hodo. He a ultima grande reliquia tos destroces do
passado.
Queris saber agora como, se adquire ura'.noroe na
hislori do* povos, comu se comegue juntar man
urna verdade no livro da seiencia, como se pe-
9m a vedes l,rilhar como um intiTmb-mr Vft^'os>^itoT*dSri%itinos humanos^
la* e pensadora" do philosopho, qae>> rell- estdjta a marcha da philosophia 'n
liurmvnidade : esludai o genio dKse distinctn ba-
talhadcr, que depoit de baver conq
busto no l'anthenn das grandes iotellige
acidad: dos vermes clarando seu nornejno frnnlll
pjeio di templo da inmortalidad*. V1
liertu cas cicatrizas dos combales, traiend
as sandalias de peregrino, e en sua fronte oa ei
bellos j encanecidas. He um sabit visitador
das ruinas do pastada, he ra mirtyr ard da verdade, he nm apostle xelno
cia, qot vem plantar no cei
loutriol edelica de principio* barmo
evangelio sub ime de luz ede pureza, On catbecs-
mo mraaculado di exclusivismo e de syslema, urna
arca sagrada da dliauca, que atirahe para seu
gremio lodos os principios M*j** di raato,
as ascreaces infalllveisdo*|H|o, e que regata
purificailin, os filhos bastarda* da inaaj
desvarios Iresloacados da ialelligenei
ber qual be seu nome, queris saber quomhei
denodado guerreiro, be um Ilustre discpulo do
bio Roydr Collard he Viclor Cousin !... He nm la-
bio profundo, qae tem explorado lodos os abvsmos
das granjea verdades da seiencia, he nm genio su-
blime, que como Scrates, n3o girou um syslena,
mas cono elle deu um movimeolo grandioso e se-
cular nai sciencias philosophicas, he o maior pensa-
dor dos lempos modernos, he o ullmo co des
lea luminosa, que comee* Ho Ganges e que termi-
na -Sena, he emfim o mais brilhanle astro que
resplandece nn co luminoso da Franca, e cuj
brilhante (emallumiado u universo inlein
E nos que ainda somos aprendizes da
que ha pnuco comecmos a soletrar a<
vro do universo, tributemos honras ehos
homem giganle, i esse semi-deos da dencia qae
lano tem concorrido paraa civlisar;io humanitaria
e paraa propagarlo das vlrdadessociaes. Hon
lo e gloriliquemo-lo, porque elle st oftoreceo em *
holocausio no .llar da ph'losopbia. Honrome-to, .
glorifiqaemo-lo, porqae he elle a verdadeira Pjthia
moderna, onde vamos buscar soluto dos mais tex-
tricavoii problema* da seiencia da vida humana.
E no entretanto nos aqu estamos cora o titulo de
philosophos, para resolver essas questOes grandiosas,
sses "enigmas obscuros qe tontas Ulcos fizeram ,
uascet em suas fices Qatr'ori virosass,e tantos cabd-
los branqoejar em ana fronte outr'ora altiva e ma- .
gestosa. Arrfpiemns, pois, a carrelra na nos-
sa viagem ; renunciemos a ene* Irabalhos ba-
aos, a todos estes brincos infanlit de orna intelli-
gencia niscente, vamos consumir nosso* dia* no
exilio de jim gabinete, ou.percorrer cono elle os
monumentoi aohlimes da antiguidade e esladar em
suas ruinas os arcanos da phisolophia e os vestiglos
que ella.lem deixado na historia da human
Mas na i, senhores, a admiradlo o respeito que
eu tribute esses martyres sobrehumanos, qoe se
sacrificarim pelo eslado profundo das ciencias, tet-
naram-mo injusto para comVoBco, perdoal-me se vo*
offendl, pirque foi um santo enasiasmo, que m*
cegoo nesle momento a razio ; foi quaai a idolatra
que eu rundo esta* victimas sublimes, quem me
fez etquecar, que lambem as aisociares se pode
prestar relevantes servirosafcausa sagrada das leltra,
e que as iliscussOcs dao certa clarisa as ideas, |quu
monologo fro o isolsdo de uro gabinete nem sem-
pre prodigalisa.
Perdwii-me, nnliores, en nome do illailrado de-
cano desta associacao, que con o hrilliantitmo de
seas (alelos e o recurso da sua vasta eruditjlo der-
ramar so.re nos os almos reveriicros de tul iolcl-
ligencia fluminada nos cedimos da vigilia, e nery-
solatln no sacerdocio do magisterio, e coja" alia mis-
sao lia, guiar-nos qual novo Meya** terra* pro-
mellidas dn seiencia e da liberdade.
E, pata, so lie verdade, senhores, que 'es philoso-
phos io qtiacsphares laminosos posladea sra a
los do unicrso pan illomino roes
com suas ceuldhas divinas, eumo a estrella ponr*es-
clarece naufraeanto. victima ato varagem das
gas, eerno espirito da Bees aviventava e coorde- J
oava o em irauhado cinc* la enarco ; se he tardada *
V


r
DIARIO DE PERMMBUCO SEXTA FIM 13 DE JULHO til 1855
.
i]c c urna id*Asj*tcnialisad.i no monologo de um ga-
t iuete, o no debates dejiiioa ss.-iciaij.'io, difundida
filo* orgio di publicidad do alara neis possmles
capares de fuer revolrer (oda n soperlici da trra,
destruir euas edificios carcomidos ojempoiirados das
en aotiga, desmoreuar essas orgul wsai Babeis,
erguidas nidada e ao capricho turra, e fuer brotar froctoi e llore* ooe i veceja-
viid is plaas nocivas da natrn-exa bruta ; se lie
verdade, swhorofc, que o posma da uderopeio fe
pmdozir esses eataelysmas extraordinarios, Mas
lorriraia lrime{0*s, que a historia regtalra em
mus mnaes grandiosos e ante qatm 1 gera-
cSi espantadas se prosternan de admiraban e
iiivirenoia ; at he verdade que ossa mesma i lea pha-
natiieda pilo espirito cavalleirojeb a aveulurei-
ru de un -seclo arrojou OMlade da Europa so-
bre as (tibuii saraibarbaras do mundo aiati-
o que insultaran) o sepulcro do Rndcmptor da
humanidade; si he verdade que as lu/.?s que a Ro-
mi ehrisUa difund* na Europa sol alhyara.de
LnloX trouttram mais tarde o saiiguiu jleulo chia>
mi da Europa aeplentrional o o grandioso tratado
ds Westphalii; se he verdade que os principios
proclamados pelos enciclopedistas do secuto XVII,
eilabelecendo o imperio da vunlade, como base ni-
ca di ama orgauisaco polilic, urdiram as leas do
mu* prtenlos drama da modernidade, cubriram
a 15 iropa deaangaee da ruinas, arrislaram um neto
dos nis praca do martirio, mudaram a ordem da
hyerarchia social, reformaran lodos osses cdigos
poli .icos a oii, cadveres ptridos ele miserias e
corripcao, abaleram aafH eaitellos do feudalismo
que a Media Idade havia erguido no piucaro das ,
muntanlia, predtreveram esse despotismo real do
di-eito divino, que esmegava o desolado terceiro es-
tado com sen fuaulo de ferro o destruirm cssa ele
reta luxuosa que trocara o presepe do Crucificado
pe palacios gigantescos di realeta, qu; profanara
os iscrarjos do* leajpjos, c insultara a misi/ia da
poei pala oslentaclo com que celebravam os my-
teries 4 christianismo ; se he verdaue, enhores,
qus todo islo acooteceu, he mdaihi qu sao as
idea em teu prgredir racional que Imprimen) uas
naeoes um carcter novo de regeuerac,o, e arran-
cara pelas baiu^sses troucos seculares a quem -o I
teiii|o ha carcomido em seu perpaxar de estragos ;-|
poique nao ser gualmeate verdade, quu se na nos-
sa nssocjacao alargarmos o horisonle de nos-as
inoeiligaccs, cstirparmos as ulceras que corroem
as culranhas da desolada sociedade brisileira, es-
tudi-mol todos estes problemas de org.misa;ao so-
cial, e de publica administrado, se Hondarmos os
abismos de cerrupcao e de miserias qae formicam
no solo da nos>a infeliz patria, poderetnos um da
abrii-llie urna florida seuJa de prospeidade e de
grandeza, queiinar-llie eaau silras agrestes qua im-
pelero sao caminhar para o dial sublime da soien-
eia, laDC/tr por Ierra cues colonos or^ulhosot de
preponderancia poltica, e plantar emieulugara
'grada e veaeravcl crvore da liberdide, c do
prog reno.
itn, senhore, tal lis pois avossa mistlo tal he o
ihn. qaodeveni visar os vossos trabalho, e as vos-
tm i ireallgacSes tal he o porto onde n baitel que
levan* romasesperancas de om melhor fatoro, tas
petquizis de roiso espirilo na lula Barbada da ra-
zan coaira apaixio, do erro contra rerdadee
da liiMrdidecontra O despotismo, fere ancorare
er ikiodeira gloro* drrfenercaoe da patria.
Has o que cuavem fazer pan cooaeguirdes om
U<>grandioso desiderniom '.' W
ilii-ros lodos n'um w> rineol do amor, pagnai
pela cansa da jostra, o da razio e jurai comigo tra-
zer sempre per divleaDos, a patria e a liherdade.
COMMERCIO
AI.FANDEGA.
Kendimenln do dia 2 a 11, ,
dem do dia 12.....
116:027j833
14:932>415
130:9(K)268
Diearrjnr*aq/ 13 de julho.
Barca insieraCorridogarrafoes rasios.
Bngu inglezRctrtonmercadorias.
Barca portuguezaSoiiia Cruzdiferios gneros. .
Hiate brasiliroFortunafumo o eharutos.
Importaca'o.
Barca portnguexa .Santa Cruz, vindo do Porto,
consignidoa Francisco Alves da Cunha, manifestou
o srguinte :
10 barris vinho, 1 caixa ohjeclos de ouro falso e< lr
panno de linho, 2 ditas penles, colhurnos, toalhas e
linlia, 3 picotes fio porrete e linda de barquinhas, ^
barris presuntos,,!! cauas fechadura, 13 canastras
mauncas d'alhos, 2,00) liaca de vime ; a Barroca
& Castro.
30 pecas liara de vim"; a Antonio Jos de
Arantes.
20 volumes c 20 pipss vinho, 20 camstras rolhas ;
a Francisco Aires da Cunha & C.
1 caixa e 1 caiiflo ; musirs de louca, 1 caisinh*
lampreias ; a Rosas llrai;a C.
5 pipas c 20 volumes vinho, 10 caixas pomada, 1
dita calzas declnre,' i ditas coviuillios ; aJoaol'm-
lo Regia de Souza.
1 caizao santuario c 2 imagens ; a Mauoel da Sil-
va Nogneira.
i cunhele machados e sementes a JoSo Jos de
tomillo Moracs.
2 barris pregos ; a Joic Antonio Pinheiro.
1 dito presuntos ; a Joo dos Sanios Nones I,lmi.
1 dito ditos ; a Jos Mameda Alvt* Ferreira.
100 rodas arcos de pao ; a Antonio Celestino Al-
ves da Cuulia.
4 barris presunto ; a Carralho & Trmlo.
1,500 liaea de vime, 20 canailras rolhas, 70 ro-
dal arcos d pao, 29 canaslra folhas de louro, 8 di-
tas rolhOes, 3 barricas baloques, 3 barra presuntos e
palos, 1 caita pomada, I dita lata* de lampreias, 2
gaiolas passaros, 1 niolb i de louro, 2 nalliocas, 2 cai-
idcs plaas; a Joaqun) Vieira de Barros.
16 barris sardtehas : n Oioirizio Hilario l.flpos.
1 barrica aparas de peluca, 1 caia ferragens e ou-
tros objeclos, 20 barris pregos, 2 confeles brides, 1
caiva fecliaduras, 7 barricas emadas, 1 caita panno
de linho, 1 barril linguical, o presuntos ; 1 Thomaz
Fernandos eaflCunlia.
10 rodas arcos da pi, 1 clin ferragws ; a Joao
Peres Soares.
12 volumes prego*, 4 dito enzsdas, 6 Jilos pre-
simlos, ;i caisas linhas e panno, 18 barris azeite, 18
cunbeles sebo, 3 caitas pomada, 2 ditas halaios, 9
fardos liaca de rime, 8 rodas arcos de pao ; n An-
tonio Joaquim de Souza Kibeiro. .
13 amarradose outros objeclos ; a Cosme Jos dos
Santos Callado.
I caixa presuntos e salpicis ; Jos Goncalves de
Oliveira Maia.
llie devedor ^ouymo Celestino da Costa e An-
tonio Lozano da Cosa Texeira por lettra da
quantla de 90, vencida a 17 de Julho de 1846, a-
quelle como aceitante e este como garante, devi-
damente protestada, o porque o supplicante quer
salvar o acu direito por estar a lindar, o termo de
prescripSo de que trata o artigo 4.'>3 do cdigo do
commercio e osiipplieanle nao sabe a morada cerla
8s devedores, por isso vem protestar peranle este
joizp do commercio, afim de ficar inlerrompida a
prcscripcAo, e requer que por carta de edilos sejam
notificados o devedor e garanto para remirem o
mencionado dehilo: pede a V. S. Illm. Sr. r juiz
de direito do commercio se sirva mandar qoe distri-
buida se lome o termo de protesto e so pane carta
de edilos, notificando os devedores para ficarem en-
lendidus e segurar o direito do supplicanle.E R.
M.Christovilo Uuilhermn Breckenfeld.
L Distribuida; como requer. Kecife 2ti ds junho
de 1855.Silva Uuimares.A Baptisla.Oliveira.
Aos 26 do junho de 1855 nesta cidade do Recife
de Pernambucocm meu escriplorio veio o suppli-
canle Chriilovao (ioilherme Kreckcnfcld, e disse
presente as lestemunhas nhaito assignadas queH
na forma e para o fim requerido cm sua petiffio
retro, {proleslava contra os supplicados Jeronymo
Celestino da Cosa e Antonio Luzano da Costa Tei-
zeira. e de comqj assim o disse c proleslnu, fie
esle termo que assiguou com as teslcmuahis.~Eu
Manoel Juaquim Baptisla cscrivao interino o esere-
ri. Chrislovao Guilhcrme Breckenfeld;Paulino
da Silva Mindello.Komao de Souza Lisboa.E
Eroduzindo o supplicanle suas lestemunhas, e su-
indo os autos a minha conclusao nelles dei a sao-
tenca do Iheor seguinte:
i Jolgo pur.scniMica e cusas a justificarlo folhas, o
mando que se proceda a cilacilo edilil requerida.
Recife |2 de julho de 1855.Cujfodio Manoel da
Silea Guimaraet.
Em cumprimenlo desta minha sculenra o escri-
vao interino Baplisla pissou editaes, pelo Iheor dos
quaes chaaao, cilo e hei por cilados os supplicados
deredores pelo couleudo na pelicAo e protesto su-
prn transcripto! : pelo que toda e qualquer pessoa,
prenles, amigos c condecidos dos supplicados deve-
dores, Ules puilcrfi i fazer scienle do que cima
fica exposlo, e o porteiro do juizo affltar.l um dos
editaes na praca do Commercio, e nutro na casa das
audiencias, e se publicar palos jornaes.
Dado e passado nesta culada do Recife de Per-
nambocoaosO dejulbo de 1855. fio Manoel Joaquim
Baptisla, escrivao'interino o subserevl.
Cuitodio Wanoel da Silva OulmarZet.
ERRATA. M^*
\%t poosii publicada ante-honlem, na quinta qua-
dr;l |trimeiro versoem tugar de
Se Roma a loberba levon sua* aguas,
dre ler-se:
Se Romaa sobarbalerou suas aguias.
A
iirt. redactores.Anda rollo impiensa para
responder a Sra. D. Leopoldina Marta da Gusta Kro-
ger, i pe lar da repugnancia que linho a teda especia
de polmica. Nao o farei, poroi, quanto a quesl.lo
da reanlidade, imprudaolemenle aventada pela dita
sciiDift,"'ni'"sua cnrrespohaeiii'cla paDTIcTdlf hontemi
no tMmio, portiae a~nsasa qoostilo roa sobre o
paiainenloda liitsa aceita por ella ^descontada por
min ; a en nao divo oem quero sahlr des e terreno,
em qm a mcessidade me collocoa, para discutir
mcralidade d ninguem, principalmente de urna se-
uliori. Direi apenas que cedo enteou minha adver-
saiia o byiniio di victoria, haveudo cu recorrido pa-
ra o meritissimo tribunal do commercio d< sentenca,
ollioiamente proferii contra mfm. Ests sentenca
asserta na snppusta falsidade da referida lettra, he
veidade; roas l.imbem> he verdade do qie foi una
.puMtYaiaV antes da pomc rio Bxm. Sr.
e ido o teria sido se o digno juiz que a
t*fi>" mandado procedtr^uo exame re-
gumdo por min no eorpo da lettra ajuir.ada, c na
, asignatura da. Sra, D. Leopoldina para vtr te ira
' ou nio verdadeira, Goce a 'Sra. Leopol
salisiaeSo de esLimpar uo Diario urna suWorr
toiiue reipeilavel, concebida cm termos si
te vagos, que deslan flu a lettra, enjs i
SMilite lempo, se nao operou, que ea nao llie
rj> ooslo, oeaiar.l tranquillo o a:eordan do
tril>unl superior, onda-o-negopin lia de str aprecia-
o com menos preta e inteiro conhecimen
cflisii. Son, etc. Mathla* Lopet da Otila
Recife 1%>e julho de 1855.
PlBLlC.\fl k PEDUMT
--------4.------- jB.y---------
veonae; m
V Iirrou, licuici
890 resteas de ceblas ; a Victorino Corris
de S.
28 barricas cevada, 6 pacoles fio porrete ; a Tho-
maz de Aquino Fonseca & Filho.
50 rodas- arcos da pao ; a Fonseca Mcdciro* &
Companhia.
1 caitote livros, 2 fardos capachos, 1 caixtSptao
ae linho, 1 dito losillas u gurdanapos, 2 caiat ar-
diles ;"a Jos Antonio da Cunha i Irmao.
25 fe i tes adoelas, 37 roda* arcos de pao, 8 caitas
pomada; a Manrique da Silva Moreira.
6 caitas linha e cotinilhos ; a Jos Anlonia Bas-
tos.
9canas(risalhos, 1 pacole meias rendas ; a (jas-
par Antonio Vieira (uimirics.
1 caitas fechadura, 10 ditas pomada, 1 embru-
Iho mdedas de ouro"; a Manoel Joaquim Hamos c
Sirva. e .
lOancorelas azeitonis, 4 canaslras albos, 4 sac-
eos Iremocos ; a Manoel Fernandes Gocdes.
186 cadeiras ; a Anlonio Jos Coelho do Ro-
do.
1 pacole capachos, 1 caita o i caitao penls e ca-
misolas, 3 caitas liona c penles ; a Castro & Ir-
mao.
1 eaiza retroz,2 ditas fechaduras. 14 barris pre-
gos ; a Joaquim Ferreira Mandes (iuimaraes.
200 rodas arco* de pao : a Viuva Pereira da Cu-
nta.
1 caixa linha ; a Francisco Alvea de Pinho.
12 barr* presuntos ; a Domingos 4lves Ma-
Iheos.
1 cndete escrivninlia de prala; ao'juiz da igre-
ja doCorpo Santo:
3 caitas roiudezas, 2 fardos capachos, 47 canas-
tras attius ; a Domingos Rodrigues de Andrade.
3 caita*, miudezas. I caizao requifes e contas, 1
C2iinte pedras de afiar e capachos ; a Jos Aires da
Silva Uuimares.
I caitao obras de prali ; a Moreira & Duarte.
-2 pacoles colins ; a Anlonio Pereira de Oliveira
Hunos.
II duziasde cadeiras c 2 canap* ; a Jos Anlo-
nio de Carvalho.
1 embotino pecado noza ; a Miguel -XIras.luer-
ra Jnior.
dito ditas ;"a Lniz Anlonio Vieira'da Cunha.
caizao obra* de prala ; a Manoel Jos Car-
nero.
1 embrulho pecas do ouro eprata ; a Jos Sa-
porili. .
1 caitao cochins e lapeles de lTnlio ; a Manoel
Pinto Rodrigues.
12 figura- de meio eorpo ; a francisco Gaedes de
Araujo. *
1 aiiole rendas de seda e relroz ; a Joao Francis-
co de Araujo Lima. ,
2caitas rblroz ; a Luz Jos de S Araujo.
I rartuio Oinbeiro de ouro ; a Jos Baptisla Ri-
beiro de Parias.
. 1 embrulho ; a ordem.
1 gaiola passaros ; i Joaquim Peitolo da Cosls
Simios.
1 mitro e 1 cesto mascaras ; a Hay mundo
de Souza Lobo.
1 barril cirne ensaccada, 2 hcelas doce, 2 gai>
passaros ; a Manoel Dnmingues Correia,
O Dr. Francisco de Assis de oliveira Maciel juiz de
direito Ba 2.' vara do commercio, nesta cidade de
Kecife de Pcmambuco por S. M. I. eC. que Dos
guarde elx..
Faco saber aos que a presente carta de edilos
rirem od della noticia tiverem que Jos Carnefro
Rodrigues Campello me dirigid a pelicSo do Iheor
segniole :
Diz Jos Carneiro Rodrigues Campello, como pro-
curador pririleaiado que tem de alienar artigo de preferencia no autos
de etecoco contra o mesm deredor encamlnhado
neste juizo pelo visconde de I,oire;por seu procura-
dor e por isso querfazer citar anscredores conliccidos
que sao : llcnnqiie Frosler & GtfMalheus Ansliti &
C, JoBo Evanselisla da Costa ijwlva, Manoel Lniz
dos Rei", Jos Francisco Kibeiro di' Souza, II. Cons-
tancia Mara .la Cruz. Comes & lrmaos, Aulunes
& C, e Manoel Alves FcrrerT, o dilos credo-
res incerlos, e o mismo viscoudo de I.oires, vslo
como nao ha certeza de suas residencias actualmente
para fallarem aos dilos artigos com a pena de re-
relia.
Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz municipal da segun-
da vara se sirva mandar que se citem os supplicados
presentes incerlos esc passe di tal para os ausentes
e incerlos, para a citaran requerida, com a pena de
revelia.E R.Mc. Miguel Jos de. Almeuls Per-
nambuco, procurador.
E nada mais se contiuha em dita pelic.io, na qual
dei o desparti seguinte :
Cilem-sc, e justificada a ausencia se defirir quanln
aos edilos.Recifa 13 de dezembro de 1851.Oliveira
Maciel.
E nada mais se conlinha em dito despacho, e
justificando o supplicaule a ausencia do dito viscon-
de com tcstemuiihas, e sellados os autos snbiram
a conclusao nos quaes dei e profer a sentenca do
theor seguinte :
Avista dajinquiricao de fl*.,julgo prorada a ausen-
cia do visconde de Loires, c por isso mando seja ci-
tado por edilos como prazo requerido, ecosas. Ro-
cife 7 de julho de 1855. Francisco de Assis de Oli-
veira Maciel.
E mais se ii3o conlinha em dila sentenca, em vir-
tude da qual n escrivao que esta subscreveu mandn
pasear o presente pelo qual c eu theor se chama e
cita ao visconde de Loira-"e oipjredores incerlos de
Pedro AJexaudriooGomes para ficarem scientes do
conleodo da peticjlo aqu transcripta.
E para que chage a noticia de lodos mandei pas-
sar editaes que snrao ailitados e publicados pela im-
prensa : sendo ludo com o prazo di 50 das, conta-
dos da alTuacao e publicarlo desle.
Dada e nassada nesta cidade do Recife 11 de ju-
lho de 1855. En Manoel Jos da Motta, escrivao o
subecrevi.Francisco de Assis de Oiiteira Maciel.
O Ilim. r. inspector "da fliesonraria prviri;
cial, em cumprimenlo da ordem -do Eim. Sr. pre-
sidente da provincia, -manda convidar aos conse-
nhorus da casa n. Mi da ra uo Livramenlo, abaito
meneoiiados, a eulregarejn na mesma thesourarii
no prazo de 30 dios, a contar do dia dajprirueira pn-
blicacao do- prsenle, a importancia das quolas com
que devem entrar para ocalcamenlo. da mesma ca-
sa, conforme o disposlo na lei provincial n. 350.
Adverliudo que a falla da entrega voluntaria, ser
punida cem o duplo das referidas quolas, na confor-
midade do arl. 6. do reguramenlo de 22 de dezem-
bro de 1854.
Dartholoineu Francisco de Souza. Ki.-JitiO
Merdeiros de Jos Pereira Lagos 259980
Antonio Joaquim dos Sanios Andrade 32>6I0
Clautulat especiaet para a tirrematacUo.
1.a A* obra* do 2. lanco da ramifieajao da estra-
la de Muribeca ar-se-ho de conformidade com a
orcamento e perfls approndos pela directora cm
conselho e apresentados a npprovaco do Exm. Sr.
presidente da provincia, na importancia de .........
10:010O0D rs.
2. O arrematante dar principio ai obras no
prazo de um rnez, f dever conclui-la no de oito
mezes, ambos contados pela forma do arl. 31 da lei
n. 286.
3.a O pagamento da importancia da ariemalaeao
reali/.ar-sc-h.iein'/i prestarej iguaes cujaullima ser
paga depois da enlroga definiliva e as outrs corres-
uonilerao a cada terco das obras do lanco.
i.' O prazo da responsabilidade ser di um anno,
licando duran lo csse praxo o arrematante brfgado a
conservar o lanco sempre em bom estado.
5.* Mtade *do pessoal da obra sera 'de gen le
livre. ^^
6. Pira ludo o que nao se adiar previsto na* pre-
sentes clausulas, ncm no orcamento. seguir-se-ba o
que dispe a respeito a lei n. 286. '
Conforme.-0 secretario, A. F. d'.lnnuneiar'io.
O Illm. Sr. inspector da Ihesooraria provin-
cial de Pernamburo. cm cumprimenlo da ordem do
Ezc. Sr. presidente da provincia de 5 docorrente,
oaauda fazer publico que no dia 26 do mfsmo, pe-
ranle a junta de fazenda dajnesma tliesouraria.se
ha de arrematar, a quem por menos fuer,a obra dos
coucertos da ponte da villa de Iguarana, avahada
em 4105*000 rs.
A arremalacao ser filia na forma dOaM provin-
cial n. 3*9 de 15 de malo do anuo lindo, e sob as
clausulas especiaet abaito copiadas. .
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
comparecam na sala das settOes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia comptf intrnen-
te habilitadas.
Eaiara constar se mlndou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesoraria provincial de Pcrnam-
ibueo 7 de julho de 1855.
O secretario, ,
Antonio Ferreira da Annuntiaran.
Clausulas especiaet f ara aarrematarSo.
1.a As o bifes para os {reparos da ponte da villa di
Iguarass, serao feilas de conformidade com o orca-
mento, approvado pela diroclortia ora conselho, e
apresentido a approvafo do Eim. Sr. presidente
da provincia, importando na quantia de 4108000 rs.
' 2. Estas obras principiado no prazo de 15 das c
lindara no de 3 muzo*, ambos contados como deter-
mina a lei provincial
3.a O pagamento desta arremalacao sera feito em
urna so prestatao. quandn todas as obras esliverem
concluidos, e recebida delinilivamonlspela reparli-
c-io das obras publica*.
jramo fandidcsigic
tas 2; oleodn*^r
cial de a^r
bra 1;
nadas d
rezina elemt,.
4 ; ditas de violas, ditas 4 ; ditas de mahas, ditas
4 ; ditas do rosas rubras, ditas 2 ; galha, ditas 8 ;
hydro cliloralode morphina, oilavas 2 ; incens, li-
bras 8 ; kcesblc, onca 1 ; mol de abelhas, caadas
2 ; mana,!.soro, arrobas 2; dito de lagrimas, li-
bras 8 ; magnesia alba, ditas 8 ; nitrato de prala
branco fandido.jtficas 4 ; dito dito crystalsado/di-
ndoa doce, arroba 1 ; dito essen-
't*8; dito dito de moslarda, II-
jasmim,ionca 1 ; ponas eslei-
rs 8 ; raiz de jalapa, libras 8 ;
'8 ; dita de angico, ditas i ; fo-
lhas de sene, ditas 16 ; civelle, oilavas ; sulphaln
de ferro, libras 8 ; dilo de magnesia, dilas 16 ; se-
mentes de meimendro, oocas 4 ; sumo de grozeilles
libras 12; sabao branca finissiui", arroba 1-; dilo
amarello, caixa 1 ; (arlaro emelico em p, libras 2 ;
vinho brinco, caada 1'
traemos quizer vender aprsente as suas propos-
las cm caria fechada na secretaria do conselho s 10
horas do dia 17 do corrente mez.
Secretaria do conselbo adminislralivo para forne-
cimenlO do arsenal de guerra 9 de julho de 1855.
Jote de Irilo Ingle;, coronel presidente. Bernar-
do Pereira do Carino Jnior, vogal e secretario.
BANCO DE PEHNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco saiea sobre
a prar-a da Baha, e contina a tomar
letttas sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O-secretario da direccSo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
PUBLICAQA O LITTERA1UA.
Acha-se venda o compendio de Theoria e Prali-
ra do Processo Civil fcilo pelo Dr. FniuciscS de Pau
la Baplisla. Eslarbr*, alm de urna introducen
sobre as accocs e etcepcoes em gsral, trata do pro-
cesso civel comparado com o coromercial, eonlm
a iheoria sobre a applican*cd* cansa julgada, e qu-
tras doutnnas tominosas :' Vmnde-se nicamente
na luja de Manoel Jos l.eile, qa ma do Quel-
mado n. 10, a 69 cada ctemplar rubricado pelo
autor.
4. Para ludo o mais que nao e-liver mencionado Personagent.
TIIEATR il APOLLO.
Sociedade dramtica emprezara.
. SABBADO 14 DE JULHO DE 1855.
Depois de etecullda una ouvarlura, i-omerar o
espectculo pelo interes-ante drama cm 3 actos e 7
ros.
IIV 10 ANi\0S
oc
OS I8CENDIARI0S
neslas clausulas, segnir-se-ha o que datermina a lei
cima citada.,
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesourtjfii provincial,
em cumprimenlo da resolncao da juntT ta" fazenda,
manda fzer publico, que a obra dos (abaros precisos
a casa da cmara municipal e caileia di Cidade Ulin-
da, vai notimente' a praca no dia 20 do correnle.
E para confiar so niandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesoraria provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1855. ,
O aucrelario.
Antonio Ferreira fjltiiitnctarao.
DECLARA^OES
Aetores.
Sr. Senta.
1). Leonor.
Sr. Bezerra.
Sebastian.
"
>
UM BOSQUEJO NEClHBQlCO.
Asenhora. Hermfalda I nMl Ai Sllveir
Mncaadtf, foi filba legitimado Un. Sr. capitao Ma-
no:l Bento Machado, o'de suj mullier Illm.' se-
nhora D. Luciana Clara 'Ja Silveira, pYoprielariosdo
en enho Itapiri ma de Capa da comarca de (jnian-
na, treguezia de TquesM, onde vio a lai, a ama-
ve i o joren finada L>. Hermegilda Cand di da Sil-
veira Machado, em oannode 1832.Finha ipenas
22 amo* e 7 mszis de idade, quando falleceu no da
3 >lo correnle mez di jalho, ni casa paterna, no eu-
getdio Itaprroma, de om itaquo^ulmetiar irresisti-
vel ledo* o* esfrcos dmedicina, superior a lodos
o*destelles e solicilude pilerna e conjugal.
Li ico dia* ajiles do seu transito para mansSo do*
joiloi.a joven a unavel finada den a Ibz premetura-
meolea umfllliinho,que apenas vire* aUumas horas
para receber o hapliima, efoi la nos prtico .irles-
les prep.irar recepcio daquetla que desdo sen
si o, nos insta ules momo de o dar o mundo, nao
cunara de odorecer ao supremo Creador dos seres,
b*m aorta,h ben carta, que mo]ireve o acom-
pinLaria na viiigemolarna m
, Hemegilila Candida da Silveira Machado, foi
csada com o Sr. Jos Pintoda Costa : H)k. uuiao fi-
llia ta sjuipalhia, e aumentada pelo etlhemosoar-
ficlo do eu coiMorle, foi iotacla desses d^sgostos
eatpiaoa* de estado, e sempre fervorla ato> ulti-
mo momento de etisleucia, al esse momento so-
lenne, em quo a# fallam lisonjas e furmnlida les ;
cu quo* o vcidadeiro wnor pode arrancar urna at-
tincao ; um signal tlelembrancas di vida, do inun-
de, do9semelha:iles, na aprotimagno da elernidvdc !
da aatim o comprovou dirigindo seas ulfr
adeese;... j s por signaos,< seus pais, a seu con
sorlj. a seus mano* L..
Elles estavam Iranzidos d* dor.
0 pisiamenlo rpido, e todava carac.leiisado ainc
da das desara*do stu genio, atiesta, e deitou gra-
vadi) nos c-iracO- dos que a cercavam < impressao
iu li lercl da sunvirlunei domestiew, e a musa sen-
timental poderi modular junto ao seu alade.
Soobe morrer, a que ttver bem soube !.M.
J.-iz sepultada na igraja matriz da cidade de Goi-
llina.
A Ierra Ihe Kja lere> '
Consagramos estas qailro linhas como um leniti-
vose oto he possir%lJienuslernai;ao do Sr. Jos
Pialo da Costa,cujo coracjlo receben instantnea-
mente duasprovacSes dolorosas, a morli! do seu li-
|hinho, edesuaesposa. Fieou su !Quo elle apren-
da ni* viciasiludoi di humanidade os caminho* da
rirlude. Assim o espera Um seu awgo.~f-
Blci(elldejulhodel85.
Errlas da poesa publicada no Diario de hoti-
Ur.-
Na segunda I inl.a ida epigraphe) em lugar de
Cene aNilo espumoso!a-se -* Corre o Mo espu-
p*JA
Na qoiDla linha da mesma, em lugar de Mass,
ti* graa carrilr elela-seMas, se na gri.i car-
reira etc.
>,i linha 28, em lugar deDo pande genio que
ezjil|oD, CamOei ?la-se Do grande genio qoe
einllou CarnCes !
l d'um cantor oa fimlea-eBordam-te as phrases
d'im candor sem lim. .,
Na linha 91, alagar docroaeola-ie crea-
clo. i
Na linha 101, le-seGessners nao liesner.
Sa 114, em lugar deVens recorda-las em viva
litguogemla-se,Ven recorda-U* *m vivaz lin-
gu*(;em.
IVtseguudo vino da ollima estancia, em logar
doDos ceas, di torra singular cantorl''l-seDos
cene, da torra liDgular pintor.
[.Caia peites, 1 caitdo imagens, 1 ditacbi^ss,
gsiola pasearos. 1 hacia de rame, t nbaYWli cria
o I cachorro ; a D. tyiia Leopoldina Queiroz.
1 caizao planta a 1 gaioln passaros ; a Joaquim
RUieiro.
1 barril resteas do ceblas e 1 gaiola' pMPitos ; a
Castodio Alves da Cruz.
1 gaiola passaros; a Manoel Thomaz de Oli-
veira. i
1 lata ; a Joaquim Pinto Alves.
1 embrulho ; a Joaquim Texeira Arouca.
CONSULADO GEKAL.
Reudimentu do dia 2 a 11. .' 13:219*081
dem do dia 12....... 9823797
LMVEBSA
Rcndimenl da da 2
dem do dia 12
i.9
is
:202381
V1NC1AS.
1:0128013
275600
1K)393613
- Por engao sabio o mappa de comiarac.lo do
rendimenlo do consulado eral, publicado ha.DUrin
le II com a dala de 'Idojunlio, devettdo.ar de
iolho.
Exporlacao'.
Genova, brigue sardo D'inoo, de 212 toneladas,
cnnduzin oeguinle :. 3,101) saceos com 1.1.500 ar-
robas de assuenr, 12 couros salgados com 122 libras,
S fardos com 800 libras de quina. ,
Buenos-Ajres por Montevideo, birca brasileira
oSaiidaJei), conduzi o seguinte: 2,175 barriei*
cam IHB7G arrobas e.Si libras de assucar, 15 barr*
agurdente.
Lisboa, patacho porlaguez oRapido, Se 168 to-
neladas, conduzio o segoinlc 1,232 sacros com
6,160 arrobas de assucar, 200 couros salgados, 226
barris me I. """"^^
KECKBEDOR1A 08 HENI>AS INTERNAS GE-
RAES DE PERNaaVMBUCO.
Ill i'lilil lili jlln, lili ."-7-^^13:9018386
do dia
dem
. nss&0T>
7-19150
E para constar si mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario,
Secretaria da thesoraria provincial de Pernam-
co 10 dejulbo de 1855. O secretario,
* Antonio Ferreira da Annunciartio.
, Pala inspectora da alfandega se faz publico,
que no dia 13 do .oorrente, depois do. meio dia, se
bao de arrematar em hasta publica, porta da mes-
ma repartirlo, sendo arremalacao livre de direi
tos ao arrematante ; 16 toles d%.lO gigos com cer-
veja do 12 garrafas cada um, com 150 medidas, a
(00 r. por medid, total 90JO00, vindos dq Havre
noa navios (ti/luce II e Alma, e ibandonados aos
direilos por J. R. Limcitc (& Companhia. Alfande-
ga jle Pernambuco 10 de julho de 1855.O inspec-
tor, Bento Jas Fernandes Barros.
t 'O Illm. Sr. inspector da thesoraria provin-
cial, m cumpriznentoda ordem doEtm. Si. presi-
ente da. provino** di 2 do corrate, manda fazer
publico,que no di* 2 de agostolprotmo vindoitro.pe-
raulo auantada fazeoda da mesma.thesoraria sc
ha de arrematar quem por manos fiter a obra do
. lineo da estrada do sul, avaliada em 16:5009000
jA arremalacao ser feita na forma da lei protn-
eal n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as clausu-
las eipeciaes ahai&o copiadas.
As pessoa.quo-a* propozerem a esla arrematarlo, 1": W"v,""?l" "
^^^ j i .. 21; mantas de laa de boa qualulado, 141
.comparecam na sala das sessoes da mesma junta,
no dia cima declarado pelo meio dia competente-
mente habilitadas.
E paraeonttar se manoou aluzar o presente c pu-
blicar pojo Diario.
Secretaria da thesoraria provincial de Pernam-
buco? de julho de 1855.O secretario,
A. F. d'Annunclaclo.
Chutulas especian pora a attematarao.
1. As obras do 11 lao di estrada do sul fir-se-
li.'in de conformidade tom'M orcamento, planta e
perfis approvados pela dinetorta em conselho e ap-
presentados a approvaclo do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de Ib:ion-'too.
2.a O arrematante dar principio as obras no prazo
de um mez, e as concluir no de 11 mezes ambos
CNSI-LADO PROVINCIAL.
Rendlmentododia2a II..... 26:812*368
dem do di* 12....... 957S117
27:7995785
MOVIMENTO DO PORTO.
A'avios entrados odia 12.
Macci21 horas, brigue Inglez oEsther Ann, de
174 tonelada, capia i Thomaz Fleming, equipa-
gem 10, carga asiucar e jlaodo;
& Companhia. Veio recTeT OTIlfnTo ognio pa-
ra Liverpool
Aracaty12 dias,biale brasiliro oInvenslve4i>, de
37 toneladas, maslri; Antonio Manoel Affonso,
equipagem 5, carg couros e mais gneros; a
Martina & lrmaos.
Antuerpia42di.il, patacho Imllandez Zeeslerrf,
de 202 toneladas, capia J. Ncnneboo, equipa-
gem 9, carga papal, vidros e mais gneros ; a
Brander a Brindis.
Boston62 dias, barca americana Lucilln, de 27i
toneladas, capitao T. Fuller, eqqipagem 11. em
lastro ; ao consol. Veio refrescar o desembarcar
algumas pracas qoe so levantaran>,coaUa o capi-
a, sen destino he pata Sumatra.
Arralo tahido Jto mesmo da.
New-VorkS-Brtgne inshit Phanlono, capilSo R. G.
Kinsht, carga assaeaa
_~/-.Rotados na forma do artigo 31 da le provincial n.
" 286.
3.a OpaRimento da importancia da arrcuiataeao
verilcar-se-ha';~*m 1 prestacAes iguaes, cuja ulti-
ma ser paga na .iccasio da entrega definitiva, e as
outras correspon derao a cada terco das obras.
4. Melado jo |>essoal empregado na obra ser do
trabalbadorfe livre''-
5. O pAzo de re-.'Pon5aD'"dadc.ser,i de um anno
duraple i/qual o arrenni,tal,,e'ser Irigado a mau-
ler a cifrada em perfeu'0 e,udo de conservaeao-
ara lodo o que na"0 achaf determinado
n*as presente* clausulas.uem -no rcamanlo seguir-se-
ha o que dispe a respeito a la\'SS
ConformeO secretario, Aton, P' d'.l'tu-
r.iacao.
-O Illm.Sr. inspector da (,'">'"'" rrvin-
cial, cm cumprimenlo da ordem do Exm' Sr' |,re"
denle da provincia de 2 do corren'e. "ada
fazer publico, que no dia 2 de acnvil0 "ox'"" vin-
douro, peranle a junta da fazenda di
EDITAES.
,-------.---------.--------------------------------
O Dr. Custodio Manoel da Silva ('ninTarae*, juiz de
direil da primeira vara do civel e commerci
nesta cidade do Recife de Pernambuco, por S. M.
I. e constitucional o Sr. D. Pedro II., que Dos
guarde ele.
Faro saber ao* qoe o (rescate cdil.il virem e delle
noticia tiverem,qoe Chrislovao Guilherme Brecken-
feld me dirigi por escri lio a pelic.io do thoor se-
gulnl :
Diz Chri.'dov3oGuilherino|Brecknfeld,qae Mudo-
X
i mesma Ihesoo-
raria se ha de arrematar, a quem por menM Bzer, *
obrado 2. lanjo da estrada de Muri,l>eca' av'liada
em 10:0108000. V
A arremaracao ser feita na forma ii '' ,e" Pro,in"
cialn. 313 de 15 de maio do anno findV0' e 9ob ,s
clausulas especiaos abaito copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arl'renla,!,cilo>
comparecam na sala das sessoes da mesma ,Ju,,la' "
dia cima declarado pelo meio dia conipcto/nleine"le
habilitadas. ,f .
E para constar se mandn aluzar o pie* ?2& e pa"
blicar pelo Diario. i) ,
Secnlaria da thesonraria provincial 'i Pernam-
buco 7 de Jalho de 185.5. O 8c Antonio
Ferie*-"1 danfnnunciacao.
.iianoel wi
CORREIO GERAL.
O liialc Flor do Brasil recebe a mala para a Para-
hiba buje ;I3 as II horas da mantisa.
O patacho portuguez Rpido recebe a mala
para Lisboa hoja ao meio dia.
O patacho portuguez Dnlhante recebe a mala
para.Liiboa amauhaa ao meio dia.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
De ordem do Ezm. Sr. presidente do Trjhunal do
Commercio desta provincia se faz publico que leve
lugar hoje i abertura do mesara Tribunal para func-
cionar em segunda instancia. V
Secretaria 12 de julho de IHi. ~ Ma.umiano
Francisco Duarte, onicfuT-mntofWTerTlsr."
Em \isla do disposto na ultima parte do avis
da repartic.iii da manaba de 19 de junho ltima-
mente liuilo, transmillido por copia a e.-la reparli-
co pelo Etm. Sr. presidente da provincia com o
ollicio de 9 do correnle mez, mandando qoe as ca-
pitanas dos porlos sejam alistados o pilotos de car-
ta,faz publico o Ilim. Sr. capitao do porto que os
existentes nesta provincia ileverie aprsentar-se-
Ibe pera um tal fim o mais breve possivel, sendo lu-
do islo lano mais necessario quinto que pelo con-
trario, n3o se peder dar excueAn providencia
contida na primeira parledo citado avho. para pre-
ferirem nos embarques aquelles na tem carta.
Capitana do portille Pernamboco em 12 de ju-
lho de 1855.O setiVlario, Atexdndre Rodrigues
dos Anjos.
; CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho admiuislrativ, emrhtude de autori-
tario do Etm. presidente da provincia, lemde rom
praros objeclos seguitrtes :
l'ar esrecrulas em deposito no 2. balalhao de in-
famara.
Bonetes, 100 ; "grvalas de sohf*de lastre, 100;
lirim branco UsaV, varas 750 ; algOjdlozinho, dite
000 ; panno prel, eovados 25.;. apotos, pares 100 ,
mantas de la, 100 ; esleirs, 100; boles branca*
de osso, grozas 12 ; dilo* prcloi de 6Mlo, ditas 9.
* r balalhan de infanlatia.
Brim branco 11*0, varas 870 ; al iliozinio, ditas
1,0-14 ; panno prto, eovados87; sapillos, pares 319 ;
esleirs da palha de carnauba,348} bolfles branco*
de osso, gaas 36 ; ditos prelovdo4Jilo, dilas 22.
Uospila9regime Litro em branco paulado com 300 follins, I ; dilo
dito dito com 500 dilas, i ; bules JeJouca pinlada,
24; cacarolas de ferro forradas da porcelana de dif-
ferentc%tam.inhos, 12 ; cojbers demelat lino para
Ssop, 120 ; dilas de dilo dito pera h, 36; bamle-
s de falla, 4; dulcirs de ferro, i; copos de vidro.
i ; chicarashc louca, 48 ; manUfigueirade dita,
oorinei
de louca, ; panillas de fefto forradas de porce-
lana de diversos lamanhos, 12 ; plde ferro, t ; pi-
res de louca, 48 ; pratos razos de louca, 176 ; dilos
fundos de dila, 87 ; Jlanela para camisa*, eovados
72 ; chita, para cobertas, eovados 19aV enxadas, 4
meias compridas de laa, pares 12 ; talheres. 96.
l'ros imeulo dos armazens do arsenal de guerra, offi-
ciuas de 1." 0.2.a classe.
Tahoas de asaoalho de amarelfo, daxias 6 ; dilas
de dilo de louro, dilas 6 ; dilas de dito de pinho, di-
las 20 ; costados de pao d'olco, 6 ; dilos de amaxcl-
lo, 3 ; cosladinhos de dito, i ; pili.i marfim, rolo 1.
3.classe.
Tornos de bancada de arroba cada um,2 ; bigor-
nas de 6 a 8 arrobaf cada urna, 2. "
, 4. ciaste.
Cobre vellio, arrobas 1(i; zinco ejojurras, arrobas
5 ; lencesde lalao de 11 a 15 libra*/*!; ramegros-
so de lalao, arrobas 2 ; dito de ferro de meia grosoa-
r.i, libras 16 ; dilo de dito fino de amarrar, libras
16 ; caitas de follia de* (landres siufeljs, 3 ; dilas
com ditas dobradas, 2 ; cadinlws do norte de n. 6,
10 ; dilos de dilo de n. 8, 10 ; dilosde dito de n.
10, 10.
5. elasse.
Sola de lustre 6.
Botica do hospital regimeatal.
Borracha de gomroa elstica do 8 oocas com pipos,
6 ; horrachinhas do gomma elstica com pipos, 50 ;
esponjas finas para lavagem, libras i ; funil de por-
celana de 2 libras, 2 ; dilos de dita do lima libra, 1;
dito de dila de 8 ooras, 2 ; elysopompo d'Eguitier,
2 ; siringas de metal paraclyslercs,4^rolhas de cor-
lie snrlidas, groza 1 ; saca-rolha. 1 ^tesonra para
papel, 1 ; penciras de seda, 4 ; dita de rame fins-
sima, 1 ; vidros paro opodeldoc com rolhas, 100 ;
assucar refinado, arrobas 8 ; acido citiico, libras 2 ;
dito tartrico, ditas! ; acafrao, ditas 1; agua iiitele
za de A. L. C, garrafas, 50 ; agurdente branca em
barril, caadas 12 ; alcool do 36., ditas 12 ; lcali
voltil, libras4; alcatrao, barril, 1 ; aiougue vivo,
libras 16 ; banha de parco, arrobas 2 ; balsamo pe-
ruviano, libras 2 ; carbonato de ferro, libra I ; dito
de soda,"dilas i ; dilo de polassa, ditas S ; bicar-
linnalo do soda em po, ditas 4 : cantridas, dilai 4 ;
calomelanos inglezes, dila I : capsulas gelatinosas
decupaiba e cubebas, caitas 12 ; ce\idUimp.i,arro-
bas 2 ; crmor trtaro, libras i; cera branca em pao,
arroba 1 ; extracto de mulung, libra 1 ; dilo d nl-
casss, fibra 1 ; emplastro de cicuta, libras 2 ; dilo
de dita mercurial, libras 4 ; dilo mercurial, dilas 2;
flore* do borrageus, ditas 4 ; dit de paponlis, ditu
Conde de ClarvilUAOannos.
FeX, 16 anuo-. .
Barrio de Saint Val 40airnos.
Jaronmn, lavrador 01 annus.
Maire da aldea de Saint-
Pol.........
Cura, da mesma ....
Thomaz, rendeiro. .
Cbnstoiao, velho soldado .
Ohambord, chefe dos Incen-
diarios.......
Loupy, mendigo ....
Rouget, joven vagabundo .
Germano, criado do conde.
Amelia,, filha do conde. .
Josephina, criada de Amelia
Madame Tnomaz ....
Borah, velh mendiga .
Malhilde, lOannos .
Convidados, criados, aldees c soldados.
A scena passa-se em Franca, no anno de 1830.
Dar fim ao espectculo a engracada farja
A RODA VIVA.
Os hilbetest aabam-se venda no mesmo lliealro.
Principiar as 8 horas.
Lisboa.
Kozendo.
Santa Roza.
Mendes.
Pinto,.
Mnnleiru.
Lima.
b Euzehio.
Sr. D. Leopoldina.
Amalia.
b Rita. '
. Jezuina.
v n Januaria.
1ASS4 AD\M\MI^\.
Francisco* Pinlo Ozorio chamba denles com esla
delicio** maasa, ruja sua boa qoalidanej ht noto-
ria, assim como lamhem caiga com ouro e prala,'
oolrt-s metaos trancos que suas cores igualara muilo
aos proprios naluraes : pode sor procurado pan este
fim, na ra eslreila do Rosario n. 2, eoiifronte a
igreja.
O SOCIALISMO.
Pelo icneral Abroa o Llm.
Acaba de puUicar-se esla inlcretsanle obra, que
trata du socialismo clinslao, c lambem da guerra rio
Oriente com toda a historia religiosa c poltica at
as conferencias de Vienna. .
Os senhores assignantes poriem imandar receber
os seus exemplaces daquellas pessoas n quem titeram
a bondade de asignar. Continua aherta as assigiatu-
ja al o fim do corrente mez do julho, a i-tioo cada
cxemplBr. no escriplorio do Diario de Pernamburo
praca da Independencia, na toja de livros dos Srs.
Ricardo de Freilas i\- ('.., esquina da ruado Coile-
go ; as lojas do Sr. Jos Moreira Lopes, ru i do
Queimado casa araarella ; dos Srs. Siqueira & Pe-
reira, Antonio Francisco Pereira cBrekenfeld. ra
do Crespo ; do Sr. Luiz Anlonio de Siqueira, ra
da Cadeia do Recife;- e em casa do aulor, j. eu-
quadernada. paleo do Collegio casa nmarella no 1.-
andar ; assim como as m3os das mesmas pessoas,
que ale agora tem tido a bondade de agenciaren) as-
signaturas. Findo o presente mez, vender-se-ha
cada um etempl ir avulso a 39 r*.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
e externo di casa de puuca familia : nesta typegra-
pliia *e dir can quem Irata-se.
O abaito aisignado declara, qua a excepcn das
procuracOes passtdas como administrador e liquic ala-
de do casal de su finado pai o Sr. Antonio Marques
da Costa Soares, consliluindn aos Srs. Dr. Antonio
Teixeira de liorba, no Hio-1 ornin-o, e /.eferinn Gil
Peres da Motta, na villa da Granja, as quaes conti-
nan! em seu lnl3iro vigor, assim como outra pulsa-
da cm seu proprio nom ao Sr? Jos Paulo do liego
Brrelo, na comarca do Cabo, quaesquer oulras re-
lativas, tanto ao dito casal, como a negocios de pro-
pria conla do annunciaiile, fleam de nenfium efleilo
desdala em diante. Recite II de julho de 1855.
Jote Mar quera Costa Soaret.
1 AVlo aT) llfHLICO.
Paulo Luiz Gaignoux, dentista francez, inventor e
nico possuidor d.i maravilliosa preparacBo, a qual
denomina massa < dnmanlina, previne ao respeitnvel
publico, que naodeve confundir esla admiravel mas-
sa. inalleravel em presenca dos cidos mais concen-
trados, com sodissas composices metlicas, de bs-
iiititti e estanlio. que alguns ciiarlabTes lambem de-
nominam massa adamantina, e nao gozar de ner bo-
ma das propriodades dessaincomparavel preparado,
e cuja principal be conservar aos denles a cor natu-
ral qoe lodos os rnetnes lir.im-lhe no fim de corlo
tempo : ra larga do Rosario n. 30.
Consulado de Portugal em, Pernambuco.
A rcquerimenlo do Sr. cnsul de Faringal, e cm
presenca do Sr. Dr. juiz de orphaos e ausentes, tem
de se proceder al:hado, 11 docorrenle, o meio dia,
a porta deste eoiisuiado, ra do Trapiche n. 6, a
arremalacao dos etpolins segrales : objeclos de (to-
ro avahados era 6890O0, perlenoenles ao espolio do
finado Domingos .los de Oliveira ; roupa e objeclos
de uso, avahados em l.rXKl. dos finados Jezuino
Antonio Bastos, Manoel dos Santos, Domingo* Pin-
to c Manoel Cordciro ; roupa, livros e instrumentos
na,ulieos, avaliados em 15-5000, do finado Joao Jos
de Vascocellos e Souza : urna casa terrea i. 4, no
beeco da Molefa, em Fura AaPortas, avahada ero
3509000, e objeclos de uso avahados em 269920,
perteiiceules -Antonio Jos vieira : os licitantes,
querendo, podem comparecer ueste consulado, afim
de examinar os objeclos cima mencionado-. Con-
sulado de Portugal em Pernambuco, 11 de julho de
1855.O chanceller interino, S, M. Alves Cardoso.
Precisa-so de um criado, preferindn-se o que
souber cozinhar, para casa de hornero soltciro : qoem
AVISOS MARTIMOS.
Real Companhia de Paquetes Irrglezes a
Vapor.
No dia 22
deste rhez es-
pera-se do sul
o vapor ./con,
o qual depois
da demora do
costume segui-
r para a Eu-
ropa: para pas-
sageiros, ele,
irala-se com os agentes Adamson Howie & C, na
ra do Trapiche Novo n. 42.
PARA, O RIO DE JANEIRO.
O brigue escuna MARA seguir', em
poucos dias para aquelle porto, por ter
a maior parte de seu ca riega ment en-
gajado : para o resto da carga e escwTos
a Irete, trata-se coro os consignatarios
Machado & ^Pinheiro, o largo da Assem-
blea n. 12.
PARAVO MARANIIAO E PARA .
Se*te cora muita brevidade o brigue
nacional'ELVIRA, tem grande parte de
sen carregamento engajado: para o resto
e paxsageiros. trata-se com os consignata-
rios Machado & Pinheiro, o largo da* As-
gemblea n. 15.
_ l'ara o Aracaty segu com bltoidade o hiate
jmcnsiiel quem no mesmo quizer ca regar- ou ir
da passagero, dirija-se a Martins ^ Irmio.
l'ara a Aracaty segu imprerivelmenle no
dia 15 do correnle a iarcaca Rot0 da Cunha ; para
o' resto da carga, Irata-se na ra do Queimado n. 27.
Companhia Brasileira de Paquetes de
Vapor.
O vapor
Paran eom-
niandaute F.
FcrreiraBor-
gts,. espera-
se da Euro-
pa anles do
lim do cor-
rente mez, e
seguir de-
pon de lo-
mar o car-
tao para a
liabia e Rio de Janeiro : poder receber carga ale
200 lonchadas, e passigeicos, ba cmara e no con-
t/, para os quaes tem bons commodos; agencia na
rur do T.apiche n. 40, segundo andar.
RIO DE JANEIRO.
quizer appareca na ra da Conccigjo n. 21, ou na
roo Uireita n. 27, segundo andar, qno achara co#
quem tratar.
Roga.se is autoridades polclaes e de campo, a
captura da negra Juliana, de naca Cassange, que se
acta fogida, idade 38 a 40 anos, baixa, eorpo regu-
lar, olhos pequeos e avermelhidos da cachaco, de
qoe gosla, com falta ele denles na frente, um signal
de oro-lado da cara', que parece marca, de ahu-
ma bexiga. e urna glndula ou cousa semelhanle
junio a uro dos olovelos -. leyoo vestido de chita
rota i panno da Costa com lislras de azul e braceo,
franja* do mesmo panno c malames branco* j ve-
Ihos; he provavel que ande por esle Recife, Casa
F'ortc, Manjgninho ou Remedios, onde foi comprada,
c tem sido visto : quem a appreheuder, leve-a -ua
da Cadeia da Sal Antonia n. 30, que ser gratifi-
ca lo.
GABINETE PORTUGUEZ DE
LE1TRA.
,...
O brigue nacionaWIRMA, capitao Ma-
noel de l'reitas Victor, segu para o Rio
de Janeiro uestes dias, por ter quasi seu
carregamento completo, pode anda rece-
ber algumas miudezas e escravos a Irete
para osijuaes tem bon? commodos : trata-
se com Novaes & C, ra do Trapiche
n. 'i.
l'ara Lisboa pretende seguir brevemente o pa-
tacho portuguez Rpido, por ter a maior parle do
carregamento promplo : que n no mesmo quizer car-
regar ou ir de fasiagem, trate com os consignatarios
Thomaz de Aquino Fonseca & Filho, na rnn do Vi-
gario n. 19, primeiro arlar, ou con o capitao na
praca.
Dentro em poucoi das iihir para Lisboa o
famoso patacho portuguei Ifrilhante, visto que j
tem mais di melade da carga prompla ; c por isso
as pessoas que nelle quizerem eirrcgar devem diri-
girsa quanto antes ao escriplorio da Viuva Amorim
Pr ordenad* llrm-Sr. paosiueoia . convoca-se o cons-lho deliberativo para domingo,
15 do corrente. as 10 horas da manhaa, para dar
posse ao que ltimamente foi eleito.M. F. de Sou-
za Hnrtio-.i, 2. secretario. J
Por^ardem do Illm. Sr. presidenle convoca-se
o consermroelibertivo, eleito em sessao de assein-
blca gerol.de 8 do eirrenlc. para a sua posse no do-
mingo, f5-do correnle mez, as 10 horas da' manilla.
M. F. do Souza Barbosa, seecelario..
Frccisa-se de um rapaz portuguez para ciixei-
ro de taberna, que tenha pratica deste negocio, que
d fiador a sua conducta : no lim da roa do Pires,
taberna da calcada alta.
Mauoel Mara Rodrigues do NaschjBonlo, M-
crivSo interino des appellacoes e aggravos do trina-
nal do commercio, acha-se no etercicio do dito cili-
cio, tendo eslabelecido o respectivo Sartorio na casa
de sua residencia n. 29, na ra alraz da matriz da
Boa-Vista.
Precisa-se de um caixeiro ptn lomar por ba-
taneo um taberna, no paleo do Pilar, em, Fura de
Forras, n. 15.
Aluga-se nm roulaliuho d 14 nnos de idade,
escravo, muito activo, oiligente e fiel, bom copeiro,
e que sabe com pcfeic.lo fazer lodo o servico de urna
casa, exceplo o de cozinhar : quem o prelender, di-
rija-se casa do Hospicio entre as das yiuvas Aise-
nio e Cunha.
Aloga-seuma boa cata na povoacaode Bebnri-
be, com bom quintal, rio aja*, e at se vender : a
tratar na mesma povo,icaoj"com Jos Francisco Xa-
vier de Mello.
-r Quem precisar de urna ama pan homem ol-
teiro ou pouca familia, dirija-sc a ra de Sania Tbe-
reza n. 7.
Um rapaz que se acha arrumado oflerece-se
para caixeiro de ma ou de robranca, mesmo para al-
gnm seiihorque iicelia assucar do mallo, para o que
tem muita pratica, e d fiador a sul couducla :,qucm
do seu preslimo se quizer ulilisar, annuncie.
Precisa-se a'ugar urna otaria cm sitio e porto,
de embarque : quem tiver e.quizer alogar, annun-
cie ou dirja-se ra do Rangel n. 77, que achara
com quem tratar.
Anlonio I.li de Oliveira Azovedofczmudai.ca
de seu escriplorio 3i ra da Cruz*. 17 fiara mes-
ma ra n. 1, aond-3 morava o Sr. J. H. Caenary.
l)-se dinheiro a juros de 509 at 400J sobre
penhores de ouro e prala, ou com hypolheca em
urna escrava : na ra das Flores n. 27, luja de mar-
cineiro, se dir quom di.
Sahhadu 11 i o correnle, dopois da audiencia
do IlliO Sr. Df. juiz do ciwl da segunda,vara, so,ha
de arrematar .varillarlo oe urna luja de fazenda
com una pequea carleira, ludo por 503, penhora-
das a Costa Ov. Cima, porexecurio de I). Jeronvma
Miria de Albuquerque. !
LEILOES
Sotia-feir.i, 1:1 do corrente, as 10 hora* da ma-
ntilla, serao vendidas cm Icil.io publico, por nter-
venco do asente Oliveira, requerime.ilo dos ad-
ministradores da massa de llcane Voule & Compa-
nhia, e por despacho do lllm- Sr,il)r. juiz dos feitos
da fazenda, as carteiraa e mal* uleiirihos de escrip-
torio, e as fazenda* inglezas, entre ellas a.uilos al-
godfies proprios para ensacar assucar, existentes no
nrmazcm da referid* massa, sito na ra da Cadiia
do Kecife n. 52. a
AVISOS DIVERSOS
Regiment de casias.
Sabio a luz o regiment das custas judi-
ciaes, annotado com os avisos que o alte-
raram: vende-se a 500 ris, na livraria
n. C e 8 da praca da Independencia. -
Nao tendo a asscmhlo'.i gerat dos f>rs. accionis-
tas ultimado os seus Irabalhos na sessao de 8 do
correnle, o Illm. Sr. presidente adiou a continuarn
dellcs para domingo, 15 do corrente, as 10 hora* da
minhai.M. F. di Souza Barbosa, secretario.
O fanfarreo cabelludo e C.....o, dijj.io
compadre do cobarde da cabera pellada,
e rapada, apparrea E R. M.res 11 ver-
ha, esplicaret a' S. S. o que signiticou a
torpeza da portr> S. Pancncio.F. E.
Tendo fallec lo no Rio-Formoso Manoel fran-
cisco Pereira, o adiando se encarrrgado da liquida-
cao sen (Ihe Joao Francisco Pereira, pede aos
credores da mesma casa hajam de apre-enlar suas
cootas no litlos uestes 8 das, visto qus lem de pro-
ceder ao inventario, na ra da Fraia n. 3U.
Precisa-se.de. urna preta idosa, escrava ou for-
ra, para ama de casa de pouca familia, sujeitando-se
esta a lavar, ongopimar, cozinhar e comprar : quem
esliver neslas circiinisl.incias. dirija-se taberna da
ra Nova u. 50, que ahi se dir quem quer.
James llallday relira-se para Europa.
Alnga-sc o sobrado de um andar c sota da
ra da Ko.la A..18 ;.a chave est na liberna por
baixo do mesmo sobrado, e Irata-se ua ra do Col-
legio n. 9.
Frecisa-ie de um prelo moro o sem vicios,
para o servico de una casa de familia ; paga-se bem:
quem o tiver e qaizer alugar, annuucie ou dirija-se
.i esla lypographia, que so Ihe dir com quem dave
tratar.
Precisa-sede um homem que calenda de"plan-
tarles, para tomar conla de um sitio perto desta pra-
c,a : quem prcleuder, dirja-se ra de S. Francis-
co, anligamente Mundo Novo n. 52, das 6 horas da
maima t a* 9, e da* 3 da larde al a* 6.
Tendo dereunir-me ao men batalhlto em Mon-
tevideo, constitao por meu procurador bastante a
Francisco Fedro Advincula para receber a consigiu-
co de HftiOO mensaes quedeito a-minha mulher,
e fazer as disposiroes que ileitn em urna carta de
orden que enlregc enm aj^lerida prncuracio. A-
proveilo a occaslSo pacirocpedir-me dos meus ami-
gos e enmaradas, ernlS parlieularidade do Sr. Ur. Sa-
bino Olegario, qu; abaito de Dos salvou minha
filha Evrwa das febres malignas. Kecife 12 do
ulho d 1855.Anlonio Jote Laura.
O Sr. Jos Joaquim Lopes da Silva queira vr
i reparticao do correio receber um* carta.
Tm.R0 DE APOLLO.
A commissso idmlnstraliva da companhia da ic- ,
cionislas. convida pela segunda vez a fodoi estes se-
hores para reuno ordinaria de a5semblca~~ger*1,
s"*^^sy* 'er logar no domingo, 15 do correnle mSt-^.^.
de ju7>>jjs iu horas da manhaa, como he determi-
nado na oTSaaparte do arligo 17 dos estatutos da
mesma co7t..^>*i-afim di se dar cumpriniento ao
disposlo nos j' do iv "^^rligo.
Sretredacloret.Hi .. ^Ssam-me '.Vmcs. o
favor de publicar em sua mui cocerre^J jfolha a
declarado, q ic pouco antes de fallecer hav* feilo o
meu iufeliz c inhado, Eduardo da Oosla Oliveira, o
da qual cans,' qoe he falsa a letlra de 4:880* por
elle transferida no Sr. M'alhiis Copes da Costa Maia,
em virlude di qual fui eu accionada por ale *e-
nhnr ; acrescenlando o mesmo Edaardo, que era
falsa a minha firma, que nessa lettra figura de acei-
tante, e que o Sr. Mathias comqnanto tivesse delle
eligido um documento de que negocHra o**a lettra
por 4:O0QS, todava pouco mais do 2:000 havia por
ella dado, coniprcheodendo-so aiod nessa quantia
sete ceios c tantos mil ri*, de que o mesmo Eduar-
do Ihe era devedor. lima lettra de mal* de 5:OO0JI
com os juros, e qus se dizia aceita por fnim, que,
Braca* a Dei, potsuo em bens de raiz com qne pos-
to garantir mais do quadruplo do valor dessa lettra,
foi negociada com o Sr. Malina* Lope* da Cosa
Maia, por pouco mais de 2:0009, entrando nessa
nmma urna divida 1 Islo s basta para que o pu-
blico, peranle quem tantas vezes me lem elle acau-
lemente provocado, jolgoe da moralidad de aos
ambos.
Agora, Srs., redactores, Ihe* rogo sa sirvan de
transcrever em seu jaro*! a doui* e jurdica un-
ten;! definitiva oa meo favor,* proferida pelo Sr.
Dr. Custodio N anoel da Silva uuimares, ruja il-
ustrarlo e imparcialidad nao jiodem ser contes-
tadas.
Sou de Vinca, muilo ltenla veneradora.Leo-
poldina Mario da Cotia Krugtr.
Recife 9 de j ulho de 1855.
UNz D. Mari leopoldina daintra Kruger.que
a bem deseo lifeifo precisa qu_' V. S. Iho mande
dar por cerlido verbo ad verbum o thebr da sen-
taoca por esto "juizo proferida mr-acc.io deceodiil,
que supplit ante, move Malhlas Lopes da Costa
Maia, assim (eicrivSo Cunha.)
Pede ao Illm. Sr. Dr. jolz do commercio Ihe de-
fira.ER. Me.
Paos. Recife 7 dejoTho d 1855.Silva Goi-
marae*.
Pedro Tertuliano da Cunha, eserivo vitalicio dai
viras da civel, nesta cidade do Recife de Pernam- *
buco, por Sua Magestade Imperial, que Deo*
guarde, etc.
Ciftificoque rondo os autos de ajsignaco de dez
dias de Mathiis Lopes da Copla Maia. contra D.
Leopoldina Maris da Costa Kroger, delles consta
ser o theor.da lenlenca de qoe faz menelo i peticao
retro da forma 9 maneira seguinte : Visto, estes au-
tos etc. Aiteut endo que a conteatarao folhas 61 aos
embargos de fl. 8, fundada principalmenle no* tres
primeros dep*simenlosde fl. 80a fl. S9, nao conten
defeza valiosa, ima vez que os autos convencem qoe
estas tres lestemunhas sao interewadas oa decisao da
presente causa, em raza de haverem intervindo no
plano de s falsificar a lettra em questAo, n3o *e po-
dando conceder que dos dous ltimos depoimentos
de II. 90 a fl. 93, e dos documentos de fl. 68 a IL 73
so possa tirar prova bastante para destruir o que so
manifest dos auto* cm favor da re, e evidentemen-
te mostra a improcedencia o nenhum valor daqoel-
l.i : que os documentos de fl. 11 a fl. He os ultima- .
mcnie junios de. fl. 145 a fl. 147, a pardos depoi-
mentos de fl. 95 a fl. 131, nao deium a menor du-
vjdade ser falsa a letlra de fl. 3 : que os argumen-
tos deduzidos pelo autor as allegacOOs de fl. 121 la .
fl. 131, fundadas no principio da absoluto respon-
sabilidade do aceitante para com o portador, o mais
autoridades por elle citadas, alm de nao torem ap-
plicaoao para o caso verleote esUlo destruidos pelo
que dSpoe o decreto de 6 de-abril de 1789, que es-
t de accordo coma disposicAo do 1. art. 250 do.
regulfemeoto n. 737, de 25 de nqvembro de mil oi-
locetites e cincuenta, que por estar disposiefics lio
genricamente estabelecidis lie fcil do perceber-ae .
que no caso em queslaa. comprehende-s qualquer
falsificarla foitr no eorpo da lettra : que he princi-
pio corrale er Ir os commerciallas, qoe acodo
p'rovada a falsidade da lettra, fica o aceitante deso-
neradn da responsabilidade, sendo incontestavel
que ama lettra pode ser falsificada por se contrafa-
zere'm as firmss que aellas (%uram ou por se falsi-
ficar o sea eontedo, a sua somma e om qualquer
desles caso* mosiram evidentemente o* autos que
est a letlra dufl. 3, o que sem dovida alguma se
manifesta pela demonstracJo constante de fl. 142
verso, em dianle, summamenle apoiada pela prova
constante que dos mesmos autos se deduz ; julgo
provados os reftridM embargos fl. 8, recibidos em
condemnacao a fl. 50 verso, falsa a lettra do fl. 3,
e improcedente a acc,ao alentada ; pagas as cusas
pelo autor.
Recife 5 de julho de 1855:Cujfodio Manat da
Silea Guimaraet. '
E nada mais se conlinha em dita sentenca. aqu
copiada, do proprio original, ao qual me reporto e
vai esta sem cousa qne duvida faca, conferida e con-
certada, subscripta assignada nesta cidade do Re-
cife de Pernambuco aos7 de jalho do 1855, Sabs-
crevi e assigne em f de verdade. Pedro Ter-
turliano da Cunh.
Roga-se a pessoa que he hoje arrematante da Iba
do.Noguiira, declare a sua morada para ser procu-
rada f negocio de sen interese.
Precisa-se alugar urna ama secea, preta, forra
oo captiva, para tratar de 2 menino* : no aterro da
Boa-Vista n. 11. loja.
SebastiMlios do Oliveira previne o pblico
a respeito de un celebre annuncio inserido ueste
Diario, pelo qu il alguem se allribue a invencSo o
exclusiva posse da massa adamantina. Nao merece
larga apreciarlo o ridiculo de taes (nereSes, e por
isso timita-se o aonunciantc a declarar ao tal inven-
tor, que de bom grado se prestar a submetter a nm
tame por pessoas habilitadas, a mas* qoe possoe,
procedendo-se de igual forma com a tal exclusiva
de mya intenrac, o o resultado desse oame far co-
ndecir o ponto deque parte ocharlatanismo.
Precisa-se de um* castureir.i de boacoodocla,ev
que saiba fazer vestidos ; no aterro da Boa-Vislat.
n, 31.
S*cro furor, (pie a* meles estimula;
Pialara, que palavras articula.
Ferreira.
Pequouas nocoes temes de poesa, ou irle de pin-
tar a natureza physica, e moral em estylo cheio de
imagens; todavia, ns productTes dest'arte distin-
guimos com mai ou menos casto, a snbejidao da
mediocridad, A poesa inedjla do Sr. Br, Antonio
Rangel de Torre Bandeira, drj.Hcada aoSt. Dr. Joa-
quhn Baptista Moreira, cnsul de Portugal nesla
provincia, e ao Sr. (amias de Azevcdo Villarouco,
negociante des.a praca, paesia iusei'i em um follie-
lo aqu publicado por occasiito do funeral de S. M.
F. Sr*. 1). Maria If, he digna das meditacOes que
a produtiram. O isso coracao exulta quanac lem
de Inuvsr os fil'ios da Ierra da Sania iroz pelel seos
talentos e virtudes, e o Sr. Dr. Bandeira tem dii^ilo
a ser applaudido por 1.1o rica como honrosa cumpo-
sico. Assim se exprime ilossa eonsciencia. e dcil
sua voz, nos felicitamos S. S. por esse irrefragvel
lestemuoho do seu subido mrito, o lo sinceramen-
te qainlo nos he grato recordar o etpressivo dos
senliinenlosdu ;eu coraco, e dos voos do seo peu-
nmenlo, que arrehatouu nosso espirito.X. X.
Precisa-sc de um homem para tomar eonta de
urna taberna lata da cidade : n* ra di Cadeia do
Kecife ii. 43.
Precisa-se de um feitor para'nm sitio perto
desta cidade na ra da Cadeia do Kecife n. 43.
Precisa-se alagar urna preta captiva para lodo
servico de urna casa de pouca familia : a tratar na
ra cstreila do Rosario n. 12, primeiro andar.
Na ra eslreita do Rosario ehumbam-se denles
a bronze, a ferro e mais alguns melaes que for ne-
cessario : a pessoa que precisar, dirjafse meso
casa, que acharo pessoa competente.
O procurador do Sr. padre meslreJr\ Anlonio
de S. Cimillo ce Lellis comprou pita o mesma Sr.
rever"* o bilhelc inteiro a. 1HHfi da 1.a parte da
I. lotera beneficio do Gvaraso de Pernambuco,
e fica em poder do nniiuficaiite.
A pessoa qiie-annunciou querer ara qaarlo pa-
ra dormir, thjajS-se ra da Cruz u. 21, armazem.
TA1XAS DE FERRO. .
Na fundiejao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
ra do Rrun logo na entrada, e defron
te do Arsenal ae Marinba ha' sempre
irm mande tortimento de taicltas tai\to
de fabrica racional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e m ambos os logares
existem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livre* de despeza. O
precos sao' os mais commodos.
A:

r



-?' --
DlflRIO DE PERMIUCBO SEXTA FEIM I DE JULHO DE 1855
1

r
?
l^AA.^.^"l"" de Dl" fei, iMnin!: '"'""""e tratar dejardim, pata um
Suezl***,t*t'" 0paD^' Preferigdo-se
ut>^m pretender dirija -se i roa \elha
|U n. 56, ou a repartidlo do sello, que
Tara com quem tratar.
Companhia Pernarabucana
coi tetra
0 conselho de dirccca#-^"^i a? Srs. .iroioni*-
tasdameamaeinn^''^ .lecluarsm al ...lia :!l
correntoMs-C,,,. m per cent. sobre o vafor
"as acoo|p>*iue siibscieverwn ; e o encirregado do
recebiraentos lie o Sr. F. Coolon, na ra'da Cruz
D. 26. ..
ft abano assigrados tuero, sciente ao res-
1 pelavel publico o a todos rom quem tem ne- CT
] WK09, que pejos annunciantes se.acha en- S
| carregado coro Ilimitados poderes para del- 5
, I lea tratar e alo decidir, a seu lillio e irmao 1*3
w Anlouio Carlos Pereira de Burdos Ponce de mi
g I.eon, com quem dever.to entender-se. S
Engenho Aguas-Claras :t de julhode 1835.
Franciica a Cunha Banieira de -Mello,
"Jos Flix Pereira de Hura*.
"*-
AO BARATO.
. Borzeguins de duraque gaspiados para
seohora a 2jjj500 irs. o par, sa patos de cou-
ro de lustre paira serihora. francezes e
de Lisboa a l200 rs. o par, sa^atinhos
de colxetes a 320 rs. o par : na praca da
Independencia leja de calcados de Anto-
nio Augusto dos Santos Porto ns. .">" e
39.
O Dr. Ribeiro, medico pela uoiversidade de
Cambridge, contina-.! residir na ru;i da Cruz do Re-
clfe n. 49, 2. andar, oade pode ser procurado a
qoalquer hora, e convida aos pobres para consultas
gratis, e mesmo os.visita quando as circunstancias u
X9> taz especialidade das molestias dos olhos e
onvtdos.
Precisa-se alugar urna ama loira que
saiba cozinliar : engommar, para casa
de pequea familia : no largo do Paraizo
sobrado n- lo.'
Precisa-se aftgir urna negra <|oe saiba vender
na ra : a tratar na ra do Caldeirjiro n. 60. Ad-
verle-se que te paga bem.
Aloga-se urna casa de um amiir, sita na roa
da Roda : tratar na ra do Collegio o. 9.
Quem precisar Jugar um escrivo prelo para o
servico de casa e ra, ou para qoalquer armazem,
capatazia, trapiche e prensa, dirijasii a qoalquer ho-
r do dia a, roa da Soludade, que segu para o Man-
Ruinho, nosilio dos 4 leoes, que acitara coro quem
tratar.
Oflerece-se um rapar, brasilei'o para caixeiro
de cobranca de qualquer casa de nesocio dentro des-
ta praca : quero precisar dirija-ae a roa 'do Caldei-
reiro n. 5J, das horas da manhia s 10. .
Aiia de leite.
Na ruado Crespo sobrado n.^,
cisa-se de una ama com leite.
CONSULTORIO DOS POBRES
SO 1A NOT7A 1 HJrAR 50.
prtjr
0 Dr. 1*. A. Lobo Moscozo d consultas homeopathicas lodos os dias aos pobres, desde 9 horas da
manha ateo roeio dia, e em raso extraordinarios a qoalquer hora do dia ou noite.
Oflerece-se igualmente para praticar qualquer operaran de cirurcia, e acudir pror
qoer mullier que estoja mal de parlo, ccujascireumstancias nao permutara pagar ao
rile a cuxal-
10 CONSULTORIO DO DR. ?. A. LOBO I /.
SO RA NOVA SO
VENBE-SE O SEGUINTE:
Manual Cmplelo de meddicina homcopalhica do Dr. G. II. Jahr, traduzido em por
(uguez pelo Dr. Moscozo, quatro volumes encadernados em dous e arompanhado de
um diccionario dos termos da medicina, ciruigia, anatoma, etc., ele. ../... 209000
Esta obra, a niais imporlanle de todas as qne tralam do esludo e pratica da homeopaihia, por ser a nica
quecnnlm abase fnndain a.al d'esla doutrinaA PATHOOENESIA'OU EFFEITOS OSMEDIC"
MENTOS NO ORGANISMi KM ESTADO DE SAUDEronliecimento que nao podem dispensar as pes-
soa* que se querem dedicar pratica ila verdadeira medicina, inleressa a lodosos mdicos que quizerein
ei per i mentar a iioutrina tahnemanu, e por si mesmos se convencerem da verdade d'clla: a lodos os
fazendeiros e senhores de_e ,enho qoe esuto longo dos recursos dos mdicos: a lodosos capitesde navio,
que urna ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus Iripulantes :
a todos os pais de familia qoe por circnmstanciai, qoe n.m sempre podem ser prevenidas, sSo obriga-
dos a prestar in conlinenti os primeiros soccorros ero anas epfcrmidades.
O vade-mecum do homeopalha ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tamben) til s pessoas que se dedicam ao estado da homeopaihia, um volu-
nte grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 108000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. 3*000
Sem verdadeiros e lieni preparados medicamentos nio se pode dar om passo seguro na pratica da
homeopaihia, e o prqprietario desle ealabelecimento se lisongeia de te-!o o mais bem montado possivel e
nininem dnvidar hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos grandes................ *....
Boleas de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 123 e 15|000 rs.
Ditas 36 dilos a..............0 .
Ditas 48 dilos a......,..........'.
Ditas 60 ditos a.............
Ditas 144 dilos a.............'.'.'.'.'.
Tubos avulsus............,.............
Frascos de meia onca'de lindura..........*.....'..!"
Ditos (Je verdadeira lindura a rnica..........'....., '. 25OOO
Na mesroa rasa lia sempre i. venda grande numero de lobos de cryslal de diversos (amahos,
vidros para medicamentos, e aprompta-se qualquer encommenda de medicamentos com toda a brevida-
de u por precos muito commbdos.
RJ000
20*000
2.3000
:to.jooo
(103000
IjrOOO
2J5O0O
Jocquim Jos Din Pereira declara, qoe tendo
arrematado em ieilAo de9 de onhoprosimo passado
todas as dividas aclir.is qoe deviarr a Antonio da
Costa Ferrerra Eslrelln, cora taberna na ra da Ge-
deia do Recife, eonvica a todos os devedores do dito
Estrella, tanto da praca como do jratto, para que
veaham pagar sciao nnunciante coma maior pres-
teza possivel, afim do evitaren maiores despezas,
pois promctle (er toda eonlemplaco com os que fo-
rem mais promptos nos seos pagamentos, pudendo
para isso dirigir-se .111 annunciante, no (aterro da
, Boa-Vista, loja n. 14. '
DETISTA,
Paolo Gaignoui, dentista francez, estabele 1
0 cido na roa larca do Rosario n. 36, segnndo A
41 andar, colloca denles com gengivas artifciaes, $$
Se dontadura^oroileta, ou parte della, coro a 0
presso do ar. 9
9 Rosario n. 36seguido andar. ,
Aluga-se urna escrava boa coznbeira e docei-
ra ; quem a pretendei, procure na ra dos Marty-
rioa, casa n. 2, primeiro andar, das 3 horas datante
em diaole, que achara com quem tratar.
Perdeo-se da 11ibeira urna crleira com al-
guns papis de valor, (jae.sn servem 11 seu dono, por
isso roga-se a pessoa que achou, que rendo entrega -
la, leve roa da Cadena do Recife, loja n. 23, que
receber urna gratificarlo ; a qual carleira foi per-
dida 110 hairro do Recite ou Santo Antonio.
* Quem precisar de nana boa ama de leite, diri-
ja-se roa dasCruzes 11. 41, segundo andar.
Francisco Antonio Coellio, propie-
tario do Hotel FifjDciico offerece o mes-
mo estabelecimerifb de nuitos annos,
acreditado nesta cidade a quem o preten-
der comprar com todos osperlences, a di-
nheiro a vista ou a'prazocomlettras ga-
rantidas: os'prelendentes piodem diri-
gir-se ao mencionado proprielario, ou ao
escriptorio do Sr. Francisco Gomes de
Oliveira, ruadaCadeta do Recife n. 62.
ROBILAFFECTEUR,.
unico aulorisado por decisao do coielho reg e
deerttj imperial..
Os medico* dos hoipitaes recommeadam o Arrobe I
de Ltlecleur, como sendo o uoico aulorisado pelo'
governo, e pela real sociedade de medicina. Este
medicamento d'dm gnslo agradavel, e fcil a tomar
em secreto, estaem uso na marinha r;al desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em pouco lempo,
oom pouca despeza, sem mercorio, as affecc;6es da
pelle, irnpigens, as consequencias das sarnas, ulce-
ras, e os accidentes dos parios, da ida le critica, e da
acrimonia hereditaria dos humores; convm aos ca-
arrhos, bexiga, as eonlraccftes, fraqueza do1
urgSoa, procedida do abiso das injeccf es ou de son-
das. Como anti-syphililico, o arrobe enra em pouco
lempo os floxos recies 00 rebeldes, que volvem
ineessanles em consequencia do eroprogo da copai-
ba, da cuheba, ou das injeoroes qoe representem o
virus sem neutralisa-k. O arrobe I.alfectcur he
especialmente recmrrendado contra t( doencas, in-
veteradas 00 rebeldes, ao mercurio e ao iodurelo de
potassio. I-isboune. Vende-se na botica de Brrale de
Antonio lelicjano Alve< de Azevedu, praca de i). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna ;rande porclo
de garrafas grandese (quenas wuda- direelamenle
de Patis, de casa do ilil> Boj veau-I.all'eiieur J2, ru
Bicheo Paria. O formularios dao-se gratis em
casa do agente Silva na praca de D, Pedro, n. 82.
Porto, Joaguim Aranjn ; Babia, Lima & km tas ;
Pernambuco, Soum; Rio'de Jaoeiro, Rocha ^i-
Ihos ; el Moreir, lo a de drogas ; Villa Nova, Joao
Pereira de Magotes Leite ; Rjo Grande, Irn de
Paulo Couto A C.
C. STARH \C.
respeilosaineule annunciam que no seu extenso es-
tabeleciuieolo em Santo Amaro,contin lam a fabricar
. com a maior perfeirao e promplidlo, loda a qoaida-,
de de macbinismo pura o uso da jigiicullora, na-
vegafSo e manufactura; e que para maior rommodo
de aaus numerosos ffeguezes e do pjrtllico em geraL
teem abarlo ero um des grande armazens do Sj>
Mesqufta'tnt ra doBrm, airas d trienal de ntf-
rinha
I .PSITO DE MACniNASj
cootiraidas ao Jilo seu'.jslabclecimenlo.
Alli ocharlo os compradores um completo sorli-
11 oto de iuoen,,as di! c;im..., eom lodos os melhora-
meutos (alguns delles noves e origiraes) de que a
experiencia de muitos annos lem mostrado a neres-
suiade. Machinas de vapor de ,aiia e alia pretsao,
taixaa de todo lamaubo, lano calidas como fundi-
daj, carros le mao e dito- para conduzir formas do
aiiacar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra dito, fornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvad couslraccao, fundos para
alambiques, envos e portas para fornalhas, e urna
infinidade de obras ele ferro, que seria enfadonho
enumerar. No mesmo deposito cznle orna pessoa
inlelligenle o habilitada para receber (odas as en-
commendas, ele, ele, que os annunciantes contan-
do com a capacidadede suas ollicinas e machinism*,
e pericia de seos odiciass, se compromellem a fazer
execular, coa a mai|jj|esteza, perfeirao, e exacta
ronformidade com os modelos ou desenlios,e inslruc-
Oes que lhes forem l'ornecidas.
TRATAMENT0 H0M0PATHICO.
Preserva tico e curativo
DO CHOLERA-IflORBUS,
PELOS DRS.
^ -"^^ MHK.ns -z m-z ~m --m. m -="
ou nslruccap ao povupara.se poder curar desla enfermidade, administrando os remidi lais efTicaze
par alalna-la.-emquanto se recorre ao medico, ou njesmo para cura-la iodependentc dcsles nos lugares
era que nao os ha. ^
TRADUZ1DO EM PORTGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doos opsculos contemas ind.caces mais clara* e precisas, so pela.sua simples c concisaex posi-
cao esta ao alcance de todas as inteligencias, nao s pelo qoe diz respoilo aos meios curativo-, como prin-
cipalmente, aos preservativos que tem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
elles lem sido poslos em pratica. ? r "
Sendo o Iralamenlo horaeopathfco o nico que (om dado grandes resollados no curativo desla horri-
vcltnfermidade, lulgamos a proposito traduzir estes dous importamos opsculos em liogua.vernacii-
la,|cara dest arte facilitar a sua leilura a quem ignore o francez. .
Vende-se nicamente no Consullorio.do lraduclor, ra Nova n. 52, por 2j000 rs.
MASSA ADAMAMI A taberna de Gurjab de cima continua a esta,
prevenid* de um completo sortimcnlo de molliadosr
miudezas e fazendas ; pw lano todas as pessoas que
quizerem continuar a honrar'este estabelecimenlo,
alli acharao ludo que prc-risarern a vontade do com-
prador, pelo mesmo preeo ou eom-pouca differenca
da praca ; n.r mesma taberna ha cortes da laa do ul-
timo goslo, chegados ltimamente para veslidos de
senboras.
ADAMANTINA.
Ra'do Rosario n. 36, segundo andar, Paulo Gai-
gnoui, dentista francez, chumba os denles com a
masa adamantina. Essa nova r. tnaravhosa com-
posieao tem a vanlagcm i)e enclier sem pressSo dolo-
rosa lodas as anfractuosidades rio dente, adquirindo
em loncos instante* solidez igual a da pedra mais
dura, e permiile restaurar os denles mais estraga-
dos coma forma e cor primitiva.
g i'IIBLICACXO' DO INSTITUTO HO
HEOPATHICO DO BRASJL.
THESORO HOMEOPATHICO
VADE-MECUM DO
@ HOMEOPATHA.
@ Methado conciso, claro e seguro de cu-
rar homeopalhicamenle todas as molestias
i/ue affigem a especie, humana, e pnrti-
A ularmenle agellas que relnam no Ilra-
2 sil, "redigido segundo os rneUiores Irala-
P tos de homeopaihia, lauto europeos romo
6A americanos, e segnndo a propra ospeiv
v rucia, pelo Dr. Sabino Olegario l^dger
fff Pinho. Esta obra he boje rerniihenla co-
100 a melhor de lodas que Iratam daappli-
cacito homeopalbica.no curativo das nj-
Q hslijf. Os curioso*, principalmente, nao
tji, podem dar um passo seguro sem po-sui-la o
Wr consulta-la. <)s pais de familias, os senho-
^k res de cngenlio, sacerdoles, viajantes, ca-
? I iles de navios, scrianejosetc. ele, levem
W ts-la mao para occorrer promulamenlc a
jA qualquer raaode molestia.
7 Dous volumes em hrochura por 1QSO00
B i) n enraderaados IIJOOO
t Vende-se unicamente'em cosa do autor,
ra do Sanio Amaro n. C. (Muado No-
Est a sabir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EMRAHiDO'DE RUOFF E BOEN-
N1NGHAUSEN E OUTROS,
posto "em ordem alphabelica, com a desetipro
abreviada de todas as molestias, a indicarlo phvsio-
logica e Iherapeulica do lodos os medicamentos bo-
meopalhiros, seo lempo de accao e concordancia.
seguido da um diccionario da signilicarao de todos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
dat pessoas do povo, pelo
M. A. 3. DE MELLO MORAES.
SuLscrevc-se para esla obra no consultorio horneo,
pathuo do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Nova n. 50-
primeiro andar, por 39000 em brochura, e 69000
encadernado.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero* Pinho,
n-iiidon-se do palacete da ra de S.Francis-
co n. 08A, para o sobrado de dous anda-
(iisu.6, ruade Sanio Amaro, 'mundo novo.)
Os abano assignados fazem sciente ao res-
pelavel publico, que compraram a padaria
que foi ila viuva do fallecido Carlos, sila no
9 largo de N. Seuhora do Terco ou Cinco Pon- gt
m tas, osquaespromellema lodos aqoellessenho- (9
9 res que lhes (izerem a honra de comprar o c\- Q
t9 cellenle pao, bolacha fina, biscoilo, falias, jj
$( bolacbinasdeararula, dos servir comas me- ^
lliores faltabas que houver no mercada, as- M
sim como sua bolacha grande be firmada igj
PS com a firma de Ribeiro A Pinto, e a pequea A
com a de R. & 1'., avista do exposlo esperam
a concurrencia lano de seos amigos, como m
9 dos Illms. Srs. de engenho : a podarla prin- 19
85 cipiar a trabalhar no dia -2 de julhafcorrente. 9
& llibeiro & Piula. dft
@S.\' '
Precisa-se de urna casa terrea no hairro de
Saulo Antonio, de 83 a 109000 mensaes, com quin-
tal e cacimba,,d-se de 3 a 6 mezes adianlados : na
ra da Senzala Velha n. 70, segundo andar.
Francisco Ignacio de Torres Bandei-
ra, escrivao interino do commereio era
prirneira instancia, da capital do Kecile;
tem aberto o seu escriptorio na rna es-
treita do Rosario, no primeiro andar da
casa n. 44.
O roaixo assignado, dono da loja de
charutos da ra larga do Rosario n. 52,
pede a.pessoas que se achara a dever con-
tas atrazadas, que liajam de as ir pagat
com a mesma vontade com que se lhe
iiou ; pois na falta.serio- chamados por
este D1AKI para assimofa/.ercm.Joa-
qu.im Bernardo dos Reis.
Luiz Jos de S Araujo aproveila as columnas
deste Diario para lestemunliar sua eterna gratidao
aos Illms. Srs. Drs. Jos Joaqoim de Moraes Sar-
roonto, J0S0 Pedro Maduro da Fonseca e F. C. Mul-
ler, pelo desvello com que trataran! sua esposa, ata-
cada da febre amarella. com vomito prelo, do que
felizmente se acha reslabelecidi.
m
i
s
^0 edicacissirnos contra as
res intermitientes.
Grande sorlimenlo de carteiras de homo'o- II
palhia inuTrn^m centa.
Tubos avulsos a nWLjIJO e 500 rs.
Elementos de *^fflW* 4 vol. tl000 %
8 No consnltorio hcmreopalnsW do Dr. Casa-
nova, roa dasCrqzu n. 28 ^^. "
SanHors redactor-s : Como me acho lvida
prisao qoe sotTri na lorlaleza "das Cinco Ponlas>
quartel hoje doeorporle policia, voo por estas duas
lionas agradecer ao.illin. Sr. commandante do mes-
mo corpo e mais senhores offtciaes e ofliciaes infe-
riores, o bom Iralomei to que me deram, e da mes-
ma forma aproveilo o eneejo para agradecer aos
meus amigos -o quanlo se inlernecerain e interessa-
ram-se por mim: nao son mahf excuso em meos
agradeciraenlos por nio cancar ate lei loras. Sou se-
nhoros redactores, te. Victorino Jase' Perrra.
Aluga-s um priroeiro andar eom muilos eom-
modog, aa roa da Peohi com fundos para a roa Di-
reita : a tratar na rpa 1I0 Queimado n. 33, loja da
Boa Fama.
NFORMACO'ES OU UELACO'ES
SEMESTRES.
Na livraria n. (i e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se rea (Oes setnes-
traes por prego commodo, e querendo res-
mas'rende-se ainda mais emeontn.
i- Novos livros de homeopaihia mefrancez, obras
lodas de summa imporlancia :
llaln iiiaim, tratado das molestias
lumes............20900
Teste, rrolestias dos meninos ...... 68000
Hering, homeopaihia domestica.....79000
Jahr, pharmacnpnbomenpalhicn. .. 69000
Jahr, novo manual, 4 volumes ,. ftisOOO
Jahr. molestias nervosas.......69OOO
Jahr. molestias da pelle......, 89OOO
Rapou, historia da homeopataia, 2 volumes I69OOO
llarlbmanii, tratado completo das moieelias
do* menluos..........JO9OO0
A Teste, materia medica boroepalhjca. 89000
De Fajoile, doolrina medica homeopathira TsflOO
Clnica de Slaoneli .......o>000
Casling, verdade da homeopaihia. 4000
Diccionario de Nvsleu.......109000
Alllas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, cosiendo a descripcao
de lodas as parles do eorpo humano 309OOO
vedein-se lodos esleslivros no consullorio homeopa-
ibico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova u. 50 pri-
meiro audar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuqueiw.
que niudou a sua aula para a rita do Ran-
gel ii. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desdeja' por m-
dico prego cmo he publico: quem se
([itizer utilisar descupcquenoprestiinoo,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias otis.
EDCACA'O DAS FILHAS.
Enire as obraj do grande Fenelon, arcebispo de
Camhry, merece fnni particular mencae o(ralado
daoducacao das meninasno qual esle virtuoso
prelac'o ensina como as mais devein educar suas li-
Ihas, para um dia rhegarem a occopar o" sublime
lugar le mi de familia ; lorna-se por tanto urna
necessidade para todas as pessoas qoe desejara gul-
a-las no verdadeiro carainho da vida. Esta a refe-
rida obra Iraduzida em porlugoez, e vende-*e na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto preco de 800 rs.
PUBLICACA O COROGRAPHICA.
Esta' a' venda na livraria cinica n. 2,
no pateo do Collegio.aa obra intittdada
Breve Noticia Corographica do Imperio
de Brasil, escripia em lS5i: e roga-se
aos Sis. assignantes que tenbam a bon-
dade de mandar bascar os seus exempla-
res, no ai mazem de leilOes d ra do Col-
legto n. 15-
O escripturario da Companhia de
Beberibe achando-sehabilitado a comprar
e vender aceesda mesma Companhia, of-
lerece-se as pessoas que quizerem com-
prar c vender, a dirigir-se ao escriptorio,
na ra Nova, sobrado n. 7.
Precisa-se alugar urna boa casa ter-
tea, no bairro d Santo Antonio, da-se
bom fiador ou pagarse alguns mezes adi-
chronicas 4 vo- antado, e trata-se bem da casa : quem ti-
veranuuncie para ser procurado.
Antonio Barbosa de Barros, com sala de bar-
beiro na rea 3a Cruz n. 62, 1." andar, limpa denles
queima e chumba com maesa adamantina, e vende
os frasqniohos por preco commodo, assim como en-
sina como ella he applicada.
COMPRAS.
Compra-se tima escrava que seja
moca, inielligcnte, ladia e sem vicios,
embora nenhuma habilidade tenha : a
tratar-seno sobrado da ra do Pilar n.
82.
Compram-se arcos de Beberibe : na ra lar-
ga do Rosario n. 36, segundo andar.
Compram-se palaces brasileiros, hespanhes,
mexicanos e pesos de 5 francos : na rna da Cadeia
do Recife, loja de cambio n. 38.
Compra-se urna negra de boa figura, que sai-
ba bem engommar, coser e cozinliar, paga-se bem ;
assim como um moleque da 14 a 16 annos : quem
(iver, dirija-se roa da Crui n. 23.
Compra-se urna casa terrea no bairro de Sanio
Antonio, que tenha quintal e cacimba : na taberna
da roa das Cruzes n. 20, se dir quem compra.
VENDAS.
-t-
Vende-se por 1:3009000 urna crioula bonita,
com 14 anuos, recolbida, abe bem coser ; oulra
com 8 annos por 6009000 : na ra da Senzala Velha
n. 70, segundo andar, se dir quem vende.
Yeiidein-se chapeos de seda para seuliora
a 900U e IU90OII rs., estes chapeos chegaram
ltimamente eom oro pequeo toque'de mo-
fo: na ra do Crespo, loja amarella n. 4.
Vedem-se :W travs, as quaes se acham de-
sembarcadas no trapiche do Ramos, sendo madeira
da qaatfdaile, eom 35 a 40 palmos de eomprimenlo
0 Dr. Joao Honorio Bezerra de Me- "* l**1*""*"" lina -ir i.ir-l I..I...
%tll,i,iii,,taf.
nezes mudou a sua residencia da ra
Nova, para a ra da Aurora sobrado n.
me faz esquina com o aterro da Boa-
Vsta^jdi continua a excrcev a sua pro-
(issao de tncJsco.
.1. JANErWISTA, 8
0 continua a residir na ruaNof^u 19, priroei- A
8rondar. ^>*^^
Precisa-sede um moco intclligenlo par",
xciro de nma loja de fazendas francezas: a fallan
praca da Independencia n. 18 e 20.
itii inn
que odiaran com quem Ir alar.
A ijoOTlT
Ven Jem-se corles de laazinhas de cores,
fazendas modernas de cores lixas.
Alpacas de seda de qukdros- e lizas furia-
cores, pro 1 iras para vestidos de senhora a500
r*. o covado.
Chitas linas francezas de cores fixas a 240 S
rs. cada covado.
1 aissas o cambralas de cores com Jiabadns e
llores coloridas, a'S40 rs. cada covado.
Chales de casemira de urna s cor, a 59OOO
rs. eada um.
Narua do Crespo, loja amarella n. i.
Vende-se om terreno na ra do Jasmim, nos
Cocidos, bairro da Boa-Visla, coir. 30 palmus de fren-
te e 90 de fundo, sendo o (un ii> murado, bastante
alto, onde nao tem chagadu as cheias, podendo pro-
cqrar-se para'qualquer negocio na ra de S. Fran-
cisco, anligamnle Mundo Novo, n. 52. das 6 horas
da nianhaa at as9, eias 3 da larde al as 6.
Vende-se urna rica flauta de bano e de bomba,
com 8 chaves de prala, por prejo commodo : na rna
-do Quejmado, loja n. 14.
Vcnde-se um mulalinho de idade 1t> annos,
muilo lindo, ptimo para pagem, um moleque de
idade 8 anuos, e um boro escravo de todo serviro :
na na Direita n.3. v
Vendem-se rodas de arcos para pipas, assim
como bombas de carnauba : 110 armazem do Guerra,
dcfronle do Trapiche do Algodao.
Quem quizor comprar urna escrava, dirija-ser?
Boa-Visla, becco do Veras 11. 7, que 1 i achara com
quem Iralar.
Vende-se por proco cammodo o verdadeiro vi-
nho de Bordeaox, em quarlolas c garrafas: no ar-
mazem da ra da Cruz n. 19.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O uniSt deposilo,con(nria a ser na botica de Bar-
Ibolomea Francisco de Souza, na ra larga do Rosa-
rio o. 36;garrafas grandes5Q500 c pequeas 3<000.
APORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cora de phtisica em lodos os seus diflerenles
gros, quer motivada por consllpacoes, tosse, astri-
a, pleuriz. escaos de sangue, dr de costados c
peilo, palpilacao no corado, coqueluche, hronchile
dr na garganta, e todas as moleslias dos orgaos pul-
nin^ares. t
Biunn l'raeget iC, tem para "ven
da etu sua casa ra da Cruz n. 10.
i, Lonas da Kussia.
i Instrumentos pata msica.
2 Oleados para mesa.
i Charutos de Havana verdadeiros.
Gomma lacea.
AGEKC1A DA T MHO
EDWIN MAW, ESCRIPTORIO DE RO-
SAS BRAGA & C, RA DO TRAPI-
CHE N. |i. *
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e meias moen-
das para engenho, cuja superioridade ja-'
he bem conhecida dos senhores do enge-
nho desta provincia, dos da Parahiba e
das Alagoas, desde quando tafjs objectos
do mesmo fabricante erara vendidos pelos
Srs. Me. C&lmont&C., desta praca!
CEMENTO
j da melhor qualidade: vende-se em
M casa de-Brunn Praeger A C, irua
M daCrun. 10. S
mmmimmm-mmmmn
CIGARROS DE PALHA-
Avisa-se aos senhores acadmicos que
hechega fa-lo Rosario n. 02, os afamados cigarros
e palha fabricados em S. Paulo, vindos
Helo ultimo navio qne veio do Rio de Ja-
neiro.
Vende-se superior sal do Ass viudo ollima-
"*" Pel brl=ne feliz Destino : a tratar com o
Sr. Manoel Gonjalves da Silva, ou a bordo com o
capitao.
A5$500
diales de merino, finissima fazenda, bonilo sorli-
menlo^Ie toda* .N cores, |ielo diminuto preco de
SO rs. : na ruado Queimado n, 33 A.
Baralissimo
a?$500
Chapeos de sol de seda cabo de canna de 26 e 28
pollegadas, o rnelner que be possivel : ua ra d o
Queimado n. 33 A.
Cabales de pura
Colcoralne
REMEDIO EFFICAZ PARA CURAR
CALOS, POR*AIR. MAOUS.
Esle excellenle remedio vende-se na ra do Col-
legio n. 1, loja de miudezas. ,-
I.ABVRINTHOS.
Lencos de rarnbraia de iinlio muilo finos, toalhas
redondas e de ponas, o mais objectos desle genero,
ludo 'de bom -goslo ; vende-se barato : na ruada
Cruz n. 3t, primeiro audar.
Vcnde-se nma escrava que cozmliabem e lava
desabao : na ra da Praia n. 14.
Vcnde-se urna casa terrea que se acha hem
(ralada, c rende mensalmenle 109000 : quem a pre-
tendo, dirija-se ra da Praia n. 14, que achara
com quem Iralar. ,
Alilliu a 9000 o alqueire: a bordo da barcaca
Diligencia, tundeada no caes do Hamos.
Vende-se um bilhar em moito bom estado, por
preco muito razoavel ; nesta lypograhia se dir com
quem Irala-se.
Vendem-se dnas prelas de meia idade, urna boa
qiiilandeira e ontra boa coznheira e lavadeira de
brrela ; um preto que serve para lodo servieo e he
bom caiador: na ra Direila n. 66.
" Vende-se a casa terrea n. 8-da ra da Soleda-
de, eom 30 palmos de frente, perlo de 300 palmo*
de fundo, com cacimba, algumas arvores, e situada
em terreno proprio : a Iralar na ra de Apollo n.
13, armazem.
9 Acha-se venda o manual do guarda na- $|
9 cional, ou collercao de lodas as leis, regula-
g menlos, ordens e avisos concenienles a mes- IS
S9 ma guarda nacional, orgauisado pelo capil.io
9 secretario geral do coromando superior da
$ guarda nacional da capital da provincia de
*} Pernambuco termino Jos de Oliveira, des- f(
i dea sua nova orgauisarjlo al 31 de dezembro '
W liOcarn, recurso de revista, etc., etc., sean
^f a economa dos corpos, organisa<3o por mu-
# nicipios, halalhoes, e companhias, com map-
pas o modele*, ele, etc.": vende-se rtica- j)t
mente no pateo do Carmn n. 9, primeiro an- @
dar, a 9000 por cada volme, S
laa
de lindos e mt-dcrjM! padroes a 75Q00 rs., chales de
ganga bordadas, pelo diminuta preco de 25S0Or, :
na rna do (Jueimado n. 33 A.
f
Fazendas baratas.
Cortes do castroe core eom barra a 28000, chitas
boas de coro fitas a 180 rs. o covado, ditas largas
para lucio a abt)rs.,dilas adamascada azul e amarel-
ls proprias para coberta a 240, risrados francezes
largos de quadroa modernos n S60, pecas de cassa de
lista com 8 vara* por 1*600, ditas tic qadros a 28 rs.
corles de seda propriospara noivas a|000rs.,cam-
braias de linho nas a 58000 a vara, pimo de Hubo
para lencoes cojnj mais de II palmos de largara a
JO rs. a vari, corte de cambraia de salpicos a
28K80 is.. corte >deciiscfmirado core** 48000. brim
de quadrinhos a 240 rs. o covado, sargelim escuro
com mofo a 160 a corado, luvas de cores fio da Es-
cocia a 160 o paf,' 'IfttgolSo para pello de camisa a
18100 rs. a var*t/*panno prHo e de cores, merinos
ii'iissimos, e oolras muilas fazendas que a rtinheito
se vendem por preco bralo : na loja n. O da rna
da Cadeia d.> Recife defronlc da ra da Madre de
Dos.
gj*.
Lotera do Uio de Janeiro.4 t
No dia 4 (fb trrenle mez devia corjer em a San*
la Casa da Misericordia' a lotera 17.a j0 Hospital
da mesma sania casa. as lojus do costurne la pra-
ca da Independencia existe venda bilbcles e meios
bilhete* desta lotera, os quaes tem no verso osinete,
val do costurne impresso cora lellras de tinta azol;
os premios qne salurem nesle billietes sao pagos
logo.que se dislribairem as listas, as quaes espera-
mos pelo vapor, nacional, do dia 16 em diante,
Vendc-se urna bonita escrava de 30annos, eu-
gomma com perfeirao, cozinha e cose chao, urna di-
ta que eogomma, cozinha e faz lahyrilho e lodo o
mais serviro ds unta casa, om prelo que cozinha o
diario: na ra dos Ouarteis n. 21.
Aos Illms. Srs. acadmicos.
A' ra do Oeimado n. 9. chegaram superiores
charutos da Babia intilulados Vareta, da fabrica de
Urando.
T*jfa botica da ra do Collegio n. 6, vendem-se
1 canoas, senda 2 de conduzir ljelos, abcrlas, o i
de familia, em bom estado.
Vendem-e 6 prelas mocas, com habilidades e
de bonitas ligara, e 2 prelos : na ra larga do Ro-
ario n. 26, segundo andar.
. Vendem-se 2 lindas pecas, sendo 2 moloques,
um de 12 anna* e outro mulalinho de 8 : na rna da
Pcnha, taberna por haixo do sobrado.
Veude-sefbm terreno de marinha j beneficia-
do, em Molocolemh, por preco muito commodo : na
ra do Qneimado, loja n. 61.
Vende-ae urna catraia nova, grande, propria
para os freles de aores, com iodos os perlences,
vela, remas, ole. :. para ver na roa do Farol, e tra-
tar na ra do Pilar, em Fra de Porlas, n. 103.
Bonitas franjas com bolotas para
.cortinados.
Vendenne na roa do Queimado n. 63,loja de Joao
t-iirisolomo de Lima Jnior.
Vendem- cortes de cassa prela de bom costo,
pelo diminuto preco de 28000 : "na ra do Crespo,
loja n. (1. '
Vendc-seainjOcravo de nacao Cosa, idade de
i> annos.o qual he eslivador ecalraiciro : na ra do
Mondego tk 29. J
NA I.04A DE 0 MUTAS
em frente do Livramento.
Vendem-se veslidos de seda, bonitos goslos, pa-
ra meninas de S a 6 a inos por 68 ; lentos de cam-
braia, brancos e piolados, a 160 rs. ; chita* de bons
paouos i 160, 180 e linas a 200 rs. ; riscado* de li-
li lio para roupa de menino e horneen a 240 rs. ; fa-
zendas escura propria para roupa de escravo a 160
rs. e oulras muilas fazendas por preco barato.
Sal do Ass
a'bordo do hiafe Aovo.Olinda. a (alar como mes-
Ire a bordo, ou com Tasso Irm.io.-.
Vende-se aprecia vel y alio Bor-
deaux engarrafado, milito proprio para as
pessoas que se acham em dieta e por pre-
90 baratissimo, por ser urna pequen po*-
(5o que resta: na ra da Cruz n. 26,
primeiro andar. ,, -
Vendem-se os verdadeiros licores de
absyntlio e kitch, cliegados pelo ultimo
navio francez enr preco muito commo-
do : na ra da Cruz n. '2(3, primeiro an-
dar. '
TENTOS PARA VOLTARETE.
Vendem-se cai\inlias co intentos de mui-
to bom gosto para- o apteciavel jogo de
vol tare te, cliegados ltimamente de Fran-
Sa e por muito conmodo preco : na ra
a Cruz n. 26, primeiro andar.
A 98000 A PECA.
Vendem-se pesas de brim fino de linho, com 20
varas, proprio para cerolas, toalhas, lencoes e oulra
minias obras, pelo baralissimo preco de 99000 a pe-
ta, assim como oolras muilas fazendas que a dinbei-
ro te vendem barato : na ra da Cadeia do Recife,
loja 11. 50, defronte da roa da Madre de Dos.
VINHO DO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
Vende-* por preco commodo no armazem de
de Barroca & Castro, roa da Cadeia do Recife 11. 4.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-scfarelo novo.chogado d Lisboa pela barca Ora-
tidao.
Capas de lu 1 rarhabaratissimas.
Vendem-se capas de borracha, o melbor possivel,
por preco que se nao vende em parte alguma aa
ra da Cadeia do Recite, loja n. 50, defronte di ra
da Madre de Dos.
Moinhos d vento
'ombombasderepuiopara regar norias e baila,
decapim. nafunaliraodeD. W. Bowman : naiu*
dojrnm ns.6, 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste stabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, nia-
chinas de vapor, e taixas de ferro batiido
e coado, de todos, os tamauhos, para
dito.
Vendem-se em casa de S. P. Joluis-
tn & C, na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez. *
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Chumbo em lenco!, barra e rnunicao.
Farelio de Lisboa.
Lonas inglesas.
Fio de sapateiroedevela. .*
Vaquetas de lustre para carro. *
Barris de graxa n. 97.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Veude-se em casa de N. O- Bieber &
., na ra da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Kelltar&C., na ra
da Cruz n. 55 ha para vender e>cel-
lentes pianos viudo* ltimamente de Ham-
burgo.
Vcnde-se urna batanea romana com todon os
sus perlences,em bom oso e de 2,000 libras : quem
preteuder, dirija-se jrna da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC -VERDADEIRO.
>ende-se superior coanac, em garrafas, a 12XK)
a dozia, e t-;280 a garrafa : na ra dos Tanoeiro-i n.
a^pimeiro andar, dcfronle do Trapiche Novo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha d mandio-_
ca, em saccas erue tem um alqueire, me-
dida velha, por proco commodo: fos
armazens n. 5e7 -defronte da escadi
nha, e no armazem defronte da porta da
alfandega, 011 a tratar no escriptorio de
Novaes & C, na ra do Trapiche n. 34,
primeiro andar.
Chales de merino' de cores, de muito
*om gosto.
Vendem-se na ra do Cres|M>, loja da esquina ru
volfa para a cadeia.
ATTENfO.
-Narua do Trapiche n. 54, ha para
vender barris de ferro erm etica mente
fechados, proprio* para deposito de te-
ses ; estes barris sao os memores que se
tem descoberto para este fira, por niio
exhalarem o menor clu^iro, e apenas pe-
zam 16 libras, e custam o diminuto pre-
|o de 4i'000 rs. cada um.
Vcnde-se pipas, barris vazios e bar-
ricas internada*: a tratar comi*Maricel
Alves Guerra Jnior, na ra do Trapiche
n. 14.
Potassa.
No anligo deposito da roa daCadeia Velha, us-
criptorio 11. 12, v*nde-se moito superior polassa da
Russia, americana e do Kio de Janeiro, a precos ba-
ratos quo ha para fechar cnica.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, 'sch
tickes, modinhas, tudo modernissimo
chegado'do Rio de Janeiro.
20, ar- *
FeroY& #
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
w bricada no Rio de Janeiro, che-
^ gada recentemente, recpmmen-
k da-se aos senhores de engenho* os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: narua da Cr.uzn. 20, ar-
m-vem de L. Leconte
Companhia.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Beduzido de 640 para 500 rs. a fibra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar- *
do Stolle em Brlin, empregado as co-
lonias ingleza* c hollandezas, com gran-
de vantagem para o melljoramento do
assucar, acha-se a renda, em latas de 10
libras, junto com o metbodo de empre-
ga-lo no idioma w>rtuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ruada
Cruz. n. 4. Ma
GRANDE E NOY
Sorlimenlo de chapeos de >ol tanto de seda como
de panno, para homens e senhoras.rte lodosos tama-
itos equatidades, pa'iils de panno, seda, lila, linho,
alpaca ele, de lodas escores e qualiilades, cairas de
brim bronco e pardu,e um sorlimenlo de malas para
viagem, assim como balcias para vestidas e esparli-
Ihos para senhoras, cobre-se e coircerta-se toda e
qualquer qualidade de chapeos de sol, ppr menos
preco que em oulra qoalquer paarte : na ra do
Collegio n. 4, casa de J. Falque.
Na na da Cruz n. 26 primeiro an-
dar, vendem-se os seguintes relogios por
muiWbarato preco que faz admirar, re-
logios de ouro patente suisso, ditos de pra-
ta, ditos de ditaj. dourada e dito de dita
galvanisada.
Telas.
Vendem-se evccllenles vela* de carnauba pora e
de composicfto, sendo estas do melhor fabricante do
Aracaty, pelo commodo preco de ,1-i-ViUO a arroba :
na ra da Cruz armazem n. 15.
Na ra do Crespo, loia n. 12, vendem-se bons
cobcrlores de algodao, brancos, de pello a 13400, e
tendo em porreo faz-lie algma.ditfereiica no prero:
lambem vendem-se sedas escocezas a 1&200 o covado,
bonitos padroes e sem defeilo.
Superior vinho de champagne Borv
deaux: vende-se em casa de Schafhe'
tlin&C, ra da Cfuz n. 38. ._
A ELLES. ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se costes de casemira de,bnm gosto a 2S,500
iS e 09OOO o corlo ; na ra do Crespo n. 6.
Taixas par& engenhos.
- Na fundicao' de ferro.de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafar i z continua haver um
completo sortimente de taixas de ferio
fundido e batido de S a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com pyomptidao'
embarem-se ou carregam-sc em carro
sem despeza ao compra
Cera de carnauba. ~\P t
. ;Vende-so -aa roa da Cadeia do Recife n. 19, pri-
meiro andar..
Vende-se um abrile! c dous cavallos, ludo
jonto ou separado, lado os cavallos muito mansos e
muilo coslumados tea cabriolo!: pera ver, na ro-
cheira n. i, dcfronle da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, ea Iralar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, narua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo audar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA: VESTIDOS DE" SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina e padroes novos;
corles de lila de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina volla pata ama da Cadete.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE 4L(A.
\ endem-se na ra do Crespo, loja d esquina que
volla parad ra da Cadeia.
ROA DOS QOARTEIS. 9
Ricos quadros com moldura dourada, rom. dese-
nlio a ole, e sobre panno, representando_*episodios
amorosos, consa encllenle nesle fcmaU", os presos
varia m a proporeo do lamanho, aeiido os grandes a
15280,13000 e 800 rs. ; 040, 500 e '00 rs. os mais
pequeos; com esla qoanlia orna-toaaom bellos qua-
dros urna boa sala de jantar, no m^jpurado gosto
da poca : na loja de Cruz & (Jorru|s !j| dos Quar-
lais n. 24.
He barato que jSmira. \
Vendem-se snecos cj^ ffeijao pQr di-
minuto pteco : nos (%,tro Cantoda^TKt;
do Queimado, Iota f^t 20.
COM PEQUERO TOQUE DE
/JARA.
A 5$f,,oo
rs. a pessa.
Vendem-se raa do Queimado, loja n. 17,
pecas de niadapot i0 om pqaeno toque de avaria a
.t-^000, e algodao-. ,,nh0 americano com pequeo lo-
que a 29000 a pi .ra.
PA RA ESCRAYOS.
Cobertores
Queimado, lo
Vende-*'.,
aro inglez,
A ls'200 rs.
do algodilo cncorpados: na roa do
ja 11. 17.
FEIO E BOM.
estojo com urna navalha, verdadeiro
aro ingiez, fe0 c ,>om pe|o btttlo pre0 de wm .
na na 00 \j f Q0 fi., de Joio Chrisoslomo
doL.m.juJnior_
1J 'eposito de cal de Lisboa. '
Na roa da ,de|| ,m Retlti ioJ ,,,50, contina
boVae,tSf, CX0PtTWT "' TrBem" ^ La"-
Vcndem-se. reos e modernos pianos, recenle-
menle chegados, de encllenles vozes, e precotjen-
modos em casa de N. O. Bieber cSiCompauhii, rna
da Cruz ii. .
Capas de panno.
_Vendem-se capas de panno, proprias para a esl
ja- relente, por commodo preco : na roa do Cresi
.6,
mde sortimento de brins para quem
|Uer settg|menlio com pouco dinheiro.
" Vend-'s7)rfni trancado delistras e quadros.de pu-
ro linho, a 800 rs. a vara, di|p liso a 610, ganf
amarella lisa a 860 o covado, riscados escuros a imi-
larilo (MHiemira a 360 o rovaclo, dilo de linho a
280, diMnais abaxo a 160, cistores de lodas as cu-
res 200, 240 e 320 o covado : na ra do Cresro
n. 6. '
COM PEQUEO TOQUE DE
Algodao de sicupira a 28500 e 33 : vcnde-se na
raa do Crespo loja da esquina que volla para a ra
da Cadeia.
Alpaca djajSeda.
Vende-se alpaca de sea de quadros de boro gost)
1720 o covado, corles de 1,1a dosmelbores sstosqor
tem vndo no mercado a 4p500, titos de cassa chita
11800, arja prela hespanluila a 24O0 a 2*200
covado, selim pceode.Maco a 2380u3j200, guar-
danapos adamascados hitos em iuimaraes a 3860)1
1 duzia, toalhas de rosto vindas do mesmo logarn
jOOO etiSOOO a duzia : na ra do Crespo n. 6.
CHALES DE LAIE ALGODAO.
ESC11.0SAS00RS.CDAII.
VendWb-se na ra do Crespo loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3*000.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
Domingo* Alte* Malheus lem para vender em sea
escriptorio, na ra da Croz n. 54 na rico piano de
armario, recentemente cheaado e de boa* vozes, as-
sim como se encarrega de mandar vir outro* a eon-
ento dos prelendentes,
Atten^ao.
Na ra da Cadeia Velha 47,loja do S (Manoel)
"4sco de* laa da doas largura*, muito
"iberias de cama e pannos de mesa.
vende-se da
proprio pa
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VeiHle-e escolha de caf de boa qualidade : m
na do Brum, armazem n. 14.
Deem atten-
caoaobarateiro.
Vinh ua Figeira, de Lisb-ia, branco MUerier,
linio do Porlp engarrafado, moito bom, o velbo a
800 rs. a gaipfa, azeile doce do melhor, vinagre de
tisboa engarrafado, branerjellnlo.sardinhas de San-
tes em latas, qoeijdk do reino muito fresca, pastass
diourires, paios, presunto*. eV>rteja de superior qua-
lidade, viuho flau-deaux engarrafado-a 400 rs. a gar-
rafa, e a :i-20 aeiiand-se o casco, dito champagne
da melhor qualidade, dilo moscalel do verdadairo a
360 i garrafa, tharutos da Bahia muito bons, sabio
branco do Kio, grasa em latas da melhor, btalas de
superior qualidade, cha de toda* at qualidade*e do
melhor, bolachinha inglezauperior, manleiga m-
aleta e franceza, banha de porto muito alv, bola-
chinha de araruta muito superior, vela de carnauba
pura edecoroposicao, ditas de espermaeete das rne-
Uiores qoalidades, c pelo mais barato prco, talha-
rim, macarro e aletria, cevadinha, sag, marmela-
da, papel almaro e de peso, dito pautado, e todo
mais de muito hoa qualidade, e o mais barato que
se enconlra: na taberna da ra Nova n. 50, na es-
quina da ra de Sanio Amaro.
A Boa lama.
"Vende-se papel marlim pautado o roai* superior
que he possivel haver, pela barato prero de 48000 a
resma, uilo de peso paulado a JjjdO, tilo tonara
em ser paulado, porera boa -(inetnra, a 28GM a res-
ma, penuaidejjp, bien itol*nra,.o melhor qe po-
de haver, a IgOBa caisinha com 12 duzia, ditos a
610, caivetes linos de 2, 3 o folhas a 240. 320, 400
e ori., dilos de 1 toma a 160, lapis lino* enverni-
sados a 120 a duzia, ditos mais ordinarios a 80ts.,
canelas de ac e marlim lomeadas, censa muito de-
licada, a 120, 200 e 300 rs., capuchos pintados pata
sala a 600,ra., bengahiihas de* junco com bonitos
casloesa OO.r., grauda sortimento de oculos com
armarao de aj a 800 rs. o par, ditos de armectSo de
metala 400*.',lunetas quadradas com
tartaruga a 18U0 cada ama, dita 1
bfalo a 500 r*., carteiras para *\r_____
muito superior, a 640, luvas brancas de Igodeo,
oprias para montara, a 240 o par, dito*,de cere*,
lenda boa. a 400 rs.,velas doeradas para ,
Heles a 120. esporas linas de metal a 8001
o par, chicutos-Jinos a 800 efj riea* abo,,
ra. paira collete a 100, 000 e 6V0 r*., tranceliM-1
los de borracha para retofio a WO e 160 rs.
careeiros de porctiana a 500 rs. o par, rlquissinar
calias para rap a 6*> 18000.18300 e ajOOO, eara-
pnrat piuladas muilo linas para Itomem 240, meias
pintadas inulto tinas pafa homem a 320 o par, e alero
de ludo isto uulras muitissimas cousas oue todo se
vende mais barato do queVem oolra qualquer parle,
como ha muilo lempo eWa conhecido : 11a ra do
(Jueimado, nos quatro cante*, loja de mindeza* da
ba l-'ama 11. 33.
mos de armario de
\m com amacio de
I com Mrn&o de
algibein, fazenda
A Boa lama. *
igne
Chafe
de vinfio de cham- %}

Deposito
, pnmeiraqua-
;ade do ronde
de Marcuil, ra da Cruz do Re-
cife n. 20 : este vinl o, o melhor 2k
de toda a Champagne, vende-se 4
a .S'O rs. cada caixa, acha-se J
nicamente em casa de L. Le- W
cmte Feron & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas aTo- ^)
goConde de Marcuil-e os ro- $}
(h tulo das garrafas sao azues. M\
Deposito do chocolate^francez, de urna
das maii-acfedi radas iabricas de Pars,
emcaSa de Vctor Lasne. ra da Cru;
n. 27. ,
Exlra-superior, pura baonilha. 1S920
Eitra fino, baunilha. 19600
Superior. 19280
Quem comprar de 10 libra* para cima, tem tirn
abale de 20 % : venda-se aos mesmos presos e con-
diroes, em casa do Sr. Barrelier, 00 aterro de Bea-
Visla n. 52.
Vende-se ajo em cunhetos de om quintal, por
preco muito commodo : 110 aimazem de Me. Cal-
ino n t iV Companhia, praca do Corpo Saulo a. 11.
lliscado sie listras de cores, proprio
para palitos, calcas e laquetas, a 100
o covado.
Crespo, loia da esqoint qoe
Vende-se na rna do
volla para a cadeia.
Venjdem-se no armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Rente, de llenrv (iibsoii, Os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por prero.
mdicos.
Vende-se excellenle taboado de pinho, recen-
temente chegado da America : na rm Je Apolld
trapiche do Ferreira, a entenderse com o adminis
ador do mesmo.
.
Vrnrlem-seTiednnimas
nhora n 5, 38 e 3*500,1
propria* para guardar jl
de inarfiru para alisar,
lavas de toreal com bel
800 rs. o par, ditas de1
defeilo lguro para /
peales de tartsroga'
59000 e 5S500, dilo*
19280, e aiem'de l
[ha* para cetlnra. de te-
ii.hu muilo delicadas,
. 600 e 800 rs., pentes
ida superior, 19900,
as, moito boa fazemte, a
da de toda, a* corea sem
m e senhoia a 19200 o par,
uito bonitos padroes a 49500,
bfalo imitando tartaruga a
isto oulra colisas d. mtirto
bons gostos, tudofpor precos qoe muilo agradarlo
aos comprador :it ra do Queinaajo, nos qaalro
calilo, loja de mirfdezas da Boa Faina n. 3't,
A Boa lama.
Vendem-se/arleiras propria* para viagem por te-
rem lodos osrarnnjo necessarios para barba, pelo
baratissimo'preeo de 39500, retof iuho eom nrwlra-
dores de madreperol* e porcelana, coma muito de-
licada para cima de mesa a 49000 cada um. Mofa-
dores com columnas de jacarando, com excellenle*
espelhos, pelo barat preco de 39000, e alen disto
oulra muilas cousas qoe se vendem mais berilo do
qoeeSVOTtra fosteioer parle: 1 a roa do Queinia*
do, no* qualro cantos, loja de miudezas da Boa Fa-
ma n^33.
MECHARlSia PAR EflfiE-
HHO.
NA FUNDICAO DE FERRO, DO E5J6E-
NHE1RO DAVID W. BOWNAN. WA
BA'DO BRUM, PA8SANDO O HA-
FAR1Z,
ha sempre um grande sortimento dos seguintes ob-
jectos de mechanimos proprias para ntrennos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
consIruccAo ; taixas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos lamanho* 4 rodas
dentadas para agua'ou animaes, de lodas as propor-
ces ; crivos e boceas de fornalhae registros de be
eiro, aguilhOes, bronzes, parafnsos e crrvilhOes, moi'-
nho de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FUJVDICA'O.
se executam todas as encommendas com a superio-
ridade j condecida, e com a devida presteza e com-
modidade em preco.
Vende-se no armazem de Jame* Halli-
day, na ra da Cruz n. 2fo seguinte :
Relogios de ouro e prata, sabonetes pa-
tente inglez.
Sellins inglezes.
Silhoes inglezes proprios para senhora
montar.
Canternas pMearro.
Molas de 3 folhas pura carro.
Ei.vos de patente para carro.
Couros para coberta de carros-
Fio em novellos para sapateiro.
ESCRAVOS FGIDOS.
Dtsappareeeu no dia 21 de junho do eorrenle
anno a prela Hosalina, de idade 35 annos, de ncao
Benguella, bstanle \{f. grosia do corno, esl gr-
vida, tero be braco esquerdo a marea t e R, ella di-
r quem he sua senhora, a quai pagar bem.
PERN. TYP. UE U. V. I>E FARIA. 1855

*


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