Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00656


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Full Text

AUNO XXXI. N. 205.
m "
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
\
QUARTA FEIRA 5 OE SEiTEMBRO DE 1855.

Por iiimo adiantado 15,000.
Porto franco para o subscriptor.

DIARIO DE PERNAMBUCO

fCARRXADOS DA SBSCRIP^iAO'.
KeciX o preprittM-io M. F. de Faria; Rio de Ja-
neiro, o Sr. Joan Pereira Martint ; Baha, o Sr. D-
Duprad; Mecen), o Seulior Claudiuo Falelo Das ;
Parahiba o Seobor Gervizio Viclor da Nalivi-
dade ; Nalal, o Sr.Joaquim Ignacio Pereira Jnior;
Aracaly, oSr. Antonio de LemosBrasa;Cetra, o Sr.
Joaquim Jos de Ohveira ; Maranhao Sr. Joa-
qun) Marques Rodrigue* ; Pituhy, o Sr.- Domingos
lierq^^^^Hl Pessoa Cearence ; Para, oSr. Jus-
t^^^^^^^Bkmazonas, o Sr. Jcronymoda Coala.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2.
Paria, 355 rs. por f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, i 1/2 por 0/0 de rebate.
Accoes do banco ,30 0/0 de premio.
da eompanhia de Beber i be ao par.
da eompanhia de seguros ao par.
Disalo de lettras de 8 a 9 por 0/0.
HETAES.
Onro.Oncas bespanbolas' .
Modas de 69400 velhas.
> de 69400 novas.
> de-00O. .
Prata.Pataces brasileiros. .
Pesos columnarios, .
mexicanos. .
> PARTIDA DOS CORREIOS. AL'DIENCIAS.
29*000 Olinda, todos os das ITribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
169000 Caruar, Bonito e Garanhtms nos dias 1 e 15 IRelacao, (Brcas-feiras e sabbados
169000 Villa-Bella, Boa-Vista, Ex eOuricury, a 13 e28|Fazenda, quarlas e sabbados slO horas
98000 Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras IJuiz do commercio, segundas as 10 horas e as
19940 Victoria e Natal, as quintas-feiras I quintas ao meio-dia.
1*940 PREAMAR DEHOJE. JJuizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
19860 Priraeira s 11 horas 42 minutos da manila ll vara do civel, segundas e sextas ao meio dia
I Segunda s 1 2 horas 6 minutos da larde |2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPHEMERIDES.
Setembro 3 Quarto rninguante as 6 toras 3 mi-
nutos e 49 segundos da manha.
> 11 La nova as 8 horas, 31 minutos e
49 segundos da raanhaa.
19 QuartocrescenteasS he ras, 20 mi-
nutos e 14 segundos da manha.
25 La cheia a 7 horas, 5 minutos e
35 segundos da tarde.
DAS da semana.
3 Secunda. S. Arisibeo b. m. ; S. Algalio.
4 Te-ca. S.Rosa de Viterbo v. f. ; S. Rosala.
5 Quarta.S. Herculano m.; S. Arsenio m.
6 Quinta. S. Libania v.; S. Zecharias prof.
7 Serta. S. Regina v. m.; S. Pamphilob.
8 Salbado. Natvidadeda SS. V. Mai de D.
9 Domingo. 15.a O SS. Nome de Mara ; S.
Do-oieo m. S. Gorgonio m. ; S. Sergio p.
pota
ser
PARTE tmClAL.
GRNO X V PROVINCIA.
Op ite da provincia, autoiisado
vincialn. 369, de 14 de
5, ordena que d'ora em
diante se observe e guarde o se-
legimento interno do Gym-
rovincial de Pe nambuco
TITULO I. _'
D*l .nos do Gymnasio, empr'tgados subal-
umos, pesios de uraco.
CAPITULO I.
Do regtdor.
egedor he responsavel perante Dco
lela bo direrfao e adminnlracio do
ivmmjo, ten) intpeccSo geni ero ludo quinto
di respe i religilo, aos bons coslomes, ordem,
e aos estados da casa. Elle be o chefe de todos os
fuurcionarios do instituto.
Arl. 8. A suas allribuicoes e deve'res sao :
1. Publicar e faer execalir as ordens e deci-
i governo, relativas ao Gymnasio ;
lodos os dias doas visitas, ao menos, i
feitorio, sempre que lhe for
osalumiios sejam alimentados e
ser;
npos cm temps com o censor
iesores ;
r a* salas da estado, especialmente no
raaaainlo ea or*_.\o commum ;
i das trequetiles visitas aos
itonot, e as di (Tere ules partes du edifico que
eHe jolgar conveniente ;
i 7. Se observar infraccOes graves que possam ser
allribuidas a negligencia dos funccioiiaros, adve.lir
-disto por escripto o censor, que be o enctrregado
de remediar (aes abato* ;
laminar todas as miabais o diario de cada
o qual se devem acbar escripias es notas que
sreceram da parte dos diver-
tios ; e cada diario desloa Ibo ser en-
, Iregue Bt vespera a noile, pelo censor.
Je lies notas, elle mandar chi-
mar os alumnos u quem jolgar conveniente repre-
hender ou exhortar, e entao o faru na sala para isso
designada ;
i 9. Apresenlar-se com u censor lodosos domin-
le maitbaa em cada sala de estados pira ah as-
uslir a urna le tan solemne do resumo das notas da
semana ;
Reunir na primoira regaafeira de cada
isor, o c's.notar e os profenores do InSlitu-
liear e conferenciar com elles todo o que
e do Gymnasio, lomando nota das
ercm em semelhanles cuufe-
inir a congregarlo do Gymnasio todas
e julftar conveniente hivcY ses-ao ;
ier-se directamente com o gover-
director (eral da Intlrcra
, cm os profesara es do luslitulo,
sidade houver ;
lores protectores ou eo-
carregados de ios todos os tres mezes urna no-
la do seu procedKprogresso e estado de apele ;
rector geral da lstratelo Pu-
liiic.i otan iori BKriplo,
udos', t esUdo moral do (i\m
perleucenles a ctpella do
do
Irea objectos do culto,
Gymnasio.
Art. 8. O esmoler celebra missa na capella _
Gymnasio, que tica desde jt consagrada Astump-
0o da SS, Virgen) Mai de Dos, e ahi fat tos alum-
nos pralicas religiosas, ora sobre o dogma, ora sobre
as mait imprtame* verdades do Cbristianismo, lo-
dos os domingos e Testas de guarda, e no dia da com-
memoracao dos lieis% as quintas eiras ou oulros
das feriados, celebra missa smenle.
Elle requisita do regedor os livros religiosos ne-
cessarios aos alumnos inlernos, e vela para que
neohum delles asusta aos actos da capella sem estar
munido do seu livro.
Arl. 9. Todos os funeciouarios do Gymnasio qne
moram dentro do edificio si o obrigados a assislir a
missa es pralicas religiosas com os alumnos, excep-
to em caso de reconhecida impossibilidade.'
Art. 10. O esmoler indica a leilura de piedade
que se dove fa;.or todos os dias antes da oracao, em
cada stla d estudo.
Art. U. O esmoler prepara os alumnos para a
primeira commuubao, e para conlissao, e dispoo-
nos a frequeucia dos sacramentos.
Para ajudar porem no mioislerio da ronfi.sao
pode, elle chamar, de occordo cora o regedor, um
ou mais sacerdotes cslranhos casa, approvados pe-
lo bispo da diacese.
Art. 12. Na vespera da distribuico dos premios
canta o esmoler urna missa em ac<;So de gracas. e no
diada abertura das citases, ao comecar o auno lecti-
vo, celebra a missa do Espirito Santo.
CAPITULO IV.
Dos pro/etsoret.
Arl. 13. Os professures do Gymnasio nao so so-
monte encarregadns do entino das lellas c das cien-
cia : elles devem aproveitar todas as occtsOcs que
se Ibes offerecerem para ensiuar a seu* discpulos o
que devem a Dos, a sea* pas, e a patria.
Arl. l. No exerxkio de entino haver igjtl ol-
velo com lodos os alutanoaV. Os professores eurai-
narao attentamente as partictpacoes que os repetido-
res Ibes enviarem ead dia, a. respeilo da" maneira
porque cada alumno cumpli u seu dtver, e loma-
rao as notas que Ibes parecerem convenientes, cm
quadernos especiaes.
Arl. 15. Cada profesor entrega todos es sabba-
dos ao censor as notas que julga ueoessarias sobre o
trabalbo e proeedimeoto dos alumnos que mes sao
conliados.
mestresde arles porem as eiitregtro tmenle
de 15 em 15 dias.
Arl. 16. Os professures devem achar-se as res-
peclivjs classen s hora* prescripUs e immediata
mente ante* da entraata dos alumnos.
Art. 17. Sil por can-a justificada peranle o rega-
dor he que ot professores te poden fuer substituir
em suas cadeiras. a
CAPITULO V.
Dos repetidores.
Arl. 18. O repetidores dirigem os alumnos e ve-
lara uelles constantemente, excepto quando se achara
as respectivas classes, sob o rgimen deseos pro-
fessores.
Os repetidores nao devem perder de vista que he
de seus conselhos e excraplos, a firmeza e moderarao, que depende principalmente
a boa ediicac.io dos meninos.
Arl. 19. Os alumnos serao repartidos de modo
que um reptiiior nao lenha, se isso for possivei,
seno alumnos da mesma idade, e das mesmas
classes.
Art. 20. Cada rcpeliJor organisa uro diario, no
rioUslcircumslancUdassobre ^ escreve lodos os dias as notas que cada alum-
lodos ot al divididos em tres seres, segundo ; l0 meTeciira, qu?r pelo seu procedimeuto, quer pe-
' Torca respectiva dcada u dellcr, com
nomes, idade, patria, filiacao, caihe^oria a que per
> eslabulecimeoto, e oh-ervacOes parlicu-
e mrito de cada um ;
ir estas notas em mu tivro es-
var nos archivos do Gymnasio;
a biblioiheca do Instituto,
icreiario, os funecionnrios da casa e os
lOtse regulem uo uso dos livros e ma-
Jie ahi se actinrem ;
ir, rever e apprtvar as depezas fei-
nelo ecnomo ;
i idnea que substiua o raor-
a sua (alia ou impedimento.
is as outras necessidades do
nio Ir especificadj no pre-
blPlTULO II.
Mor.
em seu cargo
immediatamente ludo o que
ipliiia e polica do Ins-
iitamenle os alumnos que asi -
I (0 do prsenle regiment, e
ncias enrgica* qin> lhe 'psrecerem
e serem oulros os que perlor-
ciplina da casa ;
directamente as ordena dn regedor,
onta da soa execucao ;
as noiles das mo* dos repe-
gedor, os diarios de cada
sr as notas que cada um dos
i ver merecido ;
sabbados noile ao regedor o
de cada dia, asm como as de
a respe-ilo do procedimeu-
is externes, durante a
semina.

encas.
presada
rifado a presidir em pes-
alumnos, t entrada e a
os passrios, e ao
or lie o conservador da biblioiheca
cohicroes de objectos relativos s sci-
chefe iramediato d lodos os em-
ees do Gymuasio. Nesla qualida-
tt toas orden*. He elle quem
ras. compras diarias e miudas fei-
no, e quem uomeia o criado qne,
s apto para substituir o lugar de con-
o, na ua falta ou impedimento. .
CAPITULO III.'
Do csmoler. ,
moler lia o depositario e o conserva-
dos vates sagrados, dos ornamentos, e dos ou-
lo seu Iraballio, e entrega (odas as noites este dia-
rio ao censor.
Nos sabbados noile entrega-lhe demais um re-
sumo das nulas da semana, ao qual adduz as obser-
varles que lhe parecerem uecessarias.
Arl. 21. Os repetidores tomara conheVimenlo do
Irabalho prescriplo aos alumnos, e velam em que
elles o satisfagan) com exactid.1u : ajudam-nos com
os seus conselhos as dilllculdades que se apresen-
tam, examinara lodos os exercicios escriplos, e fa-
xem repetir todas as licOes.
Sao elles quem subsliluem os professores as res-
pectivas aula*.
Art. 22. Os repetidores escrevem em nma folha
particular o sen joizo a respeilo de cada exercicio
escrlpio ou decorado, e as notas que cada alumno
merecer na recitaran das licOes.
Ao abrir de cada classe esta follia he entregue ao
professor.
Art. 2:1. Os repetidores comem a mesa commum
com os alumnos.
Art. 21. O* qusrlos particulares dos repetidores
abrem com janella de vidraca sobre os dormitorios
dos alumnos, cujas chaves eslao em sua mo ; nem
elles repetidores so deilam senSo depois de estarem
Carlos que cada alumno >e acha em sua cama.
Ar!. >. Os repetidores presiden) s recreacoes
diarias, accompauliam os alumnos em todas as sabi-
das communs, e tuVos la mam de vista a entrada
e sahida da* classes, e das salas de estudo.
Arl. 2C. O* repetidores nao se podem ausentar
O Gymiiasi sera anlorisacao do regedor.
H^27. Os' repetidores visitara frequentemente
osWrros doi alumnos que lites cslao sojeitos, ese
encontrara algn*, cojo uso o regedor nao tenha
aulorisado, os eutresam ao censor!
Arl. 28. O numero dos repetidores he sempre su-
perior ao das diriSOes ; de maneira que os que es-
liverem duentes ou ausentes possam ser fcilmente
substituidos.
Art. 29. A doiilrini do arl. 13, e a prescripcao
da primeira parte do art. li, sao igualmente appli-
eaveis aos repetidores.
Arl. 30. Para o provlmenlo dos lugares de repe-
tidoiestbre-seum concurso publico pele rrma se-
grate .
S I He annunciada a inscripcao por 15 dias, as
Tollia* publicas mais lidas da provincia.
S II. Durante ese prazo, os que pretenden] ins-
erever-se apresentam os saos requenmeutos ao re-
gedor do Gymnasio, ajunlando :
Prova de idade maior de 18 anuos ;
Alleslailo de moralidad :
Coii-enlinienlo de seus pai*, ou de quem os. re-
presenta, se nao lem anda allingido maioridade ;
Documentos que abonera a sua "aptidao Iliteraria.


'ai
FGLHETIffl.
TOLLA FEfiiLDK*)
Per Esbu4o Akeat.
VI
6'ori/inuarao. .
vez de soa vida, Tolla deixou o
anciosa por chegar a Koma.
ivisiou o /iinhnrio de Sao-Pedro, bateu pal-
.legria infantil, que fez o doulor
livesse podido analysar saos sentimen-
eiamiBer o estado de seu corado, teria reco-
ta alegra era meos pura e tranquil-
la do qee na poca de soa partida para Ltriccia. No
mez de agosto tila s tema pela vida de Lello. e es-
e temor ertemperado por urna conlianca cesa na
^destaslsjSDeot:. ella tarta juleado calumniar a
suppondoque oflagello podia atacar seu
a triste entrevista, a frieza le Lello, a
prWaaoa deraoostanor Rouquelle, a ul.ima cari
qoo reeebra. ai observaeot uaa sua singularidade
inggenra.ao con lo e a Tota, eaalim o golpe roysle-
riot que* ferira o mais humilde ec mai* dedicado
de seos amigos, todas essascircumstsncias aecurau-
ladas laocavam-llie a alma am-nma pertu baro se-
creta, di qual leiitava era vio defatder-ae. devi-
ubava que o que mait devia temer nao era urna das
dttgracat repentinas, que vero directamente da mao
de lieos; porem om dos golpes invisiveis dirigJu*
pelo odio o pela ambicio dos liomnns. Entretanto a
perspectiva dos laco que devia evitar, das resislen-
ciat que convinba vencer, dos obstculos que havia
. de sustentar ao a-ustava-a. Aprender desde a in-
f.nicia a saltar as bar reiras e a nao temer a fadiga,
educarlo viril aguerrira-lha o
temos, dizia coinsigo, se um amor honesto
ser bstanle forte para trium-
da intriga.
Roma, a condessa leconhrceti mon-
oe deseta de ama carrnagem di-
jn-Joao de Lairan, e raoslrou-o
elle disse o medico.
Bce-o?
*; mi* coma goza de
io vemo-iiM moitu vetes.
iz dalle a toa publica.
S 3. Decorrido o prazo marcado no paragrapho
antecedente, e encerrada a inscripcao. o regedor
do Gymnasio designa o dia para os concursos, o
qoal he tambera anuunciado pelas folhas mais pu-
blicas. v
Arl. 31. Os pontos para os exames, o seu proces-
so, e o modo de os julgar, sao feilos segundo o que
vai disposto nos art*. 143 al 151 inclusive, desle
regiment.
Arl. 32. Terminados os exames, a commissao de
jolgamenlo, por intermedio do seu presidente, pro-
pe ao governo da provincia, por ordem de mri-
to relativo, o* candidatos que bao sido approvados,
remetteudo-llie ao mesmo lempo as provas escripias,
e lodos os documentos dos exames.
S 1. Se iienhun dos candidatos he approvado o
regedor do Gymuasio faz abrir nova inscripcao, co-
jo prazo ser de ora mez ; e se ainda assim ninguem
se habilita para ser prnposto ao governo, ou se ne-
iiliiiin candidato se aprsenla, o presidente da pro-
vincia sob proposta do regedor designa quem sirva
interinamente este cargo.
2. Nestc ultimo caso, abrem-se novas nscrip-
Cues de seisem seis mezes, at que os ditos tugares
sejam definitivamenle preenchidos por concurso.
CAPITULO VI.
Do medico e da enfermara.
Arl. .'13. Ao medico perteoce dirigir a educarn
physica dos alumnos do Gymnasio. Elle be consul-
tado a este respeilo todas as vetes que o regedor o
julga conveniente, e he obrigado a examinar os
alumnos com lodo o rigor no da.da sua entrada pa-
ra o Instituto, ou no immedialo, iudicando quanlo
lhe parecer necessario observar-se a rtspeiln de ca-
da um.
Arl. 34. O medico acompanbado do regedor,
visita todos os dias a enfermara, e os doeotes que
nclla se chato, as vetes que forera uecessarias, f.i-
ztudo a historia da molestia de cada enfermo, e seu
Iratamento, al ella se terminar. Os escriplos desla
ordem sao guardados nos archivos da secretaria?
em lugar reservado.
_ Alera disso, he o medico obrigado a visitar lodo o
Gymnasio duas vezes por mez, inspeccionando ues-
sa occasio todas as.localidades do.estabelecimento,
com paittcularidae os dormitorios, a cozinha e*a
dispensa.
Art. 35. Os alumnos que se acham de saude nao
podem entrar na enfermara, sem permissao do re-
gedor.
Arl. 36. Um local especial e solado he disposlo a
receber os alumnos atacados de molestias contagio-
sai, em quanlo nao sao trausferidus para outra par-
te, fra do Intrnalo.
Arl. 37. Ha em urna das salas da enfermara
urna botica usual, provida das substancias e prepa-
rarles indicadas pelo medico, e renovadas sempre
que elle o exigir.
CAPITULO VII.
De secretario.
Arl. 38. O secretario lem a seu cargo:
S I- O registro da le provincial u. 369, qac re-
forma e regula a inslrucrao publica da proviucia, e
em seguida a do regiment interno, ludo em um li-
vro especial, no qual te i rao registrando depois per
ordem chrunologicn lodas as leis, resolucoes ou re-
lmenlos que pira o fuluro se forem publicando,
tendentes ao Gymnasio Provincial, ou Instruccao
Publica, da provincia ;
S 2. A matricula dos alumnos das tres calhego-
rias em que elles se acham divididos no Gymnasio,
com a declararlo da idade, patria e liliacao de cada
um delles, e a ealhegoria a que perlincem. Este
registro sera lello a r-querda de cada folha do res-
pectivo lisTro, de sorle que o espaco corresponden-
te da direita fique em braoco, para ahi se irem re-
gistrando, por ordem do regedor, as eventualidades
dignas de ola que forem dando na vida collegial
de cada alumno;
> 3, O registro dos diplomas dos funccioiiaros do
Instituto, em um livro especial;
S 4. A expedirlo dos certificados de exame e a
das cartas em forma de diploma, dadas aos alumnos
do luslitulo, que liverem concluido o sladio, regis-
trando taes otrlilirados e cartas em livros espe-
cia;
. 8 o. A redaceao e registro de todas as actas das
sessoes publicas ou privadas da congregacao do
Gymnasio; .
6. O registro dos relatorios do regedor, em um
livro especial ;
8 7.0 livro especial das tratas do regedor, orde-
nado pelo art. 2. S U;
SHA correspondencia ollicial do regedor com a
presidencia, curo o director, geral da Instruccao Pu-
blica, com os professores do Instituto, oo coro qual-
quer corpora^ao ou particular eslraoho ao eslabele-
rimei.io, em uro livro especial;
5 9. 0 registro da entrada e sabida de toda a
mobilia, utensis e roupa do Gymntiio, escripturado
em um livro especial, de modo que esquerda se
registre o que for entrando, e i direita o que se for
cotisumindo ou iuulilisaudo, lado com os compe-
tentes valores ;
S 10. A eipedic.Au de todas as certides que da
secretaria se exigirem ;
911. A remessa a cada professor de urna retaran
nominal alo alumnos da sua respectiva aula, depois
de fechan a matricula geral, e antes do priroeiro
dia lectivo. E quando, por despacho do regedor,
se matricule algum ou alguns depois do eucerra-
menlo da matricula, he o secretario obrigado a en-
viar aos cumpeleutes professores os nomes dus ma-
triculados ;
12. O registro dos pontos, no qual lance (fi-
namente as faltas de comparecimenlo dos professo-
res, repetidores e maii fanccionirios do Instillo s
suas obligarles, assim romo as licenras motivadas
que rada um delles possa oblar do governo ou do
regedor.
13. A biblioiheca do Instituto, organisando o
respectivo cathalogo dos livros e manuscriplos, com
que se ella for enriquecendo.
Art. 39. O secretario he igualmente obrigado :
4pl. A participar ao regedor, no ultimo de cada
.mez, as faltas nao justificadas, qne excederem de
qoatro, dadas por cada funecionario do Instituto
sem [renca, para que desse etcesso se faca mencAo
no poni enviado a thesouraria provincial, e se des-
cont o importe proporcional de ordenado a cada
um dos que faltarem no mez;
() Vide Diario n. 204.
Que he Um hornera galante e espirituoso, qoe
poder, se Dos fr servido, ser algum dia um santo
homem.
He lmente isso o qoe ditem?
Sim, seohora, respondeu o medico com affec-
tacao.
EntAo, charo doulor, conte-me o que pensa-se
a seu respeilo, porque Roma he a cidade do mundo,
onde oque pensa-se assemelha-te menos ao que
dit-se.
Pensa-se que roonsigoor Rouquelle nao be mo-
ro nem velbn, nem bonito nem feio, nem louro nem
moreno, Dem alto nem haixo, nem rico nem pobre,
nem padre nam leigo, nem honesto nem velhaco.
uem... Has para qne forca-mea comprometter-me ?
Filie, meu amigo, disse Tolla vivamente. Es-
se hornero que vi ha tres dias pela primeira vez, vein
tanear-se no meio de minha ventura para servir-me
ou pira, perder rae. Diga-me, se vossa senhoria o
conhece, o que devo temer ou esperar.
' ludo, meu charo aujinhn, conforme elle for-
illo favoravel ou contrario. Teuho o mo habito de
julgar as pessoas pela pbysionoraia : este monsignor
lem um dos semblantes mais significativos que te-
nho observado. A fronte he alta e larga, o crneo
vatio, o cerebro desenvolvido, os olhos pequeos,
redondos e fundos, as pupillas de um atul transpa-
rente como as das feras, as ventas aberlas e palpi-
tantes, stgnal iufallivel de paixoes rdanles e de
grandes appelites, os beicos finos, se alias elle (cm
beieos, os denles fortes, o queito curio, carnudo e
profundamente dividido, a fronte um lano enru-
lada, e as maraas do rosto um tanto vermelhas. Ade-
viuhe em que pens vendo este semblante atormen-
tado por um fogo interior y Na mina de enxofre de
aples. Karejo um vulcao mal extincto, e julgo ver
sabir o fumo das rugas de sua fronte.
Bravo, doulor! interrompeu o cunde. Quem o
ouvisse dira que sua eminencia o cardal-vigario
lem um secretario intimo viudo em liulia recta do
inferno,
Nio sei se elle vem de la; mas cerlamenle pa-
ra la he que vai. Monsignor Rouquelle lie um lio-
rnem vigoroso de corpo c de espirito, que por sua
lesgraca, ou pela dosxoulros, nasceu em urna estri-
bara de aldeia, ou em orna mansarda de Pars com
inslinctos de principe. No mondo nunca faltaran)
deiset homens que a sorle tanca sobre a calcada sem
dinheiro, sera obreta e sem nenhum outro instru-
mento da accao mais do que sua inlelligeocia e soa
vonlade. Ellet lorntm-se, segundoaas circumilan-
eias, illoslres oa iiifames, fszein multo mil ou mui-
lo bero ; mas nao morrem sem terer feito tlgamt
couta. Quer retibem os que pnssam uas estradas co-
mo Carlouche, qur despojen) os povos como Law,
quer derriben) os thronot como Maral, qur fndem
tynaslias, lem entre siestreito parentesco, e perten-
eero lodos grande familia dos aveotareiros. Rou-
quelle he um dos filhos menores dessa familia. No
lempo das guerrilhas da raeia idade, elle leria cora-
mandado unta tropa de maraut; durante as Iotas
deLuizXIV teria obtido cartas de recommendacao,
e go ver nado um navio corsario; no secuto segrate
teria descobertu alguroas minas no Hississipi, oo si-
do jogadnr famoso, sob o dominio da repblica fran-
ceta leria sido orador de sua praca, e'presidente da
seccao. Em 18:!7 desanimado de viver em um paiz,
ondek psz, a lei ea Iropa fecharatn para sempre a
era das aventuras, veio a Roma: aspira s dignida-
des ecclesiasticas por lerem as nicas eeeasiveis a
um homem de espirito sem nascimenloe tem rique-
za. Escolheu os dbus homens qoe tem maior proba-
bilidade de chegar ao pontificado, fez-se secretario
do cardeal-vigirio, e insiiraa-se nn confianra do car-
deal Corurali. Sem renunciar s doruras' da vida
leiga, traja o vestuario ecclesiastico,. blem o titulo
de monsignur e o direito de calcar meias rxas :
prompto para tomar as ordens ao primeiro bispado
vago, ou a deixar a sotaina logo que achar um do-
te para casar. He hbil e capaz de ludo, obedecen-
do aos aconlecimentos al que possa commanda-los,
dominando suas paixoes ate que seja asss rico para
obedecer-Ibes, elle tem ja ganho bastante crdito
para qoe nada lite seja impossivel, nem mesmo o
bem. Se algum inleresse prximo ou longinquo o
induz a assegorar a ventura da senhora, confie nelle
porque ser feliz; mas se elle se leinbrasse de apos-
tar que morrerei nesle anuo, eu tratara logo de
meu testamento. Tudo isto fica entre nslaccres-
centou o doulor pondo o dedo ua bocea. Mas nao
medirn amiraqueabri a esta linda menina as
portas da vida, qoe perigo ella receta e que felicida-
le espera'.'
A condessa conlon-lhe em poucas palavras a his-
toria dos amores de Tolla.
Nao vejo apparecer monsignor Kouquelte, dis-
se o doub/r.
Minha mai esqueceu-se de dizer que a ultima
vez que Lello foi ver-nos no campo, monsignor Ruu-
quelte acompanhou-o.
Diamine 1 evctainou o doulor. (Era tua manei-
ra habilual da jurar.) Foi este Rouquelle quem des-
fez o casamento do Coromila primognito com urna
Veneziana.
Nos o sabemos.
Em que inleresse fez elle isso? Para agradar
to principe e to cardeal; pois o cavalleiro nao en-
tra em conta. Ora, o principe e o cardeal irao bre-
vemente reunir-se aos seu's antepttsaJos: nao Ihes
doo seis metes, e Ruuquette est para perder um
de seus dous pipes. Pois bem, meo tnjinho, ten ne-
gocio nao parere-me mal parado. Quando ot dons
velhos Coromilis deittrem de existir, Rouquelle
nio tara mais nenhuma razan para contrariar este
casamento, lenha smenle seis mezes de paciencia
e de prudencia, o recommende l Lello que sufloque
o fogo sem apaga-lo.
5 2. Dar ao bedel urna lista nominal dos alum-
nos de cada aula, quer na occasiao da matricula ge-
ral, quer aopasso que depois disso se forem matri-
culando alguus extraordinariamente, por ordem do
iegedor.
s 3. A organisar e dirigir finalmente lodo o expe-
diente da secretaria, sob as ordens do regedor.
Art. 40. O secretario, quando enfermo ou impos-
sibililado, he substituido em suas funches pelo Eco-
nomo.
CAPITULO VIII.
Do ecnomo.
Arl. 41. O ecnomo he ao mesmo lempo procara-
dor do Gymnasio. Elle arrecada as pensoesdos
alumnos, e paga todas as despezas que a casa faz.
Arl. 42. O ecnomo lem <> seu escriptorio dentro
do Gymnasio, com um livro de caixi, rubricado pe-
lo regedor, onde lauca diariamente o que vai rece-
hendo e pagando.
Alm disso lem um copiador, do mesmo modo
rubricado, en que registra a sua correspotideocia
com o regedor e o censor.
Arl. 43. Das pensiles dos alumnos internos,
meio-pensionislas e externos passa recibo em forma
aos portadores ; e dos artigos que compra uu despe-
zas que faz exhibe documentas lesalisados. Todas
as compras e gastos ( excepcao dos mencionados no
art. 45), s3o autorizados e approvados pelo rrgedor.
Arl. 44. O ecnomo be quem ordena os roncer-
los e reparos, melhoramento ou reformas maleriaes
de que o edificio do Gymnasiu necessila, sempre
com appruvar/io do regedor.
Art. 45. O ecnomo he quem fornece o dinheiro
necessario ao mordomo para os gastos diarios e liu-
dos, e lhe loma copla, diaria ou mensalmeule.
As cumpras diarias e miudas feitas pelo mordomo
eslao sob a immediala vigilancia do censor, e sao
por este rubricadas.
Art. 46. O ecnomo, quando enfermo ou ausente,
he substituido por um proposlo seu, o qual, nessas
occasioes, assume loda a responsabilidade do eco-
nomo.
A fiauca que este presta estendt-se ao seu pro-
poslo.
CAPITULO IX.
Dos empregados subalternos do Gymnasio.
Ail. 47." Ao bedel compele :
i 1. Marcar lodas as faltas dos alumnos, e as que
excederem de qualro pur mez a cada proess- r, par-
ticipan Jo ninas e nutras ao secretario uo ultimo dia
do mez.
2. Dar aos professores, no primeiro dia lectivo
de cada mez, uola .das fallas que os alumnos li-
veraro no mez anterior em suas respectivas aulas ;
S 3. Tocar a garrida para a entrada e schida das
aulas, as horas designadas pelo regedor;
S 4. Nao deixar entrar as aulas os alumnos antes
da chegada dos professores ;
5. Fazer a chamada dos alumnos logo'.depois da
entrada dos professores para cada urna das aulas,
ou uppnrlunamenle, se mirar mais de um professor
ao mesmo lempo ;
6. Exlrahir por sorteassabbalinas, appreseulan-
do ao* professores us bilheles no fim da extracte;
S 7. Advertir os professores, com urna cortezia* de
que he passada a hora marcada para cada urna das
aulas ;
8 8. Mautrr a ordem nos corredores, e fazer reti-
rar os alumnos que estiverem parados s portas das
aulas. Se elles n'otn ou n'oulro caso, nao obedece-
rera ao regimenlu, parlicipa-lo iramodialamenle ao
censor, para que ene facaexecutar o que o seu car-
go lhe iinpe no arl. 3. 1,
t Arl. 48. O mordomo he o chefe dos criados do
Gvmnasiu : escolhe-os, mrca-lhs^Jdslribue-lhes
u servido, segundu o regiment, .Isla com elles o
respectivo salario, assiste ao paga^ilo meusal de
cada um, assigua cnnjuiiclamenle cVrlies o* reci-
bos de seus salarios uo escriptorH do ecnomo,
despede-us do serviro, quando naoBmprem as suas
obrigacoes, -ou se depravara. Talo porem a csco-
Iha como a despedida nao podem JIt feitas sem en -
nhecimeiilo e approvac&o ilo regedyri
Art. 49. O mordomo he o eucarregado das com-
pras diarias para o rereilorio, e outras miudas para
uso da casa, sob as ordens do censor. Para urnas e
outras recebe o dinheiro das raaos do ecnomo, a
quem di conta, diaria ou mensalmenle.
Arl. 50. A lavagem e o eugommado da roupa dos
alumuos internos, e a guarda, concert e asseio da
visitara do Gvmuasiu, eslao debaito da immediala
vigilancia do mordomo, lob as ordens e direcrAo do
regedor
Art. 51. Alumno algum, seja sob que pretexto
for, pode ler entrada na vestiaria. He o mordomo
que fornece a cada um, doas vezes por semana, a
roupa e uniforme que lhe he necessario.
Art. 52. O mordomo he igualmente encarregado
da conservar Ao do lodos os movis do Gymnasio, e
da limpexa e asseio diario de todo o edificio, eropre-
gando para esse mistar os criados que a casa tem.
Art. 53. Ao porteiro compele :
1. Abrir e fechar as portas externas do Gvm-
nttio ;
i 2, Evitar, por meio de prudentes admoeslacoes,
quaesquer motins ou desordens dentro do paleo do
edificio, op i'w portas delta ; e quando nao seja at-
lendido por quem quer que perturbe a ordem, pur-
licipa-lo inmediatamente ao censor, para que elle
fara executar o que e seu ministerio lhe impe no
arl. 3. 1. desle regimenlu :
S 3. Mandar introduzir no locutorio pelo criado
da semana as pessoas estranhas ao Gymnasip que o
quizerem visitar, ou prelenderem fallar ao regedor,
ou a qualquer funecionario do Instituto. Do mesmo
modo os que quizerem visitar algum de seus alum-
nos internos ; mas oeste ultimo caso dar-lhes-ha co-
nhecimento dos arts. 80 e 81 do presente regimen-
t, para que elles saibam se Ibes lie permitlido vi-
sila-los, a que horas, e com que eondiees.
Arl. 54. Ao continuo compele :
I. Supprir as fallas e servir nos impedimentos
do bedel e do porteiro ;
2. Fazer ordens ao regedor, secretaria, e aos
professores quando em exercicio s suas aulas, acu-
dindo ao toque da campanilla m qualquer destes
Ires recintos ;
S 3. Coadjuvar u bedel na polica dos corredores,
e evitar com prudentes insiiuiaeoes quaesquer voze-
rias, disturbios ou indecencias que dianta clelle se
passem em qualquer dos pontos da casa. Nao sendo
atlendido pelos perturbadores da ordem, levar im-

Os conselhos do doulor foram escrupulosamente
seguidos: demais Lello nao necessitava que lhe re-
commeudassem a prudencia. A condessa encarre-
gou-se de organisar a felicidade dos dons filhos.
Lello ia lodas as tardes s Ate-Maria passar urna
hora junto da amante; corra depois a rasar o rosa-
rio com a familia, veslia-se e apparecit as reu-
nios, onde lornava a ver Tolla. Nos dias em que
esta nao sabia, elle sabia, sem ser notado, tirar ama
hora ou doas do serao para conversar com ella.
Tnbam adoptado no salaodo palacio Feraldi urna
janelli larga, da qual havtam feito seu gabinete par-
ticular, seu dominio inviolavel, e como o sanclua-
rio de seu amor. Absentados em face om do outro,
e apoiados ao colovello recomer va m lodas as tar-
des a eterna conversarn que o genero humano re-
pete desde tantos seclos sem acha-la- munslruosa.
A's vezes faltando-Ibes as palavras guardavam o si-
lencio ; porm o silencio dos amantes he a mais ler-
na de todas as linguageus.'Oulras vetes inclinados
um para o outro e de'maos dadas ditiam e rediziam
duas ealavras, onde couceulravam-se lodos os seus
pensamenlose esperanzas. ,
Lello mi!
7ol/a ma.'
Meu Lello Minha Tolla!! O italiano he ver-
daderamente a lingoa do amor.. A voz repousa com
ternura na primeira syllaba de mia, e da palavra
assim prolongada loda a suavidade de um carioho.
Lello o Tolla desavinham-se algumas vezes, e a-
mavam-se ainda mais. E*sas desavengas sempre se-
guidas do.beijo da paz sao o aduno "da felicidade.
Elles lindara promellido mutuamente nunca sepa-
rarem-eiaem terem-se reconciliado, quaesquer que
fossem suas queixas.
Tolla linha urna alma mui sinceramente piedusa
para nBo pensar na salvarao de seu amanta. Demais
um instinclo secreto adverti-a de que elle nao se
esqueceria de seos deveres para ^om ella emquanlo
se lembrassedos deveres para com Dos; assim pe-
rorando a-cansa do co, ella perorava a sna.
Lello nanea desprezra as obrigacoes de piedade
exterior, que as leis de Roma impam a lodos os
subditos do papa, e que os mancebos ainda mus dis-
solutos observara de bom grado. Fazia appiirente-
menle milito mais do que a religiao ordena, u usava
do* sacramentos at ao aboso; mas custoo muilo a
Tolla infundir-lhe os senlimenlos que elle profes-
sava, e que nao linha. Keprehendia-o lentamente e
rogtvt-lne qoe harmonisassa suas idees com tua
conducta, a Es mo christao de urna especie singo-
lar. Oa oulros pensam bem e obrnm mal, tu pansas
mal e obrai bem. Assim nao le direi como meu* ir-
mios pregadores : Conforma! vossa conduela ;i vos-
sa f; porem fazei por crer no que pralleait. a
Como a impiedade de Lello nao era tystemalica,
e provinlia menos do sceplicismo que da liburtini-
mediatamenle seus nomes ao conhecimenlo do cen-
sor, para que elle ponha em execucao o que o seu
cargo lhe incumbe, no arl. 3. |1. deste regi-
ment ;
S 4. Levar os offlcios do regedor, do censor, do
secretario e ecnomo s auloridaUes ou pessoas a que
forem dirigidos.
CAPITULO X.
Das pessoas de sercico.
Arl. 55. O numero de pt>stoas de serviro doGvm-
ntsio he determinado pelo regedor, sob proposla do
censor, onvido o mordomo.-.
Art. 56. Us cria lo* ohederem ao mordomo, eje-
cutando com diligencia o serviro qoe elle Ihes dis-
tribue, e assim aos repetidores, era tudo qne diz res-
peilo ao cuidado dos atamuos.
Arl. 57. Os criados do Gymnasio assislem i missa
e s pralicas religiosas todos os domiugos e dias de
guarda, e alem disso, sempre que poderem, oraran
commum da manha e da noile.
Arl. 58. Os criados nao teem familiaridade algu-
ma cum os alumnos, nem receben) delles nenhuma
retribuirlo ou presente, sob pena de expulsAo.
Art. 89 Os criados nao fazem recado algum aos
alumnos dentro do Gymnasio sem Hcenca do repe-
tidor da respectiva seceso, e fra do Gymnasio sem
Uceara do censor.
Arl. 60. Os criados dormem nos dormtorius, on-
de cada om delles lem um quarlo particular.
Arl. 61. Durante o dia, um dos criados lie en-
carregado de percorrer constantemente o pateo, as
aseadas e os corredores, alim de prevenir os incen-
dios, e loda a especie de damno feilo ao edificio.
De noile, dous criados entrara em detallte para ron-
dar os dormitorios : um desde o deitar dos alumuos
al meia noile; o outro desde a meia noite at o
levantar dos alumuos.
Durante as recreacoes, acha-se sempre um cria-
do junto ao locutorio para chamar os alumuos que
sao procurados.
TITULO II.
Da disciplina.
CAPITULO I.
Das calhegorias dos alumnos do [Gymnasio, sua
adnsso e enxotat dos internos.
Arl. 02. Desde o dia 15 al o dia 31 de Janeiro
eslao aberlas as matriculas na secretaria du Gym-
nasio.
Arl. 63. As matriculas sao feitas pelo secretario,
em um livro especial, rubricado pelo regedor, e es-
cripturado pelo modo que fica disposto no arl.
38. 2.
Para esto fim, o pai do futuro alumno, ou quem
o representa, depoe as mAos do regedor :
1. CertidAo de idade de seu lilho, tulellado, ou
recommendado ;
2. Certidao de ler sido vacunado com bom xito ;
3. Recibu do importado primeiro quarlel da pen-
sAo, pago ao ecnomo, ou despacho da presidencia
para ser admitlido gratuitamente, como um daquel-
leique o governo esl autorisado a admillir assim.
Art. 64. Adiando o regedor esle documentos le-
gaes, e de conforraidade com o que prescreve a lei
proviucial o. 369, quanlo a idade limitada para os
interno* e meio-peusionistas, manda proceder a
respectiva matricula, e fica o matriculado reconhe-
cido alumno do Gymnasio.
O censor toma conta delta, e classifica-o na secrao
a que deve pertencer.
Se o regedor porem lem razoes particulares para
o nao admillir, eommonica-as confidencialmen-
te ao presidente da provincia, e, se esta as acha
valiosas, recusa o regedor a admisso de tal alumno.
Arl. 65. O prazo marcado no art. 62 nao coui-
prebende os alumnos do 1. auno, nem aquelles
que pretenden! esludar disciplinas, soladas, porque
para uns e oulros a matricula pode ler lugar durante
tudo o lempo lectivo.
Art, 66. A matricula urna vez feta, serve para
todo o lempo que o alumno requema o Gymnasio,
sem baver necessidade de a renovar todos ot annos.
Art. 67. Os alumnos do Gymnasio estBo divididos
em Ires calhegorias : pensionistas, e ineio-pensionis-
las, e externos.
S 1. Os pensionistas residen) dentro do Intrnalo,
leem direito a esludar a serie de disciplinas de que
se compe o sladio lillerario e scientificn do Gym-
nasio, a ser alimentados sadia e abundantemente, a
ser tratados ero suas ejifermidades, a ler roups la-
vada e engonimada regularmente doas vezea por se-
mana, e a todos os mais contarlos que o estabeleci-
menlo offerece.
S.2. Os meio-pen-ionislas appresentam-se noGyro-
nasio nos dias lectivos, hora ero que as aulas se
abrera, e desde essa hora al o encerrar das aulas
a tarde, sao equiparados aos pensionistas, quanlo aos
estados, alimentarao e reereio.
S 3. Os alumnos externos s teem direito s expli-
taces dos respectivos professores.
Art. 68. Cada pensionista entra para oGvmnasio
,com o segoinlt enxoval:
Urna casaca de panno verde ordinario, com boloes
de metal amnrello ;
Seis jaquetas de princeza ou duraque preto ;|
Nove coltets de fustao branco;
Tres colletes de sarja de lAa preta ;
Dous pares de calcas de brim branco trancado, sem
lista ;
Tres cairas de panno preto ordinario ;
Um chapeo preto ;
Um bonel de panno azul, com pala ;
Doze pares de ceroulas compridas, de panno de
Moho ;
Trala e seis camisas lizas, de morim ou madapo-
lo. com dous boloes de madreperola no peito ;
Nove camisas compridas de riscadinho, com dous
holes de madreperola uo peito ;
Nove lenrues de panno de lindo, sem babados:
Seis frondas de panno de lindo, sem folhos ;
Nove loalhas de panno de lindo, com franjas, pa
ra m,os ;
Tres rolejias de edita, com babados ;
Um cobertor de papa, encarnado ;
Seis guardanapos de algodau ;
Vinte e qualro lencos brancos de assoar ;
Seis leticos de seda preta ;
Seis lencos de cassa branca lisa, para pescoeo ;
Cincoenta e qualro pares de meias curtas de algo-
dao, brancas ;
Seis pares de suspensorios de algodao, elsticos ;
Umu escova de falo, e outra de sapatoa ;
Tres escovas de limpar os denles ;
Um pente fino, e outro de alisar o cabello ;
Seis pares de sapatos grossos ;
Tres pares de botins, oo sapalOes finos ;
Urna lesnura de unhas ;
Urna bacia de rame, de palmo e meio di dime-
tro
Urna bacia de lonca branca.
Este enxoval he dado em tres presliires, pela
forma que o regedor estabelece, e he renovado a pro-
porcao da carencia qoe o alumno vai lenr.o.
CAPITULO II.
Da divisan dot alumnos internos no Gimnasio.
Art. 69. O Gymuasio divide-te para ts alumnos
inlernos em tres secces distinctas :
A primeira compe-se dos alumnos de 1. e 2.
anuos do sladio.
A segunda eneerra os alumnos do 3.", 4. e 5.*
anuos.
A lerceira comprehende os alumnos do 6. e 7.
anuos. *
Cada urna destas tres sceles be objecto de urna
vigilancia dislincta .
Arl. 70. Cada sala de estudos he presidida por
am repetidor especial, e nao deve encerrar mais da
Irinla alumnos.
Arl. 71. Cada sece;io lem o seu dormitorio par*
te ; e as camas dos alumnos sao ahi di,postas de
modo que hajam pelo menos qualro palmos de dis-
tancia de urna outra.
Art. 72. Durante as recreacoes nao podem os a-
lumnos de urna seccAo juntar-se com os di! outra.
CAPITULO III.
JHocimento dos alumnos internos.
Arl. 73. Os diversos movimentos dos alronos in-
ternos, durante o dia, sao regulados como se segu :
De mantilla.
Dai cinco horas s seis, levantar, vestir e oracao.
Das seis s sele horas, os repetidores examinan) ot
exercicios escriplos de lodos ot alumno;, a quem
ellet v8o chimando luccessivtmente [ira nulo
de si.
Ao mesmo lempo cada alumno apremie as suas
licoes.
Das sele horas s seta e meia, recita rao das li-
r,6es.
Das seta e meia soito horas, o almoco.
Das oito horas da man lula urna da farde, lices
dos professores as respectivas aulas do Gymoasio.
Nos iulervallos de urnas s outras aulas, rompo-
sires dos exercicios dados pelos respectivos profes-
sores.
De tarde.
Da orna dora s duas, jantar.
Das duas s Ires horas, recrearlo.
Das tres as qualro horas, exame dos exercicios es-
criplos, e rentaran de licoes.
Das qualro horas s cinco e meia, esludccommum
as respectivas salas.
A's cinco horas e meia, merendar.
.Das seis seta horas e meia, os alumnos continu-
ara a compor os exercicios dados de marital pelos
professores, e estudam as liroes do da seguinte.
.1' noile.
Das sele liosas e meia s oito doras, a cra.
Das oito as nove doras, rer rcarao, leilura de pie-
dade, oracao, c deitar.
Art. 74. As tienes de msica, dedaosa, e deequi-
lacAu-dlo-nas os respectivos meStres duraute as ho-
ras da*r*ereac3o. As de gymnastica e nalaiao sao da-
das aos domingos e quintas feiras, ou outios dias fe-
riados, s horas marcadas pelo regedor.
Art, 75. (I- dias comer im e acabam pola oraro
commum. A oraran di noile be sempre precedida de
urna leilura re piedade, que dura um quarlo de bo-
ira, e que se termina ao som da garrida.
Art, 76. As lindes dentro das aulas e as refeires
a mesa commum, sao precedidas e seguidos das ora-
ces do cosame.
Um alumno, designado pelo censor. Cal, durante
o jantar, a leilura indicada pelo esmoler.
Art. 77. Em lodos os movimentos o, alumnos
marchamen) ordem e em silencio.
Art. 78. Dorante as horas das classes e do esta-
do, ha sempre um guarda alerta, que impede os
alumuos que saliera para necessidades, i'e pararem
em ponto algum, ou de se reuoirem.
Arl. 79. Se um alumno interno deixa de compa-
recer na aula, o respectivo professor oiommnnica
inmediatamente ao censor.
CAPITULO IV.
Communicarao dos pensionistas com a gente de
fora.
Arl. 80. Os pensionistas nao podem receber visi-
tas de pessoas de fon senao no locutorio, s horas
da recreacAo, e com licenca expressa de censor.
Oblida esta licenra, o criado que esta de serviro
nesse dia vai buscar o alumno procurado, e o co-
duz ao locutorio.
Ail. 81. Os pensionistas nao recebara visitas te-
nao de seus pas, mais, tutores, ou corre) pondentes
recouhecidos, e as visitas lem lugar Semana, de-
pois de jantar, al a hora e meia ; e toscomingose
dias de guarda, al as qualro horas da tarde.
Arl. 82. SSo prohibidas vos pensionisls as sabi-
das do Intrnalo sem licenca do regador, o qual nan-
ea os deixa sabir sos.
Art. 8.T. Os pensionistas nao podem ser confiados
seoao a seus pas, maes, tutores, correspondentes,
ou pessoas que ^presentero para isso poder especial,
e por escripto.
Arlj 81. Os pensionistas nao podem apparecer
fora do Gymuasio senao coro o uniforme de in-
lernos.
Arl. 85. As sahidas sao a recompensa do bom
procediroenlo e do progresso dos pensionistas.
Ellas nao podem ser concedidas a cada uro delles
senao duas vezes por mez, quando muito, e tmen-
le s quintas feiras depois das 10 horas di. manha,
ou aos domingos edias de guarda a tarde.
As sabidas lem lagar emvirludede umexea!
passado pelo regedor, sob informacao do respecti-
vo repetidor e do censor. O pensionista entrega o
e.reoao porteiro, o qoal noite, faz rot hecer por
escripto ao censor a hora em que o alumno entrou,
ea pessoa queocouduzio.
Arl.S(..Vni hepermiliida asahida algum.i na sema-
na santa, porque esta semana de consagrada aos exer-
cicios religiosos, e s iislrucc,es mais freqienles da-
das pelo esmoler.
Arl. 87. Os pensionhtai tfo'Obrigados a reco-
Ider-seao nter nata anles dai 9 horas da noile,
gem, pode curar-se. Tolla leva o gosto de conver-
ler o amanta, de destruir o etTeilo das ms compa-
nhias, e de dissipar ao sopro do amor os fumos que
obscureciaro-lbe o cerebro. Os doas amantas ora-
ran) juntos, e a oracao veio a ser o prazermais cha-
ro de Tolla. Lello quiz que ambos livessem o mes-
mo confessor, dizendo : Ser mais um laco entre
nos; nossos peccados estao juntos, b Tolla aceitn
o confessor de Lello.
Nunca o joven Coromila estivera tao enamorado :
gozava de sua felicidade provisoria sem cuidar no
combate que deveria dar para torna-la definitiva. Se
algumas vezes no meio de urna lerna conversaran
apresentava-se-lhe ao espirito a imagem do pai e
dos tios, desse formidavel tribunal de familia, elle
fechava os olhos para uau ver. Quando Tolu vollou
Roma nos primeiro* dias de dezembro com Meui-
co perfeitamente curado, licou Miaravilhado peta
harmona que reinava entre os dous amantes. Tolla
maudra-se retratar em miniatura pan dar-se a
Lello, e escrevra de sen proprio puulio uas costas
do mar lira : Aspettando! ( esperando ) De sua piar-
te Manoel passara quarenla ou cincoenta horas na
officina de Schuelz, o qual ftzera-lhe um retrato de
grandeza natural, e mais bello. O artista interpre-
tara roaravilhosamenle a belleza de Lello, e den
realce ao que havia de romano em sua pliysionomia.
Os dous retratos foram terminados ao mesmo tempo,
embora os dous amantes nao livessem concordado, e
no dia em que Lello levou o sea a Tolla pensando
sorprende-la, Tolla lirou do bolso sua miniatura
engastada em ouro.
Quando encontravam-se nnsreanies, portavam-
se com o maior recalo, dansavam raras vezes jun-
ios, e cemtemplavam-so smenle a furto. Nos pri-
meiros dias que seguirn! a volta de Tolla, Manuel
Irahio-se um pooco, apezar de sua prudencia. Esla-
va tao contante que a alegra sallava-lhe dos olhos:
essa mudauea fui eslranhada, e Tolla roguu-lbe que
vigiasse sobre si mesmo; mas eniao elle moslruu-se
tao fri, serio e aOectado. que a cidade toda per-
guutuu que tinba. Tolla nao poupou-lhe as licoes ;
einliiii depois de algumas oscillar.es, rocobrou o
equilibrio, e ttao assemelliou-sa mais a viclimt uem
a irumphador.
A viuva Fraliefe a lilha espreitavam com perse-
verenra feminina os menores movimentos de Lello.
Com grande pezar viam-se obligadas a vigia-lo pes-
loalmeute; porque linham perdido seu digno et-
pia Cocomero, o qual deixra a casa a 6 de ou-
luhro por si mesmo. e tem que ninguem podaste sa-
ber o motivo desea fgida.
Nadina suppunda que elle vollra a Nepotes ;
porque desda algara lempo pareca atacado de urna
melancola, que assemelhiva-se muito a nostalgia.
A viuva era inclinada a crer que linda-te alistada]
na honrosa corporacAo dos esbirros, onde nio flsaf
riam perdidos teas talentos. Has. emquanlo nio dig-
e sao coiidutidot por teas pas, oa peasoai de con-
lianca.
Um ponslonista que te recolhe be privado da
sahida seguinta, ea tuettno de mailas outras, segundo
ai eircuinslancias.
Arl. 88. Os pensionistas ale teem corresponden-
cia senao com sene pata, ea oom as pessoas qae os
represntalo, devidimeote autsrisadas peranle o re-
geder.
Arl. 49. As cartas dirigidas aos pentionislas, e ai
que elles escrevem, do ludas entregues ao regedor,
o qual a fax chegar ao ten destino.
Art. 90. Os pas, oo quem ot reprsenla, nao po-
dem entregar directamente au* peotieBittis o di-
nheiro destinado para o seu bolsiaho de reereio:
entandera-se para isla com o regador, o qual regula
a quanlM que lhe parece suRicieule, a aalorrsa a
disIriboicAo.
Art. 91. Os pensionistas sahera em communidade
passear nos das feriados, sempre qae
permute ; e o regedor ha quem designa os legares
e as hora* du passeio.
CAPITULO V.
Obrigapie* particulares, dos meio-pensionistase tes
externos.
Arl. 92. Os meio-peusionistas eos ol)
taraos andan) vestidos decentemente. He
liibdo [i-ajar o uniforme dos pensionistas.
Art. 93. O censor, o eanwter, os profenores r os
repetidores teem a ttu cuidado velar que os meio-
peusionistas e externos u3o levem nunca para o (
n.isiooalros livros que tiAo sej -ses.
. Arl. 94. He ezpressameote prohibido
peusionititas e aos externos fazer qualquer
pensionistas.
Art. 95. Cada vez que qualquer externo
parece na aula que frequeula, o rsped
sorda disso norte ao censor, o qual vai Ion
la de lodas. as faltas ; o no fim de cada r
blicos pula imprensa ot nomes dos eit
filiaran) s diversas aulas, e as filias alo ju
das qoe livertm, para que seas pas, oa'qeat oa
representa, tornero as. medidas que Ibes pai etrea,
u acosar ias.
Art. 96. O professor pode excluir provisoriamen-
te um alumno exleruo da sna aula, mas a ei
sao definitiva s pode ser pronunciada
gedor.
Arl. 97. He recommendado ao regador intenaer-
se sempre do procedmento e da saude dot alumnos
externos, particularmente d'aqaellet que alo team
seus pas na cidade, alim de tomar instan tinca meo le
as providencias que lhe parecerem ueeesatrtas,
quaudo entender que a moral oa a saude do Intr-
nalo ficarn comprometlidat com a frequeucia de al-
gum tierno.
CAPITULO VI.
Da poliria do Instituto, e castigos que podem ser
infligidos aos alumnos.
Art. '.IS. As portas exteriores do Gymnasio abrem-
se s 5 horas e meia da mandaa, e fecdam-se as 9
doras da noile.
As chaves ficam na mo do regedor.
Se algum dos funccioiiaros qoe resides (teatro do
Intrnalo prev n'alguma noite que ider re-
colher-sd senao depois das 9 horas, communica este
accidento ao regedor, o qual lhe. concede a m
ra autotisacao, te o julga cooveoi
Arl. c>9. Nenhum eatranhoe^^H
lar no Gymnasio, sem licenca d
Art. 100. Nenhum alumno,
lexlo for, pode dormir nem traballi
servada.
Arl. 101. Os dormitorios cslao Iluminados loda a
noile.
Arl. 102. Nenhum pensionista, funecionario ou
empregado, dos que devem residir dentro de Gym-
nasio, pode dormir fora delle, aem licenra do re-
gedor.
A licenca aos pensionistas nio pode ser conce-
dida senao por inolivosjgravissimos, de que o rega-
dor he juiz.
Art. 903. Nenhuma mulher pede habitar oo ii
lerior du Gymoasio.
Art. 104. Todos os jogos de cartas e de atar sao
prohibidos dentro do Gymoasio ; nem mesmo os jo-
gos innocentes he permitlido jogar'a dinheiro.
Arl. 105. He prohibida no Gv ranas
necie de ferro, ou arma ofleosivi, plvora eu fogo de
artificio.
Art. 106. Qualquer especie de c
feia ntreos ilutnos alo pode ler lagar sem li
cenca prvii dos respectivos repetidores.
Art. 107. Neuhum alumno, seja qoal for a s
categora, pode penetrar no Gymnisio nena passa*
pelo seu paleo, n>m bengalla, junco oa arma algu-
ina, ainda qaando este alumno pertenra a' ge
nacional, ou a qualquer dot corpas do exercilo.
Art. 106. Neohom alumno de qualquer das i
gorias do Gymnasio pode fumar aem estar col
no seu recinto, sejt qual for o pretexta cata que o
pretenda fazer.
Art. 109. A nenhum alumno he per
sentar no Gymnasio outros livros ic
respectivas classes, nem Uto pooco j(
ou deseados que ate se/ai
gedor.
Arl. 110. As infraeces aos t| ^^Rece-
dentes, a falta de subordf^^^H lumnos ios su-
periores do Instituto, i taita de respeilo e de sub-
mittlo a seus mestres, a indolencia voluntaria no
esludu e a perturbaco da ordem e da disciplina do
Gymoasio, em qualquer grao qae tej, be ponida
com os segulutes castigos, sempre proporcin
gravidade das faltas:
5 l. Privirlo de urna parte oo da totalidad <
recreacoes do dia;
3 2. ReprehensAo com Irabalho, ousem elle ;
j 3. Privarlo de passeio, coso tirefi extraordi-
naria ; -
$ 4. Mesa de penitencia, com privaclo
do prato ;
5. Probibico de ir ver seus pas, tutores o
correspondentes, a at dt Ibes recebar a visita uo
Gymnasio;
4 6. Priso em caraira tnOlcieolemente arejada o
clara, que seja fcil da observar a cada inslao'
onde o alumno esteja sempre oocupado com tantas
de estodoi extraordinarias;
5 7. Pi vicio de ferias, no lodo ou em parle ;
5 8. GimmunicaeAo ios pait dot alumnos, liara
castigos maioret;
nava-se de dar noticias suas era substilaidr em casa
por um aldeAo do Translevere, e a viuva subslituia-o
o melhor que podia na cidade. Nunca entoutrava
Lello sem dizer-lhe : o AlteurAu tenlto a vista so-
bre ti! Lello devidamenle advertido vigiava-se
com severidade, e aborreca a viuva.
Esta imigino que Lello amiva talvez a Tolla se-
ment por amor proprio, ve foroa de ouvir dizer
que era a mais linda lilha do Roma, u Foi muita
lotice nossa, pensuu ella, deixarmos-lhe gatihir essa
repdelo 1 A primeira vez que encontr a a Tol-
la, grilou-lhe : u Ah! meu Deo*! minha querida,
que lem? Est lao desfeila n No dia seguinte em
outra casa ella disse a condessa Feraldi : Chara
condessa, peuse na san Je de Tolla; ella lem muda-
do tanto desde algum tempo! a la repellado a
quintos quizessem ouvi-la : A mais linda filha de
Roma estar doenlet Ella deperece de dia em dia,
eos pas nao parecem desconfiar disso. Sube quem.
he seu medico'.' Cinco ou seis mais de familia que
linham filhas para casar foram locadas1 da justeza
da obsarvacoes da viuva, viram com os oihos da f
qae Tolla linda os bracos magros e o semblante fa-
tigado, espalliaram essa uolicia por toda i parte, e
pouro depois nio fallou-se de outra couai sinio do
deperecimento de Tolla.
A rapariga alm do esplendor de saude que as mu-
Hieres trazetn do campo no coraeco do invern tinba
o brilho ea viveza que a felicidade d formosura.
Teria sido mistar qoe Lello fosse ceg para julga-li
afeiada ; ivim contentou-se de sorrir tranquilamen-
te no dia em qoe ouvio alguroas almas boas cochi-
charem em lomo de si.
Veja a Feraldi. Ja perdeu a belleza !
Callada tem os odos amortecidos.
Os labios molles.
Resla-lhe a physionomia.
Sim, se tiYassera-lhe isso, ella ficaria quasi
feia.
Nadina de saa parte dirigir urna batera contra a
mai de Tolla. Ditia com um arzinho ingenuo que
nao deixava de assenlar-lhe :
Tolla lie muilo feliz por ler tal mai! lissa con.
dessa Feraldi lem tanto espirita que admiro-a. Mi-
nda mai niie saber jamis atlrahir am mancebo
casa, lisougji'-lo, seduzi-lo, compromelte-b e cou-
duzi-lo de olhos vendados al porta drigrejal
Mas amo minha mai como ella he com su sublime
ingenuidad*. Smis selvagens do Norte ; porm a
harbaridade he preferivel a urna civilisacJIo muilo
adlanlada. Nao orejemos a Lgacidade dos habis,
t conservemos a alvura de netsat naves nalaes.
Nadina e a mil, forra de freqoeotarem a tgreia
dos Santas Apostlos, idqulriram a corle ia de qne
.elle ia todas as tardes ao palacio Firaldi, e a viuvi
encarregou-se de espaldar a noticia com um com-
menlarif de seo gosto.
utzia eua a tooas as suas co-
Que vos parece,
nhecidas, urna mai que protege semelhtnles entre-
vistas t Quando o prncipe eatra, a porta' priucipal
fecha-se, e o porteiro nio abrira or um milhao.
Se um mancebo fosse admitlido a galantear a seoho-
ra minha filha, en deixaria a porta abena para lo-
dos. Quem oceulta-se he pata obrar mal. A peque-
a merece verladeirameule ser lamentada ; ama ao
rpate lie faenada com elle: cumo 'defender-ss ?
Todava pode ser que isso termine bei.i. Se o prin-
cipe adtautar-se lano que seja-ihe impossivel re-
cuar 1 Farlo fallar a honra, o amor, o reconbeci-
mento e nao poderlo mesmo forca-lo T Todas as hi-
tas nao to descuidos, e ha rouias vetes mais habi-
lidade em um quarlo de hora de esquecimento do
qae em' uet annos de virlude.
Estas calumnias foram repetidas eslnndosarneule
om lodos ot salos de Roma, na esperanza de qne
chegariam aos ouvidot da familia Coromila. Foram
recolhidas preciosamente por tres pessoas.
A primeira era Kouquelte que alegreu-se.
A segunda era o irmlo de Lello, qne assustou-se
A lerceira era o coronel qoe divertio-se.
O pobre cardeal nao leve o tempe de saber o que
diziam do sobriudo ; pois morreo como um tanto na
vespera la Epiphania.' Rouquelle, lornando-se com-
mensal e confidente do coronel, agradecen interior-
mente acs alliados desconhecidos que favoredam-
Ihe taulnos projectot. O principe velha lineado
pelat sua i enfermidades no rundo de palaele, apenas
receba au noticias que a familia julgava convenien-
te dar-Ihe. O filh primognito quera dizer-lhe
tudo lemtndo que Lello estivetsa verdadeiramenle
enlregoe u ama toeiedade de intrigantes ; roas Rou-
quelle e o coronel dittaadiram-no di'sso.
Que esperis, tenhor, da inlervearAo do prin-
cipe 1 pergunlou-lhe Rouquelle.
Mea pai Ibe prohibir voltar casi dessa ra-
Pari8- aaaaatr \ mj.i3.-P
E elle obedecer 1
Sim. Poslu que meo pai esleja vellio, ceg a
enfermo, sua vonlade lie inflaxivel, e Lello treme
dianta delle.
Sur poudo que elle mosbra-se mais sobmiaso
do que vcata exellencia fot em igual ctrcumttancia;
infelitmciita o principe nie ha eterno. Se 1^1 lo con-
senlir em esqueeer-se por algum lempo que be se-
nhor de sua pasto, hi de lembrar-ie disso depois
da marte de pai, e nenhum freio mais o retar. Nao
con vem elevara vonlade do principe entre ellee
sua ainada ; porque uo da em que a mofle derri-
baste a barrein, o tiriiioneiro escapullria e para
sempre.
Monsignor Rouqaelta lem razio, acretcentoa o
coronel. Demais leo prajecto nos attrahirit sceaas
de firoilin, lagrimas, ragot e urna trasbordtclo de
rbaterlca qoe desde j me faz bocejar. Obraremos
qaaado dr tempo ; no ha pressa.
(Conrfiwar-*-Aa.)



S 9. EipL.ls.1o do Intrnalo.
An. 111. As linfa* eiiraordinariai sao regulidas
"8 modo que lirvin da ulilid.de a Inatreeelto ao
alumno. Conusiem principalmente em aprender da
u vira, indicado pelo fonc-
ironandada n castigo.
> regador so meo le he quem pode pro-
uunciar os qiulroollimes\easllgii. Os cinto prlinai.
ros podem ar pronunriadns por elle, pela censor,
pelo esmoler, peles_ preftswcos, e alo. repolt-
SHra eipulsao porm do alumno, ha nscesari
autorisaeao do directo? gara) di lasu-uccao publica
provincial,! quem o regedor da' un lediatamaule
conla do* molivua que a lomara indamensaval. fh-
ceplua-se o cmo de desobechenrii, em que o rega-
dor eipuate tmnadiilamente n alumno, iodep.n-
denle de aufctriueao.
I- 113. O. alumnos privadt. de lferl{Io OU
de pessejo remem-se em ama sito ei|>resss, tob a
vigilancia da ua repetidor.
Arl. III. Le que qualqaer des funccionario
para isw aulorissdes impoo um casligo a om alum-
no, o censor he irnmedialjmenln prevenido di.so, e
loma ai ra.di.ias neressariM pan a loa execocao
TITULO IU *
D entino,
CAPITULO I.
Das maler-as profesadas em cada 'Metra do
Instituto.
I cadeira de lingua Lali-
iaen.iua i-*** principios de grammalica Ueral,
elementos le gr.mm.itica Latina e promiscuamen-
te a l'ortusueza, compreliendondo a parle etymolo-
ie ? "9* B0^** d Mj Ihougij. versos de
NIO, l'hedro ele, acoro pan liadas da
nogoe* de prosodia, ligaras graro-
malnae i eiimpoicede porlugoex para lalim.
eir de lingua Launa, Ihamai mais
ceroplieadee, d portngu.x para lalim e de lalim
par. porluguez, veraoe orees e eaeriplii da Silus-
liQ, vjrgili, TilLivin, Horacio, Cicnro, Ovidio,
^^^Mfosiroes em pro* e verso, applicacao da
prosodia aa* verses latinos, a figuras da diecilu.
oaileira de lingua Groga eu>ina-se
ramroaHca desU lingoa. a verti de Xeoophon-
U, im, d Homaro, de Sophocle, de
* lauto, fax-sa tobretudo conhecer aos alumnos a
riqueza e o genio das formas pagas.
adeira da lingua Franco., he o
"* la. partos : na primeira ensni
rersio dos classicos adoptados, em pro-
compusicao em francas noi diversos.
conv.rsac.o pralica correcta. Na se-
sexpoeos principios theoricos da lingua, e
apphca-os pelaanalyse a novas cumnosc,Oes
:adeira da lingua Inglesa ensina o
tsar primeiro proliea, dapois a Iheoria desla
a resolve ludas as difllculdades de cons-
ta prtModi da lesicographia. pelo sysle-
cnplo na arl. antecedeule, par* o entino da
^^^^H(ia.
19. A cadeira de lingua Allemia observa o
1 roe-nodo de casino que fica designado nos
118.
:adoira da Desenlio, ensina o seu
o desenlio linear, o de figura o o do pai-
. A primeira cadeira de Historia e Geo-
i he dividida am duas ceceaos.
I o ;>roiaaqr cera a Goo-
^^Bisloria dos anligos.desde os lempos cha-
mados primitivos, ate a queda do imperio do Oc-
cidente.
ganda ansina o profesmr Geographia a
nildade media, desda o estado do mundo
romano o do mundo brbaro at a queda de Cons-
tantino na.
segunda cadeira da Historia o eographia a
tambem se divida em duas scenos :
lira estabelece o prpfessor um corso de
Mt i Historia dos lempos modernos, desde
Nea divisos geographica da Europa
XV scalo, ala os nossos das.
ecupa-se particularmente enm a
a Historia do Brasil, desdo o seo deseo-
'dependencia, a desde a poca da
independencia al o actual reinado.
ra de Malhemalrs entiua o
demeolos de Arithmelica, da Algebra
9 segundo grjio.de Geometra e de
Irigouomelri rectilnea.
cadeira da Philosophia estabelece o
respectivo prol'esior uro curso complslo de Psycho-
logia, do Legica, da Moral, de Theodicia, e de'His-
torio da PUtosopl
i primeira cadeira de Sriancias Na-
clfvo profeesor um carao de Pin -
ia da eloclricdade, at i deroons-
Iracao do spoclro solar.
cadeira dt Sciancias Naluraei ensina
ia alemanlos de Zoologa, da Bola-
alogia, da Geologa e de Chimica,
te geraes, a mais applicaveis aos
onfurmidade do que dispSe o
telregolamentar, n. 369, iwder ler ej-
una cadeira de Sciencias Naturaes. ser
no de Chimica da segnnda cadeira, e
lo por si o obejectci da terceira
o respectivo profotsor um cur-
|K desda a eoomeracio e clas-
xm simples e combinados, al as
r*t eompativoei dos saes.
M- ra de liogna e Litleralura Na-
los diflereulesv periodos da linr
-----"sos de lilteratora portugue-
rosa o verso. O professor fai
r de cada nm delles pslo estudo
escriplore* anligos (i coi.temiio-
S ultimas saaaes do son lectivo
rochar o gosto no espirito dos alum-
nos, e em doscobrlr os prodigios do genio, na
ira de Eloqaencin Potica faz
regular do Oratoria, oceupa-se
oom a pureza da diccio e com a
oipoa analysa as principan
ehrislia, especialmenle dn
am a pagua, e linalisa o
rala critica dos historiadores gre-
Masas, aslS o ponto de vista asllielico. .
CAPITULO II.
de Mudot peer cada um doi annos do
tladio.
amnos inscripto] na primeire
o obligados a frequenlar as se-
Arl. 136. O regedor manda eolloear em (odas as
salas lo Gvmnasio laboas chronologicas, o cartas go-
?.*d'.l,Ur!' G,JBr"P1" Hitlorli, em Una
qnanlid.de quinto o demanda o Objeclo dn ensino,
e o'numero de alumnos de cada classe.
.i, '. j Profesores e os repetidores dio aos
LranrjLu "Plic' hWonr*', mylholog.ra,
tatnpMoM nmmriu par iolsira intelllgencia
. L*. ^L* PpJlwni IgualmiHle pronunciar
'l" ^BUMI, conforme as ragrntda prosodia.
Afi. id. Os rapelidorsi ercHsm a memoria dos
nnaa fazsndu-thes aprender da cur, da manhla
I, os mais formosas trechos dos aulorea por-
It'SUMi., latinos gregos.
Arl, 179. Cada aula ou classe ho devidida OD) an-
s seecoes qusnlas o respectivo professor Julia eon-
"ntoolo ; a eada secco.he regida por um professor
addldo, ou am repetidor, sob a direecio do profes-
sor calhodraliao,
Arl. 140. Os profeswires fazem composic^es geraes
as mus respectivas claises, e estes trabalhos loo*
semprelogar ler^a-feira.
A nenhum lamno he permillido sabir da soa
cla.se em qne a composicSo geral esteja acabada.
Oa lagares da mrito sorgo dados na quarta-feir
cgotole, em presenen do regedor oa de censor.
Os seis primeiros alumnos sao collocados em nm
banco especial, qne seenama banco de honra.
rodas as omaosieoes silo enlregnes ao regedor,
immedialamento depoii da di.triboicSo do lagares.
Arl. 1*1. Na porta de cada aula se afilia lodos as
qoarus-feiras a lula dos seis alumnos qoe ahi oceu-
P>m o banco de honra, alea prxima tera-felra ;
e nm extracto geral de todas as lisias ho anisado, do
mesmo modo, na porta do locutorio.
CAPITULO IV.
foiexamet.
Arl 1*>. No dia 31 de oalubro encerrim-se as
aula do dymnasio, o annunciam-se os oame* ge-
raes, quedevem eomerar nos primeiros dias de no-
vembro.
Arl. 143. Os eiamei so feilos sobre pontos, ex-
Iraliidos a wrte pelos examinandos, d'enlre os de um
programmaorsanisadu com antecedencia pela con-
crejacno do Gimnasio.
Estes pontos devem comprehender :
1. Para os exames de 1 2., 3., 4 5., e 6.,
annos, as materia ensinadas em cada um delles s-
mente :
S 2. Para os exames do", anno, todas as materias
que formamo curso do Instituto.
Art. 144. Os eiames de linnuas consisten) na Ira-
duccao e analysa lgica de diversos trechos de auto-
res dassicu, e em composc.5s escripias :
Os de malhemnlicas na d'cinunslrar.io oa resolaco
de theoremas on problemasde Geometra e Trigono-
metra, e no desenvolvimenlo Iheorico o pralico de
op.eraces de Arithmelica a de Algebra :
Os de Desenlio, na annlyse artstica: I. de um Ira-
balho do proprio alumno, eieculado com alguna dias
de antecedencia, por desiguaco do profeasor ; i. na
de am trabalho modelo da escola, lomado a discri-
jao. por qnalqoer dos examinadores presentes ;
Os de aciencias nalurass, na eiposicJa das varia-
das doulrinas que o alumno lem eitudado em cada
urna das nulas ;
Os de Philosophia, no desenvolvimenlo dos pontos
capilaesdePsychologia, de Lgica, de Moral, e das
pnneipaes escola de Philosophia ;
Os de Geographia o Historia, na explanaran de
algum periodo histrico, e na dos facto geraes qoe
lenhnm relarao com o mesmo periodo ; em descre-
vera pnijao geographica. diviso, popolacJo e con-
tornes do paii ou paizes de que e tratar ;e expor
finalmente os principios nenes de Geographia astro-
PIMO OE PtlIUBUCO QtRTI FElfi 6 01 SETEMBRO K 855
anno
segu

I lingua Latina, e promiscua-
ieaa: Secc,ao de Arilhme-
lisloria a Geographia :|a.
vos : Voto hebreo, Egypcioa
Phencio, Medase Persas ;
o :Seeco da Dusenbo linear
9 inscriptos no segundo an
lentar as segninlrs aulas:
ngoa Latina, a promiscua-
'ugoeza ;
gua raga.
ucen;
n : Secrao de Arilhme-
le Historia e Geographia : Sec-
rio segunda : Historia e Geographia da Grecia ;
SecrSodn Desenlio de figura
e paisirgem
alumnos inscriptos
obligados a frei|uenlsr
no lerceiro
as seguinles
Latinidad*;
ida aula do lingua Lilina
A aula d* lingua Greg.
A aula d bogua Franceza ;
sloria e Geographia: se-
iraphia e Historia Romana ;
nBl;' de 'U|eliM -Scelo da Algebra e
auladoWiysi,,.
m*os oseriptos ao quarlo anno
sao wrtgados taeaooutor
a aula de lingoa latina ; 1 Jtnidade ;
A auU da lingua Gr*8J ;
iKleliagaalagisM-,
4 prieaesi ie Historia e Geograpkia : sa-
ajutda secfao: Geagraphia e Historia da ldade
Media ;
A aula de UatUmaUeas :Saccio da Algebra e
Gesmeiria ;
, A?**4*fc** Scianeia Naturias :-Secco
ie Scieocas descriptivas.
.31. Os alumnos iaseispleo ho quinto anno,
ie obriaados a freqcaetar ns saioiateii aulas:
A aula da lingua Inglesa ;
da deliagaa Allaaal* ;
de Sflenesa* descriptivas;
Aaegaada aoiade Historia e Gangrapliis : pri-
laairt acecta Gaagrapnia a Historia mailema :
-itsJS tf* *lfb^*a :Saiesae. da Gaomelria
e Irlgoaamelna ;
i*ia Racional Moral.
umnos inscriptas as saito anno,
as sa}uinbis aulas :
opbia Racional a Moral:
A segmida aula de HUtorla n .Gaoaraptiia: pri-
lT- *citMM Naturae* :-8eecao
h descriptivas
saaaaaMif'A'1'?!* ""' Nacional.
r pos no sptimo anun
" '-" iras se gn tas aalaa :
.._Sl -Seeca.o da Algebra,
Ira ;
i.i e Geoirrapliia : sa-
und*., ipt(r Histeria FaWa.-As-
troBom "
dioisaT**fcHnci" ***""" :-*eti0
4jBWfboquenela a Peetin.
TITULO ni. .
eUstomJ^x. ^ ^ ann '':U*' i0*a 4^k d"
Tr riER-** P",n,os' eangragaja do Gyaona-
sto faz pobhca, o> eaialaso do. ^orwieT.dio. qaa *a*-
^mS?4" ""A**^ *. 5o
5,Wiwn,w4e aiasuM do sIMio. ni* sao
aomiea e terrestre, e de astronoma transcendente ;
Os de Lingua e Litleralura Nacional, na exposicau
de um dos mais importantes periodos da lingua e lit-
leralura brasilelra e portuguesa, e na analvse critica
de algum dos principar! escriptores desse mesmo pe-
riodo,prosador ou poeta.
Os de Eloqoencla e Poetlca.na anjlyse eslhetiea de
um discurso especulativo ou incitativo pronunciado
por algum dos mal distinelo oradores, anligo ou
moderno, e na de urna inspirarlo lyrica, escolhida
d enlre os poetas que passaram ou contemporneos,
em qualquer lingua que sejs.
Art. 145. Os exames do 7. anno do Indio sao fei-
los, quaulu ser possa, por eseripto, alem das provas
orees. r
Cada examinando lem duas hora para preparar a
preva escripia.
Arl. 146: Os alumnos que no mesmo illa leem de
fazer esame por eseripto da mesma materia, sao exa-
minados em om ponto commum.
Pr* ease 8m, silo collocados em mesas separadas,
e inspeccionado, pelos examinadores, afirn de evitar
qae se auxilien) mutuamente, oa que uns observen)
os trabalhos dos outros.
Arl. 147. Os alumnos do 7. anno silo interrogados
em cada materia peto professor da respectiva aula,
e por outro examinador, nemeado pelo director ge-
ral da inalraccao publica ; e alo julgsdos por urna
commissilo, compoata dos dito examinadores, do di-
rector geral da inlrucc9o publica, qoe serve de pr-
ndente da eommisto, do regedor do Gymnasio, e de
outro membro do cuiiselho, nomeado peto me director.
Arl. 148. lindo o tempo marcado para o exame
pur-escripio, appreaenlam os alumnos as respectivas
provas, no oslado em que se achala, atsignando cada
um o seu nome, logo em seguida da ultima linha
que trverem eseripto.
Etas provas ao rubricadas no alto de cada meia
folha pelo presidente da commissSO, e depois distri-
buidas rom igualdade pelos examinadores.
Art. 119. No dia inmediato, reunida a commis-
rt8na Ml do eismes, e antes de onlro qualquer
trabalho. appresentam os examinadores as provas
que Ihes foram distribuidas, nolando em eada ama
por eseripto os erros qae o respectivo alumno eom-
mettera, e declarando tambem por eseripto qual a
sua oppiniao acerca do merecimento de cada prova.
Arl. 130. Os membros da commUsflo, examinando
todas as provas, e combinando-as com os aponamen-
los tomadas sobre os exames oraes do dia anterior,
pronuncian! o seu juizo sobre cada alumno, medi-
da que for lidoo teu nome pelo presidenle, votando
por sscrulioio secreto, e por osphera brancas e
prelas.
A totalidade, ou roaior nnmero de espheras bran-
cas do qoe prelas, approvam : a totalidade, ou roaior
numero de espheras prelas, reprovam.
Quando a commisssao tein approvado o alumno por
uaanimidade de volos.repele-se lodavia o escrutinio, e
ueste caso confere-ss a nota de approvado com di-
UncrSo ao alumno qne> obtem a totalidade de esphe-
ras brancas.
Art. 131. Oseames do!., 8., 3., 4., 5., e 6.
unios so verbaea, excepto os do linguas.
Nelles servirao de eiaminadoras os professores dos
respeclivos sanos, e de julgidores urna cummisslo
composla de um dos mesuras eiaminadores, de oolro
professor dn Insliluto designados ambos pelo director
geral da inslruccao publica, e do. regedor do Gym-
nasio, que serve de presidenle da omniissao.
0 exame de cada alumno dura pelo menos urna
hora ; e a volarlo tem lugar pelo modo prescriplo
no art. antecedente, assim que termina o respectivo
exame.
Arl. 132. Concluidos todos ames do Instituto,
Taz o director geral da inslruccao publica orgiuisar
urna lista dos alumnos approvadoa e reprovados em
cada anno, com declaradlo, no priineiro caso desuas
respectivas notas, e manda aflia-la as portas do
locutorio, recolliendo-se copia aullieutica aos archi-
vos do Gymnasio.
A reprwario em qualquer dus disciplinas obriga
o alumno a estudar novamenle esse anno a qae per-
lencis, se pretende proseguir no curso do Instituto.
Arl. tSB Perde o anno, e lica inhibido de faser o
respectivo ame, o alomno que d anarenla e cinco
falla hao-juslihcada oas diversas aulas, ou canto e
Innia a cinco anda que jusiificadas. ',
CAPITULO V.
Dot premios.
Arl, 154..So flm de cada anno lectivo, conclui-
dos os ames, procede-so com a aolemnidade possi-
vel ai distribuido dos premios, no da que o director
geral da instrucSo publica designa. (
Art. 133. O regedor do Gvmnasiohe enearrefado
de orgaiusar o programma desla olemuidade para
cada anno lectivo, e de Iba dar publicdade, com ol-
io das de antecedencia, pelo menos.
Arl. 156. No dia a hors designado, a congrega-
r.1o do Gymnasio presidida pelo seu regedor. rena-
se em lessfo magua, na sala dos actos, e ahi espera o
prej/denleda provincia e o director geral da inslruc-
cao publica, ambos devidamente convidados para es-
ta ceremonia ; entrados o quaes, comecam a obser-
var-se religiosamente as disposisOes do programma,
ordenado no artigo anlecedenle. Ne momento pro-
prio, a eommls3o de que (rala o arligo 147 chama de
novo a si a lisia organisada pelo arl. 132, reconside-
ra os IrnballHis dos alumnos, que foram approvado
com dulineciio no 7." anuo, allende s informar-ees
que Ihe sao ministradas pela commissilo que (em mi-
gado os ames dos oulros annos, e principalmente
as que Ihe ministrara o regedor, o censor, o esmoler
e os professores do Intrnalo sobre o procedraenlo
moral e applicacao dos alumnos, e poblici definiti-
vamente os nomesdos Ir mais disliuclos em cada
anno, per ordem de mrito. Enlo o presidenle
da provincia coqfnro solemnnmeiile aos tres alumnos
de maior ment-^e cada anuo um 1., am 2.,c um
3.^ premios.
O primeira premio consisto om um lvro de eoca-
dernacn dourada, e n'uma corda entretecida de ra-
mos de caf e flores ;
O segundo premio ero um livro de igual encader-
oacJio ;
O lerceiro em um livro de eucaderuacao menos
rica.
Arl. 157. No acto mesmo da distribuico des pre-
mios, o director geral da inslrucsao publica, como
presidenle da commissaode julgaineolo, prcclama-os
nomes dos demals alumnos que loram approvadoa
com dittincro.
Arl. 158. Aos alumnos approvados as materias
do 1. al ao 6. anno do sladio se mandar passar o
respectivo certificado, pela secrelaria d Gvmnasio.
Aos approvados em Humanidades, no 7. anno, se
dar urna carta unpressa, am forma de diploma, se-
gundo o ujodello adoptado em eongregaro, iissigoa-
da pelo regedor, palos professores do ullimo anno. e
pe secretorio do Instillo.
CAPITULO VI.
Zfcn- feriai.
Art. 13. Sao feriados uo Gymnasio, alero dos do-
mingas o diaa-snnlos de guarda :
Os dias de tolo nacional,
sarno ;
Os Iros diis de snlrudo ;
(Jaarla-feira de cdh.
Toda a semana sania ;
O oilavario da Paschoa da BesiurreicSo :
Uni da commemoracao dos Fes;
Todas as qdinlas feiras do anno, nJo havendo ou-
tro feriado na semana ;
B os dias que decorrem desde o encerramento dos
(rabalnos do anno lectivo, al o dia 3 de fevereiro
seguinte :
Arl. 160. Os pensionlslas nio podem ir pasear as
feriis senao am easa deseus pas, tutores, correspon-
dente, ou pessoii oatras, devidamente aulorlaadas
nato* mesrooa pais ou lulore.
Arl. |6I. Os pensionistas sao ohrlgidos a apre-
senlar-is nn Gymnasio na vespera da abertura do an-
no lectivo a esta obricargo he particularmente re-
eommendada vigilancia do rogador.
Os pensionistas qoe se nlo recolhem na poca aqu
designada, fleam privados de sahir por lempo da 2
metes. r r
Arl. 162. Os pensionistas que ficam no Gymna-
sia durante as ferias, dao pasaeios mais frequanles e
mais" longos ; e o regedor pruenra dar a estas e ou-.
Ira diversfles de recreio lal direccao, que todas
e converlam em proveilo moral e Intelleclaal do
alumnos.
CAPITULO VIL
Da bibliotheca edas eollecrt de sciencias.
Arl. 163. Ha no Gymnasio urna bibliotheca. cora-
posta de livro. o manuscriptos, escolhidos pelo re-
gedor.
Arl. 164. Os lvros e manuscripto da bibliothe-
ca podem cr emprestados aos funecionsrios do Ins
Ululo, sob recibo passado ao secretario, e tambem
aos alumnos internos, sob aulorisacao escripia do
censor.
Arl. 163. Nenhum lvro ou manuscripto pode ser
retido em man designen) por mais de oilo da, a
menos qae o sea pedido seja renovado.
Arl. 166. Todo os dias a bibliotheca se ada
aherla para os funeciouario do Gymnasio, durante
as hora qae n respectivo regiment marea.
Art. ff>7. Ha tambem no Gymnaiio am gabincle
de I Matea e um laboratorio da Chimica. para as de-
monstrarse dos respectivos professores.
Logo que isso soja possivel, junlar-e-lhe-ha ama
collecco elementar de ohjecios de Historia Nalu-
Todos os qbjeclos seieulificos eslBo cargo do
conservador do Instituto.
Arl. 168. Todos os annos o regedor, oovidosos
respeclivos profesaores, organisa urna lista das obras
oa objeclus que convm completar ou sultslituir, e
ordena ao mesmo lempo os concerlos ou reparos in,
dispensaveis nosi nslrumenlos do Gabinete ou do La-
boratorio.
Palacio do goveroo de Peroambuco 23 de iulho de
1855.
Os das de fesliwdade nacional, mareados por
deelaredos pelo go-
JoiBenio daCunha eFigueiredo.
Expedanle do dia | da seteaabro.
OftlcioAo Exm. presidenle da Parahibn, rosan-
do e digne de ar as providencias que julgar acer-
tadas a repeito do olhYio, que remefle por copia, do
capitn do porto destacidade, relativamente a bar-
caja Piedade, que se empregira na conducao para
aquella provincia dos objeclos desencaminhados do
bngiie francez Gustavo II, que naofragoo era Maria
rarmha.
DitoAo Exm. raarechal commandanie das ar-
mas, inleirando-o de haver aalorisado o Inspector
da thesooraria de fazenda a mandar abonar em os
devidos lempos a preslsrao mensal de 15, qoe o
cap.iaodo3.oba,alhlo de infantaria, Fernando An-
lonio itn.auro pretende consignar de sea sold nesta
provincia para ser entregue a seu procurador, An-
tonio rr.ineisco Pereira.
DitoAo mesmo, recommendando qae mande re-
ceber na alfandega desla cidade, onde se acham a
soa duposicSo, 3 caixoes, que lendo vindo da corle
no vapor rocanrtns.esliveram de quareotena no la-
zareto do Pina.OOciou-se a respeito ao inspector
di mesma alfandega.
Oilo- Ao Exm, commandanie superior da guarda
nacional do monicipio do Cabo, approvando o far-
damenlo de catadores por S. Etc. adoptado para o
balalhao de Ipojuca.
DiloAo commandanie superior da guarda na-
cional de Olinda e Ignarassii, Inteirando'-o de haver
transmillido a Ihesouraria de fazenda para seren
pagos, estando no tormos legaes, folha e pul que
S.h, remetteu dos ofliciaes do ejercito empregados
na mesma gnarda nacional e dos cornetas do respec-
tivo i. balalhao durante os mezes de iulho e agosto
desle anno.
DitoAo inspector da thesooraria de fazenda, au-
tnrisaiido-o a mandar pagar a Manoel Figueiroa de
rana sol a reaponsahilidade da presidencia a quan-
tia de 2*0.5 em que, segundo a ennta que devolve,
importo a impressao de 3,000 folheles, eonlendo
prcscripciies sobre o cholera-niorbas.
HiloAo juis relator da juina de juslica, Irans-
mitlindo, para ser relatado em cssao da mesma
junla. o proeesso verbal do soldado Jos Francisco.
larhcipou-se aa Eim. marcena) commandanie
das armas.
DitoAojuz de direilo da comarca da Boa-Vista,
dizendoquecom o parecer, que remelle por copia,
do conseilieiro presidenle da relarao, responde ao
offlcio em que Sinc. pede providencias para sanar
as Taitas que enconlrou quando estove em correcrao
no inventarios do bens de dllerenles imngens da
fresueza de Cabrolw.
DiloAo fuiz de direito da comarca do Brejo, di-
zendo, em priineiro lugar que chegarain a esta ca-
pital e tiveratn o conveniente deslino a 3 recrulas
qae Smc. remetteu, e em segando lagar qae eipe-
dio as convenientes orden Ihesouraria de fazenda
para pagar a Simplicio Jo. de Mello a importancia
das diarias abonadas ao mencionados recrulas.__
Fez-se o necessario eipedienle.
DiloAajuiz de direito da comarca do Bonito,
declarando que com o. parecer, que remelle por co-
pia, do nonselheiro presidenle da retocao, responde
ao olllcio em que Smc. parlicipou Icr nomeado a
Antonio Jos Nunes do Valle, para servir inlerina-
menle ooflicio de escrivao do jury do lermo de Ca-
ruaru.
DitoAo conselho administrativo do collego dos
orphaos, inleirando-o de haver era visla da infor-
marjo do director do meroo collegio, mandado en-
irm?r rr4"c',co d Conceicao Pae e Mello os seus
2 Mlhos menores Sebastian Antonio do Reg Barros e
Joan do Reg Barros, que se acham all educando.
DitoA' cmara municipal desla cidade, dizendo
em resposla ao seu oflicio n. 60, que as paredes
exteriores da casa, que servio de cadeia,|esiao uu-
camenle se arrancando as grades de ferro, afim de
poder o edificio ter alguma applicacao pohlica.
PortaraAo agento da companhia das barcas de
vapor, recommendando a expedidlo de snas ordens
para que no vapor que se espera do norte sejaui re-
cebido a transportados para a corto os recrulas que
para all forem remedidos por pato "do m.rcelial
commandanie das armas, bem como quaesquer pra-
jas de primeira linha, qae tonham de seguir para as
provincias do sal.Igual acerca do alferes-quarlel-
meslra do 5.o balalhao de infamara, Leopoldo Bor-
gesalvao Uchoa, que segu para o Maranhao com
sua familia e bagagem,Parlicipou-se ao marechal
cummandanle das armas.
mar dar-lliae Ma"coiii,p(n.,Ri.^f|ao(i o senado
inteirado.
Oolrq do mesmo, aeompaohiodoa sajui ate propo-
A assembli gem leaiilativi reavive:
a Arligo nico. O governo Dea entorilarlo para
aposentar a Dyonisio de Azevedo Pecanha, ofjicial
di secrelaria de oslado dos negocios da murinha, ao
lugar de oloiir maior da mesma secrelaria, e com
o veneimento annual de doos conlos e qu.Hrocenlos
rail res; ravogadas para este sffeito ss lels e dlspo-
sicoee em contrario.
Paco da cmara dos riepulados, em 3 de agosto
de 1855.Viecondtde Bncpendy, presidente.An-
tonio los Machado, 2. secretorio servindo de 1.
Lindolpho Correa das Neets, 3.0 secretorio serviudo
de 2.
Foi a imprimir no Jornal do Commtreio.
Em cumprimeiilo do art. 62 da eoasliluicao pro-
cedeu-se a leilura do decreto que autorisa o gover-
no a indemnisar as presas da guerra da independen-
cia e do Hio da Prala : e em seguida foram sortea-
dos para para a depotacoque lem de apresenlar a
sanecao imperial os aalographos do dito decreto, os
Srs. Visconde de Jequilinhonha, Visconde de libe-
raba, Mcndes dos Santos, Visconde de Albuquerque,
Piniema Bueno, Barao de Antonina, e Miranda.
ORDEM DO DIA.
Continua a 3. discussio, adiada pela hora na ul-
tima ses-.ui, do projeoto do senadoH do 1818
sobre deicocs, com as emendasP do mesmo anno
approvadas na 2. discassgo, com o parecerK
desle annodas curamissdes de ronsiiairan e legis-
lacao, votos separados e emendas offerecida pela
sobradlas commisses, votos separados dos Srs. Pi-
menla Bueno, e Visconde de Sapucahy, e emendas
do Sr. Msrqoez de Paran
Foi apoiada a emenda do Sr. Vergaeiro, que ha-
via sido mandada houlem i mesa, a qual he a se-
guinle:
a O magistrado qne desde jniz monicipal inclu-
ivaroenle para cim, for nomeado depntado
assembla geral legislativa, ou a .Iguma assembla
legislativa provincial, lem op^ao: se escolherade-
putarao deixa vago o lugar na magistratura, conser-
vando porm a graduargo, e o direilo do tempo de
servico, e o de ser despachado para o logar que Ihe
competir, terminando o periodo da legislatura.
o O qoe for nomeado senador deiiara igualmente
vago o lagar da magistratura, e lendo nella servido
8 annos, ser aposentado com don torcos do ordena-
do, e em todo o caso com as honras do grin inme-
diatamente superior, ou mesmo sendo esto o de mero-
bre do supremo tribunal de juslira.l'ergutiro.
Dada a hora, ficon adiada a discossao: o Sr. pre-
sidente dea pare ordem do dia a continuarlo da
discussio adiada, e levanta-se a sessao.
ficariam os qne demais as verem da reqaerer pr
vados de receb-la, se pagasse proporeiunslmenle
lodos, rollando as referidas pelifoes conladoria,
para, juntando com oatras que apparecam, fazer a
eonla do qoe deve locar a cada um, afim de te man-
dar pagar, fleando esta pralica adoptada, como re-
ra, em lodo os anno, emquanlo o contrario nao
lar resolvldo.
Despachramos as peli{des de Joiqpim jote d'O-
llveira, e de Miguel Eileva Alves, e levanloo-se a
sessio.
Eu Manoel Ferrein Accioli secrelario, a subsers-
viBarao de Capikaribe, presdanle. Reto.
Oficero,. Mamede. Mello. Barafa V-vJ-
meida.
Temes a certeza
ornelo enrapage nos Traballios'que sao odnv
le se alguem se lembrar da ser
'


PERN4MBLC0.
COBtMANDO DAS ARMAS
Quartel-aeneral do commando da amasa da
Pernambaco na eldade do Benito, em 4 de
aetaaabro da 18S6.
ORDBM DO DIA N. 109.
Por ereumslancias que occorreram se deiiou de
passar revista do moslra no dia lo do corrento sao
batalhdes quarlo de arlilharia a pe, segando e nono
de infamara, e eonvindo que essa revisto se passe
quanlo snies, o marechal de campo commandanie
das armas lem para isso deiignado o dia 5 deste mez
peto maulila, na ordem segniote : As 6 horas ao ba-
lalhao segundo ; as 7 ao nono
lita de cavallaria ; e as 8
na cidade de Olinda.
Os Srs. commaudanles de eorpos que lem pracas
em destacamento na comarca da Boa-Vista, tocara
tirar os veucimeiilo 11 que ellas liverem direilo at
o ultimo de Janeiro do anno vindouro, segundo es
delerminacoos da presidencia comraunicadas em of-
ficio de liuniem datado! a respectiva importancia de-
vem ser enlregue ao Sr. alfere* Miguel Augusto Bar-
balho Picaneo, que esto aulorisado para recebe-la.
_ Jote Joaquim Coeiho.
Lonfurme. Candido Leal Ferreira, ajudanle de
ordens encarregado du delalhe.
as 8 companhia
t ao quarlo de arlilharia
IITERIOR.
RIQ DE JANEIRO.
SENADO.
Da 2 da >sosto da 1855.
Lid e approvada a acta da sessao antecedeule pas-
sa-se ao seguidle expediento :
ORDBM DO DIA.
Enlra em 2. discussao e passa 11 3.a sem dbale,
a propuairao do senadoF desle anno, declaran-
do permanentes as disposicoos do deerelo n. 800,1 de
30 dejuiiho.to ISil.
Enlra em I. discussao, e passa sem debate % a
propoiirao da cmara do daputadoa declarando que
a matricula que na escola de inodiein da Baha, e
a approvaro que na do Rio de Janeiro, obleve em
I85i o espdanle Antonio Fernando daCosla Jnior,
sao validas e devem produzir lodosos seos effoitos
em rouformidade rom as disposires dos estatutos
que regiara naquella poca.
Entrando logo em 2, discussao, e posto a volosu
prnpusrao, passa a 3, discussao.
Conlnuaa 3. discussao, adisda uaullima sessao,
ilo projechi do senadoU de 1818sobre eleires,
com as emendasPdo mesmo anuoapprovada's a
2. discossao coro o parecerE desle anuodas rom-
missoes de constituidlo e legislarlo, votos separados
e emendas offereridas pelas sobrcdilas commisses e
vodos separados Srs. Pimenla Bueno e viicobde de
Sapucahy, e emendas do 9r. .Mrquez de Panu.
Vem a mesa urna emenda do 8r. Vergoeiro, a
qual nao ho llda para ser apoiada, por nao haver
casa.
O Sr. Presidente d para ordem do dia a eonli-
nuargo da discossao adiada, e levanto a sesigo.
Lida c prvida a acia da sessao anlecedenle, pas-
sa-se ao espediente.
Um oflicio do I, secretorio da cmara des deno-
tados, remetiendo a resolorao da mesma caraira to-
mada sobre 11 preposiclo do senado, approvando a
pensao concedida a Lasa Joaquim dos Santos Mir-
rocos, qoa devolve,par alo lar podido a referida ca-

O AMARA MUNICIPAL 90 HECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 21 DE
AGOSTO DE 1855.
Presidencia do .fr. Barao de Capibaribe.
Presentes os Srs. Reg. Mamede, Oliveira, Bara-
ta, Gameiro e Mello, abrise a sessao, e foi lida e
approvada a acia da anlecedenle. O Sr. presiden-
te declarou que o objecte dn presente sessao, era o
oflicio segrate da Commissao de Hygiene Publica
dirigido ao Eim. 8r. presidente da provincia, e por
S. Eic. transmiltido i cmara para deliberar com
urgencia, sobre o que resolveu esta se respondesse .1
S. Exc. pela maneira abaixo transcripto :
Illm. e Exm. Sr. Lendo se no expediento da
cmara municipal do Recito, publicado no Diario
de Pernambuco de hoje, que ella em vez de redu/.ir
a posturas o que a Commiasao de Hygiene Poblica
pedir V. Exc, de conformidade com os princi-
pios por esta adoptados, e baseada sobre as disposi-
cOes do 2.0 do arl. 4> do decreto n. 5&8 de U de
selemhro de 1850, mandara que soa commis-ao de
polica isto fr.esse, de sorte qae fossem conservadas
aquellas cavallaricas que podessem ter canos de es-
golo para o mar oa rio, 00 para suraidooros ; mas
nao sendo isto o que pedir a comraissao, era po-
da si';-lo, visto que os principios da sciencia se op-
poem ao eslabelecimenlo de sumidouros na proxi-
midade de habitar/ies, nao ndiniltindo-os era mes-
mo para aguas; e nao sendo is cavallaricas situa-
das a bordo do mar ou rio, os seos canos de esgoto
lerfm lal comprimenlo, que nao poderao ser sufli-
cienlemenle lavados pelas aguas do mar ou ros, e
se lornam outros tontos focos de iufeccao ; a
mesma Commissan se apressa em vr rogar i V.
Exc. qae se digne de fazer com que seja adoptado o
que propozera, cumprlndo-lhe acrescentor qoe os
canos de eseolo ja por si, dexando Iransudar abun-
dante humidade, exercem iufluenca perniciosa so-
bre a marcha e progresso do cholera morbos, e que
foi na intenrao de remover as cansas da insalubr-
dade, afim de que essa lerrivel affecrao, que tantas
victimas tora feito no Par, e principia a fazer na
Baha, nao se desenvolva nesta cidade, ou nao faca
grandes estragos, como cosluma lias cidades baixas
e cercadas de ros como esto, principalmente se Hel-
ias se nao observar os preceilos hygienicos, como
infelizmente aqu Succede que ella dirigin-se V.
Exc. Parece rWmmisso qae. i visto do regula-
menlo de 29 dSsetembro de 1851, e do peusa-
menlo que pS'Uo a crcac-to da Junta Central de
Hygiene Pul! 1, e das comraissoes, Ihe he per-
millidu fazer mover as cavallaricas, principal-
mente na quadi, actual, em qoe se teme o desen-
volvimenlo do Alera morbus; lodavia nao desojan-
do perturbar adiaVmunia que reina enlre ella e a c-
mara municipal.-espera -qna V. Ex.c se dignar de
providenciar a respailo, visto que ao governo man-
da recorrer o sujra-ciu.lo decreto em casos seme-
Ihanles. Dos guarde a V. Exc. Sala das sesses
dacommissao 17 de agosto de 1855.Illm, e Exm.
Sr. couselheiro Jos Benlo da Cunlia o Fgueirdo,
presidente da provincia, Dr. Joaquim d'Aquina Fon-
ceca, presidente da comraissao.Resposla da cma-
ra n. 1 6i. Illm. e Exm, Sr. Para darmos cumpri-
menlo ao despacho de V. Eic. firmado no oflicio,
que Ihe dirigir a commissao de Hygiene Publica,
em dala de 4 do corrente, reunmo-os hoje, nao o
lendo feito antes, porque tal ordem foi recebida an-
te-honlem, .1 hora de se nao poder convocar a c-
mara para o dia seguinle (23). Applicando toda a
allcngo ao conleudo no oflicio da Commissao, vemos
que, levada per ura eicesso de zelo, ,i ponto de s
suppor talvez o acert nos seus actos, pretende ella
nada menos do que inulilisar aquelles, que sao de
nossa compelencia, ou, quando menos, dar toda a
torca e valor nos seas. Porque commissao com-
pele pelo arl. 42 I8M), indicar as medidas que jolgar convenientes pi-
ra que se reduzam posluras,nem por isso se segu
que nao possamos dar- Ihes o desenvolvimenlo, que
a prudencia, e a boa rama .iconselham, de modo a
nao screm prejudicados, em extremo, os inleresses
d'aquellcs, .1 quem loca a soa eiecuco, sem com
ludo alterarmos 1 esseucialidade do pensamento que
se quer fazer prevalecer; porque, ao contrario, esta-
ramos a subscrever a luda quinto entendesse a com-
missao qne se devia adoptar, conccdende-lbe a in-
tollibelidade de soa opiuUlo, e procedendo muitas
vezes contra a propria experiencia, s porque se ar-
gumento com os principios da sciencia, eomo se nao
podesse contar com a sua variedade. Exprimindo-
nos assim, Exm. Sr. nao suppnnha V. Exc. que nos
queirantos oppor as ideas da Commissao, que devem
ser filhas da sciencia ;qne tendamos dopreciar o
seu mrito; nao he esse o nosso Ora. O qae que-
remos lie qae a Commissao reconheca que prezamos
a dignidade do cargo que oceupamos, que respeila-
mos a illaslracao Jo publico, e nao nos devemo ex-
por ao ridiculo, abasando da bondade e boa f do
mesmo publico, creando hojo urna postura, c ama-
nhaa alterando-a, on pedindoasua revogarao; islo
nos Iraria neoessarainenle a pecha de irrifleetidos, e
coinpromelleria al eerlo punto o inleresse privado.
I.onheceinoj a obrigarao que nos corre, e a Commis-
sao, de prever, atormente na qnadra actual, com to-
dos os meios que as leis leem posto a dispnsirao de
urna a nutra corporacao. sobre a salubridade publi-
ca ; mas esse dever nao convm que ultcapasse as ra-
gras do justo, ao* contrario se ternaria velatorio e
oppressor.
Quando formulamos as posturas, qae foram ulli-
mamenle approvadas por V. Exc, acerca das caval-
laricas de aluguel, concibamos o mais que nospare-
ceu possivel, o bem poblicocom o partiru ar, lendo
em altenjao muitas das ideas da Commissao de Hy-
giene Publica, coudas em eu oflicio de 211 de julho
ullimo, julgando por esto forma havermos salisfeilo
as recommeiidacoas de V. Exc, tonto assim que,
sendo aquello trabalho enviado V. Bic. em dala
do I.0do crreme," era 7, V. Exc. se dignta sanc-
ciona-lo ; o que sem duvida n*o faca, se o nlo jul
gasse proveiloso, alenla a 'illaslracao, cirouraspec-
Sio e prudencia, que caracterisam os actos de sua
adminislraco. Do que fica expnsto, j v V. Exo.
qae, nenhuraa ie.-olncao tomos a tomar eco contra
rio que foi sanecionadadjar V. Exc, quo se a co-
ndecase defeiluosa e improvidenle, uosleria pon-
derado a necessidade da eorrigi la 5 insistimos na
sua conservacAo, porque a julgainos suQlcirnle para
acautelar o mal, que pode provir da exis.eucia des
cavallarijas nao situadas borda do mar ou
rio.
Nao concluiremos estas nossas reflexOes sem que
facamos sentir V. Exc. a mansira pouoa delicada,
com quo principia tratando-nos a Commissao, logo
as priuteiras linha do seu oflicio, como que censu-
rando o nosso procedimento, por nao tormos copiado
as posturas o seu pensamento ipsis verbis, arro-
gaudo-se um poder, que descouheceinss, o qne nao
podemos dciiar passar sem reparo. Se Commissao
eulonde que a faculdade que Ihe coufero o regula-
nte 11 lo de 29 de selemhro de 18-51, arl. 19, he lao
extensa, que pode ella mandar fechar os estobele-
cimenlos mencionados: se o nlo Taz por nlo querer
perturbar a harmona que reina entro ella e a ma-
niripalidade, oomo declara nos Ihe agradecemos
essa sua deferencia, que d'algura mado pode pre-
judicar o grande salo, que moslra pelo bem publi-
co ; enlrelanlo qoe continuaremos proceder come
al aqu, por tormos conseiencia do que os nos-
sos actos leem lido sempre por norma as leis, conci-
llando, eomo ao caso de que aa (rala, o bem publi-
co com o particular, dos seus municipal. Dos
guarde i V. Exc. ele.
Leu-se mais unta inlermacao do contador, dizen-
do nao constar dos asientos da repartirlo sea car-
go, que livessem sido pagas as casias criminaos, re-
queridas por Jas Peres da Cruz, eomo eminnario
do escrivao Francisca Ignacio de Alhayde, Manoel
Jos Mauricio de Senua, Kri nolseo Alves da Mo-
ntes Pires e Maooet Pere Carapello Jacome da
Gama.
A cmara resolveu, requerimento do Sr. Bara-
to, que, visto absorverem as cusas requeridas qua-
si toda a respectiva queta votada, e que acodo pagas,
REPAHTItJAO SA POLICA.
ni a *,,U do dla de "'""hro. t
Illm. Eira. Sr.Levo ao conhecimento de V.
Exc. que das differentos parlicipic&es hoje recebdas
nesli rcparlicio, consta lerem sido presos:
Pela delegacis do primeiro dislriclo deste lermo,
o pretu Joao, para averiguaedes.
Pela subdelegada da freguezla de Santo Antonio,
o pardo Severino, por desorden).
Pela subdelegada da freguezia de S.Jos, Paula
MarJa da Conceicao, laitbem por desordem.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
a prels Mlqoelina, tambem para aTerigaarOes.
Ueos guarde a V. Exc. Secretoria da polica de
Pernambuco 3 de selembro de 1855.Illm. e Exm.
Sr. couselheiro Jos Benlo da Cunha e Figueiredo,
presidenle da provincia.O diere de poltoia, Luiz
Cortos de Palea Teixeira.
KE..LnACA DOS BAPTISADOS DA FREGUEZIA
|.SANTO ANTONIO DO RECIFE NESTE
ME/ DE AGOSTO DE 1855.
Agosto 2.Idalina, branca, naseida a 14 de jonho
do corrente anno.
."*Antonia, parda, Sanios leos, naseida a
la de junho de 1836.
dem, dem.Carolina, branes, naseida ha 9 annos.
"em, .>.Josepha, crioula, naseida a 3 de novem-
bro do anno prximo passado.
dem, idem.Antonio,crioulo, nascido a 3 de junho
do corrento anno.
dem, idem.Francellino, pardo, escravo, ha 10
mezes.
dem, idem.Joaqoim, branco, nascido a 31 de oa-
lubro do anno prximo passado.
dem 8.Filomena, forra por caria, naseida a 9 d
novembro do anno prximo passado.
dem, 12.Adelina, parda, naseida a 9 de malo do
corrente anno.
dem, idem.Francisco, parda, naseida ha 7 me-
zes.
dem, idem.Joio, branco, nascido a 15 de abril do
corrente anno.
dem, 1Lciandiana, branea, naseida a 6demar-
?o do corrente anno.
dem, 15.Joao, branco, Santos leos, nascido a
2 deoulubro de I81.I.
dem, idem.Porcina, brenca, naseida a 9 de junho
da ISj-2.
dem, idem.Manoel, branco, nascido a 7 da maio
do corrente auno,
dem, 18.Esperaoca, parda, escrava, naseida no
l.o do corrente.
dem, 19.Secundida, parda, escrava, naseida [a 30
de abril do corrente anno.
dem, idem.Joaquim, branco, nascido a 19 de a-
gosto do anno prximo paseado,
dem, idem.Peironilla, crioula, eserava, am abril
do crranle anno.
dem, 23.Cecilia, parda, escrava, naseida a 19 de
selembro de 1847.
dem, idem.Florinda, crioola, eserava, naseida a
16 de novembro de 1851.
dem, 25.Juvenlina, parda, forra por carta, nas-
eida no l.o de Janeiro do corrente anno.
dem. 26.Anna, branca, naseida a 18 de abril do
corrente anno.
dem, idemSilveria, parda, escrava, nasdda a 20
de j 1111 ln> do corrale anno.
dem, 7.Joao, branco, Santos leos, nascido a
23 de junho de 1836.
dem, idem.Anselmo, pardo, nascido ha 5 me-
zes. '
Ao todo 26.
Fragoesia de Sanio Antonio do Recito 31 de agos-
to de 1835.0 vigario, renuncio llenriquei de Rt-
GABINETE PORTUGUEZ DE
LEITRA.
HOSPITAL PORTUGUEZ PROVISORIO.
A directora do Gabinete Porluguex de leilura
tendo de proceder i orgamsacao do hospital portu-
guez provisorio nesta cidade destinado especialmen-
te ao tratamenlo dos Portugoezes indigentes, que
por infelcidade venham aseraccominellidos da epi-
demia que nos ameaca, nobrrraenle auxiliada pela
philanlropiea deciesro das respectivas commisses,
ede todos os Sr. Porlugaezes em geral, appella lam-
ber para a tradicional philanl.opia, patriotismo e
canda Je dasSenhoras Portuguezas residentes nesta
capital, convidando-as para que cada ama, segando
as suas torcas e vonlade se dignera associar-se i pia
coulribmcao, que entre nos se promove.
Enlre as despozas de maior alcance, que v,io|car-
regar sobre a caixa de beneficencia, avalla muto a
do material da rouparia indispensavel ao aceio e
limpeza dos doenle, como sejam lencoes, travessei-
cot, cobertas, camisas, toa.lhas, etc., e todo o doua-
livo. que a esto respeilo Ihe for feito! conlriboindo,
por pouco que seja, .1 encunar aa^^Bas do M011-
le-Pio, he urna csmola de subido prlRv Lio pres-
tadla ao eslabelecimenlo, quanlo agradifVtl a Dos.
Todas as senhoras Porluguezas por consegoinle,
que por si ou por suas boas filhas, c sabordinauas se
dignarem concorrer para 13o magnnimo, e ptoins-
titulo podero dirigir-se por emqusnto esto direc-
tora, ou a commissao portuguesa de beneficencia
apenas tor iuslallada. Ha ama supplica, que Ihe
dirigimos em nome dos nossos irmaos desvalidos, he
unta rogativa que Ihe eoderessmos em uome *da re-
ligiao e da humanldde.
Sala das sesses da directora do Gabinete Porto-
guez de leilura em sessao especial do !. desetembro
de 1855.losi de Almeida Soareije Urna Bastos,
directorGaspar Antonio lirtra Guimaraes, vlce-
dircclor. Judo Baptista Heira Ribeiro, primeiro
secretorio. Antonio Augusto dos Santos Porto,
segundo secretorioJos Azevedo de Andrade, Ibe-
soureiro.
caVtoo t r? i"' que lem PrMdo am aulra oc.
vdtod. dleito seraaqoi s apretiad. a pro-
Sd assim eonllnuirio a oWer-se o anaarosos do.
janhar. n^L em ZlZ^^SSSZZ
homejw manara, naseida, Ltolal,! irpero3*.
Alera de oflereeimenlo das servio. mHr. a-
om ganmoso bra.il.iro. que 7flVriir,.raep'aWica
do, sabemos da otTerecunenlos d algmnas senl.ora
bra.il.iras, qat graluilam.n.e se "," "J^"!!
(ar de apromplgr roupas para este hosiiiial
Nao nos atrevamos a elogiar esto eari jado a/, n
TODO PODEROSO a pode recompensar ; nos s
temos a respeilar estas caridosas senhoru e pnbli-
car a sua delberacio. pan qoe seja quinto antes
agradecida a aproveitada por quem compele, e re-
cebara o tributo de venerarau que de todo me-
recen).
Se alguem duvidava al agora qne Ihe compela
concorrer para o hospital por ser brasileiro adopti-
vo I ahi est o exeraplo dessas senhoras, para Ihe
ensinar o seu dever. ,
Recito 3 de selembro de 1855.
HOSPITAL PORTUGUEZ EM PELNAMBUCO.
A faciiidade e generosidade que se tura encontra-
do as subseripres para se instruir esta lito necessa-
rio eslabelecimenlo, torna tambem necessarj.com
a maior brevidade a reunan dos subscriptores pro-
mellida no programma, no seu quinto arligo.
Esto reuniao nos pareoe que pode ser convocada
para o da 9 do correato mez, pois muilo augmenln-
ra rdeaiubscriplore, a eleicao qoe ie fuer da
commissao que deve tratar da inaugurar a hospital,
e que se delremine qua elle seja permanente, em
vez da provisorio.
Adedicacaodo Dr. Jos de'Almid. Soires de
l.ima Basto, e de lodo, os membros dai eommlssoes
das Ireguezias, inspira muita cooflanca, mas he in-
dispensavel volar as pe.soas qu se oceupem de
preparar o que resto apromptar para que elle ston-
eione, a isto su se pode realizar na promstllda reu-
niao.
Jolgamos que a commissao que lem de se eleger
devera ser de 15 membros, para mais rpidamente
se preparar ludo, e ludo se vigiar cora menos in-
commodo daquelles qae para tal lira torem eleilo.
Que elle se pona montar parase abrir'no dia 16
_ANorenle ", aunivorsaro do nosso SOBE-
Recife i de selembro de 1853.

10 arsenil de guerra os referidos objeetea 00
dia 5 do corrente 1
Secrelaria do conselho administrativo para torne-
cimento do arsenal de guerra 3de Bernardo Pereira do Carmo 'Hli|aail 11 se-
cretario.
No dia 5 da crranle cominea | eslsr er pre-
sa uo paco di cmara municipal desla cidade a obra
da nova estrada da Vareen, e a madeira qu foi do
simple* da capaila do einiflario.
-- O Hlm.8r. capllao do parlo,
ordem do Em. br. conselh
vinala com dato da hontem'. refarindo,
-----------
mu, manda fazar publico as tradceos., par oopa
juntos, de seis avisos ao. navegantes
as bolas no canal da Reinita l(Juasa's
re) flm era Cbinlona-Ggadalquirlr, na Uespanh
costo de .este ; phi dslk luz de K
Su de fuail) na Irlanda coala da leste, lo
roadhiren, na immosa Irlanda, coala de o
embarcacOes de pharol, e boias aa canal
na entrada do Thames ; a pliarol do Nare,
Capitana do porto de Pernambuco em 28 da agos-
to de 1855. O secretoria,
_, Alejandre Rodrigues dos Anjat.
EuJos AfosliHha Baibeaa. I
Inductor publico e interprete com
todo ila praca : certifico qne me foi .,
documento impresao aa lingaa inglesa, _
ramente Iradoxido para e idioma nada
seguinle :
Attso ms navegantes.
xw *f,a? al da Balaba (Quaea's clianeL)
Jrinttg-Uouse em Ijuuires, 15 dt mo
COMMERCIO
PRAGA DO RECIFE 4 DE SETEM 8RO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colares ofliciaes.
Hoje nao houveram cotacSes.
ALFANDEGA.
Rendimeulo do dia 1 a 3 .
dem do dia 4 ......
23:8269660
23:2539705
47:080363
Detearregam hoje 5 de selembro.
Barca inglezaMirandamercadorias.
Brgue haraliurguezBerlhafarnba e pipas aba-
tidas.
Barca franceuComte-Rogermercadorias.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 3 .... 1:4949083
dem do dia 4 ...... 909630
1:5849713
DI VERSAS PROVINCIA!!.
Rendimenlo do dia 1 a 3 .
dem do di 4 .
1269973
39952
1329925
Exporlacao .
Rio de Janeiro, brgue americano Thomaz Wal-
tero, de 238 tonelada, eondazin o seguinle : 500
barricas farinha de trigo, 48 caixas cha, 50 ditos ve-
las de espermaeele.
Hall i more, hiato americano aRosamond, de 150
toneladas, oonduzio o seguinle : 1,600 saceos c.m
8,000 arrobas de assnear.
HECBBEUORIA DE RENDAS INTKHNAS GE-
RAES DB PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 3 2:1269141
dem do dia 4.......1:6109460
Pelo
prsenle se faz publico que aa cantor
do snnoiieodeala casa, datado no 111L
o prximo fiodo, a boto do baixo de We
to af 'SSL,f** PreUf.* "riMWl '"
. e >Dt i"' removida para urna peqoena diaa-
meutoe;to.mdI,0a "",* **&.' e *"^
meuit esto em 14 pe na mir baila das a.
vivas cora as seguinles marcas, e demorando saon-
do ramo, da agojh, pel.leolnte mdri
A extrensidade do O. de CUv.weod am ama li-
nha com a .ilremididede leste da aslacjo ataveati-
va de SI. Nicols. ....
A igreja de Ash qaasi aa aaei
caminho deKeculvers paraSarr-
mill........
Embarcacaodo pliarol Girdler. I i)
Boia do baiio Norlh-Pan. .
do baixo PanTSpit. K. 1.4 e 1.2 S.
> Soulh-Knoll.....S.E.l!B.
de West-La... .
As seguinles allerece. tambem tiveram luaar ai
conformidade cora a intenrao exprs
lilicacao do primeiro de marco, a
A lila de Pan-Sapd-Knoll aJa nao ando
mais necestaria.
Mvdanra da coree.
A boia de oeste Pan-Saod.
A boia de an-Saad-Spit.
A boia da Pan-Patch.
A boia de oeale Tongue madaram das aam
anleriores para preto e branco salteado
A boia Wedge de encarnad, para B
Pela, alleracoea supra, a boias de rete do norte
do canal Qaeen, s3o todas pretas e brancas
a as do lado do lu prelas.
A boia da N. E. de Margaret-Spit,
salteada de preto e branco, mndaram para
mas cores em urnas liatraa vertite. Pi
antiguado.
E nada mais con linha asi
se, que bem a fielmente
impresao em ingles, ao qi__
haver examinado com este
*ci
^^^rea-
I, a depot de
e echado conforme, o
(orne i a entregara quem m'o apresan ton.
Em f do qoe passei a prsenle qae assigael sel-
lei com a sello do meot oflicio nota muilo leal a he-
roica cidade de S. Sebasliao do Rio
21 de julho do anno do Scnhor de 1
Jos Agostinbo Barbosa, traductor p._
lerprete commercial jaramenlado..
Conforme, Frantsea Xmtier Bemicmpo. Con-
forme. O secretorio, Alexandre Ilod,
Alijas..
Eu Jos Agoslioho. Barbosa, ridadae
Iradodor publico e interpreto coinnwra
lado da praca, ete : Certifica que m
do ura docomeoto impresso, eacdpto a
qual htleralmente Iraduzido par.
diz seguinle :
Atirn aos natagan
Hespaaba eaata de Oeste.
3:7369601
C0MMI1ICAD0.
A fesla de San Francisco da Chagas, a 17 de se-
lembro, ho a solemnidade religiosa mais espleudida
que lem lugar nesta cidade, na'ordem terceira de
San Francisco, 1 pompa mais potica com que se ce-
lebra um dos anniversarios de um dos raartyres da
matea f. Todos os annos os liis aguardavam fervo-
rosamente este da para tributaren) urna hoinena-
gera de amor e devojao a um dos hroes do chrstia-
nsmo; nunca houve circamslancia que embargas.se
essa pralica inveterada,; e cada ministro que se suc-
cedia fazia esforcos supremos para tornar mais bri-
Ihanle essa pagina gloriosa do calholicismo, de sorle
que houve unidos ltimos ministros, qae fez com
que a mesa de entao mandasse busrar a' Lisboa urna
msica especial para vespera, dia e noile da feslivi-
tlade. Chegou flnalmeute a encommenda que he-de
ura gosto eicdlenle, com especialidade a msica Bas
vesperas, e do Te Deuui, he umn das mais esplendi-
das inspiracoes que conhecemos nesle genere, um
dos Iracas m.iis luminosos que a arte tem produzido
para Ilustrar os misterios da rrlgiao.
Enlrelanlo, consta-no que esto son os lerceiros
n3o prelendeiu que se canlem as vesperas, sob pre-
texto de que nao ha dinheiro. Costa-no a acre-
ditar semelhanle boato; especialmente porque as
despezas da ardem sao as mesinas qua as do anno
passado e dos outros annos, e ella tem o largo rendi-
menlo de vinte e tontos conlos de ris. Verdade he
qoe maniera um pequeo hospital, e da algaraas
esmolis aos irmaos que esto em indigencia; mas
sempre ella leve estes encargos, e todava nunca dei-
xou da toser cora esplendor e riqueza a fesla do sen
glorioso palriarcha.
Em consequencia desles e oulros toctos semelhan-
le hs que o governo ja val manifestando desejos de
apoderar-ea dos bens de mao-mora. No queremos
com isto animar o governo pan que realise os seas
projeelos a esto respeilo ; mas sera1 bora que as con-
frarias e irmandades nao justifiquen! de maneira al-
guma eses designios do governo ; bora sera' que to-
das satisfacam os encargos que prescrevein os respec-
livos eompromissos, porque desla sorle nao haver
razoes plausiveis que fuudamentem de alguma ma-
neira essas depredarles que em nome da eommunhao
se lem feito a igreja.
A' vista disso, rogamos ao actual minilro e mais
msanos da serfica ordom lerceira desla cidade.que
desminiam esses boatos malvolos, e no dia 17 do
corrente nos proporcionen! o prese* ineffavel de ou-
virroos a msica das vesperas, do dia e da noile, an-
niverssrio do glorioso San Francisco de Assis.
CONSULADO PROVINCIAL.
ilendimento do dia 1 a 3 .... 1:4619930
Idem do dia 4....... 1:2519192
2:7139122
MOVIMENTO DO PORTO.
iVaeio entrados no da 4.
Liverpool40 dias, barca ingleza aSpiil of Ihe Ti-
meso, de 259 toneladas, capitao John Martin,
equipagem 13, carga fazendas e ma.s gneros ; 1
\l^ Clnnnl i. r^.____L!_
Me. Calman! & Companhia.
>ssu'lidias, hiato brasil
Assu13dias, hiato brasileiro Aurora, de 37 to-
neladas, mestre Custodio Meudes da Silva, equi-
pagem 6, carga sal e couros ; a Joaquim Martins
i Irmaos. Passageiro, Manoel Moieira Campos.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrgue americano uTitomai Wal-
ler, rapio C. G. Hiorlb, carga parto da qne
Irouxe.
Para osportos do sulVapor ingle/, de guerra Ri-
flimann, contmandinla Chrislian.
EDI TAJES.
J'Aaroi /Loa cas Chipiona, GutniaU,
O fcoveoo hespanbal acaba da parlieipar da primeiro de maio da 1855 asa pharol Ota si
collocado na torre da igreja da cidade da Chipio
ua Pona do suida entrada do Rio Geadalqoivir,
provincia da Cdiz na costa da eeete de Hesnani
A tarro da Igreja esto prxima na cenlro da c<
PL'BLiatOES A PEDIDO.
HOSPITAL PORTUGUEZ |EM PERNAMBUCO.
guando etn 1851 asseguravamos que os Porlugue-
ze residentes era Pernambaco erara capares de se
prestorein a concorrerem para todas as cousas de
ulihdade, a sempre que para ellas foisem guiados
com franqueza e sinceridades nao us engana-
vamos.
Na Revista universal Lisbonense 2." serie, 3 vo-
lunte, pagina 537 se le quanlo enlio dissomos quan-
lo se lem verificado e quanlo se verificar sempre ;
a pralica o prova. e he nossa oplniao.
Existo jo o Gabinete Porlugie: al ent.lo em pro-
blema, apezar da aelividade que Ihe linha dedicado
o benemrito Joao Vicente Marln, pela ineptidao
dos que se linham encarregado de o inslallar, e que
so aguilhoados o levaran) ri realidade ; e para o qual
cada din concorrem novo socios, desprezando mes-
mo atgumasindiscrlpcoe de alguna dos seus admi-
nistradores, qoe a toda a hora se corrigirao, sempre
que no lodo da saciedade preponderar o desojo do
ulil. e hoover quem se pronuncie pela sus adopto.
O hotpilal ahi sarge, e ISo promptomente quanlo
o lembrau o benemrito Dr. Jos de Almeida Soa-
res de Lima Baslos Abi se verifica, pois, mais ama
ve o que aseguramos em junho de 1851 I e por-
que se veriflcou o que enlo anegramos r porque
ee Poftagnazes foram Iudos com fram/utae sin-
teridade.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commendador
da imperial ordem da Rosa, e juia de direito es-
pecial do commerclo desla cidade d> Recito, por
S.M. I. e C. ele.
Faco saber aos qoe o presente edilal virem, que
no da 13. do corrente mea depois dn audiencia des-
le juizo na casa das mesmas audiencias, se ha de ar-
mator por venda a quem mais, der a ascrava Rosa,
avaluada por 600SO0O,a qual foi penhorada por exe-
cucao de D. Maria Carolina Ferreira dn Carvalho e
Jos Victorino de Paiva contra Izidro Jos Pereira,
cuja escrava tocoa a este por heranca de sea so-
gros.
E para qae chrgoe a noticia de lodos mandei pas-
sar edilaes que serao aflixados nos logares designa-
dos pelo cod. commeroial e publicado pela ira-
prensa no 1 de selembro.
Dado e passado nesto cidade do Recito aos 27 de
agosto de 1855. En, Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao interino osobserevi.
Anselmo Franeiso Perelti.
O Dr. Anselmo Frauoisco Perelti, commendador da
imperial Ordem da llosa, juiz de direilo especial
do coramerco por S. M. fe C. etc.
Faco iiber aos que o presento edilal virem, qoe
a requerimento de Manoel Goncaives de Azevedo
Ramos acha-se aberta a fallencia peto sentones do
theor seguinle :
Atlendendo a qne o commercianle nao matricu-
lado, Manoel Goncaives de Azevedo Ramos, estobe-
lecido com hiberna na ra da Croa desla cidade
cessou seus paganjenlos cnmmerciaes, impellido, co-
mo diz, pelas cansas referidas em sua iposicao a fl.
2, declaro o mencionado commercianle em oslado
do quebra, e he fuado o termo da sua existencia a
conlar desde- o din Iii de junho pro) imo passado,
em observancia do arl. 806 do cdigo commercial
nomeio para curador fiscal o credor Joao lavares
Cordeiro, e ordeno que prestado por este o devido
juramento se proceda com toda a celeridad* no
desempenho das medidas provisorias, pondo-se os
selos na conformidade do arl. 811 do mesmo cdigo,
o reme lendo para esto copia autentica da presento
semenca, qae ser* publicada e afiliada : e cumpri-'
das lodat ss formalidades proscriptas pela lei, se
autorisain a primeira reuniao de credo-es conforme
as providencias regolaraenlares. Rocile 7 de julho
da 1855Custodio Manoel da Silva (.umaries.
h mais senao continua em dita sentcaea dada pele
meu antecessor, e sendo notificado o dito curador
fiscal nomeado para prestar o juramento do esltlo,
esto nao quiz aceitar a nomcacao pelo que norneei o
credor Joao Jacome Tasso Jnior, o qual declaren
nao poder aceitar dito noraeacao, e:n virtude do
qua foi nomeade por mira o credor Lnz Jos da
Cosa Amorim. e por este tambem nlo aceitar 00-
meei o credor Jos Feroandes Ferreira. E pan o
cumprifliento da mesma seutenc,, convoco a todo os
crcdore, prsenles do referido fallido pare compa-
recerem em casa de minha residencia no largo da
Santo Cruz n... no dia 5 do corrente re pelas 10
horas da manilla afim de se proceder a nomeaca
de depositario ou depositarios, que hPn de receber
provisoriamente e administrar a casa f illida. E pa-
ra que chegue ao conhecimento de lodos mandei
passar edilaes, qae serao publicados pela imprensa
e affixadus nos lugares designados no erl. 129 do
regulainenlo 11.738 do 25 de novembro de 1850, e
no arl. MI2 do cdigo commercial.
Dado e pastado nesto cidade do Recito capital da
provincia de Pernambuco aos 3 diis do mez de se-
lembro de 1855. Eu Francisco Ignaro de Torres' *lrl"d(! do regalameulo do alrairantado, a
interino o flz eserover. miui I"8 tod embarcacoes aprsenla
O |diarol he fio. de cor aaloral, ohuIcih cala
na elirvacJo de 70 pea cima da nitral do mar, e po-
de ser visto era urna distancia de 8 mil ha. am lempo
claro.
Esta pharol, alem de matear a posicao aquella
parle da reato de HespaaS, tambem sene copio
bilis, para o baixodjajjBaaua da parto do N. O.
do qoal o pharol dea
como 11,8 milka.
Todas as detnaicafoes ala mataatkas
Asfignado. Jatos Washington, hydrograplw.
REPARTICAO' 1IYDROGRAPIUCA DO AL-
MIRANTADO.
Londres 27 ie abril de 18?.
bs.e aviso lera referencia aos seguinle mappas aje
almuanlado : Thames para Medteme
cotias de Portogsl e Uespanha. 1
Guadalquivir, o. 2341, e nuil a lisia de obar
panhoes n. 178.
. E nada mais cnnliuha, ou deca
menlo, que bem e fislmeoto Iradu
gmal. impretso era iuglez, ao qual man
pois de haver examinado com esta e asahada
forme o loroei a entregar a quero m'o apresen
Em fe do que panera presento qae assi e sel-
iei com o sello do mea aflldo nesta mal
roica cidade de S. Sebasliao do Rio de J
25 de julho do anno da Nosso Seahor de
Jos Agoslinbo Barbn traductor i
preto commercial juramentado.
Conforme.Francisco \avier aMasBBBBBBBBafl
forme. O secretaria. Ale
Anjos.
EuJos Agoslioho Barbosa, ddaafl^^^^l
ductor publico e interpreto Cp^^H
lado da praca etc.
Cei tilico que me foi apresenlade t
improssaem iaglea, o qual lillera
para o idioma uactonal, diz
Aviso aos navega
Canal do Prince na entrada do Titas
House, Loudrm Tt) de awio di
lendo-se considerada caateutanle que aa s
Coes adianto especificada, se effecluassem m* a
Cues das embarcacoes de pharol, assim 1
botas do caaal Prince ; pelo presealea
que as mesmas se raalisaraa no 1 de agosto, i
pelo que diz respeito.
As embarcaces Ua pharol.
A embarcocao do pharol do Tomjsm ri reme*
da para urna distancia coate da comprimenlo do.
amarra, ao N. O' 4> O. da saa presento peste]
embareacao pharol Girdler com -a com WF
3 amarras S. 3,4 O. da aa presente posicao, e _
mesus linha de demarcacao de pharol Naptin, em
que actualmente esto, e pele que diz respeito as
Mata*. .
A boia de cr encareada chiaBar-ee-ba Oosto Gif
dler, sera rollocada na .ilremid.de 8. a do baila
Girdler, e a boia com riscos preto e branco que e
chamar Ea*l-lVN.gB#, aar coltocda ua ponto da
f do bata Tongue eerae orna bal isa de dia pare
a entrada do canal da Ratone.
Dar-se-hao eulras inforraaces logo qoe as men-
cionadas all,eracoes.estiverom levadas a fleile. Por
ordem.
AwgnadoJ. Uerbert, secretario.
E nada mais conlinha oa declara o dito doeumen-
. lo, que bem e fielmente Iradaai do proprio 01
mpresso em inglez, ao qual roe reporto, e depor
de have> examinado com osle, e echado conforme,
lornei a enlregar a quem n'o. aprescnlou.
Era fe do que, passei o presente que assignei e
le ocm o sello do meo oflicio nesta muilo leal e h
roic cid.de de S. Sebasiiaojdo Riode Jaueire.aee
de julho de auno de Nosso Seahor de ^T
Agoslinho Barbosa. Iraductor publico e
commercial jaramenlado. ^^dj
Conforme.Fraocido Xavier Bomlempo.
Cnutorme.-O secrelaria, Akxandh
dos Anjee.
Eu Jos Agoslinho Barbosa, eidudlo brasildro. Ira-
ductor publico eioterprele cornn refal joramen-
tado da praca, ele.
Corlifico que me foi .presentado um Impresao es-
cripio em inglez. a qual, a pedido da porte Irado
para idioma nacional e dia o seguinle :
Aviso ao navegantes.
_...,. Pharol do Nore.
I rinity House em Londres nos 28 de aMrcejsle 185...
lendo a alinelo da eorpon>c*a sto chamada
para a difllcoldade que actualmente e esperimciiki
em deslinguir o pliarol qoe exile a bordo ita embar-
c.fao que eiisle com luz 011 pliarol no Nore, per
causa das luzee que apparecem de borda das Cnibar-
c.coes fundeada as preiimdade da meema, em
/r
Bandeira, escrivao i
Anselmo francisco Ptrelli.
DECLARACO ES
CONSELUO ADMIMSTRA1IVO.
O conselho adminisalivo, em comprimenlo do
art. 22 do regulimenlo de 14 da Ueiemhro de 1852,
tos puhlico, que foram aceitas as propostos de Jos
Kodrigies da Silva Borba, Manoel Jonquim de Mi-
randa e Sooza, Claudio Dubeo, Ju3o Carlos An-
gusto ds Silva e Joao Fernandas Pa.enle Viauui,
para fbrnecqran ;
O primeiro, lo libras de (rincl a 930.
O segindo, um livro meslre com 80) folhas, para
acompasla de artificespor 8> rs.
O lerteiro, 8 arroba de plvora grots a 800 ris,
2 dita. O qunrlo, 2 oculos de alcance a 308 rs.
O quinto. 150 meios de sola corlida a 3#500 ri.
E avisa aos supradilos vendedores qu< devem re-
luz clara quanJo esliverem fundeada ; ji
convenienle que a qualidade da luz fluctuaj^^H
Nore losse mudada, e por tonto fru-te publico tf^^H
da til de junho proiimo a la do Nare nao apeare-
cera mais como urna lu Hi, que am seu tugar
apparecer ama luz revoltete que apreeeufer ura
fuzl ou relmpago de luz clara com intervalla d
aeguido. Por ordem.
Aaiignado}/. Herb:
E nada mais conlinha
ment, que bem e fielmente Iraduzi del
gmal, iropresso em ingle
pois de haver examinad,
me, 11 lor.nei a entregar j
Eei f do que paseo,
sellei com sello do ice
?''<*< de S. Sebasliao do Rio del,
de jerbo de anno de Nossa Seahor d.
^ossnfto Barbosa, traductor publico e inlerprele 1
comraercial juramentado. ,
ConformeFrancisco Xavier Bomlempo.



Altxandre Rodrigues
V
i
V
*

w
1
l
r
i
i-:
m

Conforme. O secretario,
do* Anjot.
Ba Jote Agitliaho Barbosa, eiiadAo ibraailelro, Ira-
duclor publico e inlerpilre ommercial jararaen-
l.do di praca.
Certifico qae mefoi apre.enlado um inpresso et-
cripta aa inflea,nl UU.ralmeaU traduzdo para
o idioma nacional, diz o seguir, le :
Arito ao* naitianlU:
N. 16.
_. Irlania, cotia te le/te
i^I. ,-D""d*"' (|u* relmpago da faail.)
Vrf V S. a *,* h*w WrtwM um pharol deolro
da eutrada do canal do ancoradouro de Dapdalk, do
quai appan-cera ama luz na tallada 18 de janho
pmlmo de 1855, o quil, de hje en diinle, estar
aeeso (odia a nuiles do por al ao nascer do
luz serri de relmpago, stc- ba, orna loa fu, va-
l por fur.is, dando um faail em cada quinte se-
ne ; a sua poola do foco Sea 33 ps cima do
"vel do mar em marea chelas, o em lempo claro he
vitlvel i urna distancia de 9 milhas.
Para o lado do mar, a lu aparecer de urna car
natural, oan, demorando na direccao O. 1,4 N., e
N. 1,2 O., flear maacarada o* colarla na direc-
cao do reelfe de Daan)-, enlre as dtmarcacOes de
N. 1,2 O., e quarla e meia a Leste. Tere urna cor
encarnada para o lado do O. da baha de Dundalk
o apparecem clara para o lado do nortu do canal do
.incoradoaro,
O pharol tita upportado sobi pilares de uma cr
"""^' *ID"r^*do, tm form bertas por bailo
'lo edlflcio, que he de ama frma oclogonal e cor
."0'- FS ,IB? d.*te CM* do P1"1"01 lm om
laelo ou lelhado de forma de abobada. Est na u
litada de SO*, & e 40" N.. e longitude 6 a 18'.O.
dentro da entrada do canal, demorando dos rochedoa
ile> Mello (eiD frente da Poola Codev N. O Jin
.HtUnle 51,3 milha. ulicas; de Dandalk Palch
M.Jm mld0,) J-MO.3,4 O. dislanci.
? 1,4 midas nuticas; do* reeifes de Dumny (a
canal, que amigamente corra pelo noria da ca-
ta do pharol, otra agera pala su I da esma, e pas-
ndo-se por elle para rra, orumo varia. Os cipi-
e navios devem dar baatanta resguardo aos p-
Tedas as dt roareac.es sao magntica.
inadoJohn WatAinofox, hidrographo.
Reparticio hfdrograpMca to almiranlado.
Lmdres 16 de abril de 1855.
U participacao auecu as se:aintea carias do al-
udo : canal da Irlanda, n. 1824, costa de les-
"! ,'Maoda, fl 1.a B. ]a48| 1Mm como a iMa dos
pharoes de Inglaterra a Irlanda n. 296.
la-roais cuntinha ou derlurava o dito iropres-
>, flaa bem, e fielmente (rado^i do proprio nrigi-
impresso era inglea, ao qual me reporto, a de-
poli de naver euniaado com eeU e adiado confor-
lornei a entregar a quem '-m'o apreseu-
fdo que pastel o prsenla que etaignei a sel-
Hi com o talle d mea oiDoio nata muilo leal a he-
roica cidade de Sao Sebastian do Kio de Janeiro, aos
21 de julho de aano do Senhor de 1855. Jote Agos-
Unko Barbota, traductor publico a interprete com-
mercial juramentado.
Conforma.Francisco Xavier Bomtimpo.
laia, 0 tacrelario, kxandn Rodrigue
Eu Jos Agoalinuo Barbosa, eidadao braaileiro, tra-
daelor publico e interpreta commarcial iararaen-
lado da praija ele,
i apreaenlaJo um documento
hBpweao em u.gle, nal a pedido d.. parle, tra-
dual hUeralmenla pan o idioma nacional, e diz o
segainte:
PUBLICAQA'O LITTEHARIA.
Acha-ae i venda a compendio de Theerta a Prali
ca do Procetioavil falto pelo Dr. Francisco dePau
a Baplista. Esta obra, alm de ama inlroduccflo
sobre as acertet e ci.cepc.8et em geral, trata do pro-
cesto civel comparado cum o commercial, eonlm
a theoru tobre a appUcatio da cansa iulgada, eou-
trai dootrioaa lumipota!: vende-*, nicamente
na Iqja da Manoel Jot Ltile, la ra do Quei-
mado o. 10, a 6? cada eiemplar rubricado pelo
autor. r
Continua a vender-e a obra de di-
reitoo Advogadodos Orphao, com um
apndice importante, contendo a lei das
feriase aleadas do tribunaes de justica, e
o novo Regiment de custa. para uso dos
juizes, escrivaes, empregados de justica, e
aquellas que frequentam os estudos ddi-
reito, pelo preco de 3^1000 cada exera-
plar; na loja do Sr. padre Ignacio, tua
da Cadeia n. 56 : loja de encadernacao e
livros, ra do Collegio n. 8; pateo do
Collegio, livraria clstica ti. 2,ena praca
da Independencia n. (i e 8.
PIMO DE PERMMBUCO QUtRTX FElM 6 BE SETEMBRO DI 1855

O agente Oliveira continuar o leilao por or-
dem do Sr. cnsul dt FranSa, e em presenca do seo
chanccller, por aatorissao da tKandega desla cida-
de, e por coma a risco de quem perlencer, das fn-
zendas, couros de bezerros, barricas com farinha de
trigo, 2 qaarlolas vmho de Burdeaux, candieiros
com vidros, calzas de papelao para chapeos e cha-
peos de castor e de mola averiados d'agua salga-
da, salvados da bordo da barca francesa Giirtoi.-o //
vi". l .'A. !""" I, lugar denominado Mara
dan-
rfir fwediinham sido" emb7rc"da"e
a esle ultimo porlo : qoarta-feira 5 do
tarinha. na sna recente viagera que fazia proen
ie oo Uavre com deslino a este pnrlo o da B(
sendo que eslaa fzendae linhnm sido embarcar
nesnnadas a este ultimo porlo : qoarta-feira 5
t.,ue" V1 ll0^,, da m""Ma, no armazem da re-
fenda alfandega.
a.r,0anl?"ei" 6 *" crrenle far-se-ha leilao dos
gneros da taberna sita na ra do Forte n. 2, em lo-
tes a vontade do comprador, e armacao.
AVISOS DIVERSOS.
THBATHO
Arito aot naceganttt.
N. 15.
llanda cotia do Oettt.
l.at Bu ata Broadhavon.
' f?** **" 'Paraco de Dublm faz publiee que
te edificou um pharol na lado do oesle da enlrada
<*> canal da balita de Broadhaven, do qual apptre-
e,m?BA.,UI"" "" d0 Prlmeiro da junho prji-
mo de !S5o, a qual ser aecesa esde aquella data
coi (oda* as noliat do por at ao nascer do sol.
curan luz fita, apparecendo com a cor
clara, segundo te v das deraarcacoes de S.
.B-aM-H. E.U|L. pelo lado de
le um eor encarnada aerando se v* dal ba-
ha entre N. 4 1,2 aoN. E. e N. E. 4.. da lesle : a
la dai luz esll 87 ps cima do nivel de laguasvi-
w mar v>a. e em tempe claro lie visivel pa-
itado do mar ero distancia de 12 milhas.
i circular da cdr de pedra, tem 50 ps de
Mera da soa bise al ao alio da abobada. Est
ocada na Ponta de Gubacailiel, na laltilude 54.
lde9.<'5810., demorando da Pona
^(dot reolfet da) S. S. E. 1,4 B. (lisiante co-
-*,*1'2'}h*i'aBtieat-da ilha Kid 8. O. 1,2 S.
dMtaait 33,4 milhas nai u do rochad* Tidal (uo
canal era frente 4 estacao .a guarda eosta) N. N. E.
,2 a late dudante 3,4 de milha nnutiea.
Ao entrar da baha de Broadhaven, deve-sa con-
servar abena a loa para passar safa dos recifes
era rrente a Pona Brris, e navegando pelo canal da
baha, pura pastar em alara do rochado Tidal em
frentea asustada ntrda Cosa, davo *;guir palo
laadekssle ou por (ara dea limite;, da cor encarna-
da da pharol.
Todas at demurcacISaa*sao magne.icas.
Attignado.Joto Watkinglon, hidrographo.
Reparti(;ao lii.lrograpbiga, almiranlado en Lon-
dres aos 9 de abril de 1855.
Esta notificaclo alTecta a lisU dt pharees ingleza
a irlandcza n. 323.
E nada nais continha ou declarara o dito moret-
eo que bean e lie IraenU traduzi do proprio original
osc-iplo en ingles ao qual me reporto, a depoit de
haver ezamintdo cara este o adiad i conforme o lor-
aal a entregar a quem me o apretinlon.
patelo prsenle que utignei e
**! "ra ci ne-ta mnilo leal e
Iraroica cid obasliao do Rio de J aneiro.aos
2o de julho do nno da Notso Senhor da 1855.Jo-
>'- -igotlinho Barbota, Iradaelor publico s interpre-
ta i aoimereial jiirt mentad
Conferaaa.-~./rtT)cit> .Vaw'ar llomlempo.
onforma.C sacrelario, Alejandre Rodriga**
alas Jnjos. m
lata do consulado provincial se faz pn-
ilico aos conlrituintes da impostis, cujos dbitos sao
dependentes da laneamenlos, e que inda nio foram
pagot dentro do anno flnanceiru prximo pasgado,
qne oa poden raalitar nesta repanico al o fim du
tan, fludo o qual patsain a ser exeeulados
t totkisosquedeixjram de pag.ir os do anuo de 1854
, C0NSE1.U0 AMIMISTIUTIVO.
iidminislralivo tero de comprar os oh-
Sectot.teguiiles :
'an proviraemo dos armazaos >lo alnioiarifado,
prirneira e segunda diste,
aa da amarado, 6 ; eottadlnhet de dilo, 6.
5.a diste.
ras. 60 ; taias de bomba, milheiros, 8
dito douradas, milheiros, 1 ; pecaa de iiu de linh
aacarnada, 36.
Botica do presidio de Femando.
riee. liara, 1 ; balaamn de lionavente,
ahaH da papeulas, libras. 6; caothari-
; f.nulas de cupaliiba, caiiinhas, 12 ;
caiiat vasias pira pillas, dezias, 6 ; etpirilo detal-
amoiiiaeo, libra, 1 ; dilo da viulio, ranada, 4 ;
flari;*da rnica, libra, 1 ; fumaria, libras, % ; fivdro
farra cyaiulo da quinina, ansa, 1 ; iodurelo da
chumbo, onpi. 1 ; jalapa era pti, libra, 1 ; lerov
praUvo a. J a 4, garrafal, 20 j malvas, libras, 8";
Dotvemica ero pn, onsas, 8 ; opodeldoc, vidros, 20 ;
pulpa de Umarlridoa, libras, 8 ; qaasfa, libra, i ;
rolhas da eorlca, grozat, 4; saotonlna, onca, 1 ;
tenne, libra, 8 ; saropa de aaf, vidros, 12 ; dilo
da ponas de tpargo, garrafal, 13.
Hospital da racimo presidio.
Altas e balsas hnpressas s maoeiradat do hospital
regimanlal datla provincia toa dlxtres diversos,
Dita* Imprewai com os dizeres segoinle*: Tem
aliado hospital deitc presidio o sentenciado F.......
eiosoceorridoal e vai soceorriao at Ilos-
P'UI nacional no presidio de remando de Noronha,
ann, tamanaete mentaet, sendo 288
temaoaat e 48 raentaes, a inaneira dos
>t regirneuUI desla provincia com os di-
rtp, a endo as catas aaaiiiiites:1,056.
QaarlobUlhlo da artilliaria a p.
Sigondo balalhae de iiifanlaria.
"Havo batalha.de infanlaria.
na bMaikau de infanlaria.
cimo baUll.ao de infanurla.
umpanhia de cavalltria.
Compauhia da aficee.
Snnlaaeiados.
Paisano..
Pupalaiat impreasaa, 1,000.
Oaom ot quirer vaader apretante ai suas propoi
secretaria do coiitellio s
10 hars do da 5 da selembro prosimu fu loro.
Secrelaria da oonselho administrativo para'forne-
riuientu do artennl de guerra 30 dn agosto de 1855.
-Joii di Brto ngltz, coronel pratideuta.Ber-
nardo Prreirad Carino Jnior, vogal a secretario
DE
S.IH ABEL.
Sociedade Dramtica Emprezeria.
BILHETES VENDIDOS PABA UAS BECITAS.
Por ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, o espectculo do festejo do da
7 do corrente sera' mpreterLvelmente no
da h.em consequencia de varios festejos
aqueS. Exc tem infallivelmente de as-
sistir no da 7, que lhe prohihem de acbar-
se desoecupado a horas competentes de
poder tambera assistir ao espectculo de
grande gala, a que nao pode faltar.
PR1MEIRA RECITA.
QUIKTA.FE.tU 6 DE SETEMBBO DE 1855.
Espectculo em grande galla.
ANN1VERSARIO DA DEPENDENCIA DO WPEBIO.
Logo que o Etm. Sr. presidente da provincia
comparecer na toa tribuna, dar principio ao espec-
tculo, o uovo elogio dramalico, intitulado,
A INDEPENDENCIA DO BRASIL.
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva,
tem uma carta na livraria n. 6 e 8, da
praca da Independencia.
No armazem de madeiras, da ra do Sol n 25
grtsft-M de fallar au Sr. Verissimo Antonio da
Actores.
Leopoldina
Personttyens.
Brasil .... A Sr. D. Mara
Despolisrao. ... O Sr. Beterra.
Liberdade A Sr. I). Leonor.
rindo o qual, e a vala das efligiesdeSS. MM.
uma mnsica marcial locar dentro da scena o hvm-
no da independencia, cujo ser repelido em canlo
Portada a compaohia, acompanhado pela orchettra
I)epois de execulada a grande oreheslra a nova e
ouverlur. Fra-Diacoln, represenlar-se-ha o
bda
novo drama era 3 actos, inlitula'do.'
1COROA HEREDITARIA
ou
0 PERIGfl DOS POVOS.
Pertonafen*. Actore*.
Chnttierno, rei de Dinamtrca O Sr. Senna.
Suenon. eu filho. Bezerra
Uonde Maguas, primeiro mi-
oislro ..... %
Mrquez de Thorwich. \ \
Conde de liolberg. .
Brands, amigo de Sanou '. '.
Olaua. fidalgo......
Eric Slerson, capilo das suar-
das .........
Alberlo Sterson, lenle irmAo
do dilo......
OlQoal du Paco.....\
Cra Porlelro. ...i.'."
Um Mestre deCermoaas. .
Um Pregoeiro ..... J
Cristina, tobrnha do conde de
Magnus.......
Ofticiaes, cortesaos, povo e rebeldes.
A scena pasaste em Copenhague.
Ot intervalos dos actoa serlo prehenchidos com
novasivmphoniar, inclusive acavatin. abrigada
a clarnieu, da opera Matnaditri, execaladas pela
oreheslra debauo da directo do insigue artista o
or. Pedro >ocasco Baplista.
SEGUNDA BEC1TA.
SABBADO 8 DE SETEMBBU DE 1855.
Depoii da execnsSo de orna bella ooverlura, re-
presenUr-se-ha pela prirneira vez neste Iheatro.?
muito eicellenle drama era 3 actos e 7 qualros int-
tulado,
Mandes.
SebatliSo.
Bozendo.
Minileiro.
A. Lisboa.
Pinto.
Sania liosa.
Lima.
N. N.
N. N.
Luzehio.
Sr D. Leonor.
Craz Soares.
GABINETE POBTUGUEZ DE LEITUBA.
A directora do Gabinete Porluguez de Leilura,
em cumpriraenlo do disposln nos ij 5 e 6 do arl
os eslalalos, e cora orevia aulorisaCao do con.ellio
a^TT,,n0di!?,5d0 COrren,B 'Wecar
um curso de geographia e oulro de linsua franceza,
gmle Sera' ,,,ern!,dis PeI ma se^
As de geographi. lodos o. domingos ao meio da a
todas as qumlas-feiras, 4, 7 horas .la noile.
n,..,|.K.il',',U*!rraJ,"',,Mlorta" '"^-feiras a lodos
os aabbados, as 7 hjras da noile.
Aquellos senhoies socios de qualqaer dasse, que
uizerera frequenta-lo, ambo,, o. algum delh"!
vro de matricula que para esse lim se acha eiposto
rio a relaCao dos livros de que devem munir-se
tunraRibtiro, 1.. secretarlo.
a fu fe'a?. C"ili0 .P"e" de C.rvalho tem
da nrac". d, i |R' ''f Ja"C,r' "a livraria 6 .
aa praca da Independencia.
O aMM aasignido oirerla ao Hospital Porlu-
guez em Pernambuco, metade da torte quesahir no
b, hele, ole.ro 3357 da ultima parle da priraer.
/riVfl0iymnM, Pcrnamb"Mno- Daniel Jo,
.JTP/eC'""*? d"laa8 ""'* uma 1ue entenda de
Nova n. 17 qUe COlUhe e e,,Somme I ra
A pessoa que precisar de uma ama particular
para cnar um menino de leiie em su casa, dirija!
romq"rar.d,.rCali,,,OU'M"n- 10' ^ >
Quinla-fera, ;M) do mez prozimo passadolS.
sappareceu do poder do ahaixo tssignado a SUa 7.-
crava crloula, por nome Priaciana, de dade de 19
annos, levou vestido de chila esenrac panno ,la Coa
h:.,COn!.S'anq.Uei,0da,,ela Ba-Vi5,a Procurando,,:
ahur asi pessoas que a enconlrarem tragara na ao
largo do TerCo n. 30, que serao recompensadas -a
Jim como protesla-se conlra qualquer petsoa que a
lenhaemseupoder.-M. J.doPar.lzo:
Ayisa-te ao Sr. Luii Delouche, reloioeiro de
nao enlreg.ro relogioqoe o abata as.i*n7d |he
deu para concerlar. por io que o recibo queden
fo. perdido, e era da n. 316, o relo2io f V o
qual s dever* entregar ao abaiio assign.do. firVdo
raeTnla alRUm M m"lt- ~ ***?
.!" Pfferec se P"a caiieiro de qualquer casa d.
necocio. ezceplo hiberna ou padaria. um moc por
5S '"" h3T[C PralCa d0 "esociT eCcscr"
*Vl' e Wn>."Baraa pratica de escriploracao
quem do sen prestimos* quizer ntilisar o Sffd.
fiador de sua conduela podera" annunciar para r
procurado oueniaodirigir-sc a ra do Encana
menlo armazem n. 76 A. *"canta-
Na roa Novan. II, |na fmnrp/i ,i wa. ,
^rb^r^rru^^rco^ranodr'ra pa-
**SSXtS5&Z Apoil0 am siue"! com am
o ae caaeit de relogio. com duas cornalinas dan
do os Manaes cerlos se lhe entregar na nr-sa do
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo P "
O secretario da irmandade de S. Jos
IRMANDADE DO DVIN0
Ati KPIMTOSAHTO.
Achando-se concluidos os reparos provisorios ab-
oloumenle precisos para a celebracao dos oTicio.
divinos na reja dot ejlnclos jesutas, que o Etm.
presdanle da provincia movido por am mmenlo
verdadeiramenle pi eorlhodoxo enlregou a asa ir-
mandade, vaiella trailadar para all no da 9 do
correnle o emblema do seu divino padroeiro, proce-
dendo-tepara esse fim no dia 8 a necessaria recon-
cihacao ; lado pela forma seguinle :
No dia 8 as 8 !, horas da manhaa ahir a irman-
dade de cruz aijada da igreja de N. S. da ConceiC8o
dos MitiUres em direccao a um barracao, que se man
dar levantar era frente da igreja profanada, para
all receber o Eira, bispo diocesano com o reveren-
do clero, o Ezm. presidente da provincia e maii au
tondades prev.amonle convidadas. As 9 horas,
tendo chegado S. Ezc. Rvm. dar principio ao cere-
monial da recoucihatao, cuja conclusao ser aniiun-
ciada por girndolas de fogo, e a este signal, que
cer ihcaru os (ais de que o lemplo profanado por
lanas torpezas se ada purificado, e prozimo a cele-
brar-se em seus altares o sacrificio encruenlo ; espe-
ra-se que os tirs. adminislr.idores das igrejas desla
cidade manden dar um repique era suas torres. .Eo-
lio se franquearlo as portas do lemplo reconciliado
ans neis que quizerera assistir a mista cantada, com
ansie pregado ao Eva.igelho pelo Rvm. padre
mes re presador da capella imperial Joao Gipitlra-
iio de Mendonca, com o que se lindar a solemnida-
de desie da.
No dia 9 as i horas da tarde lera lugar a traslada-
cao em procissao formada pelas irmandadei convi-
da iaa que te dignaren] comparecer, pela maneira
aeguinle : em frenle os guiet lomando a esquerda
0 da nossa irmandade, era seguida aa cruzei aecupan-
do o primeiro lugar as das ordens leiceiras. depoisas
das irmandades do Sanlissimo Sacramenlo, do 8e-
Boin Jess, de Nossa Senhora, S. Jos, Almas,
Anna, Sania Rila, e linalmcnle as do Divino
tspinto ^anlo ; logo depois, em alas e successiva-
menle. as duSs irmandade. do Divino Espirito Sanio,
formando a ala direila a erecta no convenio dos re-
ligiosos de feanto Antonio ; a de Santa Rila, San-
1 Anna, Almas, S. Jos, as de Nossa Senhora, as do
Senhor Bom Jess, Sacramento, ordens lerceiras,
ordens religiosas, clero, e filialmente o palio condu-
zido pela mesa da irmandade de N. S. da Conceicao
dos Militares, a quera o ollerecrmos como insignia
mais dislincta em signal de grali.hlo pelo benigno
acolhimento que nos deu por espic.0 de 4 annos. O
andor precedido de 22 figura sirabolisando as Ires
virtudes iliaologacs, os doze fruclos e os sete dons lo
fcspiriln Santo, oceupar o cenlro das alas condutdo
pela nossa mesa. Os Srs. ministros provedores e
juizes das irrealidades que comparecerem seguirao
alraz do palio ; os ors. secretarios, escriviet e ca-
peliaos alraz do andor.
A procissao assim organisada seguir em direccao
a nova igreja do Divino Etpirilo Sanio pelas ras
Nuva, Cabuga, Praa, Crespo e Collegio, a recolher;
depon de uma oracao recitada pelo reverendo padre
Grego, te entoarn o Te-Deum-Laudamus em aeco
de sracas ao Todo Poderoso, que por um encadea-
menlo do eslranhos successos ludo preditpdz para
que te realisasse a reabilaSao de 13o masnifico tem-
plo ; com o que lindara loda a solemnidade.
O emblema do Divino Espirito Sanio sobre o
apostolado ficar por 8 dia czposlo vista dos liis,
que em toa nova igreja quizerem diriglr-lhe preces
para que nos preserve da lerrivel epidemia que fla-
gella algumas das provincias desle imperio, aos quaes
se roja roncorram por esta occasiSo com a esmola
que a sua piedade Ihes dictar, para adjutorio das
obras desla igreja.
3
Precisa-te alagar 2 pretos: quem os tiver sn-
nuncie ou dinji.-se ao aterro da Boa-Visia n. 41.
rr ^I"8"SC D,m 'Jli0 "" Torre- mr8,n d ra,
com cata da sobrado, completo de bom arvoredo
"Pra wnvM.:ocheir. eslribaria ele: na ra
da Sania Crns n. 70. "
Consulado de Portugal em Pernambuco.
Por ordem do Sr. consol de Portugal, e em obser-
vancia ns recommendacea ofliciaes, recebidas neste
consulado, com daU de 11 do mez panado, da subs-
cnpcao geral dos correiot am Lisboa, motivados pe-
asiiumigaces, corles a ootros processo, qae por
aeierminacao do cooselho de Saude Publica do Rei-
no, pastara as carlat e imprettos remeltidos desle
Tr"^' '5-faz Poblico> I" os jornaet qae te hau-
verem ue dirigir d'ora em dianle para aquella remo,
oevem ser Techados da ferina e maneira seguinle :
i y* Jrn"M d'evem ir fechados conf cintas de
pape lorie, convenientemente subscripl.dos, e nun-
ca alados com cordeis.
2.a Na margem de cada jornal deve lambem ser
esenptoonome da pe,90a a quera he diraido, ea
ierra, aura de se saber a quem perlenca. no caso de
Iw, Per?er a cil"a- Comnlado de Portugal em
rarZo h 1-' selem1' 1 1855.-.S. M. Altee
taraoto, chanceller inlerino.
crmrrc,a'Se de, um" p"soa auc enlenda de es-
"'P'urscao. para por em da a escripia de uma casa
ue commercio : na ra Nova n. 38.
enmmmt'J""'6 6" "1* "m* 1"e "* cotinhar e
SER P"--depouca familia: na ra do
trapiche n. 11, segundo andar.
Brasi
# de
NUMERU,**938
Antonio Jos Peres da Silva declara aos
's amigos e freguezes, lano do imperio do M
como do remo de Porlusal, que acaba
ter miseravelmeiile falsificada naquelle m
mpeno a chapa de que ha mullos annos lem a
usado nos involucros ou invollorios do relroz
e torSal que vende e exporta, como prova pe-
lo annuneio publicado pelo seu correspon- Z
denle nos Jornaet do Commercio, Mercan- m
til e Orarlo do Rio de 30 e 31 de maio e 1 M
ue jnnho prozimo passado.
A conlrafac^ao he fela por meio de es- Sb
lampa ou lilhographia; mas de forma lal S
que sem mu.lo cusi a conhecequem prestar *
alten(o: S
JA que a chapa, em locar de impressa,
>e estampada e ot lypos e tarja nolavelmenl 1
io alterados.
. n?; A1ueoaolrcaiTndeu nem e.r- 1
n portn oulro genero .le relroz e lorcal (com Z
chapa) que nio fosse de quali- {J
Preciia-ie de urna ama forra ou captiva, qae
tiSStS:na r"da adeia R-if?
0 Dr. Sabino Olegario LodgeiV Pinho
mudou-sc do palacete da ra de ii. rancis-
co n. 18A, para o sobrado de daos anda-
i e .n.6, ruada Sanio Amaro, (manda nova.) I
f>a ra da Cru/. n. 35, segando andar, d-se
dinheiro a juros sobre penberes de Dar ou praU
era pequeas oa grandes qaanlias : a tratar na nos-'
ma roa n. 43 loja.
0 proprielario do engenho Ulinfja de Cima, na
fregnezia/ do Cabo, avisa que d'ora era diante ai ea-
vallos de sua fabrica serao ferradas cera assaguinles
ma.r''as. asabar : sobre a anca esquerda o nome
LRTADO- sobra a direila o comeUT-INGA :
qualquer auloridade policial e pesaena inlereseadaa
na repiessao dos furtos, qae encontraren ditas ea-
vallosera poder de alguem que parec tuspeito. ou
com cargas que nao tejam proprias da atUbeleci-
meiilo, po.leraoapprehtnde-losaenae te preaurem
a dar um conheci.menlo idnea, poit os eavaltoa as-
sim ferradot nao te negociara.
OU
Os Incendiarios.
Actoret.
O Sr. Senna.
A Sr.a l). Leonor.
O Sr. Bezerra.
a Sebasliao.
Lisboa .
Bozendo.
a Sania Bota.
Mondes.
Pinto,
a Monleiro.
a Lima.
Euzebio.
ASr.D. Leopoldina
Amalia.
. Rila.
a Jetuina.
Janoaria.
Cara
Pertonagent.
Conde de Carv i I le. .
Feliz.......
BarSo de Saint- Val. .
Jeronymo, lavrador .
Maire.da Aldeia de Saint Pol .
Cora, da nicsina......
Thomaz, rendeiro.....
Chriilovao, toldada velho. .
Chambn!, chee dot incen-
diarios ........
Loupy, mendigo......
Rouget, joven vagabnndo .
Germano, criado do conde .
Amelia, iilha do conde .
Josephina, criada de Amelia .
Madaine Thomaz.....
Borali, velha mendiga, .
Malhilde........
Convidados, credos, aldees'soldados.
A scena pastase em Franca no anno de 1830.
Dar fim ao espectculo o novo e ensraraJo duet-
(0, intitulado.
A PANELLA DOS FEITICOS.
Cantado pelo Sr. Monleiro, e a Sr. D. Leonor.
Principiar s 8 hora.
A sociedade dramtica emprezaria possuida do
maisvivo reconhecimculo, agradece coidialraenle
ao Exm. Sr. presidente da provincia a coucerlo,
(com que houve por bem honra-la,) deslas duas're-
eitat em festejo do grande din que marca a memora-
ve] Independencia do Imperio do Brasil.
Todas as pessoas que lem bilheles encommenda-
dos, queiram mandar buscar al quarla-feira 5 s 2
horas da larde, flcaodo d'esse dia e hora sem dir.iio
a reclamarlo goma, cato nao mandem buscar as
suas encoinmendas.
O resto dos bilheles acham-se venda nnescrip-
lorio da sociedade, entrada pelo fundo do theatro.de
manhaa das 10 ai 2, dai 5 as 9 da noite.
AVISOS MARTIMOS
mandar entregar qmo".'n',eS a^reTpecUv'o "u.^oT
r.7' P"":13''* P'imeiras, Ppor Urem ,e"
ser substituidas por naftas de novo padrao.
r-JT ,Roi?V" ao Sr- esludante morador na ra Di-
d!m.!TdeC-'er-Sa eom "a candalow proce
lmenlo, poit nao queira desinquietar a quem vive
liouestaraenleera companhia aVsa.>at, e'aSt abn
sando da franquea, das donas da casa onde a
morando, e rae,mo servindo-se de oulra casa de um
seu araigoe m-te par, mell.or sal faze .eu m o
proced,menlo,Vj. sua senhoria se n se ,meTl' r
cora esta atWerlenca sei onde mor. seu pai 1.
oezia de Barreros, proprielario do engeiil T
quera me avisa mea amigo he- on8eo'> ?.
i Vnoffendidn.
Boga-ie ao Sr. Leobfno Soriano da Silva me
presisle de cai.eiro na ra Auausla, que dir^a-se a
ra da Cadeia do Recife a um negocio de ten V.
,l.7i^a'.5r0fe",eiirlfa,,ci6nle,,0s ,oc'" lo Bales
de ^ez fei qBJ V*'""1** P "agnelico b.
de seila-reira, se achara em seu poder, e os memos
dre-larrnLrmU"rem C",a, de a",id,ncaTd-
di.i) rumbera o mesmo pede ao publico em geral
para que defronle da propriedade do IS
ana ysem osadmir,veis p^ass^os que leen, de r ez .
culado, por Mr. profes.eur que na arle.de dans he
asimio nao obslanle conhece que es.es Bodes m
d.m-ne, traoilornar, ,i,i que" he muilo SpraPVP
que (.lgo.ra)venh. ao conhecimenlo de ,BaPa iTce,,
Cnao fo, dada para ir ao baile (se baile ,eD-
h*KlffJ!*^J*Sf, e simara
decente o Iheatro.
ir n um diverllmenlu
Attenco.
GOaPAKIIll DE SEGLROS EQ.1IDYDE.
CIDADEirPORTO.
AGENCIA EM PERNAMBUCO,
RA 1)0 TRAPICHE N. 26.
O abaizo atsicnado tcienllfica a quem inleressar
po.sa. que os actuacs directores desla companhia
lllms. Srs. Bernardo Jo.eMachado, Manoel Marlins
Ponlcs e Francisco Ferrera Ramos, em caria de 10
do passado, declararam, ler-se-lhe apresentado pou-
cosdi-s antes osdocumenlos relativos ao naufragio
no Rio Grande do Sul, do patacho .Sania Cnt, so-
bre os segaros eflecluados ppr esla agencia aos Srs
Luiz Jos de Sfi -Vraujo em rs. .5003001). e Manpel
JosodeSa^raujoemrs. 1:8009000 moeda desla e
que lendo sido ja examinados, iam fazer inlegral-
rnenle o pagamenlo d'essas quanlias. Esla decisao
rormal, como era de esperar, cvidenlemenle com-
prova a boa f e sinceridade da companhia, e desva-
necer as falsas impressoesbous oflnqsque lhe
prodigalisavam, affeclados mleressados. O abaizo
Sasigaada, agrarteceado aos nao poucos senhores con-
currentes, que com a sua coiilianra lera obsequiado
a companhia, declara que eonlina
em navios e camas, para todos*os'i
nhecidos, a premios muilo razoave,
Troncas condicOes que terflo religiai
das.O agente, Manoel Duarte R
Do armazem do sal, na Boa
um cavallo caslanho peqoeno, mag
galha apparelhada do serllo com
pescoro cum uma lira desoa ; p
mesmo armazem, aonde se recoinpnsarn
tver pegado.
Perde-se lOaOfv- ,. em/edalas,
sido na ra de Horlas ; quem o liver adiado e qui-
zer resliluir, se lhe dir as qnantias das sedulas e se
recompensar : na ra Direila n. (9.
. Josl'ereira Caldas previne aorespeilavel pu-
blico, que lem cacado os poderes que havia dado a
Manoel Francisco da Silva Frazao, ficando tem effei-
te. algom a procurarlo qae lhe havia passado, e como
lhe consta que nao obstante ja ler islo mesmo decla-
rado ao referido Frazao.esle prosegueemrequrer no
juizo, usando de poderes que j nao lera, prolesla
usar dos raeros quo lhe facullam as leis, se laes fados
Olterece-se um homo para caizeiro de qual-
quer casa de uegocio de atacados no trapiche, oa a
relamo, a.ale para escripia, peis lera bstanle pral-
ca e esla arrumado ha raais de anno, porcm por um
pequeo motivo quer sabir da casa : quem naizer
annuncie. ^
Espirito Santo de S. Francisco.
O secretario da irmandade do Divino Espirito
Sanio, erecta no convenio de Sanio Antonio do Re.
eife, aulorisado pela mesa resedora, convida a lodos
os seas charissimos rmais para comparecerem no
mesmo convenio, no dia 9 do correle, pdas 2 ho-
ras da larde, para, encorporados, ncompanharem a
procissilo do Divino Espirito Sanio, que lera de sa-
bir da Conceicao dos Militares para a sua oova igreja
do Collegio, pois Tomos convidados pela mesa rege-
dora da metma.
9 seu nome e
O dade superior.
Oaulor.alemdeoulras providencias qoa 2
2 r, i"P' a t0mar' allera d*ade j a cha-
9 pa de que tem usado, com am novo sinele
9 c nova prevengo ou declarado as vinhelas
encar/iada e azul clara, afim de nao disper-
!ar o mieresse srdido do. piralas e com- _
9 nuar o teu ramo de commercie com o amigo aL
9 credilo e nunca detmenlida repulacao.
M Kecommenda raais aos coroprador'ei lodo o
cuidado no ezame do relroz e da chapa, pa-
9 ra obslar a que sejam illu lidos.
A Porlo 17 dejulho de 1855.
f
i
-*

Precisa-se
aceiUr seguros
'S e porlos co-
e com as mais
inle compri-
Lt.
'ta, sumio-se
CfttT uma can-
choc.ilho no
er entregue no
a quem o
para uma casa de pouca familia
uma ama qae saiba cozinhar, engommar e fazer o
mais servico mlerno de uma casa, que lenha nessoa
idouea que afiance a tua conduela: quem se adiar
neslas circunstancias e qaizer aproveiiar, diriia-se i
ra estrena do Rosario n. 41, lerceiro andar.
Precisa-se de uma ama par. urna casa de Ires
pessoas de familia : na ra de Apollo n. 19, nn-
meiro andar. p
Precisase de uma ama para o servico memo
de uma casa de pequea familia : na ra eslreila do
Rosario n. 10, lerceiro andar.
AttencSo.
Precisase fallar ao Sr. JoSo Jos Lopes a negocio
de seo mieresse : na ra dos Marlyrios n. U. Faz-
te este annoncio por jgnorar-se sua morada,
Em praeja presidida pelo Sr. Dr. juiz dos feilos
da fazenda, depois de sua prozima audiencia, e n.
sala da mesma, se ha de arrematar uma casa terrea,
sila na ra do Jardn n. 61, com 20 palmos de fren-
te e 60 de fundo, coznha fura, quintal murado, ava-
hada por 6009000, peuhorad. por ezecurao da fa-
zenda nacional, conlra a irmandade de Sa'nla Ephi-
genia : os pretendenles coraparecam no lanar e hora
do coslume. Recife 1.- de seiembro de 1855. O
soliclladordojulzo, Joaquim Theodoro Alcet.
l DENTISTA FRANCEZ, S
Paulo liaignouz, denlisla, eslabelecido na
roa lara do Rosario n. 36, segundo andar, *
collora denles com a pressao do ar, e chumba "m
dmles com a massa adamantina e oulros me- aa
laes.
Em praca presidida pelo Sr. Dr. juiz dos feilos
da Tazeoda, depois de sua prozima audiencia, e na
sala da mesma, se' ha de arremalar urna grande
quantidade de pares do cislic.aes de vidro, copos
para asua, ditos para uso de Uberna, cliz para vi-
nho, garrafas grandes e pequeas linas e ordinarias
copos para champagne, saldrs, moslardeiras com
lampas.e colher de vidro, ludo avahado por->7is>(io
rs., penhorado por ezecucao da fazenda nacional
conlra Lenoir Pagel : os preteudenlea para verem
ezaminarera os cbjeclos iicim, dirijam-se ao depo-
sito geral, e comparee,am para a arremalarao no lu-
gar e hora do cosime. Recife 1.- de setembro de
tS.x>.O solicitador do juto,
Joaquim Theodoro Alcet.
Era praca presidida pelo Sr. Dr. juiz dos feilos
da fazenda, depois da sua prozima audiencia, e na
sala da mesma, se ha de arrematar uma escrava cr-
nala, com idade de 30 annos. pouco mais ou menos,
avahada por MOJOSO, penhorada por ezecucao da
Tazenda nacional, contra Joao Bernardino de Vas-
concellos : ot pretendenles comparecam no lugar e
hora do coslume. Becif 1.-de setembro de 1855.
0 solicitador da juizo, Joaquim Theodoro Ahet.
APPROVADO PELA JUNTA
HIGIENE PUBLICA DO
RIO DE JANEIRO.
i'M PRIVILEGIO IH
NON PLUS ULTRA
Jos Pais y Bruguera declara ao respeila-
vei publico que tem o prazer de lhe offere-
er as admiraveia virtudes que, ero uma lou-
ga czperiencia lera demonstrado a agua dot
amantes, de soa coraposicao, e sao as segua-
les: cura lodas as en Tenuidades da palle, co-
mo pannos, (com ama garrafa pouco mais ou
menos), sardas (com duas garrafas pouco
mais ou menos), e as espiuhat, por muilo aa-
ligaa que sejam, (com duas ou tres garrafas,
pedese a ullioia mais forte ou mais carre-
gadn), e applicando-a roait qoente que mer-
na com um tripudio molhado, e amarran-
do-o com am lenco. Fria, refretca, lira a
pella farmhosa e suavisa-a, da-:hi luslro a
faz desapparecer a cor trigueira (em cioco
JH das de um modo mu nolavel), cura a bor-
tueja cora muila facilidade. por ser mu fres-
ca, v sem prejudicar a saude. InsUntanea-
roenle faz desapparecer o ardor do saogue
quando se cora a ptlle, e applicailo as fa-
ees um algodao molBado na diui agua, e
g amarrando-o com um len^o, amanhecero as
W cires nalaraes muilo agradaveis. sem preju-
g( dicaremnada a pelle, e pode->e cenUnaar
|M quando as cores se perderem (cantara este
, eTTeilo quando te liver temperamento san-
R guineo). Em lavatorio he om prq.ervalvo
gg oplimo contra syphilis. E applicnndo-a mor-
^| na as faces um algodao molhado na dita
jm agua ao lempo da apparicao das besigas, ter-
ve para neulralisar ou purilicar, limpar o
humor e para prevenir a formadlo das mar-
cas no roslo ; e faz desapparecer a inflarama-
5.1o preservando do ar e da luz, aos doentes
de bezigas. Do mesmo modo cura impin-
geos difliceis de curar. -Para loucadores
(tuiletle) particular das senhoras, prejo 2J a
^ garrafa. Vende-se miicamenle na ra da
* Cruz n. I, escrlpiorio de Anlonio Luiz de
SR Oliveira Azevedo.
Wl" i !
Na ra Nova n. 58, recebeu-se pelo navio /fa-
rra um lindo sorlimenlo defazendas, g-osdenapoles
prelos, manas de seda' para senhora, camisinhas,
oteas de linho, escomilha, tilo, flores, rrinjas france-
zat de seila, filase oulras mullas hiendas, por dimi-
nutos procos.
GandidoJose Lisboa, antigo disc-
pulo do Sr. padre Joaquirr, R,pliael da
Silva, approvado pelo tyceu desla.cidade,
com pratica deensinar, da' lices de la-
tim : na rua d'Apollo n. 21.
J J. JA^E, DENTISTA, S
9 continua a residir na roa Nova n. 19, primei-
jai ro andar. Z
Aln?a-se um uegro de 20 annos, hom cozinlie-
ro e bom copeiro, e muito Gel : no'Hospicio, se-
gundo portao depois da Faculdade da ireito.
viocia, contina qo entino particular desla mesma
liogua, e bem asean da liatjaa ingleza, rasstorka,
gee(:rnphia e philaaophia ; a para mais facilitar a es-
ludo de algumas deslas materias preparatorias aquel-
las |iessoat qae nSo postam frequentar sua aala s
horin designadas em seas anteriores annuncioa. pro-
pOe-te abrir um curso das duas liogoas a ooi
rhel jrica e poelica, sendo os dous primairas dt 5
horas e meia da (arde at at 7 1(2 da noile, a o se-
gon.lo dewa hora al as 8 : quem qaizer ntaMp- I
lar-i* em qualquer um desle corsos, pode prwttra-
lo d >sde j na casa de toa residencia, oa roa Nova,
sobridon. 23. segando andar, onde Umbem prose-
gue no entino deslas aesmas ilisrplinas a das yiras
na oras j desde a principio aonoaciadas para
aquelleiqueeniaoaspodarem estadar. propor-se-
n iituaimeiile a abrir curaos de philosophia, de geo-
grapliia e historia i noile, quando para Ue* aludos
noove numero lofflcienle de alomnos. a eoadar do
' de selembro em dianle: e protesta continuara
auaiprirUaezaclameateqoanlo lhe Tor poasivcl as
devores da magitierio.
Fes
lA> ,<,raDdi!P^4o,, P""'80' *"
jo ar. r. y Rodrigues Eslavas, na do Cal-
deireiro n. 2, um medicamento, qae no at-
ado actual da therapeolica, he o maie effl-
ias para FEBRE AMARELLA. Coahace-
inos o vegetal, cujas flores apreteatamos em
linlura mal, por eus etTeilos clnico, e por
nio aeonselhamos. oue delle se ose segundo
c rolulo que leva Bda um dot frasco*
Manoel 31 Siqueira CatalcmtU
P. S.Anlorisados por innmeros helos
clnicos, declaramos, que este medicamento
le igualmente de maiU efficaeia para estes
casos: vomict, pneflhonia, pleuriz. febres
Jf iilermillenles, soffrimeotos
Kfari^ntfaajjkfi^BaUI ~
VPmMM
LOTERA DO GYMTfA!
BCANO.
AOS 6:000^, 5:000| E 1:000*'.
Ocautelitla Antonio Jos Rodrigues de Sonza J-
nior irisa ao retpeilavel publico, que as rodas da
ullima parle da prirneira desla lotera
prete.ivelmenle quarta-feira, 12 de setembr
los ou seus bilheles e culefet silo pasossp
lo algara, os quaes acl.am-se ve
Indo|>endei>cia, lju as. 1,13, 15 e
n. 13 ; traveasa da Rotara n. 18 C ; ata^eT
v isla n. 72 A, e na ma da Praia, loia de
Bilhele 5IW0O Heeebe par louo
Meios
Quarlos
Quinljs
Qilavot
Decimos
2900
13500
1JB00
760
610
60BSJ0O0
300J00
& Dr. Carolino Francisco de Lima San-
i los mora no primeiro andar do sobrado
A silo na roa dasCrozcsn. 18. onde conli-
^Z nua no ezercicio de sua
(05 dico.
i profi-sao da me-
JOIAS
Precisa-se de um oDiciaJ de cliape-
leiro que saiha bem trabalhnr em sua
arte : na praca da Independencia loja n.
12, He 16. J
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco le Pernambuco sacca sobre
a prasja da Babia, e continua a tomar
as sobre a do fiio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junlio de 1855.
0 secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
5 do crrente, salar de novo sra prsca
amara municipal desla cidadi, a obra
11 dt etlrada da Varaei e a atadeira da
dea simples dacapeU do cemilerio po-

MLV*ad trido do Recife
peFvJe
** ditencaa, no dia 3
o da naci de nome Joaa, por
jual diz ser eacrav dos hird.iros do
li-uio Pereira a moradores no engenho
Catu termo de ..oanna. Drtegadi detie primeiro
drtlrielo do Recife aos k de setembro da 1855O
dalagado, framiico B. te Carmino.
PARA A BAHA
salie com muita brevidade por ter par-
te de seu carregamento prompto, o ve-
leiro liiate Santo Antonio Triumpho,
para o resto da carga e passageiros trata-
se com osconsignatariesNovaes & Compa-
nhia, na rua do Trapiche n. 3i, ou com o
capitao na piwra.
Para o Acaraco' segu em poucos dias o velei-
ro ltale Catiro : para o reto da carga, Irata-se
com ten consignatario Domingoa Alves Malheus.
Para o Rio de Janeiro segu imprelerivelraen-
le uo da 6 do correle o brigue brasilero Damao ;
Kra paatageiros e eteravos, para o que lem ezcei-
iles commodos. Iraia-te coro o consignatario Jos
Joaquim Dias Fernaudes, ou com o capiUu na pra^a.
Para o Rio de Janeiro segu impreterivelmeq-
te no dia 5 do cqrrenle o patacho nacional Amazo-
na* ; t recebe alguma carga miuda : para passagei-
rot e escravot, para o quo Um ezcellenles coramo-
doi, Irala-se com teu eoutignalario Anlonio Luiz de
Oliveira Azevedo, rua da Croa n. 1.
Para Acaraco' segu no dia 8 do mes crranle
o hiale Crrelo do Norte ; para o reato da carga,
rala-te com Caetano Cyriaco da C. M., ao lado do
Lorpo Saulo n. 25.
Para Lisboa pralende tahir eom loda a brevi-
dade por ler parte da carga prompla, a barca porto-
gueza Mana Ja*t, da qua he capiUo Jote Ferreira
Latsa ; quem quizer carregar ou ir de patsaaem, di-
rija-teaotconiigoatario: F. S. Kabellu & r^Ulio, ou
ao capitao na praca do commercio.
LEILOES.
O agenla Borp far leilao em eu armazem,
na roa do Lollaglo n. 15, de ama quanlidade de ob-
jeclosdedifferenteqaalidades, como bem ; obrtsde
marcioeria novas a Usadas, obras de ouro, relogios
para algibeira, caluugas e vasos de porcelana para
enfelle desala, ama purc.Jo de raarroquim de lodas
at coret eom um pequeo loque de avaria, e ontros
moitos objeclos, que se achario p.ientea no mesmo
rmazem : qainia-feira, 6 do crlenle, as 11 horas.
taa, actos, iacumbe-se de qua.qqer enTe^ p" ,
rar leeanCas, convidar padres,.rmaca na ton i D -,
quaesqueraclo, fnebre., carros ele., assira comise
ecebem encomenda, p,ra hzerem cabecas,p""os
braCos, raaos, pernas e ps, e cer. patTaoimoS
premessa, ludo por precos rasoaveis. t^'t""
EXPOSICAd
|4o niethodo Cas-
tilho.
Em eonsequencia dos actos religiotos que v.lo ce-
utSSSu" ,g"ja ? ColUgio ""e 9. -nca
Irn renda a ezpos.cao dos Irabalhos do me ho.o
CaslUho para domingo 16, as 10 horas da manda.
no salao do Ihealro de Santa-Isabcl. man,,a.
. Aloge-seuraescravo pardo, que cnzi.h. .nf
Trivelraome, cose bem de .ITai.le ffiSS em
boa figura ptra pagem, e lem par, isso o Tar la enm
5oaPgremeqBo'rr,.Pre,e:,der- *^ -"''*.
Rua ^ Nova
! 24.
L. DELOUCHE tem a honra de annunciar ao
respeilavel publico, qne acaba de receber pelo ul-
timo paqueteo raais bello orlimenio de relogios
de ouro palenle mglezdo mell.or fabrcame de I i-
verpool de naro palenlet horizonltet, e folead'os
de .uro de 18 quilales, e um grande .orlimento do
an ad' POr l"'e0S mU' vsn,i,J<>90 *'-
IRMANDADE DE H. S. DA CONCEICAO
DA CONGREGACA'O.
O escrivao desta irmandade, por auto-
risaqoda mes? regedora, convida a to-
dos os seus charissimos irmaos, para que
no da 9 do corrente pelas 2 horas da tar-
de comparecam no consistorio da mesma,
afim de encorporados ncompanharem a
procissao da trasladarlo Jo Divino Espi-
rito Santo da igreja de N. S. da Concei-
cao dos Militares, para a sua igrei do Col-
legioJos Joaquim da Costa Mala.
Recebe-se dinheiro para se mandar
dar no Rio de Janeiro por lettras de quan-
lias grandes ou pequeas, com toda a se-
guranca: na rua do Trapiche n. iO, se-
gundo andar.
No novo eslabeleciraenlo de armador e cera aler- dora da "
a'oa'riXV^ mS^rZffSSSS^ ~^ fabrica de cUaP de fel.ro do
pateo doParaizon. 12, recebem-seapien-
dizes: quem pretender pode dirigir-se a
mesma.
LOTERAS Di PROVINCIA.
O Illm. Sr. thesoureiro das loteras da
provincia manda fazer pnblico, que as re-
das da i- parte da prirneira lotera, do
(1) mnasio correm impreterivelmento no
dia 12 a's 9 horas da manhaa, no con-
sistorio da igteja de N. S. da Cf>nceicio
dos militares. Thesouraria das loteras,
"> de setembro de 1855O escrivao, Luiz
Antonio Rodrigues de Almeida.
O Sr. Ignacio Selva deixou al hoje em
diante desercakeirodeJoaquun Pinheiro
Jacoine.e como tal inhibido dos negocios
da casa do mesmo. Recife i- de setem-
bro de 1855. Joaquim Pinheiro Ja-
come.
Precisa-se alugar para uir.acasade
poca familia, una preta que seja reco-
lada. (|ue saiba coser engommar : quem
a tiver, (metra annunciar para ser pro-
curado.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos erecla na matriz do Corpo Santo,
convida a lodos os seus irmaos a comparecerem em
nosso consistorio era o dia 9 do correle as :t horas
da larde para acompanharmos a Irasladacao do Di-
vino Espirito Sanio para a igreja dos ezlinctos je-
zuilas.
BOAS WM DE LITE,
Hoje ido corrente eslarilo patentes no porlo di ria
Nova boas vaccas do paslo, dai 7 horas al as 10,
assim como nina junta de bois mancos para carroca
de ludo se amanea sua boa qualid.ie.
Na rua da Paz n. 16, lava-se e engomma te
com loda a perfeicio e brevidade roupa para qual-
quer senhor, por preco muilo coinmodo : quem pre-
cisar, dirija-te i mesma cata, que achara com quem
IraUr.
Tasto Irmaoi, administradores da massa fallida
de Anlonio da Cosa Ferreira Eslreila, avisam aos
credoresdo mesmo Taludo, que queiram apresenlar
seus ltalos para receberem em raido o liquido apu-
rado da dila massa.
Precisa-se do uma ama para servico de cata de
pouca familia : na, rua doa (uarUia n. loja.
Precisa-se alugar orna preU qae alba lavar e
engommar : a Iralar na rua da Orna n. W, das 10
hora da manhaa s 3 da Urde.
Precita-te de uma ama para casa de peuca ra-
milla : na rua do CaUbouco a. 9.
Precisa-so de uma ama pira cozinhar c com-
prar : na rua da Praia n. 4.
Precisa-so de ama ama forra oo captiva na
rua da Senzata Velha u. lid. Na metma casa lava-
te a angomma-sa com perfeisSo.
A ESTRADA DE FERRO DO RECIFE E
RIO DE S. FRANCISCO.
Aos negociantes em madeiras e oittros.
Precisa-se inmediatamente, para a
construcco da estrada de ferro cima,
uma grande quantidade de madeiras di-
reitas, das qualidades mais approvadas
para esteios, etc., que tem de resistir a
aceio do tempo e agua salgada, assim co-
mo Pau-ferro, Sapucaia, Piui-d'arco, Em-
biriba-preta, etc. Quem quizer contra-
tar ditas madeiras, communique por car-
ta mencionando as particularidades aj-es-
peito da quantidade que pode ser orneci-
da em um tempo marcado: dirija-se ao
contratante Jorge Furness, noescriptorio
dos Srs. Rothe & Bidoulac, na ruado Tra-
piche n. 12, primeiro andar.
PERliUNTA QUE NAO' OFFENDE.
Em qaal dos 8 ou artigas dos novas eslatutnt do
Gabinete Porluguez de Leilura se firmara a direc-
tora do mesmo Gabinete para crear uma cadeira
Os abaizo assignados, donos da loja de ourivet na
e roa Nov^i.fazem publico, qde estao sempre sorti-
dos dos mais ricos e melbores goslos de lo las as obras
le ouro ncafessarias, tanto para senhoras como para
homens o meninas, continuara ot precos mesmo ba-
ratos como lera sido ; pass.r-se-h. ama conla eom
responsebilidadc, especificando a qnalidad do ouro
de lia 18 quilates, ficando assim garan,do o com-
prador se apparecer qualquer duvida.
Scraphim & Irmao.
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de A buquer-
que mudou a sua aula para a rua do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico preco como he publico: quem se
qaizer utilisar deseupequeo pmtimo o,
pode procurar no segundo uidar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
O Dr. Bibciru. medico, eonlina n residir na
raa da Cruz do Recife n. 49, segundo andar.
Illm. a Ezm. Sr. presidente.Jos da Rocha Pa-
ranhoa, lendo solfrido pieterico em seo direilo da
llicsourana de Tazenda d'esla provincia relativa-
mente a robranr da quantia do dousconlos e Un-
to mil res, que a mesma Tazenda lhe he devedora,
proveniente de medicamentos que o tupplicanle fbr-
necera para os hospit.es regmenlaes desla cidade, e
islo nio obslanle ordem ezpressa do thosouro que
ezigia prompla inTrmacao. e tambera as reclaroa-
foes do supplcanle. nesla colliao recorren elle V.
Etc. por urna pelicSo para ver se por este modo, se-
ria despachada a sua prelencSo; mas succedendoqoe
leudo V. Ezc. mandado]nrormar mesma Iheeoora-
ria. esta por motivos qae o tungHcanle isnora, lem
delido desde o 1. de junho alb presenil jLreTeri-
da inTormacao por V. Ezc. exigida, causando desta
arle ao supplcanle grave prejuzo ; pe isso o sud-

Vigatimo 340 a
O mesmo canlelisla cima declara, que s
a a pagar os oilo por cento do imposto geral em teas
ditos bilheles inUiros, devendo o petsuidor r
do Sr. thesoreiroolo sao respecliTO preu
EDDCACA'O Da4S FILHAS.
Entre as obras do grande Feneloa, areeMspa da
Umbray, merece mai particular meecae otratado
da educ.cao das meninasfia qual asas virtnoso
prelado ensina como asmis devaaa adaoar aaaa 6V
has, para um di. chegarem a oceapar o sablime
lugar le mai de T.milia ; lorna-se par UaU ama
necessidada par toda, as pessoas qae desejam gai-
a-las no verdadeirocaminha da vida. Est a refe-
rida o-jra Iradntida em, portugus, a veade-se na
livraria da praja da Independencia n. 6 e 8, palo
dimiaulo preco de 800 n.
LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
BUCANQ.
AOS (i:000$,:000fE 1:000^.
Ocautelitla da cata da Fama Antonia da Silva
liuimaraet faz scienle Sa pnblico, que Um eipoalo
i venda os seus muilo afortunados bilheles e ente-
las da iiaarla parle da prirneira lotera do Gvmnatio,
a qual corre no dia 12 de selembro da correle an-
no, o iues sao vendido* oaa tegaiatei casas : aUr-
ro da Boa-Visla na. 8 e 68 rna do Sol a. 79 A :
ma larca do Rosario n. 26 ; praca da Iadapanden-
cia ns. 14 e 16 ; rua do Colleaio n. 9: raa doRaa-
eel n. I, e rua do Pilar n. 9
6:f)e9
\smSt
1^889
909
Bilheles
Meios
Huarlos
Uitavos
Decim(
Vigsimos
59800
2800
1440
760
600
320
Recebe por inteire
com descosi
a


a
a
27y
O mesmo caulelisU declara, que fl
mente os bilheles nleiros em originad, aio suflren-
do demonio dea oilo por cauto do apealo geral ;
atura, coma que suat cautelas lio pagas em qualquer
uma de suas casas, sem dislincco de seren vendi-
das nesla ou naquella.
PIBLICACA'O COROGBAPHICA.
Esta a' venda na livraria dassica 2,
no pateo do Collegio, a obra intitulada
Breve Noticia Corographica do Imperio
de Brtsil, escriptam 185 ; e roga-se
aos Su. assignantes que tenham a bon-
dade de mandar buscar os seus exeropia-'
res, no armazem de leiles da rua do Col-
legio n. 15-
MORPHA
9 e outras doencas da pelle.
Trala-se com eapecialidade aa afleccoes da
pelle, particularmente n morpha, tro cnsul- 9
tono himueopalhico do Dr. Ctuanora.
28 RUADASCBltZESN. 28
>i mesmo consultorio lem eempre grande
sorlimenlo de carleirasde homu-opalhia moi-
lo em eonla.
Caiuiras de 12 medicamentos a 6p00.
de M a 6, 10, 128,1 9a 000.
de 3(i a 188000 e 15000.
de 48 a '220000 e 988000.
'< de 60 a 369000 a S
.' ,u.li* 559000 e 709000.
Tuboslvulio a 300, 50e 19000.
laseos de linlura a 19000.
Deposito da verdadeira untura de anticn
tirada da plaa verde na Svizera.
j 1-----j t i-.-i. v aun-
phcanie de novo recorre a V. Ezc. afim de que como
pnmeira aatoridade administrativa da provincia se
tinga, mandar que a referida Ihesuuraria haja de dar
e inrormacAo por V. Exc. exigida. Neslrs lermos,
pede a V. Ezc. assim lhe delira.E B. M:. Joi
da Rocha Paranho*.
Informe o Sr. inspector da llieaouraria du fazenda.
Palacio do governo 28 de julho de 18J3.~oKef-
l*c?ao.
magistral de geographia ? Islo deseja saber o
Roii.
Esl jasla a compra da casa n. 35 da rua da
Calcada : se alguem se jolgar com direilo a ella ao-
nuncie por esla folha nesles Ires dias.
Ordem terceira de S. Francisco.
Em ntl.ncao ao convite da irmandade do Diviuo
Espirito Sanio, erecla na igreja dos Militares,- deli-
beran a mesa regedora da venerare! ordem lerceira
de S. Francisco desta cidade, que como seu secreta-
rio convidaste a Indos os seus charissimos irmao
para que, parameolidos de teas habilos, se achrm
reunidos as 2 horas da Urde do dia 9 do crreme,
na igreja da ordem,e dahi seguirem em communi,la-
de para acompanharera a (rasladarao do Divino Pa-
droeiro daquella irmandade, da igreja dos militares
para a do Collegio. E para que ehegae ao conhe-
cimenlo de lodos, os convido pelo presente an-
noncio. Jos^gido Ferreira, secretario interino
Precisa-se alugar um prefo para o servico or-
dinario do padaria ; paga-te I29OOO mensaes e o
sustento : na praca da Sania Crax, nn padaria junto
ao sobrado de Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
Precisa-se saber cora urgencia aonde exitlera
os herdeiros do Sr. Antonio Bernardo Alves de Bri-
to, fallecido nesla provincia ba muilos annos, para
negocio de seus inlerestes : na rua da Cruz n. 5",
segando andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda um resto dbil liet.es da
lotera 4- do theatrode San-Pedro de Al-
cantara, cujas listas ae espera 111 de boje
em diante pelo vapor brasilero Para-
n' ou Imperador: os premios serao
pago, depois que se tenham distribuido
as mesmas listas.
:
medico Jos de Almeida Soares de I.ima
9 Bastos,mudou asna residencia para a ruada
V Cruz sobrado amarello u. 21, segundo an-
9 dar.
e3a)$99a-<39*eoe8
Regiment de castas.
Sabio a luz o regiment das cultas judi-
caes, annotado com os avisos que o alte-
raram : vende-se a 500 re'is, na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
LOTERA DO GYMNASIO PER-
NAMBUCANO.
Aoso:000i'000, 3:000000. e l:000s000.
Corre indubilavelmenle quarta-feira, 12di selembro
O c.iulelisla Salusliano da Aquno Ferreira avisa
ao respciliivel publico, que as suas cautelas n.1o es-
tan snjeilas ao descouto de oito por ceuto do impos-
to da lei; seus bilheles inlciroi vendidos em origi-
nacs, nao sofTrem o descont da oito por cenia do
imposto geral. no aclo do pagamenlo dos tres pri-
meiros premios grandes: os quaes acham-se a venda
as lejas seguimos: rus da Cadeia do Recife ns.
21, 38 a 45 ; na praca da da Independencia ni. 37
eJ3!>; rua Nova ns. e 16 ; ua do Queimado na.
30 e 44 ; na eslreila do Kotario 11. 17 ; 1.0 aterro
da 8oa-Vis'.a 11. 7*.J_na praja da Boa-Visla n. 7.
Heeebe por inleirj
Elementos de homreopalhia, 4 vol. tiaOC
*# 13 99999-BismB&msm*
PECHINCHA E IAK HOUMA,
-NA BA NOVA N. 8, LOJA DE
Jos Joaquim Moreira.
Acaba de receber pelo allimo navio francez, em
magnifico sorlimento de boraeguins para senhora,
todos de duraque. mas qae pela delicadeza eom que
d,lo feitos e consistencia da obra, muito devem agra-
dar ; aecrescendo alm disto o preco, qne apenas he
le )10(i a. o par, bem como, tapates de cairo de
luslre para senhora a 11600, dilot da eardavao mui-
to novas a 1j>000 rea, pago. M oceaaio da en-
trega.
Bilheles >;>800
Meios _ 29900 28000
Tarcos
Quarlos 1VK)
Quintos 18200
Oilavos 760
Decimos 640
Vigsimos 340
y
.

i
6:000
3:0009
2:000
1:500
1:200
750
600
300
O referido cautelisla declara* mu ezprestamenle
ao reepeilavet publico, qoe se responsabilisa apenas
a pagar os 8 por eenlo da lei, sobre os stni biletes,
vendidos em origin.es, logo que se aprsenle o bi-
Ihele inleiro. iodo o possaidor receber o cimpalen-
te premio qna nelle sabir, na rna do Colle.iio n. 15,
escriplorio do S. thesoureiro Francisco Anloaiede
Oliveira. lernambuco 28 de agoslo de 18.1 j.
Salusliano de XqiAno Ferreira.
O hachare! A. B. de Torrea Bandeira. aclual
profestor de lingua francesa no Granaste desla pro-J
.9 O Dr. Caetano J f PefeiFadT "BrTtoi
| avisa ao respeilavel pahlico, qae m.udoa sua m
* residencia para a easa contigua n. 45, no s-
giinriii e lerceiro andar, onde poda aer
curada tanto dadla como a qualquer hora da. 2
, noile para os misleres da soa proOaaao.
B0B.LAFFKCT6UB,
O umeo autoritado por dtritdo do conselho real a "
, d U. medico, dos hospit.es recammendam a Arrobe
Ue Laffecleur, como sendo o nico aulorisado pelo
governo, e pela real sociedade de mediana. Bsle
medicamento d am gotlo agradare!, e fcil a lomar
em secrelo, esta em usa naaaaiinha real desde mais
de 60 annos; cura radicalmente em pavea lempo,
oom pouca despeas, sem mercara, as a8eccf.es da
pelle, impigens, as eontequencias daa sarnai, ulce-
ras, e os accidentes dos parios, da idade critica, e. da
acrimonia hereditaria dos humores; conven ata ra-
Inri'hos, a bexiga, as coiilracres, a fraqaeaa daa
orgarja, procedida do abuso das ijeccAea eu da sen-
das. Como anli-sypbilitieo, o .rrobecora em poaco
tempo os Hazos recentes oo rebeldes, qae^volvem
ineessanlrs era consequencia do empreao da copai-
ba, da nubeba, ou daa injectoe. qaa represswleen o
virus siui neulralisa-ro. O arroba Laeclear *he
especial nenie recommendado conlra aa daeocas, Ta-
velcradis ou rebelde., ao mercurio e aa iodurelo de
potataio. Litboiine. Ver,ile-so na botica ae Brrale de
Anlonio Feliciano Alves de Azevedo.praca da D. Pe.
dro n. 8f;, onde acaba de chagar nuia crande porcao
de carrafas grandese pequeas vindat direetamenle '
de Pars, .le easa do dilo Bovveau-I.afacleor 12, ru
Bicheo a Pars. Os forwaario. dlo-ae gralis era
casa do agente Silva na praca de D. Pedro, n 8a.
Porle, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & itaaitos ;
lernambuco, Soum; Bio de Janeiro, Bocha & Fi-
lho ; el Moreira, loja de aroens ; Villa Nova. Joao
I ereira de Hgales l.eilc Rio Grande, Vnn da
Paulo LnuloiV C.<
CHAROPE
1)0
BOSQUE
O nico deposito continua a ter na batir de Bar-
Iholomeu Francisco de Souaa, na raa larga da Basa-
rio n. 36 ; garrafas graude*SbOO e pequeas 3Oii0.
I1P0RMTEIPAM 0 PUBLICO.
Pira cura da plilisiea Oaa ledas os seus dtreales
Eraos, quer motivada por conslipacoes, lesee, aath- -
ma, pleuriz. escarroa m sangue, d> da eariadee a
peile, pa^ilacSo no eeracilo, coqueluehe, baaacMta
dor nagaegaala, e toda u moleatiaa das orgia* pul-
mooara.


OIMIO DE PERMMBUCO QUARTA FE1RA 5 E SETEMBRO DE 1855

CONSULTORIO DOS POBRES
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Manual completo de i opalhica do Dr. G. H. Jahr, traduiido em por
.ligua pelo Dr. Moa*o, quali o volumes eocadernados en dous e acompanhado de
licina, cirurgia, anatoma, ele, ele...... 209000
i as que Ira la m doeslndoe pralicadahomeocalhia, por ser a nica
queco d'esta dootrinaA PATHOGENESIAOU EFKEITOS DOSMEOICA-
BM ESTADO DE SAI" DEconliecimenlosqiienSo podem dispensar as pes-
ticu da \erdadeira medicina, intersea a lodosos mdicos que quizerem
tneiuanu, e por si mesmos se convenceren! da verdade 'd'ella: a lodos os
;_eui;cnhoque eslSoloogedos recursos dos medico*: a lodosos capilacs de navio,
m deitar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
que por circiynstancias, que oem sempre podem aer prevenidas, sao |obriga-
]ineop|dja ou tradcelo da medicina domestica do Dr. Herios,
Itttas que se dedican) ao estudo da homeopalhia, um volu-
o diccionario dos termos de medicina...... 109000
icinu, cirurgia, anatoma, etc., etc., eucardenado. :ij000
i medicamentos nio se pode dar ora paseo seguro na pratira da
nUbelecimeulo se lisongeia de te-lo o roais bem montado possivel e
ningueu) llovida
Boticas a 12 ltthn
Tubo
Fraat
le superioridade dos seus medicamentos.
grandes...............
Uos em glbulos, a 10, 129 e 15000 rs.
a...............
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los a ......
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lindura a rnica.................
venda grande numero de tubos de crysla de diversos tamanlios^
t .iprompti-se qualquer encommenda de medicamentoscom toda a brevida-
uito coramodos.
8000
209000
259000
305000
609000
19000
29000
29OOO
TRATAMEHTO HOlEOPATHICO.
ser va tico e curativo
CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS
iJfiZ TEZ
no
tai poder curar desla eDfennidade, administrndoos remedios mais ellicazcs
I ae recorre ao medico, 00 mesmo para cura-la iudependeule desles nos lugares
EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A.'LOBO MOSCOZO.
ornas: indieac.oes mais claras e precisas, so pela sua simples e concisaex posi-
s ai inteligencias, nao so pelo que diz respeilo aos meios curativo, como prin-
Ivo que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a narle em aue
ell 11
lepathieoo nnicoque lem dado grandes resollados no curativo desla horri-
a proposito Iraddxir estes dous importantes opsculos em lingua veruacu-
___raeilitar a soa leilnra aquemignoieo francez.
Consultorio do traductor, ra Nova n. 52, por 29000 rs.
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maior illustracAo e recreio do
horceopalhia mefraneez.obra
todasr iportancia :
Halinemann, tratado das molestias
chronicas, 4 vo-
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nenios .
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Harthri ipleto das molestias
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, ra Nova u. SO pri-
f DO INSTITUTO HO g
JUICO DO BRASIL. g
3 HOMEOPATHICO g
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MEOPATHA. 0
claro e seguro de cu- 19
las as molestias' 4*
^^^Rkumana, e parti- fsv
^^^B* reinam no Bra- |
melhores trata- 5
i:., tanto euroiieos como tp}
^^^ft propria eiperi- (A
legado l.udgero J
hoje recouhecida co- ^
^^^^Hue tratam daappli- tJk
o curativo das mo- j9
riosos, principalmente, nao Q
-egunrsem possui-la e -
^^bmilias, oa senho-
tcerdotea, viajantes, ca-
jos etc. etc., devem
. omplamente a
aura por 109000
endentados 119000
mente em casa do autor,
vmiro n. 6. (Mondo No-
8
------publico. -Desde j,
porem, podemosassegurar-lhe que alguns dos eserip-
lores mais dislinctos de Portugal nos coadjuvarSo as-
sirtuamenle na laboriosa einpreu a que nos abaUu-
cantos.
Nio duvidamos, sem alTectar modestia, ronfessar
a escacez da nossa inlelligenria, e opouco cabedal de
inslruccao que possuimoi. He por isso que, apezar
de exerritados as lides da imprensa, nao hesitamos
em procurar auxilio de estrenuos. Por este modo,
cerlos de que jamis abrandaremos no ardor com que
ineelarmos o noseo trabalho de tanta conveniencia e
utihdade publica, temos vicosas espermeas de que
nao serao totalmente baldados os nossos esforeps na
realisajao parcial do pensamenlo que no-Ios impoz.
Todava, para remover seneiveis dilliculdades, que
nos podiam servir de grande eslorvo no feliz culo
da nossa importante missao, vemos-nos forrado* a re-
correr i benevolencia e franqueza do poblico brasi-
leiro, e, particularmente, a de nossos irraios Da pa-
tria, aqu residentes, solicitando sn prdeccao e
bom acolhimenlo, no qual muilo coDfiamos.
E logo que livermos reunido um numero de assig-
naturas sufliclente para o cosleio das despezas da
mpreosa, a Retista do Clobo, dando de barato in-
leresses individuaes, comecarasua publicarao, con-
lendo dezeseis paginas em quarlo grande, que ser
reila regularmente aos sabbados. O preco da assig-
uaiura (pago adianlado}, que nao podera- ser feita
por menos de um auno, a tonlarde qualquer da, lie
de I09OOO para o Rio de Janeiro, e de 16| pira to-
das as provincias do imperio e exterior.
todas as correspondencias e reclamscoes tenden-
tes u administracao da Revista do Globo devem ser
dirigidas francas de porte) ao seu colaborador e ad-
ministrador Gaspar da Cunha Pinto Falcao, 00 Bio
de Janeiro.
A presente Reotsla, que pelo seu prospeclo moslra
-ser de suraraa utilidade instructiva e recreativa para
todas as classes da sociedade, subsereve-se nesta ci-
dadena loja de Jos Nogueira de Sooza, ra doCol-
legm n. 8.
Aloga-se urna casa terrea no Mondego, conl-
truida moderna e com commndidades para peque-
a familia : a tratar no paleo do Terco, 9.
COMPRAS.
o da laaiiro o
DO MEDICO
HOMEOPATHA.
^V E BOEN-
k OLTROS,
ka, com a descripcao
, a i" licaco physio-
medicamentos ho-
-a*eo e concordancia,
sigoiucucao de lodos
gis, e posto ao alcance
das pessoas do'po
ILLO MOIUES.
no consallorio homeo-
yalhico do D sCO/.o, run Nova n. 500
em hrochura, e 6800,
uueadcj
REVISTA DO GLOBO.
BHIYRESAL
dactor principal
I JACME.
^^KaTneihil
ivel em todas as na-
> mais Mas summi-
imperio tilo vaslo e fi-
se coureni
vale ; e d
(ecunJa
Iducliva
J.i liou
ettras se.
mente, esta ol
iosigoiflcaate
clmente, basta'
rolineiros, vu_
lortuua, depcis de
que consoruem longos
< grandes e lucrativa*
^^^fcoeella
lea, de nada
he um elemento que
lie, seria quasi impro-
que o commercio e as
pie ; mas hoje, feliz-
conta senio orna
ler radi-
orantes e
pequea
rabalho.em
, lo passo que
u senjprc de
lomees cuja ioleUigeocia eultivuda Ihei fa2 compre-
liender as necesidades da poca e do Siiu paii.
Os primeiriis embolam as 1 1 faculdadcs
da alma e do cornean, eoocen n om egos-
mo despretivit ; o*segundos ganham honras, r
dcraejlo e provaito, concillan le seos con-
temporneos im *t benraos. da posleridade.
Cuuvencidos, pois da ile conservar esta
(minete elasse ao correnle do todo os eoohceimeii-
(os qoe potaain ruleressa-la, e de aniniar-llie o oslo
pelas letlras e bellas artes, deliberamo-nos a offere-
cer a ella, especialmente, e, em ge irado
jublico brasilero nmsomanario eai lemos
reunir quaolii informaao tenda ni
a este fim, e que de boira manoiro, se nao poderia
cbter atm consultar muitos joiuaes em lnguas es-
taogeira:
lar. da
I ira. Uro
1 nem toda* podem fazer.
lobo, inleirainente eslranha
li^keouter : artigo* sobre nsprin-
lomia poltica, da instruccao
. do commercio e da agrieul-
Wna desapaiienada das pitases im-
le (odas is naco>, exlrahidas
[ e.traogeir..lima noticia mi-
JWe>~ islria agri-
- que as pos-
iquelU parle
luraes que dizam ;m nr filamente
lluitria e agricultura.Narra;6es cir-
^^^HP lodos os factos n.ela\ins como nau-
-1 dios con-ileraveis e phenomeno nalu-
laesJliographias de homens'illuslres e caracteres
distincto* Correspoodeacias do Porlo Lisboa.
Uomances nrigioaes Iraduzidoi da> lillcraiuras aqu
menos coohecidaa, como a ingloza, a 1 altana, hes-
panhola, ea ollemaa. I-'olheCi n.Revista doses-
peelacolos.Poesia.Crtica liileraria.
Eis-aqui o nosso programma. Por emqaanlo, em-
bora nos sobrero desejns, nid.t mais prometemos
determiuadaioeDle, para nao fallarmos ao leu exac-
to comprimenlo, .Nao obstante, qoando os recursos
la emprea > pettoillirem, t Herirla do Globo ha
Compra-He urna prela de booil Ggora e mocas
quesejaboa coslureira e engommadeirn ; paga-se
bem agradando : na ra do Trapiche n.44, nrimei-
ro andar. w
t
Compra-se urna escravsj] embora sem habili-
dades, com tanto que aeja sadia : na roa eslreila do
Rosario n. 8, primeiro andar. .
Compra-se una cabelleira para homem : quem
iiver annuncie.
Compra-se para o servico da agencia da Com-
paolua Peruambucana de navegacao costeira a va-
por, em Mamanguape, duasperfeilas barcadas : lia-
ra iratar, ate o dia 8 do correnta mex, na ra da
Cadeia de Santo Antonio, casdo Sr. Barata, e ra
da Praia, casa do Sr. Manuel Lobo de Miranda
Hennque ; depois desledia no lugar da agencia.
Compra-se nma conimoda de qualquer madei-
ra, que esleja em bom estado: em Fra de Portas,
na ra do Pilar n. li, ou annuncie.
Gouipi-am-sc acc/ieda companliia de
Beberibu: em casa de Tasso limaos.
Compra-se umescravo de idade avan-
cada para tomar conta de um sitio: a tra-
tar na ra da Cruz do Recife n. 63, segun-
do andar.
VENDAS.
Orarlo contra a peste e o cltolera-
morbus.
Acha-se venda ni livraria n. 6 e 8 da praca da
independencia um fclnelinho com diQerentes ora-
res conlra o cholerV-morbus, e qualquer oulra pea
e, a 60 rs. cada um:
Vende-se papel proprio para machinas, ou
para oulra qualquer obra, por ser muito*rande :
na ra do Codorniz em casa de J0S0 da Wrj Boa-
Vecdenjie duas canoas novas, acabadas lti-
mamente, urna de cargde 1.200 a 1,400 lijlos, e
oulra decarreira.paaa cooduzir mais de 16 pessoa
ambas bem construida e de forte seguranca a tra-
tar na travesa do Pocinho, armazem de maleriacs
n. 26, "A..
rederico Chaves, no aterro da Boa-Vista o.
17, lem para vender urna armagao euvidrarada e
envermsada, a qnal he feita em armarios, esta pro-
pria le para algum senhor advogado que queira
para livraria, e vende por pror,o muitq commodo.
Fazend&s salvadas da barca Gustavo II.
Meias casemiras de core por preros baralissimos,
eoulras razendas : na ra do Cabug' n. 10.
Xa loja das seis
portas,
Em frente do Livn/menlo.
Chales de seda de lindos gostns a oito mil res,
htales de ramhraia adamascados a duas pslacas, di-
tos de ganga encarnados a duas patacas, crtei de
vestido de cana de 2 e :1 babados e alguns com barra
a dous mil res, lenjos hraitcos linos para caneca de
enhqra a pataca, ditos de cassa linos pBra niao a
doos (astOes, pejas de cassa de nlpicos a dous mil
res, meias para meninos a seis vinteus, e outras
mtiii -s fazeadas inolhadase enchutas, que sevendem
por prejo em conta.
Vendero-sc charutos em porcao, amarrados,
por prcro commodo : na ra do Vtgario n. 14.
Vendem-sequeijos de Minas, os nagis frescaea :
na Camboa do Carmo, taberna u. 4(i.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Snto
Amaro, e imbem no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e defron
te do Arsenal de Marinlia ha' sempre
um'grande sortiment de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundida, grandei, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambo os logares
existen) quindajtes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
nracos ao' os' maii coarunodos.
Vende-ie n casa dos lelloes darua do Colleaio,
urna cadeira da Baha em muilo bom eslapo e prego
commodo.
-* Vende-se urna escrava criouln, de idade de 24
anuos, quecozinha, engomma e faz tanda, assiin co-
mo qualquer servico de nma casa : a tratar na ra
da Croz n. 43.
. A lo'OOO!
Venderte o resumo da Historia do Bra-
sil pelo diminuto precio de 14000 na
rua rio Crespo loja n. 16,
POR 104OOO!!
Vende-si1 interessante obraL'niver-
seo Pittoresco, 5 volumes ja' usados, pelo
baratissimo preco delO.sOOO : na rua do
Crespo, loja n. 16.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vende-se gom-'
ma para engommar a 80 rs. a libra, caixiulias de fi-
gos de comadre, nllimamente chegadas de Lisboa a
ISOO rs. a caia, cha preto em massos de meia li-
bra a 960 rs. o masso, chouricas de Lisboa e presun-
tos a 400 rs. a libra, manteiga ingleza a 800, 060 e
1-lii" rs. a libra, vinho Moscatel lesitimo de Setu-
bal a 800 rs. a garrafa, dito PRR a 480 rs. a garra-
fa, dito da liguein a 520 rs., azeite doce de I.i-boa
1 640 rs. a garrafa, chocolate de Lisboa a 400 rs. a
libra, passas a 320 rs. a libra, bauha de porlo viuda
de Lisboa a 480 r. a libra, queijos a 29000 rs.
FAZENDA SEM AVARIA.
Vende-se brim braoco proprio para militares a
500 rs. a vara, ditos de cores pelo mesmo prego : na
rua do Crespo, loja n. 6.
Para acabar.
Vendem-se merinos em peca e a reta-
llio, de mullo boa qualidade por seren
franceses por todo prec,o: atraz da ma-
triz da Boa-Vista n. 13, das 6 horas da
map.haa a's 9 do dia, e das 7i a's 6 lloras
da tarde.
Vende-se urna carroca nova, para cavallo e
ums casa terrea, sita na estrada velha da Capunga ,
onde mora o Sr. Joao marcineiro, com 32 palmos de
frente, cacimba de boa agua e cha.ts proprios, por
('rejo commodo : a tralar no aterro da Boa-Vista,
aja do Sr. Cuimaraes n. 48.
Vende-se orna escrava crioula e recolhida, de
idade de 18 a 19 annos e psijada de 3 a 4 raezes,
lendo todas as habilidades que se podem encontrar
em urna boa cscrava.elem om compnrlamentoeiem-
plar : na rua da Roda n. 11, se dir o motivo porque
se vende.
Vende-se arrox de casca a 39000 rs. o sacco,
alquere velho : na trua Direita n. 69, padaiia de
Antonio Al\csde Miranda Guimaraes. '
Vendem-se 2 carros de 4 rodas em muilo bom
uso : na rua da Aurora n. 18, primeiro andar.
No largo do Carmo, qoina da rua de Uorlas 11.
2, vei.dem-sc queijos'novos'a I98OO, manteiga in-
gleza a 640, 800 e 960, e muilo superior a I92OO. di-
ta franceza a 800 rs., passas a 400 rs., cavada a 180,
chouricas a 400 rs., cafe a 180, tapioca a 200 rs., al-
pista a 200 rs., cha a 19600, 29000, 29400 e 29880,
dtlo preto o melhor do mercado a 29210, btalas a
JO rs., bolachinhas inglezas a 360, ditas NapoleSo a
480, ditas aramia pura a 560, lisboense a 400 rs.,
loucinho de Lisboa a 320, banha bem alva a 560,
nozes novas a 80 rs., omma a 80 rs., ararula a 120,
espermacelea800e960, carnauba em velas a 500
rs., rarnilia de trigo a 180, pomada a 440 a duzia.
doce de goiaba a 800 rs. o caizio, arroz branco a 480
a cora, libra a 80 rs., azeite doce a 640, vinho de
Lisboa a400 rs., Figueira a 480, Porlo muilo supe-
rior a 560 1 garrafa, dito branco a 560, sardinhas de
INanles em latas a 600 e 800 rs., phosphoros proprios
para quem fuma, qoe so se apagam depois que aca-
ba a madeirtt a 40 rs. a caitinha, peneiras de rame,
e bracos de balanza Romao proprios para balcao.
Clicpeau Mecanique.
lie chegado praca da Independencia ns. 24 a 30,
loja de Joaquim de Oliveira Maia, os excellentes e
muilo desejados chapeos de mola de elegantes for-
mas, por muilo mdico prego.
MIIA AIS C0HM0D0 PARA PAS-
SA1 A FESTA.
ba rua da Croz n. 27, armazem, vende-te um
excellente carro de 4 rodas, inteiramente novo, e
elegantemente irmado, que serve tanto para um co-
mo para dous cavallos, por ler vares e Unc, e ser
mutto maueiro ; as-im como um oulro de 4 rodas
tambera com algum uso, por precos inui razoaveis,
que convida mesmo a quem nunca possuisse um car-
ro, a le-lo com pequea quanlidade de sedulas.
Em casa de Timm Momsen & Vinassa,
praca do Corpo-Santo n. lo, !ia para
vender.
i'm sorti ment completo de livros em
branco, viudos de Ilamburgo.
Em casa de Timm Momsen & Vinnassa,
praca do Corpo-Santo n. 9, ba para
vender:
Cemento romano em barricas, chegado
ltimamente de Ilamburgo.
Vende-se um bonito cavallo calla-
ndo, proprio pira cabriole!: a pessoa
que pretender dirija-se a praca da In-
dependencia u. 14 e 16.
Almanak de lembrancas Lus-Brasileiro
para 1856.
1 volme era 32, com 384 paginas, 426 artigos e
126 gravutas, por Alexandre Magno deCastilhohe
o 6. volume. he orna peqi-enina eucjelopedia
principiada em,1851, e a que nao he eslranho nc-
uhum dos ramos dos conhecimenlas humanos, pela
redacto dos autores, cujas producOes, era verso ou
etn prosa, honrara as paginas do Almanak de 1856,
e vende-se na agencia livraria n. 20 da esquinado
Collegio, onde se acham tambero os volumes dos
aunos anteriores. Prego 800 rs. por cida volume.
COM.POUCO DIMIEIRO.
gVendem-se riquissimos chales de merino de di-
versas cores, bordados de lindos goslos, com peqne-
110 toque de avaria, por menos da melade de seu
valor : na loja do sobrado da rua do Livramenlo
n. 8. .
PARA O ESQUADRAO'.
Na rua do Livramenlo n. 1, quina que volta para
o Ooeimitdo, vende-se o pequeo uniforme do es-
qoadrao, baratissimo.
Vende-se um moleqoe crioulo, de idade 18 an-
uos, com principio de cozinheiro, e muilo bonita fi-
gura : na rua Nova 11.16.
ara quem gosta do bom e barato.
Na grande loja de cinco portas da praciuHa do
Livrameulo, que faz frente para a rua do Queimado
e esquina para a rua do Bangel, ha um grande sorti-
roenlo de chales de merino bordados de diversas co-
res, qoeu vendem por baratissimo preco, lendo a;
penis um pequeo loque de avaria ; e por isso se da
por melade de sen valor.
Vende-se um preto de nagao com 35 annos de
idade, e coUumado ao servico do mar ; a tratar na
rua do Pilar n. 111.
1Vendem-se sapalos de couro de lustre Trance-
res para senhora a 19000 o par, borzegiiins sem sallo
a 29OOO0 par, tambem para senhora.sapaldesde lus-
tre para homem a 39000 : na nova loja de calcado,
na praca da Independencia ns. 37 e 39.
Vende-se cal de LUboa muilo nova e de supe-
rior qualidade, chegada ha poneos dias, por menos
prego que em qoalquer oulra parle : na rua de
Apollo n. 4, armazem.
Vende-se um brago de balauga proprio para
armazem de assucar, com conchas e pesos at 10 ar-
robas : na rua da Senzala Nova n. I.
Vende-se urna escrava de 40 annos, pouco
mais ou menos, sem vicios nem achaques, que lava
de sabio, rozinha o diario de urna casa, e tambero
vende ua rua : na rua do Pilar, em Fra de Portas,
n. 103.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, s-
sim como polassa da Kossia verdadsira : na praca do
Corpo Santo 11. 11. _,
Vende-se urna casa terrea, sita na rua larga do
Rosario n. 3 : quemjprelender,. dirija-se i praca da
Boa-Visla o. 14.
Senhores sa pu-
tei ros.
Na rua Nova 11. 1, quina da rua dasTriucheiras,
ha um completo sortimento de ferramenlas e avia-
meulos para voiso officio, que se vende por melade
de seu valor ; venhaf deprewa, que eslao se aca-
bando.
Vende-se urna casa terrea com 90 palmos de
frente e 100 de fundo, com muitos arvoredos de
fruclo e flores, pelo prego de 2259000, por haver
necessidide de se vender, na rua Imperial, travesa
do Trindade : Quem pretender, dirija-se roa Im-
perial n. 163.
Vende-se manteiga de porco de Lisboa muilo
alva, em potes, chegada agora na barca Mara Jote :
no armazem de Seixas e Axevedo, na travesa da
Madre de Dos.
Attenco.
Vende-se vinho a 390 a garrafa : na rua da Sen-
zala Velha n. 104.
Veudem-se 2 banquinhas de Jacaranda em
perfeilo estado : ua run Direita 11. 17.
Boa fumara.
Vendem-se cttixas com 100 charutos de aperior
qualidade a 390UO, ditas a 29OOO, ditas a 19280, di-
tas a 19000, ditas a 49OOO, ditas a 69000. ditas com
50 charutos a 39000. ditas com25 a 19500, maisos de
charutos de 25 a 51)0, ditos a 3"0, ditos a 240, ditos'a
160, palitos de fogo em caixinhas envernisadas a 200
e 160 rs., ditos proprios pura aender charutos a 40
rs.: na fabrica de charutos da rua do Rangel 11. 59,
de Joaquim Jos de Souza.
Cheguem ao ba-
rato !! !
Caixas para rap imitando a tartaruga, pelo bara>
ssimo prego de 19280 cada urna : na roa do Cres>
po n. 6.
'ssnXMSf- ffissjftt w*tf un
****iesw* lmmMMJm.iilimum m*
vendem-se
Chapos de seda para senhora, de goslo
moderno, guarnecido de filo e bico de blond,
a 59 ea 109000 rs. rada un.
Mimo do co de 13a e seda, fazenda de
muilo gosloqu tinge seda, a 400 rs. cada
covado.
Kelvina de quidros e listras, toda de seda, a
400 e 700 rs. cada covado.
Chales de casemira lisos, a 59000 cada
um.
Corles de sedas de quadros e listras, com
15 covados cada um, a 109000.
Curtes de I a de cores com 10 covados,
29000.
Na rua do Crespo, loja amarella n. 4.
iMMaHQrflHBVpMwaMBNRI
l.llanca romana.
Na fundigao de D. W. Bowtnan, na ruado Brum,
ha para vender unta balanga decimal, toda,de ferro,
muilo boa, com capacidade de pesar al 4,700 li-
bras.
Vendem-se
Cliegou nova remessa de
ce/, a' rua JW'i'nz n. 26, |
e entrega-saMos lieguezes
co possivel%
Palitos de alpaca prela lina, a 109000.
Ditos de panno fino de cores, a 159000.
Ditos de casemira de core, a 189000.
Ditos de esguiao fino de linho, a 79000.
Ditos de brim pardo de linho, a 59000.
Ditos de bramante de cordan, a 59000.
Carnizas de murim francez. a 29500.
Ditas de murim francez branco. a 2^)00.
Na rua do Crespo, loja amarella n. 4.
JJJJSlSSfMHJRJS 'KlgXSKiKM))!
PICHINCHA.
Vende-se a taberna da rua Direita n.
91, consistindo n'uma boa anharao e seus
pertences, e alguns gneros em bom esta-
do, propria para qualquer principiante
porterpoucos fundos, ser'em muitobom
lcale estar bem at'reguezada, tanto para
a trra como para o mato, a qual vnde-
se por todo o preco para pagamento dos
credores : a tratar na travessa da Madre
de Dos n. 14.
0 Nja rua da Cadeia do Reciten. 18, 4$
^ ha para vender relogios da fabri- (A
> ca mais acreditadas da Suissa, tan- A
w to deouro como de prata, ditos
foliados edourados, mais baratos
$ do queem qualquer outra parte
JOGO DE VOLTABETE.
Vendem-se caixinhas com lentos paia
marcar jogo de voltarete, por preco mili-
to em conta: na ruu da Cruz n. 2, pri-
mea o andar.
krsheabstynh. .
Na rua da Cruz n. 2tj, primeiro andar,
lia para vender constantemente por pre-
co commodo,'superior Ktrck e Absynth.
CHOCOLATE FRANCEZ.
Cliegou nova remessa de cliocolate fran-
'. n. 26, primeiro andar,
eguezes pelo menor pre-
possive"
VI HO 1RANCO E TINTO DE
" ^ BORUEL'X.
Vende-se" vtnho de superior qualidade,
engarrafado, branco e tinto, (de Bor-
deu\) por. preco commodo: na rua da
Cruzn. 2, primeiro andar.
CHAMPAGNE.
Vende-se superior champagne, em eai-
\asde 12jjarraas, da mellior marca que
tem vindo a este mercado, por preco
commodo: na rua da Cruzn. 2G,primei-
ro andar.
Vende-se o bem enaltecido rape' ro-
lao francez, aos apaixouados da boa pita-
da: na rua da Cruz n. 26; primeiro an-
dar.
Vende se urna porgo de travs de qualidade,
de 30, 40 e 50 palmos de comprido.ditas de louro de
30 e 40 palmos, e 100 enxaros de louro : os praten-
dentes procorem a Antonio Leal de Barros, ua rua
do Vigarip.
Deposito de algodoes trancados.
No ewriptorio de Domingos Alves Mattiens, na rua
da Cruz u. 51, contina a veuder-se algodoes tran-
gadosda fabrica da Babia, e lio de algodn proprio
para redes e pavios de vela, por prego commodo.
Clieguem a pechinclia, rapaziada.
Est se lioalisaiido a pecltincha de borzeguins
elsticos, sapates' de lustre, ditos de Nanles para
horaens e meninos, por pregos lo baratos, que
quem os vir nao deiviro de comprar: na rua da Ma-
dre de Dos, luja n. 18.
Farinlia de manJioca.
Domingos Alves Malhus lem para vender, no ar-
ma /.em do caes da alfandega, de Jos Joaquim Pe-
rtira de Mello, muilo nova e superior farinha de
mandioca de S. Malheiis, viuda 110 hiato Castro,
chegada era 20 do correte mez de agosto, em sacco
de um alqueire da medida velha, por prego com-
modo.
Velas.
Votidem-se velas de carnauba pura, de 6, 7, 8, 9,
10 e 13 por fibra, e por menos prego que em outra
qualquer parte : na rua Direita n. 59.
Attencao.
Conlinua-se a vender na la da Cadeia do Recite
u. 47, loja do Si (Manoel) damasco de 19a de duas
larguras, muilo proprio para cobertas de cama e
pannos de mesa.
AOS SENHORES DE ENGENUO.
No primeiro armazem do becco do Gongalves, lia
sempre ua* bom sortimento de meias barricas de fa-
rinha da mais superior qualidade.
Cheguem a pe-
ehineha.
Por sedulas velhas quem dekara' de
comprar!
Borzeguins elaiticos para homem a 69000 o p.r,
grvalas de teda 500rs., palitos de panno fino,
cortes de collele de foslao e seda, mantas de seda
para senhora a 29000. chales de ganga a I96OO, di-
tos de cassa bra neos a 800 rs., alem disto um novo e
completo sortimento de calgados e perfumaras, ludo
chegado nllimamente, por p.-ego muilo commodo,
afim de se apurar dinheiro : no aterro di Boa-Villa,
defronlc da lionera, loja n. 14.
A peehineha.
No afisrro da Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Chegon ltimamente a .verdadeira carne do ser-
taoe queijos de lodii as qualidndes, figos de coma-
dre, bolacbinlia de soda-, bisroilos linos nileles mui-
lo novos-, e om completo sortimento de todos os g-
neros da moldados dos melhores que ha no mercado,
e vende-se lado por menos prego do que em outra
parte.
Cera de carnau-
ba.
Vende-se cera de carnauba do Aricaty: ai rua
da Cadeia do Recife d. 49, orimaire andar.
Vende-se um cabriolet novo,
sem coberla. muilo maneiro, ven-
dem-se tambem boas parelhas de
cavallos mansos para carro, ditos
de cabriolet e carroca, ludo por prego commodo:
na rna Nova, cocheirade Adolpho Bourgeois.
\a rua larga do
Rosario n. 58
Ha para vender-se om sortimeoto de eitraelot,
que alem de seu encllenle cheiro,produz grande ef-
feito, como seja : tirar caspa, por os cabellos prelos,
tirar espionas, borbulhas, vennelnidoes, sardas oa
pontos brancos do rosto, emhranquecer e refrescar
o mesmo, alisar c igualhar os cabellos das senho-
raa ; assiro tambem vendem-se canas de metal mul-
to bonilas com pos, proprios para senhoras ; visos
com banha muilo lindos com espelho ; chicotes mui-
lo bons a 19 e 29OOO ; quadros de santos a 120 c
200 rs.
Cera de carnau-
ba do
ARACATY E ASSL".
Vende-se em porgao e a retajho, por menos prego
que em outra qualquer parle, principalmente sendo
a dinheiro vista : na roa da Cruz, armazem de
couros e sola, n. 15..
Vende-se urna porgao de laboas de cedro : n<>
trapiche do Angelo.
POTASSA E CAL VIRGE1.
No antigo e a' bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeiado Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender milito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, Indo a
presos muito avoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos.
Attencao ao seguinte.
Cambraia franceza de cores de moilo bom goslo a
600 rs. a vara, cortes de cassa pretos de muilo bom
goslo a 29000 o corte, ditos de cores com bons pa-
droes a 29200, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, corles de lila muilo linos com 14 covados ca-
da corle, de muilo bom goslo, a 49500, lencos de
bico com palmas a 320 cada um, ditos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabega a 560 cada
um, chales imperiaesa 800 rs., tj e 19200 : na loja
dn rua do Crespo n. 6.
Brinsde vella : no armazem de N. O.
Bieber & C, rua da Cruz n. *.
Fay.endas baratas.
Cortes de casemira de pura Lia e bonitos padroes
a 59500 rs. o corte, alpaca de cordao muilo fina a
500 rs. o covado, dita muito larga propria para man-
to a 640 o covado, corles de brim pt,rdo de puro li-
uho a 19600 o corte, ditos cor de patita a I96OO o
corte, cortes de casemira de bom gosto a 29500 o cor-
le, sarja de Ua de duas larguras propria para vesti-
do de quem esli de luto a 480 o covado, cortes de
fusUo de bonitos goslos a 720 c 19400 o corte, brim
Irangado de linho a 19 e a 19200, riscados proprios
para jaquetas e palitos a 280 o covado, cortes de col-
leles de gori.-ur.io a 39500 : na loja da rna do Cres-
po n. 6.
Velas de car-
nauba,
FAZENDAS DE (10STD
I'ARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muito fina e padroea nevos ;
corles de 13a de quadros e flores por prego commo-
do : vende-se na rua do Crespo loja da quina aue
volta pira a rua da Cadeia. ,
CAL VIRGEM.
Vende-secalde Lisboa, chegado no I'
tacfco OONSTANCA, entradohonteni atf^p*
commodo: no deposito da rua de I
Apollen. 2B. ^
CASEMIRA PRETA A W
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Vende-se
Farello em saetas de 5
arrobas a 5^000.
-amiba de mandioca
em saccas a ^SOO.
Tijollos de marmore f
520.
Vinho Bordeaux m
garra loes a 12^000.
JNo armazem de Tass
Irmaos.
LEONOR O'AHBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por IsOOO rs.., na livraria
n. 6 e 8 da'praca'da Independencia.
IECHAHISMO PARA
IHO. s
NA FUNDigAO DE FERBfi 1)0 ENG
HEIRO DAVID W-^VNIAN, A A
A DO BRUM, PASSANDO O oflA-
RIZ,
pre um grande sortBienlo dos seguintes .tb-
prios para eii|.enhos, a sa-
letas noeudas da mais moderna
^laidos os tamaitos ;
B^BjL de todas as propor-
HMla e registros de bo-

1CAO.
HBfas com a soperio-
-la presteza a com-
'SIMPLES E DE COMPOSICAO.
Na roa da Cruz n. 15, vendem-se ditas velas, de
6, 7,8, 9 e 13 por libra, em caixas de 8at 50 libras,
fabricadas no Ararat), pelos melhores autores, e por
menos preco que em outra qualquer parle.
Vendem-se pipas e barril vazios : a Iralsr com
Manoel Alves Uuerra Jnior : ua roa do Trapiche
. 14.
A 99000 E 109000 A PECA.
Vendem-se peras de brim lino e hamburgo su-
perior, que se asseuielha ao bom panno de linho,
pelo diminuto preco de 99 e 109 a pera de 20 va.
as: na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, de
fronte da ru da Madre de Dos.
Novo sortimento de fazendas
baratas.
Alm das fazendas j anuunciadas, e outras mol-
las, que a dinheiro a vista sevendem em porcSo e a
retalho, por baratissimo preco, ha novas chitas de
cores finas a 160, 180 e 200 r. o covado, ditas para
coberla, bonitos padres, a 220, ditas largas de cores
claras imitando cassa a 240, riscauos francezeslargos
de quadros modernos a 260, cortes de cambrail de
lpicos com 6 1|2 varas por 29560, pernio de linhos
muilo fino para lencos rom mais de 2 varas de lar-
gura, pelo baratissimo preco de 29400 a vara, novoi
brinsde linho de qnadrinhoi para palitos, caljas e
jaquetas a 220e210 o covado, corles de casemiras de
cores a 49. brins de cores para calcas a 19 a vara :
na rua da Cadeia do Recife. loja n. 50, defronte da
rua da Madre de eos, a qoal se acha solTrivelmente
sortida de boas fazendas, cojas qualidades e comrno-
dos precos se gartntem e dao-se amostras.
I.ABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de iinho muito finos, toalhas
redondas e deponas, e mais objeclos deste genero,
ludo de bom goslo ; vende-se barato : na roa da'
Cruz n. 34, primeiro aodar.
Vende-se excellente taboado de pinho, recen
temente chegado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a enlender-se com o admiitis
ador do mesmo.
A boa fama
Vendem-se moilo bonitos chapeos de sol de seda
pequeos e com molas proprios para meninas de es-
cola, pelo baralissimo preco de 39000 rs. ; he cousa
tilo galante que quem vir nilo deixari de comprar :
na rua do Queimado, loja de miodezas da boa fama,
o. 33.
Gasa da fama! !
Na rna Direita u. 75, vepdeni-se bitbetes de todas
as loteras da proviucia, e pagam-se todos os pre-
mios que sahirem nos bilhetes vendidos na mesma.
Scbolas novas de Lisboa.
Jachegaram ceblas novas de Lisboa, e vendem-
se no armazem de Joo Marlins de Barros, travessa
da Madre de Dos n. 21.
Vende-se cal virgem, chegada bon-
tem, e de superior qualidade por preco
razoavel: no armazem de Bastos & Ir-
maos, rua do Trapiche n. 15.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior rclroz de primeira qualidade,
do fabrican leSiquelralinhasde roriz e de nume-
ro, e fio porrele, todo chegado pelo ultimo navio vin-
do do Porto, e juntamente vinho superior, feilnria
em pequeos barris de dcimo.
Veudem-se no armazem n. 60, da rua da Ca-
deia.do Recife, de lienry Gibsan, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por prejoi
mdicos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por osOOO reis : nos armazens ns.
5,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes &Coinnanhia na ruado Trapicfie
n. 34, primeiroandar.
Taixas par& engenhos.
Na fundicao'' de Ierro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptido' ;
enibarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Capas de burraeha a 12,4000.
uein deixari de se muir de uina excedente ca-
Ea de borracha, pelo diminuto preco de 129'-' a el-
is, qoe te eslo acabando: na rua da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50, defronte da rua da Madre de Dos.
Vendem-se em casa de S. P. Jobas-
Ion & C, na rita de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes decano e de montara.
Candiel role casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de Ierro.
e execolain_
ridade'j conheci
modidade e>
Jacaranda
todos os melhoramento*
tend vin
burgo: n,
com
demos,
de Ilam-
, armazem n.
m
POTASSA BRAS1LEIRA.
Vende-se superior polassa, fa-
aricada no Rio de Janeiro, che-
k gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se trelo novo,chegado de Lisboa pelobrigue <-
peranra.
AGENCIA
Da Fundigao' Low-Mooir. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engento, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODO
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O- Bieber &
C, na rua da Cruz n. 4, algodaotran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escla-
vos, por preco commodo.
Vende-se urna lala ora romara com todos os
sius pertcnces.em bom uso e de 2.0CO libras : qoem
pretender, dirija-se ,i rua da Crui, armazem n. 4.
COGNAC VERDADE1KO.
Vende-se superior cognac, em garrafa, a 129000
a duna, e 19280 a garrafa : ua roa tos Tanoekas o.
2, primeiroandar, defronte do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina flue
volta para a cadeia.
j Antigo
godao da tah
Si San
Novaes & Compai, ua do
Trapiche n. oi, conti m a ven- .
P^ de algodao desta fabrica, B
";*do, prprit accos e S
I roupa de etcrj^^H B
iiaKIlWIOaslIst^
Vende-se ajo em cunhetes de ura quintil, por
prec.o muito commodo : no i9 Me. Cal-
mnnt & Companhia, praca do Corpo Sauto a. 11.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase jaquetas, a 160
o covado.
v ende-se na rua do Crespo
volta para a cadeia.
Deposito de
Na roa da Cadeia do Recif-t
veader-se barris com
boj, por pre(0 commodo.
CORTES
DK CORES ESCURAS iTCLARAS A 3|000.
Veodem-e na roa do Crespo, laja 4a esquina que
volla para a rui da Cadeia.
A boa fama
na que
ntina
te Lis-
ATTENCAO.
Na rua do Trapiche n. 3i, ha para
vender barris de ferro erraeticamente
fechados, proprios para deposito de fe-
ses ; estes barris sao os inelliores que se
temdescoberto para este fim, por nao
Mialarem o menor cheiro, c apenaspe-J
zam 16 libras, e custam o diminuto pre-
co de A^OOO rs. cada um.
Potassa.
No antigo deposito da rua da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, vende-se muito superior potassa da
Russia, americana e do Rio de Janeiro, a preros ba-
ratos que he para fechar contas.
Na rua do Vigario n. 19, primen
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, vt>lao e flauta, como
scjam.quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
a venda a superior (latidla para foro de sellins,
chegada recntenteme da America,
K
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Av, primeira qua-
lidade, de propnedade do conde
de Marcuil, riA da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 56jj000 rs. cada caixa, .lclia-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron.dt Companhia. N. W
B.As caixas sao marcadas a fo- ^
goConde de Marcuile os ro- flb
tu los das garrafas sao azue:. A
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Reduzido de 640 para 506 ra. a libra
Do arcano da invencao' do }r. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vuntagem para o melhoramento do
assucar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metbodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber Companhia, na ruada
Cruz. n. J>.
A Boa fama.
Na rua do Queimado, nos qoalfo cantos, loja de
miudems da boa faina n. 33, vendem-se os seguiules
objectos, ludo de muito boas qaalidaces e pelos pro-
cos mencionados, a saber :
Fenle de tartaruga para alar cabello; a 49500
Ditos de alisar tambem de tartaruga .'19000
Ditos de marfm para alisar 19100
Ditos de butilo muito linos 300 e 400
Ditos imitando a tartaruga para'atar c; bello I928O
Laques liuissimos a 29, 3 e 4J0O0
Luidas caixas para rustnra 39OOO
Ditas para joias, muilo lindas a 600 e 800
l.uva pretal de toreal e com borlotai 800
Ditas de seda de cores e sem defeilo I9OOO
Lindas mesas de seda de cores para enancas I98OO
Meias |Hiitaaas lio de Escocia para crianeas 240 e 400
BandeJHS grandes e linas 3^000 e 4*000
1 raneas de seda de todas as cores e larguras a de bo-
nitos padroes, filas fiua lavradas e di todas as lar-
curas o edres, bicos lioissimos-de linho de bonitos
padraae todas as larguras, tesoorai as mais finas
que be possivel encoulrar-se e de lod.is as qualida-
des, meiai e luvas de todas as qualidades, riquissi-
mas franjas brancas e de cores com bolllas proprias
para coi tinados, e alm de tudo isto outras nsuitissi-
maicoi'Ms ludo de bous goslos a boai qnalidades,
que i lista do muito barato prejo njj deixim de
agrada aos Srs. compradores.
Vende-e pipas, barris vazios e.bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14.
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar hurtas a baiu,
iaoapir,, nafunditaMtD. W. Bavman : na rua
do Brean nt. 6. 8el0.
Vende-se cognac da melhor qualidade: na rua
da Crm n. 10.
Sa roa do Qoeimadi
miudezai da tj^^H
ob eclos pela^^^H
lo bola qualidades, a
Duzia de teiouras pai
Ilu/a de pentes para
Pe;as com 11 viral de
Pares de meias brancas pan
I'ejis de fitas brancas .
Pejas de bico estreilo be
Carlejplias com 100 agoihi
jj^^H cordao mt
Ca xas com ci
E ;o\ as Qius paS^^H
Pulceirai encarnad
l.i titas brancas dt
I.i tras de lii
Grozai de botos par c
Meadas de Itnhas I
Miadas de lindas de peso
Cacrileis de Uoh*
Griizas!
Caixasi
Duzia de ded
Suspensorios
MacinhS^H
Cailaa^^^P
Caixinhas c
Acnlhe]
Torc
Cais^B
Baltad
o* seguintes
lo de mui-
11000
1500
em de
240
de aiuilo boas qualidact
mo barato nesta bem fi
OeSM
isto oulras moitissimas cansas lodo
le muilissi-
oot fama.
A boa fama
-, resma
Vende
Papel
Dilo .
Pennl
Ditas
Car
Ca
D,l
Gat
''
Be
BU
Coi.
Ditas
Car le.
FivuJJei
E#._
Trncela
Tinleiroa
Canias riq_.
Or eir
Toucari,
Chi-utrira* i|
Meias de lata
Escuvas li
lini'simas, _
res, meias pintad
des, bengalas n
propria |<^^^H
mutHsjS^^^H
e que s'a4^H
quer parte : n_
ua bem conheci
n. ,;3. '
ESCRAVOS FG
esappa,
do nter proj
niano, n| ida
me Mara, a qual f
do ao Sr. Joaquim .___
Serr.i do Teixeir, e lem
^^JB -
leodi as costas
sido de chicote, anda qoe ella diga qoe sao de be-
quem a apprehender, dirija-se ao dito sitio,
qoe lera generosamente gratificado.
Francisco Brmguel de Almeida Goedes.
Desappirecen no dia 27 do mez de agosto pas-
sado, o preto marinhetro, de nome Manoel. perten-
cent. a tripolacjb do brrgae nacional A/a/ra, o qual
em >s signaes seguintes: idade 50 tantos anuos,
baixn, migro, rosto comprido, barbado, lando ja al-
guns cabellos braacos : qoem o appreheuder, quei-
ra leva-lo rua da Crui do It ucriptoiio
de Amoriai TrraSos & Compauhia, que ser genero-
samente recompensado.
ESCRAVO FGIDO,
Evadio-se no da 3 do correnle desla prata oes-
envo Severno, mualo um pouco claro, com idade
de :2 annos pouco mais oa menos, aHo, boa figura,
cnnieca a barbar, cabello carapinho, este esenvu
perlence 1 Pedro l.eile Bezerra, morador em Cim-
bres e foi no mez passado tirado do deposito onde
tnica assentado praca com e nome de Severno Jos
Bezerra, lem a falla branda, levou camisa 9 calca
branca muilo soja, e cale* decastor com listras zoes
e camisa de algodao com listras azuet muito iniudi-
ultas, novas: roa-se a quem a encontrar que o
mande entregar nesta praca aos Srs. Gouveia 4 Lei-
le. na rua do Queiaudo n. 97 ou ao seo senhor em
Cimbres quesera gratificado.
Desappareceu uo dia 17 da agosto o escravo
del ano, de idade maior de 50 annos, de uajao An-
gico ; levou palito cor de cafe, chapeo de palha, trie
o|rliapo chetode rodilbiis, que nSo assenta na ca-
beca, tem urna perita mais arqueada para fra que a
oulra, costuma andar de alparcas, tem sido visto pe-
la rilteira, rua da Praia etc. : quem o pegar, leve-o
Apipucos, casa do Sr. Pedio COelho Pinto, que se
recompensar, ou no aterro da Boa-Vista n. 77, fa-
brica de cintrlos.
Desappareceu no dia 22 do correnle a eserava
muala Marianna, (levando soa filba de ( mezes de
idade), de 25 annos. allura regular, chein do corpo,
cor avermelhada, andar dasembaracedo, peritas ,i-
uas, cabello grande meio carapinhado e quasi ieji-
pre em desnlinho, daas cicatrizes 110 pescoca pro ce-
mentas de glndulas, a ama 011 costas provaaijola
de um tumor ; levoo vestido de .chita enra^^V!
com -amagens preUs : pede-se as autoridades 3 ea-
pilaes de campo a ipprehencao de dita eacrava n
leu-la a Pauagem da Magdalena, raa de A. V 'da
S. Barroca, oa ao seu escriptorio, na roa d
do Bscife, qoe serlo generesaanenle recot]
Desipparecen no dia 17 de agosta
pelas 7 horas da uotte, a preti Lourenr.
0 annos, pouco maii no menos
seguHes : um dedo da Jo,
gr, itiui marcas, brai
misa de algodSozittli.
fino, i mais urna lro.
as aubwidades policiaes
m Ti i
Azevedo, na praca do Corpo Sanio a3
bem recompensado.
prrenle
4
4
49000
39600 -
29600
I92OO
640*
100
120
80
320
- 600
uO
800
400
19W0
51XI
100
19000
100e160
500
l-VJHt
2B00O
luivallias
Jas as c-
a lidi-
ada e
outr.t
clades,
qual-
aatro cantos
la boa fama
que
PKRN. :TVP. nR M.
" n tfRi._ lRSS


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