Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00624


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Full Text


ANNO XXXI. N. 194.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
QUINTA FEIRA 23 OE AGOSTO DE 185$
,
Por anuo adiantado 315,000.
Porte franco para o snbscriptoi.
DIARIO DE PERNAMBUCO
E VCARREGADOS DA SL'BSCB 1PC A'O-
Recito, o proprieterio M. F. de Faria ; .Rio de Ja-
neiro, o Sr. Joao Pereir Marlins ; Ba lia, o Sr. I>-
Duprad; Mac.e, o Senhor Claudinc Flelo Oa ;
Parahiba o Seohoi Gervazio Vielur da Nalivi-
dada ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira Jonior;
Ataeaty, o Sr. Antonio de Lemos Braga; Cear, o Sr.
Joatjuioi Jote deOliveira; Maranlilo o Sr. Joa-
ulm Mtrqueii Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos
lerculano Aciales Petsoa Ceirence ; Pj r, oSr. Jus-
tina J. Ramea ; Amazona, o Sr. Jeronymo da Cotia.
i CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/2.
Pars, 355 rs. por f.
c Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebate.
Arroes do banco 30 0/0 de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
_ da companhia de seguros ao par.
Disconto de lotiras de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
(Juro.Oncas hespanholas" .
Modas de 69400 velhas.
de 69400 novas.
> de 4000. .
Prata.Patacoes brasileiros. .
Pisos columnarios, ",
mexicanos. ,
29*000
169000
16000
99000
1940
1940
19860
PARTIDA DOS CORREIOS. .
Olinda, todos os dias
Camari, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Vista, ExeOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sextas-feiras
Victoria e Natal, as quinus-feiras
PREAMAR DE HOJE.
Primeira 1 hora a 18 minutos da'larrle
Segunda lhora 42 minutos da mantisa
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundasequintas-feinal
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horaj
Juiz do commercio, segundas as 10 hora
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos, segundas e quintas as 10 I
1* vara do civel, segundas e sextas ao meii
2* vara do civel, quartas e sabbados ao meio
EPIIEMERIDES.
Agosto 4 Quarto minguante as 7 boras 1 mi-
nuto e 42 segundos da Urde.
12 La nova as 4 horas, 32 minutos e
44 segundos da tarde.
20 QuartocrescenteasS horas, 3 mi-
nutos e 45 segundos da tarde.
dos da tarde.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. S. Bernardo ab. dontor da igreja.
21 Terca.S; Joana Francisca Romana vi.
22 Quarta.Ss. Anlhuza e Gathoniea mm.
23 (Quintil. S. Filippe Benicio jS.Daviaaa.
24 Sexta. S. Bariholomeo ap. ; S. Proiolomeo.
2.s Sabbadj. S. Luiz rei de Franga f.
27 La cheia a 1 hora e 3 i segn-, 26 Dominf. 13." Sagrado Corjco da SS. Vir-
gem Miii de Dos ; S. Zeferino p. ra.
1
*
*
i
paite irncL.
OVERNO DA PHOVINGIA.
Esa* olate io 41a 16 ate >>.
>fTic da nacional do municipio do Recite, -dizendo em
villa da sua informadlo, qne o porleiro do tribunal
do,ceantnerco Antonia Correa Maia deve. continuar
a ser dispensado do nervino da mesma guarda nacio-
nal pel ma.oira por que o foi quandn fazia parle
do 6. balalruto de infaularia deste municipio.In-
leiron-e ao presidente do referido tribunal.
DitoAo mesma, eirnaaeteparcopiaba ter exe-
eueje na parle qno Iha dw reepeilo. o aviso de 21
ila julho ultimo,sio qual o Exm. Sr. ministro da
guerra exige umn reine** nominal das pracas de
pret do 10 > batalhao de infanlaria que caMerem
mal de 15 annos di service, contendo a referida
eao as explicare que possam fazer comprehen-
l circunstancias de Cada urna das ditas pracas.
.oAo Blasmo, remetiendo copia do avis do
kilo da guerra de 25 de jtjnho ultimo, com o
qual li enviado o conhacimenlo que lambem re-
meta por copla dos instrumentos bellicos que pelo
arsenal da guerra da .corle foraro entregues ao co-
anat Luiz Antonio Favilla com destino ao 9. bata-
lhlo.de infamara.N'esle sentido ofIi:iou-se a Ihe-
souraria da f leuda.
DWeAo raesmn, traosiltindo por copia o aviso
da repartilo da guerra da 19 de julho deste arino,
no qual o-Eini. Sr. ministro da guerra declara que
lava seguir da corle para Montevideo com pasta-
gem para o 4. batalhao desafamara o cadete do
4. de arlilharia a pe, Manoel de Carvalho Paes de
AadraJc. .
A metmo, remetiendo por copia o aviso
ida pala reparlicao da guerra em 18 de julli
io tcerca.do artfice de fogo Jlo de Paula, que
pttttetaixadotervico.
laAo ms*nie, recommenilamlo a expedidlo de
Hitas para que sejam recollidos a recebedoria
de fondas- internas desta provincia os emolumento,
quetetjundo a nota que remelle por copia, esta' a de-
ocapitao Jlo Mara deAlmeida Feijque ob-
i do governo imperial paaugam do 4. bala-
te ruinara a p para o 1. rgimen! de arli-
a cavallo, conforme consta do avisbase lam-
raaittte por copia.Coiamunteou-se'aTXhesou-
fj^Hla Calenda.
j+o mesmo, enviando copia do aviso da re-
I 4a guerra da 21 de julho ultimo, declarando
Kacas do eiercilo que tendo onnliiido o seu
eevieo nelle continan) sem engajamenio,
devem perceb.:r o toldo dobrado da 1.' praca como
e engajado fussem.
Uta Ao mesmo, Iransroitlindo por copla o avisn
reparlicao da guerra de 21 de julho ultimo, do
anua que se confedera patsagem de eorpos aos
* do ialantoria Jos Joaquim Rodrigues Bra-
l dv 2. batalhAo de infantaria pira o 7." da
mu arraa.e Luiz Antonio Ferraz Jnior deste pa-
i aquello baUdhao.Inleirou se a' Ihesouraria de
Ufemia.
toAo mesmo, remetiendo por copia o aviso
tpala repartilo da guerra era 31 de julho
i, acerca do empacada da companhia de arlifi-
iu F'analco de Sa', que pedio escusa do
k mesmo, conwunicando, afta) de que o
r tu inspector da alfaodega e ao adminis-
l:asesa doconsalado que,segundo constou de
f raptirl icio d'cttraegeiros de 31 de jullio tal -
tima,aMicceo a iraMiiaTbe.eplacti,a aomea-
cacsmiWWa irwl.ipnv? i.. ValooeUe, para eiercer
srinamente oest in-orincia as funcraes de cnsul
ata, donte a amencia do consui l.oiz An-
lonla Ue Siqanira.Fizeram-se as oulras commu-
nkaMai.
loAo mesmo, remetiendo com copia do offl-
lExsn. presidente de Maranliao. os esclarec-
as que sabr a duvida por S. S. a presentad a
isa o commandanle do 5.' batalhao de in-
a ofticial 'enearregadn rio> annazens de ar-
bolate* d'aquella provincia, a quem foram en-
artc;>s de fardamenlo do mesmo btalhlo
Jscfixoes vindos da corte para estsprovio-
tu psenua nacional Tamega.
fioAo mesmo, enviando por copia nao o
da reparadlo da guerra de 18 de julho deste
nal consta liaver-se concedido que tr-
qaem entre ai Je eorpos os capitaes Fernando Anlo-
uio Rasouro e Jawdus Santos Nunes Lima, este do
3. batalhao de inranlaria e aquelle di 9.- da ms-
ala arnaa, mas lambem a nota dos emolumentos que
o 1." dasses ofllciaet mm a p.igar pela expedirlo do
referido aviso.Parlicipou-st ao-mareclial comman-
danle das armas. ,
NtoAo commandanle superior da guarda na-
I da manicipio do Rio Formoso, declarando
rimeiro lunar, que vai suhmeller ao conheci-
le governo imperial i proposta que S. S. re-
ntetteu ; e em ttgondo, que em quanto nao for pre-
saehido nos termos da le numero 60-2 de 19.de se-
tembro da 18:0 o pasta de secretario geral d'aquelle
commando superior, deve S. S. designar um official
4a aaga gurda nacional d'alli paraexercer inleri-
nainaate u reapeetivas funches.
Dilo Ao iospeclor do arsenal de marioha.
Raaaeltcndo a Vrac. por copia o offtcio que me diri-
gi o provedor da anuda em 14 do crrenle, teuho a
reeommendar-lhe a expedicao das convenientes or-
ieas para que sejn satisfeilo quando ah reqoisila o
mesmo provedor, cumprindo que, no caso de nao
aar safflciente para accommodacao dos pasaageiros
sojeitos i qoareolena a*casa de palha de que traa o
aso offlcio n. (080, mandada levantar na ilha do Pi-
tia, trate Vmc. com urgaqeU de alugar a casa de-
nominada da Barreta.. E porque me conste haver-
. se receido nesta cidades cartas enviadas pelas pes-
aras qae estafen) quarenlena, coovm que Vmc.
procure saber e ase unirme com brevidade qual o
meio por qu isio leve lugar.
Dilo Ao joiz da djreito da comarca de Po-
d'Alho, dizendo qae, com o parecer que remelle
por capia, do mnselheiro presidenta da relacao, res-
penda aa oficio em qae Smc. ci^sulla a quem
compele ascrover na provedoria de &ps)llat resi-
duos dsqnella comarca.
PortaraMandando admillir ao servi^S lo exer-
por lempa de na annat como voluntarlo, o pai-
ajiaaoal Jos da Silva, qae pereeber, alrn dos
tfcanlas l|ee por lei Ihe compelirein, o premio
DQfOOO rs. Fizeram-se as necessarias commu-
MoBes a-resi>tilo.
CoiMaoaado ao padre Joaquim Lopes Ro-
tea, a deroiseSo qoe pedio do lagar de capellao
n".rt'"ilerin, pnblico .de,,, cidade. Neste sentido | passado, pelo Sr. conde de Walewski aos agentes da
Franca no eslrangeiro. Nao teriamos dado impor-
tancia a esta publicacao, se ella nao tivesse (ido por
objeclo oppor circular de 23 de maio urna replica,
que nao destroe em nada a sua argumentadlo. Mas
o Journal de Saint Pctcriburg traa ao mesmo lem-
po de um oulro assumplo, o rompimeulo das confe-
rencins d Vlenna, e he sobre nos que procura atirar
a sua responsabilidade.
Passaremos rpidamente sobre as observares que
a circular do Sr. conde Walewski Ihe suggerio, para
examinadnos esta censura.
O governo russo procura com grande importancia
mostrar que a quesiao dos principados esta regula-
da, aasim como a da^ajNucao do Dannbia, arro-
gando quaai a si a iOBIaiajn dequanto tem sido fei-
to para islo ; pelo menos dn a entender, que sempre
livera desejado o que as potencias alliadas'lem jul-
gado ler elle negado sempre al hoje aos desejos tao
antigos da Europa.
Em primeiro lugar, elle se compras em fazer so-
bresahir as vanlaRens, que os Moldo-Valarhios de-
veriam intervengan da Russia. Nao opporeraos o
quadro dos principados danubianos debaxo do pro-
tectorado desta potencia, ao quadro que o Journal de
Saint Petertburg Iraca de tua romlirao debaixo da
anliga administraban ntto'maua ; limitar-nos-hemos
a perguntar porque razao, te a Russia tem prestado
realmente aos principados lodos os tervicos, e se a
Porta llies lem causado lodos os males qoe esta gate-
la enumera, porque razao os principadojateen hoje
na siKorania o4toa>ana um apoio e umaraBl-gaar-
da, ao passo que applaudem ludo quanto fattdt a li-
vra-los do protectorado russo ?
Relalivamenle a navegacSo do Danubio, lemos a
felicidade de dizer que o gabinete de Sao Pelersbor-
go reconhece a imperfeirao das medidas lomadaa ppr
elle al hoje para a conservacSo da fox do Danu-
bio, e a insufiiciencia dos meios empregadus pelas
autoridades locaes para diminuir os areaea, que as
tornavam quasi sempre impralicaveis. Felicita-se
pelo eslabelecimento de orna commissao, qoe exerca
urna vigilancia, cojo principio reconhece. O Jour-
nal d Saint Petertburg nos afflrma qne nao aer
necessaro derramar o saogue da Franca e da Ingla-
terra paro desenvolver estes resultados ; nem tao
pooco foi preciso, que esle saogue tivesse corrido para
os obler.
O qu.irlo ponto, como ta sabe, refere-te i questan,
que suscitoo a guerra ; a este respailo recelamos na
verdade qua o governo russo penisla em teas pri-
meiro passoe. Se o Journal de Saint Petertburg
nos falla com elteilo das formas necessarias para at-
tribuir ao sullao o mrito da etpontaneidade as me-
didas soberanas, que se deve lomar em favor de seus
subditos chrisiaos, exprime ao mesmo lempo, por
urna contradicho verdadeira, a opioiao de que ellas
deveriam ter da parte da Porta o objeclo de um
pelo europeo, que nao leria outro effeito senao con-
ferir toda a Europa o privilegio reivendicado pelo
principe MenschikofT para a corte da Rosta.
_ N3o insistimos to pooco sobre opinies e Iheorias
lio categricamente refaladas na circular de 23 de
maio; trataremos da exprobracao, que o governo
russo dirige aos plenipotenciarios da Franca e da In-
glaterra, de lerem provocado o rompimento das con-
ferencias.
Concordamos tem euslo qoe, em um dos doos
pontos de qoe se compoe a terceira (jaranlia o gabi-
nete de Sao Pelershurgo fez nina eoocetsao impor-
tante 4j potencias alliadas ; renunciou a sua antiga
prelencao de ler o imperio oltomaoo fra do direilo
publico europeo. Esla prompto para assignar um
contrato, pelo qual toda contestado enlre a Porta
elle seja de hoje em diante deferido ao arbitrio
Europa ; mas reconheceudn a exIensAo detla ron-
cessao, felicitando o gabinete de S|a Petertborgo por
abracar finalmente um principio, que repellia to
pertinazmente anles da guerra, tomos obrigados a
repetir, que a admissao da Porta no direilo europeo,
nio preeiicben inteiramegle o objeclo da terceira ca-
randa : ella ndo faz. cenar a preponderancia da
futtia no mar alegro.
Os gabinetes alliados persitliam e deviam persistir
nesta garanta, tanto mais qaando sem ella todas at
nutras seriam Ilusorias, e tem a reducto das forras
aggressivas da Russia no Euxinio, a auppressao do
protectorado poltico ou religioso desla potencia na
Turqua e a liberdade da navegado do Danubio se-
riam puramente) nominaes.
Sobtcrevendo a formula qoe Ihe linhamos eslabe-
lecido como coodicao previa de toda neguciacao, e
que o Sr. conde de Buol reproduzio, ao abrir as
conferencias, a Rosta tinht admittido, pelo menos
deviamos pensar, a necessidade de fazer neste ponto
um sacrificio real. Mat logo que suscitou-se a ques-
13o, os plenipotenciarios russos repelliram de fado e
como principio, debaixo de qualquer forma, qae Ihes
foste apresentadd, (oda limitacao de forcat. As
conlraproposlas que ellet apretenlaram em primei-
ro lugar, nao tinliam por Ara senao Iludir a qucsiao
em vez de a resolver.
Em consequeacia da rejeic^o absoluta do tytlema
de limilac^o produzdo por nos, ai conferencias fo-
ram logo suspendidas ; e foi depois da publicacao da
circular do Sr. conde de Nettelrode, de 10 de maio,
na qual te achavam renovadas as declarares feitu
a este respeito pelos plenipotenciarios runos, qae li-
nhamos sido convidados pela Austria para ama ulti-
ma conferencia.
Por tanto era de presumir qae nesta ultima renniao
os representantes da Rusta pertislittem em repellir
o nico principio, que poda servir de base a um
ajuste conveuiente. Entretanto os plenipotenciarios
russos, apreciando a propotla feila pelo Sr. conde de
Buol, propotla bateada em um principio de limlla-
(So ezplicitameafe formulado,nio desprezaramnada
para dar a entender, que nao dependa delles ter
ella examinada ; mal esla condescendencia, tao con-
traria a sua allilude anterior sobre o mesmo terreno,
nao linha evidentemente por objeclo, tenio tirar
partido de urna aparencia de opposico entre a Aus-
tria e nos.
O Sr. principe de Gorlchakoff nao consenlio em
fazer. eonhecer toa opiniao, senao depois de se Ur
assegurado qne osaplenipulenciario* da Franca e da
Inglaterra nao adheriam completamente propotta
da Austria. Finalmente provocado pelo Sr. bar.io
de Bourqueney para explicar-te sobre o principio da
limitacao, o principe G-orlschakoff, em um momento
de franqueza, que muito Ihe agradecemos, aeabou
repreduzindo com urna clareza de termos, que nada
deixa a detejar, lodi as obrigacOes que elle linha
feito anteriormente a asta principio.
c O prineipe de GostchakoO", diz o protocolo desta
ultima reuno, confesas reiteradamente, qu as
conferencias e fra dellas, e todas s vezes que se
Iralou a quesillo, lem declarado Jplsnlemenle que
Ozeram-se as necessarias communica^ocs.
DitaO presidente da provincia, altendendo a
urgente necessidade de se observar na casa de de-
leorao um rgimen mais accommodado a nalureza
de tal eslabelecimeulo, e tendo em vista o qoe a lal
respeito Ihe representoa o desembargador ehefe de
polica, ha por bem, qae emquanto o governo nao
mandar o contrario, se eiecute provisoriamente o
regulamenlo que nesta data se expede.Cninmnni-
con-se ao supradilo chefe.
DitaO presidente da provincia retel ve, na forma
da lei regulamenlar da instruccao puatica n. 369 de
14 de maio do crranle anno, nemear para compo-
rem o conselho director na forma do artigo 84a mes-
ma lei, aos professnres do institnloTot Snarat da
Azeyedo e o padre Joaquim Pinto de Campos, que
lero por substituto ao profetsor Antonio Rangel de
Torres Bandeira ; ao professor de instruccao prima-
ria Joaquim Antonio de Catiro Nunes, qoe ser subs-
lilnido pelo professor de inlrnctao primaria Miguel
Archanjo Mindello ; eao padre Venancio llenri-
que de Resende e Manoel Clementino Carneiro da
Cunha.
DitiO presidente da provincia, auloritado pela
lei b. 369 de 14 de maio deste auno, resolve nomear
para o gymnasio provincial os seguintes profestores
e empregadot :
Para a primeira cadeira de lingua latina, padre
Ignacio Francisco dos Santos.
Para a segunda da mesma lingua, Profiri da Cu-
nha Moreira.
Para a de lingua grega, padre Ignacio de Souza
liolim.
Para a de dita france, Antonio Rangel de Tor-
rea Bandeira.
Para a de dila ingleza, Filippe Nery Olisco.
Para a de desenlio, Joaquim Jos de Carvalho de
Siqueira Yarejao.
Para a primeira cadeira de historia e geographia,
padre Joao Capislrano de Mendonca.
Para a segunda das mesmai disciplinas, Antonio
Pedro de Figueirtdo.
Para a de malhematicas elementares, eomprehen-
dendo arithmetica, algebra, al equac^en do segan-
do gio, geometra, trigonometra, rectilnea, Anto-
nio Egidio da Silva.
Para a de philosophia racional e moral, Jos Ray-
mundo da Cosa Mener.es.
Para a primeira de tcieociat naturaes, Jote Joa-
quim de Moraes Sarment. .
Para a segunda dila, Mr. Brunet.
Para a de lingua e literatura nacional, Jos Soa-
res de Azevedo.
Para a de eloquencia e potica, padre Joaquim
Pinto de Campos.
Para professor de msica, Joaquim Bernardo de
Mendonca.
Parao emprege de censor, padre Joaquim Raphael
da Silva.
Para secretario, Antonio d'.V-snmpcao Cabral.
Para medico, Ignacio Firmo Xavier.
Para o de eeonomo, Jos Joaquim Geminano de
Moraes Navarro.
Para o da bedel, Hermenegildo Marcellno de Mi-
randa.
Para o de porleiro, Joao Antonio da Silva l'e-
reira.
Para o de continuo Joflo Perejra Damasceno
Chave*.
Para o do mordomo, Herculano Julio de Albu-
querqae Mello.
Constando-me que alguns patsageiros qne eslo
no Uzarela te lem communicado com a trra : o qoe
indica nao ler havido o Indispensavel ligor na ob-
servancia das ordeus dadas, e que portanto convm
que Vinr. despert o ancjrregado do mencionado
lazareto tob pena de demitslo,
Dos guarde i Vmc. Palacio do governo de Per-
nambuco 18 de agosto de 1855.Jote Bento da Cu-
nha e Figueiredo.Sr. inspector do arteoal de me-
rinha.
Retpotla do inspector do trienal de marinha data-
da de 20 de agosto de 1855.
niro. a Exm. Sr.Para o cumprimenlo da ordem
de V. Etc. em offlcio de 18 do rorrele, fui pestoal-
menle indagar dut fados, motivando V. Exc. a raaj-
dar nella reprehender o encarregado do lazareto, e
vm no canhecimenlo da inexaccio das informacoes
dadas a esaa presidencia a respeito. por ter apenas
havido all com as peatn de Ierra ts pralicat con-
sentidas pelas medidas preventivas adoptadas sempre
na distancia recommendada de 10 pastos, c em eon-
sequencia julguei conveniente sobr'estar na referida
reprehensao at que em vista do exposto V. Exc. re-
salvesse definilivamenle.
(oda limitacao de foress, qae se procuraste impor a
Hussia, seria considerada por seus plenipotenciarios
como um alien lado contra os direitos de soberana de
seu soberano e um obstculo invencivel paz ; que
elle lem permanecido invariavelmente fiel a este
principio e o apreseiitou de novo netla conferencia
de encerramento n
O principa Gurlschakoff repello pois lodo o sys-
lema de limitacao, no termo- da*aegocad)o como
precedentemente ; rejeiIon como principio'a pro-
po.la austraca, como linha rejeitado a nossa, e com
isto se encarregava de craclerisar toa modera \1o
aprenle, provapdo com bastante clareza, que seu
nfferecimenlo de referir a Sao Petertborgo, nao Im-
plicara neohuma idea de conciliario, porquanto de-
clarara ao mesmo lempo inadmissivel o modo-pro-
posto pelo gabinete de Vienna. Nos so fazemos
provar o que o protocolo de 4 de junho demonstra
sem replica.
Prtanlo, he sobre a Russia que recabe toda a res-
ponsabilidade de rompimeulo das negociarles ;;-na
pertinacia paraltoo os esforcot nobremente feilos
pelas potencias alliadas para obterem um resultado
pratico.
A Franca e a Inglaterra leraram ai conferencias
os senlimentos de moderaran, de qne se mostraran)
cooilanlemenle animadas as diversas pliatet di
crise. Provocados para ama guerra, qae tenamos
prevenir, e cuja iniciativa perlence toda a Russia,
lemos excluido seu pavilhao de lodosos mares e pe-
deramos com pouca despeza prohibir que reappare-
cesse no Euxinio : oflerecemos-lhe roconliecer esta
faculdade, com a condicao da limitacao de toar /ur-
cas naqiielle mar. A limitaran he urna seguranza,
que o inlercsse geral exige, e nao he por colpa nossa
que a Russia te tem expolio, por meio de ama pol-
tica desde muito lempo aggressva, a que te Ihe vi-
esse pedir semelhanles concessocs, e os nicos res-
ponsaveis pela cunlinuacao da guerra sao aquellei
que al o ultimo diada negociadlo de Vienna.se olit-
linaram a recusar Europa toda a garanta tria
neste ponto. (Journal det Debat.)
IITEROR.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Senao judiciaria a/e 16 deagotlo de 1855.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Firmino
Antonio de Souza.
As 10 e ', da manhaa estando presente! os Srs.
desembargadores Ermelino de Leao (fiscal), Santiago
e os Srs. depulados commercianles PinU) de Lemos,
Medeiros Reg, Bastoe Sequeira. I.ida foi aprovada
a acta dn aessao antecdeme.
Pastaram do Sr. dezembargador Leao para o Sr.
deztmbargador Saoliago com o relatorio eteripto as
seguintes appellafdes :
Appellantes, Francisco Antonio de Carvalho Se-
queira e oulro.
Appellado. Joaquim Lacio Monleiro da' Franca.
Appellante, Francisco Jote Regalo Braga.
Appellados, os administradores da massa fallida
dn bacharel Joaquim Antonio de JHarias Abreu e
Lima. ,
Appellante, Vcenle Ferreira da
Appellado, Rustr Mellon & C.
Pasiou doSr. desembargador Santiago par o Sr.
desembargador Leao a appellajao da tegunda vara
do commercio desla cidade enlre partes:
Appellante Jos Dias da Silva Guimares.
Appellado, o coronel Jos Pedro Velloso da Sil
veira.
Nao havendo mait nada a tratar encerroo-s a ses-
sSo as 11 e mea da manhaa.
FOLHETUE.
TOLLA FERALDI.
Par aBlttmaHj Afco.t. ,
i familia Feraldi nto he d.principet, mas nao 3"
Mora muilasdi tai. Alexandre Feraldi, conde
lo imperio, bario de Vignano, cnvallero da
I de Constantino, he om dos sessenla patricios
talptot na laboat do Capitolio. Nao quiz entrar
ni i exerrite ponlficio, onde tea psi era Cnenle-co-
at. Lma tnude delicada, a inilruero ria que
raceWra no collegia' de Nazarelh, e sobre lado a ne-
ayldade de rMtabelecer os InteTweet de soa fami-
wam-n/i abracar o ettudo daa leit e da jaris-
E"!-?" ,a paKu ,(n>PO emqoe lodo o Roma-
no eTasoldado, a|Hcultor e jurisconsollo; porm os
patrie tata conservado o respeito das tres arles
B(i engrandecenm seos anlepassados. O
RH, doator em direilo, eatou em 1816
Ma Mariani, fttha do marques de Grolla
la mesma poca doos primos ten que
es nome casaram com princezat, urna
IfjWtarberini. Alexandre Feraldi nao.
Honra dettat alliancaH qae realca-
di familia. Trea mezes depois urna
Wa, qne-vio torprend-lo durante
Itjlher, o poz para sempre ao abrigo
elevando-lhe a renda a 25 oo 30 mil
i foi nanea lo feliz como o conde Feral-
i anno de ten casamento. Esse hornera,
nivel, Vivo e moreno, tem que tua phy-
pretenlasse nada de sombrio, mu Qno"e
I embargo de ter mola franqueza, anima-
tata juvialidade o palado nm Linio arruina-
ste* avoeaem. Sai tpulher que era asst bel-
aae tivette urna belleza tecci ti, 'por assim
aiajinle, imava-oeilremaiameiite. O aro-
goa grieajivam ai vea sobre o excelso de soa feli-
cidade.
'. "~^Pa^'.!! ltJ< 's'am com emphaie. a fortuna
doa Feraldi? p Paolote banha-lhes ojardim, as ver-
gontta das lamilias > principal veni enxarlar-sa
em ana arvwe genealgica. N le pi edizemos,
dito Alextndrt, qoe antes da dous meze la mu-
Iher dar luz um papt.
aio Draga
da mass
a Costa.
EXTE1I01
O Monlteur, respondendo ao artigo do Journal
de Saint Petertburg, publica o legunle :
A gazela official de Sao Pelersburgo acaba de pu-
blicar nm artigo emanado do governo rosto, respon-
dendo a circular dirigida com data de 23 de maio
No primeiro de setembro de 1817 a conqetsa dea
i luz urna menina, que foi baplitada com o nome de
Victoria. Um anno depoit esta menina leve nm Ir-
Oslo qua chamou-te Vctor. O Iriumphaole conde-
luho Alexandre nao achara nomei mait modestos
para teut.filhng. Fazia gosto oovi-lo perguntar. se
Victoria comer as papal, a te Victor mamara. A
condessa e a genle da casa chamavam a esle Tolo
aquella Tolla.
O palado Feraldi, silo em um dos mait elegantes
quarleiroet de Roma, nao he muilo grande nem
muilo bello ; nao lem a autiguidade original do pa-
lacio de Veneza, nem a immentldade dn palacio Do-
ria, nem a magealade do palacio Farnese; mas lem
um jardim: Tolla foi criada enlre arvoret e flore.
Urna grande ayenda abrigada contra o vento norte
por um muro de cipresles era seu pasteio de .inver-
n. Na idade de tele a oilo mezes ella travou co-
nhecimento com um lmoeiro velho e florido, o qual
vtio a ser o tea melhor amigo. Eslendia para elle
os bracinhos, arrancava-lhe ai flores eosboloet, e
levtva ludo a bocea. O medico da casa, o dontor Ely,
permiltio que desde os primeiros das de abril ella
ficasse urna ou doat horas no jardim deitada livre-
mente sobre um tapete i sombra de seu lmoeiro oo
de um carvalho, qoe era outro amigo veneravel.
Cliegado o verlo, rol no jardim que ella tomn os
primeiros baohos em urna agua que o sol livera o
cuidado de aquecer. A liberdade, a movimento, o
ar livre e os perfumes generosos rm| exhalan) as ar-
vores, ludo concorreu para^aaajlTcar-lhe o corpo :
Tolla cresreu coimjjatajpJ'nTasque a rodeavam, sem
etforco e temdjaf; t'm pasteio pelo jardim adorme-
cia-a em pticos minutos, e quando acordava, torna
vida, aos pait e t Dures. Ot primeiros denles, lio
temidos pelas mais, nasceram-lhe insensvelmenle, a
um dia a condessa que a amamentava, deu om grlo
de torpreza seutindo-sc mordida por duas perolas
bem agudas.
Todo os annot, no mez de agosto, o conde em-
barcava para Capri, onde possuia urna bella vinlia.
Emquanlo elle vigi.iva a vindima, a condena ficava
em I.anecia em urna linda tilia, onde nao havia
lembraura de nlngaem ler tido tezOes. O mirido ii
Sunco depois reanir-ie a ella, e nao voltavam para
orna anlet de lerem visto colher ai azeilonas.
Tolla passou em Lariccia os mait bellos diat de
la infancia. Gozava ahi de mait liberdade que tm
Roma, poslo que ettivesse debaixo da guarda de Me-
olco, filiio do rendeiro de sea pai, Menico, ou Do-
mingos, linha cinco aooos mais do que Tolla, e seis
annos mais que Tolo; porm nao abusou nunca da
anloridade que davim-lhe toa idade e a confianca
do^an
i Tolla: ai
RIO D JANEIRO.
SENADO.
Da 16 de iadko 4a 185S.
Lida e approvada a acta antecedente l-se o se-
guate expediente.
Um ollicio do Sr. ministro da marinha,-remellen-
do um dos aulographos tanccioiados do decreto da
assembla geral. fixando a forca naval para o anno
financeiro de 1856 a 1857,Fie o senado Inleirado,
e manda-te commancar cmara dos diputados.
Oulro do 1." secretario da sobredila cmara, par-
ticipando qoe adoptou e dirigi n sanccjto imperial
a resoltaban dd tenado, autorisaiido a irnaaudade de
Nona Senhora do Rosario da cidade daiDeslerri,
provincia de Sania Calharina, para adquirir novo
bens de raz, at o valor de 8:0003.
Oulro do mesmo, participando que aquella rain i-
ra adoptou at emenda do senado a pruposicn sobre
a naluralisacao da Ino Edwin Boberlt a oulro, a
que vai dirigir sanelo imperial a mesma proposi-
cAn.Ficoa o senado inleirado.
Oulro'do mesmo, acompauhandoas seguintes pro-
posi;es :
a A assembla geral legislativa resolve :
ii Artigo 1- Cuncede-se permiasAn para adquirir e
ossuir bens de rair, dispensadas as leit qoe pro-
ibem s corporacoet de m3o mora a poste de taet
bens :
a i- Ao collagiode Notsa Seohora do Jiom Goft-
elho de Papacara, dt provincia de Pernambnco, al
o valor de 20:0009.
2' Ao recolhimenlo do Senhor dos Perdoes, da
provincia da Baha, at o valor da 100:0005.
a 3* Ao asylo de Sania Leopoldina, fundado na
cipital da provincia do Rio de Janeiro,pira a infan-
cia desvallida al o valor de 100:0008.
4* A' Sania Casa da Misericordia da cidade da
Caxoira, da provincia da Baha, al o valor de
100:000.
" 54 A' irmandade do Sanlssimo Sacramento da
malrii de Nossa Senhora do Rosario, da cidade do
Penedo, da provincia das Alagoas, al o valor de
40:0008.
6- A' ordem terceira de S. Francisco da mesma
ddade ate o valor de 20:0005. '
a T A' irmandade de S. Benedicto, erecta no
convento de Nossa Senhora dos Anjot, da mesma
cidade do Penedo, at o valor de 10:0003-
8' A' capellu de Nossa Senhora da Lapa funda-
da ni villa de Cunha, da provincia de S. Pauto, al
o valor de 6:0003.
Art. 2* Estas concessdesiao feilas com a clau-
sula da con verti dos bent adquirido em apolices
da divida publica inalienaveit.no prazoque for mar-
cado pelos competentes juizes de capel las e residuos,
exceptuados lmenle os bent que furem-precitos para
o tervico proprio de laes corporaroes.
Arl. 3* Revogam-te as disposices em con-
trario, t
a Paco da cmara das depulados em 13 de julho
de 1855. fi&onde de Baependy, presdeme.
Frandico de Paula Candido, V secretario.Anto-
nio Jote Machado, secretario, a gJd
A assembla geral legislativa resolve :
a Artigo nnieo. Fca concedido a Ordem Terceira
de S. Francisco da cidade de S- Christovlo, da pro-
vincia de Sergpe, permtalo para possuir bens de
raz al o valor de 5:0003, dispensadas para esle l'un
at leit qoe prohibem s corporares de mo mora a
poste de taet bens.
Pagoda cmara dos depulados em 13 de julho
de 1855. VUconde de Baependy, presdeme.a
Francisco de Paula Candido, 1* secretario,Anto-
nio Jote Machado, 2- secretario, s
Vio a imprimir, nao o estando.
Um requerimenlo dos habitantes do.raunicipio de
Vassouras, contra o projecto de reforma judciarla.
As commissoes a quejesl affeclo o projecto de que
te traa.
ORDEM DO DIA.
\.\aturalisacuo de J. J. Tavaret.
Entra em 3a ditcustlo o projecto auloritajtdo o
governo para conceder caria de naluralisarao de c-
dadlo brasileiro a Joaquim Jos Tavares.
O Sr. Sili-eira da Molla pronuncia nm dis-
curso.
Da-te a materia por discutida, e he adoptada a
resol ocio.
Incompatibilidades e eleicoet por circuios.
Contina a 3a disctalo do projecto relativo as in-
da condessa. Nada recusava a Tolla; anexar de" to-
das as recommendaroes da prudencia e de abstinen-
cia, que nao haviam sido poupada, montnva elle
mesmo sua ditcipula em todos os burros da aldeia,
e galunava em tua intensan not jardins e pomares
melhor cercados. Mais de urna vez o menlor foi sor-
prendido rindo vista da Tolla, a qual devorava com
sofreguidio um cacho de uvas, ou um figo. Os jir-
dius, ot bosques, osburrtA e Menico foram doran-
te dote aunas os aicos professoret de Tolla. A mli
ensinou-lhe um pouco de religilo e de msica. Co-
mo nanea obrigaram-na a atsenlar-se ao piano, ella
procurava-o sempre voluntariamente, e aeui dedos
mimotos gostavam de correr sobre as tedas de mar-
fim. Tuina ou vidos delicados, e, o qae he mais ra-
ro oo meninoSjO teotimeoto do compaseo. O cele-
bre maattpe-Tetlani, navindo-a um dia por acato,
declaruu qae era grande pena que nao tivette um
mesure; porm o pait nao Ihe deram illengao.
A relgiao, e lobreludo o catholiciimo esplendido
qne reina em Roma, achou nella urna alma bem
preparada. A pompa dat ceremonias, o cheiro do
incens, o ouro, o marmore, a msica sagrada allra-
hiram-na nvencivelmenle assim como o lmoeiro
florido, ao qual eslendia os bracea. Sai imaginaclo
vida apoderou-sc do primeiro alime-nto que te Ihe
oflereceu. Concebeu urna paixlo filial pela imagem
da Virgem, este mulher veslida de azul e de ouro
que diziiim-lhe ser lio boa, e qae ella via to formo-
si. O enlhoiiasmo pueril que adquiri por certas
imagens converleu-se pouco a pouco em devorao.
A' torca dt orar no qoarto da mli dante de urna
sania familia de Sasso ferrato, contrahio urna af-
feirao particular por San Jos. Enviava-lhe beiio
tomo a um prenle velho e respeilavel da caa. Na
Riada de quatro annot ratgava j a roopa, porque
reparara que ara dada aos pobres logo que eslava ro-
ta. Esmigalhava o almoeo e repartia-o pelos passa-
rinhot do jardim, dizendo: Nao slo nono prxi-
mo'.' Alimento a meut irmlot. Sua caridade es-
tendia-te at aos morios.
Um dia a mli levnu-a igreja dos Jesutas, onde
pregava-se pelas almas do pnrgatorio. Era na oita-
va de Sanio Ignacio, um mez pooco mais ou menos,
antes de ella ler completado seis annot. Durante to-
do o termita Tolo eonlemplou a estatua colotsal de
prata mastica eollocada sobre om globo de lapisl-
zuli, e pergunlou muilai vezet i mi le Dos era ri-
co bem como Santo Ignado, e se havia em algum
lugar do mundo uulra estatua igualmente bella.
Tolla escatou oque dizia o pregador. Quando pas-
sou a primeira pettoa pediodo etmolat, lancou na
bolsa urna moediohi qae a mli Ihe dera para ene
compatibilidades e eleices por circuios,com o pare-
cer das commissoes e votos separados.
Slojapoiadasas emendas novas. (Vide o Diario..,,
do correnle.)
O Sr. Htconde de Mdranguape (pela ordem):
Sr. presidente, sendo ette objeclo de somma trans-
cendencia, pois que de nada menos se traa do que.de
urna lei de cleic,oes, em que sempre se deve alien-
der aos direitos polticos dos cidadlos bratleiros ;
havendo om parecer lio extenso. e tendo tido dado
dout votos em separado ; entendeudo alguns nobres
senadores que ha inconslilucimalida le, e oolros que
ulo : julgo que esle dbale nao pode seguir os tra-
mites qne o regiment prescreve para as lerceiras
discussoes ; tanto mais quando muilos dos Srs. le-
adores olo acompanharam al'e 2" discusslo des-
la materia, por leram entrado para o senado depoit
que ellas tiveram lugar. Por ludo ialo. nnimo-me
a propnr qne o dbale seja em ommi-sn geral,
com o que julgo que o senado nada perde. [Apota-
dos.
Temot estado lanos diat sem Irabalhar por falla
de materia, agora que se aprsenla um objecto de
lauta transcendencia he que havemus de disculi-lo,
podendo apenas cada um de nos fallar duas vezet?..
Vejo que nao he a liarlo que se pronuncia por esla
medida, mas que ella parlio anlet dot candida-
tos a depulacao do que do povo: Irala-se de dar ou
deixar um golpe na consliluiclo ; como pois nao ha-
vemot discutir semelbanle materia com lodo o vagar
e madureza '? Anda qua islo lenha de prodazir urna
prorogarao, julgo que nlo he motivo para que deixe
mos da disentir esta materia em commissao geral,
como lenho a honra de propnr ao senado.
Ue tpoiadu, e entra em discusslo o requerimenlo
do nobre senador para que a discusslo teja em coui-
raisslo geral.
O Sr. Mrquez de Paran (presdeme do conse-
lho): Sr. presdanle, a materia de que vamos tra-
tar he grave e digna de ser discutida com toda a lar-
gueza ; porm he necessaro lambem evitar ama ex-
cessiva e prolongada discusslo.
He cerloque aquel les que slo de opiniu de que as
dUposicOetciinlidas nette projecto ferem aconslilai-
cio, devem estar interessados em que nao passom^jT
que provavelmenle hlo de procurar conseguir a vic-
toria, qualquer que teja o meio de que usem.ouaej
vencendo por volacao da maioria do leado, oo seja
retardando a discusso de maneira qae o projecto nto
te vote est anno. No anno que vem tem de te pro-
ceder i eleicao geral, e segundo este projecto he ne-
cessaro um intervallo para que colhidas as informa-
rles uecessariaaaa fica a divisAo dos depulados pelos
differenles cireolos eleiloraes ; por i^so he claro que,
a nlo pastar etle projecto no prsenle anno, nao
pode j servir para a eleclo seguinle, visto que
nlo bavem o lempo necessaro para te fazer esla di-
visan.
Devemos por consequenda conciliar, as dnas coa-
sas : dMcusslo larga, mas de maneira que nlo te-
jamos impedidos de decidir netla tetslo se se refor-
ma ou nlo se reforma a lei eleiloral. Ora, julgo que
um correctivo ha proposcc- que acaba de iazer o
nobro senador.c consiste em que a maioria posta en-
cerrar a discussao em qualquer estado della, qaando
se julger baslaule esclarecida, seja qual ff o nume-
ro de oradores que possam eslar anda com a pala-
vra. Nestes lerinos mando como emenda a seguin-
le propositan :
A maioria ter o direilo de encerrar a discussao
por simples pedido de qualquer senador,uinda quan-
do lenham a palavra alguna oradores, s
Desta inaueira serao admittidotosSrs. senadores a
fallar duas. Iras ou quatro vezet; porm quando a
maioria te julgar lufneienleraenLe esclarecida lera e
direilo de encerrar a discusslo, e obler logo urna de-
cisio pro ou coiilra.'(^pofafos.;
Vai meto a proposicao. -* *
O Sr. Presidente (depois de ler) :Eu lenho du-
vida em suhmeller a emenda ao apoiamenlo, por
importar urna aeraco doTegimenlo, que nlo pode
ser reformado por,ette meio, mat su pela forma nel-
la prescripla (Apoiados.) lie verdade que o nobre
marquez t leve em vista, segundo creio, o cato es-
pecial de que agora te traa..,
O Sr. Prctidenle do Conselho : Sim, tenhor.
O Sr. Presidente : ... e nao eslabelecar cegra
geral; mat ainda astim haveria nlterarao do regi-
ment, bem que por urna s vez ; e alteraeSesdo
regiment nlo posso eu admillir senlo pelos meios
competentes e regulares.
OSr. Presidente do Conselho:Sr. presiden-
te, a ininha proposiclo era para o caso de vencer-se
que a discusslo foste em commitslo geral ; a iua
pastar islo, desisto da proposiflo, retiro-a inesmol
Enlendo que duas vezei qua tem cada um do< Sttm
leadores para fallar na prsenle qnetllo slo s\ifnl
cenles para que o senado seja esclarecido.^Apoiados.
O Sr. Manoel Fellzardo : Alrn da nova dis-
cusslo das emenda! que passarem.
O Sr. Presidente do Conselho : Mat como ha-
via quem julgasse esse numero insullicieuie e a ma-
teria he grave, nio duejava contrariar semelhanie
opiniao, e oOereci o requerimenlo salvando assim.o
inconveniente que podia resultar de nlo ter limites
esla discusslo. Mas se V. Exc* entender que o meu
requerimenlo nlo pode ter volado por contrario ao
regiment, conteiitar-m-hei em votar conlra o que.
esl tobrea mesa para que a discusslo se faca em
cpmrnisslo geral.
O Sr. Mendet dot Santos: Sr. presidente, es-
l no regiment que qualquer membro da casa possa
pedir que a disctalo se converla em commissao ge-
ral, mas nlo esla no regiment que se posta en-
cerrar a discussao pelo modo proposlo pelo nobre
marquez. (Apoiadot.) Em consequencia he urna re-
forma do regiment. O nobre autor do requeri-
menlo utou de seu direilo pediodo que a discusslo
teja em commissao geral ; atas pedir-se por um sim-
ples requerimenlo que se reformo o regiment,enlen-
do qoe nlo he admissivel. Eu hei de volar conlra
o requerimenlo do Sr. visconde de Maranguape,mas
lambem hei de volar conlra o do nobre marquez
O Sr. Prcsiimle : En j declarci isto mesmo.
quando expuz qtttjiao podia admillir a emeuda e
suhmeite-laao apaiamenlo, por importar urna alte-
radlo do regimeuto,que s pode ter feito pelos meios
proscriptos no mesmo regiment. Agora no qae po-
derla haver algoma duvida era ae deve ter ou nlo
discussao o requerimenlu em que se pretende que
teja feita a de qne ae trata em commisslo geral,por-
que casos ha, segundo o reginjanto, em que se vota
sem discussao, como, por exemplo, quando se prope
que a lerceira discussao seja por arligos, captulos,
ele. Eu dei-me ao Irabalho de examinar e collegir
todos estes casos, mai nlo nchei comprehendido en-
tre ellet d de qua not oceupamos ; deve-se portanto
observar e seguir a regra geral.
O Sr. 'residente do Conselho retira o seu reque-
rimenlo.
eoConlina a ditcustlo do requerimenlo do Sr. vie-
ndo de Maranguape.
O Sr. t'itcunde de Maranguape : Apresenlei
esle requerimenlo purqoe entend que nto nos de-
viamos contentar em vencer etta quesllo por meio
de votos. Desejo que seja por meio de urna dis-
cussao que esclareca a naci sobre a decislo do se-
nado. Comidero que o meu requerimenlo vem
por esta discussao nos termos de qualquer projecto
qae nITerecesse em primeira discussao. Quantot
discursos poderia cada um proferir '! Seis ; isto he.
cada senador fallara duas vezes em cada discusslo.
Ora, netla 3* discusslo, havendo lanos tenhoret
qae nlo issisliram s discussoes anteriores, para
quem o projectu he inleirainenle nota, pergenio :
dous discursos bastarlo para que elle seja discutido
corno convm netle cato t
OSr. I'itconde de Jequitinhonha : As discus-
s6et ettao escripias.
{lia nuiros apartes.)
O Sr. Pf$tidele : Allencao.
O Sr. Vicoanie de Maranguape :E as emendas
q ue se fuerana agora .' Sao de maior importancia e
novas.
O Sr. liscondc de Jequitinhonha :Mat os prin-
cipio! slo mullo condecidos.
O Sr. Presidente do Conselho : E se paisa re m
as emendas ainda lero urna nova discusslo.
O Sr. I'istonde de Maranguape : Nlo sou do
que mais fallam : porm materias desla importancia
desejo que tejam bem discutidas.
Encerra-se a discusslo do requerimenlo, e posto
esle a volacao, he rejeitado por 33 votot contra 11.
O Sr. Prndente : Contina a discusslo do pro-
jecto com as emendas.
(Pauta.)
Nao haveiuh quem peca a palavra, vou por a vo-
tos.
(Pauta.)
Os seohores qne dio por concluida a 3a discusslo
queiram levaniar-se. *
Conservam-te tentadoa todos ot Srs. senadoret.
(Hilridade.)
O Sr. Presidente : Islo he que nlo se acha pre-
visto no regiment. (Pauta.) Nao sei, pois, como se
devera agora proceder. Nioguem pedio a palavra
qaando annunciei que o projecto eslava em 3a dis-
cussao, e que o ia submetter i volaran ; ma con-
sultada a casa se dava por linda a discusslo, decde-
se que nao !.,.
(.' Sr. Silceira da Motla : lia de esperar que
te resol va m.
OSr.' Buzebide QueiroS : Peco a palavra.
O Sr. Presidente :Tem a palavra.
O Sr. Euzebio de Queiroz em lodo o projecto e
emendat, S. Exc. vapenat duat idat capilaes, a
djts incompatibilidades e a da eleirlo por circuios.
E he della que particularmente se occapar.
Coraecando por tratar da primeira. declara que o
principio da incompatibilidades oll'ende positiva-
mente a constituidlo, por isto que vai ferir direitos
polticos, sobre os quaes foi esta mu explcito e po-
a posaibilidade .de ser eleilo traz a corrupclo do
magistrado. Parece ao orador, que he o contrario
qae taccede ; a elegibilidade he urna garant
probidade. Iodos os diat se ouve dizer que a cand
datura de tal cidadao he urna candidatura ac
que a de lal oulro he urna candidatura perdida,
que quer islo dizer, senlo que aquelle goza do l
ceito publice, que falla a este ?
Acostumailo a argumentar com lealdade naoj
o orador daar de-confessar, qoe enlre estat j
cues tem fundamento ha urna que Um realmente
procedencia, e vem a ser a da Talla que os mtgislra-
dos eleitos fuzein as. titas comarcas. Entretanto
abuta-se de emelhante fado, a cojo respeito corjB
a maior exageraran. Recorrendcse ao almanak pqK
der-se-ha verificar qo aclmlmenle na cmara doa
Srs. depulados exiatem 27 juizes de direilo, Romero
ette qae ser reduzido a 19, vista dat condi{6es es-
peciaes de alzuns delles. Alem disto a falla qae ot
juizes possam fazer nal tuas comarcas, nlo fien mul-
tas vezes compensada pelot lervicot que esle vio
pretlar no corpo leglalivo, ejnesmo em oulros ra-
mot do servii;o publico ? O Sr. Visconde do Uru-
guay, por exemplo, nao compensan largamente com
ot tervicos qie lem prestado como legiaM^^H
ministro e como diplmala, aqpelles que pod
prestar qa comarca por nada comecoo a sua o
ra ? O mesno nlo se pode dizer do Sr. Pial
Bueno e de ti nlos oulros ?
V-se, pois, peto que tica dito, que por nenhum
dot dout lado* porque pode aer encasada a gatas Ule
das incompatibilidades, o principio qae at tidmitle
deve ler aceitillo.
Entrelanaf falla-te linda nit exigencia* da opi-
nilo'publiMvi ua necessidade de fazer casa coacet-
slo s ideas liberaes. Pereorrendo a historia do par-
tido liberal dn paiz, desde os primeiros lempos, dao
cucoutra o orador que s iocompalibilidadaa. fottera
idea detse partido, que eotrattem no numero de
sua aspirarles. Lma oo oulra opiuilo ai pedio, po-
rm nunca etle pedido parti de chefe legtimos
do partido, nem aa soat maionas o tanecionaram ;
anlet dat opinies emiltida* por diversos detses che-
fes em differeules poca, que o orador cita, se pode
concluir o contrario. lato at 1818, em qae teme-
Ihtnle idea surgi de repente como urna nova Mi-
nerva armada para a Iota, cercada detodaa at adhe-
tdet.... Ette laclo, porm, longe de ler origem na
necessidade do pait, o tetn na ngitace que domi-
na va uarpoc;. suscitada pelos aconleciroaotot da
era itso t qae se pedia,
hada de uioilas oulras de nao
menor alcance.
Terminando, o orador recapitula os targomentos
apresenladot, 3 insisto sobre todo no perigo ^ue traz
comsigo o tles jrezo dos tramites cooslituciooaea em
taet mataras, sujeilando a discussao repelida ot
principia capilaes de nosso syitema. O exemplo
que nos d Portugal, onde urna primeira concento '
em rnateria do incompatibilidade Irouxe comsigo a
*s)*o exa(erada de lal principio, deve ter digno
taBBBBBtraerac^lo..
lava ain la tratar da quesllo da eleiflo por
ma por fatigado o orador he obrigado a
..ii. n ua t:,/v^i nl.|lilUil
Europa ; e lauto que.'nlo i
tal da vinha acompaohad
- ^----------------------------------------------,-----~-----w ,._ .BWVH0, lliaj IUI IdlIlltlIlU ,
siuvii. Mn se pude locar em semelhaiilesdisposires ttemmper-s-- nette ponto, tendo felicitado por
se nlo guardando os tramites muito prudentes que jpuitoi de seui Ilustres colleg
fim; mat qaando vid fazer-te segando pedilorio,
nlo tendo mais dinhero desalacoa vivamente o bra-
celete de coral, e deo-o s almas do purgatorio. A
mai nio soube disto senlo quando despio-a.
Nlo deviat ler dado leu bracelete sem minha
permissio, disse-lhe condessa.
Vmc. nlo ouvio dizer, minha mli, responden
.ella vivamente, como essat pobres almat tem sede t
Aos treze annos Tolla sabia ler, escrever, montar
a cavallo, trepar as arvores, tallar os vallados, to-
car piano, amar ot pais e rogar a Heos. Resolveram
melle-la no collegio. O eslabtlecimenlo que entSo
ealava em voga era o initiluto geral Je Maria-Loi-
za em Lacea. Ai discipulas ahi affiuiam al dos
confus da Italia e dot paizei de alrn, e a pennsula
toda resoava com a fama dot concursos annuaes, que'
ahi havia. e dat recompensa! queeram decretadas.
O conde Feraldi espern que o amor da gloria dis-
pertara na filha o goalo dn Irabalho, e que o dese-
jo de alcancar ai cordal (lo invejada Ihe faria recu-
perar o lempo perdido. Levou-a, pois. superin-
tendente do instituto real, a condessa Trebiliani.
Tolla laucada tem transilo not hbitos regulares
e quasi monsticos de ama grande comraunidade
nlo leve lempo de lamentar a liberdade, a familia e
os bosques de Lariccia. Concebeu pelo estado urna
paixao repentina, na qual a curiotidade linha maior
parle do que a emulacao. Fazia pouco caso de pare-
cer sabia, mas adquiri om desejo incrivel de saber.
Todts as facoldides serias de seu espirito repentina-
mente dispertadas enlraram em Irabalho, e pode-se
reconhecer que a ocosidade em qoe ella vivera.
mulliplicra-lhe as torca. Ignorante como era, lu-
do pnreceu-lhc novo, ludo excitava-Ihe a curiotida-
de ; nlo detpreztva nada ; aa historias mait inspi-
das, o resumus mais nauseabundo! linham para ella
Unto! allraclivos como romances. Achou a geogrn-
phia orna iciencia curiosa e agradavel; folheando
om alias experimtnlava as emocet de um viajante
qae descoljre Amencas a cada patio. Recreiou-se
com os raciocinios seceos e predios da arithmetica,
percebeu primeira vista quanto engenho ha em
sua limplicidade, e creio que nunca houve depoit
de Pylhagora urna pessoa a quem a laboada dettie
grande homem dsse tanto prazer.
No fim do anno de 1831 Tolla, tem ler cuidado
um instante em cobrir-se de glora, segando as in-
tenrOes do pai, foi a primeira de sua ciaste, e reca-
ben a cruz de ouro com applaaso de toda a corle.
Maniere sna tuperiondade tem nitso pensar al A
idade de dezetele annos.
No entono de 1834 um decreto do duque da Lac-
ea supprimio o instlalo real e retlilolo as discipulas
ts suas familias. Tolla fallava astas elegantemente o
francez e o inglez, e linha ajumado a somma de co
nhecimenlot que um collegio pode oflerecer t ra-
pariga! ; um mestre exeellenle cullivra-lhe a voz, e
converlin em talento o qae nella era ipenai o ins-
linclo da msica; o pan acharam-na perfeita, e
denm-te pretsa em conduzi-la s sociedades.
Ella ahi leve urna entrada Iriumphal, e Roma
lembra-se ainda de tua apreseolacao em cata da
marqueza Trasimeni. As mlis de familia iutereata-
dat em achar-lhe defeilos linham armado "seus olhot
com a mais malvola rorioiidade. Tolla sotlreu tem
o saber esse formdavil exame em que lodos os jui-
zes estavam prevnidot conlra ella, e sabio com hon-
ra. O areopago das molhere de quarenta annos de-
cidi unnimemente que ella linha nm semblante
francs mu gentil, e os horneas proclamaram-m i
mait linda filha de Roma.
Sua formosura era daquellat que desanimam os
estatuarios e fazem-lhes sentir cruelmente a impo-
tencia de tua arle. Suas mos, seu rosto e suas espa-
doas linham a baca pallidez do marmore, e todava
o marmore mais fiel nlo leria podido pastar por ma
imagem. Nada era mais fcil do que descrever a fi-
nara aristocrtica de teu nariz impercepitivelmcnle
arqueado, a curva altiva de suas sobrancelha, o con-
torno um lano desdenhoto de seus labios, o modelo
delicado de suas faces, mas o proprio David, o es-
cultor da vida nlo teria podido exprimir o movi-
mento, a sade e a alegra secreta qae animava-lhe
as feices adoraves. A mocidade em toda a sua lor-
caJ>nlliava alravez desse envoltorio delicado: a pal-
lidez de seu roslo era ala o robusta. Ella assemelha-
va-se a essat alampadasdealabaslro, que urna cham-
ma interior faz resplandecer brandamente. Seus o-
llios caslanhos, mas que parecan) negros, linham,o
olhar suave e um tanto espantado da corsa que ou-
ve ot sons longinqoos da tromhela. Os cabellos lon-
gos, batios e lustrosos amonloavam-se-lhe tabre
cabeca e cahiam-lhe em aunis al as c*P"dtflH|*taL
corpo mimoso, delgado e vigoroso assemel ha va-te s
estatuas antigs, cuja vitla ljnipira pensamenlos
elevados.e desejos nobres, embora moslrem-se sem
veo, e eilejam limplesmenle vestidas de tai caito
belleza. As mos e os ps leriam sido diitinguidoi
em Sevilha ou em Pars.
Tolla foi lano mais admirada em Roma porque
nlo liuha urna formosura romana. Essa ncelo vigo-
rosa que banha-se nai aguai loaras do Tibre lem
conservado, poslo que muilos o neguem, grande par-
le da heranca de seas intepistidos. O homent tem
a mesma constituirlo prescreve, no caso.em que se
entenda que ella deva ter reformada At vantgena
que reaultam dessas tabiat prescriprOes;do nosto*pac.
to fundamental, resallam da uotaa propna historia
legislativa de 1831 e de 183L Etlabelectndo qoe
em qualquer circumslaucia que pera orna reforma
aa consliluicjlo, seja raisler a apreseolac^lo de urna
proposla approvada por dous lerros dos membros da
cmara dot depulados, que he a qae representa mais
immediatamente o povo, jjue etta apreaentafio leja
precedida de tres leituras com o intervallo de seit
dia* ntre urna e oalra. para que enlflo possa essa
cmara resolver se a malerla ne digna de mirar
em discusslo ; n legislador quiz qae toSaeBera-
ces fossem tomadas com toda a calma e frieza, e
que nunca podessein ter a obra das paixOet, nem de
minoras occationaea, coagidas algumaa vezes por
mionas turbulentas lia sempre em semelhautes
conces-oes o perigo das consequencia : etUbelecido
urna vez um principio, he precito dar lgica o que
he da lgica. No caso vdente o perigo esla em que
aqmllo que hoje se pede a respeito da magistratura,
urna vez conceditto^ervir.i de augmento a novat
reclamarles, qafi^^aa^arlo o direilo de oulrai
clanes.
jara que a ejH Wtt tua parle fique bem defi-
o orador mH Han pensamento ioleiro a res-
I das incomparaanHades. At directas e absolutas
^ia%i, em sua opinilo, ser rejelada; elle as re-
selle-; as indirectas, aquellas que se dirigrema von-
lade, qoe tiverem por fim eslabelecer para o magis-
trado maior conveniencia em permanecer no seu
posto do que em vir lomar atsenlo no torpo legisla-
tivo, essat|tem o seu voto. Nem por isto, porm,
quer que o meio indirecto seja a imposirlo de ama
pena de perda ou luspenslo do lugar, como qaando
se trata de certas prevaricarnos.
Como quer que seja, entretanto, ot qae querem a
todo cusi as incompatibilidades para a magistratura
nlo pn lem escodar-te tenlo em dous principios: o
do melhoramenlo do corpa legislativo ou o do me-
Ihoramento da adminilraco da Justina.
O orador examina a quesllo por ambas estas faces,
Referiodo-e i primeira observa, que classe alguma
ett pelas iuii condi;et de Ilustradlo meno no
caso de soffrer semelhanie excluso do que a mags-
fralura. Os nossos magistrados slo filhos dat escolas
de direilo do paiz, que exigem um numero de estu-
lto preparatorios como nlo exigem nenhumat ou-
lras, e ondeos discpulos aprenden! todas as icien-
cas do estadista. Alm dsso em todos os lempos e
em lodos os pazes a magistratura tem 'concurrido
com o cabedal de tais luzes para os trabalhos legis-
lativos.
Se pelo lado das condiroes intellectaaes nlo pode
a classe dot magistrados ser f xpellida da representa-
rlo do paiz, lambem o uao pode pelo qne diz res-
peito a independeucia de tua pstelo. Por ventura
terlo ot jmzes de direilo menot independencia pela
sui posiclo do queo funecionario amovivel qoe um
simples aviso do ministro pde fra do lugar ?
Pastando ao segundo modo de encarar a queslao,
isto he, ao melhoramento na administracao da jasti-
i collegas qae o vio procurar
altead,
no seu lugar.
A discusslo Dea adiada pela hora, e tevaola-seja
sessao.
CAlArU DOS SRS. QEPUTIQOS-
SetMo' do da li 4a Jalho ate 1866.
L-te e -approva-te a acta d tesslo de anterior.
O Sr. primeiro leeretariMlJ mm do seguinle ex-
pediente:
Um offlcio do Sr. 1. leeretario do senado, eom-
raomcandoqo.o tenado tatoplnu e var-tUrigK a
sancflo imperial varias resolni;6.s.Pica a -cma-
ra inleirada.
Um requerimenlo de Luiz ManoeaBazzano, na-
tural da SardnnAa, pedindd dispensa na lei para
poder naturalisar-se.A' commisslo do coutiitni-
rlo e poderes.
Slo approvdst os teguioles parecares : <
a Foi presente commisslo de commercio, in-
dustria e artes., urna pelillo de Joaquim Diogo Har-
lley, em que pede ao poder legislativo o levanta-
menlo da hypoUieca n qae se icha snjeila a toa fa-
brica de lecides de aigodlo,. mediante pagamento
ao thesouro publico nacional da divida a que ett
obrigado, por meio de ac(6ea de orna companhia
quo deve ler organitada.
.Para que possa a commisslo dar o sea parecer
sobre a materia, pieeita de infrmaseles do governo
portanto, reqner a commisslo qae se pecam ao go-
verno as infonnacSet de que te trata.
a Cmara dot depulados. 5 de jalho de 1855.
Atmeidae Albtquerquc.SihaFerraz.Vlriato.
a A commissao de fazenda examinoa o projecto
n. 19 de 1854, redigido pira entrar em lerceira dis-
cusslo ( projec lo impretso n. 71 do mesmo anno ),
e emendat qu,5 Ihe foram oflerecidas no cometo
dessa terceira discusslo, e fizeram adia-ff; e cora-
quanlo parees commissao qae qara diante pode
ser convenienl* adoptar o segundo alvilre, lembra-
do na emenda do Sr. depuldo Augusto de Olivei-
ra, de encirregar ao Banco Nacional servico de
caita da amortitaclo, he de parecer que por ora
nlo convm fuzeresla ou oulras mudancas no ser-
viro 'da amorlisa{lo da divida publica, e portanto
que se deve proseguir oa 3.a discusslo do dito pro-
jecto n. 71 de 1854, que a mesma commitslo julga
deverier adoptado. E como fosse lambem commet-
tido ao jnizo ce commisslo o requerimenlo dot em-
pregadot da scelo de labslitaicio e resgate de pa-
pel-moeda, annexa acaixade a/norlisaglo, a com-
missao, lendo pesado ot fundamentos desse reque-
rimenlo e o parecer sobre elle dado pelo Sr. minis-
tro jla fazenda em tea ofiicio de 8 de julho de 1854,
he lambem de parecer qoe nos vencimentoi dos re-
feridos emprejados di secrJo de subslituiclo tefa-
J.im as seguinleal|erac6es, as quaet comludo nlo
augmeiitam oqaaulilalivo qae actualmente se-des-
pende com aquella repartidlo : e que para isto te
adopto o seguinle artigo, qae offerece como iddili-
vo ao mencionado projecto n. 71 de 1854:
Arl. addilivo. Ot.rvic.oa cargo da scelo de-
ra, observa lambem que nadajse ganharia com oes- nb|liluic.ao e resgale do papel-moeda, annexa
.I..1__t.i^ j-^ :-..-....i;l7fi:j_.i__ i ^j.___' AHi.n An ...ril.,~. D..'. i~tn a'n.t un Aianlm
labelecimento das incompatibilidades. A edncaclo
qoe os magistrados recebem prepara-ot e faz dellet
homens polticos, porque Ihes moslra ot perigos da
indifferenca, porque Iha deixi ver a consequencia
da admisslo deste ou daquelle principio.
Nle he a toa qualidade de magittrados qae o< fu
homens polticos ; ella o seriam e o slo indepen-
denle della. Ha disto muilos exemplos. Uiz-se qoe
sempre n ir varonil e serio, e a dignidade easenor
que dislinguia amigamente um Romano de uA Gre-
go, ou de um Ganlez; as mulheres slo ainda ettas
crealuras bellas e massicas, enlre at quaet o velho
Callo escolhia a mii de seus filhos. Ai joveni roma-
na! com sua fronte baixa, sua face brilhanle, suai
espadoas larga, sena bracos carnudo, tuat pernas
fortes, seut pt solidos e toa belleza opulenta pare-
cem to predestinadas aos deveres da familia, que
he dillicil ver nellat oulra couta senlo mais e amai
futuras : lem a phytionomia fecunda desta boa Ier-
ra da Italia qae lem nutrido tem csgolar-se tanlat
geric,oet forte. Seu olhar, teu sorriso, e mesmo ma
garridice tem algoma couta de tranquillo, de positi-
vo e de convencionado como o casamento. No meio
dessa mullidlo um lano trivial. Tolla caosava ad-
miradlo por urna grara mais exquisita e movimeu-
tos mais vivos. Sua entrada produzio sobre os que
a contemplaran! nma impresslo semelhanie que
qualquer teria experimentado, se a umeamarim per-
fumado de essencias exquisitas a virarlo trouxette
repentinamente c fresco aromadeuma floresta. Des-
de esse momento lodosos sorriso parecern] inspi-
dos excepto o seu, e todas as bellezas robustas, en-
tre as qoaes ella passava apoiada ao braco do pai,
nlo foram maii do que boneca mageslosas.
lili.i tinha-se apresenlado em um Irage extrema-
mente simples, o qual foi copiado no dia seguinle
por todas as morenas, e ficou em moda durante dous
ou tres mezes. Era um vestido de larlalana por so-
bre oulro de tafet branco, urna camelia no corpi-
nho, urna larga lita de velludo escuro nos cabellos e
urna ctpadinha ue prata eollocada horisonlalmenlc
na Iranca, segundo a moda das raparigas do campo
e dat minintet do Translivere. Esse loucado rusti-
co inspirou ao famoso improvisador Benzio um so-
neto que terminava assim :
i Donde vens ? Da mageslosa corte de nm re, ou
da modesta choupaoa de um pastor? Es conletii-
na (fondesiinha ou eonludma (aldeia; '.'
a Saj conteuma, lodo oa paslonayia'o armar-se
onlrn nobrexa ; e es contadii.
ao de comprar polainas de couro, e easacoet de
velludo, ajn
Tolla supportou sam nenhum desaso o triumpho
que llic foi decretado. Todossabem quinto he dilli-
cil soffrer sem peiturbar-se um chuveiro c nmpri-
menloi. Essa provaclo, mu rnde em lodoioipaizes,
he formidavel na Italia, a patria da byperboie. Tol-
la foi comparada ao qua ot tres reinos da naloreza
eonlm de mait exquisito, foi qitolificada de aslro,
de maravilha e de dlvindade. Al ai mulheres to-
rairarn pirla nette concert, promplat prodami-
caix de amorlisaro,' ser iajto d'ora em dianto
com o numero de empregados consumes da tabel-
la seguinle, os quaes perceberlo o vencimenlos
nella designado:
Um ihesoureiro inclusive o aug-
mento de 4009 de gratificarlo. .
Um ajudaule do dito ( com Igual
augmento.}........ .
2:800|000
1:9609000- '
-&
rem-na viidota, te aceitttse ot louvoret e tola se o*
repellisse; porm ella achou na jo vial idade natura1
de teu espirita um refugio contra umt e oulra ac-
cusaclo: nao aceitou nem rejeilou as lisonjas com
que esperavam abal-la. Ora aeolbia-et de urna ma-
neira que quera dizer : ouco por polidez as lolicas
que a polidez vos inspira ; ora reenva va-as aos teda
autores, qoanJo estes eram mulheres. Pagava-lhes
os louvores ce m usura dando diamantes em troca de
crystaea, soes aor estrella. Etta innocente malida
da ingenoidace obteve ot applausos modos, mas
unnimes dos homens; he lio diflicil resistir tos en-
cantos da aaocdade 1 Assim a maii linda filha do
Roma sem alar Jear de alilada, sem proferir dito
agudos e sem maldizer de ninguem, gauhou a repn-
tt(lo da rapariga espirituosa.
Se Tolla s tivesse tido por tio juizo e a belleza
leria achado nm prelendente; mas como linha um
dote apresen!iram-se qaarenia. O conde Feraldi
nlo deixtva dn dizer a quanlos quizestem ouvi-lo :
Ha viole mil sequos (Irinla cont de res) em um
cofre de meu conhecimento pin o bom rapaz qae
escolhera maisi linda filha de Roma. Tolla dansou
durante dout invernas com lodos os mancebas dot
estados pontificios sem preferir nenhum. O pai nlo
3 constrangia, unte dizu-lhe : Diverte-le bem, mi-
nha filha. Concordo que nlo he fcil achar nm ho-
rnera digno de ti; pela minha parle nlo confiero
neohom.
A condessa i qaem a amigas
para caridade porque razio- Tolla,
intelligente e bom dolada, chegra id
nove annot sem casar, respondia-lhes i
a Nlo somos deste pait que nlo deseacam em-
quanto nlo desazem se das filhat. b Tolla era nai
sociedades o or julho do pai, na familia a vida e a
alegra da cata. Enlre um baile o um pasteio a ca-
yabo com o irmao, o qual terminara seas estadal,
ella comparlilhnva com a mli ot Irabalho* e cuida-
dos domsticos revia as cunta do mordomo, Iraca-
va sua camarilla, qae servia-lhe tamben de cot-
lureira, o dezenho de ama gola oa da urna mangas ;
presidia a alguio arranjo novo no ajM charo iardinv
mida Irabdlh.va cantando em urna linda obra i
tapetara.tEatava presente a todo, sabia ludo, j|
panha ludo,, ordeoava, sorria e agradava a
tafia rapariga legante, esta dantadora infaIN
etta intrpida cavalleira que sallava ai barreira
ea rallados, pralicava no palacio Feraldi toda as
virtudes de urna mil de familia.
(C(mtf0M**t.)
malicia :
,

i


- BU
r I
\y"..
Um primeiro eseripturario-. .
n Doui segundos ditos ( incluido u
augmento de 2tXJQO0O de ralilicajao )
eada am a 9y........
c lira trocador ( dem dem ). .
Tres confertn l8 ( dem idem )cada
ora a 1:4005. ........
c Um continuo ( idem idem ) ,
?
15:1000000
a Paco di timara do dipnladoi, aoi 38 da ju-
nho de |1855.C. Car Miro de Campos.Silva
Ferraz, vencido em par le.Ribeiro.t
Apretentaeio de projetios e indiearti.
Sao julgadot objeelo de deliberajo, e'vo Im-
primir para entrar na orlem dos trabalhos, os i-
, gginlea projectos. ,
A anambla eral legislativa resolve :
Arl. onico. Al plices doi emprestimoa al O
prsenle decretadas pela assembla legislativa pro-
vincial do MaranhSo gozarao dos mesmos privilegios
da que goza as das provincias do Rio de Janeiro e de
Minas Gerae pela Isis ns. 317 e 514 de di e 28 de
ootubro de 1843 1848.
Paco da cmara dos depotados, em 22 de junho
da 1855.Candido Metides de Almeida.Antonio
Marctlina Sanes Gonealeei.D. Francitco Bal-
Ihazar da Silteira.J'. .4. da Cotia Ferreira J-
nior.,/. T. dos Santn e Almeida.
Art. 1. as leicOe a que se tem de proceder J
Era depatadas assembla geral, a provincia do
armho dar' mais um depulado.
c Art. 2. Fieam revocadas as disposijees em
contrario. .
Pac da cmara dos diputados, 6 de jullio de
1855.D. Francisco Balthaiar da Silvelr.Ante-
, nio Marcelino Nuues Gonjalvea___J. A. da Costa
TFsrreira Jnior.J. F. dos Santos e Almeida.
Antonio Raymundo Taiieira Vieira Belfort.Vi-
riato Bandeira Duarle.
-A) St. I. J. da Rocha depols de fazer breves ob-
fjajries, manda a mesa o segainle projeclo, que.
ha lirio e remettido, a pedido do seu autor, a eom-
atseao de jotlija civil e de juttij criminal : etc etc.
A auembla geral legislativa resolve :
Havera' no municipio neutro, em cada ama das
pitaes em que hoover ehefe de poltcii, am idvo-
ajado do povo encarregado especial e exclusivamen-
te da proteger a liberdade individual.
Sera' eleito pela cmara municipal conjuneU-
menle com osjuizei de paz dos diversos districlos do
municipio.
Servir' am anno : podera' porm ser ree-
leito.
a Recebera' dos cofres pblicos ordenado e grali-
fleajao igual aos dos juies de dlreito.
Pelos cofres municipaes ser-lhe-hao abonadas as
lUias que, em conla documentada, provar ter
dependido no deajunpenho dos aeus deveres.
i Tera' a seo cargo visitar com frequencia todas
priaoos eivls ; inlelrar-se da nota conslitucio-
nIdaJa a lodosos preso., dos motivos da sua prisao,
requerer a sqa soltura por todos os tramites le-
ga, e al por meio de /ateas corpus.
o Davera promover a accanajao e a responsabili-
dad de quero quer que leona decretado priso ar-
bitraria activar o andamento dos proWsos dos que
eetivertm legalmenle presos, palrocioando-os pecan-
te os tnbunaes competentes, quando por desvalidos,
nao. liverem advogado que os defenda ; diligenciar a
.soltura des que ja liverem cumprido as soas sen-
leacas.
Devara' igualmente ofllciar de oito em oilo dias
ii cnsnara municipal, atiresenlando-lhe a lista dos
odividnos que houverenri sido presos, do quejul-
gar qae o foram illegalm'ente, do motivo em que
se fundam essas pritoee, das diligencias qu* a bem
dalles Irauver reqnerido, o do resaltado dallas. Es-
les oflicios deveraoser immediatamente publicados.
Osqoe hoiiverem sido illegalmente presos na
deverfle gralificajao, proolna ou emolnmenlos de
qaalidade alguma aos carcereiros.
No municipios em que nao residir o advogado
do poyo, os juies de paz farao as suas vezes.,
< Ficam revocadas todas as leis que oneram os
cofres niuuicipaes com as. costas dos procseos que se
oguirem ebsolvijao dos reos. Essas cusas sent
paga pelas evenluaes do ministerio da jostica.
Igualmente ser por esta secretaria restituido ao
rotre monicipal ludo quento houver este adiantado
ao advogado do povo para pagamento das deapeus
tollas no desempenho de sua funejoe.
Pas0 decantara do depolados, 6 de julho de
n?'J"tiniano Jo** /locha.
O Sr. Virialo :Sr. presidente, teoho Urpbem
nisterio da jaslija.roas qne Irala de uma'materia to-
da difireme da do projeclo do honrado depulado
a o acaba de deixar a tribuna.
Ipannspassadoqaandose Iratou nesla casada
ido bispado de S. Pedro do Rio Grande do
pr**enlou-se immedialnraenle um projeclo.qoe
lassou sem opposijao, creando um corpo capitular
ra ssbispado. Na provincia do Mallo-Grosso
exwta ha muito lempo o bispado de Cuiab. As
bullas de ereajSo desle bispado delermioam que elle
leona tambero um corpo capitular, a entretanto al
boje nao se deu o menor pnsio para que elle fosse
instituido.
E recebi urna repretenlajao do clero de Cuiab,
rieclindo-me que houveas de apresentar para aquel-
Ie_bispado uni projectoljaal aquelle que le.oa a
do corpo capitular do bispado de S.
'randa do Sol, eapresso-me agora em
f
A
t
effeilo a ere,
Pedro do
eleclnar urTmediria que lera por. um ceramenle
lomar melhor o culto publico na provincia que tenho
a subida honra de representar.
A bollas de crearlo do bispado de Cuiab exli-
tum nos archivo da secretaria da joslica, e, oc-
correodo-me da occasiao, pejo ao nobre ministro d
juslics que, alie litando para essas bellas, preste o seu
apolo ao projeclo qua vou lar a honra de submet-
ter-se a considerajao da rasa.
O culto publico carece de pompa na manifeatacao
da re, no exercicio da religiSo em lodo os lugares;
porm essa necessidade m torna mnitn mal palpi-
lanle nos lagares aemotos, como provincia de Mal-
lo-Grosso. A rcligiao foi e sera' sempre o mais po-
deroso meio civilisador, e he necessario tornar mais
solemne, mais mageslosq o culto publico, a adora-
rlo que prestamos a Dos.
Cumprindo o mea dever de homem religioso,
como de potado obedecen,lo a representaran que thc
do respeitavel clero da provincia de Malto-Grosso,
aprsenlo boje este projeclo a' cmara dos Srs.de-
pulados, e prrn-lhe que, considerando na materia,
i vote por Jle, porque com isso fara' um grande be-
neficio a provincia que tenho a honra de repre-
sentar. r
He jnlgado objocto de deliberacao. e vai a impri-
mir para enirar na ordem do trabalhos, o projeclo
do Sr. Viriaio.
PR'MEIRA PARTE DA ORDEM DO DA.
Diipensa de lei.i de amortitacao.
Procede-e a volacao do reqaerimeiilo de adia-
rnenlo offererido pelo Sr. Araujo Lima, na sessao
iplenor ao projeclo que aulqrisa o collsgio de nos-
senhora do Boro Conselho de Papacaja, ni pro-
vincia de Pernambuco, a possuir al o valor de
2ftfJ003> am bens de raiz. He rejeilado o requen-
mento de adiamenlo, Hcando prejudicada a emenda
do Sr. Parjnago.
Continaa u discasiSo do arligos additivos.
L-se, apoia-se e entra em discossa o seguinle
rligo addilivos: )"
Esta concMsoe sao leilr com a clausula da se-
ram os bens convertido em a plices da dida pu-
blica denlro do lempo marcad pela provedoria de
capellas, salvo o bens inmediatamente applicados
- ao culto.Taque*. i> ,
O'Sr. Barbosa. lim nobre depulado pelo Ce-
ra moslron desejos de ejplirai;6es acerca da emen-
da ; da-las-hei em ralai-ao a que asaignei, e espero
que avista della poderei conlar com o eu voto. Pe-
d, Sr. presidente, qne se aolorisasse o asjlo de in-
Itincia desvalida eslabelectdn na provincia do Rio de
Janeiro, c que tem a sua sede na cidade de Nilhe/o-
-Ky. a possuir bens de raiz al a importancia de cem
U. conloa de reis. P*a mencionada cidade, em eonse-
-.quencia do voto da assembla legislativa provincial,
e debaizo da proleccao de SS. MM. Imperiaes, se
ereou etse bello esUbelecimenlo humanitario, no
qual estao fundadas muitas esperanca. Esse la-
belecimento tem por flm doas objeclos, o amparar
c educar os meninos desvalidos nos seas primeiro
tinos, e depoi que chegarem i idade juvenil, dar-
Ins um ollicio oa profis>jo de qae posiSo tirar a toa
subsistencia no futuro.
, He pois indispentavel a acqnisir;ao de ediflclot
proprios, pois a fonecionnroasyfo sobre tal plano, e
para este lim, ser preciso adquirir terrenos onde
"f Winoioa pernio ser construidos, oa adquirir
edificios j eiislentes.
A irroaudade de S. Virante de Paulo, a eajoseul-
dadosesla eaufiada a adminislracao do*sylo, nao
portera raze lo sem dispensa das leis da mortisacjlo.
*le pois mistar concedcr-se-lbe essa aotorisacflo ;
sao estes os motivos porque aprsenle) a e nenda.
Um alas eiplicacoe pauso baver salisfeilo ao
iiobro depulado palo Caar.
Nao liavemio mais quein falle, proeade-se vola-
jicidos arligos, e sao lo-los approvadns. e o projec-
lo ha adoptado e remellido a coinmissao de redac-
Sto.
Le-se, apoia-s, entra a discotsao e sam dbale he
rejeilado, o seguinle requerimeulo:
Requeiro que as diversa coocesses passem a
formar projeclo separados.Taquee, a
Boira em 3 discusso. e sem debate lia approvado,
o projeclo n. 137 do aono pasudo qne autoras o
oaceder permissao a Ordem Terceira de
m da cidado de 8. ChrlstovAo, capilll da
K^'P"' P,r* Po-mr ben d "* al
^etedenle convida o Sr. Barbos, vice-
presidente, a oceupar a cadeira da presidencia.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
Orrameitto da juttiea.
Entra em 2dscut*ao o orramnlodo ministerio
uajiiiuca. Diflerente senhores pedem a palavra e
ao inscriptos segundo a ordem porque a podi-
rasa.
O Sr. Perraz comer. declarando que toma par-
le na discussio smeute porque lera de aventurar
uo princiuio, pelo qual ba sempre pugnado desde
1848. e continaa aasim:
r Esle principio, seuhores ha qoelte que en julos
as* na sua applicacAo deve trazar ao paiz a maio-
tss vaaUceos -, lie ease principio qne em roda de
nos te defenda a ceda pasto, em lodoso angols do
imperio, por toda s parte, he o syste.na de psUca
que geralmente se denominadot inleresse mete-
riaes, moraes.
Um iwbra depulado, mea amigo, nessa diseussao
dociiro-j que etse syslema, qae essa poltica linha
teOOO urna for^a adormecedora pela qual se eilingoiam lo-
do oa germen da vida da grande poltica do paiz.
Creio que o nobre depulado chama para a diseussao
1:9848000 a poltica da reformas, essa poltica que por largos
1:7608000 annos n6s mimoseuu com fruclos bem pceos; o
nobre depulado propugna pelo principio de que he
4:2008000 necessario garantir a libaidade, dar fgrande desan-
5968000 volvimanlo i doutrinas que lenderem a dar forca,
e robustecer ao elemeuto popular de nossa constitui-
dlo poltica, a er que ene principio nos deve ex-
clusivamente oecupaf.
Mas, seuhores, eu entendo que a liberdade nao
he o flm da sociedade, e lim o meio ; o flm he a
prnsperidade do paiz....
<> Sr. Ministro da Juttiea :Apolado.
O Sr. Ferraz:.. o flm vem a nr a felicidadedos
membroa de qae se compoe a sociedade.
O Sr. Minitro da Juttiea :Apolado.
O Sr. Ferraz:Se esle he o flm, se a liberdade
n3o he mais do que um meio, se sem ella por cerlo
ns nao podemos conseguir esse grande flm, perdoe-
me o nobre depulado, nenhuma poltica ser mais
elicaz para cousegui-lo do que a dos inleresses ma-
terias e moraes, desses melhoramenlos de que pre-
cisamos, desse aperfeicoameiilo da industria, das ar-
tes, da educacao, de ludo quanlo pede dizr respei-
toa individuo na sociedad e a sociedade em geral,
(.tpoiados).
Senhores, com a poltica dos malhoramentos ras
leriaes e moraes do paiz ganha a poltica em ger
qualquer que ella saja, ganha a adminislracao,
nha o individuo em particular desde a claise mal
humilde a classe mais elevada.
O que produz essa grande poltica quando justn-
meute applicada 1 Produz a maior somma de utili-
dade, a maior somma de riquezas. Qual o efleilo
dessa maior somma de utilidadeae de riquezas ?
He por sem duvida habilitar a toda as classes a
salisfazer com maior facilidade suas necessidade e
melhnrar sua rnndicilo, fornecendo-lhe mai ampios
e mais numerosos roeios de vida, e materia para seus
trabalhos ou para as operacAes e emprego de suas
ficuldtdes.
Sim, senhores, em toda a sociedade os melhora-
menlos maleriae, como observa um escriplor, ou
em onlro termo, um augmento de riqueza, he a
condiccao a mal essencial e cern para a salisfaclo
da necessidade de qualquer ordem ou nalureza,
aasim ila ordem moral e inlelleclaal, como da ordem
publica e social. Os melhoramenlos maleriae ten-
ilein\ salisfazer as necessidades de am numero de
indiviiloi,s que de dia em dia vai cre-cendo, tendem
ao augmento da populacho, pelo augmento do mei-
os de vida e da facilidade de oble-los, e contribue
para urna distribuirlo mais igual de riquezase de
ontras vanlagens sociaes. I
Pela abertura das estradas seVacilila a communi-
cacao das familias, as povoajoes espartas como que
so reonem, o valor das Ierras augmenta, o dos pro-
ductos cresce, a educacao e a instrjecan se torna
mais fcil a mais aperfeicoada, e con qae o ob-
jeelo ticcetsnrios a vida te apreaentam i porta de
cada individuo em am oslado de mor perfeicao e por
menor preco. Com o desecramento dos pantanos e
oulras obras semelhantes vida torna-s mais segura
e longa. Em geral. com laes melhoramenlos e com
oulros facis de eunhecer-se, s auloridade publica
como que recebe mais forja, e suas medidas sao com
presteza ejecutadas, e assim mor somma de aeuu-
ranca individual oblem os membros de urna socie-
dade.
Muitaa eonsideracOes nesle sentido poderh tar fei-
tas ; porque o campo vasto ; limitir-me-hia por
emquanlo a notar que a poltica dos inleresse e me-
lhoramenlos maleriaes e moraes, qne he a mais na-
tural para um povo novo, que precisa de lado, com-
prehende inte s todos os Irabnlhos, todas as em-
prezas, todos os meios da ordem pbisica que tem por
immedialo resultado urna creacao supplemcnur, ou
mais economa de riqueza, mas anda a todas a ins-
tituices, e cnmbinacSe econmica que lendem ao
deseuvolvintenio e augmento dessas riquezas, ou uti-
lidade, naos o que lende e lomar o individuo em
parlicnlar mais esclarecido, moralisado e forte, mat
anda o qne lende a dar a sociedade no interior pax
eguranr-a e prosperidade, e no exterior sdbre te-
guranra, forja, poder, dignidad e considerarlo.
Assim, como disse, comprehende todas as insli-
luirSet, lodas as combinarles eeonovnicas que possao
produzir a maier maua de utilidades, e ulisfazer a
maior somma de inleresse.
Sim, senhores, a proptrrao qae este melhora-
mentos se oblem, o individuo, por mais iofima que
seja a classe a que pertenra, por mais humilde que
leja a sua surte, ganha em liberdade, ganha em mei-
os de vida, ganha em meios de seguranza, pode con-
correr a todos os cargos do paiz por meio dessa ele-
varlo de maior somma de utilidades e de riquezas.
Dizia um grande escriplor, S. Marco Girardin :
a Queris conhecer o que he um povo '.' Nao exami-
nis como elle te goverua, mas sim o que elle tem
feito, e o que faz. o Pde-se eslabelecer a melhor
forma do governo de aro pnlz; sem a liberdade esse
governo pode produzir grande somma de eslabele-
cmiciiios de mero lujo ; com a liberdade, todos o
eslahelecimenlos, lodas a creacoes, terio, Sr. pre-
idante.imprstto emsua frontes o oguinle:nuli-
dad pablira.
Eiaminai doas povos, am de remota antignidade,
e oulr de prxima daia. -O Egyptoees Estados
Unido. No Egyplo vs deacobrireia grande traba-
lhos, crandea obeliscos, e admiraveis pyramides, e
* P"Sf sempre escrtvo na miseria ; nos Estados
I ndsV, com a maior somma de liberdade, verei o
aperfeicoamentoe todo os bens, e de todos os mei-
os de perfeclilidade, e o conho desses melhora-
menlos :L'liiidade geral,ultilida le publica, (Apoi-
adot. w
O Sr. Hrandiio : Esta he qae he a ver-
dade.
O Sr. terral: Ide por etses povo regidos pe-
lo syslema conslilocional, vos veris prados bem cul-
tivados, verei o trabalhos da agricultura ou em per-
feicao, ou para ella caminhaudo; veris colosaos le-
vantados pela industria fabrd Hfes, a par desees
colossos, grandes ealabelerisH Hblieos; mas lo-
dos elle tendo eteripto enM f frontes, como eu
disse : utilidade publica, utrndade de todos.
Nos somos um estado novo, um paiz como descre-
veu o nobre de-pul recursos e riqueza naturae, nao podemos obter nem
a applicacao nem o verdadeiro preco dessas riquezas
sem a mlo- da indoslria, ngo podemos obter o seu
verdadeiro valor no mercado sem o aperfeicoamento
das vias de commumeacao.
E que outra poliiica, senhores, pode traxer a per-
feicao desses meios.pdelrazertsla grande utilidade,
esta grande vanlagero, senao aquella que flzer coro
que nossas minas sejam lavradas, nossas Ierra sajam
cultivadas,nossa populacho disperta ie una pelos Uro-
das facis communicajoes ? se nao livermo lodos os
meios necessario para que nossosfilhos, nossos p-
renles se possam aperfeijuar na educacao? so nao li-
vermos essa grande alavanca pela qual um povo tor-
na-se forte e ptderoso, creando, e distribuindo gran-
de somma de utilidade, por (oda a parle, por lodat
as classes, franqueando-Ibes o gozo da vida, a salis-
facaode suas necessidades ?
Eu pois, Sr. presidente, entendo que, quemas
nossas circumslaucias, quer em Ihese geral, a polti-
ca dos melhoramenlos maleriae e moraes he a mais
neeesseria, he aquella que pode produzir maiore
bens, que nos tirar desaa etlerilidade emqoe vive-
mos por lano lempo, sera ganhaimos nem urna po-
legada de terreno depois de minios sacrificios.
NAote pretenda, porm, senhores, que eu, etlabt-
cendo, dcfeudeiido esle principio, jalgue que a segu-
ranza da pesaos, ds industria, a seguran; i inesmo pu-
blica, nao seja mister manter, uto seja mister fortifi-
car. NAo, nesse mesmo programan, nesse metmo
principio se echa incluida toda a perfectibilidad da
legislacao que tender a assegurar todos os bens, lo-
dos os meios de adquirir riqueza, essa liberdade que
lende a produzir o^perfeicoamento de todo esse
meios. .Nao, dchaizo desse principio se comprehen-
de ludo que pode tornar o homem forte, moral, es-
clarecido, qae pode tornar a sociedade tranquilla no
interior, prospera, e no exterior maniendo sempre
em sua relace essa dignidade, essa teguranca qae
he necessaria a lodos os povos.
Tambem, senhores, nao vou para b lado daquel-
le que cnlendem que o principio conservador ex-
clue a idea da perfeclibiliilade. Nao, o principio
conservador quando em lula com o principio desor-
ganisador ou exageradamente progressisla que lende
s alluir lodosos principios, inesmo i existencia de
urna nacao, este principio deve sempre ser mantido
com mato segara, com p firme, sob pena de disso-
lucBo da propria sociedade. Neste caso e durante a
lula talvez seja necessario demorar toda a idea de re-
forma, toda a mdanca, a fortificar a auloridade pa-
ra resistir ao espirito dasorganisador ou exagerada-
mente progressisla ; enlao a lula entre o don prin-
cipios se torna necessaria. se loma urgente. Mas
passado o momento da lula ou du perigo, o princi-
pio conservador perde lodos o seus foros, torna-te
lio fatal como o principio esageradamenle progres-
sisla, te naoadmillira perfeclibilidade da legislacao,
porque a perfeclibilidade ha inherente ii nalureza
humana, ninguem pode por modo algum rrpellir
quiln que pode lomar essa natureza mais perfeita
e as obras humana mais conforme ,ia necessidade
da vida social. Exlincla a lula, o meio maia apro-
priado para obler-se esle tim vem a cr dar mais
perreijjo, n.to aos principio das nossas iuslituicoes,
por meio de reformas qne tenderem a alluir este
mesmos principio, mas at leis secundarias, n legis-
lacao que lende ao deaenvolvimenlo dot principios
fundamentaos da eonttiloijao.
Eslas doutrinas nao podom por mnneira alguma,
sem drprezar um futuro lisoqgeiro, deixar do ter par-
tido no paiz ; o partido cansepvadnr jamis pod
abandonar lodos os meios qae lenderem perfeicao
de nossas leit e InatilnicOes. Se na pralica urna le
elaborada com ludo o cuidado ralbar, te a experien-
cia mostrar seas inconveniente, s porque a le foi
adoptada, deveremos soll'rer lodos os seus males "}
S porque a lei foi flllia de um prinrlpio.de urna in-
lenjao jusla e sania, nao llevemos recuar ante a ne-
cessidade de reloca-la ? Seria recusar inteiramenle
todas a vanlagens do progresso conselhado pela ex-
perienria ; seria recusar remedie promplo ittnufa.
rida, qJe por ventura abcrla por urna legtslar.fo que
pensada de ama maneira, na execuco aprtenlou
inconveuienle, apresrnlnu nalrs.
Cijn, pojs, Sr. presdeme, que o partido conser-
vador nunca atidicou o desejode melhorar a legisla-
cao que por vario lempos adoplou, e que pelo de-
curso drsse mesmo lempo se lem reconhecido na
pratierque nao he a melhor.
Mas se esta he urna doulrina do partido conserva-
dor, tamben) ha outra, da qual elle nio pode ta
apartar som ao raasmu lempo abandonar a sua glo-
ria, o sua futuro : as reformas foitas de um momen-
to psra oulro, u reformas que nao liverem o cunho
da experiencia em seo favor, nao devem srrallendi-
OIMIQ DE PEBIHMBUCO QUINTA rtIM 23 OE IGSTO DE 1855
da, nao se deve tocar na legislacao senao com moito
tent, nao sa deve nella locar por mero espirito de
ionovac/to, sem que a experiencia indique a neces-
sidade de sua reforma.
Depois faz observacoca sobre as incompatibilida-
des e as e le enes por crculos, talla largamente acer-
ca ele diversos assumplot perleucentes i reparlicia
da juslica, censura o respectivo ministro por ter no-
meado para o cargo de juizes municipaes a hacha-
reis sera o annode pralica, e por ler passado juizes
de dircilo da urna entrnela para ontra sem terem
completado o lempo necessario, ataca o regulamen-
to que reorganisou o tribunal do commercio, e con-
clue declarando que tem de volar pur alguma das
verba do orcamenlu da jusll ja.
A diseussao tica adiada pela hora. Levanla-te a
esssao'.
RELATORIO
apresentado a' assembla geral legis-
lativa na terceira s essa o da nona le-
gislatura, pelo ministro e secretario
de estado dos negocios da marinha,
v Jos Maria da Silva Paranhos.
(ContinuajSoJ
Capitaniat dos portas.
das importantes estac.Ses merecem que babili-
Jt governo a melhora-las em sua organiaajao c
l de acrao. 0< servicos que ellas pretlam nao
10 mteressama mariuba' de guerra, como lambem
ao commerciee adminislracao fiscal do imperio.
A iei n. 338 de 11 de agosto de 1845 qae autori-
sou a sua creacao, e o regulamenlo de 19 de maiu
de 1816, que realisou e desenvolveu o penssrnento
legislativo, derain aoscapitaes dos porto as se:uiti-
les allnbuices :
1." A polica naval dos porlos e seus ancoradou-
ros, e bem assim o melhoramenlo e conservarlo
desles; 2o) a inspeccaoe adminislracao dos pharnes,
barcas de soccorros, bausas, boias e barcas de eca-
vajao; 3, a matricula da gente do mar e das tripo-
lajes empregada na navegajSo e trafico dos porlos,
e das costas, pralicagem detlat e das barras.
Odesempenhode Uo variadase irabnlhosas obri-
gajoes foi commellido pela lei e seu regulamenlo a
nm s capitn em cada provincia, auxiliado por um
secretario, dous guardas encarregados de diligencias
o de capalazes e sub-capalazet, tirados estes den-
lro os individuos da labulijao dos porlos. Aceres-
ce que, mesma lei annexou o cargo de capilao do
porlo ao de inspeitor, as provincias onde ha arse-
nm, aunexajaoque s nao subsiste, porque a le n.
555 de 13 de junho de 1830 recorrheeeu a sna In-
compatibilidad?, no porlo da corle e provincia do
Kio de Janeiro. ,
Na provincia onde o capillo do porlo he o inspector
do arsenal teem as capitanas a sna disposieflo o peritos
e as embarcajes desses eslabelecimenlos navaes.
Mas a capitana desle porlo. que he a mais impor-
tante, com a sobredila separaco flcou em grande
parle privada daquelles recursos.
As proprias capitanas das provincias de Pernam-
bnco, Babia e Para", que sao aquellas onde se da'
reuniSo ds dous cargos, nao possoem suflicienles
meios para tomar eOeclwa a polica do porlos e an-
coradouros, porque esses arsenaes, carecendo mais
anda que o da corlo de embarcajoes para o seus
servicos especiaes, mal podem presla-las para os
servicos das capilaniat. 4
Oa escassos meios de accSo com qae foram dota-
das as capitanas, quando a sua utilidade nao era
bem conhecida, oa se tralava somenle de lanear os
fundamentos de lo til inslitnirao, nao podem ser
tullicienles para os servijos que dellat sxigem ac-
laalmenle a marinha de guerra, o commercio e a
svegarao, a polica municipal e al os inleresses
fueses.
'O pessoal dessaseslaces he absolutamente insuf-
hcienle. O governo e o corno legislativo o lem re-
conhecido ; o governo nnmeando ajudanle e dele-
gados dos eapliaes dos porlos, empregados de que
nao trato nem a lei, nem o regalamento da capita-
nas, e o corpo legislativo concedendoos fondos ne-
cossarios para essa despeza indispensevcl.
Como he possvel que o capitn o porlo do Rio
de Janeiro, por exemplo. exerca a sua aecao cITl-
cazmenle no porlo da capital e soa vasta baha, no
porlos e ros navegaveis da provincia do Rio de Ja-
neiro, em seu eslenso litoral, desde Campos al Pa-i
raly ? Tem elle, he verdade, um ajudante nesla cor-
le e um delegado emSan-Joao da Barra, mal este
dous nico auxiliare n3o batlam para tan estenso
dislncto. Os capalazes e suh-capalazes, individuos
que nan inspiram conflanca, inleressados na conser-
vado dos abusos qoe devem reprimir, eem orde-
nado, e sem inspecjau superior, nao preslam nem
os limitados servijo a que $8o destinados.
No roesmo caso se acham 6 capitn do porto da
preymeia de San-Pedro do Rio-Grande dn 9ul, ca-
jo dislriclo abrange os porlos do Rio-Granda e Por-
lo-A legre, a vastas Lagoas dos Patos e Merim, e
seus principaes tribuanos. No roesmo cso se acharo
os da Baha, Pernambuco, MaranliSo, Para, po-
de-se dizer sem exagerajao, lodos o oalros capilaes
da porlos.
Um s Individuo, o secretario, n5o pode detem-
penhar os trabalhos de expediente, eertidOea, regis-
tros, matriculas, despachos de entradas e sabidas das
embarcarles, numeracao e mareacao das que se em-
pregara nu trafico do porto, escripturarjlo dos pro-
cessos por infracjOs do regulamenlo, ou quesles
de polica naval, collada'das mllase sua escriplu-
rajan, confeccAo dos mappas aimuaes.
O homem maia inlelligenle, activo e vigoroso nlo
poderla dar vazSo a esse variado, multiplicado e
qunlidiano servijo. E como o impossivel de nin-
nm se pode exigir, o servijo publico e o particu-
lar sao mal feilns oa fleam por fazer.
Essa impossibilidade, que a lei nao previo qaan-
do-se tralava de eslabelecer as capitanas como en-
saio, oa era preciso eslabelec-las com diminuto ac-
crescimodadespeza publica, no poda deixar de
ser de alguma sorte altendida, e o foi aiuda
mal.
que
Os secreiarios chamnrara bracos que os auxilias-
em, e os pagam com o producto de seos emolu-
entos. O da capital da corle lem don amanuen-
ses que, nao sendo entidades creadas pelo regala-
ment, nem pagas pelo estado, sao empregados qae
elle nomea e demille a seu arbitrio,|qae nenhuma
sujeicao teem no capitao do porto, senao no tocante
a disciplina interior do estabelecimenlo.
A insufliciencia do pessoal lorna-se mais sensivel
pela falla de embarcacoes propriat para a inspeccao
dos porlos e litoral, e os demais servijos a cargo das
capitanas. E de lado resulla que nao ha perfoita
polica dos porlos e seus aneoradonros, qae o arrola-
menlo da populacho marilima e navegar.lo mercan-
te heincompleto edefeilooso, que o soccorros navaes
nao tao prestados a lempo e elTicazmenle, que a ad-
mimstrajio dos phares nao he liscalisada
O quadro dos offlciae das diflerente classes da
armada nao pode fornecer pessoal para lautos dele-
gados quantos seriam precisosaflm de tomar efllcaz
a polica do lodos os porlos. e obter-se um exacto e
completo arrobnenlo de toda a pflpulacao empre-
gada nos mysterea marilimo. Pode, porem, forne-
ce-Io para o porto principaes, e nos oulros convi-
na que esse servico fosse incumbido a alguma das
auloridade locaes, oa a commissarios civi espe-
ciaes, remunerados com o produelo das multas e
emolumentos. A inscrip!So martima em Franca he
elle por nm modo anlogo.
O que sobretudo importa, e nao deve ser adiado
ou julgado dispensaval, he dolar aa capitanas com o
pessoal e material qoe lhes rallam para que, ao me-
nos nos portos dnscapilaes das provincias onde exis-
tem laes eslabelecimenlos, a polica e soccorro na-
vaes e o censo da populacho martima nacional se
execulcm com regularidade e efllracia.
A conservadlo dos porlos e de seus ancoradouro
he objeelo digno de erio cuidado. Pelo que se passa
no da capital do imperio, pdese julgar do que vai
pelo oulros. ^
Muilo visivelmcnle so conhece, informa o actual
capitn do porto, quanto nos ancoradouro do porto
do Rio de Janeiro lem diminuido a profundidadc
d agua.
Sondados, como foram, o hoqueirSo e aa proximi-
dades da ilba dat Cobra, quando ha pouco se tralou
de conrecciomr o plano de um caes entre a ponas
dos arsenaes de guerra e marinha, achou-se urna
carnada de inmundo lodo, de sele ou mais pos de
espessura tuperpotla ao antigo leito da baha, eMeilo
dos despejos qae se fazem oas praias contiguas.
O ancoradouro da descarga, da 6 a 8 braca que
linha, acha-se reduzido a 4 e meaos, lendo-se for-
mado am banco quasi em frente
Francisco da Prainha.
i capella de S.
O canal da Praia Formosa est quasi impralicavel.
Fora da fortaleza de Sania Cruz ha am peqaeuo
banco com G brajas as baixas mares d'aguas vivas,
sobre o qual ja arrebenti u mar em occasiao de ven-
tanas.
A causas qae mais concorrem para a deleriora-
jao do pnrln da capital 3o as seguinle: l., a ac-
eumulajao dos lixot e despejos feito. em muilat de
sua praias ; 2., as obras foitas a esmo sobre o lit-
toral, sem que um plan regular marque sua forma,
solidez e limites ; os curris de peixe ; o lancamcn-
lu ao mir clandeslinadaraenle de porroe d lastro
de arela e pedra.
Para remover essas causas precisa a capitana dos
mema de vntilancia, e do concurso da cmara mu-
nicipal, que alguma veze nao allende bem em seus
aclos ao importante inleresse da conservado do
porlo e seus ancoradouros, e cujos agentes se'mos-
tram negligentes ou culpados a esse respeilo.
Como, porm, exercer tao activa vigilancia, se
nao ha pessoal e embareajfles para as inspeccoe
que incumbem ao capilao do porlo ou ao seu aju
danle, e para aa rondas cuie durante o dia e de noi-
le devem policiar o porlo ?
Os soccorros que devem as eapilanias prestar aos
navios em perigo denlro ou fora da barra, nao po-
dem ser prestados a lempo e efflcazmenle, sem que
para isso se deslinem embarcarse e apparelhos
propriadu. Lanchas fortes e ligeiras. bote salva-
vidas e oulros aprestos navaes, e obre ludo um va-
por de rchoque capaz de desempenhar esle servijo
em qnesqucrcircumstancias, slo recurso indispen-
aavarra a teauranja da vida o valores que podem
perjgar dentro e fora de nossos portos. Se felizmen-
te nao sao este- dos maia arriscados, nao san todava
iaenlos de cao de srrislroa, que o commercio e a
navegajao do imperio reclnmam qoe auloridade
publica previne e evile, lano quanlo humanamente
he possvel.
Odecrelq n. 800 de 30 de junho de 1851, sepa-
rando o cargo de capilao do porlo da corlo e pro-
vincia do Rio de Janeiro do do intpeclor do arsenal,
era conformidado do arl. 11 da le n. 555 de 15 de
junho de 1830,deixou aquella auloridade dependente
desla quanto necessidade de periloi para a vestorias
navaes a ao ervijo que incumbe ao patro-mr do
arsenal no soccorros s embarcaj.Je em perigo.
nema, como divo ser, a mais derfeila Inlelligencia
entre as dua estajees, ma o dona servicos nem
sempre conciban), eheforjoso que seja prelerido
o meoo orzante, o que ainda assim occasiona de-
moras prejudiciaes. Convm, por lano, que a ca-
pitana lenha ao menos um palrflo ou piloln-mr
para os ditos siams e vestoria e para os auxilios
navaes.
A ealalistica do movimento annur I da navegajao
mercante do imperio, em relajeo aos navios e sas
inpolajOes, e o arrolamenlo da parla de nossa po-
pulado empregada eflecllvamcnle na navegajao do
ano mar, na grande e pequea cabolagem, na pes-
ca e trafico dot porto, bahas e rios navegaveis, sao
aaaoi necessario* ao ministerio da marinha, para
conliacer o auxilio que o.eommercio e a populacao
marilima nacional podem prestar ao estado sob o
poni de vista militar, e exercer em favor dessa
ni,.lutria e populacao a aejao tutelar que estiver ao
seu alcance. A lei orgnica das eapilanias nao es-
queceu esse reciproco inleresse da marinha e guer-
ra e do commercio e genle do mar.
A dila lei e o regulamenlo que della emanoo exi-
gem a matricula das embarcajoe nacionae e suas
inpoUjoes, o arrolamenlo de lodos, os individuos
empregados na vida do' mar, e mappas qae apre-
sentem o seu movimento e esladu animal. Sobrees-
ts dados deve a adminislrajao da marinha fixar o
continenle que a populacao martima nacional po-
de prestar para as guarnijes dos navios de guerra,
empregando para have-lo o rscrulamenlo ooajeon-
r-essao de vanlagen que faja preferir-o ervicp mi-
litar ao servico mercante.
Podem as capitaniat com os escassos recursos de
que actualmente dispOem desempeuliar esse Iraba-
Iho de matriculas e arrolamputos com a exaclidao e
perfeijo iudiipensavei 1 Me evidente que nao,
e a experiencia de sobra o lem demonstrado.
Figuram as matricula individuos quej nao 81-
istem, ou renuociaram a vida martima, um mesmo
individuo representa por tantos outros quanla So a
capilaniat em que eHe, por.qualquer motivo, se ter.
inscrever. Ha muilo matriculados como pescado-
re, que nao fazem desla proAsrio o seu meio de
vida, ou absolutamente a nao ejercen.
Semelhantemenla deixam de figurar as malricu-
las individuos que effeclivamente se empregam na
vida do mar; entrando ueste numero toda a popu-
lacao marilima de nossas cosas, e metmo de parle
do (moral do porto, onde se acha esb belecida a ca-
pitana.
Nao he s quanlo ao numero e profissoes dos ins-
criptos que fallan, o registro da capitanas. Elles
sao atoda incompletos ou inteiramenle omlstot re-
lativamente ao estado, idade e oulras cirrnmslan-
ciaa dos inscriptos, dados estes estenciaet para se ler
perfeilo ennhecimento da populacao marilima, e re-
81 ?j morto '"^'H vexalorio o recrulamenlo que
ella pode comportar, quando he indispentavel lan-
jar mao desse recurso para completar as guarnicOes
do navio de guerra.
He de inconlestavel necessidade rever o regula-
menlo de 19 de maio de 1816, nao s nos pontos em
que lenho locado, maa em muilos oulros. Etse re-
gulamenlo he de certo um Ululo do mai merecido
loovor para o ministro que o confocciunou e poz em
execujao, mas o seu objeelo he daquelles qae mu-
a se 'P6''8'*' com o lempo e a experiencia.
A revisio he necessaria, nao s para a Hender-se aos
melhoramenlos que ama experiencia de nove annos
lem indicado, como para harmonisar o dito regula-
menlo com oulrat ditposijOes legislativas de recen-
te dala.
O art. 68 consagra o principio da lei da inscripjao
maribma franceza, sentando da guarda nacional,
e dos mais onot civis lodos os individuos emprega-
dos na vida do mr, sujeilando-os, porm, ao servi-
jo da marinha de guerra, todas ai vezet que for ne-"
cessario, e segundo suas circomstancias. Esla dispo-
sijao carece de er modifiaada de ; ccordo com o
pensamenlo da lei de 19 de setembrode 1850, que
no art. 10 declara qae sao isenlos do alistamenln
da guarda nacional os individuos matriculados as
capitanas dos portos, conforme as condijoes qua
estabelecerem os regulamenlos do governo.
As condijoes que, segando a lei orgnica da guar-
da nacional, devem determinar a isenjio do matri-
culado as capitanas ainda nao foram fixadas. Antes
mesmo desla nova.disposirao confOictos se da vara
entre os capilaes dos porlos e os chefes dn guarda
nacional, alistando estes individuos dos mslrienla-
dos as eapilanias, malricBlando aquellas individuoa
alistados na guarda nacional.
OutrVa dizia-se que eertos individuos matricula-
dos as capitanas nao se empregavam efectivamen-
te no mar, hoje se pode allegar que a lei nao lienta
a lodos os matriculados, ainda mesmo devidamenle
qualiflcados como humens do mar? Hii relativamen-
te ao pescedore que essa desiulelligencia tem ap-
parecido, e convem faze-la cessar no inleresse do
servijo publico.
O facto he qae em alguma provincias nao se lem
respeilado a ditposijao do regulamenlo das eapila-
nias, nem parado no limite da lei de 19 de tetera-
bro de 1850.
O regulamenlo de 19 de maio de 1816 d ao ca-
p latea dos porlos. nos arts. 61 e 62, esptalo 1., Ii.
lulo 4.. a altribuian de inlervirem nat queslftes
que se suscitaren) entre os capilaes e os individuos
das eqoipagens das embarcajoes nacionaes a respei-
lo de seu ajustes. Segando o regulamenlo de 25 de
novembro de 1850, capitulo 3.', arl. lt, compete
i jansdiejao commercal a questoes sobre ajosles,
soldadas, direilos, obrigajoes, e responsabilidade
dos ofllciaM das tripolajoe e gente do mar.
Compete ao capilaes dos porto, pelo tea regula-
memo, titulo 5.3, decidir as qaettoe de prejaizos,
ou damnos canudos pelos navios entre si dentro do
porto, e as decisBes devem ser snmmarias a definili-
vas, litlo 7., quando a indemnisajau nao exceder
o valor de 1008, no caso contrario, com recorto
para um conselho composlo em conformidade do
arl. *. da lei n. 358 de 1* de agosto de 1845. a
O cdigo do commercio (rala no sen titulo 11. do
damnos causados por abalroajao, e dispoe qae todo
os casos desla natureza serao decididos na menor dl-
lajan possvel, por peritos que jalgarSo qual dos
navios foi o causador do damnos, conformando-se
com a disposijoes do regulamenlo do porte e os
usos e pralicas do lugar. Daqui pode nascer a da-
vida se a jurisdijao dada s eapilanias nos casos de
abalroajao denlro dos portos passou oa nflo para o
jui/.o commercial.
A polica naval ptrlence aos capilaes dos porlo
em conformidade da aaa lei orgnica, maa nao es-
ta bem demarcada a linha qu a separa da jurisdic-
cao municipal, e da qae compele autoridades cri-
rainaes.
Os principio do regulamenlo de 19 de maio de
1846, relativamente matricula do Crasilairos era-
pregado na vida do mar, sao os principios da lei do
3 brumaire, anno 4.. TodrAoa cidadao brasileiros
podem exerear as profissoe martima, sojeitando-se
a matricula das eapilanias. Os matriculados sao iaen-
los de qualquer onus civil que nio leja do servijo
da armada e dos sea arsenaes.
Se a capitaoias livessem orna acjlc eflicaz e tao
extensa jomo os sen districlos, privando do exerci-
cio da navegajao, da pesca e do trafico dos portos os
que te nao malrirulassem, o obrigariam ao cum-
plimento dos seas deveres. Mas nSo he isso o que
acontece, mditot individuo exereem profissops ma-
rtimas e gszam da iseojao concedida aos matri-
culados, sem que estejam sujeitos n matricula, sem
qae lenham u onus dos matriculado.
lim dos defoilo do-regulamento he dar demasia-
da latilude matricula da eapilanias, qoe nao l
comprehende os homens que irabalb, m e navegam
no districlos martimos, como at lodo os que per*
leu cem ao i rallen interior do rio, onde a polica de
torra e nao a das eapilanias deve ler aejlo sobre
elles. A inscripjao marilima. da Franja 03o se at-
iende nos districlos fluviaes alem du ponfo a qoe
chegaiu as mares.
Todos os matriculados saoobrigados ao servico da
marinha de guerra, e segundo sna eircumsiancias.
O regulamenlo nao prescreve regraa para altender-
se a ovas circomstancias.
Felizmente o recrulamenlo.enlre a genle de mar
lem tido feito com moita reslrireao, e s nos casos
de necessidade. O coulrario,fra afuginlar da na-
vegajao mercante e trafic do pono oa poucot
brasileiros que nesses servijos se empregim, e dei-
xar o campo inteiramenle livre aos ''cravoi e ao
eslrangeirns.
A-isenjlo do servico da guarda nacional, e o ex-
clusivo das prolissoes marilimis, ttippi ndo que esle
se tome efleelivo em favor dos matiiculados, nao
batlam para atlrahir populacao nacional vida dp
mar.
Bao estando adoptado enlre niosystemada coni-
cripjao marilima da Franja, nao he'possivel ofTere-
cer a lodos os nossos martimos as vanlagens qae aos
seus oflereee a Franja, onde, mediante a contribui-
rn de tres por cenlo das soldadas qu* pereebem no
commercio, leem elles direlto a ama pensao depois
de vinte e cinco annos de servijo, e suas viuvat e
filhos gozm tambem do direilo de pensao e soc-
corros.
Isto importara pelo menos loonar extensivo o be-
neficio do asylo de invalido a essas dase, coja con-
trbuijao seria muilo eventual.
Creio, porem, que alguma cousa he preciso fazer
em seu beneficio, e que neste inluiloconviria a crea-
jan de urna caixa de soccorro, ou de um estabeleci-
menlo semelhante ao asilo de invlidos da armada,
que ficaste sob a tutela do salado, mas sem que este
soifresse o peso de seus encargos.
Foi reslabelecida a capitana do porto da pro-
vincia de Sergipe por decrito n. 1461 de 18 de ou-
lubro prximo passado, e creada outr.i na provincia
do Piauhy, por decreto n. 1352 do 1. de fevereiro
desle anno.
Os melhoramenlos das barras da provincia de Ser-
gipe e o servijo da sua pralicagem reclamaram a-
quella providencia, ao paiso que ogoverno aulorisa-
va varias despezas para eises servijos, e o presiden-
te da proviucia os altemlia igualmente com ot re-
c ii i sos provinciaes.
A uecessidado de animar a navegajao da provin-
cia do Piauhy. e policr o Irafico do seu porlo e rio
principal, induzio.o governo segunda das mencio-
nadas creajues, conforme solicitara o presidente da
raesma provincia.
(t.'on/inuar-ic-Aa.)
Pela delegacia do primeiro ditlriclo deste termo,
o pardo escravo Manuel, a requerimenlp do tenhor.
E pela subdelegada da freguezia do Pojo da Pa-
nella Joaqmm Lino Ferreira, para averiguajfies, e a
preta escrava Calharina, por andar fgida.
Commanicou-me o delegado do primeiro dislrlcto
dasla lermo, em ofllcio desta data, que da particlpa-
jao qne Iba flzera o subdelegado da freguezia de 8.
Jos, consla qae hontem pela 11 hora da manhia
lallecra repenlinamente o prelo liberto de najao
da iinme Paulo, na occasian em qae etava caiaado
urna casa na ra do Padre Floriano, e qae lendo-e
procedido ao aulo de velloria declararam o faculta-
tivos que a morte proviara de um ataque apopltico.
Dos guarde a V. Exc. Secretarla da policia de
Pernambuco 22 de agoato de 1855.Illm. e Eira-
Sr. eonselheiro Jos Benlo da Canhn e Figueiredo,
presdeme da provincia.0 chafe de policia Luiz
Cario de Paita Teixeira.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Chegou honlem dos porlos do tal o vapor D. Ma-
rio II, irazende-no jomaos da corle eom data aira-
zada, e que por consegointe nada adiantam as no-
ticias do Urtal-WtUcrn. Em seguida tambem en-
trn o vapor Amazonas, da compaohia do mesmo
nome, e por elle recebemos um numero do Correio
Mercantil com dala de 15 ; mas nada ahi encontra-
mos digno de ter mencionado.
Ija Rabia nenhuma noticia tvemo, pois que nao
recebemos gazeta alguma dessa provincia.
Temo presentes gazetas porlaguezas qbe alcau-
jamal2t do mez prximo passado, rindas pelo
Mana Jote entrado hontem de Lisboa.
As noticias de Paria dadat por ellas ehegm a 13
do inesmo raspuda Blgica a 12, ai de Inglaterra
a t.aadtltespanha a 15, ai da Allemanha, Italia
e Rosna a 11.
Nada de extraordinario linha tido lugar nesses di-
verso! paizet.
N Crimea prosegaiam o preparativo por parte
dos allialos para o novo assallo da torre de Malakoff;
JO mil horneo trabalbam na balera e trincha-
ras que te estn eonttruindo para vencer essa torre,
que he considerada a chave da.Sebalo'pnl e lambem
para dominar o porlo daquella cidade. Par animar
os Irabalhadoreto general.Pelissier mandou qoe ae
lhes diiiribuissem lodo os dia rajOes da vinho e
agurdenle. O sitiados pela tua parle nao perdem
nenhuma occasiao, nem poupara etorcos para e-
torvar esses trabalhos.
izia-ae que o general Canroherl obtivera a per-
missao de marchar a frente das columnas de analto
no prximo ataque.
Em Marselha eiperava-se no dia 11 de julho a
brigada do general Sol.da forja de 4,000homens e
mais um corpo de 15 a 20 mil prajas, qoe deveriam
ncar acampadas nat cercanas daquella cidade, at
qua o governo determinas sobre, o deslino Que de-
viam ler. H
Rcberam,eemToulon ordena para apronplarim
lambersTWInsporles Pra 16 mil amen.
ile.opMao aeral que essas tropas naoirao para a
(.niea, roasqoe lodas sao destinadas a operar no
Danubio, o que com efleito parece maia que provavel
visto os rcenle movimenlo das tropas turcas de
silisiria para Matchin e Tultcha. '
O alijados resolvern, oceupar os Runos ao longo
do Danubio para que estes nao possam enviar para a
Lrimea as tropas que all seacham estacionadas. En-
greanlo um decreto do ciar ordena aos governadore
da nova Rusta e da Bessarabia que reforcem quanto
for possvel o exercito dos Cottaeos que operam no
lado do Danubio, alistando voluntarios de lodat a
ciaste.
No Bltico vario pono rasaos de pequea impor-
tancia lera tido ltimamente bombardeados, o maia
nutavelheode Lovisa na Finlandia, porem esle
mesmo apena era habitado por urna populacao de
o,.hXi almas.
Parece que em S. Pelenborgo e Moscovr se flze-
ram alguma prisoe. a quae varia peasoas allri-
buem a deacoberta de urna consplrajo.
En o que a este respeito se lo no Jornal do Com-
mercio de Lisboa de 18 do mez pasudo.
Urna correspondencia de 9. Petersburgo publi-
cada pela Preste com dala de 30 de junho, diz qae
havia da que naquella cidade se nao fallara n'oa-
ira cousa senao as prisoe feitas em S. Petersburgo
e em Moscow, e no governo da grande e da pe-
quena Rusta ; attribuem-se esta medido rigorosa
a deseoberta de urna conspirarlo do partido slavo,
e conforme oa boatos mais acreditado o seu flm era
o mesmo do de 1825, por occasiao da subida ao.lhro-
no do imperador Nicolao.
Aflirma-se que enlre ot individuos preos, figu-
rara qualro generae em servijo activo, dous pro-
fessore da universidad de Moscow e um professor
da universidad de Kiew. Diz-e que o general
YermololT esla preso com seotinellae a villa. He
este velho general, que depois de ter reinado por
lano lempo e de ler estado indiflerenle como ul-
timo imperador, foi chamado a S. Petersburgo por
eu successor. Alexandre II, e por elle nomeado
eommandante em ehefe das milida movei. Alem
dos individuos mencionados, ha outros qne tambem
eiiao preso.
O imperador da"Aolria linha-se recolhido a Vi-
enna de la viagem a Gallicia.
A Hespanha arhava-se tranquilla; a> ordem lioha
sido reslabelecida em Barcelona prestando-se o
operarlos volunlariamente a irem trabalhar as fa-
brica!, asquaes pela maior parte fnncciooavam des-
de o da 12 do mez patudo.
Este reliz resultado foi alean jado medanle a pro-
posta queae lhes fozde creer-se nm jury mixto para
resolver al quesles que se suscitaren! enlre elles e
o fabricantes.
Le-se na Novedades.
Em a noite de anle de honleejn flteram-se em
Madrid alguma pradet de importancia. Sabedora
a auloridade de qae havia chegado a Madrid am a-
gente carlista com o ululo de cummissario regio e
encarregado de distribuir diplomas aus qae por esle
meio te resol vtssem a sabir a campo, ha dias qne an-
dava na piala desse personagem. Antes de hontem
sonoe que varias pessoas haviam recebdo os indi-
cados diplomas, e prendeu as pessoas agraciadas
pelo coromisurio regio carlista, pondo-asa disposi-
j3o dos tribunaes.
Tiha chegado a Madrid am agente do conde da
Jlonlemolin com despachos para difireme indivT-
duot daquella corle, o governo tendo disso informa-
do, pode descobrir esse individuo, o qoaee pela
maior parle acham-se agora preso.
A cerca da faejao de Marul diz o seguinle a
Gaceta :
ir Pela correspondencia encontrada aos dieres fac-
ciosos da partida de Marul, que foram morios ou
ticaram prisioneiros, le deprehende que a invaeb
carlista linha ramlficajOe as prajai de Barcellona
e lorlosa, onde o movimento devia ler lugar, vindo
pira pdr-een Trente delle, quando estivesse genera-
Isado, o conde d Monlemolin, seus Irmaos, Ca-
brera .e oulro generae, sendo o escolhido para o
Mamando da Calalanha o es-infante D. Jo3o. Na
referida correspondencia se recommenda moita ae-
tividade, poii a inaejao eigola os recursos pecu-
niario. '
Segundo nolicias de Alexandria o vice-rei de E-
f> .1" !'renpar'Ta-,e P,ra oondazir Iropai contra a
tribosde Beduiuos que recuum pagar o imposto e
dar contingente militares. -
O Xa da Persia havia recebido mui bem aos en-
yiados francez e inglez, .mas segundo urna carta de
Damasco, exigir para alliar-se> as potencias occi-
denlaes um auxilio de 100,01)0 homens, afim de pre-
munir-se contra urna invaiao rnasa em seu pait.
Noticia de. Londres annunciam que lord John
Russetl pedir a sua demiss* no dia 13 do mez pai-
sado, parece que o nobre lord se resolver a isso pela
declarado que fez Mr. Baliver na casa dos communs
que havia de propor am voto de censura relativa
- conducta do mesmo nat conferenciat de Vienna.
o L-se na Independencia Betgao aegninle, a res-
peilo das ultima disensaoes na cmara dos com-
mon :
As aiiimadsa discurrios que se esperam no par-
lamento nao tardaran. '
* Hontem noile (9), Mr. Roebuck confirmou na
camera dos communs que insista na sua proposla de
censara. r
a Oulro membro disseemao que ha de apresentar
urna emenda, cujo lim ser levar a eamara i decla-
rar, que emende que a guerra deve proteguir-te com
Detcarreaam hoje 23 de agosto.
Barca ioglezaPloating Cloudcarvio e ferro.
Barca americana Calherine Augustaarmamenlo
e balas.
Brigoe portuguezfia/anfeceblas.
Brigue brasileiroDama"ogenero do paiz.
CONSULADO GERAL.
Reudimenlo dodia 1 a-.'l. 18:058138
dem do da 22 ...... 9229338
VIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial a 21.....
dem do di 22 ... ,
18:98tj476
1:!47#3B9
31*755
1:47#344
Exporlacao .
Rio Grande do Sul pelo Rio de Janeiro, brigue
brasileiro Mafra, de 270 fondadas, conduzio o
seguinle : 1,537 barricas com 11,612 arrobas e 6
libras de naucnr.
HECEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE BERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 21.....20:707J298
dem do dia 22 ,.....", 2:253j394
22:960692
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimentodo dia 1 a 21..... 29:5919744
Idem do dia 22....... 796J296
30:3889040
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio* entrado* no 41a 22.
Rio de Janeiro e Bahia12 diu, vapor portugus;
D. Maria II, eommandante Antonio Francitco
Hibeiro Goimarae. Paaugeiro para esla provin-
cia. Jame Henry Wyall e 1 eicravo a entregar a
Ballbar t Oliveira,com patuporle. Ficou de qua-
renlena.
Rio de Janeirt7 dias, fragata a vapor bajwileira
Amazona, eommandante o uapitao-lenenle Se-
gundino. Pasgeiro, o Dr. Jos Menezes Vas-
concellos de Drummond, Francisco Ralthazar da
Silveira, Ambrosio Leillo da Ciinha, Virialo Ban-
deira Duarle. o ehefe de divisan Jos Maria Fer-
reira, o escrivflo da armada Vicente Navarro Je
Andrade, Luiz Antonio Ferreira Guimarftes.
Lisboa29 dias, barca portugueza Maria Jos, de
261 toneladas, capitao Jas Ferreira I,essa, equi-
pa gem 15, carga vinho e mais gneros ; a Fran-
cisco S. Rabel lo & Filho.
Montevideo22 das, brigue brasileiro cDoque da
Terceira, da 156 toneladas, capitao Faoalino Mar-
tin Basto, equipagsm 12, em laalro ; a Amorira
Irmoa.
Calcuta88 dia, galera americana Wisconsin.
de 943 toneladas, capitao Scolt, eqaipsgem 27,
carga linhaja e mais enero ; ao capitao. Velo
refrescar e segu para New-York.
Nados sonidos no mesmo dia.
HavreBarca franceza Havre, capitao Dorrulyn,
carga caf, algod.lo e maia gneros. Condaz parte
dot tripolanle naufragados da barca frauceta
Guitaeo.
Liverpool pela Para|iibaBarca ingleza Qoeen,
capilao Wm. Nanl, carga assuear.
LondresGalera ingleza Washington Irving, eom
a mesma carga que trouxe e pasugeiros. Suspen-
den do lameirAo.
corrente anno
arroz,
zei-
toueinho, carne secca, dita verde, sal, \3
le doee, vinagre, ienha em echas, assmear I
e caf em rio ; devendo er udc ^%^ \
pnme.ra qualidade^ a. peteoa qoe qoi^m -oe-
cer laes gneros, remellara tuas propostaa em tmnmt
.f"!?hai..'!e m'il"1ioca, f, iat> a
icao,
j,, ivdiio rui acriBl, asi
; devendo ser udrn
qualidade< a pessoa qoe quixerem forne-
cer laes gneros, remelUm tuat propostaa era tartas
rechadii a secretaria do mesmo balalhao, ao qanrtel
do Uoipiiio, ne o di. 2 do correnU.-Gabriei da
Sonta Guedes, lenle agente.
O Illm. Sr. Dr. ehefe de plida manda fazer
panuco paraconhecimento de quem Misa nlerestar,
quena conformidade das posturas*-addirioBaes da
camar municipal de 18 de julho flndo, e itjejnla-
mento -policial de 2 do crreme me, devem eado-
!.Ti.eiC?e""' ooliel'os e condudore de qualquer
veiileolo de conduejao enmprehendldsj na diadas
pnsiurate regulamenlo. ipresemar-te neita rparli-
?m J^ ren conv"'flemenle anatrienlado den-
..nt "V* M dia" a co"'ar do dia 22 do pr-
seme mez. Secretaria de policia de Pernambuco 20
de agosto de 1853.-0 primeiro amanaense,
Jos Xavier Faostin Ramo.,
rJil'e,a>areiro. d0 con"lno adminlslrallvodo
patrimomo do. orpbaot, ahaixo ..signado, convida
aos senhores inquellnos dns casa ns. 33 e 34 d. roa
da Madre de Dos, 48 e 55 da roa de Amoriro, 71
da ra do Vigano, 78 e 81 da roa da Senzela Ye-
lha, 83 da ra da Guia, e 2 do sitio peqneno do la-
gar de Parnamelrim a compareeerem com seua fia-
lores em a tala dat texoe rio mesmo conaelho, a
10 hora da manhia do da 24 31 do corrale
mez, para com elle tratarem sobre o arrendamenlo
dus ditos predios,cujas rendat deltaram de ter arre-
matadas, uu alias venham entregar ai chaves, pa-
sando o qae esliverem a dover pelo prejo desgna-
lo no dilal de 20 de junho ultimo.
Tliesnuraria do contelho administrativod patri-
monio do orpho 21 de agosto de 1855.O thesoo-
rairo, Jotqaim Francisco Duarle.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco lacea obre
a praca-da Baha, e contina a tarjar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junluxte 185.
O secretario da direccao, Joo Ignacio
de Medeiros Reg.
O conselho de adrainitrajao do fardameqlo do
"0 l1?1'0'3 Ul l,ubUco- 1 PiecUacnainrar
(00 parte da aapalos : a pessoas que se propozerem
render deverao comparecer no'dia 24 do ci
mez, na secretaria do ineswo corpo, pelo meio d
com suas proposlas em carta fechada, acompanhan-
do as competentes amostras. Quartel ao c i de
policia, na fortaleza das Cinco Pona, 1!
de 1855.Epiphauio Borgei de Menezei Dot
nenie secretario.
lie ordem do Illm. Sr. capilao do porto, ias-se
pnblico que netla tecrelarii sera patente a quem
queira ver, e extrahir copia, per ludo lhe inlerewar,
o mapa de tignaes para dia e noite qae se ex.cala-
i o no maslro collocado junto a torr ph.rol das
Salinas no porto da Atalaja (provincia do Para) na
conformidade da orddbs do governo imperial ; sen-
do que os para de dia funcionario do 1. le outa-
bro prximo em diante, e ee ata noite logo qae
seja isto possvel, precedendo lodivia oteomptteole'
annuncioi.
\
i
i
&
\
Secretaria da capilania dn porto da Ptranal......
Lisboa e porlos intermedios Vapor porlugutz D. .... ._____. A, ._.. n
Mariall. Paeaagerot de.U provincia, Jos Joa- 16 de "8" de 1855O.metano,
uim de Barra, Antonio Ferreira da Silva Maia, Alexandre Rodrigue* do*' Anjos.
oo Francisco Marques, Manoel Alves da Cosa
Pereira, Victorino Jos Monleiro e 1 filho menor,
Manod Jos da Coala Monleiro, FrancMcb Gon-
jalves Melro, Manoel Joao de Amorim e 2 sobri-
nho, fiorberto Marciano doa'Saiilu.
LondresGalera' i "gleaav Francs Kenlyi, com a
mesma carga que trouxe e passageros. Suspen-
den do lameirio.
Suspendeu do lamcirao Vapor inglez de guerra
aKeflIm'ana.
EDITAES.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador da
imperial ordem da Rosa, e jaiz de direito especial
do commercio desla cidade do Recite, provincia
de Pernambuco por S. M. I e C. ele.
Fajo saber aos qoe o presente virem qae
no dia 10 deseterabr prximo futuro, se ha da ar-
rematar por venda, a quem mais der, depois da au-
diencia desle juizo e na casa da audiencias, 1 casa
Ierre cita na ra Imperial n. 72, avahada em
1:2008000, penhorada a Jos Dias da Silva e sua
mulher, por execujao de Pauto Jos Gomes.
E para que chegue noticia de todos mandei pas-
sar editaesqoe sero publicados pelos jornaes e afil-
iados na praja do commercio e casa das audien-
cias.
Dado e passado neita cidade do Kecif ao 18 de
agosto de 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira, escri-
vSo interino o escrevi. Anselmo Francisco Pe-
retli.
Tilo Fiock Romano, escrivo privativo dos protestos
de lettras lo termo da cidade do Recite de Per-
nambuco por S. M. I. e C, que Dos guerde etc.
Fajo pnblico a quem interessar possa, qae foram
ultimados hoje os protestos inlerposlos por Ferreira
& Araujo e Jos Rodrigues Pereira, na ledra men-
cionadas na denunciadlo por mim assignada, afllxa-
da nos logare publico e publicada no Diano de
Pernambuco n. 193, conforme determina a nltima
parle do artigo 411 do cdigo commercial, em razo
do desapparecimento do socio Pinjieiro, gerenle da
firma social Machado & Pinbeiro, cujo deslino e re-
sidencia se ignora.
E para qae chegae g noticia de lodos, e especial-
mente aus responsaveia dat referidas lettras, assim o
fajo constar para que se deem por entendidos da
presente inlimarJo. Cidide do Recite de Pernam-
buco 22 de agosto de 1855.Tito Fiock Romano.
. O Illm. Sr. Inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimenlo da resolujio d junta da fa-
zenda manda fazer pnblico, que no dia 13 de seiera-
bro prximo vindouro, vai envanenle a praja para
ser arrematado a quem por mino fizer a obra do
jude da villa do Buiqoe avaliada em 3:3008000.
E para constar se mandn afiliar o presente a pu-
blicar pelo Diario.
Secretarle da thesouraria provincial de Pernam-
buco' 18 da agosto de 1855.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesoararia provin-
cial em cumprimenlo da resolujao da junta da r-
zenda manda fazer publico que a arrematadlo dos
concert da cadeia e ca da eamara da cidade de
Olinda foi transferida para o dia 30 do corrente.
E para constar se mandou afiliaro presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria 4f lheouraria provincial de Pernam-
buco 18 dei.aejMo de 1856.O secretarlo, Antonio
rreia da Annunciaciio.
Perante a Ihesouraria de fazenda desla pro-
vincia ha de ser arrematado no dia 28 do corrente a
quera meis der, a renda annual da cana de sobrado
com dous andares e solao, na ra do Padre Floriano,
qae perUncea ao finado Fr. Caelano de Santa En-
gracia Muniz, avaliada em 3209. O pretendentea
comparecern na mesma thesouraria a ama hora da
larde do referido dia.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco em 21 de acost de 1855. O oflicial-maior.
.la ai -II..
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
IgteCLARACOES
eiemplire 20 ; tboadat, exemplares 20 Sra
tica portugueza por Monte ultima ediejao, eiemplt-
energia, e o diere do gabinete annunciou que dar- J 6 < Pula. 6 ; exemplares de escripia oa Irania.
CONSELHO ADMINISTRATIVO-
O conaelho adrainislnlivo tem de comprar o se-
guinle objeelo :
Para a escola de primeiras lellrat do 9. balalhao de
infamara.
Livro par matricula com 200 folha, 1 ; papel al-
majo, resma6 ; peonas de ganjo, 400 ; canivele,
2 ; tinta preta, garrafas 6 ; lapis, 72 ; arela preta,
; collecjflo de cartas para principiantes^
dos cursivo, 20.
Provlmenlo dos armazeni do arsenal
Melaloaa oui brim da Russia bem encornado para
moxila, v.ru 1,000 brim branco liso para erobor-
naes e saceos para marmilfles, vara 1,000 : arcos de
rerro de polegada mea, feixes8.
Qnem os quizer vender aprsenle a suas proposla
em carta rechada na secretaria do conelho 10 ho-
rasdo da 28 do crreme mez.
Secretaria do conselhoadminislrativo para forne-
clmenlo do arsenal de gnerra22degoaiode 1855.
Jos de Brito Inglez, coronel presdeme. Bernar-
do Pereira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario
PERNAMBUCO.
REPARTIQAO DA POLICA.
Parte do dia 22 de agosto.
Illm. e Exm. Sr.Lev >no conheriniento de V.
Exo. que das difiranles parlicipajdes hoje recebida
netla repartija.>,consta que foram presos :
conhecimenlo dat razdes apresenlada pdo gabinete
de Vienna, para persuadir as potencial occideiities a
acceilarem as sua proposijoe. A quslo lera no-
vamente discutida ; e ainda que nSoAoiia duvidar-
se de que a emenda tendente i prosatujao da guer-
ra era adoptada, talvez no meio deslas discussoes
se conhej evidentemente o progresso das ideas de
pa. t
o O discurso, no qual lord John. Russell declaran
que considerara como acceitavea ea proposla aus-
tracas, e que, recusando o sen collega adherir ao
seu modo de pensar, nJo saturado ministerio para
nao dar lugar a ama desraembrijAo do gabinete reste
diicurto cootiniia a enlreler ot jornaes ingleses : um
alacam-no com violencia, oulro zumbara delle, ou-
lro finalmente Iralam da eiplica-lo. Ha alguna que
dao a entender que talvez lord Russell lencionass. a H .
por venlura de accordo com lofd Palmer.ton, cum- Commemo de,ln P""'nc". roa"'
promelter o gabinete, afim de ver se alcanjava
urna posijAo no futuro ministerio, o qual tratara da
paz.
ii Admit indo qne a adminislracao iduil seja der-
ribada, ou pela prosposla Roebuck ou por qualquer
oulro incidenle, tu ot taris podariam tomar conta do
governo.
Talvez lord John Russell e os whigs quizesiem
eviur easa relo, allrahindoasi o partido da paz
que lodos os dias faz novoproelyloi. Oactual cho-
re do gabinete lem adiantado muilo na ideas belll-
cosas para poder recuar ; lord John Kussel lendo af-
fastadoa sua responsabilidade pessoal desta queslo,
poderla vir a ser o encarregado da olujao pacifica,
ou elle seja o encarregado da novacombinajao mi-
nisterial, ou lome parle na outra deque seria chele
lord Dalhooie, e na qual lord John Russell aeria
orador n cmara do communs, vilo que lord l)a-
Ibousie pelo seu titulo de par de Inglaterra, h obn-
gado a lomar anento na cmara dos lord, a
PUBLICAgA'O LITTERARIA-
Achajja venda o compendio de Theoria e Prali
ca do PeWeto Civil feito pelo Dr. Frasease do Pau
i Baptista. Esta ebra, alm de ama Inmni-jai
sobre es acjoes e cicepeoea em geral, trata do po-
cesso civel comparado cum o commercial, <
a Iheoria sobre a applicajo da causa Jaajejjsk
I-ai doulrina laminosa : veade-se i
oa luja de Manoel Joi Leite, ni roa i
nado n. 10, a ojeada ejemplar rubricado pelo
ulor.
avisos MaUjxrnic."
BAHA.
Vai seguir com brevidade o hiale brasileiro /lar-
lana, meilre Joaquim Jos Silveira ; para o resto
ca carga trata-te com o coosiaaatario A. de A. Go-
nei & Companhia, na ra de Trapicha n. 16, segui-
do andar, oa com o meslre no trapiche do afgodio.
ARACATY
seguir, no dia 25 do mea correte, o patacho San-
ta Cruz, capillo Marcoi Jos da Silva ; aiae rece-
be erga e passalt)lrorrVaa qem Caelano Cyria-
ci da C. M., awdado do Go^K^eaT.t*
Para Lisboa pretende aeguir iosprelerivelmeDle
l o da 27 do correle agoato o brigue poiiaguez
Pibeiro : para carga e passageros, para o qoe Um
os melbores commodos, IraU-se com os consignata-
rios Thomaz de .quino Fonteca & Filho, bu cota a
capilao na praja.
Para o Aracaly segu em poocot das par ja
ler parle de sen earrgamento promplo. o hiale Ca-
pibaribe; para o reto e passageros, tretajan aa roa
do Vigario n. .
Paca o Rio de Janeiro seguir por toda a se-
mana em dianle o brigue brasileiro Mafra, o qual
si recebe paseageiros e escravoa frea, para que
l'm boas commodos : quem pretender, dirija
ra da Cruz n. 3, escriploro d Amorim Irruios &
Companhia, ou com o .capillo JM Joaqun Dias
doiPrazerei.
Para o Rio de Janeiro sahe no dia 24 de aterrea.
tu o brigue Sagitario, de primeira date, o qual a*
r icebe carga miuda e passageros : trala-ta cafa Ma-
noel Francisco da Silva Carrijo, na ra do Collegio
r. 17, segundo andar, ou com o capitao a bordo.
PARA O RIO DE JANEIRO
fgue com muita brevidade o patacho nadeo.l
Amazona. o qual Um parte de sen earregai balo
promplo ; para o resto e escravo a frele, tnila-se
com Antonio Luiz de Oliveira Axavado, roa d..
Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro segoe com brevidade o
brigue brasileiro Damao, de primeira marcha, tor-
rado e pregado de cobre ; para escrava. e pauei-
rns, Irii-te com o contigpaUrio Jos Joaquim Dias
Fernande, ou com o capitao na praja.
PARA LISBOA
o brigue porluguea l'iajante pretende Mguir iro-
preterivelmenle, no dia 12 de aelembro, por Ur a
maior parta da earga prompta : quem alie quier
enrregar o reslo da carga oa ir de passagem, diri-
ji-se aos conaignatarios Thomaz de Aquno Feaee
ca i Filho, ou ao cpilu, o Sr. Manoel do
Sanlot.
_____
___________LEILOES.___________
J, P. Adour C. tarjo leiUo por intervaojao
do agente Oliveira, em prasenja da Sr. caaosdle
d > couaulado de Franja, a por eonU e tvaao deqnem
p;rtencer, de oilo caiai de fatendat com a marca
J.l'A & &, e ns. 1735, 1736,1740,1742, 1745,1746,
1147 e 1744, salvadas em calado ao d nava fran-
cez Gstate II, capiUo Jacq, recenUaaaaUo naufra-
gi do, e contando caroeira frucexai, tola eooro
di porco para corrieiro, papel de liza, chinela, ta-
p lo para senhora envernisados e de tetiot, braae-
guius elsticos para homem, plumas para eafeiUr
chapeo de senhora., cordos da teda, liras .da caejro,
farros da teda, pala, aaa de 'alio, chapeos aafei-
tidot para meninos, dito de montana para se-
nliora, chapeos de fellroi para homem,. fil da seda
hordapo e liso, bieo de algodao, grata para arreios
e um par deboloe, e 2 piilcairas da euro : sabba-
co 25 do coeeenle at 10 horai cal ponte : no ten
i rmazera sito na raa da Crax.
Oagenle Borja fara leilao em sea armazem, na
roa do Collegio n. 15, de tima infinidade de objec-
los como bem : nm sortimento eoatplelo de eaira
oe marcinera, meios aderejos de uoro, relogio dif-
fi cenes para algibeira, vasos de podra para jardim,
p.-dras para sepultura, qaiuquilharias diversas, ama
pnrjao de cadeira genoveztt de divena cora, um
of limo carro de 4 rodat, e oatrss muilo* objecio
COMMERCIO
aLFANDEGA.
Rendimenlo do da 1 a 21. .
dem do dia 22 .
204:5918959
24:4728990
229:061949
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
O Exm. Sr. desembargador presdeme do Iribnnal
lazar publico,
que lendo de ter prvidos ot dous olllcios de esrri-
vlet de appllacOsrr? aggravos rio referirto tribunal,
crendo pelo riKulamenln n. 1597 do 1- de maio do
corrente annojeonvida o prelendente a apreaeola-
rerr-se na secirelaria do meimo Iribnnal com seu
reqiierimeutos,, no prazode 60 dial, a contar da pu-
blicnjiln desle edllal, daladoa a assignados pela parl
ou seu procurador, acompanhados de folha corrida e
mais documentos qae enleoderem convenientes,sen-
do lodos devidamenle sellados e instruido, alm dis-
to, cim cerlidlo de idade e do exame da sofiiciencia,
para que, sendo Informados, lenha depoi sea com-
petente deslino.
Secretaria dn tribunal do commercio da provincia
de Pernambuco 17 de julho de 1855. Maximiano
Francisco Duarle, oflicial-maior interino.
A eamara municipal desla cidade faz publico,
qae netla data lhe fez Miguel Esleves Alves riecla-
rajlo, de haver montado um eslabeledmento de car-
ro unebres, na rna da Sentala Velha do bairro do
Recite n. 126, om a condijde do regalamento do
cemilerio.
Pa jo da cmara monicipal do Recife em sesso de
22 dn agosto de 1855.Bario de Capibaribe, presi-
denta.Manoel Ferreira Acdoli, secretario.
O conseibo de adminislrajao do rancho do ba-
lalhao 2.' de infamarla, precisa contratar os general
tegu nle para fornecimeolo das prajas do mesmo
balalhao, em o mezes de setembro a dezembro do
que se acbam palete do memo armazem
cerno diversos pasa
ra, 23 do corrente, as 10 hora.
cemo diversos pasearos cantadores, ele. : qoinla-fei-
^- Tasso Irmaos fazem leilo, por Intervencto do
cerrelor Roberlt, a por conta de quem periVaeer,
de 200 barrica eom farinha da trigo, das marcas*
Haxal e Richmond City Mills, lendo algnmas loque
dn averia, chegadas pela escuna torato Maranhlo,
em lotes a vontada dos compradores : quinla-feira,
2 do conaate, as 11 horas da maatuTa, no sea rma-
te n do becco du Gonralves.
Os administradores da casa de Deaae Yaaiaa A
C. tarto Uilao por intervenjao do agente Oliveira de
8c caixa de cha' verde, e cerca de 650 libra de ea-
a em bruto: quinta-feira 23 do corrente a 10 ho-
ras da manli, a' portada alfandeaa dela cidade.
No metmo lagar serao em seguida vendidos, por
conta diversa, varios |barris de ptimo vinho do
Porlo.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da aifandega
desla cidade, por conla e rsce de quem pertetteer,
e inr iiitervcnrao do agente Oliveira, e cunHaaara
o leilSo da fazenda averiadas de agua salgada, sal-
vadas de bordo da barca franceza Gustavo II: x-
la-feira, 21 do crranle, as 10 horai da manhia, na
dila aifandega.
AVISOS DIVERSOS
- .0 Sr. Dr. Joao Florines Dia Brrelo nao ae o
autor da correspondencia que rol publicada totano
tituloo Sineiro do Carmo.Os redactores
,UI AO PUBLICO.
Ot herdelros da D. Filhppa M.rii da Eialj.'o
prolatum centra qualquer venda tu Irauaaejoa que
r to de litigios fazem o presente ahnnncio.
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AS Di PROVINCIA.
^Hpthesoureiro manda fazer
S esto expostos a venda
|das loteras, ra do Collegio
II. 15, o bilhetes da 4- parte da primei-
ra lotera, para edificado da casa doGym-
nasio Pernambucano, cujas rodas andam
imprelerivelmente no da 12 de setem-
bro. Secretaria da thesouraria das lote-
ras, 23 de agosto de 1855.O escrivao,
Luiz Antonio Rodrigues de Almeida.
m
OIM'O OE PERMJBUCO QUINTA FEIM 23 DE 60ST00E 1855
m*>
RMARDADE DA GLORIOSA
SANTA RITA !E CASSIA.
Tendn a meta regadora de festejar no da dnmin-
Ro, 26do crranle mea, sua miraculoia PADROEI-
RA com (oda solemnidade, principiando na madru-
gada do dia 25, cem o levaotamonlo da bandeira da
laetnia SANTA, a qaal conduzida por nm curo de
trgtas, e acompanfuda pela baoJa de msica mi-
lar, percorren u raai oais prximas a sua igreja,
na nerte deste da havera vesper.is, e naquelle se
preenchera' a fesliridade, com ama excellente mis-
sa que prelendem apresentar o Rvm. padre Primo
e Alejandrino, profeasores de orchestra ; a banda de
msica militar do batalhio de S. Jote locar antea
de entrar os aclos festivos e depois destes, os lis
lincloa oradores da capaila -imperial Fr. Espirito
to padre-mestre Capialrano. pregarlo o* ser-
*, asndo o primeiro oa testa, e o segando no TE-
l!M; 'Ando o qaal te reeolliert' a bandeira com
M asesinas formalidades do levintamenlo : amata
rasado aproveila a occaailo para convidar a todo*
eharitaimos irmilos, a quecompareeam aos referidos
ato*.O eserivao, Jos Francisco de Puna Ramot.
Desapparerea no di 18 do correnle, da casa
do Sr. Joaquim Ruzebio, morador na roa do Ran-
gel, bm crloulinho de nome Manoel Salustiano, de
nilo annoa da idade, o qual lie arroieado da cor, com
tigoaas de bexigat que sofTreu a seis mezes ; levan-
do camisa branca a caifa de quadros ja desbotadpt ;
suppde-se estar occolto para ser vendido como cap-
livo: quem dalla der noticia a mu do dito criooli-
nho residente no aterro da Boa Vista sobrado da as-
quina casa doSr. Dr. Aulran, aera' recompensado.
"~ Noda ?*' a*11_hor>. o sala das audiencias,
depois de Anda a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se nao
de arrematar os movis a roais objeclot pertencentes
a herauc.1 da Uada Roa de Lima.
No aterro da Boa-Visla n. 11, loja de funilhei-
ro francez, precisa-se alugar um prelo de 12 a 14
annoside idade, para o serviep da loja.
*\Mt%fyV:
Ocautelista Salustiano de Aquino Fer-
reiiH declara mui positivamente, quenun- ns. 2V
ca compiou bilhetes fiados das loteras da
provincfa ao Sr. tliesoureiro, aquem na-
deve: vio-se elle Drootio cautelista
da
propt 10
obrigado a responder ao annuncio pu-
blicado no ce Liberal Pernambucano n.
858 de 21 de agosto deste anno, a(im de
salvar a sua reputacao. Pernambuco 22
de agosto de 1855.Salustiano de Aqui-
no Ferreira.
Sacca-se qualquer quantia sobtea
praca do Rio de Janeiro, com toda a se-
guranza : r.a ra do Trapiche, n. 40, se-
gundo andar.
100,000 RS. DE
GRATIFICACA'O- .
I 28 de marco do corrente anno ,
fugio go, de 20 anhos de idade, pouco mais
ou manos, rosto redondo, dentes lima.-
o, cabellos carapinlis, cor fula e com
irincipio de barba, levou vestido calca
algodSozinho azul e camisCde chita
w de rosa, e mostra ser imiitPIumilde
pela numsidiio com que falla : este negro
Sliando fugio estava-se curando de urna
stula que tinlia na verilha. esquerda, e
tMava grande quantidade depannos
o e rosto, foi escravo de urna viuva
>ra no Bonito, para onde suppoe-
Jer-se ausentado, em razao de constar
elle tem ilhos na mesmacomarca; ja'
he a primeirs vez que foge, depois
sabio do poder da diU viuv, e nes-
ccasioes inculca-se forro, e como tal
Iba por jornal em diversos eng-
<>u obras: roga-se pois as pessoas
do mesmo tiverem noticia, queiran?
ihende-lo econduzi-loarua do Viga-
n. 5, que receberao a quantia cima
^^^Uada.
-lHEnvaO.
cautelista da casa da fama do Aterro
Boa-Viste n. 48, Antonio da Silva Gi-
maraeti, faz sciente ao publico, que ven-
dea obilhete inteiro n. 426, com 6:000$
rs., dividido em quatio (|uartos, as-
como outro premios de 2003000 e
190*000 rs.
g dja 23 do cot/enlc, peranle o Illra. Sr. joiz


*
f
freguezia da Boa-Vsla,
lar 1 barril de vinagre da Lisboa
iliado em 20fO(M), 2 pipas valias
70O9 cada urna, 100 botijas va-
pintados a 400 rs., 6 bacias
ns vito praca por evecucao
Foaseca conlra Manoel Bernar-
da paz do
sanio d
nWmHc
arqamdii
ata* a 30 rs
brancas a 3601
da Francisco
reo Ritrfiro.
Attenco.
MU no dia 20 do crranle mea om escra-
Jot, o qaal he canhecido nesla praca
ataiga, de naeao S. Thom. rnuito be'ro
Illa e cheio dn corpo, semblante
ito prelo, cabello am lauto grande, so-
l lauto Techadas, bocea grande, dentes
'o, quaodo anda pesa-Ihe os pos, tem no
do ariaacosturas de ama escaldadela, e o
po groato, e sobra ama da costaras em ci-
l ama pequea farida ; levou calca de gan-
wixo deUa ama de riacado azul a braoce;
e-te ti autoridades policiaes e capiles
ampo que o apprehendam e leveiu ra larga
m Rosario, loja de miudetas de Manoel Jos Lopes,
ajae sarao bem recompensados.
Jalo Fernandes Marques a Silva vai ao Rio de
Janeiro por causa de sua mo'estia.
A,u-.o segando andar da ra larga do Ro-
lo a. 28 : quem pretender, dirija-se ao mesmo
"dar, das 10 horas as 2 da Urde.
irato-s ha das o A.' volamo da Caitela San-
winaria : qo#m nTer achado, leve a roa Nova n.
, que se recompensar oseu Irabalho.
Precba-se alagar um prelo oa moleque : na
nu da Senxala Nova n. 38.
GABINETE P6RTDGEZ DE
LEITEA.
Por ordem da rectora se faz saber a lodos os
SLEiel",,,?J^,nlh^ ""'.' lar aber-
l desdo -.9 Imth da manha. a. 2 d, (arde, e das i
i m *a poro, em qae cheg.r ,apur da Euro.
a soaafactaraaalO. famlnm, ,e g saber ao,
aaaaaos atBhoret, que para mel,rordem do ,_
tenle ileVaro Ilter os sMWpedidos para Isiuri t\-
** P* aaorlaio, designando o numero que na
Jargern do catalogo corresponder a obra que pedi-
r*-; para o qae te podero manir de catlogos e
pplclenlo, qae com o* ejemplares dos novo -
Watos sa achara em podar do guarda bibliolhecario
para seren disiriboidos.Vieira BiaOro, 1. secre-
tario.
OnVete-M um rapas brasileiro para caixein
ATTENCAO,
Manoel Antonio boncalves, com
estabelecimento de obras de ouro e
* prata na praca de Pernambuco,
constando-lhe que di versos vendedo-
8 res de jotas pelo matto. se tem ser-
vi do de sen nome em seus negocios,
J tez constar para evitar engaos, que
M nao se responsabilisr. por transac-
J cao alguma que clles fizessem ou
possam fazer, de qualquer nature-
za qae seja, pois a ninguem autoti- a
sou para isso.
Recife 15.de agosto de 185. jt
Illm. e Eim. Sr. presiderile.Jos da Rocha l'a-
raolioi, lando soffrido pielericilu em seo direilo da
thesouraria de fazenda d'esla provincia relativa-
mente a cobranra da quantia de douscoulos e tan-
tos mil ris, que a mesma fazenda Ihe he devedora,
provenienle de medicamentos que o sapplicanle for-
necera para os hospilaes regimentaes desla cidade, e
islo nao obstante ordem eipressa do thesouro que
exiga prompla infraiacao. e (ambem as reelama-
cSes do supplicante, nesla collisSo recorrea elle V.
Ezc. por ama pelicAo para ver se por esle modo, se-
ria despachada a ana pretencSo; mas suceedendoqae
lendo V. Eic. mandado informar mesma thesoura-
/ia, esta por motivos qae o supplicante ignora, tem
detido desde o t. de junho al o prsenle a referi-
da informacgo por V. Exc. eligida, cansando desla
arlo ao supplicante grave prejuizo ; por isso o sup-
plicante de novo recorre V. Eic.afimde que como
primeira aotoridade administrativa da provincia se
digue mandar que a referida thesouraria haja.de dar
informacao por V. Exc. exigida. Nesttt termos,
pede a V. Exc. assim Ihe delira.E R. Me Jote
da Rocha ParanJtot.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Palacio do governo 28 de julho de 185.Fiqud-
redo.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Sahio nesta provincia a sor te de 10:000,$
rs., em o meio bilhete n. 5585, aim de
ou tros de 400.$. 200 e 100$ ris: os pos-
suidores de tees bilhetes, queiram ir re-
ceber os seus respectivos pt emios. Acham-
se a venda os novos bilhetes da lotera 4-
do theatro -de San-Pedro de Alcntara,
que devia correr a 18 do presente; as
listes esperam-se no dia o de setembro
vmdouro: os premios sao pagos depois
que se tenliam distribuido as mesm.is
listas.
O abaixo assignado, cauteliste das
loteras desta provincia, leudo um annun-
cio estampado em o Liberal Pernam-
bucano f. de 21 do corrente, declara a
bem de seu crdito que- nao deve quantia
alguma "ao Illm. Sr. thesoureiro das lote-
ras desta provincia, e mesmo que nun-
ca comprou fiado bilhetes ao mesmo Illm.
Sr.Antonio Jos Rodrigues de Souza
Jnior.
O PANTANO DE OLINDA.
Approximaudo-se a eslaclo calmosa e aehando-*e
os habitantes desta infeliz o desgranada Ollnda pro-
pinguos a morrerem de sede pela falla absoluta
a agua, aerescc que procara.ndo-se lodos os meios de
tornar menos insalubre a cidade do Recifa, se haja
esquecido.que expolio o pantano de 01 inda aos raios
do sol, estaodn lodo coberlo de lama, que em algons
lugares tem 20 palmos de profundidade,naturalmen-
te com o vento norte que se approxima devem os
miasmasserem levados ae Recite, principalmente
aos bairros de Santa Amaro e Boa-Vista, e Dos sa-
be os males que dahi podem apparecer! no entretan-
to que se eilive.se o rombo do baldo tapado, eslava
aquella snperficie coberla d'agoa, e nao haveria se-
melhaule nial ; por estas ratees, pois, dirigimo-aos
ao Eim. Sr. piesidenle da provincia para que se
digne lancar suas vistas para esle foco de infeccao,
que pode ser remediado com tao poaco, e que pode
causar grandes bens i salubridade e a sede ; e se S.
Exc. ouvir aos Sr. mdicos melhor saber,
humildemente Ihe represeottm
Os rttoradooti de Sanio Amaro.
Aluga-se na Soledada a casa n. 58 com quin-
tal e cacimba : a tratar na roa do Queimado, loja
o. 61.
' Precisa-se de ama ama : no alerro da Boa-Vis-
Un. 60.
O abaixo assignado compra qual-
quer escravo doente de morpha, ainda
no ultimo grau da vida, e tambera cura
qualquer pessoa livre, tanto de morpha
como de ery si pela, tendo ja' arestins, as-
sim como os cancros em qualquer estado
que estejam : os pretendentes drijam-se
a ra do padre Floriano, esquina a d-
reita indo para a mesma, h. 18.Manoel
Borges de rVIendonca.
Aos Illms. Srs. jnizes e magistrados.
He chegado a praca da Independencia
. 24 a 50, loja de J. O. Maia, as verda-
deras e muito superiores pe les de ar-
minho.
______
Attencao !
O cauteliste Salustiano de Aquino Fer-
reira tem toda a probabilidade de vender
os tresprimeiros premios da terceira par-
te da primeira lotera do Gymnasio Per-
nambucano, que tera' seu indubitevel
andamento quarta-feira 22 de agosto,
pela mui rica e variada numeracaode bi-
lhetes comprados em grande escala ao Sr.
thesoureu-o, sao pagos em continente to-
dos e quaesquer premios que elles obtive-
rem, logo que se fizer a distrbuicao das
listas. Pernambuco 21 de agosto d'e 1855.
O cauteliste," Salustiano de Aquino Fer-
reira.
O hachare! Jos de Su Cavalcanli Lini embar-
ca para o Rio de Janeiro, e leva em ana companhia
seu escravo Cacimiro
Sendo n perfeicao e limpeza no fahrico dos g-
neros alimenticios, que formara o ponem noitrnm
quotidianum, a melhor e mais desejavel recommen-
daca^o para o paladar, assim como para a corporrn
hygiene, recommenda-se an publico a padaria da
ra estrella do Kosario n. 13. nos arligos bolachoas
Crimea, bolarhinha Lisboa, dila ararula, latas e
biscoilos, holachinha Sebastopol, dita guerra do
Oriente, a bem assim bichas de Hamburgo de 8 pol-
IfRidas de eomprimento, dus quaes unaa.a produz
o elle i lo da 8 das comrouoi.
Todo isto a cobre oa seda
Ouro oa prata no baldo ;
(Jijando mesmo espertalhao '
Seja o freguez, compra a Ida,
Se goslar de coala boa.
Assegura-se qne infallivelmenle hao He agradar os
presos.
Qaem achou e quizer restituir nm cachorro de
raca dos de Terra Nova, aioda muito novo, tem o
pello comprido, cabeca toda prela, orelhaa grandes,
o corpo com malhas pretas e brancas, sendo os qoar-
los qoisi lodo branco, e pona da cauda lamben)
branca, pode dirigir-se ra Augusta n. 19, qae se-
ra gratificado com generosidade.
CONSULTORIO DOS POBRES
SO mUA NOVA 1 AHIaU 50.
O Dr. P. A. Lobo Mosco/o d consultes liomeopatilicas todos os das aos pobres, desde i) horas da
manliaaaleomeiodia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noile.
Onerece-se igualmente para praticar qualquer operadlo decirorgia, e acudir promptamente a aual
qner mulherque esleja mal de parto, e cujas circumstancia nao-permiltam pagar1 ao medico. .
NO CONSULTORIO DO DR. P. A. LODO I0SC0ZO.
50 RIJA NOVA 50
?EJDESE O SEGUINTE:
Manual
completo de meddicina homeopalhica do Dr. G. U.'jahr, traduzidoem por
luguez pelo Dr. Moscozo, qualro volums encadernados em dous e acompanhado da
um diccionario dos lermos de medicina, cirurgia, analomia, etc., etc.
Ced>ce-se um primeiro andar na ra largado des, bangalaa muito finas, lima ensarnada .vnl
Rozarlo cjm muilos commedos medanle urna pe-proprii para rlacar livros..Alm de lado u i ootras
quena lava, acresce mais que he de um alugoel Imuiliisimascouiastudo de muito boas qoalidadee.
a que sa vendem mais barato do que am aotra qual-
quer parle : oa roa do Queimado nos qaaue caatoa
2OJW00
Esta obra, a mais importante de lodasaiquelralam docslndoe pralicadahomcocaihia, por ser ii nica
.=1' ""f. /KSSfSri t"t? doutrina-A PATUOGENESIA OU EFFETOS DOS MEDICA-
SIOS NO ORdAMSMOEM ESTADO DF.SAI'DK
que
aUNToaj nu tmt.AlMSMU KM CSIADO DE SAUDE-conhecimenlos que nao podem dispensar as pe
soas que se querem dedicar n pratfca da verdadeirmedicina, interessa a lodos os medico que qaizerem
experimentar a doutrina de Hahnemann, e por si meamos se convenceren! da verdado d'ella: a lodos os
razendeiros e senhores de engenho que esUo longe dos recursos dos mdicos: a lodosos capiles de navio,
qne urna oa ou Ira vez nao podem deixar dn acudir a qualquer incommodo seu ou de seus Iripulants
a todos os pas de familia que por circumslancias, que nem sempre podem ser prevenidas, silo lobrig-
dos a prestar incontinenti os nrlmeiros soccorros ero suas enfermidades.
J vade-me m do homeopalha oa tridactlo da medicina
tambero til as pessoas que se dedicara ao esludo da homeopalhia, um vola-
IVUIU
ulai,
domestica do Dr. Bering,
da homeopalhia, um voln-
me grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina ......
O diccionario dos termos de medicina cirui-Ria, anatoma, etc., ele, encardenado. :uooo
h.,em.lV.rdai'"os e bem preparados medicamentos nao se pode dar um passo seguro na pralicada
t1'''! E2P* a ^ eslabl"'""' > lisongei de te-lo o mais bem raunlado po.siv.1 e
ninguem dnvida hoje da grande sup.rioricade dos leus me Bolicas a 12 tubos grandes......... wmwi
Boticas de 2 medicamentos em glbulos, a 10, 12 e'lSOOO rs....... ^^
Ditas 36 ditos ..... ort*n
Ditas 48 dito. ... ;' fgSnr.
Dilas 60 ditos l .................' orwSrS
Ditas 144 dito, ......::;* ..... IS.
Tubos avnlsos........ ............ bOSOOO
Frascos de meia onca de tincur. .'.'!!!!!! ....... S85
Dijo de verdadeira lindura a rnica.......... ....... jguuu
mJTJH^ISH na'emPre venda grande numero de lobos' de cryilal d diversos (am/ahoV
de e
o qae
Roga-se a cerlos senhores que assistiram na
noite 18 do correnle ao aoireda ra Direila, que
levaram dous chapeos de sol de seda furia cores,
sendo um cabo de osso outro de madeira, juo-
tameule outro dilo de cabsca, de baela Tina, cor
de chambo, queiram mandar entrega-Ios na mesma
casa roa Direila n,91, pois ja se loaa qutm loram,
e nao fazendo entrega no prazo de 3 dias scrao seus
nomes publicados uesle jornal.
AMA DE LEITE.
Na ra do Queimado, sobrado n. 19 tem para alu-
gar-se urna excellente ama de leile,: a fallar na loja
do mesmo sobrado.
Precisa-se de ama amaqoe saina coser, engomar
e eolenda do arraojo de ama casa de pouca familia :
a tratar na roa da Cadeia do Recife n. 53, segundo
andar.
Quem .annunciou precisar de) 600*000 a pre-
mio, com o juro favoravel de uBSjfcsr cenlo ao mez,
sobra hypotheca em ama casa no baVro de Santo An-
tonio, que rende 14*000 meosaes, declare a sua mo-
rada para ser procurado.
Cusa de commissao de escravos.
de taberna, o qaal ainda
pretender aanuncie.
esli arrumado : quem o
rr Precisase alugar nmcanoeiro eicravo : na ra
Wa n. Ti, deposito de caldeireiro.
Precisa-se da ama'criada para o servico de
fcBasa de poaca familia (sern meninos) qae seiba
eaempenliar este lefar; pan-se bem, a pre-
>e alguma portuenaza, ainda que se Hm faca
algnm dianlamenlo para pagar algum encargo da
* viugem : a, tralar la ra do Queimado o. 35,
loja de ferragens.
Preciaa-se de 1501800, daodo-se por pagamen-
servicos de ama escrava moca, robusta, cozi-
wra, enfommadeira emoli zelcsa para meninos.
a>os aloguaii seconvencionar : quem quizer fazer
easa negocio aoouneie.
Preeiaa-se para casa de um bomem viovo e sem
!i? *f *.??* *'"a de meia idade, embora
nato aann habilidades, com tanto que saiba comprar
tazar o mais servico interno de urna casa.
Jardim publico em Pernambuco, ra da
Soledade n. 70.
esle jardim ha muito grande variedade de novas
alidadas de rosas, vindas de Franca esfe anno, as-
enlo lamben) daliis e oulras flores como sejam:
alia*, qaelazes, Rloscinia de flor azul etc.: as
Inoras amantes dns flore, e qae pela fesla quize-
aaa (er em seus ardins novas qaalidades de rosas,
lo percam lempo a mandar por ellas; lambem ha
nUo novas qualidadea de figos, uvas deaoilo qoa-
jdes eeeolhidas, silvos que dio amores, medro-
giras, magnolia, flor, sapolaa a sapolis, froeta-
pa e larnageiraa para eneherUs ele.: recebem-ee
'promplam-se encommendas a primos moderados,
> para o centro de.la pYovinria 'como lambem
as mais provincia, do sol o Borle, e se allanes a
perfella entidade deslas plantas.
Precisa se de ama pessoa para criado : na roa
Nava d. 2, primeiro andar, a fallar das 10 horas ao
roete dja.
nm eaixeirn qne tenha pralica de
letana para lomar conta de orna por balanco- a 1ra-
Ur oa roa da Senaalta-Velha padaria o. 98.
Na roa Direila, sobrado de 3 andares defronlc do
becco de S. Pedrp n. 3, recebem-se escravos de am-
bos os sexos, para se vender em commissao, nao se
levando por esse Ira b. I lio mais do que dou por ren-
to, e sera despeza alguma de comidorias, offereceo-
uo-se ajara isto lodos os commodos precisos para os
ditos escravos.
Adverle-se ao Sr. Salustiano de Aquino Fer-
reira ou oulro qualquer Sr. cautelista, nlo pagoe.se
por ventora sahir premiado o meio bilheU n. 4038
,-,"'"!" P-te u^pjjweira lotera a beneficio do
ni.Ta? 1'ernabno, visto ler-se desencami-
mlni 2JS. d \bai, ""do, a quem nica-
mente pertenca-Manoel Ignacio de Azevedo Car-
Precisa-se de ama ama para servico de casa do
VL ^rJJJT' M Tua-<1" Triucheiras n. S,
loja de larlarugueiro. '
Perdan-se urna braceleir. de ouro na noile de
lo do correnle, o dono recompensan, a entrega na
roa da Cadeia de Sanio Antonio n. 14, primeiro'ao-
Precisa-se de ama ama forra ou captiva nue
saiba engoramar e fazer todo servico de urna casa da
pouca familia : no alerro da Boa-Visla a. 33.
Aluga-se urna casa em Beberibe, iodo do Ca-
nhenga para o porto da Madeira.com commodos para
grande familia e deceule, com banho do rio no fun-
do : a fallar no mesmo sitio, ou na roa do Queima-
do n. 20.
Na sala ue barbeiro da ra da Cras do Recife
n. 48, precisa-se de um ofllciai de barbeiro, sendo
branco ou pardo.
Est justa e contratada a compra do sitio, silo
no alerriuho do Giquiu, ao Sr. Flix Cantalicio de
Barros ; se alguem se julgar com direilo a elle, an-
nuocie por sle jornal, no prazo de 3 dias, ou diri-
ja-se a ra Direila o. 104.
Precisa-se alagar ama negra que saiba vender
na rna : na Camboa do Carmo n. 6.
Precisa-se alagar um prelo para padaria, es-
cravo eu forro, sujeilando-se as condicoes : as Cin-
co Ponas n. 106. padaria.
Precisa-se de urna ama para o serviep interno
de urna easa da pequea familia : oa ra estreila do
Rosario n. 10, lereeiro andar.
lima malher de bons coelnmea se ofleiece para
tr ama de alloma casa de poaca familia, oa homem
Mlteiro : quem precisar, dirija-se ao becco do Rosa-
rio n. 2.
Panorama.
SECUNDA EXTOSnCit.
FKEDK LEMBCKE
lem a honra da avisar ao respcilaval publico, que na
segunda-fe ira 20 do correnle, vai expr novas vis-
las, que nesla provincia linda nao se (em visto, na
ra da Cadeia confronte do convenio de San-Fran-
cisco, que sao as ssJMnles:
Rio de JaneiroTemada de Sanla-Thereza.
Os Russianos, habitantes dos montes, patsando a
passagem sobre o Caucasuj.
Bombardeamenlo de Sebastopol.
Illnminacao do palacio do imperador da Russia.
O desembarque dos alliados em Kerlsch, na Cri-
mea.
Sebastopol.
Interior da igreja do Sanio Sepulcro. ,
Bom-Fim, da Baha.
O preep he 500 rs. cada pessoa, acha-se aberlo das
o as 9 horas da noite. _
s TYPOGRAPUIA DO POVO REPUBLICANO.
Na 'ua Direila n. 5, primeiro andar, se acha esta-
blecida urna t)pograhia provida de ricas fonles de
typos para imprimir qualqaer, obra, piriodico e ludo
o que diz respeito a ama oflicina desla genero :
quem quizer utilisar-se della, drrija-se mesma ca-
sa, que encontrar com quem tralar. Os trabdlhos
felos nesta oflicina sarao sempre execotados por pro-
co mais commodo que em oulra qualquer parle, e
qualquer Impreaaio ser feila com o melhor gosto.
aceio prnmplidao.
Qaem achou e queira restituir urna cabra
(bicho) prenha, loda prela. com urna cria bastante
crescida, lambem prela, sendo do jnelho para bailo
branco, dirija-se a ra Direila n. 93, que ser grati-
ficado com a importancia do valor da mesma cabra e
fllha.
O Dr. Ribairo. medico, contina a residir na
ra da Cruz do Recife n. 49, segundo andar.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de urna casa de pouca familia : na ra da Ceucor-
dia n. 26.
O abaixo assignado. morador na roa do Cabo'-
ga u. 4, desoja sabor se nesla provincia, oo na da
Parahibi, oa em oulra qualquer, existe Jos de Fs-"
na Coulo, oo pessoa que por elle se interesse. a ne-
gocio que mullo Ihe interessa.
Y Manoel Joaqoim Dias de Castro.
D. Francisca Thomazia da ConceicSo vende as
suas casas, na ra Augusta ns. 35, 70.90 e 92 ; na
na Imperial ns. 18, 20, 22, 30, 32, 34, 50 e 52 ; as
Lineo Ponas n. 34 ; no becco do Peixoto ns. 13 e
15, e na na Direila n. 71 : as pessoas que tiverem
em dilas casas hypotheca, embargo, penhora ou di-
reilo ao exigirem algnm onus, derlarem por este mes-
mo Diario, no prazo de 8 dias ; e as pessoa que qui-
zerem comprar cada urna das dilas casas oa todas,
eoUodam-se com o procurador da annunciaule e seu
hlho Antonio da Conha Soares. Goimaraes, na ra
do Rangel n. 56, que tera tem poderes para fazer
a venda. ,
COMPANHIA PERNAMBLCANA.
Es* empieza pretende contratara cons-
trucc^io dos trapicbM e armazens em Se-
rinhaeme no Gamella, (no Rio Formoso,
pontos da escala de seus vapores, ao lado
do sul, e em Itapissuma e Goianna, ao
lado do norte, sob as condicTies serum-
te*:
Clausulas especiaes da arrematacao.
1. As obras para a constrnecao destes
trapiches serao feitas de conlormidade
com as plantas e orramenlps, approvados
pela direccao da companhia, na impor-
tancia o de Serinhaem rs. 4:855#320, o
do Gamella rs. 11:267$00, e o de Ita-
pissuma rs. 7:7558000, e o de Goianna de
rs. 6:913^1000.
2. Estas obres aeverao principiar no
prazo de 15 dias, e indaro no de 4
mezes, ambos contados do dia da assig-
natura dos contratos.
5.. O pagamento destas obras sera' fe-
to em tres prestac.Oes iguacs: a primeira,
no dia da assignatura do contrato; a se-
gunda, quando estiver l'eita metade da
obra, ea ultima, quando estiver mteira-
mente concluida, Gcando responsavel o
arrematante por esparo de um anno pela
sna conservaco e solidez.
4. 0 arrematante prestara' urna Can-
ija idnea nesta praca : para tratar di-
rija-se ao escriptorio do Sr. F. Goulon,
ra da Cruz n. 26.
:
i J. JANE, DENTISTA, 2
contina a residir na ra Nova n. 19, primei- l
9 ro andar.
TRATAMEHTO HOMOPATHICO. '
Preserva tico e curativo
00 CHCILERAMQRBUS,
PELOS DRS.
. ^H^wtae: jnE: -.-*...
ou ms rucSao ao povo para se poder curar desla enrermidade, administrando os remedios" mais ellieazes
ePm q. na'o o", ?*"* '"""* medC0' U meSm para CUr"-|a KKMt, logares
TRADZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO
Estes dous opsculos conimas indicacees mais claras e precisas, so pela sua simples e conclsaex nesi-
CS. a.ia ao alcance de (odas as intell.gencias, nao s pelo que di. respeilo aos meio, curafiv3 como nrin
cipalmente aos preserval.vo. que lem dado os mais salisfaclorios'resullado. em toda Harle em a"c
elles lem sido portos em pralica. p ,e em 1ue
v.i.^ri l1ri"a.mfnl0 homeopathico o nico que tem dado grandes resollados no curativo desla horri-
vel enfermidade. jolgamos a proposito traduiir osles dous importantes opsculo, em lingua verncu-
la, para dest arle facilitar a sua leilnra a iiueni ignore o francei. vernac"
Vende-se unicamenle no ConsullorioM j traductor, ra Nova n. 5'J, por 25000 rs.
DENTISTA,
i
Paulo Gaignoux, dentista francez, estahele 9
cido na ra larca do Rosario n. 36, sgnodo
andar, eolloca dentescomgengivasarlificiaes,
e dentadura completa, ou parle della, com a
pressio do ar. m
Regiment de cusas.
Sahio a luz o regiment das custaf judi-
ciaes, annotado com os avisos que o alte-
raram: vende-se a 500 ris, na linaria
n. 6 e 8 da praqa da Independencia.

EDDUCi'O DAS FILHAS.
Entre as obras do grande l-enelon, arcebispo de
Cambray, merece mu particular men;,1o otratada
da educarlo das meninasno qual este virtuoso
prelado ensina como as mais. devem educar suas (1-
Ihas, para um dia chegarem a oceupar o sublime
lugar de mi de familia ; torna-se por lan > urna
necessidade para lodasas pessoas qae desejdin eu-
a-las no verdadeirocaminno da vida. sl a refe-
rida obra traducida em porlusuez, e vende-se na
livraria da praca da Independencia n. 6 e !), pelo
diminuto preco de 800 rs.
O Dr. Sabino Glosario TulSero" Pinho,
mudou-se do palacete da ra de S. Francis-
co n. 68A, para o sobrad de dons anda-
resn.6, ruada Sanio Amaro, (mundo nova.)
REMEDIO IMCOMPARAVEL
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quemudou a sua aula para a ra do Ran-
gel n. 11, onde continua afgeceber 8lum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico tpreco como he publico: quem se
quizer utilisar deseupequno presumo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer hora dos dias uteis.
O SOCIALISMO.
Pal* general Abren e Lima.
Acha-se i venda na loja de1 livros dos Srs. Ricar-
do de Freitas & C, esquina da rna .de Collegio, e
em casa do autor, pateo do Collegio, casa a n: arel la,
no 1.' andar ; encadernado de todas as formas, por
maior ou menor preco, segundo o (oslo dos compra-
dores. A edicSo est quasi esgoleda, epoacose- Gengivas escaldadas,
ampiares reslam. Esta obra, ero que se acha trata-
da a marcha do genere humano desde o. primeiro
homem al nossos dias, perlence a lodas as classes
da soeiedade, e he, por assim dizer-se, o evrngelho
social, porque Della estilo consignados todos ns foros
dn humanidade. As suas doatrinns esto, portento,
ao alcance de (odas as inielligencias.
MASSA ADAMANTINA.
Ra do Rosario n. 36, segundo indar, Paulo Gai-
gnoux, dentista francez, ebumba oa denle; com a
massa adamantina. Essa nova e maravilhosa com-
posiclo tem a vanlagem de enchersem prsalo dolo-
rosa lodas as anfractuosidades do denle, ailquirludo
em poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dar, e permits restaurar os dentes mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva. *
Est a sahir a luz no Rio de Janeiro o
UNGENTO HOKLOWAY.
Militares de individuos de todas as nacoes podem
leslerounhar as virtudes deste remedio incomparavel.
e provar, em caso necessario, que, pelo oso quedel-
le hzeram, tem seu corpo e membros inleiramenle
saos, depois de haver empregado intilmente oulros
tratamentos. Cada pessoa poder-sa-ha convencer
dessas curas maravillosas pela leitura dos peridicos
que lh'as relalam lodos os dias ha muitos annoa; e,
a msior parte deltas sao 13o sorprendentes que adroi-
tam os mdicos mais clebres. Quanlas pessoas re-
cobraram com esle soberano remedio o uso de seus
bracos e perno, depois de ler permanecido longe
lempo nos hospitaes, onde deviam soffrer a aiopu.
laclo Dellas.ha muilaa que havendo deiado esses
asylos de padecimenlo, para se nao aabmetlerem a
essa operario dolorosa, furam curadas completamen-
te, mediante o uso desse precioso remedio. A gu-
ias das taes pessoas, na efosSo de seu recooheci-
mento, declararam estes resultados benficos diaule
do lord corregedor, e oufros rriglslrados, afim de
mais aulenticarem sua aftirmaliva.
Ninguem desesperara do estado de sua saude se
tivesse bastante conlianca para ensaiar ule remedio
constantemente, seguindo algum lempo o (rata-
mente que necessitasee a nalureza do mal, cojo re-
sultado seria provar inconleslavelmente: Oue ludo
cara I *
O ungento he til mait particularmente not
seguintei casos.
Alporcaa.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em ceral.
Enfermidades do anos.
Eruiicoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou Talla-de ca-
lor as extremidades.
Frieiras.
REPERTORIO DO MEDICO
H0ME0PATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
poslo em ordem alphabelica, com a descripeo
abreviada de lodas as moleslias, a indicarlo ohvsio-
logica e therapeutica de lodos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de acrio e concordancia,
seguido de um diccionario da significarlo d todos
os lermos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO NORAES.
Subscreve-se para esta obra no consultorio horneo,
palhieo do Dr. LOBO MOSCOZO, ra Novii o. 50-
primelro andar, por 59000 em lirochura, < 6J000
encadernado.
Novos livros de homeopalhia ruefranc 37, obra
lodas de summa importancia :
Hahnemann, tratado das moleslias chronica, 4 vo-
CASA DE
COHISSAO DE ESCRAVOS
NA
RA LARGA DO ROSARIO.
'N. 22. SEGUNDO ANDAIt.
Nesta casa recebem-se escravos por commissao pa-
ra serem vendidos por conta de seas senhores, lano
para ierra como para embarque ; alianca-se o boro
tralaroento e seguranca dos mesmos, nSo se poupnn-
do asforcos para qoe elles sejam vendidos com prom-
plldlo, slim de que seas senhores nlo sofiram em-
pale com a venda delles.
209000
81060
7JMXK)
OUNO
lfijOOO
9000
89000
169000
10800o
89000
79000
69000
43000
109000
309000
lumes.
Teste, rroleslias dos meninos.....
Hering, homeopalhia domestica. .
Jahr, pharmaenpa homeopalhica. .
Jahr, novo manual, 4 volumes ....
Jahr, moteslias nervosas.......
Jahr, molestias da pelle.......
Rapon, historia da homeopalhia, 2 volumes
rJarthmannL Iralado completo das moleslias
dos meninos.........,
A Teste, materia medica homeopalhica. ,
De Kayollo, doulrina medica homeopathica
Clnica de Slaoneli .......
Castiiig, yeijdade da homeopalhia. .
Diccionario de Nysleo .......
Alllas completo de analomia com bellas es-
tampas coloridas, contendo a descrlpcao
de todas as parles do corpo humana .
vedem-se lodos estes livros no consultorio homeopa-
thico do Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro audar.
9 O medico Jos de Almeida Soares de Urna 0)
0 Bastos, mudou a sua residencia para a rna da {$
K Cruz sobrado amarcllon. 21, segundo an- {;;
,l"r- V
*SS3aS-S"!SSS5f8(
Nlo letido comparecido 'io dia 14 do correnle
mez numero suiliciente de socios i rennilo de as-
serobla serel da Associai;8o Commercial Bencficen-
le desta praca, a direccao convida novannnle seus
socios para comparecerem no dia 23 do corrnnle mez,
pelas II horas da manh.la em nonio, na san das suas
sesses. Sala da Aston.rao Commercial Bimelicen-
le de Pernambuco aos 18 de agosto de 1855.Anto-
nio Marques de Amoriro, secretario.
O hacharel A. R. de Tonas Bandeira, pro fes-
sor substituto de rhelorica e ceographia no lyceu
desla provincia, contina a ensinar as referdas dis-
ciplinas, e bem assim a lingaa franceza, a Ingleza e
pliilosophia, na casa de sua residencia, na ra Nova
o. 23, secundo andar : qaem se quizer lilisar de
seu prest ido, poder procura-lo para esle fin das 7
horas ale as9 da manhla, e das 11 da maanla a 1
da Urde, e deslas desde as 3 horasal as 6.
matriz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de oihos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos. A
Pulmes.
Oueimadelas.
Sarna.
Supuradespulridas.^
Tinha, em qualquer par
le que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do fiuado.
. da arlirularoes.
Veias torcidas, ou n'oda-
das as pernas.
Incl)aces.
Inflammacao do figado.
da bexiga.
Vende-se esle ungento no eslabelecimenloaeral
de l^ndres,n. 344,S(rand,e,na loja de lodos o bo-
ticarios, droguistas e outras pessoas encarregadss de
sua venda em (oda a America do Sul, Havena e
llespau..
Vende-se a 800 ris cada bocelinha, conlcm'uma
inslruccao em porluguez para explicar o modo de
la/.cr uso desle unaucnln.
U deposiio geral he em casa do Sr. Soum, phar-
maceutico, na rna. da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
.'IBLIGAVIO' DO LSTITUTO HO-
MOPATHICO DO BRASIL.
THESJJURO HOMOPATHICO
VADE-MECUM DO
. HOMEOP;ATHA.
Melhodo conciso, claro e seguro de cu-
rar homeopticamente todas as molestia
que affligem a especie humana, e parti-
cularmente aquellas que relnam no Bra-
sil, redigido segundo os melhores trata-
dos de homeopalhia, lauto europeos como
americanos, e segundo a propra experi-
encia, pelo Dr. Sabino Olegario l.udgero
Pinho. Esla 6bra he hoje recouhecida co-
mo a melhor de lodas que tralam daappli-
eaca> homeopalhica no curativo das mo-
lestias. Os curiosos, principalmente, nao
podem dar am passo seguro sem possu-la e
consulla-la. Os pas de familias, os senho-
res_ de engenho, sacerdotes, viajantes, ca-
piles de navios, serlanejoselc. ele, devem
te-la mSo para occorrer promplamenle a
qualquer caso de molestia.
Dous volumes em brochura por 109000
b encadernados 119000
Vende-se nicamente em casado autor,
ra de Sanio Amaro o. 6. (Mundo No-
vo).
Da'-se dinheiro a juros.sobrepenho-
res de obras de ouro e prata: na ra'da
Gula n. 4G,
9 U Dr. t.arolino Francisco de Lima Sanios
9 mora uo primeiro andar do sobrado, silo na
Q- ra das Cruzas n. 18, onde contina no czer-
f) cicio de sua profissao de medico.
*e****-itta>asWi);
Na roa Direila, loja n. 13, ds-se dinheiro a ju-
ros sobre penhores de ooro, em grandes e pequeas
quanlias.
.1
e outras doenras da pelle.
STrala-se com especialidade as alfecces da
pelle, parlicularmenlc a morpha, nu cnsul- 9
w lorio hom 28 RUADASCRUZESN. 28 9
No mesmo consultorio lem sempre grande 9
9 sorlmento de carteiras de homceopalhia mu- 9
9 lo emconla. f)
9 Carteiras de 12 medicamentos a 690OO.
S9 de 24 a 69,109, 12, 159e20SO90. #
a de 48 a 229000 e 289000. 9
9 a da 60 a 269000 e 329000. 2
o de 144 a 559000 a 709000. *
9 Tubos avulios a 300, 500 e 19000. m
Frascos de Untara a I9OOO. m
mdico : quem Ihe couvier dirija-ea ra estreila do
Rozario la. 39, atralar.
No abbado 18 do correnle ausenlou-se de ca-
sa de seu Sr. oroajor Anlnmo da Silva Gasmlo, o
seu escravo Ignacio, crouln, cor prela, lesla grande
e grandes cantos, olhos vermelhos, um dedo de om
dos ps psrlido que parece nma forqultia, he mul-
lo contador de petas; quem pega-lo sera' generosa-
mente recompensado levdndo-o a ra Imperial n.
64, casa d residencia de seu senhor.
Nec?sslU-se de um mosso brastleiro que lenha
bstanle pralica de loja de fazenda, e que d fiador
a sua conducta para urna loja fora da cidade : aa
roa da Gua n. 64, primeiro andar.
Desappareceu no dia 19 do corrente um mole-
qoe por nnme Thomaz, crioulo, com idade de 22 an-
nos, pouco mais ou menos, baizo, pernas finas, na-
*JP*f0' o* de"les da frenle podres, cabellos aver-
meinados.com dnas empingens seccasnos colovellos e
marca de chicote as cosas: quem.o apprehender
I?r?"00 4n8enh0 Francisco da Varzea, ou no Re,
ene a Manoel Joaquim Gomes, na ra da Cadeia de
Sanio Antonio, que ser recompensado.
COMPRAN
.
Deposito da verdadeira tintura de rnica #
9 (irada da planta verde na Svizera. Z
9 Elementos de homeopalhia, 4 vol. 61000
- ********
O Sr. Joaquim Oetaviano da Silva tem carta
na livraria n. 6 e 8 da praca da Iudependeucia.
Compra-sa urna casa al o valor de 1:0008000
para dar a urna orphia : na praca da Boa-Visla n.
33, botica.
Compra-se metal velho, cobre, bronze e lalao :
na ra Nova n. 27, deposito de caldeireiro.
Compra-se prata brasieira e hespanhola : na
ra da Cadeia do Recife n. 54.
Compra-se urna preta de bonil ligara e mocas
que seja hna coslureira e engommadeira : paga-'se
bem agradando : na ra do Trapiche n. 14, primei-
ro andar.
Compraro-se accOes de Beberibe e tilulos da
divida provincial: na ra larga do Rosario n. 36,
segundo andir.
^ Compram-se obras de ouro e prata
ja tisadits: na ra da Guia n. 40, desde
as 7 horas at as 10 da-manhaa. todos os
das.
C,ompra-se urna bomba da metal em bomeslado:
.na estrada de Jpao de Barrs, quina do becco
ao fumbal, casa do porlao azul.
Coitipra-se urna escrava de 40 annos,
pouco niam ou menos, embora sem habi-
lidades, comtanto que seja robusta, gi
saude e seja esperta : quem tiver ann
ci.
Compra-se orna morada de casa que lenha 2
quartos, quintal e cacimba, com chlo proprio, e que
seu cusi nao exceda a um cont de rs. : a tratar na
"ra larga do Rosario n. 32, qae dir quem compra.
Compra-se urna negra de meia idade, qae en-
lenda de cozinha: em Fra de Portas, ra dos Goa-
rarapes n. 16.
Casa de commisao ie escravos* na ra
do Livramento n. 4.
Compram-se escravos de ambos os seos, de idade
de 12 a 35 annos, sendo bons figuras paga-ae bem ;
lambem te recebe para vender de commisslo ; afian-
ca-se o bom tralamenlo e sepuianca dos mesmos.
;$
VENDAS.
Vende-se ac em cunhetei*de nm quintal, por
prec.0 moito commodo :. no armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, praca do Corpo Santo o. 11.
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase jaquetas, a 160
. o cov ido.
Vende-se na roa d Crespo, loia da esquina qae
volla para a cadeia.
Deposito de cal de Lisboa.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, contina
a vender-se barris com superior cal virgem de Lis-
boa, por preco commodo.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3000.
Vendem-e na roa do Crespo, loja da esquina qae
volla para a ra da Cadeia.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 rs. a libra
De areao-da irjvencao' do Dr. Eduar-
do -Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, con gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguz, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz. n. 4.
fama.
Na ra do f/SeMafrio, nos qualro cantos, laja de
miudezas da boa lima n. 33, vendem-se os seRuinles
dos, ludo de muilo boas qualidades e pelos pre-
mencionados, a saber :
antes de lar|aruga para alar cabellos a 49500
Dilos de alisar lambem de tartaruga 39000
Ditos de marflm para alisar 19400
Dilos de bfalo moito unos 300 e 400
Dilos imitando a tartaruga para alar cabello 19280
Loques finissimos a 29. 39 e 49000
Lindas caixas para costura 39000
Ditas para jolas, muilo lindas a 600 e 800
Luvas prelas de torcal e com borllas 800
Dilas de seda de crese sem deleito I9OOO
Lindas meias de seda de cores para crianzas 1|800
Meias pintadas lio de Escocia para chancas 240 e 400
Bandejas grandes e finas 3J0O0 e 49000
Trancas de seda de lodas as cores e-larguras e de bo-
nitos padrees, fitas finas lavradas e de lodas as lar-
guras e cores, bieos finissimos de linho de bonitos
padnles e jodas as larguras, tesooras as mais finas
que he possivel encoulrar-se e de lodas as qualida-
des, meias e lovas de lodas as qualidades, riquissi-
mas franjas brancas e de cores com borllas proprias
para cortinados, e alm de ludo isto onlras mnitissi-
mas cousas lodo de bons goslos e boas qualidades,
que vista do muito barato preco nlo deiiam de
agradar aos Srs. compradores.
A boa fama
Na ra do Queimado nos qualro cantos, loja de
miudezas du boa fama n. 33, veudera-se osseguinles
objeclos pelos preros mencionados, e ludo de mui-
lo boas qualidades, a saber :
Duzia de lezouras para costura a 19000
Duzia de pentes para alar caballos ffcOO
Pecas com 11 viras de (llalavrada sem defeilol200
240
40
640
240
600
60
100
320
Pares de meias brancas para senhora
Pecas de filas brancas de linho
Peras de bico eslreito com 10 viras 560
Carien-inlias com 100 agulhss, surtidas
Majos de rordlo para vestido
Calzas com clcheles batidos, francezes
Escovas finas para denles
Pulceirai encarnadas para meninas e senhotjfc
Linhas brancas de nvelos n. 50, 60, 70 libra I9IOO
Libras de linhas de cures de novello I9OOO
Grozas de boloes para carniza 160
Meadas de linhas liuissimas para bordar 160
Meadas de linhas de peso 100
Carriteis de linhas finas de 200 jardas 170
Grozas de boloes muito finos para cairas 280
Caitas con 16 novillos de linhas de marcar 280
Doria de dedaes para senhora 100
Suspensorios, o par 40
Macinhos de grampas 50
Carlas de alfipetes 100
Caiiinhas com brinquedos para meninos 320
Agulheiros mallo bonitos cum agulhaf 200
Torcidas para candieiro, n. 14 80
Caiiinhas com agulhas francezas 160
Babadosabertes de linho bordados e lisos, a 120e240
Alm de ludo isto ootras moitissimas coasas todo
de muilo boas qualidades, eqoe se vende tnoilissi-
mo baralo nesla bem conhecida loja da boa fama.
A boa fama
Vende-se papel raarfim paulado, a resma a 49000
Papel de peso pautado muilo superior, resma 39600
Dilo almajo sem ser paulado moito bom 29600
Peanas lii.issimas bico de lauca, groza 19200
Dilas muilo boas, groza 640
Caivetes finos de 2 e 3 folhas. a 240 e 400.
Lapis finos enveroisados, duzia 120
Dilos sem ser envernisados, duzia 80
Canelas de marfun muito bonitas 320
Capachos tintados para salas 600
Bengalas ue junco com bonitos caslOcs 500
Uculos de armacao ac, todas as graduace 800
Dilos de ditos de metal branco 400
Lunetas com armacao de larlarnga I9OO
Dilasde dita de bfalo 500
Carteiras i.ira algibeira, superiores 600
Fivellas d juradas para caltas e cofleles 100
Esporas finas de metal, o par 800 e I9OOO
Trancelins pretos de borraja pararelogios 100 e 1
Tinleiros e reeiros de porcelana, o par
Caitas riquissimas para rap a 640 1&000 e
Carteiras proprias para viaaem
Toucadores de Jacaranda com bftm espelho 39000
Charuteirai de diversas qualidades 160
Meias de laia muito superior para padres 29000
Escovas Hntsiimas para cabellos e mapa, navalhas
linissimas para barba, luvas de seda de todas as co-
res, naias pintadas e croas de moito baas qaalida-
na lien conhecida loja
n. 33.
de
quairo caatoa
miudezas da boa (ama
Brinsdevella: no armazem de N. O.
Bieber CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico deposito contina a aer na botica de lar-
Iholomu Francisco de Souta, na rna larga do Rosa-
rio n. 36; garrafas grandes5*500 e pequeas 39000.
.PORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Par cura de phnsica em todo os seus difiranles
grsos, quer motivada por conslipacdes, lesee, asin-
ina, pleariz. escarros de sangue, dr de costados e
peito, palpitadlo oo coradlo, coqueluche, bronehile
dr na ijirgaola, e todas ai molestias doa. orgoa pul-
monares.
Na roa da Madre de Dos n. 16, vendem-e por
barato preco chales de lia com pequeo toqne de
ararla n preco de 19000; n mesma se vendem cha-
peos de sol de paoainho a 19400 com. alaam toefsi
de avirra.
Vende-se urna taberna na -ra da Senralla-
Velha n. 104, a qual vende muito a retalho a est
collocado em om dos melhores lagares do Uaetfe,
em razo da passagerh da ponte nova : a tratar eom
Manoel Jos Gomes Braga, na mesma padaria n.98.
Farinha de mandioca.
A boi do do biale Castro, fundeado defronle do
caes do Ramos, ha para vender muito superior fari-
nha de S. Malheus, por preco coranodo; a tratar
no escriptorio de Domiagea Alvas Malheus.
V >nde-se Ou arrenda-se o silio Estiva de ci-
ma, no lugar da Ibura, com casa de vivenda, bastan-
te trra de plantelo, criarao e mallas, e porlo de
embarque: qaem pretender, dirija-se- ao patea da
matriz da Sanio Antonio, casa n. 8.
Velas.
Vendom-se velas "de carnauba pora, de 6, 7, 8, 9 e
10 em libra, feitas com perfeicao, a mais baratas,
que em outra qualquer parle : na ra Direila u. 59.
Vende-se ama negra qae engnmma e cozinha
perreilaajenie, e lauma costara, e o motivo da ven-
daje dirf ao comprador : na roa do Coloveo n. 47.
Vunde-se sal do Ass, a bordo do biale Cois-
teirSo .le Mara, por menos prefo que em onlra
qualqaer parte : defronte do caes do Ramos, a tratar
com o mestre, oa em Fra de Portas, (toa do rilar
n. 103. Na mesma parte oa casa vende-se ansa es-
crava di: 40 annos, pouco mais oa menos, sadia, sem
vicios n>m achaques, bem possanie, sabe lavar, co-
zinha r o diario de om casa,' e lambem vende na
roa ; ac comprador se dir o molivo da venda.
Cera de carnau-
ba.
Vend -se cera de carnauba do Aracaly : aa na
da Cadeia do Recife n. 49, primeiro andar.
AOS PALITOS FEITOS.
Na ra ra do Crespo n. io,
ha para vender um bonito sorlimeolp da palitos de
alpaca e difieren tes cores, mais baratea qoe aa au-
Ira qualquer parle.
Com toque de
avara.^L.
Vend ;-se panno fino prelo, prnva de lunao, panno
esle qoe "por sua boa qualidade e lustre Tala 129 o
covado, porm como he grande porclo e para t aca-
bar, vende se pelo diminuto preco de 39500 o cava-
do : na ra doQueimado n. 33 A.
A *000 E 5^000 O COVADO.
\ endj-se panno fino prato, prova de lisnio, tem
defeilo i Igum, pelo barato preeo cima, por ser gran-
de porfo e te querer acabar, pois he panuo que se
lem vendido por 109 e 129 o covado, mas coma fosse
comprarlo em leiUo grande porjlo, convida-te as
pessoas que conheccrem hienda eaajrior, qae nlo
dciiarc de comprar a vista da qaaaMade e do pre-
50 : na ra do Queimado n. 33 A.
Vrndem-se bombas d po para cacimba de si-
lio, e lambem os senhores qoe j apartaram alga-
mas, veiham tira-las, do contrario serao vendidas:
na rna da Praia n. 14.
Para vestidos d
seuhoras.
A 85000 o corte.
Na lo. a n. 17 da roa do Queimado, vendam-se
corles ds novas bausorinas de U>, de padrees intei-
ramenle modernos, ebegados pelo ultimo navio da
ilambui go, proprios para vestidos de senhora, pelo
barato prejo de 89 cada corte.
Ve ide-se nm viol/lo em muilo bom estado : na
ra das Crnzes n. 33, segundo andar.
.Vendem 45 barra vatios de qualro e cinco em
pipa: aa ru do LiVameoto n. 32, padaria.
A 32 RS.
a peca le frnro para bordar, das cores as mais su-
blimes qoe lem vindo de Franca ; na roa Nova
loja n. 41.
prego*.
*k>brc para forro de 20 at 24 on-1
jas com pregos.
Zioco para forro com
Chumbo em barrinhas.
Alvaiade de chumbo.
Tinta branca, preta- e verde.
Oleo de linhaca em botijas.
Pitpelde embrulho.
Cemento amarello.
Armamento de toda as quali-
dades.
Arreios para um e dous ca-
vados.
Cliicotesjpara carro e esporas de
ac plateado.
Formas de ferro para fabrica de
assucar.
Papel de peso inglez.
Champagne* marca A fi C.
Rotim da India, novo ealvo.
P Velas stearinai,
F Pianosde gabinete de Jacaranda',
ecom todos os ltimos melho-
lamentos.
0 No armazem de C J. Astley & C,
A na ra da Cadeia.
IECHANISMO PARA EHGE-
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO, DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN. tik
RA DO BRUM, PASSANDO O J&k-
FAHIZ, .
ha semr re um grande sorlmento dos tenuintet ob-
jeclos dn mechaoitmos proprios para en^enhot, asa-
berj.mocndas e meias moendas da maia moderna
(BDtlrucr.'lo ; taitas de ferro fundido
sHarioi' qualidade e da lodosos (1
dentadas para agua oa animaes, de
roes ; crivoe e boceas de fornalha e
eiro, aguilhOes, bronzes, parafutesel
nho de mandioca, etc., Me.
NA- MESMA FUNDICAX). -
se ezecnlam lodas as encommendas com a superio-
ridada ja conhecida, e com a devida presteza e com-
modidaile em prero.
mwi\ da wmm
EDW1N MAW, ESCRIPTORIO DE RO-
SAS BRAGA 4 C, RA DO TRAPI-
CHA N. U.
'Tem para vender um' completo safi-
K, ment de taixas, moendas e meias men-
19500 da para engenho, cuja superioridatie ja'
2 heljem conhecida dos senhores de enge-
nho desta provincia, dos da Parahiba e
dasAligoas, desde quando taei objectoa
do meimojabricante eram Tendidos pelos
Srs. M:. Calmont&C., data praca.

I

'



*
OIMIO DE PERMIBUCO QUINTA FEIR 23 OE liGOSTO DE 1855
Vende-se umi arniucflo pata taherna, com to-
do* os mus perlencea, cni Fra da Portas, na do
Pilar n. 88 : a tratar na roa da LiogoaU n. 5 ; e
Umbem alguos genero* qoe agradan compra-
dores.
Vende-se usa silio oa-Torre ;> margen do rio,
em logar que anda nao sobiram as cheias, cora cas
da sobrado, cocheira, casa para feitor, estribara,
caa para escravos, cacimba com, bomba, e tanques
para agua, senda o litio todo morado e completo de
fructeiras : na roa de Santa Cruz n. 70.
Vendem-se dous ongenhns moentes e corren-
te*, paramentados, com muito boas obras e ptima
ferragens, ambos moem com anua, tem boas malas
virgen* e partido* por te flbrirem, e bons cercado*,
dittanle'desla prac,a ovio leguas e.uma ao porto de
embarque : nao se vendendo tambem te arrcndarSo:
qoem os pretender e mais informacoes quizer, diri-
ja-*e a roa das Cruy.es a Domingosda Silva Campos
ou a ra de Horlas com Manoel Eleuterio do Reg
Barro*.
Vende-se orna escrsva crioula, moca, forte e
robusta, coso leite por htver parido mono a 4 se-
manas ; sabe coser chao, lavar de varrella e servir a
osa casa : na ra do padre Floriano n. 35.
Vende-se ama asurara crioola muito moca e
bonita figura, qoe coainba e faz o servico de urna
casa, tem ama cri, vende-se por nao se precisar :
atrat do Corpo-Saolo por cima da luja de iouca en-
trada pela Sanzala Velha n, 68.
Vende-se urna escrava moca de boa figura qoe
engomiua sofrivelmeDte, cose e borda, cuidadosa de
meninos: na ra da Croa n. 17 segundo andar.
Vende-se um ptimo, mulato, moco, de bonita
figura : qd*tn o pretender falle na roa da Cadeia do
Recife n. 53 com Jos Gomes Leal.
Vende-se urna armacao de taberna, e seus per-
tencet, assim como nm resto de gneros nella exis-
te*!** : a tratar na tu da Smala velha n. 15.
Vende-se manteiga inglesa da mais nova qoe
ha no mercado a 960 e 800 n., queijos do reino a
1*900, le de caroco a 160, eevadinha a 320, bata-
as a 30 rs., ameodoas cora casca a 280 rs., arroz pi-
lado a 80 rs. a libra.cuia a 480 eevada a 200 rs. a li-
bra, vioho de Lisboa a 400 a garrafa, dito Figueir.i
a 480 rs.: na taberna da ra de Hortas n. 4.
Aproveitem occasiao.
Chegou toja da ra do Qoeimado n. 18, um
grande cortimento de palitos franceies con peqoeno
toque de mofo, pelo baratlssimo precede 2 e 3JO00
rs. ; a elles, antes qoe n ncabem.
PICHINCHA.
Aterro da Boa-Vista n. 8, deronte da
. borieca.
RChegou ltimamente a rerdadeira carne do ser-
ian e queijos da lodat as qoalidades, figos de coma-
dre, bolachinha de soda, biscoilos finos iiiflezes mui-
to novos, e um completo sorlimenln de todos os g-
neros de molhados dos melhores que ha do mena-
do, e vende-se tudo por menos proco do qne ero
outra parle.
Attenqo.
u>nlinua-se a vender na ra da Cadeia do Recite
n. 43, loja do S (Manoel) damasco de Ua de duas
largores, muito proprio pura cobertas de cama e pan-
nos dOMoess.
Vende-se urna
do LiYramenlo n. 4.
nef rinha de 7 annos : na ra
a ~a demA*e 8 etcni">*< *<>** 2 pardas prenda-
das, de 14 e 20 annos, 1 prelo perfeito bolieiro, de
9 annos, 1 crioula de 18 adnos, peca, 1 crioulinlia
de 13 anuos, 1 cabnnha de 12 annos, e 2 moleqoes
de Id 14 : na ra da* Cruies o. 33, segando en-
vende-* maite em eonta a armacao, halan-
Lfutencilios da taberna,-sita defronte de
Srco n. 139, propria para qualquer prin-
gante per ser o alnguel da esa moito em conla e
ora local para.vender, tanto para trra como para
o malto : a tratar na roa larga do Rosario, taberna
., Vende-se na roa daSenzala Nova n. 30, o se-
(uinte : pennas de ema, cera amarella, roel de abe-
Ih* e qaeijos do sesjao. .
Valaquia a 5s000 o corte.
i psra vestido, tem urna vara de Id'r-
mnito vivos, parece alpaca de seda:
nado, loja n. 21.
ka* urna taberna bailante afreguezada,
i algum principiante por ler poneos fun-
dos, na roa Imperial n. 47 : a tratar na mesma com
Vende-se um escravo moco, com officio de ca-
noeiro : oa ra do Ltvrameulo u. 8.
Xa loja das seis
portas,
Em /rente do Livrmnento.
Cortes de cassa pintados a cinco patacas, cassa
com defeito a seis vintens o covado, lencos brancos
finos para caheca de senhora a pataca, vestidos de
eda para meninas de tres a seis annos a seis mil
eis. e oulras muilas fazendas por presos que fazem
onta.
~" Vende-se nma negrinha de 14 annos: na pra-
ca da Boa-Vista n. 11 ; e vista do comprador se
WfcP motivo porque se vende.
~ Veodem-se algumas travs de qoalidade, com
35 a 44 palmos de comprimenlo, desembsrcadas no
trapiche do Ramos : a tratar na ra do Qoeimado,
loja n. 6.
Cera de carnau-
ba do '%
ARACATY E ASSIT.
Vende-se em porcSo e a retalho, por menos preco
que em outra qualquer parle, principalmente sendo
a dinheiro a vista : na roa da Cruz, armazem de
coaros e sola, n. 15.
Palitos baratos.
Palitos de alpaca fina, prela e de cores a 59500,
ditos de merino verde de cordao a 69500, ditos de
ganga amarella a 33000 ; todos sao forrados ejbem
cosidos romo os de encommenda ; na roa do Quei-
mado, loja n. 21.
Damasco larguissimo.
Damasco de 18a de todas as cores, tem qoasi duas
varas de largara, 119600 o covado, proprio para
igrejas, colchas, cobertas de cama e oulros misteres:
na ra do Qoeimado, loja-n. 21.
Riscados baratos.
Riscado francez, largo, a 180 o covado, dito azul
de quadrinhos, semelhante aos de linho, a 160 e 200
rs.. proprio para calcas, jaquetas, palitos e camisas,
por ser muito largo : na ra do Queimado, loja
"~ iLNulfSlj barato, por estar com
toque de avaria e em muito bom.''estado,
gravatas de seda de cores, ditas pretat,
ijpmt indas de cassa com barra de seda
para gravatas, mantas de seda para,se-
nhora. ditas de cassa seda, cortes de colle-
tes de fusta, nos segu ntes lugares, ater-
ro da Boa-Vista n. 58, ra do Sol n.
71A, ra do Rangel n. 54A, ra do
Cotovello n. 46.
Fazendas baratas.
Corles de casemira de pura laa e bonitos padroes
a 59500 rs. o corte, alpaca de.cordao mnito fina a
d00 rs. o covado, dita muito larga propria para man-
to a 10 o covado, corles de brim pardo de puro li-
nho a 18600 o corte, ditos cor de palha a 19600 o
corte, cortes de casemira de bom gosto a 29500 o cor-
le, sarja de 19a de duas larguras propria para vesti-
do de quem esta de loto a 480 o covado, corles de
fusiao de bonitos gostos a 720 e I9V00 o corle, brim
trancado de linho a 19 e a 19200, riscados proprios
para jaquetas e palitos a 280 o covado, corles de col-
leles de gorguro a 39-500 : na loja da rna do Cres-
po n. 6.
Attencao ao seguinte.
Cambras franceza de cores de muilo bom gosto a
600 rs. a vara, cortea de cassa prelos de muilo bom
gosto a 29OOO o cortas ditos de cores com bons pa-
drees a 292OO, alpaca de seda com qoadros a 720 o
covado, corles de ISa muilo fieos com 14 covados ca-
da corle, de muito bom goslo, a 49500, lencos de
bico com palmas a 320 cada um, ditos de cambraia
de linho grandes, proprios para cabeca a 560 cada
um, chales imperiaes a 800 rs., 19 e I92OO : oa loja
da rna do Crespo n. 6.
Vendem-se os maismodernosebonitos
chapeos de feltrocompello, pretos e bron-
cos,chegado ltimamente rJeParis pelo na-
vioIIAVKE'.osmelhoresqutemvindoaes-
temerctdo, vendem-ijmais chapeos de pa-
llia ahet-ta, ditos de pJBbrasileira, ditdsde
castor pretos, di tos demassa francezes e di-
tos feitos na trra, ditos
senhora, muito bonitos e de ultimo gos-
to, ditos de molla, ditos de lustre para pa-
gemfde copa alta e baixa^uloes de todas
as larguras, tanto de ouro como depiata.
tudo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte: na praca da In-
dependencia ns. 24 a 30, loja de Joaquim
de Oliveira Maia.
He chegado a. praca da Indepen-
dencia, loja de J. O. Maia ns. 24 a 50,
um variado sortimento de chapeos do
Chile de todos os tamanbos e bonitas for-
mas, e vendem-se por preco mais em
tonta do que em outra qualquer parte.
Vendem-se cadeiras de amarello, sof, mesas
redondas, meias commodas, cama de armacao, mar-
Suezas, censlos, e mais diversos trastes : na roa da
adeia da Santo Antonio n. 18. Na mesma casa
rjibem se alogam mobillis.
Vende-se nma canoa nova, anda no eslaleiro,
lio bem construida, que serve para cnriuccSo
de capim e para familia ; tambem se vendem Ira-
ve de qualidade, de 30 a 40 palmos, e de louro do
mesme comprimenlo : a tratar na ra da Concordia
com Manoel Firmino Ferreira.
Vende-se um moleque de bonita figura, de 14
a tBnnos de idade, 190 taboas de cedro e 500 con-
roepriudos : na ra da Guia n. 64, primeiro andar,
dase as 9 horas da mauhaa, e das 2 as 4 da larde.
Vende-se um piano com muilo pooeo aso : na
ra do Calmea, loja do Sr. Guimnraes, se dir quena
vende. Assim como um toocador de Jacaranda e um
berco de menino tambero de Jacaranda.
Vende-se nma cadeira de arruar em bom es-
a do :11a roa d'Alegra n. 11.
AV1S0 AO PUBLICO.
A 3,500 RS.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente"
chegada, assim como potass; da Russia
verdadeira: na praca do Corpo Santo
n. 11.
A 99OOO E IO9OOO A PECA.
Vendem-se peraa de brim filio e harnburgo su-
perior, qoe se asseinelha ao bom panno de linho,
pelo diminuto preco de 99 e 10a a p>ca de 20 va-
ras : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de-
fronte da ru da Madre de Dos.
Novo sortimento de fazendas
baratas,,
Alm das fazendas ja annunciadas, e oulras mui-
las, que a dinheiro a visla se vendem em porefio e a
retalho.opor baralitsimo preco, ha novas chitas de
cores fizas a 160, 180 e 200 rs. o covado, ditas para
coberla, bonitos padroes, a 220, ditas largas de cores
claras imitando cassa a 240, riscados francezeslargoi
de qoadros modernos a 260, corles de cambraia de
lpicos com 6 1|2 varas por 29560, penno de linhos
moito fino para loncos com mais de 2 varas de lar-
gura, pelo baralissimo prego de 29100 a vara, novos
brins de linho de quadrinhos para palitos, calcase
jaquetas a 220 e 240 o covado, cortes de casemiras de
cores a 49, brins de cores para calcas a 19 a vara :
na ra da Cadeia do Recife. toja n. 50, deronte da
ra da Madre de Dos, a qualse achasoffrivelmente
sorlida.de boas fazendas, cojas qualidades e commo-
dos precos se garanjem e dSo-se amostras.
LABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de linho muito finos, toalhas
redondas e de ponas, e mais objectos deste genero,
tudo de bom gosto ; vende-se barato : na ruada
Cruz n. 34, primeiro andar.
FAZENDAS DE GOSTO
PABA VESTIDOS DE SENHORA.
Vendeaa-se no armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recife, de Heory Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos. Jtm
FARWHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqieire, medida
velha por. 3s000 reis : nos armazens ns.
o, 5 e 7, e no armzem deirnte/da porta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes iCompanhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiroandar.
Vende-secognac dalmelhor qualidade: na roa
da Cruz n. 10.
VINIIO DOPORTOSUPERIORFEITORIA.
Vende-se por pre;o commodo no armazem de
de Barroca & Castro, ra da Cadeia do Recife n. 4.
Tabeas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Capas de burracha a 12j000.
Quem deiiar de se manir de urna excellente ca-
pa de barradla, pelo diminuto preco de 129 '' < el-
las, qoe se eslo acabando: na fu da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50, defronle da roa da Madre de Dos.
Em casa de J. Keller&C, na ra
da Cruz n. 55 ha para vender excl-
CAL VIRGEM.
Vende-se cal de Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANZA, entrado hontem, por
preco commodo: no deposito da ra de
Apollo n. 2B.
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar horlai e baixa,
decapim, na fundicafide 1). W. Bowman : na ra
do Brum ns. 6, 8 e 10.
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos sensores de engenhos os
seus bons ell'eitos ja' experimen-
tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
le-
le-se
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-sefarelo novo,chegado de Lisboa pelobrigoe *-
peranra.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moen-
Deposito de vinho
{iagne Chateau-^
idade, d propi^
de Marcuil, ra 1
cife n. 20: este vinho,1
de toda a Champagne,
a 36$000 rs. cada caixa,-ja-se
nicamente em casa de 1 l^e-
comte Feron & Companbitv
B.As caixas sao marcadas^ 1 fb-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues-
Deposit do chocolate francez, de un
das mais acreditadas fabricas dePa/
em casa de Vctor Lasne, ra da Cruz .
n. 27.
Extra-superior, para baunilka. 19920
Extra fino, baunilha. I96OO
Superior. I928O
Quem comprar de 10 librat para cima, tefl) H
abale de 20 % : veod-e aos meamos prefo*
dicoes, em cas da Sr. Barrelier, na alerte da
VUUn.52.
ESCatAVOS FGIDOS.
-": Uetappareceu a 13 do correte, Joaquina, da)
9 Na padaria de JoaoLjns Ferreira
St sill no 1
amazonas para

Riheiro, A
pateo da Santa Cruz n. fi, ha semprc %
9 a venda alm do grande e variado sortimenlo (
% de bollinhos, todas at qualidades de massas II- %
9 as proprias para cha; assim como tambem 9
a* bolacha fina e Bolachinha ingleza superior 0
^ que vem de fra. t
.Na padaria de Ribeiro & Pinto, sita no larga
de Nossa Senhora do Terco n. 63, ha sempre a
ven Ja a melhor bolacha fina que ha no mercado:
adverle-se aos compradores qoe a sua bolacha toda
vai marcada com a firma cima.
Vende-se om cabriole! novo,
sem coberla, muilo leve e maneiro,
e vende-se tambem boa parelha de
cavallos, todos para carro, e por
preco commodo: na roa Nova, cocheira de Adolpho
Bourgeols.
Veas de car-
nauba,
SIMPLES E DE COMPOSIQAO.
Na roa da Cruz n. 15, vendem-se dilai velas, de
6, 7,8, 9 e 13 por libra, ero caixas de8al 50 libras,
fabricadas no Aracaty, pelos melhores autores, e por
menos preco que em outra qoalquer parte.
MURCUL1NA.
?a roa do Crespo n. 16, esquina que volla para a
das Crozes, vendem-se corles de murculina com
11 ,'i covados, pelo barato prern de 2S500 ; a elles,
que eslao se acabando : assim como' saias da cam-
braia com habados, fazenda muilo soparior, a 49)00
cada um.
NA RUA IVA 1:22
ha relogios de ouro patente inglez do melhor fa-
bricante de Liverpool, por preco muilo em conta ;
tambem ha muilo bons oculos de todas as numera-
coes, os qaaes sao de ac.
Antigo deposito de panno de algo- M
godao da fabrica de Todos os g
Santos na Babia.
Novaes & Companhia, na ruado g
Trapiche n. 54, continuam a ven-
der panno de algodao desta fabrica,
trancado, proprio para saceos e
reupa de escravos.
rlesS^^^
._------------,------------------------ _.^..- ra.py.TOu ,j ao correle, Joaquina,
das e meias moendas para engenho, ma- naJao Cassaoge.-representa ter 40 anooa. ajidra ti
chinas d> vanor p taixas dp fprro hit irlo i "Pmt CUUM che'a do corpo, edr fola, eab
cninasae vapor, e taixas ae ierro Datido lo aparado ealgan, braceo^ comVarneoljreoulha;.
de todos os tamauhos, para
corles
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina qoe
volta para a roa da Cadeia.-'
Vende-se exeelleute taboado de pinho, recen-
temente chegado da America : nar u i de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-se com oadminis
ador do mesmo.
A boa fama
Vendem-se moito bonitos chapos de sol de seda
pequeos e com molas proprios para meninas de es-
cola, pelo baralissimo proco de 39000 rs. ; he consa
tao galante que qoem vir nao deixar de comprar :
na roa do Queimado, loja de miudezas da boa fama,
n. 33.
Casa da fama!!
Na rna Direila n. 75, vendem-se biHieles de todas
as loteras'da provincia, e pagam-se todos os pre-
mios que sahirem nos bilhetes vendidos na mesma.
Seholas novas de Lisboa.
Jchegaram ceblas novas de Lisboa, e vendem-
se no armazem de Jo.1o Martins de Barros, travessa
da Madre de eos n. 21.
Vende-se cal virgem, chegada hon-
tem, e de superior qualidade por preco
razoavel: no armazem de Bastos & Ir-
maos, ra do Trapichen. 15.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender superior relroz de primeira qualidade,
do fabricanteSiqeiralinhas de roriz e do nume-
ro, e fio porrele, ludo chegado pelo alhmo navio viu-
do do Porto, ejqnlamenle vinho superior, feitoria
em pequeos barris de dcimo.
f"N 55aterroda Boa-Vistan. 55.
POIRIER.
Acaba de fazer nma.especie de venezianas com o
nome lores, de nova invenpo para janellas. servem
de ornamento e lem a vantagem de impedir a cor-
renleza de arnos aposentse eolreler-lhea frescura
necessaria. Podero igualmente servir para arma-
zens. Por aro engenhoto mechanismo sao muilo
melhor do que as venezianas ulicas. S com a
vista melhor se pode saber o quante sSo excellentes.
A/ERRO DA BOA-VISTA N. 55.
Vende-se um carro de quatro
rodas, novo, muito elegante e
leve, e-de novo modelo: em
casa do Poirii r.
burgo.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C, na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronceados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n.*7. p
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
Tnde-se
Farello em saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 2$S00.
TijoIIos de marniore a
520.
Vinho Bordeaux em
garratoes a 19^000.
JNo armazem de Tasso
Ir nios.
CASEMIRA PRETA A 4-?B00
0 CORTE DE CALCA.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
LEONOR D'AStJblSE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por l.s'000 rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Vende-se pipas, barris vazios e bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, ua ra do Trapiche
n. 14.
e coado,
dito.
DEPOSITO DA FABRICA DE TODOS
OS SANTOS DA BAHA.
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C, na ra da Cruz n. 4, algodao tran-
cado daquella fabrica muito proprio pa-
ra saceos de assuca r e roupa para escra-
vos, por preco commodo,
Vende-se urna balance romana com todos os
seul perteuces.era bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se roa da Cruz, armazem n. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se superior cognac, em garrafas, a 12|000
a duzia, e 15280 a garrafa : na roa dos Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronte do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de moito
bom gosto.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a cadeia.
anaci.
Na ra do Trapiche n. 34, ha para
vender barris de ferro ermeticamentei
fechados, proprios para deposito de fo-
ses ; estes barris sao os melhores que se
tem descoberto para este tm, por nao
exhalar em o menor cheiro, e apenas pe-
zam 16 libras, e custara o diminuto pre-
co de 4$000 rs. cada um.
Pottjua.
No aaligo depositada tb* da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, venwPse muito superior potassa da
Knssia, americana e < Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos qoe he para fechar contas.
r Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
Kj'am, quadrilhas, valsas, redowas, sebo-
tickes, modinbas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpneiro.
Na ra do .Vicario n. 19, primeiro andar, tem
venda a superior flanella para forro de sellins,
chegada recentemente da America.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIROS A800 RS. CADA II.
Vendem-se na ra do Crespo loja d esquina que
volta para a rna da Cadeia.
nariz chalo, falta de algn* dente* dos lados, peii
pequeos e murchos, nadegas empinadas para Ira*,'
iem algumas cicatrizes de relho na* costa*, e alo*
roas sarnas pelo cotpo. nm lohinho ou earoc* i
braCo ao pe da mo, e tenram pe mais groase ; k
voo vestido de chiu prela, bastante asadoV
mo velho, quando foe tem por costme andar fal-
los a rrabaldes desta praca : qualquer peaos ai BOtae-
ra pegar e levar a sen senhor Domingos da S
Campos, ra das Cruzet n. 40, q.e recompensar;
pesappareeeu no da 17 de agoste eBtTenle,,
pelas 7 horas da noile, a preta Leorenra, de iad*
35 a 40 annos, pouco mais na menas, cosa a sliajua
seguinles :, um dedo da raao direila enohada, i
gra, lem marcas brancas as daas pernas, levea ea
misa de algodkozinho, vestido de chita rosa, aanue
fino, e maia ama Irona de napa : na a a teda
as autoridades policiaes oa capilie* de campo m a
appreheodam e levem seo senlior Jlo Leile dav
Azevedo, na praca do Corpo Saalo a. 17, qae aero
bem recompensado.
Desapparecen do engenho S. Pedro, arredad*
la capital da provincia da Paraliib do Norte, 6 le
uas, no dia 10 do crrante, e cabra Jos, qae re-
presenta ter 26 annos, com os signaes seguiote :
litara regolar, cheio do corpo, phyaionomia nia*
ilhos pequeos e vivos, barbado, levando caaiaM
ilsoduzinho de riscado, caifa de car prela, c
le bala peqoeno ; o qual escravo foi comprada
Hiucos dias ao Sr. padre Camilla de Mendaaca Fi
lado, vigario de S. Rento da provincia do Ria i
dedoNorle, igoorando-se qae dirrccSo ha
logao : o abaiio assignado, roga a toda* as
des do Rio Grande do Norte, e eta geral,
do referido escravo, e remelle lo ao engena
de cima da Parabiba do Norte, ou ao
de S. Pedro, qoe serio generosamente
as despeza*.
Filix de Meta Jzi,
Aooffde agosto de 1855, des*)
l crioulo do seriao, com o* signaes aegussateava
regular, cheio do corpo, cora falta de
:e, feio de cara*, traz alparcas: qoem *
ler leve-e ao armazem n. 14 da roa i
i;m S. Amaro JaboaUo a eea senhor o
le, qne ser recompensado.
Desapparecen no dia 12 db
i rava de naci, de nome Catharina,
lar, de idade de 40 annos, cor prela,
rados no alto da cabera de carreger \
com vestido de chadrez e panno da Coala azi
na-se as'auloridades policiaes a cap (Jes de
i|ue appreneudam e .levem i ra eslreila
lio n. 19, loja, que sero recompensados.
' Est fgida nesta cidade ha mais de 4 annos
nma escrava de U. Gerlrudes, da cidade de Alekoas;
loi apprehendida no dia 14 do corrale nesta cid*
i ao amanhecer do dia 15 lornou a rvadir-se ; anda
nomo forra com o nome supposto, a qnal tem o* sig-
naes seguintes: he cabra, estajera baixa, magra,
lem um signal no pesclo : por lano roga-s asa
loridades o apprehandm ; e protesla-se coro o
da lei a quem tiver een j
qae for.
A

:1
NS. PREMS.
BUS PREMIOS DA 3. PARTE DA FM1E1BA LOTERA A BENEFICIO DO GYMHAS10 PEBHAMBCAMO. EITBAH1DA A 22 DE AGOSTO DE 1858.
NS. PREMS. NS. PREMS.
2132 509, 2377
5| 78
IS. NS. PREMS. NS. PREMS.
5 2630 v 59 2873 59
5 2 59 79 59
59 3 . 59 82 59
59 4 s 86 5
59 7 109 92 59
59 9 109 95 3
59 21 59 97- 5
59 2' 109 2902 59
5 25 59 o 59
59 3 59 8 109
59 37 5 11 59
59 38 109 13 59
59 41 59 15 59
59 42 59 16 59
59 46 59 19 59
10? 48 5 24 109
59 49 59 25 59
5 52 5 . 26 1:0009
59 53 59 28. 59
5 r 55 59 29 o
59 58 59 30 59
59 57 59 31 59
5 59 59 38 9
5 63 59 39 o
109 68 100 42 *
59 72 59 43 c
59 75 5 44 59
59 76 5 49 59
59 81 59 50 O
59 82 59 52 59
59 88 59 54 >9
59 97 59 55 59
59 98 i 59 56 59
59 2700 59 61 59
59 5 59 62 59
59 59 6 13 59 59 65 75 59 59
59 1? 5 78 59
59 59 ti7 '59 59 79 80 i* 59
59 25. - 59 81 59
59 26 5 82 59
5 28 5 83 5
59 29 ,<* 53 85 59
59 30 1 5 87 59
59 41 10 90 '59
209 49 59 96 59
59 50 59 3000 59
59 5S 59 6 59
59 55 59 7 5
59 61 59 8 59
59 62 59 14 59
509 66 109 15 5
'59 69 59 '16 5JI
59 72 59 17 5>
59 74 59 18 5
59 75 59 21 109
59 76 59 24 59
59 19 59 26 10
59 86 5 27 59
59 94 59 29 59
59 95 59 32 59
59 2309 59 37 Sf
59 10 20* 40 59
59 12 59 44 5
5 13 59 45 10
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