Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00630


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Full Text
>. ._'. ... ', '"
ANNO XXXf. N. 200.
9
t
i
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUINTA FEIRA 30 DE AGOSTO OE 1855.
Por anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
_____- '

DIARIO DE PERNAMBUCO
GADOS da sriisi iui'i: \o'.
CAMBIOS.
io M. F. de Faria ; Rio de Ja- Sobre Londres, a 27 1/2.
_ireiraMar(ios; Baha, o Sr. D. p.r, ar,\
7o Senhor Claudmo Falcao Das l [ i f 8f V" U _ft
o. Gervazo Vctor da Na ti vi- Lisboa, 98 a 100 por 100.
...oaqum Ignacio Pereira Juuiur; I Bio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
i Antonio de Lemos Braga; Cear, o Sr. Acedes do banco 30 0/0 de premio
JiM eOliveira; MaranliAo o Sr. Joa- I j. .k;. j n v. u
.Rodrigues;' Pi.uhv, o Sr. Domingo "raP-"*" de Bebenbe ao par.
Me Pessoa Ceareoce; Para, oSr. Jai- da companhta de seguros ao par.
RAmazonas, o Sr. Jeronymo da Costa. I Diseonto de ledras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
Ouro.Oncas bespanholas* ,
Modas de 69400 velhas.
> de 69400 novas.
> de 4*000. .
Prata.Patacoes brasileiros. ,
Pesos columnarios,
PARTIDA DOS ^DRREIOS.
29J000 Olinda, t( idos os dias
169000 Caruar, Bonito e Garanta^* nos dias 1 e 15
161000 Villa-Be a, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 e 28
99000 Goianna { Parahiba, segundas e sextas-feiras
1>940 Victoria < t Natal, as qui uae-feiras
!i940L. PREAMARDfcHOJE.
mexicanos.. 19860 Primeira s 6 horas # 4 nio tos da raanhaa
I Segunda is 7 horas e 18 miamos da tarde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feiras
Relario, ter^s-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas asvlO horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas
1' vara do civel, segundas e sextas ao meio dia
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPHEMERIDES.
Agosto 4 Quartominguanteas 7 horas 1 mi-
nuto e 42 segundos da tarde.
12 La nova as 4 horas, 32 minutos e
44 segundos da tarde.
20 QuartocrescenteasS horas, 3 mi-
nutos e 45 segundos da larde.
27 La cheia a 1 hora, e 31 segun-
dos da tarde.
DIAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Jos deCalazans ; S. Bufo.
28 Terca. S. Agostinho bispo edoutor dalgreja..
29 Quarta.Degolacao deS. Joao Baptisla.
30 Quinta. S. Rosa de Lima, Americana.
31 Sexta. S. Raymundo Nonatocard.
1 Sabbado. S.Egidioab. ; Ss. Gedeao e Josu.
2 Domingo. 14." N. S. da Penha ; S.Eufemia
v. S. Estevao rei da Hungra.
PARTE QFFICIAL.
IO DA PROVINCIA.
ata 4o da 23 di coito.
, director da Faculdade de I'irai
i declarando que por decreto de 4 do
i constou de participado da repar-
iwforam Momeado, o conego joa-
o U* Campo* e o Dr. Joaquina Antonio
< aroeiro da Cunta Miranda, este para o lugar de
Mercurio. aquelle para o de bibliolliecariodames-
u Faentdad*.igual communicajao se fez the-
souraria da fazenda.
DitoAo Eim. mareclial comraaiulanle das ar-
mas, communicando que. argumlu consta da lisia
i ulpaanigrirn do vapor Tocantiiu, vieram para esta
provincia, acham-se em quarentena no lazareto do
Pin o* Iferes I.uiz Antonio Ferraz e Jeronymo
.Vives AssumpcSo, bem como duas pravas de
ixat. '
(MeAomesmo, IransmillinJo por copia o aviso
ila reparlicao da guerra de 2t) de jullio ultimo, mnn-
(laoa dar baixa do servico ao msico do 4. bala-
IkAo de artilliaria a p Bernardino Jos Ceaario.
Mu -Ao Exro. eonselheiro presidente da relaco,
]irtaipanque, por decretos de 31 dejullio ulli-
mo, Seaaamhconstou de participadlo da secrelaria
(lo miaisleri* da justica de 3 do correte, foi no-
imbargador da moma relajo o juiz de
'-fc Alcntara Cerqueira l.ee, e re-
o bacharel Jos Mana Moscoso^la Veiga
ttgar de juiz municipal e de orphaos do
laiareth. Fizeram se as mitras commu-
inraeej,
i commandante da eilacJo naval, para
aur guia de desembarque ao pratico Jos
_* foi contratado para serv ir nos navios
atocho, visto estar elle imposibilitado por
para coalinuar em lal servico.Fizeram-
Has necessarias comrounicacoes.
m inspector do arsenal de marinha, re-
1 por copia o aviso espedido pela repartirlo
Ma em 13 do corrente, mandando examinar
nohero director das offlcinas de machinas
I da marmita da corte Roberl Grnndv em
sen ragrtaso do Maranhao, nao s o estado em que
le aakam os estabelecimentos auxiliados por ma-
china* a vapor nesta provincia a as navios movidos
|r laei machinas, mas tamben) a* habilitace* que
leen os individuo* encarregados da direccao e vi-
((ilancia do* referidos estabelecimentos e os machi-
insta* pregados dos sobredilos navios.
DitoAo nteanio, recommendnndo que contrate
com atguroas das embarcaces que prximamente
sagoirea para o norte, a condcelo de 15 caixes,
ixmteoda artigo* de fardameolo destinados ao meio
laalalbfto do Cear, o* quaes se achara sua disposi-
;ao no arsenal de guerra.Ofliciou -se nesta aenlido
ao respectivo director.
DitoA* mesmo, para contratar com brevidade
* ao*)deer;ao para o Km Grande do Norte dos arli
le arauuaaenlo, fardamento e corrame mencin
lia raiieao que re/aette por copia, os quaes ae.ham-'
aeondicipiiados en oito caiies e a saa disposirao
I arsenafac gaerra.Nesle sentido offlciou->e a*
y Ipil lito director.
DitoA* mesano, lalcrrandn-o de haver aaloriaa-
4a a* iaspeetor 4a Ihaaoararia de fazenda nan
alitfater i, importancia da coala que Srac. reme
OOOI o ai Oflicio de hontem.
DitoAo pravedor aa saude, aulorisaaoo-o.i coa-
iraUr i ramadores eatraordinarios qne Smc. dec
laraal aacaafarw* para o caler que lena 4a *ar ei
paegad* aa tcrvi(-i da polica do porto e crrelo.
Dttu-nA* iQjcector da tliesouraria provJ^^^|
^aaaajo^aaTBa jawajf.
rs. para occorrer ao pagamento das despezas da obra
do hospital Pedro II.Ioteirou-se ao supradito the-
sooreiro.
DitoAos outores Jos Joaqaim d Maraes Sar-
ment, Caetano Xavier Pereira de Brito. Cosme de
S Pereira e Ignacio Firmo Xavier.Depois de
agradecer a Vmcs. a aolictude e boa vonlade com
que bem da humanidad* aeabam de se prestar ao
meo convite, tenho de Ihescommunicar queapprovo
o plano das medidas por Vmcs. proposlo em seu of-
flcio de hontem a respeito do trataroeolo das pes-
soas indigenles que possam ser accommetlidas do
cholera-morbus, o que Dos nao permita ; e nessa
conformidade acabo de nomear para cada distrielo
daa freguezias desta cidade o* facultativos que Vmcs.
indicaran!, aguardando a< requisicOes que elles lize-
rem, pira mandar satisfare-las. E outro sim, que
passo a expedir as precisas ordena para o asta-
lielecimenlo dos hospitaes parocliiaes de que tra-
ta o 2. art. das mencionadas medidas.
DitoAo presidente da commissilo de hygiene
publica. leudo approvado o plano, que em confor-
midade dn que foi assenlado na conferencia do dia
20 do crreme, confeccionaram os mdicos encarre-
gados de acudir aos pobres que forem accorometli-
dos da epidemia (o que Dos nao permita) assim
Ih'o participo parasna inteligencia, remetlendn-lhe
copia do officio aue me fra por elles dirigido, fican-
do Vmc. certo de que passo a expedir as necessarias
ordens i bem do 1.- e 2. artigo do sobredito plano.
Oftlciou-se neste sentido aos medico*:
PortaraNomeando de conformidade com a pro-
posta do cliefe de poiicia ao bacharel Theoduro Ma-
chado Freir Pereira da Silva, para o cargo de de-
legado do termo do RioFormoso.Inieirou-se ao
supradito chefe de polica.
25
OOicio Ao Exm. presidente de Santa Calhari-
na, aecusando recebidas as duas colleccftes que S.
Etc. remelleu dos actos legislativos da assembla
daquella provincia, promulgados na son sessao ordi-
naria deste anno.
Dito Ao Ezm. marechal commandante das ar-
mas, inleirando-o de haver aolorisado ao inspector
da (heMuraria de fazenda, mandar pasar ao major
Carlos de Moraes CamisSo a quantia mencionada ao
officio de S. Esc. de 23 do corrente, urna vez qae
eslejam nos termos legaes os documentos qae
pan harem ao citado oflicio.
Dito Ao mesmo, transmitanlo por| oopia o
avino da reparlicao da guerra de 6 do corrente, do
qoal consta qoe sendo attendida a snpplica do pri-
meiro sargento almojarife da fortaleza de Taman-
dar Jos da Oliveir* Barbosa, mandsa-se declarar
que o supplicanle dever juntar a o lempo que ac-
tualmente tem de servico o decorrido de 26 de Ja-
neiro de 1841 al 23 de oulobro de 1S5I em qae
pela primeira ver. leve praca no esercilo.
Dito Ao mesmo, devolvendo a representarlo
do capitao commandante da cumpannia (i\a de ca-
vallaria desta provincia, e dizeudo que estando de-
| aviso da repartirlo da guerra de 16
t, que seja feila em separado a de<-
Pra a referida companhia, nada ha a
pttnvAaaeaar sobre o qae reqoisila o mesmo capujo.
Dile Ao mesmo, reconmendando jmi mande
poata frente da igraja da Weasa Senhora da l'e-
l da 2 de seiembra. rasimo vindourn. a hora
me uns guarda 4* honra para axislir a fes-
dia deveri lar lugar aa mencionada
-
\
r
._ approvado a cmpra aae
ilaa flier o director das obras publicas de 200 al-
queires de cal prata a 400 rs. cada alqueire, os quaes
Ha preciaos para a obra do calcamenln das ras des-
ta cidade.Ufticiou-se nesle sentido ao mencionado
director.
DitaAo mesmo, devolvendo o requerimealo de
los Cavalcanli Ferraz de Azevedo, relativamente
iio abala qae pela lei do orcameolo vigente Ihe loi
concedido e a seo* cesaionarios no preco por que
liaviam ido arrematados no Iriennio qoe flndou no
ultimo de junho de 1854 os imposto* das fregnezias
(la Vejo, araahons, Aguas-Bellas, Bmque p I.a-
fioa 4e Baixo, e declarando que avista da prora cons-
laate do Diario que tambem devohe, mande Smc.
I'aier semelhante abale na razio da qaarta parte,
develado tomar por base para a divido das fregue-
zias adma mencionadas, a renda dos mooieipias a
qne ellas pertencerem, conforme Smc. indVou em
saa informacao sob n. 404.
DitoAo juiZ municipal da 1." vara, para mandar
apresentar ao commandante do corpo de polica um
clcela, afim de ser empregado no servico der lim-
|za do quartel daquellc corpo.CommunieSu-se
no referido commandante.
DitoAo juiz municipal de Santo Antao, remel-
lado o reqaerimento de Jo3o Carlos Cavaleanti de
ilbuquerque, pedindo ser prvido no officio de
fce escrivao do civel, crime e orphaos da
a da Escada, afim de que sejam preenehidas as
des do decreto n. 817 de 30 de agosto de
rWaforme se reoomniendou em aviso da re-
parlicao da justica de 12 de junho ultimo.
24
OflJcioAo Eim. marechal commandantes das
armas, dizeudo que vista do que ponderou a com-
inissa de hygiene publica a do parecer de S. Exc.
leai resolvido que te nao reunaui aa tropas em
Ira tule parada no dia 7 de setembro prximo vin-
ouro, anniversario da independencia do imperio,
la psrem 1er lugar o curlejo do edylo i hora
lio cosame.
Ao mesmo, declarando que j s deram as
das necessarias para ser o capitao Domin-
U Veiga, exonerado do cargo de delegado
rdo KioEJirmoso.
lo njesraerpara mandar postar em frente
b de Santa Hita de Cassia, no dia 26 do cor-
Itera do costme, urna guarda de honra,
|ra asistir a fesla qoe pretende l'azer a irmandade
ila mama Senhora, devendo a reforida guarda dar
aa salvas do cosame.OOicion-se ao director do
arsenal de guerra, para forneeer mediante a compe-
tente indemnisaco o eartuxame preciso.
DitoA* inspector da thesonraria de fazenda, de-
clarando que. o marechal commandante das armas
participara que no dia 1i de junho de 1853 fallecen
na cidade 4a Olinda o cirurgiAo-mor reformado
Francisco de Paula utra Malvinas.
DitoAo mesmo, transmittindo por copia o aviso
di reparlicao da guerra do 1. do corrente. mandan-
du proceder a descont no sold do coronel l.uiz
Antonio Favilla, para pagamento da cauta que tam-
bem remelle por copia.
DitoAo chafe de polica, remetiendo copia do
aviso de 13 do correle, recommendaudo a expediejo
das necessarias providencias, alim de ser descobar-
(a a correspondencia roubada na estrada da Parahi-
,ba, ee pedestre Joaquim Martina de Santa Thereza e
proeessado o criminoso.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, envi-
ando por copia o aviso da reparlicao da marinha de
10 do corrente, mandando construir com brevidade
n'aqaelle arsenal nm hiate de guerra de conformi-
dade com o plano que tambem remette por copia.
C*mmuuicou-te a Uiesouraria de fazenda.
DitoAo capilo da porto, remetiendo, para ler
a devida xecuc,ao copia, nao s do aviso circular da
roparlic^o de marinha do 1. do corrente, mas tam-
bem da traduccao da notificacio feila, por parle do
governo britnico, do bloqoeio posto a certos portos
rasaos no Bltico pelas esquadras alliadas da Franca
Inglaterra,
DitoAo director das obras publicas, approvarido
o contrato que Sme. fez com o propietario do en-
Seolio Cucau' relativamente ao fornecimenln das nn-
eiras precisas para a obra da ponte do inday.
Commuuicou-se a thesonraria provincial.
D(lo-Ao mesmo, dizendo Gcar inleirado a haver
Smc. dado principio a obra do Gymnasio Provincial
e approvando a dehberacao que Smc. lomou de re-
mover a Manoel Ferreira do Cont, apuntador dos
entudos graphicos, liara administrador d'aquella obra
com o vencimento de 50J rs. mensaes, e nomear a
Andr Heorique Wilmer para meslre da supradita
obra, venceudo 4)000 rs. nos das uleii.Commu-
nicou-se i thesouraria provincial.
DitoAo inspector da thesouraria provincial, re-
eommeadando a eipedi^ao de saas ordena para que
o procarador fiscal d'aquelU thesouraria, entendeu-
Co-se eum o director das obras publicas, proceda
quanlo antea a desaproprar,ao ras casas que leem
le ser demolidas na povoacao do Mangaioho, afim
de se dar a respectiva estrada necessaria lar-
gura.Commanicou-se ao referido director.
DitoAo mesmo, racommendando que proceda a
respeito do requerimeulo de Mantel tiouva de
Souaa Jnior, relaiivamenla a barraira da ponte dos
Carvalhot, de conformidade cora o parecer que re-
meta par copia da caotadoria d'aqaellii thesouraria,
leudo as allenco qoe o sappcaote offerere uuior
Cre^o do que Jeronyrso Salga< o de Albuquerque
laranhjto.
DitoAomesmo,reeommendsad que mande en-
tregar mais ao Ihesoureiro di administrado geral
des ttabalaeimento* de caridada quaulia de 3:000j
i eomtnandaiile superior da guarda na*
_Hl>n d<> Cabo, diteudo que S. Exc.
ei rapa o etelarecimentos pedidos pelo
nle di .* batatfeeo de infaalaria da mes-
referido
do distrielo, visto que nao se tendo ainda expedido
ordem para a execuc.Au da lei provincial n, 366 de
10 de maio ultimo, que declara os limites entre a
freguezia de Ipojuea eSerinhaem, he fora de duvi-
da que deve subsistir a citada resoluclo.
Dilo Aojuiz relator 4a junta de justica, trans-
mittindo para ser refalado em sessao da me'sma jun-
ta o conselhode iulgamenlo do soldado do corpo de
polica Caelano Ferreira dos Santos. Commuoi-
coo-se ao commandante do mesmo corpo.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, ap-
provando a deliberaclo que Smc. tomou de mandar
forneeer ao vapor Jmtzonaf a carne verde, po e
carvao de pedra, qoe pedio-0 respectivo comman-
dante as guias apretentadn aquelle arsenal e au-
lonsando-o a mandar apretentfr ao referido com
mandante o|que elle houver de.requisilar e for pre
ciso para conlinuacAo de sua viaeem ao |Maranhlo. ,
Dito Ao joiz de direilo do Pao d'Alho, para in-
formar com urgeucia, em que dia foi preso naqoella
comarca o desertor Antonio Jos da Silva.
Dilo Ao inspector da thesouraria provincial,
approvando a arremalacao, qoe fez Francisco Bole-
Iho de Andrade, dando por fiador Francisco Jos da
Cosa Campello, da conservaran permanente da es-
Iradra do sul, ramifieacao da do Cabo a do aterro
e povoarao dos Afogados, com o abate de 6 por
cenlo no vslor do respectivo orc^menlo.
Dilo Ao commandante do corpo de polica, re-
commendando que mande apresentar diariamente
aos fiscaes da cmara desta cidade para prohibirem
qae se lancem immundicias oas praias e caes, o mes-
mo numero de praca* daquelle corpo, que oulr'ora
est i veram em pregadas em semelhante servico.Com-
miinicou-se a supradita cmara.
Dito Ao mesmo, declarando qae o Exm. presi-
dente do Bio Grande do Norte participara haver
mandado abonar os vencimentos de todo esle mez
aos soldados do corpo, sob o mando de Sme. Manoel
Marlins de Albuquerque e Jos Hamos do Prado,
que tendo ido em diligencia aquella provincia i e-
gressaram por trra, escollando um preso de u*t5a
al a villa de Marangoape.
Dito Ao director dos indios da aldeia de Bar-
reiros.Conslando-me de participaeflo do inspec-
tor do arsenal de mariohs, qae fallecen no dia 3 do
crrante o indio dessa aldeia Manoel l.ourenro que
se achava aerviodo Daquella reparlicao, assim' com-
munico a Vmc. para seu cdnhecimenlo, prevenindo-
o de que o sargento dos Indios aqu existentes, re-
ceben do sobredilo inspector para entregar a qaem
por direilo competir a quantia de 59100 rs., penen-
cente aquelle finado.
Portara O presidente da provincia atlendendo
ao que Ihe requeren Jos Cordeiro de Carvalho Leite
arrematante dos reparos e empedramenlo da 1* par-
le do 1 lanco da estrada do norte.resolve que sejam
eocampadss as obras desse sen contrato e ordena que
pela reparlicao das obra* publicas se avalie o servi-
co feilo pelo supplicanle, afim ue que possa ler lu-
gar a competente indemnisaco. Fizeram-se
necessarias rommunc(oes.
COMISANDO DAS ARMAS.
Qartel-jeneral 4a commando daa ira 4e
Pernambuco aa cidade 4o Reclfe, em 39 4
roato d 1856.
ORDEM DO DIA N. 105.
Tendo o Sr. capitao Ju3o Marra-da Almeida Feij
de seguir para a corte com o destino de reuoir-se ao
primeiro regiment de artilliaria a cavalln, a que
licou pertencendo por decreto de 12 de jumo dn
corrente anno, determina o marechal de campo com
mandante das armas, que o mesmo Sr. capitao fi
que desligado do qurto batalhao de artilliaria a p
au qual se acha addido, e declara ao mesmo lempa,
que ainda por esta vez os serviros deste oflicial me-
recern) a sua approva^ao.
Jote Joaquim Coelho.
Conforme. Candido Leal Ferreira, ajudante de
ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO
DE PERNAMBUCO.
HAMBURGO. .
6 de agosto.
Desta vez ha nm geral muito pooeo que dizer
quante grande qaesIBo do dia a questio orien-
tal ; porque, desde a minha ultima carta, muilo
pouca cous.i digns de menc8o tem occorrido, assim
na arena diplomtica, como na arena militar : re-
duz-e ludo aquillo que por a'qui se diz proverbial-
mente di'putat allemat. (*) He de novo a ve-
Iha briga entre a Prussia e a Austria, e desta feila
realmente a respeito das cousas mais insignificantes
do mundo.
Como se sube, a Austria nao julgou do seu inlc-
resse entrar >m campanha por aquella interpretado
do terceiro dos qualro pontos de paz que as Poten-
cias Occidentaes defendam, e qne a Kussia rejeita-
ra. Em lugar disso ella decidi reduzir os sens
exercilos que se achavam podados na Gallicia como
demonstrado contra a Kussia. Todava, n*o qniz
considerar como dissolvido o tratado que em 2 de de-
zvmhro do anno passado havia concluido cora as Po-
tencias Occidenties, e decarou paraesae (ni querer
sustentar como at agora os pontos desse tratado co-
mo um todo indivizivel. Ver-ae-ha fcilmente que
tal declarac/io tioha apenas na realidade a impor-
tancia de urna phrase diplomtica. Em Vienna nAo
se quera fazer a guerra para Torear a Rusta a reco-
nhece-lus, nem lio pouco continuar a demoiislraco
bellicosa al agora seguida ludo o que ae quera
por em pralca eram palavras, e nada mais do qae
palivras. Mas, para dar a essas palavraa ao menos
algum lustre, os estadistas de Vienna ae determina-
ran! a fazer de novo urna tentativa qne movesse o
eabinete de Berlim a declarar-se ao mesmo lempo a
favor dos qualro pontos. All, porra, enconlrou-
se a mais decidida resistencia.' A Proasia tinha dea-
de o principio recasado obrgar-se pelos qualro pon-
tos na justa convicio de que, te nenhum inleresse
a levava a fazer guerra a Kussia, tambem nenhum
molan existia para irritar esta com ama demonstra-
cao qualquer, por mais innocente e nofiensiva que
fosse. A Prussia considerou desde o principia
neutralidade como a vocacao da sua poltica, e em
todo o caso nada pedera ler sido mais inconsequea-
tedoque ebegar, a despeito disso, a urna ailianca,
ainda que smente moral, com os adversarios da
grande potencia do norte. Nem existia motivo al-
aum que levaste os estadistas prosaianos a mudarem
de qualquer maneira aposicao at agora occapada.
Por mais repelidas tentativas que empregou o gabi-
nete de Vienna, para ganhar a Prussia s suas phra-
se*, nenhum xito obteve ; e depois de.muitas a bal-
dadas notas, deixou de lado a sua exigencia ao me-
nos por em quanto ; quaoto a ella mesma, conti-
nuou a sustenlacao dos qualro pantos, contentndo-
se com que a Prussia e. os oolros governos da Alle-
manlia ficatsem na posico qne tinham anteriormen-
te lomado; o que foi concordado na Dieta, conti-
nuando em conformidade disso, o estado prompto
para a guerra, sob a condico lacita de pnderem o<.
diversos estado* diminuir as despezas de armamenti i
por meio de licenciamentos. Tal fui o epilogo da s
conferencias de Vienna. Entretanto, se mostr j
cada vez mais que, assim como aa relarSes recipre -
cas entre Vienna e San Petersburgo se liaviam loi .-
nado mais amigaveis, assim mais afastadas se torm i-
vam enlre Vienna e as Potencias Occidentaes. E' x-
leriormente ambas a* partes tentaram sustentar a a p-
parencia de inlimidade, e Iralaram sempre com gra n-
de polidez ; mas, como he natural, as consideran jes
reciprocas antigs haviam acabado, e sobretodo em
Vienna se encarna com grande desconfianza as t( w-
tativaa da Inglaterra para alistar leges estran rei-
rs das differenles nacionalidades allemaas. I im-
quanto a allian;a com o gabinete de Vienna se ai :ha-
va em plena florescencia, tinha-se em Londres he-
sitado em formar urna Itgiao polaca para a gu erra
contra a Kussia ; mas agora nao s partirn! p ira o
Oriente legionarios polacos sobo estandarte n acio-
nal da Polonia, como tambem emecnu-se a fo rma-
cao de urna legSo estrangeirq, italiana. O a litigo
phanlasma da Austria o Bajarle das nacin alida-
des ergue-se assim de aJHr
Entretanto nes ullimosMrnpos a guerra co nlra a
Kossia nenhuns progressos fez em parte af juma.
nem ao Bltico, nca no mar Negro uu no de Azoff,
nem na Crimea em frente de Sebastopol. S e real-
mente algnm progresso hoave foi a favor da Russia.
O exercllo russo-asitico commandado pelo valenle
e enrgico MiirawielTtranspoza fronTeira da7 Turqua
e lomou a oOensfva contra o exercito turen < jue vol-
tava para Kars sob o commando duplo de W aschif
Pacha, e do inglez >f filiarasPacha. Sel undo as
ultimas noticias Murawieff se achara em ( renle de
Kars ese preparava aera o assdo regular d esta pa-,
ea. lima primeira Tenlatfva de ataque su hito n*>
leva xito. Os Turco* nao ae deixaraui sor prender,
ealgumas bateras encubertas de um forte destaca-
mento, causarara aos Rasaos algumas pe rda
irarn a relirar-se. Geralmente se duvidar
I Bar e pnftg sasrerrtrrr^lTWtleil|rlw;,'J'
at ja se teme era CoosUnlinopla por Erzei um ; pe-
lo que para all se dirigem reforcos com a maior
pressa. Era todo o caso os negocios na Asia vio
bastante mal para a Turqua; e si Muravj ieff conse-
guir tomar rpidamente Kars, e fixnr-se era Erze-
rura, a Inglaterra ver-se-ha tambem bai itante in-
quieta; por quanto a llussia assim ganhari a urna no-
va eslarao no cnminlio das colonias inglez as.
Tambera naCrimea toda a actividade e ios alijados
limitoo-sa a continuado dos trabalhosd e approxi-
macao, em frente do posto de Malakoll. i debalde as-
saltado enr 18 de junho. Os Irabalhos progridem,
mas muito devagar, e com sacrificios c antinaos de
vidas. Os Rasaos pela saa parle teem re tardado es-
ses Irabalhos por surtidas repetidas, de struindo al-
gumas vezes o que os Francezes hAo feila i com esfor-
(o de muitos diasQuando se acharao osa lliadns bas-
tanlementa perlo da torre de Malakoll e do Redan
para as renovar tentativas de 18 de junl io, he cousa
que n'estas circunstancias nao se pode i lizer.Comtu-
do boatos annunciam um novo assallo pi ira o meiado
deste mez. Alinal j ae duvida em Loo .dres e Pariz
e que se po*3a tomar Sebastopol antes do invern,
a por isso estao-se fazendo os preparativ os para ama
segunda campanha de invern. Que colossaes sa-
crificios nao reclamar esla campanha Verdade he
que o verao nao foi menos damnosu aa s alliados:
Calor e cholera davastaram horrivelmeo le os exerci-
los em Sebastopol Nao obstante, cer lo he qae a
Franca e a Inglaterra nao han de desist r : qae prin-
cipalmente a Franca eal decidida a fa zer os sacri-
ficio mais eoljossaes para proseguir na guerra com
honra, prova-o, entre outros factos, da maneira
mais brilhante, o emprestimo, pedido pelo impera-
dor Napolean no comeen do mez pastad o, de 750 uii-
Ih6es de francos, o qual leve assignatur as para o va-
lor de 4 mudares de milhSesresulta! lo sem exem-
plo na historia?
Por sna parte, a Russia tambem nh i esmorece, e
nada Ihe podara ter sido mais agrada' /el qae o fac-
i da reduerao do exercito austraco; porque a mor
parte do seu exercito estacionado na Polonia ficou
assim prompto a ser empregado em oolros pontos,
e as suas tropas comecarara logo a n larchar para a
Crimea. Em meiado de jnlho j dui it divisSes in-
teiras tinham passado Perekop, a cad a dia all che-
gam novos regimentos.
No Bltico os Inglezes continuara o bombardea-
mentodos portos pequeos, a destru ic,ao de todos os
navios que podem apanhar, quer sej; ira do governo,
quer de particulares, e o estrago de cereaes, madei-
ras, &, apparacendoora nm, ora out ro navio, n'nma
ou n'oatra das numerosas bahas ru isas, saqueando
e incendiando tudo o que s acha aa alcance da sua
artilliaria. Mas a cousa nemsempr e tem dado bom
resultado. Em algnmas deseas expet lices elles teem
sido recebidos, sen esperar, com no is calvas da par-
te dos Russot, e obrigados a tomar o largo nao sem
perdas sensiveis. Nem urna empr azade maior mo-
mento leve ainda logar. Como se assevera, renun-
ciou-se por esle anno a um alaqoe de Cronstadt e
Sweaborg. Em conlraposicao, fa iia-se de um ata-
que contra Rrel. Em todo o caso,, si a armada al-
liada deseja fazer alguma consa, Ciev apressar-se.
J estamos em agosto, e em seteml iro certos vento*
reinam no Bltico qae o lomara p erigoso em varios
pontos. Muilo se mofou da inaclivi dada da esquadra
do anno passado commandada por Sir Charles Na-
piertalvez que a deste anno qu; indo voltar para
os patrios portos, tenha feilo ain da menos, e nem
pudera citar um Bomarsund. E n So se deve esque-
cer que a esquadra deste anno liul ia em sea favor a
experiencia do passado.
Desta vez tenho algumas noticia importantes qae
dar acerca dos negocios internos d js. Allemanha. Ero
primeiro logar no Hanovre.
A erise constitucional atlingv j alli finalmente o
sea termo, e, como era de prever,, a costa do direi-
lo eda/rTberdade dos povos. Foi precedida de urna
ijHflTanfadc ministerio. Ominist erio existente ti ver: i
a coragem de evocar a crise, mas nao leve a fortun a
de levaraexecucao. Esperava He qoe, depois -Jo
negada pela Dila a validad* da consfituicao es is-
lenle, esle voto Ihe servira tle apoio para a saa uro-
posta s cmaras de abolir a coustiluicSo, e qu- es-
tas a aeelariam ; deste me do leria elle lancad- > em
grande parle a odiosidade da quebra da ccnilil uicio
sobre aa cmaras. Esto f la no porera cah o.
A coramissao nomeada pelas cmaras 'para exami-
nar as propostas rainisteriaesdeclarou innimemen-
te dever adiar lodn a disrussao, al que sri achasse
firmada a sua liberdade de discussao, em relacao i
deliberacao da Dieta, e eis-aqoi por isso urna derla-
rasao do ministerio de abstrahir dr ,5sa deliberacao,
e conjuntamente com as cmaras c onsidera-la como
nao existente. Ainda antes de ai. adiar discutida
pelas cmaras essa proposta da co mmissao, leve lo-
gar o damenlo detlas, e o mi ni ,8irjo deu a sua de-
misso. Depois de longos debalr s, tomou asrdeas
do governo um novo gabinete fo miado dos represen-
tantes extremos da fracro reac aunara dos fidalgot,
e o sen primeiro passo foi a di ssolocao das cmaras
e um decreto qoe pronoociou a abolicSo da cousli-
tuicao vigente, que foi substil uda por ama mixor-
dia de delerminacoes arbil .arias e da cunti(ui(ao
de 18*0 abolida em 48. Os decretos respectivos
datara do 1. deste mez.
Na Austria, como he sal .ido, foram em 1848 dis-
solvidas ss Dietas provinci aes, que teem o titulo de
roruelheiras, () entrand o em seo lugar um parla-
mento geial do imperio Ainda no mesmo anno,
como he (a mbera notorio, essefparlamento foi rom-
pido forc a d'armas, e desde eatAu tem reinado na
Austria o i nais indefinido absoMlismo, em nada li-
mitado, ne ni pela mera appareawa de ama represen-
tado nacional.
No mes de jnlho lindo foi dado e primeiro passo
para reviv er a amiga represeotaco provincial ; foi
0 reslabelteimento das chamadas coiori;a-oes ren-
traet do reino Lombardo-V~~
paize* aus riacos espera-se e
luralraenli i nao se trata de
sentac.au i lacional, e estas
nao hAo i le ter iraportaoci
con Ira rio. o seu fim exelqs
cooselhos i iS autoridades go v
cioi adiniu islralivos.
A coucoi data negoel;
aittda, seg indo uns, nao
Iros, acha-e ja promplj, mus he lida secretamente
por emqu artto, por se recejar urna grande resistencia
da parle da populacho.
1 Tambe m acerca das negociares entre Badn e
(ano. Nos uniros
eve o mesmo. Na-
verdadeira repre-
blas provinciaes
poltica, pelo
pujar com seus
em nego-
'Wennos,
segundo ou-
oma airida rainam mailas dovidas. Tudo o que Carrera poltica,
he cerlo he, qae o negociador ndense, o cnnselheira
Brunnef^-voltuu ha alguus dias de Roma para Karls-
ruhe, e trouxe o projeclo de urna concrdala. Se or seus adversarios tacharam-no de iucooseqoente,
daro*4tfo alio da Inbuua que agora era aua opiniao
qne seaevia proseguir na guerra com lodo o vigor,
he de natureza qoe o governo a aceite, oo nao, di-
rim 'nduani.
O rei da Prussia aclia-se adoeotado desdm^nslan-
le lempo, e ja se acha ha algnmas seminas em
Erdmaiatdorf um dos sens palacios na Silesia. 0111-
cialmeete se declara a saa eolermidade como ama
febre leve ; pessoas porem bem informadas dao co-
mo certo qne he um nydrothorax, a qae o sea esta-
do inspira bastantes receios.
Um intermedio interesante a burlesco se repre-
sentou em Cuburgo. Alli tambem a corparacao
dos fidalgos, consiatindo, come jalgamos, em cinco
ou seis pessoas, protestoo contra, a constituicao, co-
mo sendo demasiado liberal ; e no aoligo conselhei-
ro de estado de Oldemburgo, mais tardo primeiro
ministro do principado de Lippe, o Dr. Fischer,
achou ella o hornero qne emprahenden lavrar a sna
queixa i Dieta. Islo fie cousa queja dala de alguna
annos ; e o Sr. Fischer nao era ainda entao primei-
ro ministro de l.ippe. Na sua obra nu tinha
tentado expr o leKilimo direitp dos seui mandata-
rios, como ao mesmo lempo tinha injuriado e offen-
dido do modo mais grotseiro o governo e o duque
de Coburgo-Golha. O negocio pareca estar de ha
muito sepultado. Quii a sorta do Sr. Fischer que
elle fizesse urna viagem a Coborgo, com o fim de
tomar parte em algumis festividades ; sua che-
gada he logo sabida, e o Sr. primeiro ministro he
levado cadia por crine de lesa magestade, de-
bajxo de urna ordem de pris.ni judiciaria : somenle
depois de haver prestado ama fiaura, foi sollo pro-
visoriamente. Apenas porem vollou pira a resi-
dencia do seu procipe, all encontrn um decreto
deste demiltindo-o do sea lugar. Sendo o Sr. Fis-
cher nm dos homens mais impopulares que a Alle-
manha poasue, cansou jubilo geral a Nemesia qae
se agarrou a elle em Coburgo.
------------an--.vjaja,., -
(*) Disputas sem resultado.
LONDRES
8 de agosto.
Est completamente acalmada a agitado popular,
que com taO medonho aspecto e apresenlira recla-
mando a rvogaca dos lquidos espirituosos nos dias santificados pela
igreja anglicana. Bastou a sollicita vigilancia da
bem organitada polica desta capital para reprimir
o movimenlo e reslabelecer a ordem.
Entretanto esse movimenlo j tinha lomado aval-
ladas proporces. O espirite de turbulencia be
contagioso ; o as primeiras deojonslracoei. de desor-
djlm, Uo pacienlemante lolerailas pelos agentes da
lela, Itnlim arWrtilini'W^ /pdVbrereessos.- "Mi lMaWjae,rWei;aJjg|U&
se credo poltico. Dizia-se mesmo que deste novo
ministerio fariam parte Mr. Gladslone, Mr. Sidney
Herbert, Mr. Cobden, e M.Miller Gibson, os que
mais ostensivamente advogam a causa da paz a li-
do o transe : maa este boato nao se realisou ; a cri-
se ministerial leve solufio com a retirada de lord
John Rossell, que foi sofaetltuido oo ministerio por
sir Willi.im Mobsworlh.
Apezar de ter lord John Rnssell pedido a oblido
a saa demissao, a proposta qne deu lugar a rodo es-
te incidente entrou em discussao na sestao de 17 de
jnlho. Toda a cmara levanlou>se unnime para
exprobrar a lord John Ruase I a flagrante coulradic-
cAo do seo procedimento politico. Lord Palmerslon
jusliicou energicament* o seu ex collega. O minis-
tro demillidn procurou lambem justficar-se, porem
a cmara dos commuua narpreslou ouvidus aauas
palavras e exprimi em enrgicos discursos a saa
reprovaco contra o dubio proceder do famoso esta-
dista.
Todos consideran) a retirada de lord John Kus-
sell eu circumstancias taes como o termo da aua
Quando o ministro demitlido do-
e o aecusado vio-te obrigado a ceder condemnacAo
dos seus j ui7.es.
O ministerio Palmerslon alravessou mais esta dif-
ficil provac.ln sem compromelter sna existencia.- O
successor de lord John Russell nao he ministro no-
vo, ja fazia parte do ministerio em outra reparli-
cao. A passagem de urna para outra pasla leve, po-
rem, de sujeila-ln prova eleitoral, e sir William
Hobsworlh foi reeleilo, apezar de ler-se apresenta-
do candidato o almirante
dispular-llic a eleicao.
Dous dias depois da discussao da proposla de sir
Bulwer-Lyttoo, a cmaradps communs leve deoc-
cupar-se com o dbale de outra mocao apresentada
por Mr. Roebuck, e redigda nos seguintes ter-
mos :
a A cmara, deplorando profundamente os sollri-
a mentos do exercito durante a campanha d'inverno
ua Crimea, e sendo de opiniao que o procedimen-
to da a imiuistracao foi a causa primaria e prnci-
pal das calamidades por que pasaou o exercito,
u dirige urna severa censura a cada membro do ;a-
i binle que com seus ronselheV^roduiio tao de-
ti plor.iveis males.
Esla mocan erau final resultado das investigaces
da commissAo de inquerito que ha 4 mezes funecio-
na, e a cuja presenta tem sido convocados todos os
militares que esliveram na Crimea e que ora se
achara em Londres.
Quando ha 4 mezes o mesmo Mr. Roebuck pro-
poz no parlamento a nomeacao dessa comraisso
de inquerito, lord Aberdeen que enfilo era chefe do
gabinete pedio saa demissao, e lord Palmerslon or-
lanisou a administrarlo que hoje gnverna a GrSa-
Brelauha. Mas, com inversSo de lodos os principios
do systema administrativo, o actnal ministerio licou
composto de quasi lodos os membros do aulerior,
e continuaran! a gerir os negocios pblicos os mes-
illas homens que se haviam retirado do poder sob o
peso da um voto de censura do parlamento. Assim
pois, o eMIgma que a moca de Mr. Roebuck lan-
rava sobre o ministerio Aberdeen, vialia a recahir
toilo co ministerio actual.
Uebaiio deste poni de vista, a moc3o Roebuck
poda eonsiderar.se como orna nova invectiva 4a op-
posijao centra o ministerio.
A camaradoscommuns ouvio impaciente osdesen-
volviraenlos do autor da rancio, mes coneluio de
suas observaees que as calamidades sollridas pelo
esercilo ioglez na Crimea provinliam da m organi-
sai;io do cemmissariado e de todos os servicios mili-

Simpheropol. e tendo dahi em constante alarma a
divisao dos alhadosqoe occapa a margem do Tcher-
naya, tambem soffreu grande perda na destruidlo
dos grandes armazensdo mar d'Azoff. O general La-
dera eslava era immediala commnnicac3o com todos
esses puntos, e delle* recebia vveres e muniees, e
es ira n.mitin prac,a pelo lado do norte ainda nao
oceupado pelosamiados. 'ja.
Os generaes anglo-francezes to importante ean-
sideram a conquista e posse daquelles depsitos,
que pediram urna esquadrilha diapequenos vapores
paraemprega-los era atacar as posicoe mais remolas
do mar Puiridoe do mar de Azoff. De Franca e de
Inglaterra ja se esUo expedindo essas pequeas em-
barcates. O governo france/. fretou para ess fim
80 e tantos vapores que aavegavam no Rhodanu e
eui oul/osrios do interior da Franca, e muitos dos
quaeai parliram de mWPUm
A H|(lalerr* manda para o mesmo fim nma esqna-
drilha de cutera e canhoneiras, qoe orea por 60 e
tanlaa i mbarcacoes quasi todas movidas por va-
por.
Em frenle de Sebastopol ha diariamente aortidas
e osear, niucas, que alias nao tem resultado defini-
tivo.
A escuadra que opera no Bltico lambem con-
tinua a receber reforcos, e tem arrasado muitas po-
tices importantes da costa russa. A bandeira an-
glo-francezaj domina soberanamente em Iodo o
golfo dn Bothniae de Finlandia. A guerra abada
nao aprsenla resollados definitivos, mas as potencial*
occidentaes j tem feito resentir Russia todo o po-
dero dos seas grandes recursos. A altitude de ab-
soluta neutralidade que parece ter de ser a da Aus-
tria, e lonseguinlemenle a de loda a Allemanha bao
ir Charle* Napier para de naturalmente demorar o desfecho final da lula,
porem irovavelmenle a falla de nm tal concurso
nao ha de alterar o definitivo resollad).
PARS
6 de agosto.
A historia dos snecessos do mez passado pode ser
indicad] em qualro linhas: Tudo sobre o nosso con-
tinente europen gravita desde muilo lempo, e ainda
por muito lempo em torno da questao do Oriente ;
de perla on de longe, nos grandes estados, ou nos
pe] o o o is, a suliic.lo deste grande problema exerce
una in luencia immensa. A Franca adquire nislo
o selineato do seu valor e da saa giandeza, a In-
glaterra tem perdido o seu velho prestigio a tal pon-
to, qne nessa velhs trra em que o patriotismo sobe
Uto alio, os partidos j nao sabem absorver-se no j-
(eresse commum. A Allemanha e a Italia se agilam
por illusoes engaadoras e vertiginosas, ama vai per-
dendo ii conscieucia da sua forca em bulbuciar obsti-
nadamente a linguagem impotente da diplomacia,
quando era preciso obrar, e a oolra aspira prematu-
ramente a realisacao de eventualidad' ainda moi
longinquas.
Hespanha.
Espartero manifestoii ainda ama vez a inlenco
de retirar-se : immedialamenle e depois do voto da
ultima lase da consliluicjjp. dirigio-se ao palacio da
rainha, e pedio-lhe que acetense a sua demissao das
funccei de presidenta do eonselho dos ministros,
recordou-lhe que ella o Cncarregara de proteger li-
vre execucao da vontade nacional, quu no momento
da rniivacacao das cortes encarregadas da.Venovacao
poltica do paiz, apezar das suas olTerUs de demissao
ella prolongara o seu mandato, qoe i constituicao
do estada eslava votada, qne cumo as siim promessas
se achavam raalisadas, elle desejava oceupar-se do
cuidado deesa saude mui gravemente abbala. D.
Isabel depois de Ihe ter manifestado a sua intencto
formal de conserva-lo no posto, Ihe reilerou isla
mesmo pelo orgao do general O'DonnsIl encatrega
do de appellar para o seu patriotismo a venc^^^Bj
() Estas assembla- i nao laem voto delibera-
tivo.
Na primeiro- domingo a manifestac.lo publica de
llgdel'ark liavia-se limitado a acolhercom appalas,
os sobres que vinham panear no parque em snas car-
roagens. No segundo a afflu jncia da plebe fui mul-
lo mais consderavel, s apupadas snecederam as
invectivas. A interveacao da poiicia conseguio dis-
persar os grupos, e proteger o cidadao pacfico con-
tra a irritado do povo. No terceiro domingo re
produziram-se asseenas, e a exallacao satiiod
lo, A autoridad* interveio com mais r
grapos numerosos da baixa ciaste qn
no parque, acostados pelos agentes da
espalharam-sepelas immediacrs e qu
dragas de algumas casas de Betgrave
outros bairros aristocrticos.
A poiicia desenvolveu enfilo mais ellic.i/. vigilan-
cia. Ao mesmo lempo o autor do bil, que servir
da protesto commocao popular, relirou-o do deba-
te, o a plebe, intimidada pelas providencias enrgi-
camente lamidas para reprimirla de mingo consecutivo, n3o oosou reincidir nos prmei-
ros ezcessos.
Expedidos da praca publica, os chefes do movi-
menlo limitaram-se a activar clubs, afim de faze-
rera-se representarles ao parlamento pedindo a re-
vocarlo da lei que prohibe a. venda dos lquidos es-
pirituosos em domingos, e qjp*e acha em virgor ha
cerca de 2 annos. Algumas represntanos dessas
tem,com effeilo.sido apresentada* cmara dos com-
muns ; porm nao podem ser deferidas na actual
sessao em que o parlamento se acha tao prenreupa-
do com aaagraves complicacOes da siluaedo interna
e externa da Inglaterra.
_ Ao demais, a lei dos lquidos espiritaoMsera nm
simple* pretexto de qae a classe baixa te prevalece-
r para dar expansao aoa inslinclos der odinsidade
que em Inglaterra, mais do que em naejlo alguma,
a classe proletaria professa contra essa aristocracia,
Uo cheia de privilegios e tao enriquecida c-ista do
infortunio do povo. Ha muilo |tempo n'io se agila
no parlamento da Inglaterra ama opposicio tao tenaz
c perseverante, como a qae actualmente ss tem de-
senvolvido costra u ministerio da rainha Victoria.
O gabinete Palmerslon v-se constantemente era
lula contra reiterados e successivos ataques, ttnden-
les a desonceitua-lo aos olhos da narao, e a obri-
g.i-lo assim a renunciar ao poder ; e, apezar de to-
do o mrito e prestigio parlamentar do celebre esta-
dista, leria elle de certo suecumbido a essa acntosa
oppo>icao, se nao achasse um ponto de apoio na pro-
pria dislocafao dos diversos grupos em que essa op-
posicSo se acha fraccionada em conseqnencia do des-
equilibrio em qoe vacillam as opinISes no parla-
mento desde as reformas inauguradas por sir Koberl
Peel.
Na minha carta de 8 de jullio j relatei as diver-
sas tentativas empreadas com o fim de abalar o
ministerio, e a lctica efflcaz e vigorosa com que
lord Palmerslon tiuha conseguido fazer resvalar os-
les golpes. "
Mas um dos membros detse ministerio, lord John
Russell, linha-se tornado vulneravel. e a oppusico
nlo poda deixar de prevulecer-se desse ponto fraco
para a elle dirigir novo ataque.
Lord John Russell tioha sido o plenipotenciario
escolhido para representar a Inglaterra nas confe-
rencias de Vienna. O illuslr estadista linha por
missao obter o assenlimento da Russia s qualro ga-
rantas formuladas pelas potencias occidentaes, co-
mo condico ne qaa non de toda a neg -iacao de
paz. A Russia recusoa adherir lerceira condico,
a limitaran do seu poder natal no mar Negro.
lord John Rossell, desviando-se das restricta ins-
tr uccOes que levara de Inglaterra, aceito j a pro-
pesia da Austria qoe consista em substituir o prin-
cipio da justa-postrSo deformas ao da limta$ao, e
compromelteu-se a laze-lo adoptar pelo governo
brilanieo. O compromisso de lord John Russell nao
enconlrou adhesao no gabinete da rainha Vicloria. A
Franca e a Inglaterra nao anuotram ;. proposla da
jutta-posirao e as conferencias dissolverat.i-se sem
resullao.' M
Desde entao a conservacSo de lord Jobo Russell
no ministerio era urna anomalia contraria todos os
principios do systema parlamentar, e nao podia el-
le continuar a fazer parte de um gabinete em que
suas opinioes eram renegadas pelos seus collegas no
poni mais importante para a uniJade da, direccao
poltica.
A eommunicacao des protocolos das conferencias
de Vienna solicitada pele parlamento no* patentes
lodos estes pormenores, e collocoo lord John Ros-
sell em falsa posico peanle o publico e peranle as
cmaras. A imprensa peridica (ulmioou severas
censuras ao ministro qne asiim se achava em tao
flagrante contrudceflo, e um nembro do parlamen-
to, Mr. Bulwer-Tylloo propjz nma mocao convi-
dando a cmara dos communs a significar por urna
volacio que o procedimento de lord John Kussell
como plenipotenciario em Vienna, e saa continua-
dle como ministro da cora, nao se cuadonavam
com a confianza que a nacao deve depositar nos per-
tonagens incumbidos da suprema diraccao dos ne-
gocios pblicos.
Esta proposta enconlrou unnime adhesao em to-
da a cmara, e antes que ella fosse posta em discus-
sao, lord John Russell offerecea sua demissao rai-
nha, qoe logo aceitoo-a. O ministerio Palmerslon
ficou pois em erise, e entrou em negociaees.
Os uobres precedentes de lord John Russell in-
duiiram muitas pessoas a su por que o famoso par-
lamentar tinha em vMaa pdi -ee frente do partido
vernanles responsaveis pelo vicio
proposla de Mr. Roebuck foi por tanto regeilada
por grande maioria em favor do ministerio.
Ero seguimento foi submeltida ao voto da cmara
urna proposla do governo garanlindo, conectivamen-
te comofovetno francez, um emprestimo de1~>
milUoesqae a Turqua precisa conlrahir para fazer
faca* as extraordinarias despezas reclamadas pela
guerra.
O governo ottomano aclia-se em mni critica si-
luag.lo linanceira.. O iroperfeilo systema de arreca-
dac,ao em vigor na Turquia, as depredarles cora-
meltidas pelos agentes dessa arrecadac^to em todas as
j" j'e I esla^es fiscaes, o roabo e o extravio dos dinlieiros
pblicos instigado pela falta de liscilisacao, etc.,
tem redozido o Ihesooro torco ao mais completo es-
tado de penuria. Por outro lado a falla de crdito
do governo do sulto havia dillicullar sobremaneira
o negociacao de um emprestimo qu* nao fosse garan-
tido pela Franca e pela Inglaterrra.
Todas eslas razes pareciam dever grangear o vo-
to afllrmativo do parlamento. Assim de fado suc-
eden ; porm a proposla do ministerio enconlrou
nolavel oppusico. Qualificou-se essa garanta co-
mo um subsidio dsfarcado, que nunca sera pago e
que afinal viria a recahir sobre o Ihesouro da Fran-
ja, e Inglaterra, e na primeira discussao o gover-
no inglez vio a sua' proposta ser approvada pela
maioria de s dous votos. Esle quasi revz foj oc-
casionado, por sorpreza, e por se acharem ausen-
tes da sala das sesses, muitos membros da maoria.
Depois disso o" governo empregou maior empeuho,
e a proposla foi adoptada em segunda e lerceira
discussao com grande maioria.
Assim pois, bem frtil tem sido esta sessao de de-
bates minislerises e discussdes importantes. Agora
que a imprensa franceza ja nao he o grande pharul
da opiniao publica, como foi no lempo do rgimen
parlamentar, lodo o inleresse se concentra exclusi-
vamente na sessao das cmaras inglezas, e he nos
seus debates que n espirito publico procura orien-
tarle nas grandes questdesda actualidade.
He. eutretranlo para lastimar que s | vezes os
representantes da Graa-Bretanha consummam a sua
actividade em debales esteris pois como taes se de-
vem qualificar as discussio de propostas formuladas
com o nico intuito de compromelter a existencia
do gabinete; porque he sobre-modo diflicil, que
qualquer oulro ministerio possa reunir maioria du-
radoura.
Quando, por motivo da retirada de lord John
Rossell, o ministerio Palmerslon ficou em crise, re-
ceou-se que essa crise provocasse sua desorganisacao,
lord Derby, o chefe d partido tory declarou no
parlamento, que elle nao se repula va capaz de for-
mar ama administraban qoe podesse grangear maio-
ria solida, e resistir assim aos estorvos dos diversos
grapos da opposicao.
A sessao deste aono esta' a encerrar-se. O pai
lamento sera' adiado uestes 8 dias, e daqui al
he de suppor que nao appareca tentativa opposio-
nista, pois que, por proposta de lord Palmerslon.
decidi a cmara que nao se submettesse ao dbale
materia nova sem que primeiro se eihaurissem s
inocse qoe ja figurara ua ordem do dia.
Mas a futura reuniao das cmaras inglezas ha de
dar motivo aos mesmos embaraces e difculdades.
Para obviar a este mal nlo falla quera ja invoque o
remedio heroico da dissolofio do parlamento. O
aclual parlamento, diz um acreditado orgao da im-
preasa, eleito em circumstancias anormaes, tem
completamente perdido a confianza da naco ; s
eleicao geral pode reslabelecer o devido equi-
que se acha Inenlralisado pelo espirito de
los..... A eatabilidade das nossas insliluirSes.
e o nosso triumpho no] prosegnimento da guerra
reclamam os salutares elidios de urna eleiro ge-
ral. B
Todas as atleni;oes es!3o agora preocupadas com o
nolavel e significativo acentecimento que deve ef-
fectunr se no dia IH deste mez.
A rainha da Graa-Bretanha val pessoalmente pa-
gar a visita ao imperador dos Francezes, e de^e
partir de Inglaterra no dia 17. S. M. s estar ausen-
te dos seus Eslados 10'diss. Vai acompanhada pelo
principe Alberto, pela princeza real, pelo principe
de Galles, o por urna brilhante comitiva de persona-
gens da sua corte.
Urna esquadra de honra preceder a sua chega-
da ao liltoral francez, e permanecer' ancorada em
frenle de Bolonha, emquanlo a rainha csliver em
Franja. O imperador Napoleaogprepara esplendi-
dos festejos para receber a sua augusta alliada. A
rainha residir no palacio de S. Cloud. que dizem
estar-se preparando com grande magnificencia.
A guerra da Crimea segu seu curso sem notaveis
incidentes. Sitiados e sitiantes despendem prodi-
gios de actividade para se habilitarem a Iriumphar
no primeiro encontr. Para mui longe nao est
esse ataque a julgar pelos preparativos ja dispostos
de parte a parte. He tao pequea a distancia de
terreno que separa os dous inimigos, que rompendo
a accAo, o combate ha de ser quasi braco a
braco.
Os pontos do mar d'Azoff que as esquadras allia-
das ltimamente bombardearan! ronlinham vastos
depsitos de vveres e manieses, onde a guanic,ao
de Sebastopol se provla de lodo o necessario.
A destruicSo desse* armazens e depsitos foi um
golpe mortal para os sitiado*. Segando as revela-
ntes de alguna prisioneiros, a guarnirn acha-se nos
mais crllicos apuros, e quasi reduzida penuria.
r^raa.^A ^r;;!^!^a,^;,fi;,: g\Wfe 2K
S#!
urna el
parti
da paz que corneja a desenvolver-se no parla raen- A'divuAo do general Luden que operara na cara
lo, e qae orgaoitaria nma nova administrado dea
parta, eslabelecendo o centro de operacei em
graad
para o paiz escapar a esle embarace que quasi leria
duplicado ascomplicac/ies da situadlo, teria renovar
do a* su levaefles do estado e a quesfilo linanceira.
Perturbarles em Barcellonn por um momento pare-,
ccram fi mar talas as pruporcoes de ama insorreicAo
politica. Tveram por ponto de partida combina*
ces de operarios qoe solicitavam um augmento de
salario ; os operarios pnblicaram urna proclamado,
em que protestando as suas inlenroes pacificas,
diain a lormac.lo de jurys composlos dn fabril
e operarios, e encarregados de liiar a* horas de
balho e os sdlarios dos dias de servico, teclamaram a
sua admisso nas fileiras da guarda naciooal, e pro-
testaram contra as disposices lomadas pelo capiao-
general para dissolver afanas associa^es. (Eslas as-
sociafSeii sao mui perigosas, porque assegnram aos
operario! insurgidos nm pao que nao gaoliam nas fa-
bricas, ) como quer qoe seja ama r euniio leve logar
enlre os representantes destes operarios, e os repre-
sentante- da aotoridade ; decidio-se que o* operarios
voltassem para seu* Irabalhos com os mesmos sala-
rios e nas mesmas condicoes qoe existan) antes das
perturbares, e que fosse oslahelecido um jury mix-
to para legular as difculdades entre ot operarios e
os fabricantes. Alm disso o ministro das obras pu-
blicas pcomulgou nm regulamento baseado sobre a
liberdade do capital, a liberdade do trabalho, a pro-
hibidlo de todas as ligas de operarios e de todas as
associaces formadas nicamente no intuito de cari-
dade e ds soccorros mutuos, os Irabalhos tornaran)
a tomar <> seu curso ordinario, e o fim da crise pare-
ce prximo, todava a emigracAo vai continuando e
alguem se queixa de que a submissao los operarios
tenha sido oblida sob promessas que na > poderao, e
nem devurao ser cumprld.is. Algnns symptomas des-
ta conviccao e de descontentamenlo se vao manifes-
tando em toda a parle, e fallara em urna vasta e for-
midavel ussociac,ao secreta.que dispe em Barcellona,
em favor de seus designios, de milhares de brajas e
de somraas consideraveis.
O governo vai dirigindo com actividade o grande
negocio c a desapropiadlo dos bous de n)3o-morla :
envou para Roma um correio extraordinaria, por-
tador de um memorndum para M. Pacheco, embai-
xador haipanhol, junto do Santo Padre. Este docu-
er obiecto justificar o comportamenlo
pauliul. e o seu rompiraento com a
qui a substancia, u A base religiosa
nao altera em nada o respeito nem a
e a nacao bespanhola nanea cessou de
professar para com a rcligiao ealholica. Presumi-
rara errneamente que o governo offendia a religiao
e abandooava o clero, em conseqaencia de Ihe ter
assignado no ornamento 170 milhes do reales, isto
he, o sexto de todas as rece i las do estad}. A ordem
dada pare suspender a dislriboi;ao dos beneficios
-toqese saiba o algnrismo necessario dos ecclesias-
Icos, he b.iseada sobre a concordata em vigor, qoe
iialica que os beneficios serao proporciouados as
necessidades da igreja. Graves observaees poltica*
e econoiricas, toroavam necessarias a apropria^ao
dos bens lo clero, seculai pelo estado e basta abrir
a historia da Hespanha para ver-se que em diversas
pocas munarchas mui catholicos e amigos da Santa
Se pralic; rara contra a vonlade desta a venda dos
bens da Teja, sem que por isso o governo pontifi-
cio tenha rolo as suas relatos com a Hespanha,
nem accu lado o governo hespanhol de ofender a re-
legiao cattiolicn. O governo quer que o seu com-
portamenlo seja claramente explicado,deve publicar
oimemorando assim que liver a certeza Jeque est
nas nidos do cerdear- secretario de esfi.do. Apezar
deste acto Monsegneur Franchi parti d Madrid a
20 do passado acompanhado dos secretarlos e dos ou-
(res empregados da Nunciatura. O embaixador de
Frauda lira encarregado dos negocios da corte de
Roma. O governo hespanhol deixou Roma, conser-
vando ah sem carcter om.ci.it, e como simples en-
carregado de negocios, a M. Moreno anligo addido
legacao.
As com.icoes do emprestimo mixto votado pelas
cortes, sil as segninles : os tomadores voluntarios
ou forjados receberam urna commissao de 10 por
cenlo sobre o valor dos seus ttulos, isto he, que a
emissao leve lugar a 10 por cenlo cima do par, o
lodo he t.aranldo pelos bens do estada, dos com-
munos, e do clero, coja venda deve ter logar, e a
somma das vendas ser applicada ao reembolcij do
emprestimo.
As cortes adiaran) as suas sesses at o 1 de ou-
lubro, nao se nomeou commissao porfaoientar para
funecionar durante a ausencia d'assemtlt. O pro-
pro presidente convocar os deputados para conli-
nuarAo das sesses. A idea de urna dictadura agitada
por certos jrnaesde Madrid ha sido umversalmente
repllela, e o aaolhimento que esla proposicao re-
cebeu, rerelova certa solidez na sluajao.
Portugal.
1,'m remenlo de infamara se subieron em El-
vas, na i usencia do brigadeiro Peixoto. o coronel
l.acerda por acto seo e em conseqnencia de seu
sangue fro impedio que o movimenlo tomaste gran-
des proiorciies, algumas prises tveram logar,
ntUibuio-se esla demouctracao a urna cansa poli-
tica. ,
As corles foram encerradas a 14 de jnlho, e o pre-
sidente nnnuncou que urna sessao extraordi-
naria leria lugar na occasiao do joven rei pres-
tar o juramento proscripto pela carta constitucional
anteado temaras redeas do governo, 1). Pedro V
termina Beato momento a sua viagem e chegar a
Lisboa prximamente. Depois de ter deixado a
Franca, lirgio-se Italia, Roma e aples,
dahi visitn a Saissa e algong ponto* da Allemanha
depois vollou segonda vez a Bruxellas, onda dizem
qne projectos de casamento se meditam para elle.
He do ponto de osteode que se embarca para os teas
estados.
' Italia.
Todas ss correspondencias denunciam 1
de agtacao, as populaces se acham neste momelo
eipostas a maior miseria, e a demagogia explora es-
la skuacao. Appareceu em Turin sob o titulo de
Pote del progresio commerciale, um jornal que pro-
fessa s ideas de Mazzine. lima caria deste appa-
receu no 1. unmero desta folha; sao excitamenlo*
monstruosos que com justica sao despresados e repro-
vados. O Mazzinismo he o extremo perigo que
ameaca a pennsula italiana, ainda coala pardtrioa
numerosos, e possue urna lisia civil consderavel, e
os registros do hauceaaianiiiissa sjaaaam nm ufa-
risra) de 1,700,000* fr. de subscripeo r Usada.
Em Genova a* mesmas tentativas se m Rstaram,
ah appellarn para a revolta. Ord jardo ve-
neziano lambem nao escapa a esleti e tal-
lero em tropas consideraveis enviadas pelo govrrno
austraco para duplicar especiament* as gotrai{*
a pedido do marelhal Radetzki.Na oolra exlremida-
de di pennsula, no reino de aple*, na Si ia rei-
na orna fermeutarAo da mesma ^H za, el-re
Fernando exigi urna nttrvenrao adriaea, em ca-
so de neceesidade, lemrndo que a* poleadas occi-
dentaes se oppozessem no intuito de comprimir a
a revolocAo e evitar um rompimenlo com a Austria.
O que el-re de aples meparece temer, he me-
nos os metins mazzinianos, do qoe om grave mo-
vimeoto na Sicilia.
Em Conslanlinupla Abdul-Medgd se oceupa da*
reformas mais serias e mais extensas, manda eslu-
dar a questao do imposto territorial qoe deve er re-
partido sobre o p de orna proporcionalidade exac-
ta com o valor dos fondos. Ser estabelecida urna
commissao eocaraegada de fazer om regulamenlo
geral para evitar as contestarles commerciaes. Os
interpretes das diversas embaixadas terSo consufta-
dos pela commissao. Esla medida qoaaromelte um
cdigo completo de processo commeteial foi anani-
memnle approvada* pelo eonselho dos ministros.
allemanha.
A queslo auslrn-prussiana nao lem dado passo
algurn, nao lem produzido documento algdm novo,
os jornaes alineles conliouam a agitai
qucsies interiores da coufederae^^H asira per-
siste na sua poltica e entendeo^H eatabe-
lecida, qae ella nao sabio da alafi lezem-
bro, coja base principal he a inda
tro pontos de garaotis. l'mi I
Der'tche Poit, disse a este resp4H
cias occidentaes quizerem impar a Rusta condicoes
mais.exteosas, o gabinete de Vienna sem se julgar
obrigado a apoia-las pelas armas, nao oppora objec-
cSo alguma, pois que em virlude das estipulafta
anteriores, os alliados de 2 de dezembro reservaram
para si o direilo de propor condice,5es ulteriores.
Pelo seu lado pretende a Prussia quelj
adesao da sua parle indisibilidade de
a cullocaria precisamenle na siluacSe-
evitar recusando assignar o tratado o
Procuram visivdmeale inquietar a Austria ta sua
silaa<;o nos principados: certos joroaes e *for-
am (ni insinuar que se resultmae da occupaee
austraca urna collisao enlre as tropas deep poten-
cia e as da Kussia, uem aPruatia nem a afedera-
53o Germnica e importariam com isto.
No llanovre ama transformacJ da conslilnicao
deve >er operada, urna crise ministerial foi origoa-
d per isla, e oiesqui 4p setralava de ama nova
tei iaipirada pela oamipoteole influencia da Diela-
germanica. e qsa ttoiha por alvo fixar a composicae
da repreMSIac^o nacional, a forma da* eleires, o
e raaatle.a impreusa ; es ministros saapre-
cises da Dieta ; os estado* geraes pela sua parle
exigiiam o'exame de nma medida legislativa que
Ibes nao pareca conslilucional, fosse qual fosae a
suaottgem ; os ministros recusaram e o governo para
prev ilr qualquer conflicto, prorogou a assembla
dos ts'.ados, e o gabinete se retiren em maesa. Eis
eai a lilla do novo gabinete : Bas financaso conde
Kielmansegge, nos negocios eslfangeiros o ceude
Plusak'ii, no interior M. Boriei,.os coitos M. Ba-
Ihner. na gaerra M. Brandis, na justica o conde de
Dioken.]
Rusta, ir
O imperador Alejandre II, continuando ao-mes-
mo lempo e completando a sna obra de resistencia
a cea a legitima das potencias occidentaes, parece
meditar projeclosdeque a Allemanha se aasusta,com
que a Europa se oceupa,e qae sao por si s* os gran-
des accontecimentos do mez passado.
O prncipe real da Prissia faz em S. Pelersbargo
orna viagem cojo fim he oobjeclo de todas as nter-
prelacles : segundo urnas ser para conciliar os de-
signio), do czar e do grao daque Constantino, qne
o reputados mui diamelralmenle conlraros.segun-
do oolras ser para estodar sobre a praca a situarlo
do paiz e ah peoelrar cabalmente as intences se-
cretas e precisas do gabinete imperial de S. Peten-
burgo, afim de firmar com certeza o procedimento
qne a Prussia deve adoptar nas complicacOes susci-
tadas ua Allemanha pela guerra ; em6m dizem oo-
lros (e estes se aproximam da verdade) que b alvo
do procipe seajroleslar contra a intenso que lem
Alexandre iMeWreconstiluir a Polonia. A Polo-
nia foi dividida em 3 parles : a Prussia lomou o grito
ducado de Posen, a Austria a Galicia, e a Kussia o
grao ducado de Varsovia. Se o czar tem a intentan
sera de restituir Polonia as suas instiloife* ante-
riores a 1831, e conceder-lhe alem disso o systema
representativo e um senado polaco, recusando toda-
va dar-lheum exercito exclusivamente polaco, com-
prehei de-se qoe semelhante rcconstituQao causara
verdaderos mbaracu* aos dons goveruos que se en-
riquecern) com outras fracjSes do reino da Polonia,
e especialmente Prussia que como estado ceasli-
lucional foi obrigada a admittir os representantes
do grao ducado de Pasen nas cmaras pruatianas.
Resultar dahi que as liberdades concedidas a
ducado, e pelas quaes se fazia tanta bnlha.jm
rio repentinamente excedidas em muilo pele projec-
to do czar.
Neste caso nao tardara' a snrgir na Pal
siana sympatbJss pelo governo rose*. ^ I ama
grande questao cojo annuncio merece urna il coa-
tirniacAo, e nos parece que podemos acreseentar
que ella ja o recebe, pois que sabemos que a* refor-
mas projectadas serao necesariamente completada*
Por uma medida do maior alcance. A corte de^ S.
etersburgo restituir as populaces ealholica* 6 li-
vre exercicio da sua religiao, e czar ja linha encar-
regado aosen embaixador em Roma que exprims
o vol de que o Papa propozesse os candidatos para
os bispados vagos do reino ; emfira fallara na insti-
(oicao de uma escola de medicina, de uma escola de
direilo, do restabelecimento em Varsovia da osiver-
sidade de Alexandre, e em mndancas ras impor-
tantes operadas no pessoal dos altos em prego* rela-
tivos a todos estas reformas.
A commissao de inqnerito existente desde muitos
annos e qne conhecia summariamente de todos os
deudos polticos acaba de ser dissolvida. Estes do-
lidos pnssarao d'ora em vante para os tribonaes or-
dinarios, a lingos polaca vai substituir a linsjua
russa nis admnislraces em que esta ultima a' ti-
nha substituido desde de 183l,jOs ukases imperiae*
concernenles a' Polonia sero pabHcados em lingua
polaca, as commisoes geraes do interior, das finan-
tes, etc., ele, entre as qoaes se reparliam todos os
negocios administrativos, territoriaes, commerciaes,
polticos e outros, v3o ser transformadas em minis-
terios. Ninguem desconocer' o alcance de seme-
lhante obra, Alexandre II comprehendeu o que
lanas vezes lemas indicado que a salvacjo do grao-
de problema eslava ligada a' existencia de uma na-
conalidade slavaraMolando a Polonia cora uma rae
Ihor sitnarao lira-lhe as velleidades- de recobrar a
soa independencia, e desl'arte tenia de nma ma-
neira hbil prevenir a questao tao delieada para a
Russia acerca da nacionalidade polaca. O qne far a
Europa occidental ?
Assedio de Sebastopol.
As operacoen lem continuado e nenhum fado sa-
liente nem decisivo teve lugar; para sermos com-
pletos nada melhor faremos do que registrar o* dif-
ferenles despachos inderessados ao mraiilrodfcgaer-
ra em Pars pelo general Pelissier.
Julhi 4.Nada novo na situaco, o estado sa-
nitario vai melhoraodo.
Julhu 8.Nada novo, hoje ovlrabalhos daa bate-
ras das carenas progridem, apezar do rogo mal vivo
do inimigo, cada qual emprega toda a ua ener-
ga.
Julho 10.Nada novo, o venlo foi mu forte do-
rante lodo o dia entre os Inglese* e o grande Redas.
Esta noile esla forlificacao couservoo-se moisilen
ciosa ; em consequencis oanossos alliados poderam
adiantar os cus Irabalhos.
Julho 12.O almirante Nachinofl foi morto por
ama bala na lesla hontem pela manlia, no basteao
central, nos no* consolidamos nas novas posi(es.
A construccAo das bateras da careua contina com
todo o velo que dislingoe a nossa artilhiria.
Julho 13.Nada novo, o estado sanitario he bom,
o numero dos morto* pelo cholera vai diminuindo.
JuIIk 15.A noile foi feto do lado di torra de

\
-
ii n



DIARIO OE PERMMBUCO QUINTA FfIRA 30 O AGOSTO DE 1855
___
na e peiot lagosoju amenas i
levando mullo! Hkl e fend
Dbopeiras ntmWl mtuhai
das, e ahi jaziaaVt mor Un,

Malakiff, pela volla de I hora tima sorlida-ruisa
de 3 ou 4 balallioes fez vaos osterjoi para lomar
nina embotada sobre a explanada da torre de Ma-
lakoff. Acollidosde mu [itrio por urna viva fuzlla-
Itavaj elos rogos das baleras 15 e l(j, retirarara-se
idos. O reversa das ca-
ha caberla da atpingnr-
j dos quites um era offl-
cial. O corbala rol vivo, e Taz honra ao general II-
lirich e aoVMetfle'coroiiel do 88.
Julbo 16.O Inimigo que liulia procurado debal-
de daraole varloa das lomar as nnssas fortlficajei
da eeqiierda diaute da lorre de Malakuff, tentoa du-
rante a ooile pasauda faier-nos reeuar, mi repellido
pela primeira dlvlaao do a. norpo. Todava as Rue-
oe se lanjaram sobre .11 nosaas Irincheiraa aleando
os seus grite* habiluaes, e a cada tentativa fortn
abrigado! a retirtr-te liante do rogo da columna
doa nottos.soldados, abandonando varloa dos seus
I campo. O general de Irincheira Viuoy linha
lomado mu boas dispoSije, oue multo conlribui-
raru para esle hom xito.
Jalhe-18Os Rosaos (iterara urna pequea socli-
da contra aa foriilca;&ei de lukermau. He escu-
aado dizer qu* foram repellidus. Visilei hoje o* nos-
toa trabalboa de Kamieich, progriden le vilo
completando.
Jullio 19'Nao ha relo algum particular dianle
da praja que se posta assigualar. o cholera lem des-
apparecido completamente.
JnMio 23.. O mmico agilou-se a uoile pulsa I,, e
fea um logo mu vivo no lado direita e n esquerda
das Irucheirai. .. notsas balerias responderam
com a mesma vivacidad? a com hom eiito. Recelo
boas noticias de Jenikale, ludo nhi tai bem sab a
lirecrJo do lenle coronel Osranl que poi Kertcb
ao abrigo de quaesquer desordena.
Jolito 23.Uepois de um rogo de arlilharia mui
vivo, o inimigo fez pela volta de rneia noite urna
surtida esquerda do pequeo Redan. Como osla-
mos mu perto delle am un iuslante chegou sobre
a nona gabldnada.foi vigorosamente recebido pelos
caladores a p da guarda imperial, por algumai
companhias do 10. regiment de infanlaria de li-
nha. Os Rutena se retiraran) a toda a prestos,ahan-
uandu alguns feridet e morios, deiados entre ai
nossae emboscadas e o fosso da praja. Urna noite
profanda Ihes permillio tirar 01 eulros. Ene feilo
tti honra ao leneote-corancl de infantera e ao ca-
pillo de engenhelros.
Dahl em aula e al boje ojio ha noticia algurua ;
assim ninguem pode negar qne a marcha do aistdia
est mlii adianlada. Com enormes meloa de deleza,
Sebastopol repara de um momento para outroos
desastres oeeaslonados pelos alliados, os leitos de
17 e 18 tem ideflnidameiite rastado idea de um
estallo, e se dermos crdito aos correspondentes de
ama folha iogleza, o assedio se prolongar prova-
velmeole ate o auuo provimo, lalvez meamo al o
anoo segainte. Al que a cldade poasaser cercada,
na progreatot das armai .filiadas devem eer lentos.
Se e abrir uiea brecha e se ama porta da cidade
podesse servir de ponto de partida contra a oulr*
parte, o desenlace estara mais perto, mas se isla>,
Me liver lagar devenios esperar a obra do lempo
Deve*ae lomar quanlo antes orna rwoiaclo deci-
siva, e ja he lempo de se por termo a tanta eapec-
taliva. Tem-sc j militas vezes tallado ha demis-
sao dada pelo general Stmpson como commandanle
em chele do eiercito inglez. '1'em-te fallado lm-
belo na demissao de Ornar Pacha como chefe das
tropas ottomanas, al hoje eslea boato* nao tem si-
do continuado!. G. M.
nSo he menoa verdade que, grabas aos vicioa inhe-
rentes aoa governoi parlamentares, a alliauja enlre
a Franca e a Inglaterra esleve a ponto de ser bai-
lante aballada, porque aemelliante volaro Uvera
sido olliada com sunimo deiprazer pela corle dat Tu-
llierias ; e entretanto os homens, que tinham arma-
do eate lato parlamentar) lo minio dedicados al-
llnnjo, mal o desejo de derribar um gabinete e de
abrir um caminho para 0 poder. Sobrepuja qualquer
oatra conalderacSb.
Fianlmenleesle ttaque doi partido parlamenta-
res na foi o anlco, contra o qunl lord Palmenton
leve a defenderle neata quiuzena Mr. Roebuck,
que presidio o inqulrilo llalive a expedicao da
Crimea, quera a lodo cuito, que sahlste deste traba-
llio aliunia cousa, a propoi camarn do communs
um tolo de censura contra a admittlitrajao de lord
Abardeen. Como lord Palmeriiou ja tlnha acenlo
na ultimo gabinete, aemelliaute voto o Uvera ferido
assim como a seus antigos collegas e o ministerio II-
vera cahldo. A cmara coraprettendeu o alcance da
m.ieo 1 e nSo quil d.ir, o cu-la do paiz, esta satisfa jad
a's embijos dos chafes de partido. A propoala foi
regeilada por '289 votos contra 182. Outras medi-
das, que tinham por fim contrariar 1 marcha do mi'
nistario, nao poderam comeguir um debate serio el
ultima deslas montes foi retirada oestes allimos dial
por aeu autor, o raajor Red, o qual queria qne lord I
P.ilmefstoit se comprometiere a reunir o parlamen-
lo, no caso em que sa abrissem novas negociajfies. 0
primeiro minitro nao leve difltculdade em dizer,
que iilo seria fazer passar o governo para as cama-
ras, e que o ministerio devia ser livre em obrar,
como en tendease s reapeilo da paz como da guerra,
(cando responaavel a responder permito o parlamen-
to e o paiz por suaa negociables e seus actos,
Todas slai quesles chegam So seu fim, diz-se
que o parame,ilo esla' prorogado at o meiido deste
mes. Lord John Russetl leve por aaccesior no mi-
nisterio dos colonias, o Sir Willian Holeiworlh, que
fui uli-lituido na directo das obras publicas por
SisaBenjamim Hall. Esle doui mtroi membros da
adralnlslrar.'io pcrleucem a opposijo radical mode-
rada.
Uepois que se larminou o empreslimo, lodos se
oceupam em Franca, que alimenta todas ai curiosi-
dades : a viagem, qoe devem fazer a' Para a rainha
Victoria, acampanhada do principe Alberto. Sbe-
se ja' que a rainha deve deizar a 17 Osbnrue, sua
residencia do esli na ilha Wight, e ha de chegar o
Uolonhs a 18, onde achara' o imperador e a impe-
ralrii para os rereber A rainha Victoria eatrara
em Paria a 18 e prepara-se-lhe por toda a parte ar-
cos triunipliaes e illuminajes ; ira' alojar-se no
castcllode Saint Cloud, emquanto que o imperador
ea imperalriz hablarao junto delta o castcllode
Vi Heneo se-Lela nc. A cidade de Pars oflerecera'
da sua parte a rainha um baile e um banquete, r-'al-
la-se tamheni de represenlaces extraordinarias na
Opera, e na Opera-comica, de orna cacada em Fon-
lainebleau, de urna revista no campo de Marte, etc.,
etc., maedavido muilo que a rainha possa demorar-
se tanto lempo em Paria, para que ic possam raalisar
O major Chrisliano, aquclle grande malvado, pro-lE qualquer medida vilenla nao Irari snio erape-
pinador de veneno a cinco pessoas da sua familia, cilhos para o fular
que eslava condemnado morte, e fugira do castello Teutamos mais ali
de Lisboa onde eslava preso, foi anual inorto
por
um soldado da escolta que andava em buica delle,
por ler commettido um novo assasiiuio na pessoa de
um feilor de um lio delle que llie nao quia empres-
tar dinheiro. A humanidade folga quado -e T
livre desles ministros racinnaea.
O nosso poeta Gailillio, chegou do Rio de Janeiro
lio vapor D. Ptiro II. Vem multo penhorado do
acolhimeiilo que Iho fez S. M. o Imperador, e lodos
os Brasilafros. Tamhem se moslra mullo grato aos
obsequios pite rtceheu em Peruambuco as poucas
horas que ah se demorou.
Agora vai publicar um diario narrativo deila sua
viagem ao Brasil, lleve ser cousa apetitosa. Hon-
tem tul visitar o Sr. Gaililho nutro posta nao menos
dlslinclo, 11 Sr. finiri.io a Londres e Pars, para aqu se demorar
algum lempo. ^a
O vapor n. Marn II, espera sahir ae mez o
por elle llie escreverei com mais eitensao do que
agora o posso fazer.
anuos de funestas di-sennjcs in-
algtimai obiervacneil, que nao vem
rra de proposito, vlilo que oa jornada que defendem
a situadlo ministerial, eitao apostados! em desmen-
tir a noticia propalada com certo grao de certeza no
toeanle a divisan auxiliar hespanlnda ciara o Ihealro
da guerra, enllocando a Heepanlia do lado de Occi-
dente na tremenda queslio, qus ie e-tl dtbktendo
com plvora e bala.
O ministro dos eslrangeiros /.abala, que constan-
temente lem estado Junto da soberana,, lora al Bi-
arrilt para ahi se encontrar com n imperante da
Franca, com una mtaeao especial. Por esla occasian
aisoalbaram-se doas hlelas, una cerlifldivam, que o
mencionado encentro Uvera lugar, outn la llmilavam-
se a referir com desdem que o monarcl la fmncez e-
vitara tal entrevista Cotn Inlcne.lo de > er se conse-
gua qoe a Hespanha adherisse pronn Heladamente
na deman da em que elle est compron letldo. Nao
nos faremoi cargo de verificar nenhuma d.11 varan
i, ieajjof estes projeclos.
, A ir
PARTS.
6 de agosto.
A* .noticias da guerra nenhuma importancia tem
ueatft quinzena ; alguns enronlrosem torno das for-
tilicac&esde Sebastopol, nlguus Uros de peca contra
as prais ruisas do Bltico, cis quanlo nos dizer,) os
despachos e as correspondencias dos doas (heatros
da gaerta. Deve-se esperar e geralmenle todos con-
fiam na coatinuac^lo do assedio de Sebastopol, aja
os doas goveroos fazem preparativos para que seus
eiercitaa n abasieeidos de ludo, e nlo possam
soflre A os r;gores do invern.
I perspectiva para nossos pobres sol-
dados terem de passar anda em suaa barracas urna
eslaclo chavosa egelada, e he mister que lenha
muilo herosmo e todo enthusiasmo de ora patrio-
tismo rdanle para resistir a desmoralliac,ao. Elles
sabem perfeitamenle que nao estar lado acabado,
anda quando tiverem conseguido lomar o (orre de
Malakon, porque neste momento os Rutsos ja lem
levantado urna aegunda linha de defeza, e tero
conseguntemenie de comer;ar ainiU oulra vez a Id-
Entretanto sea valor nao enrraquece, e posto
que deil.i vez o attaque soja seguido de aucceisos,
pode-se ler a certeza de que a obstioacao dos allia-
dos ser igoal dos Russos. Alm disto melhor
prasaoC/o se lem desprezndo por se estar prompto
tas os acontecimenlos, e o povo de Kamiesch
onda saham nossa esqoatra o todos os abasteci-
mentos do ejercito francez, acaba de ser cercado
de ama buha formidavel de forlilicncoes. A guer-
ra qoe se faz na Crimea he urna guerra estraoba,
qoe nSo se parece com neolauma ootra. A engenha-
rWj militar representa ahi o primeiro papel ; por
toda prle s ha fonos, entriocheiramenlos e bas-
tioes ; a cidade se defende coa obras fortificadas,
e oa sitiantes adoptara o mesmo ystema, i os don
ejrcitos se observacao enllocados a muitas leguas
da cidade, se eslabelecetn em verdadeiros campos
eatrBCheirados.
Pooco (enho fallado a Vmc. do eiercito tarco
que, ao lado dos exercitos de Franja e de Inglater-
ra, representa um papel secondario. Debaijo do
commando de Omer-Pach elle est acampado na
planicie com o contiiigeuli sardo que se elev# a
15,000 h'jmeni. Nao sei se Omer-Pachi esla' aBoV-
recido de aua ioejacjto, e doixoo repentinamente o
oo acampamento 'para dirigir-se a' Coustanlinopla.
Tnha-se espajpb o boalo de que ia levar sua
demiisao ao sulfK mas este boato nao tem funda-
menta e nada tratspira a respeito do verdadeiro
fim de sua viagem. Sabe-se apenas que foi recebi-
do' com inuito favor pelo sultao, que assistio a di-
versos conselhoi de ministros, e que neste momen-
to deve estar de volla para a Crimea. Supnde-se
que elle quiz levar ao sea governo os eonselnos de
saos ejperiencias a respeito dos negocios militares da
As, que nao esUo em bom estado.
Na minha ultima carta Ihe disse que o general
roaso MouraviefT linha passado a fronleira e amea-
Cava a cidade de Kars ; o eiercito turco da Alia,
n3o organisado e poaeo numeroso, no pode lutar
contra os 30,000 liomeui bem disciplinados e aguer-
ridos que Mouravien* tem, debaixo de suas ordens,
e lado quanto podera' fazer, be defender as posi-
c*es de kars e de Erserum, esperando qoe lhe che-
goem reorcos ou que o chefe dos Clrcassiano,
Chamyl, faca ama diveru at aqoi esperada in-
ulilmente, dirigindo-se sobre Tilff,jige obrigana
MouravieO a conlramarchar parajBojkder a Geor-
gia, -wm-
O eiercito turco na Crimea esta' bom, as diviioes
que ricar.na uo Danubio j ordens de Ismail-Pa-
ch, sao igualmente valeutes e bem disciplinadas,
masas outras tropas sao em eral malorganisadas
e ineapazes de sustentar o choque de um ejercito
regular. He sobre lodo um corpo muilo numeroso
de cavallarra irregular, chamado do Baclii-Bou-
zavekz, que he o verdadeiro flagello para a propria
Turqua. He orna reuniao de bandidos, Iadr6es,
aaaassioos, qoe nao podera sujeilar-se a nenhuma
lei, e que por toda parte, onde sao numerosos, tra-
tara seus proprioi compatriotas como povo conquis-
tado.
a general ftancez algerino, qoe por sua inlrepi-
alligeocia tem Conquistado esta alta poai-
taso eiercito, foi o primeiro, qoe teoleu
ubaaetUr eate. bandidos anjugo da disciplina, e
leve de reounciar a este projocto. L>i ofBcial in-
eneral Bealson, leve maii^erseveranca;
linha reunido s suas ordens uos Dardanellos um
corpeeoaideravel deBachi-Bonzoaeks, que espera-
va sobmetler forja de cuidado, s regrai da obe-
diencia, mas um acoulecmento deploravel acaba de
provar quio pouco succeiio linha lidn elle. Em
coBsequencia do casligo inflingido a alguna destes
bandidos, que tinham violado algumas mulheres e
assaseinadoos habitadles pacficos, leve lugar urna
ravolla geral: quasi todos os Bachi-Beuoueks deser-
taran e derramaram-se pelo campo, entregndo-
le a toda especie de horrores, e hoje he tido quasi
como certo, que o general Bealson foi assassiuado
por estes miseravea. O governo do sultao lera mui-
lo qoe fazer para acabar com estes bandidos, mais
perigoso mil vezes para elle do que os Russoa.
J disse a Vmc. qoe se linha aberlo em Franca
orna subacrpcao publica para om empreslimo de
730 milhes de francos, pedido pelo nosso governo.
As lisias fecharam-se a 19 desle mez, e os resulla-
daa foram verdadeirainente maaajtilhosos; era lu-
gar de 750 milhes, o paiz oflereeiju ao goveruo tres
milliares e seisceutotnilhoes.
Um relatorio poftado pelo ministro da hienda
faz conhecer eila primeira somraa das aabscripce,
que dever anda crescer, qnando rorero conbecidas
lodas as hitas. Neita somma enorme os departamen-
tos flguram com urna somma de dous milhare o o
eatrangeiro com leisceotos milhes. Este aucceaso
do nosso empreslimo taz ver ao meimo lempo a a-
buudancia de dinheiro e a conDipca. que inspia
o governo Trancez. As subscripcu erao redundas
proporcionalioente, do modo q nao se lomara
parte no empreslimo, senao em a sexta parle da
somma, que se liver assignado. S ha deceprgo pa-
ra aquelles qoe apenas assignaram cincoenta Tran-
cos de rendas, oa quats ter\o direito lotalidade de
aua subacripc.ao.
A guerra cuita caro, o a Inglaterra como a Fran-
ca he obligada a recorrer ao crdito para supprir a
ena^atamara dos rommum acaba de autoriiar o
cliauj*ler do tbesouro .1 emiltir 175 milhes de a-
potreS do Ihesonro. He cousa bem fcil aos gran-
des governoa do Occidente procurar dinheiro; mas
a Tarqun, empenhada como ni na guerra, fica
bem embaracada, quando lem de satisfacer suas
despezas. ror poucu que coma o soldado torco, elle
deve comer, eo mesmo acontece com o sold e ves-
timenta ; portanto a Turqua tem ueceiiidade de
dinheiro, mas sen lo infelizmente mal administra-
da, rica como he de lodos os productos de sen solo,
nao tem crdito. Pa achar quem lhe empreste,
precisado apoio dajjnBjaUysulus, j,i disse a Vmc.
que a Franja nao llnbjMrWado em lhe conceder
sua garanta para uflBBfcpreslimo de 125 inillies.
A questo nflo encontrn a menor duvida em nosso
corpo legislativo, po.-m o mesmo nao aconleceu na
Inglaterra. Lord Palinerslon pedio cmara dos
communia raclilicajaode nm contrato, qoe linha
feilo conj-roelaraenle coinnoico, para garantir o em-
preilimo turco, e tres voloi lmenle flzeram que
esta ractiBcajao nao roste negada. Era ua verdade
uma lorpreza, a cama era pouco numerosa, mas
imperatriz, coja laude heaempre mnilo delica-*
da, foi passar om mez as agoas dos Pyreneos ; o
imperador foi encontra-la nos ltimos das do mez
de jullio. e SS. MM. estao neste momento uo cas-
tello de San Cloud.
Desde o cornejo da guerra, acaba de ler lugar pa-
la primeira vez enlre as parles beilligerantes a (roca
dos prisioneros. Vapore ingleies e francezas di-
rlgirain-se a' Odesaa. em execujlodesle tratado e en-
tregaran! a's autoridades rustas 01 prisioneros, que
se tinham levado para Constantinopla ; nossos olli-
ciaes asoldados, que tinham cabido uas maoi do ini-
raigo, nos foram tambera restituidos. De ambos 01
lados se louva a dojura da prisao. Tinhamos em
Franca, ha mais de um asno, umitas centenas de
Russos. que foram presas em Bomarsund ; tambera
esle foram trocados. O offlciaes inferiores e sol-
dado!, encanloados no Havre, mostraram do modo o
mais tocante, antes de embarcireui sua gralidan pe-
las boas maneirai, que tinhamos (ido para como el-
les. Seu chefe, o general Bodisco, ao qual se linha
dado para residencia a cidade de Evreux, quiz dei-
lar u.n lesleinuulio publico de leui aeolimentos e
publicou as gazetai uma carta, na qual agradece aos
habitantes de Evreax o bom acolhmenlo, que lhe
deram, e a delicndeza com que o Irataram. He sem-
pre uma consolaran para a humanidade, no meio dos
horrores dcsla sangiiiinlcul guerra, ver este pro-
gres-o decivilisajao, que le manifesta pelos cuidados
e atlenjes, que se tem cornos priiioneiros.
Uepois que a Austria se recutou seguir ai poten-
cias continenlaes as sidujes, que ellas indicavam
como os nicas capazas-lie restabelecer o conservar
a paz, sua posijao se lem tornado diflicilima. Nao
quiz alliar-se com a Rosoli, nem o poderla, anda
quando o quizeise, porqae flearia deshonrada. De
outru lado nao pode detiar-se absorver pela Prussia
e co.ivin-llie manler sua iiftueucia na Dieta de
Francfort. Llalli resultara essas indecisei enlre os
doui gabinete* allemaes. A Prussia conseguio evi-
tar que a Austria aceitasse as qualro garantas, mas
a Austria do seu lado fez adoptar pela Dieta uma
declarajlo, que agradece no governo de Venna 01
estorjos que tem feilo no inleresse do eslabelec-
mento da paz, e decide que devera 1er comervados
oscoiilingeutes federaes postos em estado da guerra.
Mbliaetta' por momentos ameajada pela pro-
paganda tnaiznieme, e o re de aples redobra de
severidade contra os que lhe parecen) suspeilos.
Em ronsrquencia das reducroes felas nos ejrcitos
di tialbria e Traiisvlrania, o governo de Vieana
reforjou os quadros do seu ejercito da Lumbardia.
O Piemoute senlio algum receos deltas medidas
militares, as quaes nao parecer todvia dirigidas
contra elle.
Na Hespanha a agitaran da Barcellona foi apas-
guada, como eu previa, e este pobre paiz deve re-
r agora este novo prejuizo, que lhe caasaram 01
idores polticos. O theaoaro de Madrid esta'
pre em busca de dinheiro; as corles volaram
um einprc-timo voluntario, mas parece-que a popa-
lacio n3o se apraisara' em realisa-lo.
Nossa eiposijo umverul eila' hoje complela-
menle inslallada, eatlraheuma influencia enorme
de eatrangeiros. A commissao imperial, presidida
pelo principe Napolaao ja' comejou aeui Irabalhos
da dislribinrao das recompensas. Aflirma-se que o
syslema de imparcialidade o mais escrupoloio pre-
sidir' a esta distribuirao, e que os expositores es-
lrangeiros lerao uma grande parle as medalhas.
LISBOA.
13 de agosto.
Pelo vapor 'Cay, que entrou esla manhaa, e sabe
mais cedo do que he cosame, soubemoi que o nos-
so re embarcara r.o dia 9 seis horas depois da par-
tida deste paquete, portanto deve chegar aqui
esta tarde, para o que j 1 so estao fazendo lodos
os preparativos ; as tropas j audam em raovi-
menlo e os tribunaei vo-se fechar, porque es-
la decretado qoe este da do desembarque e o de
amanhaa do beija mao sejam feriados, isto he. de
grande galla. A recepjo desla vez nao he to brj-
Ihanle, porque se reservan) os maiores festejos para
os tres das da acclamajao. O que ha de mais no-
lavel, he o pavilhao que se armou no terreiro do
Pajo, mandado fazer pela cmara municipal, onde
el-rei costnma receber as chaves da cidade, eouvir
o discurso felicitslorio da monieipaldade, antea de
entrar na carruajera pBra ir a S. Este pavilhao he
realmente de boa archilecturj e est ricamente or-
nado. He neste mesmo que toda a familia real ha
de ver o grande fogo de viata que a camarn munici-
pal dar no dia da acclamajao. Foi ajustado por
8 conloa de res, dando o estado a polvoraw Cons-
tara de um combate naval no Tejo, dcfroflflko ter-
reiro do Paro, tomando parle nelU otjKvios de
guerra e os mercantes que quizeroaaVBtrar na
fesla.
Os navios eilarao todoi Iluminados, para o que os
fiinileiroa nao tam raaos a medir. S a cmara mu-
nicipal encummendou.vinte mil Imilernas.
O corpo romraercial teem-se quotisado enlre si pa-
ra dar um grande baile em algum doa tres das fes-
tivos, roas como nao lemos sabio para bailes desla
grandeza, ha volos para qoe com o producto da subs-
cripjao se Tunde um eslabelecmento de beneficen- ie%r'
ca ou e raja uro monumento que marque esla no*J^
va era. Por em quanlo nada se tem reolvido. Ta- "1
la-se agora de abrir lambem um subscripjao entre
01 mpregadoa pblicos para tazerem elles ama ma-
ntfestajo de regosijo privativamente sua.
Dii-se que el-re no dia da acclamajao d.i beja-
mao a corte e mais pessoas que aao por estvlo ad-
millidas a esia honra, no segundo dia a todot os tri-
bunaes e repartijes publicas em geral; e no tercei-
ro a todas as pessoas do povo que forem ao pajo.
Ha quem opiue que el-rei deve pela inauguraran do
seu reinado abolir o uso do beija mi, qoe lie obso-
leto limiando-se ao cortejo como em Franja. O
Progreuo fez j a este respeito um artigo mu sensa-
to. Realmente a uma sen hora acho que he primo-
roso e aprasivel beijar-lhe a mao, mas a um ho-
rnero parece superstijao.
A publica parece reenUr-se doi grandes calores
quelemoi padecido ; est dormindo uma grande
testa de que lalvez nem para a acclamajao acorde !
Nao ha meio de saber que aspecto lomaran as cou-
sas era miembro. Todas as profecas que se fuerera
serao aereas ; 01 ministros que alguns lem indigila-
do clumercos, impossiveis al, porque o novo re
nao lem nada de cabralista como alguns lemem. O
que elle he, mas de um modo incrivel para uto ver-
de! anuos, he mu reservado e prudente que nem
Bonaparle em campanil. Puuco vivir quero nao
virp.ua que lado pende a balanja.
Os'lrabalhos do caminho do ferro de Sanlarem
conlnuam com aclividnde. El-rei regente com
om grande numero de pessoas para isso convidadas,
foi Tazer uma viagem de experiencia no dia 25 do
passado na carruagens que vierain da Blgica, cor-
rendo nao com loda a forja, oilo leguaa em 6i mi-
nutos. Todava ha de cuslar a lelo prompto para
oolubro como se continua a dizer.
No dia 15, em que ha uma grande romana no
Barrorro, Inaugurain-se os Irabalhos do novo cami-
nho de trro do Alcmlejo, da empreza representada
por Tliomaz da Costa Ramos, o qual esta ja resta-
belecidu do ataque ou lesao quu padecen em Lon-
dres. Nesla empreza todos tem coulanja, nao as-
sim na do caminho de Ierro para Cintra, que segun-
do ouvmoi o coucessiutiario l.ucotle.fo> oflerecer
a Londres e ninguem a quiz.
lima companhia po-'eraj^e que vai fazer bom ne-
gocio, he que tomou ao ^rerno o abaitecimenlo
das aguas desla capital. Ja se celebrou o contrato
provisorio c s falla decidir pequeas questet de
dominio a que a cmara municipal julga ler direilo.
Conlnuam os receiosde que o cholera morbus nos
assalle. Dizem que no Porto lem liavidn ajguns ca-
sos, mas nem sao positivos de cholera nem felaes.
Tambera etto auno Dos an ha de preservar como o
passado.
LISBOA.
i 13 de agosto.
Barcellona est tranquilla,penamenos em apparen-
cia, e Dos a conserve ; os operarios voltaram aos
seus mlstere mediante a atltude firme que lomou
o governo sem se recorrer a medidas de alrncdade
inherentes ao carcter hetpanhl, e ja afleito ai
mesous por lougooH
lestinas.
O duqae de Victoria declarara formalmente, que
nao nttendia a comini-ao dos revollnsui sem que es-
tes primeiro largaiiem as suas preleujes hoslis, e
loda e qualquer maufrslajau que abalalle o sore-
Eo. A commisiAo tralou em parliculnr com o Sr.
nenies Andrs, ministro de fomento, mas como ci-
dadaoi silnpleimeole, e de nenhuma matielra oflicial
de parle a parle.
O general Sataiba enviado do ministerio ao cen-
tro da res olla fcz-lhe a mesma intima jao, ajunlan-
do, que se taes disturbios 11*0 acabassem, e os im-
plicados nos actos crimiposo que liverara lugar
naquelles desaguisados, dio foisem entregues au-
Inridade compleme, o l>oder recorrerla a forja.
Eite proceder chelo de sobriedad, e temperan ja
as admoestares benvolas, reilabcleceram a placi-
dez, e acalmnram a tormenta qoe outrn deslecnn uno
loria, senln fazer man desgranados e correr de no-
vo mangue da briosa familia caslelhana, sempre
grande mesmo as suas faltas ; todava niio aneg-
ramos algum retorno de sinistroi auspicios. O tris-
te resultado daquellas soggcsloes imtempestWas j
val appareceudo. Mullos proprelarios das ofllci-
nai mudara-se para as ilhai Baleares e ahi tra||m de
eitabelecer ai suai industrias, estomagados pelos
malaventurados eventos de Barcellona e recelando
novos desgosloi e prejoizbs a que dea lugar o desac-
cordo enlre o capital e olrabalho provavel soguea-
do pelo conluio das associajea serretas organisado
all em vasla escala, por deigraja da najao heipa-
nhola ; o proprio duque presidente do conselho nao
se livra da fama de Ibes ser addicto, pois ntreos
tumultos vogava a hlela da reconstrncjflo do anligo
reino do Aragao, reunindo-s* mais o principado da
Catalunha e a Valen jia 10b a supremaca delle, aflm
de se consolidar a liberdade ameajada 110 reato do
paiz e lomar uma iniciativa mais vigorosa na geren-
cia dos negocios pblicos. lito em lempo que se
sonha com a unan Ibrica Indubtavelmenle a
Hespanha nao alinun sindn com a estrada qoe a ha
de levar a urna paz fecunda e duradoora ; esleio
nico que a pode salvar, e dar-lhe a pro de que lano neeessila, e de que he 13o digna pela
ndole ponderosa dos seus filhos, e os sacrificios que
lem feitu para alcanjar.
Arrazoemos ni agora o nono bocado sobre 134;
miseraveis evenlnolidadea, em que n,1n se descobre,'
nem a finura de aval partido bem organisado, nem o
fulgor da dedicafBT eapens interesses meiqainhos,
e paixoes ruins que nao fazem senao alrazar om po-
vo nobre, rico de recordajes, e gastar de mail a
mais o brilho das suas propenjes grandiosas em
lulas ephemeras, eem alvo de longamira/Em bre-
ves termos; se a cabeja he oca, o corajao nao esl
menos vazio da seiva que d vigor e pujanja para
empreliender ai fortes cousas da vida Nao pre-
viam aquelles homena que suicilar a deiinlellig%o-
ela enlre os operarios e os proprietarios acan-eiarla
novos embara jos a marcha do governo ja por si len-
ta e ineficaz, que qualquer risln nesla ronjonclora
era ominosa e prejudicial ? que o meio nico da
salvajao era reunir a familia hespanhola, razando
o sacrificio doi seus resenlimentos, das mas .espe-
rances aguardando lempo mais favoravel 1 Os re-
sultados dessa malfica inspiraran hao de ir appare-
ceudo. Nem te leinnr.iram d'o que aconleceu em
Franja quaudo se aventaram ai meimas qoesles.
O que temos dito acerca dai parcialidades do par-
tido constitucional lem toda a applicajto ao Carlis-
ta. De que lem servido essas partidas facciosas
espalhadas em diversos pontos sem um centro, sem
um plano combinado tendente ao lim preso posto V
de nada maii do que se desmoraliiarem e perderem-
se a si e ao paiz em combates ingloros, e por fim
seren fuzlados. NSo veein que o actual governo
fraocez Ihes he completamente adverso '.' e que to-
das essas tentativas Infrucllferas qnebrantam-a ener-
ga, afrooxam o alelo ; sSo rorjas perdidas pela
Talla de ura ponto aondeiconvirjam^por direcjoes ja
previstas, .di se tresmalhem em sentido determinado
com antecipajflo ; e em fim lodas as avolujes qne
as rircum.taneiei estao eiigindo.
Nao lem.havido senao esforjo sem prudencia,
muitacoragern e nenhuma cordura, rroj* e bra-
vura,' e carencia sem igual de sabedoria as ma-
nobras.
A lerabranjade tazer a guerra por guerrilbas, qoe
tambem se d com o genio hespnnhol, e que mais de
ama-pagina tem dado a son brilbanle hislorin nao
tem nesl roujonjao lortido effelo ; nBo indicare-
mos as camas, sao varias e mnilo complicadas, dei-
xando ver bem desassombradamente a deficiencia
do complexo das operacoes. Terminamos esta noli-
cla dizendo qne os bandos Carlistas apparecem e des-
apparecem perseguidos semprepelamilicia, qne no
receiros repelidos nao empregam em v3o 01 seus
cartujos, trazendo em companhia os desgarrados.
As.auloridades franeezai da fronleira velam de con-
tinoo, lirando-lhe lodos os ineios e al vontade de
voltarem as correras. Entretanto o cholera vai de-
vastando a popularlo apresentando, porem, em Ma-
drid aspecto benigno. A soberana continua na so
residencia do Escorial, e segando consta nao sem
tribuajes. Reliraram-lhe otea director espiri-
tual, o diocesaoo de Toledo, o qoe muilo Hie
eusto u.
Dium qoe ouvindo mlisa ha das na capella mor-
tuaria onde se acham os sarcophagos dos seas ante-
panados, a joven rainha o I liara rom angustia para
a urna que lhe eila destinada, commorendo todos os
ci minutantes.
Teve lugar um faci na marcha dos negocios
qoe muilo preuceuppa a imprensa pela suas con-
seqnencias. Gomquaulo nao seja estranhavel ios
que observ.im com inleresse M succcsso pblicos do
reino vizinho, com ludo vellicoa a altivez casle-
lhana, pela gravidade e projcxrjo que vai dar a Hes-
panha no exterior. He ocaso, que fui definitiva-
mente deliberado em eomelho de ministros o eqol-
pamenlo de 25 mil homens para o acampamento
da Crimea, tomando por conseguinte a Hespanha
parte pronunciada na queslAo europea ; apenas foi
decidido 01 respectivos embaixadores das dnas bel-
ligerantei do occidente mandaran) em continente
participar aos seus governoi por correios extraordi-
narios; os jornaes bramaran) e bramara anda com
indignaran contra semelhaule accordu. pois que de
ha muito linham ausentado em que .1 narao hespa-
nhola nao inlerviria em pendencia qoe a seu ver
conviria guardar a mais ilricta neulralidade. Os
fados resolveram de ontro anudo, o convenio esl
feilo, falla s a sanejao da cmara, a qual, aprovei-
lando agora a occaiiao, diremoi que se encerrou na
estajao calmosa ; bem como alguns jornaes da si-
tuaeo suspeuderam as suas entregas e foram vera-
como se diz em Castella.
para ni nao he nenhuma novidade que lera acontecido em Hespanha, e l*o pouco a
parle que vai lomar na decantada lula da Europa,
se liver'a benevolencia de reler ai nosins anteri-
ores. Ai cousas citavam disposlas, c os succeisos
levaram om corte fatal.
Na exposrjao de mal algumas noticias que vamos
fazer, ver qoe nao he senao uma seqnencia da lofa-
lufa dos partidos, daquellas loocas discordiai que
com magoa temos lastimado.
Pelo mei.do da mez de julbo prximo pasMtV o
Nuncio Franchi pedio os seus patsaportet,
das deposjn era cm caminho de Roma ; aot
partir quaudo foi cumprimenlar S. M.. ,1 soberana
raostrou dezejo de ouvir mssa celebrada por
a qne accedeu respeitoso. O expediente da n
tura foi commellido a legar jo de Franja. O
sentante de Hespanha junto a Santa Se, o Sr.1
checo logo em seguida tuve ordem do seu goveruo
para se retirar, deixando um memorndum peanle
a mesma, que para esse fim lhe foi enviado ; o qual
tambem lem de ser apreaentado aos gabinetes que
raanteem retajes amigaveis.
Gimo se v, o Sr. /.abala nao consegno remover
as deniulelligencias euure a curia e o goveruo de S.
M. ('.., para as quaes 1180 concorrur.ini aa leis de
amortisaro de que lhe temos fallado com pezar. E
vem apello parlcipar-lhe que as autoridades bes-
pauhutas em ciimprimenlo das raesraaa procedemno
inventaro dos bem ecclesiaslicos, e bastantes dissa-
bores tem havido enlre ellas e algum) prelados qae
se moslr.1111 remissos em entregar os documento, e
dados concernentei ; nao obstante os empregados
rompen) por lado, recorrendo ao poder, quando obs-
tculos desla nalu0/..1 se apresentam.
I'm raso destes deu-se com o hispo d'Avila, que
mandara publicar uma pastoral bem pouco favoravel
ai medidas governamenlaes; o impresor para cuin-
prir as leis dea eonla a autoridade respectiva do im-
presso, reuiettendo-lbe um excmplar ; foi saltada
immedialamente a publicajAo, e depois de Iroca-
rem-se explicacei enlre o prelado e o funcclonario,
procedente as invcitigajes precisas. Oulros Tactoi
desles lem sido repelidos, no enlanlo vo por dianle
com o seu empenho os delegados d admtnilrajao.
Toquemos agora as finaitjas, a queslio melindro-
sa que Irazbarbada a Hespanha; e provavelinen-
le a que a ha de por as maos da Franja ; falla-se
em enormes empreslimos como o de 250 mllhei de
realca, em recorrer mesmo ao empreslimo forjado,
se tanto for preciso. Tem-so realisado J alguns com
os banquciros franeczes e caixas da deirontos. O po-
vo hespanhol he um doi que paga mais tributos, t
se a governaro \ingente nao gerir a fazeuda com a,
devida intelligeiicia e tacto que reqoer o aparo em
qae se actin, mal irflo os negocios do reino vlzloho.
es na barafulida em que flucluam as no licias que de
l correm, mas -un eipor-lhe mu siinpl'israeole que
todas as cartas particalare concordan 111 afllrmar
o queja diemos acerca de tal expedij; eos pro-
prios jornalUlat, que se empenham em negar, aca-
bara por dizer que, aptzar de nao ser ve rdadeira es-
ta novidade, todava he possivel que lal cousa acn-
teja por gralidan aos serviros felos pe 3 actual go-
verno da Franja, not movibientoi carlitt os. Contra-
dizem, mas vo dispondo os animoa por ( tela pa-
ra o que der e vier, veudo estao a na vontade, a
pnuca disposijao do espirito peninsular em tomar
parto na lata tom a Rutaia. ntm com ninguem.
conservando redonda neulralidade. Outi o tanto a-
cootece em Portugal, apreisamo-nos etn diz-lo.
Oa que aflirraam qae Uvera lugar en Irev isla em
Biarritz sao do parecer que por es*a creas o se lau-
cara ai disposijet do convenio. Os que a negara a-
vanjam que (ora pelo contrario a esq-aivalija de Na-
poleao o que levara o gabinete a convir na reeolu-
Co tao mal recebida do publico das duat najoei da
Penimula.
Os partidista! do governo bradam alto e bom toen,
que nada se dicidi-.i a lal respeito. Saja a quo tlir,
nolicamus-lhe o que se pana com loda a. lizura, e
juntamente com toda a reserva.
As prfidas intrigas, as tramoias indecentes que
dilacerara a lietpauha nao a hao, da certa, a susten-
tar essn aobraaceira isenco que ella quetT ostentar
no estranflelro. O que ha de tazer uma najflo po-
bre, iudividada, arcando com a anarchia, sem nu-
merario para costear as seas despezas, ea risco de
contralor uma divida enorme com essas noques, Do-
rante as quaes quer se respeitar como independen--
l ''. O imperador dos Francezes he provnvel nao>
lhe ha de prestar obsequios gratuitamente. Nao he
hornera para isso.
O gabinete actual lavo a ma forluiui, j nflo direi
imprudencia, de se indispor com a curia; quem
hs de servir de medianeiro nesla conjunctura para
se eutabolarem as negocia jes? Nao vemoi ootra so-
ngo a franja pela pessoa de seu monareha. Aicrea-
ce manque a Hespanha nao pode estar assim alheia-
da do chele espiritual da greja catholica, e isto por
uma nica contrariedad!-, a mui grave, a de lar um
clero numeroso, instruido e de ascendente no povo;
nao adduzmos oulros motivos que petara gravemen-
te ueste poolo. As dissenjes internas rebenlam a
cada instante ; e detcootentameoto he geral; lem
por dura nectsiidade o ministerio de se apoar em
alguem. Inimigos tmplacaveis de rra ; 01 de den-
tro nao tio mellos. Quem lhe ka de valer? Napo-
leao j se desengaen cora a Austria, a ja descorti-
nou o ramo que vai lomando a Allemanlia. O etn-
baixador inglez nunca foi lio amavel, Uo Iratavel,
benigno e clemente ; nao ha fineza que 0*0 Taja.
Elle pede pelos qne vio mor-er; desculpa seusa-
beriae: abre 11 sua bolsa aos necesaitados; manda
mHhaos de reala aos hoipicies dos cholercos. Elle
|4p. "lie aquillo. Tudo isto ofliciosamente. Sim,
ssahor. Lord Howden he muito boa alma.
Com citas cousideraji.es nae declinamos a obriga-
iao de louvar o proredimenli cavalleiro e digno do
ministro inglez junio a corte da Madrid ; tendo 10
em villa dirimir os resultados polticos das acjoet
meritorias do hornera privado. Aquellos qae sao
versados nos manejos diplomticos, comprehendero
fcilmente onde queramos tocar. Por ultimo aguar-
daremos os aucceisns parn raciocinar sobre o que
acontecer.
Dru-se um caso em Barcellona durante os lu-
raulios ja sabidos, que ai) poreino* em olvido pela
orgioalidade da tragedia e partfcularidade de abrir
o carcter hespiohol. Eis o acontecido : O coronel
D. Blaz Durana assiasara com um piiuhal a baro-
ueza de Seoelles ; a joveu seuhora e-lava vestida
com toda a elegancia e graja caslelhana, e em mo-
mento de ir para o Ihealro, quando o coronel apre-
sentou-se no seu aposento,cravandu-lhe unas poucas
de punhaladai.
Foi preso ; c sentenciado a pena ultima, de gar-
rotean esta rirrumstancia de garrote vil, determina
que o padecenle ir para o patbulo em um borro,
animal desprezivej na opiniao doi Hespanhoes,
montado coro as costas polladas para a dianlera da
azemolaeaalvaserapiulada de amarello. O con lem-
nado para sublrahir-te a este transe degradante sui-
cidou-se no oratorio com veneno. Quando no dia fi-
zado para a execujae o foram buscar, deram com o
cadver. A autoridade immedialamente mando*
conduzir o corpo para o cadalalio, e aU o algoz fez
a scena ao vivo. Slo muito rales estes Hespa-
nhoes.
O coronel Durana fazia parte da divisao Concita
qae veio a Porlagal era 1817. Era conhecido no
Porto, onde esteve abolelado em casa de varios ea-
valleiros reipeitaveis daquella cidade, e apreciado
cora estima. A cauta de lo desastroso acontecimen-
to he um my-lerio qoe j, agora flear debaiio da
ierra. Cousas desle mundo O assassinato foi das
Cea dos alVorotos de Barcelona e o quodro repug-
ilequa ihe demos a saber poneos dial depois ;
roaitcedoseriaseno fosie alterado o socego publico.
Hm HesDlsiba os processos se fazem com immeasu
rapidez,nem o inverso se d com a ndole nacional.
He dito e feilo. A boroneza de Seoelles era joven e
nleressaole. O coronel em todo o vigor da virl-
dade.
Sao as novidades de Portugal tantas e tao passa-
geras ueste momento, que nao ha conta-las to-
das, mas como convergem para um ponto, e nao
sSo senao ramos despegados de um mesmo tronco,
em poucas palavrts exporemoi, Aqu nSo se traa
senao de testas para atecepjao du joven rei qae es-
l a chegar a todo o oslante ; os espirito! eslao
preoccapados com o novo reinado, os preparativo-
para as testas da acclamajao nao param, diz-se tan-
ta cousa qoe nao Impa paciencia qae onviise
quanlo se diz ueste lenlFIo. A siluajao dos partidos
he a mesma qae lhe expozeraoi na nossa ultims.
Apenas se divulgou qae o nobre raarechal Saldan ;
manda emisstrios angariar asignaturas com o fim
de apreseular-ie ao novo monareha corajes sympa-
this do publico, e continuar na governajaodo paiz.
Demitlio o brigadeiro Horta do commando do 1. de
caradores, resentido por este militar nao aunuir
aos sem tramas de permanencia governimental;
preleitando oa demiisao o castigo qae o dito ofli-
cial infringi a om saldado ; castigo violento he ver-
dade mas que tem deeculpado a oulros em cir-
cuuistancias idnticas.
Levanloa-se um pavilhao ao terreiro do _Pajo,
para receber os augustos parsonageos com mais ele-
gancia que o do anuo passado.
O portan do arsenal de marinha esta armado qua-
si do mesmo modo como se fez na primeira viagem
do rei, sao as mesraat desgracilas columnas e as
mesroai lonas de oca o vermelhao,
Na nossa seguinle analyiaremos maii de. esparo ;
depois de observar o elleilo da iiluminajao.
A mala do paquete fecha agora <, hora da larde
de 13 de agosto, por iso nao podemos eipor coma
ha, mas relevo tudas as lerabianjai exticas enlre
as eicellentes, que se tem aventado pira os feste-
jos. O D. Pedro 11 talvez queja leve todas essas
novidades. Al a primeira..lili Bach.
astucar, aguarden! e milho, ja ftida, que era se-
gundo disse o socio do Sr. Oliveira, o cordial com
que temperar* suas bebidas. Todos ot qae presen-
ciaran) a visita ouviram este asterto do Sr. Oliveira
Irmao.
A vista do i|oc acabamos de expdrcom loda a sin-
reridade de que sumos capazas, dasejlmoi saber se,
no eiercicio de nossa incumbencia, poderiamoi to-
lerar que lemelhantet genero! evidentemente cor-
rompidos, e falsificados pelo curdeal da dorna cnn-
tinuassetn a ser eipolto a venda, com prejuizo evi-
dente da taude publica I Creanoi que nao ha pessoa
de coiiiceucia que responda ,-ifiirmativamenle.
As bebidas corrompidas, mnenle ai bebidas cor-
rtmpidat, foram inulilisidas ; as irapleimenle al-
teradas, as fraeal, aioda eslaro i Venda no arma-
zem do Sr. Oliveira.
Releva lamem nolif que a* bebidas ligeramente
eiifraqiiecldas, que encnnlramol not trmazem. fo-
ram toleradas como bebidas ordinarias. A palavra
pretexto dt que i servio o correspondente do Diarlo
nos he injuriosa ; adinltindo-a, parece que elle pro-
cura insinuar no nnimu dus letores, scri-imo* d'um pretexto para oceullar um detejo an-
terior de fazer mal.
Somos bstanle condecidos ; nosso carcter publico
pode ser discutido : sujeitar-oos-hemos ao resultado
da discusso.
Nao duvidamoi que elle fado causaste grande sen-
tarlo no comraercio ; mas em sentido bem contra-
rio ao que suppe o Sr. correspondente. Depois des-
le eiame duas cousas se tem verificado ; vendem-se
actualmente gneros alimenticios e bebidas de mui
boa qualdade ; ha muilo cuidado em couservar-se
os armzeus livres desse mo cheiro, deise pouco
aceu anterior.
Somos, senhore redactores, vossos veneradores a
servo,Dr. Jote S\ A. Pinito,Manuel Laurneo
da Sil reir,Francisco de Paulo Mesquita Ctr-
queira.Manoet londaSilcu Seiva.
PFMMBICO.
afim de serem espedidos para a Crimea. Uma gran-
de quantdade de bailas, de me.ri.lha e dt bombas
embarcou ja com deslino para Conslanlinopla, para
o servijo da arlilharia do contincente turco, a
Por parte dos Russos, alem du oulros reforjes, ti-
nham chegado a Crimea .las divisoes de infamara
p'ocadenle da Bender e Odoosa a outras mais ao
eiperava da Polonia,
O correspondente da lndtptn>Unet tlgc, escre-
vr ndn-lhe do Vliniia, ejprime-t nos Wguinles ter-
m is acerca das tropas que daquella provincia rusta
pi lera ser dirigidas para n Crimea 1
" As tropas da l'obmia, que podem eet dirigidas
pira a Crimea, oouelstcni em 2i:000 railadeirot, o
quaes com a guarda silo as tropas d'rlle da Hastia,
e cuja presenru teria de certo uma grande influencia
mural tobre os eomBteute em Sebaslopol. Aletn coministto dai tanatei (besloiiadi
dos gfanadeiros detlairam-ie do eiercilo d< Polo- a respeito dos vtgabuild, dos suotM
na oilo regimenlos de infanlaria rompletos, coiTJ 1 trarlm oaeedia, ou reunir
lllm. e Exm, Sr. Cutnpre-me passar as mios
de V. Eir. o presente relatorio, contendo a teria do
servijo da limpesa dat ras desla eidade, effecluada
sob minha direcjSo, a contar do dia 11 a 17 de cor-
rele mez.
Foram limpas as eegaintes ruis, travesas, etc.
F'reguezia de San Fre Pedro Gonjalves.
Ra do arsenal dos lluararapes, paleo do Corpo
Santo, praja do Trapiche da Companhia e do Forte
da Mallos.
Fregarzla de Santo Antonio.
Ra Nova, do Cala bou jo, travesea do mesmo 110-
me, ra de Santo Amaro, travesa eo Mundo Novo,
ru Bella, do Senhor Bom Jess das Cnoulas,da Flo-
rentina, Cruzes, boceo da Pol, praiu de Pala-
cio.
Freguezia de San Jos.
Roa do Padre Floriino, da l'enha, Nogueira, Bom-
ba, (alraz da l'enha Aisuinpjao, Direita, travesa
do Serigado, ra das Calcadas, dos Pescadores, paleo
e roa de San Jos, ra de Sania Cecilia, Copiares,
.lardira.
Freguezia da Bot-Viita.
Roa do Aterro,praja da Boa-Vista, ra da Matriz,
\ elha, pateo e ra da Sania Cruz, a ribeira, ra da
T rempe, Soledade. Conccico, Aragflo.
Curapre-mo declarar que lem sido novamente
at ciadas algumas ras, prajas, ele, enumeradas ero
na --o relaturio datado de 11 do crrante, porque sub-
sii le anda o arraigado e maligno eoilume, de te lon-
ja] t ras immudicias, aguas tujas, ele. ele.
Vcerca dai quilandeirai e de oulrai caute que
tan ibera obitam a conservajBo do aceio das ras, j
tral ei em meu reialorio citado.
C onliuua-se a proseguir noservijo do aceio de ou-
trat ras, travesas, etc., e igualmente na remojao
de g candes raonlesde tizo e immudicias,queeiitlero
em 1 Igans terrenos por edificar, pertencentes a par-
liculares, o queja raeucionei em meus rtlatoriot da-
tado) s de ic 11 do crrente, assim como outros ter-
reno) 1 que encerrara aguat mmundas, pelo que nada
mais dire acerca deste assumplo, porque algumas
vezes cerlai reiterajoes parecera ter laivos de par-
cialiit ade.
Fea -se o servijo com 72 Irabalbadores,inclusive os
apontl idores, tendo variavel o numero dos primei-
ro, ce fregu) '.ias, na importancia de rs. 2209U6U. Foram
pagas 1 icio procurador densa illuttrssima cmara, aa
contas do servijo de caWtas, apretenlada pelos res
pactivoi 1 dnnos. Nove dita de aluguel de 4 carrojas
diarias, que Irabalharam oai freguezias de Sauto
Aoloaio e San Jos, a contar do da 1.* a 10 rs.
IU89OOO Nove diat da aluguel de 2 carrojat dia-
rias,a co nlar de 4 a 16, cujas car rojas Irabalharam ua
freguezii 1 da Boa-Vitla, rs. 5t}000. Mais cinco diat
de aluei el de* carro jas diarias', empregadas as
freguezia 1 de Santo Antonio e San Jos, a cootar de
11 a 17,1 1. 609000. He lodo quanlo tenho a honra
de relat.11 a V. Exc.
Dos ge arde a V. Exc. Rocile 18 de agosto de
1855.IU m. e Eim, Sr. B.irao e Ctpibarbe, digno
presidenta da cmara municipal../uo dot Santos
Partos, ad ministrador geral da companhia de R-
beirinhos.
Conforts *. O secretario, Manoel Ferreira Je-
eiolt.
uma forja eflectiva de 32,000 homens. A elles dous
corpo reonem se dnasdlvlsoes de cavalaria de 4,000
Civallos cada uma, e n cumpetente arlilharia, da
te re que o a Polonia fnruece n Crimea um reforjo
de 72.-000 horneas, de tropas eMolhdas. Os oulros
re Torcos viran dos depsitos de Mosco as, de Kiew e
oelros, que ja estao em marcha, bem como ama nu-
merosa ca vallara. A 7. divisao dt infanlaria do ge-
neral UschakolT, que acaba de chegar a Pereeep,
elnva o eiercilo da Crimea a 10 regiment! de infan-
laria. 11
Em o mez prximo panado perdeu Sebastopol
un de seus mais valeutes Jefensores. ualmirante Na-
chiroolf, bem conhecido, por ser quem commandava
a >;squadra ruisa que destruir a cidade de Sinope
e a etquadrn lurca ancorada no porto da mesma.
Sis-aqui como a Incalido Runo refere a morte do
dio almirante :
No dia 12 de julhu, a Ruisia solTreu uma perda
ineparavcl, o hroe de Sinope, um doa valerosos
defensores de Sebastopol, a honra e a gloria da ei-
quadra e do exerolto russo, o almirante Paulo Ste-
paoovitch Nachimnfl recebeu uma ferlda mortal
qual suceambio, com o maioraentimeolo de lodosos
seus coTo^anheiros de armas e de lodu a Rusta.
11 Teslemunhas oceulrea referen) os tegointet
promeuores acerca de tua mora: O finado almirante
nunca quiz consentir em ostro Cpolede toldado, e
sempre apparecia de casado com as iuas dragonas
de general, oas obras mais avanjadas, afim de ob-
servar 01 sitiantes de mais perto com o ten ocolo de
alcance. No dia 11 de julbo, as H horas da noite,
o almirante foi ao baluarte Korniloff, e sem dar ou-
vidos s advertencias dos que o rodeavam, poz-se a
observar os Irabalhos do inimlgo por cima do para-
peto. Uma baila veio nter n'um aacco de Ierra
prximo delle ; as peasoas que u acompaohavam
novamente insisliram e lhe pedirn que 10 retiraste
poiem o almirante contervou-te tranquillo no mes-
mo lugar, e disse : o O sea Uro he certeiro. Ao
cabo de alguns minutos uma baila lhe baleu n'uma
dat fonle elogo cabio tem sentido--, contervnodo-se
nesie estado al qus exhalou o ultimo suspiro.
O almirante NachmofT foi enterrado conforme
os .-cus desejos oa igreja da guar ijao de Sebaslo-
pol, na mes.na sepultura onde descanjam 01 retios
moitaes do almirante Korniloff
Corra qoe o general Sympson, commandanle em
chefe do eiercilo inglez na Crimi havia pedido de-
miisao desle posto, allegando que seu estado de sau-
de nao lhe permiltia carregar com tao grande ret-
ponsabilidade.
I)izia-se lambem que o general Saint Jean d'An-
gely, eoramnndante da guarda imperial tranceza,
se relirava da Crimea para a Franja por causa de
desimelligeucia com o general Pelissier, e que o ge-
neral Canrobert havia sido chamado a Paria por or-
den-, superior.
No Bltico maii alguns portos rossot lem sido bom-
bardeados, entre outros o foi no da 30 do passado o
fort.s do Fredericksham.
0 Morniug-Port referindo-se campaoha da-
quella mar, dii o seguinle :
Nao sa deve pensar agora em lomar Cronstadl.
Sera pura doudice eipor noisaa canhoneiras conlra
a inabalavel masa de granito dessa fortaleza semea-
da de canhes, e h absolutamente) impossvel aot
nossos navios grandes approiimaretn-se delta.
a Cronstadl eat pois em segura o ja al que pos-
sam is empregar uma bombarda ou morleiro que
pelo seu grande alcance, pelo peto de toas bombas,
e pela tua forja de elevajao para astegarar uma
descida quasi vertical posta ser atrada rra do al-
cance dot canhes da fortaleza, e lanjar projectis
asss numerosos para que seja impossvel as canho-
neiras rusias Gcarera na defensiva. A que poca
fizaremos a eiecujlo desse feilo de aran '' Af con-
jecluras a esse respeito sao pouco animadoras. J
que nao he potsivel atacar Crouitadl, vfoa deilrui-
,C3o nao etl prxima releva cuidar era outro expe-
diente, e ver te n.lo poderiamos empregar nossa
forra em algam oalro ponto.
n Um ataque combinado conlra Sweaborg a Uel-
lingfori apreseata-se por ai mesmo. Se fosse, nao
diremos potsivel, pois be mais til lomar e nceupar
esta praja forte, lem duvida a ordem teria sida dadi
desde muito lempo. Mas por uma poltica sabia e
prudente,aquelles que dirigen) a guerra parecen) ler
eando os elemente*e desorgaejicao en que te
cempraz aproveila esata icOuleeimenlot para espa-
ldar boatos loncos, e sobre ludo para fazer uaicer
illutoet absurdas em malera de madanjes polilieas,
no intuito de alimentar segando teu cosume eipe-
ranjai insensata! entre os crdulos, desanimar e in-
timidar os realistas.
Por conseguidle e dile minittro destja qoe! ot
runcciunnrios pblicos mklloBreirt luda a laalaUva
tenielhaiiie reilobrando ua Vigilancia sobre a* ttrt-
peitotu sobre la relacM, teus movimeolos, toat
cerrespondcnclai, e applleelnlo ilHIatltaoeaaenle e
"in hesitarao ts diiposijes preexillHle mais ri-
gorosa! os propagadores de uotieis IsiusUdoras,
c iaH,.r'',epen'1en,em ,,Ue ''" Jtra*uiS>et judi-
' d_vera er ponido, prelS sent pela
lambem
uajmioai qae mot-
ni-te, a respeito da
^linarKn eremU,deCn,P^S OTm "-
nrduart. ou qne trouxerem barbos intonsa!. M*
cepluando com grande cuidado desla probi
mente aos eslrangeiros.
Por lodos este, raeiu, e por ouirat -1 m. aue as
crcumitanc.as loe,,, B p^aea hjSjB
lera oceanao de conhecer a energa fl
funccionarioi de polica, creduloaaj)^
utrem illuses tero detengaudot, el
da a f para com o augaslo e adorada
DURIODE PERNiMBICO.
tima dot bons cidadaos, que se vi
protegidos, e distinguidos.
ti Por conseguinte fazendo esta idfleaaHBk
commuuicajao para que eja visoroia e exactamen-
te ejecutada ordeno em seu nome o que segu ti
1. Vigilancia ineeisanle, c eanlinna ios
suspeito seguindo-lhet bem os movimeai^E
de sua hablajao e fora dalles tuat raoB ,,,,_
'luaet tanto no campo como uat ddoaV
vando bem e onde acham-se actualmente da
verificar se associam a si individuos na,
mettidos em materia politice;
a 2. Quaes desses suspeilos iao mal* M I aos |em -
ler gazetaiofliciaes, ondeas leem que Hilarios
fazem tabre ai questet do Orienta),! aUenttes
ecitam-te depois da leitura dewMsfluelat ais pu-
illco ou em particular; de que maoaira oto acolhi-
das as noticias espalhadas, quem saa ot oropagaoo-
res, quem as tmenla e porque ineios ;
3. Se ot suspeilos frequenlam pessoas influen-
tes, qual he o molivo dessa cummonrcaelo e se ella
t'az-se patente ou secretamente ;
1 4." Ouvir rom circumspecjSo e lagaedade oa
discursos dos ecclesiaslicos, e dar coula na* relato-
nos das eipreiies que forem contrarias aa eiigeo-
cias da ordem publica ;
5.- Indagar se 01 totpeitos procuram directa,
oa indirectamente ganltr lympathiai eieilanda a
imaginajao dos credolos por meio de mt inven-
jes;
6.' S o partido realista lie desanimado, affligi-
do ou inlimado, por quem, porque meloa, e porqae
educjes;
a 7.- Seguir a todot os lugare os *af abundas,
correoi, e lodo o individuo que sem fim bem
jistilcado vai de um lugar para oulro, e entreten)
relajei em os demagogia ; o zelo daquellaa que
derem motivos de descoufianja;
a 8.' Vigilancia mui severa e sagaz sobre os cor-
lespoadenciai epistolares dos suspeilos apprehen-
deudo com grande recalo as cartas dirigida* a de-
magogos cunliecidos quer do interior quer dos paizes
eslrangeiros, e Iransmitliiido-m's iinmediatameo-
te segundo as regrai que lem lido communres-
dai;
H.' Formar coto preciso e minucioso cuidado a
lista daquelles que lizerem uso de traje da forasa ex-
traordinaria ou que trouxerem barbas tonga. Neo-
si lista que devera ser-me Iransmittidasem dentera
serAo distinguidos os supeitot dot nao suipeiloi. A
columna de observarlo indicar a poca em qae a
barba comejou a ser trazida,e bem assim a forma do
c lapo, e se ha lirada do oso inveterado do paiz
ou se lie innovatio;
Indicar se, -ata nenhuma eicepjo, salvos os
eslrangeiros, alguem faz uto do chapeo da forma ex-
traordinaria ou trai barbas compridot ; V. S lhe
ordenar qoe dene logo o chapeo, e faca a barba.
Quaudo eila ordem nao lor execolada V. S. proce-
der no mesmo dia prtao do infractor, e formara
um suniniarioque mesera immediatamente enviado
com o priaionero;
a 10.* Ver que casas os suipaitot frequenlam,
principalmente de noite, porque motivos, e loman-
do ola de seus noraes e do dono da casa.
a V. S. se compenetrar da alta importancia do
que levo dito e prescripto, e debaiio de aua respe. 11-
sabilidade pessoal vigiara' a eiecujo com lele, acli-
vidade o prudencia sem desprezar a menor circums-
tancia, a dar-me-lia corra dos effeilut de ceda se-
mana.
a Ero caso de novidade V.S. me expedir' um
correio a cavallo. Fica euteudido que lenho ordem
de punir toda a negligencia ou hesitajao da tua
parte.
No Piemoute ia sendo execolada sem grandes dif-
flruldades a lei que poz os beus dot, conventos de-
baixo da inspeejao do governo.
decedido que em qoanlo combaleriiios o poder mili-' ruda a resistencia al aqu lem-se limilado a al-
lar i** HitaGI-t od seil nniaat Aixrtear nn nn*>la ra .....
1ITEBJ0S.
iiiea-mit
i:
ALAUOAS.
COMMISSAO DESAI.UBRIDADE PUBLICA DAS
Al.AUOAS.
Temosa honra de presentar aoi senhores redacto-
res do Diario de Pernambuco nossas saudnjea e
respeilos.
Convencidos da qoe os senhores redactores procu-
ram sempre informar da ver-I ade'a seus lei tures, nos,
os membros da CommissAo de Salubridad!- Publica
desta provincia, apressamoi-nos em restabelecer om
ue foi alterado pelo teu correspondente de
carta do correspondente, insera em o numero
187 do Diario l-se o seguinle, referindo-se Com-
mlssAo de Salubridade : n He de senlir porem ,'ne
houveue logo em principio algum excesso, p or
occasiAude fazerem-se visitas nos armazens de gt -
eros alimenticios ; conila-me que fizeram des--
pejtr orna pipa de vinho, oulra de agurdenle, o
mesmo licor a p/eleilo de se acharem deleriora-
1 dos quando apenas eram lquidos de inferior qaa-
lidade ; esse relo causou grande seniajAono com-
raercio.
Queremos crer, qoe so ms informarles, e nao m
vontade, attitliram ao correspondente do Diario na
occasiao em que elaborou esle tpico de saa caria ;
por quanlo nunca 01 faclos foram irais alterados. A
esle respeito eit o que se pasiou.
S-ndo'pulilicu que em alguns armazens desla ci-
dade, existiera carne secca, bacalbao, e bebidas alte-
radas e corrompidas, tomamo* a resoluc.1i de asils-
lr as pesqmzai dos ficaes da cmara municipal,
afim de aprecarmos pessoalmcnte o grao de veraci-
dade do que se dizia.
Visitamos o armazens da ra do Commerrio ; em
alguns encontramos commettveis e bebidas oliera
dos ; n'outros p u em nao simplesmenle falsificados,
mas cnraplelameutc corrompidos e podres, de modo
queso grandes males poderi,un causar taude dos
compradores.
Os liscaei cumprirnm o seu dever. Mas no arma-
zem do Sr. Oliveira, encontramos gneros desconfi
cidos por sea gr.io de raislificajei, vinho amargo,
licores irreconheciveis pelo sabor, e pelo cheiro ; vi-
nagre evidentemente enrrumpido, agurdente de
menos de l graos etc., todas eslas bebidas e mait
o azeiledoce, e a manlega ranese- e definfima qun-
lidade causaram-nos expeolajao. Nao podamos coro-
prebender que un negocame de boa f illudisse de
um modo tao cruel a seus freguezes. cauando-lhes
grandei alterajoes na saude, e infriiigiiido desf arle-
do modo o mais escandaloso ai leis do paiz.
Continuando as averiguajes, encontraram os fis-
caei ao fim de um canteiro de pipas, ama dorna
contendo grande porc9o de ama mistara de agua,
O vento sul qae anle-honlem durante o dia cou-
servou-se r. -jo, i noile ao naicer da la, loroou-se
tempestuosa 1 e isto dea lugar 1 que garraste no an-
coradouro d e franqua a bureara Amelia Pernam-
bucana, cat regada de fazendas com destino a Ma-
iiiauguapi-, e aliual fosse a costa em freule da for-
taleza do Bl um, onde foi possivel talvar-se lodo o
carregamenl o pelos (serviros que prettou um ins-
pector de qo -irteirao coadjuyado por gente que con-
viden a peta guarnjao da fortaleza do Brum. A
capitana do porto logo que' leve conhecimento de
semelhaute e ocurrencia prettou tambem alguus soc-
corrot, a a ai les se deve o ler sido posta novamen-
te a nado a 1 mesma barcaja. e condutida ao mot-
queiro as Ir s horas da manhaa do dia de honlem.
Pelo vapor Tay, entrado hontem de Soutamptoo
via Lisboa, Madeir, Tenerife e S. Vicente, re-
cabemos as el rtasde notso corraspoudenlcs de Ham-
borgo, l.ondn is, Parit e Lisboa, que licam trans-
criptas em oul ro lugar desla folha, e bem assim va-
rias gualas ii iglezas, francezas e portuguezat | at
primeiras e se, gumas ale 8 e as ultimas al 13 do
correle.,
Na Crimea 1 1.I0 linha randado em nada a posijao
dos belligeran les. Os adiados conlinuavam em suas
obras, os Ri isioi em suas sorlidas. A torre de
Matakof, que era considerada como a chave de Se-
baslopol, perd eu agora esla importancia.
Os Rosaos < ontlruram ltimamente na retaguar-
da da famosa I orre, e a cavalleiro da mesma, obras
de defeza lio bera combindat, qae linda quando
ella venha a ci ihir naa maos dos alliados, uao Ihes
abrir, como p ensavam. porta da a* rlaleza. Ser-
Ihet-ha preciso < fazer Irabalhos iguaes aot que fazem
agora para pod ur.jm atacar com bom resultado at
novat fortifica j oes, mas romo eates Irabalhos nao po-
dem mais ser concluidas no crranle auno, visto
que pouco falla para acabar-se o varo, terao que
invernar oulra vez naquella pennsula, eipottos a
dillicoldades e.perigos nomerosos.
Muilss pessose. asieveram, que os alliados se reti-
rarao de Sebaiti >pol anles do invern, seja qual for
a sor te de las armat.
O correspondente de Venna da IndependeMge
he detla opiniao.
Eis aqui o qo e se i no Jornal do Commereio de
Lisboa a este raxpeilo .
O corre.pon denle de Vienna da Independencia
belga, continua a insistir uos planos dos alliados
acerca de abandduarem Sebastopol e tomartm varias
possessoes lurte 110 mar Negro.
> Diz elle qnt a aclividade com que se Iraballia
as forlilicaroes ele Kameik faz tuppor a muilis
pessoas que es alliados leiicinuain levantar o cerco
de Sebastopol e oobrir a sui retaguarda. Essas pes-
soas dio ainda mais forja as soas suppoiijoes com o
artigo do Cnnstitulionnel no qual se encarecem as
dilliculdndci da actual empreza.
a Sem querer pretcrular ai inlenjes dos gene-
raes tillados, diz o alludido correspondente, he mis-
lar reconhecer, sem que por isso ficasiem deshonra-
dos, que poileha.ni ser obrigados a reouneiar cedo ou
larde a urna empreza venturosa, na qual lem que
combaler ao meamo lempo a natareza, a arle, a co-
ragem, o lerrenoe o clima, mas teria muito tuppor
qoe nao procuraran) haver uraa eompensajao em
oalro qualquer nonio, lalvez mesmo no Danubio.
a Deixando da parle a concentrajao de tropas
alliadas em quo-se falla ha lempo, tudo quanto os
governo- oc,-idei. taes emprehundem sobre 0 Ilaiiubio
parece indicar que ah leucionam eslabelecor-te.
Pollo quo as pessoas intelligentes nao occredi-
tem ua exped jan dot alliados contra a lleis.tr.ibia,
reconhecen) cora todo que he possivel quo ellas se
preparein para uma expedljao que pode viraraili-
sar-te dado certo cato. De Varna partieipam que
(assalloque os alliados devera em breve dar ao
h'aralxilnaia. com todas ai suas forjas dspuniveis
te r o ulliino feilo d'armas da Crimea.
O arrabalda da marinha seja ou nao tomado,
astilo lomadas todas as disposijoes pura se concen-
trar em ara Kupatana, Kamieich, Balaklava e Jeni-
kale, ondo so deixaro as tropas necessarias para
susteiriar estes pontos importantes.
O re.to das trapos ser transportado para Varna
onda secncoiilrarao 180,000 homens, ot quaes leva-
ran a guerra n eulro punto. Alguem ha que diz que
a vinda de (lu, -r-1'arlia a C-iiislaulinopla tem rela-
jeo com etle plinto.
Seja como fur, he certo que ot respectivos gover-
noi nao le discu idam de enviar reforcos aquelles
que com as armas as maos sus.lenl.im a honra das
najes a qoe perhincem.
Alem das (rupas que lem ullimaraeute partido da
Franja para a Crimea, o daa que anda devem partir
prximamente, o que tara por ludo um 00,000 ho-
mens, farain remed, los para l smenlo no mez de
junho ; 10,098 cavall 01 e machos ; 7,401 bois e b-
falos ; 6,800 carueiros ; 1,'JOi quinlaei e 4.204 cai-
tas de bolacha ; ;l!,iiHl bombas, bailas c grana-
das, e 700 caitas com -.!.814,634 cartuios.
Relativamente a Ing lalerra, eis o que te le no
Daily News:
a rrabalha curo extrae rdinaria aclividade nos ar-
lenaes inglezas para a ex/iedicAo de rmate de mu-
njei. Eram tan iu-taiu esas ordens, que foi ue-
cessario requisilar mais It' homens para o Irabalho,
20,000carabinas mini, 71 3 carabinas ordinarias,
ama grande qcrantidade dei upadas e outros objecloi
de equipamento foram ma ndados para Woolwich
lar da Rusta 00 tul, nostaa operajtet no norte de-
vera imitar-se a deitruir-We o commereio e a redu-
zir suas esquadrat.a uma inaejilo humilhadara.
O invalido Rusto em om longo a"ligo censara em
terrenos enrgicos o proceder dat enquadras alliadas
como brbaro e deshumano.
Entre outras cousas diz elle o seguate :
a A ultima fajanha dos alliados as costeada Es-
tiran a eicede o qne fica dito ero monstruosa cruel-
dade : no dia 12 de julbo, done fragatas a vapor e
uma chalupa cauhoneira fandearam no porto de
Kuiula, e arrearam ao mar as lanchas, sendo ama
de qualro remos, a qual amurrou aterra n'um sitio
em que Irabalhavam nove campo nezat. Veudo o
inimigo.as mulheres fugiram para a floresta vsinha.
a Enlio a geole da chalupa Ihes liradou em sueco
que nada lemesiem e eoa) os peos Ihes fueran)
siguaea para qae parasscp. Vendo, porem, que as
mulheres conlinuavam Fingir, a primeira chalupa
raunio-te as outras tfts, e approiimtndo-se de novo
a' praia, arrojaran) dous fogoetes de eongreve con-
lra as mulheres fuglivas.
t Uma dewas intelizes ficou (crida por cima do
joelho, pelo primeiro toguele, e o segundo despeda-
cqu um p a oulra. >
Entretanto o Journal des Debis aflirnia qoe a
indignajao do peridico rusto nao lem outro funda-
mento que as grandes perdat causadas pelas ditas
esqoadras a' patria do mesmo.
Como se nao rosten) ja' bastantes ot meios conhe-
cidos, pelos quaes o homens destroem-se nns aot
outros, o capitao inglez Disney acaba da descubrir
um liqaido iullamavel qae para iste concorre talvez
mais que lodos ot oulroi.
Este liquido he arrojado por meio de bombas, as
quaes recentando espalbam-no por lodo os lados,
incendiando todos os objeclos sobre i[ue cahe o fumo
por elle produzido.tofloca e pode Uinbem prodozir
cegueira por algum lempo.
As experiencias feilas em Inglaterra e Sculan pro-
vam ti sua eflicacia.
Tinha chegado a' Inglaterra o corpo de lord Ra-
gln i-x-commandante em chefe das forjas ioglezas
oa Crimea.
O Jornal do Commereio de Lisboa extrahe dos
peridicos da Gran-Brelanha a seguioto descripjau
do funeral do Ilustre general.
c Honlem de manhaa leve lagar im Brislol a fu-
neral de lord Ragln. Ai 6 horas da manhaa, to
tom dos sinos e da arlilharia, o corpa do finado com-
mendante do eiercilo da Crimea foi transferido do
Caradoc para o vapor Star. Todos os navios exis-
tentes no porto tinham a bandeim a meio pao e as
vergas cruzadas, e todoi os edrfcioi te viam ornados
de fumos.
a O Star enlroa vagarosamente r o porto, ao tom
fnebre da arlilharia.
a O fretro eslava collocado tobre o couvez, de-
bati de nm docel provisorio, e cercado por uma
guarda de 15 homens. No tombadilho achavam-se
o estado maior do feld-marechal, o coronel Bagol,
lord Callhorpe e oulros prenles de nobre finado.
Cincoenla chalupas, todas ooberlat de lato, seguitm
o navio em que vinha o corpa.
a O lord maireea muaidpalidade receberam o
corpo em grande estado na <*es de Princ's-Street.
Ahi se achava o carro fanebre escoltado pelo deci-
mo-primero da huasares, um etquadrao de azuei,
200 homens de arlilharia, um gran le numero de
condecorados d'Alma, de Balaklava e do Inker-
mann, lodos coro ai auas medalhas ; lambem etla-
Vam os veteranos da pennsula, qae em lord Ragln
viam o secretario do duque de Wellington, e o sol-
dado que perdeu o seu brajo em Waterloo.
A parte civil do cortejo oceupava 24 carruagens.
O presiilir-fuoebre es(endia-se no cotnprimenlo- de
dJaajBTiBaa, e diriglo-se at Badmintcn, castello dos
duques de Beautorle, onde o corpo deve ser sepulta-
do sem uciilium ceremonial.
Esla solemnidade fnebre foi insignificanle
visla dos esplendidos funoraes de lorel Wellington e
de Nelson ; nao assislio nonlium dos generaes que
serviram t ordens de lord Ragln ; e os jornaes
mostram-se sentidos, por nao ler sic o sepultado na
Ierra da Crimea os restos mortaes do nobre lord ao
lado do valente Calhearth, em vez de terem sido o
objecto dessa pallida copia dos funeraes dos ltimos
herpes britauicoi.
Nos Dardanellos ot Bacl-buuzouks, revoltando-se,
matara 11 o oflicuil inglez qae os commandava, e
commelleram eicesios horrorosos.
Depi'i de terem taqueado a cidade e violado as
ii.ulhei es, esses miseraveis esp.ilhartra-se pelos arra-
bables onde conlnuam not teus maleficios.
Em aples reina grande .igilaj.t.i.
O governo do rei Fernando parece qoe teme uma
revolui-ao. Uma vez prohibe aos cdudaoi o deia-
rem crisseer as barbas, entra vez prohibe-Ibes o uso
de cerl )i chapos, pois tudo para ello he signal de
partido.
Eis ama circular que as goveruadnres das difi-
reme! provincias dirigirn) as autoridades que Ihes
sio subordinadas :
Curea da provincia de... Secretario geral... Al-
la policio... Mui confidencial... Marco de 1855...
Aos .cultores juizes e officiais de policio.
a Senhor, lenho dado muilas vezes a V. S. re-
gras de vigilancia alia de mallograr e punir a im-
pa demagogia que frequentemente recorre a nu-
merosas intrigas, despertndoos descontente! pelas
eaperat ca mais intntelas, e intimidando ot bom
por pal ivras infainet, c noticias ajustadoras. O
Exm. S'ihor ministro da polica geral em um de
seus ve aera dos o lucios informa-me de que a queslio
complicada do Oriente, e a guerra que della resultoo
teja qil for a consequeocia uao lev eiercer ne-
nhuma especie de influencia sobre 011 negocios de
nosso paiz, que goza de completa Iranquilldade
porm qne todava a iniqua raja demaggica se-
gimi proleitos, todava em varios casos tem sido
necessaria a inlervenjio da autoridade jodiciaria
e poltica para que os agentet do -ainUleffr da fa-
zeuda ancarregndos de Tazerem o inventario dot d-
toii bem possam penetrar nos conventos.
Na Lombardia achava-se a bracos com o chole-
ra, o eiercilo all estacionado qae rannla a Una
100,000 homens lem soffrido coniideralvelmente.
Em Brescia ha de 100 a 150 casos por dia.
Era Roma celebrou o Santo Padre a 26 do patu-
do um consistorio, ou qual falln tongamente dos
negocios eccletiatlicos do Piemonle e Hespanha,
acrescentando algumas palnvras tobre ot da Suitsa,
dos quaes se reserva para tratar a fondo em oulro
consistorio que aera prximamente celebrado.
Relativamente aoi dous primeiros paizes declama
sua saulidide que a igreja, tem embargo de sua ton-
ga imidade, nao pode impedir qne te compra o mal
obstinadamente querido ; qae ha leis ecclesiasticas
pr alstenles s conjuocturas actuaos, qae prtanlo
aqiellet estados incorreram scienlemente uas eeo-
suias por estas leit fulminadas.
Relativamente Alleraauha roferimo-nos carta
de nosso correspondente de Hamburgo, aerreeoen-
taedr.apenas aqui a seguinle proclamarlo publica-
da p.lo novo rei de Haoovre dando parle da modi-
ficar-.) que fizera na conslituijao de 5 deaetambro
de 1848.
i Montbrilhaot I. de agosto de 1855.
< Jorge V. por graja de Deot, rei da Haaoeer,
etc.
' A resolajao da Dieta de 23 de agosto da
que o noseo fallecido pai o rei Ernesto AugoHe
tan tem condirao impoz-not a obrigajai
metter a constiluijlo de 1848 a ama reviste, afim
de po-la era harmona com os leis da Confede
em todot ot poolos em que casa conslitoijao eat 1
detaccordo coro as ditas leit.
Devenios como memoro dt confederajo reco-
nhecer e observar ts dispotijoes pretcriplat nal leit
federaes concernenles s co'nsliluijsiet aos tatadoe
allninaes. Nottoi augustos predeeossores tem reco-
miendo igualmente desde que existe a confedera--
jao era suas cartas patentes, e em leot dtcrolot at
leis federa.es como a regra pela qual deviaro ser for-
malas as constluijes dot paizes allemias. Esta
principio foi sar.cciooado pela ultima vez aa prt-
graplio 2 da lei rouslitucional de 6 de atoslo de
1840, e foi couservado mesmo na c^ntlitoija de
1848. Nos tambem sempre minlivemot etle prin-
cipio.
a Sendo elevado ao Ihrono esperavamos comeguir
fazer desapparecer da conitiluijio com a coopera-
jlo dos astados geraas do reino, aa ditposijae qae
esltvam em contradiejao com at federaes.
a Sentimos vivamente ver baldada essa espera aja.
A tnntallva de operar 1 modificajKo da consliluico
tornada necessaria com a cooperacio da atsernhet
des estados foi feta no anno de teVi2 e na de 1853.
Nem uma nem oulra vez aoatt iuleujlo paternal e
benvola foi apreciada tunicitntataenle aem apaia-
da por etta assembla.
O mao xito dessat tentativas nao deixando ne-
nhu'iia esperanjt de atlingir o alvo por etta via,
resta va-nos somentc a escolha 00 modificarnos mee-
mos em virtude de nossa soberana,e de nosso poder
supremos constituirn, conforme as leis federaes,
oa esperar ama decalo da Dieta germnica. Jal-'
gamos dever preferir a ultima via.
Ora a retoluco dt Dieta que leguio se conten
lima decisao sobre a constitiiijo de 1848. Nao i-
mente diz que esia coostiluijao deve sem demora
ser posta em harmona com as leis ftindamenlaes da
Confederajo, roas a Dieta germnica examino*
uma parle da conililuijao, e designou como con-
trarias as leis federaes uma serie de diiposijoes da
mesma. Declarou tambera qae as disposirSea desig-
nadas nao erara as nicas contrarias a't leis federaes.
Alm disto fora tomada desde o dia 12 de abril ou-
lra resolujao da Dieta, a qual mandara dar a or-
dem equeilre uma represenlajao eflectiva adquirida
na piimera cmara e conforme aos direita*, e to-
mar Immedialameate as medidas necestarlas para *
cumprimento dessa rosotojao.
a Urna ultima tentativa foi feta em eonseqqen-
cia desses decretos da Dieta para entender-se com a
assembla dos Estados convocada para 15 de junho
do auno correnle tobre nova composijao das cama-
ras, i- nova lei eleilaral. Esla nova tentativa mal-
lagrou-se. A commisslo de coustiluijao da assem-
bla Jos Eilanoi tubrnelteu no dia 11 a's cmaras o
projeclo de despacho, bem como de reiposla ao nono
ministerio, expondo a competencia da Dieta no qae
respeila a consliluljao. e impondo orna eoadirJo
impo:ivel o ao mesmo lemposcenlraria ao direito
Tedersl e .10 dirolo conslitacional de nosso reino,
condijao que consista em tirar a' Dieta germanie
toda 1 aejao tobre materias ronstiluciontes.
. Firamos aisim convencidos de que toda negn-
ciajai com os estados resoltante dai modficajet
de 1848 no conduziria ao fim. Por conseguinte
decidimo-nus a nao retardar mais a revisti da cont-
lluirao, e a pdr immedialamente em execurao ai
resol jjoes da Diela germnica na medida do para-
gripho 2 da lei fundamanlal dn reino.
Ordenamos ao nosso ministerio qne turne para
regra nossas altas inlenjes aqu exprimidas, e es-
peramos com conllanja nossos lleta subditos, e prin-
cipalmente todos os nonos servos reconhecerae nos-
sos esforjos dirigidos constan le mente para o v/erda-
ileiro bem do paiz, e ne deixaro de dar"igmpri-
mento como devem ao nosso decreto de hoje.
Esla proclamajao dever ter nter M na uri-
meirt parte do Bolclim du jets.
Jorge rei,
frrmdM. conde de Kietmansew, i, Bothmer,
A



' ::-.' .':- .. .-: ..- ;\-.V' '..''..'";'..' '-."
Em Portugal
lo publros re- Dila
gutormenle, gozando lodo pifa d paz a socego.
Esperava-se all o joveu re, para coi reoepcSb
iHepwwm-s# grandes festejos. ^
Sil taska m eorles.e_/Bdades que visitou, (bi aua
mageslade mu beoignamenle acolhido, sendo gran-
de limpalhia qae por toda a parle iiispiru, vUtu
havec desenvolvido urna prodocia e um etilamento
quaat superiores saa idade.
A Hnpanha ta socegada, mas reealava-se que
Wtoj lisiado Dio seria duradooro.
Alguuaas pessoas, nao cantales coa actual es-
Ufdo de coasas eslo advogando a necesaidada de urna
dlcladnra;proPoem para este cargo o general O' Uon-
nell.
Variaa gaialas lena j escrito nesle sentido, entre
t>atras cilarentaa o Otario de Madrid, o tiual deca-
tanda que eal convencido de que acontecimenlos
grava* vilo ler lagar na Hespanha, diz que lemauasi
certeza de que o general O' Donnell he homem
lamnalos, ao menos ara parle. Um corres-
a Prut* exprime-se a este respeito nos
segal olas termas:
piaer saber qual a minlia opioio.
i dictadura requerida pelo Diario
m contradicho urna dictadura demo-
dura anlieouscrVjdort, urna dlcla-
I publica mii desta vet nereida por
lal como, na opini.lo dos redaclo-
kraa, convm ao temperamento da Hes-
pa.aha.--_
ra osea dictadura do goslo dos verdaderos
t? nao o creio. Elles nao qoerem dicUduraa
debaiao do nenhuma baudeira.
vasaenle s Franca, nada temos que accres-
Mrtas de noseoa correspondentes de Paria.
|> noticias de Inglaterra referlmo-nos
Harta de nono correspondente de Lon-
dres, asaraacenlando ssirneiite que o governo inglez
acaba le oonclulr dous tratados de eommercio,
p de Sinm, o outro cotn o imperador do
Jipo, O Maieiro ht muito mais vantsjosu. Os mo-
nopolio de toda a especie eslabelecidos ero provei-
to do Ihesoaro daSiam ficam abolidos, e o eom-
mercio eeea o eefaugeiros he declarado lJre. t'm
uuieo diraita da tras por ceoto sera pertebido pela
)pariec>aV safases mercadorias. Os navios in-
glezes Rc.im dispensados doa direitos de toneladas,
e participar do lialamenln nacional. O arligosde
expetlneao no pagarlo mais do que um direito nou-
co elevado.
O tratado coro o Japaoreproduz as coucestoes ou-
tidaa precedentemente pelo commodore Perry a fa-
Jpr da mar i n ha e do eommercio dos Estados-
UnMot.
, tiUlo Americana Reara em paz.
O Journal da Herr resirmindo as ultimas noli-
das daquelle paix, diz.o seguale :
Celebrou-M com extraordinaria pompa, em to-
i UuiSo, no da 4 de Julho, s |80. aniversario
dia memora vet im qual os Eslados Unidos sol-
laadoo primeiro grito da sua independencia, ence-
laran a mesma marcha pelo caminho da liberdade,
a miracao do mondo. Ouanda se compara
durarlo desle periodo historien com osmara-
c resultados durante elle alcanzados, he ne-
confessar quel nenhum povo possue urna
i seos auDaes deque deva ofanar-se como os
Me com o 4 de julho. Todava se esta dala
alada conserva o prestigio do paasado ; so lodos vs
asaos fas volver os olhos com admirarlo |>ara o
lempo decorrido; tambem aos espiritus providen-
tes suscita penosas re fleiues.
i O progresso ascendente da UolSoamericana du-
rante qq.iree quario* de seculo'de que consta a aua
historia, he por cerlo um dos fados os mais exlraor-
illnaric-i da moderna era, porem esla vllalidade na-
cional foi havida a troco de ama concessio funesta
feilaao principio da eteravidao. So por aforc.osinau-
dita, sd por um milagro se tem conservado a paz
enlre os estados do aorta a os do tul. Um novo
elemento de discordia surgi ha paka, he a seita
dos Koow-nothings. Se o Estados) Cuidos conse-
gaera sabir slos e aalvos destas, deas provas torito
dado o maior testemunho da forra da sua consli-
laieao.
Oa asteles Ingleses enoarregados de engajarem
alli urna legiao para o servido da Inglaterra, tiuham
sido presos, inclusivo algn faoccionarios eousula-
re como violadores das leis sobre a neutralidad.
fio Mxico es insurgentes haviam lomado Camar-
go marchavsrn sobre Kognosa.
O correspondente da Preste escrevendo-lhe de
a-York, diz que he impossivel dar-se urna conla
naca ilas operares militaras de que as diversas
provincias do Mxico sao alternativamente theatro,
qaa apenas ama cousa se pode afirmar: he a
larchia completo que arruina aquella desgracado
par.
Os consolidados inglezes (icaram em Londres de
9 7i8 (i 91; os fondos brasileiros a 102 ; os sardos a
;F,r2 belM* <* 9* a 94 1|4; os deas e meio
hollaiiflezes a 6i 1|4.
dila molar.
COMMERCIO
aUg*. DO RECIFK 29 DE AGOSTO AS 3
HOAAS DA TARDE.
. olatGes ofDciaes.
Hoje nao hoavVam eotaooes.
ALFANDKliA.
Hoadimenio do da 1 a 28. .
(dea do dia 29.....
28O262J08O
6:607333
Deseo
Sriga* amenca
288:869362
'"''"""
arretun hoje 30 de agosto.
lericano Thomaz Valle*-farinlia, bo-
lachinha e cha.
Briga Itamburguex Berlhtfarinha a pipas aba-
tidas, j
iSaeaua brasileiraTamegafarinha di
darca porluguazaMura Jotedivas:
Brigoo por logues Viajanlesal.
Sarca iiiglexaMirandamerca.lorias.
Imporlacao.
Brigaa hnmburgtiex Thomaz Waller, vindo de
IMiiladelphia, comignado a lialheos Austin 4 C,
iMoifestou o segoiate:
t,60 barricas rarinka de trigo, 400 ditas bolachi-
iitaa, 30 eaixas vallas da espermaecte, 83 ditas cha ;
ios eoaHgaalarios.
Brigoe americano Brandy IKine, vindo de Phila-
'lelpta, eausigaado a Kostron Rooker & C, rdnni-
raotMt o aegainle :
MO barricas farinha de trigo, 900 barris breo, 120
safa vallas, 100 barris banda de porco, 300 barri-
lachinha, 30 eaixas tecidos. de algodflo, 177
meiaa caixaa cha ; ao< consignatarios.
CONSULADO KltAL.
Readiniealo do dia 1 a 28 22:336*726
>d" a dia 29 ...... 1:1319935
... a 800
... 700
... 0 400 600
... B 400 80
... a 3*600
... B 29500 270(J
... B 38100
... B 3S00
... 2*600
. B 3*600
. B 49500
t 95
. ruoio 19300 1*340
. 0 1*200 1*230
. B 11300 1*350
* 340 345
(II B 265 300
. B 340
... 380
> alm. 3*000
DIRIODE PERMRBOCO QUINTA FEIRA 0 QE AGGSTO DE 1865
83500
pipa
anc. 1203000
pip. 120*000
anc. 122*000
pipa 1203000
anc. 183*000
6la dila doraxia
oes. ; ......
Ameixa* ........
Presuntos ,1111111
Chourijos,.....,
Chouricos.........
Caru ensaccada. 1
Toucihho ... 1.....
Banda de porco......
Dita cm rama, s
Pimenla de Goa......
Sal gromo a bordo. .
l)ilo redondo, idem. .
Diio (riguciro grosso idem
Cera branca por baldeado.
Dita amarella dem. .
Dita em grume idem. .
Oita em velas a bordo. .
Axeile idem .......
Agurdenle eneascada 30 graos, p. 230*000
Vinho musratel do Sclubal. caix. 8*0(K1
Dito tinto marca F.S, abordo, pipa 118*000
Dito dito, dito idem......anc. I209OOO
Di o dito marca B. e F., idem. pipa 120*000
Jilo dito dito, Idem. ..... anc. 122*000
Diodilo T.P. eFilhos, idem. pipa 110*000
Dito dito, dem. ........ anc. 112*000
Dito branco matea F. S. dem pipa 118*000
Dito dito ideAdem.....
Dito marca B. F., idem .
Dito dito dllo, idem .....
Dilo dito marca P. G., idem.
D1I0 dito dito, Idem. .....
R.'}0 "JKaT..eFilhos, idem. pipa! 10*000
iiodilodlto, idem......nc. 112*000
vinagre tinto marca F.e S.idem pipa 48*000
dem dem idem. ..'..... anc. 50*000
Dito marca B. e F., idem pipa 40*000
dem dem idem........anc. 449000
D; o marca P. G.. idem .... pipa 44*000
Dio dilo marca T P. e F., dem pipa 36*000:
Dito branco F. e 9., idsm. ipa 4
dem idem idem. ...... .ano.
Dito dito marca B. F.,idem pipa 40*000
Dito dito marca P. G., Idem. pipa 44*000
Dilo dito dilo T. P. e F. idem. pipa 38*000
MOVIMENTO MARTIMO.
Kmbarcacdct entrad*/.
Julho 9do Para, barca portugueza Fiordo
Vez, capillo F. 9. das Nevos. j
Idam do Maranho, brigue porluguez Novo
Vencedor, capilflo J. M. Aguiar.
dem da Babia, barca brasileira Adelina, ca-
pitao C. J. Raposo.
dem 11 de Pernambuco, galera portugueza
aMarjandao, capilao J. J. Menezet.
dem do Brasil, brigue porluguez aSenhor do
Bom Fim, capilflo J. J. Nevos.
dem 15do Rio de Janeiro, brigue portugus
Incomparavel, capiUtoM. B. Pamplona Jnior.
dem 28 da Baha, barea portuguesa VenusB,
cambio J. C. Ribeiro.
dem 29 do Maranho, patacho porluguea Al-
vacora.B capilao J. G. Peslanha.
dem de Pernambuco, barca portugueza Li-
geiraa, capilflo R. G. Branco.
dem do Rio, Bahia e Pernambuco vapor por-
URuez Pedro II. capilao 1. Viegas do O'.
dem do Par, barca portugueza Oliveira,
capilflo J. M. Ribeiro.
dem de Pernambuco, brigoe porluguez Ex-
periencia, capiHo J. S. Reina.
dem do Ceara, patacho porluguez Abalisa-
do.. capiUo i. C. Arouca.
dem 30 da Bahia, brigue porluguez Lusita-
no. capillo A. G. de Araujo.
dem 31dem, patacho porluguez Taruio II,
capilao J. 0. Faueco. '
Agosto4 da Bahia, brigoe porluguez Leatda-
de,B capitao V. C. Alfarra.
demidem, palhsbole portugus Rival, capi-
llo J. S. f.oureiro.
dem do Rio da Janeiro, patacho porluguez
Fortuna d frica, capilao J. M. do Nascimenlo.
dem de Pernambuco, patacho portugus Es-
peculador, capilflo C. M. J. da Araujo.
dem 7 da Bahia, patacho porlugues Abrolea.
capitao J. C. Amora.
dem 9 do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambu-
co, vapor ingloz Avon.scapildo R. Riveli.
.Sahidaf.
Julho 9 para Pernambuco, brigue porluguez
\ lajante. capilflo M. Santo*.
dem para o Rio de Janeiro, galera porluguaza
Amelia, caaJUo Pamplona Jnnior.
, o m T r!* BrM" nD- Maria eP A.
i. B. GuiraarWes.
".tn'iU:"~"..idem' vaPr in8lei "Groat Weslern.
eapiUoJ. A. Bevis.
Islem 15.para a Bahia, barca portuguesa Fi-
gueiroaaeB, capilao J. P. Dean.
dem 28 para o Rio Grande do Sai, patacho in-
gles Victoria, capilflo J. Filkman.
Agosto 1 para o Rio de Janeiro, brigue portu-
gus Laia II, capillo C. C. Marlins.
Jdem dem, patacho sueco Olhello, capilflo
C Wirman.
dem 4 para o Rio de Janeiro, brigue portugus
Gmihermioe, capilao J. J. R. Contente.
dem 8 para o Par brigue Ligeiroo, capillo
r. dos Santos.
dem para a Bahia. brigue portugus al'eusa-
mento, capilflo A. M. de Aguiar.
. Idero 40 pasa o Rio de Janeiro, brigue porta-
Soez Imperador, capfUo A. S. Moreira.
Caracas a 122 fr. 50 c. por 50 kll., e 300 saceos do
Para' a 54 fr. (deposito.)
R
Para o Rio (iran
Porluense.
dem patacho porl
Para o Rio de Janeii
lina.
roa.
fiul -
patacho porluguez
z Saudade.
barca portugueza Ade-
234689661
CIVKRSAS PROVINCIAS.
Rendinienlo do dia 1 a 28..... 1:865*132
loasa do di 29 ....... 153*000
1:998*132
RKCWlEDOfilA DE RENDAS 1MEKISAS GE-
I DgJ^V A
28.
Raadiaaanto da di
Idea do" dia 29
RAES m PBRNAMBUCO.
1T1
26:762*111
677*824
27:439*935
CONSULADO PROVINCIAL.
Randlnieniododia 1 a 28..... 37:0079756
loan dodia 29....... 553,080
37:560*836
BOLETIM.
LISBOA 13 DE AGOSTO.
Prufo correnim V genero* de importado do
Brasil.
Por baldearo.
Ilgadii de Pemambaco.
Dito de Maranho.......
Dito do Par..........
Dito dito de machina.....
Cacao .
Cat do Rio primetra sote. .
Dito dilo segunda dila.....
Dito dilo lerceira dita.....
Ditoditoascolha boa......
lo da Bahia.........
Couros seceos em caliello 28 a 32
Ditos ditos 24 a 27.......
Ditos ditos 18 a 23. ..:...
Ditos seceos espichados.....
Ditos salg. Baha e Par 28 a 32.
Ditos ditos dito 26a i.....
Ditos ditos de P. e Cear 28 a 32
Drtas ditos alto 26 11 20 ... .
pitos ditos do Maranho 28 a 32.
tJavo airlo.........
_ Dilo do Maranho. .'.'.'
tromai 1 copal......
Ipecaciiauha.......\
Ourueii.....'..".**"
Salsa parrilha superior. '. '.
DHa dila mediana.....
Dita dita inferior ; .
115
110
110
110
2*300
2*500
29200
19900
1*100
2*300
177
177
177
152
117
117
112
112
127
200
100
2*000
800
100
120
2*600
2*300
2*000
I94OO
29500
207
187
187
162
I
147
147
147
140
59500
13000
185
Capiirot de direitu!.
<$ 129000 12*800
9600 10*500
9500 8*000
*
1*600
1*600
19900
1*200
3*600
3*000
3*000
1*200
lo:U)0
1*800
1*700
19400
13100
1*700
1*500
dem barca portaajneza Ligeira.s
Para o Para basapaortuguazs Flor do Vez
Para o Par brisaia portguez Triumpho.
I ara o Marauhflo patacho portugus Boa F.a
Para a Baha patacho arlugaez (d.iberdade.
dem barea brasileira AmcW.
dem brigue porlugiezLuzilaoia.
Para o Rio de Janeiro patacho porluguez An-
dorinha. r- e
Idera barca noruegense aSylpblels.
dem brigue porluguez Compauliia Commer-
cial de Goa.
dem idam Maria Agnes.
Rio Grande do Sul escuna americana Simuel
rrao.
dem barca americana Aunco.
Asswar de Pernambuco
Dito da Balda..........
Dito do Para, Imito. .
Dato maseavado.........
Dio refinado na pait em formas
Dito dito quebrado (pil). .
Dilo dito em p (rape)......
Vaqaatas de Pern. e Ceara 1
Ditas do Marauhflo.......
Chifres do Brasil pequeos. .
Duparhado!
Arroz do Maranho e Par ord.
Uilo dilo do oseUier......
Dito dito superior.........
Dito lito miudo.........
Dita do Rio de Janeiro. ....
Pao campeche.........
Fariuha le pa'o do Brasil .
Tapioca............
Prtf* mrrenlet dos gneros de exportara para
o Brasil.
Captivos de direitos.
Amendoa esa milo doce do Al-
iarve.............@ 4*600 49800
DlUeiu casca cooca,......aJq. 1*000 1*100
mil 329000 40*000
m 5*000 5*400
i) 5*800 6*000
6340O 6*800
4*000 4*200
.5*000 5*400
atoo
a: 800 900
fS 1*100 1*400
^JS* COMMERCIAL DOS PRINCIPAES
MERCADOS DA EUROPA PELO VAPOR DE
SOLTAMPTON TAY.
Londres 8 de agosto.
Caf A procara sustenta-s activa e com pre-
?o firme que se pode bem explicar pela situarlo das
existencias que se acham excessivamente reduzidas
em prlmeira nflo ; e ludo faz esperar que o moi-
meuto asaeneional desse argo no norte da Europa
se regulansara" na Inglaterra. As boas qualidades
principalmente lerao um muito bom fuluro 00 mer-
cado de Londres. Afora as vendas de ordinario im-
portantes do caf de CeyUto por procos altos, foram
vendidas eui leilflo 12 saceos do caf do Rio de Ja-
neiro : a saber, o ordinario a bom ordinario foi ven-
dido desdi 40 a 43, o lavado de 54 a 59, venderam-
se mais da mesma snrte a entregar 4,000 saceos, pre-
so ignorado ; 13,000 saceos de Sanios para um por-
to vrzinho a 43 sh. 6 din. {, entregar a maior par-
te), fiada a assignalar das sortea de Guayaquil, Puer-
to Rico e San Domingos.
Assucar. Trnsate* regulares ; as existencias
sao muito pouco importantes; ej reduccao do pro-
vitDento inolivou al orna alia de 6 Oin. as sortea
daMauncia, de Bengala, de Madras e da Havana,
ludo quanlo foi apreseotado foi comprado por sabi-
dos precos. Dasssrles do Brasil citam-se 8,500 sac-
eos do msseavado da Bahia a entregar pelo preco de
19, 6. 1,800 saceos em disponibilidad por preco se-
creto; da Manilha foram apresejfcdosa venda 60 000
saceos e fcilmente vendidos i 5J00 sacos de Per-
nambuco de 38 6 a 406 mediano a bom branco, e
de .44 a 36 0 o maseavado.
.-M/l.,'o"rw^0Cura<'.0 "i"" a t"isl'llaria. Foram
vendidos 2,800 barris de sh. 17 8 a 18.
vend"0'' ~So5,enUdo nrmenienle, porrn sem
Tapioca.Procurada, preso firme ; 210 saceos do
Rio da mediana a boa offereridoi a veuda obliveram
' J|*a 8 din. por f.
Cacao. Mercado mais calino. Foram colados 2
h.s"?!. d* JriBd,<,e *2 h- din. pelo
bauopardoabom verraelho brilhanle, e 45 eaixas
a vermelho bom de 37 a 42 sh. i~
lpecacanlia. (k>m baixa ; p.gou-se de 7 a
pela mercadoria boa e de 5 a 6 8 pela avariada.
lia vre 7 da agoslo.
Urna le elaborada a promulgada em 4 dias imne
nm novo direito ge 10 por 0,0 sobre todas as laxa, in-
directas e por cooseguinle sobre os direitos de al-
fandega; portanlo a partir de 18 de julho se deva
contar com um carragamenlo de 10 fr. sobre 100 pa-
ra as mercadorias vendidas livres de direitos.
Ca A procura tem sido regular e gerlmente
considera-se o artigo em boa po.isao. Vendas das
sortea do Brasil 8,000 saceos, a saber: coo a 53 fr
(deposito), 200 saceos a 49 (depositol, 800 de 54 a 56
fr., 332 de .50 a 51 fr. (deposito), 010 de 55 a 65 fr.
50 c. (deposito), 1,019 por conla da administrarlo da
guerra de 55 a 56 (depsito), 2,124, sendo 1,000 viu-
dos pela Bella Paulina, avariados de 99 a 115 fr.
livres de direitos, 49 sacras do lavado de 112 a 118
fr. O deposito geral he" 6,361.645 1|2 kil. contra
4,168.000 em 1854. Olimos presos: Babia bom 1
Tr. 14 cen, a 1 fr. 20 c, bom a fiuo ordinario 1 fr.
e 10 c. a 1 fr. 14cent. Ordinario 1 a 1 02c,; Rio
de Janeiro lavado bom 1. 30a 1 44; do nflo lava-
do bom a fino ordinario, 1. 04 a 1 12 e. ; ordinario
0,96 e. a 1 fr. 02 polo kil. (deposito.)
Assucar. Os precos alcaram progressivamente,
ese mais negocios nao se lizeram allribulr ss de-
nlu.Pu "C? u"" elevad" ao* P"idores que
58 fr I XP. i,0,'?,,arta "'' M "onaaAntilnaa
08 rr. livres dos direitos.
Msria'riM rfa,%'VeS d0,,,^!-^-w falto mais ne-
gocio qoe do enstume: 6,000 aaceos de Pernamb
73
calas a 46 e 49 Ir. Ultimo pre-
r^?' b"nco.de I 1 ^ 100 bit. (livres
de dhjelloa): tngneiro 120 a 142 ; maseavado da 110
MOVIMENTO OO PORTO.
navios entrados ,no dia 29.
SoulhamptotVe porlos intermedios20 dias, vapor
ingles Taya, coramaiidaute T. W. Sawver. Pas-
sageiros para esla provincia, Jos Ferrera da Sll-
v> Jnior, Olio Plesaumanl, William Eckerslev
Queal. Eduard Patn, Jean Caris Alne, Ludevig
11. Hermaun Mulson, Joao William Sluart. Se-
guio para os porlos do sul, conduxindo desta
provincia os passageiros: Joflo Jos da Silveira
r,,A,v,'a, f Baljrmino Licio de Carvalho Gama.
I liilatlelpliia40 dias, hiato americano Rnsamond,
de 130 toneladas, capilflo Ellls, eqnipagem 6,
carga farinha de Irigo e mais gneros ; a Uenry
torsler ^ Companhia.
EDITAES.
DECLARA^OES.
Tribu
nal do compiercio.
Pela secretaria do tribunal d" eommercio desta
provincia se faz publico, que o Sr. William Lilley
Jonior, cidadao americano, domiciliado nesla cilia-
do, foi matriculado nesle tribunal na qualidade de
commerrianle de grosso trato. Secretaria do tribu-
nal do eommercio da provincia de Pernambuco 29
de agoslo de i8.Y>.Ma.iimiano Francisco Duarte,
ofcial maior interino.
Olllm. Sr. capilao do porto, err, observancia
de quanlo lhe ordenoa o Exm. Sr. presdanle da
provincia, em aflicto com data de honiem, em refe-
rencia ao aviso da repaflicSo da marinha do 1. do
correte mez, manda fazer publico, para conheci-
mento de quem posa intaressar, a copia da Irnduc-
So da notiftcacao feila por parte do governo brilan-
nico d.i bloqueio posto certos porlosrussos no Bl-
tico, pelas esqoadras alliadas da Franca e Inglaterra.
Capitana do porto de Pernambuco 25 de agoslo de
1855.O secretario,
Alexandr Rodrigue dos Anjos.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sueca sobre
a praca da Bahia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junlio de 1855^1
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar os se-
guales objectos : *
Para o presidio de Fernando.
Farinha de mandioca, alqueires 600 ; madapoln,
Cesas 6 ; oculos de alcance, 2 ; plvora, arrobas 10;
randes de cera, 12 ; lochas de dila, 6.
Hospital regimental.
Cobos inodoros, 10.
Companhia de artfices.
Liyre mestre com 200 Tullas, 1.
Offlclhas de lerceira classo do arsenal de guerra.
Limas meias-cannas-musas, duzias 4.
Quarla classe.
Trincal, libras 20; limas chalas-mujas de diversas
polegadss, duzia 1.
Quinta classe.
Meios de sola curlida, 300.
2. balalhao de infantaria.
Compendios de nritlimelica por Avila, 3.
Diversos balalhoes.
Sapatos, pares 900. ,
Quem os quizer vender aprsenle as suas propnslas
em rarla fechada na secretaria do conselho as 10 ho-
ras do illa 3 de selemhro prximo futuro.
Secretaria do conselhoadminislrativo para forne-
cimento do arsenal de guerra 27de agoslode 1855.
Jote de Brilo Inglez, coronel presidente. Bernar-
do l'ereira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
Tendo sido designado o da 31 do correte para
a reuniflo dos credores uo fallido Vctor Antonio de
Brilo, >lnn de proceder-se a nnmeacflo do deposita-
rio da respectiva massa, visto nao se ler anda sa-
lisfeilo a essa diligencia ; pelo presento sao convoca-
dos os referidos credores para que no dia aprazado
compareram na casa da residencia do Dr. jniz de di-
reito especial do eommercio, no largo da S. Cruz, na
Boa-Vista, pelas 10 horas da manhfla. Cidade do
Recito 28 de agosto de 1855. O escrivflo interino
do eommercio, Francisca Ignacio de Torres Ban-
delra.
a BaptisU. Esta obra, alera de tima inlroducc.flo
sobre as acsOes e excepsoes em geral, trata do prc-
cesso civel comparado com o com inercia I, eonliim
a thcoua sobre a applicacao da causa julgada, eou-
tras doutrinas luminosas : vende-se nicamente
na toja de Manoel Jos Leite, na ra do Quei-
mado n. 10, a 6$ cada exemplar rubricado pelo
autor.
Manoel Joaqnlm da Silva Ribeiio, fiscal da fregue-
gutzia de Santo Aulonio desta cidade do Recito,
etc. etc.
Tendo observado qae, nflo obstante os mullos e
repetidos avisos quer por edilaes nesle Diarlo, quer
em particular lenho feilo, contina cm mullas ras
e travessas desta freguesia o mo habito de se lan-
zar aguas das varaudssabaixo, e os escravos a despe-
j.irem-tia lambem as testadas das casas em que re-
sidem, e a depositaren! liso e Immundicias em qual-
quer lugar, coucorreudo desta surte para que ditas
ras e travessas, apezar. da assidua e continuada
limpeza, estejam sempre com lamas e lixos, pare-
cendn que tal limpexa se nflo fex ; faco de novo pu-
blicat os artigo abaixo transcriptos, chamando a
atlencflo dos moradores desta mesma Aregueiia, para
suas disposicoes, cortos de que farei effactiva mal-
la contra semelhantes infraccoes, um vez que se
continuo nellas. Outro sim, fajo tambem sciente
que as vasilhasque conduzirem as immuudiciasde-
verflo ser cobertas, conforme disooem o art. 5 do
lt. 5.
Fiscalisasao da freguezia de Santo Antonio do
Recito 27 de agosto de 1855.O fiscal, Manoel Joa-
quim da Silva Kibciro.
Postaras munivaet de 30 dcjunho de 1849.
TITULO III.
Art. 3. Nenhum morador lnncarn nem mandar
laucar as ras ou logares pblicos que nlo forero
para esto fim designados,lixos, immundicias 00 qual-
quer cansa qae possa incommodar 011 causardamno
o publico : o infractores sarao multados em 29.
Art. 5. Nlnguem poder laucar agua limpi aa
rna das varandas abaixo de dia e mesmo a noite so
o poder1 fazer depon das 11 horas : os infractores
alm do damno que causaren! serSo multados em
60000.
TITULO V.
Art. 5. Depois que a cmara municipal designar
os lugares para nelles se fazer o deposito das im-
mundicias, os que lancarem fura desses lugares, o
presentemente as nflo lancarem ao mar, pagarlo a
multa de 49. As vasilhas as quaes se conduzirem
as immuiidiciaslserflo coberlas, e lavadas depois do
despejo, e nflo se poder fjzer este servico desde
as 7 horas da manhaa at as 9 da noite. Exceptua-
se o despejo d'agoas de lavagens do roupa, casa e
cozinha, assim como'tambem o llxo.
Manoel Ignacio d'Oiiveira Lobo, fiscal da freguezia
de Sao Frei Pedro Gonsalves do Bairro do Re-
cito &.
Faz constar aos moradores desta freguezia, o que
dispoe os arts. 3 e 5 do 3 art. 5. do 5. das pos-
turas municipaes de 30 de junho de 1849, que abai-
xo transcreve,
TITULO III.
Art. 3. Nenhum morador laucar nem mandar
tancar oas roas ou lugares pblicos que nflo forem
para esse fim designados, lixos, immandicias, ou
qualquercousaquepossa incommodar|ou causar dam-
no ao publico ; os infractores serio multados em
29000.
Art. 5. Ninguem poder lancear agua limpa na
roa das varandas abaixo de dia, o mesmo a noite,
so o poder toser depois de II horas: os infractores
alm do damno que eauurem, serio multados em
69000 e se a agua for suja e infeca, pagarflo a mol-
la de 123000. 1 f a-
TrruLO iv.
Art. 5. Depois que a camagp municipal designar
os lugares para nelles se faar o deposito das im-
mnndieias.osque lancarem tora desses lugares e pre-
sentemente s nao laucarem ao mar, pagarlo a mul-
la de 49000. Asvasilhas em que se conduzirem as
immandicias serio roberas,e lavadas depois do des-
pejo, e n3o se poder fazer este servido desda as 7
horas da manha al as 9 da noite, sob pena de pa-
garen! a malla de 29OOO. Exceptua-se o despejo
d'agua de lavagens de roupa, casa c cozinha, assim
como tambem o lixo.
E lendo a mesma cmara designado por cdilal os
lagares em qaa deven ser feilos taes despejos nesla
freguezia os quaes sflo os seguintes. Forte do
Mallos na praia da mar grande entre as prensas de
Manoel Jos da Silva Braga, e a do abaixo assigoa-
do; da parte do rio Reberibe no fundo do antlgo
Becea-largo, hoje na rampa do caes do dito rio; em
Fura de Portas da parto da mar pequea, fundo
hoje da procada roa do Brum ou chafariz ; em
frente a mar grande 110 fundo do oulro beceo. S
or isso recoinmeuda o mesmo fiscal que os Aerado-
rea qae maodarem taes vasilhas com immundicias
deverlo as roesmos ir cobertas fim de nlo ex-
halarem miasmas ptridos, que muito mal fazem a
salubridade publica, e mais anda que taes despe-
jos dever ser feilos a noite, como racommenda
o artigo cima transcripto. E para que senflo ale-
goe ignorancia ,'pois que tem de fazer executar taes
arligos tflo inleiramenle como n'elles se coolem)
manda publicar pelo Diario por 3 vetes.
Bairro do Recito 29 de agoslo de 1855.O fiscal,
Manoel /guaci d'Olicetra L6bv.
O Dr. Anselmo Franciseo Perelli, commendadorda
imperial ordem da Rosa e juiz de direito especi-
al do eommercio desta cidade do Recito de Per-
nambuco por S. M. I. e C. ele.
Faso saber aoa que o presente cdilal virem, que
no dia 30 do corrente mez se ha do arrematar por
yenda a quem mais dr depois- da audiencia desle
juizo e na casa dss audiencias, a sexta parte do so-
brado da ra Imperial n. 169, no valor de 6669666
rs., visto ler sido o mesmo sobrado avahado em
4:0009000 penhorada dita parle por eiecuc.flo de
Antonio Maia da Silva, contra Manoel l'ereira da
Silva a sua mulhcr.
E para que chegue a noticia de lodos mandei pas-
sar edilaes publicados petos jornaes e afiliados na
praca do Commercio e casa das audiencias.
Dado e passado nesla cidade do Recito aos 9 da
agosto de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivSo interino o fiz escrever.
Anselmo Francisco Perelli.
PUBLICAQA'O LITTERARIA.
Achate & venda o compendio de Theoria e Prali
Catda Peran -andidos 600 eco. sendo 90 d. ca do Proca-o Ovil feilo pelo Dr. Francisco d. P
H.
THEATRO
DE
Sociedade Dramtica Emprezaria-
BENEFICIO DE
LIIZOTOMO 10NTEUL0.
Concedido pelo Exm. Sr. presidente da provincia.)
SEXTA-FEIRA 31 DE AGOSTO DE 1855.
Depois de ama escolhida ouvertora, representar*
se-ha a sempre applaudida comedia em 3 actos, or-
nada de msica, comnosicSo do insigne escriplor
brasileiro, o Sr. Dr. Maeedo,
0 PHANTASMA BRANCO.
Seguir-se-ha a represenlssAo do engrasado vau-
devilla em 2 actos,
No dia 31 do cor
Sr. Dr. jaij de orphflu
OU
0 ECCLYl'SE DE 1821.
Ordem do espectculo.
1. Innoceucio. | 2. Phanlasma.
O beneficiado espera toda a concorrencia ao seu
e-peclacnlo, visto ha mullo lempo nflo ler incom-
uiodado o generoso publico desta cidade, eser tam-
bem esla a ultima vez que tencioaa ucommoda-lo
em beneficio seo.
AVISOS MARTIMOS.
BAHA.
V.ii seguir com brevidade o hiato brasileiro For-
tuna, mestre Joaquim Jos Silveira ; para o resto
da carga Irata-se com os consignatarios A. de A. Go-
stescj, Companhia, na ruado Trapiche n. 16, segun-
do andar, ou com o mestre no trapiche do alcodflu.
PARA LISBOA
o brigoe porluguez najante pretende seguir im-
preterivelmenle, ao dia 12 de satembro, por Irr a
maior parle da carga prompta : quem nelle quizer
carregar o resto da carga ou ir da passagem, diri-
ja-so aos consignatarios Thomaz da Aquino Fous-
ca & Filho, ou ao caplv, o Sr. Manoel dos
Santos.
Para ama viagem deste porto gara seguir ao
do Rio da Prata, precisa-s de um ofcial nutico,
que teuha caria de piloto da academia do imperio :
quem em taes circunstancias se arhar hafettiudo, e
se queira contratar, pode dingir-se ra da Cruz
n. 3, escriptorio de Amorim Inuflos Companhia.
PARA A BAHA
salte com muita brevidade por ter par-
le de seu carregamento prompto, o
leiro liiate Santo Antonio Triump
para o resto da carga e passageiros trata
se com os consignataries Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 3*. oucom o
capilao na praca.
PARA 0 ARACATI
Segu al o fim da presente semana o bem conbe-
cido hiato Capiburibe, mestre Antonio Jos Vianna:
para 6 resto da carga ou passageiros lrta-se na ra
do \ igario u. 5.
Para o Rio de Janeiro sahe com muita brevi-
dade o patacho nacional Amazonas, por ter parto d
aeu carregamento prompto : para o resto e escravos
a freto, trala-se com Antouio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz u. 1.
Precisa-se de ama irria de lelle : na roa da
Madre de Dos n. 36, leja.
Aluga-se a cocheira do paleo do Parazo ni
26, com commodos psra 10 carros.
Pede-se ao baeharel Borges, insigne enrandei-
ro de morpha, que aprsenle um so Individuo a
quem (eolia curado. Isto lhe pede
Um morphelico.
Precisase de urna crioula torra, de meia ida-
de, para servir de companhia a urna pessoa sem fa-
milia : quem quizer, dirija-se rila do Caldeireiro
Precisa -se de urna ama que coziuhe e compre,
para nma casa de pouca familia : na ra da Cruzn.
r terceiro andar.
corrente, depois da audiencia do
hflos, ir noVamenle praca a
escrava IteUiina, de 3."i a 40 minos deldade. pro-
pria para qlralquer servio, pelaquantia de 3009000,
segundo a nova avaliacao, reqoerimento do cura-
dor da mentecapla Marcolina Therexa de Jesns.
O secretario da sociedade Geographiea convida
aos seus membros comparecerem 10 horas do
da, para sessflo ordinaria, na ra dotJBaalro Cantos
n. 1.
Offercce-se um homem para criado ou feitor :
quem precisar, dirija-se ra de Apollo, na coChei-
ra defronle n. 4.
Na ra da Oui n. 35, segirmo andar, d-se
dmheiro a juros sobre panhores de oure ou prata,
era pequeas ou grandes quanlas: a tratar na mes-
ma ra n. 43, toja.
Pieclaa.se de urna aro* para cor.inhar e en-
gommar : no aterro da Boa-VhUa n. 26, segando
andar.
Quem quiaer mandar lavat, Bgoffimar ou oo-
zinhar, dirqa-s a ra da Concordia juuto a casa do
Sr. Valerio.
O abaixo asaigmulo olfereca gratuitamente
commissflo encarregada do hospital portufuez provi-
sorio, a rdelade da sorle qaa salilr nos dous rueios
bilhetes ns, :882 e 3680 da flUtiia parte da prltoeira
lotera do Gynsnasio l'aroainbucano. Jeronviuo
Pinto da Souza.
lima pessoa das mais habilitadas que ha nesla
provincia para Ungir toda e qualquer qualidade da
lazendas, lilas e relroz, tonto em peras, como eaa
qualquer obra, assim como de toda a cor que seu
donos desejarem, ofierece o seu presumo ao publico
, em geral, de que tirarlo gralde interesse vista de
sat-4 Unas, de que ofierece para se informaren) de
'** *aaaeidada aos Srs. Campos c5( Lima, na ra rio
Crespo! 12, toja de Sr. Am
ra voCabug toja, anude orna pessoa d* Casa rece-
Antonio Jos l'ereira, na
le nina pessoa d* casa rece-
be as tozendas e entrega aos seas donos ; e adverle
que he ruis barato do que am oulra qualquer par-
le, e quauto maior for a porsfl de fazendas mais ba-
rato sera.
Pracisa-se de urna ama secca : na ra da Croz
n.7, lercelro andar.
Por den-se ua ra Drella ala o becco da Pe-
nha, um panno de esguiflo, pouco mais que um len-
SO, lodo aberto da labvrintho, estando por acabar :
quem o achou, querendo restituir, leve-o ra Di-
reito u. 82, que se recompensara.
Aluga-se urna casa na roa do Pilar n. 108, com
duas salas, tres quartos, solao, cozinha fura, quintal
e cacimba: a tratar na ra do Pilar n. 56,
Aluga-se ama prata mallo fiel e que faz toda
o serviso lie urna osa : os prclendentes, dirijam-se
u praca da R*a-Visto n. 7.
LEILOES
Joao de Nepomuceno Augusto de Araujo Iaia
leilao por inlervens-lo do agente Borja, da sua
taberna sita na roa Imperial n. 47, consislindo na
aruiacito e gneros existentes na mesma : sexta feira
31 do corrente, as 11 horas em pooto.
Osenle Borjafar leilflo emsenarmazem, na
ra do Collegin u. 15, consislindo em.diversas obras
de marciueria de diversas qualidades, obras de ouro
e prata, objetos de vidro o porcelana, para enhile de
salla, e oau-M muius objeclos de dtfferenles quali-
dades que se a cha rflo patentes no mesmo armazem,
e urna grande porc.,'u de rnarroquim de differeutes
cores: quiuta-lira, Odo corrente, as 10 horas.
Aranaga & Bryan,
consignatarios da polaca hespanhola Mathilde, ca-
pilflo Herminio Rabassa, larflo leilflo no dia 31 do
corrente ao meio dia, porta da associarn commer-
cial Beneficenle, por iuterven(o do age'nte Roberls,
em oresenca do Sr. vice-consul de Despalilla, e por
cunta e risco de quem perleocer, do casco, maslros, s?"5gr,'pl"1a e
vergas, cordoalha, correntes, ancoras, veame : ]udo de mais apparelho c perteures da dila polaca, tal qaal
e aclia ancorada nesle porto aoode os pretendientes
podem examina-la com aiilecipasao, tendo sido le-
galmente enndemnada por cansa d'agua aberta, na
ua recento viagem de Montevideo ao Canal de In-
glaterra para receber ordens.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da alfandega
desta cidade, por conla e risco de quem pertencer, e
por iulerveocSo do agento Oliveira, se continuar
o leilflo das fazeadas averiadas de agua salgada, me-
nos deterioradas do que as vendidas nos leiloes ante-
riores, salvadas de bordo da barca francesa Gustavo
II; e igualmente serSo vandidas per ordem do ca-
piUo Jacq, por aotorisacfdo Sr. cnsul da Franca
e Jojefendo Sr. iospeclor, uiergas, vellame, cor-
doarfla eoutros objeclos miudca, bem como mauli-
manlos da dila barca : quinta-feira 30 do corrento
as 10 horas da manhfla, nos armazens da dita alfan-
dega.
4 LEILAO.
William Lilley Jnior, consignatario
do brigoe americano NOBLE, arnfcWo a
este porto com agua aberta de sua recen-
te viagem de Boston, com destino ao Ca-
bo da Boa Esperanca, faz leilao publico
por intervenco do agente Roberts, no
dia 1 de setembro, por ordem de Marcos
Li ndberg, capitao do dito navio, em pre-
senca do Sr. cnsul dos Estados-Unidos e
por autorisacao do Sr. inspector da alfan-
dega, por conta e risco de quem perten-
cer, de 7larricas com fumo em folha, 71
ca\ps de dito emprensado, 5 ditas con-
tehdo 8 caixinhas cada urna, 42 barricas
com bolacha .americana, 157 eaixas sa-
bao, 9 fardos de Lopalo, 52 barricas de
pregos, que estaro patentes ao exame :
no armazem alfandegado de J. A. de
Aratijo^nrjxerf! J^Apollo. no dia ante-
cedonte.
AVISOS DIVERSOS.
No dia 31, as 11 horas, na sala das audiencias,
depoi- de linda a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha
(le arrematar um sobrado de um andar, silo na roa
Imperial n. 92. em chao proprio, com 34 palmos de
frente, 79 de fundo e mais 252 para quintal, ava-
llado em 1:2008000, perlenccnle a beranca jaceule
do finado Antonio da Trindade.
O Dr. Carotino francisco de Lima San-
tos mora no primeiro andar du sobrado
sito na ra dasCruzm n. 18, onde conti-
na no exercicio de sua profissao da me-
dico.
Tendo o Sr. Joao Climacorernandes
Citvnlcunti annunciadoa veaua| do seu en-
genho BKILHANTE, e dchando-se este
penhofado pelo abaixo assignado, pessoa
alguma o poder' comprar sem seu ac-
cordo.Antonio JosTcixeira Bastos.
Precisa-se de ama ama para cozinhar e com-
prar ; a tratar na ra Diraita n. 106
.. Na ra estreita do Rosaiio n. 4, se dir qoem
da diuheirn a premio em quaclias de 508 e OOSO'JO,
sobre penhores do ouro e prata, por mdicos juros!
Precisa-se de um caixeiro para nma padaita,
que tenha pratica de negocio e de fador a sua con-
duela : na ra Direila n. 26.
^ V
Offereee-se urna*ama para cozinhar, comprar
o fazer o serviso de urna casa: quem precisar, di-
rija-se C.imboa do Carmo, no primeiro becco, do
lado esquerdo.
O Sr. U. K. C. A., do engenho Sitio do Meio,
queira mandar concluir por lodo o mez de setembro
prximo u negocio que nflo ignora, pois do contrario
se usara dos meios judiciaes,
Maria da Conceisflo, prela forra, vai ao Rio de
Janeiro em companhia de sea maride Jos Verissimo
da Rocha.
Aluga-se um sitio bem plantado, com casa de
morada de pouca familia, pelo diminuto preso de
108000 mensaes ; a pessoa que pretonder, dirija-se
jauto a matriz nova de S. Jos, caa o. 5, qoe acha-
ra com quem (ralar.
Camillo Augusto Fetraira da Silva, soli-
citador nos auditorios destt Hade, podo
ser procurado para o exeretMpdas suas
Sfuncces: 110 paleo do Collegio, escriplo-
rio do lllm. Sr. Dr. Joaquim Jos da Fon-
Frederico Chaves preci>a fallar com o Sr. Joa-
quim Francisco de Mello Cavalcanli, ou a seu cor-
respondente para negocio de interesse: no aterro da
Boa-Vis la n. 17.
Rogase aos credores de Joao Paolo da Silva,
leiiham a bondade de mandar suas contas, no prazo
de 15 dias: a' travessa da Madre de Dos n. 14.
Offercce-sc orna ama para casa de homem sol-
leiro ou de pouca familia, que saiba cozinhar, en-
gommar e fazer Indo o mais serviso interior de ama
casa : quem, precisar, dirija-se roa Augusta n. 2,
toja.
Precisa-se de urna ama que teuha bom leite :
na ra do Queimado toja n. 41, oo no paleo da San-
ia Cruz n. 2, sobrado de um andar.
Precisa-se alugar urna nagrinha de idade Se
10 a* 12 anuos, para lomar sentido a um mentao e
applica-se alguma costura : quem quizer, dirija-se
ra da Virarflu n. 39.
Aluga-se para passar a tosa ou por anuo,
am bom sobrado de um andar, com commodos para
grande familia, lioda vista, invito- fresco e terreno
aos ladorpara fazer jardim, 00 Poso da Panella : a
tratar com Frederico Chaves no alerro da Boa-Vis-
la n. 17.
Quem precisar alugar umu prela dirija-se i ra
do Muudego n. 60.
O baeharel A. R. de Torres Bandeira. actual
professor de lingua franceza no (ivmnasio desta pro-
vincia, contina no ensiiio particular desta mesma
lingua, e bem assim da lingua ingleza, rhetorica,
rapia e philoaophio ; e para mais facilitar o es-
o de algumas desta ina
fias pessoas qae nflo possam frecuentar sua aula
horas designadas em seus anteriores annuneios, pro-
pe-se abrir um curso das duas linguas e outro de
rhetorica e potica, sendo os dous primeiros das 5
horas e meia da larde at as 7 1|2 da noite, e o se-
gundo dessa hora al as 8 : quem quizer matricu-
lar--!' em qualquer uro destes corsos, pode procra-
lo desde j na casa de soa residencia, na ra Nova,
sobrado 11. 23, segando andar, onde lambem prose-
gue no ensino destas mesmas disciplinas e das outras
as horas j desda o principio annunciadas para
aquelles que enlflo as poderem esludar. propor-se-
ha igualmente a abrir cursos de philosophia, de geo-
graphia e historia uoite, quaudo para taes ealdos
houve numero suflicieole de alumuos. a conlar do
1. de setembro em diante : e protesta continuara
cumprir tflo exactamente quanlo lhe for possivel os
deveres do magisterio.
LOTERA do gymnasio per-
NAMBUCANO.
Aos6:000i'000, 3:0Q0$000. e 1:000,000.
Corre indubitavelmenle quarla-feira, 12 da setembro
O cautelisla SalusUano de Aquino Ferrera avisa
ao respcilavel publico, que as snas cntelas nflo es-
Iflo sojeilas ao descont de oilo por cejito do impos-
to da lei; seus bilhetes inleiros vendidos em origi-
nacs, nlo solTrem o (fjiconlo da oilo por cents do
imposto geral, no acto do pagamento dos tres pri-
meiros premios grandes: oa quaes acham-se a venda
as tojas seguinles: ra da Cadeia do Recito ns.
24, 38 e 45 ; na prasa da da Independencia ns. 37
e|39; ra Nova ns.4 e 16 ; ua do Queimado ns.
39 e 44 ; ra estreita do Rosario o. 17 : no atorro
da Boa-Vista n. 74, e na pras da Boa-Vista n. 7.
Recebe por inteiro 6:000
3:000
2:000
a 1:5009
1:200
750
a 600
> 3009
O referido canlelisla declara mui eapressamente
ao respeilavet publico, que se respunsabilisa apenas
a pagar os 8 por cenlo da lei, obre os seus bilhetes,
vendidos em originaes, logo que se aprsenle o bi-
Ihele inleito, indo o possuidor receber o competen-
te premio que nelle sahir, na ra do Collegio n. 15,
escriptorio do Sr. Ihesooreiro Francisco Aulonio de
Oliveira. Pernambuco 28 de agoslo de 1855.
SalusUano de AguUfp Ferrera.
Oftorece-se am homem paiT caixeiro de qual-
quer casa de eommercio, o qual tem bstanle orti-
ca ; esta arromado ha mais de auno, porin quer
sahir da casa por am pequeo motivo : qacm pre-
cisar nnuncie.
Dg-se para um eslrangeirn um sitio perlo
1, com casa que lem bastantes cqmrndos,
aria e cocheira ; a fallar na roa da Cruz n. 10.
foga-se por preco commodo o armazem caca
I ra da Praia n. 68 : na ra estreita do Ro-
fi. II, primeiro andar.
Precisa-se de homens livres naeionaes para fa-
zer e serviso da conservacao da estrada do sal : tra-
ta-so na ra Imperial a. 120 A.
Precisa-se do um caixeiro para Santo Amaro
de Jaboalao : a tratar na ra Nova n. 10.
Precisa-se de um rapaz de 12 a 16 annos para
caiieiro de urna botica, e se liver principio de phar-
macia he preferivel: na ra estreita do Rosario, bo-
tica defronle da ra das Larangeiras 11. 23,
Precisa-* de um amassador da padaria, que
saiba desempeiiliar a seu lagar e que enlenda da
masas do pao de Provena : na padaria do ; Ierro da
Boa-Vista u. 66.
Precisa su de um caixeiro que tenha platica de
taberna : no alerro da Boa-Visla n. 70.
Aluga-se urna casa terrea na ra do Qiiabo n.
4, no bairro da Roa-Vista : quem a pretend r, falle
na ra da Cadeia Velha n. 1, uo segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leite, que seja llmpa
e sadia : na roa da Cadeia do Recito, casa n. 19.
ARRANJO PARA OESQUADRAO'
Na rila do Livramenlo n. I, quina qae volla para
o Queimado, vende-se o pequeo e grande uniforme
do esquadro de ca vallara, por menos de mulada de
seo valor, lodos pouco servidos e em bom astado :
dirijam-se a elle que se faz qualquer armnjo no
preco.
No dia 31 do crranle se deve (arrematar em
hasta publica do Dr. juiz de direito da primeira vara
do rival o direito e ari;flo em grao de Jos Rodrigo
do Passo contra M. P. Magalhfles, na importancia de
136 e tantos reis,por execusau de Lua Ama 1 el Du-
bourq.
Precisa-se de ma ama para serviso interno
de urna casa de pouca familia : no atorro da Boa-
Vista n.78.
Tinturero.
O tinlureiro dama de Ilorlas n. 9, avisa a todas
as pessoas que tem obras para lingir ha mezei e an-
nos, que no prazo de 8 dias vflo bascar, xuando
nflo as vai vender para pagamento.
Aluga-se nma ama para todo o serviso Je urna
casa, a lambem engornma, sendo casa de hom:msol-
teiro ou pouca familia : dirija-se roa di' Santa
Thereza n. 7. fjj}
LOTERIA tifa GYMNASIO PERNAM-
BUCANO. a
AOS 6:0001, 3:000jf- 1:000$.
O cautelisla Aalouio Jos Rodrigue d Souza J-
nior avisa ao respeitavel publico, que as rodas da
ultima parto da primeira desta loteria andam ini-
preteiivelmcnto quarla-feira, 12 de setembro. To-
dos os seus bilhetes e cauteles sflo pagos sem descon-
t algoin, os quaes acham-se venda na praca da
liidepe|dencia, tojas os. 4, 13, 15 e 40; rna Direila
n. 13-,lravessa do Rosario. 18C ; aterro ca Boa-
Visla n. 72 A, e oa rna da Braia, luja da faiandaa.
IIA.
LOTERA DA PR0V1NCL
Os cauto islas Oliveira Jnior & Cumpaaaa avi-
sara ao reabeitavel publico, que pela priaaira vez
tem exposto venda os seus bilhetes e cautelas da
ultima parle da prlmeira loteria da (ivmnasio Per-
nambucanu, as tojas abaixo dMacadas : roa da
Cadeia ns. 9 e50; ra do Co\t*tfaS. 15 ; ra do
Queiruarlo n. 63; ra rM Rosa* J30 1 Ierro da
Boa-Vista 11. 10. Declarara que oralltaja inteiro
em originaes sflo pagos seta descont, a que aa cau
.1. '.!llrei' ue,conio dos oilo por caaJI^a ftm
da lei.
Bilhetes
Meios
Tersos
Quartos
Oitovos
Decimos
Vigsimos
59800
29800
29000
W40
720
600
320
Receba
a
11

B
6:O0(P0O
2:7009000
1:8409000
1:3809000
OSr. Francisco Soller de Kigueired
qneira procurar na ra do Queimado n. Joa-
quim l.uiz dos Sanios, para realisar o dctH que
contrahio no Rio Grande do Sal com Narciso Jos
Ferrera.
Um ilrangeiro deseja alagar urna case qua
teuha comitiodidades para familia e quintal soffrivel
para jardim, que estoja perlo do Recito 00 snttm
nos bairrus de Sanio Antouio ou Boa-Visla: qaam
liver annuncie.
Na rna do Vlgtrto n. 7, ha para lugar am ex-
ctenle cozinheiro.
Virgilina Pacheco de Medeiros declara as pe*'
soas que liveram IransacsOes Com osMU finado ma-
rido Joflo Picheco de Queiroga Jnior, tanto antes
como depois do sea casamento, e peto que exislem
dividas, urnas anteriores ao matrimonio
contrahidas na constancia do mesmo, quej
marido nao deixoubensalguns, a ponto
a abaixo- annancianle de que fazer inv
para que em lempo algum nflo seja ncon__
como lendo sabido sem cousa alguma dojten casal,
faz a presente declararlo, afim de ebegar ao coobe-
cimeiilo de lodos. Recito 24 de ajoslo da 1855.
Virgilina Pacheca Medeirus.
Bilhetes 5800 Recebe par Inteiro" 6:0D0fO0O
Meios 2900 3:OD09000
Quartos 19500 1:,)0000
Quintos I92OO 1:2009000
Oitavos 760 a 7509000
Decimos 640 i> OJ09000
Vigsimos 340 3M000
O mesmo cautelisla cima declara, que so st obri-
ga a pagar os oito por cantado imposto geral em seas
dilo bilhetes iuteiros, devendo o possuidor recebar
do Sr. Ihesoureiro o seu respectivo premio.
Faso sciente ao rcspeilavel publico, qoe sendo
en tloenic de ervsipetla, qae sempre dava-me, man-
dei examinar pelo Sr. Beuto Barbota Cordeim, mo-
rador no paleo do Terco a. 43, a qaal rurnu-me ha
Ires anuos, asaim como lambem curou a dota mais
conhecidos, e estamos perfeitamenle bons.
Manoel Jorge da Silva Junicr.
Precisa-se para casa de um homem viuvo e
sem familia, alugar urna escrava de meia idade, em-
bora nflo tenha habilidades, com tanto que saiba com-
prar fazer o mais serviso interno de urna cana : na
ra Nova n. 58, segundo andar.
Precisa-se de um ofcial de pharmacia : na
prasa da Boa-Visla n. 32.
Francisca Lina de Oliveira Santos, prolessora
particular do primeiro grao elementar, moradora na
ra do Amorim n. 50, participa aoa pais de familias
que de novo abre sua aula no dia 3 de selembro
prximo fuluro. ,
Precisa-so de urna ama forra ou captiva, que
saiba bem cozinhar e engommar : na ra da oeda
n. 2.
Joao Heorique l'ereira retira-te para o Rio de
Janeiro.
Empalha-se toda a qualidade de obras, tanto
marque/.a- oimo cadeiras, com palha muito alva,
com mulla ptrleicflo presteza, e mais em conla do
que em oulra qualquer parle : na ra das l.ai angei-
ras u. 28.
LOTERIADO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes da
loteria 4- do theatro de San-Pedro de Al-
cntara, que devia correr a 1 do pre-
sente ; a listas se esperam pelo vapor
brasileiro do dia 31 docorrenteem dian-
te: os premiossero pagos, depois quese
tenham distribuido as mesmas listas.
O tabelliap Francisco de Salles da Gu-
la Monteiro, mudou o seu escriptorio da
ra das Cruzes, para a ra estreita do Ro-
sario n. 15, e'ahipoder' ser prociuado.
ion. I
Bilhetes 59800
Meios 29900
Tarsos 2000
Quartos 19500
Quintos I92OO
Oilavos 760
Decimos 640
Vigsimos 340
sar annu
ip^.
Iiibaria
m
O Dr. Sabino Olegario l.udgero* Pinho,
mudou-se do palacete da ra deS. Francis-
co n. 68A, para o sobrado de dous a mia-
re n. (i, ruade Santo Amaro, (mundo novo.) I
Precisa-se de om cozinheiro para o Monteiro,
com preferencia sendo escravo : a tratar na ra No-
va n. 10. 1
Desappareceu do engenho Sansa Rosa, na noite
de 26 do corrente, um escravo de nome Feliciano,
de nacflo Costa, alto, secco, tem alguus lalhos no
rosto, canillla, represento ler 20 c tantos annos e
falla anda bastante alravessado : quem o pegar le-
ve-o ao mesmo engenho Santa Rosa, eiri Ipojuca, ao
engenho (tiararapes, em Muribecs.ou nesla praca a
Gabriel Antonio de Castro Qoinlaes, que recompen-
sar.
Quem precisar de urna mulber de bom com-
portamentn para audar com meninos, dirija-se i
rus de Apollo, segando andar, defronle da capella
dos canoeiros.
Precisa-sede ama ama forra 011 captiva, qne
seiba cozinhar a tozar lodo o mais serviso de casa :
ua ra Direila 0.86.
Panorama.
TERGKIRA EXPOSICiO"
FREDK LEMCKE.
Tem a honra de avisar ao respeilavel pobHcn, qaa
no dia terca feira 28 do corrente, expos novas vis-
las que nesla provincia anda se nao lem visto : na
ra da Cadeia confronte ao convento de S. Francisco,
que sSo as segointes :
Rio de Janeiro vista do moute da Conceicao.
A corrento de agua om Petropols Damnratio,
visto em noite de lor.
Sebastopol.
Iocendioe lomada de Kertch no mar .VzoCf.
A balalha nu interior das Irincheiras da torre de
Malacoff na Russia.
Balaclava, possesso dos alijados.
Bombardeamenlo de Sebastopol.
Tyros na Asia pequen.
O preco be 500 res cada pessoa, acha-se aberto
das ti as da noite.
Aluga-se urna e\cellente casa terrea
nova, com a sala da frente assoalliada,
com quintal e cacimba eJiastantos commo-
dos para familia, sita no becco do Vieira,
em Fra de Portas: a tratar na ra do Amo-
rim, casa deTasso I roaos-
Adverte-se as pessoas que anda tive-
rem contar a reclamar, coDcernentes aos
salvados da batea franceza GUSTAVO II,
naufragada em Maria Farinha, lia ja n de
sate'o dia 3 de setembro pro-
isa de J. R. Lasserre & C., de-
bSo sera' admittida reclama-
Pernambuco 27 de agosto
de 1855.
ATTEHCAO. s
g Macoei Antonio ijoncalves, com J
9 estabelecimento de obras de ouro e S
9 prata na praca de Pernambjico,
g constai;do-lheque diversos vendedo- |
5, re de jota* pelo matto. se tem ser* '
I
i
i
i
vidode seu nome em seus negocios,
laz constar para evitar engaos, que
no se responsabilisa por trausac-
co alguma que elles Czessem ou
possam fazer, de qualquer nature-
za qae seja, pois a ninguem autori-
soupara isso.
Recif 13 de agosto de 1855.
i
a

Bilhetes 53800 Recebe por ioleiro
Meios nm ' com descont
Quartos lIU a
Oitavos 760 a
Decimos 600 ' a
Vigsimos 320 c 0
Alugsrn-sa o terceiro e qnarlo andana 4 ca-
sa do largo da Assembla n. 12 : a iralar cae* Joa
Josquim Dias Fernandos, ra ra da Cadeia e Re-
cito.
S .1 JANE, DENTISTA, Z
9 contina a residir na ra Nova n. 10, prima*- t$
0 ro andar. ak
lotera do gymnasio pernam-
BUCANO.
AOS 6:000^, 5:000^ El:JMftj!.
O cautelisla da casa da Fama Antaaia da Silva
liuimaraes i/ sciente ao publico, que 1 ajjposlo
venda o seus muito afortunados bllhal mie-
las ta quarla parte da primeira lotera do GyuH tai,
a qual corra no dia 12 de setembro do carronto an-
no, os quaes sao vendidos oas seguinles casas : ator-
ro da Boa-Visto ns. 48 e 68 ; roa do Sol n. 72 A ;
ra larga do Rosario 11. 26 ; praca da Independen-
cia ns. 14 e 16 ; ra do CollegiS o. 9; ra do Ran-
gel.n. 54, e ra do Pilar n. 90.
6:000
2:760
m
5529
276
O mesmo cautelisla declara, que garanto nica-
mente os biliietes nteiros em originae, nao soffren-
do descont dos oito pordenlo do imposltaaral ;
assim como que suas cautelas sao pagas em qvralqucr
urna de suas casas, sem disiinecao de seiem vendi-
das neata ou naquella.
-t
9 O medico Jos de Afroeida Soarea de Lima 9
9 Bastos, mudon a soa residencia para a ruada %
# Cruz sobrado amarello o. 21, segando an- 9
i>eie-i**tcS
Biegimento de cusas.
Sabio a luz o regiment das custas judi-
ciaes, a n motado com os avisos que o alte-
raram : vende-se a 500 ris, na livraria
n.le8 da piara da Independencia.
O SOCIALISMO.
Pelo sen.ral Abraa .*. Lima
Acha-se a venda na toja de listas dos Srs. Ricar-
do de Freilas & C, esquina da na de Collegio, a
em casa Jo autor, paleo do Collegio, casa amarella,
na 1.a andar; encadernado de todas as formas, por
maior ou menor preco, segundo o goslo dos compra-
dores. A ei'icao esta quasi esgolada, e poucos ej-
emplares reslam. Esta obra, em qoe se acha traja-
da a marcha do genero humano desde o primeiro
homem at oossos dias, perleoce a todas as clasaas
da sociedade, e he, por assim diier-se, o evangelio
social, porque nella esl.to consignados Jods os rrao
da humanidade. As snas doutrinas eslSo, portanlo,
ao alcance d>: todas as inielligncias.
DENTISTA.
Paulo daignoui, dentista francas, eslabele
cido na roa larga do Rosara n. 36, segando #
andar, col loca denles com gengiva artifieiaea, #
'rajUjipleto, ou parte dalla, com a 0
oir.'.
5
e dentadura
presso da
AMA DE LEITE.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, com bom leite e paga-se bem: 110
Ierroda Roa-Vistan. 48.
Precisa-se de urna ama para urna
casa de pouca familia, para engommar e
cozinhar : a tratar em Fora de Porta, na
ruadoGuararapespor cima da padaria.
Manoel Jos da Silva Braga preten-
de vender algum terreno do seu sitio, que
tem a frente para a ra Real, e fundo pa-
ra o terreno do Sr. Herculano Alves da
Silva : os pretendentes podem entender-
se como propiietario, para designar em a
e.xtensao qus precisam, e ajustarem-se
([iianlo ao preyo, o qualj sera' regulado
por cada palmo de frente.
Candido Jos Lisboa, antigo disc-
pulo do Sr. padre Joaquim Raphael da
Silva, approvado pelo lycu desta cidade,
com pratica deensinar, da' licites de la-
tim : na ra d'Apollo n. 21.
JOIAS
Os abaiio assignados, donos da toja de onrives, na
ra do Cabugii n. 11, confronte ao paleo da matriz
o ra Nova, fai.cm publico, que esli sempre sortl-
dos dos mais ri:os e melhorcs goslos de todas a obras
de 01110 necessarias, tanto para senhoras como para
homens e meninas, continan] os precos mesmo ba-
ratos como tem sido ; passar-se-h nma conla com
responsebilidadi-, especificando a qualidade do onro
de 14 a 18 quilates, fcando assim garantido o com-
prador se apparecer qualquer duvida.
Seraphim A lrmfto.
Alnga-se a toja do sobrado da ra Direila n.
93, com armario para taberna ou sem ella, faz-se
todo o negocio a vonlade do pretendentc : a Iralar
no segundo andar do mesmo sobrado.
I 1:1,1 pessia coiive^Biemcnle habilitad!,
tet offerece-se para leccfouir era algum collegio
S ou casas particulares, arilbmcliea.grammali-'
S ca philoaophicii, francs, rhetorica e gaogrn-
W phia; prole-la bom eiercicio em qualquer
Wt destas disciplinas, mediante um mdico esli-
)H pendi :_na ra do Carnario n. 3. ____
8SStmQK35SESaEOcJOr3t!_.
O Dr. Riteiro, medico, conlina a residir na feodicJto da Aurora, em santo Amara, e no deposi-
rua da Crai do Raaife n. 49, segando andar. ,| to.da mesma, na roa do Brum.
I
EDCACA'O DAS FILHAS.
Entre as obras do grande Fenelon, arcebispo de
Cambray, morece mai particular meuclo a(ralada
da educarlo das meninasno qual esto virtuoso
rolado ensiita como asmis devem educar soas fi-
lias, para um di chegarem a occopar o sublima
lugar de mi de familia ; larua-se por tanto urna
necessidade para todas as pessoas que destejara gui-
a-las no verdadeiro caminho da vida. Est a refe-
rida obra Ira iuiida em portugus, a vende-se na
livraria da prac,a da Independencia e. 6 e
diminuto pre co de 800 rs.
Aluga-se orna canoa que condona
1,500 lijlos de alvenaria : quem a tiver para alu-
gar, annunrle oa dirija-se ao armazem da materiaes:
na ra do Sol. ^m
Illm. e Enn. Sr7reSidenle.Jos da Racha Pa-
ranhos, tendo soffridoXpieterijSo em seu direilb da
thesouraria de faienda d'esta provincia relativa-
mente a cobranza da qoanlia de dous conlos e tan-
tos mil ris, qoe a mesma fazenda lhe he deveaara,
proveniente ele medicamentos qoe o sopplicante far-
necera para os hospitaes rgimen laes desta cidada, a
islo nao obstr.nte ordem etpressa do thesonro que
eiigia prompta lafrmacao. e tambem as raclama-
cSes do supplicanle, nesla collisSo recorren elle a V.
Esc. por urna pelicAo para ver se por este rdo, se-
ra despachada a aua prelenjao; mae succedendoqae
leudo V. 11. mandado'informar a mesma thesanra-
ria, esla por motivos qae o supplicanle ignora, tem
delido desde o 1. de junho al o presente a referi-
da informacio por V. Ese. esigida, causando desta
arte ao supplicanle grave prejuizo ; por isso o sup-
plicanle de novo recorre V. Etc. afim de que como
primeira aatoridade administrativa da provincia sa
digne mandar que referida thesouraria haja de dar
> informacao por WExc. exigida. Nestes termos,
pede a V. Esc. assim lhe deflrajE R. Me Josi
da Boche Prannos. -
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Palacio do governo 28 de julho de 1835.Figuei-
redo.
CASA DE
COI1I1SSA0 DE ESCRAVOS
NA
SUA LARGADO ROSARIO.
IN. 22. SECUNDO ANDAR.
Nesla casa recebem-se escravos por commanfla pa-
ra serem vendidos por conla de seus senhores, lano
para Ierra como para embarque ; afianca-se o boro
Iratameoto e tegaranca dos mesmo, nlo se papan-
do storeos para qae elles sejam vendidos cora proas-
ptidtlo, afim de que seus senhores nao soffram asn-
pate com a venda delles.
J O fiscal da freguezia de Santo Antonio mudon
sua residencia da roa do Rangel para o pateo *M
Carmo, sobrado n. 3, por cima da botica.
O abaisit assignado, capilao do brigue ameri-
cano Noble, faz sciente ao publico, que nflo aa res-
ponsabilisa por divida afanan que a sua tripuladlo
e pilotos lizereiii.Marras (ansdburg.
Aluga-se um pretn para Conduzir fazendas:
quem liver para alagar, dirija-se roa do Queima-
do n. 7.
VARANDAS E GRIBES.
Um lipdo o variado sortimenlo de modlica para
varandas e gradaras de goslo modernisaimo: na
.,!-..-:- -- '-
e



;.
DIARIO DEPERMMUCQ QUINTA FEIRA 30 DE AGOSTO OE 1855
SULTORIO DOS POBRES
RA NOVA 1 IIBA1 ttO.
O Dr,

ka Mosccuo d consullas homeopalhica lodos os das aos pobres, desde U horas da
manhaa aM Bal relia, m i--**os extraordinario* a qualquer hora do da ou noile
Re
igualmente para pratiear qualqaer operafio de cirurgia. e acudir promptamente a qual-
i esleja nal de parto, e cojascircunstancias nao permitUm pagar ao medico.
SSULTORIO DO DR. P. 1 LODO IOS.
50 RA NOVA 50
VNDESE O SEGUIRTE:
mpleto de meddicina homeopalhica do Dr. G. H. Jahr, traduiido em por
pelo Dr. Moscozo, quatro voluntes encadernados em dous-e acompanhado de
soas que se q
q*WJ ou
diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele...... 209000
Esla obra, a mais importa ule de todas as qoe Iratam do esludo e pratica da homeopalhia, por ser a nica
quaconlm base fundamental H>sla doctrinaA PATHOGENESIAOU EFFETOS DOSMEDICA-
-UNTOS NO OHUANISMO F.M ESTADO DE SAUDEconhecimenlos que nao podem dispensar as pes-
soaa que se querem dedicar pratica da verdadeira medicina, interessa a todos os mdicos que quizerem
lar a itoutrina de Hahnemann, e por si meamos se convenceren! da verdade d'ella: a lodos os
i e senhores de engenho que estfolonge dos recursos dos mdicos: a todos os capitiesde navio,
Kn vez nlo podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulantes :
iros pata de familia que por circumslancias, que uem sempre podem ser prevenidas, sao |obriga-
I prestar in continenti os primeiros soccorros em suas enormidades,
fo-mecum do homeopatha ou lraducc,ao da medicina domestica do Dr. Heriog,
obra lamben) til is pessoas qne se dedicam ao estudo da homeopalhia, um volu-
j grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina...... 109000
jonariodos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ele, encardenado. 39000
p verdadeiros e bem .preparado* medicamentos nio se pode dar om passo seguro na pratica da
atina, e o propietario desle estabelecimento se lisongeia de le-Io o mais bem montado possivel e
-*-"invida hoje da grande toperioridade dos seus medicamentos.
12 lubo grandes...... .,.......
Je 2i medicamentos em glbulos, a 10, 12 e 150000 rs.
Jli dl'os a......j*.........J*. 205000
bd'lo t ...........,...... 259000
1 d"< .................. 60000
lubpsavulsu. .................... )>000
Fraseos de mela onca de tinctuxa................... 20OO
Ditas de vajdadeira tincin rnica................'. 29000
Na mesma casa ha semprj veula grande nomero de tubos de crystal de diversos tamanhoi,
vidros paca medicamento, e aprompla-ae qualquer encoramendu de medicamento com toda a brevida-
oe a por procos muito con modos. t
I
89000
TRATAMENTO HOIEOPATHICO.
Preserva tico e curativo
Vende-se om prelo que representa ler 25 au-
nos de idade, alguma cousa doeale de urna pero,
mas presta todos os servicos: a tralar na ra do
Queimado n. 28, lerceiro andar.
No Manguinho, taberna da calcada alia, vende-
se sement de coentro nova a 400 ra. a garrafa, e
mais barato em poreftes.
Guarda; sol e chuva para meninas e sen lio-
ras, imitando a seda a 800 rs. cada um3
Acham-se a venda na loja de miudezas em frente
do Livramenlo uns lindos chapeos de aol com pe-
queo loque de avaria a 800 rs. cada um, muito pro-
prios para livrar do ardor do sol no lempo prsenle,
venham a elles freguezes que he pechincha. Na
mesma loja continua a haver tercos eugrazados a
100,120,200 e 240 cada nro.
Farinha de mandioca!**
DomingoAlvo Malheus tem para veader, no ar-
mazem do caes da alfandega, de JoseJrjaqnfm Pe-
reira de Mello, muito nova e superior farinha de
mandioca de S. Matheus, vinda no hiato Catiro,
clmpada em 20 do correte mez de agosto, em sacco
de um alqueke da medida velha, por preco com-
modo. ^b>
Vende^luma ptima casa terrea, construida
de lijlo e cal, a moderna, na ra Imperial alm da
fabrica de sabflo : a tratar no pateo do Terco n. 11.
Velas.
Vendem-se velas de carnauba pura, de 6, 7, 8, 9,
10 e 13 por libra, e por menos preco que em outra
qualquer parle : na roa Direila n. ,">9.
TQgaV toiVak. taaVia. /r^
DO
>ara s
CHOLERA MORBUS,
PELOS DRS.
ou iuslruceo au povu para s poder corar desla eaatormidade, administrndoos remedio Inais eflicazes
para atalba-La, emquanlo se recrrelo medico, ou seesmo para cura-la independenle desles nos lugares
os que nio os ha.
TRADUZIDO EM PORTGLEZ SLO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doos opsculos conten as indicacOes mais claras e precisas, so pela sua simples e coocisaex posi-
rSo esta ao alcance de (odas as intelligencias, nao so pelo qoe diz respeitoaos meios curativos, como prin-
cipalmente aus preservativos que lem dado 09 mais satisfactorios resultados em toda a parle om que
elle tem sido poylos em pratica.
Sendo o (ralamente homeopaihico o unicoque tem dado grandes resollados no curativo desla horri-
vel enfermidade, julgamosa proposito (raduzir estes dons importadles opsculos em lingua verncu-
la, para dest'arte facilitar a sua leilora a quem ignore o francer.
Vende-se nicamente no Consultorio do tradnetor, roa Nova n. 52, por 28000 rs.
MASSA ADAMANTINA.
aa do Rosario n. 36, aegundo andar, Paolo (Jai-
snoux, deslala fraucez, ebumba o denle com a
aaaaaa adamantina. Esaa nova e maravilhosa com-
poticao tem a vantagem de encheraem pressSo dolo-
rosa todas as anfractuosidades do denle, adquirndo
em' pdeos Joslantes solidez goal a da podra mais
dura, epj&tkle restaurar os denles mais estraga-
dos com 1 bata e a cor primitiva.
livros de homeopalhia mefrancez, obra
to4ejpuTnrna importancia :
Hahnemann. tratado da molestia chronicas, 4 vo-
lumes............2O9OOO
Teste, n-oleslias dos meninos .
Uering, homeopalhia domestica.....
Jahr, pharmacnpa homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, molestias nervosas.......
Jahr, moleslias da pelle.......
Rapou, historia da homeopalhia, 2 volumes
Harthmann, tratado completo das moleslias
dos meninos..........
1 Tesle, materia medica homeopalhica. .
h Fayolle, doulrina medica homeopalhica
Clrnicade Staoneli ......
CastinBverriade da homeopalhia. .
Diccionario de Nvslen.......
Alllas completo de anatoma com bellas es-
tampas coloridas, conlendo a descripcao
de todas as parles do corpo humano .
vedem-se todos esles livroa no consultorio homeopa-
ihico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro andar.
O Sr. Joaqoim Octaviaoo da Silva tem carta
na Hvraria n. 6 o 8 da praca da Independencia.
69000
79000
6JO00
169000
69OOO
89000
I69OOO
10900o
89000
790OO
69000
49OOO
IO9OOO
309000
^ILGACAO' DO ffiSTITUTO HO
ME0PATHIC6 DO BfflIL
THESOURO HOMEOPATHICO
OU
VADE-MECUM DO
HSMEOPATHA. ,
Mtthodo conciso, claro e seguro de cu-
rar komeopathiramente todas at moleslias
que affligem a especie humana, e parti-
cularmente aquellas que reinan no Bra-
sil, redigido segundo os melhore trata-
dos de homeopalhia, lano europeos como
americanos, e segundo a propna experi-
encia, ( pelo Dr. Sabino Olegario Ludgera
Pinhu. Esla obra he hoje reconhecida co-
mo a melhor de toda* qoe Iratam daappli-
ca{io homeopalhica no curativo da mo-
lestias. Os carioso, principalmente, nao
podem dar um passo seguro sem possui-la e
consulta-la. Os paia de familias, 01 senho-
re_ de engenho, aacerdoles, viajantes, ca-
pitiesde navios, aerlaoejos le. etc., devem
te-la mo para occorrer promplamenle a
qualqaer caso de molestia.
Boas volme em brochura por 109000
encadernados II9OOO
V ende-se nicamente em tmSXn autor,
roa de Santo Amaro n. 6*. (alando No-
vo).
Compra-se urna preta de bonil figura e mocas
que seja boa coslureira e engommadeira ; paga-se
bem agradando : na roa do Trapiche n. 11, primei-
ro andar. ,
Gompram-se obras de ouro e prata
ja' usadas: na ra da Guia n. 40, desde
as 7 horas at as 10 da manhaa. todos os
dias.
O agente de leiloe Francisco Gomes deOlivei-
ra, compra doas casas terreas qoe estejam em bom
estado : os possuidores dispastos a vende-las, enlen-
dam-se com o mesmo para o ajoste.
' Compram-se 2 negros qoe sejam mores,'nao
tenham molestias, nflo sejam bebados, e nem fojoea :
na ra do Rangel n. 36, primeiro andar.
Compra-se urna vacca boa de leile: a tralar
na ra da Unido, casa junio a que tem solao com
duas janellas, nica naqnella ra, ou em Santo A-
mam, sido junio a igreja que lem ama casa nova
acabada ha pouco.
^_ *
Compra-se eflectivamenle branze, lalio e co-
bre velho : do deposito da fundicSo da Aurora, na
roa do Brum, logo na estrada, n. 28, e na mesma
fundido, emsulo Amaro. -
Compram-se rolos de pili ou vilicica, de um
palmo para mais em dimetro : na fuudicSo da Au-
rora, em Santo Amaro, e no deposito da mesma, na
roa do Brum n. 28.
Compra-se urna casa que tenha om pequeo
sitio e cacimba, que saja independenle de oulro si-
tio que nao exceda de 5009000, pooco mais ou me-
nos : a peesun que a liver annuncie para ser procu-
rada. Frefere-ee na Capunga.
Na ra do Crespo, jun-
Ho ao arco de Santo Anto-
nio, loja nova da quina do
sobrado do commendadjftr*
Mag-alh3.es Bastos, Ven-
dem-se todas as fazendas
salvadas da barca GUS-
TAVO II, naufragada em
Mara Farinha, e ultima-
mente arrematadas nos di-
versos leudes feitos na al-
fandega desta cidade, por
precos baratissimos.
Vende-se em pecas e a retalho, me-
rinos finos por todo prero: atraz da ina* ;
triz da Boa-Vista n 15,' das (i horas d
manliaa a's 9 o da*, e da 3 a's 0 d
tarde.
VENDAS.
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus.
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da prac daj
Independencia um folhetinho com difiranles ora-
{oes contra o cholera-morbos, e qualquer onlra pes
te,-a 80 rs. c;,da um.
Para vestidos de
seohoras.
A 85000 o corte.
Na loja n. 17 da roa do Queimado, vendem-se
cortes de notas bausorinas de ISa, de padrees iolei-
ramenle moderno, ehegados pelo ultimo navio de
Hamburgo, proprios para vestidos de senhora pelo,
barato preco de 89 cadacrle.
Da'-se dinheiro a juros sobrepenho-
res de obras de ouro e prata : na ra da
Guian. 40,
Est a sabir a luz no Rio de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
HIDO DE RUOFF E BOEN-
INGHAUSEN E OUTROS,
ordem alphabetica, com a descripcao
todas as moleslias, a iodicaeflo ph\sio-
^Itarjea e therapeulica de lodos os roelicameotos ho-
Vflbopalbiros, seu lempo de accao e concordancia,
tegoldo de om diccionario da significac^o de todo
o termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
da pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Snbscreve-se para esla obra no consultorio homeo-
paihico do Dr. LOBO MOSCOZO, na Nova n. 300
primeiro andar, por 5|000 em biochura, e 6900,
eneadernado. *
GOVANUA PERXAMBUCAM.
Iota empreza pretende contratara cons-
tiur^aodos trapiches e armazens em Se-
rinheme no Gamella, (no Rio Formoso)
rtos da escala de seus vapores, ao lado
>ul, e em Itapissuma e Goianna, ao
lado do norte, sobas co^dices seguin-
tes:
Clausulas especiaes da arrematacao.
1. As obras para a construccao destes
trapiches serao feitas de conformidade
com as plantas e orcamentos, approvados
pela direccao da companhia, na impor-
tancia o de Serinhaem rs. 4:835<320, o
do Gamella rs. 11:2670fD, e o de Ita-
pissuma rs. 7:755,s-000, e o de Goianna de
rs.6:915tf000.
2. Estas obres aevertio principiar no
prazo de 15 dias, e findarao no de 4
mezes, ambos contados do da da assig-
natura dos contratos.
'- O pagamento desfas obras sera' fei-
to em trtis prestacOes iguaes: a-primeira,
no dia da assignatura do contrato ; a se-
gunda, quando estiver ieita metade da
obra, e*. ultima, quando estiver inteira-
mente concluida, ficando responsavel o
arrematintepor espaco de um anno pela
snaconsurvacaoe solidez. '
4. O arrematante ffestara' urna lian-
ra idnea nesta;{^rrara : para tratar di-
rija-e ao escriptorio do Sr. F. Coulon,
ra da Cruzn. 26.
AO PUBLICO.
No annazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
j- vende-se um completo sortimento
de fazeadas, finas e grossas, por
precos mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
cSes, como a retalho, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahricse de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, rancezas, allemaas e suis-
sas.para vender fazendas
con tu do que se tem ven
isto offerecendo elle ma
tagens do que outro qualqtT
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Vendem-se duas lindas escravas, de
idade 20 annos, com todas as habilidades,
urna dellas he recolhida, de muito boa
conducta, ptima para se dar a alguma
senhora que esteja para tomar novo es-
tado : na ra Direita n. 66.
Vendem-se 100 rodas de arcos de barricas: a
(ralar no beceo da I.ingoela, deposito n. 6.
No paleo do Canno n. 1, vende-se urna negri-
nha bonita, de idade de 12 annos.
Vende-se urna porcio de Iraves de J3 palmos,
com 7 a 8 lr2 pollegadas em quina viva : quem qui-
ter procure na ra da Cadeia Velha 11. ft/ao segun-
do andar.
1
Vendem-se 25 a 50 barris deiem pipa, prom-
ptos para mel oo azeile: adianle da fabrica de vi-
nagre, roa Imperial n. 17.
Attencao.
Conlinua-se a vender na ma da Cadeia do Recife
o. 47, loja do Si (Manoel) damasco de ISa de duas
larguras, muilo proprio para coberlas de cama e
pannos de mesa.
Vende-se na roa do Livramenlo, rasa da es-
quina n. 2. looca de eslanho muito propria para ca-
sa de familia, sendo pralns, chicaras, pires e oulras
cousas proprias para cozioha ; vende-se pela meta-
de de mu valor.
Vende-se om silio na Torre, i raargem do rio,
com bona arvoredose cercado de muro : na roa da
Santa Crur n. 70.
NAVALHAA CONTENTO E TESOURAS.
Na ra da Cadeia do Kecifn n. 48, primeiro an-
dar, escriptorio de Augusto C. de Abren, conli-
nuam-se a vender a 89000 o par (preco fio, as j
bem conhecidas e afamadas navalhs de barbji feilas
pelo babil fabricante que foi premiado n* expsito
de Londres, as quaes alm de duraren! eilraardina-
riamenle, n.1oaesenlem no rosto na accac d corlar ;
veadem-se com a cndilo de, nao auradando, po-
derem os compradores devolve- las al 15 diasdepois
pa compra restituindo-ae o importe. Na mesma ca-
sa ha ricas (esourinhas para unhas, feitas pelo mes
mo fabricante.
CH4R0PE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a ser na nolica de Bar-
(holomeu Francisco de Souza, na ra larga do Rosa-
rio n. 36; garrafas grandes 59500 e pequeas 39000.
IMPO-RTANTE PARA 0 fUBLIGO.
Para cura de phlisica em lodos os seus difiranles
graos, quer motivada por eonstipaires, tosse, aslh-
ma.^pleuriz. escarros de sangue, dr de costados e
peilo, palpitarlo no corarlo, coquluche, bronchile
dor na garganta, e todas as moleslias dos orgos pul-
monares.
IECHNISHO PAR EBSE-
no.
NA FUNDigAO DE FERRO, DO ENGE-
NHELRO DAVID W- BOWNIAN. WA
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
. FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos seguinles ob-
jeetos de mechaniamos proprios para enaJenho, a sa-
ber : moendas e meias moenda da mais moderna
conslrucrSo ; (aixas de ferro fundido e balido, de
superior quaiidarte c de lodoaos lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de (odas as propor-
pes ; crivos e boceas de fornalhae registros de bo-
eiro, agoilhSes, bronzes, parafusos ecavilhoes, moi-
|,iilio de mandioca, ele, etc.
NA MESMA FUND1CAO.
se execnlam lodas as encommendas com a superio-
rdade j conhecida, e com a devida presteza e etaf
modidade em preco.
Na efamada loja dos tercos em frente do
^ Livramento junto a loja de fazendas
baratas.
Vende-se pomada'do Porto, retroz, penles para
alisar, caitas de xifre, linhas de roriz, couro de
luslre, marroquim, fio para sapaleiro. Urdo da me-
lhor qualidade e por menos que em parle alguma :
esla loja esl deaccordo vender mais barato que
as mais parles, por isso approveilem ; e muilas ou-
lras cousas se deiaam de nnunciar por ser um
nunca acabar.
.A pechincha.
No aterro da Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
hgou ltimamente a verdadeira carne do ser-
io e queiios de (odas as qualidades, figos de coma-
re, bolachinha de soda, bisrnilos linos ingieres mui-
to novo, e um completo sortimento de todos os ge-
nero de motilados dos nielliores que ha no mercado,
e vende-se ludo por menos preco do qoe em oulra
parle.
Vende-se urna porrao de laboas de cedro : no
trapiche do Angelo.
Vendem-se saccas com cera de carnauba do
Aracaly, a melhor que lem vindo ao mercado : na
ra Nova n. 20, loja.
Vende-se cevada nova, chegada ulliinameii(e
Vende-se urna annacSoe seus perlences para
(aberna, na roa larga do Rosario n. 23 : a tralar na
mesma toa n. 25 ; o lambem se avisa a pessoa qoe
falluu para a loja de ourives que ja est
casa.
de Lisboa : no armazem de Manoel dos Sanios Piol.
Vende-se superior eslamenha para habilos de
(erceiros franciscanos t na ra do Encantamento,
armazem n. 76 A.
Vendem-se miseaes romanos : na ra do En-
cantamento, armazem n. 76 A.
Fazendas baratas.
Corte de casemira de pura laa e bonitos padrees
a 59500 rs. o corle, alpaca de cordae muilo fina a
500 rs. o covado, dita muilo larga propria para man-
to a 640 o covado, cortes defbrirapiirdo de puro li-
ohoa19600 o corte, ditos crae'palha a I96OO o
corle, cortes de casemira de bom goslo* 29500 o cor-
le, sarja de laa de duas larguras propria para vesti-
do de quem est de luto a 480 o covado, corles de
fusiao de bonitos goalos a 7J0 e 19400 o corte, brim
trancado de linho a 19 e a I92OO, riscados proprios
para jaqoelas e palitos a 280 o covado, corlede col-
leles de gorguro a 39500 : na loja da rna do Cres-
po n. 6.
Velas de car-
nauba, #
SIMPLES E DE COMPOSigAO.
Na roa da Cruz n. 15, vendem-se ditas velas, de
6, 7, 8, 9 e 13 por libra, em caitas de 8 at 50 libras,
fabricadas no Aracaly, pelos melhore aolores, e por
menos preco que em oulra qualquer parle.
NA RA MA V 22
ha relosios de ouro plenle inglez do melhor fa-
bricante de Liverpool, por preco muilo em conta ;
lambem ha muilo bons oculos g,de todas as numera-
eses, os quaes sao de ac.
Vende-se ama escrava moca, perfeita engom-
madeira, cozioha bem o diario e cose, ama dita de
lOannos, de todo o servico, um bonito escravo bom
para todo o e*Tic,o, um dilo de roeia idade bom
para silio ou para outro qualquer servico por
ser sadio : na ra dosQarleis n. 24.
Vende-te urna negra crioula de idade24 an-
nos, coslureira, vtnde, engomma, cozinha e fax lodo
o mais servico de urna casa, prefere-se a ser vendida
para o mato : na roa da Croz n. 43 segundo andar.
Vendem-se pipas e barris vazios : a tralar com
Manoel Alves Guerra Jnior : na roa do Trapiche
n. 1 .
A
3,500 RS.
CAL VIRGEM.
Vende-secalde Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANCA, entrado hontem, por
prero commodo: no deposito da ra de
Apollo n. 2B.
CASEMIRA PRETA A 4*500
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina qne
volta pira a roa da Cadeia.
Vende-se

Farello em saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 2^800.
Tijolios de mar more a
520. >
Vinlio Bordeaux em
garraoes a 12#000.
J> o armazem de Tasso
Iruos.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excedente romance histri-
co Lamor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, ilVolumes por 1 #000 rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
DE
CASTOR.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
ebegada, assim como potassa da Bussia
verdadeira: na praca do Corpo Santo
n. l'l.
A 99000 E 109000 A PECA. *
Vendem-se pecas de brim fino a hamburgo su-
perior, que se assemelha ao bom panno de linfio,
pelo diminuto preco de 99 e 105 a peca de 20 va
ios: na roa da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da ra da Madre de Dos.
Novo sortimento de fazendas
baratas.
Alm das fazendas j annunciadas, e oulras mui-
las, que a dinheiro a vista se vendem em poroto e a
relalho. por baralissimo prero, ha novas chitas de
cores fizas a 16O, 180 e 200 rs.'c-covado, dilas para
robera, bonitos padrees, a 220, dilaa largas de cores
claras imitando casta a 240, riscados francezes largo
de quadros modernos a 260, corles de cambraia de
lpicos com 6 1|2 varas por 29560, penno de liuhos
muito fino para lencos com mais de 2 varas de lar-
gara, pelo baralissimo precajde 29400 a vara, novo
brius de linho de quadrinhos para palilt, calcase
jaquelas a 220 e 240 o covado, corle* de catemiras de
cores a 49, brins de cores para calcas a 19 a vara :
na ra da Cadeia do Recife. loja n. 50, delronle da
ra da Madre de Dos, a qualse achasoffrivelmenle
sorlida de boas fazendas, cojas qualidades e commo-
dos precos se garanten) e dlo-ae amostras.
I ABYRIMHS.
Lencos de cambraia de linho muilo fino, toalhas
redondas e de ponas, e mais objeclos deste genero,
ludo de bom goslo ; vende-se barato : na ra da
Cruz n. 34, primeiro andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros amito fina e padrOe novo ;
corles de Illa de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina que
volta para a roa da Cadeia.
Vende-se excellenle laboado de pinho, recen-
lemente chegado da America : na ros de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-se com oadmiois
ador do mesmo.
A boa fama
s
s
i
da
JL
960
di-
COMPRAS.
.., Gw>l>ram-e acr/e de Beberibe e dalo da
divida provincial: na ra lari;a do Rosario n. 36,
segundo andar.
Ra do Queima-
do n. 38.
Corles de casemira prela a 49500
Dilo de dita cor de rap a 4500
Ditos de seda transparente para veslidos a 109000
Em frente do becco da Congregacao.
Deposito de rape ara preta da Bahia.
Vende-se esle muito acredilado rap : na ru da
Cruz n. 1, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo,
Cheguem a pechincha, rapaziada.
Esl se finalisando a pechincha de borzegains
elsticos, sapaioes de luslre, ditos de Naotes para
liomens e meninos, por precos la baratos, que
quem os vir nao deixara de comprar: na roa da Ma-
dre de Dos, loja n. 18.
Vende-se ama armacao de loja de miudezas
na Cinco Pona 11. 71.
Compra-se urna escrava crioula, moca, bonita
figura, e qoe tenha algumas habilidades : na ra do
Rangel n. 6.
Atraz da matriz da Boa-Vista n. 50, vende-se
o primeiro e segundo lomo do Panorama, em bom
estado.
Vendem-se 4 escravos mocos, de bonitas figo,
ras, ptimos para lodo servico : na ra Direila n. 3.
Para aliaiate.
Na roa do Queimado n. 30, loja de ferragens, ven-
dem-se as tem conliecidaiiasonras de Guirnaraes de
differeules amanhos, poAodicos precos ; ha pou-
cas, e por isao os pretendMes apretsam-se em com-
prar.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr^ & Companhia
em Santo Amaro, acha- para vender
moendas decannas todas de Ierro, de um
modello e construccao muito superiores
Vende-se manleiga ingleza muilo nova a
e a 800 rs. a libra ; caf de caroco, a 160 rs. :
lo moido, a 240 rs. : na roa das Cruzo n. 20.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
No primeiro armazem do becco do Goucalves. lia
sempre um bom sortimento de meias barrica de fa-
rinha da mais superior qualidade.
Na praca da Independencia n. 24 a 30, ha pa-
ra vender um par de dragonas, urna banda, urna es-
pada e fiel de ouro, um par de coldre e ama manta
para cavallo, ludo com poucoxjso, c por precos com-
modo.
Vende-se um escravo qoe serve para armazem
de assucar ou para o servico de campo, por ter pra-
tica : a Iralar na ra do Collegio n. 16, lerceiro an-
dar.
Vende-se nm escrava de 24 annos, pouco mais
ou menos, nao bebe e he muilo fiel, caiador, lem
principio de pedreiro, borrador a oleo, Irabalha de
raasseira, em rypographia elc.e he muito habilidoso;
vende-se por nao querer sefvir senhor que nao d
pancada : na ra larga do Rosario n. 48. Na me-
ma casa se aluga urna negratMdoia para servico de
ra.
Vendem-se terrenos proprios no lugar da Ca-
banga, juntos ao maladouro publico : na ra Direi-
ta n. 40, segundo andar.
Cheguem a pe-
chioeha.
Por sedulas velhasjiuem deixara' de
comprar!
Borzeguins elsticos para homem a 69000 o par,
grvalas de leda iSOOrs., palitos de panno fino,
corles de collele de foslo e seda, mantaa da seda
para senhora a 29000. chales de ganga a 19600, di-
tos de cansa brancosa 800 rs., alm disto om novo e
completo sorlimenlo de calcados e perfumaras, ludo
chegado ltimamente, por preco muilo commodo,
afim de se apurar dinheiro : no aterro da Boa-Vista,
defronle da BoMca, loja n. 14.
Ctales de seda.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, ha om lindo
eagradavel sorlimenlo de chales de seda, dilos de
lia, que se venderSo por um preco que o compiader
nao deixara de comprar, e aiuda lem alguns chapeos
francezes que lambem se venderao por meflw de
seu valor por serem para cabecas muilo grandHr
Vende-se urna escrava muala com nmaxria,
muilo boa coslureira e engommadeira : na piafe da
Boa-Visla n. 15. ^3*
Chapeos de seda para senhora. <
Na loja do adanll, roa Nova n. 11, ha pra ven-
der chapeos de seda da ultima moda de Pnris, e ven-
dem-se pelo barato preco de 148000: na mesma loja
vende-se (alagare e laa para bordar.
Na ra das Cruzes n. 2-2 vende-se urna escrava
parda de bnnila figura, com urna filha de doua me-
zes de idade, engommadeira e cozinheira ; urna dila
qne cozinha e lava ; ama crioula que engomma, co-
zinha e lava; e dous escravos, sendo um delles bo-
nita figura, muilo moco e oplimo cozinheira, e ou-
lro ganhador de ra e proprio para todo servico.
_y*n<,e_,e am "cravo crioulo de boni|a figura
com 25 annos de idade e mnilo possttWe : na ra da
Penha, taberna por baiio do sobrarft do Sr. briga-
deiro Joaquim Bernardo de Figueiredo.
Vende-se um cabriolet novo,
sem coberta, muilo maneiro, ven-
dem-se lambem boas parelhas de
cavados mansos para carro, ditos
de cabrioiel e carroca, tudo por preco commodo:
na ra Nova, cocheirade Adolpho Bourgeois.
POTASSl E GAL VIRGEM.
No antigo e ja' bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa era pedra, tudo a
preqos muito avoraveis, Com os quaes li-
carao os compradores satul'eitos.
A fabrica e leja de chapeos da ra r
Nova n. 44, receben pelo navio Ha-UB
rre, os acreditados chapeo* de cas-" ""
tor sem pello Fribel, dilos.com pello e formas as
mais modernas que ha no mercado, assim como cha-
peos de castor de copa baia com pello e sem lie, de
difiranles qualidades, e faz o prsenle para levar ao
conhecimenlo de seus fregaezes.
Livros commerciaes.
No primeiro andar da casa n. 26, defronle da Ca-
deia Velha, existe um sorlimenlo de livros proprios
4para eacripluracao commercial, como sejam: diarios,
raiao, cenias correnles e devedores geraes : sao fei-
prompta a lo*m bom papel, riscados, paulados e com lodos os
qoisitos convenientes para serem bem eseriplurados:
vendem-se por preco muilo em conln, a qualqaer
hora do da.
Bstamenha.
Eslamenha paramente de ISa, para habilos de ler-
eeiros franciscanos, a 13120 o covado : oa rna do
Queimado, loja n. 21. ,
POTASSA RRASILEIRA. tt
Vende-se superior potassa, fa- &
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenhos qj
seus bons eifeitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mizem de L. Leconte Feron & w
Companhia. tt
at0*eS-8*8ft.M#
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-te faielo novo, chegado da Lisboa pelobrigoe El
peronea.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Roa
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamaulios, para
dito.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODO
OS" SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O- Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assucar e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Vnnde-se urna balance romana com lodo
seus pertences.em bom uso e de 2,000 libras: quem
pretender, dirija-se roa da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se superior cognac, em garridas, a 129000
a duzia, e 1$280 a garrafa : na roa da Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom gosto.
Vendem-ae na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a cadeia.
Vendem-se muito bonitos chapeos de sol de seda
pequeo e com molas proprios para menina de es-
cola, pelo baralissimo preco de 39000 rs. ; be cousa
Uto galante que quem vir nao deixari de comprar :
na rna do Oueimado, loja de miudezas da boa fama, es i
O. .vi.
Nova pechineha
49500
RA DO QlaVMADO N. 08.
Corles de casemiras de eeS-es......
Palitos de alpaca de seda.......
Ricos chales de casemira.......
Curtes de chin de seda ,.....99000
Cambraia franceza a vara...... 400
Chita franceza o covado *. ., 240
Peca de algodao largo avariado jaa 29400
3o se pe duvida em dar-se as amosTns deixan-
do peahor : em .frente do'becco da Congregacao.
Vaade-se farello bom, o mais recenl*ehegado
de Lisboau na roa do Vigario, armazem n.^.
Pata o esqtiadrao.
Vende-se am uniforme completo para um guarda
do esquadrao de cavallaria de guarda nacional, por
diminuto preco : na roa do Queimado n. 35.
Brins de vella: no armazem deN. O.
Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
Cera de carnau-
ba.
Vende-se cera de carnauba a> Aracaly: na ro
da Cadeia do Recife n. 49, primeiro andar.
Cera de carnau-
ba do
ARACATY E ASSL".
Vende-e em porcao e a relalho, por menos preco
que em oulra qualquer parle, principalmente senda
a dinheiro a visla : na ra da Cruz, armazem del
couros e sola, n. 15.
ATTENCIO.
Na ra do Trapiche n,, 34, ha par*
vender barris de ferro emticamente
fechados, proprios para deposito de fe-
estes barris sao os melhores que se
tem di;scoberto para este fin, por nao
exhalnem o menor chairo, e apenas pe-
zam 1 6 libras, e custarn o diminuto pre-
f-o de 4$000 rs. cad *"
Po
No antigo deposito di
VendemSf dous pianos fortes de
Jacaranda', construcrao vertical, e com
todo* os melhoramentos mais modecnos,
tendo vindo no ultima navio de fln-
burgo: na ra da Cadera, armazem n.
21.
!)CS30QK3GEMlltf SQsfssf "L
Aiitigodepositode panno
podao da fabrica de Todos c
Santos na Bahia.
Novaes & Companhia, na ra do
Trapichen. 4, continuan a ven-
der panno de algodao desta fabrica,
trancado, proprio para saceos e
roupa de escravos.
''mprnoaam-w/aa..
Vende-se ac em cunhelts de am quintal, por^
preco muito commodo : no armazem de
moni & Companhia, praca do Corpo gani
Rucado de listraa de
para palitos, calca* a j
o covado.
Vende-se na roa do Crespo, Iota 1
volta para a cadeia.
Deposito de cal de Lisboa.
Ne ra ala Cadeia do Recife, loja n. 50, contina
a vender-se barril com superior cal virgem de Lis-
boa, por preco cora modo.
CORTES DE CASEIIBiS
DE CORES ESCURAS E CLARA* |?0M.
Vcndera-se na roa do Crnpo, loja da etaviea que
volta para a ra da Cadeia.
A'boa fama
Na ra do Oneimado no qualro caalo, loja de
miudezas da boa fama o. 33, vendean-se esseaainles
objectos pelos preco mencionados, e tudo da Baci-
lo boas qualidades, a saber :
Duzia de lezoura para costar a 1|000
Duzia de pente para atar cabellos 1*600
Pecas com 11 vara de fiulavrada sem defaile 1*200
Pares de meias branca para senhora 340
Pee* de fita brancas de linho 40
Pee de bieo eslreilo com 10 vara 560 0 640
Carteirinha com 100 agulhas, sortida 340
Macos de cordSo para vestido 600
Caijas com clchete balido, francezes 60
Escovas fina para denle 100
Pulceiras encarnadas para menina e senhora 32U
I.inhas brancas de oovelos o. 50, 60, 70 libra 11UO
Libras de linhas de coras de novello
Uroi'.as de boloes para carniza
Meadas de linhas finissimas para bordar
Meada de linhaade peso
Carrileia de linhas fina* de 200 jarda
Grota de boloes mnilo uno para (alfa*
Cala com 16 novello de linhas de atarea;
Duzia de dedae para senhora
Suspensorios, o par
Maciohos de grampa
Carlas de alfineles
Caiiinhicom brinquedos para menino
Agulheiros mnito bonitos cum agulhjis
Torcida para candieiro, a. 14
Caii.inhas com agulhas frincezas
fUabidosaberlosde linho bordados e lisos, a 120e240
Alm de luda isto oalra moilitsimas eeasas todo
de mallo boujaalidades, e qoe se vende maitissi-
mo barato netaaHtem conhecida loja da boa fama.
A boa fama
Vende-se papel marfim paulado, a resma a
Papl de peso paulado muito superior, roma
Dilo almaco sem ser paulado muilo bota
Peonas finissimas bicode lauca, groza
Dilas moilo boas, groza
Caivetes finos de 2 e 3 folhss, a 240 a
I.apis finos envernisado, duzia
Diles sem ser envernisado, duzia
Canriaa de marfim muilo benilas
Capachos pintados para sala
Benjalas dejunco com bonilo5ctstoe *
Oculos de armacao ac, toda as gradnicoe*
Ditc de dilos de. metal branco
Lunela com araiaclo de tartaruga
Dilisde dlla de bfalo
Carteiras para algibeira, superiores
Fivellas doaradas para calcas e rolletes
Esporas finas'de metal, o par800 e
f
f.
160
too
;7o
seo
2S0
100
40
50
100
320
200
80
160
criplori > n. 12, vende-se
daCadoia Velha, es-
lo superior potassa da
Russia, americana e do Hio de Janeiro, a precos ba-
rato que he para fecliar
Casa da fama! f
Na ra Direila n. 75, vendem-se bilhele de lodas
is (oleras da provincia, e pagam-se lodo os pre-
mios que sahiram nos bllhetes vendidos oa mesma.
Sebolas novas de Lisboa.
Jchegaram ceblas nova de Lisboa, e vendem-
se no armazem de JoSo Marlins de Barros, Iravessa
da Madre de Dens n. 21.
Vende-se cal virgem, chegada hon-
tem, e de superior qualidade por preco
razoavel: no armazem de Bastos & Ir-
maos, ra do Trapichen. 15.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior retroz de primeira qualidade,
do fabricanteSiqueiralinhas de roriz e de nume-
ro, e fio porretc, ludo chegado pelo ultimo navio vin- venda a superior flanella para fono de sellius,
do do Porto, e juntamente vinho superior, feitoria "h
em pequeos barris de dcimo.
N 55aterroda Boa-Vistan. 55.
POIRIER.
Acaba de fazer ama especie de veneiianas com o
nome llores, de nova invencao para janellas, servem
de ornamento e lem a vantagem de impedir a cor-
rentera de ar nos aposentos e enlreter-lhe a frescura
necessaria. Podem igualmente servir para arma-
zens. Por um engenhoso mechanismo sao muilo
melhor do que as venezianas antigs. S com a
vista melhor se pode saber o quanio sflo excellentes.
POIRIER.
ATERRO DA BOA-VISTA N. 55.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Poirier.
Vendem-se 8 escravas, sendo 1 moleque de 18
annos, oplimo para pagem, 1 prela com orna cria de
3 mezes, 4 escravo de 18 a 30 anno, 1 negrinha de
6 annos : na ra de Horlas o. 60.
aa
Attencao ao seguinte.
Cambraia franceza de cores de muilo bom goslo a
600 rs. a vara, cortes de cassa prelos de muilo bom
gosto a 29OOO p corle, dilos de cores com bons pa-
drees a 29200, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, corles de laa muilo finos com 14 covados ca-
da corle, de muito bom goslo, a 4JJ500, lencos de
bico com palmas a 320 cada um, ditos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabeca a 560 cada
um. chaleimperiaesa800rs., 19 1J200 : na loja
da ra do Craapo n. 6.
Na rjya larga, do
Rosario n. n
Ha para vender-ie om sorlimenlo de extractos,
que alem de seu excellenle chuiro.proriuz grande ef-
feilo, como seja : tirar caspa, por os cabellos prelos,
tirar espinhas, borbulhas, vermelhidOes, sardsou
pontos brancos lo rosto, embranquecer refrescar
o mesmo, alisar e igualhar os cabellos da seoho-
ras ; assim lambem vendem-se cnixas de metal mui-
lo bonilas com pos, proprios para enhoras ; vaso
com banha moilo lindos com espelho ; chicotes mui-
lobons 1 e 29000 qoidros de sanios a 120 e
200 rs.
No silio defronle do paludo do Sr. hispo na So-
ledade, vendem-se pes de sapolis e pioheiras pro-
prios para planUr-se e por preco bstanle commodo.
RA DO QUEIMADO N. 1.
Atoalhado de 8 pal nos de largura, o
qual se tem vendido a i'000 rs. a vara, e
para acabar se vender' a IgOO rs:, alm
destas fazendas ha outras muitas que se
vendem por qualquer preco.
Vende-se um fardamento cmplelo para a ca-
vallaria da guarda nacional, ludo novo sem ser ser-
vido, e juntamente os arreios de cavalgadura para
a mesma cavallaria : na roa Direila n. 129, primei-
ro audar.
Vendem-se no armazem n. 60, da ra da Ca-
deia do Recife, de Henry (iibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos.
FARINHA DE MANDIOCA*.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por 3S00O reis : nos armazens ns.
3,567,600 armzem delronte da porta da
ajandega, #u a tratar 00 escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiro andar.
Vende-se^cognac da|melhor qualidade:' na ra
da Croz a. 10.
IjVINHO DO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
"A'ende- por preco commodo no armazem de
,de Barroca & Caslro, run da Cadeia do Recife n. 4.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se emxarro
tem despeza ao comprador.
Capas de burracha a 12#000.
Quem deixara de se manir de urna excellenle ca-
Ca de burracha, pelo diminuto preco de 129 '' a el-
is, que so eslSo acabando: na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50, defronle da ra da Madre de Dos.
Vendem-se em casa de S.,P. Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montaria.
Candieiros e casticaes bronzeados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97. ,
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Vende-se pipas, barris vazios e bar-
ricas internadas: a trataf com Manoel
Alves Guerra Jnior, na t na do Trapiche
rn. 14.
Moinhos de vento
om bombasderepuxo para regar hortas e baia,
decapim, uafundicaode D. W. Bowman : naraa
do Brum ns. 6, 8 e 10.
Na ra, do*Vigfii n. f 9, primei-
ro an sicas para pifcio, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, icho-
tickes, modinhas tudo raoc ernissimo
chegado do Rio de Jpneiro.
N roa do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
venda aaoperior flanella para f
chegada recentemente da America.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ES IROS A800 RS. CADA UM.
Vendem-se na rna do Crespo loja d esquina que
volta para a ra da Cadeia.
**2
am- W
Deposito de vinho de cham-
pa gne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do conde
de Marcuil, ra da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 36*1000 rs. cada caixa, acha-se
nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.As cal xas sao marcadas a fo-
go Conde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sSo azues.
Deposito do chocolate francez, de urna
das mais acreditadas fabricas de Paris,
em casa de Victor Lasne, na da Cruz
n. S!7. Ja
Kvtra-otiperior, pata baunilha. 19920
Hura Tino, baunilha. 19600
Superior. 1J280
Quem comprar de 10 fibras para cima, tem om
abate de 0 % : venda-se aos mesmo precos e eon-
dicoes, 11ra casa do Sr. Barrelier, no iiterro de Boa-
\ isla n. 52.
ACS SENHORES DE ENGENHO.
Reducido de 640 para 500 rs. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mel hora ment do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metbodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber 4 Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
A Boa fama.
Na roa do Queimado, nos quatro canto, loja de
miudea da boa fama n. 33, vendem-se os segoinles
objectoi, ludo de muilo boas qualidades e pelo pre-
fis mencionados, a saber :
ente de tartaruga para atar cabellos a 49500
Dilos d 3 alisar lambem de tarlaruga 39000
Ditos de marfim para alisar 19400
Ditos de bfalo moilo fios 300 e 400
Ditos imitando a tartaruga para'alar caballo 19280
Loques finissimos a 29, 39 e 49000
l.inda caixas para coslura 39000
Dilas para joias, muilo lindas a 600 e 800
l.uvas prelas de torce! e com borllas 800
Dilas de seda de cores sem deleito I9OOO
Lindas meias de seda de core para eriaoca* 19800
Meias! hiladas fio de Escocia para chancas 240 e 400
Bandej grande alios 39000 e 49000
Tranca de seda de Ata a core e largura e de bo-
nito pidroes, fitas finas lavradas e d toda as lar-
guras e cores, bicos finissimos-de linho de bonitos
padroei e lodas as larguras, tesouras a* mais fina
que ha possivel enconlrar-se e de lodas as qualida-
des, n oas e luvas de todas as qualidades, riqaiaai-
mas fri njas brancas e de cores com borllas proprias
para cr ruados, e alm de ludo islo oalra muilissi-
maaeoisaa ludo de bon goslos e boas qualidades,
que i ita do muito barato preco nlo deixara de
agradar aos Srs. compradores.
Trat celins prelos de borraxa pararelogios 100 e lt0
Tinleiro e areeire de porcelana, o par 500
Caixa riqusimas para rap a 640 I9OOO e 49500
Carteiras proprias para viasero^ 39500
Toucadores de Jacaranda com bom espelho 39000
Cbai-uleiras de diversa qualidades 160
Malas de laia muilo superior para padrea 29000
scovas finissimas para cabellos e roupa, navalhs
nisjimas para barba, Invas da seda da todas as co-
ras, meias pioladas e cruas de moilo beaa qualida-
bengalas muilo linas, liuta encarnad a aiul
ria para riacar livro.. Al de lodo tato oalra
InlliMima causas tudo de muilo boas qoalieee,
e que se vendem mais barato 4o qaeem oulra qaal-
quer parle : aa ra do Qorimado no qoatro celo
na lieja conhecida loja de mindeza da* boa fama
n.
VOS FGIDOS.
esappareceu a 13 do corrate, Joaquina, de
naciio Cassange, representa ler 40 anno*. altara re-
gular, alguma cousa cheia do corpo, cor ola, cabel-
lo aparado e alguns branco, com carne sobre o olho,
nariz chalo, falla de alguns dente de lado, paito
pequeos e marcho, nadegas empinada* para trat,
lem alguma eiealrizee de relho na* cosa, e algu-
ma urna pelo corno, am lehmuo oa caroco no
braco ao p da mao, e lem am p mais creato ; le-
von vestido de chita preto baslanle asado, panno
fino velho, quando foge lem por crtame ai pe-
los 1 rrabaldea desla praca : qBalquer pmaaj pode-
r pegar e levar a seu senhor Domingo i Silva
Campos, roa da Cruzes n. 40, qoe raeomrx
Desappareceu no dia 22 do correa1
muala Marianna, (levando so (liba del
idaue), de 25 anno. aliara regular, cheia i
cor avermelhada, andar desembarazad*, fassaus fi-
na, cabello grande meio carapiohado a quasi aeao-
pre em desnlinho, doas cicalrite no peseooo prove-
nientes de glndulas, e orna na costa proveniente
de um tumor ; levou vestido da chita ncaraada
com ramagena preta : prd_-s 4* utaridada e ca-
pilas de campo a apprehencS de dita escrava, e
leva-la a Passagem da Magdalena, casa de A. V. da
S. Barroca, ou ao seu escriptorio, aa roa dia Cadeia
do Kecife, qoe serio generosamente receaapeaaados.
Desappareceo no dia de agosto corren',
pelas 7 horas da noile, a prela touitnra, de idade
35 a 10 annos, pouco mala ou menos, cata a* stgaaes
seguinles : um dedo da mao direila. eochada, ma-
gra, tem marcas brancas oa doat pernas, levou Ca-
misa de algodaozinho, vesiido de chita rola, paouo
fino, e mais urna irona de roupa : roga-ea a todas
as autoridades policiaes ou capites de campo qne a
appiehendam e levem sen senhor Joao Leile de
Azevedo, na prc do Corpo Santo a. 17, qao aera
bem recompensado.
Desappareceo no dia Ifl da torrente um I
qoe por nome Thomaz, crioulo^caa idade de 22 an- ,
nos, pouco mais ou menos, bailo, perna fia, na-
riz chalo, oa denles da frente podres, raNMgavar
mel iados,com duas emplogens seccaaacalavelta e
marca de chicote na* cosas: qaem appreheader
levo-o ao engenho S. Francisco da Vanea, oo aa Be-
cife a Manoel Joaqoim Gomes, aa raa da Cadeia de
Santo Antonio, qoe ser recompensada.
No tabbado 18 do corren le aosenlon-se da ca-
a lie seu Sr. o major Antonio da Silva UuamSo, o
seu escravo Ignacio, crioulo, cor preta, les'.a grande
e grandes cantos, olho* verroelho, um dedo de nm
dos ps partido qoe parece ama' forquilha, he mni-
to contador de pelas; quem pega-lo seu' generosa-
mente recompensado levando-o a rna imperial o.
64, caa d residencia de seu senhor.
100,000 RS. DE
GBATIFICACA'O.
Em 28 de marco do corrate anno,
fugio o escravo crioulo, de nome Domin-
gos, de 20 annos de idade, pouco mais
ou menos, rosto redondo, dente* lima-*
dos, cabellos carapinhos, cor fula e com
principio de barba, levou vestido calca
de algodaozinho azul e camisa de chita
cor d rosa, e mostra ser muito humilde
pela mansidao com que falla : este negro
guando lugio estava-se curando de urna
fstula quetinha na verilha esquerda. e
a presenta va grande quaDtidade de pannos
no peito e rosto, foi escravo de tuna viuva
moradora no Bonito, para onde suppoe-
se ter-se ausentado, em razao de constar
que elle tem tlhos na mesma comarca; ja'
nao lie a primeira ves que foge, depois
que sabio do poder da dita viuva, e nes-
tas oecasioes neulca-se forro, e como tal
trabalita por jornal em diversos enge-
nhos, ou obras: roga-se pois asvpessoas
que do mesmo tiverem noticia, queirarr
aprehende-lo e coaduzi-lo a ra do Viga-
no 11. 5, quereceberSo a quantia cima
estipulada.
PERN.: TYP. DB M. F. DE FahIA. 1855
i
C

f
4

i
i^


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