Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00803


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Full Text
MNO XXXI. N. 157.
Por 3 meses adiantudos 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
V
DIARIO DE PERNA
IvVCARREGADOS DA SUBSCR1P<;A'0- CAMBIOS.
Recile. o preprelerio M. F. de Farin ; llio de Ji- obre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 d. |por 1.
neiro, o Sr. Joo rereir Mariis Bahia^ oSr.D. parS) g55 rj_ ^ j {.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
>
Dupr a 1; Macelo, o Sr. Joaquim Bernarda de Men-
donc.i; Paralaba, o Sr. ervazio Vctor ita Nalvi-
dade ; Natal, o Sr.Joaquim Ignacio Perene Jnior;
Arar ii j, o Sr. Amonio de Lomos Braga; Guar, o Sr.
Victoriano Angosto Borgei; Maranhao, n Sr.Joa-
quim Marques Rodrigues ; Piauhy, Sr. Domingos
Herc alano Aekles Postea Cearence ; Para, o Sr. Jus-
tino I. Ramos } Amazona, o Sr. Jeronymo da Costa.
a Bio de Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da eompanhia de Beberibe ao par.
da eompanhia de seguros ao par.
Disconto de Mitras de 8 a 9 por 0/0.
PARTIDA DOS CORREIOS.
299000 Oiinda, todos os dias
169000 Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
16000 Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOtiricury, a 13 e 28
99000 Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
19940 Victoria e Natal, as quintas-feiras
19940 PREAMAR DF. HOJE.
mexicanos.....19860 Primeira 1 hora e 18 minutos da tarde
| Segunda 1 hora e 42 minutos da manha
METAES.
|Ouro.Oneas hespanholas*
Modas de 69400 velhas.
> de 69400 novas.
> de 49000. .
| Prata.PalacSes brasileiros. ,
Pesos columnarios,
AUDIENCIAS.
Tribunal do Coinmcrrit, segundase quinlas-fei
Relacao, ter,as-feiras e sabbdos
Fazenda, tercas e sextas-feiras s 10 horas
Juizo de orphos, segundas e quintas is 10 h
1* varado civel, segundas e sextas ao meio di
2* vara do civel, quartas e sabbdos ao meio
TERCA FEIRA 10 DE JLHO DE 185b.

Por auno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
RUCO
EPnEMERIDES.
6 Quartominguanleaos 12 minutos e
40 segundos da Urde.
14 La nova as 2 horas, 21 minutos e
AO segundos da manha.
22 Quartocrescenteas Shoras, 30 mi-
nutos e 40 segundos la manha.
29 Luatheia as 4 horas 44 minuto* e
33 segundos da manha.
DIAS qA SEMANA.
9 Segunda. Ss. Orillo e Bricio bb.
10 Tercia. S. Silvano m. ; S. Biaoor ni.
11 Quarta. S.ISabino m. ; S. Abudino m.
12 Quinta. S. Joao Gualberio ab.; S. Jason.
13 Sexta.S. Adelo p. m. ; Ss. Joele Esdras.
14 Sabbado. S. Boaventurab. card.edoutor ser.
15 Domingo. 7." O Anjo Custodio do imperio ;
S- Camilo de Lnllis fundador.
PARTE FFICIAL.
I
I
-*
!
I

MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do l.* mato de 1855.
Ao ministerio da marinha, pedimlo providencias
para seren reraettidos todos os documentos que fo-
rera requitilados pela directora da eontabilidade do
tbessuro nacional para a reviso das conlas tomadas
pela eonladoris da marinha, na forma doS I, art.
20, do decreto n. 736 de 20 de nnvembr j de 1830 :
e bem assim os livros de soccorros do corpo de im-
peri.iea merinheros da lempo em qne servio o eotn-
mistaro Joaquini Jos do Sacramento, sen os qoaes
nao mi poder proseguir na revisao da tomada da
conU leste, relativa ao primeiro semeslre do ejer-
cicio de 1830 a 1851; e os da fragata Cii.is/futfiio,
de ou!ul>ro de 1849a fevereiro de 1852, aim de que
se piMu igualmente proseajair na revisto da coala
do eommissario Jos Antonio da Oliveira Bas-
tos.
- 2-
.\o ministerio do inaaerioi declarando, em respos-
ta ao avisa de 19 daafez fifilo, a que acompanhou
o requerimento de Joao Aoguslo Corre* pedindo
iseur.au de direilo* para a importado de varios ob-
jct>s destinados a so dos colonos que se obrigou
a inlroduztr na provincia di) Pan: quinto l."
parle da prelenclo, a isenfio de d'ucil'H em favor
das machinas, instrumentos utensilios, qoe nao he
possivel aceadet a coacessao alera do tue permit
lem o* SS 9 e 10 do art. 1. do decreto de 28 de
agosto de 1849, guardada clausula nelles prescrip-
ta ; qiianlo i 2. parte, iseneso em favor dos mao-
limentos dos colonos, que n3o podem le logar, pois
que, sobre oao permilli-la o citado decreto, est ja
favorecida a introducido de colonos pelo disposto
no t 4. do art. 8. da lei de 21 de oatuhro de 1843,
e decretos de 20 de abril de 18H e t. da fevereiro
de 1843: e" pelo que narmeiite respiiU .i i.; a
itere lo de dtrailo* do eteriis primas,- qae nenhu-
ma divida ha emsar concedida,se estiva ja eslabe-
lecidu a fabrica de que se trata, ou logo qae se es-
tabcli^a, rans s na razan da melade pedida, e por
espe,] de 6 mezes, se nao for antes promulgada a
dovi tarifa.
Ae inesmo, pedindo a expedicao das precisas
ordena para d'ora en* diante 'os juiei. municipaes
detncados pelos dos fitos, mandem pa-sar em du-
plcala as guias coro que s dvedore* v3o solver
seu-i 'lbiles, afim de que as etlacOes arrecadadoras
neaiasa lanzar a verba do pagamento em urna das
guiai, para vista della, a quitncao srr dada nos
autoi pelo procurador fiscal competente.
Ao mesrao, communicando qae, segundo par-
lielpigJo otllial feita i directora geral do conten-
cioso pelo procurador fiscal da thesouraria de fa'
renda do Ceara, consta que om deprecado dirigido
por este o jaii municipal da villa dVJarJnn, em
18 de janho do 1851, 'contra o llevador i fazenda
Jollo Rodr%4es^>s Santos, fointtt son rudo, e consJ
ta mais que novo deprecado expedido em 6 de
m n;o do anuo findo ao juiz municipal da villa dos
Milagres, apelar de entregue com toda seguranza,
nao teve anda execuco ; e sendo de primeira in-
lalp'o os dainnos que de factos taes devem necessa-
ri.miente resultar i fazenda nacional, roga baja rie
re:ommendar is autoridades judiciarias supramen-
cinnadas todo o zelo e diligencia no cuninrimento dos
>'esle sentido ofliciou-se ao procurador fiscal inte-
rino do thesouro.
-
Ao ministerio da Justina,para que resolva sobre a
dnvida do thesouro em fazer assenlamenlo a Pedro
Guigon, nomeado, por aviso do dito ministerio de 3
do mez firulo, organista da capella imperial, visto
que a tabella annexa ao decreto n. 697 de 10 de
abril de 1850 estabelece someote dous organistas, e
esses dous lugares se acliam desistalgam lempo pre-
cnchidos por Jos Benico de Castro Lobo e Remy
Thomas, ficando supprimdos, pelo art. 8 do supia-
cido decreto, todos os empregos que uSo eslive-
remmencienados na referida tabella.
7
Ao minUleriodaljuslica.Illra. e|Exm. Sr.Poden-
do avoltar a despeza com os traslados dos precatorios
que pelo juizo dos feitos de cada provincia sao diri-
gidos para os diversos termos aos respectivos juizes
muoicipaes, e altendendo o carcter meramente pro-
visorio das instrucres de 28 de abril de 1851, expe-
jo nesta dala ordem circular as thesouraria de fa-
zenda, declarando-lhes que no art. 7 das citadas
inslrucres nao estilo comprehendidas, e porlanto
nflo devem ser abonadas, as despezas com os trasla-
Silva Bidancourt ; o qoe communico a V. Eic. pa-
ra seu conhecimenlo.
Dos guarde a V. Etc.-Mrquez de Caxiat.
Sr. barao de Tratnandaliy.
He por Wro conceder ao 2. tenente do se-
gundo reglmenl de artilharia a cavallo, Affonso
von Gontard a dtmissao que pedio do servido do ex-
erc'ilo. O marqnez de Caxias, do mea conselho,
ministro e secretario da estado dos negocios da guer-
ra, o tenha assira) entendido, e eipeca os despachos
necessarins. palacio do Rio de Janeiro em 18 de ju-
nho;de 1855, trigsimo quarlo da independencia e do
Marque: de Caxia*.
Hei por bem conceder ao segundo tenente do
2." regiment de artilharia a cavallo, Carlos oer, a clemis-o que pedio do servico do exercilo.
O marquex de Cauas, do meu conselho, ministro
e secretario de estado dos negocios da guerra, o te-
nha assim entendido, o expeca O despachos neces-
aarios. Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de juoho
de 1855, trigsimo quarto da independencia e do
.imperio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Marque: de Caitas.
He por bem conceder ao capiUo do 14." bala-
dos dos precatorios e qoaesquer instrumentos para Ihao de iufantaria, Eduardo Siber, a demissao que
ode cavallaria Gasprr Francisco Menna Brrelo, do
13. balalhao de infanlaria Julio Ignacio de Azevedo
Marques, c do meio balalhao do Piauhy Leonardo
Luciano de Campos e Loir. Marlns de Carvalho,
qne se acham na corle ; o que communico a V. Esc.
para seu conhecimenlo e exerucan.
Dos guarde a V. Exc.Marque: de Caxiat.
Sr. barao de Tramandahy.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 20 de junho de 1855.Illra. e Exm. Sr.De
ordem de Sua Mageslade o Imperador mande V. Ex,
seguir immediatamenle para o respectivo corro o
feres de cavallaria do corpo de guarnirlo fix da Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
imperio Cea* rubrica daS. M. o Imperadas^, .-lengnjbv do segundoregimentode cavallaria ligein.
Bartholino de Arrude Marlins, que se acha nessal
?
I
j
i
pietajprksLexpedidus pelo juizo HsfertiiE
r'A^nsp*cftrv dn alfandega ll cftrle, envlae-
dr-llie o reqnerimenlo e mais papis de Barcellos &
Vianna, sobre-que nformon, afim de que seja ve-
rilcida a qualidade da mercadura de que se trata
nn firma do art 198 do regulartwnto de 22 de ju-
nlio de 1836, e art. 2. do de 17 de nevemhro de
I8H, visto que nam da informacao do feilor do
dispicho. oem da dos outros felores a quem man-
d ju onvir, consta qual sejn a qualidade da mercado-
diligencias a favor da fazenda nacional, qae depuis
de salisfeilas estas, s exlralnrem nos referidos jai-
ios. E eoiivindo que tanto nos juizos dos feitos
qiiamlo deprecados por oulros de igual categora, co-
mo nos juizos muoicipaes qoando por aquellos de-
precados, cesse a pratica de se tirarem traslados das
cartas preeatoria*. a outros instrumentos que Ihes
sao dirigidos a bem da fazenda, nflo a para mais
prompto andamento das causas fiscaes, como para
nao onerar as partes com o pagamento de salarios,
ficando limitada a exlracc&o de taes traslados .ios ca-
aos em que a lei expressamente exija oo se tenha ve-
rificado o seqoestro, penhora, e algum acto impor-
tante, como inquiricilo, vesloiia, exame e ootros se-
mejantes, uu o procurador fiscal por algum moti-
vo attendivet o requeira, o que ir declarado nos
precatorios, ou finalmente a propria parte o solicite,
correado entilo por so* conla a despeza, e sob sna di-
recta responsabilidade para com os ofllciaes do juizo;
assim o fajo prsenle a V.-Exc. afim de que lujo de
expedir as providencias precisas para d'ora em dian-
te por-sc em execurao a medida indicada, e nao
'be ofierecer inconveniente, dignando-se V. Exc. em
lodo o caso, ltenla a disposieflo da circular citada
recommcodar a quem competir a restricta observan-
cia dos iris. 41 do regulamenlo de IS de marro de
1812, e 184 do novissimo regolamcnlo de raari;o ol-
timo, para que se nao retarde o cumprimento dos
precatorios que versarein sobre ioteress es da fazen-
da publica. ,
Expedio-se a circular de que trata este aviso.
-9-
Ao administradiir da recebedoria do municipio da
corle.declaraiidoquea responsabilidade pelo imposlo
em divida so pode ler lugar quando se verifique
qualquerdas hypotheses estahelecidas no art. 18 do
regulamenlo de 12 de junho de 1345; e portanto
que o novo iuquiKiio do predio n. 23 A da roa do
l'edregulho, de que he propriclario Antonio da Cos-
a Nogueira, sobro cujo requerimento informou era
sen officio n. 72 de 30 do mez lindo, deve ser rele-
vado do pagamento do imposto de que ficou em de-
_. -b<4-o^>-antlTS4oTi'--------------------
pedio do servico dr>.exercito. marqoez de Ca-
vias, do meu consellio, ministro e secretario de esta-
do dos negocios da guerra, o tenha assim entendido,
e expeca os despechos necessarios. Palacio do Rio
de Janeiro, em 18 de junho de 1855, trigsima quar-
to da independencia e do imperio.Com a rubrica
de S. M. o Imperador. Marque: de Caxas.
. Hei por bem conceder ao segundo tenente
quartel-mestre do 2. regiment de artilharia a ca-
cavallo, "Vctor Behren, a demissao que pedio do
servico do exercilo. O marqoez de Casias, do meu
conselho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da guerra, o tenha assim entendido, e es-
peja os despachos necessarios. Palacio do Rio de
Janeiro, em 18 de junho de 1855, trigsimo quarto
da independencia e do imperio.Com a rubrica de
S. M. o Imperador. Margue: de Casias.
.Hei por bem conceder ao 1. cirurgiao lenle
Dr. Manoel Lourenc.0 Estrella e segundos ditos \)r.
Francisco Lopes de Oliveira Araujo, e Francisco
Jos de Corle Abreu as demissSes que pediram do
servido do mesmo exercilo. O conselho supremo
militar o tenha assim entendido e expera os des-
partios necessarios. Palacio dd Rio de Jaoeiro-,em 19
de juoho de 1855,34* da independencia do impezio.
Coma rubrica de Sua Mageslade o Imperador.
Marque: de Caxias.
-~ Rio de Janeiro. Ministerio do* negocios da
guerra, em 19 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Declaro a V. Exc, de ordem de S. Magestado o
Imperador, que o coronel cmmaudante do 4> ba-
lalhao de infanlaria. Severo Luiz da Cosa Labareda
Praies, qoe se acha nessa provincia, (leve sem o me-
nor intervallo de lempo recolher-se ao respectivo
corpo em Montevideo ; e, quando o seu estado tic
saode o nao permita, mande Vi Exc. de novo ins-
peccoua-lo, remullendo quaotn autes o termo de
inspeceo a esta secretaria de estado, alim de veri-
licar-sc a sua passagem para asegunda classe do
exercilo, nos termos do dispostu no art. 2. 1. ti.
2 do decreto n. 260 do 1. de dezembro de 1841. O
que communic a V.- Exc. para sua intelligencia e
ponlual execofJ|o.
Dos guarda a V. Exe.Marque: de Caxias.
Sr. presideiijej^rovincia de S. Pedro.
Ro de Janeiro. Mini- ero dos negocios da
guerra, em 19 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
r a, sendo qoe precede esta qoeatSo a da applicar.ao g- M_ 0 Imporajor. MaTgUez de Caxiat.
commando das armas da' provincia da Baha. O con-
selho supremo militar o tenha assim entendido e
expeca os despachos necessarios. Palacio do Rio de
Janeiro, em 18 de junho'de 18)5, trigsimo quarlo
da independencia e do imperio.Com a rubrica de
da tarifa ; observando, que jios (erraos do art. 8.*
do ultimo regulamenlo citado s nao lia recurso
quando *s duvidat suscitadas sobre a qualificajo
t'ini sido decididas por arbitros, corno ja. foi expli-
cado na ordem do theseuro de 20 de Junho.de
1850.
Ao administrador da receboTajria do municipio
da corte, declarando qne approva o ulgamenlo da
ipprehensao de 2 pipas de aeuardonlc. de que d
coota em seu offtcio n. 792 de 18 do mez findo ; e
poique do dito oflicio se deprehenda entender o dito
ulministrador que no ceso figurado n j arligo 286
co regulamenlo de 22 de junho de 18'I6 nao pode a
-o.i decisao ser executada sem previa anloriiarao do
llusourojootros'.m lhe declara, paraf sua intelligen-
especie figurada no artigo 287 quando f-jr a decisao a
favor da parte.
Circolar is thesouraria?, mandando observar as
dispoihjies da ordem de 8 de jolho de 1853, quando
Un furem-rcmeltidos pelos escrivBei dos juizes dos
feitos alguus autos, que adrando-so lindos eom o pa-
gamento da divida, nao puderem ser considerados
taes por haverem as partes deixado de exhibir os co-
iihecfmeuloe, e bem assim fazer obstar pelas repar-
tires arrecadadoras o que na rilada ordem foi de-
terminado a respeito das verbas, que serflo lanzadas
em urna das guias, qne d'ora em diante os juizos das
provincias passarao em dopticala aos devedores da
faeaada nacional qae forem solver seus respectivos
diibrlo.
MIMSTEHIO DA GUERRA.
Hei por henr conceder ao brigadeiro Manoel An-
tonio da Fonceci Costa a demisso que--peilio do-'4Em addita menta au meu aviso datado de boje,
Hei por bem nomear eommanlanle das armas
da provincia da Baha o brigadeiro Jos Lele Pa-
checo. O canselho supremo militar o tenha assim
entendido, e expesa os despachos necessarios. Pa-
lacio do Uto de Janeiro, em 18 de junho Jo 1855,
trigsimo quarto da independencia e do imperio.
Com a rubrica deS. M. o' Imperador. Marque:
de Caxiat.
Hei por bem conceder ao lenente-coronet Jos
Antonio da Fonceca Galvao a demissao que pedio do
commando das armas da provincia do Para. O con-
selho supremo militar o tenha assim entendido, e
expeca os despachos necessarios. Palacio do Rio de
Janeiro em 19 de junho de 1855, trigsimo quarto
da independencia e do imperio.Com a rubrica de
S. M. olrdpcrador.Barao de Caxias.
He por bem exhonerjr do lugar de vice di-
rector do arsenal de guerra da cSrle o'major de es-
tado maior da l. clas O marqoez de Caxias .do meu conselho, ministro c
secrelSr6 de eslado dos negocios da guerra, o leuda
assim enlendido e expeca'.os despachos necessarios.
Palacio do Rlo.de Janeiro, em 18 de junho de 1855,
trigsimo quarlo da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Mrquez
de Caxiat.
Rio de Janeiro. Ministerio do negocios da
guerra, em 19 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
De ordem de S. M. o Imperador faca V. Exc. se-
gnir a reuoir-se ao seu corpo o capiUlo do 1. regi-
ment de artilharia a cavallo, Conrado Maria da
A ULTIM CIGANA.
Par aaadaaaa G. Reybaud.
f
IX
Algflns das depois o cavalleiro, madamesella de
Kerbrejean c Mimi passeavam pela praia em baila.
mar ; parando depois de lerem andado muito lem-
po, em um lugar onde os rorhedos deseuliavam urna
especie de praca circular. Algumas pedras separa-
das pelas aguas e meio coberlas de ania, tormavam
como uns asenlos que por acaso acliavam-se dispos-
los quasi symelricamenle em torno de ootra pedra
longa e chala, a qnal o cavalleiro rlianiava por zom-
haria o sof de minha sohrioha. Esse sitio era mal-
tas vezes o alvo de sen passeio, e nella repousavam
aempre antes de vollar para o castcllo. Muitas ve-
jes ah merendavam frucl'as c pao de Irigo negro que
nrhavam em urna fazen Ja vizinha. Era Mimi quem
la ordinariamente fazer cssa provisto. Nesse da ella
vollou corren'do, depoz o cesto dame de Irene, e ex-
clamoo esbaforida :
Nao sabe ?.t.. avistei o senhor Celestino vlndo
para este lado.
Tanto nielhor, responden Ireno alegremente,
tile nos ajndar a apanhar conchinliai.
Cnnchinhas tiara a fonte do jirdini ? murmn-
rou Mimi com iirn suspiro ; ah I mea De', j,apa
libarnos nao sei quantos cestos.
Preguirosa nunca levaste neiihum, disse Ire-
ue rindo.
Celestino appareceu cntao. Como saudava de lon-
go e passava sem parar, mndamc de Kerbrejean
rhamou-o,.exclamando com ar de familardade en- corando
graada :
Tnhs menos prassa, senhor Celestino ; venha
c ; neressitamos de Ymc. aqol.
Esloo prompln para o aen servico, balbucou
elle Hpproximando-ee.
He pouca cousa. Meu lio revolve a ara ha
nm quarlo de hora com a pona da bengala para
acliar algtimas.eoncnohas, de qoe earecemos muilo
para terminar urna rscala ; nos (ambem vamos pro-
() VideoJWan'ori.154.
declaro a V. Eie., de ordem de S. M.'e Imperador
que o (encnle do 6." balalhao de infanlaria, Jos
Lopes de Oliveira, que se acha com Ucela nessa pro-
vincia, deve inmediatamente seguir para o respec-
tivo corpo em Montevideo.
Dos guarde a V. T5xc. Marque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de S. Pedro.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 19 de junho de 1855. Illm. e Exm.
Sr.Determina S. M. o Imperador que V. Exc. U-
ra seguir quanto antea para a corlo o capilao aggre-
gadu ao estada maior da 2. classe, Manoel Joaquim
Pinto Pacca, qoe se acha nessa provincia : o que
communico a V. Exc. para sua pnntoal execujao.
Dos guarde V. Exc.Marque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de Minas Geraes.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 19 de junho de 1855.Illra. e Exm. Sr.
Em addilanento a outro aviso desta data, mande
V. Exc. sobrestar, uos mesmos termos, oa partida
do I. cirurgiao tenente Dr. Manoet Loorenco Es-
trella qoe tambem pedio demissao.
Dos guarde a V.,Exc.Marque: de Caxias.
Sr. barao de Tramandahy.
Rip de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra em 20 de junho de 1855.Determinando Sua
Mageslade o Imperador que Vmc. tome interina-
mente a direceflo do arsenal de guerra da corle
assim o communico a Vmc. para seu conhecimenlo
e execuco. ,
Dos guarde a V. ExcMargue: de Caxias.
Sr. Jos Manoel da Silva.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra em20 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
S. M. o Imperador determina que V. Exc. faca
seguir paraos seus corpos os alteres du3. rgimen-
curar. Vmc. nos ajudar nm pooco, nao he assim ?
Com multo goslo, srnbora, responden Celesti-
no satisfeilo. ,
Ser misler merendar primeramente, disse
Mimi tirando do cesto um pao de trigo sarraceno,
urna duzia de damascos magnficos e algumas peras
tardas.
O cavalleiro tinha-se chegado para apcrlar a mao
do joven obreiro.
Quando Mimi estendeu o pao e os fructos sobre fa-
llas de vide, elle convidou Celestino a assentar-se, e
disse zombando :
i A mesa esla posta, serve-a, minha sobrinha I
Madamesella de Kerbrejean parti com seas lidas
raaoa o grande pao negro, e aprcsenlou o primeiro
pedaro a Cele-tino, o qual aceitou fazendo ceremo-
nias. Depois servio-se a si mesma, dizendo :
' Meu to nunca merenda, e quanto a Mimi,
creio qae preferira morrer de fome a comer orna
migalha de pao triguciro.
Isso nao be pao que se posia comer, responden
Mimi com desdem.
Ha de. contentar-te com as (rucias, (omou
frene. Eia, serve-te, e oflerece tambem ao senhor
Celestino.
Mimi aprcsenlou o cesto ao mancebo, o qual ti-
rou nm damasco dando muilos agradecimentos, e
procurqu depois com a.visla um lugar para assen-
tar-se.
As cadeiras sao um tanto apartadas urnas das
nutras, disse Irene.
Com cfTeito a larga pedra sobre que ella eslava as-
senlada com Mimi, achava-se um lano distante das
oulras espnlhadas sobre a praia.
Venha, vou dar-lhe lugar, exclamou Mimi a-
faslando-se de maneira que deixasse um espado va-
sio entre ella e Irene.
Esta relirou-se tambem um pouco eomo para in-
duzr Celestino a assentar-se.
Vmc. de muito boa( senhor Mimi, diste ello
hesitando.
Depois assenlou-se com ar confuso, tendo os eolo-
velos para atraz e os joelhos aperlados.
Vmc. nao come '.' tornou Mimi.
Pois nflo, sennora, responden o mancebo esfor-
cando-sc por consumir seu pedaco de pao e suspiran-
do a rada bocado.
Todava eisa perturbarlo dissipou-ie pooco a pou-
co, e elle senlio-se mais desembarazado que durante
soa visita no caslrllo. Fallava em tom natura!, e
nflo cuidava mais em soa allimde.
Depois da merenda todos faram logo procurar as
provincia.
Dos guarde a V. Exc.Marque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de Minas Geraes.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de junho de 1855. Illm. e Exm. Sr.
Determinando S. M. o Imperador que V. Exc. faca
seguir quanto antes para a corle, afim de reunir-se
ao seu corpo, o alfares do 7. balalhao de infanlaria
Luiz Antonio Ferreira Jnior, que se acha nessa
provincia, assim o communico a V, Exc pavo seu
conhecimenlo e puntual execucao.
Dos goarde a V. Exc.Marque: de Caxias.'
Sr. presidente da provincia de Minas Geraes.
Bio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de jonho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Determina Soa Mageslade o Imperador, que V.
Exc faca seguir immediatamente para a provincia
de Matto-Grosso o alteres do balalhao de carado-
res da mesma provincia Jos Estanislao de Pinho,
qaese acha nessa ; o que communico a V. Exc. para
seu conhecimenlo e devida execucao.
Dos guarde a V. Exc.Marque: de Caxiat.
Sr. prndenle da provincia de Goyaz.
Ro de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 20 de junho de 1855. Illm. e Exm. Sr.
Determinando S. M. o Imperador qoe o lente
Jofln Eduardo da Cunha Guiraaraes, e o alfares
Francisco Jos Rodrigues, este do 4. balalhao de in.
fantaria, e aquellc do 5. da mesma arma, que se
acham nessa provincia, sigam immediatamenle para
seos respectivos corpos, assim o declaro a V. Exc.
para sua intelligencia e pootual execuco.
Dos guarde a V. Exc.Margue: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de S. Paulo.
Rio de Janeiro.Mioislerio dos negocios da guer-
ra, em 20 de junho de i855.Illm. elum.Sr.
1'ac.a V. Exc. seguir immediatamenle para seus res-
pectivos corpos, os ofllciaes do exercilo constantes
da relaco junta, que se acham nessa provincia; o
que commuuico i V. Exc. para sua intelligencia o
ponlual exccur.ao.
Dos guarde a V.ExcMarque: de Caxiat.Sr.
presidente da provincia de S. Paulo.
felarSo dos officiaes do exercilo a que se refere o
aviso desla data.
1. Regiment de cavallaria ligeira. .
Tenente Manoet Rodrigues de Oliveira Ncllo.
9. Balalhao de infanlaria
Alfares Martnho Jos Ribeiro.
11. Balalhao de infanlaria.
Capilao Antonio Jos Dias Nunes.
12. Balalhao de infanlaria.
Tenente Anlonio do Reg Dunrto ; altero* Fran-
cisco Antonio Nogueira de Baunan.
Secretaria de estado dos negocios da guerra em 20
do junho de 1855. lbanid Augusto da Cunha
Multo.'. ''. ><
Kio dd Janeiro.,Ministerio dos negocios da guer-
ra, era 20 de juoho de 1855.Illm. e Exm. Sr.:
Determinas. M. o Imperador que V. Exc faca se-
guir inmediatamente para esla corle, afim dse reu-
uirem ao respectivo corpo, os alferes do 4. rasflfen-
tode cavallaria ligeira Firmino Herculano Mina
Brrelo, e Gaspar Jas Menna Brrelo, que se
acham nesia provincia : o qoe communico a V. Exc.
para sen conhecimenlo e execucao.
Dos guarde a V. Ex.Margue: de Caxiu.$r.
presidente da provincia de S. Pedro.
Kio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de jupho de 1855.Illra. e Exm.
Sr. lWeitinaudo Sua Mageslade o Imperador
que o capillo Francisco Jos da Silva Cruz, e o l-
enle Jos Francisco da Silva, ambos do 4. balalhio
de infanlaria, sigam quanlo antes parn o sea corpo,
assim o communico a V. Exc. para seu conhecimen-
lo e execucao.
Dos guarde a V. Eje. Marque: de Caxiat.
Sr' presidente da provincia de S. Pedro do Sol.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de junho de 1855.S.|M. o Im
pcr.idor ha por bem determinar que o tenente coro-
nel commnndante do 13'. balalhao de infanlaria
\nIonio Jacinlho ta Cosa Freir, tome o comman-
do do seu balalhao, sendo inspeccionado no caso de
o nao poder fazer : o qoe communico a V. Exc. pa-
ra seu coohecimenlc e execucao, ficando prevenido
de que deverA remelter a esta secretara de eslado
o termo de inspeccSo de saode, quando ella tenha
lugar, acompanhado da respectiva l de officio.
Dos guarde a V. Exc. Margue: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de S. Pedro do Sol.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
gnerra, em 20, de jooho de 1855.Illm. e Exm.
Determinando S. M. o Imperador que V. Exc faca
seguir inmediatamente para esla corle, afim de
marchar qoanto antes para o respectivo corpo, o al-
referc
coiichiuhas qae cjrja mar lanra sobre a praia, e Ce-
lestino descabrio algumas qne nao acham-se em
abundancia nessas paragens. Erara bivalvos de di-
versas cores que nao lem o menor precu ios olhos
dos natoralistas, porm com ellas fazem-se esses ra-
malhetes extravagantes que vendem-se as vezes as
lojas dos merca lores de curiosidades.
Ah I que bellas cnnchinhas I exclamou Mimi
metindolas no cesto ; poder-se-hia fazer cem ellas
toda a especie de desenlio*.
Ou do flores, acresceotou Irene. Se eu lvesse
rauilai.tentara fazer rosas grandes.
Sera cousa mni linda, disse Celestino.
O joven obreiro acompanhou os passeadores al
porta do casleile.
Apenas madamesella de Kerbrejean ficoo s com
o cavalleiro, disse-lhe com ar trumphante :
Entan, meo bom lio, Vmc vio 1 He claro que
cise rapaz acha Mimi muilo de seu goslo. Ella Ira-
lou-o com niuia amabldade. Parece-me que as
cousas vflo bem, e que esse casamento se fnrn.
Sim, podo ser, e terei grande prazer, respon-
den o cavalleiro.
Dous dias depois Celestino vollou ao caslello, e
achou no salflu madamesella de Kerbrejean s com
Mimi. Adiantou-se cora o chapeo as mSos c aau-
dou sem solla-lo ; depois assenlou-se na primeira
poltrona que achou dianle de si, e respirou um mo-
mento.
Vmc. parece urh Unto fatigado, disse-lhe Ire-
ne observando que elle liulia as faces queimadas
como se houvesse corrido reccnleraente exposlo ao-|
sol do meio-dia.
He porque caminhei muilo, respoodeu o rapaz.
E tirando do chapeo um leui;o alado polas ponas,
acreseentou :
Fui procurar o qoe promelti nutro da i senlio-
ra Mimi.
A mim '.' exclamou a rapariga. Eu linha-me
esquecido. Vejamos o que he.
Celestino desalou o lenco, e derramo sobre a me-
sa de marmore do salao, urna collccc/io inleira de
cnnchinhas de dflerentes especies e de diversas
cores.
Ah bom Dos 1 exclamou Irene pondo as
maos ; onde achou lodo isso '.'
Alero de Roscof, na ilha de liis.
Ah I disse Mimi corando, Vmc. foi al li por
meu respeito!...
E porque madamesella de Kerbrejean tnhn
dito que desejava ler dessas coochinhas para fazer
rusas, acreseentou Celestino.
Goyaz, Ignacio Joo Monjardm de Andrade e'Afe
meida, que se acha nessa provincia; assim o co
municoa V. Exc. para seu conhecimenlo e ex)
cacao.
Dos guarde a V. Exc. Mrquez de Caxias. &
Sr. presidente da provincia do Espirito Sanio.
Rio re Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
De ordem de S. M. o Imperador mande V. Exc.
que siga immediatamenle para o re o tenente do 8, balalhao de infanlaria Manoel Jos
da Meuezas.-que M acha nessa provincia.
Dos guarde a V. ExcMarque: de Caxias
Sr. presidente de Sergipe.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 20 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Determinando S. M. o Imperador, que V. Exc-
sem perda de lempo mande seguir para seus corpos
es officiaes do exercilo constantes da relajo junta,
que se acham nessa provincia ; assim o declaro a
V. Exc. para sua intelligencia e execoc^a na parle
que Ihe toca.
Dos guarde a V.Exc Marque: de Caxiasr
Sr. presidente da provincia das Alagai.
r.elacao dos v/ficiaet que se refere u aviso desla
data.
3. Balalhao de infanlaria.
Capilao Jos dos Santos Nones Lima.
10. Balalhao de infanlaria.
Capilao Manoel Luciano da'Camara Guaran.
12. Balalhao de infanlaria.
Alferes quatel-meslre Olavo Eloy Pcssoa da
Silva.,
Meio balalhao do Piauhy.
Tenenle Jos Rodrigues Soares.
Secretaria de eslado dos negocios da guerra em
20 de junho de 1855. tioanfo Augusto da Cunha
Mallos.
Rio de Janeiro. Mioislerio dos negocios da
guerra, em 20 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
__Determinando S. M. o Imperador que os officiaes
do exercilo constantes da relacao junta, actoalroeo-
te nessa provincia, sigam, sem perds de lempo, para
seus respectivos corpos ; assim o communico a V.,
Exc.para seu conhecimenlo e devda execucao na
parle que Ihe toca.
Dees guarde a V. Exc Marque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de Pernamboco.
Relacao dos officiaes do exercilo a que se
o aviso dista data.
3. Regiment de cavallaria ligeira.
Tenenta Jos Cezar de Mello Sampaio.
4. Regiment de cavallaria ligeira.
Alfares Manoel Joaquim Machado.
4. Balalhao de infanlaria.
Capilao Pedro Affonso Ferreira.
6. Balalhao de infanlaria. '
Capiacs Antonio Jos Lanra e Andr Accoly
Pinbeiro.
8. Balalhao de infanlaria.
pitaes Luiz da Franja Leile e Aulonio Mara
Castro Delgado.
' Tenenles Malhns Viera d^JLguiar e
menegild Leal Ferreira.
13. Balalhao de infanlaria.
Capilao Joao.Pires Gomes.
Meio balalhao do Ceara.
Alferes Joao Caclano Pereira.
Companhla flxa da Parahiba.
Alferes Joao Antonio I.pililo.
Secretaria de eslado dos negoefcs da guerra, em
20 de junho de 1855.Lioaiiio Augusto da CurXha
Mallos.
Rio de Janeiro. Ministerio dos uegocios da guer-
ra, em 20 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
De ordem do S. M. o Imperador faca V. Exc, seguir
sem perda de lempo para seus respectivos corpos o
capillo Jo 9. balalhao de infanlaria Joaquim Fran-
cisco de Oliveira, e o alfares do 3\ da mesma arma
Urbano Fernandesde Barros, que se acham nessa
provincia.
Deoa guarde a V. ExcMargue: de Caxias.
Sr. presidente da provincia do R Grande do
Norte.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
gnerra, em 20 de junho de 1855.Illm. eExm.Sr.
Determinando S. M.o Imperador qoe os ofliciae
do exercilo consientes da relaco junla, que se
acham nessa paovincia, sigam immedalaii.enle para
seus respectivos corpos ; assim o communico a V.
Exc. para sua intelligencia e execujo na parle qoe
Ihe toca.
Dos guardo a V. Exc.Marque: de Caxiat.
Sr. presidente ilajvroviucia do Cear.
RelarSo dos officiaes do exercilo a que se refere o
aviso desla dala.
3. Balalhao de infanlaria. .
Capilao Joaquim Cavalcunt de BulhOes.
9. Dalalh-'.o de infanlaria.
Tenente Luiz da Franca de Carvalho.
11. Balalhao de infanlaria.
Tenente Honoriano Alcxandrino Soeiro.
Alteres Guilherme Marques de Souza e Joaqaim
Cavelcanli de Alboquerque Bello.
Corpo de guarnicao fixa de S. Paulo.
Tenenle Jo3o Carlos de LocioeAlmeida.
Secretaria de eslado dos negocios da guerra, em
20 de junho de 1855.Libanio Aujulto da Cunha
Mattos.
lafcCar
HCa
Jos Her-

Ah 1 sinlo muilo que Vmc tivesse andado lan-
o e lomado tanto Irabalho para salisfazer essa phan-
(asia, disse Irene rindo, e dcixo a Mimi todo o peso
do reconhecimenlo que Vmc. merece.
Dahi em diante o joven obreiro foi de lempos em
lempos ao caslello ; ns vezes prolongav snas visitas,
e quasi sempre quando o cavalleiro, a sobrinha e
Mimi snhiam a passear, enconlravam-no. Esns re-
lardes exerceram logo sobre elle urna infloencia fe-
liz ; sua linguagem tornou-se mais natural o mais
correla, suas maneiras menos desasadas. O caval-
leiro empreslou-lhe livros para iostruir-se ; mas esse
lado de soa edueacao offarecia difticoldadr-s muilo
maiores. Bem como a mor parte dos obreiros. Cea,
lestino desdenhava Indo quanlo foi escripia para es-
clarecer por algumas nores exactas o simples a pro-
funda ignorancia do povo ; todava acontecera-lhe
abrir livros de poltica transcendente, de qne elle nao
comprehendera urna i palavra, e os quaes citava
com impertorbavel desembarazo. Sen espirito era
inclinado medlac.3o c ao mystieismn, os Irabnlhos
histricos o as viagens iateressavam-lhe ponco ; po-
rm as obras de imaginadlo convinham mais i sua
intelligencia : loria devorado urna bibliolheca inlei-
ra de romances e de dramas.
Entretanto as prevsocs e os desojos de madame-
sella de Kerbrejean parecan) estar j em um rome-
ro de real'.saQlu. Celestino aprovetava todas as oc-
caiides de npresentar-se no caslello, e qoando nao
liihn nenhom pretexto para renovar sua visita,
quando o mo lempo lornava dous ou tres das o pas-
seio Impossivel, panha-se a rondar pelos arredores
contemplando as paredes de longe alravez da sarai-
va e da chova. Quando na vnlla de urna sebe acha-
va-se repentinamente em face do cavalleiro, e ouvia
vozes de doozellas saodarem-no ilVeriuosanieiiie,
erapallidecia sbitamente, lien a (remulo e mal po-
da dissimular sua perturbaran e sua aleara. Mimi
fura lalvez a priner-..que comprehendera esses
symplomas, e essa especie de descoberla desenvol-
vera-lhe rapidamenle os nslnclos de casquilharia.
Desde enlo ella goitou das. fitas e esmerou-se em
seu adorno. Seu desojo de agradar manifeslava-se
pelo lempo que gaslava em pcnleir-se e pelo prazer
qoe achava em conlemplar-se en. todos o espedios.
Animava a Celestino com meigoices de que urna ra-
pnrip menos ingenua nao leria oosado servir-se, e
dava a entender que achava-o muilo amavel. Esses
indicios de preferencia nao alentavam o joven obrei-
ro ; elle aeeilav.i-os timidamente e s corresponda-
Ibes com altenrOcs discretas.
Irene achava muilo prazer nesse pequeo rnmau-
.
uerra, em 20 de junho de 1855.Illm. e Exm.
Sr.lie ordcm.de S. M. o Imperador mande V.
Exc. seguir immediatamente para o respectivo cor-
po, na provincia de Pernamboco, o capilao do 10.
balalhao de infanlaria Jos Aurelio de Moura, que
se acha nessa.
Dos gnarde a V. ExcMargue: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de,Piauhy.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios d
gnerra, em 20 do janho da 1855.Illm. e Exm. Sr.
De ordem de S. M. o Imperador faca V. Exc. se-
enir quaalo antes a teunir-se ao seu corpo o alferes
do 2. balalhao de infanlaria Jos Francisco de Oli-
veira Mesquita, que se acha nessa provincia : o que
communico a V. ExC. para sua ponlual execncj)].
Dos goarde a V. ExcMargue: de Caxiat.
Sr. presidente da Provipcia do Para.
Ro de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra,em 20 rie junho de 1855.Illm.-e Exm. Sr.
Determinando S. M. o Imperador que capilao
ajudantejos Martn! qae ie 'acha nessa provincia
siga rr.medialamenle para o respectivo corpo na de
S. Paulo, assim o declaro a V. Exc para soa intel-
ligencia e ponlual execuQo.
Dos goarde a V. Exc.Margue: de Caxias.
Sr. presidente da provincia do .para'.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 22 de junho de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Determina S. Magestade o Imperador que V. Exe
faja seguir para o seu corpo'o alferes do7.bata-
llio de infanlaria, Jacnilho" Brrelo de Castro, que'
se acha na corle :' o que communico a V. Exc para
seu conhecimenlo.
Dos guarde a V. ExcMargue: de Caxias.
Sr. barao de Tramandahy.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da
guerra, em 22 do onho de 185a.Illm. o Exm. Sr.
Declaro a V.Exc. sobre o requerimento du len-
te do corpo da guarnicao fixa da Baha, Francisco
Jos de Souza e SilVa pedindo demissao do servico,
qoe, se a at o da 25 em que tem de sabir a jarea
a vapor para o norte, ojo liver sido allendida a sna
sopplica, dever.i V. Exc. fazer curoprr a ordem
qoe o mandou seguir para sen corpo
Dos guarde a V. Exc. Marque: de Caxiat.
Sr. bao de Tramandahy.
Circular aos presidente das provincial, ao gene-
ral commandante das armas da corle, c ao com-
mandante da dicisio auxiliadora.
Rio de Janeiro. Secretaria de eslado. dos nego-
cios da guerra em 27 de juubo de 1855.Illm. e
Exm. Sr.S. M. o Imperador lia par bem deter-
minar :
1. Que os corpos do efercito, sempre que o lem-
po o permlllir, fajam exercicios em lodos os dias da
semana, sendo erri um exercicio geral do corp, em
outro de esqueleto, c nos niais de eompanhia, ha-
vendo pelo menos por mez um exercicio de logo e
tiro ao alvo ; fazendo os corpos de cavallaria e ar-
tilharia a cavallo esses exercicios a p, e smenle
montados, urna vez por mez, as estacoes pro-
pras.
2. Que seja exocutado sem a menor discrepancia
o regulamenlo dos uniformes, nao se loleraodt. alle-
racao alguma no que est decielado, nem que com
as pecas do uniforme se usem oulras que dalle nao
fazem parle.
3. Que haja a maior vigilancia na admintrac,o,
fiscalisacao e entino das escolas de primeiras lellras
dos corpos, executando-se pontualmedlo o regula-
manto respectivo, afim da qae se posea colhe: pro-
veilo da instituirlo.
4. Que as pravas dos corpos sejm bem alroeoia-
das, havenda loda a vigilancMtsobre a adralnslra-
c.lo de ranchos para que)os gneros alimenticios se-
jam de boa qualidade, e as racoes sufficientes para o
sustento. tjaa> ^M
5. Que as pe^asde faldamento sejam distribuidas
nos devidos lempos, alim de que as pragas nilo an-
dem desfardadas nem com fardamenlo estragado.
6. Qne baja o mais vigilante cuidado no curativo
e tratamcnlo das praeas enfermas, tanto nos hospi-
laes de dminlstrac.ao militar, como nos particulares
e nos d caridade onde forem rocolhdas, devendo
uestes as prajas ser sempre visitadas pelos seus che-
fes, ou por officiaes por elles nomeados e por cirur-
gies dos corpos.
O qo"e ludo declaro a V.Exc. afim do qje seja
ponlualmente cumprido pelayparte que Ibe-loca.
Dos guarde a V. ExcMarque: de Caxias.
Sr. presidente da provincia de....
Por imperiaes resoluces do 23 do correnle.lo-
madas sobre consullas do conselho supremo -mili-
lar:
Mandoa-se contar ao 2.* cirurgiao alferes do cor-
po de saude do exercilo Dr. Ignacio Jos Garca a
anllgoidade nesle posto desde 1* de setembro de
1848, data do decrelo que o promoveu a alferes ve-
terinario do prirnero regiment de cavallaria li-
geira,
dem, que ao lempo de praca do 1. cadete do 11.
balalhao de infanlaria Antonio Eneas Gustavo Gal-
vao se ajante o decorrido desde 22 de abril al o 1.
de outobro de 1853, em que servio como piloto ex-
tranumerario da armada*
dem, que nos assenles do fallecido capillo Basi-
lio Magno da Silva se lance o qte consta das cerl-
ddesaulheolicas sobre a.soa primeira praca, qae
servirlo de base i consalla.
dem, quean lempo de servido do 2." sargento do
corpo de guarnirlo Gxa de Goyaz, Gregorio Antonio
da Silva, seajunteo dMorrido desde 8 de oulubro
de 1820, at 2 le dezembro de 1827, em que pela
primeira vez rivera praca no exercilo.
dem, que o tenante da eompanhia fixa do Espi-
rito Santo, Jos Anselmo Rodrigues, cont lempo
de servico militar desde 9 de agosto do 1839 em di-
ante, e nao de 21 de abril de 1838 como pedir, vis-
to nao provnr que nesta paca fra eropregado en;
servico de carapaoha. .an-
iden), que o soldado do corpo de garnic.aa fixa de
Minas, Modesto Alves de Rezende.nio pode ser cou-
fsMeradotlesartsr, por nxislir aneeH d* disci-
plina, devendo por isse ser sollo, se por ventura j
no o liver sido, em virtude do indulto de 25 de fe-
vereiro de 18"
Por decreto de 25 do carrete ful, na confor-
midtde das dispesicoes de arl. 26 do regulamenlo
ile 31 de morco de 1851,' transferido para o corpo de
estado-maior de segunda classe, ficando aggregado
emqaanto nao liouver vaga, o 1.' tenente do 1.* re-
giment de artilharia a cavallo Eduardo deS Pe-
reira de Castro.
ce, cujas tcenas passavnm-so todas soa vista, e cu-
jo desenlace ella previa com grandissima alisfacao.
Todava a pobre menina nao sabia o estado em que
acliavam-se os dous amantes. Nunca tnha aberto
um desses livros, onde a physiologia das paixes he
explicada to sabiamente, e nao suspeilava o que
passava-se no fundo dessas almas agitadas. Era um
espirito verdaderamente innocente, urna imaginaran
serena e pura que nao conhecia nem os atractivos
invenciveis, nem os desvos, nem as violencias fu-
nestas do amor.
Esse drama pastoril durava desde algum lempo
quando as maneiras de Mimi mudaram reivenlina-
mente e sem nenhom motivo apreciavel. L'ma es-
Iranha friezo succedeu s suas attent8es, a presenca
do Ceieslino pareca ser-lhe imporlona, e sb pretex-
to de estar doente, recusou sahr, e dorante muitos
dias nao deseen ao salao. Esse capricho em vez de
olfander Celestino, parecen inflamma-lo mai*; elle
veio assiduamenle informar-se da saode de Mimi, e
moslrou-se muilo mais admirado que irritado por
cssa conduela inexplicavel.
Esse incidente desconcertoa um pouco a madame-
sella de Kerbrejean, e urna manha que eslava s
com seu bom to, disse-lhe tristemente 1
Na verdade nao sei o que passa-se no espirito
de Mimi; ella tornou-se mu como anligamenle....
Fica no quarlo sem fazer nada, nem fallar a nin-
guem.... Parece estar desgostosa.... mas porque ?
Que acontcceu-lhe? Que passa-se no fondo de sua
alma? Nao psso comprehender nada; a senhura Ger-
Irudcs nao sabe mais do que eu erobora n tenlia in-
terrogado.
Ouve me, minha filha, respondeu o cavalleiro,
es lalvez a causa de tudu isso ; coramelleste algutna
imprudencia, fallaste a Mimi deate projecto de casa-
mento que nao realisa-se....
Nunca, meu to, nunca i nao pode rallar-so a
esse respeito senao quaudo Celestino houver .faito
seu pedido.
Seu pedido, sen pedido, ello nao parece pres-
tes a faze-lo murmurou o cavalleiro. Mais de urna
vez lem lido occasiao de explicar-se comiso, e nada
mo tem dilo.
Todava he evidente que ama a Mimi.
Ah I ah! nao sei bem o que elle lem no cora-
co; mas anda quando eslivesse enamorado, esse
casamenlo n.1n me parecera nma coasa'certa. O mo-
tivo que me impedir sempre de propor a um man-
cebo honesto a mo e o dolo de Mimi, impede lal-
vez Ceieslino de decidir-se. Julguei intil dizer-lhe
quem era e Como morrea o pai dessa rapariga, por-
GOVEHNO DA PROVINCIA
ExnadsesKO 4o da 6 de Jalho.
OfficioJto Bxm. joi especial do commerciu re-
metiendo por copia o aviso do ministerio da
juslicS de 22 de janho nllimo, determinando qne
nao sS. Exc. e o presidente do tribunal do com-
mercio* nemeem pessoat habilitadas que sirvam inte-
rinamente o-tifTicios deescrivo deappellacOes c ag-
gravos, ede 1.* instancia, para que possam funecio-
nar o- tribunal e juizo, mas tambem que se proceda
nos termos do decreto n. 817 de 30 de agosto de
1851, afim de serem ditos officios prvidos definiti-
vamente. Igual ao presidente do mencionado tri-
bunal.
DiloAo Exm. conseaheiro presidente da relacao,
communicando que, por decrelo de 23 de jonho ulti-
mo, segundo ronstou de parlicipacBo da secretaria do
ministerio da justica de 25 do mesmo mez, foram
nomeados os dezembargadore* Firmino^^jionio de
Souza, para o cargo de presidente, Aflflla Erme-
limlo de Lcao, para o do fiscal e SH^HIxis da
Silva Santiago para o de adjuncto, tudb issnribunal
do commercio desta provincia.Fizetam-se as un-
ir communicacOes.
DitoAo Exm. marecbalcommandante das armas.
transmillindo por copia o aviso da repartirlo da
guerra de 26 de junho ollimn, no qaalse determina
Jae o capilao do 5. balalhao de infantaria JoSo do
ego Barros Falcao se conserve nesta provincia al
que.a ella chegue o'refardo balalhao.
DiloAo inesmo, dizendo que poda expedir as
suas ordens, para qae o alfares do 8.- balalhao de
infantaria Jos Francisco de Moraes Vascoocellos,
logo qae selinalisar a licenca cora que veio a esla
provincia, passe a servir como addido oo 9.' da
mesma arma, al qoe o goveoo imperial resolva
sobre o requerimento em que esse official pedio pas-
sagem para o referido 9.'balalhao.Communicou-se
ao inspector ta thesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, dizendoque pela leilura do avi-
so qoe remelle por copia expedido pela reparticaoda
guerra de 16 de junho ultimo, ficar S. Exc. scienle
de qoe ae mandou reunir ao 9.' balalhao de infanta-
ria oalferesdo mesmo balalhao Antonio Maltosa de
Andrade Cmara, que se acfciva addido ao balalhao
de eogenheiros.Communicou-se a Iheiouraria de
fazenda.
Diloao metano, communicando qoe, por decreto
de 14 de junho ultimo, segundo constou de aviso
circular ta repartiro da guerra de 15 do mesmo
mez,foi concedida ao conselheiroJPedro de Ancanla-
ra Bellegarde a demissao qrfe pedio do i_jrgo de roi-
nittro e secretario de estado dos negocios _d guerra e
uomeon-se para o substituir ao Exm. Sr. Mrquez
de Caxias.Igual cammunicacaose fez thesouraria
de fazenda. f
Dito An mesmo, inleirando-o de haveraotori-
sado ao inspector da thesouraria de fazenda a man-
dar pagar a quautia de que trata o oflicio de S. Exc
sob u. 755, no cato de eslarem nos termos legaes os
documentos que aeompanharam ao citado oflicio.
DiloAn mesmo, communicando haver aotori-
sado ao inspiclor do arsenal de marinha, a comprar
aos negociantes ROthc & Bidoulac 75 barras do fer-
ro ngulo e 150 chapas de ferro para factura de tan-
ques de aguada para os navios de guerra, e recom-.
dando a expedirn de suas ordens para ser despacha-
do isento de direitos, nao s esse trro, vindo na ga-
lera inglaz* Seraphina, mas tambem cinco caixas
com varios vidros encommendados peMH M'0 ""-
peclor para aquello arsenal, os quaes II eoadu-
zidos para o porto desla cidade no briUl9Kni>ra6
Crenfell. Cnmmunicon-t io mesmo Inspector.
Dilo Ao mesmo, intejflmdo-o de haver o Exm.
Sr. Joo Miiuricio Waftdertey participado m aviso
circular d 15 de janho ultimo, que por decrelo de
14 do mesmo mez, fora nomeado para o cargo de
ministro e secretario de estado dos negocios da ma-
rinha, Fieram-se as outras commuaieasoes a res-
peito.
Dito Ao mesmo, devolvendo o requerimento
em que Joao Pacheco de Quairoga pede qae, depuis
de demarcado e avallado o terreno de marinha em
que se acha edificada a casa terrea n. 19 da ra do
Sol bo bairro de Sauto Antonio, se Ihe passe o com-
petente litlo, e dixeodo que proceda a respeito de
conformida te com o parecer do segundo lenle An-
lonio Egidio da Silva e do procurador fiscal daquel-
I* thesouraria, contlaotes da copia qne remelle.
Dito Ao chele de polica, inteirando-o do ha-
ver Ira'nsmillido j thesouraria provincial, para ser
paga, a conla que S. g. remelleu dn despeza feita
com a forca de paisanos que acompanhou ao subde-
legado da freguezia do Limoeiro em diligencia i Ta-
quarilinga.
Dito Ao director das obras publicas, dizendo
que pode lnvrar os termos de recebimenlo provisorio
das obras do oitavo e nono Mocea da estrada do sul,
e bem assim passar os competentes certificados, pa-
ra que os respectivos arrematantes possam receber
na thesouraria provincial, para o que ficam expedi-
das as convenientes ordens,* importancia das presta-
coes a que lem direilo.
DitoAo mesmo, para mandar fomeeer ao com-
missario vaecinador melado da quanlia consignada
na lei do orcamenlo para o expediente daqaella re-
qae todos aqu o sabem e devem ter-lhe referido es-
sa historia vinle vezes. Tudo dependa da impres-
sHo que Mimi li/.esse sobre elle, e receio que essa
impressao tenha sido m. Talvez Magu Iho tenha
contada extensamente ludo o que a velha Caltel di-
zia a esse respeito, e elle reflectsse. Pens que he
por essa razio que nao tem faito declaracao alguma.
__Eu nao linha pensado em tudo isso, anurmu-
rou Irene.
__Felizmente nao tralou-se de nada, se nao en-
tre nos, tornou o cavalleiro; as cousas fienram ahi
sem inconveniente para nioguem.
-^ He talvez a timidez que impedeOleitino de
explicar-se, disse madamesella de Kerbrejean afer-
rando-se i tua idea ; veremos.
No mesmo da Magu apeesentou-se no caslello
(razendo da parle do Celeatino um ceslnho de figos
que elle fra colher em RoscoD. da arvort ramosa,
que he urna das maravilhas dj lugar. Foi Irene
quem receben a velha, e esla uao deixou-a sem fal-
larliie extensamente do amo.
__ He um mancebo de boa conducta, disse ella ;
nao faz mo uso do que possue. Nanea fai ao bote-
quim; passea durante o da, e entreten) os seroes
lendou escrevendo. O nico defeito que conheco-
llwhe ser altivo para com os pobres; pois.deva
lembrar-sede que ningaem teve vestidos de seda em
sua familia, e que a saia de ana ov tnha pelo me-
nos lanos remetidos quantos dias tem o anoo.
Isso nao a impedia de ser ofana tua maneira,
observou Irene.
Ceieslino honra-lhe muito a memoria, e quan-
do fallo-lhe da bondade com que os Kerbrejean tra-
laram-na, elle fica transportado de reconhecimenlo.
Essa pobre Catlel linha urna ndole um tanto
rude ; mas era urna boa mulher. Ella dea provea
disso conservando em sua casa o corpo do infeliz....
Contei cssa historia a Celesliuo, exclamou a ve-
lha.
Ah 1 ab.' que disse elle t
__ pouca cousa; masficou admiradoqufndo sou-
bo como chegou aqui essa pequea, de qne a esuho-
ra lem (auto cuidado. Nao quizercr-me quando eu
disse-lhe em que trage vinham ella c o pai; mas um
da, revolvondo Urnas taboas quo cata va m amon toa-
das na sala interior, achei urna troza de roupn, a
mesma que llnham o msico e a filha quaudo che-
garam. Chamei Celestino para moRrar-lhe todo is-
sn, e julgava que elle ia rir ; mas enganei-me. Lan-
zando a visl sobre esses farrapos, desvoo o rosto
como afilelo, e dsse-me que guardasse-os em al-
gum logar onde ningoem podesse ve-Ios.

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Meo lio tem lalvez razSo, disse conuigo utada-
mesella du Kerbrejean. .
No mesmo da anles de deilar-se, ella entrou na
quarlo de Mimi, e disse-lhe gracejando :
Enlo, lemos*, nao queros CHrar-le ?
Nao estou doenlc, retpondeu Mimi tranquilla;
mente.
E qae fazes aqol soslnha T Porque nao vens .
mais acompanhar-nos ao passeio 1 ;
Fatiga-me andar. / <
Mas nao te fatigara descer io salao. /
Acaso Vmc necessita de mim para escolher
lila ?
N8o he para fazer-le traballiar que digo i
respoodeu madamesella de Kerbrejean com brand
ra ; convido-te a descer ao salao porque la arhai
eompanhia.
a)~_ Nao aborreco-me de estar ssioha, lornou Mi-
mi em tom que davn bem a epuhecer que lioha o
corarao amargurado.
Irene nao' insisti e vollou para o seu quarto. Era
urna velha camarista da m quem a agasalhava to-
das as uoites. Essa boa molher disse-lhe despindo-a.
Na verdade Mimi no merece as tltences
com que Vmc. a traa. Sabe, senhora, o que ella fez
esta manhBi em minha presenca? Lancau pela ja-
nella as lindas rosas que Ymc, leve tanto Irabalho
de fabricar com as concluidlas.
Ella fez isso ? exclamou Irene admirada.
Reprehendia-a forlcmente, lornou av;amaristi:
mas ella respondeu me que as conchinhaSetnm tuat.
He verdade, Ceieslino Polot Ih'at havia dado.
- Isso nao he razan para ella despedaja-las. Por
ventura Celestino Piolut quiz jamis penalisa-la 1
Nat. o creio, murmurou Irene; mas he claro
qoe Mimi esta indignada contra elle.
Todas essas complicac,oes impediram madamesella
de Kerbrjean de dormir; ellapassou parle da note
a reflectir sobre as ditficuldades da situaco. As pa-
lavra d Magu linham-lhe impreniiouado, ella
imaginava Celestino lulando entre seu amor e urna
especie de precouceilo e preparava grandes racioci-
nios para provar-lbe qae Mimi nao era indigna de
sua mao por ler dansndo as eocruzilbadas em eom-
panhia do pai ridiculamente vestida. O somno as-
taltou-a no meio desses cuidados, e eniao ella so-
nhou qae celebravam-se is nupcias no antigo cas-
lello, e q"oe no meio do faslim via-se apparecer a
alma irada de Cillel Polot, a qual etpellia com a
roca a filha do saltirobanco.
(ronsnuor-se-Aa.^
4
.


DIARIO OEPERMMBUCQ TERCA FEIRJUQ DE JULHO DE 1855
r
i
r.

particao, afim de ser applicada i compra de objectos
Sue se tornam indispenuveis para a propagarlo do
odo preservativo e que se nio encentran) no mer-
cado desla cidade, o bem atsim a qnantia de 1509000
rs. para occorrer as despezas relativas a mesma re-
parljio. Commuuicou-se a referido commis-
sario.
DitoA' directora do Iheitro do Sania Isabel.
Altendenrto ao que Vmet. me ponderara em sea of-
ficio de 29 d junho, julguei conveniente devulver-
Ihes as proptilas que actualmente se apresentam
acerca da empreza do theatro de Santa Isabel. aQm
de que Vmcs. a vista dellas t taquillo que Ibes sug-
gerir o conhecimeuto pralicu do objecto, me apre-
senlem as bases do contrito que te deve celebrar
com a nova empreza ; alter.dendo nao s ai torga*
do subsidio, e lacros provaveis das receitas, mas tam-
bera ao dirilo que lem o publico de nao ser Iludi-
do em sua expectativa.
PortaraNomeando, de ronformidade com pro-
posi do procurador fiscal da Iheionrnria provincial,
ao bncliarel Joaqun) llyginq da Moltafilveir, para
ejercer o tuzar de ajociante dsquella procoradora
fiscal na comarca de Nazarelb, durante a molestia
do respectivo proprietario.Fizeram-se ai oecessa-
rias eommunicajooi a reapeito.
DitaAo agente da companbia das barcas de va-
por, recommeudando que mande dar passagem para
o Maranhao, por conta do soverno, a Andr Corsino
de Jess Gomes, que leve baixa do servico do exer-
cilo.
Kio de Janeiro.Ministerio dos negocios da ma-
rinba, em 25 de junho da-1855.Illm. e Evm Sr.
S. M. o Imperador, conformando-** com 01 pare-
ceres do chefe de esquadra encarroado do quartel
general e do contador geraM marinha, sobre urna
representaran do crurgiao do hospital da marinha
da provincia,da Baha, a retpeito da quantidade
de carne verde que se fornece pura as rajes das
dietas ns. 5 c 6, designadas no arl. 78 do rcgula-
meoto annexoao decreto n. 110} de 3 de Janeiro de
-1853, para os hospitaes da armada, houvc por bem
que aos doenles dos mencionados hospitaes se abo-
ne, alm das ditas rajSes, o a titulo de compensa-
cao do qoe por ventura Dio ss possa aproveitar da
referida carne, orna qaanlidade da mesma, nunca
maior de vinte cinco por ce ate do |>eso despendido
diariamente, conforme o numero de doentes que
eiistirem, devendo declarar-so esie peso nos docn-
raeolos de despeza, e em leparado'S) que de mais se
lheaddicionar : oque cominnnico a V..Eic. pa-
rasen coohecimento, o ex pedidlo das convenien-
tes ordena, orlo qne toca i enfermara de marinha
dessa proviccia.
Dos guarde a V. ExcJoio Mauricio Wander-
lev. Sr. presdeme da provincia de Peroambnco.
Cumpra-se. Palacio do gnverno de Pernambu-
co, 7 de jolho de 1855. Figueireio.
COMBIANDODAS ASH&8,
Qurtei-ceoaral o com mondo das armas
PanuBbaco na eld*d*. de Recite, mi 8 de
Jaime de 1855.
ORDEM DO OlA N. 78.
O marecha! Be campo coinmandanle" das armas
determina que regresse' ao. servjjn doseu batalho
10. de infantsria, oSr. tenente Francisco de Assis
(iuimaraos, que est servindo como addido no 4-' ba-
tolhiio de arlilharia a p, do qnal ficar desligado, e
fazcerlo que em armona as orJens dogoverno im-
perial deixou de embarcar para a provincia da Para-
hiba no da 7, como eslava determinado, e Sr. alte-
res do 2. da mesma arma, Jos Carlos de Oliveira
Franco, eque se apresentaraui no quartel general
no da Viudo do correle, e ficaram reunidos aos
seas WMMMffi corpos, os Srs. oflicias* abaixo men-
*y-t>alalhao de nrlilharia a pe.
Capilaes. Joao Mara de Aimeida Feijn, Jos Mara
de Alemcaslro, Brizilio de Amorim Becerra, Ma-
noel Jos Coelho de fre las.
2.* bainlbao da infanlaria.
CapilSo Jos Joaquim da Silva Costa.
Alteres Gustavo Christiano Dezuiarl.
5. batalhao du infantina.
Capilio Joao do Reg Barros Falcio, addido ao
4." de arlilbaria.
9. balafhio de infanlaria.
Alteres Theolonio Joaquim de Aimeida Fortuna.
10. batalhao de infanlaria.
Alfares, Augusto Carlos de Siqueira Chaves, Ma-
noel Joaqiu'm de Souza Junior.
Assignado.Jos Joaquim Coel'io
Conforme. Candido Leal Ferreira, ajadanle de
ordena encarregado do detalhe.
_9 _
OKDEM DO DA N. 79.
O marechal de campo commmuianle das armas,
em execujio as ordens do governo de S. M. o Im-
perador, communicadas em oflicio da presidencia,
anle-hontem datado, cm r ?fcrencia ao aviso do mi-
nisterio dos negocio da cnt.rra ce 20 de junlio pr-
ximo lindo, mandando rccolher sem perda de lem-
po aos seas respectivos corpas, os Se*. oQraiaes com-
prchendidos na relajo abaixo transcripta, determi-
na qoe aqnellesque actualmente esliverem servio-
do na guarnirlo desla provincia, se preparen para
seguir a seas deslinos, irido nos priineiros vapores
procedentes do sol e do norte, os qne se achiren)
nesla capital.
O mesmo marechal decampo faz cerlo, qoe por
aviso de 21 do dito mes, houve por bem o goveruo
mandar addir Ao batalhao lo deposito da corle, o
Sr. alteres do 9. de infanlaria, Antonio Mi II oso de
Andrade Cmara, licando sem elleilo o avise de
18, qoe mandava recolher este Sr. official ao seu
respectivo eorpo.
Finalmente, o sobredilo rosrechal de campo cora-
mamlunle das armas declara, para os fins conve-
nientes, que na dala de 7 do corrente, a presi-
dencia reMiveu, qne a etapa para a tropa de linha
no semestre em andamento, fosse regalada pela ta-
bella, que acompanliou a portara do 26 de Janeiro
ultimo, inserta na ordem do dia 29 desse mesmo
/'''flf^BBeP* *> extrtto a que te refera o
aviso destii data.
imcnlo de ensilara ligera.
lene** Jos Cesar d Mello Sasnpaio.
*.? regiment de civallaria ligera.
Alteres, Manoel Joaquim Machado.
4. batalhao de Infanlaria.
Capullo, Pedro Affonso Ferreira.
6. balalho de infanlaria.
Capilaes, Antonio Jos Linca, e Andre Acciol
Pinheiro.
8. batalhao de infanlaria.
CapUles, Luiz de Franca I.eite e Antonio Maria
de Castro Delgado.
Tenenles, Mathias Vicira de Agujar o Jos Her-
menegildo Leal Ferreira.
13. batalhao de infanlaria.
Capitao, Joao Pires Gomes.
Meio batalhao do Cear.
Alteres, JoSo Casiano Pereira.
Companbia fixa da Parahiba.
Alferes, Joao Antonio Leil.Io.
Secretaria de estado dos negocios da guern em
20 de juoh* de 1855.Libanio .lagarto da Cunha
3/allos
Jote Joaquim Coclho.
ConfoAne. Candido Leal Ferreira, ajudanle de
ordena cncarregado/lo detalhe.
IITEEIOR.
RXO DE JAHEIKO.
28 dejunb.o.
A reparlirao militar de saale do exercilo he urna
daqaellas que pode afoutamente pedir me qtHlqucr das nostas reparticoes publicas que porven-
tura corra dcscanjuulada, inconnoxa, desmandada,
incongrnenle: e por mu, era harmona perfeila
com essa carencia de rcgularidadc, o syslema hos-
pitalar do nesso excrcito resolve-sn em urna verda-
de inconclusanoxislencia de qualquer sistema.
Temos na coite nm hospital militar de suarnicao,
e nina enfermara provisoria ; all, hospitaes regi-
menlaes ; acola, enfermaras militares; em outras
partee, es soldados tratados em liuspitaesMe carida-
de e em casas de aaade particulares, etc., etc. ; e
cada nm desse.Iispitaes, hospitilinhos e horpita-
lunculot com sen reglameutoziuho particular, e
com sua adminislracaozinha ceniro especial superior de responsabilidade, sem
um typo geral de adminifirn^ao para facilidades
conveniencia de sai gerencia econmica, da Gscali-
sacio de sus cotilas, c da aBctuacio da responsa-
bilidade des agentes secundarios da adaninislracjo
de cada om dos dilos hospitaes, qder singular qoer
collectivaraenle. Felizmente essa ordem desorde-
nada nao he filha do Brasil indepcodeole ; lie enlea-
da ; be coeva dos lempos roloniaes ; mas he ama
eiiteada, que tendo sido pertilhada por seu padras-
^ (o, este, Mlumente, uai se lem desvelado na sua
ettueacjffjPto a lem privado nh.i, e de correr crtm lodos os seu? vicios Irazidos da
casa paterna ; nao lem carado de corrjgi-la tlesses
vicios ; nao lem mesmo obslado que ella adquira
Untos outras novos qoe aclualmenle a caracle-
risam.
O-Exm, sr. consclheiro, (ror.cl do cotpo de es-
tado maior al. classe Manoel Fclizanlode Souza
e Mello parece que tencionava esmagara cabeca dessa
liylra, porqoe comecou a empreza por onde, acompn-
nhaudo o judicioso pensam nito'dc S. Exc, entende-
rnos que conMuJu comecar-se, uto he, montando o
pessoal do carpo de saode do exercilo. S. Exc. en-
cetou dignamente es
militar o> mdecim sam medeclne, os matazaoos. os
curandeiros, etc. ; deixando eadmillndo o corno
de (Mee a mocidade rica de sua riqueza scienlfica,
rica le desinterese, rica do dcilica^ao aossouscon-
cidadaos encarregados da a'dna larefa de defender
a patria pelas armas.Os saldados.S. Exc. o Sr.
comelliciro general Bellegarde nao menos digna-
mente complatou u primeiro pensameuto do Exm.
Sr. conselheiro Manoel Felizirdo, preeochendo as
vagas do corpo da laude, win discrepar um poni
da nobreza daquelle pensamento de sea Ilustre an-
lecessor. O corpo de sanie do .exercilo est pois
completo: o que cumpre agora he aproveitar a boa
vontade e a dedicado dessa brilhauta lesi de ro-
bustas inlellisencias na organisaclo da. reparli^ao
militar de saode, antes que essa boa vontade, que
asta dedicacio adoecam, gangrenem e morram ao
contagio do mal que flagela a admioislracao especial
da empreza a qoe ellas generosamente se consagra-
ran!. O que cumpre agora he applicar o remedio
que esta, preparado, chaga que sangra, que lavra,
que destroe : e inlro luzir a luz no chaos. Qaando
lisseinos: organisacan da repartirlo militar de
saude,foi porque nao vemos nada que se possa
aproveitar, modiGcando : o que vemos sao uns pon-
coi de casebres que he preciso demolir, para em seu
terreno constrar um palacio.
A repartirlo militar le saude, conforme nnsa
entendemos, deve ler um chefe superior que seja
respoosavel pela observancia restricta dos preceilos
do regnlamento da repartirlo : temo-lo ; he o c-
rurgiao-mr do exercilo, qne devo reunir esta ca-
(hegoria de chefe da reparlirao militar de saude.
Deve ter um pessoal convenientemente habilitado
para os Irahalhos accessorios do curativo e Irala-
menlo dos enfermos militares, e para os da admi-
nistradlo econmica dos hospitaes: nao o temos
anda organisado. Entendemos mais, qne deve ha-
ver na corle, na sede do corpo de saude do exercilo
um hospital a que chamaremosprincipalum los
pital modelo, um hospital de iniciarlo na clinc-
mililar, o qual deve estar sob a direejao immedia-
la do chefe da reparlicSo militar de saude. Qoe
devem haver hospitaes as provincias, classticadas
de 1., 2. e 3.a ordem, conforme a forja das res-
pectivas guarnige. Que devem haver hospitaes
ambulantes, e hospilaes de sangue quando furem
necesarios, classifcados do mesmo modo que aqoel-
les, em reluci i forja para que se deslinarem.
Que o regnlamento da repartirlo militar de saude
deve shranger em seu complexo osystema adminis-
trativo de todos estes hospilaes, em harmonia com
o do hospital principal e em iciaclo citliegoria de
cada um. Que o pessoal do corpo de saude de
exercilo deve ser lodo distribuido pelos hospilaes ;
harmonisano-se nessa distribuidlo, e na das respec-
'ivas funecoes especiaes, a cathegoria do individuo
com a calhegoria do emprego' e com a importancia
do hospital. Que os cirurgies empregados nesaes
hospitaes devem ser encarregados por escala da vi-
sita diaria le saude aos carpos da guaiiicao a qne
pertencerem. Que"os|hospitaes devem estar sob a vi-
gilancia disciplinar da primeira auloridade militar
da guarnir), oflicialineulo competente. Que para
lodos os empregos dos hospitaes leiem ser impre-
lerivelmeuto preferidos os officiaes a pracas de prel,
reformado-, ou incapazei do servido activo dos cor-
nos, que liverem para taes empregos snflicicntc ido-
neidade ; porque a par des>es corre a facilidade de
manter-se inleare.lmenle a imprescriptivel disciplina
militar nos hospitaes, que sao qnarteis de militares
enfermos; e alem disso proporciona-sc a csses em-
ritos do exercilo o meio de lerem mais um pao para
sua mesa, meaquinha de iguarias, mas oppara de
pobreza, de miseria e de honra.
Sio estes os pontos cardeacs que entendemos de-
x ler por liase um regulamento geral da reparlijao
militar de saude. De cada um dalles dependen)
muitos ponas secundario ; c destes, oulros de in-
ferior importancia : o liga-Ios e desenvolve-los nao
entra nos limites do nosso curto arrasoado ; e alm
disso o faze-lo compete dc.dircilo aos profissionaes,
aos pratcos na materia, e nao anos, que ja demais
lemos feito correr o nosso arado pelas Ierras alheias.
Do qne lemos dito se collige que nio concorda-
mos com a admissao le mdicos rivis na repartirlo
militar de saude ; e agora, explcitamente declara-
mos que effectivamenle nao concordamos por varios
motivos, coinquanto muilo respellemos o saber des-
ses mdicos, e veneremos sua nobre missio humani-
taria na sociedade geral. A admissao de mdicos c>-
vis na clnica dos hospitaes do exercilo he urna offen-
sn intelligenia e i reputaran medica de nossos res"
peilaveiscamaradas, os cirorges militares; daqoel.
les que acodiram ao apptlln de honra de nossas
bandeiras; daqueiles que, repellindo as seducces das
commodidades do sen futuro, correram a nossos bra-
cos a despeilode nossas miserias, porque viram ssas
miserias coroadas conva auieola resplandecenle de
nossas glores. Alnf disso, os crnrgioM militare
lem ama pllente anignada pelopunho imperial; e
seus lirios soffrem urna quebra dolorosarrienle mor-
|lifican breza, defiaixo, e mesmo a pir, da provisao de um
medico civil estipendiario. O medico civil emprega-
do non hospitaes militares nao pode ter em vista, no
exercicio de sua fahecoes, sen3o smente o acto de
hnmAidade que pratica : para elle, os preceilos da
disciplina militar sao frivolidades qne nao lhe inlc-
ressa respeilar nern manler ; para elle, o soldado que
jaz no lelo le dr us hospilaes do exercilo, nao
differe do um desse vagabundos que adoecem pelas,
ras, o sao recolhidos, por philantropia, aos hospi-
taes de cardade: he, como o vagabundo, um doen-
le pobre que precia* dos soccorros de sua irle, para
prestar os quaea elle he coagido pela obrigaco con-
Irahida a troco do ordenado que percebe. O cirufgiilo
militar, ao contrario, lem o rigoroso dever de eo-
nliec.ir, de respeilar, de manler em toda sua pleni-
lude os preceilos disciplinares do exercilo ; elle con-
sidera u soldado como sen irmOo as armas ; como o
companheiro de seus Irabalhos de guerra ; como o
commensal desuasprivaroes, de suas contrariedades,
de seus perigos; como o defensor, o respeilador nalo
da dignidade. doseu poslo : liga-0 a elle o nado de
miseria e de honra jurado face dos estandartes de
guerra. Eis porque para o cirurgio militar o solda-
do enfermo lie o doenle mais recommendavel de sua
clnica: para elle, o soldado primeiro, e depos o cu
maior amigo da sociedade civil. Por outro lado, o
soldado doente vendo i sua cabecejia um medico
cajo corceo nao bale debaxo de ama farda de guer-
ra como a delle ; nm medico era quem elle nSo re-
eonhece superoridade na jerarcha militar, garanti-
da por urna patente ; um medico que elle nao eo"
nhece dos Irabalhos do quartel, que nao snpporlon
como elle os rigores do sol, da chuva.das marchas e
dos combates ; que nao eoloou com elle canucos de
victoria nos campos^de batallia, que nao partcipou
de suas penas e de suas glorias, sabmelle-se ns pres-
cripcoes desse medico porque seus superiores orde-
nam o a nalureza pede quo elle se submella ; porem
a sua T nossas prescrpcoes...essa anda bem longe
dali; porque est encarnada na inlelligencia do me-
dico, do camarada, do amgo.tdo irmao do pobre sol-
dadoa medico militar.
He verdade que para demolir os casebres, e cons-
truir o palacio he necessario qae a asscmblea gera'
legislativa aulorise o gnverno imperial, porque a
aulorisario conferida pelo artigo 25 da lei n. 514, de
28 de outubro de 1848, foi s para dar nova ergani-
iaedo ao corpo de saude. Om, nova orgMsacao
do corpo de saude est feili, e o corpo de saude esta
completo de seu pessoal ; o que resta porlanto para
o complelamenlo da obra de regenerarlo comerada
he a organisajao da repartirn militar de saude do
exercilo, som o que, muilo pouco aproveits aos fins
especiaes da inslituicao o escolhido e Ilustrado pes-
soal de que actualmente se eompoc aqoelle corpo, E,
pois,que nu exercilo, segundo os principios da con-
fraternidade mitilar, todos sio por um, e um he por
lodos; nos, memoro (significante da briosa corpo-
rajo da forja armada permanente, elevado de nossa
linmildade, pela juslja e conveniencia da medida
que aponamos, dirigimos instantes votos aos augus-
tos c dignissimos Srs. representantes da naci para
que hajam por bem aulorisar o governo imperial a
orzanisar a repartirn militar de saude do exercilo
sobre as bises que indicamos....com o quo indubita-
velmenle muito aprovetarao os cofres pblicos, o
servico e a disciplina militar, o decoro do exercilo,
e a dignidade do corpo de saude.
Bio de Janeiro, 26 de maio de 1855.
O majordo eslado-maior d9 1. classe.
Piragibe
{Diario do io de laneiro.)
Um curioso nos remetleu o seguinle quadro de an-
lgudade dos senadores acluaes, calculado pelas da-
tas dos seus decretos de Hornearlo at o da de S.
Jogo (24 de jnnho de 1855.)
OSSENHORES.
Annos
Mezet
Das.
Mrquez le Yalenra. .
Vergueiro.....
.Menear......
Ilarao de Pindarc. .
Valasques.....
Cunha Vasconccllos. .
Ijassauo......
Bario do Fontal .
Visconde de Caravellas.
Mrquez de Oliuda. .
Visconde de Albnquerque
Visconde de Sapucahy.
Aimeida Albnquerque.
Visconde de Maradgnape.
Visconde de Monte Alegre
liaran de Suas.Miua. .
Mrquez de branles.
Mrquez de Paran. .
Visconde de Sepiliba. .
Dantas......
Viscondo de Ilaborahy.
VisconJe de Uberaba.
Matra ...
Mrquez de llanhaem.
Mrquez de Caitas. .
Viscondo de Abaet. .
Fernandes Torres. .
Souza Queiroz. .
Araujo Ribeiro. .
Manoel Felzardo .
C. Baptisla.....
Paula Pcssoa. .
Visconde de Uruguay.
Ilarao da Boa Vista. .
Cavalcanli de Lcenla.
I>. Manoel.....
Vise, de Jequilinhonlia
Barl de Moriliba. .
Goncalves Martina. .
Johim......
Gabriel Mendes. .
Angelo Moniz. .
Viveiros......
ViantM......
Pimenla Bueno. .
Bario do Quarahim. .
Souza Ramos. .
48,1'enna.......
i9|Eusebio de Queiroz. .
50|Fonseca. |.....
51 Birlo le Autonina. .
52 Silveira da Molla. .
53jMiranda......
54|Sonza Pranco. .
29
96
33
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O lermo medio da anliguidade dos 51 senadores
he do 11 annos e meio.
lia somenle um Horneado na primeira organisa-
cio, o Sr. marque/, de Valenca.
Elle e o Sr. Vergueiro, nomeado depnis. sio os
nicos representantes da familia senatorial do pri-
meiro reinado.
correndo por c, se o Illm. Sr. delegado nao livesse
esbarrado ao Illm. Sr. Azevedo, quando den come-
jo a obra : consinla Vmc. qae en dum pssso um
ponco mais atraz para provar a minha asserjao.
Quando foi destituido o Sr. lenle coronel Joio
Vicira da subdelegada daquelle julgado, o substituir)
um senhor morador na comarca de Nazarelb, cujo
nome ignoro, o qual apenas aehou-se seguro a pri-
meira gentileza em acj.lo de espertes*, o que fez,
foi hir ao lugar chamado Jati, como se pode
largamente ouvir ao Sr. Pedrosa; e porque foi enr-
gicamente accasado em essa de certo portuguez de
Cruangi por semelhaole razio, responden, que em
quinto o governo livesse confian ja nelle.nio deixaria
de obrar muitos oulros Tactos iguaes I I I
Ora se mo era conservar enielliante auloridade,
pesimo era substituida por outra goal, a qual era
a proposito apresenlada para seguir as pegadas de
seu antecessor, al corro como cerlo que houvo um
compromisso de allianjain elernum 1 O certo he
que o novo subslitulo nao desmenlio na pratica o
que devia ser; cunsla-me qae seus bellos feilos cor-
rem plenamente em lodos os carinos de Ooianna,
aonde deixou urna tristissima nula de sua judicatu-
ra, pois qae alm de prevaricarnos o suboroos que
pralicou foi proceisado como calumniador 1! Cons-
la-me mais .que est sendo rcsponsabilisado pela
puerra que oppoz as legitimas determinajes da
monicipalidade.
Antes porem q uc as cousas tocassem ao extremo che-
souapovoajaoo Illm. Sr. Azevedodisposlo a polcia-
la conforme as acertadsimas nrdensda presidencia.
Nessa occasiao prenden em flagrante Mara do cur-
ral por ter espaocado e ferido a Maria do Andr em
sua propria casa; c o que dahi se seguio apenas
dea as costas? Dias depois desle aronlecimento ser
presa e perseguida a offendda, e a criminosa chea
de largos favores em despeito i autoridade qoe fer a
prisio 1
Ao dopnis tendo as autoridades superiores orde-
nado ao Illm. Sr. Azevedo fosse rarejar a propria,
casado subdelegado para capturar um assastinu que
la' eslava homsiado, as furias desse horaem unida as
vozes do tal Vilelio /.eram eslregr a cova ; o grito
de perseguijio para logo foi echoado ; o manejo de
intrigas secretas poz-sc em campo de Nazarelb pa-
ra o Recite, como que procurndose deslustrar o
brilhnnlismo daqnelle, cuja face o me nio poda
olhar ; o escondrijo de Caco via-se perdido, por
nao poder por mais lempo disfruclar gratis os ser-
vi jos daqueiles, que aptos para o recratnraentoeram
alagados com o batojar do Serra-Negra, e menos
poderiam ser agraciados pela mesma razio quantos
sicarios, -quantos assassinos chegavam foragidos at
alli perseguidos abunde pela acjo da justija.
O Illm. Sr. Azevedo, pois, cooheceu ludo isso
visou muilo de perlo, como todo mundo, donde ema-
nava a causa motora das maldades, qoe se amonlon-
vam nmas sobre as onlras para a perdii/Jo do jolga-
do de Cruangy; osqueixumes de todos os cantos fo-
ram surgidos, e que ai devia ludo isso dorrocar, dor-
ma o somno do indifferentismo, quando nao ne ama
parcialidade simulada, pois que at fazia d? lei mais
clara um escandaloso atropello, conservando como
que por acinte individuos da comarca de Nnzareth,
empregados em Goianna '.!!
Logo o Illm. Sr. Azevedo devia recuar; nao de-
via mais pizar o terreno, onde se pralicando diaria-
mente enormes crimes, o mal era para aquelie que
procurasse restaurar a ordem; assim entregue as
mesmo disse com aquella placidez propria do seu
carcternao policiarei mais o Cruangy ; a mina
arrebenlar ; e os seus estliharos feririo de morte a
quem a preparou.
Ahi esl realisado o presagio. Sa hojo os negocios
de Cruangy nao deram am calix de fl ao Illm. Si.
delegado, como aconteceu em Nossa Senhora do O';
he porqn>o Illm. Sr. Dr. Estellila, turno a repe-
tir, foi o santelmo; toraou a peito destruir pela raz
a arvore do mal: agradece, o Illm. Sr. delegado,
bem como (odas as pessoas daquella subdelegada, ao
nobre magistrado, a esse inlciro e virtuoso jaiz ser-
vijos de to subida magnitude.
Em frente pois, de ludo isso, enleuder acceso o
Illm. Sr. delegado, que devera continuar anda na
mesma posijio f Acho que nao: a sua honra exige
que serecolha; e que aponte com a mi direila
para quem o deva substituir ; na comarca por ora
Rapadura nao he legume.
Um arrematante de imposto consullon ao... se
rapadora era legume.Bespoadeu-so pela negati-
va, e mandon-sc para a quinta edicao de Moraes.
Biperteza de urna dama lleipanhota.
Urna sonhora tomuu em Madrid urna ama mouea
para a acompanlmr, e chamando-lhe madre mia
dirigio-se a caso de um mercader, e toca a com-
prar sedas e ludo o mal que lhe fazia conla, sem
se Importar com os prejos ; quando foi paga, disse
mallo rresca -.Que n rahia cantal bastante, por-
que n ensaca que hallara cosas tSo lindas ; que
alli quedaca su madre y que luego boleia com to-
do el dinfro : qudese .aqu, madre mia, yo cay
com esta nina lia a-la la ropa ; y buelco luego en
hora buena.Disseram a velha e mercadores, qoe
ainda esli esperando: a inora.
Nao he do bem que o filho lenha barbas quando o
pai as nSotem.
Um imperador Humano,entrando no templo ado-
rar Apollo, achou que no mesmo altar eslava Escu-
lapio seu filho ; este com grandes barbas, e aquelie
iimpinho, prque assim os destnenla a genlilidade
nliga. Adverlio o imperador que as barbas de Es-
culapio eram de ouro e postijas, cobijou-as e fur-
tou-as ; dizendn que nio era liem que o filho livesse
baibas qmndo o pai as nio linha.
/iu exercilo sem capitao e um capitao sem exercilo.
Qaando Julio Cesar den balalha a Pelreyo em
Uespanha, disse que pelejava com um exercilo sem
capilio, e quando pelejou com Pompeo, disse qne
dava,balalha a um capilio sem exeicito.
A lemperanca.
A temperanja he nma arvore qne lem como raiz
o conteulameuto do pouco, e por fruclo a saude e a
calma.
( Proverbio rabe. )
Influencia do caf.
Eu conheci um liomem de illuslracao, diz J. R.
Parize, que ao ver um bello quadro exclamava :
esle rae ebeira a caf.
O bem.
Passa o bem romo a sombra, e na memoria,
E maior quanlo foi mais desejado ;
A pena eusina a conhecer a glora ;
NSo se eonhece o bem senio passado.
( Primavera.Rodrigues Lobo.)
Adcos, Au recoir.
ti. B. Alagoas.Nesle momento 51|2 da manhia
chegou preso Marcelino Correa, criminoso de morte
e casado duas vezes em Alalaia, cujo subdelegado
ptdio ao delegado essa prisio.
(dem.)
1 Das nomeajileS da regencia.permanente s restam ,
Ires representantes, os Sre. Alencar, bario do Pin- veJo as Pes,OM 1uc Podera bem desempenhar
dar e Valasques. ^ asta pesada larefa, ou o Illm. Sr. Dr. juiz muniri-
Da regencia do Sr. Feij restam cinco, e sao W, pal, o qnal he inconlestavelmenle om dos ornatos
da noss? magistratura, pela sua prudencia e honra-
dez, ou o Illm. Sr. alteres Manoel de Azevedo,
que na lista prcccdarjjl-vio numeradus de 6 a 10 in-
clusive, ^r
Da regencia da Sr. marquez deOlnda restam 7,
c sio os numerados de 11 a 17.
Todos os onlros, cm numero de 37 leem sido no-
meados pelo actual Imperador.
lito he, dons lerjos e mais um dos senadores exis-
tenlesentraram para aquella corpo depms da maio-
ridade.
cujos serviros importantsimos echoam por toda par-
le : qnalquer dos dous qoe for escolhido far gran-
dioso srvijo comarca, os pontos os maiffeemolos
serio em lempo acudidos sempre que demandaren]
qualquer medida a hem da ordem ; e jamis se ve-
E nole-se anda quemis de rnelnde, ilo he 29,\f> o que aconleceu a IUm. subdelegado de'Nossa
nio atlingiram anda oilo annos lo existencia se-
natorial ; e qneum lerjo, islo he 18, lem urna
existencia de mezes al qualro anuos !
{Correio Mercantil Ao Rio.)
rFMUHBICO.
COM UlCA DE GOIAMI
I tamb 2 de julho.
Nio he s na 'Crimea, nenas regioes frgidas pola-
res que existe o grande Irovejar do canhio, engolin-
do a salvo eeolenares de lilhos do povo volados ira
dos reis; nSo : em a nossa Goianna tambem temos
urna nova Sebastopol.
Hojo existem acampados ahi tres grandes ps de
exercilo com toda sua perspectiva bcllica, um noco-
rarao, oulro ao pounle, e outro no oriente da ci-
dade 1,1
Par estes dias a almosphera lem estado carregada
e baja Os ecos como que presagam urna ingente
calaslroplio por loda a parte s se encontram ca-
ras revestidas de desconfiauja! 1 Quaesserao, pois,
ahi os ltussos'.'... Quaesos lliados *.......
Em t de verdade devo dizera Vmc. qae lia mui-
lo nao vejo um maior desfructe, nem urna patacoada
mais completa ; era o' verdadero moas parlu-
riens para o fieugmalico, que com a paimaceira
do seu temperamento, alira seu olhar a essas cou-
sas 1 E para que o Illm. Sr. delegado da nossa co-
marca se deixou levar por terrores lio serios '.' para
que lanto espalhafalo '.' pnra qoe lana arrumajo de
tropas'.' para que '.'.....para desalojar Ires bebados e
cinco ladros de cavallosda pobre ederrotada Goian-
nnha !... rsiim teucalis!.....
He magoa que S. S. au conheca que faz a figura
de pavio entra as gralbas ; be para lamentar qne S.
S. nio vise, que a sua governanja est na declina-
rlo do da ; qae am occaso feo fez esbarrar o rodar
de sua polica, j que sua idade provecta por desgra-
da oecullou-lbe o conhecimeuto do negro azar, que a
nulo inetoravel do fado la fazer correr para expo-lo
ao ludibrio !
! illl!
tamuria
Senhora do O*; hoje emparedado, como que in-
commuocavel dirgindo imprecajes amargas con-
tra o Illm. Sr. coronel delegado por o ter com sua
exposto ao escarneo de ama ennalha das-
e mserabilissima.
malulo Vmc. devera assenlar comigo que he
grande o mea arrojo, tenbo-me medid* em camisas
de onze varas, sendo a causa disso o Illm. Iris, o
qoal em vez de fazer coro comigo, fagio: le Vmc.
souber em que parle se icha mande um proprio, a
custa de Flix cahrinha, dizer-lbc, qoe os descen-
dentes de Eia nunca obraram por sainelhante mo-
da ; eque aquellos que dessa raja maiti herdaram a
espessnra dos cabellos do (ronco commnm, sio os
que menos tagarelam bilingoimente: aBnal que o
bon am que tantas vezes palmiou com ricas e pom-
posas odrendas a estrada para o lemplo de Jano,
vollou, em consequencia de acha-la obstrnida com
miisde meia legua de cerrado chique chique.

{Carta particular.)
Montada pois a repartjao militar de saude do
exercilo na altura do poni de visla que litamos; or-
ganisado o sea regulamculo de modo que fiquem
bem discriminados os dircilos e deveres de cada in-
dividuo para que se possa fazer effecliva com facili-
dade a theoria da responsabilidade, debaxo de todas
as relajoes, desde o cirurgio-mr do exercilo al
aoierveute do mais pequeo hospital, segando a
ordem jerarebica dos ajenles que lizorcm parle do
quadro da reparlijao ; suppomos nos que, comqoan-
lo nio atinjamos perfeijiu, mesmo a que se ad-
jecliva com o estado actual das nossas cousas, lere-
mos ao menos am corpo concreto, e homogneo, so-
bre o qual lorna-se muilo mais fcil critica jadi-
ciusa cstudar, e conhecer no correr do lempo a ne-
cessdade e a compaliblidade dos melhoramenlos a
iulroduzir, sem desvirtuar o organismo do systema
geral. Rcleve-sv-noso sennos um poucachinlio pre-
sumpjoso oo dizer que eslas nossas deas comquanlo
atrevidas sejam para a realidade das cousas que di-
zem respcilo ao nosso exercilo, nio o To todava
tantu que cheguem a invadir o lerritorio das uto-
pias. Dir-nos-ha sem duvida algum liuaneciro:nao
ha dinbeiro para essas cavallarias altas.Nio lia di-
nbeiro !!.'... Ora, (ende a bondsde de sommar a dei-
peza que se faz com loda essa hospitalaria coxa e
vesga espalbada por lodos os lagares ondo ha solda-
dos a curar ; com lodos csses cirurgies militares
distribuidos supcrabundanlemenle pelos corpos, iou-
tilisando so para o exercilo no oneroso miste de lo-
mar o palio e examinar a lingua do soldado, afim de
verifica se osl doente, tf tazei com essa sommi mon-
tar e funecionir a nossa reparlijao mililar de saude,
qne nio lemos a menor duvida d afffanjar-fos que
haver i nm saldo a favor dos cofres pblicos ; e alm
disso melhor liscalisajio da despeza, mais regulan-
ade no servijo, mais vaolagem para a disciplina,
melhor Iralaraento do soldad* enfermo.
Nao basta que o delegado, quem quer quo for,
s se dcixe levar pelas faofarrices da galla : a nin-
guem foi dada a delegacia para viver no lorpor :
csso ocio que tanto apraz_ a S. S. he incompalivel
com as atlrihuices pnlciaes, alm de urna inlelli-
gencia madura preciso he que odelegado seja aclivs-
simo : a elle, se bem quizer cumprir sua mis-
so. nio lio dado duas vezes dormir em um s lugar.
SeS. S., no momento em que os bebados fnram a
N. S. do 0',|galgassc sen gioete, ecom os recursos a
sua dsposijio voasse ligeiro ao lugar que lano pre-
cisava ve-lo, linha ganho o premio maior da lula ;
fez, porm o contrario, alroou ludo com urna voze-
ria impensada, no resallado do jogo foi palenlcarsua
fraqueza ; hoje completamente se salto, que o Illm.
Sr. coronel Antonio Francisco nio he para ser o de-
legado de Goianna; sabe-se, que a crescida falange
de ladrOeidecavallos.que ha lano lempo infesta os
suburbios la cidade. dansa e vive afogada nos
prazeres. E agora o que vai fazer ? por quem
lanto osperou ? aonde andarn os malvados quo rou-
baram a existencia do infeliz Antonio Flix, com
mais le um inez de folganja ao depos desle infaus-
to aconlecimcnto t Porque S. S., segundo he oz pu-
blica, uin ennseoto que o Illm. Sr. capilio Botas,
fosse enpluiar iqurllcs facinoras, quando a S. S. se
offercecu noticiando o covll do refugio '.' Ol t cres-
cida responsabilidade val correr por conta de S. S.
sangue desse innocente reclama vinganja contra
urna auloridade frouxa, e Ubi frouxa que nem ao
menos eonhece sua posijio.
Mal sera hoje de grande parto da malla da nossa
comarca, se nio lvessemos a inlelligencia a par de
urna arlividade incomprehensivel do Illm. Sr. al-
feresAzevedo ; nio cessarei de erguer minha voz a
bem de um official lio preslimoso ; a administrarlo
que o elegeu linha nessa occasiao o brllhar da maii
adiada presidencia.
Bem poder o resto desla fregueza Itamn l pa-
ra Cruangi, gozar os efluvios da doce paz, que vai
COMARCA DO BONITO-
23 dejunho.
Eram fins desse mez festivo e bello
Consagrado a Joio, sanio mais guapo
Mais garrido e brindo dokalendario.
(Garret. D. Branca.)
Salve oote mysteriosa noite 13o suspirada por
mancebos e douzellas lio festejada de lodos E
como por todo o dia que pareca eterno audou afa-
nosa, e uio menos que afanosa (leda aldeia qnal
foi ao bosque visiubo cortar a vicosa murta e ale-
crn! para sobre o fogo santo perfumar os ares de
suaves aromas: qual foi ao prado collier as mais
frescas flores, e lecen dellas galhardas e vistosas ca-
pellas: qual finalmente ficou junto dachoupaoa en-
ramado de verduras o mastro embandeirado im-
provisando toscos arcos de tr i um plio.
ludo esl prestes; eis que ebega a noite amiga.
Ja estala a foguera crepitante, ja soam as salvas de
alegra.
(Nio he da lavra.)
i 24
La se volven para o reino do passado a folgasona
noile do Beplisla. Por aqu foiannundada na for-
ma do coslnme, com tiros, (oguciras e foguetos Fe-
lizmente fe ella sua revolucio, safou-se pacifi-
camente. Nio pude sabir a ra para melhor obser-
var o que por l houve por causa da lama e pelo
muilo fro. Porem creio, que audou realmente afa-
nosa durante o dia e a noite toda aldeia com bollos,
Lcangicas e serles. Basta a cel egard.
Nada de novidides apst lo dernire. Vamos
assim a maneira de phosphoro. O lluro que se re-
metleu para Garanhuns relulil para c, e daqa
para Caruar onde foi esperar a decisio do recurso,
que inlerpoz para a relajo. Elle (Duro) ao que
me parece fui oondemnado ausente, isso no lempo
em que vigorava in tolo o cdigo do processo que
se prestava, por iutcrprclnjio sio bem prejudleaos
as taes interprclajoes, nessa parte sau um pouco
Inglez; lenho muito aterro ..ledra da le), a que po-
da um liomem ser condemuado sem ser ouvido
emerime inalliaijavcl : ," eliittrlpl 1
26
Tudo est cm paz, as chuvas cahem com mfiila
abundancia, o fro he intenso (pira nossa Ierra.)
Dou-lhe parte que a farinha esl mais meiga ; sab-
badu passado dea al oilo patacas.
la lempos nio vejo disso. Nio ha mal que sem-
pre ature.Com ludo, per certas razOes uio hei
esperanza de quo essa baixa continu. Foi hoje
preso Antonio Francisco, pronunciado pela delega-
cia aeucrme de furto.
- 29
Ha qualro das chove diariamente, mas uio se
assusle, porque la pioggit he.iniudinba, fazanles
lama que agua. O invern este anuo lem ido por
c temperado, e em nutras parles fui escasso. O
termmetro das novidades vai anda abaixo de zu-
ro ; amanilla, que tem sem duvida de entregar o
baslio, digo, de desappacecer da scena o .Senor ju-
nho pretendo fechar esta, embora pequea.
30
Ainda o lempo nio inelhorou ; fins. m
VARIEDADES.
Cerlo subdelegado se'dirigi ao delegado nos ter-
mos seguiules (Tallando do urna morte ): Cheguei a
lempo, porque n cadarcl da victima ainda dava
tignaes de vida.
RELACAO DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
FREGUE/.IA DE SANTO ANTONIO EM JU-
NHO DE 1855.
Joaquim, brinco, filho de Joio Antonio dos Reis;
2 annos.
Silvana, parda, escrava de Manoel Ferreira Ra-
mos ; 26 anuos.
Antonio Mara das Naves, pardo, casado ; 36 an-
nos. Pobre.
Jos, pardo, filho de Romana Maria Canlim ; 2
annos.
Francisco de Salles dos deis, branco, casado ; 55
annos. Pobre.
Maria, africana, escrava da Mara Chrstina dos
Santo ; 40 annos.
Francisca, parda, escrava de Francisco Xavier de
Maraes ; 50 annos,
Francisca Alexandrina de Albubuerque, branca,
viuva ; 60 annos.
Anna Miria de Jesas, parda, solleira ; 45 innos.
Andr Calpino Branco, branco, solteiro ; 16 an-
nos.
Caetann, branco, filho de Caelano Quinteiro Ga-
Ihardo ; -2 annos.
Cesario, crioulo, eicravo de Florano Correa de
Brito ; 14 mezes.
Anna, branca, filha de Carlos Joio de Souza Cor-
rea ; 14 mezes.
Jordio, branco, filho de Jordio Jos Fragoso ; 4
annos.
Sebasliio, branco, filho de Caelano Quinteiro Ga-
Ihardo ; 6 annos.
Benedicto, crenlo, escravo de Cypriano Luiz du
Paz ; 20 annus.
Joanna, africana, escrava de Manoel de Souza
Belmont ; 60 annos,
Luiz, pardo, escravo de Antonio Goncalves Fer-
reira Cascio ; '34 annos.
Joaquim dos Santos, africano liberto, catado ; 58
annos. ,
Eduardo da Costa Oliveira, branco, casado ; 40
annos.
Rosa, Maria das Vrgens, crioula, solleira ; 40
annos. Pobre.
Anna, parda, filha de Joanna Mara Francisca ;
1 anno.
Maria, crioula, escrava de Joaquina Maria da
Concejio $ 40 annos.
Silvino Jos Bento Machado, branco, solteiro ;
20 annos.
Joio Francisco Martina Hamo, africano liberto ;
annos.
Filippa, parda, filha de Maria dajt^onceijio ; 20
dias. Pobre. 1
Maria Clara da Concejio, r^Li yif'-i W an
nos. Pobre.
Belarmno Barbalhp Lias, pardo, solteiro ; 35
unos.
llenrique, crieulo, escravo de Maria Innocencia
dos Passos ; 35 annos.
Marcclla, escrava de Antonio Vicente Guima-
ries; 60 annos.
Mxima Theodora da Cosa de Jesas, branca,
solleira ; 90 annos.
Manoel, branco, filho de Ludgero Antonio Atfaa-
querque Mello ; 9 mezes.
Josepba Maria da Concejio, crioula, solleira ;
25 annos. Pobre.
Luiz, escravo de Francisco de Sa Barrete, criou-
lo ; 44tu.o.
Joao Argemiro Bastos Melibeo, branco, solteiro ;
25 annos.
Urna prela, escrava, gnorando-se de qoem ; af-
fogada. Pobre.
Argentina Mara do Espirito Sanio, branca, sol-
leira ; 30 anno.
Joaquina Mara daCooceijau, Africana livre, ca-
sada ; 40 annos. ,
Antonio Francisco de SouznSoares, pardo, soltei-
ro ; 41 annos.
Luir de Franca, erioolo, liberto ; 23 annos.
Pobre.
Amelia, branca, Giba de Joaquim Luiz Ferreira ;
9 mezes.
Francisco, branco, filho de Antonio Candido da
Silva ; 5 mezes.
Gnilhermina,' crioula, filha de Joio Francisco ;
ero (omiro leem creado repulajio le artistas nos
diflerentes theatros era que leem representado ; mas
estario no mesmo caso os oulros seahore, qae se
arrogara capacidades de primeira ordem, e que ni
nem sio condecidos em theatro algum, e oulros se o
sio. he como actores de 2. e 3. ordem 1 Se um
conserriiorio dramalico, que ahi se acha ha muilo
livesse podido cumprir com o leu eneirzo, cada um
desiesactores wbera a esta hora o lagar qae Ihecom-
pele. Porm. vejamos : podrio os adores associa-
dos, pe.-ii ioi, compor usa compaabia, qae rt-
tisfaei a especUtiva publica e garanta ao governo di
provin: urna serie de bous e variados espectculos 1
VoUmos pela negativa. Poder.lo estes mesmoi ac-
tores :ompromeder-ie a engajar novos artista de
mrito, com osaue< retajara e aui;mentem a soa
cornpaiihii, aunH nao s de agredir o publico,
como Je evitar que mudas noite <> tranquera as
portas dothealro a pretexto de molestia de um ou
oulro laran inteira duas e tres vezes antes de dar-se o es-
pectculo annuneiado 7 Volamos amela pela negati-
va,pois he preciso que o governo e o publico co-
nhejaiaYinalmenle o monopolio que querem estabe-
lecer no theatro de Sania Isabel os Srs. Mendes e
Costal Perganla-se: poique nao sdmitlirara
estes scnhore as suas consortes ao grni de snciis da
empre'.a como fizeram o anno passado ; Nos o ex-
plicamos : he porque se o governo Ibes conceder a
empresa como estes IresSrs. per li los e apoiadoi na
dependencia das esposas, constilnem a torca da so-
ciedad?, quepreteudem, que as caras melada, go-
zando dos toros deprimni donas aotolufat.absorvam
em grissos quiobfies de 3009 e400Jrs. mensaeso
subsidio do governo, alm dos respectivos benefi-
cios ; embora os rendimenlos do lhelro nio che-
guem depois para dividir por nleiro os ordenados
dos so :ios da empreza. Por esta Turma v-se qoe a
empreta he estabelecda de fado sobre Ires indivi-
duos, que acoberlidos com o titulo de Sociedade
Artstica querem arranjar-ss a s e as suas pre-
zadissimas consortes, para o que vio iiludindo essa
manada de carneiros, que cegaminle os acom-
pauha pela necessdade de encostarem-se a al-
gum cousa, at mesmo o proptio senhor Be-
zerra que engodado com o pomposo titulo de
presiaenle, e urn augmento futuro de orde-
nado, vai estando por ludo que lhe impde a tal In -
dra de tres cabejas! Foi por om semelhanle mo-
nopolio, que o theatro de Mara II em Lisboa pas-
sou sociedade, para as dogoverno que ora offaz correr
por sua conta. Parece-nos que a presidencia deve
tonar emconsideraclo estas rellexes, e examinar
profundamente a questao aniel de dar o seu despa-
cho definitivo.
Dizem por ahi, que a companbia faz publico as
lejas e botequios, qoe lhe fura proineltda a em-
preza do theatro, p r issu que ella sujeila-se a loda
as condijcs, que outro qualquer proponente teulia
oll'ere ido ao governo : ora. nos nao acreditamos se-
melhanle boato filho da leviandade de certas actores
muilo mais qae seria um grande abuso, se se per-
mitiste que a companbia se apoderarse de ideas qae
nSo (ve o nslinclo de appresentar.
Os .srs. Germano e Res requerem tambem com-
mnrmnente a empreza do theatro, e consta-nos leiem
elles appresenlado ao goverdo una proposta de
eondi Oes mu superior em vanlagens e garantas
dos seus competidores. Diz se que c sr. Gerraaooe
Reis ubrigam-tjl a formar urna companhia -comple-
ta doi melhores acloresdisponiveis no noria da pro-
vincia e dos que esliverem qui e sr quizerem con-
tratar ;diz-se, que se obriearo a dar ao publico
todos os mezes seis re presenta jes variadas, e apre-
sentai sempre em cada mez ama operaou vande-
vill i;rnde e oatro pequeo notos, e um drama
grande e outro pequeo lambem noroi; diz-se mais
que da rao ao publico 7 mezes de espectculo- regu-
lares em vez de seis, o mudas outra i vanlagens das
qoaes nao temos conhecimeuto, efferecendo para
execu jao dessa proposta as garanliai do eostume.
Ora, :ieudo assim, nio resla dnvida, que este empre-
za deve ser a preferida.Quinto aos meios deexe-
cujio, nngaem duvida, que os Srs. Germauo e Reis
levini superoridade i companbia actual;por-
que,! lm de eonlareui entre si artillas de alio me-
reca enlo, tem ja ensiladas mnitai nejas qae foram
representadas,no tbeatro do Marannio, e que sio
totalmente novas nesla provincia : alm disso, o
publico tem anda saudades de cortos dramas que
foran representados uas mprezasoo Sr. Germano,
e qui urna ou outra noile po lem mu bem inter-
velar as pecas novas qae se forem ensaiando.Ora,
a companbia actnal nio pode fazer antro Unto :
o sea repertorio, alm de montono, esl cansado, e
torerr os de esperar 15 dias por cada representarlo
que laja de ensaiar-se ; porque as pecas velhas nin-
guerr mais ai pdesupporlar
Ha dias, manifestou alguem por esle Diario a
idea, de que o nosso Iheatro corresse por urna admi-
nistra cao do governo: Somos os pr meiros a reco-
uhecrr, que he eun a forma especial porque deveria
ma n l -r-se o Iheatro de S. Isabel ; mas para isso seria
predio, que a provincia livesse olhado com leda al-
lenjo para esie eslabelecimenlo in portante, e lhe
mniitrasseo recursos oecessariospara suamanulen-
jao. Se hoje o governo quizesie tomir a si a empreza
do theatro, alm doz milhoes de eirbarajos em que
havia de achar-se com as exigencias dos actores
caprichos das primas donas, ver-se-hia obrigado
despender ; ainda com lodas as economas) o dnplo
da sotnma volada pela assemblea provincial. Faja o
goveino urna experiencia : cnsaie u empreza desle
anno, ens lhe afliaiicamos, desdo j, qae no fim de
dezeiabro nio lera um nico real do subsidio desig-
nado Mas soppondo, que o goveri o nao loma esta
deliberarlo, qual dos tres concoi rentes ser pois
concedida a empreza |do Santo Isabel 7 Diz a opi-
niao publica, que aos Srs. Germano e Reis, nicos,
quej#6suindo alg""1 rffPlrffT'"''nl1lil c""""'"1*
t ral dos artista que aqu tem appar
r. do reino......
Genebra dila 580 rs........botija
Licor dita 580 rs..........garrafa
Arroz pilado duas arrobas, um alqneire
em casca............ i
Azede de mamona........caada
i) mendobim e de coco .'
a b de pelxe.........
Cacan............... jp
Ave araras .........ama
papagiios.........um
Bolachas.............. tjp
Biscoilos.............. a
Cafii bom..............
d resslolho........... a
. com rasla.......... a
muido............. s
Carne seeca............
Cocos com casca..........cent
Charutos boas...........
a ordinarios........
b regala e primor ....
Cera de carnauba......... $
> em velas...........
Cobre uovo mi d'obra...... ft
Cooros de boi salgados libra 187 1 pJ
rs. e verdes........ n
espxados......... z
o de onja..........
" b cabra corlidos..... o
Docejde calda...........
guiaba..........
i seco ............
jalea.............
Es opa nacional.......... @
eslrongeira, mao d'obra a.
Espanaderes grandes........um
pequeos.......( o
Firinlia de mandioca.......alqneire
=
B
alqneire
-
a
inillio .
araruta
Fe jao.......
Fumo bom ,. .
ordinario .
a em folha bom........
a a ordinario........
d restolho........
Ipucacuanha............
Gemina ........... alq.
(jengibre............. ($
Lcnha de achas grandes......ceoto
a
9600
1240 .J-'
DrMO
49600
9600
19760
19280
59000
IO9OOO
39000
79000
89960
495OO
39OOO
39500
69i00
49500
39840
19.00
9600
29200
11900
139000
9160
100
9200
159000
9240
9200
9160
9*00
9320
19280
I9OOO
29OOO
19000
19600
29OOO
39-500
59OOO
79500
39OOO
79OOO
49000
39000
409000
39000
19500
29400
9900
109000
169009
79000 .
dffn. com suas luzese conhecimenios ortico, pre-
para" um futuro brilhanle ao Iheatro de S. Isabel.
E nio se concedendo a empreza a estes dous acto-
res, v iro elles cora os seas companhciros du norte
contralar-se em nosso theatro V Ciemos que nio :
poisionsta-nos, que oulra empreza Ibes foi alli pro-
medida, a qual infalivelmente ira> contratar, leo
nosso governo Ibes recusar a d S. Isabel.
E irivar-nos-ha o gevemo desse adores, e de um
bom Iheatro no anno scenico qne vri correr? Aguar-
darais o resudado. X
COMM ERGIO.
ALFANDEGA.
Rene ment do dia 217." .
dem do dia 9.....
81:4979196
13:8609576
95:3579772
2 annos. Pobre.
3(1
Lourenja Maria dasMerces, parda, solleira
annos. Pobre.
Antonio Francisco do Nascimenlo, crioulo, casa-
do; 34 annos.
Luiz, pardo, filho de Valerio Pacheco de Aimei-
da ; 2 annos.
Vicente, crioulo, escravo de Maria Francisco Pi-
res Ferreira ; 40 annos.
Candido, pardo, escravo do cofflmendador Anto-
nio de Souza Leio ; 30 anuos.
Manoel, crioulo, escravo de Francisco Alves de
Cunha; 30 annos.
Amalia, parda, filha de Alexandrina Joaquina dos
Sanios; 7 annus.
Anna do tal, parda, solleira ; 36 anuos
Mximo, crioulo, escravo de Francisco Rodrigue
da Cruz ; 2 mezes.
Fregueza de Santo Antonio doBecife 30 de ju-
nho de 1855. Padre Leonardo Joao Grego,
prioste.
Descarregam hoje 10 ie julho.
Brgue inglezlicerlonmercadorias.
Brigue brasileiroElvirao resto.
Importaca'o.
V; por nacional Imperador, viudo dos portes du
sul, consignado a agencia, manifestou o seguinle :
1 volurae; a E. P.'Wilson & C.
1 lito ; a Jos Rodrigues do Souia Junior.
1c lo; a Salusliauo do Aquinu Ferreira.
1 caitoie ; a Manoel Antonio Moreira.
1 dito ; a Siqueira & Pereira.
1 dito ; a Novaos & C.
1 lito ; a Aranaga & Brvan.
1 lito ; a Malheas Aasli'n & C.
1 cito ; a Antonio Pereira de Oliveira Ramos.
3 Voluntes ; a Amorim & Irmios.
1 isixote ; a Jos Francisco Van na.
I lite ; a E. Wyall.
1 volmeJ D. G. Silveira Lobo.
1 tilo ; a E. Q. Malloso Ribeiro.
1 lito-; a M. A. Barroso de Mello.
1 c lo ; ao Dr. Monleiro Pdxoto.
1 dito ; ao primeiro lenle Luiz Salles de Oli-
veirc.
1 dito ; ao inspector E. Antonio los Santos.
1 dito ; a Guilhcrme Frederico de Sonza Car-
vallm.
1 dito ; a Seraphim Mnniz Brrelo.
1 bocel ; a Francisco Vaz Sddr Carvalho.
Ili He nacional oco Olinda. viudo do As,, con-
signado a Tasso Irmios, manifestou o scgoinle : ,
4fJcaixascera de carnauba em velas, 350 alquei-
res sal; a ordem.
CONSULADO GERAL.
Kem imenlo do dia 2 a 7. .... 8:2819831
Iden do dia 9....... 2:7829839
pequeas .
loros .......
Prancbas de amarello de 2costado* urna
a lonro......... a
Costadodeamarellode35a40p.de
c. e 2 yi a 3 de I..... 259000
a de dito usuaes....... i> 09OOO
Cosladinho de dito........ 99000
Soalho de dito........... 69000
Ferro de dito........... 49OOO
Costado de louro......... a 68000
CcsUdinho de dito ........ 59200
Soalho de dito........... 39200
Ferro de dlo ........ a 29200
1 cedro.......... 39000
Teros oVlatjubi.........quiotal 19980
Vara de parreira.........duzia I96OO
a agullhadas........ 19920
0 a quiris.......... a 19280
Em obras rodas de sjcupira para c. per 449000
1 eixos a d a 209000
M :lajo...............caada 9200
M'll.............. alqueire 19600
Pedra de amolar........ urna 9610
filtrar.......... a 69OOO
rebolos......... 98OO
Ponas de boi .......... cent 4JU00
Piassava...... '........raolhe 9320
Stlaou vaqueta. .'.......meio 29200
Sebo em rama...........(g) 54200
Pelles de carnero......... urna JO
Salsa parrlba...........@. 189000
Tapioca.............. 392OO
l".ibas de boi...........cont 9210
Sabio...............T> 9120
Epeiras de perperi........ama 9160
Vinagre pipa .......... 3O900O
Oibecas de cachimbo de barro. olbeiro 59OOO
MOVIMENTO DO PORTO.
Aucoi entrados no dia 9.
Porto, lendo arribado Ilha da Boa-Vista70 dias,
do ultimo porto 30, barca portuguesa Sania
Craza, de 322 toneladas, capilio Joao Carlos.Tei-
xeira, eqoipagem 18, carga vinho e mai gneros;
a Francisco Alies da Cunha & Compaohia. Pas-
sLiu-pr3a*-provliiei, D. Maria LeopoldtM
de Queiroz, 1 filho e 1 criada, JoiqutnTVieira d
Barros. Jos Thom dos Santos, Jos da Fonseca
Bom, Jos Ribeiro, Manod Dsmingnes. Correia,
Manoel Goncalves dos Sanios, Francisco Bernar-
dina de Souza Lobo, Frederico Alves, Henrique
Pinto Alves, Joio' Ferreira da Silva, Domingo
Gomes de Frias, Manoel Luiz Sirvaes. Antonio
Pereira dos Santos, Antonio Francisco, Manoel
Affonso, Jos Lopes, Antonio Cerdoso Urbano,
Jeo Manoel Alies de Azevedo, Jos Dias Vilella,
Albino Joto dos Santos, Menoel Jos, Jos Ro-
drigues de Azevedo Junior, Manod Thomaz de
Oliveira, Manoel Dias Martius, Antonio Joaquim,
Seraphim Joio de Carvalho, Simio Joio de Car-
valho, Jos Affonso.
Cnrdiff43 dias, brigae ingles Lord Mardingeo,
de 270 toneladas, capilio Citarse, eqoipagem 11,
carga carvio de pedra ; a Adamsou Howie &
Companbia.
iVac'o salados no mesmo ut,
Em coramissofjjjgaw barca de goerra braileiro
aHamaraca, cummandante o 1. teneate Pedro
Thom de Castro Araojo.
Kio de JaneiroPatacho brasileiro aValenlen, ca-
pillo Francisco Nicolao de Araujo, carga assacar.
Lisboa e portes intermediosVapor porluguez al).
Pedro II, commandanlo Joaquim Virgas do O".
Passageros desla provincia, Manoel Nones da
Silva, Manoel Loix Goncalves du Fonle, Luiz
Francisco Monleiro, Jos dos Santos, Jos Anto-
nio de Mendtjpca, 4 meninas e 2 meninos, Ma-
noel Pereira Reis Junior, Flix Nelto Firmano
Moreira, Jos da Cunha Coolinho Jnior, Anto-
nio Baptisla Noguera, Antonio Loiz Fernandes,
Bernardino Antonio Ramos, Joaquim Jos Alves
e sua senhora.
EDITAES.
(ttimt MCAIM)
THEATBO DE SANTA ISABEL.
Algumas reftcxdit ainda sobre a futura empreza.
Moilo ie lem dlo a respeito dos prelendenles 11
futura empreza do theatro de Santa Isabel.e o gover-
no da provincia, a quem compele a escolha de om
delles, sem duvida, prepara-se est hora, pira dar-
nos um emprezarin de affeijes publica, e que ga-
ranta urna companbia de bons e escolhidos artistas,
Os quaes atlraiam a atlenjo o a concorrencia dos
esneclailorcs. Antes, porem, que a presidencia de
o seo ultimtum.convm ainda expor ligninas re-
flexes acerca dos diversos concorrenles referida
empreza.
0 Sr. Lucci quer o edificio do Iheatro por 8 an-
uos para o desfrutar a seu bel-prazer : lem cantado
o governo com projeclos *phantasmagorcos ; reserva
para si um plano occullo, que ninguem eonhece,
nem lalvcz ello proprio, o qual lhe ha de dar mun-
dos e fundos ; invena na sua frvida imaginajio
compauhias dramticas, Ivricas, dausas, jogos, etc.,
etc., por fim v se embararado, com urna ridicula
lianca que o governo lhe peile ao cumprimenlo de
lanas prnmessai, e que elle por insuficiencia, nio
pode prestar, dando assim urna pequea amo-Ira da
impossbilidade cni que mais larde biva de encon-
trar-sc para por m aceito os sonhoi de sua ardente
phanlasia.
A companbia dramtica, islo he, os Srs. Bezerra,
Monleiro, Costa, Mendes, Sena, Gentil, Sania Rosa
e I.ihoa,requercra lambem aneciados a empresa do
Iheatro. Ora, dentro esia masa deactores, podemos
apenas tirar os Srs. : Monleiro Coda, qae no ge
11:0649670
DIVERSAS PROVINCIAS.
dein imenlo do di2a7..... 6719862
dem do da 9....... 2819183
9539Q4S
RECIBEDQR1A DE RBNDAS INTERNAS GE-
RA8S DE PERNAMUUCO.
Iteni'imeolo dodia 2a7.....10:3819496
dem do dil 9....... 8729505
11:2543031
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimentodo da 2 a 7.
dem do da 9 ...
21:1829*23
3:4719651
21:654*074
PAUTA
dos precos c'orrtnlet do atsucar, algoo, e mais
, general do paiz, que se despachara na mesa do
consulado de Pernombuco, na semana de 9
a 14 de julho de 1855.
Assucar emcaxas branco qualic ade
?
*
2.
i>
l B
1 n mise........."
r. bar. esac. branco.......
, mascavado.....
n refinado ..........
Algcdio em pluma de 1." qualiiladc
r i) 2. Ato
3.

em carojo......
Espirito de agurdente .
Agurdenle cachaja.....
a ile canil.1 .
reitiUda ranada
caada

9
9
2*600
19600
39200
69400
69OOO
59600
I36OO.
9600
9*20
9180
480
O bario da Boa Visla, hachare! em mathemalicas
pela Universidad de Part, coronel do estade-
j- maior de primeira classe do exerdlo, cavallciro
da ordem mililar da S. liento do Avz, comuien-
lador da ordem de Christo por S. M. Fidelissi-
ttia, dignitario da imperial ordem do Cruzeiro,
senador e grande do imperio, commandaole su-
perior da guarda nacional da capital da provincia
de Pernambnco, e presidente do conselho de re-
vista da mesma guarda, par S. M. I. etc.
Fijo saber, qoe na teccelra domioca do presente
mez (15 do corrente ) se reunir o conselho do re-
vista da guarda nacional, como determina 1 segunda
parle do artigo 25 do decreto n. 1130 de 12 de mar-
;i de 1853, na sala dassessoesda cmara municipal
desla cidade, a 10 horas da manhia, na cont'ormi-
dade do arl. 44 das inslrocjOes n. 722 de 25 de ou-
t-jbro de 1850, afim de lomar conhecimento dos re-
cursos que versarem sobre os case no irt. 33, e que
forem interposlos pela maneira determinada no arl.
38 das ditas inslrocjOes.
E para constar a qoem convier, mandei expedir
e lilacs, que serio alisados nos lagares raaii publi?
eos desta cidade, e publicar pela imprensa.Becife
9 de julho de 1855.Baro da Boa-lista.
O Dr. Custodio Manoel da Silva GairaaraV, jais e
direilo do civel e commercio, desla cidade do Re-
cite, e sea lermo porS. M. I. e C, etc.
Fajo saber aos que o presente edita! virem
n i delle noticia liverem come Antonio Roberto,
commerciinte cslabelecido nesta cidade me dirigi
por esc ripio a pelijio do Ibeor seguinle:
Diz Antonio Roberto, commerciinte eilabelecido
nesla cidade, liqnidatario da firma Dider Roberto
& C, que sendo elle eredor por (dolos de ledras, e
coutas de livro dos devedores que ie seguem ;
Lznacio Pereira d Castro, ama ledra da quimil de
2059, vencida em 30 de nnvembro de 1835; Fran-
cisco Ferreira de Mello, urna ledra de 1119, vencida
era 30 de novembro de 4836 ; Antonio Aniceto da
Silva, un, ledra da quanlia de 34198*0, vencida
em 29 de marjo de 1840 ; Malinas de Sooza Aze-
vedo, urna ledra da quanlia de 429600, vencida em
30 de Janeiro de 1810 Antonio Gomes Pereira,
ama ledra da quanlia de 429920, vencida em 30 de
Janeiro de 1836 ; Manoel Germano Ferreira Lo<-
lisa, ama ledra da quintil de 2:9009, vencida
em 30 d outubro de 1837 ; Ballhaaar Ferreira de
Mello, ama ledra da quanlia de 2469, vencida m
30 de oulobro de 18*7 ; Antonio da Cosa Leal, .
ama ledra da quanlia de 2329660, vencida em 30
du agosto de 1837, conla de livro 379760 ; Jos Ma-
ria dos Sanios Cavalcanli, urna ledra da quauta da
1I59680, vencida em 30 de novembro de 1837 ; Pe-
dro de Alcntara, urna ledra da qnantia de 1089560,
vencida em 30 de'novembro do 1837 ; Antonio Jor-
e Guerra, urna ledra da quanlia de 1869820, ven-


DIARIO DE PERM1BUCO TERCA FEIRA 10 QE JULHO st 1855

fr

i
-
/~
cida em 30 Je dezembro de 1837 ; Gil .ale Freitat
da Cusa, orna ledra Je quanlii de 1443, vencida en
31 de julhodel837;Aleiandre Jes* Barbosa, orna
lettra di qaanlia de 132400, vencida ero 30 de
marca de 18:17 ; Jote da Cosa Cabcrudo Jnior,urna
lellri da qaintia de 7649080, vencida em 31 de
agosto de 1837 ; Domingo da Silva Nabo, ama let-
tra da qaanlia de '.03)920. vencida ero 31 de 'oulu-
bro de 1837 ; Vicente Joaqaim de Brilo Lira, 3 lat-
irs de 3008 cada, una, vencidas era 31 de roaio de
1838; conta de llvro38*420, em novembro de 1837;
Damiao Soires, urna lettra de 1008, vencida em 90
de dezembra de 1838 ; lote dos Santos Vasconcelos
Jnior, ama lettra da qaanlia de 7.W-80, vencida
em 30 de selembro de 1838 ; coala de livro 69840 ;
Pedro Clemente de Abreu, 2 letlras de 5719020 cada
urna, vencida em 31 de marco de 1850 ; Antonio
Luir Bezerra, urna letlra de 50, voncida em maio
de 1839 ; Jos Gomes de Oliveira. ama lettra do
2109040, vencida em agosto de 1841 ; eoota de livro
59 ; Antonio Jos Franco, urna letlra de 179, ven-
cida em 31 de marco de 1841; Antonio Candido 1U-
beiro, nma lettra de289, vencida cm 30 de selem-
bro de 1*42; Dioniio Gomes da Silva, una letlra
da quantia da 399780, vencida em 28 de abril de
1841 ; Francisco Pessoa de Mello, ama lettra da
quantia de 7933660, vencida em 28 de fevertiru de
1838 ; Simio Pereira do Asavedo, letlras .no valor
.le 3:2l79420,venci4as em 30 de novembro de 1837;
Antonio Thumaz de Carvalho, urna lettra de
179700, vencida a 11 de abril de 1839; Mauoel
Alves Chaves, ama lettra de 3129220, vencida em
7 de junbo de 1838; Jos Francisco das Chagas, urna
lettra de 1309640, vencida em 30 de selembro de
1848 ; Emilio Antonio de Figtieiredo, urna lettra
da quantia de 3109140, vencida em 28 de oulubro
de 1839; Malhias Vieira de Oliveira, ama lettra da
quaolia de 2349800, vencida em 15 de dezembro de
1837 ; Leonardo Bezerra da Silva Cavateanti, ama
latir da quantia dol:0879t40, vencida em 28 de
selembro de 1842; Pedro Tenorio do -Aojo, ama
eltra da quantia de 1:8119032, vencida em ouibro
do 1841 ; Feliciano Gomes Pedros, nma| letlra" da
qaanlia de 605320, vencida em dezembro de 1842;
Manoel de Medeirot Rocha Jnior, ama letlra da
quaolia de 849150, vencida em 7 de dezembro de
1843 ; Manoel Jos de Agniar, ama lettra da quan-
tia de 5009, vencida em 30 de marco de 1845; Chris-
lav.lo Jos Cavalcanti, urna ledra daqaantia i encida em 30 de mai* de 1815 ; Manoel de Medei-
tos Rocha Jnior, ama letlra da quaolia de 469720,
vencida a 27 de Janeiro de 184-1, coala de livro
1179430 ; Manoel Cibral de Vasconceltos Jnior,
orna ledra da qaanlia de 265:280, vencida em 4 da
dezembro de 1848 ; Antonio Jos de Aguiar, urna
ledra vencida a 2 de marco do 1848, da quaolia do
419660 ; Antonio Paes conta de livro 28S&10, juntad
ele 1836 ; Jos da Costa Alboquerqun Mello. conU
de livro 709120, em 9 de maio de 1836; Jos Cecilio
Cirneiro Monteiro, conla de livro 79780, em 8 de
abril de 1839 ; Uerculano Antonio Jos, conta de
livro 219260, em 20 de agosto-de 1836 ; Fre Tho-
maz ex-prior do Carmo, conla do livro 619560, em
asosto de 1838 ; Francisco de Paula Silva, conla de
livro 229040, era abril de 1838 ; Antonio Louren-
ro Tavares Jun>or, conta de livro 48Vcni outubro
de 1837 ; I.HU Bento Ribeiro, conta de livro de
69560, em 23 de dezembro de 1838; Castao A ura-
liano de Carvalho Couto, eor.la de livro 109200, em
fevereiro do 1838 ; Braz Antonio da Cunha, conla
de livro 499860. em junho de 1838; Jos Francisco-
cunta de livro 229140, em morco de 1838; Joilo
alendes, conta de livro 139720, em maio de 1838;
Manoel Francisco, 99980, conla de livro em novem-
bro de 1838 ; Jos Pedro da Silva, do Brejo, conla
do llvro 169120, em oatobro de 1838 ; Joo Jos
do* Santo, conla de livro 18&240, em dezembro de
1838 ; Joao Braz, conla de livro 279700. em feve-
rciro de 1843 ; Pedro Jos Cardoso, conta de livro
3:19240, em oatobro de 1839 ; Antonio Mnniz Pe-
reira, conta d livro 519060, ero abril de 1841 her-
li rot de Rufino Coelho da Silva, conta de livro
'.48880, em aelembro de 1841: Candido Emilio
Pereira Lobo, conta de livro 509120, em maio de
1.SM ; viuva de canta de livro 1129800, em jolho de 1851 ; lenenle-
(ronel Joto Valeolim Villela, conla de livro
3S9590, em jolho de 1841 ; Ovidio Goncalves, eon-
11 de livro 1699080, de 1842 ; Jos Bento da Cosa,
coala d* livro 129920, de 1810; Luil Pires Gervasio
lirreira, conta de livro150860, em 1842; Frao-
ci'co da Coala, conla de livro 929560, em 1839 ; Jo-
s Claudino l.eile, conta de livro 869020, de 1835;
Thoroaz de Aquino Pinto Bandeira, :onta do livro
1159580 ; Manoel Antonio Duarle, conta de livro
639, em onlubro de 1839 ; Autoniu Jote Gomes,
\
'* ilum |(|JLt*" "'""" em 13 do
J'KiqutitiTladdto Mi
J
r
i
i
,quim Claudio Monteiro 509, m 15 de junho de
1812 ; coronal Francisco Joaqaim Pereira Lobo 149,
em 27 de jolho de 1842 ; escrivo All i) de 219120,
era agosto de 1842; Jos Barbosa de Medeiros
6:!|720, em selembro de 1812; capillo Francisco
Lins. 139840, em dezembro de 1842 ; Antonio Jos
Francisco GnimarSes, conla de llvro ero 10 de mar-
jo Je 1842, 129040 ; Joaqaim Manoel Pereira de
Abreu, conla de livro 79400, em 17 de abril de
1843 ; Jos Maria de Vascooeellos Bourbon, catta
de livro 1049300, em 3 de dezembro di 1843 ; Jo-
quim Coelho Cinlra, conla de livro 32J), era agosto
di 1844 ; Manoel Luiz Viriles 379400, em 1814;
vjava do Manoel Marlins Ribeiro, conta de livro
'J919790 em 1844; viava do SebasliSo Jos 8o Reg
Albnquerque 689, cm 27 de favereiro de 1844 ; Pa-
(ficlo Jos Tavares d VascdflpUos conla de livro
2.'>S760, em 46 de dezembro de 1813 ; Antonio Jos
di; Aguiar, coala de livro 329060, em ielembro do
1847 ; l)r. Jos Theodorico Gomes, conta de livro
3l, em 22 do jolho de 1844; Antonio Carnciro Ma-
chado Rio, conla de livro 669200, em selembro de
1814; Jos Antonio Paz, conta de Uvro 238, em 13
do dezembro de 1844; Jos de Atiorim Lima
1149400, em dezembro de 1844; Dr. Eslolano de
Paula Gome dos Santos 39, em 1815 ; Silvano Tilo-
ma/, de Souza coala de livro 499830, m novembro
dt 1816; Marcolino Alves Villela, 359, em j unho de
1849; Jos Correia ~ de Araujo, coala da livro
759800, em junho de 1849 ; Manoel Antonio Ri-
beiro, contada livro 1309230, em oulubro de 1844 ;
Malhias da Albnquerque 829480, em 20 de dezem-
Iro de 1844; Tiburlino Pinto Jde Alineada Jnior,
499300, em junho do 1843 ; Dr. Souza liomes, cun-
t de livro 21J60U, em dezembro de 1847; herdei-
r 3i de Julo Mauricio de Oliveira Mtciel 2879060,
en abril de 1847 ; los Theodoro de Sena, conla
d ; livro 9239140, em Janeiro de 1848 ; Jos Ignacio
i llendonca, pona de livro 1699, em dezembro de
818 ; Americo Jos Lias Wauderley, conla de li-
vro 159, em 25 de agosto de 1846 ; Joaquim Fer-
nandos Gama, conla de livro 10J, em 4 de selem-
bro de 1846, E como o mesmo deve lores des-
cralos silo de tilaloj j vencidos ha temro,eso arham
uienle e em parte nao sabida e incerU, e adian-
do-se protimo a expirar o termo marcado pelo ca-
digo commereial para a prescripc,ao dos referidos
titulo, vem por aso o supplicanle requerer a V. S.
para nao licar prejudicado o seu direito, mandar
tomar por termo o protesto dai referidas letlras, c
cuntas de livros, sendo o dito protesto intimado por
edito ao supplicidos, de conformidade com o ilis-
poalo no arl. 391 do decreto n. 737 do 25'de no-
vnibro de 1850, afim de ser interrumpida a pres-
cri|)cin na forma do direilo, e uestes termos pede
V. S. Illm. Sr. Dr. juiz do commerclo assim Ihe
delira. E R. M.Antonio Roberto.
^iada mai te continha em dita pelicSo, a qual
sendo-me apresenlada nella dei mea despacho se-
grale :
Distribuida; como requer. Recife 30 dejando de
1855..Silca Quintaran.
Hada maisse contiuha em dilo mcu despacho, em
vi Cade do qual o scrivao a queni foi lila petico
distribuida lavrou o seguate termo de protesto :
Aao 30 de junho do 1855 nesla cidade do Recife,
peanle mim e as leslemunhas abaixo assignadas,
.lis;* Antonio Roberto, como liquidalario da Ijrma
do Dedier Roberto & Companhia, quo prolestava
como de Tacto protestado lera na forni.i declarada
era toa pelirao retro contra ai penoas na mearan
declaradas, e de como disse a p.-otestou na forma
di dita elirai relro, quefica sondo.parle do presen-
t' issignoii com as leslemunhas abaixo declaradas.
En 'Joaquim Jos Pereira dos Santos, escrivo o es-
crevi. Antonio Robeno.Antonio da Silva Per-
soa de Mello.JoSo Cactann de Abren.
Hada mal se conlinha em dito prolesto. E na-'
vxindo o suppliaante provado com "as teslemonhas a
ausencia inceileta da residencia dos supplicados,
e fiawdo-me o escrivo respectiva o aalos condu-
tal nelles dei o despacho do Iheor seguinle :
Julgo por tulenca e casias a jastifciirao folhas,
mando que se proceda a eilacao edilal requerida
Recife 3 de juldo de 1855.Custodio Manoel da Sil-
va Guimaraes.
Nada mais te conlinha em dita minha senlenra,
em virtude da qual o respectivo scrivao fez patsar
a presente carta da edita, pela qual lie i por Inti-
mados todos os supplicados supra declarados por
lodo o conleudo da peliriio e protesto nesta insertos,
a flm de nterrnmper-se a prescripcao dos dbitos
nesla mencionado, e poder o supplicante haver dos
ditoi lupplictdos ou da qoem do direilo for, tuas
rospeciivas impurtaacas, pelo que Inda e qualquer
pessoa, amigos e condecidos dos referidos supplica-
dos os poderao fazer scienle do que cima fica ex-
posto. O presente sera publicado pela imprensa, e
afiliado pelo respectivo porleiro no lugar do c'os-,
lame.
Dado e passado nesta cidnde do Recife de Per-
nambuco em 6 de julho de 1855.Eu Joaquim Jos
Pereira dos Santos, escrvSo o subscrevi.
Cusi lio .Manoel da Silva Guimaraes.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Guimaraes, juiz de
direilo da primera vara do commercio nesta ci-
dade do Recife de Pernambuco, por S. M. I e C.
etc. ele.
Fajo saber aos qae a presente carta de edilos
virem, Jcomo Jos de Medeirot. Tavares por seu
bstanle procurador roe dirigi por escripto a peii-
riu do theor seguirte :
Diz Jos de Medeiros Tavares, |por seu bastante
procurador, que lhe sendo devedor Joaquim Jos de
Oliveira da quantia de 4209, proveniente 'de dua
ledras vencidas, urna da quanlia de 2129 e oolra da
quantia de 2089, as qnaes esiao ha mnilo vencidas,
e Ismbem llie sendo devedore Francisoo Luiz Gon-
calves urna ledra da quantia de 50$, e Jos Fran-
cisco Carneiro Monteiro um documento de209, Do.
mingos Jos de Miranda orna ledra de 1:0009, Fran-
cisco Laiz de Carvalho um documento de 1009,
Pedro do Reg Meirelles um valle da quanlia de
3039340, Joo Pire Enmura urna ledra de 2009.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brilo um valle de
169, Antonio Caelano Vieira urna ledra de 529 Jos
Fernandas Jorge saldo de urna uypotheca 1009, e co-
como os supplicados esto ausentes em parles ro-
ceras e n3o sabidas, e estando a espirar o lempo
marcado pelo cdigo paraa prescripcao .das referi-
das ledras e documentos, por isso requer a V. S.
o supplicante para nao ficar prejudicado em seu di-
reito se digne mandar lavrar por termo de protesto
das referidas ledras e documentos, sendo estes inti-
mados aos supplicados por editaes na forma do arl.
391 do decreto a. 737 de 5 da novembro de 1850,
afim de ser oterronipid a prescripco ; porlaulo
pede a V. S. Illm. Sr. Dr. juiz do civel e commer-
cio da p/imeira vara Ihe delira.E recebera mer-
ce.Advog.ido, Brtlo\\laccdo.
Nada mais se conlinlia e nem se declarava exis-
tir alguma cuusa em dita petidlo aqui copiada, a
qual sendu-me apresenlada nella dei o mea despa-
chado do theor scguinle :
Dislribaida ; como requer. Recife 26 de junho
de 1855.Silva Guimaraes.
Nada maisse conlinha e nem se declarava ontra
cousa em dilo despacho aqui copiado, em virtude
do qual foi dislribaida ao scrivao que esla subs-
creveu.de que lavrou termo de protesto do Uieor
seguinle :
Aos 26 de junho du 1855, nesla cidade do Recife,
em raeu otcriplorio veio Antonio Domingues da Al-
meida Pocas, procarador bastante do applieante,
Jos de Medeiros Tavares, e disse em presenca das
leslemunhas abaixo assignadas, qae el|e prolestava
contra os supplicados por todo conleudo da pelico
Tetro e na conformiiiade do meslo protestado lem
afun de produzir o ilevido elTeilo. E como atsira
o disse e protestoa fiz este termo em que atsigno-
com ditas leslemunlias. Eu Pedro Tertuliano da
Conha, scrivao o escievi.Antonio Domingaes Al-
meida Pojas.Domingos Barbosa Rodrigues.Fran-
cisco de Oliveira Mello e Silva.
Nada mais se continha e nem declarava ontra cou-
sa em dilo proUslo aqui copiado, depois do que
produziodo o supplicante suas leslemunhas, sendo
sellados os autos e sablindo ,i minha conclusos, nelles
dei a senlenra do Iheor seguinle :
Julgo por senlenra e cusas a jusfificac.ao folhas, e
mando qne te proce la a cilar.io edital requerida
Recife 3 de julho de 1855.Custodio Manoel da Sil-
va Guimaraes.
Nada mais se conlinha em dita senlenra, em vir-
tud* da qual o cscrivo, que esla tabscrevea fez
passar a presento carta de editas com o prazo de 30
dias, pelo theor da qual chamo, intimo c hei por
intimadosjaos supplicados Joaquim Jos de Oliveira
o i,iri|gjjfeq'f. qnr lodo co:itedo_na pelirao e
prolesto supra transen ii que comparefam
nette juizo dentro do re prazo por si ou por
seas procuradores sob pe evelia. Pelo que to-
da e qualquer pessoa par _____misos e conliecido
dos dilos supplicados pode|>a',,JtTO.scicunte.^do_gue
cima fica exposlo, *-o"porleiro do juir.o alUxar.i o
prsenle pela ir>preiiu,
Dada e pauada nesta eidade do Recife de Per-
namboco aos 6 de jolho de 1855. Eu Pedro Tertu-
liano da Cunha, escrivo subscrevi.
Custodio IHaaoel da Silca GuimarOe*.
O Dr. Custodio Manoel da Silva GuimarJe, juiz de
direitu da primeira vara do civel e commercio
nesla cidade do Recife o seu lermo, por S. M. I.
e conittucional que Dos guarde etc.
Faco saber aos que a prsenle carta de edilos vi-
rem, em como Brunn Praeger fi C, me dirigirn)
por escripia a pelicio do Iheor seguinle :
Dizera Brunn Praeger & C, como iiquidalarios
da firma de Kalkmaun& Roseinund.qoe sendo a mes-
ma credora das ledras seguinle : ama de Antonio
Viceole do MagalhSej, vencida em 11 de dezembro
de 1841, da quantia do 2439115 ; outra dita do mes-
rao, vencida em 24 de novembro do referido anno,
na importancia de 190M60 ; oulra do mesroo, ven-
cida em 9 de abril de 1842, de 7269299 ; urna do
Antonio Dias Ferreir, vencida em 12 de oulubro
de 1842, de 6389605 ; e olra de igual quaolia, ven-
cida em 12 de novembro do mesmo anno, urna de
Antonio.Rodrigues Chaves, de 6219890, vencida em
4 de maio de 1843 ; ama de Joaquim Jos Macha-
do Pimenlel, de 7459300, vencida em 29 de Janeiro
de 1843 ; urna de Loi Antonio .Monteiro da Fran-
ca, de 1329, vencida.em 27 de novembro de 1813 ;
ama do Antonio Joaquim Botclho, do 1649, venci-
da emde junho de 1815 ; oulra do mesmo, de
1469200, vencida o 19 de jullio de 1845 ; mais oulra
do mesme, de 1649, vencida em 5 de senlembrode
1845 ; e oulra anda i!o mesmo, de 005, vencida em
21 de maio de 1845 ; urna, de Antonio Moreira de
Almeida Leal, de 2869968, vencida em 31 d mar-
co de 1852; urna de Antonio Bernardo Cavalcanli(
de 1169400, vencida em 19 de julho de 1841 ; oulra
do mesmo, de igual quanlia, vencida a 19 de oulu-
bro do mesmo anno ; outra do mesmo, de 609400,
vencida a 7 de Janeiro de 1842 ; oulra do mesmo, de
dita quantia, vencida cm 7 de outubro de 1841 ;
urna de Francisco Nunes Correia, de 789500, ven-
cida em 21 de maio de 1810 ; outra do mesmo, de
igual quanlia, vencida cm 21 de fevereirode 1840 ;
urna de Jos Tavares da Gama, de 4389, vencida a
28 de dezembro de 1810 ; outra do mesino, de........
12JS9798, Cencida em 31 de dezembro de 1810 ; ou-
tra do mesmo, de 1349, vencida em 12 de fevoreiro
de 1841, oulra do mesmo, do 3119800, vencida em
11 de marco de 1841 ; outra do mesmo, do 4389,
vencida em 28 de marco de 1841; outra do mesmo,
de 1349, vencida em 12 de mais de 1841 ; oolra do
mesmo, de 1289799, vencida em 31 de abril de 1841;
oolra do mesmo,'de 3119800, vencida em 11 de ju-^
nho de 1841 ; ume de Joao Baptista da Silva, de"
7839172, vencida em 17 de marco do 1841 ; ama de
Francisco de Paula Cavalcanti, de 1:6139589, ven-
cida eU 14 de oulubro de 1851 ; querera os meamos
supplicanles protestar judicialmente, sendo este pro-
testo intimado por edilos, por serem ditos devedorea
ausentes, e de residencias incerlas, para que conste
ossupplicados uao corram prescripcao dilot dbi-
tos, Iiidn segundo o determinado no 3. do artigo
453 do cdigo commereial.
Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz do commercio da pri-
meira vara assim Ihe defira.E R. M.Alcoforaio.
Nada mais se conlinha em dila petic,ao, a qual sen -
do-me apresenlada nella dei o despacho segonle:
Dislribaida; como requemo. Recife 22 de junho
de 1855.Silva Guimaraes.
Nada mais se continha em dito meu despacho, em
virtude do qual o scrivao Santos, a quem foi dito
pelicno dislribaida, levroa o lermo do protesto da
theor seguinle:
Aos 22 dejando de 1855, nesta cidade do Recife,
perante mim e as lealemanhas abaixo assignada,
disse o solicitador Miguel Jo9n de Almeida Pernam-
buco, como procurador bastante do Brunn Prat-
ger&C, na qualdade de liquidalario da firma de
Kalkmann & Rosemund, qae prolestava como do fac-
i protestado tem por seusconstituintcs, contra An-
tonio Vicente de Magalhaes, Antonio Dias Ferreira
e outros declarados na pelirao retro, pelas razes na
mesma expendidas, e do como disse e protestou na
forma declarada na .lila pclic.io relro, que fica sen-
do parte do presento, assignou com as leslemunhas
abaixo declaradas.
Eu Joaquim Jos Tereira dos Sanios, escrivo o
escrevi.Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Antonio da Silva Pessoa de Mello. Joao Caelano
de Abreu.
Nada mais se conlinha em dilo protesto. E em
virtude do dito meu despacho o respectivo escrivo
fez pastar a presente caria do edilos, pela qual hei
por intimados os devedores mencionados na dila pe-
lic,5o nesta incorta, do contedo da mesma, e do
prolesto, para effeito de nlerromper a prescripcao
dos dbitos cima declarados : pelo qae todos o p-
renles, amigos e conhecidos dos dilos ausentes o po-
derao fazer scieules de ludo quanlo fica exposlo.
Dar e passada nesta cidade do Kecife em 23 de
junKo-fle 1855. Eu Joaquim Jos Pereira dos San-
tos, escrivo o subscrevi.
Custodio Manoel da Silca Guimarae*.
O Illm. Sr. inspector da Ihesnuraria provin-
cial, em cumprimenloda ordem do Exm. Sr. presi-
ento da provincia de 2 do corrcnle, manda fazer
publico,que nodia 2 de agosto prximo vindouro.pe-
ranle ajunlada fazemla'da inetma thesoararia se
ha de arrematar a quem por menos fuer a obra do
14. Unco da eslrada do sal, avaliada em 16:5009000
A arre malario ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematarlo,
comparecam na sala das sesses da mesma junta,
no dia cima declarado pelo meio dia competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
buco 7 de julho de 1855.O secretario,
A. F. d'Annunc'aen.
Clausulas etpetiats para a arrematacao.
1. As obra do 14 lanro da estrada do sul far-se-
hao de conformidade com o orcaracnto, plaa e
perfis approvados pela directora cm conselho e ap-
presentados a approvac.io do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 16:5009000.
2.a O arrematante dar principio as obras no prazo
de om mez, c as concluir no de 11 mezes ambos
contados na forma do artigo 31 da lei provincial n.
286.
3.* O pagamento da importancia da arrematacao
verificar-se-ha em 4 prcstac<5es iguaes, coja ulti-
ma ser paga na occasiao da entrega definitiva, e as
uutras correspondero a cada terco das obras.
4." Melade do pessoal empregado na obra ser de
Irabalhadores livres.
5." O prazo de responsabilidade ser de um auno
durante o qual o arrematante ser obrigado a raao-
ler a eslrada em perfeilo estado de conservarlo.
6. Para Indo o que nSo se adiar determinado
as presentes clausulas.nem no orcameqlo seguir-se-
ha o que dispiio a reipcilo a lei o. 286.
ConformeO secretario, Antonio F. d'Annun-
clacao.
O Illm. Sr. inspector da Iheso'iraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia do 2 do correte, manda
fazer publico, que no dia 2 de agosto prximo vio
douro, peranle a junto da fazenda da mesma thosou-
raria se ha de arrematar, a quera por menos fizer, a
obrado 2." lanro da estrada de Muribeca, avaliada
em 10:0109000.
A arrematarlo ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anno lindo, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas qae so propozerem a esla urremalarUo,
comparecen na sala das sesses da mesma junta, no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o piesentc e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Pernam-
buco 7 de julho de 1855. O secretario, Antonio
Ferreira da .tnminciaro.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. As obras do 2. lanQo da rnmifienrao da estra-
da de Muribeca far-se-bio de conformidade com o
orcamento e perfis approvados pela directora em
conselho e ^presentados a .ipprovac.lo do Exm. Sr.
presidente da sjkxdvincia, na importancia de .........
10:0109000 rs.
' 1' O arrem ante dar principio as obras no
praan iltl natU.,' 'Uvrr rnnrlni4as no de oito
mezes, ambos contados pela forma do arl. 31 da le
a. 286.
* 3.a O pagamento da importancia da "arrematacao
realizar-se-liucm 4 preslarocs iguaes cojaaltima|ser
paga depois da cnlrega definitiva e as oulras corres-
pondern n cada (erro da obras do lanro.
4. O prazo da responsabilidade ser de um anno,
icando durante esic prazo o arrematante obrigado a
conservarlo latido sempre em bom estado.
5." Melade do pessoal da obra lera de gente
livre.
6. Para ludo o que nao aa achar previsto as pre.
senlet clausulas, yem no nrcarnelo, segair-se-ha o
qae dispOe a respeilo a lei n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. Inspector da thesoararia provin-
cial de Pernambuco, cm cumprimenlo da ordm do
Exc. Sr. presideute da provincia de 5 do crranle,
manda fazer publico que no dia 26 do mesmo, pe-
ranle a junta de fazenda da mesma lliesooraria, e
ha de arrematar, a quem por menos fizer.a obra dos
concert da ponte da villa de Igaarast, avaliada
em 44O9000 rs.
A arrematacao ser feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do auno fiado, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
At pessoas que so propozerem a esla arrematarlo
comparecam na sala das sestees da mesma junlaano
dia cima declarado pelo meio dia competentemen-
te habilitadas. -,
E para constar se mandou affixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcram-
boco 7 de julho de 1855.
O secretario,
Antonio Ferreira da An'nuncianw.
Clausulas especiaes para a arremalarao.
1. As obras para os reparos da ponto da villa de
Iguarassi, serao feilas de conformidade com o orna-
mento, approvatju pela directorlia^em conselho, e
apresentado a approvacao do Exm. Sr. piesidenle
da provincia, importando na quantia de 4409000 rs.
2.a Eslas obras piincipiarao no prazo de 15 diase
lindaran no de 3 mezes, ambos contados como deter-
mina a lei provincial n. 286.
3.a O pagamento desla arremalarao ser feilo cm
urna t prestara.', quandn todas as obras esliverem
concluidos, o recebida definitivamente pela reparti-
rn das obras publicas.
4.a Para ludo o mais que nao csliver mencionado
neslas clausula, seguir-si lia o que determina a lei
cima citada.
Conforme. O secretorio, Antonio Ferreira
d'AnnunciacSo.
O Illm. Sr. inspector da Ibesouraria provincial,
em cumprimenlo da resolnrau da junla da fazenda,
manda fazer publico, que a obra dos reparos precisos
a casa da cmara municipal e cadeia da eidade Olin-
da, vai novamenle a [iraca no dia 26 do corren te.
E para constar sa mandou affixar o presento e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Pernam-
buco, 7 de julho de 1855.
O secretario.
Antonio Ferreira d'Annunctarao.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commeudador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direito especial
do commercio da capital do Recife provincia de
Pernambuco por S. M. o Imperador, que Dos
guarde, etc.
Faro saber, em virtude do disposto no arl. 11 do
decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851, que acha-se
vago o officio de escrivo, qae, vista do arl. 59
do decreto n. 1597 do 1. de maio ultimo, tem de
servir peranle o juiz do direilo especial do commer-
cio desla comarca, e convida todas as pessoas que
prelenderem dilo olTieio a apresenlarem os seas re-
quermentos no prazo de 60 diat, contados da dala
do presento.
para qne clieguo a noticia de lodos raandei afil-
iar le edital nos lagares do coslurae e publicar
pela imprensa.
Dado e pastado nesla cidade do Recife aos 10
julho de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivo interino do commercio, o escrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
O Dr.Custodio Manoel da Silva Gnimaraes, juiz de
direito da 1. vara do commercio, neala cidade do
Recife de Pernambuco por S. M. I. e C. que Dos
guarde etc.,
Faco saber ao quo o presente edital virera e
delle noticia tiverem, que Jos Antonio iBaslo, me
dirigi por escriplo a pelic.no do Iheor seguinle :
Diz Jos Antonio Basto, negociante matriculado
nesta cidade, qae pretendeado evitar a prescripcao
dos ttulos de crditos constantes ida relar.lo junla
cujus devedores sao moradores fura da comarca, sem
que o snpplicanle saiba da morada certa delles ;
vem requerer a V. S. se digne mandar lomar seu
protesto por lermo e admittir osuppllcanle a justifi-
car a ausencia e incerteza' do lugar eaa que moram
'os supplicados, pasando-se depois caria do edilos
com prazo de 30, afim de serem cilados por ella os
supplicados devedores constante da relcelo, para
que liqucm inleirados da iuterrupcao dos seu ltalos
de dbitos na forma do arl. 453 3.
Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz do commercio
dei'- rmenlo.E R.Mc.Manoel Pereira Magalhao
Distribuida ; como requer. Kecif 26 de junbo
de 1855.Silva Guimaraes.A Baplista.Oliveira.
lii lac.lo dos crditos e mais documentos perlencen-
tes a Jos Antonio Bailo, para protestar, afim de
nao prese re vem, a saber :
Ohrigacao i-le Manoel Pereira Nunes, vencida em
marco de 1852, enrrendo juros da lei e pagase! em
dinheiro de cobre 3639167 rs., dem de Joso Luiz
Salgado de Castro Accioli, vencida em 30 de novem-
bro de 1841. correndo o premio de 2 por ccnlo ao
mez desde 30 de abril de 1841, 854J5U ; dem do
pa.iie Jos de Mallos e Silva, vencida em dezembro
le 1812, coi-rendo premio de 1 por cenlo ao maz,
7I9360 ; idem de Joao Gomes de Mello, vencida em
Tevcreiro do 1833, correndo juros da lei 629355 rs. ;
idem de Raymuudn Bezerra Cavalcanti, vencida em
abril de 1833, correndo premio de 2 por ceulo ao
mez. 129080 ; dem de Antonio Burgos da Silva,
em fevereiro de 1833, correndo os jurosjda lei.......
299505 rs. ; idem de Joao Remigio de Souza venci-
da em dezembro de 1811, 209000 rs. ; um vale de
Marlinhoda Silva Costa, passado em 5 de agosto de
1847, 509OOO ; publica forma de um crdito de Ma-
noel Wenceslao de Araojo, vencido em selembro de
1835,correado juros da le, saldo de principal 499 rs.
Aos 26 de junho de 1855 nesla cidade do Recife,
de Pernambuco, cm meu escriplorio veio o soppli-
canlcJos Anlouio Basto, disse peranle "mim e as
leslemonhas abaixo assignadas q>Aj prolestava con-
tra os supplicados devedores referidos na relacao re-
tro na forma, e para o fim requerido na sua pelillo
tambera relro ; o do como assim o disse e protestou,
fiz este termo.que assignou com as testemunhae. Eu
Manoel Joaquim Baplista, escrivo interino o es-
crevi.Jos Antonio Bastos.Jonquim. Jos Silvei-
ra.Antonio de S Leiio.
E produziodo o supplicaate suas testemunhas pro-
v.111 lo a ausencia dos supplicados suhindu oa autos a
minha concluslo.nelles dei a senlenra do llioor se-
guinle :
Julgo por senlenra e casias a juslificacaua fulhas,
e mando que te proceda a cuacan edilal requerida.
Recife 2 de julho de 1855. Custodio Manoel da
Silva Gnimaraes.
Em cumprimenlo desta minha senlenra o escri-
vo interino Baplista pussou edilars, pelo theor dos
quaes chamo, cito e hei por cilados os supplicados
devedores cima mencionados por lodo o conleudo na
petico e protesto supra transcripto : pelo que toda
e qualquer pessoa, prenles, amigos e conhecidos dos
snpplicados devedores, Ihe poderao fazer scienle do
que cima fica exposto, eo porleiro do juizo aflixar
um dos prsenles edilaes na ptaca do Commercio, e
mitro na caa das audiencias, e se publicara pelo
jornaet.
Dado e pastado neala cidade do Recife da Per-
nambuco 4 de julho do 1855. Eu Manoel Joaquim
Baplista, escrivo interino o subscrevi.
Custodio \fanocl da Silva Guimaraes.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Guimaraes, juiz de
direilo da 1. vara do civel c Commercio, nesla
cidade do Recife de Pernambuco, etc.
Fajo saber ao que a presente carta de edilos virem
oro como Manoel da Silv Santos, me fe a pilic.lo
do theor seguinle:
Diz Mauoel da Silva Santos, que cxislindo no tea
poder as seguinlcs ledras, sendo urna de 136901)0 n.
aceita por Gadaolt & Irmao, em 29 de malo de 1850
a 4 mezes ; tres importando todas em 2009162 acei-
tas por W. Gadaull em 29ide selembro de 1850, a 6,
12 e 18 mezet ; urna de I2O9OOO aceita por Jacintbo
Jos do Amaral Aragao, em 4 de julho de 1851, a 2
mezes. e cedida ao sopplicanle por Joao Francisco da
Cruz ; ama do 1829600, aceita por Antonio-jote
Marlins, a Caelano Delfioo Muntciro de Carvalho,
em 21 de maio de 1849. e por este cedida ao suppli-
cante, e 3 aceitas por|Jo!o Hypolito deMeira Li-
ma,em 23 de selembro, 1851 sendo a primei-
ra ile 1689634. a 8 mezet, asegunda de 168J040
a 16 mezes, c a terceira de 1686645, a 24 mezes, cujas
ledras se acham vencidas, quer o supplicante pro-
testar judicialmente contra ditos devedores, para que
nao corra a prescripcio desemelhaiitcs dbitos, sen-
do dito protesto intimado por edilos, segando o de-
terminado no 3." do arl. 453 do cod. comn,, por
serem aqaeltes devedores ausentes e residencia a*
sabida, nesles termos.
Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz do commercio
defira.E R. Me. Advogado. 'Nunes de Oliv|
Distribuida ; como requer. tecife 28 de jal
de 1355.Silva Guimaraes.
Aos 30 de junhoMe 1855, cesta cidade do Recife
de Pernambuco, em meu cartorio veio osupplicanle
Manoel Luiz da Vciga. procurador de Manoel da Sil-
va Santos, e disse peranle mim e as testemunlias
abaixo asigiiaas,qiic protesta de conformidade com
a peticao relro, e de CUra assimjo diste fiz esle ter-
mo que se assignou o procurado'jlo proleslnnte com
as testemaohas abaixo assignada1-. Eu Manoel Jos
da Molla, eacrivao escrevi.Ma'nnel Luiz da Ve toa.
Faustino Jos da Fooceca.Jos Diat da SilvN-
E mais 10 nSo continha em dita pelirao, despacho,
distribuidlo e termo de protesto aquicopiados, em
virtude do qual produzio o supplicante suas tcslemu-
uhas, e subindo-me os autos conclusos, em vista
dees dei a minhasetitenra do theor se^niaU :
Jnlgo por senlenra e cusas a justificailjDlhas, e
mando que se proceda a citacau edital requerida.
Recife 4 de julho de 1855.Custodio Manoel da
Silva Gaimaraes.
E majase nao conlinha cm dita senlenca aqui co-
piada, em virtude da qual o escrivo que esta subs-
creveu mandou passar a presente, com o prazo de
30 dias, pela qual e seu theor se chama cilae cnii-
ma-sa aos supplicados devedores constantes de pcli-
can supra transcripta, para todo o ciiendo na peli-
jao e protesto sapra : pelo que toda e qualquer
pessoa, prenles, amigos e conhecidos dos suppli-
cados os poderao fazer scente do que cima fica ex-
poslo, o o porteiro do juizo aflixar a presento no
lugar docoslume e ser publicada pela imprensa.
Dada e passada nesla cidade do Recife de Per-
uambuco^os 5 de julho de 1855. Eu Manoel Jos
da Molla, escrivo o subscrevi.
Custodio Manoel da Silca Guimaratt.
O Illm: Sr. inspector da Ihcsouraria provincial
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia de 23 do correle, manda fazer pu-
blico que no dia 19 de julho prximo vindoaro, p-
ranlo a juntada fazenda da mesma thesooraria, te
lia de arrematar, a quera por menos fizer, a obra da
estrada da Magdalena, itto he, o 1." lanro da de
Pao d'Alho, avaliada em 72:3609000 rs.
A arrematacao ser feila na forma da lei provin-
cial n. ,'143 de 15 de maio do auno lindo, e sob a
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que te propozerem esta arremata-
rn comparecam na sala das sessOes da mesma junta
no da cima declarado peto meic dia, compelenlc-
mcnle habilitadas.
E para constar se mandoo afiliar o presento c
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesourariaaprovincial de Pernam-
buco 25 de junho de 1855.O secretario.
Antonio F. d'Aiinunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
\. As obras do primeiro lanro da eslrada de Pao
d'Alho,farse-do de conformidade com o orcamento,
plantase perfis.approvado pela directora em conselho
"presentados a approvacao do Exm. 8r. presidente
da provincia, na importando 72:3609000 rs.
2." O arrematante dru priucipio as obras no pra-
zo de dous mezes e as concluir 110 de dous aun is.
contados na forma do arl. 31 da lei provincial n.
286, sendo obligado a dar sempre transito ao publi-
co de p o carros.
3.a U pagamento da importancia da arrematacao
serfeilo na forma do art. 39 da lei provincial d.286,
sendo melade em apolices da divida publica, creada
pela le provincial u. 354, e a outra melade em
moeda correle.
4.a O arrematante deveri ler ao menos melade do
essoal do servico do gente livre.
5.' Para ludo o que nao se adiar determinado as
presentes clausulas nem no orcamento, seguir-se-ha
o que dispea respeilo n lei prbviitcial 11. 280.
Conforme.O secretario, A. F. da Annunciacao.
iolka
decla.ra45oes.
Hilario das pessoas multadas na subdelegada de
Santo Antonio no dia 21 de junho de 1855.
Ra da Cadeia.
Taberna n. 1(1.Jos Loile de S Cimba, mudado
em 89OOO rs.,-por Ihe serem encontradas azeilonas
corruptas. ,
Dila 11. 26 Joao Baplisla do Ramos Machado'
raulladq em 89000 rs., por Ihe ser encontrada man -
teiga corrupta.
Travcssa do Rosario.
Taberna n. Antonio Domingues de Almeida
Poc.as, multado em 169000, por die -seren encontra-
dos manteiga e bacalbo corruptos.
Itua do Rosario.
Taberna 11. Jorge Aususlo da Silva, mudado
em 49OOO rs., por falta de limpeza.
Travcssa doP.lixc-frlo
Taberna n.Braga & Medeiros.mullados em 8j000
rs., por ser encontrada erva-pdce podre.
Ra dos Quarleis.
Taberna o. 18. Manoel Antonio de Jein, ronl-
iado em 49000 rs., por falla de limpeza.
Hna da Roda.
Taberna n. 48.;|Ios do Reg Pacheco, mul-
lido em 89000 rs, por Ihe ser encontrada farinba do
Maranhao corrupta.
Ra de Sania-Tbereza-
Taberna n. Jusliuo da Silva Boa-visla, mudado
em 29OOO rs., por Ihe ser encontrado uro peso nao
(trido.
Ra Direila.
Taberna n. 27.Aulonio Jos da Costo, mudado
em 89OOO rs., por Ihe ter encpnlrado bacalbo cor-
rupto..
Dila n. 19Antonio Pinto de Magalhaes, mul-
tado em 89OOO rs., por Ihe ser encontrado bacalho
corrupto.
Dita n. 26. Bernaidino Jos da Silva, mudado
em 49000 rs., por falla de limpeza.
Dita n. 4. Antonio Jos Arantes, multado em
89000 rt., por Ido ser encontrado bacalbo corrupto.
Roa do l.ivramenlo.
Taberna n. 32. Francisco do Prado, mudado
em I9OOO rs por falta de limpeza.
Ra do Rangel.
Dila n. 5.Jos Joaquim Anaslaciu, mudado em
89OOO rs., por Ihe ser encontradas azeilonas cor-
rupias.
Dila iu 1.Joao Baplista Rodrigues, multado em
89000 rs., por Ibo ser encontradas azeilonas cor-
ruptas.
Roa Direila.
Taberna n. 25. Jos Jeronymo da Silva, mulla-
do em 49000 rs., por falla de limpeza.
Ra larga do Rosario.
Taberna n. 37. Antonio Eloy, mudado em 82000
por Iba ser encontrado bacalho corrupto.
Roa da l'raia.
Armazem n. Antonio Francisco Marlins, mol-
tado|em 89000 rs. como infracto do art. 22 ',4., ba-
calho corrapto.
Ra das Cruzes.
Armazem n. Beruardino Ferreira Lima, mul-
tado em SgOOOjr., como infractor do art. 22 4.
por Ihe ser encontrado vcaf moido falsificado com
mildo.
Ra do Rangel.
Armazem 11. Domingos Ferreira l.ima, mullo/lo
em 89000 rs.. como infractor da posturas munici-
paes art. 22 4, por lite rer encontrado caf moido
falsificado com milho.
Roa larga do Rosario.
Armazem n. Bernardo de Siquera Castro Mon-
teiro, multado em 4:000 rs. como infractor do art.
21 i) 4. das posturas municipa.es, falla de limpeza.
Ra estreila do Rosario.
Jos Vieira dos Santos, multado era 89000 rs. cnnio
infractor do art. 22 4. das posturas monicipaes,
por Ihe ser encontrado bacalho corrupto*
Roa do Livramenlo.
Antonio Ferreira Pinto, mudado em 89000 rs.,
como infractor a posturas municipaes, por Ihe ser
encontrado .caf muido com milho.
Rba estreila do Rosario.
Ponciano Salgado multado em 49000 rs., como
infractor ao arl. 21 4. dss posturas municipaes por
Ihe ser encontrado caf moido com milho. ,
Pateo do Carmo.
Joaqaim Manoel Ferreira de Souza, multado em
8JO00 rs. por Ihe jer encontrado caf moido com
milho, arl. 21 *>."
Camba do Caimo.
Joo Manoel de Siqueira, multado em 89OOO rs.,
como infractor do art. 22 4 das posturas monici-
paes.
Ra Direila.
Manoel Marlins Lopes, multado em 89000 r.,
como infractor do art. 22 $ 4. das posturas munici-
paes por Ihe ser encontrado caf moido com milho.
Recife 28 de junho de 1855.O subdelegado, Jos
da Costa Dourado.
Relacao dos individuos multados, como infractores
das posturas municipaes. '
Ra da Ribeira.
Taberna.Antonio Jos Goncalves de Oliveira,
por ter urna concha da balance mais pesada qae a
outra, c por faltar no peso de ,4 libra a argola de
uoi" trata o papel deaferic,ao.UI9OOO.
Dita.Jo iquim Fernandos de Arevedo, por ter
ama concha da balanra mais pesada, que a oulra
IO9OOO.
Dila. Izidro Pereira de Andrade. dem
IO9OOO.
/Ra Direila.
a.Joao Baplisla da Rocha, por falla nos
pe J8libras, 4, 2 1, e ,'1309000.
^^1la.Jo3o Ferreira da Silva, por falla nos pesos
"S 2, e 1 libras.129000.
Dita.Joao Bernadude Carvalho Pinto, por falta
nos pesos de 4, 2,1, ;t libras e 1|4. 309000.
Paleo d'.Terco.
Taberna.Ignacio Ferreira da Cosa, por ler d
libras de bacalho em esla lo de corruprao.
89000.
Dita.Manoel Archanjo de|Mello &, C. por falla
nos pesos de 8 e 4 libra.129000.
Cinco Ponas.,
Taberna.llenrique da Silva Moreira, por falla
not pesos del e X libra.129000.
Dila.Antooio Joaquim Salgado, por falt 1110 pe-
so de 1 libra.69000.
Dita.JoSo Goncalves de Souza Guimaraes, por
falta no peso de 8 libras.lioOO.
Dita.Jos Das;da Cosa Cardeal, por falla n0
peso de 8 libras.69OOO.
Dita..Joao do Amaral Raposo, por falla no
preso de 2 libras*69OOO.
Roa Augusta. \
Taberna.Bernardino Pereira Ramos, por falla
110 peso de y libra.69OOO.
Ra dos Mari) rins.
Taberna.Jos Gqmes Ferreira e Silva, por falla
nos pesos de 8,4, 2, e 1 libra.219000.
Praia do Caldereiro.
Taberna.Francisco Pereira da Silva Sanios, por
infracc.lo do artigo 21 titulo 4.19000.
Ra de Sania Rito.
Taberna.Francisco Jos Ferreira Pires, por fal-
ta nos pesos de 8, 2, e 1 libra e ,\'24;O00.
Dila.Joaquim Francisco de Azevedo; por falla
no peso de 8 libras.69OOO.
Por infracrSo do artigo 8, titulo 11 das posturas
municipaes.
Rut de Sania Cecilia.
Taberna.Jos Mondes dos Santos, mulla lo cm
609000 pela reincidencia.
Dita. -Antonio da Costa Carneiro, idera6O9OOO
Palco do Trro.
Taberna.Joao das Virgen Molla, multado em
309000.
Importancia total 378#000.
Subdelegada de S. Jos do Recife, 27 de junbo
de 1855.Eu Joao Soares da Fonceca Vellozo es-
crivo o escrevi.
. Quarla-feira, 11 do correnle, em publica pra-
, presidida pelo Illm. Sr. Dr. juiz do feilos da
fazenda. na sala das audiencias, arremalam-se por
ser a ultima praca, os seguinles bens, por eiecuroe
da fazenda proviucial: por venda, a casa torrea, na
ra da matriz da Boa-Vista n. 15, enm quintal c ca-
cimba, avaliada em 1:2009000, penhorada aos her-
deiros de Francisco Jos Correia ; dita na ra do
Mondego n. 81, com 20 palmos de frente e 60 de
fundo, cozinha fura, quintal murado, cacimba pro-
pria, avaliada por 1:0009000, penhorada aos herdei-
ros de Francisco Jos-Alvos ; um terreno no becco
do Quiabo, freguezia dos Afogados, por 2590O0, pe-
nhorado aos Glhos de Bento Joaquim de Girvalho ;
a renda animal da casa terrea, meia-agua, na ra da
Senzala Nova n. 3 por s-ki. penhorada aos ber-
deiros de Joaquina Maria da Conceiran ; idem da
casa terrea, na ra da Alegra n. 20, cm 725000, pe-
nhorada a Ignacio Joaquim Kibciro : comparecam
a licitantes no lugar e horas do coslume. Recife 7
de judio de 1855.Jos Marianno de Albuquert/uc,
solicitador da fazcoda provincial.
Diversos corpos.
Panno verde escuro] para lobrecasacos e cairas do
10." balall.ao 158 covadoi, manas de Uto para o 4.
batalhao de arlilharia, 9." e 10. d infantaria, com-
panhia de arliftces. e de cavalaria 253, sapalns para
os meamos 1301 pares, bulos convexos grandes de
metal bro.iteado com o o. 10 de metal amarcllo
2282, dilos pequeuos coro o mesmo numero 1956,
ajaniio azul mtelo para o 2.' batalhao de infantaria
135 covido, sapatos para o mesmo 57 pare; capoles
de panno alvadio 63.
Recrulat em deposito no 2. balaldao.
Sapa lo 50 paret.
Oilavo batalhao de infantaria.
Mantas ce laa 355, panno verde oscuro enlre-fiuo
1871 cavados.
Nono balaldao de infanlaria.
Mantas de laa 376, pauno verde escuro entre-lino,
covados 1468.
Meio balaldao da Paralaba.
Maulas de laa 48.
Ouarlo balnihaode arlilharia.
Panno carmesim para vivo, covados 90.
Escola de primeira ledras do segundo balalho de
infantaria.
Aroa prela, libras G, compendios dcarilhroetica
por Avila, 3.
Quem os qaizer vender aprsente as suat prupot-
, las cm carta fechada na secretaria do conselho admi-
nistrativo i'u 10 doras do dia 12 do correnle mez.
Secretarii do consalhoadminislrativo para forne-
ciroeolo do arsenal de guerra 5 de julho do 1855.
Jos de Urito Inglez, coronel presidente. Ber-
nardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
BAXCO DE PERNAMBUGO.
O Banco de Pernambuco sacci sobre
a praca da lialiia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de. 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
PLBLICAQA'O LITTERARIA.
Acha-se i venda o compendio da Tlieorii e I'rali-
ca do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de Pao
la Baplista. Esla obra, alm de urna introdcelo
sobre as a cenes e exceproea em geral, (rala Ao pro-
cesso civel comparado com o commereial, eonlm
a Iheoria sobre a applicacao da cansa julgada, e ou-
lra doulrinas luminosas; vende-so nicamente
na luja de Manoel Jos l.eile, ia ra do Quei-
mado n. 10, a 69 cada exemplar rubricado pelo
autor.
Quarta-leira II de julho de 1855.
Primeira c I'.MCA representac,ao da companhia
gymiiaslica franceza.
Depois de ama das melhores ouverluras, abrir-se-
ha a scena, e dar coraeco ao espectculo.
LIARTE.
Dantas na corda.
1.LM PASSO A CARCTER, pelo joven Af-
fonso.
2.UM PASSO GRACIOSO, por raadiimeiella
Alexandrina.
3.-GKANDE DANSA GROTESCA* eieculada
peto Sr. Flix, terminando pelo salto mortal.
4.A G.WOTA. dansada pela seuhora Williams,
e US DIFFICL'I.TOSOS equilibrios da caJeira.
5.GRANDE TB.ABAI.I10 e exercicio de ele-
vara" sem maromba.
6.l'M PASSO a dous sobre duas, corda pa-
ralizas.
7.O CARNAV4.I. DE VENEZA, por toda a
companhia.
8.GRANDE TRABALHO das 12 garrafas pos-
las em forma de pvramide.
9.OSTRES DESLOCA DOIIES pelos joven Al-
berto, Hernesto e Alfonso, o ollirao dos quaes en-
trar em urna caixinha de 15 polegadas em qoadro.
2.' PARTE.
10-O BAILE DOS NEGROS OU A DANSA DO
COCO, por 4 artistas.
II.O TRAPEZIO VOLANTE, terminando pelo
lurliillia 1 Chinez, coro o fogo artificial.
Terminara o espectculo coro a
GRANDE ASCENyAQ
na corda forte desde o palco al a quarla ordem do
camarotes pela senhora Williams.
Principiar as 8 horas.
Osbilheles acham-sc a Yenda no I10UI di Barra
boje 10, e amaohaa o resto no escriplorio do
Ihealro.
PARA O RIO DE JANEIRO.
O brigue escuna MARA seguir' em
poucosdias#para aquelle porto, por ter a
maior parte de seu caircgamento engaja-
do : para o resto da carga e esclavos a
frete, trata-se com os consignatarios Ma-
chado & Pinheiro, no largo da Assemblea
n. 12-
Denlro em poucot da ladir para Lisboa o
famoso patacho pmtugoez Brilhante, visto quej
tem mais iht melade da carga prompla ; e par isso
as pessoas qae nelle qoizerem carregar devem dir-
gir-se quaoto antes ao escriplorio da Viava Amorm
LEBLO'ES.
O agente Borja far leiio em seu armazem
oa roa do Collegio o. 15, de um grande e completo
sorlimenlo de obras de marcineria povas a usadas,
e de oolros muilnt objetos differentes.que se adia-
rlo palele no mesmo armazem ; assim como ir
lamliem a leiio o obrado de aat andar, sito na
rna de Sao-Pedro Martyr n. 58 ero Olinda, ja an-
nunciado nesle jornal : quinla-faila 12 do correnta,
s 10 horas..
AVISOS DIVERSOS
Regiment de costas.
Sahio a luz o regiment das curtas judi-
ciaes, annotado com os avisos que o alte-
raram: vende-se a 500 ris, na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia. .
MASSA ADAMANTINA.
Francisco Pinto Ozorio chamba denles com esla
delicio mana, caja toa boa qaalidae j he noto-
ria, assim como tambero calca cara euro e prata, e
outros milae brancos que tuas cores igoalam mulo
aos proprios naturaet : pede ser procurado para este
fim, na ra estreila do Rosario n. 2, confronte a
igreja.
O SOCIALISMO
Pelo tancral Abra, a lataaa.
Acaba de poblcar-*e etla' inleressante obra, que
(rala do socialismo chrislao, e lambem da guerra do
Oriente com toda a historia religiosa e poltica at
as conferencias de Vienna.
O senhore aaaignanlea podem mandar receber
oa seo eteroplare daqoella pessoas a qoem tiveram
a bondade de asslgnar. Continua aborta as|a 1 al o fim do correnle mez de jolho, a 29000 cada
ejemplar, no escriplorio do Diario de Pernambuco
prc.a da Independencia, na toja de livros dos Sr.
Ricardo da Freita & C. esquina da roa de Colle-
gio ; as tojas do Sr. Jos Moreira Lopes, ra do
tjneimado casa amarella ; dos Srs. Siqoeira & Pe-
reira, Antonio Francisco Pereira c Brekeufeld, roa
do Crespo ; do Sr. Laiz Antonio de Siqoeira, roa
da Cadeia do Recife; e em casa Jo autor, j en-
quaHcrnada. paleo do Collegio casa amarella no I .'
andar ; assim como as roaos da mesmas pessoa,
que ale agora lem lido a bondade de agencarem a*-
signnlura*. Findo o prsenle mez, vender-ee-ba
cada um eiemplar avulso a 39 rs.
Offerece-se om rapaz brasileiro para caizeiro
de cubranra de qualquer casa de negocio denlro des-
la praca : quem precisar dirija-te roa do Cahlei-
reiro n. 51, dai 6 horas da inaohaa' as 10.
' Roga-se ao autor do annuncio sahido
no Diario sobre a sociedade Releo da
de, quesea mesma Ibo deve al
senle tuas eonlas debaixo da
adiar com qoem as ajuste.
donlein
Mocida-
eousa apre-
uilha.
ede Roqoe-
O Ezm. Sr. Dr. juiz de direito, especial do
commercio desta capital, manda fazer publico para
conbecimento de quem interessar deva, que despa-
cha lodos os dias na cata do sua actual residencia
paleo da Santa Cruz n. 70, c que dar audiencias
asMgandas-feiras, das 10 horas da inanbaa aleo
meio dia, e as quintas ao meio dia. Cidade do Re-
cife de Pernambuco 10 de juldo de 1855.-O escri-
vSo interino do commercio.
Francisco Ignacio de Torres Bandeira.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conseldo administrativo, cm virtude do autori-
sarao do Exm. presidente da provincia, lem de com-
prar os objectos seguinlcs :
Para os muiicos do 8." batalhao de infanlaria.
Bonetet 11, cdarlaleiras 11 pare.
Meio balaldao do Cear.i.
Mana de laa 312, tpalo 100 pares.
TUEATO I) APOLLA,
Sociedade dramtica emprezaria.
Ero consequenca de ler-se fechado o theatro de
Santa-Isabel, a sociedade dramtica emprezaria par-
ticipa ao rcspeitavel publico, quo leodocootialadoo
theatro d'Apollo para dar os seu especlacalos dra-
mticos, afim de ganbarem para ua parajade sena empregados e actores cscriptura los; re-
correr ao benemrito publico desla cidade, que por
mais de aroa vez lena protegido artistas em idntica
circumslancia;. dando todas as semanas espectculos
escolhidos, eabrindo desde ja ama assgnalura de
12 recitas coro oabalimenlo de 10 por cenlo. sendo
os prcros da casa os segaintei :
Camarotes de l.aordem. .73000
Ditos da 2. a .'. 78000
Ditos da 3. o ... 49OOO
Cadeiras..........I551X)
Oerae...........IflOOO
tialeiras.......... 500
A sociedade dramtica promede envidar lodo os
meios ao seu'olcance para bero satisfacer um publi-
co, que de certo nao deiiar de a proteger na cria
aclual, em que nao lem outros lucros a pe-rceber
mais do que a concurrencia do mesmo pablico.
Recebem-se assignaluras e eacommendaa de bi-
ihete no mesmo theatro das 10 horas s 2 da larde,
e das 6 as 8 da noile.
Ama de leite
AVISOS MARTIMOS.
Companhia Brasileira de Paquetes de
Vapor.
O vapor
Paran com.
mandante F.
FefreiraBor-
ges. espera-
se da Euro-
pa anles do
fim do cor-
renle mez,
scfiura de-
pois de lo-
mar o car-
vAo para
Baha e Rio de Janeiro': poder receber ear;a al
200 lonelladas e passageiros, na cmara ana con-
iez, para os qu.ies lem hons commodos',; agencia na
rur do Tmplrne n. 40, segundo andar.
Companhia Brasileira de Paquetes de
* Vapor.
O vapor Im-
pcralriz, com-
niandauti' o 1*
(encole Brilo
espera-te dos
portos do norte
cm 15 do cr-
lenle, a seguir
para o sul no
dia seguinle: a-
gencia na roa
do Trapiche n.
40, segundo ai dar.
PARA 0 RIO DE JANEIRO.
Segu em poucos dias o patacho nacio-
nal NICTHKROY, capitao Manoel Pedro
Garrido, ja' tem parte da carga engajada :
para o resto e escravos a frete. trata-se
com os consignatarios Isaac, Curio dtC,
na ra da Cruz n. i), primeiro aiidar.
RIO DE JANEIRO.
O mugue nacional FIRMA, cap 18o Ma-
noel del'"reilas Vctor, segu para o Rio
de Janeiro uestes dias. por ler quasi seu
carregament completo, pode ainda rece-
ber algumas miudezas e escravos a frete
para os quaes tem bonscommodos: trata-
se com Novaes & C, ra do Trapiche
n. o.
Para Lisboa pretendo seguir brevemente o pa-
tacho portuguez Rpido, por ter a maior parle do
carregamenlo promplo : quem no mesmo quizrr car-
regar ou ir de passasem, trato com os consigas torios
Thoroaz de Aquino Fonseca & Filho, na rna do Vi-
gario o. 19, pnmeiro andar, ou coro o caplfto na
praca.
Qoem litar para vender nma 1
le segunda edicSo, annuncie.
Precisa-te alagar dous proles escravos para
serventes, pagando-se bom : quero o* tiver e quizer
alagar dirija-se ra da Florentina o. 7.
Nara do Collegio n. 19, lerceiro andar, pre-
cisa-se de urna ama qae saiba eozinhar e de boas
cosame.
Precisa-se do om moc,o inlelligenle para cai-
xeiro de ama toja de fazendas francezas: a fallar na
praca da Independencia a. 18 e 20.
Jos da Silva Correia Collares morena roa do
Aragao n. :i.
Toma-se roupa para engommar, mai barato
que em oolra qualquer parto : no oiISo do Terco
por cima do soiao do sobrado n. 2.
As cartas para o Sr. Antonio Alves Ferreira
da Silva, ja foram entrgate ao Sr. Edoardo Fer-
reira Bailar.
Pergunta que nao olfende.
Pode-se citar por edito a^ pessoas que
tem morada conhecida, tomo senhores de
engenhoetc? .
Pode-se citar da mesma forma pessoas
residentes nesta cidade, e alguhs ate'com
empregoi pblicos?
Nao ioam criminosas de falsarias as
testemunlias que juram queessas pessoas
moram em lugar incerto.O aprendiz.
Rog;-se ao Sr. administrador do cor-
reio do Recife, queira procurar urna car-
ta para o abaixo assignado vinda de Ser-
gipe para o mesmo, com dinheiro den-
tro,27,s000.Conrado Alvares de Cor-
dovr. Lima.
af
Na ra do Crespo sobrataarW. 9, pre-
cisi-8e de urna ama com leite.
Precisa-se de um eitor para servico
de campo : a tratar na ra da Conccicao
da Boa-Vista n. 39.
Precisa-se de alguns trabalhadores
de enxad.i: a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 45.
Pergunta-se ao Sr. F. Edlmann, o
que quer dizer comsorpresa bydropa-
tnica e agua e mais aguapara o Sr. Fei-
del; querera' porventura baptisa-lo por
ser illio dopovode Dos? Ninguem tem
podido decifrar esta phrase mystica do
S. S ; urnasorpresa macarronica-r-en-
tenderia todo o inundo.
Precisa-se lugar urna ama lorra que
saiba eozinhar e engommar, "para casa
de pequea familia : no largo do'Paraizo
sobrado n- 13.
Os passageiros do vapor imperador em via-
gem do Rio de Janeiro para os porlot do norte, gra-
tos ao bom ucolhiroenlo, agaaalfio, polidas e ntlen-
cinsas mane:ras de seu commaudanle e immedia'o,
osn. TorrezSo e Faria, nSo podem deixardedjr
ama publica manifestarlo de tea reconheciaienlo, o
I je fazem por esle meio. Bordo do vapor Impera-
or urlo no porto de Pernambuco 6 de Judio da
1855.M. I). de Maccdo, capilflo J. M. de Almeida
Fe j, dilo Jos Maria de Alcneastro, dito A. S.
de P., dito Brasilia de Amorira Bezerra, dilo Ma-
noel Jote Coelho de Freila5, altores Leonardo Lu-
ciano de Campos, lenle Orlos Obvio Uanekward,
altores Gustavo Christiano Desouzart, dilo Jlo Luiz
Tavares, dilo Femando .Marlins Carrocho. Otear
RokarlFI. capitao Jos Joaqaim da Silva Cos-
a, tcneiite-eorooel Joaquim Mandes Guimaraes,
Antonio Jos de Souza, 1. lente SebasliSo da
Cunda de Ecae Cosa, altores Theolono Joaquim de
Almeida Fortuna, t." lenle Joaquim da Gama
Lobo da Era, M. F. P- Duarte. Jos Antonio ds
Mendonca. altores Jos Manoel Eduardo de Paiva,
Joaquim Pires1 Goncalves da Silva, Joao Jos de
Miranda Jnior, Francisco Ferreira Bastos de A-
morim.
rrecisa-ie de aroa ama para casa de pequea
familia, que sirva para todo o servico do porta
denlro, c que saiba engommar : oa roa do Hospicio
n. 34.
O abaiio assignado certifica ao Sr. lenle co-
ronel Josa Candido de Barros, qae seu devedor Ma-
noel Antonio Diat, que S. S. juslificou achar-se au-
sente, em lunar nao sabido, ainda mora no engeuho
Jundi, onde S. S., em dias menos felizes, encontrn
um bom amigo, a quero desde esta poca deve ama
quaolia approximadamenle igual queHa de qae so
diz credor; o paranlo nao precisava de citar por
edilos aquella devedor. Kecife 6 de jaldo de 1855.
Manoel Antonit Dias Jnior.-
Precisase alugir ama negra que saiba vender
na ra : a tratar na ra do Caldeireiro u. 60. Ad-
verle-se que se paga bem.
I)-se ilindeiro a premio etn pequea pon.-an,
com penbores: na roa da Cadeia de Sanio Antonio
n. 18, se dini quem d.i.
Alugn-ne ama casa de um andar, lila na ra
da Boda : a tratar na roa do Collegio o. 9.
Quem precisar alagar um escravo prelo para o
servico de casa e ra, ou para qualquer armazem)
capalazia, trapiche e prensa, dirija se a qualquer ho-
ra do dia a roa da Soledad, que segu para o Man-
suinhu, nosilio dos i leoes, qae achara com quem
tratar.
A pessoa qae tiroa da rorrcio orna caria vinda
pelo vapor Pedro II, para P. L. de Calasans B., fa-
ac o obsequio de entrega-la na roa da CooceicSo a.
21, oa na roa Direila n. 27, tegaodo andar.
-\
\
_i-


DIARIO OE PERNJMUCBO TERCA FEIRA IO OE JULHO DE 1855
>
V

V
t\
i
Massa adamantina. i
Sebastin Jos de Uliveira retobeo He Fraui.ii ha
poucos di.is nova porrao de mas-a adamantina para
rliumbar denles. I.sla preparadlo inconteslavel-
incnle superior a todas as que al agoa se emprega-
vam para eslc lim, lie a unicj capaz de preservar de
toUI ruina os denles cariados, e porque liles eoche
perfeilamenle as cavidades c adquire apenas appli-
cada, a mais cmprala solidez. Como preva dcsla
verdade poderia annuncianle indieilar grande nu-
mero de pessoas, a quem, sempre com resultado o
tata feliz, a tero applcado,iilo porm seria ocioso
porque he quasi geralmeulereconhecida a nprema-
cia desta preciosa preparabas. O annuncianle offere-
ce, pois, seus serviros, uio t para cliumtwr, limpar
e tirar denles, como lamber para oulro qualquer
fun do sua arte a todas a* pessnas que sedignarem
honra-lo, procurando-o n qualquer hora na sua loi
da travessa da ra do Vigario u. 1, ou ao lado do
Corpo Santo n. 83, segundo andar.
Retratos.
No aterro da Boa-Vista n. i, terceiro andar, con-
tinua-te a tirar retratos pelo syslema chrvslalotypo,
com muita rapidez c perfeico.
Aluga-te um sitio no lugar dos Afosados, na
ra de S. Miguel S).:19 : a traUr na Boa-Vista, ra
da Gloria n, 69.
Precisa-se de urna ama para casa de
homem solteiro, sendo parda ou preta, e
que saiba coser, ensaboar cozinliar. e,
Sendo neoessaric, comprar alguma cosa
na ra, porque ha escrjya para fazer es-
te ultimo serv ico: na ra estreita do Ro-
sario n. 15.
Basilio Alvares de Miranda VarejSo, como ad-
ministrador de soa mullier D. Carolina Josephioa
Porcia de Meadonca, herdeira universal do senhor
OU patrono do barbeiro Autooio da Trindade, alias
Paes, fallecido ha ponen mais de um Diez, vem pelo
prsenle protestar, como protestado tcm nos respec-
tivos autos, ha ver de quem arrematar as casas e ala-
guis da heranca do dito Trindade, que sem motivo
plausivcl, se nao a pretexto de poder seguir ruina
pela conservacao dellas, poz tm prac,a o juiz deor-
phaos, esrrivfo Vasconcellos, contra os interesaes do
annuncianle, que se habilita pelo metnio juizo.
U abaixo assignado, tendo deixado voluntaria"
mente o lugar de cobrador da barrefra de Cachan
ga, faltaria ao mais rigoroso dever se cordealmenle
nao agradecessoaolllm. Sr. lennite-coronel liernar-
do Antonio de Miranda, nao s os immensos favores
recebidos, como lambem as maneiras obsequiosas
cum que dignou-se Irala-lo dorante anno e meio que
na niesma esleve empregado, proprias de um cora-
5o bem formado ; e aproveita a occasiao para fazer
sentir aos seus gratuitos inimigoi, que nada mais o
forcou a (al procedimento senao as lingoas mordaxes
que a delractavam, sem que a isso dcs-e motivo, que
appella para o metmo lllm. Sr. leueiite-roronel,
que ha poco lempo aogmeutou-lhe o ordenado de
2409000 para 3009000, e nao como dizem ter sido
despedido.Joao Rodrigues Compeli.
Precisa-se de um caizeiro para taberna, de 12
a 16 anuos, dando Dador a soa conduela : dirija se a
ra estrella do Rosario, taberna n. 16.
O abaixo assignado, tendo visto no Diario de 5
do crrenle oiez, no reqoerimcnlo da Sra. D. Can-
dida Agosliulia de Barros e Sr. Jos* Candido de
Barro*, ser devedor Jos liajmundo Ferreira da
quantia de rs. 52900 de urna letlra vencida om o
auno de 1842, faz ver aos mesmos senliores qoe Jos
Ka\ mundo Ferreira, morador na cidade de Sobral
alada devia ao fallecido Gaudioo Agotlinho de Bar-
ros, e por isso se nao eutende com o mesmo Sr. Fer-
reira tal lettra.Jote Rodrigue* Ferreira.
O abaixqauignado, tendo de se mudar para o
seu engentas Mobil, e nao pudendo pessoalmeute
despedir-ajB Safa os seus amigos e coohecidns da
comarca derVaarelh, vem pelo preseule agradecer
a todos o boro" Iralamenlo que lile deram durante 16
aonos e meio em sua resi.lencia, em Tamalape de
Flores, assegurando a todos a continuado de sua es-
tima, e pouca preslibilidade na comarca de Pao
d'Alho.Joaquim Cavalcanti de Albuquerque
Mello.
Precisa-so de um menino de idade de 12 a 14
auoos, para caixeiro de taberna, preferindo-se por-
Inguez ou de fura da provincia : a tralar em Era de
Portas n. 92, taberna.
CONSULTORIO DOS POBRES
O BA NOTA 1 AZTBAB 50.
.O Dr. I. A. Lobo Moscozo d consullas homcopalhicas lodos os dias aos pobres, desde 9 horas da
mauh.ia aleo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noile.
flerece-sc igualmente para pralicar qualquer operacn de cirurgia, e acudir promptamenle a qual-
quer mullier que esleja mal de parlo, e cujascircunstancias nao permittam pagar ao medico.
A. LOBO fiOSGOZO.'
o

m CONSULTORIO DO DR.
50 RA
r.
VNDESE O SEGINTE:
Manual completo de meddicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, traduzido em por
tuguex pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados em dous c acompanhadu de
um diccionario dos termos de medicina, murcia, anatoma, etc., ele...... 209000
Esta obra, a mais importante de todas as qoe Iratam do eslndo e pralica da homeopalhia, por ser a unir
que conten abase fundamental d'esla doutrinaA PATllOGE.NESIAOL' EFFEITOS DOS MEDICA-
MENTOS M> OBA.AMSMO EM ESTADO DE SAU DE-conhecimenlos que nao podem dispensar as pes-
soat qoe sequercm dedicar a pralica da verdadeira medicina, interessa a lodos os mdicos que quizerem
experimentar a doolnna de Hahnemann, e por si mesmos se convenceren! da verdade d'clla: a lodos os
fazendeiros e sechores de eugenho que esiao longe dos recursos dos mdicos: a todos os rapitaes de navio
que urna on oulra vez nao podem dcixar de acudir a qualquer iucommodo scu ou de seus Iripulanles
a todos os pas de familia que por circumstancias, que utm sempre podem ser prevenidas, sao obriua-
dos a prestar in amttntnli os primeiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou tradocco da medicina domestica do Dr. Hering,
obra lambem til a pessoas que se dedicam ao esludo da homeopalhia, um volu-
nte grande, acompauhado do diccionario dos termos de medicina ". 109000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele., etc., encardenado. .laooo
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralica da
homeopalhia, e o proprielano oeste eslabelecimento se lisongeia de le-lo o mais bem montado oossivel e
mnguem duvida boje da grande aoperioridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos .grandes..............
Boticas de 9* medicamentos em glbulos, a 10, 129 e 159000 rs.
Ditas 36 dilos a.........
i\i. ia j> ................. 209000
Mitas 4 ortos a ......... vsihii
Ditas 60 ditos a......... ....... Smmm
Ditas 14* dilos a.......... ..... eSuEt
Tubos avulsos.................. .'.'.'.'.'' tSoM
Frascos de meia onca de lindura............ \ mM
Dilos de verdadeira tinclora a rnica.......... '.'.'.'.'.'.' SqOO
Na mesma casa ha sempre a venda grande numero de tubos de rysta. de diversos lmannos,
vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer encommenda de medicamentos com toda a brevida-
de e por procos mnito commodos. '
MASSA ADAMANTINA.
Roa do Rosario n. 36, segundo andar, Panlo Gai-
cnoux, dentista francez, chumba os denles com a
massa adamantina. Essa nova e maravlhosa com-
posicilo tem a vantagem de enchersem pressao dolo-
rosa lodas as anfractuosidades do dente, adquirindo
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dura, e permiile restaurar os denles mais ~
dos com a forma e a cor primiliva.
8*000
A taberna de Gurjali de cima continua a estar
prevenida de um completo sorlmenlode molliados,
nijudezas e fazendas ; por lano lodas as pessoas que
1u'*ercni continuar a honrar este eslabelecimento,
all acharAo tildo que precisarem a volitado do com-
prador, pelo mesmo preco ou com pooca dilTerenea
da praja; na mesma taberna ha corles de Uta do ul-
CT""a limo gusto, chegados ullimamenle para vestidos de
senhoras.
Preclsa-se de orna ama forra ou captiva, qoe
ibaengommar e coziohar : no pareo da Penha, ao-
- de um andar, por cima da taberna.
sa
brad
Amonio Jos Teix>ra fim^WsaTVodaVl
qualquer pessoa, qoe nao contrate com Ma- 1
noel Pedro de Alcntara sobre a venda da *
preta Joanna, que a sua verdadeira dona ha 3
Maria do Koaario.,
Precsa-se de ama ama forra
ou escrava, on
m^V" n,,C,",e P"serviSo de capias"
ruaudadus de una penuena famil, ?. .... ir!.
picio n.7.
urna peguena fan.il.a : na ruado (los-
dj. aclivas da su loja, sita n,?u7^^ueC, o^
21 A., e desejando conservar todos os rresue/es nne
ja o sao do mesmo et.abelecimeolo, avha ^ odot
aquelles, lano da prac. como de fura de,a 2fta
lecimenlo.
qae sempra honre neste eslabtv
-Qaem precisar de ama ama rara serricu de
taf iKden,ro- ***a ?"-
a^C^ndHB."lomem_Prla'!'. J* nbi.
do sen
le. : a fill
da Boa-Vil
so
ad.
Ipara no mesmo morare trabaIhar,
e rendimento se faz um iuleresse
nda grande defroote da matriz
iinnar, engommar e eoser, par. ca.7 de homem
ta?u r, do QueimadoV o-?, %?
Companhia Pernamb
bucanade naveffunao
costeira.
o valor
i dos
on, na ra da Cruz
O- '26.
P^Aemgda1Sn^fande',0 ,lai",a "O Retiro,
L?8?8.?- ou ^T6Ma da mesma roa
zera n. 9.
quem
Madre
arma-
RECREIO IIUTAR.
no'dilrTf0" Sn- 50ci0, Jue'* Partida ter lagar
So n. tgnVim? "* J "e famil.a fe-
Alferes Brros.
lfpsf
faZ!ra7C'.CI>^nt0nO Coelho' Proprie-
tmp do, hotel Francco, o(ereceK om-
moestabelecimento deniuitas anuos acre-
ditado nesta cidade a quem. o pretender
comprar, com todos os pertences a di-
nheiro a v|a ou a prazocomlett.as ga-
autidas: os pretenden^ podem din-
g-se ao mencionado proprietario, ou ao
esenptono^o Sr. Francisco Gomes de
*veira. ,a da Cade.a do Recite n. 62.
Aitonorarln.pd'C!d,r'.a "flraoo irmaol
Jote
.'IBLICAAO DO INSTITUTO 110
MEOPATIIICO DO BRASIL.
THESOURO HOMEOPATHICO g
OU w
VADE-MECUM DO tt
HOMEOPATIIA.
Methodo conciso, claro e seguro de cu- (3)
rar homeopathicamente lodas as molestias u*.
que affligem a especie humana, e parli- w)
cularmenle aquellas que rebuim no Bra- A
sil, redigido segundo os inelhores Irata- jtZ
dos de homeopalhia, lauto europeos como \fv
americanos, e segundo a propria experi- |
enca, pelo Dr. Sabino Olegario l.udgero jJJ
Pinho. Esta obra he hoje reconhecda co- <$)
mo a melhor de lodas que iratam daappli- ^k
carAo homeopalliica no curativo das mo- j^
leslias. Os curiosos, principalmente, nao tira
podem dar um pono seguro sem possui-Ia c ,a
consulli-la. Os pnls de familias, os senho- W
res de engenlio, sacerdotes, viajantes, ca- (V&
pitaes de navios, sertanejos ele. etc., devem *
te-la i m3o para occorrer promptamenle a (p)
qualqner caso de molestia. |
Doos volumes em brochura por 10SO00 )J
ii encadernados gOOO (pf
Vende-se nicamente em casado autor, A
ra de Sanio Amaro n. 6. (Mundo No- w
I ro). ff^
Esla a sahir a Inz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEX E OUTKOS,
posto em ordem alphabetiea, com a descrpro
abreviada de lodas as molestias, a indicarAo phvsio-
logica e therapeulica de lodos os medicamentos ho-
meopalhiros, seo lempo de acro e concordancia,
seguido de um diccionario da sigiiilicar,ao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do [ovo, pelo
DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
Subscreve-se para esla obra no consultorio horneo,
pathico do Dr. LOBO MOSCOZO, na Nova n. 50-
primviro andar, por 59000 em brochura, e 69000
encadernado.
iff ) Dr. Sabino Olegario l.udgero" Pinho,
M| mkidou-se do palacete da ra deS. Francis- o*.
W COUIJ68A, para o sobrado de dous anda- w
(Q reMI|B, ruade Sanio Amaro, mundo novo.) f
NFORMAgO'ES OU RELACO'ES
SEMESTRES.
Na livraria n. C e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se relacOes semes-
traes por preepcommodo, e quorendo res-
mas vende-se ainda mais emeonta.
Novos livros de homeopalhia mefrancez, obras
todas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das molestias chronica, 4 vo-
lantes............ 209000
Teste, rroleslia i dos meninos.....69000
Hering, homeopalhia domestica.....~9000
Jahr, pharmacrpa homeopalhica. 65000
Jahr, novo manual, 4 volumes .... 16&000
Jahr, molestias nervosas. .'.....69000
Jahr, molestias da pelle.......80000
Rapnu, historia da homeopalhia, 2 vulnmes 16J0OU
Harthmann, tratado completo das molestias
dos meninos..........10900o
A Teste, materia medica homeopalhica. 88000
De Fayolle, doutrina medica homeopalhica 79000
Clnica de Staoneli .......'69000
Casting, verdade da homeopalhia. 49000
Diccionario de >'yslen.......109000
Attlas completo de anatoma com bellas es-
lampas coloridas, cohlendo a descrpro
de todas as partes do corpo humano 305000
vedem-se lodos esles livros no consultorio homeopa-
Ihico do Dr. Lbo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro audar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que mudou a sua aula para a ra do Itan-
gel n. \i, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desdeja' por m-
dico prero como he publico: quem se
quzer utilsar desupequeo prestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
EDCACO DAS FILHAS.
Entre as obran do grande Fenelon, arcehispo de
Cambray, merece moi particular menino otratado
da educarlo das meninasno qual esle virtuoso
prelado ensina como as mais devem educir suas fi-
llias, para um da chegarem a occapar o sublimo
logar de mi de familia ; loma-se por lano una
necessidade para lodas as pessoas qoe desejam (n-
a-las no verdadeiro caminho da vida. sl a refe-
rida obra Iraduzida em portuguez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto prero de 80Ors.
8 DENTISTA,
Panlo Gaignouz, dentista francez, eslabele
^ cido na ra larga do Rosario n. 36, segnudo &
% aodar, enlloca denles com gengivasarlifi'ciaes, 55
e dentadura completa, on parte della, com a flt
f presso do ar.
9 Rosario n. 36 segundo andar.
FrTp?il! Cunha Bani< e
nn ere,ra *> Burqos .
AO BARATO.
Borzeguins de duraqt** gaspiados para
seohora a 2jf50p-n. o par, taparo de cou-
ro de lustre para senhora. france/.es
de Luboa a l (200 ,-,. 0 par, sapatinl.os
de colxetes a 320 o par: na praca da
Independencia loja de calcados de Anto-
r> ln.,i j Jc >""""" uc Amo- u aui, ni'im paimoae compnoo, e sea
uio Augusto dos Santos Porto ns. 57 e zem freguis, lem feilo urna bicha mai*
fp Us abano assignados fazero scienle ao res-
g^ieilavel publico, que eompraram a padaria @
que foi da viuva do fallecido Carlos, sita no Os
9 largo de N. Senhora do Terjo ou Cinco Pon- a
i$ las. osquaespromellema lodos aquelles senho- fi
(9 res que Ihes fizerem a honra de comprar o eir t$
i cellenie pao, bolacha fina, biscoilo, falias, &
holacliiiias de ararula, dos servir comas me-
Ihores farinhas qe houver no mercado, as- @
sm como a sua bolacha grande he firmada -3
gt-com a firma de Rbciro & Pinto, e a pequea
@ com a de R. & P., avista do exposlo esperam @
# a concurrencia tanto de sens amigos, como
O .doslllms. Srs. deengenho: a padaria priu- ffl
cipiara a trabalhar no dia 2 de julho correle.
Ribeiro Si Pinto. 9
Aqui nao lia uzura.
Alugam-se as bem acredlodas bichas de Ilamhur-
go, das que os facultativos coslumam mandar appl-
car, pois ueste eslabeleeimenlo as ha bem fresqui-
uhas e de bons tamaitos, e prova, que quem lem
precisado de 8 basla 4, e os precos sao bem rasoa-
veis : na ra estreita do Rosario, padaria n.13.
Precisa-se de um caiieiro de 14 a 16 anuos de
idade, para taberna ; na ra Nova n. 71.
Precisa-se de urna ama, qnesaiba cozinliar: no
sobrado o. 1, confronte a ordem lerceirade S. Fran-
cisco.
Jos Pci-cira Cesar faz cenlo ao publico e
especialmente ao coramercio desla praca, que com-
prou a Custodio Jos de Carvalho Goimaraes as fa-
zendas e lodo o debilo aclivo e passivo relativo ao
seu eslabeleeimenlo da loja de fazendas da casa 11.
21 A, sita na ra do Queimado ; e que lem eslabe-
lecido na mesma casa e loja urna sociedade eom-
mercial em comandita com o Sr. Jos Teiieira I,ei-
tc, por esparo de Ires aunus a contar do dia 5 de jo-
nho proiimo passadn.
Recife 7 de jaldo de 1855.
Precisa-so de um felor qne cuten la de plan-
larOcs o saiba igualmente tratar de jardim, pan um
pequeo sitio no lugar da Capunga, prererindo-se
portuguez : quem pretender dirija-se ra Vclha
na Boa-Vista n. 56, ou repartirlo do sello, que
adiara coui quem tratar.
Precisa-sede urna ana para o serviro nterifoT
e externo de casa de pouca familia : nesta Ivpogra-
phia se dir com quem tratase.
Joaqnm Jos Dias Percira declara, que tendo
arrematado em leilao de'J de junhoprozimo passado
lodas aa dividas aclivus que deviam a Anluuio da
Costa Ferreira Estrella, cora taberna na ro da Ca-
deia do.Kecife, convida a lodos os deverforc. \dilo
Estrella, lano da praca como do mallo, 4pW \ue
venham pagar so ao annuncunle com a maorV^-
teza possivel, alim de evitaren) maiores despelb
jiois prometi ler (oda conlempla^so com os que f?
rem mais promptosnos seus pagamenlos, pudendo
para isso dirigir-se ao annuncianle, no (aterro da
Boa-Visla, loja o. 14. --
. Offerece-so urna ama para casa de homem sol-
teiro ou de pouca familia, sabe bem coser, engom-
mar e fazer todo o mais servico do urna casa : quem
precisar, dirija-se roa das Cruzes n. 29.
Precisa-se de. urna ama de leile, forra on capti-
va : na ra dd Cabug, loja de ourives n. 12, se di-
r quem precisa.
Desappareceu da na das Larangeiras n. 26,
urna escrava por nome Caelaoa, de idade de 30 an-
iioi, com os signaos seguinle : lem um lalho no
beiro, anda calcada, levou vestido escuro e braneo,
panno prelo fino, sapatos de couro de lustre, he um
lano alia, e anda apressada : quem a pegar, leve-a
a dita casa, quesera recompensado.
Quem precisar de urna ama escrava para casa
de homem solteiro ou de pequea familia : dirjase
a ra de SaniaThereza, casa n. 7.
Bernardino Antonio Ramos, nao podendo des-
pedirse de seus amigos em virlude da brevidade de
sua viagera, pede desculpa aos mesmos por esta falta
involuntaria.
A pessoa que por engao trocou um chapeo na
agencia dos vapores porluguezes, haja de ir resti-
lui-lo e receber o seu : na ra da Cadea do Recifo
n. 36, pnmeiro andar.
. "T *loSa-e o segundo andar do sobrado da ra
do Co legin. 13 : a tratar na loja do mesmo, no
1'asseio.
Roga-se ao Sr. Joilo da Costa Villar digne-se
declarar onde esla assstindo nesta praca, qoe se Ihe
deseja fallar.
Deposito de cal de Lisboa.
Na ra da Cadea do Recife, loja n. 50, conlina
a vender-se harris rom superior cal virgem de Lis-
boa, por preso commodo.
Vcndem-se duas prelas do mea idade, uinn boa
qiiitaudeirae oulra boa enzinheira e lavadeira de
brrela ; um prelo que serve para lodo servico c he
hom caiador : na na Dircila n. 66.
Vendem-se una cama de angico, dous oncher-
goes, um colchao c urna estante, sendo ludo novo
e por proco inui diminuto : na ra das Cruzes u.
3!>, primeiro andar.
Vende-se nina porcao de saceos de milhn e
oulra porcao 'dearroz do rasca, chegado ullimamen-
le de Peuedo : a tratar na ra Direila n.69 com An-
tonia Alves de Miranda Guimaies, on a bordo da
barrara Carolina, fondeada no Caes do Ramos.
Vende-se linha de algodio em novellos para
costura, bem acreditada nesle mercado pela supe-
rioridade de soa qualidade : em casa de Soulhall
Mellor & C. roa da Cadea do Kecife n. 36.
\\ LOJA DE (i PORTAS
em lrente do Livramento.
Vendem-sc vestidos de seda, bonitos goslos, pa-
ra meninas de 3 a 6 anuos por 69 ; lencos de cam-
braia, hrancos c pintados, a 160 rs. ; chitas de bons
pannos a 160, 180 e finas a 200 rs. ; riscados de li-
nho para roupa de menino e homem a 210 rs. ; fa-
zendas escura* propria para roupa de escravos a 160
rs. e oo'.ras minias fazendas por preco barato.
Sal do i\ssii
a bordo do hiale \orn Olinda. a tratar com o mes-
tro a bordo, ou com Tasso Irmftos.
HE MITO BARATO,
romeiras de lindos goslos a 29500, chales ele tarla-1
lana a 18, lencos de boa ganga, a duza 3900, Irn-
cosde carca e seda a 18, lencos de cumliraia de l-
nlio a 600 rs. : e outras mais fazendas por baratos
precos, na ra do Queimado 11.33 A, na loja junio a
da fama.
He barato que admira.
Vendem-se saceos com feijao por di-
minuto preco : nos Quatro Cautos da ra
do Queimado, loja n. 20.
Vende-se, aloga-se 011 troca-se por lijlos de
alvenaria grossa, urna canoa de carga do 1,000 lij-
los, que foi toda construida : a tratar com Marcelino
Jos Lopes, na ra da Alegra.
Vende-se um cabra (bicho) muilo leiteira,
propria para criar urna enanca : quem a pretender,
dirija se iiSoledade, passando o sitio dos lees, pri-
meiro portao do becco.
Ra do Queimado n. 1.
lia um novo sortimenlo de lencos hrancos com
barra de cores fizas, proprios paia meninos e meni-
nas, | oto diminuto prejo de 100 rs. cada um, um
completo sortimenlo de casemiras de novos goslos e
muito boa fazeoda a 48600, ditas a 38800. riscados
Trnceles do ultimo gosio a 260 o covado. Alm des-
tas ha outras moitas fazendas por barato prero.
, RA DOS QARTEIS,
Rico quadros com moldura donrada, com dese-
nlio a oleo, e sobre panno, representando episodios
amorosos, cousa excedente nesle genero, os precos
variara a proporrau do lamanho, sendo os grandes a
18280,18000 e 800 rs.; 6S0, 500 e 400 rs. os mais
pequeos; com esla quantia orna-so cora bellos qua-
dros urna boa sala de juntar, no'mais apurado goslo
da poca : na loja de Cruz Gomes, ra dos Quer-
ais n. 24.
Vende-se urna prela mora, bonita] figura, sabe
vender na ra, cose, engomma. faz labyrimho etodo
servico de urna casa : na ra do Sebo n. 23.
Vendem-sc 2 escravas de lodo servico de nor-
ias i fra : quem as pretender, dirija-se roa do
Veras, na Boa-Vista, casa n. 6| qoe la achara com
quem tralar.
" Vende-se um caixo de ourives e alguns oulros
instrumentos do mesmo ofcio: no aterro da Boa-
\ isla n. 68.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
Vende-se um cxcellenlc terreno de 33 palmos
de frente, na ra da Aurora junio a casa do Sr. Joa-
quim Manoel: a tralar na ra Velha n. 18, ou em
Sanio Amaro, silio defronle da capella.
\ eu.le-.-e arroz pilado muilo superior. Jilo de
rasca, saceos com milho, dilos com farinha de man-
dioca, ludo mais barato do que em entra qualquer
parle, que he para se acabar com o resto : na Ira-
vessa do Carioca, annazem de Antonio Piulo de
Songa,
Vende-se lodo o necessario para urna estri-
bara para dous cavallos, iuclundo as lelhas com
pouco uso e por prero commudo : na ra do Collc-
sio n. 4.
i

9
UNGUENTq HOKLOWAY.
illi'aresdeiudivifiuos de lodas as naces podem
leslemunhar as virludtsdeste remedio incmparavel.
e provar. em caso'necessario, que, pelo uso que del-
le lizeram, lem scu corpo e membros inleiamenlc
saos, depois dehaver empregado niitilmenle oulros
Iralamenlos. Cada pessoa_jjailer-se-ha convencer
COMPRAS.
Compra-senabolca da ra do Rosario n. 36, o
seuiiile:-^-Curso de philosophia por Daroron. 4 vo-
turnes ulUma edcSo, em francez ; Lijos de lgica
por Charma, 1 vol., ultima edic*., em francez ; Ba-
edir-ao a'na mralidadc Fr Ch"ma, 1 vol., ullma
Compram-se aeces de Beberbc : na ra lar-
ga do Kosano n. 36, segundo andar.
Casa de coinmissao de escravos, na ra do
Livrantento n. i.
Compram-se escravos de ambos os sexos, sendo
boas figuras piga-se bem, timbera se recebem para
vender de commissao.
Compram-se patacoes brasiieiros, hespanl.iies,
mexicanos e pesos de 5 francos : na ra da Cadeia
do Recife, loja de cambio n. 38.
Compram-se Iraves de emberiba, de 30 palmos
de comprimenlo o 1 em quadro : na ra da Praia
casa terrea junto ao subdelegado.
Compra-se urna negra de boa figura, que sai-
ba bem engummar, coser e cozinliar, paga-se bem
assim como um muleque de 14 a 16 annos: quem
liver, dirija-se ra da Cruz n. 23.
VENDAS.
O Dr. Joao Honorio Bezerra de Me-
nezes mudou a sua residencia da ra
Nova, para a ra da Aurora sobrado n.
(2, que faz esquina com o aterro da Boa-
Vista, e ahi continua a exercer a sua pro-
fissao de medico.
S J. JANE, DENTISTA,
9 contina a residir na ra Nova n. 19, primei-
S5 ro andar.
e
39.
O cautelista Antonio da Silva Gui-
maraesaz sciente ao publico, que vendeu
na sua casa da Fama o bilhete inteiro da
segunda parte da sexta lotera da matriz
da Boa-Vista n. 418, com G.OOOi'OOO rs.
As melliores biclias que lem vindo a esta
provincia,
sao as queveram nesle vapor inclez que passou pa-
im palmo de comprido, e segundo di-
lis sangra
ra o sul, lem
do qoe 5 ventosas; estao no deposito dellas, na ra
estrella do Rosario n. 11.
Precisa-se alugar urna prela escrava, sem ha-
bilidades, para servir em urna casa de famiilia : a
fallar no ra da Cadeia do Itecfe, loja de cambio
n. 38.
O Sr. Antonio Alves Ferreira da Silva lem car-
ias vindas do sol, na ra da Cadeia do Recife n. 48,
loja.
Vende-se um casal de escravos de meia idade,
proprios para campo, c um prelo lambem de meia
idade : na ra do Mvramenlo n. 4.
Vende-se urna escrava n,oc,a de bonita figura,
com algumas habilidades : na Boa-Vista, ra Ve-
lha, n. 67.
Domingos Alves Malheus lem para vender em sen
esrriplorio, na ruada Cruz n. jS. um rico piano de
armario, recenlcmenlc chegado e de boas vozes, as-
sim como se encarrega de mandar vir oulros a con-
teni dos pretendenlcs.
Attencao.
Vende-so 1 cama de armarn, de Jacaranda, 1 me-
sa de amarello com 7 palmus de comprimenlo e 4 do
largura, propria pira alfaiale corlar obras, I dita
para cozuiha, I caixao de amarello cuvdrarado pro-
priu para vender fazendas e calcados, e 5 quadros
com moldura de Jacaranda : na Iravcssa do Queima-
do n. ->, segundo andar. Na mesma casa compra-se
um binculo demarfim oa de metal, qoe seja grande
t einTioni uso.
Vende-se uma>esrrava de 2i anuos, quilanilei-
ra, cozinhn o diario de urna casa o lava de salino ;
vendp-e por querer-se comprar um luoloqu : quem
a quzer, diriia-se ra da Moeda n. II, segundo
andar, que achara com quem Iralar.
Vende-se urna cabra (mocho) raposa.com mui-
lo boiii leile : drija-sc Sanio Amaro junio ao ce-
mlerio dos Inglezes, casa de 2 portes.
lam os mdicos niaistlebres. Quantas pessoas re-
c*fraram com este soberano remedio u uso de seus
bracos e pern.,s. de|>ois de ler permanecido longe
lempo nos hospilaes, onde deviam soQrcr a ampu-
tado Dellas ha muilasque liavendo deixado esses
asvlosde padecimenlo, para se nao subnielterem a
essa opejflcap dolorusa, foram curadas completamen-
te. meSnlc o uso deaae precioso remedio. Algu-
mas dasTaes pessoas, na efusao de seu reconheri-
menlo, declararam esles resultados benficos dianle
do lord corregedor, e oulros magistrados, afim de
mais aulenticarem sua allirmaliva.
;?Ninguem desesperara do estado de sua saude se
livesse bstanle coufianra para ensaiar tsle remedio
conslanlemenle, segnindo algum lempo o Irala-
menlo que necessitasse a nalureza do mal, cojo re-
sullado#erla provar inconlcslavelmente: Qoe Indo
O ungento he til mait particularmente nos
seguales casos.
' Arhae venda o manual do guarda na-
.:} cional, ou collerc.ii> de lodas as les, regula-
9 mentos, orden, c avisos concernciiles a mes-
3) ma goanla nacional, orgauisado pelo capiao
Q secretario ceral do commaudo superior di
i.-j guarda nacional da capilal da provincia de
Xi Pornainbuco I'irmino Jos de Oliveira, des-
de a sua nova orgauisarflo at 31 ele dezembro
7? de 1851, relativos nao s ao processo da qua-
;S lificarao, recurso de revista, etc., ele, senao
a economa dos enrpos, o ^aoisacao por mu-
nicipios, balalhes, e companhias, com raap-
pat e modelos, ele, ele: vende-se nnica-
3C mente no paleo do Carino n. 9, primeiro an-
St dar, a 58000 por cada volume,
Vende-se o apreciavel vinlio Bor-
deaux engarrafado, muito propriopara as
pessoas que se acliam em dieta e por pre-
co baratissimo, por ser urna pequea por-
cao que resta: na ruada Cruz n- 26,
primeiro andar.
Vendem-se os verdadeiros licores de
absyntho e kcli, chegados pelo ultimo
navio lrancez e por preco muito commo-
do : na rita da Cruz n. 26, primeiro an-
dar.
TENTOS PARA VOLTARETE.
Vendcin-se caixinlias com tentos de mili-
to bom gosto para o apieciavel jogo de
voltarete, cliegados ltimamente de Fran-
ca e por muito commodo preco: na ra
da Cruz n. 26, primeiro andar.
Na Iravessa do arsenal armazem O. 9 vendem-
se saccas com arroz pitado.
A 98000 A PECA.
Vendem-se pe;as de brim fino de linho, com 20
varas, prnprio para cerdas, loalhas, lancoes e oulra
mullas obras, pelo baratissimo prero de 99000 a pe-
ca, assim como oolras militas fazenilas que a dinbei-
ro se vendem barato : na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 50, defronle da roa da Madre de Dos.
VINHO DO PORTOSUPEBiOK FEITORIA.
Vende-se por preco commodo no armazem de
de Barroca & Castro, ra da Cadeia do Itecife n. 4.
Vendem-se sapo lis grandes ; no silio da Trom-
pe n. 1, sobrado que lem taberna por baxo, e na
ruad Cadeia do Recife, taberna defronle do becco
Largo.
A pechincha.
No aterro da Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Ceblas chegadas ltimamente de Lisboa a 200 e
400 rs. o cenlo, presuntos, linguiras, paios, manlei-
ga ingleza de todas as quididades, dita franceza, bo-
lachinha do soda, bisadlos, o muilas oulras quallda-
des, passns. anieiv.is. [amaras, cha da India de Indas
asqualidades, e mu tos oulros gneros chegados l-
timamente, ludo do superior qualidade e preco mais
barato do que em oulra qualquer parle.
GRANDE E NOVO
Sortimenlo de chapeos de >ol tanto de seda como
'do panno, para homem e senhoras,de lodosos tama-
nhose quididades, pal de panno, seda, lila, linho,
alpaca ele, de (odas it cores e qual ida des, cairas de
brim brnnco e pardo,e um sortimenlo de malas para
viagem, assim como baleias para vestidos e esparti-
Ihos para senhoras, cobre-scK! concerta-se toda e
qualquer qualidade de chapeos de sol, por menos
preco que em oulra qualquer p. arle : na roa do
Collegion. 4, casa de J. Falque.
Na ra ta Cruz n. 26 primeiro an-
dar, vendem-sc os seguintes relogios por
muito barato preco que faz admirar, re-
logios de ouro patente suisso, ditos de pra-
ta, dilos de dita dourada e ditos de dita
galvanisada.
Velas.
Vendcm-se encllenles velas de carnauba pura e
de rniii|iisicaii, sendo estas do mellnW fabricante do
Aracaty, pelo commodo prero de i* 500 a arroba :
na ra da Cruz armazem n. 15. ^ ,
Na ra do Crespo, loja i-, : J*Hnnilizwtahsfai
cobcrlores de algodAo, hrancos, de pello a 18100, e
sendo em porcilo faz-se alguma dill'erenra no prejo:
lambem vendem-se sedas escocezs a 18200 o covado,
bonitos padrees e sem deleito.
Superior vinlio de champagne c Hor-
deauv: vende-se em casa de Scballiei-
tlin&C. ra da Cruz n. 58.
Moinhos de vento
'ombombasderepnxopara regar hortas e baia,
do Brum ns. 6,8e 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42'.
Neste cstabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das c nielas moendas para engtsnho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
.e coado, de todos os tamauhos,
dito.
para
Attencao.
Na ra da Cadeia Velha n. -I",loja do S (Manoel)
vende-se damasco de 13a de doas largaras, muilo
propno para cuberas de cama e pannos de mesa.
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cdlis
em geral.
Enfermidades do anos.
Erupces escorbticas.
I'i-lulas no abdomen.
l'rialdado ou Talla de ca-
lor as extremidades.
Frieifas.
Cengivas escaldadas.
lucharnos.
matriz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de ollios.
Mordeduras dereplis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Ouefmadclas.
Sarna.
Supuracoes pulridas.
Tiliha, em qualquer par
le que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na-bocea.
do ligado.
das arliculaces.
\ cas torcidas, ou noda-
das nas pernas.
Inllammacao do figajo.
da bexigaS,
H.\elM" eS'f.an^Uen no "beleeimcnloBcral
de Londres, o. 2-4, S/rafd, e na Joja de lodos o bo-
ticarios, droguistas e oulVas pessoas cncarresadasde
sua venda e.n toda a ArnVriea do Sul, llavana e
Ilespan.. V'
Vende-se a 800 res cada hocelinha, eonlcm urna
inslruccao em portuguez par,, explicar o modo de
fazer uso deste unguenlo.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
maceulico, na ra da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
PARA ENSE-
NA FUNDIAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIUO DAVID W. BOWNIAN. ,VA
RA DO BRUM, PASSANDO V ^HA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorlimenio dos segrales ob-
jeclos de mechamsmos proprios para en^enhos, a sa-
ber : moendas e meigs moendas da mais moderna
construccao ; taixas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade o de lodosos lmannos: rodas
dentadas para agua ou animaes, de Indas as propor-
ees ; crivos c boceas de fornalhae regislros de bo-
eiro, aguilhfles, bronzes, parafusosocavilhoes, moi-
nho de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FUNDICAO.
se execnlam lodas as cncommondas com a snperio-
rdade j conhecida, e com a devida presteza e com-
modidade em preco.
I
cao aobarateiro.
Vinho da Figuera, de Lisboa, braneo superior,
linio do Porto engarrafado, muilo bom, o vclho a
KOO rs. a garrafa, azeile doce do melhor, vinagre de
Lisboa engarrafado, braneoe tinto,saidinlias de Nau-
tes em latas, queijos do reino minio freseaes, passass
chouriras, paios, presuntos, cerveja de superior qua-
lidade, vinho Bordeaux engarrafado a 400 rs. a gar-
rafa, e a 320 deixando-sc o casco, dilo champagne
da melhor qualidade, dilo muscalel do verdadeiro a
560 a garrafa, charutos da Baha muilo bons, sabAo
braneo do Uio, grma em lalas da melhor, hlalas de
superior qoadade, clui de lodas as qnulidades e do
melhor, bolachinha ingleza superior, mauleiga in-
gleza e franceza, banhu de porro_ muito alva, bola-
chinha de aramia muito superur," velas de carnauba
pura edecoraposcao, ditas de espermaretedas me-
lliores qualidades, e> pelo mais barato prero, lalha-
i un, n.acarrao e ilctria, cevadinha, sag, marmela-
da. papel aluiaro e de prsn, dilo paulado, e ludo
mais de muilo hoa qualidade, eo mais baralo que
se enconlra: na taberna da i na Nova n. 50, na es-
quina da roa de Sanio Amaro.
Vendem-se em casa de S. P. Jolins-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronzeado.
Chumbo em lenco!, barrae muniro.
Farello de Lisboa.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiroedevela.
Vaquetas de lustre para carro.
Barrisdegraxa-n. 97.
DEPOSITO M FVBHIIV DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algdao tran-
cado daquella fabrica muito p ropr i o pa-
ra saceos de a suca r e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C, narua
da Cruz a. 55 lia para vender exced-
ientes pia nos vindos ltimamente de Mam-
bla go.
r Vende-se urna batanea romana com todos os
seus perlcnces.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC "VERDABE1BO.
Vende-se superior cognac, em garrafa, a 12J000
a duza, e 15280 a garrafa : na roa dos Tanoeirns n.
2, primeiro andar, defronle do Trapicho Novo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se, superior farinha de mandio-
ca, em saccas que tem um alqueire, me-
dida velha, por preco commodo: nos
armazens n. 3; 5 e 7 defronte da escadi-
nlia, e no armazem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes &C, narua do Trapichen. 5i,
primeiro andar.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Venden-so na roa do Crespo, loja da esquina que
volla i>ar; a cadeia.
ATTENCAO.
Narua do Trapiche n. 54, ba para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprios para deposito de fo-
ses ; estes barris sao os melliores que se
tem de-coberto para este fim, por nao
exhalar em o menor clieiro, e apenas pe-
zam 1( libras, e custam o diminuto pte^
ro de 4S000 rs. cada um.
Vende-se pipas, barris vazios e bnr->
ricas internadas: a tratar cora Manoel
Alves Guerra Jnior, na ra do Trapiche
n. 14. f
Attencao j
Vende-se superior fumo de milo, segnnda i capa
pelo baralissirao prejo de 33000 a arroba : narna
Dircila n. 76.
Potassa.
No ango deposito da roa da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, vende-se muito superior potassa da
Kossia, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos que he para fechar conlas.
POTASSA BRAS1LEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada np Rio de Janeiro, ebe-
gada i ecentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenbos os
seus bons cileitos ja' experimen-
tados: narua da Cruzo. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado nas co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-Io no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
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A ELLES, ANTES QUE SE ACABEM.
Vendcm-secOrles de casimira dc,bom goslo a 28,500
4$ e 59000 o corle ; na rna do Crespo n. 6. '
Taixas par; engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chajariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou
sem despeza ao comprador.
Cera de carnauba.
Vende-se aa roa da Cadeia do Itecifo n. 49,
meiro andar.
pri-
Vende-se um cabriole! e dous cavallos, ludo
jauto ou separado, sendo os cavallos muilo mansos e
muilo coslumados em cabnolet: para ver, na co-
ch%ira n.:), dcfronlo da ordem terceira de S. Fran-
cisco, e a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Soo-
za Jnior, na roa do Collegio n. 21, primfiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PAKA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina e padrOes novos;
cortes de lila de quadros o Mores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da equia que
w>!la para a ra da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4>500
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na ra !\o Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven
de-se farelo novo, chegado de Lisboa pela barca Gra
tido.
Vende-se orna excedente bomba de repu\o :
na ra do Collegio n. 16.
Vendem-se 2 lindas negrinhas muilo adas,
sendo urna de idade do-7 annos e a oulra de 4, a pri-
meira lem principio de costura : na ra do Crespo
ii. 10, segundo andar, fin mesma casa compra-se
um negro moro, de bonila figura.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
A 3S000 rs. a pessa.
Vendem-se na ra do Queimado, loja n. 17,
peca" de madapoln com pequeo loque de avada a
3-^000. e lodaozinlio americano com pequeo lo-
que a 29000 a pera.
PARA ESCRAVOS.
A 1.S200 rs.
Cobertores de algodilo cncorpados: na roa do
Queimado, loja n. 17.
FEI E BOM.
Vende-se estojo com una navalha, verdadeiro
aro inglez, icio c hom, pelo barato prero de I3.VXI :
na rna do.-Queimado n. (3, loja de Joao Chrsostomo
de Lima Jnior.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinbas, tudo modernissimo
chegado do Rio de Janeiro.
A BOA FAMA
Vendem-se Icsouras para costara a 18000 a duza,
pcnles para tranca a JSOO a dusia, filas de seda la-
vradas, de Indas as core, e tem deleito a 120 ra. a
vara, e pecas a 15200, meiaa brancas para senhora a
210 o par, Otas brancas de linho a 40 rs. a peca, pe-
cnhas de bico com t varas a 560 e 640, carieiri-
nhas rom agulhas tortidas a 240, eseovas finas para
denles a 100 rs., pulceiras ou bracelete encarnados
para enflora e menina a 320 e 400 rs., linhas bran-
cs de novello n. 50, 60, 70 e 80, a 1JJ100 a libra,
ditas de cores tambera de novello a 1J)000 a libra,
lioloes de porcelana para camisa a ICO svfrroaa, rala-
das de linhas finas para bordar a 160, ditas de peto
a 100 rs., carrileis de linhas de 200 jardas a 70 rs.,
bolOes muito finos de madreperola para camisa a 600
rs. a grosa, dilos hrancos e pretor para calcas a 280 a
prosa, linhas muilo finas de marcar, zoes e encar-
nada a 280 a caixruha, con 16 novello, dedae para
f*enhoia a 100 rs. a duxia, micangas miada a 40 rs. '
o roacinlio, ditas maiores de toda as core a 120,
smpeiisorios a 40 rs. o par, grampas a 00 rs. o roa-
clnho, alunles a 100 r. a carta, pedras para escre-
vera 120, brmquedospara menino a 500 r.a cai-
xinlia, espelhos com moldara doorada, fnzenda su-
perior, a 120 e 160, espelhos de capa a 800 ra. a du-.
zia. luvas de sed pretas com palmas de core para
senhora a 500 rs. o par, agolheros de roelal com
agulha tortidas a 200, torcidas para candietro do n.
que o comprador quizer a 80 rs. a duza, penles de
baleta para alisara S80, dilo iberios, boa faxenda,
a 320, caixinhas com agulhas franceza de fondo azul
a 200 r., Glas de linho de core a 80 rs. a peja, cor- .
das de viola a 200 rs. a dozia, e alm de lodo islo
oulras muilissimas coosas que, tudo se vende por
preros qoe fax admirar : na ruj do Queimado,- nos
qualro canlos, loja de mludexas da Boa Fama n. 33,
A Boa fama.
-i
Vendem-sc ricos e moderno
pianos, rccenle-
mente chegados, de excellenles vozes, e precos com-
modo?
da Cr
panno,
no, proprias para a esla-
o prero : na ra do Cres-
Cap
_\endcm-se capar'
cao presento, por '
pa-JUA. ~r~
Grabde sortimento de brbs^para quem
quer ser gemenho com pouccNlinheiro.
Vende-se brim trancado de listras e quadros.de pn
ro linho, a 800 rs. a vara, dito liso a 640, ganga
amarella lita a 860 o covado, rigeados.escurusa imi-
tacao de casimira a 360 o covado, dilo^de linho a
280, dito mais abaixo a 160, castores de lodas as co-
res a 200, 2(0 e 320 o covado : na roa do Crespo
n. 6.
COM PEQUEO TOQUE DE
Chales de merino, linissma faxenda, bonito sorli-
menio de lodas as coree, pelo diminuto preco de
."9500: na ra do Queimado 11. 33, loj junio"a da
Fama.
Vendem-se 3 escravos, entre elles um ptimo
mulalinhode idade 10 annos, muilo lindo, urna pre-
la de boa conduela, quilandcira ; na rna Direila
n. 3.
Algodio de sicupira a 29500 e 3$ : vende-se na
ra do Q'cspo loja da esquina que vola para a ra
da Cadei.i.
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca de seda de quadros de bom gosto
a 720 o covado, corles, de laa dos melliores gustos qoe
tem vindo no mercado a 4*500, dilos de cassa chita
a I98OO, sarja prela hespanhola a 2*400 e 9200 o
covado, i-elim preto de Maco a 2&S00 e 19200, guar-
danapos adamascados feilos em Guiqar les a 33600
a duza, loalhas de rosto vindas do mesmo lugar a
98000 e 129000 a dalia : na rna do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIROS A800 RS. CADA UM.
Vendem-se na ra do Crespo loja ii esquina que
volta para a ra da Cadeia.
Vende-se rap superior, Paulo Cordeiro, a
l--so a libra, rap prioceza de Lisboa, em vidros :
no arroaiero de Palmeira & Bellrao, no largo do Cor-
po Sanio n. 6.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3000.
Vendem-so na ra do Crespo, loja da esquina que
volla paria ra da Cadeia.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeiraqua-
lidade, de propnedade do conde 0
de Marcuil, ra da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 3!$000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
conit Feron & Companhia. N.
B.As ca xas sao marcadas a fc-
go-Conde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues-
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas deParis,
em asa de Victor Lasne, ra da Cruz
n.27.
Etlra-snperior, pnra baunilha. UJ820
Kara fino, baunilha. 18600
Superior. 19280
Quem comprar da 10 libras para cima, tem um
abate de 20 % : venda-se aos mesmos procos e con-
d i (oes, ei n cas do Sr. Barrelier, no aterro de Boar
Vista n. 52.
Veode-se aro em cunheles de um quintal, por
preco rruilo commodo : no armaxem de 51c. Cal-
monl & Companhia, praca do Corpo Sauto n. 11.
Ripeado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase aquellas, a 160
o covado.
Vende--e na ra do Creipo, loia da esqoina qoe
volta pan a cadeia.
Vendem-se no armazem n. 60, da roa da Ca-
deia do Itecife, de Henry fibson, os mais superio-
res rcloi ios fahricados em Inglaterra, por precos
modicos._
Veide-se escolenle laboado de pinho, recen-
temenle chegado da America : na ru 1 de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-se cern o adminis
ador do mesmo.
Vcndem-sc carleiras propria para viagem por le-
rcra lodos os arranjos necesaarios para barba, pelo
baratissimo preco de 39500, relogiuho com mostra-
dores de madreperola o porcelana, cousa muilo de-
licada para cima de mesa a 49000 cada um, moca-
dores com columnas de jacarando, com encllenles
espelhos, pelo baralo preco de 39000, e'alem disto
nutras moitas coasas que se veodem mais barato do
'" ""'" ^jyWM" "' '.....lili M" -aue-ern oiitra nnalmur parte : na roa do Queiau-
" do, nos qualro canlos, loja de miodezas-da-jtaa-fa-
roa n. 33.
'
4
y
t
1
1
' I
-*
y;
O Dr. Kibeiro, medico pela universidade do
Cambridge, conlina a residir na ra da Cruz do Re-
cite n. 49, 2. andar, onde pode ser procurado a
qualquer hora, e convida ao pobres para consultas
gratis, c mesmo os visita quando as circnroslanciai o
ctijam, fax especialidade das molestias dos ofhts
ouvidosi
VINHO CliERRY EM RARRIS.
^Em casa de Samuel P. Johnsfon S C-,
ra da Senzala-Nova n. 42. "'
AGENCIA DA FMDICAO
EDWIN MAVV, ESCRIPTORIO DE RoT"
SAS BRAGA dt C, RA DO TRAPI-
CHE N. 44.
Tem para vender um completo sorti-
mento de taixas, moendas e metas, moen-
das para engenho, cuja superibridade ja'
he bem conhecida dos senhores de enge-
nho desta provincia, dos da Parahiba e
das Alagoas. desde quando taes objectos
do mesmo fabricante erara vendidos pelos
Srs. Me. Calmont&C, desta praca.
A Boa lama.
Vondem-e riqmssimos leques com linda e lnis-
simas pinturas a 2, 38. 4 e 59000 cada m, meia
de seda pintadas de muilo bonitos padrees para en-
ancas de 1 at 4 annos a I98OO o par, diUs de fio da
Escoca, molto boa faiends, a 240 a 400 n. o par,
vollas prelas para loto com brincos, pulceiras, alfi-
nelcs, faxenda rouitu superior, a 1J>000, ditas mais
ordinarias a I9OOO, palitos de laa de muilo bonitos
goslos e goarnecidos para senhora e meninas, pelo
muilo baralo preco de 39000 cada om, bandejas fi-
nsimas e com delicadas pintura, pelo baratissimo
preco de 29 at 69000 cada ama, trancas de seda da*
lodas as larguras e cures, fila finas derlodas as cores,
bicos finitsimos e de bonilospidroes, de linho, tesou-
ras ns mais finas qu! he possivel encontrarse e de
todas as qualidades, meias c luva de lodas as qoa-
lidades, riqusimas franjas brancas e de cores c/im
belotas, proprias, para cortinados, eseovas muilo fi-
nas para cabello e roupa, estampas de sanios coloii-
das e em fumo, todo por precos qne nao deiiara de
agradaran! compradores: na ra do Queimado, nos
qualro cantos, loja de miudexas da Boa Fama n. 33.
Esla loja torna-se bem conhecida pelo crande e bo
n ilo sortimento que sempre lem do miudezas de bou
goslos e por preros sempre mais baratos do que em
oulra qualquer parle.
A boa fama
Vendem-se meias de laia para padre, o mellmr
quo he possivel haver, pelo muilo baralo prejo de
29OOO o par : na ra do Queimado, bo* quatro can-
los, loja de miudexas da Boa Fama n. 33.
A boa fama
Vendem-se muilo bonitos chapeos de sol de seda
com molas, pequeos e muito delicados, proprios
para ineninns.de escola, pelo baralo preco- de 39000
cada um; he eonsa 13o delicada qoe quem vir nao
deixar de comprar : na ra do Queimado, nos qua-
lro cantes, loja de miudezas da Boa Fama 11. 33.
Charutos Rahianos.
Chegaram pelo ullmo navio vindo da Babia, os
muilo afamado charutos varetas e de S. Flix, da fa- '
brica de BrandJo, sendo em caixas de 100, 50 e 25 :
vendem-sc na ra do Queimado 11.9.
A 400 RS.
Lencos de ca e seda, lindos e modernos pa-
drfics: na ra do Queimado a. 33 A, loja junio a
da Fama.
Vende-se escolha de caf de boa qualidade na
ra do Bruro, armaxem n. 14.
' Capas de burracha baratissimas.
Veiidem-ss capis de borracha, o.melbor possivel e.
por preco que se ruio vende en narle alauroa : na
rna da Cadea do Recife, loja nfk\ defronle da ra
da Madre de Dos.
s
I
PEKN. TYP. DE M. F. DB FARIA _1855


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