Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00792


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Full Text
OT i ni

I
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f
N. 439
M
J^i^U--^*--^-^



'.jiro fe 1830.
* H .?J f\ ... ... y V. J. ..-.. '.
/. ..->.
.... -
DIARIO DE PKitSAMmCO.' jg
Sa^crere. na Tipografa do mestto Diario na Dlrlta N. 97 1. and^ifcMet por 849 re hma folha
ae sabir todos os us otis. .' '-.';. :: n
n ';; ., .;sT
*?
Quarta Feira 28 de Julho. S. Innocencio P.
..
-
---9
'
Preamar as 10 rW8t 54 mmwos ca manha.
ARTIGOS db OFFICIO.

*
Cta da 12. Sessao Ordinaria do
Conselho Mo Governo em 85 de Abril de
18.30, prendas pelo Excellentissimo Snr.
Presidente Joaquina Joze Pinheiro de
Vasconcellos.
Forao presentes oa Snrs. Conselhei
ros Deao Bernardo Luiz Ferreira, De-
zembargador Thomaz Antonio Maciel
Moi.teiio, Doutore Manoel Ignacio de
Carvalho, Doutor Antonio Joaqun! Fer-
rara de S, Paio, e Fe lis Joze Taya res de
Lira, faltando sem participado o Snr.
Francisco de Paula Cavulcante de Albu-
querque.
Foi lida, e approvada a Acta da Ss-
sao antecedente. E fasendo-se segunda
le tura da arbitrio apresentado pelo Sur.
Conselheiro Deao para a lenta emancipa-
cao da escravatura, foi unnimemente ap-
provado pelo Conselho que resoveo que
assinado por todos os Snrs. Conselheiros
fosse remeltido pelo Excellentissimo Snr.
Presidente ao Governo de S. M. I. para
ISie dar a competente direccao.
Fei lido humOfficio da Cmara Mu-
nicipal da Cidade de Olinda, em o qual
expunha, que, pela falta de rendas, nao
poda curar de remover os obstculos, que
eelbe cffeicciao, de abastecer d'agoa a-
ousa Cidade, e que so', prestando se a
Junte da Fasenda a fazer-lhe o empresta*
&9 d2 alguma quantia, poderia ella em.
prehender as obras, que podem fazer de-
sapparccer tao sensivel falta: o Snr. Pre-
iidente ficou de levar ao conhecimento da
Junta a requisito da Cmara, e de dar
parle ao Conselho, se ella anuia ao refe-
rido emprestimo. E deo-se portinda a
Sessao. E e^ifcnte Thomaz Pires de
Figueiredo cJnarJo, Secretario do Go-
verno, e dV^nsell a eubscrgjri. OQ}
aquim Joze Pinheiro de Vasconcellos
Thomaz Antonio Maciel Mcnteiro An
tonio Joaquim Ferreira de S. Pio Fe-
lis Joze Tavares de Lira Manoel Ig-
nacio de Carvalho Bernardo Luiz Fer.
reir. v

A

_,Vista do seu Offiqio de 30 e Junho
prximo passado, e do outro de 6 do cor-
ren te, em que pede providencias, para
evitar, que as Embarca^oes, queentno
neste Porto, entreo os Agentes dos Arre-
matantes de metade dos Direitos da Al-
fandega, e bem assim alguma outra Pei<
soa, antes de virificada a vizita da Saude,
como tem por veces acontecido ; cum.pre
responder a'V. S., que, pelo qu toca
a'quelles Agentes, ja se derao as provi-
dencias em Officio da data de*te, dirigido
ao Juiz d'Alfandega das Fazendas, e
quanto aos de mais individuos, que costos
mao praticar esse abuzo, devera' V. S.
fazer constar por Editaes, que, antes de
vizitada a Embarcacao por essa Repart-
c,ao, ninguem devera' meter-se a* bordo,
debaixo das penas, que a lei estabelece :
e no cazo de contraveneno, sendo neces-
sarioo auxilio do Governo contra os con-
traventores, dar-se ha o pela Polica as
Providencias, que V. S. requiziWr. De-.
os Guarde a V. S. Palacio do Governo
de Pernambuco 8 de Julho de 1830
Joaquim Joze Pinheiro de Vasconcellos.
= Snr. Caetanp Joze Ferreira de Moraee
Vereador Provedor da Saude.

;rwt.
JLLlstrissimo, e Excellentissimo Snr.
Tendo Officiado ao Conselheiro Chan
celler da Relajo para haver ciar, co.nio for justo, a' cerca do preced-
Diento do Juiz Ordinario da Villa de Sc
nhaem, que fez prender o Major Mjj-^/f
Affonso de Mello: e igualmente hei or; J
>[


7*
^Ml-Vtt.
c

(2074)
,..
.
nado ao referido Jujz, que o remetta a* V. Reparticao. Dos Guarde a V. S. Pa-
E. para ser julgado pelo seu Foto. eos lacio do Governo de Pernambuco 13 de
Guarde a V. E. Palacio do Govrnode Julho de 1830. = Joaquim Joze Pinhei-
Pernambuco 9 de Julho de 1830 Joa. ro de Vasconcellos. =fc Snr. Doiitor Lou-
quim Joze Pinheiro de Vasconcellos.-- renc^ Joze Ribeiro, Vice Director do
Iljustrissimo, e Excellentissimo Sur. Ben Curso Jurdico de Olinda.
tarme Lemenha LitiSj Governadr cas
Armas Interino tiesta Provincia.
-
.

CORRESPONDENCIA.
stando a' este Governo por repre-

i

Ustinian. Nada he semelhante a'
i proced ment, do magestade das leis Romanas 1 Vos Uves*
r, e fara' immediata* tes entre os Gregos a reputacau de grande
'
zentaca do Governadr das Armas, que Contiiwcao das mximas polticas d*
V. S. fizera prender e conserva na Cadeia Sancto Bispo Fenelon.
"dessa Villa o Sargento Mor do Batalhao DIALOGO 12,
.de Milicias N. 62 Manocl Affonso de Soln e Justiniano.
Melo, atropellando o prevegio, q-iego- TT
zf de Foro Militar ; cu/npre-me extra* %
ltarTlhe semelhante
qtiTal se devera' abster
mente remetter ao Governadr das Armas Legislador : mas se tives9eis vivido com.
o referido Sargento Mor para haver de ser nosce, a vossa gloria terseid escurcido.
julgado pelo seo respectivo Foro. Dos Soln. Porque havia dar eu des*
"arde a V. S. Palacio do Governo de prezado em vosso paiz ?
Pernambuco 9 de Julho de 1830. Jo* ~ Jostin. Porque os Romanos leva*
aquim Joze Pinheiro de Vasconcellos. rao as lampas aos^GregoS no numero da
nr, JOao Baptista Accioli Lns, Juiz leis, e na perfeieao dellas.
Ordinario da Villa de Serinhaem. Soln. Em que nos tivera5 lies
I vantagem r
I^JAtsfznOO requezlc.ao de V. S., Justin. Noa temos huma infini-
tenho Ordenado ao CoMi mandante da For dade de leis maravilhosas feltas em diver-
taleza do Brr.m, para haver de redeber sos tempos. Terei em todos os secutas a
o DepozitO da menina a Plvora, que glora de haver compilado em meu cdigo
I lie br mandada do Navio de Guerra todo esse grande col po de leis
Fraticez LaBretanne; sendo prohibido, Soln* A Cicero j' ouvi aqu
que ella se cohscrve a bordo, durante o inesmo, que as leis das doze Taboa erao
teapo que ds IS'aviog stao no Mosquero. as mais perfeitas, que tinhao os Romanos.
Dos Uurdea V, S. Palacio do Gover- Nao vos sera* desagradavel, que vos ad
no de Pernambuco 9 d Julho de 1850. virta de passftgem, que estas leis pssrao
Joaquim Joze Pinheiro de Vasconcellos. da Grecia para Roma, e que vierao pri?w
Ilustrissimo Snr. A, Auboin Cnsul cipamtnte de Lacedemonia.
de S. Magestade Christianissima nesta Just'm. ** Viessem donde vicssem:
Provincia. ttieraS muito simpleces, e breves ; pe
A' lo qu nao podem entrar em compracaJ
Vista do Offico de V. em data 6otrt snosSas, que tudo prevrao, deci-
de 9 do corrente, sobre a requizcao, que diro, c pozerao era ordem com admira-
llie fez o Djutor Secretario do Curso Ju- tel distribuicao. '.
ridico, de huns Livros, paiaExar.es, e Soln. -i Qnanto a ixiim creio, que
Matricula.?, e-bem assim de outfos papis, leis, pan* ser boas, que se devem imprimir, a* eusta da Fa simpHoe*!, breves, proporcionadas a todo
zenda Publica, para facilitar os traba!ho$ o pov#* qm a de* e entender, decorar
na roesma Secretaria : tenho a' comim^nit foc*miente, atoar, e seguir a toda hora,
car a* V. S., queja' pr.eveni a* Jrtfo o*A mntenlo.
JufSti, ?- Mas les simpfoee?, ebre*
Vs liafo exercitat as?is a scieacia, e genio
fhwjurisconstiltosy ne'i prf)fandas beb-
as (foestoes swftciente!;<'..!.
9t4on, ^ ContVno, \tine eslava per*
snadido, %ue a lois^rko /^s para cvW
va
Fazenda para mandar satisfaer as Sl.
peza, que se fizrehi com os referi(ds
objectos, os quaes poe Doutor Secre*
tf rmandar, apronta^ debaixo fe sua
r b^ao, e rmerter-me' a.coita, qxte e
a' inmdarnihte ttftt nw iqfoHa
TT


0, |tK


a
(2075}
r;fl" i
tar questoes espifbosas* pana conservar em hum Po-
vo os bons CD3turnes, aordem, eapaz: mas agora
acabo es de me ensinar, que devem exercitar os esc-
ritos subtiz, e dar motivo a demandas-.
, Justin. .-** Roma produzib sabios jurisconsul-
tos : Sparta so' produzio soldados ignorantes.
Soln. i* Eu creio todava, que boas lefc sa5
aquellas, qae fatem com que se nao necessite de ju-
risconsultos, eos ignorantes vivao eo\ paz abrigo
dessas leis claras, esimplices sem serfem obrigados a
consultar vaos solistas sobre o sentido dos diversos
textos, e modo de os conciliar. D'aqui concUo* que
nao sao boue as leis, quanda para as explicar sao
precisos tantos sabios, que nunca sao de accordo
entre si. ..
Justin. Para conciliar tudo he que fz a mi-
nha compilacao.
Soln. Triboniano anda hontem me disse,
que elle foi, que a fez.
Justin. -- He verdade : mas fel por ordem m>
nW Hum Imperador nunca faz por si msala se>
melhante obra.
Soln. Eu porem, que f^einei, julguei, que a
funccao principal d'aquelle que governa Povos he
dar-Ibes leis, queregulem ao tnemo tempo o Rei<
c os mes moa Poros para os faaer felizes* Cordman-
dar exercitos, e alcanzar victorias nada he em com-
] araco da gloria de hum Legislador : mas tornando
ao vosso Triboniano, elle nao fez mais, do que hu-
ma compilado de Lia de diversos tempos, jpie tem
variado muitas vezes ; e verdaderamente nao ten des
hum corpo de leis feitas de prbpozito debaixo d
hum plano para ibrtar os co3tumes, egoverno to-
tal de huma Naco. O vosso Cdigo he huma aolec
cao de leis particulares para decidir sobre as perten-
eces reciprocas de particulares. So' os Gregos tem
a gloria de haver. fbito leis fandamentaes para on-
/av hum pvo por principios tlozoficos, regular
toda a su politie, e gverno. A mesma multido
das vossns leis, que tanto gabaes, he o que me leva
a crer, que nao aspossuisteis boas, ou que nao as
houbesteis con^rvar em sua simplicidade. Para go-
vernar bem hum pvo baSto poucos Juizes, e pou-
oas leis. Pnteos homens sao capzes de sar Juizes t
a multido das leis nao he menos perniciosa. Logo
t|ue ningaem asentcnde, ninguem as observan O)
11 urna vez que sao muitas1, os ptevos avezo-se a res-
peitalas n' a>parencaT e a as violar d&b especiosos
pretextos. vaidade as faz produzir com fausto ;
u uvareza, e outras pixoes as fazein desprez^r. El-
las soobjecto de recreio pela subtileza dos *t*8
uuo as explican a seu bel prazer,' e na rasa to di-
nheiro das partes. '. >
'ahi nasce a chican^ que he hurrr monstro
nascido para d evorar o genero humano. (2) Bu jul-
________________..------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------* ------------------------"
(1) Qui-'er-, que os Snrs. Parchos explicaban
tollosos Domingos a Constitu?* a setis Freguesas.
Quando chegassem no Art. sobr a Reltgifto dtflrn*
perio teriao occasio de ensinar a Doutrina Evang-
lica, epnesanaoa todos os misar. far.o sobre el-
les asiellexes, e esplicacdea, accomodadaa a cs-
Hdatte' do auditorio. Creio,- que isto Ins sena
nais lotivavel n cite, e ma'fe proveitoso a a* Poros,
io que o que alguns pratrcSo pela swcrassiasima ig-
norancia, que he fctirem'-se defehs;oi febslutisino emdonversar^esparticularJPKe. c.
if mistr, cu* esses \hgaVios, q>e ***g Wt*J
diefruemadcsehgnar-sp, qurubss* Gonstitt1$a",
bem longe de ser hu crime, he a le
Brasil*
ratita causas patos enaitos. So' me parecer 1a* a
leis do iz, em que nao houverera demandas: (JJ*.
em qufeaqnellaspela sua bre^idadav a cMreza evifca-
rem todas as truestes. Nao quizera nem'dispone!
caes testamentarias) nem adopcoes, ero, e^dosdeS)
dehemneaa, nem Sbbstitui^es, e tt-oeas. Quizera
to somente huma exttmecao mi limitada de trra
para cada.fiuntlia : que este bem fosse inaUenavelj
e que o Magistrado o repartase igualmente palpe fi-
lbosi na eoriteirmidade da lei^ depoiB da morte da
pai. ;'"?
Quando s familias se muitiplicassem arruto ai
propor9odo terreno ; eu nrandaria mima parta do:
pvo a establecer huma colonia emalg'um ilha de-
sertan (4) Por esta rgra simples, e breve exCusava
todo esse aparato de leis, e so' cuidara em' reglal-
os co9tumes, educar a Mbcidde, avezando-a a so-
briedade, ao trabalho, a .paciencia, ao desprezo da
moleza, a coragem contra as dores, e a morte. Is-
to valeria mui tomis, do ijne satilfzar sobre os
contractos, e tutellas.
Justin.Vos rom estas leis to seccas trns-
tornarieis o que ha de mais engenhosp na jttrfepftM
dencia. .
Soln. Eu antes quero leis singelas, duras, e
eelvagens, do qu huma arte ertgenhOa de pertur-
bar trartquilidade dos horneas, e-corromper b fifft^
do dos costil mes. Por esss leis he, qrie t vosso IrH->
perio se fez to ca>barde, tao,afeminado, toTelax-*
do,, e indigno dos antigos Romanos, cjue se asse-
melhdvo Os Spartanos. Vs nao fo-.teis rnis, qu*
hum velhaco, impio, malvado, destruidor das boas
leis, hum homerrt vby e em tudo falso. O vosso
Triboniano foi otro malvado, igualmente dobl^ j
dissoluto. Procopio vos desmascarou a ambos. MaJ
vamos ae 18. Ellas so' merecem este nome, quan-
do sao fcilmente concebidas, cridas, amadas, se-
guidas, e so' sao boas, qfianao a sua execucao tor-
na os povos bons, e fezes. Com a yos3a faustosa
compilarlo a ninguem zesteis venturoso : donde
concluo, que esta merece ser queimadd. Ja' vejo,
quevos cscandalizaes. A Magestade Imperial jl-
ga-se cima da verdaie. (5) Mas.a sua sombra: rtao
he mais do que fema sombra, a quem se diz Jer
dade iicpanemente. Todava eu me retiro para so-
cearr a vossa bilis exaltada.
s ;
<
Is^to so'
' '
-til
(2) Ora
ioupilha
^e de ser uuia
^raoSMo B|s
,. Ucprovar
ipo Fenelon da-me visos de far-
\a ckicana- le tirar a mama a
maior parte dos Snrs. DezembargadoreS.
dixhum farroupilha.
(3) Misericordia! Quem1 tal e=peraga. ^napfoi
feriase hum Bispo tSdsbio, virwoSV? Sm de-
mandas pode haver feficidade soor A tarta ?
(4) Se eu fura o Gverno pega va de todos os ftVT-
miffmdasinstiuficoeslvberaeS, ap^reSiWtaw corn
elles em a ma cotoni? cjb Gov*iT*> fosse o tys*o o' absolu-
tismo. Poda se-rte dar nome d rtuvo Estado dos
Comimebs, ou o Imperio do novo K' Mbrt Oncl
Thoma>;." ;
(5) Felrameflte o JtrasH posau hum Imperador,
me fotfa ih; esutar a verdade, remetida, tfu
lh'a dro francamente; hum m'mador m fttt?,
que he o Primeiro a Proclamar aos Povos, que nao
queirao otra cauta, se nao ob principios liberaes.
O Cruzeiro, Amigo do Jftmcf, e -msis sucia Cblurm-
nist tem mandado o contrario : a des^ftKja he nSo
estav-mos pea palavrado d Suas M^gestades Cd-
gumelns, q ^
$Nr. Edictor.~ Valhame a sua Tipo^rafia, va-
lha-me o seu Diario, sejao elles o eco, qu^fetum-
bem', ou repitao os meas clamores! Fez^onteai



sproraj
Jury, nao entrn 8 causa, em que dte ser chamado
3 Pratico para justificar as delapidacoens do impo,
e-eorroiaptdffccrivo da Intendencia! Que he is-
to, Snf: Edictorf. come apenas se ouvio falar no sa-
crilegio poltico de rpubar a Naco, nfio se parou
comtudo, e nosecharaou este Pratioo ? Sera'do'
do pratico, elle agradece, que tem bom corpo para
pagar a impozico, sofrer a prizo, e depois o que se
j%ar, competir de injuria no figuro, que em caso
adverso, se for conforme ao tamanho, pobre pratico !
mas Snr. Edictor, descubra-sc este segredinho, cas-
tigue-se ao Pratico, ou ao Delapidador, imprima es-
tas hnhas m ver*#o 8nr.Juie de Direito para a nri-
ineira Sesso faz parar as caucas particulares, e'en-
trara Nacional; e com isto servir' a sua Nac,o e
obrigara' ao
' Pratico matriculado, de For a de Portas.
Preciza-se de huma: pessoa que Intonda do ser*
vico le Padeiro,' e que teuha corpo para todo o tra- *
balho do mesmo, e tobem hum eseravo, com prin-
cipios do mesmo oficio; quem estiver ns circunstan-.
cas dirija-se a ra do Colejo loje de louca e vidros,
que lhe dir' quem perciza. '
Qulquer Snr. que tiver alguma Embarca cao, e
que precise de hum homem para Mestre e taobem
pratico que sabe todos os portos ate* o Aracati,
varios para o Sul: anuneie por este Diario.
Para mui perto desta Praga preciza-se de hura
homem soiteiro, e robusto, que se sugeite a ser.feitor
de hum cilio irabaihaado ueenxada, e que entenua
do tratamento de meloens ; quem estiver nestas cir-
cunstancias anuncie a sua moradta.
H3
A
Mximas e Pcneamentos.
verdade deixa aos Governes asas enojados
por si mesmo, ainda desacompanhada de terifios
gros.
*+ O Rei, ou aqelles, a cujo cargo esta o Go-
teiiKrdos Povos, que desejarem nfio ser er engaa-
dos, devem sempre estender a comprehensao alm!
contenta. M Devem ter por til aquelle sujeito de-
enteressado, que Ihes falla aquella nguajem, que
pao he lisonjeira, que mostra a verdade toda, despi-
ca de apparatosos traios.
~ O verdadeiro Monarcbe, que he todo dos se-
os subditos, e a elles se deve dar todo, antepoem o
em do seo Pov a sua propria reputado.
- | (Do Escudo.)
Amzos Particulares,
PRiciZA-se falar com o Snr. Grabiel Joze da
Costa parase lhe entregar huma carta vinda do
Jftaranhio, e como se ignora sua moradia o dito Snr.
A* pessoa que psreizar de hum homem para oa-
aeirodeloje, armazera, ourua- dirija-se a Solida-
re caza N. 34.
Preciza-se de hum homem de bona costumes
3ue saiba escrever bem, contar, com idade de mais
8 40anno9| que se queira suscitar a ser caixeiro
m hum Engenho e ensinar dois meninos as primei-
ras letras, ao Sul daPraca oitolegoas; diriia-se a
*ua d'Agoa verde sobrado D. 10.
O Mestre Alfaiate Antonio de Souza Duartepa-
ou o seu estabeleci ment do Bairro ce 8. Antonio
para o do Recife ra da Cruz N. 47 1. andar de-
ronte do beco da Lingoeta; quem quizer utilizar-
fe de seu prestimo dirija-se .a mencionada casa.
Os Bilhetes da Lotera ja anunciados, a venda
jna Loje de Ignacio Joze Marques Braga, ra do
Crespo, e na de Antonio Alves de Souza Carvalho
ra da Cade, no Recife; sao com abate de 25 por
cento. r
Pedro Joze Ferreira de Brito anuncia ao publi-
o que no da 24 do correte huma negrinha criou-
Ja e segundo lhe parece cativa, lhe deo hum anel pa-
ja guardar de abraco de 3 voltas 2 pedras, e co-
mo supoem ser o dito anel furtado por isso faz este
avizo para a peasoa a quem lhe faltar dirigirse a
ra do Livrainento arma*era D. 2.
Comprarse,
ODecionario Latino, e Portugus : na ra do
Rozario no Escriptorio do Escrivo Joo Ca-
valeante de Albuquerque, ou anuncie por este Dia-
rio.
Venderse,
HUma canoa de carreira em muilo hora esta-,
do: nu principio das cinco pontas sobrad o
\J% 04.
Hum moleque inda novo, sera vicio algum : no
Forte do mato Armazem N. 8. .
.t -
Alluga-se, ,
TTUi preto bucal para servico o mais liviano de.
1 huma casa de pouca familia, semanariamente:
anuncie por esta folha.
Arrendase,
OU vende-se hum citio com grande casa da pe*
dra e cal, estribara, bastantes arvores de fruto,
trras de plantar, todo cercado, tobem com capim
de planta, defronte da Igreja de N. S. Guadlupe
na Cidade de Olinda : no mesmo.
Perderse.
DAPassagera da Magdalena ate' o Recife hura
cao pequeo finglez) cor de castanho e branca
com orelhas compridas, a pessoaque o tiver acha-do .
e o. entregar na ra da Cadeia do Recife N. 6
receberar4#000 rs. de gratificado.
Viagens
PAra Bahia sgue viagem impreterivelmente
no dia 30 do corrente, o Brigue Braiileiro De-
fensor da Patria ; quem nelle quiaer carregar, diri-
ja-se a El. Ricou & tuuleau.
Aptas de Leitc.
A' huma erjoula forra, sem ter cria : na ra*
Nova, N. 39,1, o andar.
H
Eslavos Fgidos,
DApw, gento de Angolla, ainda novo, estatu-
A tura regular, cor retinta, com hum talhe no ros-
to da parte esquerda, e dois denles de menos da
parte de suna, idade de 30 annos, e pouca barb,
tupido nflLa 23 do corrente com carniza de baet*
encarnada^urta, esiroula de brim tabem curta:
" JFg^woro levem-o ao beco da Lingoeta ca-

Pemambuco na Typoj/rqfia do Diaria. '<
A.


Full Text
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