Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00787


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Full Text
Y


i
/ ...
N. 434.
'

Anncrde 1830.

DI AKIO BE PEEIIAMBUCCK
_. i i\- 4- TV.*** N 907 1. andar em aieies par 649 res kuma lha
S-sVaereve-se na Tipografia do noeanaa D^rw roa Dire.a N. a** r
4\a saatr todcs os di*s atis.

Quinta Fkisa 2 de Julho. S. Mara Magdalena.
Prsajszr as $ horas e
6 ffitnKto* da manha.

r
1
AUTIGO ej C5TICIQ.

peixe, poderia abastecer deste genero
esta Cidade, e'que elle requera ao Con-
t! ho a sua attencao sobre esta materia ;
resoWec-se omesmo que tica-dito acerca
%?k da i0.a Seg<~5 Ordinaria do
Con-elho da Governo em o 1. a Margo *.*.*.- _
de 1830, presida pelo Excelientissimo da indicacao do Sair. Deao a respe ito os
L.! esiiente Joaquim Josa Pinheiro Indios, e deo-se por finda aSewao.^ Eeu
de VatconcelrOs.
Forao presentes os Snrs. Conelhei-
r Deao Bernardo Luis Ferr ra, lie
embarcador Thcmaz Antonio Maeiel
Ho-cidro, Doutoral Manoel Ignacio de
"10, Dojtor Aatonio iaqfoim Fer-
Carv
n
I.-,
Fetifi Jo::* Tavares de
reir Lira, eJoaqurm Joze eMhanda.
'Wci Kd, e approvada a Acta da Ses-
sao antecadante.' O Sar. Dca3 ndiaou,
que, sendo igualmente dz competencia do
Consslho melhorar a sorte dos indios, e
sendo deploravel a dos dssta Provincia,
abandonados pelo seos Directores, ou an-
tevexados, e obrigados, como escravos,
a* trabalhos era proteico d taes* Directo-
res, eiie recia mata a attencao do Conse-
o sobreestsinfelices, que tao proficuos
poden tir a eer ao Estado : M resnlvido,
que caca huisi as Snrs. Conche i ros,
. ccl: ::.-o bem o negocio, offereces-
tscr;2 r.s ijm reflexes ao Conselho.
O fcrr. Doutoral M:;oeI Egncio dis-
-#, rv;;,; LrJ paifua, qu <* Art'
Si da O -..i de Le de SO'da Otbro, que
incumbe lo Ccnselho fomentara Indos-
tria, e Csmmodidade Geral, se poda tal-
vez fazer extensivo a' pesca, e que sendo
os ros, e Costa da Provincia abundante*
jirpea de encllente pescado, todava ex-
ri::eitava falta, e excessiva caresta
[te redero, c-ue poderia fazer grande
varia to sustento do Povo, s'seempre
se r.lL ..ca arte, e cridado ein promo-
ver a ps aria cm lethcdo, e r8ue huma
f-itoiia eatabelecida a Ilha de Fernando,
cvjA Coca i.assuz abundante o vanado
Vicente Thomaz Pires de Figueireo Ca-
rnario, Secretario do Governo a subscre-
vi. = Joaquim Joze Pinheiro de Vas.
concelhs------Bernardo Luiz Ferreira .
Manoel Ignacio de Carvalho Fehs Jo
ze Tavares de Lira Antonio Joaquim
Ferreira de S. Paia Joaquim Joze de
Miranda Thomaz- Antonio Macid
Monteiro.

CORRESPONDENCIAS.

&Nr* Edictor. linguem ha' que es-
teja izeto, e ao abrigo da Calumnia, e
mordacidade. Lendo o seo Diario N.
369, de Terca feira 27 de Abril nelle yi
iudisf ratamente expendida a maior f^'
Calumnias, que ja' mais poderia forjar a
intriga contra a innocencia de.Fre Jere-
mas, Religiozo Capuehinho, a quem se
ha' feito a injtjsta a^f oicao de inconstiU-
cioalidade^. e oppcsicao ao sistema actu-
al de governo, sem que possa isto ter \u*<
ffar eia seo jenio de filantropa, franque-
za, edocilidade. Este verdadeiro Apos-
tlo de Jezus Christo tendo com muita e-
?udi^ao, e prudencia pregado a doutriria
Evanglica, nao so* nesta Matriz de Rom
Jardim, como aas Queimadas, Serra Ven-
de e Palma, filiaes damesma, ouzou,
dando nao equvocos signaes da Constitu-
cionalidade, e com Apostlica resolucao
increpar sem intermissao oa rcubos*, e s
sassinios da guerra-intestina do anno de
1821 perpetrados neata Poveaceo, c Pal-
ma, entao foco das rnais hrrivei roci-
^-"'V
*


(1054)



dades, ameayando oom a Justina, e casti-
go eterno aos homicidas aqu, e al es.
pectadores.de sua pregacao, cujas armas
tensivas, punhaes tintos do sangue in-
nocente, tal vez (diziaele) anda alrsa
achassem. Essa a Iinguagem do fadre
feem attieia dos liberticidas, que promo-
vem o governo absoluto, e arbitrario, e
em quem aquellos sceeradcs encontrad
todo patronato, pelo menos indiferen.
ca. De certo que o boni Religioso nem
publica, nem privadamente aos de sua
umior intimidade declarou, ouemittioa
sua oppiniao potica, mas cxfructibu
em-um cvgnosCeti* eos ; e so* accingide ao
espirito Evanglico procurou dewsmpe-
nhar a sua tarefa Apostlica em tudo
quanto he compativel, e concernente a
seo ministerio oom tanta persuasao, e e-
nergia, que nenbum de sua especie em
tao curto periodo de tempo consegueria
uiaior reforma de costumes em augmento
da Reljgiao, servndo de edificaba a to-
dos, a quem a sua auzencia, e exterminio
eiV de eterna, e saudoza memoria.
^Por tanto Sr. Edictor. Perdoando a
muiha ouzadia Ihe faco a advertencia de
ao publicar taS incessaute, quam indis*
rretmente socuzacoes contra qualquer
individuo, devendo antes suspender o seo
juizo athe a perfeita conv^aS, em alten-
<;ao a diliculdade de reparar quajquer o
seo crdito.
adhezao ao actual sistema de governo
nae porque emittisse a sua opiniao, mas'
pela severidade cam que de (lia em da re-
prehendia aos seelerados quena guerra
intestina commetterao atrocidades. Boas
Jardim 9 de Maiode 1830. !*
Entretanto se digne inserir era seo
peridico, nao so' esta mal exarada, has
ingenua carta, como o seguinte as*i#na
do, aaendo nislo grande juslica a ino-
aeiusa, emaior favor, t salis&yaS ao seo
Venerador e assignanU,
Feliciano Peveiradt'Lira.
Vigario de Bom Jardim.
_jM defeza da innocencia eumprindo a
Rs^abaixo asignados reparar o crdito
do Padre Fre Jeremas, calumniosamen-
te poropjmoes polL5 infamado, e em-
eonscqiWia desa ProT-ncia exportado,
eo:r,o por exterminio, usamos para con*
viccaoda mentira, e evidencia da verda-
deofferecer ao publico o S2guinte assW
nado, protestando que acuelle Rehiri
em o tempo de sua Apostlica Mimo oes*
ta Matriz de Bom Jardim, Queimadas
Palma/ Serra Verde* ePassassuaga se
conduzira nao s cora a aiaior daceneia,
prudencia, a irrepreheasibilidacle de cas*'
turnes, mas ooi nao equvocos indicios da
Em que nos escandeIiaemo3 pela coi-
recao Evanglica do nosso Reverendissi-
mo Correspondente, dizemos, que segn*
do o seu modo de pensar seria necesario,
que qualquer Redactor ivesse hum co-
nhecimento perfeito de todos os individu-
os, de quem se houvesse de fallar na-sua
olha, o que he.hum impossirel: tuda
quanto esta' ao nosso alcanae he nao rece*
ber correspondencias de pessoas impasse
bilitadas de satisfazer a Lei, e ninguem
nca maculado pela Imprensa, se-adiando*
se em sua consciencia sen culpa, procu*
ra o recurso, que a Le Ihe deixa; exceiw
to se, como a maior parte dos nossos De-
zembargadores, julga abater-se, compa.
recendo psrante Jury, oo muitodinJnu*
ta a sahsfacao, que a Lei ffrece. De
wais, queremos crer, que o tai Italiano
rpr. Jeremas se portn muiio bem na fre-
guezna do Bom Jardim e sucs glraes ; pe*
rero ca pela Cidade, nos viniog i,-SSOaj,
de quem nao pode ha ver suspella dos seus
sentimentos religiosos, e que nada tem de,
exaltados em materias polticas, assere-
rarem, qUe o Italiano nao a pensava a
aJIava coreundaticamente, (o que he tao
cemmua. em Frade Europso, como sino
Wi Igreja; como que ate era de huma
conducta rrlaxadissima ; que taober
attastao seus propros Irmaos. O certo e
muito certa ba, que vs os BrEzileiros es.
cuzamos Padres Iuanos, Napolitanos, "
Haspanhoes, Francase., Portuguezes,
ou de qua^uer outro %ldo da Europa,
. onde seja dominnis a i;os=*a Santa Re-
tholiea, p,:ra nos pre^arern o E-
vangelijo, e nos acanca!har:n'as virtudes
socaes, apor isso por mrt qualquer desses Estrar.geiros, a sua reti-
rada oufica nos parecer de eterna e sau.
noza mamoria,. se na3 guando eiles nos
Jevaram a chelpa, que vaS gastar la pelas
anas trras, descoropondo-noa, e rindo a
custa dos tollos, que lira derao, o que ia
tem succedido. Fa9a os Snrs. Parlos.
Cpermttta-nos o nosso Reverndissiaio cor-
rcspondeuto a admtanaia, que na





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Tf^r-
--


f
fe***
C2055)

r

taberco, ce iba toea) s sea dertr, nrt>3trem tioie cle-
tempenho algum(patriot5mo, e zelo pelo bem de seufe
raroqiaroos,. e tudo hira' em, sem que sejao ne-
oessarios os Frades Italianos bons, ou mos.

:, ..: r

KSfNr* Edictor, ~ Hindo a poneos da vlzitar lian
amig que a tiempos o nao Via acheio ocnpiadisimo
eoai certa acrita quemuitegabou de importante, a
qual deu-aie lofo para 1er ; ento vi que o homem
e empenhara en faier huma galante comparado
das diferentes-partes, que compoem o corpoiimano,
cora outros taraos que elle quera pe formassem o
da Naco, a que deu mu apropriadtis signrfkacoefts;
Li ena fim o contaujo nesse papel, qae iendia mos-
. rar que o corpa fizico padeca logo quealgum de
eua membros se achacem oWstruiaos, o afectados
4e algum mal, e assim o corpo moral &c. E qnaodo
acabei de 1er, vi loga abaixo a tal descricab, que es-
lava ordenada nesta orr.-.a m
Corpo humano. Nacab'.
O Cerebro. O Imperante.
Os Sentidos Corporaes. Os Mmwtros da Estada.
O Coraco. O Corpo de Agricultara
O Sangoe. O Corpo o ComeTeio.
O Figado e Bofes Os Senadores, 0 Deputados.
4) Fel. A Justina.
A qui parei Snr. Edictor, e.nao tiva maia vontade de
ler o resto, e com o maior gosto dei hum apoiudo tao
forte, que orneo amigo estremeceu, elogodepois.
lie dipse-me ; bera entemio o tosco reparo A Jas-
aca bem administrada irrajto concorre par o explen-
4or/da Naco, edeThrono, mac e!U hoje. hoco?
^heridamente canchrozu, morph*:ka? e finalmente
o maior contraste, que f.em a Nacati por que he
fluito mal administrada, e he por :*o qvca no tosso
pensar ella motees actuctrna:^- o no;::* de fel em to-
da a sua ealervfac ; ^erqus e:n*alg<:r:i tempo a Jus-
*ica so' fo: amarga, a aqaeie i~je era verdadeiio Reo,
a hoje nao so' he foi para o eriminzo pobre, como
para o proprie innocente : sesitn os factos o aitestao
fallo por mira.
Estas nenexee, Snr. Ediotor, mercordao as
grandes injusticaapruticadaa indirectamente por cr-
10 Juiz Ordinario, que porser le> procurou hum
Aececor para o guiar no eiereicio do sen Emprego,
a chainot para isso a hum Zanguo, Advogado em
ratoneiras, chamado Jeo Canella, o inaior zorra,
que tHi a Fic^uearia do Cabo, o qual fas o que qner
ms charradas Correiooens, que o Juis fas dentro do
seu tenvio. Eis os factos.
Ha' er.nov 9ue 2 mentiros de 6 para 7 annos
de idade ter.do vindo a Semana Santa ema Igreja de
Ipojucai tentasao repetir algum doafacts, que vi-
rio neses dias de Piedoza rcaordacio, para oque
p:ntarao huma Imagem Ao ChristO e com ella fizerao
toda a sua fcaia dentro d sua propria ate no luarar
deN. S. oO\
O Canella que tinl'a cede n'humas patacas de
hum Padre ce^jp, quep.'r^ Mora rrHiijau hum corpo
de delicto h\',caatof e por ele tirn Omma Devala
tomando per prcexto, queamagena pintarla, que
servio na fesUi o rneaiaos mais se pareca com hum
Calangit>, do que co;:i a figura de Christo, publican-
Jo que isso nao s erar caso digno da Uevassa como'
le acuzaoao mo Santo Onaio. Ora veja-o que Cai-
pora m fim tirou a Devala e faz o pobre Padre
pagar 30 c tantos mil reis,' de casias, porque hurri
dos meninos era scu escravo. O Fadr4 no ftiror dos
indirectos dUse que o caso nao r de Devaca, e que t
o pretexto tomado era miaeravel, emuito irrisorio :
isto bastou pira o cnnella de ferro organizar imsao-
liac'.a-Ttfut? sutro iuiirecto qm jsiir^i* contra ^
Padre por haffer dado buai'a minw hum imponi
em outra a porta desse Padre ; e por isao o crimi-
ou nessa outra Devaca e o feg pagar 0& mil e tanto*
res, o que elle prontamente sacisfes com medo, qu
oCaneJla formasse hm tercevrt) indirecto. Sur. B
dictor, os taeS indirectos do faaioao Canella tei ot
ronzado agente daquelle term, e dado mandinga
para arrancar disso temtido. laftta ufana, x(a estando em certa
roda da pessaaa que oouvie slisse elle que com oa
scus indirectos era capas de arraear tado : porne
eio milhores e tinhao raais foroa qe os feitos peloa
Juizes de Paa, mas havendo quem lhe dicesse que
prezenterntnte os corpbs de delito deviao ser feito *
por esses Jaizes segundo a Lei da Assemblea Legis-
lativasancionida pela Nosge Imperador, respondao,
qne rjao fazia cazo desaa Lai^ que havia sempre ti-
rar as Devanas como lhe parecesse eque nem o Snr.
Franca (o Corregedor da Comarca) lhe havia eaipe-
dir. O tom grave e decezivo com que assim .falou
, *e tamanha impressao em hum tollo Indio, que o 011-
Tiafalar nos indirectos, gtsahio iinmediatamenta
dah e foi gabar a nrulher opuder e forca dos indirec-
tos, eatal excesso chegou, queindo Baptizar hua
Bino pedio *o Path-e que lhe pozesse o nome de In-
directo ; por que com elle o seu filho havi de s
ham homem muho poderozo, grande, e respeitado,
eque havia de ser Ministro por for9a sem estudar
nos Livros. Ora veja Sr. Edictor que forva tem os
indirectos o Jtmo Canella que o Padre fas tremer
e ao Caboculo vontade de por como .nome p'ropri a
eeuiiho. Forte Canella
S Ao mamissimo temp que eHe teisou o Padre
innocente em taes delictos, proteja abertamerite a
ham ezecravel crimiftOzo criouo Loureco Admi-
inistra-doT do En^enao Boacia oqaa inlrigando-ae
.onvlnsm Lavrador do mesmo Engeoho armou a Fa-
. br|ca e alguna forros como maior insulto e barba-
ridade caso nunca visto? e as 9 horas da noite demo-;
lio a caza desse homem, e Sanzalla dos escravos:^
esse homem tinha familia, captivos, fiois &c e n
satisfeito com isto deitou fogo ao resto dessa caza,
liara ali na harer mais signal della ficando a'fami-
lia de pobre homem no campo eo preo satisfeito do-
ler cometido hum tal delicto, e por' a protecao do
6nr.;Canella nao sei se se tirou Devaca pois tinha*
coreo de delicto feito pelo Jui8 d Pas-respectivo, e
c*ta*obom do criouo impune, porque entontrou
cleceziVa proteccao no seu amigo J0S0 Canella. Que
desgraca! Sofre-se isto Snr. Edictor,! O innocente
espezinhado, eberiminozo contente, e rindo, .i !!
E como se achaprezentementea Just5a tao mal
desempenhada pelos seus exeutores que fas constan-
temente o innocente gemer, o offendido gritar, e o.
criminoso bailar. O Governo nos acuda com pronto
remedio para o fel da injustica, seno tarde, ou
nunca se colherao os fruto, os bens que a Santa
ConstituicO nos ouiorga. Tenh paciencia Snrv
Edictor, querr dar no Seo Diario hum canto aestaa
linhof que lhe ficaja' agra*decido o seo afeicoado*

*
Correio.
O Cobista.

IKla dmlnlstraco doCorreio Garal dest* Ci-
dado, se fas Puhlieo que parte desie Porto para e
do Aracati no da 31 docorrente a Suamca Concei-
f~\o Flor do Mar deque he Mestre Joze Rodrigues
reir as cartas ger;5o lansadas na Caixa G*ral aU*
aa 9 hora la noite do dia anteceden*
'#
/
-***
m*


*w
--: v


%\
(Sftfi;
Aviaos Particulares,
G
EofiOS Gib*on, Corrector Ingles compra,
vende, moeda deojroe prata, e diaconta bilhe-
tes d* Alfandega, e Letras de boas firma, na casa
de Cambio ra da Cadeia de Recife N. 11.
O abaixo assignado vendo o cruzeiro de Qurf*
ta feira SI do corrate fas sciente que as dufes Letra i
administradores da casa do anunciante & Covr.v
i&iaforo dad 33 em pagamento a Antonio Joiqu i
da Silva Gucaraens por huma Letra que se -cas *
jaem mao $p dito C-uimaraens ja vencida a< ta r *
Jo dito anunciante 2f 'Coir.panhis, e a iria* fe'
to Costa quer por no enunciante, devora* res- '' '.&
elle e por era quanto Suspendo o tnais queteaho a
dizer a este e outros respailes.
Joze VLcnoel Das.
A cas do beca da Bomba D. G anunciada ca: a
sdugar.seno Diario N. ^3, acha-ae arrendada, *
pago o seu arrendaiaento'ate 17 de Deaembro ci
corrente ann, o que se previne ao Publico para in-
teligencia de qusm hover de pertader o anunciad*
aluguel.
Precha-se ce hum coinhelroque citem.'a direc-
tamente de eua occir:ago, e que d informado da
eua conducta e cajjaciaade a pessoa que esiver r
as circun9*".ncja3 dirija-se ao Aterre da Boa-vi*
2V. 29.
Dereja-32 fallar ao Snv. Antonio Alves da Sil, i
?indo de Saltes na Escuna Trindade e liarlo >
2828, para te lheentrcgar huma erncenieuda, e cor
mo se ignera a eua acistencia rog-se eo rnesmo Snt.
queira anuncia;- por este Diario, ou dirigir-se ak.i-
o do Ber^anLim AlcrSrJfSrrcTa'do tomt- dotirco
da Coriceigao.
O Joteq-jim de ra do Rciario caza D. 6 qu<- ir,
denou::?!;.. Hueco da Onga, se abro de n0ro
com rebrma de hens cafes, e alinocos 3 bifes e So
ar 09 rs. pera urna pesaoa, reforma Se caza* de
tabaco grandes e pequea* : na tu* do Qteim'ad
Lije de urives.
Hun negro do gento de Angola, proprio para
o servio decampo, muitosadio, esem vicios: na
ra do Cabuga' casa D. 5.
Pora fora da trra huma negra crioula, moasa,
coto, cozinha, c sera vicios : no sobrado pegado a -
greja dos Martirios N. L
Bixas efectivamente, de muito boa qu&Iidade
ehegadaa as ultimas embarcados* do Porto, c Lis-
boa, a prego de SO rs. a 320 cada huma, e era por-
gos sera' muito mais era ctnta; na venda grande de
i portas, da ra do Vigario N. 22, de Joanmi
Pirca de Al mei da-Lopes, na esquina que volta para
o Forte do Mato.
II urna, mulata, custnreira, engomadeira, cu-
inheira, seni vicio oa molestia : na Praga da Boa-
vista co I. anuai da caza que fica entre as 2 3oti*>
cas de 3 oras da tarde em vante.

Alluga-sg.
T^Sceavos acostumados na Agricultura :
ii^de 8. Rita nova em casa de Manoel d
Inojota.
Hura escravo a prego de 940 rs. por dia e comi-
da quai o iver dirija-se a Praca da oa-vbta casa
D.115.
na ra
do Carra
uipreliencoee.


^JO.rjiA 8 do corrente foi aprehendido pelo J\rio
. x de Ves de tamaraca' urna Barrica de V inho,
eoutra de nianteire, dizsndo o Canociro de (!aem o
?is toaicu, que tinha sido de urna Canoa que foi a
Costa ccn.'ror.s a For:aeza o Buraco ; e'oor isa >
rega quera lr 33U cono dantlo c ^t.zv oertoi sjra'
entregue.
Achou*ss>

NA iajdbvgada do dia 20 do corrente hindo, a
diregap da engente hum betc piqufno, enta-
JHUI----------------[-... ~..~~ fv*"*"^ .V-.V.....U. .1. WM| m; ^.v h ~..vyu^ ua tllACIIVC 11U1II UvlV 'IljUflIU, CllB-
raso, beas petiscos, e da-se jan'ares par* fora e, ouadD o fundo de taboas sobrepost s, trayendo un-
para caza a Iruiria pewea por 520 ra.
Vndese*
DAsescrayasbur-ia de Angola que representa
28 annc3.ue idade m,uto boa lavadeira, o o
da Ccstr. que reprezenta 0 coiinlja o diario ca hu-
ma ca??, eetsaooa cofrivelniente :.. na ra da C?>
eia do Recife K ?. 17.
Hum r.olato de boa figura de idade de J8 #n-
nos, cora do;3 anes de aprendiz de nedreiro, e sem
vicio : na ra do Rozrio que vai para o Quart'e) da
Polica venda D. 9, que se Ihe dir' quera o tero pa-
ra vender.
Ilttm sobradinbo riojuho da caza S). 19 na na
do Palac.e : namesmarua D. 31.
Huma negru de Angdk, mossa, coae xao, e sera
?icios : na inesma caza cima,
t Aa duas,nov;3ima3 ebras intituladas Com-
mcntaiios sobre a Legislago Portugueza acerca 'a-
varias e Syno'psis Jurdica do Contracto de Cam-
bio Martimo, vurgalmfente denominado, contracto
de Risco Seu.tathor he Joze Ferreira Boigcs, e o
prego de cada HRaa 2^20 rs.: na ra da Ctuz
fc.22.
PaliieiroE c!p jsrata do ultimo gosto cnegad^i
prsxiratrr.cnte de Litboiij e juntamente caixas para
i
VJBll .
VciHanitniwna 'Tmo*fPc$a Ao Miarlo
cadente hum remo, foi apanhado de bordo o B-
^uejlc;peja.ur: quenj for ssu dono dirija-sa aborda
co dito Srigue que s? axa atracado a barcaga do Co-
1 Bento Joze da Costa que promptamente se en-
tregara', dando oseignaes eertos, c adveite-se tc-
berifqus nao se obriza a qual quer descara i nho, e a-
varia que o meamo tenba.na demora deeau roebi-
n.ento, visto que seaxafatendo bactar.te agoa,
Escrvos Fgidos.

Un rr-uleque d nago Casong?, de idada de
1S aunuj, estatura baixa, encordado, beigos
gros|os, olbos pequeos bem preto, e pes curtos e
largos, fgido no dia 18 do corrtdt cora camisa de
baeta encarnada, .e siroulas de brim, e tinha hura
ferro de gancho cora 4 dedos no pescego, e chana-se
Joze : os aprehendederes levem-o a seo Snr. Luiz
Gomes Ferrdira ns Mondego que sera' bem recona-
pengado.
Juliao, nagao da Cosa, o qual nao saba fallar,
e nem dizer conio se chama por ser somprado a jiou-
cos lempos, fgido no da 8 do corrente : os ap-.-eu-
hendedores leVera-o.a seo.Snr. que mora na priraeira
coaa da ra a Auroro no 3. sobrado, ou na loje
(': ra Nova a.Nico!ao Gadault que sero recoGa
fiemadcs do rgt trabalho.

:
I



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