Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00654


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Full Text
sslsenejaae*

:-,'
1
t

AUNO XXXI. N. 203.
Por 3 metes adiantadoi 4,000.
Por 3 meses Vencidos 4,500.

SEGUNDA FEIRA 3 DE SETEMBRO DE 1855.

Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptoi.
1
DIARIO DE PERNAMBUCO
ENGARREGADOS DA SI IISCRIPCAO'-
Borife. o proprieterio M. F. de Faria ; Rio de Ja-
. Jo8o;PerelraMartina; Baha, o Sr. D-
Duprad; Macei, oSenhor Claudioo FalClo Dias;
Purahiba o Seohor GervaZio Viclor da Nalivi-
aie ; Natal, o Sr. Joaqolm Ignacio Pereira Juulor;
Aricaly, oSr. Antonio de Lenos Braga ;Ceara, o-Sr.
Joiquim Jos ueOliveira; Maranliau o Sr. Joa-
o)nlm Maiqnes Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingos
HeceaiaooAefcilee Pessba Ceareoce ; Para, oSr. Jus-
I. Rimea ; Amazona, o Sr. Jerouymo da Coala.
PAITE imClAL.
OoVBMtO A PROVINCIA.
laaitoau ato 41a 29 da airoato.
o Exm. preaidenle do Rio Grande do
Nnrle, diiendo que, pelo ofllcio que remelle por co-
ifeetor da aneoI de guerra, licar S. Exc.
*'toe |MI*rsio anconi se enviou pan a
companhu Gxa daquella provincia 4 Pi *, uSo duzento cano esl declarado na guia
le Diere o ollicio qne fhe dirigi honlem.
- Ae inspector da thesouraria do fazenda,
esle recetado o elucio era que S. S. paihcipou
a arrematado dos vinte e Ires cival-
i da'compaiihia lista de cavallaria peto
oci Je 300 rs. cada um, e declarando queap-
jBBflbelUanle arreinatacao.
I- Ao raainio, inteirando-o de liaver, em
vista desiia luformajao, concedido ao am auuense da
* xeci-eUm daquella thesouraria, Juaquim Izidoro
im Oes, dous mezas de licenja com ordenado na
ui ii.. la i i.
Ao mesruo, Iraosmittindo pora o fim con-
loa dt letlcas, sos nit. 13, 1 j e 17,
le 1:803o r., acidas pela ihesuu-
i fazenda sobre a .desla, e a favor de Joaquim Gomes da
rxntonio Benlo d Costa e Joaquim Jos de
ieiraav Parlicipou-se ao Exm. presidente da-
quilla provincia.
jfc Dito Ao pre-ideale do conselho administran.
^ recom lleudando que cora urgencia promuv a
compra din madeiras e mais objectos mencionado*
l na eUjau que reraeUe, os quaes to necesarios ao
ajfllSal il l'ize.aru-se as cunvenienles
L, lito A* inspector do arsenal de marinha, con-
k lo a aulorisacjo que pedio, nAo s para mau-
azer m reparos precitos no brlgae escuna /.-
'iaie s dar-lbe a armadlo de patacho, visto que
egado como transpone em substituido
io [alacho />/rapama,nias tambem para nomear roes-
Ire >ara_(|uelle navio, pois que o do referido pa-
Ui pelas inconvenientes por
declarando qoe a nemeajAo de
scrivso pitra o Lcgalklade nao pode ler lugar, al-
iento o qi.e informou o intpeclor da ihesouraria de
fazenda lio ofllcio que remelle por copia.
, Dito A o mesmo, atoritando-o, avista desla
infirmaran a aagmeotar enm 400 rs. diarios os ven-
vimenlos .jno actualnicnle percebein Jovino Eplfa-
mo da Coiiha, FrjmtUco Marinho de Miranda e
Aniielelo A tve da Silva por conitjovaiem ot traba-
moi. da escriptoracao daquella reparlijiu. Com-
inunicou-su ao inspector da thesouraria de fazenda.
tilo Ao inspector da thesouraria provincial,
api rovandi a arrematarlo que fez Aulonio de Sou-
i Sarroso do pedagiu da barreira de Muloculomb
quantia de 3:0103 rs., sendo fiadores Guilher-
J Augusto Rodrigues Sote c Francisco Accioli de
Gocvela ins.
Hilo Ao hachare! Francisco Bernardo de Car-
o.Tendo-me ofliciado em dala de boje o juiz do
lo prciidenfe interino do tribunal do jury, nAo
liaver (jmpareciito, por incommodo de saode, o juiz
! upplenle da segunda vara a qaem el-
le flrc tj para entrar em ejercicio, e apresentar-
w-Btq.nelln tribunal, aflm de entregar os processus
preparado), foi chamada o i, inpplente, que (am-
Iwia alieguu o mesmo motivo, e linalmenlc achan-
i tto-ae o 3. distante desla capital IS leguas, compre
<|ue Vine, ua qualidade' de 6. supplente entre ja
<;in eiercici c all Mpresente na forma da lei.
* Cluicio Ae Eim. vice-presilenla da Paraiba.
? EfB presenja da alBcto de jt Ec. firmado em 7 do
crlenle, cumpre-me dizerque aa requitises feila<
por essa presidencia, as pocas citadas em dito olli-
cio acerca te bandeiras furam satisfeilas no inez de
siembro de 1X13, segundo consta do ofllcio, por co-
aarsen.l de guerra, sendo
leiras (aviada para essa proviu-
Henaina confeme eommuniquei a es-
ia no meu ollicio, de 16 do citado inez
I de-ielembto.
BUA) Em. conselheiro preaidenle da relujan
commauieiie* que lando ofciado ao bacliarel
Francisco Bernardo de Carvaibo, ti. lupplente du
juiz municipal da 2.- Tara desla cidade, para entrar
<*D oercicio, visto te acharem. impedidos osoulros
upjlentfs, itefere-ihe boje o dovido jaramento vis-
r elle comparecer com urgencia no tribunal
do jury ajim de apretanUr na forma da lei ot pro-.
cesis preparados.
Dito Ao mesmo, InUirundo-o de liaver concedi-
i, 12 dio de liceoca casta* respectivo crdenado ao
I bacliarel .Manoel Clerocnlino Carneito da Cunda,
iui7 de dintito interino da 1, vara rime detta cida-
jt*- zenda.
o^Ao mesmo, communicando que o bacharel
P i^^,.-iJ - n I comarca da Boa-vista, participara liaver rea>-
i suniido reicio do sea cargo no dia l de julho
ultimo.Fiseraa-t as oalrat communica(oes.
telor da tUesouraria de fazenda,
o joit de direilo, Jos Nicolao Ri-
ga ira Costa,, participado que acceilara o lugar de
. (hefade pclieia da proviucia da Rio Grande do or-
ap (a, para o qual foi nomeado por decreto de 1 de ju-
*" oat' ultime, a recorameoddndo, que mande abonar
o dilejuir, csaa ajuda de casto a qoanlia de 800j>,
ma.fmoda tabella u. 3 annea ao decreto u. (X7
I da ; de julho de 1830.
Inte A) mesmo, Iransmitindo para o fim ronve-
aviso de lelra na importancia de l;-20O3O0
la lliatoiiraria de fazenda da provincia do
do Norle sobren detta e a favor de
0 Ferreira Jnior.Participou-se
daquella provincia.
dicia inleirando-o de queTi-
niealea,ordene para seren pa-
legaet as eonlat que S. S.
feita peto rapitilo delegado do
1 nos metes de Janeiro a juulio det-
bs diligencias da polica,
o, remetiendo em salisfarao a sua
etemplares do formulario sobre a
oiaedia dot processos criminaes.
ireclor seral do Monte-Po dos servi-
oeslado transinittintlo para o fim conveni-
iii filtra saccada peta thesouraria de fazenda
c*la provincia a favor do thesoureiro d'aquelle es-
tlbolecimento, na Importancia de 5039183, que se-
ndo a relac^o que tambem remelle foi rrecadada
puraria dos contribuinles do men-
eado ettabelecimenln depois da ultima remessa
k fez.Oommunicou-se a referida ihesouraria.
fjp iRloAo capitSo do porto inleiraodo-o de haver
(irisado ao inspecjdf da Ihesonraria de fazenda a
ir pagar a a^f<$o duM praMcos a quanlia de
le Smc. trata, 5 vez que estejam nos termos
legues as cintas qdPremelleu.
W, declarando que va levar ao co-
Etin. Sr. ministro da marinlia para
ranilverd' ibelecendo os vencimentos que devem
reqjisitSo \
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2.
Pars, 355 rs. poi f.
Lisboa, 98 a 190 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 da rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
da corapanhia de Beberibe ao par,
da corapanhia de seguros ao par.
Disconto de lenras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Onro.Oncas heapanholas* .
Modas de 69400 ve I has.
de 69400 novas.
de400O. .
Prata.Patares brasileiros. .
Pesos columnarios, .
a mexicanos. ,
PARTIDA DOS CORREIOS.
29000 Olinda, todos os dias
169000 Caruar, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15
16000 Villa-Bella, Boa-Visia,Ex eOuricury, a 13 e 28
99000 Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
1940 Victoria e Natal, as quintas-feiras
1940 PREAMAR DE HOJE.
19860 Primeira s 10 horas a 6 minutos da manhaa
I Segunda s 10 horas a 30 minutos da larde
AUDIENCIAS. EPHEMERIDES.
Tribunal do Commercio, segundase quintas-feiras I Setembro 3 Qiiarto minguante as 6 boras 3 mi-
nutos e 49 segundos da manhia.
Relaco, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 Ijoras e as I
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas s 10 horas
1* vara do civel, segundas e sextas ao meio dia
2" vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia |
11 La nova as 8 horas, 31 minutos e
49 segundos da manha.
19 Quartoereseenteas 5 horas ,f!0 mi-
nutos e 14 segundos da manlia.
25 Lna cheia a 7 boras 5 minutos e
35 segundos da tarde.
perceber os palrdes e mais peasoas que se preslarem
as amarr.iroei. iesamarraciiss esoccorros dos-navios.
DitoAo director das obras publicas auloritaodo-
o a recebrr definitivamente as obras da reconslruc-
cao do parte do caes doCapibaribe, e declarado que
eipedio ordem ao in cial para que a vista do competente certificado man-
de pagar a retpeclivo arremtame a importancia
das preslacoes a que tein direilo.
COMMANDO DA8 ARMAS
Quarlel-ie.ioi-.l do commando das armas da
Pernambuco tu nidada do Recite, aa 1 da
setembro da 1-55.
ORDEM DO DIA N. 107.
O mareclial de campo commaudanle das armat,
declara para os fins convenientes que nesla dala not
termos da imperial resolucflo de 27 de noverobro de
18.S2, conlracluii para tervirem na banda de msica
do 4. balalh.io de artilharia ap, |>er lempo de3 an-
nos, ptecedendo inspeerilo de saude os paisanos,
Jorge Martiniano Lopes Sampaio, e Bento Jos da
Silva Ner>, a este na qualidade de msico de 2 das
se, e aquello de 1, os qoaes perr.ebcrao alin dos
vancimciilos que por lei Ibes coinpelirem o premio
de 1.105000, pago na forma do artigo 3 do decreto
n. 1101 de 10 de jiiuho do auno pretrito; e que
tambem conlrahio novoeugajamenlo por mais 6 an-
nos, segundo o regulamenlo de li de dezembrn de
1852, o cabo d'csquadra da 8 comoauliia, do referido
balalh.lo Domingos Marcos dot Sanios, (julgadoem
inspecc.au de saude no caso de continuar no servir)
qoe por sobre os vencimeiitos que por lei liver di-
reilo, percfbei o premio de 4009000, pago de con-
formidade o artigo!! do decreto uprainencionadn,
e lindo o cngajamenlo urna dala de Ierras de22,S00
braca quadradas. No caao dedcserrUo, perder nao
so as vanlagens do premio como aquellas a que tiver
direilo, ser considerado rceralado, disconlandn-se
no lempo do engajamenlo o de prisao em virlude de
senlenra, averbainlo-se este descont, e a perda das
vaulavuiis us respective* litulos, como se acha por
lei determinado.
Declara outro sim o mesmo mareclial de campo,
que honlem scapresenlaram noqnartel-general, por
lerem findo a quarenlena a que ficaro sugeilos lio
lazareto rio pina desde o dia 20 do mez patsado os
Srs. AI Teres l.uiz Antonio Ferraz Jnior, do 2. ba-
tallan de infamara e Jernimo Alves d'AssamprSo
do 10 da mesma arma, os quaes ficaram reculhidos
aos seus corpos.
Nao tolera o marechal commandanle das armas
por ser contrario a lei, qne os Srs. capelliles, cirur-
sioes do exercitn, lenliam camaradas.
Finalmente, determina aos Srs. commandantes de
corpas que nal, de cada raez.enderessem aoquarlel-
general a requisicilo das luzes fornecidas at prisoel
desuadas a guarda nacional, no mez anterior com
declarar.io dos dias em que se acharan) oceupadas.
Jos Joaquim Coelho.
Conforme. Candido Leal Fcrrtira, ajudanle de
ordens eocarregado do detalhe.
2
ORDEM DO DIA N. 108.
O marechal de campo, ron,mandante das armas,
faz cerlo, para os fins convenientes, que o governo
de S. M. o Imperador hoove por bem, por aviso do
ministerio da guerra de 18 dejunho ultimo, deter-
minar que se rccolha qnanlo ante ao segundo bala-
Ihande arlilharia a p a queperlence, o Sr. capili i
lrislao Pin dos Santos, que se acha addido ao quar-
td da mesma arma, segundo constou de oflirio d
presidencia dal.olo de honlem : consegninlemeiile es-
te Sr. ollicinl devera estar promplo a sesuir para a
provincia da Biliia na primeira npportunidade. Se-
mellianlenicule dever 'eguir para as Alagoas o Sr.
alfere do oitavn balalliAoib) infanlariajos Francis
co de Moraes Vaseoncellns, que lica desligado do ba-
lalho nono <1b mesma arma, no qual serve como ad-
dido. visto que ale o presente iienhma solueflu ob-
teve do mesmo governo "cerca da passagem que re-
quere para este balalhAo.
/ote! Joaquim Coelho.
Conforme. Candido Z>af Ferreira, ajudanle de
ordens encarregado do detalhe.
DIAS DA SEMANA.
3 Segundti. S. Arsibeo b. ni. S. Aigulfo.
4 Terca. S.Rosa de Viierbov. f. ; SrBosalia.
5 Quarla.S. Herculano m. ; S. Arseniorn.
6 Quinta. S. Libania v. ; S. Zacbaras prof.
7 Sexta. ',$. Regina v. m. ; S. Pamphilo b.
8 Sabido. Navidade da SS.V. Mil de O.
9 Domingo. 15.-OSS. Nome de Mara ; S.
Dorotheo m. S. Gorgonio m. : S. Sergi p.'
EXTERIOR.
FOLHETIM.
TOLLA FERiLDI. C)
Po Etiinlo Akaat.
-------v""""
#
MSjnbaa seguinl o diloto l.cllo
doiwi ijoando Tolla e seus pas en-
IravaiH'em ama carrusgem.de posta que razia des-
de tesupo mmemariavel a viagem de l.ariccia. A
coiitfaaaa e 'tolla dtopavam o fundo, o conde e o II-
lbu.itnn a oslo na frente. O co/.iuheiro, sea sju-
dsBt e o palafreneim empoleiravam no lejadilho; o
oaaturitia oo conde, Amarilla e Menico apinhavam-
se sobre o banco Irazam, e o sol obliqno da na--
uliaa aquella vigorosamente toda* etsas caras Iri-
gneluui.
AasaiePa esa ssa eterna -Romana que lo4bs os
pintores debucham em teas qaadros: .lito, gorda,
fntle, bella de urna plivsimiumia allivn e eslupida
que ala detdnirava-llie'o rosto. Sen aume verda-
ii devia ao sen genio um lano
de Amarella. Seus pais, po-
iriSCl, (inliain-Ilie mandado
juem se elevara
i. A nalureza que divertc-se
ireira quididades de es-
mbi^Joede nolavel per-
ios ardis ella empreg-
rn para entrar em casa do conde, tupplanlar tua
p-edecestora. A eoridossa refera com admra?3o co-
-toarella pouco Umpo depois de tua entrada,
iofqara uac chale da China, e portaras de lal ma-
neira dorinle dousannot e meio que o chale oi-lhe
'; Vife Diario n, 20*.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
- DE PERNAMBUCO.
Parla 6 do agosto.
Franra.
As difTereoles medidas pedidas s cmaras para
fazer face as necesidades da sitnr.io furam voladas
immedialamenle. Um empreslinio de 750 milhes
de francos devia ser subscripto e ato indistinctamen-
te emapoticesde 4 }{ por cenlo emillida. ao corso de
92 fr. c 2"> r. a romerar de 22 de maio de 1KV>. ou
em apolices de 3 por cenlo emillida ao curso de 65
fr. 25 c. a coinerar de 22 de juuho de 1855, a subs-
cripeAo foi berli de 18 a 29 de jnlho inclusive os
domingos 22 e 29, e Ma so admittio sulwrripriio sa-
nio para 10 fr. e os mltiplo! de 10 fr.: o creditopo-
blico reupondeu ao appello do governo francezcom
um eiilhusiasmo incrivel. Em vez de 750 milhes
deu mais de quatro mil niillies de fr., dous mil mi-
lhes foram subscripto' em Pars, mais de mil mi-
lhOet nos departamentos, e tiOO milhes nos paizes
eslrangeiros. Trezenlas e-tez mil pessoas tomararo
parle na soliscrip<;ao, e as obscriperes de 50 fr.
para bailo figurara no algarismo d 3 militares e
00 milhes para 235 railhoes. Em preelija dcstet
factos foi preciso operar reducces. e s llavera et-
cepcOes para ubscripres que n,1n cicedam a 50 fr.
de renda ; o pagamento he reculado da maneira se-
guinte : a derima parte no momento daaubscrioeAo,
e o reslo ermlS termos iguaes. pasaveis a 7 de cada
mez, de 7 de setembro a 7 de fevereirn de 1857, ot
pagamentos por anlecipacAosAo admillidos com dis-
conto de 4 por cento.
Era preciso prover ao accrescimo das despezas
com qoe o servico das rendas novas la brecarregar
o thesouro ; tres medidas foram lomadas para etle
fim : primeira, o augmento de direilo de consumo
sobre o alcool ; segunda, o augmento do imposto so-
bre o preco dos lugares dqt viajantes transportados
pelos caminhos de ferro, e arrecadaco do dcimo
sobre o preco das mercadorias transportadas com
srande celeridade ; terceira, a arreca/larAo tempora-
ria de am novo dizimo de guerra, ludo isto era
imperiosamente necesario : no momento em que a
Franca so impuoha sacrificios consideraveis de di-
nheiro para tuslentar a lula em que se acha empe-
orada, era prudente crear novos recursos, porque o
governo nao devia ter a illusAo de querer salitfazer
ot novos encargos com o eicedente de rendas que
prnmove a prosperidade publica. A perfeita mo-
ralidade e a legillmidade do augmento de laxa sobre
os alcooles nSo sera contestada por ninguem, o dci-
mo de guerra te fani pouco sentir e lera a vanlagem
de-ser immedialamenle productivo, como lodosos
impostos que lera ama base mu ampia.
Os preparativos para a receptan da rainha de In-
alaierrra so acham em plena etecueao. O hotel de
Villa he entregue aot operarios e artistas ; nos bou-
leta-dt de Strasbourg, San Diniz, Bonne-Nouvelle,
Poissonniere, Mont-Alarlre, Ilaliens, Capucines e
Madeleine, a edilidade paritieose prepara arcos de
Iriomphos ; a embaixada de Inglaterra, o palacio da
industria recebem nos teut arredoret os mais com-
pletos nformoseamentot, e igualmente *o bouleeard
da imperalriz. Emfim, o palacio de San Cloud desti-
nado .i rainha Victoria eslii maravilhosa e esplndi-
damente arranjado.
Inglaterra.
Algumts perlurbacoes liveram lunar em Londres:
ama nmro do ilord Urosvenor, feita na cmara dot
commnns escitou durante varios domingos scenas
lumulluosas nos diHerenles bairros arislocralicos, e
especialmente not sitios de Hyde-Park. O nobre
lord quera prohibir qualquer especie de venda a
relalho, al dos cometiveis e bebida, e impedir
que ot comboios dos caminhos de ferro e as carua-
gent publicas fanecinnassem ao domingo : a rnulti-
dAo apupou at equipagens e os cavalleros, qnerendo
del'arte propalar e fazer comprehender aos elegan-
let ociosos da aristocracia que os prazere de Hyde-
Park que cousliluem os seus trabalhos de lodos os
dias, deviam ser tratados como as obras ulels, e que
a prohibicao do domingo devia ser completa e sem
exceptu. l.ord Urosvenor declarou i cmara que
abandonava a tua proposta, mas a cmorAo popular
nem por isso se applacou. as circumslajncias em
que se acha a Inglaterra, no momento em que. o es-
pirito publico traa de renovar as iiislituifOes secula-
res, qoando reina o vento das reformas, a proposicao
feita i cmara dos comrauns era mais que unuiaep-
cia, era nina culpa : excitou as paixoes de cerlos es-
pirilot, e desordeus se reimvaram com incidentes
mais desagradtveis: a multidn depois de ter exla-
cicnadi) por algum lempo em Hyde-Park, se dirigi
para^ Belgrave Squire e outro* bairros arislocralicos,
te poz a quebrar as vidraces dos palacios ; entre as
nnbres personagans, cajas habitaces foram mais
prejudicadas. citaremos o conde de Kielmoolegge,
ministro do Hanovre, Sir James-Uraham ministro
da marinha, o duque de Malhorough, o conde de
Gilford, o arcebispo de York, o duque de Monlruzr,
lord Cb. Wellesley, e muitos oolros.
O almirante Seymoar, ao sabir de sea palacio pa-
ra fazer admoestaces mullidAo, receben duas pe-
dradas, e se rcliron com o rosto ensanguentado.
Osprincipaet agitadores foram presos, e entregues a
justira, mas, ape/.ar desla victoria dos agentes da
polica, he impossivel esenrecer que a auloridade do
parlamento ficou invalidada em um iocidenle em
que a aristocracia era a causa principal, e entregue
pela imprensa s paixoes democrticas, e isto no
meio de ama crise governamenl.il.
lia uisto symplomas verdaderamente assutla-
dores, e qne parecem indicar que a obra comecada
ha poucos mezes vai progredindo, e qoe o agitaro
preparada e organisada no intuito de urna reforma
encerra lalvez urna idea mais formidavel. Em pre-
senga de semelhanles fados, o dominio das reflexfies
se alarga singularmente, o he com algum funda-
mento que a aiiuiicAu se va despertando. Nao ha
regiSo em que a opposicAo se nao manifest. De-
pois do revez toflrido pela primeira rao cao de M.
Roebuck contra o eabiuele. o diplmala inalez as
conferencias de Vieona, lord John Rustell, foi ohri-
gado a deixar o seu posto de minrtro dat colonias,
e lord Palmertton ficoa por isto reduzidu a supre-
mos esforcot para evitar a dissolucio do seu minis-
terio.
As mores so vao maltiplicaiido no parlamento,
sir Balwer-Lyllon fez a sua, era concebida us
lermos seguinles : a O comportamenlo do ministro
encarregado das negbciaciies em Vienna e a sua
conservacao no po Corda abaiou a o.ifili.inc.i que o paiz linda uaquel-
Ics a qaem a ndminisIra^Ao dos negocios pblicos
he confiada. Acerca deslq muelo urna Iota mu vi-
va eslava para Icr logar, e entilo nesle momento
lord John Hussell veio declarar que, depois de ter
recommendado que se tomae em consideraran as
proposicOes nuslriacas, linha modificado as suas
opinies sobre os aconlecimeiilus ulteriores e se a-
chava lirmememe corjvencido da necessidade de
urna guerra enrgica. Esta asserco au mudou os
sentimenlos mui vivos da cmara, e operou-se a sua
retirada. Est quasi averiguado que era por cauta
de lord Derby que este ataque contra o gabinete
Palmerslon era dirigido, mas lord Derby que nSo
se acfiou habilitado para tomar n poder quando Hit
foi olferecido pela rainha, depois da retirada de lord
Aberdeen, echara hoje raaior facilidade na situadlo
dos partidos '.' A rainha aceitando a demiasSo de
[lord John Rustell designen M. Moieswork para
siihslilui-lo : lord Maleswurk queja preencheu as
funcedet de secretario das obras publica* he um ho-
mem de capacidade especial que o desigaava na-
turalmente para o ministerio dat colonias. He a
elle que sao devidas a transformarlo dat possessdes
inglezas e a colonisaco da Nova Zelandia, o parla-
mento recorren milas vezes s suas laxes para re-
gular as refare* dat colonias do Cabo da Boa Espe-
ra nca com as lri6us selvagens que o cercara. Em
fim foi elle qaem fez prevalecer o principio da livre
administracao das colonias. A imprenta colheu es-
la noinear.io com am favor assignalado. O parla-
iiienlo, depois de se ter occapadn com as aramias
de um emprestimo turco e com os subsidios que
I he eram exigidos, ser prorogado al meiado de
agosto, em coiiscquencia da visita Franca pela rai-
nha Victoria a 17 de agosto. A Urflo-Brelanha pa-
ra fazer face as neeessidades da guerra que tem de-
terminado dentro de seus limites complicaces lio
incalculaveis, eslai recrolando quatro novas legioes,
urna legiao allemaa. cujo deposito he em Helrgo-
land, urna legiao ansio-americana, cajo deposito he
oas pos legiao italiana, em fim urna legiao turca, cajo n-
cleo teri formado por Bachi Bomouk*, e cujot co-
meos foram laodolorosamenle deplnraveis. O res-
pectivo general fui assassinado por alguos de entre
viles.
Lord //agan.
Urna dor nacional para os Inglezes, um lulo pa-
ra lodos os povos que defendem eom as suas armas
e tyrapathias a causa da civilitacao e da Justina eter-
na, recordou a lodos os espiritosas principaes episo-
dios de ama loogn e gloriosa carreira de soldado a
que a guerra de Oriente acaba de por termo. Lord
Ragln fez todas as eampanhas da Pennsula, co-
mecou a tua vida militar pelas guerras da llespa-
nha e de Portugal, era o discpulo e o successor mais
natural e mais directo do duque de Wellinglon.
Nascido a 30 de setembro de 1786, James Henry
Somrnerset Fitzoy, que devia ser am dia lord Ra-
gln, enlrou no servico em 1804, e foi nomeado
porla-baodeira para o 4." de dragues, e obteve no
auno aeguinte a patente de lente, e tres anuos de-
pois receben o commaodo de urna companhia. O
[ominando que eniao te Ihe confiava, apezar da toa
graode mocidade era ja justificado na tua petsoa
por qualidade* militares mu brilhaotes que elle ti-
nha sabido desenvolver desde os primeirus lempos,
grande intrepidez, exaclido de conceprao verda-
deramente marcial, conjiecimenlo profundo das o-
brns de todos os mestres celebres na arle das estra-
tegias. Foi na poca era que elle obleve o sen gra>
de commandaute qoe o duque de Wellinglon, ex-
cedente observador, chamou-o a si como secretario
einlira dado sem ella o ler pedido urna so vez. Etta
rapariga paciente trabalhava detde a primavera em
um novo projcclo, que ninguem linha anda podido
entrever : quera casar-te, e laucara a vitta sobre
Menico. V^
O joven patlor de bfalos linha ama belleza varo-
nil, propria para teduzir urna alma campuneza ; mas
o que allrabia sobretudo Amarella era .a candura
desse rapaz, no qual adevinhava Ihesouros de ternu-
ra, dedicarlo e obediencia cga. Esperava adiar
uelle o ideal de todas as mulheret; um marido que
fizetto tremer a todos, e que Iremesse diente della.
Seu plano eslava trabado: Menico voltaria a Roma
era noverobro, e soccederia ao porleiro do palacio
Feraldi, o qual ella saberia fazer com que fosse ex-
pulso. O casamento seria feilo ao mesmo lempo qoe
o de Tolla, no fim de seis mezes, de am anno, oo
mais; o conde liara um dol, e o senhor I.ello na
embriaguez de sua frlicidade offeroceria sem iluvida
oolro. Amarella, para nao teparar-se do marido, li-
caria emprestada no servico da conJessa. Orgaoisava
previamente su> vida, prepava a casa, lomava ama
I ama para criar os meninos, e um criadinho para seus
mandados; emfimpassava como o purleiro de am
principe oa de um cardeal.
Enlretanlo Menico, lendo a caneca apoiada no
hombro do camarilla, roncava em harmona com as
rodas da carruagem. rjua mulher preaumpliva be-
liscou-o familinneale para acorda-lo, a gritoo-llie
esgotando lodosos dioiinulivos do seu nome :
O' Menico, Menicuccio, Cuccio 1 chegamos a
'lvetelo, e as garrafas esiao sobre a mesa.
iivolato he orna taberna situada na estrada de
kcia a duas leguas da porta de Sau-JoAo de La-
Iram. Ot pasteadores ehi param como na l'onle-
Molle para lomar alsun topot de vinho de Or-
vielo. <
Amas a aervos desceram a urna especie de palbo-
ca conslniida com ramos de louro. O taberneiro
traase am pao de trigo mouriico. um queijo da lei-
la de burra a orna du.ii de garrafas groaaat de pes-
clo 6no, arrolhadas i moda anliga com orna golla
e como ajudanle de campo ao sabir de urna desis
entrevistas de ama hora que decidem do futuro de
nm deslino. Digno deste alto patrocinio Fltzroy
Somrnerset seguio o Ilustre capilAo em (odas as suas
eampanhas e aprendau com elle a grande arle da
guerra.
Em 1808 o duque deWellinglon qoe era ento ni-
camente sir Arlhur Wellesley desembarra*.a na pe-
niuiula para defender contra os Francezet a Hespa-
nha e Portugal. Foi ah que se pelejou a primeira
balalha seria em que o seu joveu secretario tumou
parle : os militares d3o minia importancia s rrri-
meiras paginas da carreira de um general futuro.
E com eOeito, eslas paginas servem para Ibes indi-
car inuilat vezes a que escola elle pertencerii. que
genero de merilo ou de aptidAo detenvolver no
curso das suas acees. El-rei Jote NapoleAo depois
dos priraeiros revezes deixra Madrid, as difleren-
(es divisoes do exercito francez am operando a sua
jniiccao concertada com Tormid*vpi> operaces : de-
pois de um reeonliecirnentn, Wellinatona s foi con
a relirar-sc, de parle a parle, e no combale de Ru-
bro as suas tropas mostraran) muila energa, e so
lizeram distinguir por easa valenta fri| e tenaz que
he i, m'dos caracteres proprios dos Inglezes no cam-
po de balalha. Fizroy Sommertet se aitgnaloa ah
por varios artos de valor, foi ferido njLfmneira li-
leira, e se lornou digno, pelo seu cottportaiiientn,
do alto favor que linha para comsigo o seu general.
Depois de longas demoras soflridas em ra/Ao da
experlalva de reforjos conslderaveit, depois de ler
mostrado essa fria paciencia que lie urna dat gran-
des leis da arte da guerra, Wellesley quer logo af-
frunlar os generaes franceiet que a Europa co*lo-
mavn sauJar com o ttulo de lenles do grande
imperador. Junol era am dettes lenles, verda-
deiro soldado da fortuna, elevado ajada mais pelo
esplendor da tua enragein e dos seus servicos, do
que pelo favor e pela amisade do soberano aos pri-
maros graos do exercito, linha retirado as suas tro-
pas de l.i.bua e das^fortalezas vsinhas, Iravou urna
Iota perlo de Vimeiro, e |a sua retirada foi a cou-
sequencia deste feilo, e enlao foi assigoada a
famosa convencAo de Cintra, que enlregou ans
Inglezes lodas as pracas forlet de Portugal, e per-
iantio a 25.000 Francezes vollar para a Franca com
armas e bagageut a cusa da Inglaterra.
Depois deslea acunlecimenlos o general inglez no-
meado marechal dos exercitos porluguezes vio a
guerra lomar grandes proporces, e encontrn como
adversarios ot Massenas, os Neys, os Soults, ele.
Portugal lora evacuado pelo* Francezes, querendo o
governo britnico aproveitar-te dos boatos de guerra
que ja comeravam a circular do lado da Austria,
ordenou a tir Wellesley qise penetraste na Hespa-
nha e ah formatse um plano de raiiipanba de con-
cert com a junta e com, ot principaes cheles hes-
panboes : enlAo a occasiAo de urna grarfde balalha
se apresenlou em Talavera. Esta batalha foi cele-
brada oa Inglaterra como una victoria coraplela e
decisiva, e o general inglez receben o titulo de du-
que de Wellinglon. Accumulado de dislincces
pelas juntas hespanholas, nao quiz na sua soberba
insleza aceitar de todas as recompensas que se Ihe
ofTereciam, se nao alguns cavallos .le raja andaluza,
e den um ao seu ajudanle de campp que'Ihe pres-
tara depois da entrada da campanha os mais assig-
nalados servidos.
Foi depois deste feilo que o general inglez comhi-
nou ;is operarles das famosas linhas do Torres Ve-
drat que asseguraram a salvar iu das suas tropas eo
bom exilo] de loda a campanhs: esta defeza por
Iraz do Tejo foi o livro em que lord Ragln estudou
principalmente a estrategia, ah detenvolveu essa
aclisidade ile obediencia, esse zelu ardej/te e promp-
lo como u relmpago quo nada rT"
e se moalrou sempre jo Ma de se
lelligenle dedicacJIo qucl.o- preced
Vela urna capacidade superior.
A fortuna linha cessado por um
cer as armas inglezas, Welliusl
avaneado na Hespanha mais
que a prudenciii Ihe permllia foi
uradar e gmihar Portugal, oiii
legido contra as persegu^oes
dianle de si duas divisoes formidavris, Soult e Ney
que acabavam de passar rpidamente de Salamanca
para a Eslremadara, e lindara forrado o exercito in-
glez a perder lodo o terreno quejulgava ler con-
quistado. Immediatamente o general inglez devia
allronlar a um dos homeos mais illu-lres e mais le-
miveis que a Franca Ihe pode oppr, Massena que
acabava de tomar urna parle lau gloriosa uas grandes
lulas de Eslliog e de Wagran e que o eu soberano
enviava com coofianca, como teu mais digno repre-
sentante nesse terreno lodillicil e perigoso da guer-
ra da Pennsula.
Depois de urna manobra cheia de audacia e de
circumslancas imprevistas que desconcertara o che-
fe ilo exercilo inglez, Massena engsnado tobre ai
condic,0es tnpographica expermenlou desgranada-
mente demoras que permittiram ao seu inimigo
escapar aomaior, ao mais eminente pergo qoe cor-
reo depois da campanha, e salvar-te nfioal, chegan-
do as linTiat de Torres Vedras. Todos osmililares
concordaram em reconhecer que nunca a nalureza
se coraprazeu em formar um poolo de defeza mais
formidavel: a potrao de Torres Vedras forma a gar-
ganta da Pennsula, em cuja extreraidade esl situa-
da Litboa, aprsenla desde a embocadura de Sezao-
dra al o mar Alhaodra sobre o Trjofcura espaco de
nove leguas pouco mait ou menos ; o terrena he
essencialinente proprio para lodas as manobras de
infamara, arlilharia e cavallaria, 108 reducios guar-
necido* com 420 pesas de grosso calibre, lendo sido
eslabelecdas sobre toda a externan desta linha, para
proteger esles reducios e dar quelles que os oceu-
p.ivam um espaco bstanle grande para as suas opera-
cOes offeusivas e defensivas, linham-so pralicado
escarpanicillos oas tradas das montanhas, construi-
do diques de pedras nos ros, c preparado meos de
inundaban, urna parle das estradas que corlavam o
isllimo linha sida destruida. Cuitstruiraui-se oulros
Irabalbosraelhor adaptados s manobras militares. Es-
tes i r a bal los forara dirigidos por um corpo de officaes,
cuja frente o duque de Wellinglon enllocara Som-
rnerset de quem fuera um tac i ico pralico, segundo o
melhodo inglez.
- Massena depois de ler intilmente esperado re-
forcos, foi ohrgado a retroceder para a frooleira de
Hespanha, donde foi chamado ; Wellinglon passou
o Tejo e eolrou era CasleUa, e foi enlAo que depois
das biilalbat de Salamancakde Vitoria, Soult a cus-
la de heroicos esforcos assndeu o terreno palmo a
palmo al osPfreoneos, onde se ia recebar a oli-
da das lulas supremas de 1814 e daabdicacAo de
Fonlainebleaa.
Foi nesla guerra qne se reveloo todo o valor mi-
litar de Sommertet lili.ro>, desde o comeen e du-
rante lodas eslas dolorosa's eampanhas, juntou elle
s qualidade* do am excellenle ofiicial etse dom de
humor allavel e de socabilidade fcil que he IAo
preciosa para loda a gente.
Assignalado succestivamenle em Buitaco, Bada-
joz, Salamanca, Vitoria, Rodrigo, Valladolid, Bur-
gos, Irum, passou do grao, de major que linha desde
1811 ao de (eoente-coronel (1812.) Sempre ao p
de Wellinglon, achou-te na batalha de Walerloo,
ferido em um braco por ama das primeiras bailas
de azeite a orna folha de parreira, e clieas de vinho
branco. Tolla riverllu-sc em desarrolhar as garrafas
e tirar com estopa a gotla de azeite, que lapa a boc-
ea e protege o viuho contra o contado do ar. De-
pois enclieu todos ns copos, excepto o seu, e a fa-
milia beben a sua sade. As doze garrafas esvasa-
ram-se como por encantamento, e Menico lomou
della bom qiiinbao, embora bebesse com a inAo es-
querda. Teve tambera o lempo de comer urna libra
de pao, emquanin Tolla esmigalhava sua parle para
dar a urna mohada de pililos, que acudirara com a
mai anos o taberneiro.
Hilando vollaram carroagem, Menico eslava em
lao bom humor, que Amarella julgou o momelo
propicio para a execuro de seus projectot.
Parece-me, disse ella, que oao detestas o vi-
nho de Ovieto'.'
Os padres oSo prohiben) goslar do vinho bom,
responden Menico tenlenciotamente.
* Bebas muito em l.ariccia T
Quanto quera.
Como eoleudes isso ?
Quaodo a senhora Tolla est em l.ariccia, man-
da dar-me vinho todas as (ardas.
Mas quando ella nao esl li t
Eolio uAo lenho sede.
Amarella deu urna risadas alleclava sempre gran-
de alegra quando nao sabia que dissesse, e quera
mostrar ot denles.
Faxesi muito bem em amar atsim a teuhora
Tolla ; creio que ella nAo he insensivcl a ato.
Ella tem-te fallado a meu respeito?
Muila vezes. Diz que teriat capas de malar
um homam para servi-la.
Um homem.' Eu malaria ara cardeal!
Amarella faz o tignal da cruz, a tornea:
Mas dpves enfadar-le muito durante o inver-
n quaiido a senhora Tolla est em Roma, e que fi-
eas s com teas vis bfalos ?
A's vezes; roas acho sempre meio de ser en-
viado a Roma ama oo duas vezes em cida invern.
o siibslilue,
fe com atea in-
ordens e re-^
ropo de favore-
:i depois de ler
sem duvida do
igade a retro-
achar-se pro-
inimigo. Tioha
fraocezas, permanecen no seu poslo, apezar de toda
a aravidade da sua ferida, que necestitou a ampu-
taran na mesma imite da balalha. Depois deste dia
deiou o servico, e foi nomeado incmbro da cma-
ra dos cnmmuus (1818.) Na anno seguinle foi no-
meado secretario do director geral da arlilharia.
Resignou as tuas fnorrocs em 1820, quaodo te for-
mou o ministerio Canuing, na queda Je,le ministe-
rio, deveu elle 'a lord Wellinglon o posto du socie-
tario do commandu em chele do exercilo, por elle
ja uceupado durante a guerra da Pennsula. Foi
nomeado majar-general do exercilo em 1824, leneu-
le-general era 1833, e director geral da arlilharia
na morte do duque de Wellinglon. Foi eolao que
enlrou para a cmara dos lords. Lord com o lituiu de
bario de Raglna.
Coro a energa decisiva do seu caracler, eom a
precisao elevada da sua intelligencia, cuma fran-
queza iiccessivcl da sua phytiuooma, lord Ragln
pareca aguardar rom impaciencia occasiao de me-
dir-sc com os Russos. Nao salisfeito com os seus
importantes servicos causa da civilisaco europea,
este soldado das antigs g'uerras sonliava fcitosd'ar-
nias, fecundo* em resultados decisivos, e, cisque
Sebastopol anda em p, cabio de urna morte intil
que duplica os pezares por elle levados ao tmulo,
por elle reculhidos ua sua palria que ha poucos dias
arabou e receber as suas cinzas e honra-las com
exequias agora nacionaes.
A'xpotfuo.u/u'cersa.
Depois dos esbozos geraes, e sem abandonar o
ctaino especial de cada urna das elasses da* mara-
vilhas encerradas no immeuso palacio das Campos
Elyseos, enlroduziremos immedialamenle os nos-
sos leilores na grande nave que contera pelos seus
especimeus mais nolaveis todas as nacionalidades
Indusiriaes : ah lodos os productos pertencem de
mais un inenoa perlo ao dominio Ja arle, e inde-
pcndenle do intereste que se pode ligar ao estarlo
solada de cada nm delles, o seu complexo aprsen-
la um assurapto carioso deesludot como do indi-
cacao do goslo nos.difierenles paizes.
Nesla grande sala as pecas excepcionaes eslo col-
locadas no centro, os Iropheos das industrias prin-
cipaes de cada n.icAo eslAu em lomo erigidos em
forma de pavillif.es. Todo o lado septentrional be
oceupado pela Franca, todo o lado meridional he
occupndo pelas naces eslranaeiras. Sem fingida
modestia, nos oceuparemos boje com ot Iropheos
francezes. Silo no numero de viole dispersos
dreila e esquerda de cada lado do Iranseplo e
prodnziodo em virtode da tua reuniio um cffe>(o
nilcirameiile grandioso. Os do primeiro lado sao os
Iropheos dos |> culos do lAa da cermica, dos arligos
de Pars, dus bronzes de moblin, dos instrumento!
de precisao, doi cslofot de Lyon," da marinha, das
machinas, da agricultura. do segundo Udusflo
os iropheos das rendas,'dus cristaes, da marcenara
d'arle, do* bronzes d'aate, dot movis de luxo, dos
artigo de Pars, dat artes militares, da typograpbia
e da msica.
O primeiro deeulre elles se compoe de dez a dnze
fabricacoes diversas, cofresinhos de joias, enfeites
de diamantes, pedras preciosas, delicadamente cra-
vadas, collares, all'melas de peilo, e tudas aa super-
fluidades ricas de luxo. O segundo conlem um.
locador de prata massi;a, martina esculpido!, arli-
gos de marcenara fina, bronzes saches ile perfuma-
ra, estojos de costura, papelona de luxo. O ter-
ceiro aprsenla em lodo o sen esplendora marcena-
ra arlistilica, e entre oolros prodigios urna hiblio-
llieca da maior capacidade, desuna.la a urna resi-
dencia imperial, um genuflexoriu de roadeira de
carvalho de goslo excellenle, ora viveiro de passa-
ros, dos irrus curiosos em que as escoltaras raais
graciosas, sustentando flores naluraes, se entrelacam
cm Ionio de nina (tlala, onde eslo encerrados al-
guns passarinhos e donunam nina baca de peine
vermelhos. .
O quarto forma o segundo Iroplien de marceneria
e perlence mais ao verdadeiro dominio dos movis,
ha ah um armario para guardar espingarda de ma-
dera de carvalho, nm grande aparador preto, om
movel, no estylo do renuteimento, um canap, ama
poltrona e urna cadeira de raadeira esculpida, que
sao oulras lautas maravilhas ; os bronzes lem dous
fopheos, um para ot bronzes d'arte, o oulro para
os bronzes que tervem de mobiHia. Os bronzes
d'arte sao o producto da esculplura mecnica, e re-
prodozem ns bellas estatuas antigs, os vasos, ot
candelabros feilos segundo o goslo amigo, e lera
recordado nossa admiraran a Venas de Milo, a
Diana de (jabes, a Polynoi.i, os l.uladore*. as Gra-
tas de Germano Piloo, as portas do baptisterio de
Florela. Os bronzes que servem para inobilia
consliinem lodas as applicacOes diversas do brouze,
e entre os de Diniere Tomos especialmente impret-
tionados por uro de cima de meta esplendido para
um servico de falliere*, esculpido segundo o esty-
lo de Luiz \%e de um iuslrejardineiro doestvlo
-- Loi/XV.
Sao muilo feios leus bfalos de pelle smenla,
cabera grande e costas corcovadas!
Sun ; mas quaodo galopo airas delles com a
aguilliada ua mAo em urna planicie nua, pareee-me
que sou bello como um llomano de oulr'ora.
Porm quando voltat de Roma e tent visto tan-
tos palacios e igrejaa como podet contemplar csse
grande deserto queimado pelo sol, sem arvores e
sem casas, onda apenas encontrain-se aqueduclos
desabados e ruinas de lijlo'! Pela mioha parle acho
itso iosupporlavel.
Horrivel! accrescentoa o camarista, o qual
prezava-se de ter bom gosto.
He porque vosss leem vivido muito lempo ua
cidade, respondeu Menico sinceramente; eu qoe na-
da sai, e que lenho vivido sempre na grande solf-
dao que eslende-se em torno de Boma, amo essas
planicie* queiinadas, etse tol ardeote, etsas ruioas,
e at o canlo das cigarras, cujas azas cinzeolat ro-
cam-me ai vezes o roslo. (Juaudo eslou trsle, agra-
da-roe ver que ludo esl triste ero toruu de mim.
E quando eslas alegre'.'
Eolito he oulra cousa. Vejo flores sobre a Ier-
ra toda, e as casas vermelhat loroam-se mais bellas
do que iatejat no dia de Pascoa. Coraprehendes'.'
Logo linhas saudades do leus casebret e de
las planicies not qualro mezes que patsaile em
Roma*
Nao, porque eslava junio di senhora Tolla.
E se a senhora Tolla le chamasse a Roma por
(oda a vida, virias?
Com prazer.
Ah mea Menico, morreras na oidade.
Talvez.
E leas filhos sern cidadaot Romanos.
(Juaes filhos? Nao me catare! nanea.
Amarella pos-sea rir, mas sem vontade.
Nunca E porque'.'
NSo lenho .lempo.
. Oh I esplica-me isso.
Nada be raais simples. Sa en casiisse, obedece-
ra i mulher, nao he verdads?
O Irophcu da ceranica etpanla com o esplendor e
a delicadeza dos objeclot que o compoe, os grao-
des vatot, as obras de porcelana, os servicos deslum-
brantes, os lustre*, as molduras de espellios, as llores
e Miiuiaes em relevo, as reprodceos* fiis de lodat
as encantadoras bagatellas dot Walleaus e Boucbers.
O Irophea dos objeclot de cristal se distingue pela
audacia e grandeza das suas obras, pela delicadeza
das particularidades, pela graca das composires :
Todas as grandes fabricas ah te acham representa-
das, he Baccarat com os seus cadelabros gigantescos,
com ceus vasos de vidro cor deagala branca,com os or-
namentos de vidro de um verde claro. S. I.uiz com
o*seus vasos de enormes dimensoes.com at toas lacas
e seus cofrezinhos i emilacilo de malachitas, clichy
com pes de cores purpureas e decoradas de onro.
O Irophcu da imprenta foi elevado pelos amores
l> pographos. lia ah impre-soes de cor e resurrec-
res incriveis de velbot missaes golhiro-, pequeas
edicres de urna delicadeza inimilavel. O Iropheu
das artes militares mostra todas as armas das guer-
ras de Franca, a espingarda de infamara, a davi-
na dos c ir,iJore*,-o mdsquele-curlo do* gendarmes,
a espingarda dos dragues, o mosquete de cavallaria
e de arlilharia, cm lira a espingarda de dous canos
dot exploradores corsos, o sabr comprido da caval-
laria de linha, o sabr curto dos infante*, o sabr
bayoneta dos caradores a pe e dos arlilheiros. En-
tre as novidades figuran) os moquetes curios dos
Cem-guardat, que se carregnm pela cullatra,e a pe-
ra-mosleiro que langa ao mesmo lempo i bomba e a
bala, e que oo armamento de campanha subsliluc
qualro peras.
t O Iropheu da marinha moslra as principaes ma-
chinas usadas as naos fraocezas, pecas-morteiros,
ancora de abordagero, arpeus, tabres, machados,
chucos, ele,
O Iropheu dat reodat resume a parle mais ele-
gante do grupo das industrias, de lecdos ; Iropheu
das sedas ofTerere cousas indiscriplveis, lecidos en-
cantadores e harmoniosot aos olhus, flexiveis e ricos,
os eslofot de ouro, prata e soda para as pompas da
igreja ou para o interior dot palacios. O Iropheu
dat lAat oerece todas as variedades da especie.
Na primeira occasiao examinaremos os Iropheos
das naces ettrangeras.
Ouriveiaria joalheria franceza.
Neste dominio eucoatramos em primeiro logar um
artista queja san damos, ao examinar a remeta* da
uorivesaria ingleza M. Morlimer. M. Vcchle. Entre
as pecas de M. Lepage, a mait nolavcl obra -leste
guarnecido cata) ama porta, he indicado por urna
agulha que domina o lodo. faca do retabillo ha
guarnecida eom qoatro meios corpos abortes de ni-
lioiuem eminente, be um vato : o p be cercado de i chos a ornados eom doceis, cobrindo cada urna das
centauros meninos, o bailo relevo principal apr-
senla ceolauros e mulheres, um combate, em victo-
ria alada iiiclina-se para bailo do bico do vaso, ao
piuso que ama figura de Bacho e am menino que
expreme uvas eslAo adornados na ata. Duas cabecas
grotescas asseuluadas como as figuras do seculo XVI
rematara a cnmpoirao. Esle pedaco he inleiranieii-
le soberbu e muilo prefenvel aos ejecutados pelo
artista francez por conla de M. Morlimer. M. I.e-
brum Irtuxe nina tara lau prodigiosamente esculpi-
da quenas sutt curva mimosas e elegantes depuit
de ser visla inleiramente anda se ebconlram mil
cousas arrebatadora. M. M. Fanniere irmao, qoe
sao os autores, execularam um magnifico servico
para o Visconde de Viart, am escudo de prata en-
tufado, obra prima de arraojo e de gosto, moldo
inspirado pelo Rolando Furioso do Arioslo, um ser-
vico para o imperador, coroas imperiaes, um jarro,
vasos de piala, oulro escodo para o duque de
Luynes.
^ste ultimo prolector Ilustre e esclarecido de to-
dos\s nobres interpretes mandn fazer at tres coa-
sas mais bella da exposicao, urna estatua de Miner-
va de marlira e ouro, urna lata Je jaspe de Morel
adniravelmenle Irabalhada, einliui o escodo execu-
lado pelo irmao Tareniere sobre o seu proprio e;bo-
ro e sobre o getso do grande esculplor Cavellier.
Urna pleiada iuleira sabida das ufiicinat de Froment
Meurice, execularam aegundo at Iradicces do mes-
Ire as mais lindas cousas que te possaro souhar : M.
M. Bacbalet, Triou|ier, Peussiel Ruland e Tavier
se coiKagraram a ourivesaria de greja e a reabilila-
ram segundo o goslo purissiroo dos amigos artiafjs,
crearam e enviaram ao palacio dot Campos Elyeos
altares byzantinos com os competentes casticaes.
Tudo islo he incrustado de pedras de cor, adornada
de roslos de santo* e de alijos, c revela cabalmente
o verdadeiro cunho dat idades primitivas. Fizeiam
tambera custodias de ouro e prata esmaltadas, era-
ses de hispot, clices, turbulos, cousas todas que uto
meio dos productos da aclividade moderna inspirara
conlianca no repouso desla velha Europa que i esa
e Irubalha anda IAo fervorosamente. .
F.nlre o joalberos mais habis e mais celebres
brilham os Moris, os Dupouchels, os Fossins, o fi-
Iho de Fruioenl Meurce e os seus discpulos e mul-
los mi iros, enruuIram-se as suas vitrinas esplg-
didos ornato*, saphiras, ctmeraldot, lurqoezas, dia-
mantes a espantar o mundo. Mat a belleza das De-
liraras e das materias primas nao be ahi a nica ri-
queza, a moda que dcsapparece por Irz do gusto
mais delicado, por Iraz do trabalho mais admiravel.
Ha brilh.iules que parecem presos ao seu pedesla z-
nho de ouro ou de prata pelas mAos de algama fada;
Iremem, scintllnm, curvam-sesobre troncos flexiveis
como a palha anda verde do Irigo como a flores do
campo, como aSjWores das estufas, como as flores
nalurr.es, nn creadas pela imaginaran mais fecunda,
tudo ahi be dilicioso, elegaote, lentador.
Ha na vitrina de M. Rouveuat nm tabre inctus-
lado de lapis-lazul, de esmeraldas, de granadas e
de diamantes, urna espada de prata e ouro com ara-
bescos, urna enorme e magnifica guarnicAo de dia-
mantes, as pedrarias sao alvissimas e mui bellas, o
meio dos flores que a compoem he cravado em ouro
ao passoquc.o reslo he co prata para fazer at cu-
nlas, um braralete com uro lagarto, um alfinete de
diamantes, onde urna aguia com as azas resplande-
cemos sabe de um nnhode perolascorde roza, urna
custodia.
Na vitrina de Mad. Morct c de M. Beaugrand lia
urna crinalda de flores azues, um collar de perolat
e de diainanlcs/^im collar de pendas' da Escossia,
alvas como o eolio de ama creanca, um rosario by-
zaalino, dous cspelhos de oao. um cofreainbo pira
charutos, allantada por qualro negros vigornos,
em fim um livro de mista composlo de om ui ico
pedaco de jaspe no qual esl incrustada urna cruz
de granada ; na de M. Leraoine ha Ires alneles,
um enleite de peilo lodo de diamantes, oulro de es-
meraldas c de diamantes. Na de M. M. Marret e
Jarry diversos adereco, frascas, etc. M. Pelil.iul
cravou o coral e a granada com prata, e fez dous
livros de mista. M. I.ecointre lem um loucado de
liles, urna taja, um cofresinho, vasos sagrados, um
calix, dous livros de missa guarnecidos de ooro e
prala. M. M. Mellerio, Meller. Bapst, Chorles Du-
ron, Fromenl Meurice e Morcl te excederam. he
tudo quanto se pode dizer.
Era fira, M. Rudolphi. um d'aquelles que neiles
ltimos tempes tem querido mais importancia proc u-
zio maravilhas inspiradas das rerorJacoes da poca
bvzanlina e do rcuateimento, joias de prala oxy.la-
dat, joias de lapis-lazul cravadat em ouro uu em
prala lloarada, joias de esmaltes, pajas d'arte. Para
resumir ludo, esles ourives e joalberos apresen! un
no mais alto grao lodas as qualidades qae fazem a
superioridade da fabrirarAo franceza, e o devem I, n -
lo ao ten tlenlo proprio como ao dos emioeoles nr-
tislas que os coadjovaram e proporcionaran) i iua
industria o concurso do seu genio.
BMs arfes dpplieadus decoraro das igrejas'..
Na oosta poca em que a f cal'holica parece re-
viver e procurar a simplicidade e pureza dos prima-
ros seclos, o mesmo inovimeolo serio se faz .sentir
at nos signaes exteriores do culto de Dos. Anda
ha pouco fallavaroos da ourivesaria : digamos agora
que em o oosso coiiliuente europeo, em lodas a
igreja, objecto das mais bellas e das mais inlelli-
genles rostaurajOes, o resto dos movis religiosos sa
vai restabelecendo em toda a parle e da maneira
mais esplendida, as suas formas antigs, e que tra-
balhos importantes hAo sido execulada e se eslo
eiccutando todos os dias, prendaudo-se s arles por
lodos os pontos.
Com lado unir os producios francezes alguns fal-
Iam no palacio da industria, guardado pelo clero
astim que entregues pelos artistas e operarios, e he
islo um faci mui lanenlavel, porque um bllele de
orgAo, obra magnifica no eslylo do seculo XIII, ei.e-
culada ltimamente, conservado na calhedral de
Laseon^ que era destinado e a mobilia da nova na-
crislia 'de Nolre Dame de Pars foram os mais npla-
veis no palacio dos Campos Elyseos.
M. Veueman de Boi-le-Due (Hollanda) enviou
um pulpito em que se observa urna duplice serie de
sanios guarnecen Jo as duas ordens de excellenle
eveciiraii. ,:ssim como aojos collocads not angu.ot
do pulpito, e com as virtudes theologaet ao p. Os
dous baixot relevos respectivos represenlam um o
Chrislo consolador, n oulro o Chrisloem casa de Mar-
tlia e Mara. Defroote deste pulpito ergue-se va'.To
ejecutado na Hollanda por M. M. Cuypert e F.
Slalzemberg de Kuremond no eslylo do seculo XIV,
he muilo superior ao primeiro, a escada oilavada he
tuttentada por orna terie de columnas de effeilocx-
celleole, esle pulpito he oreado de folhagem a ele-
corado sobre cada lace com a figura esculpida de
um evangelista sentado, e surgindo de um campo da
ouro, ornado com um xadrez, i imlajAo das minu-
taras do seculo XV. M. M. Goyers irmAos de Loo-
vain (Blgica) expozeram ao pe detta obra om aliar
guarnecido cora um alto retabulo todo de madeiri :
be urna obra-prima de esculplura em madeira, ene-
culada oo estylo do seclo XV. O tabernculo
Provavelmente.
Poi bem, ninguem pode servir a dous senbo-
res ao mesmo lempo.
Eroquanlo Menico confessava com (anta ingeoui-
dade sua adoraran pela joven ama, a curruagem ro-
dava pela va Appia, o Monle-Cuvo approximava-
se rpidamente, e Tolla, anles de entrar na estrada
que coodaz ao jardim e ao parque de Albann, lao-
rava um ultimo olhar aos prados ridos, que for-
man) em lomo da cidade um cinto de tristeza, (juem
segu essa estrada durante o verAo he inducido a
crer que a Ierra da Italia, por loda a parte IAo bel-
la e fecunda, foi marcada com ferro embraza ao re-
dor de Roma, quer para espiar os crimes dos inspi-
radores, qur para apagar os escndalo de oulros.
A estrada s alravessa terrenos mis, semeados de
hervas faadas, divididos por algumas barreiras de
pao, e aoimados de quaodo em quando pela pre-
senr.i de um pastor a cavallo, que conduz aos vio-
le buis branco, oo bfalos prelos. Enconlra-se em
alguns tugare um templo despojado do marroore,
um tmulo em ruinas, ou os destroc de urna i-ilrf,
onde os gaviOes fazero sea ninho. Mas Tolla presta-
va a essa solidan mora a vida, a mocidade e o amor
que abuodavam-lhe na alma. A alegra de que esla-
va cheia Irasburdiva sobre todos os cujelos vizl-
nhos, ressusciiava as ruinas, e faaia reverdecer a
Ierra. Enlao comprehendeii a licrao dos poetas que
pretenden) que o amor faz brotar flores dcbaixo de
seus p.
A familia Feraldi alravcwou s dez horas a ron
principal de l.ariccia. No mesmo momento I.ello
vetta-e para ir ver Filippe Trasimeni, poit dorma
profundamente al nove lioraa e meia.
O qoe la faz vir IAo cedo Pergunlou I'ippo
vendo-o entrar.
A felicidade, meu amigo Paasei umsrio co-
mo os santos nao tem muitas vezes no paraizo.
Bravo! B como too o nico a quem podes fal-
lar tem inditerirao de tua felicidade, ven trazer-me
a superabundancia. Obrigado, mea amigo, ebri-
gado.
lenho tambem de pedir-te um conselho.
Pede e receberas; he palavra do Evaogelho.
Meu charo I'ippo, ella parti.
Bem lei; mas se he em mim qae confias para
faz-la vollar...
Nao. Irei v-la um desles dis, segundo r*o-
melti ao pai. Havemot de reunir-nos em Alb;no.
Querers acompanhar-me?
Com muilo prazer, hoje, amanhaa, quande eu
nao esliver de guarda.
Agora nao, mait tarde; nao quero comme'ter
imprudencia; mas eutretaolo coovm... NAo escir-
neras de mim; promell escrever-lbe.
Muilo bem I
Por todos os correios.
Quemis?
Gomecando hoje.
Que mal ha nisso?
Se eu livesse recebido urna carta della, nao
estara embaracado; porque respondera paragra-
pho por paragrapho; ma tu sabes quaoto ettou pen-
co habituado a escrever, e quera...
Que"! lomar-me para secretario'.' pergurtou
Filippe dando una risada. Muilo obrigado Ile da
fazer-te versos quanto quizere, porque nao o, que
reras todot os das, e lenho por demonstrado (|ae
nao es capaz de faz-los; porm como lodo o bom un
que aprenden a escrever he capaz de compor proia,
espero que pmlerts dispensar-ine.
Sem duvida, e sa esperastes as pergunlas pira
dares at respnstas, saberias qae s quero de ti i m
simples conselho. Escroverei em eslylo familiar, nao
he assiin? Fallarei de lado, do estado sanitario, dos
bailes, do que uccorreu no dia, do...
Em duaspalavras, meu charo, falla-lhe della a
de ti. He este o texto invariavel Me todas as carta
de amor desda a antiguidade mai rntala.
_E posto tomar a liberdade de I rata-la por Iu 1
Eu d'isse-lha Iu honlem n ooile no calor ds eenver-
sacao; mas em orna carta o vos (Icaria lalvez saet] ir ?
Meu charo I.ello, tos he invencJo dos Ka-
manos da decadencia, e em sus origera tquivalii a
eslatuas. Em fim bracas de madeira cora posto de
folhagent de c do servem de alampadas para o
quaes nenhum logar linha sido reservada. M. Du-
moiit de Brug) eollocou no meio de ama rcada de
madeira primorosamente esculpida urnaVirgameam
menino jezot. Urna das obra mai consideraveis he
ara pulpito construido no estylo do tecalo XIV por
M. Ouelleny e A. Jean para "calhedral de Roaea.
NAo coiicluiamot a ornamentarlo das igrejas tem
assignalar a reuovacjlo importante da barro- cosido,
como material de architeclura. Arlittas Intelligenles
unagioaram moldar ot lijlos coto aa formas que se
Ihe* quizessein dar e construir com estes ljalos as-
sim formados, chegaram tnccessivamenle a- dar ao
barro cozido o volme da pedras de grandeza me-
dia e a moldar coluraaas, espitis, frisas, estatuas
de urna bella apparenaa de pedra branca a de so-
lidez incoiiiestavel. Por meto desta processo, eflec-
luara-se repaajes em eondietes laes qoe nos
edificios restaurados mal se distinguen) aa parles no-
vas de barro da* partes antigs de pedra.
Aioda so lom feilo mais, ronslrairam-ae e deco-
raram-se fachada inteiras, segundo ot modelo dos
monumentos di idade media a a nova obras de
uiu maravilhuto efloito sao da urna baraten fabulo-
sa. A arle pura talvez nSo encontr uisto o sen ri-
gor, mas lodas ai localidades, todat as commuuat
para as quaes o lempo e o dinheiro sao coosas Ires
vezes mui caras, j n,1o ter3o para abrigar a pedra
estes instes par lieiros lio indignos al ilaquelle que
quiz especialmi nle er o Deo dos pobres.
A arle das fainca piolada IAo preciosas igual-
mente para a decoradlo dos edificios, (ende tam-
bem a reuascer. M. Devert era Franja, M. Miolon
em Inglaterra, renovando ai tradijOes esqaecdat
dos Dellas, Rabilas vao com relevos esmaltados re-
novar as delicirtas fachadas do hospital de Sesloia,
do castello de Madrid levantado por Francisco I mai
perlo de Part nos confus do Bait de Booiogne. s
j o palacio consagrado a exposicao encerra tob a
grande arcada Ua entrada medalhoes om baixo s-
levo de om esplendor deslumbrante. ,
Recula Iliteraria. Mad. limite de Girardin.
No fira da oo-sa ultima revista, osamos de um
nica phrasc : Delphina Gay, Mad. 4a Girardin be
morta. Sob a inpressAo da fatal noticia foi a nica
phrase que not escapou, mat desla vez preteademos
embalsamar as dobrai de urna looga e svmpalhica
recordajAo essa mulher encantidora e espiritaos;!,
que anda honlem era urna graca inco re, e
que he hoje urai verdadeira gloria ; foi durante to-
lla a sua vida a potente soberana das elegancias su-
premas, e das feslas iulellccluae, teve nm dessaa
sales sempre (lloraros, que sao um lar para lodas
as jovens esper? ncas, para lodas as prome-
lar-o ao mesma lempo que sio urna delicio
lalidade para tolas as illuslracocs di hora presenta e
para toda* at re:onlajAe* do patsado; er
especialmente era mullier pela fascinaran
vel do acolhimenlo.pelo grave atractivo da pal;
allrnhia a si por ora senlimonlo de lodas as delica-
deza* do espritu, e subjugava por meio das saas ad-
miraveit maneiras de dizer, era a alma de urna
mullido de pensadores, de esc'riplores e artistas qne
sua grata memoria rene buje em ama paladn
iinauimidadc de saudades. .Vio uos cansaremos de
repetir que ella nao era um echo, nlo era nm re-
lelo, udavaa par da todos aquellas que a aaaizade
reuna cm torro de i; nao era como as mulla
celebres do seculo XVIII, Mesd.mes (eoffrin,
Jolfau e muitas ootras, que no seo lempo iinl|
necessidade decovelhecer antes di* idade. abalen
avillar-se para ne fazer aceitar peles bella
lo*, muitas vezes lao perigos'os a sempre I tal dspo-
ta, e sacrificar a propria rndividualidade. I tolerar
lodas as exigencias caprichosas dos seo*' hospedas,
afira de fixa-lot para sempre. O sen
Hmenlo nunca fui urna acrao n graca,
nm favor inapreciavel, e desl'arle vil
mulher mais ama vel, mais iovejavel qae se posta
souhar nesle mando.
Delphina Gay nasceu nos primearos annos desta
seculo. Coslumim acalenlar as crianca ruin mm-
villiosot contos 3m que pretendem ver fada senta-
das em torno de um berco prometter a ama jovn
princeza infaule as qualidades mais raras do espi-
rito e do corado, e dar-lhe em partilha fortuna,
merilo, graja e formosura : Delphina Gay late par
niadrinhas lodas essas fadas affectuosas. Filha di
mal poeta, foi a:alenlada pelo rhylhmo e aprensen
ainda menina a vibrar as corda da lyra.
Mad. Sophia Gay, nascida em I.avallle, casada
com o reeebedor geral do departamento do Rbeao,
ficou viuva nos priraeiros dias da restaaraej
criptora bem scecedida e de voga, reunios
casa lodos os escriptores dislinctos de enlil
leaubriand. Jane. Elienne, Alejandre So.unel
moury- Ouval, Baour Lormian, Casimir B
leon Delaloache, Beranger, lodos os :
le e Horace Vernel, Grot, Gerard, Taima, l
MU.e Dnchetnoi* eoulros muilos. Fot nesi
le gremio que Mad. de Girardin obteve ot se
meiros (riurapk is, foi applaudda as tus tenlali-
vas poticas. Ni flor dos seas qaatorze annos ajBI
dianle de formosura, com o seu tslento prec
rrtm as suas grajas ingenuas, foi o ideal dt
Tinha grandes olhos zoes.chelo de encanto ; i
ra, urna magrriflra cabelleira loara, froi
pura, bocea delicada, (lentes de perolas t
alvnra maravilhosa ; tinha o dom da
iba especialmente etse espirito ds ara rasvmeato
lao vivo, lio mimoso que aa sas grcil inimilavel
conslilue o espirito francs.
Em 1822 en vi iu Academia Franceza o elegi de
dedicajAo sublime Jai irmaat de S. Gamillo e dos
medico Trancezos na peste de Barcellons, c g;
sua primeira coria. A tua fama transpoz
(menle os Alpes, e ella percorreo a Italia, i
rainha condDzid i em triompho ao Capilolir Bllou
versos cm pre*enja de urna mullidAo enlhnsiatla,
escreveu em Na mies ao p do Vituvio o ten pu
do ullimo dia di Pompea. Ao vollar pira Fran
o objeclo das mais lisongeiras ovaj&es e esta moca
da sua vida foi urna alegra perpelna, urna testa
policn d cada da e de cada hora. Para g ar era
paz loda a sua felicidade proenron o retiro de&afxo
da sombra de ama pequea cabana am Villier-Sur-
Orga e foi abi que escreveu a maior parle dos i
graciosos poema i : A Confession d'Amelle, yapoU-
ne, as Utances ao general Fey, Ourika, o Pcckeur
de Sorrenlo. o Ret d'une jeutu filie, Madeleine,
etc., e depois da lar resistido a moitat propostas de
calamento, espoiwu Emilio de Girardin que j linha
adquerido ama posijao no wruslistno.
De enlao par; c o seo tlenlo entran em Inda a
sua forja e em toda a sos planitade. Sem abando-
nar a poesa e es seos rhylhmos 18o paros, encetoa
com s sus peona elegante graciosa sssa pro va lo
simples qoe he ama das glorias da nossa lilleralara,
escreveu novellas qae sdo oolras tantas obraspri-
mas, ainda fez raais, (ratou quolidianamenle a mil
e urna bagatelas desla vida, imperceptiveit para oa
observadores vilgarrs, importsntea para os verda-
deiro pensadores, e forja de eatra e finora, for-
ja de gravidadi e elegancia, asaigaalou para todas
r.irinliosa asa
:, r.n tassjH
vivau VSJ^B
um longo cumprimento atsim concebido : a Ho-
mem, lens lanli virlude, tanto poder, a tanta gloria,
que nSo es om s homem. eenAo dez aa doze reuni-
dos em feixe. Aeeilai minht respeilosa hamenagem.
Todos os povos qae pensara que am homem vale ou-
lro, que o amo nao he para o criado o qne a dezena
he para a unidade, conservaran) o tu. Os primeiro
chrisiaos astim tratavam-se, os apostlos iralavam
igoalmenle o Salvador, ao passo que um par da In-
glaterra diz res ao sea ci sem davida para indicar
que reipeila-o lano quanto a orna malilha inleira.
Decide agora su deves dizer vs toa'amante. ,
Nao, por Bacho I Es bom couselhairo. Adeos,
obrigado; vou isscrever.
Correado ao palacio, Coromila fechou-se ne quar-
to, lemendo alguma sorpresa, a escreveu em meos
de ter horas a caria seguinle :
c Mioha querida Victoria.
o Nao ha remedio, releva que saja eu qaem es-
creva primeiro. Poi bem vou escrever islo qoe es-
la caria ha de attrahir-me ama d tus mAo.
a Pergunlei a mim mesmo se devia Iralar-te por
fu oa por tos; riorem pareeea-me qae o tu convi-
nbs raais entre duas pessoas qoe amam-se.
Esla noile ia reuniao em casa da condessa Su-
(ri. Deverei ir dautar, ele.; (etc. nao quer dizer :
oamorsr ) mat com quem dantarei'.' <"om ninguem,
ou com as feias aism com a B.....ou com a M.....
Se houver jogo ogarei ttmbem, a mediante om sa-
crificio de oitoi u dez escodo, assegursrei tua tran-
quillidaden a n.ioha ; pola nao leras censan que
fazer-me. Basta! Na miaba caria de sabbsno dar-
le-liei conla de lado.
Morro ainda asss galhardtmenle. Quanto ae
mais nAo ha hovidade desde honlem. Ouvi dizer qua
hoove um caso de cholera not arredoret de l.aric-
cia. Eo quizara que isao' fosse verdade, porque o
medo que expellio daqoi a.lau pai no-lo Iraria im-
mediatamente, lalla-se djibu caaes em Frasca ti.
A proposito de Frsscali espero qae oao fre-
quentarat este lagar; pela ski acha-se nsase momen-
to certo homemzinho moreno chegado de Anconi, e
I
m


p**
s cousatapie sao o fundo da exisleneia quotidiana
" ."1P** ""'"i^t lnco philosopliieo que
ie lhe prendem.
Jobo pMMdonyawdo ricoodo Carlos Deranuav,
I. nona de carta parisienas onvioii durante Ho-
le ;innos a mdliare* de leilores, eorre,pondncias
syrapjthicas, as suas amaveM conrertac&ts, as suas
paginas encantadora, cmqii o espirito scinlillav,
emque o estro aune* m hauris, de til aorle que
ihiqui a um seclo iquelM* que quixerein studar a
non poca nlo tarto urm ellei:c8o mal* segura
para por algueea inleirado dos osa, do, coslumes *
da Maguasen dos nosso contemporneos, encon-
traran mil indicricoe, iiigenuii.aiu pensadores de
enrete' vuluvel ora seno, mil es lado* interiormen-
te ver,lleiro<, mi I pequeas particularidades pre-
ei Mas par mai das quaes r.compensarao no sea
completa a sonetada do scalo XIX.
Ao mesmo lampa que coma tai elegancia, com a
sna dislioecao lancavasobre ,exornes dosnostos ca-
prichos, ds nosso ridiculose das iiotsas loucuras mil
lucos de delicadez, mil aaecdetas eneanladoras,
e-crevii para o Ihealro; fez urna comedia recebida
lente nos theatios Trncales, mus nao re-
y"B!,*fe:P*f "* eensura : era a estola do,
Jt Ump para M. Kaehel uma tragedia bblica;/u-
*"*auln lredia Cleopatra, mas apeur de um
la enlo lucontestavel. ella ara antea feila para as
ubrasradnsaaooquaparaas obr.s graves, corn-
prelieiide islo cabalmente, a vollando para o scu
vardiatirodominio como seo estro e espirito mui
IflliMd, fe um delicioso proverbio: he a culpa do
t'Jf %W"' *****!*' me*,, oeha-
u* rtojotro, outros lanas iriumnho que
..que grao ella possuia o ,lo* da jovial!-
5; dcixa anda duas obras dra-
destinada ao Ihealro francei, a oulra
im.
impos-EI>sos uma casinha cons-
l osteolacAo e tem 'a forma de um
raga, foi all qoe ella trabalhoa por
^f. Cweir por goslo. nao sabia, se con-
wlAo durante a esteran Tria e se refu-
Mp deb-iui de urna 'senda atgeriana que
"Hita rendado erigir no mel do seu jardim, eraabi
que escrevia os eos bellos versos e as suas braban-
te* auas, era ahi que recebia os seus amigos com
maamenldado ebeia degraea, de ternura c bonda-
i r8eincao deliciosa, que convinha a
aeiiinos, os proprios vellios e as
Espirituosa e ra.vel nlrc todas, sem-
m esforoeem virlnde da sua propria
n.tureza absolutamente romo sempre permaneceu
>|TOa*a, e lambem attrahio a si a aristocracia das
leiirateu aristocracia de uascimenlo, o duque de
Dou.leanvil e,-e barioiteRotschild, Lamartine. Fre-
dei-Ko Smilie, B.lsac, Vctor Hugo, Charles Hugo.
wrj, ineopnilo Gantier, e lanos ontros, e no
Z .L'-Sful de "luncaes, empregava a con-
rlhante. a arle de dizer recolbida da he-
*, a lagarelice, o scntimenlo da vida
inspiraroes de poeliie de i lisia, am-
ar* hoje em nossa poca, as veres un
pouco positiva ile osis.
* um mal que a minou dolorosamente
"T gum l"mP0' ella > violentou para resistir
; te o fin o sceplrodas macaste do espiri-
poucos oosarXo apanltar depois delta -
le he implacovel, e no momento em que
B irradiava anda na sua belleza lodos os encantos
n aerease supremo do mal velo rouba-la seu ma-
s sea* migos, a" Franca, erafiro ao mundo
lUtsrarjo,
nao s a capital da Franja, he para o
orna capital em qne todos os genios, todos
i flor adquirem iramadistamonte direito
ar orna justa eorapensarao, as suas glo-
as glorias 9 mundo inteiro. Segun-
, unflulo que eobre ir familia france7a
mnenle qm lulo eral, nm homem de
he chorado em Landres, em Berlim, em Ven-
n Madrid, ao.passo que o conduzem sua ulli-
a sob as sombras rooebres de Monlmarlre
f-Lachnbe. A morte de madama de Geirar-
liida em Paris pelos eslrangeiro de todas
n a tnaja dolorosa sympalhja. Assim,
1 sobre rale tmulo, qoe acompanha-
meBlodellloalrcs visitantes para e-ta Ilustre morte.
/letrilla dramtica.
li lhea.aro lem dado saccessivamenle ha tres anno
tamaiu Camelia,, asmulhere* de marmore,
Lyt, as Ptrisienm da decadencia e o
1 no parece dever parar em 13o helio
os da hoje o Ca$amento de Olimpia, nos
la entrada u. vida regular, e se des-
ndodasisuas desorden?; he grande damno, por
ta ahi rasa lico qoe fai viver as obras dra-
la pona de eorllna eseandalosamente
ada sobre um mundo aparle e esceprional
edada parisiense stlnha cumo resultado ca-
er a grande capital aos olhos do resli da Fran-
ca de mundo inleiro. Se os observadores serios
bessem qne a lilteralura nao he hoje a et-
socledade.
ca pralicaram !ao poacas loncu-
iram tno discretos, to acanhados. tilo
, ISo pmipados, tan positivos, lio ronlie-
edodlnheiro, emfim 13o
1 um mal,
RI9 SE JANEIRO.
SENADO.
Ala 30 da imlka 4a 1855.
Lida e approvada a acia da sessSo antecedente nas-
-sa ao seguiite expediente : '
Tres oflioos de 3. secretario da cmara dos de-
pulado, acompanhsiido as sesninles proposicOes
a A ateemblca gerai legislativa retolve '
Artigo nico. O governo (ka ulorisado a eon-
eedejr carta de iialnralisacao de cidadao brasileiro a
Joao Jos liornes Leal, subdito pprtuguai ; a Ra-
phael Arian subdito au.lriaco ; a Luiz Manuel
Botzaoo,. subdito
te figura ; mas ela gloria de revelar a rlingua ita-
liana aos Francezes j* he sullkienie, eata aprendeu-
do as obraprimas da sceua franeete, e a viazem
iratisallanli,., de Rachel nSo privar Franca da eu-
rlr a Jingua harmonios dos seos velhos tr-
gicos.
G M.
IITEUOS.
OIUUO OE PEHMAMBUCO SEGUWD* FEIJU B DE SETEMBRO OE I8S5
s^v^ffl i3 w=. ca^hr -'o*
u u-------," '-' uiiuus peio mermo
n^i'ci'v0rn"y "lT8x "n,t* ml9 "" *'emos dar
S '""T t,?.d)': ""vamos ;porm nao
ran-j,. como igora eflectivameBte acontece em vir-
nhlw." cir5.ums,'n1" 1e eulao nos eram desco-
uDriam ^Mo' Pos de lrnde salisfaco an-
?i?r.,,h? ?,r* Br"'1 *g- mw. eh-
urll,d., '"i1"""" "r"" e offlci,, 00 Sr-
praaidenleda.la provincia, emqiieS. Esc. instara
$a. , aade te desse eomeen ao trabalho, prometiendo
distolver qotesquer dnvidas que app.rece.sem por
parte la provincia, e empregsr os meios precisos
para que o governo imperial de sua parte lambem
as dissolvesse. As mslancias do S. Etc. produzi-
raoo desejado Teilo, e em consequencia dolas an-
lesme.mo rt, volla do Sr. E. Mornay, fT n.gc,
definitivamente terminado na Inglaterra e rcsolvida
a partida para aqu do Sr. William Ekersley, irmSo
do conlranle o Sr. (rtorges Fourness, Irazeodo
aqnelle plenos poderes para dar principio a obr>.
sardo; e a John Galis, subdito A,"m.p0" le,", 'V cl,ewdo no mcon- PW?-M? TV.omesmo Sr. Ekersley, ja-
se ada designado o da 7 de selembro para a eolio-
cacao da orimeira netS,,-.<.. ~.i_-.i. i.L_i_ j. ...
le sedelo. Sora' islo urr
o resolveremos hoje a queslAo
ventode esluda, trabalha, procu-
o qne llie permita duplicar a
|fHf de um hom casamento, e illudi-ln
' mu raposivel.
dos negocios, dos induslriaes, dos es-
ipad(M em achar a snluc,ao dos pro-
cieucta e a sua applicacao fecunda, as
Hoineras le marrooro a5o moi capazes de de.viar i>
n>'rigo nao etislc, s declamacfles
'lurgos nao tem objecto, i.io nao
s eainarns destas seuhoras eslejam
as ahi coslumam entrar framente e
1 e> nh-m sempre a lempo.
r nesla* .anularos regais avi-
so? E nlo fdra melhor romper
let.menle oom rjm inundo que se desprrza e
'elle um vacuo quo o mataste '' He
il consequencia que a licao'dra-
iegar. *
media de Emilio A usier he un sim-
: joven conde llenrque de Puvgeron casou-
una corUsia celebre pela sua' formusura e
~~fWcnluras; bus como ? ISingurm o sabe.
que n forija de liumilhar-ae e proslar-sc
azir .1 nobre familia em que eolrou,
P* 1 Ha de Uenrique, dous
>llocam ao lado de uma Giba,
1, que ameva em segredo ao primo.
em qoe se creqaeUympia lem aban-
u pastado, ei-la que se sent suffocar
ilniosotiern de virtodes, ei-la que senle des-
leus inslioclos adormecidos. Para vol-
e foi a sua primeira.patria, arranca a
do marido uma separarlo e uma
I dourada. Este nllimo qaadeu Uo
lite seu nome, n.lo quer que elle se-
cuta quebrar orna cadoia que lisa
rte, aceita com impassibilidade lo-
uencias do ten fatal erro ; pode per.lao
! sania familia por ler introduzido em
^Wjmseravel. Entao he qne esla ultima
5 contra todos, e para dtsfecbar
pe, eslge para se afaslar uma somma
Iwlirraodojniie se nao a obliver, publicara
ptofcote sorprendido aos candidos'
iewvea.
por esta iufernal audacia, o velho
umapislolaengalilhada diz: Na se
1 mulher, esoiaga-se orna vbora, seme-
iid;.ce lem uma diosa brulalidade, o o
*ell# ao ppdera evilar a palavra da cobarde que
ao la a lanca em rosto a Impura corlesa.
1er que seja, nunca sa deva malar uma mu-
eau'qoTy- '^ '"* *'**' """' COmed" COmo
Olimpia
: do Vaadiville pssarmos Porta S. Marlin
do desde a residencia de Catar na antiga
pnaneira, glorias detle sculo. A
'-.rff'." *cc4u nu" m*8 decorado
^mmmtor aUrahe oa eslrnugeiros a ouvir a
lunce. >o meio das noata* no.
aremos qoe o Paris dramtico te lornou
lo ras dollieatro italiano to applau-
didis^oa wrwvard.4eirap.lria, e dea..vez
oiMile coro don lireetoa ministro o tsumplo da
f da rakwf, morrendo wb o alito
na, era con.equencia do inezoravel
do mando,, H.d. Ristori, a emi.ien-
. UM.*lodaageoleoppOeR,cliel,
imaunetwinte coagpeslo este nome e esta tris'
JaaaWE"
lama, que foi
jaaVadsa-aeado.e're'
,^" "'i"? fn uetaiar nma comedia como """"'. pnmaira dfseussao da proposirao da
jBo Augier inllulou o Calamento de """" t,0, depulados autorizando o governo a man-
Tv.-j- .1 f "* P"S" a Son'? Pedro Nol,5CO Je Amorim Val-
''*!" o ordenado qae lhe compela de W0> ao-
uuaes ; e conlinuacSo da lerceira discussao adiada
sobre a reforma eleltoral, o levanta a sessAo.
que ha pouco lesiemiinhou-le vivt aympalhia. Seu
neejt por m termina por um i. Nao
jpeavizinhansafacanaseer algom amorzi-
r aliumas c-.rtinhas. que fa-
nauu.. ti 1 nao cre!e que potso conllar em li.
M\ lL'e''!0,,' a M"Del Miraeolo. Eu li-
"h' menle mRjaiilaco; mas a-
m.25K *d#.n>'mo m"' nnsparente. Creio que
MirS eWTe" Dao ,ecoiluecw Coromila ero
w. M|eP,!LU!f *; P"- Rl>e'e de
w-UdW.^ u,'com AMpe^irdcuo-le? A-
" Ullo. t
S^*!^ .^lo*9T,e,,n:r:,0fl.qBe
ditte orriodo :
leilira. o pai ergueu es hombro'
I agarellice de namorado !
'*. oi repMin com visivel eomidacencia as dna.
^.J' 'ropressoa para Sabia desde mi i!
lo lempo qeJ.llo nao era agoia. e IremVra ^
;-.i. tu #u utaro w,hui" ^*-.. oZ
lolla eslava no cumada da alaaria v 1
;*!,* iv!tif: ^-^ jas.1?'w
nlnva-^ uuwn 'e e*t*cflo- l'-lh. e ap-
o-.aerrd. c^iq^v.Tj,;rorio^e^
al*rw dnr^^ "' 9 "a casia e pura liberd.de Wlo e.tylo
llislraida e delicada po* ng^K Tal oZ Zl ^.H*"C Wem* como primal
cn""> o ussurro do* beh>, um hynVoo
. bj C*^hit^7r^%;roioV:r^

nglez ; dispensadas as disposirOes das leis em con-
Irano.
M? 'ornara dos depubidos, em 28 de jnlho
jWxi.-hirai.liili Baependy, presidenle.-in-
dolphoJosc Correa da> Sevu, lercciro secrelario,
sorvuido de prlmelro.Francia* Jos de Lima,
quarlo secrelnno, servindo de segundo.
A aasemblea geral legislativa resolve :
w Artigo nico. Fica o eoverno ulorisado a con-
ceder caria de naturalisacAo de cidadao brasileiro a
Joaqmm Oianini, subdito da Toscann, residente
nta curte, e a Francisco l.aug. subdito austraco,
reinlente na cidade da Babia ; dispensadas para es-
le llm as disposirOes das leis em contrario.
Paco da cmara dos depulados, em 28 de jnlho
de teo.l'iscondede Baependy, presidente.__In-
dolpho Jote Correa da Vec, lerceiro secrelario,
servindo de primeiro.Fraw-hco Jos de Urna,
quarlo secretario, servindo de segundo.
A assembta geral legislativa resolve :
Artigo nico. Herculano Anlonin da Fooseca,
esludantcda Facnldade de Medicina da Baha, pode
ser admitlido a fazer exame das materias qfle com-
punham o corso do terceiro e quarlo annos, confor-
me os eslalulos qoe regiarn em 1852, em qualquer
das I'acuidades do Imperio ; revogadas para esle
llm as disposiefles em contrario.
o Pac da camera dos depuladot, em 28 de julho
do I8.V>.liscnnde de Baependy, presidente.An-
tonio Jos Machado, secundo secretario servindo de
primeiro.Lindolpho Jo$6 Correa das .Veres, ler-
ceiro secrelario, servindo de segundo.
n A assembla geral legislativa resolve:
a Arl. 1.a Fica o governo ulorisado a garantir i
companbia que se limtenle organisar em virlnde
da le! provincial do Rio de Janeiro n. .>! de 25 de
oulubro de 1854, para a coustrue,cJo e costeio de
uma eslrada de earros, |que parlindo de Pelropolis,
se dinga a mergem do rio Parabiba, om mnimo de
uro ale 2 por *, addicional ngaranlia concedida pe-
la referida le provincial, sendosemprei por % desti-
nados formar o fondo de reserva.
o 1.a Quamlo a companbia tonlu lucros supe-
riores a 10 por ',. o excedente ser igualmente des-
tinado ao fundo de reserva, cessando a responsabi-
lidMe do. governo e a propriedade da estrada, lo-
go que o fondo de reserva iguale ao capital garan-
tido.
"J 2;* c*Pilal a ano ,e nfere a garanta nao
exceder.-, de Ires mil conlos de ris, o o prazo da
mesma garanlia nao poder exceder de 20 annos.
Art. 2." evogam-se as disposicSes em con-
trario.
Paco da cmara dos depolados, em 28 de jolho
de 185.1.Visconde de Baependy, presidente.An-
tonio Jos Machado, segundo secrelario, servindo
de primeiroLindolpho Jote Correa das Secet,
lerceiro secretario, servindo de segundo. i>
Vio a imprimir, nao o estando.
O .Sr. D. ManoH participa que a depularflo en-
nrregada de felicitar a S. M. o Imperador no da
2 do correnle, anniversario natalicio de Sua Alte-
za a Serenissima Princeza Imperial, desempenhara
sua musito, e que elle, como orador da depolarAo,
Uvera a honra de repetir na presenca do mesmo
aogusto senlinr oseguinla discurso :
Seolior O Brasil sauda hoje com respeilo e
amor o anniversario do fansiissmo dia 29 de jolho
de 1816, em qoe a Divina Providencia prouve con-
ceder a \ M. I. um segundo fruc# do seu aben-
coado consorcio, e trra da Santa Cruz um novo
pcnior de perpeluidada da dynnastla fundada pelo
principe magnnimo, cujo nome se vinculou indele-
vel na fusiona e na posteridade.
O jubilo interno que maifeslam os Brasileiros
por 1,10 plausivel molivo, a. frrvorosas .upplicasquc
lirigem ao Todo Po.leroso pela conservadlo da vida
ieh.A. I.aSra. princeza D. Isabel, provameviden-
temenle a sna adhesao monarchia constilucional
represenlaliva, e a convicto que rs anima deque
so n sombr. della poder.i e.le imperio ser prospero,
gramle, e oceupar o lugar que lhe esl destinado en-
tre as nacnes da America Meridional.
Se a Hespanha com razflo se ofana de ler visto
nascer a virtuosa e santa Isabel, esposa do sabio rei
I). Iliniz ; se a Austria considera como om doa seos
rnais dislinctos soberanos a famosa imperatriz Maria
Inereza; o Brasil, possuido da verdadeiro prazer,
lambem contempla na excelsa princeza que boje
completa nove annos uma da vida preciosa do co,
qne parece have-la predestinado para um dia en-
ler-se no throno brasileiro o continuar a fazer
sua patria os beneficios que com mi rosa lerramaram sobre ella su inclylos avs, e in-
cessanleraenle lhe prodigalisam sein augustos pro-
genitores. Que bellos exemplos nao encontr Sua
Alleza Imperial n> historia das nobilsimas fami-
lias de Braganja, Bourbon e llausburso, de qoe des-
cende. "
Q senado, senbor, lomando a mais viva parle
no geral conlenlamenlo da nacao que representa,
mcumbio-nos da grala e elevada misslo de felicilar-
mos a V. M. I. pelo anniversario do natalicio de
. A. I. a Sra. princesa I). Isabel, e de assegurar-
mos que elle nao cessa de endererar soas humildes
frec. ao Allissimo, para que se digne conceder a
. M. I. e a sua augusta familia uma vida longa e
venturos. Tnes ao, Senhor. os puros volos de res-
peilo, amor, Icaldade e gralidao, que em nome do
senado lemos a subida honra de ofierecer a V.
M. I. n
Ao que S. M. o Imperador se dignou dar a se-
guinte resposta :
a Fico astas penherado pelos senilmente* que me
exprima em nome do senado.
A resposta de S. M. o Imperador he recebida com
muilo especial agrado.
Fica sobro a mesa a redaccao do projeclo de lei
qne anlonsa o governo a pasar as presas da guerra
da Independencia e do Rio da Prata.
ORDEM 1)0 DIA.
He approvado sem dbale em 2. discussAo, para
pura passar a 3.", a proposic,5o do senado, que aolo-
risa a irmandade.da sania casa da Misericordia da
cidade de Rezende, provincia do Rio de Janeiro,
para possuir bens de rait al o valor de 60:0009.
fcntra em 1.a discussAo a proposicao do senado que
por 0111 anno autorisa o governo a transferir os ulll-
ciaes subalternos de uus para oulroj corpos e armas
doexercito.com o parecer da commissJo de mari-
n e guerradesleanno.
Discutida a materia he approvada a proposicao
para passar a 2. discoisgo.
Essotada a ordem do dia, o Sr. preside
da para a da segoinle sessSo ; discuss-lo d
daccso, qoe se acha sobre a mesa ; segunda discos-
sao do parecer da commissao de constlluicAo, inde-
renndo o requerimento de Manoel Veira Coutinho
.ulm.rAes ; pnmaira discussao da proposito da
ca5ao da prjmeira pedia da eslrada, depois do que
proseguirAo os Irab.lhos. Bem escolhido foi odia
7 de selembro, anniversario de nossa independen-
cia, pjira marcar tambera a nova era que se vai abrir
para Pcrnambuco, porque nenhuma uniAo he por
cerlo mais natural do quo a da independencia e da
prospendade de um povo ; e na verdade ningnem
uera i,io ceg que nao reja os immensos mclliora-
inenlos que a esta provincia promelle a realisarao
da empreza da eslrada de ferro. A agricultura", o
commerc.o e a industria) de todo o genero vAo en-
contrar nest promplavia de communicacAouma fon-
le abundante de bens. Mas nAosSo estes tmenle os
mellioramenlos que se podem esperar ; oulros sem
llovida apparecero e lalvez de maior imporlancia :
queremos fallar da commuoicacao repelida dos ba-
oilautes do interior da provincia com os da capital,
por meto della da mais rpida diffusao das ideas
que trara em resultado a amenisar.lo dos coslumes,
oe que tanta falta so nota no Interior de todas as
unssas provincias. A vista pis deste futuro to ri-
sonho que nos lie dado esperar. nAo podemos deixar
le dirigir uma palavra de congraciarlo a lodos os
Habitantes desta provincia.
A estrada comecara'da liba do Nogueira em di-
reccAo a do Pina, Boa-viagem. ponte dos Carvalhos,
eic, .levendo por conseguinte a ceremonia da col-
locac.io da pedra, que servir' de inaiisuraco a lAo
mo.nentosa empreza, ler lugar na primeira das refe-
ridas ilhas.
Cliegoo no dia 29 dos porlos da Europa o vapor
mglez Tay, cujas nolicias pouco salisfiteram a
aquelles que esperavam grandes Teilos ; porque na
verdade na Crimea para onde boje convergem lodos
os olliares, nenhu.n acontecimenlo notavel linlii oc-
corrido. Os alliados oceupavam-.e em otras de
forlificacoes, que para i preparavam. e os Rosaos
redooraiido as suas. nao deitavam comtudo de in-
commodar a aquelles, f.zendo sobre elles algumas
pequeas sortidas, tirando todava deilas pouca van-
k",!- ,A.aPro,ira as hostilidades se suspenderiam por esle anuo, para
depois recomearem mais encarnijadas lalvez, se
nesse interim nao chegarem a algum accordo as
nacnes belligeranles, do que sem duviJa nao lia
moitas esperanas. Os Russ.-s tinham tido orna
perdaconsideravelcomamorte do almirante ^a-
cinmoll, um dot maia valentes defensores de Scbas-
1? eue soasSloria Por consegoinle.
lim Portugal todo eram preparativos e fetlas
para a recepto de S. M. o Senhor D. Pedro V, que
era all esperado da viagem que fizera ha algnns es-
tados da Europa, com o fim de completar a toa e-
o* v g0 depois"'" cllJ? tertro V. lena losar a sua acclamacao, e ludo islo
absorvia, e com razao, a altcncao dos Porluguezes,
e razia cora que s de festividades se oceupassem.
tila semana efTecluoo-sedefinitivamente a Irans-
lerencia da matanea do gado do consumo desta ci-
dade para o novo maladooro da Cabanga, o qual
pela propriedade do local e pelas mais proporcSes
que oiTerecenos promelle inuitos melhuramenlos,
resta pois que se conserve all o necessario asseio, o
aAo apparecam abusos na matani-a do gado; pois
aislo depsndera em grande parte a salubridade
desla cidade.
Sentimos que mudanca d*o maladooro e as ou-
ras muilas medidas que a bem da sande publica so
lem tomado, nao se (cnlia ainda ajumado a da trans-
ferencia das coeberas para fra da cidade ; o qoo
cerlamenle vira de algum modo completar cssas ou-
tras medidas; e nao .abemos mesmo como sendo ella
uma das mais altamente reclamadas, lenha apezar
disto sido ato hoje diada. Estaraos convencidos de
que miiguom hatera que. de boa f. desconheca i
proncoidado desta medida, porque iiinguem lambem
a que isnore que as tac* coeberas sao depsitos de
grandes immundiciaa e focos da mais palete infec-
ido ; e que, anda qoando so observassem as mais
severas providencias de limpeza, ainda assim dovi-
ciamns que se olislasse a lodos os inveterados abasos.
A vita disto inda esperamos que ser tomada ns
flevida consideracAo esla lemliriinca, da qual sem
c'ir'il Pi,^ll"li, a maior 'Mrl da Popultao detla
Do interior da provincia consta que 1I0US homici-
dios tiveram lugr na freguezia de Jaboaiao. An-
101110 Francisco dos Sanios matara com uma nunha-
lada a Jos Francisco da Silveira, no dia 30 do mer
dejiilho ; eao amanhecer do dia 28 de agoslo Tora
igualmente assiissinado com um liro Francisco de
I aula da tonseca, sendo indigilado como autor det-
le ultimo efirne o pardo Apolinario Jos da Fonse-
tk, A polica daquelle lermo proceda contra os
criminosos, os quaes com todo anda nAo linhairi
podido ser caplurados.
Falleccram esla semana 42 pessoas, sendo livres
12 homens, 12 mulhcres, e II prvulos ; e escravot,
+ homens. c 3 molheres.
Retidcu a alfandega 61:5149899.
.e,Ee^.;m;^SrJ0,M,,,,mFr,nci" de *"* *
A't 10 hora* da manhaa hila a chamada acha-
rm-se prsenles 43 Srs. jurado*. ,0" ,c'"
(e.Fs0ennor8?e"Mdos d* P"' esrfo os segun-
A requisito do commando dat armas. Df. Pr-
xedes Gomes de Souza Pitanga.
A requisicao do inspector d Ihesouraria provin-
cial, Francisco beraldo Moreira Temporal e Ale-
jandre Americo de Caldas Brandao. ^
A raquisico da cmara municipal o vere.idor da
mesma, Simplicio Jos de Mello
Por molestias justificada-, Antonio Leal d Bar-
ros e Luiz Joto Nunes de Castro.
'lbe/iH,,a0 "' C0,nda.Iid0 a o Iribuiial
o reo Jos Wenceslao de Santo Aulooio, aecusado
por crime de faca de pona.
Foram sorteados para compor o jury de.enlenca,
os seguinles senhores :
Jos Pedro do Reg.
Jos de Carvalho da Costa.
Dr. Luiz Rodrigue* Villares.
Anlonio Francisco Xavier.
Bernardo da Conha Teixeira.
Francisco Jo Cyrillo Leal.
Dr. Jos Maria da Trindade.
Joaquim Antonio de Caslro Nunes.
Domingos Jos da Cosa.
Dr. Miguel Joaquim do Caslro Mascarenhas.
Jos Joaquim Bolelho.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Findos os dbales foi o conselho cooduzido sala
dat conferencias is 4 ,'i horas da larde, donde vol-
lou 11a .', com suas resposlas, que foram lidas em
voz alia, em visla de cuja decisAo o Sr. Dr. juiz de
direilo condemnou o reo a 35 das de prisAo e cus-
as, e levaulon a sessAo adiando-a para as 10 horas
da manhaa do dia seguinle.
CORRESPONDENCIAS.
Se/inores redactores. Desejoso de ser til a
gente pobre da cidade de Golaiina, no caso de ser-
ros accommellidos da epedemia, que actualmente
reina na* bellas provincias do Para e Babia, e con-
victo da candada de qoe sAo dolados os Illms. Srs.
commandanle superior J0A0 Joaquim da C. Reg
Barros, tenenles-coroneis Manoel Correa o Jos Cor-
rea, coronel Antonio Francisco Pereir, Anlonio
Alvcs Vianna e o Sr. padre Luiz Jos de Figueiredo;
eu os convido por meio desle. para que se dignem
de preparar uma casa onde te receba a genle pobre
da cidade, para ser tratada, no caso de quererem
pelo syslema homeopatluco, nica profissio que ex-
erco, eerlos de que nenhuma relribuicAo eu,quero
pelo meu trabalho e medicamentos, os quaes sao for-
necidos comqmaior goslo e promplidao favor d-
quella genlaComo ja disseinos estamos convenci-
dos das qualidades eminente) que ornam aquellas
pessoas, nao se podando duvidar, que lambem dis-
poem de recursos pecuniarios, e por itso esperamos
que acolham esla nossa idea, filha nicamente do
nosso coracao, que rouilo propende para o bem es-
lar la humanulade desvalida. Tambem convidamos
a oulros individuos para o (Ira indicado, deixando de
referir os seus nomes por nao conbecennos a lodos.
Ooianna 30 de agosto de 1855. Cantillo Ilenri-
ques da Stlteira Tarora Indgena.
Sr*. redactorei. A provincia da Paraldba do
Norte, miulia patria natal, tem de eleger um sena-
dor, e alguus de meus patricios usando da lber.la-
de le iraprens, lem apresenlado seos candidatos,
porm me permillirao, que usando do mesmo direi-
to, lome a liberdade de presentar um cidadao que
me parece estar uo cato de merecer igua.es honras,
e conveucido de que o scu nomo nao deshonrar a
chapa qne o levar, nAo trepido um s momento em
dizer, que esle cidadao de que fallo he o Sr. Dr.
Fclizardo loscano de Brito. Mada mais digo a seu
respeilo, elle he Parahibano, seu nome be bem co-
ndecido, e deuo dejoslificar seo direito, porque es-
lou convencido que os Parahibanos lhe farao jaslica
devida. Felizmente o systema de conciliario qoe
gyra entre nos lem acalmado o espirito de partido,
c muilos partidistas pirrnicos eslAo hoje convenci-
losde.queto,morecimonto lleve ser dado a quem o
lera, embora perlenca a esle ou aqnelle parlido.
lortnnlo, Parahilianos, conscienciotamente teodes
de volar, e como tal deveis vos esquecer por om
pouco do espirito de parlido, e volardesem quem for
digno de representar a provincia da Paralaba, e
neste caso pois me parece eslar o Sr. Dr. Felizardo.
Cidade da Parahibi do Norte 25 de agoslo de 1855.
O Parahibano.
los, e apenas chegavam para uma parca subsistencia.
*"" porm as causas commerciacs, que etcedem
de dous tercos da qne se agitem 00 foro desla ci-
dade, e que lem de ser procestadas peranle om es-
crivAo privativo, as civeis que lem de ser dislribu -
das por cinco e*crives, que acloalmenle eiilm.ie
brevemenle por seis, dao reodimeiilo tao inijgnifi-
caute*. que nao podem chegar para a mais parca
subsistencia, principalmente em uma capital, onda
os gneros de primeira necessidade, e lodos os ou-
lros cuslam um elevado preco ; e assim o resultado
da creacao dp escrivAo privativo para o commereio
lie de rednzir os escrives do civef miseria, indi-
gencia, sem embargo de tercm uma servenlia vita-
neia, qoe lhe* devia garantir os reodimenlos de teus
onicios, os quaes pela separado das causas commer-
ciaes, ficaram aniquilados, ou nimiamenle redn-
zidos.
Netes termo* era de reeonheclda equidade, senAo
de manifeslajuslita que, quando n,lo continuassem
os esenvaes do civel a escrever na* causis commer-
eiaes, como ate gora, embora hoovesse um juiz pri-
vativo, nica creacao, qoe para a primeira instan-
cia fez a le n. 799 de 16 de selembro do anno pre-
ter lo. a qual nao creou juizo privativo do commer-
eio, e apenas juiz especial para o mesmo, e al por-
que um so eserivao mal desempenhara as suas fonc-
Coas, e nao dar expediente ao trabalho, que lhe be
incumbido, fossem lirados pelo menos melada dos
aciuaes escr.vaes, que cumulalivamenle Irabalha-
tam no civel e commereio, para que, diminuiodo o
seu numero, ficassem os rendimentos dos restantes
menos redu/.idos, como sempre se pralica em seme-
inanios occasiuet. em queso altcndem os direito*ad-
quiridos. E confiando os supplicantes na rectidao e
indefecliveljusl.ca de V. M. I. esperara que seja
ai andida a sua respeilosa reclamaco. e qne por
este modo se concilie a nova organisacjlo com o di-
reito dos supplicantes, visto que alm de se consi-
oerarcm garaolidos com o titulo imperial, que Ibes
i-onreno os ollicios, que exercem, tem consumido
-r.nde parto da sua vida neste empreeo, e he quasi
impossivel que se possam dedicar o oolro genero de
vida, anda quando nao fosse difficilimoacha-lo. Edita
suareclamacAo he lano maisatlendivet.quantosegun-
do consta aos supplicantes. nesla cortee na capital da
ama se procedeu no sentido, que requerem os sop-
l'licanlcs. c como fica ponderado, nao altera a nova
organisacflo, que estabeleceu o mencionado decreto
00 1. de malo do correnle anno.Pedem a V. M. I
favoravel deferimento.E R. M
PIRLICAtOES A PEDIDO.
env.
JURY SO RECIPE.
Dia SO.
Presidencia do .Sr. Dr. Jos QuinUno de Catiro
Ufa.
I roinotor publico, o Sr. Dr. Anlonio Loiz Caval
canli de Albunuerdue
Escrivao. o Sr. Joaquim Francisco de Paula Fs. uPen,amen-'Bf'^ q"l< 'frnl delle se eol
leves Clemente. i03,,alm ranc,,co <"> ^l E>- caum homem activo, eque lem sabido merecer
. efinha hjta .a ^ ^.a-------i ai 1
As 10 horas da manhaa frita a chamada ach-
ram-se presentes 13 Srs. jurados.
lesnas, o. seguintes senhores : ?., ,?"*LJ conr'nC. e quanlo he fcil mere-
11 a' 1 -_ ICf'lri. illJinnn ana marr>fiBi nitm Ir-, __>.^^ _____i
lestias, os seguintes senhores .
Dr. Gabriel Soares Rapoio da Camar.
M.noel Comes da Silva.
Dr. Manoel Adriano da Silva Pontes a renuslran d.i n.amprf' P aUB Por,u?aet '?nm se esquive a
commandanle da, arma,. ""'* do coneprrer para a inaogurac.lo desteestabelecinieolo ;
PERNAMB11C0.
RECIFE 1 DE SETEMfiKODE 1855.
AS C HORAS DA TARDE.
BETROSPECTO SEMANAL-
Em nossa revista passada dando conla a nossos
leilore de ler por aqu pastado o engenheiro E.
SJ.0rn.1y, que vollav da corle onde tinha-oblido do
governo imperial algomas concessOes que fora soli-
citar, como necessarias a execueAo da eslrada de
derei que ara sin primeira rarla de amor, e que a
primoira caria dn mor he sempre jnlgada com n
iDunIl!;e,nb0,f"'' lli^l!,id, a om" da1e"
cnpu por om calxeiro viajante. Tolla endere.ou-
asTLT" i,S Pa'aVrf" Uma < de ''""P^-
nas, a qoal era menos uma resposla do que um vosl
^.^acresceiilado su. iLga con^r,aCaoPd
jardim. Era urna narraca minuciosa de lodos o"
senlimanlM qoe l.uh.m-lhe alravessado o corado
duranle mais de dous dias, a continuarao dseus
pensamenlosdeamor, que encadeavam-se como o
anneis de um collar de ouro. A eslrada fall.ra-lbc
e I.ello ; ella oqvira seu nome no rumor das rodas
da carruagem, quando cheg.ra, fallar, a seu res-
peilo a ludo o que rodeava, casa, ao jardim, ao,
movis do quarlo, as arvores velbas, confidenles de
seas primeiro* segredos. Na manhaa seguinle esne-
.'inh? C,,eg,,1' do,co"ei. ella fra al Altano,
.o.inl.., cavallr, pelo atalho do barranco para |,n
barra*^^0 f*" Cr0m"'- Ac,,ara P
rJ.,n o M u"" "V""" > f"'ora senhora.
Nunca o parque lhe parecer l.lo bello. Os carva^
Z nr.0'.f'r,C,;m l",r;'e em lileir" c rvoi
llel* para lhe renderem homenasm. Ella parsara-
o.emrev,.tasauda..do.o,com a mao. Enconara
orna vetha apanhando lenha secca, e dera-lhe coca
?l.av,',rer"i,e0 OVBrno ,od0- DoO mn o, o.
lentavam escalar um pereiro lindara fgido sna aV
prnimacan; ella colhera peras para dar-ll s Det
2 5S=K TJB8SGS
. ^,.,..,:.-s*srvr;.-,a; huss"
commandanle das armas.
Foram multado, em mais 2J cada nm dos Sr.
jurado, ja multados nos anteriores das de sessAo.
Aberla a sessao foram presentados no tribunal
peio sr. Dr. juiz municipal supplenle da segundi
vara como preparador, Francisco Bernardo de Car-
vaino,1 processos,- de reos presos e 3 de reos f-
liancados, os quaes foram os segninles :
l. Oueixa, aulor major Antonio da Silva t'.osmflo,
rooJoaqom, escravo de Manoel Jos l'errera de
iiusmAo.
2. Summ.rio, aulor a jaslica, reo Jos Wcneeslio
oe santo-Antonio.
3."1 Summarlo, autor a justic, reos Joao de Souza
Oalvao. Francisco de Sales Alves Correia e Joa-
quim VerissimoMaximiano.
raAdu,losr j1 ""'Sa' o Francisco Florencio Perei-
einte.'-PreS0'' 'Cnd ''* rc0S af,lsnCados os ">-
5.o Aulor a jaslica, reo Domingos Lins de Albu-
-' Au',or a fe** roo-J3o Mauricio de Scnna.
1. AutorajustiCa, reo Francisco Ponles Fernn-
des.
8. Aulor Joao X.vier e Silva, reo Firmino, escravo
de Francisco dos Reis Nunes Campello.
0. Aulor a juslica, reo Antonio Piolo Soares.
Do, quaes processos procedeu-se a chamada dos
aulore,, reos e testero un has notificadas, mandando o
sr. ur. juiz de direito fazer uma tabella na qual
desiguou o dia em que cada um tem de ser julgado,
e leyantou a sessao adiando-a para as 10 da manlifia
do da seguinle.
31
Presidencia do Sr. Dr. Jos QuinUno de Catiro
Leo.
,1'romolor publico, o Sr. Dr. Antonio Luiz Caval-
eantt de Albnquerque.
conlisAo virginal do uma paixAo sem macula e de
uma felicidade sera remnrso.
Todava quando tomou a ler a caria, achou-a fri.
lena querido poder escrever como Lello.
Eis a respo.la quo receben :
Querida Tolla,
Roma 19 de agosto de 1837.
O correio nAo Irouxe-mo ainda carias, e esnero
la resposla a miuba missiva de 17 do crrenle :,as
para enireler o lempo coroero sempre a escrevet-
raa recepto" che"-me ,,eP. ccusar-le-hei
ia* riu "'" "d,S. "u>8<' qoe diz : O diabo-nAn he
13o feo como se pinta. Eu espera va que aconlece,.
se o mesmo com la ausencia, e julgava poder hab,
toarme a ella ; mas agora coubeeo que o adagio
rao.ilc ; pois estou como peixe fra d'agua. Pa5sei
honlemd.anle detu. casa, e senti-me Irisle vendo
as janellas Techadas. Pentei em nossas conversa-
toes, enii uossos passeios, ele. E todo to ctta ms-
pens Porquanto lempo ? Por um mez. N, er,
dado ha mullo longo; mas llevemos resiguar-nos ian
lo mais porque eato mez de prudencia produzira
seos frocios no fuloro. K
,. ^.rJTT". ver-'le "Sunda-fcira ; porm se
me permutes d.itomos isso para qunla. Primeira-
meute estare mais livre e podorci demorar-me maLs
lempo, tu, segundo lugar toda a prudencia be pou-
ca. e lemo suscitar a deaconfianra.
Eu qulzer.t dzer-le uma iulnidad de Muta* ;
mas he melhor reserva-hs para nossa primaira con-
versacao; a qual promello-te quesera longa e bo..
t Iaascmos ao serto da condena Solri. Ful i ca-
sa della ns nove hora, e mela ; jogoei uma parlida
de whisl.com meu lio o coronel, perdi uma dutia da
lentos a dez sold e deixei o jogo t onza lrj.
Passei ao tallu, # cahi no mel de uma rontradansa.
r-ralief. Fiquei como espeeUdor indifferenl. A
viuva correu a encontrar-me, penas avlilou-me.
grilando-me :
HOSPITAL PORTCGUEZ EM PERNaMBUCO:
O pensamento desle cslabelecimemo se se instau-
rar dala de longe, js o vimos nos ns. 23 e 30 do
Cosmopolita, e j o vimos na feciita Universal Ias-
oonenie, n'ura carta escripia nesla cidade ; mas o
que seria tflkoalriotico c religioo pensamento, sem
um homem desjah^'e palrinlsmo, que fizesse vibrar
os hon, sentimeqfos de ous compalriotas 1
Apparcceu tp\ homem, eis-abi o pensamcnlo le-
vado,a pralicafc^ nao lardar miiilo. dias que nao
este/a montado o Hospital Porloguez em Pernam
DUCO 1
O dbicurso quaL |)r. Jos de Almeida Soares de
Lima Bastos nMn no da 15 de agosto na sessao
solemne do gabfla)m>aKrluguezde leilura, doqual he
digno director, filo reconhecer pelos Porluguezes
pelo seo mais prestante compatriota ; e logo que el-
le os cbamou para a fundacao do huspllal. elle se
y fia ti*irt a/% i -- ^_t^---------a-----a nm
HOSPITAL PORTUGUEZ PROVISORIO.
Illms. Srt. membrot da direclora do gabinete por-
(uguez de leilura. Deparando no Diario de hoje
com a sublime e philanlropica resolocSo que lem Vs.
as. lomado de e.tabelecer provisoriaroenle liospii.es
onde devam ser recolhidos os Porluguezes indigenles
no caso que lenhamos de eompertilhar com o mal
que llagella o Para e a Babia, e reco'nhecendo neste
acto a mais apurada prova de philanlropia o de re-
iisi.10, desejava concorrer com o meu contingente,
ollerecendo graluilamenle os meus trricos mdicos.
so- ,0"*^ a Vs- Ss- Recife 25 de ngoilo de
18J0.lllins. Srs. membros da direclora do gabine-
e porliiguez de leilura. ^uffulf0 Carneiro Mon-
inro da Slloa Sanloi.
lllm.Sr. Recebemos o officio de V. S. dalado
de 2., do correnle, no qual V.S. eompellido decar-
utivo impulto se digna ofierecer graluilamenle os
seus scrvitos mdicos ao hospital porlugiie: proci-
No podando esla directora por agora deliberar a
respeilo, sem que esleja organitada a competente
comm.ss.lo definitiva, que vai ser installada ; apres-
sa-se 110 enlaolo a agradecer desde ja a V.. S. em
nomcdahumanidadeedos Porluguezes desvalidos
11 m lestemunho t3o autentico de abnegacan e pbilan-
irop, o qual fica registrado na respectiva acta com
mencao honrosa, para ser levado ao conhecimento
da commissao apenas for organisada.
Dos guarde a V. S. Sala das sesses da directora
do gabinete porloguez de leilura, em sessAo especial
de W de agoslo de 1855. Illm. Sr. Dr. Augusto
Carneiro Monleiro da Silva Sanios. ot de Almei-
SffS Lima Bastot, director.Joao BapUsta
1 tetra Ribetro.
COMMERCIO
10 nao so cercado dos mais prestante.' Portogueze,
para o auxiliarem em l.lo nobre intento, cmoda to-
dos era encorajado a proseguir eom a maior aclivlda-
de al se abrir esleestabelecimcnlo !
O respeitavel pessoal das qoatro commissfies que
tem a seo cargo o prbmover a subscripcao para tal
im, o monlanleja' de tal subscripcao, a publica ad-
herencia qne pela imprensa l-rn pparecido par lal
Iim, e o oircrecimenlo gralnito dos seus serviros me-
didos a lal e Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva Sanios
lodo isto bem prova qoantn he fcil levar a efieilo
um peruamenl.1 til, qoando a' frente delle se eolio-
CU llm linmam *j*I.un m '__1 ,
confiante dos seos concidadaos.
A inaiigurarao desle eslatalecimenlo, prova pois,
mais uma vez, quanlo podemos Porluguezes quando
convidados a nralica d'nm hn n.iin ..,.-
-------------------"v-, ^ juamu iij iflcii mere-
cer-ia, quando se marcha com franquea e inceri-
dade.
Sl^FI-L?0*9! ^ue Porla?aet '?am se esquive a
, ----n -i"- woiuiiqm;|ci,HI|i;||lU ,
ns ciasses dos catxeiros e a dos operarios, lo a qoe
podem colher mais beneficios delle. mas sao por isso
mesmo as que se nao devem esquecer de preslar-lbe
quanlo podereni, sem esperarem que seiam rara tal
procurados. r
Prov-ta inda mais orna vez. que, a colonia
porlugueza em Pcrnambuco he muito importante pe-
las pessoas que a compoem, e pela sua aneicao a"
palna, como tem sido elogiada em Portugal ; con-
correndo lodos sem exceprao, para o bem dos seus
compatriotas, na fundarlo do Hospital Porluguez
em Pernambuco.
Recife 23 de soslo de 1855.
Peticao' que fiseram os escrivaes do
civel da cidade do Recife de Per-
nambuco aS. M o Imperador.
Senhor.FranciKo Jos do R.go, Joaquim Jos
fereir.i do, Sanios, Pedro Tertuliano da Cunha, Ma-
noel Jos da Molla, Fraaakco Ignacio d'Alh.yde,
escnves ,1o civel, 11a cMade do Recife, vera es-
peitosamente expor V. sari, o eslado, a que os
reduzio o decreto 11. 1,597 do 1. de maio detle an-
no, que organisou o julzo commercial, para o qual
ereoo um escrivAo privativo. Aules do anno de 18.18
os esenvaes eram do judicial, crime, e notas, e por
um regulamenlo provincial se liraram desses escr-
vaes Ires para labelliAes, e Ires ficaram servindo no
civel, noraeando.se dou, novos escrlvAes par. o cri-
me : a assembla provincial creou mais um escrivao
pura o civel, quo be o qusrlo peticionario: e por
aviso imperial passou a servir lambem no civel o
o escrivao do crime do juizo municipal da segunda
vara, o quinto peticionario, e om vrlude do mesmo
aviso e brevemenle lera de entrar lambem o la pri-
meira vara, viodo assim a llcarem no civel seis es-
cnvAes, para os quaes erro j escassos os rendimen-
PRACA DO RECIFE 1. DE SETEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colaccs officiae.
Lambo sobre LondresfiO d|v. 27 lr2 d.
ALPANDEliA,
nendiracnlo do dia 1 ..... 10:695ft80i
Uetearregam hoje 3 de selembro.
liare inglezaMirandamercadorias.
Barca francazaComte-Rogerdem.
Brigue hamburguezBerlftafarinba de trigo.
Importaca'o.
Baria ingleza Miranda, vida de Liverpool, con-
signada a James Crablree 4 Companhia, manifeston
o seguinle:
6 tambores e carretas, 4 carretas, 2 caixasferro, 41
laixasxiiie, 40 calas lnha de algodao, 3 fardos fio,
S petas1 e 2 caixas machinismo, 2dilas elO ggos gar-
rafas, JO presuntos, 6 caixas e 1 barril ignora-se, ,3
barns cerveja, 1 quarlola vinho, t, caiiinha mangas
de vidro, 1 dita sellnse caslcaes, 4 barricas ferra-
gens, 8 fexcs pas de ferro, 1 barrica colheres, 1 bar-
ril sai, 1 caiimhn inslruinenlos de cirorgia : a S. P
Joubslon (S(C.
7 fardos panno, 28 ditos lecidos de algodao ; a N.
U. Hieber rj C
.In diT i0^''-X *" amostras, 1 fardo leci-
dos de linho, 20 caixas ditos de algodao, 1 dlla dilos
fhen W barrS Mli're ; a Fm Bro_
153 fardos e 23 caixa, lecidos de algodao, 6 caixas
linho e a godao, o ditas lecidos de algodao e laia : a
llenrytiibssn. '
-lLCV*a.-,e *l ,r"r'" lecidos dc "'"ao, c.ixas
S? d 'I',0' ?^d0, ,ecillos de la. ^0 barrisman-
teiga ; a James Crablree &C.
3 canas lecidos de algodao e linho, 4 ditas dilos
ai o, 1 una metas de algodao e teda, 4 ditas chale,, 2
de'rl" "apeos de *>l. Jila lecidos de Ubi; a J. Kel-
6 caixas chapeos de sol de seda, saceos dc tpele.
grvalas e meias, 50 dilas queiios, 8 fardos e 3 cai-
xas lecidos do algodao, 3 caixas chapeos de caslor ; a
Aoguslo Cesar de Abrcu.
12 barricas e 2 caixas ferragens, 6 barricas ferros
decngommar,3d.laseulilaria, I caiiinha obras de
casqul.iha a E. U. Wyalt.
29 canas e 46 fardos lecidos de algodao, 2 caixas
ditos de diloe laa.l dila dito, dedilolo laia, 5 fardo,
rolhas de cobre, jO barris maotega ; a Barroca &
tassiro.
30 calas velas, 42 dilas a 15 Tardos lecidos de al-
goa-An, 4 caixasdilos de linho, 100 peto* de ferro, 9
barricas rerragen, 50 barris manleiga, 2 dilos viaho,
3 dilos agurdente, 12 qncijos. 26 caixas conservas
J meia, canas cha, 1 dila c I barrica pasta,. 1 ole
moslarda, 3 caixas emitas, 2 latas e 1 barril fruas
em conservas, 3 caixas biscoitot, 2 gigos presunlos,
40 presontos, 10 mantas toucinho ; a Patn Nash 2
Companhia.
Comanlii *"**'* d* aIgoda ; Is*ac' Curio &
J 50 barr, manleiga '50 caixas queijos, 20 fardos le-
cidos dc algodao, 20 barris salitre, 50 caixas folha de
landres; a Me. C.lmonl & C.
376 feixes c 1.736 barras de ferro, 10 pralo,, 100
cana, folha de (landre., 40 dilase 39 fardos lecidos
\sUev V C Pta' Cb0t d de, Pintol8'" 'le !eda rentlaS d" a'SOdil0 5 Fel'
3 caixas meia, e chapeo, de sol de algodao.
Tardo, c 2 canas lecidot do algodao, 1 caixiulu mu-
dezas; a Roilron Rooker i& C.
lid? C,%" obieclui de caPelil i ^rnes Bal-
brS;;7D:^.,B5owarau,.ferrU,a0
l^caiiiDha rendas de algodao ; a Timm Morasen &
Compal',".5.'"'11" dB al80da Jame* R>dcr &
nhV'1* couros; a en,esse Leclera & Compa-
^^^^titrgarrafM de
mel.1,aaRoeJsrBrrag:,Cc'l-05dCl80da,, "''"^
.9 canas e 29 fardos lecidos de algodao, 3 cai-
nnla '" Ada'n4u,, Hoic & Compa-
2 barricas tinla verde ; a J. Soum.
1 fardo lecidos dijlaa e algodao, 45 dito* e 65 cai-
xas dilos de algodAo, 2 caixas lpallias.de algodao,
oh?abarrS raaDlei1' JWou Palcr Compa-
a lmitiS2. c"*' al"",a dito' di,;
Br^rTaSaf08401 b,rrCa' hrr,WM '
haptrnt^&^-^^^'^^
* sacos e 3 caita, amostra.; i dhr.
a- i^ULADO U8RAL.
Reudimtntododial. ^*AI" g^to,*
DIVERSAS PROVInV* m9m
Rendimenlo do dial nuv,Nt''A-
Exportapao .
eos com 14,000 arrobas de a.ue.r '
Barcellona. escuna hespanhola oCulehra d. in
loueladas. conduzio o seguim, : m cea. m
1,741 arroba, e 28 libras de algodao,T^S couro.
seceos salgados com 4T.732 libras. Qro*
HECEBEDORIA DE RENDAS INTEHNAS it
RAES DE PERNAMIIUCO.
Rendimenlo do dia 1...... f-ra-tria
CONSULADO PROVINCIAL. odo*,1B
Rendimentodo dia 1...... 2193539
PRACA DO RECIFE 1 DJ SETEMBRO DE 1855
AS 3 HORAS DA TARDE.
Recisla semanal.
Cambios Ha mnilos saccadore, a271|2d.
por I?, porm os compradores (li-
gera um preco mait favoravel.
Algodao A noticias um pouco desfavora-
veis trazidas pelo vapor inglez,
fez descer o preco. tendo-se ven-
dido o regolar a 59400, o entrefi-
no a 59600, e o lino a 5S600 por
arroba. Enlraram 7)9 accas.
Vendeu-se um carregamenlo~em
Macei a 59750 pr arr iba potlo a
bordo. .
Asucar Tem entrado algum, principal-
mente em brolo, lendo-te vendi-
do esle de 19730 a I3SKJO por ar-
'^ i e o masca vado legular de
19680 a 19780 por arroba ambos
ensaccado.
Louros-------------Veoderara-so de 187 a 190 rs. por
_ ... "ora dos seceos salgados.
Bacalliao -.------Relalboo-se de 119 a 169 por bar-
rica, e ficam em ser de 1,800 a
2,000 dita.
Lame secca- Continuam em ser as 7,000 arro-
bas deBueaos Ayre, queexistiam
na semana liod.i, por nao terem
querido abrir venda, porem di-
zem que o farao na egciinle. Ven-
deu-se 1 do Rio Grande de 49600
59.500 por arroba, e ficam em de-
.. Posilo 15,000 arrobas.
Familia de Irigo- Tiremos tres carregamonlo, dous
dos Estados Unidos e ira de Fi-
me; alm d 1,200 saceos do ChHi'
vindo pelo Rio de Janeiro; com
os quaes o deposito monta a 6,200
barricas e 5,000 saceos. Vendeu-
se a 289 da de Ballimore ; de 329
a 319 da de Philadelpliia, eda
vinda do Para ; a 36 a e Fon-
lana, e de 279 a 289 por seis arro-
bas eusaccada, de Valparnito e
Inglaterra. Parece qoe vai seguir
para o sol parle da do Philadel-
phia e Trieste. Vendeu-se ero lei-
lAo a de Richmond or linario de
219 a 229, a de Ballimore tambera
ordinaria a 229. e de Ilaiall a
309000.
Loara-------------Vendeu-se ingleza 11 260 per
ente de premio sobre a factura.
Manleiga- dem a 620 r*. por libra da france-
za, e de 640a 660 da Ingleza.
Oueijos- --- dem a I950O por om dos flameo-
Discooto Rebaleram-se lellras de pequeo
prazo de 6 a 8 por cent j.
t retes ------------Do algodao a 5|8 e do asiucar a 30,
ambos para Liverpool.
I ucaram uo nosso porlo Ires embarcaccs ; uma
americana precedente de Calho de Lima, 1 vapor
de Soulh.mpton, e l_ escuna eom viuhos (Jas Barcelo-
na, queseguio para'o Rio Grande do Sol.
Enlraram 110 mesmo : 4 com farinba de trigo, 2
com fazenrias francezas e ingleza, e 1 com assucar
da Colinguiba.
Sahiram : 4 para as provincias, sendo uma a vapor,
I para Lisboa e outra a concluir seu cairegameuto
em Macei.
Ficaram no porlo 30 embaTcacoes a saber: 5 ame-
ricanas, 17 brazileiras, 1 fanceza, 1 hamborgurza, 3
ispaiiholas, 1 inglez,, o -J porluguezes.
1,1
3. El Cosul, Vice-Oinsul janle comercial
espedir 1 dicha manifesl cerlificado daspue de eon-
fronlar o coa las despachos de la aduana respectiva
y pondr on-duplicado da el < selle de sua
oficina, con robre para el arl luoa
de) puertea donde, di "dolo
1 Cap palion ^^^^^Kkopa
ao mi cito) para que s ao.
4.* l;i Capataz daeno da la (ropa deber ulri-
gar al (diego dirijdo al admlnis! nana,
al oficial del Resguardo del puni I
fronlern por donde ae l\aee la inlroaa^^H
lorie de la Confederacin, y esle lo rem
mnislrador del punto adonde ha da descargar la
tropa, notando el dia y hora de la pres* n n
I respaldo del sobra que encierra el eficlo con el
d aplica) ae.
5. El admialttrador espitan dtl Puerto donde
arribare ni, baque, notar* sobre el manifest el
di y hora de sn presentacin ; y el Capitn ii pa-
trn te adr derecho do adicionarlo dentro de la
primeras veinte y cuatro hora eu el cato de emi-
sin por olvido involuntario.
6." Los Capitanes patrones de boques qoe sa
despachen en lastre para poertosdela Confederacin
debern declararlo alCnsul, Vice-Consul 6 Ajenie
comercial de ella, si lo hubiera en 1 puerto d su
procedencia, y traer el certificado correspondiente
del misno.
7. S el cargamento del buqae fuese destinado
vario puerto del litoral, se nnin laa
ieto, c janlos sean los punios de inlroduei
ios misrios requintos prevenidos eu.los ante
rlieulei.
8. Si despus de llegar un baque al paerto de al
oojlino, quisiere pasar a otro con parla dt
ento, si CapUan patrn pedir gulas por I
no hubi-re descargado al Administradr de aduana,
quien dobera despacharla remitiendo un duplicado
ae ella il Adminlslrador da la aduana donde el
SS'il!-'* je",. En e,le c-0' Capitn pairen
'!.2n I obligado prcentar una tornagua
!i.~ t ?'no de do' me,e y dar una fianza que
JSflM .curaP,i,nienlo d e*U disposicin, coa
deSo,i,'"do:.HaC,e,,da "" el ,'" d8 'ftet"
9." le Cnsale., Viee-Onsula, Ajenias co-
mercial s.de I, Confederacin, tomarn loda. las
precauciones necesaria para saber con certeza qae
lo, papeles o documentos en visla de lo* cnalea es-
piden los manifiesto* y certificado*, ton eiadot y es-
pecifican bien los articolo, destinados la iolroduc-
cion.
JO." ,;U3rid0 hlva diferenciJ> ta nu n m
entre la-i mercaderas presenUda* al despacho en la
aduana de entrad, y las rantidaa i en los
manihelos certifica* ; o^^H hubiese cambio
de num;ros y marca;'en tale eato, se proceder
con arreglo a las leyes vijenles sobre aduanas
iraDand).
11. Los Cnsules, Vice-Console y Ajenlrs
merciali, pisaran I Mioslerio de K'elaciones s-
leriores una razn de los manifiesto que hubieran
cerlificado en cada mes.
12. El derecho de Consolado se cobrar obre
los manifiestos segn el tonelaje del boque, en la
proporcin sigoienle :
Por los cargamento destioadee uu sol puerto :
Buques hasta 50 toneladas. .
~
100
150
200
250
300
12
MOVIMENTO DO POB.TO.
A'aco lahifa no dia 1.
CowetGalera americana Alfred Hill, eom a mes-
ma carga qae Iroaxe. Suspenden do UmeirAo.
Natiot entradot no dia 2.
Camaragibe2 dias, hiato brasileiro Santa Luzia,
de 21 toneladas, mestre EslevAo Ribelro, equipa-
gom 3, carga arroz e. mideira ; a Manoel Joso
Leile. Passageiros, Jos Pedro Carneiro d Al-
buquerque e 2 escravos, Anlonio Jorge Rodri-
gues, Manoel Francisco.
Aracatv e A,so'18 dias, hate brasileir Correio
do Norteo, de 37 toneladas, mestre Jalo Anlunes
da Silveira, eqopagem 6, carga sal n feijSo; a
Laelano Cyriaco da Costa Moreira. Passageiros,
Belarmioo da Cruz Ribeiro, Francisco do Reg
New-Orleans75 dias, brigue americano Nanev.
de 220 toneladas, capilSo Me. Donald, equipagem
12, carga farinha de trigo ; a Maieus Austin &
Companhia. Veo com agua berta.
Naci lahido no mamo dia.
JlareellonaEicuna hespanhola Culebra, capilAo
Jos Ventura, carga algodao e conros.
Los eirgamenlos detlioados varo* paerto.
garan ademas per cada paerto qae pase de aao
miiado le lo asignado en la escala preeedeole.
IJ. I,os derecho, de consulado para los maaifies-
lo, de inlredaecion por tierra, se pagaran en la for-
ma siguienle :
Por cada diez malas cargada* ana
carreta.......... 3 i
Porcada diez malas cargadas una
carreta de smenlo...... 4 r.
14. Comenzar a tener cuasatimienlo le ettibie-
cido en el prsenle decreto, a re. 60 dias de su pu-
blicacin para las aduana Hrtate j la terrestre
que se tabelecera abra la frontera de Bueno Ai-
res y los nvenla para las dems aduanas er-
15. La. mlmiaistraeioaas de adaana de la Can-
federacin, eslin obligadas i dar tornagua a loa m-
eresado qoe i..lieten..y an i cambiarlas diree-
lamenle con la aduanas donde hobiaseo sido despa-
chadas las goias, sil lo pidieren.
16." El retente decreto aera comunicado los
consale,, Vicc-Cimsules y Ajenie comerciales1 da la
LonredexaaoB, para sn exacto cumplimiento, por
el Ministerio de Relacione Estertores.
17. Uiiionique-se a quienes corres(ionda, pobli-
que-M y dse al Kejitlro Nacional.
Carril.
Juan del Campillo.
Consulado Arjen-^
tino en
N.".....
Man fuila certificado
reccion la Aduana de. ,
El Cnsul Arjenlino ( yice-Cmwt AjenU co-
mercial ) en fel lugar de su retidtiKia), certifica
que Lt. el nombre y apellido del comerciante que
despacha 6 carga) de ( la plaza donde mide el
comerciante ) ha preseulado en esle Ceaiulado ( o
pencia ) una declaracin de cuya exactitud y va-
ldenlo hai motivo para dudar, y de la oaat consta
que lia .-argado en ( el nombra del buque, la tropa
arrio eon el numero de muas carretal), los
electos y mercaderas especificados continuacin,
con dest.no t la Confederacin Aljamie, por la
anana de f el nombre de la aduana despachante )
di inWaiucci
i, con di-
EDITAES
Ah meu charo principe permita qoe eu
lie cont o que aoonleceu-me ; uma historia espan-
tosa I O Inglez que mora em nossa casa no andar
superior, queixou-se de que rora-llie furladi uma
espiugarda, e a polica leve a grossaria de vareiar o
quarto.de meu criado. Debaldaeverei que Coco-
mero era honesto, que meos serfo nao erair. capa-
zes de comineller uma ac;ao m : os esbirros Ao 111-
Iralaveis. Revolvern! 11 cama do pobre r.-.paz, o
qual chorava como menino por ver-sc auspeitu ; po-
rem nada acliaram. Vean excellencia peusa que
eu fana hem queiando-ino ao cardeal vigario 7
o EinOm jeremiadas dc que ainda eslou aturdi-
do. ISesse momento ouvi as primeiras notas de cer-
la-walsa de nosso conhecimento ; mas como eu teria
sido obligado a dansar com a chara Nadina, (lz ou-
yidos de mercador. Minha iudifferenra foi funesta
a walsa1 ; o piano calou-se e nao dansou-se mais. A
vluva Fralief rclirou-se com a filha conl.va comi-
go para reconduz-la ; ma, contentei-me de iaud.-la
prorondamenle e de rezar em sua lelo a oraro
w pelos ttaiantet. FU bem ?
o Agora fallemos um pouco do cholera.
O flagello desanpareceu complelamenle>do Bor-
', reina na praca Monlanara e na va Mari:uW, e
comeca a enlr.r no Corro. Tjnho muilo medo :
mas a Torca de precaiicfles espero escapar. Nao re-
cetes, e se por acuso chegar um Jia o correio sem le-
var-la caria, 11A0 vas imaginar quo morri.
Termino aqui a primeira parle de minhi caria :
se receber a la depois do jamar, acrescenlarei um
posl icnpium. Aprsenla meu respeilo a leus pas
e abraca a lolo por miro. Sou com lernurn leu af-
fecoadissimo
m.Pagrad.reU 'a "'"' Pd'B *"" ,,,a ^
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, conimendador
da imperial ordem da Rosa, e juiz dc direilo et-
pecial do commereio desla cidade do Kecife, por
4. M. I. eC. ele. K
Fajo saber aos que o prsenle edilal irem, que
no uia ij do corralo mez depois da audiencia det-
le juizo na casa das mesma, audiencias, mi ha de ar-
matar por venda a quem mais. der a escravo R0,a,
avalhada por 6009000,. qual foi penhorada por exl
cucao de D. Maria Carolina Ferreira da Carvalho e
Joso Victorino de Paiva contra Izidro Jos Pereira.
cuja escrava tocou a este por heraoca de seu sol
E par. que chegue a noticia de lodos mandei pas-
sar cdilaes que serao afiliados nos lugares designa-
dos pelo cod. commercial e publicado neta im-
prenta no 1 de selembro.
Dado e passado nesla cidade do Recife ao* 27 de
Tgoslo de 1855. Eu. Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivao interino o subscrevi.
a Anttlmo Francia feretli.
O Illm. Sr. inpector da ihesouraria provincial
manda fazer publico, qoe do dia 3 do correnle ero
dianta pagam-se os ordenados e mais despeza pro-
nnciaes, vencidas al o fim do agoslo ultimo. The-
seufaria provincial de Pern.mbuco 1.- de selembro
del*O secrelario, A. f. da Annmcierilo.
DECLARACO'ES.
Por ordem tuperior se Taz publico ao comrotr
cloe quem mais convier o seguinle
DEPARTAMENTO DE HACIENDA.
Paran, maio 5 de 1855.
El l'ict-Pretidente de la Confederalion :
H acordado y decreta.
Arl. I." Toda clase de efectos mercaderas es-
Iranjeras despachadas de los Estado, verii.ot, com
destino a lo. puertos dla Confederacin, no po-
dran introducirse a su territorio ni sis puerto,,
sin presentar, ademas de la guia de la aduana de so
procedencia, un manfeslo de lodo el cari-amenlo v
contenido de los bollos, firmado por el Capitn "o
palron del buque ( por el Capataz 6 dueo de la
tropa en.u caso ; j legalizado por el Cnsul, Vjcs
Cnsul o Ajele comercial de la Coufedciacin, re-
ndente en el puerto dc su despacho.
2. El manifest de que habla el arl. anterior se
har segn el modelo que se inserlir coulina.-
cion de esle Decreto.
rialuraleM
de las mer-
caderas.
l """"", Pin
idencia de los consigna-
tarios
Fetlu
(Firma del cargador)

as passagens que podiam esclarece-Io sobre o esta-
do de seu corai.Ao, ou sobre a solidez de seu cg-
Nolou pouco depois no cslylo uma fadiga sensivel.
A J2 de agosto Lello, mnravilliado por ler escriplu
uma caria longa, cxcl.mava com eulhusia.ino :
1 Lomo-1 etlou no fim da folha de pape! vou
escrever de (ravez. Nao, acrescenlarei outra folha,
e assim escreverei duas vezes mais que de ordinario.
Lembras-le de que cerla imite disse-le que nao era
grande cscrev.anhador 1 Tive sempre esse defeilo ;
mas quando escrevo le, sou inexgolavel e acho sem-
leei'iiUV". > P"T* diler"le- yuem mc explicar s-
Alide selembro esa focundidade eslava muilo
exliansla, e elle escrevia
Sabes que he ora supplicio lerrivel improvisar
uma caria de principio a fim sem ler que respon-
der A linguagem do amor he recanda. convento ;
mas na conversajao, e nAo na correspondencia, s
estivesics aqu, eu leria que dzer-le ; mas escrever-
le que mo-le, he cou.a dila e redila ; que le son
del. he colisa muilo evideule ; qoo desejo anciosa-
mente la volta, ho um assumplr. tao batido qne si
resla-me lesesperar como pagflo vendo qoe nao rol-
las. Quo dlrei 1 men Dos qoe di rei ?
l>ir-le-liei primeiraineule que o cholera... a
O cholera como lemoaSlslo oceupava grande lu-
garnes corrondencia amorosa, e a. carias da
l.el o poderao servir algum dia para a historia do
cholera de 183/. Elle referia toda as phaacs de
flagello como observador exacto, e ludas at emocoes
que senta como psvcbologo sem vaidade. Tinlia a
10genu1di.de .dos povos do meio dia, os qoaes uao
envergonliam-se de seus lerrores uetu de suas la-
Tolo que observara ao mesmo lempo a irrofla e
t-aromila, percebeu que Be dia em diiressa excellen-
le rapariga alleicoava-e mai, ao amant! por todos
noUvel alaos olllmos dl 7" T.XZ? I" "<""" ''"a-M. Ouvi dizer boolem qo. U- lea*nt oHedera-lhe, e pelo, perlgu que cor-
ejudicoM, reparara n c.n. 1 do joven Giran,. I iMojogav? I "niem boje Ce ^.epXdo~ sT """"^ Le,tef"f d "" "?-* -"
' uo wr P'iW'i 01- projeclos par o faloro. Ora offerecla a Dos seas
aM?cs!sar ss dSSs&SS&gBmiilg
crana posseava hoalem alegremeole e ln.je a larde
ira para o cemllerio. Tudo isso leni-me aneado em
uma melancola sombra. O pensamenlo de minha
querida lolla alen(a-me ; ma. .-w veles augment-
me a iruteza. Digo comigo : E-larc vi>o aro.nhaa
par? receber sua caria ? tomare a v-la algum dia 1
gue sera della se cu morrer ?i melancola he 13o
lorie qoe arrajica-me lagrimas. Nao pensemos mais
uisso, (quemes alegres !
Sim, fiquemos alegres! he eousa m.ils fcil de
dizer-se que de conseguirse. Un cera morios por
da, e pessoas conhecidas : a princeza Massini, a
princeza Chigi e Unas oulras
Semelhanle correspondencia nao era propria para
Iranqnillitar a familia Feraldi. O temor do mai
causuu pobre condessa uma leve imlisposicAo. Ape-
nas .Manuel foi informado disso, escreveu a Tolla
Acabo de saber que loa mai senle dores as en-
tranlias. Pelo amor de eos dize-lhe qn. irale-te
e a menor diarrhea faze-lhe lomar tisana de tama-
rindos e clisteres de agua de arroz. He 11 receiU do
doulor Ely.
a Esla manhaa tive um medo Irorrivel, sent c-
licas, e crendo sem hesitar em nm alaqu* de ehole
ra, pedi agua da arroz ; mas emquanto ella fazia-,e
passou-me a dor, e envici lodo, os remedios ao io-
rerno.
Taes miudezas inseridas em uma ca m de amor
nada lem de repgnenle na H|in, e Tolla agradece,
com eOusao ao sea charo Lello o oieresse que lialfea
pela saude da condessa.
(Firma de, dueao dj%2n* V*
Esl conforme./it/^wteaOW.
OffleUI na 1
J7.J? J'lni-Sr. capiuo do porto, curoprindo a
ordem do Exm. Sr. conscltoire presidente da pre-
da reprtiCAo daamarinh. de primeiro de cnenle
mez, manda fazer publico as traducida., ser copia
Jimia,, de seis avisos aos uavegaalaa reittivameate
as boia no canal da Rainlia uee't chanei) ; pha-
rol io em Cbpioaa-tiuadalquirir, na Hespi
cosa de oesle ; pharolde Dendalk, (luz de -
so de fuzll) na Irlanda eotU de badi ,
Broadhiren, oa immens Irlanda, cesta de o.
embarca edes de pliarol, e boias 110 canal do Ptiace
11a enlnida do Thames ; e pharol da era,
Capiinnia do porlo de Pernambaee a* aaWgos-
lo de 1855. O sscreierio,
Alejandre Rodrigue* dos Aojo.
r.u Jc-so Agostinho Barbosa, ciiUdas braileir
tredueler publico e inlfrpri-U ^trararri.l Jg| m.u'
lado da praca : certifico qoe me foi aprcsatido am
documento impresso n lingo inglesa, anal litle-
ralmeuiu tr.duzid para e idioma nacional. dU o
seguinle :
-sYe aoi Haceganles.
Boi.s no canal da Rainlia (Ootea's chanei.:
rrnily-llatue em Uudree, 15 ate maio de 185a.
Plo prsenle se fas publico que na conformidad,
do aniiuiicio desla casa, datado a primeir de mar-
co pro 1 uno lindo, a bou do bailo do Wett-P.m nia.
jada cora lstras prelas e brancas, nata lera ama lias-
te e giotio, ro removida para un peqsona distaa-
cia ao S. S. E. da sua enliga peaicae,
meute isla em 14 pos .na mar baia da aguas
vivas cem at seguiule marca, .demorando /
go rumas da agulha pela seguate maueira :
A etlremidade do O. de Cievewoea a u um li-
nlia com a exlremidade d. leti. da afjafjia Brasanii-
r de SI. Nicoia..... .
A igreja de Ash quasi a .eio
camiah deReeulvers para Sarr-
I
1
enfados prsenles, e pedia-lba en troca ma felici-
ilade pe, feila ; ora enumerava es prazeres qne pre-
tendla ler no Invern prximo, telo qoUeri na.
elle conliasse um pouco em si me*mo la.ft
tregar-so absolulameolo Pmide*
escrevia Lello (Tolo quizerM mt% LT*
recamos nossa, IribuiacOe. a Deas, e te rerorn
sa d> sscrificioque ..o/impOrTmle nT Va
fellcdnle perfeila. AlerHaVme j o penieeacl
n-o, nWem,q"e es,i,remo' rendendoS
Dos par ler-nos a.sistido em nossas iicjesshiadea a
recomP,,,o uom. IWmtn^ 0' X 1&
T.EL*W m,ai,"(1es bem oeat e esperanea* mai
v.ga, diua comslgo e tabio Tolo Feraldi.
i>ita que hei de fater-t. no lea camarote drp.
r, na r.uiuoes escolhiils* em qae nos veremos sem
esquerermes a prudencia ( quanl prudencia I pen-
sava lolo ) nos colilhes, as conlrad.nsas, no clume
qoe oa^-era em nosso, coragoes, nos dia. chuvosos
que posaremos em tua casa cm lana* Mitras
sas belli s. ruja enumerarlo seria moi loa^^H
Elle nao falla do casamento man rv*
leriormenle o irm,lo de Tolla.
L'm dia osla lea chorando de alaaria a tnjate
passageta de ama caita de Lello :
Pedes imaginar, oa ante, deves ubor amule
0111 maule preaa ludo e qae vem da peno, .rn.da ;
porem o que nunca imaginar he a mor que feoto
a. laa. carias. Sabe qoe ocammenitei a CMteil.ni
um cofreanto de nogueira con. augnilira feehadura
e chave i1 o euro : ludo me coater iraa vinte e-
do, por que ? para guardar laas carias, at quie,
se .ppriuver 1*0,, ligmm aii toflIirem(),7 ,er
lanos.
Tote ata opps Mnharaa ebjeccao t lagrima, d.
cofre! "^ praiartfa aao Mber o>vsca o
(Continuar-t*-ht.)
-->




mili.......... S. 1 4 E
18mbirec* do pharol Girdler. N. Ml',2 O
lloiadobaiio Nocih-Pan. f(. | g
do batoo Pin-Spit. E. 1,4 1 2 fi"
Sooth-Knoll.....9.B..eiE
\ est-Las...... S. 1 2 O
>ea umbem liveram lugar ero
co ^^Menrao expresada na diu no.
narr;o, a iiber -
* bBU fot lirada" nao teudo
mil nv*".
. a. '-re,,
a. orna ae oeste rau-Sand.
A boia de
A boi;
} l)0'' ^^Bdaraoi da suas cores
,UVH raoco a"'1-
n ~,u17,giJe encarnad para preta.
I.Hisalti es supra, a. boias do lado do norle
i ao todas prela brancas salteado,
e as do lado do >ul prelas. ,
de N. E. de Margarol-Spit, anteriormente
d preto e branco, mudaran) para as mes-
BM cores cm urnas Ultras vertieses. Par ordem,
astillado.
J. Herbtrl, secretario.
is conlinha ou declsrava o dito iropres-
so, (|ue besa e fielmente traduzi do proprio original,
iinp-csioeoj incle, ao qoal roe reporto, e depois de
este adalo conforme, o
;ec a quem m'o apresentou.
a presente que assignei e sel-
n uflicio nesta muito leal e he-
S. Sebastiao do Rio de Janeiro, aos
> anno da Senlior de 1855.
Barbota, traductor publico e in
srcial juramentado.
i Xacier Bomtempo. Con-
io, Alexandre Rodrigues dos
s Agaslioho Barbosa, cidadao brasileiro,
Iradiielor pablico e interprete commercial juraroen-
edo da praca, etc, : Gerllllce que me fui epresenla-
soteoto impresso, escriplo em inglez, o
Imeute Uaduzido para o idioma nacional,
dn c seguate :
Aciso ao' navegantes.
Beipenbu coala do Oeste.
ifixo em Chipiona, Guadalquivir.
Iiespenhol acaba de participar que no
le raaio do 185.") om pharul fixo ser
na torro da igreja da cidade de Cbipiona
desoda entrada do Rio Gaadalqulvir, na-
pro idit na costa de oeste de llespanha.
testa prutima no centro da cida-
de 1,1 Jj! 36, tt\ 15" Norle ; longitude 6,
>. .reewich.
xo, de cor natural, o seu focus eil
70 ps cima do nivel do mar, e po-
li ama distancia de 8 milhas em lemno
r
DIMIOCI PERMIBUCO SEGUNDA FURA 3 DE SETEMBRO O 1855
aletn de marcar a posicJo daqoella
isla de llespanha, tambera serve como
o baiio de Salmedina d parle to N.O.
ol demora E. 4 S. E. 1,3 S. distante,
demarcaces silo magnticas
i. John Washington, hvdrosrapho.
REPARTICAO' HYDROGRAPH1CA 1)0 AL-
MIRANTADO.
Londres 27 de aoril de 1855.
m referencia aos seiuiules mappas do
Thames para o Mediterrneo, n. 1;
Portugil e llespanha, n. 92; entradatde
dalqumr, n. 2341, e roais a lista de pbares lies-
nenaoes o. 178.
i conlinha, on declama o dito docu-
m e fielmente traduii do proprio ori-
uglez, ao qual me reporto, e de-
Minado cornial* o echado cou-
a entregar ti quem m'o apresentou.
e pusei presente que asiignei e sel-
lo meu oflicio uesta muito leal e he-
roica cidade de S. SebastiSo do Rio de Janeiro, aos
25 de jullio do anno de Nosso Seobor de 1855.
leas Agoatinh Barbosa traductor publico e inter-
ptnto commercial juramentado.
anciico xacier Bomtempo.Con-
ecrelario, Alexandre Rodrigues dos
Anj-n. |7 "
inlio Barbosa, cidadao brasileiro, Ira-
?ubleo e interprete commercial jurameu-
lado da praca etc. .
e fui apresentado um docnmenlo
r ingles, o qual lilleralmeute iraduzido
para, j idioma nacional, diz o sesuinte :
e na entrada do Thames, Trinitv,
ious*, Landres 10 de maio de 1855.
siderids conveniente que as altera-
eeilcades se effecluaseem nss posi-
rabarcaces de pharol, nssiin como na
l'rince ; pelo presntese faz publico
que a mesnias se realisarlo do de agosto, isto lie
pelo r ne diz respeilo.
Amnbarcacoei de pharol.
o do pharol d* Tongne ser removi-
da para M distancia como 4o comprimenlo de 7
^^D. da sos presente posico, e a
embarecao f il Girdler com |o comprimenlo de
O. da soa prsenle posicao, e na
"W"1 ircacjlo do pharol Naplin, em
a^|^B|p|o que diz respeilo as
Botas.
chmar-se-ha Ocsfe (iir-
i na eztremiilede O. do baizo
n riscos prelos e brincos que se
segoe, ser eolloeadn na pona de
eomo urna balisa de dia para
' da Riinha.
formaeftes logo que as roen-
es estiverem levadas a cfleilo. Por
luis denarcicoie sao magnticas.
AssignadoJofin Washington, liidrograplio.
/leparlicilo hidrographtta do almirantaio.
Ion Ires 16 de abril de 1855.
Esta participado affecla as segulntes cartis do al-
mlranlado : canil de Irlanda, n. 1824, costa de les-
te da Irlanda, II1. n. 1488, assitn como a lista dos
pharea de Inglaterra e Irlanda n. 296. .
E nada mai ronlinha ou declarava o dito impres-
so, que bem a fielmente traduzi do proprio origi-
nal impresso em inglex, ao qual me reporto, e -de-
pois de haver ex: minado com este e echado confor-
me, o lornei a entregar a quem m'o apresen-
lou.
Em f do que passei o prsenle que assignei e sel-
lei com o sello do mea oflicio nesla muito leal e he-
roica cidade de San Sebastiao do Rio de Janeiro, aos
21 de julho do auno do Senlior de 1855.JosAgos-
iinlio Barbosa, traductor publico e interprete com-
mercial juramentado.
Conforme.Francisco Xavier Bomtempo.
Goolorme. O secretario, Mexandre Rodrigues
dos Anjot.
Eu Jos Agostioho Barbosa, cidadlo brasileiro, tra-
ductor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca ele.
Certifico que me Coi apresentado um documeulo
impresso em inglez, o qual a pedido da parte, tra-
duzi litteralmenli! para o idioma nacional, e diz o
seguinle :
^tiso aos navegantes.
N. 15.
irlandacosa do Oeste.
Luz di em Broidhaven.
O porlo da corporaco de Duhlin Taz publico que
se edificou um phsrol no lado do oeste di. entrada
do canal da baha de Broadhaven, do qual appare-
eer urna luz na noite do primeiro de junho prxi-
mo de 1855, a qual ser accesa desde aquella dala
em todas as nolles do pfir al ao nascer do sol.
I A lux he urna lux la, apparecendo com a cor
natural, clara, segundo se v das demarcaees de S.
4172aoS. E. eN.N. E. 1,4,Lesle pelo lado de
leste) e de urna edr encarnada segundo se v dal ba-
ha entre N. 4 1,2 ao N. E. e N. E. 4. de leste : a
ponta da luz est 37 ps cima do nivel de Jaguasvi-
va as mares vivas, e em lempo claro he visivel pa-
ra o lado do mar em distancia de 12 milhas.
A torre he eircular da cor de pedra, tem 50 ps de
altura da sua baso al ao alto da abobada. Esl
enllocada na Ponta de Guhacashel, na latlilude 54.
16,'N., e longilude 9. 53'0., demorando da Ponta
de Erres (dos recifes de) S. S. E. 1,4 E. distante co-
mo 4 1,2 milhas nuticas da i I ha Kid O. 1,2 S.
distante 33,4 milhas nuticas do rochado Tidal (no
canal em fronte 4 estaco da guarda costa) N. N. .
41,2 a leste distante 3.4 de milha nnulica.
Ao entrar da baha de Broadhaven, deve-se con-
servar abarla a lux para passar safo dos recifes
em frente a Pona Erris, e uavegando pelo canal da
bahia, para passar em claro do rochedo Tidal em
frente a estcalo da tinarda Costa, deve seguir pelo
lado de lesle ou por fora dos limites da cor encarna-
da do phsrol.
Todas as demarcacoes sao magnticas.
Assignado.John Washington, hidrographo.
acuelle que freejuentam os estudo dedi-
retto, pelo preco de o$000 cada exern-
plar; naloja do Sr. padre Ignacio, tile
da Cadete n. 5 livros, rita do Collegio n. 8; pateo do
Collegto, Jtvraria clawica n. 3, e na pnqa
aa Independencia o. 6 e 8.
THEATHO
DE
i. I ABEL.
Sociedade Dramtica Emprezaria.
BILHETE8 VENDIDOS PARA DUAS RECITAS.
Primetra recita.
SEXTA-KEIRA 7 DK SETEMBRO DE 1855.
espectculo em ^i-aiide salla.
ANNIVERSAMO DA INDEPENDENCIA DO IMPERIO.
Logo que o Exm. Sr. presidente da provincia
comparecer na sua (ribuna, dar principio ao espec-
tculo, o uovo elogio dramtico, intitulado.
A INDEPENDENCIA DO BRASIL.
PeTonoffe/i.
Brasil. .
Despolisrr.o. ..
Liberdtde
H.7..?!S PrCa P"*ai* Pelo Sr. Dr. jyil dos feitosl C. A. V. D. Linden participa ao-pablico, qae
da raxenda, depois de sua prxima nudiencio, e na tendo-so dissolvido a firma de Bruno Prieaer A-
(ala da mesma, se ha de arrematar urna graode i Companhia deixi da ser caixeiro di easa
quantidade de pares de cutieres de vldro, copos
para agua, ditos para uso de taberna, calis para vi- IA ~ .J/He8,r pirlieipa ao corpo do commercio
nho, garrafas grandes e pequeas finas e ordinarias,' c?de' que lendo-so dissolvido a firma de
copos para champagne, saldrs, rooslardeins com _"_" "if 3t Companhia, daspedio-ie doa suc-
Aclores.
Leopoldina.
. A Sr. D. Mara
. O Sr. Bezerra.
Sn D. Leonor.
m& qoal' a vis,a rtl" eml de SS. MM.
ma msica ,.rc.al locar denlro da scena o hvm-
no da independencia, cojo ser repetido em cinto
por toda a companhia, acompauhndo pela orchestra.
Uepois de executada a grande orchestra a nova c
n?". ."0,er,"r./>a-O'W/o, representar-se-ha o
novo drama em 3 aclos, intitulado.
lampa, e.colher de vidro, ludo a reliado por 2789260
rs., penhorado por execucao da fazenda uacinnal,
contra Lenoir Puget : os prelendentes para Vlrtm e
examinarom os cbjeclos acidia, diiijam-se ao depo-
1 silo geral, e comparec.am para a arrematarlo no lu-
gar e hora do cosime. Recife 1.- de Miembro de
1855.O solicitador do juizo,
Joaguim 'fheodoro Altes.
Em praca presidida pelo Sr. Dr. juiz dos feilos
da azenda, depois da sua prximo .udiencia, e na
sala da mesma, se lia de arrematar urna osera va cri-
oula, cotn idade de :|0 annos. pouco mais ou menos,
avahada por 4009000. penhorada por execucao da
fazenda nacional, contra Jo.to Iternardino de Vas-
coucel'.os : os prelendentes curoparec,am na lugar e
boradocoslume. Recife 1.- de selembro de 1855.
O solicitador do juizo, Joaquim Theodoro Alces.
KXS$&3oB5&Sft-$-&KSK838K
APPROVADO PELA JUNTA DE l
HYGIENE PIJBLI6A DO
RIO DE JANEIRO.
:0M PRIVILEGIO DO G0-
\ERN0 DE S. M.
rbtrl, secretario,
mais contmlia ou declara o dito documen-
neule traduzi da proprio original
le, ao qoal me repollo, e depois
com este, eechado conforme, o
ira quem m'o apresentou.
ee, passei o presente que assignei e sel-
lo mea oflicio nesla muito leal a he-
l S. Sebasliaefdo Rio de Janeiro,aos 25
uno de Nusso Senlior de 1855.Jore
r&nifi, Inductor publico e interprete
ial jarameolado.
'rancislo Xavier Bomtempo.
meO secretario, Alexandre Rodrigues

o Barbosa, cidadao brasileiro, tra-
e interprete commercial juramen-
te foi apresSnlado am impresso es-
I. a qaal, a pedido da parte traduzi
para i liorna nacional e diz o segoipte :
Aviso tos navegantes.
Pharol do Nore.
ly llouse en Londres aos 28 da marco de 1855.
Tendo a altenjio da corporacl* sido chamada
[iculdade que aclualmenle se experimenta
Ir o pharol que existe abordo a embar-
e com lax ou phsrol no Nore, por
M qae appareeem de bordo das embar-
s aas proximidades da mesma, ero
imeuto do ulmiranlado, qua deter-
as embareace* apresenlariio urna
esliverein fundeadas ; julgoa-se
I qualidade da.Iui flocluanle no
, e por tanto fax-se publico qae no
prximo a lux do Nora nao appare-
o urna lux flxa, e que ero su lugar
ta lux revolvenle que apresenlar um
impago de lux clara com intervallo de 30
is. Por ordem.
I gnado\J. Herbrrt, secretario.
ha mais conlinha ou declarara o dito docu-
ietri o fielmente Iraduxi do proprio ori-
em inglex, ao qual me reporto, e de-
feumiuado com este a adiado eonfor-
i entregar i quem m'o apresenlou.
'.que passei o presente que assignei e
lio do meu ollicio nieta muito lea le he
roica,i'idade de S. Sebastiao do Rio do Janeiro,ao 24
do innode Nosso Senhor de 1855.Jote
RarboM, triductor publico interprete
atjuramenlado.
>.FranciKO Xavier Bomtempo.
secretario, Alexandre Rodrigues
dos A\
Itabo Barbosa, eidado brasileiro, Ira-
ilico inlerpelre commercial juramen-
(adu da praca.
ce que me fot apresentado um impresso es-
cripia i;m inglefc o qual lilteralmeute Iraduzido para
o idiona oacional, diz o segunde :
Aviso aos navegantes,
N. 16.
'Irlanda, cotia i* leste.
eDuadalk (lude relmpago de fuzil.j
i corporacjlo de Dublin acaba de fazer
! haver construido um .pharol dentro
canal do ancoradoure de undalk, do
qusl i.pparecer um laz ua noite de 18 de junho
prximo de 1855, o qual, de lioje em diaiile, estar
acezo (odas as noile do por al ao uascer do
sol.
relmpago, isto lie, urna lu (xa, va-
na, dando um fuzil em cada quinze se-
i| a sua ponta do_fco fica33 |>cs ,'icima do
uveTd i mar em maros chsias, e em lempo claro he
vizivel urna distancia de B milhas.
Para c lado do mar, a laz spptrecer de urna cor
Hur nido na drreccu 0.-1.4N., e
ra mascarada oo coberta na direc-
Reparlicilo hidregraphiga, almirantado em Lon-
dres aos 9 de abril de 1855.
Esta notificado affeela a lista de pliaroes ingleza
e irlandesa n. 323.
E nada mais conlinha ou declarava o dito impres-
so que bem fielmente tradozi do proprio original
escripto em inglex ao qual me reporto, e depois de
haver examinado com este e adiado conforme o lor-
nei a entregar a quem me o apresenton.
Em fe do que passei o presente que assignei e
sellei com o sello do meu oflicio oesli muito leal e
heroica cidade de S. Sebastiao do Rio de Janeiro.aos
25 de julho do anno de Nosso Senhor de 1855___Jo-
s Agotfinho Barbosa, traductor publico e interpre-
te commercial juramentado.
Conforme.Francisco Xacier Bomtempo.
ConformeO secretario, alexandre Rodrigues
dos Anjos. w
Pela mesa do consulado provincial se fax pu-
blico aos conlribuintes do impostes, cujos dbitos sao
dependentes de lanramentos, o que anda na furam
pagos dentro do anuo financeiro prximo passado,
que os podem r-alisar nesla repartirlo al o fim do
prsenle mez, fludo o qual passam ser executados
lodos os que dcixaram de pagar os do anuo de 1854
a 1855.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar os ob-
iecios.secundes :
Para provimenlo dos armaxens do almoxarlfado,
primeira e segunda classe.
Costados de amarrllo, 6 ; costadinhos de dilo, 6.
5.a classe.
Lons, varas. 50 ; laixas de bomba, milheiros, 8 ;
ditas .inoradas, milheiros, 1 ; pecas de fita de liulie
encarnada. 38.
Botica do presidio de Fernando.
Accido ctrico, libra, 1 ;T>alsamo de fionavenle,
libras, i ; rabeis de papoulas, libras. 6; canthari-
das, libras, 2 ; capsulas de cupaluba, caixinhas, 12 ;
raixas vasias pira pilotas, duzias, 6 ; espirito de sal-
amoniaco, libra, 1 ; dito de viuho. caadas, 4 ;
flores de rnica, libra, f ; fumaria, libras, ; hVdro
ferro cyaunlo de quinino, onra, 1 ; iodurelo de
chombo, onca. 1 ; jalapa em p, libra, 1 ; leroy
purgativo n. 3" a 4, garrafas, ; malvas, libras, 8;
nosvomica em p, oncas. 8 ; opodeldoc, vid ros, 20 ;
polpa de tamarindos, libras, 8 ; quasia, libra, 1 ;
rolhas de coruja, grozas, 4 ; sanlonina, onc^a, 1 ;
seone, libras, 8 ; xarope de uat, vidros, 12 ; dito
de ponas de spargo, garrafas, 12.
Hospital do mesmo presidio.
Altas e balsas impressas a maneiradas do hospital
regimenlal desta, provincia com dlzeres diversos,
Ditas impressas com os dizeres seguintes : Tem
all do hospital .teste presidio o sentenciado F.......
veio soccorrido al a vai soccorrido at Hos-
pital nacional no presidio de Fernando de Noronha,
de mez e auno.1,000.
Mappas diarios, semanaese mensaes, sendo 288
diarios, 192 semaoaes e 48 mensaes, a mjneira dos
do hospital regimenlal desta provincia com os di-
zeres diversos, e tendo as casas seguintes:1,05ti.
Quarlo balalhilo de artilharia a p.
Segando balalhao de infamara.
Oitavo balalhao de infanlaria.
Nono balalhilo de infanlaria.
Dcimo balalhao de infanlaria.
Companhia de cavillaria.
Companhia de artfices.
Sentenciados.
Pajunos.
Papeletas impressas, 1,000.
Qnem os quier vender aprsente as suas propos-
J oni caria fechada, na secretara do conselho s
10 horas do dia 5 do setejnbro prximo futuro.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra': de agosto de 1855.
Jos de Brilo Ingle:, coronel presdenle.Ber-
nardo l'ereirado Carmo Jnior, vogal e secretario.
Olllm. Sr. capilao do porlo, em observancia
de quanio Ibe ordenoa o Exm. Sr. presdenle da
provincia, em oflicio com dala de hontem, em refe-
rencia ao aviso da repartiera da maaiuha do 1. do
corrente mei, manda fazer publico, para conheci-
menlo de quem poma ioteressar, a copia da traduc-
a o da iiutilicacao feila por parle do governo brilao-
uico do bloqueio poslo a cerlos portosrussos no Bal-
iteo, pelas esquadras alliadas da Franca e Inglaterra.
Capitana do porto de Peroambaco 25 de agosto de
1855.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pemambuco sacca sobre
a praca da Baha, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de 1855.
O secretario da direcqao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar os se-
guintes objecdos :
* Para o presidio de Fernando.
Fannha de mandioca, alqueires 600 ; madapolao,
nefas b ; oculos de alcance, 2 ; plvora, arrobas 10;
brandos de cera, 12 ; lochas de dita, 6.
Hospital regimenlal.
Cabos inodoros, 10.
Companhia de artfices.
Livro mestre com 200 folhas, 1.
Olllcinns de terceira classe do arsenal de guerra.
Limas meias-caunas-murai, duzias 4.
ijuarla classe'.
Trincal, libras 20; limas chalas-macas de diversas
polegadas, duxia 1.
Ouiala classe.
Meios de sola curtida, 300.
2. balalhao de infanlaria.
Compendios de n'riihmelica por Avila, 3;
Diversos balalhes.
Sapalos, pares 900.
Qacm os quizer veiyler aprsenle as suas propostas
em carta fechada na-secretaria do conselho s 10 ho-
ras do da 3 de seteinhro prximo futuro.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
cimeiilo do arsenal Je guerra27de agoslodc 1855.
Jos de Brilo Ingles, coronel presidente. Bernar-
do Pereira: do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
A COROA HEREDITARIA
ou
0 PERIGII DOS POVOS.
Personagens. AHal%
Cl.ristierno, fei de Dinamarca O Sr.Senna.
Sueoon seu lilho. ... Bexerra.
Londe Magnus, primeiro mi-
nistro ........
Mrquez de Thorwich. .' .
Conde de Holberg. ....
Brands, amito de Sonou .
Olana. fidalgo......
Erie Slerson, capitao das guar-
das .........,
Alberto Sterson, lencula irml
do dito........
t tllicial do Paco.
Um Portel ro. '......
Um Mestre de Cerimonias. .
Um Pregoeiro......
Cristina, sobrinha do conde de
Magnus -.......
Ofllciaes, crleseos, poto e rebeldes.
A scena pasasse em Copenhague.
Os iutervalos dos aclos sent prchenchidos com
oovassymphonias, inclmive acavatina brigada
a clarineta, da opera Masnadieri, executadas pela
orchestra deblixo di direecno do insigue artista 0
Sr. Pedro Nocasco Baptista.
SEGUNDA RECITA.
SABBADO 8 DE SETEMBRO DE 1855.,
Depois da execorao de nma bella ouvertnra, re-
presentar-se-ha pela primeira vez neste Ihealro, o ;
muito excellente drama em 3 aclos e 7 qualros inti-
tulado,
d Mendes.
a Sebastiao.
* Rozendo.
Muiileiro.
A. Lisboa.
Pinto.
Santa Rosa.
Lima.
. N.
N. N.
n Euzehio.
Sr D. Leonor.
efe* ala recife da Dunany, entre as demarcarles de
: N. quarts e mal a Lale. Ter urna edr
aacareiida tan o lado do O. da bahln de Dundalk,
a tppai'ieer clara pira a lado do noria do canal do

m
lilud]
i ua entrL,
doemalle^l
dislaile 51
asta supporlado sobre pilaras da urna cor
amarrados aro-formas bertas por biixo
he de una forma octogonal e cor
asa do pharol tem um
le abobada. Est na la-
e longilude 6 a 18* O.
', demorando dos i chelos
|Uu\ Poola Codey) N. O
>cas; de Dundalk Palcb
1,4 0. 3,4 0. tliilancia
' recifes de Dunany (a
i O. disuniabl,2
M
.viosde
lares.
> -
devem dar
1 corra pelo noria da ca-
sjuI da mesma. e pat-
eo. v;,ria. Os capi-
retgaardo aos pi-

OU
Os Incendiarios.
Adores.
OSr.Senoa.
A Sr.a D. Leonor.
O Sr. Bezerra.
Sebasliflo.
Lisboa .
Rozendo.
Sania Rosa.
> Mendes.
l'inlo. a
Monleiro.
a Lima,
i) Euzebo.
, A Sr.D. Leopoldina
Amalia. -
Rila.
Jesaina.
Januaria.
PUBLICAgA'O LITTERARLA.
Acha-se A venda o compendio de Theoria e Prali
ci do I'rocesso Civil foito pelo Dr. Fraocisco de Pao
Baptista. Esta obra, alera de urna inlroduccao
obre as aeces e rxcepr,9es em geral, trata do pro-
cesso civel comparado com o commercial, eonlcm
a theoria sobre a epplicaflo da causa julgada^eou-
Iras doufrinas luminosas: vende-se unicamenle
na loja de Manoel Jos Lee, tnado a, 10, a 6.) cada exemplar rubricado pelo
autor. ^.. .j^
-Continua a render-se a obra de di-
reitoo Advocado dos Orphaos, com um
apndice importante, contendo a lei dea
ferias e aleadas los tribunaes de juitica, e
o novo Regiment de custas, para uso*dos
juize, ecriTae, empegado dejiutica, e
Personagens.
Conde de Clairvillc. ....
Flix.........
Bnrao de Saint-S'al.....
Jrronymo, lavrador ....
Maire.da Aldeia de Saint Pol .
Cara, da mesma. '. .
Thomaz, rendeiro .'....
ChristovJo, soldado velho. .
Cbambord, chefe dos incen-
diarios ........
Loupy, mendigo......
Rouget, joven vagabando .
Germano, criado do conde .
Amelia, filha do conde '.
Josephina, criada de Amelia
Madame Thomaz ....
Borah, velha mendiga, ..
Malhilde ........
Convidados, creados, aldeOes soldados.
A scena passase em Franra no anno de 1830.
Dar fim ao espectculo o novo e engracado .luci-
lo, intitulado.
A PANELLA DOS FElTIfOS.
Cantado pelo Sr. Monleiro, e a Sr. D. Leonor.
Principiar s 8 horas.
A sociedade dramtica emprezaria possuida do
maisvlvo reconhecimento, agradece cordialmenle
ao Exm. Sr. presidente da provincia a concecSo
(com que houve por hem hunra-la,)destas duas re-
citas em festejo do grande dia que marca a memora-
vel Independencia do Imperio do Brasil.
Todas as pessoas que tem bilhetes encommenda-
dos, queiram mandar buscar ale quarla-feira 5 s 2
hora da tarde, ficando d'esse dia e hora sem direit
a reclamarlo alguma, caso nao mandem buscar as
suas encommendaa.
O reslo dos bilhetes acham-se venda no cscrp-
(orio da sociedade, entrada pelo fundo do thealro.de
manlua das 10 as 2, das 5 is 9 da noite.
O actor Luz Antonio Monleiro pede desculpa de
em consequencia do minio afazer qoe teve na noite
de seu benefirio, ter deixado como de costnme, de ir
aos camarotes cumprimeutar as pessoas qua se dig
naram honra-lo com suas presentas, o que far de
segunda-feira em diaule em suas moradas.
AVISOS MARTIMOS
NON PLUS ULTRA.
Jos Pux y Bruguera declara ao respeila-
vel publico qoe tem o prazer de Ihe oflen;-
cer as admiraves virtudes qut, em urna ton-
ga experiencia tem demonstrado -a agua dos
menles, de sua romposcjlo, e s3o as seguin-
le-: cura todas as enormidades da pelle, eo-
m.i pannos, (com ama garrafa pouco mais ou SJ
menos), sardas (com duas garrafas pouco w
mais ou menos', e as espinlias, por muito an- M
ligas que sejam, (com duas ou tres garralas, g{
pedesea ultima mais forte ou mais earr;- je
gada), e applicando-a maisquenle que mor- a
na com um trapnho mnlhado, e amarran- S
do-o com um lenco. Fra, refresca, lira a fl
pelle farinbosa e suavsa-a, d-!h* lustro e ^S,
fax desappareccr a cor Irigueira (em cinco uy
das de um modo mai notavel), cura a bor- g
tueja com muila facilidade, por ser mu fres- fi
ca, esem prrjudiear a saude. Instantnea-
mente faz desapparecer o ardor ja sangre
quando se coca a pelle, e applicafo as, fa-
ces um algodao moldado na dita agua, e
amarrando-o com um lenco, amanhecem as
cores naluraes muilo agra'daveis. sem prejn-
dicarem nada a pelle, e Pdelo continuar
quando as cores se perdercm (causar este
effeilo qaando se liver temperamento san-
guneo). Em lavatorio he uro preservativo
ptimo conlra syphilis. E applicando-a mor-
na as faces Jim algodao moldado na dita
aguaao lempo da apparrao das bexigas, ler-
vepara neulralisar ou purificar, limpar o
htmorepara prevenic a fermacAo das mar-
cas no roslo; e fazdesapparecer ainflamma-
.;ao preservando do ar e da luz, aos doenles
de bexigas. Do mesmo modo cura impin-
| sens difficeis de curar. Para toocadores
| (toilette) particular das senhoras, prero 28 a
[ garrafa. Vende-se tnicamente na na ila
t Cruz n. 1. escriploro do Antonio Luz de
Olivera Azevedo.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
Esla empreza pretende contratar a conslruccao dos
trapiches e armazens em Tamandnr; ponto de 'sea-
la dos seus vapores do lado do sol, e em Ilapisiuma
e Uoanna do lado do norte.
Clausulas especiaes da arremalaco.
I.a As obras para conslrucro destes trapichas se-
rao feilas de couformidade comas plantas eorcs.men-
los aprovados pela dircc;ao da companhia. na im-
porlancia, o de Ta mandar de rs. 7:8285280, oda
Ilapssuma de rs. 7:7559 e o de Goiania de ftl35.
Estas obras deverao principiar no prazo deI5
2.
PARA A RAH1A
salte com milita brevidade por ter par-
te de seu carregarnento prompto, o ve-
leiro hiate Santo Antonio Triumpho,
para o resto da carga e passageiros trata-
se com oscoiisignatariesNovaes & Compa-
nhia, na ra do Trapichen. !H, oucom o
capitao na prara.
Para o Acareen' segu em poucos dios o velei-
ro hiate Castro : para o resto da carga, Irata-se
com seu consignatario Domingos Alves Muiheus.
Para o.Rio de Janeiro segu imprelcrfVclmoti-
le uo dia ti do correte o brigoe brasileiro Dami'w ;
para passageiros e escravot, para o que tem excel-
lenles commodos, Irala-se com o consignatario Jos
Joaquim Das Fcrnaudes, ou com o capitao ua praci.
Para o Bo de Janeiro segoe impreterivelmen-
le no dia 5 do corrente o patacho nacional Amazo-
nas ; so recebe algum carga miuda : pira passagei-
ros eescravos, para o que tem excellentes commo-
dos, Irata-se com seo consignatario Antonio Luiz de
Oliverra Azevedo, roa da Cruz n. 1.
dias elindarao no de qnalro mezes, ambos contados
do dia da assgnatur dos contratos.
3." O pagamento se far em Ires prestarles iguaes,
a primeira no dia da assgnatur do contrato, a se-
gunda quando esliver feila ametade da obra e a ul-
tima quando iuleiramente concluida, ficando respon-
savel o arrematante por esparo de um aune pela
sua conservarlo e polidez.
4.' O arrematante prestar urna fianza idnea
nesla' prac,a.
O prazo marcado para o reeebimenlo de propostas
he al o dia 10 do corrente mez. e para tratar diri-
jam-se ao escriptorio da ra da Cruz n. 26.
Amorim,
Antonio .l/.x-w^ea
II
do ra
andar, 9
e chumba %
oulros me- 49

LEILO'ES.
-r O agente Oliveira far leilao, por ordem do
Sr. cnsul da I ranea, e em preseora do seu chan-
celler, por aulorisacao da alfandcga desta cidade, e
por conta e risro de quem perlcucer, das fazendas
avanadas d agua salgada, salvadas de bordo da barca
iranceza huslavo II, naufrajada nos recifes do lu-
gar denominado Mara Farinha, na sua recente via-
gem, que fazia procedente do Havre com destino a.
esle porlo e o da Bahia, sendo que ditas fazendis l-
nham sido embarcadas, e desuadas a esle ultimo
porto : segunda-feira, 3 do corrente, as 10 horas da
maiih.1i, uo rmazcm da referida alfandega.
Joao de Nepomuceno Augusto de
Araujo, fara' leilao, \nv intervenrao do
agente Borja, da ya taberna sita na rua
Imperial n. 47, consistindo na armacao
e gneros existentes na mesma, que se
entregaro pelo maior prei.-o oll'erecido,
em consequencia do dito senhor retirar-
se para l'ra do imperio: segunda-feira
o do corrente, a's 4 horas da tarde.
- O agenle Borja far leilao em seu armazem,
na rua do Collegio o. 15, de nina quanlidade de ob-
jeclos de dfferentes qualidades, como bem I obras de
marcineria novas e Usadas, obras de ouro, relogios
para algibeira, calungas e vasos de porcelana para
enfeile de sala, urna purro do marroquim de lodas
as cores com um pequeo loque de a varia, e oolros
muitos objeclos, que se acharlo patentes no mesmo
rmazcm : quinta-feira, 6 do crranle, as II horas.
AVISOS DIVERSOS.
Em preci presidida pelo Sr. Dr. iniz dos feilos
da fazenda, depois de sua prxima audiencia, e na
sala da mesma, se ha de arrematar urna casa terrea,
sila na rua doJardimn. 61, com 20 palmos de fren-
te e 60 de fundo, cezinha frn, quintal murado, ava-
' liada por 6009000, penhorada por execucao ta fa-
zenda nacional, contra a innandadede Santa Ephi-
genia: os prelendentes comparecam no lugar e hora
do costume. Recife 1.- de sciembro de 1855___O
solicitador do jdlio, Joaquim Theodoro Alces.
i DENTISTA F
1 Paulo tiaignoux, dentista, e
rua larga do Rosario n. 36, s
colloca denles com a pressflo
W tintes com a masA adama '
V taes. ^>s
Precisa-se de um olficial de chape-
letro que saiba bem trabalhar em sua
arte : na praca da Independencia loja n.
12,iieiC.
ajs^^ijl ^fe^au a^aB-aV,' !>4^iaU i^asVaBU i^bib^bUsbI
^PS^Br^r^rxr^r^^nar^aTi ^^^r^rx t^aW^B^nrT^rlfc
-ll-\xlVi-i<.- < ua
A ESTRADA DK FERRO DO RECIFE E
RIO DE S. FRANCISCO.
Aos negociantes em madeiras c outros.
Precisa-se immediatamente, para a
construccao da estrada de ierro cima,
tima grande quanlidade de madeiras di-
teitas, das qualidades mais approvadas
para esteros, etc., que tem de resistir a
acofiodo tempo e agua salgada, assim co-
mo Pau-ferro, Sapucaia, Pau-d'arco, Em-
biriba-preta, etc. Quem quizer contra-
tar ditas madeiras, communique por car-
ta mencionando as particularidades a res-
peito daquantidade que pode ser orneci-
tla em um tempo marcado: dirija-se ao
cont'atante Jorge Furness, nescriptorio
dosSrs. Rothe&Bidoulac, na ruado Tra-
piche n. 12, primeiro andar.
GABINETE PORTGUEZ DE
LEITRA.
HOSPITAL PORTGUEZ PROVISORIO.
A directora do Gabinete Porluguez de leilura
leudo de proceder organisac.ao do hospital porlu-
guez provisorio nesta cidade destinado especialmen-
te ao iralamenlo dos Porluguezes indigentes, que
por infelicidade venham a ser accommellidos da opi-
demia que nos ameaca, nobremenle auxiliada pela
phlanlropca decicacao das respectivas commisses
ede lodos os Sr<. Porluguezes em geral,appellaliim-
l>em para a tradicional philaolropia, patriotismo e
carida le dasSenhoras Portoguezas residentes oosla
capital, convidando-as paja que cada urna, segnodo
as suas forras e vonlade se diguem associar-se i pia
contribuido, que entre nos se promove.
Entre as despezas de maior alcance, que vilo car-
regar sobre a Caia de beneficencia, avulla muito a
dn material da roupara indispensavel ao areio e
limpeza dos doenles, como sejam lencoes, traressei-
rtm, roberas, camisas, toalhas, ale, a todo o dona-
tivo, que a esle respeilo Ihe for feilo, conlribuindo,
por pouco que seja, a encartar as despezas do Mon-
te- l'io. he urna esmola de subido precio, lao pi es-
tada ao eslabeleciajSjonlo, quauto agrada vel a Dros.
Todas is senhom Porluguezes por conseguale,
que por si y por suas boas lilhas, e subordinada> se
dignarem concorrer para 13o magnnimo, e pi ins-
tituto poderao dirigir-se por cmqoanlo esta direc-
tora, ou commissao portugueza de benellceiicia
apenas for insultada. He urna supplica, que Ibe
dirigimos em nomo tos nossos irmtos desvalidos, he
urna rogativa que Ihe enderes-mns em nome da re-
liL'iao e da homanidde.
Sala das sessftes da directora to Gabinete Porlu-
guez deleitara emsessitn especial do 1.- desetembro
de 1855.los de .ilmeida Soare* de Lima Bastos,
director.Gaspar Antonio l'ieira Guimaraes, vice-
director. Zoilo Baptista V eir Ribeiro, primeiro
secretario. Antonio Augusto dos Santos Porlo,
segundo secretario.Jos Azevedo de Andrade, llie-
soureiro.
Deiapparcceu do abaixo assignado, no da 31
lo mez prximo passado, do sitie do Gnado Jnsli-
niino, n Estrada Nova, urna preta creuln, de no-
mo Mara, a qual foi comprada pelo abaixo assigna-
do ao Sr. Joaquim Jos de l-'ram;a, morador na
.'ierra do Teixeira, a teas os signaes seguintes : bai-
xa, falla descansada, ps epalhetadoa, de cor fula,
teudo as coalas urnas cicatrizes que parecem. ter
ido de chicote, anda que ella diga que sito do be-
xigas : quem n apprehcnder, dirija-se ao dilo sillo,
que sera generosamente gratificado.
Francisco Bringuel de Almeida Gedet.
O abaixo assignado offerece nraluitamenla u
commissao eucarregada do Hospital Pnrtaguez Pro-
visorio n melado da sorle que sahii nos dous m ios
bilhetes ns. 3681 e 3682 da ultima parle da primar-
ia loltria do tiymnasio l'ernambueins.
Jerooymo Pinto de Souza. ,
cessores di mesma.
PERNTA QUE NAO' OFFENDE.
Em qaal dos .ou rtigos dos iioves estatuios do
Gabinete Porluguez de Leilura se firmara a direc-
tora do mesmo Gabinete para crear urna eadeira
magistral de geographia 1 Isto desoja saber o
Rodo.
' Esl jasla a compra da casa n. 35 da ra da
Calcada, propriedide do Sr. Claadino da Silva Fer-
rcira : se alguem se jalgar com direito a ella annun-
cie por esta folha nesles Ires dias.
Ordem terceira de S. Francisco.
Em atienes.) ao convite da irmandade do Divino
Espirito Santo, erecta na igreja dos Militares, del-
beron a mesa regedora da veneravel ordem terceira
de S. Francisco desla cidade, que como Seu secrela-
rio convidasse a lodos os seos charissimos rmSos
para qne, paramentados de seus hbitos, se achem
reunidos as 2 horas da larde do da 9 do corrente.
na igreja da ordem.e dahi seguirem em comminiida-
le para acompanliarem a trasladado do Divino Pa-
droeiro daquella irmandade, da igreja dos milllares
para a do Collegio. E para qae chegae ao conhe-
cimenlir le lodos, os convido pelo prsenle an-
nuncio.Jos Egdio Ferrelra, secretario interino.
Precisa-se de urna ama para cozinlmr e engom-
mar : no aterro da Boa-Vista n. 6, segundo andar.
Perlence o quarto do biHielo n. 323f da quar-
a parle da primeira lolera lo Gymnasio Pernam-
bucano, ao hospital porluguez de Pernambuco, cuia
lolera corre no dia 12 do corrente mez.
.,7. Preci;,-,e ma forra ou captiva, qae
saiba coz.nhar e fazer todo o mais servico de casa '
na rua Direila n. 86. '
Precisa-se alugar Om preto para o sarvico or-
dinario de padaria ; paga-se 12*000 mensals e o
sustento : na pra;a da Santa Cruz, na padaria junto
ao sobrado de Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
Desappareceu no,dia 27 du mez de agosto pas-
sado, o pelo mannheiro,' de nome Manoel. perlen-
cenlo a tripola;ao do brigue nacional Mafra, o nuil
tem os signaes seguintes: idade 50 e Untos annos,
nano, magro, rosto comprdo, barbado, lando i al-
guns cabcllosbrancos : quem o apprehender, quei-
ra leva-lo i rua da Cruz do Recife n. 3, escriptorio
tle Amorim Irmaos Companhia, que ser genero-
samente recompensado. s"=ru
Precisa-se saber com urgencia aonde exislem
os herdeiros do Sr. Antonio Bernardo Alves de Bri-
lo, Ullecido nesla provincia ha muitos annos, para
negocio de seos iolercsses : na rua da Cruz n. 57
segundo andar. '
Sorvetes.
Hje haer sorvetes de aoaoaz no alerro da Boa-
Visla, loja n. 3.
Quem tiver adiado um embrirlho
com cartas dirigidas para Hacei a H. G.
Dennis, qwjferendo entrega-las em casa de
C. J. Astley* C, so Ihe gratificara'.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda um restodebillietesda
lotera 4- do theatrode San-Pedro de Al-
cantara, cujas listas se espet-am de boje
em diante pelo vapor brasileiro n' ou Imperador: os premios ser-So
pagos, depois que se tenham distribuido
as mesmas listas.
Aluga-se a casa que foi to fallecido Januaro
Caneca, sita naPassagem da Magdalena, com sufti-
cienles commodos para familia, sob a condi;o de
que o locador faca lodos os concertos de que ella
precisa, que sao de pequea importancia : quem
pretender, dirija-se rua Direila, sobrado n. 119,
do mcio dia em dianle, que ahi achata com quem
tralar. '
Na Soledade, passandn o sitio dos ledes, o pri-
meiro poriao do becco. aluca-se orna preta forra para
ama de orna casa de pouca familia, para todo o ser-
vico do portas denlro. No mesmo sitio vende-so
urna prela croula. muilo robusta, coznha bem o
diario de urna casa, lava perfeilamente de sabo e de
barrella, por pret-o commodo.
OOerece-se urna mulher viuva, muilo capaz, a
quem precisar para administrar e reger urna casa,
cose toda a qoalidade de costura, muito propria para
casa de homem solteiro : na rua da Senzala Velha
n. 94.
11..... !. ,
AOS SBS. ES1UDANTES.
I?ste bella porteo de boni e interessanles litros por
39000 rs. I
Na rua do Queiroado n. 21, te acham os livros
abaixo declarados, em cuja casa serJo entregues
qaelle a quem por ventura locarem ; o meiii de
oble-loa depende da sorle, como Ihe sera explicado
visla dos mesmar, em cada dia, das 11 horas em
diante: Chauveau, i'heerie do cod. penal A. Mo-
rin, Reperlolre du roitcriminel, Ueob;rl, Philo-
sophie de A. Uosinini, Timn, Livro des Orateurs,
Riler, Philosophic, Chrelienne, Rauler.Droit-crimi-
nel francals, Le Ferrier, Cours du Droil jublie, P.
Bonin, Comenlaire do cod. penal, Melli-Opea, Tra-
lado do Diplomacia, De Molnes, L'homanit Dans
leo lois eriminelles.llegel el la Pliilosophie Alemaiid,
Bavoux-conflicts, Exercicios espfrilaaes, Estimulo
pratico, Nazirelh. Droit-crlminel, Svslemn dos Regi-
menlos, Coo.in. Pbilosophie, Chakspeare, Panlheon
Litiraire, La Mirque, I.'lmloire de la revoluton
raiicaise, Gepgraphie de Gondri, L'histoirn da eenre
bumain, Heilor Pinlo, Chronica da D. Joilti II, Hen-
ry et Apfel, Hisloire de la lilirelure Alemand, Or-
'''Toxicologie, De Felice, Droit des Gens, Euvres
IhilosiiOquesdeJJossul, Discoars sur le code civil,
Nirollim, Droit penal, Berenizer Juslice Criminelle,
Richard, Bolanique.

Precisa-se de urna ama de bons coitiimei para
fazer o serval interno de urna casa de mullo pouca
ramilla : na rua de Santa Rita n. 36.
Precisa-se de urna ama que saiba ozinhar e
engommar, para casa de hemem solteiro : na rua
cslreila do-Rosario n. 7.
contina a residir aa
gundoaudar.
O Dr. Ribeiro, medico,
rila da Cruz do Recife o. 49, <
l J. JANE. DE.TOTA, S
contina residir na roa Nova n. 19, prmei- A
M ro aadar. m
du***
Cl'lm. i; Exm. Sr. presidenteJos da Rocha P-
rannos, tendo soHrido pieterioo em sen direito da
Ihesonrara do faienda d'esta provincia relativa-
mente i robranra da qoaolia do doas cotilos e tan-
tos milT?is, que a mesma fazenda Iba h devedora,
proveniente tle medicameotosque-o sapplicante for-
necera pira os hospitacs regimonlaes desla cidade, e
isto zdo >i,slan(e ordem expressa do thesotr
exigil piompta infrmacao. n timhem as reclama-
c6es do upplicanle, nesta colsflo recoma elle a V.
Exc. por ama pelieSo pan ver se por esle moda, se-
ria despachada a sua pretendo; mas succedeodesjee
leudo V. Esc. mandadoliaformar a mesma Ihesonra-
ra, esla por motivos qoe o supplicaala ignora, tem
delido desde o 1. de junho ata a presante r referi-
da laformarao por V. Exc. exigida, causando desta
arle ao Mipplicaute grave prejoizo ; por lita o eop-
plicanle de aovo recorre V. Excai
primeira aotoridade administrativa da
digue nuiDdar que a referida ihesassrans hi
infarmntao por V. Exc exigida. NasM
pede a V. Exc. anim Ihe defiri.E R. Me.
da ocha Paranhot.
Informe o Sr. inspector da Ihesouraril de fa__
Palacio tttjsfffferno 28 de julho de 1855.JWtf,
Precisi^e de ama ama para casa de pouea fa-! "'
Precisa-se le um caixeiro que lenha pralica de
t-sn-sk^ "r*5?em de assucar : quem esliver nestas circums-
TaiieSs. dinja-sa a esla lypographia, que se dir
quem precisa.
Prccisa-se.de urna ama forra ou captiva, que
seja boa coznheira : na rua da Cadeia do Recife n.
od, segando andar.
Aluga-se urna osera va crionla, sera vicio, mui-
to nel, e zelosa para menino : na rua do Lhramen-
*lo n. 4.
,.i~v"nerecV-e uma ama dc leile : o ru da Sen-
zala Nova n. 35.
Hoga-se ao ex-professor de prmeiras ledras
da freguezn de S. Pedro Marlyr da-amiga capilal de
lernambuco, morador na rua de Malinas Ferreira,
salvador Henrique de Albuquerque, que defenda-
se da formal acensado feila no Diario de Pernam-
ineon. 178 pelo Illm. Sr. lenle Jos de Barros
t-avalcanli, se nao em attencao a sua pessoa, ao me-
nos em allenjilo ao respeilavel publico, soh nena de
sertidopor PREVARICADOR OU CRIMINO-
SO'"! Um Parahibano.
Aluga-se uma casa no Cachang para se passar
o verilo, a qual tem commodos para uma familia re-
gular, e tem o encllenle banho mesmo alraz de casa-
quem a pretender, adiante-ie a rallar na rua das
Cruzes n. 20, primeiro andar, das 9 horas da manhaa
as 3 da tarde.
N abaixo assienados, temos a honra de par-
ticipar aocorpq do pommercio desta praca, qne com
a dala de boje dissolvemosamiavelmente a associa-
c.lo que tullamos debaixo da firma de Brunn Pra-
ger i Companhia, ficando a liquidaran do activo e
pasmo i cargo do socio Manrique Brunn. Recife
Jl de sgosto de 1855.Hanr. Brunn, Gnslavo H.
Praeger.
Referindo-me ao annuncio cima, lenho a hon-
ra de communicar ao corpo de commercio desla
prita, que debaixo da firma de llenr Brunn 4 Com-
panhia continuare! os negocios da exllncla firma,
com todos os activos e passivos, por miaba conla e
da dosSrs. Kalkmann Irmaos, em llamburgo. Re-
nfe 1 de selembro de 1855.enr. Brunn.
Precisa-se alagar um sitio para um eslrangei-
ro, que seja perto da prasa, com casa soffrivel, eo-
cheira, estribara e algumas frucleiras '. quem llver
annuncie.
milia, que seja de bous coslumese saiba engommar
e cozinbar : na rua Nova n. 41, segundo andar.
O propriclario do engenho 1 tinga de Cima, na
fregnezia do Cabo, avisa que d'ora m dante os ca-
vallos de sua fabrica serilo ferrados com as seguintes
marcas, a ssber sobre a anca esquerda u nome
FLRTADQ- sobre a direila o nomeUTINGA
qualquer atoridsde policial e pessoas in.eressadas
na repress.l) dos furlos, que enconlrarem ditos ca-
vallos em poder de alguem que pareca suspeito, ou
com cargas qoe nao sejam proprias do estabeleci-
mento, poderao apprehende-los so nao se oreslarem
a dar um coohecimento idneo, pois os cavallos as-
sim ferrados nao se negocalo.
_ Precisa-se de uma ama para compr r e co-
zinbar, para uma casa do pequea familia : na rua
do A raga.i n. 40.
Aluga-se um negro de JO annos, bom coznhei-
ro o bom, cupeiro, e muito fiel: no Hospicio, se-
gundo porlao depois da Faculdede de Direito.
'Precisa-se de uma ama para o servido de casa
de um homem solteiro : em Fura de Portas, roa dos
uararapes, primeiro andar por cima da padaria.
Deseja-se saber onde exislem os herleirosde
Joao Clirisoslomo de Gusmao e Mello, que foi ren-
deiro do engenho Mauguinho, em Una ; Manoel
Simplicio Correa Leal, Henrique Luiz de Mello,
Antonio de Lima Raymundo, Ignacio Joaquina Ro
diisues, Motliias de Albuquerque e Mello, Antonio
Ferreira Brrelo, Joaqmm Antonio'lavares, Igna-
cio Loiz de Albuquerque, Francisco de Paida Buar-
que, .Miguel Ferro Lopes, padre Joaquina Eufrasio
da Cruz, Joaquim Pedro Velho Brrelo e Antonio
Jos Ferreira Vianna, a negocio de nteresse : na
rua do Vigario n. 17.
Na rua Nova n. 58, recebeu-se pelo navio Ha-
vre um lindo sorlimeulo de fazendas, grosdeoapoles
prelos, mantas de seda para senhora, camisinhas,
b'cos de linbo, escumilha, fil, flores, franja, france-
zas tle seda, lilas e oulras muilas fazendas, por dimi
putos presos.
rme o Sr. im
O Dr. Caelano Xavier Pereira de Brilo aj
t? avisa ao respeilavel publico, que mudou iua
0 residencia para a Casa contigua n. 45, no se- #
* gundo e terceira andar, onde pode ser pro- 9
9 curado tanto de dia como a qualquer horada 9
&. noite, para os misleres de soa prolissao.
#*#** $<-:
Aluga-se
o palacete amarello, na esquina da rua
da Praia n.27. novamenal reedificado e
transformado, tendo alm do outros com-
modos, um grande salao como nao ha ou-
tro aqu, muito proprio nao s para casa
de baile, escola dedansa, como para al-
guma reparticao publica, casa de jury,
tribunal do commercio, casa de audien-
cias, secretaria de policia, conservatorio
dramtico ou qualquer outra: trata-se
no mesmo, com GuiliiermeSette.
Alugam-se a loja da travessa da rua
de Apollo, a qual tem escriptos as portas,
a 8;>000 por mez: a tratar na rua do Col-
legio n. 21. primeiro ou segundo andar.
Jos' Baptista da Fonseca Jnior mu-
dou o seu escriptorio para a casa ti. 25,
primeiro andar, na rua do Vigario.
OLINDA.
Precisa-so alagar um sitio em Olinda perto do
mar, que lenha boa casa, nilo importa que seja pe-
queoa : qnem tiver annuncte para ser proc irado.
Oflerece-seum rapaz porluguez para caixeiro
de taberna ou oulro qualquer eslabelecimento para
lomar conla por balaoco ou .em elle, para o qoe
lem bstanle pralica : quem de seu presumo se qoi-
zer ulilisar dirija-se a rua de Aguas Verdes n. 48,
taberna.
Precisa-se de uma ama de leile :
Madre de Dos n. 36, loja.
na roa da
O Dr. Carolino Francisco le Lima bun-
ios inora no primeiro andar do sobrado
silo na rus das Cruzes n. 18, onde cordi-
na no ejercicio de sua proli-so da De-
dico.
Aluga-se uma e\cellente casa terrea
nova, com a sala da frente assotilhada,
com quintal e cacimba e bastante commo-
dos para familia, sita no becco do Vieira,
em Fra de Portas: a tratar na rua do Amo-
rim, casa deTasso Irmaos.
ANA DE LEITE.
Pjecisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, com bom leite e paga-se bem: no
aterro da Boa-Vista n. 18.
feT*TTfrTt?taT HHHHW
9 O medico Jos de Almeida Soares do Lista A
41 Baslos, mudou a sua residencia para a ruada 3
9 Cruz cobrado amirello n. 21, segundo ta- Q
999999t-9mw9999
Regimftto de costas.
Sabio a luz o regiment das custas j
ciaes, unnotadocom os avisos que oalte-
raram : vende-se a 500 res, pa Iivraria
n. 6 e 8 da praca da Indepem
LOTERA do gymnasio PEB-
NAMBUCANO.
Aos6:000S000, 5:0Q0f000. e 1:000^000.
Corre indobitavelmenle quarli-lrira, 12 di selembro
O caolelista Salustiano da Aqoina Ferreira avisa
ao respeilavel publico, que as anas cautelas ola es-
lao sujeiUs ao descont de oito por cento de impos-
to da lei; seus bilhetes inleiros vendidos ettvorii-
naes, ngn soffs/m o descont da oito |
imposto geral, no acto do pagamento
meiros pruinios grandes: os quaesacht
as lojas scguinles: ia enr
i. 38 e 45 ; na prasa da da Independencia n
e!J9 ; rua Nova ns. 4 e 16 ; ua do Qaei
39 c 44 ; rua astreta do Rosario a. 17 ; ao aterro
da Boa-Vista n. 74. e na praca da Boa-Vista n
59600 Recabe por aleteo 6:(jQB
* MW
2:

a a 1:200
; 75
Bilhetes
Meios
Taraos
Qaartos
Quintos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
satOH
900 b
1VOO
19200 a >
760
640
340 >
O referido caulelisla dedara mui exeresumesrte
ao respeilavel publico, qae so respunsabilisi
11 pagar os 8 por cento da lei, sobra os seo bilb
vendidos em orgimes. loga qua se a
Hiele inteiro, indo o possnidor receber o competen-
te premio qne nelle sabir, ni ra do Costate
escriptorio lo Sr. Ihesooreiro Franciico Antaaiode
Oliveira. Peroambaco 28 de agesto de 1
Salustiano de Aquista ferreira.
LOTEKIA
DO GYMNASIO
BUCANO.
PERNAM-
AOS 6:000*. 5:000^ E 1:000*
O caulelisla Antonio Jase Rodrigues de atoe,
mor avisa ao respeilavel publico, 400 aa rea
ultima parle da primeira desta letona andar
preteiiveimente qoarla-feira, 12 de selembro.
dos os seus bilhetes a cauteles sao pagos sem descon-
t algum, os quaes acham-se 1 venda a praca da
Independencia, lujas ns. i, 13, 15 e
n. 13; trivessa do Rosario a. 18C ; alerro da Baa-
Visla n. 72 A. e ua rua da Praia, loja de fazenda.
ti Hieles 5*800 Recebe por Inteiro 9m\\W\W
Meios
Quartos
Quintos
Oilavos
Decimos
29000
19500
I92OO
760
610
Precisa-se de om criado
re la u. 91, primeiro indar.
a tratar na rua Dl-
Deseja-se fallar a Joao Hartins Cnucalves, eu
a qocm por seu procurador esleja habilitado; na rua
do Trapiche n. 17.
Na botica da praQa da Boa-Vista, d sedinhel-
ro a premio em pequeas e grandes quanlias sobre
hypo'.heca de casas ou peuhores de ouro ou praia.
Union.
J. Praeger egs lo inform (he enslish genl|emen
of ibis cily, Ihat on Ihe Isl. of Sepl bis new Esla-
bhshment will be opened, rna da Cruz n. 40, where
billiardandolhergamesas well as all kinds of rc-
rreshmenls and loncheoo will be held al Ihe dsno-
sal of Ihe l'ublic.
Union.
Panorama.
TEBGEIBA EXPOSICAO'
FKEDK LEMBCKE.
Tem i honra de avisar ao respeilavel publico, qae
no da terca fera 28 do correle, expos oovis vis-
tas que nesla provincia anda se nao lem viso : na
rua da Cadeia confronte ao convento de S. Francisco,
que sao as seguintes :
Ro de Janeiro villa do monte da Con :ei;ao.
A corrente de agua em Petropolis Damaralio,
visto em noile de loar.
Sebastopol.
Incendio e tomada de Kertch no mar Azof!.
A batalha no interior du Irincheiras da torre da
Malacofl na Russia.
Balaclava, possesso dos alliadoi.
Bombardeamenlo de Sebastopol.
Tiros na Asia pequea.
O prero he 500 retacada pessoa, acha-se aberlo
das 6 a 9 da noite.
J. Praeger erlaubt sieh, scinen Frebmlen and
IteWannten die Anzeige zu mechen, dasz er am
lien. Sept sein neues Elablisse.-nenl rua da Cruz n.
WeroclTneii wird. Ausser dem Lesezimmer foer
Suhscribealen emphielt er seine wohlassorlirlo Res-
laoralioii dem hiesigerl publico zur beslen Benu-
Izung.
O Dr. Sabino Olegario Ldicro; Pioho,
mudou-se do palacete da roa deS. Francis-
co 11.68A, para o sobrado de dous anda-
res n. 6, ruade Santo Amaro, (muudo uovo.)
Lina pessoa convenientemente habilitada,
ofl'erece-se para leccienar eu algum collegio
ou casas particulares, arilhmelica.grammali-
ca, philesophica, friucez, rheloriea a geogn-
phia; protesta bom exercicio em qualquer
l deslaa disciplinas, mediante um mdico esti-
pendio : na roa lo Carnario n. 3.
Desappareceu do engenho Sania Rosa, na noite
de 2b do corrente, um escravo de nome Feliciano,
de naplo Costa, alto, secco, tem alguns (albos no
rosto, cmbela, reprsenla ter 20 e lanos annos c
talla anda bstanle alravessado : quem o pegar le-
ve-o ao mesmo engenho Santa Ross, em Ipojuca, ao
engenho Guararapes, em Muribeca.Ou nesla praca a
Gabriel Antonio de Castro Qaintaes, que recompen-
Na rua da Cruz n. .15, segundo andar, d-se
diuheiro a juros sobre penhores de oure ou praia,
era pequeas ou grandes quantias : a tratar na mes-
ma rua n. 43, loja.
Camillo Augusto Ferreira da Silva, soli-
citador nos auditorios desla cidade, pode
sor procurado para o exercicio das suas
fiinc(es: 110 paleo do Collegio, escripto-
rio do Illm. Sr. Dr. Joaquim Jos da Fon-
seca.
Precisa-se alagar uma negrinha de idade (de
10 a 12 asnos, para tunar sentiao a um meniao ; e
appllca-se alguma costara ; quem quizer, dirija-se
ro da Viracho a. 39.
Candido Jos Lisboa, antigo disc-
pulo do Sr. padre Joaquim Raphael da
Silva, approvado pelo lyceu desta cidade,
com pratica de encinar, da' efiet c!c la-
tim : na rua d'Apollo n. 21.
JOIAS
Os abaixo assignados, donos da loja de ourives, aa
raadoCabug n. II, confronte ao pateo da matriz
e roa Nova, fazem pablico, que esbto sempre sorli-
dos dos mais ricos emelhoresgostos tle lodas asobras
de ouio necessarias, lano para senhoras como para
homens e meninas, esntinuam os procos mesmo ba-
ratos como tem sido ; passar-sc-h nma coca com
responsehilidade, especifleaudo a qoalidade de ouro
do 14 a 18 quilates, ficando assim garantido o com-
prador se apparecer qualquer duvida.
Seraphim AULA DE LATIM.
. O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que mudou a sua aula para a rna do Kan-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eeUernos desde ja' por m-
dico prero como he publico: quem se
quizer utilisar de seu pequeo prest tno o,
pode procurar no segiuado andar rk refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias irtei.
Vigsimos 340
O mesmo caulelisla cima declara, que s
ga a pagar os oito por cento do imposto g
ditos bilhetes iatoiros, devendo o possuidu1
do Sr. ihesoreironlo seu respective
EDGACi'O DAS FILHAS.
tnlre as obras do grande Fenelon, are .
Cambray, merece mui particular meogae ati.
da educarao das meninasno qual esto vir:
prelado ensina come as mais deven educar suas
Ihas, para um da chegarem a ocenpar o sublime
lugar de mai de familia ; torna-se por tanto urna
necessidacle para todas as pessoas que desrjai.
a-lis no verdadeirocaminho da vida. Esl; a refe-
rida obra traduzida em porlncuez, a *
Iivraria da praca da Independen^
diminnlo pret;o de 800 rs.
LOTERA DO GYMNASIO
BUCANO.
AOS 6:000$, 5:0000E 1:000$.
U caulelisla da casa da Fama Antonio da Silva
Guimiries faz sciente ao pablico, qua ten expelo
a venda os seus maito afortunados bilhetes e caole-
las da quarta parle da primeira latera do G'
a qual corre no dia 13 de selembro do corta
no, os quaes sAo vendidos as seguintes casas tor-
ro da Boa-Visla ni. 48 e 68 ; na do Sol n
ma larga tto Basara n. 26 ; praca da ladsdflfc.
cia ns. 14 e 16 ; rua ao Ceilegie o. 9
Sel a. 54, e raa do PUar n. 9a
ilheles
Meios
Quartos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
O mesmo caulelisla declara, qne caraa
menle os bilhetes nleiros ca origiaae., aj
do descont dos oito per cento de irapoi
assim como que mas cautoto cia pegas enTa^KK
umi de suas casas, sem distieccao de sen
das nesla ou naqoella.
%***W9 9***9
5JJ800 Recaba par inlesro
800 cota dascaato
1440 a r
760 < 1 WW
^ tt a a a 552p 276
Ma
9
ATTEICAO.
iinoel Antonio Gonralves, c
estabelecimento de obras de
> prata na praca ..de Pern
^ epusta ndc-llie que di versos venoeoo-
8 res de joias pelo matto. se ten 1
vdodesetinome em seus ne
9 laz constar para evitar engaos.
nao se responsabilisa por transac
* cao alguma que elles fzessm 1
f possam fazer, de qualquer
/.a qae seja, pois a ninguem autort-
sou para isso.
Recife 13 de ararte de 1 -m
**9*9**a-*9***9*
O bacharel A. R. da Torre Band claal
professer de lingua franela ao (yainaaio
vincia, coBPa na ensino particalar daata mesma
lingua, e bem assim da lingoa ingleza, rhetorica,
geographia e philosophia ; e pata mais facilitar o es-
tudo de algumai deslis natertas preparatorias aquel-
las pessoas que nao possam frequenlar soa tula s
horas designadas em seus interiores aonuacia, pre-
poe-se abrir um corso das duas lincuas a oolro de
rheloriea e potica, sendo os dous primeiros das 5
horas e meia da tarde al as 7 112 ta noile, a se-
gando dessa hora at as 8 : quem quizer matrics-
lar-se em qualquer um desle corsos, pode procra-
lo desde jii na casa de soa residencia, aa roa Nova,
sobrado n. 23, segundo andar, onde tambern prose-
gue no ensino deslas mesmas disciplinas e .las entras
as horas ja. desda o principia a una acudas para
aquella qae enri as poderem escodar, propor-se-
ha igualmente a abrir cursos de philosophia, de geo-
graphia c historia i uoite, quauda para lies eaiodos
houve numero suSkieate dn alonos, a contar do
1. de selembro em dianle: e protesta continuara
camprir I Jo exactamente qaaato Ihe for possivel as
deveres do magisterio. '
Da'-se dinheiro a juro sobre penlio-
res de obras de ouro e prata: na rua da
Guian. -10,
IECHAIISIO PARA EIGE-
UO.
NA FNOigAO DE FERRO, DO NGE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN, r,A
RUA DO.BRXJM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempre um craode sorlisaetilo dos seguales ob-
E:los de mechauismos proprios para en^enhos, a sa-
r: moen.as e meias mnendas d mais moderna
construccao ; laixas de ferro fnmlido e balido, de
superior isalidade a da ldanos lmannos; rodas
dentadas paraagna eu animaes. de todas as propor-
Cfles ; envoi e boc. : :.., nalha e registros de bo-
eiro, aa^illioes, hroozes, parafusoseeavilhoes, moi-
iiIhj de marvlioea, etc., lc
NA MESMA FTJNDiqAU
seexeculam todas as encommendas com a seperio-
ridade j eoBtiecrda, a com a devMa presteza e conj-
modidade em preto.
*


DIARIO DE PER MI BUCO SEGUNDA FEIRA 3 DE SETEDBRO DE 1165
CONSULTORIO DOS POBRES
SO BA NOVA 1 iMBMM 50.
Dt. V. A. Lobo lloscozo di consultas liomeopalhica* todo* os dita os pobres, desde 9 horas da
umnhaato meio .i.-: eenscasosextraordinarios a qualquer horado dia ou noli*.
Oiierece r.i pi alicar qualquer operaco d quer mulher f leja mal Je parlo, e cujascircumslancia n lo permilUm pagar ao medico.
NO CONSULTORIO DO DB. P. A. LOBO PSCOZO.
50 RA NOVA 50
VKNUE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddiciua homeopathica do l)r. G. H. Jahr, traduxido em por
! pelo Dr. M*coxo, qualro volumes encadernados era dous y acompanhado da
da medicina, cirorgia, anatoma, ele., ele...... 209000
^J me de todas as qaelratam do estndoe pralica da homeonathia, por ser .1 nica
.ase fandamenlal desta doulrinaA PATHOENESIA ~"

OU El FEITOS DOSMEDICA-
joohecimeolos que nao podem dispensar as pes-
e.quer ilicu da verdadeira medicina, inleressa a lodosos mdicos que quizerem
lahnernann, e por si mesmos se convenceren) da verdade d'ella: a todos os
> q un estSo longe dos recursos dos mdicos: a lodos os' capilies de navio,
m deixar da acudir a qualquer incommodo feo ou de seu* tripulantes:
ie par circumstaneias, que nam sempre podem ser prevenidas, sao |obriga-
ptei*r in continenti os primeiroa soccorros em snas er fertilidades.
ta oa Indaccao da medicina domestica do Dr. Herinc,
dedicam ao esludo da homeopalhia, um volu-
kio dos termos de medicina...... 10*000
nedicma^wurgia, anatoma, ele, etc., encardenado. :1300o
ireparados medicamentos no se pode dar om passo seguro na pralica da
irlo desle eslabelecimento se lisongeia de te-lo o mais bem montado possivel e
hoje da Rrande superioridade dos seus medicamentos.
licas a I t,bbos grandes..................... 88000
i medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 15*000 rs.
.....'......... -209000
? .....' .......... .000
dos a ....... -111-111111
a......... ..... fioTooo
Tubos avnlso.......................... 6Kg
le mala enea de lindura................] [ \ oSg
'le veedadetra lindara a arinca..............: 3*00
smpre venda grande numero de tubos de crysta de diversos lamanhos,
a apromp.ta-se qualquer encommenda de medicamenloscom toda a brevlda-
de b por preeos muito commodo.
RATAMENTO HOMOPATHICO.
Preservatico e curativo
DO
CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
>^
ler curar desta enfennidade, adminislraiidoos remedios oais ellicazes
irreao medico, ou raesmo para cura-la independente destet nos lucarra
nao 01 Ta. *
SM POttTUGLEZ PELO DR. I. A- LOBO MOSCOZO.
Estes doosi as indieaedes mais claras e precias, so pela sua simples econcisaex nosi-
caowUaoalu as as lolelligencia, nao so pelo qoe diz respello aos meio curativo, comonrin-
npalmeule a Uva* que lem dado os mais salisfactorios resullados em toda a parle errloor
elle teru sido posto m pralica. '
coo unicoque lem dado grandes resullados no curativo desla horri-
a' prepsito Iraduiir estes dous imporlaoles opsculos em lingua verncu-
la, p r a sua le ora aquemignoreo francez.
ainlloriodo traductor, ra Nova n. 52, por 2JO00 rs.
livrea de homeopalhia roefrancez.obra
^BiumiM importaucia :
Hahnemann. tratado da* molestias ehronicas, 4 vo-
lumes. ..... 208000
leste, rroleslias dos neniaos..... 69OOO
domestica..... 79000
leopalhiea. 69OOO
Jahr, aovo manual. 4 vulumes .... I69OOO
Jahr, molestias nervosas....... 69OOO
Jahr, molestias da pelle....... 89000
: orla da homeopaUtia, 2 volumes 16*000
Harthmann, tratado completo dasrooleslias
..... 10900o
reste, materia medica homeopathica. 89OOO
Fayolle, doutrina medica bomeepaihica 7900(1
Clinje* de Slaonel ..... 69OOO
leopalhia. 49OOO
..... IO9OOO
Attlas con ^^^Mia com bellas es- '
tan itebdo a descripcio
po humano 309000
) lodos estes livros 110 consultorio homeopa-
Dr. Lobo Hoscoso, ra fcova u. 60 pri-
meiroa
V SO IXSTITITO HO
PATflICO 110 BRASIL.
IEOPATH1CO
01
VADE-MECUM DO
HOMEOPATHA.
ao, claro e seguro de co-
imenle todas as molestias
ci humana, e parli-
u que reinam no Bra-
- raelhorts trala-
meopalhia, lano europeos romo
propria experi-
ibioo Olegario Ludgero
he hoje reconheeida co-
r de todas qoe tratara daappli-
aaaathica no curativo das mo-
, principalmente, nao
o seguro em |>ossui-la e
de familias, ossenho-
rrdotes, viajantes, ca-
josele. etc., devem
te-la i mo para iccorrer protnj lamente a
qualquer caso de molestia. ,
Dous volumes em brochura por 109000
encadernados 119000 I
-e tnicamente em casa do autor, ,
s Santo Amaro 11. 6. (Mando No-
I
,. Vende-se um casal de escravos (marido e mu-
llan mocos e boas figuras, sadios e em vicio. A ne-
gra he cria de cas, e por isso com habilidades, cose
corta qualquer vestido para senhora, camisas para
hoinem, eogomma com limpexa e perfeicao, e tam-
bera coilnha. O negro lem principio de sapaleiro e
he para I0J0 o serviru por sor um negro visoroso e
posante : na roa da Cadeia do Recife, loja n. 23,
se dir quem a vende.
~ vnde-se manleiga de norco de Lisboa mnito
aiva, em potes, chesada agora na harca Mara Jote
no armaiem de Sexas e Axevedo, na Iravessa da
Aladre de evs.
Atterit;o.
ta V^mTnVw. 3L> 8"rrafa : M ra d" Sen"
fca fumaba.
Veiidem-se caitas com 100 charutos de superior
qual.dade a 39000, ditas a 29000, ditas a 19280, di-
ta, a IjOO, .tas a 49000, di.., a 69000. Scom
Jp charutos a 39000. ditas cm B a 1900, ma,,os de
charuto, de2oraOO, dilos a 320. dilosa 210. dito, a
imi. palitos de fogo em caitinha, enveruisadas a 200
e loo rs., ditos prprios para acender charutos a 40
n. : iw fabrica de charutos da ra do Kangel n. 59,
do Joaquim Joso de Souza.
o de Janeiro o
DO MEDICO
HOMEOPATHA.
DO DE RUOFF E BOEN-
IAUSEN E OUTROS,
lem alphabetica, com a descripcio
a todas as molestias, a indica cao phvsio-
i.de lodos os medicamenlos ho-
impo de aerlo e concordancia,
Eionario da signlficacao de lodos
toa e cirurgia, e posto ao alcance
das pe pelo
A. J. DE MELLO MORAES.
obra no eonsuliorio homeo-
palhi MOSCOZO, ra Nova n. 500
59OOO em brochura, e 6800,
COMPRAS.

e urna prela de bonil figura e mocas
coslureira e engommadairn ; paga-se
oen agradando : na rea do Trapiche n. 14, priraei-
ro andar.
Compram-se obra* de orno e prata
adas ; na ra da Guia 11. 40, desde
as 7 hora at as 10 da manhaa. todos os
tliimpra-sa urna ou doas vaccas do pasto, que
ni com bezerros novo,, e que sejain boas leilei-
1 do l.ivramenlo, loja o. 14.
Compra-e nma commoda de qoalquer mdei-
1 a, qoe esleja em bom estado : em Fra de Portas,
na ra do filar o. 145, oa annuacie.
VENDAS.
  • morbus.
    i venda oa livraria n. 6 e 8 da prara da
    odencia um folhelinho com diflerentes ora-
    lera-morbos, e qualquer outra pe?
    19, a 80 rs. eda om.
    Senhores sapa-
    teiros.
    Na ra Novan. 1, qoina da ra disTrineheiras,
    la um completo sortimenlo de tarramentas e avia-
    ineotos pera voseo offleio, que se venda per metade
    1 valor; venham depressa, que esiao se aca-
    tando.
    Venderse urna casa terrea com 00 palmos de
    ti ente e 100 de fondo, com roDitos arvoredos de
    fitWo e Hoces, pelo preco de 2259000, por haver
    necestidade do se vender, na roa Imperial, Iravessa
    riodade Quem pretender, dirjase ra Im-
    rerial n. 16.,
    Vende-se um braco de bulanca proprio para
    artrmnm de nitacsir, com conchas pesos al 10 ar-
    roIaa : aa ra da Senxala Noth o. I.
    Vende-se ama escrava ir U) .fimos, ponco
    mais ou menos, sem vicios ero achaques, que lava
    de sabio, rozinha o diario de orna casa, e tambem
    vende oa ra : aa roa do Pilar, em t'irade Portas,
    p. 103.
    A3S500
    Vende-se cal de Lisboa ultimameiue cbegada, as-
    si o) como potassa da Rsala verciadsira : na prata do
    Corpo Sanio u. 11.
    Vende-se urna casa Ierres, sita al ra larga do
    llosano o. 3 : aasrm prdnder, diriia-se pesca da
    Boa-Visia n. lT
    Cobre para forro de 20 at 24 on-1
    cas com pregos.
    Zinco para forro com pregos. <
    Chumbo em barrinhas.
    Alvajade de chumbo.
    Tinta branca; pfeta e verde.
    Oleo de linhaca em botijas.
    Papel de embrulho.
    Cemento ama relio.
    Armamento de todas as quali-
    dades.
    Arreios para um e dous ca-
    vallos.
    Chicotesjpara carro e esporas de
    ac,o prateado.
    Formas d ferro para fabrica de
    assucar.
    Papel de peso ingle/.
    Champagne marca A &C.
    Kolun da India, novo e alvo.
    Pedras de marmore.
    Velas steaiinas.
    Pianos de gabinete de Jacaranda',
    ecom todos os ltimos melho-
    ramentos..
    No armazem de C J. Astley & C,
    na ra da Cadeia.
    DUHE1RO
    nao se engeita,
    RtA DO" QUEMADO N. 40.
    Uenriqoe & Santos acabam de arrematar ni lei-
    Jio grande poriao de f.izenda* de seda, lia i seda,
    nho e algodao vindas pelo tlutlaro II, e querendo
    'acabar avisam ao publico que se vendem por dimi-
    nuto prei.-o as fazendss segulnles, bem como onlra,
    muitas, e dio as amostras com peuhor.
    Nobleza Tarta-cores para vestidos o covado
    Olla dilo .
    Corles de cambraias de seda de qoadros a
    Adelinas deseda de quadros
    Chali de quadros o mais lindo- possivel
    Proserpina de seda de quadros
    (ticas las de quadros para vestidos largos
    Itiscados francezes, imitando alpaca de seda
    Kiscado monstrn de quadro para vestidos
    Chita fraoceza larga budas padroes
    Cassas escossezas novos padroes
    Alpaca lisa de algodao para palitos
    Velludo prelo o melhor possivel
    Setim preto macao liso
    Selim preto lavrado para vestido
    Sarja prela despatillla superior
    Alpaca prela de lustre lina 1
    Alpaca de cordao prela e de cor
    Merino prelo e de cor de cordao
    Panno prelo litio para palitos
    Panno lino de vanas cores
    (lurcllo preto para panno
    Palitos de panno prtto'fiuo forro de seda
    Dilos de alpaca prela fino
    Hitos de laa de cores para menino,
    Chales prelo, de relrux
    Mantas de seda para senhora
    Hicos chales de merino bordado matisado
    Chales de merino bordado liso
    Hilo dito com franja de seda
    Dito dito com franja de l.ta
    Lindos lencos de selim de cores para grvala
    Lentos de seda de cores grandes para se-
    nhora
    Dilos de selim prelo macao pira grvala
    Dilos de seda pequeuos para homem
    Dilos dito de cores para grvala
    Ditos de cambraia e linbo pequeuos
    Dilos de cassa pequeos branco, .
    Collariuhos multo linos
    Corles de casemira prela fina
    Ditos de casimira de cor de lindos padroes
    Ditos de colleles de fustn finos
    Dilos de 1,1a
    Lindos corles de colleles de seda de cor
    Corles de caseixiira prcta selim
    Petas de esguio Uuo de puro linhu
    Petas de brim liso lino de puro liolui
    Luvas prelas de lorcal para senhora
    Aberturas Guas para camisas
    Madapolao muito fino com loque de mol j
    Pulceiras de velludo prelas e de cores
    Cassas fraucezas muilo Cuas de lindo goslo a
    vira
    Corles de cassa de barra
    PECHIMHA E MAIS PEHIMA.
    NA KUA NOVA N. 8, LUJA UK
    Jos Joaquina Moreira.
    Acaba de receber pelo ultimo navio francez, um
    magnifico sortimenlo de burzeguins parx scuhora,
    todos de dtiraque, mas que pela delicadeza com que
    dao feitos e consistencia da obra, muito dlvem agra-
    dar ; accresceudo alm disto o preto, que apenas he
    de 9400 rs. o par, bem como, sapalos de couro de
    lustre para senhora a I96OO, ditos de cordavao mui-
    to novos a 19000 ris, pagos na occasio la en-
    trega. ..
    Vendem-se dous pianos fortes de
    Jacaranda"', construccao vertical, e com
    todos os melhoramritos mais modernos,
    tendo vindo no ultimo navio de Ham-
    burgo: na ra da Cadeia, armazem n.
    21.
    Vendem-se relogios de ouro patente inglez, de
    superior qualidade, chegados no vapor Tay : no es-
    criplorio de Soulhall Mellor (S Coinpanhia, ra da
    Cadeia do Recife n. 36.
    Cheguem ao ba-
    rato 1
    Caixaspara rap imitando a tartaruga, pelo bara-
    tsimo preto de 19280 cada urna : na ra do Cres-
    po n. 6.
    =
    19300
    19100
    450U
    soo
    900
    640
    640
    ai
    t
    260
    30
    34)
    39800
    29OOO
    29OUO
    20000
    480
    510
    640
    29500
    39800
    39000
    I59OOO
    r.9000
    19500
    "9000
    59000
    119000
    99000
    59500
    4-9400
    900
    19500
    I920O
    800
    600
    500
    300
    200
    495OO
    OOO
    600
    400
    29OO
    ti9000
    129000
    89OU0
    640
    640
    39800
    500
    600
    29000
    *
    C. STARR4C.
    respeilosamenteannunciam que no seu extenso
    labeleciiueuto em Sanio Amaro.conlinuam fabricar
    com a maior perfeicao promplidao. toda a quaida-,
    de de maclutusmo para o uso da aaricullura, na-
    vegatao e manufactura; e que para maior commodo
    Ue seus numerosos freguezese do publico em geral,
    leem aberto em um dos grandes armazens do Sr.
    Mesquita na ra do Brora, atrax do arsenal de ma-
    rmita
    DEPOSITO DE MACHINAS
    construidasaio dilo seu eslabelecimento.
    Alli acharao os compradores um completo sorti4
    ment de moendas de canna, com todos os melhora-
    meulos (alguos dellcs novos e originaes) de que a
    experiencia de nimios aunos lem mostrado a ueces-
    sidade. Machinas de vapor de baixa e alta pressao,
    tanas de todo tamanho, lano balidas* como fundi-
    das, carros de m3o e ditos para conduzir formas de
    assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
    ra dito, romes de lerro balido para farinha, arados de
    ferro da mais approvada construccao, fundos para
    alambiques, crivos e portas para fornalhas, e urna
    infinidade de obras de ferro, que seria enfadonho
    enumerar. >o mesmo deposito existe urna pessoa
    intelligente e habilitada para receber lodas as en-
    commendas, etc., etc.,-que os annuncianles contan-
    do com a capacidade de suas oflicinase machinlsmo,
    e pericia de seos ofliciaes, se compromelUm a fazer
    execular, com a maior presteza, perfeicao, e exacla
    conformidade com os modelos ou deseuhos,e inslruc-
    toes quelites forem fornecidas.
    CHAROPE
    DO
    BOSQUE
    Vendem-se
    Chapos de seda para senhora, de goslo
    moderno, guarnecido de filo e bico de blond,
    a 59 e a I09OOO rs. cada um.
    Mimo do co lie laa e seda, fazenda de
    muilo gosto que finge seda, a 400 rs. cada
    nevado,
    Kelvins de quadro, e lislras, toda de seda, a
    400 c 700 rs. cada covado.
    Cheles de casemira lisos, a 59OOO cada
    om.
    Corles de sedas de quadros e lislras, com
    15 covados cada om, a 1080O0.
    Corles de laa de cores com 10 covado,, a
    28000. '
    a ra do Crespo, loja amarella n.4.*-
    Vendem-se velas de cera de carnauba confec-
    cionada, de 6 em libra, bem feilss, sendo em catxas,
    a arroba 149000 : na roa do Queimado, loja de fa-
    zendas n. 45, de Francisco Ignacio Ferreir Dias.
    Balanca romana.
    Na fundicao de D. W. Bowmar,, na ra do Brum,
    ha para vender orna halanca decimal loda de ferro,
    noilo boa, com capacidade de pesar at 4,700 li-
    bra.
    Vendem-se
    Palitos de alpaca prela fina, a 109000.
    Ditos de panno fino de cores, a 159000.
    Dito, de casemira de core, a 189000.
    pilos de esguiao fino de linho, a 79000.
    Dilos de brim pardo de linho, a 59000.
    Ditos de bramante de cordao, a 59000.
    Carnizas de tnorim francez, a 2*500.
    Ditas de murlm francez branco, a 9)000.
    Na ra do Crespo, loja amarella n. 4.
    mmmmm wzmmwmsM
    PECHIMA.
    Vende-se a taberna da ra Direita n.
    91, consistindo n'uma boa armarao e seus
    pertences.ealguns gneros em bom esta-
    do, propria para qualquer principiante
    por ter poneos fundos, ser em muito bom
    lcale estar bem afreguezada, tanto para
    a trra como para o mato, a qual vnde-
    se por todo o preco para pagamento dos
    credores : a tratar na travessa da Madre
    de Dos a. 14.
    O nico deposito contina a ser na bolica de Bar-
    tholomeu Francisco de Snuza, qa ra larga do Rosa-
    rio 11.36; garrafa grandes 59500 a pequeas 39000.
    IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
    Para cura de phlisica em lodos os seus diflerentes
    graos, quer motivada por conslipatoes, tosse, aslb-
    ma.pleuriz. escarns de aangue, dr de costadose
    peilo, palpitadlo no corceo, coqueluche, bronchite
    dr na garganta, e lodas as molestias dos orgSos pul-
    monares.
    umm E GRADES.
    .. Ira lindo e variado sortimenlo de modellos para
    varandas e gradaras de gosto moilerniuimo : na
    fundicao da Aurora, era Santo Amaro, e no deposi-
    to.da mesma, na ra do Brum.
    Vende-se o bom e bem acreditado J rap Joao
    Panlo Cerdeiro da fabrica do Rio de Janeiro ; rap
    I este bem aceito pela sua compoiicao e assemelhar-se
    I ao de Lisboa pelo seu bom aroma agradavel ; ven-
    de-se de25 libras para cima,no deposito geral da ra
    da Cruz do Recife, casa-n. 17, e em libra e a rela-
    Iho, nas lujas seguinles : ra da Crux do Recife,
    I orlonalo Cardoso de Gouva ; na ra da Cadeia do
    Kecife, Jos Gomes Leal, Jos Fortnalo da Silva
    Porto, Thoinax FernaBdes da Cuaba, Manoel Jua-
    quim de Olivolra ; becco da Cacimba, Anlouio Ra-
    mo, i ra do Crespo, Joaquina lleurique da Silva
    ra do Queinado, Maaalhaes & Silva, Teixeira A
    Souxa ; ra Direlta, Jas Vctor da Silva Pimeotel;
    pateo do Carino, Anlouio Joaqoim Frreira de Sou-
    xa ; ra larg de Roaacio, Viuta Dias Fernandes,
    Manoel Joai Lopes, Barros & Irmao ; aterro da
    Boa-Vista, Joaquina Joe Das Pereira, Jos Vicio
    da Silva Pimeotel.
    (} Na ra daCadeiadoReciten. 18, ^
    0 lia para vender relogios da fabri- 2
    ' camaigacreditadasdaSuissa.tan- T
    P to de ouro como de prata, dito w>
    W foliados edourados, mais baratos W
    0 do (jtie em qualquer outra parte. 0
    JOGO DE VOLTARETE.
    Vendem-se caixinbas com tentos paia
    marcar jogo de voltarete, por preco mui-
    to em conta: na na da Cruz n. 26, pri-
    men o andar.
    KIRSUEABSTYNU.
    Na ra da ruz n. 26, primeiro andar,
    ha para vender constantemente por pre-
    co commodo, superior Kirck e Absvnlh.
    CHOCOLATE FRANCEZ.
    Cliegounova remessa de chocolate fran-
    cez a' ra da Cruz n. 26, primeiro andar,
    e entrega-se aos reguezes pelo menorpre-
    co possivel.
    VI 110 BRANCO E TINTO DE
    BORDEUX.
    Vende-se vinlio de superior qualidade,
    engarrafado, branco e tinto, (de Bor-
    deux) por preco commodo: na ra da
    Cruzn. 26, primeiro andar.
    CHAMPAGNE.
    Vende-se superior champagne, em cal-
    xas de 12 garrafas, da melhor marca que
    tem vindo a este mercado, por preco
    commodo: na ra da Cruzn. 26,primei-
    ro andar.
    Vende-se o bem conhecido rape ro-
    lao francez, aos apaixonados da boa pita-
    da : na ra da Cruz n. 26; primeiro an-
    dar.
    Vende-se um lorrador de caf, sem uto : na
    ra do Pocinho, cm terrea envidrsraci.
    Veude-se ura molcque de elegante figura oo-
    peiro, da servir com etiqueta por estar a isto afei-
    to, com 15 anuos de Idade e de exempltr conduela e
    muilo aciado : na ra das Cruzes n. 39, segundo
    andar.
    Vende se nma porcao -de Iraves le qualidade,
    de ), 40 e 50 palmos i|e comprido.ditas de louro de
    30 e 40'palmo, e 100 ensarnes de lourii: os prelen-
    dentes procuren! a Antonio Leal de Barros, na ra
    do Vigario.
    Vende-se a armario da loja decalcados da ra
    Direila n. 54, por preto commodo.
    Veude-se uirra carraca de caixao : na ra da
    Concordia n. 6, armazerr. de maleriae, de Pedro
    Anlouio Teixeira Guimaraes.
    Vende-se om terreno junio da ponte dos Re-
    medios : quem o pretender, drija-se roa do Viga-
    rio n. 25, primeiro andar.
    Vende-se urna cama com algum uso, com dbus
    colchos : na rus da Cadeia de Sanio Antonio n. 18,
    se dir quem vende.
    Deposito de algodes trancados.
    No escriplorio de Domingos Alves Maiheus. na roa
    da Cruz u. 54, contina a vender-se aljodoes tran-
    cados da fabrica da Rabia, e lio de algod.ln proprio
    para redes e pavios de vela, por preto commodo.
    Cheguem a pechincha, rapaziada.
    Est se finalisando a pechincha de borzeguins
    elsticos, sapal6es de lustre, dilo, de .Sanies para
    homens e meninos, por procos tilo baratos, qoe
    quem os vir nao dcuar.i de comprar: na ra da Ma-
    dre de Dos, loja n. 18.
    Vendem-se 4 escravos motos, de bonitas lisu
    ras, ptimos para lodo servir-, : na ra Direila n. 3
    Ra do Queima-
    dO n. 38.
    Corles de casemira prela a 49500
    Dilos de dita cor de rap a 49500
    Ditos de eda transparente para vestidos a IO9OOO
    Em frente do hecco da CongrcgarSo.
    . No Manguinho, taberna da calcada alia, vende-
    se smenle de coenlro nova a ion rs. a garrafa, e
    mais barato em porvoes.
    Farinha de manJioca.
    Domingos Alves Malheos lem para vender, no ar-
    mazem do caes da alfandega, de Jos Joaqtiim Pe-
    reira de Mello, muilo uova e superior farinha de
    mandioca de S. Matheus, viuda uo hiato Castro,
    chegada em 20 do correle mez de agosto, em sacco
    de um alqoeire da meVida velha, por preco com-
    modo.
    Vende-se urna opdma casa terrea, construida
    de lijlo e cal, a moderna, na ra Imperial alm da
    fabrica desabro : a tratar no pateo do Terco o. 11.
    Velas. .
    Vendem-e velas de carnauba pura, do 6, 7, 8, 9,
    10 e 13 por libra, e por menos prego que em outra
    qualquer parte : na ra Direila n. 59.
    Cera de carnau-
    ba do
    p
    Na ra do Crespo, jun-
    to o arco de f*"anto Anto-
    nio; loja nova da quina do
    sobrad do eommendador
    Mag-allies Bastos, ven-
    dem-se todae as fazendas
    salvadas da barca GUS-
    TAVO i I, naufragada em
    Mara Farinha, e ltima-
    mente arrematadas 11 as di-
    versos \%jJ0^s feitos na al-
    fandeo^T^sta cidade, por
    precoz ratissijnos.
    Vende=Ht|an pecas e a retalho, me-
    rinos linos pt^JjoprcJ^:
    da Boa-1 ^P^777il
    'aira/, da mu-
    das (i horas da
    e das 5 a's 6 da
    triz
    manhaa a's 9 do dia,
    tarde.
    Vendem-se 100 rodas de arcos de barricas: a
    tratar no becco da l.iugoela, depo silo n.^6.
    Attencao.
    Conlinua-se a vender oa tua da Cadei.i do Hecife
    n. 47, loja do S (Manoel) damasco de 13a de duas
    larguras, muito proprio para caberlas de cama e
    pannos de mesa.
    ASSEM1UKESIIE KM.EMIO.
    No primeiro armazem do becco do (joncslves, ha
    sempre um bom sortimenlo de meias barricas de fa-
    rinha da mais superior qualidade.
    Cheguem a pe-
    c hincha.
    Por sedulas velhas (|uemdexara' de
    comprar!
    Borzeguins elsticos para homem a 69OOO o pr,
    grvalas de seda a 500 ra., palitos de panno lino,
    corles de collele de fosio e teda, manlxs de seda
    para senhora a 29000. chales de ganga a 19600, di-
    tos de cas-a brancosa 800 rs., alm disto um novo e
    cmplelo sortimenlo de calcados e perfumaras, ludo
    chegado ltimamente, por preto muilo commodo,
    alim de se apurar dinheiro : no aterro da liua-Vista,
    defrouleda lionera, loja n. 14.
    Vende-se um cabriole! novo,
    sem coberla, muilo maneiro, ven-
    dem-se tambem boas parelhas de
    cavados mansos para carro, dilos
    'le cabriole! e carrera, ludo pur preto commodo:
    na ra Nova, cocheirade Adolpho Bourgeois.
    A pechincha.
    No aterro da Boa-Vista n. 8, defronte da
    noneca.
    Chegou ltimamente a verdadeira carne do ser-
    ijo e queijos de lodas as quslidadcs, figos de coma-
    dre, bolacliinha de soda, biscoitos lisios inglezes mui-
    lo novos, e nm completo sorlimenlo de lodos os g-
    neros de mol hados dos niel hores que ha no mercado,
    e vende-se ludo por menos preco do que em outra
    parle.
    Livros commerciaes.
    No primeiro andar da casa n. 26, defronte da Ca-
    deia Velha, eiisle um sortimenlo de livros proprios
    para cicripluracao commercial, como sejaro : diarios,
    razao, con las corre ules e ddedores geraes : sao fei-
    tos em bom papel, riscados, paulados e com todos os
    quisitos convenientes para seren bemescriplorados:
    veodem-sc por preto muilo em conta, a qualquer
    hora do da.
    Nova pechincha
    RA DO QUEIMADO N. 38.
    Corles de casemiras de cores 49500
    Palitos de alpaca do seda. ..*... 69OOO
    Hicos chales de casemira. '....."9500
    Corles de chin de seda.......99000
    Cambraia franceza a vara ...... 400
    Chita franceza o covado........ 240
    Peca de algodao largo avariado .... 29400
    Nao se p6e duvida em dar-se as amostras deian-
    do penhor : em freole do becco da Congregarlo.
    Cera de carnau-
    ba.
    Vende-se cera de carnauba do Aracaly : na ra
    da Cadeia do Kecife n. li), primeiro andar.
    Na ra larga do
    Rosario n.;.
    lia para vender-se um sorlimenlo de estrados,
    ?ue alem de seu excelleulecheiro,pYoduz'ftrande ef-
    eilo, como sejn : tirar caspa, por os cabellos pretos,
    tirar pinnas, borbulhas, vermelhidoea, sardas ou
    pontos broncos do rosto, embranquecer e refrescar
    o mesmo, alisar e igualhsr os cabellos da senho-
    ras ; aisim tambem vendem-se cutas de metal mui-
    to bonitas com pos, proprios para senhorat ; vasos
    com batiha muilo lindos com eipelhe ; chicle mui-
    lo hons a 19 e 29000 ; quadros de sanloi a 120 e
    2O0 is.
    ARACATY E ASSL'.
    Vende-se em pvrcao e a retalho, por menos preco
    que em oulra qualquer parte, principalmente sende
    a dinheiro vista : na roa da Cruz, armazem de
    couros e sola, n. 15.
    Vende-se urna porcao de taboai de cedro : n
    trapiche do Angelo. > >
    Chales de seda.
    No Ierro da Boa-Vista, loja n. 18, ha um lindo
    c agradavel sorlimenlo de chales de seda, dilos de
    laa, que se vndenlo por um preto que o comptader
    nao deiiar de comprar, e aiuda lem alguns chapeos
    francezes que tambem se vendero por melado de
    seu valor por serem para caberas muilo grandes.
    POTASSA E CAL VIRGEM.
    No antigo e ja' bem conhecido deposi-
    to da ra da Cadeiado Recife, escriptorio
    n. 12, ha para vender muito superior
    potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
    e cal'virgem de Lisboa em pedra, tudo a
    preeps muito avoraveis, com os fuaes i-
    carao os compradores satisi'eitos.
    Attencao ao seguinte.
    Cambraia franceza de cores de moilo bom goslo a
    600 rs. a vara, corles de cassa pretos de moilo bom
    gosto a 29000 o Corte, ditos de cores com bons pa-
    droes a 292OO, alpaca de seda com qnadros a 720 o
    covado, cortes de lila muiln finos com 14 covados ca-
    da corte, de muito bom goslo, a 49500, lencos de
    bico com palmas a 320 cada um, dilos de cambraia
    de Irnho grandes, proprios para cabeca a 560 cada
    um. chales imperiaes a 800 rs., 19 e I9200 : na loja
    da ra do Crespo n. 6.
    Brins de vella : no armazemdeN.O.
    Bieber di C, rua da Cruz n. 4.
    Fazendas baratas. '
    Corles de casemira de pura laa e bohilos padroes
    a 59500 rs. o corte, alpaca de cordao moilo lioa a
    500 rs. o covado, dila muilo larga propria para man-
    to a 640 o covado, corles de brim pardo de puro li-
    uho a 19600 o curte, ditos' cor de palha a 19600 o
    corle, cortes de casemira de bom gosto a 29500 o cor-
    te, sarja de laa de duas larguras propria para vesti-
    do de quem esta de lulo a 480 o covado. corles de
    fustao de bonitos gnstos a 720 e 19400 o corle, brim
    trancado de linho a 19 e a I92OO, riscados proprios
    para jaquelas e palils a 280 o covado, corles de col-
    leles de gorgurao a 395OO: oa loja da rna do Cres-
    po u. 6. .
    Velas de car-
    nauba,
    SIMPLES E DE COMPOSICAO.
    Na roa da Cruz n. 15, vendem-se di'ias velas, de
    6, 7,8, 0 e 13 por libra, cm raizas de8al 50 libras,
    fabricadas 00 Aracaly, pelos melhores autores, e por
    menos preto que em oulra qoalquer parle.
    Vendem-se pipas e barris vazios : a tralsr com
    Manoel Alves IJueira Jnior : na rua do Trapiche
    u. 14.
    A 99OOO E 109000 A PECA.
    Vendem-se pecas de brim fino e- haroburgo su-
    perior, que se assemelha ao bom panno de linho,
    pelo diminuto preto de 99 e 109 a peta de 20 va
    las: na rua da Cadeiado Becife, loja n. 50, de-
    froule da ru da Madre de Lieos.
    Novo sortimenlo de fazendas
    barata*.
    Alm das fazendas j annunciadas, e oulras mui-
    tas, que a dinheiro a vista se vendem em portan e a
    retalho, por baratissimo preco, ha novas chitas de
    cores fizas a 160, 180 e 200 rs.'o covado, ditas para
    coberla, bonitos padrOes, a 220. ditas largas de cores
    claras imitando cassa a 240, riscados francezes largos
    de quadros modernos a 260, *rtes de cambraia de
    lpicos com 6 1|2 varas por 29560, peooo de linhos
    muilo fino para lentos com mais de 2 varas de lar-
    gura, pelo baratissimo preto de 29400 a vara, novos
    hrins de linho de qoadrinhos para palils, calcase
    jaquelas a 220 e 240 o covado, corles de casemiras de
    coresSa 49, brins de cores para calcas a 19 a vara :
    na roa da Cadeia do Becife. loja n. 50, d'elronle da
    rua da Madre de Dos, a qual se ada solfrivelmente
    sorlida de boas fazendas, cojas qualidade* e commo-
    dos procos se garanlem e dao-se amostras.
    LABYBINTHOS.
    Lencos de cambraia de iinho muilo finos, toalhas
    redondas e de ponas, e mais objeclos desle genero,
    tudo de bom gosto ; vende-se barato : na roa da
    Cruz n. 34, primeiro andar.
    Vende-se excellente laboado de pinho, reren-
    tcmente chegado da America : na rui de Apollo
    trapiche do Ferreir. a entender-so com oadminis
    ador do mesmo.
    A boa fama
    Vendem-se muiln bonitos chapeos do sol de seda
    pequeos e com molas proprios para meninas de es-
    cola, pelo baratissimo preto de 39000 rs. ; he consa
    Uto galante que quem vit nao deixari de comprar
    na rua do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
    n. 33.
    Casa da fama!!
    Na rua Direila 11. 75, vendem-se bilhetes de todas
    as loteras da provincia, e pagam-se lodos os pre-
    mios que sahirem nos bilhetes vendidos na mesma.
    Sebolas novas de Lisboa.
    Jchegaram ceblas novas de Lisboa, e vendem-
    se no armazem de Joao Martina de Barros, travessa
    da Madre de Dos n. 21.
    Vende-se cal virgem, chegada hon-
    tm, e de superior qualidade por preco
    razoavel: no armazem de Bastos maos, rua do Trapichen. 15.
    Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, h
    para vender superior relroz de primeira qualidade,
    do fabricanteSiqueiralinhasde roriz e de Dame-
    ro, e fio porrete, tudo chegado pelo oltimo navio viu-
    do do Porto, e juntamente vinho superior,* feiloria
    em pequeos barris de dcimo.
    Vendem-se no armazem o. 60, da rua da Ca-
    deia do Becife, de Henry Gibson, os mais superio-
    res relogios fabricados em Inglaterra, por preso
    mdicos.
    FARINHA DE MANDIOCA. '
    Vend,e-se superior farinha de mandioca
    em saccas que tem um alqueirej medida
    velha por 3<000 reis : nos armazens ns.
    3,5 e 7, e no armzem defronte da porta da
    alfandega, ou a tratar no escriptorio de
    Novaes &Companhia na ruado Trapiche
    n. o i, primeiroandar.
    Vende-se;cognac da|melhor qualidade: na rua
    da Cruz n. 10.
    Vende-se ura eicravo mulato, muilo bom ; na
    roa do Pires, oltimo silio que volia pira o Corredo'r
    doBispo.
    Tai xas pare engenhos.
    Na fundicao' de ferro de D. W.
    Bowmann, na rua do Brum, passan-
    do o chafariz continua haver um
    completo sortimento de taixas de ferio
    fundido e batido de 5 a 8 palmos de
    bocea, asquaes .acham-se a venda, por
    preco commodo e com promptidao' :
    embarcam-se ou carregam-se em carro
    sem despeza ao comprador.
    Capas de burracha a 12/jOOO.
    Quem deixari de se muir de urna encllenle ca-
    pa de burracha, pelo diminuto preto de 129? a el-
    las, que se estao ac bando : ta rua da Cadeia do Be-
    cife, loja o. 50, defronte da rua da Madre de Dos.
    Vendem-se em casa de S. P. Johns-
    ton & C., na rua de Senzala Nova n. 4 2.
    Sellins inglezes.
    Relogios patente inglez.
    Chicotes de carro e de montara.
    Candieirose casticaes bronzeados.
    Lonas inglezas.
    Fio de sapateiro.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris de graxa n. 97.
    Vinho Cherry em barris.
    Camas de ferro.
    Vende-se pipas, barris vazios e bar-
    ricas internadas: a tratar com Manoel
    Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
    n. 14.
    Moinhos de vento
    ombombasderepuio para regar borlase baixa,
    decapim, na fundicao de D, W. Bowman : narua
    do Brum ns. 6, Se'lO.
    FAZEHDAS DE (iOSTO
    PAIU VESTIDOS DE SENHORA.
    Indiana de quadros muilo fina a padroes nevos ;
    cortes de laa de qoadros e flores por preco commo-
    do : vende-se na rua do Crespo loja da esquina que
    volla para a rua da Cadeia.
    CAL VIRGEM.
    Vende-secalde Lisboa, chegado no pa-
    tacho CONSTANCA, entrado Eontem, por
    preco commodo: no deposito da rua de
    Apollo n. 2B.
    CASEMIRA PRETA A 47500
    0 CORTE DE CUJA.
    Vendem-se na roa do Crespo, lojn da esquina que
    volla para a rua da Cadeia.
    Vende-se
    Farello em saccas de 5
    arrobas a 5#000.
    Farinha de mandioca
    em saccas a 2$500.
    Tijolios de marmore a
    520.
    Vinho Bordeaux em
    garraoes a 12^000.
    JN o armazem de Tasso
    Irmos.
    LEONOR D'AMBOISE.
    Vende-se o excellente romance histri-
    co Leonor d'Amboise, duquesa He Breta-
    nha, 2 volumes por 1O0O rs., na livraria
    n. 6 e 8 da praca da Independencia.
    POTASSA BRASILEIRA. 0
    Vende-se superior potassa, fa-
    bricada no Rio de Janeiro, che^
    gada i ecentemente, recommen-
    da-se aos senhores de engenhos os
    seus bons efietos ja' experimen-
    tados: na rua da Cruzn. 20, ar-
    mazem de L. Leconte Feron &
    Companhia.
    i
    s
    Na roa do Vigario n. 19, primniro andar, ven-
    de-se farelo novo, chegado de Lisboa pelobrigoe Es-
    peranza.
    AGENCIA
    Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
    Senzala nova n. 42.
    Neste estabelecimento contiaraa a ha-
    ar u m completo sortimento de moen-
    e meias moendas para engenho, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de todos os tamauhos, para
    dito.
    DEPOSITO DI FABRICA DE TODO
    OS SANTOS DA BAHA.
    Vende-se em casa de N. 0. Bieber Si
    C,
    ca
    ra saceos de assucar e roupa para e
    vos, por preco commodo.
    Vende-se una balanca romana eom lodos os
    seus perlences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
    pretender, dirija-se i rua da Cruz, trmaiem n. i.
    COGNAC VEBDADEIKO.
    Vende-se superior cognac, em gairafa, a 129000
    a duna, e 18280 a garrafa. : oa roa dos Tanoeirns n.
    2, primeiro audar, defronte' do Trapiche Novo.
    Chales de merino de cores, de mnito
    bom gosto.
    Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina qoe
    voltajpara a cadeia.
    UNGENTO WOLLOWAY.
    Milhares de individuos de ludas as nacues podem
    lettemoiihar as virtudes desle remedie iecomparavel.
    e pruvar em caso aecessano, que, pele uso que dclle
    Hieram, lem seo corpo e Miembro inleiranse*
    saos, depois de haver eeapregado intilmente oul
    tralamenlos. Cada petBH poder-se-ha convencer
    deseas coras maravilhoa pela leilura dos peridicos
    que Ih'aa relatam ludos os dial M anuos ; e
    uiaior parle drllas sao 13o sorpresa admi-
    rara os mdicos mais celebre. 1 lees re-
    cubraram com esle soberano remedio W seus
    bracos e peroas, depois de ler pernw tengo
    lempo nos hospilaes, onde deviam sossn MnpuU-
    '>> Uella ha muilas, que haveesV
    as.los de padecimeolo, para e ts9
    t**a operacao doloross, foraaa tal
    mente, medanle o uso deste pee aedie. Al-
    unu. das lae pessoss, na efusas de seu reconateci-
    menio.decl.raram eiles resallados b eos dia4e
    do lord corregedor, e oulrss naga afim de
    mais autenticaron sua aflirm
    iinguem desesperarla do estado < sua sastde se
    uvesse b.slaMe confi.nca para eeaaltfr esto remedio
    onsianiemenle, seguindo algum lempo o irala-
    menloque necessitss.e a oatureza de iial, cojo te-
    uliado seria provar incoDlestavelsnenle : ue lodo
    Tura I
    O ungento he Mil mais particularmente nos
    .. seguintes casos.
    Alporcas.
    Caimbras.
    Callos.'
    Canceres.
    Corladuras.
    Dore de cabeca.
    das cosas.
    Enfermedades da culi
    em geral.
    Enfernndades do anua.
    Enipces escorbticas.
    Fistolas no abdomen.
    Frialdade ou falla de ca-
    lor uas extremidades.
    Fneiras.
    Cangiv.s escaldadas.
    Iuchacoes.
    Inllammac-lo do Ggado.
    da uesiga.
    Vende-se esle ungento no
    de Londres,u. 2H,Slraiul,t i
    licarios, droguistas e oulras rx
    sua venda em toda a America d
    Hespauha.
    Vende-se a 800 ris cada hocen
    niMruccao em portugus para eiplicar e modo de
    far.er uso desle ungento. .
    O deposito geral he esa casa de Sr. Soum, pttar-
    tnaceulico, na ria.de Croa n. 22, esa Peruam-
    bUCO.
    ntwwrtttitiitvtwtiB.
    J^"^"^^,>**'^a***^Wee^spri^|pt^^^| :____ ____
    Antigo deposito de panno
    godao da fabrica de Todos
    Santos na Babia.
    Novaes & Companhia, na ruado
    *-"-*- *-m rto.i u& IV. KJ. 1JICUC1 O
    C, na rua da Cruz n. 4, algodao tran-
    cado daquella fabrica muito proprio pa-
    Na
    do
    ATTENCO.
    a rua do Trapiche n. 54, ha para
    vender barris de ferro ermeticamente
    fechados, proprios para deposito de fe-
    ses ; estes barris sao os melhores que se
    tem descoberto para este lim, por nao
    exhalarem o menor clieiro, e apenas pe-
    zam 16 libras, ecustam o diminuto pre-
    co de 4$000 rs. cada um.'
    Potassa.
    No anligo deposito da roa da Cadeia Velha, es-
    criptorio n. 12, vende-se muilo superior potassa da
    Bossia, americana e do Bio de Janeiro, a precoslia-
    ratos que he para fechar coulae.
    Na rua do Vigario n. 19, primei-
    ro andar, tem para vender diversas mu-
    ticas para piano, violo e llauta, como
    scjam.quadrilhas, valsas, redowas, scho-
    tickes, modn has, tudo modernissimo
    chegado do Rio de Janeiro.
    Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, tesa
    venda a superior flanella para forro de sellins.
    chegada recenlemenleda America.
    **2
    Deposito de vinho de cham- 9
    fiagneChateau-Ay, primeira qua- &
    idade, de propriedade do conde II
    de Ma re til, rua da Cruz do Re-
    cife n- 20: este vinho, o melhor
    de tod a Champagne, vende-se
    a 36o'000 rs. cada caixa, acha-se
    nicamente em casa de L. Le-
    comte Feron & Companhia. N.
    B.As caixas sao marcadas a fo--
    goConde de Marcuiln os r-
    tulos das garrafas sao azue.i.
    Deposito do chocolate francez, de urna
    das mais acreditadas fabricas de Pars,
    em casa de Vctor Lasne, rua da Cruz
    n. 27.
    Extra-superior, pora baunilha. 1$920
    Extra fino, baunilha. 1SCU0
    Superior. 11280
    Quem comprar de 10 libras para cima, tem om
    abale de -Jt) % : venda-sc aos mesmos prefos e eoo-
    dicOes, em casa do Sr. Barrelier, no (trro de Boa-
    Vista n. 52.
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    Redozido de 640 para 500 rs. a libra
    Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Berln, empregado nas co-
    lonias nglezas e hollandezas, com gran-
    de vantagem para o melhoramento do
    assucar, acha-se a venda, em latas de 10
    libras, junto com o methodo de empre-
    ga-lo no idioma portuguez, em casa de
    N. O. Bieber & Companhia, na rua da
    Cruz. 4.
    A Boa faina.
    Narua do Queimado, nos quatro cantos, loja de
    miudezas da boa fama n. 33, vendem-e: os seguintes
    objeclos, ludo de muilo boas qualidades e pelos pre-
    cos mencionados, a saber i
    Peines de tartaruga para alar cabellos i 4)500
    Dilos de alisar lambrm de tartaruga 39000
    Ditos de marflm para alisar 19400
    Ditos de bfalo muilo Unos 300 e 400
    Ditos imitando a tartaruga para'alir cabello 13280
    l.eqites finissimos a 29, 39 e 49000
    Lindas caixas para costura 39000
    Bitas para joias, moilo lindas a 600 e 800
    Luvas prelas de lorcal e com borllas 800
    Ditas de seda de cores sem defeito I9OOO
    Lindas meias de seda de cores para crilurjas 19800
    Meiasspinladss fo de Escocia para crian ;as 240 e 400
    Bandejas grandes Roas JyafjO e 43000
    Trancas de seda de lodaa as cies e larg jras e de be-
    nitos padroes, nas finas lavradas e de todas as lar-
    guras e edres. bicos flnissimos-de linlti de bonitas
    padroes e ledas as larguras, lesearas aa mais finas
    que he possivel eneontrar-se e de loda i as qualida-
    iles, -meias e luvas de lodas ss qualidade, riquissi-
    mas franja brancas e de core com borllas propria
    para cortinados, e alm de ludo islo 00ras muitissi-
    ma cousas ludo de bou goslos e boau qualidades,
    que i vista do muilo barato preco au delxam de
    agradar aos Srs. compradores.
    itose vinliho superior de Bordeaux, era
    quarlolas e em garrafas : ero casa de Cela Irmaos,
    roa da Crac a. w.
    REMEDIO IMCOMPARAVEL
    asetrix.
    Lepra.
    Males das perna.
    dospeHos.
    Mordedura de replis.
    Picadura de mosquitos.
    P*
    SuperacOes pufrldas.
    lilil, uer 1
    Tremo
    Ulc( X
    ge Trapiche n. 54, con!
    der panno de algodao
    trancado, proprio pa
    roupa de escravos*.
    Vende-se api em eunhelt
    preco muilo commodo no. armas
    moni & Companhia, prca de Corpo 3)
    Riscado de listi-as de
    para palitos, calcas e 'aquetas,- a 160
    o covado.
    Vende-se na rua do Crespo, loia da esquina que
    volla para a cadeia.
    Deposito de cal de Lisboa.
    Na rua da Cadeia do Becife, loja n. 50, continua
    a vender-se barris com superior cet vrrgs de Lis-
    boa, por preco commodo.
    CORTES DE CASEMIRAS
    DF. CURES ESCURAS E CLARAS A 3*000.
    Vendem-e na roa do Crespo, loja da esquina qoe
    volla para a rua da Cadeia.
    A boa fama
    Na rua do Queimado nos quaUo ranlos, loja de
    miudezas da boa fama n. 33, veudem-se
    objeclos pelos presos mencionados, e tudo de
    lo boas qualidades, a saber :
    Duzia de lsouras para costura a
    Dalia de pentes para alar cabellos
    Peras com II varas de filalavrada sem def
    Pares de meias brancas para senhora
    Pecas de filas branca de linho
    Pecas de bico estrello com 10 varas 560 e
    Caileirinhas com lOOagnlhas, sorlidas
    Macos de cordao para vestido
    Caixas com clcheles batidos, franceses
    Estova Unas para denles
    Puleeiras encarnadas para meninas esenhoras
    Linhas brancas de noveles o. SO, 60) 70
    Libra de linhas de cores de novello
    Crozas de bolees para carniza
    Meadas de linhas finissinia para bordar
    Meadas de linhas de pese
    Carrileis de linhaa finas de 200 jarda*
    Crozas de bol oes muiU.amas pare calcas
    Caixas com 16 novellaPde Italia* de maro
    Duzia de dedaes para senhora
    Suspensorios, o par
    Macinhos de grampas
    Cartas de aIGneles
    Caitinha com brinqnedo. para menino
    Aeulheiromnil bonito* emn (gulhs
    Torcidas para caodieiro, a. 14
    Caiiinhacom agulhas francesa*,
    Babadosaherlosde linho bordados e liso, a 120 e 240
    Alem de ludo islo oolras muitlssimas Cania* ledo
    de muilo boa* qualidades, e que e vend
    mo barato nesta bem condecida loja dt
    A boa fama
    V>mle-se papel marfim pautado, a resina a 49000
    Papel de peso paulad* tnuilo superior, resma 39600
    Dito almaro sem ser paulado muilo bom 29600
    Peonas fnissimas bico de laura, groza
    Dila muilo boa*, croza
    Ca niveles Unos de 2 e 3 folln, a 240 e 400
    Lapin finos envernisados, dozia 120
    Ditos sem ser envernisados, doxia
    Canelas de mar lim moilo bonilla 320
    Capachos pintados para salas '600
    tnsalas dejunco com bonitoscastoe* S
    Ocolos de armacao ac, teda* as gradeaedes 800
    Dilo de ditos de metal brinco
    Lnulas cem armacao da larlaroga 19000
    Ditas de dila de bfalo 500
    Carleiraa para algibeira, auperiores
    I'ivellas dooradas para calca e colleles 160
    Esporas finas de metal, o par 800 e 19000
    Traneelins pretos de borraxa pararelogioi 100 e 160
    240
    40
    640
    240
    600
    60
    ss
    160
    160
    100
    ;7C
    960
    980
    100
    40
    50
    too
    390
    900
    80
    160
    Tinteiros e areeiro* de porcelana,o par 500
    Caia* riquissimas para.rspa 640 ISDOOe 1*500
    Carleiras proprias para viagem 3*500
    Toucadores de Jacaranda com bom eipelho 3*000
    Cliar uteiras de diversas qualidades '160
    Aleta de laia muilo superior para padres 2*000
    Escovas liuisiima para cabellos e roupa, navalhas
    linissimas para barba, luvas de eda de lodas as co-
    re, meia pintada e cruas de moilo b*a* qualida-
    des, bengalas moilo finas, tinta encarnada e azul
    propria para riacar livros. Alm d lo irle oolras
    muili'simacousas tudo de muilo I i* qoalidades,
    e que se vendem mais barato do que *m oolra qual-
    quer parte : na rua do Qaeimado no* qoairo canta*
    na bem conhecida loia de miudezas da boa lima
    n. 33.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    ------------- -^-^-
    Desappareceo no dia 22 do correle a escrava
    mulata Marianna, (levando sua Alba de 6 metes de
    idade], de 25 annos. altura regular, chela do corpo,
    coravermelhada, andar desembalado, perna li-
    nas, cabello grande meio carapinhado e qoasi co-
    pre en deanlinho, doas cicatrizes no pe*eoc pro ;e-
    oientes de glndulas, orna nas enera* provestirate
    de om lumor ; levou vestido de chita encaraada
    com ramageos prelas: pede-se a* autoridades e ca-
    piles de campo apprehencflo de dila escrava, e
    leva-la a Passagem da Magdaleoa, rasa VA. V. da
    S. Barroca, ou ao seo escriptorio, na rua da Cadeia
    do Becife, qoe serlo generosamente recompensado.
    , Desappareceo no dia 17 da agosto crrenle
    pelas 7 hora da noile, a prela l.ourenra, de idade
    35 a 40 annos, pouco maisnu menos, com os signae
    seguinles : um dedo da mo direila enchade, ma-'
    gra, (em marcas brancas na* duas pernas, levou ca-
    misa de algodaozitiho, vestido de chita rxa, panno
    Qoo, e mais urna Irona de roupa: roga-se a todas
    as autoridades policiaes 00 capilaM de'campo que a
    apprelieodsm e levero e^H^^Kso l.elle da
    Axevedo, na,prica do CnH| lo a. 17, que .era
    bem recompensado.
    PEBN.:TYP. DE M. F, DBFaRIA.-
    1855


  • Full Text
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