Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00671


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Full Text
MN*K'
BIIWIIWIIMI
ANNO XXXI. N. 220.

Por 3 mexe adiantados 4,000.
Por 3 mezos vaneados 4,500.
SEGUNDA FEIRA 24 OESETEMBRO E 1855
DI ARIO DE PERNA
BREGADOS D.VSUBSCRIPC.AO-. CAMBIOS. METAES. PARTIDA DOS Co^ios: AUDIENCIAS.---------------
W^mW-^u^.' ^^\^l72^ "n'-2S 'Tfif ?0<^. acei, o Seuhor Claudino Falcao Dias; i;ek! oa *SS < Moedas de 6JM0O velhas. 16000 Caruar, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15 Relacao, tercas-feiras e sabbados
* Seoho, Geryaz.o Vctor da Kaliv- Lisboa J8 a 100 por 100. de 6*400 novas. 16*000 Villa-Bella, Boa-Vista,ExoOuricury, a 13 e 2S Fazenda, quartas esabbados s 10 horas
I. ti Sr Inamum I i*n-iri.. l>.in>ir.i llinifir : Hln lfl J.'tnAim f 1 I-I r\(\r l\l\ 4> Pnk.t. J. ItnAAn nWnAn f >. .. "'. '*.. ""
Por armo adiantado 15,000.
Porto franco par o subscripto!.
CO
ISCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO
ti, proprielerio M. F. de Faria ; Kio Je Ja"
j, o Sr. Joan Pereira Marlins ; Baha, o Sr. !)
.d ; Macei, o Seuhur Claudino Falcao Da* >
>ib* Seulior Geryazio Viclor da Nalivi-
11 Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Juuior;
al y, o St. Amonio de Lemos Draga; Cear, o Sr.
quim Jo* de Oliveira; MaranhAo Sr. Joa-
a Marques Rodrigues ; l'iauhv, o Sr. Dominios
tolano Aekiles Pessoa Ceareuce ; Para, oSr. Jus-
tiuo J. Ramos ; Amazonai, o Sr. Jerouj ino da Costa.
-------=-*,J ------------------------
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 3/4
Paris, 350 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
^ Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebato.
Aceoes do banco 30 0/0 de premio. '
da companhia de Beberibe ao par.
* da companhia de segaros ao par.
Dtsconto de lettras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas*
Modas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
de 49000.
Prata.Pataces brasileiros.
Pesos columnarios,
mexicanos. .
299000
169000
169000
99000
19940
19940
19860
^illa-Bella, Boa-Vista, Ex o Ouricury, a 13 e 2S
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras-
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DEI10JE.
Primeira s 2 horas 54 minutos da tarde
Segunda s 3 horas a 18 minutos da manba
AUDIENCIAS. EPHKMEttlK.1
Tribunal do Commercio, segundase quintas-feiras Selembro 3 Quarto minguanto i
utos e 49 segundos da
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10" horas e nas|
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas!
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio dial
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dial
loras 3 mi-
il a lia a.
itos e
parte irnciAi
OOVEBNO DA PROVINCIA.
lizpeatoaue do da 18 do et*n*br*.
Helo Ao Em. vice-pre-idenle daa Alagas,
elleudo, curo copia do ollicio do marechal com-
nd-inle das arma*, a nova guia do desertor do oi-
ro batalhao de infautaria,Manoel Antonio de Mes-
rando a expedijao de *ua ordens aflm
i* devolvida para aqu,.conformo requisi-
Uii.mo marechd, a guia que acompanhou o so-
^Ki dpsi'rlur.
IAo Exiu. m.irechal. cominaudanle das arma",
iranilo-o.de liaver, em vista dsjua informado,
o requerimenlo em qu o segundo etrur-
^mneisto Gonjalvcs de Moraes, pedia
l quanlia que dispendeu com o trans-
'^Ts\ bagasen) quando regressou ila colonia
JTtmenleirns.
Ao mesmo, para maular avisar tres ofli-
eriore afim de servirem de vogaet na jun-
,. lija, cuja reuniao devera Icr lugar no pala-
I presidencia, as 10 horas da manhaa do dia 20
torrele. Pizeram-se as oulras c-nimuni-
cecoe.
Dte Ao mrsmo. recommendando n expedidlo
(as Ordeos para que as fortalezas do porto desla
I obelen) a que baja comniuuicacan com as rn-
[Je*, que forern postas ein quarenlena.
Ditc Ao Exm. conselheiro presidente da rela-
o, dizendo ficar cenle de liaver SfExc. designa-
o. detorubargador Jos Telles de Menezes. para
ir de vogal na junta de juslica ein lugar do de-
)argador Severo Auiorm do" Valle.
oAoiospeetor da thesouraria da duenda Irans-
litlincio por copia o aviso de 8 de agosto ultimo no
anal o Exm. Sr. ministro do imperio elige que a-
qnalla Iheaouraria declare a causal da ilflerenja
qae e ancuntra lias quaiilis com que foram conten-
as 4 dos professores das olas- preparatorias da
Idade de direito desla cidade nos processos que
nmettis de redimacJo.
oA mesiDo, autoris.iiido a mandar satisfazer
Iteres Miguel Augusto Uirlialli > Picando, a vis-
So |peisqoe devolve u quanlia pe 18l5h20 rs.,
olonnidade com o que te pialicava antes da
il expedida pelo ministerio da cuerra em
lulo ultimo, visto que nao lie possivel saber se o
r de dias em que fui o siipnliraule empregado
deliaencias do servico na comarca-da Boa-Vtsla,
terem sido marcados dias para sua ida e
IpaMrida comarca.
RaV- Ao mcsino, recommendando a expedicSo
ordens, para que naquell.i thesouraria se
l jaijfMeiilaineulos da prara do cornela-iur
o dmfantaria da guarda nacional do mu-
lo Bonito Joan Jus Hama-ceoo, ci/jos sii-
MK*ISIeltf) copiaComniuuicou-se a respectivo comman-
damle lonenor.
Dilo Ao presidente do consellio administrativo,
Wa promover a compra das ilrugas e oais objeclos
Pnctaaados no pedido qae remette os quaes sao h-
M a botica do hospital regimeutal.Pizeraaa-
>** stirenaarias. commonicares.
litoAo inspector do arsenal ila marinha, recom-
SiMlio a expedicao de suas ordens para que o
___andante do transporte naoioual, receba a sea
i candaza psra o presidio de Fernando o al-
anKeuto Jos Ramio com sua familia e baga-
MtS assian as pravas de prel que por urdem
niehal cominandanle das armas lem de desl.i-
pia e nifsoT.i presidio c diverso, volumes com
MS nlt) a]He -rj" tfyn nlli enviado,, pelos cora-
latHlanttu atVs ffcjj IlleV-ljiiPeaaifinnir I' "
Jiriharerlnii
itoAo comifiandante do presidio de Fernando,
WUtataQ.'lo das teiilenriadiH que pelo jui-
J" vara, leeni ila ser enviados para
MU pasada ao transporte nacional.
DitoAo iuspr or da tliesourana provincial, rc-
eiulo con) copia do ollicio da adminisIra^Ao dos
lielcimento* ile caridade a conla >ln que se lem
eoilido desde tu de agosto do anuo passatio ale
le jiinho ultimo com o sustento e Irat.nnenlo dos
Jigos que fucaaatenviadus pelas autoridades po-
eiaes |Hira o hospital de caridade, aliin.de que pela
rba eventaaes fao> indemuisar o cofre daquella
Iminislrara da imaortancia da sobredila conla no
0 de eslar ella nof termos legaes.Communicou-
aa a supradila admiijislraca'o.
W10--A0 regeduf interino do Gymnasiu ProviajPJ
ditaudo, em-oriraejro lugar que parece done
lasario prestaren) novo juramento os professores do
Uieclc lyceo que pastaram pira aquelle Gymoasio
listo que a lei regdlameutar nao o exige, o em aej-
(uiido Ingar que pode'o facultativo uomeado para o
cionado (jymnaiisio. lomar logo posse, mas nao
1 entrar en- exercicio senao quando houverem
imnoii internos. Communicou-se a thesouraria
provincial.
I0--A0 administrador do correiu, rommonican-
qne segundo conslou de participadlo da roparli-
iido i lipona de (i da agoslo ultimo, fui uomeado
ranciaco Xavier do*Santos, para o lugar de agen
ido correio da Ikzerros, visto nao poder Manoel
, Joaquim de Uliveir Maciel aceitar o referido lugar.
Porta riaAo agente da companhia das barcasjde
vapor, iiara.maodar dar a P^dro Jos Cardoso urna
gem deetUdo para o Kio de Janeiro na pri
ja que bouver para o sal.
-Nomeando de confonnidade com a*proposla
ikaJaSapecia para o cargo de 1 supplenle do
liado do 1 districle da freguezia de Gara-
, ,10 cidadAo Antonio Baplisla de Mello l'ei-
ito, edamiltindo Antonio Pae de Lira, do de 2
He do inesmo subdelegado, o-qual foi subslr-
Cio cidadao Joaquim Vieira de Siqueira.
immanicoa-se ao supradito che fe.
la Detoneran In na roesma conformidade, a
vilo" Teixeira de Macedo do logar d 1 sup-
onte do delegado do termo de Garanhuns e nnme-
lo para o sulistiluirno mesmolugarao cidadao Luiz
silva Burgos |e bem assim a Jos Corrrada
para o cargo
te para o de
midade do
oa-visla, a
assim o ha-
cargo ao ba-
iro.Coinmu-
11 Lita nova as 8 horas, 31
49 segundos da manhaa.
19 Quartocrescente as 5 horas,
nulos e 14 segundos da manhaa.
25 La cheia a 7 horas, 5 minutos e
b5 segundos da tarde.
DIAS DA SEMANA.
24 Segunda. Nossa Senhora das Mercez.
25 Terca.S. Justina v. m. ; S. Virgilio.
26 Quarta. S. Cleofas ; S. Frminob.
27 Quinta. Ss. Cosme e amiao irs. mm.
28 Sexta. S. Wenceslao duque m.; S. Salaroio
') Sabbado. S. Miguel Archanjo ; S. Fralerso.
"mingo. 18.o S. Jeronymo presb. card. e
mximo da igreja ; S. Leopoldo m.
I
4
9160
IriSUOO
Cao, inleir.in.lo de liaver o bacharel Manoel Clemen-
Unu Carneirn da Cunha. participado que no dia t.">
do crreme, rcassumira o exercicio do cargo de juiz
de direito da primeira vara desla cidade. Igual
comniunicarao se fez a thesouraria de fazenda.
Dilo Ao chefe de polica, declarando que a the-
souraria provincial .lem. ordem para pagar, estando
no* termos legaes a conla que S. S. remellen da det-
peza feila com a compra de diverso* objeclos para a
casa de delencao.
Dilo Ao inspector da thesouraria de fazenda,
recommendando a expedirAu de suas ordens para
que teja arreradada na recebedoria de rendas Inter-
nas a importancia dos direilos o emolumentos,' que
estilo a dever pelas suas patentes, os ufliciaes da
guarda nacional desla provincia mencionados na
relac,A.i que remette.
Relarao a que se refere o ollicio sopra.
Commandaiite superior da comarca da
Boa-Vista, Manoel Kibeiro Granja.
Direito*.. 10U&000
Sello .... |H0
Emolumentos ttiSOUt)
Teneute corouel chefe de estado maior
da mesma suardajaiacional,- Manoel
Nunes de Barros.
Dimito .
Sello ....
Emolumentos .
lenle coronel commandanle do corpo
de (avallarla da guarda nacional do
Oricury, Alvaro Ernesto de Carvalho
Granja.
Direito .
Sello .....
Emolumentos .
Tenente coronel commandanle do bata-
lli.io de infautaria da suarda nacional
do municipio du Ouricury, Dimas Lo-
pes de Siqueira.
Direilos .
Sello ....
Emolumentos .
Tenente coronel commandanle do bata-
Ihao de infaiilaria da guarda uacional
do municipio" da Boa-Vista.Domiciuno
Pcreira BramhVo. ,
Direilos .
Sello ....
Emolumentos .
Teoente coronel do ataHiao de infaqta-
ria de smrdas nacionaes do munici-
pio de Cabrob, Manual da Silva Srfu-
za Araquan.
Direilos.. .
Sello.....
Emolumentos..
Major cuinmandanl- de seco de bala-
lliio de reserva da guarda nacional do
miiiiiriptq d Ooricnry, Liberato Ki-
beiro Granja.
Direilos..
Sello.....
Emolumoulos. .
809000
9160
HijWO
SIOOtKI
9160
I69OOO
809000
9160
169000
81)9000
9160
M9000
709000
9160
I49OOO
Major commatida
lliao de reserva
municipio do Kio
Francisco Diniz.
ht de Barros e Silva, aquj
pplealedomesmo delega^
'Intoirou-se ao chefe de polu*"
DitaExonerando, na mesr,'
rge de subdelegado da fre.
nato de Moraes Gomes Fer
e Horneando para
Antonio Ferreira Mar|
-seaoehefe de polteia
19
Oflicio Ao Exm. marerkal
*, rcmelleudo rom coy! do aviso
commandanle das
circular do
agoito ultimo, 10
medio da materia
par as pecas Se fardamento dos corpos do
to i'om declararo da imporlanria daquella e
("coi do corle e feilio desla'.Tambem se re-
melieram 3 exemplaces ao director do arsenal de
minislerio da gnerra-ate 21 ;d
cxeosplarat dalabeinda) calcula
guerra
2ao presidente do conselho administralivo.
dieeado que f*>de mandar reco-
iital regimenlal alim de terem
os medicamentos e salsa
lia ambulancia que esteve cargo
o Dr. Migue) Joaquim de Castro
vmuuicou-! I be
parrilli ii
* tagunlo J.___
Mascaren ha
fazenda.
Dito Ao Exm. coDselhelro
--------------------.....11
residente da rea-
X
F0I.HE
MIGINAL DO DIARIO DET^NAMBUCO.
4 ttiniA,
m
Noris no*-, i'mtrt, docti sumus...
(Horacio.)
A Carteira:,.. Porque eslo nome? Porque nsle
titulo 7 Sera urna bandeira, *eri um symbolo 1
1 as lembraneas do poeta, leviaoas e fogilivas
naulades de urna elega'! SerSo as lem-
do jogador. melanclicas, desoladas, como
naSo malograda? Serio as lembraneas do
Itoanceiro, arijas e positivas como um calculo'algc-
Or-ira Dar-se-ha que nos con le os segredos
da miaistro de Estado profundamente escondidos as
Iraalia. da sua pasta ollicial ; nos revelar os e-
adotde limo virgenriVoja nnlu Ire.nula lr*{a um
nome ras palhetas ifc maWim, que o coradlo repele
e nao pode conler "
tirii 1 o que nos codurs lu oas las folhi-
tiasiindiirretas laucadas ao vento, lodas as sema-
Como um novo Asmodeo, expors ao* notso*
oflios cansados esses dramaa da vida intima? Reve-
lars aIguraas iceuas da comedia humana? Na*
as do seio da opuleocis, que guilla por Ir*
de coclia/is d'ouro, ao nytlerioto gyneceu, onde urna
mal de iOslhos sdenla e lvenla ao co as milos al-
v do ni.iiDho que oca ? Iremos obre as las rpi-
da bata-
arional do
ormoto, Joaquim
Direilos.
Emoluinenloi
Pedro l'essoa de Siqueira Campos, com
as honras de teoen'e-coronel da guar-
da naciouM de Pajeb d Flores.
Direilos.
Sello.....
, Emolumentos.
Medeiros, com as
Direilo..
Sello. .
Emolumento.
Antonio dos Sanios
honra, de major.
80*000
9160
ItflOOO
709000
9160
II9OOO
pnenle-coronel reformado, Manoel Cle-
mente de Almeida Calando.
Direilos..
Sello.
Emolumentos.
Antonio da
mado.
Silva Vieira, major refor-
Direitos.....
Sello. .
Emolumeutos. .
409000
9160
t60OOO
ijooo
9160
1t000
Fizeram-se as necessarias communicaces a res-
peilo.
DiloAo mesmo, para mandar pagar a Manoel
Lolz Goncalves Jnior a quanlia de bU3*-0 r*. em
que segundo a relacSu que remelle ein duplica im-
portan) as diarias abonadas pelo juiz de direilo do
l.imoeiro ao recrula Custodio Jos Mara.
DiloAo presidente do conselho administrativo
transmillindo por copia o aviso de 28 de agoslo ulti-
mo, no qual o Exm. ministro da guerra 11A0 s de-
clarou que serSo remedidos pelo arsenal de guerra
da corle para aqu os gneros requisilados para o
completo do fardamento dos corpos em suarnicHu
nesla provincia, mas lambem mauduu eslranhar a
demora que lio ive em serem satisfeilas as requisi-
siOes do referido fardamento.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, recom-
mendando que mande por a disposirAo do cirurgiao
da eslar.ln naval a fm de ser inspeccionado o solda-
do do batallulo naval. Cllristovo Jos Teixeira, que
se acba doenle na eufermaria dn mesmo arsenal.
luteirou-se ao commandanle da referida establo.
PortaraMandandojadmillir ao servico do exer-
cilo como voluntario por lempo de 6 auuos o pai-
sano Jos Vicente Luz da Silva, que perceber
alem dos vencimenlos que por lei llie compelirem o
premio de 3009 n.Igual acerca de Jos Francis-
co doNatcimeuloe fizeram-se as necessarias com-
muiiicares.
DitaO presidente da provincia teodo em vlsla a
proposla do Dr. chefe de polica sub o numero 669,
edaja de 15 do andante, reeolvcciear um terceiro
ilislriclo de delegada no termo do Recite, na fre-
guezia de S. Lourenco da Malla, dividiJo em duas
subdelegacias compredendendo a primeira todo o
territorio que lirn conservado naque lia freguezia
pela lei provincial n. 336 de 12 de malo do anuo
prximo passado, e abrangendo segunda toda a
parle, que leudo perleocido a freguezia e municipio
de Iguarassu' foi dalla desmembrada e incorporada
sobredila freguezia de S. Lourenco da Malta, em
conformidade da le citada.Communicou-se ao
supradito chefe.
DitaNomeando de conformidade.com a propos-
la do chefe de polica para delegado, subdellegado e I juslica de Dos lie recorrermos sua misericordia.
respectivos supplenles do terceiro ilislriclo desle | Se pelo crme oos apartamos delle, voltemos
A considerarlo dos males que os nossot irmjos ai-
llo experimentando, e que se recaa que venhan*
igualmente pesar sobre mis, he na verdade em ex-
tremo afflicliva. Mas dev eremos por itao deixar-
noapossuir de um lerror que uns aliene o enlendi-
inenlo a ponto de julgarmos que neiilium recurso nos
resta ? Longe, amados lilhos, loSge de nos uina tilo
sinislra appreheosilo !
Keconheceudo que o flagello qik nusameara do o
merecido casliso das graves ciilpjb qae lem provo-
cado a Divina Juslica, he incoulsalavel que o de-
vemos receiar ; mas nao, levados de um temor ser-
vil, so proprio daquelles que, na frase do Apostlo,
iienliiiuiH i-pcrauea lem ; mas sim eom o saudavel
le ni.ip lilia I que inuve o peccador 11 recorrer .1 Dos,
cano a um Pal amanlissimo, que. apena o Tildo in-
grato que delle se doria apartad se) attentir nos
pergos que ia correr, a elle volla si.iceramcnte ar-
rependidu dos passado* erros, adraca-o com ternura,
e Ido da o sculo de paz, cou.o pender da miseri-
cordia que com elle vai pralicar.
Sim, amados nidos, o nico meio de evitarmos a
lermo creado por portara desla data aos cidadAos
abaixo mencionados.
Delegado,
Luiz Francisco de Barros Reg.
Supplenles.
1.- Itacdarel Augusto de So'oza Lean.
2.- Bacharel Fernando de Sii Albuquerque.
3." Joaquim Correa de Araujo.
4.- Jos francisco do R'go Barros.
."). Bacharel Francisco* Joan Carneiro da Cuuda.
6.' Coronel Jos Peres Caropello.
Siih.leles.ulo do 1.- dislriclo.
Jos Francisco de Barros Reg.
Supplenles.
1.' Joaquim Correa de Araujo.
2.- Capitn Manoel Bezerra de Vasconcellos.
3.- Capi'.Ao Francisco de Paula Cavalcaoli da Silva.
I.- Manoel Cavaleanli de Albuquerque.
5.' Antonio Jos Doarle.
6.- Joaquim Mauricio Wandrrley. Mfe
.Subdelegado do 2.' JislnpK
Bacharel Francisco J0A0 Carneiro da Cunda.
Supplenle*. .
t." Major Antonio Lourenco Tavares.
2." Francisco Rufino Correa de Castro.
3." Joao Carneiro da Cunda,
i.- Joao Carneiro LeUo de Mello.
3.# Joac Felippe Correa de Castro.
6.- J0A0 Luiz da Silva.
Communicou-se ao referido chefe.
DitaExonerandu de conformidade com a pro-
posla do chefe de polica ao espitan Manoel Clau-
dino de Oliveira Cruz do cargo de delegado do ter-
mo de Garanhuns, e nomeando para o referido car-
go ao capiUo Francisco Antonio de Carvalho.Fi-
zeram-se as necessarias cnmmunicares.
20
OflicioAo Exm. vice-presidenle do Marandlo,
rogando a expediraodc suas ordens, para que sejam
ministrados os esclarecimentos exigido pelo mare-
chal commandanle das armas, no ollicio qne remelle
por copia alim de se poder averiguar se o desertor
Miguel Delinques Ferreira, de que Irala a 1-elac,lo
que lambem remelle perlence ou nao ao 2. bata-
Iban de infautaria.
DiluAo Exm. presidente di conseldo adminis-
tralivo do patrimonio dos orpdaos, para mandar pres-
tar ao director geral i uterino da instrueco publica a
sala em que aquelle conseldo faz as suas sestoet alim
de ueila eslabelecer-se provisoriamente a secretaria
e .u ihini da mesma directora.Communicou-se ao
respectivo director.
W.lA> inspector da tliesoureria de fazenda,
IransmHtimlo para lim conveniente copias das ac-
ias do conseldo administrativo datadas de 12 o 13
do rorreule.
DiloAo mesmo, recommendando a expedicilo de
suas ordens, para que seja arrecadada pela recede-
doria de rendas internas a importancia dos direilos
e emolumentos que eslo a dever pelas suas patentes
os ofliciaes reformados da anliga guarda nacional
mencionados na relacao que remelle.
Relacao a que se refere o offlcio suppra.
Coronel reformado Luiz de Carvalho Brandao.
Direilos. fJsOOO
Sello..... 9160
Emolumentos. 200000
c.UriorS
notas do
ot^Bsos
lenle coronel reformado Antonio Juveocio Pires
Falcao
. Direilos. 4O9OOO
Sella,..... 9160
lmolunfenlus. I69OOO
Major reformado Luiz Pires Ferreira.
Direilo*. 359000
Sello..... 9I6O
Emolumento-. 149000
Major reformado Jos Caetano de Medeiros.
Direitoj. 359000
."Sello. aieo
EmolomeiiloSW. 149000
Major reformado Antonio Francisco Pae* Brrelo.
Direilos. 35ooO0
Sello..... 9160
Emolumentos. I49OOO
Fiteram-se as necessarias communicacoes.
DiloAo juiz relator da junta de juslica, remet-
iendo para ser relatado em sessAo da metma junta,
o processo verbal feito ao toldado do4 balallulo de
artilharia a p Antonio Joa de Moraes.Parlici-
pou-se ao marechal commandanle das armas.
DiluAo inspector do arsenal de marinha, recom-
mendando. em visla da requisicao do Exm. presi-
dente da Parahiba, que faca, entregar i Joaquim
freir de Mello o cscaler que se conslruio naquelle
arsenal, com destino a mesma provincia.Partici-
po u-se ao referido presidente.
DiloAo mesmo, recommendando que ordene ao
cunimandante do transpone nacional, que antes de
partir para o prksidief de Fernando, enlenda-se eom
o inspector da lliesooraria de fazenda lini de rece-
DiloAo engenheiro encarregedo das obras mili-
lares, para mandar caiar com urgencia as enferma^---------------------------
ras do hospital regimenlal e as paredes dos quartoW'1?1" 1ue l'ver e"8 '" enviar para aquello pres-
descmelhanleasseiotnParticipou-se d!0-^ete sentido ofliciou-se a referida Ihesoura-
DiloAo provedor da saode, dzendo ficar scienle
de daver Smc. admllido ao servico daquella repar-
tirlo a Alpdo Odn da Cunda Goianua em,lugar do
guarda extraordinario, Antonio Barbosa Cordeiro de
Mello, que se despedio do mesmo servico.Commu-
nicou-se a thesouraria de fazeuda.
asseio..Pai
1 aimatv
PubafBa
IZat deTauo
que precisarem
ao inarerlii.l commandanle das
DitoAo director daa obras pubH|Happrovaiido
a compra que Smc. fez de 4duzi>s deTfboas de for-
ro de amnrello, a 429 rs. cada duzia para a obra da
casa de delencao. Communicou-se a thesouraria
provincial.
DiloAo juiz de direilo interino da comarca de
Flores, dizendo qne o edefe de polica fez por em
liberdade o recruta Gabriel Archanjo de Lima de
que Smc. Irala.
DitoAo juiz municipal da primeira vara, inlei-
rando-o de 11 liaver designado, para no dia -2? do cor-
rete presidir a estrarcAo dos hillietes da primeira
parle da segunda lotera do Gymnasio Pernamdnca-
qo.Communicou-se ao idesoureirofdas loteras.
DiloAo Inspector da thesouraria provnciaf, para
que a vista da conla _Jl2J00KHHtL Pagar
Cruz & Gomes a quantiTa 298S40 rs., i
de divcrto objeeloa fornecidos a directora dcJl da
inslruccJo publica.Communicou-se ao respectivo
director.
das azas Mas o pocia no .eu (rale retiro. Pobre
Sue veta!m.Ca,?aa'KCerCi"l0-de Priv'S0es materiaes, e
que vela a osla hora sozinho com .....___--
mentns e a sua alma?
os seus pensa-
Oque queres, Cartera ? Que veos fazer .
tomo sou infeliz eu que nao sou mais que
aqu :
E vos senhores, que oceupais as colum-
nae oue me precedem, perdoar-me I Humilde mes-
qoinha procuro nm cantiul,. p, ,bri h
fronte obscura. Perroilli que aos vossos ps balbuc*
a minha tenue \oz. O sol resplaudecenle.
os gri-
em.
so me cabe a sombra e a calma
lo* estrepitosos da praca publica vos pertencem7
A mim, pobrezinha,
da larde!
Se cu fosse urna flor, orna humilde vilela, paga-
ria-a dospilalidade qne me dais com lodo o perfume
daa mindas corolas. Se fosse urna abelha, colheria
liara vos o mel sobre as rosas, e dar-vos-hia salisfei-
la mel e perfume. Oh! que farieis de meu prsen-
le, vos rico de lano aroma, cujo grande e elevado
esUlo de mel e perfume.
Entralanlo, na 1 iou mais que um alomo mesqu-
ndo, um mislico sem nome, lalvez um cedo, um
om, um relmpago, um rumor vaso.Serei eu urna
fad, um gnomo, um duende, um demonio? An-
da menos! Sou a phaulasia.
Phanlasia.' CerUmenle, e el*-ahi a minh* ban-
deira .' sao he tricolor. Esta flucta na Crimea, e
se empretece dedaxo do fumo da plvora.
Nao de encarnada como a d'Aldion, que se tinge
em ondas de sangun em Sebastopol. Nao he de es-
meralda e d'ouro. Eu le saudo, bella auriflamula de
Uraganca ; symbolo da paz, pendao da Ierra da Sau-
la Cruz. Phanlasia, as |uls cores sao de paz. Arce-
iris bullanle, abobada do lirmameiilo por onde pas-
ea a esperanra.
Doce osperauca, eterna preoccupacAo do homem
*u todas as Iraostiguracues da vida, ha sob as las
BISPADO DE PERNA M BUCO.
D. Joo da Purificacdo Marque PerdigSo, ronego
regranl* de Santo gottiho, por oraca de Deas
e da Santa Si Apostlica,Bispo de Perhambitco do
conselho de S. M. I. e C. etc.
A todos os nossos diocesanos saudo, paz e bencao
em soroe de Jess Cdrslo.
Apenas a grata noticia de estar quasi'extincto na
provincia do Para o flagello da pesie comecava a der-
awmaro balsamo da consola cAo em lodosos cor a cues,
o infausto aniiuucio de se liaver esse lerrivel flagel-
laconsideravelmenle propagado na provincia da Ba-
lda veio renovar a consternacao que de nos se da-
va apoderado.
azas que laucarnos as premicas do nosso trabaldo das
horas de distrajo. Guie o leu sopro suave para lon-
ge das tempestades o frgil batel, que boje entrega-
mos s ondas da publcidade.
Agora, charo lelores, (teftor e nao leilore, pois
que lemos a vaidade de crer que ao menos leremos
uro), s benigno e compassivo para comnosco. Nao
lemos mascara para ti; descobrmos-nos inleiramen-
te s las exigencias caprichosas. Prolege-nos e dei-
xa em nossas roaos a nossa phanlasia parladora. He
joven e liviana, desemblanto provocador. He urna
famosa cabera, mas (em pouco juizo.
Diogenes com a sua lanterna nao pode ochar um
homem. E lu. minha chara phanlasia, encontrars
um leilor? Nao importa. Se a publcidade para li nao
passa de urna vasta Thebaida, bradaris no deserto, e
ap menos a critica nao le mostrar os denles.
Assim, eis-uos na arena sem coiraca nem capace-
te, juntando ao acaso os pedacos de espadas deia-
dos no campo. lovisivel eem lodas as paragens, a
nossa pdanlasia sonora ser o clio do torneio; re-
soar graciosa aos ouvidos do vencedor: benigna
e pacifica, nunca dir coragem domada ; va victis '.
E nao ser esle lorneio a imagem do enigma eter-
no, que se chama vida? Um immenso campo, cu-
jos nicos limites sao as lachas do berro e a morla-
Iba do sepulcro? Inlervallo de um dia, de um
momento na inlinidade dos mundos: injervnllo iflo
eurto como um relmpago, successao ioomeravel de
homens, de povos, de naces, de Estados, e que nun-
ca lie edeo 1 Clarao fugitivo no eyelo de urna exis-
tencia humana, e comludo eterno no grande foco
dos mondos!
Phanlasia querida, eis-la apandada em flagrante
delicio de pdilosopdismo. O racionalismo nao entra
no leu programn*, e tu divagas como um rhelorico.
Evadida de Coimbra, de Olinda ou da Sorbonne,
pela penitencia. Nao fazer penitencia, para expiar
o peccadn de crme mais grave do que o mesmo pec-
cado.dizS. Cypriano. Ad E se toda a vida do
edristao, no sentir dos Padres de Trenlo, deve ser
urna penitencia perpetua, com quanlo mais especial
re/.Ao o deve ser quando o braco do Omnipotente
descarrega sobre nos os pesados golpe da sua jus-
lissinia ira .' .Por que oulro meio a puderemos ap-
placar ? Por meio de supplicas deapidaa do espiri-
to que .1 deve animar para serem lavoravelinenle
ouvidas ? Nao. Por meio de actos, sim externamen-
te de piudade, mas praticaihis sem a* interna* dis-
|i i-icrtos de que dependem para serem acceilaves ?
Isto, diz S. Bernardo, usando da cxpresslo do Aps-
tola, le 11A0 Uttpir o homem velho ; he Iralar de
un orna linos com os engaosos exterior es da peni-
tencia. Para os que-erradamenle conlam em meras
fttades esl fscriplo por um proplicla, ero
o Senhor : Rasgai os vossos corarles, e nao
s vestidos. .cindit corda vesta, el non
oettimenta vestra (Joel, c. 2. v. SaX) E eis aqu o
que o grande doulor da igreja SantW Agoalindo. al-
lodiiiilo ao* sacrificios da lei anliga, efOcazmente
quera persuadir aps fiis d'Hypponia, dizendo-llics:
Nao procuris fra de viis aiiimaea para mmolar
ao Senhor ; a victima que deveis sacrilicar esl den-
tro de vos meamos : o sacrificio digno de se offerecer
a De s he o espirito Iratpassado de Sor, o roracAu
conlriclo e dumildado. Noli exlrinsecus,pecus in-
gairere quod mactes. labes n te$criprutm quod
occida: Spirilus contribualas, car contritam el
humiliatum. (In Ps. 50. v. 19.)
Todava esta penilencia interior de nenhuma sor-
le deve- teparar-se da exterior. Convertei-vos a
mim, nos diz o Senhor por ministerio do seu pro-
pliea. convertei-vos a mim de todo o vosso comean,
emjejuos, eem lagrimas, e em .gemidos. Advert
a todos em geral que se purifiquen (contina o Se-
ndor, dirigindu se ao prophela.flx Os sacerdolcs,
ministros do Senhor, poslos entre o vestbulo c o al-
iar, edurarao e diril : Perdoa, So*3jhor, perdoa ao
leu povo. (Joel, c. 2. v. 12 el". I
Vinde pois. Fildos dilectissimos, Niis vs cxhorla-
mos em nome do Senhor, vinde pressurosos mani-
festar o sesredo das vossas conscieneias no tribunal
da reconciliacto ; c uessa myslica piscina encotilra-
reis remedio efticaz para todas as vejaras enferrnida-
des espiriluaes, por mais graves ejiveleradas que
sejam, por mais do.ejpjradas queSiatecam. Ad '.
Quanlo de para lastimar o abandono, o desprezo
que uestes lempos de corrupto se lem feito deUe
saudavel recurso, desla nica taboa de satvacao para
o homem delinquen!*, que desgracaslamnle pordeu
a preciosa estola da greca haplisra.il E deste in-
qualillcaVel desprezo que alluviAo de males 11A0 re-
sulta ? nanlo deudos, quanlos crimrs, quauto
altentados leriam evitada aquellas que sao reos des-
se fatal ili-pnvn. se fos-em frequenles em recor-
rer a essa inexbaurivel fonto de grabas ? Digam-no
ellesme-mos, depois ce consultarcm o segredo da
sua propna eonsciencia. ,
Eia porlanlo, amados fildos, vinde lavar as man-
chas das vossas.culpas ne-la fonlede salvarlo, para
as expardes por meio de urna sincera penilencia.
Mas para que esta seja tal, de indspensavel que
firme e efficazmente vos determinis a emendar os
passados erros. Tende por cerlo que^em reforma
de coslumes, sem que as paixoes se refreem, sem
que os appcliles desordenados se repriman), sem
que o mans hbitos se abandonem, sem quo se evi-
lem as occasioes perigosas, nao pode liaver verdadei-
ra penilencia.
Taes sao as disposicoes com que nos devemos pre-
parar para exorarmos o Pae das misericordias e Dos
de toda a consolarao, afim de que se digne de 1-
piedar-se de seus lilhos verdaderamente arrependi-
doscomo oulr'nra se compadeceudoseu amigo povo,
ordenando ao aojo exterminadnr que suspenda o
llagello que lem descarregado sobre as duas affiiclas
provincias do imperio, e o nao estenda nem a esta
nem a nenhuma das oulras al o presento misericor-
diosamenle preservadas. as supplicas porem que
dirigirmot ao Allisiimo nao dexemoi de invocar a
inlercessao dos Santos, e com muila-especialidade a
de Mana Saulissraa. mmaculadaSiae de Dos e
Ma amanlissimima dos peccadpres, de cujo pode-
rosissnno patrocinio devemos esperar a preservaco
porque suspiramos.
Orai p.ii, amados fildos, e orai com perseveranca
nao s no* templos, mas lambem no retiro das vo-
sas.habilaces ; e vosso Pai celestial, que v o que
se passa em secrclo, ouvir as vossas oracoes. Mas
como a sandia igreja, dirigida sempre pelo Espirito
ssnlo, leulia msiiiuido preces publicas para so re-
citaren, por occasiao de diversas calamidades, em
conformidade do que a igreja lem disposto, ordena-
mos qoe se facam preces na cathedral, na freguezia
Ti -a u Marl>r' e nos eonventos da cid.de de
Olinda, bem como oas parochias e nos conventos da
cidade do Recife, no dia 23 do crranle e nos dous
das seguiutes, as seis horas da larde ; e as de mais
freguezias da diocese em Ircs dias consecutivos de-
signados pelos reverendos paroedos com toda a'bre-
vidade, logo que receberem esta pastoral. Recom-
ineudamos aos reverendos parochos em ger.d que as
precewejam precedida* de urna exliortapo analo-a
us acloaescircumstaocias, na qual perauadam os ses
parochanos a recorrerem ao Sacramento da peui-
lencia e os instruam acerca das condicoes que de-
vem acompanhar a oracao e a penitencia como vir-
tude, para que sejam elficases e proveiloss.
Ordenamos igualmente p* reverendos sacerdotes
qie durante a prsenle calamidade.Ttlem de conti-
nuaren) a recitar no sanio sacrificio da missa a
oraco pro qaaqumque tribulalione, lambem reci-
ten), no fm das horas de prima e completas a an-
lipdona Stella Cali, com a respectiva oraco
Esperamos qne nao s os reverendos parochos mas
lodos os reverendos sacerdotes desempenharao
dignamente o sen sagrado ministerio preslando-se
com zelo e fervor a todos os offlcioi, qaer de juslica
quer de caridade, que ascrcumslancias oecorrents
bajam de exigir.
_E(a ser publicada em todas as parochias, a esla-
cao da missa conventual, no primeiro dia feslivo.
Palacio da soledade aos 18 de selembro de 1855.
Joo, biipo de Pernambuco.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sesmo indiciara de 22 de selembro da 1855.
Presidencia do Exm. Sr. de-embarcador Firmiiio
Antonio de Souza.
Al 10 e meia doras da manhaa, prsenles os Sr*.
desembarga lores Leao, (fiscal) Santiago e Valle,
faltando o Sr. desembarsador Giliranna e osSrs.de-
putado Medeiros llego,l'int.i de Lemos,Basto eOli-
veira -opplenle.,iida-e approvada a acta da antece-
dente, atiri--e a eAe.
OSr. desembareador Valle pedio dia parajulga-
menl da appellac,Ao enire parles :
Appcllanie, Emilio Bidoulac ;
Appellado, Manuel Jos do< Sanios :
Designa lo o de boje, e sorteados o Srs.depulados
Kego e Oliveira, fui reformada a seulen^a appel-
lada.
O inesmo Sr. desembargador apresenlou para o
mesmo lim a appellaco enlrc parles :
Appellanle, Vicente Ferreira da Costa :
Appellado*, Russel Mellar A; C.:
Designado o da de boje-, e sorteados os Srs.*Re-
::) e Basto, licou o julgameulo adiado a pedido do
Sr. Reg.
Na appellacao, pelo mesmo empresentado e para o
inesmo fim em que sAo parles :
Appellanle, Gaspar de Menezes Vasconcelos de
l'rumiillil ;
Appellado, Thomz de Aquiuo Fonseca, por ti o
como lu|or de seus lilhos ;
Foi designado o primeiro dia do sosia 1.
O Sr. desembargador Leo apresenlou para jul-
i-ainenio a appellacAo eulre parles :
Appellanle, Joaquim Correa Tl!es :
Apnellado, Joaquim Domlngues da Silva ;
Designado o dia de hoj e sorteados os Sra. Ol
veira e Lemos. foi confirmada a sentones apel-
lada.
Na appellacao enlre parles :
Appcllaule, Vicenle Ferreira da Costa, como ad-
miuislrador da firma Cusa & Onofre ;
Appeados, a viuva e herdeiros do finado Jos
Fernandes Eiras e Fernandes Silva A C.:
Mandou-se dar vista ao advogado Italis e Silva,
para dizer como curador dus menores appellados,
prestando primeiro juramento.
Foram di-lribuidos:
Ao ^r. desembargador LeAo a appellacao enre
parles:
Appellanle, Bernardo Jos da Cunda;
Appellado, Manool Antonio dos santos Fonles ;
Ao Sr. desembargador Valle a appellacao en-
tre parle* :
Appellanle, Ricardo Deppeman ;
Appollada, a viuva Martiiii de Carvalho, como
I itnr 1 de seus lilhos.
Levaoton-se asessAoa 1 hora da tarde.
EXTERIOR.
'o soberano
volla oolra vez para os leus bancos, e deixa-nos as
toas bagatellas. Aos charlataes multicolores, des-
de o inventor de Manas miraculosns at o vende-
dor de ftacalhat que cortam : desprezo!
A' loga venal que esquadrinda a lei e i
desprezo 1
Aos dyppocrales mentirosos, que especulan! com
a humanidade como o earoiceiro com o cansVro :
despiezo!
Ao traficante immunde, que se locuplela com o
Iradalho do pobre, ecujosouvidos sao sordos aos gri-
tos da fomc dos sen mulos: desprezo!
Ao soldado cobarde, que nao sabe morrer pela pa-
tria : desprezo!
Ao padre indigno, que debaixo das vesles sanias
esconde a dcvassdo c avareza : desprezo 1
A todos esses enfatuados, zangues, parsitas,
meio-doulores, meio ladrea, progressistas e regres-.
sislas, egostas e sectarios do lie/erro de ouro : des-
prezo, desprezo, desprezo! !
Deoa permuta, chara o amavel phanlasia, que
possas servir para todos elles de azorague de Neme-
sis; ou anda melhor que nunca tenhas occasiao de
le oceupares com elles.
Amigo letor, nos te repulamos demasiado vir-
tuoso para nos garanlir o scu mutismo.
Preferimos lamdem laucar os nossos odos conso-
lados sobre esle pequeuo canto do globo, que Vene-
za nos inveja, que os nossos pais chamaram Per-
nambuco. lie obre este solo abencoado que vive-
mos, he sobreest solo abencoado que queremos mor-
rer. E porque iramos procurar em oulras paragens
as inspirarles da nossa alma, os canucos do nosso
amor, os chos da nossa poesa ? Ilualidade sanea.
amor e poesa.' Nao vives tu toda inleira entre S*?
Onde, melhor do que aqu, se pode souhar o amor
sb o fogo dos formosos olhos prelos das nossas que-
ESTADO ORIENTAL DO URUGUAY.
Montevideo, 2 de selembro de 1855.
Vou rclalar-lho o que lem acoutecido nesla capi-
tal desde o dia 9 de agosto.
Nessedia foi publicado o Io numero de una folha
intitulada Liberdade. Um artigo della, depois de
descrever o que sao os gauchos, conclua ponderan-
do que nao era possivel que os Orienlaes pudessem
sjr bem govern.,dos por um homem cujos preceden-
las sao os dtW* habitantes da campaiiha. A' visla
disso, o presidente mandou fechar e sedar a lypo-
grapl ero que se imprima essa falla, permutando
Sue se abrase smenle depois que foi expedido um
ec/elo coarcUyido a liberdade de imprensa.
Apezar dense decreto a Liberdade coniiuuou a
aiiparocer sem dar asjfaranlias exigidas. Coulinha
mu ii pagina, e er.ujJaVmposla a impretaa, ora aqu
ora acola, em casas parliculaies.
No dia 25 do passado,querendo o chefe poltico de-
vassar a casa do depulado Jos MaraMuuoz.ste re-
sisti, e o povo aro lio em seu apoio, de sorle que o
presidente veio frente de 80 pracas de linda do
eorpo de artilliaiia oriental para dispersa-lo ; po-
rom 11A0 o conseguio, e leve de x ollar com aforra
pedindoao povo que nomcasse ums commissao para
doclarar o que lie que quera.
Essa commissao fui Humeada : e dirgindo-se ,a ca-
sa do enverno, exigi a soltura de uro dos redacto-
res da Liberdade, o joven Autoniu Tdoro, garan-
tas para os cidadlot, e o desarmmenio do povo da
c 111 panda, que o governo linda mandado armar.
O presidente aceedeu s duas primeiras exigencias;
mas quauto terceira disse que esse desarmamento
nao poda (er lugar, visto que linda sido ollendi la a
ilignidaile nacional, e era preciso sustenta-la.
No dia 27 correram boatos de que se ia prender
ao depulado Jos Maria Muoz, e que de note re-
di otaria uina revolucAo. Os balalbes brasileiros
conservaram-se em irmas durante essa noile.
No da 28, o ollicial brasileiro que servia de ma-
jor da praca. paseando as II doras da manhaa pela
rua 25 de maio, eucoulroii Jos Maria Muoz a ca-
vnllo, gritando ao povoquese llie reuniese para del-
tar abaixo o lyranno. Reuniram-se :W rapazes, com
os quaes elle cercou o forte do governo, e apossou-
se da guarda, junlando-sc-llie logo mais algons indi-
vi luos armados. Emquanlo isso se passava a tropa
do quarlel dos dragues se declarava a favor da revo-
lucAo. Procurou-se o presidente, mas elle j havia
abandonado a cidade.
A's 5 horas da larde, apresen lou-se a guarda na-
ciuualem frente do Cabildo, coja guarda era com-
poila de soldados brasileiros commandados pelo al-
fees Mello, e deu urna descarga na polica oriental
queseachava postada a pequea distancia. Esta
lar gnu logo as armas e fugiopara dentro do corpo da
guarda. Felizmente apenas u*n mojo licou ferido.
O chefe poltico havia abandonado o posto ao seu
coinroissario de ordens, queprucedeu de igual modo
fazendu-se substituir por um dos revoltosos.
Estes, depois da descarga sobre a polica, quize-
rai 1 soltar e armar os presos. Mas o olli.ial brasi-
leiro que servia de major da praca. achandose na
guarda do Gallillo, onde lambem esl a cadeia, por
ser o centro para onde lodas as guardas communicam
as uovidades, apresenlou-se aos revoltosos e disse :
a A guarda se conserva em neulralidadea respeitodos
vossos negocios;mas eslaodu aqu para vigiar os pre-
sos,nao consentir qua elles s.ejain sollos por qualquer
dos dous partidos. Meus senhores, nAu he com te-
me danto gente que *e fazem revoluroes. Euiao os
revoltones abracaram o ollicial do dia, derara viva
as circumstancias em que eslava a cidade em conse-
quena, dos actos illegae- do Enverno, e deelaraudo
que o coronel Francisco Tajet se aedava er.carresado
das torcas de extra-muros, o coronel l.orerco Balito
du commando da,guarda nacional da cidade, o co-
ronel Jos Maria Solzona do commando do corpo
de rlilharia, dos ez-soldados de linda e mais torcas
organitadas no momento da revolocRo, e que elle
Muoz ficava testa do servico do etlado-maior, al
que o governo se ersanlsasse.
A's 4 horas da tarde houve na casa do governo fu-
saq entre os partidos blanco e colorado, e lili accla-
maram Luiz Limas presidente da repblica ; depois
do que concordaran) no etquecMiento de anligos
rancores polticos, *> na uecessidade da desinteresa-
da e lieni_ellica allunca bnasileira como nico meio
do salvacao para o paiz. E-i vi colorados e blanco*
abracarem-se mulaamenle nessa occasiao. O novo
presidente nomeou o coronel Lourenco lletlle mi-
111-troda guerra e encarregado da reparlicio do* ne-
gocio* exteriores.
A' 10 hora* do dia 30 de agosto apresenlou-se o
general Flores i frente de pe rio de 600 lumen* no
lugai deuominado Confio, onde formn giierrlhat,
mas a forca revoltosa queahi eslava compona de 200
dmense com uma.peca de artilharia, o espelliram
al o Salailuro do Kamires, donde .1 gente do ge-
neral Flores seg>iio para alm da L'nij. Nesse
reconlro os revoltosos fzeram dea prsiuneiros, e
felizmente nao houve derramamenlo de saiisue,por-
que o general Flores nao mandou fazer logo, e o*
contrarios apena* deram alguna tiros a esmo.
Urna commissao do commercio dirigio-se ao gene-
ral Flores c pedio-lhe que rennnciasse a presiden-
cia ; mas a sua nica retposta foi que apenas dava
48 horas para ae renderem, alias entrara a forca na
cidade; e espaldn orna prodamacao declarando que
Ires ou qualro traidores se lindan) levantado contra
a presidencia,, mas que os vencera e castigara, e
que portento os Orienlaes nAo os seguissein, se nao
queriam acorrer no inesmo castigo.
Durante o dia 31 de agoslo o governo provisorio
Iratu de preparativos de guerra. O general Flores
acha-se no lugar denominado Pantanoso, n espera
apresentado lem sido por caan da declarac.no de que
lie para baler os Brasileiros, e que esses mesmos se
relirain desde qoe lem coodecimenlo do ne itralida-
de da divisAo imperial. O governo provisorio com-
pletou o minisleri. Sadiram no Comercio del Pla-
ta as nulas trocadas Mitre o ministro brasileiro e o
governo da repblica.
No dia 1 de selembro, esperando se que o Flores
cumprsse* a sua palavra, as forjas, revollAVas mar-
charan) s 4 horas para o Cordo ; mas elle nao ap-
pareceu.
A' noile corren que a villa da 1,'niAo, que lambem
se havia deelarado o favor dos revoltosos, I 11 ha sido
tomada pelo Flores, e que esle finita fazendo recoar
a forja de cavallaria du coronel Tajes ; porm essa
noticia^ foi sem fundamento. Apenas tinhan larga-
do as armas na UniAo pelo boato falso de que Flores
havia renunciado a presidencia.
O ministro Lacola abandonen Flores e veio refu-
gar-se no quarlel do balallulo quarto de infau-
laria.
_ Durante o dia 2 de selembro ainda sa esperou o
Flores, porm debalde, de sorle que o* 200 domen*
de infantera oriental que estavam dispostos a rece-
bar o ataque, voltaram para o ceulro da cidade, fi-
cando a linda do soleas guarnecida de paisauos ar-
mados.
Foi ao Flores uina oulra commissao de negocian-
tes, e a resposta que obleve foi que tmente renun-
ciara a presidencia se o deixassem entrar eom a ana
forca para reunir as enmaras e desterrar os revol-
tosos. Isla me foi dilo por um dos memb -os
cominis-Ac.
Toda a noile passoo-sc no maior silencio dentro
da cidade, porm dizia-se que Flores quera arca-la
noile. visto que as suas guerrildas viudam iipproxi-
mando-e.
No di* 3 de selembro as X horas da manhaa, no
lunar denominado Aguada, onde e acha o quarlel
do terceiro batalbo de infautaria brasileira, houve
tiruleio deguerrilhas, no qual houve alguus lermen-
tos e martes. Forlificou-se a cidade com barricadas
ao gusto frence/. as roas de entrada. A'*4doras di
larde reuniram-sd os representantes da repblica
para lomarem a!gomas medidas sobre o actual esta-
do de cousas, mas nada poderam fazer, porque ape-
nas comparecern) 14 depuladus e 2 senadores. D-
ziam que D. Manoel Oribe, quo se acha a bordo 00
nm navio hespanhol, e a queni o Flores nao permil-
lio que desembarcaste, declarara nao querer meller-
se em cousa alguma, e que no da 4 do corrale pu-
blicara um manifest para desengaar a seus ami-
gos e inesmo seu irmao Ignacio Oribe, a quem o Flo-
res cliamou a s desnaturando os actos do Brasil.
Hoje, 4 do selembro, nao lem havido sendo pre-
parativos de entrincheramento da praca pelos revol-
tosos.
Convem dizer-lde que lem reinado em ludo a me-
lhor ordem possivel ; nao se lem que lamentar ne-
nhuma desgraca. As ras da cidade tem sido patru-
lladas por soldados brasileiros, que nao lem consen-
tido ajuntamcnlos nem roubos. A di\isAo imperial
lem-se conservado aquartelada e respeilada pelot re-
voltosos. O povo passeia pelas ras como em lempo
normal.
(Carta particular.)
(Jornal do Commercio do Rio.)
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO
15 de selembro.
Foram nomeados presidentes das provincias :
Do Learn, o Sr'. Francisco Xavier Pae Brrelo ,
da Parahiba, o Sr. Dr. Antonio da Costa Pinto e Sil-
va ; do Paran* o Sr. Dr. Vicenle Pires da Molla ;
lio l'iauhv, o Sr. Frederico de Almeida e Albiquer-
qne ; de Sergipe, o Sr. Dr. Antonio Pereira Pinto ;
do Amazonas, o Sr. Dr. Joao Pedro Dias Vieira.
Saude publica.
O ministro do imperio o Sr. conselheiro Pedreira,
aeompandado do Sr. presideole da commissao cen-
tral de saude publica Dr. Paula Candido, visilaram
honlem as enfermaras dos cholenco, do Herond
na Pona do Caj, da Saude e do Broc. Petcorre-
- ram lambem altuns poslos mdicos e diversos corli-
'?.lrWy*J*r' d!7Mo in"Mn*t *!tM^n i tos. Sabemos que encontraran! as enfermaras no
per al, e foram collocar-se as toteas da praca.
Durante a nuite as ras loram policiadas como em
lempo normal; nao houve nellas a menor desorden!.
He verdade que as 2 doras da manti.ia, navendo no-
ticia de que o general Flores viria do Cerro para
desembarcar na alfandega, foi reforjada a guarda
desie estabeleeimenlo com trala homens, mis essa
noticia nao se verificou.
No dia 29, meia hora da larde, o general Flores
apresenlou-se a frente de 150 liomens de cavallaria
uos suburbios da cidade, onde te aedava a gente da
pra ;a commandada pelo coronel Tajes. F'orroaram
guerrildas de parle a parle ; porm nem um nem
oul-o lado rompen o fogo, e o general Flores reti-
ren e para alm da villa da Uniu.
Duranleesse dia o povo Iratuu dtParmar-se; via-se
corrame e espingardas em cima de moito boas ca-
sacas ;e s 2 horas da larde appareceu urna procla-
marlo do depulado Jos Maria Muoz, fzendo ver
ridns innAas'.' Oude encontrar um esmalto mais al-
vo do que nesses denles d'opala que fazam empal-
idecer a penda ? Uro coral mais puro do que sobre
esses labios rosados onde liahilam as grujas/
E essas tongas Iranjas maisbrilhantes e mais ne-
gras do que 3 aza do corvo, de que urna rainba se
11 fanaria para scu manto de corle? E esse garbo
voluptuoso, e essa molleza ranhaelica, belleza tro-
pical ncomprehensivel, desconhecida, que nenhnm
pinc.'l pode Iraduzir, e que a propria Europa nao
suspeitou sb as cores de Van Dck e de Creuze?
Onde, melhor do que aqui, se pode sonhar a ler-
na poesa; onde beb-la em mais longos (ragos,
n'una tara mais vasta ? -
Co, firmamento, clima, sol, bellas noile*, luz ra-
diarte, ludo al a propria (empestade e o relmpago
as nuvens, ludo falla, ludo murmura essa Inicua
divina ao espirito deslumhrado.
B:llo co da minha patria Comn a minha alma
absorta te contempla e le adora .' Onde se le pode
encontrar mais formoso, mais puro e mais esplendi-
do? E que me iroporlam a mim esses cnticos da
Italia, e o azul lo gabado das ondas do Adri-
tico ? 1
Os seus bellos dias silo menos bellos qoe as nossas
noile nais sombras.
Bellas nuiles estrelladas em que contemplo ot mun-
dos suspensos no espajo, como outros lanos zephi-
ros encapes das inAos de Deoa! E queme imperlam
a mim as maravilhas da velha Europa, o seu vaper
e o su gaz, os seos monumentos e a sua grandeza
os seus arsenaes e os sens canhes I Thebas, Alhe-
nas, Roma, Esparla, Carlago! Pleiada de um firma-
mento exlloelo, valeres lu a meus olhos a mais pe-
Suena das estrellas scinlllanles uo meu co adora-
0. Tu so passado, quasi a raorle, urna recor-
dsjao!
maior estado de asseio. j munidas de lodos os medi-
camentos, mdicos, enfermeiros e irmaas de caridade
que por ora sao necessarias, que acharan) nlgun*
pontos mdicos j fornecidos de lodo, eneonlrando
no do Cadete, dous doenlcs sendo um de cholera no
lerceiro periodo, eom de lypho que para all foi por
engao.
as enfermaras, apezar de inesperada a visita,
foram encontrados nos seus poslos os respectivo*
mdicos interno* e enfermeiros. Na do Morund,
havia 4 bolericos, dos quaes s um em perigo de
vida.
Na da Sande 19, dos quaes 4 multo gravemente a-
tacados, e 6 j em convalescenja.
Na do Broc 12, todos com prohabilidades de es-
caparen). Osdoentes estavam em leitos muilo lim-
pos, e convenientemente agasalhados.
Consla-nos que vai ser montada pelo Sr. provedor
da sania casa da Misericordia, a reqiiiiic** do mi-
nisleri dn inlsDerio, mais orna enfermara na fregue-
zia do EiigenhoH'elbo, porque pela sua extenu, e
por ser o bairro m que a epidemia tem-se desea-
volvido mais, nao eraNmllicienle urna s enfermara
na Pona do Caj. \
A admiuistrajAo da unta casa da Misericordia:
lem-se desvelado em auxiliar o governo nesta con-
junclura, e neste empando promelle conlinaar.
Os cortijo* aedam-se em grande parle calado* e as-
seiados, e outros eslao ae catando e limpando com
afinco. 1.) mesmo tero j acontecido em mullas ca-
sas de pesoas pobre*.
Someacoes.
O Sr. primeiro tenenle Giacomo Raja Ga>aglia
foi nomeado lente do primeiro anuo de malfcnaaili
ca da academia da mariuda, e o Sr. primeiro len-
le Jeronymo Pereira de Lima Campo* lente aubsli-
luto da mesma academia.
(Jornal do Commercio de Rio.)
GORRESPONDEIICIA-DO DIARIO SE
PERN ANBUCO.
MINAS GEKAES.
Conceija do Srro 23 de agoslo.
Meu bem amigo.Teodo recebido constantemen-
te os jornae, e j nelle* vi o que c pernei. e aqui
ecrivi. He isso mesmo : esta ludo conforme ; e em
cheio de goslos c por dentro e todo enfatuado por
ser o correspondenle cror de lodas a* Mina* ; e *
houvcr alguem que me dispule o throno, Tarei ama
soberba alianja c*m o prelendenle, e dvidiretBoii
os estado*.
Ku j principio, -a
Com a retirada do Bita. Sr. Dr. Firmino Rodri-
gues da Silva, chefe de polica, pava o* estenio* do
parlamento em Sebastopol (Rio de Janeiro) entran
no exercicio de chefe de polica desla provincia o Dr.
Joaquim Caetano da Silva Guimaraes, juiz de direi-
ft da comarca do Rio Grande. Nlo o conheca pes-
oalminle, porque ainda aqu nao eslava, quaado-
elle exeiceu o lugar de juiz laauicipal, ueste
termo ; mas constante que lie nm magistrado honra-
do e recio, e a sen braco enrgico, na polica, j *e
lem feito sentir em dillerenles .Dgulos da'provincia,
e em dfferenles pocas. Houra tal magistrado!
No dia 14 do correte foi encerrada a correijio
neste termo : o juiz de direito Dr. Jos Ignacio Ac-
cioly de Vasconcellos.geralment* bemquislo em (oda
comarca por sua urbandade, inleltigenca e honra,
foi o juizjque corrigio esta balburdia, que existe tem-
pre eos peqoenos foros, e da roca, on do centro.
Os que nao comparecern! toram multados, nao aprvV
sentando ttlestado compeTente. E a respunsabe|i-
dade, qual espadada Damoclat, l esta suspema la-
bre a cabeca de aguns. Honra a tal magistrado !
.Perioilla-me que d um salto e va agora i cidade
do Serr, onde esbi foncciouaado o jury. Oh qne
cousa boa que tranquilidade I que *ocego S 37!
marrecos, thags, na phrase do sen correspondente
da Parabiba, meu Dobre irmio <,pos que lambem
oceupa um Ihrno Cotrespondeneiaf, etilo no chi-
lindr ; grajea Senergia. dedicaco e honra do in-
lelligeule magislraoo o Dr. Jo* Joaquim do* Santo*
Jnior, juiz municipal daqoelle termo, qne lem da-
do cabo do* crimiuosos, q* infestavsm aqttette tntl-
nicipio. S no* roe* dos culpados de don* eacmftf
eii.lerojM reo* !
O Dr. sanio* entrn em exercicio naquelle le mu
no dia 21 de abril do corrente anno. e foi nomeado
pelo Eim. Sr. Nabueo. Honra a tal magistrado I
Agora aliando ontra vas, a vollando ae* nm la-
rri, nao quero daiitr em esquecimenla e anee jnlz
municipal ; qne aqu chegou no dia 18 lie abril,
vindo de companhia com o Dr. Santo* joiz munici-
pal do Serr, ambos da corte. He elle u Dr. Btstea-
lo Po dn* Mares Guia, joven (te ni apena* 24 asno*
incompletos) iolelliganl* e probo. No dia 18 eaa que
chegou nesta cidade foi etie raeabide per pe*t*> 4
*i pessoas da* mais gradas do lugar, que o arnipe
ndaram desde a distancia de urna legua da cidade.
Foi elle quem veio regularsar este toro, onde se
passavam annos com meia duzia de audiencia*.
Depois da eorreirao, principalmente, Icos desen-
volvido gratlde clividade, e confio nelle qae far
dissipar a negra idea, de que aecusam os habitanaa*
desla cidade, onde se tem dado bstanles aanasina-
los dentro das ras.
Apezar de ser'aanfo de casa e poder-me etteader
mais acerca delle, comludo paro aqui dizendo como
dise aos outros: honra a tal magistrado !
Foi assassiuado no dislriclo de San Domingo* des-
le tormo, um individuo por teu escravo, promplas
providencias conseguirn) a capturado assnssino.jqua
se acha preso e procesado peto joiz municipal, qne
ja o prononcion.
Foi convocado um jury extraordinario para o seo
juramento. O processo acha-se concluido circams-
taiiciadamenle.
Ja edegaram a cidade do Serr, a dez legis dota,
as primeira* carga* Idas pela navegarao do Mucory.
Quanlo he rsto importante para o futuro do norte
desla provincia, nao se pode imaginar Bata dtier-
Ide que importando o transporte de um volme de 8
arrobas do Rio para aqui 229 e a* vete* mal*, (de
maneira que carga de um quadrupede importa em
405 a 509!., pela navegajo do Mucury reduz-se a
20 ou 2>5 no mximo.
Ao Exm. Sr. Dr. VascenjnVk*, presidenle, foi da-
da em obsequio, urna repal^jMjSo dramtica nu dia
G do crreme, na capital lsprovincia : canlou-te
um hymn a S, Exc. dedicado, e depois do hymno *
S. Exc. den umviva a' uniao e concordia dosBrasi- -
leiros e Ires aos Mineiros.
Est dito e sempre dito, viva a allianja !
He fallecido o Dr. Veiga, advogado na cidade de
Ouro Prelo : foi por diversas vezes depulado a' as-
sembla provincial, e era um dos candidatos fu-
tura.
Quanlo ao cholera que anda rosnando la pelo norte
nao tenha medo, porque se o lal he o Judeo Errante,
como o diz Eugenio SUe. ahi nAo entrara,porque de-
fronte do porto esl a Cruz do Patrio, para langer
o demonio.
Olde que se o diabo aproxmar-sc, rouila gente ha-
tera a linda plumagem, na phrase de nm medico
poela.
Dos dos livte delle!
Commuoico-lhe qne esta'provincia continua no
gozo de inalteravel lranquillid.de ; producto esle da
santo allianra.
Addio, mi caro !!.'
PERMBIICO.
Para mim, dedaixo desla abobada pura, que brj-
Iha e me alumia, que me enva os teus effluvic*,
poticas revelajoes Daos me apona com o dedo o
horisonte crescente do imperio da Santa Cruz. Eu
vivo, lenho o prsenle, leudo o futuro.
Bello clima, em que o menino dorme e brinca sb
a la brisa embalsamada, em que a fra velhice lem
sempre um sol, em que as geadas tem grato hlen-
lo, em que o invern de radiante e florido, em que
a onda que murmura repele um cntico d'amor. Por
que nao ama-lo, para que procurar ao longe essas
dojuras ineOves, quo s se enconlram aqui ? E
que roe importan) aa varonis bellezas do Norle. as
magnificencias vegefacs de Hyde-Park? E as mas
estofas. mortferas estufas oodea palmeira lem
um dosenvnlvii lento acandado e racdilico. E que
me importam a mim esses prodigios da sciencin,__
coindnajOes prestigiosas d'azole e do principia car-
donico, para produzir com grande difliculdade m
fructu eem sabur, urna flor sem perfume/
Bella Flora pernambucana, lu nao lens nada que
invejar, lu nao lens rival, a tua maravildosa vege-
tarlo s exige para crescer e brilhar um s dos raioa
do leu sol radiante; debaixo da sombra das tuas in-
mensas florestas onde o cedro he um hysope aos p
do teu gigantesco e bello p.io-d'arco, crescem perdi-
dos nos esplendores da tua belleza oceulta, essa* na-
ves orcdide*s, que a prejo d'ouro a Europa le vem
ruar.
Jardim delicioso, perfumado, verdejante, onde
Dos fez eem du vida o seu primitivo Edn. Eu te
sado, bello clima, qoe prodoze* ao mesmo temro o
mel e o moka, a Iva lAa do algodoeiro, losflo vege-
tal, e a nomina e a baunlda, a baonilha, perfu-
me de Dos I
RECIFE 22 DE SETEMBRO DE 1855.
A'S 6 HORAS DA TARDE.
RETKOSPECT SEMANAL
Principiaremos a nossa revisto de hoje por um
breve reparo, que nos nao parece intil, e espera-
mos ser lomado em consideracKo. Enlre as medi-
da* que mui prudentemente se lem adoptado nesla
cidade, como tendentes de impedir o deseovolvimen-
to de qualquer epidemia, urna ha cuja vantagem nao
podando ser contestada, todava pelo modo por que
se pee em pratiea lorna-se perigosa. Referme-no*
a varredura das roas, a qual, sendo feila ordinaria-
mente s dez, onze horas e meio-dia, horas de maior
*calor, e em que grande he o transito da populacio,
pode sem duvida ser muilo prejudicial pelas abun-
daulesnuveusdepoera, que em tzes occasioes se
levanlam, e que por si s sao capazos de causar
iitii inn
Phanlasia gentil, nesta hora solemne de espeda-

isajao e de progreoso, qual ser oleo desline na*
ellrae / Onde eslao os teus Crebillon, o* ten* Sha-
kespeares, os teus Bacines ? Temos nma tistoria,
trgica, dramtica, pica; urna natureza esplendi-
da me 11 te lyrica, magnificas paisaqens, magestous
matas virgen*, nm sol benigno e vivificador, cujo
nascer no mez de dezembro he urna montanha de
purpura e fogo sabida do seio das ond, espectcu-
lo grandioso, sublime, capaz de inspirar a musa mais
regelada 1
Entretanto, at hoje a imita ja o pelas eousas e*lra-
ndas lem deixadn em esqueciinento esses esplendores
da natureza pernambucana.
Com efteto, ainda nao temos nma lilleratnrn na-
cional, urna lilleratnra marcada disliuctamenle eom
os caracleres da natureza tropical; ainda nao pea-
suimos um Hamelet. nem um Macbeth, uem ana
pengrioajo de Shild-Arold, nem productos seroe-
Ihantes aos das nspirajAes de Lamartine, Goethe
Vctor Hugo, George Sand, ele., etc.; mis temo,
entre nos assumplos de inspirajau grandiosa, infini-
ta, sublime, condijao feconda para a apparijSo du
genio, que nos coube em partilh*, e qoe j vai des-
pon lando.
Que mais accrescenlaremos anda a esle quadro
13o estrello? Pdanlasia parladora, tu fatigas o teu
leilor indulgente, e, aemeldante ao Colibr, Mvoa.
jas e aussiirras sem nnnea descanjar. Borbolela e-
phemera, que toca em todas as flores eem deixar um
visligio, a tua passagem no ar, he a imagem da vi-
da, tu appareces e morrea. Assim faremos nos
leilor, quauto a esle prinfeiro ensaio sem laeo, sem
cohesao, que nem corneja nem acaba. Deixa noia
sem colera, sem murmuraces pasear a phaniasuV l
permille-nos terminar parodiando Horacio :
Sorit nos, stupidi sumus.
{Abdalak-el-KraUf.)


r
phtalmiai, e oulras enfermidades. Em conequen-
i disto parece-nos que, sem se recuar na cunlinua-
o desla medida ulil era qualquer circuinslancia,
h"e com,uJ pratica-la as primeiras lloras da
maiihita. caso nao se possa conseguir a irrigajSo das
rilas, pois que, dad* na circunstancia, porieriam
ser varridat qualquer hora. Dito islo, pastemos a
l.ref. do costme.
Fai snlemnameni! inaUllado, ne dia 16 do cor-
rente, o nova liutpilal portugus provisorio, que a-
caba de ser creado por urna sociedade porloguexa
itc heiielireaeia, ltimamente organisada uesta ci-
dade. O acto da instatlacao foi celebrado no sali
da biblioilieci do gabinale portugaez de leilura, e
elle ailiram e Exm. Sr. bisfo diocesano, e gran-
de numero de convidado distindos. Alguna dircur-
aos aualugo* ao acto se reeilaram por esta oceasiao.
O hospital perluguez provisorio lie sera duvida a rea-
litajao da urna idea generosa, a qual de sobejo re-
ala a caridade que quec o etpinlo de seu, auto-
res, e por certo grandes servaos lera de prestar se
circumslancias extraordinaria, se derem entre nos.
A commissao directora da mesma sociedade de bene-
ficencia, animad i do orna pliilanlropia, que nao de-
ve ficar em esquecimenlo, e das mais fralornisadd-
raa intencoee acaba.de oerecer aos habitantes da ci-
dade os commodos poesiveis do raeimo hospital, un
caso do serem os inesmos necessarios per qualquer
evenlualidade. Digno de imilar he, sem duvida, o
procediiDrnio da sociedade portuguea de beneficen-
cia, e ma.s louvavel do que o daquelles que s se
sembrando de dispender com os bailes e folias, espe-
rara que o governo proveja a ludo, sem o ajudarem
de modo algum.
No mesmo dia 16 a tarde, percorreu algumas ras
do bairro de Santo Antonio a procissao de Nossa Se-
nbora do l.ivramenlo, a qual foi condolida em um
grande carro Iriamphal.
O vapor ingle Tttt enlroo no nosso porto no dia
20, de volla do sul do imperio, e bem poiico adian-
tou ao que dalli sabamos. Algumas demissoes de
presidentes e chefes de polica tinham sido pedidas
o governo, c consta que este, n io estando em apu-
res por falla ile pessoas dignas a quem conflasse laes
logares Aceitara as mesmas demissoes.
.0 estado sanitario da capital do imperio (inha-sc
alterado algum tanto, em virlode rio que a mortali-
dade se tinlia elevado cima do ordinario. Allribuia-
ae esla-allerajao a alguna casos suspeitos do chotera ;
eomtodo nao he desanimadora a pintura que dalli
fazem os jornae-.
Na capital do Rio de Janeiro Irhha-se festejado
wn grande alvorocn eenlbusiasmo o dia 7 de e-
riibro, anniversario de nossa emancipa jflo poltica,
o SS. MM. II., qoe se tinham dignado comparecer
alli, nao se mnslraram sobrios em partilhar dos fes-
tejos dos bous habitantes da ictherohy.
I>a Bahia soubemos que a epidemia reinante ia
desappareceudo cousideravelmenle nos diversos pon-
tos do iulerior, onde ae manifestara ; ua capital, po-
rem, anda se mostrava intensa; comludo parece
los que podemos esperar a prxima exlinejflo do
mal uaquella provincia.
- Tivemus tambera esta semana era nosso porto, vin-
d de Portugal, o vapor da companbia luzobr.ii-
leira D. Pedro II, aqu cliegado no dia 21, e por el-
le livemos algumas noticias de diversos pontos da
Europa, e do estado da guerra. Os Uussos liiiham
sido atacados pelo norte. A juariro, alliada que no
Bltico estaciona.va, causada da louga inacjflu em
que se tinba conservado, resolvera-se finalmente a
pur-se em aclividade. procurando bombardear al-
guns ponlos importantes, guardados pelo inimigos.
As destruidoras bombas e foguctes toram arremessa*
.dos com sanha horrival sobre algum pontos ruases';
e aperar disto anda he duvidoso o mal causado pelo
bombiirdearaeulo, que. se acrelilarmos ascommuni-
cajcs rossas, pequeo foca, e nao corresponder a
acojo; o.almirante francei, purera, communicanrio-
se com o seu goveruu, motlrra-se lalisfeilo com os
resultados alcanzados, O que he cedo be que taes
juges nanea deiiam de ser funestos a pobre huma-
ntdade que sofjre. '
" Cnma tambem *e linha pellajado urna bati-
Ina. Os Russos, desejosos sem duvida de Irazr os
adiados a urna accio qoe osdiverlisse de seus iraba-
Ihos de forliGojaes, toram como qae desafia-los em
ua posjoes ; porm m enconlraram resisten-
cia desesperada, em rnn.equeuciada qual foram re-
riuzidos a uecessidade de retirar-*, no sem grande
perda de sua parle. Alm desta aejao, e fogo de ar-
lilharia troca-so constantemente entro Sebastopol
os alliados.
Em Portugal liaba cliegado de volla de sua vi<-
era a diversos estados da Europa S. M. el-rei D.
Tedro V, e fora alti recebido como era devido a um
annarcha, no qual hoje se resumem as .esperan-
C*a,dosPorluguexes.
a egoada-feira, 17 do correle, leve lugar, na
Ordeui lerceira de S. Francisco, a grande fasta das
Chag.*, na qual, como he de costume, os Terceirns
da mesma Ordena erapregaram o m.iior esmero, so-
p ieinnisando-a com grande pompa e magnilicencia.
Do interior d provincia sabe su de nolavel, qua
no termo de Naz.relh houvera um assa>sinali>, do
qual fra victima o parda Manoel Joilo, lendn-se
prendido o matador, que se acha recolbido cadeia
de tioianna.
Falleceram esta semana 42 pessoai, sendo livres
II Lomen, ti mulheres c 13 prvulos ; e escravns 1
bumem e i mulheres.
Htndeu a alfandega 70:047567.
PIMO D PBMiBUCO SEGUNDA FlRJi H OE SETEMBRO DE 1855
MARIO DE PEBNAMBUCO.
Chegou lionlem do sul o vapor Paran, trazendo-
nos ieruaes da corle com data de 15 do crreme, e
da Baha de 20.
Corra que o governo imperial resolver* mandar
sabir da praca da, Montevideo a divisao brasileira
alli eiistenle.
J linha sido recebido- na secrelarfa da cmara
temporaria o anlographo da lei da reforma eleitoral,
sanecionada por S. M. a Imperador.
I'or decreto do 1* do crrenle foi aulorisad.i a cn-
corporatflo da sociodade aiionyma de Productos
Cliimlcos e Pharmareulicosdo Sr. Vital l.apeyre,
aendo concedida n fabrica da mesma sociedade u l-
tale deImperial.
l.*-se no Correio Mercantil:
O Sr. conselheiro Pedreira, ministro do imperio,
percorreu honleni todas as enfermaras destinadas
para os doentes da epidemia reinante, sendo acom-
psnhado nesla visita pelo Sr. I)r. Paula Candido,
presidente da commissao ccnlral de sHuile publica.
. SS. EE.'Jemoraram-se emsuas visitas desde as
D horas e meia da maniota al as i da larde. Come-
r ram pela enfermara do Murund na Paulado Cs-
ju, onde enconlraram nos seos poslos o medico di-
reclor, o Sr. I)r. Antonio Rodriguts de Oliveira, e
os respectivos iulernos. y
a Passaram dahi a jj^ermaria do morro da Sau-
de, e depois do Krocjpm que serve de medico di-
rector o Sr. Dr. CalvelT
Na primeira enfermara enconlraram'qualro do-
entes. Jos quaes um poucos momentos poda viver.
o Na segunda dezenove, dos quaes seis em conva-
lescenca, nove com probebilidade de cura e qualro
muito gravemente atacados.
Na 3, enconlraram i2 doentes, apreientaado
lodos probabiiidade de cura, e dando alguns den-
Ire ellos em con va lesee nra.
Consta-nos que SS. EE. moslraram-se salisfei-
loscomo estado de asseio, e com os cuidados qoe
ohservaram as enfermaras, lano da parle dos m-
dicos, e internosi'alumaos da Faculdade deMedieina)
como das irmilas de caridade.
Em lodas as enfermaras ha boticas suppriilns dos
remedios ueressarios ; alm dos mefos de desiofee-
cl, da roupa necessaria e das dietas. Visitadas as
enfermaras, passaram SS. EE. a visitar alguna pos-
tos mdicos, e de caminho entraram em alguns cor-
tijos que enconlraram, depois das ultimas ordens
da polica, ou ja inleiramente catados e asseiados, ou
caianilo-se e limpsndo-se.
Esta procedimenlo do Sr. ministro, (piando uu-
Iras vantagens nao Ireuzesse, Urja ao menos, essa
j nao era pequea, a lie convencer a popularlo de
que as autoridades superiores eslilo vigilantes; e que
visitando a enfermara, paiseando e demorando-se
o meio dos doentes, mostrjun qiie no ha motivo
para.que e abandnelam infelize doentes com re-
eio de um mal, que de ordinario s he lerrivel pa-
ra quera zomba dos cuidados hvgienieos, e se deia
arraslar e dominar pelo terror.
Na Haba continuava a epidemia a declinar em
Santo Amaro, Haragogipe e oulro lugares ; e quan-
lo ii capilai eij o que diz o respectivo Jornal em seu
r. de 20:
e A morlandade do dia 18 nesla eidade foi de 63
pasmas, inclusive prclos. ruancas, ele.houve por-
lanto urna dminuieJo de 2i bitos em compararao
con e da anterior.
i A meima gazeta publica mais o seguinte :
A morlalidade do dia 15, lalvez por motivo da
rlmvii que reinou. foi luperior a do anterior. Os
das 1b e 17 npresenlaram menor numero de bitos
pela epidemia reinante, nao obstante haverem os
(res remtenos existentes nesla capital, a saber: o do
campo banto, o da quinta dos Lazaros e o da Penha
rece bulo e sepultado 71 cadveres no dia 16, e 87 no
da 17 ; o qoe estamos habilitados a allanrar por-
que eilrahimos a presente noticia de mappas diarios
los uiesmos comilerios. Nos indicados bitos dos
das 16 e 17 eslflo incluidos os que tiveram lugar
por molestias graves, os de mttitos pretos cscravos e
os de crianeai al de um dia de nasedas.
O Sr. Watson, contralailor da estrada de ferro
deeU provincia, e que bonlem noticiamos ler ido
para Inglaterra no vapor Tay, fez daas viagens so.
bre o caminho vesloriade para inteirnr-ie de ludo
qiianlo lio necessaiio a aclura da estrada e do pro-
nor(e que ofTerece terreno.
i n^''""03 que e"'; ,lcclar" 'reni necessarios
Ja .orx) Irahalhadores de emada, e que procura-
ra eonlrala-los ua Madeira e no Ai;ores ; que os
Roatra-mesire da diversas oflicinas, pratico em
taes obras, e mais administradores operarios virilo da
Inglaterra.
O Sr. Walson pretende abrir ao publico, pelo
manos, vinlc milhas de estrada de cada vez.
I O engeiihniro em chefe deve aqui estar em de-
zenvbro, e o Sr. Walson em Janeiro prozimo futuro
pan se dar principio as obra.
Os qualro engenhei'ros, ajudanles do Sr. V'gm-
nols, Hcaram continuando com os Irabalhos de ex-
plorado
Vamos concluir as noticias qoe nos Iruoie o O.
Pedro I.
Os alliados llnham ja perdido as esperanzas de
lomar Sebastopol este auna, e e.lavain convencidos
de que so um acaso feliz poderia fazer que a famosa
fortaleza |he< eahiese as mos.
la Crimea ronslruia-se um sobrado de dous an-
ea para a residencia do general em chefe das tro-
pas francezas, o que juntamente com os grandes pre-
parativos que se eslflo fazendo em Inglaterra o Fran-
ja annuncia claramente qua llavera ainda alli urna
egunda campanha de invern ; todava he opiniflo
geral, c < (azeta Austraca declara sab-ln de boa
fonle, que os alliados eslo lirmemeiile resollidos a
transportar na primavera proximao Iheatro da gueV-
ra para o Danubio, sendo Varna, Uallipoli, A o
Dardanellos transformados em grandes pracas de
euorra as quaes se estibelecerao numerosas tropas
constantemente promptas para entrar em campanha.
Todoi os portas russos a que for possivel cliegar
serao bombardeados, para o que or'arsenaes ingle-
ses e frapcezes Irabalharlo consj' .ilemenle na oons-
truejao de uma grande qus/ canhoneiras.
Nao tendo podido reduiir por mcio das annis a
ptara forle que asse2 a influencia rossa no mar
Negro, parece que< alliados recorrem agora a um
eipedienle de oiiKj genero para acabar com essa
mesma influencia.
Este expediente cuslnrii bastante dinheiro, mas
nenliuma vida ; he um canal de uommuuica(o en-
tre o Danubio e aquelle mar.
Ei o que se IA no Ttmei a este respeito :
O projeclo de un canal do Danubio para o mar
Negro, projeclo a que j ini* temos referido, allirma-
se que leve a approvajflo de lodas as potencias inte-
ressadas, c parece que em breve ser levado i exe-
curfln. Mr. Wilson, depois de ler Teito, sua custa,
os nccessario< estuiles, associou-se com o conde de
Morny om Parise com conde de lirada em Vienna,
e espera pela influencia combinada dos embaixado-
res da Austria, da Inglaterra e da Franca alcanzar
um firman do sullflo. O canal que s ter 39 mi-
lhas de comprimenlo, substituir 288 milhas de na-
vegado difflcil e perigosa. acabar com a influencia
rossa no Danubio, e dar* grande ficilidade expor-
tacjlo dos cereae da Austria o da Servia, da Vala-
chia e da Bulgaria. Os pontos de partida parece
que sao Rassova, subre o Danubio e a baha de Kin-
lendji no mar Negro.
O Miado sanitario dis tropas alliadas nao era ain-
da satisfactorio ; bem que o cholera livesse q.iasi lo-
lalmenle desapparecido dentro ellas, todava oaleas
enfermidaries, taeuomo a fehre typhoide, o escor-
buto e as fehres nTermtentes os eslavam fragellan-
do. A morlalidade regulava a Am por cento ao dia
o que por si s basta para em pouco mais de tres
mezes dar cabo de lorias; entretanto os Kusios nao
sao mais felizes, pois consta que ainda entre elles la-
vra o cholera lm de oulras enfermidsdes.
O principe (iortchakofl mandn smpender o fo-
go de lu/ihiria e de arlilheriaem toda a exleusao da
linha rossa no dia em que no campo dos rdliadosse
celebraran) as exequias do commandanto em chefe
das tropas inglezas, general lord Ragln, os allia-
dos, de sua parte, querendo corresponder a esta de-
licada ilemmistrarilii de respeito, suspendern) tam-
bem o Tono em lodas as soas lindas no dia em que
foram celebradas em Sebastopol as exequias do al-
mirante Nanrhikoff.
A respeito rite general que he representado co-
mo o typo do soldado russo, afllunasc que desgos-
toso se expozera de proposito a morir.
Ven lo que iam sendo metldos no fundo do mar
os navios da esqoadra que tto gloriosamente com-
mandava, pedio sahir com os que restav.im para
combalero inmigo, e comoisso lite no fossecon-
cedido, dirigi orna representarlo ao grao duque
Constantino em S. Polersburgo, mas em vez da sa-
lisfacflii queesperava, reccheu em resposla que o
primeiro rieyer rio soldado era n obediencia. Desde
entilo o almirante mostrou-se sempre mui reservado
e melanclico, acabando como j em oulra occasiflo
aoliciamoi.
Segundo annunciara a Preste d'Orienl eslava pa-
ra haver una modilicacao no commando dos eterci-
tos russos.
0 principe Gortschakofl deixaria a Crimea para
lomir a directo do ministerio da guerra, sendo
substituido no posto que oceupava pelo general Mo-
rawierTqve commauria na Asis Menor. Este seria
substituido pelo general l.udePs que commanda o
exercito da Ressarabia, o qual p.is mandadaj)elo general Ostcn-Sacken commandanle
da Euarnicao de Sebastopol.
llavia cliegado a Pars o general Canrobert ex-
coinmaudaiiie em chefe das tropas francezas em
operarn na Crimea.
O imperador recebera-o muito bem e "logo depois
o Horneara senador do imperio, havendo quem af-
lirme que brevemente ser tambem nomeado mare-
chal de Franja.
Eis o que a seu respeito se le no Moniteur :
O general Canrobert cheeou honlem a Pars];
s as ordens positivas do imperador poderam resolve-
lo a separar-so dos seus companhuiros (farias, e
aproveilr-so do repnuso que as fadigas da guerra
Ihe haviam tornado iudispcnsavel.
o Com vivas lembrancas d'Alma e Irkerman, o
exercito do Oriente, que durante as Irabalhosat pro-
varoesdo cerco, pode appreciar a constancia iirl-
balavel dj general Canrobert, sua amizade do sol-
dado, por occasiSo da sua partida Ihe deu os mais
evidentes leslemunhos de saudade e afleic,ao. Em
Conslaulinopla, em Marselha, em Pars, desde a sua
chesada, o aeneral lem encontrado por toda a parte
a expressao dos mesmo's sentimemos.
e O imperador receben o general Canrobert do
modo qoe merecan) os seus eminentes dotes, e rele-
vante servidos.
A rerepeflo da rainha Victoria em Paris foi, como
j.i dissfmos, mui magnifica. Concurren para isso nao
s a allianra estreila que reina boje entre dous pa-
zes, semlo lambem a circumstancia de ser esta a
primeira vizila que a capital da Franja recebe de
um inonarcha da Inglaterra.
O Jornal do Commerclo de Lisboa publica sobre
esle assumpo as seguinte* considerajOes :
Osjornaes inglczes a proposito da visita a Par
da rainha Victoria, commemoram a visitas a Franca
dos dlITerenles monarchas da Inglaterra. A mais no-
lavel foi a de Henrique 8. a Francisco 1., o qual o
convidara para Iralar da allianja que elle desejava
eulabolar prevendo um rompimeulo com o impera-
dor Carlos 5.0.
^ O encontr dos dous monarchas leve lugar entre
Guies o Ardres. no mez de juuho de 1520 Cama
ilu Drap d"or (campo do panno de ouro) onde os fi-
dalgosinalezese francezeoslentaramoin luso inau-
dito,, de soile que Du Bellsy, testemunha ocular
dessas festas, disse : Ellej trouxeram s coslassuas
floresles, os seus prados e os seus carneiros.
O resollado da allianra intentada fui nenbum,
porque Henrique 8. lomou parlido pur Carlos 5.
conlra o qual era Francisco 1. A rainha Victoria
em 2 de Miembro de 18W leve urna eulrevisla no
palacio de Eu com o rei LuixFclippe.a qual de pou-
ca importancia Toi. A Pars ncnlium inonarcha n-
glez foi como visilante; entrou l algum como ven-
cedor, ou fugindo a um desastre ; por isso visila
da rnuha Victoria he especial por todos i llu-
los.
No Peridico dot Pobre no Porlo l-se n seguinte
correspondencia de Paris na qual sao descrplos os
preparativos felo para a recepeflo dos augustos vi-
zitanles: *
Porfs 18 de agosto.
Esta manb.la os boulevards foram oceupados
por urna raoltido de curiosos, que ha dous das a
esta parte se mostrara muilo alientos aos prepara-
tivos de recepjao da rainha Victoria, e que creace
continuadamenle com a chegada de oumboyosdo ca-
minho de ferro procedenles das provincias, c does-
Irangeiro.
A decorocao de toda a linha dos boulevards,
comejada ante honlem, conlinuou, e conclue-se por
lodo o-dia de hoje. Os carpinlciros deram por aca-
bados honlem a larde, oo esta noite os Irabalhos da
peras principaei. Hoje de manhaa oceupavam-se
com o adornos.
Vamos passar urna ligeira revista ao esparo,
que lem de percorrer no sen transito a rainha Vc-
lona, Hm prelengOes de fazerjuma descripcao com-
pleta, e acabada, porque os pormenores seriara nli-
Hitos, e por oulra parle a hora em que escrevemos
anda nao esta ludo concluido.
o Como todos sabera, o caminho de ferro da norle
le entroncado na linha de Strashurco, e a entrada
da rainha de Inglanterra deve effecluar-se pelo de-
sembarcadouro do Oriente.
a A exlreraidade da estrada foi convertida n'um
verdadeiro jardim de flores. Das abobadas do ledo
pende nina mhnidade de grandes handeiras verdes
incoloros, com ahelhis, ou ese rlate, azues a ama-
relias com as armas inglesa. O mbito da enseada,
ou das galenas acha-se guarnecido de handeiras, de
escudos de cidades ingiera, e francezas. anscom a
ellra IS toutroscom a leltra V., de cortina escar-
ales, e gruialdasde folhagem. Ha banquetas re-
servada para as pessoas mais disliuclas e no alio das
galenas para os convidado*.
Ao sahir da enseada, a rainha entrar n'uma
da sala de espera Iraustormaria em salao lodo for-
rado de*elludo escarale com franja de ouro, no
qual se, verflo entrabadas por loda'o parte as'le-
Iras 11. e V. (rainha Victoria.)
A escudara, e paleo eslarao juncados de llore,
e guarnecidos de larangelras; e da fachada do edificio
salunlo aguias dourndas, e handeiras de todos as
core.
a A partir da enseada corneja urna linha de mas-
iros empavezades, que se estendem por todo o bou-
levard Slrasburgo, pelos boulevards, e campos
Elysios. '
Obouleyarddesirasburgo.no qual ha ainda
alguns edificios por concluir, e restos de jardn, es-
tar cheir. de bancos, e de lerrajos improvisados
onde lnverii lugares numerados para os curiosos, e
ciijo prejo varia sesundo a diversidade de pontos de
visla, de 10 a 25 francos. As casas novas alugam as
uas janellas e halces desde 80 al 30n franco.
Em frente do houlevard de Slrasburgo, e ao
cliegar ao houlevard de S. Diuiz, os maslros formam
um quneoncio. No meio delle, olhando para a
enseada, esl.i urna estatua decorativa, qve represen-
ta a cdade de Paris, rodeada de Iropheus, e de pe-
je de campanha.
(i \ algn passo daquelle local, junto porln de
S. Diniz, e em linha parallela ao houlevard, ha um
pequeo prtico de plianlasia. onde se | em carac-
teres gigantescos :-0 9'. balalliflo da guarda na-
cional o rainha Vicloria.
A fachada do palacio Bonuc Nouvclle achar-se-
ha lambem flanqueada por urna immensidade de
bancos, onde haver. igualmente lugares para alugar
aos que desejarem ver o espectculo.
No alio do G\ mnasio, e sobre a fronlaria do edi-
ficio, navera urna detorajao, que representar as ar-
mas de franja, e de Inglaterra, cora eslas riuas ins-
cnpcoc 18 de agosto de U, 16 de abril de
I8.V1, 1 dala da viagem do imperador.)
Logo abaixo urna grande bandeira cora 1 se-
guate inscripjao ;
Ujiirw, forra, e desintereste.
vai-sc Iprnanito cada vez mai consirieravel : os ca-
f os rcjuauranles, os estabelecimentos publico, e
m cirjrOlos lern decoradas as suas jafellas cora ban-
dereas de lodas as cores, e com pavilhoes inglezes,
turcos, piemontezes, a mistura com a bandeira tri-
color,
De espajo a espajo fluctuara por cima rio bou-
levan! algumas handeiras collocadas em linha trans-
versal.
Defronte da ra Rougemonl, os maslros lem a
seguinte inscriprao : le Coiruiloir d'escomple de
Pars. r
Um pouco mais adianle, por cima dos escudos
do J: balalhao. apparece frequenles veies repelida
a palavra Welcora ( bemvinda.)
A casa de columnas oceupada pela manufactura
i Aubasson reprsenla duas magnificas lapejarias,
onde se vem bordaos a armas de Franja, e as de
Inglaterra com as suas molduras de velludo escar-
ale.
A casa que est em frente do Ihealro das Va^
rierijtdes, lem um bandeira arvorada com asegun-
le legenda : God save Ihe Queen.
Ao cliegar a rus Vivionne, encontra-M de cada
lado do houlevard um prtico, com asegointe legen-
da no meio:
A S. M. a Rainha Victoria.
A S. A. R. o Principe Alborto.
E de ambos os lados :
A S. M. a Imperatriz.
a S. M. Napoleao III. *
Fra preso ltimamente ero Jersey um irni,lo do
ilaliano Pianorj'que alentara coutra os dias do impe-
rador dos Francezes ; parece qoe fra d'America de
proposito com a intenjilo de vingar o rmflo, cir-
cumstancia quo nflo Iralav 1 de occnllar.
Na Inglaterra nada hsvia occorrido que mereja ser
mencionado, afora a pror'ogajflo do parlamento, e a
partida da rainha para Pars de queja demos noti-
cia : pronunciaram-se loriavia na cmara dos com-
muns na sessao de 8 do pastado dous discursos nte-
ressanles de que o Jornal do Commercio d conla
nos seguintes termos:
Na sessao rio dia 8 da cmara dos communs na
discussao do bil de fundo consolidado, lord Jrihn
Kussell fez um longo discurso, era que novamenle
fallou acerca rio seu procedimenlo as conferencias
de Vicua ; e discurren acerca da poltica) era geral
deliro II.-clan ha rom referencia aos deraais esta-
dos da Europa. Como parle das soramas a t,ue diz
respeiloo hillse referem Sardanha, o nobre lord
discorreu acerca da poltica daquelle paiz, enume-
rando asrirrninslaiiciasdeploravesem que se echam
o* Estados Romanos, aples e a Toscana.
Lord Plmerslon dsse que Ihe pareca nao ser
esta conjunclura propria para disentir os tpicos em
que linha tocado lord Russell. como a oceupajao de
vanos ponlos da llalla pelos Amlriacos.e a de Roma
pelos francezes. Disse que o re de aples eslava
influenciado pela Russia ; que a guarnijao de Roma
linha sido reduzida pelos Francezes, que o Austra-
cos tinham retirado da Toscana,e que as suas guarni-
eres nao tinham sido augmentadas n'oolros ponlos.
Que se a retirada das forjas etrangeiras que guarne-
cem varios ponlos da Italia, fosse n signal para co-
mejar um governo mais favoravel aquellos povo,
aconselharia que aquellas tropas se fossem no diase-
guinle ; porem que infelizmente nenhomas esperan-
as havia disso.
-Concluio dltend, qne os gabinetes nglez o fran
ce? irahalhavaui unidos para tornar melhor a condi-
j3o dos estados rio papa, e para facilitar o desenvol-
vimenlodos seos recursos, e a sua independencia,
tendo anles referido os esforjos feilos pelas ponten-
ci.is continentaes m favor de urna reforma adraiuis-
traliva oestes estados.
No dia 10 porm, Mr. Bojer defendeu carolosa-
menle o papa contra os ataques que Ihe tinham sido
dirigidos, que nao havia ua Europa soberano mal po-
pular qoe elle e negou que o seu governo se oppu-
lesso reforma. #
Todava, sem embargo do que dsse o i Ilustra ora-
dor, o estado da Italia nflo he com elTeilobom. Em
Roma abundan) las sociedades secreta o em varios
ponlos, em aples principalmente reina grande agi-
lajao, bem que segundo parece, seja promovida por
intrigas d Franja e Inglaterra em vinganji da pre-
dilecrflo de que o soberano daquelle paiz deu
moslras em favor da Rusa, prohibindo a sabida do
cerears e nulrOs genero que os alliados l compra-
vam para abastecimenlo de suas tropas na Crimea.
Os periodir >s inglezes e francezes sao concorde
em scusar o governo napolitano da mai ores cruel-
dades, e tal he oldescomedimenlo com qae o fazem
qne o embolador de Napol" em Paris represenlou
contra isso ao governo de Franja, o qual lodavia ne-
nlnmi.i providencia deu para obstar ao mal ; entre-
tanto, sogu-ndo noticia o Daily ..VeiM, o prncipe
Mural faz co;rer na Sicilia urna proclamajflo, n
qual diz que he chegada a hora do povo levantar-se,
que nao qner imporse-lhe, mas que est promplo
para responder ao seu chamado.
O correspondente de Paris da Iniepenlence Bel-
ge ricscreve nos seguinte lermns os motivo de quei-
xa que lem a Frauja e Inglaterra contra rei de
aples :
O aggravos da potencias oecidentaes 3o mu,
los ; lembramos alguns delle.
t) governo napolitano prohibi a exporlajao
de coreaes, poslo que a rnlliraj de 185 ro reconhe-
cidamente muito superior as Rffcessidades do consu-
mo, e a de 1858 igoalmente foi boa. Desle modo
privn a franja ea Inglaterra de um meio fcil de
abastecer os seus exercitos na Crimea.
A massas ficaram livres. EniSo verficaram-se
mudas Iraiisacjiies, especialmente pelo negociantes
de Marselha para grandes compras dessas massas,
aliin de substituirem, tanto quauto era possivel, o
Irgo e farinha nos fornecimenlos do exercilo. O
governo napoliano nflo se alreveu a prohibir direc-
ta e publicamente a exporlajao, Recorreu a meios
indirectose menos dignus.
Poz em aejao a sua polica nao sopara impedir,
mas at para obstar materialmente a que as fabri-
ca e preparaise a quantidade declarada para ex-
porlajao. '
A Inglaterra e a propria Franca, ainda que
com oulra condijOes, alislam Ingies eitrangeiras.
No lerroiio de aples nao se faziam alilUmenlos.
Porm os subditos desle reino, e nbmeadamen-
le os Siciliano, acodiam a offerecer-se em grande
numero, nos locae destinados para o alistamenloj
O governo napolitano ordenou a lodos os seus agen-
te, que nao concedessem nenhum pasiaporte para
Tora do paiz, sem que aquellos que os solicllam -e
obrigassem por escriplo e com funja a n.1o se
alislarem as legies c Os governo de Franja e da Inglaterra nao po-
riiam olhar inriilferenles pura estes actos e oulros da
mesma natureza.que eonstiluem o governo napolita-
no n'uma posijJo que pouco linha de neutral. Eslon
informado de qae dirgiram ao gabinete de aples
communicajoes olllciaes para informar o governo
do rei remando qu um tal estado de cousas, con-
trario aos sens deveres de neutralidade, nao poda
conjinuar. A Franja e a Inglaterra tem do alistar
os seusinteresses ec seu direilo.
Em urna carta de Roma de 15 do passadb le-e o
segu nle sobre ele mesmo objecto, bem como sobra
o nio estado de saude do papa,
O papa 11S0 goza de boa saude, apczr do exor-
cicio qie faz diariamente.
A Franja ea Austria, no caso qoe morra, lem
disposto os seus candidato. A Austria quer o car-
deal Autonclli e a Franja Luciano Honapacle. Me-
dila-se em Londres e Paris dividir o reino das Duas
Mcilins. Os dous gabinetes ettao decididos a nao
perdoar a remando IIa sua aflei'jao a' Russia; ain-
da que moslre neutralidade, a sua ariheto a' Russia
transpira em todas a suas aejes. K Inglaterra quer
a Sicilia, porque sera elia Malla nao he mais do que
orna rocha rida. A Franja quer aples para Mu-
ral.
A guerra cnmcj.au pelos discursos e arligos
dos peridicos, lord Plmerslon e lerd JohuRussell
fallam conlra o poder napolitano, e os peridicos se-
mi-oflleiaes de Paris deMmpenham o mesmo papel.
Parece que esta carta explica de alguma sorte urna
derlarajao que fez lord Palmertton respondendu a
Mr. Boyer.
Espero, disse elle duas vetes, que a llalla goza-
ra brevemente do beneficio de um governo mllior
do que o que boje posiue.n
As relaooes espntuaes da Santa S com os gover-
nbs de Hespanha, Sardenha e Suissa sao sobre modo
delicada.
A suppressao das orJens religiosas e abforprflo dos
ben das mesmas pelo governo ao, como ja m ou-
ira occusiao noticiamos, ascausas das pendencia com
o dous prime.roj, as desintelligencia com o ultimo
versara sobre pontos mui dilTerentes:
Esles ponlos a> dous.
Eis em que t*nos da conla delles o Jornal do
Commercio ae Lisboa :
< O primeiro be 1 nlrodoejao no canlflo de Tes-
sino rio matrimonio civil. O novo governo deste oan-
tao soparon por urna lei rcenle a verifcajao legal
de matrimonio da sua consagrijao religiosa. Esla
medida ia em pralica em Franja e ua Blgica pro-
vocoii a indignajo dn Sania Se. No protesto do re-
presenlanto de Roma na Suissa o casamento civil he
comlemnadocerno aproclaraajao oflicial de urna as-
semblea autorsnda.
A oulra causa de desinlelllgencia he que ucan-
Uo do I essino em parle esta debaixo da uuloridade
espinlualdoarcahitpode Miln eem parle do bspq
do Com. As autoridades para por um termo aos
mov.inenlosque resultara rirsia dependencia de dous
prelados estraugeiros solicilou que Ihe rese conce-
dido um prelado seu. A corle de 'Roma negou-se a
esle pedido, e as autoridades resolveram nomear e
aprosenlar os curas canlonaes.u
Relativamente ao Piemonle, na allocucao feila pe-
lo sanio padre em um do ..llimosconsisloriosiie-
crelos celebrados era Roma, foram declarados ocur-
sos em exeomnmnhao inaior e em (odas as censuras
e ponas nnpo.las pelos sagrado, caones, lodos os
que por qualquer r.irma concorrerem para a lei re-
lativa a abolijao dos convenios.
Esta noliria he dada por urna caria escripia da ci-
de Fur"' "egund0 affirm" f""n""te:, gazela
Em quanlo a Hespanha, o nuncio do papa pe-
din.lo os seu pasaporles, declarou quo sua samiria-
descvira iiadolorosa nacessidade de fazerceara
sua represenlaj.10 uaquelle paiz em consequencia
dos fados pralicados contra a religiao e contra a
igreja cora manifcsln infracjilo da concordata exis-
lente entre a Santa S e o governo hespanhol, e por
lerero si lo imitis ot proleslos conlipiiudos feilos era
nome da igreja.
Depois da retirada denuncio, enviou o governo
de Madrid um memoranaiim ao papa explicando a
sua conduela e defendeodo-se das increpajoes que
me eram (eilas, mas sua ssnlidade, nao julgaudo
prov.velmente satisfactorio ete documen o, tjatnu
no consistorio secreto da 26;de julho da quistflu com
a Hespanha. M
O Jornal do Commlrc0 4, Uliloa ,ta seguinje
Mnelo da allocucao por elle euUo pronunciada, a
qual fra publieaa pelo peridicos de Madrid:
O sauto padre refere-se em termos genricos aos
aggravos quejulga haver recebido do gov.rno hes-
panhol; prolesi conlra a viulajao da concordata,
declara irritas e nullas lodas as lois odensivas da
mesma concordata e com o m.ior afflnco insta, ex-
borla e admoesla os autores de lanos alternados pa-
ra que se lembrem que nflo podem evitar o castigo
de lloos^ que sempre cahe sobre aquellos que nflo le-
memattligir e vexarasua sania igreja.
" Depois elogia os prelados que sem intimidarem-
se com nenhum perigo levantaram a sua voz epis-
copal em defensa da causa da igreja ; iguaes elo-
gios leude ao clero, e aos Ilustres verdes leigos, que
rom a sea voz e rom os seus escriplos exaitnram os
direitos da igreja latina, a conriijo deploravel a que
actualmente se acha reduzida a najSo hespauhola e
a sua rainha.
' .F "l-'"10 diI Mnl P>"Ue 1a "nceseanle-
menle de da e de uoiln ora e supplica com fervo-
rosas preces ao elemenlissimo pai das misericordia
para que, com o poder do seu brujo, ainda. riefenda
c livre de lodas as adversidades qua amigum a sua
sania igreja, opprimida por Unas calamidades era
todas as partes.
O santo padre nao falla na escomunho mxima
nem mnima MM documento, como anles se dis-
sera.
A' vista desta allocujflo do Sanio Padre, o gover-
no hespaumil mandou quo sem demora fossem pu-
blicados lodos o documentos relativo s negocia-
rles rom a Santa S desde 1 de dezembro do anuo
passado ato 18 de agosto do correte, precedendo es-
te decreto do seguale relatorio a' rainha;
benhora.A allocujao pronunciada por S. S.
no consistorio secreto de 26 de julho, com relarau
aos negociosecclesiaslicos de Hespanha, exige qu'e o
toverno de V M. manifest a najan quem he que
lem procedido com prudencia e cordura, e de quen.
tem vindo a aggressto.
Bem podera o governo eximir-se a qualquer
manirestajao dos seus actos e do seu procede ; a na-
jilo reunida era corlesjii o julgou, e da sua stnlenca
nflo ha appellajao.
Tamben; podera, imilando a crcumspecrjSo e
lino cora que gjecederam alguna dos augustos pro-
genitores de VTM.. e procedendo dentro do circulo
de nossas antigs e venerandas les. recolher a mano
real a monitoria, 011 com o seu silencio duixar su-
jeitos a aejao dos trbunaes, os que em coulravcn-
Jflo das leisse allrevi'ssem a publica-la.
Nunca esla medida seria l.lo juslificada como
na* ojrcumstancias em que a n.ic.io se acha.
Qaaudo se preleorte trazer a religia para o
campo da poltica, quan lo os inimigos du lliruno de
V. M. e das mslituijes teem querido convrrter em
religiosa a quesillo que-ate agora fora dynaslica e de
principios ; quaudo a sombra do principio religioso,
o socialismo e o absolutismo, em sacrilego consorcio
tem levantado pola primeira veza cabeja n'uma das
principaes cijades Ja monarchia ; quando em todos
o ngulos da pennsula os eternos inimigr do so-
cego publico se atreven) a promover perturbajes
euju nico objecto he destruir, som ideas para edif-
ncar, o governo leria usado do seu direilo com
mais opportunidide que nos lempos de (ranquilli-
darie, nos qutes o Ihrouo, a dynaslia e as institu-
roes do paiz au eram comhalidas, nem no terreno
pacifico da riiscassao, nem no .1 venturoso das armas.
Porem he iao clara a razao que Ihe assiste, e
por tal forma harmonisou os eu,s actos com js con-
veniencias da greja e do estado, que est;. ffn^ako
de confiar a publicdarie, a mais completa puliliaSa-
de a sua delTeusj.
Para couseaafr esle proposito nada mais conve-
niente que dar a*ftiz os documentos relativos as ul-
timas negociaroes, lodos os proleslos de cardeal se-
cretario de estado, c do encarregadu de negocios da
Santa S, e de lodos os despacho e olas em que o
governo de V. M. e o seu ministro plenipotenciario
em Roma, lem destruido as queixas e reclaraaces
de que foi objeclo o seu proceder.
Al as itstrucjes e despachus reservados, do-
cumentos que nao he costume publicar, deseja o
governo de V. M., que nesla solemne occasiao ve-
jm a luz publica.
Deste modo ser noloru a sua imparcialidade,
e a monitoria de S. S., injusta na suhsiancii e vio-
lenta na forma, raceber a mais cabal respoila em
ludo que se refere materia ecclesinslicas.
Em quinto as mais que cumprehende a monito-
ria, ogo/ernode V. M. pela sua propria dijnidade,
.peloTespeito que consagra a dignidade dj. igreia,
deve luniiar-su a protestar.
a O governo alo recouhece, como nenhum gover-
no indepcndenle jamis lem reconhecido. o direilo
que preteiUJe arregar se a Sania S, de declarar
nullas as lei fetas por V. M. com o concurso das
cortes ; de appreciar falsamente a situajao da nossa
patria, estabelecendo urna especie de dislinccao ou
divorcio entre V.M.,a mijao e o.igoverno ; do por
em duvida a legilimidade das compras de bens que
foram eccleaiestico, alienados em virlude das le
civis, a que ja annuio e appcovou a Sania Se.
Pelas considera je exposlas, o conselho do mi-
nistros julga cumnrir com |os sous devore, satisfa-
cen lo ao mesmo lempo as exigencias da opinao na-
eional, submettendo a approvajilo de V. M. o se-
guinte projeclo do decreto.Madrid 18 de ngoslo de
18.K. ( Seguem-se ns assigualuras dos ministros.)
A imprensa liespunhola acha-se dividida, uns lo-
mam parte pelo papa, oulros pelo governo ; desles
qua*i torios perteiicem ao partido progreseinla e de-
mocrtico ; tal he a excitaran por elles causada en-
tre a mullidflo iuexprienle que por pouco nlo foi
queimado na capital duquella najflo o relralo do pai
commum dos catbolicoi.
Eisxomo a esle respeito se exprime o Diarlo Hes-
panliol:
As incilajes da imprensa prngre crtica deram honlem o seu fructo, eslando a ponto
de lanrarem am borrflo de ignominia sobre a calho-
lica Hespanha, segundo diz a Soberana NrcionaLu
preparava-se urna manifeslarflo popular conlra a
concordata, e parece que o governo nao he de todo
estranho a ella. Beclvamenle eslava ludo pre-
parado para o sacrilego altenlado de qoeimar o
relralo do summo pontfice no meio dn praja
Maior. havendo duzenlas pessoas para eae fim,
entre ellas mulheres com cestos e pessoas sus-
peilas, e as duas da tarde por-se a guarnijao em
armas. Os manlfesladoies que honlem parodiavain
os autores das ultimas grosseirs semas a que se
entregou o povo proleslanle da Inglaterra, renni-
rara-se finalmente, e para os fazer desistir do sea
intento foi preciso que o governador de Madrid Ibes
fallasse em termos mui enrgicos. Nao se < negou a
alterar a Iranquillidade: os babilanles parecinm
consternados. esMario solitarios o silus de | asseio.
A Sacian repnWara olla me nle lae demonulrajes,
lemhrando al que em quanlo o soldados do pode-
roso Carlos V, alacavam Roma em lorias igrejas da
Hespanha se faziam preces em favor do vigario de
Jess Christo.
Varios oulros peridicos censuraran! lambem os
(ermos em que est concebido o despacho cireolar do
governo com referencia i queslflo com cr| de Ro-
ma, nao o julgaudo digno nem do governo que o
publica nem da augusta e sagrada pessoa a que he
dirigido.
Eis aqu como um delles se exprime :
Ha perlo de um mez que o nuncio de sua san-
lidade uestes reinos pedio os p.ssaportes e abando-
nen Madrid, ficando desde eniao inlerrompidas as
relajes entre o nosso governo e a Santa S. Desde
aquella poca nada era mais necessariu que 1 publi-
rajflo dos documentos e noticias conducentes ao es-
clarecmenlo de um assumpto de lana impirtancia
para ama naalo catholica ; e sem embargo, esse
passo, cuja d^klajflo conviuha abreviar n .governo
hespanhol, fm-q retardando conlra a geral especla-
liv, estimulad pelos repelidos annuncios de que se
dara luz um extenso memorndum explica1 orio das
causas do rompimeulo c desuado a juslilici r a con-
duela do governo, demonstrando a sua inculpabili-
dade naquelle grave successo. Honlem, por flro, ap-
paroceu na Gazeta OfttHal etle eaperado docir-
menlo.
Nao pudemos occullar e fallaramos ao nosso de-
ver de escrplores e i nossa consciencia.se tal fieesse-
mos; a profuuda irapressao de desgosto ijue nos can-
sou o seu conledo, porque n verdade nao o ere-
mos digno nem do goveruu que o publica, nem da
augusta esagrada pessoa cojos actos censura, nem da
gravidadee transcendencia do assumpto sobre o qual
versa. Oulra rma mais elevada, oulro genero de
consideraje e de respeito* Imitamos direilo a espe-
rar do governo de um povo calholico.
a Todava as supposijoes que nflo vacilamos em
classilicar de inconvenientes e irrespeitoias, e sobre
as quaes na gira a maior parle do urguim nlo, nos
cansaran) dolorosa sorpreza, nada nos sorprendeu
sera embargo os fados assenlados no memorndum,
nem a disenssao obre elles enlabolada, poique dea-
de o celebre discuio do Sr. Madoz, que iraaginou
ela deploravel queslau, pode prever- quaes se-
riam os seus Iramile successivos, e o mu final desen-
lace, atsim como os termo em que prelendesse apoiar
a sua conduela o governo.
Eslrauharaos, se lemos por urna grave e iuexpli-
eavel falta, quando to legitimo interessedevia exis-
tir, e exista rom effeito ua He pretendida razao do divorcio com o pai commum do
liis, a que condemnava os Hetpanhoes aquella con-
duela do seu guvernu. se publicou na Europa alguna
rtia anles que na Hespanha o memorndum em
que aquella razflo te consigna. O Diario dos Deba-
{** ebegado pelo correio de honlem e publicado em
Pars ha .> dias insere j a copia do documento ofD-
cial, que haver sido conhecido por muilus nacoes
antes quo a nossa. Nio sabemos c entender o go-
verno que semelhanle desdem para o sentinenlo dn
nosso povo, pa> a a justa miciedade do paiz, era cou-
dijau inseparavel da absurda appellarao que julgou
conveuieule fazer a orbe catholica contra a cabeja
yisivel da igreja. possivel seria, porque depois desle
incoucebivel desacert, que he sera embargo, um
facidesgrajadamente positivo, revelado pelo me-
morndum, escassa novi lade offereca aquelle oulro,
menos grave, relativamente, e que sem dilllculdade
possa justar-se as regras de conduela adoplida pelo
goveruu eui ludo esle asiumpto.
u Tambem eitrauhamos que relerindo-sn o me-
morndum a urna ola ou communicajao dn nuncio
de sua sanlidade, cujas concluses se pretende re-
fular, se luja oceultado a publicajao dessedocumen-
lo alo importante para o juizo que haja de firmar-e
de soiilroversia, sobre ludo por cwe tribunal da
Eaopa e do mundo, que nao rouhece os pnrmeuo-
ra ein o curso da queslo. O governo el.i no de-
ver da subsanar, publicando quanlo nle a coramu-
nioacao a qua o memora>nJi.m se refere, qae foi
entregue ao ministro do eslrangeiros, por M. Fran- .Osjornaen8lo-indianos considerara esla etpe-
n Cal!eo1'7',anM"Porle"- "'o contra o Tl.ibet como ua. hom felo de armas
JaniPs^Sf ffran1 q mai. aiiearbau a parao IndosUe. cham.m-lhe de urna m.oeira mu
; lnrM.r "" ^A T ^""H' ln,,Bre*e'- wrwta A !! pelo qual o e
IT1Z r, e!um.IO ?mfielll' ,peU BeH,led" CM* du ardur mili",r e Jung llahadoor 'podara es-
s.luajao. As derlara.jOe. rio Sr. Madoz, os discpr- capar-M sera inconvenienle. He fado que os Nepau-
'arnravZrU?.rXT'.,C'H'IO;5elu ^ ARUrre : "" halalh""' monta .has giganrscas queP o,
as providencias arbitraria adoptadas por vanas au- separara de Tlubel antes de se ai.reientarem as na-
londade, contra o. eccle.ia.lco.; o deterro de al- nicie. feriis, pouco delendhl ^11.1 11
gun. prelado, e oulro. fados, diz o mencionado jor- dUlo se nao Um reforcoVdVchina nao lenlara
(inania;.o, negocio;ipollico, o que h, de mai. im- le, eTc'els TX^. ^ 7a7..U VV;
porla.,1. he j nolica dada por algumas gazeta. da em provelo .1 .u com mere"?. nova, cora mu u-
entrada da He.pa.ih. n. allianj. .nglo-franceza, no- roes abenas pela guerra c,l,n'r,aTcdell
lela que todava he eontr.riia pela Gazeta. anda inexplorada rio CelcuTrnero CC,dan,al
E. o que a este re.pe.io diz o correspondente de Poi. .eguranja no presente nerYnecliva no oor-
M.dnd da (aaMto <./noc : vir para a exlen*a., do mundo anT-i dia o laj
Itout peridico*, ai Somdades e a //*- to a. vanlagen. po.iliv. que iamp., h 7mDre-
panha pobliearam honlem a noticia que vos del hendida pelo Nepauliens prese,ilaTo BoYeri. ria
da entrada ria Hespanha na nllianja anglo-franceza; companhia. Tambem lodo tm', l, o1, R?
alguna jornaes da noile repetirn, esla noticia de h.door tem riecessdade de bous onaeiho ^ ,e Ihe da-
que Madrid n.lo MfK rao lber.lmenle. Se precisassen, JTalg"! "oniacs
. Hoje Gazeta segando oco.lume, desmenle no- de merilo, como o exercito dm,0 ?fm muiZ %
vamenleo.faclo. Eledesmenlido parece Iflo eslra- Ihe. emprestarn cordealmenla, e atTs^Tl e ios e
nho que so., ohrigado a entrar em novas partcula- preciso urna qa.nlidade respcilavel de runas nara
rularles sobre esta quo.iau e explicar-vos as razoes cimentar a boa nlellgenca entre os guerreiros ne
que pode tero governo para nao publicar a grave paulcns a relha dama, (como se rham. Icurada
decsao loraou. companhia di, Indi.;, 'iral.ria eraliraTe nao alta?
O conseibo de m.nistru. depois de urna grave com lio pouco, para um lao imprtame resultad,
disrussflo decidi, se nr preciso, o irem mai, de Passemus agora aos Estado, i/nidos.
2i,(KK) homens. Crimea; e pela notilicajoaos dous Em I.oui.ville deram-se grt.res desorden, or
governo de l-ranja e de Inglaterra, mostra que a causa de eleije, sahindo por fin. vencedores ri.
Hespanha esla di.posla a pre.(ar toda a cooperajao Kenowuothing. Unto uaquella eidade como em lodo
necessana, e em compensajao a Franja se encerr- o contado.
ga de impedir qne os carlislas enlrem na He.pauha Eis como o Jornal do Commercio de Lisboa refe-
e facilitar a esta um empreslimo de ,'>00 milhOcs de re essas desordene !
francos.
O governo hespanhol (acha-se n'esle momento
11 urna posijao to cslranha cora os partidos, e com a
1 mi.,.1,........... .. Sa_____ _......
i,, -----1---------------- r-..., o i.. ..... ..a.i.iu kiuh, mas aopois uo meio rtia levan
ro, .n,2T* fm TSL ? com "* eorle, ,ou",e um mo,im- aoe leve desastrosas ronsequer
conlituilite< a aiicm nflu manifolar:i .!.), 1 > ai____i.i...j._._ .,_____ .? .
conlituinle*aqurm n,1o manifeslar a decisao to
mada senao no ultimo momento : teme a oppnsij.lu
dos peridicos queja lem lula lo conlra o pensamen-
lo da rcmessa de (ropas Crimea, e que se preparam
a lutar conlra rile.
Os peridicos demcrata* e progresistas o com-
laleram, e o rombalorflo, ja por opposijao .0 im-
perador Napoleao o pelo rigmen aclu.il m vigor em
I-rauca ; e nao dissimulara este seutimenlo em nen-
hum de seus nmeros. Os peridicos absolulista e
reMgiososse opporSo por sxmpalhi.i pela Rnssia
,,.m^h^,a,ande,,,r',a,COl^:;i,S C0"Suer'm ^ o m^i^^^J^^t^^-^^Z
phu das potencia, oecidentaes como urna calami- dora.
daoe sem lim, o iruimplm da Russia, ao contrario,
como a salvajan das najoes da Eurcp. O.peridi-
cos moderados cambaleram esle pensamenlo por or-
aulho nacional. O povo hespanhol ver;, com pezaro,
seos soldados representarcm no Oriento um papel
secundario.
A polica francea havia descoberto em poder
do general hesganhol Elo um documento do qual
resnltava que o conde de Montemolin e o conde de
Chamber tremavam de accordo rom a Kussia um
inovimenlo em Heipanha e Franja nao s a bem
dos inleresses dos me*moa, mas que fosse tambem
como urna divisa,, era favor da "Russia, suscitando
emharajos s potencia, occidentnes colligada con-
lra ella.
Hoiiye na Blgica u n alvoroto que fui prompta-
mente reprimido.
Na Allemanha he nicamente de Wurlemberg que
lemas1 de regislrar um fado de alguma considerajao;
urna desinlelligencia entre o gabinete e a represen-
taj.lo nacional.
Ei o que se l na Patria a esle re*peilo :
Um desaccordo que pode ler consequencias ara-
ve. acaba dejuscitar-se enlre o gabinele de Wur-
lemberg e aflfresenlajiln parlamentar.
O soverannlia prohibido as as.emblas rom-
munaes de assignarem pelices colleclivas na quali-
dade (1. corpos polticos. A r*gunda cmara adop-
tou ltimamente urna prnposta declarando que o
decreto ministerial he contrario ao direilo de peti-
Jflo manlido na con,liluij.1o.
O miiislerio apresenlou novamenle o orjamen lo
da fazenda, que nao fdr.i apprnvado, insistindo na
impossibiiidarie de fazer as economas que tinham
ido objecto das emendas anteriormente adoptadas
pela cmara.
Em MM a situaran neste paiz est complica-
da, dizem as correspondencia de SlaUgardt, de for-
ma que nflo ha esperanja de qsie a crise se resolva
regularmente.
Da Dinamarca sabemos que Uvera lagar em Co-
penhague aus II do mez passado a abertura das dua*
enmaras legiilalivas convocadas em sesao extraor-
dinaria. Estas cmaras contam urna maioria de-
mocrtica ainda mais compacta do que as prec-
danles assemblea, o que provavelmentt Irar.i novas
dillicul^adrs ao governo.
o pobre Algarve
O Porlo soffre bastante, mas he
que esl.i sendo mais maltratado.
Eis o que se l 00 Pragresso a este respeilo :
- Cartas recehidas de diflerentes ponto, do
Al-
i, ..........- r- iiiwjbcin lugitiu u a 111.
Km lavira, e era lodas as suas. fregnezias ru-
rae,, ja lambem se acha muila gente atacada.
A eidade esl.i trislissima, quasi lodo o sea com-
mercio parou.
Segundo no. nformam, os babilanles mais po
hres tem sido, e esto sendo, os mais atacados. A
r.ii. iZ------ j-^mn, .. ..i us aiiii-iiuns. a ne uosion e ue riova-Vork, que sao
,j ISS e de. me,* de 'ffiento prompto ados ua livre navegajao do Bltico,
do nial qUe PTn<,ni ,n,en5idade A 1oes,ao d" recusa de pagainenlo Hm direilo
(uo n -^___-* D""'1rca tem r.lajilo direcla, e.peeialmente.com
faculhl vmC.1.. JZ es,e,'ie8?mP"0-1- *ailam prJec, ft,rmauo 3 Es""Jos Unidos de dar de-
Fir, rrr.,m.iV!.^ n,d,ca.mentos. r" alimentos, pois da paz, um grande desem olvimento a seu
7M\totoM^i,>pe'aT como""' devea commercio com o. porlo. russos d Bltico. He sabi-
e leYmales P P '"' mane,r" *"* '*""* do' ^ae em r*""1 o, iccessus da guerra, uestes
2 ultimo, annos, a maior parle dos navios mercante
feira, Lagos, Silves
'^Imaltii nrnal.nl. ,.il 1 a tm i"*"'""" qoercm apro\7ita7-VaestrriYrms-
J8*elgg esta meajada de grande ca- t.ncia : com o espinlo .venturoso e emprcl.endedor
leffrido Vvla do n... vI?T h ?"> queoscaraclerisa, ..herflo colhtrem lempo os re
oiirrao. a vista do que vai na Anrialuza aodam sudados da guerra.
JmRjm o governo commssionasse par. a. ra.^o^n^erciJ'Sor'TrRuss^^^
vo,VS, T: nZ^m M ". M*-JCalM- Arcano.. A. idajes po.iUca entrTol S us
vos habis, que fu'sem como a hum.nidade e a so- governos sao muilo amigaveis, 11 arabos interessara
msopara L.sho. ,e devem pedir, (e ga.tar ierra, o desenvolvimeulo da. re.joes coramerci.es
-. ,-------------------------------------. .v.....,, |.tJi,. ,:_,,.
sem grande con.cienci) crditos extraordinario, o
Corr em Madrid que em Paris nao s se declara-
ra o cholera, senao tambera que se (inliam dado ca-
sos do lerrivel agello do Orientea pesie bu-
bonic-
o VSX -""-""/-^oblidascom t^m^Tr^dTT^or^Zr
o emprego de panno, raolhados em agua salgad, -ublci d.s ilhas diua.narquczas de S Th,,ne^r de
Foi no dia C de junho que leve lugar a eleijflo
em l.ouisville e em lodo o Estado. De manhaa li-
nha havido socego, mas depois do meio di. levan-
provincia inmenso ; restara, porlanlo, innumerv-
veis loc.lid.de. onde ainda nao chegou, urm por ora
pode ebegar n beneficio : seria logo para deseja que
de Purlugal fosse para ahi pessoa habilitada paia o
novo ensino ; pollo que este seja ainda novo, e nan
lenha jio por conseguinle abundancia de profeswrey
para exporlajao, alguem .c poder adiar a quem
convenha, parle por zeln da eousa, e parle por espe-
cularan de fortuna ir p.ra Pernaraburo doulrinar,
011 110 Recite, ou era Olinda, ou em qualquer eidade
ou villa populo,. ; queira pois V. g. perguiOar ao.
compleme, ao lllm. chefe da instnicrao publica,
ao nim. reitordo Intrnalo, ao Eim. presidente de-
a provincia, se querem meslre ou meslra de minlia
escolha para o ensino de leilura repenlina, que van-
lagen. Ihe pod.m .egurar e que servijo exigem delle
ou della : se o querem ou a querem por um, doos,
'Trl^Z ,nn?' '" '" P0r CUr, nr""". ou P"r
Z'J/.TZ 6 ei"""" eireC,T0 a ""bolo., ou
por corsos de um. e oulra nalnreza, se par a enfa-
de ou par- o campo, que ordenado Ihe alianjam? se
he cora casa cama, mesa e roupa lav.da, 00 teceo e
peco se esiao prompto, como de certo seria nece.-
sano a pagar .i. despeza da viagem, fazendo ae
mesmo lenipo algum aduralumento para preparati-
vo. ? venh. esta repula ja. j, e 0 mai. completo,
positivo e seguro que ser possa, porque tendu ea da
Tazer iguae proposla para oulra provincia rte.se
I imperio, desejare por Irinla razSe, preferir en
igualdade de circumslancia essa bella drade, oude
lanos obsequios se me prodigalisaram desde o Exm
prndenle da provincia al aos descenheririo. da
ra.. De V. S. amiciasimo e obrigadisimo criado
Antonio Fcliriano de Cnslitho.
Lisboa 17 de agosto de 1835.
N. B. As reposta se podem dar directora do
.bnele Portugus de l.eilura, ou ao prr.or do
ias. Alguns Irlandezes disparriram das janellas de
urna casa Ircz tiros, que mataram Irrs dos amerira-
no*- E'les assallarara a casa, mi forraran) um dos
irlandezes mataram oulros. Ao mesmo lempo lao-
jaram rogo 1 caa, arriendo logo dou. quarleires,
sem qae ninguem acadisse.
A' 8 horas da uoite ainda havia cmbales as
ras ; os know-nolnings foram buscar urna pera de
artilhana e dirigiram-,e para as officina, do Times,
ameajando commetler os maior, s excessos; as auto-
ridades impotentes ou irresolutas nao intervinham,
Q n lllnf un aaarlak ._._ .__________ ak _
Os editores de lima houveram se com exlvaor-
dinara energa e coragem conservan,lo-sn, no sea
poslo ; conseguindocom a sua firmeza por cobro aos
excessoj dos alvoroladores, os quaes cederam aoi
em conselhos e se di.persarafh. Um despacho le
legraphico de_ Cnusville, diz o ;guinle :
A relajan do motim he horrivel. Houve 20
pessoa, mora, alm de muilas oulra. ferldas grave-
mente. Arrieram doze casas, e lirar.m-sc da, rui-
nas mullos cadveres calcinado..
Na mesma gazeta l-se anda o seguinle :
O correspondente de Washington do New-York-
llcratd, participa com dala rte 20 d. julho que o
imperador da Russia escrevera nma caria aulogra-
pha ao presidente dos E'tadns-Uiudos em respinta
rehcilajao que este ultimo dirigir ao czar, por oc-
cisibo de snhir ao llrrono. A caria imperial exalta
em termos mui lisongeirns, o i 1 cea nle desenvol-
vimento territorial dos Eslado-Unidos ; insistindo
com complacencia na recommendajao que seu pai
Ihe lizera antes de expira/, d,; rsludar e meditar
urna correspondencia confidencil, que encontrara
na secretaria imperial, proveniente do, boraens mais
(iislinclo. rio. Eslados-Unido., como Jarkson, Cl.y,
Webiter e oulros, qu.l o imperador Nicolao d.v.
grande aprejo. Finalmente, o imperador Alexan-
rire exprimea sua partida pelo iuteresse que a na-
cilo americana manifest em favor do Iriumpho dos
Kussos n. guerra emprehen li a pelo ultimo czar, e
conclue com protestos rie duradoura amizade enlre
a Russia e o, Estados-Unidos.
A lei de Isutperanja saffrea um revez impor-
tante em Albary. O jury dedaroa que Mr. W. Can-
do nao era culpado por ler violado a lei, vendenrio
lquidos espirituosas. Arilscusso desta causa, pro-
duziorauit.isensajSo, chegando n poni de se te-
merem grave desorden.
v".Dje-d",,*,l W de julho :hegaram Nova-
York 2,508 emigrados, sertdo porlanlo o tulal do
emigrados ueste auno de'77,881 ; em igual periodo
de I8>i tinham sidu 160,206. ha paranlo urna dif-
ferenja para menos de 82,373.
A temperatura em Nova-York suffria extraordi-
naria, variajes. K una emana de clores abraza-
dores succedeu um lempo rio. *sm Iransijo algu-
ma. O ibermumelrn que n'um dia marcara 83 graos
ao n.icer do sol e 94 as dez hora, da manila,, baix
n,,.....__.j J ""."----- o a us uez oras ua manna.i ualxa-
niiari^^ palavras .cerca do estado sa- ra no da seguinte a 39 graos. Uto he, era 24 hora, a
m 1 Eary; temperatura baxara 33 grao,,
o. m. ri?nriu .M? iCSlS0! em q.n"V ,od05 Em y"'* Pnlos' como <" Pliilarielphia ti-
cina Z,,; ?,? 1.^, S^I22ita Pri"- !i"n haVd0 '^^i,nde, """P"", que haviam causa-
cipaimente na Hespanha que mais destruidores sao do considerave, prejuizatl.
0,EmyorHS-,.i.boae,,a'ainri, livre, bem que me'n.^oirVork^l licoffi Se
la se1 desseult.m.roente um raso desla enfermid.de. massas fluctuante. de geW^Jiie be um clsl^ex-
traordinario, pois que o gelo su'.ipp.irece nessas la-
liiuries no uiea de agosto.
Quaolo a quesiao entr >quel,>s esUdo.-eo.rei da
Dinamarca por causa dos direilos da. pa S.....I .... .. ....- .^ 13 ^.. 3___ .
nirvn r,,.._______. ------1 "'" X'.""i~ uu uireiMs oa. passagem no
Srovar,,:l.ZnZ ,m8 T,Sa- (,r,nde9 sa as S,uud- is 1" l "> tndepenimee BelgS a este
provajues porque tem passado e eslflo passanrio, os respeilo :
habilanles de algumas povoajoes daquell. provin- Hamburgo 20 de aeoilo.
nnle ie m ,'""",' nagC" d" mleilia rel" As o^^^correspondenci, qne par cada pa-
(? (llov d. l-lru Ahe",- T qU,e- d05 E"d--U..iuo. rhegam4 a Hamburgo.
vira dcTednu 0,^1.01 alle'!Ua, \?nem deT- ""cuanarn a pressao que o commercio de grosso
vira, dcserlou quasi lodo. Foram mullas as vicli- Iralo exercesobre o governo de II. Pierce, a respei-
ma qoe houve. O reslo vai fugindo ;i dcstruijao e lo do, dreilos do Sund. "
? V.n5i Cmp-0'- Elaqneslflo lomou taes proporjoes as princi-
amnfei^LUZa,.amera1lega:'de T"'". onde paes eidade dos Estados Unid,, que o gover o
amolest.acomojou, lem felo eslrago.. Esla po- americano nao poder., de cerlo e.labelecer ne-oda-
comnosT,Z',r.M,.i a^ame,,le Pot"e' e d ,n'88 .eric.no. exigem que o fxcidenle proclame
T O nov ria ... "iesca,l01r,!'' niund,. a llegaliriade uen. direilo. decla-
seia na Zi ,r nar.J llSL ," """i' e com lod.aonr^ na he ave",ualida^* ". guerra, qnl venllam a resultar
sonim,, &i T a 6 !'anla:Laa-. P" da de pagamento, em cas5 algum. loga que
qBmaSiw.ll,a! de '"'f me,M le,n f.u8id0 d "' lr"ad0 r"le, os n.vio. dos El.do5-Unidos a elle
e ujeilarflo.
Nesle esladode cousas, ja na a pode Iralar-se de
qualquer eompromisso enlre os dous governos. A
Bgilaeao contra o pagamento do direilo de passagem
do Sund existe principalmente entre o armadores
de Roslon e de Nova-York, que sao os mais interes-
r-,irn \l.m \-ii.n i ,., ... s uiiiuioa anos, a maior parte dus navios mercanles
Cistro-Marim, \ da-Real, Olhao, Loure. Albu- perleucenles a subdito, russos le.m sido appresados
i e vina-nova, achavam-sc anda ou destruidos pelos cruzadores imlezes ; os armado
ras amerirar.ns aniaaiani i.n ^:.*....~...
---------, ------------ .-----...... ,... iKl.|i,
entre a Russia e os Esl.dos-Unid as.
As correspondencias a, que .Iludimos f.llam
tambera na grande agilajao que vai as cidades ma-
rtimas, enlre o partido americano mais exaltado que
s pensa em conquistas e augmento de territorio.
a.dmoliil'ula > ..--1 a_ _____ ,,
Relativamente ios paizes d'Asia le-se o seguinle
na Patrie :
O ultimo correio da India Irouxc-nos a noticia
de um fatlo i m por la nle que pode, n'um lempo de-
terminado, ler urna elevada influencia no desuno
do imperio Anglo-Inrilo : queremos fallar de um.
exped.jao emprehendda contra o Thibet por 100
mil guerreiros. deNepaul, com 30 pecas, as ordens
d um do, diere, mais atrevidos desle paiz. June B.-
hadoor. i
Volvendo os olhos sobre cosa da Asia, ve-ie
queNepaul.que limita ao Norte presidencia de
Bengala esla situado sobre o lado do sul do H\ ma-
laya que o separa do Thibet e da China.
Como quasi lodoso monlanhezes, os babilanles
de Nepaol sao orna raja guerrera, forle para as fa-
digas, avaros de ganhar por buns ou maus meios.
laesem fim que um paiz rico como Bengala, condem-
uada pelo sou visinho, devia melhor estimar lelos
por amigos que por inimigos.
a Mas de um vez j riifflculdades serias se levan-
(ram enlre a companhia e as tribus uep.ulianas.
noje a paz existe feli.menle ente elles ; e se nlo
foi por insligajilo, foi ao meno. pela viv. salisfajAo
da honoravel companhia que Jung Bahadoar se poz
em campa conlra o Thibet.
Abrise a campanha cnnlra o Thibet debaixo
de bon* auspicios, no dia (id. abril ullimo, epode-
r.ram-e de um fiarle chamado Ihoongo, situado a
20 das de marcha da sua fronleira. Esla primeira
raj.uha fi seguida de urna iregoa concedida por
Jung Bahadoor um chefe chinez que se presenlou
no seu campo, e se obngou aconselhar ao governo
llnheUno de icceila.- as cndjes dos Nepauliens.
Esbi suspensao de hostilidadesque mo linha tai-
vea sido pedid., senao para ganhar lemponao leu-
do nenhum resultado, a lula recomerquno dia 21
de malo; e as vanlagen oblidas pelt Nepaoliens
foram decisivas, e rallou-se nada menos da annexao
deum. por jflo do Tibel aoNepaul.
Os poslos avanjadns do exercito Nep.uliano,
esiao na eslrada de l,.s-a, residencia do gra-lama,
cuja forja material esla' lunge de cliegar a allura
da aa auturidade espiritual, recouhecida por lodos
os baudhisl. da Asia oriental e ccnlral. M. rie
Maislro calculava, ha 40 annos, que o gra-lama
linha mais vassallos espiriluaes que o Tapa. He
possivel, mi parece que o seu exercilo esla' n'um
lastimoso eslario, e prrfeilamenle incapaz de resistir
aos com mil Nepauliens e aos cincoenla caolines que
estes po lem por em campanil..
Quanlo ao. soccorros que o gra-lama ler' pe-
dido ao imperador da China, como .eu v.ssallo espi-
ritual, pensamos qne au conla muilo com elle: o ce-
leste imperador lem ueste momento muilo que fazer
para coulcr o .cu. vacudos rebeldes, e duvidamos
muilo que cheguc a anniquilar a insurreijao. Em
lodo o caso o imperador da China nflo poderia des-
tacar do uu exercilo om nnico regiment*e regi-
ment, hapara simado em soeeorro de La...,
mejado pelo. Nepauliens.
r.despregadeaoor este parlido. Esla agilajiio de
da para din ajH g.neralisanrio e lornaudo-so mais
popular : e oHmo de M. l*ior:e parece nles f-
vorece-la do que nscit.r-lhe obslaculos.
Polo que o tratado de commercio enlre o. Es-
tados Unidos ea Dinamarca so linda em abril do
auno prximo, j se considerara virlualmenle in-
terrumpidas a. relajo entre os dous governos. A
pnsir.iu rio ministro americano em Copenhague he
basiiiuic einbarajosa. Nesla cap tal esperase, que
aproveitanito-se da licenja que salicitou, se ausente
de urna vez.
k Conforme oque hoje corra, o almirante dina-
marquez Mourier encarregado pelo re de entregar
ao imperador Napoleao, as insignias da ordem do
Elephanle da Dinamarca, esta lambem encarregadq
d. missflo especial de expr ao governo fraucez a
siluaj.locra que se acha collocada a Dinamarca com
relajao aos Eaaoos-li'nidoa ria America, por esle
le em declarado 6 iralo lindo o tratado de cum-
mercio, que acaba em abril prximo.
No estado a qoe chegou a qoeslao enlre
amare. eosb'lados'-Uiiiilos, nao he possivel ad
a queslflo que versa sabr o direi o que indislinc
mente pagam lodos os navios mercante que p.s-
sam o Sund. M v
x Tendo os Estados-Unidos declarado Tace do
mundo, que lindo o Islario de commercio com a
Dinamarca, esto resolvidos a opraor-sc forja ao
pagamento de qualquer direilo lie Sund, he impos-
sivel admiltir que, depois de haverem reclamado,
dorante dez annos, n'uim infi.iidarte de notas e
despachos, que se pozesle lermo a esse direilo, o
Ela,Ios-I nidos consinlam em sajeilar-se a elle e
reconhecer novamenle um pri ne pi de navegajao
cummeroial conlra o qual lodos o. presidentes da
Unao americana leem proletario.
Por lanto fcil lie de soppar. qae eslflo immi-
nenles serinscamplic.jfies.que podem Irazer a guer-
ra enlre os dous povo.
s A mi-s.io de que est encarregado o almirante
Mourier parece referir-so i ocenpajao eventual pe-
los Americanos, das colonias diuamarquezas. Em
jCompcnhague esperase iuteressar o governo fran-
cez nesta queslflo, e que o imperador en.pregara to-
da a sua influencia para prevenir as calamidades de
urna guerra que pode travar-se rnlre a Dinamarca
e o. E.tados-Vnido..
l)i-
i.r
da-
lia
..o...<,co iiiii Melhodo Caslilho, na ra larga do Kosanu n. 48.
COMMISSA'O PORTUGIEZA DE
BENEFICENCIA.
Hospital Portugu'tz Provisorio.
lllm. e E\m. Sr.A commissao porlugueza de
beneficencia inslailada nesla eidade, cada ve/ mais
compungida do carcter asentador qae a epidemia
lem ltimamente matuteando na provine!, da Ba-
ha, e, recelosa rie qae com a rnesraa intea.dade
ella se transmuta a esla provincia, ( do que Dos
nos guarde ), nao obstante os poucos recursos da
que riispe, obert. no enlanlo com tranquea. O
hospital porlugnez procisorin a ppula^^^^|
eidade e especialmente aus moradores mais prximo
da localidade onde funccon.r, bem coma a ludo
aquelle. que mai prximos a elle foremafleetados
do mal, e nflo possam sem risco esperar por mais
completo soccorros nos hmpilaes nacionacs.
A commistfo porlugueza rie beiiificencia.proe-
endo desle modo, exprime a V. Exc. c a popolai
desta eidade, em nome da familia porlugueza iiqtri
domiciliada, a magua com que v o perigo, que nos
ame.ira, e o inlecesse que por todos esla dispona a
lomar em caso de cal.midade e na esphera de seas
re.areue.
Deo.guar,le a V.Exe.-Illm. e Eira. Sr. eonselairn
Joso Benlo da Cunha e Figueredo, dignissimo pre-
,rtenledela provincia.Jos de Almeida Sottret de
I Ama Bastot, presidenle. .Manuel, Perreira
Sonza Barbota, secretario. Bernardina Gomes de
CarcalhAj. Manoel Francisco ia Stlca Carneo,
mordumos.
COMMERCIO.
l'KACA DO RECI FE 22 DE SETEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cotajes oiliciae.
Aucar mascavadu regular10500 por arroba.
Descont por 3 mena9 K ao auno.
ALFAN.IKtiA.
Rendimento rio dia I 21 280:376M94
dem do dia 22.......2:3l.i684
Desearregam hoje 24 de e/eaera.
Escuna hamburguezaAmandamercader*...
Escuna bra.ileiraLindafarinha, arco, ttetata.o'
cebla..
Paladn hamburguez Aman.""nUo' de Ham-
burgo, consignado a Henrique Bruna i C. f^H
feslou o seguinte :
28 calas tecidos de .lgofdflo, 16 ditas ditos (
nho e algodao, 8 dilas dilu, rie linho, 1 eaixa couros
engraiiarios, 3 dila dito
miudezas, 1 caixa piano
e seda, 2 ditas ohjectos
envernisados, .2 dius
I dita tecidos de algndflo
- ajo, 5 voluntes .mos-
tra. ; a Timm Monsen & 1 inatsa.
j caixas ferragens e oriiecto de ac ; a E. 11.
\att.
I caixa (ecidos de algoda e 18a, 8 fardos e 1
xa ditos rie laa. 1 riila dilos de algodao e seda, 18
dila ditos de algodao, 3 voluntes amostra,; a Scha-
fletlin & C.
I caixa cartas de jogar,.4 ditas miudezas, 3-^^|
fcll.as de ouro, 1 dila lelidas rie 'algodao, 3
cooros de luslre, 1 dita chales dejaa, 2 ditas c'r
neiras, 1 riila filas de .eds, 3embrulhos amos-
tras ; a N. O. Jlicbcr & C. -^r
1 caixa e '^Tttaa-lttiilM d^ej, 2 rlilo ditos de
hubo e algodao, 4 r.rdos ppela, 3 embrullioa-
mostras ; a i. Keller & C.
1 caixa conservas, ditas canella.ll-ijarri. erv-
doce, 20 ditos e 15 caixas espirito, 1 barrica rari-
nha rie cenleio, 1 caixa couros rie lustre, 2 dila,
lvro, em branco; a J. H. DeukeT.
1 caixa piano, 30 ditas vi'nlu) ; a Rafte Scliamleau
Si C.
I caixa couroi de luslre, 1 dita miudeta. ; a Ma-
noel Joaquim Ramos e Silva. J>w
1 caixa obras de ouro ; a JehasfolxJUler & C.
2 caixa, l.npeues para navhfs. 1 dila. lapes. 1 (li-
la miudezas, i caixa e 10 f.sdos papelo, 2 Jilai
panel piulado, i riila, oleados, | dita avenan e bo."
loes, 1 dila tecidos de algo jflo, \ dita casacas, I di-
Mboles de madreperola, 1 dfL vrm em branca,
Trilla papel, 4 ditas perfumaras, 2 ditas e 1 pe-
cle Toldas de lineo, 1 barril progos, 1 caii obras
de ouro e prata, 1 erabrulho .musirs, 1 caixa
courus de lustre ; a Isaac. Curio 4 C.
4 fardos e2 caixas tecidos de Ifla, 1 caixa ditos de
algodao. 1 dila ditos de seda, 2 dilas vidros, 120
barris e 200 caixas genebra, 2 dilas franjas de al-
godao, 88 dilas tecidos de algodao, seda, seda e al-
godao, algodao e linl.o e algodao c Ifla, 4 ditas pa-
pel, 6 dilas miudezas, | dita conservas, 9 ditas ca-
deiras, I dila relogios, 1 riila falo de p*s,ageiro.
i barril cerveja, 10,000 bolijas vuii*, 1 c.ix. vi-.
nho, 1 rana e I cmbrulho amo>lras, 25 caixas quei- .
jo, 40 presuntos ; a* Henrique Bruuti & C,
10 barris tinta para (ypographta, 5 calas farra-'
gens e miudeza. 1 dita tecidos de sed. e algeda,
I caixa Mnba,, 300 garrafoes vazia,, 20 carias quai-
jo?, 2 riilas miudezas, S dilas lonja. 4 cixas cauros
e 1 embrulho amostras ; i ordem.
CONSULADO tiKRAL.
Keudimento do dia 1 a 21 ....
dem do dia 22 "
i
i
I
1
>
s
V3li71(i
UM VERSAS PROVINCIAS.
Keudimento do dia I .31 .
dem do di 22 ..
5o*SJ2
5W
598a3a
RECEBEDOItIA DE RENDAS INTERNAS iB-
Raaar DE PERNAMBCO. .
Rendimento/ '. 1 a 21 1,:.t0#948
dem do d'
1:4135434
16:tf7 43W
COi .
Hendiraento do1
dem do dia "---.aW
V
PROVINCIAL.
14:43BVM7
T71*7M
SMWNi
PRACA DO RECIFE^2 DBSETEMBRO DE tS.
AS 3 HOtlAS DA TARDE. '
Herida semanal.
Cambios--------- Os, saque ri
Assucar -
PIBLICACOES A PEDIDO,
O E\m. conselheiro Antonio Feliciano de
Caitillio,
exigindo resposla ao offerecimenl que faz aos illai
Iret babilanles desl. bella provincial amantes da re-
gener.jao riainslrurrfl > pubiiea.
lllm. 8r. Pr.ncisco de Freilas Gamboa.Negocio
importaolissimo : V. S. lera urna aula perf.il., e
exerce a ensino de am moda completamente irrepre-
hensivel; mas V. S, he aaico, e o territorio de.ii
- semana recalaran,
27 112 e 27 3|4 d. por 1 Kxande-
teao ullimo, e sobre Irania l 350
r. por fr.
entrad, lem sido peqaena, tea-.
do. maior parle do broto; fia.
ratl-se alguma. vendes rio mam-
vaJo para exparlajau a l#8(M) por
arfaba dp eecolhirio, e do brolo da
' 19*00 a 19600.
Algodao Vraram ao mercado 519 saccas, e
o> prejos variaram: o regrflar
venriu-ee a 53Q0 por arroba, o
^70U par aeraba, lima partida d.
4U sacca. que havia em urna s
ensa obleve 5750 por arroba,
vento, boje dous carrogamenlo.,
1Lni-^*50.,,rric"s' "ndeu-se.
de 13J500 a 14 por barrica, eo
oolro Rio decida >e fi.,. Rela-
^Vati1!!1^ i4T9'-oem
'er .(,000 barricas.
Helalhiu-s de 4J800 a .5*500 por
"jhjdo Rio liranrie, c rie 48800
a 5(000 da d Rueos A v res; fl-
eapdo em ser (i 000 arrobas da
primeira e 3,000 ria segunda.
Venrieuse 28 por barrica de
Ballimore rie 32 34 ria de Pl.-
ladelpbii. e impnrlada. de cutral
provincias, a :Mi8 da de Foulau,
e de 27 a 28 por seis arrojks em
saceos de Valparaizo/ Temos em
ser 3,700 barrica, a<),M0 saceos;
sendo esles rie VaWaraizn, e aquel.
les, 500 de Hjrflimore, 400 da
provincias. t^OO de Pl.ilarielphia
e 000 de Fontana. Um carrean
ment chegado hoje de B ritimore
seguio ara o sul,
Manleiga -J- Venda-ro G25 r. por libra da
irtexa*1*' ^ de ^ a 00 da io-
AcjOes do banco- Venderam se em leilao ail 1.9
por cenlo de premio,
DiKonlo--------De 7 a 9 por cenlo ao anne.
Ireie*......Effectaou-M par, o Canal a 27 1.2
. e S.Pr cento para o assucar
locaramno porto 9 vapores, 1 navio deValparai-
xo eem brea e 1 de f.rinh. d+mso.
Baclluio
C.rnc secca- -
Farinha de Irgo-

.-.



r
PUMO DE PEBMMBUCO SEGUNDA (EIRA 24 DE SITEMBRO OE 1855
Tvbkh Ir coin bsealhuo, dos quaes unrfio lint
destino, 2 de Mamhurgo, 1 de l.jvcrpaol e 2 das pro-
vincia.
Sahinim doui coro' carregamenlos do pai/. para
parios e-trangeiros. I era lastro, 5 pira as provincias
uro n-a Fernando.
Ficaram no porto 29 ewbnrcaces a saber: 2 ame-
ricanas, 17 brustleira, 1 hemburgueza, 3 hespanho-
ta, inglez, e 2 portuguesas.
MOVMENTO DO PORTO.
.Varios entrado no dia 22.
Terra Nova40 dias, brigue iugtei Waller Baine
de 257 loualadas, capao Philip Ceary, equipa-
gem II, carea 2,r>60 barticaa com bacalho a
Johnittm Pater 4 Companhia. Suspendeu do'le-
meirji.
BalUraw,,16 dias,brigue americano Eprit of 76..,
!" iiM:M?,MoE- P'!le^80,, e1u'P"'
10, carga 2,100 barricas com f.rinha de trigo ; a
Malheiis Aivin & Companhia. Fundeou no la-
meirio. seglo para o Rio de Janeiro.
Ierra Nova29 das, barca iugleza Olieron, de
i toneladas, capitn Tilomas Taverner, equipa-
m lo, carga 2,740 barricas com bacalho ; aja-
me Crabtiee & Companhia. Fundeou no lamci-
140.
lacios tahiioi no mesmo Ha.
I temando do Noronha Pnlaclio brasileiro
Ce*ridsdei>. comiuandaiile o 2." lenle Brai
> do* Heis. Passageiros, Mara Joaquina .la
SJJ^o, Agoslinh Mara do l.ivramenlo. Se-
verhjf Jo- dos Sanio*. Manoel Thomaz dos Safl-
Jos a t (Uno, Agostinha Mara d Conciicao c :l li-
tios, alteres l.ourenco Jos Romo e sua lamilla,
Sebasliao Arrud do Miranda, Francisca Mara
1 ConcaicAo, Theodora Mara de Jesns, Severiana
aria da Couceicao, H pfacas de prel, 40 presos
sentenciados.
TacHiate brasileiro Aragao, meslre Jus
Francisco deSouza, carga fazendas e mais gene-
ro*, Passageiros, u senador Fjjfwcisco de Paula
IHlaaoa esoa familia, Jos RcrtMo Telxeira, Ga-
briel Archanjo Soares, Custodio. Antonio Soares,
alomo Furlado de Mendoza,Francisco Feliz,Jo-
Bernardo, Pedro Bernardo, Joao Damasceno,
AntojMO Jos da Silva, Miguel Pereira.
Xacios entradoi no dia 23.
de Janeiro e portos intermedios 7 dias e 12
ras, vapor brasileiro Paran, comniaiidanle
' V. Rwges. Passageiros para esta provincia,
J. Ferreira de Aguiar e 1 criado, Antonio
fio de Su Albuquerqoc, Augusto Frederico de
Jlivera e 1 criado, Dr. Francisca Carlos Brandan
1 criado, Dr.'Domingos de Souza I.eo, sua se-
ra .^criados, conego Joaquin Pinto de Cam-
pos c 1 criado, Dr. Joaquim Antonio Carneiro da
Saah*, sua senhora, 2 criados el esclavos, Dr.
ilippf Carneiro de Ulinda Campcllo, sua"senho-
M, t fllho e2escravos, Dr. Joao D. de Avellar
Bnilero o l criado, Jos Camello Javier de Mello,
Tere Manoel Joaqnim Machado, alteres Joa-
Jalm Jos Cuiz de Souza, alteres Marlnhn Jos
ibeirn, sua senhora e 2 Olhos menores, Joo Fer-
a \ llalla e sua senhora, ex-praca Francisco de
lula Leile, Jos Martins de Castro, capilSo An-
tonio Jos Cxica e 1 filha menor. Seguem para
norln, o senador Angelo'. 2 filhos e 3 escravo,
r. Antonio Carlos de Almeida Albuquerque e 1
escravo, Dr.- OcUviaoo C. II. da Cmara e 1 es-
ravo, Dr. Miguel |Ferreira Vieira, R. J. de A-
Clrna e 1 escravo,JosAscenio da Coala Fer-
ala ei I escravo, Antonio de Sonza Alendes e 1
ttr. Marcos Pereira de Salles e 1 criado,
irte Alvim, S. J. de Aodrade Pessoa,lente
millo da Cunha Regn. Jos Rodrigues Soares,
Manoel Anlnnio Basto Rallelis. Thofnnz-Marlin
,2 africanos livres. Ficou de ouaren-
laua. *
P'orle 4 dia*. lancha brasileira
as Ondasa, de 29 toneladas, meslre Ber-
im Jos da Costa, equipigem 5, carga sal e cou-
Pedro Bnrges de Cerqueira. Passageiro,
Manoel Jos Vicente, jm
j Varios sahidotno mesmo dia.
-liiate brasileiro a Castro, meslre Francisco
Miro, carga manleiga e faxendas. Passagci-
ro, Joaquim Ribeiro da Cruz e a familia do mes-
lre.
-Brigue porluguez Viajaule, capillo Ma-
el do Santos, carga assucar e mais gneros.
'assaijeiro, Benlo Conca4ves do Prado.
EDITAES.
I'
Ulni.Sr. inspector da (hesouraria provincial,
lacrmenlo do disposlo no arl. : da le pro-
numero 129, manda f.izrr publico para
cimento dos credores hypolherarios, o qnies
peado*, que Francisco Manoel da Silva
00, tem de ser iudcmnisadn da qiianlia de du-
lil res, pela eUrarao do barro da proprie-
Mainada Tanquinhc na cidade deGoi-
I, pura a factura de urna bomba, e qu o dito
nao lem de receber dita qunnlia logo quo ler-
xu de 15 dias contados da dala deslc.
rccjjariariles.
Ion aflitar o prsenle e pn-
qoe he dado pa
E para cons
bbcoi
Secrelaria da II
. buco 12 de setem
tisonraria provincial de Pernam-
lro de I8J5.
O secretario.
Antonio Ferreira d'.lnnunrianto.
O Illra. Sr. inspector da Ibeiouraria provincial,
em cumprimeito da ordem do Exm. Sr. presidente
a provincia, manda constar os proprclarios abaizo
mencionados, a cntregarem u mesma Ihesouraria no
de 30 dias, a contar do dia da primeira puDli-
caejo do prsenle, a importancia das quolas com que
veir. entrar para o calcamento da ra Dircila at
a travesa da Penha, conforme o disposlo na lei pro-
acial Homero 3O. Adverlindo, que a falta da en-
trega voluntaria ser punida com o duplo dea referi-
da quolas na conformidade do artigo 6 do segua
meato tle 22 de dezembro de 1834.
N. 2. Joaona do Rosario Guimaraes Ma-
edo............,.....77400
H. 1. Viara de Joao l.eiUo Filgueira. 9946
N. 6. Hospital da Misericordia de Angola ufggOO
N. 10.- Menardo Jos da Cosa Valenlim e
rniateaco Joaqoim Pereira.......
N. 12. Mara Joaquina da Monra......
N. 14. Ordem lerceira de S. Francisco. .
N. 1K Anlonio Francisco Pereira. .
N. le'. Ilerdeiros de Manoel Caelauo de
Alliuqucrque...............
M. 911. Viuva e herdeiros de Antonio Joa-
qoim Ferreira de Sampaio......
N. 22. Francisco Alves da Cuuha. .
R. 24. Jlo Malheos..........
N. 21!. Joaqoim Francisco de Azevedo.
ti. Si. Dllo, dito..............
N. 30. Therev Goncaive de Jess Aze-
vedo...................
\ K. i. Irmandade de N. Senhora do l.i-
vrt renlo.
Iros

Mara Adefnde de l.emos .
Mara Leopoldina de hemos .
N. 5. Antonio Ferreira Pililo .
N. 7. JoJo da Silva Moreira. .
N. 9. Antonio Uomingnes d'Almeida
Pacos...........
N. 11; Jos de Barros Pmeulel .
N. 13. Filhos de Jos Ramos de Uli-
veira..........
N. 1. Ordem lerceira ile S. Fran-
cisco ..,,......
N. 17. dem, dem.......
N. 19. Irmandade do Saulissimo Sa-
cramento de Santo Anlonio .
N. 21. Joao Piulo de Queiroz. .
N.1 23. Auna l.uiza da Fonseea. .
N. ">. Jos Goucalves Ferreira e Sil-
va............
N. 27. lleuriquelii Eumeoia da Con-
ccirto..........
N. 29. Jos Goncalves Ferreira Sil-
va............
N. 31. Amonio da Silva Gosraao .
N. 33. Herdeiros de Joa Copes d'Al-
buquerque.........
r*. 3j. Jos Antonio da Silva Ouoi-
roz.....%.....
N. 37. I.ourenco Jos de Moraes Car-
valho. ..........
N. 39. Ordem lerceira de S. Fran-
cisco...........
N. 41. dem, idem.......
i.*3- Herdeiros de Joaquim Jos de
Farias...........
N. 4o. Viuva de Joaquim Luiz de
Mello Carioca........
N. 47. Ludgero Goncalves da Silva .
N. 49. Joao Moreira Marques .
N. 51. Paulo Caelano de Albuquer-
que...........
P>. 53. Ilamiao Goncalves Rodrigues
Franca..........
Joaqoim dos Res Gomes. .
N. 55. Thomaz d'Aquino Fonseea .
N. 87. Herdeiros de Anlonio Francis-
co lranco........
N. 59. Manoel Figiieiroa do Fara. .
N. til. Clara Marta do Espirito Sanio.
N. 63. Herdeiros de Francisca Mar-
garida dos Praxere ......
N. 65. Manoel Joaqun) da Silva Fi-
gueiredo..........
K. 67. Mara Antonia da Croz Bran-
ca.............
N. b9. Mara Goncaive Ferreira e
Silva...........
N. 71. Joaquim Jos da Costa Fajo/es.
Mi 73. Filhos de Manoel Jos de llas-
los e Mello a oulre......
N. 75. Thomaz de Carvalho Soares
Braudo..........
225001 Irata-se com Eduardo Ferreira Balthar, ra do Vi-
I I,r2..ll uario 11.."). 011 cun o capitao Manoel Pereira de S 1,
i 10250 na pracii do coinmercio.
829500
529500
45I50
1269000
1049400
639000
289800
25200
18#(M
259200
3O9OOO
309000
28/800
189000
148100
259200
489000
atao
259200
559200
1059000
9.59700
289H00
2898OO
IO98OO
109800
18/000
5892OO
U79H00
259200
369000
36/000
369000
189000
68j400
E para constar aa manuou afllxar o preaehle e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 15 deselerobrode 1855.O secrelario, Antonio
terreira d'Annuneiaeao.
O Dr. A malino Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da llosa, julz de direilo especial
do commercio por S. M. I. e C, etc.
Faco saber aos que o prsenle ediclal virem, que
por parle da Roslron Rooker & C. me foi felu o
requerimento de audiencia do theor teguinle :
Aos 16 dias do mez de selembro de 1855, nesla ci-
dade do Recite de Pernambuco eir, audiencia publi-
ca, que dos reilos e partea dava o Dr. joiz de direilo
especial do commercio, Anselmo Francisco Perelli
nella pelo sollcllador Joao Barata de Almeida procu-
rador dos exequenles Roslron Rooker & C, foi dilo,
qoe aecusava a penhor. relia em dnheiro e semoven-
tes contra o execulado Anlonio Jos Bilancourt, ro-
qnerendo que quanlo a primeira se proceda na for-
ma do arl. 547 do reg. n. 737 de 25 de novembro de'
1850, e quanlo a segunda parte que fleassem assignn-
dosos seis dias da !ei. Oque sendo ouvido pelo
jiiiz mandou apregoar o execulado pelo porleiru do
juizo Jos dos Santos Torres, que o fez na forma do
eaiyllo edeu T de n,1o haver comparecido, nem ou-
Irem por elle; em cujos termos o mesmo juiz hou-
ve o requerimento por deferido, e fiz o presente ex-
trahido do protocollo das audiencias. Eu Francisco
Ignacio de Torres Bandeira, escrivao interiuo o es-
crevl.
E mais se nao continua em dito requerimento do
audiencia, em virlude do que o escrivao que esle
snbscreveu mandou passaro preaenle,peluqual o sen
Iheorse chama e'cila ios credores incerlos do execu-
lado, alim de (icarcm scienle do conleodo do mes-
mo requerimento sendo islo com o praso da lei.
E para que chegueao conliecimeulode lodos man-
dei pa*ar edilaes que sarao publicados pela impreu-
ss e flxados nos luMBaSA-designados pelo cod'igo
commercial.
Dado apaisado .leaMalBIe do Rcc>ao'2) de
selembro de 1855. Eu Francisco lnacio de '^Orres
Bandeira, escrivao iniarfno o u^screvi.
_____ Amelmo Francisco Peretti.
DECLARACO'ES.
419700
7ti200
4.59000
77Q,
579H00
689OO
309000
829500
529000
619200
689100
As malas que lem de conduzir 0 vapor Paran
para os portos do norte aereo fechadas' boje (24) ao
meio dia.
Carlas legaras exislenles na adminislracao do
correio para o Srs. : Dr. Adolpho de Barros Ca-
valcanli de Lacerda, Adriano Rabello da Silva Pe-
reira, Anlonio Goncaive Ferreira, A. I.uiz Vieira,
Carlos Augusto Ferrgz de Abrej, Caelano de Cas-
tro. Diogo Jos I.eile GuimarSes. Delphim d,a Silva
lavare, Felinlo Elysio de l.emos Gonzaga, Firminn
de Soma Marlns, Francisco Pereira do Barros e
gjIva.Franeisco de Paula e Silva, Gaspar de Menezes
1 rVasconcellos de Drummond, padre Joaquim Mau-
ricio Wandepley, Joao Antonio da Piedade, Joflo
Evangelista do Nascimento, J. Pedro dos Santos So-
brinho, J. Sanio Rev Jnior, Jos Roberto Mo-
raes Silva, l.udgero Goncalves Dias, I.uiz de Franca
e Mello, Manoel Bezerra Cavalcanli de Albuquo
que, M.Jos Ribeiro Cima, Sebasliao de Arruda
Miranda, padre Primo Feliciano Tavares.
, Joaquina MrUi Pereira Vianiiax 839W0
N. 5. Dita, dila..............999000
N. 7. Dila, dita..............869WO
* Baziho Alves, de Miranda Varejao 75J000
R. 13. Francisco BronJao Paes Brrelo. 439200
' -V 17. Irmandade do Espirito Santo. I89OOO
' N. 1!'. Ja'aquim Bernardo de Figuereido. 289800
N. 21. Dilo, ^dlto.............119I00
1:4519886
para -constar se mandoo afiliar o preseuie, e pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria pro-
viaeial de Pernambuco 12 de selembro de 1855.
O secretario.
A. F. Annunciaro.
Illra. 6r. inspector da Ihesouraria,provincial
em cumprimento da ordem do Exu. Sr. presidente
da provincia, manda convidar jas proprielarios abai-
ia mencionados, a entregareatsjae mesma- Ihesoura-
ria no praio de 30 das, a coot* do/a da primeria
publiciicio do prsenle, a irfrVaTicia das quolas
cara qae davem entrar para o ealcmento da ra do
Raagel, conforme o disposlo na le provincial n. 350.
Adverlindo, que a falla da entrega voluntaria sera
paaidfl com o duplo das referida quola! na confor-
midad!! do arl. 6 do regulamento de 22 da dezem-
fcN de 1854.
N. 2. Ordem lerceira de S. Fran-
..... 189000
la da Conceiejlo Ferreira 18&000
N. 6. Domingos Jos da ailva 2.90110
N. *. flwrt.nk.Feli de Mello. 4t9OO
N. 10. Cariota Enmenia da Concei-
......... 79G00
N. 12. Herdeiros de Tliereza de Je-
........... 18*J0O
ri. 14. Irmandade das Almo do Ite-
*.......... 169200
N. IB. Ezequiel Franco de 9ii 259200
IK. Francisco Anlonio da Clia-
. f...........
X N. 20. Herdeiros de Josepha Flancis-
I ^ ea Rosa.........
r N. 22. Francisca Antonio das ia-
g"...........
21. Irmandade das Alma da htir-
ro de Santo Anlonio. .
N. 20. Manoel Antonio Montsh-o' d
Andrade..........
N. 28. Anlonio Jos Goncalves de' A-
evedo..........
N. :W. Viuva ds Miguel Jos R-'
airo...........
N. 32. Ordem lerceira de S. Friin-
eisco...........
N. 31. Paulino da Couceicgo. .
Ii. '>. Antonio Uypolilo Vercoa. .
N. 38. Viuva de Domingo Jos Bar-
aja ..........
y. 4>).Soao Moreira Marques .
y. V.l. Manoel Jos da Silva Braija .
M. 41. Jos Leonardo......
N. 46. Jos da Fonseea e Silva .
N. 48. Joao da Silva Moreira .
I>. 50. Dr. Alexandre Bernardino dos
lela e Silva........
N. 52. Tiburcio Valeriano Baptiila .,
N. 54. Maria Joaquina de Mcede/
Millo. ... \ .... .
fi. .50. Francisca Thomaziada Concei-
jflo Cunh.-..... .
N. 58. Patrimonio dos orphaos. .
N, 80. Maria Joaquina Machado Ca-
valcanli ..........
N. 2. Jos joaiiatm de Novae. .
N. 6. ienrdo Antonio da Miranda.
IN. 1. Alexiadre Jos da Silva. .
N. 9. Mara Candida Vianna ou-
109200
(il?200
18*000
41*400
519000
259200
52*500
2520ll
2I9OOO
899100
599100
52*200
I19W0
2892OO
8191)00
1618W)
509400
509400
519000
009000
7.59000
4.59OOO
OO9OOO
30M0O
Pela mesa do consalado provincial se faz pu-
blico aos contribuintes de imposlos, cujos dbitos silo
dependenle de lanr;amen(os, e qoe anda ni" forarn
psgos dentro do auno financeiroaproximo passado,
que os podem raalitar nesla repartirSo al o lim do
presente mez, Ando o qual passam "a ser executados
todosnsqaedeiiara.il de pagar os do anno de 1851
3 l>X).
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Bahco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
lettras tobrea.do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretario da direccaix Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
O conselho de adminislracao naval contraa
para forueciment dos navios armados, barca de es-
cavano, enfermara e praca do arsenal, e por lem-
po de (res mezes, o> seguinles genero : arroz l.ran-
co do Maranhao, assucar braneo, dilo refinado, azei-
le doce de Lisboa, dilo de carrapato, agurdenle
bronca de 20 graos, bolacha, bacalho, caf em grao,
carne verde, dita secca, farinha do mandioca, feijao
inolaliiiho, lenha de mangue em adas, pies, louci-
nlio de Lisboa, vinaare de Lisboa, estearinas em
velas e carnauba em ditas : o que se quizerem pro-
por a dito fornecimenlo, compareceLM 12 horas
do da 27 do correle, na sala d< sesaBts do conse-
lho, munidos da amostras e proposlas em que de-
claren! o ultimo preco, e quem seus liadores. Sala
das scsses do conselho de adminislracao naval em
Pernambuco 22 de selembro de 1855 O secrelario,
ChriitocSo Santiago de Oltveira.
PUBLICACA'O LITTERARIA.
Acha-se a venda o compendio de Theoria'e Prali
ca do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco dejPan
a Baplisla. Esla obra, alm de ama introdcelo
sobre as acr6es e exceproe em geral, trata do-pro-
cesso civel comparado com o commercial, eonlm
a Iheora sobre a applicaco da cansa julgada, eon-
Iras doulnnas laminosas : vende-so__nicamente
na loja de Manoel Jos Leile,
mado n. 10, a 69 cada
autor.
Continua a vender-te a obra de di-
reitoo Advogadodos Orplutos, com um
apndice importante, contendo a lei dat
ferate aleadas dos tribunaes de ntica, e
o novo Regiment de custas, para uso' dos
juizes. etenvaes, empregados dejuttiea, e
ar^uellet que frequentam ot estudot d di-
reito, pelo preejo de 5}!000 cada exem-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, iua
da Cadeia n. 56 : loja de encadernacao e
livro, ra do Collegio n. 8; pateo do
Collgio, livraria clstica n. 2,ena praca
da Independencia n. b' e 8.
is rua eTo\tuei-
exernplar rubricado pelo
Para oAracaly e Cear o hiate nacional Hxa-
larilo pretende sabir al o dia 29 do correnle : quem
no mesmo quizes earregar ou ir da pasaagem, diri-
(a-se aos consignatarios, na rua da Cruz, armazara n.
15, ou com o meslre no trapiche do algodao.
LEILOES
Joao Baplisla de Barros Macliado far lellan,
por inlervencao do agenle Borja, da sua taberna,
sita na rua Direila n. 16, que consiste na armacao,
gneros, especiara, etc., exilenles na mcsma:terca-
reira-, 2.1 do correnle, as 1 i horas.
Novacs & Companhia far.lo leilao, por inler-
vencao do agente Oliveira, e po- conta de quem per-
lencer, de 2o eanaslras enm albos, 12 barris com
presuntos, 10j dilos com carnes, 12 latas com dilas,
22 barricas cerveja. e 55 barris com superior vinho
braneo, ludo recnlemenlc imporlado de Portugal :
lerca-feira, 25 do correnle, as 10 horas da m.inhaa,
no armazem do Sr. Annes Jacome, defronle da ar-
cada da alfandega.
LEILAO.
Hoje, 11 do crtente, as 11 borat da
manhan, vai a leilao a taberna da rua do
Nogtieira n. W, a qual tem commodos pa-
ra familia, e bem afreguezada par-a a
trra,
*- Joao Baplisla de Barros Machado fara leilao'
por inlervencao do agente Borja, da sua taberna, sita
na na do Nogueira n. 49. que consiste m armacao,
gneros e especiaras existentes na mesma : seguu-
da-feira, 24 do correnle, as II horas.'
C. J. Aslley & Companhia farflu leilao, por in-
lervencao do agenle Oliveira, de grande o variado
sorlmento de fazendas de algodao, laa, linho e de
seda, (odas propras do mercado : segunda-feira, 24
do correnle, as 10 horas da manhaa, no seu arma-
zem da rua da C.adeU.
Francisco Antonio Coelho fara leilao, por in-
lervencao do. agenle Oliveira, da mutulla e masob-
jectosdo scu eilabtlecimenlo de hotel, sito na rua do
trapiche Novo o. 9, coiisislindo em sotas, cadeiras
uiuae, ditas de balanco, mesas de meio de sal, nm
riquissima panno para dita, bancas para sof e de
jogo, consolos, um excellenle piano inglez, mesas
elsticas para antar, aparadores, guarda-louras de
mogno e de amarcllo, marquezas, toucadores, 'epe-
llioa, iavaloros, eommodas, relogios para cima de
mea e de parede, ricos jarro de porcelana de lodoi
os tamanhos, lanlcriias, globos, andarellas e lustres,
apparelhos de porcelana para janlar e sobreiaesa,
para almoco, garrafas e copo de crvslal, machina
de limpar facas, e outros muilos ohjeclos asss ne-
cesarios ao uso de qualquer casa de familia: quin-
la-reira, 27do correnle, as I! horas da manhaa, no
indicado hotel.
O agenle Oliveira for.i leilao publico, por or-
dem do Illm. Sr. inspector d alfandega, do cter
t.tperanca de Beberibe (que servia de barca de vi-
ga) com lodos os seus aprestos tal qual seacha fon-
deado junto ao trapiche da dita alf.ndega, ondeos
pretcndenlrs podem examina-lo com uuleciparao :
sexla-feira, 28 do correnle. ao meio dia em paulo,
uo indicado trapiche da altandega.
AVISOS DIVERS
tsos
D?S
LOTERAS Di PROVINCIA.
O Illm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que ot bilhetes da segunda par-
te da segunda lotera do Gymnasio Per-
nambucano, se acham a venda na the-
souraria das letona, rua do Collegio ji.
15, eas rodas andam impreterivelmente
no da (i de outibro do crtente anno.
Tbesournria das loterius desla provincia,
2i de selembro de 1855.Luiz Antonio
Rodrigues de Almeida, escnviift dat lo-
teras.
ATTENCa.
Ocautelistada casa da Fama, Antonio
da Silva Guimaraes, venden o billicle in-
teiro garantido n. 5100, com 6:000*000
rs., da primeira parte da segunda lote-
ra do Gymnasio ; o possuidor do dito bi-
lliete venha receber a garanta, no ater-
ro da Boa-Vista n. 48.
Ia PARTE DA 2 LOTERA DO
Griiinasio.
Os cautelislas Oliveira Jnior & Com-
panhia venderama sorte.de 1:000 no bilhete inteiro n. 4041, o possuidor do
mesmo pode vir receber os 8 por cento da
garanta. Tambera venderam os sortes de
500.S no n . 4788 em cautelas.
200.S it 4586 ce
200.S 5892 "
200JJ u 2779 ((
100S ' u 3992
tOO/j 4650 M
100,* u 3ti*8 ce
100.S 2895 '
AVISOS MARTIMOS
Real Companhia de Paquetes Inglezes a
Vapor.
No 1 de outu-
bro espera-se
da Europa, um
dos vapores da
Heal Cumpa-
nhia.oqualde-
pois da demora
do cosime se-
E mttitosdc50,s000. Os possuidores de
ditas cautelas poderao vir receber, no
esenptorio dos mesmos cautelstas, na rua
da Cadeia do Recife n. 50, prmeiro an-
dar, apenas sabir a lista geral.
Perdeu-se desde a rua do Sebo, vin-
do pelo pateo da Santa Cruz, rua do Ara-
gao, aterro da Boa-Vista, em seguimento
ate a rua das Cruzes, um alnete de peito
lormado por urna flor com dous esmaltes,
um encarnado e outro verde: quem o
tiver adiado, querendo restituir, dirija-se
a rua das Cruzes no sobrado junto a esta
typographia, que se gratificara'.
Manoel Alves Cuerra Inuior e Joao jvesT
|.Guerra, mullo agradecem a lodos seus amigos j
e mais pessoa que fzcram o obsequio de as-
'slir ao enterro de seo fallecido e prezado pai
'anool Alves (inerra.
O cautelista Salustano de Aquino
Ferreira avisa que ver.deu a sorte de
LrOOOSOOOem dousmeios bilhetes n, 5233
da primeira parte da segunda lotera do
Gymnasio Pernambucano ; quem os pos-
sur <|ueira vir receber por inteiro, na rita
do Trapiche n. 56, segundo andar, logo
queselizera distrbtiicSo das listas. Per-.
nambuco 24 de setenbro de 1855.0
cautelista, Salustianode Aquino Ferreira.
O abatfn assignado faz ver ao respeilavel pu-
blico, qoe o motivo de nao ler havido sermao na fes-
I do henhor Bom Jess da Croz, ereclo na igreja de
B. h. do Rosario do hairro da Boa-Vista, foi o le
ponen depois do gloria o padre meslre Joao Capisl'a-
no, com qtemliiiham contratado o ser.nHo, mandado
avisar que nao poda ir pregar por estar incommo-
dado.Joao Baplisla Copes, procurador geral.
O baixo assignado participa aos seos fregue-
zes que mudou a cocheira de carros que linha no
paleo do Hospital do Panizo, para a rua da Floren-
lina,
Desappareceu no dia 16 do correnle mez o pre-
lo JoSo, de nacSo Benguela, id.ide 20 annos, pouco
mais ou menos, boa aliara, j principia a sahir-lhe a
barba, lem os pes grandes e es dedos aberlos, lem
urna cicatriz em um dos bracos, cosluma embriagar-
se minio a miudii. e lie dado a valonle ; levou calra
de riscadinlio azul e camisa de rr.adapolao, anda va-
gabundo pelas ras e cosluma dormir as oseadas
que aelia abertas de noite : pede-se a todas a auto-
ridades policiaes e capiaes de campo que o encon-
Irarem, o apprehendam e conduzam a seu senhor,
que mora notario da Trempe, sobrado n. 1, que
l"m taberna por baizo, o qual recompensar gene-
rosamente o seu trabalho.
Francisco da Cosa Amaral relira-se para Por-
tugal, licuando as suas casas de negocio no mesmo
gyro, e por seas procuradores, I." Joao Antonio Car-
piuleiro da Silva, 2. Francisco Jos da Oosla Ribei-
ro, 3. Luiz Jos da Costa Amorim, e roga a seus
credores Ihe apresenlem suas cotilas 110 prazo de 1
dias, o aos seus devedores que bajara de saldar suas
conlas 110 poazo de 8 dias.
Amassndor.
Na rua da Senzrla Velha n. Mi, precisa-se de um
bom amassador, e que enlenda de massas finas.
Forneiro.
Precisa-se de um bom forneiro : na rua da Sen-
zala-Velha n. 81.
Carolina Cassia Flora Braiileira, pelo presente
declara, que fallecer no dia :l do correnle sua pre-
zada Ha I). Florencia Maria do Desterro, a qual fdra
sepultada na capella do enganho Ribeirao, com lo-
dos ossofiragios do co-tnme, para que lodos os seus
sobrinhos e mais prenles qneiram encoramendar sua
alma ao Creador, e ludo quanlo o grao de parentesco
exigir, segundo os deveres e coslumes eslabelecidos.
A arrematarlo dos utencilios da taberna da
Passagemda Magdalena. Iravessa dos Remedios, he
amanhAa, lerca-feira, 25 do correnle, a allima pra-
c,a. depois da audiencia do juizo dos orphtos, na sala
das mcsinas.
l'eideo-se urna caixa grande e hadante forni-
da, de larlaruga, para rap, no da 22 do correnle,
da rua do Collegio a nova igreja do Divine Espirito
Santo : quem a tiver adiado e qnizer entregar, di-
rija-se a mesma rua n. 19, prmeiro andar, que ser
bem recompensado.
X LnULIJ 'fl 11a noilede sabbado, 22 do cor-
renle, um alnete de peilo, obra moderaa, sem es-
malte, com duas borlas pendentes, pastando pelas
ras seguntes : rua Velha, paleo da Sania Cruz,
Rosario, Conccicao, praca da Hoa-Visla, ponte da
mesma, rua do Cano, paleo do Carmo, rua de Hor-i
tas, paleo de S. Pedro, rua e muro da Penha al a
rua do Nogueira : roga-se a qualquer pessoa que o
lenha adiado, de o restituir uo (obrado da rua do
Nogueira n. 39, que receber urna grnlilicacao.
aos senhores es-
cudantes.
Ainda exisle urna porco de Iivros de direilo e de
lilleratura, em multo bom estado, e por menos pre-
co do quo em onlra qualquer parle : quem precisar
aproveile a occasiao para comprar baralo antes que
se acabem : na rua do Queiraado n. 21, lodos os das
das II lloras em dianle.
Lotera do Rio de Janeiro.
Acham-se venda os novos bilhetes da lotera 36
do Monie Po tieral, qae devera correr a 24 do pr-
senle. As lisias virao pelo vapor Onanabara, qu
deye partir em 23 do andante, e deve aqu chegar a
2deoulubro futuro.
No engenho S; Joan do Ilamarac, precisa-se
de um bom feilor : quem a slo se quzer propr,
dando conhecimento de sua conducta a rnpacidade,
dirija-se a roa da Aurora n. 62, casa do Dr. Joo
Honorio Bezerra de Menezes, ou ao dito engeiiho, a
tratar com o proprielario.
Precisa-se de om ccixeiro que lenha pralica
de loja de ferragens : na rua do Qucmado 11. 32.
Todos os domingos e dias sanios sahirao Ires
mnibus na direccjlo de Appucos, seudo um as 7
horas da manhaa, o bilhete par. c.Ha urna passagem
cusa 1)000 ; e os dous as 3 l|2 e i horas da larde,
cuslando o bilhete de ida e volla 1J>.
Quem precisar de um homem para padaria,
que enlendc de lodo o servido da dita, dirija-se a
rua do Cabaga n. 2.
Cerlos de quesomenie por meio das mais frr-
vorosas e locantes orarnos podemos obler do Allusi-
mo a uspencao de sua divina indignarlo, e livrar-
nos do mal que infelizmente sofl'rem os nossos irniaos
'Ara e Baha, delberaram os moradores dos He-
irl"JjjT>s eipr ,i vista dos fiis a imagem do Senhor
Bom Jess dos Pobres AIIIicios,^ue se venera na
igreja de N. S. dos Remedios, e afer celebrar um
septenario concluindo com missa canlada e ladainha,
a noile, no dia 30 do correnle mez. Os mesmos
moradores convidara, porlanlo, a lodos os devotos
daquelle Senhor compareccrem a etse acto da mais
pun e sania retigiao para euloarem os seus hvmnos
orafde ao Redemplor do genero humano, aiim de
que nos preserve de um semelhanle flagdlo.
Desappareceu o prcto Anlonio, mneambique,
ja de idade, eias solas dos pes com ricalnzes de
cravos, feitor que era do sitio na Passagem da Mag-
dalena do abaixo assignado, que recompensar a
quem o apresenlar na cidade Nova, em urna das ca-
sas do Sr. Comes do Correio ; o qual prelo cosluma
diier que he forroaVAnlonio Joaquim de Mello.
Aluga-se um negro para earregar fazendas pe-
las mas, ou outro qaalquer servico, sendo leve : no
paleo do Panizo n. 10. '
Contina eslar ausente de casa de seu senhor
o major Antonio da Silva Cusmao, o seu esgravo Ig-
nacio, crioulo, cor prela, alto nao muilo, idado 3
anuos, punco mais ou menos, pernas om pouco r-
quiadas, olhos grandes e verraelhos, testa alia e
grandes cantos, com um signal nella que parece um
S, um dedo .le um dos ps partido, chupa bstanle e
he muilo contador de petas, anda corcorvado : quem
apprehende-lo ser geuerosamenle recompensado,
levandoo i roa Imperial n. 64, casa da residencia
de sen senhor.
Ausenlou-se de casa de Jos Jeroaymo Mon-
leiro o sed escravo prelo, de noine -Castao, tem os
pernas um pouco cambadas, e assim os dedos dos pes
e inaoj, e que parece andar pela rua ganhando ; re-
commenda-ae as autoridades policiaes e capiaes de
campo de o apprehenderem, e levando o ao sitio da
Eslancia, sera o portador bem gratificado.
Preciaa-A alugar um prmeiro andar ou segun-
do, seudo as ras seguntes : Queiraado, larga 00
eslreita do Rosario, ou mesmo urna boa casa terrea,
dndose algumas luvas : a tratar na rua eslreila do
Rosario n. 2, loja de barbeiro.
Aluga-se para passar a fesla on por anno, nm
sitio na Torra, margem do Capibaribe, com boa
casa de olo, casa para uegrps, estribara e cacimba
d agua de beber : na rua da Cruz n. 10.
-T- Precisa-se alagar urna escrava para comprar e
cozinhar para duas pessoas ;'.na prac,a da Indepen-
dencia 11.18 e 20, loja de relojoeiro.
Bellarmuo dos Santo Pinheiro vai a Europa.
Os abaixo assignados fazendo parle da admi-
nislracao da casa de Joao Bernardo de Carvalho Piu-
lo, sila na rua Direila, convidara a lodos os credores
do dilo Pnlo para vrem lomar conla dos negocios
do mesmo pelas 2 horas do dia 22 do correnle, visto
nao poderem continuar so na adminislracao, e ro-
8am a quem com a adminislracao lem conta de a vi-
rem receber.GuimarSes Quem tiver e quzer vender seis caixes mais
00 menos proprios para assucar: pde enlender-se
na rua da Croz n. 1 .
Cela-
lugar
ligar
gira para o quem di.
sul
D-se 1:0008 a juros com hvpollieca em algo-
ma casa que as leja sem embanca), ou a penhores de
ouro ; na lvnria do paleo do Collegio n. 6, e dir
.... para pas-
8 *! "''' lrala-' c<"n os agentas Adamson Ho-
wle & C, na roa do Trapiche-Novo n. i2.
Par o Rio de Janeiro segu com brevidade o
triga* eUero ^doijuio,- pa carga e ptstageiros,
OITerece-se um homem para caixero de qual-
quer casa de negocio de atacados ou a relalho, o qual
tem boa lellra e haslanle pratica, pois esl arrumado
ha mais de anno.porm por om pequeo motivo qoer
sabir da casa : quem precisar aonnncie.
eja-se fallar com o Sr. Jos3 de Mara Va
concellos na rua da Cruz n. I, prmeiro andar.
ESCRAVO FGIDO.
Desappareceu da casa do Sr. Feli\ An-
tunes Moreira, do Ro de Janeiro, desde
1852, um escravo de nome Joao, crioulo,
natural do Ceara' ou Aracaty, com os sig-
naes seguntes: um pouco baixo, refor-
jado, pirado de bechigas, lula, com falta
de lenles, .mal parecido, consta ter anda-
do para Gotinguiba, e ltimamente pelos
portos do norte como forro, em conse-
quencia de ser marinheiro: roga-se aos
captaes de campo eas autorisfiaLes poli-
ciaas, que o apprehenderem, Vndai-'le-
va-lona rua do Trapichen. 3*. prmeiro
andar, escriptoriode Novaes & C, que se-
rao bem recompensados.
A venda do jacar do papoamarello,
anunciada neste DIARIO nos das 20 e
2Fdo correnle, foi transferida da rua Im-
perial pata o pateo do Carmo: quem qu-
zer melhor saber, pergunte aos devotos
doF.,.
No da 2j do correnle, as II horas da manhaa.
na sala das audiencias do IH.juiz de orpliias, linda a
audiencia dente, se ha de arrematar por ser a ultima
praca, urn sobrado na rua do Crespo dett cidade n.
3, avahada em 8:0009, o qual, vai a praca requeri-
menlo do invenlarianle teslamenteiro o coronel
Francisco Mamede de Almeida para pagamento do
sello uacsonal.
I.ava-see engomma-se com todo o gofio, ceio e
perfeicao : na rua do Sr. Bom Jesos das Crioulas
Precisa-se alugar urna ama para fazer o servi-
co de casa1 a comprar : na praca da Independencia
n. OS, se dir quem pretende.
Precsa-se de urna ama furra,nicamente pan fa-
"'' raoCo e jantar em casa de um homem solleiro,
podendo ir dormir em sua casa : na rua da Cruz
D.3I.
Aluga-se nm prelo moco para vender sapalos,
ou lazenda na rua, ou casa de paslo : a pessoa qae
quzer alugar, dando algum dnheiro adianlado, di-
nja-se a rua do Padre Floriano n. 49.
Precisa-se de ama ama : no aterro da Boa-Vis-
la n. otj.
Precisa-se de um criado cslrangeiro, que nao
seja preguicoso e nem lenha impola de dalgo, su-
jeilando-sc a lodo servico que se Ihe mande fazer
quem estiver ueslas circunstancias, dirija-se junio
ao sitio que foi do Sr. Dr. Nello.
Precisa-se do urna escrava ou de ama forra pa-
ra urna casa de pouca familia : na roa do Hospicio
n. 7. '
O Sr. Jos Tiburcio Valeriano de Noronha, que
servio de notario na villa de Serinhaem em 1837.
faca o favor de declarar a sua residencia para bem
de seu inlcresse, a Anlonio Ignacio BrandJo, resi-
dente na rua da Cruz, no Recife, n. 8, em asa do
Sr. Jos Antonio Pinto.
Regiment de castas.
Sabio a luz o regiment ias custas juAi-
caes, annotado com os avisos que o alte-
ra ram : vende-se a 500 nis, na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
O abaixo assignado lem justo com o
no da Rocha Pereira comprar u.seu silio,
do Remedio, com casa de lijlo : quem
com direilo ao dito si lio. ou privilegio sobie L .
duelo da venda, dirija-se a- rua Direila n. 104
prazo de 3 dias.Jos Joaquim SimOes do Amar
Precisa-se de um caixero para taberna, em
A|ipucos: a Iralar na rua do Quemado n. 51.
Precisa-se de um caixero de 12 a Itannoi,
para taberna : na rua da Cruz n. 28.
Offerece-se nma porlugueza de bons coslumes
para o servico de casa de um homem solleiro ou de
Pouca familia : quem precisar, dirija-se a rua do
lospicio, easa de um andar 11, 21.
Arrcnda-se o enconho Miiiguln, di.lano meia
legoa da cidado do Rin-Foruiosat inoenle e correal,
com machina nova movida por agua, cercado, limpo
e bom, e graudes propon-oes para se aarrrjar -, e
lambemse vende a safr nova que est plantada : os
preleudentes dirijara-se ao mesmo engenlio.
ANNUNCIO.
Coja e armazem de fazendas baralissmas, na roa
da Cadeia 1I0 Recife n. 50, defronle da rua da Ma-
dr; de Dos, quina do segundo berco vindo da pon-
le, lado esquerdo. Neslo eslabelecimenlo adiarlo os
hri;. fazeudrirus, commercianles do ceulro, e o pu-
blico em geral, um completo sorlimentu de fazendas
finas egrossas, ludas de boa qualidade c sem avaria,
que a dnheiro vista, se vendem por preeps bara-
11. 1 inos ; assim como boa disposicilo para bem ser-
vir e agradar a lodos os freguezes que se diguarem
honrar o eslabelecimenlo,
BECkER
RIA NOVA N. 60,
lem a salisfacao de nnnunciar aos fashionables, sec-
Jai ios do bom goilo e perfeicao, que no seu eslabe-
lecimenlo se encontra nao s as fazendas necessari as
chegadas ltimamente de Par* para o sorlimenlo
completo do nm elegante ; como tem igualmente a
feliridade de siioticiar aos seos freguezes e amigos,
que a frente de seu eslabelecimenlo se acha hoje
um artista-versado em lodos os segredos da profissa
e interprete fiel do goslo mais requintado.
Precisa-se de urna ama de leile : na rua da
Senzaia Nova n. 30.
O cscripturaroda Companhia de Re-
beribe Marcolino Jos Pupe, ainda esta'
autorisado a comprar e vender acres da
mesma companhia, pois que ninguem
mais habilitado do que elle a fazer este
negocio; podendo ser procurado no es-
criptorio da mesma, na rua Nova n. 7, dat
8 horas as 5 da tarde.
Madama Millocheau Buessard participa aos seus
frjguezes que pelo Comte-ltoger lem recebido ricos
corle de vestidos de Monde bordados, com as man-
as irraaas para casamento, camisiuhas, collarinhos c
mangas, enfeiles para cabera, capellas e caixos para
nnivas, ricos lencos de cambraia de linho, larlalanas
bordadas, ricas flores, cachos peignes. cambraia do
linho fino, chales de relroz, franjas de cores. Illas de
velludo, bicos de blonde e de linho, balcias e mais
fanendas que se vendern muilo em conla ; no ater-
ro da Boa-Vista, loja n. 1.
Candido Jos Lisboa, anlieo discpulo do Sr.
pudre Joaquim Raphaei da Silva, approvado pelo
lyceu desla cidado, com pralica de ensiuar, di lices
de lalim na rua de Apollo n. 21. Da lamben) licoes
dt grammalica porlugueza e franceza, 011 na clasae
colleclivamenle, ou a cada um de per si da larde a
nnite; e recebe pensionistas do pone idade.
COMPANHIA DE FIACAO E TECI-
DOS, NO RECIFE.
A direcco da com-
panhia de Fiacao e Te-
cidos de algodao con-
vicls aos Srs. accio-
nistas da companhia,
a rea lisarem do I ao
ultimo de outubro prximo, em mao do
C(.i\a Sr. Antonio de Moraes Gomes Fer-
reira na casa do Raneo, e as tercas e se\-
tiis-feirasde cada semana, urna prettacao
de 10 por cento sobre o capital. Recife
11 de setembro de 1855.Rarao de Ca-
maragibe, presidente.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario.
|( O medico Jos de Almeida Soares de Cima (ar
}j Bastos, mudou a sua residencia para a rua da
(| Cruz sobrado amarello n. 21, segundo an- ;g
stst*-Sa>*
' Francisco Comes de Oliveira, 'agenle de lei
li>es, aluga por anno 00 anuos, ou pelo lempo da
tala, a sua excellenle casa de campo, sila na po-
voncio do Pocjo da Piuiella, a qual lem sido occo-
pada e seri at o lim do correnle mez, pelo Sr. Fre-
derico Robilliard.
Precisa-se de urna ama secca para casa de pon.
ca familia, saliendo cozinhar o diario de urna casa,
sendo livre ou escrava, de boa conduela, nao se olha
ao preco : na rua da Cruz n. u.
--------------_
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
jue mudou a sua aula para a rua do Ran-
Tl n. U, onde continua a receber alum-
|0 internos eexternos desde ja' per mo-
preco como he publico: quem se
quize^ut'hsar deseupequenoprestimoo,
pode proVrar no segundo andar da refe-
rida casa tfaxoualqiier hora dos dias uteis.
: j. jaSOentista, g
% contina a residir na rBavNova n. 19, priinei- S
9 ro andar. r-

Novos livro de homeopal
Indas de summa importancia :
Hahnemann, Iratadq das molestias
lumes.........
Teste, rroleslia dos menioos .
Herng, hnmeopalhia domestica. .
Jahr, pharniacopa homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 voluntes ....
Jahr, molestias nervosas.....; .
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tapou, historia da homeopalhia, 9 volumes
Harllimaiin, halado completo das molcslia
dos meninos..........
A Teste, materia medica homeopalhica! !
I)e lajollc, doulrina medica homeopalhica
Clnica de Slaoneli .......
Caaling, verdade da homeopalhia. \
Diccionario di; Nyslen......
Aulas completo de anatoma cora bellas e
lampas coloridas, conlendo a descripcao
de todas as partes do corpo humano ,
vedem-se Iqdos esles Iivros no consultorio horaepa-
Ihico do Dr. Cobo Mostoso, roa Nova n. 5ti, nrl-
meiro andar. r
# .'IIBLICACAO' DO INSTITUTO HO
MEOPATHICO DO BRASIL.
'3 THESOURO HOMEOPATHICO
m o
(0 VADE-MECM DO
9 HOMEOPATHA.
i^f Methodo conciso, claro e seguro de cu-
i' rar homeopathicamente todas as molestias
2 ?Me "M'0"" a e-'pecie humana, e parti-
IB cularmente aquellas que reinam no Bra-
sil, redigido segundo os melhores (rala-
dos de homeopalhia, lano europeos como
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario I.misero
Pinho. Esla obra he hoje reconhecida co-
mo a meHior de (odas que tratara daappli-
cacao homeopalhica no curativo das 1110-
P leslias. Os curiosos, principalmente, nao
i podem dar um passo seguro sem possui-la a
' consulla-la. Os pnis de familias, os senho-
i res de engenho, sacerdotes, viajantes, ca-
k pitaes de navios, serlanejosclc. etc., devam
" te-la i mao para occorrer promplameole a
i qualquer caso de molestia.
[ Dona volumes em brochura por 10,-000
fu encadornados 119000
k Vende-se nicamente em casado autor,
* rua de Sanio Amaro n. 6. (Mondo No-
[ NA MESMA CASA.
vendein-se os mais arredilados medca-
I nienlos homcopalhicos preparados sob as
i vistas iinmcdiatas do autor, por procos va-
' riaveis segundo o numero e dyuamisarao
) dos medicamenlos, lamauho dos tubos e 1
> riqueza das caixas.
Botica de 4 medicamenlos, de
i 30 B
a
36
18
60
!Mi
190
1J>a0^)no
lja9.>90U0
1rSj a .303000
ip a 18.-5000
:it> a 6O3OOO
45a9900
,")0!>a 1008000
N. B.Cada urna c.T-lcira encerra lam-
ben! os medicamentos proprios para o cho-
lera-morbos-
fc%Vlit|L
Panorama.
QUINTA EXPSITO.
FREDK LEMRCKE.
Tem a honra de avisar ao espcilavel publico, que
no dia quarla-feira 19 do correnle, expe nova vis-
las que nesla provincia ainda se nao lem vislo : na
rua da Cadeia confronte ao convenio de S. Francisco,
que s,lo as seguinles :
I. Ilelsiugrors e|Schwea^org debaiio da observacao
dos allia.lo.
9. O alaque das Inglezes sobre o Redan dianle de
Sebastopol.
3. O valle de Gaerney no mar AzolT.
4. Sebastopol, o alaque sobre a Colina Verde.
Interior de urna bateria rusia dianle da lorre de
Malakol!.
5. Sebastopol, vista geral do lado de Ierra.
Conslantinopla e a desembarque da Iropa fran-
cexa.
i. Cidade de Jerusalem.
9. Dilo a enlrada do templo do Santo Sepulroro.
O preco he 300 reis cada pessoa, e acha-se aberlo
las 6 t ti hora da noile.
O solicitador Cumulo Augusto l-errcira da
Silva, mudou a sua residencia para a rua da
Camboa do Carmo n. 38, prmeiro audar, on-
de pode ser procurado para os misleres de
sua prolissao, bem como no paleo do Colle-
gio, i'scriplorio do illm. Sr. Dr. Fonseea.
"" *' ~ay>!taC'aals^atM!Saat<^a>>lalf fatal '
\MMm3KMMm-\
B- BICHAS
UAMBUHGO.
Alugam-se bichas de Ilamburgo a 240 e 390 rs. ;
na loja de barbeiro, em Fra de Portas, rna do Pi-
lar o. 109. Na mesma hn charuio, unos pira os
Vegueres.
----,----- ._ .-----
^em francez, sob
lican, 4 vo-
2O9O00
69000
IO3OO0
85000
79000
ti>000
45000
IO9OOO
303000
W O Dr. Sabino Olegario l.udgero" Pinho, _
A mudou-se do palacete da rua deS. Francis- S
V co 11.68A, para o sobrado d dous anda- W
|P resn.6, ruade Santo Amaro, (mando novo.) tk
Eal.i a sabir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E ROEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
poslo em ordem alphabelica, com a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indcacao physio-
logica e Iherapeolica de lodos os medicamentos ho-
nieo|>alhicos, seu lempo de accao e concoriancia.
seguido de um diccionario da signifieacao fr lodos
os termos de medicina e cirurgia, e poslo 10 alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Subscreve-se para esla obra no consoltoriu iiomeo-
palhico do Dr. COBO MOSCOZO, rua Nova n. 500
prmeiro andar, por 5>000 em brochura, 11 69O,
eneadernado.
SfJ^s'.ae#ea#?biB8nf#
DEHTISTA FRAHCEZ.
1 Pauto tiaignoux, denlisla, eslabelecido na
rua larga do Rosario n. 36, segando enriar,
9 colloca denles com a pressaodo ar, e chumba 0
9 denles com a massa adamantina e outros me-
laes.
O Dr. Ribeiro, medico, contina a reiiidir na
roa da Cruz do Recife n. 49, segando andar.
Alugam-se urnas casas sitas no lugar d>: Sania
Anua de denlro.cujo lugar lie o mais fresco e salubre
possvel, com banbo perto no Capibaribe e por ba-
ralo preco : na ru do Trapujp .Novo n. 20.
3. Falque.
RIA DO COLLEGIO k.
_ Recebeu-se pelo ultimo navio -indo de
Franca, os seguinles ohjeclos :
Palitos de panno preto e de cor, forrados
de seda de 12)000 para cima.
Dilos de laa do-cres muilo lindos.
Ditos de alpaca prela de 65 a 109000.
Ditos de brim braneo e de cores de V>00
para cima.
Calca de casemira nrela fina a 109000.
Dilas de dila de cores de 69 a 93000.
Dilas de brim de cor e brancas de 3?00O a
f WtKX).
Calcas, cnllelcs e palilus de casemira mes-
I ciada.
Veslimcrtla completa de diversas cores.
Colleles de selim, fusilo e casemira.
Paul de ganga muilo superiores.
Uilosde seda de superior qualidade, cla-
rse escuras, de 109000 a 169000.
Grande sorlimenlo de mallas, saceos com
i mala e saceos de tapete para viagem, sobre-
' ludo-de laa para sabidas de baile, i1,ca-
iro, ele.
E grande quanlidade de chapeos de sol de
seda e de panni.nho, lano para homem romo
para senhora, e baleias para vestidos e evpir-
lillios de senboras.
" mmmim-MmimmMm
Na roa larga do Rosario esli para alugar-se o
sobrado n. 23, lano a loja como o prmeiro e segan-
do andar : IraU-se com o Dr. Cosme deS Pereira,
no Recife, rua da Cruz n. 33,
Precisa-se de urna ama que sai ha cozinhar e
engommar, para urna cas de pouca familia: na rua
do Trapiche n. 14, segundo andar.
Precisa-se de om criado desempedido, que en-
lenda de cozinhar, para servir a um homem solleiro
e morar em sua companhia : procure na run eslreila
do Rosario n. i 5, sobrado.
Aluga-se urna ama para cozinhar e en nominar,
prefere-se capliva : quem quizer ajoslar, procure no
alerro da Boa-Vista, sobrado n. 33. Na mesma casa
lambcm precisa le de nma prela para vender na
rua.
D-se 9009 a premio eom hypolheca em urna
morada de casa : quem o quizer eulenda-se eom o
Sr. Ilaitholomeii Francisco de Souza, com botica na
rua larga do Rosario n. 36.
Precisa-se de um rapaz solleiro que lenha ha-
bihlacao para etereveote deam escriptoriode noln,
enme, civel, orphaos e ausentes, capellas e residuos
para una villa fra da cidade : a Iralar no sobrado
a direila d igreja dos Martyris, primeira andar.
Precisa-se de urna mulher parda on prela, qae
nao sos le de di ver limen los, para ama de casa : a
Iralar no sobrado a direila da igreja dos Martvrios,
prmeiro andar.
Jordao Jos Fragoso, procurador bstanle de
seu sogro o Sr. Joo Moreira Marques, ori ausente
desla cidade. roga a lodos os devedores do mesmo,
venham a rua do Cabug n. 11, salisfazerem seus de-
bilo, avilando por esle modo os recursos legaes
julgando que o referido seu sogro nada dove nesla
praca, com ludo convida a qualquer pessoa in deile
se considere credor, a apresenlar os ttulos da divi-
da, por onde assim o mostr, para aerem paga.
C. Fiedler, lendo da seguir Dar Europa no
prmeiro vapor para !r(ar de sua saude, psde des-
culpa as suas I|pas. disnpulas e aos seos amigos
que por Talla de lempo nao se despedio de todos ao
mesmo lempo previne as primeiras que prelende'es-
lar de volla infaliivelmenle no principio de marco
COMPRAS.
Cnmprn-se uro escravo qae nao lonh vicios
nem achaque, e que seja de boa conducta, ainda que
nlfo-seja moco : a lialar na rua do Collesio n. 21.
prmeiro andar.
A6$000aarroba.
Compra-se ell'ectivarpento sel em ta-
ma em pot-roes, de arroba para cima : na
fabrica de sabao rua Imperial.
Comprnm-se uns arreins para cavallo de carro-
sa : na rocheira da roa da Florentina.
Comprnm-se amas labnas propras para arma-
zem de assucar: na rua da Croz 11. 18, se dir quem
compra.
Compra se urna prela crioala ou cabra, que
seja boa cozinheira e engommadeira : na rna do
Collegio n. -Jj, prmeiro andar.
,.-------_----_--------------------
W VENDAS
Oraco contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia um folhelinho com difireme ora-
roes conlra o cholera-morbos, e qualquer oulra pes
le, a 80 r. cada um.
ITmL QDEI IIM
MUTA FAMILIA.
Na rua do Queimado n. 19,
a vendem-se as mais modernas cambraia
j francezas que lem vindo ao mercado, pelo
I baralissirno prcr;o de 300 rs. a vara, como se-
jam: le jos de retrs de todas as cores a
' I9I20 caa om; chales de merino bordados
e lisos de todas as cores,'e por preco cora-
modo.
Vende-se rap fresco de Lisboa : na praca da
Independencia, Inja n. 3.
S. M. IMPERIAL.
Vendem-se sellns enm pertences pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Howie&C. rua do Trapi-
che n. 42. v
Sitt* de fstNSMH
i APPROVADO PELA JUNTA %
J DB
HIGIENE PIBLICA
f DO
I RIO DE JANEIRO.
I COI PRIVILEGIO DO GOVEWO
S
NON PLUS ULTRA.
{Jos Pui v llrusuera declara ao respaila- I
vel publico, que lem o prazar de Ihe oflere-
W cer a adroiravei virludea que, em urna loo-
ga eiperiencia tem deraonslrado a Agaa de
g A maules, de sua coroposicao, o sao a seguio-
Mes: cura toda as enfermidades de pelle,
i isnmo pannos, (com ama garrafa pouco mais
ouNmenus', sardas (com duas garrafa pouco 1
B mais tou menos), e as espinhas, pormato an- '
ligasqueNwjam, (eom ruaa 00 tre arrafa,
9 pede-se a Bjlima mais (orle ou msis carrega-
8 da), e afarficando-a mais quenle qae moma
com nm (rapinho molhade, a amarraMa-a
com um lenco. Fra, refresca, lira a pelle
W farinhosa e saavisa-a, da-lh lastra e taz dea- I
apparecer a edr Irlgneira (ea einee das de
> um modo muj nolavel), cara a borlurja com
muilo facilidade, por aermailo fresca, esem
prejudiear a saude. Instantneamente- faz
R) desapparecer o ardor do sango; quando M #
coca a pelle, e applicado as face nm alas-
dao molliado na dita agaa, e irmavranoo't #
com um lenco, amanhecem as cores naturae #
muilo agradavei, tem prejudiear em sMa a
pelle; e pode-te continuar quando as edrea #
se perderam icusar asta efiello, quando as
9 tiver lemperatenln tangoineo Em lvalo- 9$
9 rio be om preservativo ptimo .Contra svphi-
lis. applicando-a morna as face um al-
KodSo molhadona dita agua ao lempo da ap-
paricao das bexigas, serve para neulralisar
011 purificar, limpar o humor, a para pravo- *
m nir a forraarao das marcas ne roslo; e faz
H desapparecer a inllammacao preservando do S
ar e da luz, aos doenlea de bexigas. Do mea- %
9 mo modo cura impingen dlllce! de curar 0
Para loucadore (loilatle) parlicularres das #
senhora, Prego 29000 a garrafa. Vende-te #
V uoicamenle na rua da Cruz n. 1, escriplorio
de Anlonio I.niz de Oliveira Azevedo.
S*a>Eat #
Velas.
Vendem-ee excellenlcs velas de carnauba pura,
de 6, 7, 8, 9, 10 e 13 por libra, .e por mano prego
que em oulra qualquer parle : n rua Direila o. 59.
Vende-so a liberna, sila na rna do Pires, de-
fronle) da rua daConeeisAo, propria para qualquer
principiante por ler pouco fundos, e esta milito
afreguezada para a Ierra : quem a pretender, dirja-
se a mesma, que seftra lodo o negocio.
Vendem-se relogios de ouro patente inglez,
de urn dos melhores e mai acreditados aalorea : am
cas de Southall Mellor Compaohj, rua da Ca-
deia do Recife n. 36.
Vende-se a lalierna qne foi do finado Diogo,
em rora de Porta n. 135, muilo afreguezada, lano
pra a Ierra como para o matlo ; ao comprador se
dir o motivo porqueta vende 1 a Iralar na mesma.
A PECHIMA
So na rua do Queimado n. Ift.
Vende-se madapolo fino pelo baralissirno :
preco de-39200 r. a peca ; a elle que est 1
*ar
i
Vend-e arana de catea mnilo novo a 2*500 a
sacca e a granel afJJ|2O0 o alqueire. medida velha ;
eomu bem 13 loros da angico de 9 a 10 palmo de
enmprido, por preco commodo : na rua do Vlgario
a. 5.
Vende-se urna cadeira de bracos de armar,
j usada, e tambem vende-se um realejo nova : no
paleo da Ribeira, casa que volla para a rua de S.
Jos n. 25.
Vende-se m excellenle carro de 4 redas, nova
e bem construido, an quartnt ptimos de cenca,
novo e sem o menor achaque : na cocheira da roa
da Florentina.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
PILULAS HOLLOWAY
Esle inesliniavel especifico, composto inteiramau-
le de hervas medicinaes, nao contem mercurio, nem
alguma oulra sobslaocia deleclerea. Benigno mais
lenra infancia, e a Mmplle.So*mas delicada, he
igualmente prora po e seguro para desarraigar o mal
na rompleicao mais robusta ; he inteiramente inno-
cente em suas operacoes e eDeilos ; pois busca j're-
moye as doenens de qualquer especie e gTo, por
mais enligas e tenares que sejam.
Entre miniares de pessoas curadas com esle re-
medio, muilas que ja eslavam as porta da roerle,
preservando em seu aso, conseguirn) recobrar .1
saude e Tortas, depois de haver lenlado intilmente
lodos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a desespe-
rato ; fa'r;am um competala ensaio dos efficazes
efleilos desla assombrota medicina, e prestes racu-
perarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar csse remedio para
qualquer das seguinles enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias mald".
Aslhma.
Clicas.
Convulsdcs.
Debilidade ou exlenua-
co.
Debilidade ou falla de
Torcas para qualquer
en usa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ligado,
i) venreas.
Enxaqueca.
En si pela.
Ftires biliosas.
intermitientes.
Febre loda especie.
Gola.
Hemorrhoida.
HjdropisN
Iclerfcia.
Indigesles.
Inflainmatocs.
Irregularidade dameus-
Iruacao.
I.ombriga de I oda espe-
cie.
Mal-de-padra.
Manchas na culis.
Obslrucrao de venlre.
Phlisicaou conaompcato
pulmonar.
Helenco d'ourina.
Rheumalitmo.
Symplomas secundarios.
Temores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal.)
Vendem-se esla pilulas no eslabelecimenlo oarat
de Cendres, n. 244, Strand, e na loja de lodos os
boticarios, droguistas e oulras pessoas encarregaias
de sua venda em toda a America do Sal, Havana e
liespanha.
Vende se asbocelinhas a8O0 rs. Cada urna del la
conlem urna iostructflo em porluguez para explicar
o mode de se usar deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum paar-
maconlico, na rua da Cruz q, 22, am Pernam-
buco.
IECHAIISIO FARA ElfiE-
IE0.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWNIAN. tiA
RUA DO BRUM, PASSANDO 0 oHA-
FAR1Z,
lia semprc um grande sorlimenlo do seguinles ob-
jectos de mechanitmos proprios para ennenhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslrocc.lo ; laixas de ferro fundido o balido, de
superior qualidade ea de lodos ot tamanhos ; rodas
dentadas para.agua ou animaes, de ledas as nropor-
rOes ; cri vos e boceas de fornaiha e registros de bo-
eiro, aguilhSes, bronzes, parafusos e cnvilhOes, moi-
nbu de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
se cxeculam lodas as encommendas com a supecio-
ridade j ronhecida, ecom a devida presteza e eora-
modidade ero preco.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundirao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao multo superiores
Almanak de lembranras Luso-Brasileiro-
PUBLICACA'O COROGRAPHICA.
Esta' a' venda na livraria classica n. 2
no pateo Breve Noticia Corographica do Imperio
deRrasil, escriptaem 185i; e rogn-se
aos Srs. assignante que tenham hon-
dadedemandar buscar os seusexempla-
res,-*) aimatem delelr da rua do-Col.
legio n. 15-
"

.--------^


r
OIARIO DE PEMIMgUCO SE6UNM FElgl 24 L SETE1BR0 OE IS55
'
Veudese juoco bom, por preto commodo : ni
roa da Cadeia da Sanio Antonio n. 18. Na niesma
ea*a empalbara-se obras com brevidade.
Vende-se a casa de (obrado de don andares da
roa du Rangel n. ; oa prelendenle* dirijam-se a
rna Augusta n, 9J, coufroule ao chatariz, Iralar da
compra.
Ao barato.
Veudem-se sapal.v* de Nanles par.i homeiis e me-
ninos, pelos diminuios procos de 39200e 288110 o
par : na ra do Amorim n. 4". e paleo da Ribeira,
taberna n. l'{ laajhem ha chale de merino prelo
Mito bens a28500 cada um, na niesma casa da ra
do Amara n. 47.
Attenrao.
Vende-se urna caso terrea edificada de madeira e
lijlo, com 36 palmo de largura, lia estrada Fernaudes Vieira, na Soleriade coiifronle ao sitio dos
laces, tendo Jila caa um grande sillo lodo extrema-
do Je carca de linwo, sendo a sua eilenclo de 300
palmos, a largura 100 ditos, o seu terreno proprio,
conteudo ama grande rjuanliclade de arvoredos de
difteaaates qualidade* : a pessoa que precisar, diri-
ja-ee a metma casa a qualquer hora do da, que ahi
achara com quem Iralar. .
Vende-se urna poroso de calcado sorlido % 5
dutias da bezerrn de lustre, .i-dilas de carneira, por
reco muilo commodo : a Iralar na rna eelteila do
Rosario n. 31, com o St- Jos Moreira da Silva.
Na ra larga do
ROSARIO I, 38,
vandera-se cauinhas com 12 duzias de pennas de aro
muilo finas, com bico de lanra a 18000 cada urna.
He chegada a ri-
GA FAZENDA DENOMINADA,
Milinde,
r por sen rico gusto a pela qualidade, nao deia
gradar ; loda de seda e lila, pelo barato prero
d 69300 o corle, com 13 covados e mein : na rna
do Queimado n. 38, etn freole do boceo da Congre-
gedlo.
Altentjo'ao novo sortimento de fazendas
baratissimas.
Novas chitas de cores seguras e aleumas de pa-
drees nova* a 160, 180, 200, 220 e 210 o covado,
cortes de chita de bonitos desenhos. padrfies inleira-
romtte novos. com 13 covados por 3, riscados fran-
ca* Unos a 240 e 260 o covado, cassa trncelas de
cares, padroca bonitos e delicados a 600 rs. a vara,
novas melpomenes de quadros de cores a 640, 720 e
801)rs. e covado, haraburgo fino, de boa qualidade,
para lences, ceroolas e loalhas a 93, 93600 e IOS a
pee* deSOvaras, novo panno fino para lences, enm
mande 2 varas de Inrgura a 29240, chales de lila
graudes de cores com barra a 58300, ditos de case-
mira Unos e muilo bonitos de cores com barra por
89, setlm prelo macio soperior, proprio para vesti-
do e collete*. por preso que em particular s*diri,
chilles de seda grandes 'e pequeos, e ootras mullas
rendas, qoe a dinbeiro vista se vendem por ba-
rallsamos p/eeps : ma ra da Cadeia do Recite, loja
. 50, defronle da ra da MadreVde Dos.
Vende-se para fra oo para o mallo urna cria
oula recolhid, sem vicios nem achaques, boa figu-
ra, coro 20 annoe de idade, coiinha o diario de um
cano, lava de sabio e barrella, e en'gomma, lodo
muilo betn: Irala-se com Viriurino Francisco dos
Sanios, na roa Imperial o. 174.
Chaliy.
Vende-se chally para vestidos, fazenda mui supe-
rior, pelo diminuto preco de 800 e 900 ts. o covado ;
na roa do Queimado n. 33 A.
Vendem-se lonas largas e eslreilas, por pre$o
commodo : em casa lie Fox Brothers, na ra da Ca-
deia do Recite n. 62.
Para acabar.
Vende-se merinos em peca e a retallio,
de muito boa qualidade por serem l'ran-
e, eoutras tazendas por precos muito
baratos; na ra do Rangel n. 54A e
atrs da matriz da Boa-Vista, n. 13.
Liquidaco
da nova Cali-
fornia,
eslalielecida na ra do Crespo, luja-junl,, ao arco le
Sanl Antonio, no sobrado dp cnvnroendai'ur Maga-
Ihles Bastos, veodem->e as seg-oiiiies tazendas, e nu-
tras muilas. por precos baratsimos :
Vestidos de rambraia conchabados
Casias francezas de cpr-'.tiiujs, covado
Cl|les de merino br .ddos a seda
Palitos de riscadoAilos em Paria
Ditos de gorgurJio brancos
Chales da re Merino preAb fino, < covado I96OO e 29400
l.apini o'j bombaziua Unissima, o covadu 800
Sarja r,reta hespanhola, o covado 19500
Lencos de setim maciio e de gorgorito 29000
Cjiapcos de fellro muilo finos 29000
Chales de ganga escarales 500 e 640
l.uvas de algodao brancas e de cores, o par 120
Meias para menino, o par 120
Chapeos de sol de seda para homcm 39000
ICOOO
120
29500
19000
39000
500
Vende-se rap priuceza de Lisboa, chegado l-
timamente em frascos : na rna da Cadeia do Kecife
n. 41
Vende-se cognac da melhor qualidade: na roa
da Cruz n. 10.
Vende se um escrava crioola, de 16 a 18 an-
nos : na ra da Cruz do Kecife n. 46.
Barato admlra-
vel.
Na ra do Qurimado 11. 33 A, vendem-se corles
de casemira de cores, o melhor possivel, pelo barato
preco de 49000. 49200 e 49400, igualmente vendem-
se diales de chally, ditos da merino de todas as qua-
lidades, por baixos presos.
Platos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se napra-
9a do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Liostrou Ko-
oker #C.
OBJETOS PARA ARMADORES.
Vendem-se na ra do Amorim n. 41 sor-
timentos completos para armacoes deigre-
ja, carrose anginhos, como sej'am: volan-
tes de todas as cores, trinas, gales de to-
das as larguras, espiguilhas, ilhamas, etc.
por precos baratos.
Vende-se urna casa terrea, sila na ra de S.
Jos ji. 38, com 2 salas, 2 qoartos, cozinha tora,
Suintal e cacimba : a Iralar com o dono na Gamboa
o Carmo n. 3, taberna.
Vende-se farinha de mandioca da mais nova
no mercado a 29500 rs. a saec : na travessa da Ma-
dre-de-Deos u. 16, armazem de Agoslinho Ferreira
Seua Guimaries. ,
Vendem-se ceblas novas chegadas ullimamen
le de Lisboa na barca Mara Jote. a.800 rs., 19000
rs. e 19200 rs. o cenlo : na travessa da Madre-de-
Deos n. 16, armazem de Agosliuho Ferreira Sena
uuimaraes.
Barato que ad-
mira.
*
Lindos diales de barege, superiores aos de meri-
p, tanto em costo como por serem transparentes, e
muilo lvese por isso muilo proprios para a actual
estacan : a elles, aules que se acaiiem. senhures pej>
nambucanos de Innn goslo : na toja do sobrado n. 8
da ra do Livramenlo,
Vende-se um piano de jararandi com pooro
oso.um berso de dito em meio usado.e um porcao de
rendas da llha : na ra do Cabug, loja do Sr. (mi-
marse*, se dir quem vende.
Pichincha para
Os bellos passeios do
campo.
Por menos de seu valor troca-se por aro, prala,
cobre c sedulas, anda mesmo sendo albas, lindos
chales de merino bordados e de diversas cores, com
pepueuo toque deavaria, pela diminua quanliade
58000 : na loja do sobrado n. 8 da roa do Livramenlo.
ALMA VITA
para vestidos de
SESHOK A A 640.
Pela barca CoMe-ltoger, vinda ltimamente de
Franca, chegou urna fazenda nova transparente, de
lia .le quadros e de listras, que em liamburg he
fazenda da presente estaco, do ultimo goslo para
vestidos de senhora, que a baptisaram com o mime
Alma Viva,vende-se pelo baratissimo preco de
640 cada covado : na ra do Queimado n. 21 A.
Vende-se um carro |de qualro ro-
das, com qualro assenlos, novo e
muilo mmieiro, vendem-se boas pa-
relhas de cavados para o mesmo,
cavado de cabriole! e carrocas, ludo por preco com-
modo : na rila Nova, cocheira de Adolpho liour-
geois.
CASEMIRAS
de superior qualidade e bom goslo, vendem-se na
roa do Crespo n.19.
A boa fama
Na ra do Queimado nos qualro lanlos, toja de
miudezas da boa fama n. 33, vendem-se. ossegoinles
objeclos pelos precos mencionados, e ludo de mui-
lo boas qualidades, a saber :
Duzia de lezouras para costura a 19000
Duzia de penles para alar cabellos 193O0
Pecas'com 11 varas de fila tarrada sem defeilol9200
Pares de meias branca para senhora 240
l'e^as de filas brancas de linho 40
Petas de bico eslreilo com 10 varas 360 e 640
Carleiriohas com 100 agulhas, sorlidas 240
Mac,os de corrijo para vestido 600
Caixas com clcheles batidos, francezes 60
Escovas finas para denles 100
Pulceiras encarnadas para meninas e senhoras 320
Linhas brancas de nvelos n. 50, 60, 70 libra 19100
Libras de linhas de cores de novello I9OOO
Crozas de boloes para camUe 16
Meadas de linhas finissiroas para bordar 160
Meadas de linhas de peso 100
Carrileis de linhas tinas de 200jardas 70
Crozas de boloes muilo finos para calcas .280
Caixas com 16 novados de linhas de marcar 280
Duzia de dedaes para senhora 100
Suspensorios, o par lo
Macinhos de grampas 50
Carlas de alfioeles 10
Camuas com brinqnedos para meninos 320
Agulheiros mnitu bonitos cum agulhas 200
Torcidas para candieiro, n. 14 80
Caixinhas com agulhas francezas 160
liabadosaberlosde linho bordados e lisos, a 120 e 240
Alcm de lado islo outras muilissimas cousas ludo
de mullo boas qualidades, e qoe se vende moilissi-
mo baralo nesla bem condecida loja da boa fama.
ATTENCAO SRS. EC0I10MI-
cob,clieesth; familias
Na loja de & portas, que faz esquina pira a ra do
Kangel, com a frente para a do Queimado, ha um
lindo sorlimeulo de chale de merino, bordados, e de
varias cores, com pequeo loque de avaria, por 13o
baralp preco que admira.
. Vende-se carne do erIAo muilo be a, por pieco
commodo : na ra da Praia 11. 9.
Esguiao de linho
algodao,
muilo superior, com 11 varas a peca, por 3J5O0:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina que \ ol-
la para a roa da Cadeia.
Com toque de
cupim.
Algodao para saceos : vende-se por prec,o com-
modo, na ra do Crespo, leja da esquina que volla
para a ra da Cadeia.
A3$500
Vende-se cal de Liboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Knasig verdadsira : na prara do
Corpo Santo n. 11. ,
Clieguem ao ba-
rato!! !
Caixas para rap imitando a larlarnza, pelo bara-
Hssimo prero de 19280 cada urna : na ra do Cres-
po n. 6.
Attenrao.
Conlinua-se i vender na'rua da Cadeia do Recife
o. 47, loja do S (Manoel) damasco de laa de duas
larguras, muito proprio para coberlas de cama e
pannos de mesa.
Cera decarnau-
d
ba do
1
SUPERIOR FARINHA DE
MANDIOCA DES. MATHEUS.
A bordo do patacho nacional
AUDAZ, tundeado em frente do
caes do Collegio, e vende supe-
rior e muito nova faiinlia de
mandioca, chegada agora de S.
Matheus. a precos commodos e
paiaporcoes: trata-se no escrip-
torio dos consignatarios Isaac, Cu-
rio & C., na nua da Cruz n. 49,
rimeiro andar.
ruiRIER.
Alerro da Boa-Vista o. 55.
vende-se um carro de 4 rodas,
novo, muilo elegante e leve, e
de novo modelo prompto a Fer-
rol ao goslo de comprador, em rasa de Poirier.
ARACATY E ASSIJ\
Vende-se em porrlo e a retalho, por menos prejo
que ein outra qualquer parte, principalmente sendo
a dinbeiro a vista : na ra da Cruz, .-.rmazem de
couros e sola, n. 15.
POTASSA E CAL VIRGE1.
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Gadeiado Kecife, escriptqrio
n. 12, ha para vender muito suptJr
potassa da Kuuia, dita do ltio tic Janeiro
e calvirgemfc Lisboa em pedra, tudo
presos muito avoraveis, com os quaes fl-
caao os compradores satisfeitoi.
Attencao ao s.eguinte.
Cambraia franceza de cores de muilo bom goslo a
600 rs. a vara, corles de cassa pretps de muito bom
goslo a 29000 o Orle, ditos de cores com bons pa-
dres a 29200, Ipara de seda com quadros a 720 o
covado, corles de laa muilo finos com 14' covados ca-
da corle, de muilo bom goslo, a 4950), lencos de
bico com palmas a 320 cada urn, ditos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabefa a 560 cada
um. chales imperiaes a 800 rs., \f e 19:200 : na loja
da ra do Crespo n. 6.
Brins de vella : noarmaaemdeN.O.
lliebqr Si C, ra da Cruz n. 4.
Fazendas baratas.
Corles de casemira de pura laa e bonitos padtocs
a 595OO rs. o corte, alpaca de cordao muilo fina a
.500 rs. o covado, .lila muilo larga propria para man-
i a 640 o covado, corles de brim pardo de puro li-
nho a 19600 o corle, ditos cor de paflia a I96OO o
corle, corlea de casemira de Jiom goslo a 2(300 o cor-
le, sarja de IJa de duas larguras proprin para vesti-
do de quelfJfcsUMe loto a 480 o covado, corles de
fusiao de i lo Boatos a 720 e 19100 o corle, brim
1 trancado dUiuho alie a 19200, riscados proprios
Vendem-se em canadJPs. P. Jolino
ton & C., na ra de Sitala Nova n. 4 2.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara'.
Candieiros ecastiraes bronzeados.
Lona inglezas.
Fio de japateiro.
Vaquetas, de lustre para carro.
Darris de grasa n. 97.
VinhoCherry em barril.
Camas de ferro.
Vende-te ac em euuheles de um quintal, por
preco muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODO
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O. Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vo, por prero commodo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimeoto continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenbo, ma-
chinas de vapor, .e tai xas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se farelo novo, chegado dcJLisboa pclobrigue Es-
peranto.
CAL DE LISBM.
Vende-se cal virgetn, cBegada no ul-
timo navio, por preco commodo, assim
.101110 potassa superior americana: no
deposito da ra de Apollo n. 2l.
FAZENDAS DE GOSTO
PAKA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina e padroes novos ;
corles de 13a de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
CASEMIRA PRETA A 4?500
0 CORTE DE CALfA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Vende-se
para jaquelas e palitos a 280 o covado, corle* de col-1
leles de gorgoro a 39300 : ua leja da rna do Cres-
po u. 6.
Velas de car-
nauba,
SIMPLES E DE COMPOSICAO.
-Na ruada Cruz n. 15, vendem-se dita vela, de
6, 7,8, 9 e 13 por libra, em caitas deHal 50 libras,
fabricadas no Araraty, pelos melliores autores, e por
menos prero que em outra qualquer parle.
Chales de merino' de cores, de multo
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a cadeia.
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar borlas e baixa,
decpim, na fundicao de D. W. Bowmau : naron
doBrumns.6.8el0.
COGNAC VERDADE1KO..
Venderse superior cognac, em garrafa, a 129000
a duzia, e 19280 a garrafa : na roa dos Tanoeirns 11 .
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem .para o melhoramento do
assucar, acba-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.'
CAL DE LISBOA A ijooo.
Vendem-se barra com cal virgem de Lisboa, part
fechar conles, pelo diminuto proa de 4*000 o bar-
ril : na ra da Cadeia du Kecife, loja n. 50, defron-
le da rna da Madre de Dos.
Vende-se encllenle taboado de pinho, recen-
tcmenle chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a enlender-se com oadminis
ador do mesmo.
A boa fama
Vajadem-se muilo botillos chapeos de sol de seda
pequeos e com molas 'proprios para meninas de es-
cola, pelo baratissimo prec,o de 39000 rs. ;'he cousa
tilo salante qne quem vir nao deixar de comprar :
na roa do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
CAL VIRGEM.
A mais. nova no mercado, por preco
muito barato: no deposito de ra do
Trapichen. 15, armazem de Bastos & Ir-
maos.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior relroz de primeira qualidade,
do raliricantar-Siqueiralinhas de roriz e de-nume-
ro, e fio porrdEludo chesado pelo ultimo navio viu-
do do l'orto.^Rliulamente vinlio superior, feitoria
em pequeos Darris de dcimo.
Vendem-se no armazem n. 60, da roa da Ca-
deia do Recife, de Heury Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precoi
mdicos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 3<000 reis : nos armazens ns.
5,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
aliandega, 011 a tratar no escriptotio de
Novaes d Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Tacas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafat'z -continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-si' a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro ticker, modinhas^^Bdo moderniuimo ,
sem despeza ao comprador. 'chegado do Kio de J?iero.
POTASSA BRASILEIRA.
Venderse superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
;ada recentemenfe, rtt
la-se aos senliores de engenhos os
seus bons efeitos ja' eXf erimen-
tados : na ra da Cruefl .20,
mazem de L. Lecon9
Companhia.
nen- j
, ar- '
on& %
m todos os
iras : quero
Vende-se urna batanea roma
j saus perlences.em bom uso e de 1,000 I_
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
veuda a superior' flanella para forro de atllin,
chegada recenlemente da America.
NA RA DO CRESPO
Loja n. 6 !! !
Vcndcmse pecas de esgniSo de algodao, rmris
boa fazenda, pelo preco de 3930 a peca, crtaai
cambraia de barra, bonitos padroee e morate
zenda, pelo preco de 39000 o corle, maclas p
grvala a 19200 cada urna.
macio.
. Na ra do Trapiche n. 54, h.
vender harria de ferro ermeticamen
fecliados, proprios para deposito de
ses ; estes barris &o os melhores que 1
tem descoberto para este "lina, por
exhalarem o menor cheiro, e apenaspe-
zam 16 libras, e custara o diminute ]
<;o de 4$000j. cada um.
Deposito de vinho de C^^_
pagne Chateau-Av, primeira qU
lidade, de propnedade do con
de Marcuil, ra da Cruz do 1
cife n. 20 : este vinho, o meji ]
de toda a Champagne, vende-se
a 56S000 rs. cada ca'tM, acha-s
nicamente em casa de L. Le- |
comte Feron & Companhia?
B;As caixas sao marcadas a fc-
goConde de Marcuile os ro~|
tutos das garrafas sao azues.
Farello era saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 2#500.
Tijolios (Je marmore a
530,
Vinho Bordeaux em
garra loes a i 2^000.
JN o armazem de Tasso
Ir raaos.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excedente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza He Breta-
nha, 2 volumes por lsOOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da prac,a da Independencia.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhaajljiai redowas, schc-
LABYRIMHOS.
Lencos de cambraia de iinho muilo finos,
redondas e de ponas, e mais objeclos deste g
ludo de bom goslo ; vende-se baralo :
Cruz n. 34. primeiro aodar.
ERlXiSflESeaf *i
I Antigo deposito de panno*
godao da fabrica de
Santos na BfJiia.
Novaes & Companhia, i
| Trapiche*i. 54-, continu
der panno de algodao destaj
I trancado, proprio pa'r
9 roupa de escravos.
ffi lnyitlll!ll>l0fl3rflBOaTft ~
Riscado de listras de'
para palitos, caigas e jai;
o covado.
Vende-se na rna do Crespo,
vella para a cadeia.
ARADOS DE FEi
Na fundicao' de C. S
Santo Amaro acha-se para
dos a. ferro de --sri'"-
ESCRAVQS FUI
Desapparecea no da 17 de
pelas 7 horas da noile, a prela Loi__
35 a 10 annos, poucojnaisnu menos,
seguintes : um dedo da mi direila '
gra, tem marcas brancas as duas p*
raisj de algodozioho, vestido de
fino, e mais orna Irona de ro
as autoridades policiaes on ce;
apprehendam e levem seo
-Azevedo, na praca do
bem recompensado.
i
DOS PREMIOS BA PB1KIRA PARTE DA SEGDBDA LOTEB A BEBEF1G10 DO GfWiSlO PEBJMBDCAHO. EITBAH1DA A 22 DE SETE1BR0 DE 1885.
NS.PREMS. NS. PREM.
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