Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00620


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Full Text

ANUO XXXI. N. 190.
Por 3 me adiantadot 4,000.
Por 3 Biezes venados 4,900.
\
\
>
I
I
1
i

r
SABBADO 18 OE AGOSTO OE 1855.

Por auno odiante do 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
DI ARIO DE PERNAMBUCO
ENCARHEGADOS DA WBSCRIPCA'O.
Kecife, o proprieterio M. }'. i'm Farto ; Rio da Ja-
neiro, o ir. Joao PerdraMartns; Baha, o Sr. D.
Itapnid ; Maceiei, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
doneo. ; Parahiba, o Sr. Gervaiio Viclor da Nalivi-
dade ; Natal, o Sr. Joaquim Ignacio I'ereira Jnior;
Aracaly, oSr. Amonio de Lemos Braga; Cear, o Sr.
J.wqoi.n Jos deOliveira; M.tran.hte o Sr. Joa-
tiiim 'Marques Rodrigues ; Pauhy, o Sr. Domingos
loreulano Adules Peesoa Cearnnce ; Par, oSr. Jus-
li rw J. Ramos ; Amezoues, o Sr. Jerooyroo da Cusa.
i I = =
CAMBIOS.
Sobra Londres, a 27 1/4 a 27 i/8 a. |por 1.
Paria, 355 rs. por i I.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio do Janeiro, 2 por 0/0 de rebate.
Acodes do banco 80 0/0 de premio,
a da coDipanhia da Beberiba ao par.
da eotopanbia de segaros ao par.
Diaoonto de letim de 8 a 9 por 0/0.
METAES.
|Ouro.Oneas hespanholas- .
Moedas de 69400 velhas.
> de 69400 tovas.
de4000. .
[Praia.Paucdes brasileiros. .
Pasos eolumnarioa, .
> mexicanos. .
PARTIDA DOS CORREIOS. AUDIENCIAS.
??2?? I lindV toM os d'M Tribunal do Coromereio, segundasequinias-'feiras
169000 Caruaru, Bonito e Garanbuns nos dian 1 IJelaco, tercas-feiru sabbados
'o*a I ^illa"B,11<'DBo,-^i,tt ExOurieurj, a 13 e 28 Fazenda, quartas e sabbados s 10 boru
Juix do commercio, segnndas ai 10 horas e as
93000 Goianna e Parahiba, segundas sexlas-leiras
1J940 Tietoria e Natal, as quintas-feiras
!9L. PLEAMAR DE HOJE.
19860 Pnraeira as 9 horas a 18 mininos da nanhaa
I Segunda s 9 horas a 42 minutos da larde
paite oniciii.
quintas ao meio-dia.
I Jniro de orphaos, seguidas e quintas as 10 horas
1* Tira do eive!, segundas e sextas ao meio dia
I 2' rara do eirel, quartas e sabbados ao meto dia
EPilEHERIDES.
Agesto 4 Quartominguanleas 7 horas i mi-
nuto e 42 segundos da tarde.
< 12 Lna nova as 4 horas, 32 minutos e
44 segundos da larde.
a 20 Quartocrescenteas5 horas, 3 mi-
nutos e 45 segundos da larde.
27 La eheia a 1 hora e 31 segun-
dos da tarde.
OOVJBHNU DA PIIQVXSICIA.
. Ktvaaataeam do aUa 13 ate
IMkioAo Exm. presideni.) da Parahiba, remet-
l-odo daas ciillreces des actos leci,latiros da as-
siroMea deste provineki, promulgados na soa sessao'
onlioaria do crranle auno.Olllriou-ie ueste sentido
ios presidentes das deroais provincia do Norte,
DiloAo Exm. eonNOandante superior da ffoarda
racional do municipio do Recite, inteirand-e- de
liaver, vista de aaa intermacao, deferido favora-
Vilmenteorequerioieotoernqueo estudaato Joa-
10 de Castro Portelle, pedia epensa
lo su-rico da ntasma guarda nacional) e declarando
mencionado e-luJanle d:ve ^presentar raen-
ute ao sen commandanlo atteslado de fi-equen-
i. aula ero que esta SMlriiulario.
DitoAo Bim. conselheiro presidente da relacao,
''"njoaudo que, por portal ladeste dala, conceden
ca a* promotor pui.iico da comarca
o l.imoeiro, hachare! Jos Francisco da Coala Go-
iiaram-se as necessarias communicardes a
le. .
Ao Exm. marechal lommandanlc das ar-
letto a V. Etc. paru proceder como Tur de
leP. o incluso reqnerimenlo locnmentedo de Jos
iqoim de Frailas, e copia di informarlo do cheft
icia, n. 576 de 9 do correle, e o iiiterraaalorio a
tame a qoe elle-se retere,sobresero recrato Severi-
* Jos Bezerra, escravo do referido Jas Joaqui
de Freites. "
DitoAo mesmo, remettenilo rom copia do aviso
* raparlico da guerra do 31 de julho ultimo, as tes
dn omcios dos alteres Manoet Mara Cardoso, e An-
tomo Cerdoso da Casia, sle do 1. balalUao de in-
tentara e aquella do 2. da msma arma.
peetar da IhSuiirari de fazenda, au-
tortsanrio-oa remettor para xesidio de Fernando,
Jj l".?" n""io Io* (",ra aUl P*1"1'1"- qoantia 'le
Juris, deque trata o pedido que desoir
asiignado pelo almosarite d'aqitelle presidio. ''
idete do coruIIio adminislrativo.
a compra dos mineros e mais obiectos
dos no pedido, qoe remelle, ns qoaes sao
di de Fernando.Fizeraro-se as
neeessenas rommunicacAes.
I arsenal de marinha, trans-
^^Kniparticao da marmh,.
nu qual se exige a remossa em os devido. lempos de
orna eslalistic i, de conformida le cuno modello que
reaielle. do m ilenal coaaprado nesta provincia por,
ota da mesma reparticfci.
L)ilAo'"aaimo, declaraado que a tltesoursria
m para pasar, a visla do compe-
HfiieioJ.se de Mello, arrema-
teadeia do Garanhoos.a impor-
'*^^H * lo li(.\r inteirado de liaver
nos de agolo da ra do caes de
Jadas obras .lo seu contrato, e d-
te espedir ordem n> inspector da thesou-
provtncial, par.i que,.i visla do compleme cer-
cado, mande pagaran mencionada arrematante a
B^BBrtaocia da 1. presla{,1o a que lem direito.
B)^H^~-^o presidente da coinmiisao de bygiene
Slddica, remetiendo por copia a aviso da raparlicao
i> imperio, do qual consta as previdencia* dadas cem
o lina de evllar que a epidemia reinante do Pai, se
Ir Humilla a outros portos do iat paria.
DitoAo mesmo, transmiltin lo por copia nllo o
viso da repartiese do imperio .le 21 de juiho ulli-
no, mu tambem parecer da junta central de hy-
ie ene pobes, sobre as providencias adoptadas par
eisa coma.is-,10, para evitar a ir troduccSo da epte-
nla qae reina na provincia da Para.lguaes capias
ferara remedidas a* arovedor d,i saude.
SI'*Ao mesmo, IransmitUmUeom um ejemplar
. elalorio do presdeme atoiimta eenlral de h\-
gisne publica, copia noatHJii eparlicSodo mpe-
no de 28 de julho Itir, .:,, ia manda obeer-
var aas desinfecces da o.vios procedentes de portes
or da reine o diolers-morbuaou nutras rmrrasUas pes-
tileiiciao, as providenei.is aeonsslluda pato releri-
d presidenle,,M parte do mesmo ralalorie indicada
nt citaBa avilo.
Dilo-Aojoiimaoic4p*Ida irimeira vara, ioUi-
rando-o da u haver asaignadopara presidir no dia 22
do eorreetaiexiraecSoilosbilhiilesdaJa da parle
da 'primeira loleria do (iVmnaio Peruambecane.
Cummunicou-se aolhesnureire dis loteras.
I)il*-A cmara municipal do Kecife, eommani-
c:ndoqoej seieha concluido o calca ment dos pa-
teas da Ribeira e de ignrja da Perma, kem como da
rua da Penha, l.ivramento e da parte da roa Direu
ata a travss da Peona, inclnsivs, e rocommendan-
d flue compra a respeiU o disposlo no arl. 2. da
tei provincial n. 350 de 22 de maio do anno pr-
ximo passado.Inteirou-se o director das obras
publicas.
Portara Mandando admMeV iioserrico doexereito
lanlario por lempo da sis anuos, o paisano
lira de Souia, qoe iwrcehcr alem dos
vente os que por lei Ihe coinpetlirem, o premio
de 300V000.Fiseram-se as aaseasarias communi-
facies.
14
OlcioAo Esa. directer.da l'iiculdade deaMkilo
desla cidade, Iraasarittindo, por capia, o decreto do
1 o d correte, pelo qual se permtlio que algons
lentes da mesma Faculdade Irociuem ss respectivas
ea ierras.(goal copia rematlea-te a Ihesouraria de
fa/.euda.
DitoAo eonul deS. M. Britnica nesla cidade,
de Mirando que, segundo oomm inicou o chete de
am p-ijlos em liberdad honlem rimo
nao s osdous mariuheros d vapor inglez /{ifle-
n de qae S. S. trata, mas tan bein dous outros,
que toram presoscom aqaelte.
DitoAo inspector ala Ihesouraria de faienda,
Ir iSTiitlin lo, por copia, o- aviso de 2 do correnlr,
nu 7114I n Eim. Sr. rainislro do mperio no s ap-
prva a deliberacSo que a presidencia lomos de soc-
cor-era provincia do Para com medicamentos e ge-
neres alimenticio*, mas tambem autorisa a mesma
preiiileocia a salM er com pro opli.lAo todas asre-
qaidtes'de sen ttante nalurazi, que terem (eitas
FOLHSTim.
0IATAD0R DE TIGRES. '
Por Paulo Feral.
XV
Gciualogia d Parallelifipedo.
S r Edgavd Lindssy prrtcncia a urna familia con-'
side-avet; era um mancebo manso, modesto e de
rara distmccSo. So livesse sido rico teria certamen-
te futi orna figura brilliaiite nu sciodades; po-
rin o pai apenas deixra-lhe um tolnr arruinado, e
m nooie escrito honrosamente no livro dos barOes
do Reino-Unido.
He sobretodo na Inglaterra qoe as repu lardes fa-
zera-sa rpidamente. Em l.oneVes a voga nasce e
de>nece-e por sorpreza. Talvez por essa cansa o
Ingles contempla com certa dasconfianc 1 eivada de
desllesn algamaa das veredas pou. o frequenladas qae
conduzem ao templo da gloria: a lilteratura, por
exemplo, aebretudo aquella que produz-se pete va
das gacelas e dsa publicaces peridica-.
O gazeleiro de Londres occopa quasi a posicSo in-
farisr do poeta de oposculos na Italia. Tal lord ca-
rii ile boa voolade com urna daniarina de segun-
da o -tem, ou ama cantora sourivtlnienta desacredi-
tada ; masle apenara a mi d> um escrplorde
peridicos. Em Franca, pelo ecnlrario. Mecenas,
marquez ou banqoe-o, convida os Iliteratos para
soa mesa, e nao casa muitas vezei com as actrizes.
Po Jerismos quasi dizer que, alm da eslreito, es-
erevur ka oficio de raulher ; pnr luanio a deseonfi-
aaea desprexadora que afoga os pt irneiros vagidos do
pot.i no berco, desapparece lego (loe u:na fllha de
Apollo afina soa citliarn desconhocida. Todo o livro
que tras sobre a capa o nome de ama mulher des-
perla enlre nossos vizinlios urna c iriosidadb repen-
tina, n se a loulinegra lem na gara; na duas ou Ires
n-itai. soffriveis, a benevolencia rr>nverlo-ae de re-
pente em enlevo. A febre comeca, landres determi-
a-ie a loar AaUgmalicamenle iouca pala mcisa, us
editiias vivos apregoam-lhe o nome radioso, a oscon-
teitiidares pem seos productos delwixo do patroci-
nio de soa tema. Algumas vezea ccontece mesmo (e
lis issse apogeo da voga) noe a musa torna-se sem
o siber madrinha de um jumento do Baltu't ne
mjiiilJteare, que heo circo oiimpico de Londres.
modesto, como d usemos; mas era
le sdenlo de aloria. Por isso,
i indtrziii aoligamente es
il im capole pardo quae-
urnas, ,ir Edgard pV-
s debaixi do nome phan-
pelo Eim. presidente diquella provincia emquauto
contioaar aUl a epidemia reinaule.
DitoAo mesmo, communicando, afim de qoe o
faca constar ao inspector da altendega desla cidade
ean administrador da mesa da consulado, que ap-
prova lemporaeiamenle a dellberacao que lomou o
vice-consul da Baviera nesta provincia.Manoel Joao
de Amorim, .le pausar o ejercicio do vice-consulado
durante a viaiem qoa vai fazer a Europa, ao con-
sul'da Conftderaco Argentina, Jos Joao de Aroo-
rim, ficando sle "brisado a apresenlar o imperial
beneplcito nu praxo de 3 mexes contados de hoje.
tizeram-sr ns nutras communicardes.
DitoAo i uiz relator da juntada jnstica, Irans-
millindo, para ser rolalado em setsSo da mesma jan-
te, o processo verbal do soldado do meio batslhao
provisorio aa Parahiba. Particpou-se ao Exm.
presidente daqnella provincia.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, aulo-
risando-o a contratar os raariuheiros ou remadores
que terem precisos para coadjuvar os daqurlla ar-
senal as conducas para o lazareto do Pina dos
passageiros do, vapores procedentes do norte e sol,
emquanln estiverem estes sojeitos a qaarenlenas.
DitoA o agente da companliia dn barcas de va-
por, dizendn que visto ler o vapor Guanahara che-
gado dos portas do noria antes do dia annnnclado
por aquella agencia; nSo pode por isso sahir hoje pa-
ra n sul.
PortaraO presidente da provincia, tendo emvista
os officios do director das obras publicas de 8 de jn-
nbo r 20 ilejullin dette anno sob ns. 286 e 330 e
bem asim as informsiOes da Ihesouraria'provincial
de 16 do citado mez de julho e 3 do correte,ns. 330
e 366, reiolve que as repartices competentes se
observe a inclusa tabella da distribuicSo -dos fundos
que, pelosartt.il, !2e 15 da lei provincial n. 346
de 8 de maio ultimo, foram volados para as obras
oMtcas desla provincia em o exercicio de 1855 r.
*56-Transmitlio-se copias da portara cima ao
director das obras publicas e ao inspector da Ihesou-
raria provincial.
COMISANDO DAS ARMAS
Qaartel-cenar*! do commando atea armas da
Feraiamboco na cidade do Reelfo, eos 17 da
toato da 185;>.
ORDEM DO DIA N. 97.
Omarech.il de campo commandanle das acmas,
em vista dasccmmunicacdes recebidas da presidencia
em data de honlem, faz publico para os fins con-
venientes que o goveroo de S. M. o I. houve por
bem, por decreto de 12 de julho ultimo, conceder
kpasvagcm para a 1" companhia do 1 regiment de ar-
lilhariaa cavallo'aoSr. eapllSodo balalhSode ar-
tilharia a p J0S0 Mara de Almeida Feij.que con-
linuar a servir como addido em quanto nSo segu
para o seu destino r por aviso de 21 do sobre dilo
mez de julho, conceder passagem de corpos aos Srs.
alteres de intentara Jos Joaquim Rodrigues Bra-
ga nca do 2 para o 7, a Luiz Antonio Ferrax J-
nior desle para aquelle. Fsz igualmente publico o
mesmo marechal de campo commandanle das armas,
para que lenhe a devida execucio, o segninle
aviso
CIRCULAR.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, em 21 de j u fho de 1855.
lllm. e Exm. Sr.Declaro V. Exc. que as pra-
Cs do ejercito, que tendo acabado o seu lempo de
servico nelle continuam sem engajamento, devem
parceber o sol lo dobrado da primeira praca como se
engajadas fossem, nSo percebendo porm o premio
estabelecido para os engajados.
Dos guardo a V. Esc. marquez de Casias, Sr.
presidente da provincia de Pernambuco.
*/ose' Joaquim Cnelho.
Conterme. Candido Leal Ferreira, ajudanle de
ordens encarregado do detalba.
MAS DA SEMANA.
13 Segunda. Ss. Hypolitoe Cassiano' mm.
14 Tercas. Eusebio presb.; S. Demetrio.
15 Quaria.>5.Assumpco da SS. Virgen.
16 Quinta. S. Roque f.; S. Jacinlho.
17 Sexta. 8. Mamedem. ; S. Eutrirrniniaoo.
18 Sabbado. S. Clarad Monte Falco v.
19 Domingo. 12." S. Joaqnim pai da SS. Vir-
gen) Mai de fieos; S. Luiz f.
EXTERIOR.
Sir Edgard
poc'.a i
e (a nbem
fidalg
do orriam'i
cara SIU
((WHe o Diario o. 189.
.. QUESTO-JiS PARA SEREM EXAMINADAS.
III.
A nacinnaliilade he o principio da civilsarSo, e a
Ir.sloria, em cinco oa seis pocas solemnes, ".le que
ha vemos de failar, prova que a forra desle principio
he indestruclivel. Enlrelanlo este principio 11S0 lem
anda nem sua forma philosopbica, nem sua consa-
gr^cao poltica, e parece que at estes ltimos lem-
pos lem ficado no estado de problema, de vaga as-
pirarlo, de sentimento potico. Pelas difiranles
definieres que citamos ltimamente, quSo ponen os lexicographos e publicistas concor-
dan sobre a significarlo desla patarra. Nada he ISo
admiravel como a incerteza da sciencia sobre este
questio importante.
O mundo oflicial segoVerna ainda em grande par-
le com a grande obra de Groco. Vallel, cujo me-
rilo 'principal esli em ler despido a doutrina de
Walfde suas Turmas geomtricas e repugnante avi-
dez, he emprn o orculo da diplomacia e de todos
os publicistas, nao obstante seu carcter superficial
e suas vnriarots na applicacSo dos principios. As
grandes obras publicadas na Allemanha sobre a phi-
imophia do direilo, especialmente as de Kaol e de
llegel. a phlo-opbia do secuto XVIII, e sobreludo a
revolucaofraurc/a, tcm feilomuilopela liberdade, pe-
la ematiripicflo dos puvos, pela civilsacSo em gcral,
doulrin.H funestas, prejuizos vergonhosos, mximas
de governo abiminaveis desnppareceram, mas nSo
asiste anda oin tratado verdadeiro sobre a scieucia
poltica moderna. ,
llo fez que Rossi dissesse em sua crtica dos
Elemenlot do direito internacional de Wealon,
que a sciencia dodirilo das gentes ainda estaas
miserias d.. impirUmo, e se em algumas obras, ella
loma formas scientificas. he islo apen.s urna appa-
rencia Ilusoria. No seu entender, este sciencia nSo
tem prinripios, que possa comportar tedas as suas
comequeucias, deduccoes qae satistecam a intelll-
gencia e delerminem acouviccao, regras que nSo
eslSo destruidas por numerosis excepcOes, doutrinas
que Iransgem inulta vezss e em coodir,o9 difiieeis
com as doutrinas coulrarias.
.Nesla sciencia, ludo este ainda indeciso, movel
como os elementos, como os interesses, como as opi-
teslco de lady Desdemone Bridgelon. Agora saba
que urna mulher lomara esse nome, adornava-se
com saa gloria, e respirava sem ceremonia o incens
que arda em honra do autor de Datid Rizzio. Elle
a linha adiado bella como o amor, .e se nao fra a
terete lerrivel que dera-lhe o duello com Chrislan
Mac Anlay, sir Edcard nSo lera esperado qualro
das para lera explicarlo desse enigma.
Mas emfim ia tornar ,a ver lady Rridgelon I NSo
tinha nenhuin pulido tomado sobre a conducta que
lera nessa entre visD!; seolia-se a seu gnsto. pos to-
da as vantsgenn estavam de sua parle. Em summa
inclinava-se indulgencia.
Jkne appareccu vestida implesmenle, mas com
urna elegancia exquisita, e Edgard contessou a si
mesmo involuntariamente que seu psaudonymo n3o
esteva deshonrado. Dizia comsigo, pois at os poe-
tes zombam da pobre poesa:
Nenhuma nodoa de tinta manchn nunca esses
lindos dedos, e (oilosaqueiles que conhecem as mon-
tanhezas do Parnazo anirmariam que ella nao per-
lenca a esse paiz !
Jane entrando fez-lhe ama saodacao graciosa e
disse immedialameule, eomo qoem queria prevenir
a primeira pergunte.
Sir Edgard, eu lera lido desde honlem o pra-
zer de v-te, se nao fra o incidente miseravel qoe
privou-oda liberdade este noite.
Permilla-me primeiramenle, Milady, inler-
rompeu Edgard, que lhe agrarieca cordialmente.....
Jane deteve-o. Sorria ainda, mas linha os olhos
bauos, e as teces robriam-se-lhe de nm robor mas
vivo.
I'oupe-nie, senlior, murmuran ella; ser-me-
hia penivel pensar quo sir Edgard Lindssy nSo tem
generositede.
O mancebo monteo os beicos. Lady Bridgelon nlo
'quera sua indulsenria, ou exigia mas.
Vamos explicar-nos, conlinuou Jane com urna
dignidade seria e quasi altiva. O senhor he meo
credor; lera a briulade dn coneeder-me prazo, e
prometi pagar-llie fielmente o saldo de nossa conte.
Milady!... Iialbuciou Edgard.
Fallemos de cousas mais graves, ioterrompeu
Jane ; a laucara que cnmmelli, s a mim inleressa,
o que he de sua competencia he o mal que posso
ler-llie causado...
~ Ah exclamou o mancebo, Milady den ama
realnlade incomparavil miohs ficco, a qual leria
licad eternamente oas nuveos da phanlasia 1 A au-
reola de sua belleza Ilumina meo pobre David
Jane franzio as sobrnneelhas e pergontou repen-
tinamente :
Vossa seOhnria ama mas sua tragedia do que
sua noiva 7
Slinlia noiva } repeli Edgard com admiraeflo.
V.u disse-lhe que amos fallar de cousas mais
graves ; compro minha promessa... Mfii Davidson
devia enviar vos nha casa.
nioes, como o designios daquelles que presidem as
Iransaccoea polticas dos grandes estados. As formu-
las desla sciencia 11S0 sao em grande parle mis que
urna IraduccSo servil dos artos e das vontedes da
diplomacia dominante, daquelles cojas emprezas, le-
gitimas ou nSo, lem sido cornadas de sneceasos.
NSo he portento de snas obras mais ou menos das-cas
e ofliciaei, que se deve procurar a tolucaoda ques-
ISo que nosoecupa.
Para analysar minuciosamente o facto da naco-
nalidade, para examinar um por um todos 09 ele-
mentos que a constiluem, as teis, segundo as quaes
ella se manifesla e desenvolve", serla misler notar
lodos os accidentes infinitos, as causas inumeraveis;
as influencia permanentes em sua acc.lo, e conslan-
temente variadas em seus efteilos, que modifican) a
especie humana ; porera islo he materia de grossos
volumes. e nos apenas escrevemos um artigo de
gazeta.
I. mi temo-no pois lis coiulice que lodos os au-
tores'concordara em considerar como essenciaes i
constituirn de nma 11ar.ional1da.le, que uns veem
na rafa, outros-na lingos, estes nos colunie, a-
quelles na historia, na configuraro do paiz, no go-
verno.
Esta ultima opniao que se pode chamar elassica,
porque a nica applicada, he cortamente a menos
solida ; purqoanlo nao sottre exame. Se o fado sa-
nenle do governo constiluisse urna naci, segoir-se-
hia que ns ducados de Nassau e de Brunswick,
os principados de Waldeck, de Lichstentem e todos
os eslados microscpicos da confederadlo nllemfla,
que Andorra e Sao Marinho sao nares. Ainda
mais ; resultara que os Kurdos, os Blgaros, os Ser-
ba, os Armenios e os rabes sao Turcos : os Indios
de Calenda o Bnmbayn sao Ingieres ; que os roag-
iiatas He Peslh silo Altemaes ; os Samnieites sao Rus-
ios v os Italianos de Millo e da Veneza s3u Austra-
cos. O diplmalas pm vao o affirmam e escrevem
nos tratados ; o bom senso, a historia e a elhoogra-
pha dizem o contrario.
Ceographicamcnte o aspecto do pianola, a diver-
sidade dospaizes e dos climas provam bem, quinto
loda divisio da especie humana em grandes familias
lie conforme com a natureza das cousas. A achilo
das influencias physieas modifica incessanle e ne-
cessariamente as tercas e as tendencias do homem e
dos poros, ,ua actividade, sna aptdio em dominar
os elementos, suas necesidades e seus meios de as
sasfazer. Monlesqoieo exageroo certamente a in-
fluencia dos climas, mas esta influencia he grande ;
alem disln as circumcripc,des uaturaes do territorio
lem a vantagem de concentrar a ace,3o nacional e
dar aos habitantes do mesmo paiz as maiores seme-
lliancas nos hbitos physicos e moraes.
Mas no se seaue que a configuradlo de om paiz
eonstitue por si su urna nacionalidades Alem diste,
eiceplnandfl-se na llespauha, na llalla e as ilhas,
he difiicil adiar estes limites Uaturaes bem regula-
res e bem evidentes. Quaes san os rio, quaes silo
as mootanhes que separam os Suecos dos Allemles,
os Polacos dos Russos, os Kurdos dos Armenios ; os
hilandezes dos Suecos* A Hespanha -he natural-
mente separada da Franca, mas porque o he tambem
de Portugal'.' O Caucaso he habitado por um grande
numero da poros diversos, os Circassianos. oa Min-
arelianos, os Ossela, os A'basas, os Kabardas, etc.
l'orvenlura formam estes povos urna s naj-lo ?
Prtenlo o Sr. Vegezzi Ruscalla tem razio, quando
diz que o territorio eonstitue a patria a nlo a na-
cionalidade ; mas eremos que elle se engaa quan-
do afTirma que a palavca ncelo significa a tolalida-
de dos individuos, que fallan a mesma lingoa, qae
a nacionalidade he fundada sobre a lingua, nica
uni.lade moral e intelectual em sua verdadeira es-
sencia.
A uni.lade de linguagem he sem duvida nenhuma
um dos principaes elementos, o teco mais forte da
unidade nacional, e he poristo que Schlegel justa-
mente chamou 11 lingua urna das bases histricas
da liumaiiidide.' a Her.ler dia em sua PhilotopMa
da flittoria : Toda a lingua trax o eunho do
pensamenlo e do carcter daquelle que a falla....
As qualdades de um povo se revelara nos acciden-
tes .te sua lingua, como em uro quadro immenso...
O genio de um povo em nenhnma parle se manifes-
la com mais evidencia do que na physionomia de
sua Uncus. Mr. de Homhold lamoem diz no seu
Cosmo* que a lingua forma a parte integrante da
histeria natural do espirito e antes delle, lodos os
philosophos. phlologos e letieographos concorda-
vam em reconhecer que ha as lingoas que se re-
flecte mais exactamente a filiacao das rajas.
He inconiestevel que, atravez de (odas as mudan-
cas, a lingua permanece sempre entre os povos, eo-
mo um traco particular e caracterstico ; he incon-
teslayel tambem qoe a unidade da linguagem indica
a unidade di natureza moral do ama acro, snas
ideas dominantes, e he asta urna das maiores pravas
do destino natural da sociedade humana em ser di-
vidida em muitas nacionalidades dislinclas. Mas
he exagerar muil estabelecer a nacionalidade sobre
a srammatca. Os Ju.teos em cerlo. paizes, e os
Armenios teem urna linguagem qoe Ihes he propri.1
do a historia, a tradicau poltica e religiosa. He es-
ta a opinao de Stahl, do Sr. Macuini, o eminente
profesor no Atheneo de Turin, do Sr. Bianchi
tiiouini, um dos mais oolaveis publicistas do nos-
so lempo, de Mr. Bochez e do Sr. Mazzini, que ap-
plicou particularmente a este qucsUiu a infaligavel
ariividade de seu espirito.
No povo, em que nada ndica a probabldade de
um novo elemento no fundo eommum, urna idea ad-
quirida, conquistada ou desenvolvida, a qual prove
a iodividualidaJe, nao ha nacionalidade. e he
por islo que o Sr. Mazzini tinha razio oulr'ora,
quandodiziaaO' Connell qae a Irlanda com ludo
islo nao he urna nacionalidade. O trabado, histri-
co, que se tero teilo, nao lem nada de especial, na-
da que indique urna misao. Separada, a Irlanda
seria sempre um appendice, quer dalngteterra, qutr
da Franca. A Inglaterra, pelo contrario, lem repre-
sentado no mundo moderno um dos elementas mais
fecundos da civilsaco, ella tem colonisado, e lem
realisado esla funceao colonisadora por meio de
tercas satas, por um desenvolvimento normal e es-
pontaneo ; por sto ella he urna nacao e urna gran-
de nacAo.
Applicando-se cuidadosamente pelo estiido da his-
toria o principio, que indicamos, ver-se-ha que a
Blgica nao he ulna nacionalidade ; que Portugal,
reunido Hespanha, deve formar urna Ibnria; que
a Suecia Norwega e a Dinamarca devem compor urna
Scandiuavia; que a Servia, a Romana, a Bal-aria
devem formar urna confederado,orno aSuissa.e que
allungria,qne lem ezercido para com aTuiquia uina
funceao europea, poderia ser o poutecenlr.il de urna
segunda confederarlo danubiana, Advirte-se pnrm,
que nao identificamos a Hungra com os rnagyares ;
o elemento manyar deve fundr-se no elemento Sla-
vo, quejro conlra-balanca, e cuja torca deve cres-
cer cada vez mais.
Agora a tedas ascondicoe* de lerrilorio.de iingoa
ede oruem, que s.lo como a a materia a da nacio-
nalidade, ajunte-se em um povo o que o Sr.Maocini
chama t n> bellamente a a concieucia da nacionali-
dade, e ler-se-ha a vocn\io divina da uaces ; is-
lo he, o sentimento qae am povo adquire de si mes-
mo, e o faz capaz de se constituir no interior e ma-
nitelar-se no exterior ; ler-se-ha a Franja, a Italia,
a Polonia; ler se-ha a unidade moral de cura pensa-
menlo eommum, a idea predominante que anima a
materia, que rene em um centro eommum todos os,
elementos esparsos da actividade social, quo forma
finalmente a k personalidad* nacional. Conservar,
defender e desenvolver esla personaliza,le nacional
he o direilo de todos os povus ; respeila-la he seu
dever reciproco.
O direito de nacionalidade lem sua oricem na li-
berdade individual eslendida reiiniao dos homens
que formam as nacoe-; e o exercicio desle di-
reilo he tilo legitimo e lao inviolavel, como o de ca-
da homem em particular, e eomo o do individuo,
nao tem uniros limites, senao ns outras nacionalida-
des, cujo direilo he iguale igualmente inviolavel.
Renunciar a este direito, he trahir soa nis.Ao, he
suiaidar-se, he cahir ueste estado, em que 09 aoti-
gos diziam que Dos lira ao homem a melade de
sua alma. Atacar este direilo, he violara tei natu-
ral das sociedades, perturbar a ordem moral, deler o
progresso geral, suffocar a liberdade eommum, e eis
aqu porqua honramos como a hroes, aqueltes que,
na anligilidade ou nos lempos modernos, a morre-
ram pela patria pela independencia naciooal. -He
por terem defendido a causa da todos, qoe estes pa-
triotas iflo o objecto da admirarlo e do reconheci-
menlouuiversaes.
Agora poderiamos considerar as nacionalidades em
ua dnpl.i manifestacao, slo lirt em sna cunstiluicao
interna e em sua autonoma irfependente a respeilo
das naces eslrangeiras ; masleste Valialho nos le-
vara mnilo tenga. (JuercmusMcar fiis ao titulo
testes arligos,e limitar-nos"a 9ulcSraT'Slgumas ques-
toes muilo desprezadas ou muifo pouca canecidas, e
sobre as quaes nos parece oppoi
cias actaaes chamar a alien
Temos aponted os princ
poem o direilo de naciona
que este direito he o funda
do direilo das genles, do di. _.
depois a applicacao deste principio ao estado* actual
da Ooropa,
(Prene.)
uno as circumlau-
0 exame.
elementos, que com-
~ ""provenios agora
o de lodos os outro,
publico ; faremos
HERIOR.
RIQ DE JANEIRO.
SENADO.
Ola 5 da lolho do 1855.
Lida e approvada a acta antecedente o Sr. 1." se-
cretario d conla do segoinle expediente :
Um officio do 1 secretario da cmara dos depu-
tedo,parlicipan.io a eleicao da mesa que all deve-
ra servir no presente mez.
Outro do mesmo, participando quo aquella cama-
entretanto ninguem pensari qu ha nella elemento! **. artoPlou\ dir'Ke sanecao imperial, a esolucao
de orna nacao.
A raca, expressao da dentdade dosangue e da
origem, he tambem um elemento da nadonalidade,
mas este elemente s nao pode tao poueo constitu-
te, sem que exista poueas na^Oes propriamente di-
las. Esla dupla idenlidade se enconlra talvez em
algumas carias indianas, entre os Judeos e Bascas,
mas nao existe nem na Italia, entre 09 Lombardos,
Venezianos, Romanos, Napolitanos, Ligurianos, Pie-
monlezes, Sardo9 e Siriliauos; nem em Franca en-
lre os Normandos, Flamengos, Provencaes e Gas-
coas ; nem na Inglaterra entre 09 Celias, Norman-
dos e Angln-saxonio; nem na Hespanha entre os
que descendem dos Iberios, dos Codos e dos Mou-
ros. As emigracOes, as invases, as |colonisae0e,
as guerras, as conquistes lem confundido os puvos
de origem diversa de tal sorle, que a raca nao pode
ser o elemento esclusivo da nacionalidade.
As nacionalidades sao determinadas por urna missa o
especial, por urna aptido, que se' manifesla em nm
poyo, ou em um arupo de popularices. Os signaes
visiveis desla aptidao s3o olodo das condir/6es diver-
sas, que acabamos de enumerar, isto, he a posicao
geographca, a lingo, os canlos nacionaes, sobretu-
miss Davidson ? perguutoa
Milady condece
Edgard vivamente.
Sou aua amiga, responden Jane, sna melhor a-
miga, e era a esse titulo que eu queria fallar-lhe...
Assente-se aqui junto de mim, accrescentou ella ern
tem de bondade familiar, e conversemos eomo se
tostemos conhecidns velhos.
Edgard obedeceu, e Jane conlinuou recobrando
sea lindo sorriso.
Releva qoa o senhor saja seu marido, pois el-
la nma-o, e tembem que a teca ditosa I
Oh 1 exclamou Edgard beijando a mao da ra-
pariga, se isso dependo de mim...
Dislingaamos, ternou Jane; do senhor soman-
te depende tez-la ditosa depois do casamento; mas
quauto au proprio casamente, nao encnbro-lhe que
depende um ponen de mim.
He possivel?...
Esteres-le por lirar-lhe os impedimentos.
Ah Milady, exclamou o mancebo; mnlii
grahdao...
i~/erdoe"me' '' Ed8"rd ospero dar-lhe occa-
siao de provar-me aua graldao. '
Seja agora mesmo !
Votsa senhoria sabe que cada um lem seus in-
teresses particulares... E se emquauto vigo em tor-
no de sus reotura como urna teda benfica, sir Ed-
gard cegnmeiue e sem o saber Irabalha de sua par-
te para roobar-me a ultima esperance...
Eu, Milady 1 balbuciou o mancebo espanladp.
-r Se o senhor peisegue-me do da a de noile,
conlinuou Jane aoimando-se, se aferra-se a fazer-
me a crealura mais desditosa que ha no mundo.....
Mas, Milady, joro pete minha honra I
Sir Edgard Liudsay, pronnnciou Jane lenta-
mente, nao he verdade que deseja bater-sa com o
senhor Cbrislian Mae Anlay?
Certamente'. exclamou o mancebo nao poden-
do dlssimular a esse respeilo.
Confessa t
Sim, Mlsdy! Irei ao fim do mundo para ba-
ler-roa com u senlior Chrislan Mac Anlay!
Todava eu ia pedir-lhe... eomecou Jane.
No peca, Milady, seria intil. Son j a fbu-
la de Londres, e essa histeria pira deixar de ser ri-
dicula necesssla de um desenlace trgico.
Sir Lindsay, disse Jane, quero que ella se des-
enlace pacificamente.
Milady... 0 '
Quero / E faco-lhe observar que au i- dia ler
lomado sua palavra anles de dar-lhe a liberdade.
Convcm a um cavalleiro de sna qaalidade fazer-m
deplorar minha confianza? /t
Edgard abaixoo a cabeca. Jaoe conlinuou, esua
voz lomou, meo grado seu, nleies ameacadnras:
Son agora soaalliada, e naoaconselho-lhe, qu
deelare-me guerra! t
Mas emfim. pergunloo Edgard com impacien-
cia, que interease tao poderoso'.,.
da assembla geral legislativa, aulOrisaodo o aover-
no para conceder carta de naturalsacao de cidadao
nrasileiro ao subdito prussiano Carlos Frederico
Adao koefer e outros, com a emenda do senado.
Oulro do mesmo, participando ler sido saocciona-
da a resolocao da assembla geral legislativa que
approva a pensao cencedida i marqneza de Jacare-
pagua.
De todos fica o senado nleirado.
Outro do mesmo, acompanhando a segninle pro-
posicao. K
A assembla geral legislativa decrete :
Arl. l.a As Ierras de indios de aldeas ou mis-
sues exmelas serao encorpoydas ao patrimonio das
cmaras dos respectivos municipios, nao podendo po-
rcm essa encorporacao exceder a una legua *m qua-
dro nos terrenos proprios para a lavoura, 11 a duas
leguas em quadro nos terrenos de criar.
Arl. 2jrA's cmaras que nao tirerem lenas,
ou emcuje'municipionaohouver trras de aldeas
ou misseTes extinctas, serao concedidas para palr-
moiuO, na coiitermidade do artigo antecedente, orna
ou duas teguas das Ierras devolutes do mesmo mu-
nicipio.
Art. 3. Os indios das aldeas ou misioes exme-
la serio isenlos do pagamento de foro ou renda do9
terrenos que ao lempo da execucao deste lei oceu-
parem com suas moradas ou com efteeliva cultera,
e desla uencAo coiitinoarao a gozar os descendentes
dos .lilas aeluaes possuidores, e nao quaesquer ou-
tros seus successores nesses terrenos.
Art. 4.0 Os bens do palriinonio das cmaras
muncipaes extinrlas perlencem s cmaras dos mu-
nicipios a que o territorio daquellas se reunir.
suscilarem na execuca deste le< serao decididas pete
autor i.1,1.le administrativa, ua forma dosregulamen-
los do governo, rerogadas as disposirjoes em con-
trario.
>< Paco da cmara dos depulados, em 3 de julho
de 1855. l'isconde de Haenendij, presidente.
Francisco de Paula Candido, i secretario.Anto-
nio Jos'Machado, 2o secretario.
Vai a imprimir nao o estando.
O Sr. Presidente declara que se vai ofliciar ao Sr.
miuislro do imperio, pedindo dia, hora e lunar para
o recebimento da depulacp qoe tem de apresenlar
a s,iaccio imperial os projeclos do tei das fixacoes
das larcas de Jorra e de mar para o anuo Ananceiro
de 18j6 a 1837 ; c sao logo sorteados para a dita de-
pul.ic.lo os Srs. vsconde de Jequilinhonha, Fonse-
ca, Suuza e Mello, harto de Quaraim, vsconde de
liberaba, Queiroz Coutiuho, e marquez de Olnda.
He apoiado e apprmva.iao seituinte reqnerimenlo:
i Rrqueiro qoe se peram interma{o>s ao governo
sobre o estado das questes entre a telenda publica
e as ma>sas fallidas dos eommercianles T. e ul-
lon do Rio de Janeiro, Deane e Voole de Pernam-
buco, e Fulano Porto do Maranhao. e se o governo
lem tomado algumas* medidas alm do que consta do
rotatorio da repartirn dos negocios da fazenda. Rio
de Janeiro, de julho de 1855.Souza Franco.
ORDEM DO DIA.
Continua a I discusaao, adiada em 7 de julho
do anno pissado, do projecto o> lei vindo da cmara
dos depulados, mandando procossar, ainda quando
ausente do imperio, e julgarlogo que sejam presen-
tes os dudaos brasileiros que em paizes estrangeiros
perpetraren! certas crime, com o parecer das com-
missOes de legislacao e coosliluicAo, e com o vol
separado dos Srs. vsconde de Maranguape e mar-
quez de Olnda. (
O Sr. Mendes dos Sanios reqner que soja convida-
do o_Sr. ministro da ju.lir.i para vir assislir .1 dis-
cussao deste projecto: he a p pro vado este requer-
mente.
Tendo o Sr. baro de Quaraim pedido qoe fosse
igualmenlo convidado o Sr. ministro dos negocios
eslrangeiros, nao se approva esle requerimenlo.
EsgotaJa a materia da ordem do dia, o Sr. pres-
danle convida aos Srs. senadores para Irabalharem
as commisses, e d para da seguinle se-sao : !
discussAo da9 propoaifies da cmara do9 depulados,
nma aulorisando o governo a mandar matricular no
6 anno da Faculdade de Medicina da Babia o exu-
dante Bernardo Jos Affonso, e outra approvando o
privilegio concedido a Associacao Sergipense. e o
auxilio pecuniario de liOO? para a crearlo do ser-
vico de reboque por mio de barcas de vapor as
difiranles barras da provincia de Sergipe ; e logo
3ue chegue o Sr. ministro da juslica a conliuuacao
a discussAo adiada hoje ; e levanta a sesso.
fi ,
Lida e approvada a acia antecedente o Sr. 1 se-
cretario d conte do seguinle expediente :
Um oflicio do Sr. ministro da (juslica,participando
nao poder comparecer hoje no senado para assilir
di9cussSu do projecto sobre Crimea commellidos por
Urasileiros em paizeslrangeiro, por ler de assislir na
cmara dos depulados dscussao do orcamento da
juslica.
Outro do 1 secretario da mesma cmara, parti-
cipando que ella adoptou, e dirige saucedo impe-
rial, a resolocao do senado que autorisa o governo
a conceder caria da naturalsacao de cidadao brasi-
lero au Dr. Cesar Persiani. De ambos fica o sena-
do inleirado.
Fcam sobra a mesa as redaeces das proposices
do senado relativas aos estudantea Joao Baplisla dos
tiuimaraes c Joao da Silva Pinbeiro Freir.
ORDEM DO DIA.
Sao approvados sem debate, em l.a e 2. dscus-
sao, para passarem a 3.", as proposicOes da cmara
dos depulados, urna aatorisan.lo o governo a man-
j-dar matricular no ff.o anno da Faculdade de Medi-
cina da Baha o estudanle Bernardo Jos ltense
e outra approvandoo privilegio exclusivo o o auxi-
lio pecuniario de doze conlos de ris annoaes con-
cedido Associad.lo Sergipense para a creacao do
servico de reboque por meio de barcas da vapor as
dilterentcs barras da provincia de Sergipe.
O Sr. Presidente, declara esgotada a materia da
ordem do dia, e di para a da segoinle sessao :* Ds-
cussao de redaccOes que se acharo sobre a mesa ;
ultima discusaode varios pareceres nao impresos ;
3 discossao d proposito da cmara, dos depulados
marcando o lempo de servico para o acces-a dos ca-
pellaesdoexereito; |a discussio da pruposicao da
mesma cmara aulorisando o governo a conceder um
anno de licenca com lodos os seus vencimenlus ao
tente da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro
o Dr. Joaquim Jos da Silva ; 1' dscussao da pro-
posito da mesma cmara sobre a naturalsacao de
varios eslrangeiros ; o levanta a sessao,
No dia 7 nao houve casa.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
RIOCRANDE DO NORTE.
Apodi de agosto.
Na minha ultima, depois do programma ou cavaco
do coslumr, em que promelli'mundos e fundos, que
sabe Dos em quanlas liras o nao ter reduzido a
vida Ihesoura dos maledicos, live a temeridade de
emprehender encaixar urna eousa que eu cu pela
minha lingoa pretend que lhe cliamnssem topogra-
phia da provincia, na qual depois de ler garalujado
summariamenle sua configurarao, exteneao, posicao
geographca em relacao ao imperio e as provincias
limiirophes, sua divisa em agreste e serlao e os
ros do agreste, prometti proseguir*na terete, na
primeira que lhe dirigase, por nao me tornar lio
massanle naquella, e pira nao faltar i promessa, o
que ado muilo tete para um homem de palavra
ioterrompeu Jane
O senlior he indiscreto
franzindo as sobranedhas.
Edgard bateu com o p 110 chao, e tez un gesto
de colera, murmurando:
Eu na0 qutria adevinhar! Ah! urna mulher
como Milady amar tal homem I
Jane endireitou-se, lomou esse arzinho de rainha
que tanto lhe assenlava, e disse:
Sir Edgard. lenho o senhor Mac Autey por
um homem honrado, e nao quero que seja calum-
niado em minha prsenos.
Edgard inclinme e guardn silencio. June es-
teva agastada.
Nao estemos aqui para discutir nossa vonla-
aao verdadeiro da situacao: devemos concordar ne-
le mesmo instante ou nunca. Quer promeller-me
peta saa honra nao bater-se com o senhor Mac
Aulay ? ,
Edgard abra a bocea para responder negativa-
mente ; mas Jane disse:
Refiicla bem antes de recusar-me.
Creta, Milady, que sinto muilo... mormuran o
joven baronete.
Cuidado, stnhor! nlerrompeu Jane levantn-
dole pailida; travada a lula, nao lerei piedadel
Mis Davidson! aununciou Tribly nesst mo-
mento.
Amy! exclamou Edgard eslremecendo.
Decida o senhor mesmo, acabon Jane com voz
couda, mas cheia de resolucSo, se quer qoe ella
seja ou uSo sua mulher.
Edgard hesiten. Ouviam-se os pusos ligeiros de
Amy na sata vizinha.
Ignoro se Milady pode comprir sua promessa
e sua amear;a, exclamou o joven baronete ; mas
amo-a lano! Logo que Irata-se della, nao posso
mais resistir. Quero, senhora, prometi pete minha
honra...
- Tatito melhor para nos todas, sir Edgard I
disse Jane corlando-lhe a palavra.
Apertou-lho a rn.lo para sellar o contrato, t lan-
ou-se ao encontr de Amy, que enlrava.
Edgard ficou pensativo junto da chaminc. era-
quanloAmy ajane abracavim-se como duasir-
maas.
Qae! exclamou misa Davidson vendo o uoivo;
elle est aqui! E en vinha dizer...
Voss vnha diicr-me que o senhor Lindsay
desapparecra como nm fogo fatuo, e que o tinha
procurada de balde honlem i noile!... Sir Ed-
gard, inlerrompeu-se ella elevando os lindos dedos
de Amy aos labios do baronete, damos-lhe a per-
missao de beijar-nos raspeitosamente a mao.
Meu Dos, minha linda amiga, ternou com
petulancia vollando-se para Amy; se voss scubes-
se quanto honlem est jn longo I "De honlem pira c
cornhalomos como cavalleiros valerosos, eslivemus
na prisao, recubrimos nossa liberdade, reconcilia-
mo-nos com nosso inimigo mortal, e 080 ruteamos
mais do que em adorar miss Amy Davidson, a qaal
certamente nos corresponde.
Eslava entre os dous amantes, e seu olhar bri-
Ihante de alegra inlerrogava-os alternativamente.
Entao tudo isso parece-lhe multo lgubre:'
pergunlou ella.
Os obstculos permaneeem os mesmos, raur-
murou Edgard.
Zombo dos (tbstaculos! exclamou Jane. E-a,
Amy, soccorra-me.
' Meu pai est mais lonco do que nunca por es-
se Mac Aula; I suspirou miss David. ,
Quaaido eu dizia-lhe... eomecou Edgard.
Quando me dizia! quando me diza! ternou
Jane encolerisada; eu digo que vosss sao medro-
sos Tudo isso interrssa-me tambem, o podem con-
fiar em mim. Alacar agora de frente a preoecupa-
cao do commodore seria trabilho perdido; convcm
recorrer diplomada.
He muilo vagarosa a diplomacia.' disse Ed-
gard.
E se entretanto raen pai qnizer casar-me ?
lar non Amy.
-- Voss o perceber, bella ingenua, pronnnciou
Jane solemnemente, e entu ser lempo de resistir,
chorar, empallidecer, empregar emfim todos os los-
sos recursos. Por ora amem-se como poderem, es-
peren) e tenham confianca ; esloa na brecha e le-
nho meu desisnio.
Urna martillada magistral tei dada na porta da
rua.
Deve ser meu pai! exclamou miss Davidson ;
en Unba-me esquerido de annunciar-lhe sua visite.
Jane voltou-se para sir Edgard, e fez-lhe um sig-
nal de intelligenei.
O commodore, disse ella rindo, vom offerecer
sua homenagem Ilustre autora de David Rizzio ;
isso nio lhe interesas.
ltetiro-me. Milady.
Por alli, disse Jane mostrando-lhe a porte do
jardim. He ull aos nossos projeclos que dle osup-
ponha ainda ua prisao. Adeos, sir Edgard, a lem-
bre-se de sua promessa.
Que ouc.o dizia o commodore na antecma-
ra ; minha lidia est em casa da lady Desdemone !
Linda estatura de tigre, mea flho! Qae idade 1
Dezesete annos. Qae peen ? Cincoente e nove libras.
Muito bem !
Entrou mnilo atarefado, continuando sem res-
pirar :
Milady, deponho-lhe aos ps jneu respeilo,
Minha filha, alegra-me e lisongea-me ver-te aqui,
nao podes deixar de ganhar frequemando ama pes-
soa que sabe compor tragedias.
O commodore tez urna panza ; Jane admiravo-o.
Com efleito elle eslava magnifico: linha na cabeca
em vez de chapeo um capacete lizo de forma oblon-
ga seroelbante s metedes de ovo qae vao mesa so-
bre asedas ; saa palito aberlo deixava ver urna casa-
ca de seda, cujo corle desenhava-lhe o corpo secco
e ossudo; suas pernas de veado estavam coberlas
rentrems hoje nesse atrio pela porte dos rios do ser-
lio, para ir caminho direilo e natura!, e depois pas-
ssremoi s noticias do dia.
J comecamos rio sul para o norte a enameracAu
dos rios da parte oriental da provincia oa do agreste,
os qnaei como j disse, correm para o nascente. e
desagualdo os do serlao. que he a parte occidental
na costa septentrional, principiaremos a tezer meii-
(30 driles, seguindo do nascente para o poenle.
O Pi anlias desee da serra Burburema perla dos
limite de Pernambuco com a Parahiba, atraressa
aquella provincia, onde banh'a a villa de Pombal,
recebe o iributo de seus afluentes por um terreno
pelregoio e rido naquella.e nesta provincia, espraa
se depon nesla por um luido valle de frondosas var-
zes de :arnaubaes. ennobrecendo-se entao com o
bello nome de Ass, de que tambem se serve, qual
esposa .lo velaxo desea esposo, a oulr'ora villa da
Priucezi. e hoje cidade do Ass, a quem elle "o la-
do esquurdo acaricia cum um ampielo de amenida-
de de ora de seus braco-, a lagoa Pulo, sendo o ou-
tro brar.1 a Lagoa Pona Grande do lado direilo ; e
janclancioso por suas 80 legoas de curso, e pelo no-
vo diadema qne lhe dnge a cabera, ao lado esquer-
do, a rcenle e prosperante villa de Mani, en-
tra em competencia com o Atlntico, por suas cinco
grandes boceas. Alem do rio do Peixe e riacho rios
Porcos a esquerda. l'iuharas direila na provincia
da Parahiba, os afluentes principaes do Ass ou Pi-
ranba ueste provincia sao : pela direila o rio Serid
de perlo de 30 leguas de curso, nos municipios do
Principe Acari, de margena secos e nuas. porera ve-
getantes, quando regadas petes chelas. O rio Cara
011 de Ss nfAnna do Mallos, o Patachoca e a lagoa
Pona Grande de pequeo curso, nos municipios de
Sanl'Anna do Mallos e Angicos. O rio Salgado no
municipio de Angicos e Maca que se lhe encorpora
formam.o urna de suas cinco boceas, pela esquerda
aperladas pete ro Upaueraa affluenle do Apudi, se
lhe enc rporam somonte o pequeo rio Paran e a
lagoa Pial.
O rio Apodi lodo nesla provincia e o mais occi-
dental della, cojo limite com o Cear se verifica na
ha langa de suas aguas com a do Jaguaribe com pe-
quenas liflerenca, alrabe suas primeira aguas, do
cimo da serra do Luiz Gomes, junto a povoacu do
mema nome 110 municipio de Porto Alegre ; en-
cr,i--,i-s( com as aguas da conlilheirado Cmara e S.
Miguel ole., e em directo parallela entre o Pira-
nhas e Jaguaribe, lava a pnvoaao do Pao, dos Fer-
ros, dei-.a a direila as serias de Porte Alegre e Mar-
lins, a 1 llima mais ao nascente da primeira. onde
esiao a villa de Porto Alegre o a cidade da Impe-
ralriz, entra uo municipio do Apodi, expande-se
ah em um frondoso e aprasivel vallo espacoso de
carnaubies, diamado varzeas do Apodi, e deixando
a esquerda a lagoa do mesmo nome, em cuja margara
septentrional descaa;a a villa do Apodi, recebaodo
a direila o rio Unan, portador das aguas da parle
oriental da aerra do Martin* e cidade da Imperarais,
e a lagoa Apanha-pete, receptculo das aguas dos
rios Mtelo e Sabemuilo,torna-se perenne por esparo
de urna legoa com o Iribulodasaguas das tente* do
sitio Brejo : depois corla a serra dn Apodi, e esgua-
se por urna alcanda Ja estreila alea povoaeao de S.
Sebastian a direila, lendo enlrado anles no munici-
pio de Mossor. cujo nome,loma por onde corre pere-
ne por e .paco de 8 leguas al confundir as cristali-
nas aguas comas salgadas, e bordado de earnaubaes
refrescando a villa de Mossor a esquerda, accumula
as aguas do Upanema de 30 teguas de curso a di-
reila, alaga era ambas as margens as abundantes sa-
lina, e extraordinariamente profundo, e navegavel
por seis leguas com ura curso de 50, abre sua barra
ao ocano, oflerecendo intilmente au commercio
os piodelos do centro desta provincia o da Para-
hiba.
Sao estesos ros do serlao, e por conseqoencia es-
loa rirscriptos todos os da provincia, pausaremos it
serras. Sed motus componere rentus, islo he, baste
por este vez de gengraphia, vamos as novidades.
No Ats este encerrada a correieo que alli abri
o juiz di direilo Pinaj, esse die* irre, qoa se ante-
ripa ao |K>vo, onde
Quidquid lalet apparebit/
Nihil inulium remanebt,
Cum vix jusius sil securas.
O am;M> Cazuza carcereiro nada me dise sobre
olla, por.jua tendo-me escripto antrS do tremendo
da final, esteva o homem tao impresaonado com o
Taba mirum spargens somnura
pete incerteza do
Slaluens in parte dexlra,
ou da lertivel senienes>/e maledicte, qoe me
pedio logo que o lirrasse de comproraetlimenlos,
Ne me perdas illa die,
Ne perenne eremer igne,
dipensan;lo-o de communicar-me Uo tremendos
mysteiio!,, fosse qual fosse sua aorie, porque
Qoamlo judex est venturus.
Cuneta slricte discursuros.
De oulras fenles porem acabo ,de ser informado
lo resudado do tacrymosa dies illa.
Tanto um prosa como em verso. Vamos pos ex-
Iractando aqui alguns trexos de urna carta em verso
que leudo presente, que deixam alguma idea do
Judax ergo cum sedebit.
Ei-los :
a Sentado ao (pe da mesa,
Via-e o juiz .e.ilireilo,
Com aspecto inexnravel,
E lendo teito por teito.
Na sala estando presente
Urna caterva de gente, a
Depois de o nosso poete descrever a pcsieo no
tremendo tribunal do juiz municipal e do promotor
publico, > a impressSo que caoava no auditorio a
presenea daquelles dous altes funecionarios locaes
de Themi 1, conlinaa :
.. Tambem jnzes de paz,
Delegados, escrivae,
Espoletas, carcereiro,
Meirinhos, tabelliar's,
Aqui lodos comparecer.
Porque le ubedecem. o
Aqui o nosso vate faz menc.io de alguns persona-
Sendo aberlo o tribunal,
O sHeneio entra a reinar,
Srnente falte o jniz,
Cada um em sen logar ;
Aqui nada se dispute
S severa voz se escute.
Porque entao ( agora fallo ea ):
, Lber scriplus proterelur,
In qao telum cunlinelur,
Unde mnudusjudleelar,
Separadas eoUo as ovejhas das ca)
El ab hrdes me scqucslra; alias ai texlr
dd tinUlram, se ouvio a teroivel sentenca, e foram -
coudijmnadosHe maledicteaos seguinle a
meo loa:
Um joiz de orphas em 100# rs. de mu
obrigado reformar a sua usa aro
que c zdoso eserivao deixoo de ten
hcrdi iros, multados tembem ,'os partidores era ,V) rs.
cada um.
Oulro juiz leigoem 1509 rs., por fallas em doos
iuveiilarius, ubrigando-o a reforma.^^^^^Kasswla
etc. Mais oulro juiz leigo, em 20J rs., e obrigado
a refirmar partidla sos cusa, onde tembem
laram quinhdes de iierdeiroa ; soiTreodo tembem os
parla ores desle urna multasinlia, emboi tessem
figurties.
O leloso eserivao da orphaos, que utras
obras pralieou, em 75> rs., tres metes de suspensao
reslitjicao herdeiros de alguns bens que liaha em
si, cono urna escrava e um cavado, por (er o dilo
juizannullario am testamento em correipU, acia
que ., rbula comnadre Mrgoel, mea v lioho j
con.li ninou e ea como nada enleu.l .usas
de raliulices disae-lheo juiz qoe lhe reap,
Oulro eserivao tambem linio seos r ler
fiiuciionado em um dos nventerios qoa i an-
nullsdos. Tambem tei annnllado om inventario
mtelo de rauilns anuos, mandando faze-lb de novo
e obligando o leslamenleiro delle, um dos mai
figur.iesda Ierra a restituir aos orphaos boje maiores,
o que tinha em si por compra e pasamentos que fio
lerrai de muito valor hoja, urna porc.lo ce prala,
dinheiro, gados, todo prejuizu solfriilo pelo lucro ees-
anle vendas de Ierras feilas ha mudos .anuas em
Virluilc do mesmo inveulario ; o que tu
perd .la vinlena, que tambem soffreu, euan||^M-
dar por liem um cont de'res 0 meu i
padre Miguel que he hornera pntente, digo lan-
Iropi'o, pai da patria, reformador o de peni qtes
milite, liberaes, est bem assusta,: asro
com lano arbitrio a um juiz de direito e r mge
dos Iribunae supremo, e eu desla vez nade rae
atrev a dizer-lhe, porque quando o vi descorrer a
respeto, eslavamos em urna grande qaei-
ro-i animada e calorosa, na qaal elle umi-
dade de velos favor I Dominado ten. H eaes-
mn principios, o velho palriarchi ti
uao quiz cantar o
Parce oa foiu pielatit
e segundo me diz o cojo dilo compadre Miguel
pelln da deci-Ja da correirao, crisin de 4>u'-
qua E quer Vmr. saber o qoa avi a; o
tal compadre Miguel !
Tera espalhado e quer nos fazer acreditar or
aqui, que o juiz de direito remelleu ao juiz sou
pal a copia do requerimenlo deappellaco para
eessar o appellehte somonte porque oso* da .patarra
iniqua Estes rbulas tem tracas para todo Mas
seja como fr, o certo he que eu hei de regeitar to-
dos o, lugares de jurisdirilo, anda mesmo o de juiz
de pa 1, se o soberano povo cahir na asneira de sao
querer dar, viste que nao lendo eu a precisos eo-
nhed nenlos jurdicos para obrar em regra, pono
tambem ser chamado antes de lempo ao joiso final
por riisbruras de um eserivao.
No Apodi, seguudo me iliz o Cancio, leude sido
convocados os jurados para o dia 11 de junlio, ,live-
ramlunar duas absolvi^Oes, sendo urna em crime de
morle impotado, e em 3 julgamentes mandados pela
relacao, e a oulra em reo senle de crispe de furto
.le cabra''que punco oliendo a sociedade 1. Uetain-
se tambem duas condemnecoe, urna de setenta das
e oulr.i de ora mezes de prisao.
NoPatir, freguezia do municipio da cidade da 1ro-
peralriz, dau-se um faci qoe lauto lem de inapto e
sacrilego quanto do atroz e horroroso.
Indo o padre Eslollano tomar potse de piroelio
eneommendado na dita fregu. ,-mdn a pri-
meira tnissa dia de S. Joao na nova matriz, aulas do
acaba-la sentio-ee perlgosamento envenenado, pelos
fortes vomites que a acrSo venfica lhe provoca*, os
quaes felizmente com outros antidotes e auxilios ap-
phcados i lempo, poderao nentralisa u eueitos
morlif>ros, preservar o eston
substancias corrosivas.'ndla ingeridas pete agu da
galhete, como >e verificou depois. salvar a victima.
Esle en me ja superlativamente airo, tei aggravado
pelase rcumslancias de ler sido pratkado por
mus legtimos e pelo marido de urna lia do envene-
nado, ara vinganea de oflensas yida privada de fa-
milias Consta-me qoe j se adiam presos os pro-
prios propinadores, e o pai riellea que j contessou
o delicio e contessou-se tambem sacramenUlmente
ao padre pedindo-lhe perdiu da oRenaa!
O padre Eslollano he flho de Palii, AnJe'tera,lo-
ria a familia, mas desite menino mora aa ddade da
Parahiba, onde e pai tei astabeiecido. Ue elleum
minjo ai-denle e audaz, e tendo-se como tal celebri-
sado, puncos das depois que se inlgoo salvo do
neficio, procurou fazer experiencias, e conheoeu que
nao (inlia perdido suas qaalidade* naluraes'pete accao
corrosiva, pois que telendo de gedema coro um san
irmao de habito o padre Candido, tantos Bocas lhe
alirou que vasou-lhe das bitaculas ou das gualas
com as unlus boa gotas do licor escarate girante !
Valba a vrdade, pos que fama rolal. Irra qoe
se houvisscm outros tantos hroes em Inkermau,
por corlo que Sebastopol ja ha muilo tiohi ido
pelos ar ?s Visto o que ha poueo disse sea corres'
poodeule do Para acerca de um padre Eslollano na
colonia .lo Amazonas, e o-ejae en agora aqui lhe no-
ticio o terapo esla climatrico para os, padres Esto-
lanos ; si> pois eu livesse um lal nome nlo me orde-
nara ainda que me quizessera tezer bispo.
Sobre os dignissimos provinciaes Ble roe poseo
oecup,-r muilo com elles, eomo lhe prometli na osi-
gens mais qae aisisUnmao drama da deosa que sus- ,,ha primeira, porque he ama molestia a'nliqussima
tenia na di Ura a balaacs. sempre uo fiel, e aceres- capla| promeller-se noticias e ule se comprir, e
mas posto que teu
por uns calcOes justos e abploados na altura dojoe-
Iho, onde lerminava o cano das botas mofles. Um
chicote Ion jo e esporas completnvam essa vestuario,
debano do qual Roberto Davidson brilhava com um
lustre inteiramenle novo.
l'ceo-lhe humildemente que deseulpe-me, Mi-
lady, tornou elle procurando com a visla um espe-
Iho, se aprewnlo-me aqui em Irage de sporling geul-
Icman. Temos om pequeo sleeple-ehase em Croy-
don, e prometli montar eu mesmo Parallelipipedo,
meu encllente corredor.
Jane inclinou-se sorriodo, e Roberto Davidson
continuou :
Eslou muito habituado s sociedades, e sei bem
qae nao us; -se tezer visitas nesle Irage ; porm o
oso e ea somos inimigos figadas ; nada face como os
oulro Conhece Parallelipipedo, Milady '.' Nao ?
Quer conhece lo ? Nao ha lempo ; iso fica para ou-
tra vez Poiso expor-lhe em duas palavra sua ge-
nealoga : elle he lidio de Hypolntnusa a Prism-
tico ; Prisnutico era flho de Synnoche e Polygo-
no ; Polygono era fillio de /quacS** Logarilhmo ;
IjogarUhmo era filho de Problema e...
Que ca vallo sabio exclamou Jaoe desalando
a rir.
E mai deseonhecida, acrescenlou o commodore
com ar um tinto confuso ; todavia ludo induz a crer
que Problema nao (vera commercio com orna ju-
menta ordinaria. Eu teria grandissima satisfazlo, se
Milady quizase aceitar minha carruagem para assis-
lir corrida.
2 Isso mi dara muilo prazer, Milord ; porm...
O commodore nao a ouvia mas, conseguir pr-se
diante de um espelho, e mirava-se com am conten-
tamente ingenuo.
Creio |ue meu vestuario este do goslo deesas'
senhoras, ternou elle pondo n chicote sobre a anca :
capacete azul celeste, casaca encarnada, cinto cor de
laranja com franja de ouro, e... e...
Apeur da audacia de sua excenlricldade. elle nao
ousou proferir a palavra, calcfies, a qual he shoking
ao ultimo poni.; mas bateu na cosa, saudou e
acabou :
Da cor verde-mar !
Tudo iiao he muito bello, Milord, disse Jane.
Mau Dos, Milady, oas ultimas corridas de
Epson Mac, \ulay linha copiado este vestuario.
De anlsmao... murrourou Amy.
Nao compare-ie com Mac Aulay, Milord ex-
clamou Jaoe,
Nada orno os outros disse o sommodore com
eraphase; novo dos ps cabeca 1 S Mae Aulav le-
ve esporas in, e o parafuso das de Mac Aulay
iyra para a e-querda, ao passo que o das minhas gy-
ra para a direila. Elle nao sabe isso I... Jn ouvo
dizer, Milady, acrescenlou approximando-se, qae ea
procurara a! gera para ler ura duello com ar-
cabuz?
Inclinou-sn ao ouvido de Jane, e conlinuou em
tem insinualiro :
Minha llha nao he falla de inielligeueia; se
he o que agora me acontece :
Milady podesse ao menos eosinar-lbe a compor al-
gumas poesas ligeiras e insignificantes ','
Pode-se experimentar, Milord, respoudeu Jane.
Kober'.o Davidson poz a mi sobre o orarlo, e
tornou :
Aquellos que fallam como todos, diriam que a
senhora lie encantadora. Eu riiao-lhe... limito-me a
dizer-lhe que a senhora possue om pnillr,o !... Va-
mos, Aniy, j quo Milady nao digoa-se de honrar-
nos com soa companhia.
E lanzando um ultiioo olhar ao espelho; lomou a
mis da HB.
Ser-lhe-ha agradavd, pergunlo no momento
de passar o lumiar, conhecer miudamenle esse com-
bale extraordinario de qae tei instigador e leslemu-
nha ? Mas esqueTo-mede que Mac Aolay lem a des-
dita de desagradar-lhe.
Deixot a mao de Amy, precipitou-se para Jane, o
disse-lhe volvendo os olhos :
Sil* neto nao pode-se fallar de casamente diau-
(e dessa rapariga. Volterei depon da oarrjda, e u
amor me dar asas. '
Ah tornou Jane langoidaraente. Milord he
nico no muudo para dizer teas linazas !
Finesas 1 Finesas I repeli o com modos Irium-
phante *, ouviste, minha firha ?
Jane aliracou miss Davidson, e aperteo-lhe a mao
dizeado :
Adeos, querida amiga ; coragem I
> Nao tecamos Parallelipipedo esperar, Milord,
acrescenlr n em voz alte.
O comaiodore sahio com ar pesMativo como entra-
ra, e exclamou atravessando a antecmara:
Ah misa, ah 1 miss, quem me dera ser pai,
filho, ou esposo de urna autora de tragedias !...
Jane consoltou o relogia, o qaal marcara Ires ho-
ras, e uma nuvem de inqnietaclo veio assembrar-lhe
a fronte. Tornou a assenlar-e junio da chamin, a .
pz-se a c nter os minutos. Eram as horas em que
Chrislan vnhe ordinariamente, e elle ainda alo che-
gara. -
Duas 011 Ires vezes emquanlo Jane segua com
olhos tralesuandar d. pouteiros sobre o mostrador,
os semblantes curiosos de Crter e Lewii apparece-
ram as janellas da galera ; mas Jane, absorta pela
aua preoecupacao, nao os va.
Virin elle honlem pela ultime vea diza a
mofa comsigo.
Os minutos passavam. Repentinamente ouvio-se
na rua om rodar de carruagem, e Jane levaolou-ie
radiante, exclamando :
He ele lhe alie 1
Correu o espelho e passou a mao petes cabellos.
Poueo antis o espelho sorria-lhe ; agora ella reeeia-
va nao ser bastante linda^.
Era elle era Christau O coracac- de Jane pil-
pilava como na hora da primeira entrevista.
(Ctmifmidr--*.)


2
S*!!

Dodenle d'alli o ba de salisfazer na forma do
je, coiiludo nao o cmpmiine oseguinle rexo,
'de colher de cirla de am til Mir*, que no
nome, porque seii.lo ha a lilieru-
!Jee preleud libertar.
Ei-lo. Adignisiima provincial abrio-se com os
eflertivo no da di le, mal ha ra menta hora,
rom maisou menos solentndide, poror para poder
roHiinaar ii funcclonar raais rcgolirmenle, lem cha-
mado supplmites. A me-n fui uomposla dea mismoi
do armo pesiado, islejie, prudente Aulonio Joa-
quim ; t secretario libio, e2' Florencio.
Paree* que por ralla de funienladores dasappere-
recan ale armo 01 axedomei do annn pesiado, poli
oa Jij.moi v io rraierniadee al aqai por iaao vai
aquillo ama perfeil Siberia
prefacio da eipalsao do dodaalarra da agri-
cultura e aoabo do Sr. Sea ira de Mallo, da rau-
danja desla capital pira a ciliada de Mipib, iam
cea lado aeuacendn os gelos da Siberia, por en-
coulrarem neaU capital uma indigeajJo" viva, m
o primeiro j l esla na qoarriiteua do adiamenlo,
cuan igual inriignajAo rio agriculturas, e o segundo
lie am castello de papalio. como os de fogo artifi-
cial, erguido lloara meote para espectculo e que tinha de tornar-so en-
formo logo que lile chegassem a tocha da diseusso,
se efie rene retirado i podido de seu autor. Para
entreler a suscepiibili.Ude dos habitante da preten-
dida capital, digna aein dxtvid desla honra e lves-
se nm porto e oulras commodidadei mais que a ei-
dade do Natal, ja' kvpatwu em ultima discuesio a
nata comarca de llipib, c pura compensar a fadi-
gas do iocaucavel Sr. Seabra de Mello, homem de
uio eniprchendedor, la est eom lodaa k honras
a ama le que ha de breve figurar.na eollecjAo, o
prefecto da relia lembran<;a ila mudanja da de-
crepita villa de Estrmnz par n novissma e flores-
eonle poeoac.ui de 8 annoi de existenciaBocea da
Metla-^-com a prestigioso lilu 1 de briosa villa do
5 eirie, he neme prestigioso na provincia,que
andica prodigio da vegettja na margem do rio
desla non) onde est a nova villa, Flgnram mais
na ueali 1 balhu oulros projectos de cuja mir-
ejia llie darei coota, porque nao quero fazer como o
1 de litiin daqui, qoe formam esereitos ar-
1 anleripadamente contri Indo quanlo Ibes nlo
la primeiri vista, tinao aquellas poves que a-
pedrojavam o sol antes de nucer.
Nlo he raro encontrar-se agora aqui pela ra um
pebre oo uma pebre moteta, nim um requerimenlo
documentado provnndo Heujio legal de teu filho,
1 o* prenle recrutado lirios encarregado do
recrataraenlo no centro;a qrem o Exm. presidente
mo (am podido deixar de aolt.it na forma da le, e a-
Cor deferencia ao recriiladore, exige prova
lado da peasoa recrulada. Alero dos que
10-lhe am de Porte Alegre, doente;
ando um mencr. oulro lllho nico de
qual veio por alie em pessoa con-
mino de id idr, e at um eslran-
Sro; nm do Mossor, menor ; um do Campo Gran-
casado ; um os dona do A siri, etc.
1 parecido assim o ntreme!, que ja' vi re-
presentar do recrataraenlo na alrieii, onde o jniz de
paz enilo obrigario a' apresenliir ao sargento recru-
Uder teda gente de leu dislrklo, para della serem
aerlas, appareriam ro corcovados, torios, e al aunes, asseverando o bom
pa qoe entre seu invo nao havia gente
la para o recrutamenlo que aquella que -
irfa. Nlo quero dizer que os recruladores
eirem como aquella jais de paz.isenlar dorecTo-
mento seas destruios, porem enlendo que como os
que eitao em eirenmstancia de serem recrutado
e talles para se deixaretn apandar, valendo-se
a tempe das bandeira* rere es, como por la cha-
llo, e retratador qoe uner provar ao en-
verno qoe nao eti In de braeoi ernsados, manda
lo quanlo tem em que seentie uma farda e que
pode colher, que sempre sao f or via de regra os po-
N tem Isenclo, porque oles se 11.10 escondem.
lenle o Eim. presidente lem sabido restituir o
esiet miseraveis que a lei acoberla com
fallar-lhe em paiz da retraas, vem ao caso di-
'.er-lhe, qoe procure! ver e vi, nm pardo, pai do re-
l Mossor, por me consiar delle um fado dig-
no de memoria, que vou refer 1 -Ihe, apelar de co-
nliecer que o* ensinar o Padre No viiloquD V. odeve l moilo bem saber.
Quando em (824 a tropa de JoAo Joaquim Gi-
la Mosaor.v 'mi ii fazenda do lina-
Carnelro Machado Ros, noSerid, para on-
(ioha relirado pir.i evitar mmprnmelli-
1 provincia de Pernambuco, e o assas-
"Ou.saqueando-lheludo ciu.i-111 em casa foi achan-
0, prata e fnendas, importando em um al-
ale homem virtuoso, esle hroe digno de
o nico, qoe, inlo nessa tropa infa-
forlaleza, oAosmnnle de se oppor com
risco de vida ao a ro allenlado, prali-
a 1 constancia o nobreza cobija,
lejos e arnenctn dos mesroo. evi-
com o caheil.it que. se distribnio
itn iba pretenra, e si Ihe olTereceu enmn
la do servicn, que pnicuravam persuadir-
Iho, aeabava.de prestar S. M. !
inda de ponto iua virtnde, porque,
lulando com o dever ile cnnseirvar a propria eiis-
1 enca, de respeitar a propriedtnle alheia e da obe-
liencia eom que em mime de S. M. o obrigavam a
1 olelo sequilo, snpporlon o
horrores da fonje por das, para nao locar no nico
iltmeiito que Ibe oflereciam, uchado na caa espo-
liada, e ensopada no singue na innocencia I Este
t.'io obre, quanlo meritorio p-ocedimento, anda
pouco aquilatado naqiwlles calamilosos lempos, em
rie matar um patriota era acc,l> quedava litlos
irnrierlancia social, foi Uo eslrr udoso que poda ser
apiecudopelo honrado brasile o Maneel Januario
lle/erraCavalcanti, por anlomaiia conhecido por
ulete o qual, morando na provincia ila* Para-
liiba, ordenou i seu vaqueirn, tuedesse em Mossor
I m boi de prsenle, ao homem que tal felo tinha
n por ca Uo deiapercebidoi da
imperial, (ocios ISo preclaros que
premiados a pialica de mullos 011-
1 parilh.t da 1 irlude he o olvido e
II loffrimenlo O pobre Joao Cordeiro, (he esto sou
1 sen coracAc poro) vivendo em
lerado de familia, compota de od-
os menores, na idade septuagena-
ria, aiuda Ihe arraneam dos bracos dous filhos para
recrutas,que o'obrjgou dnas vezm a palmear, com os
lindos pes, is 74 leguas de Mossor capital,
lie sendo posaivel na primeica viagem resaatar
en lllhoaqne sempre embarcon ; podendo apenas
resta ptima conseguir, que IIiqi esliluissem o coin-
ajuda a arregar o pasada carga da
bavido qoera J i ensioe, que pro-
vando com cerliJao de baplismo, que seu lillio era
Tulamento, o poda rrsgalar, e por
lo, como cosluma o E\m. presiden-
ta, mesmo ignorando quem bineliciava. Mas que!
1. Joao Cordero era soffrer Apa-
1 rta viagem, anlos de restituir aos bra-
> nilio que pode reicalar, mor-
illo no Ass 1 Quanltvicria con-
ib o Exm. presidente amentaste com res-
ida), ao recrnlador, qoe te nesane a ad-
nirttir mesmo la em seo dislriclo, as provaide isen-
cOo, que o recrutadoi podessem apreuntar, como o
ellio Cordeirn, que ai procorou In mesmo dar !
l'raza a Oto^ que chegoem ana atlencAo tan fac-
lae!
Nada mais desla vez.
la e eu lamben), desejando repoo-
brus, por ser j larde, antes de Ihe
bao 'vlele o quero mimosear
ene produelo da iinkistria ca mesmo de
minba fabrica, a seguinle
CHARADA
Uarilia da san liem 1. ...
codio desdenbosa ; j y"-
Mudei-lhe a cor bronca efura, i.,
N'ama cor menos formo. )-
CONCBITO.
DIARIO DE PEMAMBUCO SABIDO 18 DE AGOSTO DE 1855
enca; poriue orna alma .a uradn dei tanta maldade,, Oulro do mesmo, concedendo a aulorisacHo aue
uma a ma,cue ten. ec.roeclo de lodoso, preeeilos,! esta cmara Ihe p dio para continuar a deswnde?
J* d* '^"o,".' ^CllS'i0 Ui>? po,ta fci,ml hr I P q0U eonB,,ada 'par. ca lamenta c nopeza
bramido daqnclle _
quem elle precipilon no abysmo da prostituiro e da
miseria, e o mondo Ihe daf a recompensa mereci-
di, a o rrapenditnento, he poialvel, vir tardo,
talveique meu amigo sapponha de mioha pir-
leparealldtidt, nao, ahominn-a, porque oo moilo
superior a ella, e como sou devolado amigo dos iu-
leressea e tnlieidade de meu comprovincianos, por
isso he furr;,)o qoe me prenuncie contra ai arbitra-
riedades e desmoralisaco da um agenta de polica,
que todo sacrifica e tupplanla pelo ieu i ulerease, e
para que o sabio e prudente adminitlrador desla
provincia, r.closo como lia pelo bem publico, lome
medidas aci riadas e pinha termo a um proceder, li-
llio somenin de um geoio, alimentado com a tor-
peza.
Multas vezes lenhn lamentado as minhas miisi-
vai o estado de anomala, em que vive esta pequeua
parle desla provincia, bem ditina de inollior sorte ;
muitas vezes terrtio-lhe apresenlado fados, e lodos
candados a ludo, al mesmo as sitas victimas, e cocotudo nao
tem bavido paradeiro para conter a fonle caudal de
tantos males. Dos nos proleja.
Alguero. i-reia que de proposito, me lem acremen-
te censurado pelas minhas miasivas, appellidando-
me por innovador de fados e orgao de pensamentos
albeios. Se invento, aiuda nao fui contestado, e se
orgao de pensamentos albeios eilou muilo longe de
s-lo, porque presumo muilo de mim, lenho energa
de carcter, e com a dignidad que me he inlieren--
le,eu repilo qualquer insiiniacao fazendo reverter
ludo sobre essealgiiem. Os meu aclos sao exclusi-
vamente meu, nao preciso thermometro, e o meu
lim he lodo justo. O pensamento, diz um sabio,
por mail sardo, juslo, quando passa pelo cadinlio de
nm homem pervertido e mo, sabe lacerado e ver-
lendo sangue.
Tornemos a polica, e vossi> v,i apreciando os fac-
i- para o que nao ha argumentos
Na Csinia -Brava, em Goiannirjha, acaba a poli-
ca de por eii pralica' mais nm atlenladu, merece-
dor qne meo amigo d publicidade.
O delegado V..., lendo de capturar a Pedro dos
Prazeres, mandn o seus 10 infallivis por om cer-
co a casa daquelle pobre homem, o esle, timora-
tos sem uma raz.1o jiisliCcaliva, apenas, descobriram
a morada de seo desejos, riesfecharam tiros, resul-
tando a motn de dous lilho daquelle miseravel,
alm de um baleado, que est gravemente enfermo.
Foi esle um proceder em ama razio legal, por-
qne no honve resistencia alguma, alln de snppli-
cas e regos da familia. A vida do ri.ladao he hoje
o brinco do poder, e a prudencia arma insuflicienle
contra a audacia.
Anda nao be ludo.
Ha pouco foi sitiado o engenhu S. I.uzia do Oi-
lero, de qoe he reodeiro o l)r. Amaro C. B. Cav.il-
canli, para capturar-se um dos empregados do
mesmo, porque Uvera uma pequea dosavenca com
oa'.ro: achei com effeilo juslo o proceder da polica
Iralar da averigoacao do /acto, ma absolotamenle
reprovado he o comporlamento que houvc; porque
a noitea eas.i do cdadao he garantida, o por conse-
guinto a polica nlo poda usando da forja da que
dispunhs, ame arar para levar a effeito seus intentos
sinislros. Tanta ponlualidade, tanta rcrtiilao, lano
amor pelo hem publico nao eteitou ao delegado
V... para passear com o eu regimenlo em o enge-
nho Jardim, onde os jornaleiros munidos de pu
nliaes. travaram uma lula do vida e de morle, de
que resultaran! graves ferimento.
Para nn he nimiamente eiaclu, e para oulros
eondescendente at a perda de dlgiiidade,aquel-
les sao descontentes, nao ha nein se qoer joslica, e
ules flo amigos, e o manto invulnoravrl da polica
osacolhe c endeosa-os.
Pergiintar-mc-ba voss, se j inalauroase o pro-
cesso pe morle dos infelizes Firme e Kimono qoe
succumbirain em ama diligencia, movida pelo dele-
gado V... Nao! Ha um nao sei qoe por mim
nao comprehondido, que obsta a acclo da polica,
mas creio qoe em chegando o Sr. Kigueira Costa,
zeloso como he pela sui reputaran, aiuda nao man-
chada, e por lodos aplaudida,* desatar o no gur-
dio, qnaiulorniao conhrceremos o macbiavelismo :
ro fado de canibalismo, e de execraran.
Em o l.o docorrenle leve lugar a abertura d'as-
sembla provincial d'esla provincia, como deve ler
sabido. Esperamos dos dignisslmos lisuda altencijo
para o melboramento d'agricullora, e instrorcao
publica.
Sobre esle poni qairera muilo vigilnnle n presi-
dencia ; porque realmente a educaran entre nos he
multo deleitada, e da maneir.i porque camioha, m
logar da provincia colher benelicos froctos, bebe o
veneno da cosrupcao.; portante h de interesse vi-
tal todo cuidado e vigilancia, para que innoxios, e
quien sazonados froctos nao se lorncm venenosos, e
enseriados em corruptos ramos.Bons profesares
e uma legislarlo adeqoada sao o antidolo.
Esl vaga uma radeira no senado pela morle do
Exm. Manoel de Carvalho, lem paranlo > Parahiha
de eleger o seu substituto, e como o vol seja livre, e
filho das convicio de cada um, eslou autorisado
para lembrar aosmeus patricios o Sr. commendador
Andre d'Albuquerque Maranho, que pelo seu ca-
rcter, independencia, fortuna, considerarlo, e vir-
tud, he digno de vossa alienlo. He bem conheci-
do de todos v. e a provincia ter um estrenuo de-
femor de seus direilos, e o Himno de S. H. I. mai
orna colomna Torio paca manler, e sustentar iua in-
tgridadr.
Ei, Parahibsnos', premia o marilo, que as"bcn-
caoa patria cahirSu ubre v.
Muilo breve Ihe escreverei.
.VicosNao esquena recommendar-me ao seu ami-
go do Uamb, e dizer-lhe que como elle, aoffro um
delegado......
Saude, etc. Belladona.
PERNAMBICO.
Na primitiva.
Natalia historia,
Em mim se contara
Paitos de glorin.
K no gyrante
Tempo prsenle,
De meo iguana
Sou presidenlu.
Ora, esta agora nao foi do ajuslea> Os que liverein
d ividado das fnifarricc do meu programma, que te
ilretenham com ella, para iren labendo que nao
stuienlo compro que promollo, como mais do que
pri* Vlele.
Vallar ptcuum.
l-lorildejiilho.
Meo aimgoi-Uewjei lano escrever-lhe em n da
onle, qoe cuido que pelo muilo desejar o
-lurot mais cerlo da sor-
deseje o que mais presto
'> ala para que nao me lache de
poueo exacto no comprimenlo co noaso eompromi-
b, vou com esta, inda que um pouco larde, da-
< brigar-nic, e scicnlilicar-lhe do qoe lia occorrido,
iillmia missiva.
A,m*'! Uni ilirecl e poderosa-
nianlepar, ,,ae fM,me revjver
niald.lo rtn qae por nn Iriz cscapei de ter
"n ao* de meu cur ; po-
'""' *' o do met: eacolapio, que por
"" '-bel aoiaphorj.moa de llx-
) mliel Atro[ie: eis-me vivo' e
dido enfoicar a quaiitaacspc-
aaorrai >mar ale entao aotn pre-
iM/ieadora* de mocita: zombo
i pal he mlico.
ora mesmo remel-
lantes, tantos qne
-ceido insa-
aaa"' **... qnenlonrri-
eau d-saum os, esquacido de i,
raerno de aea proprio

Irt
pa
maldad
do liomeuij aue ni
rKCSo,
era q.
nid
mais alm encorilr
arraiga no corarSo
Ni. da sua propria b-
vorBmdicrme.
reclnmos da homa-
tnado. como qua em
a relea sella, que
ambicionada, quando
'MlluicliMiaol, quaimo
insclencia obrado do re-
itiorao que he a primeira ciacao para o tribunal de
Heos, ej oto haver maisrem;dlo, porque o ve-
aeno du desespero esl Innocolado por toda conaci-
C0IABC.4 DE G1RAXHI)!,S.
10 de agnsto.
Esla Ihe he escripia piessa, porquanlo o correio
nao est para demoras, e mesmo reccio qoe nao cs-
teja mais na villa as minhas ordena ; no entanto
vi...
Cliegou honlem pela manhaa o Sr. capitn Manoe)
Claodno de Oliveira Cruz, entrando mesmo hon-
lem no exercicio do cargo de delegado de polica
deslo termo, para que fi'ira ltimamente nomcado :
nao temos a dislincla deconhecer esse senhor olli-
cial, mas forca be confiar na escolba de S. Exc. o
Sr. consclheiro presdante da provincia.
iundo pela primeira vez em nossa provincia ap-
pareceram os destacamentos volanlea, a laia degra-
Iha que grila em coro onm os pavdes, eu tive a im-
pieza de lambem escrever duas asueiras e meia con-
tra esa medida nova 'sem ser par a familia que eu
dira pnrecer-me imprnficua e mesmo perigosa; mas,
meu amigo, deiie-os fallar ; venham esses senbores
para eii e verao como deixou por cxeniplo o Sr. Ca-
misao esle meu querido lorro de barro, sobra o qual
smente me he dado follar, e conhecerao praliea-
mentc as vanlagens dcasai forrjas volantes : ludo es-
l na escolha do commandanle,ea eise respailo tem-
e dado felizmente muito acedo e lento at a re-
cente Hornearan do capilflo, a quem me refiro ci-
ma : de agora em diante perlence a lieos. Em ver-
dade son o priinciro a confessar, que eo nao son
para escrever e corresponder-mo com pessoa lio il-
luslrada, como he Vmc. ; nao passo de um serta-
nejo obscuro, ignorante : mas para bom entendedor
meia palavra basta : por lano parece-me que be
dito oque Ilnbacm vista .aobfe a ulilidado dessa
lembrancadas forras volantes. Que um delegado
de Tora pode melhnr polciar, do qoe um delegado
de dentro, nao .offre sso conleslasao : anda mais
digo : se a polica entre nos podesse ser servida por
meio de flos elctricos, e bem assim a administra-
rao da justica, eu dira qne o delegado, os juze de
am muuicipio dado livessem a iua residencia a com
leguas de distancia ; muilo aanharia eom a adopto
desse yslema a causa publica. Justica a ollios ven-
dados, be como a enlendo e a symbotisaram : o que
se pode esperar de um empregado que conla ramios
compadre oo moilo prenle 1 a nao ser algum
deses qne olhao ou marcham para dianle, necea-
saramente ha de marchar para iraz, e com elle n
auloridade qua cita depositada em aoas m3os. Nao
avanco nada de novo ; bem claro Gc que nlo fui
eu que descobri a plvora, lim Sr. capitao Clau-
dio, por oxemplo, a quem ninguem aqui conhece
pessoalmenlo, o qual t-en, chegou : no meimo da
ciat, cnlrou em exercicio: irremsiivclmente cin-
cet, escangalhar ludo, se os rapazes nao liverem
lenlo coinsigo. Tenho mu ido dizer que elle pro-
melle ser um Camislo 2 : Deo o ouca, amen.
P. S. Ao nobre collega do Bonito. Aoda no se
descobrio, a queTamlia possa perlencer o bichinho
coui tei;lo de lendea, qno conservas l em a Iua
caixinha de raridades : esqueceram-se de o classili-
car porra ; julgam alguns ser o cana scabiei de
Morgagni ; In opiniOes em I contrario, aflirmando-se
mesmo cr o famigerado rndelleiio das maltas, a
que rae inclino: no entanto proseguem as indaga-
rles, eposso assegurar-tc, que se os sabio tveram
delle conhecimenlo, fcil ser achar-se-lhe a fini-
lia ; em lodo o caso nao percas de vista essa precio-
sidado zoolgica, que he boa acqoi-ic.lo para a sci-
cncia a IIic far dar um passode gigante.
(Corta particular.)
CMARA MsTNICIPaI. SO RECITE,
SESSAO" EXTRAORDINARIA DfJl.- DE
AGO>T0 DE 1835.
Pretidencia do Sr. Baro de Capibaribe.
Presente os Srs. Rogo o .Mbuquerqiie, Maraede,
llivcira. Barata, Reg, e Gameiro, faltando sem
causa participada os mais senbores, abri sea sessHo,
e foi lila capprovad a acta da anlecedcnle.
ro lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Um offico do Exm. presidente da provincia,
eommuuieand ler por portara de 12 de jolho ulti-
mo convocado a aasembla legislativa provincial para
?0"?V!,h;B,a,'ura> que dove principiar no anno de
8ob. o designado o da 26 de novembro prximo
vindouro, pa se proceder a eleieSo dos membros
11 autinbla, observando-ie fielmenle o dis-
| posto no artigo 84 da lei de 1!) de agosto de 1846.
, A cmara Dcou inteirda. e manduu expedir as or-
| dens cnnveoieoles e ceusara recepejo.
i Ootrodo meimo, participando ler olTJciado, em
| 23 de lulho ollimo, ao diredor das obras publicas,
para mandar calcar de preferencia as roas, travesas
e paleo da qne traa o oflicio dada cmara de 10 do
liueimo, In .lirada.
do ejercido corrento, viilu se ler eigolado a mean
quola. Inlcirada, e mamlou-aa communic;u-ao
procurador a contador.
Oulro do mesmo, approvando provwriameule a
poiluras que esta cmara siibrodleu a sua apptova-
cao em oflicio da 18 de jolho ultimo, e remetiendo
uma copia dellas, para qoe tcoham exaeucan.
Mandoo-se publicir e enviar copias ao chefe do no-
lleta e aos liicaes.
Oalro do mesmo, declarando qoe, em vala do qoe
propoz o dlreclor das obras pohlica, em ofli-
cio de 26 da jolho, o aolorisira a encarrcg'ar da dl-
reccao da eompanhia de irabalhidore, creada para
cuidar da limpeza das rnas desla ridade, ao cldadlo
Joao dos Sanios Porto, veocendo por eaae Irabalho a
graliflcacao mensa! da 7(1. Inleirada, o mandou-
se communicar ao procurador.
Ojllro do mesmo, diaendo qoe convinha que eala
cmara exigisso do director da referida eompanhia
de Irabalbadores encarregado da limpeza das roaa.
abm de ser publicado pela impreosa, am relatorio
semanal dos trabalhos exacolado, com declarado
do numero Jos irabalhadoro, edos jornaes qoe ven-
ceram em cada semana. Achando-se prsenle o
director f.coj sciente desta ordcm,reo!endo lodavi
a cmara se Ihe a Iransmillissc ofcialmento. cien-
tilicando-o de que as folhas das deapezai, qoreom
a compra de utensis, quer com os trabalhadorea, e-
ri.iiavruhricadat peu commisso de polcia. oo por
um so dos seus membros. Recebeu tambera o d-
reclor in.lruccfies para tr*b,lbar de acord com o
bscaCs.
Oolro do lecrolaro interino da provincia, Iran-
milondo em comprimenlo do disposto no 3 3.- arti-
go 2 do regimenlo provincial de 26 de Janeiro de
I8U, uma collecco dos actos legislativos da assem-
blea desta provjacia, promulgados na sua sessflo or-
dinaria do crrante anno. Inleirada.
Oulro do chefe de polcia, respondendo ao da c-
mara de 27 de jolho ollimo, que naquell mesma
dala providenciara para que fosse apresenlado aos
liscae desla rulad o numero de praca do corpo de
polica, que foi rcquisitado em dito oflicio. Inlei-
rada.
Oulro do director das obra publicas, de 28 d
jolho ullimo, dirigido ao Exm. presidenta da pro-
vuicia, qucixando-se de nao ler o procurador desta
cmara pago as folhas do servico da limpeza das ras
perlencenles a semana ul|jma, por nao estarem ru-
bricadas pelo fiscae, allegando nao se ler assim
cumprido a promessa feta aos Irsbalhadorea de se-
rem pagos lodos os sabbados. Envin o director es-
sas folhas a S. Etc., que romelteu-a a cmara nn
mesmo dia 28 para as pagar, com urgencia.Posto
em discussao este oflicio, o Sr. presidente declarou
qne mandara o procurador pagar as folhas na segun-
da reir; e a cmara, por nao ter S. Exc. se digna-
do oirvi-la a esle respeito, resolven nfllciar-lhe'ex-
pondo ooccorndo.e mostrando ler procedido em re-
gra, quando mandn que folhas nao fossem paga
sem a rubrica dos fiscaes, por ler S. Exc. posto sdb
ua drercao immediata inspeccao dosracamm As-
eaos a eompanhia de riheirinbos, e nao locar ao en-
ganheiro director, segando a ordem de S. Exc. da
19 de jolho, sean a orgnnisanji da eompanhia e na-
da mais; sendo qoe era esle o meio porqn podia a
cmara fiscaliaar a effeclvidade dos Irabalbadores e
do servico.
Oolro do referido eugenlieiro director, communi-
cando ter sido palo Exm. presidente da provincia,
encarregado em data de 19 rio mez finio, de organi-
zar a eompanhia de riheirinbos; detalhando confor-
me as instrucr/ies verbaes que disse recebera de S.
Hxc. o servico di mesma, declarando o namero de
operarios que tinha podido.reunir ; e tratando de
outras cousas tendentes ao mesmo objedjo. Tocava
tambera na obra do novo maladouro.Inleirada.
Oulro do procurador, justificando o seu procedi-
mento em nl ler pago as folhas da despeza, de que
cima se faz mentjao. Inleirada, e mandou-se
responder que havia obrado em regra.
Oulro do mesmo, fazendo certas considerarnos
acerca do termo de adiada, por inl'rarrao as postu-
ras, que Ihe foi remetldo, assignado pelo fiscal da
Alunbeea, allegando nao se poder proceder contra o
infractor, por ler cabido a infraccao em prescrpeao.
Qoe so archivasse.
Oolro do mesmo, communcando ter recebido da
thesnuraria de fazenda, nn di* aQ de julho, a quin-
lia de 6:0005000 rs., que a cmara pedir para oc-
correr as riespezas era a limpeza da cidade, tendo
sido recolhida ao cofre. Pedia Ihe mandasse a cma-
ra dar dinheiro para pagar as mesmas despezas rela-
tivas semana ultima, na importancia de llrfciOOO
rs.. e outras, cujas folhas j Ihe linham sido pre-
sentadas. .Mandou-se tirar do cofre e enlregar-lhe
1:0t03000 rs.
Oulro, assignado pelos quatro fiscaes desta ridade,
aecusando a recepcAo da portara, etu qoe Ihes re-
conirhendava a cmara a limpeza c asseio ila cidade,
e indicando q, numero de pracas precisas para se
collocarem em differcnles punios de cada uma das
freguezas, onde se Cazem despejos pblicos, aliin de
vedarem que se ellos facam fra d'agna : lembravam
igualmente a conveniencia de se reslabelceerem as
pontos de despejos e ootr.-is medida sobre o asseio
.da cidade. Inleirada, por j se ler providenciado
em parle.
, Oulro do fiscal desta freguezia, participando que
o guarda municipal Cypriano Jos dos Santos Ihe de-
clarara, no dia 23 de julho, que nao conlinu iva
mais no exercicio deste cargo, por Ihe ler elle fiscal
eslranhado o seu mo comporlamento.Considerou-
e o guarda demillido desde nqaelle dia, emandoa-
se que o fiscal propozosse oulro.
Oulro do fiscal do Recife, expando a oecessidade
de serem calcadas, paca inollior transito, as roas,
beccos e travesas, que dAo entrada para aquell
bairro, pelo lado da pona provisoria, que diz ests
a concloir-se.'Que e nfiiciasse ao Exm. presid '
pira providenciar.
Onlro do administrador do cemilerio, participan-
do que fdra para all conduzido, em cabera de pre-
los, o cadver de Antonio, escrnvo de Manoel Ri-
beiro da Cuuha Oliveira, morador no sitio que fra
do Joanna dos Pasaos, no lugar da Trempe.Man-
dou-e remeller. ao fiscal da Boa-VUla para proce-
der como Ihe cumpre.
Oulro do aubdelegado do Recife, pedindo man-
dasse a cmara recompensar u Irabalho que levo o
cirurgiAo Jos Antonio Marque* de com elle andar
era corridas sanitaria! no dia 20 de jolho ultimo, ao
que se presin com promptidao.Que o procurador
pagasse 65OOO rs.
Oulro do solicitador, dizendo achar-s* cm jnzo ,1
accAo da desapropriarao do terreno de JoAo Carneiro
Machado Rio, c ler-se escusado o arbitro nomeado
por parle desla cmara : o que communicava a mes-
ma cmara para indicar oulro arbitro, no caso de
querer continuar com a questAo. Resolveu-sc de-
sistir da acjAo, nAo s por nao poderem os cofres mu-
nicipae comportar a despera de 16:0009000 rs., cm
que importar.! a desapropriacao, como por nilp ser a
localidade a mais propria para a collocarao uo pato
municipal, para que parle do mesmo terreno esta
destinado. Rotolveu-se igualmente pedir a S.
Exc, o Sr. presidente da provincia, a alteracAo da
planta da cidade nosra parle, brando o terreno pira
edificarnos particulares.
Oulro do fiscal de S. Jos, declarando qno na se-
mana de 23 a 29 do correte, e mataran) para con-
sumo desla ridade 687 rezes.Ao archivo.
Outro do vigario da freguezia do Poco, remetien-
do o mappa dos bapdaados daquella freguezia, no se-
mestre ullimo (58).Ao archivo.
A commisso de polica apresenloo 6 arligos de
posturas eerea das cavallarcas, qne foram approra-
das, mnnriando-se aubmette-ios n approvarAo do
Exm. presidenle da provincia.
l'icstaram juramento como brasiloiros nalorali-
ados, o Dr.~ Josa Joaquim de Moraes Sarniento,
Francisco Gomes de Oliveira e Ueurque Augusto
Mlllet.
Despacharam-ie as pelicoes de Albalba Cesar do
Espirito Sanio, de Antonio da Silva Ferreira, do Dr.
Filippe Lopes Nello, do bacharel Francisco de Assis
de Oliveira Maciel, de Joao Jos da Cosa e Silva, de
JoAo Sergio de Andrade, de Joaquim Jos Dai Pe-
reira, de Joao Jos de Carvalho Moraes, de Joaqoim
Anselmo da Molla, de Joao Piolo de Lemos, de l.uiz
Jos da Costa Amorim, (2) de Mara Libnnia Mon-
teiro, de Mara Magdalena dos Anjos, de Manoel
Tavares de Aquinb, de Manoel Gonr;alves da Silva,
de Thom Lopes de Sena, e levanlou-se a sessAo.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a escrevi.
Baro de Capibaribe^ presidenle. Mamede.
Gameiro. Oliveira. llego. Barata de Al-
meida.
Rfcl.ACO DOSBAPTISADOS DA FREGUEZIA
DE SANTO ANTONIO DO RECIFE DESTE
MEZ DE JULHO DE 185.').
N._ 1.01) rapio, crinlo, escravo, nascido a 12 de
julho do carrele anno.
dem.I.nuriudo, criuulo escravo, nascido a 18 de
fevereiro do anno prximo passado. Saulos
Oleo.
2.Manoel, brinco, nascido a 24 de abril do cor-
rele anuo, m,
4.Zozima, parda, lorra por carta, naicida ha
3 anuos.
dem.Celestina, parda, forra'por caria, tiascida ha
2 anuos.
dem.Olympin, parda, forra por caria, oascida ha
14 das.
6.Leodulpo, pardo, nascido ha. 1 anno.
nascida
a 7 de selembro de
escravo, nascido lia 1
8.Anua, parda,
18JI.
dem.Manoel, pardo,
mez.
dem.I.nz, crioulo, escravo nascido a 7 mezos.
dem.Jos, crioulo, escravo, nascido a 2 mezes.
9-Andr, pardo escravo, nascido a 10 de novem-
bro do anuo prximo passado.
11,Angelo, pardo, nascido a 5 de tnaio do cr-
ranle anuo.
14.Candida, brauca, nfseida a 10 de junlin do
torrente auno.
dem.Manoel, branco, nascido a 24 de dezem-
bro de 1843.
dem.Ignacio, branco, nascido a 5 de dezembro
de 1848.
dem.Leopoldo, branco, nascido a 28 de feverei-
ro do correlo auno.
13.Jos,branco, nascido ha lidias.
dem.Antonio, branco, nascido a6 da juubo do
correla anuo.
dem.Javino, pardo, nascido lia 6 mezes.
10 J0J0, branco, nascido ba 3 mezes.
dem.Mara, parda, nascida ha i anno.
dem.Romana, parda, nasdda a 20 de fevereiro
do anno prximo passado.
18.dem.Joaquim, branco, noieldo 1 8 de ia-
Ihodel848.-Mnlos0leo.
dem.Joanna. branca, Unicida a 12 de tnaio de
1850.Santos Oleo.
20.Umbellni, branca, nucida a 9 de catabro de
1843.Santoa Oleo.
dem.Roa, branca,.naacida nos 1 dn julho de
1853.Santos jileo.
dem.Noeml, parda, eicrava, naicid a 13 de
malo do eorrenle anno,
dem.Mara, pnrda, nascida ha 6 mern.Santo
Oleo.
22Margarida, crioala, escrava, naicid a 4 de
juufio do correcta anno.
23.Narciso, crioulo, .niscido ha 4 mezei.
26.Custodie, pardo, nucido a 2 de dezembro do
anno prximo panado.
dem.Maria, crinula, eaerava, nascida ha 3 mezes.
29.Delmira, branca, nascida a 8 de ionho do
correle anno.
dem.Olavio, branco, nascido a 24 de margo do
eorrenle anno.
dem.l.upiciano, crioulo, escravo, nascido a 31 de
malo t\o rorrete anno.
dem.Prudcnciana. parda, e-crava, nascida ha 4
mezea e 17 da.Sanios leos,
dem.Mara, branca, naicida a 12 da novembro
do anno prximo passado.
Ao lodo 38.
Freguezia de Santo Antonio do Recife. 31 de
julho de 1855.O vigro.Venancio //mrii/ues de
Itezende.
DIARIO DE PERMBICO.
S. Eae. o Sr. presidenle. por despacho de 16 do
corrente, uomeou o seguinle profesores e mais
empregados para o Gymnasio Provincial:
1. cadeira de lingoa latina.
Padre Ignacio Francisco dos Santos.
2. dita.
Porfirio da Cnnlia Moreira.
I.ngua grega.
Padre Ignacio de Sooza Rolim.
Dita franceza.
Bacharel Antonio Rangol de Torres Bandeira.
Hila de inglez.
Bacharel Filippe Nery Colaco.
Desenlio.
Joaqoim Jos de Carvalho d Siqaeira Varejao.
1.a cadeira do historia e geograplda.
Padre Joao Capislrano de Mcn hun-a.
2. dita da mesma disciplina.
Antonio Pedro de Figueirdo.
Malhemalicas elementares comprehendendo arilli-
metca, algebra, equaees do 2. grao, geometra,
Irigonometria recleljnea.
Antonio Egidin da Silva.
Pluloaophia racional e moral.
Barbare! Jos Raymondo da Costa Menezns.
1.a cadeira desciendasnaluraei.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
2. dita.
Mr. Brunel.
Lingoa o lillcralora nacional.
Jos Soares de Azevedo.
_ Eloqucncla e potica.
Padre Joaqoim Pinlo de Campos.
Msica.
Joaquim Bernardo Mendonca.
Censor.
Padre Joaquim Raphael da Silva.
. Secretario.
Bacharel Aulonio da AtsumpcAo Cabra!.
Medico.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Ecnomo.
Bacharel Jos Joaquim Geminiano de M. Navarro.
Bedel.
Hermenegildo Marcelino de Miranda.
Porleiro.
JoAo Antonio da Silva Pereira.
Continuo.
JoAo Pereira Damasceno Chaves.
Mordomo.
llerculano Julio de Alboquerque Mello.
Conselho director na forma do art. 8 da lei:
O professoresdo instituto Jos Soares de Azevedo
e padre Joaquim Pinlo de Campo, qoe lerdo por
substituto ao professor Antonio Rangel de Torre
Bandeira, ao professor de instruccAo primaria Joa-
qun! Antonia de Caslro Nunes, qoe era substitui-
do pelo professor de inslrucrao primaria Miguel Ar-
chanjo Mmdoli, e ao padre Venancio 11c nrique de
Rezende e Manool Clemcnlino Carneiro Ja Cnnha.
CiniMlMDO,
CONSELIIOS IIVGIENICOS PARA OS EURO-
PEUS QUE ABORDAM O BRASIL.
Por uma lei da natureza sio os elementos, por
meio dos quaes sustenta o humom a sua vida, a sua
saude, e conservarlo, os meamos que Ihe dio os
sollrimenlos, deteriorara o corpo e occ.isiunam a
marte,
Sem llovida qoa m do ar, das aguas, do so! e da
Ierra, dsluxo de cum influencia uascemos, respira-
mos e vveme qne>drpciidc o equilibrio de nossa
organisacAn \ju chiatatorras, e le ob as quaes existi-
mos. E he do fndo de estar de cada um desles ele-
mentos em relcelo .os corpos animados, di imraen-
sa variedade as diversas pitases dos lempos, dos
annos, dos das e (as (toras que resulta lambem a
variedade das iJo<
forras do equilibri
dividuo em relaca.
mesma esphera e
diverstdade te nota
zlas, dos temperamentos, das
1 bem-eslar de cada um in-
tro, criado debaixo de ama
um mesmo clima. Se uma tal
de individuo a Individuo de-
baixo dai mesmas condiedes nlraosphericas e cli-
JUatericaa, quanjo_ma.U ensvel se nao tornar ella
era rTrr?Biriios TiaTiTiantes de nm paiz cuja natureza
de terreno, de atmosphera, de clima, de insolaran
ele, he appropriada a fin diversos, -e nao em iua
essencia oo M sua leis primordiar, ao menos em
muitas, e ns quaes nAo sAo i 11 librenles o organism'o
animal. Entretanto, u mesmo que se nota durante
o curso das estarces de um mesmo paiz, acontece,,
em diversas regies do globo, e as diversas zonas
que se percorre ; se os individuos sobrera diversa-
mente os effeitos da snecessao das estaco:, se ellas
em uns determinara perlurbacOes pasiageiras. e em
oulro dearranjos profundo que abalam ; perlur-
liam dilTerenles funcroes, segundo a Idade, o sexo,
o temperamento, a constituidlo, ele, quando outros
ludo atravessam sem a menor oscillacAo na saude-sxd
o mesmo se d quando o individuo se transporta w
uma zona para oulra ; com a riifferenra de que es-
ses oulros qoe nada experimentara, se pode contar,
como de naturezas especiaos oo refractarias. D'ondo
se segu, que os habitantes dos paizes fros sujeitus
a ama mudanca rpida de temperatura, c de um
clima diverso nAo poden deixar de passar por mo-
dificarnos em soa natorezx physica, e mesmo moral,
o das quaes poriem resultar ato a perda da saude, e
da vida. Ora, segundo a differenri das condirOes ex-
lernas, o organismo he forjado oo a exaltar certos
.icios, e certas funcdles ou a diminuir a forca de sua
actividado prnpria, catando emum.eslado de rea-
chmenlo ou de enfraquecimento. De l nasce a
grande necessidade d> mudar os hbitos at erlo
ponto, o genero de vida, o rgimen para que se d,
entre o corpo o o mondo exterior, a estabili-
dad?, forja e regularidade que coojltuem o bem-
eslar.
De fado : mal qae o Europea desembarca no
Brasil experimenta logo o fleilo de um calor forte,
hmido e tormentoso: insensivclmente vai sentindo
suas forjas se enfraquecerem, o o appelle diminuir-
Ihe gradualmente, e mesmo islo que se chama ener-
ga nao latda a manifestar tendencia ao desanimo.
Entao lite nAo ser muilo diflicil comprehender a
influencia debilitante que overee u clima sobre nm
povo que lem poucas necessidades, e que para as
salisfazer nAo he preciso muito Irabalho e moilas
fadgaa. D'oude ao segu logo, que dous excossos
compre ao estrangero evitar ueste paiz : saber re-
sistir no calor, e contar com elle para que se d a nm
Irabalho moderado o proporcional as forjas physi-
cas diminuidas.
Aquella que se expozer aos trabalhos eom o mesroo
grao de energa, e com a mesma perseverauja que
na Europa,' nAo pode deixar de compromelter a sua
saude ; e suas forjas lerAo mais lardo ou taais iodo
de ceder ios efleiloa de ama grande imprudencia.
No climas tropicaes he mister descanjar maii do qne
nos paizes temperados ; e ulil se torna inlerrompcr
os Irabalhoi ao maio dia, quando o color for mais
intonso. Se os naturaes do paiz senlem esta necessi-
dade.com quanlo mais razAo nAo sentirn os habitan-
tes dos paizes fros, onde a nejao do calor ilm de
nilo ser constante nao acarrela os efleiloa debilitantes
como no Brasil?
Uma outra precanjAo esseneial, ptima em lodos
os lempos, e necessaria de mais a mais, mormente
nos primeiros mezes depois da chegada de um es-
trangeroconsiste em evitar os effeilos das mudan-
ras rpidas de temperatura, e que tem logar muitas
vezes em um mesmo da. Ninguem pJe contestar
que nesle paiz. ai brizas frescas sucredem sobita-
menle a um calor abrasador ; e logo que ellas sor-
preliendem os corpos alagados de snor, e a'pelle
agitada pelo calor, dan lugar ao descnvolvimentode
molestias que affectam os org.los da respirar,!), e mes-
mo da digeslao.
Os rosfriamcnlos sabios sAo de mais a mai uma
das principacs causas das dysenteras (jados de san-
gue) nos pnze quenles, e cujos cfTeilo sobre os or-
gflos pnlmonares nao sAo deacouhecdos. Assim,
nma bacilflha ou cainizinha de llanella por baixo da
camisa ordinaria, ser o melbor preservativo da pel-
le contra os accidentes de semelhanle natureza.
Ora, posto seja costoso um reetm-thegado, de-
baixo riaanflucnria rie um rlima quente, supporlar
um tal nWio preventivo, com tudo a paciencia, e a
neceisidade, podem. em poucos das, habllua-lo,; e
quando nAoqaeira sujolar-se a este meio enlo nun-
ca convr tambem usar de camisas de linho, porque
o linho raeebendo o suor se resfriar rpidamente, e
cuja irapressAo desagradavel pode arradar conse-
queuciai ms. He uma circumslancia esla que pa-
recendo de pouca importancia cmsua natureza, nAo
o he pelos resultados que da omissAo podem sobre-
vlr em prejoizo da existencia, que sendo tilias lAo
precila desgrajadamenle esla, as mais das vezei,
ojeila a falta de leve observancias.
Dems: te o asseio he indispensavel 'nos paizes
temperados, claro he que muito mal necujsario se
lorna am am clima como o do Brasil. Elle acaio
nao s deve ser relativo 15 roupsi como ao .mesmo
corpa ; e o eslrangeiro* recem-chegado deva nao
perder de villa a necessidsde que tem de mudar de
roupa lauta vez.es quintas se fajam inisler ; porque
anda nao aclimatados, mesmo. qua fossem, a pal-
le se resenlindo dos elTeitoi de um calor forte, e a
IrapspirajAo sendo maior, deposita nella lambem
maior quantidade de humores que por loa demora
se allerain, tanto mais se t% roupas participando do
resallado da secrecjAo nao for coiivenienlemcute
modada. Para o aceie do corpo, os baahos frescos
de rio oa de mar, com sabio, alm de preenche-
rem o fim relativo limpeza de corpo, concorrera a
fortificar os leddes e a desenvolver ora estado mais
salular.
Se no habitantes do Brasil e mesmo aos indgenas
cumpre fugir do pertajos de uma temperatura ele-
vada, homida e yariaVM, vivendo 00 habitando em
caas ile sobrado, como tambem de nAo exporem-ie
despido a infloencii do ar l0i eslrangeiros re-
cero-chegidos eata reara deve ser anda com aaaii
rigor observada, A habltajSo am casas terreai he
sempre uma das peiores, principalmente 110 Brasil,
cuja temperatura he rerpeitatct; porque o ar car-
regado de miasmas que ie desprenden! das materias
animaes e vegelae em putrefacran, occopa por aea
peso especifico a carnada inferiores da atmosphe-
ra, e exerce sua arcan delccleria. Entretanto que a
altura de um primairo andar he quanlo basta para
pdr a abrigo o homem destas effeitos nocivos ; por
qoe o ar carregado de miasmas, em geral, nAo pode.
chegar a uma lal altura, e quando ehegoe j he ra-
refeilo, purificado em parle, e nAo se torna por isto
13o nocivo. E tanto mais necessario se faz entre ni
esle precedo, que as nossas roas ie nao sAo verd-
ileiros focos de infecjAo, pela inconstancia no aceio,
servem.ii mais das vezes de deposito aos lixos das
casas particulares, mormente n noite, que das saca-
das lanjam aguas carrejadas de principios de fcil
riecomposijao, etc., etc.
Tomando anda hygiena das vestiduras diremos
que, alm da vanlajem que ellas tam de conserva-
ren) na pelle o aceio e flexibilidade, o que facilita a
lranspir.ir.lo, fazem mais, que he resislirem por
meio de sua superficie aos miasmas hmidos, pre-
servando delle a economa, pelo que nAo podemos
passar sem fazer a censura de que sAo credoras to-
das aquellas pessoas que passam a mr parle do lem-
po cora os pellos exposlo ao ar ou s diversas vara-
i.oes do dia ,- mas as vestiduras devem ser nao s
appropriada ao clima romo mesmo ao corpo, e de
modo qoe uAo mperam os movimenlos e obslem i
circulajAo do sangue. No invern as mapas de laa
sAo as mclliore, no esli, quando o calor se lorna
no Brasil abrazador, entao sendo as lAas por demais
nocivas, constiluindo um estimulo demais, alm do
naturalcunvm o.oso dos brins, e de outras fa-
zendas, que, entrelendo menos calor, abrigaem ao
mesmo tempo o corpo da homidade.
Hnuve lempo em que os legisladores eonverleram
em preeeilos religiosos os principios essencialmenle
hygienicos. Pilagoras, celebrando, o dogma da im-
norlalidade da alma, sob a metetnpsycose, prohibi
que seu discpulos comeasen) carne ; Moyss, en-
tre o Hebreos, declarou que o porco era immundo.
e a carne dasle animal foi considerada como capaz
de occasiouar a' lepra. Ora, em acreditar que a
carn de porco e as substancias anima originem
molestias especiaes, fazemos observar que nos paizes
quente, como he o Brasil, o oso abundante da car-
ne e de gordura! nao pode produzir o mesmo effeilo
qoe nos paizes fros e temperados ; porque nos pai-
zes fro a digestao he muito mais fcil, e o estoma-
go cheio de forja supportar jnuilo hem o peso re-
sultante das gorduras ; mas em um paiz como o nos-
so, onde a digestao be por demais demorada, as
substancias animaes e as gorduras sobre turto, senda
de uma muilo diflicil digestao, a reacjAo que se
opera no Irabalho desla funejio nAo pode ser indf-
lerenle para ns que sahiudo de am paiz fro vvem
era am clima quente; isto he, o sueco gstrico secre-
gando-se em pequeua quantidade, frouxa a innerva-
jAo estomacal, as carnes se nao dissolverao ; ao tem-
po que o pncreas do mesmo modo da algnma sorte
perturbado cmsua Mtividade normal, nao fornecar
tanto sueco pancretico quanlo baste para uma per-
feil chilscajao ou emuljAo das materias gnrduro-
sas. Nao queremos dizer que se nAo deva fazer oso
das carnes ; mas o que cumpre aconselhar he, que
em grande parle as obstancias vegelaes devem en-
trar n* alimcntajaO, qae sem fizar abuso dos tem-
peros c pimenla, o eslrangeiro principalmente, de-
ve a ellos recorrer com o fim Uo lmenle de activar
a secrcjAo gstrica, e mesmo o appelite que o forte
calor diinituc de am modo sensivel.
No Brasil, como em todos os paizes qoenles.duas
cousas concorrem muilo para a deagraja dos qoe ha-
bitan) ; sao as bebidas espirituosas, e as mulheres.
O calor do clima predispe moilo os homens o ex-
cesso dos prazeres venreos ; a ociosidade que per-
mitle a imaginajAo de toar a esmo Ihes serve de
alimento ti libertlnagem mais frentica em todo
coolrbue a qae se lornem frequenles os excessus.
Como causas da plhysica pulmonar.e de outras en-
fermidades nAo uienus estragadoras, sAo excessos das
bebidas e do coito as principaes. O aso immudera-
do das mulheres diminuindo as forjas physicas lira
a energiae aclivdade que se poder 1a dispender com
o calor debilitante do paiz. E com quanlo ua Euro-
ra o babilonios 11A0 eitejam isenlos das mesmas cau-
sas, 1.1 ellas nAo sao 13o intensas, esuccede, que ten-
do os habitantes por si a forja resultante da nature-
za do clima, ellas resisten) muilo mais do qne nos
paizes quemes, cujas circumslancias locaes podem
augmentar. Em algum nutro paiz o vnho deve
ser tomado com mais reserva do que no Brasil. Lo-
go que uma pequea quantidade de vnho chega ao
estomago se decompe ; materia colorante, tor-
naodo-se usoluvel nao he absorvida : o acido trtri-
co nAo sollre mudanca ; o alcool porem lie logo re-
ducido a 'acido actico, pelo sueco caslrieo ; mas
sendo grande a porjAo de vnho resulla que uma
parle de alccool rieixa de ser reduzidn, e como lal
invade a circolajao geral, e a embriaguez lem
logo lugar ; d'onde se segu que nos paizes quenles
onde as funejoes do estomago sAo retardadlas, onde
0 suero gastrrro be pouco segregado, comparaliva-
menle, muilo mais nocivos devem ser os elTeifosno
vnho pela maior quantidade de alcool que entrara
na circulajAo. E penetrando o alcool na circula-
jAo geral, muilo mais nocivos sAo os seus cTeilos no
Brasil que em outro clima opposto onda as forjas
geraes rrsistein mais. O alcool ao principio est-
mala, depois abale ; e sua acjAo constante enfra-
quece o syslema nervoso, retarda a circolajo, mor-
mente n cerebral.
l'ortanto nao convem aos recem-chegados senAO
muila snbriodade, muila regularidade na salsfajAo
dos prazeres corporaes, mormente em um paiz onde
reinara molestias que por origen) tem excessos, fadi-
gas, o uso immuderado dos esliraulanles; e que se-
nAo obrara como causas eflicienics predipOe o mais
possivel a organisajAo.
1 Ora, posto no Brasil nAo 'exislam certas enfermi-
dades que so observa na Europa como o cliolera-
azalico, a peste, outras muitas enfermida les lerr-
veis um grande numero de molestias nAo menos
funestas, nelle lavram que dnr.am a populacAo, e
mormente os eslrangeiro recem-chegados. As dy-
senteras fortes, as intermitentes de mo carcter, e
o vomito prelo, sAo desgrajadamenle molestia mui-
lo singulares pelo modo porque invsdem e termi-
nan). Os exanlhemas, que sAo muilo frequenles
tambem no Brasil, a bexiga, a ftarlalina, o sarampo
sAo oulras tantas enfermidadei qne em geral mullo
perseguem a populajAo, e mullas vidas fazem dia-
riamente. Alm dessas outras de niloreza diver-
sa, e de algnma sorte inherentes ao nosso solo exis-
ten) rebeldes ao Iralamenlo,. como, por exemplo, a
hydrocele da tnica vaginal, molestia, que os habi-
tantes do Rio de Janeiro, lobre lodos, sao della fre-
quenlemenle accommeltidos.
Posto a hydrocele no Brasil nAo aprsenle nada
de'particular no seu modo de rieseuvol vintenio, em
ua marcha, em sens sguaes, etc., dnvida nao ha
de que a grande frequencia do ma!, mormente em
cerlos lugaraes, he devido ao calor constante; d'on-
de sadeduz que lodo quanlo coocorrer paya con-
Irabalanr.ir 00 diminuir seus elTeitos sera um gran-
de meio, c do qual se nAo devem affaslar os recem-
chegados. Os banbos frescos, o asseio, a eqoilajAo
moderada, c de modo a nAo molestar os testculos* a
regularidade nos prazeres venreos, de maneira a
prevenir a s\ pbilis, 011 as gonerrhas, que causas/Ao
muitas vezei frequenles e occasionaes, sao mos
indispaosaveis para prevenirem este mal. Uma ou-
tra recommendajao importante, e que observada de
muilo pido servir aos eslrarigeiros, mormente ans
que liverem de habitar s.provincias de Govaz e S
Paulo, he .1 esculla das aguas polaveis. Sabe-se,
qae a papcira he uma molestia commum nesses pai-
zes, eque as causa, segundo alguns observadores,
parece que estlo-nas aguas de m natureza,'.e pouco
batidas cm seu curso ; pelo que por cautela convem
sempre beber da melbor agoa potavel.
Sendo lambem cerlo qoe oa tubrculo! golmona-
ros, e as escrfula sao molestias muilo frequenles
no Brasil, principalmente as cidades, e sobro lodo
na do Ro de Ja nono ; c cunsislindo suas causa na
natureza do clima,no predominio de um calor hmi-
do, ua delaalavel hygiene seguida pelos habilanles,
e oos excessos venreos a qae se entregara muilo ce-
do, e antea que 09 orgaos lenham ganho toda iua na-
tural robustez, claro he qoe u melbor meio preven-
tivo, e do qual se nAo dcve'affaslar o eslrangeiro,
consisto cm fugi-las. O Europeo, pode-se dizer,
que pouco temer a estas molestias por menos que
saba dominar suas paixOes.e respeilar sua propria
riignidaile ; por islo que he na coosciencia, e na pra-
lica de uma moral pura que elle encontrar* os mai
fortes meinf rontra males que sao consequencias inc-
vilavcis d 1 dehoche ; tanto mais qoe a sypbilis
em nnso paiz lnrna-ie por demais nolavrl por sea
rpido desenvolvimenlo, e tendencia anffeclaros or-
gaos pulmonares ; d'onde resulta que no Rio de Ja-
neiro, como lem sido observado, nao he raro encon-
trar um grande numero de individuos aflechados de
pthyeica qae por causa tem a <>pbilis.
De mais : o calor forte no Brasil'traz oatras con-
sequencias que he preciso axpr ao eslrangeiro re-
cem-chegado ; c.lo calor produz uma loaccao que
muilo enfraquece o corpo, relaxa os cenlos, c pre-
dispe o ligado ao desenvolvimenlo de uma quanti-
dade enorme de gordura vilto que ;segnndo o Dr. Clau-
dio Bernardo,celebre physiologilla franca?'oligado he
o orgao fur mador da gordura; do qua se segu tam-
bera que o moral depeudeiido do physico, como este
do mural, nao larda a resenlir-se dos effeitos da ohe-
sidado o do enfraquecimsnlo das forjas physicas.
O homem obeso perdo a energa de qoe tanto carece
para reagir contra a acjAo de um clima quente ;
era lugar de se expr a um exercicio qae lem por
fim enlrelcf as forja, eri condemnado a inercia
que concurre para o augment dessa obesidade, que
Iraz a dlsproporjAo das formas do corpo.
De fado : o Brasileos, quisejam por natureza,
quer pelo elimo, he do observajAo, que nAo fazem
exercicio suficiente ao desenvolvimenlo de sua ener-
ga physica, e espiritual ; metidos em casa, e senta-
dos a mor parle do tempo, e>enlregues a nma vida
inteinmeute sedentaria nAo tarda que no calara em
um altado de pregulja mortal, verdad* ha qua o I
grande laxo da Ierra um dos ijgnaesda fidalgnia,
de grandeza e de diilincjao he,' o sahir roa o
menos possivel, ser o menos visto possivel, e se con-
fnndiz o menos possivel com essa parle da popula-
jAo quu o* grandei chamam povo, e sjne lano abo-
minara. Bem cerlo, que nAo rallamos em geral ;
muilo. nao terao essa miseravel monomana, sobre
fE",,D.Mrt,,Pr<>lQdaaeo,r,o, or exemplo, na de
Parnamboco ; mai em certas airas provincias, na
Babia, por exemplo, uma grande parta de Homem,
(nlo fa Jamos daiSrs.a porqoe estas vivam como aves
dodur MJ*. que s apparecem eom as travs) nao w
n*o ultm s ra, por inercia, como por dnncjao,
* gravi Jada. Eileieiemploi ilo nodvos e IristeV, a
delles < homem da senso dave fogir para nAo con-
demua- o ieu corpo, o ,oa vid uq> habito Uo
abomiaiyal. Para qoe se fuja pois desle inconve-
mentasqua Iraiem a qoeda do corpo, que afugen-
tam as ore as e a energa, h mister ama vonlade
rorte, o qne resretmdo ao clima e ao calor, despreze
o habito mo e es mo exemplo, promovendo
um exercicio necessario, moderado e regulado por
uma boa hygiene ; oois que a energa moral sem-
pre foi de um grande recurso para que *siia-s vic-
toriosamente da lula Invada rom o clima da am paiz
quente, e os habito da maleza.
O llias. como be sabido, he om vasto imperio
cuja vogetajao constilue um inmenso qoadro digno
de adm rajAodos qoe o contemplam : ludo quanlo
be natural asea sulo incerra. Iieda faetn obra mais
completa da natureza, om eicepjAo dosystema cli-
ma temo a cario respeilos ; mas seu "governo, o
seu y ema de edificaran, o seo regimem, e nata-
reza de civilisacAo, e.lao longe de corresponder a
grande natureza do solo, n as necesiriade* doa seo
habilanles e dos ilranaeiro que nelle abordara.
edtr: o* nacionaee, ao lampo que o eilrangeiros re--
rem chegados nAo escapam de icui fataes resaltado;
lodo? tem lido mais oa meaos accommeltidos cosa
furor. Enlio he natural ora pergunla: quaesse-
rAo ns meioi de precaujao contra semethanle llaged-
lo? Desgrajadamenle a respoila nada lem de satis-
factoria.
Qimi todos oa orticos *}M tem saludado com at-
lenjilo, a as rabeceirai doa doenloi (ata molaali,
quasi todos qua lem procurad* reunir uma sari* de
malas miii oa mena prophilalicos, dizem qae o
meliior de todos he fugir foco de enfecjSo, lito
he, o lugar onde reinar a epidemia. Todava, podo
eja este o verdadeiro malo preventivo, quando se
sluda a causa da febre amarella, algnma v-se
qae alo muilo predisponentes ou quasi determi-
nantes, as quaes a experiencia lem mostrado e-
rem mais propria* a provocar a explosflo da (abre
amarella. Ella! causas 1A0 a eiposijAo ao ardor do
sol e a humidade, mormente quando nAo ae eln
aclimatado, as grande radigas corporaet, 01 eiceseos
de lodo genero, e portanto o que resultan) das mar-
chas forjadas, das eslravagancias nos prazeres vene-
reos, ate. etc. E diz E. Luir, qae um grande
numero de experiencias al reconhecendo como lies,
ellai Jevem merecer toda conllanja ; mu indepen-
den le destai causas acredilamoa, por experiencia
propria, qae as indigestSes conitiluem uma das
coasas mais predisponentes entre todas.
Por consequeiieia compre ao eslrangeiro recesa-
chegsdo fugir o mai possivel dse enllocar em teu-
dijei lae queo levem a estar debaixo das influencias
dessai causas ; para isto devem regular o sao traba- 1
Ib", dar o daacanso necessario 10 corpo, livrar*** de
ludo quanlo paisa alterar e meimo fatigar s ysle-
ma nervoso, usar o meos possivel do caf, do vi-
im imbm nL'e ."' ,a menle hrBn, m" nho de oatroVestmalineS, qa'e'anto ma? fBca-
no^vo a.. 1.^ i,7k i"''8.08'''' co"b-" 1ao '" em seus effeito.. sendo clima quente e hu-
mulheres da a noile ncerradas, sam berdade de
lalurer a ma como he de uso pralicar-se na Euro-
pa ; re"""
chegue
, reiiulla logo que uma e-lrangeira. mal que aqu
mu lera de sollrer em .ua sade. e cm seu cos-
ime pone ver condemuada a obedecer a le ly-
raiinicaeujeitaaqoal aqai vivem a. filha do paiz,
salvo se se quizereru expr ao ridicnlo. Todava
daremos, que para bem da ande, e mesmo exemplo
nosso, os eslrangeiros deveriam atacar esses barbaros
roslumis, segurado o exemplo da Europa ; tanto
mais em um clima quenle ondo o exercicio modera-
do be U o necessario. Oeusseio pelas ma una as e a lar-
de depois do rigor do sol he uma necessidade, necessi-
dade qiesenAo devediipeosar de a salisfazer. Verda-
de he que o governo deveria ser o primeiro a facilitar
a muda tja dos m.ios coslumese proporcionar os meios
de mel inrar a hygiene publica ; mas o governo do
Brasil ( segundo dizem ) parece ser grande lAo -
mentc quando trata .do susleular-se no poder, e dd
alimenlar aos Miados que mais concorrem para sua
forja e seguraoja ; e mesmo por islo que estamos
em um paiz onde s pela moeda, e pelo loxd se des-
cortinan talentos e virtudes, que alia sao palavras
moras 1a consliluijAo do estado, soccede, que a
mor parle do homens da goveruaiira-sejam os mais
cegoi de lodo o mondo para nao encliergarem sendo
oquellies convem; ao lempo que em conta alias
se tem ilos-mais robusto estadistas do mundo. Seu
cerebro he sempre o estomago, sua alma o egosmo,
suas leii as conveniencias poltica.*, seu progresso a
preniez dos cofres publico, ele,, etc.
Os jaidini, os pblicos passeio sempre foram em
todos os lempos objeclos de grande allenjio para os
governos ilustrados, e nAoaem um principio deuti-
u.i^a ,.- 1 t? -----------1'..... 2r v" """na necouirria ae jenner :
lorJLi h '.'" na t-urouHJsao "?*,nI- lera uma fonU moilo mai. amp e ferli
IOS COn.O nonios de a trarr.Vn mn n rfivulmn.li, n .,.___.-____i_j_______ ,_.,_.. "'
dos cono pontos de altracjAo para o diverlimenlo
do povo, e sobretodo como medidas de hygieoe a fa-
vor da laude publica. Mas cmlim ho sempre um
delicio publicar, que os grandes da nossa Ierra sao os
maiores ignrenles da naloreza do homem, e das ne-
cessidades que ella reclama. Basta considerar qae
as leis fundamente desle imperio sio as mais das
vezes de lalhadas cm que se lenha am vista a natu-
reza de sens habilanles, do clima que babilam, edas
necesidades que pedeum povo. que sendo la gran-
de por natureza, pequeo sempre o sera pela enca-
pacidad de seus aovernanlcs.
As cidades e popularles cenlenazes de legaas dis-
tantes unas das oulros, a falta de vias de communi-
cacAo, o estado primitivo em que inda se acham as
estradas de 'primeira ordem nao podem deixar de
causar, es mimo ios eslrangeiro, e mesmo aos na-
conaes no designio de viajaren) o paiz, e nos centros
se eslahslecerem. Alm dislo accreice que a immo-
rahdade favorecen.lo o desenvolvimenlo dos crimei
contra a vida, e a propriedade do homem, constilue
um muralha de brnnzc, que se oppe no pregresso
da lavo ara, que alias poderla ser sem duvida a fon-
to da maior riqueza desle bello paiz. Oo qoe resulta
que o e traugeiro, independente do oulros motivos,
se recatam a penetrar 01 centros, a nelles seeslabe-
lecerem com o fim de cultivaren) a Ierra, e della li-
cilamenle lirarem a subsirlencia. E tanto mais, que
o comm ircio do Brasil sendo, em gerl, o mais illi-
co que se lem visto, pela m |fe a Iralicancia sen-
do entre nsum grande meio de adquerir fortuna,
dao lugar, a que algnem jamis se dponhn a deixar
as cidade do liloraronde em pouco pela eiperteza
se. enriquece para a custa do suor o do arado! e
anda mais com risco de vida, seembnnhar nos cen-
tros, dis'anie tao agrestes caminhoa.
Mas e nlira, quando j>or ventura qneira alguem
viajar 01 centros do imperio, sobranceim a todas essas
ronsider ijOes, ndis^ensavel he que faca o quanlo
Iho seja possivel para resistir as causas mrbidas, e
com as qoaes a cada passo lera de hilar. Pela natu-
reza das mallas virgens. dos panlanos.e variedade de
estajeesconvem -que o eslrangeiro nao aclimatado
se mua de rouba sufflcienle pira preservativo a
limpeza do corpo ; que calculeiajvViagerirlre-ruodO
que se nlo vejam obrigados expensar ou a dormir
^nis mat as; que pnr. sua caprssura nao ricixem que
os do raios SoTpelilrm7porqaeWiTS6 lera de respirar
muito pouco oxigeiiio.e grande quantidade de acido
carbnico qae causa he das iezOese oulras molestias
n3o meiios graves e perseguidoras.
Outra caulella nSo menos importante, he, de con-
duzir glandes bnrraxas para o transporte de agua
potavel; visto qoe, posto o paiz seja abundante em
agua, nessas longas travessias, as aguas alm de se-
rem esla guadas carregam grande quantidade de prin-
cipios vegelaes e animaes em pulrefaejAo; etitao o
meio cor siste em lomar agua nos lugares onde ella
seja mais para e salular, para supprir a falla em ou-
tros onde nSo exista 011 que teja de m natnreza,
mesmo porque nAo convem que a sede leja duradou-
ra pela prediiposijAq que pude dar ao corpo a me-
l.ior receberos cfleilos das causas mrbidas Tam-
bera pelo fado nos nossos se'rles dos habitante que
mais prximos vivero das estrada, lerem em geni
horneas mseraveii, c de pouco 011 nada haver capaz
de alimentario, convem que o viajante acarrele
sempre comsigu, e o quanlo caiha no possivel. com
que faja se nAo uma perfeil e duradoura nutrijAo,
ao raenon que remedie ou minore as necessidades
cora qoe lera delatar; sendo cedo que as carnes
salgadas e seu uso constante, alm de ser pouco sa-
lular, provocando a sede, mais obrigaru a que se be-
ba aguas que nada lera de polaveis.
Urna din cousas porem qu nao convem esquecer,
he o vinlio; mas nao para delle fazer uso em quan-
lidade. e sim lo smenle para servir de vehculo as
aguas, sempre que lenha de malar o sede, por islo
que o use. do vnho era am clima quente, e sujeilo o
viajante a fortes insulajs, podera seexpor is fe-
bres malignas e a morle.
Visto que as lebres intermitentes no Brasil accom-
rnellem muitas vezes ao viandantes, pelo acido car-
bonico que se desenvalv -di partes verdes dos ve-
gelaes, era muilos lagares, privados dos raios solares,
e sendo cerlo qae a ministrajaodc aguacarregadade
occigeniojhe um grande meio curativo contra essa
natureza rie intermitentes, claro ha que sendo pos-
sivel ao eslrangeiro viajor condiccionar garrafas de
agua necgenada leria um grande meio de caulella.
Mas em lodo caso nAo ser fra da prudencia que
quem viaje esses caminho leve comsigo alguma
porjAo de sulfato de quinina, ou melhnr anda, de
quina amarella em p para lomar om caf uo cas)
de ser alTeclado; porque a quina amarella he um
dos inelhnres remedios que conbecenios contra a fe-
bre inler Htenle : aliri, de ser um reiiiediadiaralo
tem a vantagein de nao irritar os nrgAos digestivos;
mas convem saber que este poderoso remedio toma-
do a esme nAo produz o effeilo curativo.
Para a piina amarella prodfcir eUeito, c mesmo
melbor ser lomada convem, como ja disse, qoe Ihe
sirva de vehculo o caf; e entao a rise e o modo de
usar ser o seguinle : logo que lenha passado o ac-
cesso odenlo tomar (sendo adnllo) utna dse de
duas ou tres oilavas cm urna chicara de caf fordi-
naii.imenle a febre drixa do vir na hora do coslume,
e caso venha he sempre mais Iraca passado que
seja o frtico accesso, caso vcnlia, ou a hora da vir,
caso nao venha, turnar o enfermo oulra igual rise
sempre em caf; e no lerceirn dia sorver uma d-
se menor que sera enUto de oilava e meia. Com o
qoe desapparecendo a febre. como he sempre ]*
observa jo, desean jara quatro ou cinco dias; lidos
os quaes lomar alomar o remedio na mesma quan-
tidade, e do mesmo modo que da vez primeira, e
sempre por espajo de tres das; descanjar outros
quatro ou cinco dias, e lomara oulra igual dse sem
Ere na mesma ordem. Com um lal tralamenlo nao
a sezAo que resista, por mais forte que seja; sendo
cerlo que se o doente nao lomar os nove papis du-
rante os vinle e um das, se arriscar a que reappa-
reja o mal que ap depois ser moilo mais diflicil de
combaer pela lai de que os reme'lios tonudos irre.
gularmenle lem a desvantagem da natureza com el-
le se habituar, e uma vez cslahelecnlo uma especie
de circulo vicioso, ,1 cura lorua-se prolongada sendo
impossivcl.
Antes qae formulemos algum is palavras mais
cum o lliii da incerrar eslas fracas considerajes so-
b*e o assumplo, jolgamos indispensavel com espo-
calidade, consagrar mais algumas considerajes so-
bre a profilaxia de uma molestia que be boje no Bra-
sil o Ierro- dos eslrangeiros: queremos fallir da ta-
bre amarella.
. De fado: umacousn nulavel, c que lem sido as-
signalada por todos os mdicos, lie qae ,1 febre a-
marella ms Anlilhai, na America c ua Europa de-
fere relativamente a sea modo de eslar ou de reinar.
Enlre os trpicos, por exemplo, esla molasliiwreina
muitas vires lodo o anno, ataca de preferencia aos
eslrangeiris a os recein-diegados; e poupa quasi
constantemente aos indgenas, aos negros e aos que
se tem aclimatado nos climas quenles; ao contrario
nis zonas temperadas ella se aprsenla 110 esli a no
outono; o enlio nlo excepta era ao eslrangeiros,
nem 10a nscionaes, a nflo serem os que chegam re-
cenlemenl; da zoua trrida. Ora, islo que moslra a
observajAo atienta dos melhorea praticui, no modo
da.lavrar a fabre enlre os trpicos, be justamente o
qua aqui su tam observado: a febre amarella, Inde-
mica boje no paiz, poucas victimas ja val caifaudo
Itumi 1de, tanto mais predispostjJto haver para o
ppaiertmento do mal Alm dislo, a escolha nos
alimentos ser enlAo ama necessidade, a raeemo
quau idade delles nAo deva ser eiceasiva da modo a
fatigar o estomago ou a occasiouar indigestos. Ou-
lro un, os passeio. nos logara altos a rejado., ai
habitajes em casas eipajosai onde o ar penetre li-
vremimle ser de muila ulilidade, viilo qaeoalra-
vancamenlo das casas, o grande namero de pessoas
em um pequeo espajo podera oicaaionar o appa-
recimento da molestia. E quer no parecer qua uma
darciiusas porqoe a molestia ataca de preferencia
as peiisoas que vivem as embarcajdes ancoradas,
consulte no alravaocamento e lagares pouco espa-
cosos dos navios sujeilo 1 uma forte rwotajAo e ao
calor rio mar cora brusca variedade dos ventos.
Verdade he qoe se lem procurad inocular o vo-
mito preto por lodosos modos possiveis, j por meio
do mor dos doente, j mediana as mataras do es-
tomago, do sangue, ele. e nenhum resultado aa tan
podido obter, conjo aisevera Mr. Lni e onlro cele-
bres ibservadorea.
Entreunto, esta idea de inoculijao foi ultima-
mentu renovada por Humboldl, segundo se eollrge
dojornae modernos, e pelo que dizem, com suc-
ceo ; masa vista do modo porque Humboldl effec-
tua a uiocalajAo por meio do veneno de certa n-
lurez de sanenle, cojo nome a lunera, e o fado
de no 1er possivel se inocular o mal dos proprio
doonles qoe o offrem naturalmente, dena vr
que, meimo quando se raaiise o efleito preservati-
vo pt lo veneno, seos benficos resultados jamis po-
rierAc se generalisar em proveilo da humanidad,
como com a famosa descoberla da Jenner ; por qoa
e uma vez inocolada em um individua, este pede
fornecer pus para muilos oulros, cmquanto qua a
inociilajAo pelo veneno dessa rpente, una vez
operada em um sugeito, desle senAo podar lal-
vez tirar o principio preservativo para oakr-w, salvo
se se orovar que o saugui, as roaterra Kstinaes
do preservadas 011 dos inoculado lenham mu
virturie preservaliva, o que nao parece provavel.
Qaiflra Dos que Humboldl naa seja algom ho-
meopatha, que procuraasaalio smenle fazer com
que fea nome fosee conliacido no Mundo iciaotl-
lico, e que Sobra sua cabeja eaiam ai benjaos do
con.
Emquanlo.porm.isto se avaO verifica,urna boa hv-
giene be o meio mai eilicaz de diminuir a ntenid'a-
de da molestia e sua frequencia nesle paiz. Entretan-
to, o Brasil ennta nm grande numero de localidades,
cuja salubridade nada deixaa desejar. A provincias
nhecilas pela excedencia d se 1
ar que bise respira emmuilss pa:
de Mins, e priucipalmeme nm lugares altos,, se go-
za de uma temperatura bem soHj-n
mas localidades mesmo a temperatura desee a podio
de dar aos habitantes toda a energa e vigor pro-
prio am Europeo.
Debaixo do ponto de vfajla da hygiene geral, o
Brasil, dere-se confessar, ha vala cinco annos lem
felo ilgnm progresso, mi isto s se observa as
grandin cijUdas ; sendo para lamentar que o ysle-
ma do enciinainento esteja anda no maior alrazo
possivel, quando delle dependera a hvaiane das
cidades.
A hygiene privada, esta sim, lem-ie conservado
em grande atraso ou no maior que io pode imagi-
nar, parque ninguem com ella se lera ule heje oc-
cupad) seriamente; senda qae a hygiene publica
esln por tal modo ligada a hygiene privada, qae,
quasi ge pode dizer, que uma rulo pode marchar
lema jutra, por islo qae he com c deienvolvaraen-
lo deimbu que s podem as populsjee se lo
cnergi tas o vigorosas, assim fazer a prosperidade
do slado ; do mesmo moda qua nAo alando peesj-
vd o progresso dos estados sem a melbor harmona
enJj3u-ifttBnasa e os eslrangeros.lodos devem con-
orrer para o desenvolvimenlo das meio qoe con-
virjarr.igo hom-edar de toda, corrrgrande fim de
sslisfazr os volos da ivili.ajlo, rathajntiari
queiabe r.ixprde muilos povo ama aniea najan.
Dr. Calorino Franci'co da Lima Santot.
PCBLCACOES A PEfliDO^
ESTABELECIMENTOS DE CARIOAOE.
ilegulamento de 25 de fetertiro dt 1847.
Cap talo 4.
Art. 68. A pesso qae quizar ser adaniltida 00
grande, hospital, ou ns dos lauros, devera :
1- Conseguir alujslado do parocbo raapeclivo
ou do uma das autoridades policiaes d>dislrido
pelo qoal justifique a iua indigencia.
-2. Apresenliir-se a algara do ficultalivos dos
ditos eilabelecinwnlo, para b inspeccionar, o qual
adiando moleslia Ihe dar um billiele oancebdo nos
termos leguinles: F.... tem.... {denomiaujAo da
moleslia) esta'as-circumslancias da ser recebido
110 hospital.... Dala a assigoatura.
J^ Obter do membro da dminitraraoque esli-
resaP sematia, um bilbete de recepjflo,' o qual l-
menle se conceder' ao que exhibir os docomonlo,
de qne tratam oa t) antecedenles a ter do Iheor se-
guinle : F... oxhibio documentos nos devidos ter-
mos, e p.le ser recebido no hospital de... havendo
vaga. Dala e assigoatura. ,
Art. 75. Senlo recebidos no grande hospital doen-
les de molestias agudas a chronicis ; eos iuciiravals
na i!cima partedos leilos existentes,melada homens
mcladn mulheres.
'Art. 78. O numero da leilos para os enfermos ira
sendo augmentado a medida que os reodttnentoi do
patrimonio permittirem, por deliminajAo da presi-
dencia obre nformacAo da adminislrajio.
Art. 79. Fica autorisada a adininislrajAoa admil-
tir no tranrie hospital e no dos lazaros doente qua
queirain Iralar-se nelio pagando ai despezas.
------ a
SELLO NO JUIZO DE PAZ'.
.Vo julio de paz nilo le paga o imparto do rel-
io : lei 11. 36 d* 18 do etembro de 1845 art. 18 ;
ordem n. 303 do 5 de aosto de SL Mas as pro-
curajOes judicaes, ainda qae feila por pessoas par-
ticulares que as podem passar, ojo devem er d-'
mitlidas n aquello joizn sem queeitc-jsm deridamen-
le selladas, salvo se forero lavradasapucl att% pelo '
respectivo escrivAo parante o proprio juix de paz. O
renulamento n. 681 da 10 de julho de 1850 art :ii,
declarado pela circolir n. itl de 30 de junhode 1851,
dispe qae as procurajOcs juJiciaes pagnem o ado
de 160 rs. por'cada meia fo'.ha antes da as-signatura
ou concedo, prohibndo aos labaUMe e escrivAes
praticarera o contrario, pena da mullzvde 109a ">o.J .
rs. de siispensAo do emprego por um a nove mezes <
na forma do art. 87 do cit. reg. e 154. do ood. crim.,
e de nallidade da procuraeao, que lodavia pode ar
revalid.'ide como permute o art. I i S 1 da lal n. 317
de l de oelubro de 1843.
Ora, segando esla expressa o positiva cnmminacAn
e o preceilo jurdico, de que o acto contrario lei
prohib ule he millo, posto qae ella, eipreiamenle
11A0 o annulle: omnia contra iegis formam gesta
nullitati rilio laborant. ord. I. 1 tit. j8 !S 17 a
til. f>6 s ), ealv. de 11 de junho de 1765 e de 26
dcseleicbro de 1769, he evidente qu a procorarw
em questao que nAo pagaram 110 lampo competente
o sello djvido sAo ipsofacto e ipso jure nullas, e as
respectivas escriptaras sem effeilo nem Vigor algum
al revalidaja. Maso procurador que nSo apr-
senla procurajAo in-forma probante e revestida de
todas as condijes legaes he illegitlmo, e nos termos
de direilo sao nullos lados os actos com elle praliea-
doi, logoojaizeAde paz por nenhum prinopo po-
dem adnillir as procurajOei da especie vertente rel-
ias lora do seu jnizo sem qoe eatejam devidamenle
sellado, esens ailmilhirem incorrem as ponas da
le, e ficam abrigados a salisfazer odamno quecao-
sarem cima falta de exaejo no enmprimento d'esse
dever.
X.
IProviaanuo garal asa corralj 10'.
Reser' ei-me para dar em "um provimenlo eral
instrucji'ies aos lenbores joizes de pai e subdelega-
dos, pelis grande falla encontradas em seus jui-
zos ; e cuando asiira nAo foeae, a a oulroa respeilos
nidi mus me reslasse a dizer, altemos os muitoa
provimenlo e olas, qoe acabo de publicar, sem-
pre eotooderia nAo dover-me dispensar presenta-
mente rie 11 io provimenlo mais, que fosse como a
recapitulajAo de todas as minhas reflexes e reparo,
e como que a historia doNistado da comarca na po-
ca da presente correijAo.
Principiemos pela polica e jiislija criminal. Tere-
sa querido notar em meu antecessor nal tarader
niraiameile timorato, e um espfrilo at visionario
sobre a maneira por qnverd|x)>nc.-irava os nego-
ajjaa dest.i comarca ; cumprad Br al. cerlo poni
Jatlja ai apprehensnes desatjKdeiHs e Ilustrado
magislrado. Com efleito, quando ta ola, qae ala
lia miiiioi mezes, esta comarca esleve int atauii
nio do bacamarle a da rapia: qua os ladreas da as-
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QltRlO OE PERMiBULO SBADO 18 OE AGOSTO; DE 1855
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ciavo faziam publica oteutos.i profiuao de suas
gentilezas, sem haver auloridade, que os cohibsse,
o a mesmo offemlido Ido prestigiosa, que pdense ha-
W4 si a sua prnpriednde a pi.u ser por leonina
liansaecSo : quando se be qui,> os passadores de
sedla falsas ja l'ucram desle termo u baiar de aua
Difamia raercadoru, leudo agenli < par todas a par-
te n nao foram repri. i pelo mesmo po-
vc, que depois de muitos decpc3*t dulle e vi.igou
rejcilaudo,. ou Me q (aa
mnoda : quaudo te tab asemos mais au-
daeea uiesmo formtgavam | arte ; e que
una quadriU" chamada do '. imprido, que
eonheu, de terror e da espanto a leda esla comarca,
se. fiz 13o erogante qu ,r lr com-
bato n um cidad. ,, unerondo
Ihe invadir de nsile a ata* quadrilha s
vea a ter Ora pora per zj mesina se destrato, ma-
tatido-se i Juan lo Bulque era un
viveiro de sceler manles ora invadan)
comarcas vittehn, como Paje, pra inatarem a
om juiz municipal e vanos ciduMoi inerme*, ora
accoimnettiam alheias provincial para tenlarem con-
tri a vida Itmbem de autoridades, como no Congo,
ao subdelegado Antonio Quinliln : quando ni li-
nhimos nem presos, que nos nao fossem lomados, e
esta tomada ja era disputada s barbas desla villa, e
dan meo* de soldados de linda {juando nao havia
auloridade que desse musirs de querer cumprir un
pouco o aea dever, que nlo fosee seriamente amea-
cada, sono essassinada, como es Beierras, o< Pies,
os Antonios Rodrigues Lima, Inspectores e subdele-
gados : qaando em I'hd, senhores, ludo era a mais
completa sabverio da ordena, o -luiquilameutu de
todas as garantas de vida e de propriedade anda ein
flns de IK i3, e osse e como por encuito, a pela presen; de uaia forc,a
volante, por olllciaes briosos, e por ser
itori lade eslranba i Incalida-
de, sem compromiaMH, e >am ter molivos de receio,
naca s pela forja eom que se apreienla escudada,
cono pela consciencia do seu dever. nlo se piule
- Uar de agredecer ao goveruo, .que aoube applicar
erricax remedio aos aasaos males, eonhecendo a gra-
vidide do pengo a que Aos acbav.mos expostos. Se-
ria um ingrato, senbores, te cltegando na comarca
a timoo de gozar desse beneficio, ja adiando um
i po de melhoramento de coitsas, eu que tal-
le que toa aqai o pnmeiro juix de d-
reilo que mais liberdade tcm encontrado no exerci-
iodroso cargo, seria um ingrato, digo.
desla cadete*, nao rndense mil louvores ao go-
teerUdas medidas tomadas rm prol de
a segurarte*. Honra e louvor ao senhor major
p, delegado deale termo, que Uo bem tem
sabido desempenliar a tea nobra eommissao, sem
IreUnto se lite note a menor violencia, ou
ao tea modo de proceder. O elogio do te-
Jelegado esta feilo por si meimo ; nao s por
tt mullidao de criminosos presos, que am-
n qualro sesses plenas nao rodenaro todos ser
julgidoa, como por essa aluvilo de prescripces que
bien dado, e que to a mais viva eondemuacilo do
deleiso da polica de eolio, deixando em tocego em
oas cata*, vista e face de ludos, criotiuosos de
moile e de oulros crimes graves por um lempo lon-
go ii capa/ Ua facer calar a juslica na justa viodicta,
> qu (fia direito, te al* fosse esa notada omi>-ao
irar a lempo U elogi) do tenlior dele-
gado he feilo em alto e bom tora, e de ama mauei-
ra mais liourosa por toda esta |coinarca, que bemdiz
a si, a administradlo, e que a Dos pede, mas ja d-
balos, que o conserve por inulto lempa entre nos !
Sim, ninito leu feilo o seuhor delegado; porm
anda lia muila coota a facer ; e ja que he forco
que nos deixe/ faco ardeoles volos para que um ou-
lru Cnmitio i tobtliliia, e que Je ve ao cauo a aua
grande obra.
re e loavor os subdelegado! e mais aalorida-
I leni acompanhado o seu chefe na
iriine, eencorreudu com seus esfor-
'amenlo de que tanto uoa ufana-
s, que o grande exeniplo, qne Hice
lisio teja para lodos um es-
a o fiel cumprimealo de seus
deverrs.
Nio concerriatn menos para o estado melindroso,
a que chegee ata comarca, os indiscretos recursos,
que eiio te baraUavam, foiseni quaes fossem ai
probas do processo, ja nao diga t para a sustenla-
cao de ama pronuncia, porsio para a mais consci-
euloM a o lispensavel condemnagao I
Bal arrosiindo etset prejui-
Mlo, como vai, este mero a-
e/ea. que muitas vezes Uii* que
um tuclerato nem mesmo na cadeia permaneoette
por vial eqaatra hpras. o Sr. Ur. jui municipal
ca)"1 ivido no meio do odio dos prolcc-
riaae, quejaveem abalado o seu prestigio,
'pnderancia sobro a accao da aulo-
ide, e fazendo assim qe lodos o criminosos vao
ander ao jurv, quando as suas pronuncias se
i imenladai. Tai fazendo um grande
comarca, e lite tributo tarobem com
os meus elogios, os agr tecimen-
i ?* tjii pela toa boa xervenlia.
a Sr. doutor promotor, que
lita no cumprimuolo de teas deve-
rme no su posta de honra, em que
lo. Ligo lauta importancia ao
ilona, avistadas atlnbuices
^H37 do cdigo do prncesso,
'l"e <' que sa pono ser respinsabi-
jll*rfatl loe quaiqaer Iransiorno na
oslga, por nao chamar or-
^ii* wnaptiiiieatode wut devens at auloridade*,
que ua a -obalUrnas, nao menos respoiisbilidane
He, que aemprea mea lado deve estar
para promover a raesionsabilidade
odos lemlirar e activar por tuat promo-
o que ilie* PUOajd io crioie ; ou quando menos seja para le-
xiinento do gaverpo a fraqueza, ou pre-
varicacSo das autoridades, que nao seabaUo em prol
do pabilo Nao insino bravatas a promo-
lorla, ai tiicao ridicula do seu poder;
nao. etia disse.com o modo de proce-
der brioso e prudente de promolo ia, e apenas por
denwia lembro, que Me recua non :a em las prtmo-
Soes justai, por qualqucr considerarlo que seja,
llesejaria agradecer tambera aos Srs. juizes de paz
ot mi servico polica ; mas he forcoso, qne Ibes
diga., que apenas se lem limitado ni fancepes de con-
rilinr as parles em suas pequeas qoeslfiet clveis !
nao pode o abdicar de si o cuin-
priinenlo! imporlanles funcjftes. que liles confere
o tilia o regulamenlo n. MI) de 31 da Janeiro
an pois, qno hajae vadios*m
admoeslent-nota lomarem oceupa-
e assimo cumprem, para que
es no casoeonlrkrio: assignem termos
lurbulentos, mcretrizes escanda-
wanranra aoaqiic acharem em ri-
igavelmeuli.' acabar : premian
m, prendios criminosos ; #e*
receios, ou llies fulla a precisa forra em seos
los, ao menos deem delle aviso ao delegado.
Sobre ludo formom ot corpot de delicio, indo logo
eorr seos scrivaea ao losar do crine para fazerem
as i istorias na forma determinada rtflos arligos 258,
SJ9 e 260 dd citado regulamenlo.
irosa esta obrigafan, e de tant* importancia
;lo Ja juslica criminal, que res-
ei irremissivelmenle r aquelle, que es-
mo ao lugar da delicio nlo for verifca-
lo, e redozir a lermo o seu eianie. Escaso dizer,
que e.sa obrigacSo e retpunsabilidade abrangem aos
jtiii.es Mes, delegados, e subdelegados. Pode
hccoJi pir circumstnncias -ilraordinaritanao
pofttVi iloridades compelen.es rhegar o lempo
ederem as vislorias : entao para esles casos,
i devem estar avisados os inspectores de
isra se acharem no lugar do delicio com
> lado inspeccinatelo, para que pos-
inforinautes as aukri lades criminaes;
e niuilo racommi.Mido, que os junes de paz, delega-
dos, < egados Ibes deem irslruccoes nesle sen-
il mais a mandarem chamar logo a
qui lquer dea juizes mais vizinhoi a cumprirem o seu
de>r.
, I econ s autoriilailesciimitiaes a maior ce-
leridtde lacilo das colpas, mormente quando
os indiciados se achao presos. He urna garanta
constitucional para o cidadao o nao poder eslar pre-
so lem culpa formada por mais de oilo das; e nao
carnelo desle Ierro* por nm lempo lon-
go indilinido, a preleila da afl" uencia de negocios,
le lilirulilade', a omissOes culposas
slou disposlo a responsabilisar aos
lempre que por um conhecido abaso
>, que Ihcs di o artigo 118 do cdigo do
proceKo, for forrado a conceder um habeot-mrpui.
rdo esdtareeimer lo aos processos ; a
estu devr se reo diz ir oilo reipeito, enlendo que
dtvaacr m iw obrigalorioaoSr. doulor juiz muni-
clpnt: nae esperemos por um lampo, em que o alar-
ma do en me tem nm ponco arrefeeido, eque os pro-
na criminosos i que nlo fallao) leem ja ga-
terreno, e disposlo ludo a ueotralizir Uo impor-
i Ha mallo qae se tum tornado repa-
demora do expediente dos Srs. eacrivaes a
processos, q ie devem andar de um jui-
nlre, para at providencias dos artigos 289,
O do regulamenlo n. 120: o immccliatamcn-
terve ottrligo 3r8,Da clrcamalauciade
i presos os calpadcs, teji quaes fo-
crimes, calos qne si > applicados em lu-
do par;, auloridade* proceasanlos, de qne
fallaa oaaegulnlatarligoi, 319 e 3O, nflo podem ao-
a nenltnm eterivo a reler procpssm tm seu poder.
A isla reep m be mt.is digno de censura!
e di exomi ismo, do que o escriv.lo I'ro-
lo : acabo de verificar, qae relei'e em sea poder por
inais;de dous anuos um procesto de crimo parlicular,
com pronuncia apenas de sea mlidelegado; o em
i-sque'ido entro a poeza
idadJo, Antonio Vieira
ao de mail de dous nnnos na
ficaria eternamente, se
o caridosa medida do moi di-
chefe de polica la provincia
os presos, que a cla comarca
i cadeia do Recife
iqui. porqoe nao viam
idos, rao lendo sido' essa
is municipal! Qae
eslt precesso '!!..
o a nao dar
di le, eomo acabo de ey'il.mr; llcm favo,,ce em
nid.i ao senhor '-'set^^^^^^
tardado. Ostohoreacrivioacliousemiluvida pequea
a repreliensao que Ihe pasjei He de admirar aiu-
da, que aase processo de pronuncia nlo confirmada
so viette a etla|villa por amarequitioAododelegado
Slo muitas at fallas do senhor fsenvao Prolo, e ja
dallas dou principio a conhecer, por urna quena so-
bre um extravio da processo: cu irei adiaoie, e yerei
te com cuello he al azaclo este clamor de haver
mesmo consummido processos por dinheiroll Pela fal-
la 3 apresenlaclo em lempo desse processo de An-
tonio Vieira de Sampaio ao juizo municipal, ea
suspendo ao senlinr escrivao Prolo, daudo-lhe a pena
correccional de dous roes de privaco de toda as
funccOes.-qoeezerce. O senhor dootor juii monici-
pal no cumprimenlo deale provimenlo faca intimar a
esie osen vio a aua suspensao, e della d ot avisos
conveniente*. Desde ja raeommendo ao senhor tub-
delegadu de Papacaca, qae dando a nomeacao interi-
na de escnvlo de ten jittzu ao escrivlo de paz, o pro-
ponha logo lamuem ao delegado para Ihe dar aellec-
liva nomeacio; pois alem de nao aer posdvel, qae o
escrivao Proto possa continuar nesseemprego, nao he
conveniente, nem permiti qu* o cargo de esrrivao
do subdelegado esleja separado do e escrivao de pai.
-Nao ba essa necessidade de separacao dos offlcios ;
antes ha perigo, porque havendo pouco a fazer, pro-
rurarao es escrives eslender al a peila e a falsidade
os prnet e precalfos de lio minguados offli.ios.
Nolo mais a falla de livroi de aodiencias.de termos
de bem vi ver e seguranea, e principglmenle do livro
para termos de flaneas nos carlorins dos escrives dos
subdelegados : he muila relaxacao !! Di. subdelega-
dosobnguem ateos escrives a Ihes apresentarem
estes livrot sellados para serem aberlos, numerados,
rubricados a encerrados dentro de 30 das e os aus-
pendam, te ssim nao o cumprirem. Na futura cor-
reir.io lomarei comas sobre islo. e responsabilisarei
aos que achar culpados. Qae qaerem dizer, e que
importancia leem esses termos de llanca em papel
avalso,.quevejoa subdelegada de Papacaca, por
europio '.'.' Que quer dizer a falla dq uro iivro de
audiencias, senao que o subdelegados se olvidaro de
cumprirem com esse importante dever?! Senhores,
a cabemos para sempre com tantos desmanchos :
obngadosa azermos eumprir a lei, nos respeileroos,
daiulo o exemplo de que lambem a sabemos cum-
prir em lodos os casos, ainda que parecern iuiignill*
cantes ; por eiemplo, o de irmos as audiencias, em-
bora saibamos, que nada ha a fazer ;Jte la que islo
se lera de averiguar parase laucar o resperlivo termo.
I aseemos juslica civil, e aoa mais objeclos sujei-
ros a eorrei;ao.'*
Grande desordem reina nos jalzos de paz Qna-
st lodos ou tem falla de livros, oo esses que apr-
senla! nao estn sellados, ou nlo tem os termos de
concilucloai devidas solemnidades. Esses mon-
tees de termos de conciliario passados em papis
avalaos sao lllegaes ; podem dar logar a grandes
prejuizos pelo sea enlravio, e de mais ofrenden) aos
inleresses da fazenda, pela nao percepcao dos sel-
los devidos dos livros, de qa se lem julgadn dis-
pensados os seos escrives Os senhores juizes de
pea devem cumprir as diapnsicaes dos S I e 2 do
*rl. 3 da lei de 15 de onluhro de 1827, o capitulo
1 do regulamenlo de 16 de m/co de 1812, que
milito devem ter em vista, fazendo que asparles as-
signem os termos conciliatorios, eos termos de jul-
samento das pequeas demandas, que caben) em soa
aijada ; alias serio responsabilisados.
Os escrives de paz apresenlem dentro le 15 dias
a seus juizes livros sellados, para que o* rubriquen),
e racam o lermo de abertura e enrcrramenlu com
destino a scrVirero para os termo* de conciliico e
julgamenlo de seos juizos ; e o que atsim nao fue-
rera liquen) suspensos, ilavendo os juizes propor oa-
Iros escrives, se for conveniente esta medida, para
que nao padeca o punlco servico. s escrives de
paz, qae podem ser tabelliaes' em seus dislrirlos,
apresenlem mais dentro de 30 dina livros sellados
cmara municipal, para que os rubrique por algum
de seus vertedores para as suas olas ; e liquen) cer-
los que se encontrar instrumentos pblicos pastados
em papis avulsos, e fora de suas olas, e se em
correnao vir, que ainda nao tem esses livros, serei
meioravel em auai poniepes.
Esludem o regimenlo dos tabelliaes, e lenham
sempre em vista os provimenlos, qae acabo de pu-
blicarsobre o livro de olas do escrivao Sanios.
hsludem a materia dos testamentos, para que os
siibam appruvar, ou faz-los por escriptora em suas
noltas. Apresenlem lambem a seus jufces livros
sellado* para os termos de bem viver e secaranca.
Emqu.mlo aojuizo de orphlos.direiapenaa.quenao
se descuide ojuiz de inflalr, par que as Ivaliacoes
ae fafam com loda a juslica, e pela maneira deter-
minada no* arligos 9 e 11 do alvarlde 20 de junho
de lu: para que os doladoa ">?o lenham outra
isencao de conferirem os seos dr doa;Oes, senao
aquellas apuntadas na lei ; aindr^-amo osquedei-
xam de possuir a cousa por pero .ento della esli
sujeilos a collacao ; porque para-'esse caso do 15
da Ord. liv. i lit. 97 ha lambem a compensaran do
1 da mesma Ord., qae d.i an dotado todos os fruc-
los e navidades llovidas al a morle dos doadores.
hobre ludo faca, que nao hajam as jwlilhas pes-
sois mais favorecidas, que- os orphaos : Matheus,
pnmeiro aos teot o senhor jniz heitpai dos or-
phaos, he cm beneficio dalles, que eserce lio no-
bre cargo. Em summa siga o senhor juiz#as soas
mesmas instruccoes, que com lano criterio e honra
do seu cargo, quando jaiz de direilo interino, deu
ao seu priraeiro supplenle, que em forma de provi-
menlo vejo hincadas no,protocolo de audiencias do
escriva.i Carapeba a ti. 13 ; ngo o adoptando porcm
na parle, eya) que malida fazer pagamento aos credo-
res, s pelo juramento do inventarenle, e sem em-
bargo da conleslaco ou opposicao ao pagamento pe-
los ileraais iuleressados, ainda mesmo nos casos figu-
rados do pequeas dividas, e oulros que lembrou ;
porque, nem eom islo flcam os credores prcjudlcados
nem mesmo os herdeiros, que podem ler justas ra-
zos de opposicao, e as vezw de alia indagario e
dependentes de proras, qne o Sr.JrrrtnWa iw.lt [ vrenv
deve conhecer em nm inventario, processo lodo
summario, e nm lano administrativo. A esle res-
colizem, a loroem por momento o titulo de juiz, es-
crivao, Ihesoureiro, rnordomos, ele. ele, icabada a
fesla, devem desapparecer inleiramenle easas reu-
nies, nao licando tenao a auloridade do parocho
as suas igrajat, ou a dos prornradoret pelo joizode
capellarnomeados para a adminislraclo e arrecada-
cao do seu patrimonio. Logo que algutna irman-
dade se apresentar coruliluida, e com compromisto,
davom os seus escrives de mesa, oo ecretarios, re-
moller ao escrivao da provedoria annualmenle urna
'SOZ?" me,M8ll*.obpeoa de malla de 50 a
l)000r*. O Sr. Dr. jahr municipal loma contas
ai capellas de Jupy o oulrat, qae per falta de livros
* assantos devides nao poderam presla-las na prsen-
le correicSo.
Toado, senhore, notado immenus fallas, e bem
graves, em todos os ramos da .-nlminialracao da joi-
Hca, en mesmo me espanto como dou por encerrada
a prsenle correifn, limilandn-me a applicar penas
correccionae tmenle aos qua se moslraram cul-
pados I
Pois bem, se loma a meas hombros a responsabi-
lidade.de lodos, querendo acreditar qao peccaram
por ignorancia c cm boa fe, visto que ha mais de seis
annos nao ha correiclo na comarca, e as qae te fiza-
ran) anteriormente nao foram regalares, fiquem avi-
lados que na correiclo segu nle. nao verao mais nos-
la cadeira o juiz complceme de agora, porm ojuiz
austero, como son obrigado a se-lo, para que o zelo
de todos nunca se arrefeca, e nao cabamos aflnal na
mesma relazarlo e abandono, em que achei em
grande parle o servico da nativa, que deve ser des
empenhado sem tacha por lodos os tervenlaarios.
Cumpra-see legislre-te esle provimenlo, dndo-
se copia a lodos comespecialidade aos jaizes de paz,
e subdelegados, para qoe o lenham sempre em vis-
ta o rac-am archivar nos carinos dos seus joizos.
tiaranhuns 25 de jolln de 1855.
Jott Handeira da Mello.
qu.niU
do ie|
es.-pie
o sao 1
fizial
A saa desca
espediente* ,:
peilo na deia a desejar o Pereira de Carvalho, na
ola 136 ao S "*, j 75 do capitulo 11. Quod orn-
an langil, ab mnibus approbari debel.
Chamo a saa alinelo para o livro de luidlas, que
Tallavaeroseu juizo, para que seja elle o desperta-
dor das cotilas, que deve lomar a Iodos os tutores
nos praios da lei; en o Incumbo de lomar essas con-
tas, cujo ro de tutores obrigados a ellas me apre-
sentou o sen escrivao ; e suppra a minha falla, que
he molivada pelo moilo servico qae achei na cor-
reoso, e por que entlo me seria forcoso prorosa-la,
em detrimento de muitos presos, qae reclaman) ja a
convocarlo do jury : suppra a minha falla, digo, a
sua diligencia, que espero ser eflicaz, para que na
oulracorreicao nao lenha de achar ainda noTol es-
ses tutores remiraos. O Sr. jaiz sabe dos meios de
caagi-los e de amence-los com urnas cotilas reve-
lia, e com Mas as consequencias de laes contas at-
sim lomadas. O escrivao de orphos ha de mo apre-
sentnr na vindoura rorreiro os livros devidos para
a escriplarac.io dos heos de defanlos e ausntese
bens vagos, preparados pela maneira que dispOe o
S* uo "sulamenlo n. 160 de 9 de maio de
1812. A Taita de laes livros me ImpOe o dever
de recommendar ao jniz de orphaos, tob pena de res-
potnabilidade, o escrupuloso curaprimenlc desse re-
gulamenlo, salvas as alleraces ou explicacoes qae
^vem no regulamenlo de 27 de junho de 1815.
Os Srt. delegado, e subdelegados slo obri-
gados pelo regulamenlo citado de 1842 a par-
ticiparen) immedialaraenta ao juiz de orphaos o
obilo de lodos, quer lettados quer nao, que houver
ern seus dislriclos, ebem assima noliciarem ao'di-
lo juit as pessoas que se tiverem aascnlado, sem se
saber do seu deslino, deixando bens desamparados ;
e para islo se devem servir dos inspectores, a quein
darao as precisas itislrurrrs. Slo mesmo obrigados
a acauleTalein os extravos qoe possam succeder aos
bens dos fallecidos e ausentes, quando o juit nao
possa pela distancia, em que so achar, acudir logo
ao lugar para fazer a devida arrecadacao. esle re-
glamelo os fas ocursos em penas graves do res-
ponsabiltilade, e al a responderem por lodos os
prejuizut que houverem. Os subdelegados liqaem
advenidas, qoe sao obrigados a apresentarem em
corrcirilo a relacao animal das pessoas fallecidas
que deisaram orphos i'sejsm ricos ou pobres) com
declaraco da residencia deltas ; a qae por esla o-
missao incorrem na molla da 50 a 100, n forma
do reglamelo das cprreicdes de 2deoutubrode
1851.
He abusiva e (Ilegal a pralica de haverem doos
registros de testamentos em cartones lepridos : e
dahi lambem lodat casas desordem, que notei em
prnvimenlo lobre o regiilro dos leslamenloi, e todos
os males consequeiues de ama m fi.calisacao em
maleria de residuos, e da nao lomada de contas aos
testamenleiros I A provedoria de capellas e residuos
sempre fui um juno especial ; e as rearmas indicia-
ras, porque temos passado, nada innovaran) a (al
respeilo, e tanto que v-se no arl. 480 do regula-
menlo n. 120 de 31 do Janeiro de 1812, que nos lu-
gares onde ha mais de um juiz municipal, no ac-
cumulam elles as ftinccoes de provedores de residuos
e capellas, e sim um he o prUrsiivo para islo
designado pelo goveruo.
He da natureza dos juizos privativo*, que lambem
os escrives sejam especiaes, nao se permillindo a di-
visan su distribuido de negocios, que corr'em em
laes juizos, senlo nos casos de necessidade, sempre
ftlha da aftluencia de servi;o> da mesma especie, a
que um s eicrlvao alo pode dar expediente. A ne-
cessidade de um escrivao especial para residuos eca-
pellai le demonstra nlo s pelo decreto de 30 de Ja-
neiro de 1834. como pelo aviso de 28 de novembro
do mesmo anno ; mando pois qoe o livro de regis-
tro de testamentos do cartorin do escrivlo Santos, e
Iodos os (estamentos que ahi houverem emanados,
pattem para o carlorio do escrivao de orphaos, que
llcar tervindn privativamente tanto em residuos
como em capellas, emquanln nlo houver ordem em
contraa.ou a expsriencia nlo conselhar a passagem
detses offlcios pura o escrivlo companheiro ; ficando
desde j acabada a distribuirlo, que ie dava para o
registro dos leslamentoi e conlas aosleslameoleiros,
as capellas e irmandadee. O escrivao Carapeba ser
por comeguinle o archivista dos livros de lorobo de
capellas* bens de contrarias, irmandades c fabricas
que acabo de instituir.
r'inalmealt determino qae o procuradores, oo
adminislradoms das capellas filiaos a matriz, prepa-
ren) quemo antes livros de recolta e despera dessat
capailas : asininas fabricas, querecebem e ai tim-
las slo tambera patrimonio publico, de que devem
dar C0H", amhora apphquem, como devem, lodoa
'm ornamentos, guisamenlo, con-
nioaaosaiHiorescriTito, que ra, me moslrou de 'cerlo. e reslividade das mesma. capellas senlio
m-.nn ha ven I ^l^t"^''"^ ^at "ni* '"arios e adminislradores de .Lnao"I
ITZ^^i^^KL9" Mr3'' '""* *** igrejat reur.ies de cidado. a liln-
P"Tum-g %*te'p0I"n '""darasnlo de lo de irmandades. tem eslar.m compelenlememe
drtin !! carlorio e dar lo- constltuidii, e eom comprme approvsdo,: ,e e
ge eom-eoieBle dsetiae lado ju.oio tsUytes. .to!,,,, e he precit0 bjm 9 ctll0^e d J,e
.1 sentidi'tima morle de Joan da Graea Gentil,
natural da Babia, ponto e membro da todedade
dramtica empreara do thealro de Pernam-
buco, fallecido em }J do correnle me: ; of/erece
wm seu companheiro e amigo ot tegninles
SONETOS.
Saa o bronzeo som do campanario.
Indicando mais um na eternidade ;
He o dobre da tristeza c da saudade,
He o dobre do jazigo mortuario !
Sera o meu ojvir imaginario?....
Oh! por certo nao !..... ludo he verdaJe!...
I'ot mais um tntidellu de amizade,
Que a pana roubou ao mundo vario !...
Fosle t, Greca, charo amigo,
Bom filho, boro pai, bom companheiro,
A quera nlo confien um s imigo,
Que deixaste este mundo altaneiro.
Voando celeste manso, do leu jazigo ;
Gloria que s he dada ao verdadeiro !
Como, grande usos! deiais perecer
Um bom pai, hora amigo e companheiro,
Coja morle chorara o mundo inleiro,
Seo inundo- inleiro o podesse' conhecer ?....
Como, grande Deot! deisais perecer.
Um liltii extremoso e verdadeiro,
Que sendo de seu pai fiel luzeiro,
Consolarlo fui do velho em seu viver '.'...
Aopasso, oh! que horror! que transitando
Se v, o homem vil, com impostara,
De carcter corrupto e nefando 1
Segrcdos laes slo esles da natura,
Queservindo de exemplo execrando.
Fazem as vezes descrr a crealora !
Hecife 17 de agoslo de 1855.
Um Socio.
: da cima declarado pelo meio dlar com isus fiado-
ra! competentemente habilitado!.
E para constar te mandou afiliar o prsenle a pn-
bli. ir pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernsm-
bnco 11 de agosto de 1855.O iccrelario.
A. F: i'ynnunciacilo.
No dia 22 do crrante contina a csltr em pra-
ca, perante a cmara municipal desla cidade, a obra
da abertura de tima estrada nova, que da de Pao
d'Alho conduia ao largo da matriz da Vanea, orea-
da em 3:20tt. Paco da cmara municipal do Reci-
re em sesslo de 16 de agoslo de 1855.BarSo de Ca-
pibarbe, presidente.Manoel Ferrelra Accioli, se-
cretario.
DECLARADO ES
CRRELO GEUAL-
Carlas seguras, chegadas nos ltimos vapores do
sol e norte, para os Sr. : Antonio Alves l'erreira
Silva, A. Raymundo Campello, Ueolindo Mandes
da Silva Moura.emosiiieues (iellron Silveira Lobo,
Domingos Lauriano Alves Silva, Francisco Baplisla
da Cunha Madureira, F. das Chagas Cavalcanli Pes
soa, (.asilo l'erreira Couva Pimenlel. Jlo Carlos
Coelho da Silva, Jo8o Evangelisla do Nascimeato.
O secretario do conaellio de direccao
do Banco de Perninbjico, avisa aos se-
nhores accionistas do mesmo Banco,
que se acha autorisado o Sr. gerente a
pagar o sexto dividendo de O.S'OOO rs.
por acrao. Sala das sesses do conselho
de direccao do Banco de Pernambucoaos
51 de julho de 1853. .
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a praca da Babia, e contina a tomar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 25 de junho de. 1855.
O secretario da direccao, Joao Ignacio
de Medeiros Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virtude de aulori-
sacjto do Exm. presidente da provincia, tem de com-
prar os objeclos segrales:
Para o presidio de Fernando.
Fnrinha d*mandloca, alqitcires 600 ; vinagre,
barril 1 ; cha hyson, libras 20 ; madapolao, pecas
fi ; livros em braneo de I.lOJfnlhas, 6 ; neulos de a'l-
cance, i ; plvora, arrobas 10 ; braodoes de cera,
2 ; lochas d dita, 6 ; nzeite doce, gales 10 ; fo-
arcos de Trro para pipas,
plbarbe; para o relio e passtgeiros, IraU-se nt.rua
do Vigario ii. 5.
IBAHIA.
Vai seguir com brevidade o hiale braslleiro For-
tuna, mettre Josquim Jos Silveira ; para o reslo
da carga Irata-te com ot coosiaaalariot A. de A. tio-
mes & Cosspanhia, na ruado Trapicha n. 16, segun-
do andar, ou eom o meilrc no Irapiahe do algodlo.
Companbia de navegacao n yapor Luso-
Brasileira.
Uevendo chegar at o dia 19, vindo do sul. o va-
por D. Mara II, commandanle o tenante Cuima-
ra*. partir para S. Vicenie, Madeira e Lisboa de-
pon da competente demora ; recebe passageiros e
encommendas : os iuleressados dirjam-se ao agente
M. D. Rodrigues, roa do Trapiche n. 26.
ARACATY
seguir, no da 25 do mez correnle. o patacho .Son-
Ja Cruz, capitn Marcos Jos da Silva ; ainda rece-
be carga e passageiros : trata-se com Caelano Cyrla-
co da L. M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
LEILOES
COMMERGIO
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 16. .
dem do dia 17.....
li7:9W990
16:1683802
16: I09ff792
Detcarregam hoje 18 de agotto.
Barca inglezal'loating Cl Polaca hespanholaMalhildesebo.
Imporlaca o.
Brisua porlugaez Viajante, vindo de Lisboa, con-
signado a Thomaz de Aquino Fohseca & Filho, ma-
nifeslou o segninle : t ,
1 gamella cera branc, 17 barricas e 3 caixas dila
cm grume ; a Jos Pereira da Cunha.
19 pipas, 10 meias ditas e75 barra vinho, 50 bar-
ricas farinha de Irigo, 25 dita cera em grume, 3
caizotes mercurio, 102 barricas cal em pedra, 50
moiot sel, 2.000 molhns ceblas, 50 canaslras bala-
tas ; a Thomaz de Aquino Konseca \ Killio.
1 caixa palitos ; a Castro & Innao.
8 barris vinho, 1 fardo pomada ; a Augusto C. de
Abren.
50 barris azeile doce, 208di(os toucinho, 28 caixas
manleiga de porro. 10 pipas e 16 barril vinho, 3 di-
las o 11 ditos vinagre ; a l-'rancisco Scvcriano Rabel-
lo Filho.
1 barril vinho; a Jos Goncalves Torres.
1 caixinha livros e caderuos ; a Jos Antonio dos
Santos I.essa.
1 caizole candieiros, escrivaninhas e perfumado-
res, 1 dilo escrivaninhas e perfumadores ; a Sebas-
liao Jos da Silva.
Ii volomescaUa*pinai )-oHissac, Curio & Cm-
Ulllllla.
20 harria azeite de oliveira, 8 dilos cera em grume;
a Jos Baplisla da Fouseca.
10 barris azeile doce ; a Jos Joaqoim Borges de
Caslro.
5 caixotes latas de azeile doce, 10 barris dilo,
20 dilos chounras, 10 dilos loucinho ; a Polvcarpo
Jos Layde.
10 barrica! cevada; a ordem.
13 pipas, 10 ineis ditas e 45 barris vinho, 5 volu-
ntes caixas com paisas; a Mtnoel Joaquim Ramos e
Silva.
15 barris chouricas, 10 dilos toucinho ; a Domin-
gos Jos l'erreira Ouiniaraes.
1 pacole apilos de osso, agulhciros de dilo e
paules de marfim ; a Jos Alves da Silva Uulma-
r3es.
10 barris vinho, 10 meias pipas vinagre, 20 ca-
nastros batatas ; a Antonio Joaquim de Souza R-
beiro. .
2 caixas paramentos de igreja e 1 Socrario, 1 dila
rap; a Manoel Goncslves da Silva.
15 barris alpista, lOOcaixat btalas; a Candido Al-
berto Sodr da Molla.
50 barricas familia da Irigo ; a Manoel dos San-
ios.
2 barricas cevada ; a Joaqoim de Almeida
Pinto.
1 pacole verroelhao, 1 fardo flor de tabugueiro ; a
Viconte Jos de linio.
6 barricas cera em grume, l.caixinha drogas e :l
milheiros de livrosde pSode ouro e prala : a Mo-
reir & Fragoso.
1 pacole vermelhSo. 1 eaiza incens, 1 pacole aci-
do larlaro, 1 fardo tabugueiro, 2 caixas vidros para
botica, 1 dila agua ingleza, 1 barrica cspa-rosa.1 cai-
xinha drogas, esptulas elsticas e livros de ouro e
prala. 1 dila drogas ; a Joao Soum & C.
2 cestos oleo de amendoa, 1 caiiiuha oleo de alfa-
zema, 1 dila mano. 200 loros pao campeche ; a An-
tonio Pedro das Neves.
50 barris cal, 50 dilos dita em pedra, 20 caixas ce-
ra em vcllai, 1 barril vinho, 50 canaslras batatas, 1J
fardo luva, 1 dito peneiras ; a Benlo Candido de
Moraes.
10 barricas cevada, 5 ditas p de osso, 2 caixolc-
chocolale ; a Miguel Joaquim da Costa.
10 caixas figoi, 50 barricas farinha de trigo : a No-
vaes & C.
_ 20 caixas cera cm bogias ; a Fortnalo Cardse do
Uouveia. .
100 canaslras hlalas; a Palmeira & Bellro.
1 calzte rap, 1 barril presuntos, paios, llngulcis
e chouricas ; a Jos Velloso Soares.
6 lavatorioi de ferro, 3 leiloi ditos, 2 camas cls-
ticas ; a Lino Ferreira Pinto.
1 caixa livros impressos ; a Baltar & Oli-
veira.
2 caixotes chocolate ; ao capiao.
CONSUI^ADO GKIIAL.
Rendimento do dia 1 a 16. .
dem do dia 17 .
fazenda de Pernambuco H de agoslo de
offlcial maiuL^^^
arter^noireira ZJ!/fJ!L
. Sr. capilao do porlo, faz-se
publico qnrf uesla secretaria ser patente a quem
qneira ver, e exlrahir copia, por ludo lite inlcrassar,
o mapa de signaes psra din e noile que se execala-
r;lo no roaslro collocado junto n torre phrol das
Salinas no porlo da Atalaja (provincia do Para) na
ronformi.lade das ordens do governo imperial ; sen-
do que os para de dia fnnerionarao do 1. de outu-
bro prximo em diante, e os da noile logo que
seja islo possivel, precedendo lodaria os competentes
aiinuncios.
Secretaria da capilania do porlo de Pernambuco
16 de agoslo de 1855.O secretario,
Aleaandne fodriguts dot Anjoi.
Exislem aprehendididos na caldeira do Sul do
arsenal de marinha, por falla da exibicao dos docu-
mentos provaudo a propriedade e eslarem em lem-
po devidamcnle licenciados : Ircs botes do servico
do trafico do porlo constandoperlenrerem a Antonio
Jos Vieira, ja fallecido, Luiz de Pinito e Manoel
de Tal. occorrendo lambem para apprehenso a (al-
IfleaOM uas respectivas marcas e nmeros, o que se
Taz publico para os iuleressados agenciarem o rece-
himcnlo dos referidos boles depois de salisfeito
quanlo cima sa declara, alm da molla a favor da
fazenda em que lenham encorrido.
Capitana do porlo de Pernambuco 10 de agoslo
de 155.O secretario,
Alexandre fodriguet dos Anioi.
Il:958724
1:08IJ<1
13:0409370
LMVEUSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da 1 a 16.....
dem do di 17 ...... .
1:3198392
293400
1:378;792
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 16.....15:491 $878
dem do dia 17.......1:735j38
17:2279316
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendiraeiilododia 1 a 10. .'. 21:7893792
dem do dia 17....... 1:6623320
23:4525112
MOVIMENTO SO PORTO.
No dia 17 de agoito sao houveram entradas nem
saludai.
EDITAES.
0 Tllm. Sr. Inspsclor da Ihesouraria provincial
em cumprimenlu das ordens do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico que no dia 23 do
correte perante ajuma da fazenda da mesma the-
soursna, vai novsmenls a praca para ser arremata-
do a quera mais der u pedagio da barreir* do Molo-
colombO, avahado annualmenle cm 2:672 n.
A srremalacao ser feita por lempo do 2 annos e
I0mezes,aconlardo 1 de letembru do corrale
anno, ao fim de junho de 1838.
As pessoas que se propozerem a esla arramatcao
comprecam na sala da sesslo di mesma jnnla no
Ibas de fiandres, caixi 1
arrobas 8.
Bolica da hospital re-i mental desla provincia.
Emplastro mercurial, libras 2 ; briin brnnco liso
fino para loalhai, varas 32.
Omesmohospilal.
Meias compridas de lia, pares 12 ; cubos inodo-
ros, 10 ; manas de laa, lt.
Corapanhia de arlifices.
Livro meslrecnm 200 folhas, 1.
Artenal de guerra.
Ofl|cina de (ereeira chiste.
CarvJode pedra, toneladas 10; limas mucas de
diversas polegadas, dazias 4.
Quarln classe.
Tincal, libras 20 ; limas mujas de diversas pole-
gadas, duzia 1.
Quinta classe.
Filas de la para silbas, pecas 4 ; pellas de cabra
orlidas, 200; meios de sola cortidos, 300.
2. balalha.i de inr.iiilaria.
Panno azul msela lo. covados 135 ; capoles de
panno ordinario, 63 ; areia prela, libras 6; compen-
dios de arilhmellca por Avila, 3.
Recrutasem deposito no mesmo balalhao.
Esleirs, 100
8.* balalhao.
Esleirs, 348 ; mantas de las, 355 ; panno verde
escuro entrefino, covados 1,871.
Mein balalhao do Cear.
Mantas de laa, 270.
10. balalhao.
Panno verde escuro para sobrecasacas e calcas, co-
vados 158.
Diversos balalhoes.
Manas da laa, 253 ; sapalos, pares 1,150; bolfies
convexoi grandes de melal bronzeado com o n. 10 de
melal amarello, 2,282 ; dilos pequeoi com o mes-
mo Homero, 1,956.
9." balalhao.
Mantas de laa, 376; pauno verde escuro entrefi-
no, covados 1.468..
4. balalhao dearlilharia.
Panno carmeslm para vivos e vistas, cova-
dos 90.
Quem os quizer vender aprsente as suas propostas
em carta Techada na secretaria do conselho s 10 ho-
ras do dia 21 do correnle mez.
Secretaria do conselhoadmini
cimento do arsenal de guerra 14',
Jos de arito Ingle:, coronel pres
do Pereira do Carmo Juni'
laric.
O Illm. Sr. inspcey; da
da desla provincia manda fr""
mal:icao ihis maferiaes reso
um lelheiro noquartel das C
da para o dia de boje, lira Ir
as mesmas horas, devendo.os
cer no lugar annuuciado.
livo para forne-
agoalodo 1855.
nlet Bernar-
ogal e secrc-
ouraria da fazen-
ico, que a arre-
a demolrao do
nas, annuncia-
a para o da 21
enles compare-
Secretaria dn thesou-
O agente Borja far leilao em lea armatem.
lis ra d Collegio n. 15, de um completo sortimen
io d* obras de marcineria, novas e osadas, 2 pti-
mos pianos de Jacaranda, modernos, obras de ogro,
relogios de vanas qaalidades. e oulros nimios oUec
los ele. : sabbado, 18 do corrale, as 10 horas, -
Por ordem do Illm. f)r. inspector da a'fandega
uesla cidade. e conta e risco de quem perlencer, e
por intervengo do agente Oliveira, se conlinuani o
fi 1" r,Ieni1" avtriadas d'agaa salgada, salva-
das de bordo da barca franceza Gustavo II: segun-
da-feira, 20 do correnle, as 10 horas da manhaa, na
dila alfendega.
AVISOS DIVERSOS.
PUBLICAQA'O LITTERARIA. .
Acha-se venda o>compendio de Theor-i e Pral
ra do Processo Civil feilo pelo Dr. Francisco de I'au
a Baplisla. Esta obra, alero de nina introdcelo
sobre as aerees e excepces cm geral, trata do pro-
cesso civel comparado com o commercial, eonlcm
a Iheot a sobre a applicac'io da cansa julgada, e ou-
Iras doulrinas luminosas : vende-se unicamenle
na luja de Manoel. Jos Leile, >ia ra do Quei-
mado n. 10, a (.3 cada cxemplar rubricado pelo
aulor.
A pessoa que liver a obra do Sr. Rvm. padre
Jos Agostioho de Macado, inliluladaRecrearlo
I hilosophicaqueira annunciar por esla falla para
ser procurado.
Na roa do Crespo n. 3 exisle urna caria para a
Sra. 1). Lujza Francisca do Rosario, viuda de Ma-
ninho.
O escrivao merino da irmandade do Divino
Espinlo Sanio, erecta na igreja das religiosos fran-
ciscanos da cidade de Olinda, cbnvida a lodos es seus
charissiroos irmaos para comparecer) no domingo,
1 do correnle, 00 consiilorio ,da irmandade, pelas
9 lloras da manhaa, para, em riiesa geral, se diseu-
lir 01 novos eilatulos, e juntamente Iralar-se lie ne-
Kocios tirgenles a irmandade. Antonio Nones de
Mello, escrivao Interino.
Na ra do Collegio n. 19, lerceiro andar, pre-
cisa-sealugar urna ama ou um criado, que taibam
cozuiliar.
Quera achou e queira resliluir urna cabra
(bicho) preiiIm. toda prola, com urna cria bastante
crescid-, lambem prela, sendo do joelho para bailo
branco, dtrija-se ra Direila 11. 93, qtiv ser grati-
ficado com a importancia do va!or da mesma cabra e
filha.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de urna casa de pouca familia : "na ra da Cencor-
dia n. 26.
O Dr. Ilibeiro. medico, contina a residir na
ruada Cruz do Recife n. 49, segando andar.
Ainda esto para te alocar urna casa terrea em
Olinda, ladeira da Misericordia n. 12, pintada de
pouco lempo ; a fallar na roa do Ransel n. 21, ou
em Olinda, roa de Malinas Ferreira 11. 28.
O abaixo assignido, morador na ra do Cahu-
n n. 4, deaeja saber se nesta provincia, ou na da
Parahiba, oo em oulra qualquer, exisle Jos de Pa-
ria Couto, ou pessoa que por elle se inlexesse, s ne-
gocio que muilo Ihe inleressa.
Manuel Joaqoim Dias He Caslro.
No holel da Europa precisa-se de 2 escravos.
A pessoa a q/iera for ollerccdo uns neulos com
armarao de ouro, em uina caixinha verde quadri-
longo, forrada de velludo encarnado, 'a qaal foi de-
sencaminada de urna loja de ferrasen, da ra do
Queimado, dirija-se roa das Flores ri. 9, que ser
gratificado.
Precisa-se alagar urna ama para o servico in-
terno de urna casa de pouca familia, de muilo boa
conducta : na na de S. Francisco n. 68.
Aluga-se bina escrava para ama, com muilo
bom leile, muilo moca e sadia, por 129000 mensaes :
na ra da Cadeia de Santo Antonio n. 7,
D. Francisca Thomszia da Concercao vende as
suss casas, na ra Aoausta ns. 35, 70.90 e 92 ; ns
ra Imperial ns. 18,20, 22, 30, 32, 31, 50 e 52; as
Cineo Ponas n. 34 ; no hecco do Peixoto ns. 13 e
15, e na ra Direila n. 71 : as pessoas que tiverem
em ditas casas hypolheca, embargo, pendura ou di-
reilo ao exigirem algum onus, declaren) por esle mes-
mo Diario, no prazodo 8 .lias,; e as peisos que qui-
zerem comprar cada urna das ditas casal ou todas,
enlenda.m-se com o procurador da annunciaute e sea
tldo Antonio da Conha Soares Guimaraes, na ra
do Rangel 11. 56, que lem lem poderes para fazer
a venda.
lotera do rio de jamuro.
L Acham-se a' venda os novos bilhetes
oh lotera 4. do SS. Sacramento de Ma-
-eit, que devia torrer de 6 a 8 do pre-
sente. As listas devem chegar aqui tal vez
sabbado 18 do corrente. Os premios $e-
rao pagos logo que se tenhaeito a dis-
tribuicao das listas.
Precisa-se de urna ama Turra ou captiva para
o servico de ama cas* de pooca familia ; a tratar na
ru Augusta, sobrado n. 80.
Philogone Adonr vai a Europa.
. J Adour j Companbia, na ausencia do to-
cio gerente Plie. Adour, dcixam como procuradores
nesU, os Srs. Luiz Amavcl Dubourcq e Paul Pascal
Caucanas,
Desappareceu do alerro da Boa-Vista n. 37,
primeiro andar, nm cachorro d'agua todo branco,
tendo o pello aparado do meio do corpo at a cauda,
ouve pelo nome de Janola : quem o achar en liver
em seu poder, queira lera bomlade de levar a rasa
cima, que sei recompensado.
. Norberlo Marciano dos Sanios,-brasilciro, re-
lira-se para fura do Imperio.
TYPOGRAPHIA DO POYO REPUBLICANO.
Na 'ua Direila 11. 5, primero andar, se acha cala-
helecida urna lypograhia provida de ricas fonles de
lypos para imprimir qualquer obra, piriodico e ludo
o que diz respeilo u urna oflicina desle genero :
quem quizer ulilisar-so della, dirija-se mesma ca-
sa, que encontrara com quem Iralar. <)s trabalhos
feilos nesla oflicina serao sempre execalados por pre-
co mais comroodo que cm oulra qualqucr pirle, e
qualquer impreiso ser feila com o melhor gosto,
aceio e promplidao.
IUEAIR0 D APOLLO.
SABBADO 18 DE AGOSTO DE 1853.
Beneficio de Bernardino de Sena Loureiro 0 de seu
companheiro e amigo, morto em 11 do correnle,
JOAO' DA GIIAQA GBNTL.
' O producto da melade desla recua ser appcado
para pagamento das despezas da enterro do unirlo,
bem como de oulras provenientes do sua longa tyi-
fermidade.
Logo que a nrcheslra execular ama das suas me-
Ihores ouvertorai, teri lugar a represenlacao da
graciosa comedia em Ircs aclos, que lem por titulo
0 NOYJO.-
Depois dest* lera lugar a cantoriade um dnclo, te
o Sr. Mouleiro poder cantar.
Terminara o espectculo com a nova e graciosa co-
media entilulada :
O CALOTEIRO POR BAILES.
AVISOS MARTIMOS.
Real Companhia de Paquetes lnglezes
de Vapor.
No dia 20 des,
le mez espera-
se do sul o va-
por fi'rtaf M'ei-
lern, ominan-
te Itevis, o qual
depoH* da de-
mora do costu-
ine seguir p'ra
Soulh.implon,
locando nos porlos de S. Viceute, Tenerifl. Madeira e
Lisboa : para passageiros, etc., Irata-se com os agen-
tes Adamson Uowie & C, ru.i do Trapicho Novo
n. 42,
N. B.O volumes que prelenderem mandar pa
ra Sotilhampton, deverao estir na agencia (las ho-
ras antes dse focharcm smalas, depois desla hora
nao se receben volme algum.
Para Lisboa pretende seguir impreleriielmenle
al o dia 27 do correnle agoslo o brigue porliiguez
Rib/tiro : para carga e passageiros, para o que tem
os melliorcs comraodos, trata-se com os consignata-
rios Thomaz de Aquino Fonseca & Filho, 011 com o
capilao na praga.
Pira o Aracaiy segu em poacos dias por j
ter ,>rlt de tea carregamenlo prompl, o hiato Co-
AO PIBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e grossas, por
precos maisbaixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto era por-
ches, como a retalbo, aflianc.ando-
se aos compradores um s preep
para todos : este estabeleciment
ahrio-se de combinacSo com a
maior parte das casas copiraerciaes
tnglezas, francezaj. allemaas e suis-
sas.para vender Atiendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto oflerecendo elle maiores van-
tagens doque.outi-o qualquer ; o
proprietario deste impor,tante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venbam (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
GRANDE PANORAMA.
Frederik Lembcke
lem de apresentar boje ao respeilavel publico desla
provincia o seu cosmoranta na ra da Cadeia con-
fronta ao convento de S. Francisco, com as dtleen-
les e ricas vistas segundes :
llgala da praia do Bolafogn em novembro de
185:).
Acto de visita do Imperador D. Pedro II.
Sebastopol como eslava antes da chegada dos Al-
liados.
Felcrlmf, palacio do imperador da Russia.
Babia visla pelo lado da Lapinha.
Aqucduclo e Gloria lomado do morro de Sanio
Antonio.
Caseala de Tivoli perlo de Roma.
Roina de Phlll Egypto. *
Alhsmbra ID Hespanha.
O preso de cada pessoa he de 500 rs. O cosmora-
ma acha-se aberlo lodos o* dias das 6 as 9 horas da
larde. O mesmo espera ua benevolencia do publico
o v honrar com ouai praiencas, coadjuvando ai
muitas despezat qne o mesmo lem feilo, e cordial*
menle agradece ao mesmo publico ^elo bom acolhi-
mento qae dtlle espera.
Precisase ainda de um refinador: no paleo
du Sania Cruz n. 2.
SOCIEDADE NOOLOlCA.
De ordem do Illm. Sr. presidente convida-te ot
Srs. locioi a comparecern) hoje ai 3 113 horas da
larde cm lessao extraordinaria. Secretaria da 10-
ciedade Noologica 18 de.agosto de 1855.M. J. de
Alnteidal'srnambuco Jnior, 2. secretario.
Precisa-se alugiir sis preto escrav ou livre,
que enlenJa de iralar de cavallos e mais servico de
urna casa strangeira : a Iralar na ra do Trapiche
n. 12, escriploiio, prmeiro andar.
Approvado pela junta de hygienne pu-
blica do Rio de Janeiro.
Com privilegio do governo de S. M.
Imperial.
IWW PLUS ULTRA,
Jos Poii y Bruguera declara ao respeilavel pu-
blico que tem o prazer de Ihe ufferecer ai admira-
veii virtudes, que em urna longa ezeperiencia tem
demonstrado a Agua dos Amantes, de sua composi-
'o, e sao a* segnintes: cura todas as enormidades
de pclle, como pannos, ( com uina garrafa pouco
uiais ou menos ), sardas ( com daas garrajas pouco
mais ou menos ), e as espiabas, por mullo anligas
que sejam ( com duas ou tres garrafas, pede-se ,1 ul-
tima mais forte ou mais carregada), c apolicando-a
mais quem que murna com um Irapiihornolhado e
amarrando-o com um lenco. Fra, refresca, tira a
pelle farinhosa c suavisa-a, d-lhe lustro e faz des-
apparecer acor Irigoen ( em cinco dias de um mo-
do tnui nolavel). cura a brotueja com muila facili-
lade. por ser Inulo fresca e sem prejudicar a sau-
de. Instantneamente faz desapparecer o ardor do
angue quando te coce a pelle, e appcado as faces
um algodao molhado ua dila agua e amarrando-e
com um lenco, araanhecem as cores natoraes muilo
i:rada veis, sem prejudicar em nada a pelle, e pde-
se cniiinuar quando ai co^es se perderem. ; causara
esle cffeilo quando se liver temperamento sangu-
neo ). Em lavatorio he um preservativo ptimo
contra typhilit. Eapplicando-a morna as faces nm
algodao molhado na dila agua ao lempo da appari-
i.,lo das bexigas, serve pare neulraliiar ou purifi-
car, limpar o humor, e para prevenir a formarlo
da marcas uo roslo ; c faz desapparecer a nflam-
mar;ao preservando do ar e da luz, aos doenles de
bezigas. Do mesmo modo cura irapngenidifliceisde
cqrar. Para loura Inrri .loilele particular das srnho-
ras, preco 28 a garrafa. Vendem-ie unicamenle 00
escriplorio da ra da Cruz 11. 1, de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo. K.
kmmrtiaflkA
ATTENCAO,
Manoel Antonio Goncalves, com 1
estabelecimento de obras de ouro e 9
prata na praca de Pernambuco,
constando-llieque diversos vendedo- 5
9 res de joias pelo matto. se tem ser- 9
I vidodeseu nome em seus negocios, J
faz constar para evitar engaos, que 2
no se respousabilisa por transac- 9
cao alguma que elles izessem ou J
possam fazer, de qualquer nature- *
za qae seja, pois a ninguem auton- 8
sou para tsso.
Recife li de .-rgosto de 18o").
!
O aballo assiznadn, dono da loja de ourivesda
rua eslreita do Rosario n. 7, junio a igreja, fax pu-
blico que ha chegado de novo ricas obras de noro de
bom gosto, por preco commodo. c carantindo a qoa-
lidaile dooaro, e am grande 'sorlimenlo de trancas
de cabello de lodo gosto, e ezecaladas por M. Kan-
d ; recebem-se encommendas ao goslo dos compra-
dores, a quem se dar amostras, e por barato preco.
H. F. da Silva.
Perlence a quarla parle do bilhele inleiro da
terceira lulerii do Gimnasio Pernarobucano o. 4-144
s obras da nova igreja do Espirito Santo.
Hypotheca-se urna casa no bairro de Sanio
Antonio, a qual rende IWJOO rnensaes, por 6009000,
por espaco de 7 mozos : quem quizer fazer este ne-
gocio, aiiiiuncie para ser procurado.
Precisase de um moleque com idade de poder
fazer o servico interno e externo de urna casa es-
trangeiri ; a fallar em casa de Widovy Raymond &
Companhia, na rua do Trapiche, das 9 as 3 horas da
larde.
Precisa-se de um caiiciro de 12 a 16 annos,
com pralica' de taberna ou sem alia : a tratar no
boceo do Abren, fabrica de charutos.
No dia 20 do correnle, depois da audiencia do
Exm. Sr. Dr. juiz privativo do commercio, lera ar-
rematado por venda em ultima praca, o sobrado de
11 m andar e soiao da rua eslreila do Rosario n. 35,
ao qual ja se deu o abale da qninla parle, que Uvera
pela avaliaeao na forma da lei.
Adelo Augnslo Ranael de Farln, subdito
porlugurz. rrgressa para Lisboa com sua senhora e
'1 filhos menores.
Precisa-se de ofiiciaes de sapaleiro para fazer
obra de senhora : ua Iravessa do Corpo Santo, loia
de calcado n. 29.
Os administradores da massa fallida de Barbo-
sa (S Lima rogam aos Srs. credores dos meamos, prn*
apresentarem os seus documentos para lerem confe-
ridos e se poder fazer o competente dividendo pelo*
mesmns, visto ludo eslar liquidado; na rua do
Brum n. 22, no prazo de 3 dias, depois disso nao se
adroille reclamarao alguma. Recife 17 de agoslo de
185.). \
lioje 18 do correnle, tem de ser arrematado o
escravo Germano, penhorado por execucllo de Joao
da Silva Fnria contra a viuva e herdeiros de Joao
Pires Ferreira, pelo juizo da segunda vara, escrivao
Molla. He a ultima praca no Jugar do coilumr.
Vctor l.asne, lendo de fazer uina viagem
Europa, deia por seus procaradores, cm pnmeiro
lugar o Sr. Jos Joaquim de Oliveira Goncalves, em
segundo o Sr. Pedro Augusto (antier, em lerceiro o
Sr. Francisco Xavier de Oliveira, e em quarlo o Sr.
Jos Antonio de Araujo, com poderes bstanles para
o substituir ni gerencia de sua casa.
Na rua do Crespo n. 21 ha para vender supe-
riores charutos da Babia.
A pessoa que for senhor de om mulato grosso
do corpo, ps cheios, cabello e barba vermelhos, o
qual dizem que fugira desla cidade acerca de 11 an-
nos para mais : quem quizer delle noticia, v rua
do Rangel n. 16; adverlindo-se que o senhor do
mesmo mulato j procuran noticias delle em um
rancho da Boa-Vista. t
Precisa-se do um rapaz porluguez, de 14 a 16
annos, para caiieirn de taberna, que j tenha algu-
ra pralica do mesmo negocio, e que d fiador a sua
conducta : no paleo do Terco n. 32. Na mesma
casa vendem-se barris com mel, por prejo commodo.
A aballo assignada, pelo presento annuncio
fazscienle, qoe pessoa alguma compre na faca qual-
quer oulra lranarcao com tima casa, Ma no lugar
do Mouleiro, e quintal para a rua do Ouiabo ; as-
sro como o preto Luiz e*n pardo Benvtndo, que se
achnm dcscriptos sem duvtda por engao ern-o in-
venlirio do finado Manoel Caelano Soares Carneiro
Monteiro, romo do casal; e nao sao, protestando a
abaixo assignada haver (aes bem onde quer que
exislam por accao compleme. Recife 16 de agosto
de 1S55..llana Jos de Jess Cunha UoimarSes.
NHo tendo comparecido no' dia 14 do correnle
mez numero sufticienle de socios reuniao de as-
lembla geral da Assocjacao Commercial Beneficen-
le desta praca, a direccao convida novamenle seus
socios para comparecerem no dia 23 do correnle mez,
pelas 11 heras da manhaa em potito, na sala das suas
sestees. Sala do Aseriaran Commercial Bcnelicen-
le de Pernambuco aos 18 de agoslo de 1855.Anto-
nio Marques de Amorim, secretario.
Aos lllnis. Srs. juizes e magistrados.
He chegado a praca da Independencia
ns. 24 a 50, loja de J. O. Maia, as verda-
deras e muito superiores pelles de ar-
ninho.
Carros fnebres.
No pateo do Paraizo n. 10.
Jos Piotode Magalliaes, faz scienteque
seu cstalieleciment de carros fnebres
acha-se completamente montado e muni-
do de todo o" necessario pa ra qualquer
enterro, tanto de defin tos como deanjos
e donzelas; encarrega^e de quaesquer
armaedes, em casa ou em isreja, eforne-
ce licenija parochial, guia da cmara, mu-
sica, caitos depasseio,cera,etc.,tudopor
precos mdicos, e espera bem servir a
quemase dignar encarrega-lo de qualquer
enterro, para oque tem a precisa intel-
ligencia.
Lotera do Rio de Janeiro.
Hoje esperam-se as listas da lotera 4'
doS.S.de Macei, pelo vapor brosilei 10 ou
|>elo porluguez D. Maria U ; ain-
da existe um pequeo numero de bilhe-
tes da referida lotera, nos lugares ja' t-
bidos as pessoas que teem aprtado bi-
lhetes, queiramquantoantes ir busca-ios,
por nao se aceitar qualquer reclamado,
logo ue fa^a o signa! de qualquer dos
mencionados vapores.
REVISTA DO GLOBO.
SE14JURI0 l\fVFRS\i
Pro'grietario e redactor principal
FERNANDO JACOME.
HllSIH
A ciaste eo
rOei do mondo, lem-se elevado s mais alias sommi-
dades (overnalivas em um imperio Uo vasto e tars-
cente como o Brasil.
K rszSo he manifesla. Ha mullo lempo que el-
la se corveneeu de qu ti captol, sem a idea, A m-
aa vale : e de que a intolligeheia li uta elemento
one fecunda a riqueza, que, sem ella, seria SMst
loiprodieilvae inerte.
Ja boi ve qnem pentatse que o commercio e at
ledras se repeinara mutuamente: mas Imie. feliz-
meole, esla opinis barbarescenBo eoele senao urna
insiajoifinante minoria. E, para a combaUr rsdical-
menle, lia-la refleelir que a* horneas Ignrenles e
rolineiret. vnlprmenle, alctoean s ama pequea
torluns, depon de um improbo eardoo Itabalho, em
qoe consomem longos anuet de vida, eo pateo qne
ai Brandes e lucrativas emprezat natcem sempre de
homens i'iija intelligeneia eollivada Ihes faz eom-
prehender as neeessidades da poea e do sea paiz.
Os priineiros embolam as mais nokres facnldadet
da alma a do coracSo, concenlrando-se can unj
egoismo lesprezive! ; os segundos canham hor
considencao e proveilo, conciando s eslima de aeas
contempomneot con 11 benclos de peiltrieade.
Convencidos, pois, da ulilidade de conservar ia
eminenle classe ao correnle de lodos es condec-
menlos que possam inleressa-la, e'de animar-lhe o
goslo pelas lettras e bellas artes, deliber
olTerecer a ella, especialmetiie, e, em g
lustrado ouhlicn braslleiro um sWSMBeflll en qee
prelendeinos reunir qasnla informafo leada mais
direclam>-nle a este fim, e que, de osrtr maneira, se
nao poderia oblersem consultor mn eos
lnitias e.trangeiras, o qoe nem ledos podem fazer.
Assim a Revista do Globo, inleiramenle estrania
poltica dn paiz, deve conter : arligos sobre o*
cipaes as-amplos deeconomia polilica. di
cao popular, da eolontucio. do com
aericullura Urna resenha desapaixooada i
imporlanles da poltica de todas as nacoes, cilrahl-
da dos nielheres wrnaes eetran^erros.lima i
cia minu -tosa de todos ot pregreeses da industria e
aericullura. e das machinas e dstcalierlas qae es
possam auxiliar. Urna eiplicacan fcil daquelli
parle das ciencias naluraes qae dita iminediala-
menle respeilo industria e i agricultura.Narra-
Ces circumstanciadasde lodos oa faclos nlaveis co-
mo nauO agios, incendios coetideraveis e pheoome-
nos naluraes Biographias de homens illuslres e ca-
racteres lislinclos Correspondencias de Porte e
Lisboallomances briglnlet on traduzidot des lil-
teraluras aqu menos conhecidas. como a ingleza, a
Habana, lespanliola, e a alterna* Fol!
visla dos rspeclaculosPoesaCrllsea litter
Eis aqai o noiso programmu. Per em ^
embora nos sobren) desejos, nada mais promrtteroos
determinsdamenle, para nao fnllarmos aesentactn
comprim Hilo. Nao obstanle.vqnaodo o* reeeraae da
empreza ) permitlirem, a Revista do Globo h de
fazer todos os melhoramenios eongroenles i maior
illailracao e recreio do publico. Dedj*. porete,
podemos asseaurar-lhe que algum dea escriploree
maii dislinclos de Portugal nos coadjttvaro nati-
duamenl? na laboriosa empreza 1 qoe uoa abalee-
ramos, .
Nao dtividamos, sem effeclat medes ater a
escasseztla nossa inlelligencia, e o pooco
inslroc^ao qoe posseimos. He pe-
de ciercilados nts lides da imprenta, nlo sWsiU
em proc rar auxilio de tstraabos. Per esle .modo,
cerlos de que jamis abraudareim con
que encelarmos noew lrsbalho
niencia e ulilidade publica, temo* vinosas esperan-
cas de qoe nao serao totalmente baldados oe notaos
esforcos na realisacSo parcial do pensamenlo que
no-Ios impoz.
Todava, para remover lensiveis difliculddes,que
nos podism servir de grande estorvo no feliz xito
da nossa imprtenle missao, verao-nos toreados a
recorrer benevolencia e franqueza de publico
brasileirn, e, particularmente, n de nossas I
patria, aini reaidenles, solicitando a su.
e bom acolhimento, no qaal muito confian
E logo que livermos reunido 01O neme:
sigoaturas sufllcienle para o costero das despezas de
imprensa, a Revista do Globo, dando de barato in-
leresses individiiaes.comerara a sqa publcenlo, con-
lendo 1fi paginas em quarto grSnde, que sera teta
regttlarirenle aos sabbados. O preco da assignalura
(pago ad .andido), que nao poder* ser feila -per te-
nos de un anno, a conlar de qualquer dia, he de
153000 r., para o Rio de Janeiro, e de IrjgOOO rs.
para lodos as provincias do Imperio e estertor.
Todas as correspondencias e reclamacoe tendee-
tes aadrr.iuistracao da Revistado Cteeo devem ser
dirigidas (francas de porte' se sen collaboraaor e
administrador Gaspar da Caaha Pinto Falcao, no
Rio de Janeiro.
A preiente revista qae pelo sed prospecto moslra
ser de summa ulilidade instructiva e recreativa pera
todas as classes da sociedade, subscreve-se ne*la ci-
dade na loja de Jos Nogueira de Setraa, roa do Col-
legio n. Ii.
ROBH.AFFECTEDR.
O nico autorisado por decisao do conotk rtml ** 1
decreto imper
Os mdicos dos hospllaes recommet
de l.allei'leur. como sendo o anico el
governo, e pela real sociedade de ni
medicamento d'um goslo agradaiel, 1
em secreio, esla em uso ua nt^^^H
de 60 an-ios; cura radlalmei
oom pauta despeza, sem mercurio, a|
pelle, impigens, as conseqoei da
ras, e os accidenles dos partos, da i a, e de1
acrimonia hereditaria dos humores ios ca-
tarrhos, a bexig, as contrae ja do
orgJos, procedida do abuso das sj
das. Como anli-sj|
lempo ou flasos recentes 00
incessantos em consequi
ba, da cnbeba, ou das injec^
virus sera neulralisa-lo. ()'
e.'pecialnienle recommcmlado co
veleradas ou rebeldes, ao merc^
polassio. I.isbunoe. Veede-se
Antonio Feliciano Alves de [
dro 11. 88, onde acaba de cb
de nrralas grandes G^^^H
de Pars, de casa do dfl^^H
Richeo Pars. Os forrr.
casa do igent Silva na praca de D- ]
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, I
Pernambuco, Soum; Rio de aner
; el Moreira, loja de ur0K*aa^l^l^iH
Pereira Je Magatos Leile ; Rio Grande,
Paulo Cu oto A C.
C. STARR & C.
respeitosimenle annunciam que no sene'
labcleciniento em S;mlo Amaro.coulii:
com a maior perfeirao e promplidao,
de de machiuismo para o uso da ag cuitara, na-
vegado e manufactura; e que para maiot commodo
de seus numerosos freguezes e do publico em geral,
leem aberlo em um dos grandes ermasens o Sr.
MesquiUi na rua do Brum, elrai m arsenal de raa-
rinha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas 00 dito sea eslsbelecimente.
All atharSo os compradores nm completo sorli-
menlo di: modulas de caima, com todos oe melhora-
menlos slgaos delles novos e origioaes). de que a
experiencia de muitos auttos tem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baila e alia presta,
latxas de todo tomando, tonto batidas como fnadi-
ocs, carros de mao e dilos pira conduzr formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prense* pa-
ra dilo, tornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvsda couslruccao', ruados para
alambiques, crivoe e portas para forualhas, e una
inliuidale de obras de ferro, qee seria eufadonho
enumerar. No mesmo deposito exisle urna pesaos
intellisile c habilitada para receber todas as en-
commendas, ele, ele, qoe os annuncisutes coalan-
do com capncidade de suas oflicinas e machoismo,
e pericia de seas ofllciae%te compromellem a'fazer
execular, com a maior presteza, perfeirao, e exacto
conformidade com os modelos ou deseuios.e inslruc-
COes qut Ihes forem fornecldas.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O nico depbsito contina a ser na botica de Bar-
Iholomeu Francisco deSooxa, na rua larga do Rosa-
rio n. 36 ; garrafas grandes 5>500 e pequeas 3)000.
HPOITAlfTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura dS phllsica em todos os seus diOereatos
gnos, quer molivada por cons
na, pleuriz. escarros de sangue, ddr de c
peilo, plpilac^o no corUjao, coqueluche. ;
dr na garganta, a todas as molestias dos orgia*
mouares
NAVALHAS A CONTENTO E TESOU1AS.
Na ras de Cadeia do Recife n. 18, primeiro an-
dar, escriplorio de Augusto C. de Adren, couli-
ouam-sc a vender a 8fcOO0 o par (pceop 810, ss i
bem con lecidas e afamadas n*\alas de nsrba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na.ex.iosicio
de Londres, as quaes alm de duraren) exlraardia-
riamenle, naos'esenterano rosto ua acnto d cortar;
vendem-se com a condir agradando, po-
derem os compradores de\ al 15 das depois
pa compra reslituindo-ee o importe. N* mesma ca-
sa ha ricns lesourinhas para uahas, feilas pelo mes
mo fabricante.
robe
pele
Esto
nar
irais
^^^a urce-



DIARIO t PERMHUCO SBADO 18 DI AGOSTO DE .1855
% O medico Jote de Almeida Soares de Lima #
0 Bastos, mudou a ioa residencia para a ruada
9 Cruz sobrado amarello n. Sf, segundo au- 9
C^SA DE
COMHISSAfl l)E ESCRAVOS
'***S
NA
:
RUA LAMA DO ROSARIO.
) ANDAR.
Niisla casa recebem-se eseravos por commissao pa-
ra serem v r costa de seus senhores, tanto
para Ierra como para embarque ; aliarte.a-ee o bom
trslamento e sgnrsuca do meamos, nao se poopau-
do ertortoe para que elles sejam vendidos coroprom-
plidrio, alim de que seus senhores nao sorTram em-
pate rom a venda del les.
BfflTISTA.
Paulo Oaignoui, dentista 'rancez, estabele
m cid* aa ra larga do Rosari i n. 36, segnndo
% aodar, colloca denles comgencivasarlificiaes.
9 e dentadura completa, ou parte della, cora a O
Jpresso do ar. (
** <**>
O Sr. Joaquim Oclaviaoo da Silva lera carta
M livrari n. 6 e 8 da praca da Independencia.
De. Sabino Olegario I udgero" Pinho, (A
te do palacete da roa de S. Francis- **
f < a o sobrada ele doas anda- '
9) retn.6, ruade Sanio Amaro, (mondo novo.) O
Regiment de castas.
o regiment das cuitas judi-
lo com os avisos que o alte-
raran] : vende-te a 500 tis, na livraria
n. o la praca da Independencia.
EDOGACA'O DAS FILIAS.
do grande Fenelon, arcebispo de
Ciimbray, merece moi particular mencSe otratado
dii educar Jo das meninasno qual este virtuoso
pialado entina como asmis devem educar suas fi-
lhts, para um dia ehegarem a occopar o sublime
lugar de mi de familia; torm-se per .tanto urna
nt eeasidade para lodas as pessoas que desejam gui-
a-las no verdadeirocaminho da vida. Est a rfe-
a em porlngiiez, e vende-se ria
livraria di praca da Independencia n. 6 e 8, pelo
diminuto preco de 800 rs.
AULA DE LATIH.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
quem adou a sua aula para a ra do llan-
icontinua a receber alum-
:externos dssde ja' por mo-
r he publico: quem se
q jizer utilisar deseupequenoprestimoo,
pxleprocurar no segunda andar da refe-
a' qualquer hora dos dias uteis.
mdicao*.
Na fandicao de Jos Baplisla Braca, na ra Nova
n. 38,funde-se toda a qualidade de ora de brunze
e lati, assim como faz-se qa-ilqaer obra tendente a
laoeiro e funileiro com toda a perfeirao e preco
commodo.
: j. mi dentista, ;
t] continua a residir na ra Nova n. 19, primei-
Sm
_| !
O SOCIALISMO
'al Abroa. Lim*.
ioja de livros dos Srs. Ricar-
Pato _
Aclia-se a venda__
de de Freilas & C, esquina da roa de Collegio, e
en casa Jo autor, pateo do Collegio, casa amarella,
un 1.' andar ; encadernado de. todas as formas, por
maior ou menor preco,- segundo o goslo dos compra-
i qaasi eagolada; epoucosez-
1 obra, < ro que se acha traba-
da a marcha do genero humano desde o primeiro
he mem at nossos dias, ajertence a lodas as classes
sisa diier-se, o evaugelbo
social, OBr consignados lodos os foros
du liumanidade. As suas doulrin.iseslao, porlanto,
an alcance de todas is inielligeicias.
MASSA ADAMANTINA.
Roa do Rosario n. 36, segundo andar. Panlo Gai-
guoux, dentista francez, eburaba os denles com a
muta adamantina. Esta nova e maravilhosa com-
posicfto lem a vantagem de encher sem pressAo dolo-
M do dente, adquirindo
era poucos instantes solidez igual a da pedra mais
dura, e permute restaurar os denles mais estraga-
dos com a forma e a cor primitiva.
Est a sabir a luz no Rio de Janeiro o
810 DO MEDICO
HOMEOPATHA.
DE ROFF E'BOEX-
NINGHAUSEN E (OTROS,
i alphabetica, com a deseripeo
M molestias, a indicado phvsio-
logica e alea medicamentos ho-
to ancle e concordancia.
seguido de eionario da siunilicariio de todos
o termos de medicina e cirurgla, e posto ao alcance
dit pestoas-do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO NORAES.
I esta obra no consultorio horneo,
pilhico do Dr. 101O MOSCOZO, ra Nova n. 50-
JO00 em brochura, e 69000
encade rnado.
tos de homeopathia mefrancez, obra
tudas de sumira importancia :
o das molestias clironicas, 4 vo-
lumes. .......20*000
ale, rrolesliat ees meninos.....' 63000
homeopathia domestica.....79000
aboineopattica..... 68000
i manual, 4 volumes .... 169000
rvosas.......69OOO
r, molestias da pe le.......89000
ira da horoeopatliia, 2 volumes I69OOO
llarthmann, tratado completo dat molestias
dos menino..........10900o
A Teste, materia medica hotoeopathica. 8*000
Je Fayolle, doulrina medica homeopalhica 79000
Clnica de Slaoneli 7 69000
Catting, verdade da homeopathia. 49OOO
Systen.......109000
Aillas completo de anatoma com bellas es-
lampas coloridas, contando a descripcao
as as partes do corpo humano 309000
vedem-se todos estes livros os consultorio homeopa-
ihicodo Dr. Lobo Moscoso, ra Nova n. 50 pri-
meiro sudar.
tro a juro sobre penlio-
1 de obras di %e prata: na ra da
Guian. 40,
Joaquim Jos Mas Perirra fdeclarn, qne lendo
irrematado em ieilo de 9 do junho p.p. lodas as di-
vidas activas que. deviam a Antonio da Costa Fer-
reira Estrella, com taberna na ra da Cadeia do Re-
cita, convida a todos os devodores do dito Estrella,
tanto Ua praca como do mallo, para que venham pa-
itar t ao anuunciante, ou a pesaoa competente por
lie autorisada, itlo com a maior presteza possivel,
alim da evitarem maiores ilespezas, pois proroetle
crtodaa conlemplacao com 01 que foremmais
prosapias nos seus pagamentos, podendo para isio
dirigir-se ao aonunciante no aterro da Boa-Vista
u. 14.
Na roa Direila, Ioja n. 13, d-so diobeiro a ju-
ro sobre panhores do ooro, em grandes e pequeas
qutntiaa.
Ao senhore de engerido e arrematantes
de estradas.
Um horaem braneo sem fainilia, qoe sabe ler, es-
erever e contar, qoe lem pierio conhecimento da
*Sf Itmimt de sea paiz, qoe |ior enriosidade trabalha
de catapioa, peOreiro, femro, assenta machimas
hidrulicas e movida* por animaet, faetoreiro de et-
tradas vista de qualquer base de arremalacao das
obres poblicat, empedrameno e ponles, oOereee-se
i quem precisar de seu prest um para entajar-te, e
ihanca sua conduela regular toda despida de pre-
sumpeao : qaem pretender ennuocie a sua morada
para ser preearado.
Sala de dansa.
iel Francisco'de-Souza Magalhaes
ParJj(W":0 tsweilael pulilico, qoe a sua sata de
enalbo, na raa Direila n. W9, se acha aberta (odu
as segundas, quartaa e sextas-feiras, desde as 7 al as
9 horas da uoite; assim como laniuem da lijies par-
ticulares s horas couveneionadas, tanto em sua casa
como nudos senhores qoe Je seu presumo se quei-
ram utilisar, e meamo em qualquer colle&io, pelo
prejo qne o mesmo lem marcado : para o qoe o
poderlo prucorar d i7 as 9 horas da manhaa, e do
meio dia as 3 horas da (arde.
Precisa-se alagar ara pi:eto de meia idade, pa-
gando-se89000 por mez, para pouco senico : quem
o tiver annuacie ou 4rij-sn a ra Direila o. 95.
CONSULTORIO DOS POBRES

so mu* VOTA 1
50.
D Dr.P. A. Lobo Moscozo di consullas homeopalhicas todos os dias ao pobres, desde 9 hora d
manhaa ateo meio dia, e em casos extraordinarios a qualquer hora do dia ou noite.
Oflerece-se igualmente para praiiear qualquer operaran de oirorgia, e acudir prumptamenle a qual-
tner mtalherqne esteja mal de parto, e cujas circunstancias nao permittam pagar ao medico.
SO CONSULTORIO DO DR. P. A. LODO MOSCOZO.
50 RA NOVA 50
VENDE-SE O SEGUINTE:
Manual completo de meddicina homeopalhica do Dr. G. 11. Jahr, traduzido em por
tugoez pelo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernadoa em dous e acompanhado de
om diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, etc., ate...... '209000
Esta obra, a maisiniportanle de lodas as que Iralam do esludn e pralica da homeor.athia, por ser a nica
queconlm abase fundamental d'esla doulrinaA PATHOUENESIA OU EFFETOS DOS MEDICA-
MENTOS NO UROANISMO EM ESTADO DE SAUDEcouliecimentos que nSo podem dupensar as pes-
soas que se querem dedicar a pralica da verdadeira medicina, interesa a lodos os mdicos que quizerem
experimentar a doulrina de Hahnemann, e por ti meamos se convenceren! da verdade d'ella: a todos os
fazendeiros e senhores deengenho que estao longe dos recursos dos mdicos: a lodos os capilies de navio,
qne urna ou outra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo seu ou de seus tripulante*:
a todos os pas de familia qoe por circumslancias, que nm sempre podem ser prevenidas, sao lubrica-
dos a prestar tn continenti os primeiros soccorros em soas eofermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou traducQao da medicina domestica do Dr. Hering,
obra lambem til s pessoas que se dedicam ao eatudn da homeopathia, um volu-
rae grande, acompanhado do diccionario dos termos de medicina ........
O diccionario dos termos de medicina, cirurgia, anatoma, ele, ele, encardenado. k
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nSo se pode dar om passo seguro na pralica da
homeopathia, e o proprielario ricste eslahelecimento se lisongeia de te-l o mais bem montado potsivel e
mnguem duvida hoje da grande superioridade dos seus medicamenlos.
Boticas a 12 tubos grandes.................
Boticas de 24 medicamenlos em glbulos, a 10, 12 e 1500O rs.
Ditas ?36 dilos a......... V....... ao000
Dilas 48, ditos .............. sSnM
Ditas 60 dito, a ;........ ftiOOO
Ditas 144 ditos a............ S
Tubos avolsos.................... 22,
Frascos de meia onca de lindura. *>..'...-......""!."!' MODO
, Ditos de verdadeira lindura a rnica...............'. SoOO
Na mesma casa ha sempre a venda grande numero de tubos de cryslal de diversos lmannos
vidros para medicamenlos, e aprompla-se qualquer encomraeoda de medicameotoscom toda a brevida-
de e por precos muilo commodos.
10SOOO
:tooo
ica o1
possivel
89000
TRTAMENTO HOMOPATHICO.
Preservatico curativo
DO CHOLERAMORBUS,
PELOS DRS
------.. ^m.jaPat.SaTiajfe !aTB3 -
ou inslroccao ao povo para se poder curar desta enfermidade. administrando m T.mT;Zt
.Tque-r.'; ST""10'"recurre ao ,nedico0D mtmo pa" "' ^SWtoi.r.V.S
TRADUZIDO ESIPORTGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSfO/n
Estes dous opsculos conltaflindicaroes mais claras e precisas so nela sua imi.. .
cao etlaao alcance de lodas asllfigenciaV ao so pelo queXr^p^os meio ,7U i?"''"" *?"
cipalmenle aus preservrfivoa que lem dado os mais Mtisf.clo.ios resultados em todaTn'JZ^""'
ellestcm sido postes em pralica. era ,00a a Parte em que
Sendoo Iralamento homeqpathico o unicoque (em dado grandesrenlidnnn.mmi- .
veleofermid.de. julgamosa proposito Iraduzir estes dous imporUnies o u, \SL 2? 1,-0 de,,a horr|-
la, para desl'arle facilitar a sua leilnra a quem ignore o francz. Opusco105 em lln6" vernacu-
Vende-se unicamenle no Consultorio do traductor, ra Nova i. 52, por 29000 rs.
T.X' : na roa wS u; %$.
mZPSSSSf ac6e* de ^'be e ttulos da
o,n/ TC,i": Da ralar8a d0 *>"> ". 36,
segundo andar. '
Compram-se obra de ouro e prata
ja usadas: na ra da Guia n. 40, desde
as7 horas ate as 10 da manhaa. todos os
das.
.,7,?0m?ram"e ,edolas deum dons milrs.,
uZdrJ'"nir0,a',en,oe,las deP""tmbem de
com .S^t^rr Pre'
Ciompra-se urna bomba de melal em bom esladp:
11a estrada de Joao de Barros, quina do becio
do Pombal, casa do porlAo azul.
.'LBL1CACA0' DO INSTITUTO HO
' IE0PATHIG0 DO BRASIL.
1 THESOURO HOMOPATHICO
O
\ VADE-MECUM DO
I HOMEOPATHA.
I Melhodo conciso, clqxo c seguro de cu- .
rar homeopathicamenle todas as molestias 2fc
' que affligem a especie humana, e part- "4*7
I cularmente agellas que relnam no Bra- %
sil, redigido segundo os melhores Irata- T
' doa de homeopathia, tanto europeos como fpy
I americanos, e segundo a prupria xperi- 4A
ncia, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgera' J
I Pinho. Esta obra he hoje recouhecida co- 10)
mo a melhor Je todas que tralam daappli- aav
cac.lo homeopalhica no curativo das mo- "W
I I eslas. Os curiosos, principalmente, nao B
podem dar nm passo seguro sem possni-la e 3k
consulla-la. Os pas de familias, os seuho- v3
res de eogenho, sacerdotes, viaja'n^s, ea- 9.
pitaes de navios, ser la nejos ele. ele, devem ev
te-la m3o para occorrer promptamenle a fp|
qualquer caso demoleslia. m
Dous volomes em brochura por 10000 jj
b i> encadernados II9OOO mk
Vende-se unicamenle em casado autor, Zb
roa de Saoto Amaro n. 6. (Mondo No- w
vo). M
lotera do gymnasio pernam-
BLCANO..
AOS 6:000,$, 5:00jjf E 1:000$.
O caulelisla da casa da Fama Antonio da Silva
Guimares avisa ao publico, qoe esli venda os
seos afortunados bilheles e cautelatda terceira par-
te da primeira lotera do Gymnasio, a qual corre ne "'"'"MwuepaiiiaDrasiieira dil
dia 22 do correle, os quaessSo vendidos as segotn- castor pretos, ditosdemassa tnavmui. c AiJ
les casas : sierro da Boa-Vista ns. 48 e 68 : m Sol n. 71 A ; Tua I
Independencia ns. .__,
rua do Kaogel o. 34, e roa do Pilar n. 90.
VENDAS.
nJr ,"*" ,l" qae foi d0 ""do Jos Amo-
nio Correa Jon.or, qoe lica na (ravessa da estrada
doArraial: qoem o d^Jo pretender, dirij.-.e roa
daConcordia, a fall.rora Joaqoim Jo de Oli-
yendem-eomasmodernosebonitos
chapeo de feltrocompello, pretos ebran-
cos.chegado ltimamente deParispelo na-
vtoHAVRE.osmelhoresquetemvindoaes-
temercado. vendem-semai cbapeos de pa-
Ihaaberta, ditosdepalha brasileira, ditosde
Recebe por iuleiro
com descont
Bilheles 59800
Meios 29800
Ouarlos 19440
Oitavos 720 a 1
Decimos 600 i
Vigsimos 320 a
O caulelisla cima declara, qne
inteiros em originaes nao soflrem o uwvv~ ...
por ceoto do imposto geral, e sim as suas cautelas.
LOTERA do gymnasio per-
NAMBUCANO.
Ao 6:0008000, 3:000$000. e 1:0008000.
Corre indobilavelmente quarta-feira, 22 de agosto.
O caulelisla Salotliano de Aqoioo Ferreira as isa
ao retpeilavel publico, que os seus bilheles e caute-
las da terceira parle da primeira lotera do Gymna-
sio nao soflrem o descoulo de oilo por cento do im-
posto geral: e achara-se venda as lojas seguimos:
roa da Cadeia do Recite ns. 24, 38 a 43 ; na prac,a
da Independencia ns. 37 e 39; rua Nova nt. 4 e 16;
rua do Qneimado ns. 39 e ; rua estreila do Ro-
sario n. 17 ;,oo aterro da Boa-Vista n. 74, e na pra-
ta da Boa-Vista n. 7.
Bilheles
Meios
Quarlos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
59800
29900
19300
19:200
760
640
340
Recebe por iuleiro
6J1009
3:000
1:3009
1:2009
750
6009
300
referido caulelisla declara qne se obriga apenas
a pagar os 8 por cenlo da le, sobre os seus bilheles,
vendidos em originaes, indo o possuidor receber o
competente premio que nelle sabir, narua do Collegio
n. 15, escriptorio do Sr. iMaoureiro Francisco An-
tonio de Oliveira. Pernambuco H de agosto de 1833.
Salustiano de quino Ferreira.
lotera do gymnasio pernam-
BUCANO.
AOS 6-.000S, 3:000S E 1:0008-
O caulelisla Antonio Jos Rodrigues de Sooza J-
nior avisa ao respeilavel publico, que as rodas da
terceira parle da primeira desta loteria andam im-
prele ivelmcnle qnarls-fe)ra,22 do corren le. Todot
os seos bilheles e caulelcssao pagos sera descont al-
gara, os quaes acham-se a venda na praca da Inde-
pendencia,lujas ns. 4,13,15 e 40; rua Direila n. 13;
iravessa do Rosario n. 18 C ; aterro da Boa-Vista n.
72 A, e na rua da Praia, luja de fazendat.
Bilheles "59800 Recebe por inteiro 6:000jO00
Meios 299O
Quarlos I3.VKI
Quintos 1200
Oitavos 760
Decimos 640
Vigsimos 340
3:0009000
1:3009000
1:2009000
7509000
6009000
3009000
O mesmo caulelisla cima declara, que s se obri-
ga a pagar os oilo por cento doimposto geral em seus
dilos bilheles inteiros, devendo o possuidor receber
do Sr. thesooreiro o seu competeote premio.
O bacharel A. R. de Torres Bindeira, profes-
sor tnbstilulo de rhetorica e geographia no lyceu
desla provincia, contina a ensinar' as referidas dis-
ciplinas, e bem assim a lirfgua franceza, a ingleza e
philosophia, na casa de sua residencia, na roa Nova
o. 23, segando andar : qoem se quizer utilisar de
seo presumo, poder, procora-lo para este fim das 7
horas ale as 9 da manhaa, e das II da manhaa a 1
da larde, e deslas desde as 3 horas al as 6.
#&-
# O Dr. Carolino Francisco de l.ima Sanios &
% mora no primeiro andar du sobrado, silo na %
% roa das Croset n. 18, onde contina 110 exer- 9
% cielo de toa prolissao de medico. M
Desappareceu do* arredore da vil-
la do Cabo, um cavallo com o* signaes se-
guintes: grande, mellado claro, tem urna
bellide noolh^direito, noquadril esquer-
dotein urna marca procedida de sarna que
teve, etem na cxa direita um ferro que
repreenta um cinco virado : a pessoa
que delli: der noticia certa, ou o levar na
rua daCruz do Recife n. 26, primeiroan-
dar, tera' urna graticacao de 208000.
COMPRAS.
C0IFB1-SE
toda a qualidade de melal velho, menos ferro : na
roa Nova r 38, detronta da greja da Conceiro dos
Militares, oja de funileiro.
He chegado a praca da Indepen-
dencia, Ioja de J. O. Maia ns. 24 a 50
um variado sontimento de chapeos d
Chile de todos os tamanbos e bonita for-
mas, e vendem-e por preco mai em
conU do que em outra qualquer parte.
Vende-evinho de Bordeaux em gar-
rafas, por commodo preco : na rua do
Trapiche n. 12, primeiro andar.
Vende-se urna negra de nacao, islo lie, para
lora da praca": quem a pretender, dirija-se .0 becco
do Veras, cas. n. 9, que l achara com quem Iralar"
Vende-se ou hypollieca-se orna casa na rua de
Molocolombo, na povoacao dos Afogados : a iralar
na mesma. wr
Vende-se um cavallo novo com lodos na anda-
res e sera achaques, mellado foveiro cor de ganS,
dina e cabo bra neos : na roa da Gloria n. 26.
mirJSSZZ Uma I?8'8 de me'', ilide com algu-
mas habilidades : Da Gamboa do Carmo o. 22.
nico deposito do rap ara preta da
Bahia.
Vende-seesle superior rap nicamente na roa
da Croz n. 1, esenptorio de Antonio I.oiz de Olivei-
ra Azevedo.
h.T V.endem-e '"' de velas de cera de carnan-
M de Aracaly, sendo confeccionadas e de 6 em li-
bra a preco de 149OOO a arroba : na rua do Quci-
?c'rr0e,raOJDi.,.faMndasn-45' de Fncisco Ignacio
Vende-se nm negTo de boa idade, proprio para
lodo o servico i qoem prelender,. dirija-se i rua do
Amonm n. 33.
Na ia do Crespn. 15,
ha para vende um liado sortimento de palitos de
alpaca de bonitas core*,*ais baratos que em outra
qualquer parle, e muilas mais Tazendas.
Barato anda
nao visto.
Chales de pura laa a 89500, dilos de merino de
odas as cores, superior fazenda, a 5300, dilos pre-
sos de Ua a .(3200, dilos de ganga bordado, a 298OO,
ditos de algodao e ditos de Urlalan. a 1)000, lencos
de pura seda com franjas, sortimento de lodas as co-
res, a 800 rs., ditos de garca e seda a 19000, rqrles
para vestidos de cassa chita, padroea de cambraia
franceza a 29200 : na roa duQueimada n. 33 A, na
bem condecida Ioja junto a da Fama.
Attcncao.
Merino prelo selim, o melhor possivel, o covado a
29OOO : na rua do Qoeimado n. 33 A.
A 2^00.
Chales de ganga com franja branca de laa, fazen-
da nova e soperior, pelo diminuto preco de 29300 :
na rna do Queimado n. 33 A.
PUBLICACA'O corogbaphica.
Esta' a' venda na livraria dassica n. 2,
no pateo do Collegio, a obra intitulada-
Breve Noticia Corographica do Imperio
de Brasil, escriptaem 185 i; e roga-se
ao Sr. awiyiante que tenham a bon-
dade de mandar buscar o seus exempla-
res, no armaeem de leilOes da rua do Col-
legio n. 15-
da Boa-Visto nt. 48 e 68 ; uTdo 3T ,T irancezes e d.-v
1 larga do Rosario n. 26 ; praSa da tos leilos na trra, dito amazonas pai*
s. 14 e 16 ; roa do Collegio o. 9; senhora, multo bonito* de ultimo fet
51, e roa do Pilar n. 90. tn HitrxW mnll~ j; j 1 "
6UW0 j mo,la d'tos de lustre para pa-
2:7609 Sem' de ^P3 a|ta e baixa, galoes de toda
^ a* argUraS' *"ntode 0ro como de prata,
gg tudo por prei^s mai barato do que em
2763 outra qualquer parte: na praca da In-
ZSXSt teenT24a50-,ojad,oafi"im
..............- de (Jhveira Mata.
N. rua do Vinario n. 19, primeiro andar, lem
venda a superior flanella para forro *e sellim,
chesada recenlemente da America.
VARiNUAS E GRADES.
Um lindo e vanado sortimento de modellos para
varandas e gradariat de gosto mudernist 010 : na
fundicflo da Aurora, em Stnto Atoare, no deposi-
to da mesma, na roa do Brum.
Venderse uma negra de .Meno, ptrfeila en-
sommadeiraeentaboadeira. e eotinha o diario de
uma casa : na rua doAras;io n. II.
Para senhora. }2
J8( Chapeos de seda decores, euarnecidot com w
r bicude blondecom um pequeo loque da mo- ~
fo a IO9OOO rs. cada um : na rua do Crespo
Ioja amarella. lado do norte n. 4.
" Qmmam-vaafr
Vende-se panno verde em quanlidade, proprio
para tropa : na rua do Crespo n. 3, prximo ao arco
de Santo Antonio. t
Na roa do Crespo 11. 4. Ioja de 4 portas, ven
dem-te perat de mad.ipol.1o fino, com muils pouca
avaria a 39200, corles de cassa com barra a 2J100,
Tazend. moderna, chita francesa larga a 280 o cova-
do, riscadinho francs a 200 rs. o covado, fazenda
segura ; dao-se amoslrts : assim romo vendem-se
outras muilas fazendas por presos muilo commodos.
Vendem se cadeiras de amarello, sof, mesas
redondas, meias commodas, cama de armacao, mar-
quezat, contlos, e mais diverso trastes : na rua da
Cadeia da Sanio Antonio n. 18. a mesma casa
lambem se alugam mobilias.
-* Veude-se a taberna que foi de Manuel Jos
Dias de Caivalho, com fundos a vontade do compra-
dor, sita no fundo da rua Direila n. 39. defronte da
isreja de N. S. do Tergo, local proprio para vender
para Ierra, e mesmo para o mallo : quem a preten-
der, dirija-se a mesma, ou rua larga do Rosario,
taberna a. 29.
Vende-se uma canoa nova, ainda no eslaleiro,
muilo bem construida, que serve para conducho
de capim e para familia ; lambem se vendem 3 Ira-
ves de qualidade.de 30 a 40 palmos, e de louro do
mesmo comprimenlo : a Iralar na roa da Concordia
com Manoel Firmino Ferreira.
Vende-se um moleque de bonita figura, de 14
a 15 annos de idade, 190 laboas de cedro e 500 ara-
ros miudos : na roa da Guia n. 61, prfmeiro andar,
dat 6 as 9 horas da manhaa, e das 2 as 4 da larde.
ATTBIAO.
Vende-se um sitio de torra, com casa
de vivenda, estribara e'uina outra casa,
tem algumasructeiras novas, uma gran-
de planta de capim urna planta de can-
na avahada em. 500 pae, capaz de moer:
junto ao engenho Meringabas do capito
Jos do Cont e Silva, distante da cidade
da Victoria leguaemeia, a fallarcomAn-
tonio Jos Alvares na mesma cidade.
Conlinoa-se a vender nozes muilo novas, chr-
gadas ltimamente de Lisboa, I&280 rada arroba,
peso a volitado dos compradores ; na rua confronte
a igreja da Madre de Dos, armazem de Domingos
de Sena Guimar.les.
Vendem-se 3 escravas mocas, de bonitas figu-
ras, e 1 moleque que cozinha o diaiio de uma casa :
na rua Direita n. 3.
Vende-se um relogio patente inglez, muilo
bom regulador, com uma correte : na rua eslrcla
do Rosario n. 2.
Cal pedr
Vende-se cal virgem de Lisboa, chegada pelo ul-
limn navio : na rua estreita do Rosario, taberna
o.47.
Veudc-te muilo boa manleiga franceza a 80
rs. a libra, dila ingleza muilo nova a 960 e 19120-
caixdcs de doce de goiaba mullo lino a 800 rs., latas
de saidinhas humo novas a 360, caf a 160 e 180,
velas de espermacele a 800 rs. a libra, linguicas du
sertflo a 320 : na rua das Cruzes 11. 20.
Vende-se um piano com muilo pooco oso : na
roa do Calmea,-toja do Sr. tiuimaraes, se dir qoeaa
vende. Assim como um tuucador de Jacaranda e um
berro de menino lambem de Jacaranda.
Vendem-se saceos com gamma muili nova e
alva, chegada pelo ultimo navio do Aracaly : a Irri-
tar na roa do Brum. armazem n. 22, ou na roa da
Cruz do Recite n. 36.
Vendem-se enxams de cedro, travs de 40pal-
mos de aroeira, e saccas de anoz de cisca muilo 00-
vo,a29500rs. : na,rua do Vigarion. 5.
Veade-se cognac da melhor qualidade: oa rua
da Crol 11.10.
i AIS^AO publico. S
9 Na pad.ri.iB JoSo Lint Ferreira Ribeiro, 9
9 sita no patooflg; Santa Croz o. 6, ha sempre
a venda alm db grande e variado sorlimento %
i de bollinhot, lo las asqoslidades de massasfi- (B)
as propriat pera cbi" assim como lambem
9 bolacha lina e bjolaChinha ingleza soperior i ag
9 que vem de foyy a
Na padaria dTibeir & Pinto, sita rio Inrgo
de Nossa Senhora do Terco n. 63, ro si mpie s
venJa a melhor bolacha lina que ha no iiieAS:
adverte-se aos compr^"res qinm:i sua bolachf "Ja
vai mTrCad com a firma acin.aMT iSM
Vende-se um cabrSSl'i'l novo,
sem robera, muilo leve e maneiro,
e vende-se lambem boa pnrelha de
cavallos, lodos para carro, e por
prec,o commodo : na rua Nova, cocheira de Adolpho
Bourgeois.
Vende-se uma escrava crioula, mo-
ca, que cozinha, cozee engomma, pejada
de 7 para 8 iihv.cs. e com uma cria de
annoe) mezes bastante gorda : a tratar
na rua Direita u. 36prinero andar. ^
COM TOQUE DE AV.VRI.
BPPecasdealgodaozinhoa 1000, 1$280 e
2.S00O, pecis de madapolao a 2i', 2,$500,
o^'OOO e 5$500: vende-se na 1 ua do Cres-
po Ioja da esquina que volta para a rua
da Cadeia.
Velas de car-
nauba, *
. SIMPLES E DE COMPOSICAO
Na roa da Croz 11. 15, vendem-se ditas velas, de
6, 7, 8, 9 e 13 por libra, em calas de8 al 50 libras,
fabricadas no Aracaly, pelos melhores autores, e por
menos preco que em outra qualquer parle.
O melhor piano vertical, que jamis veio a es-
la cidade ; venda no escriptorio do agento de lei-
lOes Francisco U. de Oliveira.
ML'RCULINA.
Na rua do Crespo n. 16, esquina que volla para a
rua das Crozes, vendem-se cortes de murfulina com
11 que estilo se acabando : assim como saias de cam-
braia com habados, fazenda muilo superior, a 49100
cada' om.
NA RlIA IVA S. 22
h. relogios de onro palele inglez do melhor fa-
bricante de Liverpool, por preso muilo em conla ;
lambem ha muilo bons orillos fede todas as numera-
cOes, os quaes suode ac.
Vende-se
Farello cm saccas de 5
arrobas a 5^000.
Farinha de mandioca
em saccas a 500.
Tijollos de marmore a
520.
Vinho Bordeaux em
garra loes a 12^000..
Mo armazem de Tasso
Ir maos.
Relogios de ouro e prata sabonetes
patente ingle/.: no armazem de Jame
HallidsW, rua da Cruz n. 2.
Vendem-se 5 escravas crioulas, sendo 1 com 2
crias mulalinhas, 1 de 2 annos e outra de 2 mezes, 1
uegrinha de 6 annos, 2 de 18 annos com habilid.de
e I dita de 30 annos, oplima eozinheira, engoroma-
deira e lavadeira, lano de si.bao como de barella :
na rua de Horlas n. 60.
--------------------------- Antigo deposito de panno de algo-
godo da fabrica de Todo os
Santos na Babia
_Novae& Companhia, na rua do
jg Trapiche n. oi," coutinuam a ven-
der panno de algodi o desta fabrica,
trancado, proprio para saceos e
roupa de escravos.
A .UOO RS.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente
chegada, assim como potassa da Russia
verdadeira: aia praca do Corpo Santo
n. 11.
A 99000 E 109000 A PECA.
Vendem-se pecas de brini tino e haraburgo so-
perior, que te asseinelha ao bom panno de linho,
pelo diminuto prreo de 99 e 109 a peta de 20 va-
at : ni rui da Cadeia do Recite, Ioja n. 50, de-
fronte da ru da Madre de Deas.
ftovo sortiaienlo de fazendas
baratea.
Alm dat fazendas j annunciadas, e outras mui-
las. que a dinheiru i visla te vendem em porcao e a
retalho. por baratsimo preco, ha novas chitas de
cores ("nasa 160, 180e200 rs.'o covado, ditas para
coberla, bonitos padrOe, a 220, dilas largas de cores
claras imitando cnsa a 240, viseados francezes largot
de quadros modernos a 260, corles de cambraia de
salpicos com 6 1|2 varas por 29560, peono de linho
muito fino para lencos com mais de 2 varas de lar-
gura, pelo baratissimo precu de 29400 a vara, novos
brins de linho de qoadrinhot para palitos, calcase
jaqoelns a 220e210 o covado, corles de casemiras de
core a 49, brint de cores para calcas a 19 a vara :
na rua la Cadeia do Recito. Ioja n. 50, defronte da
rua da Madre de Dos, a qual se achasoffrivelmeole
torlida de boas fazendat, cujas qualidades e commo-
dos precos se garanlem e dao-se amostras.
LABYRINTHOS.
Lencos de cambraia de iinho muilo finot, loalhas
redondas e de ponas, e mais objeelos deste genero,
ludo de bem goslo ; vende-se barato : na rua da
Cruz n. 3i, primeiro andar.
~ FAZENDAS DE GOSTD
para vestidos de senuora.
Indiana de quadros muilo fina e padroet novos ;
corles de lila de quadros e flores por preco commo-
do: vende-se na rua do Crespo Ioja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
Vende-se excellenle laboado de pinho, recen-
lemente eligado da America : na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a eoleoder-se com oadminit
ador do mesmo.
A boa fama
Vendem-se moito bonitos chapeos de sol de seda
pequeos e com molas proprios para menioat de es-
cola, pelo baratissimo preco de 39000 rs. ; he cotias
lito alante que quem vir nao deixar de comprar :
na rua do Queimado, Ioja de miudezas da boa fama,
Casa da fama!!
Na ra Direila n. 75, vendem-se bilheles de lodas
as loteras da proviucia. o pagam-se todos os pre-
mios que salurem nos bilheles vendidos na mesma.
.MiIIki e arroz de casca.
A bordo da barcaca Procidencia, tundeada no
ctes do Hamos, por prec,o commodo.
Vendem-se 7 cadeiras. 1 sof, 2 consolos, 1 me-
sa redonda, ludo de pao d'oleo e novo, 1 cama com 2
enxerROM. 1 banqoinha e 3 cadeiras usadas, 1 mesa
de janlar. 1 dila para engommar, lodo por barato
preco, por seo dono relirar-se para tora : na rua da
Cadeia de Santo Antonio, sobrado n. 18.
Vende-se orna caJeira de arroar em bom es-
lado : na rua d'Alegria n. 11.
FLORES DE GOMMA.
O*i estrada de JoSo de Barros, quina do becco do
rombal, portao azol, ha para vender om lindo ra-
malhele de flores de gomma, por preco commodo : e
na mesma casa faz-se com perfeicao qualquer pn-
commenda deslas llores. "" "
Ceblas novas"de Lisboa.
Jachegaram ceblas oovas de Lisboa, e vendem-
se no armazem de Joao Marlins de Barros, Iravessa
da Madre de Dees n. 21.
Vende-se um oplimo cavallo, bastante grande
e gordo, sem defeilo algom e bom andador, por pre-
co commodo : qoem quizer, dirija-se rua do Vi-
gario n. 3. .
Vendem-se 2 paret grandes qoe servem para
deposito de niel em qualquer cocheira ; a-ver e
ajostar, na ruado Collegio n. 16, lerceiroandar.
Vende-se feijilo mulalinho moito novo : na
taberna da rua do Rtngel n. 79, e na taberna da rua
das Cruzes n. 22.
Para senhora. g(
Corles de vestidos de laa de cores com 10 jK
covados, a 29000 rs.
Chales da casemira de cores muito finos a 8
65000 rs.
Chitas franeczas de assenlo braneo e flores
JgJ de cores, de-"hos modernos, covado 260 rs.
Cambraia de TKhwr oe*^i^atswla"
a vara.
Sedas de listr.n e quadros escossezes, a 800
e 19200 rs. o covado.
Na roa do Crespo, Ioja amarella n. 4.
^3o^KMK*KffiS-3SK)I8Q8E3BKK
Vende-se cal virgem, chegada hon-
tem, e de superior qualidade por preco
razoavel: no armazem de' Bastos & Ir-
mSos, rua do Trapichen. 15.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, lia
para vender superior relroz de primeira qualidade,
do fabricanteSiqueiralinhas de rorii e de nume-
ro, e (lo porrele, ludo chegado pelo oltimo navio vin-
do do Porto, e juntamente vinho superior, fcitoria
em pequeos barris de dcimo.
N 55 aterrodaBoa-Vistan. 55.
POIRIER. ,
Acaba de fazer orna especie de vennianas com o
nome stores, de nova iovencSo para janellas, servem
de ornamento e lem a vantagem de impedir a cor-
renleza de ar nos aposentos e eulreler-lhe a fretcora
uccessaria. Podem igoalmenle servir para arma-
zens. Por um eogeohoso mechanismo sao muilo
melhor do que as venezianas antigs. S com a
vista melhor se pode saber o qoanto sao eicellenles.
Brins de vella : no armazem de N. O.
Bieber & C, rua da Cruz n. 4.
POIRIER.
ATERRO DA BOA-VISTA N. 55.
Vende-se um carro de quatro
roda, novo, muito elegante e
leve, e de novo modelo: em
casa do Potrier.
Vendem-se no armazem n. 60, da rna da Ca-
deia do Recito, de Henry Gibson, os mais superio-
res relogios fabricados em Inglaterra, por precos
mdicos. i -
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por oi'000 reis : no armazens ns.
5, 5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar r-o escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 54, primeiroandar.
VNDESE
na rua Nova n. 38, defronte da igreja da Conceico
dos Militares, cadinhos do norte de lodos os tam'i-
nhos, verniz copal a 900 rs.-a libra, muito bom, p-
timas bigornas para funileiro, lesourat para dito,
alicates moilo forles, rozetas para esporas muilo
boas, vidros para vdraca, em caixa e a relalho, e
Iodos os preparos para oflicioa de laloeiro e funi-
leiro.
Farinha de man-
dioca a 2$>0O
a sacca.
No armazem de Tasso Irma os.
Vendem-se curies decatsa preta de hora gosto,
pelo diminuto prec,o de 29000 : oa rua do Crespo,
Ioja n. 6.
VINHO DO PORTO SUPERIOR FEITORlA.
Vende-se por preco commodo no armazem de
de Barroca & Castro, run da Cadeia do Recife n. 4.
A ELLES, ANTES QUE SE ACABEM.
Vendem-se cortes de casemira de,bnm gosto a 29,500
49 e 59OOO o corto ; ha rua do Crespo o. 6.
Taixas para engentaos.
Na fund cao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, pastan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8. palmo de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
precio commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
em despeza ao comprador.
Capas de burracha a 12j(000.
Quem deisari de sa muir de uma excellenle ca-
pa de burracha, pelo diminolo preco de 129 el-
las, qne se estao acabando: na roa d. Cadeia do Re-
cite, Ioja n. 50, defronte da roa da Madre de Dos.
Em casa de J. Keller&C, na rua
da Cruz n. 55 ha para vender excel-
lentes pianos vindos ltimamente de Ham-
burgo.
-.Vendem-se em cata de S. P.. Jolms-
ton *,, na rua de Senzala Nova n. 4 2.
Sellins ingleses.
Relogio patente inglez.
Chicotes de-carro e de montara.
Candieirose casticaes bi orneados.
Lonas inglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Capias de ferro.
CASEMIRA PRETA A 4>500
0 CORTE DE C.\L(A.
Veodem-se na rna do Crespo, Ioja da esquina qoe
volla para a roa da Cadeia.
LEONOR. D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumes por lgOOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
CAL VIRGEM.
Vende-secalde Lisboa, chegado no pa-
tacho CONSTANCA, entrado hontem.por
preco commodo: no deposito da rua de
Apollo n. 2B. *
V) POTASSA BRASILEIRA. I
$ Vende-se superior potassa, fa-
0 bncada no Rio de, Janeiro, che- m
(g. gada recentemente, recommen- a
|g 3a-se aos senhores de engenhos os. 2
r seus bons elfeitos ja' experimen- 2
9 tados: na rua da Cruzn. 20, ar- JJ
mazem de L. Leconte FeronA
Companhia*. B
Na roa do Vigario n. 19, primeiro aodar, ven-
de-se farelo oovn, chegado da Lisboa pelobrigoe ti-
peronea.
Moinhos de vente
ombombasde reposo para regar borlase baila,
decapim, na fundicaOde D, W. Bowman : naroa
do Brum ns. C, 8e 10.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ba da
Senzala nova n. 41.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todo os tamauhos, para
dito.
DEPOSITO DA F4JRICA DE TODOS
OS SANTOafsA BAHA.
Vende-se em casa, de N. O Bieber &
C, na rua daGruz n. 4, algodao tran-
cado duquelUAbrica muito proprio pa-
ra saceos de ^Kar e roupa para escra-
vos, por prerdP)m modo.
Vende-se uma balanca romana com lodos *
seas perlences.em bom aso e de 2,000 libras : que
pretender, dirija-se roa da Cruz, armazem o. 4.
COGNAC VERDADEIRO.
Veode-se superior cosnac, em garrafa, a 129000
a dozia, e 19280 a garrafa : na roa dos Tanoeiros n.
2, primeiro andar, defronte do Trapiche Novo.
Chales de merino' de cores, de muito
bom goato.
Vendem-se na roa do Crespo, toja da esquina qoe
volla para a cadeia.
ATTENCHO.
Na rua do Trapiche n. 34, ha para
vender barris. de ferro ermetieamente
fechados, proprios para deposito de fe-
i fami'ni' mu ua>-melhores que se
tem descoberto para este fim, por nao
exhalarem o menor cheiro, e apenas pe-
zam 16 libra, e custam o diminuto pre-
co de 4$000 rs. cada um.
. Vende-se pipas, barris vazios e bar-
ricas internadas: a tratar com Manoel
Alves Guerra Jnior, na rua do Trapiche
n. 14. v
Potassa.
No antiso deposito da roa da Cadeia Velha, es-
criptorio n. 12, v.nde-se moilo superior potis, da
Rosta, americana e do Rio de Janeiro, a precos ba-
ratos qoe he para fechar conlas.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernistimo ,
chegado do Rio de Jpieiro.
Grande sortimento de brins para quem
quer ser gr meuho com pouco dinheiro.
Vende-se brim trancado delislras e qaadros.de po
ro linho. a 800 rs. a vara, dito liso a 640, ganga
amarella lisa a 860 o covado, riscados escuras a im-
laco de casemira a 360 o covado, dito de liobo a
280, dito mais abaizo a 160, castores de todas at ae-
res a 200, 240 e 320 o covado : oa raa do Crespo
o.6. *;
Alpaca de seda.
Vende-se alpaca de seda de quadros de bem gosto
a 720 o covado, corles de laa dos melhores gstosque
lem viudo no mercado a 49500, dilos de cassa chita
a 19800, sarja preta hespaohola a 29S00 e 29200 o
covado, selim prelo de Maco a 29800 e 39200, guar-
danapos adamascados feilos em tiuimaraes a 396001
a dozia, loalhas de rotlo vindas do mesmo logara
99000 e 129000 a duzia : ni roa do Crespo n. 6.
CHALES DE LAN E ALGODAO,
ESCIROSA800QS.CADAII.
Vendem-se na roa do Crespo Ioja d esquina que
volla para a rua da Cadeia.
8
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propnedade do conde
de Marcuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a Champagne, vende-se
a 5G,S'000--s. cada caixa, acha-se
nicamente em ca*a de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.A-caixa sao marcadas a fo-
goConde de Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.

700
DIIH1IRO
nao se eogeita.
NA. RUA DO QUEIMADO N. 40.
Heui iqne & Santos aeabam de arrematar em lei-
grande porcao de fazendas de aeda, 18, linho e
aigaoa., equerendo acabar, avisan) ao pubtieo, que
se vemlem por diminuto preco as fazendas segoin-
fc.ii cerno oulra muilai, e dSo-te at amostras
coro px nliur.
Cortes de cambraia de i.da de babadas, a 79000
Corles de de qoadros, a 4600
Scdat t e quadros lislrs, covado a 900
Adcliins ueserfa de qoadros, covadoa 800
Alpacas de seda de quadros, covado a 600
Selim preto Maro lito, covado a 2*600
Sarja prela lavrada, cavado a 29000
Saria prela lisa encorpada, covado a 19300
Tafeta azol claro mofado, covado a 360
Chales pretos da reros, a 99OOO
Chalet de teda de cor grandes, a 000
Mana de seda para senhora, a 59000
Lencoi de seda de cor, grandes a 1*500
Lencos de seda de cor pequeos, a 800
Lentos de seda de cor para grvalas, a 720
Corles le colleles de teda com barra, a 39000
Chales de merino bordados seda, a 99500
Chales de merino com franja deieda, a 3500
Chale, de lia de coret, a 49-500
Corlet de catentira prela Doa, a 49500
Corles de catemkat de carlinas, a 49000
Cortes d%olletes de lia,a 800
Panno prelo Ooo, a 29500
Ourelo prelo para panno, covado a 39000
Panno de varias cores lino, covado a 49000
Merino prelo decordSo enfeudo, covado a 640
Alpac* preta de lotlre Boa, covado a 500
Brim liso de puro linho, peca a 8*000
Aberluras finas de cor paracamisat, a 700
Corles de eolletes da fottao Unos, a 600
Cassas francesas de cores finas, vara a 600
Ganga amarella de quadros e lita, covado a 240
Chitos francezat largas, covado a 260
Kiscadot francezei muito largot, covado a 220
Lencos pequenot de cassa finos, a 300
Ricos vestidos de teda de qaadros, corte a 149000
Veslid os de seda com loque de mofo, rrle 129000
Nobresa furto-cores para vestidos, covado 19400
com loque de mofo, covado 1100
Lencoi de selim prelo maco a 1*200
Pulceira de velludo prelas e de cor a 500
Collelet de casemira pretos bordados, corle 4*1)00
Cortes de collelesde sedade cores a 2*500
Alpaeii de cordao prela. e de cores, corado 540
l.ciiroi de cambraia de linho a 500
Lavas prelas de torca! para senhora, o par 720
Caitas de coret escocezas, covado 400
Madapolao Olio com toque de mofo, peca 3*800
Lindas lias de qoadros com 4 palmos da
largura, covado
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara
dos d" ferro de ">x\r~ qualidade.
A Boa fama.
Na rna do Qoeimado, nos qu.tre cantos, Ioja da
miadezas da boa fama n. 33, vendem-te os atgnialas
objeelos, lodo de muilo boas qaalidades peta* pre-
cos mencionados, a saber :
Pealen de tartaruga para alar caballas a 41500
Dito, de alisar lambem de tartaruga 3*000
Ditos de marm para alisar 1*400
Dilos de bfalo moilo Uno 300 a 400
Dilos imitando a tartaruga para alar cabello 1*280
Loques fnissimos a 2*, 3* a 4*000
Lindtt caitas para cuitara 3*000
Dilas para jolas, moito liadas a C00e800
Luvas prelas de lorcal e com borlla. ., 800
Ditas le teda de cores a sem defeilo 1*000
Lindas meias de seda de cores para enancas 1*800
Meias pinladat lio de Escocia para enancas 240 e 400
Bandejas grandes e finas 3*0004*000
Irancut de seda de todas at cores e larguras e de bo-
nitos padroes, filas Anas lavrada:
suras e cores, bieos liaissimosd Haba de bonilot
padrees a lodas as larguras, lesaarat >t mais fina,
que h* possivel enconlrar-se e da (odas as q salida-
des. meiase luvas de lodas as qualidades, riqoisii-
mas fi aojas brancas e de riVet com borllas propriat
para cortinados, o alen de lado islo o.Iras maititsi-
mas eousas ludo de bons teles e boat qualidades,
que visla de moito barato preco nSo deiiam de
agradar aos Srs. compradores.
CORTES DE CASEMIRAS
DE CORES ESCURAS E CLARAS A 3*000.
Vendem-te na roa do Crespo, laja da esquina qae
volta para a roa da Cadeia.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redondo de 640 pera 500 re. i libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, cora gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-e a venda, em lata de 10
libras, junto com ometfiodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber A Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
A boa fama
Na roa do Qoeimado not' quatro cantos, Ioja da
miudezas da boa fama a. 33, vendem-se ossegointei
objeelos pelos precos mencionados, a Inda de moi-
lo boas qaalidades, a saber :
Duzia de lezooras para cortara a 1*000
Dozia de penles para atar cabelles 1*500
Pecas com 11 v.ras da lila lavrada sem defeilo 1*200
Pares de meiat brancas para senhora
Pecas de fitas braacat da linho '
Pecas de bico etlreito com 10 varas 560 a
Carleirinliaicum lOOagolhas, trridas
Maro, de cordao para vestido
Cji it com clcheles balidos, franceses
Eicovat unas para den'es
Puleeirat encarnadas para meninas a senhoras .120
Linhas brancas de oovelot o. 50, 60, 70 libra 1*100
240
40
640
340
600
60
.100
Deposito do chipate francez, de uma
das mais acreditadas fabricas de Paris,
em casa de Victor Lasne, rua da Cruz
n. 27. '
Eitra-soperior, pora baunilha. 1*920
Ettra fino, baonilha. 19600
Soperior. 1*280
Quem comprar de 10 libras para cima, tem nm
abale de 20 X : venda-se aos mesmos precos e con-
dii.Oes, em casa do Sr. Harrelier, no aterro de Boa-
Vista o. 52.
Vende-se ac em cunhelss de om quintal, por
preto muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont St Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
Riscado de listt as de coree, proprio
para palitos, calces e aquetas, a 160
o covado.
Venderse na ras do Crespo, loj.i da esqoina quej
volla para a cadeia.
Deposito de cal de Lisboa.
Ni rna da Cadeia do Recife, Ioja o. 50, contina
a vender-se barris com superior cal virgem da Lis-
boa, por preco commodo.
Libras de lionas de cores da novello 1*000
Uroz.t de beloes para carniza 16o
Meadas de linhas fioisaimas para bardar 160
Meadas de linhas de peso 100
Carrileit de linhts finat de 200jarda* 70
Crozas de botoet moilo finos para calcas 280
Caitas com 16 novillos de linhas de marcar 280
Duzia de dedaes para senhora 100
Suspensorios, o par 40
Macinhos de trampas 50
Caries de alfineles foo
Caix.nhat com brinqnedot para meninos 320
Agalheiros moilo bonilot com sgulhas 200
Torcidas para eandieiro, n. 14 gQ
Caiiinhas com agulhas francesas Joo
Babadosaberlos de linho bordados e lisos, a 120 e 240
Alm de ludo islo oolras moilissimas cooiat lodo
de muito boas qaalidades, e qae se vendo moititsi-
mo barato nesla bem condecida Ioja da boa lama.
A boa fama
Vende-se papel marfim paolado, a resma a '4*000
Papel de peso paulado muito tuperior, resma 3*600
Dito itmaco sem ter paulado moito bom 2*600
Peui as Onistimat bico de lanea, greta 1*200
Ditai moilo boat, groza 640
Caivsles finos de 2 e 3 folhas, a 240 e 400
I-apis finos ememisados, dozia 120
Ditos sem ser envernisados, dozia 80
Canelas de marfim muilo bonitas 320
Capachos pintados para salas 600
Benzalas de janeo com bonitos eitles 500
OculosdearmacSo ac, todas as greduaces 800
Dilos de ditos de metal braneo qq
Loneta, com armacSo de tartaruga 1*000
Dilatde dila de bfalo qq
Carleirat para algibeira, tuperiores 600
Fivellas dooradas para calcas a colleles loo
Esporas finas de metal, a par 800 e 1*000
Trancelins prelas de borraxa pararelogios 100 e 160
Tinleiros e areeiros de porcelana, par 500
Caitas riquissimas para rap a 640 1*000 a 1*500
Carleirat propriat para viagem 3*900
'roncadores de Jacaranda com bom f pelbe 3*000
Ch.roleirat de diversas qaalidades 160
Meiat de laia mallo taperior para padres 2*000
Escovat finistimas para cabellos a roupa, aavalhas
linis.imas para barba, luvat de teda de todas as co-
res, meias pintadas e cruas de muilo boa qoalida-
des, bengalas moito finas, lima encarnada e azol
propria para ritcar livros. Alm de lado uto oolras
muilittimat cousas tudo de muilo boas qaalidades
e qoe se vendem mais barato do qoe em ootra qual-
quer parle : na rua do Qoeimado nos quatro cantos
na b<;m conhecida Ioja de miudezas do boa tama
n. 33.
ESCRAVOS FGIDOS.
Detappareceu a 13 do correte. Joaquina de
naca Cassange, reprsenla ler 40 annos. aturra re-
gular, Igoma cuosa rheia do corpo, cor rata, cabel-
lo aparado e algons brancos, com carne sobre o olho
nariz chalo, falla de algons denles des lados, Dallos
pequeos e murchos, nadegat empinada, pira traz
lem algomas cicalrizes de ret as costase alen'
mas arnas pelo corpo, un loblnho oa croco*na
braco ao p da mao, e lem om p mais croa.o^l-
vou, vestido de chito prelo bastante usado, panno
fino velho qoando toce lera por cosame .1 dar _
loaamliablH desla praca : qualquer pettoe n porf*.
ra pegar e levar a seu senhoSuomingo. da Silva
Campas, rua da. Cruzes n. JO^zfue recompensara.
s.
a!
1
s ,
A

WBH.:*.- DB M. F. DB FaRLTZ1.
4
ssy*


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