Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00659


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Full Text
UNO XXXI. N. 208.

SEGUNDA FEIRA 10 DE SETEMBRO OE 1855
Por anno adiantudo 15,000.
Porte franco paia o subscripto!.
Por S mr.e* venados 4,500. \ ^ P Por anno dtanU.do 15,000.
\ *??s5 B^Ss Por,e ""anco pas o subscripto!.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENCAl.REGADOS DA SUBSCIUPCAO'. CAMBIOS.
Heeife, o pniprietfrio M. F. de Faria; Rio de Ja-1 Sobre Londres, a 27 1/2.
Paris, 355 rs. poi f.
eiro, o Sr. .'oao. Pereira Martin* ; Bahia, o Sr. I)
Uuprad ; Macei, o Senhor O andino Flcalo Uia< ;
. Farahiba c Senhor Uervazio Viclor da Nativi-
dad* ; Natal, o Sr. J*-aquim Ignacio Pereira Jnior;
Aracaty, o Sr. Amona de Lemos Braca;Ceara, o Sr.
aqum Jo*e de Oliveira ; M. ranho n Sr. Joa-
Ci Marques Hodrigoe* ; Piaiihv, o Sr. Domingos
lana Aekiles Pesaoa Cearence ; Par, oSr. Jus-
to i. Ramo, ; Amazona, o Sr. Jeronymo da Coala.

<

Lisboa, 98 a 100 por 100..
Rio de Janero, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia, de Beberibe ao par.
* da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Obro.Oncas bwpanholas4 .
Modas de 69400 velhas.
> de 69400 novas.
de 4)000. .
Prau.Patac8es brasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
299000
169000
169000
99000
19940
19940
19860
PARTIDA DO CORREIOS. AUDIENCIAS.
Olinda, todo os dias Tribunal do Commercio, segundasequtntas-feiraslScteml.ro
Caruani, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15 Relaco, tergas-feiras e sabbados
Villa-Bella, Boa-VisUEeOuricury, a 13 e 28]Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Goianna e Parahiba, segundas e sexias-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAR DE HOJE.
Primeira s 3 horas t 42 mininos da tarde
Segunda s 4 horas < 6 minutos da manha
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e nas|
quintas ao meio-dia.
Ijuizo de orphaos, segundas e quintas is 10 horas]
Ia vara do ciyel, segundas e sextas ao meio dial
12* vara do civel, quartas e sabbados ao meio da'
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1

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.
PARTE 9FFICIAL.
EPIIEMERIDES. DIAS DA SEMANA.
3 Quarto minguante as 6 boras 3 mi- 10 Segunda. S. NicoloTolentino;S. Nemesiano
utos e 49 segundos da manhaa. 111 Terca. S- Theodora penitente; s'. Proto.
11 La nova as 8 horas, 31 minntos e 12 Quarta. S. Mocrobio m 8. Ligorio m.
49 segundos da manhia. 13 Quinta. S. Aut v. ; S. Heronides m.
19 Quartocrescente as 5 horas,20mi- 14 Sexta. Exaltacao da S. Cruz; S. Cornelio [>.
utos e 14 segundos da manha. 15 Sabbado. S. S. Nicomedes m. ; S. Meleiino.
25 La cheia a 7 horas, 5 minutos e 16 Domingo. 17." Fesladas Dores da SS. Vir-
io segundos da Urde. 5em Mai de Dos ; S. Eufemia v. m.
GOVERNO DA PPiOVlJVCIA.
Expedleate do da < *e etenabro.
OtHeio Ao Exm. marechal eommandante das ar-
rala, diiendi que poda demorar a pariida do capi-
tn Trtslo Fio .losSanios pura a Bahia, al que ve-
nta decalo ilo governo imperial acerca do requeri-
mento ero que o meamo capillo pedio paaaagem pa-
ra o quarlot alalino de artilharia a pe.
Dito Ao inspeclor da Ihescuraria de fazenda,
transmittind >, para convenientes -examen, copia
da acta do conselho adminislrativo, datada de 29 de
agoale llitue-
DitoAo leesmo, recommend.ndo qae, eom bre-
vidtde, mande pagar ao cadete Pedro de Alcntara
1 iberio Capislrano a* vencimenlos das 16 pravas da
Ijaaeional de Cabrob, mencionadas na rel-
eme tte, aa quaes eeeuliaram dalli para eata
recrelaa para oexercili, e doos presos de
j**jfis> F-z-se oaecessario expediente a respeilo.
m Ao mesroo, inteirande de haver o prove-
Cdaudn, competentemente aulorsado, adrnilli-
a como guarda, extraordinarios daquella reparli-
t Mhrnoel Moreira de Mcidono,a, Joaquim de
jo Alves da Konseca, Bernardo de Barros Bar-
Jtatenio Jos Pestaa, Jolo Filippe da Costa
leiro e francisco Manoel dn Fonseca Rosa.
DHo Ao presidente do conselho administrativo,
ra promover a compra das hiendas e mais objec-
StneBcionados na relacao que remelle, os quaea
eeessarios ao arsenal de guerra. Fizeram-se
Mmaariai commanica;6e* > respeilo.
Dito An commandanle da establo naval, dizen-
do, tn primeiro lugar, que acaba de ofliciar s au-
toridades competente* para mandaren) receber do
eommandante do brigue de guerra C'trense os pre-
sos de jestica desertores, eum Africano Iivre, \in-
do* das Alasitas no meamo brigue, e em segondo In-
flar, que pode S. S: mandar desembarcar oa don* ex-
soldados de (|oe trata o citado iiflicio. Expediram-
M as conveniente* orden* a res jeito.
Dito ai i juiz relator da junta de justica, Irans-
miltindo, para ser relatado em sesslo da meama jun-
ta-, o procesan verbal do soldado Antonio Jos da Sil-
va II, perteiicente ao nono batalhu de infantaria.
i. Parlicpcu-so ao marechal eommandante das
armas.
Dita An inspector do arsenal de marinha, re-
commendainlo qoe mande fazer no brigue do guer-
ra Capibart'ie os exames e reparos de 'que trata o
eo*nmandan:e da estaco naval no oflicio, que re-
mette por cipia. loteirou-se ao sopradilo com-
mandanle.
Dito A* director das obras publicas, *0*T!-
ando-o a neber proviserinmenle a obra 4a bom-
ba do quinto tanjo da ramilicai_3o da estrada do Ca-
ri ( bem !!% i pasaar o competente certificado,
tftn de que o respectivo arrematante posea haver da
ia provincial, para o que ficam expedidas
aa convenientes ordens, a impiirlancia das presta-
-ffta a que tim direito.
hHo Anjaiz municipal da primeira vara desla
cidade, inleirando-o do haver designado a S. me.
, do dia 12 do correle, presidir a exIraccAo dos
itead* quarta parte da primeira loleria ennee-
a favor Jo tiymnasio Pernambueaiio. Com-
kou-se no theaoareiro da? loteras.
- Ao director interino do lycea desta cida-
lancndando que mande Irasferir amauha,
r destinada para n (i\ mnatio,-os ulencis
denao mesmo lyiu.
A 3 mesmo. Commoniro a Vmc. para
Hneiito e afm de qea> fjra constar o*
dessit lyc^que a inauguraoao doGjmnasio
ajaintjraerii ter Jasar, cnnforma acabo de
*a?alM^L*ivcdar, no dia 7 do corren-
te,.#spoi* diFwM'' Keste sentido ofliciou-sa ao
censor du Gymnano.
o A) inspector da Ihesouraria provincial, r-
mmendaido a eipedicao de nuas ordens, para que
enlregte ao continuo da secretaria da presiden-
i, I.oiz francisco Vieira- de l.una, visto adiar-se
Mole o respectivo porleiro. a importancia das des-
asas 'tilas cora o asaeio da mesraa secretaria no
Isiet de agosto ultimo.
irla ra Horneando, de wnformidade com
Opottn do eommandante da !ccio de hatalhAo de
lerva da i;uarda nacional do municipio de Carua-
ta Joa Jnaquim de Almeida Oaslrn para ciror-
liMda referida sec^o de bilalho. Commoni-
cou-se ao respectivo eommandante superiotr.
' BUI'AOODE PERNAMBUCO.
i aOococao respectiva ao acto de
jontliacao da Igreja do Collegio
lia 8 de setmbro de 1855.
Domus mea, doma* oraliokis voeabitur. A mi-
Jwgar somenle destinado para a ora-
Ror uo livro 2. do Paralipomenon,
#7. fW
sean tluvida admiravel qae a Divina Benigni-
esjgne para casa de ora;Ho e sacrificio urna
lineada pela arle liomana, prometiendo cou-
trroravel dlferimenlo is supplicas d'aquelles,
.que eom recia cousciencia imploram soccorro e au-
xilio em sois urgencias.
radilada esla verdade, comprehendamoi quilo
atis sejem as irreverencias e profanac,oes com
dentro dos templos, como infelizmente
cea naquelle, de coja reconciliacao tratamos,
n, o mudo possivel, reparar oe desacatos perpe-
'em tu interior, segundo geralmenle consta.
, eipellindo do templo de Jeraialem
*am em objecloi loteiramenle alheios
JJH manifeston com a maior ptiblieida-
|aal dere ser o telo dos cliristSos pelo que res-
. Ha ao* lenpios, opostruidos para honra e gloria
* Dees- l'.lle lanrou por Ierra cm grande indig-
o as ase tas dos Cambiadores, dizendo-lhes, que
convecUltem em cova de ladres a casa dedica-
da a seu Pa
*** erisajnoso fado e outros, que se prali-
i em lodo o mando, tero descido sobre os habl-
es do Iniverso Divina indignarlo, que espe-
neotamo! pelo* elTeilos da guerra, da fome e da
ate, quaei devenios prevenir pela penitencia, uni-
a esperanj.i qoe nos pode allrabir inafavel uon-
dadedeDeos, que nao qner morle do peruKlnr,
mas que este se convert eriya.
O perdao qoe a Eterna BercOceneia conceden aos
iinivilas, ameacados dajusVersao de sua cidade pe-
lo propliel Joas, no indui a imilar sua penilen-
eia, pela q Jal alcaiicaram a couservacao de seu do-
Micili. y
Conflaadm os mejo/que nos sao proposlos paraoc-
corretaoamMeaaaareceaaiis, con Ira osquaeso gover-
nodesta provJDcTk^em pnaiado salutferas proiden-
cia, eooflemos tambera que a reconciliacao, acercada
qoal .'aUaetos, taja eftacaz para austar os flagelloa
laeracidos.
O Ineosjmedo que actualmente supportamos na
propria satide, nao permiltiria a cflebracSo da re-
io, te a religiio e piedade dos nossos dio-
i nao excitaste a cumprir o deverde unir
ao tea fervor melle espirito, de que nos sentimos
animados, (ira exercer vaMpislerio de reconciliador
la Igreja por intermedio Wceremonias ecclesiasli-
caa, eslabelocidat para deaaggrnvar as abomiuacoes
irrogad., ,, tatjettade Divina, qae detesta o sacri-
leeprizo, qae a humana e diablica malicia
ersoade, juando promove a irrelifjiao, a Talla de
''t*^!?0 '"P6'10 devidoao lugar santo.
lribntonos espectiea actOes de gracas a Eterna
Jssencia, que mspirou ao Exm. presidente desta
provincia a eessao o entrega do templo reconciliado
a irmandade do EspiritoSanto.diligtmciando desl'ar-
le o rauabefecimento do cullo religioso, outr'ora
titule eicrc lv.
lfteconht>.^lfJat3 digna de notaos elogios a mesma
irroandade, disposla a fazer reviver a honra e es-
plendor di casa de Dos, aniquilada pela maligna
influencia dos autores e cooperadores de lo enor-
me rrime, :nja memoria o povo Pernambocano de-
aeja abolir.
O falo e adividade prximamente demonstrada,
cota (Im lie ultimar a reconciliarSo projectada, sflo
isMiicits nao equivoco* da verdade, que com o maior
prazer aun uncamos.
Prodileclos lillios, sendo esta unra das favoravei*
ncrattes, a moi propria pura oportunamente vot
fazer rtr (|oal deve ter o prncedimvnlo dos qoe pro-
leasam o ilirislianismo. designados temple* vivos do
vtrdadeiro Dos que adoramos, j.uoais no* seja lici-
ta a omistlo em vos recordar a rigorosa obrigarao
de sanlilK ardes, por meio da pureza de vostaacofis-
tieocias, as rosta* almas, as qoae* Jess Cbriato
otta hablar; motivo porque vos exhortamos a
fuga dos vicios, e ao exercicio daa virtudes, felici-
tando-dos pela ventura de serde^ gratuitamente
coiistibfWos templos de Deot, se era v* resplandecer
a. pratica i'e todas as virtudes.
Camn, rorem, a sublimidiide desla doulrina nao
se posta ti;pdr tem indicar o modo deobler sua pra-
tica, deleimioemo-nos a renunciar de urna vez pa-
r sempre o commercio eom i irregularidade dos co>-
tuates.
As illutorias soggesloet Uo eommom ioimigo, se-
|am para nos dignas do mais alto desprezo, pelo
qual possamos abrir com as chaves das'boas obras,
a porta do Reino Celeste, cuja posse o crime in-
terdii.
Este sublime pensamento de um sanio padre nos
sirva de estimlo para nos isentarmos de quaesquer
del idos, se nestes estvermos detidos, esforcando-nos
a reparar pelo sacramento da penitencia, por meio
de oracoes, jejuns e esmolas aos indigentes, a inno-
cencia perdida pela culpa.
Devendo porem esta doqlrina solrer a conlradi-
r.3o predila por Jess Christo, para nao pretender-
nos conseguir triumpho de nossos inimigos espiri-
luees, sem previa peleja, indispensavela todo aquel-
lo que almeja consummada victoria, aojamos deade
ja prevenidos contra todas a* dilliculdades que obs-
tem ao cuinprimenlo de nossTfETTSnatas obriuacOes.
Keconbecamos a clemencia e misericordia do Eterno
Esposo d sania Igreja, que se dignoo permittir a
consummacao. de ata acto, que nao pode deixar de
Ih ser agradavel.
Quelra elle onvir e attetfJer as supplicas que Ihe
rorem dirigidas, fundamentadas em suas benignas e
lufalliveis promestas, quaes fielmenle acreditamos,
esperando qoam nos se veriliquem.
Maa Sartaima, instituida Mai dos peccadores
por f Loilgenito Filho, para.medianle sua inler-
venrfciat agftciar, queira abencoar o* que se rego-
sijam da) assiitir ao aclo da reronciliarao no mui
aprazivel dia de seu glorioso nascimenl.
Palacio da Soledade 8 de selembro de 1855.
Jnao, bispo diocesano.
O Sr. Ministro da Justica : Est engaado
quanlo ao prec,o.
O Sr. Brandilo : Foi comprada por mais de 21
contos; abi est o decreto de 21 de abril de 1854
para responder a V. Exc; e Miembros mnito dislinc-
tos desla casa me afUrmaram qoe o Sr. Goncalves
Marlins nao a quiz comprar por 8 contos. Mas an-
da admitlindo qne esla ultima astercao nao seja
exacta, havia por ventura urgencia para qae seme-
Ihanle compra se Uzease durante o encerramento do
corpo legislativo e sem autorisaco delle? Nao fra
mais prudente, mais conforme com rgimen consti-
tucional, que o Sr. ministrado imperio espertase pe-
la reoniao da assembla geral, e permite ella mos-
trease a titilidade de ama tal compra, para Iheserem
dados os fondos respectivos e poder elle ento ef-
feclua-la'.' Mas que! Os Srs. miiiistrts se julgam
donos do thesouro publico, e dspoem delle como de
soa ahtibeira particular; por isso foi que o Sr.' mi-
nistro do imperio comproa por 21 cont* e tantos mil
ri* a livrarla de Pedro Angelis!.'!
O .Sr. Ges Siqueira : Tem documentos mui-
to importantes relativos nossa historia.
O Sr. Branda : V. Exc. j os vio ? Pode ser
que os tenha, mas eu deteja\a saber quaes elle* sao.
IITERIOR.
HIQ SE JANEIRO.
CAPARA DOS SRS. OEPUTADOS.
Setsao' o di. 19 a. jolho de 1865.
L-se e approva-se a acia da sessAo anlecedenle.
O Sr. primeiro secretario d conla do seguinle ex-
pediente :
Um oflicio do Sr. ministro da fstenda, enviando
a consulta da seccio de fazenda do conselho de esta-
do sobre os actos legislativos da provincia do Para-
n promulgados no annn.proximo pastado.__A' com-
missao de assemblas provinciaes.
Do Sr. ministro do imperio, enviando o aologra-
pho sanccionado da resolucflo da assembla geral*
que aulorisa o governo a conceder carta de nalura-
luacao a Ino Edwin Koberls e onlros. A' archi-
Duos do Sr. primeiro secretario do*senado, com-
municando que constara ao senado que S. M. Imoe-
infeirad""'6 "" V"'aS re,0,06es- ~ F'ca >a
Do Sr. diputado Joaquim Firmino Pereira Jorge
comrnumeandoque por incommodo de sua sade e
de pessoa de sua familia nao pode comparecer i pre-
sente sessao.-tica a cmara inleirada.
Fiea lambem inleirada da commonicaco de in-
commodo que faz o Sr. depolado Araojo Jorge.
Jj.n requerlmento de Joao Baplisia de-Brilo Ma-
ealbaes. pedindo um lugar de conlinuo desla casa.
A metaaajj
^I'uMJI S?1*?" de fi'nnio Manoel de Cam-
pos Meno, anegando qn? djreilosnue Miguel la-
vares tinba sot.ro ama sentenca P,.r elle ol.lida con-
tra a razenda naotonal, se acham cedidos a Falifja-
no Jos l.omes. A- commissao de fazenda
e acha altelo este negocio.
Rio
de ... ierren- seu de quVesl'de roIseVa^naUe
marinli*. por outro qne tem arrendado para ler nel-
o matwtosm, p*rfai.--*r cmiffitssao dTazerW
ORDEMDODIA.
Ornamento da marinha.
nUi^'a"" ^"""'cussaodo ornamento do rai-
nuteno da marinha, com a emenda apoiada.
Acha-se presente o Sr. ministro respectivo.
.. So: Sr- Pretidenle. vou azer al-
gum.sobservacoes a respeilo de diversos assumplos,
W aattaaa tata reparlicao dojiobr ministro daina-
I
Km requerimento da'camara municip'al da 4
ir. de Pono Alegre, capital da provincia o>
(.rande de S.Pedro do Sul, pedindo a permit
rinha ; tei muilo bem que S. Exc. tendo principiado
iouco lempo a reger esta reptrlicao, anda nao
-- -~ .- ." **"----" "-f-.avowt tUllUd Hito
em contra si ama somma de fados, que possam dar
logar a censuras da minha parte (apoiados); os d
SisadPe?,; S" "" "" 'M **" m*'1
O .Sr. Ministro da Marinha : J p!l,Ka.
nbMi.- ~.....e consegaintemenle ,u.
injusta qualqner aecusacao qne directamente se Ih
dingisse ; nao obstante islo, porm, neKar-ll,e-hei
mea voto naquillo que fr de conlianca.
fra
a
o
mesmo que elle faz parte de om"min"i."tio 'i.e"^
repoto perdido i opfno publica ; o qae todava
nao quer dizer que Exc. nao deseje acedar para
adquirir um nome qae o torne recommendavel no
OSr. Pnranagu : J o lem.
O Sr. Brandio : Pode ser: eqlrelanlo
re a fazer-Ihe
asseguinles iiilerpellaces.
man *>*i.l __;_ .__-
passa-
j~ "-----R *** itiir-i |(t;i|,li-,'".
Uesgracadamenle o actual minisleria lomaron-
ZTl ST* tsaaa^' ao Ptragay ; m*. he
Jm P r ,1.dM qae P"tfo ella com destino ..-
S1"\reE!!'',,,e,\:O di, dP < haver sabido do
porlo do Hio de Janeiro, e de oulros pontos, fura
S!g'*?B> P0*1 3|4 de racao, sem duvida por
r d.f,b,8,ec,m19n< Preciso para suslen|a(ilo da
foro, dei que ella compunha.
h. di i C deve pM8,r de"Percebido, porqoe
he de tal n.lareza, que revella deleixo, impreviden-
llZ&ST^ff P"^ de '>'". e. pois, per-
giinto ao nobre mimslro se o seo antecessor, ou mes-
n>'. ,rt,""a de averiguar, e te no caso af-
nrmalivo, |.i ae mandou responsablisar a esseou a
2J" 'oram causadores de irmelhante acontec-
Menlo.
Repito, o negocio he muilo ric, e ;i3o pode dei-
Hf de despenar a allencao dos poderes rompelen-
te*, porque no futuro poderemos ler expediedet, e
occorrerem factos da mesma ordem com nolavel pre-
joizo do scrvijo publico e da honra e dignidade na-
n fazer a S.
clonal.
Oulra inlerpellarSo lambem lenho ..
ri.qUerUalm.e,".e "refe inella expedicao.
Consta e lem sido declarado por muilos offlciaes
que tara., parte da forca expedicionaria, foi Zt
mo denuncado nesta tnhuria pelo nobre depolado
pela Babia, qae os manlimentos mandados para a
suslenlacao da tropa e marinhagem existentes na es-
quadra Toram de pessima qualdade, e alguna delles
se acliavam podres, o que deu logar a qoe orna grande
parle fosse laucada ao mar ; Uto deve constar dosca-
derno. de quarto* do diario de viagem qae secoslu-
ma razerabordo. Setal aconleceu. como se afirma
cumpre lomur urna providencia a fazer-se responsa-
blisar a quem quer que deva ser, para qae a fazend
publica seja indemnsada do* prejoizos qoe dahlh
resultaram; peco, pois, ao nobre ministro qae me di
ga o que tem feto a tal reapeilo, para Iranqullisar a
minha cousciencia c chegaraocoohecimeotodo paiz.
reitas estas inlerpellacties, passarei a expender al-
5"" ""exoes relativamente aos diversos objeclos
ue que se compOe o orc.amenlo que se discute. -
,: Pdenle, V. Exc. roe permitiir qoe eu e-
'" ? """"* vi- im como fez o meo nobre a
nf eonr "Wpor ?""*>'" na.essao de hon-
suDDlemem.!r monslri>*a qaanlidade de crditos
ive occa^T aberi2* anno Pa*Mdo- Senhores,
ilesdn n Uta i a, "?yerno. e vi com aorpreza qae
k! a._!a_Jde i""e,ro d 83* al 3(1 de dezem-
nno se abriram 50 credilos upple-
mportaucia de mais de ri (Hm-lKia-s I
Sendo que um dees 50 crdito, l abeo ?eV
srdreM h-*- da '^e
O Sr. Taques : Mas o anno pausado a assem-
bla geral legislativa nao se abri a 3 de maio.
O Sr. Brando : tem sei, e por isso me'expli-
qoei de um modo fcil de ser comprehenddo.
A lei que acabei de citar diz que o governo pude
abrir credilo* extraordinarios esuppleroeotares, mas
especifica minuciosamente as hypolheset em que es-
ta faculdade deve serexercida, e vem a ser quando
as despe/as nao admiltem por frm alguma a me-
nor demora, nao podem ser adiadas al a reuniao do
corpo legislativo.
Ora, eo vejo nesses crditos supplementares al-
'"Ds aa' ni i nao eram urgentes, mas qne al
nao deviam ser abertos; por exemplo, no ministerio
do imperio encontr um crdito que uln pode dei-
xar de causar-me espanto, e vem a ser o de 21 coa-
tos e lanos mil res para a compra da lvraria de
ata Sr. Angel*. Anglis ou Angelis (risada*), lirra-
ria esta que, mesmo nesta casa, ouvi dizer que ha-
via suio otTereciJa em um dos anno; anteriores ao
sr. conselbeirn Gonjalves Marlins por 8:000. e qoe
nao ro comprada por se mohecer que nao valia ae-
melianlepreco; noentanto que o nobre ministro
uo imperio a comprou por mais de 21:0008! I Isto,
senliores, he extraordinario. Poli ptrieava a ordem
publica, corra risco Iranquillidadn individual, nu
qualquer dos ramos do servico publico, se o Sr. roi-
nistro do imperio nao compraste acodadamente a-
quella hvraria?
O Sr. Uer Siqueirq? Veja no relalorio.
O Sr: Brando :
de 9 de selembro de
mada e escarnecida.
tetra : -
! Oque he exacto he que a lei
le 18SO foi inleiramente sophis-
O Sr. tet Siqueira : Nao apoiado.
O Sr. Brandan : V. Exc. nio apnia censura
alsuma qoe se faca ao governo ; est oo aeu direi-
to ; he governisla e basta (Risadas.)
O .Sr. G'es Siqueira : Nao me d liherdatlc d*
pensar 1\ #
O Sr. BrandiUt: Tem plena liberdade ; pense
como quizer, qae eu lambem pensarei como me pa-
recer. _
No ministerio dajusl-a cousas semelsstmes tem
acontecido; por conseguinle, Sr. presidHi qoasi
que nao lenho disposicao para discutir orfamentos,
porque vejo que ellos to nma verdadeir burla ;
servem apenas para oceupar o lempo, encher papel.
Assim, por exemplo, que importa qoe a despeza do
ministerio da marinha seja filada em 4,500 e tantos
contos, ae depoiso ministro pode abrir i, 5, 6, 7, 8
crditos supplementares, e de 4,500 coolos votados
a despeza vem a elevar-se a 8 e 10,000 contos* !,....
Ouvi ha pouco dizer, Sr. presidente, qoe este re-
sultado te deve ;i lei de 1&0; mas eu declaro a V.
Exc., qae considero esta lei muilo bem elaborada,
que reputo o seu pensantenlo muilo luminoso, e qoe
se boje ella serve de apoio a laes aberraedes dos mi-
nistros, he porque esla sendo despejadamente sopls-
mada, he porque o governo em vez de cingir-se *
sua letra e espirito, obra de encontr a ella, he por-
que o avisos, as portarla* e os decretos ampliando,
interpretando e revogando leis j sao em tal quanti-
dade, que nos convencen! da triste verdade qae o
Enverno zomba dos actos legislativos e do paiz, e dis-
poe da fbnoua poblica como bem qoer. Islo he ex-
tremamente melanclico e assostador.
Passarei agora,.Sr. presidente, aos negocios pto-
priamente da inaratia.
Nao sei de que Beato o nobre ministro encarar o
futuro da nossa mariofca : nao sei se S. Exc enten-
der que poderetaos ser um dia urna grande polen-
eia martima na America Meridional, oo se pelo
contrario nutrir a opiniao de qoe nao devemos as-
pirar a isto, nem ler a pretendo de ostentar ama
forja respeitavel uoa nossos mares ^errileriaes, e na
alto ocano, segundo o desenvolvimenlo dos nossos
recorsos.
Nem no relalorio desle auno nem nos das ante-
riores vejo enunciada urna opiniao clara a semelban-
(e respeilo, oo enlanto que lenho observado qne an-
"oalmenle se consigna uina quanlia avullada para a
wasaaSva, sem qNie* eTttr'B stgriaT'de 'poder urn"TTI" larda
eomparar->e com as das nacoe orescenles. Nao he
isto por cerlo proveniente da falla de valor e de in-
lelligencia, porque possuimos urna mocidade chea
de talento, de aspiraces e de bravura, que rivalisa
com a de qualquei paiz do novo e do velho mundo ;
por consequehciii devo crer que o nosso atraso nesta
parle provm da inercia do governo.
Na verdade, o qoe tem elle feilo para habilitar
esta mocidade a um grande destino'' Para enrique-
cer a nossa marinha com horneo, qae sejam emulo,
das mai* notaveia celebridades das armadas da Eu-
ropa ".' Nada.
Consomem-se todos os annos grande* sommag, vo-
tam-se despetas eventuaes e extraordinarias de mui-
lo vallo, como hontem observou o meu honrado col-
lega por Pernamboco ; mas nao vejo resultado. E
esses dinheiros.qae destino tem ? Servem para ar-
ranjar um ou onlro afilhado ueste ou naquelle lugar,
creado para este fim, nesta ou iiaquellacommis; e
he desla forma qae se consom qaaii a mor parle
das qaanlias votadas para a marinha, entretanto
qae servicosdegrande importancia, que devium me-
recer a alteiifao de ministros que lomassem inle-
resse pelo fqjuro de seu paiz, deixam de ser atteodi-
dos e considerados.
Pretender, repito, o nobre ministro por a nossa
marinha em um p lal que possnmo. ser algam dia
urna potencia naval 1 Se pretende, creio que he
lempo de fazer alguma cousa nesle sentido.
Senhores, todos reconhecem que a escola pratica,
que a experiencia dos grandes feilot de armas na
guerra continental ou martima, o*Je a observado
desses feilos nos Ihealros da* vastas operacOes, aao
os meio* de instrucrao o* mais eflicazea para se po-
derem preparar e obter oa graudes homens de goer-
ra ; e, pois, pergoolo ao nobre ministro da marinha,
estar S. Exc. rasolvido a mandar ofliciaes brasilei-
ros ao theatro da guerra qoe te est fazendo na Eu-
ropa T Parece qae, se S. Exe. intenciona dar im-
pulso a nossa marinha, assim o deve fazer.
A cmara sabe, e o nobre ministro nao ignora qae
ludo quanlo a estrategia, a sciencia e os esforcos do
espirito humano podem prodozir tem sido empresa-
do nessa guerra de gigantes qne se peleja no Orien-
te : se o nosso cculo tem viste alguma cousa de ex-
traordinario, he sem duvida essa gafara : nella se
acham os grandes getieraes, os malale almirantes
que a Europa possue.
Conteqnenlemente parece que he azada a occasiao
para qoe algons ofliciaes nossos possam ver em gran-
de os movimentos da* etqntdras, e a estrategia das
batalhas nvaes, e mesmo estadar e observar os mc-
Ihoramenlos inlroduzidos no material daqnellas es-
qu.dras. Estes ofliciaes voltando para o paiz enri-
quecidos de experiencia e de conhecimenlos prali-
cos em grande escala, muilo concorrrerao para que I
a nossa marinha posta aspirar um futuro brilhrnte e
lisongeiro.
He verdade qae se me (Hrpara qae ? Nao te-
mos guerra marJma ; nada receamos, estamos em
plena paz, e a>uttdo precisarmos de almirantes,
mandaremos butaat s Sr. Crenrell na Inglaterra.
Porm eu pens qftro nobre ministro nao deve cs-
ha^ar por esla opiniao. He necessario, Sr. ministro.
Ij.leae habilitemos os nossos naloraes, os lillios de
, i "mala trra, que preparemos homens do paiz qoe nos
possam servir na occasiao que delles precisarmos ;
he mislerque nao estejamos a merco do Sr. Grenfell
nem de qualquer outro.
Nem se diga qoe nSo lemos precisao desla, porque
nao ha motivo que nos faca temer urna guerra ma-
rtima, visto como se esta razio fosse procedente de-
veria resolver-nos a acabar com a nossa marinha de
guerra, e a fazer desapparecer do* nossos ornamen-
tos as verba* que com ella se despeudem. o que me
parece que ainda nao entrn na cabeca de nenhum
dos aossos homens de Estado.
Assim, pois, te he reconhecida a necessidade de
conserva-la e dar-lhe progresso e desenvolvimeolo,
forzoso se faz nao desprezar um meio qoe muito po-
de concorrer para melhora-la. He urna lembranca
minha, qae, seudo inlelligentemente aproveitadasem
offensa da nossa neutralidade, poder, no meu en-
tender, dar prolicuos resaltados.
Agora, Sr. presidente, tralnrei da examinar um
tpico que se acha no relalorio do anno pastado feito
pelo nobre ex-minislro da marinha, e qae nao vem
no relalorio desle anno. S. Exe. o Sr. ex-minislro
desenvolveu nesla casa e no seu relalorio a que me
retiro principios liio patriticos que eu nlo pude dei-
xar em ama occasiao qae tive de fallar de render en-
comios e,homenagem a suas ideas nobres e progret-
eistas, mas parece que islo o acaohou a nonio de o
fazer mudar de rumo em toas opinides.
O tpico de que me vou oceupar he o seguinle ;
diz elle; A.nosso marinha mercante lie, como
sabis, mai diminuta, e est ainda qoasi limitada
navegaco de cabotagem ; mui poucas sao as erabur-
caces brasileiros qoe fazcm a navegaco do longo
curso ; as tpulac.es assim desla* como daqnellas
embarcares sao em sua maior parle composla* de
marinheiros eslranseiro* edeescravos. Naeionalisar
o nosso commercio marilimo he de cerlo um dos
objeclos mais importantes e dignos de nossa conside-
rara o.
V porlanlo o nobre ministro qoe o tea anteces-
sor era de opiniao qae se devia quanlo ante* cui-
dar da nacionalisacao do nosso commercio mari-
limo.
Disrulindo este asaomplo, eu propognei na sestao
de 1s."m pela nariooalisacao do nosso commercio ter-
restre e a retalho, e apoiei-roe na auloridade do
honrada ministro da corda, qae tilo patriticamente
te havia explicado ; mas observo com dOr qne elle
no relalorio desle anno nao da ama s palavra sobre
tal materia, e antes parece haver abandonado as suas
primeira. ideas!
Peco pois ao nobre ministro actoal qae me declare,
e te levar a efleilo aquello pensamento nacional, se
pretende empregar sua infhtencia, e os recursos de
toa intclligencia para dotar paiz com o beneficio
da nacionalisacao do commercio. que elle tanto re-
clama.'
Sr. presidente, quando Ira* desta materia nao
posto deixar de sentir a maior raaaoa, e ella resulta
de observar que os clamores de nma popularan in-
teira, qae o br.ido unnime do paiz al hoje nao lem
sido attendido*.
A nacionalisacao do commercio, senhores, nao he
om desejo individual e passageiro, nao he um sonfio
de caberas loucas e esquenladas, he om sentimenlo
geral e profundo de toda a pofjular.au brasileira, por-
que he inconteslavel. e nenhom homem de boa f
poder por em duvida qne o commercio nos tem si-
do arrebatado, nos he vedado.
Estamos em o nosso paiz, entretanto o qoe acon-
tece he, que nesse ramo de industria nao podemos
entrar, porque a mao de ferr do monopolio estran-
geiro nos exclue delle.
Oalr'ora o partido que daminava a situaban procla-
mara essa* ideas, e eo que nao me achava alistado em
suas bandeirascnnheeia todava que elle sustenlava
um pensamento nacional.
E a prova, senhores, de que a nacionalisacao do
commercio he orna dessas verdades que nlo podem
ser abafadas, o qoe lem por al a sancr.in da opiniao,
eali em que ella lem alravestado o*" lempos mai*
calamitosos achatlo sempre defensores, sendo om
delles o nobre ex-minislro da marinha.
Sei, Sr. presidente, que n atsumplo he grave, que
lemos de lular com velhos inleresses estahelecidos e
creados ha longos annos em detrimento nosso ; sei
que lemos de pelejar contra a iofloenci. estramiei-
ra, para o qae he preciso meito patriotismo, muila
constancia acompanhda da mais firme vontade e
resoluc.io ; porm enlendo que o noataTminslro, a
quem me dirijo possue lodos ses predicados, epor
isso muilo pode fazer a bem da realisarao desle de-
sejo nacional.
O honrado ex-minislro no dilo seu relalorio. Ira-
lando da nacionalisacao do commercio mariliato,
lembrou algumas medidas, que me parecen] do
maior aicanee, e que se achamcoosignadas no se-
guinle trecho. (>.,
Na verdade, meu* senhore, qual he hoje a eon-
di^o do cidadao brasileiro en) relaco do eslran-
geiro que se acha no nosso paiz ?Sam duvida a da-
quelle he muilo peior do que a desle.
O Sr. Mello Franco :Apoiado.
O Sr. Ilrandao : Sem dnvida sobre o Brasilei-
ro recahem onus de qae o eslranseiro esta aHivia-
do e inleiramente isenlo. ao passo que he elle quem
propriamenle explora esla Ierra e delta lira o prin-
cipal prove lo.
O Sr. I'aranagv : Nem por isso a emigrarlo
anlue para o nosso paiz.
O Sr. I'irialo : He por cansa deslas opinides c
de oolras perigosa*.
O Sr. Brandilo : O honrado merabro qae ago-
ra est sentado jauto mim da-me um aparte que
lie inleiramente absurdo ; e te llvesse coragem de-
via respeti-lo, dando-o ao nobre ministro da ma-
rinha a quem sustenta.
O Sr. I'irialo : Coragem he preciso ler para se
dizer estas colisas contra a colonisacao e a emigra-
U Sr. Brando ; Eu nao perco meu lempo em
dar-lhe respoila ; .liga la quintos absurdos duizer.
Kisadas. *
O Sr. Uriato : Isto he Ojae be coragem.'
^^mm^^-
por
O Sr. Brando Meas senhores, o mea proposi-
to nao he desviar a colonisacao do meu paiz; hesim
manifestar oque todo-| irageiros illuslrados reconhecem.
. Digo que os proprios eslrangeiros de boa f reco-
nhecem estas verdades, porque ainda na se-sao de
1853 foi distribuida nesta casa, ao menos eu tive,
urna memoriajescripta peloSr.Dr.I.uciano|de tal.que
lie um Portugucz illuslrado, na qual *8o sustentadas
e luminosamente desenvolvidas as ideas que acabo
de enunciar. Ora. se ara estrangeiro imparcial
assim pensa, e' deplora a nossa situar.io aviltanle,
como lie que eo Brasileiro nao a hei de deplorar 1
So o hourado inembro que ha pouco me deu anules
poder estar contente com ella.
O Sr^ Viriato : O tenhor est mal comigo.
OSr. Brando : Nao contesto a* inmunidades
que a le publica das n.cOes concede aos rslrangei-
ros ; mas quizara que a par deltas se lomassem pro-
videncias que favoreceesem ats Brasileiros, para qae
elle* nao conlinuassem a estar collocados em urna
silu.cao manifeslamenle inferior dos estrangeiro*
na vida commercial, sendo victimas de um atroz e
brbaro monopolio.
O Sr. LettSo da Cunha : Collocados
quem?
O Sr. Virial: Nao d apartes, que o homem
se zanga.
O Sr. Leito da Cunha He apenas ama per-
gunla. r '
^ '^!r> ^ran^^ E respondo ao nobre depu-
lado. Quem lem cavado este abysmo de miseria
para os nacionaes nesla situacao lem *ido a impre-
videncia da legislacao do paiz...
O Sr. Leito da Cunha : No concordo.
O Sr. Brando :.... lem sido a incuria, a fulla
de patriotismo, a indolencia dos poderes sopreinos
do estado.
O Sr. Leito da Cunha :Estamos discordes in-
leiramente.
OSr. Braidao:Pode ser ; nefh eu lenho a pro-*
lencao de convencer ao nobre depolado. O que he
cerlo beque tenho em meu favor militas autoridades
e creio qae entre ellas a do honrado Sr. ministro da
marinha, que njo pode andar muito longe deslas
ideas.
O Sr. liriato : Elle protesta.
? ?r" Brandio 'E Sr- Virialo a meler-seem
ludo (Risadas.) O Sr. Virialo esta se querendo dar
hoje a espectculo I (Conlinoam a* risadas.)
O Sr. Presidente :A tlenco!
OSr. Brando: Desejarei, porlanlo, Sr. pre-
sidente, que o nobre ministro da marinha me dao
menos alguma esperanca a este respeilo ; S. Exe.
lem a precisa coragem para eiunciar fraocamentens
suas opinies, os seuspensanvmtos (apoiados,) e pois
mea-a no inleretsedo* Brasileiros, secundando com
a sua influencia de ministro tima idea qae acha apoio
em lodas as intelligencias patriticas.
Sr. pretidenle, nesta occasiao ea protesto solem-
oemenle coaira ama idea nesla casa, ^le que os Brasileiro* nlo eram apios
para a vida commercial ; boje todos nos conhecemos
que os nossos patricio* lem muila aplido para o
commercio... (Muilos apoiados.)
,.Sr- ruujo Lima : A mocidade cearence se
pplica com muila vanlagem no commercio, e aqu
mesmo na corle ha ejemplos.
Um Sr. Depulado : dem a mocidade de qoasi
todo o imperio.
O Sr. BramO : Sao minha* eonviccoes, se-
nhores, que este- tratado que lemos com a Franca
no embarga qualquer medida que pretendamos lo-
re,*J_da nacionalisacao do nosso commer-
qaando a iotclligericia que ae Ihe queira
dar seja difireme da que eu enlendo, persuado-me
que anda assim podemos por meios indirectos eflec-
tuar essa nacionalisacao. Desle pateo no* resultar
mcalculaveis vaolagens ; muilos coneidadao* nossos
que hoje nao tem meio de (vida virao por este meio
a mudar de sorle ; emlim o no*so estado social en-
trar as suas condic/Jes normaes. (Apoiados)
Nem *e diga que essa idea he privativa de um
partido poltico ; nao, senhores, he urna idea de to-
dos os partidos, de todos os Brasileiros. O /Mador
de Pernamboco, que era o orgio do principio
actualmente dominante, as folha* do partido contra-
rio, o Timbre Alagoano, que sustenta va a mesma
nolilica do Lidador, e muitos outros jornaes de lo-
das as cores e parcialidades polticas, sostenlarara
e algons ainda hoje sustentan- a necessidade da na-
cionalisacao do commercio ; por conseguinte, nao
se pode dizer que este pensamento nao domina um
vasto campo na opiuiao ; e que he parlo de caberas
escandecidas; nao, meus senhores ; he om .pensa-
mento propriamenle brasileiro, e muilo mu ir o
paiz se elle n3o for quanlo ; lites altendido e consi-
derado.
Me permillir.i agora a ca lara que en Iratc de um
oulro auumplo, declarando todava que o facsj, nao
para despertar ideas de provincialismo, mas para
mostrar a iujustca que o governo lem feito minha
provincia. Vou fallar do numero da* recralados
que all foraro tirados para a marinha. Sr. presi-
dente, quando vi no relalorindeste anno que a pr#-
vincia de Pernamhuco, que alias desde tonga dala
he victima de levas continuadas, lora a qae deru
maior nu.uero de remitas para a marinha, nao pu-
de deixar de sentir indignado.
O Sr. Mendes de Almeidc : Oolras deram mais
para o exerclo.
O Sr. Brando : Sentares, se os remitas para
a marinha devem sahir das populeones qae habitam
o lilloral e que se applicam a vida martima, he cla-
ro que Pernambuco nao deve ser o nico viveiro
de recrutas...
O.Sr. Goes Siqueira Ollie que a Bahia deu
lambem muilos.
(t Sr. Mendes de Almeida : Nenliuma tem sof-
frido mais do que o Maraohao.
O Sr. AuguAo de Olmra [ dirigndo-se ao Sr.
Mendes de Almeida : entretanto o nobre depu-
lado esti calado.
O Sr. Aprigio Cuimaraes (aa mesmo) : Res-
ponda agora.
O Sr. Brando : Peroamboco den 118 recru-
tas a Baha den 13, demaneiraque Pernambuco
deO tantos remitas quanlo as deinais provincias do
imperio reunidas, menos o municipio nentru eom
pequea diflerenea. Ora, be isto possivel, meus
senhores? Para Pernambuco nao lem bavido rolo-
nisarjo, os sen* habitantes lem sido ceifado* pela
pesie e guerra em diversas dalas ; o recrotamento
all sempre tem sido atroz ; a que estado pois se nos
pretende redozir
Ha entre a popularan martima da Bahia e do
municipio neutro confrontada com a de Pernambu-
co ama diflerenca do triplo, ou quadruplo para mais
em favor daquclles; e pois mantillas eslas propor-
ces, he visto qoe urna horrivel iujusiic,a se lem fei-
lo minha provincia, e como representante que son
della nao posso deixar de protestar contra islo, ede
chamar a alienlo do nobre ministro da marinha
para que ato consinla que continoe a dar-se esta
odiosa desigualdade que vai ferir de morle o cres-
cimenlo da nossa populacho e os intesesses da agri-
cultura.
Acredito que onobre ministro altender a minha
reclamadlo ; j. Exc. lambem he provinciano, e se
acnnlecesse que a sua provincia algum dia passasse
pelas horriveis pravaroes e flagetlos por que lem
panado a minha, ealm dislo continuarse a ser de-
clinada pelo recrulameuto, pens que nao deixaria
de escandalisar-seA de protestar contra urna lal
iujustca. '
Acompanhando aos meus dous amigos e collegas
qoe me precederam, passarei agora a dizer alguma
conaa a respeilo da obra do porto de Pernambuco.
S. Exc. aabe qoe o porto do Kecife he o nico
que possuimos para o commercio eslrangeiro. e na-
cional de grande curso : sabe mais que desde remo-
tas eras que se tem reconhecido a urgente necessi-
dadtj oe melhoralo, porque infelizmente de dia era
dia ene se ia lomando peior, a ponto de setoppr
qae licaria inleiramente inulilisado ; ora, os minis-
terios anteriores mai* ou menos se lembraram des obra, pin em desgra;amente parece que ella nao lem
merecido loria a allencao do governo. (Apoiados.)
Sr. ministro, o porlo do Recite nao he lmenle
de Pernamboco ; alein de ser um porto nacional, he
de mais a mais um porto de todas aquellas provin-
cias que all v3o comprar, e que entretem com a
taca, do Recife estreilas relacoes (apoiados); por
conseguinle, o porlo de Pernambuco he lambem
porlo da Parahiba, do Rio Grande do Norte e do
Leara, porque lo las essas provincias vao se prover
ao menos da maior parte dos objeclos de seu com-
mercio na cidade do Recife ; pode ser que algum
dia essas provincias lenham um commercio seo (a-
poiado), em direitura com o estrangeiro, mas pre-
senleaienle o centro desse commercio esl.i em Per-
nambuco.
Sendo pois sso assim, he vista qoe o
cie deve merecer urna attenjao mais s
do governo imperial, easobras deque
para seu melhormento, bem longe de l_.
feilas em 1*J anuos, como parece que est na* vistas
do governo, devem pelo contrario ser concluidas em
> ou 6 annos .(apoiados ; dahi reaultam, Sr. minis-
tro, bes nao s para as provincias que fazenrsen
"nrr'l,e-r*akV;0m ,ernaniiuicu., couia-ijunUamjaia u, <>.sr.. majiUff.f.&lazinlia.i
mea getiiis, e, pois, compre qoe maior solirilude proeedei rflaT; ., obngaqao de proi
baja, que maiores meios pecuniarios se destiera *"
para aquella obra, como indica a emenda que en
Uve a honra de a-signar.
Permitta-me S.Exc.que Ihe faca urna observadlo,
e vem a ser que os Irabtlbos e estudos feitos pelo Sr.
Mate, queaili foi mandado pelo governo para exa-
minar a obro, dio como primeira necessidade, para
o melhormento do porto, a existencia de urna boa
barca de excavado. Els o qoe diz oSr. Neate. (I,.)
Ora, aa o homem competente e profesional em
que o governo confia, reconheu islo, porque se de-
mora a remessa dessa barca T Nao d a provincia
lano duilieiro para os cofres geraes *
Espero pois qoe o nobre ministro nao deixar de
aliender a esla reclama?ao, na cerleza de que se o
hzer merecer as heneaos de ama pepulaco inteira.
Nesla occasiao lembrarei lambem a S. Exc. ama obra
que me parece indispensavel. e que supposlo nao per-
enra.iminha provincia, todava coasidero de palpi
la,nle necessidade, edesejra verrealisada*; fallo do
banehciamento do porto dMace. He pena que essa
norescente cidade. cidade de futuro eonde o com-
mercio se vi desenvolvendn em grande escala, nao
lenha um porto onde posso haver commodo desem-
barque. Sera, porlanlo, de justica que o governo se
lembrassedella, e que na distrifraicao da verba res-
pectiva nao a deixasse em esqueeimentn.
Aqui, Sr. presidente, chamare i a allencao de S.
Kxc. o Sr. ministro para um objeclo a respeilo do
qual oulr ora rallei ao seu anUeessor, slo he, sobre
o regulamento dado para affleagem do porlo de
lernamhiico. Contra esse regulamento se tem levan-
lado um clamor geral: o governo, que julgou con-
ss:
recran
nte aderar o regulamento provisorio que dera
a provincia do Maranhao, njo qaiz altender '
amacao dos praticofda barra de Pernamboco, os
quaes, dirigindo ao Sr. ex-ministro da marinha urna
representadlo na qual moslravam qae esse rcgola-
menlo Ibes era inleiramente prejudicial, rednzia-os
a condicao a mais deploravel, nao foram ouvidos.
Nao sei como o governo considera a praticagem
dos portos, mas o que he cedo he qoe vejo nesse re-
soiameolo admittido um principio qae me parece
inleiramente desarrazoado : o* praco* da barra de
Pernambuco ( rato serse-mitra* lambem ) sao consi-
derado como empregado* pblicos, larifara-se os
sens vencimenlos, o preco de sea Irabnlho, e depois
regula-seje lal mancira esse trabslho e o sea paga-
mento, qoBH linal vem um pralico a receber pelo
exercicio da sua industria urna insignificante qoan-
Ora, a esle respeilo rae parece que as naces ver-
dadeiramenle martimas e commerciantes, como a
Inglaterra, nao adoplam um lal principio; a prati-
cagem he urna industria, he o resaltado do Iraba-
Iho, da inlelligencia do homem ; o pralico para o ser
arriata oa vida, emprega-se em Irabalhos difllceis,
arduos, perigosos; porlanlo, me parece ama injusli-
ca qae depois de ludo islo seja obrigado a receber
nicamente de urna caita urna certa quanlia que es-
t marcada no regulamento. Este modo de proceder
desanima, faz com que muilos homens que por ven-
tura desejem applicar-se a esla industria fujam della,
porque vem o dedo do governo inlrodazindo-te na-
quillo em qoe nenliuma ingerencia deve ter senao
aquella que resulla da suprema inspecyao que Ihe
compele. Quo o governo marcaste as obrigac,es dos
pralicos, regalasse o modo porque deveriam exercer
a sua profissao dentro do* porlo*, bem ; mas, qae
depois delle* arriscaren] as suas vidas, depois de se
applicarem a um trabalho Mo diftlcll e tilo perigoso,
se Ihes digas pederis raaaker tal quanlia de urna
caitame parece iojasUeaJMl parece mesmo alro-
cidade.
Peso, porlaulo a S. Exc. que veja esto regola-
ment, qae veja mesmo a representarlo que o* pra-
lico de quem fallo em unanimidade dirigiram ao
V a"lees*or ; peco-lhe que faja justija a esses
Brasileiros que a reclamam, revogando, ou modifi-
cando o oppressivo regulamento de qoe lenho fal-
lado.
Sr. presidente, sei que nem o relalorio, nem o
orcamento da marinha foram fritos pelo nobre mi-
nistro actual, mas sem embargo disso dirajksempre
que nao posso deixar de sorprender-me qaaVdo vejo
a explicao.au da despeza extraordinaria e eventual
desse ministerio. Todos o serviros da reparlicao es-
13o attendidos as diversas verba*, no enlanto que
observo que se pede 228:0009 para despeza extraor-
dinaria, quando o aono passado se pedio apenas....
181:7508. Eu desejava, poi*. queS. Exc. explicasse
isto, em que vai este augmento da despeza. Vejo
ama tendencia que me faz estremecer para augmen-
tar a despeza ; lodosos annos as verbas augmentara,
e augmentam a ponto de muilas vezes duplicaren] e
triplicarem.
A explicarlo que se d no orcamento he a seguin-
le : Paraigralilicucijes a diverso* empregado*, para
diarias a operario* e serventes, para scrvi'cop-xlraor-
diniriu, para occorrer ao engajamento da marinha-
gem, para ajudas de casto a ofliciaes da armada.
Aclio que a quanlia pedida he exeexiva, tanto mais
porque confrontada cora a somma votada para o ejer-
cicio rorrete, aprsenla ama dillereora grande.
Nao eslou resolvido a negar no governo o* meio* de
poder governar. porque enlendo qoe o opposicionis-
la, embora o teja, lem necessidade de reconhecer a
existencia do governo, e de obedecer ao principio
regulador da sociedade ; mai desejava tranqaillisar-
me a este respeilo, e espero que S. Exc. qoe natu-
ralmente deve ler recebido do seu antecessor todos
os esclarecimentos acerca do orcamento, diga algu-
ma coota sobre o augmento desla verba.
Sr. presidente, nao faligarti mais a altencso da
cmara ; desejara dizer ainda alguma cousa, porm
allendeudo a qoe o nare ministro, <:omo disse no
principo domen discura, ha pouco lempo enlrnu
para a r.-partirn que dirige, limi(ar-me-hei is ob-
servacOes que teuho feito. Oovi S. Exc. hontem
promeltor ao meo honrado collega, qo'! tomara na
considerarlo devida as reclamac/Vs feilas sobre o
porto do Pernambuco, o qae raaejra que S. Exc. co-
nhece a importancia dessa obra. Se fra onlro mi-
nistro, como, por exemplo, o do mper>, qoe disses-
se isto, essa promessa me entrara por om ouvido e
sahna por oulro ; mas estou persuadido que S. Exe.
nao-ha de proceder come o seu rolles, ; estou con-
vencido que nao ha de fazer o que fez o seu anteces-
sor, qae leudo o anno passado feilo lis mais laraas
prometsa* a respeilo do porto de Pernambuco, dei -
xou de as cumprir, e pelo contrario illudio as espe-
ranzas de orna provincia, que como a rninho na or-
dem pniilica Taz peso na balanza do imperio, e de-
baixo do ponto de vista malimo oceura a pusirao
mai. saliente da America Meridional. Confio que
S. Exc. nos fara justica. (Apoiados, miilo aiaoi.)
O Sr. Ifaiulerlnj ( ministro da marinha ): Sr.
presidente, devo respOsla a dous illuslras deputadus,
ambo, ropresenlanlrs pela provincia de Pernambu-
co ; fa-'u-hei com a hrevidade qne poder, e princi-
piara por agradecer-lhes a benevolencia com que
se dignaram Iratar-me se ja a ella eu nao eslivesse
acoslumiido. ,
Senhores, devo aotes de lodo dizer ao Ilustre de-
potado que acaba de sentar-te, que nio ti/ promes-
as a resieitn da obra a que elle se referi. O qne
eo disse foi que urna obra de lana imporlanda, co-
mo a do melhormento do porto de Pernambuco, nao
poda ser levada a efleilo com as forcas ordinarias do
orcamento, e que en aceilava a emenda proposla
abrindo om crdito exlraordino ao governo para
poder aclianta-la.
A minha prometa, pois, esl dependinle da ap-
provacao da emenda, e se a cmara nlo a approvar
nao pod.-rei exceder aquillo que esla marrado no
or^araerdo...
O Sr. Brando : Bem, o mesmo satisfaz.
O Sr. Ministro da Marinha : Para que, pois,
o illusir depulado nao diga de mim o que disse (ao
injustamente dos meus Ilustres collegas, Ucn esla
dectarac/lo. (Apoiados.)
E devu accrescentar que o Ilustre depulado me
pareceu summameote Injusto quando Iraloii o
honrado Sr. ministro do imperio pela raaneira por-
qoe o fez. ( Apoiados.)
O Sr. Pedreir creio n3o he ministro acostumado
a fallar aquillo que tem prometlido a quem quer
que teja, e menos cmara dos Srs. depulado. A-
puiades.)
O Sr. Brando : Prnmetleu muilas causas o
annn pasado que .i5o fez."1
O Sr. t/iaVar-o da Marinha : Era preciso que
o i Ilustre depMRdo o provasse.
O Sr. Brando :Por exemplo, prometleu re-
formar o instillo vaccinieo, e nao o reformoo.
O Sr. 'Ministro da Marinha :Perde-me o fi-
lustre depulado ; muilas vezes ha desejo. que nSo
podem ser levado* efleilo por circamidaiicias mai-
to preponderantes e independentcs de i:
de. A piiados.
Tambetn drei ao Ilustre depntado q
ministril do imperio nao poda realitar c
fiillii de autorisac^o o de meios, O i
do abe qae o trrico da vaccina nlo he
he lambem provincial, e o illuatre deputado
mo mimbro da assembla provincial de Pernam-
boco devia comec.ar.por fazer ah realitar esse me-
Ihoramealo oo servido da vaccina.
OSr. Augusto de Oliveira :A assembla pro-
vincial soffrlntio loqo o logar provincial.
Poi, enleBaU-tuieUeiejjie/jse
, romover a vaccina sem cm exari
he lambem da assembla provincial; na minha pro-
vincia o contrario aconleceu, elevou-se o numero
dos empregado., afigmeolou-se a verba para esta
despeza, e marcaram-se estipendios a todos nos mu-
nicipios cenlraes. Apoiados.
Senbcres, nao he possivel que o governo, nem que
pessoa alguma, desconhrca a ulilidade da obra do
melhurr ment do porlo de Pernamboco.
Se ha obra geral qoe deva merecer lodos o cui-
dados di governo, he sem duvida esla, nos seus pro-
prios interess"s (apoiados;, poi* qoe he a provincia
de Pernambuco urna daquellas que coocorrem com
maior qaola para as rendas publicas.
Deve-se melhorar o seu porlo. porque facilitar-
se-ha o commercio eaugmenlar-ie-ha a renda pu-
blica por meio de ama maior importadlo. Cont
guintemente a ulilidade dessa obra nao pode ter
posta em discassao, e por isso nao rae empenhei
nella. Quanlo aos meios, nada mais accrescenlo
aquillo i: oe j lenho dilo ; creio que me expliquei
sufllcjeuiemenle para ser comprehenddo pela cma-
ra. Apoiailn.
Estra.'iliou o Illuatre depolado que o- governo
sempre augmente a. verbas de.despezas por meio de
crdito supplementares e extraordinarios, censura
qoe hontem foi igualmente feita por onlro honrado
depulado pela mesma provincia.
Sr. presidente, he misler qae consideremos as
cousas no seu verdadeiro ponto /le vista, para que
eslas censuras possam ser julgadas razniveis oa nao.
O* illuslres depulado* censuraran) o gjverno por
aquillo qae he aclo da cmara ou do corpo legislati-
vo. (Apoiados.)
Antes do decreto de 9 desetembro du 1850, como
eram fei'as as despezas I Volavam-*e qaanlias para
os diver-os servir-us previstos no orcamento, e aolo-
sava-sc o governo para pastar as obra de uina*
para oulra* verbas. A experiencia as censuras
fundadas desle melhodo levaran) o ropo legislativo
a refuru a-lo ; o que se dizia '.' Que o governo de
proposito deixava de Jfazer lal ou lal servico para
augmentar a despeza de outro, que quando o corpo
legislativo havia determinado que tal servico se fi-
zttse nao poda eslar oa* allribuices do governo
dislrahir a* qnanlia* designadas para elle alim do as
passar para o oros.
Esla idea com effeilo eo adopto ; siria perigoso
que o governo llvesse a atlrihuirao de nao despen-
der com urna verba o dinheiro votado para da e
passa-lo para oulra. (Apoiados.) Foi porlanlo o cor-
po legislalivo (evade a ealabelecer um oulro me-
lhodo, diste : Nao, vos nao podereis mais passar o
excesso de ama verba para oulra : mas podereis,
quando houver insufliciencia de meios para um ser-
vico votado pelo corpo legislativo, abrir om crdito
supplemenlar para qoe esta despeza aeja feila, poi*
que a sua necessidade j se acha reconhecida : i
quando porm houver algum caso extraordinario
que o corpo legislativo nao tenha previsto, como os
casos de nundacao, de incendio, de peste, etc., nao
precisa qoe o corpo legislalivo te rena, o governo
pode abrir um crdito extraordinario para acudir a
essas calamidades publicas. Podante sao especies
de despeza* muito diversas qoe os Ilustres deputa-
dos parecern) confundir...
O Sr. Brando :Eu nao confund.
leccao consta a importancia de cinco mil trezeelos e
lano, conloa de res.
O Sr.' .Vnbtro da Marinha :Ha onlro sin a
diz-se : o governo exeedeu a despeza em mil
lo* cont de ri* porque abri ora crdito ae*-
simportancia, Tambem he ensao, porque ha'
preciso levar em conta o que se deiiou de despea-
der ni mesma anno.
Se Ilustre depulado eiaminasse os Mlmjat ha-
via du ver que o qne se deixou de despender com-
pensa lalvez mais da metade da quanlia para qoe
se rbrio o credilp. (Apoiados.) Assim acontecen aa
ministerio da marinha,..
O Sr. Brando : Arsumenlo taafcj consta,
com i coliecrao de leis de anno paa| aaxsalan-
co* andam sempre atrasados.
O Sr. Siqueira Qaeiroz da um aparte qoe nao
podemos oovir.
OSr. Ministro da Marinha (para o Sr. Siqueira
Queoz):. He preciso qoe o nobre depolado prove,
nao basta afflrroar.
'O .,'r. Siqueira QuHro: : Esl provado.
O Sr. Ministro da Marinha : Otando qual-
quer pessoa lem ama opiniao pre-eslabelecida, na~e
ha raiao qae a convenca do contrario.
O Sr. Siqueira de Queiroz: He opiniao do
paiz.
O Sr. Brando : O qoe he exacto he qoe o paiz
nos observa.
OSr. Ministro da Marinha: Sim, o paiz no*
observa ; mas o paiz nao pode dizer ainda anota tea
razio.
lima Voz: Isso lien para depois.
o sr. Brando: Pode ter qae o paiz o diga.
O Sr. Ministro da Marinha : Sim, quando ti-
ver de pronunciarse em occasiao opporluna, qoando
tiver de pronunciar-te por meio da eleiejo.
O Sr. Brando : Sa materia he qae bao paiz!
O Sr. Ministro da Marinha: Sim, senhor, he
a maioria qoe o reprsenla. Quando at minadas
quizerem governar, he impossivel haver goverao,
haver syslema representativo. (Apoiados.)
Proseguir): abrindo-se pdo ministerio da i
nha nm crdito para o e\ercieio passado na i
tancia de 593:8233)660, hoove economa
verbas, de modo que o excesso da despeza \
dundo a 124:000. Ora. quem qoizesse arg
com <. algarsmo aecco diria: o ministerio!
rinha leve um excesto de 593:0008 sobro a i
votada; mas quem vi este ao exame dos fie
ria qoe o excesso nao foi alm de 124:00(le>.
O Sr. Brando: O peior de lado he nao appa-
recertmos batneos.
O Sr. Afwrfefro da Marinha: Carao qoer o il-
loslre depolado qae os balanrus eslejam prompta e
sejam presentes ao corpo legislativo, qnanrtl eo ir
pezas do exercicio passado ainda nao ettaVtttlaa Cf-
nhecilas ?
O Sr. Brando : O de 1851 a 1852 pedia ler si-
do ja i presentado.
O Sr. Ministro da Marinha:Ficayols deattms-
Irado que a censar relativa abertura de crditos,
a augmento de despeza. nao pode ter axaa dJaeatalo
reguhre competente senio iiMetaetto em qae ta-
ses meamos crditos forera sojelTo* a approrac.io da
"mar.
O Sr. Brando: Ahi eilareijajr t-
O Sr. Mintotro da Marinkm^^M la espero
qoe o* illustret deputados lerteaj
fin oulro obieclo merecen oajj^pfjj
bret depulados a quem resp
se acna debaixo da rubrica
ras e evenluaes.-Os honra
laole a-benevolencia com u.tnL
marinha actual, reeeiaram qual
que diva tanto lugar ao arbiUia
w. 6-que oa
ame muilo aprofunl
quem cerloi qne sol a verba despeza* extraordi-
narias ecveutuaes nao se fara pelo ministerio da
marinha ama s despeza doqoe ea natvetteja promp-
lo a dar conta ao corpo legislalivo. Nlo ha naqoel-
la reparlicao despeas secretas, e qoando a cmara
vota eslas despezas pelo ministerio da jostica, vota
com eonsciencia de qae ellas nao podem ser exami-
nada- (apoiados), sao concedida* per un voto de con-
lianca, e a cmara sabe qne nfio poda er analyta-
dns, e que se o fossem perdera a offeilo n
que deltas se espera (apoiados; ; 1
o racimo no ministerio da marinha, e sa ahi ha al-
guma despeza que nao poda ser bem. Basificada no
ornamento, he porque os variados despendi*
correin por aquella reparti no permiltem a
faja um orcamento iao perfeilo qoe posta eorapre-
hendor lodos os objeclos que evenlnaraente exigen)
despeza. Assim he que debaixo da rubrica despe-
zas extraordinarias sao compreliendidot os segua-
les objeclos. que a cmara julgar te podem ser or-
eados com cerleza, e portento se nao be necessario
que baja essa especie de arbitrio.
Para occorrer ao eogajamenlo de- marinhagem,
e praejs dos corpos de marinha e artistas; beta co-
mo as despezas que por ventura faraaj necaatariat
cora ) recrolaraenln. ele. 14:0009.
' Po ler-se-ha considerar ama deapeza aesoethanle
dar conta t
comprehen-
inislro rapar-
ll:00OS.
J, em pre-
da pracat
OSr. Ministro da Marinha .... qaizeram tan-
jar sobre o governo a censara de abrir crditos
quando elle se acha para sso aotorisado pelo decre-
to de 9 de selembro de 1850 em om e em onlro
caso.
Se pois o governo acha-se autorisadn para fazer
essa destela, coro que direito, cora qae razilo podis
censora-lo por ler abeilo um crdito nesla oo na-
qoella verba '.' Nao, senhores, a queslao nao he es-
la, he oulra ; he preciso qae os illustret depulado*
mostrem em como os credilos aberlos nao foram ne-
cessarios, e para isto he qoe ellet.*ao snjeilot ap-
pruvafio do corpo legislativo. (Apoiado*.)
A cmara tem de iniciar, sob parecer da* suas
commissbes, ama resolocao approvando nu rejeitan-
do esses crditos para qae o goveruo posta ser oa
respoasabllsado, se elle* nao foram aborto* em vista
de necessidade* publicas, oo entao dispensado da
responsiihilidade se frem justifleados.
Exislism aqui os crdito*, entrera elle* em discui-
sao, e o governo se justificar de o* ter abarlo ; an-
tes disto inda a censara he prematura, e injusta por
conseguinle. (Apoiados.)
O Sr. Brando:Quando elle* se disculirem ve-
remo*.
O Sr. Ministro da Marinha :Eo netsa occasiao
poderei responder ao Ilustre depolado.
Senhores, lano mais injusto he o illoslre depnta-
do quanlo fez carregar sobre o governo crditos
aberlos om pocas de que o goverao nao pode ter a
responsiibilidarie.
O illoslre depolado eqoivocou-se sem duvida
quando disse que o governo abrir, no exercicio
passado, crditos na importancia de cinco mil contos.
O Sr. Brando:Fallei no* creditcs abarlo* o
aono ptasado.
O Sr. Ministro da Marinha : De cinco mil
conloa 1
O Sr. Brandio :Sim, senhor; posio at mostrar
quando foram abertos, e os nmeros respectivos do*
decretos.
O Sr. Ministro da Marinha :Na proposta *u-
jeita esto anno ao corpo legislalivo vejo qae no exer-
cicio de 1853 a 1854 foram abertos credilos oa im-
portancia da l,ti71:i53>iG6, e oo exercicio seguinle
na importancia de 1,060:2109273.
O Sr. Brandilo:Dos decretos qae edJo na col-
como ama daqnellas de que se nio
E (aubem se poder dizer qae
dida nesta verba pude servir
lir o qae se costuras chamar
Para fretes de navio e
occorrer t passagen* de diffi
Para ajad* de custo aos ofliciaes
gado e outros 5:3009. Para ti.
fra dos hospilaes de marinha, en
pezas nao prevista 5:0009, etc.
Or', senliores, eis em que consist
zas extraordinarias e evenluaes1 qo* tanto clamor
suscitaran)!
O Sr. Brap.do : Mas a que padio-ie foram ex-
plica toes.
O Sr. Ministro da Marinha: Esta bem, eft
nao respondo ao nobre deputado smente, eslou tam-
bem espondeiido no^obre depntado pnrParnambe-
co que hontem fallo.
Mis porque pedia maior quanlia do qae a dos or-
Camentos pastados ? He porque se reconatjceu a de-
ficiencia dos pedidos que se lizeram nm atajatenlos
anteriores, e tanto que os nobres deputados sabem
que foram aberlos crditos para occorrer-se a estas
despezis; e demais, senhores, esse augmeulo con-
siste em 46 contos e lano, qne sio necessario* por se
pedir maior qaantilativo para as gralfica(oesde dif-
fereutee servico* e Iralamento de praras da ana
O nobre deputado sabe qoe nos nao poosaimas
pitaes de marinha no difierenle* porto* do irap
apenas na corla e na Bahia elles exislem, hav___
em Pernambuco urna enfermara onde estas pracas
e marinhagem sao tratada* qoando adoeeem! ola do-
mis provincias nao existem laes etUbdedmenos, e
quando nellas as pracas de mrinha adoeeem, to
tratadas on nos hospilaes de caridade, oa UM reg
mentaes, ou em hospilaes particulares ; nao se peda
poi* calcular essa despeza senio aproximadamente,
e as i ni como ot nobres deputados podem dizer qoe
a quanlia qoe se pede he muila, eu potra dizer qne
he piuca, e com mais razo, porque vemos qoe an-
da o anno pastado augmenlou-se o crdito.
Pergnnlou o nobre deputado se era exado qoe as
tripo'aces dos nossos navios qae sobiram a Paran
licaram redazida* 3|4 de raco, e se o* gneros for-
necid is ao* navio* da eaqnadra eram ou nio de boa
qualidade. porque Ihe conlleva que estes genero*
nao eram de tal naloreta qoe....
O 'Sr. Brando:E lano que foram baldeados
ao mar.
O Sr. Minisiro da Marinha:... que parte des-
ses manlimentos foram lanrado* ao mar.
O Sr. Brandio :Apoiado.
O Sr. Ministro da Marinha :Senhores, ja fei
dilo aqui mesmo em discussao, que com efleilo, du-
rante cerlo lempo at tripolac,e dos navio* da e*-
quadia que subi o rio Paran ficaram redazida* a
lies quaros de rac,ao, nao de lodos ot genero* qae
deviam ser-lhes fornecidot, mat tmente da carne,
diase-te, por nformarles dadas pelo commiudaala
daquella forja, qoe a* tripolacoes nao tintura toiTri-
do com a diminuido desta. parte da* rac/Jet, a qae
a razilo por qae estira pralicara o eommandante da
esqualra fra por ter-te embarcado um maior nu-
mero de pr.ic.as do exerclo do qae a principio ae
julgaia ; e crescendo assim o numero de boeext,
foi precito qae se reduzitiem alguma cousa at ra-
ces; e foi mesmo julgado prudente que, na poei-
jiio em que se achava a forja roaritima do iraparjo,
nao hoovesse um consumo lal de mantimentos que
ao depois a fulla delles irapostibilitasse o cumpd-
inenlu daquella raissao. Easas foram as razoet da-
das ao governo pelo commaudanU daquella ferca,
raze* que foram pelo goverao julgada proce-
dente-.
Nlo pode poi* o goverao 0K respontavel por na
fado qae jolgo nSo ser, nem contrario ao {atarea-
se das guarniese, nem nocivo *aade delta*, nena
fra do* limites de ama prudencia mallo lea*
vavel.
Qutnlo aotmanlimentos. Sr. presidente, nio le-
nho noticia da (qoe fosae innlilisada Molo ama pe-
quea porcao durante o cario da expedico.
Algumas da* embarcaedes rindas do Rio da Prala
Irooiram cora efleilo ama qaanlidade de aali-
menlos lalvez superior ia taas aecettidadet, ajan
liva informscsJes de qne a qailidade dallts a*> en
|H-


III10 DE PERMiBUCO SEGUU1 FEIR II DE SETEMBRO D 1855
'V
bo, a i( requiicSo pira qa as mandaste exami-
nar : nnim proced. Imtneriislaraenle dai ordem
para que se detembsrcassem lodos os roanliioeutos
que tnham sido comprado* no Salado Urionlal
Pira foineciroenlo da etquadra, e que fossem exa-
minadoi. por mdicos e prilos no almoxarifado res-
peclivo
Do o.ame a que te procnden vo-te qqi una por-
fo de lea eslava damnificada, nina qaanlidade de
bolacha a da farinha, un pouco de carne salgada,
ele. Eiamiaei ases teneros pessoalmenle, vi que
damnilicacf, lano da farinha ramo da balacha,
poda provir I* ulra causa que uto o da ser oio o
fornednionta, mas lim di humiJade ou do lempo
que linham alado embarcados, ou meimo de al-
gum descuido ao. seu acendicionaiaenta. Uro gene-
ro paren aarecau-aie de posiroa qualidade, e roi e
feijia, '*
O St. Mello Franco :Silo as laaa bailas. (Ri-
*4.) ,
O Sr. Mimitro da Marmha :Psreceu-me im-
possivel que aa podis* fazer uso de lal genero sem
que elle eslWeue ao rogo S horas uu mal. Risa-
das.) Eis o que sei a eale resucita; depois de ler
culhido 'odas as ioformace, podere enllo paular o
mea pneertimenlo enunciar desde agora um jallo
seria na ceusoraxel.
Pergujlou mais o nobre depulado quaes as ideas
que linhi o ministro da marinli.i aclual a rspede do
(pica do relalorio de sen antecessor, quando traa
da nact-uiaiisacSo do conimeccio martimo ou das
Iripatariies da marinha mrcenle. Sr. presidente,
a quetlao lie en si Uo complexa que urna resposla
le sim ou ato nena salisfiria ao nobre depotadu
nem a itim. He certo que nada ha mais a desojar-
se do que a nacionalisaco do commercio martimo ;
lia precioo porem que seenleiida que quando ataV.
ut--oiiuis.ro da marinha falla em oacionalisacae da
ewiimercio nwrilim au quer dizer que os navios
Se que tasen) case commei co debati da bandeira
asileini niu perlencem a subditos brasileiros ; o
qae elle quer duer ha que aa Iripolaces desses on-
viutsaoia gcaada parle compostas de' eslrangeiros
rea, e que convem lomar medidas que
*~ i estado de cousas, cerlamenle muito
inleresses do palz, porquaulo, se ha
_U isaaraiifn a delata de um Es-
S terca que teaha defoefendMo tej
Sonal. y Hados/ E como poderemos nos ob-
rs*conal se marinha mercante, vi-
veiro dos merinheiros de guerra, esliver ttro-
Pee cbeii de mariohairoa eslrangeiros ou de es-
cra** ?
Conven-., pois, que o corpo ligislalivo appliqoe
pira ah Inda a sua allenc.Su. Pergunla-se porena:
e be poastvat que denle ja se possa prohibir comple-
tauieutai|e*lraogeirossejamadrn!lirios na marinha
mercante'? Temos nos mariunciros nacionaes habi-
litados e uro numero tufrlcienle pa empregarero-se
uestes nados em que hoje rallo empregados etera-
vos emui los eslrangeiros"! De'cario que nao. Apoia
dos.)
' Se hou-ietes Hrasilairea tufticienlemente habilila-
dos para arreando! pela concurrencia estrangeira eu desde ja
dsria que o remedio fcil era a prokibicao completa e
absoluta do emprego de eslrangeiros na cabotagem,
e asee rtmedio eatava as mos do governn, nao
censeiiliuio elle o qae as leis nao conaentem; mas
ja qae iiilelizmenle nao os temos, seria um verda-
deiro nal feito an paia e ao commercio esaa prohibi-
do desdi lago, sendo de notar que os obstculos
posto Matricula deescravos de certa idade Ja tem
feila eoTrsr o nosso commercio. Apoiados.; E crea
o nobre depalado, qoe quanlu a esse ramo de com-
mercio os Brasileiros por ora nao Um ciume dos es-
Iraugeiroi ; o que alies dcanjam, pelo contrario, e
diputado assim o le eenlir, he que esses
jairas lambem sirvam na marinha de guerra.
KJ A ida do mar ho Uo penosa, hedi ex-
il qae s depois do creteimenlo natural da
> po palacio martima he que podar haver
coucurre ca que (ara excluir os eslrangeiros. De-
vo porem notar que maslo em naces aende a po-
polasao niariliata lia aliandanlissima, como nos Bs-
tadot-t unios, Franca o Inglaterra, nio so exeloe a
Ipatriogeira. da servico dea navios mer-
I guerra, se elles desejam conlralar-se;
J mullos teriptaret dizem que os Esta-
ba Inglalerra lucram summameale rom
Omero de marioheiros franceies que fo-
rera do |iesado servirlo da marinha de guerra da-
qoeaV Mvo, pan se empregsrem na marinha mer-
carle daquella duas nocues, e essa lie ama das causas
a qaa se a Iribue a falta de crescinenlo da pepala-
ca* mariiima de Franca, porque o nobre depulado
de subir que a^elehre inscripro mariiima, de
tria da pratieagem em porlos de difllcil accesso, como i e crmes qae deshonrara urna naca. ,Ap)iados.
ainda hoja ha o porlo do>Jlecife em Pernambuco, | Ella se diseotio contra aquelles que a nSo julgavam
nao pode ser deixada nerr liherd.-.de plena da- conveuiente e praticavel, e com oulrns que at res-
qoelles qoe tem algum conheeimento dessa pralica- pondiam com iusullos, bein como que.os Brasileiros
gem, nem ignorancia dtqaelles que quierem abo- eram prrguirosns, vadlos ele. (Apoiados)
sar dos commandantes qae sem conhecimcnlo do pnii | Ido consta dos jornaes da poca. E se por ventara
se rigiran queUs porta
O Si. Srandio :8oa desia opiniao; quero que o
governo axerca a inspecc^o geral qoe dave etercer
em tal caso.
O Sr. .Wm/ro da Marinha : Essa insptcSo
geral, Unto pelo que dit respeito a habililaca dos
praticos, como ordem dos serviros qae devem pres-
tar, rteve estar, e cumpre que esleja debaixa das vis-
las da luloridade publica.
Mas entilo deixai, poderla dizer o illuslre depu-
lado, que os precos tejam regulados conforme aprou-
ver a cada um dos praticos. Similores, era inulili-
nr lodo n rlleilo das providencias lomadas pelo go-
verno. So acaso fosse tal o numero dos praticos ha-
bilitado" que nao se receasse um eonloio entre elles,
nao adiara inconveniente em sciruir esta opiniao do
illuslre depulado : se acaso o porto fosse de (al ua-
(urega que puilesse dispensar o auxilio dos praticos,
eu lambem dira que nenhum inconveniente lia ve -
ra em s (ornar ou deixar de lomar-sc praticas. por-
que ha porlos em que se loinam praticos para maior
seguranca, tas que sao dispensaveis ; porem sajei-
tar-se o commercio nacional e estrang'eiro ao con-
loio de mcia duzia de individuos que Ihe podem im-
por precos esorhilanlcs. nao pode ser conveniente
prara de Pernamquco, nao pode ser conveniente ao
nosso commercio ; he misler, pois, que se marque o
preo razuavel que rada um deve levar por esse 1ra-
batho, e nem assim licaiu elles sendo empregados p-
blicos. He esto daquellss easos em que a liberdade
da industria seria a lber Jada do abuso.
O Sr. brandan :Nao pauso assim.
O Sr. Minitro da Marinha :Pois eu pens.
O Sr. Augusto de Olivara:O regularaento tem
sido vexalorio para o commercio.
O Sr. A/M;ro_ da Marinha :He preciso ter
mais algum tempoTle experiencia, porque umitas
vezes os execulores de proposito execulam mal para
descunceituarem a lei, he preciso ver donde naace o
veame...
O Sr. Aug gurar he que as despenas de um navio hoje ajo
qoasi o duplo do que eram antes.
O .Sr. Hrando :O commercio queixa-se bastan-
te desse regulamente.
O Sr. Miui'tro da Marinha :Talvez sej.im os
praticas mais ilo que o commercio que se queixem
do rtgulamenlo...
O Sr. Brandao :Assegure qoe nio sao os prati-
cos uoicamen(e ; seria hom rever o regulamenlo,
Hender a es-as queixas.
Um Sr. Depulado:E porque o commercio nao
reclamo '.'
O Sr. Ministro da Marinha : Sr. presidente,
um illuslre depulado que honlem falln, a a quero
j tenho respondido em parle, quanto is despenas
extraordinarias que elle censurou, supponho qoe nao
tomn essa verba de despeza por Ihema senao pa-
ra horda o furmoso discurso que a cmara ouvio
como empre ouve osdiscursos do honrado membro;
alias nao cnxergava eu inolivo para que o illuslre
depulado se alirasse como se atirou a dilferentes
consideraroe, todas geraes, sem qae entretanto ti-
vesse o Irahalho de applica-las aes fados que elle
enlendesss dever censurar, e que nao especificou.
O illuslre depulado, para censurar a um dos mi-
nistros sem eslender a oulros a mesrria censura,
aprrseulou como falsa a Iheoria da solidariedade mi-
nisterial, duulrina que eu nao posso de modo algum
aceitar como verdadeim no systema represenlalivo.
'..onheco que esta Iheoria para um membro da oppo-
sirao he praticavel, porque ninguem prohibe a um
opposicionista que deposite mais conlianra ueste do
que naqnelle ministro, que era materia de adminis-
lracao conle antes nesle do que naqnelle oulro, e
que entretanto reprove o complexo ou a direccau ge-
ral da poltica. Mas que o principio da solidarieda-
de saja desconhecido -quando so Irata do governo,
quando se I rola das maiorius, he uegarao completa
do svslema represenUlvo. (Apoiados). Compre-
liendo a Iheoria applicada a urna adminislracao qiuv
sirvasob o governo absoluto, onde os ministros nao
sflo senao meros secretarios de estado do poder su-
premo, do munarcha ; ahi he dis|>en quer ero de solidariedade entro elles; mas em oin
paiz constitucional, ende o ministro be responsn-
vcl por lodos os actos dndiefe do poder eveculivo,
ondea adminislracao lie uina so, post que dividi-
da por diversos agentes, me parece que uegar-se a
solidariedade he inlrodumr-se a auarchia na admi-
nislracao i Apoiados).
Omesmodigo a respeito das maiorias; nao he,
leanlo wafaaanFbsrranrezes, nao tem produ- BWdoe-rae o illuslre depulado, o nexo da sympalhia
cimento da sia populacao auritiaaOHealaKou aquelle ministro que une as maioria;
Wkf esperavam os seos fandadoreflH^Blclo e a Iheoria reprovam essa doulrina
IPda umsvslema muito mais simples^
Mer-se aurinhascm para aa navios de
dissiii
ao commercio soflrs grau-
rns muito fondadas, de
tem considerada esta iusli-
que dota
para nacionalisar-ae o com-
laanios comerar par proteger as
las propondo e lomando medidas
I xaugineiilem o commercio de Ion-
grande e pequena cabolagem ; cnnvem
a pesca e (rotejamoa eflicazmcnle
i de ir oslo que os lacros con-
i om maiar numero de bracos.
que nao eslou loage da
asear, c/uaab a sujeilar os ma-
acrlus oiiu do servico na-
e o trafago inferno
nacionaes, os es-
i ramo devem lam-
ppniadvs, ; smenle quan-
im (ea Mu falla da peque-
torlas e ros), um receio
v uta medida prodtuir o
essa metma marioliagen qoe
ella navegaeje, e eatao a que
1 Qaal lerri o resollado 7 Ser
difliculdades do Irampurle ma-
r oalras provincial do imperio ;
s o transporte de generes de amas
cas do imperio ha 18o caro como
i viudos da Europa, e essa ca-
te segor.imenle devida u cares-
(Apatados.
qaesloes lao decidir rom lana facilidade, e
ir a quem, leudo de carregar com
ilade de qualqoer decisio, leva
a meditar, a relleclir, e que muitas ve-
l_de que ello seja proficua,deiva
lo |mr lliema esle ohjecto
iiiicionaliacao do coro-
porm ao nobre depulado
rar em semelhaote discus-
aouco irradia do ponto que nos
tenhores, esta opiniao
a aprsenle! em 1850, ten falla conquistas, e ja. tem
mullos adeplos.felici temos a pah por jai ler nu poder
am ministro qoe segu, e jamis digamos que liouve
opiniao que quuease espoliar os eslrangeiros apoia-
dos : isln he que he verdade que nos honra.
O Sr. 4rauo Urna :Por esta forma o paiz io-
do adopu essa opiniao.
O Sr. Paula Bapliita :l O nobre depulado ae
consultar os jornaes da casa, ha de ver que, segundo
loria inesma das ledras no Brasil, erabora feila em
miniatura. An Sr. Dr. Jos Soafaj icmpinhou o
Rvd. Sr. Joaqun Raphanl da Silva, lendn a sua
oraran de sapiencia em liiigun latina, Irahalho esle
que parereu aos entendidos er de boa composirao,
e conler eicellenlas idai.
a pacilica, orno eu Na foi porro a iotla, Uto do ti) mnasio a nica
- solemnidade q-ie devia alrilhaular odia 7 de se-
tembro de 18>. \ iuaug iraca da estrada de ferro,
que se vai construir al o rio de S. Francisco, teve
lambem de mostrar nesse dia quanto se adiamos
Brasileiros compenetrado, da uecestidade de" mais
estreita uniao entre o reinado pacifico das ledras e
das sciencias.e o reinado salutar e liemfazeju do Ira-
halho e da industria, para se poder alcancar a com-
pleta prosperid.ide de urapovo. Aquella inleressan-
nsmeos indireclos.foi sempre qae eu Irale desla ; te ceremonia (ave com efieilo logar, segundo an-
queillo em I8VI. daudo-lhe sempre uta carcter
pacifico e moderado, e que mesmo assim a opima
soilrcu motejes, porque a julgavam extravagante.
O Sr. Hrandao :Eu tenho da mesma forma Ira-
lado da queslo debaixo do ponto de vista dos meios
indirectos.
O Sr. /anla Baptitla : Nao se admire Sr. mi-
nistro ; nao se admire do paiz : oesla nossa (erra s
recebe applausos, s lie verdade o que salie da bocea
dos ministros. (Apoiados, nao apoiados avivas recla-
maQftes.)
Foi bastante que o nobre ministro da marinha dis-
sesse que aceiiva a idea do commercio a retalho,
por meios indirectos, para ler apoio completo da
maioria. (Lontinuam as recia raarSes.)
O Sr. Mililitro da Marinha : Na fallei no
commercio a retalho, e sim na nacioualisacu do
commercio.
O Sr. Paula Baptitla :He a mesma cousa...
O Sr. Dulra locha :V. Exc. ja foi applaudido
era minha provincia, onde se Ihe dea um bailepelas
suas ideas a tal respeito.
O Sr. Paula Baptitla : He aso verdade. mas
nao pense o nobre depsjaado que i>ossa perder na
discussao a calma que nWlie natural. Eu sei per-
feilamenle que ha esta opiniao no paiz ; mas agora
eslou me reivnudu ao que se passa na cmara.
O Sr. Dulra Iluda :Se se refere a cmara, pela
minha parle repillo, porque nao apoio s o que os
ministro, dizem.
O Sr. Paula Bapttsta : Ea nao enxergnei di-
vergencia alguma eulre os meios que lembrou o no-
bre ministro e os que lembrei nsquella poca, quan-
do ,eatao entend que era meihar dirigir beni esla
opiniao, de que abandona-la aos excessos d,sua car-
reira natural, ou comprimi-la absolulamenli'.
O Sr. Taque* : O fado he que ha pessoas qae
Ih'III l'iinlor l^.kk. uniniiW n .ml.^i ...... ...1*. '
e tmWM
dentemeat
cavado a]
Vwaiatl-.j
ineule dos
geiros. .'al
fazar senl
-Tralei della por connsxao com
nmercio marilimo.
iatta :Direi smenle que
nejamos, e desojamos r-
lelo de nosse paiz seja oc-
io de Brasileiros que for
ja ama industria propria-
por excepc-ao dos eslran-
.) I) que porm couvem he
i populacho, quanoo se trata de lal as-
t esse fim s se poder conseguir por
Mas legislativas e por roeio da paz e da
Wi a nao como alguem enlende que
Piada a faier do que deitar os eslran-
getros pai (ora, ou qoe se diga : Aqui ninguem
comintrcia, s os Brasileiros he qoe podem
conisatfciur, oh, por oolra, que sejumos Cliineies
as), que nao (enhamos relacoes com o mondo,
a leniiamuscolonisaiao astrangeira, de quem
(aolo retenos. (Apoiados.,
Hranao :O nobro mioislro de cedo nao
ir laso com referencia a mim.
r. MnMro da Marinha :Eu nio me retiro
ao nabre depulado, faco juslca s toas inteacSes ;
mas aiesma am sua pravincii estas ideas transvia-
ram por tal forma cartas cbecas, que se dea om ca-
so qae tal rez seja sabido do nobre depalado, mas de
joalros senbares lalvez nao lenham conheci-
lo, e que por laso a cmara me permiKira qoe
Oirigio-ie cerlo individuo a am advagado a Ihe
perganlou a que genero do commercio devia de pre-
ferencia ilexiieir-se, aa couviria mais am armanem
de motilados ou ama leja de fazeadas. Risadas.
Con 'orme o capilal da que o aeiihor possa dis-
por, ou ai suas liabililacijes commeiciaes.
Nao,. seiiiior, para mim lie i adinrenle. Pos-
so lar uimi cousa ou otra, pirque, como se traa de
hincar fura lodos os uegociaitlas estraageiros, au, a
mea (oslo, tomo coola de orna loja de fazendis ou
de ni arnazero de molhados. (Riso prolongado.)
Ora, assim he que eu niu quero a nacionalisaco
co eoromtrclo ( apoiados e riladas ) ; nao quero qoe
bajara pessoas que vilo escollier aqulllo de que que-
rem lomar conU sem liceii{n do sou dono. ^Mailos
letaados o ruadas.
residente, lembrou mais o nobre depotado a
rantuietm de melhorar-se o porlo de Macei j nio
se, porem, que melhoramentos se refere o nobre
depulado ; ao menos nio lem chjgado ao meu co-
nlwrimenio que aquelle porlo carera de algum me-
llvorainenlo argente. Se o nobre depotado se refe-
ri a um lugar proprio para desembarque, enleiid
que o ministerio da marinha nio (em ohrigac.ao de
prestar enmmodo desembarque as pessoas e merca-
dorias qni! para all se dirlgiiem. Pode ser que seja
ncessarie que o governn, qti tem all ama alfande-
& mn ""embarque fcil ; mus lado que nao
Bhi' melhoramcnlo pruviacral.
Mfoii lambem o nobre depulado saber a opi-
^ governo a respeito do regolamenlo dn pratl-
m ils barra de Pernamlinco, sobre esle lopico
MaWolven Igamas iheorias de liberdade de indos-
qae > governo tinha contrariado com a pabllca-
il/aesse regulamenlo. fino posso informar o nobre
HHadc do destino que teve essa represenlacjlo dos
aeatiaw Je l'ernambueo, e apenas durante a minha
ntn ailmliiislracaoejjleeb nma represenlaco do
i desses praticos qaeliando-se de que no regula-
meato o havtam considerado seguudo pralic quan-
do antes ert prlmeini.
lias o iiae digo, nn que nao poste concordar com
Ulaatra depulaao,l,e que se rteixa avaeaMIhanle in-
daatna a Mnraada plena de (odas "oalras indus-
Irias...
OSr. BraisaVIo :Nem raero tvaal liberdade ple-
M

ataatMtstrharadivIdaal.
fcV. MMtattvda Marinha:Senhoras, a ndus-
r nobre depulado; o fado, porque vemos que vo-
naaea em apoio de minoras com quem alias muito
anlipalliisamos ; a Iheoria, porque seria impossr
qualquar maioria, seria iiOpoisivel a existencia da
qualqner governo, se acaso as sv mpalhias indivM
duaes dirigistem os dcpulados no voto de approva-
<;aooa reprovacao de qualqner poltica. ^Apoiados).
Nao aceitando prtanlo as Insorias do honrado
depulado, alus lao dislinclo publicista como he,
passarci a dizer-lhe, quanlu a nutras partea do seu
discurso, que u illuslre depulado mesmo coofestou
que, lendo chegado ha pjuco para lomar assento na
prsenle sessao, nao- tinha lido todo o lempo neces-
sario para compulsar, examinar os documentos ufli-
ciaes apreseiUados ao ebrpo legislativo; entretanto,
justo como he o nobre depulado, razoavel como lo-
dos o recoiihecem, u.lo ircpi.lou em acensar o go-
verno por nao ler promovido os melhoraraenlos raa-
leriaes e moracs que o nobre depulado julgou, e ea
lambem julgo, ia uecesarios ao adianlaroenln do
nosso paiz! Pois se vos nao ctaminasles ot docu-
mentos, na liveslet lempo para isto, se sois razoa-'
vals, se soisjuttos, porque nao esperis pera poste-
riormente a esse exame poderdes fundar a vosso
juizo contra ou a favor do goverr.o',' Eu creio que
ueste poni nao leve o nobre depulado razao.
Nao he occ.isi.io, Sr. presidente, de instituir um
exame sobra os iiielhoramenlos que temos tido, mas
as pessoas de boa-fe, como he o Ilustre depulado,
ai desprevenidas que olharera para as nossas coosas,
verao que a par de errosquosao da natureza huma-
na, que sao mesiLo como que iuherenles a esle svs-
Icma, ha muilos mellioramenlos, tanlo na parte ma-
terial como na moral, que lem sido promovidos uns,
levados a elTeito oulros, ou encelados pelo governo
A poiaduh Nao se pode negar islo ao governo sera
injuslca; os lestemuohos esla ah palales, naos
uesta provincia como em todas as outras onde tem
chegado a acrao benfica do mesmo governo.
Nesla parte, Sr. presidente, a censura qua o Ilus-
tre depulado fez dlrigia-se mais ao corpo legislativo
que ao governo, assim como a defeza que fajo cabe,
nao s ao corpo legslalivo, qoe taulo se desvela por
desenvolver os melhoramentos maleriaes e moraes,
como ao governo, qoe lem sido fiel executor do
pensarnentu dos representantes da nacao.
Como qner que seja, senhores, o Ilustre depola-
do v as cousas de muito alto, remonta.se a ,esses
cos luminosos em que sua inlelligencia gosla de ex-
pandir-se (apoiados); lance mais um peuco soas
vistas por sobre a Ierra, examine mais de pedo qoaes
01 actos do governo que Ihe merecen) censara ; mas
censuras geraes, censuras sem appllcacao, deduzidas
de principios que alias lodos nos adoptamos, hit de
permillir-ine o illuslre depalado qae euas nao acei-
te por mim nem pela adminislracao a que pertenco.
Senhores, nada jiais fcil do qae presntennos
ama bellissima Iheoria, mas vamos i applicarao, va-
mos aoa fados para vermos se ella he ou nao conve-
niente, se o governo pode ou nao ser censurado por
lula ou nao traduzido em actos.
Sr. presidente, pouco tera mais a dizer em res-
posla a oulros lopicos do discurso do Ilustre depa-
lado a quem tanlo respailo a preo, nao s de co-
racJo, como por dever ; mas esses pontos ara qoe o
illuslre depulado tocou sao de menor importancia;
a cmara dte estar fatigada ; peco licenca para
am oulra quilqaaroccasiaodar-lhe os esclarecimen-
los a que ella tem lodo o dreito da minha parte.
Voxai:Muito bem.
O Sr. Paula Baptitla: Sr. presidente, deseen-
do das illas rsgies em que o nobre ministra da ma-
rinhii qaiz contidirar-me collocado, para aa cousa-
terreslret, priocipiare dizando que a historia a ren
peilo da nucioualUaco do commercio, qae S. Exc.
noiconiou, acontecida em Pernambuco, nflo he dig-
na de ser trazida por um mioislro ao parlamento.
(Na upoiadoa.)) Ella sendo mal. interpretada,
pode envilecer o carcter de minha provincia aos
olhos do eslrangelro.
(O Sr. presidente ratiru-se da cadeira, que he oc-
pada pelo Sr. Paula Candido 1 secretario.)
Algunt Sr. Depuiadot de Pernambuco : Nao
apoiado.
OSr. Minhtro da Marinha :Apoiam-me ou-
lros Srs. deputados por Pernambuco.
O Sr. Paula Baptitla : Nao devo consentir qae
le supponha que na provincia de Pernambuco um
ou uulro fado qoe diz respeito a um ou oatro ho-
mem perdido, fosse alguma vez ama opiniao.
Senhores, a opinsjo da nacionalisaco do commer-
cio na provincia de Pernambuco...
Algum Srs. Deputadot de Pernambuco : Nao
apoiadb.
l'ma Voz : Tome ola desses nao apoiados.
O Sr. Paula Baptitla : Tome-se ola dos nao
apoiados; mais depoi de oovirem oque vou dizer,
que remedio lerao estes que me nao .ir.oiam senao
aponr-mc ; pois que nao pdenlo recusar a ver-
dade ? "
A opiniao qoe grassa n.i minha provincia res-
peito da nacionalisaco do commercio he urna opi-
niao que lem sirio discutida mu lucidamente pela
impresa he urna upiniao que izualmeule tem sido
muilo bem discutida na provincia do nobre minis-
tro da marinha ; e as Inlclligencias que se tem oceu-
pmlo de discutir esta materia, o lem feilo conveni-
entemente e de accordo com a opiuiode S. Exc.
Para que, pois, trazer temalhanle fado ao parla-
mento Nao be verdade, meus amigos, depulado*
por Pe,nilhue, que na nossa provincia se discuti
esla materia scieulificamente (Apoiados) Pois he
islo o qae en qaiz dizer; e que proel1 tiveram em
contraHr-me com tanta antecedencia ?
O Sr. Pan Brrelo :Porque doos ou mais lio
mena trataran) desle assumplo pela imprensa nao se
podo 'IiIii deduzir que seja a opiniao da provincia.
(Apoiados.) *
O Sr. Paula Baptitla : Esta queslao loi sem-
pre tratada e discutida nesle poni.
sabem conler estas opioies, c outras que v3o muilo
adinute.
O Sr. Araujo lima da um aparto que nao pode-
mos uuvir.
O Sr. Paula Bhplitta : O nobre depulado es-
ta em questes de palavras. .Nao sabe o obre de-
pulado qoe do corpo legialalivo j lem sabido provi-
dencias a este respeito t Nao sabe que j lemos em
le esses meios indirecto. ? A differenra vera a ser
que essa idea nao pode, e nao dave marchar com
salios morlaet. ( Apoiados.)
Urna lo: :Ahi be que esta a grande duTerenra.
O sr. Dulro F.oclia : Nesle ponto apoio a opi-
niao do nobre depulado, e o nobre depulado nao he
ministro. ( Risadas.)
OSr. Paula Baptitla : l.erabro-me que em
1831, tratando pela segunda vez desla queslao, um
ministro mu imprtame dissera a alguna de seus
amigos que, seguudo as relaces em que' eu conside-
rara as rousas, eu tinha razao 0que dinia. o fazia
um servico real. Mas, emlira, serei talvez o I uniera
dos sacrificios, roas vou seguindo os dictraes Je mi-
nha coosciencia, e receiar algumas vozes quede
mira rallam seria um erro crasso ou urna fraqueaa
conderauavcl. ( Apoiados. )
Agora, Sr. presidente, tralarei da responder ao
nobre ministro na parte em qae elle combalea m-
uha upinio sobre a solidariedade ministerial. '
O nobre ministro diste que em relacao ;i oaansi-
cao essa miaba opiniao poda ser verdadeira {mas
em relaraoas maiorias nao ; porque se porvinlura
os actos de cada- ura dos ministros individualmente
tossein apreciados pelos membros das cmaras legis-
lativas, e recebessem upooa ou adhesoes pareiaes,
nunca se chegaria a um apoio integral, e a um ac-
cordo ravoravel a conservara do gabinete.
( O Sr. presideute loma a oceupar a cadeira da
presidencia. )
Senhores, a minha opiniao he verdadeira na ex-
tensa da palavra ; e em relacao maioria en lam-
bem farei urna dislinccao para respouder ao honra-
do ministro da marinha.
Senhores, que se de um apoio esclarecido ao go-
verno e que este governo iiecessile do apoio do po-
der legislativo para dcsassombradamente dirigir os
negocios pblicos, he lata verdade, e ahi esta a gran-
de ida da harmona dos poderes ; mas que paca es-
i apoio ser conscicncioso, e por conseguale real,
ario que cada um dos deputadot possa e de-
eciar ot actos de cada om dos .ministros de
'ti, para a resp-itu .lelles fazer as coiisideracGes
qae julgarfyislas e coiivenenles em relarao aos io-
(eiesses pblicos, e al volar contra cartas'medidas,
lambem be oulra verdade. ( Apoiados. ) Um apoio
levado ao poni de se volar per lodfs as modulas
que vem do.governo, por ludo qaaaio he ministe-
rial, s norquehe ministerial, esse apoio, aculiore
be artificial, nio atsenl na natureza das cnsas, nao
corresponde aos grandesialeressea do paiz.
O Sr. ulra Rocha Apoiado.
O Sr. Paula BapUsta: lie um apoio qoe t
pode adiar fundamento em um dos vicios maio-
res que a sociedade pode ler nos seus governos, o
viciu da intolerancia. Apoiados. ) porque razao o
governo nao ha de querer que um depulado diga :
a asta medida nao he acertada, nisto o governo nao
foi justo, ueste uulro ponto a opposir.'io lem ra-
zao "! 1 Preleudo se com boas razos (lie verdade '
que as oppoticoes na tejara obstinadas e injustas, e
entinto se quer que as maiorias sejam mudas, com-
pactas e injustas ; e eis a razao porque conslanle-
menlc estamos vendo depatados da oppnsir.io acha-
ren) razao nos govoms em umitas coates ( apoia-
dos ), e nunca vemos as tuas maiorias acharara ra-
zao as ideas, opiuioes ou censuras da minora. ( A-
pdiados e mo apoiados.)
E aiuda quando achera razao na oppoticilo, be
preciso sobreludo esconder o Inumpho ; he precito
nu parlamento representar p papel de sempre eom-
baler a causa da juslca e da lei, embora depois o
ministro concorde em segredo com a opiniao da
minora, e depois a abrace e liga. ( Apoiados. )
Senhores, nao he possivel que esta marcha conti-
nuo sempre ; o respeito que he dev id A verdade he
mais sacrosanto do que se pensa ; qualquer que seja
a nova existencia que deva desabrochar desses lem-
pos tranquillos em que estamos, a moralidarie he
condirau indispenaawl. para que ella nos venba
prospera e feliz. ( AmHds. ) Muitos sao os exem-
plus qoe nos mnslra iNMoria de povusque, eslando
descomentes de suas intliluiroes polilicas, e al su-
blevando-so tem nunca alinarem com. aa casaselos
males, depois um rgimen mais fiel e leal, e iasff-
do de om espirito juslu e lilnral, foi bstanle ^ra
Irazer-lhes a calma da salisfacao, pacifica-loa e fa.
ze-los amar as mesmas iusliiices, cujoi abusos era
a causa dos mties que ut opprimia.
Ora, o governo no Brasil, que ludo faz, porque
he a nica forja qoe existe, e ludo pode fa/.er, -
bem e o mal, se, idanlificando-se com a opporlanio
dada, reconhece a uecessidade ramenle reclama-
da de crear elementos de residencia pacifica, con-
veura-se antes do ludo de que cora o seu systema
de intolerancia nao ira avante, e de que sem a mo-
ralidade em todos os seus actos, nao pudendo con-
seguir a fe nacional, te lia de tornar uaa governo
provocador, nu reactor.
Voram esses os pontos que me disseram respailo, e
apenas me resla dizer que venero as doulrinas, e
sem ser ente publicista que o uobre ministro suppe,
0 cojas honras nao ambiciono, jalgo que a minha
opiniao he a verdadeira, julgo que ella he a que
esl as verdadeirat conveniencias do paizjulgo que
alia ha a que mais se presta actualiu-uJe, aonde
o concurso de todas as opiniOas he chamado atara
discutir reformas, e reformas da grande Importancia
para o paiz.Podere asdr eni erro, mai declaro ao
nobre ministro que por ora eslou firme no mea
pon-amento.
Jnlgando-se a materia sullicienleiiienle discutida,
procede-te volacio. Sio approvadas algumas ver-
bas dn occameolo de marinha, porem veriOcaodo-se
nao haver casa, fica a mesma vutacao interrom-
pida.
Faz-sa a chamada a levaula-se a sessao.
PERNAMBUCO.
O Sr. Ministro dn Marinha : Enia o illuslre
depulado lea que baja quera lenha esla Idea ?
O Sr. Paula BapUsta : O nobre ministro agor
obriga-me a dizer, para collocar a quesillo no sea
verdadeiro nonio, que nanea ninguem pretenden no
Brasil e commercio a retalho com essis malfeitorias
REC1FE 8 DE SMXEMBKO DE 1835.
A'S HCasW DA TARDE.
retrospeTto semanal
O dia 7 de telembro, feliz anniversirio de nossa
independencia politice fui este ann soleinnisado
nao s com as cotturaadas damonstraroes de regosi-
jo, mas lambem de um modo particular para sem-
pre mimoravel.
Na vespera, diversas bandas de msica militar
percurreram as ras da cidade, acompaulindas de
inmenso povo ; fazendo-te au mesmo lempo subij
ao ar luaitosjogueles e girndolas. A urna hura da
Urde deppa 7 pouc mais ou menos leve lugar no
alacio da presidencia o cortejo a efligie de S. M. o
mperadur, acto este que se (nrnuu brilhaule pela
coiinirrenna de ludas as auloridades riv s, militares
e da guarda nacional, assim como de grande nume-
ro de pessoas disliuclas. Nao leudo podido haver a
parada do cosime por fon;a dos motivos que em
oulra occasi.io cipozeinos a nossos leitores, eslive-
ram rumtudii postadas em frenle de palacio ums
guarda de hunra e bandas de msica para fazer ai
honras di recepgAo aos convidados.
Depois rio cortejo diligio-se o Exm. Sr. presideu-
te da provincia a casa da ra do I l.rnno, proviso-
riamente destinada para o (ivmuasio Pernambuca-
no, a fim de Inslallaresse novo cdaheleciraanlo de
e lucara e insiriirr o, provincial, sendo acoinpa-
nhado por quasi todas as pessoas que assisllram ao
cortejo ; e all chegado, teve elleclivamenle lujar a
solemne iuslallacao do mesmo Uymnatio entre a sa-
lisfarao e o conlenlamenlo de um grande concurso
de expedidores, que tssim viam realisadn urna fun-
dacao momentosa, da qual deve a provincia agrade-,
cida colher ahondante frndoi, se acaso nao forera
contrariadas as vistas palrinlicas a hemfazejai do tea
Ilustrado e neloso fundador. Por esla occasiao re-
citon o 8r. Dr^Jos Soares de Atevedo, lente de
linaua elilleralura nacional o uccinlu e bello dis-
curso, qao em oulro Ingar publicamos, e no qual
com o mimo e simpliciriade que sempre re oiam
em seus cscriptos, poz em. resenha a historia do
Uymnatio Pemimbacano, qae nao he se nio i hie-
nunciraos, uailha do Nogaeira, ilonde dave partir
aquella estrada, e o extraordinario concurso de pes-
soas de arabos os sexos que para all afOuiram,trans-
portadas por canoas rt'anlu-mao dispostas por parte
do emprezario, no lugar dos Afogedos, ao passo que
moslravam o seu ardor tm gozar as diligencias de
urna fesla nova em seu uncr, palenleavam lam-
bem o grande inleresse qua) lodos ligam realisaca
de urna empreza Uo grandiosa.
Tendo chegado a ilha.aiompanliadndos Srs. com-
maudaule das armas, cnmroandanle superior da
guarda nacional, chefe de polica, e monsenhor'.
Muniz lavares, dirigise o Exm. Sr. presidente da !
provincia loga depois de poucot minutos a um ora-
lorio decenlemcule preparado, onde se achavam as
salvas de prala, sobre urna mesa coberta e guarneci-
da por um rico panno de seda bordado ponto, to-
dos os instrumentos emblemticos dos Irabalhos a
que se ia dar romero, All, recibidas as oracoas do
coslume por monsenhor Muniz Tasares, a quem o
Exm. Sr. bispo por te adiar doenle e Dio poder
comparecer, incumbir deofticiar no act, cada urna
das ditas salvas foi entregue a urna das referidas au-
loridades. e em cortejo te dirigirn) lodos ao ponto
designado, onde se achavam os trabalbadores ; e sen-
do esles abencuados pelo mesmo monsenhor, o Sr.
I- oriiess aprsenlo ao Exm. Sr. presidente um car-
rinhu de mogno e urna n de prala. S. Exc. rece-
bando esses instrumentos, i om elles deitou a priroei-
ra por^ao de trra, qae deve compor o aterro da es-
trada, e mesmo foi feito pelas de mais pessoas pre-
santes, inclusive as senhoras ; e depois disto volla-
ram torios ao pav bao, ndu em voz alia fui I do pelo
olliciai archivista da secretaria do governo, o Sr. Jlo
Valentim Villeia, u termo respeclvu por elle lavra-
dn em livro especial, ao qual assiguaram as pessoas
presentes.
Terminada essa ceremonia da pedra fundamental \
pelo Exm. presidente da provincia, foi servida, ain-'
da por parle do emprezario da tirada, urna rica e
siimptuosa mesa, onde ludo houve com profusAo, e
que nada drixou a desejar aos innmeros convivas
que a ella se ebegaram. Alguna brindes se fizeram
anlogos ao motivo do festejo ; e em seguida dan-
saram-se muitas conlradansas ao som rio*instrumen-
tos das bandas de msica qae all foram locar. O
festejo veo a concluir.se pela alia madrugada do dia
segunde, e felicmeule nao foi aguado o prazer da
popularlo pela mais leve desordena, nem 18o pouco
por desastre de natureza alguma. lendo reinad pelo
contrario a maior franqueza e fanilaridade entre
lodos os que all so rauniram, qder nn pavlho le-
vantado para abrigar as pessoas tle ambos os sexos,
quer na cata do banquete a dausa.
Taes foram as rias solemnidades que no dia 7 de
sclembro preocuparam a aitencao do publico, e que
reunindo-se nesse dia nacional, serviram do insni-
feslares symbolicas as generosas tendencias actual-
menle dorataanles no Brasil, e vieram por esle mo-
do a coufundir-se com a gloria e o Inumpho da na-
ca ndepeiuieflle, pondo ao mesmo lempo em alio
relevo as suas ideas de progresso aocoramemorar pe-
la trigsima quarla vez o dia festivo de sua emanei-
pacilo poltica. Prestemos por lano um vol de sin-
cero reconlieciiiienlo e gratidao ao aclual governo
deS. M. o Imperador, que soube despertar e forta-
lecer no Brasil an espirito vivaz de verdadeiro pro-
gresso que por toda a parto o anima, e cojos efleitos
hoje apreciamos; effelos que de certo nao nos serisra
proporcionados a nao ter sido o paiz arrancado pela
poltica sabia emprehendedora do gabinete de 7 de
setembro, dessa apalhia vergonliosa e mortal, ero que
o ha viam suhraergido o antagonismo a as lulas en-
carnizadas dos partidos. Prestemos lambem um sin-
cero vol de reconheciiiienlo ao Ein Sr. conselhei-
ro Dr. Jos Rento da Cunta e Fisjaeiredo. que com
um zelo esclarecido e infaligavel lem fielmente ser-
vido o pensumenlo do governo imperial, realsaodo-o
em lodos os pontos, nesta mi [loriante porr.lp do im-
perio, cujo destino Ihe foi confiado.
Achando-se o Iheatro de Sania Isabel sem corapa-
nliia, foi o mesmo pedido a S. Exc. pelo Sr. Pedro
Baplista de Santa Rota por parle da companhia em-
preara do thea'lro de Apollo.para nelle darem duas
recitas, sendo urna em festejo ao dia 7 de telembro.
S. Exc. annuiu re bom srado a esle pedid ; o co-
mo fosse o dia 7 todo oceupado pelat oceurrencias
que acabamos de mencionas, foi a noile do dia G de-
signada para u expectaeulo dedicado ao anoiversario
da independencia, l'naa guarda de honra do corpo
de polica achou-se nostada em frente do Iheatro, e
depois da cbegadudoExm Sr. presidente, comecou
o espectculo por um drama allegorico intitulado
,Jndependencm do Bratil e cumposlo pelo Sr. Dr.
o Ignacio Firmo XavieraJpErosegoida appareceram as
efligies de SS. MM. IlT, pecante as qoaea dea o Sr.
chefe de polica os competentes vivas, qaa foram en-
tliiisiaslicaincule correspondidos pela grande nchen-
le de evpecla lores. Tocou depois a msica militar o
hyinno nacional, que foi repelido pela orcheslra, e
cantado pela sobredila companhia ; finalmente subi'
a scena o drama A cora hereditaria que, como
os actos antecedentes,foi bem applaudido.
Conforme anteriormente annanctamos a nossos
leitores, celebrou-se na domingo 1 do correle na
hospicio de .Nossa Seahora da Penha desla ci.lade, a
fasta consagrada ao louvur do nove dogma da Imma-
culada Conceieao, eem comprimenlo de nossa pro-
messa vamos hoje dar alauns promenores detla so-
lemnidade, que por cerlo foi urna das mais brilhan-
tes a que lemos atsislido. Aigreja eslava comple-
l.unenie transformada pela arniacao elegante que
oella fi'ira empregada. Doze columnas de gotto go-
thico ditposlat pelos lados interiores da igreja sus-
lenlavam arcos de bella apparencia ; e sobre oda
urna dallas viani-se ai imagena dos doze Apostlos
em ponto grande, e proporcionado ao tamanho dos
arcos. Sobre os dous altares da Nossa Senhora do
Povo e do SS. C.oracao elevava-se um rico painel,
em que admiravelmeme fura desenliado o solemue
aclo que teve lagar em S. Pedro de Roma, e no
qual S. Sanlidade o Papa Po IX defini o dogma
da 1 minar lilaila Conceieao. A parta mais elevada- do
mesmo painel represenlava eulre nuvens de claro-
azul Maria Santissima, rodeada je anjos, pisando a
cabera da terpente, qoe escorria sangoe. Em lorno
e na mesma posicau aggloineravam-se varios Sanios
Padres, que esmeradamente defenderam a Imniaru-
iada Conceieao. tendo cada mn rielles em m.lo nma
penna, signal representativo dos gloriosos Irium-
phos da verdade, -que suslentaram.- Um pouco
mais abaixo eslava collocado o throno de S. Sau-
lidade o papa Pi IX, segurando esle am letreiro,
onde se liam as palavrat inmaculada 8 de de-
zembro de IBMPa IX. Defrnnie do mesmo es-
ttndiam-se duas fastas ordena decardeaes. arcebis-
pos e bispos, vendo-se nns galeras os grandes de dif-
fereutes estados, cmbaixadores, ministros, generaes,
ounegos, padres e religiosos de diOerentes ardeos. A
msica foi ptimamente desempenhada, e derraman-
do torrentes de harmona cuchis de prazer snaveao
immensn concurso de povo que se apinhava em toda
igreja, e entre o qual nolavam-se muitas senhoras
disuadas, pruduzio sobre ludo um grande elidi a
abundante illuminarau que havia dentro da igreja, e
3ue Tazia receiar algum ainistro, n nao ser a boa or-
em e sv muira em que foram collocadas as vellas.
Era de notar a 'compostura em que ae conservaran!
sempre liomeus e raulhcres, e de que se poda tirar
a prova evidente do fervor religioso que a todos ani-
mava. A noile liouve Te-Deum, e loi ainda grande
a concorrencia. Eit em resumo a solemnidade com
que os reverendos capuchinbos festejaram a procla-
mara do novo dogma. Nao houveram, he verdade,
as etlrepitosat bombas, os calungas de fogo, el reli-
qua, porm nem par liso deixou de ser bullanle a
feslividade, e em ludo digna de ser imitada.
Consta-nos que oeste dia houveram muitas con-
fistes e commuiihes. .
Urna solemnidade religiosa nao menos nolavel le-
ve anda lugar esta semana. O Exm. hispo diocesa-
no celebro hoje, 8 do crrenle, a ceremonia da re-
conciliacao da igreja do Collegio, lomando-a copia
para a celebracM dos actos do culta divino. Iiu-
mensa foi a mullida de povo que se reuni no pa-
leo fronteiro n igreja para assislir |/slc aclo raro, e
quei com ancia desejava ver ricOilUhimenle vollar
ao fim a que fura destinado esle baile edificio, que
pela malicia irreligioso de uns e pela incuria de ou-
lros permanecer por lanos anuos scrviajle a profa-
nos osos. 0 Exm. presidente da proviiwB, a quem
se deve a reilauraeao desse templo, nssislio ao aclo
de sua recouciliago, acerca do qual lambem fez S.
Exc. Rvma. a pastoral que em outro lugar publica-
mos. Depois do que seguio-se urna missa cantada
com sermao, pregado pelo Rvmo. padre mestre pre-
gador da capella imperial Joao Capislrano de Men-
donca.
No dia 6 do correle foi enllocada sobro o portilo
principal do arsenal de marinha desla cidade a po-
dra qae marca a era da edifleacao do lorreao, des-
liando para servir de observarlo astronmico. Eta
pedra qoe foi lirada do recife que borda o nosso
porto, tem oilo palmos de altura sobre seis de largo,
e foi Irabalhada em relevo uo mesmo arsenal. I)b-
serva-se na parle superior da mesma a cora Impe-
rial descansando em urna fila, em que se l Rei-
nado do Senlior Dom Pedro II. e em baixo della
v-se un brasao martimo. Nao s a corda imperial,
como difieren te sv roblos que se notam na mesma
pedra, como flmulas, pecas, pilhasde balas, etc. es-
tilo cuidadosamente trahalhidos; e he de admirar a
pericia do artista nao s pila boa collocncao e ty-
melria dos diversos planos, como por terem esles si-
do executados em pedra ordinaria e de granito bs-
tanle grossn.
Inforinain-nos qne no da TOdo mez passado, na
povoacao de Pona de Pedra, fura encontrado, no
fundo do quintal de nma casa, o cadver de urna
Meus senhores O dia em qae se inaugura ama
nova casa desuada a exercer as larcas da inlelli-
gencia, a dilatar os dominios do espirito, e a adqui-
rir o habito do Irahalho, he sempre um dia de gran-
de feila para o paiz em qoe esse aclo se consuma.
Mas se o atracar que se abre lem de recolher em
seu teio ot renaas da actual geraclo ; se lem de
culliva-los coro ais, de Ibes preparar o aroma, e
torna-Ios vifosos e presladios para a communidade,
essa fesla de familia (em urna significara larga e
magnifica, e eapovos eoslumam chamar-lhe um fe-
lo humanitaria. He o que hoje vamos.
Pernambuco, a heroica provincia de l'ernambu-
eo, satura das fachas da infancia para a civilisacao
ha pouco rosis de tres scalos : fraces deviam ser os
impulsos que nos primeiros lempos recebera da mai
patria, nao lauto por falta de bonedesejos da parte
dos monarchat porluguezea, cono pala impossibili-
dade econmica de em similhautes pocas se real-
sarem quaesquer planos de progresso moral bem
definido, par nma Ierra, longiqua que acabava de
ser unida a cora.
Veo depois o dominio de Castalia, e com elle a*
Irevas lao densa que cobriram o solo porlugaez, e
que neeessariamenle deviam obscurecer o flenoso
ceo do Brasil. Nem as ideas do secuto, nem os in-
lereases auspiciosos de Pbilippe II permitliam que
uo Escorial se levanlasse voz temeraria em favor da
regeneracao inlelleclual das colonias, especialmente
d'iquella que fra heranja pacifica du irdesl-Rei,
e que lu jmmediataa vnntagens prometlia i corea.
O secuta era o das conquistas : os inleresses, poslo
que acubertados com a F, eram sem contradicen os
da ignorancia.
E cun ludo, no raeio dessa ambicao insensata de
dominio, quanlas vezes, e em quanlot ponas di-
versos do Brasil, nao fulgurou o espirito no espacio,
sustentado pe|., religia e peta amor da juslica, co-
mo um meteoro benfico, como urna reaeco prema-
tura da inlelligencia, que devia d'alii a dous secu-
tas refrear a matara e venr-la !
Por entre as ephemeras tentativas de Francezes,
e a* lulas ensanguenladas e lao tangas de Flsmen-
got, riasqoacs sahiu triumphaute a nacionalidade;
quanlos inissionarios e liomeus de honra nao vieram
amanhar esle terreno para a abundante messe que
elle hoje nos prnmelle 1 Quera nao eonhece e quem
nao aheuca os numes do veaeravel Ancliietl, do
infaligavel Nobrega, do danto e Iwfiianisiiino
Vieira !
Restituida asta parle do novo mando aes res de
Portugal, peU revotar do 1. de rieaentbro de
lbtt), era natural quo algum novo reflexo appare-
cesse as ledras, com os novos aovernadores envia-
dos as capdanias; e assim foi que, na mr parle
dellai, se uiandaram eslabelecer aulat de ltiro, de,
grego, de philosophia e de oratoria ; mas este iocrev1^
menta per si s liem pouco era, apezar dos es/orcos
tao animadores de Vasco Feteandet, de D. I,3t de
Almeida, do conde de BokadeU'a, e sobreludo do
nosso D. Jaso Joaqaim aaMiha d'Azeredo Coati-
nho : as scieucias e as ledras nio dsvinm lomar as
proporcoes qae o territorio e o carcter dos Brasi-
leiros reclinavam senao depois que a familia real
de Portugal se resolveu a eslabelecer a sede da mo-
nas.bia no Rio de Janeiro, al'un de salvar o princi-
pio da heredilariedade da casa da Braganca, amea-
fado petas aguias de NapoleSo I.
Eniao, e com a diegada ao Brasil do Principe
Regenta, rundaram-se com elletto entre nos muitas
assuciafes lillerarias ; crearam-se doas Academias
inildaresji; a primeira de Medicina ; inaugurou-te
o prirnfA Banco rio Brasil ; eslabeleceu-se um
twuiial ; derramaram-te aula* maiorea por
lodo
e preporaram-se lodos os elementas,
qae deviam dar como resultado o Aclo mcmoravel
que hoje celebramos pela :i." vez.
A independencia veio pois salisfazer a imineosa
anxiedade de lodos os pensadores : o globo de luz
que se ergueu no Vpiranga illuiuinou esplendido
em loda a superficie do lerritario. Viram-se logo
depois fundadas duas escolas do Dreito e a segunda
de Medicina, orgauiada a sociedade Auxiliadora
da Industria Nacional, a Academia das Bdlas-Arlei.
e Instituto Histrico e Geographieo do Brasil, e em
todas as provincias foram surgindo centros lutera-
nos, focos de iuslruceao ollicial, sob diversos no-
roes, que levaram a doulrina e o amor do esludo a
lodoi os augulos do Imperio.
Pernambuco foi urna das primeiras onde esla ge-
nerosa vocacao se fez sentir. O Lyceu do Recife
c Pr nmdos nossos Coneelhos Provincaes em
W-i, foi com diado a primeira aggregacao de aulas
regulares que entre us se vira. Mas essa serie de
estados nem era completa, nem elles eram tysle-
malieamenle combinados, de modo qae no espirito
dos llamaos produzitsem o proveilo que de simi-
Ihanle instiluicao se devia es xaar.
Um lioiiieni eminente por aaepi ttulos, e que,
em 1810 se achava a lesla da adninistracao da pro-
vincia, eroprehendeu urna nova organisacao para
os estados desla casa, e converteu-a n*um Lvceu de
Bellas-Lellras e de Sciencias indostriaes, onde a par
das Luigoas, da Historia, da Philosophia, das Ma-
Uieroaticas das Sciencias phyticas, liouvessem tara-
>m cursos espeViaes de Eugenheros-rchileclos,
d Agricultura eade Commercio. A organisacao te-
ve lugar, a refolrna fez se, roas deu-se um pheno-
raeno lutadamente novo em nossos annaes. Aquel-
les mesinas que mais ulerease deviam ler ua ese-
cucao da reforma, como seus mioislroa, foram em
graude parta os que. por Talla de boa volitada, por
indiirerciifa... lalvez, a deixaram ledra mora, na
sua parle mait vivificadora. Como se explica este
uccesso curioso Era o espirita ranwrraueiro do
lempo, que anda seoppuuba a lodo o progresso ee-
ueroso, esedelcitava contaiile coro a indolencia de
algumas almas cantadas.
Mas a idea de reforma nao podia morrer. As
ideas desta urden germinara no paiz, e mais cedo
ou mais larde dao fructos tucculeolos e abeniosdos.
lie a historia do (jmoasio Provincial de Pernara-
hiico. O que nao fui possivel era 18W s-lo-ha em
I8jj. O varao illuslrado que preside gloria des-
la bella provincia, e que marcha frenle do seu
progresso, tenliu despon(ar-lbe no espirito a idea
generala da reforma da nslruccau publica, o osten-
tan de incarna-la, de realsa-la immedialamenle,
sob as largas bases ero que i concebru. A nossa
Assembtaa Legislativa acolbeu pretsurosa ese peosa-
menlo; e boje o (jymnatia Provincial de Pernambu-
co he para n. urna realidade que se nos pem di-
mita, como o vulto de uro mancebo chelo de vico, e
arreado de todas as galas da sua idade.
Hoje nao haver medo que a lucarnac desap-
Dareja como ama figura phautaslica : lie a popula-
do iuleira que Ihe di vida, que a sustenta, que a
cerca de veneracao e de cuidados, como urna fonle
de heos renes para uotsos fillies. ||c am sancluaro
de educaran c de casino, onde o corafao da infan-
cia se vem repastar da piedade e de amor, eoseu
espirito aprender da que modo se pode o liomem
apropriar ds maleria. transforma-la pela industria,
e lornar-se digan da communidade de que Dos o
fuera merobro. He um complexo de doulrinas pra-
ticas que hoje se aprsenla mocidarie da provin-
cia, meditadas, s.vslematisadas com lal arte, qoe os
couhecimenlos siiccessivos que o alumno vaireca-
bendo se ra ligando e adherindo uns aos oulros em
seu espirita ua mal*permita ordem de gradacao as-
ceodeule.
O aclual plauo eucerra am curso completo de'Hu-
mauidsdas, de accordo com o que se passa as mais
adianladss iiaret di Europa. Depois, i proporcao
que as circumtlancas o permillirem, be de err
que o patriotismo dos nossos legisladores dote a pro-
vincia com uro curso especial de Agricultura e outro
do coromurcie, mas ero casas lambem especiaes, e
com as propaafns que um e oulro demandara. Co-
meceroos pelo que he mais necessario, e glorifique-
roo-nos de o ler adquerido de um modo tanto mais
lisougeiro quanto a disciplina iulerna do Gymriasio,
a polica do todos os nstame* qae nelle se' etlabe-
lece, e u seu sytleina de puuices e de premios, dei-
tam na mais perfeita soguridude os disvellos das fa-
imhas e do governo.
E vede como este fado, a que jii chamei hiinia-
nitano, vem buje coincidir com primeir pasto
real que a provincia di para estrellar as distancias
que separan) os nossos habitantes do interior, e pa-
ra Mies fazer sentir dentro em pouco lodas os mlla-
gres da cvilisacao, lodos os gozas ua abundancia.
He um presagio bem feliz e beairai>coso que a
potencia do vapor se encentra M meimo camiulio,
etesbri.ee no mesmo dia rom poder da intalli-
gencia personificado.
Otaria a esta da memoravel por (autos titiiIsslHa
Honra |au esclarecido adminislrador da proviribaKe
que emprehendeu e cootummou a magnifica Irans-
ligurscao do espirito que hoje vimos inaugurar !
Respeito Asseroblca Legislativa Provincial que a
bafejou solicita, e Ihe deu vida. Hecouhecimenlo
a lodos ot liomeus disididos qae em pocas anle-
rinres te oceuparam de preparar o campo magnifico
que hoje, operarios humildes, comecamos a arar.
do l.ivramento, quintal da cata /n. 27.Boa de
Hor as, cacimba da casa a.78.II ua de Santa The-
^ M.W...V-. a, taras i
nos lugares baixen, nao calcado
cora 7 trabtlhadoras inclusive
reza, cacimba da casa n. 31, na uousroa roa, quin-
tal da casa n. 38. /
Estas cacimbas mencionadas/pela porcao de in-
mundicias com que se achavarn, parece tervirem de
lalriuu ha muilo lempo. Coiilliiua-ic a tirar os gran-
des enlulhoi. e arelar as rosa e aterrar algumas,
l'ez-te o servico
uaive] ot apuntadores, sen-
do o aara diario deiles variavel, orno se ubserva
as I..llias das ferias das qualro' fretue/iat na impor-
lanc a de 2j>H8(I. Aluguel das rarrofas que Ira-
balhiram as mesmas fregueziat !)S|UrjO, aris....
l'.iJtK), dout carrinhoi de ma que comprei para *
freguezia do Recife 4)9000. .He luda quanlo te-
nho a honra de infurm.ir a V.Uir,
Deot guarde a V. Exc. BecKe s de igosto de
185.).Illni. e Exm. Sr. barao if Capibaribe, dig-
nissido presidente da cmara municipal Jo.lo dos
tantee Par le, administrador geral da companhia de
Ribeirinhot. Conforme. O tecielario, Manuel
Ferreira Accioil.
Illa), e Exm. Sr. He meu dever V. Exc. en-
dere;ar o piesente relatarlo contando o prosegui-
roenli) do seryifo da limpeca das ruin, feito sob mi-
nha riireccao as qualro fregueziat. Ba dn Codor-
niz, Moeda, travesa da ra do Vicario, Forle do
Mallos, becco das Miudinlias, dita de Joao Pinta, ra
da Lipa, beceo das Baias, largo da Assembla, dita
do A rsenol de Marinha, becco da Cacimba, ra dos
iiuai irapes. (ravessa do mesmo nuie, dita da Fun-
dicao, beeco da Lama, dita da roa da Cruz, prana
doClafariz, roa do Encantamento. Cacimba, beccu
do A norim, Ir.ivesaa d Porlo daa Canoas, traves-
a do Burgos, Caes da Ponle provisoria, roa da Sen-
sala Nova, dita Velha, beceo do Campello, do Qu-
resm.i, roa da Craz, Praca do Corps Santa, roa do
Amorim, beceo do Jos Caelano, Arco da Concei-
eao, roa do Queimado. Crespo, paleo do Livramtn-
to, Praca da Luan, becco da Camhoa do Carmo,
ra Larga do Bosario, dita Estreita, ra d teis, Collegio, Cadeia, Crespo, Larangeirat, Iravetsa
da rua das Cruzes, na Nova, da Concordia, pateo
da Penha, Ribeira. roa da Praia, Iravessa do Fer-
reiro, roa do Livramento, travesa do Carioca, roa
Direila. paleo do Terco, becco lio Calabouc,o, raa
da Lama, becco de Maooel Francisco, rua do Hos-
picio, praca da Boa-Vista, raa do Aterro, ateo da
Santa Cruz, rua da Clixa d'Agua, da Conci\ao, Ira-
vessi Jo mesmo orna, rua dos Pires, Santa Crui,
beceo das Barreiras. Coelhos, na Soledade no lugar
denominado Caminhu Novo, se esta aterrando orna
grande cova, que existe no mato da estrada. Est
se aterrando lodo o becco da Bomba e do Sarapa-
d, p ir se acharem ero muilo mi astado ; isto lie.
amaconlos e immandat. Tamban continua-te a
aterrar Inda a rua de Hurlas, des-tan paleo do Car-
ino al a rua dos Marlvrios, nSo (tBaf exislirem
netta primeira rua muilos lugares laslot, onde as
aguas ficam eslignadas, como lamba* por so adiar
iminundas. Tem-se'limpado e em aejumaj parles
desempedido ot canos de esgun. Contiaaja-se a
acetar obtras ras, iterranrio-so os lugares la-
macenlos, astim como a remover os grandes montes
de lixu e immuodicias. J live a hoara de decla-
rar a V. Ele. que lera sido iiovaioenle aceiadas
quasi indas as ras, travesas, pateos, ele, mencio-
nados em meus reltanos, bem como as cansas que
pratnrvem semelhinle irregularidade. Continuo
ea'mi'u penoso Irahalho, leudo ja fe'izmente venci-
d%algamas difilculilades, o que rouil me anima,
poequi! assim preencbu os meus deveres, e em par-
ta satis faro as vi,las do Efro. presidenta da provin-
cia, que lao enrgico e zeloso te tem mostrado em
lomar medidas preventivas contra a peste. Fez-se
o servico com 61 Irabalhadnres, inclusive os apon-
tadores, e ainda contina a ser variavel o numero
riaquellcs. Imporlaram at folhas das ferias dai qua-
lro fregueziat era rs. I8900 ; serv; de duas car-
roras que trabalbaram diariamente na freguezia da
Boa-Viala rs. 368000
, areia empregada na mesma
freguezia rs. 303720 ; qualro carroraa diarias qoe
Irabalbaram as freguezias de Santo Antonio r 8.
Jos r-, 739OOO; areia empregada as mesmas fre-
guezias rs. I9S-200 ; empreitada que fiz para a re-
morao de um entulhoys. :CoO(IO. He ludo quanlo
lenho a honra de informar a V. Exc.
Dos guarde a V E\c. Recita 1. de setembro
de 185. Hita, e Exm. Sr. barao de Capibaribe,
dignissimo presidente da cmara municipal. Joo
dos Santos Porto, administrador geral da compa-
nhia de Ribeirinhot.
Conforme. O secretario, Manoe! t'trreiri Ac-
eto i.
CORRESPONDENCIAS.
Sania, que mostrava ler rioai oa tres dias de nis-
dn, e que tendo a cabera esmgada, dava indicios
de ler sidu mora; e nao consta que a plida da-
quelle lugar tnmasse ennberimenlo do facto. Snp-
porao por ventura em Pon; de Periras que nao be
enme matar nina enanca? Nao eremos.
Fallecern) cita semana 18 pessoas, senda llvres
1 liomeus, 5 mulhrres e*i prvulos; eeseravos 6
homeni, 4 mulherea o 1 prvulo.
Rendeu a alfandega 78:9 H9f 2.5 rs.
Illm. o Exm. Sr. Tenho a honra de apreseular
4 V. Exc. a relacao do servico da lmpeza dairuas
desta cidade, cxcculado sob minha direccilo, a con-
tar do dia 18 2t do crreme. Na freguezia de
S. Frei Pedro (uncalves, foram iimpas as seguinlcs
ras e iravcisas e(e : Rua da Lapa, Conloin/, Moe-
da, Amorim, Iravessa do Burgos, rua da (juia, Sen-
zata Nova, Iravessa do Bru, rua do Encantamen-
to, Apollo, (ravessa do Porto, rua do Bom Jess,
do Brum.
Freguezia de Santo Antonio.
Travesa da Bomba, rio Lobato, alraz do Carmo,
rea do Mundo Novo, du Fea, paleo do Carmo, Ira-
vessa do Padre, do Sarapnid, rua ne Sania Hire-
la, da Camina do Carino, rua Larga do Rosario,
Esireita do Rosario, Penha. Trincbeiras.
Freguezia de S. Jos.
Ba do Forle, Direila, Iravessa de S. Pedro, da
Penha, Concordia, rua da Palma, e (ravessa do
mesmo nome.
Freguezia da Boa-Vlsla.
Rua do Sebo, Culovell. Prazerca, um vahdo no
Chora-menino, Ribeira, rua da Santa Cruz, Rosa-
rlo, Caixa d'Agua, Iravessa do Tamlii.i. Praca da
Boa Visla, Iravessa do Quiaho, Coelhos, paleo da
Soledade. Corredor do Bupo ; muitas roas e traves-
as referidas lem sido novamenle Iimpas, porque an-
da exislem as causas, que obslam a coiiservarao do
aceio das run.
Mandei areiar algumas rans nos lugares baixos
onde hava lamaral. Limpon-se o areiou-se 01 se-
guinles quinlaes. e enlulhoo-se con) arela algumas
cacimbas perlencenles aos mesmos quinlaes. por
servlrem de lalrlnas aos respectivos moradores i
Rua da Camhoa do Carino, quintal da casn n.
33, na mesma roa quintal e carimba da caa n. 36,
Senhoret redacloret: Zelozo dajfjj aka repula-
cao atrozmente ferida pelosveparinosl Bada mor-
daz calumnia laucada asfre mim a waW, em um
artigo do correspondente de Tquarastt'i, publcalo
no eu conceiluado jornal em um'aVs dias do mez
protuiio passado, a respeito do salvamento, e arre-
eadaelu das mercadoriat traziriat a este porto pela
barca france%a Gustavo II, naufragada nos baixos de
MarlaFarinha. curre-rae rigorosa obrigacao de dar
am sdemue desroentdo a teroelhan.e insulta, que
ea entregara a soberano desprezo, senao houvesse
ellesiiloeiilregiia.au dominio rio piblico, peraule
3nem tsumaulo devo provar a pureza da minha con-
oca naqiiella occasiao na qualidade de capataz da
estancia de Ilmarac.
Dispensan lo-me poda uto de qualq aer dissussao a
esle respeito cura e dito correspondente, a quem pro-
meti ojo responder senao esta vez, olTereco con-
siderara e criterio do respeitavcl publico os atiesta-
dos abaixo transcriptos, em virlude dos qoaea me con-
sidero liropo e puro da negra1 mancha 13o graciosa e
audazmente laucada sobre a candidez da minha con-
duela al hoje (libada.
Com a insercao destas breves Imilla e dos docu-
mentos a que me refiro, seuhoros re Jactares, fara.i
Vmrs. um especial lavnr ao s?u constante lelor.
Recife 6 de setembro de 1855.
Manuel I 'itira da SHea.(%)
Illm; Sr. Diz Manuel Vieira da Silva, capataz
da estscao de Ilamarac, qoe para bem de seu d-
reito precisa, qoe V. S. Ihe altaste sua conducta ci-
vil e moral, e se em lorio lempo que teve lagar a
uaufrazio da barca franceza Gustavo II nos baixos
de Maria Farinha, se elle esteve sempre oceupado na
dita barca, sem que fosse era sua casa, sanio depois
de 15 c a 16 dias, poueo mais ou menos; eseosun-
plicanle dirigo-lhe odicios para ter loda vigilancia
no eslravin de alguma cousa, qoe por ahi perleodes-
se desembarcar, e se V. S. varejoo-lhe sua casa: por
(anta pede ao Illm. Sr. subdelegado da freguezia de
Ilamarac haja de assim deferir. E R. Me.Ma-
nuel Vieira da Silva.
Luz C irdeir Cavalcanli de Albuqu irque sub lele-
gado em exercido da freguezia de llamarac, por
S. M. I. e C. ^
Atiesto que, segando me consta, o capataz desta
estacic, Maooel Vieira da Silva, durante o lempo
do naufragio da barca esleve empregado ao seu des-
carrego, sem vir a sua casa, assim cono qaa receb
do mesmo capataz dout offlcit em favor doi salva-
dos da mesma barca: e finalmente atiesto que por
duas vezes varegei a cata do dita caietaz, por de-
nuncio;, e-nao leudo encontrado obiecto algum da
barca em sua casa, vim a eonhecer que era falta a
denuncia, oque nao esperava menos, em razao de
eonhecer perfeilamenle que o capataz Manoel Viei-
ra di Silva he honrado, de ptima conducta civil e
moral. He o quanto tenho a informar em f de meo
cargo.
Subdelegada de lta.marac>29 de agosta de 185.5
l.ui: Correa Cacalcanti de A'buauerquc, subdele-
gado.
Illm. Sr.-inspector. Manoel Vieira da Silva,
capataz do porlo da ilha de Itamaraci, precisa a be
seu, que V. S. se digne mandar que u Sr. comnian-
dame oa escuna Lindla Ihe atiesta qijal a conducta
do supplcante na occasiao em qae o mesmo Sr. com-
mandante se achava em soccorro doi salvadas da
barca franceza G-usl ivi II, naufragada na praia de
Maria-Farinha, e seo supplicanle deserapenhou com
zelo n commissao de que so acliava. eiic.arreaado : por
tanlo P. a V. S. favoravel defertajatjlc.E R. M.
Pelomssroo, ,/. /. dos Santos /Alda. Recife t de
igosio de 1855.
Alletle, querendo. Alfandega de Permmbuco 2i
de agosta de 1835.Barrot.
Atiesto que o supplicanle durante o lempo que
refere, seuipm mo-lrou bastante telo, probidsde
inlelligencia, no servico e arrecada(ao das meren-
durias da barca franceza Gutlaro II, naufragada not
baixos de Maria-Farinha.
Bordo da escuna Lyndoia, surta em Pernambuco,
27 dr. agosta de ix.5.5.Jui'/uim .Uves Monira.
I.lm. Sr. capiao do porto. Manoel Vieira da
Silva,.capataz do porta da ilha de Itamirac, preci-
sa a ben de sea dreito qae V. S. se digne mandar
1 que o Sir. fraileo mor do porto desdi cidade ihe al-
teslequal 1 conducta do supplicanle durante o lem-
po em ]ue o mesmo Sr. pralito-mr se achava em
soccorro dos salvados da barca franceza Gustavo II,
naufragada na praia de Maria-Farinha, e se o tup-
plicaiiludesempeiiliou com zelo a cnramiitao de que
te achava encarregado : por lano P. a V. S. favora-
vel defermenlo. E K. Me Maioel I ieira da
Silva, i ipataz.
Recife 28 de agosto de 1855.
Alletle, qoerendo. Capitana do porta do Pernam-
buco en 28 de agosto de 1855.HU:iario.
Atiesto que o St. capataz Manuel Vieira da Silva,
durante os dias em que eilive oceupado em soccor-
rer a barca franceza Guttaco II. aprsenlo sem-
pre a sua gente por elle dirigida para coadjuvar 06
servico! a fazer na mesma barca, e nesse Irahalho
portn -se com honra, zelo e actividad!', oque jurarei
ic pre:iso for.
Recife28 de agosto de IS55.Jote fautlino Por-
to, pratico-moi. .
Illm. Sr. inspector. Manoel Vieiri da Silva, ca-
pataz do porlo da ilha de Ilamara.-.t, .a btm Je
seu dirsilo precisa que -V. S. se digne mandar que
(*) So por amor a juslica nao demoramos a publi-
caran da presenta correspondencia, em que o Sr.
Vieira da Silva defend' a sua honra, tuppqpdo-a
manchada pela calumnia. Tendo nos a maior con-
lianra na probidnde e Inleireza de no-su corretpon-
rienle m Iguarass, aguardamos a n i-lilicaca dos
fados, logo que ao seu conheeimento diegar a defe-
za do Sr. Vieira; mas ntrela uto. persuada-se esle
senlior 'que o nbsso correspondente h; inleiraraeule
incapaz de ser movido pelo espirito da calumnia, e
que se alguma inexactidau houve de sua parte, pode
ser lito muilo bem altribuido a mas inforinaces,
visto que nao morando no lugar 0111I3 o Sr. Vieira
becco pertenecido as casas dn paleo do Carmo, nt.. exerce > cargo de capataz, nHollie era possivel pres-
ts, 20,22.Rua das Laraogeiras, qnmlal da casa cendir uo cato em queslao do t esterna dio de oulros,
n. 23, na mesma rua, quintal e cacimba da casa _.
aT7.Rua do Fogo, quintal da casa n. ?&Travesea
assim como na narrara dos fados diversos que oc-
correm em todo o termo de Iguarass.Os RR.
oSr. ajudanle do guarda-mr dett, alfandega ll
atieste qual foi o seu comporta meato daraule o nau-
fragio da barca rranceza Gustavo //, ut,it j"
minada Mara Farinha, e o lenice que pTealeirDira
boa reendacao das mercadonai lalvadat dn di
ca : por lauto P. a V. S. favoravel deferimnin
E R. M. Plo momo. a. T. das aeJei, !1!' ~
Hecife 2i de agosto de 1833. ""**
Atieste, querendo. AUaadaaa d Paraambuea
d< agosto de 185.5.Sarros.
Em virlude do retpelavtl despacho dolllm-u.
inipeclor da alfaadtga altetlu qoe a Sr. cpalas 4,
etlanciade Itamaraci Maooel Vieira dg Sjlva, (m 0
primeiro que apreseulou a bordo da, barca fran.
oeza Gutato II, lugo qae ella eocaibeu nos barxes
de Maria-Farinha, segando me ceadoe, e qae all
se cunservna at concluir-te o salvaaaealu de carga
d mesmo navio, ajudaudo m ledo j
ra com o maior zelo e dedicacae' aratanciada por
mim desde qae all cheguei, sendo qae esteva temare
Ibpotli, a salisfazer a lodat aa raquiedet qi
mim Ihe foram foilat. Lu: Guaui t'errehra, ja-
dante do guarda-mr.
Recife I de setembro de 185-5.
RIOCRANOE O NORTE.
.>'ri. redactores.Em pooeas palavrat vou detaa-
dei -rae de urna grave impuiacaa qae te me te
tea Diario, e qae por correr irapressa nelle a
prejudicar a minha repulacao ; e Vmet. e o es
a quem mudo respeito,me permittire ajee as
fen ea diga alguma cousa mus gravo eram
vor, e contra esse qaem quer que teja, qua laj
mente agoredlo-me.
Na correspondencia da cidide d Natal desla pro-
viucia de 12 de jiinho desle auno, publicada no
Dit.-rio de 1.5 d'aquelle mez, o autor dessa corree-
pondencia, participando que tara a pique dentro do
podo d'aquella cidade a escuua Sexla-faUrt, pre-
bei.dlda ero 1852 como desuada au conirabaiidu de
eseravos,e insinuando qoe para um genio apreciada*:
essa escuna oltarecia grandes couunealarios, acera
centa ipaia verbit a fui arrematada por negocia)!
dessa praca, e de novo montada, mis eii tenia
quando o Dr. Pinaj, que entao eslava inierinaa
te na pulcia,bi(ou-a como criminosa (nolaud.o Y,
que os donus foram julgados innocentes) c jai|
boa presa, a phil.ituphia do Dr. a conservou _
ancorada com lodos os seus perleuces. al qoe seila-
taira pas-ada inergulhou sem a menor saudade dos
donas Resta pois ao governo ou a ajira competir,
mar da-la quanlo antes remover do lagar em qae te
acha.do contrario lerao muito breve de verem T"i
to 1 luldisado.
Ecce, Srs. redacloret, eomo por semelhanca >
venhea o dictado cao que cottumi morder. Bor-
de iis vezes sem querer.
E, pois, quem nao v nessas palavras do seq cor-
respondenle, leltras mudadas, parenlhesit e pnal
de udmiraeao, e qaem nao v nellas t malicia e
que falla elle de mim ?
_ Ouem nio lera notado que al inventan o verbo
bifur paradar-lhe a lignficapae.que bem A
gra lasse ? .
Poit bero, como he injusto aggressor, desde H
antas do mais permitida que I be diga qoe pof
vianoou calumniador foi que cscreveu (sera si
fallar da escuna Se.cla-frira sso que escrevea. ;
Permitida que Ihe diga que essa injusta imputa-
cao que faz-ine, ofrende igualmente ao digno ex-pre-
sidente desta proviucia, Dr. Carvalhu, de accordo
cora quem fiz esscapretameiita ; olTemle igualmen-
te ao auditor de marinha de Pernambuco e o con-
sell o de estada, que a julgaram boa prea ; e mais
que a lodos oflende au chefe de polica, qua secce-
deu-me uesse cargu em marco de 1853; lendo sido
aprosada a escuna em novembro de 1852, lendo
eu tullido da cidade do Natal, em diligenci ao ja-
len ir desta provincia em 8 de fevereiro de 1853.
Permillira que Ihe manifest. qu o dito ex-presi-
denle fui instruido por mim de todos os pormenores
desie apresamento antas e depois que o ftz,
apenas colindas bastantes provas da tentativa do
trafico, para que le preparava a escuna, reqetlnu
elle prisf.es de cmplices da cidade rio Recife, e
barcos de guerra que para all conriozissem a escu-
ii;.,fim de ser ella posta disposicao do auditor de
marinha, jaiz competente para prucessar e julgar o
Iralico ; e para isso vierans .1 cidade do Natal o hri-
ga;sMWddde, e nutro que declararan! nao pode-
rem qjsajnzir a escuna.
1'ertnHlir qae o advirta, qae he conveniente
ludir ot fados eat leit relativas, para luto faltar
les 11 dell.is leviaoamente.
Permilliru qae Ihe faculte publicar a pdl
quer lucro que eu recebesse dn dono H
onde quem quer que teja, antes aB
parfazer, oa 1139 fizer, o qae he de i
blelo.
f sobre todo deixar qae te pense, que, se fl,i e
ilcivosa como essa qae respondo, be 1 correspon-
dencia do correspondente da cidade du Ni
los carrapeles e noticias da masa noitt lem o
pubLco recebido por verdades desse correipoii-
dente.
E proalfjmot. senlior correspondente, que ver
que sominada a conla.sahir urna prova de verdade
em meu favor, sem qae posta Vmc. dizer qu o pro
voquei.
I"'na cousa pocrn Ihe peco, e peco po?saa honra,
que quaintu huuver de retponder-ir' dispa o manto
do .mnimo, como aqui facj- ^^
Se cuinprir, Srs. re>la^?eaaaJlllaaj' a historia
do apresamento da escuna Se.rta^eira.e droi qaem
devera ler aciutetado a parda dessa escuna, e o
prejuizn causado a mim apresador, ao denudeian-
t, u 1 quem mais dreito lenha sobre ella e sea car-
regfimenlo ; e cnlo este correspondate....
Sesculpem-me, Srs. redactores, se ottaedo, defen-
Jo-me do seu correspondente ,e se nio leu car-
respondente, sou teu issignante;; e mais qaje muil
cram, que, mait do que por muitas graess recetadas.
Ibes agradecere a pubcarao desla defezrSoo sea
amigo lelor ele.
Joo Valentim Dantas PimWfe.
PIBLICACA0 A PEBM

f

! I

Aolllm. e Exm. Sr. Consetheirn .
feto e Fi/ueirido, digno Presidtnti
e patritico inttallador do Gijm
ceno, por occasiao do meimo Exm.
a priineira pedra no lugar ondt
se o Gijmnasio, offirtc'do ao II
Pinto d* Vtrat, caralleira das
la e da Rosa.
MKVETO. ;
Habebitis
im monumento
bilis eomsolem
generalionbui
sempiterno. Exal
v. U.
D'agoslo o dia quinxe fetlujie,
Coro sincero leal eonlentaiueuln,
Em doce e fraternal ajuntameolo,
Esle dia sem par ceiebritae.
Ao supremo archileclo graca dtc,
Com devoto e profqnrio acalamenlo
A o uobre, eximio, e excelso Jos Beato
Hosannas, rail hosannas entoae. -
Fique eterno entre nos, Pernambacanos,
O uome seu heroico e presbmoto,
Bem come entre os valeules lagoanos.
Um callo Ihe sagrae, um callo honroso,
Que paste imraurredouro ahttn dos unos,
Recife It de agosto de 1855.
Manoel Rodrigue! lo fetso.
"c^atMEBaO.
PRACA
RECII E\7 DE SETESIURO DB183-5,
AS 3 IIOR\S DA TARDE.
rti 1 lia Oeiic i
Caninos Fizenm-e algumis IransaceSea da
lfjd:-por"lapraaa.
Algcdao .... Os precos de 55*00 a 5J8( pa*a>
arroba foraoi quasi asuntases, por
quanlo mu eVquene vendas M
lzeram, tendo acudo59accaa.
Asiicir A entrai aagmealoa argoma cau-
sa, leudo-te vendido algumas par-
tidas do bruta de IS700a lj50 por
arroba.
Couros- Coniinuaram a veaataMe 4a 187
1|8 a 190 rs. por I dato .des secos
salgados.
Biidlhiio ?ll3fcJ'm cirragimenlo com
Vfir^jjjjjjjjjjjjjjTc. que est em duv i-
da sFTrear. Relalhou-s* da
1 J500 a 16> por barrica, ha na
mercado 1, harrlcat.
Carne seca- v endeu-ta a da Rio (iranda da
49100 a 5100 por arroba, e a de
Buenos Ayres de l500 ft 41800:
hcaram no mercado 12Ja rr-
bis ds primeira, e ^OaV di et-
gonda.
Farinha de trigo- ExUlem no mercado t,00 barr*
cas, 3,40X1 scese da 3 asrubas e
1,000 de seis ditas., VeHdeu-ta a
US por seis arrobes m taceos de
Inglalerra e Valparaizo, e de Bat-
lunore em barricas; de 32} a 31J
Pontana SSSF. Continua a aMr
para os porlos do sal a de mellior
qualidade, assim como teve o mes-
mo destino a maior parle do Btll-
mocarregsroenlo da New-Orleaev,
viudo pelo Saucy. .
Irelis- Nada se lem feilo por falta de na-
vios. "
Discinlo Sem alleraeao.
Enlraram V erabarcacoes, sendo I de bacalhiio, 1
de farinha de trigo, I de fazendas inglesas, 2 trans-
porle do governo o 7 d provincias do imperio.
Saldram 11 : sendo 3 para irados eslrangeiros com
gneros do palt, duai com farinha de trigo pare os
porto* do sol, I vapor de guerra inglez e 5 para ae
provincias do Brasil.
Piearam 110 parlo 30 euibircnr,oes a salieaJMiMne-
rieamis, I! brasileirai, I fanceza, 1 liambarfsWtA, u
haipnuholas, 3 inglczit, e i porlugueza*.
"movimemto do pohto
Varofes taidos ao dia 7.
Acanica'Patacho bratiltiro uEmulataot. maetre
Amonta Uoata Per-iri, carga rttaedu a mais


BBaja


OIIIIIO DE PERIMBUCO SEGN0 Fl.HU lOlE StTtNBRO OE 1855
*
/
*
gneros. Passageirot, Joio l'hom da Silva e 1
criado, l'edro Gomes 4a Frota e 2 criados, Joao
Aleudes ala Rocha e 1 criado, gancho Pereira Go-
mes e 2criado, (iuldino Alves Cavaicao el
criad, Trajaoo Jos Cavalcanli e 1 criado, Anto-
nio Raymend Cavaleanti e t criado, Jernimo
Jota Figueira de Mello. Pedio Kibcirode Oliveira
e 1 criado, Antonio Jote Menora e 1 rlido, Al-
terno Fernura da Rocha e criado, Bernardioo
Janoarlo, Domingos Carlos de Saboia, Joaqam
Looreneo la Fnnseca e SUva >i 1 criado, Domingos
Jos de Sabnia, Estevao Ferreira Nounlo, Jos
Peregrino Virilto, Diogo Gomes Prenle e 1 cri-
ado.
Ra da JaneiioBrizne brasilei o DaiuAn, capilao
Cielo Marcelino Gomes da Silva, carga agurden-
le e mais ueros. Patsagelros, Manoel Jos Fer-
nandos Riueiro, Joaquim Iziduro Sirnoes, Joao
Uarte Carneiro MorHeiro. Francisca Mana da
ConceicSo S weravas. Joaquina Francisca do
Reg Cima, Joaquina Mara da Conceicao e .1 es-
cravos, Vlceule Jos de Briu> .lunior.
Aearacu'Hale brasileiro Cirraio do Nortes,
meslre Joio Antonio da Siiveire, carga fazendas e
mais gneros. Pas*ageiros, vce-cuusul inglez uo
Caer John William Studart, Vicente Marques
d Soma, Jos Joaquim do Neicimtnfo, Boaven-
lura Jos df Sonra.
.Vario entrado no din 8.
Rio da Janeiro 16 das, brigue brasileiro aAdol-
pho>, de 212 toneladas, capillo Mauoel Pereira
de S, equipugeni 11, carga cari e mais gneros ;
a Eduardo I erreira Bailar.
Navio sabidos no metmo da.
Rio da Prata'Brigue brasileiro Duque da Tercei-
rau, capillo Faustino Martiiiho Bastos, carga es-
tucar e agurdente.
Falinoulli pelo Rio Grande do NorteBrigue ham-
hurguez Berta, capillo William Walker, em
lastro.
f litio sahido no dia 9.
Babia Barca franceza Crale Rogeru, capilao
lombare!, carga parle da que tronxe.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da tliatouraria provin-
cial, em comprimenlo da resoluto da jimia da fa-
ltada manda taier publico, que no dia 27 do cor-
rete, vai novarienle a praea para ser arrematada, a
quem por menos fizer, a obra dos reparos do aijada
deCaruaru, vahadas em 1:0129000 r.
E para constar se mandn artizar o presente e pu-
blicar pelo Diarlo.
Secretaria da tliesouraria provincial de Per Bam-
buco 4 de lelenDro de 1855.O secretario,
.1. F. tC Annunciacao.
O Ulm. Sr. inspector da thasonraria provin-
cial, em cumprimenlo da resolucAo da junta da ra-
teada, nuuda fnzer pnbiico, que no dia 20 do cor-
rale va novamente a praca para ser arrematado, a
quem por menos uzee as obras supplemeu lares a fa-
zer-se ni ponte obre o rio Cipibaribe na estrada
do Pao ifAlho, avahadas em 12:89193-22 rs.
E para constar se mandos* afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesoiiria provincial da Pernambu-
co de aatembro de 1855. O secretario,
A. b. d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesonraria provin-
cial, em enmprtmenlo da'resoluto da junta da fa-
zenda, manda fazir publico, que a obra dos'reparos
de qoe preeisa a -ais da cmara municipal e cadeia
da cidade de Orlada, vJo novamenle a praca no da
20 do corrate, no valor de 2:2009000 rs.
E para constar se miudou iflhar o prestle e pu-
blicar pelo Diorto.
Secretaria da Ihesoararia provincial de Pernam-
buco 4 de satemlsro de 1835.O secretario,
A. F. Annunciirilo.
O l)r. Anselmo Iraucisco Peretti, coiuraen.lador da
imperial Ordem da Rosa, juiz de direilo especial
do tmerch Ja capital do Reeife provincia de
Peratabaco, cor S. M. I e C. etc.
Faca saber, em virtoda do disposto no arl. 11 do
decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851, que aeha-
ae vafe efticie dtescrivie, que avista do arl. &9
do decreto o. 15S7 do 1- de maio ultimo, lem de
servir parante o jti de direilo especial do commer-
desta comarca, e convido tudas as pestoas que
pretenderem dito officio, a appresentarem os seas
reqoerimenlot uo prazo de 00 dias contados da data
do presele.
B para ejae ehegua noticia de todos mandei alli-
\*t este edital nos tugaras do cosame e publicar
peta imprenta.
liado e passadu tiesta nidada do llecife aos 10 de
C" o da 1855. Ka, Francisco Ignacio de Torres
deira, escrivau interino do commercio o es-
crevi.
Aneelmo Francisco Perelti.
- Perante a cmara municipal desta cidade esta-
r el praca nos din 14, 15 e 17 do corrente o aler-
ramentn e estacada do alagado ao sol do thealro de
Sanie-Isabel, oreados em 2:350 : os preteodentes
5 que quizerem cornialtar o oreamento. dirijam-se i
secretaria da meso)a cmara.
5d*
ac da cmara anicipal do Hacife em estn de
Jdstteaibrode155.--ljaraodo Capibaribe, pre-
sidenta.Manoel Ferreira Accloli, secretario.
DECLARADO ES
go de ftil na I rlanda costa de leste, Inz fiza em
Broadhiren, ua iuiineusa Irlanda, cotia de oeste ;
embrcenle de pharol, e boiat no canal do Prince
na entrada do Thames; e pharol do Nore,
Capitana do porto de Pernamboco em 28de agos-
to de 1855. O secretario,
Alexandre Rodrigues dot Anjoi.
Eu Jos Agostinho Brbosa, cidadAo brasileiro,
traductor publico e interpreto oommercial juramen-
tado da praca : cerlillcu que me loi apremiado um
documento impresso na lingua ingleza, o qatl lilte-
ralmeute tradozido para o idioma nacional, diz o
seguinte :
.fiiito aoi navegantes.
Boias no canal da Rainha Queeo's chanel.)
Trinity-lloute em landres. 15 de mato i 1855.
Pelo presente se faz publico que ua conformidade
do annuncio desta casa, datado uo primeiro de mar-
co prximo iludo, a bola do baixo de West-Pau pin-
tada cora llstraa pretas e brancas, que lem una bas-
te e globo, foi removida para uina pequea distan-
cia ao S. S. E. da su.i autiga posicAo. a presente-
mente est em 14 ps na mar hnua das aguas
vivas coin as seguintrs marcas, e demorando segun-
do rumos da agalha pela seguinle inaueira : v
A eilremidade do O. de Clevewood em unta li-
nha coin a axlrtmidada de leste.da estaca* preventi-
va de SI. Nicolat. ... S. S. E.
A iareja de Ash quasi ao saeio
caminho de Reculvers para Sarr-
mi.......... S. 1,4 E.
Embarcarao do pharol Girdler. N. 1,41,2 O.
Boia do balso Norih-Pan. N. 1,4 E.
ii do baiso Pan-Spil. E. 1,4 el, 2 S.
South-Knoll.....S. E. 4el,2E.
de rYesl-lM...... S. 1,2 O.
As segnintes alleracoes laiiibcm liveram lusar em
conformidade coin a inlenro ezpressada na dita no-
Iilica;0 do primeiro de marro, a saber :
A lua de l'an-Sandhuoll
mais neerssaria.
foi tirada au sendo
Pela' mesa do consolado provincial se faz pu-
blico aoscootriboiutesde impostos, eujot dbitos sJo
dependentes de Un-amenlos. e qoe anda na- forain
pagos dentro do amo financeiru prximo patsado, I
que os podciu raaliiar nesla repartirlo al o lim do
presante mez, linde o qual passam a ser ezeculadoa
todos os quedeixunm de pagar os do anuo de 1854
a 1855.
BANCO DE PERNAMBl'CO.
U Batuco de Pe nambuco sacca sobre
a prara si Biiiiia, e contina a tomar
lettra obra a do Rio de Janeiro. Ban-
co" de Peniambuco 25 tle junho de 1855.
O wcretario da direccao, Joao Ignacio
de Hedeti-os Higo.
Pela delegada do primeiro dislricto do Recito
tora preso e recolhilo a casa de detencJu, no dia :1
do corrente, o prelt de aaco de nome Joua, por
andar fgido,o qual diz ser escravo dos herdeiras do
liuado Jos Antonio Pereira e moradores no ongenbo
Chtti termo de Goitnna. Delegada deste primeiro
ilistrielo do Reeife i os 4 de setembro d'j 1855.O
delegado, Frandion D. de Carvalho.
COSSECHO ADMINISTRATIVO.
O conselho udminislrativo lem da comprar os ob-
jeclos seguintes :
Para o 8." balalaio de infamara.
Bandas de Ua, 21 ; grvalas de sola de lustre,
181 ; mantas de lia, 2:t2.
Estola de primiras letUas. do ltt. batalhie.
Ouivtles, i ; papel al mico, retmu li; pannas
ile ganc/j, 400 : titila preta, garrafas 6; tapia, 72 ;
artia preta, libras i.
Proviiaento dot armazaut do alatoxarifado.
Obreias, masaos 10 ; pennat da lluro 600.
1.a 2. clattet.
Cola da Bahia, 2; ocre.idam 1; alvaiadc, idem
2 ; junco, idau8 ; laboat de forre de louro,' du-
zias 4.
i." ciaste.
I.encws de lat Je 50 a 54 libras cada um, 2 ;
ditos de dito de 14 a 15 ditas, 10.
iortiecimento de luzes as estates militares.
Azeile de carrapalo, caadas 720; dito de coco
manadas lo ; pfvios, duzias 0 ; fio da algodo, libras
00; elas de carnauba, idem 223.
Recrulasem deposito no 2. batalhto tle infaularia.
Esleirs, 100.
Diversos batalbfirt.
Sapaloa feilos ua provincia, pares 900.
Hospital regiraental.
Cobos inodoros, 19.
Ollicinaa de 5.a Meius de tola eorlida, 150.
Presidio de Fernando.
Kariulta de mandioca, alqueires 600 ; madapolo,
|iecaa6 ; barandes le cera, 12 ; lochas de dita, 6.
Quem os qolier v inder aprsente ai soas propos-
ita em carta fechada, na secretaria do conselho s
lo horas do dia 13 dn crreme mez.
Secretaria do comielho administrativo para forne-
i'Jmeato de arsenal de guerra 5 de setembro de 1855.
Juta ata Brilo Inglez, coronel presidente.Ber-
nardo Per'ira do Carmo Jnior, vogal e secretario.
? PUBLICAQA'O L1TTERARIA.
Acha-te a veuda compendio de Theoria e Prali
c a do Procetto Civil "eilo pelo r. Francisco da Pan
i Baftiata. EaU olira, alera de urna introdcelo
lobre as aerees e exieproei em gertl, trata do pro-
eesso civel comparado com o commercial, eontm
, theoria sobre a ap|ilica(io da causa julgada, eou-
Irat daulnuas laminosas: venda-so uuicameole
i a leja de* Manoel Jos Leile, na ra do (Juei-
laado o. 10, a 69 cada exemplar rubricado pelo
(tutor.
Continua a vender-*e a obra de di-
ttoo Advogadodo Orpltao?, com um
apndice importante, contendo a lei das
leriajie alcaaas do ttibunae de justiqa, e
o aeyro Regiment de custa*. para uxo do
juizea. crivaes, empregados dejustica, e
H|uellt* que frequentam o etiido de di-
reito, pkko prero de o?000 cada exem-
plar ; na loja d Sr. padi*? Ignacio, ra
da Cadeia n. 5(i: loja de enctvdeiuatjao e
livros, fita do Collegio n. S; pateo do
Collegio, livrar aclaaican. S,ena praca
d Independencia o. (i e 8.
O Illm. Sr. ctritSo' do parto, cumpr.indo
iirdeni da Eim. Sr.conteUieiro presidente di pro-
vincia dn data tle hantem. referilo te ao aviso
da reparticAEJu marmha do urimeira do cdrrenle
mez, manda fazer pt blico as Iraduccfies, por copia
unas, de seis avisos aoa naviganlM relalivamenle
111 poias no canal da Rainha ;Queen's|ianel)4 pha-
rol Gzu em Chipieaa-Guadalquirir, na Hespanba
caita de oatU ; pharol d Dtndilk (Inz de relampa-
Mudanra de cores.
A hoia de oeste Pan-Sand.
A boia de Oau-Sand-Spi!.
A boia de Pan-Patcb.
A boia de oeste Tongue modaram dat suas cores
anteriores para prelo ebranco salteado.
A boia Wedge de encarnada para preta.
Pelas alleraces lupra, a. boias do lado do norte
do canal (juren, sao todas pretas e brancas salteado,
e as do lado do sul preas..'
A boia deN. E. de Margarel-Spil, anteriormente
salteada de prelo e branca, mudarm para as mes-
mas cores em urnas listras vertieses. Por ordem,
atsignado.
J. llerberl, secretario.
E nada mais cuntinha ou declara va o dito impres-
so, que bem e fielmente Iraduzi do proprio original,
impresso em inglez, ao qual me reportle depois de
haver examinado com este e achado conforme, o
tornei a entregara quem m'o apresenlou.
Em fe do qua passei e presente que assignei e sel-
lei com o sello do met oflicio nesla muiloleal e he-
roica cidade de S. Sebasliflo do Rio de Janeiro, aos
21 de julho do auno do Senhor de 1855.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Conforme, Francisco Antier Bomtempo.Con-
forme. secretario, Alexandre Rodrigues dos
Alijos..
Eu Jos'Agostinho Barbosa, cidadAo brasileiro,
Irad actor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca, ele, : Certifico que me foi a presenta-
do um documento impresso, escripia em inglez, o
qual lilteralmente traduzido para o idioma nacional,
diz o seguinte :
' Avino aos navegantes.
Hespanba costa do Oeste.
I'harnl ixo em Chipiona. Guadalquivir.
O goveiuo hespanhol acaba de participar que no
dia primeiro de maio de 1855 um pharol (ixo ser
collocado na torre da igreja da cidade de Chipiona
na Pona do sul da entrada do Rio Goadalqoivir, ua
provincia de Cdiz na costa de oeste de Hespanha.
A torre da igreja est prxima no centro da cida-
de na lalilode de 3,
25'. 46" O. de Greewich.
O pharol he lito, de cor natoral, o teu focus esto
na elevarlo de 70 ps cima do uivel du mar, e po-
de ser visto em urna distancia de 8 milhas em lempo
claro.
Este pharol, alem de marcar a po-cao daquella
parle da costa de Hespanha, tamliem serve como
balisa para o baixo de Salmedina da parte do N. O,
do qual o pharol demora E. 4 S. E. 1,3 S. distante,
como 11,8 milhas.
Todas as dtmarcacoes sao magnticas.
Assignado. John Washington, hvdrographo.
RPARTICAO' HVDROGRAPHICA DO AL-
MI RANTADO.
.Londres 27 de aftrs de 1855.
Este aviso tem referencia aos seguintes mappas do
almirantado : Thames para o Mediterrneo, 11. 1 ;
costas de Portugal e Hespanha, n. 92; entrada de
Guadalquivir, n. 2341, e mais a lisia de phares hes-
pauhoes n'. 178.
E nada m.iis conliuha, ou declarava o dito docu-
mento, que bem e fielmente Iraduzi do proprio ori-
ginal, impresso em inglez, tu qual me reporto, e de-
pois Je haver examinado com este e achado con-
forme o tornei a entregar a quem m'o apresenlou.
Em f do que passei o prsenle que assignei e sel-
le! com o sello do meu oflicio nesta mullo leal e he-
roica cidade de S- Sebatliao do Rio de Janeiro, aos
25 de julho do auno de Nosso Senhor de 1855.
Jos Agostinho Barbosa traductor publico e inter-
prete commercial juramentado.
Conforme.Francisco \acier llmnteinpo.Con-
| forme. O secretario, Alerandre Rodrigues dos
Anjos.
Eu Jos Agostinho Barbosa, cidado brasileiro, tra-
ductor publico e iulerprele commercial juramen-
tado da praca etc.
Certifico que me foi apreseutado um documento
impresso em inglez, o qual lilteral inenle Iradu/.idu
para o idioma naeioual, diz o segointe :
Aviso aos navegantes.
Canal do Prince na entrada do Thames, Trinily,
Houae, Londres 'Kl de maio de 1855.
Tendo-te considerado conveniente que as allera-
coes adianto especificadas se etTecluassem as posi-
cet das eiubarcaces de pharol, assim como as
boias do canal Prince ; pelo presntese faz publico
que as mesmas se realisarao no 1 de agosto, islo he
pelo que diz respailo.
Ai embarcarles \de pharol.
A embarescao do pharol do Tongue ser removi-
da para urna distancia como de comprimenlo de 7
amarras ao N. O' 4* O. da soa presente posicao, e a
embarcariio pharol Girdler com o comprimenlo de
3 amarras S. 3,4 O. da tua presente posiejo, e na
mesma linha de demarcacao do pharol Naplin, em
que actualmente esto, e pelo qoe diz retpeilo as
Boiat.
A boia de cor encarnada ehmar-te-ha Oeste Gir-
dler, ser enllocada na exlremidade S. O. do baizo
Girdler, e a boia com riscos prelos e brancos qoe se
chamar Eatl-Tongue, sera collocada na pona de
Lesle do. baixo Tongue como urna balisa de dia para
a entrada do canal da Rainha.
Dar-te-hSo outras informaeoet logo qoe aa men-
cionadas alleraces.estiverem levadas a ellcilo. Por
ordem.
Assignado.y. Herbert, secretario.
E nada mais conliuha ou declara o dito documen-
to, que bem e fielmente Iraduzi do proprio original
impresso em ingles, ao qual me reporto, e depois
de haver examinado com ete, cachado conforme, o
lornei a entregar a quem m'o apresenlou.
Em fe do que, passei o presen le que assignei e sel-
lei com o sello do meu oflicio nesta muilo leal a he-
roica,cidade de S. Sabasliao|do Riode Jaoeiro.aos 251
de julho de aono de Nosso Senhor de 1855.Jos
Agostinho Barbosa, traductor publico e interprete
commercial juramentado.
Conforme.Francisto Xavier liomleruuo.
Conforme.O secretario, Ale.vaiulre Wtdriguei
dos Anjos.
Eu Jos Agostinho Barbosa, dddio bitUtWiuTtrt-
ductor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca, etc.
Certifico que ma foi apreseniado'um impresso es-
criplo em ingles, qual, a pedido da parle Iraduzi
para idioma nacional e diz o segointe :
Aviso aot navegantes.
Pharol do or?.
Trinily Houae em Londres aos 28 de marco de 1855.
leudo a alinelo da corporacao sido chamada
para a difliculdade que actualmente se experimenta
em desliugoir o.pharol que existe abordo da mbar-
cajao que exilie com luz 011 pharol 110 Nofd, por
causa dat luzes que apparecem de bordo das embar-
caces fundtadas as proximidades da mesma, em
virtude de reaulaniento do almirantado, qut deter-
mina que ludas as erabarcaces apresenlarao urna
luz clara qoanJo esliverem fundeadas ; julgoo-se
conveniente que a qualidade da loa llucluanle no
Nore losse modada, e por tanto faz-te publico que no
dia 21 de junho prximo a luz do Nore nao appare-
cerri mais como urna luz lita, e que em seu lugar
apparecer urna luz revolvente que apreseular nm
ftil ou relmpago de luz clara com inlervalle de 30
segundos. Por ordem.
Assignado J. Herbert, secreUrio.
E nada mais cbntinha ou declarara o dito docu-
mente, que bem e fielmente tradozido proprio ori-
ginal, impresso em inglez, ao qual me reporto, e de-
pois de haver examinado com este e achado confor-
me, o loruei a entregar a quem m'o apresenlou.
Em f do que passei o presente que assignei e
sellei com o sello do rseu olllcio nesla muilo lea le he
roca,cidade de S. SebasliAo do Rio de Janeiro,ao 24
de julho do anno de Nosso Senhor de 1855.Jos
Agostinho Barbosa, traductor publico e interprete
commercial juramentado.
Conforme.Francisco Xavier Bomlempo.
Conforme. O secretario, Alexandre Rodrigues
dos Anjos.
Eu Jos Agostinho Barbota, cidadAo brasileiro, Ira-
ductor poblico e inlerpelre commercial juramen-
tado da piara.
Certifico qne me foi a presentado um impresso es-
criptoem inglez, o qual litieralmeiite traduzido para
o idioma nacional, diz o seguinle :
ctio aos navegantes.
N. IB.
Irlanda, costa de liste.
Pharol de Dundalk {luz de relmpago de far.il..
O porro da corporacao de Dublin acaba de fazer
publico de se haver construido um pharol dentro
da entrada do canal do ancoradouro de Dundalk, do
qual pparecer orna luz na nolle de 18 de junho
prximo de 1855, o qual, de hoje em diante, estar
aceto todas ai noites do pdr al ao nascer do
A luz ser de relmpago, islo he, urna Inzfixa, va-
riada por fuzis, dando um fuzil em cada quinze se-
gundos ; a sua. pona do foco tica 33 ps cima do
nivel do mar em mares chelas, e em lempo claro he
vizivel a urna distancia de 9 milhas.
Para o lado do mar, a luz apparecer de urna cor
natural, clara, demorando na direccao O. 1,4 N., e
N. 1,2 O., e licar mascarada ou coberla na direc-
o do recito de Dunany, entre as demarcaroea de
1.1,2 O., e N. quartt e meia a Leste. Tora orna cor
encarnada para o lado do O. da bahia.da Dundalk,
a apparecer clara para o lado do norte do canal do
encoradouro.
O pharol esta supporladn sobre pilares de urna cor
encarnada, amarrados em formas heras por baixo
do edificio, que he de urna forma octogonal e cor
branca. Por cima detle a casa do pharol lem um
tocto ou telhado de forma de abobada. Esta na la-
lilude de 53, 58' o 40" N., e longilude 6 e 18' O.
dentro da entrada do canal, demorando do rochedos
do castello (em frente da Poula Codevl N. O. 3,4 O.
distante 51|3 milhas nuticas; de Dundalk Palch
(baixio com rochedos) N. 1,4 0. 3,4 O. distancia
6 1,4 militas nuticas ; dos recifcs de Dunany (a
leste da ponte de Dunany) N. 1,4 O. distante 61,2
milhas nuticas.
O canal, que anligamente corra pelo norle da ca-
sa do pharol, corre agora pelo sul da mesma, e pas-
stndo-se por elle para tora, oromo varia. Os capi-
l.ies de naviosdevem dar bastante resguardo aos pi-
lares.
Todas as demarcaron'sao magnticas.
AssignadoJohn Washington, hidrngrapho.
Reparlicao hidrographica do almirantado.
Londres 16 de abril de 1855.
Ella participa..-,10 allecla as seguintes carlss do al-
mirantado : canal de Irlanda, 11. 1824, cotia de les-
te da Irlanda, fl 1.a n. 1468, assim como a lisia dos
phares de Inglaterra e Irlanda 11. 296.
E nada mais continha ou declarava o dito impres-
so, que bem e lielmeutetraduzi do proprio origi-
nal impresso em inglez, ao qual me reporto, e de-
pois de haver examinado com este e achado confor-
me, o tornei a entregar a quem m'o apresen-
lou.
Em f do que paasei e presente que assignei e sel-
lei com o sello do meu olllcio nesta muilo leal e he-
roica cidade de San SebasliAo do Rio de Janeiro, anl
21 de julho do anno do Senhor de 1855.Jos Agos-
tinho Barbosa, traductor publico e iulerprele com-
mercial juramentado.
Conforme.Francisco Xavier Bomlempo.
Conlorme. O secretario, Alexandre Rodrigues
dos Anjos.
Eu Jos Agostinho Barbosa, cidadAo brasileiro, tra-
ductor publico e iulerprele commercial juramen-
tado da praca etc.
Certifico que ma foi apreseutado um documeulo
impresso em inglez, o qual a pedido da parle, Ira-
duzi litleralmenle para o idioma nacional, c diz o
segointe:
Aviso aos navegantes.
N. 15.
irlanda costa
Jo Oeste.
I.uz lita em Broadbaven.
O porto da corporacao de Dublio faz publico que
se edificou um pharol 110 lado do oeste da entrada
do canal da baha de Broadhaveu, do qual appare-
cer urna luz na imite do primeiro de juuho prxi-
mo de 185.5, a qual >eni accesa desde aquella dala
em todas as nuiles do por ale ao uasccr do sol.
A luz he urna luz lixa, apparecendo com a ctir
natural, clara, segundo se v das demarcares de S.
4 172 ao S. E. e N. N. E. 1,4 |l.esle pelo lado de
lesle) e de urna cor encarnada segundo se v dal ba-
ha entre N. 4 1,2 aoN. E. e N. E. 4." de lesle : a
pona da luz esta 87 ps cima do nivel de (aguasvi-
vas na.s mares vivas, e em lempo claro he visivel pa-
ra o lado do mar em distancia de 12 milhas.
A torre he circular da cor de podra, lem 50 ps de
altura da sua base ale ao alto da abobada. Esl
collocada na Pona i|e Gubacashel, na latlilude 54.
16'N., e longilude 9. 53'0., demorando da Pona
de Erres (dos recifes de) S. S E. 1,4 E. distante co-
mo 4 1,2 milhas nuticas da ilha kd S. O. 1,2 S.
distante 33,4 milhas nuticas do rochado Tidal (no
canal em frente 1 estarJo da guarda cosa) N. N. E.
41,2 a leste distante 3,4 de milita nutica.
Ao entrar da baha de Bruadliaveu, servar aberta a lut para pastar saf dos recifcs
em frente a Pona Erris, o navegando pelo canal da
bahia, pura pastar em claro do rochedu Tidal em
frente a estajAo da Guarda Costa, deve seguir pelo
lado de leste ou por fora dos limites da c)r encama-
da do pharol.
Todas at demarcarles s3o magnticas.
Assignado. John Washington, hidrographo.
RepirlicAo hidrographiga, almiranlado em Lon-
dres aos 9 de abril de 1855.
Esta nolilicacAo allecla a lista de pharoes ingleza
e irlandeza 11. 323.
E nada mait conliuha ou declarava o dito impres-
so que bem e fielmente Iraduzi do proprio original
cscriplo em inglez ao qual me reporto, e depois de
haver examinado com este e adiado conforme o lor-
uei a entregar a quem me o apresenlou.
Ero todo que passei o presente que assignei e
sellei com o sello do meu olllcio nesla muilo leal e
heroica cidade de S. Sebastio do Rio de Jaueiro.aos
25 de julhc do anno de Nosso Senhor de 1855.Jo-
te Agottinlio Barbosa, traductor publico e iulerpre-
le commercial juramentado.
Conforme.Francisco A'acier Bomlempo.
Conforme.O secretario, Alexandre Rodrigues
dos Anjos.
AVISOS MARTIMOS
PARA A BAHA
salte com milita brevidade por ter par-
te de seu carregamento protnpto, o ve-
leiro hiRte Santo Antonio Triumpho.
para o resto da carga e passageiros trata-
se com osconsiguatariesNovaes & Couapa-
nhia, na raudo Trapichen. 3t, 011 cmo
capitao na praca.
Para Lisboa pretende ahir com loda a brevi-
dade por ter parte da carga prompla, a barca portu-
guesa Mara Jote, de que he capilao Jos Ferreira
l.essa ; quemquizer carregar ou ir de passagem, di-
rija-se aos consigoalarios F. S. Rabellu di Filho, ou
to capilao ua praca do commercio.
Para o Aracaty segu coin rapidez o hiato rora.cum a carga que liver : quem quizer carregaB
Inte com Marlins & IrmAo, rus da Madre de Dos
o. 2.
I'recisa-se de um navio para cooduzir ao Ca-
nal da Mancha parte do carregamento da polaca hes-
pauhola Malhildc, condemnada nesle porto, cons.
lando de pipas da sebo, coaros frescos salgados ele.;
as propostas devera ser remetlidas em caria fechada
ao vice-cousuladu de Hespanha al o meio dia de
sabhado, 15 do corrente : para mais informacOes,
dirijam-se ao corretor J. E. Roberls, ra do Trapi-
che n. 38.
Precisa-se da quantia de....
10:0009000, majaron menos,
sobre o casco, carga de diver-
sos gneros e frele do brigue
americano NOBLE, com des-
uno ao cabo da Boa-Eiperan-
ca. para pagar as despezas do
fabrico feilo ao dito brigue ueste porto, reeebem-se
propostas em carias fechadas: na roa do Trapiche
n. 4, al ao meio dia de 12 do correle mez.
O SEU A SEU DONO.
Srt. edictorea.Qual a razAo porque ha mais de
um mez, leudo suat respeilavois folhas, nao teuho
tido o gosto de ler artigo alaum que me faca a honra
anda cmihecer quem se falla nesla comarca para
substituir a vaga que deixuu do commaudo superior
da guarda nacional, o eximio c sempre lembrado.
Francisco do Reg Alboquerque, da comarca do l'o
d'Alho ? Ser porque esta comarca nao te leva em
linha de conla ? ser porque he de urna mediocre
esphera 1 Oo ser porque ja haver qoem a (raga fe-
chada na niao V Seja la porque Mr, osle negocio niln
me deve pastar em olvido.
Por mais que tenha ouvido dizer a bem de Alguna
respeilaveis Srs. desla comarca, para honrosamente
oceupar t.lo alto lugar, nAo posso deixar de sindicar
alguma coosa do que posso a respailo. E exislem
alguns capazes na verdade, mas sem axclui-los dessa
honra devo lembrar o muilo ditlioclo c Illm. Sr. le-
nente-coronel Mauoel Lucas de Aranjo Piuheiro,
condecorado com a imperial ordem da Rosa. Esse
senhor, alm de suas oplirnas quaidades naluraes,
pelas quaes lem sabido merecer as mais presliinosns
amizades, tem oceupado os lugares mais dislinctos,
tem prestado os mais relevantes servigos, quer com
sua pessoa, quer inesmo com a substancia de seus
lucros em prol da paz, en. nossu provincia. NAo he
homeiii novo em nossa comarca, pois^te me 11A0 en-
gao, est com idade de 41 anuos, e grande parto
desla idade a lem consumido em melhor escogilar
no bem publico, que por sem duviJa lem por pa irAo
a restaurarlo daquella tnliga freguezia da Lnz,
quando islo nada he interessava se nAo a refecc.'io
espiritual daquelles habitantes. Quanto classe mi-
lilar, com quanto eu desle terco nada enfeuda, to-
dava digo quo esse Sr. 11A0 subi a lenente-coronel
rii.m pelas suas excedentes qualldadts e pelos ser-
viros de altas espheras ; e pondo de parte o muilo
qoe poderia anda dizer sem fazer-lhe alguma allu-
- .i", e nem fumos de incens, basta lembrar que ale
aqu nao tora marcado sua reputaran com alcanzar
essas honras a pedido, e que latvez por islo boje seja,
esse Sr. preferido poroulro, orna vez que este mun-
do he de fado e nAo de direito.
Eu nao teuho para com o Illm. Sr. lenenle-coro-
nel senSo muilo respeilo e altencoes. e a que venho
de dizer he smente para fazer o publico sensato ca-
paz de medir sua esphera a de nlguem que a pre-
til i-
Fibdo aqui, porque conheep a minha ueplidAo
para melhor sindicar o direilo de quem o merece
nesla comarca, e s sim posso dizer estas tres pala-
vraso seo a seu dono ; com que muilo me hon-
rarei, Srs. ediclores, se me li/.erem o especial favor
em muda-las em Ictlra redonda, e igitalmenle Ibe
ser agradecido O Pao d'.tlhente.
Kemediocontramordedt;rasde toda a qua-
lidade de cobras.
No longo espaco de 16 annos em que viagei por
alguns serlOes do Brasil, empreguei lodos os meios
ao alcance de minha inlellgencia, alim de descolirir
un especifico cerlo para esla enfermidade ; no prin-
cipio desla (Ao eapinhosa como importante torca
ensaiei alguns medicamentos vulgares por diflerenles
procesaos ; em alguns doenles aproveitaram. mas
mo em lodos. Por urna casualidade que parece
mais dirigida pela Providencia do qudela sciencia
dos hmeos, ensaiei a raz de um vegetal nao vul-
gar, e felizmente vi realzados os meui desejos. De-
pois de haver experimentado em muiloa entes mor-
didos por qualquer especie de cobras, e todos esca-
paren!, recanheci ser esto remedio o mais rpido,
enrgico e infallivel. He perianto do meu rigoroso
dever patenlea-lo ao publico e em particular aos
Srs. I.izendeiro-. Pela alta coufiaura que deposito
ueste especifico, ouso responsabitisr-me a pagar o
preco duplo do vidro, todas as vezes que este reme-
dio applicando-te nao produza eOeilo : vende-se na
ra do Collcgi", botica 11. 6, do Sr. Cypriartb l.niz
da \'ti.Joaquim Jos Rodrigues Franca.
O abaixo assignado pede as autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo a apprehensAo de seu es-
cravo Jos, qoe dede 24 de junho do corrente anno
se acha fgido, leudo os >ignae< seguales : he
mualo, cor um tanto embraiiqui;ada, reprsenla
ler 35 anmis. pouco mais ou meos, cabellos cres-
pos, bou estatura, alguma cousa fornido do corpo,
poora -barba, tem urna perna secca, e tambem o p
esquerdo alcijodo, quando anda entorta o jodii es-
querdo, e he para melhor ser conhecido doente de
calor de ligado; levano um ca vallo ruco prelo, com
pintas de pedrez e trono de urna orclha : quem os
apprchender podera recolhe-lo a qualquer cadeia e
participar a seu dono, que he o abaixo assignado,
morador em Bananeiras da Paralaba do Norte, que
ser bem gratificado. Antonio da Costa Gadelha.
O abaixo assignado avisa aoSr. Miguel Souger
de Tal, subdito francez, que mande buscar os seus
carros, que de ha muitn eslAo feilos, e islo no prazo
de 10 dias da dala deste, do contrario so ver obri-
gado a vende-los para o seu pagamento, pois bem
sabe o Sr. Miguel o lastimoso estado de saudedo
abaixo assignado, e por is*o nenhum recurso 1 lie
resto faz-se 0 presente para nAo te chamar a ig-
norancia. Recito 7 de setembro de 1855.
H. Winiiig.
O abaixo assignado, lendo deixadn o Sr. Tra-
jano Goedes de Oliveira scparai
Hiele inleiro n. 4455 da prsenle li.
as rodas no da 12 do corrente. e co.
nlior nao pagou a importancia do
retiraste para Podras de Fogo, por i
signado declara que venden o dil
Domingos Tetxcir* Bastos.Joo fi
O Sr. Antonio Dias Fernandos,
no holel de Europa.
Precisa-se de urna ama para engommar e fa-
zer algum servico do urna ca*a de pooca familia : a
indar no aterro da Boa-Vista n. 33, segundo audar.
(lllercce-se urna crinla de meia idade para
ama de urna caso, com a excepto d citgomniaY e
sabir a compras : quem precisar, dirija-se ra da
Pcnha, sobrado de um andar n. 11, qne faz quina
para a travessa do Carcereiro.
Aquello que, ao lobrigarem o primeiro bala-
H1A0 de fuzileiros da guarda nacional, ao passo que
se dcixaram dominar do senlimeiilo de respeilo que
infunde ISo briosa corporacao, como que Ihe ten-
tiam o vacuo do rJculo com a ausencia do Sr. ca-
pilao Machado, e faziam valos porque se ella eler-
nisasse ; aquellos que se acharara nesla siluaeAo,
dizemos, vilo ler occasiAo de reconhecer que nem
sempre sao attendidas as oracoes da misera humani-
dade, por mais razoaveis que alias parream. Sim;
esquecido de que sirnbolisa entre seus collegas a dis-
cordia, e a iiiAus largas a espalha por enlre elles,
cada vez que se acha em exercicio; deslembrado
das repelidas provas de desagrado, seno desprezo,
que Ihe bao dado aquelles que tem a infelicidade de
conla-lo coioavcompanlieiro de armas, segundo por
vezes tomos melado nesle mesmo Diario ; olvidan-
do emliin, que a propria uatureza u coodemnou a
Uflo poder envergar a farda, sem excitar o rjso a uns
fe compaixao a potros, o Sr. Claudino, segundo nos
informan), rcatnomio ou vai renssumir o exercicio
do puslo de capilao da primeira cuinpanliia do men-
cionado baialhAo, e com elle o de mandante. Em
verdadr, cutlar-nos-hia a acreditar em semelhanle
noticia, se porm nAo soubessemos que o Sr. Claudi-
no he como que maniaco pela farda que lAo mal Ihe
asscnla, teno por ella ao. monos pelo Tofo orgulltai
de ndorna-la com as duas litinhas, que nao sabemos
porque Ihe foram dadas : entretanto fora bom que
tua merc procuraste com'uater essa mana, e pou-
palse-not o trabalho de panno-nos no teu encalco
para analisar-lhe os actos um a um como nos com-
prometinos a fazer.
OITerece-se um homem para feitor ou criado :
na ra do Apollo, cocheira defronle o. 4.
LOTERA
gimnasio pernambdcano.
Quafta-feira 12 tembro, aiidam indubita-
velmente as rodas da re-
ferida lotera, peas 9 ho*
ras da inanha, no consis-
torio da igreja de IV. S. da
Conceicao dos Militares
Pernambuco 10 de setem-
bro de 1855.-Ocautelista,
Salustiano de A quino Fer-
reira.
QDARTA E ULTIMA PARTE
DA PRIMEIRA LOTERA DO
GIMNASIO PERNAMBDCANO.
Os cautelistas Oliveira
Jnior & C, avisam ao
publico, que corre infalli-
velmente quarta-feira 12
do corrente : apenas se fi-
zer a distribuido das lis-
tas, os possuidores de bi-
Ihetes ou cautelas premia-
dos podem vr receber no
seu escriptorio, na ra da
Cadeia do Reeife o. 50,
primeiro andar.
O Dr/Dias remandes, medico, lixou sua
residencia no primeiro andar da casa da ra S
. nova, esquina da do Sol. onde pode ser pro-
| curado a qualquer hora, para o exercicio de
sun profissao.
r&aaQuEsoiJ
LOTERAS DA PROVINCIA.
O Illm. Sr. thesoiireiro das loteras da
provincia manda fazer pnbiico, que as ro-
das da 4- parte da primeira loteria, do
'iv innasio correm impreterivelmento no
da 12 a's 9 horas da manliaa, no con-'
istorio da igteja de N, S. da Conceicao
dos militares. Thesouraria das loteras,
."> de setembro de 1855.0 escrivao.Luiz
Antonio Rodrigues de Almeida.
t coltoca denles com a pressAodo ar, e chumba
\w dutcs eom a massa adamantina e oulros me- aj>
I taes. t
'*8SS #**
Precisa-se de um ollicial de chape-
letro cjue saiba bem traballiar em sua
arte : na praca da Independencia loja n.
12, Me 10. '
OSr. Ignacio Selva deixou de boje em
diante desercaixeirodeJoatiuim Pinheiro
Jacouie, e como tal inhibido dos negocios
da casa do mesmo. Reeife V de setem-
bro de 1853. Joaquim Pinheiro Ja-
come.
O l)r. Kibeiro. medico, contina a residir ua
ra da Cruz do llecife u. 49, segundo andar.
Muga-te a casa na beira do tiodoPocoda
Panel)'', bstanle Tresca e com um bom quintal eom
fructeirss : quem a pretender, dirija-se a rna Direi-
(a, sobrado dedous andares n. 137.
Aluga-se parle do primeiro andar da cata da
roa das Trincheiras o. I'J : a tratar na ra do Viga-
rio n. 11.
Aluga-e urna casa lerrea, sita na ra do Sebo
n. 54, qae Icm coinniodos para pequena familia.por
98000 niensaea : Iralar na ra da Aurora o. 2G,
prlmeirc andar.
O lolor de Bernardino Antonio de aeiende
precisa fallar com o mesmo pira nezocf} de teu in-
lereste : na roe do Queiutado n 15.
Ql'ABTA EXPOSICAO-
PKEDK LEMRCKE.
Tem aMionra de aiinunciar ao respeidivel poblico,
que boje quinta feira 6 do correte, eipie novas vis-
tas que nesla provincia anda se nAo virara : na
ra da Cadeia con fronte ao convento de S. Francisco,
onde espera a concurrencia do respeitavel publico;
at vistas s lo as seguintes :
1."S. Fetersburco, vislo defronle de Isaac.
-."l'.r in-lai|| com ludas as suas forlicaces.
:).< sos, na Crimea.
4."Uina forlifcaco russa em noite de la.
."O Sund ou a entrada do Bltico em noite de
la.
'i--'Cronsladl com a esquadra rusta e a observa-
can dos alliados.
7."A cidade de Belm.
8."Kij-Comprido t Engenho-Velho i, perlo do
Rio de Janeiro.
O preco he 500 res cada pessoa, aclu-se aberlo
das 6 is 9 da noite.
Joatjuim Pereira Arantes, com loja
de calcado na praca da Independencia,
faz sciente aos seus b-egueze* e ao publico,
ciue os annuticios que teem sido publica-
dos neste DIARIO, para irem pagar seu
dbitos, nao sao seus esimdeoutro Aran-
tes, com armazem de cal e tijolos.
Prcisa-se alugnr urna preta que ta ba lavara
engommar : a Iralar na ra da Cruz n. '2, das 10
lloras da manhAa as 3 da larde.
AI11 ('lo.
No novo eslabelerimento do armador e cera, ater-
ro da Boa-Visla n. 39 alugam-se caixoes para anjos
* defunlus e lodos ot mais arranjos neceasarios para
laes actos, incumbe-se de qualquer enterr.i para ti-
rar lecencas, convidar padtes.armacAo ii igreja para
quae.-qrajr actos fnebres, carros etc., assim como se
receben encomendas para se faz-rem caberas,peiIos,
bracos, inans. peinas e ps, e cera para qoalquer
premessa, ludo por precos rasoaveis.
Jos Adelo, dentista e sangrador bem co-
nhecido uesta cidade, avisa ao respeitavel
publico, que se acha promplo a exeicrr as
LEILOES
O agente Borja far leihloem seu armazem n
ra do Collegio li. 15, terca feira II du corrente as
10 horas, de urna grande qoanlidado de objecloa dif-
ferenles, como' bem obras de marcineria novas e
usadas, 2 excellenles pianos de Jacaranda novos, 5
ditos usados, varias obras de ouro e prata, relogios
para algibeira, quinquilbarias diversas, urna pircan
do marroquim de lodas ai eores com um pequeo
toqne de ovara, e uulrot amitos objectos que se a-
charAo patentes no mesmo armazem ; atsim como
ao meio dia em ponto ir tambem a IcilAo urna es-
crava de meia idade ptima cozinheira.
Ilenriquc Brunn &Comp:tnhia, fa-
rao leilao, por intervent;ao do agente 0-
liveira, de um esplendido sortimento de
fazendas de todas as qualidades, as mais
proprias do mercado, e recentemente des-
pachadas : ter^a-l'eira, 11 do corrente, a's
10 horas da manhaa, no seu armazem ra
da Cruz.
AVISOS DIVERSOS.
ue funecoes de sua arle, como sejam : sangrar,
& tirar e calcar denles, e separar os da fenle,
S applicar ventosas sarjadas e sercas, com mui-
*| ta perfeicAo, por ler pralicado no hospital
*s da Misericordia do Rio de Janeiro ; pira o
*ag que pode ser procurado lodos os dias, das 8
D horas da manhaa a's 6 da larde, no tarje do
S l'arai/.o n. -i: indicaiido-se-lhe o loiiarj
^ numero da casa c u nome da pessoa, ir a
m qualquer chamapo. c quaulo a indemninarilo
K de sen trabalho, deita a geuerusidade da-
gquelles quo de seu prestiino se iitilisarem.
irPR *"ll il^iie^fcwlDenWIi*f"iii'" ii^WWK*Wt-^^t*rm*wi
Ra 9t Nova
1.22.
I.. UELOUCHE tem a honra de anuuiiciar ao
respeitavel publico, que acaba de receber pelo ul-
timo paquete o mais bello sortimento de relogiot
de ouro palele inglez do melhor fabrica ni? de Lia
verpool, de ouro patentes horizontaes, e foleados
de ouro de 18 quilates, e um grande sortimento de
chaves e oculos, por precos muilo vanlajoso e am-
aneados.
Recebe-se dinheiro para se mandar
dar no Rio de Janeiro por lettras de quan-
tiasgrandes ou pequenas, cora toda a se-
gura tica': na ra do Trapiche n. tO, se-
gundo andar.
COMPAMIv lli; SKulROSEQIIDiDE,
A ESTRADA DE FERRO DO RECIFE E
RIO DE S. FRANCISCO.
Aos negociantes m madeiras. e outros-
Precisa-se immediatamente, para a
construccao da estrada de ferro cima,
urna grande quantidade de madeiras di-
reitas, das qualidades mais approvadas
para esteios, etc., que tem dtyesistir a
aceodo lempo e agua salijadaijassim co-
mo Pau-ferro, Sapucaia, Pau-d'arco, Em-
biriba-preta, etc. Quem quizet coutra-
tar ditas madeiras, communique por car-
ta mencionando as particularidades a res-
peito da quantidade que pode ser torneci-
da em um lempo mateado: dirija-se ao
contratante Jorge Furness, no escriptorio
diSrs. Rothe &Bidoulac, na ruado Tra-
piche n. 12> primeiro andar.
O Dr. Sabino Olegario l.tidgero' Pinho,
tnudou-se do palacete da roa de S. Francis-
co n. 68A, para o sobrado de dous anda-
resn.6, ruade Santo Amaro, (mundo novo.)
sol.
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva,
tem urna carta na livraria n. (i e 8, da
praca da Independencia.
No dia II, as 11 horas, na sala das audiencias,
depois de linda a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha
de arrematar um sobrado de um andar, silo na ra
Imperial, chao proprio, com 34 palmos de frente,
79 de fundo e mais 252 para quintal, avahado em
900A rs., perlencenle a heraiira puente do tinado
Antonio da Trindade.
Na ra do Queimado n. II, ha um compiti
orliniento de lAa para bordar, de lodas as cores.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia, porern que nao tenha aggre-
gados ou lilhos : na ra etlreila du Rosario, deposi-
to o. I.
.Viuda se alosa a cusa em Oliuda, na ladeira da
Misericordia n. 12, por lar anda concertada de
pouco* lempos e tambem piulada, muilo arejada e
bom local : quem pretender, dirija-se roa do Han-
gel o. 21 ; o para se informar, mesmo em Ulinda,
ra da Malillas Ferreira o. 28.
Aluga-se urna casa no Poc,o da Panella, ra da
Maugueira, lendo i grandes quartos. tala adianle e
alraz, com bom copiar fora e cozinha ao p, leudo
tambem porlAo ao lado, ndependenle da mesma ca-
sa, assim como urna boa cacimba coin ptima agua
de beber : quem a pretender, dirija-se ra Direita,
sobrado de dons andares n. 1S7.
uem por engao irocou um chapeo prelo no
da da iiistallaco do vmnasio, queira tera-bon-
dade de mandar buscar o seu : ua ra. Nova n. 21,
segundo andar.
Castellao & Vieira fazem publico, que despe-
dirn! de sua casa o seu caixeiro Antonio Francisco
Monteiro da Silva desde o dia 5 do oorrenle mez.
Desapparecen de bordo da barcara Amelia,
quando naufragou no Brum, urna carta para o ma-
j ir Mauoel Gonralves de Alboquerque Silva, dentro
da qual eslava um papel de compra de sitio, pastado
Joaquim (joncalves de Albuquerque Silva : se al-
guem a achon pode leva-la a ra da Guia n. 64, pri-
meiro andar, que receber recompensa generosa.
Os regedores do aliar do Senhor Bom Jess
dos Passos da veneravel ordem lerceira do Carmo
fazem scienle a lodos os devotos do inesmo Senhor
que uo domingo, 16 do corrente mez, lem de ser
festejados os passos do nosso Divino Redemptor com
loda a soleronidade, leudo principio na larde do
dia 9 o setenario do mesmo Senhor : portaulo os
cima mencionados convidan] a lodos os devotos para
que se digiicn assislir nos referidos das.
Perden-se urna rarleira no da 8 do corrente ao
entrar da igreja do Collegin.conlendii nella ll)*,seiulo
urna ola de 50, duas de 29, e urna de INHll); sup-
poe-se ser lirada : quem a achou.qnerendo reslilui-
la, dirija se i ra Velha, casa n. 56. ou na admiois-
IracAo do correio. a fallar com o abaixo assignado.
JoAo Chriscstomo Simes do Amaral.
MMIHA DE SEGUROS MUI-
MOS NniSADORA.
SAo convidados os Srs. accionistas para em asaen-
bla eral deliberaren! sobre o que mauda o arligo
26 dos estatutos, e proceder-se a eleicAo conforme o
arligo 10, visto ler a companhia de d'ar ja principio
a tuas operacoes: a reunAu ter lugar na sala da
Aori.icAo Commercial Beneficenl, quarla-feira,
12 do corrente, as 11 horas.
GABINETE PORTUGUEZ DE i.EITUKA.
A directora do gabinete porluguez de leilura, em
cumprimento do disposlo nos $$ 5 e 6 do arligo 1.
dos estatutos e com previa aulorisacAo du conselho
deliberativo; vai no dia 15 do correte calahelecer
um curso de geographa e oulro de lingua Trncete,
cujas preleccoes serao alternadas pela forma se-
guinle:
'As de seograpliia lodos ot dominaos ao meio-dia,
e todas as quinlat-feras as sele horas da noile.
As de lingua franceza todas as lercas-feiris e to-
dos ot sabbadot as sele horas da noile.
Aquelles senhores socios de qualquer classe qoe
quizerem freqoenla-los ambos, oo nlgom driles,
queiram ir inscrever seus nomet no respectivo livro
de matricula, qne para esse fim se acha exposto ua
mesn. do expediente do gabinete, e*1a eneonlrarSo
a relacAo dos litros de que devem munir-se. t'ifi-
ra Rlbffro, primeiro secreUrio.
AULA DE LAT1H.
O padre Vicente Ferrer de^lbuquei'-
quemudou a sua aula para a ra do Itan-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por mo-
tlico prero como he publico: quem se
ijuizer utilisar deseupequeo presumo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
Na ra Nova n. 58, recebeu-se pelo navio Ha-
vre um lindo sortimento de fazendas, grosdentpoles
prelos, manas de seda para scnhnra, camlsinhas,
bicos de lilil, escumilha, fil, llores,-franjas france-
zas de teda, litas e outras umitas Tazendas, por dimi-
nutos preco.
Candido Jos Lisboa, antigo disc-
pulo do Sr. padre Joaquim Raphael da
Silva, approvado pelo r\tvu desta cidade,
com pratica deensinar, da' licvies de la-
tim : na rita d'Apollo n. 21.
l J. JANE, DENTISTA, S
contina a residir na ra Nova u. 19, primei- $
Eal a sabir a luz no Rio de Janeiro
REPERTORIO DO MEDICO
HQMEOPATH/L
EXTRA H IDO DE RUOFF'E BOEN-
NINGHALSEN E OUTBOS,
posto em ordem alphabeliaar, com a detcripco
abreviada de lodas as molestias, a indicacao physio-
logica e Iberapeutica de todot oa medicamentos bo-
meopathiros, seu lempo de accSo e toocordancia.
segnidide um diccionario da sigulicaclo de todos
ot tormos de medicina e cirurgia, e post ao alcance
dat pestots do povo. pelo
D. A. J. DE MELLO 10RAES.
Snbicreve-se para esta obra no consultorio homeo-
palhico do Dr. LOBO MOSCOZO, rna Nova n. 500
primeiro andar, per 5000 em brochura, e 6y00,
encade ruado.
-7 .ilugs-se uina casa lerrea no Msudego, eont-
truida t moderna e com commndidades para peque-
na familia : a tralfr no paleo do Terco, 9.
u r. Larohno Francisco de Mau San- M
.-ii mora no primeiro andar do sobrado
,A sil J na rui das trotes n. 18. onde cpnti- *&
nua no exercicio de sua proflsslo da me- 7
dieo. m
Illm. e Eim. Sr. presidente.Jos da Rocha V*-
ranhoi, lendo sorido pietercAo em sen direilo da
thesouraria de fazenda d'esla provincia relativa-
mente a cubraura da quantia de douscoulot e tan-
tos mil rit, que a mesma fazenda !he he devedora,
proveni:nle tle medicaosenlos que o supplicanle for-
necera para os bospilaes regiraenlaes desta cidade, e
islo nAu obstante ordem eipretsa do Uiesouro que
eiigt prompla infrmaco, c tambem at reclama-
cOes do supplicaDle, nesta coUisSo recorren elle a V .
Etc. por urna pelicAo para ver se por esle orado, ae-
ria'detpachada a sua prlenfAo; mas suceedeadoqoe
leudo V. Etc. maudado]informar mesma Ihesoora-
i a. esta por motivos qoe o supplicanle geera, tem
detido desde o 1. de juuho ale o presente a referi-
da informacAo por V. Exc. eligida, causando desla
arle ao supplicanle grave prejuizo ; por iato o tup-
plcanle de novo recorre V. Etc. alim de que copio
primeira aoloridade administrativa da provincia se
duge mandar que a referida thesouraria baja de dar
e informacAo por V. Etc. enigida. Netlts termos,
pede a V. Etc. assim Ihe delira.E R. Me. Jos
da Rocha I'arankot.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Palacio 'o governo 28 de julho de 1855.Flfuei-
redo.
IHtB>t|-HlfH f
O medico Jote de Almeida Soares de Lima el
9 Bastoi.mudou a sua residencia4para a ruada
Cruz obrado amarello n. 21, segundo an-
dar.
#-
Regiment de castas.
Sabio a luz o regiment das costas indi-
ciaes, a n notado com os avisos que o a Ite-
ra ram : vende-se a obo rit, na livraria
n. (i e 8 da praca da Independencia.
9 O I Ir. Caelauo Xavier Pereira de Brito tjt
af avisa ao respeitavel poblico, que mudo sua. $
9 reside icia para a casa contigua a. l, no se-
gundo e terceiro andar, onde pode ser pro-
curado lano de dia como a qualquer hora da
SEnole, para ot inisleres de soa proflasAo.
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BLCANO.
AOS 6:000|, 5:000/1 E 1:000.
Ocautelista Antonio Jos Rodrigues da Soma J-
nior avisa ao respeitavel publico, que as rodas da
ultima parte da primeira desla loteria andam im-
preteiiveWnenlc quarla-feira, 12 de setembro. To-
dos os seus hilhetes e cauteles sAo pagos sem descon-
t algom, os quaes acham-se venda na praca da
Independencia, lejas ns. 4, 13, 15 e V); to
n. 13; travessa do Rosario n. 18C ; aterro da Boa-
Vista n. 7'.! A, e na ra da Praia, loja de fazendas.
i
Bilheles '800 Recebe por inteiro 6:OO0|0OO
Meios $900 3:0009000
Ouarlos 19500 Quintos 19200 Oitavot 760 ,u - 1:50Q9000
1 0 1 2009000 7509000
Decimos 6W i) 6009000
Vigesimot 340 0 3009080
i
ro andar.
s
LOTERA DO (1YMNAS10 PER-
NA MBUCANO-
Aos6:000000, 3:000^000. e I:000.s000.
Coire indubilavelmente quarla-feira, 12 de setembro
O raulelisla Salustiano de Aqiiinu l-'erraira avisa
ao respeitavel publico, que at tuas cautelas nAo es-
tro siijeitat ao desenutu de oilp por cont do impos-
to da lei ; seus bilheles iiileiros vendidos em origi-
naos, n.n solTrem o descont da oilo por cenlo do
imposto gerfl, no |flo do pagamento dos tres pri-
mei ros premios grandes: os quaes acham-se a veuda
as lojas seguinles: ra da Cadeia do Reeife ns.
24, 38 e 45 ; na tirara da da Independencia nt. 37
e :l'.'; ra Nova ns. 4 e 16 ; ua do (Joeimado nt.
39 o 44 ; ra eslreita do Rosario n. 17 ; no aterro
da Iloa-Vista u. 74. e na praca da Boa-Vista n. 7.
Recebe por inteiro 6:000$
a 3:0009
i> 2:0009
o 1:5009
o 1:2009
7509
i) 6009
t 3009
<},6 referido cautelisla declara) mu i exprcssainente
ao respeilavet publico, que se responsabilisa apenas
a pagar os 8 por cento da lei, sobre os seus bilheles,
vendidos em orignaes, logo que se aprsente o bi-
lliclc inteiro, indo o possuidor receber o competen-
te premio qne nelle sabir, na ra do Collegio n. 15.
escriptorio do Sr. tbesoureiro Francisco Anlooio de
Oliveira. Pernambuco 28 de agosto de 1855.
Salustiano de Aquino Ferreira.
Bill eles 59800 Ujc
Meios 259W1 9
Tarcos 29000
Ouarlos 19.MM a
Quintos 1521X1 a
OilavUx 760
Decimos 640 o
Vigsimos :ilo 0
CIDADE DO PORTO.
AGENCIA EM PERNAMBUCO,
RL'A DO TRAPICHE N. 26.
O abaixo asagnado tcienlifca a quem interestar
posta, que os actuaos directores desla companhia os
lllms. Srs. Bernardo Jos Machado, Manoel Martina
Pontes e Francisco Ferreira Ramos, em car a de 10
do passado, declararan) ler-se-lhe apresenlaco pou-
cos di s antes os documentos relativos ao n no Rio Grande do Sul, do patacho Santa Cruz, so-
bre os seguros eflecluados por esla agencia aos Srs.
Luiz Jos de S Araujo em rs. 2:5009000, e Manoel
Jos de Sii Araojoem rs. 1:8009060 moda desta; e
que tendo sido j examinados, iam fazer integral-
mcnle dj|gamenlo d'essas quantias. Esla decisAo
formali'coTno era de esperar, evidentemente cun
prova a boa f e sinceridade da companhia, c desva-
necer as Talsas impressesbous otlciqsque Ihe
prodigalsavam, aderlados interessados. O abaixo
assignado, agradeeendo aos nao puncos senhor ;s con-
currentes, que com a tua conliaiica lem obsequiado
a companhia, declara que contina aceitar leguros
em navios e careas, para lodos os mares e poi los co-
nhecidos, a premios muilo razoaveis, e com as mais
francas condieOes que serAo reliaiosamenle cumpli-
das.O agenle, Manoel Uarle Rodrigues.
Novos livros de homeopalhia em francez, sob
lodas de summa importancia :
Ilahneman, tratado das molestias ebronicas, 4 vo-
lumet............209000
Teste, molestias dos meninos.....9000
Hering, homeopalhia domestica.....7900ft
Jalir, pbarmacopa hoineopalhica. 69OOO
Jahr, novo manual, 4 voluntes .... 169000
Jahr, molestias nervosas.......69000
Jahr, molestias da pelle......A 89000
Rapou, historia da homeopalhia. 2voluntes ItijOOO
liarthmann, halado completo dasmoleslias
dos meninos.........-. 10900o
A Teste, materia medica horoeopalhica. 89000
De Favolle, doulrina medica hoineopalhica 79000
Clnica de Slaoneli .......69OOO
Catting, verdade da homeopalhia. 49OOO
Diccionario de Njslen.......IIO&OOO
Attlas completo de anatoma com bellas es-
lampas coloridas, contendo a descripcao
de todas as parles do corpo humano '4)9000
vedem-se lodos estes livros no consullorio homaopa-
thico do Dr. Lobo Moscuso, ra Nova n. 50 pri-
meiro audar.
^@SS@--@S^fv
.'IBLICAaO' do sustituto ho
NF.0PATHIC0 DO BRASIL.
THESOURO HOMEOPATHICO
O ?
VADE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
Methodo conciso, claro e seguro de ai-
rar homeopticamente, lodas as molestias
que afUigem a especie humana, e parti-
cularmente aquellas que reinam no Bra-
sil, redgido segundo os melhores trata-
dos de homeopalhia, tanto europeos romo
americanos, e segundo a propria experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgcra
Pinho. Esta obra he lioje recouherida cat-
ino a melhor de lodas que tratan! daappli-
cacAo homeopalhica 110 curativo dat mo-
les'lias. Os curiosos, principalmente, 11A o
podem dar um passo seguro sem possui-la o
consulta-la.' Os pais de familias, os senho-
res de on-ieiilm, sacerdotes, viajantes, ca-
pilies de 1 avos, teriaoejotetc. ele, devem
e-la mo para occorrer promplameate a
qoalquer caso de molestia.
5Doui vollimes em brochura por 109000
, o encadernados H9OOO
Vende-se nicamente em rata de autor,
*9) ra de Santo Amaro 11. 6. (Mando Ni-
Perderaut-se no dia 6 do corrente diversos bi-
lheles da presente lotera do Gymuasio, senda um
(piarlo 11. 3I35 um dcimo 11. 1097 e um vigsimo
n. 905, tendo lodas at quantias que costaran as
costas: quem os tive achado, querendo restituir,
reve-os a ra da Cadeia de Sanio Anlouio n. 18, a
fallar com Anl mo Teixeira dos Santos. Ruga- te ao
Sr. tbesoureiro o mais cautelistas, que nAo pa luem
qualquer premio que sabir em algum desle bilhe-
les, senAo a Manoel Antonio da Silva, para ^uern
ditos bilheles foram comprados.
ATugam-te dnat casas no lugar de Agun-Fria
de Beberibe, proprias pera quem quizer passar a fas-
ta, por ter encllenle banho : quem as pretender,
dirija-se ao ailiodo lenente-coronel llemelerio Jos
Velloso oVSilvtira, para Iralar do ajuste.
O mesma cautelisla cima declara, qua so se obri-
ga a pagar os oito por cenlo do imposto gertl em tees
ditos bilhe.es inteiros, devendo o possuidor receber
do Sr- thesjteironlo seu respectivo premio.
EDCAyA'O DiS FILHAS.
Entre as obras do grande Feoelon, arcebispo de
Cambray, nerece mu particular mencSo otratado
da educacaa das meninasno qual tale virtuoso
prelado emina-como asmis devem educir suas -
Ihts, para um da chegarem a oceupar o sublime
lagar de mu de familia ; lorna-se por tanto urna
necessidad 1 para todas as pessoaa que desejam gui-
a-las no verdadeiro caminho da vida. Esl a refe-
rida obra Iradnzida em porluguez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
dimnulo preco de 800 rs.
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BCANO.
AOS 6:000.S-, .k00O# E 1:000,^.
Ocautelista da casa da Fama Antonio da Silva
tiuimares faz sciente ao publico, qoe tem expoato
venda os ieus muitn afoilunados bilheles cnte-
las da quarla parte da primeira loteria de Gymnasio,
a qual corr no dia 12 de setembro do corrente an-
no, os quaes sAo vendidos as segnintes casas : sier-
ro da Boa-Vista ns. 48 e 68 ; rna do Sol n. 72 A;
na larga do Rosario 11. 28 ; praca da Independen-
cia ns. 14 e 16 ; ra do Collegio n. 9; ra do Rau-
:el n. 54, e ra do Pilar n. 90.
Bilheles 53600 Recebe por inleiro
Meios 29800 com descont
Quarlos 19440 a
Oilavos 760 a a
Decimos 600 t
Vigsimos 320 ir
O mesmo cautelisla declara, qne garante alta-
mente os bilheles nleiros em originaes, ni toflrea-
do descont dos oito por cento do imposto geral ;
assim como qae teas cautelas to pagas em qualquer
urna da soa 1 catas, sen distineee de sarem vendi-
das nesta 01 naquella.
Na fabrica de chapeos de ellro do
pateo do Paraso u. 12, recebem-te apren-
dise: quem pretender pode dirigtr-se a
mesma.
O bacliarel A. R. de Torres Bandeira. actual
professor de lingua francesa no (> muasio desta pro-
vincia, contina no ensino particular uesta mesma
lingua, e bem assim da lingua ingleza, rhetoriea,
geogr.iphia t philosophia ; e para mais facilitar o es-
ludo de algumas deslas materias preparatorias aquel-
las [essoas que nAo possam frequ.entar soa aula as
horas designadas em seus anteriores anouncios, pro-
poe-se abrir um corto das duas linauat a no tro de
rhetoriea e potica, sendo ot dout pnaaekot das 5
horas e meia da larde al as 7 1|2 da noile, e e se-
gundo dessa hora al at 8 : quem quizer matrica-
lar-se em qualquer um destes corsos, pode procra-
lo desde ja na casa de soa residencia, na rna Nova,
sobrado n. 251, segando andar, onde tambera prose-
gue no ensino deslas metmas disciplinas e das outras
as horas j desde o principio aimunciadat para
aquelles qae entilo as poderem estodar. propor-se-
ha igualmeiile a abrir enrsos de pliiloaaphia, de geo-
grapha e historia noile, quando para taes estados
houve numero suflicienle de alumnot, a contardo
1. de setembro em diante: e protesta rontiaaar a
cumprir (Ao exactamente quanto Ihe for possivel ot
deveresjdo magisterio.
-
l nORPHEA
9 c outras cloencai da pelle.
Trata-te com especialidade as alTeccoes da
pelle, particolarmente n morphea, no coruul-
lorio honuropatliico do Dr. Catanova.
2 Rl A DAS CHL7.ES N. 28
9 fio mesmo consullorio lem sempre grande w
I* sortimeuio decarteiras de hoinoeopalhia mui-
V lo em conla.
Carleiras de 12 medicamentos a 69000.
9 de 24 a 69,109,129, i e2B000.
de 36 a I89OUI e 249080.
de 48 a 22*100 e 289000.
de 60 a 269000 e 329000.
< de 144 a 559000 e 70*000.
Tobos avultot a 300, 500 c 19000.
tt Frasco de untura a I9OOO.
Deposito da verdadeira tintura de
9 tirada da planta verde oa Svizera.
% Elementos de honnropalhia, 4 vol.
999>99m999m-w&1>9
Desappareceu a 13 do corrente, Joaqaioa.de
naco Cassange, representa ler 40 anuos, aliara re-
gular, algom > cousa feteia do corpo, cor fula, cabel-
lo aparado e alguns brancos, com carne sobre o olho,
nariz chato, falta de alguns deabu dos lados, peitos
pequeos c inurchos, nadesas empinadas para Ira,
lem algumas cicalrizes de relho us cosas, e alga-
mas sarnas pelo corpo, um lobinho ou careco uo
braco ao p la mAo, e Icm um p mais grosto ; le-
vou vestido -le chita prelo bstanle asado, paauu
tino vclho, q jando foge tem por custume andar pe-
los arrabaitdeii desta praca : qaalquei pessoa i pode-
ra pecar e lavar a seu senhor Domingos da Silva
Campos, ma dat Crozeto. 40, ine recompensara.
MOEMDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amara, acha-se para vender
moenda de canoas todas de ferro, de um
modello e ronstruccao muito superiores
Mimiuak |e lembranras Luso-Brasileiro
A
amicii g
WOOOf
i
!
gr



DIARIO DE PERMIBUCO SEGUNDA FEIR4 10 DE SETEIBRO OE 1855
I
li

f
CONSULTORIO DOS POBRES
SO BUA HOTA 1 AWafJLK SO.
O Dr. P. A. Lobo Moscozo

  • manhaaato raeio dia, o em casos extraordinarios a qualqaer hora do da ou uoile.
    Oflerece-s ignalsoente para pratiear qualquer operlo da eirurgia. c acudir promplamenle i qual-
    qaer mltate ojia esteja mal de parlo, e cojas circumstancia* nao permutan pagar ao medico.
    NO CONSULTORIO DO IR. P. i LOBO I0SC0Z0.
    50 RA NOVA 50
    VNDESE O SEGUINTE:
    Manual completo de meddicioa homeopathica do lir. G. H. Jahr, traduzido em por
    tuguez polo Dr. Moscozo, quiltro Totumes encadernados em dous e aconipanhado do
    nm diccionario dos termos do medicina, eirurgia, anatoma, etc., etc.'..... '209000
    Esla obra, a mais ioportantoeje todas as que Iratam do estudo e pratica da homcopathia, por ser i nica
    quecontm a iw*e fundamental H'esla doulriuaA PATHOtJENESIAOU EFFE1TOS DOS MEDICA-
    MENTOS NO ORGANISMO EM ESTADO DE SAlt'DEconheclmenlos que nao podem dispensar as pea-
    soas que sequerem dedicar pratica da verdadeira medicina, inleressa a lodos os mdicos que quizerem
    experimentar a doulrna de Halmemaim, e por si mesmos se. eonveucereni da \erdade d'ella: a todos os
    l'azendeirose senhores de engenhe que estaolonge dos recursos dos mdicos: a lodosos rapitaes de navio,
    que urna ou outra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes:
    a lodos os pais de familia que por circumstancias, qoe u*m sempre podem ser prevenidas, sao |obrga-
    dos a prestar i eonfinenli os primeiros soccorros em suas enfermidades.
    O vade-mecum do homeopalha ou traduces da medicina domestica do Dr. Hering,
    obra tambem til is peseoas que se dedicam ao estudo da homeopatliia, um volu-
    me prande, acompauhado do diccionario dos termo* de medicina...... 10501)0
    O diccionario dos termos de medicina, eirurgia, anatoma, etc., etc., encardenado. 3*000
    Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pratica da
    homeopathia, u o proprietario desto estabelecimento s lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
    uingoern dovic'a hoje da grande soperoridade dos seus medicamentos.
    Boticas a 1'2 tubos grandes.....................
    Boticas de 24 medicamentos em glbulos, a 10, 129 e 15*000 rs.
    Ditas 36 ditos a..................
    Ditas 48 ditos a..................
    Ditas SO ditas a................< .
    Ditas 144 'dito a..................
    Tubos avulsvs.........................
    frascos de meia onja de lindura...................
    Dito* de Terdadeira tinctura a rnica.................
    Na mesma casa ha sempre venda grande numero de tubos de cryslal de diversos taroanhos,
    vidros para medicamentos, e aprompla-se qualquer encommeoda de medicamentoscom toda a brevida-
    do o por prefos muito eommodos.
    TRATAIEITO HOIEOPATHICO.
    Preserva tico e curativo
    DO CHOLERA MORBUS.
    PELOS DRS
    8*000
    209000
    239000
    309000
    609000
    19000
    29000
    29000
    ou iustrucc,ao i/povg para se podereurar desta enfermidade, administramioos remedios mais eflicazcs
    para atalha-la, emqoanto se recorre ao medico, ou mesmo para cura-la independente desles. nos lugares
    em que nao 01 ba. 'sssVaki
    TRA.EUZ1DO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO M&COZO.
    Este* don* psenlos conlm as indicacOes mais claras e precisas, so pela sua simples e coocisaex posi-
    rao MUaoalcance de todas a* indiligencias, nlo s pelo que diz respeilo aos meios curativos, como prin-
    u palmen t* aus preservativos que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
    elle* lem ida pastos em ortica.
    Sendo o tralamenlo hoineopathico o nico que tem dado grandes resultados no curativo desla horri-
    vel enfermidade, jalgamos a proposito traduzir estes dous importantes opsculos em I111c.ua ajernacu-
    la, para deil'arle facilitar a sua leilura aquemignoieo fraucez.
    Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nova n. 52, por 29000 rs.
    Attenro.
    Lniz Canlerelli avisa ao respeitavel publico, que
    mudou a sua sal de daosa e casa de residencia da
    ra das Trncheiras o. 19, para a ra dasCruzes 11.
    11, primeiro andar.
    Salustiano de Aqoiuo Ferreira oQere.ee gratui-
    tamente para a* obras da igreja do Divino Espirito
    Sanio a torca pa-te dos premios que salrem nesles S
    bilhele inleiros ns. 1943, 1944, 1945. 226G, 2269,
    2489, 2720, 272!) da quarta parte ra do'Gymnasii I'eruambucano, que lera seu indu-
    bitavel andameito ao dia 12 de seiembro. Os pre-
    mios que elle* ojliverem serlo promplamenle entre-
    gues a peasoa cunpeleule da irmandade do Divino
    Espirito Santo, ligo que sabir a lista geral.
    De*eacamia*ia-se do porto das canoas, na
    ponto da Boa-Vista, na noile do dia 4 do crrenle,
    urna barrica da farinlia deSSSF : roga-se a eeosoa
    aonde ella estiver, favor de avisar na roa Direila
    11. 69, queso recompensar.
    A melade teiron. 3t>01 da olera do Gvmuasio Pcrnambuca-
    no quo orre no ila 12, perlence ao Hospital Por-
    luguez.
    Em virtud.; de recomracndac,ao de S. Exc.
    Hvm. o do Enn. Sr. presidente da provincia acha-
    se cread* nest* fieguezia de Santo Antonio umacom-
    inissSo composla do parodio da freguezia e dos Srs.
    Francisco Jos d) Reg e Jos dos Santos Neves, a
    qoal he encarre.ada de solicitar da caridade dos pa-
    rochianos esmoDs para preparar os meios de soccor-
    ro as pessoas pobres e necessiladas, no caso e que
    Dos 11*0 permilta) que o cholera, que j nfflige as
    provincias do Pira e Baha, chegue a invadir o ama-
    so I'omambuco, ano ja infelizmente o fez a febre
    amarella. A ccrumiislo vai sabir nesta diligencia
    pelas caas dos p irocliianos ; mas qualquer de seus
    inembros lis autorisado a receber quaesquer quan-
    tias que de moto-propro s Ibes queira entregar pa-
    ra lao sanio fije.O Vigario,
    Venancio Henriaue* de lletende.
    No dia II do correnle, depois da audiencia do
    lllm. Sr. Dr. juiide orphus, lem de ir a praca por
    venda urna pequea casa terrea meia-asua, sita na
    ra do Campe Verde,na Soledade, avahada por 2009
    rs., por execucan de Justino Pereira de Farias con-
    tra a heranca da fallecido Mauoel da Cuoha Oli-
    veira.
    A commisjaD da freguezia de S. Jos, encar-
    regada da sufcsiTipfao a favor da organisagao do
    Hosplal Portognex em Pernambuco, roga a lodos os
    ."Ciiboros que e Kgearam subsetever, de aprompla-
    rem seus donativos para terca-feira, 11 do correnle.
    Espera a commHsKo ser attendida, nao s por Ibe ser
    pernio ir mais de orna vez a casa dos Srs. subscrip-
    tores, como porque lem de quanlo antes dar-se prin-
    cipio as despezis necessarias a lio til eslabeleci-
    luento.
    Alug*-se 1 quarta casa terrea do lado s-
    ]|f querd*. ao passar a poole pequena da Mag-
    1 ualena: a tratar na ra Nova, primeiro an-
    JB dar por cini do Sr. Beker. B
    Jos Frauciscisco Piolo uuimares, cirurgiao
    pala escola real de eirurgia de Lisboa, annuncia a
    qaem coiiTier que mudou sna residencia para a ra
    da Matriz da Boa Vista n. 44, segundo andar.
    No dia 15 do crranle, ao sabir da missa das 11,
    da matriz daBoi-Visla at arua du Aurora, perdeu-
    ae urna pulseira de coral, toda de Tos, leudo no fei-
    xo urna ligara eucastoada eraouro, quem achare li-
    vor conacieacia leva-a a ra da Cadeia do Recite,
    lojn decaaabio 11. 34, qoe se dar o valor .da pul-
    seira.
    Achou-se do cae* de Apollo um sinele com um
    lo de cadeia de relogio, com duas cornalinas, dan-
    do os signaes corlo* *e Ibe aaegara : na prensa de
    Manoel lguacio de Olivelra I.oho,
    Ao Srs. eatudante.
    As obras aunuuciadas por 3)000, na ra doQue*-
    mado o. 24, nl> se veodem mais pela forma anuuu-
    ciadi, a sim a vonlade do comprador, e por comma-
    do prero ; aellis, que se esto acabando.
    Faz-so pu'jlico que so acba em pregues, e lin-
    dos elle* lem de ir prac* de venda u*s dias 12, 15
    e 19 do correnl mez, depon da audiencia do Dr.
    juia mouicipal nuppleute da segunda vara civel de>-
    la cidade, a melade do sobrado de dous andar*, silo
    110 paleo do Cirrao n. 7, avahada em 3:5009, com
    quiutal murada e cacimba, por execurao de Anto-
    nio Joaquim Furreira Beiriz contra Miguel Goncal-
    vs Hodriguean'ranQa e sua mulber : os concurren-
    las comparecam na saka das audiencias, nos dias de-
    signados.
    'MammmmamMmt
    EMPIEZA DO JORNAL i
    Necessila-se de urna ama porlugueza, lendo
    40 annos de idade, capaz de desempenhar o serviro
    interno de urna casa de homem solteiro ; assegur-
    se excellenle tralamenlo e generosa gratificado :
    tratar na ra do Cotovello n. 45. Assim como pre-
    cisa-se para a mesma casa de um porluguez olleiro,
    moco, para criado : a tratar na ra do Crespo n. 15.
    J. R. Lauerre & Companhia tendo
    de mandar incontinente para a Baha as
    i'azendas salvadas da barca frsncaza GUS-
    TAVO II, destinadas aquella provincia,
    oonvidam pelo presente a quem tal Irete
    convier, apresentar-se no seu escripto-
    rio, na ruado Trapichen. 11.
    COMPRAS.
    Compra-se urna preta de bonl figura e moras
    quesejabna coslureira e engommadeira ; pagase
    bem agradaudo : na roa do Trapiche n. II, primei-
    ro andar.
    Compram-se accoesda companhia de
    Beberibe: em casa de Tasso Irmaos.
    Compra-se umescravo de idade a van-
    Jos Joaquim
    Morcira,
    COM LOJA NA RA NOVA N. 8,
    acaba de receber pelo ultimo navio francez lindis-
    smas sedas lisas cor de rosa, amarella, branca mullo
    al va e azul claro, de mu i lo boa qualidade e com tres
    quarlas o meia de cov a.lo de largura, sendo tambem
    o piejo mais commodo do que em oulra qualquer
    |>ar(a ; assim como tambem recebeu pelo mesmo na-
    vio um magnifico sorliroeuto de batios d* bezerro
    francez para homem, que acuito deveni agradar,
    tanto pela qualidade como pelo leitio, cuitando alm
    de ludo islo cada par 89000, pagosa vista.
    AGENCIA DA IIMHCUI
    EWIN MAW, ESCRIPTOH10 OE RO-
    SAS BRAGA & C, RA DO TRAPI-
    CHE N. 44.
    Tem para vender um completo sorti-
    mento de taixas, moendas e meias moen-
    das para engenho, cuja superioridade ja'
    he bem conhecida dos senhores de enge-
    nho desta provincia, dos da Parahiba e
    dasAlagoas, desde quando taes objectos
    do mesmo fabricante eram vendidos pelos
    Srs. Me. Calmont&C, desta praca.
    IECHANISHO PARA ENSE-
    IHO.
    NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
    NHE1RO DAVID W. BOWNIAN. ,VA
    RA DO BRUM, PASSANDO O ^HA-
    FARIZ,
    lia sempre um grande sorlimenlo dos seguintes ob-
    joclos de mechanismos proprios para engenhos, a sa-
    ber : moendas e meias moendas da nTais moderna
    construcrao ; laixas de ferro fundido e balido, de
    superior qualidade e de todos os lmannos ; rodas
    deuladas para agua ou animaes, de lodas as propor-
    tJes ; crivos e boceas de fornalba e registros de bo-
    eiro, aguilhSes, bronzes, parafusos e cnvilhOes, moi-
    nho de mandioca, ele, etc.
    NA MESMA FUNDICA'O.
    se execotam todas as eocommendas com a superio-
    ridade j conhecida, e com a devida presteza e com-
    modidade em preco.
    Vendem-*e cebla* novas ebegada ultimi-
    mente de Lisboa na barca Marta Jone a 800, I9OOO
    e I920O oceolo : na travesa da Madre de Dos n.
    16, armazem de Agoilinho Ferreira Senra tiumia-
    raei.
    Vende-se um preto de idade de 25 annos : na
    ra do (Jueimado n. 28, terceiro andar.
    Na ra da Cadeia n. 27, chegaram sel-
    lini inglezes de patente, tanto de bor-
    i-ainascomo dosoutros, assim como tam-
    bem sellins para pagens muitos fortes, a
    presos commodo.
    Vende-se urna boa escrava moi;a, que
    sabecozinhar, coser, fazerbem la'byrin-
    to e com principio de engommado : na
    ra do Cabuga', loja de miudezas da
    aguia de ouro.
    CHAROPE
    DO
    BOSQUE
    O nico deposito contina a ser na botica de Bar-
    (holomeu Francisco de Souza, na ra larga do Rosa-
    ro n. 36; garrafas grandes5500 e pequeas 38000.
    IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
    Para cura de phlisica em todos os seus diflerenles
    graos, quer motivada por constipares, losse, aslb-
    ma. pleuriz. escarns de sangue, dr de costados o
    peito, palpitarlo no cornean, coqueluche, broncbile
    -- ---------------------- ,.,,,., ,,^,,...,.._..,. ,,w t......_,.w, ...|,,,-lu, 11,7, uiuuviiiie
    cada para tomar conta de um sitio: a tra- |<1"r na gargania, e lodas es molestias dos orgos pul-
    tar na ra da Cruz do Rcie n. 65, segn-1 D
    do andar.
    Compra se urh laixo meioem hom eila.lo
    praca di Boa-Vista n. 7.
    Compra-se um diccionario
    jkiez-inglez : nesta tvpograpbia.
    VENDAS.
    portu-
    'QMaataSaV'OB^M U3k.
    Este jornal he de poltica independen-
    te, louva e ajuda todo o minislcrio ( de
    qualquer cor poltica que sej) no que for
    boro, e censurar com energa eise mes-
    mo ininile.-io no qje elle liztr, em opposi-
    S3o com ai legitimas eonveniencias socia-
    ei. Fie par iiao qoe nuaca acollar liga-
    iao algomaeom qualquer partido eemqual-
    I quel governo. A sua posic.ao lio mais nobre,
    cunservaudc-ae nessa collocaciio ludependcn-
    le, que lie a nnca qoe se accommoda com a
    ndole da alta missao da empresa. No ha
    homem qu< valha bastante, para fazer-nos
    alterar esle sjilema. O interesses maleriaes
    serlo solici menle defendides pela Patria.,
    aem. prescindir da scalisacao e da conveni-
    ente economa do* diuheiros publica* nelles
    despendidoi. Dos prospectoi. que aqu dis-
    tribuimos, equeopportunamenle faremos pu-
    blicar, melhor se ve a liatu que pretende
    seguir o jornal, a qual necesariamente aera
    das s> uipa lliias da lodos os Porluguezes aqu
    resideutes, despertando mesmo o sen patrio-
    tismo. Ontro sin), pelos larus estreilos que
    uaeni os puvos Brasileiro e Porluguez,
    pelo esfoico que iar a rudaci;ao para sa-
    tisfazer as necesidades de suas cooliuuadis
    relajoes n tambem pela vaslidilo da parle
    Iliteraria t'o mesmo jornal, n3o podo elle ^
    deixar do iatereuar ao* Brasileiro* pliilan- M
    tropicoi e illuilrado.
    A redaccao ludo confia da seoerosiJadedos M
    Peroambueanes e do patroliumo dos Porlu- fj
    Kuezes aqu residentes. 5
    Oracao cohtra a peste e o cholera-
    morbus.
    Acha-se i venda na livraria n. (i e 8 da praca da
    Independencia um folhelinho com diflerenles "ora-
    roes contra o cholera-morbos, e qualquer outra pes
    le, a 80 rs. cada um.
    " REGULAMEMTODAAFERICAO.
    Vende-se por 100 rs.eada um regulamuto deafe-
    rcao do municipio do Itecife : na livraria o. 6 e 8
    da prac,a da Independencia..
    Vende-se o deposito de assacar da ra do Vi-
    nario n. 27 : a tratar com Agosliolio Ferreira Seora
    Guiiii.iraes, na travesa da Madre de Dos n. 16.
    Vende-se urna escravajparda de 20 annos de
    bonita figura, com nm lilho pardo de 4 annos : na
    ra do Crespo, loja u. 15. ,
    Vende-*e um escravo crioulo, de idado 2S an-
    nos, linda figura, rauilo poiianle, proprio para ar-
    mazem de assucar ; o motivo por que se vende se
    dir.i ao comprador: na ra da Peona, taberna de-
    bailo do sobrado novo.
    Vende-ie um bonito moleque de idade de 8
    annos : na ra do'Uvramenlo u. 14, loja.
    Na Iravessa do arsenal, armazem n. 9, ven-
    dem-ie saceos de farinha bem torrada a 29560, e ar-
    roz pilado da Ierra superior ele.
    Em casa de Ti mm Momsen & Vinassa,
    praca do Corpo-Santo n. lo, ha para
    vender.
    Um sortimento completo de livros em
    branco, viudos de Hamburgo.
    Em casa de Timm Momsen & Vinnassa,
    ptiie- do Corpo-Santo n. 9, ha para
    vender :
    Cemento romano em barricas, chegado
    ltimamente de Hamburgo.
    Vendem-sc dous pianos fortes de
    Jacaranda construccao vertical, e com
    todos os melhoramentos mais modernos,
    tendo vindo no ultimo navio de Ham-
    burgo: na ra da Cadeia, armazem n.
    21.
    Veudem-se '&
    |K Palitos de brim pardo de linlio. muito fino
    MI a 5000. QL
    X Ditos de bramante branco, de cordflo, fi- &
    & no, a 5^000. 8S
    9 Diio de esguilo muilo fino de puro linbo, 2
    B a 89000. W
    I Ditos de alpaca preta trancados, a 69OOO. Nj
    $& Diloide alpaca preta muilo linos, a 109000. ]
    Q( Ditos de alpaca de cores de corda, a 69000. S
    Mf Ditos de panno fino preto e de cores, lodos >w
    S forrados de seda, a 189000.
    g Calcas pretas de1 cisemira sellm, a 10-S0O0.
    m Colletes de seliro da Chiua e lavrados, a
    M 89000.
    outrai muilas fazendas chegadas lti-
    mamente de Paria, bem como casacas de
    panno fina preto, quinzenas de casemira, ca-
    mi2inhas de murim francez com peito de
    silesias de linho, finissimas meias de Esco-
    ca e de sola de cores e Mitras: na ra do Sv
    Crespo, loja amarella o. 4. jB
    Vende-se farinha d* mandioca da maii nova
    no mercado a 295OO a sacca : na Iravessa d Mndre
    de Heos n. 16, armazem de Agoatinho F'erreira Sen-
    ra liuimarAes.
    Vende-se urna escrava cabra, bonita figura,
    engommadeira e coziuheira e lava de alian, com
    urna cria negrinha de 2 mezes.e 2 ditas que cozlnham
    e lavam de sabio, e nina dellas engomma, o um
    mulalinbo de 18 annos, e um esrravu de narAo, co-
    ziuhelro : na ra das Cruzes n. 22*
    Vende-se 1 sof' e I banca de meio de sala, lu-
    do de Jacaranda' e urna meia commoda deamarello,
    1 par de bancas le oleo de columna,12 quadroi dou -
    rados de bonitas estampase 6annelOaade ouro du
    le sem feilio : na ra dal Cruzes n. 20.
    Sal do Assii
    a bordo do brigue nacional ero: najiiia do Vinario
    n. 19, 1 andar.
    Velas.
    Vondemse velas de carnauba pura de 6, 7, 8,0,
    10 c 13 por libra, e por menos pre<;n que em oulra
    qualquer parto : na ra Direila n. 59.
    Vcndem-se 4 escravos mocos, de bonitas figo-
    ns, de lodo iervii-o : na ra Diiella n. 3.
    Vende-so fuma muala de boa figura com
    as babclidades seguintes : sabe bem coser e cortar
    um veslido.fazer carnizas de homem, engomma com
    perfeiro, o oulra* habilidades que avista se dir ao
    comprador ; e outra de meia idade.de boa figura, o
    urna negrinha de 7 annos : na roa do Livramento
    n.4.
    l\fa loja das seis
    portas,
    Em frente do Livramento.
    Chales de seda de lindos goslos a oilo mil reis,
    hlales de cambraia adamascados a duas pataca!, di-
    tos de ganga 1 encarnados a duaa patacas, corle* de
    vestido de cassa de 2 e 3 babados e algum com barra
    a dous mil reis, lencos brancoi flnoi para cabeja de
    Attencao.
    Conlinua-se a veuder na ra da Cadeia do Kecfe
    n. 47, loja do Sa Manotl; damasco de lia de duas
    larguras, muilo proprio para caberlas de cama e
    paunos de mesa.
    AOS SENHORESLui ENCENHO.
    No primeiro armazem do becco do Goncalves. ha
    empre um hom sortimento de meias barrica* da fa-
    rinha da maii tuperior qualidade.
    Cera de carnau-
    ba.
    Vende-se cera de carnaoba do Ararais : na ru*
    da Cadeia dp Kecfe n. 49, primeiro andar.
    Vende-ie um cabriolet novo,
    sem robera, muito maneiro, ven-
    dem-se tambem boas parelhas de
    ra tallos mansos para carro, di los
    de cabriole! e carrora, ludo por prero commodo:
    na ra Nova, cocheirade Adolpho Buurgeois.
    Cera de carnau-
    ba do
    ARACATY E ASSU .
    Vende-se em porco e a relalho, por menos prero
    que em outra qualquer parte, principalmente sendo
    aiJiohairo vista: na roa da Cruz, armazem de
    couros e sola, n. 15.
    Vende-se urna porreo de taboas de cedro : n
    trapiche do Angelo.
    POTASSA E CAL VIRGEM.
    No antigo e ja'bem condecido deposi-
    to da ra da Cadeia do Recife, eicriptorio
    n. 12, ha para vender muito superior
    enhora a pataca, ditos de casia finos para mito a potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
    dous (usloes, pejas de cassa de salpicos a doui mil
    res, meia* para meninos a seis vinlens, o oulras
    Recebem sa as assignatoras no hotel da Ep-
    das 0 as 4 da larde.
    Wntonio Joaquim le Figueiredo,
    Emprezario.
    Jote Mari de Vatconeeiloi,
    Atienle em PernaObur
    M
    Vendem-se
    Seda de qffadros escosseza, da quadros gran-
    des com 3 palmos de largura e do edre vi-
    vas, a I92OO cada covndo.
    Manguitos de cambraiabordadoi a agulba
    a machina, para vestid* de senhora, a
    laoo.
    dolas de cambraia do mesmo goslo, a 1 o
    29000 cada urna.
    Romeiras de hielos de linho a seda, a 69.
    Oilasde fil de linho bordadas e de cani-
    braiela bordada, a 9 e 69OOO cada urna.
    Chale* de merino bordados de seda, qu*
    finge louqum, com franja de reros, a 119
    cadaum.
    Dito* de casemira com barra matizada, o
    69OOO.
    Ditos de caiemira liza, de lodas acto-
    res, a 59OOO.
    Dito* de filete branco o de cores, com
    mas bordadas, a 88000.
    Na ra do Crespo, loja amarella o. 4.
    pal-
    Na ra do Crespo, jun-
    to ao arco de Santo Anto-
    nio, loja nova da quina do
    sobrado do com rae n dador
    Vlagalhacs Bastos, ven-
    dem-se todas as fazendas
    salvadas da barca GUS-
    TAVO II, naufragada em
    MariafFarinha, e ultima-
    mente arrematadas nos di-
    versos leiles feitos na al-
    fa ndeg-a desta cidade, sen-
    do de mais provida com
    chitas e cassas finissimas
    e outros objectos que iaiff
    para a Baha, e que aqu
    fcaram a pedido; tudo se
    vende por precos baratissi-
    mos para acabar depressa.
    h I MI 111(0
    nao4se engeita,
    RA DO QUEIMADO N. 40.
    Henrique & Santos acabara de arrematar em lei-
    blo grande porcao de fazendas de seda, la e teda,
    linho e algodo viudas pelo i.usaio //, o querendo
    acabar aviiam ao publico que sa vendem por dimi-
    nuto preco as fazendas seguintes, bem como oulras
    muilas, e dito ai amostras com peohor.
    Nobreza furta-cores para vestidos o covado
    Dita dito
    Cortes de cambraias de seda de quadros a
    .Idelinas deseija de quadros
    Chali de quadros o mais lindo possivel
    Proserpina de seda de quadroi
    Rica lias de quadros para vestidos largos
    tincados fraucezei, imitando alpaca de seda
    Kiscado monslro de quadro para vestidos
    Chita franceza larga lindas padre*
    Casias escossezas nuvorpadr&es
    Alpaca lisa de algodo para palitos
    Velludo prelo o melhor possivel
    Selim preto maciio liso
    Selim prelo lavrado para vestido
    Sarja preta heipanhola superior
    Alpaca prela de luilrc fina
    Alpaca de cordao prela o de cor
    Merino preto e de cor de cordao
    Panno prelo lino para palitos
    Panno liuo de vanas core*
    Ourello preto para panno
    Palitos de panno prelo liuo forro de seda
    Dito* de alpaca prela linos
    Ditos de 13a de cores para meninos
    ChaL-s prelo de relroz
    Mantas de seda para sen hora
    Kicos chale* de merino bordado malisado
    Chales de merino bordado liso
    Dito dito com franja de seda
    Dito dito com franja de laa
    Lidos lencos de selim de cores gira grvala
    Lencos de seda de cores grande* para se-
    nhora
    Ditos de selim prelo maco para grvala .
    Dilos de seda pequeos para hamein
    Hilos dito de core* para grvala
    Ditos de cambraia de linbo pequeos
    Dilos de casia pequeos branco*
    Collarinhus muilo linos
    Corles de casemira prela fina
    Ditos de casemira de cor de lindos padroes
    Dilos de colletes de fuslilo finos
    Dilos de laa
    Lindos cortes de colletei de seda de cor
    Cortes de casemira prela selim
    Pecas de esguio lino de puro linho
    Pecaide brim liso fino de puro linbo
    Luva prelas de torcal para senhora
    Aberturas finas para camisas
    MadapoUo muito liuo com loque de mofo
    Pulceiras de velludo pretal e de cores
    Cassa* fraucezas muilo finas de lido goilo
    v.ra 600
    muilas fazendas molbadaseenchulai, que ic vendem
    por prero em conla.
    A 1,s000!!!
    Vende-se o resumo da Historia do Bra-
    sil pelo diminuto preco de IsOOO na
    ra do Crespo loja n. 16,
    POR 10$000
    Vende-se a interessante obraL'niver-
    seo Pittoresco, 5 voluntes a' usados, pelo
    baratissimo preco delO.?000 : na ra do
    Crespo, loja n. 16.
    Para acabar.
    Vendem-se merinos em peca e a reta-
    llio, de muito boa i|ualidade por serem
    francezes por todo preco: atraz da ma-
    triz da Boa-Vista n. 13, das 6 horas da
    manhSa a's 9 do dia, e das a's 6 horas
    da taYde.
    Vende-*e arroz de casca a 3JO00 rs. o sacco,
    alqueirc velho : na frua Direila 11. 69, padaiia de
    Antonio Alves de Miranda Guiroar3es.
    Vendem-te 2 carros de 4 rodas em muilo hom
    uso : na ra da Aurora n. 18, primeiro andar.
    No largo do Carino, quina da ra de Hurlas 11.
    2, vendem-se queijos novos a 19800, manlema in-
    gleza a 640, 800 e 960, e muilo superior a I92X). di-
    ta franceza a 800 rs., paisas a 400 rs., cevada a 180,
    chourcas a 400 rs., caf a 180, tapioca a 200 n., al-
    piste a 200 rs., cha a I96OO, 29000, 29400 e 29880,
    dito preto o melhor do mercado a 29210, batatas a
    40 rs., bolachinhas inglezas a 360. dilai Napoleao a
    480, dlas ararula pura a 560, lisboense a 400 rs.,
    louciulio de Lisboa a 320, banha bem alva a 560,
    nozes noval a 80 rs omina a 80 rs., araruta a 120,
    es-permacele a 800 e 960. carnauba m velas a 500.
    rs., farinha de trigo a 180, pomada a 410 a duzia.
    doce de (oiaba a 800 ri. o caixSo, arroz branco a 480
    a cuta, libra a 80 rs., azeite doce .a 640, viuho de
    Lisboa a 400 rs., pigueira a 480, Porto muilo supe-
    rior a 560 a garrafa, dito branco a 560, sardinbas de
    Nanles em latas a 600 e 800 rs., phosphoros proprios
    para quem fuma, que s se apagam depois que aca-
    ba a maileira a 40 rs. a caiiinha, peneiras de rame,
    e bracos de batanea KomAo proprios para halcilo.
    Vende-so utoa escrava de 40 anuos, pouco
    mais ou meno lem vicios nem achaques, que lava
    de sabio, r,|/iHV* o diario de una casi, e tambem
    vende na ruini ra do Pilar, em Pora de Portas,
    n. 103. / *
    A 31500
    Vende-se cafaj^i.i-iiua ltimamente chegada, as-
    sim como potassa da llussia verdadsira : na praca do
    Corpo Santo n. 11.
    Cheguem ao ba-
    rato ? ? ?

    19:100
    19100
    49*0
    800
    ooo
    640
    610
    280
    220
    260
    380
    320
    39800
    39600
    29t'0
    29000
    '18O
    540
    640
    29500
    39800
    39(KK)
    159000
    ."SJOOO
    19500
    "9000
    59OOO
    II9OOO
    99OOO
    59,'iUO
    49400
    800
    19500
    19*00
    800
    600
    500
    300
    200
    495OO
    49000
    600
    400
    29500
    1*000
    I29OOO
    890X1
    640
    610
    39 10
    500
    Corles do cassa de barra
    29OOO
    Caivas para rap imitando a tartaruga, pelo bara-
    tsimo preco de 19280 cada urna : na ra do Cres-
    po n. 6.
    PECHIM1.
    Vende-se a taberna da ra Direita n.
    91, consistindo n'uma boa armacao e seus
    pertences, ealguns gneros em bom esta-
    do, propriu para qualquer principiante
    porterpoucos fundos, ser em muito bom
    lcale estar bem afreguezada, tanto para
    a trra como para o mato, a qf>al vend-
    se por todo o preco para pagamento dos
    credores : a tratar na Iravessa da Madre
    de Dos n. 4.
    Ql Na ra da Cadeia do Reciten. 18,
    0) ha para vender relogios da fabri- (
    ca mais acreditadas da Suissa, tan- j.
    to de ouro como de prata, ditos w
    foliados edourados, mais baratos ')
    ^ do <[ue em (jtialquer outra parle. O
    ^^^^"^ -@ @@@
    JOCO DE VOLTARETE.
    Vendem-se caixinlias com tontos paia
    marcar jogo de voltarete, por preco mui-
    to em conta: na rua da Cruz n. 26, pri-
    meiio andar.
    KIRSHEABSTYNH.
    Na rua da Cruz n. 26, primeiro andar,
    ha para vender constantemente por pre-
    co commodo, superior Kirck e Absynth.
    CHOCOLATE FRANCEZ.
    Chegounova remessa de chocolate fran-
    cez a' rua da Cruz n. 26, primeiro andar,
    e entrega-se aos Ircguezes pelo menor pre-
    co possivel.
    VIHO BRANCO E INTO DE
    BORDEUX.
    Vende-se viudo de superior qualidade,
    engarrafado, branco e tinto, (de Bor-
    deux) por preco commodo: na rua da
    Cruzn. 26, primeiro andar.
    CIMIPiNE.
    - Vende-se superior champagne, em cai-
    \as de 12 garrafas, da melhor marca pie
    tem vindo a este mercado, por preco
    commodo: na rua da Cruzn. 26,primei-
    ro andar.
    Vende-se o bem conhecido rape ro-
    lao francez, aos npakonados da boa pita-
    da : na rua da Cruz n. 26; primeiro an-
    dar.
    Deposito de algodots trancados.
    No escriplorio de Domingos Alves Malbeus, na rua
    da Cruz u. 54, contina a vender-so alumines Irn
    cados da fabrica da Baha, e lio do algodan proprio
    para rede* e pavios de vela, por prero commodo.
    A peehincha.
    No aterro,da Boa-Vista n. 8, defronte da
    boneca.
    Checou ltimamente a verdadeira carne do ter-
    mo e queijos de toda* a* qualiuades,- figos do coma-
    dre, bolachiohade soda, bisrnilos finos inglezes mol-
    i novos, e um ampielo sorlimenlo de lodos n* ge-
    nero* de moldados dos meltiores qoe ha no mercado,
    o vende-se ludo por menos preco do qae em outra
    parle.
    e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
    precos muito avoraveis, com os quaes li-
    carao os compradores satisleitos.
    Attencao ao seguinte.
    Cambraia franceza de cores de muilo bom goslo a
    600 rs. a vara, corles de cassa preto* de muito bom
    Rosto a 29000 o corte, dilos de cores com bous pa-
    droes a 29200, alpaca de seda com quadro* a 720 o
    covado, corles de la.) muilo finos com 14 covadoi ca-
    da corle, de muilo bom goilo, a 49500, lencos de
    bico com palmas a 320 cada um, dito* do cambraia
    de linho grandes, proprios para cabera a 560 cada
    um. chales imperiaes a 800 rs., 19 o I9200 : na loja
    da rua do Crespo n. 6.
    Brins de vella : no armazem de N. O.
    Bieber & C, rua da Cruz n. 4.
    Fazendas baratas.
    Corles de casemira de pura laa e bonitos padroes
    a 595OO r*. o corte, alpaca de cordao muilo lina a
    500 rs. o covado, dila muilo larga prepria para man-
    to a 640 o covado, cortes de brim pardo de puro li-
    nho a 19600 o corte, dilos cor de palha a 19600 o
    corte, tortea de casemira de bom goslo a 29500 o cor-
    te, sarja de laa de duaa larguras propra para vesti-
    do de quem esi de luto a 480 o covado, cortes de
    fustao de bonitos costos a 720 e 19400 o corte, brim
    trancado de linho a 19 e a 19200, riscados proprios
    para jaqoelase palitos a 280 o covado, corteado col-
    leles de gorgorio a 35500 : na loja da rna do Cres-
    po n. 6.
    Velas de car-
    nauba,
    SIMPLES E DE COMPOSICAO.
    Na rua da Cruz n. 15, vendem-se ditas velas, de
    6, 7,8, 9 c 13 por libra, em ca vas de8a|50 libras,
    fabricadas no Aracaly, pelos melhores autores, e por
    menos prero que em oulra qualquer parle.
    Vendem-se pipas e barril vazioi : a tratar com
    Manoel Alves Guerra Jnior : na rua do Trapiche
    n. 14.
    ' A 99OOO E 109000 A PECA.
    Vendem-se peras de brim fino e hamburgo su-
    perior, que se aneinelha ao bom panno de linho,
    pelo diminuto preco de 9 e H19 a peca do 20 ta-
    las : na ru* da Cadeia do Recife, loja n. 50, de
    fronte da ru da Madre de Dos.
    Novo sortimento de fazendas
    baratas.
    Alm dai fazendas j aunuuciadas, e outras mui-
    las, que a dinheiro a vista se vendem em porreo e a
    relalho. por baratissimo prero, ha novas chitas de
    cores fuasa 160, 180 e 200 rs.'o covado, dlas para
    coberla, bonitos padre., a 220, Ollas largas de cores
    claras imitando casta a 240, riscados francezes largos
    de quadros modernos a 260, corles de cambraia de
    lpicos rom 6 1|2 varas por 29560, penno de linhos
    muilo fino para lencos com mais de 2 varas de lar-
    gura.jielo baratissimo preco de 29400 a vara, novos
    brillarle linho de quadrinhos para palitos, calcase
    jaqorlas a 220e240 o covado, cortes de casemiras de
    cores a 49, brins de cores para calcas .1 la vjira :
    na rua da Cadeia do Kecfe. loja n. 50, delronte da
    rua da Madre de Dos, a qual se achasoiTrivelmente
    sorlida de boai fazenda, cujas qualidade-, e comino-
    dos precos se garntemedaose amostras.
    I.ABYRINTHOS.
    l.en;os de cambraia de linho muilo finos, loalhas
    redondas e de poulas, e mais objectos desle genero,
    ludo de bom goslo ; vende-se barato : na rna da
    Cruz n. 34, primeiro andar.
    Vende-se excellenle taboado de pinho, recn-
    tenteme chegado da America : na rm de Apollo
    trapiche do Ferreira, a entender-se com oadminis
    ador do mesmo.
    boa fama
    Vendem-se moilo bonitos chapos de sel de seda
    pequeos e com molas proprios para meninas de es-
    cola, pelo baratissimo preco de 39000 rs. ; he coma
    lao galante que quem vil nao deixar de comprar :
    na rua do Queimado, loja de miudezas da boa fama.
    n.33.
    CAL VIRGEM.
    A mais nova no mercado, por preco
    muito barato: no deposito de rua do
    Trapiche n. 15, armazem de Bastos & Ir-
    maos.
    Vendem-se btalas muito novas, em arroba
    19120, a libra 40 rs., mantega insleza a 800 rs:,
    rafe de caror,, a 160, louciuho de Lisboa a 300 rs. a
    libra, coima de eugommar a 80 rs. : na roa de
    1lorias n. 40.
    Selllas novas de Lisboa.
    J chegaram ceblas novas do Lisboa, o vendem-
    se no armazem de JoSo Martina de Barros, Iraveisa
    da Madre de Dos n. 21.
    Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, .ha
    para vender superior relroz de primeira qualidade,
    do fabricanteSiqueiralinhasde rsriz e de nume-
    ro, e fio porrele, tudn chegado pelo ultimo navio vin-
    do do Porto, e juntamente vinho superior, feilnria
    em paqueos barri* de dcimo.
    Vendem-se no armazem n. 60, da roa da Ca-
    deia do Recife, de Henry Gibson, os mais superio-
    res relogios fabricados em Inglaterra, por precoi
    mdicos.
    FARINHA DE MANDIOCA.
    Vende-se superior farinha de mandioca
    em saccas que tem um alqueire, medida
    velha por '000 reis : nos armazens ns.
    3, 5 el, e no arinzemdefronte da porta da
    alandega, ou a tratar no escriptorio de
    Novaes & Companhia na ruado Trapiche
    n. 54, primeiro andar.
    Taixas para engenhos.
    Na fundicao' de ferro de D. W.
    Bowmann, na rua do Brum, passan-
    do o chafariz continua haver um
    completo sortimento de taixas de ferro
    fundido e batido de 5 a 8 palmos de
    bocea, as quaes acham-se a venda, por
    preco commodo o com promptidao' :
    embarcam-se ou carregam-se em carro
    sem despeza ao comprador.
    Capas de burracha a 12#000.
    Quem deiiar de se muir de urna excellenle ca-
    pa de barradla, pelo diminuto prero de 129 '.' a el-
    las, que se estao acabando: na ruada Cadeia do Re-
    cife, loja n. 50, defronle da rua da Madre de Dos.
    Vendem-se em casa de S. P. Johas-
    ton & C, na rua de Senzala Nova n. 42.
    Sellins inglezes.
    Relogios patente inglez.
    Chicotes de carro e de montaria.
    Caiulieirose castiraes bronzeados.
    Lonas inglezas.
    Fio de sapateiro.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris de graxa n. 97.
    Vinho Cherry em barris.
    Camas de ferro.
    FAZENDA SEM AVARIA.
    Vende-se brim branco proprio para militares a
    500 rs. a vara, ditos de cores pelo mesmo prero : na
    rua do Crespo, loja n. 6.
    Vende-se ajo em cunheUi de nm quintal, por
    prero muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
    aran! & Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
    FAZEHDAS DE GOT
    PARA VESTIDOS DE SEN.tlORA.
    Indiana de quadros muilo fioa o padroes novo* ;
    cortes do iaa de quadro* e flores por pre ;o commo-
    do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
    volts para a rua da Cadeia.
    CAL DE LISBOA.
    Vende-se cal virgem, chegada no ul-
    timo navio, por preco commodo, assim
    .nomo potassa superior americana: no
    deposito da rua de Apollo n. 2B.
    CASEMIRA PRETA A 4*500
    0 CORTE DE CALCA.
    Vondem-se na rua do Crespo, loja di nsqnina que
    volla para a rua da Cadeia.
    Vende-se
    Farello em saccas de 5
    arrobas a 5^000.
    Farinha de mandioca
    em saccas a '2'300.
    Tijollos de mar more a
    510.
    Vinho Bordeaux em
    garrafoes a 12#000.
    JN o armazem de Tasso
    irmaos.
    LEONOR D'AMBOISE.
    Vender o excellente romance histri-
    co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
    nha, 2 volumes por l.sOOO rs., na livraria
    n. 6 e 8 da praca da Independencia.
    Q POTASSA BRASILEIRA. $
    Vende-se superior potassa, fa-
    bricada no Rio de Janeiro, che- S
    gada recentemente, recommen- 2
    da-se aos senhores de engenhos os 2
    seus bons elieitos ja' experimen- j
    tados: na rua da Cruzn. 20, ar- '
    mazem de L. Leconte Feron & %
    Companhia.
    ARADOS DE FERRO,
    fundicao* de C. Starr. & C. em
    Amaro acha-se para vender ara;
    ferro de rr.- qualidade.
    >-nnrdHe",''!ib?m"De,n rad'tado rapJoao
    iro da fabrica do Hio de Janeiro ; rape
    Na
    Santo
    dos i
    Paulo
    ente bem aci 1. d ? M, de J>>'o ; rape
    ao de i i,So? iPU> *u.a Po'isao e a.semelliar-ta
    do-sede5 llAS.0^0 b0m aroma *g"lavl i ven-
    da Crut do Hecife ILC'",S," dePi'Ml "* '"
    Iho. na, Iojhs .cuonacs" ";'' A 'I" 1U e f. "T
    mi ato Cardos^>t%0'V,
    Hecife, Jos Come. U.? V ',','
    qnira de Olive.ra ; b^^^' "? '"
    ! i-Cres'po.Taqain^H *'Aulw Ka"
    rua do Queimado, "
    Souza ; rua
    da Crui do Kecfe,
    na rua da Cadeia do
    euriqoe da Silva ;
    xeira &
    **J. MmlliSe. ff^ Te
    Direila, Jos V iclor d. Silva Pj
    mo, Antonio Joaquim Ferreira rt. >w, '
    ; rua laraa do Hcario. Viuva Uia. Feru.X
    Bo.UVW.,0jf L0Pes'IBa"u'A I"*Ao; a'rVofd,
    Na rna do Vigario n. 19, primeiro indar, ven-
    de-se farelo novo,chegado d* Lisboa palobrigua *-
    peranra.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Neste estabelecimento continua a ha-
    ver um completo sortimento de moen-
    das e meias moendas para engenho, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de todos os tamauhos,. para
    dito.
    DEPOSITO DA FABRICA DE TODO
    OS SANTOS DA BAHA.
    Vende-se em casa d N. O. Bieber &
    C, na rua da Cruz n. 4, algodo tran-
    cado daquella fabrica muito proprio pa-
    ra saceos de assucar e roupa para escra-
    vos, por preco commodo,
    Vende-se urna balanza romana dim todos
    s pretender, diriia-se n rua da Cruz, armazam u. 4.
    COGNAC VERDADEIRO.
    Vende-c superior cognac, em garrafas a 125000
    a duzia, e 19280 a garrafa : na rua dos Tanoeiras n.
    2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
    Chales de merino' de cores,. de muito
    bom gosto.
    Vendem-se na rna do Crespo, loja da ssqaina qoe
    volla para a cadeia.
    ATTENCrO.
    do Trapiche n. 54, ha para
    arris de ferro ermel.icamente
    Eroprios para deposito de fe-
    arris sa
    Na rua
    vender bar
    fechados,
    ses ; estes barris sao os melhores que i
    tem descocerlo para este fim, por nao
    exhalaiem o menor cheiro, e apenas pe-
    zam 16 libras, e custara o diminuto pre-
    co de ijOOO rs. cada um.
    Na rua do Vigario n. 19, primei-
    ro andar, tem para vender diversas mu-
    sicas para piano, violao e flauta, como
    sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
    tickes, modinhas tud modernissimo ,
    chegado do Rio de Jpteiro.
    Na rna do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
    venda a superior flanella para forro de ellin-,
    chegada recentemenle da America.
    Deposito de vinho de chana- 0
    S pagne Chateau-Av, primeira qua-
    1Q lidade, de propriedade do >;onde
    8 de MarcuU, rua da Cruz do Re-
    cife n. 20: este vinho, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a 56\s000 rs. cada caixa, acha-se
    nicamente em casa de L. Le-
    comte Feron & Companhia.. N.,
    B.* As caixas sao marcadas a for
    goConde de Marcuile os r-
    tulos das garrafas sao azues.
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    Redondo de 640 para 500 rs. a libra
    1*0 arcano da invencao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Berlin, empregado as co-
    lonias inglesas e hollandezas, com gran-
    de vantagem para o mel hora ment do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, j unto com o methodo de empre-
    -lo no idioma portuguez, em casa de
    O. Bieber & Companhia, na ruada
    Cruz. n. 4.
    A Boa lama.
    Na rua do Queimado, nos qualro cautos, loja de
    miudezas da boa fama n. 33, vendem-ec o seaiinles
    objectos, tudo de muilo boas qualidadei o pelos pre-
    cos mencionados, a saber :
    Peotes de tartaruga para alar cabellos i 400
    Diioi de alisar lambem de tartaruga 3?000
    Ditos de inarlim para alisar I-ihi
    Ditos de bfalo moilo lino* 300 o 400
    bilos miando a tartaruga para?alar cabello 1S280
    l.eques fnissimos a 28, 3 o 4000
    Lindas ciiixas para costura 3$000
    Ditas para joias, muito lindas a 600 e K00
    I.uvas pelas de terral e com borllas 800
    Ditas de seda de cores o sem defeilo IjOOO
    Linda*.meias de seda de cores para crianzas I98OO
    Meias piliadas lio de Escocia para crianzas 210 e 400
    Bandejas (rrandes e Anas 3J000 e 43000
    Trancas oe seda de lodas as coles larguras e de bo-
    nitos paroes, litas Tinas lavradas e de lodas as lar-
    guras e cores, bico* flnissimos-de linho de bonitos
    padroes o todas as larguras, teaouras as mais finas
    que he possivel encoulrar-se e de lorias as qualida-
    de, meias o luvas de todas as qualidade*, riquissi-
    mas franjas branca* e de cores com borllas proprias
    para cortinados, o alm de ludo islo oulra* muilitsi-
    maseousss ludo do bous goslos o boas qualidade-,
    que i viiila do moilo barato prero nao deiiam d
    agradar ios Srs. compradores.
    Vende-se pipas, barris vazos e bar-
    ricas internadas: a tratar cora Manoel
    Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
    n. 14. K
    Moinhos de vento
    ombombasderepuio para regar borlase baixa,
    decapim,nafundic.adeD. W. Bowman : narua
    do Brum ns. 6,8el0.
    Vende-se cognacala melhor qualidude: na rua
    daCrua.10.
    Cobre para forro de 20 at 24 c
    eas compregos.
    Z neo para forro com pregos.
    Ciiumbo em barrinhas.
    A Ivaiade de chumbo.
    Tinta branca, preta e verde.
    Oleo de linhaca em botijas.
    Papel de embruHio.^
    Cimento amarelIo.-^C '
    Armamento de todas as finali-
    dades.
    Arreios para um e dous c-
    vanos.
    Chicotes para carro e esporas de
    ac prateado.
    Formas de ferro para fabrica de
    assucar.
    Papel de peso ingle
    Champagne marca A &C.
    Rotim da India, novo e alvo.
    IVclras de marmore.
    Velas stearinas.
    Pianosde gabinetede Jacaranda',
    e com todos os ltimos melho-
    ramentos.
    No armazem de C J. Astlev A C.,1
    narua da Cadeia. **
    WHASDAS E GRADES.
    Um lindo e variado sorlimenlo de modella* para
    varanda* e gradaras de goslo moderoatme : na
    fundirlo da Aurora, em Santo Amaro, e no depesi-
    lo.da mesma,aa ruado Brum.
    msfsmm^mm-mmmsBBmm
    Antigo deposito de panno de algo- M
    godao da fabrica de Todos os 8
    Santos na Babia.
    Novaes & Companhia, na rua do S
    gj Trapiche n. 54, continuara a ven- *
    L der panno de algodo desta fabrica, i
    1 trancado, proprio para saceos e
    S roupa de escravos.
    n ffil' aniranB jt-
    Riscdo de listraa de cores, proprio
    para patitos, calcase jaqueas, a ISO
    o covado.
    Vende-se na rua do Otoso, loia da etqnina qae
    votta para a cadeia. f
    Deposito de ral de Lisboa.
    Na roa da Cadeia Reci/ey.loja n. 50, conlina
    a vender-se barr* connuperior cal virgen do Lis-
    boa, por prero commodo.
    CORTES DE CASEMIRAS
    DE C JRES ESCURAS E CLARAS A 39OQ0.
    Ven lem-se na rea da Crespo, laja da esquina qae
    volla cara a rua da Cadeia.
    A boa fama
    Na rua do Queimado tos qualro canto*, loja de
    miudeas da boa fama n. 33, veudem-se osseguinles
    ohjeclus pelos precos mencionados, e ludo de mui-
    lo boa qualidade*, a saber :
    Duzia le lezouras para costura a 15000
    Duzia le pentes para alar cabellos *, 19500
    l'ecas 00111 11 varas da filalavrada sem defeilo l?200
    Tares de meia* hrajeas para senhora ,240
    I'ejas de filas brancas de linho 40
    Peta de bico estrello coao 10 varas 500 o 640
    Carlerinlias com lOUagoUias, sorlidas 240
    Mar.9i de cordao para vestido 600
    Caisai com clcheles balidos, francezes 60
    Escov.n lina* para denlas 100
    l'iilcc ras encarnadas para meninas e senhora* 320
    l.iiilm braacaa do nvelos n. 50, 60, 70 libra 1*100
    l.ibrai de linhasde cores de novrllo IJOlKl
    Grozao de bole* para carniza 160
    -Meads de linhas fiuissinias para bordar 160
    Meadas de linhasde peso 100
    Carrilcis de linhas fina* de 00 jardas 170
    Crozas da betOes muito Guos para caifas 280
    Caisas com 16 novello de linda* de marcar 80
    Duzia le dedaes para senhora 100
    Suspensorios, e par 40
    Macinhos de graiupas 1 50
    Cartas de ajnelos 100
    Caiilahas com brinque do* para meninos 320
    Agulheirosmnilu bonitos cen agulha* 200
    Torcidas para candieiro, o. 14 K)
    Caiiinhas cosa igolua* fraucezas 160
    llahadMaberlosde linbo bordados e liaos, a 120 eilO
    Alm de ludo islo do Ir a maitissima* cenia Inda
    de muilo boa* qualidade*, e qae se vende moilissi-
    mo barato nesta bem conhecida loja da boa fama.
    A boa fama
    \>nde-se papel marfim paulado, a resma a 4?OO
    l'.ipel le poso pautado muilo superior, resma 3560O
    Dilo al maco sem ser paulado muilo bom 2S600
    Pennat liniasimas bico de lanca, groza itHX
    Ditas muilo boas, croza 640
    Caivetes finos de > e :i follus. a '210 e 400
    Capis Anos envernisadus, duzia 120
    Dilos sem ser envernisados, duzia 80
    Canelas de mnrfnn muito bonitas :t-Jo
    Capados pintados para salas 600
    Bengalas de junco com bonitos castes 500
    Ocelo* de armacao ac, todas as graduacei 800
    Dilos te dito* de metal braace 400
    Laneti com armajlo de tartaruga 1*000
    Ditas de dita de bfalo 500
    Carteiras para algibeira, superiores 600
    Fivel'as doorad** para calea* o colletes 100
    Esporas fina* de racial, o par 800 e 1*000
    Tranceln* prelo de borraja para relogios 100 o 160
    Tinlenos e retiros de porcelana,o par 500
    Canas riquissimas para rap a 610 1*000 0 1*500
    Carteiras proprias, para viagem 3*500
    Toucaiores de Jacaranda com bom espelho 3*000
    Charoteirn* de diversas qualidades 160
    Meias de laia muilo superior para padres 2*000
    I-.sco> as finissimas para cabellos e roupa, navalhas
    finissimas para barba, luvas de seda de lodas as co-
    res, nielas pintadas a cruas de muilo boas qualida-
    des, bengalas muilo finas, lima encarnada o azul
    propri* para riscar livros. Alm de lado islo oulras
    muititiimas cousas ludo de muilo boas qualidades,
    e qoe ie vendem mais barato do que em entra qual-
    quer parle : na rua do Queimado nos qaalro cuntes
    na bem conhecida loja de miudezas da boa srna
    n. 33.
    Ka loja de eiicai)ernar,ao, no boceo da Congre
    Bajo, vendem-se por barato prec,o diversas obras do
    direitc. e muilas oulras bem como as de direilo com-
    mernal mnrilimo, por Boulay-palv, comnlado do
    mar, le economa polilca, por Maheni J. B. Sa),
    Dulecs, obras Valell, Missel, J. Adams Merlina. B.
    Conslunt sobre direila N. da G. e P. e diplomtico,
    obrigatesdojon, por S. H. Phillyps, direito cri-
    minal, por Brissol, Babout cdigo penal, a muilas
    oulras de diversos aolores, de gosto Iliterato.
    Vende-se mesmo para o mallo, m negro de
    meia idade, proprio para todo o servito : na taber-
    na de tjurjahu' de cima.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Desapparereu no dia 27 do mez de agosto pau-
    sado, o pselo roarinheiro, de nome Manoel, perleu-
    cenle 1 Iripolacao do brigue nacional Mafra, o qual
    tem 00 signaes segnintes : idade 50 e lautos annos,
    haixo, magro, rosto comprido, barbado, tendo j al-
    guns cabellos hrancos : quem o appreheealer, quei-
    ra levii-lo i raaeaS Cruz do Kecfe a. 3, escriptorio
    de Auioriin Irmaos Companhia,- que eeni gencro-
    tamenle recompensado.
    Desappareceo no dia 17 da agosto correntel
    Sehis 7 horas da noile, a prela I.ourenca, de idade
    1 a 40 annos, pouco mais ira mono*, cum os sigqaes
    seguintes: um dedo da ipio direila anchado, ma
    gra, lem morcas brancas na* duas pe rna*, levou ca-
    misa de algodSozinho, vesiido de chita roa, panno
    fino, e mais urna Irona de roopa : roga-ea a lodas
    as autoridades polieiees ou capilJes de campo qoe a
    apprehendam leven seo senher Joio Leile de
    Azeveiio, na praca do Corpo Santo a. 17, que sera
    bem recompensado. '
    PERN.: TYP. DE M. F. DE FaRIA. ltjo
    I
    r
    r
    A

    *
    r
    *
    1
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