Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00798


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Full Text
XXXI. N. 152.

es adiantados 4,000.
jies vencidos 4,500.
EXOARRKGADOS D
QUARTA FEIRA 4 DE JULHO DE 1855.'

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
IBSCRIPCA'O. *
Faria ; Rio le Ja-
i; D.iliia, o Sr. D.
Bernardo de Min-
io Vctor da Nalivl
Kecife, o proprieterio M. F| .j
neiro, o Sr. Joao Pereira M
Duprari ; Maeei, o Sr. Joac
doea ; Parahib, o Sr. W
dado ; Natal, o Sr. Joaquim, Ifiacio Pereira Jnior;
Aracaly, o Sr. Amonio de lff9* Brasa; Ceara, o Sr.
Victoriano Augusto Borgei : puranhao, o Se. Joa-
quim Marques Rodrigues ; Htuliy, o Sr. Domingos
Hafculano Ackiles Pessoa G'eence ; Par;., oSr. Jus-
lia* J. Ramos ; Amazona, opr-
f
1
\

)
/ f

I
f
CAMBIOS.
Sobre Londres, a ^27 1/4 e 27 i/8 d. |por 12
Pars, 355 rs. por 1 f.
Lisboa. 98 a 100 por 100.
Rio deanciro, 2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da eompanhia de Beberibe ao par.
da eompanhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 8 a 9 por 0/0.
DE PERNAMBUCO
METAES. i PARTIDA DOS COREIOS. AUDIENCIAS. EPIIEMERIDES. DAS DA SEMANA.
as hesnanholw 49*000 Olinda. indos os dias Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras Julho 6 Quarto minsuante aos 12 minutos e 2 Seeunda. S. Isabel; S. Olhon b.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholu* 29*000
Modas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 4*800. ; 99000
Prata.Pataces brasileiros. 1*940
Pesos columnarios, ... 1 *940
mexicanos. : 19860
PARTIDA DOS C.ORREIOS.
1 Olinda, todos os dias
I Caruar, Bonito e Garanbuns tu dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista,ExeOucury, a 13 e 28
Goianna e Parabiba, segundas e sextas-feiras
Victoria e Natal, as quinias-feiras
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira i 8 horas* 30 minutos d* manhaa
Segunda s 8 horas e 54 minutos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal doj Commercio, segundas equintas-feiras
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, tercas e sexus-feiras s 10 horas *
Juizo de orp.hos, segundas e quintas is 10 horas
1* vara do ci vel, segundas e sextas ao meio dia
2* vara do ci vel, quartase sabbados ao meio dia
EPIIEMERIDES.
6 Quarto minguante aos 12 minutos e
40 segundos da tarde.
14 La nova af 2 horas, 21 minutos e
40 segundos da manhaa.
92 Quarto crescente as 5horas, 30 mi-
nutos e 40 segundos da manhaa.
29 La cheia as4 horas, 44 minutos e
' 33 segundos da manhaa.
DAS da semana.
2 Segunda. S. Isabel; S. Othon b.
3 Terca. S. Eulogio m.; Ss. Anatolio e Dairo.
4 Quarta. S. Isabel rainha viuva f.
5 Quinta. S. Filomena v. ; S. Triina m.
6 Sexta. S. Domingas v. m. '. S. Lsaias profeta.
7 Sabbado. S. Pulcheria v. imperatiiz.
8 Domingo. 6. Ss. Procopio a*Priscilla nun.;
Ss. Ceciliano e Auspicio mm. ,
PETE fflCIil.
GOM&UUTOOl IAS ABMAS
O*rt*l-(*o*ral o casi
Piruabw *< M
Mih. de i*-
ORDEM DO
iaaano das arma* de
Reolfe, eaa 3*.
MAN. 75.
Convinda que os faeullit vos militares se revesen)
lental, para que adqui-
.pratica que Unto no-
sJfTo de suas funejoes,
t& 4o regolamenlo np-
Ke 22 de fevereiro de
xtommandante das ar-
i. gu niio cirorgiOes do
toi servico nos corpas
Jaejem empregados ,em
ifl dn Sr. capillo dele-
ercito nesta provincia,
meo por maneira que
pregados tres faculla-
i djestabelecimento, cerlo
locar por escalla este
er ao menos por lem-
bsequenles oecorren-
1 a necessidade de al-
eada. O mesmo Sr.
tel-general os movi-
de servico, para que
< dia.
i Joaquim Coelho.
Jj Ferrcira, ajudanle de
no servico do hospital reg
rasa ntase eslabalecimenl.
mjr! para o bom desenf
osase he determinado-no
ywevado pelo decreto n.'
1831, o marocha I de caro
mas determina que os Si
eorpo de satsde do exerci
estacionado* nesta provin
dito hospital sob nome
gado do eirurgiao-mr d
o qual detalhar este
nanea deitar de ter riel
livos.alm do encarrega.
de que aquelles a qai
lervico.deverSo nelle
pode seis metes; salve*
da do servico llzerera p
tirar a marchaque Ccar
delegada participar a*
meatos relativos a este)
sejam publicados em or
Conforme.Candido
ordena eoearregado da
1.
i
-
O jornal de S. Pele
plemento exlraordiua
de NeJBelroder que
deapsebo telegra
O jornal de S.
prtante doeume
Os minisiros ingl|s '
ces ltimamente ffi
ram que apres*nia{~
ferencia de Vala.
A puUicidndc q
ra rectificar varias
Rassia.
Curo o menino liajo
lio s nussat legac)
resallados obtidos
das circamslanoi.1
nuacio.
M JL
publica em um sup-
uta circular do conde
a annanciada por um
I.
faz preceder este im-
inle linlias :
reipoala s interpella-
dai cmaras, annon-
| parlamento as actas da
ler.Io serviT ssirji pa-
]erroncas a respeilo da
kete imperial tran>mil-
placilo que d conta do
nfereocias de Vienna e
hpediram a aaa conli-
nuarjo.
:i\ |.ar.
S. Petenbi gol fe abril de
Senhor. as de tef] I da confe
inna *em lerem | Jo- "Snilivanieal
easM
aeaaaiiiia, por
ca e Inglaterra
ealavam esgotada
Para por as ti
um jaiio txaclo
vou as por a sua
tillo*, e indicar
sea bom xito.
O mea despac
nhacer o espirito:
coei com que o
riosa memoria m
em que Ao a!
' Confirmadas pe
(So ao throno,
e mpenliadas pelq
por S. M. de too
Ci. Ella abran*
! Immunidjid
2. NavegacSo
3.* Revisao do
. Garanta
populaces el
ottomano.
Antas de
ptesiipeleoci
exame de
peto peal
le'lermos
O prioci
S depo
qactuM
tender-nos
Temos V
pero qoe le
qae be o
ser (olida e
para asaba*
zerem impor
a sua honra,
rein as conseq:
Tal he o po
ros rnssos, co
beleceram des.
Nonhum dos
validade desta
so, todos atlesl
bneles nio q
cawein a dignl
garancas comer
As sessftes de
cto regular a qi
Foi ratohida
romo o quera o
No seo alio r
popolarftes da i ffii
zo das iminunii) a
lka tinha asseg ir;
mado desde uin se
gionarios.
As suas imn un
protocolos de \ ie
solidar a sua c )
de todas as alt/. s
ranlta o regime. 1 .
no dominio do lir
o cndaSo de.
<;6a central)
de potencia sol (ra
qui por dianle f ir
tras petaocias 1 .ir.
1855.
ferencia de Vi-
ente rolas eslo
enipoliiociario da tran-
que as suas inatrqf c;oes
eriacs em estado de fazer
actual, dai negociarOes,
erificar os resultados ob;
laDcias que impedirn) o
fevereiro fez-vos co-
sa redundas as inslru-
radvr NicoUo de glo-
us representa ules na poca
confeiencias de Vienna.
agosto amo sua exalta-
res foram fielmente des
ilpotnciaros ocarregados
.lia unta importante negocia-
atlro qoeslOn :
irincipados.
bio.
1841.
ades religios.ls f civis das
as ao dominio do imperio
Haeassflo destes artlgos, os
la fizeram preceder este
formalmente estahelecida
Heconcebida nos seguin-
diste:
nos particulares de cala
conhecer se podemos en-
de partida comroum ; es-
ilmenle um fin commom,
faz geral, paz que nao pode
Juico sen .lo sen lo honrosa
e de qiulquer parte qui-
Jdices incompaliveis com
( rejeitaru, sejam qnaes fo-
ida que 01 plenipotencia-
ordena da sua corle, esta-
co das DfgociacGes.
da coofereacia contestn a
1 de principio. Longe dis-
tldas vezes que os seus g.i-
:ular pro posta 1 que ala-
Sol a fe destas se-
o"a"15 da marco,
marco liveram por obje-
js principados.
nra*lealdade e desinleresse
to imperador,
to elle qaeria conservar as
Vallaehia e Servia no go-
igiosas e civis que a Kussis
cusa do seu sangue derra-
iela causa dos seus correli-
Ha t
ira,
f*
es conlinbam intactas. Os
[2.0 e 3." servirn para con-
|3o sob a garanta collectiva
conlralaalei. Por esla ga-
ado dos principados entra
publico europea. Al agora
ata eiecucfto das obriga-
orla na sua qualidade
tilia sobre a Uus-ia ; da-
resta obriga^o com as oo-
Eila communidade de de-
ttimento de rivalidad? que a
bcia esercld -pela Rassia.
opino publica denuncia-
as ao odio dos eslrangeiros
fectorado-a russo. Heaqoio
pie nao acharis esta expres-
1 nossos tratados nem no de
0 dslucharest nem na convengo
de Ackersaao A tfi a atado de Andrinople.
Por tanto ni _P<>*i os" tratar hoje de fazer 'd es-
apparecer dos !>>( >s esss protectorado de qae
ie nao faltovoT.""Ue*
A Raala ni
messa, qae era] de (aAiit' a prosperidade dos prin-
*ipados. O trai "lo Mrlrinople ronflrmava es-
"aromessa. 4 rBa4imperial tem-a cumpridci
|pri-la para o fatnro, speur
ardo com todas as potencias
fteipadoa debaixo da ianc-
jibrico da Europa.
veres acabar ojj
estas Inspira va;
Da mailu lej
va este oslail
com o nome-,
lagar de vos 11
sjo em parte aj
Kainardji nem
nof 'ossHJ linha contrahido orna pro-
ra) *
*
ffora
M isau..rtdl4I
co fom.[ 4o
Debaita a
mt-
de te, da Mm. mta
t
C ponl^cv'iala os irolocotos de Vi-
j ser aj'-^ijjias como uin penhor
que repousa a existencia poltica e nacional das
provincias do Danubio. O gabinete imperial tem a
consciencia ie ter lealmenle concordado nesto re-
aultado, por urna parte para asseaurar o bem estar
destes paizes, e -por ostra para aflastar da poltica
geral novas causas de desinlelligencia, de rivalida-
de e de perlorbarRo.
Foi com o mesrao espirito qae os plenipotencia-
rios da Kassia trataram e resolveram a segunda
qnestao, a da iiavegaro do Danubio. Esla fez ob-
jecto das aessoes de 21 e 23 de marco.
Pelos protocolos 4." e 5. corrvelo-se em appltcar
navegacSo do Danubio os principios geralmente
eslabolccidos em materia de coramunicacOes fluviaes
pelas actas do congresso de Vienna. Em virlnde
desla legislara urna commissao mixta ser encar-
regada d'aqui por diante de remover os obstculos
maleriacs que tem embancado a navegacioe mo-
tivado por mais de ama vez as reclamares do'
commercio.
Depois de lerem felizmente aplanado as difficul-
dadesque apresentavam.os dous primeiros arligos,
os plenipotenciarios passaraaa ao exame* do terceiro,
compfehendeBdo sob a denominacSo de revisao do
tratado de 13 de junlio d 1841.
O gabinete imperial esperara com tianquillidade
que as potencias occiaealaes expozessem as vistas
que liaviam de presidir discossao dcste objecto.
At enUo a* suas intencOes commentadas em diver-
sos sentidos, tanto pelos orgilos da imprensa, como
pelos discursos parlamentares nao linham sido cla-
ramente definidas as reanioes parlamentares ce-
lebradas em Vienna a 28 de dezernbro e a 7 de
Janeiro.
Nesta poca os representantes da Franca e da In-
glaterra linham-se limitado a annunciarque nopen-
samento dos seus gabinetes a revisao do tratado de
18il devia,ter por objecto ligar mais completamente
a existencia do imperio ottomino ao equilibrio eu-
ropeu, e acabar com a preponderancia da Rassia no
mar Negro. Quanlo s disposices a adoptar n tal
raspeilo declararan) os plenipotenciariosqne ellas
dependiasi mnito directamente dos successos da
auerra para que se podessem estabaleccr desdo ja
as suas bases.
Connudo as manifestarles publicas em Franca e
Inglaterra trahiam o pensameoto qae se occullava
no fundo desta palavras, e que era a destruidlo de
Sebastopol. Sem duvida os gabinetes de Londres
e de Paris calculavam que as opersces militares na
Crimea, marchando de frente com asdeliberacOes di-
plomticas deviam decidir da sorte das conferencia9
de Vienna. *
No momento em qae ellas se abrirn) esta previ-
sto nao tinha sido justificada pelos aconlecimento,
e por isso nao se proaunciou o nome de Sebastopol.
A Russia lleve este silencio heroica resistencia dos
seus valentcs generae*, ofticiaes, marinheiros e sol-
dados. A sua nobre dedicoslo foi de lodos os meios
de ne^ociacao o mais victorioso, e o gabinete im-
perial lemsatjafwsaa ata) waatgaat aajoi esta beta.
Em presenta disto as combkia^es dos nossos ad-
versarios lom.irnm outra forma e modaram de lin-
guagem.
Na conferencia do 26 de marro os plenipotencia-
rios de Franca e Inglaterra apresenlaram a idea de
que perlencia s duas potencias das margens do mar
Negro entender-ae directamente acerca dos meios a
empregar para chegai*ao equilibrio das soas forcas
navaes. Comiudo abstendo-se de formular a este
respeilo urna proposta clan a precisa, reservaran)
para 01 plenipotenciarios da Russia tomar a inicia-
tiva das medidas qae o gabinete imperial jolgava de-
ver indicar espontneamente para estabelecer um
justo equilibrio entre as forcas relativas.
I O principe UorUcliakufTe M. deTiloff nao puden-
do saber quaes fossem as intences da sua corle jul-
garam dever solicitar as deeisdes de S. M. o impe-
rador qoanlo nova face queSpresentava a terceira
queslio actualmente em discossao.
A'sim, em ti de marco as deliberares foram
adiadas al a recepto das respostas esperadas de S.
Pelersbiirgo. No inlervallo os plenipotenciarios da
Austria e da Rosna convieram am pastar ao exame
do quarto artigo, relativo s inmunidades das po-
pularcs christaas no Oriente.
Vos sabis qae o sentimeolo nacional da Rassia
liga tanla importancia a esta qnestao, que o defuntn
imperador tinha prescripto aos seas representantes
que a collocasscm em primeiro ligar 00 texto do
tratado que se celebraste.
Assim, todas atu polencias haviam de reconheccr
de combinacSocom a Russia a grandeza desle inle-
resse commum a (oda a clirislnndade com o fim nna-
nimemenlo confessado de salva-gaardar com urna
(ransaccao europea o futuro das populacdas christaas
do Oriente sem ilistinccao do rilo que professam.
Os plenipotenciarios de Franca e Inglaterra recu-
aram pssar ao exame desla questSo emquanlo
que a discossao sobre o terceiro ponto eslivesse sus-
pensa.
As formalidades exigidas para estabelecer e mo-
tivar esla recusa oceuparam a stima a oilava ses-
SOes de 20 de marco e 2 de abril.
Anona de 9 de abril foi dedicada a verificar os
plenos poderes de M. Droayn de Lhays e de Ali
Pacha. A proseara do ministro dos negocios es-
lrangeiros de Franca, dando aos trabalhos da con-
ferencia um novo grao de importancia pareca con-
solidar a esperanca de os ver ler urna solucao paci-
fica. Esta eiperanca diminuto as reunios sub-
equenles das quaes me resta fallar.
No dia 16 de abril os plenipotenciarios Russos re-
ceberam as iostruccSes qae liiilum pedido. Ellas
foram bascadas em um principio simples e ver.'a-
deiro : a idea de rever o tratado de 18*1 nao per-
lencia ao gabinela da Russia. Pela sua parl elle
eslava prompto a renovar as eonvences, em virlu-
de das quaes a antiga legislarse do imptrio ottoma-
no acerca de eslarem fechados os eslreitos, tinha
obtido a sanecao de um acto europea. As potencias
occidentaes manifestaran) o desejo de modificar este
estado de cousas. A ellas pois he que perlencia
tomar a iniciativa das propotlas para chegar a urna
revisao, da qual ellas fatiam desde o principio
ama das bases preliminares das negociarles de
paz.
O defunto imperador aulorisando o sea represen-
tante a lomar parte nesta queslio, tinha-lhe dado
instruccOes precisas que S. M. approvou no fim do
anuo plisado, na esperanca de que se abrissem pr-
ximamente ss conferencias de Vienna. Para roaior
clareza vou resumir o theor deslas instruerdes :
Parliam do principio que o sulla como soberano
do territorio visinho dos dous eslreitos dos Dardanel-
los e dos Bosforo he senhor de fechar ou de abrir a
passgem.
Nao se oppoem i abertura do mar Negro a ban-
deirajstrangeira, no caso em que a Porta concorde,
Nesse caso dedu/iam cotaoconsequencia natural urna
perfeila reciprocidade, para que os vasos russos po-
dessem alravessar os eslreitos para entrar no Medi-
terrneo, assim como os vasos de guerra com pa-
villiaeestrajigeiru (erium a facaldade de navegar no
mar Negro. Admiltiain alem disso a completa li-
berdade do sullSo 110 ejercicio dos seus direitos de
soberana de marcar i marinha estrangeira porlos
turcos para lugar de abastecimento e de refugio.
Com estas conHiroes o defunto imprrador,linha an-
ciarios que se limitassem estrictamente execucAo
dasordens ile qae estavam munidos. Fazendo-lhes
conhecer ess deeisao em 11 de abril, S. M. dignoa-
aatorisa-las a continuar a deliberarlo comerada
na se.uao de 2ti de marco a a discutir a materia a
fundo dexando aos nossos adversarios o cuidado de
lomar a iniciativa da revisao proposta palas poten-
cias occidentaes, e nao pelo gabinete da Rassia.
No dia seguinle ao da recepc.au das ordens da sua
certa trataram o principe GorlschakolT e M. de Ti-
toff na sesso 10.* de 17 de abril de o comannnicar
soa plenipotenciario de Franca a de Inglaterra pa-
ra estes poderem eatrar na explicacla das modifiea-
rOes qne os seus gabinetes queriam fazer ao tratado
de 18*1.
Estas modificaces formaram o objecto das*sesses
11 e 12 de 19 e 21 de abril.
Na primeira os plenipotenciarios das polencias
occidentaes eipozeram o plano combinado entre as
soas cortee. Na segunda apresenlaram os plenipo-
tenciarios da Russia um contra-projecto baseado as
inslrucc,des do gabinete imperial.
Vamos analysar summarinmenle um a oatro.
O primeiro projecto que foi lido na sessao de 19
de abril eompds-se de 10 arligos.
O primeiro reconhec o principio de que o impe-
rio oltomano participar das vantagens da uniab es-
tahelecida pelo direito publico entre os differenles
estados da Europa, estabelece o respeilo qae as al-
tas partes contratantes tem pela independencia e
inlegridade deste imperio, e girante em commom a
estricta observadlo destes principios.
O segundo prev a evenlaalidade de um conflicto
entre a Porta o urna das polencias contraanlas, e es-
tipula que era tal caso a Porta antes de recorrer ao
emprego da forca convidar as outras potencias a
previnir esla exlremidade por meios pacficos.
O principe tiorlschakoff e M. de Tiloff usando da
lalitude dos poderes que o imperador Ihes liavia con-
cedido, usto hesitaran) a dar a sua approvaco a estes
dous arligos. Esta adheso serve de re-posta a lo-
dos aquelles que procaravam anda tancar Rus-
sia a culpa de querer perturbar n paz da Europa.
Depois de um penhor de seguranza dado 13o livre e
formalmente para reforcar para o futuro a conser-
vaiio do repouso do Oriente, que segnranca mais
podem exigir ?
Qoando os protocolos da Vienna tiverem adquiri-
do urna completa publici.lade, todo o observador
imparcial achara nellt* provas da boa f que dicton
a liuguagera dos plenipotenciarios da Rassia. E
urna deslas provas foi nesla occasiao. Com efieito,
convidados a pronunciar-se acerca do alcance do
art. 1. cima mencionado, elles eipozeram sem ro-
dis esem reserva os motivos que impediam a Rus-
sia deeollocar a inlegridade territorial da Turqua
sob a prolecr.lo de urna garanta material.
A Rossia aso conlrahe obriga^Oes seoSo aquellas
que pode cumprir. Ora quando se trata de um im-
perio cojas fronteiras tocam em tres parles do glo-
*a>, qas asasasia na aaia- aaio atanaMos diversos
de disseucAo e desor.lem, os qnaes ninguno pode
destruir, ama poltica leal e sabia deve dissuadir a
qualquer estado de se encarregar de urna responsa-
bilidade alm dos limites proscriptos .1 previdencia
umana. Eslai verdades foram evpostas com tanta
pw<
do s bases em
tnrisado
ablega;
, Fiel
"*4*
seas plenipotenciarios a con' setir na
I principio de se fecharen) oV ereitos.
'amento deseu auruslo pa impera-
1 aaguilo pn
11 prescreveu aos seu
clareza e forra peloe plenipotenciarios da Rassia que
nos julgamos dever reprodozir testualmente as suas
palavras.
O principe Uortschakoff disse :
Urna das raides porque declinou ama garanta
activa do imperio oltomano he a difflculdadede di-
finir com eiactidio os seus limites. Estipulada a
garanta territorial no era preciso estende-la aos
pontos mais distantes, por eiemplo a Tuuis e Adera
e fazer um caso de guerra de qualquer ataque diri-
gido contra um destes territorios por urna das parles
contratantes ? Elle recusa dar lao grande extencao
a obrigaojo que contralle, porque o sangue da Ras-
sia pertence s a Russia. Comiudo isto nao quer
dlzer que a Russia se limitara oclusivamente a bous
officios. A independencia da Porta nao hesomenle
um inleresse europeo, he ta.Tibem um inleresse rui-
so ; e se ella for amearada a Russia nao ser a ulli-
ma a defende-U. Porcia ella reserva para si, dado
esse caso, o direilo de resolver se deve ou nao em-
pregar os seus recursos maleriaes.
Com esta reslricco e com estes limites os pleni-
potenciapios russosjulgavam dever adherir aos arli-
gos 1 e 2, pelos quaes o imperio oltomano he ad-
mitlido a fazer parle do systema geral do equilibrio
europea. Depois de estabelecer este principio para
servir de complemento ao tfalado de 18*1, a con-
ferencia passou .1 leilura dos outros artigos do pro-
jecto apresentado pelo Sr. ministro dos negocios es-
lrangeiros de Franca.
No artigo 5 as duas polencias dts margeos do
mar-Negro obrigam-se reciprocamente a nao ter ca-
da ama neste mar mais de naos, 4 fragatas o o
numero proporcionado de embarcares ligeiras e
navios de transporte nao nrmados.
O artigo 4 confirma a antiga regra de se conser-
varen) Tediados os eslreitos, salvas, as exceptes es-
pecificadas nos arligos seguinle*.
O artigo 5 reserva para cada orna das potencias
contratantes que nao tem estabelecimento no mar-
Negro a faculdade de fazer entrar nelle am nume-
ro de navios igual a raelade das forras navaes da
Russia Turqua. ^H
O artigo 6 estipula que o numero de navios de li-
nha das potencias contraanles que nao lem es labe-
cimento no mar-Negro nio poden ser de mais *ao
mesmo lempo em frente de Conslanlinopla, na sua
passagem entre os dous estreiloi.
O trligo 7 reserva para-o suliao a faculdade de
abrir as passageos a lodas as forras navaes dos seos
alliados no caso de ser amoscado de urna aggres-
sao.
No artigo 8 as duas patencias das margena do
mar-Negro obrigam-se a receber em lodos os porlos
desle mar os cnsules que as altas partes contraan-
les quizerem estabelecer.
. O artigo 9 he relativo amnista quo deve con-
ceder-se aos habitanies das provincias que foram
ihealro da guerra.
Pelo artigo 10 as relaroes enlre a Russia e a Sar-
denba sao restablecidas no p em que estavam an-
tes da declaradlo da guerra.
Lido este projecto os plenipotenciarios rasss sem
entrarem na discusso dos arligos 3 al 10 reserva-
ram-se para pronunciar-se na prxima conferencia
acerca do modo de soluco proposto.
A rapidez dascommuncacOes telegraphicas eplre
Vienna cS. Pctersburgo permittio ao principe Cor-
(schakoff levar immedialimente ao conhecimento do
gabinete imperial as proposlas formuladas na confe-
rencia de 19 de abril. A' primeira vista ellas diffe-
riam esswncialmente da nolavel definirlo que lord
J. Russell linha eslabelecidoem 26 de marco pera
servir de regra a solucao do problema que fafia
objecto da deliberado actual, darnos citar as pa-
" "-tanha, inser-
lavrss do plenipotenciario 4
tas no texto do prolocollo 6'
a Lord J. Rnsseli lembraodo a declararlo folla 00
comer.o da negociaco pelo principe Gorlschakofi* de
que nao admiltiria cendicSo algama incompativel
com a, honra da Russia, estabeteceu qne no pensar
d Aglalerft e dos seus adiados as melhores condi-
ves da pa* e as nicas admissiveis sSo.aquellas que
>snd< as mais .informes honra da Russia,' sao ao
mr-i. iien.pn snflleieales r-^> oogv*ar relta de
cor ,etrjaia dreolver.D
de marca, lord J. Rnsseli n(o poda admirar-se de
que as proposlas feitas em 19 de abril nao fossem
julgadas pelo gabinete imperial canto as mellutrji
nem como as nica.' aUminitei*, para nos servirmos
das palavras do plenipotenciario ingjez.
Na verdade marcar o nomero da atavos no mar-
Negro, em quanto que as forras navaes do Mediter-
rneo nao ao limitada*; abrir a Franca o Ingla-
terra os eslreitos dos Dardaneltos e Vo Bosforo, em
quanto serao fechados ao pavilhio rnsso ; estipular
linalmciile a nomaa;o de consales estrangeiros nos
neetos porlos, sem qnei o govemo rwparjal possa re-
cusar-llies o exequtur, ewno he o direilo ra Fran-
ca a a Inglaterra nos territorio! sojeiloseo seu do-
minio, nao eram sem duvida cobdiefles feila%para
assegurar Europa o beneficio de urna paz solida a
(Juradoura, porque urna IransacJo para ser de longe
Juraran entre estados, deve ser mutusmenle honro-
sa. De oulro modo nao ie celebra a paz, assigoa-se
ama Iregoa.
Estas considerares apreciadas em (oda a sua ver-
dade acabaram de provar, qoe de bna f as combi-
naco's foitas pelos plenipotenciarios da Franca e
Inglaterra offereciara a paz da Europa peuhores de
seguranza menos solidos do que o plano cuja base
tinha estabelecido o defunto imperador.
Elle abra o mar-Negro espontneamente a ban-
deirade todasas nacoes. Assim fazia cessar o isola-
mento do imperio oltomano e acabavacom. o temor
que inspira va aos eslrangeiros a disproporcao das
forjas navaes das duas polencias dts margens do
mar-Negro. Sendo aberlo,-clle entreva*no'domi-
nio de vigilancia e observarlo accesstvel a (odas as
nacoes. Desde entflo desapparecia a receio do pe-
rigo a que podia estar exposla a capital do imperio
oltomano pela viziiHianca dos nossos eslabalecimen-
les martimos, Em urna palavra este plano conce-
bido por nina poltica previdenle e desinteresada
(Java por urna parte a Europa urna garanta per-
manente de segnranca e por outra alo era contra-
rio a dignidmle da Russia.
Da sua parte ella oblinha por igual titulo a aber-
tura dos eslreitos dos Bosforo e dos Dardanellos a
soa bandeira. De ambas as parles havia na adop-
cao desle plano o raerecimenlo de urna perfeila re-
ciprocidade, a qual forma.a base das relacfies inler-
nncionaes, 'principio iramutavcl de justii;a que o
sentimenlo do honra de lodos os palzes respeila a
approva.
Penetrado desla conviccSo, nosso augusto amo re-
peli aos seas representantes a ordem de se li mi ta-
rem a execucSo desse plano, tal qual tinha sido for-
mulado as suas inslrucroes no reinado do defunto
imperador. *
Ascomraunicaces telegraphicas dcr.im a. tr8ns-
misso desla ordem urna rapidez incrivel. Assim o
plano apresentado em Vienna a 19 de abril, exami-
nado em S. Pelersburgo a 20, foi rejeilado pe-
los plenipotenciarios da Russia ai conferencia
de 21.
Rapis de cumprirem esle deverppajraam da sua
corles "presentaran) na reuma nesslo um'contra-
projecto, fondado segando as saas instmeedes, no
principio da abertura dos eslreitos, e da livre tiave-
gajao do mar Negro.
Em apoio desto plano lera 1 :
1. Um manifest por elles redigido com o fim de
desenvolver as vantagens da combinadlo proposta
pelo gabinete imperial para a coaservaco do equi-
librio europeu, 2.Urna eiposicjo que coulinli.i a
seriada artigos destinados a converler este projecto
em forma de tratado.
A pedido dos plenipotenciarios da Rassia, estes
dous documentos foram annexos ao protocolo 12.
Como elles altastam aos olhos de lodas as potencias
amigas1 sinceridadee perseveran;.! dos constantes
esforcos da Rusia para conseguir a paz pjr todos
01 modos corapativeis com adignidadeda Russia,
julgamos necessario juntar estes documentos ao pre-
sente despacho (A c B) para completar asiim a re-
laclo dos faclos de que elle d conta.
Temos o pezar de accresceotar que os cuidados
empregados pelos nossos plenipotenciarios para fa-
zer adoptar o plano que propunham, nSo consegui-
r m vencer os obstculos que elle eucoritrou na soa
execucSo.
O primeiro foi levanlido pelo plenipotenciario
oltomano.
Elle declaroa qae as suas iajqtacces lite deter-
minavam que manlivesse x principio de se conser-
varen! fechados os eslreitos; que em todo o lempo
a sublime Porta tem considerado este principio co-
mo urna garanta da sua independencia, e que quer
respeila-lo, salvas algnmas excepcoes qae possam
estipular-se.
OsSrs. plenipotenciarios de Franca e Grao-Bre-
tanha recusaram discutir o conlraprojeclu russo por
ser fundado, disseram elles, em orna base completa-
mente contraria s suas instruccOes. Por isso decla-
raran! nao estar aulorisados a entrar na deliberarlo
dos pabulares desle plano, e em conclusao
annunejaram que consideravam as saas inslroc-
ces como etgotadas. O Sr. ministro dos negocios
eslrangeiros da Austria attestando que a sua corle
nada deseja tanto como contribuir para reslabelecer
a paz, exprimi o pesar de ver a Russia propdr o
principio da abertura do mar Negro emquanto que as
outras potencias sustentara unnimemente o princi-
pio contrario como necessario para a tranquillidade
da Europa.
Comiudo elle nao considera exgotndoi (0J01 os
meios de solucao, ejulga ser particularmente do de-
ver da Austria o oceupar-se de encontrar meios de
concordia. Espera portanto que a conferencia se re-
unir novamaale logo que um dos raembros tiver
novas proposlas a fazer.
No dia seguinle sessao de 21 lord 1. Russoll sa-
bio de Vienna para Londres. A sua partida nao fez
terminar os trabalhos da conferencia. Ella conti-
nnou as suas deliberarles a 26 do abril, a pedido dos
plenipotenciarios da Rassia.
As suas inslrucroes autorisando-os a dar a appro-
vaejlo do gabinete imperial abertura dos eitreitos
como meio de conseguir a piz geral, partiam da
idea que urna tai combinacao para ser execatoria
devia obler a adhesao preliminar da Porla na sua
qualidade de soberana dos territorios visinhos dos
eslreitos. A declaradlo feila pelo plenipotenciario
oltomano na sessao de 21 acabava com esla evenlaa-
lidade. Desde entao restava aos plenipotenciarios
da Russia asar da lalitude dos seus poderes para
chegar a ama nova solucao de acord com os inte-
resses directos da Russia.
Desde o principio, como j distemos, o gabinete
imperial sem provocar a revisao do tratado de 18*1,
eslava prompto a renovar as suas estipulacOes. Foi
smente para exgotar todos 01 meios de negociaco
em seu poder, que elle respondeu s IntencOes dos
gabinetes sle Londres e Paris propondo-lhe a aber-
tura do mar Negro i bandeirs-.de lodas as naroes.
A sua recusa de entrar neste taminho de concilia-
co dispensava o gabinete imperial de insistir nelle.
langa disso muilas razOes julgavamos nos hsver a
favor do principio de se-couservarem os eslreitos fe-
chados, e se renunciavamos a isso era nao por vistas
de politiea exclusiva, mas por graves consideracoes
de inleresse geral.
Na situarn que para nos resallara do axilo da
conlereuria de 21 de abril, os nossos plenipotencia-
rias desabrigados de attvogar a caasa da abertura do
mar Negro rejeilda palos uosaos adi ersarios.jiodiam
propor um nove plano.
A-ssim o fizeraw. Couslava elle de dous
tu ,, (lUOIdlU
-qaw^*
O primeiro nuil irmava a anlisa regra de se conser-
varen) fechados os eslreitos. O segundo deixava a
Sublime Porta jiiit soberano dos casos em que o in-
leresse da sua se'guranca exigisse excepcoes a esle
principio, e em que ella julgasse dever chamar,
segundo as cirr; imslanciss, em seu auxilio, as
esqua Iras das polencias estrangeiras ou as da Ras-
sia. I
OSr. ministro dios negocios eslrangeiros do Fran-
ca repetindo que ais suas inslrucces estavam exgo-
tada-, nao sejulgolu aulorisado a discutir este pro-
jecto. OsSrs, plenePOienciarios ottomanos abslive-
ram-se de pronunciar-se a respeilo do seu mcreci-
menlo. O Sr. minft^ro dos negocios eslrangeiros da
Austria vio com sal ifacaoque o art. 1. substituid o
principio de se consr'rvarem fevf^dos os eslreitos ao
de se abrirem. Julg u alera disso que o art. 2. que
reserva ao sultao aculdade de chamar eventual-
mente em seu auxilio as esquadras estrangeiras e de
abtirexcepcionalrnenie os eslreitos, he susceptivel de
urna appiicacao pralic.- A proposta parece-lhe digna
de ser discutida. EI encerra elementos de que a
Austria procurar tirar partido para se vir a am ac-
cordo. Porm po eslad o pouco desenvolvido em que
ella he ada anda, nSo pode ron-i lera-la como ba-
se de soIucSo.
Da sua parle os plenipotenciarios di Russia qui-
zeram estabelecer que ipram elles os qae fizeram a
ultima proposta para re1^Sfi,r o terceiro ponto das
negociaces na duodeno Inferencia, e que foram
dles qoe apresenlaram til m com o mesmo fim
as novas ideas qae forra. f oobjeclo da 13." con-
ferencia. Terminaran! es- ^'inferencia fazendo ver
que linham dcseinpeiihail > completamente a sua pa-
lavra. propondo varios rodos de seluco. Esta de-
clarado feila pelo principe liorlsdiakofr fechou a
sessao de 26 de abril. No P seguinle o Sr. minis-
tro dos negocios eslrangeirg*_djt Franja voltou para
Paria.
Tal he o resumo dis negoeiacoe al 28 de abril.
Limtaroo-nos a eslabalecerjos fados na sua ordem e
encadearaanto, para vos esclarecer acerca dasinlcn-
cOe que o govemo imperial fez presidir a cada urna
das questes postas em disct\>ss3o. Vamos recapitla-
las summariamenle.
A primeira era urna ques(3o de rivalidede polti-
ca. O imperador julgou-a deium poni de vista mais
elevado e resol vea-a no nUjresse do bara estar dos
principas! ds. \
A segunda eslava ligada e"n> os inleresses ge-
raes do commercio. O* irr.perador decidio-a a
favor da liberdade commercHal de todas as na-
C6es.
A terceira respeitava nSo se? ao equilibrio geral,
mas lambem i dignidaile e herir da Russia. Foi
assim que o nosso augusto amol julgod e o senti-
menlo nacional de todo o noso\ P'iz responder a
esta deciao.
A qusrla era urna queslio dej'iberdade religiosa,
de civilisaco e de ordem social riarajoilaa ehrislan-
dade. O gabinete imperial jalgnq|ie ella deve ser um
dia o t. art izo de rint lrlt9irncinad por !* o
soberanos da Europa. Os plenipotenciarios da Fran-
ca c Inglaterra recularan) ale em,rar nesta qnestao
de inleresse religioso antes de regulada a da nave-
cacao do n.ar Negro. >
Depois desla reflexSo nida mais; lemos a accres-
Centar a narra cao qae acabamos d.e fazer.
Sois aulorisado a apresenlar osla relaclo ao ga-
binete perante o qual estis accrealsdo. EHejul-
gara' de que lado se mostrou desejo de conseguir
lealmenle o restabelecimenlo da pa^ ran) os obstculos ao comprmanlo desla obra san
lar. A opiniao imparcial das potencias amigas fara'
a Russia a justica de reconheccr quS ella nao poo-
pou esforcos para assegurar o bom es'lo de urna ne-
gociic/o destinada a realisar o vol profandamenlc
sentido de urna paz geral.
A Europa pode contar com a consiente solicitado
qae o imperador votara' a esto grande inleresse
quando chegar a hora em que a Divin? Providencia
se digne esclarecer a consciencia dos [gabinetes cu-
ja hostilidade implacavel diante do lao que sobre
um tmulo augusto, chama S. Mageslf'de a defen-
dercom as armas na mSo a segoranca e honrado
seu paiz.
Recebe! etc. ffcuelrode.
( Peridico dos Pobres n'o Porto. 1
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
DE PERNAMBUCO.
Parid 6 de m do.
Expsito universal de industria emPoris.
Os ltimos preparativos e a inauguraba desla
grande solemnidade hio dispertado por tor)t a parte
urna emorao indisivel, e o coracSo de cada um lem
palpitado pelo amor da humaoidade ; ne.'les lti-
mos dias ainda chcgaviin fardos enviados Pari de
todasas extremidades do mundo, cm todas .as para-
gens operarios de lodos os paizes panham ;> ultima
de mo na sua lenda pacifica, eslrangeiros de lin-
guagem, unidos de seotimenlos,- procurando com-
municar-se por signaes, essa universal e primitiva
exprcssSo do penssmenlo permutando e emprestan-
do reciprocamente com alegra os seus instru rpentos
de Irabalho, lanto mais quanto foram outr'or' mais
divididos, querendo fazer esquecer por sua anbisade
voluntaria as niinisadas Toreadas que a poltica Ihes
impoz. O espaco parece estreito debaixo deste le-
lo ISo largo para os productos chegados de lodas ai
direccOes da Ierra : mas a Franca, chamandoV* na-
cOes a esle grande concurso da industria contpre-
hendeu os deveres da hospitalidade, dea a Inglater-
ra so 8*70 metros, ao mundo germnico do Zofwe-
rein 'J'J, Austria 269*, Blgica 2412, aos Esta-
dos-Unidos 228, i Suissa 1099, etc., etc.
Reservou para si um espado onde com este rae!.'10"
do que caraeterisa o sea espirito reuni os seus te-
merosos productos em 7 grupos, melallurgia e agri-
cultura, mechanica e manufactura, chimica. ludo
quanto se refere a medicina, a cirurgia e pharmacis,
productos mineraes, lecidos, em fim universalidad e
dos arligos que entraa no dominio especial da in-
dustria vulgarmente chamado industria parisiense
movis, fleTorares, artigos de Vesluarios, objecto'
de,anoda e de phntasia. Por maior que seja, -"o
lie urna parte de IgSo que a Franca reserve desl ? '
para si, be um etemplo que ella quiz dar a todas asi
naroes convidadas a smtfesla solemne. Nao s pre-
tenden honrar a todos o visitadores,111 ultiplicando-se
aos seus olhos as mil e orna, lormas' de sua aclivi-
dade, mas inda quiz sem inveja acanhada e a des-
peilo de todo* os partidarios da prohibirlo, como
lambem sehi Orgalho, dar-lhe todos os segredos da
sua riqueza, quiz que liouves.e para elles grandes
ensinos, grandts lir;0es, aceitando generosamente a
concurrencia leal de lodos.
Todos os preparativos de cada nar,ao se achavam
completos a 15 de niaio, diada inaugurar jo. O im-
perador presidio cm pesssa esta grande solemnidade.
O sen throno levantado 110 meio do transeplo era de
velludo carmesim cora franjas de ouro e rematado
com a coroa de Franca, no fundo do docel as armas
do imperio com o sceplro e a mo da justica a direita
a esquerda feixes cornados com a aguia. Napo-
le.lo 3 linha a sua direita a princeza Mathilde e o
principe Jeronymo, a* iniperalriz linha a esquerda as
damas de sua casa ; defronle e de cada lado esta-
vam grupadas os grandes oliciaes da coroa, o sena-
do, o corno legislativo, o censelho de estsdo, o clero,
oexercito, a magis 'hira.os corpos constituidos, e
nOataflaMiploroalico esla- 4Mb
va completo, via-se lord Cowlej1. embaiador de In-
glaterra e sua familia, o barSo de Huboer cmbaixa-
der d'AusIria, o conde de Hslzfeldt embaixador da
Prassia, M. de Olozaga embaixador de Hespanha,
M. de Siebach ministro da Saxonia, o conde Fermin
Rogier embaixador da Blgica,etc.etc.Oprincipepre-
sidente da commisslo imperial (racou a missao e os
trabalhos de seu collegas n'um discurso de abertura
a que o imperador respondeu pelas palavras seguin-
tes : a mea charo primo, collocando-o a testa de
ama commisslo chamada para vencer tantas difticnl-
dades, quiz dar-lhe urna prova particular da minha
cunfianca, nfano-me de ver que a juslificou de
urna maneira Uo cabal, rogo-lhe que ugradeca em
meo nome a commisslo pelos cuidados esclarecidos
e pelo zelo infaligavel de qae deu provas. Abro
com felicidade este templo da paz que convida todos
os povos concordia. Depois de algum lempo o
soberano se relirou sauddo por lodas as sympa-
Ihias : -,
A despeilo da suavidade de um dia pluvioso e sem
sol,a despeilo da ausencia de grande numero de ex-
posicOes, a despeilo das preoecupaces polticas, a
consagradlo publica do recinto industrial ainda in-
completo tinha em si urna signifieaco que impres-
sionava a todos os espirites e nceusava a importancia
soberana de urna das Olympiadas da civilitacu. Os
visitadores dos primeiros dias abracaran),senao a ex-
psito inteira, ao menos um todo ja satisfactorio.
Em a nove principal dedicada exhibico dos pro-
ductos excepcionaes, a Franca occapa todo lado do
norte, a Inglaterra, os Estados Unidos, a Blgica
e Allemanha dividen) entre si o lado do sul ; no
moio de lodo o comprmanlo do immeusa vaso le-
vanta-so urna Iripliee ordem de pecas artsticas an-
leligidicas, fonles de podra, espelhos collocaes, gi-
gantescos candelabros de chryslaes, eslaluas imdidas
de brooze, cadeiras esculpidas, retbalos de raadei-
ra e de marrnore. as cxhibir&es laleraes obser-
vam-se do lado da Franca as panoplias do exerdlo
e da marinha, urna magnifica chamin de marmore
com estatuas de brome e ornamentos de cobre ilou-
rado, a fulgurante erystallesia de Baccarale e de S.
I.ui/. Dj oulro lado as porcelanas da manufactu-
ra real de Berlim. A Inglaterra deu o exemplo da
ctacIidSo, .os, leus productos artsticos de ouro esUo
collocados na parle meridional superior, urna parle
de seus estofos eslo eslendiJos sobre lodas as co-
lumnatas, as suas chamins fundidas, as suas porce-
lanas oceupam n seu lugar no andar inferior. Ar-
ranjnn ao longo da parededo sul una collecrao de
mui bellos movis. A Irlanda moslra os seus cadar-
zos o dislribuio com arte as suas obras de diamante
nreto. A Blgica, a I'russia, os pequeos estados al-
ienases e o Picmonle vem depois s^or ordem ; por
maiores que sejam todos os esforcos desenvolvidos
em lodas as parles e os resaltados ja obtidos, ainda
s,1o necessarios alguns dias para queludo esteja com-
pleto, alim de qae o observador possa comparar 'os
productos lemelhantes e fazer a apreciaclo do lodo;
portanto voltaremos sobre ludo iito em melhores
condices deexame a de julgameulo. Assjgnalsra-
mos desde ja 11 ni faci importantt-.- a esposicao de
Paris eslabeleceu intrepidamenlc c resolveu da mes-
mo forma ama quesISo delicada que surga pela Tor-
ca das cousns a da publicarlo dos procos de venda.
Comprehende-se de que importancia sapa a execu-
r.lo no sea sentido mais liberal de uina semelhante
resolurao. A commisslo imperial nio podia forjar
a este respeilo a vontade dos expositores, mas dei-
xando-os obrar em toda a sua liberdade, nao
escondeu o seo vivo desejo de ver a publicidade ge-
ral dos precos proporcionar ao publico e ao jory
universal nm elemento novo do apreciaclo. 'Sob es-
ta relaclo ha progreiso, a xposiclo de Londres se
privn desle meio de ycrificar5o. Ja varios produc-
tores eslrangeiros bao seguido o exemplo dado, afi-
lando os seas precos em francez, ninguem poderia
ficar alrsi nesta via da publicidade e da fran-
queza-
He com um pezar mnito real qne foram recebids
aqu vindas do Rio d Janeiro, as noticias que o go-
vemo imperial de D. Pedro II linha declarade nao
dever nada enviar xposiclo universal de Paris,
porque o Brasil presentemente nio se aehava em
estado de figurar neste concurso de urna maneira
digna da variedade e riqueza de seus productos; o
paiz recbela urna commissao brasileira encarregada
de dar ao seu soberano,acerca da eiposiclo univer-
sal, urna conta qae possa habilitar esse 'bello paiz a
"figurar na primeira solemnidade do mesmo genero
com urna remessa lalvez nica no mnndodas rique-
zas vegetaes e mineraes. Vimos cora grande inle-
resse que entre as diversas eommissoes enviadas pe-
las naces do mondo civilisado para estudar a exp-
sito e tornar pralicavel entre ella os melhoramenlos
opportunos e convenientes, e em relacao com as ne-
cessidades e augmenlodo bem estar dos seus, a com-
missao brasileira conta especialmente entre os seus
membros homens esclarecidos que fazem a gloria de
um paiz, e a sua prosperidade, homens, cotas altas
capacidades ja teem sido reconliecldas pelas numero-
sas provas qne teem dado ou pelos seus escri plos.ou
pelos eminentes empregos que Ihes lem sido con-
fiados, eque tem preenchido, e alguns de entre elles
ainda exercem com nm zelo e um interesse cima de
todo elogio. Aguardando qae o imperio de D. Pe-
dro II desea na mais prxima dessas liras universaos
ao nosso scalo XlX.venha procuiar a sua formula
e a eipressao da sua origioa!dade,desassolemnidades
d'arle e da industria, em que as solacSes dos povos
encontrara os penhores de um immenso e feliz futu-
ro, aguardando que enve os producios de sua acli-
vidade eos deseu soiolSo maravilhosamenle enri-
quecido, havera ao menos ura diamante brasileiro,
um dos mais bellos que existem.a estrella do sul,que,
perlencendo hoje n casa Halphen.occupar no gran-
de concurso deste anno um verdadeiro lagar de
honra.
Expticao de horticultura.
No meio de lodas eslas e*bibic,oes diversas, qae se
confundere em a nossa grande eipusir,ao,assgnalare-
mos a xposiclo universal de horticultura : a idea
de chamar a um semelhante concurso todos os povos
passou, cm juslica, ha 20 annos por orna chiraera
impralicavel, hoje em virlude do complemento do
grande (ecido de commujimacsles, que abraca o
111 un lo,he de fcil appiicacao, e a arena desla lula
pacifica, da qual a scencia moderna deve tirar o
mais serio praveilo, se abri nos campos Elseos em
face da entrada monumental do palacio da industria'
sobre urna superficie de 12 mil metros. Os mem-
bros da sociedade de horticultura improvisaran!,
romo por encanto, um jardim maravilhoso e nico,
un jardim com pavilhcs indianos massiros de ver-
Juras, frescas hervas, estufas quentes para as orchi-
il cas c para as plantas tropicaes, rochedos, gruas e
cscalas, lagos onde nadam a flor d'agua, plaas
ai pulirs, grandes viveiro's de pastaros cujos hospe-
das parladores confunden) as mas cores brilhantes
co m as flores que se enroseal ao redor, lagos aque-
cii los por meio de um Ihermosypho pira ai plantas
evi dicas e aqu tica-. All os vegelaes dos dimas mais
opitostosse enconlram, acham a dous passos nns dos
oulf os. segundo a poca da sita florescencia. Nesle
mntenlo ha variedade de rosas innumeraveis e pro-
digiosamente bellas, as asoleas da ludia e mui raras
camelias da mais bella forma c das variedades mais
esqiifsitas, iguamas da China, pensamenlos,gentinos,
inlipV*. parjoerrelas, sinerarias, phalox, geranla,
hruyfcres, gerafreias, claeeolair. tP>p*>
rliodc|d*adronrmara;"
Ir as quaes brilham encantadoras chamerops, cy-
codeas, pandaneas, etc., etc., etc., lodo* os dias e de
todas os pontos ehegam a esta encantadora arena no-
vos concurrentes, novos eampees.
Scienciat t artes industriad.
Se o grande concurso aberto em Paris este anno
tivesie smente por alvo, e como resultado ser urna
sindicania, urna verificarlo, um simples proceiso
verbal destinado a satisfazer a eariosidade das oace*
maii adiantadas na estrada da civilisicao.consliluiria
sob mais de urna relac;io,um saccesso vaoe falil; mas
pelo contacto que as suas obras diversas vo encon-
trar neste vasto campo da actividade humana, os sa-
bios e o artistas, encontraran) a inspiraelo de no-
vas descobertas c novas progressos. Haver para
lodos ama grande escola de eosine fecundo, de li-
edes ioapredaveis, capazes de engrandecer a rique-
za e o poder do homem j lio prestes do dominio
completo da materia. O ponto de partida deste
concurso maravilhoso deve ser o esludo dos traba-
lhos realisados e dos resaltados obtidos em cada um
dos ramos da sciencia industrial, e neste estado, a
inici.icao deveria pertencer especialmente impren-
sa hoje to benigna, (lo obsti nadamente, to silen-
ciosa, tao interior soa missio, porque justa 00 in-
justamente ella nSo julga encontrar sob o aspecto
da poltica orna lalitude bastante grande, ama liber-
dade bastante completa.
Tudo permanece nesta estrada, e a imprensa, fa-
zendo-sc universal para corresponder as necessida-
des de todos, deveria, prestaado-se ao mesmo lem-
po ao desenvolvimento e a diteaislo das ideas go-
vernamenlaes, prestar-se igaalmente a geueralisa-
rao, a vulgarisajao dos movimentos progressivos, qae
em asna rpida passagem da (heoria paatica vio
renovando insessantemente a face do manda. De-
via, separando-a do carril profondo em qae a rolina
conservava-a.coadjuvar a pratica d'ora em vanlein-
telligente, activa e inspirar para melhor.ir on aban-
donar os velhos processos, ajudando a oflicina, de-
veria por outro lado ajudar o gabinete de catado, a
(ornsr-se o ponto de partida da todaias grandes vas
da desroberta.
Nio fallamos aqui eiclusivamenle da'imprenta
parisiense, da imprensa frauceza, fallamos da im-
prenta At todas at nacet: em toda a parte os ho-
mens votados ao servico desla for^a, feila para' agi-
tar, espalhar e vulgarisar as deas, eoconlrarlo no-
vidades, aperfeiroamentos, invenedes. A dviiisa-
c3o brillia hoje nos doas mandos, enlre todoi os po-
vos da Europa, na maior parte da America, vai visi-
tar os paizes do Oriente, onde foi o san berro, pene-
tra atravez das solidos*da frica al as nopulacrles
msis longioquss, vai de ilha em iba sobra o* na-
vios das polencias martimas, loroa-se cosmopolita
universal era toda accepcao do vocabulo. O movi-
mento industrial he ISo geral qae as roesmse in-
vencOes relalam ao mesmo lempo em diversos paizes,
sem que seja fcil dizer onde foram pela primeira
vez concebid ase praticadas. Todos os povos veem
germinar e fiorescer entre si ideas fecundas e novas;
os mais anligos nos fulos .do progtesso humano pos-
suim rbesniii'es de eiperteucia,"-* os mais novoefo-
lizes intpiracoes. (Tornando-sa facis e frequeolcs
as relaroes, os espiritos que atormenla o genio das
descobertas, podem ir e vir de ama froaleira a ou-
Ira, esculando tudo quanto se diz, vendo todo quan-
to se faz, modificando as suas ideas, procurando sem-
pre al o momento em que Ihes be permiltido bra-
dar do ieio da familia : temos adiado.)
Os jornalistas, repilnmo-lo, se quizessem dizer lo-
das eslas maravilhas diversas, tornar-se-hiam inesli-
maveis inlerpretes entre a theoria e a pratica, enlre
aquelles qae Irabalham parto do foco dos principios
* aquelles que lutam no seio das oflirinas, ao estre-
pito das machinas em movimento, nuca* continua
concentrado de espirito sobre a materia, recolhen-
do observatoes, approvcitando-se das vantagens e
sofTrendo movimentos de um Irabalho qnotidiano,
proseguindo uielhoramenlos, alimenlando algnmas
vezes grandes projeclos. mas a qnem o lempo falta
para estudar. Sciencia, conhecer os seus recursas e
apprender a sua lingoagera.
He um vaslo campo este era que se enconlram as
sciencias mecnicas qne atihssm as forras da natu-
reza, as industrias chimicas, agricultura e ai ar-
les industriaos,
Quaes sao os progressos qae tendem a reslisar-se,
quaes tao aquelles, cuja reasajio est prolima f
lie esta urna queslio que os progressos recentes
podem dar ama resposla, e para s lancar a primeira
visla um olhar rpido e geral, digamos qaanlo antes
que a mecnica conseguio substituir a destreza e a
intellisencia do homem pela forra inteiramenle
physica dos agentes naturaes muito menos cara na
pratica, e sempre como principia, inteiramenle gra-
tuita, o que fornecen aaidade de Irabalho por ura
preco menos elevado ; os motores hydraolicos lem
crescido nestes ltimos annas, mas a engenhosa
idea de inlroduztr ar n'agua para diminuir as re-
sistencias, ainda nao produzio todos os fructoe. O
desenvolvimento dos motores hidrulicos nio be
nada em compararlo do desenvolvimento das ma-
chinas de fogo, a machina de Ericson, o engenheiro
sueco, dando para o emprego de telas metlicas o
aquecimento e o retfriamenlo do ar quasi cstanta-
ueo lie urna verdadeira e grande descoberla. As
machinas de dous vapores, empregandb ?ou o ather
ou o cloroformio ao mesmo lempo que o vapor d'a-
gua merecen! seria alinelo, lodos estes faclos tees
produzido resallados j mu provaveis, o consumo
do combnslive! deseen de 3 kilogrammas a 1 kilo- '
gramma e 25, e at 1 kilogramo por forra de ca-
vallo e por hora, por um bom emprego da repetirlo,
pela suppresslo das perdas de calor, etc. Um joven
sabio, refleclindooo calrico desenvolvido pelo alric-
(0 de 2 corpos, coneebeu ulilisar esla fonte de ca-
lor e substilui-lo aos combustiveis ordinarios, cojo
eusto por mais moderado qae seja constitue sempre
ama despeza consideravel, e realisou a sua obra ha
poucos dias em Paris no caes Volney, em ama ofli-
cina, dolando o mando industrial com una machina
que afinal deve augmentar a produceSo e facilitar o
consummo. .
Em Frnra e Inglaterra se hlo construido machi-
nas para a elaboradlo das peca's qae cntram na cons-
Iruceo das proprias machinas. Ha outras que ef-
fecluam pela acjlo das forjas naturaes o qae o es-
forjo c a fadiga dos operarios linham s realisado
at hoje ; as machinas de coser e fazer bordadoras,
fundir typos de imprensa, fabricar involtories da
cartas, as prensas monetarias, as prensas mecnicas
que imprimen! um numero incrivel de fslhas por
hora, etc. etc.
As machinas qoe prodiizem o movimealo eslo
lambem na eslrada de um progresso incalculavel, as
locomotivas de Crompton, Stephenson'e Bemel de
Inglaterra, da Chail Gonin, Polonceaux de Franca,
de Borlig na Allemanha, so- j maravilhas, assim
como as hlices de Cave e Mseline, Napier, Walt
e l'enu.
No dominio da chimica, sen entrar no bosquejo
completo de lodos os resultados admirareis e positi-
vas, processos de conservado de bosques, gldeozes
Ja destrina, do braucode zinco substituido ao brin-
co de cerusa do algodlo plvora (grande aconteci-
mer to ) do Callodion, da pannificacjbtaaperfeil
dos alcools de toda a especie estran>s
conservas almanltri--- XZ?"''*
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[Vcunmn riinniiTm.


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I-
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llu. A galvanoplastia he arlo que consiste em pre-
cipilirem urna subsistencia dadi, debaixo da in-
naencia da corrente eloclrica, a dissolujao de um
metal, o pial te manfesla iobre ella, guardando o
o caracjer : a mmisinalica, Ihe deve a reprodujao
fiel das medalhasedas molidas | a arla das moldu-
ra, a imilajlo sobre ;;esso o vasos de bronze, cobre
e'c.; a gravara das pranch.it de uma'prerisao per-
mita e urna liragem indefinida do desenlio em ra-
llo do lypo renovado ; roas, de todas as applcacfies
a mais bella, a mais ir>ters*sanle, sem contradigo,
he a que imaginaram Kuolz e Elkinglon, resolvcndo
nao s o problema de dourar e pratear as mais vis
materias sem eomprometler a perfeicao das obras
pela sobslitui{So da novo, jes s preparajoes mer-
curiaes, mais anda de conservar vontade a casca
briihante de quasi todas os metaes, a platina, o co-
bre, o chombo, etc.
Depois do da em que Niepse e Daguerre por va
de experiencias consegniram litar sobre metal os
fugitivos lineamenlos que traja o sol sobre o pape"
lio de urna cmara obscura, a photographia deu
passo de gigante. Pata chegar ao seu alvo, estes
iniciadores tinham experimentado as materias m-
pressionaveis asjo luminosa, alternadamente o bc-
tume d Juda, a retina da essencia de l.avandi. a
codera de prata, todas as substancias.que leem a
propriedade de ser atacadas e bruidas sobre os
pontos em que Obrara activamente os raios solares,
as outros parles nao inleressadas lornar-se-hao bran-
cas, ou incoloros ; hara fomente um apcrfeicoa-
roenlo a altingir, a suprcssao do miroitement, e este
resallado foi obtido no dia em queo excipiente roe-
tallico ceden o lugar ao papel. Talbot leve o raro
mrito de operar esta substutcSo por mel de urna
folha impregnada de sal de prala e com a condicSo
de 2 provas, ama negativa e outra positiva, na es-
trada em que hojecaminha, esta arte nova nao deve
desesperar de altingir os ltimos limites, accrescen-
tando a precsao das linlias a verdade das cores.
Neste dia s restar ao pintor entrincheirar-se na
grande e bella prerogativa da sua missao, a inler-
pretacJo da nalurexa. Quanto a imilajao, dever
renuncia-la diante da poderosa sinceridade dos
agentes phisicos.
A etherisacao tem mu recentemente abalado e
agitado o mundo cora orna sympalhia universal :
pois que se dirige, antei que tudo e nicamente os
enormidades- hnmanas, soavisa, ltenos, extingue o
solTrimento. Sem duvi Ja, antes della os narcticos,
a erva-moura davam aos males um alivio real, sem
duvida a eompressio, as rrigaj6es, o fri intenso, a
embriaguez, o somno magntico tinham conseguido
algumas vezes fazer desaparecer a dor, mas a noss
preciosa descoberta com a aua simplicidade obleve
ulTocar o grito do soffrimento, abafar toda a sensi-
bilidade debaixo da mSo do cirnrgiao. Honra a Mor-
ln e Jarkson!
Partida dos Estados Unidos em 1845 as suas expe-
riencias chegaramde hospital em hospital (riumphan-
tes al o continente eurcpeu, onde milhares de en-
fermos votados as operar es cirurgicas acharan na
nlroducjao do ether sul.'rico, nao s o esqueci-
meolo de seus males, mas anda, cousa inaudita,
mais de urna vez esses sozos indiziveis, ligados a
embriaguez do Halehirh. Depois, o clorol'ormio
veo sobstluir com vanlagem o etber, nperfeijoa-
meoto til por causa da extrema rapidet dos seus
effeilos, da soavidade de sea perfume, que nao lem
nada irritante, da ana arroto esttica reputada supe-
rior por lodos os phisolog islas e rirurgioes do mundo.
Em fim. 7 mezes nos separara de urna descoberta
menos eslimada(alvez, mas chea de interesse pelas
esperances que cuutem em si, Irata-se de um metal
branco brilhanle, difllclinenle nxydavel, metal pre-
cioso, por consequencia em rniHu da sua belleza, e
da extenso das soss operaj.es exteriores. Cousa
siogolar, o aluminium a contrario dos metaes pre-
ciosos est cspalhad.0 con profuslo em (oda a parte,
em todos os pajzes, baste a gente abaixar-se para
apauha-lo ; he a argila, e*ss vil argila lio uliP as
arles que oceulta o p aluminoso.
Quem avaliar o papel que he chamado a repre-
sentar na industria de Itrio, as necessdades usuaes
no syslcraa monetario, este metal recem-chegado 13o
fcil de encontrar f
No descnvolvimenlo di chmca industrial, o pro-
gresso he seguido em todos as partes, a fabricarlo
das folhas dos assucares e dos alcools.dos corpos gor-
do, das vellas e dos sabota se ..-levam a um alio grao
de aperfeijoamenlo. Os vidros erao um monoputio
de algumas regiGes, tornain-se por assim dizer cos-
mopolitas. Tem-se vulzarisado os segredos das
fabricarnos locaes, a cal das materias preciosas, a
construcrao cientfica dos Tornos tem permittido as
grandes manufacturas de todas as nac&es rivalsar
gloriosamente, Ot cryslaes coloridos de Bohemia,
os de Venexa, os vidros pticos, sao por toda a parte
considerados como os vidros de vldraja.
Hoje a agricultura multiplica os animaes, multi-
plicando as especie, facilita os bons alolhameutos
lorna a alimentacSo mais substancial, consolida a
soeiodade, e augmenta a forja do povo e a sua ri-
queza.
As artes iuJusIriaes que se propoe crear sob urna
formalidade elegante em liarmoniosas proporjoes e
coal seductoras cores, a mullidao dos obj.clos que
M-rvem para salisfajao da noseas neceniidades qu o-
tidianas, formam para a aclividade humana om cam-
po, em que o operario e o arlUta se encontrara por
mil pontos de contacto, om terreno commom a arle
e a industria, mais vasto do que se imagina pri-
meira vista, e urna das glorias da nosi poca ser
ter visto se alargar'ainda. Os soccessore da Celliui
e de Pallissy, de Pinaigrier, dos Leonardos Lemo-
sius, dos Courtris, dos lleulle, dos Kellers e de
muitos outros que, descouhecidos apesarda eminen-
cia das suas obras, caminliam hoje sobre os seus ves-
tigios, j os igualam muilai vezes, al os excedem s
vezes e abrem aps olles estradas aos genios do fu-
tura.
Retutu.
Parisaioda honlem eslava entregue a todas as dis-
Iraejoes, a todas as Testas da eslajo fra, e foi so-
menk tiritando que venceu as qaalro semanas de
inaio, cuja graU repulajSo parece d'ora em vante
usurpada. Os sports di LongcJiamp, de Lamarche
e de Chantilly, as carreira-
de conhecer, espionar e ferr o chete branco, fingi quer ver caranlonhas, mrmenle qu.nd
catur no lajo de um trappeur indio.
WU.IQDE PgRMWBUCO QUARTI FEIRA 4 OE JULHO DE 1855
Ninguem no campo dos Hollandezes duvida da
caplur.i da bella rainha : efa conlempla o homem
que (|eve aborrecer e comhater, e visla de Mauri-
cio hesita e se perturba, he vencida, ama, pede or-
dens a aquello de quera devia fazer um esetavo,
urna victima. Os companheiros de Jaguarila nao
parlilham as suas sympalhias, e o joven hollandez
corra grande perigo sem a destreza mu involun-
taria do major Van Crinq, cuja davina mita for-
tuitamente o mais perigoso do selvagens. Mamo
Jambo, aquelle que ajadoa na sua astucia a soberana
dos Anacat.s nao quer quo esla adormeca assim,
exeila o seu ciume nelle, designando Heva a noiva
loura : Mauricio he preso e conduzido forja i ca-
bana real de Jaguarila, esla npaixonada sempre pe-
lo seu formoso prisioneiro quer que elle partilhe a
sna realeza, pede-lhe que abrace a sua crenja, os
seus uisiumes e as suas leis, que jure guerra aos
hrancos, e indignada da tjia recusa consent aind
no sen amor favorecer a sua evasSo. Em fim, Mau-
ricio commovido aceita o sacrificio da virgem na es-
peranza de subtrahi-la a vinganca dos Anacolas fu-
riosos contra ella. Efieclvamenle, no momento em
que cale pretende malar a sua rainha por ter deixa-
do evailir-se o inimigo prisioneiro,chega o nosso h-
roe hollandez com os seus, livra-a, e se casa com Ja-
guarila. A partitura abunda em ideas novas, sensi-
vei, orignaos, he tratada com nma habilidade de
maneiras, com urna variedade de rylhmo, com urna
cesclure do orcheslrajao, com nma variedade de co-
loridos, inteiramenle superiores e dignos do Ilustre
autor da india. A oavertura he do majur effeilo, a
cantora j esquecida, mad. Maria Cab he fascina-
dora na nterpretajao do papel de Jaguarila, mos-
tra-se nccessivamenlesimples e ingenua, motejado-
ra e irnica, lerna e apaixonada, he mui coadjuva-
daperum novo tenor de esperan ja e de tlenlo,
M. Mnujauzc.
Os comediantes ordinarios de el rei da Sardenha
vieram dar em Paria urna serie de representajOes
das obras primas de Goldoni, Alfleri, Pellico, ele.
Mad. Adelaida Brislori, a eminente arlista, conti-
nua os seus (riumphos .le Turin, Roma e Miln em
Paris, este foco dos grandes acontecimenlos sce-
nicos.
Entre as festas que os eslrangeiros hospedes da
Franja tem podido assislir nos ltimos tempos^tem
brillado em primeiro lugar un solemnidade intei-
ramenle nacional. No dia 8 de maiq, aniversario
da livranja d'Orleans por Joanna d'Arc, a velha
rife evocara todas as suas recordajoes d'oulr'ora.
Ressuscilra o passado para inaugurar a esllua
equslredasua herona, devida ao celebre cinzel
de Foyatier, e se esta estatua livesse podido ani-
mar-se,Joanna teriareconhecido collocados em torno
della lodos os seus companheiros d'armas, Demois,
Lahire, os dous Xintraillrs, b condeslavel d'Escos-
sia, Sir Willrapj Doonlas, Jacques de Chabannes,
Joio de Naclrlac, Guilherme de Boussac sobre bel-
lo cavallos ornados de gualdrapas combrasOes pin-
tados; nenhum esTorjado cavalleiro faltava, e havia
no meio da vida real urna verdadeira apparijao do
seculo ^tV.
Era"ma cousa verdaderamente grande esla me-
moria fielmente perpetuada depois de mais de 426
annos, este enthusiasmo vivo e renovado depois de
tantas vicissiludes, eslas homenagens avisadas com
mais esplendor 'por essa nobre Virgem que salvan-
do'-os,cnsinou aos Francezesa coragem, que Ibes en-
sinou odever, que os collocou as verdadeiras ve-
redas, que Ihes ensinou por suavhla.por soa morle,
por sua gloria e por seu marlyrio a nao desesperar
da Franca nos das da grande agona nacional, e
emfira a nao desesperar da Providencia. A religao
lambem saudon n'esla fesla t santa e serena figura
da grande pastora, e se deve elar era primeiro lu-
:ar entre as homenagens que Ihe fram rendidas, o
eloquenle pnnegyrico pronunciado por Mgr. do
Panmoop. hispo d'Orleans n'esla calhedral da
Santa Cruz, onde fez fluctuar a bandeira viclo-
rio Em toda parle a grande solemnidade se fez com
a maior munificencia, os torneios, as cavalhadas em
que deshlava a grande cavalgnda histrica, em que
ji fallamos, os conccrlns organitados para cantar ts
velha glorias do paiz, as illuminajOes, etc., encan-
laram successivamente os visitadores da velha cida-
dc orleanez de tal orle invadida varios das de .-m-
lemao que as hospedaras fechavain constrangida-
menle as portas aos que chegavam por ultimo, e que
os habitantes de todas as cla9ses foram abrigados a
dar hospitalidade, a fim de que ninguem dormate
exposto ao ir.
G. M.
CORRESPONDENCIA SO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARAHIBA.
28 de junho de 1853.
Os achaques produzidos pela estnjao epidmica
que corre, e os caju't que conlo no cachaco accom
inelleram de tal forman minha carunchosa indivi-
dualidade, que puzeram-meem estado de iuhahilila-
jao para ecrever-lhe a semana paitada.
Aguardava muitodescanjado o S. Saltador para
supprir essa lacuua, quando: inexpcradameule apre-
scnloo-e elle segunda-feira no nosso porto, j pe-
las 10 horas da maohaa. Pilhou-me desapercebido
i* direitas, visto que s o esperava no dia seguinle,
calculando a sua viagem pcUs anteriores, e afou-
se sem me dar lempo nem para dizer-lhe que vou
melhorado das macacoas que solfri, e que, como es-
t vendo, continuo no anli?o laboro que me impuz.
Em consequencia ditso nao quiz deixar escapar o
correo publico de amanhaa sen dar-lho novas mi-
nhas, para descansa-lo dos cuidados que (era tdo a
rspeilo do raeu lodo corpreo, que permanece to-
dava mulo affeclado no seu systema nervoso.
Com tudo vou alravessando est perigota quadra
como eo quer e he servido, coro bem receio da
horrenda catadura da implacavel Parca, que poraqui
va fazendo das suas diariamente.
Vollando ao S. Saltador dir-lhe-hci, que se elle
sa cavallodo campo de Pitr tira viagem com a regularidade delta, le-
Marte passarara-se sem o rnonor raio de sol u urna nh0 mjn|
almosphera desagradavul, a propria exposjau se
abri debaixo da chova mais copiosa. Todava a
despeilo da primavera fr.mceza lio pouco descuidada
em fazer as honras de uina amavel hospitalidade aos
seu hospedes, chegados de todas as partes com urna
vvacdade unnime, tuda na grande cidade se desfa'z
em esforjos heroicos para accumular em lomo del les
metamorphoses sobre inelamorphoses, maravilhas
obre maravilhas, seducc/)es sobre seduejes.
O thealro para dignamente racaberem durante
todooveraooBeupublicocotmopoaila.dtpemosseuwdefatae consequencias, spplicado por duas
malbores repertorios. A academia imperial de ma-
frita est preparando ana obra nova do chefe de es-
cola moderna italiana, do grande Maestro Verdi.
Eata grande opera lem por lilolo ftora Cicilia-
wh, a Sopha Cruvelli est encirregada de um pa-
pal daasa dramtica energin, que convem perfeila-
inaota so sea bello tlenlo. A opera cmica d as
primtra repretenlajes de nma creajao do inex-
golavei (onpositor franca Aubert; Irala-sa de urna
grauda artista Jenny Bell que apparece ao pullico
sob as feijoes de Carolina upr.
A Comedia Trancez, so madameselle Rachel Ihe
fallar, ten. mad. Artiout Plessis para prestar s
obra da comedia moderna todas as grajas da sua
belleza a do seu etpirito. O Gymnatio continuar o
Inumphe inliuilo .do Dtmi-Monde de Alexandre
Dumat lho.e levar scena o Chalaran de Alfredo
de Vigny. a Porta S. Martin dar a' Wiloria
ramalica animada e pilloresca de Par desde a
sua origcm, nao acabaramos su quizessemosseguir
e completar esta lista. Fiama para a nossa ultima
correspondencia a analyi> de Jenny Bell d'Auberl,
fallaremos hoje de Ignorita, a indiana, nova opera
cmica de laalevv.
O lerceiro thealro lyriio caminliaaolado dos seus
predecossores agora que recebeu de uro do uossos
grandes meslres uina desus obras capilaes que sao
um acoiitcimenjki no mundo musical. O librello
(ollocou'ascoiwomuma das partes da Cuyana que
os liollandezes dispularam lon?o lempu palmo a
l'.ilnro aos corajosos indigona. O caplao Mauricio,
um jocn e valenle chele da expedijao hollandez,
e o major Van Crinq, um rollrao depotado, depula-
* valenle e corajoso prologein urna linde: crioula, a
va, aoxeacaila na sua habtactio pelos pol-
-iS-*)rT""^^Br a sai divida de
^ ^ -S^e>r Pro-
DTELUOL
tas tencoe de rehabilita-lo do descrdito
em que o linlia. pois assim mostra ler-se envergo-
nhado do tanta reclamar.lo que soffreu por cauta dot
seus grandes alrazos. Obrando dessa maoeira nao
fajo mais que cumprir com o meo dever, visto ter
concorrido com o meu contingente no numero dos
reclamantes.
O Imperalri: aqu chegado no domingo, veioex-
plicar a demora do Tocanlins, qne os prophetai da
larra altribuiam a difireme causa.
; Nenhoaa entretanto suppoz que um amoroso beijo
rijas
trombas, dara motivo a essa demora. Pelo contra-
rio, un prophetsaram a queda do ministerio, ou-
tros mudanca de poltica, estes dissolucao das cama-
ras, aquelles criae paraguaya, fipalmente tantas
eram as caberas, quintas as santencas. Por ultimo
ludo gorou, nada disso soccedeu, e sobemos com a
mais viva satistajao que as rodas governamenlaes
conlinuavam a gyrar perfeilamenle nos seuseixos,
apezar do liroleio que a opposijao vai fazendo ao ga-
binete respectivo. \
Est salva a patria, por-lanlo passemos adiante.
Mereles que lem embirrada formalmente com os
vapores da compendia, iicou c'ir, exlremo compene-
trado qaando soube daeahejaila horrivel quo o To-
canlins arrumou na Mil Indiana. JSnlende elle,
ignoro se com razao ou sem ella, que houve visjve'
descuido, ou deleito da parle dos comman Jantes de i
arabos os navios, e colpa mais fortemenle o do vapor
por Ira/er a seu bordo o motor com que l.em poda
aflaslac-seou desviar-se da linha do oulro. Scja la
como fr, o cerlo he que parece haver um mo ge-
nio que preside deitrucao dos nossos melhore- (
vapora, sendo que, emqunnlo o Meirelcs.muito cor -
trihue para isso o pouco zelo, e vigilancia de q uem r
commanda, salvo milito jhsla e honrosa excei >-
jes.
Ja ha inuilo esperava^u algum desastre no 7 0.
canlin*, e como nao esperar se o seu cpmmanda. ,(c
he (ao cabezudo, lo obslinmlo, l,io pertinaz?!?,
merilhera | na Icima, alguma hrra, alRumnao me afiaiU, j0
rumo, porque Irago lanlernas e viga, deu m 0|.
vo a scmelhanle succeiso. Mereles diz que nilc, \,a
passagero que lenha embarcatlo neste vapor 1 po'r
muilo raslco que seja, que diga bem do tratar nen-
io de bordo. Alera dislo lodos rosnan) das man eras
menos poljdas, e pouco urbanas que o commari ,dan-
o est en-
loado.
O Imperalriz nada nos Irollxe de novo do Sal, a
excepjao de algn despachos de juizes mumicpae
mu merecid.os, porque recahiram em roojoa de
summa habilidade e esperanzas. Nomeajies desU
ordem, (pois que mui de perlo conhejo os agracia-
dos) acredilam bastante o ministro qne as, faz. H
verdade que, segando diz Mereles, mutsdeslas
boas nomeajessaoipsinuadas pelo grande calaplat-
ma, que, apezar de ser na corle um simples escre-
venle da Secretaria da polica, muita intimidade
tam com os membros do gabinete, segundlo alardea
em suss carias, que para aqu escreve. J Qm acre-
dilado juiz de dreilo, individuo de mullo merilo,
deixou de ser Jespachado deserara/gador por nao se
prevalecer dacfuelle excellente canal 1 E ahi lem
Vmc. Iicou o homem sem despacbo al agora, e o
qoe mais he preterido era leu direito nitum le-
neatis. '
. Ohquecorja de marrecos
Pega nelles p'ra capar.
De urna caria que roe dirigi do Para, pelo S. Sal-
tador, nm antigo companheiro, alTeren de ordenan-
tes, copio-lhe os seguinle tpicos relativos a moles-
lia que all ltimamente lem grassado.
Diz elle :o A Tebre amarella sombre Tez seos es-
tragos nesla provincia em maor ou ra apezar das medidas hy gienicas que se hao adoptado
para previnro mal, sempre temos sentido os seus
eOeilos. L'llimamenle appareceu ulna ontra enfer-
midade a que os mdicos dao o nome decholera-
morbos com a qual muilo se lem augmentado a
morlandade, se bem que, para mim., essa enferm-
dade n3o he mais que ama especie de carneirada,
de que he susceplvel a nossa colloeajao tropical.
Todos os annos, por este lempo sdiTre mais ou me-
nos a saluhridade public. Este uno infelizmen-
te a cousa tem excedido de seus lii|e, ordinarios,
e faz de cerlo alemorisar o anime.' mais (leugmnli-
co. Nao sei por tanto o que ser] des le seu velho
amigo. Tenho olho vivo na agurdenle, que he o
contra mais applleado,por isso anda que seja mis-
ler na idade avancda em que mU adio, dar em be-
bado, tomarei cssas honras, l ,mtanlo qoe e-
cape.
Consla-me que o .9. Salcadol fe quarenlena no
Maranhao, islo he, ficou fra dajbarra, onde lomou
as malas para o sul. Aqu naolhoove essa reserva
por agora, mas creio que se continuar a grasar a-
quelle mal, devemos lomar Jas necessarias cau-
telas. I
A vspero do erande San jU0 Baplisla foi aqfti
muilo festejada, como he coshime. Hooveran. bas-
tantes fogueras, bolo, milho;ado,canaca, Togue-
tes, buKaps, bombas, lraqutB, pistolas, tlr. O bel-
lo sexo entreleve-se-rhrjsii-^assortei, consallando o
seo deslino, e muitas ga meninas tiveram qoe
agradecer a bonignidade ado.
Eu Tui convidado paro ,a pequea reonigo des-
las, onde passei agradavt momentos. Parece que
reanimo o mea phisico e Toi uiejo do nervoso, qaan-
do me aeho rodeado deslr, demoninho traves.
Apezar de gho, slnto a l,.rja magntica de tea
olharescapnzet a vezes de enterrar om pobre viven-
te Ires brajas pela jarea, dentro. Ja Uve oecaiao
de dizer-lhe o quanto sajo encantadoras as minhas
lindas patricias, per isso /forro-me ao Irabalho de
repelir-liro. Crea qoe se nao-osse ca certa cousa,
que Vmc. nao ignora, j ha morlo linha tomado os
grilhr.es do sacro jugo. !
Pouco desasir houvajram nesla nole. Apenis
temos a lamentir a quelma de urna casa na roa da
Trinchfirai, motivada por um buscap adrede lau-
cado por cerlo ctpadociio, que podia ja Ir creando
juizo, eeutros pequenosiaxidenle ptrciaet cansados
por semelhanle fogo, que, damnoso como he, deve-
ria ser prohibido, a exemplo de oulrn partes. Sem-
pre suppuzqno oSr. Hr. chefe de polica desse al-
gunas ordens nesse senlido, pois assim obstara -
quelles incidentes, mas vi com desgosto que fiqaei
burlado as minhas ccjnjecluras.
Na igreja das Mercis houve levantamento de ban -
deiri com musita, seouindo-se a alvorada pelas roas,
e depois a testa do silnio que foi muilo coocorrida,
segundo diz Meirelti que assistio. Eu pretenda
comparecer, mis encanei-mc na hora, pelo que le-
vei forquilha. Pjcienca, para o anno prometi ma-
drugar.
Mereles accrescenta que creou-se ama rmanda-
de na mesm igreja, com o fim de fazer-se o feslejo
do sanio annualnier,ie, o que muilo approvo, e ren-
do os devdos huvores a quem leve essa iembranja.
Nesse mesmo dial reunio-se na igreja matriz desta
cidade a mesa de fyossa Senhora dss Neves, coja fes-
ta est, prxima, a(lm de proceder a disl'ribuitao das
novenas pelas diTTerentes classes da nossa sociedade,
0 que com effeiloTez, e supponho que nao foi m ge-
ralmenle a escollla do individuos que devem encar-
regar-se do festejo das noitrs.
Sem embargo diz Maireles, que mallos prelen-
demrfgeilar a gloria ero altenj3o a exiguidade dos
fondos. Se assim for acho-lhes razio mormenUs na
poca BnaaeaJraJ em que no adiamos. Do conlnrio
n5olhes perdona rejeijSo, qae en(3o seria infamia-
da e mesquiihH. Mereles diz que deveremos ler
um festejo magnifico, avista dos meio de que dis-
pem osjuizes( e en espero que assim seja.
Ia-mo esquecendo dizer-lhe que no dia 17 houve
a fesla do SS, Sacramento frita pela respectiva Ir-
mandade com bastante decencia. Pregotnao evan-
gclho o Rvm. padre Francisco. A uple houve lada-
nha, i quea-jslstio Meireles. Fcz-se a eleijSo Ja no-
va mesa que tem de funecionar este ajjno, e alguem
leon bem mordido por nao sabir eleilo juz. A cou-
sa vale a pena, porque existe sendinheiro em caiza.
Tambem s<> assim nao fosse nlou convencido qoe
o3o apparei-eriam lanos devolos. O boceado nao he
para a bocea de quem o faz, diz o riflo. Por f.illar-
Ihe em dnbeiro, Iransmillo-lhe a seguinle caria qne
recebi mandada nSu sei por quem: Ahi val:
a Sr. correspondente do Diario de Pernambuco.
Como ( oa rauilo sen amigo quero forneccr-lhe os
dados paira urna especularlo, na qual Vmc. poder
ganhar bons pares de conlos. Eis o negocio :
OZeles, i>wnem de capacidade espantosa, finan-
cero ecoriomico e cellDreTrv-3C9,invflnjnej, esta
compongo um romance de sua inleressante vida,
obra esla que por cerlo o immortalisar. Passagons
mais nl.eressanles,.cenas mais locantes e enterne-
cedoras jamis se vlram rcproduzidas em llvroal-
gam! '.Nesse romance descreve elle a manera por-
que conseguio obler a prodocjSo do seu dinhero.
S por si esta descoberla vale centenas de eontos .'
Ora, sem duvida ha de convir mulo a puulicajSo
desss obra! e eu poderia, aen3o temesse descobrr-
me, a rranjar, para qoe elle dfsse preferencia na pu-
blica, -ao a typograpla do Oiarto, mas" eslou cerlo
de qt Vmc. pelas suas boas rlacOe alcanjar o
aalocplpbo desojado : assignado. O Cur%a.i>
Nao sei o" que, ao serlo, islo querer dzer, mas creio
oue Meireles o descubrir.
A. nossa salurldade segu ainda pessima, e os se-
nho res Esculapios vio /ruindo os productos nao es-
cassos da abundante safra. Pelo Commercial vi que
o 'Dbito do mez passado subram a 50, e supponho
queosdesle mez nao sargo em menor quanlidade.
Nada tem chegado ao meu conhecimenlo con Ira a
seguranca individual, conlinuando sem a menor al-
t'irajao a Iranquillidade publica.
Os Ihuggs lem lomado algum julzo ao que parece.
1 .ouvo ao co por Uto grande beneficio.
Temos sido favorecidos com abondanles chuvas,
Y, < em lmenle alc-aps brejos, pelo que nao serio la-
i...nhas, como se espcravjim* as "safras de assucav e
algpdao. Segundo retente noticias. Jo sertao, sabe-
mos que para esse lugares teem**wvido uina per-
feiasecca, que lem felo-eneaTacer demasiadamen-
te, os gneros de primeir necessdade.
Ho^e que, como sabe, He a vespera de San Pedro;
lerei sem duvida de obseftar mais lguus effeitos
produzidos pelos perigosos buscaps, de que tanto
parece goslaro nosso chefe de polica.
Tencionava passar enclausurado esta imite por cau-
sa do tal foguinho, qaando sem o esperar, recebi
om allencioso convite do directur do collego do
mesmo nome (San Pedro) existente nesla cidade,
para assislir ae modesto festejo que pretende oflere-
cer uos seus alumnos. Hei de comparecer, roa ira]
primeiro que lodo encaixnr-me no coegio, para
ver se CKapo de ser queimado por algum aquelle
fogueles qae muilo rspeilo. Supponho q*oe passi-
re all agradavos momentos, e do quo lymver ihe
fare menjo. *
Dou-lhe os dovidos parabeni pelo r ca do reap-
pareclmenlo do meo offirioso Cyrlneo as columnas
dscuapreciavel Oiarto. Pena he honrar-no elle
cora (3o longos intervalos. Meireles aceite a reclifi-
cajio do fadosaponlados, p conhecerqoanlooi
" "^foma
ser mais circomspedo para o fuluro. Tem tenjBes
de solicitar do collega eertos apoutamentos, para a
concessao dos qaaes interponho o meo valimenlo, se
elle merecer-lhe alguma allenjlo. Nada mais rae
occorre por hoje.
Desejo-lhe encbenles de felicidades, vigorosa sau-
de, alegres dlslracjoes, sommas enormes, livre de
baicapes e de toda a qo.idada de fogo de teme-
Ihante nalureza, etc., etc.
PERNAMBUCO.
COMMUWADO
COMARCA DE CARA^HllNS
23 de junho.
Disse-lhe ltimamente qae alcuns casos de bexi-
gas confluentes tinham aqu apparecido ; assim foi,
e consla-mc que conlinii.im a apparecer em diverso
pontos, notando que nSo estamos preparados para
receber tao perigoso hospede ; pejo ao governo da
provincia quo nos envi algum entendido na mate-
ria, munido da competentes laminas oa tubos de boa
vaccina, para, em primeiro logar, acudir aos mais
necessitados, aos pobre, e depois proporcionar em
sua casa a cada om esses recursos, que vndo em
lempo, podem cerceiar os progressos do mil ; cerlo
de qne, appareja ou nao um vaednador, se nao' li-
vessemos a nosso lado contra a bexigas a proverbial
pureza deale clima qae reina na villa de Garanhuns,
e suas adjacencias.ninhn d'agua dfllcilmeule acces-
sivel ao contagio, estou que multas victimas j se
contara. Aqni ha por mal de neceados um cosa-
me brbaro, qae nao concorre pouco para acerescen-
lar a morlalidude, quando temos a infelicidade de
ser accommellidos da peste : o misero enfermo en-
fermo he logo, e sem remissio. arraneado do leito da
agonia e de cruei soffrimenlos, para ir linar-s as
brenhas, para onde o enviam, baldo de lodos os re-
corsos, longe de lodas as vistas, e na ausencia qaasi
sempre dos exiremos soccorros espiriluaes, aeja era-
bora o enfermo a petsoa raai chara i familia, ou ae
baja constituido merecedora da suas mais serias al-
lenjes e desvelos; por exemplo, um pai, mi, ma-
rido, esposa ou filhos !......
Passemos cousas mais alegres.
A ordem do dia por ei lem sido, depoisdas bexigas,
as nomeajes d< ojcacs subalternos da Ruarda na-
cional. Tenho visto mais de nm candidato enforqui-
Ihado a choromingar por este mundo, qnal menino
de escala, que em larde de procissao, chuchara urna
pitombada no olho, dirigida pormao de algum colle-
ga traquinas ; oulros tenho lambem viste ameaja-
dores desafiando o co e a torra, porque nnse oulros
foram poslos margem ; vi mais um joven lente
ou alteres, (pela postura nao perca) lodo apostema-
do por Ihe lia verem lirado das mios, dizia. a bandei-
ra, em que elle alias nunca pegsra ; ludo isso tem
sido ass.is divertido tirando tmente um pouco para
o trgico, de surte que ha razio para recriar qne no
final da dansa, apparejam algumassojidadee anar-
chicas, na phrase de um Ilustre opposicionista,
entre os commandantes e commandados. Patso a
dianle.
Em um desses ultimo das aehou-se na villa de
('aranhuus o Sr. Jos Jeronymo de Albuquerque e
Mello, nomeado ltimamente primeiro supplente
do juiz municipal em Buiqe. e fra prestar jara-
mente parante o Dr. jais de direito afim de entrar
em exercicio: por mais acertada qoe haja sido a
nomeacao do Sr, Mello, por ser na renlidade ama
pessi bem conceltuada.mil vezes mais acertado se-
r ir qoanfe antes exercer as funejoas de juiz em
aquelle termo petsoa eslranha, que sirva com intei-
ra independencia, e nao o supplente referido que,
embora mui digna pessoa. repilo, lem de distribuir
justija entre os seos prenles, que por nssim dizer'
consliluem a tnlalidade da povoajilo do termo de
Buique. O mesmo d.i a pensar o delegado qae ora
l esl ninguem poe em duvida o carcter honesto
do Sr. Camelo, reas quem assegura qne elle seja
um bom delegado, cumprindo-lhe em primeiro|lugar
poliriar seus prenles, porque a justioa para ter boa
deve comejar por casa!* Essa autoridades novas
de Buique sao aparentadas, .muito aparentadas no
lugar, leem mullos amigo e prenles .criminosos,
polenlados,e o resultado ser nao haver justija nem
polica em Buiqua, antes'todos creem que v3o all
reproduzir-se aa fbula do lobo e a ovelha.e a par-
lilha do le3o. Se me contestaren! enlrarei em pre-
cloas apreciarse a rspeilo.
Foi preso ltimamente em Bonito pelo mai digno
delegado d'aqaelle termo, o Sr. Dr. Delphino. a re-
quisijao do Sr. major Camisao, um Jos Clemente
Duro, homem fallado no lugar por se achar eondem-
nado pelo jury deale termo ; honra ao magislrado
que cumpre com inleirera o seus deveres, por mais
espinlos qoe encontr nessa-estrada.
Tem (ido presos e processados aqu ama infini-
dade de criminosos, cojos noroes ignoro e mesmo
seria fastidioso o referi-los.
O jniz municipal Dr. Duarle, occapa qaasi exclu-
sivamente o seu lempo com processos crime e o de-
legado com prisoe. no qoe he incansavel nesta e
as comarcas vsinhas, e s assim he qae se deve ex-
plicar a intcrrupjao notavel nessa escala de crmes,
em que marcha araos ha hem pouco lempo: toda a
enmare;, o silesia, por lano nao me lenha por par-
cial nesta aseeverajo.
Tem ha vi.lo ltimamente alguma chova na mal-
ta e agrestes, mas sertao propriamenta dito esl
secco. O vveres caros.
Adeos, [Carla particular.)
JURY SO RECIPE.
Da 2 de Jaldo
Pretidencia do Sr. Dr. Alexandre Bernariino dos
feis e Silva.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Francisco
Gomes Vellozo de Albuquerque Lins.
Advogado, o Sr. Dr. Luiz de Albuquerque Mar-
lins Pereira.
Escrivao, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
Feita a chamada as 10 hora da manilla, acharara-
so prsenle 41 Sr. jurados.
Foram dispensados- e relevado das mullas e
quo incorreram os seguinle lei.heres :
A requisijao do comisando das armas, o 2. rirur-
gio do 4. batalblo de arlilhara, Dr. Trajano de
Souza Velho.
Por ler apresentado atlesla.lo do molestia, o capi-
lao Joao Hibeiro Pessoa de l.scerda.
Relevados smente das mullas em que incorre-
ram os senhores :
Dr. Jos dos Anjos Viera de Amorim.
Pedro de Alcntara Abren e Lima.
Foram multados em mais 209 cada um'dos se-
nhores jurados j multados no anteriores das de
sets3o.
Aberla a sesso, (o conduzido a barra do tribunal,
para ser julgado, o reo Francisco Jos Correa Lima,
acensado por crime de furto do escravo Antonio,
de Alexandre Jos da Silva, n3o lendo advogado o
Sr. Dr. juiz de direito nomeou para se encarregar
d;r defeza, o Dr. icima dito.
Compoz-se o conselho de senlenja dos segninles
'enhores:
Dr. Francisco Epiphanio de Paula do Santo Ale-
luia.
Francisco Antonio da Rosa.
Antonio Nobre de Almeida.
Themoteo Pinto Leal.
Dr. Francisco Raphael de Mello llego.
Joaquim Augusto Fcrreira Jacobina.
Joo Chrisostomo Fernandas Vlanna.
Adriano Xavier Pereira de Brito,
Frederico Auguslo de Lemas.
Coronel Trajano Cesar Burlamaque.
Antonio de Moraes Gomes Ferreira.
Antonio de Moura Koliin.'
Manoel Ignacio de Oliveira.
Findos es debales, foi o conselho conduzido a sala
das conferencias s 3 horas da (arde, donde vollou
s i com suas resposlas, qae foram lidas pelo presi-
dente do jury, em vita de coja dedsSo o Sr. Dr.
jniz de direito condemnou o reo a cinco anuos de
gales, gre mximo do arl. 25J do cod. criro. com-
binado com o decrete de lJJe oolubro de 1837 e
o arl. 3i do mesmo cdigo e as cusas, e lc-
vantou a sessao, adiando-a para o dia seguinle 4s 10
horas da manhaa.
les. Se hl sys-
el, es'hege-
'llini.collega deve saber da ver
HEPARTIQAO SA POLICA
Pirte do dia 3 de julho.
Illm. e Exm. St>Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das diDef entes parlicipacOe hoje recebidas
nesla reparlij3.>,consta que foram presos:
Pela subdelegada da fregue/.ia de 8. Jos, Joa-
quim Gomes da Silva, Jos Pereira de Oliveira e
Theolonio Angelo da Trindadc. lodos-para averi-
gnajoet polciaes, e o prclo escravo Joflo, por de-
ordem.
Por oflicio desta dala commanirou-tne o subde-
legado da I leguezia dn Boa-Vitta. que honlem pe-
las!) horas da noite no lugar de Santo Aman da
mesma fregoezi, o toldado da companhia de caval-
laria Clemente Jos de Sant'Anua, trovando urna
lula com o pardo Marcellino Gomes Crrela, re-
sollara desla tahirem gravemente ferdo,sendo in-
mediatamente ambos presos e recolhidos o primeiro
ao hospital regimcntal, e u segundo a enfermarla da
cadete para serem convenientemente traalos, no
entretente qae o mesmo subdelegado esl contra el-
te< procedendo nos termos da re.
Dos guarde a V. E*c. Secretaria da polica de
Pernambuco 3 de julho de 185S.Illm. a Exm.
Sr. cooaelhciro Jos Benlo da unh.i e Figaerado,
presid"le T'arl'* ste Paira Teixeira.
TUEATRO DE SANTA ISABEL.
J no Diario de O do correle respondemos a um
communicado de ti,lambem do corrente,assignado Z,
e previmos luz do dia, qne eri o calamnioso o
epiUieto de bancarrotero dado ao Sr. Germano
Francisco de Oliveira ; o collega correspondente co-
nheceu a veracidade dos nossos argumentos, a tor-
nando-se silencioso evitoa urna polmica naqoal es-
tamos cerlo, qae o crdito do Sr. Germano havia
sempao de Iriumphar.
Amigos devotados do Sr. Germano, admiradores
do sen tlenlo artstico, e apredadores de suas excel-
lente qaalidades, nao podemos a singue fro ter
ene vaste arante!, com que o Imparcial sahio-ae i
luz no Diario de 2> do corrente.Se o Imparcial,
recuandeanle a linguagem forte e persuasiva do jus-
to, nao voltease cobardemente lodas as furias da com-
panhia dramtica contra o Sr. Germano, n nada
teriamos qae ver com elle, porque foi sempre nossa
intenjo vivermos anulados dessa questao, quasi
pessoal, da companhia dramtica com o Sr. Reis.
Ninguem, a nao ser o Imparcial, tomara a
responsabiliunde dessa insulsas correspondencias
por elle astignadas ; ninguem seoo elle terna-
ria, sem eseropulo, a deflexa de individuos, que
detcooceiluados na opiniao publica, buscam por
meio da intriga e da maldade conspurcar crditos j
estabeleridot, e que nanea mais hao de vacilar com
as palavras de ilgons loueos : O publico he sempre
o juiz mais recio em causas desla ordem, e por isso,
lodas as consequencias que elle tem lirado das pala-
vras do Imparcial, sao em desvantagem ja compa-
nhia dramtica, que fonda lodos os seus argumen-
tos no odio, na soberba e na ambicio de Ires adores,
que nao tendo, por falla de merilo real, conseguido
al hoje firmar urna repulajao artstica, querem coro
o desterro desses actores, que os assombram, ver se
chegam a locar o alvo porque vivero, suspirosos 1
Felizmente,as soat pestima inlenjOes nao lem sido
apoadas pelo publico, o qual unnimemente se pro-
nuncia con Ira o pensamonto estlido da ex-compa-
nhia emprezaria. Mas nao be anda a ambijao de
alguma companhia que nos tero espantado; o qoe he
para admirar, o qoe causa sorpreza, he que o Impar-
cial, que algn mezs alraz escrevia constantemente
contra enes adores, traa odo-os por caricaturas de
cmicos, ejulgando-os inhabilitados para o mister
que exerciam.hoje seja o proprio qae pertende imbu-
tir-not esses que depreciava, por tlenlos os mais no-
taeeis do Imperio)> Imparcial, que de nos he bem
conheddo,tratando dos mritos da companhia drama-
|ica,o//iMca as mas ideas primitivas ; deixa-se,em de-
trimento da saadignidade.arrastar por cerlo moco sans
facn (que nao ihe deixa a porta) dando azo a qae,
do sea proceder, tiremos n infalibilidade de duas con"
aeqoencias, Uto he, que tem-se loocameote deitado
embalar em e aquelle viajante de que (rata certa bailada allem3a
venden a sombra ao demonio. Por qualquer forma
que seja, deixemo-lo cheio de esperanjas ou cheio
de remosos, e ahnalisemos um pouco o seo communi-
cado de 25 do corrente.
Pondo de parte os direilos, que a ex-sodedade
dramtica diz ter futura empreza do thealro, bem
como as vanlagem inconlestaceU, que lem em seu
favor, nos vamos provar tambem i eoidcnrla, que
nada fez ella era proveilo do pnblico, nem tao pituco
do thealro ; e que, bem louge de continuar na em-
preza, deve (se assim o quizer) contratar os seus ser-
vi jos com qualquer que venha ser o futuro empre-
za rio,
Afflrma-se qae a ex-sociedade emprezaria aug-
menlou o guarda roupa e fez decoracoe* evitando o
uso de refazer aijrittas exislenles. Ora, ninguem
melhor que o Sr. administrador do thealro deve co-
nhecer a falsidade de semelhanle argumento. Qaan-
do o anno pastado foi rescindido o contrato do Sr.
Agr, consta-nos qae o gaarda-roupa aehava-se so-
frivelroente fornecido de vestuarios, e que as deco-
rajOes eslavam todas em bom uso. A companhia
emprezaria lomando por conseguidle coula do thea-
lro, fez mu poucos gastes oestes dous ramos, des-
pendeu lo apenas em concerlos e alguns vestuarios
ligeiros, e contcnlando-se em retocar ou cubrir de
novas Untas algumas decorajes j existente, e que
nos foram aprsentelas como novas. Nos sabemos
perfeilaiiiciite,/jue nao he possivel a um empreza'
rio Consumir todos os seus recursos no guirda-roa-
pa e scenario do thealro, mas nlo podemos tambem
consentir, que sca^ falsos pretextos se consliluam direi-
los, qoe nao assislem a companhia emprezaria. Veja-
se como prova o oslado actual-do guarda-roupa, e
nao duvldamos aOlrmar, que elle se acha mais de-
teriorado, que qaando o entregou o emprezaro
Agr. Dizse mai, que os cofres pblicos foram
sobrecarregados com indemnisajes as duas empre
zas do Sr. Germano. He com efleilo preciso estar
revesldo de grande descaro para fallar-se assim
a verdade.
O Sr. Germano (lodos o sabem e o governo prin-
cipalmente) lomou conta do Ihealro de Santa Isa-
bel no anno de 1850, sendo presidente da provin-
cia o Sr. conselheiro Honorio. Calcularajo o in-
teresse que lodo o emprezaro devia tirar de um
edificio acabado de construir, mas altendendo a que
elle sa achava n de scenario e vestuario; o governo
designou-lhe o subsidio de 15:6009 para 12 mezes
de espectculos obrigaterios. Pelos lins desse con-
trato, sendo entilo presidente da provincia o Sr.
Sonta Ramos, propoz o Sr. Germano ao governo
contratar no Rio de Janeiro um corpo de compa-
nhia lyrica, com o qual pudetse variar os espectcu-
lo! nos ultimo mezes da sua empreza, medanle a
sobvenjao extraordinaria de 4:0009- O galerno ap-
provou a proposte do Sr. Germano, e o aalorisi-o
a contratar a dita companhia, fieando dependente da
approvajao da assembla a subvenjao extraordinaria
qae elle requera.
Todos sabem as grossas sommas, qne o Sr. Ger-
mano consumi com a referida companhia lyrica, e
os fracos resultados que ella Ihe produzio: aisim, a
assembla provincial nao duvidou confirmar o con-
trate da presidencia, mailo mais quando se com-
penetrava da justija do Sr. Germano, qoe linha,para
agradar ao publico e aos seas amigos, apresentado
no (healro ama companhia, a qnal nao esteva obri-
gade. Enl3o os invejosos e inimigos do Sr. Germano
parecen Jo-lhes, que o thealro de Santa Isabel era
ama nova California, porque no meio de lalo Ira-
balho, de lana farfiga e de tanta retponsabilidade
vino qoe o artisla se portava com honra e dignida
de, nao Ihe sendo precise mendigar o pao da cari-
dade, que fiteram ? No motlenlo em que o 'ihea-
lro careca de mais recurso; porque as exigencias
do publico augmentavam, tambem empenbaram-se
em qae o subsidio do thealro dramtico Tosse di-
minuido, assim acontecen, votando-se apenas nesse
anno a diminua quanlii do 9.-000$, ( seis conlo de
menos que o anno anteriora.. Manifestava islo
odesejo de que a arle dramtica eo guato do publico
progredissem na provincia ? Cerlo provincia, pelo contrario, rooslrava-se arrependida
de ter gaslo centenas de conlos com a creajao de um
eslabelecimenlo, que sondo do tenia utlidade ao
publico, via-se quasi em crcumslaucas de nao poder
subsistir. A visla disjo o Sr. Germano descreo de
lodas aa suas ideas acerca do fuluro da arle dram-
tica em Pernambuco, mas instigado ainda por al-
guns amigos, e possuido desse amor de gloria que
mais anima o arlista doqu o proprio interesse, elle
decidio-se a firmar o segundo contrato da empreza
com o mi-cravel subsidio de 7.50 mensacs !'
Nao ha urna s petsoa em Pernambuco que igno-
re as immcnsas dilllculdades com qoelucloa o Sr.
Germino nessa segunda empreza:artistas mailo
mata caros;contrato mais oneroso; guerra desa-
brida de um oulro thealro, qae por espirite de oair-
rismo ere eniao protegido' pela presidencia ; c
filialmente urna commisso inspectora que nao quiz
nanea relevar nem as mais pequeas faltas linde
mesmo occasionadas por forja maior. Pergeniare-
mos agora m Imparcial;quaes foram as indem-
nisajes concedidas ao emprezaro Germano, qae
sobrecarregnssem os cofres pblicos '.' Quaes as fal-
las por elle comraellidas. que nao fotsera motivadas
por forja maior, ef>or essa guerra surja que ema-
nava at dasjjn "* ".riores ?' O'que nessa po-
ca acontecen ao&aaajaa/^mano, acontecera a lodos
osemprezarios que Ihe cuccederam, se o actual
Exm. administrador da ''provincia, a directora do
theatro*eteu administrador nao compreheudessem
a psij.io diflicil em que fe acha muitas vezes um
emprezariu, e tao fossemfjjroplacentes usando de
teda a equidade. relevando rauilat.ajkltas quo geral-
mnle n;io .^ifili^j .r.i capricho nem da negligen-
cia, mas 'ni nacida, das rirciiraslancias.
Nao canta ero o a ^
lillerariamenle, dizendo-nos .o que he um galn
amoroso, e em que faz a confroolacao do pessoal
artstico da companhia actual, com o que pode pre-
sentar o Sr. Germano. O que sabemos decerto, he
qae se o Sr. Germano nao tivesse recursos para or-
ginitir nma boa companhia independen!,; dos ac-
tores que se achm tm Pernambuco, elle nao teda
prestado o seu nome reqnerendo a empreza do San-
la Isabel; e depois. para que iffirma o Imparcial,
que nenhum dos artistas da companhia actual se
contratar! com o Sr. Germano, offerecendo miis
em biizo lo Sr. Germano uro contrato por parte
da compmhia emprezaria ? 6er islo orna cajoada
do Imparcial pira eom a companhia, oo ser ainda
Mis ama affronU laneoda ao Sr. Germano ? Pois
a .companhia nao deposite fe alguma no Srr>t\erma-
no, e quer qae o Sr. Germano lenha nella li^a a
conflanja ? He irrisorio 1 De lie eabeja he diglh
tal senlenja Pergunlaremos mais: com qoe direi-
to os atore da companhia qne neste anno rcqae-
rerora a empreza do thealro, eonlam com < vontade
desse oulros artillas que ln5o fizeranreorpo no seu
requerimento ao governo T Por ventura os Sr. Be-
zerra, Mooleiro, Coste, Senna, Santa Rosa, Groja
e Mende (aicos que se propozeram a empreza) es-
larao mais habilitados a desempeohar o cargo de
emprezaro, ou dirSo mais garantas do que os Srs.
Germano e Res ? Cremos que nao ; e podemos fal-
lar com conhecimenlo de causa, pelo menos na par-
te que diz rspeilo ao Sr. Germano.
O governo deve advertir que o anno passado,
quando se dea a empreza arUslca,, eram doze os
rcembros responsaveis por esse contrato,os quaes
por si s quasi que formavam urna companhia re-
gular. Hoje nao acontece assim : sSo sle em vez
de doze es qae formam a sociedade emprezaria,
donde se colllge, que nao he a raesma empreza que
pede urna reforma de contrate, mas simjma nova
associajo qae requer o thealro de Santa Isabel."
No sentimos dizer, qoe se neste negocio nao an-
da malicia, pelo menos anda m f, e que a ambi-
jSo e capricho desmarcado de Ires memoro da ac-
tual companhia, hao de, se o governo Ihe conceder
a empreza, reduiir o thealro de Santa Isabel ao mi-
aero estado em qae acbou o de S. Francisco. No-
taremos aqu as palavras de cerlo critico mui ver-
sado em materia de arle. Diz elle : A medioeri-
dade, ainda mesmo soccorrida por urna meia ins-
Iruceio, por mais que se empoleire, cansa aviste,
mas liada enxerga, se am dedo intelligenle Iha nao
ponte o objetlo. b
Eis, pois, porque appellamos paro a alta perspi-
cacia de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, que
por vezes tem-se havido com lino especial as cri-
aos porque tem passado o nosso infeliz lliealro. He
a elle que compete decidir esta qaesUo, como anico
que melhor sabe do que convem ao interesse geral.
Aprecie S. Exc. as propostas dos concurrentes,
avalie a inlelllgencia e mrito de cada um,consul-
te (se achar conveniente/1 a opiniao publica, e a em-
presa; do Santa Isabel ser com justija deferida
sodedade Germano, sem qne para isso ande ahi o
pernicioso syslema de afilhadagem, de qae trata
com toda a insolencia o constante Imparcial. Fi-
naliiaremos o nosso irligo acooselhando o Impar-
cial a ler mais comedido em suaseipresses. lor-
nando-se cavalleiro, deixando ds atacar a algdem
pela costas, se nao quizer qae de todo Ihe arran-
quemos a mascara e nos oceupemos desui pessoa,
como elle tem-se oecupido diqudles quo nunca o
offenderam. Jaleando, pois, a materia bem discu-
tida, nao vottaremos mais a questao, salvo em cas
de sermos provados. Y.
pessoas, etc., sabem
em 1830 apenas fez,,
urna populajSo de 5r"
com 300,000 habitan,
18,402 pessoal em i
(antes : e em 1849,
Ella grande difler
venliva, qne contra-.,
paizes em qae te teir
e utlidade da hygienV
Assim compre ao gi
de facultativos pan I
juhjirem coqvenienli
praUcamenle compro!
Cumpre eoramiss. i
I dola grave imporn
reza que elle requerp
CORRESPONDENCIAS
Srs. redactores.Posloquc o Lazareto do Pioa
nao esteja sob a minha direcjo, todava, podendo-
se uppor qae a mim se dirige a correspondencia de
am Curioso publicada no Diario de Pernambuco
de hoje, tanto mait qae alguma resjao encontr en-
tre essa correspondencia e am bilhele escripto a meu
mano, Thomaz de Aquino Fonseca Jnior, em 29
do mez lindo, devo declarar que em toda a parle,
em que ha quarenlena, aquelle que penetram uos
lugares, ero qae estese faz, ficam retidos, e que nao
foi a CommiasRo deHygie/ie Publica,de que son pre-
sidente, quem mandou retirarse o destacamento,que
por ordem superior te achava no dito f.zareto;
fado que deu lugar a redamajoes da Provedoria da
Saude do porte.
Dizia-se oulr'ora que o Lazareto do Pina era vi-
sitado dorante as quarenlena por aquelles que o
quoriam, e contra esse abuso se fallara : hoje, sem
rspeilo s ordena superiores, penelram no mesmo
Lazareto, e te qneixam porqne ficam retidos! Nao
admiro que certas pessoas nao comprehendanja razao
qne ha de proceder-se por este modo; mas qoe outros,
que n3o esli no mesmo caito, depois de escotaren)
empenhos, extranhero o procedimento da Provedoria
da'Saude do porto, e telvez a minha inflexibilidade,
lie o qae se nlo explica senSo porque -asas pessoas
leal inleresses particulares que anlepoem aos publi-
co, e se irrilam contra aquelles que cumprem o sen
dever.
Son, Srs. redactores, etc. etc.
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
3 de julho de 1855.
O cholera.
Corre por ahi que o cbolera-raorbus se ada no
Para. N3o sabemos o fundamento de iSo aterradora
noticia ; porm a ser verdadeira, cumpre, em quan-
to he lempo, lomar certas medidas que possam obs-
tar seu iogresso nesta provincia, oa pelo menos mi-
norar sua inlensidade, no caso de termos a infelici-
dade de ser visitados por este terrivel flagello.
.Considerando de nosso restricto dever, como medi-
co que somos, de velar sobre o estado sanitario des-
la provincia ; neis nos sentiramos oppressos dos re-
morsos, se repousassemos tranquillos em nosso leilo,
n3o pensando n desgraja que seria para nossos com-
patriotas se o cholera viesse esla Ierra j infeliz-
mente devastada por duas epidemia. Eis o mlvo
porque nos atrevemos a elevar nossa dbil voz, cha-
mando a aUeojo do goveruo sobre um objocto de
lo grande momento, c aulmando-o a abrir os cofres
para despender avalladas sommas com o lonvavel
fim de oppr ao furor do cholera obstacolos, qoe fa-
jam diminuir seos estragas, fazendo am namere de
victimas menor, que deveria ser se o deixasiemo
caminhar livre e deseraborajado no meio de cir-
cunstancias favoraveit sna existencia e engrande-
cimentn.
O cholera-morbo! desde qae em 1817, segando aj
opiniao mais gerolmente recebida, Iranspoz tea li*
miles uaturoes, lem sacrificado seu furor mais de
cincoenta milhoes de victimas; incansavel em sua
marcha ; caminhanio sempre myslerioso e incora-
preheusivel, elle continua a encher de lulo innme-
ras familias, a assolar povoajOes, a juncar os cemte-
rios de cadveres e a zombar dos desvellos da medi-
cina, qoe perseverante em seu glorioso empeuho
de deseobrir algum meio de corar sens ataques, vi-
ve ainda desconsolada por ver at boje mallogrados
lodos o seus esforjos.
Nao respeilaado fdade, sexo, nem condijjlo, im-
molandn igualmente a velhice valetudinaria e a jo-
ventude robusta e florescenle : acconrmellendo com
igual arrojo o palacio do grande e Fchoca do desgra-
jado, faz com que lodos se recciem de seus golpe
desapiedados. Assim lodos te devem armar para o
combate cora um inimigo tao poderoso ; todos se de=
vem empenhar para obstar sua vitila, oo pelo me-
nos para diminuir seu furor ; porque ninguem tem
a certeza de ser preservado.
Porm nao he no momento da trise, qaando o ter-
ror e o luto se houver espalliado por toda a parle
que as medidas se devera lomar : a irapropre.lade
da occaaiAo tornar infructferos os maiores e-for jos ;
a consternajao geral he entao grande, e o desasocego
e o sobresalte de espirite nao nos deitam a placidez
necestaria paro lamanha empreza.
Se he urna verdade inconlestavel que a medicina
al boje anda nSo descobro um meio curativo paro
comhater os ataques do cholera, qae posa merecer
grande confiauja, porque o medicamento que agora
parece aproveitar, se mostra impotente em presenja
de novos ataques : congratulamo-nos ludavia com a
grande importancia que geralntenle tem adquirido
o tralamenlo preservativo, e he para nos muilo li-
songeiro o conhecimenlo da villora que a hjgiene
lem alcanjado contra este terrivel inimigo. Se con-
sultarnos historia das epidemias, veremos cqznpro-
vaJa a verdade do que temos dito. os lempos era
que a hygiene era desconhecda, ou meaos .cultiva-
da, quando urna epidemia accommetlia uina najo
n numero de victimas era muito maior quo hoje na-
quellas partes, em que se pOem em pratica os salu-
tares preceitos deste ramo das sciencias medicas.
ltesumindo o que nos dizem no sea ensnio sobre
a cholera epidmica, os Srs. Cimba Vianna, e Bar-
bosa, nossos particulares amigo, vemos qoe quando
a pitre negra dtfronle o anno de 1345 a 1350 per-
correa todo o mundo, foi 13o mortfera, que metade
e ha quem diga dous tercos, do genero humano pe-
recer durante estes cinco annos.
Em Londres raorreram. mais de 50,000 pessoas, c
igual numero em Norwich : em Veneza 100,000 ; e
era Lubek e Florenja 90,000. Porm ao passo qae
a civilisajo lem Ido em-augmente, e que a hygiene
tem progredido, a morlalidade das epidemias tem-se
tornado cada vez menos consideravel, e ainda hoje
clla-rart lilleronca favor dos povos cvilisados da
Europa os semi-barbaros do Oriente,
vimos l :? a chamada peste negra m
renca co 70,000 almas, 90,000 cidad
antro pouco mai ou m
o que
mF
f em f "f anm, de 1832
nmprehendido a ImporUwi
rno nomear orna nmmiaii>
apresenlar as medidu qae
le cuja olilidade tlver sid.
horneada pensar neste objee-
pa com a.refleiSo e madu-
a < "-* &od.zpd. s2l-
Cumpre aos particular* empenhirem^e pelai w.
realisajao da medid prescnpla, peto ?
tem o que lodos o. eit o. riam baldado. *
{.embramo desde j I [emprego de todos "ns m>i
de limpeza, lano da ra eomo da. a,8% tST
'onde se venden, conetti-
| dai visitas domiciliaria
se tem lirado em toda a
pols em prrllica. Un-
..d,b."oqo.a^^^
obstando assim o uso dt tjnedida m..ii.. '
vas. Lembramosa J^^hI'JT;
doente, pok* pos %t to'ltZfc
las dos armazens e lojM
veis. Lembramos o asi
de qae lio bom provelo
parle, onde ellas lem V)<
bramos a publicajao dos
em que os
occorridos. E charo
com multa especialida
dos habtenle do mal
Roa de soccorros por fal
Bem sei que o gover*
tes medidas urna somitfl
cousa de utlidade geral, r
fazer recuar.
N3o cabe em nossa fo
desenvolviroenlo que eih
sobcrmosflue o enverno \
grandiosa', n concorrerert
allenjaodo governo,
>oore o estedo dasgracado
nde lodo, morrem a min-
ie medico e bolica.
lera d. ditpender coro es-
vullada, porn, be ama
vala da qual nada o deve
jadar eHeobjeeio o
1 requer, porm quando
em encelado esla obra lio
ios com o emprego Je dos.
sas fracas lores para sai rte||Mta0a
^ Somos, senhores redacto Tel de VmC> ,Meai-w.
'oao'ia Silva llamos.
PUBLICACU PEDIDO.
GABINETE POfJ
Morimenlo lillerarirtt
Livros sabidos em jaL
Ditos ditos em fevereL |
Ditos ditos em mar.
Ditos ditos em abril..
Ditos dilos em maio..;
Uilos ditos cm juuho..
Livros entrados em t_
Dilos ditos em feverei..
Uilos dilos em marro. Q
Dilo ditos era abril.*!
Ditos dilos em maio. M
Dilos ditos em junho. d I
Accionista em jane
Dito em fevereiro. .'
Ditoiem roarjo. "
Dilos em abril. I
Ditos em mato. 1
Ditos em junho. ."
Subcriptoreaaem jaaei
Ditos am foajjreiro. .
Dilos om mareo. .*
Dilos em abril. .
Ditos em maio. .
Ditos em junho. .
Vi zi tanteT^Tr>dnv,}J,,P
Ditos era fevereiro: ,.
Oilos em marjo. .
Dilos em abril. .
Ditos em meio. .
Dilos em juuho.....
LEZDELEITLRA. '
fmcro semehre do cor-
mno.
' 1.181
! .... si 1,165
..... 1.438
..... 1,819
..... 2,157
..... 2,079
9339
1,175
1,114
1,428
1318
2.170
2,084
Total
2,00
53
58
96
63
Total 5,511
Recite 2 de julho de UK^Uf, F. de Souza Bar-
bosa, segundo secretario.
AN.
Natetcia,
Se enflora;
Do espelho'
Continua r
Nlo
Nao
I
lambem aVfeaanli
m
Estatua d ,,r
Pedida, qi n01M
Sentir ma| :uIb
Na* no,
Nlo1^ ,reslb
E a tal Mora,jnhu
Jlolis. e danstole,
Oue zamba, \sejjga,
Efoge, em. ^"T*
-Nlo*
Naop.
Nao sendo ja
Ulina formas.
De amor por. i
Con.lante, e
N3o adi '
Nao n..^,-.
OUTIJA. t
L dentro da Corfei
Cotado o que Hit,!1
udez, e Hubildb
he murchanda viou
Piule elle assij, (rem
Sallar na verdura 1
Inleira he sSossa
To fcil ven(ura.
Avante, que hL bree
A Tarde sad ,ss :
Brinquemos, lamaios
Na re va chei -usj.
E alfim despe emot
O copo jucun g
A'Paz, eB. Heza
Qae adilem o Moro.
COMMEROfST
PR.4CA DO RECIPE h DICLUO AS 3
UOHAS DA TADE.
ColajCei ,fflc i.
Hpje nlo houveram cota.;
ALFAN "
Rendiroenlo do dia 2 ,
dem do dia 3 ...
21:4029199
12:1I7#230:
genero.
Tas a balates.
Dt*tarregam
Brigae por1ugaeT^az>tao-~Jivt
Patacho porlugnezBrilhaHIei _
Brlgue liamburguezCilo mefc- prias.
Brigue brasileroSero pipas s e sebo.
HlHte brasileiro Capilmribtk os do paiz.
CNSUL DO liji L.
Keudimento fio dia 2 v,.
dem do dia 3 .... afa,.
2:2909393
1:7539050
|
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 2 j*.
dem do di 3 .....' ,!
4:0439443
21640
39396

-
4
Exporlacio'. *
Havre pelo Rio Grande de Nirte.'barea franceza
Jules... de 244 tonelada, oudnsioo seguinle :
lo, 6 bocoaes de
salgados a ver-
3 saceos com 604 libras do
instrumentos de msica, jJ
de com 115,076 libras.
HECEBEDOltlA DE KENJ>ASi
RAES DE PENAM
congratulamo-nos todava com a Rendimenlo do dia 2 .
dem do dia 3
CONSOLADO
Rendimenlo do dia 2 .
dem do dia 3 ,
MOVIMENTO
Savio sahnU
li.vre pelo Rio Grande
aJules, capihlo Churill
Passagero, Jusliniano
ED
- O Illm. Sr. inspectorloi^ M provsdcla/,
m camprim.nto da roaolug,^ k d.vzida,
manda razar pablieo, q, ^ ,, y ^^^
lataajolho f^oximo riodjjX i /
" Rrtnsonsltjj^CuJ t*
bncpoloBro! Tf ^7,
[V[umnn rm
vil mr%m-L


:
'DIARIO OE PERMMBUCO QUURTA fElM 4 E JUNHO DE 91
\
rjinisl de Pornara-
i lecrfcro,
,teo
licvtrl .
raria provin-
*.m. Sr. presi-
j.mdnila fazer
f ndniru, pe-
besouraiia se
ir i obra do
i le
|oVas el ausu
irremalarao,
snia jimia
. competente-
Secretaria Ja Ibesouraria
buco 28 de jiinlio de 18V>.~
A. F.ft
O Illm. Sr. inspector
cial, ero cumprimeoto da or
ente da provincia de (8 do
publico, que no 12 de julhe
ranle janla da hienda da if
lia de arrematar a quera por r
1 :i" lanfo d> estrada do tul,
A arreni.it.o;3o sera feila
cial n. M3 de 15 de maio de
las espaciaes abaixo copiada)
As pessoas que le propozei
comparecam na sala das sesi
no dia acuna declarada pelo 1
mente habilitadas.
E para constar te mandou a***! >resente e pi
blicar pelo Diario.
Secrelaria da lliesouraria pi.vW de Pernam-
buco 20 de junlio de 1855.t*2H r'
A. F. MF -iacao.
Clausulas eipcciaes PU'JFtt ltanlo.
1. Asobrasdo 13 lanco*d'" do sal far-se
> bao de coulormiilade coni ojV ito, planta e
perfis approvado pela UirecuMV onselho e ap-
prescnlaJos a appiovaro -M r. presidente
das provincia na importancia. T* 08000.
2. O arrematante dar prtCi'af obras no prazo
de um mez, e as concluir t. Id mezes ambos
contados na forma du artigo vd f provincial n.
-'86, sends obligado a dar Ira'/./ p fim de seis
mezes.
p." O pagamento da inipocrj a arrematadlo
verificar-se-ha em 4 prestacote'e >x j, sendo a ulli-
mapaga na occaso da enlrejoainliva, a as nu-
tras tres corresponderao a cad|ec,i da obra, sendo
pagas ditas prestarles em apees di divida publica
creada pela lei provincial :.
. Mclade do pessoal dairas constar di Ira-
balhadores livrei.
5.' O prazp de responsable: ser de um auno
' durante o qual ser o arremtete obrigadn a rnan-
ter a estrada em perfeilo etty dtconservagao.
6." Para ludo o que na* ^Tbar determinado
as prsenles clausula-,nem d ti menlo seguir-se-
ha o que dispe a respeilo afdt 286.
ConformeO secretaria, o 1110 f. d'Annmn-
ciarau. I iji
O Illm. Sr. inspccleHzetieso'iraria provin-
cial, em cumprimenlo da oiu do Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia de *S* corrente, manda
fazer publico, que no dia 1 ilho prximo vin-
dearo, perante a junta da f>> ^'i da mesma Ibesou-
raria se ha de arrematar, i \ antier menas fizer, a
453 3 do cdigo cnmmercial, islo posto, requer a'
V. S. mande tomar por termo o seu protesto, e 0;
admilla a produzir a justificaran de ausencia em la-*
gar n3o sabido dos ditos seus devedores, julgada a
qual sejam estes intimados do mencionado protesto
por meio de editos na forma da lei citada. Pede
a V. S. Sr. l)r. juiz do commercio assim Ihe delira.
E R. M.Procurador, Joan da Silveira Borges
Tavnra.
Distribuida; como requer. Reclfo 23 de junbo de
1855.iifca Guimaries.A liaplisla. Oliveira.
Diversos devein a Antonio da Silva dusmao por
lulos ja vencidos^183i iulho j^ J^-^J^tsyedn
SaTnoTvTncido'^^sTaTarjro 2, .13*725 1838
Janeiro 21, JoaoTTncisco Lopes vencido em 1838
dozembro 21, 103)i0 ; 1839 novembro 14, Anto-
nio Barbosa de Albuquerque vencido em 1840 maio
14, 2:1488030; 1833 setembro 18, Jos Flix da
ilva vencido em 1840 abril 18, 89J260 ; 1841 de-
zerobro 2, Jos Flix da Silva vencido em 1842 fe-
vereiro 2, 329020 ; 1841 setembro 7, Jos Crreia
Nogoeira Paz vencido em 1841 novembro 7, 76)160;
1841 on 1 libro 21, Joi Clemente Madeira Barros
vencido em 1842 fevereiro 21, 409 ; 1842 marco 18,
Pedro Macario Torres Gallindo vencido em 1843
marro 18, 1509 i 1844 maio 30, Jos Policiano Son-
to vencido m 1845 marco 30, 4509 ; 1844 novem-
bro 12, Jos Pouciano Soulo vencido em 1844 no-
vembro 2, 519960; 1845 abril 30, Joto Pacheco
Abreu vencido em 1845 setembro 30,2039200; 1845
novembro 27, Joao Thomaz Pcreira vencido em
1846 Janeiro 27, 713200 ; 1816 outubro 28, Gonzalo
Fernandes de Mello vencido em 1847 outubro 28,
211*760; 1848 ontubro 18, Joto Anetelo da Silva,
vencido cm 184! fevereiro 18, 3009 ; 1831 marco
9. Lourengo Ribeiro da ConceifSn vencido |e n 1831
junhu 9,509; 1836 agosto 14, Manoel Ramos dos
Santos de Siqueira vencido cm 1837 fevereiro 14,
7559200; 1836 selembro 29, Joaqoim Francisco Bas-
tos vencido em 183? abril 29, 422*860; 1836dezem-
bro7, Lttiz Lopes Turares do Oliveira vencido em
|1837 abril 7, 533*335 ; 1838 abril 10, lignario Be-
cerra Bnlhfies vencido em 1818 dezembro 7,616*810;
1810 agosto 7, Francisco Jos Moibalo vencido em
1811 agosto 7,200 j 1811 julho 0, eraldo Bezerr*
de Vasconcellos vencido 2009; 1812 julho 2, Joio
Mari olio l'mct Brrelo 309 ; 1812 julho 5, Antonio
Jos Coelbo vencido em 1843 julho 1,1:3529 i 1849
outubro 8, Manoel Francisco dos Prazeres Caval-
canli 87*500.
Aos2de junlio de 1855, nesla cidade do Recife
de Pernambuco cm meu escrjptorioveio o tupplcan-
le Antonio da Silva tiusmlo, e disse presente as les-
temunbas abaixo assignada, que proleslava pelo
conteudo em soa petieflo retro contra os supplicados
mi d lei provin-
- j lindo, e sob as
.i esta arrematarlo,
da mesma jaula, ou
i competcnleoienle
obrado 1.lai.c*daestrlpijjuribeca, avahada, devedwes referidos na resacao Umbem retro, e para
I
afiai
\
J
em 8:80Up.
A arrematajao ser fei|a
cial n. 343 de 15 de maio
clausulas especiaes abaM>
As peasoas que se fXfp,
comparecam na sala da:
dia cima declarado
I.ahuiladas.
E para constar se mailsu ai^ar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesomrili prn ricial de Pernam-
bat 20 de janho de l5.i Q ttcreUrio, -Irtlrirte
Fcrreira da Annunciwo.j
i Clauntas especies araj arrematacao.
1.' As obras do 1." me* da ramifica;ao da estra-
da de Muribeca far-ssis 'de informidade cora o
orcamenlo e perfis nsra adoi pida directora cm
conselho e aprsenlas a ;ippovai;3o do Exm. Sr.
presidente da provina, i i inrtorlaucia de 8:800*.
^1
2.a O arremalanled
prazo de um mez, er
metes, ambos contad
n. 286.
3. A importanciai
forma do art. 39 da i
jices da divida publi
setembro de 1854.
4." O prazo da reem
Picando dorante ditor.
conservar o lauco ero
5. Vara Vi do o q
sentes clausulas, ue
pincipio as obras no
unclui-lai no de sete
[ foma do at. 31 da lei
Tenatacao ser paga na
oviicial n. 286 em apo-
Mcial d. 354 de 23 de
*
t
4

f
lijlilado ser de um anno,
oirrcm ilaub; obrigado a
esUdo.
adiar previsto as pre-
nrcjmcnto, seguir-se-ha o
que dispe a rcspcila4i n, 2S6.
tinformc.O seclalio, f. F. d'Annunciafao.
O Illm. Sr. iniedor ia tliesnuraria provin-
cial, em cumprimeni a onem de Exm. Sr. pre-
sidente da provinciatfl 14 de mai) ultimo, manda
convidar aos proprtaios abaixo mencionados, a
eulregarem na mes^a riesarraria, n prazo de 30
dias, a contar do diada irioieira pLblir.-r.lo do pre-
sente, a importancil das tnotas com que devem
entrar para o calca.mjr.to dat casas da (nuvcssa tJe S.
Pedro, conforme o d pslo la lei provincial n. 350.
Advertinao que a 11 di entrega voluntaria, ser
pnnida com o dupli is'referidas qnotas, na con-
formidada do art. 6 9 reg. de 22 de dezembro de
1854.
N. 4. Calharina Mafi do lena. 57*600
N. 6. Manoel Anlofj da Silva Reif, 19*800
N. 8. Manoel Jos JjlMoi. T 18500o
N.10. Mara Rosa JlkjfasCmprao. 64*800
dellacedo. 19*800
udol afflxar o prsenle e pu-
N. 1. Manoel Boa
E para constar s
blicar pelo Diario^
Secrelaria da II
buco 9 de junho
Perreira da Anni
O Illm. Sr.
em comprimen!,
da provincia d
blico que no dia
ranle a junta da
ha de arrematar;
estrada da Mag
Pao d'Alho, aval!
A'arrematafao si
cial o. 3(3 de 15
clausulas
As pessoas que
cao oomparefam i
no dia cima d
mente habilita
E para constar4
publicar pelo D)a\
Secretaria da tbfarij'
buco 25 de janho S.
Clausulas eta f
1." Ai obras^f
d'Alho,farse-hao
plaase perfis,a
a presentados' a
da provincia, na
2.a- O arreoia
zo de dous me
contados na fi
286, sendo obri
co de p e carr
3. O pgame
serfeito na form.
sendo melade em
pela le provincial
moeda correle.
4.a O rreinal
pessoal do servio.
5." Para lado o
presentes claasoii
o que dispe a resal
Conforme.O
O Illm. Sr.
cial em imprime
zend.i, manda .\i.ts\
llm vai nvameos
do a quem por
que precisa o a'
1:0I2|000 rs.
E fiara constar i
blicar pelo Diajjifm
Secretaria dipgjgj
buco 25 de lussaTl
Jet.
ODr.CWa
i_ direilo da Ptatlgs
lia cidaiWra I
l.*C.o.t\
^r^KSrrt
nolie* h,esfcr
me dirig ,9, don]
Diz Anlosmiivtl a ci
imper
Vetx_______'
Mtaf.F. D
provincial de I'ornam-
'r O secretario, Antonio
Ibesouraria provincial.
i do Exm. Sr. presidente
nle, manda fazer pu-
i prximo vindouro, pe-
| mesma tJiesonrari, se
rmenos fizar a obra da!
he, o 1." lanro da de
:36<|0i>0 rs.
lajaa forma da lei provin-
anno Ando, e sob as
|r0piadns.
lierem esta arresnala-
I sessfles ilamesr.a junta
maie -
ylixar o presante e
provinciab de Pernnro-
O secretario.
F. SAnnuUciafto.
ara arremalacao.
rtaTTjrj'da estrada de Pao
'fiidade com o orcamenlo,
ela directora em eonscllio
> do Exm. Sr, presidente
Jo 72:360*000 rs.
irincipio as obras no pra-
icluir no de dous anuos.
: 31 ila lei provincial n.
semprc trinsiloao publi-
.
rlancia da arremalaco
9 da lei provincial B. 2*16,
9a divida publica, Breada
14, e a otilra melade em
i ler ao menos melade do
livre.
se achar delertninad as
OTeamnnli!, seRuir-se-ba
:i provincial n. 286.
, A. f. da Annunciann.
da thosoiirariu provin-
solucan du junta da fa-
, que no dia 19 deju-
z para ser arremala-
ter a obra do reparos de
Caruar. avallada em
ti afiliar o prsenle e pa-
| provincial de Pernam-
secrctario,
ra da Annunciacao.
Silva Guimaraes, juiz de
lo eivul e commercio,
i Pernambuco, por 8. M.
que Deoa guarde ele.
ente edital virem dslla
mi da Silva usman,
icao do theor seguinie
Mo, que no intuito di
corre i Tavnr 0 -n
*Si Miunllle
o fim requerido em dita pelicao ; e de como assim o
disse c prolusin, liz o prsenle termo que assignou
com as teslcmunbas. Ea Manoel Joaquim Baplisla,
escrivao interino o escrevi.Antonio da Silva Gus-
m3o.Joaqoim Jos de Abren Nelto.Joio^ Luiz
Vianon.
E justificando o inpplcante a ausencia dos refe-
ridos devedores, sobindoos enlosa roinha conclusao
nelles profer a senlenca do theor seguiule :
Jul(jo provada a ausencia de que trata a peticao a
folhas, e mando que se proceda a cilacSo edital na
forma da lei o cuitas. Recife 27 de junho de 1855.
Custodio Manoel da Silva (uimaraes.
Ero cumprimenlo desla miulM senlenca o es(rivo
interino Baplisla passo edilaes. pelo theor dos
quac chamo intimo e hei por intimados os luppli-
cados devedores supra declarados pelo conleudo
na peticao e protesto cima transcriptos, para que fi-
qoem entendidos do sobredi lo protesto que perante
mim fez o supplicanto de haver opporlunaroenle
dos supplicados devedores a importancia dos seus
dbitos, Pelo que lodo c qualquer pessoa,prenles,
amigos e condecidos dos supplicados devedores l)ies
poderlo fazer sciente do que cima tica exposto ; e o
porteiro do juieo aflixar um dos presentes na praca
do commercio, e o oulro na casa das audiencias; e
se publicara pelos joroaes.
- Dado e passado nesla cidade do Recife de Pernam-
buco ao28'lc junhode 1355.Eu Manoel Joaquim I
Baplisla, escrivSo interino o escrevi.
Custodio Manat da Silca GuimarSes.
O Illm. Sr. inspector da Ibesouraria provincial
manda fazer publico, que do Tlia 3 dn corrente por
dianle pagam-sc os ordenados e mais despezzs pr-
vinciaes vencidas al o fim de junho prximo lindo.
Secretaria da Ibesouraria provincial de Pernambuco
2 de julho de 1855.O secretario,
, A. F. da Annunciacao.
O Dr. Cnslodio M inoel da SMva Gulmaraes, juiz de
direilo do civel, e commercio, nesla cidade do
Recife de Pernambuco ele.
I-aro saber aos que a prsenle virem, qne Vicen-
te Fcrreira da Costa, me fuera a peticao do Iheor
seguinte :
Vicente Fcrreira da Costa, liqoidalario das casas
de Onofre Jos da Costa, e das exlinclas firmas Ono-
fre Jos daCosta & Filhos, Viuva Onofr#iJC.",Cosla
4 Onofre, e Vicenta Ferreira da Costa & C.a, no
inluilo de interromper a prescripeo, que corre em
favor de seus devedores constantes da |relac.lo junta,
quer contra elles protestar nos termos do art. 453$ 3
do cod. coin.J,islo postoipedea V.S. mande lomar por
termo sea protesto admjltindo justificar a ausencia
dellesem lugar nao sabido ; o que julgado prsen-
lenra,sejam ditos sens devedores intimados do pro-
leslo par caria de editos, na forma da lei citada.
, P(ede a V. S. Sr. Dr. jeh do commercio asim
llie defira.E R. MeJoao da Silveira Borges Ta-
vora.
Dislribuda ;como requer. Recife 23 dejando de
JJ855.Silva Guimaraet. A Molla. Oliveira.
| Aos 23 dias de jando de 1855, nesla cidade do Re-
cife de Pernambuco, em mea carlorio veio Joao da
Silveira F-rges Tavora, procurador' dos prolestantes
Vleenlc. Fcrreira da Costa e ootros,.foi dito que pro-
teiU de onformidade com a peti;o retro, e de como
i'ssim o dwe fiz este" termo em que assignou o pro-
curador dos protestantes com as teslemunhas abaixo
assigsladas. Eu Manoel Jos da Molla, escrivgo o
sub'crevi.Jo3o da Silveira Borges Tavora.Estanis-
lao Pereira de Oliveira.Joaqoim Jos da Rsoa.
E mais se nloeontinda emdila pelicao, despacho,
dislrihuirao e termo de protesto, aqai ludo copiado,
depoisdo que via-s seguir-se rolacao do Iheor se-
gatnte :
Vicente Jos da Cosa 105*170 rs., Joto de Duela
76*530, Miguel Joaquim de Menezes 25*000, Tho-
maz Dias Santo 19*327, Manoel Domingircs Morei-
ra 376*098, Ignacio dos Santos Sanes 599610, Cle-
menle Pereira de Mello 25*600, Manoel JosTeieira
Bastos 699250, Joaquim Rufino do Reg 69*354,
Ludgero Teixcira T.opes 112*000,'Lua Moreira de
Mendonca 16*325, Joaquim dos Santos Azevedo J-
nior 21*275, Leonardo Graciano de Arojo 43*870.
Jos Goncalves Nones de Faria 51*586, Frederico
Antonio de Mello 64*200, Joaquim dos Santos Aze-
vedo29*896, Joaquim de Snuza Pnlo 731*164, Luiz
Antonio Moliteiro da Franca 164*280, Vicenlc Fer-
reira Vidal 542)320, Antonio Joaquim Rabello Bas-
tos 191*311, Francisco Xavier do Lago 709*171,
Adolfo Wilmer 17~28M.|.los Francisco Marlins.......
42*340, Franeisco Antonio Ponlual 22*400, Francis-
co de Oliveira Mello e Silva. 25*800, Bernardo Jos
de Araojo Soafes 24*000, Joan Coelho de Almeida
68*271, Jos Francisco .GaliSo 591*180, Joao Mar-
ques Fernandes 29*616.
Francisco Pereira da Silva Sanios 211330, Domin-
gos de SouzaAzovedolPires 17*500,Manoel deRezcu-
de Reg Barros 231*160, Manoel Jos da Mol......
49*800, Antonio Augusto Maciel 41*320, Joaquim
Pinto de Meirelles 1:540*900, Antonio Jaciptho dd
Cauto Soaras 25:W.)70, Antonio Manoel de Soou
115*930, Francisco AITonso Botellio 717*260, Angofii
liarlinier lil-lO"., Mazalhaes & Teixeira 28*000.
Domingos Halet '.Hij'KK). Thomaz Tliimes 2471600.
Antonio Flix Maciel 499200, Jos Marlins Alves da
Croz 150*000. Manoel Marlins 1089620, Bernardo
da Silva Lardoso 55*800, Antonio Vicente de Aze-
vedo 17*600, Joao Damingues Fernandes da Luz
323*140, Benlo Jos Rodrigues 61*210, Jos dos
Sanios Oliveira & C, 33*600, Birnardo Rodrigues
(ramoso da Cosa 162*780, Joaquim Lopes d Cruz
50*335, Djwley & C. 114*100, Joaquim Goncalves
de Souza Mala 27*900, Caonlo Jos Velloso 38*400,
Joaquim Jos Pimenlel 53-1680, Benlo Bandeira da
Koncecn e Mello 14*630, Francisco do Prado........
729000, Manoel R'aymundo Pena forle 21*600.
Arcenio Fortunato da Silva'16*000, Francisco
de Barros Reg 19*360 Jos Pedro Marques
da Silva 26*210, Luiz Cerdoso Mon| N-to*
92*908, viv-fa Jos de Oliveira 53*440, .
Marthto/'>cacb rijili 3 \ Tliomaj Candido Larar
'"a irVreres 83*300, Joo Ro
271*580, Joao Pereira Lopes Muniz 71*240, Jos
Joaquim de Campos 303*826, Manoel Marques Fer-
nandos 759195, Joao Jos de Brouco 10*000, Manoel
Duarle'Pereira 113*366, Manoel Francisco Pereira
3289410, Antonio Marques dos Santos 38*500.
E mais se nao conlinha em dila relcelo aqui copia-
da, depoisdo que via-se que o supplicanle Vicente
Ferreira da Costa produzira aa suas. teslemunhas, e
que ludo se achava sellado, depois do que via-se
que, o escrivSo preparando os autos o fuera conclu-
sos no Sr. Dr. juiz do commercio, o qual den a sen-
lenca do Iheor segninj^.. '
_Jt1B pravd"i ,a ausencia de qne trata a presen-
le justificaran, e mando que se procedam as cilares,
e edital, pessandn-se para este fim a competente car-
ta pelo lempo marcado na lei, e cosas. Recife 27
de junho de 1855.-.S/ra Guimaraet.
E mais se nio conlinha em dita senlenca aqui
copiada, em virlude da qual o escrivao que esta
subscreveu fezpassar o presente pela qual e seu theor
se chama e rita a todos os devedores constantes da
rolacao para ficarem sciehtes do conteudo da peticao
e termo de protesto, sendo tudo com o prazo da
lei.
E para que chegue noticia deUodos mandei pas-
sar editaesque serio afiliados nos lugares designa-
dos no cod. com-, e publicada pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco 28 de janho de 1855. Eu Manoel Jos da
Molla, escrivao o subscrevi.'
Custodio Manoel da Suva Guimaraet.
O DV. Francisco de Assis do Oliveira Maciel, joiz
municipal e-do commercio, da 2.' vara, nesla ci-
dade do Recife e.seu termo, por S. M. I. eC.
ele, etc.
IJKco saber aos que a presente carta de editos vi-
rem ou .ol i noticia liverem, como Joaquim l'i-
lippe da Cosa, me dirigi por escripia a pelicao se-
guinte :
Diz Joaquim F'ilippe da Cosa, qne no intuito de
interromper a prescripcSo que corre em favor de
seus llevadores por cuntas de livro, como consia da
relacao junta, quer conlra elles protestar nos termos
que llie permute o cdigo comm., islo poslo, requer
a V. S. mande tomar por termo o su protesto, e ad-
mita a produzir jusiilicarao de ausencia, em lugar
nao sabido dos ditos seus devedoret, julgada a qual
sejam estes intimados do mencionado protesto, pur
meio de edilos na fo/ma dn citada lei.
Pede a V. S. Sr. Dr. juiz do com. assim lde defi-
ra.E R. Me.Procurador, Joao da Silveira Bor-
ges Tavora. Cuja pctic.,io sendu-meaprasenlada pro-
fer o meu despacho do tdeor seguinle :
Distribuida, como requer. Recife 25 de jnnho de
1855.Oliveira Maciel.
E mais se nao conlinha cm dito meu despacito, emf
cumprimenlo do qual produzindo o snpplicante as
suas lesiemunhas, subiram os nulos a minlia conclu-
sao, nosquaes proferi a rinha senlenca do Iheor se-
guinle :
Achandose provado pela inquirirao de toldas a
folhas que Antonio Francisco dos Prazeres, Manoel
Silvino da Cosa, Jos Manoel de Araujo, Francisco
Gomes da Fonceca, Antonio Vicenlc de Azevedo,
Manoel Josda'CosIn. Urbano Miguel da Costa, Be-
nigno Jos do Araujo Brasa, Francisco Mamedo de
Almeida Jiinior. Manoel Vieira Franca, Manoel de
Rezende Reg Barros, Antonio Piolo Snares, Ber-
nardo Rodrigues Graucoso Coca, o Jos Dias da Sil-
souniuo ii. w s
Dito n. 16 da rlJ" r
Dilon.Ijfsda V13
por .V V"
Os prVwmlcn
1815, a segunda de 2689109 em 27 de dezembro de
1815. a terceira de 175-5440 em ."ule Janeiro de I8I,
Jos Francisco do Reg Barros Jnior da quantia de
413*000 do principal de urna lelra vencida em 28
de maio de 1810, Relizario Adolphu Pereira dos San-
ios daq-uanlia da 500o, de saldodo principal de ama
lelra vencida em 28 de Janeiro de 1815, Jlo Maria
Poachl da quantia de 1:9121045, de saldo do princi-
pal de 5 letras vencidas em diversas dalas, oco
Soarcs Carneiro de Albuquerque, da qaantla de
141*180 de principal de urna letra vencida em 16
de dezembro de 1841, Antonio Jos Alves Ferreira
da qaanlia de 1009, de principal de urna letra ven-
cidaTera 15 de dezembro de 1843, Fernao Soares
Carneiro de Albuquerque e Jos Paulino de Albu-
querque Sarment da quantia de'800* de principal
de duas letras vencidas, a primeira da quantia de
400* em 2de maio de 1845. a segunda da quantia
de 4009 em 2 de maio de 1845, Joao Bastos de Oli-
veira da qaantla de 3:9189140 de principal do urna
letra vencida em 17 de julho de 1816, l.ivio Lopes
Caslello Branco da quantia de 2:0509 da principal
de cinco letras, a primeira de 4509 em 20 de maio
de 1842, a segunda-de 750o em 5 de maio de 1812,
a terceira da 350*m 10 dajunlio de 1842, a qoaria
de 3509 em 10 de junho de 1842. n quinta de 500
em 21 de maio de 1842, Anuncio Alves Sidreira da
quantia de 160* de saldo do principal de urna lelra
vencida em 26 demarco de 1843, Joaquim Ribeiro
do Nascimentu da quantia de 71*950 de saldo do
principal de urna obrigacao vencida em 18 do no-
vembro do 1812, Domingos da Costa Cardoso da
quantia de 2189 de saldo do principal de urna lelra
vencida em 29 de dezembro de 1813, Francisco Ro-
mualdo da Silveira da quantia de 1719980, de prin-
cipal de urna letra Vencida em 24 de novembro de
1843, Cpsme Tavares de Vasconcellos da quanlia de
200* de principal de duas lelra vencidas, a primei-
ra de 100*000 em 18 de abril de 1815, a segunda
de 100*000 em 18 de abril df 1846, JoioGaval-
can de Albuquerque da quantia de 1:5409, prin-
cipal de urna letra vencida cm principio de Janeiro
do 1842, Joaquim Ezequiel Barbosa, da quan-
lia do reis 1:725*680v de principal de duas le-
iras vencidas, a primeira de 1:2259310, em 9 de
marco de 1847, a segunda de 500*370, em 28 de
marco de 1847, Amando Alves de Souza da quan-
lia de 300* de principal de urna lellra vencida em
26 de marco de 1846, Ignacio Bastos de Oliveira da
quanlia de 6750, do principal de ana lelra vencida
em 2 de novembro de 1841, Emilio Antonio do Fi-
gueiredo e Manoel Wenceslao Araujo, da quantia de
237*320, de principal de urna letra vencida em 3de
maio de 1837. Antonio Joaquim dos Santos, da
quanlia de 5:431*515, de principal de uina tetra
vencida em 17 de abril de 1812, e que sendo igno-
radas as residencias actuaes dos mesmos devedores,
fe faca a inlimaro do protesto por editos para o fim
previsto pelo 3. da artigo 453 do cdigo rommer-
cial. Pede ao Illm. Sr. Dr. juiz do coruuieicio de-
ferimenlo.ER. Me O advogado, Marlins Pe-
reira.
Distribuida ; como requer. Recife 23 de junde
de 1855.SilvaGuimarfies.AMolla Oliveira.
Aos 2:1 de junho do 18.V> nes'.a rdad*do Recifi-
de Pernambuco, em meu carlorio veio Miguel Jos
de AlntVida Feruambiico, procuradorbaslante de I).
Candida Scnlioi iu!i:i Vieira l.asserre, viuva de Ber-
nardo Lasserre por si, c como Inlra doiMUS filhos,
e disse peranle mim e as Irslemnuhas abaivo assig-
nadas. que protesta de ronformidade com a peticao
retro, e de comoassim o disse, lizeste termo em que
se asssnou o procurador bastante com as testernu-
nlias abaixo assignadas. Eu Manoel Jos da Molla,
escrivao o escrevi.Miguel Jos de Almeida Per-
nambuco.Estanislao Pereiya de Oliveira.Faus-
tino.Jos da Fonseca.
E mais so nio conlinha cm dila pelicao, despa-
cho, dislribiiir.lo e termo de protesto aqui ludo co-
piado, em virlude do qual despacho o c-envao que
esta subscreveu mandou (i.issar o presante com o
prazo de 30 dias, pela qual so intima o protesto aqui
transcripto do conteudo na pelicao e protesto. Ko
porteiro do juizo aflixar e pubra:it>n'si'iite nos
lugares do cos le^jer publicada peta Imprenta.
Dada c pas* > cidado do rrije <|g J>er-
namliuco sob nal e sello destejarte,' qTje an;
le mim serve _* sen>j*l do de "
O Dr. Frnticisco de Assis de Oliveira Maciel, juiz do Dila n. 9'
do commercio da segunda vara nesta cidade do
Recife de Pernambuco por S. M. I. c conslilucio.
nal o Sr. I). Pedro II. que Dos gaarde etc.
F'aeo saber aos que o presente edital virem e dalle
noticia liverem, que o cnsul de Portugal nesla pro-
vincia me dirigi por escripto a peticao dojldeor se-
guinte:
Diz o consol de Portugal nesla provincia, que sen-
do curador da Iteranca do tinado subdito por-
tuguez Manoel Rodrigues Costa, cajos bens estao sob
sua guarda, quer fazer citar as pessoas constantes da
rclarao junla, devedoras das quaniias ahi designa-
das, provenientes de lellras e obrigacOes mercanlis;
e como esles devedores por semellianles crditos se"
jam pessoas desconhecidas do suppllcante, e oulras
ausente sem sciencia cerla de residencia habitual,
requer .1 V. S. que fazendo-as citar por rneio de edt-x
taes na eouformidade do 3." do arligo 453 do c-
digo commercial, vejam os ditos devedores interrom-
per prescripeo dos seu crditos, o que feito judi-
cialmente se lavre lermo na forma da lei, e delle se
d conhecimento aos interessados por meio da im-
prensa. Pede a V. S. Illm. Sr. Dr. joiz de direilo da
segunda vara do civel e do commercio desla cidade
assim defira. Espera receber merc,Joaqoim Bap-
lisla Moreira, consol.
Distribuida; como requer, justificando a ausencia
dos supplicsdos. Recife 30 de junho de 1855.Oli-
veira Maciel.
Relacao das lellras e obrigacOes perlencenles a Ite-
ranca do finado porluguez Manoel Rodrigues Costa.
Antonio Carneiro Peixoto.com o juro de 1*, 410*560;
Joaquim Rodrigues Cosa de 2",, 7819236; Jos
Paulino da Silva 2 % ; 72*480; Jliao Leocadio
de 2 %, 2379010 ; Maooel Joaquim Ferreira Bra-
ga 70*973; dito 109975; Manoel Luiz de Mello com
o jaro de I1|2 1:090*000; dito dito dito 103*000; dito
dito dito 4:169000 ; Manoel de Oliveira viomes dito
2V 139*025 ; Mariinno Tibitrcio de Mello dito dito
605*705; dito dito dito 339*470 ; dito dito dilo
261*580; AntonioCarnciro Peiiote ditol Ii2,6S8*3I0;
Carlos Manoel de Jess Nogueira Cosa dito^21|2,
498*0110 ; Cosme Damiao de Souza dito 2*,, 122*660;
Damiao Antonio Carvalho dilo dito 428*660 ; dilo
dito dito 60*000 ; Ignacio Jos Pestaa dilo dilo
770*650 ; Joao Lelle Raposo 280*000 ; Joo Pache-
co das Merccs 275000; Joao Par do Saseimenlo com
Ojuro de 11|2, 151*830 ; Joaqoim Miguel dito 2 *,,
120*750; Jos Antonio de Brtlo dito dito 266*805 ;
Jos Ignacio Buarque dito 1112 498*080 ; Jos Libe-
rato Galvao dito 2 225*670 ; Manoel Antonio
Barreiros dito iusOOO ; Manoel Gomes Cavalcauli
dilo dito 197*815;Sazario dos Sanios Ayres dito dilo
478*060; Sebasliao Lint dp Hollanda 718*000; Titeo-
doro Goncalves da Fonceca com ojnro de -2f, 180*000;
*flilo dilo dilo 1809000; Vicente da Costa Ramos Bra-
sil Mr*;, 6139340; dilo dito dito 310*160 ; Anlonio
Gomes Pereira 257*340 : dilo 179*380; Anlonio
Joaquim de Mello com o jaro de 2, 57*710; Vi-
cenlc da Costa Hamos Brasil com o jaro de 1|2 V
413*6000 ; Cosme Damiao de Souza, 850*939 dito
Joao Jos
o
I.eile Raposo 1,0509902 ; Joao Paolo Fcrreira Gato
des263*U0; Jos Carlos Neves,69*009 ; Jos Gon-
calves de Brito 329*890; Jo Lopes Guimaraes,
31*900; Jos da Rosa Oliveira 43*080; Jos JoaJ
quim Raposo 441*130 ; Jos Joaquim Cavalcanlil
111*370; Jos Vicente de Senna 88*350; Manoel
Francisco Alves Cancela 595*740, dito 3829160; di-
to 309*030, dilo 206*040 ; Manoel da Costa Bernir-<
des 1:991*275 ; Paulo de FrriUs Saclo 357*695?
Manoel Clemente da Costa 124*820; Theodoro Fran.
cisco 3&39880.
Ao 30de jundo de 1855 nenia cidade do R'cife da
Pernambuco, em meu escriplorio veio p cnsul de
Portugal Dr. Joaquim Baplisla Moreira, como curador
da herancado finado subdito porluguez Manoel Ro-
drigues Costa, e disse presente as teslemunhas abaixo
que na forma da sua pelicao retro protcstava conlra
assiguadasos devedores da dila Iteranca.referidos na
rClacSo relro, para o fim na mesma requerido ; e de
como assim o disse eprotestou fiz este lermo que assi-
gnou com as teslemunhas: eu Manoel Joaqoim Baplis-
la. escrivao interino uescrevi: Joaqoim Baptista Morei-
ra, cnsul-Francisco de Oliveira Mello e Silva,Luiz
Francisco.de Mello Tavaro. Btestd* ssipplicaiito
produzido as uas teslemunhas, subindo os autos a
minha conclusao,nelles profer a senlenca do theor se-
guinte:
A vistadainquiricaode 0. a fl., jolgo provada a
ausencia dos justificados, pelo que mando sejam ci-
tados por caria de edilos nos tormos da lei ; e cus-
tas. Recife 30 de junho de 1855. Francisco de Assis
Oliveira Maciel. Emcumprimeiito desta minha sen-
tenca o escrivao interino Baplisla passou edilaes, pelo
7htr>rjtie>^ e <>e por citados os sup-
plicados devadorcsme1cT>r!*S^^5|c^u,eM-
do na petiejo e protesto supra transcriptos. Pelo
qoc toda a qualquer pessoa, prenles, amigos, e con-
hecidus dos supplicados devedores Ihes podero fa
/.er scienles do que cima fica exposlo; e o porteiro
do juizo aflixar um dos presentes edilaes na prara
do Commercio, c oulro na cata das audiencias, e te
publicar pelos jornaes. Dado e passado nesta cida-
de do Recife de Pernambuco aos 30 de jundo de
1855. Eu Manoel Joaquim Baplisla,escrivao interino
o escrevi.
Francisco de Assis Oliifira Maciel.
va, se acham ausente em lagares incestos, mando com ojoro de 6W87 ; dito 400*00(1; Jo3o Jos
que sejam citados por carta de edilos, que se passa- *"""J"" *"7 ^^ZJ-r-, i-
r "com o prazo de 15 dias. Recife 25 de jundo do Rodrigues de Almeida e Albuqoerque 73*27-2 Joa
1855.Oliveira Maciel.
E mais se tiSo conlinha emdila minha senlenca,
em virlude da qual o escrivao qoe esta sttbscrevca
fezpassar o presente edital com o prazo de 15 dias,
pelo Iheor do qnal chamo, ello eliei por citados os
supplicados declarados em minha senlenca cima
transcripta por todo conteudo na pelirao cima exa-
rada, para que comparecam nesle meu jui/o deoro
do referido prazo, por i ou por seos procuradores
para allegarein o que Ibes competir de direilo, sob
pena de se proseguir nos de mai termos as suas re-
velias.
1'eloJiic Inda e qualquer pessoa prenles, ami-
gos ouconheridns dos supplicados cima declarados
os poderaofazer scienles do que cima fica espillo,
o n porteiro do juizo Jo, dos Santos Torres, afiixarc
o presfjrile na do Commercio, talla das audien-
cias, epulbicar pela imprensa.
Dado c passado no juizo do com. da segunda vara
nesfa cidade do Recife 26 de junho de 1855.Eu
Francisco Ignacio^de Alhajde, escrivao o subscrevi.
Prancitcode Assts de Oliveira Mantel.
O Dr. Cnslodio Manoel da Silva Goimaracs, juiz de
direilo da 1.a vara do commercio desla cidade do
Recito de Pernambuco etc.
Faro saber aos que a presente caria de edilos vi-
rem, que D. Candida Senhnrinha Vieira Lasserre,
viovn de Bernardo l.asserre me lucra a peticao do
llieor seguinte:
Diz D. Candida Senhorinha Vieira Lasserre, viuva
de Bernardo Lasserre, por si e como tulora de seus
filhos, que quer protestar judicialmente cuino deve-
dores do seu casal Manoel Carlos CavahMolt dn quan-
lia de reis 1:5129195 imporlancia de Retiras venci-
das, t primeira de 723*376, em 16 de agosto de 1846,
i i iTinlii i'- *rrfl1i" n em 4 de agosto ds 1847,
a lerceira de 1*19*^ rs. em 4 de maio de 1818,
Jos Gomes la l'i ilinTiin; ~_" da importancia
de rt. 683*360, vencidas a prTm*ia de 2639578 rs.
em*28 de Janeiro de 1813, a segand>; 119*360 rs.
em 28 de marco de 1843, Antonio Gonca1*Ji*yleri(|
te da quanlia de 110*530 rs. de saldo de duas lentas
vencidas em diversas dala, Francisco Josda Silva
na qaanlia de 156*265 rs.. de principal de urna Ul-
tra vencida em 4 de novembro de 1842, Theodoro
Jos Pereira lavares da quantia de 357*130 rs. de
principal de urna leltr.i vencida em 22 de julho de
1843, Manoel Joi Fonle Braga da qaanlia de
76*000 de principal de ama lellra vencida em junho
de 1814, Francisco de Paula Cavaleanti da qaanlia
de 35OJO00rs., principal de tima ledra vencida em
15de abril de 1841, .infla Baplisla Vieira Ribeiro da
quanlia de (19*000 rs. principal de 3 lellras' venci-
das, a primoira de 17.55450 em 5 de novembro de
i n 97 Sobrado... !* me8ma "" "" 120000
Dito do lar"!? lla rua o '0,lcS'> Por l:000*00e
Dttoda rua*HoCarmo 13- Por' 432*000
Dito n. 5 dapreita n. 3, por 556*000
Dito n. 7 idemesma rua, por ... 660*000
Cas. terrea ^lem, por...... 576*000
DUdn.s*.-'33idw'Por- W*W>
Dita n. 13 da fa <* Carcerciro n. 11, por 60jO00
Dila n. 17 idefnesma travesa, por. 72*000
Sobrado n. 39> idem- Por..... 72000
la rua do Roda, por 521*000
de Sania Cecilia. 12O9OOO
d Padre F'loriano,
.......' 120*000
horas aprazadas16' dcvem "mparecer lugar as
munidos de cari!' acompanliados de seot fiadores, ou
eslabelecimenlos" uesles- A.lministrasao geral dos
de candado 2 de julho de 1855.
4n\ O escrivao,
_ onio Jos Gomes do Correio.
O Illm. an
manda fazer publ- inspector do arsenal de marinha
s 11 horas da ma 'co, que no dia 9 do corrente mez,
dala de bonletn, |r,haa> designado na declararan com
precisos ao torneepara a compra de diversos objeclos
bem precedidas as'ma'odo almoxarifado, fara lam-
tjlo, entregues as rlpropostas e concorrencias do e*-
ahaixo mencionadoiToposlas at aquella hora, a dos
Tinta de eserever? :
duzias ; caivetes ( 12 garrafas ; remos de (ojo, 6
nasd'ave, 200 ; obri? de aparar penna, 24 ; pen-
Iho, 20 duzias ; lona"eiasi 60 pae; louro para assoa-
carvao de pedra que* eslreita e larga, 30 pecas. O
dos navios d'armadal for preciso para tornecimenlo
Secretaria da capile odicinas desla rep.rlii;ao.
de julho de 1855.dania do porto de Pernambuco 3
gues dos Alijos. I secretario, Alexandrc Itodri-
Os 30 dias ote!
urbana na reparlicaol' Para o pagamento da dcima
cial fiudam-seno dia l"'" mes'' do consulado provin-
incorrein na mulla dcV do crrenle, findos osquaes
rios dos predios que di ."* Pj>r cenlo lodos os senho-
110 anno de 1854a 183Exarem e pagar teus debilos
Pela subdelegatiiT'
faz pnblico. que fra f d freguzi da Boa-Vista se
sea dono compareca pe'ippreliendido um carneiro :
Subdelegacia da lrcpiie.r,,Ille a mesma subdelegara,
de 1855.O subdeleaar" ia Boa-Vista 30 de junho
Antonio fer'0 em exercicio,
oiTr,><>',
a piara da Bahia, ambuc? obre
lettras'sobre a do L.e S0"1'11"!1 a tomar
co de Pernambuco

-O secretario da V- de Jun d\ 185'
de Medeiros Reg. F*?> JoSo ^Sfac.o
'oa*ri
puBucAgAo rr
Acha-se venda o comflL1TTERAmA-
ca do Precesso Civil talo pf "u, de Theori e P"^-
la Baplisla. Esta obra, al'0 0r- rancueo de Paui
sobre as aeraos e exceproes116"1 de Braa 'ntroduecao
cesso civtl comparado comfm Be"'. '"'a do pro-
a Iheoria sobre a applicaclo',0 '"""nerctM, eonlm
Iras doutrtnas luminosas : a ca,,sa J"Ba*a, eou-
na toja de Manoel Jos vena-' nicamente
mado n. 10, a 6* cada e>lle> n,a Oei-
.,_. templar rubricado pelo
___J__________
Amanhia quarla.feira 4 do correnle haver r Precisa-se de uma ama para caa de,
Icilio de 100 caxai e 50canastros de batatas muilo |,_mnm onltcirn sendo Darda OU preta, e
novas, o desembarcadas boje do paUcho BriUiante, \ "7.1 aQar cozinhar. e,
em frente do caes da altondega por preco moflo ba-
rato, e por conta c risco de qnem perlencer.
AVISOS DIVERSOS-
que
iue
DECLARAGOES
AVISOS MARITUos
PARA 0 RIO DE .1 AMjro.
Sege em poucos das o pataV.- Lrin_
nal NIGTHEROY, capito MaBi ped^
Garrido, ja' tem parte da carga i.na:a^.
para o resto e escravo? a 'ret^. trata-e
com os consignatarios Isaac, Ctir0 ^ r
na rua da Cruz n. 49, primeir0 anfjar'
O Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha
manda fazer pnblico, que no dia 9 precedidas as proposlas c concurrencia do eslylo,
aprcsenladas aquellas, at s lt horas do dito da,
proceder a esta mesma hora a compra dos objeclos
declarados na ola junla, precisos para tornecimenlo
do almoxarifado, com quem por menos vende-los.Ja
mellior qualidade, c conforme as amostras que nesle
sentido acompanliaram as propostas, leudo que os
comprar em maior por.;ao, se os preces islo con-
vidaren!.
Secretaria da inspeccao do arsenal de marinha de
Pernambuco em 2 de julho de 1855. O secretario,
Alexanire Rodrigues dos Anjos.
Sola que refere-se a declaracSo desla dala pa-
ra ii conspra de objeclos precisos ao fornecimento
do almoxarifado.
Agullits de palomha. 20 ; ditas de brim c lona,
100 ; alvaiade ordinario, arroba e meia ; arcos de
ferro sorli.lo, 2 arrobas ; ac sorlido, 1 arroba ; co-
la da Pabia, 20 libras; cadeados de ferro, 10; ca-
nelas para pennas, 10 ; dedacs de reposo, 20 ; do-
bradices de ferro, 20 ; fio de veis, 2 arrobas ; dilo
de algnd.lo, 5 libras ; lona sorlida, 400 varas; linha
e merlim, 2 arrobas; dita de barca, 5 arrobas e
meia; lencos de soda, 50 ; oculos de oleance, 2 ;
papel almaro, 10 resmas ; dito de peso, 2 ditas ;
pennas d'ave, 100 ; ditas d'aco, 6 caixas ; podras de
amolar, 2 ; pregos de cobre para costado, 2 arrobas;
pregos de ditos para Jotrar, 2 ditas ; ditos ripacs,
7,000; ditos balea, 7,000; ditos de assoalho, 1,090;
dilos caibraes, 2,000 ; pas de, ferro, 20 ; piassaba,
15 molhos ; paos de pinho ou vergonlinhas, pr.-.n-
x&es de pao, carga ou oilicie, 120 ; raspas de fer-
ro, 30 ; saceos de condiiocJI, 30 ; sola, 12 me ios ;'
lila branca, 10 arrollas ; dita prctn, 10 arrobas ;
Iraves de diuerenlae qualidade, 150'; laixas de
bomba, 5 libras I ditas de ferro, 5 ditasl chumbo
em lenrol, 9 arrobas ; dilo em barra, 10 ditas; vis-
las de osso, 150. O forneejinento de lijlo de alve-
naria grossa, a razie de 20 milheiros por mez ; dilo
de cal prela, a razan de 2,000 alqacire pelo raesmo
lempo.
Serrclaria da inspeccao do arsenal de marinha de
Pernambuco 2de julho de 1855.0 secretorio, Ale-
.randr Rodrigues dot Anjos.
A a ministra cao dos cs(abg)ecimen(os do ca-
ridad?, achando-se na posseda doac.lo feila ao mes-
mo eslabelecimenlo por I). Joaqnna Maria Pereira
Vianna, manda fazer publico a quem convicr, que
no dias 5, 12 e 19 do corrente, na sala das suas
sestes, pelas {'horas da larde, irao praj.' as ren-
das das casas afiaixo declarada, pelo lempo que de-
correr do dia da arrematarlo a 30 de junho de 1856.
A saber : ,
Sobrado n. 15 da rua da Croz do Beeife,
por............
Dito n. 9 da rua do Codorniz, por- .
Hilo n. {a roa de Costa, por. .
Dito n.^Vda ruada Sr-nzala Velha. por
Dilo o. 30 da rua da Cadeia do Recife,
por......... .
Dito n. ;> da rua da Lapa, por. .
Casa^terrca rr. 26 da Iravessa da Senzala
Nova,
PARA A BAHA
segas com maila brevidade o dale nar,
Amigos, capilao Jlo Rodrigue Vianna !?,,.,.-.
tem parle da carga prompla : para o C,,' {.1
ta-sc cora o seu cortKnalario Antonio Lu (-,i'ivpir
Azevedo, na rua da Cruz n. 17, ou com o;,-:,,.
praca. "apttao na
. PAUA O RIO DE JANEIRQ
O brigue eteuna MARA segui^.a em
poucos dias para aquello porto, por ter a
maior parte de seu carregamento- erJpa-
jada : para o resto da carga c scrLv0$ a
frete: trata-se Com os consignatario ija.
chdoiSi Pinlieito, no largo da AsteiwM^
a. 12.
PARA O ARACATY-
Segu em poneos dias o bem cor.bccido liial f.
pibarilie: para carga ou passageiros irala-se c. ',,"
do \ icario n. 5.
RIO DE JANEIRO.
i'
PP!"
gtre
or-
0 patacho nacional VALENTE,
to Francisco Nicolao de Araujo,
para o Rio de Janeiro dominfro 8
rente, su pode receber escravos a n ja.
para os quaes tem excellentes iiotiuL0[
dos- a tratar como capito na praua
ou com NovaettSi C, na rua do Tra
clie n. o. simJmmW
RIO DE JANEIRO.
O brij'tie nacional FIRMA, capilo M.v,.
10
noel deritas Victor, segu para o R
de Janeiro nestes dias. por ter qttasi seu
carregametato completo, pode ainda rect .
ber algttmas mittdezas e escravos a fret*
para ostjttaes tem bons commodos: trata-a.
se com Novaos & C-, rua do Tra
n. \.
'ra piche',
JLE3TXO'
m-
800^000
OllrjOOO
390?00
llis-idio
ooa^ooo
65000
''^eslonVaqaell.q', Molla, ^tVo P[- ......'....
SE -tr^cTariicao fai? \ j """ "*"- Por
'* > Dila n. 91 da rua do Pilar, por .
tiaooo
6T <0
1
O asento lorja.fcirii* Ifrlfui. hi seu armnzam,
na rua do l'.ollesio n,,<5, de tuna inlinidade de ob-
jeclos de 'dilferenles qutUdftdes, como bem : abra
de rmvrcinoiria, novas p usad i-, abras de ouro e pra-
la, relogios diversos liara algibeira, uma grande por-
jao de louca lina para mesa, vidros e oulros milito
olijcrlos, ele. : (| alnta-feiri. jilo correnle, as 10 ho-
ras em ponto.
Francisco Severiano Rahello & Fillto faran
Icilao de 5 pipas com cxccllente vinho linio de Lis-
*>, e.n lotes a vourade do. compradores: quarla-
ra, do correnle, no largo da alfatnfega.
O agente Borja far Icilao em seu armazem m
roa do Collcgio n. 15, de um cxcellento sobrado de
um andar com bastantes commodos, lendo 35 pal-
mos de frente o 71 a 75 de fundo ciu chaos pxoprios
com um ptimo terreno no lado que pde-se mili
bem edificar oulra casa, sita na rua de S. Pedro Mar-
l\ reni t Huida n. 58, o qnal era entregoe peto maior
preco que tor ollerecido em consequencia de ser
para liquidarfo. O agento Borja nao podendo fazer
o leilao cima que devia ler lugar Ierra feira 26,
Iranserio-o psra odia sabbad'o 7 de julho as 10horas
em polo.
ItnbiTl Knighl, capitao do brinne innlez P*an-
lom tara leilao em presenra do cnsul de S. M. Bri-
tnica por iutervenclto do agente Borja ejpor cotila
e risco de quem perlencer, do apparelbo do dilo
brigue desarynrado na viagem de Terra Nova para o
porto desta cidade, consislindo em velas, rnaslros,
rabo ele. :"exfa feira 6 do oorrenle a 10 horas da
Regiment de castas.
Saliio a luz o regiment das custas judi-
ciaes, annotado com os avisos que o alte-
raram : vende-se a 500 ris, na livraria
n. (i c 8 da prac,a da Independencia.
'MMXBXStM-M
.___.^^^twmKitwttmifnwnvK %..____________________
Precisa-se alugar urna escrava
saiba fazer todo o servico de uma ca-
sa de pouca familia e que seja fiel,
paga-se bem agradando: na rua do
Rangeln. 59, segundo andar.
^f \J^**tay^**\stf/Jd'Sei*tf^*'*dJf*lre)y liM ^tts* ^^fc ''-^(i*l%3|T*h^RDt^KnJ'>V>>^iBaWjlX'K(TM J^Kd^^K^MtrV'v^Kaa^KjV'W
Lotera da mattiz da Boa-Vista.
Rilhet.es inteiros 5^300.
No aterro da Boa-Vista n. 48, praqa da
Independencia n. li 16 e rua doCol-
legio n. 9, vendem-se bilhetes inteiros da
lotera cima, a qual corre a 7 de julho.
a 5S00.
LIVERPOOL 1." DE JUNHO DE 1855.
Juntando uma copia doiannnncios da dissolucao
da sociedade de Mellor& Russell de Liverpool, da
de Itussi'l Mellors c C de Pernambuco, da de .Mel-
lors Kussel & Companbia da Bahia, publicada na ga-
zela de Londres de boje. Nos annunciamos que as
Iransacces das firmas exlinclas vo continuar cm
Liverpool pela nova firma de Mellar & Soalhall ;
em Pernambuco pela de Soalhall Mellor & C.; na
Babia pela de Mellor Sonlhall&C. N recebemos
com goslo os favores conferidos a firma exlincla, e
esperamos que a confianca ser eslendida as firma
novas, ssegurando qoe todos os negocios que no* to -
rem confiados, receberao nossas melhores allcnres.
Mellor S Soalhall.
Kaz-se publico que a sociedade que exista en-
tre nos, negociantes esialieleeidos em Liverpool com
a firma de Mellors & Hassell, foi hoja migavel-
nienle dissolvida.Samuel SI. Mellors, Charles II.
Williams. Liverpool 31 de maio de 1855.
Faz-se publico que a sociedade que exislia en-
tre na abaixo assignados, com casas de commercio
em Pernambuco, debaixo da tirina de Russell Mel-
lors & C, e na Babia com a de Mellors Russell &
C., foi boje amigavelmenle dissolvida.Samuel M-
Mellor, diarios Ilill Williams, Willi.un Soulball,
David Anderson.
Detappareceu da casa do abaixo assignado, no
dia 2 do correnle, as 7 horai da noile, uma preta
por #pme Marcelina, de narao, de idade 30 annos,
poueo mais ou menos, de cor fnla, lem falta de um
desle na frente da parle de cima, c tem nos bracos
um bordado com (res icltras iniciaos ; levou dous
vestido, sendo um piolo e outro com lislras encar-
nadas e verdes, ambos de diila : roga-se a todas a
autoridades policiaes c capilae- de campo, caso a pe-
guero, levem-a rua da .senzala n. 49.
FRONTISPICIO DOCARMO. i
A resta da gloriosa Sr.a do ('.armo, creca no fron-
tispicio do mesmo convento, lera lugar no dia 22 dn
correnle. Itoga-se porlanlo aosdevolos da mesma
Senbora, que tem promellido coadjuvar com suas
esmolas, que se dignetn quanlu antes assim o fazer
aos Srs. procuradores, encarregalos rlesle rece-
bimenlo ; alim de que se possa antes do dia da fes-
trannunciar aos devotos o promenores deste acto
religioso.
Traspaa-se a armaran e mais reparlimento
do armazem qoo foi de maleriaes no fim do becco
Largo ronfrotiic a ponte provisoria : c,uem preten-
der dirija-se a Iravessa d l'oriulio armazem de ma-
leriaes n. 28 A, indo-para a cadeia. nova.
Continua a estar para ser aluaada a grande
casa da Iravessa do Pocinho junio a Camboa. com
excellentes commodos: ua Iravessa do Pocinho ar-
mazem de maleriaes n. 26 A, indo para a cadeia
nova.
Na secrelaria do governo exislem duas cartas,
uma viuda d-corle para o Sr. padre Custodio Jos
da Costa, e outra da Enropa para o Sr. Francisco
de Assis Moulinho.
Previne-se ao Sr. Antonio Mara de Vascon-
cellos Bourbon, que lendo-se desencaminliado a lel-
lra qoe aceilou a Manoel Antonio Goncalves cm
1841, cojo extravio foi posterior conciliac.lo relati-
va dita lellra ; cnnsegi.intemenle que a nao pague
a qualquer que por ventura a tenha ochado.
Oflereco-se uma mulher hbil para o servico
do casa de um homem solleiro, anda mesmo para
um sitio perto da praca : qnem precisar, dirija-se i
II ia-Vi-la, becco dos Fcrreiros n. 4.
Precisa-sede uma ama que saiba engommar,
c tratar de sala, para casa de pequea familia : a
tratar na rua Direila n. 91, prmeiro-andar, na qui-
na do becco do Singado.
Na roa do Cabag n. 9, tereniro aadar, preci-
sa-se de urna ama boa cozinheira.
Precisa-se de uma ama forra qne saibt bem
engommar e cozinbar, para ama cata de pouca fami-
lia : na rua das Cruxes n. 28, primeiro andar.
O Sr. Antonio Dias Fernandes lem uma en-
commguda no Hotel da Europa.
Prec-a-se de ama ama da mala idade para o
servifo interno de uma casa : no aterro da Boa-Vis-
ta n. 78.
Precisa se de uma ama forra ou captiva, para
o servico interno c externo do uma casa somente de
duas pessoa: a tratar na Iravessa da roa Bella, co-
cheira n. 2.
Lava-se e engomma-se com toda porfeicSOr e
preco ommodo : a pessoa q,jo precisar, dirija-se i
rna de S. Jos, casa n. 58.
. Precisa-se de um bom d sitiador, bem como de
urna ama para lodo o servico : na roa do Nogoeira
n. 39. *
Sr. Brouillard. Desgoslou-se V. S. da minha
epstola poliglota. Admirei-mc, porlanlo, de encon-
trar na sua retposla, em, puro alle'mao, desde a en-
cela.Ima admiravelmenle chistosa, as palavras di-
vergen, imagina/ion e civilttirlen. Desta vez nao
lera de se queixar do diversos idiomas. Conlinua-
rei a escreverem porluguez para que V. S. nao cor-
ro perigo em dr versOes de seu eosiume as minhas
missivas. A minha carta de 29 do prximo paseado nao
conlinha uma s anteara de pioladas. Nao ha quem
ponha em duvida a sua boa tormalura e ptima edu-
cacao, a qual falta urna unta qualidade que senra
bem a um cavalleiro e a aro zonave, he a corageht.
Diz V. S. nao se importar do que se falla por traz
das soseoslas. Diga logo que nao gosla mais de sus-
tentar o que afirmoii varias pessoas, dignas de mais
f do que qualquer sua evasiva. Quiz V. S. termi-
nar a sua carta com nma bravata, (he n palavrada
quaeu previi,julgando alcinorisar-me. Nao lia re-
medio, V. Soler infallivelmente de passar pela
sorpreza azradavel,conforme Ih'o parlielpii. Porlan-
lo, animo e agua.F. E.
.Os quartos bilhele da lotera da matriz da
Boa-Vista', queTorre sabbado, 7 do corrente, de ns.
1411 e 3220-pcrlencem a sociedadesFrontispicio do
Carina. ^
Alusa-i-e o segando andar da casa da rua do
Oiieimado n. 9 : a (ratar na loja.
OSr. P. Feidel queira respouder por este jor-
nal se he verdade que Smc. ra* ameacasse no sea
carrlnhocom cbicotadas, ou de tjntra qualquer lorma.
F. Edlmann.
Massa adamantina.
Sebaslllo Jos de Oliveira receban de Franca ha
poucos dins nova porcijo de massa adamantina para
chumbar deules. Esla preparacao inconlesiavel-
tnenle superior a todas as que at agora se emprega-
vam para este flm, be s nica capaz de preservar de
total ruina ot denles cariados, e porque Ihes enche
perfeilamenle as cavidades, e adquire apenas appli-
cada, a mai completa solidez. Como prova desla
verdade poderiao annunciaute indigilar grande nu-
mere do.'-pessoas, a quem. sempre com resultado o
mais fefiz, a lem applicado, islo porm seria ocioso
porque he quasi geralmenle reconhecida a nrprema-
cia otala precioso preparacao. O annunciante offere-
cc, pois, seus servicos, nao s para chunbar, limpar
0 lirar denles, como tambem para.,,oiro qualquer
. 't de sua arle a todas as pesinaa que se dignarem
nunra-Io, procorando-o a qualquer hora na sua loj
(la Iravessa da rna do Vigario n. 1, ou ao lado do
o:- j Santo n. 83, segundo andar.
' Quem precisar de nma esrrava para ama.'diri-
ja-o n rua do Qaeimado, loja ... 11.
; Precisa-se de uma ama para o servico diario de
orna casa de pouca familia : na rua das l.arangeiras,
1 o segundo andar do sobrado n. la.
- precisa-se de um moloque : na rtta da Cadeia
X'eiba n. 10.
ti Aluga/se o segundo andar da rua do Collegio
"l 13 com commodos para grande familia : a Indar
'" > l'asseion. 13, loja.
I__Aloga-sc um silio no lugar dos Afosados, na
'" la do S. Miguel n. 39 : a tratar na Boa-Vista, rua
Gloria n, 69.
A mulher que annunciou nesla folha querer
tr cm casa de familia, procure nesta typographia
e se lite dir quem precisa.
l_A pessoa que perdett no aterro do
Igado um livro que pertcnce ao gahi-
"et Y inglez, dirija-se a esta typographia
j billar com o compositor Csnero, que
an'Tdo os signaes certos lhe sera' entre-
g,ue,l --'
A pessoa quj-Aarlou no fogo do arco i"
Al"" in nina caitTBe larlarug ""
de pi a4 .m m-\ de ouro i"
saiba coser,
sendo neceuario, comprar alguma coma
na rua, porque ha escrava para a^er^_
te ultimo servido: na rua eatreita do Ro-
sario n. 15.
Na rua da Madre de Dos n. .16 se
acham urnas caixinhasde charuto que por
engao foram embarcadas em uma em-
barcacaoque seguo para Una em princi-
pio de'junho prximo passado : quem se
julgar seu dono pode apparecer em dita,
rua, que dando os signaes certos Ihe serao
entregues- '
Os Srs. Francisco de Paula Lima e
Lourenco Jos de Carvalho, teem carta
na rua do Trapich n. 54, escriptorio
de Novaes & C.
GABINETE PORTUGLFi.DE LE1TRA.
Pr ordem da directora cosjvoca-se exlraordina-
riamrnle a assembla geral dos Srs. accionistas, pa-
ra domingo, 8 do correnle, pelas 10 horas do dia.
M. F. de onza Barbosa, 2.- secretario.
ATTENCO.
O abaixo assignado lendo-se prevalecido do Diario
o anuo passado para pedir aosseusfreguezes.com
especialidade aos senhoret acadmicos, que Irouves-
sem de salisfazer ot seus dbitos no prazo de 15 dias,
e como quer qoe nenlium resultado llrasse vista
dat razes por elle allegadas, para justificaren) a
impossibllidade em gue entao se achavam de pagar
estas dividas, espectalmenle os ltimos, que com a
mudanra da Faculdade pira o Recife, foram obli-
gados a fazer grandes despezas, e com qoanlo desta
anuuencia ao abaixo assignado tobreviesse nSo pe-
queo prejuizo aos seus interesses commerciaes,
com ludo, de muilo boa vontade eoodescendeu com
elles, esperanroso de qoe tanto qne melhorassem de
rondloAo.viessem pagar-lhe o que deviam. Mas como
assim nao lem acontecido al agora,e o crdito do
abaixo assignado eoffra grande quebra na praca, lin-
ca mSo pela segonda vez do Diario como meio mais ra-
ed econdceme a o limqiie lem em vista,para de nov
rogar aos seus|dcvedores, que por seas bros e hon-
rados vctibam embolsa-lo das quaniias, qoe ha lan-
o lempo Ihe devem, deveudo alAnder que o an-
nanciante. alm de ler esperado com paciencia por
lauto lempo, letn larabcm de occorrer s suas neces-
sidades, emui strinciplmenle de salisfazer seus de-
veres para com os seos credoret na praca : porlan-
lo, determina o prato de 1 mez, contar desla da-
la, por julgar lempo solTiciente para ser indemnisa-
do das quaniias que lhe devem. Observando, po-
rm. que se nao estiver embolstdo fiado esle prazo,
lerao de passar peto desdouro de ver aeut nones e
quaniias reipecliva exaradas por extenso oeste jor-
nal, visto como o abaixo assignado cnlende ser um
abuso da soa paciencia |e demsiada Indeseenden-
cia, e sobre ludo porque assim requeran seas iota
restes, crdito e repularao. Olinda 3 de julho de
18.55.Antonio Ignacio a .1 mandila.
Alugam-sc 2 negros para padariaau armazem
de assucar : quem precisar annuocie.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
UNGENTO HOKLOWAY.
Militares de individuos de todas as oac&es podetn
letlemunhar as virtudes dcsle remedio incomparavel.
e provar. em caso necessario. qoe, pela uso qoe dal-
le fizeram, lem seu corpo e membros integramente
aos, depois de lia ver empregado intilmente oulros
Iralamentos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
des-as cura mnravilhmas pela leilura dos peridicos
qdc Ih'as relalam lodos ot dias b muilo anuos; e,
a maior parte deltas sao 13o sorprendentes que adtnt-
am os mdicos mais clebres. Quanlas pessoas re-
cubraram com este soberano remedio o nso de teus
bracos e perita, depois da ler permanecido longe
lempo nos hospilaes, onde deviam soffrer a ampu-
lacao Dallas ha multas que Itavendo deixado estes
as; los de padecimenlo, para se nao subiiiettrrcn a
essa operacao dolorosa, fyram curadas completamen-
te, mediante o uso desse precioso remedio. Algu-
ma- da taes pessoas, na eTusAo de seo reconheci-
mento, ileclararam estes resultados benficos diante
do lord corregedor, e oulros magistrados, ifim de
mais aulenlicarem sua allirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de sua saude se
livesse bastante confianca para entaar tsle remedio
contlanlemenle, segurado algum lempo o trala-
mentoque necessilasse a natureza do mal, cojo re-
sultado seria provar inconlestavelmente: Que tudo
cura !
O ungento he til mais particularmente no*
seguinles casos.
matriz.
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da
em geral.
Enfermidades do anus.
Erupres escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade oo falla de ca-
lor as extremidades.
Fr ciras.
Geatgivas escaldadas.
ciltis
Lepra.
Males das per.ia.
dos peilos.
de olHos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Poiraflaa,
Quei mdelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
I inha, em qualquer par
le que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea. ^
do ligado. **
das arlii'ulare.
Veas torcidas, ou noda-
ammacSo da ligado. das as pernas.
da bexiga. ,
Vende-se este ungento no eslabelecimenlo geral
da Londres,n. 2U,Slrani, ^ na leja de todos os bo-
ticarios, droguistas c outras pessoas encarregadas de
sua venda em toda a America do Sal, llavana e
Ilcspar... m
Vende-se a 800 ris cada boeeiinha, conlm ama
inslruccao em portugoez para explicar o modo de
fazer uso deste ungento. .
O deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
maceutico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
Inchacocs.
fia
AO PUBLICO.
No armazem de fazendaa bara-
tas, rua do Collegio n. 2,*
vende-se um completo aortimento
de fazendan linas e grossas, por
r presos mais baixos do- que em ou-
tra qualquer parte, tanto em.por-
coes, como a retalho, affianr^and-
te aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se, de combinarao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e suis-
t sas, para- vender fazenda* mais em
xinta do que selfcm vendido, e por I
isto olereendo elle maio* van-
tagen doque outro quajqiier ; o
"proprietarto deste imporUinte es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricio, c ao publico em ge-
ral, pana que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazenda
barata, no armazem da rua do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
da
CO*
qu:
1RMANDADE DO DIVINO ESPIRITO SANTO.
O tecrelario da irmaudade do Divino Espirito
Sanio, erecta no convento de Santo Antonio do Re-
cito, por deliberaran da mesa regodura, faz sciente a
todas as pessoas que se acham com termos iberios e
f assignado para iimao desla irmandade, e que ain-
da nao pagaram as suas joias, hajai.i de as vir pa-
gar da publicacao deslc a 15 dias, e nao o faxendo
perderao o direilo de enlraretn pela quanlia de .">5
rs., e lindando esle prazo t poderao entra* pela
quantia de 209000 como marca o novo compromisso,
que j >e acbt confirmado pelo Exm. presidente da
proviucia ; assim como tambem faz ver a loaos os ir-
mo que j receberatn as suas carias patentes c que
ainda nao derain a quoi.i marrada pela mesa, qne he
'("jOOO, para a odilicar.lu do catacumbas, hajam de a
fazer, pois o nao fazendo nao lerao direilo s mes-
mas, porque nao Itavendo esta roulribuicao lera de
Picar esta importante obra parada, e sem a irmanda-
de poder liualisa-la por lhe fallarem os mciot; e as-
sim como lodos os maos qne ainda nio receberatn
as mesmas cartas por se aorar a suas morada, ha-
jam de procura-las na rua esticila do Rosario, so-
brado n. 11, ou na rua de Aguat-Verdes n. 14. Re-
cito -l de junho de i.853.
PECHIMV E MUS FECH1MA
NA RUA NOVA N. 8, LOJA DE
Jos Joaquim Moreira.
Acaba de receber pelo ultimo navio franepz, um
magnifico sortlmenlO; de borzeguins p-r.i m1
lodo de duraque, mas qne pela del!- '
d.lo feitos e conislan(ft\<-
dar ; accrescende al
^^ .VllW -
MELHOR EXEMPLAR FNCDNTRfinn
MUTILADO



JjE PEfiKMUCBG QUARTA FEIRA 4 OE JULHO DE I85
*.
/
\
> <
t
l'reciaa-se de uro criado par o servico de casa
esirangeire, e que >eja liom bolieiro, di ra da
Crui o. 4.
Jos l'ereira Cesar, lendo comprado ;i Coslodio
Jos de Carvalho Guimaraes lodas a fazendnse divi-
das activas da so loja, sita Da roa do Queunado n.
-1 A., e de&cjando conservar todos os rresuev.es que
j.i o sao do mitmo eslabeleciineuto, avisa a todos
iquelles, tanto da praca como de f'ra della, que Ihe
sao devedoros, que venham a mesma loja sslisfazer
os seas debitas, que ahi acharSo bom sortiniculo de
novas u baratissimas fazeodas. e o inellior agrado, e
a mesnii franqueza que seinpre liouve oeste cslabe
leciroeolo.
Cm professor de inslrurro elementar oflere-
ce-se a dar lices em casas particulares, coi bom
melhodo e lelo, civilidade e aproveitamenlo, em
doutrina christaa, pelo calhecismo explicado, em
leilura pelos classieos >le moralidade ecivilidade,
como seja o Ifvro de Ouro, em esrripluracao por
Madureira, em csnlabilidade pelo compendio do
Dr. Colaco, e liaaun verncula com analyse gram-
malical e lgico pelo aulor mnis seguido: algum
setihor pai de lanilla que liver prccisSo de lec-
ciuar seus pequeos em casa, pode annunciar para
ser procurado, ou dirija-se ao aterro a Boa Vista
r 51.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA-
VISTA.
Aos6:000$000, 2:000$000, e i:000,s000.
Corre udubitavclientusabbado, 7 de julho.
O cautelista Salustiauo de Aquino Ferreira faz
scienle ao respeitavel publico, que as suas cautelas
estao sujeitas ao deseclo de oilo por cento do im-
posto da lei. Os seos uilhetes inleiros, vendidos em
originaes, 'nao soflrem o descont de oito. por cento
do imposto geral. Acharse i venda tas, seguintes
lejas: ra da Cadeia do Recite n. 24 e 45 ; praca
da Iudepeirdencia n. 37 e 39 -r ra do I.ivrameoto
n. 22 ; ra Nova n. 4 e 16; ra do Queimado n.
39 e 44 ; roa estreita do Rosario u. 17, aterro da
Boa-Vista n. 74. e na ra da Cadeia u. 38.
6:000
2:760
1:3809
1:1045
690
552
276
O referido cautelista declara mu expressaroente
ao respeitavel publico, que se responsabilisa apenas
a pagar os oilo por ceolo da lei sobre os seus bi-
llieles Tendidos em originaos, logo que se Ihe pr-
senle o bilhcle ileiro, indo o possoidor receber o
respectivo premio que nelle sabir, na roa do Col-
legio n. 15, escriptorio do Sr. thesourciro Francisco
Antonio de Oliveira. Pernambuco 26 de junho de
1855.Saltatiano de Aquino Ferreira.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO. .
A lotera tereeira do recolhimento de
Santa Thefeza, da oual vendemos algn
bilhetes corteu en 15 do presente, e a 54
do Monte Pi Geral, ilaqual ainda temos
a venda, correu a 22 ou 2o : as lista* de
ambas se esperara at i do prximo ju-
lho ; os premios sao pagos depois da en-
trega das mesma.
Vrecisa-se alu:;ar uim ama que tenha bom e
bastante leite, que seja capa* e cuidadosa para crear
urna creanra nascid.i de poneos das, paga-ie bem :
no paleo do Terco sobrado ce um andar e slito ree-
dificado de novo n. 16.
Retratos.
No aterro da Boa-Vista n. 4, terceiro andar, coa-
tinua-se a tirar retrato pelo svstcma chrystalolypo,
con muita rapideze perlero.
O abaixo alienado previne ao respeitavel pu-
blico, e principalmente aos seus freguezes, que os
charutos da sua fabrica o a JuvenU.de vendem-se
nicamente em casa de Domingos Alves Mslheus,
ra 4* Cruz n. 54 re-la praca, na do Rio de Janei-
ro, em casa de Antonio Fereira Ribeiro Guimaraez,
na provincia da Baha, em sua fabrica. U annun-
cianle julga que lem assim vedado o engao des
seos freguezes, que tanto lere o seo credilo.
Francisco Jos Carioso.
CONSULTORIO DOS POBR ES
50 -tUA Sff OT7A 1 nAA 50. ,
O Dr. P. A. Lobo Hoscnzo da consultas homeopathicas lodos os dias aos pobres, desii e o, horas da
manha ateo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou imite. I
Oflercce-se igualmente para praticar qualquer operaco dacirurgia. e acudir promplail |jn(c a qual-
mullier que esteja mal de parlo, e cujas circumslaucia? alo permiltam pagar ao medil J0>
quer
NO eOSSBHORIB DO DR. P. % LODO IOS .IZO.
50 RA NOVA 50 L
VNDESE O SEGUNTE:
Manual completo de meddicina homcopalhica do Dr. G. II. Jahr, traduzido em por
luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes enradernados em dous e acompanhado de,
um diccionario dos termos de medicina, cirureia, anatoma, etc., ele...... 209000
Esta obra, amis importante de lodas as que lala ni do esludo e pralica da liomeocala ,, por sera unir
que conlm abase fundamental r>'rsta doutrinaA PATIIOOENESIA OU EJPrTOS |)(JSMEI)IC\-
MENTOS NO ORGANISMOEM ESTADO DE SAUuEconhecmenlos que nao podem c spensar as pes-
-ii.i- que se querem dedicar pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos os media :0s que quizerem
experimentar a doutrina de Hahnemann, e por si mesmos se convencerem da verdade i j'ella: a lodos 06
fazendeiros e senhores de engenho que estilo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos c -a pitaes de navio,
que nma on outra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
a todos os pas de familia que por circumslancias, que Tim sempre podem ser preveni das, sao obriga-
dos a prestar in conttjicnti os primeiros soccorros em suas entermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou traduceao da medirioa domestica do Dr. Hera g,
obra tambem ulil as pessnas que se dedicam ao estado da liomeopalliia, um vol li-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina .....]. 105000
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., etc., cncardenado. 3j}000
Sem verdadeiros ebem preparados medicamentos nSo se pode dar um passo scl ;ur na pratica da
homeopathia, e o propritano dcsle eslabelecimeuto se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
nincuem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamentos.
Bilhetes 5080(1 Recebe por inleiro
Meios SUMO com descont
Quarlos ' 1*440 D
Qoiotos 1160
Oitavos 720 o
Decimos 600
Vigsimos 320 >)
Charutos (nos.
r.liiv\nliimain> ule iia Baha um complete sorli-
mculo closVyj^o afamados durlos varetas e S. Fe-.
lix, sendo em caKtiMe 100, ditas de 50, e ditas do
25: vende-se unirm>nljna ra do Queimadon. 9,
loja de Azevedo & Carval
A pcchincl
LINDAS CASEMIRAS DE COR
CCM BARRA AO LADOJF.
QUADROS E LISAS, A
4;000 0 CORTE.
a 200 c
maulei-
ro40.
A^Wtt.lIS.
Na ruado Queimado em frente do becro daCon-
No aterro da Boa-Vista n. 8, defronte da V*?^0' Passanau a "". *&** teja nuroe-
boneca.
Ceblas chegadas ullimamente de Lisboa
400 rs. o cento, presuntos, lingnicas, paios,
Ka ingleza de todas as qualiilades, dita franceza, bo-
lachinha de soda, biseoilos, e umitas nutras qualida-
des, passas. ameisas, temaras, cha da India de Indis
as qualidades, c muilos oulios zeneros chegados ul-
limamente, ludo de superior qualidade e preso mais
barate do que em outra qualquer parle.
Vende-se.em um silio no Salcadinho, bons pa-
ra serem mudado, pequenos|ps do coqueirns.de pi-
menla da India, de ubaia, de llaucana e de cafe :
para Iratar, no aterro da Boa-Vista, lenda de funi-
leiro ao chegar a matriz,
Vende-se urna bonita escrava qne engomma
com perfeiciln, cozinha, cose chao e faz lodo o ser-
vico, urna dita para todo o servieo, um prclo cozi-
nheiro do diario de urna casa.
8000
Boticas a 12 luiros grandes.
Boticas.de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 15000 rs.
Ditas 36 lites a.................. 206000
Ditas 48 ditos a.................. 25000
Ditas 60 ditos a................f SOjSHM)
Ii.las 144 ditos a................... .609000
Tubos avulsos......................... j000
Frascos de meia onca de lindura,.................. BMM
Ditos de verdadeira lindura a rnica............... 200O
Namesmacasa ha aempre venda grande numero de tubos de cryslal do diversos tamanhos,
vidros para medicamonlos, e aprompta-se qualquer cncammenda de medicameolo scom loda a brevida-
de e por procos muilo commodos.
MASSA ADAMANTINA.
Ra do Kosario n. 36, segundo andar, Paulo Gni-
gnoux, deutisla Arancez, ebumba os denles com a
massa adamantina. Essa nova e maravilhosa coin-
posieiTo lem a vanlagem de encher sem pressSo dolo-
rosa todas as anfractuosidades do dente, adquirindo
em poucos instantes solidez igoai a da pedra mais
dura, e permitte restaurar os denles mais
docom a forma e a cor pTimiliva.
/LBLICAAI' DO INSTITUTO HO
MEOPATIiCO DO BRASIL. g
THESOLRO IIOMEOPATHICO
OD
VADE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
Melhodo conciso, claro seguro de cu-
rar homeopalhicamenle lodas as molestias
que affligim a especie humana, t parti-
cularmente aquellas que reinam no Bra-
sil, redigido segundo os raelhores trata-
dos de homeopathia, tanto europeos romo
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pete Dr. Sabino Olegario l.udgera
Piule-. Esta obra he hoje recouhecida co-
mo a melhor de todas que tralam daappli-
cacSo homcopalhica no curativa das mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, nSo
podem dar um passo seguro sem possoi-la e
consulla-la. < Vs pais'de familias, os senho-
res de engenKo, sacerdotes, viajantes, ca-
piles de navios, sertanejosete. ele, devera
te-la mo para occorrer promplameole a
qualquer caso de molestia.
Dous volumes em brochura por 105000
i) u eneadernados 11000
Vende-te nicamente em essa do autor,
ra de Sanio Amaro n. 6. (Mundo No-
vo!.
Quem precisar de nm cnixeiro hrasileiro. que
sabe escrever, fallar correctamente a lingoa franceza,
e igualmente possuinilo lodos os requisitos necesta-
nos para poder escrever o ful lar com a maior perfei-
c.lo a lingoa portugueza, enl ndendo alguma couaa
segundo andar, das 9 horas da manhaa al as 3 da
estraga- tarde. / .
A taberna de Gurjah de-cima coutinua a estar
prevenida de um complete sorlimealo de molliado,
miudezasefazendas; por Ir me lodas as pessoas que
quizerem continuar a liom ar este estabeleciraento,
all achar.lo ludo que precis arem a vonlade do com-
prador, pelo mesmo preco. ou com pouca dilfereoca
da praca ; na mesma taberna lia corles de tRa rio ul-
limo goslo, chegados ullijamciile para veslidos de
senhoras.
Flcrencio Marlins da Silva Borges, tendo de
*a cidade do Porte al os lins do crreme auno
en de tralar de sua saud t, e desojando liquidar te-
das as suas transaesoes co m a praca, rosa aos seus
devednres (ratero quanlo antes de realisarem seus
debito?, sem que sejam a isso forjados.
Da-se aqnanlia de 50 a 100J000 a juros, com
penliores : a Iralar na-r Nova D. 12. de melo-
da as 2 horas da larde. "
*S Os abaixo assigua
39 peitavel publico, qi
qoe foi da viuva dorfaltec7do"caros" sita no
lurTflnlt innhir
os fazem scienle ao res-
e rompraram a padaria
' O Dr. Ribeiro, medico pela univcrsldadede
Cambridge, contina a residir na ra dn Cruz do Re-
cite n. 49, 2." andar, onde pode ser procurado a
qualqoer hora, e convida aos pobres para consullas
gratis, e mesmo os visilaquando as circumslancias u
exijam, faz especial.dade das molestias dos olhus e
on v idos.
D-se dinheiro a premio do um por cenia ao
mez, com avpotheca em bens de raiz nesta prara :
quem precisar annunoie.
Manual dosterceiros franciscanos.
Aeha-re n prelo o manual dos irmaos da V. O.
Tereeira da Penitencia do S. P. S. Francisco.
A I. parl desla obracontm a historia da insli-
tuicao da ordem, a regra cor muilas explican.es. as
absolvieses, as indulgencias do S. P. Benedicto
XIV, as doS. P. J'io Vldcqaeaiuda nao gozj-
vam os lerceiros desla vasta diecese, e alam disto as
que perlencem so a ordem tereeira dn Recite, e ludo
mais qde diz respeilo aos lerceiros e a ordem.
A 2." parle he um perfeilo devocionario, confesa
o melhodo de ouvir missa, de confessar-se, a via-sa-
ra, a cproa seraphica, orajOes da manhaa c da no
e. um devoto exercicio ou oraqBes ao doloroso co-
ajio de Mara Santifsina, indulgenciadas por Po
VII, algunas outras oraches, o responso de Sania
Antonio, a historia e as visitas daPorciuncola, etc.
A 3." parle conlm o modo de ajudar e assislir aos
agonizantes com melifluas tocantes orac.oes, ahsol-
virao da Benedicto XIV, das franciscanos, dos car-
melitas, dos confrades do Rosario c das Dores, eal-
gumas heneaos. ,
Esta obra que pel I. parle perlence aos iiuraau
lerceiros franciscanos, pela 2-' efl." he necessaria a
qualquer ckrislo, e pela 3. indispensavel aos Srs.
sacerdotes.
Assigna-se a lgOOi) o ejemplar em brochura, no
consistorio da ordem tereeira, das 9 horas ate as 9 da
tarde, na livrariaclassica, no largo do Collegio n. i,
e na loja de livros da ra do Collegio n. 8.
Um cozinheiro francez, que sabe fallar o hes-
pauhot e o portugurz, deseja arranjar-se em urna
casa particular : quem de seu presumo se qulzer ut-
lisar, dirija-se a ra do Trapiche, no hotel da Barra.
O solicitador Jwaquim de Albuquerque Mello
mudou a sua residencia para o segundo andar da ca-
sa n. 13 da ra do Crespo.
Precisase de ama ama para casa de homem
solleiro: na ra larga do Rosario n. 12, primeiro
andar.
: uoMw.Tiiiv. ;
Remedios eipacissimos cc*ntra as
as, febres intermitientes. 2
Graude srulimeiilo de cartoiras de honnro- g
9 palhia muilo em ronta.
41 i onca de tintara a escomer. IjOOO
Tubos avulsos a 300, ihi e 500 rs.
9 Elementos da liomrropalhia, 4 vol.
H No consnl'.orio liomn opalhico do Dr. Casa-
9 nova, ra dasCruaes n. 28.
Est a sahir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO HEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIIK) DE RUOFF E BOEX-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em onlem alphabelica, com a dcscripelio
abreviada de tedas as molestias, a indicac,ao phvsio-
logiea e therapeutica de todos os medicamentos lio.
meopalhiros. sen lempo de acrao e concordancia,
seguido de um diccionario da siguificsrao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Subscreve-se para esla olira no consultorio horneo,
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, rua Nova n. 50-
primeiro andar, por 5000 em brochura, e 6000
eucadernado.
, Vendem-se queijos do reino, o quanlo pode ser
bom neste genero, tanto por serem muilo frescaes
como pela boa qualidade da massa, por pre^o com-
modo : na rfia dos Mailyrios, taberna n. 36.
Vendem-se 70 saceos com farinha de mandio-
ca, por prec,o muilo razoavel : a Iratar as Cinco
Pontas n. 71 ou 66.
Vendem-se sapotis grandes ; no silio da Trem-
pe n. 1, sobrado que (em taberna por baixo, e ua
ruada Cadeia do Recite, taberna defronte do becco
Largo.
Vende-se um carro de conduzir lazendas. qua-
si novo : na rua do Eucanlamento, armazem n. 76. A
Vende-se um terreno na rua da Praia, junto a
casa do Sr. Jos llyaino de Miranda, j aterrado pa-
ra se edificar : quemo pretender, procure na rua do
l.ivramenlo, casa n. 20, segundo audar.
SEBASTOPOL.
Na rua da Cadeia do Hecife, loja n. 19, vendem-
se ricas estampas coloridas, representando os mais
notaveis acoutecimenlos da Crimea, os quaes sao,
alm de oulros, o desembarque dos exercilos allia-
dos, cerco, ataque c bomhardainenlo de Sebastopol,
vista desla praca, tirada de diversos pontos, baralhas
d'Alma. d'lnkerman e de Balaklav.i, bombardea-
mente de Odessa, vista de Constaniinopla, qaadros
dos principaes personageos russos, tarcos, inglezes e
francezes, que lem figurado na guerra, e finalmente
muilas outras vistes, pelas quaes pode qualquer pes-
soa coohecer exactamente as posicoes movimenlos
das esquadras c exercilos beliigeranles.
Vende-se um escravo j velho, muilo fiel, e
proprio para teitorisar algum silio : na rua do No-
gueira n. 39.
AI.EMIV DA FlMMCAO
EDWIN MAW, ESCKIPTQRIO DR RO-
SAS BRAGA & C, RUA DO TRAPI-
CHE N. 44.
Tem para vender um completo sorti-
mento de taivas, moendas e meias moen-
das para engenlio, cuja superioridade ja'
lie bem conliecrda dos senliores de enge-
nho desta provincia, dos da Paraiiiba e
Utas Algoas. desde quando taes objectos
do mesmo fabricante eram vendidos pelos
Srs. Me. Calmont&C, desta praca.
Vende-se o apreciavel vinho Bor-
deaux engarrafado, mito proprio para as
pessoas que se acliam em dieta e por pre-
co baratissimo, por ser urna pequea pc-
i-ao que resta: na ruada Cruz n. 26,
primeiro andar.
Vendem-se os verdadeiros licores de
absyntlio e kiicli, cliegados pelo ultimo
navio francez e por preco muilo commo-
io : na rua da Cruz n. 26, primeiro an-
idar. '
TENTOS PARA YOLTARETE.
Vendem-se caixinlias com teios de mili-
to bom gosto para o apieciavel jogo de
voltarete, cliegados ltimamente de Fran-
ca e por minio commodo preco: na rua
da Cruz u. 2, primeiro andar.
Vende-se lodp a necessario para urna estri-
bara para dous cava los, iocluindo as lelhas coro
pouco uso e por preco commodo : na roa do /Colle-
gio n. 4.
>>
Tendo de retirar-roa para o Bio de Janeiro,
deixo durante a miaba ausencia por meas procara-
dores os Srs. George Paichelt, Vacante Ferreira da
Cosa e Jos Francisco Barrote.
Joai/uim Filippe da Cosa.
A pessoa que prear comprar um bonito es-
cravo fiel, diligente e JlTioa conduela, o que se
afianea, dirija-se i tai dos QoarMss n. 21.
Precisa-se alugar urna ama que saiha cozinhar
e engommar, pata casa de muilo pouca familia :
tralar na rua estreita do Rosario n. 2.
Precisa-se de urna ama de lei le, que o lenha
bastante e boro. Btomette-e pagar bem : no pateo
do Pilar, em Fora de Porlas, n. 12.
Aos padres plegadores.
Alem da oulras obras do palpite francez e porla-
guez, acliam-se venda aa rua Ao Collegio n. 8, os
sermoes de Borderies, Homilas sobre os Kvanse-
lhos, elogios fnebres do general Drouot e O' Con-
nell, por Lacordaire, iiislmceoes sobre os manda-
nicnlos, por Lamber!, conferencias pregadas em San-
ta Valeria pelo padre Landrieux, doutrina e moral
earistla ou collecfo dos melhores trechos dos padres
anligose modernos, ;l difTerenles e aoW obras do
Mez de Mara, pelos padres llorand, Martin e Mr.
Mau!evriar, e as sublimas canferencins do padre
Venlqra de Kaulica com o (late de Razao PhilosoS
prica e Razao Calholica.
O secretario da v ener.ivel ordem lerceira de S.
Francisco desla cidade do Recite avisa a quem inle-
resaar possa, que, leudo oblidods Illma. cmara mu-
nicipal licenca para poder abrir as catacumbas exis-
tentes lia edificio da misma ordem, para dentro do
prazo de 15 das, a contar da psjblicacAo deele, que
|>or si ou por1 seus agenles venham procurar os restos
tnorlaes esisleules as mesrn'as catacumbas, do con-
trario serSo laucados no deposito commum.
Oflercce-se urna malher para coser em alguma
casa particular : quem precisar annuncie.
Alftencao.
Aluga-sstisjro sobrad nho na Iravessa do Carioca, e
na mesma caso loma-so eonl.i de ruupa para lavar e
engommar, tanto de homem como de &2iihora, edm
muilo aeeio e piomplidao : a sslar com Antonio
Piulo da Souza.
Precisa-se alugar urna ama que saiba cozinhar
e fater lodo o mais servieo do casa : no paleo do
Terco. 44.
Consjando-m'e queaSra. D. Leopoldina Maria
da Costa Kruger pretende alienar seus bens de raiz,
nroi'ni* aos que os quizerem comprar, de que movo
>a 41k SBiihora arefln deeendial |ielo jiiiio da
-"'RT^'S^SjjUecife, para me pa-
**
(^ O Dr. Sabino Olegario Ludsero Pinho,
Omudou-se do palacete da roa deS. Francis-
co n.68A, para o sobrado de dous anda-
tsk resn.fi, ruade Santo Amaro, (mondo novo
INFORMAQO'ES OU RELAQO'ES
SEMESTRES.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia, vende-se relacoes semes-
traes por prec,o commodo, e querendo res-
mas vende-se ainda mais emeonta.
Desencaminhou-se ou furlaram da na da
Praia, da porta d um dos armazens de carne, nm
qoai't.io caslanho, cor de sangue, com um nico sig-
nl hranco cm baixo, de meia marca, cabera pelada,
clina cortada, capado de fresco, berlo de cima e de
baixo, menso e com calos as pas, carreen hem
baixo ; desappareceu no dia 20 de junho correle
do lugar indicado : quem delle der noticia ou levar
roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ou no enge-
nho Espirito Santo do Sr. Joo Ello), ser recom-
pensado generosamente.
Novos livros de horoeopalliia uiefrancez, obras
lodas de summa imporlancia :
Hahnesaann, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
lumes............ 2O5000
Te,sle, rrolcslias dos meninos ..... 6000
Hering, homeopathia domestica....."9000
Jahr, phai maeopa homeopathlca. A 69OO
Jahr, novo manual, 4 volumes .' ,. 163000
Jahr, molestias nervosas.......6J000
Jahr, molestias da pclle. .;.... fqOOO
Rapou, historia da.hnmeopalhia, 2 volumes KijOOO
Harlhmann, tratado completo das molestia
dos meninos..........
A Teste, materia medica homeopathica. .
De Fayolle, doulrina medica homeopathica
Clnica de Slaoneli .......
tasting, verdade da liomeopatbia. .
Diccionario de Nyslen.....m .
Aulas completo ce anatoma com bellas es-
tampas colorida*, cnnlendo a deseriprao
de todas as parles do corpo humano .
vedeai-se todos estes livros ao consallorio homeopa-
iliin. do Dr. L0I10 SIoscoso, rua Nova u. 50 pri-
meiro audar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que mudou a sua aula para a rua do Ran-
geln
nos internse externos desde ja" por m-
dico prego cmo he publico: quem se
quizer uttlisar deseupequenoprestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
*lucu'o*roTftonteiro, te saber aos de-
vedores do mysmo vinculo, que vai usar do direito
que a let Ihe facoita, chamaudo os juizo, e Ibes
marca o prazd. at 30 dias mprorogaveis a contar de
boje, para a,|isacao dos seus pagameutos. Mon-
teiro 2 de jat^o de 1855.
Bernarjino Antonio Ramos vai Europa, e
Prlv**us procuradores nesta praca aos Srs.
dcixa
Victorino IHmmgos Alves Maui, Theolon.o Flix d
Mello e fratjciaco Antonio l'ereira de lirilo.
Acha-se venda o manual do guarda na- g
cional, oa collercao de lodas as leis, regula- @
% mentes, ordens e avisos conrernenles a mes-
30 ma guarda nacional, orgauisado pelo capilSo. A
9 secretario geral do cgmmando superior da m
& guarda naeionsl da^apHTil .^Jfir-""'------=:-- Jos ue ()|veira, des-
"I Tdeasua nova organiascilo ate 31 de dezemhro '
u I de 1854, relativos nao so ao processo da qua-
t lificai-o, recurso de revista, etc., etc., senao je
S a economa dos enrpo, oraauisarilo por mu- @
nicpios, batalhOes, e compauhias, com map- $r
A pas e modelos, etc., etc.: vende-se nica- 6
# mente na pateo do Carmn n. 9, primeiro an- A
dar,_a^8000 por cada volme, a^
10*)Oo
80(H)
7OO0
65OOO
49OOO
10{000
sosooo
HORPffSA %
1 c outras doencas da pello.
a A ^ra,,,lm",e C0ID especialidade as afteccoes 3
S> da peilfe, particularmente a morpha. |S
I>0 onsuiillorio homoeopathico do Dr. Ca-
sanova; rua d8f Cruzes n. 28.
Aos pobres irata-se de grai-a. %f
COMPBAS.
Casa de commissao de escravos, na
rna do I. i vi-amento n. i.
Compram-se escravos de ambas os sexos, de 12 a
)0 armo,, sed0 boas figuras paga-se bem, lambem
receoerij.se para vender de commissao.
Compram-se 10 ou 12 eadeiras, 2 consolos, 1
mesa de men de sala, usnla. mas em bom estado,
sendo qe Jacaranda : ua taberna da rua dos Marti-
rios n. 36. *
>impram-se palaees brasilciros e hespanhoes
na rada Cadeia, loja de cambio n. 38.
_ompram-se accoes de Beberibe : na rua larga
VENDAS.
> GRANDE E HOTO
Svrtjuieulo da chapeos de ol tanto de seda como
"apjaaawr-p^ra liomens e senhoras,de lodosos lania-
n. : es qoalulaJes, palitos de panno, seda, lila, linho,
'Ipi'en ele, de todas as cores e qualidades, calcas de
bri[n branca e paado.e um sorlimenlo de malas para
1 f Onde continua a receber alum- ,v,"'^em' **!" comobaleias para vestidos e eaparti-
'""s para senhoras, obre-se e concerla-se toda e
'l">lquer qualidade de chapeos de sol, por menos
P_rtro que cm outra qualquer paarle : na roa do
f-oilegioD. |t casa de J. Falque.
Alten (ao.
Chales de ganga bordados a 29800 : na rua do
C ueimado n. 33.
Pelo pre^o faz conta.
Chales de lila c seda, lindes padres, a 2)600 : na
'.ua alo Queimado n. 33.
VESTIDOS.
Os mais bouilos corles de vestidos de cambraja que
tem apparecido 110 mercado a 6&j00, ditos a 4&5O0 :
na rua do Queimado n. 33.
Ultimo gosto.
Chales de gase de bonitas cores, com urda linda
palma bordada na pona : vende-se por preco eom-
modo : na rua do Crespo, loja. n. 19.
EDOCiCA'O DAS FILHAS.
Entra as obras do grande Fenelon, arcebispo de
Cambrav. merece mui particular niencfio otratado
da educarlo das meninasno quat este virtuoso
prelado ensinajeomo asmis devem educar suas fi-
llias, para um dial alieuarcm a oceupar o sublirr
lugar de mii de familia ; lorna-se por tanto un?
necessidade para lodas as pessoas que desejam tni-
a-las no verdadeirocaminlio da vida. Est a refe-
rida obra traduzida em porluguez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto preco de 800 rs.
DENTISTA. I
Paulo Gaignoux, dentista francez, estabele S
cido na rna larca do Rosario n. 36, secnndcWe>
andar, collora denles com gengivcsartificiaes( p
1 e dentadura completa, ou parte della, como t>
presso do ar.
1 Rosario n. 36 segundo andar. J
O Dr. Joao Honorio Be/.erra de
uezes iimdoii a sua residencia da
Nova, para a ruada Aurora sobrade
(2, que faz esquina com o aterro da R
Vista, e ahi continua a exercer asna pf
860 de medico.
Precisa-se do urna ama para casa de pouca
milia : no aterro da Boa-Vista n. 42, para
e engommar.
h BATISTA.
narua>ov-
^V^^
Jirunn Praegci'AtC, tem para ven-
B da em sua casa rua da Cruz 11.10.
B Lonas da Russia.
Instrumentos pai a msica.
S Oleado* para mesa.
i Charutos de Havana verdadeiros.
M (iomma lacea.
a rua da Cruz n. 21) primeiro an-
dar, vendem-se os seguiutes relogios |>or
muito birato preco tque faz admirar, re-
logios de ouro patente suisso, ditos de pra-
ta, ditos de dita dourad e ditos de dita
iiulvanisada.
da melhor qualidade: vende-se em
casa de Brunii Praeger & C.,, rua
B.
da Cruz n. 10.
!**
Na rua da Cadeia do Recite n. 18 vendem-se
relogios de ouro, patente suisso, qnalidade superior,
mais barato do que em qualquer outra parle.
Vendem-se relogios de ouro patale inglez de
urna das melhores fabricas: om casa de Soulhall
Mollor c3i C, rua da Cadeia do Recite n. 36.
Vendem-se 16 pipas abatidas novas, com arcos
de ferro novo para as mesmas : em casa de Soulhall
Mellur & C. rua da Cadeia do Reciten. 36.
PEDE-SE A ATTENCAO' PARA QUEM TIVER
BOM COSTO.
C. li. Hesse avisa as pessoas gradas e de bom tom,
jue lem para vender 2 lindissimos carros de ro-
das, do mais novo modello de Pars, e ullimamente
acabados ; a coiistruccSo dos ditos carros foi Ma
mui de proposito para acreditar o seu estabeleciincu-
lo, e agradar aos freguezes, de quem tem recebido
nao equivocas provnsdesua benevolencia^; por isso
empregou lodo o zelo d'arle na sua solidez e hem-
felona, e os offereee desassombrado a lodo e qual-
quer entendedor, e preteodenle a loda hora do da,
na rua do Pires n. 22. sonde podem ser minuciosa-
mente examinados ; o preco dos ditos ser razoavel.
Vende-se arroz pilado muilo superior, dilo de
casca, saceos com milho, dilos cora farinha dernan-
dioca, ludo mais barato do que em oulra qualquer
parle, que be par se acabar com o resto : na Ira-
vessa do Carioca, armazem' de Antonio Pinto de
Souza.
Vendem-se os verdadeiros queijos e carne do
bem conherdo serlao do Sirid, por. preco commo-
do : na taberna da rua das Marlyrios 11.36.
Vende-se farinha de mandioca, em saccas, por
prejo commodo : na rua Nova u. 35.
Veiidm-e.4 escravos de meia dade, proprios
para o matlo, 1 prela, 1 moleque de 5 anuos, muilo
bonilo : na rua do Livramcnlo n. 4.
Na rua da Cadeia Vellia n. 1, vendem-se pre-
suntos de Lisboa superiores, pelo preco de loucinho,
assim como queijos londrinos de superior qualidade,
e oalros muitos gneros, ludo por barato preco, que
a vista do comprador se mostraran.
Vende-se urna escrava de meia Idade, por pr-
jocommodo: no pateo do Paraizo u. li.
Venderse um cordao de ouro do Porte, com
30 oilavas, a 4>30O a oilava, chegado do Porte, novo
e sem uso algum e um par do brincos de ouro cum
diamantes : na rua do Cabug, toja de 1 porlas do
Sr. tiuiinaraes, se dir quem vende.
Vendem-ae na rua da Concordia n. 2, saccas
com arroz de casca, por preca mito commodo, e
tambem se vende a mesma casa um banheiro de
madeira com pouco uso, por qualquer preco.
Vendcm-se 5 escravos, sendo 1 ptimo mulati-
nho de idade 18 anuos, 3 prelos de bonitas figuras,
1 escrava crioula quilandeira. e 1 moleque de idade
10 anaos : na rua Direila n. 3.
Vendem-seiindas pulceras de cornelina para
sechoraa I5800,,dilas para meninas a IJslOO: na
rua do Queimado o. 63, loja de Joo Cbrvsoslomo
de I.. Jnior. .
Vendem-se'3 escravas mocas o debonilas figu-
ras, e I prelo de maia idade : na raa larga do Rosa-
rio n. 20, segundo sudar.
NAVA1."AS A CONTENTO E TESOLRAS.
Na rua da Cadeia do Recite 11. 48, primeiro an-
dar, cscriplorio de Augusto C. de Abren, conli-
uuam-se a vender a JOIIO o par (preco fixo, as j
bem conhecidaae afamadas navalhs de barba felas
pelo hbil fabricante que foi premiado, na cx,>osicao
de Londres, as quaes alm de duraren! exlraardina-
riamente, naoeeseulem no rosto na acojo d collar;
veudem-sa com a condii;ao de, nao asradando, po-
derem os compradores devolvc-las al 15 dias depois
pa compra restilquido-se o importe. Na mesmj ca-
sa ha ricas lesourinhas para unbas, feilas'. lomes,
mo ali 'icaute. v^
Vendem-se dous pianos fortes de
Jacaranda:, construcr.ao vertical, e com
todos os melhoramentos 111 als_ modernos.
ten^_yndo no ultimo navio de llam-
1> fin rua da Cadeia, armazem n.p.
Vende-se o resumo da InsToriau?,ftWc
sil, pejo baratissimo preqo de 1^000 re'is :
na rua do Crespo, loja n. 16.
Gropigaevioho
verde,
Vende-se superior vinho verde de 19600 a caada
e 240 a garrafa, assim como lambem se vende gro-
piga da mais superior que tem vindo a este merca-
do, pelo preco de 640 rs. a garrafa, e 4^00 a cana-
da : na praca do Corpo Santo, armazem n. i.
,Vende-se um silio, com om pequeo viveiro,
e proporces para mais dous ou tres grandes, na fre-
guezia dos Allegadas, rua do Bom Costa: a Iratar
na rua Direita, n. 137, 1." andar.
Vende-se urna negra vendedora de rua, muilo
boa e fiel : n sobrado junio a greja do Paraizo.
He muito barato
Chales de larlalana do cores a ljJOOO : na raa do
Queimado n. 33, loja junto a da Fama.
A i$000
Chales de algodio a lila, finos, a 1S0U0 : ua rua do
Queimado n. 33.
Chales
de Ua aseda, mssjma azenda, e padrees iguaes aos
de seda, pelo diminuto prejo de 3500, rooseiras de
lindos gustos a 23600 : oa raa do Queimado n. 33,
loja junto a da Fama-
A boa fama
Vendem-se chapeos de pillia da llalia muilo fi-
nos, para homem e meninos, pelo barnlissimo pre?o
de 136O0 : na rua do QueNado, loja de miudezas
da Ba Fama n. 33.
A Boa lana.
, Vende-se papel mariim paulado o mais superior
qoe he possivel haver, pelo barato prec.o de 40000-a
resma, dito de peso pautado a 35600, dito alroaco
sem ser paulado, pi.rcni boa fazenda, a 25600 a res-
ma, pelmas de ac, bico de lauca, o melhor que po-
de haver, a 15200 a caixinha com 12 dozias, ditas a
610, caivetes linos de 2, 3 e i foi has a 240. 320, 400
e OOrs., dilos.de 1 folba a 160, lapis linos euverni-
sados a 120 a duzia, ditos mais ordinarios a 80 rs.,
canelas de ac e inarfim torneadas, cousa muito de-
licada, a 120, 200 e 300 rl., capachos pintados parn
salas a 600 rs., bengalinhas de junco com bonitos
casles a OU rs., grande sorlimenlo de ocotes com
arni.iclo de ac a 800 rs. o par, ditos da armaeflo de
metal a 400 rs., lunetas qusdradas com armaeao de
larjaruga a IjOOO cada urna, ditas coro armario de
blalo a 508 rs., .carteiras para algibeirs, fazenda
muilo superior, a 640, linas brancas-de algodao,
proprias para montara, a 240 o par, ditas de cores,
fazenda boa, a 400 rs., livelas domadas para calcase
collctes a 120. esporas linas do metal a 800 c 1 000
o par, chicoteai linos a 800 e I3OOO, ticas abfloadu-
ras para collele a 400, 500 e 600 rs., Irancelins pre-
los de borraeha-para relogio a 100 e 160 rs., linleiros
e areciros de porcelana a 500 rs. o par, nquissimas
caixaspararapa640, IjOOO, 18O0 e 2SOO0, cara-
pacas pintadas muilo (las para homem a 240, meias
piuladas muilo finas para hornean a 320 o par, e alm
de ludu isto outras inuilissimos cousas que ludo se
vende mais barate do que em outra qualquer parte,
como ha muilo lempo esta cadhecido : na rua do
Queimado, nos qualro cantos, loja de miudezas da
Boa Fama n. 33.
A Boa fama.
Vendem-se lndissimas caitas para costura de se-
nhora a 29. 39 e 39501). caisinhas muito delicadas,
proprias para guardar joias a 600 e 800 rs., pentes
de marliu. para alisar, fazenda superior, a 19500,
luvas de loreakfom hellas, muilo boa fazenda, a
800 rs. o |iar,l.is de seda de lodas as cores e aem
defeito algum para homem e senhoia a 15200 o par,
penlesde tartaruga de muilo bonitos jui'rStrfTs.yKl,
05OOO e 5550O, ditos de bfalo siifando tartaruga a
19280, e alem de todo isio Uiilras cousas de muito
bons gostos, c ludir por preros que muilo agradarlo
aos compradnos : na rua do Queimado, nos qualro
cautos, loja de miudezas da.Boa Fama n. 33.
Lotera do Bio de Janeiro.
Anda se acham venda algans bilhetes da lotera
54 do Monte Pi Geral, que lia va correr em a Santa
Casa da Misericordia em 2 ou 23 do presente ; a*
listas viro pelo vapor hrasileiro quedeve aqu che-
gar a 3 ou 4 de julho prximo ; bem, como as da
lerceira lotera de Santa Thercza, de que tambem
vendemos alguns bilhetes.
A 5.s000'eGs0OOr!.
caries de camBraia e seda", fazenda boa c de lindos
padroes, dilos de barege de seda com trabados a 85
rs. o corte :. jia-rua do Crespo n. 16, loja da eigaina
Moinhos de vento,
0-1: 1.asde repuxopara regar borlase baixa,
de 01, iiafiiiidicar.de D. W. Bowman : na rua
4o 1 1;.m ns. ti, Se 10.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nestc cstabelecimento continua a ha-
ver un) completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido ,P
e coado, de todos os tamauhos,/paray ^cr;
uno.
Vende- ia tf
esta prara, u0 r
Iralar
NA FUNDO*
/li-
na-
NHEIKO
RUA DO.
FERR, DO EN
DW WNIAN. .
fAS&ANBO O ollA-
Vendem-seem casa de S. P. Jolms-
ton tSiC., na rua de Senzala Nova n. 4 2.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Chumbo em lencol, barra e municao.
Farelio de Lisboa.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiroe Je vela.
Vaqueta* tle lustre para carro.
Rarris de graxa n. 97.
Ti
4mpre um idawraento dos seguinles ob-
elos de merh iiiios>rprios para er. -nhos, a sa-
moencas meiai moeadas da mais moderna
conslruccao xas de ferro fundido c-. balido, de
superior quii de e de tod ,, ns tamanhos; -odas
dentadas pan a ou anima,.. oe (oda)l as pr
cfi<* ; crivos- occaserori, ,ilae registros de bo
eiro, agoilhO. ibronzes, parafo-os ccavilhoes, moi-
nho de mandi :. etc., etc.
NA p&m FUNDALO.
execulam ( s ai ecommen, ,m a i0pero-
ridade j conl \df devida presteza e com-
modidade
VINH J1ERBY EM BARR1S.
Em casa
rua da Sem
f
V
>nVP. JohDton&C,
Nova n. 42.
Velas.
DEPOSITO D\ FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa-de*N. O. Rieber &
C., na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra SLiccosde assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Em casa de J. Keller&C., na rua
da Cruzn. 55 ha para Tender excel-
lentes pianos vindos ltimamente de Ham-
burgo.
Vende-se urna balance romana Com todos os
seus perlencea,em bom uso e de 8,000 libras : quem
pretender, dirija-se i rua da Cru, armazem n. 4.
* COGNAC VERDADE1RO.
Vende-se superior cognac, em garrafa, a 12S000
a duzia, e 18280 a garrafa : na rua dos Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
FARINHA" DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandio-
ca, em saccas que tem nm alqueire, me-
dida velba, por preco commodo: nos
armazensn. 5, 5e7 defronte da escadi-
nha, e no armazem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptori* de
Novaes 4 0.. na rua do Trapichen. 34,
primeiro andar.
Chales de me tino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
ATTENQO.
Na rua do Trapichen. 54, lia para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprios para deposito de fe-
ses ; estes barris sao os melhores que te
tem descoberto para este llm, por nao
exhalarem o menor cheiro, e apenas pe-
zam 16 libras, e custam o diminuto pre-
co de 4$000 rs. cada um.
Vende-se pipas, barris vazios e bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14.
Attencao !
Vende-se superior fumo de milo, cegonda e cape,
pelo baratissimo preco de 3s00 a arroba : aa raa
Direila n. 76.
Potassa.
No anligo deposite da rua da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, vende-se muilo superior potassa da
Rflssia, americana e do Rio de Janeiro, a presos ba-
ratos que he para fechar contas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo mddernissimo ,
chegado do Rio de Jpneiro.
Vendem-se ricos e modernos pianos, recente-
mente chegados, de encllenles vozes, e precos eom-
mod"s em casa de N. O. Bieber & Compaaliia, raa
da Crui o. .
Capas de panno.
Vendem-se capas de panno, proprias para a sla-
to presente, por commodo preco : na roa do Cres-
po p. 6,
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gemenho com pouco dinheiro.
Vende-se brim (raneado de lislras e quadros,de pu
ro linho, a 800 rs. a vara, dito lie a 640, ganga
amarella lisa a 860 o aovado, siseados escures a Irai-
(aeflo de casemira a 360 o rovada, dilo da linho a
280, dilo mais abaixo a 160, Castores de to4t as co-
rea a 200, 210 e 320 o covado : na rua d*Crespo
n.6.
COM PEQUEO TOQUE JE
i de | n,
Blndin rua do Tra-
e 22, vendem-se os se-
superior em caixa
superior em caixa co-
superior em caixa co-
Na casa d
piche-kJ:
v.eui"jC
Vinho de, 9
como i
Vinho'
moem
Cogna vy d
mo emge,.rf
Vinho de Xeresstperior em caixa como
em garrafa. '
Azeite doce de B0iol. o nico verdadei-
ro que ternlrr^fercado.
Salames de Ljrf^Hiito frescos.
Conservas de ll^et de todas as ouali-
! dades. ll-ca '
Mostarda prq|*,erj Diapliano, a melhor
que tem api. 'do no mercado.
Queijo suisso t ttedo pdo ultimo navio.
Os freguezes Velljaosatisfeitos da boa
qualidade dos iJ^pt, como dos
moderados.
precos
pcao.
Na rua da Cader a n. 47,lnja doaSa (Manoel)
vende-se damasco j*ut de duas larsurss, muilo
proprio Sara coberf tw ama e pannos de mesa.
POTAS|*lRASILEIBA. <0)
yende-sef'Hrior potassa, fa- 0
bncada no Ia fe. Janeiro, clie-
gada recenLaite, recommen-
da-se aos seir^e de en gen los os
seus bons elfl fea* experimen-
tados : na ru bCroin. 20, ar-
mazem de W. 1 cont Feron &
Companhia.' i
I
m
l
AOS SENHOftM E ENGENHO.
Reduzido de 640 dan 500 rs. a libra
Do. arcano da Invnao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Ite-linl aipregado nW co-
lonias inglezas eh
de vantagem pira
assucar, acha-sea
libras, junto con o
ga-lo no idiomapo
N. O. Bieber &Coi
Cruz. n. 4.
adezas, com gran-
nelheramento do
em latas de 10
ihodo de empre-
tuuez, em casa de
pahia, na ruada
Vmi u-m-se excellentes velas de carnauba pura e
de c,iiiposi Araeity, pelo commodo preco de 14^500 a arroba :
na raa da Cruz armazem n. 15.
CAF EH GRAO PR1MEIRA
SORTE.
Vende-seexcelldnle caf de primeira qualidade,
vindo ullimamente do Ria de Janeiro, e por com-
modo preco (i vista da superioridado : na rua da
Cruz quina do becco dos Portes n. 36.
ATTENCAO', FREGUEZES.
Cheguem ao que lie bom c barato.
Chouticas.paios, presuntos, alelria, maearrac-, ta-
Iharim, cslreilinlia para sopa, botaclnnba de aramia,
farinha de Maraliho, lodas as qualidades de cha,
bolacliinli.i ingleza, passas, velas de espermacele de
superior qualidade, latas com superior gracha, ccr-
veja branca e prela, vinho velho do Porto, engarra-
fado, Bordeaux, champagne da melhor qualidade,
chocolate, manteiga ingleza e franceza, e oulras
muilas cousas novas, por preco que muilo coarir
aos compradores: na taberna da rua Nova n. 50, que
faz quina para a rua de Sanio Amaro.
Na rua do Crespo, loja n. 13, vendem-se bons
cobertores de algodao, brancos, de pello a IStOO, e
sendo em ppcrilo faz-se alguma diflerenca no preco:
lamhem vendem-se sedas escocezas a 19200 oeovado,
bonitas padrOes e sem defeito.
Superior vinho de champagne e-Bor>-
deaux: vende-se em casa de Schafhei-
tlin Si C, rua da Cruz n. 58.
A EI.LES, ANTES Q^E SE AC BEM.
Vendem-se -Orles de casemira deJinm goslo a 29,500
43 e 59000 o corle ; oa rua do Crespo o. 6.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquas acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-sc ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Cera de carnauba.
Vende-se' aa rua da Cadeia do Recite n. 49, pri-
meiro andar.
Vende-se um cabriolel c dous cavallos, ludo
junte ou separado, sendo os cavallos muilo mansos c
muito costujfiados em cabriolel: para ver, na co-
cheira o. Mefronlc da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, e a trlTar eom Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, na rua do Collegio n. 21, primeiro ou se-
gundo andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PABA VESTIDOS DE SENIIORA.
Indiana de quadros muilo fina e padroes novos;
corles de lila de quadros e llores por prec.* commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina} que
volla para a-tua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4?S00
| ... J) C6RTEW %''
, Vendetn-se na rua do CiaoV ^esquiraque
volla para a rua da Cadeia. V __
Na-na.' ligarlo nv-_e\l'f''arasL 'ar
r^-""- .chegado.; ,;|e^oiT
SOTA
seda de quadros de hora gosl* n, na ^ roa de s
HtfsVFx T* susl0,2-a.e de "os gneros *r
u a 4o00, ditos H? cassaehtli -e m(lneirB ao ,. ?
Algodao de sleupira a 2S>00 e 39 : vende-ac na
rua do Crespo loja da esquina que volla para a rua
da Cadeia.
Alpaca de seda.
- Vende-se alpaca de i
a 720 o covado, cortes
tem viudo no mercado
a 15800, sarja prela hespanhola a 2*400-*.99300"o
covado, setim prelo de Macan a 5SOU e3>20\guar-
danapos adamascados feilos cm (iuimariles a o^600
a duzia, toalhas de resto viudas do mesmo lugaSva
9*000 e I25OOO a duzia : na rua' do Crespo n. 6. "
CHALES DE LAN E ALGODAO.
ES10S A800 RS. CADA (Ji.
Vepdem-se na rua do Crespo loja di esquina que
volla para a rua da Cadeia.
COBERTORES.
Veodem-se cobertores oscuros, grandes e peque-
os, a 1*200 e 720 cada um : na rua do Crespo n. 6.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3000.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla pira a rua da Cadeia.
Deposito de vinho de cham-
f tagne Cha tea 1 i-.Vy, primeira qua- (
idade, de propriedade do conde \
de Marcuir, rua da Cruz do Re-
cite n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56^000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron cj Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas so azues.
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas de Pars,
em casa de Vctor Lasne, rua da Cruz
n. 27.
Ettra-superor, pura bannilha. 1*920
Eitra lino, haunilha. 15600
Superior. 1*280
Quem comprar de 10 libras para cima, lem um
abale de 20 % : venda-se aos mesmos preros e con-
diees, em casa do Sr. Barrelier, 00 aterro de Boa-
Vista n. 52.
Vende-se ac em cndeles de um quintal, por
preco mullo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni i\ Companhia, praca do Corpo Sanio n. 11.
Riscado de lis tras d cores, proprio
para palitos, calcase j aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loia da esquina ene
volla para a cudeis.
Vendem-se no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia do Recite, de lienry Gibson, os mais superio-
res reloites fahricados'cm Inglaterra, por pre(o>
1 s.
11 le-sc encllenle taboado
chegado da America : n
do Ferreira, a eolender-s.
mesmo. V
ra do Carpo Santo njl3, ha para ven-
Em casa deTimro Momsr. & Vinssa, pt j-
der: '
um sortimento com
branco, vindos de *^a_
Vende-se bolach'lba
pelo baralo preco de 40
360, holachiiiha iggeza
lacbinha de soda a 400 11
dades : na padaria ua n.
lo de livros em
rgo.
ararula muito fina,
rs. libra, biaeoln dito a
iOOi., fallas a 360, e bo-
ij das melhores quil,
*Hi n. "
69.
Alaben clama
?0,
uei
presos fa/. comprar, poaj,
calcl engarmtadu, da bo.,
muilas causas por preco "
nao se anime a comprar
izo, acha-se sorlida
[lo conrmodo prejo,
rada, eao ouvir os
rerdade vinho mus-
Ide, a 640, eautras
-, nao havern quem
escravo araos.

appareeea do ei|
da frei:iit'Ssde Agua l'rit
Cllo Bensuell,rr-pi|rereudi
maior de 32 ayios, (tura
cabellas achatados, olfms
vo e ladino, dado a cont
por onde tem viajado, ni'
est embriagado, pernas li
ba, rosto redondo, j (en
gando ao neaeoro que he
pa/cm ha de estar com o 1
spero, o qual foi escrav
Silva UusniM. IrabW.SiVir
lende da cozinha, t^onfori
telha. Desappreo .
cima, m compan< D
escrava denome Mfv"Ca(
anuos, bastante altportaii.
la, cabeca comi.id, fan 1
de cabellos brancos
um denle de meo*"9 C01
rosto comprido, bedo arl
afilado, pea seceos, a dar
escrava o seu aatig
districto da provin
desappareceram ndl* imr
no : por isso roga-s arl. 3
e capitaes de camp,ice, ,
va-los a seu senhnr ,,
no engenho cima, ""
dfbte Minoel Anl
na rua Augnstan.j daver
Do engenho 1 ftt*lc
Yicloria,fugo o pr nao
o qual lem os se^mno
gola, idade 40 ani
na cara, lem nm af'0 a'S
xo superior, bem p^atsro.
medianas, tem utljpertor
de feridas, que ta^ da re
he milito ladino .
urna virilha, pelo PUWlC0
dar sempre com ro,* Pfu<
tul: quem o pr
Luiz Barbalho de
quii Correa de
genho Cajabuss 1
vi, que em qualq| "i..;-1
generosidad.e.
No dia f. do prosita
se do engenho Uthiga de,
bo, um escravo crioulo d
30 anuos, pooeo maisou'
po, cara lisa, ventas espa>
denle, pernas linas, pea
parece, da verilhadircil '
vezes, tem varias costn
costas, trabalha de cas,
campo, he muilo regrisu
em buses de alguem que
leve quando perlencenle
sa-se a pssna em rujo po
de devolve-lo a seu lerr
mos lie bem repajy
- .':eder. ^,
T\P. *
*mk~ e la
I reiro e
ia do dit
11 n \r'
prtaios Hil
r
1
Camorir, Grande,
sc.rsvo Gabriel, ua-
ttioqlo mas ido he,
cor muilo prela,
lados, bastante vi-
las do qne tem visto
e atrevido qusodo
ira fechado de bar-
lorrado, levou um
ir o leoha lirado,
pescoco grosso e
mejor Antonio da
lamber en-
e sabe fazer
dilo engenho
escravo Gabriel a
issaage, idade SO
do corpo, cor pr-
bestante pinlaoa
k palas fontes, lem
0 qaeiio de cima,
io revirado, ,nari/.
aa a) ataos, a aal
rou em (yirabira,
; ambos os escravos
io do-correnle in-
liloridades polioiaes
ppreliende-los e le-
dra de Mello I.essa,
a seu correspon-
do l.cssa, morador
iem recomaieusados.
Jos na edmarca da
r.alcunha Ma.inino,
; he de nar.o An-
lucivo, mdilo pouca
> na frente do qoei-
elatura e grossura
grossa proveniente
iha alguma a berta :
Falo, he rendido de
Iroso, Rosta 4* an-
'e chita ou algod.lo
p dita engenho de
1 no Hecife a Jos-
ir maos, oa noen-
lel Barbosa da Sil-
be gratificar com
ido mez, ausenlou-
ia fregoezia dn Ca-
!'rancisco, de idade
bailo, eheio do cor-
ieico superior pen-
1, rendido, segundo
o de funda algumas
de aroules pelis-
J'o mais servieo a'c
e/liaver dilo a ia
la *** comor es"
>nhor; aatlm avi-
l^eje^cha^a tuja
ipta, aa ppeuilo enco-
SrlT*,f,r1l semelhan
__i
\
-
i
\
>E FABIA
[VCUDIflD [UPflliTninn
**
pfinri


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