Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00675


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Full Text

AMO XXXI. N. 224.
Por 3 mezes adiantudos 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
SEXTA FEIRA 28 DE SETEMBRO DE 1855
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco.para o subscriptor,
DIARIO DE PERNAMBUCO
\
ENCARREGAOS DA SUBSCRlPaJAO"-
Rerife, o proprielMio M- F\ de Faria ; Rio de Ja-
neiro, o sr. Jwo Pereira Martina ; Baha, eJ5r. O-
Daprad ; Macei, oSeahor Claudino Falca Dias;
Seohor Gervasio Viclor la nntivi-
pade ; Natal, o Sr. Joaqun) Ignacio Pereira Jnior;
Aracaly, oSr. Anlooio de Lomo Braga; Cear, o Sr.
Joaquim Jos <1e Oliveira ; Maraohlo n Sr. Joa-
quim Marques Rodrigues ; Piauhy, c Si. Domingos
HercalJ o Achiles Peatoa Cearenca; Par, oSr. Jus-
liuu J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Cuita.
--------------------------------Je--------------------____________
Cambios.
Sobre Londres, a 27 3/4.
l'aris, 350 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 t/2 por 0/0 de rebate.
Accoes do baatro 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da eompanhia de seguios ao par.
Disconto de ledras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Onceas hespanholas* ,
Hodas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
> de-19000. .
Prata.Patacoes brasileiro. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
29*000
169000 C
169000
99000
1940
19940
19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias
,aniari, Bonito e Garanlmns nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 e 9
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE MOJE.
Primeira as 6 horas 6 tainutosda manba
Segunda s 6 horas a 50 minutos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feirasISetembro
Relar.o, tergas-feiras e sabbados
JFazenda, quartas e sabbados s 10 horas '
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as'
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas
1" vara do civel, segundas e sextas ao meio dia,
12' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dial
EPnEMERIDES.
3 Quarlo minguante a 6 boras 3 mi-
nutos e 49 segundos di manha.
11 La nova as 8 horas, 31 minutos e
49 segundos da mauhaa.
19 Quarto rscente as 5 horas, 20 mi-
nutos e 14 segundos di maosa.
25 La cheia a 7 boras, 5 minutos e
35 segnndos da Urde.
DIAS DA SEMANA.
24 Segunda. Nossa Senbora dae Mere
25 Terca.S. Justina v. m. ; S. Virgilio.
26 Quarta. S. Oeofa; S. Firmino b.
27 Quinta.Ss. Cosme e Damiao ir, ram.
28 Sexta. S. Wenceslao duque m.; S. Salarao
29 Sabbado. S. Miguel Archanjo ; S. Fraterno.
30 Domingo. 18. S. Jeronymo presb. card. e
doutor mximo da igreja ; S. Leopoldo m.
EXTESIOR.
y
H
f
^*
r-
ti tes Debat transcreve do Invalido flus-
so o segarais- artigo, que nos parece curioso e im-
' portante :
Tomar-ie-ia Sebastopol.'
lerguuta que a toda a gente, lia nove me-
muiuamente, tanto os ilipromalicos
os negociantes, e que repelen) milhes de fa-
los cliefcs leem visto arrebalarem-lh.es os li-
ta levar i morte, por mor e por trro, ein
olro do rouralhas de Sebastopol.
oliera lomada dizem os alliado', porque
assini, arao se proseguira no sitio com
rseveranca 1Sebastopol mo ser lomada,
Itreos.Anda Ao chegou.o momelo
>aa toma-la. acreteentam os sitiadores.
a oerasiao de toma-la, replican! os si-
tiados.
stopot poderia ler sido tomada nos prirneiros
i que as anglo-fraocezes se moslraran ero
ada le, quanda a sua nica defensa era
l muralha, cujos ngulos salientes nni-
.eslavam protegidos por baluartes de Traca
lo, i|uaudo dentro das suas.rauralhas ha-
guamicAo pouco nuuieru.-a. composla em
e oa seas navios oa entrada da baha para in-
a passagem, e que trancporiaudu os suas
miradlas/las fortficaces, se acliavam
im servco inluir.-ui.ente novo paro ol-
io em resultado desle inesperado successo
^PRez que exigirn) os prirneiros movimen-
Ja d-.'fens nao poda havex nrm urilem nem so
ladauadi snsa de urna liona de inuitos kilme-
tros.
J que nao se devia duviiar donlrepilu
lira defensores, animados anda pela sua
l deSinope e que combatam pelos
pela sua familia, porm he provavrl
iras de valenles n,to podessem suslen-
I por oa frao lanco de muralha!
so linua, contra uin ataque eierutadn
por tropee numerosa e bem disralinn-
vat.de ahrirem Irioclieiris a 801) loezas
a de fortaleza, as adiados marchassein
sala): loso no primeiro da, ou" no seguate
se eslabelecernm na parte raeridio-
ebaslupol. Os marinheiros rto mar Negro
D outra alternativa senAr! a de morrer, e
todos, desde o primeiro at ao ultimo, te-
Qcado obre as ruinas da> murallias da sua
tata) ; porm Sebastopol cahra ineviuvel-
Pelo contrario, acSbou-se a probabilidaile de
Sebaalonol. desde que os alliados permanecn-
durante alguns dias, quelhesroram
neo ou seis dias levantararo-se, como por
intensos iiilrinrlieiranientos em todos os
ss ila linha de defens, e centenares de
Mrecuram collocadas as canhoneiras. Des-
imento, quando onimigo anda eslava dis-
^Ht,! defensa de Selia-lopol aiigmcn-
H visius, e lomava Jimor forja a clme-
le que os altrTf)u< nao se apossariam
mvertendo-se por este modo Sebas-
lo de Ierra, como coulessam os pro-
oaxta das pracis nuis fortes do
asond
cwnWrii pou Sebastopol t Nao he fcil dizer
contecer, eo lempo leipontler i
: oorque s vezes dao-se circuinslan-
previtao humaoa, que transtornam
ilculos melhor combinados, os quaes se
fumo,
remos por isso em resolver de nn-
, porm exporemos ao lelor todas as
e perroissasqoe o podem levar a de-
si pi ciprio urna conclusAo.
Europa leom* repetido estas pala-
poluao I u as fortalezas lizrram-ic para
talvoi islo seja veidade quando
struida com o lina eje demorar, por
moa lempo e com limitada guarnido,
ligas considera veis na soa linha de ope-
5es. Eslreitsda entO a gaarnicao pelo cerco c
ue, privada de recursos e de meios de
dissimada de da e de notc por um
tero, e desuHijdas as ras olius (]r>iii-
>ee';ssaramenteender-seou morrer, de-
brecha e Ss inlrincheiramentos interio-
lo s bayonetas, dos sitiantes superiores
m numero.
slopul ara apenas um porto militar da
lo mar Negro defendido pelo lado domar
que se daminam reciprocamente e defen-
i b.iiiia. Pelo la lo da Ierra, por oli-
era eveulualidode de um ataque,
al possoia urna fraca defensa, que pela for-
nstancias e pela presenta do proprio
onverteu repentinamente n'uma forta-
ida, ou para melhor dizer, n'uma po-
na. O proprio terreno obstav.i i que
podesse ser, como com elTeilo nao foi,
icares senao pelo lado de suesle;
oe-le licoo livro para a entrada de
s Ode mooicoes de guerra. Por
(So eulre todas as fortalezas do
;ota.veis recursos maleriaes de dc-
tcl reslabeleccr n'uma noiio cem
s como reiider 50,000 liomcns da
pas frescas.
municaerto com a Russia por Pe-
lesUcamentiis desde Eupaloria al
idos de molo que em pouco lem-
ilrar-se em qnalquer ponto consli-
le respeilavrl. E anda quando os
a forras duas vezes superiores s que
leo pd* em campo, he mudo para
e nfimo ueste cooseguissem inlerceplar-
UOdes, porque n is rumiadas das
correm parallelas praia, penuenos
wdeliam com feliz xito Incommo-
aasas, que leriam de alravessar a pla-
O bombnrdeaniento de X~ de oulubro aonlra Se-
bastopol uo quat a esquadra ingleza arrojou 150,000
projectis, prova evidentemente que a inmensa es-
quadra das duas potencias e da Turqua, nao pode
por sis apoderarse de urna praca bem defendida,
nem anda aprestar a sua queda, e que deve conten-
lar-se com bloquear o porto, transportar provisoes e
alaerfr as cosas indefensas do mar Negro e do mar
d'AaolT.
A respeto dos navios russos, anda que cm nu-
mero limitado, facilitan! as commuoicares na baha
e sustenlam com bom eiito a defensa'do lado e-
querdo da cidade, e o que aiuda he oais impor-
tante proporcionan! em caso de necessidade, habis
artilheiros, commandanles Uto nolaveis pela apa n-
(eltigenca como pelo seu sangue fro, oiicaes acos-
tumados ao logo, o urna grande quaulidade de pecas
de grande calibre. Nao. succede outro tanto es-
quadra allada, que nenhum auxilio pode prestar aos
sitiantes, conservando-se ao largo, sem poder ser
desarmada.
Tendo examinado a posiro dos alliados e de Se-
baslopol pelo lado do mar, tratemos das suas respec-
tivas posieoes pelo lado da Ierra.
Supponhamos que a forca numrica he igual de
ambas as partes: succeiera porem o mesmo com a
forra moral !
O campo dos alliados compe-se de massas hete-
rogneas, reunidas entre si nicamente pela forja
de vonlade dos seos chefes, nio coucebendo por tan-
to senao um lodo passageiroeapparenle, que nao es-
tanimada pela mesma idea, pelo mesm sentimen-
to e pelo mesmo inleresse. Um exercilo que aup-
portou os horrores de uan cerco no invern, que sabe
bem porque e para que sillreu tantos males, que
sabe raciocinar e raciucina com eueito, conhece
que o levaram a morrer nes penhascos da Crimea
por um ti ni abstracto, que nao pode explicar-se ; de
modo que os evercilos pelrjam com valor nica-
mente in-pirado pelo sentimeuto do dever e da hon-
ra militar.
Os Russos polo contrario eslo animados por um
s se n 11 ni i- n to, pelo amor para com o seo soberano e
pela su f no symbolo da cruz que os guia no com-
bate. Ali'in d'isso, o inimigo pisa Ierra da sua p-
dra, e ellesarrojam-se a todos os perigos para o ex-
pulsaren! della.
Nao basta um bombardeamenlo para alterar, nem
para obrgara reuder-se um tal exercilo.
O bomliardeaineiito que prncpiou em 28 de marjo
edurou oilu dias e olo noiles, durante os quaes 350
pejas cunstantemente vomitaran! foo contra Sebas-
topol, abaleu por ventura o animo de seus defenso-
res ? Destruo as suas foriificaroes ? Poucos dias de-
pois au appareceram f.iriitcaroes e defensores an-
da mais fortes? Os Russos que comhatem na Crimea,
sao os mesinos de quem Napoleao 1 disse depois da
batalha de Evlan :
o O soldado russo distinguee particularmente
na uilversidade ; no dia segainte ao de urna derrota
est lao firme coma depois de urna v-ctoria.
He mister tainhem altcndera que o exercilo russo
pode com mais facilnladesupporlar as fadigas de urna
campanha de invern cm Sebastopol, por quanlo na
sua mainr parle eslava aquarlelado na casas, e por
causa ilr-uas mesmas fadigas, era tratado de um mo-
da especial, de aorta que, apezar dos seus penosos
Irabalhos. o soldado se acha em melhor condir.ui
que uo lempo de paz.' Porm supponhamos que se-
jam iguaesde uma e outra parte as lineas numricas
e moraes : no sitio das fortalezas os cslculos da estra-
tegia devem ser osdooflicial de engenheiros, e a arle
da manobra a da arliUiaria e das minas: debaixo
desle ponto de vista as vnnlagens sao lambeta as
mesmas.
Examinemos agora as obras de defensa e de ala-
gue.
Por ambos o> lados ae tem Irabalhado com igual
zelo des Je o -pr inri pi. isaeajoes de'iT) <\* oulubro e
5 de novembro, demoalFam o progresso dos iraba-
lhos do sitio, abrigando o sitiante a defender os
seus flancos com mna liiiTia de contrahalacao e a for-
liGcar a sua posicao pelo lado de Ralaklava e de
Kadikoi ; e a prolongar o plano direito das suas
IrincheirasdesJe o exiremo da bahia at a base do
monle Sapoun. .>
Noeulreanln os^/ussos concluem as suas obras
em toda a linha / pefensa, de modo que quando o
inimigo \(ilion al Bncipiar us seus aproxes, o sitia-
do e acjiou e^ajaJ, de tambem poder levantar
contra-aproxes cOn|j|liujr emboscada
anas forliflcaroes at a
ea das baleras do sitiante.
Desde este momento pode dizer
tren no seu terceiro perodo, que a i naja dura.
O sitame nvanca enm constancia"e energa, com-
prandoa cusa de muito sangue cada polegada de ter-
reno, tomando com frequencia por assalto repetidas
vetes u mesmo ponto, porque os Russos conseguem
as suas sorlidas de>lruir-lhe os seus aproxes. Ao
mesmo lempo o sitiado, depois de Ihe laver parau-
sado quasi inteiramrnle os seus Irabalhos de conlra-
aproxe e as suas obras exteriores,limila-se a reforcar
quanlo he pussivel as suas forlilieaces, profundan-
do os fossos, conslruindo aproxes. e novas baleras e
inlriiicheirameiilos, e oulras obras, cujo resultado
ser, que os efleilos, do liombardeameuto causara
menos prejuzos esc augmeulem anda mais as obras
defensivas ta cidade. A' proporcaoqucprogride.a linha
dos russos adquire um carcter que cada vez mais
Iranquillisa, de modo que cada passo que o sitiante
dii para a frenle.maiores perdas elle conla e ao sitia-
do menos romparalivamenle.
Nole-se que todas essas prodigiosas obras defen-
sivas, que os nosaos proprios inimigoadmiram, so
obra da nossa infantaria, a qual se tem mostrado di-
gna rival dos hroes de SouvarolT. As nossas Iropas
no oulono, durante onzedias consecutivos, andaram
cncoenla verstei diarios (urnas 32 milhas inglez.is),
e Jfiiaildo rhegaram a Sebastopol em 24 de oulubro
elm 5 de novembro, baleram-se como lees ; em
ui.la conseguiram circular Sebastopol de fortilica-
e con-liliiein at lioje o principal apoio dos
ossos valenles marinheiros que dirigem a defensa
,de algumas forlifica^es. A cavallaria comhaleu
ximacau das distancias, porem o numero das pecas
e o seu calibre vai ein geral mais consideravel em
Sebastopol, que no campo do sitiante.
Osseus Irabalhos de minas nao tem lido influencia
imporlante, pois a guerra subterrnea lem-se limi-
tado al agora a algumas galeras que raras vezes
podem conservar. Os Irabalhos da ambos os belli-
geranles ncham-se ja quasi em contacto em Trente
das bateras. Qual dos dous vencer '.'
Supponhamos, por eiemplo, que os Rossos nao
tinham vanlagem contra a linha de circumvallacao
do inimigo, admitamos que a adunara mais fraca,
engenhosamenleconcentrada, consiga fazer calara
maior parle, ainda que com bateras de menor ex-
tensao, e consiga abrir brecha na principal muralha.
Porem, e depois? Uma serie de inlrincheiramentos,
Ligualmcnle fortes, apresentarao umapoi oulro, obs-
tculos lao difiieeis de vencer, e depois delles ainda
o sitiante se encontrara em frente de casas converti-
das em caslellos e no meio do fogo concentrado das
bateras interiores da cidade.
Admitamos lambem que os alliados, segundo o
axioma militar de Napoleao I. de qu os soldados
sao apenas nmeros que devem resolver o problema
e que o (riompho justifica todas as perdas, nao lo-
mem em considerarlo os sacrificios que esta tentati-
vo ljies cutiana, e que portanto avancem com reso-
lucjio pela cidade e cheguem a superar lodos os obs-
tculos que a arte Ibes haja oppoato durante seis me-
zes ; porem por delraz das moralhas de Sebastopol
enconirarao um exercilo de 40 a 50,000 horneo..
A aceflo, na noite de 23 a 24 de fevereiro, da delen-
sa do reducto Slinginsk, contra forjas mui supe-
riores, a de 22 de marco em frente da meia loa de
Kanschalka, e o assalto de 18 dejuohn podem servir
deexemplo para decidir quem vencer n'nm encon-
tr corpo a corpo. E se por oulro lado os Russos
conseguissemapresentar-se durante o assallo com
forcas mais ou menos consideraveis na retaguarda
da linha dos alliados. que se prolonga n'uma ex-
lensau de lOverstes (6 a 7 milhas instrezas), e enlras-
sem por qualquer poni ?
Tambem nao devemos esqnecer que a cidade es-
la dividida pela bahia do sul em duas parles, e que
cada uma deltas aprsenla uma fortaleza separada,
rodeada de liuhas abaluartadas, e no flanco direito,
baleras situadas sobre a margem alia da baha do
sul, bem como na vertente de noroeste do monte
Malacoir, que domina lodo o declive septentrional
da moiiianha, sobre que assenla a cidade em amphi-
thealro.
Um fogo cruzado de Ires lados, e desde a linha
que termina no forte de S. Paulo, os navios e as ba-
teras que rodeam a exlremidade meridional da par-
te do norte da cidade, por tal forma incommodariam
o inimigo anda quando se assenhoreasse de uma
parte da cidade, que nao Ihe consentiran! permane-
cer oella, em quanlo que as pera destes mesmos
fortes e de toda a linha fortificada da margem occi-
dental do promontorio n3o consentiriam que a es-
quadra dos alliados enlrasse na bahia, e balera os de
mais pontos de Sebastopol. A oceupaco da parle
oriental carecera de grandes c novos esforcos o de
mujlo lempo.
Finalmente, pelo lado do norte, o promontorio
rodeado de agua por todos os Indos e em lodo o seu
te por estrellas passagens e por entre, com feliz xito sempie que entrn em aceito.
/
lasos.
mrtaricin e posicao de Sebastopol"!,
ra as forcas a os meios de ataque e
dya a ambos o lados. Principiemos
pelo lado do
OLIVftQPOSTHUiVIO-*
Por lUTaxd Do Catap.
/
I
28deseletBbrode 1852.
Honlem fiz Irinla anuos.
eslava astenlado junio da clia-
itemplando as chammas azuladas qoe lam-
as paredes denegridas, levantando com sen
sopro o p dos curvees exiiuclos : eslava Iriste. Ten-
mas meu espirito fugia para longe do livro,
ie (u voltava machinalmenle as folhas stm
I memoria conservaste uma s palavra.
Senta vir-rae a melancola yaga e indefinida, que he
o peior solfriaienlo dos lempe amen tos nervosos ;
ouvia um bando de peBsamenlos dolorosos, que de-
jaran) em lomo de min como aires nocturnas, vjoiz
fugir destes tormentos sem remedio, que aguardam
os ueM^^HHsinar de sua solidao, levantei-me e
. dei-alguna pantos pelo quarlo. A Linterna coHocada
sofcre a masa descrevia uro grande circulo luminoso
no meio do aposento ; o resto ficava na escurid.lo.
Ue repenle uma acha de lenha cahiu no fogo, do
qosl ssllaram laborada^ dando um longo suspiro,
uma das paredes ficou illuminada por esta clandade
sbita ; ahi eslava suspenso um retrato de rninha
as chammas que morriaui i) renasriam det ve-
zas por niiiHil i pareciam anima-lolirando-o da som-
Wa aaa qa- is longe da vida,
upe seus labios paludos deram-me
I ornei a i la ao principio erp minhas lembrani;as
mala remolar, vestida de lucio por meu pai, no
grande parque de uma quinta, pasteando a sombra
dovelhos carpes, e laraudo-me pela ma emquanlo
eu chamava cm caozioho, ao qual marlvrisava com
a minha sollicitudr. epois torne a vr uma sala
mui bella ; era da noite. ha^ja ah velas, uma lan-
tema que air da vejo em forma de columna e eoroa-
da por um globo -achatado ; as pessoas que eslavam
presentes guardavam o tilenco, minha aia ajoelhada
chorava em um coolo, minha mal tinha-me dellado
obro seos joelhos, eo senta a chura tapida de suas
lagrimas, que cahiam-me sabr o rosto ; um medico
asuntado dimita della applieava-ma ventosas sobra
lo ; eo iutava contra a dflr, e estendia os liraci-
nlios gritando : Nao posso mais !
Depois e'ts'ffl em um qurto que dava para o jar-
dim oos surilris-mudos, dos qures eu linha medo '
um meslre ensinava-roe a Itr, e dava-me com a re-
* Vide IHtrio n. 223,
arlilhana comer a lomar umajparle activa as mor-
tferas refregasqne tem lugar junio das nossas liuhas
de defensa.
. O terceiro e ultimo bombardeamenlo abri um
novo campo icruo da nossa arlilharia pela appro-
gra nos dedos qusndo solelrava mal. Minha infancia
vollava-me ao espirito, e trazia-me mil lembrancas
qoe eu julgura perdidas. Depois eu j era graude,
um servo levava-me correndo, e depunha-me ao la-
do d minha mai era uma seg de posta. Ouvia-se o
estrondo de muilos tiros ao mesmo lempo, algumas
balas quebravam os lampees : era a revoluco de
julho.
A carruagem passoo lentamente as ruascheiSs do
novo que gritaya ; eu quera ver pelas porlnholas,
mas minha mai nao consenta (emendo que fosse fe-
rido. Corremos dous das em uma estrada grande,
onde algumas pessoas faziam-nos parar para pedir-
nos noticias; cmfim ehegmos a uma cidade toda en-
trncheirada : era Meziers. Ah fique um mez. Ah!
que bello lempo toi esse, quulas vezes o lenho la-
mentado Eu era livre ; passeava pela esplanada,
pelas trincheiras, pelas margeos do Mosa, brincava
com os garolos do lugar, e com as raparguinhas';
havia uma que eu amava mais que as oulras, cha-
mava-se Apollunia ; torne a v-la ltimamente de-
pois de viulec dous anuos, e reconhecemo-nos ; he
uma das crealuras mais bellas que lem sahido das
maos de Ueos ; esse encontr mergulhou-me em a-
bysmot de Irisleza donde nao posso sahir.. ,
Um anno depois, no primeiro de Janeiro, as cinco
horas da larde, contente no meio dos brincos e li-
vros que linha rocebido de presente, eu eslava asien-
tado uo tapete da jala immovel para nao acordar
minha retji.que adormecer em uma pollrooa, quah-
do enlraram sem serem annunciados dous homens
vellidos de lucio, que eu nao conhecia, e trocaram
algumas palavras com minha mai, aqualdexou ca-
hir a cabeca na maus dizendo : Meu Dos 1 Meu
Dos >> Minha aia livou-roe edisse-me : Acon-
leceu uma grande desgraca ; coilada, que far a se-
nhora 1 Enlrei a chorar sera saber por que. Quan-
do relraram-se os homens de lucio, corri minha
mai, beijci-lhe u rosto banhado de lagrimas, e per-
guntei-lhe a razan de sua tristeza.
Ah meu filhinho, respondeu-me ella, pen-
sando em ti he que sinlo tanta dr !
Mas emliin que lem Voac. ? insist fazeodo-lhe
caricias.
lias de sabe-lo quando fores homem, tornou-
rne ella.
Eu deitava-mo em um quarlo contiguo so de mi-
nha mai, cuja porta ficava sempre aberta. Era alia
noite, eu dorma desde muito lempo, quando fui
acordado por ora rumor de vozes, e appliqoei o oo-
vido,
Nflo qoero scctisar-le, dizia minha mai, bem
como aquelles que afogam-se, nio liveste piedade,
e em leu monstruoso egosmo mpelles loa ruina
lodos os que le rodeiam.
Que q%eres ? respondeu ums voz qoe reconhe-
ci ser de meu lo ; eo cria na guerra, especulei con-
tando com a decadencia, e eslaliquidadomalou-me.
A ir e a muilos outros, lornou minha mai;
cireulo armado de baleras com centeneraes de pe-
cas, com a sua cidatlella no centrle o ferie do norte
que tem commuuieacSu inteiramente livre com a
llussi.i ollerer.-mniaisuminio de defensa. Taes -ao
os meios visiveis pariFdefender Sebastopol a lodo o
transe, e ninguem o dnvide, cada pedra ser defen-
dida com a maior tenacidade e com i mais comple-
ta dedicarlo.
(Jornal do Commercio de Lisboa.)
O Journal des Debate poblica um artigo acerca
a situaran dos excrcilos alliados em frente de Sc-
aslopol, o qual serve de resposta ao do Incalido
tumo, que hoje publicamos ; eis o alludido ar-
tigo :
tempu favoravel, ato ao Jan de oulubro, para os
Irabalhos do sitio de Sel^Vil. Irabalhos gigan-
tescos, cujo termo au h*si^Stvel aiuda indicar.
Se comiderarmos o grande nuriero de bateras, de
obras fortificadas e outros meios de defensa, reuni-
dos em Sebasrupol, e allendeiid i a que esta praca
nao esta bloqueada e que a sua guarnirlo he lodo
um exercilo, nao se espera que ella cala nos nven-
la das que anda reslem de lempo favoravel. Po-
ciss adiadas e.-lan firmemente resolvi-
achando-se ja confor-
ssar oulro inveroo em fren-
de Sebastopol,
lavia al entao ha bem fundadas esperances de
arruinar pelo meio das minas e pela arlilharia, e
depois levar baioneta alguns desses baluartes van-
eados que protegen) as oulras linhas de defensa. Es-
tas obras grandiosas etlo situadas em pontos cul-
minantes donde pur meio das bateras se conserva-
ram em respeto as linhas. sendo ponto de partida
para novas trincheiras mais avancadas. De cerlo,
he esta a marcha regular de qualquer sitio. Em
frente de uma praca regular lie misler lomar suc-
cessivamenle as lunetas, e estrada coberla, as pra-
vas d'armas salientes, as meias loas, seus reducios,
as piaras d'armas remirantes, e execular finalmen-
te as passagens dos foisos ante de atacar o corpo da
praca. Seria fcil esla's obras com as forlificares
regulares que protegem Sebastopol, bem como aos
profundos desfiladeros que as recortara. Porm
nao queremos envolveros leilores nesses porme-
nores.
Posto queasdifllculdades inleiramenle extraor-
dinarias deste grande silio sejam hoje bem contien-
das pelas correspondencias da Crimea e pelas parti-
cpa^oes ofliciae, muila gente pergunlar, porque
he que ainda nao se tomn Sebastopol, sem atlen-
derem as condiedes excepcionaes que a natureza
desta praja impde^aoa sitiantes.
Os Russosdspunhara desde o principio e lemsem-
predisposio de viole mil trabalhadores, soldados,
marinheiros e operarios civis. Tendo mullido a pi-
que melade da sua esquadra na entrada da baha,
depois da derrota d'Alma, poderam armar desde lo-
go as suas baleras com per.- martimas de enor-
mes calibres, alcanzando de 3 ou i kilmetros.
Este armamento extraordinario forcou os alliados
a abrir as suas trincheiras a grande distancia da
prca. As dossssprimeiras bateras de calbrele
e 24 reconheceu-se serem insufficienles : foi mister
construir oulras. e arma-las cem peras da marinha,
emquanlo se prosegua penosamente no trabalho das
trincheiras n'um terreno desigual o rochoao. Du-
rante esle lempo os Rursos levaram ao cabo e sem
perigo as suas fortficaces, e at levantaran) ex-
lerormenle, a 500 e 600 metros da praca, obras de
ron Ira-a pmxe que mais augmenlaram a difficuldade
dos trabalhus. Veio o invern, cujas inclemencias
foram supporladas pelos alliados com heroica dedi-
carlo, sem perderem uma pol >gada de lerreno, e
repelindo as costumadas sorlidas dos Russos.
Todas eslas circumslancas eiplicam o forjado va-
gar das operaces dos alliados. Accrescenlomos que
logo no principio do tilo se commelleu um erro,
que ja foi enrgicamente remediado. Esse erro foi
o nao ter alargado as trincheiras primitivas at n
extrema direila, de modo que comprehendessem a
parte do arrehalde Karahelnaia, que fica entre a ba-
hia da Calefetagem e enseada da Querenagem ;
os inglezes que eslavam a direila nicamente diri-
giram os seus ataques contra MalakolTe o grande
Hdenle.
Os Russos linhara-se a prove lado desla falla, para
levantar exteriormente as obras formidaveit da rol-
lina Verde da monte Sapoun, o radente Kamls-
chatka e as obras Brancas, que foram levadas de as-
sallo, como he sabido, n'um romhale encarnizado
no qual os Russos por Ires vezes liveram de ceder
ao impelo dos alliados.
Hoje, a guarnicao de Sebastopol, expedida de In-
das as posicoes exteriores, est encerrada na praca,
os sitiantes acham-se postados a 150 metros dos ba-
luartes, e al mais perlo n'alguns pontos, e as suas
nova baleras s esperam o signal para fulminaros
grandes baluartes avancados.
Accre-ceutomos que estas bateras eslAo, por meio
de revestimentos ao abrigo das bembas, e combi-
nadas de forma que o seu fogo pode ser conver-
gente.
Ojornal militar russo, que ha pooco propdz a
quesillo de saber se os aljiados lomaran Sebattopol,
e cujo artigo reproduzimos p.r extenso, a rautel-
la nao resolveu a quesillo pela negativa, c O lem-
po responder a queSlao, diz elle, ninguem pode
prever n futuro, porque as veza circumslancas Isa-
previstas, repenlinamenle Iraiitlornam os clculos
humanos melhor combinados, n Como se v o au-
tor e-t em duvida ; e enumerando os recursos im-
menses que fazem cora que a cidade resista anda
por muito lempo, admits o axioma de. que toda a
praca sitiada acaba por ser tomada. Na sua opi-
nio Sebastopol poda ser lomada nos prirneiros das
em que all chegamos, e deleita-so desenvolveiido
esta Ihete como para exacerbar o nosso desguato. To-
dava elle proprio confessa que ja entao a uniralha
eslava flanqueada pur quatro baluartes, os mesmos,
contra os quaes agora empregamos lodos os Banal
esforcp's. Desde que desembarcamos na Crimea, e
depois dorante a nossa marcha sobre Sebastopol
apos a batalha d'Alma, os Rossos liveram lempo
para se prevenirem contra qualquer sorpresa.
Era par ventora com pera, de campanha que
podiamus atacar, quando chegamos, baluartes arma-
dos com per js de grande calibre da marinha ? Se
arrojamos as columnas de assa.to contra as mura-
dlas., una intervallos dos baluartes, nao seriara ful-
minadas pelas bateras dessas grandes fortficaces ?
De certo. o marechal de Saint-Arnaud, a quem se
attrbue o projecto de ataque, eslava ja moribundo
quando chegou a Balaklava, nem mesmn vio as mu-
radlas de Sebastopol, e o velho marechal Ragln,
naces combinadas, inglezes, francezes, turcos e pie-
monlezes hoje nio devem ter uma forra inferior.
As forcas Ao portanto guaes. e o exercilo alliado
esperar o loimigo a p firme sobre o Tchernaia,
proseguindo o sitio com a mesma constancia e a
mesma energa.
Porin a opiniau publica concentrando e suaal-
lenrilo as ptiates do sitio de Sebastopol, deve lem-
brar-se que os exercilos e asesquadras adiadas nao
eslo ligadas a esla nica operaran Eupaloria, bem
fortificada e oceupada pelo exercilo otlomano amea-
ca, quando seja necessario o (lauco direito dos Rus-
sos na Crimea. Jeni-kale, igualmente fortificada,
ameaca, anda que de mais longe, o seu flaoco es-
querdo. O mar de AzolT* inleirameute prohibido
u.ivegario russa, vio bombardear as ciliados do seu
litoral ; Taganrog, Marioupol, Berdiansk, Genilschi
Arabat e Kerlch, cidades, onde foram deslrnidas
quanlidades immensas de abaslecunentos. O governo
russo atacado as suas mais ricas provincias no% po-
de defende-las. Todos os navios russos que nao fo-
ram melldos a pique, liveram de refugiare as
emtThrailuras do Don, e d'ora avante os alliados es-
tilo senhores do mar de AzolT como j o estavam do
mar Negro, onde a Russia duminava havia cem .ni-
os. Que ser, se mais (ante, uma expediento for-
mid-vel desembarcar de improviso n'oulros pontos
da Russia merodinal ? He esla a vanlagem dos
adiados na guerra actual, pois lem a facilidade de
se transportar com rapidez por mar sobre qualquer
poni da cosa que Ihe convenha atacar; em quanto
que os Russos so forrado* a grandes marchas por
Ierra, ou ohrigadosa espalliar as suas forcas para
acudir a todas as parles ao mesmo lempo.
( Diario do Coierno de Lisboa. )
MTERIOR.
mas coste-meo que costar, hei de salvar-te, emquan-
lo for viva, nio se dir que meu rmio pe.eceu por
minha culpa.
Depois houve uma disrussSo de interesaos ; falla-
va-se de soturnas, de dividendos, de capital e de
mudas oulras cousas queeu mo compreheuda. Em-
lim ouvi minha mai dizer :
Reflecte bem ; tena agora duas estradas diante
de (i : a da rehabilitarlo pelo trabadlo, o a da des-
honra que luapreguca pode tornarse definitiva. Essa
"uueza que te entrego nao he minha. he de meu li-
dio, he um deposito que seu pai confiou-me, e do
qual hei de dar conla. Es moco, leus apenas trihla
annos, utlisa la vida, recomer corajosamente a
halalha, apezar da derrota que sofireste, e nanea le
esquejas de que he por meu filhn que saivo-te ago-
ra, e se elle cahir na pobreza he porque nao leras
lido energa para Irabalhar, e resliluir-llie o que Ihe
deves.
No da seguale oovi dizer quemen lio partir pa-
ra uma viagem. Quatro dias depois foram vendidos
os cavados, um segeiro levou as carruagens, a mor
parle Jdos senos deixaram a casa. No fim de um
mez minha mai abandonou*o aposento e foi habitar
em uma ra donde avistava-se o cemiterio Monl-
marlre, como se quizetse approximar-se de sua ulti-
ma morada.
Pergeniando eu i minha mai a razio dessas mu-
danzas, ella respondeu-me :
Ah meu pobre filho, estamos quasi arrui-
nados.
Oulro da, no mez de oulubro, ah .' dia maldito !
fui coaduzdo a uma casa grande e velha da roa de
Saint Jacqucs, que asseraelhava-se a um quarlel ou
a uma prisao : era o collrgio. Laucei-ine ao pescoro
de minha mai e roguei-lhe solucaudo que lornassea
levar-me comsigo, e nao me deixasse com aquellas
pessoas quo eo nao conhecia, e que alerravam-me.
Meu charo filho, respondeu-me ella com os
odios hmidos, e sentindo lalvez fallar-lhe a cora-
gem, s razoavel; he precian aprender a aer homem ;
loda a minha alegra esl ngora.depositada em ti, e
Irabalhars para dar-me pra/.er.
Nao sri se Irabalharei, mas eslou cerlo de qoe
padecere muilo, respond dando um suspiro.
Uma especie de servo tomon-me pela mao, e a-
Iravez de pateos e corredores conduzio-me urna sa-
la onde era a escola. Todos os discpulos voltaram
a,cabeca para mim, e ouvi-os dizerem :
Oh i^ie um nvalo 1
Deram-me um lugar, e ensinaram-me a licao que
eu devia aprender. Pensei na cata, na minha aia
que flcra 13o triste veodo-me sahir, e enlrei a
chorar.
Quando chegou a hora do recreio, cada um per-
gnntava meu nome, e voltava aos sena folguedos de-
pois qoe o sabia. Essa indifferenea gelou-me ; com-
prehendi que eslava aozinho no meio deaaa mulli-
das, parectu-me que meus collegas escaraeciam de
depois de ler mandado reconhecer a prajjttritaisi-
deron a empreza como demasiado iemefldria.
Alm disso nada havia do que\|raOTnisler, nem
fachinas, nem escarias, nem inMrunjatos de espe-
cie alguma, ludo se achava a bordflka esquadra.
Foi mister eslabelecer as Iropas nosH ^fernpernelos
desembarcar o material de sitio, at l-a^*.1"" p "*
vveres. Nislo se consumiram rinrdW B era pou-
co para lao grande larefa, e o proprt^WWiplor rus-
so i,oa diz que bastaran) estes cinco aartis para levan-
lar, como por encanto, nlrincheiroraenlos immen-
sos nos pontos ffMaWa linha-u quosaXbaluartesaug-
menlavam o olhos vistos, o que he ve>aitde. emA
quanlo os adiados desembarcavam a soa arlilharia
de baler e abnam as trincheiras. Por tanto racio-
nalmente nao ha fundamento para esse pesar que
nos quer inspirar.
O jornal russo comparando o estado moral', o
espirito dos dous exercilos, concede a primasia, ao
seu, pela sua unidade, emquanlo que o exercilo al-
liado cumpoe-se de diversas naces. Todava nao
vemos qoe ess circumslancia lenha tido psra nos
nenhum inconvenienle. -Pelo contrario, o amor pro-
prio de cada om dos povos combalenles pela mesma
causo poltica, inspira aos soldados uma emularlo,
que parece ler exaltados soa coragem era lodosos
combales, e ainda nao vimos desmentida a fraterni-
dade guerreira que Ihes incute o mesmo espirito.
nicamente a Inglaterra reuni ao seu exercilo
corpos auxiliares recrulados em dilfureulrs ame-.
Estamos persuadidos que estas (ropas canduzidas
por officiaes inglezes prestaran bous serviros. De-
vemos todava confessar que he muito para sentir
qoe uma lio forte potencia, envolvida n'uma guer-
ra continental, nao leuha um exercilo era relacao
com a sua populacho de 28 milhes d'almas.
Se Uvera oulro systema de recrulamenlo nacio-
nal, esse numero de habilanles cnnsenlia-lhe por
em campo um exercilo de 120:000 homens sem
onerar a popularan.
A' exceptu das anteriores observares, estamos
de accordo no mais cora o escriplor russo ; de res-
to nao nos deu novtdade alguma acerca da forca de
Sebastopol e dos grandes obstculos que anda ha
que vencer. Assim, sabemos que depois da pri-
meira linha de bateras encontraremos segnnda e
tercena, depois uma multidao de casas convertidas
em fortalezas, e que leremos, na phra-e del le, de
lomar Sebaslopol pedra por pedra. Eslamos a isso
resignados com constancia e invencivel lepacidnde.
As tropas adiadas passar3o por lano oulro inver-
n nsa suas Irincheiras, e como indicio dislo, sabe-
mos que se est construndo uma casa i'e alvenaria
de dous andares para o qua'rlel general francez.
Kamiesch e Balaklava, com osseus excedentes por-
to, lornaram-se em cidade e ao mesmo lempo ein
fortalezas bem armadas ; e o flanco direila dos al-
liados esla a eoberto dos ataques exteriores pelas
linhas fortificadas do Tchernaia.
Os Hussos.segundodizem osjnrnacsalleinaas, tem
175:000 homens na Crimea. As tropas das quatro
RIO SE JANEIRO.
SENADO.
Dia 39 da acost do IS55.
I.idas e approvadas as acias anteriores passa-se'ao
expediente .*
Tres oflicios do I. secrelario da cmara dos depu-
lados nromp,trillando a seguinles proposites.
A assemhla geral legislativa resol ve:
Arl. I. Fica approvado o contracto que a 2de
Janeiro do comente,anno foi celebrado pelo governo
ni penal com o gereule da eompanhia de paquetes a
vapor, innovando o que regula o servido dos mes-
moa paquetes entre a corlee diversos partos do Sul
e do Norte do imperio, coiti as cnndiroes que acora-
panham ao decreto n. 1515 de 3 de |aneiro detle
anno, e as alterarles seguintes :
S A isenco da obngac,3o de enlrarem os va-
pores nos port da Parahyba e Rio Grande do Nor-
te, estabelecida na coinlic.'iu I, do conlralo, fica res-
tringida ao caso de nao sealpratcavel a entrada dos
mesmos paquetes em razande sua con-lmcran e to-
neladas. '
2. A eompanhia de accordo com o governo,
proceder a lotac,ao do numero dos passageiros que
pude ailmiilir rada um dos paquetes, nao se pudendo
exceder o numero marcado senao em circomstancias
extraordinarias.
Arl. 2. Revogam-se as disposi<;et em contra-
rio.
a Paco da cmara dos depulados, em 25 de agosto
de 1855. 1'it.ande de Baependy, presidente.
Francisco de Paula Candido. I, secrelario.Anto-
nio Jos Machado, 2. secretario.
Atsemblca geral legislativa resolve :
Art. I. pica approvada a 1 condic.ao a que se
referee decr-to do governo u. 1478 de 2-2 de no-
vembro de lS5i. que augmenta a quantia actual de
empi
minha tristeza, achei a sorte injusta por lancar-me
no meio de uma sociedade desconhecida e lalvez
malvola ; fui assentar-me era um banco contendo
as lagrimas, meditando um projecto de fgida, mur-
murando imprecacOes, aluigindo-me por nao ser co-
mo us filhos dos agricultores que viviam livres nos
campos, e rejeilando o pao secco de minha meren-
d, nao com posto que tvessa fome, obedecendo
sem o saber ao senlimenlo innato no hornera de exa-
gerar sua propria dr para ensoberbecer-se, mais.
Eo eslava perdido na amargura de minhas refle-
xes. quando ouvi graude gritos, e levaotei a calie-
ra. Pela porta do pateo entrara um menina vestido
de grego, e refugiara-so em un canto para fugr da
miilii.loo qoe o persegua. Uin senlimenlo de cu-
riosdade fez-me levantar, e iinpellio-me para esse
lado.
Como le chamas'! perguulavam ao recem-che-
gado.
Chamo-me Ajax, responda elle,
i Uma inmensa gargalhada acolheu esse nome que
pareca singular.
De que Ierra s ?
De Chypre !
As risadas recomecaram mais forlemcnl;.
Quem he leu pai ?
He dragoraano no consulado francez.
A eslas palavras o alarido redobrou. Chamar-se
Ajax, ter nascido em Chypre, e ser filho de um dra-
gomano lermo incomprehensvel para os meninos)
pareca tal monslruosidade que o desgranado sullruu
iminedilameule a pena. Todos lanrar.ime sobre el-
le, e perseguiram-noal faz-lo pedir misericordia.
Poxaram-lhe os cabellos, deram-lhe pontaps, e
dansaram em lorno delle cantando :
Chama-se Ajax Nasceo em Chypre seu pa
he dragumano 1
O pobre menino chorava e Iutava. Um implaca-
vel senlimenlo da justica ollendida induzio-nie a
lomar aua defeza ; alaquei com murradas esses de-
monios desapiedados, Ajax ajudou-me como pode.
O resollado foi que no fim de doos minutos eu li-
nha o rosto eusanguentado, o bello vestuario grego
de Ajax estava em pedacos.
Um dos erapregados acudi, separou ot comba-
lenles, e fadou-rae pouco miis ou menos assim :
i Vmc. parece ter hbitos turbulentos ; mas nao
Ihe permitlirei lyrannitar seus collegas. Ficaiii ama-
nilla delido, e me copiar dez vezes eslas palavras :
He loucura minha querer fazer de valenlo. Isso
Ihe ensinar a conservar-te tranquillo, s
Tal foi o primeiro dia que passei.no colli'gio. Es-
live l dez annos, e nunca pode domar a indepen-
dencia de meu genio. Foram dez annos de lulas io-
cessanles, as qoaes eu ficava sempre vencido, mas
sempre indmito.
Quatro annos depois, um sibbado, em uma ma-
ntilla fria de abril, vierim buncar-me : minha mai
eslava para morrer.
npanhia
2:(HM1>;kh) a #uhvenrlo concedida
Pernambucana de navegarjo'a vapor.
cr Arl. ". Fica igualmente appiovada a cndilo
4 oo decreto de que trata o art. t.segondo a qual so
concedidos a referida eompanhia Pernambocana os
mesmos favores outorgados eompanhia Brasileira de
paquetes de vapor, organisada nesla corle, e -que
constan) do decreto n. 767 de 10 de marro de 1851.
o Art. 3. He approvada a condicao 5, do decre-
to a que te referem os artigos antecedentes, segundo
a qual os nactonaes empregados nos vapores da eom-
panhia gozaran da seoc3o do servco da guarda na-
cional e do recrulameuto.
a Art. 4. O governo fica autorisado a innovar o
contrato celebrado com Antonio Pedroso de Albu-
querque, relativo* navegado a vapor entre a pro-
vincia da Baha o os diversos porlos mencionados
no mesmo contrato, debaixo daa mesmas bases econ-
diroe dos artigos antecedentes.
a Arl. 5. Fica approvado o privilegio exclusivo
concedido pelo decreto o. I511de30 de dezembro
de 1851, para o estabeleeimerdo de um ou mais va-
pores de reboque para o servco do porlo de Per-
narabuco, debaixo das condices que acompanham
o mesmo decreto, com as seguintes alterafes,
I. O privilegio nao rom prebende o aervico de
carga e descarga dos navios.
2. O servco prestada s embarcaces de guerra
naciouaes e transportes do estado ser gratuito.
3. As vanlagenj^ concedidas eompanhia nao
prejudicam as disposic.Oes dos regalamentos fiscaes,
sanitarios, e-de polica do porlo respectivo.
4. O prazo de que traa a condiejo 6, a laxa do
preco do ser vico de que Irala a comliro o, a esl-
pulacio de mullas de que (rala a condicao 7. lico
a cargo do governo.
r Arl. 6. Revogam-sc as disposirOes em contra
ro.
Paco da cmara dos depetados,,ejn 1 de agosto
de 1855. f'isconde de Baependy, presidente.
Francisco de Paula Candido, f,.secretario.Anto-
nio Jos Machado, 2 secrulario.
i A assemhla geral legislativa resolve.
a Art. 1. O governo fica aulorisado a lanzar mao
dos meios convenientes, e a celebrar quaesquer con-
tratos ou distractos que forem necessarios para se-
guranza ou embolso da quantia de que consliluo-se
devedor a fazenda publica Joaquim Diogo IJarlev,
proprietario da fabrica de tundo de algodo deno-
minada S. Pedro de Alcntara, em virtude das re-
soloces de 28 de setembro de 18-47 e 0 de setembro
de 1850, salva lodavia a existencia da mesma fabri-
ca, no caso de ser pussivel, sem prejuzo da fazenda
publica.
Arl. 2. Ficam revogadas as leis em contra-
rio.
ii Paco da cmara dos depulados, 27 de agosto de
1855.l'isconde de Baependy, presidente.Fran-
cisco de Paula Candido, I. secrelario. \ntonio
Jos Machado, 2. secretario, a
A assemhla geral legislativa resolve :
Arl. nico. He o gbverno autorisado a mandar
pastar cartas de r.aluralisacao de cidadSo brasileiro
aos subdito porluguezes Jos da Coala Ferreira Car-
doso, padre Jos D.uningues Nugueira du Silva, Ber-
nardo Teixeira Borges, Caelano Evaristo Vieira de
S, l.uiz le Freitas Arruds, residentes nesla corte;
Joaquim de Castro Silva, em Mangaraliba, e Jos
Joaquim Pereira de Ararora, no municipio de
Campos ; ao subdito peruano, JoSo t'uriiandes Val-
dez residente nesla corle ; ao subdito britnico Joao
Cowie, em Pernambuco, e ao subdito grego Joao De-
y.u o i villa da Estrella : (cando derogidas aa ds-
posieus em contrario.
Paro da cmara dos depulados, en-i 27 de agos-
to de 1855. l'isconde de Baependy presidente.
Francisco de Paula Candido, 1. secrelario.Lin-
ydolfo Jos Correa das Neces, 3. secrelario. servin-
do de 2. i! *
l'oram a imprimir no lornal do Commercio:
Um uflicio do presidente da provincia do Amazo-
n.i-.ruine i tend i dous exmi piares do rula uno do pre-
sidente apreseulado i astembla provincial no dia 3
de maio ultimo.A' secretarla.
Oulro do vire-presidente da provincia do Paran,
remetiendo dous exemplares da colleccjlo das leis
promulgadas pela respectiva atsembla legislativa na
tua sessflj ordinaria do corrate anno --A commjs-
,1o de atsemblas provinciaes.
_ Foram mandadas para a secretaria varias memo-
rias sobre ohjeetos administrativos, e arlislieot, olTe-
recidss por Joao Diogo Slurz.
Foram sorteados, para a depulaclo que tem de ir
saber de S. M. o Imperador a hora eo logar do eu-
cerramenlo da presente sessao da assemhla geral,
os Srs. Sonza Frauco, marquez de Ilamaem, mar-
que/ de Monle Alegre, Fonseca, baraode Muriliba,
Alencar, e Muniz ; e para a depulac^o que linha de
receber (> Sr. ministro da marinha, os Srs. Quoiroz
Couiiiihc, Vergoeiro, e Vianna.
ORDEM DO DIA.
Nao teodo chegado o Sr. ministro da marinha, e
ettando presente o Sr. senador ministro da guerra,
enlrou em 2, discussAo u arl. 6. da prc posta de po-
der execulivo, fizando a despeza e oreando a recei-
la geral lo imperio para o exercicio de 856 a 1857,
com as respectivas eroeudas da cmara dos depu-
lados.
Discutida a materia, foi approvado o dito arl. 0,
conforme foi emendado pela cmara dos deputa-
dos.
Achando-se na anle-camara o Sr. ministro da ma-
rinha. (ni jniroduzido rom as formalidades do esly-
lo, luuiou assento na mesa, e enlrou em 2. discus-
-ao o art. 5. da soDredita proposta, com as respecti-
vas emendas da cmara Jvt depulados.
Encerrada a discusta, reliruu-se o r. mimitlro.
e Coi ap irov.-ido o art. 4. da proposta, i: as emendas
da cmara dos deputadot.
O Sr. Barn de Quaraim requertu a urgencia,
afim de entrar fiojeem 2 discu-sSo o orjameulo do
minislerio da fazenda.
Sendo apoado este rcquerimenlo, foi a final ap-
provado.
Enlrou em 2. discussao o arl. 7 da referida pro-
posta, e foi approvado sem debate.
Picando adiada a discusao do art. 8, seguiu-se a
discussao'do art. 9 com a emenda da mar dos de-
pulados.
Terminada a discussao, foi approvado o art. 9,
com a emenda da cmara dos depulados.
Eninram em discusao e.foram approvado tem
debate osarls. lOel da proposta,e lodosos arligoa
addilivi s da emendas da cmara dos depulados.
Foram igualmente approvados os arl l,e 8, da
proposla, conforme foram emendados pela sobredita
cmara.
Julgando-se linda a 2. discussAo, pataou a propos-
la, como se acha emendada, a 3 discussao.
O Sr. Silceira da Mota requereu a urgencia para
entrar a manhaa em 3 discussao a sobtedila propos-
la. Este requeriraento foi apoado e aoprovado sem
debate.
Conlinuou a 1. discussao, adiada em 25 do cor-
rente, da proposco da cmara dos depulados, 'de-
clarando que os esludante que antet de publicados
os presentes estatuios das faculdades le medicina
se haviam matriculado nos cursos pharmaceulicos
eslao habilitados para, no caso de approvacao, rua-
triculnr-se no2.-anno medico.
Discutida a materia, passou a proposco a 2. dis-
cussao, na qual logo passuu a 3.
Enlraram em discussao, e pastaran) da 1. para a
2. e desla para a 3 discussao, cada ama por soa vez,
as propusieres da mesma cmara, ulorisando n go-
veano i conceder carta.de naturalisacAo de cidadao
brasileiro: I, a Joao Gomes Leal, Kaphael Arlam,
l.uiz Miuioel Bozzano, e a John Gals ; 2, a Joaquim
Uianini, e a Fraacitco Lang; e 3, a JoAo Claudio
Mauvernay.
Tendu o Sr. presidente declarado agolada a or-
dem do dia, o Sr. liarlo de Quaraim requereu a
urgencia para entrar' amaoliAa era di-cussAu a pro-
posito da cmara dos depulados sol-re o contrato
com a eompanhia de paquetes a vapor. A argeli-
na foi apoiada e approvada.
OSr. presidente idea para urdera do dia : lerceira
discussAo do orramenlo para o exercuio da 1856 a
1857 ; -primeira discussAo das propnsires da cma-
ra dos depulados, uma sobre paquete, de vapor, e
oulra autorisando o governo a conceder um anno
de licenca com lodos os vencimeulos ito juiz de di-
reito Audr Cursioo Pinto Chicharro da Gama;
lerceira discussAo da proposco da mesma cmara
aulorisando o governo a conceller um anno de li-
cenca com os respectivos vencimentos, ao juiz de
direilo JoAo Antonio de Sampao Vianna; e primei-
ra discussAo da proposco da mesma i amara auto-
risando o governo a mandar pagar a Manoel Anto-
nia Raccler.titr o ordenado de carcere ro da cadeia
da villa' do Pilar, na provincia da Parahiba do
Norte, levanlau-se a sessao
Nos das 27 e 28 nao houve sessAo.
. -' '
primeiro secrelario di conla do segoiote expe-
diente :
Um ofQcio do Sr. mioitlro da marinha, remellan-
do as iofurmaces que Ihe foram pedidas em 21 desv-
ie mez ubre o projecto que augmenta os vencimeu-
los do commandante, lentes substitutos e secretario
da academia da marinhaA quera fez a reqnisicJo.
Dous offieios do primeiro secretario da cmara dea
depotados, acompanhando at seguintes propotlres:
ii A astemhlea geral legislativa retolve :.
o Arl. 1. Ficam dispensadas as leis qoe prohibem
s corporales de mao mora postuir boas d rail,
em favor :
a I." Da irmandadede Nossa Senhora do Rosario
da fregaezia de Sanio AotAo, da provincia de Per-
nambuco, para continuar a postuir o lerreno qoe era
1755 Ihe foi doado pelo capitao-mr Antonio Jacob
Vlcoso e ana uiullier D. Manoela da CooccicAO Tor-
res Galindo, revalidada a respectiva doacAo. -
a 2. Do hospital de caridade da cidade de Ma-
nara poder posauir beas de raiz at o valor de
/
Mliunn FNFMPI&R FNRnNTRAnn
Ella achava-se doeote desde muito tempo, mas eo
ignorava seu perigo, ignorava que ella Iutava con-
tra uma periloiiiies, um dos mais terriveis e mais
engenhosos supplicios inventados para livrar o ho-
mem da existencia.
Cheguei casa, escalei era (res salios os Ires an-
dares, e entrei no aposento. Algumas amigas de mi-
nha mai receberam-me, fizeram-me prometter que
cao rae atingira muito, e depois de lerem-me lava-
do os olhos vermedios de lagrimas, deixaram-me en-
trar na alcova da moribunda.
As gelnsias lechadas, e aa corlinas corridas torna-
va m baja n clsridade do dia, o fogo da chaminc es-
lava eoberto de ciuza, junto da a|cova estava assen-
lada uma criada, oalra dorma em uma poltrona, por
(oda a parte reinava um cheiro de ludano.
Ha quinze dias que eu nao vil minha mai ; che-
guei ao le to e fique aasnatado. Horrivelroente pal-
uda, opprimida, sem odiar cerlo, magra, e j solli-
ctada pela morte, ella eslava dedada de costas para
baxu, e linha a cabeca perdida nos Iravesseiros. Af-
fagava ot heicos com a mAo por um movimento ma-
chinal e regular como o de um relogio. Incloei-me
para ella c abracei-a. Ella enej mu-mu sem dar mos-
tra de reconhecer-me.
He leu filho, disse-lhe uma minha parela
que tinha-me seguido.
Ah responden minha mi.
Minha prenla melteu-lhe com uma colher um
pedacinho de gelo na bocea, e lornou :
Eniao, nada Ihe dzes t esle pobre rapaziuho
esla tilo conlente. de ver-te.
Minha mai fez uma especio de movimento doloro-
so, e depois disse :
O medico deixou-me o escalpello ao lado, isso
alormenla-me.
E poz-se a chorar como uma cranca.
I.anoei-nie em uma cadeiru, solacando cora a ca-
beca sobre o braco.
Quem chora ahi ? perguntoo minha m.
Son eu .' son eu exclamei cahindo de joelhos
diante della.
Tomei-lhe a mo e cobri-a de beijos. Ella velln
para mim seus olhos vagos e indecisos ; um claran
de inleiligencia pareceu idumina-los pouco a pou-
co, e nelles debuchou-se uma acerba expressAo de
dr e uma saudade inmensa como a elernidade. El-
la tomou-sne a cabeca naa mftos trmulas, e apoiao-
do-me sobre o peilo, abracou-me com frenes, di-
zendo-me :
Ah 1 meu charo filhinho 1 meu charo filhinho.'
qoe ser de II Picando sozinho 1
Nao sei eotao o qoe houve, sem duvida fui sepa-
rado, pois achei-me no quarlo, deitado no meu lei-
to, e dirigndn a Dos gritos da colera antes qoe jde
dr.
Assali em um desespero mudo e irritado bata-
lha desigual da vida contra a morte, segui sem um
pensameuto dsesperanza (odasas phasesda lula, lo-
30
I.ida o approvada a acta da sessao anterior, o Sr.
ma a iuui te, s
Salodiosphas
das as angustias da agona lenta e terrivel, todos os
movimeilos diversos do abatimento I umilhanle e
gradual daa faculdades da inleiligencia, deenmposi-
c,io da alma qoe precede a do corpo. Durante Ires
das o pobre corpo geraeo emquanlo a nlma obslina-
va-se em n3o deia-lo. Erafim. na lerci-fera noi-
te a respirarlo enfraqueceu-se e lornou se irregular,
as mAos pareciam. procurar no infinito um objeclo
que nao vamos, os olhos firmes e meio lechados nio
volvan.-se mais na rbita, as extremidades eslavam
fras. A terrivel deosa approximava-se.
Aa miilheres ajuelharain se. o recitaran) a oracAo
dos ngoi isante, qual respondan) os silucos ; ama
torra desconhecida lancoii-me de joelhoi, lenlei lam-
bem orar, mas nenhuma palavra veio-aie aot labios
e fique nttonilo, embrutecido, sera consciencia, sem
memoria e dominado por um terror inrielnivrl. '
Nao sei quem levanlou-me, coodazio-me-ao lalo,
o disse-me:
Abrara-a abraca-a I
Inclini;i-me para minha mai, mas apenas meos la-
bios tocaram-lhe o rosto'resfriado, dei om grito, e
fogi curr Urna hora depois voltei : ludo estava acabado, l.e-
vanlei a;, cortina e olhci. Seas cabellos estavam
sollos, suas feres linhara lomado orna indisivel bel-
leza que dava-lhes uma serenidade celeste ; uma
lanterna collorada sobre o bofete, illumioava-lhe os
fontes roas, as palpebras abaixadat e i< rosto' palu-
do como o marfim ; seas labios descarado! pareciam
entreabertos por um aorrso de despedida.' Ella pa-
receu-rau maior e mais bella do que uma crealura
humana, e agora que muilos anuos j tjm passado,
agora que v ou lalvez encontra-la he ainda assim que
ella apparece-me immovel, alva, seria e j endeosa-
da pela norte.
Eu lie ha treze annos. No dia do enterro o sol era
brilhaule, o vento murmurara entre as iirvorsi, os
pastaros gorgeavam nos ramos; a natureza toda es-,
lava em Testa.
Naraullidao que segua ouvi palavras a meu res-
peto.
Ella deve deixar grande riqueza, dizia um,
Nao sei ; diaseram-me que outr'ora fez grandes
sacrificios pelo irraAo, responda outro.
Ah I isso nao he nada ; se esse rapaz fosse um*
raparigainha estara bem dotada.
A proposito quera ser o tutor 1
A estas palavras senli ara estremecimealo percor-
rer-me o corpo lodo. Nao linha pensad) ainda nis-
so. A qjem ia eu ser dadoT Qaem substituira
para comigo meu pai e minha mai"? Qaem me ama-
ra ? quem me consolara ? qaem me tomara pela
mao para conduzir-me vida ?Ah 1 ainda existem
aquelles que ficaram encarregados de minha infan-
cia ; nao dirci nada a seu respeto ; vivan) em paz,
tem a consciencia de haverem obrado bem, Dos
Ihes perdoe.
3," Da irmandade de Santo Antonio, erectajna
matriz da cidade Diamantina, na provincia de Mi-
nas Geraes, afim de poder postuir bena de raiz al o
valor de 40:000.
Arl. 2. Eslas conceese* sao ferias com a lan-
sula de ser convertido o valor do taca beos era aaM
dees da divida poblica ioalieuaveis.
u Arl. 3. Ficam igualmente dispensadas as li
de amnrtiacAcem favor dos eslabeleciini-nto de ca-
ridade do Recite-, da provincia da Pernambuco,para
poderem possuir 22 moradas de casas, titas na mes-
ma cidade, avadadas em 97:0000000, as quaes Ihes
foram doadas por D. Jesquina Mara Pereira Vian-
na, com at condices constantes da escriptora de
doacao celebrada em 5 de junlio du oorrente anno.
Art. 4. Depois da morte da doadora o valor
desses beos ser convertido em apolicea da divida
publica inalienaveis, na forma do regolameolo dos
meamos estabelecimenlos.
a Art. i.' Ficam revogadastas diapo*ic traro.
Paco da cmara dos depulados, 29 de agosto de
1855.l'isconde de Baependy, presidente.fran-
cisco de Paula Candido, primeiro secretario.An-
tonio Jos Machado, tegundo secretario, a
a A astembla geral legislativa resolve :
a Arl. 1. As divisas ealra aa provincias de Santa
Calharina e do Rio Grande do Sul alo :
tuba, o arroio das Cootas, e os ros Pelotas e Uru-
guay.
Ari. 2. O goverqo determinar, depois dos sia-
ms necessarios, es limites entre ae provincias do
Paran e de Sania Calharina, sujeilando a deraar-
oacAo qoe fizer i approvacAo do corpo legislativo.
Art. 3. Ficam revogadas as disooeeSes em
traro.
Paco da cmara dos depulados, em 29 do agos-
to de 1855.f'neonde de Baependy, presidente.
Francisca d Paula Candido, primeiro seectaro.
Antonio Jos Machado, segando secretario.
Foram a imprimir nao o estando. -
l.-se n seaonle parecer :
Foi presente commitsao da routliluicao o offi-
cio do ministro o secretario de estado dos negocio*
do imperio, datadu em 8 do presente mee, em que
parlicjpa ler S. M. o Imperador nomeado. presdan-
le da provincia de S. Pedro do Sul o Sr. senador ba-
rio de Muriliba, e solicita do senado necestaria
dispensa.
a A commissAo, nao deseebriido razos que em-
baracen) que o Sr. senador posea exercer o emprego
de que se traa, he de parecer que se conceda a dis-
pensa solicitada.
a Paro do senado, 29 de agosto de 1855.Ense-
bio de Queiroz Coutinho Maltosa Cmara*Vis-
conde de Sapucahy.
Ficou sobre a mesa.
O Sr. Presidente fez ver ao senado qoe a com-
missao de redaceAo se achava aclualrnenleoj
membro, visto que os Srs..viseando de ttqoilinj
nha e Mendet dos Santos tillo com parlad
le ; vista do qoe, decidi o senado qoe o
sidenlehouvesse de nomear quem os substituste ; e
o Sr. presidente noraeou ot Srs. Fes a, e
viseando de Abael.
ORDEM DO 1>!A.
Enlrou em 3.a discossoa proposta do poder exe-
culivo fuando a despeza e oreando a receita geral
do imperio para o exercicio de 1856 a 1867, com
as emendas da cmara dos depuladoa.
Discutida a-materia, fui approvada a proposta e as
emeodas, e remedida commitsao do redncrAo para
collorar as emendas nos seos devidoa lugares.
leve lugar a l. discussAo da proposito da cma-
ra dos depulados approvando o conlralo celebrado
em 2 deajaneiro do correte anno com o gerente da
eompanhia de paquetes a vapor.
O Sr. Presdeme deci nsAo adiada por
nAo haver casa, e dea para orden do dia a discus-
sAo adiada e mais materias dadas, accresceodo :
Primeira discussAo do i.....r da commitsao da
constituido sobre a dispensa pedida para a commis-
slo encarregada ao Sr. barAo de Mariliba.
Primeira discussao das proposiees da cmara dos
depulados : ama sobres fabrica delecidoi
dao de Diogo Harllev ; oolra sobre
Kaculdade de medicina da Bahia Herculauo Anuir
da Fonseca ; outra sobre a eompanhia Pernan
oa de navegacAo a vapor; outra sobre JiaturalisacAo
de tslrangeiros ; oulra autorisando o goreruea apo-
sentar a Diooyso de Aievedo Pecaoha no logar de
ufficial-maior da aecrelara de estado dos negocios da
marinha e lavantou-sea sessao,
CMARA OOS SBS. OEPTADOS.
Soaaao' du 7 o afooto do 1866.
Le-se e approra-se a acia da sessao I
te. O Sr. 1. secretario da coula do segoii
diente :
rjm oflicio do Sr. mioislro do imperio, remetien-
do o autographo da resolucAo da assembla geral
legislativa que antoras* o governo para mandar ad-
miltir ao exame das materias do 5. anuo medico,
matriculando-se no 6., uo presente anuo lectivo,
no cato de aer approvado ao referido exame,
o esludanle JoAo da Silva Pinheiro Freir.Ao ar-
chivo.
Oo Sr. depulado Hypolto Jos Soaret de Son-
za, communicando que por incommodo do taude
Yodando do cemilerio onde os pastaros cantavam
nos salgueiros, ouvi o porleiro dizer :
Ser necessario por um escripia; pois de certo
o aposento ficara desoccopado ; mas u3o importa, foi
um bello enterro, houve nm magnifico acompauha-
menlo.
Molas pessoas quzeram ver-me ; mu nAo soube-
ram fallar-me. Davam-me conselhos e nenhuma con-
solado ; ninguem dizia-me : Hei de amar-te, hei -
de ajuiiar-le, farei por encher o vacuo que acaba de
formar-se em ti; mas todos diziara-me; A desgraca
suppre a idade ; deves portar-te como homem ; nio
sabes ainda o que he a vida ; a existencia he cheia
de dores, has de etperimeuta-lo, e oulras trivialida-
des impas.
O' senhores e senhoras da sociedade elegante,
qoando saldr um grito generoso de vosees coraces
callejadot pela lotice e pelo egosmo ?
Sem duvida nao era sofficiente a dr que me op-
priraia ; pois vieran) renoir-ae-lhe todas as maguas
que lAo fcilmente irritan) aos que padecen). De-
pois veio a venda. Oh 1 que cousa infame I Eu quiz
oppor-me roguei, sappliquei ; porm debalde.
Mea tutor respondeu-me qae a le era formal, o que
ludo devia ser vendido ; abri um Cdigo e leu-me
isto :
Arl. 452, No mez seguate ao da cooclotio do in-
ventario o tutor far vender nf preoenca do segando
tutor, em leilAo presidido por nm ollicial publico, e.
depois dos editaes de que se far mensAo nos autos,
todos os movis, exceptuando semen"' aquelles quo '
o cooselh* de familia o tivet autorisado a con-
servar.
Attim foram-se todas as charas reliquias de um
passado lAo saudoso, o sof em que eo adormecer
tantas vetes, a raesinha de trabalho de minha mai, a
ceslioha de guardar lAa, o piano, os quadrot que ella
explicava-me quando eo era menino, as lavas, a rou-
pa, quem sabe que msis '.' Todos esses objeclo sa-
grados foram examinados, apregoados, regateados,
maochados e levados emlim, e para sempre', Api- .
as ficaram-me. alguns livros e diversas joias d fa-
milia.
Quando depois den pmfanaco torne a esse apo-
sento vatio que achei Irisle o sombro como'o campo
de uma batalha perdida, quando taboreei lentamen-
te a amargara dessa solidao que pareeeu-me mais
vasta que um deserto, uve oca accetso de furor, e
laucando ralo de um marlello etqoecido sobre-e cha-
min, corri ao bnste da meu pai, e quebrei-o di-
zendo :
Maldito, maldita, sejaslu que me geraste.
Foi etle o meu primeiro grilo de revolla contra a
vida.
Eu linha padecido muito, minha saude nio poda
deixar de resentir-te disto, fique muito lempo
doeote, e s depois da cura voltei aa collegio, onde,
apezar da eompanhia de meus collegas, achei-me
mais solado que nanea. (Conlinuar-se-Aa.)


2
DIARIO OE PEMUIIUCO SCXTI FEIR 28 OE SETEMBRO OE 18SS
com minio de po-
la ralira pira Cora da corte.A'
dar*.
He approxido o seguinle paree*-:
alfres-secrelario de 7.* balalhio de ioranla-
eWn de Bar 04 pede patsagem
or da 1." rlasse.
-immao de marinlia e guerra, vista da
informarlo do goyerno, he de parecer qua e in-
deferi.la a prelancAo do tupplicante.
a Pac da cmara dos deputados, em 3 de afoalo
de 1855.. e. Sidra.Pereir da Silca. i)
ORDEM DO DA.
Terctira dUcussAo do ofeamento.
linea a 3." discuti ilo remenlo geral da
imperio.
. Pedreira (ministra do imperio) :Tendo
de responder, como me eumnre, ao nnbrea diputa-
dos que hilo (oinado parle nette disctalo com re-
ferencia a differenlet ob.eclot qoe perlencem ao mi-
nislerio do imperio, nao devo perder o entejo para
antea de ludo diier alguma etusa em resposla a um
nolire depulado pela provincia de Pernambuco, que
"|asi aempre que falla nesta casa procara censurar-
me. l.imHar-ine-liei fterem a mili poucas pala-
vras, porque este oobra depilado fazendu-me lan-
as e lio repetida censuras nio julgon at agora
conveniente desear a facto. (Apoiados.) Pereor-
rendo ainda ul(immenle o seas discursos, porque
.i Igans nao Uta o pratar de assitlir, nio eiicontrei
i) dellcs, ja n.lo digo a demonslrajao pre-
cisa, mas ao menos a (imples allegarlo dos fados
am que baawoa mas acensaros (apoiados), excep-
de que logo tratare).
dapulado lem-se collocado na poiic3o f-
erosa das recriroinatoet vaga,
quem miis fcilmente despenda os di-
! pblicos do que o actual ministro do impe-
; ora, nao lia quem mais promessas fac,a, nem
l menos asexccnle; emllm, parece que nio hn
o que ao menos como horoem poltico nio le-
conceilo do nobre ilepnladu o ministro do
entretanto, nem um laclo averiguado,
ama pcovalem al hoje o nobre deputado apre-
seotade era abono de suas invectivas!
Sr. presidente, esta falla de benevolencia
la parte do nobre deputado ; mas declaro com to-
da que estimara muito que com essa
benevolencia tAo pronunciada tivesse o Iton-
io mesrao lempo o proposito de enme-
la minha administraba, de inves-
toda a severidade, comanlo que (o-
icompromisso de apresenta-los nesla casa com
la verdade, aOm de que cu podesse explica-los,
ilar a cmara dos Srs. deputados c o
-lo* e decidir com Justina entre
a accataes e a defeza.
i'ile proceder fura pelo meos muilo mais
s), por corto muito mais nobre, e ate
dos talentos que en sou o primeiro a
o nobre depotado. Ue outra orle nao
ii -me a di/er tambem vagamente
nilo lem razSo (apoiados), e a
a exhibirlo d fados.
Allante, Sr. presidente, certo deque a le-
le ra.-actor do nobre deputado nSo permute
diividarfine o honrado merubro fallando em pro-
messas refra-se a promessas" por mim feltas poran-
ia a cmara dos ara. depulidos, ale porque oulras
tamo fazer senao nos termos em que po lem
lionestameule (apoiados), live o trabalho
de reler m meus discursos proferidos nesta casa na
ito inno passado, a foi com particular satis-
iie observei que a roaior parle das ideas que
que o nobre deputado classificou
a ou eslSo sendo por mim reali-
npre com a melhor vonlade, e com lodo o
irq.ie referem-se a objectos de inleresse para
o imperio (apoiados); e qas urna e
alio pode ainda ser etecolada, ou
no meo rolatorio us motivos que
l realisac3o, ou se o nio dase, nem
lie menos certa qne nSo lera sido ja levadas a
r circunstancias imprevistas, e que oeror-
ndependentemenle du vontade do ministro.
teante mesmo sai provincia, ha de o nobre
ir justo, confessar que lodo o zelo
qua promalte empenliar a|bein de seus interesses fui
nenie empreado (apoiados dadepn-
lar 'nambuco), ja prestando prumplameute
e dispr para obviar em par-
enieitles da inundarlo de que
clima no anno pastado ; ja aulo-
despezas para manter-se seu estado anita-
mpulst) sua navegacao costeira a
meio da concessllo de notos favores
pareca desacurocoada ; ja appro-
Jpons fetai por su digno presidente para
!a populaco desvalida de alguna lagares
r em casos de eufermidades ; ja finalmeii-
a conclusio das obras da pona pro-
Kecife, lio urgentemente reclamadas
nignando-lhe por urna s vezada a
t'iuliam sido oreadas, e preparando
os professinnaes, e com alguna dos
i da inesma provincia os-elemenlos
a para que possa enmecar em breve e
npulso a conslrocco da ponte nova.
roret infundados (apoiados), tanto mais que o no-
bre* deputados exprimirn) a convic(ilo em que
ie acham outros medico n! \ de que felizmente
nao temn-entre nos teme!'., me epi Ir-mi i. Apoia-
m ayaliada fui, Sr. preside-il. pelo nobre de-
n qoe u nitveruo lem lomado
a"'*!3H e,'iM com fT'Mo ";1 lel" "'"
d o resultl Js de que estamos a bra -
ot com a ral emt t*iajerne. Seu lim lie indo pr.<-
fenlivo. .(Apohdi
Os males que desgraciadamente affligem o Pari, a
frequeuela e priimidade de relacoes entra aquella
provincia e a corte, nn podiam deuar de dnpertar
o zelo do qovernn, Tem em cnnseqii".icia o gover-
no tomado certas medidas tendente-, a evitar que a
smenla dessss males germine e que ellos te etten-
dam pela popularan. Muitas dessat medidas sao
meras cutelas hygieuicat, bera cabidas em lodo o
lampo (apoiados) ; servem outraade faaerrom qne
Mtejamos preparados para a eventualidade de nao
pdennos evitar a disseminacao do mal. (Apoia-
dos. Assim preparados mais fanlmenle resistiremos
epidemia, e seus meieficos effeitos tornar-te-Mo
menores. E dire, tenhorea, que a lal respeilo a
popsilacao deve eslar tranquilla. Se a epidemia
not invadir lado est disposto do modo1 que liaven-
do, como espero, o necesaaria diligencia e aclivida-
da na cemelo das providencias adoptadas pelo in-
vern, dados os desconlos provenientes do embara-
zos muilo nataraes not prlmeiros momentos, as cias-
te* indcenles e desvalidas, que sao as qne costa-
mam sollrer, bao de ter socrorridas com a manir
dedicaco a caridade. (Apoiados.) Isto de per si s
atlenuar em grande parte a intentdade do mal.
NlO proseguirei. Sr. presdanle, sem aproveilar
esla uccasan para desde ja confessar o qnanlo lem
sillo acradavet ao governo, e o quanlo honra ao
palz, o auxilio e a cooperarlo que lenho encontra-
do na a topea > destas medidas ; ja da parte du Sr.
presidente da jauta de hygiene, nosso digno l.se-
crelario, e dos distinctos mdicos que uorjneei para
formarem urna commissao central de saude publica,
ja da parle do chefe de polica, e de quasi.lodas as
autoridades, e por lim dessa briosa mocidade da
nossa Faculdade de Medicina, que apenas Ihe cons-
lou que o governo poda precisar do seu serve.o
immedialamenle e com a maior espontaneldade oll'e-
receu-se para ludo qaanln delles exigisse o geer-
no cm taes eircum-tancias, sem escolha nem desig-
ualo de lugar, promplos a partir para o Para, pa-
ra o Amazonas, na para qoalquer nutro lugar em
qne foasem necessiros. (Apoiaitos.) Este facto, e-
gavelmenla : latcau-se ao meio o patrimonio, ficau-
da a camarade S.- Jos com a amelade. La te foi
ludo quanlo Marta flcou.
Sabara que a assembloa em tna muilo alta ti-
bedoria a annuio. repretentacao dos negociantes da
Kibeira, em que pediam a deronacAo do arl. t dat
posturas municipios detla cidade Senipre pentei
que pelo menos ot reverendos pidres Inmassem a
peilo a defeza do lerceiro preceilo do declogo, eeu
dizia cuiuigoentre tantos padres algnm e lia de
lembrar do Exod. cap. 3", v. 8: algum ha de lerem
vitta a dispotieflo do Cour. Tridenl. ten. 25 : algum
ha de querer expandir o Evtngelhn de S. Malh. cap.
9, v. 1.1: algum uugrera myslilicar o I.evit. cap.23.
v. 7, k o len -. cap. 2, 8 9 algum procurar
d-rlarar a iccu'o do Conc. Provincial de Meaut de
813 e a du de Aix da 789 : algum te remechera para
dizer o que conten) a Contlit. tynod, liv. 2 til. 13
n. 381 : algum detejnr motlrar qua j lea S. Am-
brosio sobra a quetlao, e S. Agostinho ni Epst. 86,
que diz : ad guamcamqai EccUram... Mas o que,
meu bom amigo I Conttcuere omnen, inlentique or
lenebanl : ninguem lugio, nem mugi : um s nao
te lembrou daquello tremendo ras mihi guia lacui
de Isaas La se foi o lempo em que o maior
bra-an era de ser chrslAo ; e os qne eram, compra-
.amsededuer com S. Agostinho. Ch'islum non
crubetco ; mas hoje... offerece-se urna emenda tup-
pressiva aquellenonpara que o commercio .Ja
Kilieira nai contiena domingo, nem da santo !(jiii*
lalia fanin ;*mpcrul lacrimi '! E ot taes doulo-
ret, que compnm,,,,.. Jj assembtea como te narf fos-
sem lllhus da|igreju, fearain caladot como bicho de
coco !
u M se o arl. dat posturas, pudendo os taes negociantes
terem abertas snat lojat, e vendas ; finado porm
sujetot s penas daquelle art., no cato de fazerem
negocio de compra e vendn! Ja ouvio fallar
em maior disparate ? O que quer dizerabrir lojat
e vendas com condican de nao comprar, nem ven-
der ? Entcndo que j te Heu o primeiro pasto para
a impiedade. Muito tem que debulhar otconfesto-
res no tribunal da penitencia.
o Ja in pastando com ps de laa a subvencSo pe-
dida a esla provincia pela companhia de navegaeao
costeira a vapor de Pernambuco. A lal companhia
dos godemti ja te preparava a comer as Irulas com
ai bragas emulas; mas sahio-lbe o auno hisexlo :
certa d/e AomeopaAico, qbe se applicou, trantlor-
nou a esperanca dos godemes, e a philanlropia dos
que sao tan prdigos dos dinheiros p'uhlicot. Ja a
subvencao li.ivi i passado em 2a discussao da le do
a trila dislincto, como um homem do bros e de
onn em toda* ai avoluroat porqu tamos panado
depoit de iioim emancipa(ao polillca, nio precisara
por certo de rebtixar-sa at o ponto de indar in-n-
digaodo por lodot ot ponlot da provincia, pedio o a
cada eleilor am vol, como tdtm fazer onlros carac-
teres que teapregoam disiinclos, porm que em nos-
si humilde oplnilo ot nio reconhecemni como taes.
Da ludo paranlo que levamos dito concluiremos,
qoe nio poder nunca ter um vtrdadeiru Ael man-
datario do povo, aquella que o almnelU e persegue
com repetidas cartas a pedidos O lio nem de bem, o
homem de mrito, urna vez que declare a seus ami-
gos suat preleinjes, ule deve passar disto, nao de-
ve lorntir-se am pedinxlo insupnrlavel, declarndo-
se apto e capaz de ser aquilto que o bom tenso nao
pode aceitar e acreditar.
Entrando agora em malaria,dirc a' Vmc. que va-
moa bem de paz e Iranqoillidadc publica.
O noito estado sanitario lem mclhcrado eonside-
ravelmente, hoje lenho o prazer da cuminunicar a
Vmc. que nenham caso de bexigat se lem dado mais
entre nos, depols le minha nltima. Os negocios ju-
dici^rio sahiram do estado de proslraclo e miseria,
a que se achavain reduzians, e nesla parle acham-se
todos contentes c satisfeitoa com a conlianca que ins-
pira a judicatura publica nesla Ierra na poca actual.
Tinha-me etquecido dizer a Vmc. na minha an-
terior que ha muitot sabbados nao linhamot feras
pelo grande receio que linham os matulos da epide-
mia, com o que lirn quasi parausado o commercio,
o qual ponco lem melhorado de tua inaccio e frieza.
Foi organisada a guarda nacional detle termo, a a
respeilo do que te deu nat proposita muito breve
farei sciente a Vmc, para qoe te convence de que
neste negocio pouco adianlou a causa publica.
Fico aqu, porque o correio me est importunando
na porta, nao consenlndo que o demoraste por mai
lempo. De outra vez direi bellas cousat.
Tendo occasilo de portador para a villa do Passo
eni Camaraaihe de Alagoas, nao se esqueca de enca-
minhar os meus respeilos e admiraran ao Ilustrado
correspondente do sea Diario naqaellas paragens.
Assim como as minhas saudades ao sen de Ipojuca.
Vale o Velhi aldeilo.
querqoe, de Felcidade Perpetua Mara'da Mello,1
de Francisco Custodio de Sampiio, d Jjit Mara
Cirdnso, de Jlo Biplitla Nomeriaiio, de Jote Ki-
beiro de Farla, de Jn Jote ro Ponte, de Joaquim ilaptiata da Silva, de Lucio
de Soaza Ptrelra, de Lauriann Jote de Barroswde
Manoel Jote Ferreira Coila, de Miguel ArchatHpe
Figuilredo. da Manoel Pachern do Keiende Jomar,
de Marcelino de Lima, de Manot! Jos, de Manoel
Peres Campetlo da Almeida, de Mara Carolina de
Brltd Carvalho, de Manoel Peret Campello Jacome
da dama, de Manoel Jote l'reslrello, de Novata) 4
Os. de Tiboreo Valeriano liiptista, de Tiburdoo
Corraia de Oliveira. de Vicente Jos de Brllo, da
Venceslao Machado Freir Pereln da Silva, e de
Vietoriho Jos da Souil TnvatiM, a levanlou-se a
tettlo.
Eu Manoel Farreim Accioli, secretario a tiiha-
rrevi.Bario < OUceira Barata de Almeida.Mello.
nhores, honra, e honra muito a nossa mocidade. remenlo. Em geral toda esla lei andou de Hero-
aelo quo paderia cllar nao slo
a demonstrar que preenchi com lodo
a bem da provincia de Pernambu-
i meus discurso do anno paitado ; te
. repilo, nao t3o tofUcienles para
o nobre depultdo. que v lodos os
alia administraci) pelo prisma de urna
tea que ala hoje nio sei explicar, e que
.lina, ao menos nao aera o nobre de-
rontetta-lot; e retta-me a couso-
i de que no enro etpaco de menos de
am anno -li/. ludo quanlo ara |iosivel (apaiados),
qoe todo os oolros dignos'repre-
ella provincia me fazem e conlinua-
farer-me a jusli^a qoe o nobre deputado me
M Srs. deputados de Pernamhu-
* Pernambuco posto applirar em
| mu larga escala a nutra provincias
:ama<;Bet que Uve, e a oppsrlunida-
Je e recur- litpatieXo.
Retlam anida, he verdade, oulras cousat que eu
ardeuleinenle detejava fazer, mas ludo nao pude
am lempa ; aurgem t vetes, quandn
i ha racial que nao he-postivel
mes quaessenao conlava.
ate. por templo, am am de m-us
n mi am hbil engenheiro
.ue conlava mandar para a provincia
ler -all empresario em certa expid-
as importantes. Disse nasa verdade ;
fe attitn fallava poda eu prever que este
a encontrara urna empreza particular
IiprovaiUse seus ervQos mandtado-o pira o
o), e qaa elle a preferira por antever maio-
ao futuro, e por poder desde logo ser
tirando s ordens do gnveruo
igum lempo por outro engenheiro
eompanhar ; Poda eu ainda prever
neima engenheiro morrera naquella provin-
Mxaria de effecluar o compro-
tornado de conlralar-se por
logo que podaste dalii regressar '.'
I porque o Exm. minislro da
U teut melliorea dwejos e e>for(;os,
igura engenheiroa disponiveis rom
tu exijo para ot imperlantasmns
i lem de fazer no Cear Bem
putados que sao imprevistos todos
is quaet nio ceucorre a vontade do
li lamhem o anno passado aos
nobre diputados das Alagoa* que concorreria com
razoaval para auxiliar o encaoamenlo
de agua pulavel para a capital daquella provincia.
Tenlio rontciencia de liaver cumprido esta promes-
ta :apoiados porque effeclivamente mandei por
disposr.ln- do digno presidente urna quanlia sutil-
ente para om a que havia em cofre naquella
provincia, segundo calcolavam ot nobret depuladoi,
darte impulso a easa importante obra. Mas posto
ser eu n>ponsavel porque motivos que sobrevieram
embarararam que se desse comero i dita obra'?
t .Sr. Sobrai :Mas ter bomadizer quaes os
obstculo! que se oppozcram a reolisaclo de lao
imporl.-iute melliorameiilo para aquella capital.
O Sr. Ministro do imperio :Para que quer o
nobre deputado que eu enlre agora nessa quesiao,
que jalea alhel do objeclo de minha defeza '.'
' (Apoiados.) Cerno estes fados, Sr. presidente, tau
outros ; e cenreuca-seo nolire deputado que se en-
trar com animo despido de prevencOes no came
dos mena actos, e na analyte dos motivos por que
deixei de realisar ama au uulra apenas dat promes-
sas qoe liz nos meus discursos do anno pastado, lia
de reconliecer qua laf faci lem sido sempre on-
u lia do de i as de minha vonlade, e filhas
icia imperiosas. (Apoiados.) Sirva is-
nte, tambem de explicarlo a oulro
(epatado pela provincia de Pernambuco,
Je prezo, e quo, embora de passagem,
Eela priinera vez fet-me cantoras a este retpeto.
itoq convencido, Sr. pretidente, que esse nolire
deputados e estivessc preseute havia de ser o primei-
ro a contestar que. nat mslliores inlences, foi in-
i, e que liaha-te engaado.
Agora direi ao nobre deputado por -Pernambuco
a quem me lenho referirlo, qoe o facto unieo por
elle allegado aceres do terviro vaccinieo em l'er-
iiambtre, e que o honrado mimbro trouxe casa
quando discut o on.-amento da mar i n lia, nada
prova contra o que Idilio dito. Cumpri axadamen-
elti. Tendo ouvido o nolire
depalad, enlre na invesligaflo do fado, e nlo
toe o mal de ipic o nobre deputado se
ularidade do tervirc da
ia tra o mal geral que sollre
i, e que porianlo o remedio
lambem geral, c no meo
viensamente desenvolv as razue que obs-
que to applcas reprodrizirei pira nio Inrnar-ine nimiainenle ex-
lente.
Passaudo a. Iralar pr 'photaente da materia em
discut-fln, principiare! respoiidiidn ao nolire depu-
tado pela provincia de Minas Gerei que encelou o
dbale.
Agiadeco deade ja ao nobre depotado, nao s ai
cxpre-;6et de qua te servio a meo respeilo, como
lamb ni a manelra por que proceden, procurando
Irtiiquillisar o animo da popultcao detla cidade
contra us receius que^ lem inspirado a impela da
i existencia do cholera e nos. (Apoiados.)
A pal ivrat elequenlM i .ido memoro, reco-
nhecido com razio c o nottot m
i Muitos apoiados. Este fado indica que ella mar-
cha para um .futuro glorioso, e demonstra que lem
tbido aproveilar o eiemplo de coragem, dedicarlo
e verdadeira Caridade que tem constantemente dis-
tinguido a ciaste medica no nosso paiz. (Moitos a-
poados.7
A ligarlo da materia condnz-me agora, Sr. pre-
sidente, a declarar a doiis nobre* depalados pela
proviucia da Baha que fallaran) a respeilo da sau-
de publica, que preslei a maior attenjlo a ludo
quanlo disseram relativamente a certas medidas e
providencias bygieniea que julgam in lispen*nveis
na capital de sua provincia. Vio ser feitas ao
respectivo presidente as convenientes recon.men-
da roes no sentido indicado pelos nobret deputados,
assegurando quelle funcejonario que para a re-
mo^ao das duas causas de insalubndade que os no-
brea deputados apontaram deve contar com o au-
xilio que o governo puder prestar-lhe,
Com etle intento ja eu havia expedido as neces-
taria orden autorisando o referido presidente para
a compra de um terreno e casa que all se tirilla jal-
gado apropriada para o eslabelecimenlo de um
novo lazareto.
Prestei igualmente particular alinelo s obser-
vares qne honlem fez o nobre deputado por S.
Paulo sobre algumas medidas que conven) adoptar-
te em reanlo a tna provincia, e informar ei ao nobre
deputado que desde outnbro do auno pastado est a
presidencia daquella provincia auloiiaada para lo-
mar as providencias que forero urgentes alien de
obstar a Introdcelo da epidemia que te receia
(apoiados), e para, acudir i populadlo no caso de in-
vaslo. O nohre presidente daquella provincia, que
ora se acha com assenln na rasa, fez despezas por
conla dessa uulurisac,io e lomon cerlat providencias.
Nio obstante, ja ha dias. repeti a circular a que
me retiro, o auppoiiho quo por esse lado nao haver
difflculdade.
la que (ralo de saude publica joJgo conveniente
nio deixar pastar sem reparo de tainlia p.rle o que
ditse o nobre depulado pela provincia do Rio de
Janeiro acerca da medida que o governo (omou de
mandar remover do reir da cidade ot toldados
que e achavam nos qoarleit do Campo de Sama
Anna.
Seiihores, como mui bem observaram dous hon-
rados depuladoi pelas provincias deS. Paulo e da
Baha, foi muilo injusto o nobre depulado palo Rio
de Janeiro na apreciarlo qoe fez dessa medida (a-
poiadns), e por consegiiinle na censura que por cau-
sa della dirigi ao governo. {Apoiados.) D.-sejo fa-
zer juslinajas int-nci- do nobre depulado, e eslou
convencido qoe 'se elle.livesse refleclido um pouco
mais, e houvetse melhor comprehendido o flm e o
alcance de temclhante pruvidencia, na se pronun-
ciara por certo da maneira por que o fez.
A medida a qoe aliado, Sr. presidente, nio leve
por lim samme evitar que os soldados de linha,
posto que slo por si soja roste bstanle, aoflressem
da epidemia, mas tambem preservar della a popu-
laco da cidade, da qual forma parte muilo impor-
tante a nns.a guarda nacional. (Apoiados.) Nem foi
ama providencia que o governo tnmasse de chofre,
e por um modo leviano, sem se embarazar com o
acresenio de servico que a tua adopelo podesse Ira-
zrr guarda nacional. Foi proposla depoit de dis-
cutida em minha presenca, e depoi de pensada e
refleclida pela commisslo central de sade publica ;
assim como n foi a remncao das edueandas do re-
rolhimcnlo da tanta casa da Misericordia (apoiados.)
a dos esrravos accomuladot naa casas de consigna-
dlo, #c dos escravos e do menores do arsenal de
guerra, c emfim a de onlros focos de populadlo ag-
glomerada em edificios acanhados-, e em circums-
tancia que os podiam tornar dentro em pouco lem-
po verdadeiros focos de iiifecr^to. Apoiados.
Ora, Tora por tem dnvlda am conlrasenso que o
governo, ao pasto que adoptava todas essas medidas,
coixcnlis-e que os nossos soldados de linha conli-
noassem reunidos e apinhado em qnarteis, que
alm de collocados em pontos que por tua posir.in
local nao linham na aclualidade as convenientes
conlir's hysienicas (apoiados\ convinha man lar
limpar, calar e detinfeclar.
Os matea que dahi proviessem serian) com razio
allribuidos, nio a nobre deputado a quem nio ca-
ba a retpontabtlidade (apondos),masao governo que
havia em lempo sido advertido por pessoa de su
conlianca c competencia na materia. (Apoiados.)
O Sr. Paula ('andido: Se V. Exc. podesse
contar urna historia que por ahi inventaran) relati-
vamente a monsenhor Silveira, c a padola em que
se anda caTresando forra o doente, seria bom
para mostrar o desenxabido desse invento. Bisa-
das
O .Sr. Ministro do Imperio: Creio que Dio me
he preciso tocar ueste ponto. Apenados. Nio ha ho-
je quem ignore que isto nio passou de urna historia
por ah inventada sem n menor fundamento. A-
poiados.)
Para desment-la bata o facto em contraro.
Proseguiudo no que ia dizendo, ob*ervarei ao
nolire depotado que te me collocou na necessidade
de dar-lhe urna rrtposta sobre este ponto, nio pode
com slo conseguir que em mim se diminuase a
profunda eonviccao de qu a nossa guarda nacional,
que tantas proras tem constantemente dado de seu
patriotismo, ha de em confirmaran de seus prece-
denles fazer ioteira justicia pureza de uienrfles
com que o governo laucn mo desla providencia
{apoiadot), anda quando della Ihe resollaste mais
algum augmento de servico. (Muitot apoiados.)
Razio haveria de queixa se o governo, despre-
zando os contelhos dos li mieos da sciencia, persis-
tase na conservarlo de gente acramulada em foco!
de infecro apoiados te islo, previamente consi-
derado como urna das cansas determinativas pelo
menos di maior inlensidade de urna epidemia, li-
zesse lavrar o mal de preferencia entre os soldadas,
eette fado attribuido culpa ou negligencia do go-
verno, Tueste com que maior e mais aturado traba-
lho hiiuvetse de recahir sobre a guarda nacional,
euia chamada pela forja da necessida le para o ser-
vido da guarnii,lo da capital na quadra em que a
epidemia se declaratse. Apoiidos.;
O Sr. Ministro do Imperio conclue o sea discur-
so respondendo s abse vares que Ihe foram foilas
por varios deputadus, sobre queslcs locaes.
Tendo dado a hora levanla-se a sesslo.
les para Plalos
Nio se Iralou da creaco da fregaezia de Nova
Cruz. Esta creadlo he lio justa qua o Exm. prela-
do j desde o anno atrasado anlicipou o seu conten-
4mento ; alcm de que he negocio, que foi lembra-
do em relalorio da presidencia ; mas foi isto um
mosquito, com que a assembla procuro engasgar-
se A razio he bem sabida ; nio necessitn de re-
petida. Ha aiii'la mnita coate notar-te ; mai nao
lanho lempo para mais. Adeot.
Aqu Sndpu o meu amigo : agora comean eu.
Antes de ludo digo-lhe que esleve mal informado
o meu collega n correspondente de Villa-Flor, quan-
do aflirmou-lhe am sus carta de 23dejulllo. que no
engeuho Jardim ot jornaleiro. travaram urna lula
de punhaes resultando ferimenlos graves : nada dis-
to liouve. Ita in ftde corresponietis.
Aqui para nos e o padre, que nos confessa. Te-
nho lid i as correspondencias do Ass.e as acbo mul-
to apreraveis : oulro lano digo das do Apodi. Mas
nao possn deixar de lastimar o trabalho daquelles
collegas porque dianle da corrupca do lempo des-
apparece olim das mis-ivas. Eu mesmo, quando
me qualiftquei de rabiseador,entend de mim
para mim que endireilaria a provinciz : enganei-me
na minha presumprao ; o inundo nio seria mundo,
li nio fosse como he. Agora compreheudi a razio,
pela qual in itlo tempore os collegas da Imperatriz.e
S. Jote de Mipibu' metieran) a viola no sacco, e
nio mais appareceram. O que travam alies de se
prera dirs lu, direi eu sobre acoolecimenlos,
que nao hao de pastar pelo cadiitho da reforma ".'
Mas quer Vmc. taber a razan, porque ts laet mis-
sivas uo fructilicam '.' Eu Ihe digo, conforme o
meu fraco pensar : he porque os horneis nio que-
rem fazer o conveniente usu do adverbio quae.
Talvez Ihe pareja islo destituido de fundamento ;
mas dme a costumada alinelo que en principio :
Um qunre be li necessarie para a vida do ho-
mem, quanlo he para a-bocea o pao. Oenteridimen-
lo de liman alinienU-sl^om a iiisliuri;;lo ; e esla
se nio adquere, se se disprinza o quare. A terpenle
com ser crpenle, nao pot duvida em pergunlar a
Asilo e Eva a razio de sua obediencia quare prcece-
pit tobU Deu* 1 O jumento de Raalo, com ter ju-
mento, tambem perguulnu a sou senhor porque o
ai; lilava quare me cw'dis '! O mesmo rei David,
com ser homem, lirnu-.e um dia de seus cuidados,e
chamou Dos coala) qua abdormls. Domine ? Pois
PERNAMBUCO.
O procurador da cmara municipal do Hecife, em
canta corrente com a companliia de Ribciri-
nhos.
DEVE.
Agotlo 31. Pelo saldo da sgnnda
canta correnle apreseulada nesla data .
Seleinbro 1.aPelo que recebeu do co-
fre da cmara para a continuacilo das
despezas...........
Antonio de Soma e sua nomeaco pira presidente
do tribunal do commercio.sao as prometMa que
fizera este Sr. a Jernimo Cesar Mirinho Falda de
rime;-1 para um dot logares de escnvjode appel-
llCOet e aagravot, aa hubililacoet que apregoam os
refendotredactores potsuir dito Cesar, er* o ler em-
pregado os etforcot necessanos a mn bom metlre.
Jlan urna palavra te quer etcrtvenainos te ot re-
dadoret do Kcko Pernambuaano ta tlve*em limi-
tado ao qne nca aipinto. nio que 0 nono silencio
temelliante proceder seja a npprovacio a quanlo em
e mencionado artigo ti comen em refsrincia ao Sr.
desembargador Souia. que he contld erado probo a
inlelliienle, mai tim porque not nio queremos .
aolva em polemleat pela Imprenta, a que tomos
ubrgldoia recorrer para moilrarmos ipiaosescrives
Inleririoi da appellacOes e agaraves dj tribunal do
coinm;rcio postuem habllitacBn atetantes para
htm extrcert% tan lugares, i que silo igualmente
ptimos cidadM, borne pais. espasae caAnnosos, e
que se nao sao onerados com numerosas familias, a
culpa nao he delles.
Aotaber-se nesla cidade da creaba i dostribunaet
de tegnnda instancia para as causa- cnminarciaet,
com os dous lugares de escrivles. um grande nume-
ro-de pretendentes te aprsenlo procurando conse-
guir a nomeaclo, e os aduaes nio ciularam em tal
3783320
daa maioret calamidades." s faz objeclo da orgolho-
ta vaidade, e intere|ada otlenlacilo. ou iiizendo
malhor, te faz das eo'uia sainas armas de deprr*-
sio. de doeitos e calamniai.
Rtaat Reflexaei-nSo tvornm em villa nao
exalUr a irmandade da Viasara.e deprimir o clero
pernarabucauo. Duvldo que 0>sa i-nrp.rac.lo reli-
criiw.i tivetae parle am ftnitlianln pulilicaci ", .
p.ircm, de algnm mil Inlervria oit. devo dizer-
Ihe que a tua oraca Itr.i na presenta Dos ,
metina aceitacito que lava a daquelle f.n-x-', que
entrando no templo a orar, em vez de. pedir a Dees
perdi dat mas culpa, diiia com presampcao:
Senhar, eu nilo so como os oulrot homent, insis-
to', adultos, roubadarn ; eu c jejno duas teses na
semana e dou o diMmode tudo que possuo.
O Cilholico prelendeu am proveilo da irmandade
deprimir o nono clero/ ealumiiiaodo-o, (ingindo ig-
norar, qoe detda ot pnmtirot ntimos da- epidemia
no Par, na illencio dos templo o clero por ordem
do virtuoso prelado diocesano d na mista o oraclo
Nedcspiciiisapplieande para que a Misericordia
Divina desvie da nl eise Algalie, a o esperou
que elle apparocene lio cruelm^ntf na
claro inaitem nme do clero, qoe em re
>es actos externos da devofio da irmri
sacra, louvindo-os mesmo, lem todav
^

1 SOOfOOO
1:3789320
coma, porque n3o leudo padrinhos. ia nao queriam dos de verdadeira contriC(io, de since
sujeilnr novas decepcoes, ma islo, nio obstante, | dimenlo me liante a penitencia s ^*
um dos escrivles inlerinos( Manoel Mario Rodriguei emenda da vida, do que nessas exleriori
CMARA MUNICIPAL DC HECIFE.
SESSAO' EXTBA0RDINAR1A DE .i DE
SETEMBRO DE 185.5.
Presidencia do Sr. liaran de Capibaribe.
Presentes os Srt. Reg, Mamede, Oliveira. Bara-
ta, Uimeiro e Mello, abrio-te i sessao, e foi lila e
approvada a acia ra antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Um oilirio do Exm. pretidente da provincia, con-
vidando a cmara a a-sistir ao cortejo, no da 7 do
correnle, aoniversario da independencia e do impe-
rio, no palacio da presidencia.Inleirada.
Oulro do advogado, informando acerca do oilirio
do subdelegado da fregueiia de Maribeca, lulo na
sessao anterior, que, se a cmara lem declarado que
os lugares que elle se refere slo destina loa a la-
voura, devia te fazer efleclivn a postara, conlra a
qual nao pode prevalecer o cuslume, indicado pelo
subdelegado ; mas que se nenhama declaraban ha
etle respeilo, Ihe partciam attendive-t at razoes ex-
poslai pelo subdelegado, para que se mande ob'es-
lar na continuarlo das mullas ; acresrenlando que,
quanlo s imposta nao era licito prescendir do pro-
cesan pos termos do aviso de 4 de julho de 1850.
Inleirada, e mandn-se responder ao subdelegado
que devendo ser observadas 'as posturas, processasse
as infracedes, contra as quaes proceden o fiscal, fim
de que us multados podeisem usar de seos direitoi,
prndnzindn as provas que liveram em contrario.
Oulro do hachare! Francisco Bernardo de C.irva-
II". comraonieando ter entrado no dia 30 de agosto
ultimo, no xercicio dejuz municipal da segunda
vara desle termo, na qualidade de 6 anpplente.
Inleirada.
Oulro du hachare! Francisco de Assis de Oliveira
Maciel, participando, ter reassumido, no dia 4, o
exercicio da segunda vara municipal, e o interino da
Enmeira de juiz de direito, que por iocommodado o
avia passado ao respectivo substituto, no dia 29 do
mez ultimo.Inleirada.
Oulro do diredor dat obras publica, remetiendo.
em virlu le da ordem do Exm. pretidente da provin-
cia, copia da parte da planta delta cidade, relativa
este bairro. que foi alterada pela obras projeda-
dat para melhorainenlo do Porto.Qoe fosse trans-
meltida ao engenheiro cordeader, qoe a requi-
sito.
Oulro do fiscal desla freguezia, tratando do mo
cheiro que exhalara at duas boceas de esgoto do cano
do largo da ribeira, urna na esquina da ra do Han-
gel, e outra na da Penha, conlra o que j te Ihe re-
presento, pedimlo houvetse a cmara de provideo-
HAVER.
Selembro l,Pelo que pagou ao ad-
ministrador da companhia para ferias da
semana de 2> a 31 de agosto, docrumen- '
lotns. 31,32, 33 e :li.......238i2
dem 3.A Antonio de Albuquerque
Maraublo. por conducho de materias p-
tridas em carroc,a, dorumenio n, 33. 339000
dem.A Manoel Caldat Brrelo,dem
domnenlo n. 36......... 919200
dem.A Manoel Joaquim Carneiro
Leal, idem, documento ai. 37 36#000
dem. A Jos Francisco da Cotia
Campell por 24 i-arrogas de areia, docu-
mento n. 38.......... 309720
dem 0.Ao administrador da com-
panhia para ferias de I 6 do correnle
docomentos i s. 39, 10, 41 e 42. 1729160
dem 10. A Amerco Vespalcio de
llollanda Chacn, conducho da materiat
em carmes, documento n. 43. I89O1K)
dem.A Antonio Pedro TeixeiraGui-
maraes, idem, documento u. 44 30*000
dem.A Manoel Joaquim Carneiro
Leal, idem documento n. i> .... 309000
dem. A Manoel Calda Brrelo,
idem, documento n. 46...... 779920
dem 15.Ao administrador da com-
panhia por ndiantamentn para pagar ai
friat............35j)9000
Saldo a favor da companhia em 15 de
telembio de 1855 ......... 2689900
nao existe. Orarlo fervorosa, j'jaro, penitencia sa-
cramental, obras de caridad a mfierlcordia, i no
que o cifro acredita, eit o que recommenda e pede
com nstiaeia.
Em cert procissle de penitencia, que em lempos
remotos, mas em notaoi din, tara logar com muila
concorreocia nesta cidade. appareeen um penitente,
que se flagellava al a effuslo da langue, o qual,
acabado o acto, corre.u para a cata do ten peccido,
e descolirindo as cosas, diste : Olha, Maricas, em
que estado me pot por teu respeilo.Ha
acredite que esse lal procarava agradar em sua fla-
gcllaclo mais a Dos do qoe ao demonio? O clero
pernambueano nio o aeredita, acredite qorm qui-
zer, que para lodo ha crr.denas bim grandes.
Um do clero.
l:378>32o
nio se ache elle agora na bocea dos racin es He
para que estes nio deem a razio deseu< feilos. Qqe-
ro agora ciar exemplo: em tal lugar (escreve o cor-
respondente hoove um assassnalo ; e nem ao me-
nos se lirnu o processo. Mas, pergunlar Vmc. ago-
ra, pirque nio se lirau o processo*? En respondo :
porque Alo se faz uto do qu-ire pera ni a aulorttade,
a quem oOnpclia o couheeiinenlo do delicio. Em
oolro lugar (diz oilro correspondeule)le est instau-
rando um processo injusto E como he possivel que
islu acouteca n'um paiz civilsado? Eu Ihe digo :
acontece islo o in-ns ainda ; porque a autoridade
processanle nio te diz quare. Desta maneira cada
um faz o que quer, sem dar o menor cavaco, e aca-
ba com muilo sol Com esla marcha, o que lucra
um pobre correspondente, referiodo os fados que
chegam an seu coiihecimenlo '.' Enlrigas, e nada
mais; ludo conliirua no eslado normal. Oh i que
avisados andaram os ex-correspomlenles de S. Jos
e da Maioridade *
Agora meamo me diz o meu impagavel Almanak
que Francitco Manuel d Reg, vulgo Jac', por
urna dessas caridade, que te ulo sabe comprehender
assi'/narn termo de desistencia da arcusarl, que fi-
zera aoe.rrivl Mallos no crime delenlaliva de mor-
le! Para que taiba qua a caridade anda aqui no'ri-
gor da moda! Quem haver, qne confiando cm
taes aclos de caridad nao cometa crimes, quando
Ihe locar a tua vez O Almanak sahio campo : o
que elle me cunlar, referir-lhe-hei. Adeos e mais
adeos. A*.
('.amara municipal do Recife 15 d seteuibro de
1855.O procurador, Jorge Vctor Ferreira Lopee.
seem lodos os lempos o quare andou sempre na *Ur reipeito.Mandou-te responder queteenten-
bocca anda dos irracionaes ; que razao ha, para que des cora o engenheiro director, a ver se as boceas
de esgoto admitiera ralos.
Ou3>o do mesmo, informando que o lagar para
----- iiitiiai -------
REPARTigAO DA POI.IGIA.
Parle do dia 27 de selembro.
Illm. Exm. Sr.Levo ao conbecimenlo de V.
Exc. que dat diiTerenles partid parces hoje recebidii
nesta reparrl consta lerem sido presos:
Pelo juizo de direito do commercio, o porlagoez
Jlo Antonio Martina Braga, por fallencia,
Pela aubdelegacia da Ireguezia do Recife, o pre-
to rscravo Manoel, por fgido.
E pela subdelegada da fresuezia de Santo Anto-
nio, Jlo Jos Ferreira de Brito, por furlo.
Honlem leudo sido roubadoem tua casa na rna da
Soledade, o lenle do nono balalhio de inhalara
Ignacio Gome de Si Qoeiroz, pelo toldado do mes-
mo balalhio seo cantarada, de nome Juvencio Vi-
cente Ferreira, contitlindo o rnubo em um baln e
ama canaslra que conlinlia, alemda roopa a quanlia
de 1:8009000 em moeda de onro e 3:3009000 em no-
tas, foram immediatamenlr dadla as precisa provi-
dencial, resallando destas ler sido preso o referido
soldado autor do roubo, e bem assim Jos Manoel de
Almeida, Mara Joaquina da Porciancula, Clara
Mara d'Anniinciacan e Luia Mara da Coucerin,
como cmplices no mesmo roubo, sendo que te esta
na diligencia de apprehender ot objector roubados,
segundo me foi participado pelo subdelegado da fre-
guezia da Boa-Visla em offlcio detla dala.
Dos guarde a ,V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 27de selembro de 1855.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cunta eFigueiredo.
presidente da provincia.O coofe de polica, Lutz
Carlos de Paita Teixeira.
Benlo Jos Pereira transferir a sua
'con lice* da respectivas postu-
coucedeu-se a licenca para a mu-
icio'Jos de Mello, juiz de pai do
primeiro dtlriclo da fregaezia da
mineando ter-e mudado para ou-
etma freguezia.Que te chamaste
1 mediros
mais disiinclos, eguida de outrat Igualmeule aui-
ma.loras do nobre fcpjlado pela Baha, tambem
medien dislindo, alo poden) deixar de prodozlr
girad; vel imprets?o nos espirllot e de destruir ler
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PEHNANBUCO.
BIO GRANDE DO NORTE.
Goianninha Iti de selembro.
Palavra,dada, vida empachada : assim, puf forc,a
desle riflo lio anligo como a mesma anliguidade,
eu vou Irantcreveriptlt verbis oque da capital
se roe commonicou. L vai :
Nalal2de selembro. Espiroa a assembla ; e
assim foi bom, porque, se mais diai lUetse de exis-
tencia mais durara o diverlmeiilo do estallantes,
que nio perdim vasa de tomar seus iponlamenlos
as galeras. Ni me he possivel seguir par e panto
a ordem dot tralnihos de cada dia ; porque por arle
do diabo perd o ma canheiibo ; irei referindo o
que mais recommendado Deba minha reminitceng
ca.
o Safirain-te bem os diguitsimos na questio da
retirada dot gados, quo era o tamandu atii ; fl-
cou dcsasombrada a esperanca dos que aspirara a
reeleic/io. Com quareulena do adiamenlo, que j
lera mtio caminho andado,salvuu-se a barca, e licoa
tem acrlo a inquiticio dos gados.
u Os professoros de primeiras ledras liveram ama
dotarlo : o da capital de IOO9 ri., 01 do centro de
509. Quanlo a aquelle, louvu a assembla, porque
o professor Jos Goleado he siimmametite dedicado
ao entino, lem mai de cem alumnos, o qoe muito
o recomen la 110 magislerio. Quanlo ios do centro,
distingo : devia proceder-se um inquirito ; porque
ha profetsoret, que nao sabem solerar ot nomes ; e
a taes sandios a assembla nbrava com equidade di-
zendo amn diro vobls nesclo vos. Neste sentido en-
lendo que te devia legislar ; einquaulo nio, a pro-
vincia nao poder dizer que tem em sea seio educa-
rlo primaria.
- lambem foram agraciados com boa prebenda os
mpregados di thesouraria provincial. Que bella
tne curo.
A quesiao do palrmonio da cmara de Papiri,
que en um tamandu merm foi decidid ami-
PARAHIBA.
Bananeirat 14 de selembro.
Meu charo.lie lempos n eta parte passam-se
aqal cerlat coutas, (que nliisdevam ser tbidas por
ludo- que mal se sabe por fura, ou pela ruca ; as-
sim foi que se t.-ndo eslabelecid nesla villa um la-
zareto para onde slo removidos ot doentet de bexi-
gas, honlem foi que me communicon o Marcos, e
conscguinleiiiehte l vou fazer sem nenia de lempo
igual coinniiinicacao a Vmc. para qile se miivenra
que o v sienta lazaretico ache-se unanlmemenle re-
celo to per orbem lerrarum... mo te diga, portento,
que os governadorearde nossa Ierra descutdam-se da
promorio de tedidali)iicoicas i>ue lendam a me-
ihorar o nosso attado anuario. S te negocio s"ito llamos de cotilas justas, ao menos
desejamot c,imnliar*para tua liquidarlo, e, poli, nio
descomiera o acert da medida ; cumpre notar, po-
rm, que nio julgo sufliciente e nem cap iz de se ap-
plirai -ao Iralamenlo necessariu din doenL-s, urna en-
frmeira da ordem dista que actualmente se empre-
ga nesse trabalho.
O que nao se he te a tal historia 'de lazaretos lem
aproveila lo, mas a verdade he que as brxigas des-
appareceram da villa, e hoje felizmente nenhum ca-
so a tal respeilo lenho a commonicar-lhe.
Aqui diego o seu Diario de 14 e 15 do corren-
le, Irazendo-uos de alguma torle a confirmaran
de noticias que do cholera echoaram entre nos,
e com effeilo llevemos sentir profundamente o mar-
tirio porque ltimamente (em passado os nossos ir-
miiis da Baha, e Dos a queira amerciar da torle
des-a primorosa parle do imperio braaileiro.
Meu charo: nao Ihe cont; horrorizei-roe ha pon-
eos dias ao saber da extraordinaria abundancia (lo-
ceras senaloriaes endererada* do Ro, por dous dot
dignissimos que disputara a preeminencia na cadei-
ra que va ser preenchija com a vaga do Exm. Sr.
Manoel de Carvaio, oh! que papel importante re-
gresenlam no seculo actual aquelles que tanto se es-
forcain em esmoltar as gracas do'povo, como se este
nao e cotillera em estado de fazer Justina ao morilo
dos verdadeiros e mais sinceros patriota-..'! E que
conceito pode merecer na ..pinino dos hnmens sensa-
tos aquelles pais da patria que rebaitam os seus lirias
eaviltain o seu pundonor al o ponto de mendigar
pelas localidades um vol do incauto povu '.'!!
O commendador Joaquim M. Carneiro da Coiiha,
segundo me aflirmam, ser nm dos candidatos a se-
natoria, mas esse amigo parlamentar nunca soube
inculcar-se aos seus amigos como homem de honra e
de Itrio, fui deputado geral por muitas vezes e nun-
ca leve geilo para incommodar A seus amigos, c.iu-
rando-se em [tsar a frente as suas habilitaret como
alias he cousa muilo sedira enlre outros mais hones-
tos... e envelhecido na gloriosa prutica de taes sent-
menlos, elle ollenderia mui de perlo ao criterio de
seus amigos, exigindo delles a seguridad de sua
eleicn para senador, conteguintemenle j se v que
o disliiicio patriota que tanto soube conquistar ai li-
bertades patrlatrm 1817: que ticrificouseu tanguee
sua fortuna pelo triumpho da cauta sania de nossa
emanciparlo; que soube lanas vezes aceslar com
.leada e bizarra suas poderosas armas lias lulas par-
lamentares em prol dos direito de nossa provincia :
nio necessitava depoit de tantas provaura requestar
at hoas gra ras de seus comprovincianos, mostrando-se
capaz de ser aqmllo qne a mentira e a trairlo pro-
curan) negar!
Sim, Sr. c irrespon-lcnle, infelizmeiilc me parece
estinuo ainda marchando para o eslado cm que a
influencia das descredas exerce siu inslito podero
no animo dos incautos; e por isto he que nao ro-
gindo impropriamente o commendadtir J. Manoel
para ser senador, confiando smenle ua mparciali-
dade dos liomens que tabem'ditlinguir o verdadeiro
do falso, |ulgl e julga muilo bem, que merecen I 01
tuffragiot de seus comprovincianos para o importan.
te lugar de leador, nao deve por em pralica essa
usanra de que se servem oulro que nio ollio para
os melos, com tanto que contigain o lira a que se di-
rigen).... na, de semelhaola expediente nunca lan-
rcu mo o commendador Joaquim Myinoel, somos
Paialiibanos, e tendo algum conbecimenlo dos hon-
rosos precedentes qoe enriquecen) a vida politica des-
se commendador, tomos de opiuio que a tua entra-
da no senado brasileiro importara um solemne
triumpho olilido em favor das neressidadet publicas
detla provincia desventurada! mu, o Sr. Joaqoim
Manoel reconhecido em lodos ot lempos como am
onde pret
ravall.uiri, I
rat.InleiraiLjl
llanca. ff:
Outro do S
tegundo ar'
Boa-Vi-la
tro dislrc
um auppli
Oulro do engliiheiro cordeador, presentando o
orea ment dojiAEazneaiO e estt0lo terreno ala
ado aivtj)|TTo Ihealro da Santa Isabel,na importan-
Ja de/2:3.~}9 r.(Jae fosse a obra em piara.
""Oulro do mesmo, communicandu liaver o arrema-
tante dos melhoramenlot da estrada dos Pufos da
fregijezia dos Afogados, ot executado de conformida-
dc com u respectivo orcamenlo, e antes do prazo
marcad. Igualmente lembrava ser conveniente,
parf lirre tramito e-boa conservarlo da estrada, que
o fiscal onrigasse aot prnprietariot de silios i mar-
gen) della apararen! os ramos dot etpinhot e fa-
zeiein passadiros not lugarea das passagens dos sillo*
pan a mesma estrada, afim de te nao inulilitarm
as vallas.Inleirada, e mandoo-se nesle senlido ex-
pedir ordem ao fiscal. -
- Oulros (2) do administrador da companhia de ri-
lieirnihos, de 25 de agosto ollimo a do 1 do crran-
le, expondo o estado do terviro cargo da mesma
companhia.Mandou-te publicar.
Oulro do fiscal de S. Jos, indicando para despe-
jos, a praca na ra da Praia de S. Rila, jior Iraz di
igreja do mesmo nome, junio 10 deposito de carvlo
da pedra, Tazendu-se ah indispensavelmenle urna
ponle para esse lim, dentro d'agua. Resolveu-te
que o engenheiro oretnse a obra.
Oulro do mesmo, participando qoe na semana de
27 de agosto a 2 do correnle te malaram 631 reas
para o consumo desta cidade.Ao archivo.
Oulro do mesmo, rogando nomeassea cmara urna
commissao para examinar o estado do novo mala-
douro, especialmente do cano de esgoto, afim de le
Ihe nao impolar culpa injustamente. Fonm no-
meados para a commissao os Srs, Gameiru a Mallo.
Oulro do fiscal dos Afosados, informando conlra a
Eretenes du vigario da Varzea. relativa ao resla-
elecimenlo da estrada, por onde dvidem as referi-
das fregueziat, dizendo que ella nunca foi munici-
pal, nao passando de um ciminho particular para
serventa do engenho da Torre.' A' commistao de
edificarlo.
Fui approvado um parecer da eommissln de poli-
ca, dizendo nao ler observarlo fazer acerca dat
renda monicipaes que'devem ser arrematadas no
anno seguinle, e, em rontequencia, reolveo-se fas.
sem ellas em praga nos dias 12, 13 e 14 do crren-
le, assim como o foi oulro da mesma commissao,
dando por conferidas e 11 caso de terem approva-
das, as contas da receita e despeza municipal dot
mer.es dp junli ejulho do correnle anuo ; e ai do
cemilerio perlencinle ao trimestre lindo no dito
miz dejunho.
Foram mais approvadot os 3 seguidles pareceres
da commissao de edificarlo : Um enlendendo com
a cpinio do engenheiro cordeador, que'te devia fa-
zer ama pequea exlenclo de caes, na extiemidade
do tul da ra da Praia de Santa Rita para evitar ot
estragos que lem feito e continuaran a fazer os em-
bales da mar, era contequencia de ler cabido por
DIVIUO DE PERMBICO.
que L_
do Nascimenlo) lendo-se empenliado en, o Sr. des- morosas, falsas osle 11 taros de urna dr, 1
embargador Rocha Bastos, para ser contemplado am
um dos lugares do Iritmnal, nio pode ser altendido
por este Sr. lor sido desonerdo dn presidencia do
referido tribunal, a neslas eireamslauciat, onergdo
de familia e dispopdode poneos meio-, porque viv
de escrever em carlnrlos, dirgio-te ao Sr. desembar-
gador Souza, expondo suat criticas circnmslancia e
justificando capacidade e idoneidade, tem empenho
de qualidade alguma, he Horneada eicrlvlo interino
currando nesta cidade em someanti occasilo, que
Cesar linha sido igualmeule nnraeadi).
Esla ultima nnmeacao, pnrem, se nao realiso, e
segundo diz o Echo Pernambueano fui causa de aof-
frer o Sr. J. Cesar esta deceprio o sor liberal, m.it
para n aemalhanle motivo ni, bu valioso, pois
quando se escolbe um individuo para mestre de om
fillio e te nio atiende ao principios qoe communga,
por certo que deixa aperceber qua o Uro foi o mo-
tivo, oepps nos nao podemos encarregar de paten-
tea-lo porqu o ignoramos, e apenat do que temos
diln, i-1 pii I concluir que u ser liberal, niu he nal
cireumstancias actuactdo paiz. motivo para que um
individuo qualquer deixe de ser noineado para ex-
ercer futircOes publica.
Islo quanlo a um dos escrivles inle-jnos, patsemot
ao oulro, an que foi nomeadu depoit de te lea etpu-
Ihado a nnmeacao d Cesar.
Guilhermino d Albaquerqut Marlint Pereira,
catado e ptimo cidadiu, leudo por mai de cinco
anuos oceupado o lagar da escrevenle juramentado
no rarinrio de orphins desla cidade, quando exista
um s escrivlo, o Sr. Floriano Correa de Brite, a
quem por vezes substiluio, foi nornoado escrivlo in-
terino palo Sr. I)r. Angelo Henriques da Silva, que
enllo eslava no exercicio das funcroes de juiz de
orphlos, tilo quando a assembla provincial hoave
por hem do sercico publico crear un oulro lagar, o
qua Irouxe a diminuirn de tfcnlageiis para o uniro
eterivoque exialia. E tendo Marlint Pereira re-
querido ter confirmado no lugar pan que linha tido
inlerinamente num-ad i.deitou de conseguir o resol-
lado que esperava de sua prelen(io, porqae o Sr.
Jlo Facundo da Silva (i(limarles fci o nomeadu.
Dadat eslas cireumstancias nio ccnvinhl a Mar-
lint Pereira conlinuar a ser escrevenle *} escrivlo
Brito, que nio po ta tem grande prejui/o repartir
o minguadot rendimentot de teu cartorio. motiva-
do! pela inconveniente e intempestiva divisa; des-
empregado e com familia, sala que ha urna vaga
de escrivlo no tribunal do commercio, cojo digoo
presidente, homem justiceiro, leudo de realisar a
nomeaclo, tioha necessariamenle de procurar urna
peot, cujas liabililare 1 honrattem.
Foi enllo qoe Marlins Pereira te resolveu diri-
gir-se ao Sr. desembargador Firmino Antonio de
Souza, solicitando a nomeaclo inleria, e firmando
tua prelencoem documentos que muilo o honrara ;
poii |o atlestados dot Sr. rt. Afilio, Angelo e
Pereira do Reg, joiie que lem exercido a ara de
orphlos otila cidade ; Morars e Silva e Costa Ri-
beiro, curadores geraes, Cypriano Feneloo Gudet
Alcoforado, procurador fiscal da thesouraria provin-
cial, e da muitot advogados illulradot e indepen-
denles que te prestaran) a dar aeus l;stemuiihot em
tavr da prohidade, capacidade o ii lelligencia que
Ihe issistem, e que lio requisitos pncitot para hem
cumprir-se as funecoes do lugar que elle inlerina-
mente exerce.
Dos atlestados referidos abaixd Irnnscrevemot al-
gnns, deixando de terem oolro rn jilos que etilo
unidnt a petirio que dirigi Marlins Pereira a S.
M. Imperial pedindo ter confirmado em o ja men-
cionado lagar, motivo que nos priva prainovermot
semelhonle publicarlo, llcaiido por tanto com a tri-
tura de ditot documentos patente qu> o Sr. desem-
bargador Souza, actual e digno presdeme do tribu-
nal do commercio, effectuou urna ptima numearlo,
nomeaclo que foi applaudida por ti dos os homen
do nosso foro ; poit lodos sao contestes em affirmar
a prohidade e capacidade de Marlint Pereira
para bem e dignamente exercer as fanec-des de 0x7
crivlo de UMtkMlkfJLJggrivos lo tribaml do
commexatoaesia cidioe. ^W
Sendo o nosso proposito^tredar qualquer juizo
"I
PDBLlCAfAO A PEDIDO,
Commissao Pottagueza de benefi-
cencia.
Tendo de ter publicada a Hila dvt Srs. tubt
res para o Hospital Portugus Proctsorlo, roga-
aos mesraos senhores se dignen) tatUfazer at ton
assignatura, at texla-felrn 28 de crranle, a qoal-
quer dos Srs membrot di commissoet, encarrega-
dos das|siibscripcoe,mai especitlmente ne Recife aos
Srs. Jos da Silva Loro e Manoel dot Smtee Pa
em Santo Antonio aos Srs JotMortira Lapes a Ma-
nuel Francisca da Silva Carden ; em San Jote, aot,
Sr. Jos Joaquim Lima Barrio, Jote Mai
Magalhiet e Joaqoim l.uiz dot Santos 1
na Boa-Vista ao sr. Jlo I.ult Ferreira Ribeii
Os senhores qne nio sub-creveram, por qoalquer
raolvo e quizerem concorrer para lio po
podem dirigir-se em carta ou vocalmen
dente da Cnmmisslo Porlugaeza de BenaHeeneiia
Illm. Sr. I)r. Jos de Almeida Soares de Lima Bi
tos.
Sala das sestees da Commissao Porlai
neficencia*22 de selembro de 1855.
Manoel Ferreira de Souza Barbosa,
bmlirin
V
J
Secretario.
COMMERCIO.
4*
Conata-nos que o Exm. Sr. presidente da provink
eia estivera quarla reir na casa da cmara mun
pal, Iratando de medidas tendentes a talubridade
publica, e que d'alli le dirigir ao convenio do Car-
me, a examinar o lugar destinado para nm dos hos-1
pitaes provisorios, no caso de ap^arecer enlre nos al 9*** favoravel.qoe se queixa crear em relirlo aos
epidemia. N'esse mesmo dia larde foi tambem S. 'escrivles, com que not lentas oceupado, termina-
i'KACA DO RECIFE 27 DE SETEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colarles offieiaei.
Hoje nao houveram cotarOes.
Al.FANDB(Wt*jfl
Ren ment do di'a 1 a 26 J4SJrV>
Idam d dia 27.......
340K)R3tVSn
Descarregam hoje 27 iesetem
Brigue francezAlmimercadoria*.
Escuna inglezaHonestaidem.
Escuna brasileiraLindaidrm.
Hiale brasileiro -s'ooo Oiindaama
Escuna brasileiraLauragenero* do paiz.
Importaca o.
Escuna nacional Hmmfencia, vinda da Baha, eo
segninle :
signada a DomingoMlvet Matheus, mamfestou o
ouvo lazarrlo, c chegara
anligo, onde eslivera
Exc. vizilar as obrat
al u cordlo san lar,
lomando informa
Se, como esl primado, o terror e a falta de 10c-
corros promplos, leen sido a cansa mais forte de ht-
ver a epidemia reiu, estrago uo Para e Babia, te-
mos bem fundadas baneranraa do que em Pernam-
bnco, se ella vier, odue Dos nio permita, encon-
trar nat medidas preventivas j lomadas, e uo va-
lor e religiotidade da bossa popularlo, a mais deci-
dida oppotirao : ulo fofl^tjjgyjns dosoulnis ; por
qoe o coolrario fura urna detliumsnHI'IUe, to als-im-
piedade : h nomos de toccorrer uns aos oulros. Sa-
bamos que os religiosos Carmelitaetilo posstiidos do
melhor espirito, o que muito Ihes louvamos. No
entretanto temos a salsfacio de dizer aos nossos
leilore, que al rile momelo estamos livres do mal,
gracas a Providencia Divina.
C0NMK4D0S
mot rendendo os devidot luuvnres ao Sr. desembar-
gador Firmino Anloniu de Saoza que nio se cur-
vando a empenlime allendenlo lao somenti para o
"isgor nomear a
iliries para bem
iilrrinameiile oc-
tiios linham em
Jinconlet(adtt, a
Te 'Albuquerque
Rodrigues doNat-
e suslenlando que se devia conceder a Francisco Co-
tndiode Sampalo, licenra que pedio para edificar
urna cocheira dentro de teu allio, na Capunga ; e
outro opinando que n3o devia a cmara abrir mi
do lerreno dcsna.fn para serventa publica na ra
do Brum, no qual se com prebende o qu por afara-
menlo requerau uo governo da provincia, Jol > Bnp-
tisla Fragozo ; urna vez que este Ierren por si s
baste para formar nma praca regular, anda que
pequea, ou tenha a cmara pnttibilidade da obler
a p irco delle, que ja' foi aforada a Jos da Cuoha
Taixeira.A' respeilo da primeira parle deste pare-
cer m ni tu--e ouvir ao engenheiro cordeador.
Antonio Bernardo Quinteiro requrreu Ihedeclas-
te a cmara se a sua cavallarica, tita nesta ra po-
da permanecer por ter arejada e ler a largura de-
signada as po'lurat respectivas, e cano de eagoto
para at onrinas e liquidos; e a cmara resolveu que
sim. urna vez que Ihe fizaste o requereule lodos os
melhoramenlos prescriptos pelas posturas.
O Sr.'vereador Oliveira nio toijjou farle nesta de-
cisio, porque eslava na ante sala quando della se
Iralou.
O Sr. presidentedeclarou que havia com os do-
mis claviclanos lirado do cofre no da I" do cur-
ren!" a quanlia de :l:i'l(l> ; -en In om |coul para al
despezas com a companhia de ribeirinhos, exclusi-
vamente, e dous para as ordinarias da mesuia c-
mara.
O Sr. vereador Mame.I apresculou urna reljca
dos ornamentos precisos para a capaila do cemilerio
com pituca lile 1 cura da que remellen o adminis-
trador d'aquelle eslabelecimenlo, com a qual cou-
formando-te a cmara, encarreaou ao mesmo verea-
dor de mandar fazer ditos ornamentos.
Nao foi arrematada a estrada para a freguezia da
Varzea, nem madeira que foi do simples da ca-
paila do cemilerio. O Sr. Gameiro dise que havia
quem quizetse arrematar a obra da estrada para fa-
ze-la cm marro do anno seguinle, e que na primei-
ra testao appareceria petirio neite senlido.
Despicharam-te ai pelicet de Antonio Mara Cr-
rela, da Alaliba Cezar dn Espirito Santo, de A-
delo Francisco de Azevedo, de Antonio Diiarle de
Oliveira Reg, de'Bernardo Jos Hoilriguet Pohei-
ro, de Claudio Delteux, de Domingoi Jote Martina,
de E. Sehraram, do hachare! Francisco de Ans de
Oliveira Maciel, de Francisco Jos de Lima, de Fruc-
tuoso Pereira do itasdmento, de Firmino Pessoa da
Gama, do coronel l'rancisco Mamede de Almeida,
do senador Francisco de Paula Civalcanli de Albu-
Acabamos de ser informados por pessoa de crite-
rio e digna de toda a alinelo, residente na comar-
ca de Paje, que o nosso amigo o Sr. Dr. Estevio de
Albuquerque Mello Montenegro est soffrcnd em
Villa-Bella, onde funeciona eumo advogado, algu-
mas- contrariedades, e mesmo njiistiras da parle de
alguem, que lem ou deve ler por dever e mesmo
por educajao acalar o (alent eas quilidades recom-
mendaveis desse digno Pajeuense.
Nao p.lomos, nem estamos habilitados por agora
a apreciar devidamente al que poni hlo chegado
essas injuslicas, que acabrunliam o nosso amigo, ou
mesmo o motivo que tem dado lugar ao teu appare-
cimenlo ; mas teja elle qual Mr, he para lamentar
que, estn lo ainda os nossos serlSes lio fallos de hn-
mens de iiilelligeiicin, sendo lio pequeo o numero
dos que se sujeilam a vi ver naquellas inhspitas ser-
ranas, estes mesmos tenham de encontrar emhara-
ros e troperos na nobre e distincta prufisslo de ad-
vogado.
Conhecemos mui de pedo o Sr. Dr. Mutilenegro ;
nio he elle de cerlo om hachare! commum, ou por
outra, um desse hachareis que o sao porque assim o
diz seu pergaminhn, nio ; o Sr. Dr. Montenegro
he um moro que muilo honra 1 anliga academia de
Olinda, iiu s pelo seu talento real, como pela sua
conduda irrepreliensivel.
O Sr. Dr. Moulenegro j tem um nome honroso
neita provincia, na qual foi teerelario de um dos
mait esclarecidos pretidente que ella leve, o Exm.
Sr. Cusa Pinto ; oceupou o lugar de promotor pu-
blico de G iianua. don le foi removido para esta ca-
pital, e lano se distingui neste ultimo lugar, lano
fez brilbar a ua Ilustrarin. que obleve immediala-
menle do governo geral a nnmeacao de secretario da
provincia.
Nio he, portento, o Sr. Dr. Montenegro nm ba-
charel obscuro, de talento problemtico ou sciencia
engarrafada, nio ; elle tem nesla capital um crdi-
to etlabelecido, e um nome condecido por lodos
aquelles que eslo no caso de saber aquilatar o ver-
dadeiro mere imenlo.
Se acaso esta hoja etle moro como que desterrado
e esquecido l para esses remlo sricas, he aos
seut toflrimenlos fisicoi. que se deve allrihuir ela
lao prolongada ausencia, que ja deplorara muilos
dos seus amigos.
Mas na upnouha alguem porque o Sr. Dr.' Es-
levaodc AlhuqdWque Mello Moulenegro te ada ha
tret annos residindo em Villa Belhi. queja esl ar-
radado da memoria dot seus verdadeiros amigo), ou
que por perlencer ao celho partido praieiro desta
provincia poder soffrer impunemente quaesqner in-
justicias uu aflronlas de reguos de aldeia.
OSr. Dr. Montenegro anda tem amigos devolt-
dos, que saberlo aqu levantar um lirado enrgico
contra seus injustos provocadores ; amigos que et'
carnecem pequenilns potentados que nesla capital
so turnara microscpicos; e cujo mereeimento he
nicamente aquelle que Ihe pode dar urna insignifi-
cante piisica oflicial.
Batamos convtuddna quo 11ra futuro llsongeiro
aguarda o nosso amigo; e principalmente hoje, que
lobrigainos o pirvir brilhanle que desponta sol o
impnlwenrgico e pragressltta do Exm. Sr. Mr-
quez do Paran. Se o governo, como snppomos,
lem de aproveilar no sen plano regenerador, o t-
lenlo, a probidad e a lealdadea Ila a prava, ron-
lamoa qua nio era esquecido o Dr. Montenegro,
apeiar de praieiro reino, e enllo a cusa dot leus
delriclore boat gargalhndat dar
O Progrettista.
mrito dos individuos, poude
pes.oas que esto nat melhores
exercer os logares que acta
cupam, e lato porque ditos in
ten favor capacidade e probidt
pelo que te v que Guilhern
Martin Pereira c ManoeJ-tfria
cimento nio toefe r5o deconheridos como os
suppem os-reTlactores i\oEcho Peri,.ambuco,equeos
empreget qne exerceram nao eram lo importantes
que faculiassem auferir-se pingue subsistencia.
. A'.
Seguem-se os atlestados a que na referimos.
Atiesto pelo pleno coiihecimenlo que teoho do
supplicante, desde qne exerceu interinamente o of-
Helo de escrivlo de orphlos nesla cidade que a inlel-
ligencia profesional que lem do oficio de escrivlo
rene muilo zelo e muila prohidade, nunca desmen-
tida aasim como que tem tima cumiarla llbada, e
que goza do melhor conceito e eu particularmente
Ihe dou muila considerarlo, e que torlantn esl as
melhores condicroet para bem exercer o emprego
qne pretende : o expolio juro na f de mea groo.
Recife 5 de selembro de 1855.Atsignido o Sr.
Dr. fos Bernardo Galciio Alcofondo.
Iteliro-me inleiramente ao alicatado do Sr. Dr.
Alcoforado. lira ultupra.A sis lado o Sr. Dr.
Joaquim Jos da Fonseca.
Subscrevn inleiramente a tudo quanlo se refere
no altealado aupra, por ter pleno coohecimento du
peticionario r, por ser verdade nao luvi.fo altestar e
juraiei se preciso fur.Era utsupraAssignado o
Sr. Dr. Antonio Joaquim de Moran t Silca.
Por conbecimenlo.especial que lenho dd aonpli-
canle afflrmo e juro tob a f de meu grao a Tifela
verdade de lodo quinto atiesta o meo reipeila
collega oSr. Dr. Alcoforado.fc'ra ut supra.I
signado o Sr. Dr. Antonio Vicente do Msame-
Feitosa.
Retiro-rae ao alleslado do Sr. Dr. Alcoforado, po?
ler couhecimenlo do peticionario, cuja aplidl par,
o lugar que pretende, se Ihe ni pide contestar; orv
que juro.Era ultuprn.Assignado o Sr. Dr. Joa-
yuioi de Souza feis. -"
Refiro-me 10 alleslado supra e retro pelo inleiro
conl ecimenlo que Idilio da aplidao e regular con-
duela do peticionario, adquerido nilo s dorante o
periodo em que servi inlerinamente o ofiicio de juiz
de orphlos detla cidade, como primeiro tupplenle,
te nao tambem posteriormente durante o meu exer-
cicio de advngacia.Rra ut supra.' Atsignado o
8r. Dr. Vicente Peritra do Reg.
Atiesto que otopplicanle me rrerece o melhor
conceito pela tua muralidade e Iulelligencia j espe-
rlmentadas no exercicio de escrivlo de erphloa des-
la cidade, onde son advogado, e per is considero apto para o lugar de eterivio de segunda
instancia commercial, como creio que o foro ga-
nhar com a tua nomeaclo.
Bncife 6 de selembro de 18"). Vtsigmdo n Sr.
Dr. Filippe Lopes Mello.
Refiro-me ai atlestacoes -de meus rol legas pelo
pleno conhecimento que lenho de pelleionarin.
Era ut supra.Asignadii o Sr. Dr. Cypriano Fe-
nelon Cuides Alcoforado.
Julgo o peticionario muilo habilitado para o lu-
gar qae pretende, porque a intellii.encia, zelo, pro-
hidade, emfim a conduela tem ola une o vi desen-
volver no exercino do lugar de cs'rvao de orphlos
interino desta cidade, he a metna que/ vejo apre-
senlar no lugar de escrivl do tribunal [do commer-
cio que inlerinamente oceupa. lis islo o que em
obsequiosa verdade t- me oflVece allealar, c eslarei
,V) fardo algndlo, lOdilos Ro de algodio. 9 calxii
cliarutos. t08 ditat charolo, 2 ditas camisas ; a Do-
mingos Alvos Malhen.
I quarlola lyrio, 12 pipas fumo, 2 quartolis cal ;
a Meoron & C.
2-caiias cliarutos ; a Francitco de Psala Figoei-
do Saboia.
1 fardos fumo, 500 caixii charulcu ; 1 Manoel
Tarare Cordeiro.
2 caixas charnlos; a Jote Bapltsta da Fonseca Jo-
nlor.
3 caixas fazendas ; a Mellor Soathal & Compa-
nhia. .
1 caixa charutos ; a H. Gaeailey.
174 caixas charuto ; a Novaos & C.
I caixa ditos, I dila fazendas; 1 Isaac, Curio i
Companhia.
I caixa charutos ; a Jttje Antonio di Caoba
Irmlp.
4 fardos fama, I caixa chicolla, 3 birria
e fJ tacen farinha ; a Candido Alberlo
Molla.
I miau diamlot; a Etasn'lsco Gomes de
iX Companhia.
I caixa dilos ; a Jlo Cardoso Ayres
1 caixa composirao metlica, 6-5 Uceas
dilas cafe, 2,225 caixinhas charolo, 10 litas oleo de
ricino, 1 sacco eolia, 1 fardo fumo, 6 caixas rtp ; a
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo.
I cala miudezai. 3 fardos capacho! ; a Jos An-
loniu Alvea Guimarle.
10 tarcas caf ; a Manoel Aotouio da Silv
I caixa charnlos ; a Ctetano Cyriaco da Cost
rein.
I caixa ditot; 1 Antonio de Almeida domes &
Companhia.
3 fardos fumo ; a Claudio Dobeux.
20 caixas cliarutos, I dita conel
Brun.

CONSULADO GERAL
Rendimanto do dia 1 a 26
Idem do dia 27 '. .
75$(W5
l2SatHHB
1MVERSAS PROVINCIAS.
Kcndimento do dia 1 a 26 .
dem do dii 27.......
II 5,5811
li98SSft6
KKCEBEOBIA DE RENDAS 1NTEKNAS
KAES DE PERNAMBUCO.
Iten.limentn do dia i a 26 S70u55
dem do dii 27 ....... 45892.51
19:1281906
"\
----- ItUtBfli
Lando o Echo Pernambueano n. 71 da 21 da cr-
ranla mez, deparamos cun alguin.it propusir-et que
carecem de reparo, e para que nao produzam o ef-
feilo que se deseja, retlabelrceremot o fados que
leem rehire com o escrivles inlerinoiUe appella-
Sait e aggravo do tribunal du commercio detla c-
ade, e que uhrigaram aot redactores daquelle jor-
nal, alanrar por sobre o dislincloe Ilustrado presi-
dente de dito tribunal, o Sr. desembargador Firmi-
no Antonio .de Souza, baidoei por demaii In-
justos.
Ot motivos que aprsenla,!) o referidos-redacto-
res para justificaren! 11 materia do lerceiro arligo qoe
orphlos actual, procurador fiscal da thrseurara pro
viii'ial e do curador geral de orphlos interino.
Atiesto quo o supplicante 11 etercicio do lagar da
escrivlo de orphlos que iulorinamente cxerce.se tem
portado com todo seto inlelligencia e prohidade.
liocife 30 de abril de 1855.Atsignado o Sr. Dr.
tbilin Jos Tavares da SUca.
Atiesto que o supplicante exerce 1 o cargo de es-
crivlo interino de orphlos, no qmi retpeila a fazen-
da provincial, com o maior zelo. in.el ig'iicia e acti-
vidad!. O que afflrmo tob efe di meu cargo.
Recife 18 de maio de 1855A .signado o Sr. Dr.
Cypriano Fenelon Quedes Aleo/orado.
Altalo que o supplicante exerceu interinamente
o logar de escrivlo deste juiz 1 com prnbidade, zeo
c arlividade digna de louvar, o que afflrmo pelo que
pude conhecer do lagar que pTnlo o mesmo
exerro.
liedle 30 de abril de 1865___Asignado o Sr. Dr.
.inlonio Jos da Costa Ribeiro,
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiraento do dia 1 a 26 2U:037j>8i3
Idem do dia 27.......
MOVIMENTO DO PORTO.
Savios entrados no di<
Macei36 horat. barca ingiera cSpiril of Ihe Ti-
mes, de 354 toneladas, capiilo John Martin,
equipagem 13. carga atucar e mait generas ; a
Me. Cajinont & Companhia. Veto receber ordens
e seguio para Liverpool. Passageiros para alia
provincia, Jos Joaquim de'l.ima, llenriqae de
Azevedo Mello, Claudino Alfonso de Carvalho,
.Malinas Aflonso Wanderley, Pedro da Silva Reg,
Manoel Carlos Teixeira, Antonia Caalana 1
ra da Silva, Nicolao Jo Ferreira, Aolooio '1
xeira Pinlo, Adolplio de Souza Menezet, Joa
Vasco Cahral e Filho. Jlo Jos da Miranda,
Francitco da Paalo Nev, capilla Joaquim di Al-
meida Molda, Ttburcio Alvet do Carvalho,
Colinguiba6 das, sumaca brasileira Flor da Co-
linguiba, de 106 tonelada, mostr Antonio Fran-
cisco ,lot Santos, equipagem 11, carga asencir ; a
Schramm Whilely \ Companhia.
Pirahiba 2 da, ltale braiileiro Flor do Braiil,
de 28 toneladas), meslra Julo Francisco Martina,
equipagem 4, caria toros de Dingui ; a Atetan,
dre Ferreira da Costa.
.Vacio laAtrfo no mesmo dia.
\
A
^
prompto a sellar rom o meu jurarienlo >se for ne-
cessario.Era ut supra. asignado o S\ Dr. Jpt- "Rio de Janeiro pelo A su'Brigue brasileiro ero,
dos Alijos I eir de Amorim. \. f capillo Ignacio da Fonstea Marque
.Os seguintes attesUdoi sao dos Srt. Ilrs'^ut de
CORRESPONDENCIA.
Sri. redactores.Tive o pezarr.1 ver em o n. 222
do seu Diario de quarla-feira 28 do torrente te-
leribro urnasBREVES REFLEXO'ESsubscrip-
tas por (M calholieo. Tive penar, repilo, por
lem por Ululo,O Sr. Desembargador Firmino I ver como das cousat mais taoln, em lempo mesmo
das e mais gneros. Passageiros, Jlo Mauricio
Pimenlel e sua familia. Jlo do Dos tionralves,
Joso Joaquim de Souza, l.uiz Anloniu F'erteira
Soulo e 3 criados, Francitco Pedro Xavier.
EDITAES.-
Por esta secretaria te fu p.iblico, qoe as falla dos
esludaiites desla Facuhlade dadas no mez de asus-
to do correte anno, to as leguiules;
PrHmeiro anno.
N. 1. Ahilio-Alvaro Marlins de Cintro, den 1 fal-
la abonada, el na meza interiore, tendo duas nio'
abonada; n. 2. Benjamn) Frinklin de Oliveira
Mello, deu 9 fallas alionadas e 12 nos mete miedo-
res; n. 3. Candido Pereira Mouleiro Jnior, .leu 2
faltas abonidat; n. 5. Antonio Americo de Unta-
do Jnior, dea I falta abonada, o 11 no mezas an-
teriores, tendo ,) nio abonada; n.8. Eugenio Ao-
guslo do Cooto BariDonlf, deu I falla alionad; 11.
13. Franklin tionralves Bastos, deu 2 fallas abona-
das e 4 bus mitas enleriuret, tendo 1 nio abonada;
n. 16. Joaquim Barbn Lima, deu 2 fallat aootta-
dat e 2 nos matea anteriores; n. 18. J*o Amonio
liaptitla, den 1 falla abonada e 5 noa nenei interio-
res, sendo 2 nio abonadas; n. I. Jete Belizaro
llenriqae di Cunha, deu 1 falla abonada e ti noi me-
ros anteriora; 11. 21). Jos Mai ia dn Valla Jnior,
deu 3 falls abonadat e 1 not mezes anteriores; n.
25. Marliniano dn Silva Pereira. den 1 falla"ibona-
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aiMlO DE PCRII1BUCO SEXTA FEIRA 21 01 SETEMBRO DE IKK
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da o 2 no mezes anleriores; u. 26. Pedro Oavilcao-
li de Albuquerque Marauhflo, den :i tallas abun-
das e 8 Ooi mezei anteriores; s. 27. Arislides Lib-
nilz da Silveira Lobo, dea 2 talla abonadas e 7
hu mezes anterio-es; n. II. Amirn/loaquim Hapo-
zo de Albaquerqne. den 1 falla alionada e 4 nos
mezes anteriores ; n. 39. Americo Fernanda Trigo
d. Loureiro. den 2 Tillas abonadas e 6 nos meze
anteriores; n.il. Jnfl Pinto de Mendnnc,*, 'leu 1
falla abinnd ; n. i. InA.i Lopes de Carvalhn l,o-
bflo. den 1 falla alionada o 6 nos moza anlerinres,
eiido i nao abunda; n. 47. Rayrnundo AbHio
FerYera. dan I fa la abonada 1 iifis mez'S anterio-
res; n. 51. Jos J laqnim de Moraes Navarro1, deu
2 fallas.abonada o 4 nos rnezes anteriora, sendo 2
nao abonadas; n. >3. Julo Antones de Alencar Ko-
dnvalha, dea 4 falla, aendo 1 nao abonada o 6 no
metes annViores; n. 57. Carlas Sphidilo de'Medio
Mallos, den 1 talt abonada, e 15 nos mese anterio-
res, salido 3 nao araadas ; n. 5H. Epamlnondas de
Sopza Gjuvea, dnu 1 fila abonad e 2 nos mezes
aiileriores; P.moliriio Peixolo do Briln da Silveira
CavulcaulL den 7 fallas abonadas e :l nos pieeTaT-
leriore; n. til. Enedine uarany de Andrade Cu-
ptoba, deu 13 fallas abonadas 9 nos metes nle-
rieret; n. 62. Joii Cavalcanli de Albuquerque, deu
1 falla abonada : i. 63. Jos Coriolano de Sogr. Li-
ma, deu 3 fallas abonad e 21 nos mete* anterio-
res, sendo 1 nao alonada ; u. 67.Tb.ircio Valeriano
da Rocha Lins. duu 1 lalta abonada ; n. 69. Filinlo
ElindcLemosGVtzaga,deu4 faltas n lo abunadas; n.
71. Casimiro de Seaa Madnreira, diu fallasnAo abo-
nadas e 2 abonadas nos metes anlerinres; n. 72.* Ju-
vino Ferrelra Mondes Gnimaraes, deu 1 falla abona-
da e 21 nos metes anterioras, sendo 3 nao abonadas ;
ii.T"). Jos Mrtir iaoo Cavalcanli de Albuquerque,
dea t falla abonada e 4 nos mezes anleri res, senda
3 nao abonadas ; n. 76. Manoel Nelu Carneiro de
a Bandeira. deu 1 falta abonada e 3 nos metes
n. 78. Pedro Luciense de Calsans, deu
1 falta abonada e 7 nos motes anleriore; n. 80.
Americo Munii Cirdeiro (jitahy, den 1 falla abona-
da e li,.nuf meta anteriores, send.it nlo abona-
81. Joao (ionzaga Uacrllar. den I ralla sbo-
inezes anteriores; n. 82. Jos Figuei-
rade, den i fallas abonadas e 10 nos
alertare; n. 84. Francisco Manuel Paraizo
Icaoti, deu 1 falla abonada e 8'iios metes nnle-
0. 85. Huiino Coelhn da Silva, deu I falla
da e 28 nos rieses anteriores, sendo 1 nao abo-
l 86. Friociseo Ignacio Werneck, den J
, sesilo 1 nli adonada e 16 nos mezes intern.-
res, sendo 2 na/ abonadas; ir". 87. Jos (ames ita
larreta, deu 1 falta abonada e 15 nos metes an-
terioras, .sendo t nSo abonada.
Se junio tana.
N. 1, Agelo Jos (iuiuaga, deu orna talla abo-
uos metes anteriores; n. 2. Antonio l>i-
xeira Belfort Ko:io, dan 4 fallas abonadas e 3 nos
menores, u. 3. Eduardo da Silva Kabello,
8 fallas aban;,das e 8 nos mete* anteriores ; n,
rincisco Jos Martina Penna Jnior, .leu urna
3 nos mezes anteriores; n. 7. Frail-
a Corre* da Oliveira Audrade, den 3 fallas
9 nos meses anleriorcs; n. 8. Ilenriqua
i Lucena Jnior, den 3 fallas abonadas -
anteriores; o. 10. Joaquim J J ile Oli-
ide, diu 2 faltas abonadas e 7 nos metes
seudo 1 uao abanada ; n. II. Joaquim
res, d u 1 falta abonada e 3 no mezes
a; 3.12. Jos Calandrino de Azevedo, deu
tonadas 6 nos meses anlerinres. sendo 1
da ; a. 14. Jos Marianno da Cosa, deu 1
snada e 4 nos mezes anteriores ; n. 15. Jos
Lermogine de Vasconcellos,- den 5 fallas
abona 6 nos mezes anteriores, sendo I nao ribo-
; n. 17. Manoel da Araujo dos S lias abonadas; n. 18. Ma*i >! Innoceinio
seredo Camsrgo, den 7 fallas abana.las
I interiores ; n. 19. Manoel Peraira de
Moraes Pinheiro, den 3 fallas abonadas e II nos
iores ; n.23. Paulino Ferrelra da Silva.
abonada 14 nos mates anteriores ;i n.
24. Pedro da Al xiquerque Autran, deu urna falla
7 no mezes auleriare, sendo 1 nao abo-
nada ; o. 25. Poiidoro Cesar Hurlamaque, d'eu 5 fal-
2 nao abonada e 3 abonadas nos mete
es; u. 27. Ravmundo Kibiro Soares, deu I
ala. e I nos mezes infartares; n. 28 Se-
as Cari eiro, deu I falta abonada e 3 nos
tare ; n. 29. Augusto Elisio da Fonseca,
ana falla abonada e 5 no mezes anteriores; n.
a LmireuQo de Aranjo, den I falla alm-
os meies anteriores; n. 32. Aolonio Jos
de Aruoiiin, dan 4 faltas abonadas e II nos. mezes
ires ; n. 33. Ernesto Francisco de Lima San-
ia ama falta nfto abonada o 7 abonadas nos
riores; n.34. Euzebio de Queiroz Mallo-
aro, deu : faltas abonadas e 11 nos mates an-
ido 1 nao abonada; n. 35. FrauLliy A-
klene..cs Doria, deflurna falla nao aboua-
os mezas interiore, sendo 2 nao abona las;
Mi Candido de Araujo Lima, deu 1 falla
6 nes mezes anteriores ; n. 40. Salvador
ente Sapuca a, den 1 falta abonula e 7 nos me-
aos anteriores ; n. 41. Leandro Francisco Borges,
dea 1 lilla abonada 4 nos mezes (.alertares; u. 42.
AMero Stmoes da Silva, dan 4 faltas abonadas e 10
nos mezos anleriore; o. 43. Miguel Luiz Vianna,
deu 2 (altas abonadas e 10 nos mezas anteriores; n.
45. Virgilio Alve* de Lima Gordillio, deu 2 fallas
abnala e 8 us malta anteriores; n. 46. Manoel
Peixotode Laceida Wernecli, deu i fallas abonadas
ases anteriores ; n. 47. Julin da Costa
Mouteiro, dea 3 fallas abonadas e 10 nos mezes an-
n. 48. \nlonio J.iaquin ile Magalhfle Cas-
is abonadas e 16 nos mezes anlerinres,
botadas; n. 49. Uuarle Jos de Mello
i filias, sendo 2 nao abonadas e 8 abo-
lses anteriores; n. 50. Joao Candido da
Silva, deu 2 fallas, sendo urna nao abonada e 16 nos
ireit, sendo 3 nflo abonadas ; n. 53. Jo-
Francisco Viunna, deu 6 faltas abonadas e 21 nos
anlenoris; n. 54. Anlonio Baptista Gilirana
(alias abonada e_10 nos mezes anterio-
res; n. US. Manuel CoelfioCinlra Juufor,"du i faf-
:1 nos mezes anteriores; u. 57. Fran-
cisco Marlin (.a Fonseca, den 5 faltas abona las e 9
ante iores; o. 59. Jos) Antonio Cnellm,
ibonada e 8 nos mezes nnleriores ; n. 60.
dino Mandas Lia, dea 3 faltas abona-
da e7 nos mez-js anleriorcs; n. Ql. Ignaciode Layo
ilor, deu 5 fallas espetado; n. 6i. li'ii-
i Pinta >ouueira, deu l falla abonada e 12 nos
riores, sendo 1 nflo alionada ; n. 65. Jos
le Mour, deu 1 falla nao abonada e8
sHei'iores, sendo 2 nao abonadss ; n. 66.
Manoel d; Fre tas, deu 2 fallas abonadas e 3
is mezes anteriores, sendo 1 na abonada ; u. 57.
o Mendes, den 1 falla abonada e6
i; n. 68. Jesuino Claro dos San-
falta abonada e 1 nos mezes ante-
l'homaz Garcez da Roclfa Vasconcel-
2 fallas, sendo 1 nao abonada e
inezej ai tartana.
Teretiro anno. ,
o Ermiliuo Jl Le3o, deu 1 falta
mezes anteriores ; n. 2. Alvaro
erqoe e Mello, deu urna falla abo-
l interiores, sendo 3 nao abuna-
.cete Jos Borges, deu 4 fallas abona-
s anteriores,sendo 1 nao ab-nada ;
od Joaquim Correia de Araujo, deu 3
lo ibonada e 3 ns mezes anterio-
nio Joaquim Franco de S, desi 3
I uao abonadas e 13 nol mezes nnlerin-
n.'in ibonada ; ~. 6. Anlonio Joaquim
Rodrigues Juntar, den 2 fallas alionadas e 6 nos me-
ires ; n. 7. Anloiiio Lopes de Mcndon-
5 (lilis, sendo2 nao abonadas e 13 nos me-
i sendo 3 nao abonadas ; n. 8. Aurelio
spi ibeira, deu 2 fullas abonadas e 9 n .s
riores. sendo 2 mo abonadas; n. 9. Pa-
to de Sonta Reqoiao, des 1 falla nao abo-
Oos mezes anteriores ; n. )0. Antonio Co-
i Serfico d'Asiis Caralli, den 2 faltas abo-
i nos mezes anleriore, sendo 3 nao abona-
; n. 11. Oordolino Barbosa Cordeiro, deu 1 (al-
ai ii3o abonada e 9 no mejes anleriore, sendo 3 au
abonadas ; n. 12. Domingos Vnlonio Alvcs Ribeiro,
deu 1 -falla abopada e 5 nos mete anteriores, seudo
sudas ; n. 14eS>Francisro Jos da Silva e
5 faltas abonadas e 6 nos mezes anle-
nao|aliona das ; a.16. Gentil llomem
u 1 falta abnala e II nos ine-
4 eao abonadas; n. 18. Iler-
mogenes Scrates de Silva Tasares de Vasconcellos,
dea 2 fallas abanadas e 2 nos mezes interiores, se-
alo 1 nlo abonada ; n. 19. Joao de Agoiar Telles de
Mmete, den 2 (alias abonada e 14 nos mezes an
tenores, tendo 3 nJo abonadas ; n. 21. Joao Flor n-
tinoMeira de Vasconcellos, deu 1 falla abonada e 12
nos mezes anteriores ; n. 23. Jlo Severiano Carnei-
ro da Canhu deu 5 fallas abonadas e 3 nos mzes
anleriore ; n. 21. Joaquim lavares da Co-la Mi-
rnnda, deu 1 (illa abonada ; n. 21. Jos de Amo -
riiq Garca, deu 2 (illas abonadas e 4 nos rnez*sin-
teriores, sendo 3 nao abonadas ; n. 27. Jos Mara
Ribeiro Puagiuxiu', deu 1 (alia abonada e 6 nos
mezo enter oras ; u. 29. Ladislao Acrista de Al-
meid Forlnna, deo 2 fallas abonadas e 16 nos me-
7s antertaMs, sendo 3 nao abanadas ; n. 31. Ma-
noel Caelan > da Silva, deo 2 (illas abonadas e i nos
metes anteriores; n. 33. Padre Joaquim Graciano
de Araujo, deu 2 fillisobonad.ise 13 nos metes an-
teriores, sendo 3 nao ibonada; n. 36. Antonio Jo-
s da Assumpcao Nev, deu 9 falla abonadas e 8
no mezas) anteriores, sendo 3 nao abonada ; n. 37.
Manoel Caruelro de Oliveira Juuquelra, deu 1 falla
abonada e i) no mezes interiores, sendo 7 nao ibo-
nadas ; n. 38. Heuriqae C^rqueira Lima, deu 1
falta abonada e 15 nos mezas interiore, sendo 9 nao
abonadas; i. 39. Anlonio Jote de Alcovia, deu 3
(altas, sende I nao alionada e 8 nos mezes anlerio-
re, sendo 4 no ibonnda; n. 40. Antonio Pinto da
Rocha, deu 1 falla abonada e 8 no mezes anleriore",
sendo 2 nlc ibonada ; n.41. Filippe de Mello Vas-
concellos, rio I filia abonada e 10 nos mezet anle-
riores, sen.lo 6 nao alionadas : n. 42. Francisco Jos
ljirdoso GiimarJe Jnior, deu 3 falta abonada e
17 nos mcies anteriores, rento 7 nao abonadas ; n.
43. Joio Rermrdo de MiMlhie, dea 3 fallas abona-
da 11 nos mezes anteriores, sendo 5 nao abona-
das ; n. 41. -Tito Augusto Pcriira de Mallos, deu
2 fallas alonadas e 3 nos mezes anteriores, sendo 1
uao abonada ; n. 45. Antonio Jos de Castro Lima,
deu 4 fallas, sendo, i nffo*Mionadas 11 os meza
Interiores, sendo 3 nao abonada ; n. 46, Jorge Au-
gusto de Brilo Inglet, dea 2 lalta abonada 3 nos
metes mil riores ; n. 48. Lola Augusta Viclorio do
fiascimeirto Crespo, deu 1 (alia, sendo 2 nao abona-
das e 1 alunada nos mezes anteriores ; n. 49. Jos
Fnncisco Je Lacerda, deu 2 fallas abonadas e 8 nos
mezes anlnriore. sendo 2 nao abonadas ; n. 50. Ti-
lo da Sil i Mieliado, deo ', falla nao abonada 5
oes metes interiora, ssodo 1 alo abonada; n. 51.
Manoel Jos3".Marnho da C.unha, dea 3 faltas
abonadas 8 no meses anteriores, sendo 1 naojno-
nada ; n. 52. Braulio Romulo dos Santoa Colonia,
dea 2 falls abonadas e 10 nos mezes anteriores,
sendo 6 no abonada ; n. 83. Antonio da Cimba
Xavier de Andrade deo 2 fallas abonadas e 5 nos
mezes antersire; sendo 2 ndn abonadas ; n. 57.
joao de Aquino Gaspar, deu 1 filia abonada e 2 no
mete anlsrlore ; n. 58. Vicenta Cyrlllo Marinho,
den 1 falla abonada e 6 nos metes anteriores; n.
59, Jos Joaquim Oliveira e Silva, deu 2 fallas abo-
nada e 7 nos mezes anteriores, sendo I nao abona-
da ; 11. 60. Joao Coelho Bastos, deu 5 faltas abona-
das e 21 no mezes anleriore, sendo 4 nao abona-
da ; n. 61. Frincisco Maria Sodr Pereira, dea 2
faltas abonada; e 6 nos mezes anteriores, sendo 4
nao abonada ;' n. 62. Manoel da Fonseca Xavier
de Andrade, deju 1 falla abonada e 7 no metes an-
teriores, scndoj2 nao abonadas ; n. 68. Julio Au-
gusloitjf^nWlr'deu 2 faltas abonadas e 10 nos metes
aiijawfnres.sendo 2 nflo abonada;n. 65. Ju Ribeiro
de Almeida Santo, deu 5 falla, sendo 3 nflo abona-
da e 13 nos mezes anteriores, sendo 6 nflo aliona-
das ; n. 66. Conrado Alvaro de Cordnva Lima, deu
1 falla abonada e 10 nos mezes anteriores,' sendo 4
nao abonadas ; n. 67. Manoel Anlonio Mofeira, deu
5 falla abonada e 13 nos mezes anteriores, sendo 1
nflo abonada ; n. 68. Jos Leandro de Godoy Vis-
cuncelloa, dea 1 falla abonada e 5 no mezes ante-
riores, sendo 1 nao abonada ; n. 69. Raymundo Au-
gusto de S, den 1 falla abonada e7 nos mezes an-
teriores ; ii.71. Manoel Figueira de Faria, deu 1
falla abonada e I nos mezes anteriores ; n. 72. Jos
de Mendonca Reg Barros, den 1 falla abonada e 3
nos mezes anleriore, sendo 1 nao abanada ; n. 73.
Filippe Xavier de Almeida, deu 1 falla abonada e
15 nos mete anteriores, sendo 7 nao abonada ; n.
71. Sigismundo Coelho Leile da Silva, deu 1 falla
abonada e 3 nos mete anleriore ; n. 76. J0A0 Pei-
zolo de Miranda Veras, deu 2 falta abonada e 16
nos mezes anteriores, sendo 9 nflo abonada ; n. 77.
Joaquim Theodoro Cisneiro de Albuquerque, deu 1
falta abonada e 6 nos mezes anleriore, sendo 3 nao
abonadas ; n, 78. Tertuliano Ainbrosinn da Silva
Machado, deu 1 falla abonada e 10 no mezes ante-
riores, sendo 4nflo abonadas; n. 79. Deolindo Men-
dos da Silva Muura, deu 3 fallas, sendo 2 nao abona-
das e 10 nos mezes anleriore, sendo I nflo abonada ;
n. 80. Cesar Octaviano de Oliveira, deo 2 (altas abo-
nadas ; 11. 81. Dominaos Monteiro Peiiolo, tleu 10
faltas, sendo 1 nao abonada e 8 nos mezes anlerio-
re, sendo 3 nSo abonada ; n. 82. America Jansen
Telles da Silva Lobo. deu22 (altas, esperado.
(Juarlo anno.
N. 1. Ay res de Aibuqusrque Gama, deu 1 lalta
abonada e 1 no mezas anleriore ; 11. 2. Allino Lei-
le de Moraes Reg Jnior, deu 3 (alias abonadas e
8 nos mezes anteriores ; 11. 3. Viilonio de Sampaio
Almendra, deu 2 (alias abanada e20 nos mezes an-
teriores ; n. 4. Antonio Telles* da Silva Lobo J-
nior, deu 9 (alias abonada e 7 nos mezes anterio-
res ; n. 5. Augusto Cario de Almeida Albuquer-
que, dea 2 falla* abnnaiUs e 6 no mezes anterio-
res'; n. 6. Aurelio A Pires de Figuciredo ('.amar-
go, den 7 fallas abonada e i uos metes anteriores ;
n. 7. Claudiano Beterra Cavalcanli, deu 3 faltas
abonadas e 8 nos metes anteriores ; n, 8. Dionisio
Rodrigue Dantas, deu 1 falla abonada e 14 nos
mezes anteriores; n. 9. Emigdio Marques San-
tiago, deu 1 falta abonada e 3 nos mezes anle-
riore ; n. 10. Emiliano Calor de Araujo, deu
1 falla abonada e 16 nos mezes anteriores ; n.
11, Fernando Alves de Carvalho, dea 1 (alta abo-
nada e 7 no mezes anlerinres ; n. 12, Fernando
Vieira de Sooza, dea 9 (alta abonadas e 5 nos me-
zes anteriores ; n. 13, Francisco Baplista da Cunta
Madureira, dea 2 (alias abonadas e 20 nos metes
anteriores ; n. 14, Francisco Domiogue da Silva J-
nior, deu 2 fallas abonada e 8 nos mete anterio-
res ; n. 15, Francisco Joaquim da Silva, deu 2 (al-
ias abonadae 10 nos mezes anteriores ; n. 16, Fran-
cisco de Parrn Penna. deu 3 fallas abonadas e 3 nos
mezes anleriore ; n. 17, Franklin Washington de
Souza Reg, deu 2 falla abonada e 8 nos mete*
anleriore ; n. 20, Hernclilo d'Alemcalro Pereira
da iiiar.i. deu 2 (alias abonada e 15 nos mezes an-
teriores ; 11. 21, Herculano de Mendonca Vascon-
cellos Diuiz, deo 1 falla abonada e 10 no meie an-
teriores ; n^*!2, Ignacio Alves N'azarelh, den 2 faltas
abonada* e 5 nos mezes anleriore; n. 23. Inno-
cencio Pinheiro Correa, deu 2 fallas abonadas e 16
nos mezes anleriore ; n. 24. Joao Alfredo Correa
de Oliveiri Andrade, dea 4 fallas ibonada e 19 nos
mezes anleriore ; n. 26, Joflo init Rib-iro da Cu-
nha. deu 2 falla abonada e 1 nos metes anterio-
res ; n. 27. Joflo Vicente Pereira Dulra, deu 1 (alti
abonada 9 nos mete anleri ires ; n. 28. Joaquim
Antonio da Silva Barata, dea 3 filia abonadas e 9
nos mezes anleriorcs ; n. 29. Joaquim da Costa
Barradas Jnior, deu 4 faltas abonada e 8 nos me-
zes anteriores ; n. 31). Joaquim Gome da Silveira
Jnior, deu 4 falla abonadas e II nos mezes ante-
riores ; n. 31. Jos Bonifacio de SPereira, deu2 fal-
la abonadas e 14 no mezes anteriores n. 32. Jo
Mende Carneiro Lean Jnior, deu 2 Fallas abona-
da e 3 nos mezes anleriore*; n. 31. Leopoldino
filis abenadis e 1 i nos mezes anleriore, sendo 2
nlo abonadas ; 11. 13. Daniel Eduardo de Gouveia
Portugal, den 2 (alias, sendo 1 nflo abonada e 10
Clautulcu etpeciaes para a arremalaaw.
1.a A obra do tapamenlu dos arrombos do dique
do pantano de Olinda ao norte e tul da povoacao
bonada nos meies anleriore.Secretaria da Fa- dos Arrumbados, serao (cilas de conformidade com
cuidado de Direilo do Recite 22 detelembro de 1855.
Eduardo Soares <|e Albergara, seerelario interino.
P Illm.Sr. inspector da thesouraria provincial,
ern comprimento do disposlo no art. 34 da lei pro-
vncial numero 129, manda fazer publico para
conhecimenlo dos credores liypolbecarios, e qnse
quer inleressados, que Francisco Manoel da Silva
Gusmao, lem de ser indemnisadnda qoanlla de du-
zentos mil res, peja ezlraro do barro da proprie-
dade denominada Tanquinbo na cidade deGoi-
anna, para a factura de urna bomba, e qu o dita
Gusmflo tem de receber dita quanlia logo qoe ter-
minar o prazn de 15 dias contados da dala deile,
que he dado para as reclamar/es.
E para constar se mandou affixar o presente e pu-
blicar pelo Qfario por 15 das succesivos.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 12 de selembro de 1855.
O secretario.
Antonio Ferrelra d'Annunciarao.
O Illra. Sr. Inspector da lliesouraria provincial,
em camprimenlo da ordena do Esm. Sr. presidente
da provincia, manda constar aos proprielarios abaitn
mencionados, a entregarem na mesma thesouraria no
prazo de 30 dias, a contar do dia da primeira publi-
caeflo do prsenle, a importancia das quolas com que
devem entrar para o calcaraento da ra Direila ale
a travessa da Penha, contarme o dispolo na lei pro-
vincial numero 350. Advertindo, qoe a falla da en-
trega voluntaria ser punida com o duplo das referi-
das qaotas na cdnformidade do artigo 6 do ron'll-
menlo de 22 de dezembro de 1854.
N. 2. Joanna do Rosario Guimarfles Ha-
duda.................. 77100
N. 4. Viova de Joao Leitao Filgoeira. 89?I66
N. 6. Hospital da Misericordia de Angola 619800
N. 10. Benanlo Jos da Cosa Valentn) e
Francisco Joaqom Pereira.....'. 418700
N. 12. Maria Joaquina de Moora.....769200
N. 14. Ordem terceira de S. Francisco. I5000
N. 16. Antonio Francisco Pereira. T7220
N. 18. llerdeiro de Manoel Caetano de
Albuquerque...............579600
N. 20. Viova e herderoa de Antonio Joa-
quim Ferreira de Sampaio.......689IOO
N. 22. Francisco Alves da Cimba. .... 309000
N. 24. Joao M.lbeos...........829.100
N. 26. Joaquim Francisco de Azevedo. 529(100
N. 28. Dilo, dito..............6I9200
N. 30. Thereza Goncalves de Jess Aze-
vedo. ;................ 68*400
N. 1. Irmandade de N. Sennora do I.l-
vnmenlo................98000
N. 3. Joaquina Mria Pereira Vianna. 839400
N. 5. Dita, dila..............999000
N. 7. Dila, dita..............869IOO
N. 9. BirilioAlves.de Miranda Varejao 758000
N. 13. Francisco Brandao Paes Brrelo. 438200
N. 17. Irmandade do Espirito Santo. 189000
N. 19. Joaquim Bernardo de Figuereido. 289800
N. 21. Dilo, dito.............1199100
o orcamenlo nesla dala apresenlado a approvac,Ao
do Em. Sr. presidente da provincia na impoi lan-
ciada 7:3709000. ,
2. Deverflo ser principiados ni trabalhos no pra-
zn de um mez, e concluidos no de Ires mv.es corna-
do de cobormidade com os arls. 31 e 32 d.i lei
provincial o. 28b.
3. O pasamento sera (eilo em tres pretac,es
iguaes ; a 1 quando esliver frita a terca' parle da
obra, a 2 quando liver dous terco da obra, le a 3
finalmente quando esliverem concluidos lodos o tra-
badlo, que serflo logo recebidus definilivamenle.
4. Pira lodo o que nao esliver especificado as
presentes clausula seguir-se-ln o que determino a
lei provincial n. 286 icima mencionada.
Conforme.O secretario, /
A. /'. ti'Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da resolurjio da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que a arremataban das
obra supplementares a (azer-se na ponte sobre o
rio Capibaribe na estrada de Pao d'Alho, vai 110-
vamente a praca no da 18 de oulubro prozimo vin-
dourq.
E para conslar se mandou afliiar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihasouraria provincial de Pernam-
buco 22 de selembro de 1855.O secretario,
A. F. 'itAnnunciarilo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da resolucao da junta de fa-
zeinla manda liter publico que as obras dos reparos
preciso na casa da cmara municipal e cadeia da
cidade de Olinda, van novamente a praca no dia
4 de oulubro proiimo vindouro.
E para cunslarse mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesorh-aria provincial de Pernim-
buco 22 de elembro de 1855.O secretario,
A. F. d'Annunciaca.
O agente Borj.i, autoritario por des-
pacho do Exm. Sr. Dr. juiz privativo do
mmercio, proferido em lequeiimento
do curador fiscal da mana fallida de Mar
noel Joaquim Alves Pitomba, fara* leilao
da taberna sita na rus Nova n. 65, per-
tancentc a dita massa, que consiste na ar-
macao, gneros, especiaras, etc., existen-
tes na taberna supra : segunda-eira 1 de
outubro, as 11 horas em ponto.
Liquidaco
final da Cali-
fornia,
O agente Oliveira fara' leilao, para aca-
bar, do resto das fazendas salvadas da bar-
ca (USTAVO II, arrematadas nos diver-
sos lei loes fcitos na alfandega desta cida-
de, 11a loja do sobrado junto ao arco de
Santo Antonio, do cotnmendador Maga-
lhaes Bastos, por1 conta e risco dos admi-
nistradores da California, que querem li-
quidar para poderem rateiar entre os so-
cios o prejuizo havido : segunda-feira 1 de
outubro, as 10 horas da manlma.
DECLARARES.
AVISOS DIVERSOS.
Delphinn de Abren, deu 3 (alias abonada e 10 n
meze anleriore; n. 'i.: I.uiz Aolonio Pires, deu
2 (altas abonadas c 13 nos metes anteriores ; n, 37.
Padre Ualricio Manoel de Souza, deu 2 (altas abo-
nadas e 13 nos mezes anteriores ; n. 38. Ricardo
Amavl Rodrigues, dea 5 (altas, sendo 3 nao abo-
nadas e 17 abonadle nos mezes anteriores ; n. 39.
Theophilo Fenelon de Almeida Eortnna, dea 2 al-]N. 34. Paulino da Conceicao.
las abonadas e 3 nos mezes anteriores ; n. 41. An-lfS. 36. Antonio llypolilo Vercosa.
1:4545886
E para constarse mandou artizar o presenta, e pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da Ihesoararia pro-
vincial de Pernambuco 12 de selembro de 1855.
O seerelario.
.(. F. Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria provincial
em cumprimenlu da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda convidar ao*proprielarios abai-
zo mencionado', a enlreiiarem na mesura lliesoura-
ria no prazo de 30 dias, a contar do dia da primeria
publicaran do presente, a importancia das quola
rom que devem entrar para o calramcnlo da ruasdo
Rnngel, contarme o disposlo na le; provincial n.350.
Advertindo, que a (alta 'da entiesa voluntaria sera
punida com o duplo das refundas quotas na confor-
midade do arl. 6 do regulamenlo de 22 de dezem-
bro de 1854.
N. 2. Ordem terceira de S. l-'ran- '
cico........... I85OOO
N. 4. Renta da Conceicao ferreira 185000
N. 6. Domingos Jos da Silva 27>00O
N. 8. Theotouio Feliz de Mello. 49900
V 10. Carlota Eumenia da Concei-
(M........... 573600
N. 12. lierdeiios de Thereza de Je-
sns........... 183000
N. 14. Irmandade da Alinas do Re-
cife........... 163200
N. 16 Ezequiel Franco de S 5{200
N. 18.'Francisco Antonio das Cha-
gas .......... 163200
N. 20. llerdeiro de Josepha Francis-
ca Rosa........... 6I32OO
N. 22. Francisco Anlonio das Cha-
gas............ 183000
N. 24. Irmaudade das Almas do bair-
ro de Sanio Antonio. ..... 413100
N. 26. Manuel Anlonio Monleiro de
Andrade.......... 543000
N. 28. Antonio Jos Goncalves de A-
zevedo........... j',-jmii
4. 30. Viuva de Miguel Jos Ri-
beiro........... 523500
32. Ordem terceira de S. Fran-
cisco
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos contribuintes de impostos, cutas debitas sao
dependentes de lanramentos, e que *>iuda n" (uram
pao dentro do anno linanceiro prximo passado,
ue os podem raalisar nesln repartirn al o lim du
prsenle mez, flndo o qual passam a ser execuladoa
todos os quedeixaram de pagar os do anno de 1854
a 1855.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a prara da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855."
O secretario da direocSo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar os ob-
jecios segainles:
Para o 8. batalkan de infanlaria.
Randas de lAa. 21.
Hospital regimenlal.
Cubos inodoros, 10.
Diversos balalhes.
Sapalos feitos na provincia, pares 500.
Arsenal-de guerra.
Metas de sola corlida, 150; navio, duzias 9.
Quera o quizer vender aprsenle as sus propostas
em carta fechada na secretaria do conselho s 10 ho-
ras do dia 5 de outubro.
Secretaria do conselho adminislrtivo para (orne-
cimenlo do arsenal de guerra 27 de selembro de 1855.
Bento Jote Lamenha Lint, coronel preidenle.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, voga.l e se-
cretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho adminislilivo, em cumprimento do
arl. 22 do regulamenlo de 14 de dezembro de 1852,
(az publico, que tai aceita a proposla de J. Soum &
C, para tarnecer os medicamentos e maia gneros,
segundo o pedido j annunriado para a botica do
bo-pilal regimenlal, na importancia de 1673140 rs.
U avisa ao referido vendedor que dever recolher
ao arsenal de guerra os mesmos medicamento' no dia
1." de oulubro prximo vindouro.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 27 de selembro de 1855.
Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
secretario.
Ionio (iuilherme de Figueiredo, deu 7 (altas abona-
das e 17 nos mezes anteriores ; n. 42. Fraucisco Au-
gusto da Cosa, deu 2 (alias abonadas e 25 nos mezes
auteriore ;' n. 43. Joao Rufino Pee*)! de Mello,
deu 6 talti abonadas e 15 nos meze anteriores ; n.
44. Joao Luiz Soares Marlin, deu |2 (atlas aliona-
das e 4 nos meze anteriores ; n. 4. Manoel Jos
dos Reis Juntar, den I (alta ibonadi e 3 nos mezes
anteriores ; n. 46, Joaquim Rodrigues Seizis, deu 1
falta abonada e 6 iiiiniezis anteriores ; n. 47, Joao
ftiheiiu.Buiiii'iNdjupyfalta abonadas e 1 nos me-
n anlerinres; .i-^_.S4innel liareis Gil Pimental,
deu 3 fallas abonadas e 2 oTsoezes anteriores ; n.
49. Pedro Antonio Falcau llr.m"
baadas e 13 us mezes anteriores
Vellozo Ribeiro, deu 6 falla abonadas e 18 nos me-
zes anteriores; n. 53. Carlos Augusto Ferraz de
Abre.u, deu 1 falla abonada.a 3 nos metes anterio-
res ; 11. 51. CamilloJos Pereira de Faro Jnior,
deu 8 fallas abonadas e 13 no- mezes anleriorcs ;
1.55. Fraucisco Antonio Pessoa de Barros, dea -3
falta abonada e 22 nos mezes anteriores, sendo
2nao abonada; u. 57. Luiz Francisco da Veiga,deu
4 fallas abonadas e 17 nos mezes anteriores ; n. 59.
Jenuino Correia Lima, dea 13 fallas abonadas e 19
nos mezes anteriores ; n. 61. Franciico Luiz Anlu-
nes de Campos, deu 3 falta abonadas e 8 nos roe-
tes anteriores ; n. 62. Francisco Ferreira Bandeira,
deu I falta abonada e 5 nos meze anleriore ; o.
63. Anlonio Ferreira (jarcez, dea I (alia abonada e
15 nos mezes anteriores ; 11. 64. Jos Honorio Be-
zerra de Menezes, dea 3 (altas abonadas e 15 nos
mezes anteriores; n. 65. Padre Joaquim d'Assump-
cao Saldanha, deu 9 (altas abonada e 9 nos me-
zes anteriores ; n. 66. Juveicta Alve Ribeiro da
Silva, deu 1 falla abonada e 13 nos mezes anlerio-
re, sendo 1 nao abonada ; n. 67- Luit Marques
Pinta Wanderley, deu 1 (alia abonada e 7 no me-
ze anteriores; 11.68. Eneas Jos Nogueira, deu 2
fallas abonadas e II nos mezas interiores; n. 69.
Francisco Pinto Pessoa, deu 5 falla abonadas e 12
nos mezes anteriores ; n, 71. Joao Gomes F'erreira
Velloso, deu 1 falla abonada e2l nos mezes anterio-
res, sendo 2 nao abonadas.
Quinto anuo.
N, 1. Aunibal Andr Ribeiro, den 1 (alia abonada
e 4 nos metes anteriores ; n. 2. Antonio Marques
Rodrigues, deu 4 fallas abonadas e 8 no mete an-
teriores ; n. 4. Fejisbiuude Mendonca Vasconcellos
Diuiz, deu 2 falta* nlo abonadas e 7 abonadas no
mezes anteriores ; o. 5, Francisco Mende Pereira
Jnior, deu 3 faltas abonadas e 4 no meze anleri-
ore ; n. 6. ti i-tao Ferreira de Gouva Pimental,
deu 1 fall abonada e i nos meze anteriores ; n. 7.
Joao Augusto de Padua Fleury, deu 2 fallas abona-
da e (I nos mete anleriore ; a. 8. Joan Evangelis-
ta Martina, deu 2 fallasVbonadas e 2 nos mezes an-
teriores ; n. 9. Joaquim do N'ascimcnlo Cosli Cu-
nta q Lima, deu 3 falta abonadas e 8 no meze
anleriore, s-ndo 3 nao abonada ; n. 10.' Joaquim
Mentas da Cruz Guimaraes Juntar, deu 4 fallas a-
uonadaa e 7 nos meze anleriores ; n. II Jos An-
tonio Ridrigue, deu 4 (altas abonadas e 3 nos me-
ze anteriores ; n. 13. Julio Amando de Castro, deu
1 (alia abonada e 16 no mete anteriores,, sendo 2
n Jnior, deu 1 falla abonada e 2 nos mezes anleriore;
n. 15. Zefenuo de Almeida Pinto, deu 3 falla abo-
nada c 3 nos mezes anteriores : n. 16. Geminiano
Antonio Vital de Oliveira, deu 1 (alia abonada e 3
nos meze anleriore ; 11. 17. Padre Antonio da Ro-
cha Vianna, deu 6 faltas abonadas ; n. 18. Joao
Jos Piulo Jnior, deu 2 fallas abonadas e 1 no
mezes anteriores ; u. 19. Francelino Adolpliu Pe-
reira Guimaraes, deu 1 falla abonada e 1 nos mezes
anleriores; n. 20. Salnsliano Orlando de Araujo
Cosa, deu 4 fallas abolladas e 4 nos metes anleriores;
n. 21. Francisco de Paula Salles Jnior, deu 4 (al-
ias, sendo 1 nao abonada o 3 nos mezes anteriores
abonadas ; n. 22. Jos Vicenle de Azeredo Couti-
nho, deu 1 (alia aoonada e 6 nos meze anteriores ;
11. 23.-Agoslinho da Sirva Vianna,- deu 2 (alias
abonadas a 6 nos mezes anleriorcs ; n. 24. Manoel
do Nascimeolo Machado Portilla, deu 2 falla abo-
nada o 21 nos meze anleriore ; n. 27. Jos Maria
da Silva Velho, deu 3 fallas sendo I nao abonada e
3'alionadas nos mezes anteriores ; 11. 28. Jos Cae-
lano de Araujo, deu 8 fallas, sendo 1 nao abonada,
e 15 no mezes anleriore, sendo 2 nao abonadas ;
11. 29. Pedro Clirisologo da Casia Abren, deu 4
(fallan, sendo 2 nao abonada e 9 abonada nos mezos
anleriores; n. 31. Carlos Theodoro de Buslamanle,
den 8 fallas abooadaae 19 nos mezes anleriores ; n.
32. Luiz Gomes Pereira, deu 4 fallas abonadas e 8
nos mezes anteriores ; 11. 33. Anlonio de Avila
Pumpia eCastro, deu 3 (alia abonada e 6 nos me
tes anteriores ;'n. 34. Jos Roberto de S Ribeiro,
deu 3 (alias abonadas e 6 no mezes anleriores, seu-
do 2 nSo abonadas; n. 35. Saluslio Pereira da
Molla, dea 2 fallas abonada e 4 no mete anterio-
res ; n. 36. Joao dos Santos Sarahyba, deu 1 falla
alionada e 12 aos meze anleriores ; n. 37. Joaquim
Hiplito Ewertorr de Almeida, den 2 falla abona-
das e 4 nos meze anleriores, sendo 1 nao alionada;
n. 38. Gustavo Julio Pinta Pacca, deu 1 falta abo-
llada e 10 nos mezes anleriores ; n. 39. Luiz Car-
los da Magalbae Breves, deu 2 faltas abonadas e 4
1104meze anleriores -r 11. 40. Joaquim llaptisla Ro-
drigue da Silva, deo 2 (alias abonada e 4 nos me-
zes anleriores ; n. 41. Joao Francisco Nogueira Cas-
talio Branco, dea I falla abonada e 3 nes mezes an-
leriore*' ; n. 42. Marianno Joaqaim da Silva, den 6
38. Viuva de Domingos Jos Bar-
bosa .' ......
N. 40. Joao M01. ira Marques .
N. 42, Manoel Jos da Silva Braga .
N. 44. Jos Leonardo......
N. 46. Jos da Fonseca e Silva .
N. 48. Joao .da Silva Moreira .
.V 50. Dr. Alexandra Bernardino dus
Rsis e Silva........
N. 52. Tiburcio Valeriano Baplii .
N. s. Maria Joaquina do Macado
Mello........; .
N. 56- F'rancisca Thumiziada Coocei-
iT--deu_7jriiltasl<4ojr>iiiil :......
1 ; n. 50. Pedro "N. 58. Patrimonio dos orphaos. .
N. 60. Maria Joaquina Machado Ca-
valcauli ...........
N. 62. Jos Joaqaim de Novaes. .
N. 64. Bernardo Anlonio de Miranda.
.V 1. Alexandre Jos da Silva. .
N. 3. Maria Cindid Vianna e un-
iros ........T
" Maria Adelaida de Lemos *
a Maria Leopoldina de Lemos .
N. 6. Antonio Ferreira Pinto '. .
N. 7, JoSo da Silva Muir. .
N. 9. Anlonio Domingues d'Almeida
Paros...........
N. II. Jos de Barros Pimental .
N. 13. Filhoi de Jos Ramos de Oli-
veira .........,
N. 15. Ordem terceira da S.. Fran-
cisco ..........,
N. 17. dem, dem. ......'
N. 19. Irmandade do Sandsimo Sa-
cramento de Santo Antonio .
N. 21. Joao Piulo de Queiroz. .
N. 23. Anna Luiza da F'onseea. .
N. 25. Jo-e GoiiCa-ilves Ferreira a Sil-
va............
N. 27. Uenriquela Eumenia da Con-
ceicao..........
N. 29. Jos Goncalves Ferreira e Sil-
va............
>'. 31. Antonio da Silva Gusmao .
N. 33. llerdeiro* de Jos Lopes d'Al-
biiqnerque.........
N. 35. Jo Aulonio da Silva Quei-
roz .......... .
N. 37. Lourenru Jnse de Moraes Car-
valho......... .
N. 39. Ordem terceira de S. Fran-
cisco............
N. 41. dem, idem.......
N. 43. Herdeiros de Joaquim Jos de
Parias...........
N. 45. Viuva de Joaquim Luiz de
Mello Carioca. .......
N. 47. Ludgero Goncalves da Silva '
V 49. Joo Mureira Marques .
N. 51. Pauta Caelano de Albuquer-
que...........
N. 53. Damiao Goncalves Rodrigues
Franca..........
o Joaquim dos Reis Gomes. .
N. 55. Thomaz d'Aquino Fonseca .
N. 57. Herdeiros de Anlonio Francis-
co Brauco .........
N. 59. Manoel Figueira de Faria. .
N. 61. Clara .M-.n.i do Espirito Santa.
N. 63. Herdeiros de Francisca Mar-
Karida dos Prazeres ......
N. 65. Manoel Joaquim da Silva Fi-
cueiredo..........
N. 67. Marti Antonia da Cruz Bran-
co............
N. 69. Maria Goncalves F'erreira e
Silva...........
N. 71. Joaquim Jos da Casia Fajozes.
N. 73. Filhos de Manoel Jos de Bas-
tos e Mello e oulro......
N. 75. Thomaz de Carvalho Soares
Brandan. .........
PBLICAgA'O LITTERARIA.
Aeha-se venda o compendio de Theoria e Prili
ca do Prcesso Civil eito pelo Dr. F'rancisco de Pau
a Baplista. Esta obra, alm de urna iolroatuccao
sobre as acrOes e exceptes em geral, Jat/tf, S&vfp-
LOTERAS da provincia.
O Illm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que os bilhetes da segunda par-
te da segunda lotera do Gymnasio l'a-i-
narnbucano, se acham a venda na the-
souraria das loterias, ra do Collegio n.
15, e as rodas andam mpreterivelmente
no dia ti de outubro do corrente anno.
Thesouraria das loterias desta provincia,
i de setembro de 1855.Luiz Antonio
Rodrigues de Almeida, esenvao das lo-
terias.
Desappareceu no da 21 do corrente,
da sala em que se imprime este Diario,
um par de botrtes de ouro de abertura,
presos por urna correntinha tambem de
ouro, ambos lavradoss. quadrados e com
tima flor no meio : roga-se a pessoa a
3uem foremoll'erecidos, de os levar a ra
o Rangel n. 59, segundo andar, ou nesta
typographia, quesera' generosamente re-
compensada, e promete-$e guardar se-
gredo.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, que saiba bem lavar eeu-
gommar, e que laca o servido das compras,
prefere-se escrava : na ra do Rangel n.
59, segundo andar.
Precisa-se de olliciaes de alia ate : na
ra da" Madre de Deps n. 56, primeiro an-
dar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acha-se a venda um resto de bilhetes
da lotera 56 do Monte-Pio, que correu
em o dia 2i do presente. As listas virao
pelo Tocantins ouajHmperatriz do dia
1 de outubro em drante. Os premios se-
rao pagos a entrega das listas.
Desejae (aliar eom o sr. Francisco Theodoro
de Macedo, a negocio de seu interesse : na ra da
Praia serrara de Constantino Joi Koposo.
Precia-se de costureiras para tjudar
a fazer vestidos: na loja franceza n. 12,
do aterro da Boa-Vista.
laasaM^saVsaFaHaaze^sFttkFsSa^sai
*&. Falque.
ma do collegio n; i. J
Kecebeu-se pelo ultimo nrvio '/indo de
Fraila, os senintes objecto:
Pililos de patino prato e de cor, taados
de seda de 129000 para cima.
Ditos de 13a de cores rouilo lindos.
Dita 1 e alpaca prela de 69 a lOfjOOO.
Dito ile brim branco e de cores de 500
para cima.
Calca de casemira preta fina a 1090C0.
Dilas de dila de cores de 6 a 9)000.
Ditas de brim de cor e brancas de 3)000 a
890110.
Calca, rlleles e palitos de casemira mes-
ciada.
Ve>lirrenla completa de diversas cor.
Cllele de selim, fuslo e casemira.
. Palito de ganga muilo superiores.
Dilos de eda de superior qualidade,. cla-
ros e escaros, de lttSOOO I69OOO.
Grande sorlimenlo de mallas, saceos com
mala e saceos de tapete para viagem, gobre-
ludo de lila para saludas de baile, Ihea-
(ro, ele.
E grande quantidade de chapeos de turf de
seda e depanninho, lanto para.homem como g
para senliora, e baleias para vestidos e espar-
lilhos de senhoras.
^|OWIUf"k*,'\l^^ilrvfcixWK,^KJ^aair'rl! B*KM*K^K^^**mWmWm*l*W^*WJ^^
LOTERA do GYMNASIO PjRNAM-
BUCANO.
AOS 6:0008, 5:000$ E 1:000$.
O eaiilelisla da casa da Fama, Antonio da Silva
Guimaraes, (az scienle ao publico, que (en expoilo
.1 venda o seus rouilo afortunados bilhetes e caute-
la da segunda parte da segunda lotera do Gymna-
sio, a qual corre no da 6 de outubro do corrente
.nio, e san vendidos nafseguinles casas : aterro da
Boa-Vista in". 48 e 68 ; na do Sol n. 72 A ; praca
da Independencia ns. 14 e 16 ; ra do Cillegio n.
9; ra do Rangel n. 54 ; ra da Crux n. 43, loja, e
Isa 5o Pilar n. 90.
BUheles
Meio
Quarlos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
rO escripturario da Companhia de Be-
beribe Marcolino Jos Pupe, ainda esta'
autorisado a comprar e vender accOes da
mesma companhia, pois que ninguem
mais habilitado do que elle a fazer este
negocio; podeudo ser procurado no
criptorio da mesma, na ra Nova n. 1, Ais
8 horas as 5 da tarde.
a Candido Jos Lisboa, enligo discpulo do Sr.
Iiadre Joaquim Kaphsel di Silva, approvido pelo
yeeu desta cidade, com pralica de ensinar, di li(oes
de iatim na ra de Apolle n. 21. Da tambem li
de grammalica portuguesa e franceza, on na ciaste
conectivamente, ou a cada um de per si da tarde a
noita; e recebe pensionista de pouca idade.
monte-po acadmico.
De conformidade com o art. 1 do capi-
tulo 3 dos estatutos, sao convidados os so-
cios a entrarem no dia 1 de outubro com
a segunda prestacao deite armo. Recie
27 de setembro de 1855.A. Marque*
Rodrigues, primeiro secretario.
-Precisa-se alugar urna ama para ca-
sa de pouca familia: na ra da Camboa
do Carmo n.24, se dir' quem pretende.
CARROS FNEBRES.
No estabelecimento de carros fnebre*,
de Jos Pinto de Magalhaet, tito no pateo
do Paraizo casa n. 10, t encontram ne-
vos carros com novas armacoes, tanto pa-
ra defuntos como para anjot, com ricos
ornatos e por precos commodo*; tambem
se a luga m caixoes e entre elle* um de vel-
ludo pretocom galSo uno e largo : tiram-
se Iicencas, guias, fornece-*ecarro* depa*-
seio, msica, cera, armacSo em cata, e
igreja tudo a contento, prompudoepre
eos com modos.
SfBOO
JSSOO
150
760
600
320
ttecehe pos inleiro
- com descouto
6:000
2:7609
1:380?)
nog
saa
2769
O mesmo eautelisla declara, que garanta nica-
mente os bi beles inleiro em originaes, n;lo sollren-
do o descanto dos oilo por cento do imposto geral,
e que as suas cautelas premiadas com os premios de
"1OO9OOO para baixo sao pagas nassuas tajas, sem dis-
1 iuceo de -erein vendidas nesla ou naque!a, e ou-
Iros premios iio.aterro da Boa-Vista n. 48.
Precisa-se de 4509000 a juros sobre neis mezes
de prazo, dando-se um moleque crioulo, dn idade de
10 anuos, para garanta : quem quizer anuuncie
para ser procurado.
Jord.lo Jos Fragoso, procurador bstanle de
seu sogro o Sr. Joo Moreira Marques, ora ausente
desla cidade, roga a todos os devedores do mesmo,
venham a ruado Cabug 9. il,salis(azerem seus de-
bita, evitando por este modo os recursos legaes,
julgaudo que o referido seu sogro nada leve nesla
praca, com tudo convida a qualquer pcsaofi que delta
se considere credor, a apresenlar'os titulo de divi-
da, por onde astim o moslre, para terem pagas.
Para testa.
Duas casas na Torre, com commodo para familia,
2 sala, 3 quarlos, cozinha (ora e copiar, qnarlo pa-
ra preta, estribara para cavallos e boa agua : alraz
da matriz da Boa- Vista n. 13.
-^ Precisa-se alugar um ese'rsvo para andar eom
nm laboleiro com poucas fazendas', e servir a uro
liomem solleiro ; tratar na ra do Queimadb, taja
n. 21.
CONSISTORIO CEiWUAL
IlSkOPATHICO.
\5200
213100
899100
599100
5&0O
14400
2&3200
S4WKN1
469800
509400
509400
549OOO
tiltJOOO
:ial, eontm
[ulgada*, eou-
unica mente
do Quei-
cado pelo
759000
459000
03000
3OJS000
22J500
119250
119250
529.1DO
529500
' 459OOO
1269150
1049400
639000
289800
259200
48(000
259200
309000
309OOO
28/800
189000
149400
259200
489000
213600
259200
555200
1059000
959700
289800
289800
109800
IO98OO
18/000
55,200
979800
259200
3C-5O0O
36,T)00
369000
I89OOO
68j400
72/000
549OOO
cesso civel comparado com
a theoria sobre a applicac,o da car
tras doulnnas luminosas : ven
na taja de Manoel Jos Leile,
mado n. 10, a 69 cada eiempi
autor.
Continua a vender-se
reitoo Advogadodos
apndice importante, conten
feriase aleadas dos tribu nes
o novo Regiment de custas, para uso dos
juizes. escrivaes, empregados de justica, e
aquelles quefrequentam os estudos de di-
reito, pelo preco de a5$000 cada exm-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, 111a
da Cadeia n. 56 : loja de encadernarao c
livros, ra do Collegio n. 8; pateo do
Collegio, livraria classican. 2, ena praca
da Independencia O. 6 e 8.
AVISOS MARTIMOS
Real Companhia de Paquetes Inglezes a
Vapor.
No 1 de oulu-
bro espera-se
da Europa, um
dos vapores da
Real ('. o m pa-
nliia. ti qual de-
pois da demora
dq rn- iime se-
guir 1 para
sul : para pas-
sageiros, ele, (rala-se com os agentes Adamson llu-
we e\ C, na ra do Trapiche-Novo n. 42.
Para o Aracaty e Cear. o hiate nacional f-:.ra-
laro pretende tahir at o da 29 do correnle : quera
no mtmo quizer carregar ou ir de passagem,- diri-
|a-se nos ronsignalaros, na ra da Cruz, armazem n.
15, ou com o meslrc no lrapicbe de algodflo.
Para a Baha segu einprelerivelmenle no dia
4 d oulubro a veleira e bem conhecida sumaca
Horlencia, por ja lera matar parle da carga proinp-
la : para o reslol!rata-se com seu consignatario Do-
mingo Alves M.iibeus. na ra da Cruz 11. 54.
LEILOES
3.-0 99350
E para conslar se mandou aduar o presenta e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibe-nuraria provincial de Pernam-
buco 15 de selembro de 1855^0 seerelario, Anlonio
Ferreira d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesoararia provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 21 do correle, manda fazer
publico que no dia 18 de outubro prximo vindouro,
neranle a junta da lazenda da mesma Ihesoararia, se
lia de arrematar 11 quem por menos li/er a obra do
tapamento do pantano de Olinda, avallada em reis
7:3709000.
A arremalato ser taita na (orma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio do anuo proiimo passa-
do, e sob as clausula especiaes abaixo copiadas.
Aa passoss que se propozerem a esta arremata-
do, comparecen) na sala das sesscs da mesma jau-
ta no dia cima declarado pelo mata dia competen-
temente habilitadas.
E pin constar se mandob afllsar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da iheiouraria provincial de Pernam-
buco 2? de selembro de 1855.O secretario,
A. f. d'Annuticacao.
O agenta Oliveira (ara leilao publico, por or-
dem do lllm. Sr. inspector di altandega, do caler
ftperanca de Beberibe (que servia de barca de vi-
ga) cum todos os seus aprealos, tal qual se acha tan-
deado junio ao trapiche da dita altandega, ondeos
prelcndenles podem examina-lo com nnlecipaco :
setta-feira, 28 do correnle. ao meio dia em poulo,
110 indicado lrapicbe di altandega.
O agenta Borja autorisado por despacho do
Illm. Sr. ilr. juiz de orpliao, proferido em reque-
rimeiilu do tutor dos orphilos filhns do finado Caeta-
no Pereira Uoncalves d Cuuha, em pie-eiiei do di-
lo Sr. juiz, tara leiIAovdu varo bens pertencentes
aos mencionados orphao, a saber : diversas proprie-
dades existentes na provincia do Duuro em Portu-
gal, cujos Ululo de poste o dominio se acham em
in.iii du agente annuncianle ; um encllenle cuge-
nho denominado Mamucaia,na (regnfza de S. Lou-
reneu da Malla ; um uplimo silio em Maria Simpli-
cia na cidade de Olinda ; urna casa tarrea -u.i na
ra das Aguas-Verdes n. 20, 14 escravoa de ambo
so sexos proprios para lodo o servido ; obras de ouro,
dilas de prata, entre as qaaes sobresaliera um rico
apparclbn para cha, um faqueiro, salvas de diversos
tamnuhos, e caslicaes ; um riquissimo relogiopara
cima de Tnesa ; um dito de parede, um dilo para
escriplorio, um pianno, urna nplima secretaria com
estante ; curleiras e mocho para escriplorio, urna
machina de copiar caria, um rol re de Ierro, dous
bahus de segredo, dilTerenMt obras de marcineiria,
10 npolice, do theatro de Apollo, diversos livros
histricos, c oulros mnitos objectus de differeiiies
qualidade, que (ora impossivel mencionar, e que
so cum a vista e poderilo apreciar. O leilao lera
|ogar quarla-fcjra, 3 oulubro, as 10 horas da mjub.,a
na ra da Cruz n. 43 2 andar. Os seuhore pre-
tendentes as propiedades, que quizerein alguns es-
clarecimenlo acerca1 deltas, lenhain a bondade de
e entender com o mesmo agente, na ra do Colle-
gio armazem n. 15. No mesme armazem, do dia 1
em liante, serflo distribuidos os catalogo do ob-
jectos que leem de ir a. leilao.
O agente Rotja, autorisado por des-
pacho do Exm. Sr. r. juiz privativo do
commercio proferido ern requerimento do
curador iiscal da massa fallida de Macha-
do & Pinheiro, fara' leilao de 45 barris
de manteiga rance/.a e 48 meiot ditos da
mesma, pertencentes a mencionada mas-
sa, assim como de V2 gigosdechampanha
cuja Venda sera' feita em presencado Illm.
Sr. cnsul de Franca: os geneif cima
se acharSo patentes na arcada da alfande-
ga, e o leilao tera* lugar sabbado 29 do
corrente, as 11 horas da manhaa.
ROIIBO.
Koubaram do abaixo assignado urna carleira con-
tando 6 lettras, sendo urna sacuda por Fox Brothers
e aceita por Jo-e dos' Santos Nev da quantia de
23792OO, a vencer em 30 de dezembro do corrente
anno, outra aceita pelo mnjnr Antonio da^Silva Gos-
mflo e sacada por Joo Pinto di l.einofjfeuiiior, da
quantia de 2:0009 rs. vencer em 27jSjpBezembro
do correnle anno. outra aceita por Pacnoeo & Men-
des, sacada por Jos Anlonio Basta da quantia de
5:!M)9000 r. a vencer em 14 de maio de 1856, lo-
das 3 compradas na cn"i de cambio de Joaquim Jos
Silveira Ov (? oalra aceita peta capitao Francisco
Delgado Borba, da quantia de -jmr-iHiu j.i vencida.
outra aceita pelo eapilao Anlonio Vicenta de Aran-
jo da quanlia de 2009000 a vencer em 30 da marco
de 1856,'outra aceita por Ignacio dos Sanios Fon-
ceca endonada pelo coronel F'rancisco Correia le
Barros, da quanlia de 6808000 j vencida, e mais
diferentes papis : roga-se >s autoridades polieiaes
ou outra qualquer,pessoa que aprubendar leve a casa
de ramhioklo dilo Silveirn.quc ser gralifcado adver-
tindo que j eslo prevenidos os aeeitanles para a nao
pagarem se nao ao abaixo assignado.
' Franeitco Correia Vieira.
frecisii-se de um rapaz portuguez para.caixeix
rn de taberna, ainda mesmo que nao lenha pralica
do negocio : quem quizer, dirija-se ao lim da riy
do Pires, taberna da calcada alta.
Aluga-se urna ama forra ou captiva, que se
sujeite a fazer o servico interno e externo de urna
casa de pouca familia ; paga-se bem : na ra do
Hospicio n. 17*
t- A arrematarlo dos ulencilio da taberna da
Passagem da Magdalena, travessa dus Remedios, he
armuliaa sexta-taira 28 do correnle a ultima prara
depois da audiencia do juiz dos orphaos na sala da
mesma.
No dia 28 do correnle depoi da audiencia alo
Dr. juiz de nrpbflos se ha de Arrematar na sala da
me*ma audiencia urna casa aila na ra do Crespo
de-la cidade n. 3. para pagamenta sin 9eta nacional,
a requerimenlo do leilamenleiro o coronel Francis-
co Mamede de Almeida.
COMPANHIA DE SEGUROS MA-
RTIMOS IHDEMN1SAD0RA.
Os Srs. accionistas sao convidados a realisar no es-
criploriu da mesma companhia, ra do Vigario n. 4,
os 10"., do valor de suas acedes, na conformidade do
artiga 17 dos estatutos, al o dia 10 do prximo mez
de mil libro. Recita 25 de setembro de 1855. Os
directores,
Joo da Silva Regadas
Vicente Alves de Souza Carvalho:
Massa adamantina.
He (.erloiente reconhecida a exceUencia desla
prepararlo pura chumbar denles, porque seus resil-
lados srmpre felizes sao j do dominio do pubCro.
Sebaslilo Jos de Oliveira faz uso desta prWMt
massa, para o Um indicado, e as pessoa que quize-
rein honra-lo dispondo de seos serviros, podem pro-
cura-lo na Iravessa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
Alngam-se crroceiro, pre(erindo-se porlu-
guezo: qnem esliver neslas circumstancias dirija-se
a estrada Nova, sitio que tai do finado Jusliniauo, a
fallar com Francisco Bringael de Almeida tiuede.
Precisa-se de um liomem para trabalhar.'em
refinacao, preferiudo-se preta inda sendo de idade :
quem tivcrou quizer .dirija-se aos quatro cantos da
Boa-Vista 11. 1 para tratar.
Precisa-se alugar dou? prelos que sejam robus-
Ios para o trafico de armazem de assacar: a tratar
ua ra de Apollo n. 13.
Deseja-se fallar com o Sr. Euzebio Pinta, ou
com quem suas ve /.es lizer nesla praca, a negocio de
seu interesse : as Cinco Ponta n. 71, ou annuncie
sua morada para ser procurado.
Aluga-se para festa
um bom sitio na Torre, com boa casa de vivenda,
com 4 quarlos, 2 salas, dispensa, cozinha'(ora, co-
piar alraz e terrajo na (renta, quarlos para os hospe-
de, dito para escravos, eslnbaria para 2 cavallos,
boa agua de beber, caberlo de arvuredo, por commo-
do prei-o : v tratar alraz da malriz da Boa-Visla
n. 13,
(Gratuito para os pobres.
)$ Ra de Santo Amaro, (Mundo-Soco) n. 6.
J9| O Dr. Sabiuo Olegario Ludgero Pinho d
vtf consullas lodos os dias desde s 8 h iras da ig
~ manlifla at as 2 d larde. r*
}Jf Visita os enfermos em seus domicilios, das $(
HC 2horas era dianle ; ma em casos repentinas
Si e de molestias agudas e graves as visitas serao
(2 taita em qualquer hora.
As molestias nervosa merecem Iralamenlo g
m especial segundo meio hnje aconselliados gj
fR pelos pralico modernos. Estes meio exis- S
t tem na consullorin central. j|{
Jmmikf.]
. 1S B B1 Ltl
^lal
COMPAHIU DE FU(4t I TEC1-
DOS. ^0 RCllFE.
A direccSo da com-
panhia deFiac&oeTe-
cidos de algodo con-
vine"' aos Sr. accio-
nistas da companhia,.
a reahsarem do 1 ao
ultimo de outubro prximo, em mao do
c&ixa Sr. Antonio de Moraes Gomes Fer-
reira na casa do Ban%o, e as tercas esex-
tas-feirasde cada semana, urna prestacao
de 10 por cento sobre o capital. Becife
11 de setembro del85.Barao de Ca-
tnaragibe, presidente.Joao Ignacio de
Medeiros Bego, secretario.
Tris joven* pernambucana convenientemente
educadas e habilitadla para ensinar o que ssbem
com alguma perfeiro, vAo instalar um aula com o
titulo deS. Roana ra Augusta, defronte do
chafariz, no sobrado n.91, aonde mora Firmino Jo-
s Flix da Rosa, seu pai, as quaes se compromet-
iera empregar lodo o desvellos e ca olios ao seu
alcance para enajuarera as menina que Ihes forem
confiadas, o seguate : urna, as primeirn lettras, es-
crever e contar ; outra tomar a i *niiriai% coser
'cbflo, labv rinlliar, cacund, bordado dei.uslo, e acol-
xoado ; a terceira ensinar a tapeta, tapecaria, fro-
co, micauga branco, matiz ouro. As j.ivens cima
esperam de alguns senhores, pais de Iamilias, Ihes
deem proleee.in, e quereudo examinar e ajuizar de
seus trabalhos, podem com aolecedencii dirigir-se a
-casa acjma para verern alguns difierentes de saus
trabalhos que Ihe sern apresentados. O preco de
cadi um.i para ler, escrever e contar, costura, cacun-
d, labyrintbo de qualquer forma, serii 38000 men-
aes.e per Iodos os mais lrsb.ilhas superiores ser 59.
lamben 1 se rerebem meio peasionistas por preco
razoavel, alim de evitar o Iransilo em virlude da
grande forra do sol. A aula principiar os seos tra-
balhos no dia 1. de oulubro do corrente anno.
Deseja-se fallar ao Sr. Jlo Baplista da Silva
Guimaraes : na na do Vigaiio n. 7.
Aluga-se urna bonita casa terrea, propria para
passar a fesla, sita no areal do Poje da Panella, a
beira do rio : os prelendenles dirljara-se a ra do
Vigario n. 7.
Hoje 26 de setembro de 1855, peranle o Illm.
Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, ss 4 horas
da tarde, em casa de sqa residencia, se hflo de arre-
malar alguns bens movis e semovente, penborados
a Francisco Martins Ferreira, porexecujao de Fran-
cisco Jos de Campos.
Aluga-se um grande quarlo ao lado da loja do
sobrado da ra das Crnzes, com porta e janella para
o quintal, e porta para a ra : quem o pretender,
dirija-se a loja do dilo sobrado n. 39, 00 1 traveasa
da ra Bella n. 16.
Precisa-se de um caixeiro qos lenha algoma
pralica de taberna : na ra da Senzala Vellia n. 50.
Precisa-se de urna ama de Icite: no
pateo do Hospital n. 28.
O medico Jo de Almeida Soarea de Lima s9
9 Bastos, mudeu a sua residencia,para a roa da fe)
S Cruz sobrado amarello n. 21, segundo an-
A dar. m
mmm ? @S 8 <
No epgenhn S, Joflo de llamarse i, precisa-se
de um bom> tailor : quem a isto se quizer propdr,
dando conhecimenlo de sua 1 un Inda a capacidade,
dirija-se a ra da Aurora n. 62, casi do Dr. Joao
Honorio He/erra de Menezesvnu ao dita mgenko, 1
ralar cem o proprielario.
aos senhores es-
tudanles.
Ainda exista orna porrJSo de livrot ds direilo e de
lili.'i.iii ra. em multa bom estado, e por menos pri-
fo do que em mitra qualquer parte : quem precisar
a prove1 e a occasiflo para comprar bardo antea que
se acaben).: na ra do Queiraado n. 2), lodos os dia
das II liaras em dianle.
' ANNUNCIO.
Loja e armazem de fazendas baralissimas, na roa
da Cadeia do Recita 11. 50, defronte da ra da Ma-
dre de Dos, quina do segando berco viudo da pon-
te, lado esquerdo. Nesle ealabelecimeolo achirlo os
Srs. fazendeiros, commercianle do cintro, e o pu-
blico em geral, um completo sorlimenlo de fazendas
finas e grossas, todas de nos qualidade e sem avaria,
que 1 dinlieiro vista, se vender por precos bara-
lissimts ;Jassm| como boa disposicao para bem ser-
vir e agradar a todos os fregueses q se dignaren
honra.- o estabelecimeulo.
BECkER
BA NOVA N. 60,
lem .1 lalisfaelu de annunciar *>>s fanhionables, sec-
tarios do bom goslo e perfeicita, que no seu eslabe-
leeimenlo se enconlra nlo s a fazen Jas necessarias
rhegar a nllimameiite de Pari para o sorlimenlo
compllo'de um elegante; como lem igualmente a
felicidade de noticiar aos seu fregueses e amigo,
que a (reata de sea eitabelecimenio se acha hoje
um artista versado em todo os segredos da profissl
e interprete fiel do goslo mais requintado.
Regiment de cual as-
Sabio a lu o regiment das castas judi
ciaes, annotado com os avisos que oalte-
raram: vende-se a 500 res, na livraria
n. 6 1; 8 da praca da Independencia.
A baroneza de Beberibe convida os
amigos de seu fallecido marido para
assistirema missa do 7 dia, nasegnn-
da-feira. as 7 horas da manhaa,
matt iz da Boa-Vista.
Aluga-se orna eisa (arrea na pov
beribe, com excellenle banho do rio c
quem 1 pretender, dirija-se raa ala Conearicao na
Boa-Vistan. I.
SALA DE DANSA.
0 abaixo assignado faz scienle aos Srs. assignan-
lea de na sala de dansa, que por esle dial tem fe-
chado a mesma sala por motivos da* grandes noli-
ca aterradoras que se tem e*palhado nesla cidade
sobre o cholera, e juntamente pelos aclos religiosos
3ue se lem celebrado em varias igrejas, tencionjn-
0 ahri-la 110 dia 4 de oulubro.
Aulonio dos Sanios Mira.
Aluga-se urna boa negra, qoe
pra, lava e engomma uso : na rea Direila n
HABITANTES DA VILLA DE i
BASSU'!
Tendes a porta o da 30 de setembro o qual espe-
raveis lo anciosos, naste mesmo dia tem fes-
tejar os dous irmflos Saolos Cosme e DamiSu; eepe-
ramos que em nada desmintaes o* noisos peasamea-
los, na devoeflo que tendea cem os mesmos Santos ;
a fesla do voseo orago deve ser de tanta eslroo-
do que seus estampidos retumben) pelo meio
dess lindas florestas, e venha anaunciar nos que a
anliga e arruinada velht villa de lguarass rinda ao
todo nflo he um monlao de ruinas, como dizem-a
maior parle de todos os viajantes que por shi pis-
sim ; moslrai que seos poneos habitantes nao se can-
Cam de fazer estarlos em engrandece-la a que lean
fe nos seus dous padroeiros, que chegando la a es-
trada real, s qual ji vai a Paulina, ella ser orna
nova Venera ; esta lembranea que vos fazemos nao
exige sacrificio, e s tem nm lim, qoe he para a fes-
la ser coacorrida de devotos e poderes tirar maior
somma de eso.otas, e mandares corlar todos es pos
de arvores que lem 110 camioho das Areiis, ante; de
rhegar ao Rosario; esses arvuredo lomara todo o ca-
minho. e com a escurtdao da noite intimida o lio-
mem mais distimido. en come velho nlo admira, po-
rm meus companheiror ainda motos ha dous annos
intimidaram-se, tanta qoe um mal Ihe locou dn ga-
lbo ile urna arvore na testa cabio logo por trra, cui-
dando que era algum malfeitor, de nada serve tan
arvoredos nu meio da estrada, qoe sombra temosjlos
que no ficam ao lado servindo de cerca, po'
temos a pedir-vo que menos fogo do are mais arvo-
redos corlados no chao, aquella* que serven da pre-
juios ; esperamos ser atlendidos para qoe es deva-
lo que sao moradores em nossos arrebaldaa corran
a levar fesla e fazer suas orarte a Santos Cosme e DamiSo,
para que elle entereedam por nos todos e
vrem da lerrivel pesie que de tanto hito lem enchido
as provincias do Para e Baha; no mais cootai com
a presenta dos reoieiros do Recita.
- Tendo a irmandade da S. leu ^^^^^V de
tratar de negocio de grande importancia pan esta ir-
mandade e as desnaia crelas ca aa igraia, o escri-
vflo respectivo convide a lodos oa rmeos para com-
parecerem domiogo, 39 do correnle, a 9 boros di
manhaa, no consistorio di referida irmandade, afiot
de reonidos em assembiea eral, resolveren que
mais cuovenienle enteudereaa.
Francisco Jos de Paula Carneiro.
Precisa-se de um caixeiro eom bastante pralica
de miudea ou ferragens, e ene tenha lolira snffri-
vel, dando fiador a sua conducta : a tratar na roa
da Cadeia do Recita, taja te miudezs de An'
Lopes Pereira de Mello d Companhia.
A mesa regedora di miaad do Ssaibor
Jess dos Marlyriw, faa isiioSe ao espewrel publi-
co, que expos vista eos fiel* a milagrosa inagam
do seu pidroairo, para qoe oda* >0MiWaaaa a aa
dir-lhe pela expulsflo di rigorosa peste qae na* aate-
aca.
Joflo Bernardo de Carvalho Pin a avisa aos Srs.
seu credores para comparecerem n. iijar-
rente mez, na taberna, sita na raa
pelas 3 horas da larde.
Avis aus arr.atetirs.
Hehrard pre & h>, onl l'honneur de prevenir le
public, qu'ils viennent di rece,voir de '
sorlimcnt'de conserves premire qualim pal de
fnids de Canard Iraf, pal de perdrix trofi, toMs
truf, ped* poid, Irof de perrigord, mosriardedii-
phane franeaise, saucisse Iru
Saucissesetc, On truuvera ches les sodists, vio de
Donleaax de divenes qualilcs, vio da!
de rives alie & de froolignao, ubsinlhe at Kireh Suis-
se, huile d'olives fine verilible piagnol. Le lout
a des prix tres moderes.
Veneravel irmandade de Santa Rita
deCassia.
A misa regedori convida a todas os sau irmaes
1 compirecerera no consislorio da mesma irmanda-
de no domingo, 30 do corrente, pelas 8 horai da ma-
nhaa, alim de que reonidos eaa meas, procedan a
eleiru de thesoureiro, vago peta escasa qae podio o
ltimamente eleilo. Jos Francisco da Paula Ra- -
mos, esenvao.
Ao publico.
O abaixo assignado, como director das partidas qoe
liveram lugar no rita7 de jolito a 25 da agosto pr-
ximo passado, declara quo aada se deva a pesaoi al-
guna do fornecimenlo para as satans partidas. Re-
cita 26 de selembro de 1855.
Pedro Velloso Rebette.
Desapparedfca da ra do Qneimado n. Si, um
escravo de mime Paulo, com os signar seguinte* :
alio, grosso do corpo, com marras de bexigls, cana
11 m lalho em urna das fonles.eltativamenle vive mas-
cando [umo ; o diloescravo tai comprado ao S.
Francisco Antonio GaiSo em 25 de abril de J853, e
dlzia ser de um seu lilho do engenl i.pri-
do ; levon camisa de malapolflo e calca de cor, a
chapeo, o qual escravo he bastante ladino eje ha ve-
lho : prtanlo roga-se as autoridades polieiaes e'ca-
pules de campo que o apprehendam, quairun fa-
zer o obiequio de levar a dila raa, que sarao bem
recompensados.
A pessoa que innanria qaeser ana bocio bs-
tanlo grande, diiija-so a raa do Noaaoira u. 39.
Aluga-se urna casa no Cajueiro, propria para
pausar 1 fesla : quem a pretender, dirija-se lo mes-
mo sitie, que sellar com quem tratar.
Cozinha-se para 3 ou i pessoas com toda o
aceta e perfeicao : quem precisar nuncio por este
jornal, ou appareea aa raa da* Cruzas n. 2!>, que sa
dir quem he.
Preeisa-e do orna ama para eozinbar e com-
prar : oa roa de Horlasn. 138.
Aos fiis devotos.
Sexta-fera, 28 do crtenle, pelas 7 hosaa. da ma-
nilla, liaver missa canladi ao Senhor Bata Jess
dos Passos, na matriz do Corpo Santo, o qual se acha
no carpo da mesma malriz exposto ao fiis, pira
que nos livre do flagello qoe rea as daas provin-
cias desle imperio ; asim tambem llavera a noite
urna pralica e hdainlia, e Anda qual sarao distri-
buidos pelo liis asistentes un impresso, os quaes
eontm orarte* contra o ftaielta que actoahnenle
grassa oas provincias do imperio.
Antonio Vanle de Magalhles, uegociinte ma-
triculado no tribunal do commercio, e eeubotoeido
na provincia da Parahiba do Norte, taz scioote ao
publico, e con esptcialidade ao corpo do enmmircio
deta praca, qoe dsora em dianle fie* seu filho An-
tonio Vicenta deMagalaaes FiHio aatorisado a con-
tratar qualquer oegoeio, e assignac lettras como qne
seja sua propria pessoa. o qoe para constar faz o pr-
senle aMOeti. Racife 27 de setembro de 1835.


maSmmmem

\\
OIAIUO DE PEMWBUCO SEXTI FElR 28 OE SETEMBRO DE 1855
CONSULTORIO DOS POBRES
SO ftUA WOVA 1 ZJKmjkM o.
Lobo Moscozo da consullas homeqpalliites todos os dias o* pobres, desde 9 horas da
ia salooroeio da, e !n> casos eitraordinario a qualquer iteradodia
'reoe-ee igualmeale para praticar qualquer operaeo dtirergia. e aerjrTfr promplamenle a (real-
quer mulherque esteja Dial departo, e eqjascircumstanciasnao permutara pagar ao medico.
fl> CONSULTORIO DO DR. P. A. LOBO I0SC0Z0.
5o RA NOVA 50
?ENDE-SE O SEGUINTE:
Mauua! cmpralo de meddieiDa homeopalhica do Dr. G. 11. Jahr, traduzido em por
tuipiei pelo Dr. Momoio, qualro volume encadernados em dous e acompanhado de
nni diccionario dos tormos da medicina, eiruigia, anatoma, ele, ele. oowyvi
tanto de todas as que tratam do eslndo e pratica da homeopalhia. oor'ier ".nica
nSn^n^ATn0K(;ENESIA 0U E1""ETOabPOS MEDICA!
jmsiiuaaiisuuo DE hAUDEconhecimentos que nao podem disnensar as u.
soa. que se querem dedicar Pral.c da verdadeira medicina, inters a lodos os mdicos aueau.zerem
wlr.na de Hahnemann, e por si mesmos se convenceren, da verdee7ell." ,toaos
e.ro. esenhores deeogenho que esto longe dos recursos dos mdicos: a todos os cao lies de navir?
ZdctcarJe,aCUdra qUa,,,Uer '-odo .-. Z^rlp'uUnu";
nriJJv anC'M' qa' Mm ,,nPre Pdem "r Prevenidas, sao |obrga-
p^^JSrrUS.SS St Dr. erinK
Da pratica da
Vende-se nm terreno da mais de meia legoa
quadrada : quem o prelender.appareca nn ra da
Cruies d. 39 que ae dir quem fax o negocio.
Na rua da .Cruz a. 26, primeiro an-
dar, existe a venda multo superior choco-
late, ehegado ulflmainente de Franca e
por comniodo preco.
ROLAO FHANCEZ.
?a rua da Cadeia do Recife, loja dos Srs.
Vazdt Leal, acha-se a venda o exccllente
rape rolao francez, a 40 rs. a oiava.
------___------------....., vtiuigia, ctliaiuil
Jadeiros e bem preparados medicamentos
^S===SS--
19 tubos "grandes. .
medcemenos em glbulos, a 10, 129 e 159000 rs. '
Na rua da Concordia n. A, ven- B
de-se uma reGnacao com todos os (A
utensilios necessarios para o mes- 2
rr.o Jim; assim como uma ma- S?
china com todos os pertences pa- W
ra o fabrico do carvao animal: W
quem pretender dirija-se a mes-
ma rua. (
BATATAS NOVAS.
Ja chegaram as ItaliU novas do 1 orlo, e vendem-
se no armazem de Jlo Martin* de Barro, Iraveua
da Madre-da-Dos b. 91.
Vendem-io Ires prplai muilo mocas com
todas as habilidades, Ires ditas pa-a lodo o servico,
duas dila qoilandeiras, uma parda de i anuos da
elecaole gura e possanie, sem habilidades, boa pa-
ra aprender a engommar, um preo de meia idade
com onicio de aapateiro e bom para lodo aervico: na
rua dn IJuarteis n. 24.
Vende-se na reflnarao da rui de Horlas n. 7,
velas de carnauba pora, fabricadas no Aracaty, lan-
o em porcao como a relalho.
ditos
ditos
dito*
ditos
s 60
Ditas 14
Tobos vulsus
Frascos de meia ouea da lindura. .
Ditos de verdadeira lindura a rnica.
a ha sempre venda graude
numero de tubos de erystal de
89000
. 209000
. 259000
, 309000
. 609000
. I000
. 29000
. 29000
diversos tamaitos,
lentos, e ; "'"' "' "'" winainiu,
^teconmodos. qualquer encomr>>w>da de medicamentos coro toda a brevida-
* precos mu
TRATAIENTO HOMOPATHICO.
Preservatico e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
ase podercurar desla enfermidade, administrandula^mldioT mais ellicazes
,Uao.o se recorre ao medico, ou inesmo para cura-la independen.e dsenos lagares
IDO EM'PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO
oTa^eSK^
JCnSX:." '*- -^ac.oriosPresudos emZTZ'jr^l
nto homeopathico o onico que tem dado erandes resnliadncnn^r.i-j. 1 u
o Iraduzir estes dous imporran.es oacatosln tog?eracn"
-facilitar a sua leiltira a quem ignore o francez. Pn5C"o-> em nngua ernacu-
menle no Consultorio do Iraduclor, rua Nova n. 52, por "*000 rs
ral la att a a m ai
LCAOBOl!SSflfl!THO70
MEOPATHICO DO BRASIL.
(URO HOMEOPATHICO
m ou
fVADE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
Mclhodo conciso, claro e teguro de cu-
k rar /tomcopathtcamenls todas as molestias
que affligema esptck humana, e partt-
n cularmente aquella que reinam no Dra-
S til, redigido segundo o melhores Irala-
W dos de homeopaUlia, tanto eurorteos como
fQ americanos, e segundo a prupria experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olecario I.udgero
Pinlio. Esta obra he lioje reconhecida co-
^. aao 11 melhor de todas que Iralam daappli-
1 homeopathica 00 curativo das mo-
lestla. Os cariosos, principalmente, nao ^Q
podem dar um passo seguro sem possui-la e a,
consulla-la. Os pnis de familias, os senho- W
.oiiho, aacerdoles, viajantes, ca- t)
.ios, aertaoejosetc. ele, devem 2
mo para occorrer promplamenle a f9
qual(|ui'r casode molestia. **
Boa volumes em brochura por 109000 z
encadernados II9OOO ff$
Vende-se nicamente em casa do autor, fft.
roa de Sanio Amaro n. 6. (Mando No- *J
L *) is;
NA MESMA CASA. gl
_ vendem-se os mais acreditados medica- ^
memos homeopatbicos preparados sob as O
vislss immedialas do autor, por. precos va- Mk
lavis segundo o numero e dynamisac^o J
das medcamenlos, tamanho dos lobos e Ea
riquiia das caitas.'
FBoIici de 24 medicamentos, de
: DEHIISTA FRANCEZ, t
Paulo Gaignoux, dentista, estabelecido na
roa larga do Rosario n. 36, segundo andar,
B colloca denles com a pressaodo ar, e chumba tt
denles com a massa adamantina e oulros me- 9
i;*)
r~0rl)r' J?'^'; meu>. conlina a residir na
roa da Crui do Recife n. 49, segundo andar.
Quem precisar de uma ecrava para ama, difi-
ja-sea ra do Queimado, loja n. 14.
COMPRAS.
Compra-se uma correnle de
sem fcitio ; quem a liver, diriia-
o. 30, lojl.
1
para senhora
rua da Cadeia
Cornpram-se saceos limpos que levem alqueire
de farinba (medida velha) : na Iraves.a da Madre de
eos, armalem n. 15, das 9 as 2 horas da larde.
Compra-se o novo melliodo da lingua francea
por Hurgain, volumes. ullima edicrJo. e os diccio-
narios por ronseca e Roquelle : na rna do Crespo
Compra-se uma casa terrea .10 bairro da Boa-
y isla, mas que nao eja em beccos : a iralar na rua
do Rosario da Boa-Vista n. 41.
VENDAS.
12a 209000
1.59 a 259000
189 a 309000
2Ba489000
30a60000
459a9000o
50#a 1009000
N. B.Cada uma carleira sncerra lam-
ben o* medicamentos proprios para o cho-
Jera- morbos.
36
4X
120
a sabir a luz do Rio da Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
) DE RUOFF E BOEN-
NINGHASEN E OUTROS,
posto em ordem alphabelica, com a descripeo
abreviada de todas as molestias, a indicac/io physio-
peolica de todos os medicamentos ho-
u lempo de accSo e concordancia.
ccionario da signlica<;ao de todos
nedicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pela
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
para esta obra no consultorio bomeo-
o d) Dr. LOBO MOSCOZO, rua Nova n. .500
primeiro indar, por 5)000 em brochura, e 69OO,
cucadernpdo.
MfSIflCMt HKlMlmulMIIi u 1 1 M
iBiarMIsIrfc^iwEffjnrutfC
Camillo Augusto Ferrara da )$
u a sua residencia para a rua da Sa
Camb'ia do Carmo n. 38, primeiro audar, on- 2
I de poda ser procurado para os misteres de
era como no pateo do Colle-
igio, esfriplorio du'Illm.Sr. I)r. Fonseca.
Oraciio contra a peste e o cholera-
morbus. .
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da prara da
Independencia om folhelinho com diflerentes ora-
T!L'ft1'"' 'holera-morbs. o qualquer outra pes=
ie, a o rs. cada um.
Vende-se nm moleque crioulo, com 18 annos,
lem boniU figura e oplimas qualidades. o motivo da
venda se dir ao comprador : na rua Nova n. 16.
Vende-se na roa da Cadeia do Recife n. 7, loja
de miudezas de Antonio Lopes Pereira de Mello &
Lompanhia, um mulalinho cqm idade de II a 12 an-
nos, boa figura, por preco commodo : a tralar na
mesma.
Vende-e nm escravo crioulo, de idade 25 a 26
anuo?, bonila figura e ptimo carreiro, e uma escra-
va crioula de 22 annos, bonita figura : no pateo do
Carmo n. 1.
No alerro da Boa-Vista n. 80. vende-se cho-
colate de Lisboa a 400 rs. a libra, presunto larnbem
ltimamente chenado de Lisboa a 320 a libra, vinlio
de Lisboa a 480 a garrafa.
Vende-se nm eicellenle violao e um pistn de
ires teclas, ambos em bom estado: na rua daCalca-
Fazenda de bailes*.
Cballvdeseda. fazenda transparente, goslos que
nunca appareceram nesta praca ; vende-se o covado
por prero razoa>el: na rua do Crespo n. 9.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou asna aula para a rua do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexterno* desde ja' por mo-
como he publico: quem se
ir iitilisar deseupequeonrestimo o,
rar no segundo andar da refe-
qualquer Jiora dos dias uteis.
>=
i J. JANE, DENTISTA,
contina a residir na rua Nova n. 10, primei- m
ro andar. da

10900o
89000
79000
69000
49OOO
IO9OOO
No ros litros de homeopaUlia em francei, sob
todas de lumma importanci.i :
lahnem.ion, tratado das molestias chronicas, 4 vo-
">............ 209000
Teste, trulestlas dos menin m.....69OOO
Hering, lomeopalhia domeitica. 7>000
Jahr, phirmacnpahomeoptbica. 69OOO
Jahr, noro manual, 4 volumes .... 168000
Jahr, molestias nervosas.......69OO
Jahr, molestias da pelle.......89OOO
Bapon, bistoria da homeopjthia, 2 volumes I69OOO
Uarlhminn, tratado eomplnlo das molestias
* T*5' nedica homeopalbica* '.
De Fayollj, doulrina medica homeopalbica
Clnica il^ Staoneli ...
Caaliiig, verdade da homeo-ialhia'. '. '. '.
Diccionario de N>sien.....
Alllas coropl^, oaiom a com" bellas es"-
lampa i coloridas, eontendo a descripeo
de todas as parles do corno humano 308000
yedem-ae todas estas livros no consultorio Iwmeopa-
^Mo Dr. Lobo Moscos, rua Nova n. 50 pri-
sudar.
essoa qua por este Dnrio annunciou que^
umiiaruma baca grande de rame, diriia-se a
rua N '
ram do segando andar do sobrado u. 3 da
rua do Callegio, nm alburie da diamantes com um
ireraedoT uo eenlro e cravado em ouro, comprado a
Martim, 4 Uuarte : roga-aa a pessoa a quem for qf-
ferecidi, qoe o apprehend leve a roa do Crespo
n. Id, que sera- bem recompensado.
Ouerece-se ama porluguexa para osetvico de
casa de om liomam solteiro ou de pooca familia
quem precisar, dirija-se a rua do Hospicio, caa de
um andar n. 21.
Sorvetes
Hoja havera sorvetes da 6 horas e meia at 8 ho-
ras e rusia, no alerro da Boa-Vista d. 3.
PKETOS FRill-
CEZIS
ltimamente chegados; vendem-se por preco com-
modo : na rua do Crespo, loja o. 19.
Chapeos de sol
de seda,
cabo de canoa a 6500 : veode-se Da rua do Crespo,
toja n. 19. r '
Cortes de case-
miras de cores
de muilo bom goslo e qualidade, para diverso pre-
co : vandem-se na rua do Crespo loja n. 19.
Pannos pretos
de diversas
qua lidades e precos: vendem-se
jOia n. 19.
na rua do Crespo,
Vendem-ie lionas de carrilel com 200 jarda,
as mais linas que tero viudo a esto mercado, propriss
para grade : na rua do Crespo, loja n. 9.
Veiide-so uma bonila escrava crila, de 25
annos de idade, de boa conduela, e com habilidades:
oa rua d;i Praia n. 43, primeiro andar.
: Veude-seummolato-dolS annos, ptimo ca?
ro : na roa das Crozes n. 22.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a er na botica de Bar-
tholomeo Francisco deSouza, na rua larga do Rosa-
rio 11. 36 ; garrafas grandes59500 e pequeas 39000.
IMPOKTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de pblisica em lodos os seos diOerenles
graos, qaer motivada por eonstipacoes, tosse, aslh-
ma. plenriz. escarrof de singue, dr de costados e
peito, palpitarlo no corceo, coqueluche, broncbile
dor na garganta, e todas aa molestias dos orsaos pul-
monares. .
NAVALHAS A CONTENTO E TESOLRAS.
Na rua da Cadeia do Recife n. 48, primeiro an-
dar, escrlptorio do Auauslo C. de Abreu, conli-
nuam-ie a vender a 89000 o par Dern conhecidas e afamadasnavalhs de barba feilas
pelo hab fnbncanle que foi premiado na et Josicao
de Londres, as qoaes alm de dorarem eitraardin-
namciitc, nao se senlem no rosto na accSo d cortar
vendens-ae com a coDdicao de, nao agradando, po-
dereni os compradores devolve-las at 15 diasdepois
pacompa restilnindo-e o importo. Na mesma ca-
sa ha ricas le lourinjias para unhas, feitas pelo uies
mofatTianle.
Na rua da Cruz n. 26. ha a venda cai-
xinhascom tentospara voltareteou outro
qualquer jogo, espingardas de dous canos
francezas, vinlio Brdeos tinto e branco
em duzias.
Na botica dos Srs. Soum C, lia pa-
ra vender a maravilhosa agoa dentilrice,
do Dr. Pedro, a melhor que tem appare-
cido para conservacao dos dentes.
Em casa de Timm Momsen & Vinnassa.
praca do Corpo-Santo n. 9, ha para
vender:
Cemento romano em barricas, chegad
ltimamente de Hamburgo.
Vendem-se dous pianos fortes de
Jacaranda construccao vertical, e com
todos os melhoramentos mais modernos
tendo vindo no ultimo navio de Hara'
burge: na rua da Cadeia, armazem n-
21.
MECHANISMO PARA EBSE-
NHO.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. aA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande sor'limenlo dos seguintes ob-
jeclos de mechanimos proprios para engenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslruccao ; laixas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos lmannos: rodas
dentadas para agua ou animaes, de (odas as propor-
coes ; envos e boceas de fornalha e registros de bo-
eiro, aguilhes, bronzes, parafusos c cavilhoes, moi-
nho de mandioca, ele, ele.
NA MESMA FUNDICAO.
e execulam todas as encommendas com a superio-
ndade ja*conhecida, e com a devida presteza e com-
modidade em preco.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundiejao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e dei'ron
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existem quindastes^nara carregar.ca-
noas, ou carros livra de despeza. Os
precos sao' os mais conunodos.
Vende-sc uma pteln do nacao Angola, cozi-
nha cum perfeicflo o diario de uma casa, ensomma
liso e muilo diligenle, em ludo quanlo faz : ua rua
do Queimado n. 61.
-Vende-se urna escrava crioula de idade 15 an-
nos, boml. ligura, cozinha, cose, e engomo algu-
mi coasa : na rua da Praia n. 12, '
Sao chegados a praca da Independencia ns. 2! fa
JO lojii do J. O. Maia os cellenie e muilo deseja-
dos oleados piulados de 5 a 8 palmos de largura de
DoHilas pinluras,muilo proprios para coberlasde pla-
no, mesas, commodas etc., e vende-se por baratis-
simo prero.
Attencao ao barato!!
Vemle-se na roa da Cadeia do Recito n. 47, loja
,'e-l8"eicrre'ra ,de Si> PalU.w prelo. de alpaca
a .le o(lUO, luvas de seda de cores para liomem a
15000 o par, corles de brim di muda a 39000.
Vende-se um mulalinho de idade de 7 para 8
anuos, minio bonita figura : na rua da Sensalla Ve-
lha n. 94.
Vende-so urna taberna em muilo boa locallda-
de, e bem afreguezada para a ierra, e na falla de
comprador da-se sociedade a alzum rapaz que lenha
bstanle pralica do mesmo negocio ceir com al-
gum fundo : a tratar na rua do Arago n. 8.
A boa fama
A PECHINCHA.
S na rua do Queimado n. 19.
Vende-se madapolo lin pelo baralissimo
preco de 39200 rs. a peca ; I elle qoe esl e
acabando. #j~
Na rua do Queimado nos qualro cantos
conhecida loja de miudezas da boa fama n
contra-se sempre um completo srrlimento
dezas de todas as qualidade e de diversos
que ludo se vende por lao baratos precos
proprios compradores causa admiracAo :
Libra de linbas dej novelo, brancas n. 50,
60, e 70 a -
Libras de lihhas, dila n. 80, 100, 120 a
Uuzia de tetouras para costura a
Dutia de tesourns linas para costura a
Pecas com 11 varas de fita de seda lavrada
Maco com 40, 50, 60 e 70 peca de cordao
para vestido
Pecas com 10 varas de bico eslreilo
Uuzia de dedaes para senhora
Caiiinhas com anuidas francezas
Caiaas com 16 novellos de linda de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas
Grozas de dolos para carniza
Pares de meias finas para senhora a 210 300 e
Meadas de linbas muilo linas para bordar
Meadas de lindas de peso
-C-rozasde boles muilo finos para calcas
Asulheiros linos com agulbas sonidas
Hallados aberlosdc lindo lisos e bordados,-a
vara a 120e
Lapis linos envernisados a duzia
Carleiraa demarroquim para algibeira
Kivelas douradas para calca e rllele
Tranceln prelos de borradla para relogos
a 100 e ib
Tinteirose areeiros de porcelana a par
Charuteiras entre finas
Duzias de lapi sem ser envernisados
Duzias de torcidas para candieiro n. 1*
Pents linos de bfalo para alisar a 300 e
Pecas com 6 112 varas de fita branca de lindo
Caixas com clcheles
Carrileia de lindas de 200 jardas de boa
lidade
Macinhos com 25, 30 e 40 grampas
Sdspensorios, o par
qua-
n a be m
33 en-
de lllill-
goslos e
que ao
15100
15280
15000
15280
19-200
400
560
100
160
280
240
160
360
^160
100
280
200
240
120
600
120
160
500
120
80
80
400
50
60
70
50
40
a T VePde-,e am negro de 20 a 21 anuos de ida-
de, boa fisura e ptimo carniceiro, prefere-se com-
prador para ensenho ou tora da provincia : na rua
do Rangel n. 26.
& 4,500.
Vendem-se chapeos prelos francezes de superior
qualidade e formas modernas : na rua Nova n. 1.
Liquidaco
DA
Nova California
esfabclccida na rua do Crepo, loja junio ao arco de
Sanio Antonio, no sobrado do cummendador Maga-
Ihaes Bastos, vendem-sc as seguinles fazendas, e ou-
ras muilas por precos baralissimos:
Vestidos de rambraia com babados 19000
Waaaa francezas de cores muilo finas, o covado aOO
Chale de merino bordados a seda
Palitos de brim feilos em Pars
Ditos de gorgurao brancos
Chales de rede prelos e de cores
Me.rjn prlo fino
Dito prelo o mais fino possivel
Lapim ou bombazna preta, o covado
Sarja prela hespanhola, o covado
Lenco de selim maco prelos
Ditos de gorgurao prelos
Dilos de sarja pretos
Chapeos de feltro muilo finos
Chales d ganga escarales
Luvas de algodao brancas e de coces, o par
Meias para menino, o par
Chapeos de sol de sida para homem
*ST CORTES TURCOS.
Vendem-se estes delicados corles de cissa prel
com pintas carmezins e listrados, os mais lindos pos-
siveis pelanua novidade de padrles, e se vendem
as lojas dos Sr. Campo. & Lima, rua do Crespo :
Manoel Jos I.eile, rua do Queimado ; Narciso Ma-
na Carneiro, rua da Cadeia.
conla.
25.500
I5OOO
39000
500
15600
29JOO
800
I500
i9(I0O
1-5800
15000
29OOO
500 e 600
120
120
35000
por preco muilo em
Vende-se um sitio no cdade de Olinda, no lu-
gar .ia Horcsla, com casa de sobrado com commodos
para ramilla, varzea para capim, Ierras para se le-
vantar orna casa para rancho, e com mais propie-
dades dentro do sitio : quent o pretender, dirija-se
ao torno da Cal, que achara com quem tratar.
Vende-se uma escrava crioula, de excellenle
figura, de idade 18 annos, com uma fillia muilo lin-
da, que lem 5 annos de idade ; a prela tem a se-
guinles habilidades : engomma, cozinha, cose e en-
saooa ptimamente : para ver e tratar, na rua da
Cruz, casa n. 17. '
SUPERIOR FARINHA DE
MANDIOCA DES. MATHEUS. V
A bordo do patacho nacional $)
AUDAZ, fundeado em frente do $)
caes do Collegio, se vende supe- (
or e rauito nova faiinha de S
mandioca, chegada agora de S. S
Matheus. a precos commodos e !
paiaporcoes: trata-se no escrip- 9
torio dos consignatarios Isaac, Cu- W
rio & C-, na rua da Cruz n. 49, $)
primeiro andar. A
Vende-se a taberna sita no pateo da
igreja do Poro da Panella : os pretenden-
tes dirjam-se a mesma.
Vende-se uma vacca de leite: na rua
do Sebo, sitio do sobrado ama re lo com
portao encarnado.
Vende-se uma lubrica de charutos
cOm ^doucos fundos e bem afreguezada :
na roa do Trapiche-Novo n. 20.
Vendem-e esleirs e abanos, em por.-o e a re-
lalho, por preco commodo : no paleo do Pernizo
D lo.
Vende-se uma negra boa cozinheira, lava bem
de aabo e engomma algoma couta : na rua da Guia
n. 9.
Attencao.
Vendem-se duas bonitas negras, urna perfeita en-
gommadeira e cozinheira, eoulra ptima coslureira
e cozinheira : quem as pretender, dirija-se roa
dos Marlynos n. 14.
Vende-se o melhor farelode Lisboa que ha no
mercado : oa roa do Vigario n. 7.
Vende-ae um cabriole! de 4 roda, prompto
para um cavado : Da rna do Aragao d. 37, cocheira.
AOS SENHORES L1VKE1ROS E CHA-
PELLEIROS.
Veode-se na praca da Independencia ns. 24 a 30
excellenle papelao hamburguez de marca grande e
ue lodo os nmeros, por mdico preco.
Fmetas novas.
Ao deposito das bicha rua eslreila do" Rosario 11.
II, chegaram as principies froclas da Europa a sa-
ber : pecesos e damascos, eslas fruilas esl.lo com
quasi lodo o goslo da Europa e oulras muilai fruclas.
A-Jboa fama
Rico pentes
Dilos de alis
Dilo de ma
Ditos prel<
cabellos
Vends-ae arroz de ra.ca moilo novo a 29500 a
tacca e a granel a 39200 o alqueire. medida velha ;
eomo "bem 13 loro de angico de 9 a 10 palmos de
comprido, por preco commodo: na rua do Vigario
u. S.
Vende-se um excellenle carro de 4 rodas, novo
e bem construido, un quarlos ptimos de carga,
novos e sem o menor achaque : na cocheira da rua
da Florentina.
Vndese junco bom, por preco oammodo : na
rua da Cadeia de Sanio Antonio n. 18. Na mesma
casa einpaiham-se obras com brevidade.
Ao barato.
Veudem-se sapaloes de Naules para homens e me-
ninos, pelos diminuios precos do 39200 e 29800 o
par : na rua do Amorim 11. 47. e paleo da Ribelra,
taberna n. 1 ; tambem ha chale de merino prelo
muilo bons a 25500 cada um, na mesma casa da rua
do Amorim n. 47.
\Ta rua larga do
ROSARIO N. 38,
vendem-se caiiinhas com 12duzias de peonas de aro
muito finas, com bico de lauca a 19000 cada urna.'
Attencao ao novo sortimento de fazendas
baratsimas.
Novas chitas de core seguras e algumas de pu-
dines novos a 160. 180, 200, 220 e 210 o covado,
cortes de chita de bonitos desenhos. padres inleira-
menle novos. com 13 covados por 39, riscado Trn-
celes finos a 240 e 261) o covado, cassa francezas de
core, padre bonitos e delicados a 600 rs. a vara,
nova melpomenes de quadros de core a 640, 720 e
800 rs. o covado, hamburgo fino, deboaqoalidade,
para lences. ceroolas e loalhas a 99, 99600 e 109 a
peca de 20 varas, novo panuo fino para lences, cora
mais de 2 > aras de largura a 25240, chales de Ua
grandesde cores cora barra a 59500, dilos de case-
mira finos e muilo bonitos de cores com barra por
89, selim prelo macan superior, proprio para vesti-
dos e rllele-, por preco que em particular se dir*,
chales de seda grande e pequeos, e oulras mulla
fazendas, que aTdinheiro vista se vendem por ba-
ralissimos precos : na rus da Cadeia do Recito, loja
n. M, defronto da rua da Madre de Dos.
Vendem-se lonas largas e cslreitas, por preco
commodo : em casa de Fox Brqllier, na roa da Ca-
deia do Recife n. 62.
Para acabar.
Vende-se merinos em pera e a realho,
de muito boa qualidade por serem fran-
cezes, eoutras fazendas por precos .muito
baratos; na rua do Rangel D. 54A e
atraz da matriz da Boa-Vista, n. lo.
Vende-se cognac da melhor qualidade: na rua
da Cruz n. 10.
Praos pees, patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Uostrou Ro-
okef #C.
ORJECTOS PARA ARMADORES.
Vendem-se na rua do Amorim n. 41 sor-
timentos completos para armacoes de igre-
ja, carise anginhos, como sejm : volan-
tes de todas as cores, trinas, gales de to-
das as larguras, espiguilhas, Inanias, etc.
por precos baratos.
ruga para alar cabello a 49500
bem de tartaruga 390tu
mbem para alisar 19400
adeiro bfalo para alar
Luvas preWWv real com bullas, fazenda
Luvas de seda decores para homem e senhora 1-5000
l.iiidas meias daAd-rre cores para criaftras I58OO
AleuspinJaWjjJTio d Escocia para crianca"s240e4O0
-n.rcIJMWndes e de pinluras linas 39009 e i000
apel almaTo srevee pautado, resma 45O0O
Papel de peso paulado muilo superior 35600
Penas linissimas bico de lanca, groza 15200
Ditas muilo boas, groza gin
Canelas linissimas de marfim 320
Uculo de armacao de acq deludas as graduaces 800
l.nnelas com armae,to de tarlaruga I5OOO
i ouradores de Jacaranda com bom espelho 3000
Meias de laia muilo superiores para padres 2-5O00
Ricas benualas de canna com Mudos casloes 29 e 35000
Chicles finos para homem e senhora a 1 e 2d000
Meias prelas de algodao para padres 00
liravatas de seda de lodas as cores
Filas de velludo estrellas e d% todas as cores,
a vara ,on
Atacadores de cornalina para casaca 4joq
Ricos reloginhos para cima de mesa 45000
Escova linissimas para cbelo e roupa, navalhs fi-
nusimas,para barba, meias piuladas e cruas de mui-
lo boas qualidadrs, trancas de seda de lodas as co-
res e larguras e de bonitos padroes, filas finissimas
lavradas e de loda .-.slarBuras e cores, biros finisi-
mos de lindo de bonitos padres e de diversas lar-
Eiiras, (esouras as mais finas que fie possivel enenn-
trar-sc e de lodas as qualidades, riqusimas frailas
brancas c de cores com boletas prprias para cor-
finado; e alm de tudo islo oulras muilissimas cou-
sa que a vista de suas boas qualidades e o baralis-
simo preco porque se vendem, nAo he possivel haver
quem deixe de comprar na rua do Queimado nos
loja da toa fama
19000
qualro cantos na bem conhecida
n. 33.
Na na do \ igano n. 1P, primeiro andar, tem
* venda a superior flanella para forro de sejlin-
chegada recenlemenle da America.
Na taberna do principio da rua de Horlas o.
4, vendem-se o sezuinles genero muito em conla-
manleiga ingleza muilo boa a 500 rs.; dita muilo
lin.T a 800 rs. ; dila franceza a 720 r.; hlalas mui-
lo novas a 40 rs.; toucinho de Lisboa 320; lingui-
?as 360 ; cato de caroco 160 ; gumina de eugomiuar
0 rs., e but ros mais gneros por commodo preeco.
i\a loja das seis
portas*
Em fhnte do Livrumenlo.
. Vondera-se chales de seda de lindos goslo a 89,
coites de vestido de carobraia com dous babados a
cinco patacas, ditos de cambraia oinlndos a dez lus-
ioes, pecas de cambraia com llores' miudiohas a cin-
co patacas, chiles de cambraia adamascada, proprios
para ir ao bando a duas pataca, chales de quadros
cor de rosa a duas patacas, chales de nanga encr-
nanos arandes a dez tnsles e pequends a dua pata-
ca, meias para meninas de tres a qualro annos a
Vende-se brinda de mandioca da mais nova
no mercado a 25500 rs. a sacca ffcia Iravessa da Ma-
dre-de-Deos n. 16, armazem de Agostinho Ferreira
sena Goimare.
. T y.end,'n,"secebol"snovascliegadasiillimamen-
le de Lisboa na barca Mara Jos, a 800 r.., 1^000
. e 15200 r. o eenlo : na travesa da Madre-de
eos n. 16, armazem de Agoslinho Ferreira Sen
uuimaraes. *
Attencao ao seguintc.
Cambraia franceza de cores d< multo bom goslo a
600 rs. a var, cortes de casia | retos de muilo bom
gusto a 29000 o corle, ditos de cores com bons pa-
droesa 29200, alpaca de seda om qoadros a 720 o
(ovado, corles de laa mniln finos com* eovadoi ca-
da corte, de moito bom goslo, a 4Jfi00, lencos de
bioocompalma.a320cda om. ditos de cambraia
de linlio grandes, proprios pam cabeca a 560 cada
uro. chales imprriaes a 800 rs., 19 e 1300 : na toja
da rna do Crespo n. 6.
--Brinsdevella: noarmazemdeN.O.
Ifieber & C. rua da Cruz n.4.
Fazendas baratas^ .
a 3gm r. o corle, alpaca de cerda, moil/ fina ,
000 rs o covado, dila muito larga proprig para man-
lo a 610 o covado, corles de hnm p^rdo de puro li-
ndo a I56OO o corto, ditos cor de palha a 19600
corle, corles de casemirade bom gosto a 29500 o cor-
le, sarja de laa de duas largaras propria para vesli
do de quem esta de lulo a 480 o covado, corles de
fusiao de'bonilo* gostos a 720 e 19400 o corte, brim
trancado de linho a 19 e a 19200, riscados proprios
pura jaqoetas e palitos a 280 o ce vado, corles de col-
lele de gorgurao a 39500 : na oja da rna do Crea-
p) n. 6.
Velas de car-
nauba,
SIMPLES E DE COMPOSICAO.
Na rua da Cruz n. 15, vendem-se dila vela, de
6,7,8, 9 e 13 por libra, em caix.s de8al50 libras,
fabricadas no Aracaly, pelos niel lores autores, e por
menos preco que em outra qualquer parte.
Chales de merino' de cori^de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a cadeia.
Moinhos de vento
'ombombasdcrepuxopara regar borlase baixa,
de capim, nafundicade D. W Bowman : na roa
do Brum ns. 6. 8 e 10.
COGNAC VERDADEl RO.
Vende-se superior cognac, em garrafa, a 129000
a duzia, e 19280 a garrafa : ua rna dos Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronto ^do Trapiche Novo.
AOS SENHORES DE .ENGENHO.
Redundo de 640 para 50O rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em-Berlin, empregado as co-
lonias inglezas e hollande/.as, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-Io no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Gompanhia, na rua da
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 49000.
V<-ndera-se barris com cal virgem de Liiboa, para
fechar conlas, pelo diminuto prejo de 49OOO o bar-
ril : na rua da Cadeia do Recito, toja n. 50, defron-
to da roa da Madre de Deoi.
Vende-se excelleule taboatlo de ptuho, recen-
lemenle ehegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a entenderle cam oadmlnis
ador do mesmo.
em
ARADOS DE FERRO?
Na fundicao' de C. Starr. & C. c
Santo.Amaro' ha-se para vender"ara"
ios c1^ ferro de rir- qualidade.
Em casa tle TimrrT llorasen & Vinassa,
do Corpo-Sant n. 13, ha para
, praca
-vender.
sortimento completo de
branco, vindos de Hamburgo.
para

:,' I
nvros em

CAL
A mais nova
muito barato:
VIRGEM.
no mercado, por preco
no deposito de rua do
Trapiche n. 15, armazem de Bastos & Ir-
maos.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior relroz de rrimeiraaqualidade,
do fabriconleSi.queiralinhas de roril e de nume-
ro, e fio porrele. ludo ehegado peto ultimo navio vin-
do do Porto, e juntamente vinho superior, feitnria
em pequeos barris de dcimo.
t Vendem-se no armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
res rejoiaos fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por i'OOO reis : nos armazens ns.
3, 5 e 7, e no armzemdertnte da porta da
allandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Ccmpanhia na na do Trapiche
n. 54, primeiroandar. .
PARA QOl'Mif8'!
MUITA FAMILIA. I
Na rua vendem-se as mais modernas cambraia )s
rancezas que lem vindo" ao mercado, peto M
baratnsimo pre?o de 500 rs. a vara, cont se- S
jam: lencos de reros de lodas as cores a S
I9I20 caria um; diales de merino bordados m
e lisos de lodas as core, e por prero com- ?8?
modo. "*
FARINUA DE MANDIOCA DE SAN MATHEUS
LAVADA.
O patacho nacional Judaz trouxe uma porcao de
rarinha lavada, que se vende a presos commodos,
traase 110 escriptorio da rua da Cruz 11. 40 ou no
caes do Ramos no armazem do Sr. Pacheco.
Vendem-se 4 escravos, sendo negra de boni-
la Iigura, 1 dila de meia idade e 2 escravos mocosi:
1a rua Direila n. 3. ^^
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este riercado : no armazem
de Adamson Howie&C. rua do Trapi-
che n. 12.
Vende-se uma muala com labilidades, sabe
bem cozer e engomma com perfeicao e coziuha bem,
e outra de meia idade e uma negrinha de-iele annos
muilo bonita : na rua do Livramento n.4.
Velas.
Vendem-ee excellenle velas de carnauba pura,
de 6, 7, 8, 9, 10 e 13 por libra, e por menos precio
que em outra qualquer parte: na ro Direila n. 59.
Barato que ad-k
mira.
Lindos chales de barege, superiores aos de meri-
no, tanto em goslo como por serem transparentes, e
muito leves ; por isso muilo proprios para a aclual
estacan : a elle, anles que se acabem. senhores per-
nambucanos de bom goslo : na loja do sobrado n. 8
da rua do Livramento,
Pechicha par&
Os bellos (>asseios do
Cimpo-
Por menos de sen valor (roca-se por ouro, prala,
cobre c sedula, anda mesmo sendo vellias, lindos
chales de merino bordados e de diversas cores, com
pcpiienn loque de avaria, pela diminua qunnlia de
59000: na loja do sobrado n. 8 da roa do Livramento.
POIRIER.
Atorro da Boa-Visla.n, 55.
vende-se um carro de i roda,
novo, muito eleganle e leve, e
ile novo modelo prompto a Fer-
rol ao goslo de comprador, em casa dePoirier.
ATTENCAO' SRS. ECONOMI-
cos,chefes de familias
Na loja de S portas, que faz esquina para a ru'a do
Rangel, com a frente para n do Queamado, ha um
lindo sorlimenlo de chale de merino, bordados, e de
varias cores, com pequeo loque de avaria, por tilo
barato preco que admira.
Esguiao de linho
e algodao,
muilo superior, com II varas a pera, por 39500 :
vende-ie na rua do Crespo, loja da esquina que > ol-
la para a ru da Cadeia.
Com toque de
cupim.
Algodao para saceos : vende-se por prero com-
modo, na rua do Crespo, loja da esquina que volla
para a rua da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Russia verdadsira : na praca do
Corpo Santo 11. 11.
Cheguem ao ba-
rato !
Clisas para rap imilando a tarlarusa, pelo bara-
lissimo preco de 19280 cada uma : na rua do Cres-
po n. 6.
Attencao.
Conlinua-se a veuder na iua da Cadeia do Recife
n. 47, loja do S (Manoel) damasco de Ua de duas
larguras, muilo proprio para cuberas de cama e
pannos de mesa.
Cera de carnau-
ba do
ARACATY E ASSL".
Vende-ae em porcao e a relalho, por menos preco
que em outra qualquer parle, principalmente sendo
a dinheiro a visla : na roa da Cruz, armazem de
conros e sola, n. 15.
POTASSA E GAL VIRGEM.
No antigo e ja'bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa^da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo *
precos muito iavoraveis, com os quaes fi-
carao os compradores satisfeitos.
W.
passan-
Taixas parr. engenhos.
Na fundicac' de ferro de D.
wmann, a rua do Brum,
o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 ii 8 palmos de
bocea, as quaes acham-sc a venda, por
preco commodo e com proinptidao'
embarcam-se ou carregim-se em carro
sem despeza ao comprador. j___
Vendem-se em casa^iR. P. johos-
ton & C, na rua-de Senzala NoVa n. 42.
.Sellins inglzes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e castiraes brorizeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris degraxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
r Vende-se ac em cndeles Je um quintal, por
prec,o muilo commodo : no armazem de Me. Cal-'
moni & Compauhia, prara do Corpo Sanio n. 11.
DEPOSITO D\ FABRICA DE TODO
OS SANTOS i)A RAHIA.
Vende-se em casa de N. O- Bieber &
C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
cado' daquella fabrica mu.to proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste eslabelecimento continua-a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas parn-engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos. Dar
dito. K
Na rua do Vigario n. 19, pi-imeiro andar, ven-
de-sefarelo novo, ehegado A Lisboa pelobrigue Et-
peranra.
CA* DE LISBOA.
Vende-se cal virgem, chegada no ul-
timo navio, por preco commodo, assim
oomo potassa superior americana: no
deposito da rua de Apollo n. 2B-
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS .DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina e padres novos ;
corles de lila de quadros e flores jor preco commo-
do : vende-se na rua do Crespo leja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DECALCA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Cobre para forro de 20 at 24 on-|
cas compregos.
Zinco para forro com pregos.
Chumbo em barrinbat.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta e verde.
Oleo de linhaca em botijas.
Papel de embrulho.
Cemento amarello.
Armamento de todas as quali-
dades.
fjg^Arreos para um e dous ca-
A vallos.
a Chicotes para carro e esporas de
f ac plateado-
w Formas de ferro para fabrica de
gy assucar.
Papel de peso inglez."
Champagne marca A&C.
$r Rotunda India, novo ealvo.
0 Podras de mrmore.
uk Velas stearinai. .
Pianos de gabinete de Jacaranda*,'
e ctn todos os ltimos melho-
ramentos.
No armazem de C J. Astley & C.j
na rua da Cadeia.
Na rua do ga/io n. 19, -prime!?
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modmhas tudo modernissimo ,
ehegado do Rio de Jpteiro.
POTASSA BRASILEJRA
Vende-se superior potas la- *
) bricada no Rio de Janeir
gada recentemente, recon
da-se aos senhores de engenhoi
scus bons eleitos ja' experinw
tados: na rua da Cruzn. 20,
mazem de L. Leconte Feron
Companhia.
Vende-se uma balanca romana com lodos
su pertences,em bom uso e de ,000 libras : quem
pretender, dirija-se rua da Ou, armazem n. 4.
NA RUA DO CRESPO
Loja n. Gil!!
Vendem-se peca de esguia de aleodao, muilo
boa razenda, pelotero do 39500 a peca
cambraia de barra, bonitos padres e n
/enda, pelo preco d 39000 o corte, a
grvala 19200 cada uma.
M A ATTENCIO.
Na rua do Trapiche n. 34, ha para
vender barris de ferro ermeticamente
fechados, proprios para deposito ; fo-
ses ; estes barris sao os' nelbon
tem, descoberto para este fim,
evUlarem o menor cheiro, e apenas
zam 1G libras, e custam o diminuta
ro de 4\P00 rs. cada um.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propredade do conde
de Marcuil, ruada Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, i melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 36 linicamente em casa de L. Le-
comte Fero & Companhia. N.
B.As caixas sao marcadas a fi>
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas-sao azues.
e
V
.. UBl'RINTHOS.
Lencos Je cambraia driho muilo fino, loalhas
redonda e de ponas, e mais objeclo. desle genero,
ludo de bom goslo ;'veode-se barato: na ruada
t.ruz n. H, primeiro andar.
Antigo deposito de pann
godao da fabrica de Todos os |
Sanios na .Babia.
Novaes & Companhia, na rua
Trapichen. 54, continuara a\
der panno de algodao desta fab
trancado, proprio pa
roupa de escravos.
ri
Riscado de listras de
para palitos, calcase
o covado.
Veude-se na roa da Crespo, b
volla para a cadeia.
ESCRAVOS FGIDOS.
Veude-se
Farello era saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
om saccas a $,$00.
Tijollos de raarmore a
320.
Vinho Bordeaux em
g-arraoes a 12^000.
JN o armazem de Tasso
Irma os.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se oexcellente'romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por li'OOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
lOOOOO de grtificacao.
Desapparecea no dia 17 de aaoslo pro\
do, pelas 7 lloras da noile, a prela Lourenca,
clo Anfiol. de idade 35 a 40 annos, poueo mSis ou
menos, com os signaes aeguintes : om dedo da mao
direila inchado, magra, tem marcas brancas has duas
prrilas; levou camisa de algoiMozinho, vellido de
rhila nm, panno lino, e man om Irooia de roupa:
roga-sea lodas as autoridades policiaes on capilfles
de campo que a apprehendam e levem a seo i
Joao Leile de Azevedo. na praca do Corpo Si
I /, que recebera a gratiHcacJo cima.
nesappareceu no dia 17 de agosto c
pelas 7 hora da noile, a prela Lourenca, de idade
35 a 10 anno, ponco mais ou-menos, com os signan-
seguinles : um dedo da mao direila encbado, ma-.
gra, lem marcas branca as duas perna, lovon caf
misa de algodaozinho, vestido de chita rdia, panno
fino, c mais orna (ronza de roupa ^roga-se a (odas
as autoridades policises a capilaes de campo que a
apprehendam e levem i sea senher Joio Leile de
Azevedo, na praca do Corpo Santo ai. 17, qoe ser
bem recompensado.
ESCRAVO FUGUM).
Desappareccu da casa db^r. Flix An-
tunes Moreira, do Rio de Janeiro, desde
1852, um escravo de nome Joio, crioulo,
natural do Ceara' ouAracaty.com os sig-
naos seguintes: um pouco naixo, refor-
jado, picado de bechigas, fala, com falta
de dentes, mal parecido, consta tr anda-
do para Cotinguiba, e ltimamente pele
portos do norte como forro, em conse-
quencta de ser marinheiro: roga-se aos
capitaes de campo eas autoridades poli-
ciaes, que o apprehenderem, mandarle-
va-lona rua do Trapichen. 54, primeiro
andar, escriptorio de Novaes & C, que se-
rao bem recompensados.
Contina estar ausento de casa deseu senbor
o major Antonio da Silva Gasroao, o seu esgravo Ig-
nacio, crioulo, cor prela, alto nao muito, idade 116
annos, ponco mais ou menos, perna om poueo r-
quiadas, olhos grandes e vermelhos, lesla alia e
grandes cantos, com nm signsl nella que paree* um
S, um dedo de um dos pea partido, chopa bstanle e
he muilo contador de peta, anda cureorvado : quem
apprehende-lo ser generosamente recompensado,
levando-o rua Imperial a. 64, casa da residencia
de seo aenhor.
**" D*appareeeu doabaiio assignado o prelo An-
tonio, Mossambque, ja de Idade avancada, feilor
que era do sitio na l'assagem da Magdalena, e eos-
loma dizer qoe he torra ; lem os olhos pequeos e A
fumacados. o as solas dos pes signaes de cravos :
quem o pegar, ftve-o a cidade Nova, casa do Sr. Go-
meidoi Crrelo, ou paleado Carmo, casa de Firmi-
no Jos de Ohvaira. '
Desapparecea o prelo Antonio, mocarooiqae,
ja de idade, e as solas dos pes con eiealriies de
cravoa, feilor que era do sitio na Passagen da Mag-
dalena do abeizo assignado, que recoroeDSar a
quena o apresenlar oa cidade Nova, em uma daca-
sas do Sr. Gomes do Correio ; o qual preto eoloma
diser qoe he forro.Antonio Joaqun de Mello.
PEB TYP. DB M. F. DE FaRIA. 1855


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