Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00662


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Full Text
AUNO XXXI. N. 211.
Por 3 meses, adiantaaos 4,000.
Por 3 mozos vencidos 4,300.
QUINTA FEIRA 13 DE SETEWBRO OE 1855
Por anuo adiantado 15,000.
Porto franco para o subscripto!,
DIARIO DE PERNAMBUCO
i

Ei\CARREGADOS DA SCBSCRirCAO'-
irieti-rio M. F. de Faria ; Rio de Ja-
neiro, o Sr. Joio Per eir Msrliot ; Balna, o Sr. D-
Macei, oSenhor Clsudioo Falcao Diat;
lib. o Senhor ervaiio Viclor da Nalivi-,
dade ajYalal, o Sr.Joaquhn Ignacio Perer Juuiot;
Aracaiy, oSr. Aoionio de Lemos Braga;Ceara, o Sr.
Joaquii Jos de Oliveira ; Maranhao n Sr. Joa-
uim Marques Rodrigues ; Piauhy, Sr. Domingos
>o A.eiles Peetoa Cearence ; Par, oSr. Jus-
li oo J. Ranos ; Amazona, o Sr. Jeroujmo da Costa.
CAMBIOS.
Sobre Loriares, a 27 1/2.
m Paris, 355 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Acajes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberiba ao par.
> da companhia de seguros ao par.
Disconto de Jeltras de 8 a 9 por 0/0. .
METAES.
Ouro.-rOncas hespanholas- 29*000
Modas de 69400 velhas. 169000
a de 69400 novas. 16000
de4000. 99000
Prsta.Patacos brasileiros. 1)940
Pesos columnarios, 1*940
mexicanos. .... 19860
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os-dias
Caruan'i, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vis.a, ExeOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE HOJE..
Primeira s 6 horas 6 minutos da manhaa
Segunda s 6 horas 30 minutos da tarde
AUDIENCIAS. EPnEMERIDES.
Tribunal do Gommercie, segundasequinta*-feiru|Setembro 3 Quarto minguante as 6 boras 3 mi
utos e 49 segundos da manhaa.
11 La nova as 8 horas, 31 minutos e
49 segundos da manhaa.
19 Quartocrescente as 5 horas, 20mi-
nutos e 14 segundos da manhaa.
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e nas|
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintas is 10 horasl
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio dial
2' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia'
25 La cheia a 7 horas, 5 minutos e
35 segundos da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. NicoloTolentino; S. Nemesiano
11 Terca.S. Tbeodora penitente; S. Froto.
12 Quarta.S. Mocrobio m. S. Ligorio m.
13 Quima.S. Aula v. ; S. Heronides m.
14 Sexta. Exaltarlo da 8. Crift ; S. Cornelio p.
15 Sabbado.S. S. Nicomedes m. ; 5. Melelino.
16 Domingo. 17. Pesiadas Dores da SS. Vir-
gem Mi de Dos ; S. Eufemia v. m.
hme erneAi.
GOMKANDO DAS ARMAS
I do eoauBaiMto as arta** do
M citada do Rtolfo, osa, 12 o
oro do 185S.
OBDRM DO DIA N. 112.
Tendn o Sr. capitn Fernando Antonio Rozaurn
d* embarcar hoja no vapor Toraanfcora destino a
corte, alim de reunir-se ao seo batalhao n. 3 de in-
fantina, a que ficou perlencendo por decreto de 12
limo determina o marechal decampo
e das armas, que o mesrao Sr. capao
lado do nooo batalh.lo da infantaria ao
qnal se aeha addido,
Jott Joaqun Coelho.
forme. Candido Leal Ferrrira, ajudaule de
ordeui encarregado do detalhe.
ITERIOR.
MOVIMENTO INTELLECTUAI. l)A BLGI-
CA 1853.
fecunda idea havia na reuaio da llel-
gricol industrio!!, i Mttllanda, pn-
ifina commcrcial, e. como o di/.ia em
1830 aos Bruxellenses o principe d'Oran-
i* (jnilUerrao II, alo fra pelos'bellos
ida caw d'Ornoge, que o aovo reino dos Paizes-
T He havia coeslilurilo. i> Entretanto a cohc-
lada pelo congressu de Vienna nao se fez, e
o de atemoro, de 1830 trooxe o divorcio
> den povo*, que om casamento discordante liavia
ido lio decurso de quime annos. Desde esse mu-
i belga parece mudar de carcter. Fe-
ii ier independente, (ura con) todo o esforco era
Cir a rara e difDeil allia'nca da ordem c da li-
dade, e,exceptuadosalguus dia-. nefastos cm que
urna popolacaoamotinada arremetlen aos partidarios
> ragMn decaliido, a Blgica depois de 1830 ignora
nasedieao. Sem davirta ella leve, co-
i aaefte, seas dias nsiagos. Em agosto
D exercilo lsonhn era derrotado nos
avaiu, e o paiz apenas constitu doli
rvac^to da su i existencia intervenido
o francez. Mas o desborato em I.om'iin
ama aodoa nesinnars da nova ncelo ; o
evantaracomoumsi'i himem auapro-
rcilo liollandez; bandos indisciplinados
uto podarme ro-islir tropas aguerridas ; os palrio-
Igss foram vencidos, prem ellos nao ficaram
, e nem a popularidade do re Leopol-
le exercera o rommnndo em ehefe du exerci-
compromellida por essa derrota, que iuau-
rf por assim diter sua ascensao.
a historia belga de algons annos desla
parte, i|ue ver-se-ha snas populaos oppondo s cir-
icias mais criticas um notavel espirito de or-
l aclividade. Em 1837, urna crise linancei-
hienle do exagerado desenvolvimenlo dado
lajero das sociedades anonvmas, e da sobr-
is valore* induslriaes compromellcu al-
rluna particulares sem prejudicar am iu-
issas, nem alterar o ciadito publico.
Blgica fui obrigada a submeller-se ao
semi-proviucias ; ms sua rovolu-
imviile recooliecida pelas grandes
data francezes foram despodnlos
teredo; notaveis redceles' no o ca-
rra e arranjos favoraveis respeito'da
a molhoraram a siluacAo do lliesouro publico.
alimentaria udo do governo, das muninpalidadesve ila
a pnblica e privada. F.inlim, quando a
Sdc 1S8 vein abalar x Europa inteirn, e
romettpr o crdito publico, a Blgica escapuu
asilo das agilaces, que se multiplicavam
lea, e preserve u o seu estado financeiro
emprestimo forjado ,i 5 por*5, rom o fue
fez entrar em poucis semanas para os cofres do Js-
ido 37.:500.000 francos. *
a mesma occasiao lambem, a nova crise alimen-
iria que veio assolar a Blgica, assim como os o'
!*i Eoropa^ foi atlenuada pela aclividade
ial, e pela crearlo de segaras sabidas seus
prodoctos.
le pali lo laborioso nao falta senao um pou-
ile desenvolvimenlo do espirito de emprez'a.
a a occasilo importante a Inlervenrno do
'em aupprir esta falla ; mas nesse sistema
lidadaos slo cbainados para contribuir com
s despezas, qae resultara de operares de
ndos lurram. D-se presentemente as
eamaraii e no palz ama reaccSo contra esse concurso
rerno, solicitado o'olr'ora como um beneficio,
9 agora como contrario a eqoidade, como
tbotaeolo iniciativa e ao desenvolvimenlo do
ireza. Os bomens mais illuslrados do
itSo concordes em querer restringir a
letreojcJo do Balado, sobre ludo n.lo sendo ques-
i interesaos das provincias que clles represen-
. Assim um partido, cojo triompho parece cer-
vai formando. A administraeso, pois, ser
ara em diante eiclaida das grandes emprezas;
i g.inhar em considerado e diznidade mais
quii liver assim de paider nos pequeos mcios de
^^^Bslcia.
amos como ama outra divisao, a de ca-
sraes, lende a dcsapparecer. Ha na
rislo mais enliga, mais verdadeira,
Ate, e qae us catholicos buscara plo-
mase de partido : queremos filiar da
i linguaa, A Blgica lem ama popula-
fiabilanles, iloi quaes 2,500,000
1,800.000 waltes ou rrancezet. O
loman pois sobre o valla* na razio de
mais ou menas. \ llnha de demarc-
is populacoes francezas e Oamengas, ape-
tqo tentados por muitaa, administrares
ila, se ha conservado quasi a mesma.
He de balde qa a lingua franceza loruou-se na
Blgica a llngua offlcial, a lingua da alta adminis-
trarlo, do processo em lodos os graos, das ledras,
das scienrias, do ensillo secundario e superior ; pois
que a lingua fameuga nao deixa menos de ser a
lingoa- da maioria do paiz ; os habitante* da caro-
panlia, as qualro priucipaes provincias, n.lo fallara
outra. As sociedades (le rhelorica teem provocado
urna especie de renascimenlo da lilUratura llanien-
ga ; e Walldes meamos disso se oceupam com ar-
dor. O partido catholico, que inspira quasi todas
as puldic.ices flamengas, quer Iramformsr esse mo-
vimtuio em urna guerra da campanha contra as ci-
dades, em ama verdadeira cruzada conlra as dou-
Irinas liberaes; mas nao ha probabilidade de ser
bem succedido. O estabelecimenlo dos caminhos de
ferro, creando. re|ac,es entro as populares wallias
e flamengas, dissipa militas preveneas, e leude a
fazer dcsapparecer um elemenlo de dissolucuque
poderia ser falat i Blgica. Avista do movimenlo
da litleralara flamenga, o que se pode chamar a
literatura franceza, i Blgica esl longe de fazer
os mesmos progressns.
Alem disso concebe-se que urna legislacSo quo
permitlia conlrafazer a* melbores obras francezas,
sem salisfazer nenhnra direito de aulof, lomara a
profissflo de hornera de letlras impossivel. Esle r-
gimen acaba de ser mudado; mas um movimenlo
luterano nao se improvisa ; e domis lia na Blgica
um .svmptoma desagradavel pelo qual se deve mal
augurar da causa das ledras : he a Iraqueza extrema
dos estados nos estabelecimenlos de inslrucrau *e-
enndaria, e a decadencia do ensino universitario,
allesladn pelo mesmo governo na s\ mliracJo que
abri sobre o modo de composijao dos jurys de eza-
me para ns araos acadmicos. Cansa pungente
magoa, diz a Facnldade de Direilo da Uuiversidade
Gand-over a decadencia intellcctual da Blgica.
NXo he por nos que reclamamos, be por amor da
sciencia. be por honra da nnsa patria. Espera-
mos que o futuro n.lo confinnsra esses temores, e
que tima boa rorapo-jrao dos jurjs de tame e a rc-
novarao do curno professoral, por virlude da ofgani-
sasio recente do ensino normal, regenerarao os es-
tados em seu verdadeiro nivel.
Na Blgica, os Ihomens que se leem creado em
nome das ledras pertencem todos i magistratura ou
i administraran. Os altos empregos sao em geral
oceupadoa por homens de um mrito real. E por
isso as publicarles emanadas do governo fiam com
razao a adencao do estrangeiru.
alencionaremos ua primeira ordem a EilatUtica
de cenital de 18I a 1850, publicada em 1853. Em
selembro do mesmo auno, mu congresso geral de
eslalislicn, em que lomaran parte os delegados de
viole e tres estados reunios em Bruiellas ; e es*e
congrosso altestou a excedente dirccr.i.i dada aos
Irabalhos deste genero pela commissn central, a que
preside o douto Sr. (iuetelet. .
He sobre tudo as Bellas Arles que a Blgica lan-
a o maior esplendor. Os nnmes de Beriol, Ilau-
inau, Viouxlemps, I.conrd, l.emmens. Servis, Rei-
rherl, atleslam o genio musical dos Belgas. as
arles, no desenlio, a Blgica conla igualmente ar-
tistas eminentes: rilaremos n i pintura o* Sr*. Onllail,
Ley, o baraoWappers, Keyser. Robert, Brackeleer,
Navez. Ovckmans, Madou, ele. ; na estatuaria os
Sr. Eugenio, Simonis, Guilherme Cieefs. Fraikin.
A gravara he regenerada debati da hbil direcrao
do Sr. Calamalla.
Se aproximareni estas rpidas indicacOes sobre o
movimenlo inlellerlual da Blgica dos delnlbes que
demoa(|pre a siluar.lo linantrira. sobre o prodigio-
so desenvolvimenlo que ha sinte anuos destaparle
leem lomudo o commercio -e a industria, ronhecer-
sc-ba que este pequeo reino esl n'umu phase-de
prosperidade sempre ascendente devida sobre ludo
ao Irabalbo. Alliauras dynaslicas unem esle paiz
a Inglaterra, Allemanba, Austria, o o unirn bre-
ve Portugal. Tambera elle se acba ligado a todos
o< Estado* da Europa por tratados de amisade, de
ommereio e navegarn. Assim esle povo, entrado
o ultimo na familia europea, tem conquistado rel-
eles inlernacionacs que minios Estados mais tnli-
gos poderiam invejsr-lhe.
i'Annuaire des deux mondes.)
Tem havido mudos augmenlosde depulares, c *
votei a favor do augmento da do Rio de Janeiro, por
ama circumstancia extraordinaria, que foi ter-sel
reunido a osla provincia o municipio de Campos.
Tenho volado contra lodos os oulros augmento*
de depulacoes, porque enleudo que nao os podemos
fazer por semelhaole modo. He Decenario que se
aprsenle o censo da populacho, para eslahelecer-se
a base o saber-se entao quintos deputados ha de dar
cada provincia. 0 m*i be fazer ludo a esmo, por-
que necessariamenle se lia de decidir por informa-
ces, recnminendaces, etc., e nao legalmenle.
Portauto declaro islo: voto contra essa* emenda*,
a que ficou empatada, e a outra que foi vencida ; e
quanlo ao mais voto por ludo que foi approvado na
terceira Uiscajsso.
Julgando-s discalida a materia, e posta volarlo
a emenda do Sr. marquez de Paran, qae comer
o A cleicao de senadores se far na forma do art. 80
da lei, etc., foi approvada tmenle at a palavra
eleger: sendo rejeilado o resto del la.
Foram approvada* as emendas do* senhores mar-
qaez de Paran e Jobim, relativas no numero de
membros das assemblas provinciaes: a do Sr. mar-
quez de Paran, que diz : Fica revogado o artigo
111 da lei de 1!) de agoslo de 18i6a; a relativa ao
numero de depulados das provincias do Rio de Ja-
neiro, Sergipe e Piauhy ; a das commisses que co-
mer A mesa n.lo deixar de enviar, ele. Consi-
deram-se prejudicadas todas as outras emendas do
Sr. marquez de Paran sobre a eleir.lo de senadores
por dislriclos.
Posto a volos o projeclo como se acha emendado,
foi approvado o remedido a rommissto de redacr.lo.
Foram approvadas, sem debate, em terceira dis-
cussao, para seren enviadas saaccSo imperial, as
propusires 1)4 cmara Jos depulados, urna approvan
do, na parte em qae he da allribaicao do poder le-
gislativo, a convenci celebrada entre o governo do
Brasil e o de Portugal, acerca da repressao e punir.lo
do crime de moeda falsa ; outra declarando que a
matricula que na escola de medicina da Balda, e a
approvaro que na do Rio de Janeiro obleve em 185*
o estudale Antonio Fernando da Costa Jnior, sao
validas e devem produzir todos os seos effeito,, em
conformidade com as disposi(Oas dos estatuios que
regiam naquella poca ; e outra aulonsandn o go-
verno a pagar ao conego Pedro Nolasco de Amor un
Valladares, ex-Ihesoureiro da capella imperial, o
ordenado annual de 4009; e para ser enviada n com-
missno de redare,.!!! a proposito do senado, declaran-
do permanentes as disposises du decreto n. 800 A,
de 30 de junbo de 1851.
O Sr. Presidente decl|roa esgolada a materia da
ordem dodia, e deu para a da seguate se.ss.lo, coa-
tiauacao da primeira dicusso da proposir.lu da c-
mara dos depulados, aalorisaudo o governo a admit-
tir a fazer acln do lerceiro anuo da faculdade de di-
reilo de San Paulo o estudante Antonio Jos de Si-
quelra e Silva: 1.a discussao das propositos da mes-
ma cmara, urna creando varios collegios cleitoraes,
e outra aulorisando o governo a conceder um mni-
mo de juro adiccional |at 2 0|n i companhia que se
bouyer de orgaaisar para a conslruc^ao e cosleio de
urna eslrada de carros da Pelropolis margen) do
rio Paralaba: 2." discussao da proposicao do senado,
aulorisando o governo por lempo de am anno para
transferir de uns para oulros corpos e armas os offl-
ciaes subalternos do exercito, e levanlou-so a sesso.
Nos dias 10 e 11 nao houve seisito.
UTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
' Da 9 de agosta' do 1853.
I.ida e approvada a acta da sessao antecedente,
passa-se ao seguale expedienlc :
O Sr. primeiro secretario leu am oflicio do pri-
meiro secretario da cmara dos deputados, em res-
posta ao do senado do 1* do corrale, participando
que sendo o projeclo que manda encorporar as Ier-
ras dos ludios ou misses ao patrimonio dos respec-
tivos municipios, ofTerecidn por varios deputados,
nenhuns documentos ou papis foram por clles ofle-
reridos, que servissem de base saa apresentarQo.
Ficoo o senado inteirado.
Ficou igualmente inleiradu da participaran de in-
coramodo de saude do Sr. senador marquez de Ita-
nbaem.
ORDEM DO DIA.
Continua a ultima discassao da* emendas novas,
feitas o approvadas na terceira discussao do projeclo
obre reforma eleiloral, e da emenda que ficou em-
patada em 7 do corrate.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr. Souza
Ramo*.
O Sr. Souza Ramos: Cedo.
o Sr. l'ergueiro: Nao entro mais na discussao
da malcra, porque considero-a bastantemente escla-
recida ; porm rumpre-me fazer urna declararan, da
qnal dc*'jarei que o Sr. primerro secretario lome
ola.
Nao ouro o que se diz na mesa, posso Ier atgum
equivoco ; por isso declaro qae voto a favor de to-
das as emendas offerecidas, excepto as que augeen
tam deputares, porque tenho volado sempre ueste
sentido.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO
DE PERNANBUCO.
PARA'.
Belem 12 de agoslo.
Ei-lo... nao lia duvida ; ei-lo all, acocorado na
cadeira presidencial, espantado de si mesmo, ver-
gando a enorme carga, quo I lie adrara m em cima !
Nesse mslo nao vera o l.avaler am trajo indicador
de iuleltigencia anda ordinaria .* nesse crneo de-
balde procurara o Gsll a protuberancia do lino Se
o Condillac ebegasse tuna rosa as ventas desla esta-
tua, vera o espanto isnsliuctivamente debuchado
rosto !
Correu por aqu, e lodos creram, qae o Sr. Piolo
de Sunlureui resolver, com feliz acert, nao se pre-
sentar na scena, apezar de urna carta, que immedia-
laraenle depois da morte do Dr. Angelo exigia-lhe
com instancia a prompla viuda. ImproHcua essa pri-
meira missiva, eucarregou-e o Dr. Castro de trazar
o homem. a Vcnba, e j : ou pagaremos agora as
a nossas gentilezas.Paguemo mal, qae fizeramo
Maraes vai perder-nos e comnosco a provincia.
a A provincia, nao creio : a**as conhe{o seu patrio-
para demonstrar que me nao engao. A vosss....
ora !.. deixem-se- de hypocrisas comigo : guar-
u dem-nas para Iludir oulros.
E elle coutiniiava a Gear-se emSaotareml
a Qae he ido, homem de Dos? Voss no qaer
i vir absolutamente '.' Foi para encolher-se assim
sidente ? Nao sabe que deve retribuirnos o favor,
que I lie fizemos ? Qaer completar vosse a grande
desgraca comerada pela pesie '.' Pois oura : dizem
" que voss nao vem por se conhecer que he inepto'.
Eu I Eu, inepto V. Pois esl bem agora vou
moslrar a essa gente que urna provincia nio cuata
mais a dirigir, do quo urna fazenda de mandioca. O
expediente ordinario, o secretario tomar *a si ; os
despachos mais assim levo-os na pasta para o amigo
da ra Farinosa e lomo-os no oatro dia, quando
vollar para palacio, e anda fica por minlia conla o
importante da cousa, que he a miaba assigoatura :
fallo em concluir a eslrada de Nazarelh, o recolhi-
mento das edneandas, n theatro, o Lazareto, o caes ;
Se me ver fallar algom Francez, raustro-me- incom-
modado ; digo-lbe : Moniteur, je eitou malade, e
limilo-me ao oui, oui, oui, ludo que me elle di*-
ser : se'for algom inglez... moita. Demais. os ami-
gos nao me abandonirao ; cont com aquella impa-
ga vcl cabera do men llolelim.
E aqu apresenlou-se-nos o Sr. Pinto na madru-
gada de 31 de jullio, e s 9 horas vi.i-se um mane-
FOLHETM.
OLLA .FER1LDI. (*)
Par EdHaado Aboat.
vira com resignarlo as palavras do con-
mas a conclusao po-lu fura de si.' Espe-
a)0es severas, mas nao essi restiluir.lo
desdanhosa da liberdade. Empallideceu de colera, e
balbaciou ao principio aigumas palavras inarticu-
ladas.
Acalma-te, dlsse-lhe Tolo, aqu s tens amigos.
Amigos! lornou elle com violencia. Senhor
conde, se ea nao etive*se nffeito a coosidera-lo co-
mo scgindo poi, nao soflreria cora paciencia Ial ul-
traje. Jalga-me capaz du violar meus juramentos'.'
'doe-me. Qaem diz a um homem : Reili-
luo-Iht saa palavra, lie porque julga-o assis despre-
zivelpira cumpri-la. Ctnrqp-me Coromila, e a bis-
i, qae he a de meus aulepassados,
nunca Ihes impntou urna mentira oa Irair^ao. Quem
e crer que nu era inferior a elles, e
meditara desVonra-lo* etn minba pessoa ? Promelti
casar com saa filha ; fiz anda ma, jurel; nao urna
vez, otM* clncoonla, e por ludo que he mais sagra-
do; jnrei tambera por snripto, esoas mos eslao
clieia Je provas. E voata excellenria eslma-mc IAo
pouco, que vem dizer-me de sangue fro: Seja li-
vre, coucado-lhajqae obre como se nada livesse pro-
rdeltid, escnplo e jurado I Decidamos amigavel-
maBle <|ue mas carias sao falsidades, suas promes-
sas mcailiras, sen* juramentos porjorios! Senhor con-
de, sa lie ns*im.que falla-ie aos homens a quem se
moslra estima, que restar para exprimir o des-
presa 1
Senhor Manncl, tornon o conde, foi mal com-
prehenlido ou fallei mal. Nao praza a Deosque eu
eleve asna duvida sobre sua honra, a qual me he lo
chara (odo a minba propria. Eis o que au quiz di-
zer. Quando ha oilo ou nove mezes o senhor pedi-
me a inao de minba filha, eslava anda na depen-
dencia dr seu pai, e emrJenhando sua pessoa e sua
riqueza dspanha de algama sorle de beni, que nao*
1 Ihe pertenrinm. Ho possivel, e ar certo poni ra-
zoavel, qae a madancj sobrevinda em sua condt^ao,
o theor do testamento de sea pai. os novos Inleres-
set que coodemnam a poupar corlas pessoss, as dis-
nosieflet de sua familia, a qual nao linha-se enlflo
declarada, a mo*trdn-se depois contraria ao* nossos
pmjectoa, emfim o lempo que consom ludo, mesmo
as paiies que julgavam-ie eterna*, he poaaivel, di-
go, qae am dones motivos iadu/.s, nao a violar, mas
a lamentar saas promeseai. Se am foaw, se amas-
ia minlia filha sosente por escrpulo, a auizesse ca-
sar com ella smente por dever, meii dever xio in-
terease da asabas aparle* seria deifoser ludo. Se
palo contrario cujanei-ine, se a prudencia que he
{) Vide Diarto n. 909.
quim na cadeira presidencial a dar de bracos, pernas,
cabera ele. capricho de om barbeiro, que llie pu-
tera os cordeis !...........-.......
As sesses da junta de hygiene tem estado impor-
tante*. E o que ha para notar-se he que o presidente,
que tanto abarrolou-nos com Boletime Duat pala-
vras, nem urna tem dito as dscassOes*!'. Onde me-
tera elle essa lingua de prata ?!. Escrever copiando
o que oulros disseram ; Iraduzir pessimamenle um
artigo francez com recetuarios conlra o asitico ;
calumniar e desacreditar collega*, que lhe ficain
inuilo superiores;tachar de viadores de cilacOes aos
oulros, quando he fcil a qualquer carioso apsnhar
o aecusador no crime, que de si impurra ; ludo isso
Im milito mais fcil du que sustentar urna discussao
de momento, em que s o esludo eo tlenlo po.lein
fazer figura.... O Dr. Melchor, ama da* glorias dote
bello Para, o medico qae desde o principio da epide-
mia ouvia com o riso d,i commiseracHo os interessa-
dos em mimosear-nos com o chotera das Indias ; o
medico incansavel, qae mais se oceupava de curar
que de alordoar-nos com pamphlelos aterradores; e
que na maior furca do Mal moalrou sempre um ros-
to sereno que auimava, anda aos mais desalentados
e os encliia de conlianr.i ; justificada pelos mudos e
admirave* resudados da sua clnica ; o Dr. Malcber
chama agora discussao ao Dr. dos espalhafalos ;
diz-lliedeixn-lhe lo la a lili.rdo le de rabiscar llo-
lelim, Duas Palacras, e arlguinhos de gazelas: aqu
he que bavemo* de ajusfar as cootss. Propde-lhe
quesldes medicas sobre o cholert ; mostra-lhe a fal
si lado dos :tli morios de cholera, que lhe impreslava
o boin do ecclelico ; chama-o para a queslo de i'm-
portario; convida-o a formular a l.lo promcltda ac-
cusac.au contra o Dr. Gamillo, de coja defeza se eu-
carrega ;.... e o presdanle, que diz. que faz ? Nada,
he oque diz: e oquefaz.be carambola rom o Dr. Can-
tan ; escoude-se o magrinho \ico por traz do gord-
nho Jos, e o Jos, anda pensando que seto he gor-
dura, e que moslrar os denles he mostrar o corarao,
olerece o larguinho peilo s sellas,. que deviam fc-
rir ao macaco vellio. Que lugar disuado nao oceu-
paria eolre ridicalezasum quadro representando a
scena mayestoza dessa sessao !.. A vresidencia aga-
chada alraz da secretaria, paluda, "amarellu verde,
roa, em continuo pestaoejar, mordendo os lieicns.
suando em bagas, e no meio de ludo islo e apezar
de lado guardando um serio imperlurbavel, capaz
le ve.icer o mais forte duellisla de siso Foi, em
verdaile, um dia, em que os inimigos do presidente
estofiraram de raica, pois nao era para menos urna
victoria tio completa.
Desles desastres desforrase o homem com as or-
dena, que impon ao \ ice-presidente : o que lem cau-
sado cuimes a certa magna influencia, que nucida
sempre com lodo o devido respeito peto Dr. Angelo,
que nao mechia n'itma patita sem consulla-la be hoje
esquecida pelo Pinto,amarrado ao rambaodn Castro,
Eu, que coulicco hem a tal influencia, acho-lhe to-
da razan, e acompanho-a as suas1 queixas, deixando
somenle ao diabo a esculla.
O lli/gienico por excedencia, teimosoem endeosar
a sua lanceta apresenlou-nos urna relacao de defun-
tos! Ao Dr. Malcber dava 36, de chalera,n asttico;
ao Dr. Bulhoes 53 ; aos amigos, uus pouquinhos em
urna extensa clnica ; e n ua Querida uns quinzi-
nhos, que sem duvida nao foram sangradosnao sei
. porquemas indubilavelmenle nao foram ; porque,
se o fossem, eslauam com vida. O Dr. Malcher, de
urna clnica ncomparavelmenle superior a do sangra-
dor unit-ersal,drscouloii lhe|lanlos e tantos.mnrtos de
difierenles molestias, que por conla do as*"aco vie-
ram a ficar 19 !...e elle nao empregava o mximum
rynedium. Donde concluo cu' com os meus botei
que, te a sangra pode fazer nem, n.lo be na gene-
ralidade dus casos, embora lodos os dias pejem as
gazMas cartas de abono, e principalieule a de um
ial Dr. .Viriies.sqiie o presidente
ser pedido, malriculou enlre oa
retribuirlo da grafa nao quiz que
dos quatro-cenlos e tanto asiatia
dos com sangra.
U Dr. Bulhoes tambemdiscouta
daceres, que vieraro de bordo
mais uns douszinhos bem conhecidos do Dr. Castro,
qje la hez fossem o* dous soldados- que lveram o
descoco de desacreditar a sangra... Aos chochiiihos
quinze, que apezar da lncela se foram arrumando
para San-Vrenle de fra ; eu, sfpela minba parle,
accresceuto mais uns quatro rebeldes sangra, que
raorrerampor nao sercm bem sangradosem casa
do Sr. Roque. E ouvi dizer que comparadas as
clnicas, e concedida ainda a pretendida mortunda-
de, os 15mais os 4 por cautelasao mais que os
53, e mais ainda qae as 36! I Desle paradoxo arilh-
metco, s acbo explicado nislo: a Ninguem qaer
medcar-se com obygienico; todos o fogem; elle
nao lem clnica.
Alm desles mallogros, muilo* oulros vieram de
cbofre contristar aquelle corncAu de rola, aquella
alininha desorgulhosa. Vrja-se, e lenh.i-se d do
homem: parece que he a approxiraarao da gloriosa
poca, em que osseus inimigos lulo de estourar de
raiva.
Para cortejar nao sei quem incalcou-se de ec-
cleclico, al em medicina: OSr. Dr.. Paula Candi-
do chama de iocoherenlo o ecclectismo.
Para elle a sangra he o mximum : O Sr. Dr.
Paula Candido dizque a rotina dos praticos....vai
seu caminho discurrendn pela lisia dos mcios emp-
ricos desde a inerte medicaran especiante... a al
as sangras para tirar um sangue coalhado, queja
nao circula.
Diisequeem 1837 tinha sustentado em thetcs pu-
blicas, que a bomu'opalbia apour base les infini-
meals pettsque descoberla!pour but l'mpossi-
ble, et pour resiillat la nullilc: om sujeito arru-
mou-lhe com o Guyard, e o Iminein das tkeset publi-
cas ficou-se com o nariz ua lama al boje.
Nesses indigestos relatnos junta centralque
a esta hora eslarao supprindo os trunes e andes em
algam serAoalordoou-nos e perdeu os Cametaen-
ses, com o Gangessmo do chotera : o Dr. de I'ier
releve acaba de demonstrar que o nosso cholera era
calastatico.
Cninilliss.lo, SCn
:os o qui em
esqueci-
cos, salva
9, qudsi ca-
hospital, e
am deleito de minba idade, cegou-me, prove-me n
erro, e lire-me os receiot: torne a prestar os enli-
go* juramentos qae lhe escaparan! no primeiro fer-
vor da paix.lo, e d-me em Iroca urna promessa se-
ria e irrevogavel, fcila de sangue fro, na plena pos-
se de si mesmo, na presenta de lodos os obstculos
condecidos, e em vesperas de ama viagetn, que seu*
prenle* lhe impem para separa-lo de nos.
Durante esse discurso do conde Manoel, senta
pesar sobre s o olhar da familia toda. Depois de urna
ousadia de que jamis se teria julgado capaz, sua
timidez natural prevalecen. Immovel e triste, elle
contempla va machinalmenle as flores do (apele, cu-
jo desenlio sravnu-se-lhe para sempre na memoria.
Nao oii-ava encarar a ninguem, nem mesmo a con-
dessa e a filha. cujos olhos procoravam-no para ani-
ma-lo. Fez um esforz para ver Tolla, e ergueu a
vista at mflus, qae pediam-lbe meio fechadas sobre
osjoelhos. Essa* maoszinhas paludas e eromagreci-
das fallavam mais eloquenlemeute que o conde Fe-
raldi. I.embravam a l.ello lio castos beijos, tao ter-
oos apertosl O ndex da mao direila linha-se ergui-
do lanas vezes em signal do nieara amgavel e ri-
sonha 1 Quaulas vezes elle apuira- bios de l.ello para impor-lhe silencio I A mao cs-
querda linha o annel de turqnezas, que elle mesmo
ah pozera em ama das mais bellas horas de sua vi-
da, e o qual prometiera substituir pelo annel nup-
cial.
A magrem dessss pobres m.lozinhas resuma ama
longa historia de lagrimas, cuidados, incertezas, pa-
ciencia, resignacAo, calumnias nobremente perdoa-
daa, e nraroes pelos calumniadores. A ro9o direila
negligentemente vollada e entreaberta romo para
reteber urna mao amiga pareca dizer-lbe : Nao me
queres mais!.
Manoel oavlo essa linguagem muda, escotando as
palavras do conde. Os dous discursos, um firme e
preciso, nutro vago e confuso, chegavam-lhe ao mes-
mo lempo alma romo o canlo e o acnmpanha-
menlo do urna meloda. I.evantou-se, ajoelhou (li-
ante de Tolla, lomou-lhe a mao, ergueu ousadamen-
le os olhos para a familia toja, e disse :
Juro...
Espere, inlerrompeu o conde. Antes de ligar-
se por esse novo juramento, redira que deve ser ir-
revogavel. Se empenbar para com mi tilia filha a li-
berdade que acabo de reslttoir-lhe, oenhum pre-
text, nenhuma razio poder desobriga-lo nem mes-
mo a opposirao mais formal de seus prenles.
Senhor conde, farei todos os meus esforcOi pa-
ra que minlia felicidade seja approvada pela minha
familia ; porm se meus prenles obslioarem-se em
ama injuita o (yrannica opposican. bei de lembrar-
ma de que Dos fez-me livre. E agora pelo Dos
que adornou sua filha com as mais adoraveis virtu-
des, pelo Dos que inspirou-me o amor mais puro,
pelo Dos misericordioso com quem ella leconciliou-
me, pelo Dos lerrivel que nanea deison o perjurio
impune, juro nSo ter outra mulher senao Villora
Ferafd.
Tolla ioclnou-se para abra;a-lo; porm a alegra
foi mais forte, e ella detmaioa. Quando lornou a s,
aflerrou-ie nslinctamenle ao hr se-lhe ao ouvido:
Para que le v?...
Maldita vagem I consenti sem saber o que di-
zia; desempenharei minha palavra.
Nao vis.' Vs como estou fracn. Quem sabe se
me acharas quando vollares '.'
Manoel chorou um pouco, promelten mu lo, e sa-
bio reconciliado com os Fersldi e comsgo mesmo.
Volteado ao palacio Coromila, encontrn o alfaia-
le e o sirgoero que vinham recebar suas ordens pa-
ra um vestuirip de corte, leve vergonha de annun-
ciar-lhes qae mudara de resolurao, e que nio viaja-
ra mais, deixou tomar as medidas, discuti o talhe,
a bordadura, os galoes, e nao eofadou-se dessa con-
versaran.,
Itouqueile sobreveio, approvou-lhe o gosto, e pre-
disse-lh* que faria esqaecer Brummel na Inglater-
ra. O coronel entrn depois, e disae-llie :
Tu que emendes de cavados has de comprar-
me am jumento de puro sangue para a sella, e urna
bella parelba de caleca; servir-le-has driles durante
tua estada na Inglaterra, e m'os remetieras no dia
de tua partida. *
Apezar da perspectiva de urna commiss.lo tao a-
gradavel, Manoel animoo-se e leotou dizer qae nao
tinha ainda partido, e qae tema fazer urna vagem
1,1 o euslosa ; mas irmao apresentou-se muito a pro-
posito para replicar que encarregava-sa de toda a
despeza. Que podia-se responder a tao boas razOes'.'
A propria Tolla renanciou a recasar os argumentos
do alaiale e do irmo, de Houquctlo e do coronel,
.ello amava muito o prazer para sacrificar tao bel-
la vagem. Tolla amava mudo a l.ello para nao per-
doar-lhe.
Para conjurar os mil perigos que previa, ella n,lo
poupou recommendar/ies a l.ello, o qual de sua par-
le nao poupou a* promessa*. Empregou todos os se-
re* do mez de abril em pedir-lhe e alcanrar jara-
menios sem conseguir tranquillisar-se. Fez Manoel
jurar-lhe que sua ausencia qlo durara mais de dous
mezes. Mas, pensou eslremecendo, se nenes dous
mezes nutra mulher 1... Manoel jorou evitar to-
das as occasioesde infidelidade. Desgranado disse
a rapariga comsgo, debalde evitars as oecasies,
ellas te procurarao ; es l,lo bello I Meditou como
poder i a alie i a-lo por dous mezes, e lembrou-se de
fazer-lhe cortar os bigodes. No diu em que Manoel
apresentou-se com o rosto liso, ella achou-o 13o es-
Iranlio e Uto feio qae julgou-se salva. Fez-jbe pro*
metler qae nao doixaria os bigodes crescerem antes
de vollar para Roma, e alim de estar certa de qae
Itoaquelle nao lhe roubaria a eslima do amante,
fez l.ello jurar, que por mais que lherJisseisem con-
tra *Ha, suspendera sea juizo at volla, a aceres-
ce plou :
; Pela minha parte faqun o qae fizerem, .digam
o qae disseram, s me jalgarei abandonada quando
IU mesmo vieres dizer-m'o.
Urna manhaa. depois de terem commungado jun-
ios, ajoelharam dianle do altar da Virgem. Tolla
fez vol de entrar em om claustro, te Deoa niu lhe
permidsse ser de l.ello. Este fez voto de retrar-se
a urna ermida de Capri, se algama desgraca ou trai-
ei o impedisse de casar com Tolla. Ambos chama-
ram.a morte sobre suas cabecas, se fallassem aos seas
juramentos.
No meio desirs protestos o mez de abril paisou
rpidamente.
Quando o cura e o Sr. Figueiredo amortadlavam
o Dr. Angelo, o hygienico acooselhoa-os qae se res-
gusrdassem dos miasmas; e no enterro ia elle sem-
pre de nariz barlavento : aqu se provou e lcamus
convencidos,que o nosso cholera nao era conta-
gioso, nao linha comsgo a faculdade de transmit-
lir-se.
Depois de certa poca, aquella em que o Sr. I'-
menta Bueno assentou de mudar de medico, lem-
brou-se o despetado de reformar urna sua opiniao,
sustentando que o asitico fra -nos importado pelo
Defensor, por culpa do Dr. Gamillo. Nao entro
agora na apreciacaods* causas, que dao geralmenle
esla convenio ecclectca : ainda que elle leve a
conlar os conloa, que perdeu com a demisiao de
medico assslente, elle nao faz caso de diubeiro....
Mas, o Dr. Malcher metteu-o entre a parada? o
estoque: oa ignorancia, qnindo assignou o parecer
da commssao mandada examinar o brigoe, ou m
f nesla nova opiniao sem base, e qae nada menos
fazia que expnr caprichosamente a vida de um me-
dico honrado au odio publico e ao furor do povo, se
a reconbecda probdade e patriotismo do Dr. Ga-
millo, com a sympalhia de qae geralmenle goza,
nao o pu/.essem c salvnde tan huir nnpularao. -E
como se slo nao bastasse, vem-nos o mesmo Sr. Sa-
iiIiiier com esla : a Podemos lgicamente concluir,
que o cholera qusexisle boje no l'ar, nao foi im-
(i portado, mas simque all uasceu, e que all deve
(i inorrer sem eslender-see nole-se que o asitico
he pasaeadorcensando as causas que lhe deram
a vid!... a Alraz do apedrejado correm as pe-
dral...!
E na poltica, on na admioislracao da provincia
lera sempre levado a agua ao seu moinho He ver-
dade que pode fazer que o primeiro arlo da vice-
presidencia do Sr. Pinto fosse mandar procurar na
secretaria urna licenc.-i de Ires mezes concedida ao
Dr. Bulhoes e cassa-la sem lhe ser ella aprsentela,
c isso com impoltica desallsnrAo ao seu antecessor.
Tainbepi foram retirados do crrelohe o que di-
zem oflirios, que ja U estavam com nomeardes pa-
ra Breves, prncurou-ssHornear delegados sem pre-
ceder proposla do chefe de polica, etc. Mas, acon-
leceu isto : zangado o Sr. Benedicto fraile do somno
que dorma, ha dias, na secretara um requermenlo
seu, lomou-o e oi aprsenla -lo, com a devida e pre-
via satisfcelo, ao mesmo Sr. vicepresidente. O
judeu dos cordeis alalha, duendo: ignora o Sr.
Benedicto que he naquella caixa que se metiera os
requerimentos ?... Porm o Sr. Pinto, oa porque a
curilinha se arrebenlasse, ou porque quizesse nao
dar por ella adiante de gente, aceilou b requer-
menlo e despachan all mesmo, sobre a perna !!!!
O molino lem sua hora; nao ha duvida.
Ha tambera oulra embralbada de um professor,
que anda nao pude deaenovelar: sei apenas qae
nao sabio a conteni do ci;tr, porque alguem bou-
ve qae sostuve o Sr. Pinto a borda do abysmo.
Esl-me a sabir pelo bico da penna o nome ile
urna cousa, que nao sei, de nojo, seo escreva...mas
emfim ceda o asco, que me causa essa cousa, ao de-
ver que me impe o encargo de correspondente:
devo apresentar-lbe as notabilidades, anda burles-
cas, que, a nao liaver um correspondente, morre-
na ni na lama em que nasccram e vivera, e esqueci-
da* al ilos viznbos. Ha aqu urna luja, que nao
sei se he de fazenda*, se de iivros, pommada*. velas
de cerne lambem do sebo, ou se de boticashoreopa-
lliicas, emfim um bazar em caricatura* propriedade
da um y.c-Rabcca.
Este pobre rabera, imilacao dos barbeiros de
certas aldeas de Portugal que decidiam dasqueslcs
de alto interesse do logar, mello aqu o fodol em
ludo, eslabelece replanles e abate-as, d mritos
ou retira-os, e julga de aptides Iliterarias, elle o
pohre diabo qne nao sabe quanlas varas lem de be-
que! He muito ? l'nis (inca mais. e ni-lhor ainda.
bssa caricatura de bazar he o nosso grande Syae-
drio, onde se reunem para dar planos de deinisses,
nomeace*. transferencias, etc., as influencias do
da, presididas pelo excellentissiino llolelim'. O qne
ahi se assenta, as reparlicoes recebem no oulro da
em ordens da p'residcncia! Ah l o Dr. os seus es-
criptos anles de manda-Ios para a lypograpbia : ah
v lambem, nntesde apresenlu-los a assignalura, o*
despachos, as resolucoes qae se encarrega de fazer c
redgir : o para qae a ninguem venha a tentarlo de
duvidar que seja elle o invernador, moslra os mes-
mo* origina riscados e borrados aqu e acola....
lima cousa snto; e he que pur estes novos Iraba-
lhos lem elle abandonado a sua immensa clnica, e
leremos de morrer lodos i falla da sangra.
O Dr. Tito Franco de Alraeida, o llagello dos pe-
dantes, publicou am parallelo das opinles do llole-
lim com as do Sr. Dr. Paula Candido, inleiramenle
contradictorias. Elle disse que nio responda por
ser o Dr. Tilo leigo na materia. Que bem lembra-
da evasiva!..Macaco velho>ao melle maoem cuiam-
buca. Se respondesse, ou'havia contradizer-se
o que nao seria novo ou havia de se por em lula
com o Sr. Paula Candido. Mas o resultado '.'... Oh !..
libera nos Domin.
A colosiisacao progride, apezar do cholera, ou dos
que queriam ter a gloria de lutar com o cholera,
e vence-lo com lanceta e puchiry. Acbamele che-
sgar 140 colonos, e lodos eslo ja contratados. Alm
das colonias da companhia do Amazonas, nina nova
procara fundar na* Ierras de teu engenho Boa-lista
o Sr. Jos do O' e Alraeida : he um homem de pa-
triotismo qu nao se inculca, porm obra. Para ani-
mar os que quizerem eslabelecer-se la, d aformeu-
lo a 20 rs. a braja, com um auno dfi remojao.
Os rendimento* da alfandega e consulado nesle an-
no de 1854 a 1855 foram inferiores, de 78:5769366,
aos de 1853 a 185$ : eile decrescimento he devido
p*ralysac,ao do commercio no cholerieo mez de ju-
nho E na verdade, os vivos nao podem deixar de
ceder o passo, quando se presentara 510 defunlos a
despacharem-se para a Soledade. O anico corrector
em movimenlo e movimenlo continao era o
Serra com o carrao.
15
Cabio ifm denle ao asitico Botetm com o escrip-
todo Ilustrado Sr. Dr. Maia,.sustentando, conlra a
opiniao da junta de hysiene do Maranho, o asiati-
Quando Roma soube a prxima partida de l.ello,
a opiniao unnime foi que os Feraldi haviam perdi-
do o combate. Chegaram a dizer que Manoel casa-
ra em Franca, e os melhor informados noraeavam
j-a noiva.
A viuva Fratief, assnstada por esses boatos falsos,
receiou ter feito a guerra sua custa a favor de al-
auma familia do bairro de Saint Gerraain, e para
deseogauar-se, convidan Rouquette a um jantar ;
mas Bouquelte oceupado com mil negocios, e pouco
sollicilo por acatar adiados qUe tinham-se (ornado
inuleis, safou-se desse convite com urna resposla e-
vasiya. A viuva e i filha despeilavam-se por nada
saberem. Durante mais de om mez percorreram to-
dos os saldes de Roma com o nariz ao vento, o ou-
vido i espreila, farejando o ar, aspirando o menor
rumor, interrogando ossemblanles, mendigando no-
ticia*, lastimando em voz alia a pobre Tolla, maldi-
zendo em segredo a montignor Rouquette, e procu-
rando anciosamente a l.ello, o qual passava lodos os
serOe* no palacio Feraldi.
A marqueza Tresimeni nao eslava em Roma. O
doulor Ely a enviara para Florenca nos ltimos dias
de marco em conseqaencia de um defluxo grave.
Flippe pedir urna licenra de um mez para acom-
panhar a m.li. Vollou sozinho a 25 de abril, e a pri-
meira noticia qae receben foi qae Manuel parda no
fim de qualro dias.
Deu um grito do sorpreza e de colera, e disse :
E Tolla? Sou um tolo? Ea que acabo de pre-
gar miaba m.li qae suas suspeitas eram injustas, e
seus rereios nticos, deixei-me vencer por esse coro-
nel ve 1 lio e borracho? Veremos!
Correu ao palacio Coromila, e Manoel recebeu-o
no meio de urna coofusao de hagagem. Rouquette
assenlado em ama mala oOereceu-lhe um charuto
de Havana, e disse sorrindo :
Ah! como o senhor vem a proposilo! Quelxa-
vamo-nos ha pouco de sermos obrigadosa partir sem
nos deapedirmo*.
Chego ainda com as bolas, eis-aqnl sobre mi-
nha casaca a poeira de Florenca. Bem v, nionsig-
nor, que nao perd lempo.
Deveras ? Parece-me que vossa excedencia Pi-
coa am scula na bella Toscana.
Um mez, mnnsiguor, nao mais. Agraden) a
vossa seohoria Ier adiado o lempo longo.
Passaram-so tantas cousas em sua ausencia! Se
o homem .fosse prudente nao se apartara dos a-
migos. a
Cora efleilo. monsgnor; mas nao sabe que ha
genios malvados qae teem o oflicio de separar aquel-
lea que amam-se 7
He o que a igreja chama espirilos infernaes.
Sim, inlernaes. Se algum dia eu apanbar um
desse pela* orelhas I
Senhor, tornou Rouquette com voz branda,
esses espiritos tem os bracos longos e as ore'ihas car-
ia*. A gente encontra-lhes os bracos ante de che-
gar-lhes :ii orelhaa.
Que tem vosss com a* orelhas dos espirilos in-
fernaes? Acaso Pippo tornou-se Theologo? Ajuda-
me a fechar esta mala. Carrega fortamente... com o
joelho! Basta! Quanlo eslimo, meu0 charo Pippo,
que tenhas vindo a lempo I
cismo do nosso cholera. Muito respeito a illuslra-
cao do Sr. Maja, e mesmo poderei conceller que a
f*ja opiniao pese, por si *, mais qae a do* medico*
da junta : mas esl-me parecendo qae foi o Poltico
e nao o Medico, que (racou essas lionas. Diz o es-
tandarte que o asitico foi levado incubado at o
Uto porque l s* deram tres casos de cholera, e isso
em tres pretos idos daqui, e qae por conseguale
p idiam ir j locados do mal Nesses Ires individuos
desenvol eu-se o cholera, e morreu um dalles, ergo
he u cholera asitico Mas o vapor nao fez qua-
rmtena, e nao obstante nao se deram mais casos de
cholera, ergo he o asitico Nenhumdos rauit, s in-
dividuos, que foram no mesmo vapor leve o chole-
ra, ergo he o cholera asitico '. O vapor de .guerra
Paraente, sabio daqui com a UpoUco dziada,
a restadle aneciada ; entrou no Maranho : mas nao
e transmudo para essa provincia o nosso cholera,
nein ainda incubado nos barcos de vela' qae daqui
parliram, ergo he o asitico Mas porque l ao Kio
s leve a cautela de sequestra-los de toda a com-
municafilo com a popular'to ; porque l se cumpro
a mxima matrem limidi fert non tolere er-
go he o asitico .'... Pois mandara buscar aqu a boa
cacltaca do Sr. liarlo do Arary, o vergalho de ja-
car e p puchir, para debellarem o asitico como
aqui fez milita gente : nao desprezem o conselho,
mandem buscar essas especialidades do Para, porque
por falta dellas he que na Europa foi inortandade
de 50 por cento, sendo a daqui de 1 por rail. A res-
peito de lanceta, temos conversado : o mesmo Sr.
Dr. Maia, com cujo parecer se faz aqui lana balha,
mo se lembrou della ; quiz ceder aos empricos a
gloria toda de tirar com ella um tingue coalhado,
queja nao circula.
Urna lombranca medesperloaa palavra emprico.
Em urna celebre resposla ao Dr. America vi um fu-
gele aos mdicos, que repetlema sangra sem a le
rem empregado Levei as ralos caber, e lastimei
que urna Ilustrarlo, como a do autor desse escrip-
to, denuuciasse assim o seu empirismo Pois era
preciso um medico o emprego previo de um reme-
dio para conbecer-lhe os elfeitos ? Nao seri possivel
a um medico phlosopho faze-lo a pririori ? Sera a
medicina urna ciencia de apalpadella* ? NSo poder
enriquecer a sua Iherapeolicase nSo a cusa das nos-
sas vidas ? Nao se poder saber que urna facaia
mala, te nao depois que se lver vi*to morrerem
muito* homens, de facadas '.'... J)e qae serve entao
esse cortejo de semencias, deque ella se faz preceder, I
a Botnica, a Phsiologia, a Chirraca, ele., para vir
ficar no mesmo caso de cAarlafilo curanJeiro, que
se determina pelo que lhe dizem seus odios mate-
res:.'.... Ou a medicina he urna impostura, qae pa-
ra,usurpar indevotos foros exige laes e lanos e tao
variados preparatorios, ou, para nao descree da
sciencia de Hypocrales, pedirei a Dos que me livra
dos mdicos do querendo neulcar-se por homens de e/enca^avespe-
ram que os faclus oh miseria ol 1 vegonha !
Ibes veuliam ensinar o qoe devem fazer !....
Si nio que vi j to longa e'la correspondencia, e
por isso me prive de dar a estas inhibas proposice*
o devido deseiivolvimentn. Ma, se o Sr. Dr. Cas-
tro, a quem repto, quizer rehabilitara sua honra de
medico nao empiricp, se lhe aprcsenlara, aqu no
Par, um nome nao leigo av materia, porque, o
que ora discuto, nao be medecina, he lgica. Mas,
que loucura '.... reptar a quem repta smente,
quando sa ere s em campo reptar a quem repta e
foge, quando alguem lhe apanhea luva Reptar a
quem so empenha e abala os ecos e a Ierra, para que
ralo se imprimara as respostas'ns suas destemperadas
e tristes provocarse, Nio repto, nao ; mas te-;
marei a mira a tarefa de arompanbar no lgico e no
grammatictl a quanto escriplo seja, ou me parece
ser, doF. S.C.
No prazer que eslimava em mais de 40 mlhoes
fiquei aguado Appareceu em fim no Diario do
Commercio, depois do ser acceda e regelada as
lypographias que nao mprimera offensas ninguem,
a resp'osta do Dr. Cimillo mailo honesta provoca-
Su do Dr. Castro. Encbeu toda a ciilade esse 'es-
crplo, foi a ordem do dia E com etleito, s o der-
rotado poderia nao ver ah no lado de urna discus-
sao bem deduzida e melhor eununciada, o cavallei-
rismo do homem educado, que nem anda em repre-
salia se aproveila de vanlagens qoe (em obre o seu
inimigo, quando estas'slo alheias da questao scleo-
lilica, e podem ferr a pessoas que nao lem culpa de
Iresloucadas olfensas. Como, porem, respondeu o
homem dos boletint. das duas palacrat, dos ex-
tensos, e, por cnnlisso propria! desnecessarios
relaloros a junta central ? Com um espirro A
queslo medica o embroglo foi dexado ao juizo dos
mdicos do mundo, por onde tem de transitar o Di-
ario do Commercio Usdilemmas, que o apert.i-
ram indissoluvelmenle, ficaram em p, porque elle
pensara lutar com Juno, e por fim de cootasachar-
se-ha com a nuvem .' Em verdade, que gra?a pode
Ier abracar urna nuvem ? Mas he que os Polpile-
mos em miniatura dio por nuvem o penedo, em que
inesperadamente esbarram.. He Cselo ou Norman-
do este raposo ? Decida o La-Fontaine.
O seminario sollreo urna modificarlo : o3o sei se
foi extinecao da cadeira de lingoa indgena, oa se
demissJo do lente. Os abelhudo* assignam infinitas
causas a esle fado ; e us que trazem a nnagiuarlo
sempre oceupada com sinistros, os ngoureiros prog-
noslicam mais modificarse* assim. Seja o que for :
eu seu chronisla e nao propheta.
Chegnu emfim o suspirado vapor ; qoe corarao de
poltico nao palpitara ao ouviras 11 horas da noite
de 29 o tiro, aniiunciador, da fortaleza da Barra,
correspondido 10 minutos depois, pelo castalio ? En-
tretanto pregou-nos a maior das pirraras Nem
presidente, nem lista de vce-presidenles! Como, na
corle nao se comprehende polticos provincianos !
Mas ahi eslo, para consolo dos tristes, as noticias
particulares. Esl escollado presidente o Jernimo
Coelho e vice o Dr. I.elo.Nao; he primeiro vice-
presidente o Dr. Castro, e presidente., nio sei quem.
Nao houve nova esculla, porque voltn o Sr. Reg
Barros, e com elle vira a lisia dos vice ele. O re-
sudado be ficar eu na duvida, e comigo rosita geni*;
e continuar a governar-nos o Sr. Dr. Castra sob o .
nome do Sr. Pialo, que da certo ha de seguir os
passo* do Sr. Dr'. Angela, e aso faaer cerno a Sr.
Dr. Moraes, que na forc da epidemia s Ira lava da
demsses I Na correspondencia seguinle responde-
r; a essa tpico do raeu co-corretpondenle com o
catalogo das demsses do Sr. Dr. Aogelo e do Sr.
Piolo no pouco lempo que governa; e da* do Sr. Dr.
Moraes; se ver o numera e a* coodicfies da
urnas e oulras, assim como as medidas d* todo* ella*
para debellar o atialico. Nao digam ai
vamos revolver a* ciuzas dos morios, qoando sao el-
les que os evocara para po-loem paralltlo com os
vivos, e paralleliis raanlido*.
A volla de Sr. Raga Barro* ha ama das coasas que
muito deseja, ojoto porque sua 1 icario lei,
como ara de esperar de um homaro recia r jusOcere,
como porque quero ver sa cerlo marrac* que aqui
o (em alassalhado pelaa cosas, voltam ainda a /ia
adularles do terrado do palacio. He verdade qae h*>
gente para ludo, na* o Sr. Rega Barro* nao he
raem qae despreze'as lices da experiencia.
Agora urna palavra a Vine. NSo lhe tenho pe-
dido qae. deixe de publicaras correspondencias riv
vaes da minha : porem elles nao se caneara do pedir
a sappretsae -das ininhas Nesse pedido ha motivo
sobejo para desconfiaoca... Publique Vmc amas e
outra*, e deixe que os correspondentes andem s
cristas. Serci eu o mentiroso, e elle* os Epaminon-
das?.,. Nao prive aos Epaminondas o prazer <
victoria.....
Temos j entre nos o Sr. coronel Severo para com-
mandantedas armas. Talvez que a qualidade de
militar lhe deste mais ceragem para amatar cota o
nosso asitico, do que a que tem o juiz de orphaos e
chefe de polica, que nao vieram anda. .Pas taibam
quanlo* esle publico instrumento virem, qoe vi-
atico abiit, excettit, evasit, erupit. e ha ra la lem-
po repelldo por ama eloqueneia alai falaainanle
que a de Cicero... a da lanceta ?.; Sim, ai
inlhe* de vezes : nSo sa pode recusar a fe i
cartas de um mesmo estillo, eserptas aqui as tojas
e:nas boticas, e publicadas chegada do* vapora* do
seriao.
MARANHA'O.
S. I.oiz i de selembro.
lima noticia bem pesarosa forma deila vez
a principal parle desla minba carta. O Eiai.
Sr. Dr. Eduardo Olympio Machado, o di-
gno presidente desla provincia depois dea
eu* tao crois padeeitaento*,a/s>llr
14 do prximo pastado mez, s
uhaa....
Era o que eu dizia, accrescenlou Rouquette; o
senhor marquez chega a lempo.
Talvez mais a lempo do que pensa-se, mon-
sgnor.
Mas digo absolutamente a lempo para ajudar
seu amigo a fechar as malas. Vou ver se meu cama-
rista oceupa-se com as mnhas. Vossa excedencia
deve ter militas cousas a dizer depois de lo longa
ausencia. Procure reparar o lempo perdido.
Ah.' tu me desafias! disse comsgo FIlippe.
Pois bem, vou lomar minha desforra J he tarde
para impedir l.ello de partir, pois quem leve a sa-
tisfcelo de encher todas estas malas nio consentir
jamis em desarruma-las; mas nao quero que pos-
sam aproveitar sua ausencia para degolar minha po-
bre Tolla. Kestam-me qualro dias para assegurar-
Ihe um refugio conlra todas as calumnias, para com-
promelter Manoel aos olhos do mundo inteiro, e tor-
nar o rnmpimento impossivel, para zombar lambem
desse digno coronel e ligar a* maos de monsignor
Rouquette, que tem os bracos tao lougos. Qualro
dias sao pouco* ; mas sao sufllcienles: asmis Ion-
gas balalhas nao duraram mais de viole e quatro ho-
ras. Avante!
Em que meditas? perguntou-lbeManoel. Tens
hoje urna physionomia estranha.
Ainda m'o perguntas, irralo .' responden Fi-
lippe com urna franqueza bem fingida. Medito nes-
sa viagetn, que vai talvez perturba.! lodo o mea ro-
turo.
E que ha de commum entre teu fuWo e m-
nhas viagens?
Algum dia o seberas ; porm falla-me de Tol-
la. Pen'sei muito nella durante o mez que eslive au-
sente. Tudo esta desfeito entre vosss, nao he i ver-
da de?
Desfeito 1 Que loucura!
Confeisa-m'o francamenle; nao le-quercrei
mal por Uso. Comprehendo toas razes: teu tio,
teu irralo. monsignor Rouquette, teu nome, tua ri-
queza... Fiz mudas relenles em um mez.'e minlias
Ideas madaram. Demais nSo a farlas feliz. Que dis-
se ella quando lhe annunciasle la escapada ?
Chorou, ficou um lauto duente ; mas depois
perdoou-rae.
Adoravel rapariga Conhero-a ha vinte annos
e amo-a. Fomos criado* junios, e desde que tenho
idade de razao, pergunlo a mim mesmo se ha am
homem que mereca tal mulher! Vallaras no fim de
seis mezes?
No fim de dous mezes.
De sei*!
De dous!
Suppouhamos cinco. Durante eises seis mezes
Picar ella em casa, ou vai raetler-se em um con-
venio ?
Para que o convento 7 Ella vivir como sem-
pre junto da mai.
Tens razio, nada de convenio; eu perdera
muito com isso. Demais o coronel nHo consentirla
em semelhanle coosa.
E porque?
Essa he boa I jalgas que lea lio envia-le a Pa-
rs a a Londres para aprestar leu casamento com
ella ? O coronel conta com o que pode acontecer em
seis mezes de ausencia, e applica a esta paiao urna
mesnhawelha como Aristteles: Ao amante o ar li-
vre e a poeira da* estrada* ; amante o redomoinho
da* valsas, o zuido dos dansadores e a poeira dos
sales. E se a cura n.lo he prompla, se o amante
atravessa os mares sem dar ouvidos s sereias, e pas-
sa as floresta* sem conversar com as dryadas ; *e a
rapariga obslna-seero amar aquelle que'querem que
esquega, eolio nos grande* males os grandes reme-
dios Um prente veneravel, um amigo da familia,
mesmo um homem da igreja arma am laca pobre
menina sem desconfianza, prepara-lhe orna boa ca-
lumnia, da qual sua reputarlo j.irans se reit&belece-
r. I.emhra-lc de Veneza e dos amores de leu ir-
ralo. Jalgas que esse casamento teria sido tao fcil-
mente desfeito, se leu irmo antes de partir livease
medido a amante em um convento ? O convenio,
meu amigo, he a nica fortaleza em que a reputadlo
de urna mora fica abrigada ; porque os homens nun-
ca penetrara l. A virlude he robusta, e conserva-
se por toda a parle as sociedades, nos bailes ; po-
rm a reputarlo he como um vestido brinco, que
deve ser guardado em urna gaveta para, nio ter cn-
xovalhado,- nem rolo. Ficando Tolla em casa res-
pondo pela sua virlude, mas nao pelo seu vestido
branco.
E nao queres que eu a mella era um con-
venio I
Ella consentira ?
Sem duvida.
E os pais ?
Encarrego-me dalles.
E a,permissao das autoridades (CclesiasUcis T
O cardeal Pezzato a oblar.
Mas teu lio t
Saber do negocio quaodo j esllver feito.
E monsignor Rouquede ?
Sou mais fino que elle.
Serias capaz de guardar um segredo qualro
dias 7
Nao sou Romano ?
Como te apaiiona* pelo convento Todava,
meu amigo, julgando as cousas friameule nao ha pe-
rigo em dexa-la em casa. Qae receias ?
Tudo !
N.lo, nada receias do coraejo de Tolla, mu-
to feliz I O nico perigo he que um Rouquede em
Pars, urna Fratief em Roma, impolem-lhe como
crmes quaesquer dislraccile* innocente*. Qae im-
porta ? Fechars os ouvidos e os deixars fallar. Que
nuvi.laile poderiam elles inventar depois do que lo-
mos ouvido ? Que crdito daras s suas palavras,
tendo visto como esses artistas fabrican) as calum-
nias ? Se alguem te escrevesse oo fim do mez qne
liuha encontrado Tolla na estrada de Albaoo s duat
horas da madrugada, se monsignor Rouquette depo-
zessa sobre leu bofele um maco de carias anony-
ma* ; se leu tio te escrevesse qne s a fbula de Ro-
ma, assim como disseslt oulr'ora a leu irmaa, nao
desprezaras essa* velhas mentiras ?
Sim ; mas se Tolla se deixaraa aturdir pelo re-
domoinho das reanifies ?,
Fica tranquillo a esse respeilo, vigiare! sobre
ella, e jamis o crtelo de urna mulher lera guarda
mais zeloso.
Porm...
t
Descrever-lheo sentimenlo,
esla capital manifestou logo, que rapia
palhou a fatal noticia, sera cal^^H im-
possivel Traca penna d'um correspondo!
S. Exc. qoe ha dous dias havia largado a
dencia, seado que ante* disto, nao abalante as
laneias de seasamigos, nanea o quiz fazer, achara-
se em casa desea particular amiga, a 'Dr. J. Podra
Dia* Uieira, oade os dsvelos d'uma familia lhe pe-
deriam suavisar os mais ligairot ineomnados, quan-
do a morte o sorprenden quasi qne repentina-
mente..,
Apenas S. Ese. den o ultimo suspiro, balbucan-
do as palavrados, meus amigosal que sea
carpo deixoa a cmara mortuaria, onde o colloearam
fui constantemente visitado por ama grande parta
do habitantes desla capital: pessoaa de -todas as
cond(Aes vinham prestar ao illuslr* finada o triste
adeos aos restos roarlaes ; ahi, muitos ou coma
eloquenle silencio, ou com a muda liagaagera
das lagrima*, ca mesmo em altas 'vezas, qoe faziam
partir o coracio, vinkaaa admirar ao -|TiiTinr l.tan '
mora do homem, que corlado em flor, era ama es-
peranca para a palria, urna consltela para ne-
ccssilaihj que o procurara..
O seu funeral foi um dos raaiorea, que esla api-
la! tem presenciado : os seus praprios adversarios
polticos,honra se Ibes facaalo deixaram da
prestar a* devidas ovace* a Uo Ilustre finado.
seu corpo leve sepultara na ealhedral, junto ao aliar
de -Vojjo Senhora da Boa-morte. Alm do grtade
acomptahameolo do povp, do Cabido, de toda* at
corporaces religiosas, dos consol*, e de toda* a*
autoridades civts e militares, fechara o prestito toda
a tropa existente na capital, a a guarda nacional, aa
mando do Sr. tenente coronel liamaraet, 'que lita
for as honra* devidas ma elevada posjeio. S. Esc.
reveren dissima ofllciou a eerimona fnebre li dea-
car o cadver toa eterna morada.
Como por mait d'uma vez lhe tenho dito, o Dr.
O. Machado h muito que reconheceodo o quanlo
lhe era prejudicial o clima da Norte, ooda ha raai
de i annos viva, constantemente soliclou, segundo '
se diz, ama remocho para o Sal ; o* eos esforco,
porm. foram sempre baldados, al qae, quasi na
mpossibildada da seguir, foi removido para o ^ata-
zona\ provincia d'um clima moita mais pernicioso
que o da notsa estranha falalidade O governo. que
sempre fez o maior coaceito de S. Exc, tanta qae
apezar de removido para urna provincia liu impor-
tante, quiz qae nio largase as redea desta presi-
dencia sem que fosee chegado o sea soceessor ; qae
sempre esteve promplo a a Hender a todas at so as re-
quisicoes, ou fosse porque aprecias** subidamente
a ndministrasao de S. Exc, nunca pede aanoir
ene seu maior desojo, do qnal sem lalvez o sabor
dependa a sua existencia S. Exc, morreo, porte-
lo, victima de sua dedicar,So ao servir.o publico .' foi
um verdadeiro marlyr em razo do zelo exceasivo,
qne linha por rudo quanlo se refera a 'esla pravia-
cia, para a qual elle olhava, como se fosas a
saa.
A Ipreraalura morte. da & Exc. nao he sensivel
Mmenle jsaa familia, ao* seus amigas e conheci-
det, tambem o hade ter ao paiz qoe devidamenle s
considerara como um do* seas filtras de maior* es-
perancas ; qae nelle vis essa tlenlo e essa iaalroc-
c.lo ulo commum, que forma o homem de verda-
deira dslincfao. .'
-tl^
NSo me confieres, Manoel. Tenho Tolla des-
de a infancia ama amizade apaixonada. Se la alo
fras, eu le-la-hia lalvez am.
raim se a visse tnbir-te par um indigno !
Todava...
Logo que parliret, aferr-me toa peasoa, a-
companho-a a todos os bailes, e sigo-a por toda a par'
te assim como a sombra da ten corpa. Da noile s
horas em qae lhe fatits toa visita quotdiana. irei
v-la, assenlar-me-hei em tan logar, ftlltramo* de
li, e s vetes choraremos juntos. As lagrimas tor-
nam-se menos amargas quando sao enxugadat pela
tmizade.
Isso he muito bello ; mas...
E as boas lingucs a dizeram ; Ella ama a Fi-
lippe Vai casar com Filippe Filppe supplantou
o amigo NSo lhe deporei sobra a fronte om teijo
fraternal sem qae a Uaita toda reboe. Ah qaauto
bavemos de rir I
Mas por lodos os sanios !... inlerrompeu Lello
violenlamenla.
Concordo que o convenio he bom ; mas at
qae pauto tens o direite de encarcerar aquella que
ama-te 7
Quer ea tenba direilo quer nao, digo-te qae
ella ir para o convento, e que ahi ficara at a mi-
nha volla, a que nao recebara a ninguem sene a
mi e o coufessor. Nio sou doto ; mat ja que en-
carregas-te de a ser em mea lagar, vers como apro-
veilarei leus cooselhos! Qual he o convento mais te-
vero 7
Os SapoU etw (os sepultados vivos.) -
Esse he demasiadamente rigoroso ; oulro 7
Sanio Autonio-Abbade.
L reeebem-se pensionistas 7
Sim.
Pois bem, ella ir para Santo Antonio Ab-
bade.
Mas, meu charo Lello, qae ser de mim 7 Par-
tas para Londres, eocarceras a Tolla : que amigos
me deixas 7
Acharas oulros: amigos nanea ftltam. Onde
melti meu chapeo 7 Ei-lo. Minbas lavas 7 No bol-
so. Meu charo, nao dispeco-le ; vou ftllar-lhe,
mai.ao lio, ao cardeal-vjgarlo, ao abbtde La Mar-
mora e abbadessa do convento.
Ea volto para casa ; iremos junios al aos
Santos Apostlos. .
No caminho Maaoel dizia a si mesmo cota viveza
febril :
Ah i Filippe a mat sem o saber E ella nem
desconfia de tal cousa 1 Mas tenho bous olhos, gra-
Cti a Dos la fazer ama bella viagem Felizmen-
te o convento accommoda ludo.
Filippe disfarcava eom um semblante abatido a
alegra mai* IrumphaoJe, e pensara :
Elle tem ciumes, logs ainda a ama. Coma en-
godo o anzol Seos olhot lancavam relmpagos ;
em duvida aborrece-me. Tolla sera feliz ; o con-
venio salva lodo : fecha a bocea do coronel, de Rou-
quede, da Fratief e de todos. Quando Maaoel tiver
medido a.amante no claustro, sera obligado a ir de-
pois tira-la.
(.Continuar-n-ha.)
__________


2J*lS!-SKM c-"-:-_llj-t.ltTLL
DIARIO DE PERHAIBUCO
QUiNU FtlM l3lr?tnilBli0ll"W

-.
A historia ilutar com loda a imparcialidad* de-r
clarar u quanlo foi benigna e progressista,* admi-
nislragSo do Exm. Sr. O. Macl ado. O Globo, jor-
ml nao poltico, dando conla aot seus leitoret da iii-
fauslj niorlo de S. Eic, assim se exprime.
Como administrador, eerto estamos que his-
lona llie fur.i jusliga, qoando con loda a imparcia-
ldade iiver do julgar si mu actoi, paudo-o a par
dos ponen que Infelizotenli temo lido, qaa con
elogio meregaia ur iponladoi. Para o MaranMo s-
rao sempre gloria* i mime* a Joaqaim de Mello
e Povoas, Bernardo da Silveir* Pinto, Joaquim
Franco de Si. e Eduardo Olympio Machado, p
(Juanlo ao homaro, as eoragao verdadeiromer.l*
chnslSo, que potadla, ahi sallo todos, qoe delle ne-
cessilaram, lodo* qoe o conheciim para daram let-
temunho. Pode-te dizer, quanto he compalt**! com
a nalureza humana, que nelle te icalisou a phras*
do Apostlo Perlratuil benefiaendo. *
Quinto aoi pormenor da grave molestia, que o
aalou.ahi Ihe envio'o conciso nlatorio apreaentado
R


-
matou
chis sena mdicos assislenles, e que aqui'anda nao
oi impresso. Pego-Ido qae o insri em o tea Impor-
tante Dirio.
Eilo :
> l)r. Eduardo Olympio Machado, de36 annoi
de idade, linda at enlao gozado per Ma taode, sal-
vo ligeiras imlisposigoes, e urna molestia grave lin-
da em toara idade
Se temperamento era nervoso, tua conslilui-
gs* boa. Sua tpplieagao "ao etlodo, e o forl exerci-
cle das faeuld des intelieetn**, entretinham nelle
om frequeiua calado (fe eteitagao cerebral, que pa
rece ler reagido tobrauorgao central da circuladlo,
prodoziodo plIpilagBes.'Seoreglmen de vida era ex-
tremamente irregular, tanto noque diz retpeito
suido* vigilia, como em lodo o mais,, pastando
>, de periodo de completo detcang o a ontrot de
Irabulho de espirito excessivo. Era.demuilo lempo,
enraizado nelle babilo de fumar.
n mam de 1851, depois.das fadigas qne Ihc
toa aconfeegiodo volrnosos imporlanlerelitorio
estao da assembla legislativa pro-
vincial, priiieipiuu as* queixar dos primeirot aym-
plomas da lerrivel moleitia qae suecumbio.
le 1854.Pequeos u passaceiros cees-
Talpilacao, dyspnea tambero fugaz e pouco
otaste!, Impulse dos baques docongao pouco aus-
e por aceessos, som bago da regijo pricar-
do (a percursao) quasi normal, ruido de sopro,
algumss veze* tibilaiitc, durante o primeiro lempo,
pulso om poaco eheio, sonsaclo ds peso pouco pro-
resilo epigstrica, ausencia de arquea-
rlo da raiza tliereetea de batimento das cartidas e
de congesloe* rerebrie*.
M Figado, a principio normal, logo porm, engor-
lepois, muito volumoso e Knsivel pres-
ido.
as ps. quepnuco epouco augmenlou
io o lecido cellular das parles declives do
corpo.consliiuiudo verdadeira anasarca.
to pode ler sempre liorisontil, a lin-
:e quasi sempre. Algam accestos er-
ralicot de febrea inlermiltciitcs.
tymplomalugieo lev* sen periodo
oranla um mez, poaco mais ou me-
Irlamento empregado, declinan-
dmente aloretlabelecimeolo, de<-
w inesmo quasi de todo, uraido mrbido
do corarlo.
menlo a qoe principiaram ceder estes
symplomas, foi o seguinle: digitale, e scilla em p
te em pilulas, e ezlernamenle, em fric-
n alcoolics, calomelanos em dotes frac-
natooacom rha i barbo,friegues de pommad a
liydriodato de poiassa sobre o hypo-
direilo a epigattrio, dous custicos sobre a
figao e dons fonlieulo volantes e sucres-
9 roetmnlado, outroiobre a regio pre-
esmo lempo foi empregada a medicara,)
> de seda e man, clytleis pur-
ilivos, ura ron oleo de ricino, ora com electuario
de senns e tllalo de sodi.
*sto de. 1854 fui concluido o tralamento,
:tado pareceu gozar de saude perfein
durante 9 mexos.
o de 185Sf-Oolra vez, depolt da ineansa-
vel applic igao i redaegao do relatorio. em 13 desle
mez, o Dr Machado centn meseos da mesma
Sendo a principio, o phenomeno mais na-
e quasi nico, o*edema dos pe. em grao
o raido do sopro do cometo. Com
i dos calomelanos em pequea* dose, e
i;, melhorou considaravelmenle,
! queixando j por fim, tenAo d'nm peso incom-
odo, frnqueza, e certa dormencia dat extremidades
inferiores j desiuchadat.
1 de juina.O doente faz frequentrs viagens
uru sitio: dad ira se ura accesso de febre inlarmil-
lente, e se repele 4 dias, ile mais A mais fraco, at-
desapparecer, redendo um vomitorio dado no pri-
meiro dia e convelientes doses de solphato da qui-
-lai*iem dianle, ficou o ligado nolavel-
reule lo volumoso ;" pronunciaraat-te
is aymptamai cardiacas, (sempre parcm, os
to peso e compreuAo da regulo epi-
Itribuida pelo doente aecu-
ipre crsieeuiln. Usiymptom.is
foram dejas enUo 4>ro*egaindo
archa fatal, despeito do Iralameoto, ainda
qoe sarda e lentamente apresenUndo apenas algu-
ma oscillicoes de melhoras ou de ilivio pun-
ge i ro.
a Foram empregidot osmetmos meio* llierapeu-
ticos, que a principio Iriumpliaram do mal ; caloine-
i iliuib.irlio, degilale, scilla, friccOc inercu-
f'onliculvs. Purgantes de calo-
, de infuso de tenne, inlphalo de magneia
C como o doento por fi;n lama va pelo vo-
s substancias, e que pareca illiviar minio
evacua^Oei alvinas, pilulas de cilomelanos,
:->mm..i galla, clysleit purgativos com itsa-
aloes eoutros. Alm dos diurelicot citados
s*. a biiarlralo de polasta ; fricroes
eanphorado, e amoniaco liquido com
le digitale tobr* as pareas.
las foi dado o curato de magnesia
calraiptcs anlipumodicos, pociu do Dr.
Uaen
rigosto.Dedarim-se vomloi de roaleriis
sai verdes e amarellas, frtquentes e incoerci-
veit.tam como tolucm fadigotoi o continuos.
goslo.Morles 9 horas da manhJa, de-
ii d* Ire< qu, ros de hora de agona coro orthop-
- a extrema, parecendo prodnzida por
asph)
edet foram princip-o, julgadas ncr-
!v**s; foi depois quettao debatida se a luTecr^o do
a congestlo heptica conse-
cra a iH'pitiie a caati primsrii de lo-
dos o denles, relindo sebrs o corarlo. Odiag-
ie p il, ama lesas orgtnici d* coracao,
l liyperlropliia pelo eslreilamenlo d'al-
ulo venlricolar, eonsequencia
ivase! oo nonivel ds endoeordile.
m 185. loi leeapre medico nssisUnle n Dr. Jn-
"ern ira (menos algnns din, em que o foi
olnier da Pierre-lev; e foram consollan-
rias as t)rs. Jos ds Silva Maia s Jos Ricir-
rel, alo a cura. Em 1S5>. foi aisiiteule n
na JauTrel. consullanlo o r. in
sergi* Ferreira ; do* ltimos 10 din foi Urobem
chamado a admiltido, eomo consaltante diario, o Dr.
le Mello Per ira. No dia VI de ago.to
t mais. em conferencia, ot Srt rs.
rre-leve, Thomiz Hall, Antonio
I, C Jos da Silva Mia, que se excu-
sando na* comoareceu.
gesto de f85.Jen Ricarda
medicina pel Faculdaile de
e Sergio Fmeira, doulor em
culdtdedo Rio de Janeiro, con-
miMnHito de Mello Perelra.
ir-!ta. que apenas S. Exc. falle-
ai reparUcdei publicas, Irlbunaei, e esla
belecimentos particulares, feeharam-se por tres das
o a caan reunida,lavreu o leguinle edltal :
?mar ir.unkipal da cidade de S. J.utz do Ma-
ranbao etc.
Desejando dar um publico lestemonho do pezar e
reipeilo a pesaoado Exm. Sr. presidente da provin-
cia, a r. Eduardo Olympio Machada, qne acaba de
, falte**, convida -pnca do Commerco para que
feche teja eelibaleciuentot por espido de Ires dias,
m lignal de respailo i iflo distiucta e lllnstrada
perwaaflan.
Sala d* cmara em lenao extraordinaria li de
agosto de 1ri55. Rarmundo Tefzeira Msudes,
e. Jos Vieir'a da Silva. Allino Lel-
il do Moraes Reg. Anlonio Vogneira da Sonza.
icgildn Anloni da Encarnariu e Silva.
Francisca Josa BrandSo desSonzi.
:u vareador, que nJo qu z prestar a mi s-
iignilura aeaieedilil, foi o Di. Cirloi Fernando
lai* provaque os apostatas sin inimigos n
ariii^idot, mesmo ante o cadver do [adver-
san* !
Ssse proeeder imple d at|nelle doator orna
bem triste immortiliuade...
do commerco grato a memoria de S.
Exc. acata de miodar vir da Europ* urna rica pe-
dra de marra ir* para ser colloeida obre tua sepul-
Inra. r
Os dras sabieqeirtes aquell fallccimenlo, va-
riis pessoas nandaram dizer mis*** pelo deteanco
cierno de sua alma no aliar emqueie ach o humil-
de jazigo. o qual por muilos diai conservou-se lodo
cobarlo do mimosas florea.
"igo-llia luda U> para mostrnr-lhe at qne ponto
igadc. tcndmenU de gralidao para com o
illastrs tinado : a gr.lidao que como nma virlude he
mais eloquciilc .le ludas as linguagsi.
Nao he sdnieale etti a nulicia irste que Ihe lenho
a dar. O l)f, Antonio Francisco Pereira do Carva-
udenle da provincia do Planhy,
-.nietos patricios, fallece u no dia O do
lome*. Dindo-lhe esla Iritis noli-
i cautar bstanle wns.^ao, limilar-
IniMcraver o seguinle pwiodo da carta de
u.'llieraaiiia, II deagoilo.,.. A mole.lia, que deu
cabo do **u imiao, foi ama fe! re perniciosa inter-
mitiente, qi's liuhi-*c declarado 'ha alguna dias :
qn* como t costura* dizer. trillaras ds reto. Se
desde quo a febre roanifeeton-ie ot afilenles
tivcssem observada dada a importancia ios graves
engargitamutto*, qa* ailsliamtm quasi todas as tit-
ceiras da abdomen, o is mais le fles, que spresenta-
vatn utroi orgia, ttao ha duvida qne terlam usido
inaiat enontiios, para acabar core a fehro mat pa-
rece qaeern csrtos aconiecmiatos ha fttalidade !
o tacto he qae o Dr. Pereira de Cirvilho morrea. .
a Poaca vezet lenho lido ocettiao de ver taot
placidez, e resignado u'umjindividuo qne deipede-te
delta vida. Coniervou o seu perfeilo conhecimenlo
il espirar, lano que poucoi momentos aoles, pe-
dio ao* eircamilantei, qu* nao i* afaslassem delle.
que condeca a morle eminente, e queja via o phan-
latma della.
* podamot dizer qu* o Dr. P, de Carvalho morrea
como morr* o hornera justo. Foi infinite o senli-
menlo produzido por ett* icontecimenlo, e no hou-
ve uina peMoi qa, d|0 fle*,** aUleU. Homem
tnlosnmenl* de bem, earidoio, e modesto, esconda
* mao etquerda ai etmolis qoe derramiva com a
mSo direila, tanto que t depois delle morlo, sou-
be-se, que reparta a variat familiat indigentes mail
de metale do sea ordenado, mensalminle. .
* ...
Como v, a (alalidade pertegue ot presidentes.
no norte : em menos ds tres mezei, (am fallecido 3
presidentes, o do Par*, o daqai o do Piauhy.
O Sr. cummeudador Vieira Berford, dout dias
antes da mora do Dr. O. Machado, tomou conla, e
ainda, continua com as redeas da adminstra-
la a desla provincia.
S. Ete.com esselino particular, qae odistingne,
faz raminhar a presidencia pelo masmo carril em
qne se achavt. Tem tido geralmenle ipplauddas as
medidnt por elle, postas em pralica, tendentes a evi-
tar a imporlacao do cholera, e a prediipor as consas,
para o caso de que ella, desprezando lodas as bar-
reiras humanas, lenha de nos viiilar. Constando
que esse terrivel flagello, dizimava a pequeas vil-
las de Titea e Bragauca que perlcncentes ao Para
licam prximas do Tury-ass, S. Exc. acaba de
mandar retirar o destacamento do Paran,e recolbe-
lo aquella locallidade, aflm do, unido com algo-
ma tropa, que da capital ja liavia partido, s ordcns<
do capitao Jos Luiz Teizeira Lopes, eslabelecessem'
um cord.lo unitario, obstando porjtodot os modos, a
communicaciu entre o Tury-ass, e aqaelles ponlos;
contaminados. Mandn para aquella locallidade
ambulancias, comestiveis e dinheiro.
Na capital, acham-se nomeados mdicos para ca-
da urna das freguezias e eslabelaceram-se ambulan-
cias a disposirao decada urna dellas.e hospilaet pro-
visorios. Em lim, nao lem fallado medida algnma
preventiva, que te nao tenha lomado contra cafe
pette, que a lodos lem aterrado.
No dia 25 do prximo panado S. Exc. segnio a
bordo do vapor de guerra Paraentte. para a ilha do
Medo, afim de examinar o estado om que te acbavas
o lazareto, e depois das obsersacoes necessariat, fci-
tas pelos peritos, qae o acompanhavam, decidi que
se pror.cdcs.se, qoanlo antes, contlruc^ao de um
novo lazareto, com lodas as acommodac.6es necessa-
rias. A obra achate entregue aos cuidados do en-
genheito Dr. Campos.
O lazareto de observara?, collocado na Pona da
Areia, continua a prestar bem bons servaos : e, bo-
je om da, soffrem os rigores di qaarenlena, lodos e
quaesquer barcos, quo enlram dot por los dosul.
A varila, que pareca de ilodo, exmela acaba
de reapparocer, fazendo diariamente de 4 a 5 victi-
mas. Osdias entre nos, agora, neste bello lempo
dos ventos geraes, conlinaam frescos, mormenle de
mauhaa e a tarde. As noiles do mais bello loar,
combinam com o sol,que emseu zenith naodeixa de
ser bastantemente abrasador, nSo obstante ds forles
ventos, que sopram.
No dia 30 do prximo |passado mez entrn, pro-
cedente do Rio, a Trgala a vapor Amazonas : nel-
la vieran! os depulidos D. Francisco e Virialo.
Chegou (ambem o capitao do porto (o Sr. chefe de
divisflo Jos Maria Ferreira.
Ha dias tem apparecido saas tentativas de roubo,
emalgumatlojasdetta cidade. parece.que temos arre-
gimentada.alguma quadrilha de raloneiros, imila-
cao dessesque ahi as vezes apparecem,e qupanlo d.i
que fazer no mimoso escriplor do relrospeclo do seu
Diario.
Acaba de chesar esla capital com um mez de
licenja, o Dr. Thom Madeira, digno juiz municipal
de Caxias. Esle seu patricio caminha ptimamente
no desempendo daquellc importante lagar. He ge-
ramente estimado, por isso que lem sabido, cem
esse fino instincto de que he dotado, conciliar ot
mimos de algumas influencias, que muluamenle se
odiam. Um ou oulro goso, que u morde u3o faz
mais do que obedecer ao proprio iiistinclo : ella que
continuo em sen camindo sem Ihe* dar allencao, que
gozara sempre dessa boa opiniao, que publicamente
goza Foi bastante applandida por alguns amigos,
a Icitura de um soneto impresso na Oioo feilo com
ot meamos consolides elosiando aquello Dr. em op-
posirio a um oulro forjado nao sei por quem, que
negramente o deprima, e que sabio segundo julgo
impresso no Echo.
Eston cansado ; e mesmo nao-me acho hoje com
disposieao para polilicar, sean Ihe contara as altas
cavallarws, que a Estrella acaba de praticar em o
dia ultimo do mez prximo passado por occasiao das
eleicOes dos prximos depulados provinciaet, a sacia
do Progrtsso l esleve; comeo com AiessaUna na
mesma gamella !
Est.io em infusan! Ot amigos do governo nao
pleitearan! essas eleirrs da capital, porque a mao-
ria dos eleilores, ainda sao os restos da anliga Tiflu-
encia estrellada ; e alem do que, sendo este colle-
gio .le mui pequea monta, de nada valle, em face
dos rollcgiot do interior onde em quasi lodos ellcs, o
governo, lem unauinidadr.
Os mdicos nomeados adjunclos da junta de hy-
giene publica, foram os Srs. Drs. Henriqne Leal, e
Saulmer, fillio.
Acabo de ler na gizeta oflicial, que o Dr. Cesar
Marques fora demllido da directo do lazareto da
Poi\ta d'Areia, por daver deixadu entrar o Amazo-
nas, sema compleme inspereao. Em seu lugar
acha-se nnmeado, o Dr. Coeldo Moreira de Souza.
moneder, me desanimara, edesarranjam ot meas 70
mnot, Carybidet, ande naofragam lodat is minhas
lentacOes! e por lano mei amis, nao se aasustem a
unici prsiencao qae lenlin he ir accommodandoa Sr.
D. Parca para ir demorando o|corle do fhxinho onde
est dependurapa a pautre existencia.
Ao concluir esta recebo a cartinha infra :
Beaerrosetc. ludo par aqu esta em pal aindn
SI* em um detleidiasromou-ioalguma cousa pou-
agradavel, que felizmenleaborlou. Vinhare al-
guns pretos de Orejo e entre elles om ou dout de
aranhuns; escolla icompanhavn cario mgeilo ir-
mlode um dat laes. Os presos arrancharam-se aqu
(Bezcrrot) no lugar do Rucho Verde. Pelas 10 on
11 horat da noila bate o cujo na porla da um ven-
dedor de plvora para Ihe vender porgan della. O
vendelhao desconfiando riests negocio a laes dez ho-
ras nao quit abrir apezar dos rogos.
No dia leguinle soou o negocio com mal algnmas
eirrumtlinciai, isto he, que o homem linha ajustado
um individuos a 208000 rs. para lomar ot presos.
O subdelegado Vatconcellot Jnior, ouvindo a his-
toria, fez partir a toda presta am proprio i cavalln
para avisar o comraandante da forca, que andava j
por Grvala. Nao sei se douve exagerarlo netses
boatos, o facto he que elles correram, porm creio
que chegaram no Recife em paz* os meninos. Cons-
ta qne o mesmo subdelegado (rala de averigaar o
caso.
De Caraar Uve lambem nma carlnha que reza o
seguinle :
As molestias, por c andam em abundancia, e
gante ha que ate j sondado lem com o sendor ou a
seolinfa cholera ; mas sao receiot infundados, ou d-
rei melhor, exagerados. L> vio os symplomas de al-
gumas dores as pernas, rnlcanliares, ps, como
que queimando, acompanhadas de calafrios, haven-
do um doenlc lido febre, deitado sanguc pela bocea
e nariz.
Ha lambem ataques repentinos de febrea, dores
pelo corpo e alllire.lo no coraban. Estes males lem
grassado mais pela genio miteravel, nllribue-se como
cauta a agua do agudo que presenlemenle nao corre.
Nada mais lenho a dizer-lheGood by.
Au retoir.
N. B. No Sipo, ou Silio (Carnar), meia legua da
villa onde tem reinado mais a molestia, morreo urna
moga. (Carla parlicular.J
DIARIO DE PERMBIM
Uma pessoa bem conceiluada, que no domingo 9
do rorrete eMivern na villa de Po-d'Alho, infor-
ma-nos quo naquelle dia, logo ao anoitecer. Jora le-
vada em prorissa i da iareja do Livramenlo para a
da matriz, a imagem do glorioso martyr S. Sebas-
liao, aeompaohando-a um grande numero de pessoas
de ambos os sexos, lodat descaigas e devotamente re-
colhidas, inclusive muilas das mais aradas da comar-
ca. Alta noile houvcra lambem urna proris'ao de
penitencia, na qual smenle os homens tnmaram
parle, indo a maioria delles vestidos de sarro e cili-
cio, nni acorrenladns, ootros carregadnt.de enormes
madeiros. oulrosagoiitando-sc com rigor, invocando
finalmente todos a Misericordia Divina, pan qne se
digne desviar de nos u (errivel flagello qae devasli o
Para e a Babia.
Secundo somos informados, em ambos esles aclos,
que foram astas edificantes, reinara mui hoa ordem
e grande harmona de senlimenlot, dando todos os
qne a elles coneorreram indubilaveis demonstrarnos
de compungimenlo de coragao e do fervor com qae
oravam.
PERMBICO.
GOMHUNIGADO.
COMiRCt DO IOMTO.
2 de Miembro.
A o Sir compadre envi muilo uudir. Deten-lde
per fes la saude, suivie daquillo com que os meloes se
eompram. Eu pasm do mesmo modo e maneira,
ilto he, na forma do louvavel costme, sempre
itspnesto cumprir sais delerminigoet, e com boas
etperangas de brevemenle me nedar tele tete com
tostignoria, em cuja amavel compandia anhelo al-
gnns momentos, l-lo por aqui val indo asiim, as-
im, ou eosi, cosi, como dizem os compatriotas de
llossilil.
Uepois das ultimas qae Ide puz no bico, nenhu-
mas te deram que dignas tejam de um lugsrzilo as
paginas do seu apreciavel, per o qne nao estou em
ptimas circumsiancias para etcrever-lhe, mas vot-
sgnoria n.lo pedio somente ledras minhas, quando
huuvcsseiii mu les, tiros e Tacadas, e te a lano clie-
gasas tai exigencia confesso-lbe que j linda posto
osquartos na ra ; leudo muilo njo destai comas, e
nao hetein conslranaimenlo qae pego na penna para
contar eventos emelhantes. Embora em occasioes
eomo a prsenle mo veja em lula para a organisa-
cao de uina mlstivi, com ludo me enedo de prizer
sempre que Ihe digo :
A doce e branda paz reina enlre nos,
Nenhum fado de ola se ha pasudo
Que potsa desla vez ser relatado.
Visto como em materias de sucees estamos em
baixa mar, vamos cntreler-not com alguma cousa
mais para nao ir cita 13o pixititinha. Sim. senh.ar,
ni a iit un amivenu du Recife patson a lei das in-
conlabilidades, das iiicunlabilidades ? la couleur lu
monta au visage, e continuo um pouco eniiado,
eu nao sei desses nomes dio comprfdot e atravessa-
dos, afiirmaram-me que uma lei se havia feilo, e
que por ella d'ora em dianle nao podiam ser vola-
dos os Srs. empregados, enlao conheci que te trata-
va das incompatibilidades.
Na me declaro incompalivel oo compativel por-
quo nao posn ainda formar uma opniao segura a
respeilo da qaesiao rio dia, porm desde j Ihe digo:
sou partidista dat eleigOet por circuios, acho este
modo de eleger mait conforme e consenlaneo com a
ndole da contliluigao qne not rege, porque sendo os
depitlidoi ot procuradores dot ioleresses de tua Ier-
ra no grande congresso. devem ter tirados das di-
vertat localidades da provincia que os manda des-
l'arle. Vao mais a par dos inlerettet dessas locali-
dades, inleresses que reunidos furmam os do grande
lodo (a provincia) que vao repreteolar, de mais os
deputados vollam para o meio daquelles que osele-
geram, c com elles estando em mais inmediato
contado, por ter menor o circulo de teut comiten-
te!, Ii9u de fazer por mtlhor cumprir o mipdato. Sao
bonilat llieorias que podem deferir na pralica, qu*
podem n3p dar os resulledos desojados, por isso qae
diz o Italiano, pensla la lege, venala la malicia e
euaccresccntarei principalmente em cousas de elei-
gOet. Todava como as mel dores leis ssYaquellet de
qne se pode tirar menos abasos, ou antes que po-
dem ser melhor executadas, enlendo que o governo
que de algum modo se lem empendado para extin-
guir no paiz estes odios mesquinhot, dos qoacs por
mait de nma vez Iremos sido victimas, deve ir pro-
curando parificar o nosso tystema eleitoral, pondo-o
a coberlo das Iracas e maquinaron dot Srt. cibalit-
las, ainda qae para mim Isto he quadralora do cir-
culo. Quanto a eleicao provincial ha mnilo pens te
devem fazer por cirrjilpt ou ditlrctot, qae no meu
fraco entender estao para a atsemhla provincial co-
mo ai provincial pira a geral.
De mnilo poucas comarcal vao diputados par* ai
nossas atsemblt, sendo a maior parle delles dat
capitacs; daqui o inconveniente de mo eilarem em
dia com at prect* do laes comarcas qae coneor-
rer.do com ajis ou menos quofat; segundo suas pro-
porret para as despezas do estado, uem sempre sao
consideradas com jusliga na partilha bu dtlribaigao
dot beneficios, que cahem mait para cerloa logare-
jos. Ainda quando se apresentam projeelos em fa-
vor dctla ou duquella Iocalidade acontece dejxarem
de pastar por falla do interesse de um filbo della qne
v na attembliia fallar a bom de toas necestidades, e
quo reccie quando vollar tom nada daver contegui-
do, ouvlr dot tent comrcaos vt nao advogasles,
como vos encarregamos.a iidtta cansa; cousa alguma
promovestes em nbsso favor, e por tanto para a ou-
Ira legislatura havemot de mandar onlro. '
Os matulosc homens do centro sao um lano por
sltivoa, dotcondecem at poesas e {diplomacia do in-
calo, etlou que dio de attim fazer. Saiba qae fallo
em lliese.
Ora vingar a idea circularlo i candida!* mi fa-
tnrit e que devida 1 porque so lerci de pedir ao
meus viiiuliot.
Pensam ot entendedora* s.Tm as ceaiifiet qne
fazem os grandes homentmetez mol i*mple sol-
dat,jesuisTlunitt, rmtMr a la litt tTune ar-
""''^"L^ r'l""ld *o*t le Bnrope ft tuie Achile*,,
diz libruyere, e quem tabe a qne etlar detioade
este eu em tentando-* n'uma cadeirinha I
OCOMECO UOS TRABALHOS DA ESTRADA
DE FERRO
Teve, enerlivamenle, Insr no dia 7 do correnle,
pelas 5 horas da larde, na ilha do Nogueira, a cere-
monia do comego dos Irabalhos da estrada de
(erro.
J no Diario de l'ernambuco foi dada a razao por-
que (ni aquella ilha o poni escolhido : foi orna ne-
cestidade quo pesou e muilo conlrariou aos que de-
sejavam daf a esta fesla loda a extensao de que o seu
objecto era digno.
A circumslancia de um I acal, em que s embarca
do se poda ir, fazia otperar que ponen pessoas la
lostem. Mas o contrario aeOnteceu : o concurso de
pessoas de todas as classes foj lo crescido quanto se
poda deaejar ; concorrendo para isso tem duvida a
previdencia lomada pelo emprzario. de por canoas
a disposirao do publico. Alguns ligeiros aguaeeiros
que cahiram naquella larde em nada prejudicaram a
alegra da fesla, al porqoe I usar rom modo o etpa-
ctMo achou o publico para abrigar-so.
A'esquerda da linha directriz da estrada se achava
construido um pavilhao, preparado com lodo o as-
teio e guarnecido de cadeiras, para reober as pss-
suat de ambos ot sexos, que deviam concorrer a
aquelle acto. Sua Trento linha 1W palmos de ex-
lentao, c servia de base a um quadrilalero, cuja dia-
gonal represen! iva o eixo da estrada, indicado por
uma ordem de bandeirolas. No lado opposlo ficava
o oratorio decentemente paramentado para n cere-
monia religiosa, com uma cruz branca na frente e
um tropheo de pequeas bandeiras nos ngulos de
cada um dos lados.
Na frente do pavilhao, por sobre a entrada prin-
cipal, descangava a corda imperial tobre uma copu-
la guarnecida de Iropheosd'armat, e cima della
tremuliva a bandeira nacional, assim como as de
diversas naces as extremidades do mesmn pavi-
lhao e em lodo o conlorno do quadrilalero, esse qua-
drilalero guarnecido de reivas e folhagens odorfe-
ras, leudo uma s entrada, guardada por duat sen-
linellas, o mesmn lempo que ufferecia um aspec-
lo risonho simples, como cosame oslenlar-se a
nalureza americana, dava a fasta um cerlo carc-
ter de ordem a regularidade, que a lornava de um
esplendor solemne.
A't 4 horat chegon S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, seguido dos Srs. commandante das armas,
monsenhor Muniz Tavares, commandante superior
da guarda nacional, edefe de polica, director daF'a
cnldadede Direilo, edefe da eslag*o naval, capitn
do porto, secretario interino da provincia, director
di intlrucgao publica, juiz dot feilot da Pareada,
procurador fiscal da mrama, chefe da (hesouraria de
fazenda, 2. vira-presidente da provincia, chele do
consulado geral e o da mesa de diversas rendas, co-
ronel commandante do 2." balalhao de infanlaria.
dlo do 9. balalhao, diversos depulados provinciaet,
prelados de ordena religiosas e diversas senhoras de
disliucgao ; e dirigio-seao pavilhao, onde o espera-
va osSrt. Furness, Frederiro Mornay, e director das
obras publicas, e onde ja' se acdavam inuilis senho-
ras fuuccionariot pblicos e muilos cidadaos dit-
linclos.
Vinte minulos depois S. Exc', e as mesmas pet-
soas mencionadas dirigiram-se ao oratorio, onde,
sobre uma mesa, guarnecida e forrada por um rico
panno de seda bordado a' ponto, se achavim nove
salvas de prala, contendo ot instrumentos s\indlt-
eos e emblemas d*>s Irahalhos que so devii dir co-
mego. Ah, na Falla do Exm. prelado diocesano,
que por doente, nao pede comparecer, monsenhor
Muniz Tavares, incumbido por S. Exc. Kvm." de
olllciar no aclo ajudado de oulrossacerdotes, recitou
as nragoes do estylo ; e tendo asdilat salvas distri-
buidas pelas autoridades prsenles, dirigiram-se em
cortejo todos ao poni designado, no centro do qua-
drilalero, onde te acdavam os trabalhadores, que fo-
ram abengoadot pelo mesmo monsenhor.
O sol que nesle momelo eslava prestes a occul-
tar-se no horitonle, apparecea radiante e formoso
para Iluminar essa ceremonia, ealravez da folhagem
dot coqueiroa, agitada pela suave brisa da tarde,
mandavi teut ullimos lepidos beijos face dot cir-
cumslanles, como uma especie de congralulagao t
esperaneas futuras.O Sr. Furness adianlandu-te pira
o centro apresenlon ao Exm. Sr. presdeme ara> car-
rindo de moguo o uma p de prala. S. Exc. rece-
tando estes instrumentos, com ellos deiloo a pri-
meira porg.io de Ierra que deve cumpor o aterro da
eslradi, e o metmo foi executado pelas domis pes-
soas e pelas enfloras.
Concluida a ceremonia vollaram lodos ao pavi-
lhao onde em voz alta foi lido pelo oflicial archi-
vista da secretaria do governo, o Sr. J. V.ilcnliin
Villela o termo respectivo por elle lavrndo em lvro
especial, no qoal astignaram at pessoas presentes.
Ai Ge mcia dirigiram-te as pessoas mencionadas
e at senhoras ao sobrado da Ida, e.contiguo ao
ponto da ceremonia, onde em uma das suas varan-
das foi servido um delicado e profuso copo d'agua,
mandado preparar pelo Sr; Furness,em o qual fotam
Cellos diversos brindes relativos ao objecto da func-
gao, a correspondidos com vivo enlhusiatmo. Net-
ses brindes nao foram etquecidas as pessoas, cajos
nomes se acliam por lal mudo associados a estrada
de ferro de Agua Preta, que se nao pode fallar
nesse grande pasto que a provincia acaba de dar no
raminho dos melboiamentot, do progresto o de sua
grandeza rotura, tem Irazc-los memoria. A frente
de lodot et de Olndn e o doaclual presidente da provincia o
Sr. cousellieirn Jos Benlo da Cunda e Fgneiredo.
Nao devcinns concluir esta nossa noticia, sem di-
zer que a malor ordem e harmona remov em loda a
reunifio. Nenhum faci desagradavel, nenhum in-
cidente, felizmente, lemot que regittrir. De vamos
render graea- a Deps, por nada haver acontecido no
trajelo da valla por mar ao grande numero de pes-
soas, principalmente senhoras, que t depois da
meia noile se relimara, tendo ficado enlrelidas nos
prazeres da dansa.
, Mofo io Bode.
PapclSa engommado.
O Burro.
Macaco barrigudo.
Mat nao tei te elle mente, verdad* he que ros
lem promettido abundancia de noticia!.
Qu* dizem Vracs., Srs. redactores? Pelos nomet
de lie* interpretes ja nao te deve colligir que deve-
ri mu Diarfo ter bem.iquinhoido d* noticnt des-
la provincia infeliz.
Ora, gracat a Deot, qn* ja agora devo fazer mi-
nhat mitsivat sem tinta abundancia d* enlrelinhas
que 13o perniciosas eram i bolsa dos hatait compo-
tiloret de tua acredilada e utilinim* lypographin
(em que Vmc. com o mais alto palriottmo te tem
astt esmerado) pelo lempo que levavam em deci-
fra-las, poii qne agora apenas son um limpies co-
pista ; por quanto o fidedigno Gafageste faz um es-
bogo de todo quanlo colhe, de quem elle com a ma
do galo te serve pira mu onze-lettns, e ma
aprsenla o Irataldo quasi prompto.
O meu mesquinho conhecimenlo faz-me lo pesa-
da a m3o qoe nao outo levantar, e manejar a langa
que o sea golpe nao seja desvair lo I a dexo licar
inclume aquelle de quem qualquer escriplor que
livesse conhecimenlo passaria por indolente te dei-
xisse de ipresencar not malizet de sua folha sin
chronica, nico meio do sua correcgo ; c se derxn
claramenle de faze-lo, he porque eslon em grao
muilo nfimo ao de um hbil escriplor, e uem se-
quer nesla eondigao tuu considerado discpulo.
O muilo honrado edilor do Treze de Maio, jor-
nal asss acreditado, sem a menor repugnancia tai-
vez busque desconccitua-lo (au menos por alguem lio
hoje considerado refugio de vingadoret) trantere-
vendo em sua felha parle dos escriploi do tea cor-
retpondenle nesta provincia, sem que nell*t reco-
nliega o rundo da verdide.
Talvez Vmcs., Srs. redactores, jnlguem infundada
e deslouvavel a opiniao deslealguem; por qoan-
lo allegar que em too looga dislancia nao pode o
edilor do Treze de Maio conhecer que os [aclos in-
dicidos pelo til correspondente nao sao reaes ; mas
reluci o qne diz o publico, que lal correspondenlu
he sempre arguente de grandes culpas aquellos quo
nos olhos tem apenas um arguetro, e nao v que
aos seus encobre uma tranca, e que disto lem do-
cumentos para Ihe fazer apparecer as faces a cor dn
vergonha ; a demais que lem 18o pouco forga dn
vonlade, que, apezar de etforgos e usar de anony-
mos e Iniciaes anonymas nns correspondencias, nao
pode deixar do significar que'he um oule aqu exis-
lenle, reconhecido na corle e rom especialidado no
Para e nesla capital, que ett chafurdado no lodo
da maior ignominia, mas em fim minha opniao a
respeilo nem sequer he um alomo da de laes som-
nmbulos. Ea lambem estou preenchendo a. ladi-
na de seu correspondente nesla provincia, mas limi-
lando-me meramente a noticiadorde alguns fados, e
tem declarar o nome de sen autor,'* qmindo o fago
apparecer n8o ha emissao de opiniao de minha par-
le, nem interesse ou forga applicada para conven-
cer ao publico do fado narrado ; e aquelle que ti-
ver boi consciencia que tire a illaeao que Ihe pare-
cer adequada ; ao contrario julgo que pecearia cri-
minalmente em qualquer assergao ; e por esta mi-
nha prudencia folgo livre de qualquer respoossbili-
dade.
Os rabos depalha, quando aqoi chgam os vapo-
ret com ancia buscam empalidecer de raiva e co-
barda recorrem ao seu Diario e oulros jornaes viu-
dos do tul, e te nellet deparam reveladas as im-
mensas infamias qae eingem no desempenho de sens
deveres, fazem mil conjecturas, infundadamenle in-
digilam autores, e al oasou muila gente a decla-
rar por autor da correspondencia do Treze de Maio
o Sr. J". M., pessoa que se jacta de nao per-
lencer ao numero dos proletarios como ea, porque
oceupn nma posig.lo digna de dn, cojo nomo por ex-
tenso absolutamente naa merece o cunho dos seut
'> I"", .e estamos vendo a hora que tornamos po-
ca in tilo lemport, e que os laes rabos reclamarlo
proceso da supersticiosa adecinliactlo do ovo, pin
se descobir os anloret de correspondencias e depois
fazer algum innocenle a pagar lao duro como um
os-o. conforme se acha disposto no arl. 5. do avi-
so... (Estpidos! I!)
A Estrella do Amazonas, a'lt l'enielhilo de
Pommadas, publicou o seu numero 119 em 1 de
agosto, e para que Vmc. o aprecie, remello-o avol-
sn, e Dos quein que Ihe chegue s mos, e algn-
ma cousa julgo dever dizer a respeilo.
Nelle Vmc. encontrar alguns dos projeelos qae
foram saqccionados, e devo declarar a Vmc, para
que nao faga juizo 13o elevado dot depulados pro-
vinciaet desla provincia, alias pas da patria, que
lodos ps projeelos foram aqui.corriaidos, conforme
retine a voz publica, por J. M.
Em quanio as acias das sessdes dos dias 6,(7 do pas-
tado havidat na aasemblca,est uma cousa lal que nao
pode lirar del las uma illago quem ests par do faclu
lim lim por tim lim, e de mais a mait os arligos a
irevaricarara-se pela qualificagao de preposigao que
lies deram seus autores, qae lano precisara das
erammalicas dn Coar para as cosas ( e a prove lem
a occasiao em quanto vai o patricio Jo3u Andr ); e
ainda mesmo astim cheia de contradigao (que mot-
n que nao foram at feilat nos dias 6 e 7 ; por
quanlo nao diz bem positivamente que o Sr. Lima
foi expulso da casa para la nao poder mais tornar
al o encerramenlo, como o Sr. Lima linha corivic-
gao que elles oviralicavam, e mesmo porque nao
trazlam a enxurrWa de sandlces naquelles das, em
seEuimenlo^aaJnilroi, priticados ua pobre assem-
hla ), net^""^^*e-presidaiile, nem os secretarios
e nem ot oV reputados ( a excepgao de un tres
que quati nlsK se apresenlavam ) julgo que eram
capazes de fazcS tal Irabalho, Como pois laes es-
tpidos nao se *eii ver goiiba ni de a presentar ama
obra aldeia aot\aulores appareules e ao fado real-
mente succediw ? Pois de crvel, que fossem uns
serlanejos, cujf physlco sendo examinado, declara-
ram os medico* que sua Curta faculdade iutelleclnal
nao pode attingir a cerlo grao, capazei demanifet-
larem o qoe s acha etcripln em laes acttt ? Ora,
yin criar gallinhas, ment \salabardotes.
Como homem imparcial cumpre-me rofular. a in-
justiga praticada com o Sr. Sorra Lima, cujos ve-
hementes desejos (dizem) que postuiam e possiiem
os zeros de sevindijar lo diguo mogo, estao bem
claroa.
Na sessao de 6 do passado, orando o Sr. Lima,
expondo o seu senlimenlo como Ihe permiltia a sua
coudigao de deputado, um zoilo aproveilando-sc de
" a minora composla tmenlo do Sr. Lima c de
capital (a excepgao da maioria dos primeirot depu-
lados do mondo inteiro que t a elles cabe i lem-
branga de ara Lyceu de agricultura, em qae os
lyceenses (dtlo pelos nogentii boceas de laea depu-
lados, como dizem por aqui,leriam de pralicarcom
enxadas, machados, fouces, ele. :"que tal o Lyceu 1 !)
Srs. redactores, o nico intento do correspondente
do Treze de Maio, e do qae pedio a pebiieacao da
acia no l'enielhilo de Pommadas bede tevandijarem
o Sr. Lima pranla o publico, e convencer qoe 11*
foi por indignidad* expulso di aitemhla E por
qu* Mies miteraveis nao pediram a publicarlo da
acia do dia 8 ao 9, em qne tenao infrlngiram o re-
giment davarl* fazer mangao da parlicipagao do
Sr. Lima f Porqoe detapparecii a estpida gloria
de faxer persuadir o publico de que o Sr. Lima li-
nha tido expeli, nao 1 Nao da duvida que elle o
seria, mas nlo foi.
Rogamos a (Ilustre ataembla geral legislativa, que
quando o Sr. Lima lenda de representar contra esta
iuqualificavel arbitrariedade praticada pela maioria
dos depulados (lenho vergonha de qualificar homens
rsticos como depulados da minha nacau lio Ilus-
trada !!) nicamente por elle ter da opposigao (qoo
ser* melhor acaba-la) que acolham com jusliga sua
represonlagao ; nao dovendo ter voto oSr. Wilkent,
porqnanlo diz o publico ser elle acrrimo inimigo
do Sr. Lima.
Na muida missiva de 9 do pistado diste-lhe que
o publico propalava que toda esla intriga com o Sr.
Serra Lima era movida clandestinamente por pes-
soa de lora que domina va os zeros, digo, os depula-
dos provinciaes desta provincia (a excepgao de' mis
tres), e talvez que nao falhem laes desconangas, e
o publico aprsenla as scgoinles razoes :
Quando o Sr. Aranha daqui retirou-se, delxou en-
tregue a presidencia ao Sr. primeiro vice-presidenle
Dr. Miranda ; e merecendo ent.lo o Sr. Lima con-
fianga do edilor do VendelhSo de Pommadas, esle
Ihe muslrou uma correspondencia dedicada ao Sr.
Miranda, a qual eslava recheada de Irona, mat o
edilor por nao conhecer o que he irona, pergun-
lou ao Sr. Lima se deveril publicar ; eSr. Lima
responden, segundo dizem, qu ella n8o encerra-
got nicamente foi ella approvada na cmara dos di-'
pulidos, o
Sabe-te perfeilamenle qoem fez toar semelliaule
jactancia no lal atlro; mas a nenhnma retposta dos
deputados (al commnicadu depois da pulileidada
desta miitiva no seu'iaro, negar o publico d'et-
la capital ot esforgot e prestigio do malulo depuli-
da da Amazonai. *
Remello-lde limtam etle numero UK *m qne
conlem esta labia que nlo pegar a reeigio ; qu*
tal a lambanca T
Da etlrada do Rio Branco, nao Ihe ni dar nolicii
nenhum*, porqoanlo nao tem chegado eorrigoi; mas
qoaes do as eiperinras? Prophelitam por aqoi:
D'aqui 9oo 3 mezes. ou quando o Sr. Gabriel a-
borrecer-i* 'd: mimar ( lao velho e indi mama I e
qae lae* ai lelat.'), apparece nesla capital com os
eabellot arrlpiadot, frentico, lonco a vario a 4*
senlimenlot porttio ler vencido a commissio de que
se enearregou, depais reeolhe-se sui eaainha en-
rolado em macaco* bugnt, acompanhado da nma
zuada de gallinhas, araras, papagaioi, periquilos fl
em fim de toda a especie de .ririmbaliot; trar tam-
bera bullanles, ouro, prala e cristal que deve lirar
nal mmas do Rio Branco (lodas it esperaogas de tua
viagem ) e vira fazer uma grande especularlo ; ago-
ra, na verdade, ella nao ter ma, pois as conjeclu-
rai nao sao desigradaveit, islo asseguro, por quanla
ando em dia e negocio em preciosidades, e se elle
quizer eu venderei de commistSa.
A adminislraeao de jusliga actualmente vai na
opiniao de alguem qne ama os seut torpes efleilot,
muilo bem. Os cargos de juizes de direilo e muni-
cipal depois de muilo bordejarem, pararam nos
ineptas mitos de uns su jeitos de nomes deente, e
Isidoro, e ahi se consercaram em artore secca.
Desgraga 1 Homent qne nem se quer eonhccem at
primeiras letras oceupando semelhanles lugares III;
Se o governo desta provincia a S. Vice quizesse
mitigar o estpido estado a que te acha actualmente
redimida a adminislraeao do jusliga, poderia mnilo
bem faze-lo ; em lugar de entregar laes cargosa es-
tpidos, o fizesse pessoa mora] qae livesse conhe-
cimenlo da notsa legislagao ,- mat para que?... Se
m
-65 giso 4 barril langa, 2 volumet imoilrai de
looga, 50 fardos lecido* de algodao, 50 caitas quei-
ot. 50 barril aunliis* ; a Me. Calmoot &'Compa-
nhia.
1 cala chiY i embrnIUo pannos pera mesa 1 ba-
tanes, i8 Clixu igog-jn N. o. Bieber & Com-
panuia.
1 eaiu cotatlore de lli, S ditas tecide de I**, 2
dlasalpaca* a J. Keller 4 C.
Uta. f,rr* ; a C. Slarr & Compa-
nMhi"1"Sa<>'JIifi lece-o a joslig 1, Os proprios-que deverinm fiscalisar
vs aclos dos juizes serlanejus,contervam-te ua maior
patha.
Quem perguuta nao abe, e deteja saber, por isso
pergunto: Diga-me, Sr.Wilkent. dtz o publico des-
la cidade que S. S. he quem proles*
publicar.. O editor imprime, e depois de distribui-
dos os nmeros do l'endclhi de Pommadas apre-
tenla-se o mesma editor a exigir dos que ja ot lia-
viam recehido, que Ih'os enlregassem, e leve a fri-
queza de declarar a todos (por itio nao responsibi-
liso-me porque podem negar) que oSr. Wilkent de
Mallos isto Ihe baria ordenado, porqoanlo nAo de-
vltm flear em maos particulares semelhanles fo-
lluil (Supponho que lambem oencaixavam) mat
o Sr. Lima, dizem, que nao Ihe qniz entregar, de-
clarando que o numero Ihe linha sido entregue, elle
havia comprado e pago, e que esla era a mais cabal
retposla que Ihe poda dar. (Eu Ihe arranjarei esse
lao precio.o numero para Ihe mimosear.)
O Sr. Serra Lima, consta que fez opposigao elei-
cao do Sr. Wilkenspara depulado geral, alenlo ao
bem estar e Interesse da provincia.
O Sr. Serra Lim, consta que linda de seoppor na
lei do orgamcnlo, gratificarlo animal (hoje appro-
vada) ao secretario da provincia oSr. Jo3o Wilkens
de Mallos, reflexionando com as seViintes circums-
iancias :
1. Qae ccamolando o Sr Wilkens varios em-
pregos de cojos be pago pelos cofres geraet, qne
acluva incompalibilidade com o reeeber ama grali-
ficagao dos cofres provinciaet, incompalibilidade tal
que mesmo por abuso nao poda ler cabimento, por-
quanlo nao apresenlavam ot Srt. deputados am ser-
vico feilo por elle provincia, pelo qual ella Ihe po-
desse ser grata.
2.a Qife se devia allender a mesqninha receila e
enorme despeza da provincia, objedo etle para que
havia chamar a considerarlo dos deputados.
3.a Qae as rendas da provincia eslu ainda n'uma
(io Umentavel prisa, que leudo sido creado um lu-
gar de agrimensor da cmara municipal, nao en-
contrara possibilidade na existencia de lal lagar; e
isso he tao juslificavel que, lendu o engenheiro civil
o Sr. Mamede Jnior requerido dilo lugar, ten re
qoenmenlo nao leve despacho algom al elle o
retirar, e depois de alguns das pastados os venado-
res mandaram chsmar oSr. Mamede, e pedram-lhe
para elle servir gratuitamente (leviandade J por
algum lempo, e etle mo*> foi tao generoso, que,
comquanlo nao tcedesse no lodo, oflereceo-se para
gratuitamente servir por algum tempo no alinha-
menlo das roas, pragas, ele, ele, negando-se apenas
a lirar a planta topographica da cidade, porque a-
pretenlou a razao de queso a cmara nao linha, co-
mo eoniraliir por emprettimo ou qualquer meio
Irinla e lanos mil reis mensaes para Ihe pagar, a
razao de WOJ annuaes. como poda elle por conla da
cmara, alrever-se a oceupar seis ou oilo pessoas
diariamente que tinham de o aeompanhar para o
servigo, e que-deveriam ser pagas.
1." Que sendo o Sr. Wilkens o representante da
grei desta provincia na astembla geral legislativa,
a quem compele promover melhor amentos a pro-
vincia da qual receben tanta honra (no lempo em
que aqui amerrava se cachorros com lingaiga), e
uma vez que bem.raciocinaste, devia mostrar seus
puros scntimenloatde patriotismo e de gralidao a
provincia, _e queiiua inlelligencia penelrava as
lyphsieas ercuinslanciat della, e na necessidade de
evilar-se despezas inleirameiile superfinas ; e que
Ihe era incompalivel, se, attendeddo a lodas eslas
circumsiancias, elle nao deixasse do aceitar teme-
Ihante gratificara, e se deixasse de ser franco per-
gunlaiido a mesma assembla pelo qoe Ihe gratifi-
qoinlat
nina.
1 caita folhai de cobra A. M. Marhidn
1 eaixa tacldo. de ted. e algjaaa, 10 fardos a 2
eaixis dilos da ligedlo ; H. Gibsen.
2 firdo* lecidet de Ua ; u Sonlhat Mellor A Cora-
panhia.
22 ciixas lecidot de algodao ; a C. J. Atllev A
Companhil.
20 fardos e 14calzas lecidos de algodlo ; a Ros-
tro n Rooker & C.
, 2 barril vintao, 2 dilos agurdenle, 4 caixis g-
ISm, 1 dita cita, 7 jarro* ara* e cha'; a ajotan
Martin.
50 barril manleiga ; J. Piler C
50 dilos dito* ; Barroca & Catiro.
30 barricat enxada; a Brender a Brandn & Com-
panhia.
3 caixat e 1 fardo leeidos de algadae ; a Aagutto
Ci de A brea.
60 eaixM 4) fardo* tecide* de alaodat, 1 caita
ditos de teda e laa ; Admtou Hotrie Compa-
nhil.
11 caixat lecidos de linh* e ilgoda*, 3 fardos di-
los de 13a, 83 fardas a 36 eaixas dilos 4* ilgodas, 2
caixat lengos; Jame* Ryder & C.
I emhrulho roupa ; a 0. F. Collicr.
3 saceos amostras ; a' diversos.
Vapor brasilejro Tocantint, vinda de aVorte, con-
signado a agenaV, manifeslou o leguinle :
ignora-se ; a Jo3oJo* Fmeira de
a fre Caelaoo da Mea-
cava !!
CORRESPONDENCIA.
AMAZONAS,
Barra 8 do agoslo.
D'ora em dianle he de presumir que com mait al-
gum sal/inho preenclierei o cargo de seu correspon-
dente nesla provincia, pois para que en podeste ler
o auxilio que lem o seu inlercstanle correspondente
da Taraliida, meu vigiador geral encarregado de
me noticiar us casos de mait particular circumslan-
cia, a quem dou audiencia em escrutinio secreto,
eiforgou-se e arranjoa algum onze-lellras para
eu poder rehilar alguma cousa com qae posta uceu-
par (pur honra que Vmc. me faz, parque sompr* de
alguma cousa o ser correspondente de jornal) um
pequeo espago, no seu Mario. Nao couhego laas
onze-lellras mera sequer por Uadicgao, mat o m*n
confidente geral, o Sr. Oafag**!*, de quem ou in-
timo amigo, e a quem Iribulo o mais alto respeilo
pela toa honra, probidade, idade einslrucgao, par
ser um dos bous astrlogo, me astegnra que por
suas estampas indicam qa*... bem o coadj a varara
para elle deicmpenhar tua larefa de meu relator, e
mesmo pela incumbencia que fez a cada um, e diz-
Ha* ah! I me serem os tegutnta* :
na cisa nao haver lachygnpho para escrever as
suas execrandas expressoet, dirige-se aquelle ao Sr.
Lima, 'dizeudu que muilo te admirav de ver o des-
pejo com que o Sr. Lima eslava fallando (isso alm
de oulros apartes proprios dot anloret, fallos do
mais simples conhecimenlo, qae detconhecem os
honrosos preceilot da sociedade, e algum al que
desrespeila andaos, dando-lhes bofetadas, o Anal-
mente que nem sequer respeilou a posigao que, por
falla de um bacharel, oceupava ( e ainda hoje ocen-
pa, desgraga !) de promotor publico quando es-
paucou um septuagenario !!) ao que o Sr: Lima
relorquio-lbe : Porque o nodre depulado nao 1ra-
(a-me, teqner ao menos por deferencia i casa, da
mesma maneira com que eu sempre o Iralo ? o Res-
pondeu : a Porque nao quero.
Depois de terminar o Sr. Lima de orar sobre o
nssumpto da que iralava am- 1*1 Quebrinha, en o
homem dos chapeos proferio algumas palavras, pro-
prias de pedante e malcreado, *em lerem connexAn
as orares ; porque, como en, nao tem conheci-
ment da syntaxe, e te nisto Ihe fallaren) julgar.i
que lie arroz com pao ; porm o Sr. Lima, preveni-
do, e por sua lagacidade pode lirar a concluan de
que e-lle pedia tolurao de um cu ligo de posloras
munieipaes, de qae se achava encarregada nma
cpmmissao, da qual era um dos membros o S. Li-
ma, ao que este responden dizendo : a Pcrmillam
os Srt. depuladot que ou constitu igual direilo
de cada om de ineui collegas nesta casa, para ser-
vir-me de igual ezpretsao quo acabei de ouvir,
sem que seu aulor fste admoestado ; por quanto o
Sr. Quebra nilo nnlre oulro desejo alm do de me
provocar; nao obsta ule. depois da servirme de
expressao igual darei ent.lo alguns etclarecmeolot
a lodoi ot tenhore deputados, a disse : Nao dou
solugao dn lal cdigo ao Sr. Quebra, porque nAo
qoero. s Mas depois de proferir etlas palavras ex-
plicou aot depuladot em corporagao, que, nao te
adiando presentes ou oulros membros qne compu-
nham a cummissao, elle de per -i nilo poda apre-
scnlar os Irabalhos de que ella te achava encarrega-
da ; de mait que, te a assembla linha urgencia
do lal cdigo, muilo te admirava como ella havia
'pratirado com ot oulros membros, dando-Ibes licen-
ga de relirarem-se para o interior da proviucia cora
frivolas causas, como fossf para negociar, pastea -,
ele, ele. Aproveitaram finalmente o ensejo par*
despeitarem o Sr. Lima, e etle ouvindo algunt co-
chiebos qoe continuara a idea de ordenarem a sua
retirada, antes quo Ihe fosse ordenada pelo vico-
presidenta, relirou-te declarando que ta achava
incommodado ; e nao estrepitosamente.. .
Na sessao da 7 deram-se os casos que Ihe commu-
niquei em minha missiva da 9 do passado, (que
Vmc. far far favor de indicar abaixo desla em
que numero do seu Diarlo se cha IranscrlpU para
que 01 leilores lenham conhecimenlo que por mo
haver numero nao deeidiram, se oSr. Lima poderia
continuar lomar alenlo Que arbitrariedad* 11
Na sessao do dia 8 do pat<*do, o Sr. Lima, evitan-
do-te de soflrer alguma violencia, manda cita uma
Earticipagao de que nao poda comparecer aos Ira-
aldos, porque se achava incommodado.
O secretorio leu a pirlcpagao : no que o homem
dos chapan disse em luscas palavras, porque alem
de burro repilo, he malcreado, que nao te devia ft-
zer mengao na acia do dia da dita parlicipagao, para
que b Sr. Lima foite considerado como expulso da
casa, o que diz o vulgo quo rtsim ie pralicou (sao
capazes de rasgar a acta o fazer oulra nova.) Que
iolraccao do regiment E o padreco do presiden-
la (que em lalim nem sabe celebrar a miisa, mas
lim fazendo com o beigot unsptctoi, picfoi) que pa-
Agora pergunlo en ao correspondente, digo, ao
autor da correspondencia insera no n. 515 do Treze
de Maio:
S. S. psraqaedeu tanta consideracao injnslamen-
te em favor das vergoubosas aeges dos depnlados,
pralicadas na assembla desla provincia contra o Sr.
Serra Lima '.' Elle as mereca, nao ? !... Quando S.
S., por sua propria dignidade, queira responder-
me, seja cabalmentetpico por tpico da presenta
missiva.
Pergunlo mais a S. S:
Para S. S. ser reconhecido por imparcial, acaso
seria dependente de informagao alguma dos membros
da assembla para declarar definitivamente que a
ratSo penda em favor do Sr. Serra Lima ? Julgo
que nao dependa do informagao. e que S. S. nao
errava asseverando que o Sr. Lima eslava no circu-
lo da razao, porqnanlo S. S. contace perfeilamenle
isjoia* da maior parte desles gengibtrras-depula-
dos, e vou apontar-llie um exemplo que, se nao he
verdade, o publica o propalla :
S. S. au esl lembrado, quando em 1852 o Exm.
e Rvm. Sr. conego Joaquim (iongalvet de Azevedo,
um distiuclo cidado, um bom amigo, um virtuoso
de vasla erudigao, foi escolhido pela maioria na as-
sembla desla proviucia para presidenta da vergo-
nhosa opposigao-da minora e a desobedienda dos
membros desla, nSo se conformando com a decis.io
d* minora, e que afioal o muilo veneravel conego
respeilaudo a sua dignidade regeilon, on rejeitava, o
lugar para que linda oblido volos dos mal Impar-
ciaes? E oque specedeu a minora. Nem sequer
uma censara de S. S. pelos jornaes de sua nffeigao.
E porque ficarim elles assim inclumes'!,,,
Tambera nao est cerlo nessa mesma poca da va-
lag.lo procedida para secretarios da assembla, em
que deram-se circumsiancias idnticas a votagao pa-
ra presidente, conforme diz o pnblico?
E repilo, porque S. S. sobre essas vergonhas na-
da etereveu? S. S. nesse tempo inda nSo escrevia
para jornaes? Talvez lodos os qne assim tao estpi-
damente trilharam fossem de tua affeigao ; mas co-
mo talvez o Sr. Serra Lima teja seu desafleigoado,
nao escrupulisou S. S. eicrever coutat que igno-
rava, e demais metleu-te S. S. a citar arligos do
regiment di astembla que apenas os leo, mas nao
os comprchendea.
Saiba S. S. que o regiment da assembla provin-
cial du Par*, o qual rege a desla provincia, foi or-
'ganisado por homens de senso, e somente loncos po-
deriam formar um regiment com o resultado con-
forme a illagilo que S. S. quera lirir dos arligos qne
cilou do regiment em vigor na assembla desta pro-
vincia, cujoi arligos desde que sahiram do prelo fo-
ram tao pnros em linguigem que nao a* pode dar
oulro sentido diverso.
Diz o publico que os membros da atsembla detln
provincia to tao inerlet que consenliram conten-
iera no teu seio dm cslraneeirn
Dizem que o Sr. F. A. M.Tapijoz ha porlugu*z,
nascido om Villa-Real, di provincial'raz-os-Mon-
tes,que veio pnrh aqui depois da independencia
alguns oilo annoi, nao temluraliton bratileiro, por-
qnanlo nao consta que tenha caria de naturaliiagAo,
mai tim que inculcuu-ie bratileiro, nucido enr as
etichoeiras de Santarem, qn* apretenlou-te candidi-
lo* depulagao Iprovincial, e que asiumio esle sen
anhelo I!
Rogamos a S. Exc. o S. Dr. Miranda,para qoo lo-
me conhecimenlo detlaindolencia, e se S. Exc. nao
o fizer, repretenlara o Brasileiro brioso astembla
geral legislativa, depoit de obler ai tuflicientet pro-
va-, da qoal pode estar convicto de reeeber apolo
lao digna e patritica representaran.
A ramera municipel continua acephaln, e nada
maii pos possa copiar o que lie este congresso, e t poderiam
os leilores abysmar-se vendo o proprio original !
Ua dias appareceu um homem que dizem ser fiscal
da cmara municipal, ara casa dot negociantes An-
in)' & Rueda, declarando qoe houvestem de man-
dar escola o lapuio que lindara a leus serviros:
louvo astas etle procedimenlo da cunara, e de mi-
nha parle, romo sencero brasileiro, o agradego: mat
para que ss nao chame a ignorancia,previno que em
cata do Sr. Wilkens existeui alguns Indios mcnorsi,
os quaes este senhor inda nao ot mandou pan a es-
cola, e que nicamente s utilisa de seus serviros
como se fossem seusescravos! Do Rio Branco, Rio
Negro e SolimOes coma, que lm vindo algum lu-
dios remedidos pelat autoridadet delles lugares pa-
ra as obras publicas detla capital, mat nao tei em
quem proles* um lal Jlo,
conhecido por antonomasia por Joo gal ego, qae
se achava preso indignado ou aecusado por crimede
estellionalo, e qu* agora esl em liberdade (proviso-
ria) por arbitrariedad* do tal Itere qoando eslava de
posse da jara de juiz municipal, que tendo-o det-
pronanciadoe commnicadu parle a despronuncia,
nao aguardou os cinco dias com que favorece a lei
para a parte recorrer, mandando-o por logo em li-
berdade (mas daqui a poucos das ter novamenle
de pertencer ao numero dos Iniciados do carcereiro
Pedro ourives), caja proteccao de S. S. he por def-
erencia esperanga que Ihe alimenta de Jo8o borro
Ihe favorecer as eleiges ?
He cerlo o que diz o publico qne S. S. he quem
manda, ot juizes darem os despachos indicados met-
mo S. S. em eonsequencia d'ellcs serem lio ineptos
que por contultam ?
He cerlo o que diz o publico, que o honrado, im-
parcial e Ilustrado juiz de direilo Dr. PolicarpoLo-
pes da I.cao, chefe de polica desla provincia, de
quem S. S. nega a ill'nslragao encontrando-te com
S. S. em palacio, que S. S. muilo desprevenido
Ihe disse Jo8o gallego foi a minha caa.... a e nBo
pode dizer o resto, porqoe o honrado Sr. Dr. Leao,
em eonsequencia dse achar preso o lal JoSo galle-
go (islo antes da despronuncia cheio de espanlo pro-
ferio o o Joo gallego etteve em toa casa '.!'. s e que
S. S. emendou logo o negocio dizendo quero di-
zer, indo en fallar com o Joao na cadela (levian-
dade !!.,) Julgo que S. S. nao dever delxar o pu-
blico abracar a convice.lo da existencia d'esle fado,
conforme elle d a loz, pedindo ao digno Sr. Dr.
Leao para declarar a existencia ou nao existencia
d'elle. /
Ea da minha parle jamiis darei credilo a lies al-
lusoes, e cerro os olhos a lodos e mormenle seme-
lhanles dilot, ou gracejos, que jamis cabem ter-lhe
imputados !
Aqu cabe-me ligeiramenle rclalar-lhe nns boca-
dos destacados de um sonho que live a noile passa-
da ; a fico fazendo diligencias al revive-lo na mi-
nha memoria para minuciosamente Id'o referir.
Sonhei qne me liiiharo retiaplisado com o nome
de Quintella, nome esle com que lodos implicaram
eafiual al um sujeilo qoe servia de promotor, o
qnal buscou nao sei o que para me procestar, di-
zendo-me que, ou eu havia de dar-lhe50 mil reit,
ou que enlao faria apparecer um processu contra
mira, mas ta (que nao sou lao asno nem sequer dor-
raindo ) respond que nao fosse tollo! Mas agora
que eslou acordado, nao obstante uber que sto nao
succedeu contraigo em principio nenhum,eslou icit-
mando que seja mesmo com algum desgracado Quin-
iela, a que islo eileja aura acontecer!.... _^
SuppOe-se de ama vez dissipadaa cholerina:
nossos coragOes derramam-se em dilatada gr.lidao a
Benevolencia Divina, O resultado de uma sobscrip-
go, para qne lodos coneorreram, tem sido applica-
do em lavarmos com as festividades celebradas ues-
tes ltimos Jiai por demonstradlo do nosso devido
recoohecimenlo au Misericordioso Deoi.por nos ha-
ver preservado do golpe falal de 13o cruel enlermi-
dade pela tnlercesso l'irgem SS. dos Remedios,
da ConcetcUo, do Glorioso S. Jos e do Martyr .9.
Sebastian.
No dia 7 de manbaa aqui chegou. vindo de Belem,
o vapor Tapajoz, fazendo a viagem em 6 das com-
pletos Noliciai do su! nao'tivemos d'esla vez o va-
por qoe devia sabir do Rio em 10 do passado em 1
du correnle"inda nao havia chegado ao Par, dizem
uns que Nepluoo declaruu-lhe guerra, a oulros que
elle cabio aos exlases dos suaves canias das> se-
reias.
Ji abuso muilo de ra paciencia, pois com lana
soegidao o amotino ; e azuardo-me para a primeira
vez.
Descalcei-me dos tpalos de macio selim.... por
isso com mais homdade terei d'ora em dianleseu
criado.
Zeerg.
Etlamot em !>, P. S.
Tenha paciejua com mait esto postscriplo,
J por aqoi vai-se descuvnlrenda i solercia lalro-
cinal. f noile pastada horrivel pela escurid8o,
relmpagos e Irovoadas aproveilaram-se os ladrees
das Ireva pan atsallarem a cata dot negociantes
Antony 4 [Rocha, onde dizem que roubaram
1:8008000.
I,'ns allribuem qne o ladran on ladrOes ficaram
dentro da cata quando ella foi fechada. n3o obstan-
te ot vestigios que exitlem de ler sido a porta atar-
la fazendo o ladroes com uma verruma grossa am
buraco junto a fechadori, por onde, oulros alri-
buem.que os ladroes metleram as maos para lirarem
a chave para abrir a porla e aafarcm nma tranca
que a escorara, pan poderem entrar: roubaram
bem a teu salvo pois na casa nao dorma pessoa al-
guma.
Ji a polica inlerveio nesle fado, e o resultado
Ihe communicarei na 'prxima occasiao, .
1 boceta
Aguiar.
1 caixa ignora-te;
lina.
1 embruldo ; a Rotlrou Rooker & C.
Rrigue ingle* Clutntetter, vinda de Terra Nova,
consignado a' Schrami* Walely & C., manifesUto o
seguale:
2,692 birricas bacalbi'o ; ioi con*ign*1nrios.
Hiale nacional Aragao, vindo de Acarac, nteni-
fetlou o seguinle :
4 barris sebo ; a Gouvela j| Leile.
260 meiot do sola ; F. de Pao! Figueira S. '
210 meios desoa ; a Joio Jos de Carvalho Mo-
raes.
143 mcios de sola ; a Jeronymo Jos Figaera de
Mello.
:t0meiosa*!soUe2gragaossebo; aManoelou-
galve da Silva.
CONSULADO BRAA-rv,
Rendimento do dia la 1! .
dem do dia 12 /......
5:9598327
LMVERSAS PROVINCIAS.
Rendimehlo da di* 1 til .
dem do dia 12 ...... .
5028788
KECEBEOR1A DE RENDAS ,W1
RAES DE PF.KNAMBC
Rendimento do dia i a 11 .
Ide
do dia 12
1:6568556
&99SV216
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 11 .
dem do dia 12.......
MOVIMENTO DO POR1
Vacos entrados no da 12.
Por lo42 diai, esenna hnsileira al.indt,
toneladas, capitao Manol do* P
equipacm 16, arga vikabo e t
Eduardo Ferreira Bailar. Passageirot
provincia, Antonio Moutinho, sua
Iba, Jote Pialo Tavares, Joaquim Man
ta, Jos Manoel Rodrisaet, Gome* A; ti* Mi-
randa, Francisco Jos'Martins e 1 irmj mes-
mo nome. Ficou de qoarentana pa*
Rio de Janeiro23 diaa, brigne bl zAnna
Feliz.!, de 195 toneladas, espita* f
ra (iiilirt a Silva, equipagem (I nanli-
menlos ; a Amurim Irmaos. ^ parlo
reeeber pralico e sega* para o Para.
-Varios sabidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigue boldemburgoe
com"a mesma carga que trouxe. Sutper
lameirjo.
SergipeSumaca hrasileira Flor d
meslre Antonio Francisco Kibeirn Padlh*, em
lasttro. Passageiro, Jote Teixeira Batios e tu* fa-
milia.
BahaIliite brasileiro Santo Anlonio '
meslre Antonio Joaqaim de Castro, carga farinha
de Irigo.e mais genero*. Passageiro, Joao Vieira
di Silva.
"'?.
...... 13-500 rendas mujCTrT^teavaainie*:
.'..... glOO J*rr6003, dito de 500>n. i
:o _-**JrJ PIBLICACAO 4 PEDIDO.
Copla da tabella dos emolumentoi qu* devem ser
cobrados provisoriamente pelas secretarias dot Iri-
bnmes do commerco, mandad* execular pelo aviso
de 31 de dezembro de'rSO.
Carla de commerciante matriculado, patente de
correlor, agente de leil.lo, interprete, Irapicheiro e
administrador de armazcm de deposito
Assignalura......... 10JO0O
Rubrica dos livros, cada rolda UIO
Dislribuigaae assignalura..... 10)00
Termo de abertura c encerramenlo. oSDO
Fiangas e termo*, cada lauda. ljJ0
Registro de Ututos documentos, cada
lauda........... 1J500
CerlidOcs, cada laud
Buscas, cada tuno .
Ao fiscal por cada oflic
Carlas de matricula das embarares brasileas.
De escuna para cma.
Secretaria.......... 21)9000
Atsignalura......... .59000
Fitcal........ 19000
Carla em pergamlnho..... 29000
Sumacas.
Secretaria.......... I0J0O0
Assignalura..........29500
Fiscal........... 19000
Carla em pergaminho...... 2JJO0O
Lanlias.
Secretaria. ......... 59000
Assignalura......... 19250
Fiscal........... 13000
Carla em pergaminlo....., 29000
Pelas ave liares (lluras ( aviso de 25
de abril d* 18,1. ).....i 19000
Nos processul de quebra se codraro em deliro es
meamos cmomcnlos dos cscrivacs do judicial ( re-
gulamenlo r. ?38 de 25 do nuvembro de 1850. )
Secrelar do tribunal do commerco de Pernam-
buco 6 deselembro de 1855. Conforme. Aprigio
Justiniaio da Silva Guimariles, ofllcial-maior.
commerco.
aLFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 11 .
Id*n do dia 12.....
121:538*335
29:5939730
151:1329065
recia uma _estatua inerle Ora, ja Vmc. v que o
Sr. Lima nao foi expulso, que junis o seria, por-
quanlu nlo reconhego nos gwtgibirias-depulados
poder pan tal, e terii muilo elevado despotismo
se outatiem de tal sorle procuder, deslruindo assim
o valor dos volos dot cidadaos que o elevaram i ea-
Idegoria de depulado. Uoucordariamos tim, se o
Sr. Lmate livetse futido da ordem na sessao do
da 6, que elle se retiran* por aquelle dia, ou que
nao podeste lomar a palavra para daculir einquatt-
to duraste a materia no dia 6 em quettao, que astim
determina o regiment da casa ; e demais, nem te
querelle foi chamado a ordem por maii de uma vnz.
como publicou o Treze de Maio, o I ciidelhao de
Pommada, etle ultimo i pedido de um ignorint* que
te jada de eollocar tobr* cabeg* uma gnnalda it*
gloriai em publicar Um sandieet, de que elle le
oulro occnllamcnle, como diz o publico inteiro detla
Ducarregam hoje 13 it Miembro.
que lem sido empregados; (jnfagetle ja armou seu -, i
covo pata pilhar a respailo algum* noliciatnha, e S" '! EDITAES.
Bam- 4
.
O lllm. Sr. inspector di Utetouraria pro
cial, em comprmanlo di resolugio da jonla da fa-
zAida manda fazer publico, qae na dia 3
rente, vai novamenle* praga para ter arrer
quera por menos lizer, abra dos repto
de Caruir, avadadas em 1:0128000 rs.
E para constar se mandou afinar o pretrn
blicar pelo Diarto.
Secretaria da lliesooraria provincial de i
buco 4 de teltmbro de 1855.-O tecrelark
A. F. (CAnnunci
O lllm. Sr. intpeclor da^ Ikesourarla provin-
cial, em cumprimento da resolugao da jonla d
zendi, manda fazer pnbiico, que no dia 21
rente vai novamenle praga para ser arrematado,!
quem por menoi fizer as obrat snpplemenlares a fa
zcr-se na ponle sobre o rio Capibaribe na estrada
do Pao d'Aldo, avaliada em 12:8919322 r
E para constar se mandou alflxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouria provincial de Penurnta
co 4 de letembro de 1855. O lecreUri
A. f. d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesonrn
cial, era cumprimento da resolugo d* jonla da fa-
ro.
zenda, manda fazer publico, qu* obra d
de que precisa a cata da cmara mcnicipi
da cidade de Olinda, vao novamenle a prara n
20 do correnle, no valor de 2:200801
E para constar te miudou tiritar o pre
blicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesooriria provincial de Permm-
buco 4 de Miembro de 1855.O s*cretiri
A. F. eAnnuntiarrio.
Peranie a cmara mnnicipal desla' cidade esta-
r em praga nos dias 14, 15 a 17 do crreme o aler-
ramenlo e estacada do alagada au sul do thealro de
Santa-Isabel, oread** em 3:3509 : o* prelei.denles
que quizerem consultar o orcamenlo, dirij
secretaria da mesma cmara.
Paco da cmara mnnicipal do Recife em tessSo de
5 de selembrode 1855.Bario de Ctpibarita, pre-
sdeme..Manoel ferreira Aceifli, lecrel:
Peranie cmara monicipal desli cidade esta-
rn em praga nos diat Vi, 13 o Hilo correnle, as
imposto de aferi-
sobre cabeg* de gado,
. ""^^263j5UJr*1tW'
carga de farinha e legnmes levados aot mercados pV
hliciM .las fregueziis de San Jos e Boa Villa, 8019;
dito sobre mscales o bocetairaf 2539)alaguis do*
laidos dos agougues pblicos 3:2199. '
Os pretendemos, para poderem lancar devem a-
presentar previamente dous fiadores legalueule ha-
bilitados. Pago da cmara mouicinal'do Recife em
sessao de 5 de setembro de 1854. Bar* de Capiba-
ribe," presidente. Manoel Ferreira Accioli, se
tirio.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provincial,
em cumprimento do disposlo no arl. H
vincial numero 129, manda fazer pnbl
cuiiliecimeulo dos credoret hypolhacariot, e qnai
quer inleretsados, que Francisco M
liusmao, tem de ter indemnitldoda quintia d
zenlo* mil reis. pela exlragao do barro da praprie-
dade denominada Tanquinhc na Adaii* detiqj-
anna, para* factura de orna bomba, i que o dilo
Uusmao tem da recebes dita quanti* logo qoe ter-
minar o prazo de 15 diat contado* da dala desle,
que be dado para as reclamares.
E pan constar h mandou afiixar o prsenle e pa-
blicar pelo Oiario por 15 dias tuccasivot.
Secrelaria da lliesouraria provincial di Pirnam-
buco 12 de telerabro de 1855.
O secretario.
Anlonio Ferreira d'Ajinunciacio.
L
DECXARACOES.
depois d'elle csmerilhur me esle negocio, Ide com-
municarei.
Em referencia ao decreto n. 1612, lanccionanfo
* resolugo d* assembla geral legislativa, em qio
(em direilo a ser reformados ot ofiiciaes da guasla
policial de-la proviucia e d* do Par, qu* nao o-
rim contemplado* na nov* organitarau da guaiU*
nacional nesla e naquella provincia, vem publcalo
o leguinle vituperio no l'enelhao de Pommadas
em engrandecimeulo ao primeiro depulado do B*j-
zil. r
Oiofilciaei da guarda policial Jo Pal i e desla
provincia, que nao foram eonlimpladoi na novator.
gauitigSu j|a guarda nacional, nao devem pone* ao
notto comprovinciano o Sr. Wilteni de Matloi. pe-
lo consegnimenlo dessa lei, que, com toda *ju*jga
concede-Ibis reforma nos pollos, qoe exercianf na
dltgordi, por quanlo de sabido que a mu
r
Brigae inglezCkanteclecrbicalho.
Imporlacao.
Barca ingleza 6'piri nf The limes, vinda de Li-
verpool, consignada a Me. Calinoul Aj C, manifes-
lou o seguinle :
50 birris manleiga ; i Scliramm Whately j Com-
pinhia.
17 taixai de ferro ; a D. W. Bowman.
1 eaixa lecidds de lindo, 47 fardos dilos do algo-
dio ; a Jsmes Crablree & C.
5 caixis chapeo* de sol de algodao, 4 fardos e 2
pacolei lecidos de 1.1a, 2 barril estanho, 76 fardoi e
25'caixas lecidot de algodao, 30 barr*tanda de por.
eo, 160 embrulho* catat, 24 caitas cambraia, 2 di-
Ins lecidot de teda; a Paln Nash A Compa-
nbla.
15 caixis linha, 15 taitas de ferro ; S. P. Jolint-
lon & C.
Pela mesa do consolado provincial te faz pu-
blico aot conlribuiutei de imposioi, cujo* debita* sao
dependentes de langamenloa, e que alada na turara ,
pagos dentro do auno financeiro prximo pistado,
que ot podem raatisar neMa repardrio at o lim du
presente mez, Iludo o qml pttsam a ter executado
lodos os qacdciiunm de pagar o*do anno da 1854
a 1855.
Tornando-te impeli* de infaceto os parte*
da* provincia do noria e tul dtile Imperio, em eon-
teqnenclade.teliaver declarado n rloleri-morbua
no Para Badil donde pote ejft'nder-ie em toda*
as diroceoe*. previne-se ao* dandi e con*igii*l*rins
dei embiircagoe* qne navegim pan etle porte, que.
devero expedir at *u*i ordens pin qa a* rne-mai
venhim munida* das eomnolentct carta* de aude
passndat pelm repartigoes complante* dentro dH 21
lloras da tahlda dos parlo? donde procedem on le-"
nliam lido commimicagao. tob pena d'11crem *e-
jeita* aot dias d* observaea* qu* t'urem precito* es-
ras* fazerem os exames c averlgeagoes tanliariat,
segundo o dispotlo no artigo 38 de decreto n. 268 de
;.


, .
Mi
i
%t


1 *> I
I
I I
I
1
i
29 de |aneiro (le 18*3. Provedoria da saode 10 de
selembro de 1H85O proveder interino,
l)p. Joto Ferretea da Silva.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de. 1855.
0 secretario-da direccSo, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
Pela ubdolegacia da fregueila da Boa-Vlila m
faa publico, que l'oram recolhidoi casa de delen-
eo os preloa eteravos Mithias e Conealo porsospei-
to de aiidareffl fugide : seas ten lores comparecam
peranle a mesma subdelegacia. Subdelegada da
freguezia da Bea-Vista 10 de tetembro de 1855.O
subdelegado em
A. F. Marllns Rlbeiro.
Pela subdlegacia da freguezia da Boa-Visla
**J fa' i''!-. ]ue o boi, o carodro e a vacca ap-
pela mesma subdelegada, como fui an-
assnram dlsposirb do:, adra de terem a desuno legal.
Subdelegada da fregueiia da Boa-Visla 12 de se-
lembro de 1855.O subdelegado en ejercicio,
A. F. Mailina Ribeiro.
PUBLICACA'O L1TTERARIA.
Acha-ae venda o compendio de Theoiia e l'rali
>Civil feilo pelo Dr. Francisco de l'au
Eli r-bra, alera de urna introdcelo
sobre as ec^a-e escopeta em geral, trata do pro-
il comparado cum o coramercial, e'onlm
e a appllcacio da cauta julgada, e ou-
ioas laminosas:, vend.i-se nicamente
lanoel Jote Hile, "M ra do Quei-
, ( 69 cada eiemplar rubricado pelo
autor.
l a vender-se a obra dedi-
dvagadodoaOiplios, com um
lortante, contendo a lei das
an dos tribunae de justica, e
ovo Regiment de custas, pava uso dos
ives, empregados de justica, e
te Yequentam os estudos dedi-
reito, pelo preco de ojjOOO cada exem-
plar; na loja d Sr. padre Ignacio, iua
da Cadeia n. 5b': loja de encadernacao e
do Collegio n. 8; pateo do
ivraria classica n. 2, e na praca
da Independencia n. 6 e 8.
TJEATRQ
DE
S. IS ABEL.
Dramtica Empreiaria.
Delicio de tres escriplorados Sebastian,
dio, subir a cena v inleressaole e
muilo apptaudido drama, intitulado
AfiRACA DE DOS.
teclenlo eom a graciosa farra, io-
iTAMENTO NA ALDEIA.
roeasSras. Amalia c Orsal,
flamartu gracioso I in.t do
MONHOI
primeira ves que os beneficiados re-
lecc,! do publico detta capital, etperam
t 'Colliimenlo que ,i lodos ha pres-
i da recita.
Priucipi.r aa horas do costme.
PIMO DE.KMlBUCO QUINTA FEIBI 13 DE SETEMBRO D 1855
em-se no escriplirio do lliealro

\
VISOS MARTIMOS
de um navio para conduzir o Ca-
parle do carregament da polaca hes-
Ide rondemnada nesle porto, cons-
te sebo, couroi frescos salgados le.;
veni sor remeltidas em caria frenada
lo de Hespanha al o meiu dia de
cerredle : para mais informarles,
rrelor J. E. Robera, ra de Trapi-
sta segu em poneos das o veleiro
al he capilAo Francisco de Cas-
arla da carga prompla ; para o rcslo
seo consignatario Domingos Aires Ma-
theus.
acu' com escala por Ceara',
Has impreicrivelmenle o hiale /tra-
a pasageiros : a tratar na ra do
ija de Couvoa & l.cile.
pnhia*tJe Paquetes Ingieres a
Vapor.
No dia 20
desle mez es*
pera-se do sol
o vapor Tay
cmmandanic
Sawyer, o qual
depois da de-
mora do coslu-
me seguir pa-
ra a Europa :
Irata-se cornos agcnlesAdam
flBpanhia, na ra do Trapichc-No-
vo a.
XEILOES.

I
*t
LtUev Jnior, consignata-
mericano NOItLE, acriba-
de sita recente viagem de
n destino ao. Cabo da Boa-Espe-
leilao, por intervenco do
ts, quinta-feira 13 do cor-
mdeMarcus Lindberg, ca-
tvio, eera presenra doSr.
ados-Unidos.eporautoiisaco
or da alfaiidega, por tonta e
ncer,de50barricas com
barricas com pi\e, 25 bar-
l, 1 vella de gavea, 1 vella
estaes de gavea, que se
i ao turne dos pretenden-
azi.'m alfandegado de J. A.
e Doria fara' leilao, por au-
landido Alberto Sodfe da
iteredores de Joao Paulo da
:aberna pertence/ite a eslese-
ra Direita n. 91, consistin-
i, gneros eespeciarias, etc.,
liberna : quinta-feira
ente natimeio dia em ponto.
HILAO'JE 2 S PIPAS DE SEBO,
arte do carregamento da pola-
inliola MaCbilde, condemna-
da neste porte, com autorisacodo Ulm.
Sr. inspector da alfandega.
JE. Roberts fura' leilao, sfRa-feira
corrente, ao meio dia, no at'mazem
ido Sr. J. A. de Araujo, no
de S5 pipas de sebo, as
das por conta de quem
"/resenca do Sr. ice-con-
ara pagamento e des-
Wrtrsaocarregamento da men-
cionada pol
teCH'ueira faca leiljo publico c'ommer-
eial, por ordem do conselho da direccAo ,do banco
Vniambuco, de dote apolices do fesmo banco,
enetle deposilaitav por Machado A PiMieiio. pora
pagamenloda letra destes n< imporlancia de 1:8205,
vencida em 11 do torrente: aablmdo 22 do corrente
ao meta dia em pollo, no sUbelecimenta do referi-
AVISOS DIVERSOS

. Jdquim Ctetariano da Silva,
tu na livraria ti. G e 8, da
praca da Independencia.
Quem annuncinu querer comprar um bastidor
para bordar, dirija-se ra do Kangel n. 36, pri-
aeiro andtr.
Boga se ao Sr. Francisco Peraira Piolo Caval-
canli lenba a bondade de appirecer na taberna da
ra dos Marlyrios o. 36, a negocio de sea intereue.
Quero qoiier comprar um braco de balanea
BomSo com todos os feos pertenee, dirija-se a roa
do Fagundes, taberna n. 1.
Precisa-se alagar urna preta que saiba ce.i-
ulisr, lavar e comprar, ou um prelo para lodo o ser-
vico externo, e que emenda algnma cousa de cozl-
nha: que tiver aununcie para ser procurado.
Irmandade do Senbor Bom Jess da
Via-Sacra.
O procurador da irmandade Ho Senhor Bom Jess
da V.a-hacra. na Aan Crin, avisa a lodos o.irmaos
msanos, que ela-felra, U do corrente, lia reu-
n de mesa as 5 horas da larde.
Agencia de eontabilidad coramercial.
ChrislovAo Guilhermb Breckenfeld, habilitado
com os conheciraentos pratico, une em materias de
commerco '" adquirido durante ramios anuos que
as lem ejercido nesta praca, como caiseiro, guarda-
livros e gerente de negocios proprios e alheios, olle-
reee aos negociantes desla c das ontras pracas do
Brasil, assim conlo a oulras qu*equer pessoas o sen
preslimn para n fim de dirigir ludo o que se refere
a conlabilidade, como seja : rever e ajuslar conlas
'le qualquer nalurcra, organisar batanaos e regola-
nsar liqnidaces de fallimenlos, de sociedades,
raleos, regula^oes de avarias, invenanos e parlilhas
amigavcis de qualquer especie de ben, extrahir
conlas correnles com juros ou sem elles, por em dia
escrlpluracaes alraiadas, lomar conta de qoalquer
nova escripluraclo por partida dobrada. mista ou
simples, arbitramentos judieiaes.conlralos conmmer-
ciaes de qualquer natarea ele. ele. Encarrega-se
onlro sir de dirigir qualquer negocio jodicialmenle,
quer peranle o juio commercial, quer peraute o
iribun.il do commercio em primeira e segunda ins-
anea, para oqoe tem a cooperaco de nm dos mais
habililadns advogados, e de um dos probos e inlelli-
genles solicitadores do foro. Para e anr.unciante aberlo o seu escriplo'rio na ra da Ca-
deia de Sanio Antonio n. 21, onde pode ser procu-
rado das 8 horas da manhaa as 4- da tarde. O an-
nuneanle espera merecer desla e de oulus pracas
om hom acolhirnento, aendo u sea eslabelecimenlo
da mais reconhecida ulilidade. .
ChristovSo (iiiilherrmrBreckenfeld.
Manoel Borges de Mendnnr;a responde ao Sr.
curioso de morpha, e a quem quiser capacitar-se
lesna cura, que podem apparecer em sua casa, na
ra do Padre Floriano n. 18, aonde se acham pa-
lenles alguns doenles eosn melhoras, e partlcnlar-
menle um molalinho com 20 Jias de Iralamenlo coro
melhoras eilraordinarias.
Precisa-se de nm caixeiro para a taberna das
Cinco Ponas n. 93.
Loja de ferragens e cutileirias finas, no
Aterro da Boa-Vista n. 9..
J. J. Keller avisa ao respeitavel publico, com es-
pecialidade a seut fregucies, que roudou o seu esta-
belefimenlo de ferragens e cutileirias finas da loja n.
11 do Aterro da Hoa-Vi-ia para a loja de n. 9 da
mesma ra. Q anmineianle tem bem surtido o seu
novo eslabelecimenlo das mais finas e bem acabada
obras de ferragens e cutileirias. 0 compradores
que o honrarem com sua confianca serlo servidos
com promptidao e a presos muilo razoaveis.
No dia 14 do corrente vai a praca urna casa
terrea, sila na ra da Alegra n. 18, por eieeueaol
dos herdeiros de I). Alaria Joaquina de Jess Pache-
co, contra Francisco Ribeiro de Bnto e sua mulher,
cuja casa foi avahada em 8001000; he a ullima
praca.
GABINETE PORTGEZ DE
LEITRA.
A directora por .leliberajao lomada em sessao de
boje, u artigo 46 dos estatuios, convoca o conselho delibera-
tivo para sessao extraordinaria no dia 13 do rorre-
le, pela 5 horas da larde. Sala das aeasOes 11 de
setembro de 1855,Sanios Porto, 2. secielario.
Aloga-se um sitio na eslrada dos Honleiro, o
qual lem 2 grandes salas, gabinete, 8 qoarlos, cori-
ntia fora grande copiar, boa e grande cacimba rom
agua de beber, que he puxada por urna bomba,
mais de 100 ps de larangeiras de boa qualidode,6 de
jaqueiras de boa qualidade, muilo pea de eafezei-
ros, oitis-cor. ubaias, pilangas, limeiras, bananei-
ras e oulras diversas ruela. que- se mostrar, bem
como flores de diversas qunlidades ele. ; qoem o
pretender alugar para o lehipo da prosma fesU,
dirija-se a Joaqun Jee de Abren Jonor, morador
na ra do l.ivramento, no segundo andar por cima
da beliea do Sr. Chagas.
Manoel Francisco da Silva Fraiflo, em respos-
la ao annoncio de Jos Pereira Caldas, no Diario ns.
305 e 206, declara ao publico e as autoridades rivis,
que ja uao he procurador do raesmo Caldas, e nerl
requeren em juio depois que leve aviso de haver
ootro procurador. O roesmo annuncianle muilo se
admira da coragem do Sr. Caldas, nao se lembrando
et>e hroe qoe nflo deve transilar nesla piovincia, e
muilo. principalmente dentro da capital pois que
S. S. he pronunciado no termo da cidade de Olinda:
roga, pnrlanlo. as autoridades a quem competir, que
em alisfac^lo ns Icis far;am com que esse reo seja pu-
nido, e nocarue com a polica. 1 si o avisa quem nlo
Ihe quer faier maior mal. '
Muita attencao.
S. ONCALO DE AMARANTE, erecto na igreia
de >. S. do Pilar, em Fura de Portas. Hoje f!3)
as 7 horas da noile ser* levado em om carro Irium-
pinole, ricamente.ornado. o estandarte do GLORIO-
SO S..GONCALO DE AMARANTE, cujo carro se-
ra (irado por duas grandes alas de pastorea e pasto-
ras, levando algumas destas urnas bandeirinhas fei-
las para'esle fim; do mesmo carro sahirao 4 filas
'como servindo de guias), que serao pegadas por
meninas vestidas de princezas a msica sera a do
corpo.de polica, dirigida pelo insigue mestre o Sr.
Peilro Nolasco Baplista. No dia 22 ser annonciado
o programma da fesla ; e pelo presente os directo-
res da mesma convidam a Indas as pessoas, e com es-
peciiilidade.aquelles, que se lem dignado de coadju-
ve-los, a irem lomar Sm barandao para faterem o
aclo mais brilhanle, devendo achar-se a hora in-
dicada na malriz de S. Frci Pedro Gorrcalvea do
Red fe, donde salnr pereorrer as ras do Viga-
rio, Codorniz, Amorim, Madre de Dos, Cadeia,
Cruz, em seguimento a igreja do Pilar.
Precisa-se alagar tuna preta captiva para lodo
o s'rrieo de uan casa de pouca familia : na ra es-
trella do Rosario n. 12. primeiro andar.
A pefoa que annniicioo querer vender duas
eieravas, urna de 25 e outra de 40 anuos, dirija-se
A ra das Cruzes taberna n. 20.
O secretario da irmandade de S. Jos da Agi-
nia erecta na Igreja de N. S. do Carmo, convida a
lodos os seos irmao* para que dominio 16 do cor-
rente pelas 2 e 'A horas da larde eomparecam no res-
pectivo consislorio para em corporac^o da irmandade
acompanharem a procissSo de N. S. do l.ivramenlo
para a qoal foi convidada.
Aluga-se no Cachtng urna casa qoe lem ba-
ndo mesmo no fondo do quintal, para' passar-se a
eslagan calmosa : Irata-se na ra das Cruzes u. 20,
primeiro andar.
O Sr. Jos Feliciano da SU va qneira annnnciar
a ua morada, ou dirigirle a \\ da Cruz n. 57, se-
gundo andar, a negocio de seu inleresse.
GABINETE
PORTlfitEZ DE LEI-
TOA.
A direeloria por deliberarao tomada em sessao de
lioie, resolveu iransferir para o dia 16 do correnle
pelas 9 horas da nuahaa, a abertura do cursos de
geographia e francez deste gabinele, em consequen-
cia de ser esse o dia feliz do anniversario do nossu
joven monarcha oSenlior D.Pedro V., e o dia mar-
cado para a sua acclamacao ; o que se faz publico
Wra acieoeia dos senhores Ocios que ae intereveram
"para os freqnenlar. Sala das sessOes 11 de selembro
de 1855. Sanfjj Porto, segundo seerelario.
GORROS.
Hoj terasorrele no aterro da Boa-Vista n. 3.
fteci.s UQo par celebrar missa
nosdoniago* das santos ero um o lorio na estra-
da da Ponte a tratar na raa da Aurora
n. 26, prime;
) Sr. Joao Marllnsoncalve,
a por seu procurador esleja habilitado : na
iclie ii. 17.
Sajttos, com Liberna em Pora
de Portea, partfctt* ao retpeiuvel publieo, que per
baver ouIp de hojo em dante u
'la Silva Sanios ; aaaim
der urna caria viada do M-
seme |ue lem usado
tesa tires e mrtmo neme pode
ira-la em sos easa.
He chozado a praca da Independencia ns. 21'a
30 loja de Joquim de Oliveira Maia um variado e
completo so r lmenlo dos desejados gorros de fino ve-
ludo de lodas as* cores, bordado do melhorgnsio
possivel a oaro e matiz. Na mesma loja se recebau
ltimamente irande sortimenlo. de fomos de borra-
cha os qnaes se veodem por mdico preco.
A pessoa queannonciou para vender duas cs-
cravas, sendo uina de 40 e outra de 25annos, qnei-
ra deiiar o nomero da easa na roa de Apollo taberna
n. 19 ptra ser procurada.
'No alerroda Boa Vala n. 20 precisa-se de um
criado, forro on captivo, para todo servido, paga-ie
bem.
Precisa-se de um caiseiro de 14 a 16 annos de
.idade para urna casa commercial no Rio Fonnoso :
a tratar feo pateo do Terco n. 11.
Andr de A brea Porto e Vicente Ferreira Pin.
to associados, com ama coofeilarja sila na roa da
Cruz o. 17 sobre a firma de Porlo & Pinto tem con-
tralado dissolver a sociedade araigavelmenle, Picando
a cargo do socio Porlo a liquidaban do activo e pasti-
vo da firma. Recib 6 d selembro de 855.
Precisase de irm caixeiro para taberna de 12 a
16 annos de idade, profere-se dosoltimos chegados
do Porlo : na ra do Pilar em Fra de Portas n. 40.
Precia-se do uroa escrava pa"ra o servido in-
terno e eilerno de urna casa : em Fra de Portas
cata do professor publieo.
Quem quizer comprar os seguintes
li vros Channn', r- Algebra,Trigono-
metra-Brudmer, Direito Natural e o
compendiodeDireitoEcclesiastico: dirija-
a ra estreita cto Rosario n. 59A.
Precisa-se de tima ama de leile, que seja si-
lla : no pateo do Hospital, sobraSo o. 28.

Gasa da Fama.
Ocautelista Antonio da Silva Guima-
rae vendeu o bilhete inteiro garantido,
n. 507, com o premio de 5:0008000, da
quarta parte da primeira lotera do Gym-
nasio : o possuidor do bilhete pode vir re-
ceber a garanta, no aterro da Boa-Vista
n. 48.
LOTERA DA PROVINCIA.
Os cautelistas Oliveira
lunior & C, avisam ao
publico; que vendern, a
sorte de 6:000,000, no
bilhete inleiro n. 5375, e
a de 500,000, em 5 meios
no u. 92, e diversos pre-
mios de 100,000 res: o
possuidor do bilhete i.
teiro pode vr receber os
oito por ce uto, no escrip-
torio dos ditos cautelistas,
na ra da Cadeia do fte-
cife n. 50, primeiro an-
dar, apenas se fier a dis-
tribuico da lista geral.
^^^, Para vestidos de senhora, a 610 rs.!! !
Pela barca Cont Roger, viudo ullimamcnlc de
rranea, chegou-uma fazenda nova Iranaparrnle, de
lita de quadros e de lislras, que em Hamburgo lie
lazendn na presenfe estadio do ultimo goslo para
vestidos de senhora, que a baplisram com o nome
""AI.MA VIVA, vende-se pelo commodo pre;o
de 640 r. cada covado: na roa do Quermado loja
. 17, ao pda botica.
Vestidos de seda
BHANGOSE DE CORES.
Os mais modernos chegados ltimamente ele Pa-
rs, pela barca Cont Roger: vendem-e na ra do
gueimado loja n. 17, ao pe da botica, aonde ha
grande porjllo para so escolher.
J. Falque.
Rl'A DO COLLEGIO R. 4.
Reccbeu-se pelo ullimo nrviu vindo de
rraiifa. os tesululcs objeclos :
Paulos de panno prelo e de cor, forrados
de seda de 12)000 para cima.
Llilos de lila de cores muilo lindos.
Dito de alpaca preta de 6 a 1OJJO00.
Ditos de brira branco e de corea de 28500
para cima.
Ca|;a< de casemira prela fina a 109000.
UiUsde dila de cores de 69 a 99000.
Ditas de brim-de or e brancas de :t?000 a
69000.
Calcas, colleles e palilsdecasemira mes-
z ciada.
Veilimenla completa de diversas cores.
g Lolletes de selim, fusldu e casemira.
Palils de ganga muto superiores.
Dilos de seda de superior qualidade, cla-
J ros e escuros. de IOjOOO a I69OOO.
, brande sortimento de mallas, saceos com
mala e saceos de tapete para viagem., sobre-
ludo de Ua para sabidas de baile'lliea-
lro, etc. '
E grande quantidade de chapeos de sol de
seda e de panninho, lano para llomern como
para senhora, e baleias para vestidos e *spr-
]Bg tillius de senhoras.
wwniiwwHMm iin^ni wi,
Aluga-se a loja n. 17 do alerfo da Boa-Visla,
propria para qualquer eslabelecimenlo, principal-
mente para vender bilhetese caulelas da loleria,
por estar com lodo o aceio e preso commodo : a tra-
tar 110 sobrado da mesma.
Lavarse e eogomma.se com todo o aceio, per-
feicAo e goslo : na ra do Sr. lloro Jess das Criou-
las o. 16.
O abaixo assignado faz sciente aos
devotos que tem concorrido com a sua es-
mola para a festa de N. S. da Conceico
da Escada, que a dita festa tem de ,ser
transferida para o dia que se annunciar
por este DFARIO; em consequencia de
nao poder ser no dia 16 do corrente, co-
mo eslava determinado, por haver algu-
mas festas nesse dia, e tambem estar o
juiz da fesla'imposibilitado de assisti-la
comodeseja. Reci fe 10 d setembro de
1855.JoseFirmino de Oliveira Regio.
COMPANHIA DE FIAfAO E TECI-
DOS, NO RECIFE.
A direccao da com-
mlnliia deFiacaoeTe-
cidos de algodo con-
vid aos Srs. accio-
nistas da companhia,
a i-ealisai-em do 1 ao
ultimo de outubro prximo, em mao do
cfcixa Sr. Antonio de Moraes Gomes Fer-
reira na casa do Banco, e as tercas esex-
tas-feirasde cada semana, urna prestacao
de 10 por cenlo sobre o capital. Recife
11 de setembro de 1855.Barao de Ca-
maragibe, presidente.Joao Ignacio de.
Medeiro Reg, secretario.
Knsina-se a lingua italiana por casa; particu-
lares : quem precisar annuncic ua procure no ater-
ro da Boa-Vista n. 22, loja.
Quem annunciou no Diario de honlem preci-
sar de 2OO90OO sobre urna hypolheca, dirija-sc a ra
do Queimido n. 37 A, que ah se dir quem faz esto
negocio.
Perdeu-se na noite de segunda-feira, 10 do
eorrenle, desde a ra do Livrameulo ao ollar pelo
pabto de S. Pedro, travesa de IlorLut, paleo do
Carmo al Santa Thereza, um lenco decamliraia de
linh 1 bordado, obra de fra, com bico lambem de
linlio : quem o achuu, leudo couscieuca, e qoeren-
do reslilui-ln, o poder fazer na ra da Alegra do
bairro da Boa-Vista, cas n. 11, que alm de se Ihe
agradecer, se recompensar.
(Juem se quizer encarregar de dar, comida por
ajuste meusal para um homem solleiro, annuncie
sua morada, ou dirija-se a esla lypographia,que acha-
r com'quem tratar.
Roga-se ao Sr. major Filippe Duarle Pereira.
lenba a bondade de apparecer na taberna da ra do
l.ivriinenio 11. 38.
Quem achou urna grade de labyrinlho para
lenco, dirija-se a ra da Gloria 11. 87.'segundo mi-
dar, que restituiido-a sera recompensado.
Os administradora da roassa fallida de Deane
Voule ai Companhia avisam aus c'redures da mesma
mas,.j, que esla determinado o dividendo do 20 % o
qual se pagar no escriplorio da ra do Trapiche
ISovo n. 12, das 10 lloras as 2.
, Desde o fim de julho prximo pastado acha-se
fgido o escravo Joao, mualo, calcador, o qual cos-
luma inculcar-se caiador, lornando-se mais conde-
cido por um aignal preto de cabello ao lado esquer-
d'da cara ; a sua apprehensao roya-se a qualquer,
levando-o a Soledade n. 42, onde se recompensar.
Aluga-se urna eicellenle casa decampo com
bom sitio, na Caponga, i margem do Rio Capibnri-
be: a tratar no aterro da Boa-Visla n. 1.
Carne do sertao.
Chegou honlem do norle encllenle carne do ser-
ijo, que se yende em porreo ou a relalho ; quem
quizer pode Informar-se na loja de (jeuvea i Leile,
ra do Queimado 11. 27.
O abaizo assignado, conhecido nesla praca por
Ltjiz Rodrigo.es Samico, ^declara o publieo ein ge-
ral, que desla dala em dianle assignar-s-ha Luiz
Rodrigues Samico Seguudo. Cear 8 de selembro de
l&w.l.uii Rodrigues Samico -Segundo.
Jardim publico em Pernambuco, ra da
Soledade n. 70.
Os senhores que lizeram encommendas de ps da
rosa sapho e prudencia mandein por elles que eslflo
promplos.
Anda se aluga a casa em Olinda, na ladaira
da Misericordia n. 12, concertada de poueo lempo e
lambem'pinlada, muilo bom local, bem arejada : a
tratar m raa do Raugel u. 21.
Aluga-te o primeiro andar da casa da rqa da
Kaozala Velha 0. 36 : a Iralar na mesma, no segun-
do andar, (caiado e piolado de novo).
D-se 1:0009000 a premio sobre algnma casa
que esleja sem embarazo, ou sobre peahores de ou-
ro : om rua larga do Rose/io 0. 33, se dir quem d.
sbiixo assignado, procarador do Sr. Dr. Pe-
dro Bezerra Pereira de Araujo Bellrflo mora na rua
Imperial, casa n. 14.Manuel de Amorim Lima.
Paulo, afio Congo, idade 60 annos, baiso,
eheio do corpo, cogo de um 0II10, e meio corcovado,
fugio ha 10 das: quem o pegar leve-o Sanio Ama-
ro, em casa de Manoel Custodio Peiiolo Soares, ou
.1 praca do Corpo Santo das 8 as 5 da tarde.
Desappareceu no dia 9 do corrente saeznm mo-
lequc criorHo, de nome J0S0, com ossigoacs seguin-
les : calca de panno azul, camisa de algodaoziuho,
lem 05 denles limados, o qual moleque he calafate, e
da indicios de ser nec.ro do mar : quem o pegar po-
de leva-lo .1 rua do Pilar, em Fra de Portas n. 103,
que scr bem recompensado.
Na rua larga do Rosario esl para alugar-se o
sobrado n. 23, lano a luja como o primeiro e segun-
do andares : Irata-se com o Dr. Cosme deS* Pereira,
no Recife, rua da Cruz n. 53.
Manoel Pereira Lopes Ribeiro, eslabelecido
com loja de barbeiro na rua do Pilar n. 109, avisa ao
respeitavel publico, que se aeha munido com todo o
iiecessano para a sua profissao, bem como bichas de
Hamburgo para alugar, npplica ventosas, sangras,
lira denle, limpa, chumba de ouro 00 prala, ele,
ludo islo com toda a perfecao e lmpeza, por prefo
mais commodo doqueem oulra qualquer parle : em
quanlo a pobreza se olTerece gratuitamente, para o
que pode ser procurado a qualquer bora.
Perdeu-se desde a ru da Camboa do Carmo
ale a rua Direila, um alfinele de peilo de senhora
com diamantes, na noite do dia 10 do correnle mz:
quem o liver adiado e quizer restituir a sua dona,
viuva de Joaquim Leocadio da Silva Uoimaraes, rua
da Camboa do Carmo, ella Ihe ficar agradecida.
Oflerece-e para ama de casa de homem sollei-
ro ou viuvo, preterindo-se sempro casa estrangeira,
urna mulher branca, de meia idade, de op'lima con-
duca e fideldade, do que dar conhecimenlo. en-
lende perfeilamenle de lodo o servii-o interno de
urna sala ou cozinha de qualquer casa nobre e que
lenba bom Iralamenlo, he niuilo zelosa limpa, e
sabe desempeiihar lodos os deveres de que a iucum-
bem : qoem de seu presumo se quizer ulilisar, pode
informar-se na rua estrella do Rosario o. 15, so-,
lirado.
Precisa-se de nma ama escrava ou forra para
o servico interno de urna casa de pouca familia : na
rna do. Hespido n. 7.
Attencao.
LUIZ CANTARELLI avisa au respeitavel pnbli-
blico, que roudou a sua sala 'de dansa e casa de
residencia da roa das Trincheiras n. 19, pura a rua
das Cruzes 11. II; primeiro andar.
B O solicitador Cantillo Augusto Ferreira da JJf
gg Silva, roudou a sua residencia para a rua da *
_j_ Camboa do Carmo n. 38, primeiro andar, 00-
g de pode ser procurado para os misleres de
M sua prolisso, bem como no palco do Colle-
M gio. escriplorio duIllm.Sr. Dr. Fonseca.
Na obra que se esta' fazendo de-
fronte da igreja de San-Francisco, preci-
sa-se de serventes: a tratar na mesma
obra, com o administrador respectivo.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
Esla empreza pretende contratar a cnnslrucrao
dos Irapicbes e armazens em Taroandar, poni de
escala dos seus vapores do lado do sul. e em Itapis-
suma e Goianna do lado do norte.
Clausulas especiaes da arremalaco.
1. A obras para a cnn-lrucoo destes trapiches
serao feilas de contormidade com as plantas e orna-
mentos approvados pela direccao da companhia na
imporlancia, o de! Tamandar de rs. 7:8289280, o de
Ilapissuma de rs. 7:755000, e o de Goianna de rs.
6:9139000.
2." Estas obras deverao'principiar, no prazo de 15
dias e lindaran no de, 4 mezes, ambos contados do
dia da signatura dos contratos.
3.a O pagamento se fary em IrespreslacOes iguaes,
a primeira no dia da assignalura do coulrato, a se-
gunda qoando esliver feta a meLade da obra, e a
ultima quando inteiramenle concluida, ficando res-
pnnsavel o arremtenle por esparo.de um armo pela
sua conservarlo e solidez.
4. O arrematante prestar urna fianra idnea
nesla praca.
O prazo marcado para o recebimenlo de proposlas
he al o dia 15 do crrenle raez, e para Iralar, diri-
jam-se ao escriplorio da rua da Cruz o. 26.
H. EngU*r_yai .1 Europa. *
Carlos Fiedler-sai i Eusmna,
Recebe-se diFieiro
dar no Rio de Janeiro por I
tas grandes ou pequeas,
guranca : na rua do Trapi
gundoandar.
SSB8B88K55S8S-2
O IV.Dias Vernandes, ._
resitencia no primeiro andar da
se mandar
ras de 111 ia ti-
ln a se-
40, se-
ou sua
--------... r........_ -------- .jsa d| rua
Nova, esquina da do Sol, onde pode ser pro- T
curado a qualquer hora, para o expredo de M
sua profissfio.
Precisa-se de um bom trabalhadonde massei-
ra, quo saiba bem desempenhar sua obrigarao : a
Iralar no largo da Sania Cruz n. 6, padaria.
Precisa-se de tima ama para cozinhar e en-
gommar: no alerro da Boa Vista o. 26, segundo
andar.
Precisa-se alugar um moleque de 8 a 12 an-
nos, on_ um prelo velho : quem liver, enlenda-se
cum o Sr. Manoel Antonio de Sanliago Lessa, na
rua Augusta.
Na rua Direila n. 36, segundo andar, precisa-
se de urna ama de leile.
Precisa-se de urna -ama de leile, na rua es-
(reila do Rosario n. 34, defronle do depositario ge-
ral : quem quizer, dirija-se mesma casa para tra-
tar.
Manoe! Thomaz de Parias faz sciente aos seos
freguezes que mudou o seu eslabelecimenlo de al-
faialc para a rua do Livramenln n. 26, primeiro an-
dar, o qual promelle cumprimento de sua! obras
com toda perfecao e ezaclido.
OITerece-sc urna pessoa para administraran de
engeiiho, a qual enlende de loda a agricultura e:ma-
nobra de engenho, por j ler muita pralica : quem
precisar venda Iralar na rua do Caldeireiro em casa
do Sr. Regs, ou annuncie.
Attencao.'
Jos Leandro Marlius Filgurira prup6e-se a ensi-
llar todas as dansas modernas boje adoptadas nos
grandes salOes pela reara da arle ele. ; aaslm como
se acha promplo a ensillar msica vocal e instru-
mental, e avisa ao respeitavel publico, que se ada
promplo a exercer particular as func(es de sua arte
por medico preco como he publico : quem se qui-
zer ulilisar de seu pequeo preslimo, pode procurar
na rua de Hurlas 11. 37.
Perdeu-se na noite de 7 do correnle urna ca-
noa de amarello, denominada Pelinlra, a qual esla-
va amaifada no caes do Sr. Dantas : quem a achou,
pode levar lili; do Nogueira, i cojq servico per-
lence, 011 ao caes referido, pelo que sera recompen-
sado no segundo andar do sobrado n. 37.
Aluga-se urna olera, ten lo algumas obras fei-
las, lambcrn se compra : oa rua da Cruz n. 31, ou
annuncie. ,
Na roa doQueimadon.il, ha nm completo
orlimnlo de l,ia para bordar, de todas as cores.
i DENTISTA FRA9CEZ. I
Pauto Uaignous., dentista, eslabelecido na 9
9 rua larga do Rosario u. 36, segundo andar, *
O rolloca denles com a pressfto do ar, c chumba a
0 denles com a massa adamantina e outros me- SJ
0 laes. v
*StBJS5?-9
O Dr. Ribeiro, medico, contina a residir na
roa da Cruz do Recife n. 49, segunde andar.
Nova
I. 22.
L. DELOUCHE tem a honra de annunciar ao
respeitavel publico, que ncaha de receber pelo ul-
timo paquete o mais bello sortimenlo de relogios
de ouro patele inglezdo melhor fabricaple de Li-
verpool, de ouro patentes horizonlaes, e foleados
de ouro de 18 quilates, e um grande sortimento de
chaves e oculos, por precos muilo vantajosos e am-
aneados.
O Dr. Sabino Qlegario Ludgen l'inho,
mudou-se do palacete da roa de S. Francis-
co n. 68A; para o sobrado de dous anda-
resn.l, ruade Sanio Amaro, (moodo novo.) i
Aluga-se a quarla casa Ierres do hil Vs-
querdo, ao pasear a poole pequea da Mag- S
dalena: a Iralar na rua Nova, primeiro an-
dar por cima do Sr. Beker. 4
No dia 15 do correnle. au sabir da missa das 11,
da matriz da Boa-Vista al a rua da Auroro, perdeu-
se nma pulseira de coral, loda de fios, (endono fei-
zo urna figura encasloada sjtan ouro, qoem adiar e li-
ver consciencia. leve-a a roa da Cadeia do Recife,
loja de cambio n. 34, qoe se dar o valor da pul-
seira.1
Illm. e Eim. Sr. presidenle.Jos da Rocha Pa-
ranho, lendo solTrdo pielcririio em seu direilo da
Ihesourarla de fazenda d'esla provincia relaliva-
menle a cobranra da quanlia de dous cotilos e lan-
os mil ris, que a mesma faienda Ihe lie devedora,
proveniente de medicamentos que o topplicanle for-
necera para os hospitacs regimenlaes desla cidade, e
islo nao obstante ordem expressa do Ihesonro que
exigs prompla informarlo, e lambem as reclama-
res do suppcanle, nesla rolli.Ao recorren elle a V.
Exc. por urna pelicSo para ver se poresle modo, se-
riadespachada a sua prelenc,ao;mas sucredsjodoqoe
lendo V. Exc. roandadojnformar i mesma Ihesoora-
na, esta por molivos que o stipplicanle ignora, ten}
delido desde o 1. de junho al o prsenle a referi-
da informarlo por V. Exc. exigida, cansando desla
arle ao supplicante grave prejuizn ; por isso o sup-
phcante de novo recorre V. Eic.afimde que como
primeira antoridade administrativa da provincia se
diuge mandar que a referida thesouraria baja de dar
a informacao por V. Exc. exigida. Nesles termos,
pede a V. Exc: assim Ihe delira.E R. Me Jos
da ocha Paranhot.
Informe o Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda.
Palacio do governo 28 de julho de 1855.Fiqvd-
redo.
A ESTRADA DK FERRO O RECIFE E
RIO DE S. FRANCISCO.
Aosnegociantesem. madeiras e oulros.
Precisa-ee immediatamente, para a
construccao da estrada de ferro cima,
urna grande quantidade de madeiras di-
reitas, das qualidades mais approvadas
para estelos, etc., que tem de resistir a
accaodo tempo e agua salgada, assim co-
mo Pau-ferro, Sapucaia, Pau-d'arco, Em-
biriba-preta, etc. Quem quizer contra-
tar ditas madeiras, communiqueporcar-
ta mencionando as particularidades a res-
peito da quantidade que pode ser forneci-
da em um tempo marcado: dirija-se ao
contratante Jorge Furness, noescriptorio
dos Srs. Rothe&'Bjdoulac, ra ruado Tra-
piche n. 12, primeiro andar.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuqur-,
que mudou a sua aula para a rua do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por me-
dico preco como be publico: quem se
quizer ulilisar deseupequeoprestimo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos das uteis.
Aluga-se urna casa (errea no Mondego, feila
4 moderna e com bons commodns para pequea fa-
milia : a Iralar no pateo do Terco n. 9.
Esl a sabir a luz no Rio de Janeiro e
REPERTORIO DO MEDICO
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
1NGHAUSEN E OUTROS,
abreviada de lodas as lliMualias, a indicaban pnysio-
locica e llierapeulica de lodos os medicamentos ho-
meopalhii os; seo' tempo de aejo e concordancia,
segnido do um diccionario da significaeflo de lodos
oa termos demedicina a drurgla, e posto ao alcance
das pessoes do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Subscreve-se para esla otra no consultorio homeo-
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, rua Nova n. 500
primeiro andar, por 5J)000 em brochura, e 6(00,
eucadernado.
l JANE, DENTISTA, S
continua a residir na roa Nova n. 19, primei- #
Je) ro andar. S
a c &$*
Aos Srs. estudantes.
As ubras annnnciadas por 38000, na roa doQoei-
ado n. 24, nflo se venden mais pela forma annun-
ciada, e sim a vontade do comprador, e por commo-
do preco ; a ellas, qoe se eslflo acabando.
Novos livros de homeopalhia em francez, sob
lodas de summa imporlancia :
Uahnemami, tratado das molestias chrooicas, 4 vo-
lumes.
Teste, rrolestias dos meninos .' .
Hcring, homeopalhia domestica.....
Jabr, pharmacnpa homeopalhica. .
Jalir, novo manual, 4 vulumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jabr, molestias da pelle. ......
Rapon, historia da homeopalhia, 2 vulumes
Harlhiiiann, tratado completo das molestias
dos meninos..........
1 Teste, materia medica homeopalhica. .
8e I- a \ olle, doulrina medica homeopalhica
linica de Slaoneli .....
Casling, verdade da homeopalhia. .
Diccionario de > jsien .'.....
Alllas complete de aoalomia com bellas es-
tampas coloridas, conloado a descripcao
de lodas as parles do corpo hnmano
vedem-se lodos estes livros no consultorio homeopa-
Ihico do Dr. Lobo Moscoso, rua Nova o. 50 pri-
meiro audar. -
Quem precisar de maodar engommar roana
porrero commodo, dirija-se roa de S,. Francisco
Candido Jos Lisboa, antigo disc-
pulo doSr. padre Joaquim Raphael da
Silva, approvado pelo lycu desta cidade,
compratica deensinar, da' licoes de la-
tim : na rua d'Apollo n. 21.
UBLICAIJAO' DO INSTITUTO H0-
MEOPATHICO DO BRASIL.
THESOURO HOMEOPATHICO
OU
VADE-MECUM DO
HOME.OPATHA.
Mtthodo concito, claro e teguro de cu-
rar homeopticamente todat ai molestias
que af/tigem a especie humana, e parti-
cularmente aqUeltai que relnam no Dra-
til, redigido segundo os melhores Irala-
dos de homeopalhia, lano europeos como
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgera
l'inho. Esla obra he boje reconhecida co-
mo a melhor de-todas que trata m daappli-
caeflo homeopalhica no curativi das mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, nao
podem dar um passo seguro sem possui-la e
consulta-la. Os pais de familias, os senho- '
res_ de engenho, sacerdotes, viajantes, ca- ,
pitaes de navios, sertanejosetc. etc., devem
le-la m.1o para occorrer promplamenle a '
r qualqner caso de molestia.
linos volomes em brochura por 103000
encadcrsHidns 11000
Vende-se unicamenle em casa do autor,
rua de Santo Amaro n. 6. (Mundo No-
vo).
Panorama.
QDARTA EXPOSICAO.
FREDK LEMBCKE.
Tero a'honra de annunciar ao respeitavel publico,
que hoje quinla feira 6 do correnle, eipe novas vis-
tas que nesla provincia anda se nao viram : na
na da Cadeia confronte an convenio de S. Francisco,
onde espera a concurrencia'do rcspcilavel publico;
as vistas sflo as seguintes :;
'*S. Pclersburgo, vislo defronle de Isaac.
2.'Cronsladt com lodas as suas fortificarjoes.
3.Eiplosilo de amo mina franreza pelos Ros-
aos, na Crimea.
4.1Urna Pirlilicarao russaem noite de la.
5.O Sund ou a entrada do Rallicoem noile de
la.
>'Cronsladt com a esquadra russa e a observa-
cao dos alliados.
7.A cidade de Relm.
8.aRio-Cumprido (Engenho-Velho), perlo do
Rio de Janeiro.
O preco lie 500 reis cada pessoa, acha-se aberlo
das 6 as 9 da noile.
Attencao.
No oovo eslabelecimenlo de armador e cera, aler-
ro da Roa-Visla n. 39 alugaro-se caisOes para anjos
e defunlos e lodos os mais arrknjos necessarios para
laes actos, incumbe-se de qualquer enterro.para M-
rar lerendas, convidar padres,rmac.lo na igreja prm
quaesqacr aclos fnebres, carros ele., assim como se
jecebem encomCndas para se faierem cabecas.peilos,
bracos, mflos, perns e ps, e cera para qualquer
premessa, ludo por precos rasoaveis.
g8A>$J$93MS-@*se@89see
W O Dr. Caelano Xavier Pereira de Rrllo Q
g'avisa ao rcspeilavel publico, que mudou sua 9
W residencia para a casa contigua n. 43, no se- 0
3j> guilde e lerceiro andar, onde pode ser pro- )
9 curado lano de dia como a qualquer hora da %
5> noile, para os misleres de sua prossAo. m
Regiment de castas.
Sabio a luz o regiment das custas judi-
Viaes, annotado com os avisos que o alte-
raran. : vende-se a 500 reis, na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
(t> O medico Jo de Almeida Soares de Lima O Bastos, mudou a sua residencia para a ruada @
{$ Cruz sobrado amarello ri. 21, segundo an- 3
dar. 3
EDCACA'O DAS FILHAS.
Enlre as obras do grande Fenelon, arcebispo de
llambray, merece mui particular ineilcno oiratado
da educado das meninasno qual esle virtuoso
prelado eiisina cuino as mflis devem educar suas li-
llas, para um dia chegarem a oceupar o sublime
lugar de mai de familia ; lorna-se por tanto urna
necessidade para lodas as pessoas que desejam unir
a-las no.verdadeiro caminho da vida. Esl a refe-
rida obra Iraduzida em porlugoez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto preco de 800 rs.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira. aclual
professor do lingua frauceza no (iymnasio desla pro-
vincia, contina no ensino particular desla mesma
lingua, e bem assim da lingua ingleza, rheloriea,
geographia e philosophia ; e para mais facilitar o es-
ludo de algumas deslas materias preparatorias aquel-
las pessoas que nSo possain frcquenlar sua aula as
horadesignadas em seus anteriores annuncios, pro-
pe-se abrir um curso das deas linguas e nutro de
rheloriea e potica, sendo os dpus primeiros das 5
horas e meia'da tarde al as 7 112 da noile, e o se-
gundo dessa hora al as 8 : quem quizer matricu-
larle em qualquer um deslcs corsos, pede procra-
lo desle ja na casa do sua residencia, na rua Nova,
sobrado u.,23, segundo andar, onde lambem prose-
gue no ensino deslas roesmas disciplinas e das oulras
as horas j desde u principio annunciadas para
aquelles qoe entilo as poderem estodar. propor-se-
ha igualmente a abrir cunos de philosophia, de geo-
graphia e historia a noile, quando para laes esludos
houve numero ufliciente de alumnos, a enlarde
1. de selembro em dianle: e protesta continuara
cumprirtao exactamenteqeanlo Ihe for possivel ot
deveres do magisterio.
A boa fama
V'e^^Hpapel roarfim paol ido, a resma a
Papel ile peso paulado inuito superior, resma 38600
amo almaco sem ser paulado malte bem
Pennas flnissimas bico de lauca, grora
Dilas mullo boas, groza
Caivetes fino de 2 e 3 folhss, a MO e
Lapil finos envernisados, dozia
Dilos sem ser eavernisadi
Canelas de marflm muit
Capachos pintados para salas
Bengalas de junco com bonitos casles
Oculos de armacSo ac, lodas as graduaooM
pilos de dilos de metal branco
Lonetas com armaran de tartaruga
Ollas de di le de bfala
Carlearas para algibeira, suoeriores
rivellas dooradas para caltas e colleles
5!??"* fina* de roelal, o par 800 e
29600
19200
640
400
1'
80
600
500
800
400
I9OOO
500
600
100
19000
-,-------'i. uc iucii, o parouu e ijsow
iraocelins prelos de brrala paferelogios 100 160
209000
69000
79OOO
69OOO
169000
69000
89000
I69OOO
10900o
89000
79000
68000
49OOO
109000
309000
COMPRAS.
Compra-so ama parelha de macacos para virar
barcagas, novos ou usados, porm que eslejam per-
felos e fornidos:, na casa do Sr. Tilomas Fernandes
da Cunha, loja de ferragens na rua da Cadeia, se di-
r quem compra.
Compra-se um Alias de geographia por Simeu-
conrl: na rua da Cadeia do Recife n. 51, loja.
Compra-se um haslidor para bordar :. quem li-
ver annuncie ou dirija-se .1 rua Imperial n. 52.
Comprase um escravo que nao lenha vicios
nem achaques, e que sejp de boa conduela, ainda que
nao seja moco : a ti alar na rua do Collegio n. 21,
primeiro andar.
Compram-se accoesda companhia de
Bcberibe: em casa de Tasso Irmos.
Compra-se um diccionario portu-
guez-ingle* : nesta typographia.
C.ompra-sc urna carroca em hom estado coro"
om boi : na rua da Cadeia o Recife-n. 54^
< PAR4. UMA ENCOUMENDA.
Compra-se urna escrava 05a, de boa figura.
que emenda de cozinha e algoma cousa de engom-
mado : no Recife, becco do Uon;aIves n. 10.
Compra-se urna grammatica de Burgain: na
rua estrella do Rosario n. 2. *
Compra-se urna salva de prala de qoalro copos,
pouco mais ou menos, o mna colherde sopa, s pe-
lo respectivo peso : na rua das Cruzes n. 40.
VENDAS.
Kf
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria 11. 6 e 8 da prac da
Independencia om rolhetinho com diflerenles ora-
oes conlra o eholcra-morbos, e qoalquer oulra pes-
ie, a 8Q rs. cada um.
REGULAMEMTO DA AFERIQAO'.
Vende-se por 100 rs. rada um regulame'nlo de afe-
ncao do municipio do Keoife : 113 livraria n. 6 e 8
da praca da Independencia.
A Boa Fama.
Na rua do Queimado, nos qualro caolos, loja de
miudezas da boa fama n. 33, vendem-se os seguintes
objeclos, ludo de muilo boas qualidades e pelos pre-
sos mencionados, a saber :
Penles de tartaruga para alar cabellos a 49500
Dilos do alisar lambem de tartaruga SaOOO
Dilos de marfim para alisar 1910O
Dilos de bfalo muilo linos .. 300 e 400
Dilos imilando a tartaruga para?aiar cabello 19280
Leqiics ruiissimos a j, 39 e 49000
Luidas canas para.coslnra 33000
Dilas para joias, muilo lindas a 600 e 800
.uvas prelas de larca] e com borllas 800
Dilas de seda de cores e sem defeilo I9OOO
Lindas meias de seda de cores para crianzas I58OO
Meias piuladas fio de Escocia para criaucas 240 e 400
Bandejas grandes e finas 33000 e 49000
Transas de seda de todas as cores e larguras e de bo-
nitos padruca, filas finas lavradas e de toda/ as lar-
guras e cores, bicos finissimos-de linho de bonitos
padrOese (odas as larguras, lesouras as mitis finas
que he possiveijenconirar-se e de lodas as qualida-
des, meias e luvas de todas as qualidades, riquissi-
mas franjas brancas e de cores com borllas pruprias
para cortinados, e alero do ludo islo oulras muilissi-
mas cousas ludo de bons goslos e boas qualidades
que visla do moilo baralo prero n.lo deiiam d
agradar aos Srs. compradores.
Vende-se sola mnilo boa, courinhos de cabra,
esleirs do Araenly, ludo por preco baralo : 00 ar-
ma zem da rua da Aladre de Dos ri. 2.
mnmwmm-wsmmimBm
Antigo deposito de panno de algo- 1
godSo da fabrica de Todos os |
Santos na Baha.
Novaes & Companhia, na rua do
Trapiche n. 5\, continan, a ven-
der pannodealgodaodesta fabrica,
trancado, proprib para saceos
rou pa de escra vos.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase aquetas, a 160
o covado.
Vende-se na roa do Crespo, loia di esqiina qoe
volla para a cadeia.
CORTES DE GASEIIRAS
DE CURES ESCURAS E CLARAS A 39000.
Vendem-se na roa do Crespo, loja da esquina qoe
volla para a 1 ua da Cadeia.
A boa fama
Na rua do Queimado nos qualro castos, loja de
miudezas da boa fama n. 33, vendem-se os seguintes
objeclos pelos precos mencionados, e ludo de mui-
lo boas qualiJades, a saber:
Duzia de tezouras para costura a 19000
Duzia de penles para alar cabellos 19500
Pe^as com 11 varas de lilalavrada sem defeilo 19200
Pares de meias brancas para senhora 240
Pegas de filas brancas de linho 40
Pe;as de bico estrello com 10 varas 560 e 640
Carleiriuhas com lUOagulbas, aorlidas 240
Macos de cordAo para vestido 600
Caias com clcheles balidos, franceses 60
Escovaa lina; para denles 100
Pulceiras encamadas para meninas e senhoras 320
Linhas brancas de nvelos n. 50, 60, 70 libra 18100
Libras de linhas de cores de novello 19000
Crozas de holSes para carniza 160
Meadas de linhas finissimas para bordar 160
Meadas de linlfts de peso 100
Carrileis de linhas finas de 200jardas
Crozas de ho Oes mnilo finos para calcas 280
Caitas eom li novello de linhas de marcar '280
Duzia dt dedaes para Senhora 100
Suspensorios, e par 4j
Macinhot de rampas so-
carlas de alfitetes loo
Camnhas con brinquedos para meninos 320
Agulheirosm lito bonitos com agulhas 200
Torcidas para eandieiro, n. 14 80
Caiiinhas ooi agulhas francesas 160
Babadosaberlos de linho bordados e lisos, a 120e240
Alm de Indo islo oulras mulissinias cousas todo
de muilo boas qualidades, e qee se vende muilissi-
010 barato nesla bem conhecida loja da boa fama.
T. ---- pmiuB ue iwrraaa parareiog
Iinleiros e areeiros de porceUna, o par
calas riqusimas patarata 640 iJOOOe
Larlelras propries para viagem
loueadores de Jacaranda com bom espelbo
Cbaroleiras de diversas qoalidl V
Meias de laia muilo superior para padres
Hnisiimas para cabellos e roopa
500
49500
:t950o
39000
8000
o va Ibas
-_----------------,.-.-mutiiios e roopa, iiavainas
hmssimas para barba, luva; de seda de lodas as co-
res, meias pintadas e ernas de mnilo boas qualida-
des, bengalas moilo finas, tinta encaro;
propria para riscar livros. Alm de lude islo ootraa
muiliisimas cousas ludo de muilo boas qualidades,
e qoe se vendem mais baralo do qoeem oulra qoal-
quer parle : na rua do Qoaimado nos qoairo caolos
na bem conhecida leja de miudezas da boa lama
si'periob nm
I MANDIOCA DES. MATH
) A bordo do patacho ,n
| AUDAZ, tundeado em frente
caes do Collegio, se vende s
rior e muito nov
mandioca, ebegada ago S.
Matheus. a preco* commodo* e
pai a porces: trata-se no escrip-
torio dos consignatarios Isaac
rio 4 C, na rua da Cu |
primeiro andur.
7JLOOO
Vendem-se na praca da Ina
ca n. 2ia 00, chapeos de <
de milit bda uualidadi
mas, pelobaratissimo prec
assim como continua a
ti ment de chapeo de
castor brancos muito fino cheg
mmente.
I A OINHEIRO.
S Na rua do Queimado
1 dem-se pecas de madapc
3,s200 ; alpacas de seda di
a" 680 rs. o covado; leu
trozpara senhoras
ri.bordados e lisos; ,....-.,.
dros muito moden
covado.
-MW/tmam\mwB%%m
Ao barato.
Ainda,eiisle um resto de 1
para homens e rapazes, que se vend
nulos precos de 39200 e 29800 o par: na rua da Ma-
dfe de Dos, loja 11. 28, e
berna n. 1.
Esg
uiao de linho
e algodao
meile superior, com 11 varas a pe
vende-se na rua do Crespo, leja da esqui;
la para a roa da Cadeia. ,
Com toque de
cupim.
Algoilo para saceos : vende-se por preco
modo, na roa do Crespo, loja d
pura a rua da Cdeia.
Vende-se ama negra boa vendedera, coz.
ISva de sabao : quem a pretender, dirija-ei
Mangueira, casa n. 10. de manhaa as 8 horas, e de
larde das 3 em dianle.
Vende-se um piano de Jacaranda, c
pouco uso, por prec mane
um berco de Jacaranda : na loja.do Sr. (,un
roa do Cabug, se dir qoem v
Na rua da Madre de Dos, loja o. 16, --misa
se muilo bons chales prelos do merino, pele barat-
simo orejo de 2500 cada oro.
5- No largo do Carmo, esquina da rua di pelas
n. 2, ha bnlathinhas fina* de soda novas e
d melhor fabricante de Londres, p
sas de cha, e para pessoas doenles gue eslito 1
lio em latas de 2, 4c 8 libras, lambem ae vi
libros, he mais baralo que em oulra
os freguezes. venham ver par acreditar
lem ila boa banlia americana moilo
libra.
Vemlem-se ancoras com me! de boa qualidade
eom 10 a 12 ranadas cada urna : oa raa da
de Dos n. 34.
Vende-se um escravo de 20 annos,
figura, e urna ntgrinha de 7 annos : na raa d
vramenlo u. 4.
REMEDIO IMCOMPARAV
UNGENTO HOLLOWAY'. I
Milbaresde individaosde todas asnacoes podem
leslemunhar ae vrtodes desle remedio iBcosnperavel.
c pruvar em caso necessario, qoe, pelo oso que dclle
lizeram, tem sen corp e membros inteiramenle
saos, depois de haver empregade intilmente oulros
iralameiilos. Cada pessoa poder-se-lia convencer
dessas coras maravilhosas pela leilura dos peridicos
que Ih'as lelalaro lodos os das ha mollee annos ; e
m.uor parto deltas sSe Mo sorpreiidenles que admi-
ram ue mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobranm com este soberano remedio o oso de seos
bracTe pernea, depois de ler permanecido longo
lempo nos hospilaes, oade deviam soflrer a ampla-
Cao I Dallas ha muilas, que ha vendo deixado etaes
sjlos depadeeimeuio, para ae oso sebmellerem a
essa opereSo dolorosa, foram curadas completa-
mente, medanle o uso desse preciusojremedio. Al-
gumas das laei pessoas, na efusao de seo reeooheci-
naento, decUraram estes resallados bessefieos diacle
do lord corregedor, oolros magistrados, fim de
mais autenticare sua aflum.
Ninguem desesperarla do estado de sua saude se
livesse bstanle eonHanca para ensatar esle remedio
constantemente, seguindo algusn lempo o treta:
memo quo necessllasse a natrvsa do mal.
aullado seria provar iacooleslavelmenle : Que ludo
cura I
O ungento he til mai particularmente nos
seguintes coto*.
malriz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das cestas.
dos membros.
Enfermidades da < culis
em geral.
Eufermidailes deanas.
Eruneoes etcorbulicas.
fstulas tui abdomen.
Frialdede ou falla de ca-
lor as olremidades.
Frieiras.
sjngivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammecao do ficado.
Lepra.
Males das pernas.
doa peitos.
deolhos.
Mordedurade replis.
Picadura detnosqui
Pulmoee.
Queimadelas.
Sarna.
Siipuraces pnlridas.
Tinha, era qualquer par-
' lo qoe seja.
Tremor de ervos.
Vitaras oax
do Agado.
dae arliculacdes.
Veas lerddas, ou noda-
das oas peraas.
da bexiga.--
Vende-se esle ungento no eslabelecimenlo geral
do Londres.n. 244,SroMl,e na loja de lodos osbo-
licaries, drogaislea o eutras pessoes encarregadas de
sua venda em teda a Amarice do Sul, liavaoae
Uespatiha.
Veode-se a 800 ris cada boce(nh,eflJ(ni ana
inslrueeo em porlugoez para esplicar o modo-de
fazer uso desle ungnento.
O deposito geral he em cata do Sr. Boom,' phar-
maceuttso, na raa di Cruz n. 22, em Pernam-
buco. 1

l

' I


DIARIO DE KRMIBUCQ QUINTA FEIRA 13 OE SETEMBRO DE 1855

LOTERAS Si PHOTWCU.
thesoui-eiro das loteH^M
prov ida faier publico,
acli a i bilhei
nalio p ajas rodas andam
* 2 1 corr viie das
-Oes-
P^P^BOOJ
igues de Al-
A 10o jrs. o
covado.
de Un il qu-idros, faieoda superior, e bonitos pa-
droes, por esle proco baixo, igualmente vendem-se
id franjn, pelo barato preco
eimailo ii. 33 A.
DIIflHRO
nao se engeita,
Vende-se na ra do I,ivramento n. 4. loura de I
ettanbo, prelcs, chicaras, pire a outras cousas pro-
priai para cozinha, cambraia de chuviscoi t 2J000
a pe?a, alpaca prela a 320 o covado.
Veudem-se saperiores presuntos inglezas. qoei-
joa londrinos, latas de di II eren les biscoilos inglezes,
^HaU- ha pjucos diu, licor cordeal Clierev: ,na
orna prela
algumas habilidades ia
ra do Codornii n, 9, la-

i'EIMADO N. 40.
acabara de arremalar em lei-
las da seda, 13a e seda,
das pelo futlttft II, e querendo
publico que so vendem por dimi-
enda* Kguinles, bem como outras
mostras. cun iienhot.
res para vestido* o covado
adro
ara vastidos largos
do alpaca de seda
ro parn vestidos
laa padrOea
?ovos padr&es
odo paca palitos
jssive'i
i,Mta vestido
P^P^pBperior
P^PBtna
no da seda
i bordado malisado
ares para grvala
grjuiles para se-
ra grvala
i pa li'mem
i grvala
laGna
L^a^H^los na da seda da cor
tiro
puro liolio
de paro linho
iara camisas
mofo
nes
e liado goslo a
1BV "na
i^Hboies
13100
640
380
280
220
260
380
320
3*800
29600
29000
29000
480
540
640
29500
39800
39OOO
139000
19500
79OOO
119000
99OOO
59500
4940O
900
19500
I920O
800
600
SOO
soo
300
49500
^
400
29500
69000
1*8000
89000
640
39800
500
600
19280
800
79000
19120
29OOO
300
20O60
79000
i amito booi mel.
Terca a. 32.
I>ara msica:
P^PHp- n.
iSSaaem, eslalo-
erviro.
' de paltia para
redo
iraUr^pHipH
barna.
Vende-se um sitio em Patalibe, cnm bastantes
larras propria i para quatquer planta, e urna axcel-
lenie vanea propria para capim, baslanles arvore-
los de diversas qualidade* e una grande
capoeira : qnalquer pessaa que queira comprar, di-
rija-se ron larga do Rosario n. 30, que achara com
quem tratar .1 lal retpeilo.
Vende-se urna prela crioula e rccolhida, coin
18 a 19 anno- de idade, e vejada de 3 a 4 mezes,
tendo todas a* habilidades que se podem encontrar
em uoia boa eacrava : na roa da Koda n. 11, se dir
o motivo da venda.
. Vende-se no lugar do Rosarinho um grande
sitio capaz de conservar no uugmenlodet2vaecaade
leile, com ptima baixa para capim, com muilas ar-
vores e fruclas : a tratar na roa do Queimado n.
63, loja de JoJa Chrisoslomo de Lima Jnior.
Vndese um sellim de borrainas, armacao in-
glea, com lodos os perlences em meio uso: na roa
do Livrainenlo n. 32, padaria.
_ FARINHA DE MANDIOCA..
Domiugos Alvos Matheus lem para vender muilo
superior e nova larihlia de mandioca de S. Malheos,
em saceos de um alqueire de medida velha, assim
como rariuha fina para mesa, em saceos e barricas:
para ver, no armazem de Jos Joaquim Pereira de
Mello.
Vende-se ama escrava crioula, moca, de boa
figura, sera vicio algnm, engommadeira, cozinheira,
lava de sabAo, cose e faz doce, com urna cria de 3
anuos : no largo da Soledada, casa lerrea de 3 janel-
las e 1 porlilo.
Vende-fe um sellim grande de borrainas, de ar-
macSo ingleza, eom todos os perlences, era meio
uso : na ra do Livramenlo n. 32, nadara.
Vende-se uma escrava crioula, de idade 16 an-
nos, boa ligara, propria para aprender qualquer Ira-
bilidade, por j ler algum principio : na ra do
Ilangel n. 50, taberna.
Sal do Ass
a bordo do brigue nacional ero : na ra do Vigario
n. 19, 1 andar.
Veudem-se
Palito de brim pardo de liuho, muilo fino
a 59OOO.
Ditos de bramante branco, de cordao, fi-
no, a 89OOO.
' Dilo ile esguiao muilo fino de puro liobo,
a 89000. _^.
Ditos de alpaca prela trancados, a 690WTS
Dilosde alpaca preta muilo finos, a I09OOO.
Dilu de alpaca de cores de cordao, a 69000.
Dilos de panno fino prelo e decores, lodos
Torrados de seda, a 189000.
alijas prelas de ctsemira selim, a 109000.
CollelM de selim da Chiua e iavradoi, a
89OOO.
E outras muilas Calendas clugadas lti-
mamente de Pars, lim como casacas de
panno fino prelo, quinzeaas de casemira, ca-
raizinlias de murim francez eom peito de
silesias de linho, liuiaaimas meia* de Escc
ia e de seda de cores e lislras : na ra do
respo, loja amarella n. 4.
"*i
Para acabar.
Vendem-semerinos em pera e a teta-
Iho, de muito boa qualidade por serem
(rancezes por todo preco: atraz da ma-
triz da Boa-Vista n. 13, das 6 horas da
mar lian a's 9 do diu, e das 5 a's 6 horas
da tarde. ,
No largo do Carmo, quina da ra de Horlas n.
2, vendem-se queijos novos a 19800, manleiga in- .
gleta a 640, 800 e 960, e muilo superior a 19200. di-1 potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
ta franceza a800rs., paisas a 400 rs., cavada a 180, e ra| virirpm re I ishoa pm norlri tnrin u
chourica a 400 rs., caC a 180. tapioca a 200 rs., al-!C Cal V" & **f LISDOa. em Pedl a taao.M
pista a 200 rs., cha a 1*600, 2&000, 29100 a 2988O*, precos mu to tavoraveis, com OS quites II-
A pechincha.
No aterro da Boa-Vista n. 8, defronte da
noneca.
Chesou ullimamenle a vardadeira carne do ser-
ijo e queijos de todas as qualidades, figos de coma-
dre, bolachlnha de soda, biscoilos finos ingleses mui-
to novos, e un completo sorlimenlo de todos os g-
neros d molhadosdos melhoresque ha no mercado,
e vende-se ludo por menos preco do que em oulra
parte.
Cera de carnau-
ba.
Vende-se cera de carnauba do Aracaly: na roa
da Cadeia do Recite n. 49, primeiro andar.
Cera de carnau-
ba do
ARACATY E ASSU'.
Vende-se em porcao e a relalho, por menos preco
que em oulra qualquer parle, principalmente sendo
adinliairo a vista: na ra da Cruz, armazem de
couros e sola, n. 15.
POTASSA E GAL VIRGEM.
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recite) escriptorio
12, ha para vender muito superior
Vende-se um cabriolet de dua ro-
das, com os competentes arreios: a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 19.
Vendem-se espingardas franceza de
dous canos, bonitas e de boa qualidade,
por barato preco : na ra da Cruz n. *ctH
primeiro andar.
Vende-se ania porcao de palacoes brasileiros a
19960: na ra estrella do. Rosario o. 4, se dir
quem os ten.
Vende-se eicellenle taboado de pinhc, recen-
lemenle chegado da America : na re] de Apollo
trapiche do Ferreira. a entender-so eom oadminis
ador do mesmo.
A boa fama
n.
Ven
em-se
Seda de quadrosescosseza, de quadros gran-
des cozn.3 palmos de largura e de corea vi-
vas, a I92OO cada covado.
Manguitos de cambraia bordados a agulha
e i machina, para vestidos de senhora, a
29OOO.
Gilas de cambraia do mesmo goslo, a 19 a
29OOO cada uma.
Romeiras de filles je liuho e seda, a 69.
'. Dilas de fil de linho bordadas o de cam-
braiela bordada, a 49 e 69OOO cada uma.
Chales de merino bordados de seda, que
finge louquim, com Cranja de reros, a 119
cada dm.
Ditos do caiemira com barra matizada, a
9000.
Ditos de caiemira liza, de todas as co-
res, a 59000.
Dilos de filete branco e de cores, com pal-
mas bordadas, a 89000.
[a rila do Crespo, loja amarella n. i.
i
Na loja de encadernacao, no becco da Cougre
cario, vendem-se por barato preco diversas obras de
direilo, e muitas oolras bem como as de direilo com-
mercial martimo, por Boulay-paly, consulado do
mar, de economa poltica, por Matheus J. B. Sav,
Dulens, obra* Valell, Missel, J. Adams Marlins. B.
Consum sobre direili N. da G. e P. ediplomalico,
obrigaepes dn jury, por S.R. Phillyps, direilo cri-
minal, por Brissol, Baboux cdigo penal, e muitas
oolras de diversos autores, de goslo Iliterato.
Velas.
Vendem-se velas de carnauba puna de 6, 7, 8,9,
10 e 13 por libra, e por menos preco que em oulra
qualquer parte : na ra Direila n. 59.
Vende-se |uma mulata de boa figura com
as babelidades seguinles : sabe bem coser cortar
um vestido.Cnzer ramizas de hornera, engomma com
perCeicAo, e outras habilidades que avista se dir ao
comprador ; e oulra de meia idaae.de boa figura, e
uma negrinha de 7 anuos : na ra do Livramenlo
n.4.
dilo prelo o melhor do mercado a 29210, btalas
40 rs., bolachinhas inglezas a 360, dilas Napoleao a
480, dilas ararula pura a 560, lisboense a 400 rs.,
loucinho de Lisboa a 320, banha bem alva a 560,
nozes novas a 80 rs., omma a 80 rs., aramia a '20,
espermacele a 800 e 960. carnauba em velas a 500
rs., frinhade trigo a 180, pomada a 440 a duzia.
doce de cenaba a 800 rs. o ramio, arroz branco a 480
a coia, libra a 80 rs., azeile doce a 640, vinho de
Lisboa a 400 rs., Figueira a 480, Porto muilo supe-
rior a 560 a garrafa, dilo branco a 560, sardinliasde
Nanles em latas a 600 e SOO rs., pliosplioros proprios
para quem fuma, que s se apagam ilepois que aca-
ba a madeira a 40 rs. a caiiinha, peneiras de rame,
e brai'os de balanra Romo proprios para balcilo.
A .31500
Venderse cal de Lisboa ullimamenle chegada, as-
sim como.polassa da Russia verdadsira : na praca do
Corpa Santo n. 11.
Cheguem ao ba-
rato !! !
Calas para rap imitando a tartaruga, pelo bara-
tsimo prar-o de 19280 cada uma : na roa do Cres-
po n. 6.
NaruadaCadeiado Reciten! 18,
Igh ha para vender relogios da fabri-
ca maisacreditadas da Suissa, tan-
to deouro como de ptata, dito*
foliados edourados, mais baratos
(0 do que em qualquer outra parte.
Deposito de algodoes trancados.
No escriplorio de Domingos Alves Matheus, na ra
da Cruz n. 54, contina a vender-se algodoes tran-
cados da fabrica da Baha, e Ko de algodgn proprio
para redes e pavios de vela, por preco tommodo.
Attencao.
Conlinua-se i vender na ra da Cadeia do Recife
n. 47, loja do S (Manoel) damasco de 13a' de duas
larguras, muilo proprio para coberlas de cama e
pannos de mesa.
Vende-se ama prela crioula, mora, cozinheira,.
engommadeira, roslureira e lava'deira, sem vicios
nem achaques: na ra da Praia, casa lerrea de-
fronte do Sr. vigario de S. Jos.
carao os compradores satisfeitos.
Attencao ao seguinte.
Cambraia franceza de cores de moilo bom goslo a
600 rs. a vara, cortes de cassa pretos de muilo bom
goslo a 29OOO o corle, ditos de cores com bous pa-
droes a 292OO, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, corles de laa muito finos com 14 covados ca-
da corle, ddQhuilo bom goslo, a 49500. lencos de
bico com palmas a 320 cada um, dilos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabera a 560 cada
uro, chales imperiaesa 800 rs., 19 e 19200 : na loja
da ra do Crespo n. 6.
Brins de velfa: no armazem deN.O.
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
Fazendas baratas.
Corles de casemira de pura 13a e bonitos padrGes
a 59500 rs. o corle, alpaca de cordao muilo fina a
500 rs. o covado, dita muito larga propria para man-
to a 640 o covado, corles de brim pardo de puro li-
nho a ,19600 o corle, dilos cor de palha a 19600 o
corle, crica de casemira de bom'goslo a 29500 o cor-
te, sarja de lila de duas larguras propria para .vesti-
do de quem est de lulo a 480 o covado, corles de
fusiao de bonitos goslos a 720 e I94OO o corte, brim
trancado de linho a 19 e a 19200, riscados proprios
para jaqnelas e palitos a 280 o covado, crtesde col-
leles de gorgurao a 39500 : na loja da rna do Cres-
po n. 6.
Velas de car-
nauba,
SIMPLES E DE COMPOSICAO.
Na ra da Cruz n. 15, vendem-se ditas velas, de
6, 7,8, 9 e 13 por libra, ero caizas de 8al 50 libras,
fabricadas no Aracaly, pelos melhores autores, e por
menos prejo que em oulra qualquer parle.
Vendem-se duas escravas mocas com habilida-
des, sendo uma de nacAo e oulra crioula, uma dita
que cozinha, engomma e faz lodo o man servico,-um
prelo de meia idade, bem robusto, uma oscrava par-
da, moc,.i, de elegante figura, sera habilidades : na
ra dos Quarleis n. 24.
Vende-se urna escrava de 40 annos, poaco
mais ou menos, que lava e cozinha o diario do uma
casa, e uma dita de 25 annos, pouco mais ou menos:
quem pretender annuncie.
CAL DE LISBOA A 49000.
Vendem-se barris com cal virgem de Lisboa, para
fechar conlas, pelo diminuto iprec. j de 4.9OOO o bar-
ril : na roa da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
teada ra da Madre de Dos.
Vende-se uma urna envernizada de prelo, no-
na ra Direila 11^12, primeiro andar.
DOS PREMIOS DA 4. E ULTIMA PARTE DA PRIMEIRA LOTERA
Vendem-se moilo bonitos chapeos de sol de seda
pequeos e com molas proprios para meninas de es-
cola, pelo baratsimo preco de 39000 rs. ; he cousa
lao galante qne quem vir nao deixari de comprar :
na rna do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
n. 33.
CAL VIBGEM.
A mais nova no mercado, por preco
muito barato: no deposito de ra dq
Trapichen. 15, armazem de Bastos & Ir-
mos.
Na ras do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender, superior relrot de primeira qualidade,
do latineanteSiqueiralinhas de roriz e de nume-
ro, e fio porrele, ludo chegado pelo ollimo navio vin-
do do Porto, e juntamente vinho superior, feitoria
em pequeos barris de dcimo.
Vendem-se no armazem n. 60, da roa da Ca-
deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por presos
mdicos.
FABINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por ojOOO res : nos armazens ns.
3,5 e 7, e no armzem deironte da porta da
alfandga, ou a tratar no escriptorio de
Novaes &Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Taixas para engenhos.
Na fundir o' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passn-
do o chaiariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com, promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em casa de S. P. Jolins-
ton & C., na ra-de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronceados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa h. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro'.
FAZENDA SEM AVARIA.
Vende-se brim branco proprio para militares a
500 rs. a vara, dilos de cores pelo mesmo preco : na
ra do Crespo, loja n. 6.
Vende-se ajo em cunhelas de um quintal, por
preco muilo commodo : do armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
DEPOSITO D\ FABRICA DE TODO
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O- Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de ass'uca r e coupa para escra-
vos, por preco commodo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala aova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenlio, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
*to.
Na roa do Visarlo n. 19, primeiro andar, ven
e-aefarelo aovo,chegado d. Lisboa pelobrigoe *
ptranra.
CAL BE LISBOA,
i Vende-se cal virgem, chegada no ul-
timo navio, por preco commodo, assim
oomo potassa superior americana: no
deposito da ra de Apollo n. 2B.
FAZENDAS DE GOSTO
PAKA VESTIDOS DE SENUORA.
Indiana de quadros muilo fina e padroes novos ;
corles de laa de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na rna do Crespo loja di eaqnina que
volta para a ra da Cadeia.
Anaci.
Na ra do >*, na Pra
vender barris de meticmente
fechados, proprios para deposito de fe-
ses; estes barril sao os mejores queje
tem descoberto par
exhala tem o menor
zara 16 libras
co de 4000 rs
_
venda!
chegada!
rm, por nao
e apenaspe-
minuto pre^
andar.

>o
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a rui da Cadeia.
Vende-se
Farello em saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 9^-300.
Tijolios de marmore a
520.
Vinho Bordeaux em
garra toes a 12^000. '
JN o armazem de Tasso
1 maos.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza He Breta-
nha, 2 voluntes por ljOOO rs., na liviana
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
POTASSA BHASILEIRA. 0
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos sentares de engenhos o*
seus bons efeitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron Companhia.
!
Deposito 'I
pgne Chaj^a^^^^^^^^^^fl
lidade, de prcprieaad
de Harcuil, ra da Cruz
cife n. 20: este vinho, o n
de toda a Champagne, ve
a 56$000 rs. cada caixa, acha
nicamente em casa <
comte Feron 4 Compnb
B.As caixas sao marca
goConde de Mai
tido das garrafas sa
AOSSENHORES
Redundo de 640 para I
Do arcano da invencao'
do Stolle em Berlin,.
lonias inglesas e holli
de vantagem para o melho
assucar, acha-se a venda, em
libras, junto com o methodo d
ga-lo no idioma portuguez,
N. O. Bieber S Companhia, i
Cruz. n. 4.
Moinhos de vento
ombombasderepuio"para regar, h
decapim, nafundieade D. W. Boa
do Brum ns. 6, 8e 10.
Vende-se cognac da melhor qoaj aa im
da Cruz n. 10.
LABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de linho moilo finoa, laTraiai
redondas e de ponas, a rr.ais objeetos casal
lado de bom rosta ; vende-aa barrara
Croz o. 34, primeiro andar.
Vandem-sr btalas muito now
19)20, a libra 40 rs., maoUiRa i
caf de earoco a 160, loucinbo de Li
libra, nomina de engoounar a
HorUas n. 40.
I
s
s
Vende-se uma balanca romana eom lodos o
seos perlences,em bom uso e de '2,000 libras : ques
pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIHO.
Vende-se superior cognac, em garrafa, a 129000
a duiia, e 19280 a garrafa : na rna dos Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronle ao Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina qne
volta para a cadeia.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
cicas para piano, violao e flauta, como
scjam.quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio, de Jpneiro.
Ful
Hesappareceu no da 8 di
reila n. 53, om eacravo da i
na eguintet : alto, srosaoj
um lalho em ama das
muilo mastigador de fa^^L
moendo, o qoal ascraro ^^^H
Antonio Gailo em 25rie abril
ser de om aeu fllho do
levoo vestido camisa de
um chapeo. Este escrava1
o rusto um pouco ja
queira leva-lo ao mesmo 1^
compensado; aisim como sa
dades policiaca o obsequio
alim de que poasa ser captan
Dcsappareceu de bordo
quando naufragou no Brum, i
jor Manoel Goncalvesde Al!
da qual eslava um papel de
a Joaquim Goncalves da All
guem a acboa pode levarla a raa
meiro andar, que recebera re
Desappareceo no dia 1!
pelas 7 horas da noile, a .
35 a 40 annos, pouco mate
seguinles : um dedo da
gr^, lem marcas brancas as
misa de algodSozinho, vestido
fino, e mala orna Irona de
as autoridades polieiaes oa
ipprehendam o levem
Azevedo, ra praca do
bem recompensado.
n.bi, py-
IO DO GYMHASIO PERSAHBCAHO EITMHIM A 12 DE SETEMBRO DE 1885.
1"M.
NS. PREMS.
546 5
NS. PREMS.
81G 2009
59
5a

5}
5
200
49
50
53
54
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64
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79
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81
84
i'
96
97
98
601
4
5
6
.8
11
12
13
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109 20
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:
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5
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5

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59
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13
16
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21
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37
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60
(XKI 62
21
10
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.9S
99
40 5 34. 5ji
59 38 13
55 10 40 5 15
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5
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3
6
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2
5
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