Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00617


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Full Text

AMO XXXI. N. 187.
_

>
1
/
I
Por 3 mere adiantados 4,000.
Por 3 mezes vencidos 4,500.
TERCA FEIRA 14 OE AGOSTO DE 1855.

Por anno adiantadc 15,000.
Porte franco para o subscripto!.
ARIO DE PERNAMBUCO
KNCARIxl-iiADOS IlA SI'IWCRIPC.VO-,
Hecifo, o propiieU-rio M. F. de Faria ; Rio le Ja-
htiro.oSr. Jeio Pereira Martins; Baha, or. D.
Duprad ; Maceic, o Sr. Joaquim Hcrnardo de Men-
donca ; Parahiba, o Sr. Gervazo \ iclor dada ; Natal, o Sr. Joaqun Ignacio Pereira Juniur;
Aracaly, oSr. Amonio de Lemosllraga;Cearn, o Sr.
Joac|uiin Jos da Oliveira ; Marau lo o Sr. Joa,-
iiim Marquea Rodrigues ; Piauhy, t Sr. Domingos
lerMlano Aekiles Pesaoa Cearenre ; Para, oSr. Jus-
tino J. Ramos Alimona, o Sr. Jrionymoda Cotia.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 27 1/4 e 27 i/8 i. |por 1.
Pars, 355 rs. por 1 f.
Lisboa, 98 a 100 por 100.
Rio de Janeiro, por 0/0 de rebate.
Acedes do banco 30 0/0 de premio.
> da companhia de Beberibe ao par.
> da companbia de seguros ao par.
Discanto de lettrat de 8 a 9 por 0/6.
METAES.
Ouro.Onca hupanholas- 299000
Modas de 09400 reinas. 169000
> de 69400 aovas. 169000
de4J00O. 99000
Prata.Patacoes brasileros. ... 1094*
Pesos columnarios, 10940
mexicanos..... 19860
, PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda, todos os das
Caruar, Bonito e Giranhuna nos dias 1 e 15
Villa-Bella, Boa-Viila, Ei eOuricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
Victoria e Natal, as quintas-feiras
PREAMAU DE IIOJE.
Primtira as 6horas 6 imitosd marhia
Segunda as 6 horas a 30 minutos da urde
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commerno.segiindasequintas-feiras
Relaca o, lercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos, segundas e quintas s 10 horas
1* raradoeirel, segundas e sextas ao meio dia
2' vara do eivel, quartas e sabbados ao meio dia
EPIIKMERIDES.
Agosto 4 Quarto minguante as 7 horas 1 mi-
nuto e 42 segundos da tarde. '
12 La nova as 4 horas, 32 minlos e
44 segundos da tarde.
20 Quanocrescenteas5 horas, 3 mi-
nutos e 45 segundos da tarde.
27 La cheiaa 1 hora, e 31 segun-
dos da tarde. *
DAS DA SEMANA
13 Secunda. Ss. Hypolitoe Cassiano mm.
14 Terca. 3. Eusebio presb.; S. Demetrio.
15 Quarta. 16 Quinta. S. Boque f.; S. Jacinlho,
17 Serta. S. Mamede m. ; S. Eutriquiniaoo.
18 Salbado. S. Clara do Monte Falco v.
19 Domingo. 12.* S. Joaqnim pai da 68. >
pi) Mi de Dos;S.Luiz f.
paste imcui.
jun o pon eiro na i
lodaviaun (1
tem re
MINISTERIO DA Jl'STICA.
Ministerio dea negocios da jusli ;a. Kio de Janei-
ro, em djIh-i de 1855.IIIm. e Exm. Sr.O
procurador-fiscal da thesouraria da provincia de
Minas (raes em ollicio de 21 de niaio do correle
auno suscita asteguinlesduvidas a respeilo da in-
lelligeocia que so deve dar aos arls. 165, 2.1 c 169 do
regiment de cusas, man.lado observar pelo decreto
ti. 1569 de 3 de marra do correle auno : ,
Disputado o arl. 16 "> que os ouiciaes de juslica
nlo vencerflo man de 6-"> de cail.i diligencia que li-
zerem, ej qual ler o numero le liora que gla-
rem, e-ha-vendo diligencias que se eITceluam a :l ou
40 leguas daa villas ou citados, o salario marcado no
referido artigo he insullicionl e milito menor do que
o laxado no anlig regiment.
Dispondo os arta. 23 e 169 a purcentagem do
jui ojHrtt > as arreuulaces, nao a declaron
^n^^^^Ka pe euU defarreinala-
ematanle, c da talla de declaradlo
. apelar da analoga da que
*. ada determinad a respailo
lo Citado ramenlo de II de
marco.
liio respe K*c. de 13 de .ullio
prxima ^^^p'idas.e so-
lionra de commu-
HSpscadur foi servido
decdi-laj peln en
Qaaulo .i 1" o m de 63000 laxado para as
dilu-ucias que fa'teni -"il.ci.ies de juslica. tubsli-
jue amigamente se pagav-,
o eoinu cases cm-pregados
tem de perceber, >lSm disso, os enolumenlos que
Ules competir, eiuod o disposlo nos rts. |t 1(1
do citado regimeuto de.'l da marco. E coin quan-
lo, em alcuus caaos, nos termos de grande extens;lo,
ivto liquen) os ofliciaes de Justina hfin reeompensa-
lalaeio, nao lia por issi razao para al-
ai estabelecido, devendo lncar--e es-
mteaoi inco'iveii'.un ts que importa
sempe a laxarlo de salario, que por necessidade
deve a *o teriuj medio ruando regras
qua evilein aboso
Qn.iiitu n 2', tcu'do o regiment de ."1 de marco ul-
timo ausmeii'.ad salaros ilevidis pela
arremalarilo, em nada alterou a pratica ate aqui
seguida, de seren pagos pelo execul i lo > imposios
o encargos a que eslava -ujedo o olij^clo arrematado
al ao lempo da arrematadlo, e pelo arrematante os
salarios do juiz e' m lis olllciaes ; sj i J portauto sein
fundamento esta llovida.
1'revalei.M-me 'la oceaaiao para renovar os meiis
protestos do lima e considerado i V. Exc. a*quem
Dos guarde.Jote Thqmaz Xabtu:o de Araujo.
Sr. marquen de Paran.
Ministerio dos aeuocios da juslica. Rio de Ja-
; jollio de ts.III n. e E\in. Sr.
Coaa o olticio de V. Exc. u. 101, datado de 4 de ju-
nho prximo prelerito. recebi as ropreseotacoes fe
crivies do jnuo municipal e
MtBOnjay .raspertivo
municipal, acerca da intelligencia de varios arliao.
do regiment de fustas, mandado observar pelo de-
rret^^H Hwrcnle
AllatjM e/eei)tai;cs
que, ma" laxa de seis rei-
pnr li qne emrsliirxi), a de oulros
quasquer instrunionlo. e iletreis imr linlia das par-
lilhas oaabrepart.lhas (rls. 113 c ll"> nada1 terun-
i desrppcao de bens nos inventarios,
IrafJHH s, eJilaes d-prac e inqui-
rirao de teslr-munhiis donde tem resultado pen rem uns que.essa escripia ve deve contar pela taxi
do arl. 113, o'utros pela doart. 115, o outros linal-
nenlaque nada se dte pagar por ollas vista do
silencio do renimenli. Accresi-eniam que repulan)
a laxa de 13 dada palo mesan regiment por enere-
re n inqnirilu de cada teslemimlia substitutiva dos
75 C*. que linliasn, fcando-llies empro a fsa, |ior
haver inquir; i-'i i duran) u:n dia inleiru ; as-im
lamh rsliididos que.s- Ibes deva raa p ir
todos o edMkes e traslados, e pelos das procurarles
lodos os termes dos iuvenlarios processidos nos
c.arlorioa, o eoncluem qae. senao he esla a inlnlli-
se.ncia das d|sposi;es do regiment, este nao satis-
faz, as vistas da aolorisa;So legislativa cujo principal
lo dos empreados de juslica,
(a de 1751, liariji misando os seui
da valor que todas as1 eaji-
Besde es-a poca.
utaclo peden- que a titulo de
> ilie arbitre nmi qaanlia por dia o por
legua, e n-ie que a canta da con lucero, que
los parase contar a linal, nun-
Ofa coas a precisa eiaclidao, por isso
que ludo varia do prevjo, segando a poca.
adas ambas as represeii!ac,6e* ao cn-
nliecimen1 s"S. M. o Imperador, foi o me-mo au-
(ruUo seuhor ervid decidir ejne.nus cas-ii em que a
descrlpcio dos bens para o inventai io for feila em
aulo a qoe assistam o |uiz e o escrivao no lunar do
arrolamenlo, leve este, por paridade de razao. le-
var alm dos mals enwlomentiM a raso iRual ao do
laiirameiilodas parlilhaa {.arl. 115), por ser IraUallio
qne s os eacriv.es podem fazer; quando porm a
detcripfio dos bens fiVr smplesuieHe o traslado das
avaliarOes, como he praxe nesla curte, traballi > que
pode ser feilo pelos eserevi-ntes raun a subscriprdo
ilo eserivao, enlfta reeotieri somento a rasa dos tras-
lados. (Art. 113.
Do mesino modo percebera a risi dos edilaes e
aeus traslados, e dos das ptocuraces, como he ex-
prs**) no art. 1!3ciiado, quanilo diz :das Iraslaos
qn'e lirarcm dos |(rocessosem loiln ou em parle.
N.to ,is.im porm quanto a ini|tiiric<1 de teiteinu-
nlias. porque, teuiio-se em visla nu reiiniento de :!
de mareo evitar os inconvenientes que ryullam do
sv-ilema de pagarum-se os c.crivaes pela rasa, limi-
lou-e sli Rente aquellas pecas en que oulro sys-ij
lemas-) pode na adopUr coin sanlajem, e por-
laiilusni visir rasa das peras mencionadas
imarla.il mencionad i reeimento : as-
miii f^^^^^Bt ilevem de mil tris >e mil e quinlicnlos
rcis hetttwk reperguntas, compeiisando-se os pou-
ro ordinarios casos em qne o inquirilo de urna les-
lemimha vasta na dia inleiro, coin os ordinarios,em
qu se di-pende innilo menos lempo.
io e a < cusas della, deve guar-
dar-se inloir arl. til do dito rel-
menlo, qu vendo arbilrar-se prec,o
para ella, sendo auo os proprios represeutanles re-
conbecem que o Tariavel. Aos juizas in-
cumbe lscliar essas contas de conducru, desat-
tendendoas quan lo foreio exeessivas.
O que coinmunico a V. Exc. para o fazer constar
ao juiz municipal do termo de Sabara. Dos guarde
aV.KicJos Thomaz Sabuco ile Araujo. Sr.
presidente da provincia de Minas Geraes.
3* Serro.Ministerio dos negocio* da juslica.Rio
do Janeiro em 5 de julho de 1855.
lilil, e Etm. Sr.f'oi presente a S. M. o Impe-
rador o Ollicio do juiz de direilo da comarca do s-
li dessa provincia, de 2 de abril dn^corrente anno,
que por copia V. Exc." remellen coni" o seu oflicin
de 23 do maio, em que llie expOe o mesmo juiz de
direilo ii f.iclo de ler um individuo na villa de Mos-
soni lirado urna porfo de lelha* di rasa do arrugue
e mercado publico, que como bcus do consellio est
a ca'rgo da ornara muuicipat, coinmellendo, segun-
do Me parece, o crime de damno ; que porm nao
sendo esse crime publico nem policial, dos coinprc-
bendidos na parle i do cdigo criminal, ou do arl.
5 da le de 26 de outuhro de 1831, n3o be denun-
cias el ; o nao sendo lamhem o procurador da cma-
ra pessoa compleme para dar a qneixa nos termos
do arl. 72 do cdigo do nrocessn criminal, entra em
duviila se por qualquer forma pode este crime con-
siderar-**; denuuciavcl, para ter lugar o procedimeu-
to ex-ollieiii, ou se a cmara municipal podo, como
ailiniiistradra, dar a qneixa por sen procurador: e
o mesmo augusto senlior houve por bem mandar
declarar a V. Exc. que, devendo o fado de que fas
menean o juiz da direilo da comarcado As, ser
capitulado no arl. ITS do cdigo criminal, ceosli-
Iiiiihlo por cousequencic um crime publico, lem lu-
gar a denuncia dctle, e o procediineuto ex-uicio.
O q le euinmnnieo a V. Exc. para o fazer constar
quelle juiz de direilo.
Dos guarde a V. Exc.Jos Thomaz Sabuco dt
Araujo.Sr. presidente da provincia du Rio-Gran-
de do .orle.
3. Seecjlu.Ministerio dos negocios da joslica. Rio
i!e Janeiro, em 10 de julho de 1855.lllm. Exm.
Sr.Do aviso de V. Exc, de 30 de juubo prximo
passado, c papis que o companliaram, consta que
tendo os solicitadores da f.izeuda geral a provincial
da provincia do MaranliAo requeiido ao respectivo
jui/. >los feilo* ila fazenda que declarasse qnal a in-
telligeucia do art. Dii do uovissimo regiment de
castas, por isso que opiuavam alguns que os ulllciaes
de juslica, secundo o referido arligo, deviam haver
salario, nao s da penhora, embargo nu sequeslrn,
como I imlieih do deposito, deferi i o nbreililo ma-
Kistrado. que se uui sequestro e deposito dos bens e-
queslradus ou penlioradosdevein os olliciae* perce-
ber cada um .!'. i: nada mata ; e como V. Ex. soli-
cilou que por ele ministerio i toma-e nina deli-
bcrac.ao a respeilo, tive a honra de'levar ao coniie
menlodeS. M. o emperador oobjeclo da queslAo,
e foi o mesmo augusto senlior servido decidir quo o
juiz dos fcitos defario romo cumpria ao requerimen-
to dos solicitadores, porquauto o salario laxado no
arl. I6V pelo auto de deposito s deve ser exigido
quando ele foro objerlo principal da diligencia', e
nao conscqucucja'da penhora, embargo ou sequet-
Iro, porque em lal caso be acto couuexo, c lano qne
|.cm muilo* juizoshe praxe, a que aenao oppoe pre-
ceito olgum de lei, Iavrar-se um s auto de penho-
ra c deposito, lieaudo porlanlo eslalielecido que. a
liemdo salario laxado, s poderao perceber 1950!)
pela intimaran que luerein ao execoladu ou arresta-
do, conu lie expresto no eitado art. 161.
O que leii'io a honra de levar ao conhecimenlo de
V. Exc, devolvendo os papis que acompinharan 3
aviso a que respondo.
Prevaler!) me da occati-to para renovar os mcus
prole-Ios de estim e eonsi lerac.lo a V. Exc, a quem
Deus guarde.Jtt'fhoina: Sabuco de Araujo.Sr.
riurqnez de l'aran.
3." Scelo.Ministerio dosnsgociosilajiislii;a. Rio
de Janeiro, em 12 de julho de IH55.lllm. e Exm.
Sr.Solicitando essa presidencia, em oflieio 'o 1.
do crrenle mezsoh n. 69, que fosse p-lo governo
imperial declarado se a dontrtna e-Uhelerida pelo
aviso n. :ll_tl. 27 de feverciro de I87, expedido pelo
ministerio da fazenda sobre o modo de ser publicada
a correspondencia oftieial, era csadusjv^los negnrios
daquella rcpartie.lo, ou ^^aOESaaaaiSSivia regular
lambem a publicarlo da correspondencia ollicial re-
lativa aos negocios pertenceule* a esle ministerio,
dando a* razes porqneajiilgava conveniente a adop-
r;.lo de semelhai.le providencia : S. M. Imperador,
a cujo rouhecimeutu levei o dito ollicio, ha por bem
qi.e a dispiesic.lo da citado aviso li. 31 de 27 de fe-
verciro de 1817 seja igualmente observada a respei-
lo dos negocios pertcnceutes a estp ministerio ; c que
porlanlo a correspondencia oftlcial li vida directa ou
indererlamenle enlre os empregades de qualquer
ordem e o governo, em objeclo submctlido ao co-
nhecimenlo c decislo deste, nao poder ser publi-
cada em quanto a materia que der causa a essa cor-
respondencia nao for deliiiilivamente resolvida pelo
mesmo governo. a quem compele decidir e man lar
publicar o que couvier de taes correspondencias. O
que coinuiuuiro a V. Exc. para na intelligeucia.
Dos guarde a V. Exc.Jone Thomaz Sabuco de
Araujo.Sr. vice-presidente da provincia de S. Pe-
dro do Rio Grande do Sul.
3,Saceao.Ministerio dos negocios da juslicaRjo
de Janeiro, cm-17 de julho de 1855.lllm. eExm.
Sr.-Acenso o recebimenlo do aviso do antecessor
d V. Exc. da 5 de maio do crreme nnno, com o
qual me remelleu, por copia, nflo s o ollicio n. 89
do presidente da provincia do Para, com dala de 27
de marco ultimo, bem como o que a esle dirigir o
o respectivo capillo do porto, ponderando a neres-
sidade de haver nos vapores de 11.1vcgac.lo interior
da provincia os livrns de cscripturacao ilo que traa
o cdigo cominera), mas anda a informara a lal
re.peit dada pelo capilAo do portada corte, sol) 11,
57 de 30 de abril, coiieluindoque por este mini-lcrio
se declare qual a inlelligeucia que se (leve dar s
disposirrs do referido cdigo, para poder-V. Exc.
solver a i|uvida olTerecida pelo CapilAo do porto da
provincia do Van .
E'ilenile esle einpregadii, fundando-se nos arls.
na cabotagem, no sem duvida obrigados todos os
capilaes ou meslres, anida memo os de pequea ca-
botagem. quer da navegac.i costeira, querda lluvi-
al, mas de grande escala ou derrota, a lerescriptu-
racjto regular nos tres livro exigidos pelo mencio-
nado cdigo nos artigos 501 a 501, mo sendo porm
elle* uecessarios nos barcos de pequea cabotagem
e de urna s e-cada, dentro da mesma hahia, ou
das pelas mas, e queja o lliesouro declaron Ilegal
a cobranza de semelhanle imposto, mandando que
lite sejam restituidas as qunntias que por (al Ululo
delle foram indevidamenle cobradas.
A' presidencia de l'ernambuco.lllm. eExm.
Sr.Kespondcndo ao officio de V.Exc. n.33 de i de
abril ultimo, no qual consultase, em vista do de-
creto 11. 776 de 6 de selembro do anuo passado dc-
go das costas, sem as perder de vista, como se de-
dua dos acta. 502 a 501 do coduo cnmmercial, por-
que em taes barcos nem ha necessidade de asenlos
de carga, nem vio lancamento da receitae despeza,
nem da descripefio de rola e eventos da viagem, que
he de eslylo lanc.ireni-se em quedarnos sem forma-
lidades de e-rriplurncao ; e romo a navegaro du
Amazonas, em que san rmpregado os barcos de va-
por da companbia, romquauto seja de pequea ca-
botagem, be todava de grande escala, nenhuiis
duvida rela que os respectivos meslres sao obriga-
dos a ler os livros e escriplurarSo regular, conforme
determina o cdigo commercial.
O que lenho a honra de commnniear a V.Exe. pa-
ra seu conhecimenlo.
Prevalx;o-me da occxiao para renovar os meus
protestos de estima e considerar,an a V. Exea quem
Dos guarde. Jote Thomaz Sabuco de Araujo.
Sr. Joan Mauricio Wandetley.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do dia 20 Je junho.
A' lllm. cmara municipal da corte, declarando,
em resposla ao ollicio em que consulta se a presenea
Bo seu procurador se torna necessaria em todas
dido ; que a presen; do dito procurador be neces- ras recurso ex-ollicio para o mesmo tribunal.
25
anda barra fra, cabo a cabo, porto a porto, ao Ion- vein os a) pOr cenlo dednzulos do capital da 1" das
lolerias concedidas pela lei da assembla desa pro-
vincia 11. 301 de 10 de maio de 1853 a Filippe Me-
na Callado da Fonseca, para ahi crear e promover
a industria do bicho da seda, reverter cm favor do
beneficiado ou dos cofres geraes, lenho de observar
a V. Exc. que deve o impo-to entrar para os cofres
geraes por 11A0 estarem as loteras ero ijaesiao com-
prebendidas na excepcan da citada ^Henforme a
opiuiau da thesouraria de fazemli mencionada no
referido officio de V. Exc.
Circulars presidencias das provincii".lllm.
c Exc. Sr.llavendo chegado ao eVnh.ecimenlo de
S. M. o Imperador que lem corrido nlgumas loteras
sem o previo pagamento dos respectivos imposios, e
de conformidade com o arl. 8 do regulnmenlotle 27
de abril de 1811, eulrando-se depois em duvida
acerca da salisfacAo delle, e dando-se assim lugar
a conflictos por occnsiaoda exigencias liscaes. man-
da o mesmo auguslo senlior declarar a V. Exc. para
seu cunbeclmeulo, e para que tenha a devida exe-
cueao. que versando a isune 10 dos impostos de que
se trata, pertencentes .i renda geral, subre materia
conlenciosa a cargo da administrara da fazenda,
devem as reclamaresser feitas pelos competcnles
lliesooreiros s lliesourarias de fazenda e bem assim
as _
mediroe.. c avaliare* de terrenos de marinhas, ou que. no caso do ser a decisflo favdravel aos ditos llie-
Pernambuco para mandar vender as Ierras do vin-
culo, de conformidade com o disppslo nesa le de
6 de selembro de 1855, se a assembla) geral na
resolver a revogacSo da sopra e na mencionada lei
de 6 de selembro de 1850.
2 de julho.
Ao ministerio da justicn.lllm. e Exm. Sr.De-
volvendo o conhecimenlo. viudo de Pernamhuco,
para se passar caria de 2. escrivio de orphaos da
eidade do Reeife a Joto Facundo da Silva, que acom-
panhou o aviso de V. Exc. de 18 do mez lindo, no
qual consulta se o dito escrivio pode oo mo pagar
por prestarles os respectivos direitos, tenho m res-
posta de declarar a V. Exe. que a escrivaes que nSo
percebem vencimenlo dos cofres pblicos nao se de-
vem passar cartas sm que paguen) integralmente os
competentes direitos, nSo Ihe sendo extensivo o be-
neficio do pagamento em prrs'aro*, pois qne a se-
gund.i advertencia da tabella annexa lei de :m de
novembro de 1811 refere-se aos ollicio e empregos
que dao direilo a veucimentos da fazenda nacional, e
a respeilo dos quaes nao he possivel liscalisacao es-
tabelecida pe ordem de 30 de junho de 1851.
. 3 =-
Ao director geral interino da contabilidade.
S. M. o Imperador houve por bem mandar consul-
tar a secrao dos negocios da*fazenda do conselho.de
estado sobre o direilo que, vista dos respectivos
processos, podiamlerasereeaembolsados pela fazen-
da nacional francisco Pahcco da Silva l.eao, .
Adriana Candida de CarvalliO, eosherdeiros do ma-
reclial do exercilo Francisco das Chgs Santos, por
dividas resultantes de fornecinTentus feilo tropa da
legalidade na provincia de S. Pedro do Rio Grande
do.Sul. E leudo sido a seccio de parecer que aos
ie s nos da 1 elasse, como al agora se lem cntert-Jaoureiro, interponbam os inspectores das thesoura- reclamanletwlevem -ser pagas as quaulias consientes
dos documentiis que exhibirn) : 1., poique julga
que os rcqurlmenlos feilo dentro do prazo marca-
do pela tcl de 1815 00 presidente da referida provin-
cia, e de qae elle lomou conhecimenlo. isenlam de
piccripc.lo as dividas em queslA ; 2.V porque a
falla do formalidades on de referencias dos meamos
documentos a livros, donde devera cumiar a carga
da receita aus responsaveis fazenda publica, he de-
vida a causas que nao silo culpados os portadores dos
mesmos documentos ; 3. finalmente, porque o abu-
so ou irregnlaridade com qne proceden o coronel
l.oureirn.garanljndo a asignatura de vanos ofliciaes
do seu corpo em folhas do papel em branro, ndop-
de justificar a recusa de paiamenlo da importancia
dos ttulos assigoados por esle ollicial em favor das
pessoas qaeelTeclivameiitefornecoram.oii a quem ao
lomadas rezes c cavados para suppriuiento da forra
que elle commandava ; sendo que licaria estabele-
cida uina duuteina oiljosa se te adoplasse o principio
de se recusaren) ainda mesmo aquello documentos
contra que nao houvesse prova de lerem sirio patsa-
dos em virlude de aclos abusivos ou fraudulentos ;
conformou-se u mesmo augusto senlior com este pa-
recer por sua inmediata resolur,lo de 30 do mez
lindo.
sari nSo so na demonstrarlo e medican dos terre-
nos da 1 elasse, de que Irata o arl. 5A dasinstruccO*
de II de novembro de 1833, como no municipio da
corle, as dos da 2 e 3* cla-ses. sendo qne, nao obs-
tante na fazerem delle expressa menc.l os arls. 7a
e 8-das citadas inslrncres que se referem iiquelles
terrenos, nao se po le inferir a desnecessidade ahi do
en c nnp irecimenlo e assislencia; por guante
procurador ne parle como coiicessieiiario, posseifl
ou prelendente do lerrcno devoluto o tem cont--
guinlemee te de promover os inleresses da mesma c-
mara, er^Betwr que s^jam prejudicados pela oolra
parle, salltfazendo a*im sos arls. 9 c 11 da instrur-
ees supramenrionadas.
21
A' lliesnuraria de l'ernambuco, mandando pa-
gar ao padre Leonardo Anlunes de Meira Henri-
ques, loga que coinece a ler execnr.ina lei do nrr;a-
nlo para o ejercicio de INVi a 1856, pela rubrica
1 do arl. 3. o que se Ihe ficou deveudo pela dita
I^Baa qualidade de vigario geral do bispa-
provincia ; rumprindo quo na respectiva es-
uracao se especifique esta despeza como perten-
cente so exerccio de 1819 a 1850.
__ 22__
A'- do Para, declarando, em resposla ao ollicio
de ;I0 de dezembro ultimo, que he da competencia
da junta da thesonraria jugar do merecmenlo e va-
lidade do* alteslailos de frequencia; mas que menos
regularmente procedeu exigilo alte sudo do presi-
dente da provincia para pagamento do servijo pres-
tad pelo vaccinador antes da ereacao da junta de
higiene: porquanlu na legislarlo em vigor esbloj
marcadas quaes as autoridades a quem compete _at-
le,Ur a frequencia dos em pregado-, tendo no caso
de que se traa a cmara municipal quem o devia
fazer, nao obslanle ser o mesmo vaccinador o presi-
drnle della, uina vez qae fosse o allestado passado
por quem udevesse substituir na,presidencia da c-
mara.
" 23
Ao ministerio da mnrinha.lllm. e Exm. Sr.
Pera prevenir n conlinuacan de duvidas que lem oc-
corridu sobre o pagamento das ferias das obras do
ministerio a cargo de V. Exc. por apparecerem a co-
brar os respectivos salarios Irahalhadonsr que alias
pelas notas laucada lias competentes folh.s consta
estarem pagos, rogo a V. Exc. se sirva expedir as
precisas np-'ens para que O) api. :il a dore, das referi-
das obras, que atsislem aos pagamentos, declarem
as ferias os operarios que na comparecem a rece-
ber nos dias aununciados ; e bem assim psra que a
rada um dclles passem os mesmos apontadores urna
guia com a qual se aprescotem depois na competen-
te pagadura alim de seren pagos.
A' alfaudega da corle, couimtiuicandu que nilo
foi lomado em cuusideracao o requer ment de Car-
valho <\ Bocha, pedindo se Ihes permita depositar
com clausula o* direitos de 72 rolos de sala parri-
llia do Para, viuda na barca portuguesa Lenl, do
Porto, para onde fci exportada daquella provincia
na barca pnrlugueza l'araiiue ; pois qne em face da
legislara em vigor bem decidi a,alfaudega recu-
sando o de.picho livre daquelle genero, e nao ari-
mitlindo o depo-ito da importancia do direilos at
que ellos apresenlsem o documento necesario n a-
lisfara da condicio exigida no 6 do art. 1* do re-
gulanienio de 28 de agosto de 1819, embora Ihes
fique salvo o direilo de requererem a reslilnir;aodo
1 que hoiueretn pago, logo que alisfacim a dila con -
dic'.o dentro I > lempo da lei.
A' recebedoria do municipio da corle, man-
dando restituir a Domingos Alves Guimaraes Colia
a importancia da mulla que Ihe iicpz a mesma re-
cebedoria por nao ler apresentado dentro do prazo
de 30 dias a matricula da eserava Maria, que Ihe
foi enviada de Pernambuco ; visto que nao s na
legislaran fiscal vigente nao existe disposie.lo atguma
expressa que sujeile multa o possuidores dos es-
cravos entrados as cidades e villa coin passaporlcs
nu guias qu nao forem dados matricula denlro
daquelie prazo, eenlado da dala da npresenl.ic.lo do*
dios passaporles ou guias na polica, com, que no
caso de que s> trata, a laxa da eserava relativa ao
exerccio correnlehavia j.i sido paga na provincia
donde Italia ella sido remedida para esta corte.
Circular
Ao ministerio damarinha. lllm. eExm. Sr.
Kespondendo ao aviso de V. Exc. de 18do enrre-
s, que acompanhou copia da ola que Ihe dirigi o
ministro austraco nesla corle, solicitando a proro-
gacSo du prazo dentro do qual pode despachar livres
de direilos, os ohjeclos que importar para sen uso,
visto como os que esperava da Europa se perderam
como navio tnliiinrreii. e lem por isso necessida-
le de mandar vir oulros. que receja cheguem a es-
te porto alguns mezes depois de lindo aquelle prazo,
compre-ine declarar a V. Exc. que nenhuma du-
vida ha em ser allendida a pretenfo do mesmo
ministro ; convindo todava qne, quando Ihe chega-
rcm os objectos que vai encommendar, se dirija de
novo a V. Exc. com a competente lista, que se ser-
vir remeller a esle ministerio, para ser ouvida a
allandcga.
27
Ao 1. secretario da cmara dosSrs. deputados.
Illrawe Exm. Sr.Respondendo ao officio que
V. EtaNririgio-ine em data deli de julho do anno
I i "iilfla 111 11 111 il para poder a cmara -los Sr.
depufados deferir conforme fr de josiica aos esla-
belecimenlos de caridade na proviucia de Pernam-
buco, que pedem se Ihes augmente seu patrimonio
com os bens qne pertenceram ao encapellado do
Eugenbo Novo de Goianna,encorporados aos propr-
i'S nacin.njs, solicita as seguiutes inlormaees : I,
qual a origem e lim do referido encapellado, e o
fundamento do seu commsso : 2, quaes e quanto
os bens de que se compunlia, c que for.lo encorpo-
rados os proprios narionaes.e igualmente seu valor;
3, qual o eu provavel reudiiuento ; i, qnal o nu-
mero de arrendatarios ou foivirus desses bens, e
olTicio dossa presidencia de 10"de feverero de 1853,
tob n. 28, o que mesma dirigir o eommandsnle
das armas interino versando sobre o faclu que con-
tiderara alleulalorio de sua autoridade, eda honra e
disciplina militar, de ler o juiz de direilo da 2. vara
crime feilo directamente no rommandanls do Forte
do Castello. requisicao para remeller a sua presenea
o aderes da linda 2. linha Antonio Pereira da
Silveira Frade, que lora recolhido preso ao 'dito forte
por ordem do delegado de polica, e 1 li requeren
habeat corpa : manda o mesmo auguslo senlior,
depois de ouvido o parecer do conselho supremo mi-
litar exaradn ein consulla de 29 de novembro do di-
to anno, declarar a V. Exc. ern resposla, e para fir-
mir regra em casos semelhanles a bem do servico :
1. Que osofficiaet da I. on exlincla 2.' linha,
cuja prisoos, mesmo por ordem de autoridade civil
nos casos em qae estas podem ordena las, nao devem
ser senaoem fortalezas ou quarteis, conforme a pro-
visao de 19 de agosto de 1837, e aviso de 29 do dilo
mez e anno, ficam nesses casos disposii/o da au-
toridade que ordenar a pri.ao ; e o rommandanle da
fortaleza o quarlel devera eumprir as requsic,es
qne para a soltura ou apresenlacao do preso receber
da mesma autoridade-; cumprindo 'que as requisi-
Ses sejam feitas por meio de ofticios rogatorios.
2." Que a autoridade judiciaria so dirija por igual
meio aos cummandaules das armas, quando precisar
do ofllcial para alguma inqunelo ou acto'Judi-
cial.
.I." que nos casos de conres-ao de habeas-eorpus,
quando se tratar de reos militares seja ponlaalmen-
le cumprido sempre o disposto no aviso do ministerio
dade da! minhas inslracje* e do respail que levo
a vosea laageslade.
Soa magstade o imperador respondeu ao Sr. Ro-
drigues aos seguintet lermos :
o A gradeen imito ao mea bom amigo o preanleula
do Estado Oriental essa nova prova de aua. imizade,
e espero, Sr. ministro, que saliereis corresponder i
confiancii do voseo governo, concorreado para qae
se eslreil?m cada vez mais as relacoes que o feliz-
mente u'iem os nossos dous paizes. a
* vuiki/i i" "mi" i. 111 "i-iu m ttiri iu | -
da juslica de .2 de Janeiro de 1811. E assim V. Exc. '"' *'#!!
GOVERNO DA PROVINCIA.
lUpeiMas.se de da 10 ato aceMo.
OlTicioAo Ex rectal commandanle das ar-
mas, devolvendo juzgados pela junta de juslica 5
processo varbaes.das pracas mencionadas na relaclo
que remelle, alim de queS. Exc fa
sentenca nelles proferidas pela mesma janta.
R dacao a que se refere o ollicio sopra.
2. balalhao de infamara.
Soldad 1Ignacio Antonio Maiiins.
11 Francisco Jos Joaqun).
TamborManoel Simplicio.
9. balalhao de infantina.
SoldadoJos da Silva.
Monoel Joaquim de Oliveira.
DilaVo mesmo, para mandar eollocar em fren-
te da ign ja do cnnventn do Csrmo desta eidade no
dia 1 dt coi rente as 3 I le, urna gaarda
de honra para acompan -aode.VS. da
Boa-Morle.
DiloAo Exm. w adminis-
^^iodi-
o far.i devidamente constar e eumprir. Dos guarde
a V. Exc. Marques de Caxiai.Sr. vice presiden-
te da provincia do Paro.
N.'B.Expedio-te circular nesles termos.
Rio de Janeiro. Ministerio do* negocios da
guerra, em 18 de julho de 1855.Manda S. V. o
Imperador por esla secretaria de estado declarar ao
inspector da Ihe-ouraria de fazenda de S. Pedro do
Sul que os ofliciaes que manliam em servico de um
para oulro poni tem direilo ao abono da addirional
e ctape, com excepcao dos casos de embarque em
que el lefl percebem come'lorias pelos va por s. Mar-
ques de Caxiat.
nheiro destinado para 1 mensal do collegio
dos orphios, a na sao respectivo direc-
tor como est del lo ealatu-
losdel3de Janeiro 1 kve-o sera quem
-uas vene firer.
hiloAo inipoclni ourari de fazenda,
recommcndindo 1 isar o encarre-
*,
MINISTERIO.DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS.
Tendo o Sr. I). Andrs Lamas oblidodo seu gover-
no exoncrac^o das func(es que exerca nesla corlo
como enviado extraordinario o ministro plcnipote
ciario da Repblica Oriental di Cruguav, eotn
a S. M. o Imperador, no dia 19 do mez ultin
(respectiva recredencial. Nesse aclo rcituu o Sr.
mas o segunile discurso :
a Scnhor '. Tenho a honra de depositar
gustas maos de V. M. I. a caria do Exm. "
dente da Repblica Oriental do I
O que coinmunico a V. S. para seu conlle termo missao diplomalica qne c
gado do laKSMI
em que, iiagafl
peza feili
vaporIm
os da ein qi
/.arelo.Igaali
ral, aceica 1!
pravas JH^^I
mente en oei
ni
cimenlo c para qu> Iciilia a devida execucao.
A' recebedoria do municipio da corle, mandan,
do averbar diversos predios em nome dos menores
Joaquim de Souza "Monteiro e Marcelino de Souj
Monlciro, porque embora fossain comprado
me de Jo8o Antonio Alves Bolelbo, socio
raixa da tociedade que uvera com sua falle
gra, mi das ditos menores, ota provado qu
fizera;
adqueridos para a mesma socio dada
da mas,a social, e foram juJicial{H
pelos hei denos da referida soca : o quee
al o numero e importancia dos estabelecieafeutos ; quer suspeilade IrJnsacao dolosa.
rniac- nelle assenlados
iimo do governo obre o
beleciincnlos : cumpre
Exc. as copias juntas d
que encurporaram esse
E-tado, com as quaes
quadros, lambem juntos
ventarin, que salisfazem
queilos.
Quanto ao &, tenho a declara*
v rutile do art. i, da lei n.
de TB50, esl o governo auloris.
.der, pela maneira que julgar mais conveniente aos*
'meresses da fazenda. nacional, os bens do referido
nenie, qnal n opi-
s referidos esla
asomaos de V.
e das senlencas
ao dominio do
o l,queslo, e os
los dos autos do l-
mente ao 2, 3. o 4,
W. Exc. que em
de li de selembro
o para mandar veo-
Ao ministerio dos negocios eslrangejros.Jl
Em. Sr. Cumprindo-me responder ao avil
159, que em dala de 23 de novembro do anno
salo me foi expedido pelo ministerio a eargo di
Exc. acompanhando copia da nota de 22 J
pela qual o ministro de S. M. Brilanira nes
communica que o teu governo de-eja ser nf,
sbreos seguintes pontos: 1, qual a legisla;]!
imperio rotativa a compra por subditosbrasileicos de
navios eslrangeiro de uro potencia belligerante,
mormente quando esla compro for feila nos portos
mentos que deve ler a seu bordo um navio estran-
encnpellado, e para fazer todaTTi .Jeapezas neco^- geir rado, e as formalidades a observar.
.- 1hesour?rias, declarando que os
196,199 e 501 do cdigo commercial,-qne as barcas imposto* da lolerias o dos premios dellas devem
0 MATADOR DE TIGRES. (*)
Fer Faelo Peral.
XIII
A guerra ttot TiUim.
Clmstian linhn anda na man cadeira gelhica,
JBdgard o maiiequim, e o eominodoiu a machina de
medir; lodos lre eslavam paina lo c do bocea a-
berla. Airas de todas as portas ouviam-se garga-
IhaWas.
. Que signifiro itlo? rtclamou Kdgard.
O commodore largou a machio 1 inclricn, e lan-
cou-ie porta, emporrou-a forte nenie; mas mur-
muran depois:
Fechada !
Fechadas) repeiiram Edgard eChrislian que
acabaran) de experimentar a outras poi
-a. N.lo ha illusSo a-ecentou o matador de li-
gres; estamos presos.
Tildo por inveja, d sse o coir.mndore ; adevi-
nho o designio delle; qoizeram tlmplesmenlo im-
pedir-me de ser ('"slemunlia desse duelln !
Releva acabarmos com isso, murmurou Kil-
gard, o qual patacas* aprensadar ule na sala.
Ettou lao anciuen quanlo 11 scnhor respon-
den Christian com azeduiee.
E eu exclamou o eommodo-e ; era urna oc-
unica. Vejamos a jnnella '.
I.evaolou o ralxilho, e laaoou > visla da parte de
Tora.
Irra! disse relirando-se -vivamenle; lia um
tanto alio.'
Senhores, Xornou chrgandu-i'! aos seus compa-
nhf iros de prisa, propmilio-lhcs incendiar a c
Fdgard e ChnsUan ergueram o- hombros; o com-
moloic releve-us pelo braejo, dizrndo:
He nina idea original! Compreliendam-me
bem: toda essa mobilia vnlhaarder como palha, o
ppvo viro em soe.corro, e escapuli-emos sagazmente.
Olll dissa Christian, bstami nos aqui 1
\ .1.. ler lio ler tido essa idea, evriamo'u E.l-
Qar 1 e-i'. I
Eu tainbem, Mac Aulay, en larobein, disse o
comanodaire mellando pracipiladamenie a mao nos
"{irVlde o Diario n. 18(1.
le vapor ila companbia empregadas na navegaran
inleror da provincia devem ler os livros de carga,
de rece'la e despeza e diario.da navegarao, visto que
em laes cmlurcaces convm haver urna escriplura-
c.io clara c precisa de lodos os (res questos recom-
mendados pelo cilado cdigo.
live a honra de levar ao conhecimenlo de S. M. o
Imperador o referido avise e papis qae o acomps-
nh.iraiu, e houve o mcmo augusto senhor por bem
djeidir que, nao fazeudo dislinccao o cdigo com-
mercia!, ou qualquer outra legislac 1 em vigor, en-
lre viagens de longo curso e as de grande ou peque-
liol-os. Nada jlBJnais fcil, gracas a Dos! eis-aqui
.1 plvora, else-qui as balas...
Ah inlerrompeu-se com ar desespralo, as
pislolas ficaram na cjarrnagein.
Of dous mancebos li;.eran um gesto de despeilo.
Oiicin-uie, loroou Roberto Davidson ; os sc-
nliores poderium jogar alguns murros para se cnlro-
lerem.
Senlior, disse E Igard solemnemenlc, carero de
um combale de morle.
l'maarma'. nae acharemos roa arma! dizia
Chrslian impacicnle.
O commodore torda os bracos. >
Moas amigos, meus charos amigo, disse elle,
eu daria ludo no mundo para lira-Ios desse embara-
ce- .. Qoerem tomar estes alicadores'.'
Moslrava as duas barras de ferr apoiadas par-
ate do fogo.
Bem entendido, accrcscrntou depois vendo os
dous mancebos snrrirera rom desdem, bem entendi-
do, havemosde po-las ao fogn primeiramenle.
Kdgard e Christian vollaratn as costas.
A excessiva nriginalidade dessa idea atsusla-
os, disse cumsigo o commodore; vou imaginar ou-
tra cousa.
Pasaram-se dous ou Ires minutos.
Que supplicio: exclamou Edgard balendo
com o p. #
Oh! senlior, perguntou Chrislian, quer ser-
vir-se dos alicadores?
O coramudorc poz-sc ds joelhns dianlc do fog.lo,
e.melteu as duas barras de ferro entre as brazas.
Mas Edgard o Chrislian deram um grilo de alegra
vendo os Iropbeos: era um arsenal que linham
s))a dsposicao. Tiraran) asechas do armas, as quaes
nao erain facis de manejar; desprendern) as es-
padas e fizera ni uina careta.- O cuiomodure seguia-
Ihcs com a vista todos osmovimentos, e urna ale-
gra infinita dilalava-llie o coracjlo.
Roberto Daviilsnn alu eslava, nica teslemunha
das peripecias excntricas desse drama; crescia em
sua propria estima, c tomava a estatura de nm gi-
gante.
'Ludo isso nada vale, disse Edgard, tomemos
o* rroTiuzes.
Osarcabur.es! sim 1 repeli Chrislian subindo
a nmi cadeira.
O commodore poz as imlos obre o coracao, e ex-
clamou rom enthu-ia-iii":
A's mil maravilhas! Meus amigos, eu quiz
deixar-lhes o merecmenlo da dea I Sir Edgard, o
senlior he um verdadeiro genllemvi I Se malar a
STac Aulay. promedo-lhe que ser ineu genro !
Roberto Davidsnn niotlrava um zelo incompara-
ser airadamente entregues pelos respectivos llie-
soureiros uas ditas Ihesouranas, do mesmo modo
que o sao no Ihesouro pelos das qne curren) na cdrle
e provincia do Rio de Janeiro, recommendandn a
exacta observancia do art. 8 do regulamento de 27
de abril de 1814.
A' diesonfaria do Mamullan, declarando que
o tribunal do Ihesouro resolveu dar provlmenlo ao
recurso inlerposlo da rieris.lo da mesma thesourara
por Benlo Jos Antuncs, visto que as leise regnla-
mentos em,vigor nao se ncha estabelecido imposto
algum sobre os laboleiros em que se vendem .fazeu-
sariascomo inveniario e conveniente demarrado
daitems, quanilo mlu t>> far;ao cornos comprado-
res ajustes laes qiieexonerem a fazenda de qualquer
respontahilidade ; reservando-se, na forma do !i 2
do dito artigo, as povoaedes e fregoezias os terrenos
necessarios para logradouros pblicos e nherlura Je
estradas que ficarao encorporadas aos proprios pro-
vinciaes, para qu? a assembla legislativa da provin-
cia dispooha do seu rendimento em beneficio das
municipalidades, em cojos dstriclos esliverem com-
preheudidos.
O governu imperial, no intuito de obler mclhore
bases pira mandar por em hasta publica os bens do
encapellado, decid, por aviso de 1 de novembro de
1852, que em vez de um tombo regular, que sobre
ser demorad e oneroso ao< cofres pblicos, depen-
da de providencia legislativa, bastara fazer-se a
desenpeao do encapellado com todas as confronla-
rftes vista dos titulo dos aciuaes freiros e arren-
datarios, c mals declarares que fizesaem, designan-
do claramente a porcao de cada um driles e proce-
dendo-se a urna avaliacilo razoavel pura servir de
base a arrecadac.lo ; e abri para as despezas neces-
sarias um crdito de 2:51X19.
O inventario, que ja hava lido enmeco antes da
publicaran da le de 6 de selembro de 1850,
coiicluio.se de conformidade com o recommeudado
110 supracilailo aviso de i de novembro de 1852, e
foi permiltido ao tribunal do Ihesouro : delle se de-
preliende que houve especial cuidado em descami-
nar no aclo das avalacoes o que nao ficrlencia fa-
zenda, e o que foi reservado para logradouro das
povu'aciies comprehendidas no encapellado.
Em visla, pois, das diligencias e despezas que por
parlo da fazenda nacional lem sido feitas para ha-
ver c sustentar, contra as prelences da santa casa
da Misericordia de Lisboa, o seu direilo i po.se do
referido encapellado, e para levar esla queslao ao
eslado em que se acha, parece ao governo imperial
que muito mais til be a alienac.io decretada pela
lei de selembro de 1850, do que a concetsno pedida
pelos estabelccimento* de caridade da provincia de
l'ernambuco, cujo patrimonio alias poder ser aug-
mentado por outros meioi.
E como a revista que por parte da santa casa da
Misericordia de Lisboa foi intcrposla e se,acha an-
da pendente do supremo tribunal de juslica, nao
pode Mistar r. eiccuc.lo da le de 6 de selembro de
luvi pretende o governo nulorisar thesouraria de
vel: tomn das maos de Chrislian o arcabuz que
esle alimpava, e riisse-lhe :
Oeixe islo que he minha tarefa. Vou earre-
gar, prepare as forquilhas e as mechas.
Edgard e Chrislian collocaram as forquilhas em
frente urnas das outras as duas extremidades da
sala.
Eiao um tanto longe disse o commodore ;
mas he verdade qoe esset arcabuzes devem ter o al-
cance do canh.in. Digam-me, en linha Irazido vinle
e qnalro balas, mello doze em rada um, nao he
assim?
Doze balas! repeiiram Chrislian e Edgard.
Nao lenho mais, meus amigos, conlentemse
com eas.'... Pens que seis cargas de plvora se-
rrn suflicienles!
Edgard e Christian fizeram ama carda involun-
taria.
Reslam-me quatro cargas no polvorinho, e vou
reparli-las fraternalmente, pois Y mes. assim pare-
cen, desrjar.
Fallando desla maneira, o commodore carregava
os arcabuzes com toda a forc.
Os senhores teem as mechas? perguntou elle.
Bem!... Que rumor islo faro amanhaa uas gazeta I
Eu mesmo referirei Indas ai particularidades... E
fura misttr que os redactores fossem mudo diolas
para nao accrescenlarem alguma cousa como islo .
k A nica teslemunha desse duello prodigioso era o
bravo commodore Davidson. llo condecido pela sua
nriginalidade.
Esfregou ss maos emquanlo Chrislian o seu ad-
versario contemplaran os arcabuzes com urna es-
pecio de desconlianc.i.
Ei-a, meus charos amigos, aos seus lugares,
lurnou o commodore ; eis-aqui as armas!
No momelo em que Chrslian e Edgard toma-
van cada um seu arcabuz, elle accrescenlou sem
petlanejar:
Uesejam qoe faca-se alguma cousa depois de
sua morte?
Mea ultimo pensnmeato sua filha, senhnr,
disse Edgard em voz baila.
Bem! multo bem I meu pobre rapaz, campri-
rei sua mensagera... E o senhor Mac Aulay?
Chrislian pensara:
Jane nao aina-me mais I
Nada I prnnunciou em voz alta e firme.,
He cheio de carcter esse nada murmnrnu o
commodore; hei de d-lo em prsenle a lady Brid-
gelon para soa prosima tragedia.
Aos seus lugares! ordenen elle inclinando-te
para accender as duas mechas. Pens que nenhum
1859
inglez poder gabar-ss de ler assislido a semelhanle
cousa! .^
Os arcabuzes eslavam sobre as forquilhas. .Edgard
e Chrislian receberam as mechas em silencio Somos
forrados a confessar que sen ardor achava-sc um
lano abatido.
O commodore, polo contrario, nao caba em si le
alegra.
Todo est prompto, disse elle. Fac,am boa
paulara, c adrein ao lercciro signal,
Lina continuou balendo palmas, duas!...
Edgard e Christian voltaram a cabera, alionando
ao mesmo lempo algnm lano as palpebras. Os odios
do commodore brilhavam romo duas estrellas.
he-! pronuuciou elle vivamente.
I'ode-sc ser mu corajoso, e nao goslar de comba-
tir- em urna sala fechada na distancia de tres metros
com arcabuzes carregados de doze balas e ~a plvora
proporcionada. Com eTeoJnilo he um cmbale ; po-
rm um duplo suicidio. Edgard e Chrislian nao po-
diam conservar a sombra de-urna duvida ; seu ulti-
mo minuto eslava comecado. A ambos repugnava
essa carnificina estpida, que nao dava salisfacao
nem a nm, nem a oulro, e que depois da lula nao
deixava vencedor; porm naoatreviam-se a recuar,
porque o commodore ah eslava.
Dous humen- alias ulelligenles e briosos, dous ca-
racteres que mo Icnam esmorecido em um aperlo
son! O preconecilo prendia-os, a presenea de um
louco gairoleav,i-os. lam metralhar-so n qneima
roupa. pornue Roberto Davidson dissera : urna !
duas! Ir-!
As duas mechas abaixaram-se sobro o ouvido dos
artalnisea.
Seria preciso ser Inglez para oprimir dignamen-
te o que passava-se na cabera do commodore. Era
urna febre fra, um delirio de gelo, mas era febre e
delirio. Sua imaginario Irabalhava, e elle via anle-
cipadamenle o resultado das duas explosor. Edgard
e Chrislian iam desapparecer crivados, despedaca-
dos, aniquilados. Os arcabuzes eslourariam lalvez!
A casa lalvez sallara pelos ares.
Oqe momento na vida do commodore I que espec-
iad a que angustias I e qne alegra!
Era um homem excedente, que nao desejava- mal
a ninguem ; amava muito a Edgard, e ainda oais a
Mac Aulay : porm prefera a ludo sua glor;, sua
fama de r.rcenlrirniun sellada para sempre poresaea
liras de arcabuz.
Kespirava dilliejTmente ; o curasao e as foules ba-
liam-lhe.
As duas mechas locaran) as escorvas no mesma ins-
tante, n enmmodore gyrou sobre si mesmo, e den
alnn Boiaa icar a bandeira e gozar dos
privile: iz para o qual foi transferido, e peei.ilment antes de haver entrado nos respectivos
laes sao as precauedes exigidas pela
asileira para garantir a boa f do taes
irausaces, e prevenir que a bandeira neutra seja
fraudulentamente asada para eobrir navios que sao
propriedade de_um beldseranle. ou nao perteneci
exclusiva e gnainamente aos subditos brasileiro :
tehho a declarara V. Exc. quanlo ao 1, quesito,que
a nossa legislaran nSo eslabeleee difierenta enlre as
formalidades con que devem ser feilos os contratos
de compra de navios etlrangeiros em geral, e a de
navios perlencentes a una najBo belligeraaiik fie
a compra de embarcaba o eslrangeira lie na nos
purtos do imperio, nenhum laheldao poden davrar
escrplura do respectivo contracto sem preeederem
as formalidadeseslabelecidas no decreto n. 1S1 deJ
de oulubro de 18115. No caso de ser o contracto cele-
brado fra do imperio deveri o connl lirasileiro do
lugar legalisar esla transarcao, na Corma do 8 do
art. !Hi dodecrelo de II de junho de 1817, o arred-
ilar os direitos a que esiao sujeilos os uavius eslran-
geiros que pasao a naconae.
Quanto ao 2, quesilo, que n arl. 129 do egala-
mento de 30 de judio de 1830 recoaAececomo bra-
ileira loda'a embarcara cujo proprielario e com-
mandanle forem ridados brasileiros.podendo reu-
nir-se a propriedade e conimando neiinesino indi-
viduo ; e o arl. Wi do cdigo commercial arcres-
cenlaque a armacao e expedidlo de embarcarao
brasileira sii pude gyrar dehaiso do nome e repon-
abilidade de nm proprielario ou camparte, armador
on caria, que leuha qualulades reqi as para ser
commecaule ; mas para que a ema, S bra-i-
leira* gozem das prcrogaliva eaV ]ne a leg*-
lacao Ibes concede, devem satitfazer as prescrlp^es
est'abclecidas nos arls 157 a 165 do nesmo cdigo.
E quanto ao 3, e ultimo quesito, qoe os arls. ititi
e 407 do cdigo commercial determinan os papis
que toda a embarcarlo brasileira em viagem deve
ter 1 bordo ; e estabelece por lano as precauefies
necessarias para previnir e evitar as fraudes a que
alinde o referido quesito.
MINISTERIO DA CIERRA.
Kio de Janeiro.Ministerio dos|uegocius da guerra,
em 17 d julho de 1850.lllm. e Exm. Sr.Tendo
sido presente n S. Magestade o Imperador, como
esla corle.
o Tendo lido a fortuna de assislir, como
da repblica, i fun laeao e aodesenvolvi
ice celebrada entre a repubfi
icol be;o que he o prioaeiro dos meus deve
ar bem alio a pureza e a lealdade ('
Brasil, de queeslou profundamente con-
e vossa naageslade Imperial acred
aerei sempre esse dever.
cralidSo para rom ve
Hfilo e sea povo, pela extrema bei
^Kse tem acolbdo, he ao sincera,
^Bomo os meus votos pela presperl
^Hlt imoerial, de sin augusta
Srxcedeute povo do Brasil, n
Sue Mageslade o Imperador responden ao Sr. La-
^neaseguinles lermos:
Ao receber a sua rccredendlal juslo he que 1
manifest \ ronviccao em que eslou de que, mesma
Como particular, cmilinuar 110 seu nobre e sincero
empenho de cimentar a aHanr,a que reina ntreos
nossos dons paizes, mostrando a seus compatriotas
quaes (em sido sempre as vistas sua poltica para com os Estados do Prata.
O Sr. I). Andrs Lamas leve por succesaor o Sr.-
. Antonio Rodrguez, cuja aprescnlai-ao em audi-
encia publica leve lugar no dia 11 do correte no
palacio d-S. ChrisloviW.
O Sr. Ro diguez ao apresenlar a S. M. e I111
radorsua credencial de enviado extraordinario e mi
nitlro plenipotenciario, proferio o aeguime discu
Senhor.O governo da Repblica Orienlal
Uruguay dignou-se cunslituir-me seorenviadn es
ordinario e ministro plenipotenciario juulo de
mageslade imperial para renovar-lbe de viva voz
seguranzas de sincera amlzade e'distincla considera-
;ae de que elle se compraz em noHer ollerecer a vos-
sa mageslade nm testemunho publico por maio da
carta credencial que lenho nesla aclo a honra de de-
posrlar as maos de vossa mageslade.
O meu governo, senhor, apreciando devidamen-
te as importantes vantagens que resultam para a re-
publica e para o imperio da prfida harmona, cor-
dalidade e boa nlelligencia das suas relacoes com o
governo de vossa mageslade, deu-ine o encargo mui-
lo especial de assegnrar a vossa mageslade do seu
constante empenho e solicilude pela conerv>(ao de
uina ordem de cousas 1,10 ditosa, n da intima com-
placencia com que se prestara, em todas asqceasiftes
e por todos os meios queeslejamau seu alcance,a Ira-
balhar conjunclamenle coin vossa magestade pela
prosperidade eeugrandecimenlo de ambos os povos.
* O alio concedo qoe forma o meu governo da ss-
bedora e juslica que preside aos consellos de vossa
mageslade imperial, na menos do que a grala lem-1
branca das vivas e mui especiae sxinpalhias de que
em ludo o lempo lem vossa mageslade dado as mais
inequvoca* pravas ao E-lado Orienlal. fazem esperar
que ossenlimenlos que arabo de expressar serao exa-
lamenle correspondidos por vossa magestade ; e sen-
do assim, vossa mageslade dt?nar-se-ha permitlir-me
que desde j me felicite pela insigue honra que me
fez meu governo, escolhendo-me para ser o orgao de
laes senlimeiitos junto da augusla pessoa de vassa
magestade, e pelos immcnsos benecms qne, do seu
periodo accordo com os de vossa^ageslade, se deve
esperar para o porvir lano da j^ubdea como do
imperio.,
Esta honra, imperial senhor, s posso compra-
la nesle momento fortuna que experimentare! se.
terminada salisfaelorarnenle a mi-sao de que eslou
encarregado, poder regressar ao meo paiz levando
coinigo a conviccip de ler-me lomado agradavel aos
um grito de alegra extravagante. A plvora arden
em silencio, e laucn smenle ao leclu duas espi-
raes de fumaba.
Edgard e Christian ficaram immoveis, c mais pal-
udos que cadveres ; nao sabiam juslamenle se ista-
vam morios ou vivos.
l)cs condemna-me! exclamou o commodore
balendo com forra nos pedos; ctsas cousas so acon-
Iccein a mim!
Repetiremos, lomou elle em lom insinuativo;
pois o semblante dos adversarios causava muda in-
quietaran, nao he nada, charos amigos... um pou-
quinho de ferrugem nos Coges.
E tirando um longo allinele do novel lo de Lc-
wis, poz-se a esgaravatar os ouvidos dos arcabuzes.
Acabe logo com isso, murmurou Edgard com
voz alterada ; essa demora he inloleravel!
Com elleilo, accrescenlou Mac Anlay fazendo
para sorrir um esforc desesperado, nao estamos em
leil<> de rosas !
Qualquer ler.se-hia compadecido. Seu semblante
decompunhd-se, como se um veneno mortal obrasse
-obre elles. e quando seus olhos enronlravam as
boceas aberlas dos arcabuzes, urna convulsSo surda
agilava-lhes os membros, e grossas gotas de tuvr ca-
biam-lhes pelas laces lvidas.
Mas permanecan) em seus lugares.
Foi minha a culpa, dizia o commodore lag.i-
rcllando como um dentista que quer divertir seu pa-
dceme ; se eu livesse cuidado nisso, ludo estara a-
gora acabado.
Eis-aqui, inlerrompeu-se depois de ler reno-
vado as escunas: desla vez respondo por ludo, faram
a puntara !
Os dous agnnisanles obedeceram sustentados por
nao sei que forra inarhual.
K-tao prompto- ? pergunluu o commodore!...
Uina! duas I...
Um grito de affliccao ouvio-se do oulro lado d,i
porta, e Crter que Uvera a curiosidade de applicar
o olho tachadura, precipilou-se na sala como fra
de si.
Tres! disse Roberto Davidson correndo-lhe ao
encontr; fogol meus amigos, fogo I... Vmcs. livc-
ram lempo de sobra 1
Os Cornecedores etlavam j enlre os dons adver-
sarios. A aliilude do temo Filowski era semelhanle
da joven Sabina ajoelhada nos quadro- de David
enlre Romulo e Tario.
O commodore desesperado l.nu;ou-se em urna pol-
trona, repelindo tem saber que fadava:
Esl ludo baldado! esl ludo baldado! fn,1o
lenho feliridade.'
Italia de 59I2O rs.,
fletle importa a des-
1 rn pobre do
ha, dorante
no mesmo la-
auraria proviu-
1 ntlenln das
liaeram ullima-
e commu-
^^^B marinha.
^^^Htra os conveni- -
^^^^palho adminislra-
1 abonar aos capitaes
Mara de Castro
le Agaiar, Jote
feres Corinlano do
qoe por lei Ihes coiu-
Ira de embarcar para as Alagoas no
1. Participou-se ao marechal
Uvendo o rcquerimenlo em
>nor, pede por aforaroeu-
acha devoluto nos
ontas, do quaL fez de-
sleir de Souza, afim. de
"conformidade com a soa
la coin referencia
i.1 Silva e ao pa-
ihesouraria cons-
ival, decla-
1 para as Alagas-
^rgenio Francisco Cae-
Transinillindopor co-
do o parecer do
quem oaivi cer-
icion. 372 de 19
libe que netta da-
da marinha, o es-
officio cer-
^t ;eber o secrelario
diligencias qne fi-
ligencias.
^^^^^Bblicia, re-
^^^^^^Hte coronel
lis armarios
naquelle quarlel quau-
-se ae marechal
paoliia das barcas de
le para a corle no
1 Jos Casado Li-
pastageiro de es-
lado.
HilaConcedendu a Jos 1,encalves da Porcin-
cula, arre na la ule dos reparos-das poolesda -rslrad
du norie 15 dias de prorogae.lo para a conclusao dos
referdosreparos. uecessarat com-
inunicaroi!...
EXTERIOR.
AS NACIO.VALWM OPPRIMIDAS. SIM
Nunca io eforramH a occullar que, como
opiniao pissoal, sympalliisavamos granderneulecoin
os politicisque desejavam qne esla guerra livesse
fiu mais ampise podesse producir resaltados mais
comprehe isivos do que os projeclados 00 designa-
dos peles gabinetes que a resolvern. Entenda-
mos que a couservacao do .la/u quo, a balanza do
poder, a preervae*.o do equilibrio poltico da Euro-
ropa tal como exista ha dous anuos, era em verda-
dade um c bjeclo de primeirancesi lade, e al poda
ser stiMicu ule para justificar hosti lidade, se nao po-
desse (fisso queurna
vez interrumpida a paz, urna vez as despeza feila,
uina vez o sanguc derramado-alsnns fin maiores e
melhores DOdiam rasoavelment mjslurar-se com a
nossa poli ici. Nao podemos escureeer a evidente
considerado de que o ilalu quo nao era totalmenle
mu salisli clono ; que alguma cousa melhor poda
facilmenif ser concebida, poda ser rasoavelmenla
desejada, poda ser oblida.
Nao podamos deisar de sentir, ao passo que en-
travamos u'uma luta gigantesca em favor da inde-
pendencia, da inlegridadc e do direilos naciouae da
Turqua, d proclamavamos ; ler de defender a
sua fraqueza contra a nppre* e poltica de man-
iera suJ existencia como elemento europeo,que
olhos de vossa magestade, c haver merecido a appro-' havia oulrts nacQes cajo carater melhor nwrecia a
vaca do mea governo, pela maneira franca, digna e
leal com que me proponho cumpri-la .em conformi-
As nutras portas tinham-se aberto, e a sala eslava
cheia de associados, airas dos quaes conservavam-se
discretamente quatro ofliciaes de jnsliea com soa va-
rinlia.
Senhores, disse-lhes Crter; fai.am seu dever.
Edgard e Christian nao haviam pronunciado urna
palavra ; linham o arde dous homens cabidos de
um primero andar, e que sao levantados ainda a-
turdidos.
Oual dcsles dous genllemans he o sir Edgard
Lindsay? pcrg'unlou ochefe dos ofliciaes.
Este, respondeu Crter.
O nilcial de juslica adi.ininn-sc para sit Edgard,
e torou-llie o hombro com a varinha diienoo :
Em nome da rainha! sir Edgard Lindsay,
irendu-o por urna ledra de cambio de quinhenlai
ibras.
Tinha as maos os papis que poueo ante esta-
vam na carteira do mercadur de cavados.
Islo produzio sobra, sir Edgard o elleilo de um
cntaro d'agua fra.
He urna emboscada! exclamou elle recobran-
do logo a presenea de espirito.
Depois acc-escentou encarando Mac Aulay com so-
berano desprezo.
Sao moios velhos, scnhor; mas qoe nnnea
Calham.
(losara o senhor pensar... exclaraou Chris-
lian.
Pens que ludo isso foi previamente prepara-
do, respond u Edgard vollando-lhe as costas.
O comino dore que levanlra-se lnguidamente,
approximou se. As ultimas palavras de Edgard fo-
ram para elle como um raio de lu,
Ah Mac Aulay Mac Aulay disse elle com
melancola, foi verdadeiramenle voss que mallo-
grou o negocio?
l.evem a sir Lindsay! ordenou o ollicial de
jnsliea aos seus subalternos.
JTornand a enconlrs-lo, senhor, disse Edgard
a Clmstian.
Mais b evemente do que pensa, respondeu e
janola; pois vou tratar de pagar suas quinhentas li-
bras para ter o prazer de tornar a ve-lo.
No momento em quo tir Edgard sabia levado pe-
los ofliciaes de juslica. Crter chegou-sa ae commo-
dore, tocou-lhe o brao e diise-lhe em mola voz,
sorrindo:
Vossa neohoria nao adevinhn?
Alias be urna couta bem simples, disse com fi-
nara o sensivel Filovrski chegando ae oulro lado.
O que coto? pergunloo o commodore.
Crter ergueu os hombros, Filowski piscou os o-
nossa cooperarlo c cajos solfrimenlos Itrahiain com
mais razao as notsas sympathias ; eque ettas naijOe
Ihos, I.ewit e Staonlon deram ara sorrso desdenho-
50 e cheio de irona.
Que significa isso? lornou o commodore impa-
cientado.
Significa, Milord, respondeu Crter,'que o ho-
memziuhc nao he lolo..... ftz-se prender de pro-
posito.
"O commodore foi logo locado por esse novo caio
de luz, e tornou :
Ah de veras? E eu que desronfiava de Mac
Aulay! E era sei o que vou fuer, vou dar-lhe mi-
nha filha.
Lam-ou-se pata Chrslian, o qual permaneca so-
zinho e (-ensalivo junto de seu arcabuz; mas no
meio do c.iminho fui impedido por um homem mep>-
brudo, qus vinh com as maoniui boltos, e que im-
pedio-lhe a pauagem sem ceremonia.
O commodore recuoa um pasto, e poz a luneta no
olho.
t Anda esse patfe! disio recoiihecenda a.Tem
Borne, o c,ual podara penetrar at so fondo desse
sancluarlo com o favor do tumulto.
Ton linha om semblante de malo humor.
Corro.vai? perguntou elle fazendo a Mil Au-
lay um signal familiar ; j com o meu dinheiro.
Eis um la brego que nos arruinar! ditse Cr-
ter aos coinpanheiros.
Sei c que queros, comecou Christian tirantio a
carteira.
O commodore qoe contmplala ainda a Tom com
a luneta, lomou urna attitiide pensativa locado por
um lerceirj raio de luz:
Acaso lady Bridgelon Tallnu a verdade ? le
uina niullier excedente!... Porque Mac Aulay n3o
lauca esse uiaroto pela porta fra? .
Sao inte e cinco libras, nao ho assim? disse
Chritliau.
Vul" e cinco libras! exclamou o commodore,
de quatro em qualro dias! Vem-me urna.idea bem
extraordinario! Mac Aulay he lalvez um anligo tal-
leador da Calabria. Elle linha enlo outro nome, e
esae homem de mi caladura foi seu lenle. Agora
v-se obri'ado a dar-lhe dinheiro par paglfr sen
silencio.
__ Sao .incenla libras, respondeu Tom Borne.
Mae Aulay hesilou um instante, depois entregea-
Ihe cinco notas de des libras.
__ Hehsol exclamou* o commodore; penetre) o
segredo de Mac Aulay I
Oualquer outro se affaslsria oom herror ; esa pe-
rm aprov ilarei a orcasio para fazer alguma cou-
sa soberanamente original... Serei o sogro de um
amigossltcador da Calabria!
-(Conffnor-|e^B.)


'



bdlnS opprimi.lj., dismembradas, .... escravi-
esquecerqueMPolacoi erara ""
>$,oque
PSlo rainpfehen inil,iu, ...... i .
I. com Crin*, ,o u.U Maslo "ao'he &K& tWfti?.ftffi
tuda que lis desuado pela liiimiicein aue usamos.' Ellos lem d!i ., ... ..... .P"0".' "' K0*"004-
PIMO DE PEMIMBUCO TERfl, FtIBA 14 DE AGOSTO 01 J855
----------- ---------; -- imn.Miv-|l JHilS >SIU lid III
ludo que he designado pola linguagem que u-an"-
menea aglpente fura ateste casa do que nella, ex
ceplo guando uin ministro oceulte o que nao quer
novo m..........."1"xwr que os romeos er
1'alTn f'lf* e Vrtlrnle du '>ue Turco,
"*"". Pru*l Aoilria crebinadas ; que a
.r. u1" ?"' cun>1''<'>al ao pin que u Turqua
h. ^r, CJ,"_e ''ue' er Hl"' que .loo a Uun-
gri* de pa onuo, colloco i -a prosliada o desar-
maua nos pe, do mu complico .que a lulia era mui-
to mais eteili.ad.-i do que a T.iiqui.,a que a Italia
.nodo eslava na muer.,, eesc.avido principalmente
parquea Rnia linha anmalo e habilitado n Aua-
i ,. e,erc"r perversa vratele obro aquella
beUa e inil Ierra. ,;l(1 ,,, ,
linhaemTm .? Mg"qUe,'r,,Um *wl" I131"'>* soldados ealrangeiros. no, apptau,,., incuria,,:
">na em 1 melhnre e nia.s feliz.* elemento* de les di, e*lr.,nseras a-sonId*., .,.,i.., la"
l'rojzresso, de eieiHMjao, de iflMrd.de esclarecida e I nhar liberd le im se ,-' ,1t 1, ,a *"
aonre*mr.,floquepazem (livor d qual lint,.- I mo urnadad a^Itara^d.^ Z? ? ""
-os ampuDlMd arma, ; q.( o siu povo le, ia sido .id. con,,., Z he,2 e\\T,",, '? *'"**; '"""-
lt;if I.i i(nf.i*,,. -I _..___ i "
, .,__ --i--- -.....- .....n*w Ulllllll u UUf II.1U UUPI
;e. pela ciphc.r. h desgraca e vertronlia ao estadista n-
glox que, qualqo.r q posia .er a sua sv.npalliia
pelos. subdilu* opprimidos, excite-os a rel.el.i8o
eoiitraosseus llironos nativos, au pretendo que
as mudanzas il aoverno representativo lodo quau-
lo o que u sen cahinele pode pr.imcller hoii- uin
ovo s^biuelc amanl.Aa poda legalrneule revii-
jtar; que r-lle na,, lem poder alg.im para remir em
lioritartc os peul.ores que rln? esereve comsangue;
e depurara anula mais as valenics populacues que
sao ei.iinail.il a descansara democracia nos bracos
oto tena proporcionado inuiU man rica relribui-
'i'M lo nono cuidado. _
Emlim, ora Igual.D.o'le tiDrrwsivel llegar que a
dmsaod Polonia en. Iflo grande violar-do do eqni-
i aorop,n como loria .Hi.lo.desinembr.mrnlod., .....,, "" -
inittido urna coosaera um er- As NACIONALIDADES E A CIVII.ISACAO.
r Pftll ^ll'nn.d a I., ni.l. r
! i -------' .....*"* 'ima cuusa era um cr-
bUI comoaor, ser connivenle e lomar parle
. f-orn, aiTeito, o ultimo proccdimenlo era
ano- do que a nocssaria coniequeucia e
cnmplemeolD do primtiru.
Uo forle.neille como q.ialquer
IWI.no, o. Hngaro-lao r,.rle-
^"alb? *Wni' Kos""'' Kra.insk,. Mas
Wvania! nossa voi j,ir conciliar o rie-
ento-da lula co.noelles desejavam, era do
r : peiar cuidadosamente futras comide-
gnmasdaaqaaeserf naluralll.es houves-
c.|do, ootras quo ellis, ainda mais, .lo que
o-Ss devwm ter deliberadamente ponderado, cl.ni
laiio, era imposaivel que no correr dos aronleci-
-s. eaputialment.! se a gurrra fosse obstinada e
rguda, H cftiilenda podi lomar maiore di-
?!?? T PSpn'" ,"ai, '""P1"' P''< or feila
ia n>bres hns.podia sor anim.da por paixf.es
nais prorun.lai o man energi.ai paiidl Efa abra-
oulros emblenle, podi. car nascimenlo o-
vaa alliancaii e allerailas eomliinacoes poltica-
le seria urna lula
ga.. ibc piMpreviil, pur Caoni.if. en comparara., da
i H guerras.le throoot c exercit, saf, cu,o
Mcilicosjoga, de ladrea ; que involveria toda a
ma, eqoesenaeiecuta-ia nos pai/.es mais po-
25,. U "J^Tl" "V*!"1""* ; qaa .h ... mais
trada^ balalhai senam pidejadas na edades c
eunqnecidos don maiores monumentos
Una. albrffleseadu emi os mais ricos mila-
Me. gloriwcomlc.l}s, troph.os do re-
lnlellecleal;q.MDdo al. .lisio no. le.nbra-
I guerra seri. feila por ohierlo al-
""lel,! a, masera
em qoe pa-
oaiiodasban-
e muito, doi mo-
la hberdade repu.li-
das foaueirasle
, e"o 'n a accedido na sa-
raaa ronle ; e quando nalme.ile nos leml.ra-
lo ampio e mortircri. cunniclo, e.o que
- peros motivos e
com o mais patentes lo, os quaes ainda ...lo rs-
wllMmoasodeviaioosrepudr em desapprovar
_------, .__ .... p.wpra imiiii'iiifui1, e I4STU-
F o*"3" o. sombra dea seusproprios carva-
{KconomUl.)
V
'Atropa a//enrf, mlHcile la funda-
(ion t une nouvelle socil.
It ne cOMiaii que deux peuplc* : Irs
Ot icntetux el le Ocnidnleaux.
Tant qu'iim se batir em liurope,
cela fera une guerre eicilt.
(Napolen em Sania Helena.)
A nacionalidade lie o principio da cirilisacao j ?'e\"unu'!r*
b,,., ,__: j",-----* = = i* o os trovemos
b les lem dilo que, nao obstante eslas sevicias, es
5LSS2S "rP"'11'- '<> estes'abandonlas
prosenpeoes pelo ouro e pelo sangua elerd Palmare-
tanlema.de alo aqu um mini.ivo mallo popular o
m. papaus 1.1.ei que tenha lido a ln,l.|K'ra!
Temos oraull.o d.ilo, d.e um di. lir Koberlo Pec
o lorj na cunara dos co.nmum.-Sim. aecre-rantS
*|cal lord John Kussoll, sin, todo, 6,"emos
orgull.o d.slo porque nao lie o mlnblro da Hu,ia
:s:;rr"MaF^'......sa
nJ^I^Sff lfd P,,,,er4100 "ll'l->a Hberdade na
nnd i kn ]"'"3' "a HanSri- Por loda a parle,
onde ella ,, e nem por Ulo deixa do ser
mini-tro popolariMimo de um p,,vo livre! Eli. he
pupularissiuiu, porque lio o .oin.sUo, nao da liber-
d| le.qoe be um .los iuleresses geraes da hu.nanida-
de, um dos maiores lins que a eivilia.rao se propoe
r.."?ea..,r, mas porque he o ministro di, nacio'.alilla-
de tauea. do ii.leressc nacional ingle, ao qu ,| seu
rnm.slr.. I subordinad,, .,!,, os ou(ros i^utomm
do mundo e da bumanidade !
JHu. .pri"dp"'lU "ionalilade lem semelbanlcs
reiulladoi cerno principio de civ|i,aao no seio de
su., eicao, que se proclama com rata., grande e ci-
il.-ada entre todas, jolgue-.cr do que .leve acon-
ffi,n,eerona,ij"',esc?",M,,snouuimM
l'orlanlo, ..ao sois vos meimes reisurreccionislas,
que dnpois de haverdes rid.c.il.iisad, succionis
ludo que ha de profaudunenle verdadein, esies
torouatn rline: 0 egoiaq c o odio be que
rt^'.uV1^10 '"contata'rel: por amor da na-
e*one#Wae?*nala.se e lyrann.sa-se; deixa-se ma-
Oradigam-me em que luaar. em
... ----------------------~ -- i...... .. ii.i ii'ii-.n .ii n
n.io sou eo quem diz, so o* ressurrcccionilas'par. I aue le'mnn... i... .IZ"^"".""' "" ",."" 'u-"r< ""
darem a en.eu ler que no d.a em que nao hoaverem mTlar vr" ,! r ,y*BS2' e 'lei"'1 5e
""* '"*".....adea. a civilisaCao perecer e eslarc- j Z, ? PI-""Lf Uher^' '"lu
mi. no lito ,i m...... Pa'.a. enlre a nacionalidade e a bum no. no lio. do mundo.
Eu digo o contrario : sendo a civilisar.lo a uni-
dad., nao llavera ciyilisacao completa pa'ra lodos c
oslen I,da a lodos, senSo no dia em que s bouver
urna naca.., islo he, a Iramanidade ; porque, dii Fi-
eme, o O genero humano .leve reunir-se em um
vasio corpo orgauisado, ronliccc..du-so a si mes-
rao.
Ora, o aenero humano jamis lera o conhenmeo-
lo de si ineimo, eiiiqiiaulo a civilMoh (iv.r por
rerdade.ro principio da civilisatilo, se comlu.lo a
c.villsacJo nao esl.ver mora ou lyrannisada t
1 ara quo seguirei cu os roasurreccioni-las em suas
eonlradirucj aocumuladas e chocando-so urnas con-
tra as ooilras. como vaaas, cm seui cinco artigo*'
lorventura licar.. algaem mais convencido quan.lo,
QepoM de ler registrado por sua conla en. sua parle
geegrephiei eala declararao : lie dinleil, excepto
na Hespanl.a. n Il..li.i e em suas ilhas, adiar os rt-
mi/f natiiraes das nacinalidadea,* liver de citar
principio ..nacionalidades, que se coiihecem w en^STdu!L1i.fT-Sf*' wv d ''
penco que nao sal.em definirle. Por isto naci- .T,.''"'* 'J'U',miU" cslas NaVre. de .Napole.lo:
"Madefceo princ......da civiliacao pelo S^\iJSX^J!XJlSSf se"'1' I"-'"" ca-
Ulul.quea negscio he o principo, da' aflirmacao. IoSS^XIS^S^^
a reaccaoda acc.io, a resistencia do movimenlo a agU.d Ylc n,. l ha I^IT ,'" ^T^ *"
guerra da paz. o eaois.no da dedicara, navio re- S .Vialm Q m T,ur ","""'*" '""'
bocado da [racco do navio reb.cador e finalmenle tSSiS ffi*r .Tcrl'hec"1" "npo.sivel.
pelo ...sino Ululo que mill.ares de locmoliv.s pu- nd I. l J '" r-"'ll""!,'|o "npolente, como
%>*> f '...... *l-"o um combo iUm o I l&St 'mL* "V"^'"' **
prioeipiodaunirtade da rapidez de sua marcha ao I Ka^crd'de a,ZX
llm pira queso dirige. i,.,Z !l"""lu Ixucra
HtERIOK.
le concert com lodj
Hlusoes iimi
lodos aqoelles ,|0 i
a iasp,
lode aquellos qu(
o uosso cli.nda,
al qoe por
temer a victoria i"
com ludas as
igilol.eis ; que
^^i aborrece.
I'iepenam peln roul.o,
me. se reuniria.n
raii.ii a nossa causa ;
aprcndrssemosn
io;oo a derrol,., e abor-
'"" oos,0, r cmbale mais do
iei odiamos o, nossos inimig.s ; _q,ndo rellecli-
iios sobre lol.s esta. < ipr,, mlr ,au,.
la. o p,ir,olas reniclam sobre filas' sentimos que
erooora, >, a Pruvidencia em sua imperscrulavel
bedona de, relasse um. lula I; o desesperada, eipc-
se.nose aiTedil.tiemoa qnt o bem linal sal.iria do
mmedialo e lerrivel mal ..., n0SM corasen,
nem nossa f he IA. forle q le ., ,, cha-
mar sobreos a iemircleii,
"Ota'-iuanxtnte'ditmoron-
' ujas cunsequencias vemos, man ij
ioiicIusSo. '
M* anda ha oulro poni

sos esla.l
/es solemnemente comider.m. A lo-
. afeSr"f0,r?<,Po*'ilpr lemainaeionalidades
TS'1, l'?'f- Pr lf freq.i.le, no ba-
bitaalmenle, minia lo as sn.i ba_
donatio-as na hora da necessitlade. I aeaangfo.poi-
lo qo
em undamenlo. He urna du
" *r f1''' contra urna po
compre saber qn-
damenlo oo
>e em a nos-a presente lula
mo em abstracto.
no
neeessidade de invnear o vislo e inralculavc!
di iiaeonalidide u e rovolq,a,j em osso tnccorroi
se resolveremos cl.i. ,40 tfdo Unrilr
obre omsos inm .srao dos l.iheries
oppnmldo. da I incorrdo na so-
lemne e irrelragav.l ol embainbar
espada *.i retirar do
assi como
loriamos di.
na tlvr.fa
que no reslabclecesse su
qoe nao as livraisc da vio:
rio. coi .Ira o. ,i,i.,
rer-nos-l.i.
c do dever
i .amos ol
comearaii!
Magx,
pra*" Ipreparados'p'ira pru-
"'"' comecado, prir
armas na ou rslirm.la-los insurreirao
i.lo. ou por um raio'de
otra de promesa, r enlo
i destino issi... nos aclias.emos
i ou caosado, ou a contenla-los com al-
islipularoes paria son a.nni-tia e bom Irala-
n.eolo comosopron.planiei.te dadas esempre vio-
ladas ; fora urna infamia cni <)ue os estadistas in-
ies nao c devem mais manchar.
Oa, eslarana nos, ou estafemos sempre prepirados
f'T.* "il guer^i, ''''' 1"' '""pendencia naci-
.'**SlE'iadet co'"''eiifi.iMdo Polonia e llun-
na, ai e firmadatISt nao esta
lim para que se dirige.
IVveuluranunrase indago,, orara,, d, impo- ;Y .^3:' o Z' "
cconarios em darem urna dengicilo pinZiacioah. fc
K
se lem apoia.lo ejn
lie r.omliar de si e dos ou-
ini icm raido, esle prmei-
le unvi si.npiiridada idmi-
Hjde que a
I Ola non ;
tiUenca ;
' adversa-
il.ai.cn.
i honra
alentar a obra que
as italianos, oo os
eus se odores eop
--------.......... ,.,,, ...,, ,:u
exacta da palavra ncar, ? Nunca se d.ise que um
principio he absoluto e que se o absoluto na., existe
no termo, que o exprime, he porque o absoluto, sin
be, o principio na,, existe na coum expre.sa ? V lei
natural das cousas quer com ensilo que baja iden-
lKi.de completa enlre o objecto. que Jie o lype ea
palavra, que he a imaaem, e que ou le o idenli-
da.le he imp.-s.rrel. apenas ha urna convenea... urna
lie.;,.... urna iiuvein, que se .nove, se transforma c
desapparecc, como ludo ,.,iji ;0 ha absoluto, is-
la be, cierno. E eis-aqu. jn-lan.eole porque as na-
ciie. de-apparecem.
Com a civilisar.lo aconlece o contrario, parque c|J
la lem por principio, uin as nacionalidades, mas*
nnmanidade que mo -ollre nenhiima aplucau de
eonl.nuidade, que lie a sua obra propna como
mi Vico. I r islo, ressnreecrionislas, que voi jul-
gais hnos no.teja.lores, dando-nos por sobrenome o
litul i mesmo, que fax nossa forra c nossa honra, ve-
de como os humanitarios esta,, menos embaracado.
par. definir a humanidad-, do que vi.so estis para
deliinr a nacionalidade? E romo clles s,lo mai. lo.
Ricos, mas lundad. na lei das coosas, Tazcndo ,ra
liuo.anida.le o principio da ririlisacSo.
lilles delineu. a bumanidade : e' loda a rara hu-
ma.,., sen, accepso de oriarm, de religiao, d pai/,
de cor, de interesal, de necesidades; e acivilisa-
cao :orcsuludodolivre desenvolvimenlo das fqr-
phjs.cas c ii.or.es, nal.iraes c adquiridas, m.-
penm. c.n co.nm.ini para i mesmo lim por ese
corp inuco.por cssa erai.de familia nina e iudivisi-
vel, qiie se chama a bumanidade.
A||m*aose podedeixar de co.ifes.ar oue a oa-
iionalilade la qual se feria um principio,;^H
quil ac.ili-.raonao evi.liria e sobre o qual se
a ociedade, nao l,l,a lido ainda saa Torra, um n:fc;,;7s;ar;;",;; :, r. ^ urr.......;-<,e"- ^ -
n.os u mundo que, desde o comeen ca.niiiha irup.ie .ios ressurreccionislas : Com cslas van-
lado de problema c que se quer'fazer niarcl ""^ eJra."""lilrad.l sempre no estado de
lestado aleo lim O" ressurrerrion e (lt f"1;""< coiilniaeiiles de ressurrei-
yas que queris ajunlar a prohlerai^H WUnios agora aos cosmopolilns, quaes so
s nacionalid .desexlinclas SadSi'1"0 "''"* U rae""s chimericas da uni-
fc'...dmenl; para r,,zer passar'as naj
ao l i lo de principio real e urlico, f0
a dizer : dirnilo das gculri st basca sobre um tarto, causa e
lini.le de ledos os |oulroi q
nacionalidade tcm seu li.ni.. .
noresprilu e na independencia dosoulros.
Que he o supremo d.rcile das entes senao um
neeessidade creada mesmo pela existencia das na-
eoe. Lugo, so a nacionalidade nlo exi.lisse, a Cu-
veria o direilo humano cima do direilo das gentes i
como ha a bumanidade cima das nacocs, e lambem
ton fcil enlender-.e sobre esla palavr. direilo hu-
mano, como o lem solo sobre a cx.iress.io huma-
Illli la anlPJ..I .. 1 .
^ -"-'-----M. lilil -.(,1
ravel.^Ccrlaiueule! he admiravel cuino,, princi-
pio ,1;, arav.dade: loda pedia alirada ao ar cabe cm
ierra, e como a civili,a,;o repmia sobre licroes
aerial, ella he ...o vafcnieea. naroes as suas raq'ue-
laat yuan lo ellas descancain ou innrrem, deiv.Mii-
na cih.r em Ierra, onde lira nuiias vero .miliares
ae aunas per I. I i em lo la a surte do ruin.
Nao be lambem conlar demaiiadamWxe com as
rcocupacOes acluae, para escrever-se: Suppo-
nl.ainosa Polonia reslabelecida. a llalla in.lependcn-
la^que diHerenc., haveria I l)e differenca 1 Nao
haver.a oulra senao esla : A guerra em lugar de ler
i levada para o Oriente, o l.vera sido para a lla-
lla, pela Auslri... uu para a Polonia pela Itussia,
AuslriaoPrussia. K
A Franca lena poilo obslaculos, a Inglaterra tam-
bom. Como os abis vos? Esle obstculo nao fui
npposto onlrora, e i Franca podia; a Inglaterra
poda fazer quo a Austria nao loma.se a Italia, e
pelo, Iratados de lSlj |l,e foi enlrcgue. Na., se con-
juiflam jiois as pocas e as suas causas dclerminan-
les de guerra ou de allianca. E quem vos diz que,
d llussia nao livesso fechado o ra.ninbo do
ir culo c amparado as possesses na India,,, a ln-
Materra lena buje ma.s nos.a alliada do que lem si-
I8H? "cculoJ' qe lem precedido o anuo de
Nao se e.labelecam pois lijpnlheies sobre a ressur-
eigao ,te causas perdidas, e com o que deixou de ex-
t mo sonhcis a reconsliluirao do que leve sua
lodemorie, quindo esta razao he luamenlada
oos Ji.no.. .luranle os qae. u que .eslava mesmo da
glorie, dcsappareceu. e onde a murle se chama cou-
jaa a que nao lem ma.s nomo em nenhiima lingua.
>e em un. assui.ipl,, iao triste ho.ivesso logar para
m.cnti,ciilo ,. ilquer ,e i,",o fosse a eommise-
acao. t:ivt..,. ...... *
ellas? Espero quo mo ser permillido di-
- ... juco tem|Ki aqu, neslc memo lugar, e por
9 do hvro da Poltica niicrual, ao qual nao
ue com esle direilo eada "me e apegar.mi lin-lnienle. I'orveulura se-
ile nalnr.l c sua gara ni i. I !"" """'"r que fallaran, .ielle sem o comprc-
lencia rto.noir, nciiner ,
Mpoa.lo boje a esla queslao smenlo : Onde
eatte os elemei.loi da'unidade dos povos?.,
r.stao hoje onde clavara no lempo em que Moma
o. fui procurar e lomar pan os reunir dcbaixo doi
lenes, de suas aguiai, de suas lew, de leus
EsMa onde, se so livesse comprelieiilido a obra
da i.lea.rhrniaa. qo u.ha pnr base amia.le do
."...., v,y lel o satirc a cx|.ress.1o huma- "" '"p" rmaa. que t.nha por base aWrrl
ooi.ile, entrrlanloque he lAo impoi-ivel ha ver es... '""""o romano, se leria vi.lo. ni u chriit
...lelligencia sobre a i.alavrailire.l., d.,s ,.m. os tirilla adiado :
gentes, como
Hilelligeircia obre a palavra direilo das
sobre a palavra nacAo
Os res.orreccioni.lai ainda Ma oh-ig.idos a regi.-
iraiieni esla couGisAo de Rossi : ,\ srienria do di-
reilo daaen.c*indalcm as miserias do empirismo,e
em alcona esr.riptos.ella loma formas scienlilicas.he
apenas ama apparencia engaadora, na sna opiniAo,
fallain a c-ta sciencTa prinoipios que poss.in uppor-
lar todas As suas eonsequencias, dcducei que sa-
lisfara.n a intelligeneia e dominen! convieren, re-
ara que nao sejam destrui las p ,r iiumernsss'etrep-
c.,e, douir.:ias|ue nao transijan, militas vezes em
duras condicoe.com duulriuas conlrariai. n
Deyernos eonvir que he helio esle principio serado
do principio das nacionalidades para Ihe servir de
apoio! He dealguma serlo a escolado mirta -
imlibus atirantar applicada a sociedade. As nacio-
najidade. para ..aocal.ireiu em loda orle de ini-
quidades, uasci las de seu egosmo, apresenlam ao
mundo o direilo das genles comq.juiz de paz ; e cii-
iqui esla direilo das gentes, do qual C.imbTaea'l.ri.
Alio .asan aniim i\ir. .-... .._11_ .*
-. v ,.. ..u.u : je ii.ii es.a- anu esi. aire, o uas genles. (| n,,i r,mi,n.,-..ri.
os tema, direilo algum de pedir (oa aceitar, fe.lu mneo.im para sua ollrona privar calor -L,
eguniloam dccl.r.rSo das nossa, verda.ie, segundo cont. J~ "
lOlencoeOacooper.isaodeslasdescoolen dores, na.....oulra .....-,
.conalidades. Eainda ieeslam.,.,0,. ro-e de baixa cnn.licao.
si pensamos estar desl'arte amparados e resolvidos, --
T-* os i no m desespero, ou na sua
i rocemnascidn eulhnsismo imIo gene-
ro.., e o grande, aceilassem semelhaule couclusilo o
sonhassom lomar a sua armndiira para ta,, poderoso
conflielo, nos repinaremos una najo lio pequea,
seren ai.ln da nissa historia passada, oo
lio cegos i. carecteri.lic.i ira-
quera queiUo contidnremoi couio causa cerl a que, an-
lcqoemullos annos lejam p,issnio."eque j lim'ejaal-
cancado, no.lornaremojiprei!ui;o5os oulangoid.n mi
ransado da lula,que nos quedemos das de.pezas da
guerra |..wpremoi palo icpiuso d,. paz ? V.nda
mais : no .abemos nos que a minora de hoje pode
ternar sea innoiia da man .5a ; que a rcvolucJo ,l
MiUimenlo popular pode c.llucar no poder aquellos
jmlil.eos qo. aborroeen, a guerra, c nao aman, a li-
berdaic. e nao se iHiporla.n com os esanaeiros ; e
que um. mudanta da mili iterio pode involver urna
Sfli. d" P0"""- taUI, t.lal e deshonrosa ? Se
lord Derby subitse ao poder, cnulinuaria elle a guer-
ra pela hberdade de oulroi povos ? Se Mr. Cobden
hwda'S a/ "', coalin<\ c"a a guerra pela li-
suifui JH"r' P00,i r Se Mr- liladslone
subisse ao poder cunl.nuarii a guerra por ludo '
E enlre as ondas flucluantcs do nlimenlo popular',
que.nd.ra que qualqner denles homens-ou iodo,
enes jumamente na raeiroa conjeclura c na mei-
ma phase do espirito publico, nao ps.am dirigir os
l',"V o ''.""'"' !'oliliC '" '"dO-Brelat.ha ?
nf, ',,' coticlno o seu discurso sobre o
llebale da l"ae com a patsageni segunde :
Mas agora se apresenl;. o grave e solemne pro-
blema de que o abandono .le qualqner negociar,,,,
forij anda mais o espirito de odos que pensara p'ro-
funrlameiile, e quo o ivalleira, membro
por Manchcjler, lem cslabelecido rom lana pro-
pnedade. Estando a guerra .ubre nos. de que n,i-
'""' iinia o vasto e compre-
hensivo carcter qu excita no membro por Avle.-
bury esperaecH pela ra5a bu.naoa, n.ui audac.o.as
I-ara lerem expolla, po. ello esla cmara ? Em
termos claros, sera urna guerri .m que, par,, usar
'la l..ignagemdeCanniiigcin t8H, alislareii
ainelleiqae, uujoiita ou injustamente, esto
-('"que, i.ujU!ia ou mjuHamenlo. e-l.lo des- ,.oet oue iriam atacar as ^Z "*
la l.mjF"'l0" f'S'V "<*^aria, quin- ra-las.
Dar .historia esle ,^110 o tele mJT "'.....,* e?"P"". ~ P^l'"" "> o o pa.riolis-
nSo tona e.n sc.it.do nem nzaodeser, e ae cha-
. *--------------" l*-ai'"n, |HC.<11 M'illllir lia
verdad*, segundo cinfena.-n sem proprios admira-
dore', nao he oulra eoiiia i.i.fto um mao Fonlana-
Klle apena, lem una
cieuci., .em pnneipios, principios sera conse-
qucnciai : n.olem nada que satisfar a intelligen-
eia, que inipnnha Convicciio o; pel contrario poe-
sue em grande escala mcios da transigir minio dif-
flcei., muito vergonhosos, segundo seu interesse, ou
antes segundo .. interesse d i m.iii forte, que fal
Ielle leu iinlrumeiiio.
Beata modo aos odios; io eaoi.m, i inquidades,
as guerras, rujas causas sao Mnalas s nacionalida-
des, deve-ie juntar ainda a. causal das revolur-es,
da. questes, das guerras que e\istem no rundo de
lodo arlulrio incapaz de ali.fazer a intelligeneia e
determinar a roMMrao, "'0 Le. obediencia vo-
lun ana, a unicafRla. a unir efllcax. Na irn-
pori para nao nos malqustennos com os ressur-
recc.oni.ias, devoraos deia-tei dizer que as nacio-
nalidades e direilo das genlc sao principios de ci-
vihsatao. '
.Mas osdiicipnlos da e.cola liberal nao se deiiar.
vencer por lio punco ; clles vos uapondem magnili-
camenle : O grande erro doi plol.cislas ,| seculo
lile mesmo do culo VIH he lerem confundido o
estado enm a nacionalidade, de modo que o direilo
das genles vcio a ser a lei nao dos povos, mas dos
governoi. );
Porvenlura lem elle a certeza de que mullo aniel
dos seculos o. mais remlos uto tenha .copre acon-
tecido assun no. paizes.islo he.no universo, onde os
p.vos lem ido sc.npre absorvidos em um ou em
mullos, os qu.es dziam, o povo be o estado o esta-
do somos ..os? Porvenlura as pequeua. repblicas
da breca ?... mas, e esla .' cou a ensinar-lhes cou-
sas que clles sabem lo bem como eo, que au le-
nho iienliu n interesse
...._ _..........,.. ,,, ,, uciiitts
una nica resposla seria a eala dislioceJo de povo
e de oslado. '
Por venti ra he o eslado que lem inoculado em a
MINAS GERAES.
Ouro Preto, IGdejuIho.
Dos louvado, s palavrai ja snecedem as obras.
A Via frrea do valle do Parahiba he miis do que
iima esperanCa ou uaii simples promess. ; Irata-se
de realisa-la com lodo o empenho e fervor. A estas
horas as actfies alarla distribuida* e encorporada a
coinpauh.a que lem de aceitar o contrato Price com
todos os se.isonus e vanlagens.
Dos louvad.., principiara a miar no horisnnte os
ir.me.ros fulgores da aurora da reaenera.-ao indus-
trial desta grande provincia, nossas viis de commu-
pirarao vio brevemente prolongar se al ao literal, o
bloque.o em que temo, eitlrto al aqu va ser levan-
lado, e uossa produceJo represad, vai romper os di-
ques que se oppae a sua exportado.
Apenas removidos os obstculos qe .lillicultam,
e cm minios ca,o* imposslnlilam essa exportarlo,
a prnducrao estimulada pelo conmino augmentar
prodig.osamcnle com todas as tercas di fertilidade
do solo e do Irabalho de nossa. popolaeoaa activas
e industriosas, e O muvimeiilo da riqueza qu. ha
annos a asta pariese dirige do interior para o litoral
seguir ,l.rec.;..o inversa.
Alm das vanlagens eronomicas que ern geral de-
vo colher a provincia da facilidade da cxporla.-ao,
teremoa conseguido um grande lim almejado por*lxi-
das as admin.siracocs qe se lem succedulo na pro-
vincia depois da promulgado do aclo addieio-
nal urna cslrada de carro que ligue esla capital
Sabe Vmc. que sacrificio! enormes nao temos fei-
lo para se conseguir ene grande desidertum ; orea-
se de mil a mil e duzenloi conlos odoip....lido petes
cofres provinciaei, e em circunstancias muito er.l-
cas, quandu a nossa renda era anda muilo dminu-
li ; sabe qoe a_ estrada do Parahibun fui cedida 4
companhi. Ijniao e Industria, c que es.a compa-
n na vio-se em senos emhiracos, nao por causa do.
obstculos quu de ordinario enconlram nos pa.zes
novos emprezas desla orde.n c oulra. de que ja Ihe
del milicia, quoesses lem sido superarlo, por muilo
lino e perseveran,;. e pf|a ordemnllura laicoum,
mas pela nao coul.nuacao da estrada al Petropo-
lis. A sorledaqurlla companhia depende cm Brin-
de parte dessalAMInuarao, e em suas m.lo. lijo est
remover iaman|pobslauulu.
A anilinas pfioas menos bem informadas pare-
cer lalvez que a companln. enmprehcndeu mal
seis intcrcsses, quaodu n;lo se propo/ a cuntinuarao
te loda a buba da eslrada ale Pelropolii. mas so-
mente de parle della. Essa censura lio infundada.
A companhia nao emprcheudeu nem mais nem me-
nos do que devia.
Quando se ella organisou, dous grandes projeclos
de caminho de ferro havia enlre maos, um do valle
do 1 arahiba, do cujo Ironco parliria qm galbo a vir
pegar ueste provincia, oulro do valle do Piabanha
que dev.a ligar Petropos i nu.sa fronleira, no pon-
to rhamado I res-Harras.
Qualqner desle projeclos que fosse levado a exe-
eaeaa asseguraria i companhia o complemente da
mua que emprehendera ronslruir, e con. dobr.da
vaiitagcm pela celendado do Iransporlc na parle
complementar da cslrada. Nesse prcsupposto se or-
ganisou ella, e nem Ihe era possivel. na esperanca
nem mudada da execuc.lo de um dearea dous pro",
jeclos com a qual devia canear, tomar sobre si a cons-
iruccao da parte complementar da li.iha inineira, e
c.n que o fosse devera fin-te, pois melhor seria a
cond.c.o da parte contratada se a restante fosse per-
corrida pela locomotiva a vapor autei do que por
carros. r
O que succelcu eslava fra dtela* as previ-
soes. Lm projecto falhou de lodo, a eiecucao do
oulro foi demorada por circi.mslancias geralmenU
sabidas.
Entretanto urna baso importantissima en que as-
senliva a organ.sar;flo da companhia nao offereceu a
necessaria solidez, ao menos q.ianto ao lempo. A
eslrada s pod ser verdaderamente til e lucrativa
depok de construida Cin lo la a sua exIenMo. lima
cslrada de carro que lem de ser continuada por ou-
lra trasilavel por bostas, ludo pode ser, menos nina
e.lrada de carro. O fatseamcnl.1 dessa base com-
promelteria portante gmvemciilc os interesse da
companhia c da provincia. A linlia do Parahibuna
coniinuaria encrava la. isto he, inactiva euablo aos
luis para que foi creada.
O contrate Price pareca haver sanado j &nsoli-
dado ludo.
Nobe aisim. Hanelle urna rondirao que a'llfton-
lem, povo inerte o-sem industria, n,lo apreciramos
como convinba. mas que hoje, pdr urna inspiracao
sobita, ao despertar dos .nsiinctos induslriaes, ja
vamos calculando quanto vale, ja vamossabendo que
be um valor inesliinavol, tan bom sapilal co-
mo oulro qualquer quando aproveilado para a pro-
dcelo.
>ada mais justo e razoivel. Segundo aseslipo-
lacOes nelle eslabelecdas, e ltenlo o numero ja cai-
culado-ile arrobas que entreten a circulaclo no es-
paco de eslrada al Pelropolis, a amorlisacSo le
fara rpidamente. Quando a companhia nao pos-
sa mais receben um juro convinhavel, os iccionislas
poderao ser embolsado, da importancia de roas
accoei. !
Anda mesmo depois de concluida a seccao do ca-
minho de ferro al ao Porto Novo do Cuuha, assira
que seja por ella Iramporlada a produrcao desta pro-
vincia, a seccao da e.lrada de carro, 'cujo juro te
trola de garantir nao ser urna linlia intil, mui-
me ultendendo se a |quo lera tambera urna parte
complemenlar de caminho de ferro a linha de Mau.
Aquella seccao ligar, um grande centro da pnpola-
Cao qoe cresce progressvamenle, Pelropolis i villa
"a larahih. servir para o transporte da produc-
cao enlre eiscs dous poni, e de urna zona dada, que
comprebendera grande numero deleguai.
A exigidad.- pre-onleuiente dessa produccSo nada
concilio. Habite essa zona Uo porto do litoral urna
popularan activa e industriosa, como infallvel-
nenie suceder, e ha de por fure.a produzir bsten-
le para alimentar o transito de ama eslrada que vai
ler au grande mercado da corte.
Em queslao desla orden compre nuil que em ou-
ttas quaesquer conlar mais com o fuluro do que com
o presente.
Acredito que da parte doaoverdo imperial nenhii-
ma objerrao se levantar contra o proieclo, que Ihe
he de summa vanlagem. Vai conera-lo de m
grande encargo, da verba de cerca de 60:0005 an-
nuaes, con. minio pouco proveto applicada annual-
me.ite a deslruiciio, quero diz-r, ;i ennservnrao da
parle fluminense da cslrada do Parahibuna.
bs.a d-.pez. corla, iudi.pensavcl, que ao cabo de
i- auno, imperlaria na somma avullada deTOruDOj,
ene a nao fara para o cumprimei.lo de nma promes-
(a garanta de > *,; que nao ler.i oecasiao de rea-
nsir-so. O movimenlo de transporte da linha por
onde ter. de ler levada ao mercado grande parle da
produccao desla provincia deve produzir juro suoe-
"or ao garantido. '
Assira ronvrrlase este anuo o projecto em lei e
se encorpore a companhia.
(Carla particular.)
.f>
j| ''''er cargo do juslilicar a
Essa condico he a do lempo. Segundo as es- O foro commercial acaba .le" fazr reprccnlar
pularoes desie contrato, a :!." secca.. da linha'ferrea) flons dramas novos, cujas repre.enlacOes. pnr seren
^ln Km i ra.in <1S llf i ItP I r :w nlo .a m.du__l________ i arv.
-------- -- o ..- sviitiu ia iiiuid ctica
do valle do Parahiba, ou de Pedro II, isto he, a que
lem de terminar no Porto Novo do Cuuha, e fron-
leira desla provincia, seri concluida no prazo de *
annos, contados do r" anuos.
enormes nao reprsenla
das agricultura, ao
: pessimo transporte !
la legua por arroba, no
_ mili.oes de arrobas em
lia e o .neremento do trans-
icnieuter da estrada prefazem
-........- ^ma sura.na de valore* que cun-
vcrtnla em capital dira n produccau prodigioa,in-
crcmeiiip. Se ao inr>nos esses valores fossem^l-
pelo menos no lim il
Nove annoa: qu/
esse esparo de lem
rommercio no disp
i ou mesmo -JO rc
cspao de 12 legua
que se calcula a dis
porte da parteo.
ao cabo de J allos"
importara,, ujo- I.vena esse'ciso
" ITucsIncacao da riqueza, pelo
Jo contas o p.iz nada perdera ; mas
iao, esses valores irjam ser empregado. em onlra
nduslria muilo menos productiva, pois nenhuina
mira pode a esse respeito ser entre nos comparada
,Esia<> nudo o proprio llenrioae IV n linh. ? asr.qola pela fertilidad do solo ; reliro-me dos
revi.lo ; "u"d cn" transportes pelo modo por que est. esl.helec.la,
Esiao onde esliveram em Franca antes de 1789 CU'a Tel'd* lle consla"lemente absorvda pela reno
norquea palria commum europea ple ser fe'a n' V*S Um cilP,,al precario, quacsas beslas de car-
ra ludas as nac.ies da Europa do mesmo modo L 6*r ,?m ?a,tos "tairamente improductivos.
t.onlH.oar a sobrecarregar a iiiduslrii aercola com
.... Franca ; "" ol,ua que Ihe pam o desenvolvimenlo', na espe-
stao onde mais lardeo genio de Napole.lo o* va "".S* "e u'n '"'oro de nove annos |par: alivia-la.
mik.,1,.,,...__...". a um erro ecDi.omico imperdoavel.
os linha adiado ;
Esiao onde Carlos Magno os procurou e achou
por sua vez par. a reconsliluirao de um imperio do
occidente
Esia
(revisto
. ^ ...|>..,.,,,, ,,s ,
|av.ver eja oscilreitava em seu* bracos po
'":."1 c!." q"e "csse conaraso de res, que
el e presidia, ollereceo ao imperador Vlexn'd?. ^ c0".d"c'-d0 J.in.nue os
rafeadadglobo, que elle llna^mfo- formacio de novos capitao*
lado do globo, que ello linha na mao ;
fcnao, anda nesta hura, ou lo nao os veem nem
en tendera aquelles que lom olhos para nao ver, ou-
v.do. para nao ouvir.
piba, e ouvi no norte e no occidente. Os elemr-n ,erei,.M *'"! de couimunicacao mais rpidas e nie-
tos d, unidade eslao onde Cl.alcaubr.and c Emilio |TJ1W f**. ,ff,"**'U?* pSI UaMt-
de G.rardii, o, (en, poste. Eu vejo c oc os caifa- fl' 'n\*! t?Eu* da malJ,!5- (ue I03"- i Mo della, como nuvidade, e'nenhum mo
flores, que veem ccifar as uares e a* mins do"nlla ferrn."ao t,nh' cvao. uvo lem s nrof.1110, .r1 ,,llvill ?. "1 ..T- m..
dores, que veem ce.far as nares e a* mos que ja
lorcem as paveas. J
A aaua d. Norte rene seu. tilhos, a aguia do
Occidente faz o mesmo aos seus. Antes de Ires meze*
nada ,lo que Ata enlre o llheno e o Danubio, alo s
ironleiras da China, ou enlre o Danubio, Rhonv
os Apeninos, o. Alpes, o, Pv, neo, e o Oreauo p7-
der.. bear neutro, lia neeessidade do ataque e da
defeza-deve nawer fatalmente unidade fedoralvado
Occidente e a do Norlc. O Norte come-ara ,!., Kbe-
no riviiuado ou do Danubio barbar,,, ,|"a (erra e do
iiomein livres ou do I. uneiii o da Ierra esci-avisados*
I-.i.-aqui loda a,quesl.lo.
Mas em ai (Sos os casos, ,1s nacionalidades e o
mno*1.......""> '' mesm. lei das aflin.lades,
reumr-se por encorporacao em upia .testas du.s
coiiteJbtaeOn.mmenias. E quando estes .la. uni-
dades eitiverem urna em presenra da oo.ra, ler.
loado a hora da grande unidade europea. O Norte e
o Occidente disputaran ou dividirn entre si a Eu-
ropa. h.nao possam os povos nao seren ema-
nado* para terem misturado,, como dsse ds Ma.s-
tre.
Arcanos do fuluro. vos nos nos oSdesconhecidos;
mu o que sabemos daquelles.cujo veo o panado lem
de.pedacadn, ns diz porque a idea christaa nao
consegu., seu lim porque o mundo romano, Car,los
.Magno e Napoioiio naufragaran).
A dea ehrisUa nada consecuio, porque de moni
fizeram-n. dogma ; de raza... fe ; .lo verdado; mu.
ler.os ; de candado, intolerancia ; de liberda.e.do-
mi.wrao ; do Evangelho, igreja.
Omundo romano naufragou, e lambem Carlos
Magno e Nipolslo, porque soirrendo a lei de sua
entrada c da sua dala no mundo, ca.ninharam for-
occ.llar ;- mi, denos |','llmc""! "" ""< 'erao da esencia das cousa.
sla dislincrau .lenovo l,F,e"m-1" am arvor. ,a dsse hons fruc-
,.._..._.,--------------=.|re,w au ii.ns.ro memoro
imesempb ou ...na admo-siarao? Como serao es-
la. promea a.lisfeilas ?
.lade. I. uv.osoespa.hou. o dilovio va rolando
I vi n,e,oso.ilo.o^esl,i ,rc-.is v-
v.l. Estera sobre .,. ruma. ,ie Cracovia?-.N ,am-
Uom n"/,' r ;l're mUf"ni,< lla atrrf.
>ma guerra qu. illv|M, ,,, ,
.loe- Lberamiconlra a ng.a isUbetecida. o quoVu
ma temo e depre.:o be. que rumpr., as voawa um
inoMi. mMlc y as
rebell ne. o que' te.no muito man he, que lo-
nas las promes-a. -rriam alni.il violadasaue a.
csper.ro,, oe hb,rrdado leriam tral.idas-,,e uo
momento eui qoe ai mouarchia. da Inglaterra e da
franoa obUveiiem ama paz que rcasasse os lio.
pilos quael i, mona.cl.ias e'tflo (azendo a guerr
a acharao compel, los pe. fallg-icia do, seus recur-
os, pelo nisiinelo da proprla couservacio. a abon-
don.ro. auxiliares que lii.bam nduzido a revolta
reiltlulrao despolismo o direilo divino a aovor-
nir lein raza,,, o minlslrtr-lhe nova disculpa pe-
ta vigilancia eruor emprendo, para com os tesar.
os reforma* parificas.
.< Nada digo aqu e.nlra j respoosabUidade de re-
"a 1011alg'i'n ful"ro t"f2o a independen-
nada ratania, ou aquellos arranjos lerriloriaes que
-------......^ ..^. .,.,,,,.. -t-,, c ,t. clln.
mana linmim.dade,como acbais ni,o, immoral
injusto, que os palriolismoi, quando leu. interesse'
l abiorteiidn em si o pequeos e
homem Hvro,
a nili-
so-
como
iqui
pela
tismo. ......."""" c ,lsl,-
Portante a obra est por fazer. e lalvez citeja pro-
esserft devo- \ <"" '"ora. em qu olla podern ser conlinuada pe-
i la paz o l.berdade, isla be. por todas as c.corpora-
,.es otenlanas, em cujas formulas c realisacoes tra-
balb. a tedenclo sempre creiccnte do. Estedos-C-
nidos da America, para etisiuo da Europa.
Diii allencao, diz o autor da Srietula Social
qoe nao se trata de aniquillar as nacionalidades eni
prove.!,, nem mesmo em honra de urna dell.s Ira
la->e de as unir todas no seio da humandade, d'ond
/.fia l' t ni -iilnil, .la .... ___;_ ia-
^^B^B^m^mimMm
governoi.
Quercm norvoiilura una prova. a prnv. mais evi-
dente lirada ,1o ... povo. onde o patriotismo piau
i levado ., mai, elevado ur.o do poder 1 E--
la prova me he dada pelo- remirreccteoielai que
e.i|,iceiid no da seguale o quo linham procurado
iioiislrar na espera, sc lera proposto cvr.v.r
"" '^-('-a-. 'xi IxJIll |Iltlft|l3(0 |
eoiltra loiJ l'almerslon com a mosma penna ojio li-
nha esfr.plo e ia escrever ainda contra mim. *
Arrojaram-se sobre o lord pri.nciro|,ninislrn da
(ario, llreanha para Ihe censurar loda. ai suas sevi-
. ,' ........ ..... ..B ,r MI,,,- Ul.lCrClllPS
i puna de escravo lio circum.rripta pelo ch
rote ,1o senbor; a patria do homem livre lie
globo.
^..................,,, t. mu-ii fiusior, o ,
lempos entrevistos cannunciados polos Scrates Pli
tarcos lenelons, Ratcaes, V ol aires. Mirab'eaox
Uimaldes. I.ameu.iiiis, Viclor Cousin, Edgar Oui
ncl. Emilios (lirardin, Cjllius e f.amarliuei, Chale
aubnaiil", Napnleos. e lodos os grandes pensad
i-, res, que me linham minislrado meu ll.eurc.na dn
ew., iodos ... suas divides, todaa aa suas falsas guerra e a* nuc.ionali,lade>.
Ja,, da. Insurreicoe abanJena da. n," v ','" f "nu mor. e, Inlerromper em mao .h, con
aos exilios, a, coi.fiscacoos 'Jo, mVdLreT. ItJS^V?'rS2*l-!l '"" 9'''"^" '
re.*, dos ,mper.dores e dos u|ocr,a,. N? ve" \??iflHo^'rZ ZSSSZL'S V"**" e"'r"1<-cnlr a da linha ferr, de Pedro II
dado pr.ianncio-me a este rospoilo contra
quer; na.,se procero a.'causa distu. nu
pronuncio man smenle conlra o estadista sena i iTdi ->""'i"""""'"' '"-, .
lambem contra o principio das nacionalnlada. coa- i !"'mM "> "p fto consoladores p.
deransdo por aquelles mcsmoi qoe o querem perpa-1
.....v...,w igi,ir,u'iniii. O ci.care-
cimento progressivo do Irabalbn rural e dos gastos
luccao diminue os lucroi e i.npossibilla a
A consequeiicia im-
S. PAULO.
19 de jaiba.
Antes o sea jornal siipprimissc a noticia .le que o
clinier. ja r. Oh cm que aperturas vai aqu o nosso povo, oue
como vmc, sabe nto cslii hau.iuado a ver carradas
de morios caminhar para o cemiteho. E n.s.que aqui
nao demos um Paula Candido pura mrn'uAa ? have-
mos ir morreiido muito pacificamente. Se anda ex-
sii.se aquelle no.sn bom patrete, que. segundo diz
a lenda, suecumbio por s ,ber que linha ,arado das
bex.gas, a sua Semanal linha panno para mangas.
3las de.xe ..lar que agora, se o seu bom ministro
do imperio nlo Ibes acudir muito seriamente, verao
que o meu finado patricio leve raz3o de sobra para
ir marrendo de suslo. v
Discule'-se, pois, c.n lodo., os lugares em que ha
alguem que poss raurrer de cholera, se elle lora
oreas para subir a fa.n.a sorra de Sanios. 'Era ca-
da loja se forma um., jaula de hvgicne. onde cad.
uin melle o seu bedolho. Mullphcam-se as questes
rienos sobre o sexo .1. niolesli. : para nos ha in-
a.uoreiile que se;a macha uu fem. ; o que se quer
no que uao venha Afinal, decide um bom pensa-
dor, sorvendo u.na pilada de cangca. que o nosso
cuma he um porsonagein muilo respeitavel, e nesla
qua.dade o cholera licar la para V.pc, que lem
mcuicos a dar com um p.o, e o minilrn para dar
auilieiro. No,, que aqu estamos a cera leguas nos
iremos arraujando com os delluxos e oulrasimperli-
l.eori.s. '
Deixemo* porm n hrincadeira ; a cou.a he seria
eTnu.lo sena. Segundo me d.zem os pmfeasionae,
o nono privilegio cli.naterico polo acibafisim com
dual razoes, e o cholera lem hons calcanaWs para
subir a serra. '
Mas eu vou deitando o coraco larga,"pois qae,
lambem me dizem os professouaes, he bom preser-
vativo a c.ragein e bom animo. Nada ; quero viver
e v.vem largamente : at pretendo \erpas*ara* in-
compatibihdade,, acabaiido-ae o.lal namoro enlre o
senado e a cmara, como nos conlou a Semana.
Creio que sera bom ir mudando de assuuipto : ei-
ordios de cholera no me agradara ; e, para fechar
o tpico, saibam lodo, quanlos esta correspondencia
v.rem que llevemos estar iranquillos em materia de
ciiolera. segundo se refere, una nolablida.le me-
dica de llu opina que os habitantes de S. Paulo e
man provincia, centraos estn livrcs desla moleslia.
tur coneguinle Vmca. agarrcni-se ah com o l)r.
t aula Gandido, c mo deem livre pralica assim a
dous lunes.
Do cholera passo a tralar das bancarrotas, sem mo
fazer cargo do justificar a transilo.
. .............. ,Uj.,i.|,ion,Mn,L.,p pnr serem
as pnraeiras, mo se mostraran, bem ensaiada,. Va-
se falta de Iraquejo e pralica nos persoi.ageus ; um
processo bancarrolciro era aqui caso virgem, antes,
e mesmo depois da legislarao de 1850.
Susciiaram-so muilas duvidas no feilo, resultantes
do um ph.neiro ensilo, c um bocadiuh. do desali-
nbo que existo as dsposices do cdigo, compara-
das com as do regulam.ulo de 35 de uovembro que
lano nos falla em jury ; uo rulante que a lei de 2
le jullio do mesmo auno constilue o juiz de direilo
compeleute iiura o julgamenlo. Ol. nao seria das
pe.orcs pep.ne.ras lazer us hancanoleirus rom vista
aos paru JNnha a ida.te do ouro para o rommer-
cio e proprl5.la.le. Agora pergunta-ae como se faz
i regiilnmeiito .testa orde.n com urna incoh.ren-
.;iI?.d* "" po,so d'Mr do Mrlarior. O correio das
villasic ,egi amanbla.
r.od!'' D',P..ain'ta nao veio. rito ja me vai ehei-
rando i, oaioice {,dem)
[Jornal do Commerdo do Ro.)
C0tiaE8P0MDi,GIA o DIARIO
OE PERN AMBUCO.
AI.ACOAS.
a JSL d i ?? ",rcoceP llmamante lo-
do, ain-noe do, habtenle, desl, c.lade : a medooha
desenlie hila peloeollega do pHra alorrouos mais
animo,.,, ulgalles qe Omnipotente prelendia
e,ilornar..ea ul.ima gola do seu cali, de ir. "bie
a infelu: Beln., e que
Tima o'er Ihe ponlrale cily black despair '
Extended her raven wh.g;..........
como diz o immorlal Thomp.,,,, fV.zVnente vate o
Imperaior serenar oan.n.us, a Mesvanecer o (error
pnico que se linha apoderado da populara,,.
Logo que se propalou a infausta noticia de que
era o lerrivel chilera a epidemia que eslava n."el-
limdo o Par, o Exm. vice-presdente da provincia
incumbi das funcrcs de provodor de saude do por-
te ao Dr. Jos Antonio Baha da. Cuuha, um dos
nossos mai, habis e acreditado* medien,, o qual lem
desenvolvido una aclivda.le digna dos maiores en-
comios, e dese.npeuhado sua ardua tercia com mui-
lo zelo o presteza.
Sendo o aceio e limpeza da chinde us primordiaes
metes preservativos aroiiselhados pela medicina, eu-
cirreguu S. Exc. i u.na comra.ssaoxcomposta do di-
gno ebefe de polica, D,r. M. J. da S.Neiva, do ve-
reador \I. 1,. da Silveira. direclor das obra, publi-
cas E. le P. Mesquila e Dr. J. S. A. Pinho de pro-
inoveris'se servir,,, incuh.ndo tamben, i commissao
Ir al, isieci.ne.il., .le viveros para a capital, de visitar
o. .rmazens e deposites de gneros alimenlicios,
al.m de ev.tar-se a venda de gneros deteriorados e
improprios i alimonlanlo.
Es,, commissao lem-se mostrado digna de elo-
gios pela aciividade e empenho que tera manifes-
tado em desempenhar esreapectivM incumbencias;
be de scnlir porm qoe houvesse logo em principio
ahrum ove.-.., ... _.^._:w s .
REPARTIQAO DA POLICA
Parle do dia 13 de acost.
III n. e Exm. Sr.Levnao co
lxr. que das diflrenles parlicp. hoje
recebida, nesla repartir:
A minlia ordem, Albino Antcro Pesio. Rus, para
averiguaees.
Pela subdelegacia di Iresuezia do Recite; I.aiz
Jos da Cruz, lamben para averiguaees, osporln-
gueze. A..Ionio Chaves, e francisco Tavares, ambos
porsjspeilos, equatro manijo* inglezes, por d-
ordein.
Pe. inbdclegacia da freguezia de S. 'jos, Eu-
geniii Mara dos Prazeres, e l.uiz Mximo, par,,
riRaaajoes.
E inda subdelegacia da fregueiia d R i
prela l.uiza Mara da Conce.rao, gualmeo
averiguaees.
ite ,s guarde a V. Exc. Secretaria da
Pernambuco 13 de agosto de 185.5.Illm. e Exm.
Sr. ennselheiro Jos Banloda Cuuha e Figueiredo.
presidente da provincia.O de ebefe polica Luiz
Cario* de Paira Teixeira.
X,: ,l0 in,;""s eises ""'res rossem-li- reguiainem .testa ordem com urna incohereu-
meular oulro ramo .te industria igualmente produt-"* 1*8!* quaile;' 4'oi*o resulamoril.-Hter Psuue-
nvo, pouco nnpor;ariiu_iiio.-havera nesse*can ""'* *---------*---------------- ~ i-i7'.,..i
medala da accao constante desla* duas camas sera ., .,, ,
(ijamos, quandu as cousas chegarem a esse poni
lereinos vas de communica;a.i mais rpidas e me
Sm; quando pdennos disp.'.r de vias de commu
nicarao mais rpida, c menos dispendiosas Iranspor-
taremo. por ellas o, farpados reslos" de .n tiquete SSEZSZ % ^vEo rJg'uUnien!
. 10 do 1." de .mi,, lUi.o -,,,, i, m,T r.t______.
rolo.
Islo quanlo a induitria agrcola, qu. mais que o
tea,,CcrXL'errnICn"e *'"T' *""." "" ^"'le Pre.Irid ."elal teev^s que al.i a a n
nto materia do rttmru neemano ; pois Viten. d.i7o
au. as cousideraroes quo nossuggeriaa
materia, quando carias dessa r.irlc deran a agrada-
i- vcl nol.cia que o Sr barao do Man.,, .. n dos utos
Lamas da industria hrasilcira, como ah foi donoini-
>e..se dia se realisaro rom cas iialavr Va '"'r ""''""-'> j"rnalisl,,, proten I,a orgauisar
slos e aun.lucidos w,........ ni.. -r..:. ,:ira i.,' j V, 8"" llle
-ai iiil.s-e o ui.ui.no do'iurr. de i % a.il.nonaesao
, ,." '-'- "- "> ..rtcsrtw no como aiguus ticpul.ido
' H'i.Ja ;',r'"""1" Peta assemhlea provincial do leudo materia para reparo, levamda^oviuc.'a m
." pi,. gaJ;'a,:,'i'd,u.Se,,.l, 3MK> C",OS mtaM Q Ca" f0ri0' """ta ," nielliorameu.os', qnT^m
pilal garantido
A explicara dessa exigencia, qae a primeira vis-
ta pareca exorbitante, deprehende-se naturalmente
da elevarlo do juro do din leiro que de i %, ni oc-
- casiao em que scorganisara a companhia Uniao
i_ I 111 til el rm a.. I .... f 1 i _.!._..
-j----_-^ m t*" -->"* < x-uuiiinii illa:
- Indoslria, lubira a i e da concurrencia do em- dehsela da capiteL Este acotecimentede' mar-
prego d. cipilie, ,,e.a .ro,,^ ,,,,,,., ^iiova, gen, a ,arg.s co^iidera^es. ttSE
mai a minora considera es-
dos maiores servicos que o
.ida lera prestado i segu-
. ra.lo lio incansuvel, 'e os
ladro*, e a.sasiiuos o le.nem. E, poil, ere.o que a
nomeaclo fui um aclo garanlidor de nossa segu-
ranza
$.*-- r,T,^ -.as-i, w*: SSIrtS
oerna- .-_ pela deputacao mmeira auloriiaudo o gsrerno a fa- nomeico foi um ario D3
ecu-sc que podaram o jury nesla materia. i.-'ahi
porque eu, e porque nao Vmc. lambem, quando se
ralla em regulameulo. em aviso, licamos com a pul-
g. aiaz daorelha. E cnlao os avisos, balera dos
raliulas Por este modo os avisas vao gunhau lo de-
"i..oes como una que eu ouvi : Diza assimi, no
e-aMM putlutdo foro para embaturar o admna-
ao.h. eu ja leuho visto rbulas de bom colhurno
vencer demandas com s algiberas sortdas de avi-
sos.
Vendamos ao que Ihe ia referindo. Dous nego-
ciantes acabam de ser pronuncia los, um logo depois
do unlro ; o que nao deixou de fazer sen fiasco no
commercio, porque eslas aventura, jurdicas nao sao
aqu usuaes ; pens que mesmo i.a'o eram ha muilo
lempo as provincias, antes do cdigo commercial.
O ari. db.l do cdigo criminal sempre se conservou
bem Irauquillu, sem incommodar a ninguem. Ja
i: oulro processo de arrecadacao se faz. As
aotigo, que sendo espalhado
ue venha o direilo
Ma se reuna.
Pelo que levo dte nflo se pense que ajuizo das
usas ; fallo delias como nuvidade, e nenl.um mo-
ivo tem os profanos para duvidar da probidade dei-
les negociantes prnressados.
Tambera devo fechar aqui esle lopico. Mas ha de
-----------.-.,_-...v ,,.b i>|.|| U Ml'.l->l
lo do I. de maio .leste anuo n. l,o!7 ; foi um ver-
dadeiro ferro atexandrino que veio corlar o
Das bancarrotas paso
sem malicia desle mundo.
lle para siguifirar-lbe
nossa Ihesonraria geral
um fado qui para mm
Slf'"^'^ T" ,1 COllOC'' e"crecirnen>0 rr
e^Tluiiri, nn:t ,h.- y"-"nl" c"'np"":,a VmS d* eseu nulamente nesl!, ma?e a di" d a,,
e indnitria, quo son a nao espera durante esses !l cuino a agua do fogo
nonos A linha do Parahibuna continuar encrava-
da. O capital de tres mil contos ine.le e sem accao;
teleriorando-se con. o lempo urna bella eslr'ada iilicar-lbe
que ser. entilo verdadeiran.e.ile, u.na eslrada or- comporta tima novidade pbe.n.m.nal tno"ecu,?-
mal para o rans.lo de carro,, do declive Uto suave curso na Ihesonraria gera r,". o" oilkio de n
I!fliES,!.^ J???.*!!!! f".rvns' a?sim ?ue "}* Appareceu u ra i concurrente! P
tez-ie urna excepcilo a regn, consta.ilementc aqui
servada quando se trata de vacatura.trinta raes
a um osso Salvo a rcdacc.lo. Todava na pen.e
que lia falla de vadios na cidade ; nao ha opposilor
porque o theiouto quer pagar um triste pralicante
cora cerca de .500 rs. diarios, que he o mesmo que
irahalhar para sua excellencia reverendissima, como
diz a syria.
Exphca-se, pois, o ficto cum a exiguidade do en-
cmente eump.ra.la com o sacrificio de empregado
de ll.e.ouraria seral, cijos serviros, em relajo aos
de miras reparlees, nao sao pagos. A par de me-
lhor venciineulo, oulras enantes hrabalham s 5 hu-
ras, sendo que as geraes Irabalham mais O e tantos
das em cada auno, requer-se concuo, lem-se des-
cont de ordenado por occasiau das licencia, e no
lempo de aposenladoria.
Assi.n, nao admira que i mneidade fuja do* em-
pregos de fazenda geral, onde ha Irabalho sobre al-
garis.no, fastidioso c fatigante, e, o que he mais,
u.na caterva de .legraos dcsauimadures. Vera daqui
que. em quan'oas repailicoes proviuciaes oU'erece.n
u.elhores va.ilagous.iadquiren. oulras habililares,
a Ihcsourara geral marcha no mesmo terreno,* mo
ach concnrreiitei. lie preciso, pois, que o poder
competente se couvenc.a que buje ninguem se sujeila
a ordenados do :'($ n.s Uiewonriaa desla ordem
e que se raros apparrcrm, eses mesmo, au Icni
hab.lila.;e, sena para ir plantar btalas. Ora. as
Ibesourarias silo rcparlirOe. mporlanlissimas, silo a
chavo do andamento regular do. oulros ramos de
aervico ; conven, cuidar-se mais .tellas, fazer-se seus
lugares mais ambicionados.
Como c.lou considerando melboramentos cada
Ierra, eansinla que chame a altencao do nobro mi-
ni.lro da guerra para o corpo da guarnido lixa, cu-
ja terca he extremamente diminua par o servico
correspondente. S. Exc. he militar experimentado,
conla loiig. pralica de serviro militar ; ninguem
mais proprio para conl.ecor a melhor organisac.lo
que se podo dar ao exercilo. lle, pois. confiado nos
conlieriuienlos .te lio dislinrto general que me atre-
vo a solicitar sua allencao par. o ciado desle corpo
aqui ; tem urna organisarao exquisita. Cr-seque,
com a mesina despeza empregada na companhia de
cavallaria, podiain subsliluirdlie duas de infanlaiia.
Assim vinha a vanlagem do augmentar a forra, de
modo quo s miseros cantaradas possam ter, ao me-
nos um da .te folga. Il..je ellcs na lem um. hora.
Baila do melliuamulos pblicos. Eslou fazen-
do como algum depula.tes que eu conheco ; na..
__,-r--._- vviiiMajaun Tc SSiJSS lT ." ?"T ^ C"rrS ^ rel" ''"-" U",i, "Ce'"-ao a ** consuntemenle aqui
mVSSS^J^SSSS T: f*- otow*'ta quandoselraladeaca.ura.-/n/ncL
as ira nidada por om ou oulro carro, por urna ou iiii-U -.....- .-..,...:____
ouira diligencia, porque a circularan lera fela pelo
nico vehculo possivel em toda a liaba, a cansalha
"l0 "urr'..... urna cxcclleiilc siluaro Qje migni-
heo cxemploj a futuro* empreleiros Novo an-
nos de inercia e de oxidadlo nao ha ferro que re-
siste, s
Entenda cu taml.em que no calculo das conve-
niencias da cmislrucc.lo de urna eslrada do carro
quanto anles nao era possivel .Icixar ds levar em
linha de conla a via terrea de Maua. Aquella e,-
irada a alimentaria, dar-lhe-ha nova forra e vigor,
larccej^ejuslira mo abandonar ulereases nobre-
inenleBmprega.los, no-intuito de iniciar no paiz es.e
prodigioso SYSletaa de transporte, magnifica con-
quiste da intelligeneia humana noi dominios da crea-
cilo, aiigmciilando o lempo, se assim nos pode-
mos exprimir, a cusa do espaco, e hoje em dia
o grande ateridor da civiliiario dos povos ino-
dernns.
A parle complemenlar da estrada do Parahibuna
redunda om beneficio da linha terrea de Maua ;
he mais urna razio para que se conslrua quanlo
antes.
I.i no llom Senso, peridico desla cidade, tratando
da queslao .lo Mucury, qoe os enverno, devem pres-
tar seu crcdilo e prolecctlo s companhia. indus-
lriaes, murmente as de vias do coinmiuii a,;,o, *em-
pie que cslas u requererom, quer ellas si aliem cm
condicOes favoraveis ou defavorareis. Devc-lo-ha
faze, om primeiro caso, porque lucraran ellos ainda
mais. c islo ira estimular a creacao de novas coin-
panhias; no segundo, para que nao snccnmbam, e
desl arte desanime o rspirito de empreza.
Este principio tcm principalmente applicacjlo no
nosso paiz. aonde os capiles sao lao escalios, o re-
ceto de aventura-Ios lao exagerado a aor.de o guver-
no dispoc d la,, poucos mcios para si collncar '
frente de grande, (rabalbos. A experiencia que
lizemos da eslrada do Parahibuna n.lo he para ser
repelida.
Taca eram as considerar,-,,.*
mesmo na, b.icl.echa, dos ouvlnle,. E'no epitego
coll.om una sucia de muilo bem, que, l vezes, 3o
so m mar.
Crande novidade. O Dr. Portado, a niterida-
e de terror de inuila gente por ahi alm, reenlrou na
liMiihra'aiii-ste^^^mover lima snli-ciiprao rnio
produe o fos^^rl^Pp^iksoccajro aos -indigente*
do larn ; creio que nlo sera mu avultada a quim-
il i que le arrecadar, e nao ci se n.lo seria mais bem
applirada a esmola em favor fio hospital de Caridade
drsla clade, assai abua lante de indigentes : o pa-
ternal coverno de S. M. o Imperador, n.lo deixar
por cerlo de soccorrer com larga mao os miseros
laraen-es, e he de Suppor que os administradores
de oulras provincias mais ricas nao doix.rao de se-
guir o .-xeraplo do mu digno presidente "dessa, o
ronsclliTiro Jo, B. da C. e Figueiredo, qoe ji fez1
remessa de abundantes soccorros pelo brigne tlrira,
e pelo vapor Guanabara: no entente o nosso pe-
queo insilte que pudor mandar as Alagnas servir;,
aoinenin para demonstrar quanlo sao caridosos seu,
lilhoi, e parte que lomam nos males que acabru-
nham s seus inf.lize, irmaos do Para. Em uosso
entender a ice-presidencia lem laucado mao, e em-
pregad.i lodos os recursos ao seu alcance para vedar
a .nvaso do mal, ea popula;.! esta animada, rende
que a primeira auloridude musir (oda a solicitu.te
para pr:munir-nus conlra o flagello.
A higiene publica vai sem olavel alterar,ao na
capitel ; inlelizmeute nao posso dizer oulro tanto a
respeilr. de alguns punios da provincia.
Nos lins de junho ulli.noappareceram na villa do
>orle urnas fehre* malignas, que lam ceifando algu-
mas vu'as ; a populacilo alerrou-se, veudo uccum-
bir dcll.is o vigirio, que era meaja e vigoroso : S.
Exc. tei: seguir para o lugar, lugo que leve parlici-
prfcao. .o Dr. J. T. K. Lopes Viaiina com nma am-
bulancia, alim de soccorrer c ministrar remedios
gratuitos aos indigentes que fossem aneciados. Bi-
sas feb. es, no dizer do medico coramissloiiado, leem
aprcsei.tado allcrnaliva.. ora quasi dc-apparecem,e
ora grassam com intciisidade ; segundo um muppa
que vimos foram tralada* pelo sobredito medico,
durante o raez passado, 55 pessoas, suecumbindo
O numero os parece eicessivo para urna villa
pequea, e lalvez que honvesse maior morlandade,
se nao osem tilo prompios os soccorros enviados po-
lo illus rado vce-prcidenle : constnos que no Pe-
nodo lambem graasaram cumalguma inleusidade in-
.lerniitientes, essas velhas inquilinas da nossa pro-
vincia, a* quaes so ron.ervam leudas e manledas
na Iminediacoesdos lugares paludosos: infelizmen-
te toda a provincia he corlada de p.e., charcos e
pantanos, ondejazem ellas ltanla el expectantes
pela esla.\lo invernla.am de se apu.sarera.cumo ma-
lignos espirite,, dos corpos dos pobres chrislites, onde
se comervam como verdadeiros demonios quanlo
Ihes nproz : o que mais me emhirra he nao haver
mete de matar as perfilas; pois V. muii,, bem sabe
quao dispendiosa lio a desecacjte de pantano,, e o
escolo de aguas enxarcadas,e em quanlo se nlo des-
Iruirerr complelamenle essas suas hahilace, predi-
lectas, is teremoi como eonvva indellclvcis em
lodos os Invern,.
A *ei .tranca individual prosegne da maneira a
man sa .sfacloria poisivel: em lodo o mez pasiado
nao houvc umsoaconlecimentogravecn.il. a a vi-
da e popnedado ; jasonilo falla mais de asesnalos
o foram mergulhidos no l.lhes os famigerados va-
enloes da l.nperatriz, Assemblca e Al.laia : o Sr.
llr.M. J. da Silva Nelva cada vez se faz mai. credor
di grali.lao e eslima doi Alagoanus, pela energa e
etlicaeia qae lem empregado na repre.slo do ciimr,
e pela Ihanezn corlezia e.irbanidade do sou Iralo.
Correu ullimiiuonte boato que esse enrgico o
probo magistrado fora demiltido : cs.a noticia cau*
sou des igradavel sensa.;.!,, U.nlo aos g.vernsU, co-
mo a gente da opposirao, que se moslra sali.feite
com imparcial e recia administrar.. do cli.-fe de
polica Selva; Supponho que esse" boato nao lem
fundamente, ese liver he de crcr que o gnvemu
imperi.l nao deixar de remunerar os relevantes
serviros prestados por e.se digno magiilrado as Ala-
gos : com effeilo a larefa l.lo nObreraenlo encela*
da pelos Eims. Saraiva a Paes liarrelo achou no Dr
Neiva um.rdenlee inriMpavcl continuador : hoje'
estemos gozndoos beiielfros frtelos provenientes
das sementes plantada* na illuslrada e enrgica ad-
minutrncao Saraiva, rao cuidadosamente realadas
pela vice-presidencn Calheiros. o pela illustrc
adminislrarao do Sr. S. e Alhuquei-que.
A seguranca individual as Alagoa* ja n,lo he urna
clumera he una rcalid.de comprovada por muito,
mezes !
Ja cliegou da corle o Dr. JI. R. | oilicic, um
dos fa:cndeiro* commi'siouados pela presidencia i>a
ra ir-er e esludar no Rio de Janeiro o* mellinra-
menlo, que se ha feilo no modo pratiro de plantar
cariia e fabricar o assucar: por ora ainda mo
apresentou o Dr. O.liciea o seu relatorio, mas eon-
lii-me que veio mu animado e que pretende fazer em
souonenhoume.i.aio. Oulro fazendero, # cida-
dao Jos V. de Araiijo Peixolo. que te ultimamen-
te, am la nao regres,ou ; hem como o professor de
pnmciras leltras Soi.-ei que lambem foi eommlssio-
nndo para instruirse no melliodo de leifnra repen-
lioa d< lilleralo Caalilho : altribuem a des dou,
ind.vi, nos que perlenceni opposir.io'una corres-
pondencia publicada no Jornal do Coinmercin de.1
de junho ultimo conlra'o Dr. Esperidifo Eloy de
Barros Pimentel, qoe se presuma vir luhstitni'r *i
polica ao Dr. Neiva.
lili narneote honre varios eumeipnra provimen-
tdda,caderas de ii.slrncrao primaria creadas petes
actos legislativos proviuciaes do correle aunu.
Apreieularaio-se muito, candidatos e alguna
bailante habilitados;.' creio que S. Exc. u-
se em_ apuros com 6/ercet opas de empenten que
soerr "chouver em laei occasiOes ; porem moslrou-se
..lie iiel, e pondo margem empenho,, brandio o
alfange da juslija com Ideslen, s pesou com ou-
lra .i ao a b.la.ir;, e sahiran prvidos os que maii
se dhlinguiram e paricerara mis dignos do sacros-
santo ministerio d. educacao da juvenlude ene-
rannix. da pajrin !
O i nvenio %reio que fez-nos son despodidas der-
ramindu alguns cntaro, .ragua nos ultimo, das de
julho a nos pnmelros do correte. O mez passado
foi quasi lodo seceo, eos agricultores estao recelosos
pelas suas laroura, : no entinte anda nao tem di-
vido, raude alteraran nos gneros alimenticius, que
apparecememsulliciei.lcqnantidade i.ira abaslec-
menl. da capitel ; lalvez porem tenha mo, de soffrer
cares lia de,*eaaMmcl*SpOsdls*e-me|uin malute;desscs
esprtese enguado.; que as ultimas chuvas.io serv-
rain para eniupir os orgaos respiratorio,, mxime
nanzes : regra geral ,,-iccrescenlava alie; quanlo
mais respeitavel he o brque, maior qoanlidade de
muco pode canter. E para provar praticameule o
seu aiioma applcou o Index e o polegar da mo cs-
querda em um dos mais venrraveis trastes que tenho
v islo no genero hi.su e com sons alroadores, que
p.reiiam sabir de (rmbete do aojo dojuizu fipal,
dMlacou das fossas nasaes 2 alentada! ostras, que fo-
rim- com iodo o cuidado lavar, para seguir os hvgeuicos
preciiloi da respeitavel commissao de aalubrnla.te
publica : de bom grado despeinara a prova; poten,
"pie pumado com a ampila e capacidad-
tremendo traste :,creio que te aquelle celebre prin"-
c'Pe le que se falla no Ihisourode meninai o visse
cn.iraria o dono p..rt seu priraeiro mioislro.que por
certo be ,|,g0 rval deOviilio, Cicero e seonde de
trosoav do boticario do Dr. Babia, e de lodos
'luaulos illu.lres rigudos, re.am as hiato, tes ami-
ga, de med. ,dade, moderna e contempornea !
pon u- Vale.
',-~l ara ahi seguuesio vapor o seiihor dosal-
godo;s,do quetanla, vcze,lherallc;he|mai, um ami-
iifinna Vinn n, .__L
algara uxcesso, por "occasnlo ,te razerem^'ii;; m *,,'. X'^o tonten "^ i ol A
os .rmazens de gneros alimonl.ctes ; cunila-m. xandrino, o Dr. Keniad" huiros Imni^rnte
que fizeram despejar urna pipa de vinho, oulra de por sua i,.n..e..eia n!abndOMra eUS
agurdenle o mesmo algum licor, a pre.ex.o ,1o se privar do uosso ,nollillu Xrmomoo Menaunra
acharen, deteriorados, unan a,,x er.,,, ........ ,,,s Wlll para mos.rar-lV^meu enfado e,te"C.,'o
firme proposito de nao ir v.ta-|o (,1o cedo, anda
PERBiAHBUCO.
acharem deteriorados, quando ,., uiseram liquido,
de interior quall.de; c.se fado causou grande ..
ensaca,, no coramerru, : ullimamonle porm tem que .o dem urna pas.ageni grali, no nrime'.ro t
bvido muila mo.ler.15ao as sitas, e pode-se di- por a sua companhia.
zerque ai commis.oes leem prestado mui bons scr-
icos.
Logo que ollas foram Borneadas propozeram pre-
sidencia varas medidas que foram promplamente
salisfeites ; a cmara municipal confeecionou al-
gum arligos de postura sobre areio dos quinlaes,
lalrinas, eslerquilinios, lixo, i.nmundic.as, e ma-
terial tecaei. prohibi lambem rompidamente acre-
asilo o eonservucao de porrus (animes; 110, qoin-
laes, 10b penai ou mullai graves.
O respeitavel e venerando fiscal, comraendador
*rdlb tem-se viste n'.iina dobadoura para fazer
elteclvns as mullas, creio que se nao fosse o res-
peito que infunde sua inseparaveirummenda e o or-
denan.;., que o acompanba as oxcorsoes fisc,lado-
ras, ler-lhe-hiam ja inoido o espinharo pela im-
perlineucia que dcseuvolv cm sua ardua trete.
A commissude alubridaile publica acaba de for-
mular o, seguimos premios hvgien.cos para os ha-
btenles desla cidade :
1." Ciliar o interior das casa* de seas domicilios,
ae anda o nao liveren. feilo esle auno.
j. Cjiisci v. r seus quinlaes nu maior aceio possi-
VC ,"!' esS'u d'" "cimbas ou cisternas, remo-
vendo delias as materias nocivas, e conservando-as
l.vresde impurezas.
3.1 Fazer depositar cm caixes cuidadosamente
lerbado com lampas corredicas as materias fecaes, e
que seja feilo o deposite no, lugare* indicados pela
cmara.
. Ajunlar 01 lixos e mai* objeclo* rcioltanle* do
serrieo diario, e fazc-los depo.ilar, de da, nos iron-
losassicnalados pela cmara.
5. Preferir para a bebida, e cozime.do das comi-
da' melimr agun do quo a de cacimbas.
6. Conservar em perfelo aceio o corpo c roupas
do uso, e dos dormitorios.
Nada he cerlamenle mais prejudicial a salubrida-
dc dos individuos do que a porcuna no 'Corpo, e
vestuarios. Nada exerce mais funeste-influencia so-
bre o ciado sanitario do* habitantes, do que os
11,101,1,menles de inmundicias, monluros e depo-
site* de animaos morios as piara*, ruase beccosde
urna cidade ; alen, de altcslar seraelhante faci de-
Ipixo, e falla de civlisarilo nos meamos habitantes.
l'orlanlo sobre este ponte se convida a lodos a que
mo s por si evilera que se reproduzam tees agglo-
merarfiese c.terquilinos. cuino anda a que lomera
sobre sua particular vigilancia as viui;n;C,es das pos-
tura* niuiiicipaes a este respeil...
O Exm. vice-presi.teiilomaildoupiiblir.ir na te-
ma ollicial os commuiiic.do, reincllidos d Para re-
ialivamente epidemia all reinante, e fez distri-
buir cxemplaros por todos os mdicos da provincia,
pediiiilo-lbe. que propozessem a* medidas preser-
valiva* que julgasseni conveniente emprezar-se em
seus respeclivoi municipios. A igreja lambem nite
tei indiilercnle a ger.l couslemasilu : para implo-
rara misericordia divina, lizeram-se preces por ,t
das ni igreja do Rosario, e na capilla de Jarana,
as quaet concorrea toda a popula -a, e era a noite
do i.o do correte leve luaar urna procissao de
REI.\...A<) DAS PESSOAS FALLECIDAS NESTA
PHEC.CE/.IA DE SANTO MEZ
DE JILHO DE 1855.
Murgarida. crioula, escrava de Ftanciico Jo
Kcg.i ; 3.1 annos. .
Pascoal, pardo, escravo. ignura-se de buen ; .VH
ann.s. Pobre.
Mara du Nalivdade Uaia, branca, iua ; m
anniu.
Joanna, crnala, liberte ; 9 lias.
Li iza, crioula, escrava de Joo de Iretas Barbo-
sa ; 36 annos.
Antonio Lopes Moreira, lira neo, casado ; W au-
no*. -
Josepha Terlblianada Annuncacao, branca, rasa-
da ; 25 annot.^-
lira prvulo ; ignora-se. Pebre.
Jen. rrioulo, hThn.de Juslino Marques da!
aa; 7 .has.
-Maria, parda, filhadc Atexandrino Aires de Men-
donra ; 8 me
Joanna .Man da Trindade, parda, solleira ; .V\
annes. Pobre.
Augusto (iodofredo Luche ; 8 annos".
Si nao. Africano, escr.TO de Augusto de Moracs
.Sarniento ; U) annos.
Pedro, Africano, escravo de Domingos Caldas Pi-
res (erreira ; 45 annos.
Jos, braoco, filho de Mara Jos dp Nascimenlo :
.1 annos.
A ma, brinca, filha de Joao Antonio da Costa ;
anuos
--------------.w .H >~.,. ,,._,,. 1,11.,1 iniiLis.tO OC --"-
penitencia acompanbada pete popnla5ae-jtia,culiua. ...lila,.pin.te, lilhode Isabel Mara da Conceirio ;
com 111 uta empue!... Alguma, pessoas candosa* 1 annn. Pobre.
O lileria braucisca da Coneeiejhr, parda, solleira ;
til) annos.
Annj, parda, filha de Damin. Laudrlina Perc-
r,i ; :i .lias.
Joanna, parda, filha de Joao Ribciro Pessoa ; 18
das.
cao de Araujo eSouza, pardo, casado ; 16 annosi
Pobre, -
J.i urenea Candida do, Sanios, branca, casada ; :W
annoj.
Billa Mara do Espirite Sanio,parda, casada ; ;
annos.
Auna. Africana, escrava de Ago.linho Vnica Coc-
ui ; 40 annos.
J'a Carlos Damasce.u), branco.ca-.
Pobre.
Jcsepb. Mara dos Prazeres, branca, solleira:
anuos. Pobre.
Jrs Teixeira Peixoto, hranco, casado; 4-5 an-
nos.
Jao, branco, filho de Braz Erancisco de Mello : '
annos.
Bu-nardo Lucio dos uimaresPeixoto, Prcsbvte-
ro hicalar, branca ; ~i> annos;
Jnaquim Rozeodo, ptrdo, solleiro ; 55 annos.
Manuel, branco, filho de Jos Perejra Torrea ; :j
mezes.
A-itoiria, crioula, escrava de Antonio Gomes de
(..ir-allu, ; 23 annos.
Sipiao, pardo, filho de Serafina Mara : 18 meze*.
Pobre.
-\ lelavde, crioula, escrava ile gnea Francisca Cor-
rea te Araujo ; annos.
I);rio. Africano, escravo de Marianna Alexandri-
11a (.mirada Silva ;38 anuos.
Joao, rrioulo, escravo de Maiiocl Rodrigues Son-
res ; 1 mez.
Alolfo, branco, filho de Joao Baptsla de Arauio
IS mezes.
AI,noel, pardo, lilhode Joaana Alves Arouca 1
mez.
Sevcriana, parda, escrava de Manor! Bczcrra C-
vale ...II ; 8 mezes.
Mara Jos ds Lima, branca, \iua : 7S au-
no-.
Leandro Clemente Deodalo, pardo, casadn ; II
annos. Pobre.
M.uoel, brai.cu, Hilan do Mara Claudia, Ramos;.
I mezes. Pobre.
f.Tlrudcs, crioula, escrava de Manoei Jo.quim
Barbosa ; () anuo*.
^ Ignaci. Mirria da Assamncao, branca solleira ; 58
Joanna Marte da Conctelo, parda, solleira : "I
annrs.
Mara Joaquina Cavalcanli Linhaes, branca,
da : 70 anuo-'.
V moel, pardo, lilhode Cusma Mara do NaK-
me. te ; 3 mezes.
Padre Leonardo Joao Crey, priosle.
i____
iwicacoes a pedido.
AU,cucho que no dia II do corrente profer,
.-.uo magna do Alhee Pernambutano o
i>ass,g,,ad,., estudanle do tereeiro anno da ta-
ciiMade de Direilo.
S Mihor, s :
IJi.il ha na ida dos povos, que, como n, do indi-
viduo, a.s.gnalados p.r'om eeulo grandiosu Mnuis
devjm te .car no olvido. Esies sa'o, p^in'duv,':
lonlf. Zt 'IO* P,r1'"ciP>lrn"ute ha desiei dias -
une le em ^ **'" VTe0 P"" **** "
que le em que-narao-viveu para a lollras. .
A volta, pois, de laes das nao pede deixar de re-
coniiuzlr-iio, ao amor e ao enlbusla.mo ; vl.lo como,
se 11 um levantou-se radiante no horizonte brasileirn
0 Helio -ol da liberdade, n'oulro alvoreceu risonhaa
imr ,ra do saber.
!s f.icfu, a hberdade lio a mai, mimosa flor, que
desabrochar p,|e n'u.11 campo.hem ainanhodo.
He a alampada len.plo ;o fogo sagrado que ardo
..as aras ; a columna do deserto que guia o |m,vo
de lieos i Ierra de promisso.
esla quando livemo-la, senhorea t
Havia un. poico mais re Ires secutes, que un.
acaso venturoso chamara Cahr.,1 a.eslas formoai,,,-
mas plagas, eufeudande-as a cora p
Durante elle espace, para que he, dizer-vos T e\-
hau ni ,-. gola ., gola, o clice margo de dotaros!
decipedes e solfrimenlns ; e urna triste mas ten-a
experiencia c.lou em nosso espirito a verdado da
condico mcsqu.nha das miseras colonia,. Jteteva
dizer, que sobre nos nao pe.avam ta raesma escala
01 iriolliplirados e gravosos Iribiitoa. que mojaran
o, n.sos irmaos septenlrionaes nos exlreinoa da des-
esperacao, e Ihes Irouxer.m em ullimo reseltedo^,
famosas bal.lbas oquehemil vezos|ior". j .'
da, lelvagen, ; era a nossa bcll re.m
ladadigii.de receber bandido 'T".
Ihaco.lo d. escoria porlugueza ; quando ai luces j
,e l.aviam gr,nd.innte dilluuddo entre os brasitei
ros,--quai.do ja-vicfjavam os sermens de une in-
dostria OoreMente a de um aclivo commercio
Scou, porm, a hora Btada pelo dedo da PW>v-
.1

?V^

I

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OIMiO OE PRUMBUCO TERCA FE1RA 14 DE AGOSTO DE 1155

3
1
4
i


M
7
rianria par* o desabamento completo do carcomida e
'.inl* artefacto da lymnnia I
A hydra do despotismo dev a 1er esmagadas, orna
oira", lodii as ccn caberas, c a clava de Herclea
era breve appareceu.
Entilo o sol, que lislroo os pincarot de nossat ai-
*erras, que roieou a cumiadas de nossos mon-
tes e oulcims, c que refleclio ia corrente de mistos
rios sganles, foi o sol do im| da seto de
setembr
aprs/-rne |r9-
mneo magna-
o Sr. O. Pedro
Primeiro
Vi i
( ,.an\.
inicia, e finco annos
In-tltuirAo de duas
^HFjnridii-a e sociaet, una ao
ll do imperio.
agoslo le Miembro, como olio roci-
is necestti tildes da poca, se bem
teas necessidadi-s, o onie de asoslo j
na e a sciencia sSo rmaas gemoas, que
jaro*i lesprcndem n sen caminhar de s-
calos.
fraclos
qoe se al
Efll Y
re*dM*a
[ que urna fa ;a germinar dolcilicos
'"Idea ouiim vir sazona-los, por
|em imina'.uros'de suas asles.
U n*r mais lempo deivar de
amplilude as listas pene-
trnnies_ i lonarchu.
- Ilustrado para ignorar que
pos i piosperidade, o eugran-
yMo sempre pairaram ein derre-
'"jranles protectores das sciencias
acuruinot
isa mola real da vida e grandeza
; ao mesmo tempo que sao a
ebridailc dos estados,
a Italia, a Frauda, a Inglaterra e
- Ilorescerain *.'
u foi quaiido yram sobre seus lliro-
Periclet, \uguslo Cesar, l.eao
bel, l'redericu o danalr, e lauto*
ilo, as 'ciencias, as arles e a
que pode ser objecto dos lin-
io, enconlriran o mais qnalili-
-nos liiiin saber que os seus
01 iquelles que so a ellas dedi-
iraclos, Miguel Angelo, Ra-
iciiie, Moliere, l,a Poname, Boi
o cysno de Cambrai ; e
nberl, lilo parlicularmenle
ii oulros lanos (os-
ado, invocara a prol da
ic do Ypiranga den-
HABver"u ,l0 <-
nfe'facais, sc-
e commello o mais
lUidra ilc oscillaciic-
-toria dos po-
de folliea-las.
ni einprestiruo, em ge-
: anatbciiM is.idus ;. com quauU
na rccurdanin os brasi'
auna poca, cm que o paiz .pas
minbava para o mais assuslador
a mito protcclora do Supremo
sobre nos os influios de sua
movimixlos ici ligjposos de 7
un Himno, rompen o
nio por encanto, qoe
cerraoes se dissi-
dtazut-Mtiin ;urna era nova
vpressao do sonoro canlor de
efonir nascilur ardo.
Mancillad; do progresto moral
rm lodos os sentidos, l'm novo
mica lo ,s ciencias, s arles,
^^^MFcio. (> que anda uo linha-
queja possuiamos, mas imper-
oi melliorado ; porque o espirilo
f lende pora a perliclibilidade, que
Una lei de gravitarlo.
mil reforma total araba de ser
demias, Je que na o lia muilo
ir relevancia e nt-
^^Ke estes reos de lu.e-
Jus vicios e lacunas, que
Hjajirimeirs insli-
querer cali-
lla i il sciencias jurdicas
ule urna prompl.i
m virtude do de-
do IHJi, e a gloria da
l.'. se bem que eslea
legislativos geraet ; lo-
rio) imperio n3o I lie cabe
lo zelo e tulitilade,
vasas medi-
liloria e uralidan anda
i o vol quasi unnime
[(Sica, arrancando a F.iculdade
iecthida Olinda.
^^^Kfltrte envidar .lodos os
.irada a espectaliva
de provas de amor e
lelles que por lilu-
01 dia sermos uleis
c ludo patria, que eui mil
iore- .'
a que ru ouve urna pleiada bi i-
os e laleiilos % mancebos, iireilos
iJ^Hai Ai esludo
nasoamno recinlo do Allio-
!tro duvida, lie de bstanle sig-
ire a jus.tira do redargir
* e mlii(-jt pela voasa gloria
^^^Hla de jovens espera n-
^^^H|a ceifar as vossas mais
i la aperan
irofano do toilo ou do egosta
laudas do bauquete, em que sois
a ; amor e enlhusiasmo
-ciencias c s ledras ;
le Almeiin Soulo.
. deumbargador Firmino An-
MMfa! io Irilmnul do cum-
roiincii de Pc-vambuco.
SONETO.
- lugar lio sublimado
iro tlenlo rrerecid ',
lo do comm-rcio esclarecido
]Oern le escillie, sendo bonrado.:
ores, lo Brasil, fsle nascido
a er da inveja deprimido,
ella lo brillio ser mancbado :
o venenoso denle
i verdade,
ii le mrito eminente,
n esbravej- em liberdadr.
alia Cama, que nao mente,
A razio, a jnslira, a iiuinanidadc.
dos une da
nd(\ o di.a
Uegnemis. i'i collegas, de copiosas lagrimal o t-
mulo do DiHsa irmllo do lrllras,e em nossas ora^ors
suppliquemos a Dos pela sua alma.
Adeoseollega.....'Adeos amigo. .. para lempre...
descanta ein pai na manslo da* justos.
1 A ierra I eneja leve.
Joilo Maria de M. Samrro.
A ordenarilo Felippina I. t- til. 53 S determina
o scuinle. E os solicitadores da corle e easa da
sdpplicacao ii.lo pdenlo solicitar os feitos e causas
que se trataren) na cidade, nem os da cidade (Porto)
pdenlo solicitar as causas que se traiarem na corle
e casa da supplicacao e na farenda. 3: E se algu-
ma pesso solicitar sem ttr os dito- mndalos, ou
nos julios para que io fur ordenado sei preso e
degradada por um anuo para frica, e pagar lodo o
daino e perda que por sua causa receberem, e nao
poder mais em lempo algnm usar do dilo ollicio. E
qiiandoos sglicilalures esverem na relar.lo oih nas
audiencias peranle os julgadores eslar.lo em pe. I)e-
termina-sa lambem naord. 1. I' til. I 26 : K po-
llera dar os allicios dos solicitadores as pessoas que
para elle Ibe parecerem perleucculcs e Ibes passar i
uas carias.
COMMERCIO.
"HACA DO RECIFK 13 DE AGOSTO AS 3
HOltAS DATAKDE.
Cola^Ces nlliciai's.
Cambio sobre Londres T. \\i A. 60 d|v.
ALl'AMIEtiA.
Kendimeiito do dia 1 a 1|.....87:0)W197
dem do. dia 13 .*.....19:l07*7


a
um
106:jOlj669
Oetearregam linje H de agoslo.
Barca incloiaUeimrbncalh.io.
Bsrca inelea(Jueenlaias e ferro.
Barca iimleal'Unting Cl Brigue porluueaTurujo Idiversos gneros.
Brigne purluguez l'iajanlefarinba, cal e btalas.
Hule brasilciroInrencivelteneros do pai.
Polaca despatllala./afAiitiepipase sebo.
Imporlacao.
Barca ingleza Iloating Clnud, viuda de Liver-
pool,consignada a Jobnslon I'aler & C, manifeslou
o seguule:
2 caias lecidos de algodilo, c laia, 6-2 dilas e 1 far-
do lecidosde alsixlao, -2 cai\as ditos de 1,'ia, e alao-
dflo, 12 fardos lio de algodflo ; a Barroca &, Cas-
tro.
16 calas tecidos de algod.lo ; a Augusto C. de
.Uncu.
il! fardos lecidos dealgodao, 1 barrica e 1 volume
loura ; a N. O. Biebcr & C.
4 bar is manleiga, 1 cana livros de abecedario ;
a Machado Pinbeiro.
caisas qucijos, 1(1 fardos lecidos do algod'.o ; a
Isaac Curio &{f.
1 barrica e 1 caitinba ferragenS ; a James Hal-
liday.
(i fardos o 121 caixasUciilos de algod.lo, 100
barris manlet^a, 816 saceos farinba de Irigo : I J.
Mvder f\ C.
> fardos e 12 caijas lecidos de alcodao, IDO cai-
tas folba de llandr'cs, 9 toneladas, 12 quintaes e 2 ar
roba* ferro de arcos, 13 barris oleo de linliara, lO
ditos maiilcga ; a Paln Nasb i C.
50 barris manleig* ; a Schramm Wlialely Apom-
pa nhia.
1 camnlia rucias; a l.ui/. Aplno-o de Siqueira.
2 volumescb-peos de pallia, 88gigos o 12 barri-
cas louia, -2 cestos amoslras. 56 caias e 4 fardos
lecidos le algodAo, 3 caias e 1 fardo ditos de linbo,
dilos dilos de Lia e algodan, 2 caias ditos de cas-
ia, 3 ditas mcias, 100 barris manleiga. I eaixiiiba
nupaa, 1 dita doce, 1 dila imprensa, 1 dita-roupa ;
a Jobnslon Paler (SC.
11 caias lecidosde algod.lo ; a Hoslron Kooker &
Companbia.
6 caias lacillos le lindo, ljfnbrulbo amoslras; a
Busscll Mcllois & C.
10 caias lio de alsodo, 34Bi tecidos de algaao;
a Adamson Howic& C |l
0 barris mantciga ; a Me. Calmont A Cooipa-
nbia. >
7 fardos e 5 caias lecidos de alzodilo, 2 dilas len-
cos de al'gudao ; a Besas Braga & C.
6 fardos lecidoi de ftgod.lo ; a J. Keller & Com-
panbia.
5 caias e 3 fardos lecidos de I goda o : a C. i. As-
tley & C.
2 fardos cobertores de 1.1a ; a Timm Momsen &
Can panilla.
9 lian icas eJ2 calas ferragens, 1 dila perlcnrcs
parascrieiro, Jbarricas vnlms, ;(i feiies ps ; a E.
) fardse 19 caias lecidos de algodAo, 1 dila di-
to* de argollan elaia ;* Ileury (nlnoii.
30 barris manleiga ; a F. G. de Olivcira.
V"> feiies pus, t barricas ferros de engommar, 3 di-
tas ferraceus, 200 fogareiro', 36 chapas de ferro, 36
postos dp ferro ; a Sooia & Irmaor
4 fardhs lecidos de 1.1a, 2 caias cha, 1 bairil a-
=uaidenle de Franja ; a Soutliale Mellis & Com-
paolia.
M barricas salitre, 1 carnuda drogas ; a B. F". de
Souza.
I dila sal, I lila presuntos, 1 dila queijos, 2 dilas
conservas ; a J. da C. Nev-.
3 caias queijos, 1 barrica presuntos, 1 caiiinba
bfStaifcM. 1 ,tu panai, 1 dita musanla. 2 dilas con-
servas, 1 dila Iruclas, 2 barris cerveja branca, 1 dilo
dita pjela^a linulas ,V Irinaa
10 .larncas minio,7 barris oleo de linliara ; a J.
Su ii ni.
30 toneladas carvAo de pedra ; a nrdem.
19 fardos lecidosde algodao ; a James Crablrce &
Com[ianliia.
abirritas lonja, 1 .lili minio, I dila tinta azul da
Prussa, 1 tonelada. 8 quintaes e 2 arrobas ferro, 3
barricas ferragens, 4 caiiinba pertcnces para sellei-
ro, 6gigos hlalas, I caiiinba roupa feila ; a S. P.
Jobnslon \ C.
1 caiiinba tecidos de algodao ; a Brunn Praeger
S Companbia.
3 saceos amostras ; i diversos.
CONSULADO GEKAL.
Beiidiraento dodia 1 a 11..... 8:9459031
dem do dia 13....... ULiStfiij
Couros de boi salgados ....
d verdes...........
espiados......,
de O'ija.......
cabra corldos .
Doce de calda........
b goiaba.......
secco ..........
" jalea ...........
Eslpa nacional.......
eslrangeira, niao d'obra
Expoliadores grandes.....
" pequeos....
F'arinba de niandinra.....
iiilftio.......
o aramia.....,
aTeijao............
Fumo bom.......i
ui-dniriii........
' em folln bom.....
(( ordinario .....
rcstollio.....
Ip.ci-acuanba.........
Gomma ............
Gengibre...........
Lenlia de acbas grandes ....
pequeas.....
i> loros....... j>
Prancbas de amarello de 2 costados urna
iouro.........
Coslado de amarello de .'13 a i()p. de
i> c. c 2 i a 3 de I.....
n de (lilo usuaes.......' d
Cosladinlio de dito........ B
Soalbo de dilo...........
Ferro de dilo...........
Coslado de Iouro........ i>
Cosladinlio de dilo........
Soalbo de dilo...........
Forro le'ililo ......... >>
cedro.......... i)
Toros de lalajuba ...'...
Varas de pnrreira......
ii n acuilhadis........ ,.
" quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c. par
eiios n n
Melaco............
Milbo............
187',' i 35000 rs, viadas na barca portugueza boa-Hagem
I00
aaoo
109000
uo
saoo
60
400
em 20 de abril do 1855.
dem dem, sem numero, 12 (boas de pind de
20 polegadas cada urna, de 6 polegadasde largura e
1 de grossuia a 400, total 50OO, rodea no brigue
dinamarquet Anna-Catharina em 16 de abril de
18'ii.
dem VV V, sem numero. 4 barris de 45 me-
didas cada um com viudo do Porlo commum cun-
lendo 180 medidas a 400 rs. tolal 73(000, viudo
alqueirc
@

alqueire
0
o
alq.

ccnlo
o320 i no brigue porluguez S. Manoil /.-, em -22 de abril
de 18'.l.
Armazcm n. 7.
I.clreiro, som nuiricro. I enibruliio com 22 libras
de t> pos a 600 rs., loial i:t;200, na barda trncela
narre em 31 de inaio de 1853.
Marca D 61 C, numero 371, I caia cum 1088 li-
bras de grampas para cabellos a 300 rs., total.........
326>OO, na barca Irancaza Havre en i de junlio
de 1853.
Arinazem n. 8.
Marca J S I. C, numero 20, 1 caia, .'libras de
sal-amarcoa 70 rs., tolal 2-3100 rs.na barca fran-
cesa Conle Itoger cm 31 de marjo de 1842.
dem P, numero 21, 1 barrica, 36 gigos de 2 li-
bras cada um de sal refinado, tolal 72 libras a 80 r.
total 59760 rs.,:ia escuna ingleza ToAeu cm.l I de
abril de 1833.
Armazem n. 9.
Marca S sem numero 22 fogareiros de ferro
quebrados, pesando 10 arrobas a 2f, lotal 209, lin-
dos na barca ingleza Uenocievc, cm 7 de Janeiro de
1832.
dem S. M. dem15 rodas de po para ap-
parelbo de navio a 100 rs., lotal 19500. viudas na
barra ingleza Bella, cm 17 de Janeiro de 1852.
.Marca S In. 1 I ceslo com 7 vidios grossis
para lanlernas de carro a la, total 79, viudos na ga-
lera ingleza Linda, tm 1 de marco de 18i3.
dem. C. P. sem n. | barrica com urna baca
le loiici 11. 4, por 100 rs., urna salladeir 1 11. 4 por
900 rs., um orinol com lampa 11. 1 por 900 rs., um
bulle 11. t por 400 rs., um assucarciro 11. t por 100
rs., una maiilegtasjlraii. por 100 rs., um 1 ligella 11.
cum lampa por 160 rs.. >im pralo traveseo n. i
com lampa por KM) rs., um prato traveso n. 4 de
18 pallegadas por 300 rs., urna leitcira n. 4 por.400
rs., doas casaos de chicaras e pires rja>i a 80 rs., lo-
(|uinlal
dii/.ia
Pedia de amolar .
11 Rllrar. .
rebolos .
Ponas de boi ;
Piassava......
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama .
Pelles de carnciro .
Salsa parrilha .
Tapioca ......
Lidias de boi ...
Saliao ....;..
Esleirs de pernori
Vinagre pip
Caberas deicacuimo de barro.
caada
alqueirc
urna
o
rento
moldo
mero
!
nina
19280
19000
29OOO
igood
19600
9000
39500
33000
8NXKT
34orj
79000
49000
39OOO
381400
samo
19-500
2-iOO
991K)
IO3OOO
169000
79OOII
95900Q
IO9OOI)
99000
6.3OOO
mm
6|000
3?200
3tr2O0
25200
39000
1?2S()
1)080
l.y.120
19280
44.5000
201000
ysoo
19600
9610
69OOO
9800
49000
9o20
o,i,,). Secretaria da lliesourari.i provincial de Pernam-
5C30D
9!0
17.^000
1000
;-2IO
naa
9160
309000.'
mildcro ."srHHK1

cento

urna
MOwLMNTO DO PORTO.
.Vacos miradas no. dia 13.
Aracaly pelo Assu'42 dias, dale brasileiro 0C011-
ceiclo de .Maria, de27 toneladas, mestre Beruar-
dno Jn- llaiiilelra, equipagem 5, carga sal ; a
Paulo Jo- Baplista.
Ufjjknbao75 das, escuna brasileira ((Floran, de
Il4 toneladas, capillo Joaquim Jos Al ves das
Neves. equipagem 9, carga arroz e mais gneros ;
b Antonio de AtmeidaGomes. P.issauciros, Miguel
de Almeida Geincs, Ha; inundo Paulo Ferreira
Cdaves.
AracalyII dias, dale brasileiro Inventiva}, de
37 tonel ida-, mestre Antonio Manad Allonso,
equpacem 5, carga couros, sola e mais gneros: a
Martina & Irmaos.
dem13 das, dale brasilciro nCapibariben, de 39
loneladas, mestre Anluoio Itodrisues da Silva,
equipagem 7, carga couros, tola e mais gneros ;
a l.uiz Burgos do Cerqueiri. l'assageiro, Antonio
Jos liosas.
Hacia tahido no mrsmo dia.
Para e porlos intermediasVapor brasileiroS. S.il-
vadorn. coinmandaiile o capiljn-lencnteCaldoso.
l'assageiro* desla provincia, llasse de Saiuvillc,
alferes Luis de Queiroz Condoli e sua familia,
1 Izidoro Jos da Silva, alferes .Malinas B **bosa dos
Sanios, sua senhora e Hunos, 2. sargento largi-
110 Jos das Neves. Segua debaiio de qnarvn-
tena. '
EDITAES.
O lllni. Sr. inspector da tbeso'irarn) provin-
cial, ein cumprimenlo da ordem do Eim. Sr. prc-
iidjmia-.d*-f* 9-.860j696
IMVEIISAS PKOVINCIAS.
Keiidimeiito dn da I a II.....
dem do dii 13 .
1:271*010
23jl4l
1:29*181
Exportacao'.
Babia, garir|)eira brasileira rLivrarlioo. de-iO to-
neladas, conddtia o seguintc : I raiiSo podras,-
2 Jilos clcheles, 6 caiiiubas vinlio de Bordeaui, 92
caias hlalas, 1 emlnulho toquim c (i caias de lar-
laruga, 1 eahta* e 2 fardos fazendas, 188 liaras vi-
mes, 78 caias azeite de oarrapalo, 19 saceos cera de
carnauba, 20!) caiies doce de goiaba, 1 caiao rou-
pa de pagem.
BECliBEDOBlA DE ESDArTiNTEliNAS GE-
KAES DE PF.BNAMBUCO.
Kendunenlo Jodia 1 a 11.....12:8169303
dem do dia 13 ...... 44;I32
13:2589435
UMA LAGRIMA
junio ab tmulo de mea collega e ami-
go Raym ido de Araujo Urna J-
nior, em 10de agosto de 1855.
O lumulo sepnlla lodos oserros,
cotre lod)s os elfeilos, eitinguo
todos os etenlimcnlos; nao sa-
bem do sen pacilico seio sen,lo ler-
saadadet e Irisles recordaroes.
10 Usura Que lgubre pai-
li se representa! Ser .lo um
ni ter fillio da propria
delaiiode meus odos, cu bem o
i Kayniii ido de Araujo Lima
nda lia pouco o o
u tm porvlr brilUan-
le, e um futuro esp am;o. n o aceaava do perlo ;
vida : una cor lvida Ida te-
v**"- rubor fuae-llie dos labios, a palidez
mortal ana a de lados os seus memhros, seus
ollioa cmtMclades ja nao lem a uelle brilho que se
lornav* lao espreasivo, a frieza do matmore robre o
seo descaro ido corp,). gm, a ,M 3lmn t nga re.
sido masen corpo, ella davas-aido o espnc.i, foi des-
elerea.e rtsafccr adi jusla pal-
) conliniiameiile pralica-
> mereca ; poi nao as
"f*2 ^** d'."nrtv' el|c ma-
mfsilato lsj**a*ii s. ja parj tBm 0, amj_
ir sincera amisade niie
i de. inleresse, ja'para
lais el aras pelo sanaste ren-
que era devldo, re-
a e-loc iao que llie minstra-
la ornada los msjmente Ibe souberam
CONSULADO PBOV1NC1AL.
endimeiilndodia 1 a II..... 17:
dem do da 13 '. ... 1:313
18:920;132
cal
in.i
das
dendn-llies )q
velan'.
libela da vida ja le
il. Poremnilo morrena
grnvada em
i da ineioravel parca
ules, a semellianra
irora, e recebendo
dia, jai stas
'd* serundo de pasto i rndes
mira oaroro-icom que a brisa
belleza rcli-e murcha.assim
que anda ha peuco Uo clioio do vida,
W, desf:surada sombra de
Ja pamameiilo, quando
so* que despedacain a al-
ma, quoaj Dl0 atnpsro. porem
<,uao alsWssssi PqH do rrjsjasj*ssjj Bulas, para osle a morle toma-se
nnibam um lermiuar todas as torturas
da vid, par. aqnelle um mal que Ida cor-
roa a* entratiha, wnto o abo r voraz al o ultimo
BQapafo.
me-, m
ver mu:
lorn*
PALTA
dos prerns correnlct do auuer, algodao, e mais
leero* do paiz, que te ilcsparliatn na mesa do
consulado de l'crnambuco, na semana de Vi
a iS'de agosto de' 185.5.
Assucar emcaxasbrancol.'qiialidadr i
o a 2.' t a
^masc. j.......
o bar. e sac. braneo....... ,,
" masravado.....
ii refinado....... ... B
Also'lao cm pluma de Id qualidade
2. y,
ii ii 3, a

o
caada

cm caroca......
F'spirrto de agurdenle .
Agurdenle cachaca.....
n de calina ....
ii resillada.....
do reino.....
Gcocbra..........
............
Licor ............
.............
Arroz pilado duas arrobas um alqueire
cm casca...........
Azeite de mamona........caada
n nieiidobiin e de coco n
" n de pcixc......
Cacan ............
Aves araras ......
" papagaiu.-......
Bolachas ...........
Biscuilos....... .
Caf bom...........
reutolbo.........
com casia........
o muido..........
Carao serca .........
Cocos cora casca .......
Charolo bous........... a
ordinarios........ p
regala e primor ....
Cer de carnauba......... " am elas...........
. Cobra doto rolo d'obr...... e
caada
botija
caada
garrafa
i>
'.
urna
um
a

ii
cenlo

23700
l-SIKI
:t3200
69000
5-*600
5900
1i>500
5700
yro
5480
&180
700
580
240
.580
>210
tf6M
19600
9600
19760
11080
59000
109000
3)000
79000
89960
.39000
39500
9*00
4^000
19400
9600
29200
119000
I39OOO
9160
fazer publico que uo dia 23 do corrente, peranle a
junla da fazenda da mesma Ihesoiiraria se ha
do arrematar, a quem por menos lizer a conser.varilo1
periiiaqcole da estrada do aul, alerro dos Afogado's e
Remedios, por lempo de 10 1nc7.es contados dn I.
de selembru do rurreule auno, avaliada em 5:4009-
A arremalacan ser frita na forma do lei provin-
cial n. 343 de 15de maio do anuo lindo, e sob as
clausulasespeciacs abaiio copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo,
comparecam na sala das sessocs da mesma junta! 110
da cima declarado pelo meio dia coiiipelcnlcmcnle
habilitadas.
F; para constar se mandn aftiiar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesournria provincial de Pcrnam-
buco 4 de agosto de |855. O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciarilo.
Clausulas especiacs para a nrremalario.
1." Eiecular-se-liAu ditos trabarnos de confurmi-
dade com o orrameulo approvado pela directora cm
conseldo e apresentado approvarao do E\m. Sr.
presidente da provincia na importancia de 5:009.
2.a O pagamento verificar-se-ba em 10 prestacOes
mensaes.
3." Melade do|pcssoal ser de gcnlclivrc.
4.a Se o arrcinalaiile lem cumplido ludo o anno
com as suas obrigacoes, e deiiar a estrada em me-
Ihor eslado que a lomara-, receber, a titulo de gra-
tiliracao, mais dez por cenlo da importancia total da
arrojnala;ao.
5." Para ludo o que ntln se adiar determinado
nas presentes clausulas,ncm no orrameulo seguir-se-
da o que. dispon a respeilo a le provincial n. 286.
ConformeO sccrelario, Antonio t. d'Anuun-
tiarao.
Nos dias 11, 11 e 16 do corrente oslar em pra-
ra, no pajso da cmara municipal dcsta cidade, a
obra de abertura de urna estrada npva. que da de
Pao d'Albo eonduza ao largo da malrU da Varzea,
oreada em 3:2005000 : assira como a constrticcao ja
annunciada, de canos de alveuaria em algumas ras
Le csfridas da fregue/.ia da Boa-Vista. Os respec-
|yos ornamentos se franqueain na secretaria da
a cmara, a quem os qui/cr consultar. Passo
cmara municipal do Kecifc em sessjo de 8 de
goslo de 1855.llarao de Capibaribe, presidente
Manuel Fernira Accioli, secretario.
Pela inspecruo da alfandega se faz publico que
no da 16 do crrenle riepois do mtio din -e bao de
arrematar em dasla publica i porla la mesma re-
partirlo de runforiiiiilade comdisposlo nos arls. 276
e 277 do rcgulamenlo de 22dcjanhodet836.il-'
vres do dreilosao arrematante, as mercaduras abii-
io descriptas, j aununciudus por edilaes de 30 dias,
datados de 16 de fevereiro, 10 de maio, e 15 de ju-
nlu dcsle anuo, a saber.
v Armazem n. 6.
Sem marca, sem numero, 1 einbriilbo com urna
grade le ferro pur I9OOO, viuda na barca portugue-
za Ugeira, entrado em 2 de novembro do 1853,
Lelrero, sem numero, 1 dito, 2 cenilas de panno
dealgodao a 50!) rs. lotal 1.9000, 2 cami/as de mada-
poln a 19000 total 29OOO, 3 calcas de ganga a/.ul li
.500 rs. tolal 19)00, 1 Irancelun de cabello por 200
r.( 1 5 de semonles por 500 rs., viudo no memo
navio cima, estrado na mesma dala.
Marcad',15 I|2I0,1 barrica, 2 pratas ,1c loura
redondos al 10 pulegadas 11. 2 a 67 rs.,tolal|13, rs.,
1 dilo dilo n. 1 por '34 rs. doas rasaes de chicaras c
laram a esla represenl.irao, em que o publico anda
lera de a.liniralos.
Pcrso'nagcni.
Antonio Jos. .
O conde de Ereceira
Fre Gil ....
Marianna ....
Lucia.....
Lu criado. ,
AdoreshSrs.
Hcis.
Scbasliao.
11 beneficiado.-
IJ. Maria Leopoldina
I). Rila.
Lima.
Terminado espataculo com agracosa farra
,0 Jl DAS FMSABBADO DE ALEELVIA.
O actor Aolooo Jorge agradece vivamente ao
Eim. Sr. presidente da provincia \">f llie daver con-
cedido o lliealro, aos seus collega* que se prestaram
a coailjiiva-lo c o pnblico ,le quem espera benevo-
lencia e priileccao.
A pequea pon.ao de bhelcs que restam, sISO
venda na niilo do beneficiado, na roa Bella u. 39.
Principiara ai oilo horas.
PUBLIC^A'O LITTERARIA;
Acda-se venda o compendio de Tbeoria e Pral
ca do.I'roces,o Civil feito pelo Dr. Francisco de Pau
a Baplista. Esla obra, alm de urna inlrodiicrilo
sobre as aeros e eiccprocs cm geral, trata do pro-
cesso civel comparado com o commcrcial, aontro
a theoria sobre a applicaro da causa julgada, eou-
Iras doutrinas luminosas : vende-se unjaumeirie
na loja de Manoel Jos Leite, madn n. III, a 69 cada uieinplar rubricado pelo
Juln
m
lal li;o rs.
Airaudega de I'ernanibuco 11 de agotas) de 185-5.
O inspector, /.'euro ./u.. Femandtt.Bjrr,.s.
O Illm. Sr. ifapeclor-da tdeSvuraria provincial
em ciimpnineulo das oidens do Eim. Sr. presidente
da 7roviiiria. manda fazer publico que no da 23 (lo
corrale peranle a junta da hienda da mesma Ide-
sourana, val novanienle a prara para Ser arremata-
do a qocm mais der o pedagio da baneira do Moto-
roloinb, avallado aniiualujente ein 2:672! rs.
A arremalaro sci feila por lempo de 2 anuos c
10 mezas, a contar do 1 do sclembro d) eorrciile
ii.mo. ao lim de jando ik; 1858.
As pessoas que se propozerem a esla airemalaro
compretela na sala da sessao da mesma jaula, no
dia cima declarado pelo meio dia, com suus liado-
re* compeleiilrmeiile' habilitados.
E para constar se mandou albur o piescnle e pu-
blicar pelo Diai lo.
-- ------------: ....... ... liu
buco 11 deaguslo de 1855.0 secrclariu.
-'. /": d'Aiinuiiciarao.
O, Illm. Sr. insneclor da llieiouran de fazen-
da manda fazer pnblico, que a arrematado dos iiiii-
leriaes que rrsuliar.im ila ilcmulirAo de um Iclbciro
lio forte da> tjnco-l'oulas, o que davia sido ainiiin-
cisda para odia 7 do correla licou transferida pa-
ra o illa 14 do mesmo mez, ao meio dia.
Secretaria ,1,1 Ihesourarta de fazenda de Pernam-
bucnemll de agnslu de 18.55. No impedimeii'n
doofllcial-maiur, tir Francisco Sampaio e Silva.
Peranle lliesoiiraria de fazenda desla pro-
vincia halle ser arrematado, 110 dia 1 do coircnle,
:i quem mais de1,a renda aimual da casa de sobrado
com doas andaras* toMon* ruado Padre Floriana
que perleiiccu ao fallecido F'r. Caclauo de Sanl-
Engraela Muniz, e se aeda cucurpi.raila aoi prourios
naeronaes. Os prclcndcnles coinparecini na uiat-
ma Ihesounn.i a 1 hora da larde do referido dia.
a da Ihesouraria de fazenda do Prniani-
d; agoslo de 1855. No iin;iediinenlo
ior, I.uiz Francisco Sampaio c Silca.
ECLARAtOES.
la snlidelegara de Sanio Antonio se faz pn-
blir.^ue se acha recolhido .1 cadete por nospeila de
ser capnvo, mu criouliudo de 14 aiiiius, pouco mus
011 menos, que diz chamar-se Antonio Andr e ler
viujlo de Cariri Novo em ciimpandia de um tal To-
p une liouxcra gado para Sanio Anl'o c do po-
je quem fu ira desla cidade. sendo encontrado
MfHnbo Prcto, onde fra raplurado, 1 oudiiziudo
0111 ravallo que furlra em S ver direilo sobro dilo crinuliobo, comprela uesla
mesma subdelesacia, para que provandr, "ibe seja
Antruin II de
cuta em cier-
cnlieiiue. Subdelcgacia de Si
agosto de 1855.O subdelegado
eleio, Jos la Cosa Honrado.
Pela subdelcgacia da freg
Recife se faz publico, que foi api
se em deposito um ca vallo alazn, I
alba, que vagava pelas ru
Ior seu dono, juslificando, Ihc"
delegara da fresuezia de S. Joil
agosta de 1855.O subdelegado,
Eduardo Frtfcrico Ilanks.
<*AJ.C0 DE iTOliBICO.
pires n. 2 a Mr*, o casal, tota! 120 rs., 1 ligella 11.
3 por 85 rs., 1 baca 11.1 por 250 rs., I bule n. I por
250 rs., 1 dilo n.3 por 350 r., 1 orinol 11. 3 pur 400
rs., na barca ingleza Columbas, em 21 d fevereiru
de 1855.
Lelrero, sem numero, 1 lala, 8 libras de carneen-
sacada a 300 rs., tolal 29O0, uo brisue porluguez
Maria feliz, nn 5 de Miembro de 1853.
, Sem marca, sem numero, 2 moldo de folln do
Iouro por 500 rs., viudos na barca portuguesa Olim-
pia, em 18 de nutubro de 1853.
dem idem, I dilo dito por 200 rj., viudo na barca
pnrliisueza Boa Fiagem, cm 20 de abril de 1851
Marca C F, sem numero, 1 si;.., rom I hacia n.
4 porSOO.rs., I dila ... I por 250rs., 3 palos redon-
dos ale 10 palegadaa 11. 2 a 67 r., total 201 rs. pires
R. .1 a.'li rs.136 rs., | caneco n. 3 por 160 rs. 1
dito 11. 1 por 80 rs., 2 ligella* n. 2 a 66 rs., letal
1.12, viudos na barca ingleza Swordtut em 12 de
maio de 1851.
Marca TBL.tem numern.l barril com 45 cauadas
de vinbo deteriorado a 400 rs., tolal 18.-000, viudo
na 11a barca Triumplianle, em 19 de abril de
I8j4.
?*"7! ^J^"' 81!)t .P*?l*,rM "m azeilonas em
IN)1.
Lelrero, sem nurrJero, 2 caies com 6 poles de
barro enm inarmelada arruinada de 2 libras cada
pola 160 r* total 960 rs., viodo na Larra .**-
a-Crs; em 19 de dezembro de 1853.
IdemSM, tem numero. 1 embrolho 1 li2duiia
de rotees para corlar capim. do/la 29000 rs., tolal
aartaituim]iHilteigeraldoi accionistas 3o
HuncoclePei'nainbuco,etnol dejulho ulti-
mo, foi resollido cine COntiauatM a itnic-
oionara actuai direcrjSo na gerencia do
Baen, assini como a COmmisaaO de e\a-
me de contas e os memhros da mesa da
issiinbla geni. Dos guarde a V. E\c.
Recife 1 de agosto de 1865.Exm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti (le Albu-
|uerque, dignissirco presidente dadireo-
co do Banco de Pernambuco.O presi-
dente da assemblea geral doBam;o.Ba-
rao de Camaragibe.O primeiro secreta-
rio, Jos Bernardo (alvao Alcoforado.
COMPANHIA l'F.UNAMBlCAriA.
Esla empreza pretende contratar a conslrurcao dos
trapiches e armazens cm ScrHliucm e 1 o Gamella,
ponto* de escala de seus vapores sob as eondiooea
seguiules :
Clausulas especiacs da trremataco.
1.' As obras para a conslrurr,Ao (lestes trapiches
sero feilas ilecoiiforiuidade com as plantas e or;a-
menlos approvadas pela direccao da coinpanllia na
imporlaiicia, o de Serinbacm de rs. 4:835j320. o de
Gamella de rs. 11:2675000.
2. Eslas obras lvenlo principiar no prazo de 15
dias c fiiidanlo 110 de 4 mezes, ambos contados dodia
daassi^ualura dos ronlralus.
3." O pagameulodcstas obras ser feilo em 3 pres-
laroes i^uaes, a 1.a, 110 da da astignnluia do cn-
tralo; a 2.',quando.esliver feila a melad: da obra ;
ea3.*, quando ella c-liver iiteiraincnte conclui-
da ; licando u arrcnialanle responsavel 1 uranio um
aiiiin pela eonservae|* e solidez dcslas obras.
4. O arrcmalanlc prestara umalianra idnea nes-
ta piar,:.
O sccrelario do consellio de direccao
do Banco de Pernambuco, avisa aos se-
nlioies accionistas do mesmo Banco,
que' acha anlotisado o Sr. gerente a
pagar o sexto dividendo de lO.sOOO rs.
por acco. Sala das sessoes do conscllio
de direccao do Banco de Pernambu2puos
31 de julhodel855.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca sobre
a prara da Babia, o contina a tornar
lettras sobre a do Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 2 de junlio :Ie 1855.
O secretario da ,liiec;ao
de Medciros liego.
TRIBUNAL DO COMMF.BCIO.
Pela secretaria do tribunal do commeicio da pro-
vincia de Pernambuco, e faz publico, q le por de-
liberadlo lomada em sessaoadinni-dmliv 1 i|- boje,
nenliiiiii contrato de tociedadecommerriiil, Iralo dy-
poldeca, noiniMces de caiieiaps e oulros quaesquer
papis siijiios a resiftro, n.lo scrilo admitidos sem
dcsparl-.o do- meretistinio tribunal .obre ctica 1 da
parle; islo em conf.irmiilaiie do art. 10 do licrrelo
1597 do I. de maio do correle auno.
Seeretaria do tribunal do eoinmrrrio da provincia
de Pernambuco 13 de innstu de \%\~i.yaxin\iano
Francisco Duarle, oicial-maior interino.
III \ 11,0
AVISOS MARTIMOS.
Real Companbia de .Paquetes I11gle7.es
de Ar'apor.
No dt 20 des-
le mez espera-
se do sul o va-
por Ureal /('-
terr;, coiniiian-
te Bevis, o qual
depois da de-
inora do rostu-
me seguir p'1.1
Soulhamplou,
locando nos porlos de S. Vicente, Tenera, Madcirac
Lisboa : para passageirus, ele, Irala-se com os age*>
les Adamson llowie A; C, ru.i do Trapicho >'uvo
11. i 2.
I\. B.Os volumes que prelendcreiii mandar pa-
ra s>oiilli.iinptoii. devenlo aajKn.i agencia duas lio-
ras aulesdi! se fecharcm aafl|as, deiois desla hora
nilo se receben volume alginRv
PAKA O 10 DE JANEIRO.
Sabe 110 dia 15 do corrente, opataebo
CON 1" I ANEA : s recebe passageiros c e-
cravoa
modos
Para o Aracaly com e-r,ri.i | ein As.ii -.nhe m-
prrlerivelniciilc 110 dia 20 do corrente o liu>te>H
gtllia : para carga tpas-auuiios Irala-e rom Anto-
nio Joaquim Seve, lili 111.1 .1,1 Cadcia lo KcrilB J
19, primeiro andar.
Para o Uio de Janeiro saA
ta brevtdade.o brigue naeioi
IUO, de primeira classe. o qual tem a
maior parte de seu carrcgamcnio promp-
t: para o restante e |).issageirds, trata-
se com Manoel Francisco da Silva Carn-
eo, na ra doCollegion. 17, segundo an-
dat, ou comocapitaoa bordo.'
Coinpanllia Brasileira de Paquete* de
Vapor.
i Jcec, o pial tem e\cellentes co*
1 .*
O vi
(.'na
rom
te a 1
nenie J. Sa-
lom, espe-
ra-se dos
pollos ^ mirle i
do co
III c z
liante
quira
os do sul no iiie.MUo da da sua edegada :
passageiros ecnrouimendas ua- ageucia, raa
piche n. 40, 2 indar.
Para o Araraly segu com brevidade o pS-_
Sania Cruz, capullo Marcos Jos da Silva ; recebe
Carga e passageiros: a (rolar com ('.aciano Ciraco dk
C M. ao Irido do Corpo Sanio n. 25.
G. L. Ilone. capilo da barca americana C-
tkerine Augusta, faz scienloao publico, que nao ac
responsabdisado por divida algiima que a sua tripu-
lara o e pillos lizerem.
l'ara Lisboa pretende seguir imprcterivelmellle
loo da 27 do corrente agoslo o brigue porluguez
: |iara carga e passageiros, para o que lem
P( rdeu-se 00 dia 29 do mez de jullio, do Chora-
meninutc o Cachaim, um alfinele de buhante : a
pessoa que o adiar e quizar restituir, dirija-se ao
iiiesiui Chora-menino, ilio de Antonia Jos de Cas-
tro, oil 11a ra do Viga fio n. 31, que ser recompen-
sado.
lomingos Jos da Cunda Lases comproa por
coilla e ordem do Sr. Jos Marlins Ferreira da villa
de ilaco, os duus bildeles do ns. 5265 e 2788 da
lerceir 1 parte da primeira lotera concedida pela lei
provn'.ial para a edilicacilo do Gimnasio Pernam-
hucan1, que est annunciada para correr no dia 22
do roriente, os quacs bildeles licam em poder do
aiiiiuiii ianle.
100$ d gra-
tifeaeao.
A 10 do correnle perdeu-se desde a ra Diresta
ate a Suledade, e dalii al a ra da Saude, 3008000,
sendo nina sedula verde de 20OS e oolra de 100a,
sendo esta ama ola dn Baen : roga-se a pessoa
que acdoa, queren lo restituir, dirija-se roa llirei-
ta 11. 7:!, a entender-se com Suarcs \ Coinpaiidia,
(|ue dos mesmOs receber a graliticacao cima decla-
rad:!.
Precisa-a? de nina ama forra para cozindar o
diario de urna casa de pouca familia; na ra da Cznr
do Itecife n. 31, se dir quem precisa.
GRANDE PANORAMA.
Iii'derik Letnbcke
lem de ipresenlar boje ao rcspeilavel publico desla
provine a o seu cosmorama na ra da Cadea con-
fronte ao convento do S. Francisco, com as ditleren-
les c ricas vistas seguiules :
Bsala da praia do Bolafogo em novembro de
1833.
' Aclo de visila do Imperador I). Pedro II.
Sebastopol como eslava antes da ebegada dos Al-
liados.
l'eleriiof, palacio do imperador da Bussa.
Ilaiiie vista pelo lado da Lap.iulia.
Aqueduclo e Gloria lomado do morro de Santo
Antn 1).
Case; ta de Tivoli pedo de Roma.
Kuna de Pdili Egvpto.
Alliainlini em lle-paulia.
( pn co de rada pessoa be de 500 rs. O cosmora-
ma ach.i-se aberlo lodos os dias das (i asO'doras da
larde. O mesmo espera na benevolencia do publico
0 va honrar com sua* preernras, co.uljiivando as
militas de.pezas que o me-nio lem feilo, c Cordial-
mente agradec* ao mesmo publico pelo bom acolbi-
menlo i|ue delle espera.
O bncdarcl Jlo Vicente da Suva Cosa adia-
se morando iros Cecilios, roa paraletla e Voutigua ao
grande lospilal de candada.
O lerece-se urna ama com abuinlanle leile : na
ru.i lo (Jueimado 11. (i, loja. ou na prinicira" casa,
pastando a poulft da Capung, do lado direilo.
l'liliDA.
l'erili'u-se no dia 9 do corrente, em Fra de Tor-
1 -na do Pilar al a ra dos Guararapes, urna
carleira daiuai'ioquiui verde cum mola innlando
leudo o segninle: I, nota de 203, 3 dilas
de 10>. f dila de 5-, I 'lila de 25 e I dila di
pe le-se a pessoa que adiar d euircgar a sen dono
I^^HRii Hijinunilo l'aesde I.una. na ra da Cadeia
do Itecife 11. 29, primciru ,111 lar, que >er gralilicado
geiiei'o.-amcnle.
Picci-a-se de una ama que saibabem enEom
mar e co/ialur. r: ira nina casa de pouca familia : na
ra das Cru/.es n. 23 primeiro andar.
Piccisa-se de um feilor pora engenho ; na
Camlioi do Cirmojs. 1.
Ni fajirica da ra do Ilrum 11. 28, precisa-se do
ofticiaes de caldeireiro, laloeiro e scrralbeiro.
Aos senbores de engenho e arrematantes
deesttadas.
I m l.oinem braneo sem familia, que sabe ler
er e contar, que lem pleno cunbacrmei
llura de seu paiz, que por curlosidade Irabalha
l|pua, pedreirn, ferrero, assenia machinas
S^Hjtca e mo\ olas pin aiiiuiaes, arlureiro de es-
tradas a vis'a de qualquei base de arrcmalatte das
obra* pahlicas, euinedranicnlni c ponles. ofTerccc-*e
reci.ar de seu prestimo para enzajai
'lela regular toda despula re pre-
tender aiiiiiince a sua morada
LOTERA do rio l)E JANEIRO-
Resjmo dos uiaiortn premioi da lotria
9. da cultura das amoreiras, extrabida
em 21 dejulho de 1855.
.......sHhOOO*
10:000
:0J
1 .. i8'i().
5011
1 IflS't.

5--2'.'.
t .1 .
\%b\
. iilB
5915. .
20 H.
"Ii~ . 1752
1761., 2550, 2367
2I.7, -2 5116
)04* 7,123, 5807
5950 4542,
0079, 5906.
60 .) 203 223 ,
257, 552 571
632 753 ,
S12, 887, ()"7
1040, 1072,
1504, 1578,
1468, 1687,
1910, 2
2252 237 ,
2559 :
295:
540
56'.):
' 5956 5987 ,
4268, 1271 ,
536>, 4646 ,
4852 5059 , 5149
5|76, 5208, 5456
5010, 5664, 70U
5884, 5919, 5987
' 100 premios de .
1 SU) ditos de
Siliio nestaproi;
em > meu
los de 401
resijiieiram vi
Aclta in-
da lotera '1
eei, (jue devi
senle. Asustas dei
badn 18 .
pafjos depois |ii
aS listas.
AusenlD'
da Aurora, .1
0 escr'avo Filad
ra lto'so. Mir^^H
salientes, cor fulla " cabra.
1/11I e camisa de al CO. -Il-'
nan-se a nueni o*t*t*i*B
rida casa.
0 Sr. !
procurar na ra d
Penado.
-'

ugar do Cor ar. ia rna d

SECIEDAUE PHILO
Er virlude (los estatutos avi';:
-ios >iui > seaaai
Sal J rr

llom .1
(ansa.
o nielliorcs commodos, Irala-se rom os consioi
LorumunicoaV.Exc. quenase55arre3srrjTL.-!-TW.m* de Aqnino Fonteca ex Filho
- .--------- ..,...., ou cora o
capitao iia-firaca.
baha. .
Vai segnir eotn braaiade o hi.ile brasileiro For-
tuna, nieslre Joaquim Us Silveira ; para o reslo
da carga Irala-se com os consicnaiarios A. de A. Co-
mes & Companbia, na ruado Trapicha 11. 16, seanu-
do audar, ou com o mestre no trapiche do algodao.
Para o Aracaly segu em poucos das por j
ler (irle de seu carrcgaincutn promplo. o biiilc Ca-
pibaribe; para* reslo* passageiros, Irala-se na rila
do-Vigario 11. 5.
Para o Aracaly segu com brevidade o biale
lineucicet : quem quizer carregar, Vale com Mar-
lia* y Irmilo, roa da Madre de lieos 11. 2.
LEILOES.
Joio ljjnaeio
(JLI.NTA-lEIltA 16 DE AGSTO.
Espectculo cm proveitu do actor Antonio Jorge.
Depois de nma escolhida ouverlura saliira a scena
a sempre aprdaudida Iragcdia do poeln brasileiro
Magalb.le.s.
ANTONIO JOS!: OU O POETA E A l.V-
OLTSICAO'.
Q papeii de Marianna Antonio iott sero des-
erapenhades pelos eximios artistas Marn Leopoldi-
na e Josda Silva Re, qoe generosamente se pres-
. O agenle Borja, por ordem da admius(ra;ao da
masst fallida de Iticardo Rqylc, far leilo de diver-
sas fa/.endas pertenccnlcs Mita massa : terra-fcira,
1* do crrenle, em seu armazem, na ra do Collegio
n. 15. "^
O agenle llorj, por despacho do Bfm. Sr. Dr.
juii privalivo do commercio, i rcquerjmcuto de
Adamson llowiecv Companbia, fara Icilio da loja de
lanudas, sua na na do Oueimado 11. |s A, perlen-
rente a firma de Silva & Araui*. consistindo n'um
grande c variado sorlimeulo f fazendas (murcias e
inglesas, una encllenle rmarilo de amarello en-
vidraeada, c todas as dividas da dila loja : quinla-
feira, 16 do correnle. as II horas em ponto.
O agenle Borja far leilao em seu armazem.
na ra do Collegiu 11. 15, de um completo sorlimeu-
lo de obras de marcineria, novas e osadas. 2 pti-
mos pianos de jacarando, modernos, obras de 011ro,
relogios de vanas quirrldadcs. e oulros inultos objec-
los ele. : sexla-feia, 17 do correulc, as ll horas,
O acenle Olivcira fara leilao por ordem lo
Illm. Sr. inspector da alfandega e por contn e risro
de quem peilencer, le vanas fazendas avariadas
d'agua silgada, salvadas ale buido da barca france/a
Gustare II, naufragada nos rrcifes do locar deno-
minado Maria l'arinha, 11 1 sua rcenle viavem pro-
cedente do Havre com destino a esle perla a ao da
Babia : lerca-fcira, II do Correulc, as 10 horas da
manbas, i porla da referida ilfaude^a.
Brunn Praeger & Cumpanhia fariio leililo, por
intervenrao do agrille Olivcira, de um lindo sol l-
menlo de fazendat as mais propiias do mercado :
r,uiiits-feira, l6*do correle, as 10 horas dj maubaa,
no seu armazem, ra da Cruz'do Itecife.
O agenle Oliveira far leilao, em um s lole.
por ordem do Illm. Sr. inspector da alfandega, e-por
C011I.1 c risco de quem pcrlenccr, do casro da barca
fr*nre/.a GttStaM //, lorrtde de Cobre, com os mas-
1ro, gurupes, rordoalba, o ludo mais conforme se
adiar nos recites do logar denominado Maria Fari-
nba, onde dila barca naufragoii na sua recente via-
gem procedente do Havre, com destino a esle porlo
e ao do llahia ; e em conliuuarilo -crflo vendidas,
em diversos lolcs, oulras fazendas avariadas u'.isua
salgada, salvadas de burdo do dila barca sexla-fein
I l'raneisco de Sou/.a MafjUiSes
o respelavel publico, que a sua sala de I
raa Dircila 11. 139, se acha aherla lodat'
nas, quarlas e sexlas-feiras. desde as" al as I
9 hora* da noitg ; assim como lambem d lif(ics par- I
licul iris s horas convenrinuadas, lauto cm sua casa i
ssttsT*> nas dos senbores que de seu presumo se quei-
rm ul litar, e mesmo em qualqucr collesio, pelo
prejo jue o mesmo lem marcado : para o que o
poderlo procurar das 7 as '.) horas da maoliOa, e do
meio da as '.i horas da larde.
Aos Illms rs. acadmico*.
Cbe;ou ra do Queimado 11. i), um completo sor-
tiinenlo de Rlarutus varetas e de S. Flix.
B O Sr. Antonio Fernandes Thom queira man-
dar buscar uns jiapeis que deivou por esquecirnenlo
na ruado (Jucimado 11.35.
ases a e 9 e-s
ATTENCAO, S
Slanoel Antonio bou
(stabelecimento de obra
|>rata na prara de P
constando-llieque i
;-es di
ridod
i
r.n qa
15 de agosto de I c
Recife
ttlattaq
O Sr. Anlouio Jos de Brlo queira ler a bon-
dade do vir ou mandar dizer aonde mota para tratar
de 11 m negocio que the diz respeilo : na ra do
Crespo, loja n. i.
'reeisa-se de uma ama que lav<, co-
zinlie e ntenda de enfjommado, para
uma casa de pouca familia : na rija 1)-
reita a. 119, loja de selleiro.
UMA ROGATIVA AO EXM. SU. PRESIDENTE
DA PROVINCIA.
Os li.-ibiltnles de Olinda rogam ao Exm.Sr. pre- de i mu casa de pequea familia : na r
sidenle di^ne-sc de ollnrpaia ellet com olbos de
piedado,para providenciar d'ii-iia potavel aquella
desdiloia habilaco. cuja popularan iiiorrert de sede
no prc-cule vero, se se nao tapar a repreza dorio
Buberilie, que em lempo mais fehzcs foi jalgada
necessaiia para salva los da penuria do segando ali-
menlo da vida Exm. Sr., i dura experiencia lem
ni i-tr.idi que a salnbridadc em nada melboroa com
a ibcrtjra da repreza, pota o prsenle auno lem si-
do mais doeiilio do que nenbum dos oulros ; c sem
duvida assim devi acontecer, porque em quaulo
eslava coberlo d'agua o terreno, nao exalava os
miasmas que exala presenlenienle. Por mais que
slguem se canee em fazer crcr que a repreza he
perniciosa, o lempo lem feilo ver o contrario, e V.
E\c. niclbor conbecern a verlade, ouvindo as pes-
soas resllenles daquclln cidade.
r'iriniano Jos Rodrigues
Ferreira faz scieoie
a seus ilcvedores e ao publico em geral, que lem ad-
millido ao Sr, Bernardo Fernandes Cama na quali-
dade de seu caixeiro de cohranca^Prtslc aulorisado
a passar quaetqacr docuincnlus lendcnles ao mes-
mo (m.

Prersa-sc do uma amaquesaiba cozinbare
fazer lodo o serviro de casa :na ra Direila n. H6,
segundo andar. '
I'rerisa-sc daJain c.iixeiro para (abernt ; no
largo do Filar n. 17. ,
Precisa-se alogar nmc prela captiva para ven-
der, anula mesmo aluuma de idade : quem tiver,
prncuriino alerro da Boa-Yisla, sobrado n. 33, que
achara cun quem tratar.
I)eclara-sc que o Sr. Manoel Bezerra de Son-
za, de (ioianninlia do Rio Ciaude do Norte, nilo de-
via a conla por que foi chamado pelo Diario.
Precisa-se por al iguel de una prela cscrtva,
que nio seja viciosa e muilo menos infiel para o ser-
viro externo de uma rasa que conlcn duas pessoas
dr familia, e p;tra o interno, inclusive lavar,(cozi-
nliar e engommar muilo bcro, re-poiisalnlisando-se o
seu dono pela sua coudurta c habilidades, nSo se
olha a ,irecn ; na ra do Collegio n. Si, primeiro
.indar, las '. lloras da manilla as 3 da larde.
Na ra Direila. loja n. K5, precisa-se aluzar
2 prelos ou moleques mensalmente para vender na
saiuaua, hilvanas as iiuruo l.i i i la liana sex a- reir ------- riTTTT --......
17 do crrenle, o pri.nmro lele os 10 hora, da iu. rua C'" lilbole,r" >"">udas.
nb.la imprclerivelmciile, porta da dila alfaudeua.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERAS d provincia.
O Illm. Sr. tnesouveiro manda fa/er
pi'blieo, (|u: cslfio expbstos a vanda na
tbesotirariadas loteras, ra do Collegio
n. 15, os bilbele-s da 5-parte da primer-
ra lolcria, para ediliear^oda casa dolivm-
nasio Pernambttcano, cujas rodas and,un
imprelei'ivelmente no dia i do corrente
me/.. Secretaria da lliesouraria das lote-
ras, (i de a;os!o de 1855.O escrivo.J
Lu/. Antonio Bodrigues de Almeida.
GABINETE PORTUGDEZ DE
LEITRA.
Por ordem da directora s.lo convidados os Srs.
socios, lano accionistas como subscriptores, para a
solemne dn anniversario de abertura do mes-
mo gabinete, a qual lera lugar quarla-fcira, 1.5 do
corren!*, as 10 doras da nianliAa. Nc-le da desde
as 9 lloras da iiiauhaa ale as 2 da ttrde, e desde as 4
ale as II) da noile eslar franco o eslabeleciinenlo a
lodos os Srs. visitantes de unj, e oulro seto. Nos dias
11, 15 e IC nao lia espediente. Vieira Ribeiro, l.o
sccrelario.
Precisi-te de om caiseiro para taberna, e qne
nao seja coosa qae nao preste: no largo da. Santa
Cruz n. 2.
(i abaixo nssignadn, leu lo sido qqalificado on
anles r-crulado pun servir no I. balalhM de infan-
larla d, gualda nacional do lieclfe, foi por porlaaia
do Exm. goverllo d provincia dispensado do serviro
em uoM-mhro do anno'passada por fazer parle da
companbia dramtica do llienlio de Santa-Isabel :
retiran lo-se drslu cidade, esleve na de NazarcHi at
marco deste auno, lempo em que sabio para a corte
do imperio, d'ondo regressou auora para aqui. O
meniDS apenas souberam que o abaixo astignado
estova na trra, sallar.iin-he em rima cuino gato ao
bule. Quem den aulorid.ide ao Sr. Vinies, sarceulu
da primeira companbia diquelli tjalalhiloptrt
proceder, insultar mesmo a mn i
ventura o Jos Correa Our.a'.'ora, meu charo
riles, sen melluir que Vnie. aprenda a enmprir o
-cu dover e nao andar como c^o. esfomeado, por
quniito escondrijo e lunarejo lia, procurando homens
por sua tolal deliberadlo para anzntentar o diminu-
to numero de sua compendia, seja mais poltico, nao
iu-iille a pes-Oa alguma qae lie muilo mo, princi-
pa I mci le a quem est di-pensn pelo governu da pro-
vincM, romii o'abaixo nssignaJo, que respeilando-o
sobre-juodo,

  • tn! >, frjrqtip presenlcmente reside na frciuczia de
    S. Just, o aproveilando a orcasKlo peil* ao Iltra.
    Sr. coioi.el. edefe do mesmo balallilo, qne tenha a
    boiidade de fazer cessar o inqualilicavel abuso deslesJ
    os quaes se lera lomado insuporl.i
    m lerem ordena positivas, dao por paos e
    (ior pe ras cum lano que lenliam umita gente para
    sua companbia.Joaquim Jo' Pereira.
    Tliercia de Jess Sloreira.\iu\. de Jos Affonso
    Moreiri, toga a ludas as pessoas que lenliam lido
    IrantsMes com a soa casa (Viuva Moreiral ou que
    de seu i asa I te juluuem crdulas, qae no prtzn de H
    diaste apresentein na ra de Apollo n. 14, para de-
    pois de legalisadas, serein devidamenle paga. Re-
    cife 14 de agosto de 18-5.
    lores da massa fallida de Bubosa & Li-
    ma eiueiram apresentar seus crditos na roa do Bi um
    n. 22. primeiro amr, para seren conferidos
    poder fazer o ralcio por tudo se adiar liquidado.
    I'recisa-se de um'feilor para um sitio na
    puir a, que tenha pralica de ptnatcaoaWirefc
    pofluguez : quem esliver neslas cirt
    rija-se a ru do Cabugi n. ri.
    I'recisa-se de urna ama para o ser
    , lena tamil
    Rosario u. 10. lerceiro.an
    O abaiio assignado declara, qoe ..ida to
    Recife tem eucarregadoa seu irii
    lino e Silva, para alocar ou arajjjjk'^H
    sagem, que foi do fallecido Sr. Jam
    no da Silia Kabello Caneca, sugro
    vo ussigiiado. .Maceio II de
    Jos Angelo Marcio da Si
    lloje c amandaa llavera a muilo su.
    de carneiro no arougue Hefronte do qnarlel q.
    de pnlu-ia,n. 13.
    Aluga-te urna muala para o serv
    do uma cas, aliaucanilo sus* Viabilidades :
    na rua da Gloria n. tjfc
    J. Soum vai a Ko-
    Precisa-se do uma ama para cata de lioruein
    viuvo de pouca familia,que salba cozirihar, eutaboar
    e dngommar : na rua Nova n. 5, seguudo andar.
    Anlouio Ferreira Pinto, comproa por cenia Sr. Antonio Joaquim da Silva Fisueiredo e Domin-
    gos l-rancisco Alves Ferreira, moradoret em Ma
    meio billicle da lerccir'a parle da primlra lolen
    Gymnasio, que coire no dia 22 deste mez.
    Perdeu-se no dit 12 do correnle uro car"
    dogue, preto, e capado,- com um guiso ao pcwo
    ped se i nessosi quo-o aehou, a obsequio
    a loja de fazendas da.esquina da rua do Collegio n.
    , dn morada para ser procurado.
    Ensaboa-se eengomma-se com lodr
    perfiieo, sendo o pre;o mais commodo do qne em
    outra qualqucr parte : na roa de Nogeir* n. 2, jun-
    io aa porlBo do moro,a qualquer hora dodia.
    Precisa-se de doas amas, sendo urna para 3a-
    gorrmar e oulra para coziohar em easa de familia :
    na i ua da Cruz do Itecife u. 50.
    eg$99tffif-MMtt9^Ml9
    m O Dr. I.arolino Frtncitco de I.ima Sanios S8
    9 mura uo primeiro andar do sobrado, silo na
    3$ ,-ua das (rutes u. 1S. onde couliua no eier- >
    icio de sua profissSo de medico. A
    **'3t83*sa-3a#3s)>jj
    I). Carolina Leopoldina Jorge Bas-
    tos, viuva de Fortunato Pereira di: Fonse-
    ca las tos, faz scienl eitavel publi-
    co que sua loja n. i da'Inde|
    dencia, continu
    saLilidade, e sol a
    alo .istos:
    in-
    icos e fregueses
    i linado.marido llieprestem sua va-
    litiproteci;o. Ii ;sto de
    185 5.Vi i i va Fort i
    Desapparet \||_
    Cabo, un ca vallo com os signaes *e-
    guiutes: grande, nrell.ido claro, tem uma
    ellide noollio direito, norpiadril esqner-
    do lem urna marca procedida de sarn que
    etem na cvi direita um ferio que
    representa wv o : a pessoa
    que delle der 11 Icvnv na
    rua dC.ni/. do Her i an-
    dar, tera' uma gral
    O bacbarel A. t. de Torres Bandeir.i, profet-
    tor substituto de rhelorca e geographia no Ijceti
    detja provincia, conlna a entinar ai referidas dis-
    ciplinas, e bcn assim tingan franceza, a ingleza
    phslosophia, na rasa de na residencia, na rua Nova
    n. 23, segundo andar : qem se qulser ulilisar de
    | seu preslimo. poder -prorura-lo para esle lim dat 7
    I horas ale as'.I da manila, e das II da roanhla a 1
    da tade, erlestM desde as 3 horasat as ti.
    Ka roa Direilo, loja n. 13, d-se diaheire a ju-
    ros s bre penhore* de ouro, em grandes e ptquenas
    a.


    Mr"1
    i

    9 O m' i' .los de Almii.la Soareade Lima #
    BasU, mudoa sua residencia para a ra da
    " Cruz sobrado amarello i. '.'I. segando an- 9
    Sd.ir. tm
    CAS4 I>E
    SCRAVOS
    ROA ROSARIO.
    por commissito pa-
    la.He seus senhore, lanlu
    embarq ie ; alianea-se o boni
    lo se- poupau-
    essejaiu vendido com prom-
    ptida ih genitores, nito soffram em-
    pale com a venda delles.
    DENTISTA. :
    dmilisli fiani-ez. cslabele
    o9i rio n. 36, segundo 0
    dentescoin isrigivasartificiaes, t
    la, ou parle delta, com a
    OIMIO DE PERMIBUCO TErJf FEIM 14 DE AGOSTO OE 1855
    CONSULTORIO DOS POBRES
    BO BA WOVA 1 Alt DAR 5o,
    '' A; Lobo M<:|'*o 'I con.nll.is liomeopauYica iodo os dias aot pobres, desde i,, da
    eio xlMordinano a qualquer hora do da .ni noile.
    isuatmenlc




    )
    RETRATOS.
    -Visto n. 4, Icrceiro ambir, con-
    tratos pelo eviterna chrjslalolypo,
    pidei e perfeicjto.
    Octaviado da Silva lem caria
    be 8 da praca d "independencia.
    laaario Lndgero; Pinlio. (gS)
    o palacete da luanes, r'rahcis- /j*
    V.para o sobrai.o de dous anda-
    i) Ama o, (mundo novo.)
    Regiment'de cusas -
    ^Kn:o das custas judi-
    sos que o alte-
    as, na livraria
    la Independencia.
    EDCiA'O DA! FILHAS.
    isabras'do grande b'enelon, arcebispo de
    menee mu particular mocito oHalado
    inal esto virtuoso
    - di'vem educar suas -
    ^^^m*rem a oceupar o sublime
    ; lorni-te por lano una
    ispessoisque desejam uni-
    da vid.i. Est ,i rfe-
    da em portusiez, e vende-se na
    lndepenilfMciao.be 8, pelo
    DEL,UliM. ,
    nte Fnvr de Albuquer-
    aa ra do Ran-
    i receber alum-
    lo ja' por mo-
    puhlco: ]uem se
    noprestimo o,
    "'no segundo andar da refe-
    lio -a dos dias uteis.
    Haplala lira
    rftapiisla Ilraga. na ra Nova
    idade de ora de bronze
    fai-ae qualquer obra lendenle a
    pdifeico e preco
    l: DS09Satt
    i. mi, DE.VTISTA, :
    *} ''" ii. 19, primei- A
    5
    - <
    O SOCIALISMO.
    eral Abres Urna.
    Srs. Ricar-
    a amarella,
    19 formas, por
    1 do coropra-
    e pouensex-
    la obra, cni qua > seuero humano desde o primeiro
    las as clas-cs
    o evangellio
    ^^us foros
    ^^Hrlanlo,
    andar, Panlo ni-
    li i o dentos'cmn a
    marvilhosa com-
    ^erem pressilo doln-
    ". adquirindo
    Ira mais
    cstraaa-
    ' no Rio do Janeiro o
    RTOBIO Dd MEDICO
    MOMEOPATHA.
    DE RLOFF E BOEX-
    HAUSEN I. OUTROS,
    ilpliabelieii, coVn a descripeo
    ^HUu, a irulicacao plnsio-
    l Je lodos o; medicamentos ho-
    i e concordancia.
    .i Mtuificacao de lodos
    e cirurgia e poslo ao alcance
    vo, pelo
    l A. J. DE 1ELL0 MORAES.
    la obra no consultorio horneo,
    deDc. na Nova u. 50-
    i^Hem hrochura, e (SJOOO
    'lomtopalli \ ttiefrancez.obra
    ni ii ehronica, I vo-
    . 208000
    ; inos.....
    nieslica.....
    Jahr, pharu lpalaka. .
    Jl'f. lumes .
    .....
    pelle.......
    la da homenpalliia, 2 volumes
    irlbmann, tratado complelo das moleslia
    lo nien .......
    rfl**. alet a medica homeipallnc;!.
    lica bniiopalliii-ii
    opathia. .
    11
    65000
    "0000
    (3000
    163(K)0
    6(000
    H3000
    I69OOO
    iojwoo
    8>(NXI
    73000
    63OOO
    45OOO
    10*000
    aoatnmia coio bellas 09-
    onlendo descripao
    le lodas as partea do corpo humano 303000
    in-se lodos celes livros no con.ullorio homeooa-
    do )t. Lobo Moscou, ra ^va u. 50 nri-
    u i ""
    ;iro a jit-os sol>repenlio-
    do obras de bur e pi'-ata : na ra da
    'iui.i 11. iO,
    O administrador da companliia de
    operarta irodas mas desta cida-
    e, precisa de trafcalhadotes para o mes-
    mo serrino, \ 0s l'orros 720 e os
    captivos 640 res : dirijaut-se a ra Xova
    n. 44.
    *.77JaHT''m J,M Dis P"ei" jll. 1 tendo
    arrematado em leiljto de 9.de junh, p.p. todas as di-
    vida acdva, q, deviar. a Amonio da Costa Fer-
    ,"'' 'i taberna na na da Oadeia do Rc-
    citr, eoovida a todos o. dov. i0 Eflrella,
    "'"" ejMt enham pa-
    l\l, '"'.*"",""' -pelante por
    1 nVi.l", m^or presteza po9S'
    fer tola !!" 'P""' i"1'
    dln^r-soao annuncante no aterro d.,
    penal n. .1, Mu r(tf 0r| |(a u_ ^ iegund(>,
    *el.
    illc
    lftT.A.-
    do*-Ven ',i*P?.;.lo do publico, emea.a
    deireVr. < dn,;oe Ete*e, n,a ,l <;;"-
    t-uS .- U.in meJ'""' ''o. no""
    m9P.?v.i,t'E?RE. CABELLA. Conhece-
    Mriinr. !5" CUJ" l,urM aP'escntamosem
    ' o rotulo qu,Ueva cada uro ao, fraioi.
    Mal d Siqueira Caiahan. H
    clin,'
    h.to i T"'' q" """ medicamento M
    haigualmente de inuita enicicia para esle M
    I di '"' P?m<""a, 1 leorii. tabre *
    praticar qoalquer operaran da cirurgia. e acudir promptamenlc a aoal-
    rto, e ciijascireuralaue^nopermiUam pagar ac-medito
    itii!ORio wdr. t Lwmmwm.
    SO RA NOVA 50
    veitoe-Se O SEGDINTE:
    Manual complelo de meddicina homcopathica do Dr. t. II. Jahr, Iraduzidofem or
    tuguei pelo l)r. loscozo, qnalro volumes encadernados em dous e acompanhado de
    um diccionario dos termos de inedKiia. cirurgia, anatoma, ele, ele. .
    Eta obra, a maisimporl.inte de teda as qoctratam do ealado e pratica da hoiMriihi nnr
    que conletri h .se fundamental ri'esta doiilrinaA PATHOtE.NESIA Ot, EFFKTn* mis .
    MEMOS NO ORtAMSMOEM ESTADO DE SALDE-coohecimenlos q^S2?dKS "
    soas que sequerem dedicar prdtica da verdadeir medicina, nteressa a todos os mdicos que qu re
    e.perimenlar a oulrina o> Hahnenia..,., e por ai mesmos se eonvencerem da verdade fH*S
    fatciideirosesenhores deengepho qW estSo longe dos recur.osdos mdicos: a lodosos canilaesd navio
    que um* ou ouU-a vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo sea ou de seus tripulantes '
    20*000
    ser a unir
    MED1CA-
    pes-
    ARADOS DE FERRO.
    Na fundirn" de C. SUrr. & C. em
    Santo Amaro acha-se para vender ara.
    dos d! ferro de -rir- qualidade.
    .\ AVALAS A CONTEMUE TESOLRAS.
    Na ra da Oi.lea do Rccfe 11. 48, pribieiro an-
    lorlo de Aleoslo C. de Abren, ronli-
    < ler a 83OOO o par ,pr^o liso, as ja
    a* -afamada nav.illiis do barba feilas
    hbil fabrieatile que fui premiado lia en^osieao
    Bndres. as quaes alen; de durarem ntraar lia-
    . nfioacseiilMi] no rsi na ,crflo .1 cortar ;
    rom a rondir.io .le, n.lo anrad.ui.lo ,10-
    n oreir.prailores de\oh.-|;^ ;,ip <.-, ih;ls depnis
    pa compra rcsldoindo-e o i:;,,.,., iP. N* mcsin 1 ca-
    lesourinhas para ui-.has, fcas pelo .i.es
    mo ftrr'icaiile.
    Velas de car-
    todos os pas de familia que por circumslancias. que nem sempre pmlem ser prevenidas
    dota prestar 111 cnnliiienti os primeirns socenrroilem snas enfermidades. '
    O vade-mecum do homeopaiha 00 tradcelo da medicina domestica do' Dr. Herins
    obr tamhem ull t pessoas que s dedie/m ao esludo da homeopalhia, um vol-
    me grande, acompaohado do diccionario do9 termo de medicina
    O diccionarioidostermo de medicina, cirurgia, anatoma, etc^ etc., encardendo'. '. ',
    de dar um passo seguro
    silo Jol.i iua-
    n3o
    tc_ e
    lio
    taiooo
    :;.-imhi
    na pralia da
    c
    Sem verdadeiros c bem preparados medicamentos
    homeopalhia, e o propietario dcslc eslabclecimeulo se lisongeia"de reVomaTbem montado nos'sive
    ninguem duvida boje da grande superiorida.le dos seus medicamentos. montano possivel
    Boticas a 12 lobos grandes............. Boticas de 24 raedicamculos em glbulos, a toj, 12 e 15J000 rs........ 8S00O
    di,'" ?.................' W000
    ditos
    dilos
    Ditas 36
    Ditas 48
    Ditas 60 ditos 1 ''........ 2500U
    'D i..s t44 ditos a ..:::.::: :........ :u^m
    Tubos avulsos.......... .%."!.....i 60s000
    Frascos de meia onja do lindura. ..'.'.'...'. '. '......... '"^J
    Hilos de verdadeira lindura a rnica. .'.".' .'...... ^S
    Na meamacasa ha sempre a venda grande numero de tobos' de rnUl d'o div'ersn. luJKt
    Vende-se por muito menos do coto o aluga-
    e urna rasa moderna na Torre a beira do rio, com
    lodas as commodidadea para familia, cocheira. estri-
    bara e quarto para feitor : a tratar na roa da Cruz
    n. 10.
    TEMOS IMBA VOLTARETE.
    Vendeui-e ricas caixinlia^ com tontos,
    para voltarele: na itia da Cruz n. 26,
    nauba,
    TRATAMENTO HOIOPATHICO.
    Preservatico e curativo
    DO CH0LERA:W0RBUS,
    ' PELOS J)RS.
    ou mis ruccao ao povu para se poder curar dosta enrermMad, administrai
    par .t.lha-la, emquanto.se recorre ao medico, ou mesmo'para cura-ia
    em que nao-os ha. \
    TRADLZIDO EM PORTUGUEZ 1>ELO DR. I. A. LOBO MOSfO/O
    Estes dous opsculos conten.as indicaroes mais ,-laras e precisas v, n.U J. '""SLO/O.
    cito e.t.,aoalcance de todas as in.olliscncias, n.lo pelo qnToUrwojiln'^ l""P,".ec?"
    c plmente aos pre,erva4ivos que lem dado os mais tltC.IS^Soafa!l?J,,,W, C<""'
    clleslemidposloseiii pralica. resultados em toda a parte
    Sendo o Iralainento homeopathico n nnirnquo lem dado-n i- 1, j
    velenfermiilade. jolaamosa propoMlo trnduzi/ esle, dou im,r ,,Z"", caraliro .!.-. horri-
    la^para desfarle facilitar a su., leilura a quera^^'fa "ce". Pulos em lingua vernac.i-
    remedios "inais ellicazes
    mdenle desles nos lugares
    Vende-se nicamente no ConsullorLd
    >
    .'IBLICUJAO' DO INSTITUTO lid
    MEOPATHICO DO BRASIL.1
    THESOURO lIOMEOPATIIICOl
    OU
    VADE-IIIXIJM.DO ^
    HOMF.OPATHA. fl
    Melhodo concito, claro c tegurn ile cu- ()
    rar hortnpalhlcameMe tudat a$ molettiat
    .^iie af/ligcm a especie humana, e parli-, W!
    cularminie aquella que reiiiam no Bra- (A
    jti/, redicido segundo os melhores traa- !*?
    dos de homeopallria, taulo europeos romo'SrV
    ij americanos, e secundo a propria iperi
    2 enca, pelo Dr. Sabino Olegario Ludgero
    I Pinho. Esliobra he hnje rcconlieci.l.i co
    roo a inellmr de lodas que Iralam daappg
    cacao honieopalhic.i no curlivo -das mi
    ft leslia. (is curiosos, principalmente, nao
    podem dar um passo sesuro sem possu-la e*
    ^ coiisullt-la. (Is pas de familias, os senho-
    res_ de engcnl pitaes de na\ os, ser I a nejos etc. ele, devem
    te-la a mo |>ara occorrer promplamente a w
    qualquer caso de molestia.
    Dous volumes em hrochura por 10JOOO '
    eiiradernadns flaOOO (&k
    Vende-se nicamente em rasado aulor, |
    roa de Santo Amaro 11. 6. (Mundo No-
    n. 52, por SMM
    4t-
    para
    de orna ama para '& servico interno
    pouca familia : a tratar
    2, segundo andar.
    gnado avisa ao pablico e
    coi -co, que romprob a .taberna, sita na ra
    !adoR.,sanon.-|7..1An,o,,,ol.;,o>Ko,inS,,e4d
    vilorru^i.1?1! fue'''Jl" comd.re.loao
    valor da dita laherna, aprsenle seus
    do cornele, pois
    ij ra das
    1 .'dolos alen da
    . is pasado evse da o abis* assic-
    n*lo n.loserespoi.sabilisa por qualquer divida
    pparer^a.
    Repife 10 de agosto ce 1855.
    Manuel Ribeiro Feruandp
    que
    COMPRAS.
    Compra-se um corda,, ou tranceln, de our'o de
    f-ilio, que trulla de 6 a 8 oilavas : quem li-
    uncie.


    LOTERA DO GYMNASIO PERNAM-
    BLCAXO.
    AOS 6:000$, 5:00U#El:000s.
    "O cnulelisla da casa da Faina Antonio da Sil
    Guimaraes avisa ao publico, que estn o venda 01
    seus afortunados bilhetes e cintel
    , COMPRASE
    toda a qu.lidadode melal vclho, menos ferr : na
    MiVu. '' ',h,i (,?fr0,,"e ''* '"* dil CiSeriflfa dos
    Militares, toja de fumleiro.
    rd^.T^ rrala braejleita e hespanbola : m
    m* ua Cailea do Recife n. :,',.
    Compra-se urna preta de honilo lijura c mora
    J^Va coslure.ra e engommadeira ; pag.-'se
    jjtradando: na ra do Trapiche ... 14, primei:
    Compram-se accocs de Beberibe e (lulos da
    id provincial: na ra larga .lo Rosario 11. 36,
    segundo aiuUr. '
    Compram-se obras de 01110 e prata
    a usadas: na tita da Gtia n. 40, desde
    a7 horas ate as 10 da inanhaa. todos os
    filas.
    las da (erecira par-
    te da primeira Inleria do tymnasio, a qual corre no I <-ompra-se efleclvamente bronze, lati e co-
    dia 22do correute, osquacssilo vendido nassecuin-' brc vc,,, : "" deposito da fundicao d'Aurora, n
    tes casas : aterro da Roa-Vislu n. 48 e 68 ; rna do
    Sol n. 71 A ; roa larga ito Rosario n. 26 ; praja d
    Independencia ns. t c 16 ; ra do Collcgio o. 9J
    ra do Raucel n. 54, e ra do Pilar ji. !K).
    Bilhetes
    Meios
    Suarlos
    Matos
    Decimos
    Vicsimos
    5J800
    2StH)
    1! 10
    720
    600
    320-
    Recebe por inteiro
    com descont
    O caulelisla irma declara, que 09 seus
    6:0005
    2:7605
    1::W0
    6903
    552
    276
    hilhel
    mleirn en. orisimes 11S0 solfrem o .tcscnulo de oilo
    por cenlo do imposto gcral, e siin as suas cautelas.
    ' LOTERA do cvmxasio per-
    XAMBUCAXO.
    Aos(i:000s000, 3:OOOJOOO. c l;000s000.
    Corre indublavelmeule quarli-Icra, 22 de agosto.
    ti caulelisla Saliisliano de Aquino Ferreira avisa
    ao respcitavel publico, que os seus bilhetes e caulc-
    las da lerceira parte da primeira lotera do tvuina-
    posto geral: e acl.ain se venda as toja segoinles:
    ra d Ca.lcia do Renfe ns. 21, :!S e i5 ; lia praca
    da Independencia ns. :17 c 39; ra Nova n."4 e 16;
    ra do Queirliado ris. 39 c 44 ; ra eslreil'a do Ro-
    sario n. 17 ; uo aterro da ..Boa-Vista n. 71, e na pra-
    Visla 11. 7.
    ru.i do Brum. loco na entrada n. 28.
    fuudca em S. Amaml
    VENA AS.
    V
    ea da Boa-
    Bilhctes
    Meios
    Quarlos
    Quintos
    Oilavos
    Decimos
    Vicsimos
    5S<>0
    2B9IX
    ISOO
    132IK)
    760
    640
    :io
    Recebe por inteiro
    I
    6:0(M)S
    3: 1:5003
    1:2tK)-3
    7500
    600S
    3003
    O referido caulelisla declara que se obriga apenas
    a pagar os 8 por cenlo da le, sobre os seus bilhetes,
    vendidos em originaes, indo o possodor receber o
    compleme premio qne.nelle sahir.narua do Callegio
    n. l.">, esniplorio.doSr. thesoureiio Francisco An-
    tonio de Oliveira.^eriiambuco 8 de ag05to de 1855.
    Salutliajio de Aquino Ferreira.
    Quem achou e qoizer restituir ama cabra
    (bicho) toda preta, com urna cria j bastante cresci-
    da tamhem prela, sendit as jnflos e ps do joelho pa-
    ra baixo branco, pode dinsir-se ra Direla n. 93,
    que sera gralilicado com esneraaidade.
    LOTERA DO GYMNASIO PERXAM-
    BUCANO.
    AOS 6:000.y, 3:000$ E 1:000.>.
    O caulelisla Antonio Jos Rodrigues de Sooza J-
    nior avisa ao respcitavel publico, que as rodas da
    lerceira parle da primeira desta lotera andam im-
    preleiivelmcnle qnarta-feira,22 do crranle. Todos
    os seus bilhetes e caulel<-ss:lo pagos sem desc
    Vcndem-se enxams do-eedro. troves de Opal-
    inos de aroeif, e saccas de irtoz de cisca mu lo no-
    vo, a 2>"A)0 r. : na ra do Vigario n. 5.
    Vendc-se urna tasa de.sapa com 90 palmos de
    rrcnle elOO de fundo, com alguns arvoredos de fru-
    tos, pelo preco de 2205)000 rs. na fravtssa do Fretas:
    a tratar na ra Imperial n%. ^3").
    Vende-se um prelo bastante moco, com oflicio
    de canoeiro: quem o pretender dirja-se a ra do
    i.ivramento, luja n. 8.
    :" Vcndc-se lavadeirae cozinhera : na ruadas Cruzs n. 13.
    Vende-se muito boa manlega franceza 1 800
    rs. a hlwa, dita ii.gleza muito nava a 960 e \s\n)
    cauoes de doce do goiaba mullo lino a 800 r., Mas
    de sariluihas muito novas a 560, caf a 160 e .180
    velas de espermacete a 8U r. a libra, li.guca's il
    serillo a iM ; na ra das Cruzes 11. 20.
    r ...Xil0PES PARA KEFRESCOS.
    ".apile, lfanta, limito, maraenja. lamarimlos, gro-
    sellias, pilangas, anauaz, bamharolla e.arara : ven-
    dem-se na travess .1 Madre de Dos 11. 10*. muilo
    baratos, lomando porcao de garrafas.
    "", v'D;le- um piano com muito pouco no .
    ra do Cabuga, toja do Sr. tumaraes, se dir quem
    vende. Assirn como um loncador de Jacaranda e um
    berjo de menino lambem de Jacaranda.
    Vendem-se saceos com gomma muito nova e
    alva, chegada pelo ultimo navio do Aracaly : a tra-
    tar na rea .lo Brum. armazam n. 22, ou a ra da
    Croz do Recite n. 36.
    Vende-se sal do Assn', abordo cacaoe Maria : a tratar com o mestre a bordo, ou
    com Alauoel I rancisco do Res, em f ora de Portas,
    ra do Pilar u. 103.
    Na ra do Brum n. 22, ver.dc-sc auperior
    champagne em gisos, as garrafas emeias, urna halan-
    ci romana, nora, que pesa 800 libras, com os com-
    ptenles pesos, urna machina de lavar roupa, e 00-
    iros objeclo, ludo por preco commodo.
    -dS>@9
    I N AVISO AO PEBLICO. 1
    Na padana de Joao Um Ferreira Ribeiro,
    sita nu pateo da Santa Cruz ... 6f ha sempre
    a Yenda alcm do grande e variado sortimento &
    !m descoulo al- 15B 'de hollinho, todas aqualidades de mnu. n
    o, quaes acham-s, a venda na praca da Inde- as propria," para eh" S ca"!!.'
    Bilhclos
    Meios-
    Muarlns
    Quintos
    Oitavos
    Decimos
    55800
    23900
    15'jOO
    13200
    700
    610
    superior tgi
    pendencia,lujas ns. 4.13,15 c iO; ra Direila n. 13;
    Iravesii do Rosario n. 18 C ; aterro da Boa-Vista n.
    72 A. e na ra da Praia, toja de fazendas. 8>& Reeebe por inleiro 6:0003000 *V _** 9
    bolacha lina e bolachinha ingleza
    que vem de Dir.
    Vigsimos 340
    3:00031X11!
    " 1:5003000
    1:2003000
    " 7.'>030(H)
    t>0030tHI
    0 3O3O0O
    I) mesmo caulelisla cima declara, que s se obri-
    ga a pagar os oilo por cenlo do imposto geral em seus
    ditos bilhetes inteiros, devendo o possuidor receber
    dr. thesoureiro o seu competente premio.
    Associaeao commercial Beuelicente de
    Pernambnco.
    A direccao da associacilo commercial Beueficcnle
    desta pra^a, de cuuformi.lade com os arligos 20 e21,
    capitulo 3 dos estatuios que a regem, convida a lodo
    os Srs. socios para comparecer!!! a assembla geral
    que deve ler lugar no dit 14 do correute mez, peles
    ti horas da nuuhua em pouto, na sala das suas ses-
    Pernambnco 9 de agosto de 1855___O secre-
    tarle, Antonio Marques de Amoiim.
    f99U,t-S@
    Na padaria de Ribeiro & Pinto, sita no largo
    deNossa Senhora do Terco n. 63, lia sempre
    venJa a melhor bolacha lina que ha no mercado
    adyerte-se aos compradores que a sua bolacha toda'
    vai marcada com i firma cima.
    Vende-se um cabriolet novo,
    sem coherta, muito leve e maneiro,
    e vende-se lambem boa parclha de
    cavallos, todos para carro, o por
    preco commodo : na ra Nova, cocheira de Adolpho
    Bourgeois.
    1110-
    a

    ?e outras doencs da pelle.
    Trala-se com esperlalidade as all'ccces da
    9 pelle, parlicularmcnle a morplica, no cojwu-
    9 tono homieopalhico do Dr. Casaiuna.
    28 RITADASCRUZBSTflB
    No mesmo consultorio lem sempre grai,
    .sortimento decarteiras de homo-opalina m
    lo emeonta.
    tarteirasdelmedicamenlosa S3000.
    de 2i a 6. 10, 12, 153 e 203000.
    de ;i a IKJOOO e 213000.
    e de 48 a 223000 e 28000. dj
    u de 60 a 260tK e 323000. f,
    u de ll* n 553000 e 703000. Q
    0 Tubos arul-o a 3(10, 500 e 13OOO. 4ja
    Frascos de tintura a I30OO. ^
    Deposito da verdadeira tintura de iirnica
    A (rada da planto verde na Svizera. A
    Elemenloi. de homrropalhia, vol. 69000 ib
    ^-aeseeeee

    Vende-se umaescrava erioula,
    ea, me cbjtinha, cozee enr^oinma, pejad
    de 7 para 8 mezes, 'e com tima cria d
    annoe9Ynezes bastante gord/ : a tratar
    na rna Direita u. .10. primeiro andar.
    COM TOQUE -DE AVVIUA.
    Peeasdcalgodao/inlioa l.sdOO, 15280 C
    .S'DOO, peras de madapolao a 2.S, #500,
    3$000e ".SiOO: _vende-se na uta do Cres-
    po loja da es<|uina que volta jtara a ra
    da Cadeia.
    TAIXAS DE FERRO.
    Na fundicao' d'Aurora em Santo
    Amaro, e tambera no DEPOSITO na
    roa do Brum logo na entrada, e del'ron
    fe do Arsenal de Marinha ha' sempre
    um grande sortimento de taichas tanto
    de fabrica nacional como estrangerra,
    batidas, fundidas, grandes, pequeas,
    razas, e fundas ; e em ambos os logares
    t^istem quindastes, para carregar ca-
    noas, ou carros Iivres de despe/.a. Os
    preco sao' os mais comraodos.
    .SIMPLES E DE COMPOSICAO.
    Na ra da Cruz 11. 15, vendem >c estas velas, de
    6, 7,8, 9 e 13 por libra, era caixas de 8 al 30 libras,
    fabricadas 110 Aracal), petos melhores autores, c por
    menos,preco que em oulra qualquer paite.
    Vende-so um bonito moleqiio com idade de 15
    anuos, ovollcnte cozinheiro, homacopeiro, Iralialtoi
    de sapateiro e he muilo proprio para pagem por ter
    inmto bonito gura e boa conduca : Irala-se na tra-
    vessa da ra Bella n. 6.
    O melhor piano verlrtal, qac jamis veto a es-
    la cidade ; n venda no cscriploiio do agente do lei-
    locs Francisco t. de Oliveira.
    Vendetn-se 3 bons escravo. de idade de 8 a
    14 anuo, bonitas figuras, espeilos e sadios: quem
    os pretender,d.r.ja-sc a ra da Seuzala Vellia 11. 36,
    primeiro andar.
    , Vende-se urna morada de rasa torrea na ra
    Imperial n. 27, com :t porlas. 2 salas, 4 quarlos, co-
    zinha fra, cacimba c quintal murado : quetn a pre-
    tender, dirija-* ra do Vicario 11. 12, que achara
    com quem tratar.
    MI Rt.'.l I.1NA.
    Na ruado Crespo n. 16, esquina que volla para a
    ra daj Cruzcs, vndem-e crlesete murculina com
    II que estn *sc acabando: assirn" como saias de rain-
    braia com hallado, fazenda muilo superior, a 13100
    cada um.
    Vende-se 1 erioula de 2 anuos, 1 dita de 11 e
    oulra de 8, c 2 negros de liaran : na ru< da Senzala
    Velha n. 70, segundo andar, se dir quem vende.
    Xa 111a dasf.riizcsn.iO, vende-se jun-
    co par.i empalhar toda a qualidade de
    obras, pelo preco de I (I, 240 e 280 rs.,
    e do mais superior a .">20 rs.a libra: na
    mesma loja vende-se palli'mba ja' prepa-
    rada a2.S.")00e.")A000 rs. a libi
    i bra.
    Qnartos.
    Vcndem-se quarlos e ala'iins burro, por prero
    c 0111 modo ao pe da ponle da Boa-Visla.
    ;\A RA MJVA S
    h relociss de our.i patente inglez do melhor fa-
    hrieanle de Liverpool, por preco n.nilo em ronla
    tamhem ha moilo bous oculos Bdc todas as numera-
    ee, os quaes sao de a;o.
    \J
    ende-se.
    em saccas
    5^000
    (\r llintl
    Faillo
    i.rrofoas a
    f ariulia
    em saccas a ^SOO
    Tijoilos
    Viiil.t)
    (O'i
    .
    (le itiarmore a

    ordeaux el
    1(9 a Cruz 1:
    primeiro andar.
    Vende-se champagne de superior
    qualidade em caixas, por preco commo-
    do: na tita da Cruz n. 26. primeiro an-
    dar.
    Vende-se.Kirch c Absynthe. por pre-
    co commodo: na ra da Cruz n.2G, pri-
    meiro andar. ......
    Vendem-se no armazem de Roscn
    Rooker&C, ra doTrapiclie'n. 47, su-
    periores rdogios de ottro patente inglez,
    de une dos melhores fabricantes de Lon-
    dres, por preco* mu mdicos.
    A boa fama
    Capas de burracha a 12J000.
    Quem deuar de se muir de urna eicellenle cj-
    Cl de burracha, pelo diminuto preco de 123 ? a el-
    >. que to esto acabando: na rae da Cadeia do Re-
    cite, toja i.. 50, defrenle da ruada Madre de Dos.
    --Em casa de J. KellertC, na ra
    da Cruzo. 55 |la ,
    lentes pianos vindos ltimamente de
    burgo.
    Vendcm-se moilo bonitos chapeos de sol de seda
    pequeos c com molas proprins para menina de es-
    cola, pelo baritissi.no preco de 3-3000 rs. ; he colisa
    Uo galante que quem vir nao donara de comprar :
    na ra do Queimadn, loja de miudezas da hoe fama,
    n. 33.
    DIIHKIRO
    nao se engeita.
    NA RA DO OUEIMADO N. 40.
    Henriqnc & Santos acabam de arrematar em lei-
    laogrande purea.1 de fazendas de seda, lila, linho e
    algo.liio, e .|ucrendo acabar, avisam ao publico, que
    se vendem por diminuto preco as fazendas sec.iin-
    Ie6, bem ctmo ootras militas, e dito se n amostras
    com penhor.
    Cortos de camhraia de seda de habidos, a
    Corles de a 'de quadros, a
    Sedas de quadros e (istias, rosado a
    Adelinas de seda de quadros, covado a
    Alpacas de seda de quadros, covado a
    Selim prelo .Mco li-o, rotado a
    Sarja prela lavrada, covado a
    Sari prela lisa encorpada, covado a
    Tlela nul claro mofado, covado a
    Chales pelos de retios, .1
    .Chale de seda de cor grandes, a
    Mantas de seda para senhora, a
    Lencos .le seda de cor, grandes a
    Lengos de seds de cor pequeos, a
    Lencos de seda ite cor para grvalas, a
    Cortes de rlleles de sed com narra, a
    Chales de merino bordados seda, a
    Chales de merino com franja deaeda, a
    Chales de lila de core, a
    Corles decastmirt prela fin, a
    Corles de casemirs de cor linas, a
    Corles de rlleles de la,a
    Panno prelo lino, a
    Ourelo prelo para panno, covado a
    Panno de varias cores lino, covado a
    .Merino pelo decordao entestado, covado a
    Alpaca prela de lustre lina, covado a
    Brim liso de puro linho,' prca a
    Aberturas linas de cor para camisas, a
    Corle de rolletes da fu-la.1 fino, a
    Gaseas franrezas de cores linas, vara a
    (ianga amarella de quadros elisa, covado a
    Chitas franceza largas, covado a
    Riscados francc7.es muilo largos, covado a
    Lencos pequeos de cassa finos, a
    Ricos vestidos de seda de quadros, corlea
    Vestidos de seda com toque de mofo, corte
    Nobreza furia-core para vestidos, covado
    73OOO
    43600
    900
    800
    600
    23600
    23OOO
    13300
    360
    93000
    83000
    53OOO
    13500
    800
    720
    23OOO
    93500
    53500
    43500
    43500
    43OOO
    800
    23500
    33OOO
    43000
    640
    500
    83000
    700
    600
    600
    210
    2*>
    220
    :m
    113000
    129000
    13400
    Vendem-^ em casa de S. P. Jo_
    ton 4 C., na ra de Senzala Nova n. *
    Selhn ingleses.
    RelogiiM patente inglez.
    Chicotes de carro e de montara.
    Candieiios e castiraes hronzeados.
    Lorias nglezas. .,
    Fio de sapateiro.
    Vaquetas de lustre para carro.
    Barris de graxa n. 97.
    VinhoCherry em barris.
    Camas de ferro.
    CASEMIRA PRETA A 4-7500
    0 CORTE DE CALCA.
    Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquine que
    volla par a ra da Cadeia.
    LEON.OR D'AMBOISE.
    Vende-se o excellente romance histri-
    co Leonor d'Amboise, duqueza He Breta-
    nha, 2 volumes por 1<>000 rs., na livraria
    n. 6 e 8 da praca da Independencia.
    CAL VIRGEM.
    Ven de-seca I de Lisboa, chegado no pa-
    tacho CONSTANCA, entrado Jiontem, por
    prero commodo: no deposito da rita de
    Apollo n. 2B.
    $ POTASSA BRAS1LEIRA.
    () Vende-se superior potassa, fe-
    ( bricada no Rio de Janeiro, che-
    a. gada i ecentemente, recommen-
    ^. da-se aos senliores de engenhos os
    J? seus bons eil'eitos ja' experimen-
    P tados: na ra da Cruzn. 20, ar-
    9 mazem'de L. Leconte Feron4
    O Companhia.
    VARASDS GRABES.
    um lindo e varudo sorlimemo de modello pai
    va andas e gradinas de goslo modernissimo :
    toiidiijao da Aurora, em S.nlo Amero, e oo dep.
    to da menma, na roa do Brom.
    ECHAJISIO PIRA EI6E
    110.
    -( DE FERRO
    IFIRI
    DO E.NGE-
    DW. BOWN1AN. .A
    ASANDO O oHA-
    '"l'.u
    -No inipt!;;: de Tasso
    r niaws. J
    Vcid55^u de carnauba em arrobase as li-
    as ; na. ospicio n. 15.
    B. to admira
    vel.
    jarnides a i^OOO.
    de todas as ce*es a
    su raroac/ns a
    Chales tinjssimos de meri.
    2IK). dilos
    iranaa bordados a 25700. dlto/de al-
    godiio e ditos de tarlalana a l3lH>07TclVrWd**ir9sae
    seda a 1300, corles de vestido de hahados de mo-
    dernos gotos a 13000, ditos de rasa chita, muito li-
    na fazenda, pa.lres dc.amhraias franco/as, a 23200,
    leiifos de pura seda com franja, o melhor posiivel,
    i 800 rs., roinrira- de lindos goslo a 25500, t ou-
    lra muilas fazendas que se vcn.lem por menos do
    que em oulra qualquer parlo : na ra do Queima-
    do o. 33 A.
    ? Relogios de ottro e prata sabonetes
    patente inglez: no armazem de James
    llalliday, ra da Cruzn. 2.
    No Hospicio n. 8, vende-sc urna mulata boa
    lavadeira, cngnmmedeira c coziuheira.
    Velidem-se 5 escravas chaolas, sendo 1 rom 2
    crias inulalinhas, 1 de 2 aunns e oulra de 2 mezes, 1
    liegriliha de 6 auno, 2 de 18 ai.no com Ifihiiidade
    o I dita de 30 anuos, ptima coziuheira, engomma-
    deira e lavadeira, lano de sabio como de barelli
    na ra de Moras n. 60. .
    A 1S600 r. '
    Vendem-se saceos rom familia de mandioca pelo
    barato preco de T3600 rs. o sacco : na ra Nova n.
    20, loja.
    | Antlgo deposito de panno de dlgo-
    godao da fabrica de Todos os
    Santos na Babia.
    I Xovacs& Companhia, na ra do
    | Trapiche n. 34, contiuuam a veo-
    ^ der panno d algodio desta fabrica,
    | trancado, proprio para saceos e
    roupa de esclavos.
    Vende-se na ra
    DO CRESPO, LOJAN. 19, LINDOS
    corles de riscaitos francezes de quadros para vesti-
    dos, por preco commodo ; dito-so as amostras com
    penhor.
    . ~Z vnde-se cognac da melhor qualidade : na ra
    da Cruz ii. 10.
    Vendem-se no armazem n. 60, da na da Ca-
    deia do Rento, de llenrv Gibson, os mais superio-
    res relogios fabricados em luglaterra. por precos
    mdicos. *
    A 0,^00 RS.
    Veiide-|p cal de Lisboa ltimamente
    chegada, assim como potassa da Russia
    verdadeira: na praca do Corpo Santo
    n. 11. '
    A'9SO00 E 1OS000 A PECA.
    \endom-e peyas de brim lino e hamborgo su-
    perior, que se assen.rlha ao hom panno de linho,
    peto diminuto preco da 9 e 103 a peca de 20 ve-
    as : naru da Cadeia do Recife, loja n. 50. de-
    fronte da ra da Madre do Dos.
    Pianos.
    Joilo P. \oseley avisa aorespeilavcl puhlino, que
    em sua casa, na ra Nova o. 41. primeiro andar,
    acha-se um sorluiieulo de pianos de jaci aud e mog-
    uo, os metjiores que lem I acora appareiido no
    mercado, laido pela sua eonslrucrao, de armario e
    prisontal, dos melhores autores de l.ondies e de
    flamburgo, os quaes veode por preco razn vel. Ven-
    de-sc um piano usado, emdjom estado, por preco
    commodo. o annuiicianle conlini.i a aliar ero-
    ccrl.ir pianos cora perfeijo.
    Novo sortnenlo de fazendas
    barata.
    Alm das fazendas ja ennunciadas, e outras mui-
    las, que a dinlieiru a vista so vendem era por-So e a
    retalho. por baralissimo preco, ha novas cl'ilas de
    cores fuas a 160, 180 e200 rs. o covado, ditus para
    coberla, lionilos padroe, a 220, dit* largas de cores
    clara imitando casta a 210, riscados francezes largos
    de quadros modernos a 260, corles de camhraia de
    salpico com 6 1|2 varas por 23560, penoo da linho
    muilo lino para lenc.0 com mais de 2 varas .le lar-
    gura, pelo baralissimo preco de 23400 a vara, novos
    brins de linho de qoadrinhos para palil, ci.lcss e
    jaquelin a 220e24.1 o covado, corle de casemirs de
    core a 43, brins de core* para calcas a lo a vara :
    na ra da Cadeia rio Recife. loja n. jO, delroule da'
    ra da Madre de Dos, a qual se cha solTrlvelmente
    sorllda de boas fazendas, coj qualidades e commo-
    do presos se garintem e dao->e amoslrai.
    com loque de mofo, covado 13100
    Lencos de selim prelo macoa 19200
    Pulcciras de velludo prelas e de cor a 500
    Col leles de casemira prelos bordados, corle 43000
    Corles de collelesdc seda de cores a 23500
    paca de conloo prela c de cores,, covado 540
    neos rie camhraia ric linho a j0
    l.uvas prelas de lorcal para senhora, o par 720
    Cateas de cores cscocezas, covado 400
    Madapolao lino com toque de mofo, peya 33800
    Lindas lilas de quadros com 4 palmos de
    largara, covadu 700
    Vende-se cal virgem,, chegada lion-
    tera, e de superior qualidade por prero
    razoayel: no armazem de Bastos & Ir-
    maos, ra do Trapichen. 15. '
    N ra do Vicario n. 19, primeiro andar, ha
    para vender superior retroz de primeira qualidade,
    do rahric-iSjtff... Siqueiratirillas de roriz e de nume-
    ro, e fio porrele, ludo chegado |>cto ultimo navio vin-
    do do Porto, e juntamente v.ho superior, feitnria
    em pa^^noTi-birrrtruTdecimo.
    \ .").) aten-orla Boa-Vistan. 55.
    POIRIER.
    Acaba (le fazer urna especie de venezianas com o
    nome ./ore., de nova iiivencao para janellas. servem
    de ornamento e lem a vantagem de impedir a cor-
    renlcza de ar no apcenlos e ntreler-llie a frescura
    necessaria. Podem igualmente servir para arma-
    ren. Por um engenhosn mechsnismo silo muilo
    melhor do qne os venezianas enligas. Socme
    vista melhor se pode saber o quemo sSo eicellenles.
    -Brins tle vella : 110 armazem deN. O.
    Bieber & C, ra da Cruz n. 4.
    ATERRO DA BOA-VISTA N. 55.
    Vende-se um carro de'(pato
    novo, muito elegante e
    rodas,
    leve, c
    casa do Poiricr.
    de novo modelo: em
    . Na roe do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
    de-se farelo novo, chegado de Lisboa peiobrigoe Et-
    peronea.
    Moinhos de vento
    ombombasderepuxopara regar borlase baixa,
    derapim. na fundicao de D. W. Bowman : naru
    do Brum ns. 6, 8 e 10.
    AGENCIA
    Da Fundicao*. Low-Moor. Rna da
    Senzala nova n. 42.
    Neste cstabelecimento contina a ha-
    ver um completo sortimento de moen-
    das e metas moendas para engenho, ma-
    chinas de vapor, e taixas de ferro batido
    e coado, de toaos os tamauhos, para
    dito.
    DEPOSITO DA FABRICAH TODOS
    OS SANTOS DABAHIA.
    Vende-se em casa de'N. O* Bieber &
    C, na rita da Cruz n!J|!*algodo tran-
    cado daquella fabrica muito proprio pa-
    ra saceos de assucar e roupa para escla-
    vos, por preco commodo,
    Vende-se urna balance romanar com todos "s
    seus nertences.em bom uso e de 2,000 libras : qoem
    pretender, dirija-se ra da Cruz, armazem n. 4.
    COGNAC VERDADE1RO.
    Vende-e superior cognee. em garrafa, a 128000
    a duzia, e 18280 a garrafa : na ra dos Tanoeirns o.
    2, primeiro andar, defronle do Trapiche Novo.
    Chales de merino' de cores, de muito
    bom go9to.
    Vendem-se na na do Crespo, loja de esquina que
    volla para a cadeia.
    ha .en
    jecl os de i\re pr
    her : muenga e mei sswaes>ssW
    construccloj
    k -eguinle eb-
    JWfcenbo, esa- '
    * medente
    iu de [erre tundido e l>alido de
    superior qualidade e de lodos oa tiraanhos ; rodas
    dentadas para agua 00 animaes, de lodas a propor-
    cfiei ; crivos e bocea de fornlha e registro, de bo-
    circ. aguilhoes, bronze, parfnos e r.-ivillsoe, mei-
    nltu de mandioca, etc., etc.
    NA MESMA FUNDIC
    c eieeulam toda ss encommenda com e supeiio-
    ridide j conhecida, e com a devida prstete e eom-
    moi idade em preo.
    CHJROPE
    DO
    BOSQUE
    O enico depoilo contina a ser na bolicade Bir-
    llioli.ineu Francisco deSouza, na ra larg Resa-
    no n. 36; garr.f.s grandes5#00 e pequeas 3000.
    IMPORTASTE PARA 0 PUBLICO.
    Pura cura de phtisiea em lodos os seos'dltferent
    groi, quer motivad por constipacac,
    ma. pleuriz. escarros de sangue sieaBEe e
    peilo, palpitado no coreco, coquel
    dor na garganta, e lodas as molestias des oreaos
    iDonires.
    r 7 V!nda,ln.:.* em "" d' fn Brother. ae^ia tU
    Cdeia do Kecife n. 2, relrglos de oro.
    bonlrm pelo vapor ingleaftWe em dos mellioret le- ,
    bricanles de Londres.
    A Boa Fama.
    Na ra do Oueimeeto, nos qeafro etWW-'|4ia"d
    miucezes de b..a fama .,. 93, sjndeai-w m seainles
    objeclos, Indo de muito boa qualidade e pelos pre-
    sos mencionado, a saber :
    Peni rs de tortarnga pare ler cabello e 4*500
    Hilos re alisar lambem de tanro 3*000
    DUei. de marlVm pira alisar |oo
    Dibu de bfalo muilo fino
    lito., imiando a lartaraga pan'aHr cabal
    l-eq es nnisimo e j ,
    Lindas caites para rotlnra
    Dil! paia joi, moilo linda a
    Luvsi prelas de lorcal e com borle
    Dita de sed de coree sera st^^H
    Lindi mete* de sed de cores para
    Mei pinlaria fio de Eaeocia pare erianr
    Bandej grandes e Una* jJ0OQ.e i
    Trence de seda de toda ei crese larfs
    itiloa padrees, fitas finas lavredas e d.
    cura! e cores, hitos linissiroo ,ncl
    padrees e todas es largurae.'^IHIIIIJ
    que lie possivel encontrar-),' todas a.
    des, meias e luvas de lod" i
    mas liamas brancas e de rdrts^^H nil
    para cortinado, e alm del.
    mas (oiis9 lado de bou jos
    que .i visle do muilo bare^^^H
    agradr eos Sr. compradore.
    Atteoco
    ATTENCAO.
    CORTES DE CASEI1
    DE CORES ESCORAS E CLARA 000.
    Ven1em-e na rea do Crespo, loja de esquina que
    volla para a rae da'Cadeia.
    AOS SENHORES DE ENGENHO.
    , AediMido 4ajW5 para M>0 rs. a libra
    N ra do Trapiche n. oTIia pira Do arcanodaTl!
    \ ende-se um escravo que serve par armazem
    de assucar ou para qualquer servico do mallo por ja
    ler pralica : a tral.r na ra do Collegio n. 16, ter-
    cero andar.
    FARI.NHA DE MANDIOCA.
    Vende-se superior farinha de mandioca
    em saccas que tem um alqueire, medida
    velha por 5<000 res : nos armazens ns.
    ">, 5 e 7, e no ai mzemdelronte da porta da
    alfandega, ou a tra.tarno escriptorio de
    NovaeSvVCompanhia na ruado Trapiche
    n. 54, primeiro andar.
    VENDE-SI ;fri
    na ra Nova n. 38, defronle da igreja da Conceicao
    dos Militares, cadinhos do norte do lodos os Usa"-
    nhos, verniz copal a 900 rs. a libre, muito bom,
    limas bigornas para funileiro, tesnoras para di
    alicates muito torlcs, rozelas para esporas raof
    hos, vidros para vidr;a, em caita e a retalho, e
    lodos os preparos para ollicina do latoeiro e funi-
    leiro.
    Farinha de man-
    dioca a 2$S0O
    a sacca.
    No armazem de Tasso Irmaos.
    Vendem-se corles decassa preta de bom goslo,
    pelo diminuto preco de 23OOO : na ra dn Crespo,
    loja n. 6.
    LABVRINTHOS.
    Lencos ito camhraia de iinho muilo finos, losillas
    redondas e de ponas, e mais objeclo deele genero,
    ludo de bom gusto; vende-se barate : ne ruidal
    Cruz n. 34, primeiro andar.
    VINHO DO PORTO SUPERIOR FEITORIA.
    Vcndc-se por preco commodo n armazem de
    de Barroca & Castro, ra da Cadeia do Recife u. 4.
    A ELLES, ANTES Ql'F. SE ACABEM.
    Vendem-se corte* de casemira de.bom gosto a 8,500
    4? e 53000 o corte ; na ra do Crespo n. 6.

    Taixas par& engenhos.
    Na fundicao' de ferro de D. W.
    Bowman ti, .na ra do Brum, passan-
    do o chafariz continua haver um
    completo sortimento de taixas de ferio
    fundido e batido de o a 8 palmos de
    bocea, asquaes acham-sc a venda, por
    preco commodo e com promptidao' :
    embarcam-se ou carregam-se em carro
    sem despeza ao comprador.
    FAZENDAS DE GOSTO
    PARA VESTIDOS DE SENHORA.
    Indiana de quadros muilo fina e padre novus ;
    cortes de lita de qua Iros e llores por preco commo-
    do : veude-se na ra do Crespo loja da esquina que
    volta para a ra da Cadeia.
    Vende-se encllenle tnboado de pinho, recen-
    leineule clieeado da America; na rui de Apollo
    trapiche do Ferreira. a entender-se com oadminis
    ador do mesmo.
    veni'er barris_ de ferro ermeticsimente
    fechados," propriofpaTaTeposilo" de* fe-
    ses ; estes barris sao os melhores que se
    tem descoberto para este fim, por nao
    exhalaren! o menor cheiro, e apenas pe-
    zam 10 libras, e custam o diminuto prc-
    co de 4$000 rs. cada um.
    Vende-se pipas, barris vazios e bar-
    ricas internadas: a tratar oom Manoel
    AlvGuerra Jnior, na ruado Trapiche
    n. 14.
    Potassa.
    No anligo deposito da roa da Cadeia Velha, e-
    rriplorio n. 12, vende-se muilo superior polessa da
    Rosta, americana e do Rio de Janeiro, a procos ba-
    ratos que be par fechar conles.
    Na ra do Vigario n. 19, primei-
    ro andar, tem para vender diversas m-
    sicas para piano, violao e flauta, como
    sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
    tickes, modinhas tudo modernissimo ,
    chegado'do Rio de Janeiro.
    Grande sortimento de brins para quem
    quer ser gsmenho com pouco dinheiro.
    Vende-se brim Naneado delistras c quedros.de pn
    ro linho, a 800 rs. a vara, dito liso a 640,'ganga
    amarella lisa a 860 o covado, riscados escuros a imi-
    lat-Ao de casemira 360 o covado, dito de linho a
    280, dito mais bailo a 160, castores de lodas as co-
    res a 200, 210 e 320 o covado : na ra do Crespo
    n.6. K
    Alpaca desela.
    Vende-se alpaca de seda de quadros de bom gosto
    JJ20 o covado, corles de lita dos melhores gostos que
    *- viudo no mercado a 48500, dito de cassa chite
    800, sarja pela hespanhola .1 28400 e 28200 o
    do. selim preto de Maco a 23800 e 33200, guar-
    napos adamascados feitos em Guimaraes a 33600
    a duzia, loalhas de rosto vindas do mesmo logara
    98000 e 128000 duzia : na ra do Crespo n. 6.
    CHALES DE LAN E ALGODAO,
    ESO ROS A800 RS. CADA lH.
    Vendem-se na ru do Crespo loja d esquina que
    volta para a ruada Cadeia.
    V Deposito de vinho de cha'm- 8
    9 pagne Chateau-Ay, primeira qua-
    0f lidade, de propriedade do conde
    Sde Marcuil, rita da Cruz do Re-
    cife n. 20 : este vinho, o melhor
    de toda a Champagne, vende-se
    a 56$000 rs. cada caixa, acha-ty
    unicamente em casa de L. Le-
    comte Feron & Companhia. N.
    B.As caixas sao marcadas a fc-
    goConde de Marcuile os r-
    tulos das garrafas sao azues.
    '$tt#ft*:*:M*
    Deposito do chocolate francez, de urna
    das mais acreditadas fabricas deParis,
    em caa de Victor Lasne, rna da Cruz
    n.21.
    Estte-snperior, por baunilha. 18920
    Eiti tino, baunilha. 16(H)
    Superior. 18280
    Quem comprar de 10 libras para eima, lem om
    abale de 30 %: venda-se aos mesmos prero e cen-
    dicoes, em cas do Sr. Barrelier, no aterro de Boa-
    Vista n. 52.
    Vendt-ee ac em eunhelu de um qsinlal, por
    preco mui'o commodo : no armazem de Me. Cal-
    moni & Companhia, praca do Corp Sanio II.
    Riscado de listras de corea, proprio
    . para palitos, calcase jaquetas, a 160
    o covado.
    Vende-se na rna do Cmpo, Jola de esoeioa qee
    votleparaa cdele.
    Deposito de cal de Lisboa.
    Na ma di Cadeia do Recife, loja o. 50. continua
    a vender-se barril coMMperior cal virgem de Lis-
    boa, por pr-o comtsrodo.
    A liberna da roa Noven. 50, qne faz quina pare
    i.r" -e ^J1}*^' .hande-sej te sortula
    ^^^Bpulra
    Muerte
    e o bom
    de hnn ceneros e ornis btreto do qoe
    qualquer parte, como ejam; vele d
    de superior qualidade e milito
    no c superior vinho Figoeire e de l.ul
    avia aos en. fregaezes e a qu
    barato ; assim como lem papel da
    dades, por barato preco.
    18500
    I920O
    ________! Wuar-
    do Slolle em Berln^* o > co-
    lonias inglesas e holande7 an-
    de vantagem pata o
    assucar, acha-se itwa, em la
    librat, junto com o metliodo
    ga-ro' no idioma portugus, em < 1 de
    N. O. Bieber & Companhia
    Cruz. n. 4.
    A boa fama
    Ne ra do aeimed* no 1
    miuderas da boa tama n. 33, vemlrm-i >seguale
    ohjeclis pelos precos meociODedoaj^lll
    lo boai, qualidades, a teber :
    Duzia de lezouras para castora a
    Duzia de penles para alar cabelles
    Pecas com II viras rie fila lavrada tem
    Pare. de meia branras pera senhore
    Pecas de lila brancas de linho
    Peca le bico estrello com 10 vara 560
    Carleonlie com lOOagaUes, wrlidas
    Macea de cordito pata vestido
    Caixas com clcheles buidos, franceze
    Escova liuss pera denles.
    Pulceira encarnadas pera meninas e senhor
    I.inhis brancas de novelo n. 50. CO. 70 libra
    labras de linhas de corede aovello
    Crozas de botoes para carniza
    Meada:, de linhas finiMimae para bordar
    Meadai. de linhas de pese
    Garrileis de linhas fina de 200 jarda
    Crozas de botoes muilo fino para calca
    Caitas rom 16 novellos de linlies de
    Duzia de dedae para senhora
    Suspeu orto, o par
    Macinhos de arampa
    Carlas tle alfinetes
    Ceizinhas com brinquedos para menino
    Agulheirot moilo bonilo cum agulhae
    Torcida* para candieiro, n. 14 1
    Caisiiihis com egulha frtneezas
    Babadoiiaberlosde linabordad* e liase, a.120 e240
    Alm de ludo islo ootre mniliniaias couies ludo
    de muila bou qualidade. e qee se vende rneiliisi-
    mo barrio oest bem conl^eida loja da boa fama.
    A boa fama
    Vende-se fwpel marfim pentodo, a resma a 48000
    Papel .e peso pautado muilo superior, resto 3iJ600
    Dilo al Oaco sem ser peutado muito bom 28600
    Peanas finissimas bico de lao(j, groza 18200
    Ditas muito boas, groza 640
    Caivetes tinos de 2 e 3 folhes, a 240 e 400
    Lipis linos envernisados, duzia 120
    Ditos sem ser enveruisados, duzia 80
    Canelas de marfim muilo bonitas 320
    Capachos pintados pare ules 600
    Benselas dejuneo com bonitos cattei 500
    Ooalos ile armadlo ac, todas as gradjiacd* 800
    Hitos de dilos de metal branco loo
    Lunetas com rmajlo de tartaruga 19000
    Ditas da dilate bfalo 500
    Carleiri para algibeira, uperiore 600
    Fivella: dourada para calca e colletes 100
    Espora linas de melal, o par800 e 18000
    Trancelins pretos de borraxa para retogios 100 e 160
    1UO
    280
    100
    320
    200
    80
    160
    500
    l&OO
    38500
    38000
    160
    2801
    Tinleircs e ereeiros de porcelana, o par
    Caixas i-iquissimas pare rap a 640 19000 e
    Carteirai propria* pira viagem
    Toucadores de Jacaranda com bom espelho
    Citaruiciras de diversas qualidades
    Meias de laia muilo superior para pedrs
    Escovas lioissim para barba, luvas de seda de todes a co-
    res, meios piulada eernas de moilo boas qualida-
    des, bengalas muilo finas, lima encarnada c azul
    propri para ricr livros. Alm de lodo ielo outras
    muiliisiiiiscousas ludo de muito boa qoalidarie.
    e que se vendem mais barato de queem oulra qual-
    quer parle : na ru do Queimsdo nos qoatro cintos
    na bem 1 onhecida loja de mindezas da boa fama
    n. 33.
    ESCRAVOS FGIDOS,
    Deeipparecen no di 5 do correute, do collegio
    da Concecao r, Cruz de Alma, um cabra de neme
    llanocl, ulejado de um dos pee, meio calvo ne fren-
    te, idade, pouco mais ou menos 40 anoos. sapale.ro.
    parece le seguido pare* Rio do Peiie, no combov
    de torna viagem de Mr.TJrunet,
    puir para o Ico donde he filho }
    aolondados o apprchendam, p___
    le, obriga ido-nos a qualquer dee|jB
    o rene,

    teneSo dee-
    a lodas .s
    ve passajior
    PEW). TYP. DB M. F. DBFARIA.-1855.

    *+.
    r
    *v-
    1
    \
    \


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