Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00691


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Full Text

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S- 294.
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DIARIO
1& f
Anno de I8SO.
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,o, SgrSC 5 *Z "" DU Kreita N- > -~ prMO,* I. fo.h.
'-/-.
Qparta Feira 80 e Janeiro & Faba,'e Sebastian Mm.
o ''
frxamara 1 hora e 18 minutos da manhaO.
\J Avizo de 12 de Dezembro de 1829,
hontem publicado em Suplemento ao
nosso Diario, e que lie mais huma prova
da sohcitude do Augusto Monarcba em
sellar, e promover o rgimen Constituci-
onal, e forma de Governo unnimemente
adoptado, e jurado pela Nacao, seria
poupado ao novo Ministerio, se as pri-
men-as Authoridades civiz desta Provin-
cia, nao fossem decididamente proteeto-
"as, e cmplices do conventculo sedicio-
20 Columna do Tlirono de que he
mandado pelo dito Aviso conliecer, e de-
vassar.
A Ley de 20 de Outubro de 182.3 no
. lOtem fito caso de devassa especial a
existencia das sociedades s(celas, quan-
do comprehendidasnas hypothesis dos .
6. 7. c e 8. sendo da do 6.
ter a sociedade principios, e flus subver-
sivos da ordem social, e do rgimen Cons-
titucional do Imperio. Nada logo mais
claro, natural, e de restricto de ver, de-
pois de quanto se tem manifestado pelo
prelo, depois de serem apontadas teste-
munhas fidedignas, depois da ordem do
dia 2 de Novembro do auno passado, do
Excellentissimo Governador dat Armas,
e da carta do Tenente Joao Nepomuceno
da Silva Portella no Diario 247, do que
proceder-se a competente devassa. Mas
quem a procedera ? Quem a mandara
proceder t
O Excellentissimo Prezidente Tho
mas Xavier Garca de Almeida na falla
d'abtrtura do Conselho da Provincia,
aera negar a existencia criminosa da Soci-
edade, contentou-se com a certeza de que
garantida a Constituica pelo Imperador,
que a offertou, nao devemoe temer os tra-
mas de qualquer faccao. Mas como?
Deixar fermentar, e explosaramina, por
qu nao arrazara' toda a Cidad", e ape-
nas algns edeficios ? Entre tanto os cl.i-
hsferviao, e os planos tomavao direcao.
O Excellentissimo Prezidente fazia, e faz
anda publicar no Cruzeiro, folha bem
ronhecida Ha infame cabilla absoluta e
absoluta ella mesma pelas inconstit.u/io*
naes doutnnas, que conlem, os actos da
?ua Prezulencra, as Leys, e determina-
cues do Governo ; hindo assra de accor-
docom o Ministerio oppres-'or, e anti-
constitucional. Recebendo no seio' da
ua predilecta amizade os mais viz e aire*
Mdos columnas ; escrev, ndo para o oes.
mo Cruzeiro, tanto navego,, no golfeo*
absoluto, que perdeode vista o imprele-
nvel Norte que antes se deven, prev,
mr os enmes, do que castigallos Duas
vezes informou ser a Columna nao so' be-
ata, mas santissima; e parece mes.no,
que almeja va pascer os miados ollin* as
aceas de sangue, e lucio, em que leve
deganbar rennme no ultimo infeliz de-
sastre deste malfadado, pore.n sempre
fnrte, e frtil terreno. Mandara pis el-
le devassar da Columna ?
O Excellentissimo Clinnceller *
Quem Ignota em geral o espirito da <
sa Magistratura ? ) Se os Ministros se,,.,
Collegas sao reos do conventculo, man-
dara elle devassar deste ? Ao Ministe-
rio nao teve escrpulo de dizer, ,,e fe-
lizes erao os oppressos Cidadas q,,e a do.
ze mezes esta5 prezos pela infame devan-
ea dos pasquins, em terem por Juiz hmn
tao honrado Ministro, o Supremo aiithr
LA Tf *' ,,Dezeargador Gustavo
Adolfo d'AgniHar. Este, e os De/en,-
bargadores Antonio de Azevedo Mello e
Carvalho, e Gregorio da Costa Lima '
lmontescrevem para o Cruzeiro*, e A-
imgo do Povo, sendo a bella traduc* de
I* Harpe producao deste ultimo ( segn-'



_

to he
mandara
me consooio
(1182)
.
redaccaodos rer.oa.cos: o ..r,gu .-- ^ ^ ^ ^
dor Gustan te wUwnoa*ugdAjUu. xacdaw, <*"!ue ..liciacSes tes-
Te^ Maria da Cp^.a Ar^readpr fgggfofl^Jggfe de-
si ;:r,r s Sis p asa t %r^r
emsua porta ate vir o Querellado,..orno importa? 9 Patria esta perdida,
velo, e foi scente da querella
intimo a-
migo tapbem. do Columna Anoio Pi^
Alteres da Polica, vindo pj|^) da tfalii*
por iuimigo da Independenna, ap qual
abracou com-esgaree, e deumnrfrac^es a^
cintosasa algn* BFazjleirns Constitucio
naes, p hpnrados, que presentes estava,
^Mandara pois o ENcellet.lH*i."p MbfWt

O
Seguiote discurro de B. Constant,
descreyendo os dqus partidos, que divi-
dem a Franca e o mundo civilisado, Uto
|ie, o partido dos amigos da civiljsac,a5
e o dos que pertendem retardal-a, nos pa-
ler proceder a Devala i Ora ja' se rece igualmente applicavel ao qne vemoa
S que a' Sieito do DewniWUr W "f0 >**'. *>"?* tambenr hum Pn-
Gos?aTo he do fallar. Y industrio,., e que dezeja a reforma *,
" Que desgravados naO sao o* destino i*(e a par dq nutro quej tnteuwa nade
de Pen.ambuco! He em laps circunstan, sptfem e na snrrupcao,
ciaa o -Ja"ponto dec ,rerem os par* Excitando hon.em alg.u,, r.Jre .
dos as^rmas, e o preciso sangue Per, vendo M cor**, o* que p.ntam a R.ao-
a nbncanofnmegnr pola .erra, que hlin, ca, e.i expenm.ntava algn, pm.-fe
?, nde brad'o $$V Tnr.mo'ccmsth hWT HW* P* f2L
fticional U Inmortal MuUflrcha. e erte n.ster.o, encarregade da WlhM^
espontanea delibcra^ao ,
sos Dezembargadores a' nao ser o Avizo, quas. toda; quando hmcas e f.lnestns o-
assim a execu^ deste ,era'iliusoria, no. p.moes tem dominado todas as .becas
minal, e infructfera, se o Jift* devastan- logo que toda a sabedoim Le volad i -o
te for algum dos Dezempargadores apon- despreso, que a mesma ...slruccao so p,le
taW e Escrives, Campos, ja1 be, co- prodiw.r fructos amargos, urna seda atl.ea,
nllecido, ou o seu em ludo consorte Pos- rea isa os seos pnyeoU de usorp.eao e
thomo: aquelte Prezidente p,v ?onvenl- de.nvasao, quando to culo na recepca? do Tenente Alfonso Ho- amagada, e urna prrseg.uc*., vmienia
norato Bastos, e este na do Tepfc M inguinaria tm duvida ( bem .,ue c. d
RabelIcPadilha, aw em lempo abando- ella nao tenha dado fe ) se exerce a a,bw
arao o conventculo., denunciando^ trio de um capricho vao, e de una leona
competentemente. Na nww* aba esta' insensata ; ouando vivemos ev t<,o,,u9
laben. o Columna'Tabelliav Pntra, e sjm.lhantes aos da convencao e do .rec-
em sua casa se reuni alguow* vezes o tono, testemunhas dianas co o sup1(nl.o>
e'" de deportaces e de mortandades; (pian-,
'" Etera' o Pezemtenwdof Qwtavo do a desorden, he universal, lodoso. laS<
ce para epcarregar-se de tal Commis, interron.pidos, quaiuto cii.pf*Hd-l-
.sa5 Para ser neoio o sen JuU ? Pa- lavis se entregan a uom infernal alaria,
ra o ser de sens Collegas? Paraoserde a.o completa.-se aobia la.liss..l,c: lo..
,eus Escrives ? PaTaoser deseuiinti- go que'a d.scor.ba esta'en. t.Hl.Mo*^,,*
mo. amigos? Achara' auida ptuca as n.uns, as paixoe estadas de tuda aa
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'tjartes, a OFdem impossvel de restabdle- toda a luM verdade
\*er-se no cahos d'esta anarcfcia ; quando Euflfcei, pois novamente coragem,
fim fim os honrada oradores, que nos tra- Srs. porque a par d' essa minorulade vi
-c5 da tribuna Franceza este q adro at- huma maioria immensa, adhefente a o**
lorrador da Franca, nao poderivdizer-nos tan Constitucional, pedindo a execucav
estas verdades, se nao encarando perlgos da Leis, soffrendo impostas enormes e
imminentes, e r*ignando-se com cora- pagndolo* todos com huma resignado,
crero ao-martirio. ( Esta continuada ir- .que-riietec grande .ouvor ; amando o
mia^odusio na Cmara um rizo quasi ge- Tbrono, como garanta da L.berdade,
ral prolongado. ) rodeando, ^esar^e fc*o pedos enenr-
6 b*iE pois me retirara abatido medU gos, <* Moiiareha cora gritos de amor,
.lando em silencio; quandn i.ntesdra- porgue est persuadida, que, se os Cor-
fmndonar a impressaS, que havia recebi- tesaos a tem espoliado, o votto do Monar-
Bodet** reportadora elooirencia, quiz qha he protgela. Eu vi esta inaioria,
*lhar ao redor df> nmn nao sei se o desejO supprindo por sua industria infttigavel
de wroirar niellior do meo Pafe me enga- as despesas sem limite de huma admim-
nou?uias o que julguei ver, socegou os tracao, que he dever nosso Torear a eco-
mro* sustos. omia, atando com obstculos, deique
Vi, e certo, na nossa Franca urna he dever nosso hbertal-a. No meio d el-
juinoridade"turbulenta, roa multo, pouco la se eleva huma geracau, forte efe saber,
.numerosa, he claro que caracterisando de actividade, de luses, protunda nos
esta minoridade. como creio que ella me- seos estudos, admirare! na sua imparcia-
rece estou muito lonffe de confundir com lidade, nada insultando mas analisando
ella os honrados collejas, cu jos terrores tiido, e reclamando e hvre exorne para
nao admino. Reconheco a sua boa fe', seos proprios inimigos, nao querendo po^
etau convencido? do que dizem : eu s5 is o martirio para ninguem, rindo hum
Jallo em urna minoridade fora Part C* pouco dos que o requerem bem certos
mar. Urna roiuoridade, pois, turbu- de o nao alcancaiem e dando-lhe lugar
lente, pouco-numen^a, fantica 4fi.pl* para que vao por toda a parte hvrem^
rifa reatada pelo presente, eque o fu- te procurar com intrepidez persegmeoes
turoW^esapparecer, pgita-ae, umeaca, imaginarias, epengos que nao existem,
'trae Ella acode arobotes fdismente Assim, Srs., vi em Judo, nao no Minate*
r pacados sola tnitos felismentedespre- rio, mas na Nacau, justos motros de
sidos, ve aanarchia aonde a Le subs. orgulho Nacional, e esperanzas, que o
ii me o privilegio, o atheismo, aonde a futuro rea lisara.
\ Libprdade de consciencia sub*t,tue a Valle pojs, apena occu par monos
foffueiras, a prove ta-se dos pavores de es, com esta Nacao, que no seo zel lo patrio-
niritos receosos e le alroai iracas, faz da tico alguns honrados Membros os des-
provocafao um officio, da calumnia urna creviam com tao tristes cores, valle a pe-
ona, dareligia, que profana, e da fi- na saber como a admmrstram pojque
SjH^ que nem rr foi a sua part, ^^ fe
^ ^rrn'me'ro pelo est.on.lo, a faltare -mente huma a.m^ra,ao,
raza5 pela injuria, e algumas vez* sao dipna^ella.
ars JZ* claw.rea, que verdadeira O que *er,a a noSsa Na^ao, sP no ig
naQa5, aturdida por m, inorado t... ter,or o eo M,n>ter(o a imponen.
m\lo, quasi acredita que eaWrte ontro gorca HM*i apws obre
Povo nvisivel, que Iba dicta Le e Ihe agentes affe^oadoe a Carta, as^egarasse
prepana ferro. Mas tenha animo a ve,, a cW lahanma o ens.no ,nd,Snenav.r
Sadpiri. Naca: este agitaba, esse tu- an-masse todas as luses, sem a, oj.K
nudto, MS ** syo,ptn.as de ma fraque- ao monopohnj e fizesse sent.r a sua be-
sa incupavel; e, visto que tonto tr.cta- nefica acfvHtede, so com a prnteofa. e
n,os de materia* religiosas, seja.-e cita re.pe.to ,,.la. .hbo L,berdades!
huma comparacaS. Esses gritos agudos,
essas amea^as impotentes, sao a estron- ( "9 Ba.ia.no.)
dosa agona dos espirhqs malficos, repel-
lidos para o abismo pela eterna fimte de
i


(1184)


\ i


Avizos Particulares.
J..
Oz* Vas Salgado fas scienle ao res-
peitavel Publico que ninguem compre,
hipoteque, treque, ou faca outro qua
quer negocio sobre Engenho denomi-
nado Brum, que boje dolosa, o incom-
petentemente esta' de posse Joaquim Jo-
ze de Miranda, por quanto sobre o mes-
mo Engenho ha pleite judical; e. pleito
grande entre anunciante, t o mesmo
Miranda. E para que ninguem diga pa-
ra o fnturo que ignorara, fas o prezente
anuncio.
Noticias Martimas.
i
Entradas.
sJ\a 14 do corrente. Londres; 37
das, B. Ing. Ellen, M. John Johnston,
equip. 10, carga fazendas e plvora, a
Smith Mitchell & Companhia, passagei-
ros Thomas Spinh, William Harrington
Mecnicos, Simion Daniel.
Dia 15. hi Goianna ; 24 horas, Ca-
noa S. Cruz, M. Joze de Oliveira, equip.
7, carga algodao e caixas, a Joze Rodri-
gues Brito, passageiros Francisco Gon-
calves da Silva, Jacinto Botelho de Mel-
lo, Manoel Joze Brito, Francisco Jorge
da Silveira, e Pedro Pinto. >-. Liverpool;
46 das, B. Ing. Harmony, M. Ralph
Dixon, equip. 13, carga fazendas e pl-
vora, a Johnston Pater & Comp. Se-
rinhem ; 24 horas, S. S. Joze Vencedor,
M. Joze Rodrigues Pinheiro, equip. 17,'
carga caixas, a Antonio Marques da Cos-
ta Soares, passageiros Joze Tavares Pa-
xeco, e Christiano Martino da Costa.
Dia 16. hh Ass; 25 das, S. Nova
Felicidade, M. Manoel Jome Vieira, e-
quip. 7, carga sal, a Francisco Goncal-
ves da Racha, passageiros Antonio das
Chagas de Miranda, e Joze Bernardino
de Oliveira Gondim. >-. Rio de Janeiro ;
26dias, Charra N. I. Carioca, Com.'
o 1. Tenente Joao da Silva Lisboa,
traz parte do Batalhao N. 19 constan-
do de !|60 pracas, passageiros o Major do
Batalhao 67 da segunda linha Francisco
Xavier Monteiro Franca, o Capita" o
1. Regiment de Cavallaria da primf-*
ra linha Ernesto Augusto Cezar de Mi-
randa com hum Porta Estandarte, 2 Ca-
bos, e 1 Soldado do mesmo Corpo, o A-
judante do Batalhao 65 de Cassadores de
segunda linha Antonio dos Santos Gun- -
din, que vai remetido prezo ao seu Corpo
por ordeni da Secretaria da Guerra, o A-
judante do Batalhao 71 da mesma arma e
linha Francisco AFonso Xavier Bastos.
~ Porto; 28dias, G. Port. Castro!.0
M. Joao Gonealves Graca, equip. 30,
c;.rga ^eneros do Paiz, a Antonio Joze
de Ainorim.
Saludas.
JLJl* 14 dito. Unria; E. Concei-
fa.o e Ponte, M. Ignacio Marques, c-*'
quip. 11, em lastro, w Goianna ; C. Con*
ceica do Pilar, M. Antonio Affonso de
Mello, equip. 7, em lastro.
Dia 15. nn Porto de Galinhas ; S.
Rainlm dos Anjos, M. Manoel Domin-
go* Gomes, equip. 9, em lastro. -< Li-
verpool ; B. Ing. Union Pachet, JVf.
Daniel Roberto Baker, equip. 12, carga
algoilao. -h Rio de Janeiro, com escalla
por Jaragua, e Bahia ; Paq. N. I. Be
aurepaite, Com. o 1. Teaente Manoel
Francisco da Costa Pereira, passageiros
Joao Joze Ferreira da Costa, Joze Pau*
lino e 2 Irmaos, Joze Severino Mello pa-
ra Allagas, Joao Luiz Rodrigues, o Te-
nente Ajudante do Batalhao 13 da Corte
Francisco de Paula Sonza Portugal, sua
Senhora D. Marianna Ouelho, e 1 escra-
vo, o Tenente Ajudante do 1. o Batalhao
Joze Mara Gomes, o Tenente do3.
Batalhao do Rio, Joze da Costa Barros,
e Antonio Joze de Oliveira para Allag-
as. m Unna; S. S. Antonio Triumpho,
Joze Ignacio Carneiro, equip. 11, em
lastro, passageiros 10 pessoas, juntamen-
te o mestre. ~ Unna ; E. Ventura, M.
Francisco Joze Machado, equip. 11, em
lastro. r '
Diaie/^H Goianna; L. S. Joao
Baptista, M. Manoel de Santa Roza, e-
q*ip 6, em lastro, nn Goianna ; Canoa
Lialdade, M. Joaquim Joze de Castro
equip. 8, em lastro.

Permmbuco na Tipografa do Diario.
1
L.
Y
j.
i*


Full Text
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