Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00754


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Full Text
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358
^ttito rfc 1830.
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DIARIO DE PERNAMBUCO.
Sobcre-w n Tipografa do meen Diaria rea Dtraita N. 67 1. andar era caes por 40 res huma fotha
que tahir todos os das utit.
Qvrta Feira 14 de Abril. S. Tiburcio V.

Preamar as 9 horas e 18 mintiios da larde.
O
s
Pediese-nos a inserqao do seguirte regu- eda de prata, que temi acabado de ser
rimento. numerario corrente pela falla de valor in-
trnseco da moeda de cobre, cinta hoje0
b^JENHOR. Manoel Cavafeante de por cento de diferenca a e*ta, e por isso
Albuquerque e Mello, e os mal abaixo vem a pagar mais cada arroba de acucar
aisignados, Agricultores do genero Afliju* 40 reis, e de alg< dao lc*8, que nao id-
ear, e Algodao se vem na preo iza neces- gora' mal qutm levar esta a 200 itis e
sidade de reprezentarem a V, M. (l)o aquella de 80 a 100, por isso que muitos
seguinte: negociantes, difficultando-se-lhes a ime<
Que sendo verdade sbila, que o di- da de prata, que precizao para pagan en*
reito, que paga o* os gneros exportados to dosdireitos de exportacao, -deixam de
para outros Pmzes, recahe sobre os mes- fazer muitas vezes suas_especulac5es mer-
mos por isso que exportador no acto da cantis, vindo (leste modo adimmuirle o
compra logo conta com o preco do merca- numero de compradores no mercado, e
do, para onde os qu e risco, que devem fazer athe chegarem que outros tem de que suba o dicnnio da
ao seHletino, be claro, e sem duvida moeda, que precizao para n,dipaclio,
que pza sobre os agricultores, e f cantes deassucar, e algodao o direitoque He esta forma de cobra nca feita e ai.tho-
estes dos gneros pagad : lie taobem cer- rizada pela Portara junta, que V. M.
to, que a forma de se cobrar os impostos expedio em tempo, .que estes gneros se
em toda a parle do mundo lie em nume- compravao nesta Provincia a iroeda de
rario corren te, isto ruesmo se pratica em prata, o que devia ter acabado desde U go
todas as partes do Imperio menos nesta que elles se comprarao com a de cobre,
Provincia onde actualmente se fazem su- para se verificaren! os motivos de justica
bir os imposto pela forma, com que se e razao, que V. M. teve para alterar o
cobrao, como os Supplicantes passao a Edital de 3 de Fevereiro de 1*25, ea
demostrar,. Portara, de 37de Janeiro de 1816, que
O assucar por miro calculo, bem a os Supplicantes taobem junto oferecem.
proximado a exuctidao paga de dizimo e Parece aos Supplicantes tanto mai* injus-
subsidio 200 res por cada arroba, eade to, e dezarrezoado este procedimento,
algodao 840, pagas estas quantias emmo- quato conciderao que nenhutn proveito
____.____, --------- rezulta a Fazenda Publica, porque lhes
(1) Valba-nos Dos com tanta Magesta- nao consta, que esta rebateudo a moeda
prestados, que tera o Brazil; entretanto que descont, pelo contrario pagando aos
auossa Constituica dividindo os Poderes, funcjonarj09 pblicos nesta especie,*lhes
.6 a bum maroou este tractaroento: he ver- fez ailgmentar os seas ordenados, sem
ilade que bem ridiculo se torna este titulo P ,
dado ahumeorpo, a quem huma Excellen- Jue seja authonzado tal augmento por
ciatmmda; mas por essa mesma raiao he Ley e athe contra o que *e pratica na
que a lllustrissima Junta da Fazenda se de- Coria do Rio de Janeiro, e Babia, onde
vera despir de hum traclamento, que alias havendo moeda papel que ainda sofre ma-
t coiapete ao Chele da Nacao. ior abalimento que a de cubre, se rece-
t
^






(1438^

bem os direitos naquella especie, e os em- a queixa dos Supplicantes, pelo qut es*
pregados publico* a pagos de seos sella* pera que sera' atendida a sua suplica na
rio na mesma ; nao obstante gozarem os Alta Justica e Equidade com que V. M.
agricultores por este motivo de tanta van- sempreattendeu ao bem e prosperidade da
tagem na venia de seus effeitos, queche* Agricultura nesta Provincia. Por tanto
gao aod>bro, e alguna pasteo como se m P. a V. M. seja servido defeiir aos
p de ver dos presos correotes daqueas Supplicantes para que em todas as repar
Praeas. tieoes publicas se receba a moeda'de co-
Nao podem o* Supplicantes deixar bre para pagamento dos Iuipostos. -E. R.
de accrescentar a sua queixa a V. M. o M. Recie 26 de Janeiro de 1830. Jifa*
leceberern-se os direitos da Importacao, noel Cavalcanti d'Albuquerque e Mello
que pezao sobre todos o habitantes desta Mrquez Armeiro Mor Antonio Fabi-
Provincia metade em cobre, e metade em ao de Mendonca Pedro de Albuquer-
prata, vanlagem que nem gozao os pobres que Lins Mello Joaquim Manoel Car*
agricultores. He por tanto que os agri- nafro da Cunha Joze Carlos Paes Bar-
cultores poden sofier anualmente huui reto nh Joao Cavalcante de Albuquer-*
prejnizo de oento e sincoenta, a dozeutos que m Leandro Cesar Paes Barretn
ccntos lie reis na venda de seus effeitos, Antonio* Joze Al ves Ferreira i- Thomaz
eape/ar de que todos os ovemos prote- Joze da Silva Gusmao >-h Francisco
geni coro especialidade e*ta ciarse, por Gonsalves da Rocha ** Manoel Pereira
ser a primeira em todas as Naeoes que Guimaraes *h Joaquim da Silva Gusmao
concorre com os wui trabalnos, e indo-*- >-h Joaquim Cavalcante de Albuquerque
tria para o sen bem, e prosperidade, e el- hh Antonio Joze da Costa ^ Bento Jo-
la se ve abandonada netta parte da prote- ze da Costa Jnior*-) Antonio Luiz Be-
cae> de V. M., e athe vezada pela enor- zerra da Silva m Antonio Jernimo Lo-*
me perda quesofre, oque le faz mais pes Vianna m Antonio Ferreira da Silva
consideravel, quando se pondera que es m Pedro Teixeira Cavalcante m Joa-
tas produces va entrarnos mercados da quim Francisco de Mello Cavalcante^
Europa em concurrencia com iguaes pro- Joze Ramos de Oliveira n-i Joaquim Au*
duzidas em ouhas partes do mundo, onde relio Pereira de Carvallo i-h Francisco
sem sufrejn este vexame, nem pagao im- JoeTavares de Lira ** Antonio Joze
posto algum como acontece nos Estados Pires*- Felis Joze Tararea de Lira
Unidos d' America, onde o algoda nao Joao da Cosa Vellar i-i Joaquim da Siva
paga imposto algum, que vai competir Pereira Gaudino Agostinlio d Barros
com o nosso, que paga enorme imposto a m Francisco de Paula Cavalcante La"
cima dito; e quem nao dir'que os Agri- cprda Antonio Marques da Costa So
cultores deste genero, ou larga rao ja esta aes- Henrique Poppe Giraos Joao
planta^ao, ou serao por ellareduzidos a Lins Cavalcante d'Albuquerque.
ultinta inizeria ? edequalquer das for- A
mas Jicara eztincto este ramo de Agricul- /3LVista das razoes expendidas na pe-
tura, ntsta Provincia. ticao a cima, parecemos, que, se o me
Julgau os Supplicantes desuecessario tbodo de cobrar os impostos foj por de-
demostrara V. M. que he errada a opi- terninacao da Illustrissima Junta, o seu
nia que desta forma de cobi anca nos ie- despacho he paliativo, e injusto; pois
zulta a conservacaS da moeda de prata, que nao ha duvida, que ella podedero-
pois que ella sera' diariamente substili;ida gar suas proprias determinacoes, huma,
pela de cobre, em quanto esta gozar de vez, que aesejaS nascidas da riel ex-
hum valor extraordinariamente maior que ecuca de huma Lei: ou aquella deter*
intrnseco, e de quenenhuma culpa tem mnacao era justa, ou injusta; se tal.
os Supplicantes pois que isto tem sido au- deferase aos supplicantes, se justa, pa-
thofizado pelo Governo. Finalmente pe- rece que o despacho devera ser nao tem
los documentes juntos N. 1 a 3 se conhe- logar o que requerem os supplican-
ce que sempre V. M. regulou, por ser a tes. ou outro semelhante; por quanto
quem compete a forma da cobranca des- as Authoridades nao devera por ntnhun
tes impostos conforme a occorrencia das modo obrigar aos Cidadaos a recursos a "*'
circunstancias do mercado, e pelo que fi- Corte, senao nos casos que ellas por si
he evitiente que he justissima nao podem decidir, o que ( se he verda*
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(1439)
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de, entro suppomos, o que se allega na do o Cruzeiro, e Amigo do Povo. Hum dos
fWticaoJ se nao verifica no prezeute, objectos desses dous infames Jornaes foi,
|>or ser singular nesta Provincia o metho- e he constantemente o elogio a ot antigos
do da cbranla dos impostos. tempos, e odesejo de ver renovados os^
A Agricultura sew duvida merece principios da Monarqua Portuguesa, in*
m toda a parte, e no Brazil com dupli- sinuando aos Povos, que nos nao somos
cada razao, a atten^ao do Governo ; se
/ella em vez de proteccao acha neste so-
mente atrpelos, muito justai vem a ser
as queixas dos agricultores. Do Gover-
no. e so' do Governo nos podemos que
outra cousa mais, do que Portuguezes,
&c. &c.
Forro-me a enxavidade de refutar
hum paradoxo por 9 mesmo insuslenta*
vel ; porque nenhum homem, que tpos-
xar dos funestos rezultados prezentes e sua apenas o tenso commam, podera' ca,
futuros da falcidade da moeda de cobre; pactarle, que o seculo 19 sofra os mes-
queremos dizer, da sua falta de valor in- mos usos, os mesmos costumes, e barba-
trinseco. Elle a mandn cunhar, fe* ras leis doseculo 12: parvoice he esta e
la girar, e com ella paga ( commu- mittida nicamente para fazer amavel o
mente) o que compra: mas o Agricul- despotismo; por isso que nos naturalmen-
tor, que nada vende por moeda de prata, te respeitamos as cousas antigs sem nos
ha de rezudir a ella o cobre, que recebe darmos a trabalho de examinar a^ sua
pelos seus gneros, para pagar aquella bondade intrnseca, ou relativa. Todo,
parte, que elle deve dar dos mesmos ge- que lioje he antigo, ja foi moderno : e se
eros ao Estado. lsto he huma injuetica as sociedades s se devessem regular pelos
inaiifesta; e he a Iilustrissima Junta a legados de seos maiores, o mundo anda
autuora della. na teria sa54,,> o Dt*r Mas em fim. ja que por nosso mo ceder a essas pennas aligadas, que a yir-
destino, alem de tantas consas, que de ne- lude, e sabedoria. forao partilha exclusiva
cetsidade "havemos re hir obter na Corte, m noasos maiores ; que estes nos deixa-
a3 nossas Autoridades eutendem, que rao em sen testamento hum co llos de vem fazer la hir por tudo, assim \oqual obrigavaoaoseurgimen todas as,
seia: os Agricultores a ? Pernambuco nao gerace-* futuras at a consunsacao dos se-
gerao eilteadoB, quando os outros sao fi- culos ; e que nos temos estreita ubrigacao
Ihos, ells acharaS justioa ao pe' do de observar tudo quinto fzerao os vel los ;,
Throno, e apezar de alguna incommodos por que tudo he o melhor possivel : quero
em fim conceder o optimismo dos scalos
passados, e fazer-me Portuguez contem-,
poraneo d' Egas Moniz, do Magrico, de
Albuquerque, &c. &c. E a Monarqua
Portugueza tirou a sua origem do Ceo ?
O prinieiro Rei Portuguez nao foi feito
pela Tropa, e Povo depois da batalha
de Ourique ? A Nacao Portugueza era
escrava dos seus Monarcas, como ficou
aos nossos tempos ? Nao

y
bterao o que se lhes nega na sua Pro
vincia.
&
CORRESPONDENCIA.
ONjz. "Edictor. Les entreprises tra-
mees scurdement enfaveur dla tirannye,
ne servent qu* a donner plus de zele aux
bons oiloyeus pour le bien publique, et les
rendre plus attentifs. Asemprezas tra- ao depois at
madas-Burdamente em favor da tyrannia esta* escripto anda hoje o juramento da-
s servem de dar aos bons Cidados mais do por Affonso Heorique as pnmeiras
lelo pelo bem publico, e de os fazer mais Cortes ? O Rei levantou se, e puxan-
vigilantes. Mably. do da espada, disse Juro nada empre-
Eu conheco todos os arteficios da hender, que possa dirigir-se alirar-vosa
coniuracao absoluiista, que alapardada, liberdade. Se algum dos meus Desceaden-
e manhosa desd'os comeos da nosaa mu- tes pensar de outra corte morra mmedia*
danca poltica ltimamente saioacampo lamente ; e se for meu filho, ou neto per-
com atitude ameacadora, e apezar da op- ca o direito a Coroa. Combine-se
posicao, que tem encontrado, ainda nao este acto, e juramento do pnmeiro Mo-
oahicinteiramentedesuasiniquasperten- narca Portuguez com a arbitrariedade,
coee: huma conjuracao systematica preci- que ao depois se introduzio pelo espirito
sata, comocousa essencial, predispr oes- deadulaca do* ulicos, e ver-se-ha, que
pirito publico: eis para esse fim asaold&da- osqueadvogao asUberdades patrias, o
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-.
(1440)
-
Governo Reprezentativo, sao os verda* samparava cobardemente o Reino; ai
dcros homen9 de bem. quanto a respeitavtl D. Maria primeiraN
Que negecio de importancia, que a pezar dos aceessos de demencia, supe*
tributo, que disputa de successao que rior ao sen exo, anda fez apparecer nu
guerra houve no Portugal velho, que nao ma centelha do carcter Portuguez, ex*
loase decidido em Cortea ? Estas pozerao tranhando na hora do embarque, que o
a coroa na cabera de Joaol., Fe- Principe Regeute abandonaste o Reino
lippe 2. e D. Joao 4. e a sua neces- sem dar hum so passo para o defender |
sana convocaeao existi at o tempo da em quanto o Patriarca de Lisboa diriga
D. Pedro 3. Em consequencia de*ta aos seus Diocezanos a mais vergonhosa
tal, ou qual Constituicao, muito boa para Pastoral em favor do usurpador governo
aqutlles tempo, em que os conhecimen- de Junot; em quanto em huma servuissi-
tos do systema social era5 inteiramente ma carta de l)eputacar> aos sews Concida-
desconhecidoa, os Portuguezes fizerao dao-o Mrquez de Marialva*-de Valen-
grandes conquistas, cobrira#-se de glo- 9a, de Penalva, Nono Pereira de Mello,
ra, e tornarao tributario da Luzitana o Mrquez de Abrantes, o Conde de Sa*
quasi todo o Orieate. bugal, o Inquizidor Gera!, o Rispo de
Mas estas mesmas conquistas intro- Coiinbra, o Visconde de Barbacena, o
duzirao no Reino a fatal auricidia, a des* Prior Mor dt Aviz, &c. exprimiao os ma*
coberta do Brazil, prortigalizando o lu- is baixos sentimenlns de adulaca ao Ty-
xo, enervou o carcter Portugus: per- raimo da Europa, enejando ao excedo
deraooamor da liberdade, e d'ahi a ruina de felicitar aos Portuguezes pelo PrincU
da Naca : em vez de hum Albuquerjue, pe, que N^poleao Ihes houvesse de dar^
de hum D. Jo;5 de Castro, Ataide,* &c. em quanto mitros mu tos Fidalgos viviao
verdaderos Fidalgos pelo seu amor a Pa* em goto*a convivencia com os inimigo%
tria, e t.itlidade, e honra, os descenso- en(reg;nd<> agunsde cara alegre aos Of
tes lestes mesmas chegarao alguna a salte- ficiae Franceses os objectos que Ibes de-
ar pelas estradas, de sorte que a FidaU viau ser mis caro, os camponezes de
f guia P01 tugueza, com allomas excepco- Portugal, os artistas, commerciantes, o
F" es, toruou-se gradualmente a classe mais Povo emlim nao poda couter a justa indi-
perversa, e immoral do Reino. E a i ma gnaca contra os invasores-inimigos da
.< ousao esses Jornae* atufados tecer etico- Naca, edo Monarca, queta vergonho*
mos a depravada Nobreza le Portugal ? smente o* desamparara ; em quaUto ti*
O maior beneficio, que aquella Naca5, na I mente os Sra* Fida'gotes, e osCtgi-
podia receber, era ver tirada do seo sei nielo* via com rosto sereno, e riznn a*
t=^ essa recova de cavalleiros de industria, balidas aquellas Quinas^ que levarao as
que parece, que so conserva os Titulo** mais huiffinquas R'g'oes o nome P.rtu
, para osenxovaluar. Respeilos merecem guez, eem seu lunar arvordas em todas
. alguna por suas luzes, e virtudes ,* mas asestadles a bandeira tri-oojor ; Jozo d'
sao mui poucoa. O Cruzeiro, e Amigo Abren Campos, Juiz do Fovo em Lisboa,
do Povo, quando nosmettem a cara as que nao pijssava de hum simples tauoeiro,
fumaradas da Aristocracia, guando se tetn e por consequencia farroupilha nunca a-
votado a dfeza dos Nobres, dando o e- pagou da sua vara as Armas Portugue
pitheto de farroupiihas a quantos advogao zas !
a liberdade legal do* Povos; julgao, que Eis Sr. Edictor os absurdo?, em que
escrevem para Hotentotes, ou que lodos aedespenha5 esses Jornalistas, compra
nao conhecem as picardas da Nobreza de dos pela Aristocracia mascavada' do Bra
Portugal. zil. Se os Grandes de Portugal sao do
Nao he preciso remontarmos al*m carcter, que acaba moa de ver; que bur-
dos nossos das ; ero trazermos por ares- lesea nao he a quixotal pertencao dos nos
to os tjros, que os Grandes do Reino aos Fidalgos, verdadeiroa cngumelos,
mandarao dar no Rei D. Joze : ainvasao querendefiotroduzir no Brazil hum pezo
Franceza asss inteirou aos Povos do que de Aristocracia, que esmague a grandis*
I" sao os Fidalgos Portuguezes com peque- sima porcaodo Povo, d'onde ainda hont
lias excepces. Siiu Sr. Edictor, em quan- tem aairao, e alguna da nfima ciaste ?
to o timorato Sr. D. Joao 6. levado dos Concillamos, que querer reduzir o Brazil
l# infames coucellios de seus ulicos, de- ao Portugal vellio, he paivoice ; ao Por-;
\
I
*fm


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1.1II
P
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tamal novo nem o Imperador; nm no* O < ui
queramos. Os Clmelos do Brasil Ira- *3Ne. Edicto. =*= Qmnra 4er a bond
cteii le ter virtudes, e amar aConst,, de eiwrir na sua follia f para previrur ao
se quc-rem ser estimados, nao qnerao, respeitavel Publico) que a rfardaca<>
que o Codo, que deve reger mais de 4 da publicado das Entradas e Sahidas dos
miliwes de humen*, seja adaptado tao Navios no Cruzeiro oo.no anuncia o
soatente aos eaprixoa, e perteneces de mesrno no seu W. 562. nao tem sido
500J ou 600 colmelos. Por multas por negligencia do abaixo assignado,
vezes lenho dicto, cine nao sou immigo pois fui prompto sempre em dar as par;
da Aristocracia absolutamente : justo he, tes para as Typografiaa com a exactidao
qiieem hom Estado' Monrquico hajaS perciaa. todas as vezes que nao leve coraw
Ttulos para premiar servieo-, ate' mes- plicacoens do servis*o; as-am como, taz
n,o poqe, como diz indiciosamente Be- sciente o meaaio res,eitavd Publico que
au.na.chais, lo vasto campo da Poltica o Encarregado do Regrsto do Porto nun-
lie inister saber cultivar a vaidade do toU ca se embaracou com semejantes partes
lo. O *ue nao sei tettewr be, que *e que teuho dado. Sou Snr. ttedactor o
procure letonnar a ConsbUMCa/) para im- *eu
-;'
j
Aliento Venerador.
Guilhenne Stepple.


pauturrur de imposturas, e prepotencias
esa* ciaste e,&toM*$ hidalgos en
mautilhas, que se nao foiem suprimidos
logo de principio, em breve invadirn' as Correio.
libeKhdes patrias, ene I les teremO* ma- ^^ ^ p e Con9tanca ?iera0
toado* pirus, UUUrf VHM..SOS e iwitjiartft- J^| ^.^ uias809 de peroujco9 e como se
veis, de (pie os Flateos HpuOTloes. ^ ^.^ H m,em pererjc m por vire es-
Col eflMto: as cabeeinhas de hti n t^.^i^dosse h publico para osquem Ihes
Cruzeiro, e Amigo do Povo cabera' ha- frtuefem, virem Adruiiistraca do Correio
ma Monarqua Hespan!olada, or Por couferenci.irem, e receherem
tugueza no Krazil, Jioje rodead., de v co. O Runete Beaarepaire recebe **
Jt e gandes Estados popo.are.! l^l.p-n^,.. Baln e llio de Janeiro^,,
equivale a' probabilidad* do Governo dos M H*9 9 hora* da tliMe'
1
Estados Unidos na Turqua. De en-
ganem-se por huma vez tases p di I icos da
tarraxa ; ao Brasil nao convem, se nao
huma Monarqua-republicana : quem pro*-
nuve o contrario, ou he estupido, mi
nao se importa com os males da na I'a
tria.
Aviz'JS Particulares,
. roa da Crus N 47 ach-se huma
S carta para Pedro Agostadle da Ponce-
; atleta fbraeu .! qieira i.ir receb-r.
A pmpnetaria dacazn, da ra di Con-
c-pcaode Bebe-fiHe ajroncia la no Diario N.
m
j
*4

ca
N5 ha' meio trmo: o Brail ou 846. o -; *. -I' %?ZJZ
S. lna Mo-arquia reprezen.a.iva, ou ^^^SPl'tS^X
secrue a sorte das suas vizinhas: o pri- -. .. d<>xou a HUa
i ion nne seo fallec !o mando llie deixou a Hua
meiro rgimen he o que llie convem, na ,p 'l0# em a 1U;,| ell aseo beneficio nao
capaz de o felicitar: o segundo sera' o ^ vendor a mencionada caza, oi Oliera
i|ual(juer queonvesse de possuir, com a pe-
ni lp o u id fazendo ficar reputado, mea-
lirozo, e impostor.
JLeilao
QUe faz Jos Manorl Das da Cunha
de Vinhos de superiores qnalidades
iufallivel resultado da desespera9a5, se
o quiztretn volver ao jugo de huma Mo-
narqua desptica. Estes sao os meus
sentimentos, que ousarei sustentar seuij
pre ; porqut amo a minha Patria, e nao
a desejo ver a bracos com a mais sang i-
noienta ierra, e conheco os benelic*, Quiuta-feira 15 nue nos tem feito e pode f.zer hum Che- da manha ; convida a todos, os seo. Pre-
que nos tein icii V |Pzes que ha,a de comparecer, pois que
fe vitalicio hum Imperador Y.on8l,_' ,. hama cousa que poucas vezes enco-
oiia!. Tenha embora outra hn|Eineni % m HP ^ ^^ do
3, e comnienda,: e Mauo em eug rmazeQ8.
Vende-se.
TOcinho bom em quartollas, em barris,
e mesmo as arrobas por preco cmodo;
na ra da Crus N. f 47.
quem aspira hbitos
per/nitUo os Ceos, que itnuca *e po**a
diaer coin roacoa" muita la^a tuba *
Ui^er com magua
O Somnmbula
tit


T
0449)
o
Hura Lvro de Telemaco no?o, e outro mulher Marn Isabel de* Carralho e Caitro
A
I de Ftaine ambos em Francez : anuncie pe
lo Diario.
r*
Escravos Fgidos.
v-
CIpriawo, moleque, que reprezenta 16
anuos pouco mais ou menos, novo, diz
Milito poueas palabras de Portugnez, cheio
de porca, beicos rosaos, naris chato, fgi-
do no da 9 do corrente pelas 9 horas da
i-oite. no lugor com tanga de chita verdeciendo segu do
poroutros esdravos do anuncianto, tivera
noticias al ao entrar do arco da Conceicn
nesta Cidade : quem dellesouber ou o a pro.
hender, conduza aocilio de Joze Joaquim
Bezerra Cavalcante na menna | afSHgem da
Magdalena, que recompea>ai generosa-
mente.
Noticias Martimas.
Knlradas.
mJXk 8 do corrente. Serinhaem: 14 ho-
ras; S. jM?licida ym> I?, carga caixas, a Antonio Marque
da Costa Koars Rio Formozo; 12 hora** ;
S. S. Antonio Ligeirn, \| Joze Joaqun, da
r^-C06,a equip. l, carga caixas, a Viuva Cae tao deCarvalho Rapo.o Barra Ureu-
de; 24 horas ; ltate S. Antonio Voad r, Vf.
vJ- Malina de Miranda, cquip. 9, carea cai-
\w-* a Lourenco Joze das iNeve.
York; 50dias; B Amer. Brown,
Porto de Ped ras; 24 horas; E. Conceica'
da Ponte, M. Ignacio Marque, eouVp. 10,,
carga caixas, a Joze de Barros Pimentel,
pansageiros Hoza Mara da Aprezentaca,
Joze de Barros Pimentel, Manuel Alves de
Andrade, eJoze Francisco da Costa New
York; 4:i das; B. Amer. Jasper, cquip. 9,
carga arinha, e mal gneros do Paiz, a
Morrall & H.iddell.
Dalo. |>orto deGalinhas; 20 ho
ras S. N. w do Rozario, M. Jernimo Mo-
reira, equip 8, carga caixas, a Joze Anto-
nio Palc.tO. Setinhaenj; 20 horas; S. Con-
ceica, M. Antonio Joze da Silva, equip. 7,
carga caixas. a Antonio Ferr ira da Silva.
Rio de Janeiro, Babia, e Ja ragua ; Paq. N.
I Constancia, 24 das ; trazendo do ultimo
Prto% Com. o l. Tenente Roberto Ni-
colao, Murphy, pHssageiros o Tenente Co*
ronel Couiraaudaute Militar do Rio Negro
Joze de tirito Inglez, o Teneute Coronel
Aggregado ao Corpo de Polica Francisco
Jo/,e Martin-e I escravo, Nmio Avques de
Avellos Aunes de Brito, e Francisco Antonia
Rodrigues, das Allagoas Manoel da Silva
Santos.
Su h idas.
i
D
a 8 do corrente. Trieste ; B. Ing.
1-osella; M. Ricard Wiurpear, equip. la,
car^a aigoda.
New
M P. S.
JMeyer, equip. 9, carga arinha bacalhao. e
mais gneros do Paiz, ao mesmo M. ({o
jfW"; 29dias; B. Ing. Fortuna, M.
William Brodie, equip. 9, em lastro, a Ar-
msfjelde Brad & Cmpanhia. Rio de Janei*
ro; 24 das; B. Amer. Apollo, M. Horatio
N. Gage, equip. 9, carga couros, a Ferreira
& Manefield.
Da 9. Costa de Patagonia ; 30 me-
zes; 6. Amer. Amazon, M. Wijliam Adames
J., equip. 22, carga azeite a Maiheus <_t
Foster. Mar Pacifico; 17 mezes; B. A-
mer. Columbeos, M E. Russell, equip. 15,
carga azeite, a Morrall & Huddle. Lis-
boa ; 28 dias ; G. Port. Nova Aurora, M.
Fredenco Ricardo de Souza, equip 45, car^
ga gneros do Paiz, a Bento Joze da Costa,
passageiros L^isCandido Carneiroda Cunha,
Silveria Carolina de Moraes, Francisco Au-
gusto Pamplona, D Mara Victoria da A*
sumpcao Vieira, D.Matilde Mara Pereira e
^ua finia de menor idade, D. Maria Cleraen-
*ina, Jacintho Botelho, Francico Joze Ri
Erratas.
NO Diario \. 31
mas* Entradas
te Serinhaem
58 Noticia* Manti*
s do da I. do corren*
12 horas; M Alberto &c.
_-----------------_,__ ______ __- v__. _. .___ .
beiro, e Trista Antonio de Castro com sua zevedo, Silva,
learse Serinhaem; 12 horas; L. S.
Antonio, M. Alberto &c.
Sabidas do da 4 S. S. Ja la-
se S. 8. Joze.
Ditas do da 5 B. Jardim lea-sc
B. Jardim Brazileiro Nos passageiros do
mesmo Brigue eleve ougmentar-se o Sr. De-
putado por esta Provincia o Reverendo Ve-
nancio Henriques de Rezende.
(^ No fim da petir^ao inserta no prin^
cipio deste N. z deve ajuntar-se o seguin-
te
DESPACHO.
Requeira ium.eiatamente a S. M.
Imperial. Reci em Junta de 19 de Fe
vereiro de 1830.
Pinhoiro, Freitas, Monteiro, Gama, A-
erhambucona Typograjia do Diario.
/
\


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