Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00785


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Full Text


N. 481.
. .-.;-' )
-uaaa*
M

DIARIO DE
SabMr.ve.se na Tpograa da kgmio Diana na DIrelta N. 297 1. andar a aies par 649 res asna folia
qaa saair todos os diss atis.


r
Terja Feika 20 de Julho, S. Jernimo Emilian >.

Preamar a 4 foros e 30 rotfcwfof damanha.


---------**m*****w
ARTIGOS db OFFICIO.
. !:*
:


ras, c naturae daquellas Prcvincias. E
deo-sa por finda a Sesmo. JE eu Vicente
fcCTidaOitevaSesgaodoConselhodo Thoaaaz Pires de Figueire*^ Camargo,
Governo d 27 de Marco de 1830, presi- Secretario do Governo a subscrevi. == Jo-
dita peto Excellentissimo Snr. Presiden- aquim Joze Pinheiro de yasconcellus
te Joaquim Joze Pinheiro de VasconceU Bernardo Luiz Ferreirar-.Mf noel Igna-
^QBm ci de Carvalho =* Felis Jos Tavaro de
Achararse presente! os Snra. Con- Lira Antonio Joaquim Ferreir d S.
selheiros Deao Bernardo Luis Ferrara, Paio Joaquim Joze de Miranda.
Dnutorl Manoel Ignacio de Carvaley W%
Doutor Antonio Joaquim JVrreira de S. J^Eprezintando a' este .Governo o Ju.
Paio, Felis Joze Tavares de Lira, e Joa* iz de Fora pela Lei, Presidente, da Cama-
quim Joze de Mianda; faltando o Snr. ra Municipal desta Cidade, que, nao no-
Dezembargador Themaz Antonio Macial dendo comparecer no da 19dppassado
Montehro, porserdiade RelacaS. mez designado para Sessao, por cauza
Sendo da competencia do Conselho de impedimento fizico, que participou,
peloArt, 24 1. fomentar a agricultu- julgarao os Venadores, que nao a deven-
ra, tratou-s nesta Seasao deste importan- ao fazer, apezar de se achare* reunidos
/te objecto. O Snr. Deao lembrou, que em mair numero, do que o exigido pela
' sedtia tomar mu particular cuidado no Ley; e procurando saber, se quaodonum
Horto Botnico de OHnda, fazendo*se ali Servieo urgente da Vara de > uiz de Fora,
tfmviveiro de plantas, arvores, e froctos que actualmente exeree, Ue nao perweN
exticos, e indgenas mais raros, parase- tir o comparecimiento na Cmara, de ve
. rem destribuidos peles particulares. O com tndoir pretwindo o Servio aa^uea,
JCxcelIer-tissimo Snr; Presidente infor-
mou, qu acaba va da chegar da Corte m
Botnico encardado da Direccao d'a-
duelle Horto, e Lente da Cadeira de Bo-
tnica, e que elle por s, e pela Junta da Cumpre significar a VV. SS., que; nao
Fazenda cencerrera cora efficacia,* para obstante a Carta de Ley do 1. de Outu-
facilitar, e remover todos Osfembaracos, bra de 1828 nada dizer a este respeito,
que ella houvess* de encontrar para rae- com tudo deve-so entender, que sendo
Inorar too til Estabeleciraento: E que Presidente da Cmara o V creador, que
como heuvesse ordera positiva do Theseu. raais votos obtivera, devera' o immedidto
ro para a Junta da Faaenda nao fazer fazer as suas vezes ; quaiido elle taltar.
despesa agurua, se nao marcada *m Lei, Deoa Guarde a VV. SS. l<> mGw
elle feri* examinar, se na Secretaria' exis- venia de Pernambuco 3 de Julho de 1830
tia alffuma Oiem, que auctorisasse taca Joaquim Joze Pinheirode VasconceN
dispesas, e que, na5 havendo, represen- loa Snrs. Prezidente, e Venadores d.a
taria ao Governo, pedindo a sua auctorh Cmara Municipal desta Cidade^do Ke
sacao O msmo Snr. flcou de pedir aos cife.
que por outrem nao pede ser suppndo : e
se nao comparecendo em Cmara seA
cauza, ou com ellas, nao deve a Cmara
trabalhar, ou qual processo deve kguir ;
sacao, lc ped
lSxc.
thao, e do Para* algumas plantas mais
ixceilenissimus Prezidsntes d Maja- WIEndo sido absolvido no Conselao dos
JL *
^
L
Juradot.AntonioBorgesda Funcecu,
-" "" r




V*
~
(2046)
*9 >.

mezo *fc*3 Fortaleza ; V. S. consentir' valeria, existe huma Fabrica de Moeda
' a sua sano* da mesm. Dos Guarde a Falsa, o Snr. Tenente Coronel Comman*
V. S. Palacro do Governo de Pernambu- dante da Polica, faca todas as deligenc-
co 5 de Julho de 1830. Joaquim Joze as, que 1 he forem ppssiveis para aprehen*
Pinheiro de Vascnosllos Snr. Teen- der, juntamente com os danos e trabelha-
te Coronel Commandante da Fortaleza do dores da mesraa ; inteudendo-ge primei-
Brum Joze Bernarda Salgueiro. ramente com o Dezembargader OuvU
A' dor Geral ci Crime para auxiliar a deli-
Vista da sua requzicao de oito Ma geneia porOfficiaet de Justina : no que
rinheiros para a Curreta do seo Commin- de vera' ha ver o maior segredo, e a mais
do eonvenho, em que tire hum de cada escrupulosa averiguado. Palacio do
huma des Embarcares Brasileiras, que Governo de Peraambuco f de Julho de
se achaS neste Porto; tendo porem cuida 1830. ^ Pinheiro.
do em nao tirar homens, que sejao nellas V %
indispensavtis, ou Ihes faca sensivel fal- JRpEmetto a V. U. por Copia o Officio
ta. Dos Guarde a V. S. Palacio do Go* do Goveraador das Armas acom pan hado
rerno de Pernambuce 5 de Julho de 1830. de outro do Sargento Mor do Bataihao 62
Joaquim Joze Pinheiro de VascooceU de Segunda Linda Manoel Alfonso de
los. >-* Snr. Capitaa Tenente Comman- Mello, para que V. E. haja de providen-
dante da Curveta ^ Bertioga, Frord eiar, como for justo, a'eerca do seo oon*
Morgell. theudo. Dos Guarde a V. E. Palacio
Hdo Governo de Peraambuco 7 de Julho de
Onthm bi 11 horas da noite recebi o 1830. hh Joaquim Joze Pinheiro de Vas.
seu Ofcie, em que pede, que eu delibere aoncellos. -i lllustrissimo, e Cxcsllentis*
o que hade fazer, sobre a denuncia, que simo Snr. Francisco Joze de Freitaj,
tere, de haver em huma caza particular Chanceller da Relacao desta Provincia,
alguns barris de plvora ; ao que cum
pre-me responder-Ihe, que sendo prohibi-
da a venda, e conservaeao de tal genero
por Posturas da Cmara, a' V. S. com*
pete, sem dependencia de approvacao mi<
p
Enz-se a publieacae da seguinte Or
dem, que o Snr, Tenente Coronel Cardo*
ao deu ao Corno do seu Commando: eHa
nha, dar as previdencias, que em taes ca pro .a em parte, que, se o Corpo d' Arti
zos se praticao, visto que o 10 do Arti- Iharia chegou com a sua disciplina ao pon* }
go 5. da Ley de 15 de Outubro de 1827 to de merecer hum desterro, a elle o deve* \
lie mpoem a obriga^ao de fazer observar e como se pode mesmo comprehender, que
as Posturas Policiaes da Cmara. Dos huma casa esteja em desorden), sem que o
Guarde a V. S. Palacio do Governo de dono posea ger culpado r...,
Peraambuco 6 de Julho de 1830. Joa- ^*%
quim Joze Pinheiro de Vasconcelios, h ^^S Senhores Officiaes por se axarem
Snr. Francisco Goncal ves Bastos, Juiz de Estado Maior, nao se axao por isso au
de Paz da Fregueiia de S. Fre Pedro thorizados para fazerem castigo algum ;
Goncal ves. e por esta ocaziao proibo aos Snrs. Com-
R mandantes das Companhias, equalquer
EMiTroa' V. E. por Copia o Oficio outro Sor. Oficial a faaer o mais peque-
do Governador das Armas, o mais papis, no castigo a individuo desto Corpo, sem
que acompanha a'eerca da fgida de seis que eu seja previamente sabedor. O Sr.
prezos, que estavao na Fortaleza das Cin- Major fara' 1er esta ordem no circulo dos
co Pontas, para que a'vista delle V. E. Snrs. Offieiaes, e fara* lancar no livro
mande proceder, como for de Justica. competente. Qurtel as i IVntas 27 de
Dos Guarde a V. E. Palacio do Gover- Marco de 1830. hh Antonio Cardozo Pe-
no de Peraambuco 7 de Julho de 1830. reir de Mello, Tenente Coronet Coman-
9-* Joaquim Jeze Pinheiro de Vasconcet* dante.

loe w lllustrissimo, e Excellentissimo Sr.
Francisco Joze de Freitas Chanceller da
Relaja desta Provincia.
^^|ONSTANDO-me que no sitio, que vai
^^para a Estancia, e onde esteve a Ca-
Q Compadre tur do ao Compadre, mudo.
Carta Sexta,
ometi escrever-te, e eu nao sei fal-
-tar a miaba palavra. Tuque bem
a -



'

tmt)
r
._ conheces-sabesquaa Na*uraaa, itfmpre prvida,
compeasou a minlia talla de oa.vir co huma vista, prespicas, de manara que eu bou capaz,
dd ver huin mosquito rva bu xo d'buma aaMft. Ora
ja que, Ueos me deu huma vista tad aguda, que con*
tante*a*me percebo tantas e ta *ariadas amwts no
noeso teatro |K>litico, tanta maldade. e deae^oem
umitas pessoas, alias- de alto coturno, que a nosso.
aatuaJ sistema nao va adiarte, eu quero examinar na
presente carta dois pantos, importantes. Temo
Constituido ? Teremes ( onstituicao ? Se tu ote
Compadre, tomares esta paluvra no sentido eai que
todos ton o pela existencia de um Cdigo Funda-
mental que organizou edeu vidala sistema Repre-
sentativo, naopoderas ja mais duvidar que temos
Constituido.
O Snr. D, Pedro foi aclamado Imperador Coria*
titucionaPdo Brazil por vontade de todos os r\>vos,
e-desta vontade he que dimana o di re to exclusivo
que tem de empunhar o sceptro : querendo poreni o
nosso Imperador fazer a felicidade da Nago, ol'era-
ceu, por uin poder que ninguem Ihe pode contestar,
a immortal Constituirlo, garantia dos nossot direi-
tos poltico, e civis. Desde o momento em que o
Brazil quebrou os farros da eseravido, podemos de-
cididamente dizer que ti vemos bu na Constituirlo
thsorica ; porque he precfao supor uue o Brazileiroa
fbnsem multo estpidos para dieet-se que elles so que-
riao mudar de Senhor, e conhecendo o Imperador o
caractar da Naco Braziletra, petando as suas cir-
cunstancias eespirito publico, *eduzio a piatica o.
dezejo Nacional, ufereceudo, cohw dice, a Const..
que aoje nos goverua. L ce u os bona Brazi luiros se aplaud rao, e so deao re-
ciprocamente os parabena, vendo que ella era adap-
tada as nossas circunstancias, a que compunha os ir>-
teresses de todps, mas bem depretsa espiritpA mal
intencionados convCrtero a oferta do Monarca em
coa^o fpalavriuha rtiimoza com que os Absolutistas
tu do querem explican e principia rao a urdir tramas,
e maquinar as mais esesndalozas manobras para que
a Const, noproduzisseefeito, eque o Brasil voktas-
se de novo ao infame sistema absoluto, do qual se
avia livra.Ho ; e em verdade anda hpje os Absolutis-
tas uao peidero a3 esperanzas de learen ao fim o
aeu intento. Ministerios corruptos, diplomacias
intrigantes, calumnias ai rozas contra os. verdaderos
Constitucionaes, penas asalariadas, clubs absolutis-
tas, e finalmente plano concertado, tudp se tesj> pos-
to em pratica para nos privar de urna justa e regrada
liberdade, nico bem que nos reatavaem nossas des-
gra cadas circunstancia.
Parece m.eu C omnadre, estar-te ovindo diret
Mu eu sou um visionario, que ninguem ainda ten-.
tou contra a nossa forma da Governo. Ee um sin>.
pies se tal pepaat. Por ventura nao tem cUegedo. a.
teu conbeeimento as manobras platicada* pelo Ifli^
nisterio de Joze Clemente ? B' acaso deeconhreid
que avia entre ellee alguns Preaideates das Provincia
as, e Comandantes das Armas manejo oculto para
tentarem contra a forma deGowno.? Nouemoa
nos como estas Autoridades, se portavo, praticando
arbitrariedades^ de todo o lote, eespezmhandoquan-
to podiao os Constitucionaes, que conheceio a ma'
fe', e perfidia do Governo, mas sem esmorecerein se
puzerao em atitude de defender a Const. que cavilo-
samente se Ihes quera arrancar ? Nao ouvimoa noa
o grito da rebeHio no Crato fomentado por um par-
tido com oculta mo, e sediciosas apacecerem eta
todos os cantos do Imperio, e algumas autoridades
que devio cohibir tanta maldade, fecharem os olhos
com fim einistro ? Nao temos visto as tantas ve zea
a Const. apunhalad, ultrajados pelas autoridades os
direites dos Cidadios, a para maior canuto da ma-
lee-nao temos vasto-eomissbem Militares, eJVries de
botase bngodes julgando ti a* vida* dos-Crnadwsy e
pee ultimo suspensas aagerautias kndivUluae* nasas
Provincia, sem a, Patries eere* perigo, com o frivo-
lo pretexto da asauada dos A fugados Ti Finalmente
nao .temos noa ai do testewuahas tCa tmpumdaJe cea*
que escrevemos redactores de jornaes cativo*, pna-
ei palmen te os do Cruzeiro e Amigo.do Pov dacia com que oa infames columna* ame; cavao (e a>
inda ameaco) os Constitucionaes, apuntando coca
oeolhH, qual outiro Catilioa, des i na t ocua, a
victimas que devio ser sacrificadas ao sea furor?
A vista disto, meu Compadre, ainda duvidaras que
malvados pertendio peiturlmr o nosso ocego. e
tentar contra a forma do Governo. estabelecido ?
Certamente que nao. Fallamente as nossas eotzaa
tem mudado muito de figura. Se antes da cabida do
Ministerio Clementino- podra-se dizer sem erro qpo
nos tinhamos (onstttui^o apenas em theoria, isto
se nof pode dizer pflMMWtarrasm 1. O Ministerio ac-
tual e' comporto, de Brazile'tros, aman es ala Paici- :
a administra^aa das Provm. 4> tetu meiborado m ii
e muito. Te-n-^e escohjjo Prezidentes apuntad >a
pela opinio publica, proboa a de carcter para vi-
wem substituir *8- nos espezinhajr: e em fim os t'onstitucionaes, osa-
tuigos do Imperador, e da ordem. se veetn nn>maa>
dos das mais consolador esperanzas, e por i
pergunto eu Teromos. Constituico r Oi- parti-
darios do absoutism.i des'.-aradainente r.os di/em q*ie
o. Infames! Porque aiaquiaaes contr.i essa Cine-
tituico, dcsiir.ida a faser atlicidade de tod..s ?
Perversos! Nos vos entendemos, a mascara com
que cobri o malvado rosto, esta' levantada, m cau-
aa. de to- los os voasois ard', he o receio de ojo im
sistema liberal, que dt necessidado acatveta apa
S.i a liberdade da iia rensa, descubra vossas. aa Wai-
ooens, descubra os tenebrosos meios com qae per-
tendeis emUair os iucauton, que o esveFeinpec*
unidos, ontra os vossos inffnaes tr^maa. Ouraa^
riquezas, tu lo ofereceis para lizongear o unop aro
prio daqueles desgracados,, qu'- nao estn sobei ja-
mente em guarda contca to atrevido* ulano .%b |
Elles nao vos eacutario bum Bo^inatafstsq se s ro-
eordassem alguma, fugi?eis delles como de em pesiados, que
cauzilo horror a-todo o mundo- Eisaqui meu i'O n*
padre, o carcter dos Ab^iiuMstas. que om. auas
mentiras, e embustea pietendem illudir o*que- gor
veruo, mas debalde elle, pret -o-dem illaquear o o*-
SO Ok&nsor Perpetuo, que btem condece o seoa u>-
teresses^ e os. inanhozos tFamas dos At)Sidutwtaw.
Huma voase eleva porem por entre os gritos da am-
bijao, e do egeismp, que aterradora, pava os Abso-
lutistas, e satisfutoria para noa, nos afirma que
uada devenios necear do tmmortal Pedro I. qaae'
o .pmeiro Defensor da su a gvande obra, a Const i tm-
^ao que nos e&neceu. I.^'o Omnipotente, ouvi os
votos de toda a Na gao Brazileira, conaervai o noa-
to bom Monarca a fim de-fulminar o raio da aiogun-
9a contra os atrevidos Ozas. que ouvc tocar com a
mo sacrilega na Arca SanctA das nossas Libertantes
aflin de que artbutament' possamos dizer <- A, Const.
que nos. i oferecida, e pirada por toda a Na^o
Biazileira existir' e reinura' ate' aconsuma^ao oe
aeculof. A lieos Campeare.
O. Compadre sarda.
? >m
Correio.

\
PEla Administrado do Correio se fas publico
que q Cor/aio Terrestre para o Ceara' sai no dia
93 o corrente feixando a mala ao meio dia.
sMl


- -t'-m-ii\


(2048)
^minist^O doC^ ^^^
,. peSla*te Pono para a ^^-^J^ ^"pni-lo desembainha a espada, quando apnre-
ilaranhiu Para' o Paquete N. I. J^*^ 0 arao com gente armada em procura dos Ladro-
nee quixeJcarregar ou tr de pasaagem)e!* e,e vendo aquella desafio, e querendo aparta-loa
Administrado do Corre:o e na *-P*"**M 9 ho- ^ ^ & ^^ e vo|t||ndo
ras da note se receben cartas e passada que seja ei ^ ^.^ i(ralmente conhece ser seu proprio h-
a bcrase proceder' a fexar-ae. j! d^ abra<;ao, e confessando os doia
A Escuna Flor do Mar para o Rio Grande do .A.....-,. P*.
... .~ i ... j___.. k. Moafrp Amaro
Sul no dia *9 do corrente de que he Mestre Amaro
Silva Naves. ,
OBricrueFlordeBeins recebe amala para o
Porto no oa 20 da corrente pelas 9 horas denoite.
TAeafro.
amantes a suapaixo, sao aberrados por seus Pa-
s, que tudo aprovao. SaltaoosCampone.es e fina-
liaa. *
Avisos Particulares,
GEonoE Gibson, Corrector Ingles P"
vende, meada de ouro e prata, edisconta bi.he-
M consequencia ao m. -- -., d, Alfande,,a e Letras de boas hrmas, na casa
relativamente ao enredo do Baile que tenciona ^O^ia Cadeia do RecifeN.* H.
apPreEentaraoresp.itavelPubl3eman0Uedeho. de C^go7 d*anunciou querer fallar com Lu*
je, aqu a faz patenta pera seu esclarec ment. P^ ^4 se % fua de 0 U9 na loje
Personagenj. Tartarueuelro a fallar com seu irmao Antonio-
> __. -r i _#._ P.^^^nnxM U hnm a nil-

Compra se.
.
^ / >a e meia de bom leitediariamente : no
Botequim da rta das Cruzes D. 3.
no Aterra
Quatro qnartaoa novos e pogantea :
daBoa-vistaD.3.


del, runauo '4u *tr --------- j t
feerto, Chefede Ladrees -Camponezes de hum e ou-
tro sexo Soldados LadrSes Hum Correyo.
Argumento. ,
Confiando o Mrquez de Blanford ao Barao de
Aoaquelin o deeozito de sua nica fi.ha Adel era pre-
venga do falli deste, desde logo ficarao osdoisJo-
f ens extremamente encantados aura do outro.
OMahiuez tocado de saudades par aua faina
parte parac*Corte, lancando-lhe nesse momento ao
escojo osea retrata: Adolpho entrega- ahuma ------ aQ y] io.
iolenupaixaopor Ade!, e esta naoraenos^ *, e4ctifa*enfe, de mnito boa qualidada
ada poraquellefica estupefacta vando-o por toral uIti.naTemw9oai do Porto, e L.s-
da sJcadeira sendo testemunna d-suas demons- ^u u a30 da hurna, .^pjg

HUm espadn de official da Manfca por Wge
cmodo : na venda da ra da Cacimba qus foa
n talmente
*
portas, da ra do Vicario JN.~ **, oe rfoatfii
P,rt* de Ameida Lopes, na esquina que volta para
o Forte do'Mato.
Arrendarse.

HUm citio pequeo norlugar deCruz das-Alwaa,
com boa caza, e capim para dous cavallos au-
no Aterro da Boa-nsta caza U. 4.
Allugo-se. otm
Huma caza terria com cmodos para bnmaA-
milia : na ra do Roaario na botica I se .lie
dir' aoude he e opre^o dalla.
Escravos Fgidos.
dem rico- T na^5 COn*> ^^ *** 71
&=5SK nsua amante antre as Camjon^ 12LSkW^
tambera dkrcada aquel e nao querendo descobnr- be.co najtenor ^ do ^^^
,e cont.ota.se era aW.lha efectaoi-jbggffi g.ffbX, cam,za pe al.odozinho, e chapeo de
que ella aceita framente, ^ *""* S^ palha, o dito escravo fo. cativo de Jo Simplicio
3o ssu amante. Depo.s sobrevam huma grande tem- para morador na caza forte: os apre-
pestade, e pracurandc. abr,ga,se era^huma par^v, **%$$% a caza de seo actual Snr. atrs
*inha, ouvem tiro, e bastante sussiuro. he Koberto Boa-vista, ra do Hospicio n, panul-
que cora sua gente cahio sobre o Mrquez, 0<*a*1 Tima eaza que sera' recompencado do seo trabalho.
2om seus creaaos lhes faz hura violento fogo. Ac-
j^i_ j___:n o r^mnnnotfla mu rcchassfio 08
-- proced
excuza.se aquelle protestando oue jamis attentana
contra o seu decoro : Adel applaca a ira do^-ro,
confeaBando-lhe o amor que eonsagra a seo nlno, e
resolver a protejrer a paixo de ambos, intereasan-
do-se em seu futuro consorcio. Sao interrompidos
por hura Correio que entren huma eart do Mrquez
o Barao em que lhe partecipa a finalizacao dos seus
iwkocos na Corte, e promete voltar brevemente, o
ueda' lmjar a hum comntamelo geral, mesmo
ntreos Camponezes vizinhos, cuio chefe vem felici-
tar o Bare pela chegada de Adel, Ve*. \cen^
parafesteiaremtaoplausivel sucesso. Adolpho de-
Zelanda surprehnder a sua amanta tenciona entrar
a danca dos Camponezes disfamado em militar, e
i>edelcencaaosmesmos*.que lha conaedem ; reco-
. i il.__________. .ntm -


COm Seu* licnuuo wra -'---------- o .
dem depo'is os Camponezes que recbassfie os ?9aitea-
4ores ; igualmente aparece Adel que vendo seu Pay,
* nao podendo por causa dos seus irages hir abraca-
Jo, cabe sera sentidos ; entietanto que o Mrquez a-
gradece a Adolpho a salvado da sua vida ; este
endo a sua amante em tal estado abandona o Mar-
gca^espantado, e reconkecando Adel desvia o lf ihtar, worthy.
NOTICIAS MARTIMAS.
i '
SlHIDAS*
UlA 9 do corrente.- Falmouth ; Paq. l>g: Bri-
Pernambuco na Thpoffrqfia do Diario.
\
v
i }
.*
i
j


Full Text
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