Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00778


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Full Text

)
.
N. 4!
M
0.
-
^''''^r
DIARIO
PERNA
ln#p rf#,)830.
Sabscrete-se na Tipografa do mesmo Diarlo na Direita N. ttf l. andar en ezei por 640 res huma folha
sahir todos os das atis.
Segunda Feiha 12 de Julho. & Joa& Gualberto Ab}
Preamar as 10 horas e.6 minutos da tarde.
**

ARTIGOS be OFFICIO.
,Cta da Secunda Sessao Ordinaria
do Conselho do Governo em 1 I* de'Marco
de 18.30, presidida pel ExceUentwimo
Snr. Presidente Joaqmm Joze Pinhero
de Va?concelIo9. Forao presentes os
Snrs. COnselheiros Deao Bernardo Liiiz*
Ferreira, Gervasio Pires Ferrira, Ma-
noel Zefnio dos Santos, Dezembargador
Thomaz Antonio Maciel Monteiro, Dou-
toral Manoel Ignacio de Cnrvalho, e o
Doutor* Antonio Joaquim Ferreira de S.
Paio. Fui lida, e approvada a Acta da
Sessao antecedente. Sendo a instrucao
publica um objecto, que mu particular
attencao de ve merecer a' este Conselho, e
#ulptandolhe que alguma3 dasCadeiras
opamente criadas esta va por prover por
falta de oppositores ; reeolveo o mesmo,
que se repetase a publicaca, e affixa-
metilo de Editaes para esse fim, au so'
nesta Praca, como por fora por interme-
dio das Cmaras respectivas: e resolveo
taohem, que se encarregasse ao Tenente
Coronel de Enger.heiros Frrnino Hercu
lao de Moraes Ancora da revizao, e tra
duccao de um Compend* em Francez,
que ib i mandado vir para uso das Aulas do
Ensino Mutuo, a m de poder tereta ape
plicacao ; cortando o que Ihe parecesse
superitad, c acclarando proposicoes obs-
curas, ge por ventura a3 encon!rasse. Foi
|>ropoita a necessidade o encanmento
do Rio Bebiribe, e resolvido, que sendo
esta urna obra nova nao poda ser consi-
derada d'nqueas, que s5 da competen-
cia do Couselfco mandar fazer ; e que se
propozesse primeiramenie ao Governo de
S. M. I., como c ispeen) o 5. do
Artigo 24 da Carta de Le de 30 de Outu-
bro de 1833, expondo as dificuldade?,.que
fe oreciao, e as que sabreveria. O
r.
Snr. Deao foi encarregado d redaccao
da Proposta para o Governo. O Sr. Con-
selheiro Pires Ferreira participou ao Con-
selho, que tendo de embarcar para o Rio
de Janeiro, como Deputado a* Assemblea
Geral, no dia 14 do correte, nal> poda,
-ser presente a' Se-sao do Cotiselh. do dia
13 ; o qual resolveo, que se chamare o'
Suppiente immediato. E deo-se por ^ViVfT
a Sessao, E en Vicente Thomaz Pires
de Figueiredo Camargo Secretario do Go-
verno e do Conselho a subscrevi, Joa-
qun) Joze Pinheiro de Vasconcellos
Bernardo Liriz Ferreira Manoel Zafi-
rino des Santos Thomaz Antonio Ma-
ciel Monteiro Padre Manoel Ignacio
de Car val lio = Antonio Joaquim Ferrei-
ra de S.'Paio.
JILlustrissimo e Excellentissimo Sr. =
Tendo a Cmara desta Cidade ex*posto ao
Publico junto a' Guarda da Boa Vista, e
Arco da Coceica a Planta das dua* es-
tradas projectadas para'a Cidade de OfW
da, requer, que as Sentinellas ali existen-
tes tomem cuidado que vach'oe, e ociozo
nao a tirem, ou enxouvalhem ; o que V.
E, Ordenara' achrertindo-lfies, que a re
ferida Planta sera' recolhida toda*' as noU
tes pelos Officiaes, ou en pregados, da
mesma Cmara. Dees Guarde a V.
. Palacio do Governo de PernarnbucoS
deJulho de 1830. -< J. aqum Joze PU
nhoiro de Vasconeellos ** ilustrssitno e
Excellentissimo Snr. Bento Joze Leme-
nha Lins, Go ve mador das Armas Interi-
n desta Provincia.

&
CORRESPONDENCIA,
'Nn. Edictor. Sabe todo o mundo,*
que o Padre.Marinhc Fadilha he oe-?crip
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(018)
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tr^o Ami^o db Povo: este Peridico ConstitucaS creou no meu entender a Ca*
sabbalino he composto, ou consta de ne Nmara dos Senadores : esta Aristocracia,
dacos do livr absolutista Voz da Nato. ou especie de Pat rielado nao offende os
reza, o que obcupa a maior parte das fo- principios de verdadeira igualdade social,
Ihas ; e de humas cartiohas de desom- A Aristoaraoia adventicia, ou artificial he
posturas, principalmente a'minha pessoa. ontra cousa : esta, quaude arroga distinc-
A estas nao responderis porque cada caes, e privilegios exclusivos, he huma
hum da* o que tem, e de mais nao devo peste da sociedade ; e se vemos essa pas-
.porme a travacontas oom Joze Victoria* se de uoraens muito contemplados as
no Gome, prezo daCada, que he quero Constitu cues da Europa he por huma ne*
apparece assignado as produccoes littera* ce* idade ; he porque aquelles Governos
ras do Cruzeiro, e Amigo do P6vo : mas deven contemporizar com es9a instituicao
ouseja o mesmo Clrigo, ou outro (pial monstruo-ta do feudalis.no, e de certa mo
quer individuo author deesas'cdrrspon* do tirar partido desse mesmo prejuizo : os
dencias, elles sao completa, e abs duta* Fidalgos na Europa estao muito ramifi*
mente charlates, e bem mostraa, que cados, e por isso nao devem ser excluidos
nao teirj noca alguma dos mais ligeiros da Representabas Nacional era qualidade
principios de Direito publico. Nenlmm tic Nobles
homeua, medianamente i ido igno; a, que No Brazil felizmente nunca houve
as trez formas simpleces de Governo po* essa gente : como devera' ssr representa*
dem ser combinadas de di venas maneirae, do o que bao existe ? A benignidade do,
e a Historia nos offereqe militares de e nperador tena creado huma duz-ii de Ti-
xemplos a cada pagina, tula res; o que he isto uo meie da pap*
A teima desne Periodicpiero em sus la^ao Braeilera ? Eaibora existaoesses
tentar a iinpossibilidade d huma.]>ooar- novo* Fidaluros, gozem das suas honras,
quia-Republicana he huma pro va exube tracto quantos galoes quizerem. tenhao o
/ranle da sua ver^ronhosa ignorancia, que tractament at de Emminencia ; sejao
por ventura podera' impor a este,, ou a- esses Ttulos para premiar servicos ; mas
quelle tatamba, a hmii, ou outr tayer- nao facao huma classe separada, e de per*,
neiro; masque so causa riso eos homens t-wcoe- dittinetas de seus concidadaos^
de alguioa lcao. Eu disse, que ao Bra- esta Aristocracia nao entra cerlamente.na
zil soeonvinha huma Monarquia-Repiw uossa Coimtituicao, tanto assim, que hum
blisana, e esta be rigorosamente a forma Mrquez pode ser eleito para a Cmara
adoptada pela Nacao na actual, sabia do .Depurados; e a dos Senadores nao lie
Coastituicao do Imperio. Todava nao privativa de Titulares,
pertendo excluir a verdadeira Aristocra- (onheco nesta aova classe cidadaoa
ca ; por quanto se assim acoatecesse a estima veis por sen saber, jtor virtudes ci-
nossa Const tutead seria tao defeituosa, vicas, e servidos fritos ao Brazil: porm
como a de Lace4,emonia n'Antiguidade, outro* ha', que sem luzes, sem virtudes,
a de Veneza, Florenca, e ltimamente &c., sao de huma impostura incomporta
adeHespanha, eJpcrtugal. veU Pois se hum destes descende de A-
H huma Aristocraeia natural em to- vos, que f.ijrao captiv>s! Esse pir vive*
dos os Paizes : e esta bem longe de ser enrufado, e gorgorejando filaucias ; nao
nociva, he indispensavel, til, justa, e pode ouvir que hum homem de cor possa
fundada na desiguaidade das condices vir a ser Depulado, e tracta por farrou-
Em toda a parte ha' homens mais ricos, pilhas a aquelles meamos, que ainda Ihe
roais sabios, &e. c.: o rico merece ma- alcansarao os progenitores. Sa5 esses ho-
is consideracao, que o pobre, o sabio, mens, ou cogumellos, que, ligados a bu-
que o ediota : o amo nao deve ser tracta- ma grande parte dos Srs. Ministros, nao
do, como o creado, o Mestfe do mesmo sessao de minar o MagisUmo Edificio da
modo, que o discpulo. Ora sendo.a nos- actual Constituca: d* ah columnas, d"
sa forma de Governo Reprezentativa, e ah fe do carvoeiro, a Religiao mettida
na5 podendo, nem dvendo ser a Repre- a cara do Rovo, e appadrinhando as ma*
zentacao immediata, porm sim mediata ; ximas da caballa, d' ah as invectivas de
ja' se deixa ver, que he mistar, que a par* repblicas para desacreditar os Constitu-
te mais grada, ou escolhida dos cidadaos eionaes ; d* ah fi.-taimente hum Imparci-
seja reprezentada: para uso fui, que a al Brazileiro, que outro ora Semanario .

r^r
i


M


ament escpula aquella preios :Wa'c6#rtS
'ustavo administra Jusilla de trraxa por ss
Cvico na ftKaTioje ttetofta a paciencia dos Br* hm
Bileiros na Corte do Imperio, d' ahi os Padrea Cru- Snr,
eiroa Amigx> do PoVo ( pdf antttifrae ) e ootroa nSoTiede admirar qtre Cnrcareiro, nrl^assaqu
que taes e quejando* espalhados pelas Provincia, o Ouvidor do Chine est tirando por OieS. dog.pre.
incumbidos da propaganda absolutista. zos, saia to innocente como hum Anjo, e Cmo sa?-
& Amigo do Povo he sem exagerabais o jornal rao os da seita da Columna,
mais asno de todo o Brazil. Principiou. por encai- Quando se tk*ou a Devassa pelos pasqnins que
xar a martello pedacos, e pedamos do Curso de Lit- se acharad pregados na ponte da Boa-vista aprc
teratura de La Harpe, e estes vertidos ein huma g- como testeniunhas.hum pardo morador mu 5 pontas,
rigonsa tad miseravel, que anda hoje tenho vonta- e athe desdOnhecido ne*ta Cidde assim como sol-
d de levar a palmatoria esses mandrioes ( Beque dados que n'aquelle tmp eslava* destacados no
lies nao dao as mas, e 0 canto ja se nao usa. ) Cattfc, e dtras testemnnhas que so' em sonho po-
Como lhes dei na melgueira, mudarao de rumo ; e da Snr, Dezembargador Gustavo inquiras ; pal-
toca a encher o vasio-das folhns com o jezuiticoli- que nunca exstiro neste mundo semelbantes ho-
vro da Voz da atureza. Quando se accabarem mens. ** O mesmo acontecen com a Devassa apeli-
esses dous bojudoa volumes, teramos de gramar ex- dada pelo Snr. Gustavo de Rebeio qu apare.eiSd ,
tractos de mil a huma noites. A* exccpga desses lestemunhas horaens que moravo a 2 e 3 le idas d
pedamos, ou tassaiQs de obra aha. o q.ue he que distancia da VilU de S. Anto e que no da 3 ce Sep-
se Ve do-proprio fundo desses christuos velhos; Car- tembro do nno p. p. estavao em suais casas, jurando
tinkas adubadas de insultos pessoaes, versinhos de de v'8ta nos acontecmentos da Villa efesse da ; que
Bocage, heoris aburadas, citaijpt mentirosas, ta' Snr. Edictor ? Agora he de crer, que o S,
delavadiimusfacecifcs, manoplas pintadas nara en- Ouvidor Gustavo nao encontr na mtstrta Caclea *
cher papel, usos que so devem ficar emtheoria, e homens que sabem ; por que he publico, que foi por
eSBa nao concreta, mas abstracta : em fina tanto des- consentimento e propna vontade o Cnrcareiro que
proposito, tanta ignorancia,, que humas vezes cau- prezos fugirao pea porta da salla liv:. para ja-
sa riso, outras raiya t uisumma sempre sao escrip- rarem na Devassa que procedeu por este tacto ; e't-
tos, que para verem a luz, precisad de ser assignados vez mande notificar testemunhas em for de porta.
na caclea ; esta.5 na ordem ce marcas, caixas, e peo- cinco pontas, Boa-vista, ou em Beberibe, Cazaforte" .
tea, oue d'alisaem. Afogados &c. Em fnn, como se ha de salvar hum t-
Ja'nao pos.o escrever sobre 03 textos, tirados filhado? porem he necessario fevestir-se de muita co-
da scriptura per e?=* gente miseravel : se elles ig- ry^em para em negocio de tamanha concidera^ao, e
norao es primeaos rudimentos da Qramatica, se elles t%" publico salvar do justo castigo ao seo desgra^a-
escrevem heoria absircctat e outras aandicea de^ta ee-* ^ fi0i -< Se o Carcareiro ilerete e todos os seos
ttm ; como sabero as matenas Ecclesiaaiicas. ? Co- protectores, inclusive o Ouvidor Gustavo qui^rem
mo entendern a llxagatica da Livros Santos ? To- ver provado tudo quaUto digo que chamem. ao respei-
davia nao permitta Heoa, que o Padre Marinho lar- tave^ Tribunal do Jury a
gu o sen
Amigo o Povo
tsso sena privar
Pu-
blico de hum divertiiviiuo innocente : no theatro
Periodiqueiro he necossario, que h^ja hum bufo-.
A gente tcitaf, os sabbacos te.m. Amigo, do Povp; nos
Domingos vai ver o boi as sinco pontas. A imputa-
do de iaspiedade he a. arma favorita dos tollos.
" Nihil i speciem fallacius, qum prava relig-io, ubi
deorum numen pranenditur sceleribus. Nada ira-
is mentiroso, do que a superstifao, que toma por
pretexte de seus crimes o interesad dos deozes, diz
Tit. Liv.
Muito mao conccico se deve fazer em geral dos
talentos colua)nist&3. He absolutamente jmpossjyel,
qne, se houvesse entre essa gente alguna hameni de
letras, nao loclamasse de niuito tempo a exclusa de
taes Redactores do circo Periodiqueiro, por q.ue o
tenso conimum ensiha que se tira a demanda das m%
os de hum advogado, que se tem mostrado ignoran-
te, trs;..'?i'ho, xiugi;:Jcho. A columna (coitada!)
esta' thitica desengaada ; e n' huma molestia to
grave ninguem se deve entregar a impericia de hum
" Mata ZdmbRrdo *' Assiu o disse Juvenal n Cu
Hum 1 ni mig de Ladro es.
i^ffr. Edictor*** No seo Diaria de sbado 19 de
Junhop. p., tornei a encontrar huma corresponden-
cia do Sor. Joaquim Francisco do Reg relativa**,
mira ; em consquencia nao pos so daixar te o tornar
a incomodar com a mi tilia reposta a esta, 'por isso
?ou rogar-lhe o favor de isirii no so'piarFo, -juhta^ 1
mente r
que Ihc
Es
mencionada correspondencia, o meo anuncio N.
370, pelas suas reexGes doN. 395, querendo ma-
liciosaimente inculcar a Vm. e ao Respetnvel Pbli-
co, que eu a nSo destru ; fasendo-lhe ver, cofno-
na minha resposta Ihe hvia prometido, nao so' os
meos ttulos, como tadbem, os autos d lide que
entre Ramos c mi 111, havia, sem me ser preciso hir
em pesaoa ou em publica forma ao outro mundo ; e
>or iajno cala essa particulariade qu nao tleva cn-
a
ar ; saiba pois Snr. Edictor e o RespcitaVel Pblico
rentir dubii Mediis maiovibu? C3^n Enfermos pe- 9" fiz hamar o Snr. Rgo prc?sen?a do respectivo
rigosoa chamao os Mdicos r.iaisbabci. Seaquiv- J'* de Paz e ah Ihe prezentei 0= reftridos do-
vOra. Brussab, pareca-me qi;e anolicaria a ssa rfer- cumentos ; mas o dito Sr.r. neni paiv ->3 quiz olhar;
ma qtiasi moribunda charope goinoso repetidas botas talvez com o maliciozo intuito de faz^r -prevaiescer
auas reflexoes, e 3eos sof.^mas, cono 'o ^cto o fez.
Saiba mus Hnr. Edicto? qMe fi&ndb o]\ o'to ^nr. co-
niigo, taobeni aprezenen sobre a Buica Co Juii
hung papis escritos, que supuz ccrert os"^^'; decan-
tados titulo3, que a todo o mundo 33 mustio, equal
foi omeo pasmo .Snr. Edicior 1 quando pedindo-lhos
para ve*> o 9nr. Reg m'ci ne^g-ou, gtbaieframente
9 meteo nttgibeira ? e n*iea-
dimento alero de grosteiro mais que contradictorio,
tendo por duas veres assvverado o-Snr. Reg, que
iostr* os. aeoe ttulos a'odo.omundo que 03 quer
fer ? Wai9 conradigo Shr. Edictor: o Sar. Rege
)
rope go
sobre o peio, leited'cgoa, &c,:, mas o Ju/y he dis
trpulo de Eravvhe, eheprovaVcl, qu d cabo da
pobrezinha com tnico?, e irrigantes de cada, &c.
&c. Scu cu venerador O Somnmbulo.
_.
s

)Nr. Edicior.** Muito lhe agrade^o ajtideosa'
resposta que deu a pergunt feita em o seo aprecia-
vel Diario N.47. t.
Quando fiz aquella BC^Miita^ he por que sai,.'
assiiu como outref, que o Cr^afeiro filrete deu ve-
i.
a^aaj
7--
-&*


ni
Mu! **
s
^ diz tpufse mou, do termo usurpador foi por s^r o
mesmissimo com que eu o brindara esquecendcnje do
ue disseias suas me* mas reflexes, que a hanfc u-
SurpagadiVm era de ua parte, e sim de seo sogro,
ou llamos, e como assim o hrindei com es.se titulo ?
e mesmo *>stava claro, que sendo Ramos q*ue>n ven:
leo o sitio, u ele he que se dermis a tal pabivra, e
nao ao Sr. Reg -ou seo finado aogro ; e se elle p'o*
a carapu$- rio se juetitcaria com nois decencia. O Snr. liego
me chama contradictorio, miando neg a posae e
frui^ad de'Ramos no meo sitio (que ro, oque n-
quel) tendo antea afirmado a posse de Raino* nos
chaos das 9 morarlas decaas, que se limitad cum
120 palmos de frente ao fumn por ter of'erecido por
les 200$ rs. e para o poiler faser muito de proposi-
to omite as palavias posar, e uzofruica. e com *ua
ostumada ma' fe^ ou ignorancia, (pms huma ta
duas se me hade conceder) me chama contradicto-
rio: Onde esta' aqui a contradiC'o Sur, Reg ?
Snr. Edictor e que he parece a maneira com que se
pertende justificar o Sur. Reg, por haver dito
que qu ndo seo sogro cercou o cilio eu nada disse
por ttti1 ema prezo na cadea da B hia, no que ti-
vero toda a degcri'ssao Accazo nao era mais pro-
pino e decente uzar do termo anzente querendo pro-
var a mmha auzencia de (ftzer por que entao estava
prezo n* cadeia da .Balda, e agravar mais essa men-
tira com as palavrhs no que tiverao toda s. destris-
isa? e de maja para que ion vem ewa amencia ao
cuido que ela nenhum bem Ihe faz, antes
2020)
*m
T
dito Reg sprezentara no acto da ConcihacaS hur
documentos, porein na5 quiz que V. S. na visse, he
o que si passou a esse respi'ito, tendo V. S. pedido
para ver os mesmos documentos ; sou com todo res-
ppito De V. S. Amiga sincero Venerador eC. -<
Felx .loze de Ta vares Lira. Recife 25 de Junho
de 1830.
Anuncio.
NA correspondencia inserta no Diario N. 423
sobre a delapidaca da Intendencia Icia-se
20:000,MO0 rs. e nao 2:000,000 rs. pois estou parado
esta semana a espera de que aqitelle desfructador dos
Arceuaes me chame ao Jury ; por q.ie ali se mani-
festar T a verdade ; ese me nao chamar, farei ver ao
Fxceentissimo Snr. Prezidente que"soucio ja or-
denou que naquela Intendencia sethad comprassem
maifl gneros, o restante, e iustarei pela pun oriiiiinozo.
O Pratico de Fora de portas matriculado, ,

A rizos Particulares,
\ Pessoa que se f s anunciar pelo Diario de on-
. tem, .9 lo cbrente, para ser empregado no e-
xercirio ile f-itorde hum engeuho ; queira dirigir se
ao l r andar la casa ein que mora (na ra Direita)
Jernimo Villea Tavaies.
O Juis de Pus de Pasmado aviza a quem Ihe fal-
tar um. quartao ru$o, e outro ca-unbo, que, entre
tazo: cuiuo uuenu nriuiuui uciii me i, -< ... H
mol, por que mostn, que Hamos se prove.tou defa omr-,,, cijos lo,^ apparecerr forao ptvheiid.dos
parfzer oque nem devia, nem justamente podia ^ermo Jo/e Marques, ja sumariado, e prezo na
4. I '> J ( dea de (oiarma, que se aprsente cOm os docu-
re ti tu.
Afihal Snr. Edictor como esse negocio hade er
ecWido Judicialmente e nao por correspondencias
assevem a Vm. que o nao tornara* mais |a incomodar
por motivos do ror. Reg quem se presa ser

De Vm. Venerador e Criado
Francisco de Caroalho Paes. d' Andrade.
I'
LipsTtussiMO Sr. Pelix Jos Tavares de Lira. Caro Amigo e Snr. o que eu quero que V. $, me fa-
^a o favor tle responder, junto a rainha carta, nao
he o que continhao os papis, que o Reg apresen-
tou ; sm porcm o que realmente se passou nessa 00
casio, isto he, que eu moatrei a ele Reg, e to-
"bem a V. 8. a minha carta de arrematarlo, e junta-
mente oe autos da notificaco comminatoria de Ha-
mos, aquela para mostrar o titule da mmha posse ;
e esta a ltda, que exista entre mim e dito Ramos ;
porein que Reg nada quia examina* e que pedin-
do-lhe eu os seos papis para o faser, este grosseira-
mente os meieo na algibeira, sem m*os deixar ver, e
isso he para contrariar com documento, o que ele
tem dito' em suas duas cartas, impressns no Di-
ario ; rsendo, que eu nao apresentei titules, e que
ele aprsenla os seos a tode o mundo, que os queira
ver ; sendo isso assira, como he que ele m'os nega,
querdtido-os eu ver, e aprc-sentando-os ele sobre a
"banca de V. S. como para esse fim ? Es>e lie o fa-
vor que espera merecer de V. S. quem se presa ser mi
mentos nei
Hie seren re"
oos
que se aprezente
e juMificaca authentica para
dos. Pasmado 20 de Junho de IS30.
Antonio Henriqucs de tirando.

Compra se.
HVma porcao de asquear para embarcar p^.ra
fbni ; quem o liver anuncie por este Diario.
Hmnaporco de smente decariapato: na rup
da Gloria N. fi 184, ou anuncie por este Diario.
Vende se.
HUma venda com poucos fundos lias cinco pon-
las D. 51 : na mesma.
.
Viegens.
PAra a Rubia, segu prximamente viagm o
Bngue Brasileiro Defenso da Patria, de que ho
Mestre Joaqnim Roberto de Oltveira Martina ; quem
nelle qitixer carregar dirija-se a Eml Ricou & Bol-
leau, ou ao Capitao abordo.
.



NOTICIAS MARTIMAS.
Entradas,
MJ\a 7 do corrente.- Rio de Janeiro, e Babia ;
18 das ; trazendo \o ultimo porto 3, Paq. Iiiz.
De V. S. Amigo sincero, Ven. rador eobrigado C. Bresls; Com. John Downey, pa*sageifos 7, que se-
~ Francisco oe Carvalho Paes de Andrade. Ju- 8uen v,agc-
nbo 24 de 1830. SaIIDA.o.
JL J. E verdade ter V. S. mostrado ao Reg os seos J^tIa dito. 1 Hamburgo ; R. Hamburgus Jo-
papis tendentes ao auto de arrematado, aasimo hannes, M.J. P. Gagzo, equip. U, carga"aasuca*,
procesao da ac^ao Comminatoria de Ramos e que o e algodo. ./,*
Fermmbueo na Tipografa ti Diario.
(
J
V^> .


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